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26.4.09

O presidente mexicano, Felipe Calderón, anunciou neste sábado que decretou estado de emergência no México devido ao surto de gripe suína principalmente na região central do país. Ao menos 20 pessoas morreram em consequência do vírus, e outras 48 mortes podem estar relacionadas à doença, que também atingiu pessoas nos Estados Unidos e despertou a preocupação da OMS (Organização Mundial de Saúde) sobre a possibilidade de uma pandemia global, já que a doença é transmitida como a gripe comum, de pessoa para pessoa.
"Hoje, publiquei no Diário Oficial da Federação um decreto por meio do qual o Executivo federal assume as faculdades e as atribuições que a Constituição Geral da República atribui ao presidente em casos de emergência como a que vivemos hoje", disse Calderón em comunicado oficial.
O decreto também prevê que funcionários do governo mexicano poderão entrar em qualquer imóvel público ou privado do país como parte das medidas estipuladas para fazer frente ao surto de gripe suína.
O documento impõe, além disso, o isolamento físico dos possíveis contagiados. O presidente mexicano disse que o país enfrenta "um problema sério" e que vai ser superado.
Calderón pediu tranquilidade à população, pois assegurou que a doença "pode ser prevenida e curada", mas reafirmou que as pessoas não devem estar em lugares muito cheios e se cumprimentarem com um beijo ou aperto de mão.
Este relatório se produz horas antes de as autoridades federais anunciarem um novo relatório sobre a situação nas últimas horas e contendo as possíveis medidas a serem tomadas a seguir.
O foco de gripe suína afeta principalmente os habitantes da capital do país e do vizinho Estado do México. Até o momento, 20 mortes em decorrência da doença foram confirmadas.
Calderón recomendou que os mexicanos não se automediquem para mascarar os sintomas da gripe e que procurem os serviços médicos de forma imediata neste caso.

EUA

Autoridades nos Estados Unidos alertaram para a existência de dois novos casos de gripe suína no Estado do Kansas, assim como para a alta probabilidade de que haja um foco em um colégio de Nova York, onde oito estudantes foram comprovadamente contaminados por uma gripe tipo A.
Uma das responsáveis do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) do país, a médica Anne Schuchat, alertou neste sábado que o vírus se espalha com muita facilidade e que é impossível contê-lo.
Até o momento, o CDC confirmou a existência de seis casos na Califórnia e dois no Texas, dos quais só um necessitou de atendimento hospitalar.
As autoridades do Kansas detectaram pelo menos dois casos adicionais, mostrando que o vírus já ultrapassou as fronteiras da Califórnia e do México.
Entretanto, uma das situações mais graves pode ser a do colégio em Nova York, onde 75 estudantes, alguns dos quais viajaram ao México recentemente, começaram ontem a sofrer enjôos, náuseas, febre e dores.
O Comissário de Saúde de Nova York, Thomas Frieden, anunciou em entrevista coletiva que nove dos estudantes se submeteram a um teste médico, e que oito deles testaram positivo para uma gripe tipo A.
Segundo Frieden, isto quer dizer que este grupo provavelmente foi contaminado pela gripe suína. Entretanto, os resultados definitivos serão divulgados neste domingo pelo CDC.

Rússia e Japão intensificam prevenção à gripe suína em aeroportos

Autoridades de saúde em diversos países estão adotando medidas para prevenir a transmissão de uma nova variedade de gripe suína que já deixou cerca de 80 mortos no México. O governo russo adotou o que chamou de "medidas especiais de controle" em aeroportos para passageiros que regressam da América do Norte.
No Japão, um representante do ministério da Saúde, Yoshio Namba, responsável pela força tarefa contra a gripe suína afirmou que o governo vai garantir que nenhum dos passageiros que deixem o país estejam infectados com o vírus.
O país também está checando passageiros para identificar possíveis sintomas da doença. "A saúde dos passageiros que estiverem retornando do México será observada por um período depois do consentimento dessas pessoas nas salas de quarentena dos aeroportos", disse Namba. Segundo ele, o governo japonês pretende monitorar a saúde desses passageiros com frequência durante um período de até dez dias depois da chegada ao Japão.
Medidas de emergência também foram adotadas em alguns países da América Latina, onde os passageiros estão sendo examinados para identificar possíveis sintomas da gripe suína.

Fonte: Folha de São Paulo
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link do postPor anjoseguerreiros, às 12:00 

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