notícias atuais sobre saúde, violência,justiça,cidadania,educação, cultura,direitos humanos,ecologia, variedades,comportamento
16.6.09
No dia em que completam 5 anos que Sean Goldman foi retido ilegalmente no Brasil, novo caso de alienação parental nos EUA deve ser confirmado nesta sexta-feira.
Peixoto casou com Maria em Minas Gerais há vários anos. Da união nasceram 3 filhos americanos: uma menina de 17 anos, e dois meninos, um de 13, outro de 11. No estado de Massachusetts, Peixoto trabalha como pintor de paredes; Maria, como babá e faxineira de casas (housecleaner).

O casamento começou a ruir. As discussões evoluíram para brigas físicas. Até que, em março, Maria entrou com um pedido de “restraining order,” artifício legal que força o agressor a manter distância da vítima. Maria acusa o marido de tê-la dado um soco no estômago. Peixoto nega tudo.

A separação tem afetado a saúde mental dos filhos.

“Há alguns meses o meu menino mais novo desmaiou. A mãe disse que ele tentou se matar. Mas, na verdade, ele sentia tanta saudade de mim, que ficou doente,” disse Peixoto, em entrevista telefônica.

Peixoto não vê os filhos desde março. E ele diz que a mãe fala mal dele para as crianças.

Durante as várias sessões da corte, Maria teria pedido permissão a um juiz para levar os filhos para o Brasil. Segundo Peixoto, o juiz teria perguntado se ela já se divorciou do marido. Tendo ouvido resposta negativa, o juiz negou o pedido.

Desempregado há meses, Peixoto alega que a mulher o humilhava em casa. O blogueiro tentou falar com Maria, que se refugiou com os dois meninos mais novos na casa de parentes em Nova Jersey. Mas não foi possível fazer contato.

Peixoto ficou sabendo pelo cunhado, irmão de Maria, que a esposa pretende enviar os dois meninos mais novos para o Brasil, para serem criados pela avó materna. Maria não irá junto, e Peixoto não autorizou a viagem das crianças.

Hoje Peixoto deve entrar em contato com o Consulado-Geral do Brasil em Boston, e com a Corte Distrital da sua cidade em Massachusetts. Tudo para impedir a viagem não autorizada dos dois filhos para Minas Gerais, que está marcada para sexta-feira.

Se os meninos embarcarem, será configurada a alienação parental e o sequestro internacional. Sendo assim, os dois filhos de Peixoto vão engrossar as estatísticas do Departamento de Estado americano sobre crianças americanas retidas no Brasil.


Brasil com Z
link do postPor anjoseguerreiros, às 21:32  comentar

No dia em que completam 5 anos que Sean Goldman foi retido ilegalmente no Brasil, novo caso de alienação parental nos EUA deve ser confirmado nesta sexta-feira.
Peixoto casou com Maria em Minas Gerais há vários anos. Da união nasceram 3 filhos americanos: uma menina de 17 anos, e dois meninos, um de 13, outro de 11. No estado de Massachusetts, Peixoto trabalha como pintor de paredes; Maria, como babá e faxineira de casas (housecleaner).

O casamento começou a ruir. As discussões evoluíram para brigas físicas. Até que, em março, Maria entrou com um pedido de “restraining order,” artifício legal que força o agressor a manter distância da vítima. Maria acusa o marido de tê-la dado um soco no estômago. Peixoto nega tudo.

A separação tem afetado a saúde mental dos filhos.

“Há alguns meses o meu menino mais novo desmaiou. A mãe disse que ele tentou se matar. Mas, na verdade, ele sentia tanta saudade de mim, que ficou doente,” disse Peixoto, em entrevista telefônica.

Peixoto não vê os filhos desde março. E ele diz que a mãe fala mal dele para as crianças.

Durante as várias sessões da corte, Maria teria pedido permissão a um juiz para levar os filhos para o Brasil. Segundo Peixoto, o juiz teria perguntado se ela já se divorciou do marido. Tendo ouvido resposta negativa, o juiz negou o pedido.

Desempregado há meses, Peixoto alega que a mulher o humilhava em casa. O blogueiro tentou falar com Maria, que se refugiou com os dois meninos mais novos na casa de parentes em Nova Jersey. Mas não foi possível fazer contato.

Peixoto ficou sabendo pelo cunhado, irmão de Maria, que a esposa pretende enviar os dois meninos mais novos para o Brasil, para serem criados pela avó materna. Maria não irá junto, e Peixoto não autorizou a viagem das crianças.

Hoje Peixoto deve entrar em contato com o Consulado-Geral do Brasil em Boston, e com a Corte Distrital da sua cidade em Massachusetts. Tudo para impedir a viagem não autorizada dos dois filhos para Minas Gerais, que está marcada para sexta-feira.

Se os meninos embarcarem, será configurada a alienação parental e o sequestro internacional. Sendo assim, os dois filhos de Peixoto vão engrossar as estatísticas do Departamento de Estado americano sobre crianças americanas retidas no Brasil.


Brasil com Z
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No dia em que completam 5 anos que Sean Goldman foi retido ilegalmente no Brasil, novo caso de alienação parental nos EUA deve ser confirmado nesta sexta-feira.
Peixoto casou com Maria em Minas Gerais há vários anos. Da união nasceram 3 filhos americanos: uma menina de 17 anos, e dois meninos, um de 13, outro de 11. No estado de Massachusetts, Peixoto trabalha como pintor de paredes; Maria, como babá e faxineira de casas (housecleaner).

O casamento começou a ruir. As discussões evoluíram para brigas físicas. Até que, em março, Maria entrou com um pedido de “restraining order,” artifício legal que força o agressor a manter distância da vítima. Maria acusa o marido de tê-la dado um soco no estômago. Peixoto nega tudo.

A separação tem afetado a saúde mental dos filhos.

“Há alguns meses o meu menino mais novo desmaiou. A mãe disse que ele tentou se matar. Mas, na verdade, ele sentia tanta saudade de mim, que ficou doente,” disse Peixoto, em entrevista telefônica.

Peixoto não vê os filhos desde março. E ele diz que a mãe fala mal dele para as crianças.

Durante as várias sessões da corte, Maria teria pedido permissão a um juiz para levar os filhos para o Brasil. Segundo Peixoto, o juiz teria perguntado se ela já se divorciou do marido. Tendo ouvido resposta negativa, o juiz negou o pedido.

Desempregado há meses, Peixoto alega que a mulher o humilhava em casa. O blogueiro tentou falar com Maria, que se refugiou com os dois meninos mais novos na casa de parentes em Nova Jersey. Mas não foi possível fazer contato.

Peixoto ficou sabendo pelo cunhado, irmão de Maria, que a esposa pretende enviar os dois meninos mais novos para o Brasil, para serem criados pela avó materna. Maria não irá junto, e Peixoto não autorizou a viagem das crianças.

Hoje Peixoto deve entrar em contato com o Consulado-Geral do Brasil em Boston, e com a Corte Distrital da sua cidade em Massachusetts. Tudo para impedir a viagem não autorizada dos dois filhos para Minas Gerais, que está marcada para sexta-feira.

Se os meninos embarcarem, será configurada a alienação parental e o sequestro internacional. Sendo assim, os dois filhos de Peixoto vão engrossar as estatísticas do Departamento de Estado americano sobre crianças americanas retidas no Brasil.


Brasil com Z
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O Conselho Municipal de Defesa da Criança e do Adolescente (CMDCA) procurou a Promotoria da Infância, a Vara da Infância e Juventude e a Polícia Civil, nesta terça-feira (16), para denunciar o Conselho Tutelar de Maringá por descarte irregular de documentos.
Um saco com mais de 200 protocolos sigilosos, entre eles boletins de ocorrências, laudos do Instituto Médico Legal e denúncias de abuso sexual e de outros tipos de violência contra crianças, foi encontrado no lixo do Conselho Tutelar Zona Norte, na Zona 7, expondo detalhes que não poderiam chegar ao conhecimento de qualquer pessoa fora do âmbito do conselho.
A denúncia provocou a abertura de um inquérito na polícia. O CMDCA iniciou uma sindicância e convocou uma reunião de urgência para a quarta-feira, no gabinete do prefeito Silvio Barros (PP), e nesta terça-feira o juiz da Vara da Infância e Juventude determinou o afastamento temporário de uma conselheira tutelar e pediu uma investigação para saber quantos conselheiros têm responsabilidade no descarte de documentos.
Os documentos, todos relativos a processos de 2007 a 2009, foram encontrados no lixo na sexta-feira (12), mas o CMDCA suspeita tenham ocorrido outros descartes anteriormente, o que por lei é proibido. Isso porque esses documentos devem acompanhar toda a história do jovem e também porque é necessário um procedimento específico para a destruição desse tipo de documentos sigilosos.
O procedimento dura até um ano, é autorizado pela Justiça e os papéis devem ser incinerados diante de testemunhas determinadas pela Justiça. “Abrimos as portas para que a Justiça e a polícia façam uma investigação completa”, disse o presidente do CT da Zona Norte, Laércio Ribeiro. “Esse é um fato lamentável, que pode desgastar a imagem do Conselho Tutelar, que é um órgão de extrema confiança e muitas vezes é o último recurso para crianças que estão sofrendo abusos ou maus tratos”.
Para Ribeiro, a publicidade negativa que esse caso está proporcionando poderá desestimular pessoas que se sacrificam para que o Conselho Tutelar faça um bom serviço e as crianças tenham segurança. “Não sabemos se os documentos encontrados no lixo tratam-se de assuntos já encerrados ou de casos em andamento, mas a sindicância aberta pelo CMDCA vai mostrar, mas, de qualquer forma, estão expondo a vida de crianças que podem ter sofrido abuso sexual ou que tenha seus direitos ameaçados ou lesados”, disse a presidente do CMDCA, advogada Célia Weffort.
Segundo ela, a sindicância e o inquérito policial devem apontar quais conselheiros são responsáveis por jogar os documentos no lixo. O delegado da Infância, Gustavo Pinho Alves, que vai conduzir o inquérito policial, adiantou que destruição de documentos públicos pode ser punida com pena que vai de 1 a 4 anos de reclusão.
Uma conselheira tutelar admitiu que tinha jogado fora documentos relacionados a evasão escolar, mas nega que seja responsável pelo descarte de outros documentos. “Se essa informação está correta, então é possível que outros conselheiros tenham jogado documentos no lixo”, entende a servidora pública Sibele Cristina Telles Campos, do CMDCA. “Isso é um crime grave e precisa ser esclarecido”, completou.



O Diário do Norte do Paraná
link do postPor anjoseguerreiros, às 19:07  comentar

O Conselho Municipal de Defesa da Criança e do Adolescente (CMDCA) procurou a Promotoria da Infância, a Vara da Infância e Juventude e a Polícia Civil, nesta terça-feira (16), para denunciar o Conselho Tutelar de Maringá por descarte irregular de documentos.
Um saco com mais de 200 protocolos sigilosos, entre eles boletins de ocorrências, laudos do Instituto Médico Legal e denúncias de abuso sexual e de outros tipos de violência contra crianças, foi encontrado no lixo do Conselho Tutelar Zona Norte, na Zona 7, expondo detalhes que não poderiam chegar ao conhecimento de qualquer pessoa fora do âmbito do conselho.
A denúncia provocou a abertura de um inquérito na polícia. O CMDCA iniciou uma sindicância e convocou uma reunião de urgência para a quarta-feira, no gabinete do prefeito Silvio Barros (PP), e nesta terça-feira o juiz da Vara da Infância e Juventude determinou o afastamento temporário de uma conselheira tutelar e pediu uma investigação para saber quantos conselheiros têm responsabilidade no descarte de documentos.
Os documentos, todos relativos a processos de 2007 a 2009, foram encontrados no lixo na sexta-feira (12), mas o CMDCA suspeita tenham ocorrido outros descartes anteriormente, o que por lei é proibido. Isso porque esses documentos devem acompanhar toda a história do jovem e também porque é necessário um procedimento específico para a destruição desse tipo de documentos sigilosos.
O procedimento dura até um ano, é autorizado pela Justiça e os papéis devem ser incinerados diante de testemunhas determinadas pela Justiça. “Abrimos as portas para que a Justiça e a polícia façam uma investigação completa”, disse o presidente do CT da Zona Norte, Laércio Ribeiro. “Esse é um fato lamentável, que pode desgastar a imagem do Conselho Tutelar, que é um órgão de extrema confiança e muitas vezes é o último recurso para crianças que estão sofrendo abusos ou maus tratos”.
Para Ribeiro, a publicidade negativa que esse caso está proporcionando poderá desestimular pessoas que se sacrificam para que o Conselho Tutelar faça um bom serviço e as crianças tenham segurança. “Não sabemos se os documentos encontrados no lixo tratam-se de assuntos já encerrados ou de casos em andamento, mas a sindicância aberta pelo CMDCA vai mostrar, mas, de qualquer forma, estão expondo a vida de crianças que podem ter sofrido abuso sexual ou que tenha seus direitos ameaçados ou lesados”, disse a presidente do CMDCA, advogada Célia Weffort.
Segundo ela, a sindicância e o inquérito policial devem apontar quais conselheiros são responsáveis por jogar os documentos no lixo. O delegado da Infância, Gustavo Pinho Alves, que vai conduzir o inquérito policial, adiantou que destruição de documentos públicos pode ser punida com pena que vai de 1 a 4 anos de reclusão.
Uma conselheira tutelar admitiu que tinha jogado fora documentos relacionados a evasão escolar, mas nega que seja responsável pelo descarte de outros documentos. “Se essa informação está correta, então é possível que outros conselheiros tenham jogado documentos no lixo”, entende a servidora pública Sibele Cristina Telles Campos, do CMDCA. “Isso é um crime grave e precisa ser esclarecido”, completou.



O Diário do Norte do Paraná
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O Conselho Municipal de Defesa da Criança e do Adolescente (CMDCA) procurou a Promotoria da Infância, a Vara da Infância e Juventude e a Polícia Civil, nesta terça-feira (16), para denunciar o Conselho Tutelar de Maringá por descarte irregular de documentos.
Um saco com mais de 200 protocolos sigilosos, entre eles boletins de ocorrências, laudos do Instituto Médico Legal e denúncias de abuso sexual e de outros tipos de violência contra crianças, foi encontrado no lixo do Conselho Tutelar Zona Norte, na Zona 7, expondo detalhes que não poderiam chegar ao conhecimento de qualquer pessoa fora do âmbito do conselho.
A denúncia provocou a abertura de um inquérito na polícia. O CMDCA iniciou uma sindicância e convocou uma reunião de urgência para a quarta-feira, no gabinete do prefeito Silvio Barros (PP), e nesta terça-feira o juiz da Vara da Infância e Juventude determinou o afastamento temporário de uma conselheira tutelar e pediu uma investigação para saber quantos conselheiros têm responsabilidade no descarte de documentos.
Os documentos, todos relativos a processos de 2007 a 2009, foram encontrados no lixo na sexta-feira (12), mas o CMDCA suspeita tenham ocorrido outros descartes anteriormente, o que por lei é proibido. Isso porque esses documentos devem acompanhar toda a história do jovem e também porque é necessário um procedimento específico para a destruição desse tipo de documentos sigilosos.
O procedimento dura até um ano, é autorizado pela Justiça e os papéis devem ser incinerados diante de testemunhas determinadas pela Justiça. “Abrimos as portas para que a Justiça e a polícia façam uma investigação completa”, disse o presidente do CT da Zona Norte, Laércio Ribeiro. “Esse é um fato lamentável, que pode desgastar a imagem do Conselho Tutelar, que é um órgão de extrema confiança e muitas vezes é o último recurso para crianças que estão sofrendo abusos ou maus tratos”.
Para Ribeiro, a publicidade negativa que esse caso está proporcionando poderá desestimular pessoas que se sacrificam para que o Conselho Tutelar faça um bom serviço e as crianças tenham segurança. “Não sabemos se os documentos encontrados no lixo tratam-se de assuntos já encerrados ou de casos em andamento, mas a sindicância aberta pelo CMDCA vai mostrar, mas, de qualquer forma, estão expondo a vida de crianças que podem ter sofrido abuso sexual ou que tenha seus direitos ameaçados ou lesados”, disse a presidente do CMDCA, advogada Célia Weffort.
Segundo ela, a sindicância e o inquérito policial devem apontar quais conselheiros são responsáveis por jogar os documentos no lixo. O delegado da Infância, Gustavo Pinho Alves, que vai conduzir o inquérito policial, adiantou que destruição de documentos públicos pode ser punida com pena que vai de 1 a 4 anos de reclusão.
Uma conselheira tutelar admitiu que tinha jogado fora documentos relacionados a evasão escolar, mas nega que seja responsável pelo descarte de outros documentos. “Se essa informação está correta, então é possível que outros conselheiros tenham jogado documentos no lixo”, entende a servidora pública Sibele Cristina Telles Campos, do CMDCA. “Isso é um crime grave e precisa ser esclarecido”, completou.



O Diário do Norte do Paraná
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Exposições, mostra de filmes e a reinauguração da Praça do Japão são alguns dos destaques

As comemorações do centenário da chegada dos imigrantes japoneses ao Brasil chegam ao ápice nesta quarta-feira (18). É o Dia Nacional da Imigração Japonesa, data nacional criada em 2005 que marca uma série de eventos no Brasil para celebrar a vinda dos imigrantes ao país.
No Paraná, as comemorações já acontecem desde o início do ano, mas se intensificam nesta semana. Em Curitiba, o público pode conferir exposições com obras provenientes do Museu de Arte da Prefeitura de Hyogo, além de assistir à Mostra de Cinema Japonês na Cinemateca. Em Londrina, o destaque é a Expo Imin 100, que começa nesta quarta-feira (18).

Exposições e filmes sobre a cultura japonesa
Em Curitiba, o mês de junho é recheado de eventos em comemoração ao
Dia Nacional de Imigração Japonesa.

Nesta quarta-feira (18), começa na Cinemateca a Mostra de Cinema Japonês, que apresenta gratuitamente uma série de filmes que tem o Japão como país de origem. A programação segue até o dia 24, sempre com sessões às 15h30, 17h30 e 20h. A entrada é gratuita.
O SESC Centro promove uma série de atividades nesta quarta-feira (18). Uma delas é a exposição “Do sol nascente ao ocidente – permanências do Japão nos trópicos”, no hall de entrada da Rua José Loureiro. No restaurante, será servido um almoço com pratos típicos. No mesmo local, o público pode conferir uma exposição de peças e artesanato japoneses. As atividades no restaurante acontecem entre 11h e 14h.

O SESC oferece também uma oficina de culinária japonesa com Clarice Maciel. Para participar, é preciso entrar em contato com a coordenação de cursos do SESC. Todas as atividades, com exceção do almoço, são gratuitas.
Na sexta-feira (20), começa o Imin Matsuri, comemoração da Imigração Japonesa no Brasil. O festival folclórico, gastronômico e cultural promovido pela comunidade nipo-brasileira de Curitiba apresenta uma exposição tecnológica, mostra de artesanato, exposição de fotos e também a apresentação da cantora japonesa Mariko Nakahira. O evento acontece no Pavilhão de Exposições do Parque Barigüi, com entrada a R$ 3.
Na próxima segunda-feira (23), acontece a cerimônia de reinauguração da Praça do Japão, ao lado do lançamento da Pedra Fundamental do Parque do Centenário e de um selo comemorativo aos 100 anos da vinda dos imigrantes. A praça passou por um processo de revitalização, e a cerimônia conta com autoridades japonesas e paranaenses.

A partir da próxima terça-feira (24), é apresentada no Museu Oscar Niemeyer a Exposição de Arte Moderna e Contemporânea, com acervo do Museu de Arte da Prefeitura de Hyogo. Serão apresentadas cerca de 70 obras sobre quatro diferentes etapas da história de Arte Moderna e Contemporânea Japonesa. As obras ficam em exposição até o dia 5 de outubro, e a entrada é R$ 4.

Londrina é sede de grande exposição cultural
Em Londrina, o destaque é o início da "Expo Imin 100 Londrina – A exposição do século", que começa nesta quarta-feira (18) e segue até o dia 22 de junho. A festa começa com grande show de abertura, às 20h, com a participação de 2500 figurantes, coral de 700 crianças, dança, artes marciais e queima de fogos de artifício. A apresentação acontece no Recinte de Shows João Milanez.
No Pavilhão Internacional Otávio Cesário Pereira Junior, acontece a exposição de robôs, viagens virtuais e shows tecnológicos. No Recinto Soiti Tamura, a tradição e a cultura milenar japonesa é apresentada na exposição de bonsais, cerâmica, artesanato, origami, pintura clássica, além das opções gastronômicas. Há também espaço para o esportes, cursos e seminários.

A Expo Imin 100 acontece no Parque de Exposições Gov. Ney Braga.

Herdeiro do trono japonês no Paraná

O primeiro herdeiro do trono do Japão chega ao Brasil na semana de comemoração do centenário da Imigração Japonesa. Depois da passagem por Brasília, São Paulo e Santos, o príncipe Naruhito vem ao Paraná no domingo (22) e passa por Londrina e Rolândia. Em seguida, ele faz uma parada em Maringá onde participa da inauguração do Parque do Japão, espaço de homenagem à colônia nipo-brasileira.
Depois de sua passagem por Maringá, Naruhito passa por Curitiba, onde participa da reinauguração da Praça do Japão, e segue para Belo Horizonte e Rio de Janeiro.

Serviço

Mostra de Cinema Japonês. De 18 a 24 de junho. Cinemateca (Rua Pres. Carlos Cavalcanti, 1174). Entrada gratuita.

Programação: Dia 18: 15h30 – Gaijin – Caminhos da Liberdade. Dia 19: 15h30 – Depois da Chuva. 17h30 – Verão Negro – Falsa Acusação. 20h – Doraheita.

Dia 20: 15h30 – Doraheita. 17h45 – Álbum da Vila. 20h – Depois da Chuva.

Dia 21: 15h30 – Verão Negro - Falsa Acusação. 17h45 – Hinokio. 20h – O Álbum da Vila.

Dia 22: 15h30 – A Face de Jizo. 17h45 – O álbum da Vila. 20h – Verão Negro – Falsa Acusação.

Dia 23: 15h30 – A Face de Jizo. 17h45 – Doraheita. 20h – Hinokio.

Dia 24: 15h30 – Hinokio. 17h45 – Depois da Chuva. 20h – A Face de Jizo. Informações: (41) 3321-3245.

Atividades no SESC Centro Paraná. Quarta-feira (18). Rua José Loureiro, 578. Informações: (41) 3233-7422.
Imin Matsuri. De 20 a 22 de junho. Pavilhão de Exposições do Parque Barigüi (Rodovia do Café, km 0). Entrada: R$ 3. Informações: (41) 3335-7592 ou 3024-9868.
Cerimônia de Reinauguração da Praça do Japão, Lançamento da Pedra Fundamental do Parque Centenário e do Selo Comemorativo. 23 de junho, às 10h30. Praça do Japão (Entre avenidas Sete de Setembro e República Argentina). Informações: (41) 3350-8073.
Exposição de Arte Moderna e Contemporânea. De 24 a 5 de outubro. Museu Oscar Niemeyer (Rua Marechal Hermes, 999). Entrada: R$ 4. Informações: (41) 3350-4489.


Expo Imin 100 Londrina. De 18 a 22 de junho. Parque de Exposições Ney Braga. Entrada: R$ 4. Pontos de venda: Rede de Farmácias Vale Verde de Londrina e Banca Flamengo do Mercado Shangri-lá. Venda nas bilheterias do Ney Braga a partir do dia 18. Show de abertura: Quarta-feira (18), às 19h30. Recinto João Milanez – Parque Governador Ney Braga. Entrada: R$ 10 e R$ 5. Pontos de venda: Rede de Farmácias Vale Verde de Londrina e Mercado Shangri-lá.

Informações: (41) 3327-6923.

Gazeta do Povo

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Exposições, mostra de filmes e a reinauguração da Praça do Japão são alguns dos destaques

As comemorações do centenário da chegada dos imigrantes japoneses ao Brasil chegam ao ápice nesta quarta-feira (18). É o Dia Nacional da Imigração Japonesa, data nacional criada em 2005 que marca uma série de eventos no Brasil para celebrar a vinda dos imigrantes ao país.
No Paraná, as comemorações já acontecem desde o início do ano, mas se intensificam nesta semana. Em Curitiba, o público pode conferir exposições com obras provenientes do Museu de Arte da Prefeitura de Hyogo, além de assistir à Mostra de Cinema Japonês na Cinemateca. Em Londrina, o destaque é a Expo Imin 100, que começa nesta quarta-feira (18).

Exposições e filmes sobre a cultura japonesa
Em Curitiba, o mês de junho é recheado de eventos em comemoração ao
Dia Nacional de Imigração Japonesa.

Nesta quarta-feira (18), começa na Cinemateca a Mostra de Cinema Japonês, que apresenta gratuitamente uma série de filmes que tem o Japão como país de origem. A programação segue até o dia 24, sempre com sessões às 15h30, 17h30 e 20h. A entrada é gratuita.
O SESC Centro promove uma série de atividades nesta quarta-feira (18). Uma delas é a exposição “Do sol nascente ao ocidente – permanências do Japão nos trópicos”, no hall de entrada da Rua José Loureiro. No restaurante, será servido um almoço com pratos típicos. No mesmo local, o público pode conferir uma exposição de peças e artesanato japoneses. As atividades no restaurante acontecem entre 11h e 14h.

O SESC oferece também uma oficina de culinária japonesa com Clarice Maciel. Para participar, é preciso entrar em contato com a coordenação de cursos do SESC. Todas as atividades, com exceção do almoço, são gratuitas.
Na sexta-feira (20), começa o Imin Matsuri, comemoração da Imigração Japonesa no Brasil. O festival folclórico, gastronômico e cultural promovido pela comunidade nipo-brasileira de Curitiba apresenta uma exposição tecnológica, mostra de artesanato, exposição de fotos e também a apresentação da cantora japonesa Mariko Nakahira. O evento acontece no Pavilhão de Exposições do Parque Barigüi, com entrada a R$ 3.
Na próxima segunda-feira (23), acontece a cerimônia de reinauguração da Praça do Japão, ao lado do lançamento da Pedra Fundamental do Parque do Centenário e de um selo comemorativo aos 100 anos da vinda dos imigrantes. A praça passou por um processo de revitalização, e a cerimônia conta com autoridades japonesas e paranaenses.

A partir da próxima terça-feira (24), é apresentada no Museu Oscar Niemeyer a Exposição de Arte Moderna e Contemporânea, com acervo do Museu de Arte da Prefeitura de Hyogo. Serão apresentadas cerca de 70 obras sobre quatro diferentes etapas da história de Arte Moderna e Contemporânea Japonesa. As obras ficam em exposição até o dia 5 de outubro, e a entrada é R$ 4.

Londrina é sede de grande exposição cultural
Em Londrina, o destaque é o início da "Expo Imin 100 Londrina – A exposição do século", que começa nesta quarta-feira (18) e segue até o dia 22 de junho. A festa começa com grande show de abertura, às 20h, com a participação de 2500 figurantes, coral de 700 crianças, dança, artes marciais e queima de fogos de artifício. A apresentação acontece no Recinte de Shows João Milanez.
No Pavilhão Internacional Otávio Cesário Pereira Junior, acontece a exposição de robôs, viagens virtuais e shows tecnológicos. No Recinto Soiti Tamura, a tradição e a cultura milenar japonesa é apresentada na exposição de bonsais, cerâmica, artesanato, origami, pintura clássica, além das opções gastronômicas. Há também espaço para o esportes, cursos e seminários.

A Expo Imin 100 acontece no Parque de Exposições Gov. Ney Braga.

Herdeiro do trono japonês no Paraná

O primeiro herdeiro do trono do Japão chega ao Brasil na semana de comemoração do centenário da Imigração Japonesa. Depois da passagem por Brasília, São Paulo e Santos, o príncipe Naruhito vem ao Paraná no domingo (22) e passa por Londrina e Rolândia. Em seguida, ele faz uma parada em Maringá onde participa da inauguração do Parque do Japão, espaço de homenagem à colônia nipo-brasileira.
Depois de sua passagem por Maringá, Naruhito passa por Curitiba, onde participa da reinauguração da Praça do Japão, e segue para Belo Horizonte e Rio de Janeiro.

Serviço

Mostra de Cinema Japonês. De 18 a 24 de junho. Cinemateca (Rua Pres. Carlos Cavalcanti, 1174). Entrada gratuita.

Programação: Dia 18: 15h30 – Gaijin – Caminhos da Liberdade. Dia 19: 15h30 – Depois da Chuva. 17h30 – Verão Negro – Falsa Acusação. 20h – Doraheita.

Dia 20: 15h30 – Doraheita. 17h45 – Álbum da Vila. 20h – Depois da Chuva.

Dia 21: 15h30 – Verão Negro - Falsa Acusação. 17h45 – Hinokio. 20h – O Álbum da Vila.

Dia 22: 15h30 – A Face de Jizo. 17h45 – O álbum da Vila. 20h – Verão Negro – Falsa Acusação.

Dia 23: 15h30 – A Face de Jizo. 17h45 – Doraheita. 20h – Hinokio.

Dia 24: 15h30 – Hinokio. 17h45 – Depois da Chuva. 20h – A Face de Jizo. Informações: (41) 3321-3245.

Atividades no SESC Centro Paraná. Quarta-feira (18). Rua José Loureiro, 578. Informações: (41) 3233-7422.
Imin Matsuri. De 20 a 22 de junho. Pavilhão de Exposições do Parque Barigüi (Rodovia do Café, km 0). Entrada: R$ 3. Informações: (41) 3335-7592 ou 3024-9868.
Cerimônia de Reinauguração da Praça do Japão, Lançamento da Pedra Fundamental do Parque Centenário e do Selo Comemorativo. 23 de junho, às 10h30. Praça do Japão (Entre avenidas Sete de Setembro e República Argentina). Informações: (41) 3350-8073.
Exposição de Arte Moderna e Contemporânea. De 24 a 5 de outubro. Museu Oscar Niemeyer (Rua Marechal Hermes, 999). Entrada: R$ 4. Informações: (41) 3350-4489.


Expo Imin 100 Londrina. De 18 a 22 de junho. Parque de Exposições Ney Braga. Entrada: R$ 4. Pontos de venda: Rede de Farmácias Vale Verde de Londrina e Banca Flamengo do Mercado Shangri-lá. Venda nas bilheterias do Ney Braga a partir do dia 18. Show de abertura: Quarta-feira (18), às 19h30. Recinto João Milanez – Parque Governador Ney Braga. Entrada: R$ 10 e R$ 5. Pontos de venda: Rede de Farmácias Vale Verde de Londrina e Mercado Shangri-lá.

Informações: (41) 3327-6923.

Gazeta do Povo

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Exposições, mostra de filmes e a reinauguração da Praça do Japão são alguns dos destaques

As comemorações do centenário da chegada dos imigrantes japoneses ao Brasil chegam ao ápice nesta quarta-feira (18). É o Dia Nacional da Imigração Japonesa, data nacional criada em 2005 que marca uma série de eventos no Brasil para celebrar a vinda dos imigrantes ao país.
No Paraná, as comemorações já acontecem desde o início do ano, mas se intensificam nesta semana. Em Curitiba, o público pode conferir exposições com obras provenientes do Museu de Arte da Prefeitura de Hyogo, além de assistir à Mostra de Cinema Japonês na Cinemateca. Em Londrina, o destaque é a Expo Imin 100, que começa nesta quarta-feira (18).

Exposições e filmes sobre a cultura japonesa
Em Curitiba, o mês de junho é recheado de eventos em comemoração ao
Dia Nacional de Imigração Japonesa.

Nesta quarta-feira (18), começa na Cinemateca a Mostra de Cinema Japonês, que apresenta gratuitamente uma série de filmes que tem o Japão como país de origem. A programação segue até o dia 24, sempre com sessões às 15h30, 17h30 e 20h. A entrada é gratuita.
O SESC Centro promove uma série de atividades nesta quarta-feira (18). Uma delas é a exposição “Do sol nascente ao ocidente – permanências do Japão nos trópicos”, no hall de entrada da Rua José Loureiro. No restaurante, será servido um almoço com pratos típicos. No mesmo local, o público pode conferir uma exposição de peças e artesanato japoneses. As atividades no restaurante acontecem entre 11h e 14h.

O SESC oferece também uma oficina de culinária japonesa com Clarice Maciel. Para participar, é preciso entrar em contato com a coordenação de cursos do SESC. Todas as atividades, com exceção do almoço, são gratuitas.
Na sexta-feira (20), começa o Imin Matsuri, comemoração da Imigração Japonesa no Brasil. O festival folclórico, gastronômico e cultural promovido pela comunidade nipo-brasileira de Curitiba apresenta uma exposição tecnológica, mostra de artesanato, exposição de fotos e também a apresentação da cantora japonesa Mariko Nakahira. O evento acontece no Pavilhão de Exposições do Parque Barigüi, com entrada a R$ 3.
Na próxima segunda-feira (23), acontece a cerimônia de reinauguração da Praça do Japão, ao lado do lançamento da Pedra Fundamental do Parque do Centenário e de um selo comemorativo aos 100 anos da vinda dos imigrantes. A praça passou por um processo de revitalização, e a cerimônia conta com autoridades japonesas e paranaenses.

A partir da próxima terça-feira (24), é apresentada no Museu Oscar Niemeyer a Exposição de Arte Moderna e Contemporânea, com acervo do Museu de Arte da Prefeitura de Hyogo. Serão apresentadas cerca de 70 obras sobre quatro diferentes etapas da história de Arte Moderna e Contemporânea Japonesa. As obras ficam em exposição até o dia 5 de outubro, e a entrada é R$ 4.

Londrina é sede de grande exposição cultural
Em Londrina, o destaque é o início da "Expo Imin 100 Londrina – A exposição do século", que começa nesta quarta-feira (18) e segue até o dia 22 de junho. A festa começa com grande show de abertura, às 20h, com a participação de 2500 figurantes, coral de 700 crianças, dança, artes marciais e queima de fogos de artifício. A apresentação acontece no Recinte de Shows João Milanez.
No Pavilhão Internacional Otávio Cesário Pereira Junior, acontece a exposição de robôs, viagens virtuais e shows tecnológicos. No Recinto Soiti Tamura, a tradição e a cultura milenar japonesa é apresentada na exposição de bonsais, cerâmica, artesanato, origami, pintura clássica, além das opções gastronômicas. Há também espaço para o esportes, cursos e seminários.

A Expo Imin 100 acontece no Parque de Exposições Gov. Ney Braga.

Herdeiro do trono japonês no Paraná

O primeiro herdeiro do trono do Japão chega ao Brasil na semana de comemoração do centenário da Imigração Japonesa. Depois da passagem por Brasília, São Paulo e Santos, o príncipe Naruhito vem ao Paraná no domingo (22) e passa por Londrina e Rolândia. Em seguida, ele faz uma parada em Maringá onde participa da inauguração do Parque do Japão, espaço de homenagem à colônia nipo-brasileira.
Depois de sua passagem por Maringá, Naruhito passa por Curitiba, onde participa da reinauguração da Praça do Japão, e segue para Belo Horizonte e Rio de Janeiro.

Serviço

Mostra de Cinema Japonês. De 18 a 24 de junho. Cinemateca (Rua Pres. Carlos Cavalcanti, 1174). Entrada gratuita.

Programação: Dia 18: 15h30 – Gaijin – Caminhos da Liberdade. Dia 19: 15h30 – Depois da Chuva. 17h30 – Verão Negro – Falsa Acusação. 20h – Doraheita.

Dia 20: 15h30 – Doraheita. 17h45 – Álbum da Vila. 20h – Depois da Chuva.

Dia 21: 15h30 – Verão Negro - Falsa Acusação. 17h45 – Hinokio. 20h – O Álbum da Vila.

Dia 22: 15h30 – A Face de Jizo. 17h45 – O álbum da Vila. 20h – Verão Negro – Falsa Acusação.

Dia 23: 15h30 – A Face de Jizo. 17h45 – Doraheita. 20h – Hinokio.

Dia 24: 15h30 – Hinokio. 17h45 – Depois da Chuva. 20h – A Face de Jizo. Informações: (41) 3321-3245.

Atividades no SESC Centro Paraná. Quarta-feira (18). Rua José Loureiro, 578. Informações: (41) 3233-7422.
Imin Matsuri. De 20 a 22 de junho. Pavilhão de Exposições do Parque Barigüi (Rodovia do Café, km 0). Entrada: R$ 3. Informações: (41) 3335-7592 ou 3024-9868.
Cerimônia de Reinauguração da Praça do Japão, Lançamento da Pedra Fundamental do Parque Centenário e do Selo Comemorativo. 23 de junho, às 10h30. Praça do Japão (Entre avenidas Sete de Setembro e República Argentina). Informações: (41) 3350-8073.
Exposição de Arte Moderna e Contemporânea. De 24 a 5 de outubro. Museu Oscar Niemeyer (Rua Marechal Hermes, 999). Entrada: R$ 4. Informações: (41) 3350-4489.


Expo Imin 100 Londrina. De 18 a 22 de junho. Parque de Exposições Ney Braga. Entrada: R$ 4. Pontos de venda: Rede de Farmácias Vale Verde de Londrina e Banca Flamengo do Mercado Shangri-lá. Venda nas bilheterias do Ney Braga a partir do dia 18. Show de abertura: Quarta-feira (18), às 19h30. Recinto João Milanez – Parque Governador Ney Braga. Entrada: R$ 10 e R$ 5. Pontos de venda: Rede de Farmácias Vale Verde de Londrina e Mercado Shangri-lá.

Informações: (41) 3327-6923.

Gazeta do Povo

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GOIÂNIA - A pequena Ana Clara, de apenas 9 meses, teve o pescoço cortado por uma linha de pipa com cerol - mistura de cola com cacos de vidro moídos - em Goiânia, na noite do último domingo. O bebê estava no colo da mãe, que estava na garupa de uma bicicleta guiada pelo pai. Segundo os médicos, a linha não atingiu a jugular da criança por um milímetro. Também em Goiânia, só que nesta segunda-feira, um motoqueiro de 34 anos morreu após ter o pescoço cortado por uma linha com cerol.
Ana Clara foi atendida no Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo), levou cinco pontos no pescoço e já teve alta. A menina passa bem.
O acidente aconteceu por volta das 18 horas de domingo. Eurisan Souza Pires, de 22 anos, Jéssica Ferreira dos Santos, de 17, e Ana Clara desciam de bicicleta a Rua 1.061, no Setor Pedro Ludovico. Apesar da inclinação acentuada da via, Eurisan não corria porque a bicicleta estava com problemas no freio.
- Eu percebi a linha e joguei para cima, minha mulher também tentou tirar, mas Ana Clara puxou para baixo - contou o pai.
Ao perceber que tinha atingido a família, o rapaz que soltava pipa no lote em frente ainda puxou a linha ferindo também a nuca da menina.
- O médico do Hugo disse que foi muita sorte - disse Jéssica.
Com a pele muito fina por causa da idade, a garota só não teve um corte mais profundo no pescoço porque o pai descia a rua devagar.



O Globo On Line
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GOIÂNIA - A pequena Ana Clara, de apenas 9 meses, teve o pescoço cortado por uma linha de pipa com cerol - mistura de cola com cacos de vidro moídos - em Goiânia, na noite do último domingo. O bebê estava no colo da mãe, que estava na garupa de uma bicicleta guiada pelo pai. Segundo os médicos, a linha não atingiu a jugular da criança por um milímetro. Também em Goiânia, só que nesta segunda-feira, um motoqueiro de 34 anos morreu após ter o pescoço cortado por uma linha com cerol.
Ana Clara foi atendida no Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo), levou cinco pontos no pescoço e já teve alta. A menina passa bem.
O acidente aconteceu por volta das 18 horas de domingo. Eurisan Souza Pires, de 22 anos, Jéssica Ferreira dos Santos, de 17, e Ana Clara desciam de bicicleta a Rua 1.061, no Setor Pedro Ludovico. Apesar da inclinação acentuada da via, Eurisan não corria porque a bicicleta estava com problemas no freio.
- Eu percebi a linha e joguei para cima, minha mulher também tentou tirar, mas Ana Clara puxou para baixo - contou o pai.
Ao perceber que tinha atingido a família, o rapaz que soltava pipa no lote em frente ainda puxou a linha ferindo também a nuca da menina.
- O médico do Hugo disse que foi muita sorte - disse Jéssica.
Com a pele muito fina por causa da idade, a garota só não teve um corte mais profundo no pescoço porque o pai descia a rua devagar.



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GOIÂNIA - A pequena Ana Clara, de apenas 9 meses, teve o pescoço cortado por uma linha de pipa com cerol - mistura de cola com cacos de vidro moídos - em Goiânia, na noite do último domingo. O bebê estava no colo da mãe, que estava na garupa de uma bicicleta guiada pelo pai. Segundo os médicos, a linha não atingiu a jugular da criança por um milímetro. Também em Goiânia, só que nesta segunda-feira, um motoqueiro de 34 anos morreu após ter o pescoço cortado por uma linha com cerol.
Ana Clara foi atendida no Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo), levou cinco pontos no pescoço e já teve alta. A menina passa bem.
O acidente aconteceu por volta das 18 horas de domingo. Eurisan Souza Pires, de 22 anos, Jéssica Ferreira dos Santos, de 17, e Ana Clara desciam de bicicleta a Rua 1.061, no Setor Pedro Ludovico. Apesar da inclinação acentuada da via, Eurisan não corria porque a bicicleta estava com problemas no freio.
- Eu percebi a linha e joguei para cima, minha mulher também tentou tirar, mas Ana Clara puxou para baixo - contou o pai.
Ao perceber que tinha atingido a família, o rapaz que soltava pipa no lote em frente ainda puxou a linha ferindo também a nuca da menina.
- O médico do Hugo disse que foi muita sorte - disse Jéssica.
Com a pele muito fina por causa da idade, a garota só não teve um corte mais profundo no pescoço porque o pai descia a rua devagar.



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SÃO PAULO - A Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) de São Paulo apreendeu nesta terça-feira o código de regras de um grupo neonazista denominado Front 88. Oito mandados de busca e apreensão foram cumpridos e a polícia estima que cerca de 20 a 30 pessoas fazem parte do grupo. Segundo a delegada Margarete Barreto, titular do Decradi, a guerra entre grupos neonazistas já resultaram em um assassinato na capital paulista em 2007 e uma tentativa de homicídio em agosto do ano passado.
H.H.A., um adolescente integrante do Front 88, é acusado de matar em 2007, na Rua Augusta, Ricardo Sutamis, membro de outro grupo neonazista. Rogério Moreira, outro alvo de H.H.A, conseguiu escapar com vida. Em 2 de agosto passado, Moreira teria tentado matar H.H.A para vingar a morte do amigo. Moreira foi indiciado e as buscas desta terça-feira devem ajudar a colher provas contra a atuação dele e de seu grupo.
O Front 88 tem ligações com o Neuland, grupo acusado de matar dois jovens no Paraná em abril passado. Segundo Margarette, o economista Ricardo Barollo, integrante do Neuland e preso como mandante do duplo assassinato no Paraná, pagou a viagem de integrantes do Front 88 para encontros realizados no estado vizinho. O Neuland estaria treinando integrantes do Front 88, já que o Neuland é um grupo armado e com treinamento paramilitar.
Nas buscas autorizadas pela Justiça, a polícia apreendeu, além do código de regras do Front 88, armas brancas, armas de brinquedo, livros de propaganda neonazista e o código de regras.
A delegada Margarete afirma que a hierarquia do Front 88 é por idade - os mais novos devem obediência e respeito aos mais velhos. Todos devem comparecer a cada 15 dias nas reuniões. Se precisar se ausentar, é preciso justificar o motivo. Caso contrário, o integrante é sumariamente expulso.
Segundo ela, um sistema de comunicação por códigos indica os locais de reuniões, para que eles não sejam alcançados pela polícia. Os integrantes do grupo, assim como os do Neuland, se autodenominam soldados.
- Há em curso uma uma guerra entre os grupos intolerância - diz Margarete, ao explicar o motivo dos assassinatos entre neonazistas.
O polícia paulista investiga a atuação de pelo menos 35 pessoas no grupo neonazista Neuland. Segundo a Decradi, cerca de 25 grupos neonazistas atuam no estado, mas o de Barollo, denominado Neuland, é considerado o mais organizado ideologicamente. Além de São Paulo, os neonazistas são investigados no Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina.
Leia também: Neonazistas são suspeitos de 10 mortes nos últimos 60 dias.
O grupo Neuland tem células em atuação na capital paulista, onde está o maior número de participantes, e está organizado em células nas cidades de Campinas, Sorocaba e Limeira. Além de Barollo, apenas mais um integrante do grupo foi indiciado por crime ligado à ação do grupo. Trata-se de Alessandro Martines, 31 anos, preso em 13 de junho de 2008, no município de Santo André, no ABC paulista, com 147 itens de armamentos, entre espingardas, pistolas, carabinas, carregadores, munição e facas Butterfly.
O processo contra Martines foi distribuído à 2ª Vara Criminal do Fórum de Santo André. Martines está sendo acusado, principalmente, por crimes vinculados ao porte ilegal de armas. Não há informação disponível sobre possível indiciamento por crime de racismo.

Preconceito é crime. Denuncie!
Manifestações de discriminação em razão da origem, raça, etnia, sexo, orientação sexual, cor, idade, crença religiosa ou outras formas de preconceito são consideradas atividades criminosas. Estes crimes estão tipificados no art. 241 da Lei Federal n.º 8.069/90 e no art. 20 da Lei Federal n.º 7.716/89.


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SÃO PAULO - A Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) de São Paulo apreendeu nesta terça-feira o código de regras de um grupo neonazista denominado Front 88. Oito mandados de busca e apreensão foram cumpridos e a polícia estima que cerca de 20 a 30 pessoas fazem parte do grupo. Segundo a delegada Margarete Barreto, titular do Decradi, a guerra entre grupos neonazistas já resultaram em um assassinato na capital paulista em 2007 e uma tentativa de homicídio em agosto do ano passado.
H.H.A., um adolescente integrante do Front 88, é acusado de matar em 2007, na Rua Augusta, Ricardo Sutamis, membro de outro grupo neonazista. Rogério Moreira, outro alvo de H.H.A, conseguiu escapar com vida. Em 2 de agosto passado, Moreira teria tentado matar H.H.A para vingar a morte do amigo. Moreira foi indiciado e as buscas desta terça-feira devem ajudar a colher provas contra a atuação dele e de seu grupo.
O Front 88 tem ligações com o Neuland, grupo acusado de matar dois jovens no Paraná em abril passado. Segundo Margarette, o economista Ricardo Barollo, integrante do Neuland e preso como mandante do duplo assassinato no Paraná, pagou a viagem de integrantes do Front 88 para encontros realizados no estado vizinho. O Neuland estaria treinando integrantes do Front 88, já que o Neuland é um grupo armado e com treinamento paramilitar.
Nas buscas autorizadas pela Justiça, a polícia apreendeu, além do código de regras do Front 88, armas brancas, armas de brinquedo, livros de propaganda neonazista e o código de regras.
A delegada Margarete afirma que a hierarquia do Front 88 é por idade - os mais novos devem obediência e respeito aos mais velhos. Todos devem comparecer a cada 15 dias nas reuniões. Se precisar se ausentar, é preciso justificar o motivo. Caso contrário, o integrante é sumariamente expulso.
Segundo ela, um sistema de comunicação por códigos indica os locais de reuniões, para que eles não sejam alcançados pela polícia. Os integrantes do grupo, assim como os do Neuland, se autodenominam soldados.
- Há em curso uma uma guerra entre os grupos intolerância - diz Margarete, ao explicar o motivo dos assassinatos entre neonazistas.
O polícia paulista investiga a atuação de pelo menos 35 pessoas no grupo neonazista Neuland. Segundo a Decradi, cerca de 25 grupos neonazistas atuam no estado, mas o de Barollo, denominado Neuland, é considerado o mais organizado ideologicamente. Além de São Paulo, os neonazistas são investigados no Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina.
Leia também: Neonazistas são suspeitos de 10 mortes nos últimos 60 dias.
O grupo Neuland tem células em atuação na capital paulista, onde está o maior número de participantes, e está organizado em células nas cidades de Campinas, Sorocaba e Limeira. Além de Barollo, apenas mais um integrante do grupo foi indiciado por crime ligado à ação do grupo. Trata-se de Alessandro Martines, 31 anos, preso em 13 de junho de 2008, no município de Santo André, no ABC paulista, com 147 itens de armamentos, entre espingardas, pistolas, carabinas, carregadores, munição e facas Butterfly.
O processo contra Martines foi distribuído à 2ª Vara Criminal do Fórum de Santo André. Martines está sendo acusado, principalmente, por crimes vinculados ao porte ilegal de armas. Não há informação disponível sobre possível indiciamento por crime de racismo.

Preconceito é crime. Denuncie!
Manifestações de discriminação em razão da origem, raça, etnia, sexo, orientação sexual, cor, idade, crença religiosa ou outras formas de preconceito são consideradas atividades criminosas. Estes crimes estão tipificados no art. 241 da Lei Federal n.º 8.069/90 e no art. 20 da Lei Federal n.º 7.716/89.


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SÃO PAULO - A Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) de São Paulo apreendeu nesta terça-feira o código de regras de um grupo neonazista denominado Front 88. Oito mandados de busca e apreensão foram cumpridos e a polícia estima que cerca de 20 a 30 pessoas fazem parte do grupo. Segundo a delegada Margarete Barreto, titular do Decradi, a guerra entre grupos neonazistas já resultaram em um assassinato na capital paulista em 2007 e uma tentativa de homicídio em agosto do ano passado.
H.H.A., um adolescente integrante do Front 88, é acusado de matar em 2007, na Rua Augusta, Ricardo Sutamis, membro de outro grupo neonazista. Rogério Moreira, outro alvo de H.H.A, conseguiu escapar com vida. Em 2 de agosto passado, Moreira teria tentado matar H.H.A para vingar a morte do amigo. Moreira foi indiciado e as buscas desta terça-feira devem ajudar a colher provas contra a atuação dele e de seu grupo.
O Front 88 tem ligações com o Neuland, grupo acusado de matar dois jovens no Paraná em abril passado. Segundo Margarette, o economista Ricardo Barollo, integrante do Neuland e preso como mandante do duplo assassinato no Paraná, pagou a viagem de integrantes do Front 88 para encontros realizados no estado vizinho. O Neuland estaria treinando integrantes do Front 88, já que o Neuland é um grupo armado e com treinamento paramilitar.
Nas buscas autorizadas pela Justiça, a polícia apreendeu, além do código de regras do Front 88, armas brancas, armas de brinquedo, livros de propaganda neonazista e o código de regras.
A delegada Margarete afirma que a hierarquia do Front 88 é por idade - os mais novos devem obediência e respeito aos mais velhos. Todos devem comparecer a cada 15 dias nas reuniões. Se precisar se ausentar, é preciso justificar o motivo. Caso contrário, o integrante é sumariamente expulso.
Segundo ela, um sistema de comunicação por códigos indica os locais de reuniões, para que eles não sejam alcançados pela polícia. Os integrantes do grupo, assim como os do Neuland, se autodenominam soldados.
- Há em curso uma uma guerra entre os grupos intolerância - diz Margarete, ao explicar o motivo dos assassinatos entre neonazistas.
O polícia paulista investiga a atuação de pelo menos 35 pessoas no grupo neonazista Neuland. Segundo a Decradi, cerca de 25 grupos neonazistas atuam no estado, mas o de Barollo, denominado Neuland, é considerado o mais organizado ideologicamente. Além de São Paulo, os neonazistas são investigados no Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina.
Leia também: Neonazistas são suspeitos de 10 mortes nos últimos 60 dias.
O grupo Neuland tem células em atuação na capital paulista, onde está o maior número de participantes, e está organizado em células nas cidades de Campinas, Sorocaba e Limeira. Além de Barollo, apenas mais um integrante do grupo foi indiciado por crime ligado à ação do grupo. Trata-se de Alessandro Martines, 31 anos, preso em 13 de junho de 2008, no município de Santo André, no ABC paulista, com 147 itens de armamentos, entre espingardas, pistolas, carabinas, carregadores, munição e facas Butterfly.
O processo contra Martines foi distribuído à 2ª Vara Criminal do Fórum de Santo André. Martines está sendo acusado, principalmente, por crimes vinculados ao porte ilegal de armas. Não há informação disponível sobre possível indiciamento por crime de racismo.

Preconceito é crime. Denuncie!
Manifestações de discriminação em razão da origem, raça, etnia, sexo, orientação sexual, cor, idade, crença religiosa ou outras formas de preconceito são consideradas atividades criminosas. Estes crimes estão tipificados no art. 241 da Lei Federal n.º 8.069/90 e no art. 20 da Lei Federal n.º 7.716/89.


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Médicos pretendem fazer uma série de cirurgias para remover objetos.Chinês de 46 anos diz que não se lembra de colocar as agulhas no corpo.

Os médicos chineses encontraram mais de cem agulhas no corpo do paciente Liu Lijian, de 46 anos, que foi parar no hospital após se queixar de dores pelo corpo, segundo reportagem do jornal inglês "Metro". Para o espanto dos médicos, após examinar o paciente, eles encontraram agulhas em diversas partes de seu corpo. Os raios-X mostraram que, apenas na região do estômago, ele tinha 38 agulhas sob sua pele. Segundo o jornal, os médicos pretendem fazer uma série de delicadas cirurgias para remover os objetos. "Ele diz que costumava brincar com agulhas quando era criança, mas não se lembra de colocá-las em seu corpo. É um milagre que ele tenha ficado tanto tempo sem ter tido nenhuma infecção", disse um porta-voz do hospital.



G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:55  comentar

Médicos pretendem fazer uma série de cirurgias para remover objetos.Chinês de 46 anos diz que não se lembra de colocar as agulhas no corpo.

Os médicos chineses encontraram mais de cem agulhas no corpo do paciente Liu Lijian, de 46 anos, que foi parar no hospital após se queixar de dores pelo corpo, segundo reportagem do jornal inglês "Metro". Para o espanto dos médicos, após examinar o paciente, eles encontraram agulhas em diversas partes de seu corpo. Os raios-X mostraram que, apenas na região do estômago, ele tinha 38 agulhas sob sua pele. Segundo o jornal, os médicos pretendem fazer uma série de delicadas cirurgias para remover os objetos. "Ele diz que costumava brincar com agulhas quando era criança, mas não se lembra de colocá-las em seu corpo. É um milagre que ele tenha ficado tanto tempo sem ter tido nenhuma infecção", disse um porta-voz do hospital.



G1
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Médicos pretendem fazer uma série de cirurgias para remover objetos.Chinês de 46 anos diz que não se lembra de colocar as agulhas no corpo.

Os médicos chineses encontraram mais de cem agulhas no corpo do paciente Liu Lijian, de 46 anos, que foi parar no hospital após se queixar de dores pelo corpo, segundo reportagem do jornal inglês "Metro". Para o espanto dos médicos, após examinar o paciente, eles encontraram agulhas em diversas partes de seu corpo. Os raios-X mostraram que, apenas na região do estômago, ele tinha 38 agulhas sob sua pele. Segundo o jornal, os médicos pretendem fazer uma série de delicadas cirurgias para remover os objetos. "Ele diz que costumava brincar com agulhas quando era criança, mas não se lembra de colocá-las em seu corpo. É um milagre que ele tenha ficado tanto tempo sem ter tido nenhuma infecção", disse um porta-voz do hospital.



G1
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Cérebro de apaixonados ‘desativa’ a visão crítica sobre a pessoa amada

Rio - Que o amor é cego, todo mundo já ouviu dizer. Mas ontem, durante o 5º Congresso Brasileiro do Cérebro, Comportamento e Emoções, em Gramado (RS), pesquisadores comprovaram que a pessoa apaixonada dificilmente consegue ver os defeitos do parceiro.
“Estudos com imagens mostram que os mecanismos cerebrais que nos fazem ter uma visão crítica sobre as atitudes dos outros são desativados quando estamos com a pessoa amada”, justificou o neurologista André Palmini, da Faculdade de Medicina da PUC do Rio Grande do Sul.
De acordo com a médica Carmita Abdo, da Universidade de São Paulo (USP), o cérebro se comporta de maneira diferente na paixão e no amor. Segundo ela, mecanismos de defesa passam a ficar mais “atentos” com o passar do tempo.
“Podemos concluir que durante a paixão o organismo produz dopamina, substância responsável pela atração. Já os relacionamentos duradouros contam com a ocitocina, hormônio capaz de estimular a fidelidade”, contou. Pesquisas mostram que a ocitocina é mais facilmente encontrada no organismo das mulheres.



O DIA ONLINE
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Cérebro de apaixonados ‘desativa’ a visão crítica sobre a pessoa amada

Rio - Que o amor é cego, todo mundo já ouviu dizer. Mas ontem, durante o 5º Congresso Brasileiro do Cérebro, Comportamento e Emoções, em Gramado (RS), pesquisadores comprovaram que a pessoa apaixonada dificilmente consegue ver os defeitos do parceiro.
“Estudos com imagens mostram que os mecanismos cerebrais que nos fazem ter uma visão crítica sobre as atitudes dos outros são desativados quando estamos com a pessoa amada”, justificou o neurologista André Palmini, da Faculdade de Medicina da PUC do Rio Grande do Sul.
De acordo com a médica Carmita Abdo, da Universidade de São Paulo (USP), o cérebro se comporta de maneira diferente na paixão e no amor. Segundo ela, mecanismos de defesa passam a ficar mais “atentos” com o passar do tempo.
“Podemos concluir que durante a paixão o organismo produz dopamina, substância responsável pela atração. Já os relacionamentos duradouros contam com a ocitocina, hormônio capaz de estimular a fidelidade”, contou. Pesquisas mostram que a ocitocina é mais facilmente encontrada no organismo das mulheres.



O DIA ONLINE
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Cérebro de apaixonados ‘desativa’ a visão crítica sobre a pessoa amada

Rio - Que o amor é cego, todo mundo já ouviu dizer. Mas ontem, durante o 5º Congresso Brasileiro do Cérebro, Comportamento e Emoções, em Gramado (RS), pesquisadores comprovaram que a pessoa apaixonada dificilmente consegue ver os defeitos do parceiro.
“Estudos com imagens mostram que os mecanismos cerebrais que nos fazem ter uma visão crítica sobre as atitudes dos outros são desativados quando estamos com a pessoa amada”, justificou o neurologista André Palmini, da Faculdade de Medicina da PUC do Rio Grande do Sul.
De acordo com a médica Carmita Abdo, da Universidade de São Paulo (USP), o cérebro se comporta de maneira diferente na paixão e no amor. Segundo ela, mecanismos de defesa passam a ficar mais “atentos” com o passar do tempo.
“Podemos concluir que durante a paixão o organismo produz dopamina, substância responsável pela atração. Já os relacionamentos duradouros contam com a ocitocina, hormônio capaz de estimular a fidelidade”, contou. Pesquisas mostram que a ocitocina é mais facilmente encontrada no organismo das mulheres.



O DIA ONLINE
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Pesquisadores mostraram como as mães desenvolvem um ouvido tão aguçado para o choro de seus bebês. Não é que os seus cérebros valorizem mais os chamados dos filhotes. Eles, na verdade, diminuem o volume de todo o resto.
"Você pode imaginar um refletor em cima de um cantor em um palco. Se as outras luzes do palco estão todas acesas, o refletor não destaca tanto o artista. Mas, se está tudo na escuridão, o mesmo refletor destaca o cantor muito bem", disse à Folha Robert Liu, da Emory University, em Atlanta, EUA.
"Nós achamos que as mães têm uma inibição que reduz a atividade nas áreas do córtex auditivo que não estão direcionadas especificamente para o chamado do filhote."
Os pesquisadores utilizaram na experiência, publicada na última edição do periódico "Neuron", fêmeas de camundongo com filhotes e fêmeas virgens. Eles gravaram o chamado de filhotes e exibiram-no para todas elas. Enquanto isso, observaram a atividade das células dos seus cérebros.
Áreas diferentes do córtex auditivo respondem por diferentes frequências ouvidas.
As áreas relacionadas à frequência dos gritos dos filhotes ficaram ativas nos dois grupos. Entretanto, o resto do córtex auditivo das mães se "apagou" com mais intensidade e por mais tempo. Isso ajuda a mãe a reconhecer os chamados de um bebê mesmo que em um ambiente muito barulhento.
Ainda não se sabe como ocorrem essas mudanças no cérebro materno. Segundo Liu, pode ser que o cérebro das mães tenha sido reprogramado pelos hormônios para desligar com mais facilidade áreas auditivas não utilizadas para escutar bebês -sejam filhos delas ou não.
É possível também que as mães tenham "exercitado" o seu cérebro para focalizar a sua concentração no grito dos bebês camundongos.
Apostando na primeira hipótese



Folha Online
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Pesquisadores mostraram como as mães desenvolvem um ouvido tão aguçado para o choro de seus bebês. Não é que os seus cérebros valorizem mais os chamados dos filhotes. Eles, na verdade, diminuem o volume de todo o resto.
"Você pode imaginar um refletor em cima de um cantor em um palco. Se as outras luzes do palco estão todas acesas, o refletor não destaca tanto o artista. Mas, se está tudo na escuridão, o mesmo refletor destaca o cantor muito bem", disse à Folha Robert Liu, da Emory University, em Atlanta, EUA.
"Nós achamos que as mães têm uma inibição que reduz a atividade nas áreas do córtex auditivo que não estão direcionadas especificamente para o chamado do filhote."
Os pesquisadores utilizaram na experiência, publicada na última edição do periódico "Neuron", fêmeas de camundongo com filhotes e fêmeas virgens. Eles gravaram o chamado de filhotes e exibiram-no para todas elas. Enquanto isso, observaram a atividade das células dos seus cérebros.
Áreas diferentes do córtex auditivo respondem por diferentes frequências ouvidas.
As áreas relacionadas à frequência dos gritos dos filhotes ficaram ativas nos dois grupos. Entretanto, o resto do córtex auditivo das mães se "apagou" com mais intensidade e por mais tempo. Isso ajuda a mãe a reconhecer os chamados de um bebê mesmo que em um ambiente muito barulhento.
Ainda não se sabe como ocorrem essas mudanças no cérebro materno. Segundo Liu, pode ser que o cérebro das mães tenha sido reprogramado pelos hormônios para desligar com mais facilidade áreas auditivas não utilizadas para escutar bebês -sejam filhos delas ou não.
É possível também que as mães tenham "exercitado" o seu cérebro para focalizar a sua concentração no grito dos bebês camundongos.
Apostando na primeira hipótese



Folha Online
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:22  comentar

Pesquisadores mostraram como as mães desenvolvem um ouvido tão aguçado para o choro de seus bebês. Não é que os seus cérebros valorizem mais os chamados dos filhotes. Eles, na verdade, diminuem o volume de todo o resto.
"Você pode imaginar um refletor em cima de um cantor em um palco. Se as outras luzes do palco estão todas acesas, o refletor não destaca tanto o artista. Mas, se está tudo na escuridão, o mesmo refletor destaca o cantor muito bem", disse à Folha Robert Liu, da Emory University, em Atlanta, EUA.
"Nós achamos que as mães têm uma inibição que reduz a atividade nas áreas do córtex auditivo que não estão direcionadas especificamente para o chamado do filhote."
Os pesquisadores utilizaram na experiência, publicada na última edição do periódico "Neuron", fêmeas de camundongo com filhotes e fêmeas virgens. Eles gravaram o chamado de filhotes e exibiram-no para todas elas. Enquanto isso, observaram a atividade das células dos seus cérebros.
Áreas diferentes do córtex auditivo respondem por diferentes frequências ouvidas.
As áreas relacionadas à frequência dos gritos dos filhotes ficaram ativas nos dois grupos. Entretanto, o resto do córtex auditivo das mães se "apagou" com mais intensidade e por mais tempo. Isso ajuda a mãe a reconhecer os chamados de um bebê mesmo que em um ambiente muito barulhento.
Ainda não se sabe como ocorrem essas mudanças no cérebro materno. Segundo Liu, pode ser que o cérebro das mães tenha sido reprogramado pelos hormônios para desligar com mais facilidade áreas auditivas não utilizadas para escutar bebês -sejam filhos delas ou não.
É possível também que as mães tenham "exercitado" o seu cérebro para focalizar a sua concentração no grito dos bebês camundongos.
Apostando na primeira hipótese



Folha Online
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"A educação infantil foi criada com o propósito de desenvolver as capacidades motoras e cognitivas da criança. É uma das mais complexas fases do desenvolvimento humano. Os pequenos nessa fase precisam de atividades que os auxiliem no desenvolvimento de suas capacidades e, para isso, eles precisam fazer bolinhas de papel, trabalhar com a massinha de modelar, com a tesourinha, com tintas entre outros materiais.
Essas atividades proporcionam o desenvolvimento de suas habilidades motoras e cognitivas. Por exemplo, enquanto a criança brinca com a massinha de modelar ela está desenvolvendo sua coordenação motora fina (mãos e dedos) que futuramente na fase de alfabetização lhe permitirá escrever com mais facilidade, além do seu desenvolvimento nos aspectos intelectual, emocional e social.
Esse crescimento depende da interação do professor e do apoio da família, entendendo que a educação infantil não é a fase de alfabetização e sim de estimular à criatividade, a brincadeira, a socialização, a descoberta, a invenção e a construção do conhecimento. "

Elisabete Cerutti, pedagoga e professora da URI

Meu Filho


Zero Hora

link do postPor anjoseguerreiros, às 16:17  comentar


"A educação infantil foi criada com o propósito de desenvolver as capacidades motoras e cognitivas da criança. É uma das mais complexas fases do desenvolvimento humano. Os pequenos nessa fase precisam de atividades que os auxiliem no desenvolvimento de suas capacidades e, para isso, eles precisam fazer bolinhas de papel, trabalhar com a massinha de modelar, com a tesourinha, com tintas entre outros materiais.
Essas atividades proporcionam o desenvolvimento de suas habilidades motoras e cognitivas. Por exemplo, enquanto a criança brinca com a massinha de modelar ela está desenvolvendo sua coordenação motora fina (mãos e dedos) que futuramente na fase de alfabetização lhe permitirá escrever com mais facilidade, além do seu desenvolvimento nos aspectos intelectual, emocional e social.
Esse crescimento depende da interação do professor e do apoio da família, entendendo que a educação infantil não é a fase de alfabetização e sim de estimular à criatividade, a brincadeira, a socialização, a descoberta, a invenção e a construção do conhecimento. "

Elisabete Cerutti, pedagoga e professora da URI

Meu Filho


Zero Hora

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"A educação infantil foi criada com o propósito de desenvolver as capacidades motoras e cognitivas da criança. É uma das mais complexas fases do desenvolvimento humano. Os pequenos nessa fase precisam de atividades que os auxiliem no desenvolvimento de suas capacidades e, para isso, eles precisam fazer bolinhas de papel, trabalhar com a massinha de modelar, com a tesourinha, com tintas entre outros materiais.
Essas atividades proporcionam o desenvolvimento de suas habilidades motoras e cognitivas. Por exemplo, enquanto a criança brinca com a massinha de modelar ela está desenvolvendo sua coordenação motora fina (mãos e dedos) que futuramente na fase de alfabetização lhe permitirá escrever com mais facilidade, além do seu desenvolvimento nos aspectos intelectual, emocional e social.
Esse crescimento depende da interação do professor e do apoio da família, entendendo que a educação infantil não é a fase de alfabetização e sim de estimular à criatividade, a brincadeira, a socialização, a descoberta, a invenção e a construção do conhecimento. "

Elisabete Cerutti, pedagoga e professora da URI

Meu Filho


Zero Hora

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Câmeras não registraram passagem de carro de Carli Filho

O advogado da família Yared, Elias Mattar Assad, entrou com um pedido, na segunda-feira, solicitando perícia nos radares da URBS. De acordo com as informações divulgadas pela pela própria URBS, as câmeras não registraram imagens do ex-deputado Fernando Carli Filho na noite do acidente em que morreram Gilmar Yared e Carlos Murilo de Almeida.

De acordo com a reconstituição virtual realizada por peritos contratados pelo advogado, o automóvel de Carli Filho atingiu o carro dos dois rapazes a 191,52 km/h. Na mesma perícia, os técnicos alegam que houve adulteração em uma das câmeras de segurança do posto de gasolina próximo ao local do choque, em que foram suprimidas imagens do carro do ex-deputado. No entanto, outra câmera teria registrado a passagem do veículo.

O delegado da Delegacia de Delitos de Trânsito, Armando Braga, prefere não se manifestar antes de obter os relatórios da perícia oficial. O advogado Elias Mattar Assad afirma que vai solicitar as imagens dos radares à empresa responsável pelo monitoramento, a Consilux, para que os peritos contratados pelo seu escritório analisem as imagens.



Jornale
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:57  comentar


Câmeras não registraram passagem de carro de Carli Filho

O advogado da família Yared, Elias Mattar Assad, entrou com um pedido, na segunda-feira, solicitando perícia nos radares da URBS. De acordo com as informações divulgadas pela pela própria URBS, as câmeras não registraram imagens do ex-deputado Fernando Carli Filho na noite do acidente em que morreram Gilmar Yared e Carlos Murilo de Almeida.

De acordo com a reconstituição virtual realizada por peritos contratados pelo advogado, o automóvel de Carli Filho atingiu o carro dos dois rapazes a 191,52 km/h. Na mesma perícia, os técnicos alegam que houve adulteração em uma das câmeras de segurança do posto de gasolina próximo ao local do choque, em que foram suprimidas imagens do carro do ex-deputado. No entanto, outra câmera teria registrado a passagem do veículo.

O delegado da Delegacia de Delitos de Trânsito, Armando Braga, prefere não se manifestar antes de obter os relatórios da perícia oficial. O advogado Elias Mattar Assad afirma que vai solicitar as imagens dos radares à empresa responsável pelo monitoramento, a Consilux, para que os peritos contratados pelo seu escritório analisem as imagens.



Jornale
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Câmeras não registraram passagem de carro de Carli Filho

O advogado da família Yared, Elias Mattar Assad, entrou com um pedido, na segunda-feira, solicitando perícia nos radares da URBS. De acordo com as informações divulgadas pela pela própria URBS, as câmeras não registraram imagens do ex-deputado Fernando Carli Filho na noite do acidente em que morreram Gilmar Yared e Carlos Murilo de Almeida.

De acordo com a reconstituição virtual realizada por peritos contratados pelo advogado, o automóvel de Carli Filho atingiu o carro dos dois rapazes a 191,52 km/h. Na mesma perícia, os técnicos alegam que houve adulteração em uma das câmeras de segurança do posto de gasolina próximo ao local do choque, em que foram suprimidas imagens do carro do ex-deputado. No entanto, outra câmera teria registrado a passagem do veículo.

O delegado da Delegacia de Delitos de Trânsito, Armando Braga, prefere não se manifestar antes de obter os relatórios da perícia oficial. O advogado Elias Mattar Assad afirma que vai solicitar as imagens dos radares à empresa responsável pelo monitoramento, a Consilux, para que os peritos contratados pelo seu escritório analisem as imagens.



Jornale
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Pernambuco conseguiu reduzir em 24% o uso de mão de obra infantil, entre 2001 e 2007. O estudo foi encomendado pelo Fórum de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (Fepetipe) e apresentado, na quarta-feira passada, durante a audiência pública realizada no Centro Integrado da Criança e do Adolescente (Cica), no Recife. O evento discutiu estratégias sustentáveis de superação do problema.
No discurso feito ontem, a deputada Nadegi Queiroz (PMN) aprovou o avanço estadual e lembrou o Dia Mundial e Nacional de Combate ao Trabalho Infantil, celebrado na última sexta-feira. Hoje, 274 mil jovens trabalham ilegalmente no Estado. O estudo da Acesso Consultoria, apresentado em janeiro deste ano, aponta que cerca de 541 mil crianças e adolescentes, de 5 a 19 anos, encontravam-se trabalhando, em 2007. A maioria exercia atividades agrícolas.
“Entre as 20 atividades com maior incidência de trabalhadores infantis, estão exploração sexual comercial, atividade doméstica, agricultura familiar e comércio informal em feiras livres e sinais de trânsito”, declarou Nadegi. Na análise, os municípios de Manari, Toritama, Santa Cruz do Capibaribe, Vertentes e Terra Nova lideram a exploração infantil. O índice é calculado com base no crescimento populacional e econômico e no risco educacional.
“A implementação de políticas públicas direcionadas à redução de áreas mais vulneráveis é necessária para o alcance de índices ainda mais satisfatórios”, complementou.
A audiência pública foi promovida pelo Ministério Público do Trabalho, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos de Pernambuco, a Fepetipe e o Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedca-PE).



ATI
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:45  comentar

Pernambuco conseguiu reduzir em 24% o uso de mão de obra infantil, entre 2001 e 2007. O estudo foi encomendado pelo Fórum de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (Fepetipe) e apresentado, na quarta-feira passada, durante a audiência pública realizada no Centro Integrado da Criança e do Adolescente (Cica), no Recife. O evento discutiu estratégias sustentáveis de superação do problema.
No discurso feito ontem, a deputada Nadegi Queiroz (PMN) aprovou o avanço estadual e lembrou o Dia Mundial e Nacional de Combate ao Trabalho Infantil, celebrado na última sexta-feira. Hoje, 274 mil jovens trabalham ilegalmente no Estado. O estudo da Acesso Consultoria, apresentado em janeiro deste ano, aponta que cerca de 541 mil crianças e adolescentes, de 5 a 19 anos, encontravam-se trabalhando, em 2007. A maioria exercia atividades agrícolas.
“Entre as 20 atividades com maior incidência de trabalhadores infantis, estão exploração sexual comercial, atividade doméstica, agricultura familiar e comércio informal em feiras livres e sinais de trânsito”, declarou Nadegi. Na análise, os municípios de Manari, Toritama, Santa Cruz do Capibaribe, Vertentes e Terra Nova lideram a exploração infantil. O índice é calculado com base no crescimento populacional e econômico e no risco educacional.
“A implementação de políticas públicas direcionadas à redução de áreas mais vulneráveis é necessária para o alcance de índices ainda mais satisfatórios”, complementou.
A audiência pública foi promovida pelo Ministério Público do Trabalho, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos de Pernambuco, a Fepetipe e o Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedca-PE).



ATI
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Pernambuco conseguiu reduzir em 24% o uso de mão de obra infantil, entre 2001 e 2007. O estudo foi encomendado pelo Fórum de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (Fepetipe) e apresentado, na quarta-feira passada, durante a audiência pública realizada no Centro Integrado da Criança e do Adolescente (Cica), no Recife. O evento discutiu estratégias sustentáveis de superação do problema.
No discurso feito ontem, a deputada Nadegi Queiroz (PMN) aprovou o avanço estadual e lembrou o Dia Mundial e Nacional de Combate ao Trabalho Infantil, celebrado na última sexta-feira. Hoje, 274 mil jovens trabalham ilegalmente no Estado. O estudo da Acesso Consultoria, apresentado em janeiro deste ano, aponta que cerca de 541 mil crianças e adolescentes, de 5 a 19 anos, encontravam-se trabalhando, em 2007. A maioria exercia atividades agrícolas.
“Entre as 20 atividades com maior incidência de trabalhadores infantis, estão exploração sexual comercial, atividade doméstica, agricultura familiar e comércio informal em feiras livres e sinais de trânsito”, declarou Nadegi. Na análise, os municípios de Manari, Toritama, Santa Cruz do Capibaribe, Vertentes e Terra Nova lideram a exploração infantil. O índice é calculado com base no crescimento populacional e econômico e no risco educacional.
“A implementação de políticas públicas direcionadas à redução de áreas mais vulneráveis é necessária para o alcance de índices ainda mais satisfatórios”, complementou.
A audiência pública foi promovida pelo Ministério Público do Trabalho, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos de Pernambuco, a Fepetipe e o Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedca-PE).



ATI
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NOVO DESAFIO Wilson Cotrim resolveu virar maratonista aos 60 anos

Dos 15 aos 60, passamos por várias crises. Especialistas indicam como usá-las para se tornar uma pessoa melhor

Crise de idade: só de ouvir a expressão, algumas pessoas se arrepiam. Os sintomas deste momento variam, mas é comum sentirse perdido e ansioso diante das dúvidas, questionamentos e interrogações inerentes que os momentos de mudança carregam. Compreender essas fases e aceitá-las pode ser a chave para evitar crises mais intensas adiante, ao rever valores, repensar atitudes e definir caminhos futuros. A questão que se coloca é: como atravessá- las tirando o maior proveito possível, sem sofrimento desnecessário? No mercado americano, o assunto está preenchendo prateleiras. Desde o final de 2008, uma enxurrada de lançamentos que abordam principalmente a da meia-idade e a dos 25 anos oferece soluções e caminhos para lidar com esses períodos de transição e sair deles no rumo certo.
A crise dos 40 anos é uma das mais agudas, pois costuma ser vista como a última oportunidade para uma guinada de vida. Foi o que fez a executiva da área de marketing Carla Loretta Nórcia, 42 anos. Depois de 17 anos numa empresa de autopeças, ela percebeu que não se identificava mais com muitos comportamentos recorrentes no ambiente corporativo. "Eu me desencantei", diz Carla. Cansada de fofocas e da competição agressiva, está de malas prontas para se mudar com o marido e as duas filhas para Itacaré, na Bahia, no fim do mês. Carla pretende usar toda a experiência como executiva para abrir um negócio próprio.
A idéia é uma loja de roupas e peças de decoração em chita. "Quando você é adolescente, cria ideais de sucesso. Mas, fora do mundo corporativo, isso não tem significado nenhum", diz Carla. A ficha caiu há cinco anos, quando ela passou por um marco histórico, uma grande desilusão com colegas de trabalho. A partir daí, começou a reorganizar a vida em função de outros valores. "O que eu desejo ter é qualidade de vida para mim e para as minhas filhas."

Para os especialistas, a meia-idade é uma passagem decisiva. "Até os 25 anos, a pessoa não tem história nenhuma. Em torno dos 40, já tem experiência", afirma Dulce Critelli, terapeuta existencial e professora de filosofia da Pontifícia Universidade Católica (PUC), de São Paulo. "Nessa fase, a pessoa percebe que muito do que ela fez foi porque os pais queriam ou por influência de amigos." É o momento de avaliar erros e acertos, conquistas e perdas, e pensar em como será a outra metade da vida.

Planejamento de vida

Mesmo no caso de quem tem o currículo recheado de metas cumpridas, é recorrente o sentimento de que faltou autorrealização e a vontade de mudar de rumo, como ocorreu com Carla. Entre as dificuldades na hora de assumir mudanças radicais está justamente a bagagem de quem chegou à meia-idade. Família, filhos, experiência em uma área: são todos fatores que precisam ser levados em conta no planejamento da vida que se quer ter. "Por mais que existam vários ciclos de vida, os problemas se repetem em idades diferentes e proporções diferentes. Aos 40, a proporção é muito maior", diz Sulivan França, presidente da Sociedade Latino-Americana de Coaching. Além do coaching profissional, para executivos, a modalidade voltada para resoluções pessoais tem crescido. "Pela experiência que eu tenho, normalmente, a pessoa quer mudar no auge da carreira", diz França.

60 Anos
A crise estigmatizada por uma aposentadoria de pijama em frente à televisão saiu de cena. Com a expectativa de vida cada vez maior, essa geração entra em conflito com a possibilidade de inventar histórias futuras, algo que não existia no passado

Saúde
É um bem que precisa ser cultivado muito antes, incluindo na agenda atividades físicas e alimentação saudável. A autonomia ganha um valor enorme com os anos

Relacionamentos
É importante se abrir para novas relações e fortalecer as antigas. Hobbies ou uma nova atividade produtiva ajudam a criar uma nova rede social

Expectativas
Nessa fase, com a vida estável, a prioridade é a satisfação pessoal. Toda a experiência do passado pode ser aplicada numa atividade produtiva e gratificante



Isto É

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NOVO DESAFIO Wilson Cotrim resolveu virar maratonista aos 60 anos

Dos 15 aos 60, passamos por várias crises. Especialistas indicam como usá-las para se tornar uma pessoa melhor

Crise de idade: só de ouvir a expressão, algumas pessoas se arrepiam. Os sintomas deste momento variam, mas é comum sentirse perdido e ansioso diante das dúvidas, questionamentos e interrogações inerentes que os momentos de mudança carregam. Compreender essas fases e aceitá-las pode ser a chave para evitar crises mais intensas adiante, ao rever valores, repensar atitudes e definir caminhos futuros. A questão que se coloca é: como atravessá- las tirando o maior proveito possível, sem sofrimento desnecessário? No mercado americano, o assunto está preenchendo prateleiras. Desde o final de 2008, uma enxurrada de lançamentos que abordam principalmente a da meia-idade e a dos 25 anos oferece soluções e caminhos para lidar com esses períodos de transição e sair deles no rumo certo.
A crise dos 40 anos é uma das mais agudas, pois costuma ser vista como a última oportunidade para uma guinada de vida. Foi o que fez a executiva da área de marketing Carla Loretta Nórcia, 42 anos. Depois de 17 anos numa empresa de autopeças, ela percebeu que não se identificava mais com muitos comportamentos recorrentes no ambiente corporativo. "Eu me desencantei", diz Carla. Cansada de fofocas e da competição agressiva, está de malas prontas para se mudar com o marido e as duas filhas para Itacaré, na Bahia, no fim do mês. Carla pretende usar toda a experiência como executiva para abrir um negócio próprio.
A idéia é uma loja de roupas e peças de decoração em chita. "Quando você é adolescente, cria ideais de sucesso. Mas, fora do mundo corporativo, isso não tem significado nenhum", diz Carla. A ficha caiu há cinco anos, quando ela passou por um marco histórico, uma grande desilusão com colegas de trabalho. A partir daí, começou a reorganizar a vida em função de outros valores. "O que eu desejo ter é qualidade de vida para mim e para as minhas filhas."

Para os especialistas, a meia-idade é uma passagem decisiva. "Até os 25 anos, a pessoa não tem história nenhuma. Em torno dos 40, já tem experiência", afirma Dulce Critelli, terapeuta existencial e professora de filosofia da Pontifícia Universidade Católica (PUC), de São Paulo. "Nessa fase, a pessoa percebe que muito do que ela fez foi porque os pais queriam ou por influência de amigos." É o momento de avaliar erros e acertos, conquistas e perdas, e pensar em como será a outra metade da vida.

Planejamento de vida

Mesmo no caso de quem tem o currículo recheado de metas cumpridas, é recorrente o sentimento de que faltou autorrealização e a vontade de mudar de rumo, como ocorreu com Carla. Entre as dificuldades na hora de assumir mudanças radicais está justamente a bagagem de quem chegou à meia-idade. Família, filhos, experiência em uma área: são todos fatores que precisam ser levados em conta no planejamento da vida que se quer ter. "Por mais que existam vários ciclos de vida, os problemas se repetem em idades diferentes e proporções diferentes. Aos 40, a proporção é muito maior", diz Sulivan França, presidente da Sociedade Latino-Americana de Coaching. Além do coaching profissional, para executivos, a modalidade voltada para resoluções pessoais tem crescido. "Pela experiência que eu tenho, normalmente, a pessoa quer mudar no auge da carreira", diz França.

60 Anos
A crise estigmatizada por uma aposentadoria de pijama em frente à televisão saiu de cena. Com a expectativa de vida cada vez maior, essa geração entra em conflito com a possibilidade de inventar histórias futuras, algo que não existia no passado

Saúde
É um bem que precisa ser cultivado muito antes, incluindo na agenda atividades físicas e alimentação saudável. A autonomia ganha um valor enorme com os anos

Relacionamentos
É importante se abrir para novas relações e fortalecer as antigas. Hobbies ou uma nova atividade produtiva ajudam a criar uma nova rede social

Expectativas
Nessa fase, com a vida estável, a prioridade é a satisfação pessoal. Toda a experiência do passado pode ser aplicada numa atividade produtiva e gratificante



Isto É

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NOVO DESAFIO Wilson Cotrim resolveu virar maratonista aos 60 anos

Dos 15 aos 60, passamos por várias crises. Especialistas indicam como usá-las para se tornar uma pessoa melhor

Crise de idade: só de ouvir a expressão, algumas pessoas se arrepiam. Os sintomas deste momento variam, mas é comum sentirse perdido e ansioso diante das dúvidas, questionamentos e interrogações inerentes que os momentos de mudança carregam. Compreender essas fases e aceitá-las pode ser a chave para evitar crises mais intensas adiante, ao rever valores, repensar atitudes e definir caminhos futuros. A questão que se coloca é: como atravessá- las tirando o maior proveito possível, sem sofrimento desnecessário? No mercado americano, o assunto está preenchendo prateleiras. Desde o final de 2008, uma enxurrada de lançamentos que abordam principalmente a da meia-idade e a dos 25 anos oferece soluções e caminhos para lidar com esses períodos de transição e sair deles no rumo certo.
A crise dos 40 anos é uma das mais agudas, pois costuma ser vista como a última oportunidade para uma guinada de vida. Foi o que fez a executiva da área de marketing Carla Loretta Nórcia, 42 anos. Depois de 17 anos numa empresa de autopeças, ela percebeu que não se identificava mais com muitos comportamentos recorrentes no ambiente corporativo. "Eu me desencantei", diz Carla. Cansada de fofocas e da competição agressiva, está de malas prontas para se mudar com o marido e as duas filhas para Itacaré, na Bahia, no fim do mês. Carla pretende usar toda a experiência como executiva para abrir um negócio próprio.
A idéia é uma loja de roupas e peças de decoração em chita. "Quando você é adolescente, cria ideais de sucesso. Mas, fora do mundo corporativo, isso não tem significado nenhum", diz Carla. A ficha caiu há cinco anos, quando ela passou por um marco histórico, uma grande desilusão com colegas de trabalho. A partir daí, começou a reorganizar a vida em função de outros valores. "O que eu desejo ter é qualidade de vida para mim e para as minhas filhas."

Para os especialistas, a meia-idade é uma passagem decisiva. "Até os 25 anos, a pessoa não tem história nenhuma. Em torno dos 40, já tem experiência", afirma Dulce Critelli, terapeuta existencial e professora de filosofia da Pontifícia Universidade Católica (PUC), de São Paulo. "Nessa fase, a pessoa percebe que muito do que ela fez foi porque os pais queriam ou por influência de amigos." É o momento de avaliar erros e acertos, conquistas e perdas, e pensar em como será a outra metade da vida.

Planejamento de vida

Mesmo no caso de quem tem o currículo recheado de metas cumpridas, é recorrente o sentimento de que faltou autorrealização e a vontade de mudar de rumo, como ocorreu com Carla. Entre as dificuldades na hora de assumir mudanças radicais está justamente a bagagem de quem chegou à meia-idade. Família, filhos, experiência em uma área: são todos fatores que precisam ser levados em conta no planejamento da vida que se quer ter. "Por mais que existam vários ciclos de vida, os problemas se repetem em idades diferentes e proporções diferentes. Aos 40, a proporção é muito maior", diz Sulivan França, presidente da Sociedade Latino-Americana de Coaching. Além do coaching profissional, para executivos, a modalidade voltada para resoluções pessoais tem crescido. "Pela experiência que eu tenho, normalmente, a pessoa quer mudar no auge da carreira", diz França.

60 Anos
A crise estigmatizada por uma aposentadoria de pijama em frente à televisão saiu de cena. Com a expectativa de vida cada vez maior, essa geração entra em conflito com a possibilidade de inventar histórias futuras, algo que não existia no passado

Saúde
É um bem que precisa ser cultivado muito antes, incluindo na agenda atividades físicas e alimentação saudável. A autonomia ganha um valor enorme com os anos

Relacionamentos
É importante se abrir para novas relações e fortalecer as antigas. Hobbies ou uma nova atividade produtiva ajudam a criar uma nova rede social

Expectativas
Nessa fase, com a vida estável, a prioridade é a satisfação pessoal. Toda a experiência do passado pode ser aplicada numa atividade produtiva e gratificante



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Pedido de anulação do pleito foi negado pela mais alta instância legislativa do país

A mais alta instância legislativa do Irã, o Conselho de Guardiões, recusou nesta terça-feira (16) um pedido da oposição derrotada para que as eleições presidenciais do país realizadas na semana passada sejam anuladas."Baseado na lei, a demanda desses candidatos para o cancelamento da votação, isso não pode ser considerado", disse o porta-voz do conselho, Abbasali Kadkhodai, à TV estatal.>> Veja imagens dos protestos contra AhmadinejadO candidato moderado Mirhossein Mousavi, que ficou em segundo lugar no pleito vencido pelo presidente linha-dura Mahmoud Ahmadinejad, contestou os resultados oficiais divulgados no sábado (13) e pediu que as eleições fossem canceladas.O conselho, no entanto, afirmou que fará uma recontagem dos votos, aparentemente na primeira concessão feita pelas autoridadaes aos manifestantes que protestaram por três dias consecutivos nas ruas de Teerã contra a reeleição de Ahmadinejad.O porta-voz Kadkhodai afirmou que o conselho estava "pronto para recontar os votos de urnas contestadas por alguns candidatos, na presença de seus representantes.""É possível que haja algumas mudanças no total após a recontagem", disse ele, segundo a agência de notícias oficial Irna.
Veja
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Pedido de anulação do pleito foi negado pela mais alta instância legislativa do país

A mais alta instância legislativa do Irã, o Conselho de Guardiões, recusou nesta terça-feira (16) um pedido da oposição derrotada para que as eleições presidenciais do país realizadas na semana passada sejam anuladas."Baseado na lei, a demanda desses candidatos para o cancelamento da votação, isso não pode ser considerado", disse o porta-voz do conselho, Abbasali Kadkhodai, à TV estatal.>> Veja imagens dos protestos contra AhmadinejadO candidato moderado Mirhossein Mousavi, que ficou em segundo lugar no pleito vencido pelo presidente linha-dura Mahmoud Ahmadinejad, contestou os resultados oficiais divulgados no sábado (13) e pediu que as eleições fossem canceladas.O conselho, no entanto, afirmou que fará uma recontagem dos votos, aparentemente na primeira concessão feita pelas autoridadaes aos manifestantes que protestaram por três dias consecutivos nas ruas de Teerã contra a reeleição de Ahmadinejad.O porta-voz Kadkhodai afirmou que o conselho estava "pronto para recontar os votos de urnas contestadas por alguns candidatos, na presença de seus representantes.""É possível que haja algumas mudanças no total após a recontagem", disse ele, segundo a agência de notícias oficial Irna.
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Pedido de anulação do pleito foi negado pela mais alta instância legislativa do país

A mais alta instância legislativa do Irã, o Conselho de Guardiões, recusou nesta terça-feira (16) um pedido da oposição derrotada para que as eleições presidenciais do país realizadas na semana passada sejam anuladas."Baseado na lei, a demanda desses candidatos para o cancelamento da votação, isso não pode ser considerado", disse o porta-voz do conselho, Abbasali Kadkhodai, à TV estatal.>> Veja imagens dos protestos contra AhmadinejadO candidato moderado Mirhossein Mousavi, que ficou em segundo lugar no pleito vencido pelo presidente linha-dura Mahmoud Ahmadinejad, contestou os resultados oficiais divulgados no sábado (13) e pediu que as eleições fossem canceladas.O conselho, no entanto, afirmou que fará uma recontagem dos votos, aparentemente na primeira concessão feita pelas autoridadaes aos manifestantes que protestaram por três dias consecutivos nas ruas de Teerã contra a reeleição de Ahmadinejad.O porta-voz Kadkhodai afirmou que o conselho estava "pronto para recontar os votos de urnas contestadas por alguns candidatos, na presença de seus representantes.""É possível que haja algumas mudanças no total após a recontagem", disse ele, segundo a agência de notícias oficial Irna.
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Pensava que morar no meio do gelo e longe de centros urbanos era monótono. Mas as notícias sobre o Ushuaia me mostram o oposto. A cidade conhecida mundialmente como “fim do mundo” é bem animada e não para de inventar modas. A última é resgatar rituais milenares para receber a noite mais longa do ano, em 21 de junho.
Com 60 mil habitantes, Ushuaia é a capital da Província da Terra do Fogo. É a cidade mais ao sul do planeta (a 3.450 km de Buenos Aires), o último pontinho do mapa da Argentina, porta de entrada para a Antártida. Nessa época, o sol nasce às dez horas da manhã e perto das cinco já é noite de novo. Faz muito frio. O prognóstico prevê zero grau centígrado para hoje, mas pode chegar a -21 nas montanhas. Teoricamente, deveria estar todo mundo em casa, quietinho, na beira do fogo. Que nada. O povo ferve na cidade mais austral do mundo.
Acompanhem a agenda. No final de semana que passou foi realizada a primeira edição do Festival Internacional “Jazz al Fin”, que reuniu expoentes desse gênero num encontro musical com jam sessions, oficinas de música e e conversas pelos bares noite adentro. O evento foi precedido, em fins de maio, pelo festival gastronômico “A Cozinha do Fim do Mundo”, um duelo de chefs que está em sua terceira edição e apresentou versões de autor para as famosas merluzas negras e outras delícias do mar.
Outros dois eventos consagrados também ocorreram recentemente: a segunda “Bienal de Arte do Fim do Mundo”, que recebeu obras de 16 países, e o “Festival Internacional de Música Clássica”, que está em sua quinta edição já levou a cidades as orquestras sinfônicas de Praga, Berlim e, agora, a de Moscou.
O próximo grande evento é “Festa da noite mais longa do ano”, 21 de junho, o Solstício de Inverno - o momento em que a terra se encontra numa órbita que deixa um de seus pólos mais longe do sol. No hemisfério norte acontece em dezembro. É a festa mais esperada do ano em Ushuaia, celebrada desde a década de 1970. Desde sábado, 20, haverá apresentações artísticas por toda a cidade - literatura, dança, teatro, bandas de rock, jazz, tango, folclore. E quase 30 minutos de fogos de artifício.
Este ano, a proposta é recuperar a magia da data, a mais antiga celebração pagã do mundo, sempre ligada à ideia de renovação e renascimento. O triunfo da luz sobre a escuridão. A partir de quando as noites começam a ficar mais curtas e os dias mais longos. Será realizada uma caminhada com tochas pela cidade até uma grande fogueira central para fazer um ritual chamado de “queima de obstáculos e impedimentos”. Escrever num papel os obstáculos que podem estar interferindo para que se consiga alcançar um objetivo e queimá-los coletivamente nessa noite.
Acredito, no entanto, que a grande “balada” de Ushuaia é ela mesma. Estar no coração selvagem da terra do fogo não é pouca coisa, tanto é que surpreendeu até Charles Darwin. “Uma mera olhada na paisagem bastou para fazer-me ver o quão inteiramente distinto era aquilo de tudo o que havia visto até então”.

Gisele Teixeira é jornalista. Trabalhou em Porto Alegre, Recife e Brasília. Recentemente, mudou-se de mala, cuia e coração para Buenos Aires, de onde mantém o blog Aquí me quedo (giseleteixeira.wordpress.com), com impressões e descobrimentos sobre a capital portenha.


Blog do NOBLAT
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:59  comentar

Pensava que morar no meio do gelo e longe de centros urbanos era monótono. Mas as notícias sobre o Ushuaia me mostram o oposto. A cidade conhecida mundialmente como “fim do mundo” é bem animada e não para de inventar modas. A última é resgatar rituais milenares para receber a noite mais longa do ano, em 21 de junho.
Com 60 mil habitantes, Ushuaia é a capital da Província da Terra do Fogo. É a cidade mais ao sul do planeta (a 3.450 km de Buenos Aires), o último pontinho do mapa da Argentina, porta de entrada para a Antártida. Nessa época, o sol nasce às dez horas da manhã e perto das cinco já é noite de novo. Faz muito frio. O prognóstico prevê zero grau centígrado para hoje, mas pode chegar a -21 nas montanhas. Teoricamente, deveria estar todo mundo em casa, quietinho, na beira do fogo. Que nada. O povo ferve na cidade mais austral do mundo.
Acompanhem a agenda. No final de semana que passou foi realizada a primeira edição do Festival Internacional “Jazz al Fin”, que reuniu expoentes desse gênero num encontro musical com jam sessions, oficinas de música e e conversas pelos bares noite adentro. O evento foi precedido, em fins de maio, pelo festival gastronômico “A Cozinha do Fim do Mundo”, um duelo de chefs que está em sua terceira edição e apresentou versões de autor para as famosas merluzas negras e outras delícias do mar.
Outros dois eventos consagrados também ocorreram recentemente: a segunda “Bienal de Arte do Fim do Mundo”, que recebeu obras de 16 países, e o “Festival Internacional de Música Clássica”, que está em sua quinta edição já levou a cidades as orquestras sinfônicas de Praga, Berlim e, agora, a de Moscou.
O próximo grande evento é “Festa da noite mais longa do ano”, 21 de junho, o Solstício de Inverno - o momento em que a terra se encontra numa órbita que deixa um de seus pólos mais longe do sol. No hemisfério norte acontece em dezembro. É a festa mais esperada do ano em Ushuaia, celebrada desde a década de 1970. Desde sábado, 20, haverá apresentações artísticas por toda a cidade - literatura, dança, teatro, bandas de rock, jazz, tango, folclore. E quase 30 minutos de fogos de artifício.
Este ano, a proposta é recuperar a magia da data, a mais antiga celebração pagã do mundo, sempre ligada à ideia de renovação e renascimento. O triunfo da luz sobre a escuridão. A partir de quando as noites começam a ficar mais curtas e os dias mais longos. Será realizada uma caminhada com tochas pela cidade até uma grande fogueira central para fazer um ritual chamado de “queima de obstáculos e impedimentos”. Escrever num papel os obstáculos que podem estar interferindo para que se consiga alcançar um objetivo e queimá-los coletivamente nessa noite.
Acredito, no entanto, que a grande “balada” de Ushuaia é ela mesma. Estar no coração selvagem da terra do fogo não é pouca coisa, tanto é que surpreendeu até Charles Darwin. “Uma mera olhada na paisagem bastou para fazer-me ver o quão inteiramente distinto era aquilo de tudo o que havia visto até então”.

Gisele Teixeira é jornalista. Trabalhou em Porto Alegre, Recife e Brasília. Recentemente, mudou-se de mala, cuia e coração para Buenos Aires, de onde mantém o blog Aquí me quedo (giseleteixeira.wordpress.com), com impressões e descobrimentos sobre a capital portenha.


Blog do NOBLAT
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Pensava que morar no meio do gelo e longe de centros urbanos era monótono. Mas as notícias sobre o Ushuaia me mostram o oposto. A cidade conhecida mundialmente como “fim do mundo” é bem animada e não para de inventar modas. A última é resgatar rituais milenares para receber a noite mais longa do ano, em 21 de junho.
Com 60 mil habitantes, Ushuaia é a capital da Província da Terra do Fogo. É a cidade mais ao sul do planeta (a 3.450 km de Buenos Aires), o último pontinho do mapa da Argentina, porta de entrada para a Antártida. Nessa época, o sol nasce às dez horas da manhã e perto das cinco já é noite de novo. Faz muito frio. O prognóstico prevê zero grau centígrado para hoje, mas pode chegar a -21 nas montanhas. Teoricamente, deveria estar todo mundo em casa, quietinho, na beira do fogo. Que nada. O povo ferve na cidade mais austral do mundo.
Acompanhem a agenda. No final de semana que passou foi realizada a primeira edição do Festival Internacional “Jazz al Fin”, que reuniu expoentes desse gênero num encontro musical com jam sessions, oficinas de música e e conversas pelos bares noite adentro. O evento foi precedido, em fins de maio, pelo festival gastronômico “A Cozinha do Fim do Mundo”, um duelo de chefs que está em sua terceira edição e apresentou versões de autor para as famosas merluzas negras e outras delícias do mar.
Outros dois eventos consagrados também ocorreram recentemente: a segunda “Bienal de Arte do Fim do Mundo”, que recebeu obras de 16 países, e o “Festival Internacional de Música Clássica”, que está em sua quinta edição já levou a cidades as orquestras sinfônicas de Praga, Berlim e, agora, a de Moscou.
O próximo grande evento é “Festa da noite mais longa do ano”, 21 de junho, o Solstício de Inverno - o momento em que a terra se encontra numa órbita que deixa um de seus pólos mais longe do sol. No hemisfério norte acontece em dezembro. É a festa mais esperada do ano em Ushuaia, celebrada desde a década de 1970. Desde sábado, 20, haverá apresentações artísticas por toda a cidade - literatura, dança, teatro, bandas de rock, jazz, tango, folclore. E quase 30 minutos de fogos de artifício.
Este ano, a proposta é recuperar a magia da data, a mais antiga celebração pagã do mundo, sempre ligada à ideia de renovação e renascimento. O triunfo da luz sobre a escuridão. A partir de quando as noites começam a ficar mais curtas e os dias mais longos. Será realizada uma caminhada com tochas pela cidade até uma grande fogueira central para fazer um ritual chamado de “queima de obstáculos e impedimentos”. Escrever num papel os obstáculos que podem estar interferindo para que se consiga alcançar um objetivo e queimá-los coletivamente nessa noite.
Acredito, no entanto, que a grande “balada” de Ushuaia é ela mesma. Estar no coração selvagem da terra do fogo não é pouca coisa, tanto é que surpreendeu até Charles Darwin. “Uma mera olhada na paisagem bastou para fazer-me ver o quão inteiramente distinto era aquilo de tudo o que havia visto até então”.

Gisele Teixeira é jornalista. Trabalhou em Porto Alegre, Recife e Brasília. Recentemente, mudou-se de mala, cuia e coração para Buenos Aires, de onde mantém o blog Aquí me quedo (giseleteixeira.wordpress.com), com impressões e descobrimentos sobre a capital portenha.


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RIO - Comandante do Ericsson 4, Torben Grael aumentou nesta segunda-feira sua galeria de troféus. Ao cruzar a linha de chegada na terceira posição, na nona perna da edição 2008-2009 da Volvo Ocean Race, entre as cidades suecas de Marstrand e Estocolmo, o barco sueco garantiu, de forma antecipada, a conquista do título.
- É sensacional, uma sensação maravilhosa ser campeão da Volvo. Foi algo que trabalhamos inicialmente com o Brasil 1 na edição passada e agora com a Ericsson. Foi um projeto de dois anos e estamos muito felizes porque conquistamos nosso objetivo, que sempre foi a vitória geral. E de forma antecipada. Estamos nas nuvens - afirmou Torben.
Pela primeira vez na história da Volvo, o Brasil conquistou o título da regata de volta ao mundo. Além de Torben, integram a equipe do Ericsson 4 João Signorini, o Joca, e Horacio Carabelli. Os três estavam no Brasil 1, primeiro barco brazuca a disputar a Volvo, que terminou na terceira colocação na edição 2005-2006.
- Temos excelentes memórias do Brasil 1. Éramos como uma família e é claro que lembramos dos velejadores que não estão aqui conosco assim que garantimos o título. Além disso, completamos a circunavegação campeões. Nosso barco foi construído aqui e deixou Estocolmo há quase um ano. Agora, estamos de volta após velejar ao redor do mundo todo e vencer a regata. Não pode ficar melhor do que isso - disse Torben.
A chegada em Estocolmo, como não poderia deixar de ser, foi tumultuada. A equipe teve alguns compromissos com o patrocinador e algumas reuniões. Para comemorar o título, os velejadores farão o já tradicional churrasco. Só que, dessa vez, segundo Torben, na casa do patrão. A regata local e a perna que faltam serão somente de festa para comemorar a conquista do troféu.
A vitória do Ericsson 4 consagra Torben como um dos melhores e mais vencedores velejadores na história do esporte. Dono de cinco medalhas olímpicas - duas de ouro, duas de bronze e uma de prata -, um ouro e um bronze em Jogos Pan-Americanos, um título mundial e uma Louis Vuitton Cup, a prévia da Americas Cup, o brasileiro acrescenta mais uma conquista em sua já consagrada carreira. Ele, inclusive, se tornou o primeiro comandante a conquistar a Volvo, o ouro Olímpico e a Luis Vuitton Cup.



O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:47  comentar

RIO - Comandante do Ericsson 4, Torben Grael aumentou nesta segunda-feira sua galeria de troféus. Ao cruzar a linha de chegada na terceira posição, na nona perna da edição 2008-2009 da Volvo Ocean Race, entre as cidades suecas de Marstrand e Estocolmo, o barco sueco garantiu, de forma antecipada, a conquista do título.
- É sensacional, uma sensação maravilhosa ser campeão da Volvo. Foi algo que trabalhamos inicialmente com o Brasil 1 na edição passada e agora com a Ericsson. Foi um projeto de dois anos e estamos muito felizes porque conquistamos nosso objetivo, que sempre foi a vitória geral. E de forma antecipada. Estamos nas nuvens - afirmou Torben.
Pela primeira vez na história da Volvo, o Brasil conquistou o título da regata de volta ao mundo. Além de Torben, integram a equipe do Ericsson 4 João Signorini, o Joca, e Horacio Carabelli. Os três estavam no Brasil 1, primeiro barco brazuca a disputar a Volvo, que terminou na terceira colocação na edição 2005-2006.
- Temos excelentes memórias do Brasil 1. Éramos como uma família e é claro que lembramos dos velejadores que não estão aqui conosco assim que garantimos o título. Além disso, completamos a circunavegação campeões. Nosso barco foi construído aqui e deixou Estocolmo há quase um ano. Agora, estamos de volta após velejar ao redor do mundo todo e vencer a regata. Não pode ficar melhor do que isso - disse Torben.
A chegada em Estocolmo, como não poderia deixar de ser, foi tumultuada. A equipe teve alguns compromissos com o patrocinador e algumas reuniões. Para comemorar o título, os velejadores farão o já tradicional churrasco. Só que, dessa vez, segundo Torben, na casa do patrão. A regata local e a perna que faltam serão somente de festa para comemorar a conquista do troféu.
A vitória do Ericsson 4 consagra Torben como um dos melhores e mais vencedores velejadores na história do esporte. Dono de cinco medalhas olímpicas - duas de ouro, duas de bronze e uma de prata -, um ouro e um bronze em Jogos Pan-Americanos, um título mundial e uma Louis Vuitton Cup, a prévia da Americas Cup, o brasileiro acrescenta mais uma conquista em sua já consagrada carreira. Ele, inclusive, se tornou o primeiro comandante a conquistar a Volvo, o ouro Olímpico e a Luis Vuitton Cup.



O Globo On Line
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RIO - Comandante do Ericsson 4, Torben Grael aumentou nesta segunda-feira sua galeria de troféus. Ao cruzar a linha de chegada na terceira posição, na nona perna da edição 2008-2009 da Volvo Ocean Race, entre as cidades suecas de Marstrand e Estocolmo, o barco sueco garantiu, de forma antecipada, a conquista do título.
- É sensacional, uma sensação maravilhosa ser campeão da Volvo. Foi algo que trabalhamos inicialmente com o Brasil 1 na edição passada e agora com a Ericsson. Foi um projeto de dois anos e estamos muito felizes porque conquistamos nosso objetivo, que sempre foi a vitória geral. E de forma antecipada. Estamos nas nuvens - afirmou Torben.
Pela primeira vez na história da Volvo, o Brasil conquistou o título da regata de volta ao mundo. Além de Torben, integram a equipe do Ericsson 4 João Signorini, o Joca, e Horacio Carabelli. Os três estavam no Brasil 1, primeiro barco brazuca a disputar a Volvo, que terminou na terceira colocação na edição 2005-2006.
- Temos excelentes memórias do Brasil 1. Éramos como uma família e é claro que lembramos dos velejadores que não estão aqui conosco assim que garantimos o título. Além disso, completamos a circunavegação campeões. Nosso barco foi construído aqui e deixou Estocolmo há quase um ano. Agora, estamos de volta após velejar ao redor do mundo todo e vencer a regata. Não pode ficar melhor do que isso - disse Torben.
A chegada em Estocolmo, como não poderia deixar de ser, foi tumultuada. A equipe teve alguns compromissos com o patrocinador e algumas reuniões. Para comemorar o título, os velejadores farão o já tradicional churrasco. Só que, dessa vez, segundo Torben, na casa do patrão. A regata local e a perna que faltam serão somente de festa para comemorar a conquista do troféu.
A vitória do Ericsson 4 consagra Torben como um dos melhores e mais vencedores velejadores na história do esporte. Dono de cinco medalhas olímpicas - duas de ouro, duas de bronze e uma de prata -, um ouro e um bronze em Jogos Pan-Americanos, um título mundial e uma Louis Vuitton Cup, a prévia da Americas Cup, o brasileiro acrescenta mais uma conquista em sua já consagrada carreira. Ele, inclusive, se tornou o primeiro comandante a conquistar a Volvo, o ouro Olímpico e a Luis Vuitton Cup.



O Globo On Line
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RIO - O pai do menino Sean, de 9 anos, afirmou nesta terça-feira que o filho está sofrendo pressão psicológica. Em entrevista ao programa 'Good Morning America', da rede americana ABC, David Goldman disse estão fazendo uma campanha para colocar o menino contra ele, e que o menino está lutando contra isso. Nesta terça-feira, dia em que completa cinco anos que Sean veio ao Brasil com a mãe e não voltou mais, amigos de David farão uma vigília à luz de velas em várias cidades americanas.
"Ele está lutando, pois estão fazendo muita pressão. Começaram a fazer chamado de síndrome de alienação parental. Estão querendo apagar lembranças dele ao mesmo tempo que criam memórias falsas. Isso foi dito pelos três médicos designados pela Justiça que avaliaram meu filho", disse em entrevista ao programa americano.
David afirmou ter esperança de que com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que arquivou na última quarta-feira a ação que pedia a permanência do menino Sean Goldman no Brasil , ele finalmente consiga reaver a guarda do menino. Para ele, a decisão ajuda não só no caso de Sean, mas em outros casos de crianças americanas que estariam 'presas' no Brasil.
"Essa decisão do STF, que não foi só sobre o meu caso, mas também sobre as outras 50 crianças americanas que estão 'presas' no Brasil, foi para honrar a convenção de Haia [que trata sobre o sequestro de crianças]. Eu rezo todos os dias para que ele volte", explicou.
David lembrou ainda que há cinco anos luta para reaver a guarda de Sean, e que na última vez que eles se encontraram, numa visita supervisionada, a única pergunta que o menino teria feito foi "Como você não veio me ver nesse tempo todo?".
"A primeira vez que nos vimos foi tão feliz. Ele disse 'Eu te amo pai, onde você esteve?'. Claro que eu não diria que ele foi sequestrado, mas eu disse que eu estive várias vezes com a avó dele e os primos tentando vê-lo, mas por complicações da Justiça isso não estava sendo possível. Eu tive que aproveitar o pouco tempo para mostrar fotos e tentar recriar laços num ambiente totalmente monitorado, com uma pessoa entre a gente", descreveu.
O advogado da família materna de Sean, Sérgio Tostes, afirmou que pretende responder às afirmações feitas por Goldman ao longo do dia. Ele disse ainda que o caso permanece no Tribunal Regional Federal (TRF) da 2ª Região, que há duas semanas concedeu uma liminar suspendendo a ida de Sean para os Estados Unidos. O menino, por enquanto, permanecerá no Brasil até que o mérito do mandado de segurança impetrado pelo padrasto seja julgado.
Sean nasceu nos Estados Unidos, mas veio ao Brasil com a mãe brasileira aos quatro anos, supostamente sem a autorização do pai para manter a criança no Brasil em caráter permanente. Hoje com 9 anos, o menino mora com o padrasto e a avó materna no Rio. Ele saiu dos EUA para passar férias com a mãe, Bruna Bianchi, e nunca mais voltou. Bruna se casou com o advogado brasileiro João Paulo Lins e Silva. Ela engravidou dele e, no ano passado, morreu no parto da irmã de Sean. A guarda provisória do menino ficou com o padrasto. (Saiba mais sobre o caso)



EXTRA ONLINE
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:37  comentar

RIO - O pai do menino Sean, de 9 anos, afirmou nesta terça-feira que o filho está sofrendo pressão psicológica. Em entrevista ao programa 'Good Morning America', da rede americana ABC, David Goldman disse estão fazendo uma campanha para colocar o menino contra ele, e que o menino está lutando contra isso. Nesta terça-feira, dia em que completa cinco anos que Sean veio ao Brasil com a mãe e não voltou mais, amigos de David farão uma vigília à luz de velas em várias cidades americanas.
"Ele está lutando, pois estão fazendo muita pressão. Começaram a fazer chamado de síndrome de alienação parental. Estão querendo apagar lembranças dele ao mesmo tempo que criam memórias falsas. Isso foi dito pelos três médicos designados pela Justiça que avaliaram meu filho", disse em entrevista ao programa americano.
David afirmou ter esperança de que com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que arquivou na última quarta-feira a ação que pedia a permanência do menino Sean Goldman no Brasil , ele finalmente consiga reaver a guarda do menino. Para ele, a decisão ajuda não só no caso de Sean, mas em outros casos de crianças americanas que estariam 'presas' no Brasil.
"Essa decisão do STF, que não foi só sobre o meu caso, mas também sobre as outras 50 crianças americanas que estão 'presas' no Brasil, foi para honrar a convenção de Haia [que trata sobre o sequestro de crianças]. Eu rezo todos os dias para que ele volte", explicou.
David lembrou ainda que há cinco anos luta para reaver a guarda de Sean, e que na última vez que eles se encontraram, numa visita supervisionada, a única pergunta que o menino teria feito foi "Como você não veio me ver nesse tempo todo?".
"A primeira vez que nos vimos foi tão feliz. Ele disse 'Eu te amo pai, onde você esteve?'. Claro que eu não diria que ele foi sequestrado, mas eu disse que eu estive várias vezes com a avó dele e os primos tentando vê-lo, mas por complicações da Justiça isso não estava sendo possível. Eu tive que aproveitar o pouco tempo para mostrar fotos e tentar recriar laços num ambiente totalmente monitorado, com uma pessoa entre a gente", descreveu.
O advogado da família materna de Sean, Sérgio Tostes, afirmou que pretende responder às afirmações feitas por Goldman ao longo do dia. Ele disse ainda que o caso permanece no Tribunal Regional Federal (TRF) da 2ª Região, que há duas semanas concedeu uma liminar suspendendo a ida de Sean para os Estados Unidos. O menino, por enquanto, permanecerá no Brasil até que o mérito do mandado de segurança impetrado pelo padrasto seja julgado.
Sean nasceu nos Estados Unidos, mas veio ao Brasil com a mãe brasileira aos quatro anos, supostamente sem a autorização do pai para manter a criança no Brasil em caráter permanente. Hoje com 9 anos, o menino mora com o padrasto e a avó materna no Rio. Ele saiu dos EUA para passar férias com a mãe, Bruna Bianchi, e nunca mais voltou. Bruna se casou com o advogado brasileiro João Paulo Lins e Silva. Ela engravidou dele e, no ano passado, morreu no parto da irmã de Sean. A guarda provisória do menino ficou com o padrasto. (Saiba mais sobre o caso)



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RIO - O pai do menino Sean, de 9 anos, afirmou nesta terça-feira que o filho está sofrendo pressão psicológica. Em entrevista ao programa 'Good Morning America', da rede americana ABC, David Goldman disse estão fazendo uma campanha para colocar o menino contra ele, e que o menino está lutando contra isso. Nesta terça-feira, dia em que completa cinco anos que Sean veio ao Brasil com a mãe e não voltou mais, amigos de David farão uma vigília à luz de velas em várias cidades americanas.
"Ele está lutando, pois estão fazendo muita pressão. Começaram a fazer chamado de síndrome de alienação parental. Estão querendo apagar lembranças dele ao mesmo tempo que criam memórias falsas. Isso foi dito pelos três médicos designados pela Justiça que avaliaram meu filho", disse em entrevista ao programa americano.
David afirmou ter esperança de que com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que arquivou na última quarta-feira a ação que pedia a permanência do menino Sean Goldman no Brasil , ele finalmente consiga reaver a guarda do menino. Para ele, a decisão ajuda não só no caso de Sean, mas em outros casos de crianças americanas que estariam 'presas' no Brasil.
"Essa decisão do STF, que não foi só sobre o meu caso, mas também sobre as outras 50 crianças americanas que estão 'presas' no Brasil, foi para honrar a convenção de Haia [que trata sobre o sequestro de crianças]. Eu rezo todos os dias para que ele volte", explicou.
David lembrou ainda que há cinco anos luta para reaver a guarda de Sean, e que na última vez que eles se encontraram, numa visita supervisionada, a única pergunta que o menino teria feito foi "Como você não veio me ver nesse tempo todo?".
"A primeira vez que nos vimos foi tão feliz. Ele disse 'Eu te amo pai, onde você esteve?'. Claro que eu não diria que ele foi sequestrado, mas eu disse que eu estive várias vezes com a avó dele e os primos tentando vê-lo, mas por complicações da Justiça isso não estava sendo possível. Eu tive que aproveitar o pouco tempo para mostrar fotos e tentar recriar laços num ambiente totalmente monitorado, com uma pessoa entre a gente", descreveu.
O advogado da família materna de Sean, Sérgio Tostes, afirmou que pretende responder às afirmações feitas por Goldman ao longo do dia. Ele disse ainda que o caso permanece no Tribunal Regional Federal (TRF) da 2ª Região, que há duas semanas concedeu uma liminar suspendendo a ida de Sean para os Estados Unidos. O menino, por enquanto, permanecerá no Brasil até que o mérito do mandado de segurança impetrado pelo padrasto seja julgado.
Sean nasceu nos Estados Unidos, mas veio ao Brasil com a mãe brasileira aos quatro anos, supostamente sem a autorização do pai para manter a criança no Brasil em caráter permanente. Hoje com 9 anos, o menino mora com o padrasto e a avó materna no Rio. Ele saiu dos EUA para passar férias com a mãe, Bruna Bianchi, e nunca mais voltou. Bruna se casou com o advogado brasileiro João Paulo Lins e Silva. Ela engravidou dele e, no ano passado, morreu no parto da irmã de Sean. A guarda provisória do menino ficou com o padrasto. (Saiba mais sobre o caso)



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Muitas pessoas se chocaram com a morte da menina Isabella Nardoni não é mesmo? Eu também fiquei impressionado com a crueldade dos pais da menina, mas enfim, já faz um pouco mais de um ano que o fato ocorreu, e a pouco tempo foi feita uma nova entrevista com a mãe da menina que diz que ainda não conseguiu superar o acontecido, que realmente pra ela foi traumatizante.
O casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá ainda estão respondendo o processo, vamos aguardar por mais informações a respeito do caso, assim que possível disponibilizaremos a vocês.



BLOGERS.COM.BR
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Muitas pessoas se chocaram com a morte da menina Isabella Nardoni não é mesmo? Eu também fiquei impressionado com a crueldade dos pais da menina, mas enfim, já faz um pouco mais de um ano que o fato ocorreu, e a pouco tempo foi feita uma nova entrevista com a mãe da menina que diz que ainda não conseguiu superar o acontecido, que realmente pra ela foi traumatizante.
O casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá ainda estão respondendo o processo, vamos aguardar por mais informações a respeito do caso, assim que possível disponibilizaremos a vocês.



BLOGERS.COM.BR
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Muitas pessoas se chocaram com a morte da menina Isabella Nardoni não é mesmo? Eu também fiquei impressionado com a crueldade dos pais da menina, mas enfim, já faz um pouco mais de um ano que o fato ocorreu, e a pouco tempo foi feita uma nova entrevista com a mãe da menina que diz que ainda não conseguiu superar o acontecido, que realmente pra ela foi traumatizante.
O casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá ainda estão respondendo o processo, vamos aguardar por mais informações a respeito do caso, assim que possível disponibilizaremos a vocês.



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"Oh pedaço de mim, oh metade afastada de mim leva o teu olhar que a saudade é o pior tormento é pior do que o esquecimento é pior do que se entrevar"

Chico Buarque de Holanda

Portal Kids
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Chico Buarque de Holanda

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"Oh pedaço de mim, oh metade afastada de mim leva o teu olhar que a saudade é o pior tormento é pior do que o esquecimento é pior do que se entrevar"

Chico Buarque de Holanda

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O dia 15 de junho foi eleito pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o Dia Internacional de Combate à Violência contra a Pessoa Idosa. Preocupados com a garantia do direito do idoso, a Secretaria de Assistência Social e Cidadania – Sasc e o Conselho Municipal dos Direitos do Idoso – CMDI pedem a população maringaense para denunciar os casos de violência contra as pessoas com idade acima de 60 anos, através do disque denúncia: 0800 6431108.
O CMDI trabalha na fiscalização das políticas públicas voltadas ao Idoso e das instituições particulares de atendimento, principalmente as casas de longa permanência – asilos, segundo a determinação do Estatuto do Idoso. Atua também como proponente de politicas, programas e ações voltadas ao seu público alvo, com o apoio da Secretaria de Assistência Social e Cidadania – Sasc.
Em Maringá, diversas secretarias atendem, dentro das suas especificidades, os idosos. No caso da Sasc - órgão gestor da política pública da assistência social, presta atendimentos e encaminhamentos, serviços, programas e benefícios aos idosos em situação de risco pessoal e social, conforme suas necessidades.
Essa prestação de serviços se dá através da Rede de Proteção Social Básica, que oferece atividades de sociabilização e oportuniza laços de amizade, e da Rede de Proteção Social Especial, para aqueles que encontram-se com frágeis vínculos familiares ou sem vínculo familiar.

Proteção Social Básica
A Gerência de Proteção Social Básica é responsável pelos Centros de Convivência do Idoso Eliseu Gianini e Parque Palmeiras, onde são oferecidas atividades de artesanato, ginástica, com professora de Educação Física, palestras, grupos de convivência com psicóloga, curso de corte e costura, costura industrial, escolarização. Ainda compreende 26 Grupos de Convivência de Idosos de iniciativa não governamental, que também desenvolvem as mesmas atividades, através de reuniões semanais.

Proteção Social Especial
Já a Gerência de Proteção Social Especial oferece o Serviço de Atendimento a Denúncias de Violação de Direitos, que atende vítimas de violência, em conjunto com o Ministério Público; o Condomínio Morada do Sol que consiste em oito moradias para até dois idosos cada uma, que sejam independentes em suas vidas diárias; Casa Lar Benedito Franchini, abrigo de longa permanência com capacidade para 12 pessoas, destinado a idosos sem vínculo familiar e/ou vitimizados por violação de seus direitos, e o Centro Dia do Idoso, programa de permanência durante o dia, com capacidade de atendimento a trinta idosos. Diariamente dois veículos da SASC transportam os idosos de suas casas para o Centro-Dia, onde fazem ginástica, atividades com estagiários de fisioterapia, grupos de convivência com psicóloga e grupos religiosos voluntários.



O DIÁRIO online
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O dia 15 de junho foi eleito pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o Dia Internacional de Combate à Violência contra a Pessoa Idosa. Preocupados com a garantia do direito do idoso, a Secretaria de Assistência Social e Cidadania – Sasc e o Conselho Municipal dos Direitos do Idoso – CMDI pedem a população maringaense para denunciar os casos de violência contra as pessoas com idade acima de 60 anos, através do disque denúncia: 0800 6431108.
O CMDI trabalha na fiscalização das políticas públicas voltadas ao Idoso e das instituições particulares de atendimento, principalmente as casas de longa permanência – asilos, segundo a determinação do Estatuto do Idoso. Atua também como proponente de politicas, programas e ações voltadas ao seu público alvo, com o apoio da Secretaria de Assistência Social e Cidadania – Sasc.
Em Maringá, diversas secretarias atendem, dentro das suas especificidades, os idosos. No caso da Sasc - órgão gestor da política pública da assistência social, presta atendimentos e encaminhamentos, serviços, programas e benefícios aos idosos em situação de risco pessoal e social, conforme suas necessidades.
Essa prestação de serviços se dá através da Rede de Proteção Social Básica, que oferece atividades de sociabilização e oportuniza laços de amizade, e da Rede de Proteção Social Especial, para aqueles que encontram-se com frágeis vínculos familiares ou sem vínculo familiar.

Proteção Social Básica
A Gerência de Proteção Social Básica é responsável pelos Centros de Convivência do Idoso Eliseu Gianini e Parque Palmeiras, onde são oferecidas atividades de artesanato, ginástica, com professora de Educação Física, palestras, grupos de convivência com psicóloga, curso de corte e costura, costura industrial, escolarização. Ainda compreende 26 Grupos de Convivência de Idosos de iniciativa não governamental, que também desenvolvem as mesmas atividades, através de reuniões semanais.

Proteção Social Especial
Já a Gerência de Proteção Social Especial oferece o Serviço de Atendimento a Denúncias de Violação de Direitos, que atende vítimas de violência, em conjunto com o Ministério Público; o Condomínio Morada do Sol que consiste em oito moradias para até dois idosos cada uma, que sejam independentes em suas vidas diárias; Casa Lar Benedito Franchini, abrigo de longa permanência com capacidade para 12 pessoas, destinado a idosos sem vínculo familiar e/ou vitimizados por violação de seus direitos, e o Centro Dia do Idoso, programa de permanência durante o dia, com capacidade de atendimento a trinta idosos. Diariamente dois veículos da SASC transportam os idosos de suas casas para o Centro-Dia, onde fazem ginástica, atividades com estagiários de fisioterapia, grupos de convivência com psicóloga e grupos religiosos voluntários.



O DIÁRIO online
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O dia 15 de junho foi eleito pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o Dia Internacional de Combate à Violência contra a Pessoa Idosa. Preocupados com a garantia do direito do idoso, a Secretaria de Assistência Social e Cidadania – Sasc e o Conselho Municipal dos Direitos do Idoso – CMDI pedem a população maringaense para denunciar os casos de violência contra as pessoas com idade acima de 60 anos, através do disque denúncia: 0800 6431108.
O CMDI trabalha na fiscalização das políticas públicas voltadas ao Idoso e das instituições particulares de atendimento, principalmente as casas de longa permanência – asilos, segundo a determinação do Estatuto do Idoso. Atua também como proponente de politicas, programas e ações voltadas ao seu público alvo, com o apoio da Secretaria de Assistência Social e Cidadania – Sasc.
Em Maringá, diversas secretarias atendem, dentro das suas especificidades, os idosos. No caso da Sasc - órgão gestor da política pública da assistência social, presta atendimentos e encaminhamentos, serviços, programas e benefícios aos idosos em situação de risco pessoal e social, conforme suas necessidades.
Essa prestação de serviços se dá através da Rede de Proteção Social Básica, que oferece atividades de sociabilização e oportuniza laços de amizade, e da Rede de Proteção Social Especial, para aqueles que encontram-se com frágeis vínculos familiares ou sem vínculo familiar.

Proteção Social Básica
A Gerência de Proteção Social Básica é responsável pelos Centros de Convivência do Idoso Eliseu Gianini e Parque Palmeiras, onde são oferecidas atividades de artesanato, ginástica, com professora de Educação Física, palestras, grupos de convivência com psicóloga, curso de corte e costura, costura industrial, escolarização. Ainda compreende 26 Grupos de Convivência de Idosos de iniciativa não governamental, que também desenvolvem as mesmas atividades, através de reuniões semanais.

Proteção Social Especial
Já a Gerência de Proteção Social Especial oferece o Serviço de Atendimento a Denúncias de Violação de Direitos, que atende vítimas de violência, em conjunto com o Ministério Público; o Condomínio Morada do Sol que consiste em oito moradias para até dois idosos cada uma, que sejam independentes em suas vidas diárias; Casa Lar Benedito Franchini, abrigo de longa permanência com capacidade para 12 pessoas, destinado a idosos sem vínculo familiar e/ou vitimizados por violação de seus direitos, e o Centro Dia do Idoso, programa de permanência durante o dia, com capacidade de atendimento a trinta idosos. Diariamente dois veículos da SASC transportam os idosos de suas casas para o Centro-Dia, onde fazem ginástica, atividades com estagiários de fisioterapia, grupos de convivência com psicóloga e grupos religiosos voluntários.



O DIÁRIO online
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A Secretaria de Estado da Assistência Social e Cidadania (Seas) promove, nesta terça-feira (16) e amanhã (17), no Centro de Convivência do Idoso, no município Parintins, a 369 quilômetros de Manaus, a I Oficina da Ação de Enfrentamento à Exploração Sexual e o Trabalho Infantil.
A iniciativa faz parte da Campanha de Combate a Exploração Sexual que será lançada no dia 23, e se estenderá durante o Festival Folclórico da Ilha Tupinabarana.
Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), a exploração sexual só perde em lucratividade para o tráfico de drogas e o contrabando de armas.
De acordo com a secretária da Seas, Regina Fernandes, o objetivo da ação é conscientizar a população e, principalmente, os turistas, que visitam o município nesta época do ano, sobre os canais de denúncia disponíveis, como o Disque 100, 190 (Polícia Militar) e os Conselhos Tutelares.
Nos dois dias de oficina, a psicóloga do Departamento de Proteção Social Especial (DPSE) da Seas, Jaqueline Figueiredo e a assistente social da Delegacia Especializada em Proteção a Criança e o Adolescente (DPCA), Socorro Cavalcante, vão ministrar palestras mostrando os tipos de exploração sexual e o trabalho infantil, além da responsabilidade da sociedade e do setor empresarial.
A secretária da Seas informou que, na oficina, campanha vai envolver mais de 150 pessoas, entre lideranças comunitárias, mototáxistas, conselheiros tutelares, voluntários de universidades e donos de hotéis, bares e restaurantes. “O objetivo é despertar a atenção e conscientizar o público sobre a importância de denunciar crimes de violência, abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes”, disse Regina Fernandes.
A psicóloga Jaqueline Figueiredo, explicou que, no lançamento da campanha, a Seas vai promover uma carreata pelas principais ruas de Parintins, com a participação de crianças e adolescentes dos projetos sociais dos bois Garantido e Caprichoso, além dos jovens dos inseridos nos programas da prefeitura.
- Vamos distribuir 1 mil ventarolas com informações dos canais de denúncias e 5 mil adesivos de carros, disse.
Jaqueline lembrou que a Campanha de Combate a Exploração Sexual e do Trabalho Infantil de Crianças e Adolescentes também vai funcionar em Manaus, nos dias 24, 25 e 25.
- A Seas vai distribuir material gráfico nas embarcações que deixam o porto Manaus Moderna e o rodoway, nos três dias que antecedem o festival. A orientação do governo do Estado é, também, conscientizar a população a população de Manaus, disse.



Portal Amazônia
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A Secretaria de Estado da Assistência Social e Cidadania (Seas) promove, nesta terça-feira (16) e amanhã (17), no Centro de Convivência do Idoso, no município Parintins, a 369 quilômetros de Manaus, a I Oficina da Ação de Enfrentamento à Exploração Sexual e o Trabalho Infantil.
A iniciativa faz parte da Campanha de Combate a Exploração Sexual que será lançada no dia 23, e se estenderá durante o Festival Folclórico da Ilha Tupinabarana.
Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), a exploração sexual só perde em lucratividade para o tráfico de drogas e o contrabando de armas.
De acordo com a secretária da Seas, Regina Fernandes, o objetivo da ação é conscientizar a população e, principalmente, os turistas, que visitam o município nesta época do ano, sobre os canais de denúncia disponíveis, como o Disque 100, 190 (Polícia Militar) e os Conselhos Tutelares.
Nos dois dias de oficina, a psicóloga do Departamento de Proteção Social Especial (DPSE) da Seas, Jaqueline Figueiredo e a assistente social da Delegacia Especializada em Proteção a Criança e o Adolescente (DPCA), Socorro Cavalcante, vão ministrar palestras mostrando os tipos de exploração sexual e o trabalho infantil, além da responsabilidade da sociedade e do setor empresarial.
A secretária da Seas informou que, na oficina, campanha vai envolver mais de 150 pessoas, entre lideranças comunitárias, mototáxistas, conselheiros tutelares, voluntários de universidades e donos de hotéis, bares e restaurantes. “O objetivo é despertar a atenção e conscientizar o público sobre a importância de denunciar crimes de violência, abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes”, disse Regina Fernandes.
A psicóloga Jaqueline Figueiredo, explicou que, no lançamento da campanha, a Seas vai promover uma carreata pelas principais ruas de Parintins, com a participação de crianças e adolescentes dos projetos sociais dos bois Garantido e Caprichoso, além dos jovens dos inseridos nos programas da prefeitura.
- Vamos distribuir 1 mil ventarolas com informações dos canais de denúncias e 5 mil adesivos de carros, disse.
Jaqueline lembrou que a Campanha de Combate a Exploração Sexual e do Trabalho Infantil de Crianças e Adolescentes também vai funcionar em Manaus, nos dias 24, 25 e 25.
- A Seas vai distribuir material gráfico nas embarcações que deixam o porto Manaus Moderna e o rodoway, nos três dias que antecedem o festival. A orientação do governo do Estado é, também, conscientizar a população a população de Manaus, disse.



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A Secretaria de Estado da Assistência Social e Cidadania (Seas) promove, nesta terça-feira (16) e amanhã (17), no Centro de Convivência do Idoso, no município Parintins, a 369 quilômetros de Manaus, a I Oficina da Ação de Enfrentamento à Exploração Sexual e o Trabalho Infantil.
A iniciativa faz parte da Campanha de Combate a Exploração Sexual que será lançada no dia 23, e se estenderá durante o Festival Folclórico da Ilha Tupinabarana.
Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), a exploração sexual só perde em lucratividade para o tráfico de drogas e o contrabando de armas.
De acordo com a secretária da Seas, Regina Fernandes, o objetivo da ação é conscientizar a população e, principalmente, os turistas, que visitam o município nesta época do ano, sobre os canais de denúncia disponíveis, como o Disque 100, 190 (Polícia Militar) e os Conselhos Tutelares.
Nos dois dias de oficina, a psicóloga do Departamento de Proteção Social Especial (DPSE) da Seas, Jaqueline Figueiredo e a assistente social da Delegacia Especializada em Proteção a Criança e o Adolescente (DPCA), Socorro Cavalcante, vão ministrar palestras mostrando os tipos de exploração sexual e o trabalho infantil, além da responsabilidade da sociedade e do setor empresarial.
A secretária da Seas informou que, na oficina, campanha vai envolver mais de 150 pessoas, entre lideranças comunitárias, mototáxistas, conselheiros tutelares, voluntários de universidades e donos de hotéis, bares e restaurantes. “O objetivo é despertar a atenção e conscientizar o público sobre a importância de denunciar crimes de violência, abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes”, disse Regina Fernandes.
A psicóloga Jaqueline Figueiredo, explicou que, no lançamento da campanha, a Seas vai promover uma carreata pelas principais ruas de Parintins, com a participação de crianças e adolescentes dos projetos sociais dos bois Garantido e Caprichoso, além dos jovens dos inseridos nos programas da prefeitura.
- Vamos distribuir 1 mil ventarolas com informações dos canais de denúncias e 5 mil adesivos de carros, disse.
Jaqueline lembrou que a Campanha de Combate a Exploração Sexual e do Trabalho Infantil de Crianças e Adolescentes também vai funcionar em Manaus, nos dias 24, 25 e 25.
- A Seas vai distribuir material gráfico nas embarcações que deixam o porto Manaus Moderna e o rodoway, nos três dias que antecedem o festival. A orientação do governo do Estado é, também, conscientizar a população a população de Manaus, disse.



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Laudo de balística indica que fragmento de projétil encontrado no carro de engenheira é similar ao de uma das peças apreendidas

Rio - O segundo laudo de balística feito a partir do fragmento de bala encontrado no carro da engenheira Patrícia Amieiro Franco — desaparecida desde o dia 14 de junho do ano passado — indica que o projétil é compatível com o calibre de uma das armas apreendidas com os policiais suspeitos de envolvimento com o crime.
Foram entregues para análise pistolas calibres 40 e 380 e um fuzil 7.62 que os policiais que foram ao local usaram no dia do desaparecimento de Patrícia. Com base neste laudo e nos outros exames feitos por peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) a polícia decidirá se tem elementos suficientes para pedir a prisão dos PMs.
A conclusão do inquérito sobre o crime ainda vai contar com outros dois laudos, além do de balística. Em um deles, haverá medições feitas pelos peritos no Palio da engenheira e do local atingido pelo disparo. Outro exame é a conclusão feita pelos técnicos a partir da reconstituição da cena do crime, feita dia 3, às margens do Canal do Marapendi, na Barra. Os resultados das perícias estão prontos e serão entregues à Delegacia de Homicídios.

Conforme O DIA noticiou dia 7, os dois policiais que chegaram primeiro ao local do crime caíram em contradição sobre o tiro disparado contra o para-brisa do carro: um diz ter visto a perfuração e o outro, não. A divergências das informações desmontaram a versão inicial dos militares de que Patrícia teria sofrido um acidente e motivou a transferência do caso, há um mês, da 21ª Vara Criminal para um dos quatro tribunais do júri, onde são julgados crimes contra a vida.

O desaparecimento de Patrícia completou um ano domingo e ainda envolve muitos mistérios. Apesar das buscas no canal, o corpo da jovem não foi encontrado. A polícia ainda investiga como é possível a pulseira e o relógio de Patrícia terem se desprendido de seu braço durante a queda do carro no canal. Outra questão a ser esclarecida é o fato de o corpo ter saído do carro, mesmo com o cinto afivelado. Nove policiais foram ouvidos durante o inquérito, que passou por três delegacias: 16ª (Barra da Tijuca), Divisão Antissequestro e Delegacia de Homicídios.

Outro mistério investigado pelos policiais é o desaparecimento de duas testemunhas do acidente. Um casal de moradores de rua que dormia debaixo do viaduto de onde o carro despencou chegou a prestar depoimento na época, mas desapareceu em seguida. Ainda será considerado, no entanto, o relato de outra testemunha que se apresentou à polícia.

BALÍSTICA
A análise é feita a partir dos fragmentos recolhidos no veículo. Toda bala, quando é disparada, fica marcada pelas ranhuras existentes no cano da arma. Os peritos analisaram as marcas desse fragmento. Eles pegaram as armas apreendidas com os PMs e fizeram disparos. As ranhuras das balas foram comparadas às do fragmento e se mostraram similares. O laudo não garante 100% de precisão para a arma utilizada porque só foi localizada parte do projétil.

O TRABALHO DOS PERITOS

RECONSTITUIÇÃO
Os peritos refizeram a cena do crime e analisaram relatos dos PMs. Foram feitas, por exemplo, medições da ribanceira onde o carro caiu, da distância e da pedra jogada no para-brisa.

DNA
Na época, também foi feita análise de manchas encontradas na viatura dos PMs. O material coletado foi enviado para análise de DNA. A perícia não conseguiu comprovar se a mancha era de sangue, já que o carro foi lavado. As perfurações existentes na lataria do carro da engenheira só foram descobertas cerca de 10 dias depois do crime.

Mobilização para cobrar respostas
Patrícia Amieiro Franco desapareceu quando voltava de uma festa, por volta das 4h30. Na época, dois militares baseados na Autoestrada Lagoa-Barra contaram que a moça sofreu acidente e que o carro caiu do viaduto sob o Canal de Marapendi. Desde então, os pais da jovem lutam para esclarecer o caso — eles criaram página na Internet, mobilizaram artistas e fizeram, há duas semanas, manifestação que atraiu milhares de pessoas para a orla da Barra, pedindo resposta para o caso.


O DIA ONLINE
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Laudo de balística indica que fragmento de projétil encontrado no carro de engenheira é similar ao de uma das peças apreendidas

Rio - O segundo laudo de balística feito a partir do fragmento de bala encontrado no carro da engenheira Patrícia Amieiro Franco — desaparecida desde o dia 14 de junho do ano passado — indica que o projétil é compatível com o calibre de uma das armas apreendidas com os policiais suspeitos de envolvimento com o crime.
Foram entregues para análise pistolas calibres 40 e 380 e um fuzil 7.62 que os policiais que foram ao local usaram no dia do desaparecimento de Patrícia. Com base neste laudo e nos outros exames feitos por peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) a polícia decidirá se tem elementos suficientes para pedir a prisão dos PMs.
A conclusão do inquérito sobre o crime ainda vai contar com outros dois laudos, além do de balística. Em um deles, haverá medições feitas pelos peritos no Palio da engenheira e do local atingido pelo disparo. Outro exame é a conclusão feita pelos técnicos a partir da reconstituição da cena do crime, feita dia 3, às margens do Canal do Marapendi, na Barra. Os resultados das perícias estão prontos e serão entregues à Delegacia de Homicídios.

Conforme O DIA noticiou dia 7, os dois policiais que chegaram primeiro ao local do crime caíram em contradição sobre o tiro disparado contra o para-brisa do carro: um diz ter visto a perfuração e o outro, não. A divergências das informações desmontaram a versão inicial dos militares de que Patrícia teria sofrido um acidente e motivou a transferência do caso, há um mês, da 21ª Vara Criminal para um dos quatro tribunais do júri, onde são julgados crimes contra a vida.

O desaparecimento de Patrícia completou um ano domingo e ainda envolve muitos mistérios. Apesar das buscas no canal, o corpo da jovem não foi encontrado. A polícia ainda investiga como é possível a pulseira e o relógio de Patrícia terem se desprendido de seu braço durante a queda do carro no canal. Outra questão a ser esclarecida é o fato de o corpo ter saído do carro, mesmo com o cinto afivelado. Nove policiais foram ouvidos durante o inquérito, que passou por três delegacias: 16ª (Barra da Tijuca), Divisão Antissequestro e Delegacia de Homicídios.

Outro mistério investigado pelos policiais é o desaparecimento de duas testemunhas do acidente. Um casal de moradores de rua que dormia debaixo do viaduto de onde o carro despencou chegou a prestar depoimento na época, mas desapareceu em seguida. Ainda será considerado, no entanto, o relato de outra testemunha que se apresentou à polícia.

BALÍSTICA
A análise é feita a partir dos fragmentos recolhidos no veículo. Toda bala, quando é disparada, fica marcada pelas ranhuras existentes no cano da arma. Os peritos analisaram as marcas desse fragmento. Eles pegaram as armas apreendidas com os PMs e fizeram disparos. As ranhuras das balas foram comparadas às do fragmento e se mostraram similares. O laudo não garante 100% de precisão para a arma utilizada porque só foi localizada parte do projétil.

O TRABALHO DOS PERITOS

RECONSTITUIÇÃO
Os peritos refizeram a cena do crime e analisaram relatos dos PMs. Foram feitas, por exemplo, medições da ribanceira onde o carro caiu, da distância e da pedra jogada no para-brisa.

DNA
Na época, também foi feita análise de manchas encontradas na viatura dos PMs. O material coletado foi enviado para análise de DNA. A perícia não conseguiu comprovar se a mancha era de sangue, já que o carro foi lavado. As perfurações existentes na lataria do carro da engenheira só foram descobertas cerca de 10 dias depois do crime.

Mobilização para cobrar respostas
Patrícia Amieiro Franco desapareceu quando voltava de uma festa, por volta das 4h30. Na época, dois militares baseados na Autoestrada Lagoa-Barra contaram que a moça sofreu acidente e que o carro caiu do viaduto sob o Canal de Marapendi. Desde então, os pais da jovem lutam para esclarecer o caso — eles criaram página na Internet, mobilizaram artistas e fizeram, há duas semanas, manifestação que atraiu milhares de pessoas para a orla da Barra, pedindo resposta para o caso.


O DIA ONLINE
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Laudo de balística indica que fragmento de projétil encontrado no carro de engenheira é similar ao de uma das peças apreendidas

Rio - O segundo laudo de balística feito a partir do fragmento de bala encontrado no carro da engenheira Patrícia Amieiro Franco — desaparecida desde o dia 14 de junho do ano passado — indica que o projétil é compatível com o calibre de uma das armas apreendidas com os policiais suspeitos de envolvimento com o crime.
Foram entregues para análise pistolas calibres 40 e 380 e um fuzil 7.62 que os policiais que foram ao local usaram no dia do desaparecimento de Patrícia. Com base neste laudo e nos outros exames feitos por peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) a polícia decidirá se tem elementos suficientes para pedir a prisão dos PMs.
A conclusão do inquérito sobre o crime ainda vai contar com outros dois laudos, além do de balística. Em um deles, haverá medições feitas pelos peritos no Palio da engenheira e do local atingido pelo disparo. Outro exame é a conclusão feita pelos técnicos a partir da reconstituição da cena do crime, feita dia 3, às margens do Canal do Marapendi, na Barra. Os resultados das perícias estão prontos e serão entregues à Delegacia de Homicídios.

Conforme O DIA noticiou dia 7, os dois policiais que chegaram primeiro ao local do crime caíram em contradição sobre o tiro disparado contra o para-brisa do carro: um diz ter visto a perfuração e o outro, não. A divergências das informações desmontaram a versão inicial dos militares de que Patrícia teria sofrido um acidente e motivou a transferência do caso, há um mês, da 21ª Vara Criminal para um dos quatro tribunais do júri, onde são julgados crimes contra a vida.

O desaparecimento de Patrícia completou um ano domingo e ainda envolve muitos mistérios. Apesar das buscas no canal, o corpo da jovem não foi encontrado. A polícia ainda investiga como é possível a pulseira e o relógio de Patrícia terem se desprendido de seu braço durante a queda do carro no canal. Outra questão a ser esclarecida é o fato de o corpo ter saído do carro, mesmo com o cinto afivelado. Nove policiais foram ouvidos durante o inquérito, que passou por três delegacias: 16ª (Barra da Tijuca), Divisão Antissequestro e Delegacia de Homicídios.

Outro mistério investigado pelos policiais é o desaparecimento de duas testemunhas do acidente. Um casal de moradores de rua que dormia debaixo do viaduto de onde o carro despencou chegou a prestar depoimento na época, mas desapareceu em seguida. Ainda será considerado, no entanto, o relato de outra testemunha que se apresentou à polícia.

BALÍSTICA
A análise é feita a partir dos fragmentos recolhidos no veículo. Toda bala, quando é disparada, fica marcada pelas ranhuras existentes no cano da arma. Os peritos analisaram as marcas desse fragmento. Eles pegaram as armas apreendidas com os PMs e fizeram disparos. As ranhuras das balas foram comparadas às do fragmento e se mostraram similares. O laudo não garante 100% de precisão para a arma utilizada porque só foi localizada parte do projétil.

O TRABALHO DOS PERITOS

RECONSTITUIÇÃO
Os peritos refizeram a cena do crime e analisaram relatos dos PMs. Foram feitas, por exemplo, medições da ribanceira onde o carro caiu, da distância e da pedra jogada no para-brisa.

DNA
Na época, também foi feita análise de manchas encontradas na viatura dos PMs. O material coletado foi enviado para análise de DNA. A perícia não conseguiu comprovar se a mancha era de sangue, já que o carro foi lavado. As perfurações existentes na lataria do carro da engenheira só foram descobertas cerca de 10 dias depois do crime.

Mobilização para cobrar respostas
Patrícia Amieiro Franco desapareceu quando voltava de uma festa, por volta das 4h30. Na época, dois militares baseados na Autoestrada Lagoa-Barra contaram que a moça sofreu acidente e que o carro caiu do viaduto sob o Canal de Marapendi. Desde então, os pais da jovem lutam para esclarecer o caso — eles criaram página na Internet, mobilizaram artistas e fizeram, há duas semanas, manifestação que atraiu milhares de pessoas para a orla da Barra, pedindo resposta para o caso.


O DIA ONLINE
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Cresce o registro de meninas que menstruam a partir dos 10 anos. Tendência é mundial

Rio - De repente, a menina nota que precisa começar a usar desodorante. Um olhar mais atento mostra que os seios estão surgindo. Logo, a primeira menstruação acontecerá. Pais e garotas devem ficar atentos: a vida das jovens vai mudar, e muito. Estudos recentes mostram tendência mundial de a primeira menstruação (menarca) chegar por volta dos 10 anos de idade.
“A alimentação das pessoas tem melhorado. Hoje consumimos mais proteínas e vitaminas, o que permite a melhor formação do organismo. Ou seja, o corpo se desenvolve mais cedo. Isoladamente, isso não explica o evento, pois o estímulo social também influencia”, esclarece Fátima Coutinho, da Sociedade de Pediatria do Rio de Janeiro (Soperj).
Pesquisadores investigam ainda se hormônios usados na criação de frangos e bois usados na alimentação humana podem influenciar, mas os dados não são conclusivos.
No Brasil, as meninas costumam menstruar aos 12 anos nas cidades mais desenvolvidas, e aos 13 onde as condições econômicas são ruins. Um dos fatores principais é justamente a nutrição. Pesquisadores têm dados que indicam que, no início dos anos 1900, a menarca só ocorria aos 15 anos.
“Há uma antecipação da menarca de três ou quatro meses a cada década. É o que chamados de aceleração secular. Além da alimentação, outros fatores são a maior exposição à luz e amadurecimento precoce”, explica o hebiatra (médico de adolescentes) Williams Santos Ramos, da Associação Brasileira da Adolescência.
“Minha mãe menstruou aos 14 e eu, aos 10. Por um lado foi horrível: tive de usar absorventes, ficar sem ir à praia. Mas tem a parte boa: prova que sou adolescente”, conta Lara do Amaral, 12 anos. “Foi um susto quando chegou, pois vi que minha filha já poderia ser mãe. Além dos cuidados da nova realidade, tive de conversar sobre sexo com ela”, diz Lúcia Gouvêa, 40. “A puberdade pode ser vivenciada como uma conquista, desde que seja valorizada a condição feminina”, orienta a psicanalista Silvia Abu-Jamra Zornig, da Associação Brasileira de Estudos do Bebê.

Alerta para a baixa estatura
Casos considerados precoces — quando a menarca acontece por volta dos 8 anos — merecem atenção.

“Ficamos atentos ao crecimento, que desacelera com a chegada da menstruação”, diz Marcelo Lemgruber, coordenador do curso de ginecologia da Escola Médica da PUC-RJ. “Se a criança estiver muito baixa, usamos remédios para bloquear o ciclo menstrual e tentar que ela cresça alguns centímetros”, acrescenta.
O hebiatra Williams Ramos explica que a criança para de crescer 2 anos após a chegada da menstruação.

Atitudes que transformam as garotas
Estudo da Universidade de Copenhague (Dinamarca) mostra que a substituição das bonecas por passeios em shoppings, idas a cabeleireiros e horas a fio no computador desencadeiam processo de ‘vivência adulta’ capaz de acelerar as mudanças físicas nas meninas. A idade média do desenvolvimento dos seios, por exemplo, baixou de 10,88 anos, entre 1991 e 1993, para 9,86, entre 2006 e 2008.

TIRE DÚVIDAS
1- Que absorvente usar?Os externos são mais indicados, embora não haja restrição técnica ao interno. Este, porém, por ser invasivo, pode causar constrangimentos à menina e até machucá-la, se usado de maneira errada. Os externos podem ser perfumados ou sem cheiro, mas em caso de reação alérgica ao primeiro, é melhor adotar a segunda opção.
2 - O que fazer em caso de cólicas?Quando a menina não conseguir sair da cama, é indicado levá-la ao ginecologista. Em geral, analgésicos resolvem o problema, mas sempre sob orientação médica.
3 - É preciso ir ao ginecologista?Não é obrigatório, já que menstruação não é doença. A decisão sobre a primeira visita deve partir da jovem. Mas quando ela inicia a vida sexual é indispensável.
4 - É aconselhável ou não a prática de atividades físicas?Os exercícios até ajudam a melhorar os sintomas.
5 - Há alguma alteração na rotina?A menstruação, ao contrário do que muitos dizem, não impede a jovem de andar descalça, beber líquidos gelados ou lavar a cabeça, entre outras atividades. Deve-se levar vida normal.


O DIA ON LINE
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Cresce o registro de meninas que menstruam a partir dos 10 anos. Tendência é mundial

Rio - De repente, a menina nota que precisa começar a usar desodorante. Um olhar mais atento mostra que os seios estão surgindo. Logo, a primeira menstruação acontecerá. Pais e garotas devem ficar atentos: a vida das jovens vai mudar, e muito. Estudos recentes mostram tendência mundial de a primeira menstruação (menarca) chegar por volta dos 10 anos de idade.
“A alimentação das pessoas tem melhorado. Hoje consumimos mais proteínas e vitaminas, o que permite a melhor formação do organismo. Ou seja, o corpo se desenvolve mais cedo. Isoladamente, isso não explica o evento, pois o estímulo social também influencia”, esclarece Fátima Coutinho, da Sociedade de Pediatria do Rio de Janeiro (Soperj).
Pesquisadores investigam ainda se hormônios usados na criação de frangos e bois usados na alimentação humana podem influenciar, mas os dados não são conclusivos.
No Brasil, as meninas costumam menstruar aos 12 anos nas cidades mais desenvolvidas, e aos 13 onde as condições econômicas são ruins. Um dos fatores principais é justamente a nutrição. Pesquisadores têm dados que indicam que, no início dos anos 1900, a menarca só ocorria aos 15 anos.
“Há uma antecipação da menarca de três ou quatro meses a cada década. É o que chamados de aceleração secular. Além da alimentação, outros fatores são a maior exposição à luz e amadurecimento precoce”, explica o hebiatra (médico de adolescentes) Williams Santos Ramos, da Associação Brasileira da Adolescência.
“Minha mãe menstruou aos 14 e eu, aos 10. Por um lado foi horrível: tive de usar absorventes, ficar sem ir à praia. Mas tem a parte boa: prova que sou adolescente”, conta Lara do Amaral, 12 anos. “Foi um susto quando chegou, pois vi que minha filha já poderia ser mãe. Além dos cuidados da nova realidade, tive de conversar sobre sexo com ela”, diz Lúcia Gouvêa, 40. “A puberdade pode ser vivenciada como uma conquista, desde que seja valorizada a condição feminina”, orienta a psicanalista Silvia Abu-Jamra Zornig, da Associação Brasileira de Estudos do Bebê.

Alerta para a baixa estatura
Casos considerados precoces — quando a menarca acontece por volta dos 8 anos — merecem atenção.

“Ficamos atentos ao crecimento, que desacelera com a chegada da menstruação”, diz Marcelo Lemgruber, coordenador do curso de ginecologia da Escola Médica da PUC-RJ. “Se a criança estiver muito baixa, usamos remédios para bloquear o ciclo menstrual e tentar que ela cresça alguns centímetros”, acrescenta.
O hebiatra Williams Ramos explica que a criança para de crescer 2 anos após a chegada da menstruação.

Atitudes que transformam as garotas
Estudo da Universidade de Copenhague (Dinamarca) mostra que a substituição das bonecas por passeios em shoppings, idas a cabeleireiros e horas a fio no computador desencadeiam processo de ‘vivência adulta’ capaz de acelerar as mudanças físicas nas meninas. A idade média do desenvolvimento dos seios, por exemplo, baixou de 10,88 anos, entre 1991 e 1993, para 9,86, entre 2006 e 2008.

TIRE DÚVIDAS
1- Que absorvente usar?Os externos são mais indicados, embora não haja restrição técnica ao interno. Este, porém, por ser invasivo, pode causar constrangimentos à menina e até machucá-la, se usado de maneira errada. Os externos podem ser perfumados ou sem cheiro, mas em caso de reação alérgica ao primeiro, é melhor adotar a segunda opção.
2 - O que fazer em caso de cólicas?Quando a menina não conseguir sair da cama, é indicado levá-la ao ginecologista. Em geral, analgésicos resolvem o problema, mas sempre sob orientação médica.
3 - É preciso ir ao ginecologista?Não é obrigatório, já que menstruação não é doença. A decisão sobre a primeira visita deve partir da jovem. Mas quando ela inicia a vida sexual é indispensável.
4 - É aconselhável ou não a prática de atividades físicas?Os exercícios até ajudam a melhorar os sintomas.
5 - Há alguma alteração na rotina?A menstruação, ao contrário do que muitos dizem, não impede a jovem de andar descalça, beber líquidos gelados ou lavar a cabeça, entre outras atividades. Deve-se levar vida normal.


O DIA ON LINE
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Cresce o registro de meninas que menstruam a partir dos 10 anos. Tendência é mundial

Rio - De repente, a menina nota que precisa começar a usar desodorante. Um olhar mais atento mostra que os seios estão surgindo. Logo, a primeira menstruação acontecerá. Pais e garotas devem ficar atentos: a vida das jovens vai mudar, e muito. Estudos recentes mostram tendência mundial de a primeira menstruação (menarca) chegar por volta dos 10 anos de idade.
“A alimentação das pessoas tem melhorado. Hoje consumimos mais proteínas e vitaminas, o que permite a melhor formação do organismo. Ou seja, o corpo se desenvolve mais cedo. Isoladamente, isso não explica o evento, pois o estímulo social também influencia”, esclarece Fátima Coutinho, da Sociedade de Pediatria do Rio de Janeiro (Soperj).
Pesquisadores investigam ainda se hormônios usados na criação de frangos e bois usados na alimentação humana podem influenciar, mas os dados não são conclusivos.
No Brasil, as meninas costumam menstruar aos 12 anos nas cidades mais desenvolvidas, e aos 13 onde as condições econômicas são ruins. Um dos fatores principais é justamente a nutrição. Pesquisadores têm dados que indicam que, no início dos anos 1900, a menarca só ocorria aos 15 anos.
“Há uma antecipação da menarca de três ou quatro meses a cada década. É o que chamados de aceleração secular. Além da alimentação, outros fatores são a maior exposição à luz e amadurecimento precoce”, explica o hebiatra (médico de adolescentes) Williams Santos Ramos, da Associação Brasileira da Adolescência.
“Minha mãe menstruou aos 14 e eu, aos 10. Por um lado foi horrível: tive de usar absorventes, ficar sem ir à praia. Mas tem a parte boa: prova que sou adolescente”, conta Lara do Amaral, 12 anos. “Foi um susto quando chegou, pois vi que minha filha já poderia ser mãe. Além dos cuidados da nova realidade, tive de conversar sobre sexo com ela”, diz Lúcia Gouvêa, 40. “A puberdade pode ser vivenciada como uma conquista, desde que seja valorizada a condição feminina”, orienta a psicanalista Silvia Abu-Jamra Zornig, da Associação Brasileira de Estudos do Bebê.

Alerta para a baixa estatura
Casos considerados precoces — quando a menarca acontece por volta dos 8 anos — merecem atenção.

“Ficamos atentos ao crecimento, que desacelera com a chegada da menstruação”, diz Marcelo Lemgruber, coordenador do curso de ginecologia da Escola Médica da PUC-RJ. “Se a criança estiver muito baixa, usamos remédios para bloquear o ciclo menstrual e tentar que ela cresça alguns centímetros”, acrescenta.
O hebiatra Williams Ramos explica que a criança para de crescer 2 anos após a chegada da menstruação.

Atitudes que transformam as garotas
Estudo da Universidade de Copenhague (Dinamarca) mostra que a substituição das bonecas por passeios em shoppings, idas a cabeleireiros e horas a fio no computador desencadeiam processo de ‘vivência adulta’ capaz de acelerar as mudanças físicas nas meninas. A idade média do desenvolvimento dos seios, por exemplo, baixou de 10,88 anos, entre 1991 e 1993, para 9,86, entre 2006 e 2008.

TIRE DÚVIDAS
1- Que absorvente usar?Os externos são mais indicados, embora não haja restrição técnica ao interno. Este, porém, por ser invasivo, pode causar constrangimentos à menina e até machucá-la, se usado de maneira errada. Os externos podem ser perfumados ou sem cheiro, mas em caso de reação alérgica ao primeiro, é melhor adotar a segunda opção.
2 - O que fazer em caso de cólicas?Quando a menina não conseguir sair da cama, é indicado levá-la ao ginecologista. Em geral, analgésicos resolvem o problema, mas sempre sob orientação médica.
3 - É preciso ir ao ginecologista?Não é obrigatório, já que menstruação não é doença. A decisão sobre a primeira visita deve partir da jovem. Mas quando ela inicia a vida sexual é indispensável.
4 - É aconselhável ou não a prática de atividades físicas?Os exercícios até ajudam a melhorar os sintomas.
5 - Há alguma alteração na rotina?A menstruação, ao contrário do que muitos dizem, não impede a jovem de andar descalça, beber líquidos gelados ou lavar a cabeça, entre outras atividades. Deve-se levar vida normal.


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Viúva confessa, através do advogado, que matou o marido porque ele a ameaçou e tentou agredi-la e ao filho de 5 anos em apartamento na Barra. Ela está foragida e tenta anulação da decretação de prisão temporária de cinco dias

Rio - Procurada pela morte do marido, o empresário Renato Biasotto, 52 anos, assassinado sábado em seu apartamento na Barra da Tijuca, Alessandra D’Ávila Nunes, 35, confessou ser a autora do crime. Mas ela alega legítima defesa.
Segundo Mário de Oliveira Filho, advogado de Alessandra, ela atingiu Renato com uma faca de cozinha porque ele a agrediu e ameaçou matá-la e também ao filho do casal, de 5 anos, que assistiu à briga e aos últimos momentos de vida do pai.
A faca usada no crime foi apreendida ontem pela polícia no apartamento do casal, no condomínio de luxo na Avenida Lúcio Costa, na Barra.
Ontem, na 16ª DP (Barra da Tijuca), o advogado Mário de Oliveira Filho informou que não há data prevista para sua cliente se apresentar à polícia.
Segundo o advogado, Alessandra contou que Renato começou a discutir e a xingá-la após um casal amigo, convidado para jantar, deixar o apartamento.
A briga seria motivada por ciúme. “Ele queria saber com quem ela se correspondia tanto no Orkut e por que seu celular estava sempre no modo vibração”, explicou o advogado. “Nos últimos três anos, desde que largou o trabalho, Renato dedicava sua vida a fiscalizar a dela”, completou.
Alessandra relatou também ao advogado que recebeu uma “gravata” de Renato no banheiro, mas se desvencilhou e correu para a cozinha. Lá, teria sido imobilizada de novo pelo pescoço e recebido forte soco nas costas.
Acordado pelos gritos, o filho teria se agarrado às pernas da mãe e pedido ao pai para parar com as agressões, mas Renato, segundo Alessandra contou ao advogado, teria respondido que mataria os dois. Em seguida, ela apanhou a faca num faqueiro sobre a geladeira e o atingiu.
Alessandra fez exame particular que, segundo o advogado, comprova as agressões sofridas. Oliveira Filho vai entregar à polícia o laudo e fotos das lesões. O advogado afirmou, no entanto, que, antes de Alessandra se entregar à polícia, ele tentará revogar a prisão temporária de cinco dias.

Amigo diz que Renato era dedicado
Amigo da família de Renato, o advogado João Mestieri disse ontem que Alessandra é agressiva e já tinha ouvido relatos sobre o relacionamento conturbado do casal. Segundo ele, a mãe da vítima, de 78 anos, está chocada.
“Não sei se ele era ciumento, mas era muito dedicado. Acho que ela usou agressividade desproporcional”, disse.Ontem, o casal que estava no apartamento pouco antes do crime depôs na 16ª DP. Abalado, Eduardo Pedrosa disse que o clima durante o jantar foi tranquilo e que não notou problema entre Alessandra e Renato.

Luta corporal, corte no rosto e facada profunda no tórax
O delegado da 16ª DP, Carlos Augusto Nogueira, afirma que ainda não está convencido da versão de legítima defesa alegada por Alessandra D’Ávila Nunes e classifica como “estranha” a recusa dela em procurar a polícia. As buscas por Alessandra continuam — ela é considerada foragida. Para o delegado, há contradições nos depoimentos tomados até agora. Segundo ele, que ainda não recebeu o laudo de exame cadavérico do IML, análise preliminar do corpo indica sinais de luta corporal, corte no rosto e uma facada profunda no tórax.Segundo o advogado Mário de Oliveira Filho, Alessandra não procurou a 16ª DP logo após o crime por que temia que algum policial da delegacia pudesse conhecer Renato — ela imaginou que pudessem ser clientes na academia da qual seu marido foi dono.A ida à 15ª DP (Gávea) teria sido sugerida a Alessandra por um policial amigo, mas ela também não comunicou o fato nesta delegacia. Alessandra teria alegado que o seu atendimento poderia demorar, pois o plantão estava muito movimentado, e precisava acudir o filho, que estaria em choque.


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Viúva confessa, através do advogado, que matou o marido porque ele a ameaçou e tentou agredi-la e ao filho de 5 anos em apartamento na Barra. Ela está foragida e tenta anulação da decretação de prisão temporária de cinco dias

Rio - Procurada pela morte do marido, o empresário Renato Biasotto, 52 anos, assassinado sábado em seu apartamento na Barra da Tijuca, Alessandra D’Ávila Nunes, 35, confessou ser a autora do crime. Mas ela alega legítima defesa.
Segundo Mário de Oliveira Filho, advogado de Alessandra, ela atingiu Renato com uma faca de cozinha porque ele a agrediu e ameaçou matá-la e também ao filho do casal, de 5 anos, que assistiu à briga e aos últimos momentos de vida do pai.
A faca usada no crime foi apreendida ontem pela polícia no apartamento do casal, no condomínio de luxo na Avenida Lúcio Costa, na Barra.
Ontem, na 16ª DP (Barra da Tijuca), o advogado Mário de Oliveira Filho informou que não há data prevista para sua cliente se apresentar à polícia.
Segundo o advogado, Alessandra contou que Renato começou a discutir e a xingá-la após um casal amigo, convidado para jantar, deixar o apartamento.
A briga seria motivada por ciúme. “Ele queria saber com quem ela se correspondia tanto no Orkut e por que seu celular estava sempre no modo vibração”, explicou o advogado. “Nos últimos três anos, desde que largou o trabalho, Renato dedicava sua vida a fiscalizar a dela”, completou.
Alessandra relatou também ao advogado que recebeu uma “gravata” de Renato no banheiro, mas se desvencilhou e correu para a cozinha. Lá, teria sido imobilizada de novo pelo pescoço e recebido forte soco nas costas.
Acordado pelos gritos, o filho teria se agarrado às pernas da mãe e pedido ao pai para parar com as agressões, mas Renato, segundo Alessandra contou ao advogado, teria respondido que mataria os dois. Em seguida, ela apanhou a faca num faqueiro sobre a geladeira e o atingiu.
Alessandra fez exame particular que, segundo o advogado, comprova as agressões sofridas. Oliveira Filho vai entregar à polícia o laudo e fotos das lesões. O advogado afirmou, no entanto, que, antes de Alessandra se entregar à polícia, ele tentará revogar a prisão temporária de cinco dias.

Amigo diz que Renato era dedicado
Amigo da família de Renato, o advogado João Mestieri disse ontem que Alessandra é agressiva e já tinha ouvido relatos sobre o relacionamento conturbado do casal. Segundo ele, a mãe da vítima, de 78 anos, está chocada.
“Não sei se ele era ciumento, mas era muito dedicado. Acho que ela usou agressividade desproporcional”, disse.Ontem, o casal que estava no apartamento pouco antes do crime depôs na 16ª DP. Abalado, Eduardo Pedrosa disse que o clima durante o jantar foi tranquilo e que não notou problema entre Alessandra e Renato.

Luta corporal, corte no rosto e facada profunda no tórax
O delegado da 16ª DP, Carlos Augusto Nogueira, afirma que ainda não está convencido da versão de legítima defesa alegada por Alessandra D’Ávila Nunes e classifica como “estranha” a recusa dela em procurar a polícia. As buscas por Alessandra continuam — ela é considerada foragida. Para o delegado, há contradições nos depoimentos tomados até agora. Segundo ele, que ainda não recebeu o laudo de exame cadavérico do IML, análise preliminar do corpo indica sinais de luta corporal, corte no rosto e uma facada profunda no tórax.Segundo o advogado Mário de Oliveira Filho, Alessandra não procurou a 16ª DP logo após o crime por que temia que algum policial da delegacia pudesse conhecer Renato — ela imaginou que pudessem ser clientes na academia da qual seu marido foi dono.A ida à 15ª DP (Gávea) teria sido sugerida a Alessandra por um policial amigo, mas ela também não comunicou o fato nesta delegacia. Alessandra teria alegado que o seu atendimento poderia demorar, pois o plantão estava muito movimentado, e precisava acudir o filho, que estaria em choque.


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Viúva confessa, através do advogado, que matou o marido porque ele a ameaçou e tentou agredi-la e ao filho de 5 anos em apartamento na Barra. Ela está foragida e tenta anulação da decretação de prisão temporária de cinco dias

Rio - Procurada pela morte do marido, o empresário Renato Biasotto, 52 anos, assassinado sábado em seu apartamento na Barra da Tijuca, Alessandra D’Ávila Nunes, 35, confessou ser a autora do crime. Mas ela alega legítima defesa.
Segundo Mário de Oliveira Filho, advogado de Alessandra, ela atingiu Renato com uma faca de cozinha porque ele a agrediu e ameaçou matá-la e também ao filho do casal, de 5 anos, que assistiu à briga e aos últimos momentos de vida do pai.
A faca usada no crime foi apreendida ontem pela polícia no apartamento do casal, no condomínio de luxo na Avenida Lúcio Costa, na Barra.
Ontem, na 16ª DP (Barra da Tijuca), o advogado Mário de Oliveira Filho informou que não há data prevista para sua cliente se apresentar à polícia.
Segundo o advogado, Alessandra contou que Renato começou a discutir e a xingá-la após um casal amigo, convidado para jantar, deixar o apartamento.
A briga seria motivada por ciúme. “Ele queria saber com quem ela se correspondia tanto no Orkut e por que seu celular estava sempre no modo vibração”, explicou o advogado. “Nos últimos três anos, desde que largou o trabalho, Renato dedicava sua vida a fiscalizar a dela”, completou.
Alessandra relatou também ao advogado que recebeu uma “gravata” de Renato no banheiro, mas se desvencilhou e correu para a cozinha. Lá, teria sido imobilizada de novo pelo pescoço e recebido forte soco nas costas.
Acordado pelos gritos, o filho teria se agarrado às pernas da mãe e pedido ao pai para parar com as agressões, mas Renato, segundo Alessandra contou ao advogado, teria respondido que mataria os dois. Em seguida, ela apanhou a faca num faqueiro sobre a geladeira e o atingiu.
Alessandra fez exame particular que, segundo o advogado, comprova as agressões sofridas. Oliveira Filho vai entregar à polícia o laudo e fotos das lesões. O advogado afirmou, no entanto, que, antes de Alessandra se entregar à polícia, ele tentará revogar a prisão temporária de cinco dias.

Amigo diz que Renato era dedicado
Amigo da família de Renato, o advogado João Mestieri disse ontem que Alessandra é agressiva e já tinha ouvido relatos sobre o relacionamento conturbado do casal. Segundo ele, a mãe da vítima, de 78 anos, está chocada.
“Não sei se ele era ciumento, mas era muito dedicado. Acho que ela usou agressividade desproporcional”, disse.Ontem, o casal que estava no apartamento pouco antes do crime depôs na 16ª DP. Abalado, Eduardo Pedrosa disse que o clima durante o jantar foi tranquilo e que não notou problema entre Alessandra e Renato.

Luta corporal, corte no rosto e facada profunda no tórax
O delegado da 16ª DP, Carlos Augusto Nogueira, afirma que ainda não está convencido da versão de legítima defesa alegada por Alessandra D’Ávila Nunes e classifica como “estranha” a recusa dela em procurar a polícia. As buscas por Alessandra continuam — ela é considerada foragida. Para o delegado, há contradições nos depoimentos tomados até agora. Segundo ele, que ainda não recebeu o laudo de exame cadavérico do IML, análise preliminar do corpo indica sinais de luta corporal, corte no rosto e uma facada profunda no tórax.Segundo o advogado Mário de Oliveira Filho, Alessandra não procurou a 16ª DP logo após o crime por que temia que algum policial da delegacia pudesse conhecer Renato — ela imaginou que pudessem ser clientes na academia da qual seu marido foi dono.A ida à 15ª DP (Gávea) teria sido sugerida a Alessandra por um policial amigo, mas ela também não comunicou o fato nesta delegacia. Alessandra teria alegado que o seu atendimento poderia demorar, pois o plantão estava muito movimentado, e precisava acudir o filho, que estaria em choque.


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FLORIANÓPOLIS - A Polícia Civil de Santa Catarina investiga um possível estupro de uma adolescente de 15 anos pelo padrastro no município de Governador Celso Ramos, a 41 quilômetros de Florianópolis. A garota teria tido um filho, hoje com mais de um ano de idade, fruto dos abusos sexuais cometidos nos últimos três anos pelo companheiro de sua mãe
O caso foi descoberto na terça, quando a mãe da jovem procurou a delegacia depois que a filha havia saído de casa para viver com outra pessoa. Como a garota tinha menos de 18 anos, ela queria que a polícia a ajudasse a trazer a filha de volta para a residência da família.
A garota foi localizada e levada à delegacia. Lá, em depoimento, a jovem disse aos investigadores que não queria voltar a viver com a mãe e o padrasto porque o homem frequentemente a estuprava. A jovem teria um filho de pouco mais de um ano de idade, segundo ela, concebido por meio das relações sexuais forçadas com o companheiro de sua mãe.
O suspeito de ter cometido os estupros, de 37 anos, também foi convocado a prestar esclarecimentos. Ele teria confirmado que manteve relações sexuais com a garota, mas ressaltou que com o consentimento dela. A mãe da adolescente negou ter conhecimento do relacionamento íntimo de ambos.
Foi aberto um inquérito policial. O suspeito foi liberado e deve responder ao processo em liberdade. A polícia não deu mais detalhes do caso para não atrapalhar as investigações e porque o processo está sob segredo de Justiça. O nome dos envolvidos não foram divulgados em observância ao Guia de Ética, Qualidade e Responsabilidade Social da RBS e ao Estatudo da Criança e do Adolescente (ECA), para preservar a vítima.



O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:16  comentar

FLORIANÓPOLIS - A Polícia Civil de Santa Catarina investiga um possível estupro de uma adolescente de 15 anos pelo padrastro no município de Governador Celso Ramos, a 41 quilômetros de Florianópolis. A garota teria tido um filho, hoje com mais de um ano de idade, fruto dos abusos sexuais cometidos nos últimos três anos pelo companheiro de sua mãe
O caso foi descoberto na terça, quando a mãe da jovem procurou a delegacia depois que a filha havia saído de casa para viver com outra pessoa. Como a garota tinha menos de 18 anos, ela queria que a polícia a ajudasse a trazer a filha de volta para a residência da família.
A garota foi localizada e levada à delegacia. Lá, em depoimento, a jovem disse aos investigadores que não queria voltar a viver com a mãe e o padrasto porque o homem frequentemente a estuprava. A jovem teria um filho de pouco mais de um ano de idade, segundo ela, concebido por meio das relações sexuais forçadas com o companheiro de sua mãe.
O suspeito de ter cometido os estupros, de 37 anos, também foi convocado a prestar esclarecimentos. Ele teria confirmado que manteve relações sexuais com a garota, mas ressaltou que com o consentimento dela. A mãe da adolescente negou ter conhecimento do relacionamento íntimo de ambos.
Foi aberto um inquérito policial. O suspeito foi liberado e deve responder ao processo em liberdade. A polícia não deu mais detalhes do caso para não atrapalhar as investigações e porque o processo está sob segredo de Justiça. O nome dos envolvidos não foram divulgados em observância ao Guia de Ética, Qualidade e Responsabilidade Social da RBS e ao Estatudo da Criança e do Adolescente (ECA), para preservar a vítima.



O Globo On Line
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FLORIANÓPOLIS - A Polícia Civil de Santa Catarina investiga um possível estupro de uma adolescente de 15 anos pelo padrastro no município de Governador Celso Ramos, a 41 quilômetros de Florianópolis. A garota teria tido um filho, hoje com mais de um ano de idade, fruto dos abusos sexuais cometidos nos últimos três anos pelo companheiro de sua mãe
O caso foi descoberto na terça, quando a mãe da jovem procurou a delegacia depois que a filha havia saído de casa para viver com outra pessoa. Como a garota tinha menos de 18 anos, ela queria que a polícia a ajudasse a trazer a filha de volta para a residência da família.
A garota foi localizada e levada à delegacia. Lá, em depoimento, a jovem disse aos investigadores que não queria voltar a viver com a mãe e o padrasto porque o homem frequentemente a estuprava. A jovem teria um filho de pouco mais de um ano de idade, segundo ela, concebido por meio das relações sexuais forçadas com o companheiro de sua mãe.
O suspeito de ter cometido os estupros, de 37 anos, também foi convocado a prestar esclarecimentos. Ele teria confirmado que manteve relações sexuais com a garota, mas ressaltou que com o consentimento dela. A mãe da adolescente negou ter conhecimento do relacionamento íntimo de ambos.
Foi aberto um inquérito policial. O suspeito foi liberado e deve responder ao processo em liberdade. A polícia não deu mais detalhes do caso para não atrapalhar as investigações e porque o processo está sob segredo de Justiça. O nome dos envolvidos não foram divulgados em observância ao Guia de Ética, Qualidade e Responsabilidade Social da RBS e ao Estatudo da Criança e do Adolescente (ECA), para preservar a vítima.



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TEERÃ - O governo iraniano proibiu jornalistas estrangeiros de sair de suas redações ou escritórios para cobrir as manifestações de protesto contra o resultado das eleições presidenciais que reelegeram Mahmoud Ahmadinejad. Segundo o Ministério da Cultura do Irã, todo o credenciamento para os repórteres estrangeiros foi suspenso. Fotógrafos e cinegrafistas também estão proibidos de acompanhar as manifestações. Por conta disso, a agência France Press já informou aos seus clientes que transmitirá apenas reproduções de imagens da TV iraniana. O governo iraniano também anunciou, nesta terça-feira, que não vai autorizar a permanência extra, no país, dos jornalistas que vieram cobrir as eleições da semana passada. Seus vistos não serão estendidos.
- Nenhum jornalista tem permissão para reportar, filmar ou fotografar a cidade - disse um funcionário do ministério, segundo a Reuters.
Nesta terça-feira, milhares de simpatizantes do presidente Mahmoud Ahmadinejad foram às ruas de Teerã para defender a sua reeleição. A passeata pró-governo acontece um dia após a maior manifestação já enfrentada pelo regime dos aiatolás - que chegou ao poder com a Revolução Islâmica de 1979 -, e da decisão do Conselho dos Guardiães - principal órgão legislativo do Irã - de aceitar recontar os votos das eleições de sexta-feira em áreas contestadas pelo candidato derrotado Mir Hossein Moussavi ( Moussavi disposto a 'pagar qualquer preço' para contestar resultado das urnas ).
Os simpatizantes de Ahmadinejad se reuniram às 16h (8h30m em Brasília), na Praça Vali Asr, que fica no Centro de Teerã. No mesmo local, manifestantes que contestam o resultado eleitoral programavam um novo protesto para às 17h (9h30m) de hoje, possivelmente criando o cenário para mais confrontos. Sete pessoas morreram na segunda-feira durante a passeata liderada pela oposição pelas ruas de Teerã ( Veja as imagens dos protestos desta segunda-feira ).
No entanto, Moussavi fez um chamado a seus partidários para que não compareçam ao protesto "para proteção de suas vidas", dizendo que foi cancelado.
Novos protestos, especialmente se forem mantidos na mesma escala, seriam um desafio direto às autoridades que mantém um firme controle sobre dissidentes deste a derrubada, em 1979, do xá apoiado pelos Estados Unidos, após meses de manifestações ( Aiatolá Ali Khamenei pede investigação sobre fraudes ).
A televisão estatal iraniana afirmou nesta terça-feira que os "principais agentes" no tumulto pós-eleição haviam sido presos por posse de explosivos e armas. A emissora, em uma transmissão de urgência, não deu mais detalhes.
Em meio à crise pós-eleitoral, que vive em casa, o presidente iraniano desembarcou na Rússia. Ele vai participar de um encontro com outras potências asiáticas. Logo na chegada, Ahmadinejad recebeu o apoio do presidente russo Dmitry Medvedev, que cumprimentou oficialmente o colega iraniano pela vitória nas eleições da última sexta-feira ( Twitter: iranianos protestam online ).
Os distúrbios no Irã começaram depois de um alto comparecimento às eleições de sexta-feira - estimado em 85%. Muitos partidários de Moussavi esperavam um resultado apertado. Mas o resultado oficial deu a Ahmadinejad uma vitória esmagadora, com uma parcela final de quase 63% dos votos.



O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:04  comentar

TEERÃ - O governo iraniano proibiu jornalistas estrangeiros de sair de suas redações ou escritórios para cobrir as manifestações de protesto contra o resultado das eleições presidenciais que reelegeram Mahmoud Ahmadinejad. Segundo o Ministério da Cultura do Irã, todo o credenciamento para os repórteres estrangeiros foi suspenso. Fotógrafos e cinegrafistas também estão proibidos de acompanhar as manifestações. Por conta disso, a agência France Press já informou aos seus clientes que transmitirá apenas reproduções de imagens da TV iraniana. O governo iraniano também anunciou, nesta terça-feira, que não vai autorizar a permanência extra, no país, dos jornalistas que vieram cobrir as eleições da semana passada. Seus vistos não serão estendidos.
- Nenhum jornalista tem permissão para reportar, filmar ou fotografar a cidade - disse um funcionário do ministério, segundo a Reuters.
Nesta terça-feira, milhares de simpatizantes do presidente Mahmoud Ahmadinejad foram às ruas de Teerã para defender a sua reeleição. A passeata pró-governo acontece um dia após a maior manifestação já enfrentada pelo regime dos aiatolás - que chegou ao poder com a Revolução Islâmica de 1979 -, e da decisão do Conselho dos Guardiães - principal órgão legislativo do Irã - de aceitar recontar os votos das eleições de sexta-feira em áreas contestadas pelo candidato derrotado Mir Hossein Moussavi ( Moussavi disposto a 'pagar qualquer preço' para contestar resultado das urnas ).
Os simpatizantes de Ahmadinejad se reuniram às 16h (8h30m em Brasília), na Praça Vali Asr, que fica no Centro de Teerã. No mesmo local, manifestantes que contestam o resultado eleitoral programavam um novo protesto para às 17h (9h30m) de hoje, possivelmente criando o cenário para mais confrontos. Sete pessoas morreram na segunda-feira durante a passeata liderada pela oposição pelas ruas de Teerã ( Veja as imagens dos protestos desta segunda-feira ).
No entanto, Moussavi fez um chamado a seus partidários para que não compareçam ao protesto "para proteção de suas vidas", dizendo que foi cancelado.
Novos protestos, especialmente se forem mantidos na mesma escala, seriam um desafio direto às autoridades que mantém um firme controle sobre dissidentes deste a derrubada, em 1979, do xá apoiado pelos Estados Unidos, após meses de manifestações ( Aiatolá Ali Khamenei pede investigação sobre fraudes ).
A televisão estatal iraniana afirmou nesta terça-feira que os "principais agentes" no tumulto pós-eleição haviam sido presos por posse de explosivos e armas. A emissora, em uma transmissão de urgência, não deu mais detalhes.
Em meio à crise pós-eleitoral, que vive em casa, o presidente iraniano desembarcou na Rússia. Ele vai participar de um encontro com outras potências asiáticas. Logo na chegada, Ahmadinejad recebeu o apoio do presidente russo Dmitry Medvedev, que cumprimentou oficialmente o colega iraniano pela vitória nas eleições da última sexta-feira ( Twitter: iranianos protestam online ).
Os distúrbios no Irã começaram depois de um alto comparecimento às eleições de sexta-feira - estimado em 85%. Muitos partidários de Moussavi esperavam um resultado apertado. Mas o resultado oficial deu a Ahmadinejad uma vitória esmagadora, com uma parcela final de quase 63% dos votos.



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TEERÃ - O governo iraniano proibiu jornalistas estrangeiros de sair de suas redações ou escritórios para cobrir as manifestações de protesto contra o resultado das eleições presidenciais que reelegeram Mahmoud Ahmadinejad. Segundo o Ministério da Cultura do Irã, todo o credenciamento para os repórteres estrangeiros foi suspenso. Fotógrafos e cinegrafistas também estão proibidos de acompanhar as manifestações. Por conta disso, a agência France Press já informou aos seus clientes que transmitirá apenas reproduções de imagens da TV iraniana. O governo iraniano também anunciou, nesta terça-feira, que não vai autorizar a permanência extra, no país, dos jornalistas que vieram cobrir as eleições da semana passada. Seus vistos não serão estendidos.
- Nenhum jornalista tem permissão para reportar, filmar ou fotografar a cidade - disse um funcionário do ministério, segundo a Reuters.
Nesta terça-feira, milhares de simpatizantes do presidente Mahmoud Ahmadinejad foram às ruas de Teerã para defender a sua reeleição. A passeata pró-governo acontece um dia após a maior manifestação já enfrentada pelo regime dos aiatolás - que chegou ao poder com a Revolução Islâmica de 1979 -, e da decisão do Conselho dos Guardiães - principal órgão legislativo do Irã - de aceitar recontar os votos das eleições de sexta-feira em áreas contestadas pelo candidato derrotado Mir Hossein Moussavi ( Moussavi disposto a 'pagar qualquer preço' para contestar resultado das urnas ).
Os simpatizantes de Ahmadinejad se reuniram às 16h (8h30m em Brasília), na Praça Vali Asr, que fica no Centro de Teerã. No mesmo local, manifestantes que contestam o resultado eleitoral programavam um novo protesto para às 17h (9h30m) de hoje, possivelmente criando o cenário para mais confrontos. Sete pessoas morreram na segunda-feira durante a passeata liderada pela oposição pelas ruas de Teerã ( Veja as imagens dos protestos desta segunda-feira ).
No entanto, Moussavi fez um chamado a seus partidários para que não compareçam ao protesto "para proteção de suas vidas", dizendo que foi cancelado.
Novos protestos, especialmente se forem mantidos na mesma escala, seriam um desafio direto às autoridades que mantém um firme controle sobre dissidentes deste a derrubada, em 1979, do xá apoiado pelos Estados Unidos, após meses de manifestações ( Aiatolá Ali Khamenei pede investigação sobre fraudes ).
A televisão estatal iraniana afirmou nesta terça-feira que os "principais agentes" no tumulto pós-eleição haviam sido presos por posse de explosivos e armas. A emissora, em uma transmissão de urgência, não deu mais detalhes.
Em meio à crise pós-eleitoral, que vive em casa, o presidente iraniano desembarcou na Rússia. Ele vai participar de um encontro com outras potências asiáticas. Logo na chegada, Ahmadinejad recebeu o apoio do presidente russo Dmitry Medvedev, que cumprimentou oficialmente o colega iraniano pela vitória nas eleições da última sexta-feira ( Twitter: iranianos protestam online ).
Os distúrbios no Irã começaram depois de um alto comparecimento às eleições de sexta-feira - estimado em 85%. Muitos partidários de Moussavi esperavam um resultado apertado. Mas o resultado oficial deu a Ahmadinejad uma vitória esmagadora, com uma parcela final de quase 63% dos votos.



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"Não é fácil compreender como a vida se manifesta, mas se você prestar bem atenção perceberá que tudo o que nos acontece é para melhorar.Hoje sei que não se muito bem o que é bom para mim, por mais que me esforce, uma vez que a minha visão é curta em relação as essências da vida e meus desejos não são sincronizados com os desejos Superiores da Natureza.Hoje sei que não existe prejuízo, porque somos filhos de Deus e Ele jamais nos prejudicaria.Hoje aprendi a agradecer o que não aconteceu de ruim e que, por não ter acontecido, não fiquei sabendo.Hoje percebi que para estar em paz devemos falar "não" para os desejos orgulhosos e egoísticos, e desejar o bem para todas as pessoas.Portanto, para viver bem tem que desconfiar mais de si e confiar na vida, vivendo, desejando e aprendendo a viver."

(Davison de Lucas - www.mdavison.com.br)

Uma Pergunta, Uma Resposta
Dependência está ligada a genética?
De acordo com cientistas chineses foram identificados, através de estudos, 396 genes e cinco vias biológicas que podem tornar as pessoas mais suscetíveis às drogas e ao álcool. Os especialistas da Universidade de Pequim dizem, ainda, que no futuro essas descobertas podem ajudar no tratamento do dependente. As pesquisas que contaram com o apoio do Ministério de Ciência e Tecnologia da China, são baseadas em estudos e teses publicadas nas últimas três décadas onde foram encontradas por volta de 2300 amostras evidentes de que a dependência está ligada à genética da pessoa. Segundo os chineses cerca de 60% da vulnerabilidade de um indivíduo em relação à dependência química é devido aos fatores genéticos enquanto os outros 40% são de responsabilidade dos fatores ambientais. Os autores da pesquisa publicada na revista "Plos Computational Biology" se concentraram em quatro tipos de drogas, opiáceos (heroína, morfina e etc), cocaína, nicotina e álcool, mapeando cinco vias principais ou moleculares que causam a adicção. Wei Liping, responsável pelo Instituto de Biociências da Universidade de Pequim, comenta que essas rotas causadoras da dependência podem vir a ser a base de mecanismos eficazes para muitos transtornos da doença. Existem, também, outros estudos e pesquisas que mostram os marcadores genéticos da doença. Em uma destas pesquisas, realizada na Universidade de Washington, foram avaliados os aspectos relativos à transmissão familiar da dependência. Foram submetidos à pesquisa 1212 dependentes químicos e o resultado mostrou que aproximadamente 50% dos filhos de sexo masculino e 25% do sexo feminino de pais alcoolistas eram dependentes da mesma substância. Em relação às outras drogas como a cocaína, maconha e nicotina foi observado que o risco do filho ser um dependente é muito alto. Além destes fatores genéticos, os traços de personalidades podem estar ligados à predisposição ao álcool e o uso abusivo das drogas. A maioria dos especialistas acredita e afirma que não existe uma personalidade típica desse tipo de situação, entretanto, estudos mostram que indivíduos hiperativos e aqueles que estão sempre em busca de novidades são considerados os perfis mais vulneráveis à dependência química. A grande torcida atualmente é para que, em um futuro próximo, os estudos genéticos e os estudos em Biologia Molecular possam evoluir e ser mais uma arma contra a dependência química.



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"Não é fácil compreender como a vida se manifesta, mas se você prestar bem atenção perceberá que tudo o que nos acontece é para melhorar.Hoje sei que não se muito bem o que é bom para mim, por mais que me esforce, uma vez que a minha visão é curta em relação as essências da vida e meus desejos não são sincronizados com os desejos Superiores da Natureza.Hoje sei que não existe prejuízo, porque somos filhos de Deus e Ele jamais nos prejudicaria.Hoje aprendi a agradecer o que não aconteceu de ruim e que, por não ter acontecido, não fiquei sabendo.Hoje percebi que para estar em paz devemos falar "não" para os desejos orgulhosos e egoísticos, e desejar o bem para todas as pessoas.Portanto, para viver bem tem que desconfiar mais de si e confiar na vida, vivendo, desejando e aprendendo a viver."

(Davison de Lucas - www.mdavison.com.br)

Uma Pergunta, Uma Resposta
Dependência está ligada a genética?
De acordo com cientistas chineses foram identificados, através de estudos, 396 genes e cinco vias biológicas que podem tornar as pessoas mais suscetíveis às drogas e ao álcool. Os especialistas da Universidade de Pequim dizem, ainda, que no futuro essas descobertas podem ajudar no tratamento do dependente. As pesquisas que contaram com o apoio do Ministério de Ciência e Tecnologia da China, são baseadas em estudos e teses publicadas nas últimas três décadas onde foram encontradas por volta de 2300 amostras evidentes de que a dependência está ligada à genética da pessoa. Segundo os chineses cerca de 60% da vulnerabilidade de um indivíduo em relação à dependência química é devido aos fatores genéticos enquanto os outros 40% são de responsabilidade dos fatores ambientais. Os autores da pesquisa publicada na revista "Plos Computational Biology" se concentraram em quatro tipos de drogas, opiáceos (heroína, morfina e etc), cocaína, nicotina e álcool, mapeando cinco vias principais ou moleculares que causam a adicção. Wei Liping, responsável pelo Instituto de Biociências da Universidade de Pequim, comenta que essas rotas causadoras da dependência podem vir a ser a base de mecanismos eficazes para muitos transtornos da doença. Existem, também, outros estudos e pesquisas que mostram os marcadores genéticos da doença. Em uma destas pesquisas, realizada na Universidade de Washington, foram avaliados os aspectos relativos à transmissão familiar da dependência. Foram submetidos à pesquisa 1212 dependentes químicos e o resultado mostrou que aproximadamente 50% dos filhos de sexo masculino e 25% do sexo feminino de pais alcoolistas eram dependentes da mesma substância. Em relação às outras drogas como a cocaína, maconha e nicotina foi observado que o risco do filho ser um dependente é muito alto. Além destes fatores genéticos, os traços de personalidades podem estar ligados à predisposição ao álcool e o uso abusivo das drogas. A maioria dos especialistas acredita e afirma que não existe uma personalidade típica desse tipo de situação, entretanto, estudos mostram que indivíduos hiperativos e aqueles que estão sempre em busca de novidades são considerados os perfis mais vulneráveis à dependência química. A grande torcida atualmente é para que, em um futuro próximo, os estudos genéticos e os estudos em Biologia Molecular possam evoluir e ser mais uma arma contra a dependência química.



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"Não é fácil compreender como a vida se manifesta, mas se você prestar bem atenção perceberá que tudo o que nos acontece é para melhorar.Hoje sei que não se muito bem o que é bom para mim, por mais que me esforce, uma vez que a minha visão é curta em relação as essências da vida e meus desejos não são sincronizados com os desejos Superiores da Natureza.Hoje sei que não existe prejuízo, porque somos filhos de Deus e Ele jamais nos prejudicaria.Hoje aprendi a agradecer o que não aconteceu de ruim e que, por não ter acontecido, não fiquei sabendo.Hoje percebi que para estar em paz devemos falar "não" para os desejos orgulhosos e egoísticos, e desejar o bem para todas as pessoas.Portanto, para viver bem tem que desconfiar mais de si e confiar na vida, vivendo, desejando e aprendendo a viver."

(Davison de Lucas - www.mdavison.com.br)

Uma Pergunta, Uma Resposta
Dependência está ligada a genética?
De acordo com cientistas chineses foram identificados, através de estudos, 396 genes e cinco vias biológicas que podem tornar as pessoas mais suscetíveis às drogas e ao álcool. Os especialistas da Universidade de Pequim dizem, ainda, que no futuro essas descobertas podem ajudar no tratamento do dependente. As pesquisas que contaram com o apoio do Ministério de Ciência e Tecnologia da China, são baseadas em estudos e teses publicadas nas últimas três décadas onde foram encontradas por volta de 2300 amostras evidentes de que a dependência está ligada à genética da pessoa. Segundo os chineses cerca de 60% da vulnerabilidade de um indivíduo em relação à dependência química é devido aos fatores genéticos enquanto os outros 40% são de responsabilidade dos fatores ambientais. Os autores da pesquisa publicada na revista "Plos Computational Biology" se concentraram em quatro tipos de drogas, opiáceos (heroína, morfina e etc), cocaína, nicotina e álcool, mapeando cinco vias principais ou moleculares que causam a adicção. Wei Liping, responsável pelo Instituto de Biociências da Universidade de Pequim, comenta que essas rotas causadoras da dependência podem vir a ser a base de mecanismos eficazes para muitos transtornos da doença. Existem, também, outros estudos e pesquisas que mostram os marcadores genéticos da doença. Em uma destas pesquisas, realizada na Universidade de Washington, foram avaliados os aspectos relativos à transmissão familiar da dependência. Foram submetidos à pesquisa 1212 dependentes químicos e o resultado mostrou que aproximadamente 50% dos filhos de sexo masculino e 25% do sexo feminino de pais alcoolistas eram dependentes da mesma substância. Em relação às outras drogas como a cocaína, maconha e nicotina foi observado que o risco do filho ser um dependente é muito alto. Além destes fatores genéticos, os traços de personalidades podem estar ligados à predisposição ao álcool e o uso abusivo das drogas. A maioria dos especialistas acredita e afirma que não existe uma personalidade típica desse tipo de situação, entretanto, estudos mostram que indivíduos hiperativos e aqueles que estão sempre em busca de novidades são considerados os perfis mais vulneráveis à dependência química. A grande torcida atualmente é para que, em um futuro próximo, os estudos genéticos e os estudos em Biologia Molecular possam evoluir e ser mais uma arma contra a dependência química.



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O Projeto A Casa do Jardim surgiu, em 2001, motivado pela indignação da professora Katia Carvalho ao ver crianças remexendo o lixo em busca de material reciclável para vender. Na época, ela começou ajudando uma menina apenas e agora A Casa do Jardim possui aproximadamente 116 crianças e adolescentes, com idade entre 0 e 16 anos, que são assistidos pelo projeto.

Quem são as crianças

• Todas as crianças vão à escola ou à creche.
• Nenhuma se envolveu com a polícia.
• 60% moram em barracos.
• Nenhuma mora nas ruas.
• 10% não têm ajuda do governo.
• A maioria das crianças cresceu bebendo fubá com água.
• 70% dessas crianças estão com a dentição danificada.
• 75% estão abaixo do peso e altura.
• 30% catam papelão nas ruas.
• 48 crianças estão abaixo do nível de pobreza.
• 12 crianças têm problemas graves como hidrocefalia, epilepsia, câncer, paralisia cerebral, psicose infantil, paralisia, depressão, problemas no rim, hipervalinemia, etc.
• Poucas têm acesso a remédios caros ou dão seqüência ao tratamento por falta de médicos ou demora nas consultas.
• 40% das crianças são raquíticas.
• 50% delas são criadas somente pela mãe ou avó.
• 30% delas passam fome pelo menos uma vez por semana.
• 30% delas vendem balas nas ruas depois das aulas.
• TODAS estão TERMINANTEMENTE proibidas de pedir dinheiro nos faróis ou fazer malabares.
• As crianças que nasceram fazendo parte do projeto A Casa do Jardim estão com bom peso e altura. Estão crescendo bebendo leite.
• Todas sonham com um futuro melhor.

Você pode colaborar com o Projeto Casa do Jardim, com:
Roupa de cama e banho: cobertores, lençois, fronhas, toalhas etc
Material escolar: papel sulfite, cadernos, lápis de cor etc
Material de higiene pessoal: Escovas de dente (adulto e infantil), creme dental, sabonetes, shampoos, creme rinse, cotonetes, papel higiênico, fraldas descartáveis etc
Alimentos: Arroz, feijão, leite, macarrão, bolachas etc
Material de limpeza: Desinfetante, água sanitária, sabão em pó, detergente etc

Instituto A Casa do Jardim
Rua: Alcides de Queirós,285
Bairro: Casa Branca
Santo André – SP
Telefones: (11) 4432-0678 e (11) 7243-7023
Horário de atendimento: De segunda à sexta: das 13:00 às 17:00Aos sábados: das 9:00 às 13:00


Brasil Contra a Pedofilia
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O Projeto A Casa do Jardim surgiu, em 2001, motivado pela indignação da professora Katia Carvalho ao ver crianças remexendo o lixo em busca de material reciclável para vender. Na época, ela começou ajudando uma menina apenas e agora A Casa do Jardim possui aproximadamente 116 crianças e adolescentes, com idade entre 0 e 16 anos, que são assistidos pelo projeto.

Quem são as crianças

• Todas as crianças vão à escola ou à creche.
• Nenhuma se envolveu com a polícia.
• 60% moram em barracos.
• Nenhuma mora nas ruas.
• 10% não têm ajuda do governo.
• A maioria das crianças cresceu bebendo fubá com água.
• 70% dessas crianças estão com a dentição danificada.
• 75% estão abaixo do peso e altura.
• 30% catam papelão nas ruas.
• 48 crianças estão abaixo do nível de pobreza.
• 12 crianças têm problemas graves como hidrocefalia, epilepsia, câncer, paralisia cerebral, psicose infantil, paralisia, depressão, problemas no rim, hipervalinemia, etc.
• Poucas têm acesso a remédios caros ou dão seqüência ao tratamento por falta de médicos ou demora nas consultas.
• 40% das crianças são raquíticas.
• 50% delas são criadas somente pela mãe ou avó.
• 30% delas passam fome pelo menos uma vez por semana.
• 30% delas vendem balas nas ruas depois das aulas.
• TODAS estão TERMINANTEMENTE proibidas de pedir dinheiro nos faróis ou fazer malabares.
• As crianças que nasceram fazendo parte do projeto A Casa do Jardim estão com bom peso e altura. Estão crescendo bebendo leite.
• Todas sonham com um futuro melhor.

Você pode colaborar com o Projeto Casa do Jardim, com:
Roupa de cama e banho: cobertores, lençois, fronhas, toalhas etc
Material escolar: papel sulfite, cadernos, lápis de cor etc
Material de higiene pessoal: Escovas de dente (adulto e infantil), creme dental, sabonetes, shampoos, creme rinse, cotonetes, papel higiênico, fraldas descartáveis etc
Alimentos: Arroz, feijão, leite, macarrão, bolachas etc
Material de limpeza: Desinfetante, água sanitária, sabão em pó, detergente etc

Instituto A Casa do Jardim
Rua: Alcides de Queirós,285
Bairro: Casa Branca
Santo André – SP
Telefones: (11) 4432-0678 e (11) 7243-7023
Horário de atendimento: De segunda à sexta: das 13:00 às 17:00Aos sábados: das 9:00 às 13:00


Brasil Contra a Pedofilia
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O Projeto A Casa do Jardim surgiu, em 2001, motivado pela indignação da professora Katia Carvalho ao ver crianças remexendo o lixo em busca de material reciclável para vender. Na época, ela começou ajudando uma menina apenas e agora A Casa do Jardim possui aproximadamente 116 crianças e adolescentes, com idade entre 0 e 16 anos, que são assistidos pelo projeto.

Quem são as crianças

• Todas as crianças vão à escola ou à creche.
• Nenhuma se envolveu com a polícia.
• 60% moram em barracos.
• Nenhuma mora nas ruas.
• 10% não têm ajuda do governo.
• A maioria das crianças cresceu bebendo fubá com água.
• 70% dessas crianças estão com a dentição danificada.
• 75% estão abaixo do peso e altura.
• 30% catam papelão nas ruas.
• 48 crianças estão abaixo do nível de pobreza.
• 12 crianças têm problemas graves como hidrocefalia, epilepsia, câncer, paralisia cerebral, psicose infantil, paralisia, depressão, problemas no rim, hipervalinemia, etc.
• Poucas têm acesso a remédios caros ou dão seqüência ao tratamento por falta de médicos ou demora nas consultas.
• 40% das crianças são raquíticas.
• 50% delas são criadas somente pela mãe ou avó.
• 30% delas passam fome pelo menos uma vez por semana.
• 30% delas vendem balas nas ruas depois das aulas.
• TODAS estão TERMINANTEMENTE proibidas de pedir dinheiro nos faróis ou fazer malabares.
• As crianças que nasceram fazendo parte do projeto A Casa do Jardim estão com bom peso e altura. Estão crescendo bebendo leite.
• Todas sonham com um futuro melhor.

Você pode colaborar com o Projeto Casa do Jardim, com:
Roupa de cama e banho: cobertores, lençois, fronhas, toalhas etc
Material escolar: papel sulfite, cadernos, lápis de cor etc
Material de higiene pessoal: Escovas de dente (adulto e infantil), creme dental, sabonetes, shampoos, creme rinse, cotonetes, papel higiênico, fraldas descartáveis etc
Alimentos: Arroz, feijão, leite, macarrão, bolachas etc
Material de limpeza: Desinfetante, água sanitária, sabão em pó, detergente etc

Instituto A Casa do Jardim
Rua: Alcides de Queirós,285
Bairro: Casa Branca
Santo André – SP
Telefones: (11) 4432-0678 e (11) 7243-7023
Horário de atendimento: De segunda à sexta: das 13:00 às 17:00Aos sábados: das 9:00 às 13:00


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O documentário “A Morte Inventada”, de Alan Minas, estreia no Recife nesta sexta-feira (19). O curta revela o drama de pais e filhos que tiveram seus elos rompidos por uma separação conjugal mal conduzida, vítimas da alienação parental (AP).
A AP consiste na difamação do genitor, deturpando sua imagem e promovendo uma “lavagem cerebral” na criança. Por causa dessa falsa memória, pais e filhos podem, até mesmo, perder o vínculo por completo.
No filme, os pais testemunham seus sentimentos diante de anos de afastamento de seus filhos. Os filhos que na infância sofreram com esse tipo de abuso, revelam como a alienação interferiu em suas formações, em seus relacionamentos sociais e, sobretudo, na relação com o genitor. O filme também apresenta profissionais de direito, psicologia e serviço social que discorrem sobre as causas, condições e soluções da questão.
A exibição acontecerá na Livraria Cultura, às 19h, e será seguida de debate com o diretor e com o juiz do Tribunal Regional Federal, Roberto Wanderley Nogueira, o professor de psiquiatria da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e o chefe do núcleo de psicologia do Tribunal de Justiça de Pernambuco, Roberto Faustino de Paula.



pe360° Graus
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O documentário “A Morte Inventada”, de Alan Minas, estreia no Recife nesta sexta-feira (19). O curta revela o drama de pais e filhos que tiveram seus elos rompidos por uma separação conjugal mal conduzida, vítimas da alienação parental (AP).
A AP consiste na difamação do genitor, deturpando sua imagem e promovendo uma “lavagem cerebral” na criança. Por causa dessa falsa memória, pais e filhos podem, até mesmo, perder o vínculo por completo.
No filme, os pais testemunham seus sentimentos diante de anos de afastamento de seus filhos. Os filhos que na infância sofreram com esse tipo de abuso, revelam como a alienação interferiu em suas formações, em seus relacionamentos sociais e, sobretudo, na relação com o genitor. O filme também apresenta profissionais de direito, psicologia e serviço social que discorrem sobre as causas, condições e soluções da questão.
A exibição acontecerá na Livraria Cultura, às 19h, e será seguida de debate com o diretor e com o juiz do Tribunal Regional Federal, Roberto Wanderley Nogueira, o professor de psiquiatria da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e o chefe do núcleo de psicologia do Tribunal de Justiça de Pernambuco, Roberto Faustino de Paula.



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O documentário “A Morte Inventada”, de Alan Minas, estreia no Recife nesta sexta-feira (19). O curta revela o drama de pais e filhos que tiveram seus elos rompidos por uma separação conjugal mal conduzida, vítimas da alienação parental (AP).
A AP consiste na difamação do genitor, deturpando sua imagem e promovendo uma “lavagem cerebral” na criança. Por causa dessa falsa memória, pais e filhos podem, até mesmo, perder o vínculo por completo.
No filme, os pais testemunham seus sentimentos diante de anos de afastamento de seus filhos. Os filhos que na infância sofreram com esse tipo de abuso, revelam como a alienação interferiu em suas formações, em seus relacionamentos sociais e, sobretudo, na relação com o genitor. O filme também apresenta profissionais de direito, psicologia e serviço social que discorrem sobre as causas, condições e soluções da questão.
A exibição acontecerá na Livraria Cultura, às 19h, e será seguida de debate com o diretor e com o juiz do Tribunal Regional Federal, Roberto Wanderley Nogueira, o professor de psiquiatria da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e o chefe do núcleo de psicologia do Tribunal de Justiça de Pernambuco, Roberto Faustino de Paula.



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colaboradores: carmen e maria celia

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