notícias atuais sobre saúde, violência,justiça,cidadania,educação, cultura,direitos humanos,ecologia, variedades,comportamento
19.6.09
A violência nos confins da Amazônia conta agora com um novo combustível que pode torná-la incontrolável, trazendo todo o tipo de prejuízo social para índios, seringueiros e outros povos da floresta. Incentivada anteriormente pelo consumo de álcool, a violência na selva agora é estimulada pelo alto consumo de cocaína, produzida nos vizinhos países sul-americanos, que circula na região em sua rota para o Centro-Sul do país e para os países europeus.
Segundo o jornal A Crítica, de Manaus (AM), o uso de cocaína está causando violência e conflitos nas aldeias Umariaçu 1 e 2 dos índios da etnia Tucana, na periferia do município de Tabatinga, fronteira com a Colômbia e a 1.105 km da capital amazonense.
Em entrevista ao jornal, o cacique Osvaldo Honorato Mendes disse que há uma briga entre irmãos que ficou pior com o uso das drogas. Segundo o cacique, os irmãos índios querem se matar. "Quem não tem dinheiro para comprar drogas, rouba e rouba qualquer coisa, galinha, computador, o que tiver solto", assinalou o cacique, ao informar que pretende deixar o cargo em janeiro, desanimado com os rumos dos jovens da aldeia.
O cacique informou ao jornal que a cocaína chegou a aldeia por meio da estrada que liga a terra dos índios à Tabatinga e também por meio rio Solimões, que faz fronteira natural com o município peruano de Santa Rosa.
"Já denunciamos essa situação para a Polícia Federal, Civil, Militar e Fundação Nacional do índio (FUNAI). Um joga para o outro a responsabilidade pelo combate", denunciou o cacique Honorato. Santo Mestâncio Alexande, vice-cacique da aldeia Umariaçu 2, Santo Mestâncio Alexande, confirmou a falta de apoio dos órgãos responsáveis por garantir a segurança dos indígenas.
"Temos vários tipos de problema. A bebida também anda solta e quando precisamos de apoio, não encontramos", assinalou Mestâncio, após informar que um projeto de psicultura nas aldeias fracassou por conta dos roubos. "Os peixes foram retirados dos açudes e o escritório foi totalmente desmontado com subtração de equipamentos e imobiliário", destacou o vice-cacique.
O indígena resumiu para o jornal como a violência disparou nas aldeias dos Ticunas. "Alguém entrou com o produto (cocaína) aqui e falou para o que ele servia. Quem comprou, experimentou e foi levando para o outro, para prejudicar. Daí veio a violência", diz Manoel Nery, ex-cacique de Umariaçu 2.

Fonte: Kaxiana - http://www.kaxi.com.br/noticias.php?id=1102
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link do postPor anjoseguerreiros, às 20:56  comentar

A violência nos confins da Amazônia conta agora com um novo combustível que pode torná-la incontrolável, trazendo todo o tipo de prejuízo social para índios, seringueiros e outros povos da floresta. Incentivada anteriormente pelo consumo de álcool, a violência na selva agora é estimulada pelo alto consumo de cocaína, produzida nos vizinhos países sul-americanos, que circula na região em sua rota para o Centro-Sul do país e para os países europeus.
Segundo o jornal A Crítica, de Manaus (AM), o uso de cocaína está causando violência e conflitos nas aldeias Umariaçu 1 e 2 dos índios da etnia Tucana, na periferia do município de Tabatinga, fronteira com a Colômbia e a 1.105 km da capital amazonense.
Em entrevista ao jornal, o cacique Osvaldo Honorato Mendes disse que há uma briga entre irmãos que ficou pior com o uso das drogas. Segundo o cacique, os irmãos índios querem se matar. "Quem não tem dinheiro para comprar drogas, rouba e rouba qualquer coisa, galinha, computador, o que tiver solto", assinalou o cacique, ao informar que pretende deixar o cargo em janeiro, desanimado com os rumos dos jovens da aldeia.
O cacique informou ao jornal que a cocaína chegou a aldeia por meio da estrada que liga a terra dos índios à Tabatinga e também por meio rio Solimões, que faz fronteira natural com o município peruano de Santa Rosa.
"Já denunciamos essa situação para a Polícia Federal, Civil, Militar e Fundação Nacional do índio (FUNAI). Um joga para o outro a responsabilidade pelo combate", denunciou o cacique Honorato. Santo Mestâncio Alexande, vice-cacique da aldeia Umariaçu 2, Santo Mestâncio Alexande, confirmou a falta de apoio dos órgãos responsáveis por garantir a segurança dos indígenas.
"Temos vários tipos de problema. A bebida também anda solta e quando precisamos de apoio, não encontramos", assinalou Mestâncio, após informar que um projeto de psicultura nas aldeias fracassou por conta dos roubos. "Os peixes foram retirados dos açudes e o escritório foi totalmente desmontado com subtração de equipamentos e imobiliário", destacou o vice-cacique.
O indígena resumiu para o jornal como a violência disparou nas aldeias dos Ticunas. "Alguém entrou com o produto (cocaína) aqui e falou para o que ele servia. Quem comprou, experimentou e foi levando para o outro, para prejudicar. Daí veio a violência", diz Manoel Nery, ex-cacique de Umariaçu 2.

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A violência nos confins da Amazônia conta agora com um novo combustível que pode torná-la incontrolável, trazendo todo o tipo de prejuízo social para índios, seringueiros e outros povos da floresta. Incentivada anteriormente pelo consumo de álcool, a violência na selva agora é estimulada pelo alto consumo de cocaína, produzida nos vizinhos países sul-americanos, que circula na região em sua rota para o Centro-Sul do país e para os países europeus.
Segundo o jornal A Crítica, de Manaus (AM), o uso de cocaína está causando violência e conflitos nas aldeias Umariaçu 1 e 2 dos índios da etnia Tucana, na periferia do município de Tabatinga, fronteira com a Colômbia e a 1.105 km da capital amazonense.
Em entrevista ao jornal, o cacique Osvaldo Honorato Mendes disse que há uma briga entre irmãos que ficou pior com o uso das drogas. Segundo o cacique, os irmãos índios querem se matar. "Quem não tem dinheiro para comprar drogas, rouba e rouba qualquer coisa, galinha, computador, o que tiver solto", assinalou o cacique, ao informar que pretende deixar o cargo em janeiro, desanimado com os rumos dos jovens da aldeia.
O cacique informou ao jornal que a cocaína chegou a aldeia por meio da estrada que liga a terra dos índios à Tabatinga e também por meio rio Solimões, que faz fronteira natural com o município peruano de Santa Rosa.
"Já denunciamos essa situação para a Polícia Federal, Civil, Militar e Fundação Nacional do índio (FUNAI). Um joga para o outro a responsabilidade pelo combate", denunciou o cacique Honorato. Santo Mestâncio Alexande, vice-cacique da aldeia Umariaçu 2, Santo Mestâncio Alexande, confirmou a falta de apoio dos órgãos responsáveis por garantir a segurança dos indígenas.
"Temos vários tipos de problema. A bebida também anda solta e quando precisamos de apoio, não encontramos", assinalou Mestâncio, após informar que um projeto de psicultura nas aldeias fracassou por conta dos roubos. "Os peixes foram retirados dos açudes e o escritório foi totalmente desmontado com subtração de equipamentos e imobiliário", destacou o vice-cacique.
O indígena resumiu para o jornal como a violência disparou nas aldeias dos Ticunas. "Alguém entrou com o produto (cocaína) aqui e falou para o que ele servia. Quem comprou, experimentou e foi levando para o outro, para prejudicar. Daí veio a violência", diz Manoel Nery, ex-cacique de Umariaçu 2.

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O Governo do Paraná enviou, nesta quarta-feira (17), à Assembleia Legislativa novo projeto de lei que estende de quatro para seis meses a licença-maternidade das servidoras públicas estaduais. A versão atual substitui a proposta encaminhada no último dia 5 e traz redação que deixa mais clara a aplicação do benefício, também para as policiais militares. Foi incluído um parágrafo que garante o mesmo período de licença às servidoras que forem mães adotivas.
“[A nova proposta] reconhece a condição de igualdade para os casos de adoção legalmente previstos, outorgando às mães adotivas o mesmo direito [à licença de 180 dias, ou seis meses], independentemente da condição biológica da maternidade”, diz o governador Roberto Requião, na mensagem endereçada ao presidente da Assembleia, Nelson Justus.
O projeto de lei anterior alterava o artigo 236 do Estatuto do Funcionalismo (Lei Estadual 6.174/1970) que tratava da licença-maternidade. A redação do artigo, pela proposta, seria mudada ao fixar em 180 dias o período de licença.

AUTORIZAÇÃO - O novo projeto, por sua vez, não prevê mais a alteração no estatuto, porque essa mudança poderia não ser aplicada às servidoras militares. Assim, a proposta atual autoriza o Poder Executivo “a prorrogar por mais 60 dias [ou seja, de 120 dias, ou quatro meses, para 180, ou seis meses]” a licença-maternidade prevista na Constituição Federal e na Constituição Estadual.
O Poder Executivo ficando autorizado, com essa base legal, a prorrogar a licença, essa ampliação poderá ser aplicada tanto a servidoras civis como a militares. Assim, a mudança no projeto, reitera o governador, “responde de forma mais completa aos objetivos da norma concessiva da licença-maternidade.”
De acordo com dados do Departamento de Recursos Humanos da Secretaria da Administração e da Previdência, levantamento entre 2006 e 2008 aponta para uma média de concessão de 1.800 licenças-maternidades por ano, nos quadros do Poder Executivo. Por ser um quadro constituído, em sua maioria, por mulheres, o magistério registra o maior número desse tipo de licença. O projeto de lei da licença maternidade é de autoria da Casa Civil e da Secretaria da Administração.

Fonte: Agencia Estadual de Notícias (Paraná)
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O Governo do Paraná enviou, nesta quarta-feira (17), à Assembleia Legislativa novo projeto de lei que estende de quatro para seis meses a licença-maternidade das servidoras públicas estaduais. A versão atual substitui a proposta encaminhada no último dia 5 e traz redação que deixa mais clara a aplicação do benefício, também para as policiais militares. Foi incluído um parágrafo que garante o mesmo período de licença às servidoras que forem mães adotivas.
“[A nova proposta] reconhece a condição de igualdade para os casos de adoção legalmente previstos, outorgando às mães adotivas o mesmo direito [à licença de 180 dias, ou seis meses], independentemente da condição biológica da maternidade”, diz o governador Roberto Requião, na mensagem endereçada ao presidente da Assembleia, Nelson Justus.
O projeto de lei anterior alterava o artigo 236 do Estatuto do Funcionalismo (Lei Estadual 6.174/1970) que tratava da licença-maternidade. A redação do artigo, pela proposta, seria mudada ao fixar em 180 dias o período de licença.

AUTORIZAÇÃO - O novo projeto, por sua vez, não prevê mais a alteração no estatuto, porque essa mudança poderia não ser aplicada às servidoras militares. Assim, a proposta atual autoriza o Poder Executivo “a prorrogar por mais 60 dias [ou seja, de 120 dias, ou quatro meses, para 180, ou seis meses]” a licença-maternidade prevista na Constituição Federal e na Constituição Estadual.
O Poder Executivo ficando autorizado, com essa base legal, a prorrogar a licença, essa ampliação poderá ser aplicada tanto a servidoras civis como a militares. Assim, a mudança no projeto, reitera o governador, “responde de forma mais completa aos objetivos da norma concessiva da licença-maternidade.”
De acordo com dados do Departamento de Recursos Humanos da Secretaria da Administração e da Previdência, levantamento entre 2006 e 2008 aponta para uma média de concessão de 1.800 licenças-maternidades por ano, nos quadros do Poder Executivo. Por ser um quadro constituído, em sua maioria, por mulheres, o magistério registra o maior número desse tipo de licença. O projeto de lei da licença maternidade é de autoria da Casa Civil e da Secretaria da Administração.

Fonte: Agencia Estadual de Notícias (Paraná)
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O Governo do Paraná enviou, nesta quarta-feira (17), à Assembleia Legislativa novo projeto de lei que estende de quatro para seis meses a licença-maternidade das servidoras públicas estaduais. A versão atual substitui a proposta encaminhada no último dia 5 e traz redação que deixa mais clara a aplicação do benefício, também para as policiais militares. Foi incluído um parágrafo que garante o mesmo período de licença às servidoras que forem mães adotivas.
“[A nova proposta] reconhece a condição de igualdade para os casos de adoção legalmente previstos, outorgando às mães adotivas o mesmo direito [à licença de 180 dias, ou seis meses], independentemente da condição biológica da maternidade”, diz o governador Roberto Requião, na mensagem endereçada ao presidente da Assembleia, Nelson Justus.
O projeto de lei anterior alterava o artigo 236 do Estatuto do Funcionalismo (Lei Estadual 6.174/1970) que tratava da licença-maternidade. A redação do artigo, pela proposta, seria mudada ao fixar em 180 dias o período de licença.

AUTORIZAÇÃO - O novo projeto, por sua vez, não prevê mais a alteração no estatuto, porque essa mudança poderia não ser aplicada às servidoras militares. Assim, a proposta atual autoriza o Poder Executivo “a prorrogar por mais 60 dias [ou seja, de 120 dias, ou quatro meses, para 180, ou seis meses]” a licença-maternidade prevista na Constituição Federal e na Constituição Estadual.
O Poder Executivo ficando autorizado, com essa base legal, a prorrogar a licença, essa ampliação poderá ser aplicada tanto a servidoras civis como a militares. Assim, a mudança no projeto, reitera o governador, “responde de forma mais completa aos objetivos da norma concessiva da licença-maternidade.”
De acordo com dados do Departamento de Recursos Humanos da Secretaria da Administração e da Previdência, levantamento entre 2006 e 2008 aponta para uma média de concessão de 1.800 licenças-maternidades por ano, nos quadros do Poder Executivo. Por ser um quadro constituído, em sua maioria, por mulheres, o magistério registra o maior número desse tipo de licença. O projeto de lei da licença maternidade é de autoria da Casa Civil e da Secretaria da Administração.

Fonte: Agencia Estadual de Notícias (Paraná)
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Poliomielite, ou paralisia infantil, é uma infecção viral aguda causada por um dos três poliovírus existentes. A infecção se transmite através do contato com um portador da pólio ou então com fezes humanas. Crianças na primeira idade são mais susceptíveis à doença e também os principais agentes de transmissão, mas os adultos. também podem contrair pólio. O vírus penetra no corpo através da boca e percorre o corpo através do sistema sangüíneo. Se ele invadir o sistema nervoso central, ataca os neurônios motores e pode causar lesões que resultam em paralisia ( poliomielite paralítica ). Os braços e as pernas são mais freqüentemente afetados.
Na realidade todas as pessoas devem obrigatoriamente tomar contato com o vírus ou com anticorpos da pólio em alguma oportunidade, acionando o sistema imunológico do indivíduo, através dos linfócitos tipo B, sendo que os três tipos conhecidos do vírus não são mutáveis ( como o vírus HIV, por exemplo ) uma vez configurada a defesa imunológica ela permanecerá por toda a vida. A maioria dos casos de contato com os poliovírus não resultam em sintomas clínicos ou apenas em sintomas leves, como dor de cabeça, garganta dolorida e febre ligeira; a recuperação completa ocorre em 1 a 3 dias. Em casos de infecção grave ( quando o sistema nervoso central é invadido ), 50% dos pacientes também se recuperam completamente.
Do restante, cerca da metade sofrem paralisia leve e os outros sustentam seqüelas severas e permanentes, algumas vezes necessitando de aparelhos ortopédicos para se locomoverem. A doença pode ser fatal no caso de infecção bulbar, quando a paralisia se desenvolve nos músculos da garganta e pode causar dificuldade respiratória através do retorno dos conteúdos gástricos; cerca de 80% dos pacientes assim infectados, no entanto, podem se recuperar através de tratamento.
A poliomielite foi algumas vezes considerada uma doença dos países desenvolvidos, onde a higiene rigorosa reduziu a possibilidade de contato com o vírus durante a infância e por isso também reduziu a proteção proporcionada pelos anticorpos existentes no leite materno contra a doença, mas na realidade as taxas mundiais de ocorrência não demonstram esta seletividade. A Organização Mundial de Saúde ( OMS ) vem conduzindo um programa de vacinação contra a poliomielite e outras doenças infantis comuns. Nos Estados Unidos, a descoberta e desenvolvimento de uma vacina para os três tipos de poliovírus. Por Jonas Salk e Albert Sabin nos anos de 1950, proporcionou uma redução dramática da incidência da doença. Nos anos de 1980. Despertou-se a preocupação quando os sobreviventes de longo tempo da doença começaram a reportar vários sintomas de dores nas articulações e nos músculos e crescente perda da força muscular com aguda atrofia dos membros afetados.

SÍNDROME PÓS-PÓLIO
Médicos americanos diagnosticaram, recentemente, em pacientes que sofreram poliomielite ou paralisia infantil na primeira infância, acompanhados até a idade adulta, um tipo de síndrome caracterizada pela perda gradual da capacidade do sistema nervoso central de recompor a energia despendida em atividades físicas, provavelmente devido à sobrecarga parar equilibrar a falta de neurônios destruídos na fase inicial da doença.
A Síndrome Pós-Pólio, como foi denominada, se desenvolve de 30 a 35 anos após a fase aguda, sendo que a recomendação dos médicos para os pacientes é o inverso do que prescreviam até agora, isto é, em vez de ginástica e exercícios forçados, aconselham repouso e descanso para poupar energia, assim o processo degenerativo será mais lento.
A Síndrome Pós-Pólio é, na verdade, um mecanismo de defesa do organismo, pois o esforço de portadores de seqüelas de pólio, para ter uma vida ativa é maior do que seria se não tivessem limitações físicas. Além disso, outros tipos de doenças, que não são associadas diretamente à pólio, como osteoporose, artrite reumatóide e mialgias, podem ser desenvolvidas a partir dessa idade, limitando ainda mais a atuação desses pacientes.
Os médicos salientaram, entretanto, que a Síndrome Pós-Pólio não interfere no processo mental que engloba o raciocínio, a memória e a inteligência do indivíduo, restringindo-se ao aspecto locomotor e na geração de energia, reduzindo a intensidade do impulso muscular à partir do sistema nervoso central. Outro aspecto positivo é de que não interfere também na libido.
Assim, aqueles que, com muito esforço, se reinseriram socialmente e superaram as limitações para alcançar independência, chegam a um estágio em que devem se dedicar preferencialmente a atividades intelectuais, que não requerem força bruta.

PEQUENAS BIOGRAFIAS

JONAS SALK
O microbiologista Jonas Edward Salk, nascido em Nova York a 28 de outubro de 1914, desenvolveu a primeira vacina eficiente contra a poliomielite. Salk e seus ajudantes desenvolveram uma vacina com polivírus inativo que promovia imunidade contra a pólio. Após testes de campo intensivos em 1953 e 1954, a vacina intramuscular rapidamente entrou em uso em 1955 e ajudou a reduzir a incidência da pólio até que a vacina oral foi introduzida por Albert Sabin em 1960. Salk se retirou das pesquisas biológicas em 1985, mas recentemente retornou ao trabalho no desenvolvimento de uma vacina contra a aids.

ALBERT BRUCE SABIN
O microbiologista polonês-americano Albert Bruce Sabin, nascido a 26 de agosto de 1906, morto a 3 de março de 1993, desenvolveu uma vacina oral com vírus vivo contra a poliomielite. Sabin nasceu em Biallystok, Polônia (então parte integrante do império russo), e foi com sua família para os Estados Unidos em 1921. Sabin devotou sua vida desenvolvendo vacinas para doenças graves. Colando grau em medicina na Universidade de Nova York em 1931, ele entrou para a equipe do instituto Rockfeller para Pesquisas Médicas em 1935. Quatro anos depois ele se mudou para a Faculdade de Medicina da Universidade de Cincinnati. Após intensivos testes de campo em 1957, a vacina oral com vírus vivo de Sabin se tornou a mais difundida e eficiente vacina nos Estados Unidos e no mundo inteiro, largamente substituindo a vacina anterior com vírus inativo desenvolvida por Jonas Salk.

CASOS DE POLIOMIELITE NOTIFICADOS - BRASIL
Para quem acredita que a poliomielite está erradicada do Brasil, seguem transcrições de relatórios do Ministério da Saúde, através da Fundação Nacional de Saúde, compilados dos boletins epidemiológicos do SUS, com dados desde 1991 até 1996 apontando que houve aproximadamente 8546 casos notificados de poliomielite apenas no período abrangido nos relatórios a que tive acesso nesta pesquisa, isto é, durante os anos de 1991 e 1992 inteiros; janeiro, fevereiro, março, abril, maio, junho, outubro, novembro e dezembro de 1993; abril, maio, junho, outubro, novembro e dezembro de 1994; abril a setembro de 1995 e igual período de 1996. Destes, cerca de 943 casos apenas em 1996, sendo que em 1991 e 1992 houve 588 e 1473 casos respectivamente, o que representava um aumento anual de 120 % naquele período. O auge (ou antiquasse) de casos de pólio foram os anos de 1993 e 1994 com 2218 e 2272 casos respectivamente, incorrendo o Ministério da Saúde em organizar campanhas emergenciais e depois sistemáticas de vacinação de todas as crianças na faixa etária de 0 a 5 anos. As regiões com maior incidências de casos de pólio são o SUDESTE e o NORDESTE, conforme pode ser visualizado nos gráfico a seguir, sendo São Paulo o estado mais atingido, seguido da Bahia. A porcentagem de incidência de pólio por região no Brasil se mantém proporcional através dos anos. Mato Grosso do Sul notificou 2 casos em 1996.

A partir de 1994 a denominação oficial para Poliomielite passou a ser PARALISIA FLÁCIDA AGUDA, segundo o Centro Nacional de Epidemiologia - CENEPI.

O estudo sobre poliomielite apresentado nesta homepage foi feito por Paulo Márcio M. Metello.


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Poliomielite, ou paralisia infantil, é uma infecção viral aguda causada por um dos três poliovírus existentes. A infecção se transmite através do contato com um portador da pólio ou então com fezes humanas. Crianças na primeira idade são mais susceptíveis à doença e também os principais agentes de transmissão, mas os adultos. também podem contrair pólio. O vírus penetra no corpo através da boca e percorre o corpo através do sistema sangüíneo. Se ele invadir o sistema nervoso central, ataca os neurônios motores e pode causar lesões que resultam em paralisia ( poliomielite paralítica ). Os braços e as pernas são mais freqüentemente afetados.
Na realidade todas as pessoas devem obrigatoriamente tomar contato com o vírus ou com anticorpos da pólio em alguma oportunidade, acionando o sistema imunológico do indivíduo, através dos linfócitos tipo B, sendo que os três tipos conhecidos do vírus não são mutáveis ( como o vírus HIV, por exemplo ) uma vez configurada a defesa imunológica ela permanecerá por toda a vida. A maioria dos casos de contato com os poliovírus não resultam em sintomas clínicos ou apenas em sintomas leves, como dor de cabeça, garganta dolorida e febre ligeira; a recuperação completa ocorre em 1 a 3 dias. Em casos de infecção grave ( quando o sistema nervoso central é invadido ), 50% dos pacientes também se recuperam completamente.
Do restante, cerca da metade sofrem paralisia leve e os outros sustentam seqüelas severas e permanentes, algumas vezes necessitando de aparelhos ortopédicos para se locomoverem. A doença pode ser fatal no caso de infecção bulbar, quando a paralisia se desenvolve nos músculos da garganta e pode causar dificuldade respiratória através do retorno dos conteúdos gástricos; cerca de 80% dos pacientes assim infectados, no entanto, podem se recuperar através de tratamento.
A poliomielite foi algumas vezes considerada uma doença dos países desenvolvidos, onde a higiene rigorosa reduziu a possibilidade de contato com o vírus durante a infância e por isso também reduziu a proteção proporcionada pelos anticorpos existentes no leite materno contra a doença, mas na realidade as taxas mundiais de ocorrência não demonstram esta seletividade. A Organização Mundial de Saúde ( OMS ) vem conduzindo um programa de vacinação contra a poliomielite e outras doenças infantis comuns. Nos Estados Unidos, a descoberta e desenvolvimento de uma vacina para os três tipos de poliovírus. Por Jonas Salk e Albert Sabin nos anos de 1950, proporcionou uma redução dramática da incidência da doença. Nos anos de 1980. Despertou-se a preocupação quando os sobreviventes de longo tempo da doença começaram a reportar vários sintomas de dores nas articulações e nos músculos e crescente perda da força muscular com aguda atrofia dos membros afetados.

SÍNDROME PÓS-PÓLIO
Médicos americanos diagnosticaram, recentemente, em pacientes que sofreram poliomielite ou paralisia infantil na primeira infância, acompanhados até a idade adulta, um tipo de síndrome caracterizada pela perda gradual da capacidade do sistema nervoso central de recompor a energia despendida em atividades físicas, provavelmente devido à sobrecarga parar equilibrar a falta de neurônios destruídos na fase inicial da doença.
A Síndrome Pós-Pólio, como foi denominada, se desenvolve de 30 a 35 anos após a fase aguda, sendo que a recomendação dos médicos para os pacientes é o inverso do que prescreviam até agora, isto é, em vez de ginástica e exercícios forçados, aconselham repouso e descanso para poupar energia, assim o processo degenerativo será mais lento.
A Síndrome Pós-Pólio é, na verdade, um mecanismo de defesa do organismo, pois o esforço de portadores de seqüelas de pólio, para ter uma vida ativa é maior do que seria se não tivessem limitações físicas. Além disso, outros tipos de doenças, que não são associadas diretamente à pólio, como osteoporose, artrite reumatóide e mialgias, podem ser desenvolvidas a partir dessa idade, limitando ainda mais a atuação desses pacientes.
Os médicos salientaram, entretanto, que a Síndrome Pós-Pólio não interfere no processo mental que engloba o raciocínio, a memória e a inteligência do indivíduo, restringindo-se ao aspecto locomotor e na geração de energia, reduzindo a intensidade do impulso muscular à partir do sistema nervoso central. Outro aspecto positivo é de que não interfere também na libido.
Assim, aqueles que, com muito esforço, se reinseriram socialmente e superaram as limitações para alcançar independência, chegam a um estágio em que devem se dedicar preferencialmente a atividades intelectuais, que não requerem força bruta.

PEQUENAS BIOGRAFIAS

JONAS SALK
O microbiologista Jonas Edward Salk, nascido em Nova York a 28 de outubro de 1914, desenvolveu a primeira vacina eficiente contra a poliomielite. Salk e seus ajudantes desenvolveram uma vacina com polivírus inativo que promovia imunidade contra a pólio. Após testes de campo intensivos em 1953 e 1954, a vacina intramuscular rapidamente entrou em uso em 1955 e ajudou a reduzir a incidência da pólio até que a vacina oral foi introduzida por Albert Sabin em 1960. Salk se retirou das pesquisas biológicas em 1985, mas recentemente retornou ao trabalho no desenvolvimento de uma vacina contra a aids.

ALBERT BRUCE SABIN
O microbiologista polonês-americano Albert Bruce Sabin, nascido a 26 de agosto de 1906, morto a 3 de março de 1993, desenvolveu uma vacina oral com vírus vivo contra a poliomielite. Sabin nasceu em Biallystok, Polônia (então parte integrante do império russo), e foi com sua família para os Estados Unidos em 1921. Sabin devotou sua vida desenvolvendo vacinas para doenças graves. Colando grau em medicina na Universidade de Nova York em 1931, ele entrou para a equipe do instituto Rockfeller para Pesquisas Médicas em 1935. Quatro anos depois ele se mudou para a Faculdade de Medicina da Universidade de Cincinnati. Após intensivos testes de campo em 1957, a vacina oral com vírus vivo de Sabin se tornou a mais difundida e eficiente vacina nos Estados Unidos e no mundo inteiro, largamente substituindo a vacina anterior com vírus inativo desenvolvida por Jonas Salk.

CASOS DE POLIOMIELITE NOTIFICADOS - BRASIL
Para quem acredita que a poliomielite está erradicada do Brasil, seguem transcrições de relatórios do Ministério da Saúde, através da Fundação Nacional de Saúde, compilados dos boletins epidemiológicos do SUS, com dados desde 1991 até 1996 apontando que houve aproximadamente 8546 casos notificados de poliomielite apenas no período abrangido nos relatórios a que tive acesso nesta pesquisa, isto é, durante os anos de 1991 e 1992 inteiros; janeiro, fevereiro, março, abril, maio, junho, outubro, novembro e dezembro de 1993; abril, maio, junho, outubro, novembro e dezembro de 1994; abril a setembro de 1995 e igual período de 1996. Destes, cerca de 943 casos apenas em 1996, sendo que em 1991 e 1992 houve 588 e 1473 casos respectivamente, o que representava um aumento anual de 120 % naquele período. O auge (ou antiquasse) de casos de pólio foram os anos de 1993 e 1994 com 2218 e 2272 casos respectivamente, incorrendo o Ministério da Saúde em organizar campanhas emergenciais e depois sistemáticas de vacinação de todas as crianças na faixa etária de 0 a 5 anos. As regiões com maior incidências de casos de pólio são o SUDESTE e o NORDESTE, conforme pode ser visualizado nos gráfico a seguir, sendo São Paulo o estado mais atingido, seguido da Bahia. A porcentagem de incidência de pólio por região no Brasil se mantém proporcional através dos anos. Mato Grosso do Sul notificou 2 casos em 1996.

A partir de 1994 a denominação oficial para Poliomielite passou a ser PARALISIA FLÁCIDA AGUDA, segundo o Centro Nacional de Epidemiologia - CENEPI.

O estudo sobre poliomielite apresentado nesta homepage foi feito por Paulo Márcio M. Metello.


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Poliomielite, ou paralisia infantil, é uma infecção viral aguda causada por um dos três poliovírus existentes. A infecção se transmite através do contato com um portador da pólio ou então com fezes humanas. Crianças na primeira idade são mais susceptíveis à doença e também os principais agentes de transmissão, mas os adultos. também podem contrair pólio. O vírus penetra no corpo através da boca e percorre o corpo através do sistema sangüíneo. Se ele invadir o sistema nervoso central, ataca os neurônios motores e pode causar lesões que resultam em paralisia ( poliomielite paralítica ). Os braços e as pernas são mais freqüentemente afetados.
Na realidade todas as pessoas devem obrigatoriamente tomar contato com o vírus ou com anticorpos da pólio em alguma oportunidade, acionando o sistema imunológico do indivíduo, através dos linfócitos tipo B, sendo que os três tipos conhecidos do vírus não são mutáveis ( como o vírus HIV, por exemplo ) uma vez configurada a defesa imunológica ela permanecerá por toda a vida. A maioria dos casos de contato com os poliovírus não resultam em sintomas clínicos ou apenas em sintomas leves, como dor de cabeça, garganta dolorida e febre ligeira; a recuperação completa ocorre em 1 a 3 dias. Em casos de infecção grave ( quando o sistema nervoso central é invadido ), 50% dos pacientes também se recuperam completamente.
Do restante, cerca da metade sofrem paralisia leve e os outros sustentam seqüelas severas e permanentes, algumas vezes necessitando de aparelhos ortopédicos para se locomoverem. A doença pode ser fatal no caso de infecção bulbar, quando a paralisia se desenvolve nos músculos da garganta e pode causar dificuldade respiratória através do retorno dos conteúdos gástricos; cerca de 80% dos pacientes assim infectados, no entanto, podem se recuperar através de tratamento.
A poliomielite foi algumas vezes considerada uma doença dos países desenvolvidos, onde a higiene rigorosa reduziu a possibilidade de contato com o vírus durante a infância e por isso também reduziu a proteção proporcionada pelos anticorpos existentes no leite materno contra a doença, mas na realidade as taxas mundiais de ocorrência não demonstram esta seletividade. A Organização Mundial de Saúde ( OMS ) vem conduzindo um programa de vacinação contra a poliomielite e outras doenças infantis comuns. Nos Estados Unidos, a descoberta e desenvolvimento de uma vacina para os três tipos de poliovírus. Por Jonas Salk e Albert Sabin nos anos de 1950, proporcionou uma redução dramática da incidência da doença. Nos anos de 1980. Despertou-se a preocupação quando os sobreviventes de longo tempo da doença começaram a reportar vários sintomas de dores nas articulações e nos músculos e crescente perda da força muscular com aguda atrofia dos membros afetados.

SÍNDROME PÓS-PÓLIO
Médicos americanos diagnosticaram, recentemente, em pacientes que sofreram poliomielite ou paralisia infantil na primeira infância, acompanhados até a idade adulta, um tipo de síndrome caracterizada pela perda gradual da capacidade do sistema nervoso central de recompor a energia despendida em atividades físicas, provavelmente devido à sobrecarga parar equilibrar a falta de neurônios destruídos na fase inicial da doença.
A Síndrome Pós-Pólio, como foi denominada, se desenvolve de 30 a 35 anos após a fase aguda, sendo que a recomendação dos médicos para os pacientes é o inverso do que prescreviam até agora, isto é, em vez de ginástica e exercícios forçados, aconselham repouso e descanso para poupar energia, assim o processo degenerativo será mais lento.
A Síndrome Pós-Pólio é, na verdade, um mecanismo de defesa do organismo, pois o esforço de portadores de seqüelas de pólio, para ter uma vida ativa é maior do que seria se não tivessem limitações físicas. Além disso, outros tipos de doenças, que não são associadas diretamente à pólio, como osteoporose, artrite reumatóide e mialgias, podem ser desenvolvidas a partir dessa idade, limitando ainda mais a atuação desses pacientes.
Os médicos salientaram, entretanto, que a Síndrome Pós-Pólio não interfere no processo mental que engloba o raciocínio, a memória e a inteligência do indivíduo, restringindo-se ao aspecto locomotor e na geração de energia, reduzindo a intensidade do impulso muscular à partir do sistema nervoso central. Outro aspecto positivo é de que não interfere também na libido.
Assim, aqueles que, com muito esforço, se reinseriram socialmente e superaram as limitações para alcançar independência, chegam a um estágio em que devem se dedicar preferencialmente a atividades intelectuais, que não requerem força bruta.

PEQUENAS BIOGRAFIAS

JONAS SALK
O microbiologista Jonas Edward Salk, nascido em Nova York a 28 de outubro de 1914, desenvolveu a primeira vacina eficiente contra a poliomielite. Salk e seus ajudantes desenvolveram uma vacina com polivírus inativo que promovia imunidade contra a pólio. Após testes de campo intensivos em 1953 e 1954, a vacina intramuscular rapidamente entrou em uso em 1955 e ajudou a reduzir a incidência da pólio até que a vacina oral foi introduzida por Albert Sabin em 1960. Salk se retirou das pesquisas biológicas em 1985, mas recentemente retornou ao trabalho no desenvolvimento de uma vacina contra a aids.

ALBERT BRUCE SABIN
O microbiologista polonês-americano Albert Bruce Sabin, nascido a 26 de agosto de 1906, morto a 3 de março de 1993, desenvolveu uma vacina oral com vírus vivo contra a poliomielite. Sabin nasceu em Biallystok, Polônia (então parte integrante do império russo), e foi com sua família para os Estados Unidos em 1921. Sabin devotou sua vida desenvolvendo vacinas para doenças graves. Colando grau em medicina na Universidade de Nova York em 1931, ele entrou para a equipe do instituto Rockfeller para Pesquisas Médicas em 1935. Quatro anos depois ele se mudou para a Faculdade de Medicina da Universidade de Cincinnati. Após intensivos testes de campo em 1957, a vacina oral com vírus vivo de Sabin se tornou a mais difundida e eficiente vacina nos Estados Unidos e no mundo inteiro, largamente substituindo a vacina anterior com vírus inativo desenvolvida por Jonas Salk.

CASOS DE POLIOMIELITE NOTIFICADOS - BRASIL
Para quem acredita que a poliomielite está erradicada do Brasil, seguem transcrições de relatórios do Ministério da Saúde, através da Fundação Nacional de Saúde, compilados dos boletins epidemiológicos do SUS, com dados desde 1991 até 1996 apontando que houve aproximadamente 8546 casos notificados de poliomielite apenas no período abrangido nos relatórios a que tive acesso nesta pesquisa, isto é, durante os anos de 1991 e 1992 inteiros; janeiro, fevereiro, março, abril, maio, junho, outubro, novembro e dezembro de 1993; abril, maio, junho, outubro, novembro e dezembro de 1994; abril a setembro de 1995 e igual período de 1996. Destes, cerca de 943 casos apenas em 1996, sendo que em 1991 e 1992 houve 588 e 1473 casos respectivamente, o que representava um aumento anual de 120 % naquele período. O auge (ou antiquasse) de casos de pólio foram os anos de 1993 e 1994 com 2218 e 2272 casos respectivamente, incorrendo o Ministério da Saúde em organizar campanhas emergenciais e depois sistemáticas de vacinação de todas as crianças na faixa etária de 0 a 5 anos. As regiões com maior incidências de casos de pólio são o SUDESTE e o NORDESTE, conforme pode ser visualizado nos gráfico a seguir, sendo São Paulo o estado mais atingido, seguido da Bahia. A porcentagem de incidência de pólio por região no Brasil se mantém proporcional através dos anos. Mato Grosso do Sul notificou 2 casos em 1996.

A partir de 1994 a denominação oficial para Poliomielite passou a ser PARALISIA FLÁCIDA AGUDA, segundo o Centro Nacional de Epidemiologia - CENEPI.

O estudo sobre poliomielite apresentado nesta homepage foi feito por Paulo Márcio M. Metello.


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WASHINGTON, EUA (AFP) — Sob pressão do Congresso, em entrevista concedida nesta sexta-feira ao canal de TV CBS News, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, advertiu o Irã de que "o mundo observa" seu comportamento na crise consecutiva à eleição presidencial.
Obama concedeu a entrevista poucas horas após a intervenção do guia supremo Ali Khamenei, que exigiu, durante pregação na Universidade de Teerã, o fim dos protestos em seu país.
"Levando em conta o teor e o tom de algumas declarações, me parece muito importante que o governo iraniano se dê conta de que o mundo o está observando", declarou Obama, evitando condenar o poder iraniano.
"A forma como eles (os dirigentes iranianos) tratam pessoas que tentam ser ouvidas por meios pacíficos dará à comunidade internacional uma boa ideia do que é ou do que não é o Irã", acrescentou.
A oposição foi para as ruas participar de numerosas manifestações de protesto, para pedir a anulação da eleição; sete manifestantes morreram, segundo uma rádio oficial. A Anistia Internacional denunciou 10 mortos em diferentes manifestações. Oponentes foram detidos e a imprensa estrangeira foi impedida de realizar seu trabalho, cobrindo as passeatas.
As novas declarações de Obama acontecem após a adoção, pela Câmara de Representantes americana, de resolução, aprovada por esmagadora maioria, de apoio aos iranianos "que respeitam os valores da liberdade, dos direitos humanos".
"Não podemos manter silêncio ante este atentado à liberdade e à dignidade humana", martelou nesta sexta-feira o democrata Howard Berman, presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara de Representantes, um dos autores da resolução.
O debate vem arrebatando Washington nos últimos dias, com alguns considerando insuficiente o apoio de Barack Obama aos manifestantes.
Seu adversário na presidencial de 2008, John McCain, lamentou os comentários "mornos" do presidente, que havia dito na terça-feira ter "profundas preocupações" a respeito das eleições iranianas considerando que não seria "produtivo" para os Estados Unidos misturar-se em política interna iraniana.
A Casa Branca manteve esta linha nesta sexta-feira.
"Não devemos servir de "political foils", de "punching ball" num debate no Irã entre iranianos", declarou à imprensa o porta-voz de Obama, Robert Gibbs, recusando-se a endurecer a posição da Casa Branca sobre o regime de Teerã, mesmo se, disse ele, "muitas pessoas gostassem que nos envolvêssemos mais".
Destacou que se assistia a "qualquer coisa de extraordinário no Irã, "que poucos poderiam imaginar há algumas semanas ou dias.



AFP
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WASHINGTON, EUA (AFP) — Sob pressão do Congresso, em entrevista concedida nesta sexta-feira ao canal de TV CBS News, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, advertiu o Irã de que "o mundo observa" seu comportamento na crise consecutiva à eleição presidencial.
Obama concedeu a entrevista poucas horas após a intervenção do guia supremo Ali Khamenei, que exigiu, durante pregação na Universidade de Teerã, o fim dos protestos em seu país.
"Levando em conta o teor e o tom de algumas declarações, me parece muito importante que o governo iraniano se dê conta de que o mundo o está observando", declarou Obama, evitando condenar o poder iraniano.
"A forma como eles (os dirigentes iranianos) tratam pessoas que tentam ser ouvidas por meios pacíficos dará à comunidade internacional uma boa ideia do que é ou do que não é o Irã", acrescentou.
A oposição foi para as ruas participar de numerosas manifestações de protesto, para pedir a anulação da eleição; sete manifestantes morreram, segundo uma rádio oficial. A Anistia Internacional denunciou 10 mortos em diferentes manifestações. Oponentes foram detidos e a imprensa estrangeira foi impedida de realizar seu trabalho, cobrindo as passeatas.
As novas declarações de Obama acontecem após a adoção, pela Câmara de Representantes americana, de resolução, aprovada por esmagadora maioria, de apoio aos iranianos "que respeitam os valores da liberdade, dos direitos humanos".
"Não podemos manter silêncio ante este atentado à liberdade e à dignidade humana", martelou nesta sexta-feira o democrata Howard Berman, presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara de Representantes, um dos autores da resolução.
O debate vem arrebatando Washington nos últimos dias, com alguns considerando insuficiente o apoio de Barack Obama aos manifestantes.
Seu adversário na presidencial de 2008, John McCain, lamentou os comentários "mornos" do presidente, que havia dito na terça-feira ter "profundas preocupações" a respeito das eleições iranianas considerando que não seria "produtivo" para os Estados Unidos misturar-se em política interna iraniana.
A Casa Branca manteve esta linha nesta sexta-feira.
"Não devemos servir de "political foils", de "punching ball" num debate no Irã entre iranianos", declarou à imprensa o porta-voz de Obama, Robert Gibbs, recusando-se a endurecer a posição da Casa Branca sobre o regime de Teerã, mesmo se, disse ele, "muitas pessoas gostassem que nos envolvêssemos mais".
Destacou que se assistia a "qualquer coisa de extraordinário no Irã, "que poucos poderiam imaginar há algumas semanas ou dias.



AFP
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WASHINGTON, EUA (AFP) — Sob pressão do Congresso, em entrevista concedida nesta sexta-feira ao canal de TV CBS News, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, advertiu o Irã de que "o mundo observa" seu comportamento na crise consecutiva à eleição presidencial.
Obama concedeu a entrevista poucas horas após a intervenção do guia supremo Ali Khamenei, que exigiu, durante pregação na Universidade de Teerã, o fim dos protestos em seu país.
"Levando em conta o teor e o tom de algumas declarações, me parece muito importante que o governo iraniano se dê conta de que o mundo o está observando", declarou Obama, evitando condenar o poder iraniano.
"A forma como eles (os dirigentes iranianos) tratam pessoas que tentam ser ouvidas por meios pacíficos dará à comunidade internacional uma boa ideia do que é ou do que não é o Irã", acrescentou.
A oposição foi para as ruas participar de numerosas manifestações de protesto, para pedir a anulação da eleição; sete manifestantes morreram, segundo uma rádio oficial. A Anistia Internacional denunciou 10 mortos em diferentes manifestações. Oponentes foram detidos e a imprensa estrangeira foi impedida de realizar seu trabalho, cobrindo as passeatas.
As novas declarações de Obama acontecem após a adoção, pela Câmara de Representantes americana, de resolução, aprovada por esmagadora maioria, de apoio aos iranianos "que respeitam os valores da liberdade, dos direitos humanos".
"Não podemos manter silêncio ante este atentado à liberdade e à dignidade humana", martelou nesta sexta-feira o democrata Howard Berman, presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara de Representantes, um dos autores da resolução.
O debate vem arrebatando Washington nos últimos dias, com alguns considerando insuficiente o apoio de Barack Obama aos manifestantes.
Seu adversário na presidencial de 2008, John McCain, lamentou os comentários "mornos" do presidente, que havia dito na terça-feira ter "profundas preocupações" a respeito das eleições iranianas considerando que não seria "produtivo" para os Estados Unidos misturar-se em política interna iraniana.
A Casa Branca manteve esta linha nesta sexta-feira.
"Não devemos servir de "political foils", de "punching ball" num debate no Irã entre iranianos", declarou à imprensa o porta-voz de Obama, Robert Gibbs, recusando-se a endurecer a posição da Casa Branca sobre o regime de Teerã, mesmo se, disse ele, "muitas pessoas gostassem que nos envolvêssemos mais".
Destacou que se assistia a "qualquer coisa de extraordinário no Irã, "que poucos poderiam imaginar há algumas semanas ou dias.



AFP
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Teste vai confirmar ou não se Lugo é o pai do filho de Benigna Leguzamon

Uma juíza paraguaia ordenou hoje que o presidente do país, Fernando Lugo, se apresente quinta-feira a um laboratório para ser submetido a um exame de DNA, com o objetivo de determinar se um menino de 6 anos é seu filho.
A denúncia de paternidade do ex-bispo católico foi apresentada por Benigna Leguizamón, ex-empregada doméstica do bispado do departamento de San Pedro, no norte do Paraguai, onde até 2004 o presidente desempenhava suas funções eclesiásticas.
A juíza Delcy Cardozo, de Ciudad del Este, na fronteira com o Brasil, confirmou em declarações a emissoras de rádio de Assunção, capital do Paraguai, que a denunciante mora na região e "por isso o presidente deve vir e cumprir o requisito legal".
Leguizamón denunciou em abril a paternidade de Lugo, por meio da imprensa, logo depois de a atual companheira do presidente, Viviana Carrillo, de 26 anos, ter solicitado na Justiça o reconhecimento da paternidade de Lugo para o filho dela, de 3 anos. Lugo reconheceu que era o pai da criança.
Uma terceira mulher, Damiana Hortensia Morán, de 39 anos, ex-dirigente da pastoral social do bispado de San Lorenzo, na área metropolitana, também denunciou o presidente pela imprensa que seu bebê, de 18 meses, é filho de Lugo. No entanto, ela não recorreu à Justiça.
Uma pesquisa de popularidade publicada nesta semana pelo jornal "ABC Color" mostrou que Lugo tem o apoio de 54% dos pesquisados. Quarenta por cento acreditam que seu governo é negativo e os demais não responderam a pergunta.


Jornale
link do postPor anjoseguerreiros, às 19:52  comentar

Teste vai confirmar ou não se Lugo é o pai do filho de Benigna Leguzamon

Uma juíza paraguaia ordenou hoje que o presidente do país, Fernando Lugo, se apresente quinta-feira a um laboratório para ser submetido a um exame de DNA, com o objetivo de determinar se um menino de 6 anos é seu filho.
A denúncia de paternidade do ex-bispo católico foi apresentada por Benigna Leguizamón, ex-empregada doméstica do bispado do departamento de San Pedro, no norte do Paraguai, onde até 2004 o presidente desempenhava suas funções eclesiásticas.
A juíza Delcy Cardozo, de Ciudad del Este, na fronteira com o Brasil, confirmou em declarações a emissoras de rádio de Assunção, capital do Paraguai, que a denunciante mora na região e "por isso o presidente deve vir e cumprir o requisito legal".
Leguizamón denunciou em abril a paternidade de Lugo, por meio da imprensa, logo depois de a atual companheira do presidente, Viviana Carrillo, de 26 anos, ter solicitado na Justiça o reconhecimento da paternidade de Lugo para o filho dela, de 3 anos. Lugo reconheceu que era o pai da criança.
Uma terceira mulher, Damiana Hortensia Morán, de 39 anos, ex-dirigente da pastoral social do bispado de San Lorenzo, na área metropolitana, também denunciou o presidente pela imprensa que seu bebê, de 18 meses, é filho de Lugo. No entanto, ela não recorreu à Justiça.
Uma pesquisa de popularidade publicada nesta semana pelo jornal "ABC Color" mostrou que Lugo tem o apoio de 54% dos pesquisados. Quarenta por cento acreditam que seu governo é negativo e os demais não responderam a pergunta.


Jornale
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Teste vai confirmar ou não se Lugo é o pai do filho de Benigna Leguzamon

Uma juíza paraguaia ordenou hoje que o presidente do país, Fernando Lugo, se apresente quinta-feira a um laboratório para ser submetido a um exame de DNA, com o objetivo de determinar se um menino de 6 anos é seu filho.
A denúncia de paternidade do ex-bispo católico foi apresentada por Benigna Leguizamón, ex-empregada doméstica do bispado do departamento de San Pedro, no norte do Paraguai, onde até 2004 o presidente desempenhava suas funções eclesiásticas.
A juíza Delcy Cardozo, de Ciudad del Este, na fronteira com o Brasil, confirmou em declarações a emissoras de rádio de Assunção, capital do Paraguai, que a denunciante mora na região e "por isso o presidente deve vir e cumprir o requisito legal".
Leguizamón denunciou em abril a paternidade de Lugo, por meio da imprensa, logo depois de a atual companheira do presidente, Viviana Carrillo, de 26 anos, ter solicitado na Justiça o reconhecimento da paternidade de Lugo para o filho dela, de 3 anos. Lugo reconheceu que era o pai da criança.
Uma terceira mulher, Damiana Hortensia Morán, de 39 anos, ex-dirigente da pastoral social do bispado de San Lorenzo, na área metropolitana, também denunciou o presidente pela imprensa que seu bebê, de 18 meses, é filho de Lugo. No entanto, ela não recorreu à Justiça.
Uma pesquisa de popularidade publicada nesta semana pelo jornal "ABC Color" mostrou que Lugo tem o apoio de 54% dos pesquisados. Quarenta por cento acreditam que seu governo é negativo e os demais não responderam a pergunta.


Jornale
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Mas nem todos os homens querem apresentar queixa contra a mulher. Após drogar a vítima, Valeria K. mantinha relações sexuais com ela.

Um russa de 32 anos, identificada apenas como Valeria K., está sendo acusada pela Justiça de seu país de ter sedado e abusado sexualmente de dez homens na cidade de Tambov, segundo a agência russa "Life".
De acordo com a agência, a polícia ficou chocada quando descobriu que era uma mulher bonita e jovem a misteriosa pessoa que havia abusado sexualmente de dez homens após sedá-los com clonidina.
Após conhecer a vítima, Valeria a convidava para ir até sua casa. Quando chegavam à residência, ela dava uma bebida misturada com a droga, o que provocava sonolência durante quase 24 horas.
Depois que o homem estava sedado, ela tirava a roupa e mantinha relações sexuais com ele. Segundo a agência "Life", Valeria usava uma espécie de corda para apertar a genitália masculina, para que a vítima mantivesse a ereção.
Alguns homens foram parar no hospital com intoxicação por clonidina e com uma lesão no pênis. Mas eles pouco lembravam sobre a mulher misteriosa e sobre o que havia acontecido. Quando foi finalmente identificada, Valeria foi presa.
No entanto nem todos os homens pretendem apresentar queixa contra ela. "Eu gosto de mulher sexy. Só gostaria que ela não tivesse usado a clonidina", disse uma vítima, segundo o jornal inglês "Daily Telegraph".



Gazete Online
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Mas nem todos os homens querem apresentar queixa contra a mulher. Após drogar a vítima, Valeria K. mantinha relações sexuais com ela.

Um russa de 32 anos, identificada apenas como Valeria K., está sendo acusada pela Justiça de seu país de ter sedado e abusado sexualmente de dez homens na cidade de Tambov, segundo a agência russa "Life".
De acordo com a agência, a polícia ficou chocada quando descobriu que era uma mulher bonita e jovem a misteriosa pessoa que havia abusado sexualmente de dez homens após sedá-los com clonidina.
Após conhecer a vítima, Valeria a convidava para ir até sua casa. Quando chegavam à residência, ela dava uma bebida misturada com a droga, o que provocava sonolência durante quase 24 horas.
Depois que o homem estava sedado, ela tirava a roupa e mantinha relações sexuais com ele. Segundo a agência "Life", Valeria usava uma espécie de corda para apertar a genitália masculina, para que a vítima mantivesse a ereção.
Alguns homens foram parar no hospital com intoxicação por clonidina e com uma lesão no pênis. Mas eles pouco lembravam sobre a mulher misteriosa e sobre o que havia acontecido. Quando foi finalmente identificada, Valeria foi presa.
No entanto nem todos os homens pretendem apresentar queixa contra ela. "Eu gosto de mulher sexy. Só gostaria que ela não tivesse usado a clonidina", disse uma vítima, segundo o jornal inglês "Daily Telegraph".



Gazete Online
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Mas nem todos os homens querem apresentar queixa contra a mulher. Após drogar a vítima, Valeria K. mantinha relações sexuais com ela.

Um russa de 32 anos, identificada apenas como Valeria K., está sendo acusada pela Justiça de seu país de ter sedado e abusado sexualmente de dez homens na cidade de Tambov, segundo a agência russa "Life".
De acordo com a agência, a polícia ficou chocada quando descobriu que era uma mulher bonita e jovem a misteriosa pessoa que havia abusado sexualmente de dez homens após sedá-los com clonidina.
Após conhecer a vítima, Valeria a convidava para ir até sua casa. Quando chegavam à residência, ela dava uma bebida misturada com a droga, o que provocava sonolência durante quase 24 horas.
Depois que o homem estava sedado, ela tirava a roupa e mantinha relações sexuais com ele. Segundo a agência "Life", Valeria usava uma espécie de corda para apertar a genitália masculina, para que a vítima mantivesse a ereção.
Alguns homens foram parar no hospital com intoxicação por clonidina e com uma lesão no pênis. Mas eles pouco lembravam sobre a mulher misteriosa e sobre o que havia acontecido. Quando foi finalmente identificada, Valeria foi presa.
No entanto nem todos os homens pretendem apresentar queixa contra ela. "Eu gosto de mulher sexy. Só gostaria que ela não tivesse usado a clonidina", disse uma vítima, segundo o jornal inglês "Daily Telegraph".



Gazete Online
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Indenização trabalhista corresponde a direitos adquiridos durante o tempo de casamento

Pessoas casadas sob o regime de comunhão universal de bens devem, em um eventual divórcio, partilhar valores relativos à adesão a Plano de Demissão Voluntária (PDV) e ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

A decisão foi tomada pela Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), fixando a jurisprudência pela qual deve ser dividida a indenização trabalhista correspondente a direitos adquiridos durante o tempo de casamento.

Você concorda com a decisão?A partilha foi requerida por um ex-cônjuge cuja mulher, em outubro de 1996, aderiu ao PDV da empresa em que trabalhava e colheu os valores do FGTS. A separação do casal só ocorreu em novembro do mesmo ano.

O caso foi julgado inicialmente no juízo de primeiro grau e depois no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. Ambos tinham, ao contrário do STJ, afastado a divisão dos valores relativos ao FGTS e ao PDV, sob o argumento de que seriam incomunicáveis os frutos civis do trabalho ou da indústria de cada cônjuge.

AGÊNCIA BRASIL


Zero Hora
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Indenização trabalhista corresponde a direitos adquiridos durante o tempo de casamento

Pessoas casadas sob o regime de comunhão universal de bens devem, em um eventual divórcio, partilhar valores relativos à adesão a Plano de Demissão Voluntária (PDV) e ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

A decisão foi tomada pela Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), fixando a jurisprudência pela qual deve ser dividida a indenização trabalhista correspondente a direitos adquiridos durante o tempo de casamento.

Você concorda com a decisão?A partilha foi requerida por um ex-cônjuge cuja mulher, em outubro de 1996, aderiu ao PDV da empresa em que trabalhava e colheu os valores do FGTS. A separação do casal só ocorreu em novembro do mesmo ano.

O caso foi julgado inicialmente no juízo de primeiro grau e depois no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. Ambos tinham, ao contrário do STJ, afastado a divisão dos valores relativos ao FGTS e ao PDV, sob o argumento de que seriam incomunicáveis os frutos civis do trabalho ou da indústria de cada cônjuge.

AGÊNCIA BRASIL


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Indenização trabalhista corresponde a direitos adquiridos durante o tempo de casamento

Pessoas casadas sob o regime de comunhão universal de bens devem, em um eventual divórcio, partilhar valores relativos à adesão a Plano de Demissão Voluntária (PDV) e ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

A decisão foi tomada pela Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), fixando a jurisprudência pela qual deve ser dividida a indenização trabalhista correspondente a direitos adquiridos durante o tempo de casamento.

Você concorda com a decisão?A partilha foi requerida por um ex-cônjuge cuja mulher, em outubro de 1996, aderiu ao PDV da empresa em que trabalhava e colheu os valores do FGTS. A separação do casal só ocorreu em novembro do mesmo ano.

O caso foi julgado inicialmente no juízo de primeiro grau e depois no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. Ambos tinham, ao contrário do STJ, afastado a divisão dos valores relativos ao FGTS e ao PDV, sob o argumento de que seriam incomunicáveis os frutos civis do trabalho ou da indústria de cada cônjuge.

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A Câmara analisa o Projeto de Lei 4860/09, do deputado Ilderlei Cordeiro (PPS-AC), que inclui o assistente social na composição regular dos Conselhos Tutelares. O projeto modifica o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei 8.069/90).

Os Conselhos Tutelares foram criados pelo estatuto para fiscalizar o tratamento dado a crianças e adolescentes em suas cidades, verificar se a legislação vem sendo cumprida e se existem políticas direcionadas ao público infanto-juvenil. Calcula-se hoje que existam mais de 5 mil desses conselhos no País. No caso das grandes cidades, a recomendação do governo federal é de um conselho para cada 200 mil habitantes.
O ECA estabelece que os integrantes dos Conselhos Tutelares devem residir no município, ter mais de 21 anos de idade e reconhecida idoneidade moral. O estatuto exige, ainda, “inegável capacidade técnica”, mas não cita detalhes.
Foi para preencher essa lacuna que o parlamentar apresentou o projeto. Ilderlei Cordeiro lembra que nem sempre os integrantes dos conselhos possuem experiência como assistente social ou formação na área.
“A nossa intenção é dotar o Conselho Tutelar de pelo menos um profissional da área social – o assistente social – e, assim, garantir condições efetivas para o cumprimento de suas atribuições, o que seguramente resultará em mais independência, agilidade e eficácia na defesa dos direitos da criança e do adolescente”, argumenta o deputado.
Cada Conselho Tutelar é composto de cinco membros, escolhidos pela comunidade local para mandato de três anos, permitida uma recondução.
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte: Gazeta DigitalOs Conselhos Tutelares foram criados pelo estatuto para fiscalizar o tratamento dado a crianças e adolescentes em suas cidades, verificar se a legislação vem sendo cumprida e se existem políticas direcionadas ao público infanto-juvenil. Calcula-se hoje que existam mais de 5 mil desses conselhos no País. No caso das grandes cidades, a recomendação do governo federal é de um conselho para cada 200 mil habitantes.
O ECA estabelece que os integrantes dos Conselhos Tutelares devem residir no município, ter mais de 21 anos de idade e reconhecida idoneidade moral. O estatuto exige, ainda, “inegável capacidade técnica”, mas não cita detalhes.
Foi para preencher essa lacuna que o parlamentar apresentou o projeto. Ilderlei Cordeiro lembra que nem sempre os integrantes dos conselhos possuem experiência como assistente social ou formação na área.
“A nossa intenção é dotar o Conselho Tutelar de pelo menos um profissional da área social – o assistente social – e, assim, garantir condições efetivas para o cumprimento de suas atribuições, o que seguramente resultará em mais independência, agilidade e eficácia na defesa dos direitos da criança e do adolescente”, argumenta o deputado.
Cada Conselho Tutelar é composto de cinco membros, escolhidos pela comunidade local para mandato de três anos, permitida uma recondução.
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.


Gazeta Digital
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A Câmara analisa o Projeto de Lei 4860/09, do deputado Ilderlei Cordeiro (PPS-AC), que inclui o assistente social na composição regular dos Conselhos Tutelares. O projeto modifica o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei 8.069/90).

Os Conselhos Tutelares foram criados pelo estatuto para fiscalizar o tratamento dado a crianças e adolescentes em suas cidades, verificar se a legislação vem sendo cumprida e se existem políticas direcionadas ao público infanto-juvenil. Calcula-se hoje que existam mais de 5 mil desses conselhos no País. No caso das grandes cidades, a recomendação do governo federal é de um conselho para cada 200 mil habitantes.
O ECA estabelece que os integrantes dos Conselhos Tutelares devem residir no município, ter mais de 21 anos de idade e reconhecida idoneidade moral. O estatuto exige, ainda, “inegável capacidade técnica”, mas não cita detalhes.
Foi para preencher essa lacuna que o parlamentar apresentou o projeto. Ilderlei Cordeiro lembra que nem sempre os integrantes dos conselhos possuem experiência como assistente social ou formação na área.
“A nossa intenção é dotar o Conselho Tutelar de pelo menos um profissional da área social – o assistente social – e, assim, garantir condições efetivas para o cumprimento de suas atribuições, o que seguramente resultará em mais independência, agilidade e eficácia na defesa dos direitos da criança e do adolescente”, argumenta o deputado.
Cada Conselho Tutelar é composto de cinco membros, escolhidos pela comunidade local para mandato de três anos, permitida uma recondução.
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte: Gazeta DigitalOs Conselhos Tutelares foram criados pelo estatuto para fiscalizar o tratamento dado a crianças e adolescentes em suas cidades, verificar se a legislação vem sendo cumprida e se existem políticas direcionadas ao público infanto-juvenil. Calcula-se hoje que existam mais de 5 mil desses conselhos no País. No caso das grandes cidades, a recomendação do governo federal é de um conselho para cada 200 mil habitantes.
O ECA estabelece que os integrantes dos Conselhos Tutelares devem residir no município, ter mais de 21 anos de idade e reconhecida idoneidade moral. O estatuto exige, ainda, “inegável capacidade técnica”, mas não cita detalhes.
Foi para preencher essa lacuna que o parlamentar apresentou o projeto. Ilderlei Cordeiro lembra que nem sempre os integrantes dos conselhos possuem experiência como assistente social ou formação na área.
“A nossa intenção é dotar o Conselho Tutelar de pelo menos um profissional da área social – o assistente social – e, assim, garantir condições efetivas para o cumprimento de suas atribuições, o que seguramente resultará em mais independência, agilidade e eficácia na defesa dos direitos da criança e do adolescente”, argumenta o deputado.
Cada Conselho Tutelar é composto de cinco membros, escolhidos pela comunidade local para mandato de três anos, permitida uma recondução.
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.


Gazeta Digital
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A Câmara analisa o Projeto de Lei 4860/09, do deputado Ilderlei Cordeiro (PPS-AC), que inclui o assistente social na composição regular dos Conselhos Tutelares. O projeto modifica o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei 8.069/90).

Os Conselhos Tutelares foram criados pelo estatuto para fiscalizar o tratamento dado a crianças e adolescentes em suas cidades, verificar se a legislação vem sendo cumprida e se existem políticas direcionadas ao público infanto-juvenil. Calcula-se hoje que existam mais de 5 mil desses conselhos no País. No caso das grandes cidades, a recomendação do governo federal é de um conselho para cada 200 mil habitantes.
O ECA estabelece que os integrantes dos Conselhos Tutelares devem residir no município, ter mais de 21 anos de idade e reconhecida idoneidade moral. O estatuto exige, ainda, “inegável capacidade técnica”, mas não cita detalhes.
Foi para preencher essa lacuna que o parlamentar apresentou o projeto. Ilderlei Cordeiro lembra que nem sempre os integrantes dos conselhos possuem experiência como assistente social ou formação na área.
“A nossa intenção é dotar o Conselho Tutelar de pelo menos um profissional da área social – o assistente social – e, assim, garantir condições efetivas para o cumprimento de suas atribuições, o que seguramente resultará em mais independência, agilidade e eficácia na defesa dos direitos da criança e do adolescente”, argumenta o deputado.
Cada Conselho Tutelar é composto de cinco membros, escolhidos pela comunidade local para mandato de três anos, permitida uma recondução.
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte: Gazeta DigitalOs Conselhos Tutelares foram criados pelo estatuto para fiscalizar o tratamento dado a crianças e adolescentes em suas cidades, verificar se a legislação vem sendo cumprida e se existem políticas direcionadas ao público infanto-juvenil. Calcula-se hoje que existam mais de 5 mil desses conselhos no País. No caso das grandes cidades, a recomendação do governo federal é de um conselho para cada 200 mil habitantes.
O ECA estabelece que os integrantes dos Conselhos Tutelares devem residir no município, ter mais de 21 anos de idade e reconhecida idoneidade moral. O estatuto exige, ainda, “inegável capacidade técnica”, mas não cita detalhes.
Foi para preencher essa lacuna que o parlamentar apresentou o projeto. Ilderlei Cordeiro lembra que nem sempre os integrantes dos conselhos possuem experiência como assistente social ou formação na área.
“A nossa intenção é dotar o Conselho Tutelar de pelo menos um profissional da área social – o assistente social – e, assim, garantir condições efetivas para o cumprimento de suas atribuições, o que seguramente resultará em mais independência, agilidade e eficácia na defesa dos direitos da criança e do adolescente”, argumenta o deputado.
Cada Conselho Tutelar é composto de cinco membros, escolhidos pela comunidade local para mandato de três anos, permitida uma recondução.
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.


Gazeta Digital
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A vitória está nos detalhes. Os detalhes da nova decisão do juiz Rafael de Souza Pereira Pinto demonstram claramente que David Goldman vai mesmo recuperar a guarda do filho que só a ele pertence.

Pereira Pinto ordenou “o imediato cumprimento da transição no Brasil, pois não há dúvida de que o menor precisa voltar a ter contato com o pai o quanto antes.”
O artigo 1.631 Código Civil brasileiro (lembram o que disse o embaixador Sobel?), disse o juiz, deixa claro: “Durante o casamento e a união estável, compete o poder familiar aos pais; na falta ou impedimento de um deles, o outro exercerá com exclusividade.”

O juiz federal vai adiante. Diz que a guarda provisória dada a João Paulo Lins e Silva não só foi dado em fórum incompetente (Judiciário brasileiro), como desde a sua sentença de 1º de junho, Sean encontra-se irregularmente sob a posse do padastro.

Quer humilhação maior do que um superior dizer a um advogado que ele não está cumprindo com a lei?

Pereira Pinto diz também que Sean chegou a dizer que os encontros com o pai eram “muito bons.” Mas o que acontece com o garoto, ao contrário de diversos casos de reaproximação entre pai e filho, é o ‘esfriamento’ do seu relacionamento com David Goldman.

“... fato que só pode ser explicado se ele (Sean) estiver sendo ‘preparado,’ nos intervalos de tempo entre os encontros, para perder, cada vez mais o fluxo natural, saudável que se havia iniciado entre ambos,” disseram as três peritas apontadas pela Justiça.

Lembram da alegação da família brasileira de que Sean estaria “sentindo dores de barriga,” de medo de voltar para os EUA? O laudo explica. Primeiro, a família brasileira pediu para a psicóloga Maria Bartolo comparecer aos encontros entre David e o filho, pois ela já vinha acompanhando Sean desde o falecimento da mãe.

Acontece que depois de algumas visitas a psicóloga não o acompanhou mais, e a família brasileira elegeu pessoas estranhas, como sendo ‘amigos.’

“Para que V. Exa. tenha uma idéia, na manhã de sábado, dia 14 de março de 2009, a pessoa designada pelo réu (J. P. Lins e Silva) para supervisionar a visitação sentou-se na cadeira ao lado daquela em que estavam Sean e seu pai, e, inacreditavelmente, colocou um gravador de voz em cima da mesa, a cerca de 30 centímetros do pequeno,” descreveram as peritas. “... controlado e vigiado ostensivamente, o menor por óbvio não ficou à vontade.

Sentiu dores de estômago, e este assistente (David), sensível ao bem-estar de seu filho, retirou-se do local, a fim de preservar Sean da tortura psicológica a que estava sendo exposto naquele exato momento pela família brasileira (...)”

Está explicada a dor de Sean, assim como porquê David tem usado a expressão “pressão psicológica.” Por tudo isso, o juiz concluiu que um “esquema de vigilância ostensiva” contribuiu para o “esfriamento” do menor em relação a seu pai.

A nova decisão - de dar a David Goldman o direito de ficar com Sean das 9h da segunda-feira até às 20h do sábado - nada mais é do que uma tentativa de reestabelecer os laços naturais entre pai e filho, que foram acintosamente impedidos pela família brasileira.

Além disso, Pereira Pinto disse que fica “terminantemente vedada qualquer exposição do menino à imprensa.”

Já se fala que a família brasileira estuda pedir a suspeição de Pereira Pinto, um dos poucos juízes que tentam moralizar o Judiciário brasileiro.


O objetivo seria a invalidação da atuação subjetiva de um juiz no processo que preside.


Brasil com Z
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:06  comentar

A vitória está nos detalhes. Os detalhes da nova decisão do juiz Rafael de Souza Pereira Pinto demonstram claramente que David Goldman vai mesmo recuperar a guarda do filho que só a ele pertence.

Pereira Pinto ordenou “o imediato cumprimento da transição no Brasil, pois não há dúvida de que o menor precisa voltar a ter contato com o pai o quanto antes.”
O artigo 1.631 Código Civil brasileiro (lembram o que disse o embaixador Sobel?), disse o juiz, deixa claro: “Durante o casamento e a união estável, compete o poder familiar aos pais; na falta ou impedimento de um deles, o outro exercerá com exclusividade.”

O juiz federal vai adiante. Diz que a guarda provisória dada a João Paulo Lins e Silva não só foi dado em fórum incompetente (Judiciário brasileiro), como desde a sua sentença de 1º de junho, Sean encontra-se irregularmente sob a posse do padastro.

Quer humilhação maior do que um superior dizer a um advogado que ele não está cumprindo com a lei?

Pereira Pinto diz também que Sean chegou a dizer que os encontros com o pai eram “muito bons.” Mas o que acontece com o garoto, ao contrário de diversos casos de reaproximação entre pai e filho, é o ‘esfriamento’ do seu relacionamento com David Goldman.

“... fato que só pode ser explicado se ele (Sean) estiver sendo ‘preparado,’ nos intervalos de tempo entre os encontros, para perder, cada vez mais o fluxo natural, saudável que se havia iniciado entre ambos,” disseram as três peritas apontadas pela Justiça.

Lembram da alegação da família brasileira de que Sean estaria “sentindo dores de barriga,” de medo de voltar para os EUA? O laudo explica. Primeiro, a família brasileira pediu para a psicóloga Maria Bartolo comparecer aos encontros entre David e o filho, pois ela já vinha acompanhando Sean desde o falecimento da mãe.

Acontece que depois de algumas visitas a psicóloga não o acompanhou mais, e a família brasileira elegeu pessoas estranhas, como sendo ‘amigos.’

“Para que V. Exa. tenha uma idéia, na manhã de sábado, dia 14 de março de 2009, a pessoa designada pelo réu (J. P. Lins e Silva) para supervisionar a visitação sentou-se na cadeira ao lado daquela em que estavam Sean e seu pai, e, inacreditavelmente, colocou um gravador de voz em cima da mesa, a cerca de 30 centímetros do pequeno,” descreveram as peritas. “... controlado e vigiado ostensivamente, o menor por óbvio não ficou à vontade.

Sentiu dores de estômago, e este assistente (David), sensível ao bem-estar de seu filho, retirou-se do local, a fim de preservar Sean da tortura psicológica a que estava sendo exposto naquele exato momento pela família brasileira (...)”

Está explicada a dor de Sean, assim como porquê David tem usado a expressão “pressão psicológica.” Por tudo isso, o juiz concluiu que um “esquema de vigilância ostensiva” contribuiu para o “esfriamento” do menor em relação a seu pai.

A nova decisão - de dar a David Goldman o direito de ficar com Sean das 9h da segunda-feira até às 20h do sábado - nada mais é do que uma tentativa de reestabelecer os laços naturais entre pai e filho, que foram acintosamente impedidos pela família brasileira.

Além disso, Pereira Pinto disse que fica “terminantemente vedada qualquer exposição do menino à imprensa.”

Já se fala que a família brasileira estuda pedir a suspeição de Pereira Pinto, um dos poucos juízes que tentam moralizar o Judiciário brasileiro.


O objetivo seria a invalidação da atuação subjetiva de um juiz no processo que preside.


Brasil com Z
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A vitória está nos detalhes. Os detalhes da nova decisão do juiz Rafael de Souza Pereira Pinto demonstram claramente que David Goldman vai mesmo recuperar a guarda do filho que só a ele pertence.

Pereira Pinto ordenou “o imediato cumprimento da transição no Brasil, pois não há dúvida de que o menor precisa voltar a ter contato com o pai o quanto antes.”
O artigo 1.631 Código Civil brasileiro (lembram o que disse o embaixador Sobel?), disse o juiz, deixa claro: “Durante o casamento e a união estável, compete o poder familiar aos pais; na falta ou impedimento de um deles, o outro exercerá com exclusividade.”

O juiz federal vai adiante. Diz que a guarda provisória dada a João Paulo Lins e Silva não só foi dado em fórum incompetente (Judiciário brasileiro), como desde a sua sentença de 1º de junho, Sean encontra-se irregularmente sob a posse do padastro.

Quer humilhação maior do que um superior dizer a um advogado que ele não está cumprindo com a lei?

Pereira Pinto diz também que Sean chegou a dizer que os encontros com o pai eram “muito bons.” Mas o que acontece com o garoto, ao contrário de diversos casos de reaproximação entre pai e filho, é o ‘esfriamento’ do seu relacionamento com David Goldman.

“... fato que só pode ser explicado se ele (Sean) estiver sendo ‘preparado,’ nos intervalos de tempo entre os encontros, para perder, cada vez mais o fluxo natural, saudável que se havia iniciado entre ambos,” disseram as três peritas apontadas pela Justiça.

Lembram da alegação da família brasileira de que Sean estaria “sentindo dores de barriga,” de medo de voltar para os EUA? O laudo explica. Primeiro, a família brasileira pediu para a psicóloga Maria Bartolo comparecer aos encontros entre David e o filho, pois ela já vinha acompanhando Sean desde o falecimento da mãe.

Acontece que depois de algumas visitas a psicóloga não o acompanhou mais, e a família brasileira elegeu pessoas estranhas, como sendo ‘amigos.’

“Para que V. Exa. tenha uma idéia, na manhã de sábado, dia 14 de março de 2009, a pessoa designada pelo réu (J. P. Lins e Silva) para supervisionar a visitação sentou-se na cadeira ao lado daquela em que estavam Sean e seu pai, e, inacreditavelmente, colocou um gravador de voz em cima da mesa, a cerca de 30 centímetros do pequeno,” descreveram as peritas. “... controlado e vigiado ostensivamente, o menor por óbvio não ficou à vontade.

Sentiu dores de estômago, e este assistente (David), sensível ao bem-estar de seu filho, retirou-se do local, a fim de preservar Sean da tortura psicológica a que estava sendo exposto naquele exato momento pela família brasileira (...)”

Está explicada a dor de Sean, assim como porquê David tem usado a expressão “pressão psicológica.” Por tudo isso, o juiz concluiu que um “esquema de vigilância ostensiva” contribuiu para o “esfriamento” do menor em relação a seu pai.

A nova decisão - de dar a David Goldman o direito de ficar com Sean das 9h da segunda-feira até às 20h do sábado - nada mais é do que uma tentativa de reestabelecer os laços naturais entre pai e filho, que foram acintosamente impedidos pela família brasileira.

Além disso, Pereira Pinto disse que fica “terminantemente vedada qualquer exposição do menino à imprensa.”

Já se fala que a família brasileira estuda pedir a suspeição de Pereira Pinto, um dos poucos juízes que tentam moralizar o Judiciário brasileiro.


O objetivo seria a invalidação da atuação subjetiva de um juiz no processo que preside.


Brasil com Z
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RIO - A Caixa Econômica Federal decidiu conceder até 180 dias de licença-adoção para seus empregados solteiros ou em relação estável homoafetiva. O benefício já havia sido instituído pelo banco para mulheres em abril deste ano, quando passaram a valer a licença-maternidade e a licença-adoção de seis meses para as empregadas do banco. No caso dos homens solteiros ou unidos a companheiros do mesmo sexo, a licença estava limitada a 30 dias.

A ampliação do benefício garante direitos iguais para homens e mulheres que trabalham na instituição, segundo o vice-presidente de Gestão de Pessoas da Caixa, Édilo Ricardo Valadares. O executivo avalia que o banco tem assumido posturas pioneiras e de vanguarda, em busca da inclusão.
"Isso não só consolida cada vez mais a imagem de empresa socialmente responsável entre o nosso público interno e externo, como também visa ao bem-estar e desenvolvimento equilibrado da sociedade brasileira", frisa Valadares.
A licença-adoção para o homem solteiro ou em união homoafetiva terá início na data estabelecida para a guarda com fins de adoção, e terá prazos diferenciados de acordo com a idade da criança. O prazo de 180 dias vale para a adoção de criança com até um ano de idade. No caso de crianças até quatro anos, a licença será de 120 dias; e valerá por 75 dias para a idade de quatro a oito anos.
Caso dois funcionários da Caixa tenham uma relação homoafetiva e adotem uma criança juntos, apenas aquele que tiver a paternidade registrada em documento poderá usufruir do benefício.


O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:53  comentar

RIO - A Caixa Econômica Federal decidiu conceder até 180 dias de licença-adoção para seus empregados solteiros ou em relação estável homoafetiva. O benefício já havia sido instituído pelo banco para mulheres em abril deste ano, quando passaram a valer a licença-maternidade e a licença-adoção de seis meses para as empregadas do banco. No caso dos homens solteiros ou unidos a companheiros do mesmo sexo, a licença estava limitada a 30 dias.

A ampliação do benefício garante direitos iguais para homens e mulheres que trabalham na instituição, segundo o vice-presidente de Gestão de Pessoas da Caixa, Édilo Ricardo Valadares. O executivo avalia que o banco tem assumido posturas pioneiras e de vanguarda, em busca da inclusão.
"Isso não só consolida cada vez mais a imagem de empresa socialmente responsável entre o nosso público interno e externo, como também visa ao bem-estar e desenvolvimento equilibrado da sociedade brasileira", frisa Valadares.
A licença-adoção para o homem solteiro ou em união homoafetiva terá início na data estabelecida para a guarda com fins de adoção, e terá prazos diferenciados de acordo com a idade da criança. O prazo de 180 dias vale para a adoção de criança com até um ano de idade. No caso de crianças até quatro anos, a licença será de 120 dias; e valerá por 75 dias para a idade de quatro a oito anos.
Caso dois funcionários da Caixa tenham uma relação homoafetiva e adotem uma criança juntos, apenas aquele que tiver a paternidade registrada em documento poderá usufruir do benefício.


O Globo On Line
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RIO - A Caixa Econômica Federal decidiu conceder até 180 dias de licença-adoção para seus empregados solteiros ou em relação estável homoafetiva. O benefício já havia sido instituído pelo banco para mulheres em abril deste ano, quando passaram a valer a licença-maternidade e a licença-adoção de seis meses para as empregadas do banco. No caso dos homens solteiros ou unidos a companheiros do mesmo sexo, a licença estava limitada a 30 dias.

A ampliação do benefício garante direitos iguais para homens e mulheres que trabalham na instituição, segundo o vice-presidente de Gestão de Pessoas da Caixa, Édilo Ricardo Valadares. O executivo avalia que o banco tem assumido posturas pioneiras e de vanguarda, em busca da inclusão.
"Isso não só consolida cada vez mais a imagem de empresa socialmente responsável entre o nosso público interno e externo, como também visa ao bem-estar e desenvolvimento equilibrado da sociedade brasileira", frisa Valadares.
A licença-adoção para o homem solteiro ou em união homoafetiva terá início na data estabelecida para a guarda com fins de adoção, e terá prazos diferenciados de acordo com a idade da criança. O prazo de 180 dias vale para a adoção de criança com até um ano de idade. No caso de crianças até quatro anos, a licença será de 120 dias; e valerá por 75 dias para a idade de quatro a oito anos.
Caso dois funcionários da Caixa tenham uma relação homoafetiva e adotem uma criança juntos, apenas aquele que tiver a paternidade registrada em documento poderá usufruir do benefício.


O Globo On Line
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Neste sábado, 20/06, todas as crianças de 0 a 5 anos devem ser vacinadas!!!!

Desde 1980 o Brasil vem realizando campanhas nacionais de vacinação contra a poliomielite com o objetivo de controlar, eliminar e erradicar a doença. Apesar da América ter recebido em 1994 o Certificado de Erradicação da Poliomielite ainda há o risco de reintrodução dos polivírus selvagem no Brasil, devido à possibilidade de importação de casos provenientes de países endêmicos ou pela ocorrência de surtos. “Daí, a importância dos pais ou responsáveis levarem as crianças menores de cinco anos para receberem a vacina contra a pólio. As quedas de cobertura vacinal podem favorecer o ressurgimento do vírus no país”, informa Disney Antezana.

O que é Poliomielite?
A Poliomielite é uma doença em erradicação pela vacinação dirigida pela OMS, causada por um vírus, que causa paralisia por vezes mortal.

História
A poliomielite é conhecida desde a pré-história. Em pinturas do antigo Egipto já aparecem figuras com membros flácidos atrofiados típicos da doença.O Imperador Romano Claudius foi paralisado na infância numa das pernas.A primeira descrição médica da doença foi feita por Jakob Heine em 1840 enquanto Karl Osakar Medin foi o primeiro a estudá-la seriamente em 1890, o que levou à sua denominação alternativa, doença de Heine-Medin.Em 1988, a OMS com o apoio de Rotary Internacional, no seguimento da erradicação do vírus varíola, estabeleceu o objetivo de através de campanhas de vacinação erradicar o poliovirus do planeta até ao ano 2000.

Mapa da incidência da doença hoje:

A Europa, a Austrália, América do Norte e a América do Sul já se encontram livres.

Na África há focos ativos na Nigéria, onde alguns imãs fundamentalistas recentemente declararam que a vacina é uma conspiração americana para esterilizar e infectar com SIDA/AIDS os homens nigerianos; enquanto na Ásia, na Índia ainda ocorrem casos todos os anos, bem como no Afeganistão e no Paquistão.

Recentemente, a Fundação Bill e Melinda Gates deu um importante donativo que foi igualado por Rotary Internacional no sentido de completar a última fase de erradicação da poliomielite.

O último caso de transmissão selvagem em Portugal foi em 1986, e no Brasil em 1989.

Progresso:
1988: 350 000 casos
1999: 7083 casos
2004: 1300 casos
2005: até 17 Maio: 205 casos



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Neste sábado, 20/06, todas as crianças de 0 a 5 anos devem ser vacinadas!!!!

Desde 1980 o Brasil vem realizando campanhas nacionais de vacinação contra a poliomielite com o objetivo de controlar, eliminar e erradicar a doença. Apesar da América ter recebido em 1994 o Certificado de Erradicação da Poliomielite ainda há o risco de reintrodução dos polivírus selvagem no Brasil, devido à possibilidade de importação de casos provenientes de países endêmicos ou pela ocorrência de surtos. “Daí, a importância dos pais ou responsáveis levarem as crianças menores de cinco anos para receberem a vacina contra a pólio. As quedas de cobertura vacinal podem favorecer o ressurgimento do vírus no país”, informa Disney Antezana.

O que é Poliomielite?
A Poliomielite é uma doença em erradicação pela vacinação dirigida pela OMS, causada por um vírus, que causa paralisia por vezes mortal.

História
A poliomielite é conhecida desde a pré-história. Em pinturas do antigo Egipto já aparecem figuras com membros flácidos atrofiados típicos da doença.O Imperador Romano Claudius foi paralisado na infância numa das pernas.A primeira descrição médica da doença foi feita por Jakob Heine em 1840 enquanto Karl Osakar Medin foi o primeiro a estudá-la seriamente em 1890, o que levou à sua denominação alternativa, doença de Heine-Medin.Em 1988, a OMS com o apoio de Rotary Internacional, no seguimento da erradicação do vírus varíola, estabeleceu o objetivo de através de campanhas de vacinação erradicar o poliovirus do planeta até ao ano 2000.

Mapa da incidência da doença hoje:

A Europa, a Austrália, América do Norte e a América do Sul já se encontram livres.

Na África há focos ativos na Nigéria, onde alguns imãs fundamentalistas recentemente declararam que a vacina é uma conspiração americana para esterilizar e infectar com SIDA/AIDS os homens nigerianos; enquanto na Ásia, na Índia ainda ocorrem casos todos os anos, bem como no Afeganistão e no Paquistão.

Recentemente, a Fundação Bill e Melinda Gates deu um importante donativo que foi igualado por Rotary Internacional no sentido de completar a última fase de erradicação da poliomielite.

O último caso de transmissão selvagem em Portugal foi em 1986, e no Brasil em 1989.

Progresso:
1988: 350 000 casos
1999: 7083 casos
2004: 1300 casos
2005: até 17 Maio: 205 casos



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Neste sábado, 20/06, todas as crianças de 0 a 5 anos devem ser vacinadas!!!!

Desde 1980 o Brasil vem realizando campanhas nacionais de vacinação contra a poliomielite com o objetivo de controlar, eliminar e erradicar a doença. Apesar da América ter recebido em 1994 o Certificado de Erradicação da Poliomielite ainda há o risco de reintrodução dos polivírus selvagem no Brasil, devido à possibilidade de importação de casos provenientes de países endêmicos ou pela ocorrência de surtos. “Daí, a importância dos pais ou responsáveis levarem as crianças menores de cinco anos para receberem a vacina contra a pólio. As quedas de cobertura vacinal podem favorecer o ressurgimento do vírus no país”, informa Disney Antezana.

O que é Poliomielite?
A Poliomielite é uma doença em erradicação pela vacinação dirigida pela OMS, causada por um vírus, que causa paralisia por vezes mortal.

História
A poliomielite é conhecida desde a pré-história. Em pinturas do antigo Egipto já aparecem figuras com membros flácidos atrofiados típicos da doença.O Imperador Romano Claudius foi paralisado na infância numa das pernas.A primeira descrição médica da doença foi feita por Jakob Heine em 1840 enquanto Karl Osakar Medin foi o primeiro a estudá-la seriamente em 1890, o que levou à sua denominação alternativa, doença de Heine-Medin.Em 1988, a OMS com o apoio de Rotary Internacional, no seguimento da erradicação do vírus varíola, estabeleceu o objetivo de através de campanhas de vacinação erradicar o poliovirus do planeta até ao ano 2000.

Mapa da incidência da doença hoje:

A Europa, a Austrália, América do Norte e a América do Sul já se encontram livres.

Na África há focos ativos na Nigéria, onde alguns imãs fundamentalistas recentemente declararam que a vacina é uma conspiração americana para esterilizar e infectar com SIDA/AIDS os homens nigerianos; enquanto na Ásia, na Índia ainda ocorrem casos todos os anos, bem como no Afeganistão e no Paquistão.

Recentemente, a Fundação Bill e Melinda Gates deu um importante donativo que foi igualado por Rotary Internacional no sentido de completar a última fase de erradicação da poliomielite.

O último caso de transmissão selvagem em Portugal foi em 1986, e no Brasil em 1989.

Progresso:
1988: 350 000 casos
1999: 7083 casos
2004: 1300 casos
2005: até 17 Maio: 205 casos



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Adolescentes que assistem muitos programas de TV com conteúdo sexual - sejam cenas ou diálogos - têm probabilidade duas vezes maior de engravidar nos três anos seguintes do que os jovens que assistem poucos desses programas, segundo um estudo da RAND Corporation publicado nesta segunda feira pela revista Pediatrics, da Academia Americana de Pediatria.
O estudo americano é o primeiro a estabelecer uma relação direta entre a exposição de adolescentes a conteúdo sexual na TV e gravidez - tanto de meninas, como dos garotos que assistem aos programas e engravidam suas namoradas.
Para a pesquisadora Anita Chandra, que liderou o estudo, os "adolescentes recebem considerável quantia de informação sobre sexo através da TV e a programação normalmente não destaca os riscos e responsabilidades do sexo".
"Nossas conclusões sugerem que a televisão pode desempenhar um papel significativo nas altas taxas de gravidez adolescente nos Estados Unidos."

Metodologia
No estudo, os pesquisadores acompanharam 2.000 adolescentes entre 12 e 17 anos de idade durante três anos. Os pesquisadores perguntavam sobre os hábitos televisivos e sexuais dos adolescentes.
A análise é baseada nos resultados de cerca de 700 participantes que haviam iniciado suas atividades sexuais neste período e falaram de seu histórico de gestações.
As informações sobre os hábitos televisivos foram combinadas com os resultados de uma outra análise sobre programas de televisão para determinar a freqüência e o tipo de conteúdo sexual a que os adolescentes estão expostos quando assistem TV.
Para os pesquisadores, o conteúdo sexual dos programas pode influenciar a taxa de gravidez na adolescência ao criar a percepção de que relações sexuais sem a proteção anticoncepcional oferecem pouco risco, e estimulando jovens a se iniciar sexualmente mais cedo.
Os pesquisadores se concentraram em 23 programas, que incluíam dramas, comédias, reality shows e programas de auditório.
"A quantidade de conteúdo sexual na televisão dobrou nos últimos anos, e há pouca representação de práticas seguras de sexo nesses programas", diz Chandra.
"Apesar de ter havido algum progresso, os adolescentes que assistem televisão ainda vão encontrar pouca informação sobre as conseqüências de práticas sexuais sem proteção entre os muitos programas mostrando sexo."

Outros fatores
Os pesquisadores afirmam, no entanto, que outros fatores influenciam a gravidez na adolescência.
Adolescentes que moram com os dois pais têm probabilidade menor de engravidar, enquanto meninas, negros e adolescentes com problemas de comportamento como disciplina, estão mais propensos a engravidar.
Os jovens que pretendiam ter filhos cedo também têm mais propensão a engravidar durante a adolescência.
Os pesquisadores recomendam que as redes de TV sejam encorajadas a incluir programas que mostrem relações sexuais de forma mais realista e incluam conseqüências do sexo sem proteção, como doenças sexualmente transmissíveis e gravidez indesejada.
Eles ainda recomendam que os pais assistam televisão com os filhos adolescentes para explicar as conseqüências de sexo sem proteção e que pediatras perguntem aos jovens que programas de TV eles assistem, para dar mais informações sobre métodos anticoncepcionais.
Mas Chandra afirma que a televisão é apenas parte da dieta midiática dos adolescentes. "Nós também devemos investigar o papel das revistas, da internet e da música", afirmou.
A taxa de gravidez na adolescência vem caindo nos Estados Unidos desde 1991, mas o país ainda é um dos que tem maior incidência entre os países desenvolvidos.
Quase um milhão de jovens meninas engravidam a cada ano, sendo que a maioria dessas gestações não são planejadas. As pesquisas mostram que as mães adolescentes têm mais propensão do que outras meninas a abandonar a escola, precisar de benefícios e viver na pobreza.

A RAND é uma organização de pesquisas sem fins lucrativos que produz análises para o setor público e privado.



De onde? Blog
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Adolescentes que assistem muitos programas de TV com conteúdo sexual - sejam cenas ou diálogos - têm probabilidade duas vezes maior de engravidar nos três anos seguintes do que os jovens que assistem poucos desses programas, segundo um estudo da RAND Corporation publicado nesta segunda feira pela revista Pediatrics, da Academia Americana de Pediatria.
O estudo americano é o primeiro a estabelecer uma relação direta entre a exposição de adolescentes a conteúdo sexual na TV e gravidez - tanto de meninas, como dos garotos que assistem aos programas e engravidam suas namoradas.
Para a pesquisadora Anita Chandra, que liderou o estudo, os "adolescentes recebem considerável quantia de informação sobre sexo através da TV e a programação normalmente não destaca os riscos e responsabilidades do sexo".
"Nossas conclusões sugerem que a televisão pode desempenhar um papel significativo nas altas taxas de gravidez adolescente nos Estados Unidos."

Metodologia
No estudo, os pesquisadores acompanharam 2.000 adolescentes entre 12 e 17 anos de idade durante três anos. Os pesquisadores perguntavam sobre os hábitos televisivos e sexuais dos adolescentes.
A análise é baseada nos resultados de cerca de 700 participantes que haviam iniciado suas atividades sexuais neste período e falaram de seu histórico de gestações.
As informações sobre os hábitos televisivos foram combinadas com os resultados de uma outra análise sobre programas de televisão para determinar a freqüência e o tipo de conteúdo sexual a que os adolescentes estão expostos quando assistem TV.
Para os pesquisadores, o conteúdo sexual dos programas pode influenciar a taxa de gravidez na adolescência ao criar a percepção de que relações sexuais sem a proteção anticoncepcional oferecem pouco risco, e estimulando jovens a se iniciar sexualmente mais cedo.
Os pesquisadores se concentraram em 23 programas, que incluíam dramas, comédias, reality shows e programas de auditório.
"A quantidade de conteúdo sexual na televisão dobrou nos últimos anos, e há pouca representação de práticas seguras de sexo nesses programas", diz Chandra.
"Apesar de ter havido algum progresso, os adolescentes que assistem televisão ainda vão encontrar pouca informação sobre as conseqüências de práticas sexuais sem proteção entre os muitos programas mostrando sexo."

Outros fatores
Os pesquisadores afirmam, no entanto, que outros fatores influenciam a gravidez na adolescência.
Adolescentes que moram com os dois pais têm probabilidade menor de engravidar, enquanto meninas, negros e adolescentes com problemas de comportamento como disciplina, estão mais propensos a engravidar.
Os jovens que pretendiam ter filhos cedo também têm mais propensão a engravidar durante a adolescência.
Os pesquisadores recomendam que as redes de TV sejam encorajadas a incluir programas que mostrem relações sexuais de forma mais realista e incluam conseqüências do sexo sem proteção, como doenças sexualmente transmissíveis e gravidez indesejada.
Eles ainda recomendam que os pais assistam televisão com os filhos adolescentes para explicar as conseqüências de sexo sem proteção e que pediatras perguntem aos jovens que programas de TV eles assistem, para dar mais informações sobre métodos anticoncepcionais.
Mas Chandra afirma que a televisão é apenas parte da dieta midiática dos adolescentes. "Nós também devemos investigar o papel das revistas, da internet e da música", afirmou.
A taxa de gravidez na adolescência vem caindo nos Estados Unidos desde 1991, mas o país ainda é um dos que tem maior incidência entre os países desenvolvidos.
Quase um milhão de jovens meninas engravidam a cada ano, sendo que a maioria dessas gestações não são planejadas. As pesquisas mostram que as mães adolescentes têm mais propensão do que outras meninas a abandonar a escola, precisar de benefícios e viver na pobreza.

A RAND é uma organização de pesquisas sem fins lucrativos que produz análises para o setor público e privado.



De onde? Blog
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:12  comentar

Adolescentes que assistem muitos programas de TV com conteúdo sexual - sejam cenas ou diálogos - têm probabilidade duas vezes maior de engravidar nos três anos seguintes do que os jovens que assistem poucos desses programas, segundo um estudo da RAND Corporation publicado nesta segunda feira pela revista Pediatrics, da Academia Americana de Pediatria.
O estudo americano é o primeiro a estabelecer uma relação direta entre a exposição de adolescentes a conteúdo sexual na TV e gravidez - tanto de meninas, como dos garotos que assistem aos programas e engravidam suas namoradas.
Para a pesquisadora Anita Chandra, que liderou o estudo, os "adolescentes recebem considerável quantia de informação sobre sexo através da TV e a programação normalmente não destaca os riscos e responsabilidades do sexo".
"Nossas conclusões sugerem que a televisão pode desempenhar um papel significativo nas altas taxas de gravidez adolescente nos Estados Unidos."

Metodologia
No estudo, os pesquisadores acompanharam 2.000 adolescentes entre 12 e 17 anos de idade durante três anos. Os pesquisadores perguntavam sobre os hábitos televisivos e sexuais dos adolescentes.
A análise é baseada nos resultados de cerca de 700 participantes que haviam iniciado suas atividades sexuais neste período e falaram de seu histórico de gestações.
As informações sobre os hábitos televisivos foram combinadas com os resultados de uma outra análise sobre programas de televisão para determinar a freqüência e o tipo de conteúdo sexual a que os adolescentes estão expostos quando assistem TV.
Para os pesquisadores, o conteúdo sexual dos programas pode influenciar a taxa de gravidez na adolescência ao criar a percepção de que relações sexuais sem a proteção anticoncepcional oferecem pouco risco, e estimulando jovens a se iniciar sexualmente mais cedo.
Os pesquisadores se concentraram em 23 programas, que incluíam dramas, comédias, reality shows e programas de auditório.
"A quantidade de conteúdo sexual na televisão dobrou nos últimos anos, e há pouca representação de práticas seguras de sexo nesses programas", diz Chandra.
"Apesar de ter havido algum progresso, os adolescentes que assistem televisão ainda vão encontrar pouca informação sobre as conseqüências de práticas sexuais sem proteção entre os muitos programas mostrando sexo."

Outros fatores
Os pesquisadores afirmam, no entanto, que outros fatores influenciam a gravidez na adolescência.
Adolescentes que moram com os dois pais têm probabilidade menor de engravidar, enquanto meninas, negros e adolescentes com problemas de comportamento como disciplina, estão mais propensos a engravidar.
Os jovens que pretendiam ter filhos cedo também têm mais propensão a engravidar durante a adolescência.
Os pesquisadores recomendam que as redes de TV sejam encorajadas a incluir programas que mostrem relações sexuais de forma mais realista e incluam conseqüências do sexo sem proteção, como doenças sexualmente transmissíveis e gravidez indesejada.
Eles ainda recomendam que os pais assistam televisão com os filhos adolescentes para explicar as conseqüências de sexo sem proteção e que pediatras perguntem aos jovens que programas de TV eles assistem, para dar mais informações sobre métodos anticoncepcionais.
Mas Chandra afirma que a televisão é apenas parte da dieta midiática dos adolescentes. "Nós também devemos investigar o papel das revistas, da internet e da música", afirmou.
A taxa de gravidez na adolescência vem caindo nos Estados Unidos desde 1991, mas o país ainda é um dos que tem maior incidência entre os países desenvolvidos.
Quase um milhão de jovens meninas engravidam a cada ano, sendo que a maioria dessas gestações não são planejadas. As pesquisas mostram que as mães adolescentes têm mais propensão do que outras meninas a abandonar a escola, precisar de benefícios e viver na pobreza.

A RAND é uma organização de pesquisas sem fins lucrativos que produz análises para o setor público e privado.



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A 16ª Vara Federal do Rio de Janeiro autorizou, nesta quinta-feira, que o americano David Goldman fique com seu filho Sean, 9 anos, no Brasil até que o Tribunal Regional Federal (TRF) decida sobre a guarda do menino.
Sean Goldman veio dos Estados Unidos há cinco anos, com a mãe Bruna Bianchi, para passar as férias e visitar a família materna. Posteriormente Bruna telefonou para o marido, o americano David Goldman, e pediu o divórcio. No ano passado, Bruna morreu de complicações do parto da segunda filha, do segundo casamento dela, com o advogado João Paulo Lins e Silva. O padrasto briga na Justiça pela guarda do menino, que tem dupla nacionalidade: americana e brasileira.
A Justiça Federal do Rio de Janeiro havia determinado o retorno do menino para a guarda do pai, nos Estados Unidos. Porém, uma liminar do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, suspendeu a urgência da decisão. A liminar foi julgada no Plenário do Supremo, que deixou o caso sob responsabilidade do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, sediado no Rio de Janeiro.
Com a decisão de hoje, David Goldman poderá ficar com a guarda do filho até a decisão caso permaneça no Rio de Janeiro. Os finais de semana ficariam reservados ao padrasto e aos avós maternos.

Os advogados da família brasileira de Sean informaram que vão recorrer contra a decisão.



Terra Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:03  comentar

A 16ª Vara Federal do Rio de Janeiro autorizou, nesta quinta-feira, que o americano David Goldman fique com seu filho Sean, 9 anos, no Brasil até que o Tribunal Regional Federal (TRF) decida sobre a guarda do menino.
Sean Goldman veio dos Estados Unidos há cinco anos, com a mãe Bruna Bianchi, para passar as férias e visitar a família materna. Posteriormente Bruna telefonou para o marido, o americano David Goldman, e pediu o divórcio. No ano passado, Bruna morreu de complicações do parto da segunda filha, do segundo casamento dela, com o advogado João Paulo Lins e Silva. O padrasto briga na Justiça pela guarda do menino, que tem dupla nacionalidade: americana e brasileira.
A Justiça Federal do Rio de Janeiro havia determinado o retorno do menino para a guarda do pai, nos Estados Unidos. Porém, uma liminar do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, suspendeu a urgência da decisão. A liminar foi julgada no Plenário do Supremo, que deixou o caso sob responsabilidade do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, sediado no Rio de Janeiro.
Com a decisão de hoje, David Goldman poderá ficar com a guarda do filho até a decisão caso permaneça no Rio de Janeiro. Os finais de semana ficariam reservados ao padrasto e aos avós maternos.

Os advogados da família brasileira de Sean informaram que vão recorrer contra a decisão.



Terra Brasil
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A 16ª Vara Federal do Rio de Janeiro autorizou, nesta quinta-feira, que o americano David Goldman fique com seu filho Sean, 9 anos, no Brasil até que o Tribunal Regional Federal (TRF) decida sobre a guarda do menino.
Sean Goldman veio dos Estados Unidos há cinco anos, com a mãe Bruna Bianchi, para passar as férias e visitar a família materna. Posteriormente Bruna telefonou para o marido, o americano David Goldman, e pediu o divórcio. No ano passado, Bruna morreu de complicações do parto da segunda filha, do segundo casamento dela, com o advogado João Paulo Lins e Silva. O padrasto briga na Justiça pela guarda do menino, que tem dupla nacionalidade: americana e brasileira.
A Justiça Federal do Rio de Janeiro havia determinado o retorno do menino para a guarda do pai, nos Estados Unidos. Porém, uma liminar do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, suspendeu a urgência da decisão. A liminar foi julgada no Plenário do Supremo, que deixou o caso sob responsabilidade do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, sediado no Rio de Janeiro.
Com a decisão de hoje, David Goldman poderá ficar com a guarda do filho até a decisão caso permaneça no Rio de Janeiro. Os finais de semana ficariam reservados ao padrasto e aos avós maternos.

Os advogados da família brasileira de Sean informaram que vão recorrer contra a decisão.



Terra Brasil
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Neste Artigo:


A insônia familiar fatal (IFF) é uma patologia neurovegetativa, geneticamente transmitida, que produz um grande sofrimento e que não tem um tratamento ou cura.
As alterações do sono, provocadas pela doença, a principio não são reconhecidas, devendo o médico aprofundar-se nos detalhes familiares e no prontuário do paciente. As mudanças cognitivas tardias incluem um estado de confusão mental que desembocará em um quadro de demência, e por fim na morte.
Os homens iniciam este quadro por volta dos 50 anos, sendo que a maioria dos casos ocorre entre os 20 e os 61 anos de idade.
A duração típica da IFF é de 7 a 36 meses, com uma média de duração de 18 meses.

A Insônia Familiar Fatal (IFF) é uma doença hereditária, autossômica, dominante, na qual a aspargina (Aminoácido presente no DNA) é substituído pelo ácido aspartico. É uma doença rara sendo que apenas 60 casos foram identificados, em todo o mundo, desde sua primeira descrição em 1986. O período de incubação é muito variável e pode ser demorar até 30 anos para que a doença comece a se manifestar.
A morte geralmente ocorre após 1 ano do inicio dos sintomas.
O que encabeça os sintomas da IFF é uma insônia incontrolável progressiva, associada a sonambulismo, alucinações e distúrbios do sistema nervoso autônomo (que sugerem um desvio do sistema simpático, ocasionando taquicardia, hipertensão, suor excessivo, e hipertermia). Um aumento da circulação de catecolaminas leva a mudanças cognitivas, tais como distúrbio da atenção, déficits de memória imediata, sem, no entanto, ocorrer diminuição do nível de inteligência. Déficits motores como dificuldade para caminhar ou manifestações endócrinas também podem ocorrer.
As alterações do sono, provocadas pela doença, a principio não são reconhecidas, devendo o médico aprofundar-se nos detalhes familiares e no prontuário do paciente. As mudanças cognitivas tardias incluem um estado de confusão mental que desembocará em um quadro de demência, e por fim na morte.
Os homens iniciam este quadro por volta dos 50 anos, sendo que a maioria dos casos ocorre entre os 20 e os 61 anos de idade.
A duração típica da IFF é de 7 a 36 meses, com uma média de duração de 18 meses.
Clinicamente delineou se 4 estágios da doença, que progridem de distúrbio moderado até incapacitação total.

O diagnóstico baseia - se, inicialmente, na historia do paciente e também na historia familiar. Casos são graves, de duração moderada, levando invariavelmente à morte em um período de aproximadamente 1 ano. Durante o período de maior sintomatologia o paciente apresenta demência, tremores musculares e dificuldade em caminhar. Não é uma doença genética associada ao sexo. É rara em pacientes de origem asiática, sendo que o primeiro caso de Insônia Familiar fatal em chineses foi descrito somente em 2004.
Exames laboratoriais nem sempre estão disponíveis. O Eletroencefalograma (EEC) mostrará alterações, sendo que foram descritos pacientes que aparentam estar dormindo, mas ao EEC permaneciam "acordados".

As alterações cerebrais incluem uma degeneração talâmica, cerebelar e do córtex cerebral. Essa degeneração resulta do acúmulo anormal de uma proteína, a PrPres no cérebro. Existem duas explicações para a degeneração cerebral, provocada por esta proteína: ou apenas certas partes do cérebro são afetadas por ela, já que outros setores cerebrais não se manifestam na doença ou ela alteraria outra proteína, a PrNP, que seria a responsável pela proteção cerebral e conseqüentemente o cérebro estaria vulnerável. Em animais observou-se que a PrP é uma proteína que é necessária para o sono.
Na IFF o sono vai reduzindo progressivamente, até que ocorra uma redução total da sua duração e uma desorganização intensa do ciclo de organização do sono.
O ritmo circadiano do sono envolve uma substancia, a melatonina, que vai desaparecendo aos poucos nessa doença, até finalmente extinguir-se. A somatotrofina também mostra uma diminuição semelhante, até desaparecer, quando ocorre a perda do sono profundo. Somente a prolactina, que também influencia no sono mantém seu ritmo inalterado.

A literatura clinica não relata um tratamento definitivo. Além de tratamentos paliativos, as intervenções se baseiam no fato de que alguns sintomas podem ser secundários à insônia, e outros resultam diretamente da doença. Estratégias resultantes de tentativas podem projetar o sono e aumentar posteriormente o estado de alerta.
As intervenções tentadas incluem suplemento com vitaminas, narcolepticos, anestesia, estimulantes, deprivação sensorial, exercícios, tratamentos à base de luz, hormônio do crescimento e tratamentos com eletrochoques.
Os tratamentos existentes na atualidade, para a FFI, são apenas paliativos. Sedativos e benzodiazepínicos foram tentados sem sucesso. Tentativa de tratamento com gama hidroxibutirato (GHB), tiveram sucesso apenas temporário. Durante o tratamento o paciente mostrou melhor coordenação e um estado permanentemente mais alerta.
O tratamento da insônia, com certeza, mesmo que levando apenas a uma melhora discreta, pode influenciar positivamente o paciente, melhorando a qualidade de vida dos seus dias restantes.

O paciente, portador desta patologia, geralmente supera a media de tempo de sobrevivência sem dormir, em mais ou menos 1 ano, tempo que é suficiente para escrever um livro ou dirigir com sucesso centenas de kilometros.
A conclusão dos tratamentos tentados, leva a um aumento do tempo de vida durante a doença, embora não exista uma prevenção, nem previsão da morte. Espera se que algum destes métodos possa inspirar terapias futuras.

A causa precisa da morte, em pacientes com FFI, ainda não está clara. Embora as alterações degenerativas cerebrais falem a favor de uma morte tardia, o quadro ainda não está totalmente esclarecido. Pode ser que a insônia determine alterações de certas funções, que são de realização automática pelo cérebro, e que isso leve à morte do portador de FFI, mesmo sem a presença de degenerações cerebrais importantes. A existência desta possibilidade abre caminho pra que um tratamento mais agressivo da insônia seja estabelecido, e que isso possa prolongar a vida do paciente.
Os benefícios do sono já foram demonstrados tanto em humanos quanto em animais. Em animais, a privação total do sono resultou em morte, em torno de 4 a 6 dias para os filhotes e 2 a 4 semanas para camundongos. A morte é precedida por perda de peso, mesmo se o paciente estiver se alimentando, fraqueza, diminuição da ação do hormônio tireoidiano, maior atividade do sistema simpático e menor resistência à infecção.



boaSaúde
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:29  comentar


Neste Artigo:


A insônia familiar fatal (IFF) é uma patologia neurovegetativa, geneticamente transmitida, que produz um grande sofrimento e que não tem um tratamento ou cura.
As alterações do sono, provocadas pela doença, a principio não são reconhecidas, devendo o médico aprofundar-se nos detalhes familiares e no prontuário do paciente. As mudanças cognitivas tardias incluem um estado de confusão mental que desembocará em um quadro de demência, e por fim na morte.
Os homens iniciam este quadro por volta dos 50 anos, sendo que a maioria dos casos ocorre entre os 20 e os 61 anos de idade.
A duração típica da IFF é de 7 a 36 meses, com uma média de duração de 18 meses.

A Insônia Familiar Fatal (IFF) é uma doença hereditária, autossômica, dominante, na qual a aspargina (Aminoácido presente no DNA) é substituído pelo ácido aspartico. É uma doença rara sendo que apenas 60 casos foram identificados, em todo o mundo, desde sua primeira descrição em 1986. O período de incubação é muito variável e pode ser demorar até 30 anos para que a doença comece a se manifestar.
A morte geralmente ocorre após 1 ano do inicio dos sintomas.
O que encabeça os sintomas da IFF é uma insônia incontrolável progressiva, associada a sonambulismo, alucinações e distúrbios do sistema nervoso autônomo (que sugerem um desvio do sistema simpático, ocasionando taquicardia, hipertensão, suor excessivo, e hipertermia). Um aumento da circulação de catecolaminas leva a mudanças cognitivas, tais como distúrbio da atenção, déficits de memória imediata, sem, no entanto, ocorrer diminuição do nível de inteligência. Déficits motores como dificuldade para caminhar ou manifestações endócrinas também podem ocorrer.
As alterações do sono, provocadas pela doença, a principio não são reconhecidas, devendo o médico aprofundar-se nos detalhes familiares e no prontuário do paciente. As mudanças cognitivas tardias incluem um estado de confusão mental que desembocará em um quadro de demência, e por fim na morte.
Os homens iniciam este quadro por volta dos 50 anos, sendo que a maioria dos casos ocorre entre os 20 e os 61 anos de idade.
A duração típica da IFF é de 7 a 36 meses, com uma média de duração de 18 meses.
Clinicamente delineou se 4 estágios da doença, que progridem de distúrbio moderado até incapacitação total.

O diagnóstico baseia - se, inicialmente, na historia do paciente e também na historia familiar. Casos são graves, de duração moderada, levando invariavelmente à morte em um período de aproximadamente 1 ano. Durante o período de maior sintomatologia o paciente apresenta demência, tremores musculares e dificuldade em caminhar. Não é uma doença genética associada ao sexo. É rara em pacientes de origem asiática, sendo que o primeiro caso de Insônia Familiar fatal em chineses foi descrito somente em 2004.
Exames laboratoriais nem sempre estão disponíveis. O Eletroencefalograma (EEC) mostrará alterações, sendo que foram descritos pacientes que aparentam estar dormindo, mas ao EEC permaneciam "acordados".

As alterações cerebrais incluem uma degeneração talâmica, cerebelar e do córtex cerebral. Essa degeneração resulta do acúmulo anormal de uma proteína, a PrPres no cérebro. Existem duas explicações para a degeneração cerebral, provocada por esta proteína: ou apenas certas partes do cérebro são afetadas por ela, já que outros setores cerebrais não se manifestam na doença ou ela alteraria outra proteína, a PrNP, que seria a responsável pela proteção cerebral e conseqüentemente o cérebro estaria vulnerável. Em animais observou-se que a PrP é uma proteína que é necessária para o sono.
Na IFF o sono vai reduzindo progressivamente, até que ocorra uma redução total da sua duração e uma desorganização intensa do ciclo de organização do sono.
O ritmo circadiano do sono envolve uma substancia, a melatonina, que vai desaparecendo aos poucos nessa doença, até finalmente extinguir-se. A somatotrofina também mostra uma diminuição semelhante, até desaparecer, quando ocorre a perda do sono profundo. Somente a prolactina, que também influencia no sono mantém seu ritmo inalterado.

A literatura clinica não relata um tratamento definitivo. Além de tratamentos paliativos, as intervenções se baseiam no fato de que alguns sintomas podem ser secundários à insônia, e outros resultam diretamente da doença. Estratégias resultantes de tentativas podem projetar o sono e aumentar posteriormente o estado de alerta.
As intervenções tentadas incluem suplemento com vitaminas, narcolepticos, anestesia, estimulantes, deprivação sensorial, exercícios, tratamentos à base de luz, hormônio do crescimento e tratamentos com eletrochoques.
Os tratamentos existentes na atualidade, para a FFI, são apenas paliativos. Sedativos e benzodiazepínicos foram tentados sem sucesso. Tentativa de tratamento com gama hidroxibutirato (GHB), tiveram sucesso apenas temporário. Durante o tratamento o paciente mostrou melhor coordenação e um estado permanentemente mais alerta.
O tratamento da insônia, com certeza, mesmo que levando apenas a uma melhora discreta, pode influenciar positivamente o paciente, melhorando a qualidade de vida dos seus dias restantes.

O paciente, portador desta patologia, geralmente supera a media de tempo de sobrevivência sem dormir, em mais ou menos 1 ano, tempo que é suficiente para escrever um livro ou dirigir com sucesso centenas de kilometros.
A conclusão dos tratamentos tentados, leva a um aumento do tempo de vida durante a doença, embora não exista uma prevenção, nem previsão da morte. Espera se que algum destes métodos possa inspirar terapias futuras.

A causa precisa da morte, em pacientes com FFI, ainda não está clara. Embora as alterações degenerativas cerebrais falem a favor de uma morte tardia, o quadro ainda não está totalmente esclarecido. Pode ser que a insônia determine alterações de certas funções, que são de realização automática pelo cérebro, e que isso leve à morte do portador de FFI, mesmo sem a presença de degenerações cerebrais importantes. A existência desta possibilidade abre caminho pra que um tratamento mais agressivo da insônia seja estabelecido, e que isso possa prolongar a vida do paciente.
Os benefícios do sono já foram demonstrados tanto em humanos quanto em animais. Em animais, a privação total do sono resultou em morte, em torno de 4 a 6 dias para os filhotes e 2 a 4 semanas para camundongos. A morte é precedida por perda de peso, mesmo se o paciente estiver se alimentando, fraqueza, diminuição da ação do hormônio tireoidiano, maior atividade do sistema simpático e menor resistência à infecção.



boaSaúde
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Neste Artigo:


A insônia familiar fatal (IFF) é uma patologia neurovegetativa, geneticamente transmitida, que produz um grande sofrimento e que não tem um tratamento ou cura.
As alterações do sono, provocadas pela doença, a principio não são reconhecidas, devendo o médico aprofundar-se nos detalhes familiares e no prontuário do paciente. As mudanças cognitivas tardias incluem um estado de confusão mental que desembocará em um quadro de demência, e por fim na morte.
Os homens iniciam este quadro por volta dos 50 anos, sendo que a maioria dos casos ocorre entre os 20 e os 61 anos de idade.
A duração típica da IFF é de 7 a 36 meses, com uma média de duração de 18 meses.

A Insônia Familiar Fatal (IFF) é uma doença hereditária, autossômica, dominante, na qual a aspargina (Aminoácido presente no DNA) é substituído pelo ácido aspartico. É uma doença rara sendo que apenas 60 casos foram identificados, em todo o mundo, desde sua primeira descrição em 1986. O período de incubação é muito variável e pode ser demorar até 30 anos para que a doença comece a se manifestar.
A morte geralmente ocorre após 1 ano do inicio dos sintomas.
O que encabeça os sintomas da IFF é uma insônia incontrolável progressiva, associada a sonambulismo, alucinações e distúrbios do sistema nervoso autônomo (que sugerem um desvio do sistema simpático, ocasionando taquicardia, hipertensão, suor excessivo, e hipertermia). Um aumento da circulação de catecolaminas leva a mudanças cognitivas, tais como distúrbio da atenção, déficits de memória imediata, sem, no entanto, ocorrer diminuição do nível de inteligência. Déficits motores como dificuldade para caminhar ou manifestações endócrinas também podem ocorrer.
As alterações do sono, provocadas pela doença, a principio não são reconhecidas, devendo o médico aprofundar-se nos detalhes familiares e no prontuário do paciente. As mudanças cognitivas tardias incluem um estado de confusão mental que desembocará em um quadro de demência, e por fim na morte.
Os homens iniciam este quadro por volta dos 50 anos, sendo que a maioria dos casos ocorre entre os 20 e os 61 anos de idade.
A duração típica da IFF é de 7 a 36 meses, com uma média de duração de 18 meses.
Clinicamente delineou se 4 estágios da doença, que progridem de distúrbio moderado até incapacitação total.

O diagnóstico baseia - se, inicialmente, na historia do paciente e também na historia familiar. Casos são graves, de duração moderada, levando invariavelmente à morte em um período de aproximadamente 1 ano. Durante o período de maior sintomatologia o paciente apresenta demência, tremores musculares e dificuldade em caminhar. Não é uma doença genética associada ao sexo. É rara em pacientes de origem asiática, sendo que o primeiro caso de Insônia Familiar fatal em chineses foi descrito somente em 2004.
Exames laboratoriais nem sempre estão disponíveis. O Eletroencefalograma (EEC) mostrará alterações, sendo que foram descritos pacientes que aparentam estar dormindo, mas ao EEC permaneciam "acordados".

As alterações cerebrais incluem uma degeneração talâmica, cerebelar e do córtex cerebral. Essa degeneração resulta do acúmulo anormal de uma proteína, a PrPres no cérebro. Existem duas explicações para a degeneração cerebral, provocada por esta proteína: ou apenas certas partes do cérebro são afetadas por ela, já que outros setores cerebrais não se manifestam na doença ou ela alteraria outra proteína, a PrNP, que seria a responsável pela proteção cerebral e conseqüentemente o cérebro estaria vulnerável. Em animais observou-se que a PrP é uma proteína que é necessária para o sono.
Na IFF o sono vai reduzindo progressivamente, até que ocorra uma redução total da sua duração e uma desorganização intensa do ciclo de organização do sono.
O ritmo circadiano do sono envolve uma substancia, a melatonina, que vai desaparecendo aos poucos nessa doença, até finalmente extinguir-se. A somatotrofina também mostra uma diminuição semelhante, até desaparecer, quando ocorre a perda do sono profundo. Somente a prolactina, que também influencia no sono mantém seu ritmo inalterado.

A literatura clinica não relata um tratamento definitivo. Além de tratamentos paliativos, as intervenções se baseiam no fato de que alguns sintomas podem ser secundários à insônia, e outros resultam diretamente da doença. Estratégias resultantes de tentativas podem projetar o sono e aumentar posteriormente o estado de alerta.
As intervenções tentadas incluem suplemento com vitaminas, narcolepticos, anestesia, estimulantes, deprivação sensorial, exercícios, tratamentos à base de luz, hormônio do crescimento e tratamentos com eletrochoques.
Os tratamentos existentes na atualidade, para a FFI, são apenas paliativos. Sedativos e benzodiazepínicos foram tentados sem sucesso. Tentativa de tratamento com gama hidroxibutirato (GHB), tiveram sucesso apenas temporário. Durante o tratamento o paciente mostrou melhor coordenação e um estado permanentemente mais alerta.
O tratamento da insônia, com certeza, mesmo que levando apenas a uma melhora discreta, pode influenciar positivamente o paciente, melhorando a qualidade de vida dos seus dias restantes.

O paciente, portador desta patologia, geralmente supera a media de tempo de sobrevivência sem dormir, em mais ou menos 1 ano, tempo que é suficiente para escrever um livro ou dirigir com sucesso centenas de kilometros.
A conclusão dos tratamentos tentados, leva a um aumento do tempo de vida durante a doença, embora não exista uma prevenção, nem previsão da morte. Espera se que algum destes métodos possa inspirar terapias futuras.

A causa precisa da morte, em pacientes com FFI, ainda não está clara. Embora as alterações degenerativas cerebrais falem a favor de uma morte tardia, o quadro ainda não está totalmente esclarecido. Pode ser que a insônia determine alterações de certas funções, que são de realização automática pelo cérebro, e que isso leve à morte do portador de FFI, mesmo sem a presença de degenerações cerebrais importantes. A existência desta possibilidade abre caminho pra que um tratamento mais agressivo da insônia seja estabelecido, e que isso possa prolongar a vida do paciente.
Os benefícios do sono já foram demonstrados tanto em humanos quanto em animais. Em animais, a privação total do sono resultou em morte, em torno de 4 a 6 dias para os filhotes e 2 a 4 semanas para camundongos. A morte é precedida por perda de peso, mesmo se o paciente estiver se alimentando, fraqueza, diminuição da ação do hormônio tireoidiano, maior atividade do sistema simpático e menor resistência à infecção.



boaSaúde
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A subsecretária de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente do Brasil, Carmen Silveira, disse hoje à Agência EFE que o país não quer que a internet se transforme em uma nova área de violação dos direitos infantis.
“Nossa diferença em relação às propostas de outros países é a preocupação que temos de que a internet não seja um novo campo para violar os direitos da criança e do adolescente”, explicou Carmen, citando a relação entre a rede e a pornografia infantil e juvenil.
A representante brasileira participa da XI Conferência Ministerial Ibero-Americana de Infância e Adolescência, que termina hoje em Lisboa e na qual 14 países da região compartilharam projetos e experiências para prevenir desigualdades e garantir os direitos da infância.
A necessidade de uma estratégia que incentive uma maior inclusão digital, tanto para as novas gerações como para seu entorno – pais e familiares, entre outros -, foi um dos eixos do acesso das crianças às tecnologias destacado por Carmen.
Citou também o plano de seu Governo para doar um computador a cada aluno brasileiro, iniciativa que vem acompanhada de uma “capacitação” dos professores para aumentar a eficácia do programa.
Além disso, explicou que o Brasil deu passos “importantes” em sua legislação sobre pornografia infantil e juvenil e já classifica como delito a “posse” e armazenamento desse material e não só sua comercialização.
A subsecretária ressaltou que o Brasil criou uma página web, em colaboração com a Polícia e a Interpol, para tramitar denúncias e dar conselhos a crianças e adolescentes sobre como navegar na rede de “forma segura”.
Combater o trabalho infantil é, segundo Carmen, outro dos grandes desafios enfrentados pelo país, onde crianças e adolescentes estão expostos a trabalhos domésticos e na agricultura, além de exploração sexual.
“Não só nos preocupam os abusos que vêm de quem faz turismo sexual, mas também os que procedem de agressores locais”, ressaltou.



G1
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A subsecretária de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente do Brasil, Carmen Silveira, disse hoje à Agência EFE que o país não quer que a internet se transforme em uma nova área de violação dos direitos infantis.
“Nossa diferença em relação às propostas de outros países é a preocupação que temos de que a internet não seja um novo campo para violar os direitos da criança e do adolescente”, explicou Carmen, citando a relação entre a rede e a pornografia infantil e juvenil.
A representante brasileira participa da XI Conferência Ministerial Ibero-Americana de Infância e Adolescência, que termina hoje em Lisboa e na qual 14 países da região compartilharam projetos e experiências para prevenir desigualdades e garantir os direitos da infância.
A necessidade de uma estratégia que incentive uma maior inclusão digital, tanto para as novas gerações como para seu entorno – pais e familiares, entre outros -, foi um dos eixos do acesso das crianças às tecnologias destacado por Carmen.
Citou também o plano de seu Governo para doar um computador a cada aluno brasileiro, iniciativa que vem acompanhada de uma “capacitação” dos professores para aumentar a eficácia do programa.
Além disso, explicou que o Brasil deu passos “importantes” em sua legislação sobre pornografia infantil e juvenil e já classifica como delito a “posse” e armazenamento desse material e não só sua comercialização.
A subsecretária ressaltou que o Brasil criou uma página web, em colaboração com a Polícia e a Interpol, para tramitar denúncias e dar conselhos a crianças e adolescentes sobre como navegar na rede de “forma segura”.
Combater o trabalho infantil é, segundo Carmen, outro dos grandes desafios enfrentados pelo país, onde crianças e adolescentes estão expostos a trabalhos domésticos e na agricultura, além de exploração sexual.
“Não só nos preocupam os abusos que vêm de quem faz turismo sexual, mas também os que procedem de agressores locais”, ressaltou.



G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:21  comentar


A subsecretária de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente do Brasil, Carmen Silveira, disse hoje à Agência EFE que o país não quer que a internet se transforme em uma nova área de violação dos direitos infantis.
“Nossa diferença em relação às propostas de outros países é a preocupação que temos de que a internet não seja um novo campo para violar os direitos da criança e do adolescente”, explicou Carmen, citando a relação entre a rede e a pornografia infantil e juvenil.
A representante brasileira participa da XI Conferência Ministerial Ibero-Americana de Infância e Adolescência, que termina hoje em Lisboa e na qual 14 países da região compartilharam projetos e experiências para prevenir desigualdades e garantir os direitos da infância.
A necessidade de uma estratégia que incentive uma maior inclusão digital, tanto para as novas gerações como para seu entorno – pais e familiares, entre outros -, foi um dos eixos do acesso das crianças às tecnologias destacado por Carmen.
Citou também o plano de seu Governo para doar um computador a cada aluno brasileiro, iniciativa que vem acompanhada de uma “capacitação” dos professores para aumentar a eficácia do programa.
Além disso, explicou que o Brasil deu passos “importantes” em sua legislação sobre pornografia infantil e juvenil e já classifica como delito a “posse” e armazenamento desse material e não só sua comercialização.
A subsecretária ressaltou que o Brasil criou uma página web, em colaboração com a Polícia e a Interpol, para tramitar denúncias e dar conselhos a crianças e adolescentes sobre como navegar na rede de “forma segura”.
Combater o trabalho infantil é, segundo Carmen, outro dos grandes desafios enfrentados pelo país, onde crianças e adolescentes estão expostos a trabalhos domésticos e na agricultura, além de exploração sexual.
“Não só nos preocupam os abusos que vêm de quem faz turismo sexual, mas também os que procedem de agressores locais”, ressaltou.



G1
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Donos com mais de um animal em Ghangzhou terão de escolher qual não será sacrificado; problema de raiva na província é agudo.

Autoridades de Guangzhou, na China, anunciaram que levarão a cabo a partir do mês que vem uma "política de um só cão de estimação" para tentar reduzir o número de vira-latas nas ruas da cidade.
Pelas novas regras, os donos que tiverem mais de um cão terão de escolher qual deles manterão. Se não conseguirem encontrar um lar para os outros animais, eles serão sacrificados, afirmaram as autoridades.
Guangzhou, na província de Guangdong, tem desfrutado nos últimos anos de fartos recursos provenientes do forte ritmo de crescimento da economia chinesa.
Ter um animal de estimação, algo que durante a era de Mao Tse Tung era considerado "pequeno-burguês" e decadente, passou a atrair famílias que pela primeira vez se tornaram proprietárias de animais.
O problema é que, segundo o correspondente da BBC em Xangai, Chris Hogg, muitas vezes os donos não se preocupam em castrar os animais ou se cansam deles, fazendo com que os cães acabem nas ruas.
O correspondente disse que a província tem um problema sério de raiva - doença que mata milhares de pessoas em todo o país.
No início deste mês, uma cidade na província de Shaanxi, no norte da China, ordenou o sacrifício de todos os cães em áreas afetadas pela raiva, que havia matado 12 pessoas pouco antes. Mais de 36 mil animais foram mortos.
Iniciativa semelhante gerou uma onda de protestos em Pequim três anos atrás, quando cerca de 30 mil cães foram removidos das ruas da cidade.
Em Guangzhou, contou o correspondente da BBC, os donos de animais estão agora buscando brechas na legislação que os permitam manter seus cães - ou esperando que, após os primeiros momentos da "política de um só cão", as autoridades simplesmente se cansem de fazer cumprir a lei.

SE MATAM AS MENINAS, O QUE SERÁ FEITO ENTÃO AOS ANIMAIS!



G1
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link do postPor anjoseguerreiros, às 11:42  comentar

Donos com mais de um animal em Ghangzhou terão de escolher qual não será sacrificado; problema de raiva na província é agudo.

Autoridades de Guangzhou, na China, anunciaram que levarão a cabo a partir do mês que vem uma "política de um só cão de estimação" para tentar reduzir o número de vira-latas nas ruas da cidade.
Pelas novas regras, os donos que tiverem mais de um cão terão de escolher qual deles manterão. Se não conseguirem encontrar um lar para os outros animais, eles serão sacrificados, afirmaram as autoridades.
Guangzhou, na província de Guangdong, tem desfrutado nos últimos anos de fartos recursos provenientes do forte ritmo de crescimento da economia chinesa.
Ter um animal de estimação, algo que durante a era de Mao Tse Tung era considerado "pequeno-burguês" e decadente, passou a atrair famílias que pela primeira vez se tornaram proprietárias de animais.
O problema é que, segundo o correspondente da BBC em Xangai, Chris Hogg, muitas vezes os donos não se preocupam em castrar os animais ou se cansam deles, fazendo com que os cães acabem nas ruas.
O correspondente disse que a província tem um problema sério de raiva - doença que mata milhares de pessoas em todo o país.
No início deste mês, uma cidade na província de Shaanxi, no norte da China, ordenou o sacrifício de todos os cães em áreas afetadas pela raiva, que havia matado 12 pessoas pouco antes. Mais de 36 mil animais foram mortos.
Iniciativa semelhante gerou uma onda de protestos em Pequim três anos atrás, quando cerca de 30 mil cães foram removidos das ruas da cidade.
Em Guangzhou, contou o correspondente da BBC, os donos de animais estão agora buscando brechas na legislação que os permitam manter seus cães - ou esperando que, após os primeiros momentos da "política de um só cão", as autoridades simplesmente se cansem de fazer cumprir a lei.

SE MATAM AS MENINAS, O QUE SERÁ FEITO ENTÃO AOS ANIMAIS!



G1
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Donos com mais de um animal em Ghangzhou terão de escolher qual não será sacrificado; problema de raiva na província é agudo.

Autoridades de Guangzhou, na China, anunciaram que levarão a cabo a partir do mês que vem uma "política de um só cão de estimação" para tentar reduzir o número de vira-latas nas ruas da cidade.
Pelas novas regras, os donos que tiverem mais de um cão terão de escolher qual deles manterão. Se não conseguirem encontrar um lar para os outros animais, eles serão sacrificados, afirmaram as autoridades.
Guangzhou, na província de Guangdong, tem desfrutado nos últimos anos de fartos recursos provenientes do forte ritmo de crescimento da economia chinesa.
Ter um animal de estimação, algo que durante a era de Mao Tse Tung era considerado "pequeno-burguês" e decadente, passou a atrair famílias que pela primeira vez se tornaram proprietárias de animais.
O problema é que, segundo o correspondente da BBC em Xangai, Chris Hogg, muitas vezes os donos não se preocupam em castrar os animais ou se cansam deles, fazendo com que os cães acabem nas ruas.
O correspondente disse que a província tem um problema sério de raiva - doença que mata milhares de pessoas em todo o país.
No início deste mês, uma cidade na província de Shaanxi, no norte da China, ordenou o sacrifício de todos os cães em áreas afetadas pela raiva, que havia matado 12 pessoas pouco antes. Mais de 36 mil animais foram mortos.
Iniciativa semelhante gerou uma onda de protestos em Pequim três anos atrás, quando cerca de 30 mil cães foram removidos das ruas da cidade.
Em Guangzhou, contou o correspondente da BBC, os donos de animais estão agora buscando brechas na legislação que os permitam manter seus cães - ou esperando que, após os primeiros momentos da "política de um só cão", as autoridades simplesmente se cansem de fazer cumprir a lei.

SE MATAM AS MENINAS, O QUE SERÁ FEITO ENTÃO AOS ANIMAIS!



G1
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Divertir-se com a família no parque de diversões é uma ótima pedida para o feriado! Antes de sair de casa, porém, confira a nossa lista com dicas para aproveitar cada momento com segurança.

1) Para os bebês, o programa pode ser cansativo ou mesmo perigoso. O ideal é levar a criança a esse tipo de passeio a partir do momento que ela começar a andar. Mas nem todos os parques de diversão têm brinquedos para menores de 4 anos, por isso, convém checar com antecedência;

2) O protetor solar é fundamental para quem vai passar o dia inteiro ao ar livre. Aplique nas crianças antes mesmo de sair de casa e outras vezes ao longo do passeio;

3) Saia de casa preparado, com lanches e bebidas na mochila. É muito difícil encontrar opções saudáveis nos parques de diversões. Claro que todo mundo tem direito a comer guloseimas nos dias de folga, mas não dá para abusar. Em dias quentes, ofereça água às crianças várias vezes (entretidas com os brinquedos, elas não vão pedir!) para evitar a desidratação;

4) Por segurança, há um limite mínimo de altura exigido para entrar na maioria dos brinquedos, que fica entre 1,30 a 1,40 m. No entanto, vale confrontar a altura com a faixa etária do seu filho. Se ele for considerado alto para a idade, por exemplo, vai atingir o limite antes das outras crianças. Será que está preparado para brincar na montanha-russa mais radical do parque mesmo assim? Vale o bom senso dos pais;

5) Atenção às aglomerações! Um minuto de descuido é o suficiente para a criança se perder dos pais. Para se divertir sem riscos, o ideal é que o grupo tenha um adulto para tomar conta de cada criança, se possível. Outra medida importante é colocar pulseiras com os dados (nome e telefone celular dos pais) nos menores e combinar um ponto de encontro caso algum adulto do grupo se perca.

Consultoria: Marcelo Reibscheid, pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz, de São Paulo


Crescer
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Divertir-se com a família no parque de diversões é uma ótima pedida para o feriado! Antes de sair de casa, porém, confira a nossa lista com dicas para aproveitar cada momento com segurança.

1) Para os bebês, o programa pode ser cansativo ou mesmo perigoso. O ideal é levar a criança a esse tipo de passeio a partir do momento que ela começar a andar. Mas nem todos os parques de diversão têm brinquedos para menores de 4 anos, por isso, convém checar com antecedência;

2) O protetor solar é fundamental para quem vai passar o dia inteiro ao ar livre. Aplique nas crianças antes mesmo de sair de casa e outras vezes ao longo do passeio;

3) Saia de casa preparado, com lanches e bebidas na mochila. É muito difícil encontrar opções saudáveis nos parques de diversões. Claro que todo mundo tem direito a comer guloseimas nos dias de folga, mas não dá para abusar. Em dias quentes, ofereça água às crianças várias vezes (entretidas com os brinquedos, elas não vão pedir!) para evitar a desidratação;

4) Por segurança, há um limite mínimo de altura exigido para entrar na maioria dos brinquedos, que fica entre 1,30 a 1,40 m. No entanto, vale confrontar a altura com a faixa etária do seu filho. Se ele for considerado alto para a idade, por exemplo, vai atingir o limite antes das outras crianças. Será que está preparado para brincar na montanha-russa mais radical do parque mesmo assim? Vale o bom senso dos pais;

5) Atenção às aglomerações! Um minuto de descuido é o suficiente para a criança se perder dos pais. Para se divertir sem riscos, o ideal é que o grupo tenha um adulto para tomar conta de cada criança, se possível. Outra medida importante é colocar pulseiras com os dados (nome e telefone celular dos pais) nos menores e combinar um ponto de encontro caso algum adulto do grupo se perca.

Consultoria: Marcelo Reibscheid, pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz, de São Paulo


Crescer
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Divertir-se com a família no parque de diversões é uma ótima pedida para o feriado! Antes de sair de casa, porém, confira a nossa lista com dicas para aproveitar cada momento com segurança.

1) Para os bebês, o programa pode ser cansativo ou mesmo perigoso. O ideal é levar a criança a esse tipo de passeio a partir do momento que ela começar a andar. Mas nem todos os parques de diversão têm brinquedos para menores de 4 anos, por isso, convém checar com antecedência;

2) O protetor solar é fundamental para quem vai passar o dia inteiro ao ar livre. Aplique nas crianças antes mesmo de sair de casa e outras vezes ao longo do passeio;

3) Saia de casa preparado, com lanches e bebidas na mochila. É muito difícil encontrar opções saudáveis nos parques de diversões. Claro que todo mundo tem direito a comer guloseimas nos dias de folga, mas não dá para abusar. Em dias quentes, ofereça água às crianças várias vezes (entretidas com os brinquedos, elas não vão pedir!) para evitar a desidratação;

4) Por segurança, há um limite mínimo de altura exigido para entrar na maioria dos brinquedos, que fica entre 1,30 a 1,40 m. No entanto, vale confrontar a altura com a faixa etária do seu filho. Se ele for considerado alto para a idade, por exemplo, vai atingir o limite antes das outras crianças. Será que está preparado para brincar na montanha-russa mais radical do parque mesmo assim? Vale o bom senso dos pais;

5) Atenção às aglomerações! Um minuto de descuido é o suficiente para a criança se perder dos pais. Para se divertir sem riscos, o ideal é que o grupo tenha um adulto para tomar conta de cada criança, se possível. Outra medida importante é colocar pulseiras com os dados (nome e telefone celular dos pais) nos menores e combinar um ponto de encontro caso algum adulto do grupo se perca.

Consultoria: Marcelo Reibscheid, pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz, de São Paulo


Crescer
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O ambiente onde seu filho passa boa parte do dia deve ser adaptado para recebê-lo sem problemas

As crianças passam cada vez mais tempo na escola. Embora a incidência de acidentes graves seja menor do que no trânsito ou em casa, não dá para arriscar. “É importante criar um ambiente adequado para cada faixa etária”, diz Liamara Montagner, coordenadora de educação infantil do Colégio Santo Américo, de São Paulo. O desafio, segundo ela, é estimular com segurança. Afinal, correr e brincar fazem parte do desenvolvimento.

O lugar mais propício aos acidentes é o playground. Por isso, verifique se os equipamentos da escola do seu filho seguem as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas e Técnicas). Uma delas é a barreira de segurança em torno dos balanços. Elas servem para impedir que as crianças ao redor passem correndo e sejam atingidas pelos brinquedos em movimento. Outra medida importante diz respeito ao piso dos parquinhos e das quadras esportivas. “Devem ser de areia fofa, grama ou emborrachado, para absorver o impacto”, diz Alessandra Françoia, coordenadora nacional da ONG Criança Segura. Mas o espaço interno também precisa de adaptações.

No caso dos menores, por exemplo, as cadeiras e as pias devem ter a altura adequada para garantir que as crianças se movimentem com autonomia e segurança. As escadas também podem oferecer riscos. O ideal é que até os 4 anos de idade, as crianças só andem dentro da escola acompanhadas por adultos. As janelas, assim como em casa, precisam de grades de proteção.

As medidas de segurança de casa, em geral, devem ser transferidas para a escola. Isso inclui também ensinar as crianças a respeitar os colegas, pois um empurrão de brincadeira pode causar um machucado grave, e a cuidar de si mesma. Noções e valores que, obviamente, são aprendidas com o tempo. Por isso, a supervisão de um adulto deve ser constante.
Mesmo com todos os cuidados, é impossível garantir que seu filho nunca vá voltar para casa com um arranhão. Por isso, outra característica importante é a qualidade dos primeiros-socorros. A escola deve ter pessoas treinadas para lidar com qualquer tipo de emergência, de engasgos a torções. Alessandra Françoia, da Criança Segura, faz um resumo:
“Uma escola segura é um misto de adaptação, orientação e supervisão”.



Crescer
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:29  comentar

O ambiente onde seu filho passa boa parte do dia deve ser adaptado para recebê-lo sem problemas

As crianças passam cada vez mais tempo na escola. Embora a incidência de acidentes graves seja menor do que no trânsito ou em casa, não dá para arriscar. “É importante criar um ambiente adequado para cada faixa etária”, diz Liamara Montagner, coordenadora de educação infantil do Colégio Santo Américo, de São Paulo. O desafio, segundo ela, é estimular com segurança. Afinal, correr e brincar fazem parte do desenvolvimento.

O lugar mais propício aos acidentes é o playground. Por isso, verifique se os equipamentos da escola do seu filho seguem as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas e Técnicas). Uma delas é a barreira de segurança em torno dos balanços. Elas servem para impedir que as crianças ao redor passem correndo e sejam atingidas pelos brinquedos em movimento. Outra medida importante diz respeito ao piso dos parquinhos e das quadras esportivas. “Devem ser de areia fofa, grama ou emborrachado, para absorver o impacto”, diz Alessandra Françoia, coordenadora nacional da ONG Criança Segura. Mas o espaço interno também precisa de adaptações.

No caso dos menores, por exemplo, as cadeiras e as pias devem ter a altura adequada para garantir que as crianças se movimentem com autonomia e segurança. As escadas também podem oferecer riscos. O ideal é que até os 4 anos de idade, as crianças só andem dentro da escola acompanhadas por adultos. As janelas, assim como em casa, precisam de grades de proteção.

As medidas de segurança de casa, em geral, devem ser transferidas para a escola. Isso inclui também ensinar as crianças a respeitar os colegas, pois um empurrão de brincadeira pode causar um machucado grave, e a cuidar de si mesma. Noções e valores que, obviamente, são aprendidas com o tempo. Por isso, a supervisão de um adulto deve ser constante.
Mesmo com todos os cuidados, é impossível garantir que seu filho nunca vá voltar para casa com um arranhão. Por isso, outra característica importante é a qualidade dos primeiros-socorros. A escola deve ter pessoas treinadas para lidar com qualquer tipo de emergência, de engasgos a torções. Alessandra Françoia, da Criança Segura, faz um resumo:
“Uma escola segura é um misto de adaptação, orientação e supervisão”.



Crescer
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O ambiente onde seu filho passa boa parte do dia deve ser adaptado para recebê-lo sem problemas

As crianças passam cada vez mais tempo na escola. Embora a incidência de acidentes graves seja menor do que no trânsito ou em casa, não dá para arriscar. “É importante criar um ambiente adequado para cada faixa etária”, diz Liamara Montagner, coordenadora de educação infantil do Colégio Santo Américo, de São Paulo. O desafio, segundo ela, é estimular com segurança. Afinal, correr e brincar fazem parte do desenvolvimento.

O lugar mais propício aos acidentes é o playground. Por isso, verifique se os equipamentos da escola do seu filho seguem as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas e Técnicas). Uma delas é a barreira de segurança em torno dos balanços. Elas servem para impedir que as crianças ao redor passem correndo e sejam atingidas pelos brinquedos em movimento. Outra medida importante diz respeito ao piso dos parquinhos e das quadras esportivas. “Devem ser de areia fofa, grama ou emborrachado, para absorver o impacto”, diz Alessandra Françoia, coordenadora nacional da ONG Criança Segura. Mas o espaço interno também precisa de adaptações.

No caso dos menores, por exemplo, as cadeiras e as pias devem ter a altura adequada para garantir que as crianças se movimentem com autonomia e segurança. As escadas também podem oferecer riscos. O ideal é que até os 4 anos de idade, as crianças só andem dentro da escola acompanhadas por adultos. As janelas, assim como em casa, precisam de grades de proteção.

As medidas de segurança de casa, em geral, devem ser transferidas para a escola. Isso inclui também ensinar as crianças a respeitar os colegas, pois um empurrão de brincadeira pode causar um machucado grave, e a cuidar de si mesma. Noções e valores que, obviamente, são aprendidas com o tempo. Por isso, a supervisão de um adulto deve ser constante.
Mesmo com todos os cuidados, é impossível garantir que seu filho nunca vá voltar para casa com um arranhão. Por isso, outra característica importante é a qualidade dos primeiros-socorros. A escola deve ter pessoas treinadas para lidar com qualquer tipo de emergência, de engasgos a torções. Alessandra Françoia, da Criança Segura, faz um resumo:
“Uma escola segura é um misto de adaptação, orientação e supervisão”.



Crescer
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Acidentes fatais com crianças que caíram de edifícios servem de alerta

Janelas sem grades de proteção e crianças desacompanhadas: combinação que pode terminar em tragédia. Só este ano, duas crianças foram vitimas fatais de acidentes desse tipo.
Em abril, um menino de 2 anos caiu do terceiro andar de um edifício em Belo Horizonte (MG). Ele vivia com os avós, no interior do estado, mas estava passando uns dias na casa da tia, onde não havia proteção nas janelas.
No mês de maio, a vitima foi uma menina de dez anos da zona leste de São Paulo (SP). Ela brincava de pular na cama na casa de uma amiga, que morava no mesmo prédio, quando caiu pela janela do terceiro andar. O condomínio, segundo a família, não permitia o uso de grades na fachada dos edifícios.
De acordo com dados do Ministério da Saúde, as quedas são a principal causa de atendimento de crianças de 0 a 9 anos nas unidades de urgência do Sistema Único de Saúde. Aqui se incluem pequenos incidentes, como cair do trocador, a fatalidades como as citadas acima.
Cerca de 70% dos casos acontece em casa e está associada à ausência de um cuidador. Por isso, todo cuidado é pouco.
O pediatra Victor Nudelman, do Hospital Israelita Albert Einstein, explica que famílias que vivem em edifícios e sobrados devem instalar grades e redes de proteção (com aberturas pequenas e resistentes ao estiramento) antes mesmo do bebê aprender a andar. “As crianças aprendem coisas novas a cada dia, quando os adultos menos esperam”, diz.
Virar do trocador aos 4 meses, escalar o sofá aos 9, subir escadas com 1 ano de idade, por exemplo, são situações comuns. Outra razão, segundo o pediatra, para nunca deixar o bebê desacompanhado. Ao invés do andador, que é contra-indicado pela Sociedade Brasileira de Pediatria, prefira o cercadinho. Confira mais dicas de especialistas para proteger seu filho contra quedas em nosso manual.



Crescer
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:14  comentar

Acidentes fatais com crianças que caíram de edifícios servem de alerta

Janelas sem grades de proteção e crianças desacompanhadas: combinação que pode terminar em tragédia. Só este ano, duas crianças foram vitimas fatais de acidentes desse tipo.
Em abril, um menino de 2 anos caiu do terceiro andar de um edifício em Belo Horizonte (MG). Ele vivia com os avós, no interior do estado, mas estava passando uns dias na casa da tia, onde não havia proteção nas janelas.
No mês de maio, a vitima foi uma menina de dez anos da zona leste de São Paulo (SP). Ela brincava de pular na cama na casa de uma amiga, que morava no mesmo prédio, quando caiu pela janela do terceiro andar. O condomínio, segundo a família, não permitia o uso de grades na fachada dos edifícios.
De acordo com dados do Ministério da Saúde, as quedas são a principal causa de atendimento de crianças de 0 a 9 anos nas unidades de urgência do Sistema Único de Saúde. Aqui se incluem pequenos incidentes, como cair do trocador, a fatalidades como as citadas acima.
Cerca de 70% dos casos acontece em casa e está associada à ausência de um cuidador. Por isso, todo cuidado é pouco.
O pediatra Victor Nudelman, do Hospital Israelita Albert Einstein, explica que famílias que vivem em edifícios e sobrados devem instalar grades e redes de proteção (com aberturas pequenas e resistentes ao estiramento) antes mesmo do bebê aprender a andar. “As crianças aprendem coisas novas a cada dia, quando os adultos menos esperam”, diz.
Virar do trocador aos 4 meses, escalar o sofá aos 9, subir escadas com 1 ano de idade, por exemplo, são situações comuns. Outra razão, segundo o pediatra, para nunca deixar o bebê desacompanhado. Ao invés do andador, que é contra-indicado pela Sociedade Brasileira de Pediatria, prefira o cercadinho. Confira mais dicas de especialistas para proteger seu filho contra quedas em nosso manual.



Crescer
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Acidentes fatais com crianças que caíram de edifícios servem de alerta

Janelas sem grades de proteção e crianças desacompanhadas: combinação que pode terminar em tragédia. Só este ano, duas crianças foram vitimas fatais de acidentes desse tipo.
Em abril, um menino de 2 anos caiu do terceiro andar de um edifício em Belo Horizonte (MG). Ele vivia com os avós, no interior do estado, mas estava passando uns dias na casa da tia, onde não havia proteção nas janelas.
No mês de maio, a vitima foi uma menina de dez anos da zona leste de São Paulo (SP). Ela brincava de pular na cama na casa de uma amiga, que morava no mesmo prédio, quando caiu pela janela do terceiro andar. O condomínio, segundo a família, não permitia o uso de grades na fachada dos edifícios.
De acordo com dados do Ministério da Saúde, as quedas são a principal causa de atendimento de crianças de 0 a 9 anos nas unidades de urgência do Sistema Único de Saúde. Aqui se incluem pequenos incidentes, como cair do trocador, a fatalidades como as citadas acima.
Cerca de 70% dos casos acontece em casa e está associada à ausência de um cuidador. Por isso, todo cuidado é pouco.
O pediatra Victor Nudelman, do Hospital Israelita Albert Einstein, explica que famílias que vivem em edifícios e sobrados devem instalar grades e redes de proteção (com aberturas pequenas e resistentes ao estiramento) antes mesmo do bebê aprender a andar. “As crianças aprendem coisas novas a cada dia, quando os adultos menos esperam”, diz.
Virar do trocador aos 4 meses, escalar o sofá aos 9, subir escadas com 1 ano de idade, por exemplo, são situações comuns. Outra razão, segundo o pediatra, para nunca deixar o bebê desacompanhado. Ao invés do andador, que é contra-indicado pela Sociedade Brasileira de Pediatria, prefira o cercadinho. Confira mais dicas de especialistas para proteger seu filho contra quedas em nosso manual.



Crescer
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RIO - Pesquisa realizada em 501 escolas públicas de todo o país, baseada em entrevistas com mais de 18,5 mil alunos, pais e mães, diretores, professores e funcionários, revelou que 99,3% dessas pessoas demonstram algum tipo de preconceito étnico-racial, socioeconômico, com relação a portadores de necessidades especiais, gênero, geração, orientação sexual ou territorial. O estudo, divulgado hoje (17), em São Paulo, e pioneiro no Brasil, foi realizado com o objetivo de dar subsídios para a criação de ações que transformem a escola em um ambiente de promoção da diversidade e do respeito às diferenças.
De acordo com a pesquisa Preconceito e Discriminação no Ambiente Escolar, realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) a pedido do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), 96,5% dos entrevistados têm preconceito com relação a portadores de necessidades especiais, 94,2% têm preconceito étnico-racial, 93,5% de gênero, 91% de geração, 87,5% socioeconômico, 87,3% com relação à orientação sexual e 75,95% têm preconceito territorial.

Segundo o coordenador do trabalho, José Afonso Mazzon, professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP), a pesquisa conclui que as escolas são ambientes onde o preconceito é bastante disseminado entre todos os atores.
- Não existe alguém que tenha preconceito em relação a uma área e não tenha em relação a outra. A maior parte das pessoas tem de três a cinco áreas de preconceito. O fato de todo indivíduo ser preconceituoso é generalizada e preocupante - diz.

Com relação à intensidade do preconceito, o estudo avaliou que 38,2% têm mais preconceito com relação ao gênero e que isso parte do homem com relação à mulher. Com relação à geração (idade), 37,9% têm preconceito principalmente com relação aos idosos. A intensidade da atitude preconceituosa chega a 32,4% quando se trata de portadores de necessidades especiais e fica em 26,1% com relação à orientação sexual, 25,1% quando se trata de diferença socioeconômica, 22,9% étnico-racial e 20,65% territorial.

O estudo indica ainda que 99,9% dos entrevistados desejam manter distância de algum grupo social. Os deficientes mentais são os que sofrem maior preconceito com 98,9% das pessoas com algum nível de distância social, seguido pelos homossexuais com 98,9%, ciganos (97,3%), deficientes físicos (96,2%), índios (95,3%), pobres (94,9%), moradores da periferia ou de favelas (94,6%), moradores da área rural (91,1%) e negros (90,9%).
De acordo com o diretor de Estudos e Acompanhamentos da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad) do Ministério da Educação (MEC), Daniel Chimenez, o resultado desse estudo será analisado detalhadamente uma vez que o MEC já demonstrou preocupação com o tema e com a necessidade de melhorar o ambiente escolar e de ampliar ações de respeito à diversidade.



O Globo On Line
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RIO - Pesquisa realizada em 501 escolas públicas de todo o país, baseada em entrevistas com mais de 18,5 mil alunos, pais e mães, diretores, professores e funcionários, revelou que 99,3% dessas pessoas demonstram algum tipo de preconceito étnico-racial, socioeconômico, com relação a portadores de necessidades especiais, gênero, geração, orientação sexual ou territorial. O estudo, divulgado hoje (17), em São Paulo, e pioneiro no Brasil, foi realizado com o objetivo de dar subsídios para a criação de ações que transformem a escola em um ambiente de promoção da diversidade e do respeito às diferenças.
De acordo com a pesquisa Preconceito e Discriminação no Ambiente Escolar, realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) a pedido do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), 96,5% dos entrevistados têm preconceito com relação a portadores de necessidades especiais, 94,2% têm preconceito étnico-racial, 93,5% de gênero, 91% de geração, 87,5% socioeconômico, 87,3% com relação à orientação sexual e 75,95% têm preconceito territorial.

Segundo o coordenador do trabalho, José Afonso Mazzon, professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP), a pesquisa conclui que as escolas são ambientes onde o preconceito é bastante disseminado entre todos os atores.
- Não existe alguém que tenha preconceito em relação a uma área e não tenha em relação a outra. A maior parte das pessoas tem de três a cinco áreas de preconceito. O fato de todo indivíduo ser preconceituoso é generalizada e preocupante - diz.

Com relação à intensidade do preconceito, o estudo avaliou que 38,2% têm mais preconceito com relação ao gênero e que isso parte do homem com relação à mulher. Com relação à geração (idade), 37,9% têm preconceito principalmente com relação aos idosos. A intensidade da atitude preconceituosa chega a 32,4% quando se trata de portadores de necessidades especiais e fica em 26,1% com relação à orientação sexual, 25,1% quando se trata de diferença socioeconômica, 22,9% étnico-racial e 20,65% territorial.

O estudo indica ainda que 99,9% dos entrevistados desejam manter distância de algum grupo social. Os deficientes mentais são os que sofrem maior preconceito com 98,9% das pessoas com algum nível de distância social, seguido pelos homossexuais com 98,9%, ciganos (97,3%), deficientes físicos (96,2%), índios (95,3%), pobres (94,9%), moradores da periferia ou de favelas (94,6%), moradores da área rural (91,1%) e negros (90,9%).
De acordo com o diretor de Estudos e Acompanhamentos da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad) do Ministério da Educação (MEC), Daniel Chimenez, o resultado desse estudo será analisado detalhadamente uma vez que o MEC já demonstrou preocupação com o tema e com a necessidade de melhorar o ambiente escolar e de ampliar ações de respeito à diversidade.



O Globo On Line
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RIO - Pesquisa realizada em 501 escolas públicas de todo o país, baseada em entrevistas com mais de 18,5 mil alunos, pais e mães, diretores, professores e funcionários, revelou que 99,3% dessas pessoas demonstram algum tipo de preconceito étnico-racial, socioeconômico, com relação a portadores de necessidades especiais, gênero, geração, orientação sexual ou territorial. O estudo, divulgado hoje (17), em São Paulo, e pioneiro no Brasil, foi realizado com o objetivo de dar subsídios para a criação de ações que transformem a escola em um ambiente de promoção da diversidade e do respeito às diferenças.
De acordo com a pesquisa Preconceito e Discriminação no Ambiente Escolar, realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) a pedido do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), 96,5% dos entrevistados têm preconceito com relação a portadores de necessidades especiais, 94,2% têm preconceito étnico-racial, 93,5% de gênero, 91% de geração, 87,5% socioeconômico, 87,3% com relação à orientação sexual e 75,95% têm preconceito territorial.

Segundo o coordenador do trabalho, José Afonso Mazzon, professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP), a pesquisa conclui que as escolas são ambientes onde o preconceito é bastante disseminado entre todos os atores.
- Não existe alguém que tenha preconceito em relação a uma área e não tenha em relação a outra. A maior parte das pessoas tem de três a cinco áreas de preconceito. O fato de todo indivíduo ser preconceituoso é generalizada e preocupante - diz.

Com relação à intensidade do preconceito, o estudo avaliou que 38,2% têm mais preconceito com relação ao gênero e que isso parte do homem com relação à mulher. Com relação à geração (idade), 37,9% têm preconceito principalmente com relação aos idosos. A intensidade da atitude preconceituosa chega a 32,4% quando se trata de portadores de necessidades especiais e fica em 26,1% com relação à orientação sexual, 25,1% quando se trata de diferença socioeconômica, 22,9% étnico-racial e 20,65% territorial.

O estudo indica ainda que 99,9% dos entrevistados desejam manter distância de algum grupo social. Os deficientes mentais são os que sofrem maior preconceito com 98,9% das pessoas com algum nível de distância social, seguido pelos homossexuais com 98,9%, ciganos (97,3%), deficientes físicos (96,2%), índios (95,3%), pobres (94,9%), moradores da periferia ou de favelas (94,6%), moradores da área rural (91,1%) e negros (90,9%).
De acordo com o diretor de Estudos e Acompanhamentos da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad) do Ministério da Educação (MEC), Daniel Chimenez, o resultado desse estudo será analisado detalhadamente uma vez que o MEC já demonstrou preocupação com o tema e com a necessidade de melhorar o ambiente escolar e de ampliar ações de respeito à diversidade.



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SÃO PAULO - A polícia de Rio Claro prendeu nesta quinta-feira Jair Palomino Gomes Junior, de 19 anos. Segundo a Divisão de Investigações Gerais (DIG) foi ele quem disparou o tiro que matou a menina Gabriela Nunes de Araújo, de 8 anos, durante assalto à casa da família, em um condomínio de alto padrão da cidade.
O crime ocorreu no dia 19 de maio. Gabriela levou um tiro na cabeça e morreu dois dias depois. No mesmo dia em que a morte foi anunciada, a polícia prendeu um adolescente de 17 anos em Dracena. O menor foi detido e apontado como o autor do tiro .
O delegado Paulo Nabuco, que prendeu Jair nesta quinta, disse que o adolescente que estava sendo acusado do homicídio apenas participou do roubo. Ele teria assumido a autoria do crime para livrar o comparsa. Por ser menor de idade, o adolescente teria uma pena mais branda, de apenas três anos recolhido em uma unidade Fundação Casa (ex-Febem). O crime de latrocínio - roubo seguido de morte - é punido com pena que varia de 20 a 30 anos de prisão se cometido por um adulto.
- Não importa quem atirou. Os dois responderão pelo crime, mas as investigações apontam que o autor do disparo foi o Jair, apesar de ele ter negado - disse Nabuco.
Segundo policiais da DIG, Jair estaria próximo às meninas quando atirou. Já o adolescente, além de estar a uma distância maior das vítimas, podia ser visto pela babá.
O rapaz foi preso por volta das 6h15m no Jardim Santa Elisa. Segundo o delegado, ele estava na casa de parentes em um condomínio. Mais de 20 pessoas já prestaram depoimento.
Gabriela e a irmã gêmea estavam em casa com a babá. Os pais estavam viajando. Os ladrões escalaram e pularam o muro do condomínio e invadiram a casa. O alarme da casa disparou e um dos bandidos atirou na cabeça da menina, que morreu dois dias depois. A polícia investiga a participação de funcionários do condomínio no crime. A cerca elétrica e as câmeras de segurança estavam desligadas.
Gabriela e a irmã gêmea estavam em casa com a babá. Os pais estavam viajando. Dois ladrões escalaram e pularam o muro do condomínio e invadiram a casa. O alarme da casa disparou e um dos bandidos atirou na cabeça da menina, que morreu dois dias depois .
Os ladrões fugiram e, do lado de fora do condomínio, abordaram um casal e roubaram um carro para a fuga. Da casa, eles levaram jóias e dinheiro. O pai de Gabriela, Vaneti de Araújo, é um dos sócios da agroindústria Agroceres.
A cerca elétrica e as câmeras de segurança estavam desligadas. A polícia investiga a participação de funcionários do condomínio no crime.
O adolescente já havia cometido outro crime em Rio Claro, mas havia sido solto pela Justiça.



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SÃO PAULO - A polícia de Rio Claro prendeu nesta quinta-feira Jair Palomino Gomes Junior, de 19 anos. Segundo a Divisão de Investigações Gerais (DIG) foi ele quem disparou o tiro que matou a menina Gabriela Nunes de Araújo, de 8 anos, durante assalto à casa da família, em um condomínio de alto padrão da cidade.
O crime ocorreu no dia 19 de maio. Gabriela levou um tiro na cabeça e morreu dois dias depois. No mesmo dia em que a morte foi anunciada, a polícia prendeu um adolescente de 17 anos em Dracena. O menor foi detido e apontado como o autor do tiro .
O delegado Paulo Nabuco, que prendeu Jair nesta quinta, disse que o adolescente que estava sendo acusado do homicídio apenas participou do roubo. Ele teria assumido a autoria do crime para livrar o comparsa. Por ser menor de idade, o adolescente teria uma pena mais branda, de apenas três anos recolhido em uma unidade Fundação Casa (ex-Febem). O crime de latrocínio - roubo seguido de morte - é punido com pena que varia de 20 a 30 anos de prisão se cometido por um adulto.
- Não importa quem atirou. Os dois responderão pelo crime, mas as investigações apontam que o autor do disparo foi o Jair, apesar de ele ter negado - disse Nabuco.
Segundo policiais da DIG, Jair estaria próximo às meninas quando atirou. Já o adolescente, além de estar a uma distância maior das vítimas, podia ser visto pela babá.
O rapaz foi preso por volta das 6h15m no Jardim Santa Elisa. Segundo o delegado, ele estava na casa de parentes em um condomínio. Mais de 20 pessoas já prestaram depoimento.
Gabriela e a irmã gêmea estavam em casa com a babá. Os pais estavam viajando. Os ladrões escalaram e pularam o muro do condomínio e invadiram a casa. O alarme da casa disparou e um dos bandidos atirou na cabeça da menina, que morreu dois dias depois. A polícia investiga a participação de funcionários do condomínio no crime. A cerca elétrica e as câmeras de segurança estavam desligadas.
Gabriela e a irmã gêmea estavam em casa com a babá. Os pais estavam viajando. Dois ladrões escalaram e pularam o muro do condomínio e invadiram a casa. O alarme da casa disparou e um dos bandidos atirou na cabeça da menina, que morreu dois dias depois .
Os ladrões fugiram e, do lado de fora do condomínio, abordaram um casal e roubaram um carro para a fuga. Da casa, eles levaram jóias e dinheiro. O pai de Gabriela, Vaneti de Araújo, é um dos sócios da agroindústria Agroceres.
A cerca elétrica e as câmeras de segurança estavam desligadas. A polícia investiga a participação de funcionários do condomínio no crime.
O adolescente já havia cometido outro crime em Rio Claro, mas havia sido solto pela Justiça.



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SÃO PAULO - A polícia de Rio Claro prendeu nesta quinta-feira Jair Palomino Gomes Junior, de 19 anos. Segundo a Divisão de Investigações Gerais (DIG) foi ele quem disparou o tiro que matou a menina Gabriela Nunes de Araújo, de 8 anos, durante assalto à casa da família, em um condomínio de alto padrão da cidade.
O crime ocorreu no dia 19 de maio. Gabriela levou um tiro na cabeça e morreu dois dias depois. No mesmo dia em que a morte foi anunciada, a polícia prendeu um adolescente de 17 anos em Dracena. O menor foi detido e apontado como o autor do tiro .
O delegado Paulo Nabuco, que prendeu Jair nesta quinta, disse que o adolescente que estava sendo acusado do homicídio apenas participou do roubo. Ele teria assumido a autoria do crime para livrar o comparsa. Por ser menor de idade, o adolescente teria uma pena mais branda, de apenas três anos recolhido em uma unidade Fundação Casa (ex-Febem). O crime de latrocínio - roubo seguido de morte - é punido com pena que varia de 20 a 30 anos de prisão se cometido por um adulto.
- Não importa quem atirou. Os dois responderão pelo crime, mas as investigações apontam que o autor do disparo foi o Jair, apesar de ele ter negado - disse Nabuco.
Segundo policiais da DIG, Jair estaria próximo às meninas quando atirou. Já o adolescente, além de estar a uma distância maior das vítimas, podia ser visto pela babá.
O rapaz foi preso por volta das 6h15m no Jardim Santa Elisa. Segundo o delegado, ele estava na casa de parentes em um condomínio. Mais de 20 pessoas já prestaram depoimento.
Gabriela e a irmã gêmea estavam em casa com a babá. Os pais estavam viajando. Os ladrões escalaram e pularam o muro do condomínio e invadiram a casa. O alarme da casa disparou e um dos bandidos atirou na cabeça da menina, que morreu dois dias depois. A polícia investiga a participação de funcionários do condomínio no crime. A cerca elétrica e as câmeras de segurança estavam desligadas.
Gabriela e a irmã gêmea estavam em casa com a babá. Os pais estavam viajando. Dois ladrões escalaram e pularam o muro do condomínio e invadiram a casa. O alarme da casa disparou e um dos bandidos atirou na cabeça da menina, que morreu dois dias depois .
Os ladrões fugiram e, do lado de fora do condomínio, abordaram um casal e roubaram um carro para a fuga. Da casa, eles levaram jóias e dinheiro. O pai de Gabriela, Vaneti de Araújo, é um dos sócios da agroindústria Agroceres.
A cerca elétrica e as câmeras de segurança estavam desligadas. A polícia investiga a participação de funcionários do condomínio no crime.
O adolescente já havia cometido outro crime em Rio Claro, mas havia sido solto pela Justiça.



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A investigação da Delegacia de Homicídios (DH) sobre o desaparecimento da engenheira Patrícia Amieiro Franco, de 24 anos, em junho de 2008, na Barra da Tijuca , vai resultar no indiciamento de seis PMs por homicídio doloso qualificado e ocultação de cadáver. O inquérito revela ainda que os policiais, do 31º BPM (Barra), recorreram a milicianos de Jacarepaguá para dar sumiço ao corpo, que teria sido queimado num "micro-ondas" - fogueira feita com pneus.
O inquérito, a cargo do delegado Ricardo Barbosa, deverá ser enviado ao Ministério Público na próxima semana. A investigação detalha a participação de cada um dos seis PMs. O cabo Marcos Paulo Nogueira Maranhão e o soldado William Luiz dos Nascimento, que estavam de serviço numa patrulha na saída do Túnel do Joá, na Barra, serão indiciados por homicídio doloso qualificado, cuja pena varia de 12 a 30 anos de prisão, e ocultação de cadáver, delito punido com um a três anos de reclusão.
Um dos PMs envolvidos na ocultação do corpo teria ligação com milicianos de Curicica e Rio das Pedras, em Jacarepaguá. Com o auxílio dos paramilitares, o corpo da jovem foi queimado. Em meio à investigação, partes de uma ossada chegou a ser recolhida num terreno em Curicica. A análise da perícia, no entanto, descartou que o corpo fosse de Patrícia. Há ainda informações de que a jovem foi queimada às margens de um canal em Rio das Pedras.



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A investigação da Delegacia de Homicídios (DH) sobre o desaparecimento da engenheira Patrícia Amieiro Franco, de 24 anos, em junho de 2008, na Barra da Tijuca , vai resultar no indiciamento de seis PMs por homicídio doloso qualificado e ocultação de cadáver. O inquérito revela ainda que os policiais, do 31º BPM (Barra), recorreram a milicianos de Jacarepaguá para dar sumiço ao corpo, que teria sido queimado num "micro-ondas" - fogueira feita com pneus.
O inquérito, a cargo do delegado Ricardo Barbosa, deverá ser enviado ao Ministério Público na próxima semana. A investigação detalha a participação de cada um dos seis PMs. O cabo Marcos Paulo Nogueira Maranhão e o soldado William Luiz dos Nascimento, que estavam de serviço numa patrulha na saída do Túnel do Joá, na Barra, serão indiciados por homicídio doloso qualificado, cuja pena varia de 12 a 30 anos de prisão, e ocultação de cadáver, delito punido com um a três anos de reclusão.
Um dos PMs envolvidos na ocultação do corpo teria ligação com milicianos de Curicica e Rio das Pedras, em Jacarepaguá. Com o auxílio dos paramilitares, o corpo da jovem foi queimado. Em meio à investigação, partes de uma ossada chegou a ser recolhida num terreno em Curicica. A análise da perícia, no entanto, descartou que o corpo fosse de Patrícia. Há ainda informações de que a jovem foi queimada às margens de um canal em Rio das Pedras.



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A investigação da Delegacia de Homicídios (DH) sobre o desaparecimento da engenheira Patrícia Amieiro Franco, de 24 anos, em junho de 2008, na Barra da Tijuca , vai resultar no indiciamento de seis PMs por homicídio doloso qualificado e ocultação de cadáver. O inquérito revela ainda que os policiais, do 31º BPM (Barra), recorreram a milicianos de Jacarepaguá para dar sumiço ao corpo, que teria sido queimado num "micro-ondas" - fogueira feita com pneus.
O inquérito, a cargo do delegado Ricardo Barbosa, deverá ser enviado ao Ministério Público na próxima semana. A investigação detalha a participação de cada um dos seis PMs. O cabo Marcos Paulo Nogueira Maranhão e o soldado William Luiz dos Nascimento, que estavam de serviço numa patrulha na saída do Túnel do Joá, na Barra, serão indiciados por homicídio doloso qualificado, cuja pena varia de 12 a 30 anos de prisão, e ocultação de cadáver, delito punido com um a três anos de reclusão.
Um dos PMs envolvidos na ocultação do corpo teria ligação com milicianos de Curicica e Rio das Pedras, em Jacarepaguá. Com o auxílio dos paramilitares, o corpo da jovem foi queimado. Em meio à investigação, partes de uma ossada chegou a ser recolhida num terreno em Curicica. A análise da perícia, no entanto, descartou que o corpo fosse de Patrícia. Há ainda informações de que a jovem foi queimada às margens de um canal em Rio das Pedras.



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Cerca de 300 refugiados vivem actualmente em Portugal

Esperança é a palavra mais importante para um refugiado político. Quem o defende é a presidente do Conselho Português para os Refugiados (CPR), Teresa Tito de Morais, em entrevista à Agência Lusa.
Este Sábado assinala-se o Dia Mundial dos Refugiados. Para marcar a data, o CPR decidiu transmitir uma mensagem de esperança aos cerca de 300 refugiados que vivem em Portugal.

Este ano o lema do Dia Mundial dos Refugiados é «pessoas reais com necessidades reais». Para Teresa Morais os refugiados «vêm em busca de melhores condições de vida e nós temos de contribuir para lhes dizer que essa esperança não é ficção, é uma realidade que deve e vai ser conseguida».
Com o objectivo de assinalar o Dia Mundial, O CPR levou este ano cerca de 50 refugiados a Barrancos, para lhes dar a conhecer a história de mil espanhóis que fugiram à perseguição dos nacionalistas, durante a Guerra Civil.
O centro de acolhimento do CPR, que funciona em Bobadela, Loures, acolhe neste momento 38 refugiados. A instituição pretende oferecer «acompanhamento próximo» que permita aos refugiados integrarem-se no nosso País. Na instituição os refugiados têm acesso a aulas de português, formação e encaminhamento para emprego e para a legalização da situação de permanência em Portugal.
De acordo com o CPR, em 2008 houve 160 pedidos de asilo e de estatuto de refugiados, sendo que 60 por cento foram concedidos. Este ano, já foram pedidos 78.
Desde 2006 que Portugal acolhe um número máximo de 30 refugiados em regime de reinstalação.



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Cerca de 300 refugiados vivem actualmente em Portugal

Esperança é a palavra mais importante para um refugiado político. Quem o defende é a presidente do Conselho Português para os Refugiados (CPR), Teresa Tito de Morais, em entrevista à Agência Lusa.
Este Sábado assinala-se o Dia Mundial dos Refugiados. Para marcar a data, o CPR decidiu transmitir uma mensagem de esperança aos cerca de 300 refugiados que vivem em Portugal.

Este ano o lema do Dia Mundial dos Refugiados é «pessoas reais com necessidades reais». Para Teresa Morais os refugiados «vêm em busca de melhores condições de vida e nós temos de contribuir para lhes dizer que essa esperança não é ficção, é uma realidade que deve e vai ser conseguida».
Com o objectivo de assinalar o Dia Mundial, O CPR levou este ano cerca de 50 refugiados a Barrancos, para lhes dar a conhecer a história de mil espanhóis que fugiram à perseguição dos nacionalistas, durante a Guerra Civil.
O centro de acolhimento do CPR, que funciona em Bobadela, Loures, acolhe neste momento 38 refugiados. A instituição pretende oferecer «acompanhamento próximo» que permita aos refugiados integrarem-se no nosso País. Na instituição os refugiados têm acesso a aulas de português, formação e encaminhamento para emprego e para a legalização da situação de permanência em Portugal.
De acordo com o CPR, em 2008 houve 160 pedidos de asilo e de estatuto de refugiados, sendo que 60 por cento foram concedidos. Este ano, já foram pedidos 78.
Desde 2006 que Portugal acolhe um número máximo de 30 refugiados em regime de reinstalação.



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Cerca de 300 refugiados vivem actualmente em Portugal

Esperança é a palavra mais importante para um refugiado político. Quem o defende é a presidente do Conselho Português para os Refugiados (CPR), Teresa Tito de Morais, em entrevista à Agência Lusa.
Este Sábado assinala-se o Dia Mundial dos Refugiados. Para marcar a data, o CPR decidiu transmitir uma mensagem de esperança aos cerca de 300 refugiados que vivem em Portugal.

Este ano o lema do Dia Mundial dos Refugiados é «pessoas reais com necessidades reais». Para Teresa Morais os refugiados «vêm em busca de melhores condições de vida e nós temos de contribuir para lhes dizer que essa esperança não é ficção, é uma realidade que deve e vai ser conseguida».
Com o objectivo de assinalar o Dia Mundial, O CPR levou este ano cerca de 50 refugiados a Barrancos, para lhes dar a conhecer a história de mil espanhóis que fugiram à perseguição dos nacionalistas, durante a Guerra Civil.
O centro de acolhimento do CPR, que funciona em Bobadela, Loures, acolhe neste momento 38 refugiados. A instituição pretende oferecer «acompanhamento próximo» que permita aos refugiados integrarem-se no nosso País. Na instituição os refugiados têm acesso a aulas de português, formação e encaminhamento para emprego e para a legalização da situação de permanência em Portugal.
De acordo com o CPR, em 2008 houve 160 pedidos de asilo e de estatuto de refugiados, sendo que 60 por cento foram concedidos. Este ano, já foram pedidos 78.
Desde 2006 que Portugal acolhe um número máximo de 30 refugiados em regime de reinstalação.



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BRASÍLIA - A primeira etapa deste ano da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite será realizada neste sábado pelo Ministério da Saúde e as secretarias estaduais e municipais de Saúde. A meta é imunizar 14,7 milhões de crianças - 95% dos menores de cinco anos. A segunda etapa será no dia 22 de agosto.
A poliomielite é uma infecção grave e pode ser transmitida por três tipos de vírus, que entram no organismo via oral. A consequência mais comum é a paralisia dos membros inferiores, mas o vírus também pode ocasionar lesões em mais membros ou até mesmo levar à morte, por meio de uma tetraparalisia.

Com o slogan "Não Dá pra Vacilar. Tem que Vacinar", a campanha recebeu investimentos de R$ 46 milhões, sendo R$ 21,8 milhões com a aquisição dos imunobiológicos, R$ 13,2 milhões com transferência para as secretarias estaduais e municipais de Saúde e R$ 11 milhões para ações de comunicação e publicidade nas duas fases. De acordo com o ministério, 115 mil postos de vacinação, com cerca de 350 mil pessoas e a utilização de cerca de 40 mil veículos, estarão atendendo durante todo o dia.
- Atualmente, a importância da vacina é manter o país livre da circulação do vírus que ocasiona a doença. As gotinhas não têm contra-indicações. A aplicação não provoca dor e a vacina é a única prevenção - explica a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde, Maria Arindelita Arruda
A criança infectada pode transmitir a doença pelas fezes que, em contato com o ambiente, atinge quem não foi devidamente imunizado. O vírus é facilmente propagado pelo ar e pode contaminar a água e o solo, principalmente em locais onde o saneamento básico é precário.
Além das três doses previstas na carteira de vacinação, a criança de até cinco anos de idade tem de tomar todos os anos as duas doses da campanha. A vacina é oferecida gratuitamente durante todo o ano nos postos de saúde.



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BRASÍLIA - A primeira etapa deste ano da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite será realizada neste sábado pelo Ministério da Saúde e as secretarias estaduais e municipais de Saúde. A meta é imunizar 14,7 milhões de crianças - 95% dos menores de cinco anos. A segunda etapa será no dia 22 de agosto.
A poliomielite é uma infecção grave e pode ser transmitida por três tipos de vírus, que entram no organismo via oral. A consequência mais comum é a paralisia dos membros inferiores, mas o vírus também pode ocasionar lesões em mais membros ou até mesmo levar à morte, por meio de uma tetraparalisia.

Com o slogan "Não Dá pra Vacilar. Tem que Vacinar", a campanha recebeu investimentos de R$ 46 milhões, sendo R$ 21,8 milhões com a aquisição dos imunobiológicos, R$ 13,2 milhões com transferência para as secretarias estaduais e municipais de Saúde e R$ 11 milhões para ações de comunicação e publicidade nas duas fases. De acordo com o ministério, 115 mil postos de vacinação, com cerca de 350 mil pessoas e a utilização de cerca de 40 mil veículos, estarão atendendo durante todo o dia.
- Atualmente, a importância da vacina é manter o país livre da circulação do vírus que ocasiona a doença. As gotinhas não têm contra-indicações. A aplicação não provoca dor e a vacina é a única prevenção - explica a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde, Maria Arindelita Arruda
A criança infectada pode transmitir a doença pelas fezes que, em contato com o ambiente, atinge quem não foi devidamente imunizado. O vírus é facilmente propagado pelo ar e pode contaminar a água e o solo, principalmente em locais onde o saneamento básico é precário.
Além das três doses previstas na carteira de vacinação, a criança de até cinco anos de idade tem de tomar todos os anos as duas doses da campanha. A vacina é oferecida gratuitamente durante todo o ano nos postos de saúde.



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BRASÍLIA - A primeira etapa deste ano da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite será realizada neste sábado pelo Ministério da Saúde e as secretarias estaduais e municipais de Saúde. A meta é imunizar 14,7 milhões de crianças - 95% dos menores de cinco anos. A segunda etapa será no dia 22 de agosto.
A poliomielite é uma infecção grave e pode ser transmitida por três tipos de vírus, que entram no organismo via oral. A consequência mais comum é a paralisia dos membros inferiores, mas o vírus também pode ocasionar lesões em mais membros ou até mesmo levar à morte, por meio de uma tetraparalisia.

Com o slogan "Não Dá pra Vacilar. Tem que Vacinar", a campanha recebeu investimentos de R$ 46 milhões, sendo R$ 21,8 milhões com a aquisição dos imunobiológicos, R$ 13,2 milhões com transferência para as secretarias estaduais e municipais de Saúde e R$ 11 milhões para ações de comunicação e publicidade nas duas fases. De acordo com o ministério, 115 mil postos de vacinação, com cerca de 350 mil pessoas e a utilização de cerca de 40 mil veículos, estarão atendendo durante todo o dia.
- Atualmente, a importância da vacina é manter o país livre da circulação do vírus que ocasiona a doença. As gotinhas não têm contra-indicações. A aplicação não provoca dor e a vacina é a única prevenção - explica a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde, Maria Arindelita Arruda
A criança infectada pode transmitir a doença pelas fezes que, em contato com o ambiente, atinge quem não foi devidamente imunizado. O vírus é facilmente propagado pelo ar e pode contaminar a água e o solo, principalmente em locais onde o saneamento básico é precário.
Além das três doses previstas na carteira de vacinação, a criança de até cinco anos de idade tem de tomar todos os anos as duas doses da campanha. A vacina é oferecida gratuitamente durante todo o ano nos postos de saúde.



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A possibilidade de o Ministério Público (MP) fazer investigações foi um dos temas abordados, nesta quinta-feira (18), na terceira audiência pública promovida pela comissão que estuda a proposta de novo Código de Processo Penal (CPP), realizada no Senado – a última ocorreu no Rio de Janeiro, na segunda-feira (15). Os participantes concordaram sobre a importância de atualizar o CPP, vigente há quase 70 anos, contemplando avanços previstos na Constituição de 1988.
Na opinião do representante do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB), Fernando Fragoso, tanto o atual CPP (Decreto-Lei 3.689/41) como o projeto de novo código (PLS 156/09) não definem qual a autoridade competente para a investigação criminal. Por haver indefinição, observou, o MP investiga, sendo que o Supremo Tribunal Federal (STF) ainda não se pronunciou sobre o assunto.
- É grave não definir quem é a autoridade competente para a investigação criminal. Se o STF não decide, por que não colocar no CPP? – indagou Fernando Fragoso, que também questionou se, na hipótese de investigar, a instituição usará a própria polícia.
O representante da Associação Nacional dos Delegados de Polícia (Adepol), Mario Leite de Barros Filho, disse que o MP já tentou conquistar no Parlamento a prerrogativa de investigar, mas a iniciativa sempre foi rejeitada. Para ele, o texto do projeto de CPP, proposto pela comissão de juristas constituída para elaborar o anteprojeto, “parece querer que a investigação seja feita pelo Ministério Público”. Ele defendeu que investigação seja função da Polícia Judicial.

Mário de Barros Filho também criticou a proposta de encaminhamento de processos diretamente ao MP, que poderá arquivá-los. O representante da Adepol disse que arquivamento de inquéritos é atribuição do juiz. Ele disse que essas práticas ferem a Constituição no que diz respeito a direitos e garantias individuais, sendo necessária uma constituinte para alterá-los.
Já o representante da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), Marcellus Polastri Lima, afirmou que o MP não pretende investigar nem presidir processos judiciais. A investigação feita pela instituição, ressaltou, é realizada apenas de forma supletiva.
Marcellus Lima também discordou da necessidade de revisão, pelo juiz, de prisões preventivas com mais de 90 dias, uma vez que outro dispositivo do projeto já determina a suspensão de tal prisão após 180 dias. Em sua opinião, a obrigatoriedade de revisão das prisões vai sobrecarregar os juízes, o que poderá causar maior lentidão às decisões judiciais.

Juiz de garantias
A instituição da figura do juiz de garantias, aquele que apenas participaria da fase de investigação, também foi discutida pelos participantes da audiência pública. Na opinião do representante da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Pedro de Araújo Yung-Tay Neto, a obrigatoriedade de participação de dois juízes em todos os processos vai onerar o Poder Judiciário e não significará, necessariamente, maior imparcialidade nas decisões. Para ele, o juiz é imparcial ao julgar. Pedro Neto sugeriu que a comissão de avaliação do projeto de CPP realize uma pesquisa para verificar como julga o juiz que participa da fase de investigação.
- Tenho a convicção de que é um instituto inexeqüível [o juiz de garantias] num país continental como o Brasil – disse o representante da AMB.
Já na opinião de André Ávila, da Associação Nacional dos Defensores Públicos (Anadep), o juiz que faz a investigação “está contaminado para julgar”.

Perícia
O representante da Associação Brasileira de Criminalística (ABC), Humberto Jorge Ponte, discordou da proposta de que qualquer servidor público de carreira poderá realizar perícia, como propõe o projeto de CPP. De acordo com a proposta, quando o objeto periciado exigir conhecimentos técnicos específicos, o servidor poderá atuar como perito, desde que possua diploma superior e comprovada especialização na matéria.
Conforme Humberto Ponte, a ABC considera que o Estado deve investir para equipar a perícia brasileira e não utilizar servidores não habilitados a investigar, apesar de competentes em suas áreas. Ele explicou que o trabalho do perito é materializar evidências e trazer a verdade pela interpretação das provas obtidas do local onde aconteceu o crime. Tais provas, ressaltou, precisam ser tratadas por especialistas para que não haja risco de perda das evidências.
- A fragilidade da prova é como poeira, que ao simples toque de mãos inábeis porá tudo a perder – ressaltou, ao afirmar que a ABC vê esse ponto da proposta com “muita preocupação”.
O relator do projeto na comissão especial, senador Renato Casagrande (PSB-ES), enfatizou que a comissão que elaborou o anteprojeto de CPP não pôde contemplar as reivindicações de todas as corporações que atuam no âmbito do Direito. O aperfeiçoamento do texto, explicou ele, será feito a partir das discussões em audiências públicas, as quais terão representação de todos os segmentos.
- É um trabalho técnico que precisa uma dosagem de política para chegar ao meio termo. A função é buscar o aperfeiçoamento do Código e votar, conciliando as coisas. O pior cenário é continuar com o Código sem a atualização da Constituição federal, e ainda com espírito inquisitorial – observou o senador.

Iara Farias Borges

Agência Senado
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link do postPor anjoseguerreiros, às 09:10  comentar


A possibilidade de o Ministério Público (MP) fazer investigações foi um dos temas abordados, nesta quinta-feira (18), na terceira audiência pública promovida pela comissão que estuda a proposta de novo Código de Processo Penal (CPP), realizada no Senado – a última ocorreu no Rio de Janeiro, na segunda-feira (15). Os participantes concordaram sobre a importância de atualizar o CPP, vigente há quase 70 anos, contemplando avanços previstos na Constituição de 1988.
Na opinião do representante do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB), Fernando Fragoso, tanto o atual CPP (Decreto-Lei 3.689/41) como o projeto de novo código (PLS 156/09) não definem qual a autoridade competente para a investigação criminal. Por haver indefinição, observou, o MP investiga, sendo que o Supremo Tribunal Federal (STF) ainda não se pronunciou sobre o assunto.
- É grave não definir quem é a autoridade competente para a investigação criminal. Se o STF não decide, por que não colocar no CPP? – indagou Fernando Fragoso, que também questionou se, na hipótese de investigar, a instituição usará a própria polícia.
O representante da Associação Nacional dos Delegados de Polícia (Adepol), Mario Leite de Barros Filho, disse que o MP já tentou conquistar no Parlamento a prerrogativa de investigar, mas a iniciativa sempre foi rejeitada. Para ele, o texto do projeto de CPP, proposto pela comissão de juristas constituída para elaborar o anteprojeto, “parece querer que a investigação seja feita pelo Ministério Público”. Ele defendeu que investigação seja função da Polícia Judicial.

Mário de Barros Filho também criticou a proposta de encaminhamento de processos diretamente ao MP, que poderá arquivá-los. O representante da Adepol disse que arquivamento de inquéritos é atribuição do juiz. Ele disse que essas práticas ferem a Constituição no que diz respeito a direitos e garantias individuais, sendo necessária uma constituinte para alterá-los.
Já o representante da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), Marcellus Polastri Lima, afirmou que o MP não pretende investigar nem presidir processos judiciais. A investigação feita pela instituição, ressaltou, é realizada apenas de forma supletiva.
Marcellus Lima também discordou da necessidade de revisão, pelo juiz, de prisões preventivas com mais de 90 dias, uma vez que outro dispositivo do projeto já determina a suspensão de tal prisão após 180 dias. Em sua opinião, a obrigatoriedade de revisão das prisões vai sobrecarregar os juízes, o que poderá causar maior lentidão às decisões judiciais.

Juiz de garantias
A instituição da figura do juiz de garantias, aquele que apenas participaria da fase de investigação, também foi discutida pelos participantes da audiência pública. Na opinião do representante da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Pedro de Araújo Yung-Tay Neto, a obrigatoriedade de participação de dois juízes em todos os processos vai onerar o Poder Judiciário e não significará, necessariamente, maior imparcialidade nas decisões. Para ele, o juiz é imparcial ao julgar. Pedro Neto sugeriu que a comissão de avaliação do projeto de CPP realize uma pesquisa para verificar como julga o juiz que participa da fase de investigação.
- Tenho a convicção de que é um instituto inexeqüível [o juiz de garantias] num país continental como o Brasil – disse o representante da AMB.
Já na opinião de André Ávila, da Associação Nacional dos Defensores Públicos (Anadep), o juiz que faz a investigação “está contaminado para julgar”.

Perícia
O representante da Associação Brasileira de Criminalística (ABC), Humberto Jorge Ponte, discordou da proposta de que qualquer servidor público de carreira poderá realizar perícia, como propõe o projeto de CPP. De acordo com a proposta, quando o objeto periciado exigir conhecimentos técnicos específicos, o servidor poderá atuar como perito, desde que possua diploma superior e comprovada especialização na matéria.
Conforme Humberto Ponte, a ABC considera que o Estado deve investir para equipar a perícia brasileira e não utilizar servidores não habilitados a investigar, apesar de competentes em suas áreas. Ele explicou que o trabalho do perito é materializar evidências e trazer a verdade pela interpretação das provas obtidas do local onde aconteceu o crime. Tais provas, ressaltou, precisam ser tratadas por especialistas para que não haja risco de perda das evidências.
- A fragilidade da prova é como poeira, que ao simples toque de mãos inábeis porá tudo a perder – ressaltou, ao afirmar que a ABC vê esse ponto da proposta com “muita preocupação”.
O relator do projeto na comissão especial, senador Renato Casagrande (PSB-ES), enfatizou que a comissão que elaborou o anteprojeto de CPP não pôde contemplar as reivindicações de todas as corporações que atuam no âmbito do Direito. O aperfeiçoamento do texto, explicou ele, será feito a partir das discussões em audiências públicas, as quais terão representação de todos os segmentos.
- É um trabalho técnico que precisa uma dosagem de política para chegar ao meio termo. A função é buscar o aperfeiçoamento do Código e votar, conciliando as coisas. O pior cenário é continuar com o Código sem a atualização da Constituição federal, e ainda com espírito inquisitorial – observou o senador.

Iara Farias Borges

Agência Senado
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A possibilidade de o Ministério Público (MP) fazer investigações foi um dos temas abordados, nesta quinta-feira (18), na terceira audiência pública promovida pela comissão que estuda a proposta de novo Código de Processo Penal (CPP), realizada no Senado – a última ocorreu no Rio de Janeiro, na segunda-feira (15). Os participantes concordaram sobre a importância de atualizar o CPP, vigente há quase 70 anos, contemplando avanços previstos na Constituição de 1988.
Na opinião do representante do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB), Fernando Fragoso, tanto o atual CPP (Decreto-Lei 3.689/41) como o projeto de novo código (PLS 156/09) não definem qual a autoridade competente para a investigação criminal. Por haver indefinição, observou, o MP investiga, sendo que o Supremo Tribunal Federal (STF) ainda não se pronunciou sobre o assunto.
- É grave não definir quem é a autoridade competente para a investigação criminal. Se o STF não decide, por que não colocar no CPP? – indagou Fernando Fragoso, que também questionou se, na hipótese de investigar, a instituição usará a própria polícia.
O representante da Associação Nacional dos Delegados de Polícia (Adepol), Mario Leite de Barros Filho, disse que o MP já tentou conquistar no Parlamento a prerrogativa de investigar, mas a iniciativa sempre foi rejeitada. Para ele, o texto do projeto de CPP, proposto pela comissão de juristas constituída para elaborar o anteprojeto, “parece querer que a investigação seja feita pelo Ministério Público”. Ele defendeu que investigação seja função da Polícia Judicial.

Mário de Barros Filho também criticou a proposta de encaminhamento de processos diretamente ao MP, que poderá arquivá-los. O representante da Adepol disse que arquivamento de inquéritos é atribuição do juiz. Ele disse que essas práticas ferem a Constituição no que diz respeito a direitos e garantias individuais, sendo necessária uma constituinte para alterá-los.
Já o representante da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), Marcellus Polastri Lima, afirmou que o MP não pretende investigar nem presidir processos judiciais. A investigação feita pela instituição, ressaltou, é realizada apenas de forma supletiva.
Marcellus Lima também discordou da necessidade de revisão, pelo juiz, de prisões preventivas com mais de 90 dias, uma vez que outro dispositivo do projeto já determina a suspensão de tal prisão após 180 dias. Em sua opinião, a obrigatoriedade de revisão das prisões vai sobrecarregar os juízes, o que poderá causar maior lentidão às decisões judiciais.

Juiz de garantias
A instituição da figura do juiz de garantias, aquele que apenas participaria da fase de investigação, também foi discutida pelos participantes da audiência pública. Na opinião do representante da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Pedro de Araújo Yung-Tay Neto, a obrigatoriedade de participação de dois juízes em todos os processos vai onerar o Poder Judiciário e não significará, necessariamente, maior imparcialidade nas decisões. Para ele, o juiz é imparcial ao julgar. Pedro Neto sugeriu que a comissão de avaliação do projeto de CPP realize uma pesquisa para verificar como julga o juiz que participa da fase de investigação.
- Tenho a convicção de que é um instituto inexeqüível [o juiz de garantias] num país continental como o Brasil – disse o representante da AMB.
Já na opinião de André Ávila, da Associação Nacional dos Defensores Públicos (Anadep), o juiz que faz a investigação “está contaminado para julgar”.

Perícia
O representante da Associação Brasileira de Criminalística (ABC), Humberto Jorge Ponte, discordou da proposta de que qualquer servidor público de carreira poderá realizar perícia, como propõe o projeto de CPP. De acordo com a proposta, quando o objeto periciado exigir conhecimentos técnicos específicos, o servidor poderá atuar como perito, desde que possua diploma superior e comprovada especialização na matéria.
Conforme Humberto Ponte, a ABC considera que o Estado deve investir para equipar a perícia brasileira e não utilizar servidores não habilitados a investigar, apesar de competentes em suas áreas. Ele explicou que o trabalho do perito é materializar evidências e trazer a verdade pela interpretação das provas obtidas do local onde aconteceu o crime. Tais provas, ressaltou, precisam ser tratadas por especialistas para que não haja risco de perda das evidências.
- A fragilidade da prova é como poeira, que ao simples toque de mãos inábeis porá tudo a perder – ressaltou, ao afirmar que a ABC vê esse ponto da proposta com “muita preocupação”.
O relator do projeto na comissão especial, senador Renato Casagrande (PSB-ES), enfatizou que a comissão que elaborou o anteprojeto de CPP não pôde contemplar as reivindicações de todas as corporações que atuam no âmbito do Direito. O aperfeiçoamento do texto, explicou ele, será feito a partir das discussões em audiências públicas, as quais terão representação de todos os segmentos.
- É um trabalho técnico que precisa uma dosagem de política para chegar ao meio termo. A função é buscar o aperfeiçoamento do Código e votar, conciliando as coisas. O pior cenário é continuar com o Código sem a atualização da Constituição federal, e ainda com espírito inquisitorial – observou o senador.

Iara Farias Borges

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Cena é parte de '2012', novo longa do diretor Roland Emmerich.Sequência mostra estátua se partindo e despencando do Corcovado.

Trailer de “2012”, novo longa do alemão Roland Emmerich , mostra imagens do Cristo Redentor sendo destruído, se partindo em vários pedaços e despencando do Corcovado. O cineasta ganhou notoriedade com seus filmes que mostram o mundo sob ameaça de extinção, como “O dia depois de amanhã” e “Independence day”. “2012”, que tem previsão de estreia nos cinemas americanos em 13 de novembro, não deve ser muito diferente dos anteriores.



G1
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Cena é parte de '2012', novo longa do diretor Roland Emmerich.Sequência mostra estátua se partindo e despencando do Corcovado.

Trailer de “2012”, novo longa do alemão Roland Emmerich , mostra imagens do Cristo Redentor sendo destruído, se partindo em vários pedaços e despencando do Corcovado. O cineasta ganhou notoriedade com seus filmes que mostram o mundo sob ameaça de extinção, como “O dia depois de amanhã” e “Independence day”. “2012”, que tem previsão de estreia nos cinemas americanos em 13 de novembro, não deve ser muito diferente dos anteriores.



G1
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Cena é parte de '2012', novo longa do diretor Roland Emmerich.Sequência mostra estátua se partindo e despencando do Corcovado.

Trailer de “2012”, novo longa do alemão Roland Emmerich , mostra imagens do Cristo Redentor sendo destruído, se partindo em vários pedaços e despencando do Corcovado. O cineasta ganhou notoriedade com seus filmes que mostram o mundo sob ameaça de extinção, como “O dia depois de amanhã” e “Independence day”. “2012”, que tem previsão de estreia nos cinemas americanos em 13 de novembro, não deve ser muito diferente dos anteriores.



G1
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Numa ação conjunta entre a PC (Polícia Civil), PM (Polícia Militar) e DOF (Departamento de Operações da Fronteira), realizada nessa quinta-feira, em Mundo Novo, cidade distante 460 quilômetros da Capital, para o fechamento de bocas de fumo, cinco pessoas foram presas.
Fernando Carlos Batista, também conhecido como “Miolo”, foi autuado em flagrante por tráfico de drogas e porte ilegal de arma. Em sua casa os policiais apreenderam diversas pedras de crack, um revólver de calibre 38, R$ 2 mil em dinheiro e uma balança digital para a pesagem de entorpecentes.
Antonio Carlos Mendes e sua mulher, Celina Delfino de Lima, foram autuados em flagrante por tráfico de drogas. Na casa deles, também conhecida como “Boca do Carlão”, os policiais apreenderam 60 gramas de crack e diversos medicamentos para disfunção erétil, sem registro da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
Claudecir Queiroz Brito também foi preso por tráfico de drogas e porte ilegal de arma. Em seu poder a polícia apreendeu 17 pedras de crack, embrulhadas em papel alumínio, vários aparelhos celulares e no interior de sua casa várias munições de revólver calibre 32, colete a prova de balas, uma farda camuflada do exército brasileiro e duas armas de brinquedo.
Ailson Pereira dos Santos foi preso com 16 pedras de crack, envoltas em papel alumínio. A droga estava escondida dentro do seu quarto.
Ainda foi detido Cleberson Barbosa de Freitas, que tinha em seu poder 5 trouxas de maconha. Todos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil.O objetivo da operação foi coibir o comércio de entorpecentes na cidade, em locais monitorados há meses pela polícia. A ação foi empreendida hoje de manhã.


Campo Grande News
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link do postPor anjoseguerreiros, às 08:51  comentar

Numa ação conjunta entre a PC (Polícia Civil), PM (Polícia Militar) e DOF (Departamento de Operações da Fronteira), realizada nessa quinta-feira, em Mundo Novo, cidade distante 460 quilômetros da Capital, para o fechamento de bocas de fumo, cinco pessoas foram presas.
Fernando Carlos Batista, também conhecido como “Miolo”, foi autuado em flagrante por tráfico de drogas e porte ilegal de arma. Em sua casa os policiais apreenderam diversas pedras de crack, um revólver de calibre 38, R$ 2 mil em dinheiro e uma balança digital para a pesagem de entorpecentes.
Antonio Carlos Mendes e sua mulher, Celina Delfino de Lima, foram autuados em flagrante por tráfico de drogas. Na casa deles, também conhecida como “Boca do Carlão”, os policiais apreenderam 60 gramas de crack e diversos medicamentos para disfunção erétil, sem registro da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
Claudecir Queiroz Brito também foi preso por tráfico de drogas e porte ilegal de arma. Em seu poder a polícia apreendeu 17 pedras de crack, embrulhadas em papel alumínio, vários aparelhos celulares e no interior de sua casa várias munições de revólver calibre 32, colete a prova de balas, uma farda camuflada do exército brasileiro e duas armas de brinquedo.
Ailson Pereira dos Santos foi preso com 16 pedras de crack, envoltas em papel alumínio. A droga estava escondida dentro do seu quarto.
Ainda foi detido Cleberson Barbosa de Freitas, que tinha em seu poder 5 trouxas de maconha. Todos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil.O objetivo da operação foi coibir o comércio de entorpecentes na cidade, em locais monitorados há meses pela polícia. A ação foi empreendida hoje de manhã.


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Numa ação conjunta entre a PC (Polícia Civil), PM (Polícia Militar) e DOF (Departamento de Operações da Fronteira), realizada nessa quinta-feira, em Mundo Novo, cidade distante 460 quilômetros da Capital, para o fechamento de bocas de fumo, cinco pessoas foram presas.
Fernando Carlos Batista, também conhecido como “Miolo”, foi autuado em flagrante por tráfico de drogas e porte ilegal de arma. Em sua casa os policiais apreenderam diversas pedras de crack, um revólver de calibre 38, R$ 2 mil em dinheiro e uma balança digital para a pesagem de entorpecentes.
Antonio Carlos Mendes e sua mulher, Celina Delfino de Lima, foram autuados em flagrante por tráfico de drogas. Na casa deles, também conhecida como “Boca do Carlão”, os policiais apreenderam 60 gramas de crack e diversos medicamentos para disfunção erétil, sem registro da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
Claudecir Queiroz Brito também foi preso por tráfico de drogas e porte ilegal de arma. Em seu poder a polícia apreendeu 17 pedras de crack, embrulhadas em papel alumínio, vários aparelhos celulares e no interior de sua casa várias munições de revólver calibre 32, colete a prova de balas, uma farda camuflada do exército brasileiro e duas armas de brinquedo.
Ailson Pereira dos Santos foi preso com 16 pedras de crack, envoltas em papel alumínio. A droga estava escondida dentro do seu quarto.
Ainda foi detido Cleberson Barbosa de Freitas, que tinha em seu poder 5 trouxas de maconha. Todos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil.O objetivo da operação foi coibir o comércio de entorpecentes na cidade, em locais monitorados há meses pela polícia. A ação foi empreendida hoje de manhã.


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Dizem que tudo tem seu tempo. O das lâmpadas incandescentes parece estar chegando ao fim. Na próxima década, vários países vão retirar definitivamente de uso a genial invenção de Thomas Edison (ou de um dos outros que disputam a autoria).
Todo mundo sabe, mas não custa repetir, que o tradicional e baratinho bulbo incandescente desperdiça na forma de calor nada menos que 95% da energia que usa - em outras palavras, só 5% são usados para iluminar.
A partir de 1º de setembro, começam a valer proibições de venda as lâmpadas incandescentes aqui na Europa. Nos cálculos da União Europeia, com isso, até 2020 15 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) vão deixar de ser liberadas na atmosfera.
A Nova Zelândia, a Austrália, o Estado da Califórnia, nos Estados Unidos, e até os nossos vizinhos argentinos e venezuelanos já têm planos semelhantes. Mas não se trata de proteger a natureza, é economia para o próprio bolso.
O instituto alemão Warentest dedicou recentemente uma edição especial à eficiência energética e ressaltou que "com uma lâmpada econômica, o consumidor pode economizar até 100 euros ao longo de sua vida útil".
Na minha casa, já trocamos todas as lâmpadas faz tempo...
Agora imagine quanto uma cidade pode poupar. Em São Paulo, existem cerca de 7,5 mil sinais de trânsito; no Rio, outros 5 mil. Quantos postes de rua? E no país? Se todos os prédios do governo usassem lâmpadas econômicas (e tivessem as luzes apagadas ao fim do expediente)?
No entanto, no Brasil, até onde sei, só tramitam projetos de lei a respeito, tanto na esfera federal quando nas estaduais. Nada foi aprovado.
Eu me pergunto por quê.

Eric Camara


BBC Brasil Blogs
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:15  comentar

Dizem que tudo tem seu tempo. O das lâmpadas incandescentes parece estar chegando ao fim. Na próxima década, vários países vão retirar definitivamente de uso a genial invenção de Thomas Edison (ou de um dos outros que disputam a autoria).
Todo mundo sabe, mas não custa repetir, que o tradicional e baratinho bulbo incandescente desperdiça na forma de calor nada menos que 95% da energia que usa - em outras palavras, só 5% são usados para iluminar.
A partir de 1º de setembro, começam a valer proibições de venda as lâmpadas incandescentes aqui na Europa. Nos cálculos da União Europeia, com isso, até 2020 15 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) vão deixar de ser liberadas na atmosfera.
A Nova Zelândia, a Austrália, o Estado da Califórnia, nos Estados Unidos, e até os nossos vizinhos argentinos e venezuelanos já têm planos semelhantes. Mas não se trata de proteger a natureza, é economia para o próprio bolso.
O instituto alemão Warentest dedicou recentemente uma edição especial à eficiência energética e ressaltou que "com uma lâmpada econômica, o consumidor pode economizar até 100 euros ao longo de sua vida útil".
Na minha casa, já trocamos todas as lâmpadas faz tempo...
Agora imagine quanto uma cidade pode poupar. Em São Paulo, existem cerca de 7,5 mil sinais de trânsito; no Rio, outros 5 mil. Quantos postes de rua? E no país? Se todos os prédios do governo usassem lâmpadas econômicas (e tivessem as luzes apagadas ao fim do expediente)?
No entanto, no Brasil, até onde sei, só tramitam projetos de lei a respeito, tanto na esfera federal quando nas estaduais. Nada foi aprovado.
Eu me pergunto por quê.

Eric Camara


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Dizem que tudo tem seu tempo. O das lâmpadas incandescentes parece estar chegando ao fim. Na próxima década, vários países vão retirar definitivamente de uso a genial invenção de Thomas Edison (ou de um dos outros que disputam a autoria).
Todo mundo sabe, mas não custa repetir, que o tradicional e baratinho bulbo incandescente desperdiça na forma de calor nada menos que 95% da energia que usa - em outras palavras, só 5% são usados para iluminar.
A partir de 1º de setembro, começam a valer proibições de venda as lâmpadas incandescentes aqui na Europa. Nos cálculos da União Europeia, com isso, até 2020 15 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) vão deixar de ser liberadas na atmosfera.
A Nova Zelândia, a Austrália, o Estado da Califórnia, nos Estados Unidos, e até os nossos vizinhos argentinos e venezuelanos já têm planos semelhantes. Mas não se trata de proteger a natureza, é economia para o próprio bolso.
O instituto alemão Warentest dedicou recentemente uma edição especial à eficiência energética e ressaltou que "com uma lâmpada econômica, o consumidor pode economizar até 100 euros ao longo de sua vida útil".
Na minha casa, já trocamos todas as lâmpadas faz tempo...
Agora imagine quanto uma cidade pode poupar. Em São Paulo, existem cerca de 7,5 mil sinais de trânsito; no Rio, outros 5 mil. Quantos postes de rua? E no país? Se todos os prédios do governo usassem lâmpadas econômicas (e tivessem as luzes apagadas ao fim do expediente)?
No entanto, no Brasil, até onde sei, só tramitam projetos de lei a respeito, tanto na esfera federal quando nas estaduais. Nada foi aprovado.
Eu me pergunto por quê.

Eric Camara


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Se você gosta de mergulhar e mora no sudeste, provavelmente você já esteve em Ilha Grande (RJ). Até umas semanas atrás, não era meu caso, mas decidi que já era hora de corrigir esse erro imperdoável e lá fui eu.
Saí com um barco até o local de mergulho. O tempo estava ótimo, não chovia fazia algum tempo e o mar estava uma piscina, o que ajudou a ver direito a incrível fauna marinha. Além dos inevitáveis sargentinhos - um peixe nada tímido e bem comum por aqui, com listras verticais - vi moreias, tartarugas, peixes-borboleta e muitos corais.
E, entre esses corais coloridos, um parecia onipresente. Geralmente amarelo, o coral-sol (do gênero Tubastraea) forma colônias circulares com uns 15 cm ou mais de diâmetro, com pólipos filamentosos que só se abrem na escuridão. Como na foto aí em cima.
São lindos, e eu quis saber mais a respeito deles. Qual não foi minha surpresa quando descobri, com o biólogo dono do barco, que esse ser vivo na verdade é uma praga que está rapidamente se espalhando pelos melhores locais de mergulho do sudeste, especialmente Ilha Grande.
Ele me contou que o coral-sol, natural do Indo-Pacífico, surgiu na região há alguns anos trazido pelos navios vindos de oceanos distantes. Durante a navegação, o navio carrega dentro de si litros e litros de água que servem para estabilizá-lo em determinadas condições - a chamada água de lastro. Dentro dessa água, coletada às vezes a milhares de quilômetros do Brasil, também são transportados espécies locais. Ao soltar a água no litoral brasileiro, essas espécies encontraram uma nova fronteira para proliferarem - e muito. Há outras hipóteses para o surgimento desse "estrangeiro", que começou a ser registrado no litoral brasileiro na década de 80. Biólogos acreditam que eles podem ter vindo parar aqui ao se fixarem no casco de navios, por exemplo.
O coral-sol, que se reproduz bem rápido, compete diretamente com espécies nativas de coral, entre elas o coral-cérebro (Mussismilia hispida), que só existe na costa brasileira. O dono do barco disse que há projetos para remover eles manualmente, em mutirões. Há, por exemplo, uma iniciativa interessante da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Ainda assim, meu amigo disse que, como morador de Ilha Grande, acha que esses projetos ainda são muito tímidos. Terminamos a conversa com eu falando a ele que tinha um aquário de água salgada em São Paulo e ele me incentivando a arrancar uns corais-sol para levar para casa. Daria muito trabalho e desisti.
De volta à capital paulista, fiquei pensando na sugestão do biólogo e fui à minha loja de aquários favorita procurar um coral-sol para comprar. Encontrei. Mas aí, desisti de levar, absolutamente inconformado com o preço: R$ 75 por uma mudinha pequena, US$ 380 por uma grande. Aquarismo marinho é um hobby bem caro, mas cobrar isso por uma praga me pareceu uma piada. Aí o vendedor explicou: "Esses aí não são nacionais. O Ibama proíbe a venda de corais nacionais. Esses são importados."
Por incrível que pareça, até hoje o não tem uma lista nacional de espécies exóticas e invasoras. Alguns Estados, como Rio de Janeiro e São Paulo, já produziram suas relações. No seu site, o Ministério do Meio Ambiente admite que "as informações relacionadas a este tema são, ainda, incipientes", mas anunciou o início de um "amplo e efetivo programa voltado às espécies exóticas invasoras". Depois, em uma conversa por telefone com um representante do Ministério, descobri que um diagnóstico nacional de espécies invasoras está para ser publicado nos próximos meses.
A importância de se ter esse diagnóstico é clara: em muitos casos as pessoas nem sabem que uma espécie é invasora e pode ser na verdade uma ameaça. Aliás, muitas pessoas, pensando na preservação do meio ambiente, defendem com unhas e dentes que as pessoas não pesquem, não caçem, não coletem nem vendam espécies que encontram na natureza. Mas veja o caso do coral-sol. Saber quais espécies são "alienígenas" também permite a formulação de estratégias para evitar que proliferem.
Cientistas dizem que o mundo perdeu 19% de seus recifes de coral desde 1950 e outros 15% estão seriamente ameaçados de desaparecer nas próximas duas décadas. Neste ano, pela primeira vez, o relatório Status dos Recifes de Mundo, da Rede Mundial de Monitoramento de recifes de Coral, dedicou ao Brasil um capítulo especial. O documento destaca como os corais brasileiros estão em perigo devido à poluição, a sedimentos e doenças. Com o coral-sol, e outras espécies invasoras, esse perigo à rica fauna marinha brasileira está cada vez maior.



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Se você gosta de mergulhar e mora no sudeste, provavelmente você já esteve em Ilha Grande (RJ). Até umas semanas atrás, não era meu caso, mas decidi que já era hora de corrigir esse erro imperdoável e lá fui eu.
Saí com um barco até o local de mergulho. O tempo estava ótimo, não chovia fazia algum tempo e o mar estava uma piscina, o que ajudou a ver direito a incrível fauna marinha. Além dos inevitáveis sargentinhos - um peixe nada tímido e bem comum por aqui, com listras verticais - vi moreias, tartarugas, peixes-borboleta e muitos corais.
E, entre esses corais coloridos, um parecia onipresente. Geralmente amarelo, o coral-sol (do gênero Tubastraea) forma colônias circulares com uns 15 cm ou mais de diâmetro, com pólipos filamentosos que só se abrem na escuridão. Como na foto aí em cima.
São lindos, e eu quis saber mais a respeito deles. Qual não foi minha surpresa quando descobri, com o biólogo dono do barco, que esse ser vivo na verdade é uma praga que está rapidamente se espalhando pelos melhores locais de mergulho do sudeste, especialmente Ilha Grande.
Ele me contou que o coral-sol, natural do Indo-Pacífico, surgiu na região há alguns anos trazido pelos navios vindos de oceanos distantes. Durante a navegação, o navio carrega dentro de si litros e litros de água que servem para estabilizá-lo em determinadas condições - a chamada água de lastro. Dentro dessa água, coletada às vezes a milhares de quilômetros do Brasil, também são transportados espécies locais. Ao soltar a água no litoral brasileiro, essas espécies encontraram uma nova fronteira para proliferarem - e muito. Há outras hipóteses para o surgimento desse "estrangeiro", que começou a ser registrado no litoral brasileiro na década de 80. Biólogos acreditam que eles podem ter vindo parar aqui ao se fixarem no casco de navios, por exemplo.
O coral-sol, que se reproduz bem rápido, compete diretamente com espécies nativas de coral, entre elas o coral-cérebro (Mussismilia hispida), que só existe na costa brasileira. O dono do barco disse que há projetos para remover eles manualmente, em mutirões. Há, por exemplo, uma iniciativa interessante da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Ainda assim, meu amigo disse que, como morador de Ilha Grande, acha que esses projetos ainda são muito tímidos. Terminamos a conversa com eu falando a ele que tinha um aquário de água salgada em São Paulo e ele me incentivando a arrancar uns corais-sol para levar para casa. Daria muito trabalho e desisti.
De volta à capital paulista, fiquei pensando na sugestão do biólogo e fui à minha loja de aquários favorita procurar um coral-sol para comprar. Encontrei. Mas aí, desisti de levar, absolutamente inconformado com o preço: R$ 75 por uma mudinha pequena, US$ 380 por uma grande. Aquarismo marinho é um hobby bem caro, mas cobrar isso por uma praga me pareceu uma piada. Aí o vendedor explicou: "Esses aí não são nacionais. O Ibama proíbe a venda de corais nacionais. Esses são importados."
Por incrível que pareça, até hoje o não tem uma lista nacional de espécies exóticas e invasoras. Alguns Estados, como Rio de Janeiro e São Paulo, já produziram suas relações. No seu site, o Ministério do Meio Ambiente admite que "as informações relacionadas a este tema são, ainda, incipientes", mas anunciou o início de um "amplo e efetivo programa voltado às espécies exóticas invasoras". Depois, em uma conversa por telefone com um representante do Ministério, descobri que um diagnóstico nacional de espécies invasoras está para ser publicado nos próximos meses.
A importância de se ter esse diagnóstico é clara: em muitos casos as pessoas nem sabem que uma espécie é invasora e pode ser na verdade uma ameaça. Aliás, muitas pessoas, pensando na preservação do meio ambiente, defendem com unhas e dentes que as pessoas não pesquem, não caçem, não coletem nem vendam espécies que encontram na natureza. Mas veja o caso do coral-sol. Saber quais espécies são "alienígenas" também permite a formulação de estratégias para evitar que proliferem.
Cientistas dizem que o mundo perdeu 19% de seus recifes de coral desde 1950 e outros 15% estão seriamente ameaçados de desaparecer nas próximas duas décadas. Neste ano, pela primeira vez, o relatório Status dos Recifes de Mundo, da Rede Mundial de Monitoramento de recifes de Coral, dedicou ao Brasil um capítulo especial. O documento destaca como os corais brasileiros estão em perigo devido à poluição, a sedimentos e doenças. Com o coral-sol, e outras espécies invasoras, esse perigo à rica fauna marinha brasileira está cada vez maior.



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Se você gosta de mergulhar e mora no sudeste, provavelmente você já esteve em Ilha Grande (RJ). Até umas semanas atrás, não era meu caso, mas decidi que já era hora de corrigir esse erro imperdoável e lá fui eu.
Saí com um barco até o local de mergulho. O tempo estava ótimo, não chovia fazia algum tempo e o mar estava uma piscina, o que ajudou a ver direito a incrível fauna marinha. Além dos inevitáveis sargentinhos - um peixe nada tímido e bem comum por aqui, com listras verticais - vi moreias, tartarugas, peixes-borboleta e muitos corais.
E, entre esses corais coloridos, um parecia onipresente. Geralmente amarelo, o coral-sol (do gênero Tubastraea) forma colônias circulares com uns 15 cm ou mais de diâmetro, com pólipos filamentosos que só se abrem na escuridão. Como na foto aí em cima.
São lindos, e eu quis saber mais a respeito deles. Qual não foi minha surpresa quando descobri, com o biólogo dono do barco, que esse ser vivo na verdade é uma praga que está rapidamente se espalhando pelos melhores locais de mergulho do sudeste, especialmente Ilha Grande.
Ele me contou que o coral-sol, natural do Indo-Pacífico, surgiu na região há alguns anos trazido pelos navios vindos de oceanos distantes. Durante a navegação, o navio carrega dentro de si litros e litros de água que servem para estabilizá-lo em determinadas condições - a chamada água de lastro. Dentro dessa água, coletada às vezes a milhares de quilômetros do Brasil, também são transportados espécies locais. Ao soltar a água no litoral brasileiro, essas espécies encontraram uma nova fronteira para proliferarem - e muito. Há outras hipóteses para o surgimento desse "estrangeiro", que começou a ser registrado no litoral brasileiro na década de 80. Biólogos acreditam que eles podem ter vindo parar aqui ao se fixarem no casco de navios, por exemplo.
O coral-sol, que se reproduz bem rápido, compete diretamente com espécies nativas de coral, entre elas o coral-cérebro (Mussismilia hispida), que só existe na costa brasileira. O dono do barco disse que há projetos para remover eles manualmente, em mutirões. Há, por exemplo, uma iniciativa interessante da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Ainda assim, meu amigo disse que, como morador de Ilha Grande, acha que esses projetos ainda são muito tímidos. Terminamos a conversa com eu falando a ele que tinha um aquário de água salgada em São Paulo e ele me incentivando a arrancar uns corais-sol para levar para casa. Daria muito trabalho e desisti.
De volta à capital paulista, fiquei pensando na sugestão do biólogo e fui à minha loja de aquários favorita procurar um coral-sol para comprar. Encontrei. Mas aí, desisti de levar, absolutamente inconformado com o preço: R$ 75 por uma mudinha pequena, US$ 380 por uma grande. Aquarismo marinho é um hobby bem caro, mas cobrar isso por uma praga me pareceu uma piada. Aí o vendedor explicou: "Esses aí não são nacionais. O Ibama proíbe a venda de corais nacionais. Esses são importados."
Por incrível que pareça, até hoje o não tem uma lista nacional de espécies exóticas e invasoras. Alguns Estados, como Rio de Janeiro e São Paulo, já produziram suas relações. No seu site, o Ministério do Meio Ambiente admite que "as informações relacionadas a este tema são, ainda, incipientes", mas anunciou o início de um "amplo e efetivo programa voltado às espécies exóticas invasoras". Depois, em uma conversa por telefone com um representante do Ministério, descobri que um diagnóstico nacional de espécies invasoras está para ser publicado nos próximos meses.
A importância de se ter esse diagnóstico é clara: em muitos casos as pessoas nem sabem que uma espécie é invasora e pode ser na verdade uma ameaça. Aliás, muitas pessoas, pensando na preservação do meio ambiente, defendem com unhas e dentes que as pessoas não pesquem, não caçem, não coletem nem vendam espécies que encontram na natureza. Mas veja o caso do coral-sol. Saber quais espécies são "alienígenas" também permite a formulação de estratégias para evitar que proliferem.
Cientistas dizem que o mundo perdeu 19% de seus recifes de coral desde 1950 e outros 15% estão seriamente ameaçados de desaparecer nas próximas duas décadas. Neste ano, pela primeira vez, o relatório Status dos Recifes de Mundo, da Rede Mundial de Monitoramento de recifes de Coral, dedicou ao Brasil um capítulo especial. O documento destaca como os corais brasileiros estão em perigo devido à poluição, a sedimentos e doenças. Com o coral-sol, e outras espécies invasoras, esse perigo à rica fauna marinha brasileira está cada vez maior.



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