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9.2.09

Mais de 20 mil seguem enterro de vítimas de acidente no AM
Como 18 mortos são da mesma família, muito conhecida em Coari, 1/5 da população participa do enterro



Mais de 20 mil pessoas acompanhavam na tarde desta segunda-feira, 9, os enterros de 22 das 24 vítimas do acidente com o avião Bandeirante que caiu no último sábado, no município de Manacapuru, no Amazonas. Dezoito pessoas eram membros da família Melo.
De acordo com o secretário de Comunicação da prefeitura de Coari, Valcione Tavares, a multidão acompanhou em estado de choque os velórios dos corpos nos ginásios Geraldo Grangeiro e Natanael Brasil e seguiu em cortejo para o Cemitério Santa Tereza, onde as vítimas estão sendo enterradas em horários distintos. O último corpo deve ser sepultado por volta das 17 horas, no horário local.
Ainda segundo o secretário, na cidade, que tem cerca de 100 mil habitantes, o clima é de luto total, a família Melo era muito conhecida e muito querida, por isso mais de 20% da população participou dos velórios e dos enterros.

Tragédia

A festa de aniversário do empresário Omar Melo Junior terminou numa grande tragédia na tarde de sábado, no Estado do Amazonas. O avião que o empresário fretou para o transporte de cinco dos seus dez irmãos de Coari para Manaus caiu no Rio Manacapuru. Vinte e quatro pessoas morreram e quatro ficaram feridas. Os irmãos do aniversariante morreram com suas respectivas famílias.


Investigação

A Embraer deve ajudar nas investigações sobre o acidente aéreo. A empresa é a fabricante da aeronave EMB-110 Bandeirante e colocou uma equipe especializada à disposição do órgão investigador do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa). Em comunicado, a empresa diz que lamenta profundamente o ocorrido e que acompanha com atenção a evolução dos acontecimentos.

A Aeronáutica investiga se o avião Bandeirante da Manaus Aero Táxi, que caiu no sábado matando 24 pessoas, 18 da mesma família, estava com sobrepeso durante a decolagem. A apuração é realizada pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa). O turboélice poderia se manter no ar com um só motor, desde que o limite de peso não fosse excedido. A aeronave estava certificada para transportar 19 pessoas, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), e estava com 28 pessoas, incluindo dois tripulantes. Somente quatro pessoas sobreviveram, incluindo dois irmãos.
Fonte: O Estado de São Paulo
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link do postPor anjoseguerreiros, às 20:21  comentar

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colaboradores: carmen e maria celia

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