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1.7.09
As crianças que apresentam dificuldades na escola, na compreensão de novas habilidades, estão correndo o risco de terem problemas nas diferentes áreas escolares e na vida em geral, no seu desenvolvimento cognitivo, social e afetivo, como um todo.
Tais dificuldades, são de grande importância, pois os problemas entre o potencial da criança e a sua execução, devem ser avaliados com cuidado por um profissional especializado em dificuldades de aprendizagem.
As primeiras experiências na escola, são da maior importância, já que o fracasso escolar vai ocasionar o desenvolvimento de um crescente sentimento de frustração e baixa auto-estima. A maioria dos transtornos de aprendizagem se estabelece antes dos 7 anos de idade.
Muitos sintomas podem mostrar esse estado na criança pequena, que ainda não consegue expressar com palavras seus sentimentos. Estes sintomas podem se dar como por exemplo, através da ansiedade, do sono perturbado, e de condutas regressivas. Muitas começam a roer unhas, chorar por qualquer motivo, não querer comer ou comer demais. Algumas chegam a se queixar até de dores imaginárias. Estão sempre frustradas e insatisfeitas.
Podemos destacar neste caso, aquelas crianças que passaram por alguma situação difícil na idade entre 0 e 5 anos, como as crianças que são abandonadas, e a partir daí, podem surgir problemas psicossomáticos e de agressividade em diferentes níveis. Sua auto-estima fica comprometida e faz aparecer comportamentos que demonstram insegurança, rebeldia e outros sintomas que são preocupantes e podem ser percebidos até mesmo em sua forma de caminhar, já que nessa idade sua personalidade e identidade estão em formação.
Estas crianças, mais tarde, acabam não demonstrando interesse pelo estudo, já que não conseguem acompanhar seus colegas com a mesma idade. Como as crianças precisam do amor de seus pais, familiares, professores e colegas, é de se esperar que na família e na escola, se desenvolva todo e qualquer tipo de dificuldade.
A auto-estima é um valor que uma pessoa tem de si mesma a partir da competência que demonstra para executar diferentes tarefas e também, da valorização que lhe é dada pelas pessoas. A auto-estima atingida, acaba gerando o fracasso. Por isto, aconselho pais e professores a estarem atentos a seus filhos e alunos, independente da idade.

Procurar um psicopedagogo, pode prevenir problemas importantes de aprendizagem na vida de muitas crianças e adolescentes.

Danielle Manera Ramalho


umtoquedemotivação.com
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Um suposto comunicado de Jordan Chandler, menino que acusou Michael Jackson de abuso sexual em 1993, desmente o caso e afirma que o mentiu influenciado pelo pai.
A mensagem circula na internet e teria sido escrita pelo próprio Jordan. No texto, ele se diz arrependido da mentira: “Eu prometi que quando Michael morresse eu contaria a verdade. Isto é para você Michael: sempre vou te amar”.
“Eu nunca quis mentir e destruir a vida de Michael, mas meu pai me fez contar mentiras. Agora posso dizer que sinto muito e que espero que ele me perdoe”, diz o texto.
Em 1993, Jordan acusou Michael de abusar sexualmente dele. O caso nunca foi a julgamento porque Jackson fez um acordo com o pai do menino, Evan Chandler, pagando U$ 22 milhões.

Caso Jordan Chandler
Caso Jordan Chandler é uma expressão criada e utilizada pela imprensa para se referir à primeira acusação de abuso sexual feita contra o cantor Michael Jackson, em agosto de 1993. Jordan Chandler é o nome da suposta vítima, na época com 13 anos de idade. As acusações nunca foram levadas a julgamento e o caso arquivado depois de um acordo amigável realizado entre as partes em 1994.
As dúvidas sobre o comportamento de Jackson para com a criança foram levantadas pelo pai biológico de Jordan, Evan Robert Chandler. Nascido no Bronx, em 1944, Chandler se formou dentista e tentou sucesso como roteirista de cinema. No final dos Anos 70 mudou-se para Los Angeles com a mulher June na tentativa de deslanchar a nova carreira. Também morou em Nova York com o mesmo propósito, mas sem sucesso. Na década de 80, quando Jordan já havia nascido, retornou para Los Angeles com a família. Se divorciou da esposa em 1985. A custódia da criança ficou com a mãe e a Justiça estipulou que Chandler lhes pagaria uma pensão de 500 dólares por mês.
No início dos Anos 90, Evan havia formado família com a segunda mulher, uma advogada, e tido dois filhos. No início não se contrapôs ao relacionamento do filho com Jackson. Em junho de 1993, depois de voltar de Mônaco, onde havia participado do World Music Awards, Jackson fez uma visita de cinco dias ao menino, na casa do pai. Foi quando Evan percebeu que o cantor dormia com o filho e o caçula da ex-esposa, na mesma cama. Embora tenha admitido que Michael e Jordan sempre tenham dormido vestidos, foi nessa época que levantou suspeitas de que tivesse ocorrido alguma transgressão.
Em agosto de 1993, o jovem Jordan Chandler, de 13 anos de idade, representado pelo advogado civil Larry Feldman, acusou Michael Jackson de abuso sexual. As declarações, feitas à imprensa, nunca foram entregues à Justiça e, por conseqüência, o astro não chegou a ser indiciado pelo crime. Apesar disso, o promotor distrital Tom Sneddon deu início a investigações paralelas no final do mês pelo condado de Santa Ynez, residência oficial de Jackson.
As acusações geraram frenesi em todo o mundo. Michael cancelou o último seguimento da turnê do álbum Dangerous em outubro, pouco antes de deixar o México a caminho dos Estados Unidos. Durante uma semana daquele mês não se soube o paradeiro do astro. Ele reapareceu internado aos cuidados do terapeuta Beauchamp Colclough, na Irlanda do Norte, em uma clínica de reabilitação para dependentes químicos alegando a necessidade de se restabelecer de um vício em analgésicos.
Michael Jackson se pronunciou sobre as alegações pela primeira vez em dezembro de 1993, durante um comunicado transmitido simultaneamente pelas redes CNN, CBS, NBC e ABC, ao vivo do rancho Neverland. Ele se defendeu, afirmando ser incapaz de “causar mal a uma criança”.
Depois de seis meses de negociações, contra a vontade do cantor e do seu advogado, a companhia de seguros daquele fechou um acordo de confidencialidade com o dentista Evan Chandler. Especula-se que a família tenha embolsado quase 15 milhões de dólares. As investigações paralelas da Justiça foram arquivadas em 1994 por falta de provas. Com o acordo, o único reclamante se recusava a colaborar.
Em 1996 Evan Chandler processou novamente Jackson, alegando que Michael teria violado os termos da acção civil, quando publicamente afirmou nunca ter abusado sexualmente do garoto. Neste novo processo, Chandler referiu-se ao álbum HIStory, bem como a uma entrevista que Michael deu a Diane Sawyer. O pedido abrangia uma indemnização no valor de 60 milhões de dólares e a emissão de uma ordem judicial que lhe permitisse produzir e distribuir o seu próprio álbum, chamado EVANstory.

Comportamento de Jackson
Certos fatos no relacionamento entre Michael Jackson e as crianças são pouco usuais e tidos como controversos para grande parte da sociedade. O cantor conheceu Jordan Chandler em maio de 1992, quando a van dele quebrou na Wilshire Boulevard, em Los Angeles. O problema foi percebido pela esposa de Mel Green, funcionário de uma agência de guinchos. Green foi socorrê-lo.
Quando Dave Schwartz, dono da empresa, soube que Green estava levando Michael para o estabelecimento, chamou a esposa, June, e o filho do casamento anterior dela, um garoto de 12 anos, Jordan. Quando Jackson chegou, June contou como o filho havia enviado um desenho para o cantor quando ele sofrera queimaduras, em 1984, e deu a Michael um número de telefone para contato.
Jackson passou a telefonar para Jordan. Ficaram amigos. Três meses depois, ele e a mãe eram convidados habituais de Neverland, o rancho do artista no vale de Santa Ynez, ao norte de Los Angeles, Califórnia. A preferência de Michael pela companhia de crianças era de conhecimento público e tida como uma das excentricidades do cantor. Quando as acusações vieram à tona, em agosto, o hábito de Jackson, na época com 35 anos, de dormir com crianças foi tido como absurdo e condenado.
Em junho de 1995, durante entrevista concedida à apresentadora Diane Sawyer no programa Primetime, da ABC, o cantor pediu compreensão. Disse que o comportamento fica menos controverso quando colocado no contexto da infância que teve, sempre cercado de adultos, mergulhado em estúdios e sobre a pressão do pai, Joe, lembrado pelo rigor e violência com que tratava os filhos e a esposa.

Investigações preliminares
Em junho de 1993, Evan Chandler procurou a ex-mulher e revelou a ela as suspeitas de abuso . Inicialmente, June não acreditou. Chandler alertou que levaria a público as provas que alegava ter contra o cantor. June acionou o advogado de Jackson, Bert Fields, que contratou o investigador Anthony Pellicano para que intervisse no caso. Secretamente, gravaram uma conversa telefônica entre Chandler e o marido de June, Dave Schwartz. Quando perguntado o que Michael teria feito, Evan respondeu que ele “havia desestruturado a família. Jordan foi seduzido pelo poder e pelo dinheiro desse sujeito”.
A fita de áudio foi enviada para a rede de televisão CNN, que transmitiu a conversa com exclusividade em setembro de 1993. “Se eu for adiante com isso, ganho uma bolada. June perderá [a guarda do menino] e a carreira de Michael será arruinada”, falou em um trecho da gravação. “Tudo o que quero é levar isso a público o mais rápido”, concluiu. Para a defesa de Jackson, a fita era uma prova de que o cantor estava sendo vítima de extorsão. Para a acusação, era o relato de um pai desesperado.
Logo após ouvir a fita, Pellicano marcou um encontro com Jordan e a mãe em Century City, na Califórnia. Com uma câmera escondida, o investigador interrogou o garoto: “Michael já tocou em você? Alguma vez você o viu nu?”. A resposta, segundo a defesa, foi não. O vídeo nunca foi divulgado.



EGO e Wikipédia
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Londres, 1 jul (EFE).- As mulheres que não dormem as horas necessárias têm mais risco do que os homens de sofrer doenças cardíacas, segundo um estudo divulgado hoje por especialistas de duas universidades do Reino Unido.As mulheres que dormem menos que as oito horas recomendadas têm mais possibilidades de ter problemas cardíacos do que os homens com esses mesmos hábitos de sono, segundo os especialistas da Universidade de Warwick e o University College London (UCL).Os pesquisadores descobriram que os marcadores que indicam doenças cardíacas variavam consideravelmente com as horas que as mulheres dormiam.Segundo a análise, os especialistas descobriram que os níveis de Interleukina-6 (IL-6), um desses marcadores, eram muito mais baixos em mulheres que dormiam oito horas, em comparação com as que dormiam sete.Outro marcador, o hs-CRP, que pode prever a morbidade cardiovascular, era consideravelmente mais alto em mulheres que diziam dormir cinco horas ou menos.A professora em bioquímica que liderou o estudo, Michelle Miller, da Universidade de Warwick, disse que este estudo acrescenta mais peso à relação entre o sono e os problemas cardíacos."Apoia a ideia que dormir pouco está associado a um aumento do risco cardiovascular e que a associação entre a duração do sono e os fatores cardiovasculares são diferentes em homens e mulheres", acrescentou Miller.A análise é baseada em uma pesquisa realizada com 4,6 mil participantes de entre 35 e 55 anos, aos quais foi pedida sua participação nos anos de 1985 a 1988, e que foram acompanhadas até 1991 e 1993.



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Garota de 14 anos foi resgatada quando nadava em meio a destroços no Oceano Índico.

Uma TV francesa divulgou as primeiras imagens de Baya Bakari, a garota de 14 anos que sobreviveu à queda do Airbus A310 da companhia aérea Yemenia no Oceano Índico na terça-feira (30).
Baya foi encontrada perto do local onde o avião caiu, na costa de Comores, nadando em meio aos corpos das vítimas do acidente e destroços do avião.
A garota se recupera em um hospital de Moroni, em Cosmores. Médicos dizem que ela sofreu apenas cortes no rosto e teve uma clavícula quebrada, mas está fora de perigo.
O homem que resgatou Baya disse que a adolescente se agarrou a um pedaço do avião por várias horas até ser resgatada. Ela não usava um colete salva-vidas e quase não sabia nadar. O homem disse que ela estava muito fraca para segurar à boia que foi jogada para a menina e que teve que se jogar na água para salvá-la.
Kassim Bakari, pai da menina, disse à Associated Press que ela havia sido jogada para fora do avião quando o veículo caiu.
"Ela é uma garota muito tímida, eu nunca pensei que ela fosse escapar dessa maneira," disse Bakari, descrevendo a menina como "frágil".
Baya é a única sobrevivente confirmada do acidente até agora.



G1
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SÃO PAULO - Um problema de saúde está causando polêmica em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Cachorros estão sendo sacrificados por conta da leishmaniose. A capital sul-mato-grossense tem cerca de 132 mil cães e, segundo o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), mais de 18 mil deles já fizeram o exame para diagnosticar a doença. Os animais sadios ganharam uma coleira que repele o mosquito transmissor da doença por seis meses. Já os animais com resultado positivo, cerca de 13%, ou seja, mais de 2,3 mil devem ser sacrificados, como indica a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Em Urânia, no interior de SP, o sacrifício de 90 cães infectados pela doença revoltou os moradores da cidade e o Ministério Público precisou agir para evitar que outros animais fossem mortos.
Em Campo Grande, cerca de 150 agentes de saúde e mais 90 servidores e agentes do CCZ participam da campanha para a coleta de sangue nos cães da cidade. Os trabalhos já foram concluídos nos bairros Veraneio e Sobrinho e continuam esta semana nos bairros Nova Lima, Novos Estados, Mata do Jacinto, Estrela Dalva, Margarida, Santo Antônio, Santo Amaro e Piratininga.
A leishmaniose está presente em 20 estados, e é provocada por um protozoário que fica escondido dentro da célula. Ele é transmitido pelo mosquito flebótomo. O mosquito pica o cão infectado e depois pica o homem, contaminando os dois.
Em humanos, se não tratada, a doença pode matar, pois afeta órgãos vitais, como medula, fígado e baço. Mas existe medicação disponível na rede pública e a cura chega a mais de 90% dos casos.
Em Campo Grande, porém, muitos donos não concordam em entregar o cachorro de estimação doente para ser sacrificado.
Nas clínicas veterinárias da cidade, a prevenção da doença é feita com vacinas. Mas só os animais sadios podem tomar.
PENSEM BEM NO QUE VÃO FAZER.
A DOENÇA TEM CURA!!!!!
CLODOVIL SALVOU TODOS OS SEUS CÃES.
O GLOBO ON LINE
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O Grupo Musical da Associação Meninos do Morumbi se apresenta nesta quarta-feira (1º/7), às 11h, na Abertura do 4º Salão do Turismo. A apresentação, que acontece no auditório Elis Regina, do Anhembi, contará com quarenta jovens da ONG, que irão executar três clássicos da música brasileira: “Aquarela do Brasil”, “Isto Aqui, O que é?”, ambas de Ary Barroso, e “Trenzinho Caipira”, de Heitor Villa Lobos. A Ministra-chefe da Casa Civil Dilma Roussef já confirmou presença.
Associação Meninos do Morumbi
A Associação Meninos do Morumbi é uma entidade brasileira do Terceiro Setor, fundada em 1996 pelo maestro Flavio Pimenta. Atende cerca de três mil jovens, a maioria residente na periferia da cidade e em comunidades pobres (favelas), na região sudoeste de São Paulo e municípios vizinhos, como Embu, Taboão da Serra e Itapecerica. A Instituição recebe jovens com idade a partir de cinco anos, gratuitamente, de todos os níveis sócio-econômicos, raças, religiões, opção sexual e portadores de deficiência, com prioridade para aqueles em situação de risco e vulnerabilidade. Mais informações sobre a ONG no site http://www.meninosdomorumbi.org.br/.

Serviço
4° Salão do Turismo 2009
Parque Anhembi
– Pavilhões Norte/SulAvenida Olavo Fontoura, 1209, SantanaTel.: (11) 3060-5000


Brasil Contra a Pedofilia
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Ele quer transar, e você não.

Você quer transar e ele não está disposto no momento. Só que você começa a perceber que esse momento está se prolongando, e que vocês já estão há um bom tempo sem transar. O que será que pode estar acontecendo? Cansaço físico, estresse do dia-a-dia, tentativa de escapar do parceiro ou falta de desejo. Se começa por aí, uma busca de resposta, numa tentativa de entender o que está se passando com a vida sexual do casal.
Pode acontecer de o casal se ‘entender’ e acabar chegando a um acordo, e transam, mas se isso não ficar bem resolvido, e a transa ocorrer para a satisfação de apenas um dos parceiros, para aquele que está com o tesão, a flor da pele, por exemplo, o sexo não será de todo bom. Porque no sexo, e para um sexo, no mínimo bom, ambos envolvidos, precisam de uma certa dose de energia, vontade, libido, só assim o sexo será prazeroso para os dois, mesmo que seja num número de vezes razoável, para os dois, o mais importante de tudo, é a qualidade e não a quantidade.
A mulher de hoje sabe bem o que quer. Quer ser feliz, estar feliz e se sentir realizada, e não somente dar prazer, ela quer receber e com qualidade. Fala com mais clareza de seus anseios e a cada dia se descobre mais. É exigente, sendo capaz de dizer não, e mostrar o que realmente gosta na cama e fora dela.


Para o homem, também houve mudanças, pois teve que se habituar às novas atitudes das mulheres. Tentando entendê-las, porém, sente-se de certo modo acuado e ainda despreparado para esse novo relacionamento onde tanto quanto ele, ela também quer prazer e satisfação sexual.
A falta de desejo sexual é uma queixa bastante ouvida. Homens e mulheres sae sentem angustiados por sentirem a insatisfação dos parceiros, e aí entra o medo, e um grande receio em perdê-los, por não conseguirem fazê-los entender que a inapetência sexual, a que estão passando, nada tem a ver com o amor que os unem. Essa indiferença pelo sexo que acaba por provocar muitas crises nos relacionamentos tem mais haver com a vida atual e tudo que ela engloba, do que propriamente o relacionamento em si, mas esse sim, acaba abalado e por vezes sofre um final prematuro.
As queixas sobre esse assunto já foram bem mais específicas, ou seja: Os homens sofrendo com suas disfunções eréteis e o fantasma da impotência, e as mulheres ocultando suas dificuldades em conseguir chegar ao orgasmo. Tudo isso acontecendo, sem diálogo e entendimento, e até mesmo sem a ajuda de profissionais qualificados, leva aos desencontros no sexo, e a um descompasso no desejo, do tipo, quando um está com vontade,o outro não quer, e vice-versa. E é muito difícil lidar com esse tipo de situação, porque entra em jogo toda a relação, os sentimentos, a perda que a relação sofre, a intimidade que vai ficando de lado.
Com as atitudes da mulher, em busca de novos anseios e descobertas, os homens tiveram que se preocupar mais com seu tempo entre a penetração e a ejaculação, pois para o homem, o tempo de sua parceira, não era fator tão importante na hora do sexo, pois sempre acharam que a mulher não se importava em chegar ao orgasmo. Um engano crucial por parte deles, que tiveram que descobrir, o ajuste de tempo para que o prazer sentido, agora seja o de ambos, e não apenas de mão única.

As questões, que podem estar afetando o desencontro sexual, num casal estável:

O estímulo
Às vezes, só o estímulo visual para o homem não é suficiente. É preciso mais do que o visual para se excitar. Que tal utilizar as suas mãos para fazer uma boa estimulação do pênis? E você pode fazer isso, caprichando nas preliminares.

A idade
O corpo muda, sofre algumas alterações com a idade, e a maneira de fazer sexo também. Quem não quer chegar aos quarenta anos e manter a mesma vitalidade de quando tinha seus vinte anos de idade na cama? A vitalidade pode não ser a mesma, mas não serve de regra, pois há homens, que chegam aos quarenta anos, com um ritimo diferente, mas não que se tornem apáticos ao sexo. Um homem maduro não consegue uma ereção do pênis igual à que tinha na juventude, a produção de sêmen é mais baixa, e a pressão de saída do sêmen também diminui, assim como a manutenção da ereção, que também pode ser de um tempo menor.

O estresse
A tarefa de conciliar trabalho, família, amigos, situação financeira, problemas de saúde com a vida sexual, é bem complicada. Todos esses fatores podem interferir no apetite sexual e são ingredientes fundamentais para inibir o desejo sexual. E as mulheres por serem mais suscetíveis aos estresses do dia-a dia ficam com uma baixa na libido. Qualquer pessoa pode ter estresse ou depressão, ficar desanimada, irritada, com alterações do sono, e do apetite sexual.
Essa fase requer paciência, carinho e cumplicidade, pois é preciso ter naturalidade para lidar com os altos e baixos que podem ocorrer na cama.
Jamais faça sexo automático, isso é prejudicial à saúde. Faça por prazer, por vontade.
Alterara a rotina, experimentar uma sessão de masturbação mútua. Praticar atividades físicas. O exercício libera no organismo substâncias químicas que aumentam o bem-estar, e diminuem o estresse, favorecendo a volta da libido.

Um momento difícil
Qualquer relacionamento pode ter seus momentos difíceis. Brigas, desentendimentos, tudo isso pode refletir na hora do sexo. Mas para isso, um bom e verdadeiro diálogo sempre ajuda, é preciso enxergar o que está acontecendo e tentar resolver. “Nada de ir empurrando os problemas, isso só tende a piorar a situação”. A vida “é feita de momentos, e eles costumam sempre passar”.
Saia da rotina busque o desejo e volte a ser feliz sexualmente, e pra começar, você pode fazer muitos mimos no seu parceiro, preparando um cardápio afrodisíaco, com algumas velas aromáticas acesas pela casa, um bom banho juntos, com direito a sais aromáticos e, quem sabe até mesmo um strip-tease caprichado antes de cair na água. Depois um jantar daqueles.
Quem não gosta de ser mimado, de ter a atenção e o carinho do parceiro. É sempre uma tentativa, voltar no tempo, como no início do namoro, o desejo reaparece, o tesão também, e quando você menos perceber, a vida sexual volta a ser ótima.
E, que tal uma noitada fora de casa, afinal de contas, o mesmo ambiente sempre, cansa os olhos, a mente, e porque não dizer, até mesmo, o corpo. Fazer uma surpresa, reservando uma suíte num motel novo da cidade, ou mesmo num hotel de luxo, e passar uma noite por mês fora de casa. Se não houver dinheiro para esse tipo de extravagância, procurem um acampamento ou uma pousada romântica na serra. O importante é ficar longe do ambiente doméstico, nem que seja por algumas horas, sem nenhuma outra preocupação na cabeça a não ser fazer agrados um para com o outro. Assim, não há como cair na rotina. A criatividade deve estar presente em tudo na nossa vida.

Adriana Sommer da Costa - Sexóloga

levei um pe......
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É meia-noite. Maria volta para casa. Bairro pobre, periferia, ruas quase escuras, com raras e distantes lâmpadas. Como sempre, Maria vinha do trabalho de fazer salgados, em festa de aniversário de gente rica. Vinha cansada do trabalho nas tardes e noites de pouco ganho. Tinha que madrugar, porque de dia era arrumadeira na casa rica do seu Alcides. Queria um pouco de cama, de sossego e quem sabe algum sonho feliz, afinal Deus existe... Ainda longe, divulgou agitação lá por sua casa. Tinha Rádio Patrulha, gente, movimento e faladeira alta. Apressou o passo cansado, chegou à sua casa, que já não era casa; era monte de tijolos, tudo destruído por um fogo que ainda lambia os restos do que eram telhado, porta e as duas únicas janelas. Horror, os vizinhos calavam a boca, abriam alas para ela se achegar ao que era seu e nada mais era. O cabo da RP foi delicado. Também tinha nascido na pobreza e entendia que Maria, agora, estava mais que na pobreza, sozinha no mundo. Nem queria perguntar ou falar, nem tinha olhos e lágrimas pra chorar. O cabo deu a notícia que não precisava, ela já sabia. Foi seu filho, dona Maria! Chegou doidão, xingando o mundo e todo mundo. A senhora sabe, cheio de crack, parece que de mistura também maconha. Disse que a senhora sabia, ele já tinha ameaçado, toda a rua sabia, porque Dió e Xeda eram seus amigos juntos na droga e na fogueira – último sonho e haver da dona Maria. Ninguém pulou na frente pra falar ou defender – afinal, a sua rua, seu bairro, seu alto, sua cidade, o mundo todo, era uma droga só. Não adiantava protestar nem pedir, porque a sua casa poderia ser a próxima fogueira. Fazer um B.O., o cabo disse que podia, mas já sabia. Chegariam à delegacia, já teriam advogado na porta. Não eram traficantes, apenas usuários de droga. Já eram conhecidos e não poderiam ficar presos. Veja, senhor delegado, não tem uma pedrinha qualquer no bolso!... E logo estariam de volta para as ruas e seu mundo imundo. A Maria, nesta história? Pra que ir à delegacia fazer sua queixa? O pessoal de serviço já estava cheio de histórias iguais e até piores, como o Arceu, que queimou a casa com a mãe lá dentro, saiu e sumiu no mundo... E a Antônia, o seu Pedro da carroça? A Artemira, estuprada, com a filha de quinze aninhos e sonhos, que teria de virar puta, porque a mãe tinha que comer e ficou lelé da cuca? Que mundo era este que Deus esqueceu... ou não existe?
Amigos que me leem, os nomes não são estes, mas as pessoas são. Atendo num ambulatório da pobreza, uma noite apenas por semana – mas cada vez encontro uma nova Maria, Artemira, Antônia ou Pedro. Este é o meu caminho ao redor do mundo, onde encontro alguns exemplos, mas agora é de nós todos – porque, hoje, ricos, remediados e miseráveis estão todos criados na merda social das drogas. Deste vasto adubo nascem desgraças diárias, de que nós, privilegiados, tentamos fugir – mas trombamos logo ali adiante. Todo mundo, toda a imprensa, todos os políticos e chefes de estado contam escândalos, roubos, mortes, instalam inquéritos e ordenam leis, mas a droga fica à parte, é perigosa, temida, ameaça... e o medo cala o mundo. Eu já escrevi sobre esta desgraça; tenho pensado e sofrido com seus personagens – e penso que descobri um jeito de “chegar lá”. Vou contar em outra crônica. Não tenho medo, porque o drogado não é criminoso – é vítima, precisa de tratamento.

João Gilberto Rodrigues da Cunha
Médico e pecuarista


Jornal da Manhã
Uberaba
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MUNDO NOVO - Na primeira etapa da Campanha Nacional de Vacinação Contra Poliomielite, Mundo Novo ficou em primeiro lugar entre os 78 municípios do Estado, na meta atingida pela vacinação. Os dados oficiais são da Secretaria de Estado de Saúde. O número representa que a meta da vacinação a ser atingida em Mundo Novo era de 1.095 crianças, foram vacinadas 1391, totalizando 127,03%, a maior do Estado. Com o Slogan "Não dá para vacilar. Tem que vacinar", a Secretaria de Saúde de Mundo Novo realizou uma campanha exemplar, com equipes percorrendo, com trabalho itinerante, nas áreas rurais, nos Centros Educacionais e plantão nos PSF’s dos bairros e Posto Central.Doses - A vacina contra a poliomielite é um serviço básico oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e disponível durante todo o ano nos postos de saúde, na vacinação de rotina. Além do esquema básico (três doses), a criança de até cinco anos de idade tem de tomar todos os anos as duas doses da campanha. Isso porque a paralisia é transmitida por três tipos de vírus."As várias doses se justificam por isso. Se a criança não desenvolveu a imunidade com relação a um vírus, com as várias doses, ela tem oportunidade de se imunizar", explica a Secretária de Saúde Rosária Lucca.


Jornal O Progresso
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Com o objetivo de alertar a comunidade escolar sobre os malefícios que o crack causa na vida do ser humano, a Polícia Civil vem realizando palestras nas escolas da rede pública e privada do município. O evento conta com o apoio de empresas locais e é realizado em parceria com o Consepro, Rede Jovem e Associação de Jovens Amigos Voluntários de Igrejinha. Segundo o agente Jairo Almeida dos Reis, da DP de Igrejinha, desde o mês de maio já foram realizadas 20 palestras, de um total de 40, as quais estão programadas para ocorrer até a primeira quinzena do mês de julho, atingindo os alunos a partir da 5ª série do Ensino Fundamental e 1ºs anos do Ensino Médio.
As palestras são realizadas para grupos de até 100 alunos a fim de que o assunto seja melhor aproveitado. São mostrados slides com os danos causados pela droga na vida familiar, educacional e profissional do usuário. Conforme levantamento de dados realizados pelos agentes da Polícia Civil, em Igrejinha cerca de 60% dos delitos registrados são praticados devido o uso do crack, sendo que mais de 50% dos usuários possuem idade entre 18 e 30 anos e cerca de 20% dos menores infratores, atendidos pelo Conselho Tutelar, são usuários da droga.
Durante as palestras também são sorteadas camisetas aos alunos com a frase: “CRAQUE NÃO USA CRACK”, além de serem distribuídos folders que alertam sobre os sintomas da epidemia e orientam a comunidade a participar do Disque-Denuncia através do fone (51) 3545-1190, a fim de que novos pontos de tráfico sejam desbaratados. De acordo com os agentes, durante os encontros são citados casos que são atendidos diariamente na Delegacia de Polícia, de adolescentes que estão se prostituindo por causa da “pedra”, que furtam objetos de dentro de casa e pais de família que chegaram a vender até a própria casa para sustentarem o vício.
A iniciativa cita ainda casos de usuários que buscam ajuda para recuperação, os quais são encaminhados ao CAPS (Centro de Atenção Psicossocial), localizado na Rua 7 de Setembro, 964, Bairro Bom Pastor, em Igrejinha, e o Desafio Jovem de Três Coroas.



Diário de Canoas
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colaboradores: carmen e maria celia

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