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18.3.09
Pode chegar ao fim nesta quarta-feira o julgamento do austríaco Joseph Fritz, 73, que manteve a filha Elisabeth presa por 24 anos no porão de casa e teve sete filhos frutos de incesto, na Áustria. O "Monstro de Amstetten", apelido dado pela imprensa em referência à cidade, se declarou culpado de todas as acusações, inclusive a de homicídio, e poderá ser condenado à prisão perpétua.
A pena era prevista caso Fritz fosse culpado por ter matado o filho --uma criança recém nascida em 1996. A Promotoria entendeu que por ter negado socorro médico ao filho, o austríaco seria condenado por assassinato. Ele confessou o crime.
Fritz assumiu também os crimes de escravidão, o qual submeteu a filha, os de estupro e os frutos do incesto com a filha. Para cada criança nascido, foi acrescentado um crime na pena. O austríaco teve sete com Elisabeth.

Homicídio
Nesta quarta-feira, perante o tribunal, o austríaco disse que "deveria ter feito alguma coisa" para evitar a morte de uma das sete crianças que teve com sua própria filha, Elisabeth.
"Não sei por que não ajudei. Esperava que o bebê pudesse passar por isso", disse Fritzl, que lembrou que esteve presente no parto da criança. "Declaro ser culpado. Deveria ter reconhecido que o bebê estava mal", afirmou o acusado.
Perante a afirmação da juíza de que teve 66 horas para levar o recém-nascido ao hospital, Fritzl disse que "deveria ter feito algo". "Simplesmente não me dei conta. Pensava que o menino ia sobreviver", contou.

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link do postPor anjoseguerreiros, às 08:26  comentar

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colaboradores: carmen e maria celia

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