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26.2.09
QUE TENHAM LOGO RESOLVIDA ESSA DISPUTA!!!!!!!
WASHINGTON E RIO - A disputa pela custódia de um menino nascido nos Estados Unidos, mas trazido ao Rio de Janeiro pela mãe brasileira aos quatro anos de idade , foi um dos temas do encontro da secretária de Estado americana Hillary Clinton com o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, ocorrido nesta quarta-feira. O caso se arrasta desde 2004, com o pai americano tentando reaver a criança. No ano passado, a mãe da criança morreu, mas o padrasto brasileiro segue lutando pela custódia. Os nomes envolvidos não podem ser revelados, pois a legislação brasileira impede a divulgação em processos que envolvem questões de família.
Hillary cobrou de Amorim uma solução para o caso, como informa reportagem publicada pelo jornal O Globo nesta quinta-feira (acesso à íntegra somente para assinantes) . A principal alegação do pai é que a criança teria sido sequestrada. Com isso, a questão ficaria submetida à Convenção de Abdução de Haia, um tratado assinado por 68 países - entre eles os Estados Unidos e o Brasil - que fornece mecanismos para solucionar sequestros internacionais de menores de idade.
Amorim nada prometeu. Ele disse apenas que houve "uma evolução positiva" no caso, porque ele passou à Justiça Federal. O ministro ainda explicou à Hillary que nessa jurisdição há uma tendência a dar maior importância às convenções internacionais, o que faria com que o episódio deixasse de ser encarado como um simples caso de direito de família.
Em 2004, a mãe que morava com o filho e o marido em Nova Jersey, veio ao Brasil. O pai encontraria a família no Rio de Janeiro alguns dias depois, mas, segundo relatou ao NYT, a brasileira surpreendendo-o com um pedido de divórcio pelo telefone. A partir daquela ligação, teve início um processo internacional de custódia envolvendo as Justiças americana e brasileira. Segundo o jornal, o caso se transformou em um ponto delicado da relação entre os dois países.
O americano nunca mais viu a ex-mulher. Ela morreu, quando o processo ainda corria no Superior Tribunal de Justiça, em agosto do ano passado. Poucos dias depois, o pai veio ao Brasil reivindicar a custódia do filho, mas a guarda foi concedida ao padrasto do menino. O tribunal negou, ainda, a autorização para que o americano pudesse visitar a criança.

link do postPor anjoseguerreiros, às 07:13 

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