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15.2.09
A família da advogada Paula Oliveira, 26, que afirma ter sido atacada por skinheads na Suíça, diz que pode provar que a pernambucana estava mesmo grávida de três meses no momento da agressão.
A madrasta dela, Jussara Britto, 48, diz que a jovem fez exames de ultrassonografia e de sangue que podem comprovar a gravidez. "Meu marido [o empresário Paulo Oliveira] está em contato com o médico que acompanhava a gravidez de Paula para juntar todas as provas", conta.
Ela acompanha o caso de Recife. E questiona a versão da polícia de Dubendorf (3 km de Zurique), que diz que Paula não estava grávida e que os diversos cortes podem ter sido feitos pela própria advogada.
"Desde o primeiro momento, antes de qualquer exame, a polícia está insistindo na tese de que ela se autoflagelou. É um absurdo e vamos provar que Paula está dizendo a verdade", diz a madrasta.
Segundo ela, o retorno da advogada ao Brasil, marcado inicialmente para o próximo dia 19, talvez tenha que ser adiado.
"Talvez ela só possa vir mesmo depois do Carnaval. Estamos esperando que ela fique bem física e emocionalmente para poder viajar. Também temos que esperar a liberação dela pelas autoridades suíças."
Agressão
Os advogados da advogada e a família afirmam que Paula foi atacada por três skinheads, em uma estação de trem em Zurique, depois de conversar com a mãe, pelo celular, em português. Segundo a versão apresentada pela brasileira, os skinheads teriam escrito símbolos nazistas com estiletes no corpo.
Várias fotos da agressão foram divulgadas, com os supostos ferimentos causados pelos skinheads nas pernas e nos braços da advogada. O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, pediu para que o caso fosse investigado, mas afirmou que se tratava de um caso explícito de xenofobia.
O Itamaraty, por meio de sua assessoria de imprensa, informou nesta sexta-feira que deverá se pronunciar apenas após o fato ser apurado.

link do postPor anjoseguerreiros, às 11:11 

De Anónimo a 15 de Fevereiro de 2009 às 11:59
Quando pensamos ter visto tudo, concluímos não termos visto nada.
Que história mais confusa...
Ontem, um perito diz que as lesões provocadas da maneira como se apresentam não podem ter sido praticadas por outras pessoas a não ser a própria vítima devido a regularidade com que se apresentam.
O que leva uma pessoa a se automutilar?
Cabeça não é vitrine para sabermos o que se passa lá dentro, mas que este é um "caso" sério, isso é.

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