notícias atuais sobre saúde, violência,justiça,cidadania,educação, cultura,direitos humanos,ecologia, variedades,comportamento
11.6.09

Por dia, morrem no País 16 jovens, denunciam organizadores da Campanha, que pedem maior envolvimento dos governantes e da sociedade em geral

No ano passado, cerca de 400 jovens cearenses, muitos dos quais crianças e adolescentes, morreram de forma violenta e na maioria dos casos por homicídio. Fortaleza desponta como a oitava Capital do País no Mapa da Violência, elaborado pelas Nações Unidas (ONU). No Brasil, ao dia, morrem em média 16 jovens.
Os números, em âmbito local e nacional, preocupam. Ainda assim, ao lançar a Campanha “Para Ler, Ver, Ouvir e Agir”, no auditório do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, no fim da tarde de ontem, a coordenadora do Centro de Defesa da Criança e do Adolescente no Ceará (Cedeca), Margarida Marques, fez questão de enfatizar: “queremos reafirmar o direito à vida”.
A campanha, explicou, pretende mostrar aos governantes e à sociedade em geral que algo está acontecendo de errado no Brasil e precisa mudar. “É um verdadeiro genocídio que ocorre com os nossos jovens. Mas a gente não quer falar que isso atinge sobretudo o negro, o pobre e o morador da periferia. A gente quer alertar que este problema tem a ver com todos nós, e não está distante de nós”, frisou Margarida Marques, que também integra o colegiado da Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente (Anced), a instituição que coordena a campanha em nível nacional.
Segundo ela, a violência a que está submetida crianças e adolescentes cearenses e de outros estados do País tem múltiplas causas, com destaque para o uso e tráfego de drogas. Porém, enquanto pessoas que ainda em fase de formação da personalidade são usadas por traficantes ou se tornam dependentes químicos, estas questões parecem ser invisíveis aos olhos da sociedade.
“É preciso maior comprometimento de todos e programas de retaguarda para tirar esses jovens do vício”, alertou Margarida, relatando a deficiência em Fortaleza de programas com essas finalidade.

Livro e CD

O Ceará foi escolhido para sediar o lançamento da Campanha Para Ler, Ver, Ouvir e Agir. Por meio de um livro, uma mostra de pinturas e um CD, no Dragão do Mar, a Anced busca chamar a atenção da sociedade acerca do assassinato de crianças e adolescentes no País, completou o holandês Frans Kranen, residente em Porto Alegre e que hoje também faz parte da diretoria colegiada da Associação.
Frans Kranen foi um dos fundadores do Cedeca no Ceará e nos anos de 1994 a 2000 dirigiu a Organização Não-Governamental voltada para a defesa dos direitos da infância. Para ele, hoje o assassinato desses jovens praticamente caiu na banalidade, devido as ocorrências freqüentes.
Lembrando que a mídia também não enfoca o problema como deveria, cita que os jornais do Rio e São Paulo, por exemplo, só publicam assassinato de jovens quando o fato se registra na classe média ou quando envolve muita crueldade.
Pesquisa feita pelo IBGE em 2002 mostra que cerca de 16 crianças e adolescentes – entre zero e 18 anos – são assassinados por dia no Brasil, segundo os articuladores da Campanha. “Denunciar tanta violência com certeza é meta desta campanha. Mas também queremos lembrar que há um mundo que pulsa, pensa, sorri, dança, é fraterno, lúdico e que sobrevive em meio a esta violência”.

MOZARLY ALMEIDA
Repórter

O QUE ELES PENSAM
Evento busca envolver a sociedade

A importância deste evento é antes de tudo oferecer visibilidade e despertar a consciência da população para um problema que é grave na nossa sociedade. Assim como a vida é importante, cada uma das mortes de criança ou adolescente que acontece em nosso País também, no sentido de que a morte não pode ser banalizada, independentemente onde ocorra e em qual classe social. As causas precisam ser repensadas” Ko

Ana Márcia Diógenes
Coordenadora do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte

A Campanha Para Ler, Ver, Ouvir e Agir, que acaba de ser lançada, busca tirar a invisibilidade do grande número de mortes de pessoas jovens, sobretudo de crianças e adolescentes, que acontece todos os dias no País. A campanha inclui mesa-redonda, reflexões, música, teatro e exposição e quer sensibilizar a sociedade para uma violência que já está sendo praticamente banalizada em vários estados, inclusive pela mídia” Ko

Frans Kranen
Articulador da Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente (Anced)

Fonte: Diário do Nordeste
link do postPor anjoseguerreiros, às 22:13  comentar


Por dia, morrem no País 16 jovens, denunciam organizadores da Campanha, que pedem maior envolvimento dos governantes e da sociedade em geral

No ano passado, cerca de 400 jovens cearenses, muitos dos quais crianças e adolescentes, morreram de forma violenta e na maioria dos casos por homicídio. Fortaleza desponta como a oitava Capital do País no Mapa da Violência, elaborado pelas Nações Unidas (ONU). No Brasil, ao dia, morrem em média 16 jovens.
Os números, em âmbito local e nacional, preocupam. Ainda assim, ao lançar a Campanha “Para Ler, Ver, Ouvir e Agir”, no auditório do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, no fim da tarde de ontem, a coordenadora do Centro de Defesa da Criança e do Adolescente no Ceará (Cedeca), Margarida Marques, fez questão de enfatizar: “queremos reafirmar o direito à vida”.
A campanha, explicou, pretende mostrar aos governantes e à sociedade em geral que algo está acontecendo de errado no Brasil e precisa mudar. “É um verdadeiro genocídio que ocorre com os nossos jovens. Mas a gente não quer falar que isso atinge sobretudo o negro, o pobre e o morador da periferia. A gente quer alertar que este problema tem a ver com todos nós, e não está distante de nós”, frisou Margarida Marques, que também integra o colegiado da Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente (Anced), a instituição que coordena a campanha em nível nacional.
Segundo ela, a violência a que está submetida crianças e adolescentes cearenses e de outros estados do País tem múltiplas causas, com destaque para o uso e tráfego de drogas. Porém, enquanto pessoas que ainda em fase de formação da personalidade são usadas por traficantes ou se tornam dependentes químicos, estas questões parecem ser invisíveis aos olhos da sociedade.
“É preciso maior comprometimento de todos e programas de retaguarda para tirar esses jovens do vício”, alertou Margarida, relatando a deficiência em Fortaleza de programas com essas finalidade.

Livro e CD

O Ceará foi escolhido para sediar o lançamento da Campanha Para Ler, Ver, Ouvir e Agir. Por meio de um livro, uma mostra de pinturas e um CD, no Dragão do Mar, a Anced busca chamar a atenção da sociedade acerca do assassinato de crianças e adolescentes no País, completou o holandês Frans Kranen, residente em Porto Alegre e que hoje também faz parte da diretoria colegiada da Associação.
Frans Kranen foi um dos fundadores do Cedeca no Ceará e nos anos de 1994 a 2000 dirigiu a Organização Não-Governamental voltada para a defesa dos direitos da infância. Para ele, hoje o assassinato desses jovens praticamente caiu na banalidade, devido as ocorrências freqüentes.
Lembrando que a mídia também não enfoca o problema como deveria, cita que os jornais do Rio e São Paulo, por exemplo, só publicam assassinato de jovens quando o fato se registra na classe média ou quando envolve muita crueldade.
Pesquisa feita pelo IBGE em 2002 mostra que cerca de 16 crianças e adolescentes – entre zero e 18 anos – são assassinados por dia no Brasil, segundo os articuladores da Campanha. “Denunciar tanta violência com certeza é meta desta campanha. Mas também queremos lembrar que há um mundo que pulsa, pensa, sorri, dança, é fraterno, lúdico e que sobrevive em meio a esta violência”.

MOZARLY ALMEIDA
Repórter

O QUE ELES PENSAM
Evento busca envolver a sociedade

A importância deste evento é antes de tudo oferecer visibilidade e despertar a consciência da população para um problema que é grave na nossa sociedade. Assim como a vida é importante, cada uma das mortes de criança ou adolescente que acontece em nosso País também, no sentido de que a morte não pode ser banalizada, independentemente onde ocorra e em qual classe social. As causas precisam ser repensadas” Ko

Ana Márcia Diógenes
Coordenadora do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte

A Campanha Para Ler, Ver, Ouvir e Agir, que acaba de ser lançada, busca tirar a invisibilidade do grande número de mortes de pessoas jovens, sobretudo de crianças e adolescentes, que acontece todos os dias no País. A campanha inclui mesa-redonda, reflexões, música, teatro e exposição e quer sensibilizar a sociedade para uma violência que já está sendo praticamente banalizada em vários estados, inclusive pela mídia” Ko

Frans Kranen
Articulador da Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente (Anced)

Fonte: Diário do Nordeste
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Por dia, morrem no País 16 jovens, denunciam organizadores da Campanha, que pedem maior envolvimento dos governantes e da sociedade em geral

No ano passado, cerca de 400 jovens cearenses, muitos dos quais crianças e adolescentes, morreram de forma violenta e na maioria dos casos por homicídio. Fortaleza desponta como a oitava Capital do País no Mapa da Violência, elaborado pelas Nações Unidas (ONU). No Brasil, ao dia, morrem em média 16 jovens.
Os números, em âmbito local e nacional, preocupam. Ainda assim, ao lançar a Campanha “Para Ler, Ver, Ouvir e Agir”, no auditório do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, no fim da tarde de ontem, a coordenadora do Centro de Defesa da Criança e do Adolescente no Ceará (Cedeca), Margarida Marques, fez questão de enfatizar: “queremos reafirmar o direito à vida”.
A campanha, explicou, pretende mostrar aos governantes e à sociedade em geral que algo está acontecendo de errado no Brasil e precisa mudar. “É um verdadeiro genocídio que ocorre com os nossos jovens. Mas a gente não quer falar que isso atinge sobretudo o negro, o pobre e o morador da periferia. A gente quer alertar que este problema tem a ver com todos nós, e não está distante de nós”, frisou Margarida Marques, que também integra o colegiado da Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente (Anced), a instituição que coordena a campanha em nível nacional.
Segundo ela, a violência a que está submetida crianças e adolescentes cearenses e de outros estados do País tem múltiplas causas, com destaque para o uso e tráfego de drogas. Porém, enquanto pessoas que ainda em fase de formação da personalidade são usadas por traficantes ou se tornam dependentes químicos, estas questões parecem ser invisíveis aos olhos da sociedade.
“É preciso maior comprometimento de todos e programas de retaguarda para tirar esses jovens do vício”, alertou Margarida, relatando a deficiência em Fortaleza de programas com essas finalidade.

Livro e CD

O Ceará foi escolhido para sediar o lançamento da Campanha Para Ler, Ver, Ouvir e Agir. Por meio de um livro, uma mostra de pinturas e um CD, no Dragão do Mar, a Anced busca chamar a atenção da sociedade acerca do assassinato de crianças e adolescentes no País, completou o holandês Frans Kranen, residente em Porto Alegre e que hoje também faz parte da diretoria colegiada da Associação.
Frans Kranen foi um dos fundadores do Cedeca no Ceará e nos anos de 1994 a 2000 dirigiu a Organização Não-Governamental voltada para a defesa dos direitos da infância. Para ele, hoje o assassinato desses jovens praticamente caiu na banalidade, devido as ocorrências freqüentes.
Lembrando que a mídia também não enfoca o problema como deveria, cita que os jornais do Rio e São Paulo, por exemplo, só publicam assassinato de jovens quando o fato se registra na classe média ou quando envolve muita crueldade.
Pesquisa feita pelo IBGE em 2002 mostra que cerca de 16 crianças e adolescentes – entre zero e 18 anos – são assassinados por dia no Brasil, segundo os articuladores da Campanha. “Denunciar tanta violência com certeza é meta desta campanha. Mas também queremos lembrar que há um mundo que pulsa, pensa, sorri, dança, é fraterno, lúdico e que sobrevive em meio a esta violência”.

MOZARLY ALMEIDA
Repórter

O QUE ELES PENSAM
Evento busca envolver a sociedade

A importância deste evento é antes de tudo oferecer visibilidade e despertar a consciência da população para um problema que é grave na nossa sociedade. Assim como a vida é importante, cada uma das mortes de criança ou adolescente que acontece em nosso País também, no sentido de que a morte não pode ser banalizada, independentemente onde ocorra e em qual classe social. As causas precisam ser repensadas” Ko

Ana Márcia Diógenes
Coordenadora do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte

A Campanha Para Ler, Ver, Ouvir e Agir, que acaba de ser lançada, busca tirar a invisibilidade do grande número de mortes de pessoas jovens, sobretudo de crianças e adolescentes, que acontece todos os dias no País. A campanha inclui mesa-redonda, reflexões, música, teatro e exposição e quer sensibilizar a sociedade para uma violência que já está sendo praticamente banalizada em vários estados, inclusive pela mídia” Ko

Frans Kranen
Articulador da Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente (Anced)

Fonte: Diário do Nordeste
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Estudo divulgado hoje (11) pela OIT (Organização Internacional do Trabalho) e o Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) revela que, mesmo com avanços obtidos nos últimos anos, a condição feminina no mercado de trabalho "está longe" da igualdade em relação aos homens.
O relatório O Desafio do Equilíbrio entre Trabalho, Família e Vida Pessoal mostra que a maior participação feminina no mercado de trabalho gera o desafio de se criar condições para que as mulheres possam concorrer de forma mais justa com os homens pelos postos de trabalho.
Elaborado em parceria com a Secretaria Especial de Política para as Mulheres, o documento aponta que, dentre os fatores que contribuem para o quadro de desigualdade, está a maior dificuldade para as mulheres de conciliar trabalho e família.
Isso porque, conforme observa o estudo, há uma mudança em ritmo muito lento da divisão sexual do trabalho doméstico. "O modelo homem-provedor e mulher-cuidadora ainda vigente permite que a mulher continue arcando em forma unilateral, quando não exclusiva, com as atividades de cuidado e assistência aos membros da família e seu engajamento no mercado de trabalho permanece marcado por esse papel", diz trecho da conclusão do estudo.
Para a OIT, essa característica "se evidencia tanto através do exame das carreiras que são tipicamente femininas, quanto pelas dificuldades de conciliar maternidade e profissão". Para mudança desse quadro, a OIT sugere, por exemplo, a ampliação de políticas públicas voltadas para as mulheres, como a construção de creches públicas e pré-escolas.
"Os serviços públicos de cuidado com crianças, como é o caso de creches e pré-escolas, são fundamentais neste aspecto, dada sua possibilidade de também atuar como mecanismos de diminuição do peso e da quantidade de atividades de cuidado realizadas pela família", diz o relatório.
"Como são as mulheres as protagonistas principais dessas atividades, a existência e a ampliação desses serviços também para os homens podem ajudar a reorganizar o modelo homem-provedor e mulher-cuidadora, na medida em que ampliam o tempo que as mulheres podem dedicar ao trabalho remunerado e/ou à sua vida pessoal." O relatório sugere ainda que as políticas de equilíbrio entre trabalho, família e vida pessoal devem compatibilizar os trabalhos não remunerados com os remunerados, por meio de ações que tornem o exercício do trabalho mais compatível com as responsabilidades familiares, e reconhecer tanto o papel econômico e produtivo das mulheres, quanto o papel dos homens como cuidadores.
O estudo compreende as relações de trabalho na América Latina e no Caribe, onde há mais de 100 milhões de mulheres inseridas no mercado de trabalho.

Fonte: Agencia Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 21:20  comentar


Estudo divulgado hoje (11) pela OIT (Organização Internacional do Trabalho) e o Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) revela que, mesmo com avanços obtidos nos últimos anos, a condição feminina no mercado de trabalho "está longe" da igualdade em relação aos homens.
O relatório O Desafio do Equilíbrio entre Trabalho, Família e Vida Pessoal mostra que a maior participação feminina no mercado de trabalho gera o desafio de se criar condições para que as mulheres possam concorrer de forma mais justa com os homens pelos postos de trabalho.
Elaborado em parceria com a Secretaria Especial de Política para as Mulheres, o documento aponta que, dentre os fatores que contribuem para o quadro de desigualdade, está a maior dificuldade para as mulheres de conciliar trabalho e família.
Isso porque, conforme observa o estudo, há uma mudança em ritmo muito lento da divisão sexual do trabalho doméstico. "O modelo homem-provedor e mulher-cuidadora ainda vigente permite que a mulher continue arcando em forma unilateral, quando não exclusiva, com as atividades de cuidado e assistência aos membros da família e seu engajamento no mercado de trabalho permanece marcado por esse papel", diz trecho da conclusão do estudo.
Para a OIT, essa característica "se evidencia tanto através do exame das carreiras que são tipicamente femininas, quanto pelas dificuldades de conciliar maternidade e profissão". Para mudança desse quadro, a OIT sugere, por exemplo, a ampliação de políticas públicas voltadas para as mulheres, como a construção de creches públicas e pré-escolas.
"Os serviços públicos de cuidado com crianças, como é o caso de creches e pré-escolas, são fundamentais neste aspecto, dada sua possibilidade de também atuar como mecanismos de diminuição do peso e da quantidade de atividades de cuidado realizadas pela família", diz o relatório.
"Como são as mulheres as protagonistas principais dessas atividades, a existência e a ampliação desses serviços também para os homens podem ajudar a reorganizar o modelo homem-provedor e mulher-cuidadora, na medida em que ampliam o tempo que as mulheres podem dedicar ao trabalho remunerado e/ou à sua vida pessoal." O relatório sugere ainda que as políticas de equilíbrio entre trabalho, família e vida pessoal devem compatibilizar os trabalhos não remunerados com os remunerados, por meio de ações que tornem o exercício do trabalho mais compatível com as responsabilidades familiares, e reconhecer tanto o papel econômico e produtivo das mulheres, quanto o papel dos homens como cuidadores.
O estudo compreende as relações de trabalho na América Latina e no Caribe, onde há mais de 100 milhões de mulheres inseridas no mercado de trabalho.

Fonte: Agencia Brasil
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Estudo divulgado hoje (11) pela OIT (Organização Internacional do Trabalho) e o Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) revela que, mesmo com avanços obtidos nos últimos anos, a condição feminina no mercado de trabalho "está longe" da igualdade em relação aos homens.
O relatório O Desafio do Equilíbrio entre Trabalho, Família e Vida Pessoal mostra que a maior participação feminina no mercado de trabalho gera o desafio de se criar condições para que as mulheres possam concorrer de forma mais justa com os homens pelos postos de trabalho.
Elaborado em parceria com a Secretaria Especial de Política para as Mulheres, o documento aponta que, dentre os fatores que contribuem para o quadro de desigualdade, está a maior dificuldade para as mulheres de conciliar trabalho e família.
Isso porque, conforme observa o estudo, há uma mudança em ritmo muito lento da divisão sexual do trabalho doméstico. "O modelo homem-provedor e mulher-cuidadora ainda vigente permite que a mulher continue arcando em forma unilateral, quando não exclusiva, com as atividades de cuidado e assistência aos membros da família e seu engajamento no mercado de trabalho permanece marcado por esse papel", diz trecho da conclusão do estudo.
Para a OIT, essa característica "se evidencia tanto através do exame das carreiras que são tipicamente femininas, quanto pelas dificuldades de conciliar maternidade e profissão". Para mudança desse quadro, a OIT sugere, por exemplo, a ampliação de políticas públicas voltadas para as mulheres, como a construção de creches públicas e pré-escolas.
"Os serviços públicos de cuidado com crianças, como é o caso de creches e pré-escolas, são fundamentais neste aspecto, dada sua possibilidade de também atuar como mecanismos de diminuição do peso e da quantidade de atividades de cuidado realizadas pela família", diz o relatório.
"Como são as mulheres as protagonistas principais dessas atividades, a existência e a ampliação desses serviços também para os homens podem ajudar a reorganizar o modelo homem-provedor e mulher-cuidadora, na medida em que ampliam o tempo que as mulheres podem dedicar ao trabalho remunerado e/ou à sua vida pessoal." O relatório sugere ainda que as políticas de equilíbrio entre trabalho, família e vida pessoal devem compatibilizar os trabalhos não remunerados com os remunerados, por meio de ações que tornem o exercício do trabalho mais compatível com as responsabilidades familiares, e reconhecer tanto o papel econômico e produtivo das mulheres, quanto o papel dos homens como cuidadores.
O estudo compreende as relações de trabalho na América Latina e no Caribe, onde há mais de 100 milhões de mulheres inseridas no mercado de trabalho.

Fonte: Agencia Brasil
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A exibição do filme em Riad foi apenas para homens
Após três décadas sem cinema - desde que a atividade foi proibida nos anos 70 - o público da capital saudita, Riad, teve pela primeira vez a oportunidade de assistir a uma obra na tela grande.
O filme em cartaz foi uma produção nacional intitulada Menahi - uma comédia sobre um beduíno ingênuo que se muda para a cidade grande.
Alguns religiosos radicais tentaram afugentar a audiência e interromper a exibição.
Nenhuma mulher teve autorização de assistir ao filme na capital, embora algumas tivessem podido ver a obra - sob restrições - em outras cidades.
O país começou a abrir espaço para as artes desde que o rei Abdullah chegou ao trono em 2005.
Mas foram necessários cinco meses para que os produtores do filme conseguissem permissão do governo para exibir a obra em Riad, em um centro cultural dirigido pelo governo. Houve pouca publicidade antecipadamente.
Os cinemas públicos foram fechados na Arábia Saudita na década de 70, quando líderes profundamente conservadores temiam que eles levassem a um ambiente misto - com homens e mulheres - e minassem os valores islâmicos.
Desde então, houve pouca diversão pública, exceto corridas de cavalos e camelos e festivais celebrando a cultura tradicional saudita.

Mulheres
O filme foi produzido pela companhia Rotana, de propriedade do príncipe saudita bilionário Alwaleed bin Talal.
A companhia exibiu anteriormente o filme em várias outras cidades sauditas, inclusive Jedá e Taif. Em algumas as mulheres puderam assistir ao filme em recintos separados dos homens.
Mas a prática islâmica é mais rigorosa em Riad.
O filme vem sendo exibido em Riad desde sexta-feira no Centro Cultural Rei Fahd, onde duas sessões diárias são realizadas com lotação quase total. As salas têm capacidade para cerca de 300 pessoas.
No sábado, um grupo de homens conservadores se concentrou diante do centro, tentando dissuadir os espectadores de ver o filme.
Mas a maioria ignorou os apelos e entrou na fila para comprar refrigerantes e pipoca, aguardando uma oportunidade de posar com os astros do filme.
O príncipe Alwaleed, sobrinho do rei Abdullah, disse que acredita que os cinemas acabarão abrindo na Arábia Saudita. No ano passado, o reino realizou seu primeiro festival de cinema nacional.

Font: BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 21:13  comentar


A exibição do filme em Riad foi apenas para homens
Após três décadas sem cinema - desde que a atividade foi proibida nos anos 70 - o público da capital saudita, Riad, teve pela primeira vez a oportunidade de assistir a uma obra na tela grande.
O filme em cartaz foi uma produção nacional intitulada Menahi - uma comédia sobre um beduíno ingênuo que se muda para a cidade grande.
Alguns religiosos radicais tentaram afugentar a audiência e interromper a exibição.
Nenhuma mulher teve autorização de assistir ao filme na capital, embora algumas tivessem podido ver a obra - sob restrições - em outras cidades.
O país começou a abrir espaço para as artes desde que o rei Abdullah chegou ao trono em 2005.
Mas foram necessários cinco meses para que os produtores do filme conseguissem permissão do governo para exibir a obra em Riad, em um centro cultural dirigido pelo governo. Houve pouca publicidade antecipadamente.
Os cinemas públicos foram fechados na Arábia Saudita na década de 70, quando líderes profundamente conservadores temiam que eles levassem a um ambiente misto - com homens e mulheres - e minassem os valores islâmicos.
Desde então, houve pouca diversão pública, exceto corridas de cavalos e camelos e festivais celebrando a cultura tradicional saudita.

Mulheres
O filme foi produzido pela companhia Rotana, de propriedade do príncipe saudita bilionário Alwaleed bin Talal.
A companhia exibiu anteriormente o filme em várias outras cidades sauditas, inclusive Jedá e Taif. Em algumas as mulheres puderam assistir ao filme em recintos separados dos homens.
Mas a prática islâmica é mais rigorosa em Riad.
O filme vem sendo exibido em Riad desde sexta-feira no Centro Cultural Rei Fahd, onde duas sessões diárias são realizadas com lotação quase total. As salas têm capacidade para cerca de 300 pessoas.
No sábado, um grupo de homens conservadores se concentrou diante do centro, tentando dissuadir os espectadores de ver o filme.
Mas a maioria ignorou os apelos e entrou na fila para comprar refrigerantes e pipoca, aguardando uma oportunidade de posar com os astros do filme.
O príncipe Alwaleed, sobrinho do rei Abdullah, disse que acredita que os cinemas acabarão abrindo na Arábia Saudita. No ano passado, o reino realizou seu primeiro festival de cinema nacional.

Font: BBC Brasil
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A exibição do filme em Riad foi apenas para homens
Após três décadas sem cinema - desde que a atividade foi proibida nos anos 70 - o público da capital saudita, Riad, teve pela primeira vez a oportunidade de assistir a uma obra na tela grande.
O filme em cartaz foi uma produção nacional intitulada Menahi - uma comédia sobre um beduíno ingênuo que se muda para a cidade grande.
Alguns religiosos radicais tentaram afugentar a audiência e interromper a exibição.
Nenhuma mulher teve autorização de assistir ao filme na capital, embora algumas tivessem podido ver a obra - sob restrições - em outras cidades.
O país começou a abrir espaço para as artes desde que o rei Abdullah chegou ao trono em 2005.
Mas foram necessários cinco meses para que os produtores do filme conseguissem permissão do governo para exibir a obra em Riad, em um centro cultural dirigido pelo governo. Houve pouca publicidade antecipadamente.
Os cinemas públicos foram fechados na Arábia Saudita na década de 70, quando líderes profundamente conservadores temiam que eles levassem a um ambiente misto - com homens e mulheres - e minassem os valores islâmicos.
Desde então, houve pouca diversão pública, exceto corridas de cavalos e camelos e festivais celebrando a cultura tradicional saudita.

Mulheres
O filme foi produzido pela companhia Rotana, de propriedade do príncipe saudita bilionário Alwaleed bin Talal.
A companhia exibiu anteriormente o filme em várias outras cidades sauditas, inclusive Jedá e Taif. Em algumas as mulheres puderam assistir ao filme em recintos separados dos homens.
Mas a prática islâmica é mais rigorosa em Riad.
O filme vem sendo exibido em Riad desde sexta-feira no Centro Cultural Rei Fahd, onde duas sessões diárias são realizadas com lotação quase total. As salas têm capacidade para cerca de 300 pessoas.
No sábado, um grupo de homens conservadores se concentrou diante do centro, tentando dissuadir os espectadores de ver o filme.
Mas a maioria ignorou os apelos e entrou na fila para comprar refrigerantes e pipoca, aguardando uma oportunidade de posar com os astros do filme.
O príncipe Alwaleed, sobrinho do rei Abdullah, disse que acredita que os cinemas acabarão abrindo na Arábia Saudita. No ano passado, o reino realizou seu primeiro festival de cinema nacional.

Font: BBC Brasil
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Um peso duas medidas

“Organizações indígenas de seis países acusam o presidente do Peru por massacre e genocídio. Índios organizados da Bolívia, Peru, Equador, Chile, Colômbia e Argentina anunciaram ontem que farão todos os esforços para levar o presidente Alan Garcia perante um tribunal internacional, pelo massacre perpetrado sexta-feira passada contra os povos da Amazônia” Diário Gauche hoje, no post: Sexta-feira passada a repressão no Peru massacrou mais de 60 indígenas
A dias o mundo comenta o fatal acidente do Air-France que causou mais de 200 mortes. O voô ia do Rio Janeiro/Brasil para Paris/França, caindo no mar e causando a morte de toda tripulação que viajava a negócios e passeio. Infelizmente, a mesma mídia não dá o semelhante espaço para denúncia do massacre de indígenas que o governo Peruano vem promovendo nos últimos dias, demonstrando claramente seu recorte de “classe”.
Abaixo replicamos a recente carta do Jubileo Perú, Plataforma Interamericana de Derechos Humanos, Democracia y Desarrollo(PIDHDD), Asociación nacional de Centros (ANC), Conferencia Nacional sobre Desarrollo Social (CONADES), Red Latinoamericana de Deuda, Derechos y Desarrollo (Latindadd), Llamado mundial de Lucha Contra la Pobreza Capítulo Perú, Grupo Red de Economía Solidaria del Perú (GRESP), Género y Economía, Movimiento Ciudadano frente al Cambio Climático (MOCICC), Forum Solidaridad Perú, Centro de Asesoría Laboral del Perú (Cedal), Grupo Propuesta Ciudadana Jubileo Sur, Capítulo Boliviano de Derechos Humanos, Observatorio Internacional de la Deuda, Red Brasil, Centro de Derechos, Económicos y Sociales del Ecuador, Jubileo Guayaquil, Alternativa.

Acesse a Carta clicando AQUI.
Foto: Movimento Catapa
Fonte: Revista Fórum
link do postPor anjoseguerreiros, às 21:07  comentar


Um peso duas medidas

“Organizações indígenas de seis países acusam o presidente do Peru por massacre e genocídio. Índios organizados da Bolívia, Peru, Equador, Chile, Colômbia e Argentina anunciaram ontem que farão todos os esforços para levar o presidente Alan Garcia perante um tribunal internacional, pelo massacre perpetrado sexta-feira passada contra os povos da Amazônia” Diário Gauche hoje, no post: Sexta-feira passada a repressão no Peru massacrou mais de 60 indígenas
A dias o mundo comenta o fatal acidente do Air-France que causou mais de 200 mortes. O voô ia do Rio Janeiro/Brasil para Paris/França, caindo no mar e causando a morte de toda tripulação que viajava a negócios e passeio. Infelizmente, a mesma mídia não dá o semelhante espaço para denúncia do massacre de indígenas que o governo Peruano vem promovendo nos últimos dias, demonstrando claramente seu recorte de “classe”.
Abaixo replicamos a recente carta do Jubileo Perú, Plataforma Interamericana de Derechos Humanos, Democracia y Desarrollo(PIDHDD), Asociación nacional de Centros (ANC), Conferencia Nacional sobre Desarrollo Social (CONADES), Red Latinoamericana de Deuda, Derechos y Desarrollo (Latindadd), Llamado mundial de Lucha Contra la Pobreza Capítulo Perú, Grupo Red de Economía Solidaria del Perú (GRESP), Género y Economía, Movimiento Ciudadano frente al Cambio Climático (MOCICC), Forum Solidaridad Perú, Centro de Asesoría Laboral del Perú (Cedal), Grupo Propuesta Ciudadana Jubileo Sur, Capítulo Boliviano de Derechos Humanos, Observatorio Internacional de la Deuda, Red Brasil, Centro de Derechos, Económicos y Sociales del Ecuador, Jubileo Guayaquil, Alternativa.

Acesse a Carta clicando AQUI.
Foto: Movimento Catapa
Fonte: Revista Fórum
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Um peso duas medidas

“Organizações indígenas de seis países acusam o presidente do Peru por massacre e genocídio. Índios organizados da Bolívia, Peru, Equador, Chile, Colômbia e Argentina anunciaram ontem que farão todos os esforços para levar o presidente Alan Garcia perante um tribunal internacional, pelo massacre perpetrado sexta-feira passada contra os povos da Amazônia” Diário Gauche hoje, no post: Sexta-feira passada a repressão no Peru massacrou mais de 60 indígenas
A dias o mundo comenta o fatal acidente do Air-France que causou mais de 200 mortes. O voô ia do Rio Janeiro/Brasil para Paris/França, caindo no mar e causando a morte de toda tripulação que viajava a negócios e passeio. Infelizmente, a mesma mídia não dá o semelhante espaço para denúncia do massacre de indígenas que o governo Peruano vem promovendo nos últimos dias, demonstrando claramente seu recorte de “classe”.
Abaixo replicamos a recente carta do Jubileo Perú, Plataforma Interamericana de Derechos Humanos, Democracia y Desarrollo(PIDHDD), Asociación nacional de Centros (ANC), Conferencia Nacional sobre Desarrollo Social (CONADES), Red Latinoamericana de Deuda, Derechos y Desarrollo (Latindadd), Llamado mundial de Lucha Contra la Pobreza Capítulo Perú, Grupo Red de Economía Solidaria del Perú (GRESP), Género y Economía, Movimiento Ciudadano frente al Cambio Climático (MOCICC), Forum Solidaridad Perú, Centro de Asesoría Laboral del Perú (Cedal), Grupo Propuesta Ciudadana Jubileo Sur, Capítulo Boliviano de Derechos Humanos, Observatorio Internacional de la Deuda, Red Brasil, Centro de Derechos, Económicos y Sociales del Ecuador, Jubileo Guayaquil, Alternativa.

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Foto: Movimento Catapa
Fonte: Revista Fórum
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Uma pesquisa do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) mostra que 97,6% da população de 7 a 14 anos, ou seja, 27 milhões de estudantes, frequentava a escola em 2007. No entanto, o documento chama a atenção para o fato de que os 2,4% sem estudar representam 680 mil crianças e jovens, dos quais 450 mil são negros. Já na faixa dos 15 aos 17 anos, apenas 82,1% dos jovens estudavam, sendo que somente 48% cursavam o Ensino Médio. Os dados fazem parte do relatório Situação da Infância e da Adolescência Brasileira 2009 - O Direito de Aprender, divulgado nesta terça-feira pelo Unicef. A pesquisa destaca que 12,7% dos alunos matriculados no nível médio foram reprovados e outros 13,2% largaram o estudo, totalizando 25,9%. A coordenadora do Programa de Educação do Unicef no Brasil, Maria de Salete Silva, disse que a realidade dos 15 aos 17 anos é um desastre. "Se tem desigualdade dos sete aos 14 anos, dos 15 aos 17 fica pior", comenta.A representante do Unicef no Brasil, Marie-Pierre Poirier, defendeu o aumento de investimentos na educação, subindo do atual patamar de 4,6% do Produto Interno Bruto (PIB) para 8%. O Ministério da Educação tem como meta atingir 6%, mesmo índice sugerido por outra agência das Nações Unidas, no caso a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).Marie-Pierre elogiou o Plano de Desenvolvimento da Educação lançado pelo presidente Lula em abril de 2007. No entanto, ela teme que o fosso de exclusão cresça, caso o governo federal não lance mão de políticas específicas para melhorar o ensino de pobres, negros, indígenas e moradores das zonas rurais. "Se o País só continuar melhorando alguns indicadores, esses que ficam fora podem ficar mais fora ainda", acrescenta. Segundo dados divulgados pelo Unicef, do total de crianças que não frequentam a escola, 450 mil são negras e pardas e a maioria vive nas regiões Norte e Nordeste. O relatório destaca que em Santa Catarina, 99% das crianças e adolescentes têm acesso à educação. No Acre, esse índice cai para 91,3%.O Unicef enfatiza que a ampliação da obrigatoriedade do ensino no País é fundamental para garantir a todos o acesso à educação. Atualmente, apenas o Ensino Fundamental (dos sete aos 14 anos) é obrigatório. O relatório recomenda que a Educação Infantil (para crianças de quatro a cinco anos) e o Ensino Médio (dos 15 aos 17 anos) também sejam incluídos.

Fonte: Jornal do Comércio
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Uma pesquisa do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) mostra que 97,6% da população de 7 a 14 anos, ou seja, 27 milhões de estudantes, frequentava a escola em 2007. No entanto, o documento chama a atenção para o fato de que os 2,4% sem estudar representam 680 mil crianças e jovens, dos quais 450 mil são negros. Já na faixa dos 15 aos 17 anos, apenas 82,1% dos jovens estudavam, sendo que somente 48% cursavam o Ensino Médio. Os dados fazem parte do relatório Situação da Infância e da Adolescência Brasileira 2009 - O Direito de Aprender, divulgado nesta terça-feira pelo Unicef. A pesquisa destaca que 12,7% dos alunos matriculados no nível médio foram reprovados e outros 13,2% largaram o estudo, totalizando 25,9%. A coordenadora do Programa de Educação do Unicef no Brasil, Maria de Salete Silva, disse que a realidade dos 15 aos 17 anos é um desastre. "Se tem desigualdade dos sete aos 14 anos, dos 15 aos 17 fica pior", comenta.A representante do Unicef no Brasil, Marie-Pierre Poirier, defendeu o aumento de investimentos na educação, subindo do atual patamar de 4,6% do Produto Interno Bruto (PIB) para 8%. O Ministério da Educação tem como meta atingir 6%, mesmo índice sugerido por outra agência das Nações Unidas, no caso a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).Marie-Pierre elogiou o Plano de Desenvolvimento da Educação lançado pelo presidente Lula em abril de 2007. No entanto, ela teme que o fosso de exclusão cresça, caso o governo federal não lance mão de políticas específicas para melhorar o ensino de pobres, negros, indígenas e moradores das zonas rurais. "Se o País só continuar melhorando alguns indicadores, esses que ficam fora podem ficar mais fora ainda", acrescenta. Segundo dados divulgados pelo Unicef, do total de crianças que não frequentam a escola, 450 mil são negras e pardas e a maioria vive nas regiões Norte e Nordeste. O relatório destaca que em Santa Catarina, 99% das crianças e adolescentes têm acesso à educação. No Acre, esse índice cai para 91,3%.O Unicef enfatiza que a ampliação da obrigatoriedade do ensino no País é fundamental para garantir a todos o acesso à educação. Atualmente, apenas o Ensino Fundamental (dos sete aos 14 anos) é obrigatório. O relatório recomenda que a Educação Infantil (para crianças de quatro a cinco anos) e o Ensino Médio (dos 15 aos 17 anos) também sejam incluídos.

Fonte: Jornal do Comércio
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Uma pesquisa do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) mostra que 97,6% da população de 7 a 14 anos, ou seja, 27 milhões de estudantes, frequentava a escola em 2007. No entanto, o documento chama a atenção para o fato de que os 2,4% sem estudar representam 680 mil crianças e jovens, dos quais 450 mil são negros. Já na faixa dos 15 aos 17 anos, apenas 82,1% dos jovens estudavam, sendo que somente 48% cursavam o Ensino Médio. Os dados fazem parte do relatório Situação da Infância e da Adolescência Brasileira 2009 - O Direito de Aprender, divulgado nesta terça-feira pelo Unicef. A pesquisa destaca que 12,7% dos alunos matriculados no nível médio foram reprovados e outros 13,2% largaram o estudo, totalizando 25,9%. A coordenadora do Programa de Educação do Unicef no Brasil, Maria de Salete Silva, disse que a realidade dos 15 aos 17 anos é um desastre. "Se tem desigualdade dos sete aos 14 anos, dos 15 aos 17 fica pior", comenta.A representante do Unicef no Brasil, Marie-Pierre Poirier, defendeu o aumento de investimentos na educação, subindo do atual patamar de 4,6% do Produto Interno Bruto (PIB) para 8%. O Ministério da Educação tem como meta atingir 6%, mesmo índice sugerido por outra agência das Nações Unidas, no caso a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).Marie-Pierre elogiou o Plano de Desenvolvimento da Educação lançado pelo presidente Lula em abril de 2007. No entanto, ela teme que o fosso de exclusão cresça, caso o governo federal não lance mão de políticas específicas para melhorar o ensino de pobres, negros, indígenas e moradores das zonas rurais. "Se o País só continuar melhorando alguns indicadores, esses que ficam fora podem ficar mais fora ainda", acrescenta. Segundo dados divulgados pelo Unicef, do total de crianças que não frequentam a escola, 450 mil são negras e pardas e a maioria vive nas regiões Norte e Nordeste. O relatório destaca que em Santa Catarina, 99% das crianças e adolescentes têm acesso à educação. No Acre, esse índice cai para 91,3%.O Unicef enfatiza que a ampliação da obrigatoriedade do ensino no País é fundamental para garantir a todos o acesso à educação. Atualmente, apenas o Ensino Fundamental (dos sete aos 14 anos) é obrigatório. O relatório recomenda que a Educação Infantil (para crianças de quatro a cinco anos) e o Ensino Médio (dos 15 aos 17 anos) também sejam incluídos.

Fonte: Jornal do Comércio
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A OMS (Organização Mundial da Saúde) anunciou oficialmente nesta quinta-feira o nível máximo de alerta para a gripe suína, o que representa a primeira pandemia do século 21. A última pandemia oficial foi declarada em 1968.
"O vírus não pode ser retido", destacou a diretora da OMS, Margaret Chan. "Decidimos passar da fase 5 para a fase 6", afirmou em entrevista à imprensa.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, fez um apelo à comunidade internacional para manter a calma e prometeu trabalhar com os governos e a OMS para "garantir uma resposta mais coordenada e eficaz possível". "Nossa melhor resposta é uma demonstração firme de solidariedade".
De acordo com um comunicado oficial enviado aos seus membros, a OMS afirmou que neste estágio inicial, a pandemia pode ser caracterizada como sendo moderada em sua severidade.
Mais cedo, o governo sueco havia se adiantado à confirmação da OMS, revelando a elevação do nível de alerta por meio de um comunicado.
A atual classificação da doença se deve ao fato de sua abrangência, e não da periculosidade do vírus. A decisão de passar do nível 5 para o atual nível 6 foi tomada depois que o número de casos aumentou nos Estados Unidos, na Europa, na América do Sul e em outras regiões.
A OMS já havia reconhecido que a declaração de uma pandemia era iminente. Nesta quinta, a organização convocou uma reunião de emergência devido ao recente aumento do número de casos da nova gripe.
Após o anúncio do novo patamar da nova gripe, a organização pediu que as nações não fechem suas fronteiras nem restrinjam viagens e comércio.
A diretora da OMS também pediu aos laboratórios que, assim que terminarem a produção das vacinas contra a gripe sazonal, comecem a produzir uma vacina contra o novo vírus A (H1N1).
"Os laboratórios agora já receberam a semente do vírus - o que irá permitir que comecem então a desenvolver a vacina. As primeiras doses contra a pandemia podem estar disponíveis em setembro, mas o suprimento será limitado", disse Margaret Chan, diretora-geral da OMS, durante coletiva de imprensa.
Depois da entrevista de Margaret, o número dois da organização, Keiji Fukuda, disse que o vírus da gripe suína "circulará por todo o mundo durante um ano ou dois".
Segundo o mais recente balanço divulgado pela OMS na última quarta-feira, foram registrados 2.449 novos casos da gripe suína no mundo em apenas dois dias, sendo 1.283 no Chile, 173 na Austrália, 33 na Argentina e 331 no Canadá. Até o momento, são contabilizados 28.774 casos da nova gripe em 74 países e 144 mortes.

Do Diário OnLine
Com Agências
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A OMS (Organização Mundial da Saúde) anunciou oficialmente nesta quinta-feira o nível máximo de alerta para a gripe suína, o que representa a primeira pandemia do século 21. A última pandemia oficial foi declarada em 1968.
"O vírus não pode ser retido", destacou a diretora da OMS, Margaret Chan. "Decidimos passar da fase 5 para a fase 6", afirmou em entrevista à imprensa.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, fez um apelo à comunidade internacional para manter a calma e prometeu trabalhar com os governos e a OMS para "garantir uma resposta mais coordenada e eficaz possível". "Nossa melhor resposta é uma demonstração firme de solidariedade".
De acordo com um comunicado oficial enviado aos seus membros, a OMS afirmou que neste estágio inicial, a pandemia pode ser caracterizada como sendo moderada em sua severidade.
Mais cedo, o governo sueco havia se adiantado à confirmação da OMS, revelando a elevação do nível de alerta por meio de um comunicado.
A atual classificação da doença se deve ao fato de sua abrangência, e não da periculosidade do vírus. A decisão de passar do nível 5 para o atual nível 6 foi tomada depois que o número de casos aumentou nos Estados Unidos, na Europa, na América do Sul e em outras regiões.
A OMS já havia reconhecido que a declaração de uma pandemia era iminente. Nesta quinta, a organização convocou uma reunião de emergência devido ao recente aumento do número de casos da nova gripe.
Após o anúncio do novo patamar da nova gripe, a organização pediu que as nações não fechem suas fronteiras nem restrinjam viagens e comércio.
A diretora da OMS também pediu aos laboratórios que, assim que terminarem a produção das vacinas contra a gripe sazonal, comecem a produzir uma vacina contra o novo vírus A (H1N1).
"Os laboratórios agora já receberam a semente do vírus - o que irá permitir que comecem então a desenvolver a vacina. As primeiras doses contra a pandemia podem estar disponíveis em setembro, mas o suprimento será limitado", disse Margaret Chan, diretora-geral da OMS, durante coletiva de imprensa.
Depois da entrevista de Margaret, o número dois da organização, Keiji Fukuda, disse que o vírus da gripe suína "circulará por todo o mundo durante um ano ou dois".
Segundo o mais recente balanço divulgado pela OMS na última quarta-feira, foram registrados 2.449 novos casos da gripe suína no mundo em apenas dois dias, sendo 1.283 no Chile, 173 na Austrália, 33 na Argentina e 331 no Canadá. Até o momento, são contabilizados 28.774 casos da nova gripe em 74 países e 144 mortes.

Do Diário OnLine
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A OMS (Organização Mundial da Saúde) anunciou oficialmente nesta quinta-feira o nível máximo de alerta para a gripe suína, o que representa a primeira pandemia do século 21. A última pandemia oficial foi declarada em 1968.
"O vírus não pode ser retido", destacou a diretora da OMS, Margaret Chan. "Decidimos passar da fase 5 para a fase 6", afirmou em entrevista à imprensa.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, fez um apelo à comunidade internacional para manter a calma e prometeu trabalhar com os governos e a OMS para "garantir uma resposta mais coordenada e eficaz possível". "Nossa melhor resposta é uma demonstração firme de solidariedade".
De acordo com um comunicado oficial enviado aos seus membros, a OMS afirmou que neste estágio inicial, a pandemia pode ser caracterizada como sendo moderada em sua severidade.
Mais cedo, o governo sueco havia se adiantado à confirmação da OMS, revelando a elevação do nível de alerta por meio de um comunicado.
A atual classificação da doença se deve ao fato de sua abrangência, e não da periculosidade do vírus. A decisão de passar do nível 5 para o atual nível 6 foi tomada depois que o número de casos aumentou nos Estados Unidos, na Europa, na América do Sul e em outras regiões.
A OMS já havia reconhecido que a declaração de uma pandemia era iminente. Nesta quinta, a organização convocou uma reunião de emergência devido ao recente aumento do número de casos da nova gripe.
Após o anúncio do novo patamar da nova gripe, a organização pediu que as nações não fechem suas fronteiras nem restrinjam viagens e comércio.
A diretora da OMS também pediu aos laboratórios que, assim que terminarem a produção das vacinas contra a gripe sazonal, comecem a produzir uma vacina contra o novo vírus A (H1N1).
"Os laboratórios agora já receberam a semente do vírus - o que irá permitir que comecem então a desenvolver a vacina. As primeiras doses contra a pandemia podem estar disponíveis em setembro, mas o suprimento será limitado", disse Margaret Chan, diretora-geral da OMS, durante coletiva de imprensa.
Depois da entrevista de Margaret, o número dois da organização, Keiji Fukuda, disse que o vírus da gripe suína "circulará por todo o mundo durante um ano ou dois".
Segundo o mais recente balanço divulgado pela OMS na última quarta-feira, foram registrados 2.449 novos casos da gripe suína no mundo em apenas dois dias, sendo 1.283 no Chile, 173 na Austrália, 33 na Argentina e 331 no Canadá. Até o momento, são contabilizados 28.774 casos da nova gripe em 74 países e 144 mortes.

Do Diário OnLine
Com Agências
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A OAB nacional reagiu à afirmação do ministro da Defesa, Nelson Jobim, de que a ideia de punir militares que cometeram atos de tortura durante a ditadura militar é revanchismo. Em outubro passado, a OAB apresentou ao Supremo Tribunal Federal ação que questiona a prescrição e a responsabilização dos crimes de tortura.
Em entrevista à Agência Brasil, Jobim disse: Não posso comparar o Brasil com a Argentina ou com o Uruguai. Houve um acordo político em 1979. Houve um projeto de lei que foi aprovado pelo Congresso Nacional. A questão hoje não é discutir se é a favor ou contra torturadores. A questão hoje é saber se podemos ou devemos rever um acordo político que foi feito por uma classe política que já hoje está praticamente desaparecida. É legítimo fazer isso? Vamos perder um tempo imenso fazendo isso.
A OAB nacional afirmou que "o Brasil precisa livrar-se do hábito de varrer para debaixo do tapete da história as suas abjeções. Precisa entender que anistia não é amnésia, e que um povo que não conhece o seu passado está condenado a repeti-lo".

Leia a nota da OAB:

Não é casual que o tema da punição aos que torturaram presos políticos durante o regime militar de 1964 insista em manter-se em pauta. Por mais que setores ligados à velha ordem empenhem-se em removê-lo, o tema se mantém na agenda política. E o motivo é simples: trata-se de clamor da sociedade brasileira - justo clamor, que não quer calar. Argumentações de ordem jurídica - ou por outra, pseudojurídicas - buscam tirá-lo de cena.
É inútil ignorá-lo ou minimizá-lo: além de imperativo de ordem moral, é demanda histórica incontornável. A Lei 6.683/79 anistiou os crimes políticos e conexos. A tortura, porém, não é crime político em lugar nenhum do mundo - nem na legislação brasileira, nem nos tratados internacionais que o país tem subscrito. Não há dúvida de que a Lei de Anistia cumpriu seu papel. Propiciou a transição pacífica do regime ditatorial para o democrático. Isso, porém, não impede que a história seja passada a limpo. Não se trata de revanchismo, nem muito menos de revogá-la.
Diversos personagens que serviram à ditadura figuram hoje em posições de destaque, no governo e na oposição. Cumpriram, porém, papel político, nos limites da lei, cabendo apenas ao eleitor e à história o direito de julgá-los. Não é nem de longe o caso dos torturadores, que agiram quando os adversários já não ofereciam resistência e estavam sob a guarda do Estado, violando a legislação, que, antes como agora, garante a integridade física do prisioneiro.
O que se busca, com o seu enquadramento, é demonstrar que a ação abjeta que exerceram não configura ato político, mas crime comum, hediondo, de lesa-humanidade - e, portanto, imprescritível, nos termos da lei. Dessa forma, puni-los não fere a anistia, cuja essência é - só pode ser - política. O Brasil precisa livrar-se do hábito de varrer para debaixo do tapete da história as suas abjeções. Precisa entender que anistia não é amnésia, e que um povo que não conhece o seu passado está condenado a repeti-lo. Não é uma frase de efeito, mas uma realidade objetiva, que faz com que a OAB há muito lute para que o país saiba, em detalhes, o que lhe aconteceu durante a ditadura militar.
Não podemos continuar a ser a única nação sul-americana vitimada por ditadura militar na segunda metade do século passado a não punir os torturadores. A Argentina chegou a encarcerar ex-presidentes da república, sem que isso abalasse a democracia. O Chile, ao não fazê-lo, viu-se exposto ao vexame de uma providência externa, com a prisão, por crime contra a humanidade, em Londres, do ex-ditador Augusto Pinochet, a pedido do juiz espanhol Baltazar Garzón, aceito pelo juiz inglês Nicholas Evans.
Tem agora o STF oportunidade única de fazer com que a história brasileira seja também passada a limpo, para que o país possa, enfim, conhecer o pesadelo que viveu, de modo a não mais repeti-lo. Confiamos na sensibilidade e senso do dever do Poder Judiciário. E sabemos que esse é o desejo dos homens de bem deste país."

Cezar Britto

Presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil
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A OAB nacional reagiu à afirmação do ministro da Defesa, Nelson Jobim, de que a ideia de punir militares que cometeram atos de tortura durante a ditadura militar é revanchismo. Em outubro passado, a OAB apresentou ao Supremo Tribunal Federal ação que questiona a prescrição e a responsabilização dos crimes de tortura.
Em entrevista à Agência Brasil, Jobim disse: Não posso comparar o Brasil com a Argentina ou com o Uruguai. Houve um acordo político em 1979. Houve um projeto de lei que foi aprovado pelo Congresso Nacional. A questão hoje não é discutir se é a favor ou contra torturadores. A questão hoje é saber se podemos ou devemos rever um acordo político que foi feito por uma classe política que já hoje está praticamente desaparecida. É legítimo fazer isso? Vamos perder um tempo imenso fazendo isso.
A OAB nacional afirmou que "o Brasil precisa livrar-se do hábito de varrer para debaixo do tapete da história as suas abjeções. Precisa entender que anistia não é amnésia, e que um povo que não conhece o seu passado está condenado a repeti-lo".

Leia a nota da OAB:

Não é casual que o tema da punição aos que torturaram presos políticos durante o regime militar de 1964 insista em manter-se em pauta. Por mais que setores ligados à velha ordem empenhem-se em removê-lo, o tema se mantém na agenda política. E o motivo é simples: trata-se de clamor da sociedade brasileira - justo clamor, que não quer calar. Argumentações de ordem jurídica - ou por outra, pseudojurídicas - buscam tirá-lo de cena.
É inútil ignorá-lo ou minimizá-lo: além de imperativo de ordem moral, é demanda histórica incontornável. A Lei 6.683/79 anistiou os crimes políticos e conexos. A tortura, porém, não é crime político em lugar nenhum do mundo - nem na legislação brasileira, nem nos tratados internacionais que o país tem subscrito. Não há dúvida de que a Lei de Anistia cumpriu seu papel. Propiciou a transição pacífica do regime ditatorial para o democrático. Isso, porém, não impede que a história seja passada a limpo. Não se trata de revanchismo, nem muito menos de revogá-la.
Diversos personagens que serviram à ditadura figuram hoje em posições de destaque, no governo e na oposição. Cumpriram, porém, papel político, nos limites da lei, cabendo apenas ao eleitor e à história o direito de julgá-los. Não é nem de longe o caso dos torturadores, que agiram quando os adversários já não ofereciam resistência e estavam sob a guarda do Estado, violando a legislação, que, antes como agora, garante a integridade física do prisioneiro.
O que se busca, com o seu enquadramento, é demonstrar que a ação abjeta que exerceram não configura ato político, mas crime comum, hediondo, de lesa-humanidade - e, portanto, imprescritível, nos termos da lei. Dessa forma, puni-los não fere a anistia, cuja essência é - só pode ser - política. O Brasil precisa livrar-se do hábito de varrer para debaixo do tapete da história as suas abjeções. Precisa entender que anistia não é amnésia, e que um povo que não conhece o seu passado está condenado a repeti-lo. Não é uma frase de efeito, mas uma realidade objetiva, que faz com que a OAB há muito lute para que o país saiba, em detalhes, o que lhe aconteceu durante a ditadura militar.
Não podemos continuar a ser a única nação sul-americana vitimada por ditadura militar na segunda metade do século passado a não punir os torturadores. A Argentina chegou a encarcerar ex-presidentes da república, sem que isso abalasse a democracia. O Chile, ao não fazê-lo, viu-se exposto ao vexame de uma providência externa, com a prisão, por crime contra a humanidade, em Londres, do ex-ditador Augusto Pinochet, a pedido do juiz espanhol Baltazar Garzón, aceito pelo juiz inglês Nicholas Evans.
Tem agora o STF oportunidade única de fazer com que a história brasileira seja também passada a limpo, para que o país possa, enfim, conhecer o pesadelo que viveu, de modo a não mais repeti-lo. Confiamos na sensibilidade e senso do dever do Poder Judiciário. E sabemos que esse é o desejo dos homens de bem deste país."

Cezar Britto

Presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil
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A OAB nacional reagiu à afirmação do ministro da Defesa, Nelson Jobim, de que a ideia de punir militares que cometeram atos de tortura durante a ditadura militar é revanchismo. Em outubro passado, a OAB apresentou ao Supremo Tribunal Federal ação que questiona a prescrição e a responsabilização dos crimes de tortura.
Em entrevista à Agência Brasil, Jobim disse: Não posso comparar o Brasil com a Argentina ou com o Uruguai. Houve um acordo político em 1979. Houve um projeto de lei que foi aprovado pelo Congresso Nacional. A questão hoje não é discutir se é a favor ou contra torturadores. A questão hoje é saber se podemos ou devemos rever um acordo político que foi feito por uma classe política que já hoje está praticamente desaparecida. É legítimo fazer isso? Vamos perder um tempo imenso fazendo isso.
A OAB nacional afirmou que "o Brasil precisa livrar-se do hábito de varrer para debaixo do tapete da história as suas abjeções. Precisa entender que anistia não é amnésia, e que um povo que não conhece o seu passado está condenado a repeti-lo".

Leia a nota da OAB:

Não é casual que o tema da punição aos que torturaram presos políticos durante o regime militar de 1964 insista em manter-se em pauta. Por mais que setores ligados à velha ordem empenhem-se em removê-lo, o tema se mantém na agenda política. E o motivo é simples: trata-se de clamor da sociedade brasileira - justo clamor, que não quer calar. Argumentações de ordem jurídica - ou por outra, pseudojurídicas - buscam tirá-lo de cena.
É inútil ignorá-lo ou minimizá-lo: além de imperativo de ordem moral, é demanda histórica incontornável. A Lei 6.683/79 anistiou os crimes políticos e conexos. A tortura, porém, não é crime político em lugar nenhum do mundo - nem na legislação brasileira, nem nos tratados internacionais que o país tem subscrito. Não há dúvida de que a Lei de Anistia cumpriu seu papel. Propiciou a transição pacífica do regime ditatorial para o democrático. Isso, porém, não impede que a história seja passada a limpo. Não se trata de revanchismo, nem muito menos de revogá-la.
Diversos personagens que serviram à ditadura figuram hoje em posições de destaque, no governo e na oposição. Cumpriram, porém, papel político, nos limites da lei, cabendo apenas ao eleitor e à história o direito de julgá-los. Não é nem de longe o caso dos torturadores, que agiram quando os adversários já não ofereciam resistência e estavam sob a guarda do Estado, violando a legislação, que, antes como agora, garante a integridade física do prisioneiro.
O que se busca, com o seu enquadramento, é demonstrar que a ação abjeta que exerceram não configura ato político, mas crime comum, hediondo, de lesa-humanidade - e, portanto, imprescritível, nos termos da lei. Dessa forma, puni-los não fere a anistia, cuja essência é - só pode ser - política. O Brasil precisa livrar-se do hábito de varrer para debaixo do tapete da história as suas abjeções. Precisa entender que anistia não é amnésia, e que um povo que não conhece o seu passado está condenado a repeti-lo. Não é uma frase de efeito, mas uma realidade objetiva, que faz com que a OAB há muito lute para que o país saiba, em detalhes, o que lhe aconteceu durante a ditadura militar.
Não podemos continuar a ser a única nação sul-americana vitimada por ditadura militar na segunda metade do século passado a não punir os torturadores. A Argentina chegou a encarcerar ex-presidentes da república, sem que isso abalasse a democracia. O Chile, ao não fazê-lo, viu-se exposto ao vexame de uma providência externa, com a prisão, por crime contra a humanidade, em Londres, do ex-ditador Augusto Pinochet, a pedido do juiz espanhol Baltazar Garzón, aceito pelo juiz inglês Nicholas Evans.
Tem agora o STF oportunidade única de fazer com que a história brasileira seja também passada a limpo, para que o país possa, enfim, conhecer o pesadelo que viveu, de modo a não mais repeti-lo. Confiamos na sensibilidade e senso do dever do Poder Judiciário. E sabemos que esse é o desejo dos homens de bem deste país."

Cezar Britto

Presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil
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David Goldman espera que a decisão do Supremo possa encurtar o tempo em que ele deverá esperar para ter o filho de volta. Na próxima semana completam 5 anos que David sofre, vítima de alienação parental.

A vergonha mudou de lado, e agora atende pelo nome Marco Aurélio Mello.

O ministro do Supremo, que impediu o retorno de Sean para os EUA, hoje votou contra o próprio recurso. Só no Brasil mesmo. Em votação unânime, os ministros derrotaram o pedido do Partido Progressista. Foi uma vitória do povo contra um mundo de influências políticas.

Mais uma vez, Sérgio Tostes, advogado que representa os interesses da família brasileira de Sean, tentou turvar o assunto para fugir do tema central: um pai merece criar o próprio filho. Tostes citou que os EUA não ratificaram um tratado sobre os direitos das crianças no fórum da ONU. E apelou quando disse que a decisão do juiz Rafael de Souza Pereira Pinto “não foi humana.”

Mas, dessa vez, o lado da lei e dos direitos de TODOS os brasileiros prevaleceu.

Em atuação impecável, o advogado Ricardo Zamariola Jr, representante de David Goldman no Brasil, disse que é preciso analisar não os últimos 5 anos, mas todos os 9 anos de vida do garoto. Não há decisão judicial, disse Zamariola, que se sobreponha ao pátrio poder que David Goldman tem sobre seu filho.

Já o advogado-geral da União, José Toffoli, disse que não retornar Sean (aos EUA) é legalizar um ato ilícito. Toffoli também derrubou o último dos argumentos da família brasileira dizendo que Sean não tem condições psicológicais de dizer onde quer morar, por não ser maduro o suficiente.

Quando veio a vez dos ministros deliberarem, Marco Aurélio Mello voltou atrás de sua própria liminar, o que significa que a decisão tinha o propósito apenas de retardar a finalização da causa de fundo ou evitar a partida do menino. A ministra Ellen Gracie deu um show, demonstrando claramente, de modo pedagógico, que a Convenção de Haia não conflita em nada com a Constituição Federal do Brasil.

Nesse momento, Marco Aurélio Mello pediu a palavra para dizer que a ADPF estaria melhor em mãos da ministra Ellen Gracie. Típico comentário de quem vê a derrota, mas tenta turvá-la com humor fora de hora.

O ministro Peluso chegou a dizer que o que a petição do partido político impetrante tinha de sobra em engenhosidade, faltava em judicididade. Os ministros Joaquim Barbosa, Eros Grau e Cármen Lúcia concordaram em votos simples. Barbosa pediu a juntada de voto por escrito. O ministro Celso de Mello seguiu a opinião dos colegas.

Como a sessão no plenário do STF não foi transmitida para muitas regiões fora do continente brasileiro, acompanhei alguns detalhes no site bringseanhome.org. O blogueiro tem que confessar que ficou arrepiado ao ver a noção cívica – uma verdadeira aula – que os brasileiros mostraram. Alguns se revezaram na tradução, linha por linha, do que acontecia no STF. Foi bonito ver que os brasileiros abriram mão do que faziam para ajudar um pai que talvez nunca terá a chance de lhes dizer cara a cara: muito obrigado.

Em Brasília, David Goldman continua focado no único objetivo que o motiva há 5 anos.

“Estou satisfeito com essa decisão e espero que ela leve à diminuição do tempo longe do meu filho. A sessão foi em português legal, tenho que consultar meu advogado depois. Espero que a decisão me leve para perto do meu filho.”

A decisão do STF ainda não é o fim. Agora o recurso impetrado no TRF da 2ª Região do Rio de Janeiro deverá ser julgado. Já há a informação, inclusive, que se confirmada a decisão do juiz Pereira Pinto, Sean pode respeitar um período de transição de 15 dias ainda em solo brasileiro.

Hoje a verdade venceu novamente. A luta continua. O mundo continua assistindo. Mas, tenho certeza que já tem brasileiros – que são preocupados com a imagem do nosso país – respirando aliviado.



Brasil com Z
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David Goldman espera que a decisão do Supremo possa encurtar o tempo em que ele deverá esperar para ter o filho de volta. Na próxima semana completam 5 anos que David sofre, vítima de alienação parental.

A vergonha mudou de lado, e agora atende pelo nome Marco Aurélio Mello.

O ministro do Supremo, que impediu o retorno de Sean para os EUA, hoje votou contra o próprio recurso. Só no Brasil mesmo. Em votação unânime, os ministros derrotaram o pedido do Partido Progressista. Foi uma vitória do povo contra um mundo de influências políticas.

Mais uma vez, Sérgio Tostes, advogado que representa os interesses da família brasileira de Sean, tentou turvar o assunto para fugir do tema central: um pai merece criar o próprio filho. Tostes citou que os EUA não ratificaram um tratado sobre os direitos das crianças no fórum da ONU. E apelou quando disse que a decisão do juiz Rafael de Souza Pereira Pinto “não foi humana.”

Mas, dessa vez, o lado da lei e dos direitos de TODOS os brasileiros prevaleceu.

Em atuação impecável, o advogado Ricardo Zamariola Jr, representante de David Goldman no Brasil, disse que é preciso analisar não os últimos 5 anos, mas todos os 9 anos de vida do garoto. Não há decisão judicial, disse Zamariola, que se sobreponha ao pátrio poder que David Goldman tem sobre seu filho.

Já o advogado-geral da União, José Toffoli, disse que não retornar Sean (aos EUA) é legalizar um ato ilícito. Toffoli também derrubou o último dos argumentos da família brasileira dizendo que Sean não tem condições psicológicais de dizer onde quer morar, por não ser maduro o suficiente.

Quando veio a vez dos ministros deliberarem, Marco Aurélio Mello voltou atrás de sua própria liminar, o que significa que a decisão tinha o propósito apenas de retardar a finalização da causa de fundo ou evitar a partida do menino. A ministra Ellen Gracie deu um show, demonstrando claramente, de modo pedagógico, que a Convenção de Haia não conflita em nada com a Constituição Federal do Brasil.

Nesse momento, Marco Aurélio Mello pediu a palavra para dizer que a ADPF estaria melhor em mãos da ministra Ellen Gracie. Típico comentário de quem vê a derrota, mas tenta turvá-la com humor fora de hora.

O ministro Peluso chegou a dizer que o que a petição do partido político impetrante tinha de sobra em engenhosidade, faltava em judicididade. Os ministros Joaquim Barbosa, Eros Grau e Cármen Lúcia concordaram em votos simples. Barbosa pediu a juntada de voto por escrito. O ministro Celso de Mello seguiu a opinião dos colegas.

Como a sessão no plenário do STF não foi transmitida para muitas regiões fora do continente brasileiro, acompanhei alguns detalhes no site bringseanhome.org. O blogueiro tem que confessar que ficou arrepiado ao ver a noção cívica – uma verdadeira aula – que os brasileiros mostraram. Alguns se revezaram na tradução, linha por linha, do que acontecia no STF. Foi bonito ver que os brasileiros abriram mão do que faziam para ajudar um pai que talvez nunca terá a chance de lhes dizer cara a cara: muito obrigado.

Em Brasília, David Goldman continua focado no único objetivo que o motiva há 5 anos.

“Estou satisfeito com essa decisão e espero que ela leve à diminuição do tempo longe do meu filho. A sessão foi em português legal, tenho que consultar meu advogado depois. Espero que a decisão me leve para perto do meu filho.”

A decisão do STF ainda não é o fim. Agora o recurso impetrado no TRF da 2ª Região do Rio de Janeiro deverá ser julgado. Já há a informação, inclusive, que se confirmada a decisão do juiz Pereira Pinto, Sean pode respeitar um período de transição de 15 dias ainda em solo brasileiro.

Hoje a verdade venceu novamente. A luta continua. O mundo continua assistindo. Mas, tenho certeza que já tem brasileiros – que são preocupados com a imagem do nosso país – respirando aliviado.



Brasil com Z
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:31  comentar


David Goldman espera que a decisão do Supremo possa encurtar o tempo em que ele deverá esperar para ter o filho de volta. Na próxima semana completam 5 anos que David sofre, vítima de alienação parental.

A vergonha mudou de lado, e agora atende pelo nome Marco Aurélio Mello.

O ministro do Supremo, que impediu o retorno de Sean para os EUA, hoje votou contra o próprio recurso. Só no Brasil mesmo. Em votação unânime, os ministros derrotaram o pedido do Partido Progressista. Foi uma vitória do povo contra um mundo de influências políticas.

Mais uma vez, Sérgio Tostes, advogado que representa os interesses da família brasileira de Sean, tentou turvar o assunto para fugir do tema central: um pai merece criar o próprio filho. Tostes citou que os EUA não ratificaram um tratado sobre os direitos das crianças no fórum da ONU. E apelou quando disse que a decisão do juiz Rafael de Souza Pereira Pinto “não foi humana.”

Mas, dessa vez, o lado da lei e dos direitos de TODOS os brasileiros prevaleceu.

Em atuação impecável, o advogado Ricardo Zamariola Jr, representante de David Goldman no Brasil, disse que é preciso analisar não os últimos 5 anos, mas todos os 9 anos de vida do garoto. Não há decisão judicial, disse Zamariola, que se sobreponha ao pátrio poder que David Goldman tem sobre seu filho.

Já o advogado-geral da União, José Toffoli, disse que não retornar Sean (aos EUA) é legalizar um ato ilícito. Toffoli também derrubou o último dos argumentos da família brasileira dizendo que Sean não tem condições psicológicais de dizer onde quer morar, por não ser maduro o suficiente.

Quando veio a vez dos ministros deliberarem, Marco Aurélio Mello voltou atrás de sua própria liminar, o que significa que a decisão tinha o propósito apenas de retardar a finalização da causa de fundo ou evitar a partida do menino. A ministra Ellen Gracie deu um show, demonstrando claramente, de modo pedagógico, que a Convenção de Haia não conflita em nada com a Constituição Federal do Brasil.

Nesse momento, Marco Aurélio Mello pediu a palavra para dizer que a ADPF estaria melhor em mãos da ministra Ellen Gracie. Típico comentário de quem vê a derrota, mas tenta turvá-la com humor fora de hora.

O ministro Peluso chegou a dizer que o que a petição do partido político impetrante tinha de sobra em engenhosidade, faltava em judicididade. Os ministros Joaquim Barbosa, Eros Grau e Cármen Lúcia concordaram em votos simples. Barbosa pediu a juntada de voto por escrito. O ministro Celso de Mello seguiu a opinião dos colegas.

Como a sessão no plenário do STF não foi transmitida para muitas regiões fora do continente brasileiro, acompanhei alguns detalhes no site bringseanhome.org. O blogueiro tem que confessar que ficou arrepiado ao ver a noção cívica – uma verdadeira aula – que os brasileiros mostraram. Alguns se revezaram na tradução, linha por linha, do que acontecia no STF. Foi bonito ver que os brasileiros abriram mão do que faziam para ajudar um pai que talvez nunca terá a chance de lhes dizer cara a cara: muito obrigado.

Em Brasília, David Goldman continua focado no único objetivo que o motiva há 5 anos.

“Estou satisfeito com essa decisão e espero que ela leve à diminuição do tempo longe do meu filho. A sessão foi em português legal, tenho que consultar meu advogado depois. Espero que a decisão me leve para perto do meu filho.”

A decisão do STF ainda não é o fim. Agora o recurso impetrado no TRF da 2ª Região do Rio de Janeiro deverá ser julgado. Já há a informação, inclusive, que se confirmada a decisão do juiz Pereira Pinto, Sean pode respeitar um período de transição de 15 dias ainda em solo brasileiro.

Hoje a verdade venceu novamente. A luta continua. O mundo continua assistindo. Mas, tenho certeza que já tem brasileiros – que são preocupados com a imagem do nosso país – respirando aliviado.



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O Adoção Brasil é feito com informações de visitantes que passam ou passaram por experiências neste processo de habilitação e até mesmo por filhos do coração, dessa maneira podemos esclarecer nossas dúvidas e de outros.A ajuda pode ser incluída no site através de depoimentos, contato de fóruns, notícias, livros e sites com informações sobre o tema abordado e nosso grupo de discussão.

Depoimento de VICENTE:
BUROCRACIA NECESSARIA

A ADOÇAO NAO PODE E NAO DEVE SER ENCARADA COMO UMA CARIDADE. PESSOAS QUE PENSAM ASSIM NAO DEVEM ADOTAR. A ADOÇAO DEVE SER REALIZADA NO INTUITO UNICO DE BENEFICIO DA CRIANÇA E SOMENTE COM AMOR POR PARTE DOS ADOTANTES. QUANDO FALAMOS EM ADOÇAO PENSAMOS LOGO NA BUROCRACIA DO PROCESSO POIS COMO PAI ADOTIVO DE TRES IRMAOS POSSO LHES FALAR QUE ESSA TAL BUROCRACIA QUE TODOS RECLAMAM E NECESSARIA POIS SEM ESSES CRITERIOS COMO PODERIAM ENTREGAR UMA CRIANÇA A UMA PESSOA SEM AO MENOS SABER SE ESTA PESSOA TEM UM PERFIL DE PAI OU MAE ?A BUROCRACIA E NECESSARIA E O QUE TORNA O PROCESSO DEMORADO NAO E A BUROCRACIA E SIM AS EXIGENCIAS QUE PAIS ADOTANTES FAZEM. POR EXEMPLO O TEMPO MEDIO DE PAIS QUE QUEREM ADOTAR UMA CRIANÇA BRANCA DE 0 A TRES MESES E DE APROXIMADAMENTE 4 A 5 ANOS DE ESPERA POIS A MAIORIA QUER NESSA IDADE. E COMO FICAM AS OUTRAS CRIANAS DE OUTRAS IDADES?FICAM JOGADAS EM UM ABRIGO A ESPERA DE UMA FAMILIA QUE OS QUEIRA. HOJE TEMOS POR VOLTA DE 80000 CRIANÇAS ABRIGADAS NO BRASIL E 8000 PRONTAS PARA ADOÇAO. PERGUNTO ONDE ESTAO OS PAIS PARA ADOTAR ESSAS 8000 CRIANÇAS?VICENTE - PAI ADOTIVO DE TRES CRIANÇAS.


Depoimento de vicente e cassia
Adoçao Tardia

Nossa experiencia foi com a adoao de tres irmaos com idades de 2, 3 e 4 anos o mais novo menino e duas meninas. Nosso processo foi totalmente dentro da lei nao sendo uma adoçao como chamada por ai de " a brasileira". Tentamos engravidar sem sucesso e apos muito tratamento para engravidar decidimos pela adoçao o tempo de espera foi de dez meses o que e considerado bem baixo mas muitas pessoas esquecem que no processo de adoçao cada exigencia que colocamos na ficha de adoçåo faz com que o processo fique mais demorado. Enfim, hoje completados 10 meses que nossos filhos chegaram temos a certeza de que realmente somos uma familia e que a gente somente nao se conhecia. Nossos filhos sao nossa vida !


Depoimento de KARLA
A maior felicidade do mundo!!!

Eu e meu marido tentamos ter filhos, mas infelizmente Deus não nos concebeu bioológicamente. Eu achava que era castigo, pois eu já havia feito um aborto, só agora descobri que ele tinha um propósito, nos enviar a Malu.Ela chegou p/ nós sem que esperássemos, uma amiga da faculdade conhecia alguém que não tinha condições de criar mais um filho e gostaria de dar p/ adoção e nós como já estavámos habilitados há algum tempo éramos o casal ideal. Acompanhamos a gravidez desde o 5º mês, os exames, a evolução....O quarto, as roupas, brinquedos, já estavam comprados e esperando por ela, quando finalmente ela nasceu em 30/05/08. No dia 02/06/08, iríamos pegá-la na maternidade e soubemos que a mãe havia mudado de idéia, já não queria mais dar o bebê. Eu entrei em desespero, foi uma angustia a espera da decisão, mas graças à DEUS ela tomou a decisão acertada pois não tinha nem como se alimentar, durante a gravidez nós é que custeamos alimentação dela, roupas, e após a gestação ajudamos p/ que ela trouxesse as filhas da Bahia e a colocamos em uma local digno de moradia.Quando penso nesta mãe, vejo o amor e a renúncia, pois entregar seu filho por não ter condições financeiras de criar é muito triste.Hoje a Malu é o grande amor das nossas vidas, ela com pletou 1 ano, fizemos uma festa linda!!!!Ela é uma criança adorável e linda demais e principalmente muito amada.Eu agora digno compropriedade não existe diferença nenhuma entre o filho biológico e o adotado!!! ELA É APAIXÃO DE TODOS NA FAMÍLIA!!!E aconselho a todos que estão na mesma situação a fazerem a mesma coisa, pois p/ quem tem amor p/ dar não faz diferença.

Depoimento de Emmanuel Zullo
Dasbafo

Vemos na TV adote uma criança, mas sabeso que as vezes a lei nos impede de realizar este sonho.Eu e minha esposa somos um casal com uma boa renda, nao temos processos em enhuma instancia (civil ou criminal), e mesmo assim a lei demora para nos que realmente queremos adotar, enquanto que assstentes sociais devolvem os filhos para as maes que os venderam ou mesmo deram ara qualquer um....É UMA VERGONHA....TENHO 30 ANOS E MINHA ESPOSA 29, E DESDE 2005 ESTAMOS NESSA EMPREITADA.vAMOS ACABAR COM ESTES TRAMITES....AS PESSOAS QUE ESTAO ATRAS DE MA MESA ASSINANDO OS DOCUMENTOS E ESTES JA TEM FILHOS BIOLOGICOS NAO ENTENDEM QUE NÓS TEMOS MUITO AMOR A DAR.



Adoção Brasil
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O Adoção Brasil é feito com informações de visitantes que passam ou passaram por experiências neste processo de habilitação e até mesmo por filhos do coração, dessa maneira podemos esclarecer nossas dúvidas e de outros.A ajuda pode ser incluída no site através de depoimentos, contato de fóruns, notícias, livros e sites com informações sobre o tema abordado e nosso grupo de discussão.

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BUROCRACIA NECESSARIA

A ADOÇAO NAO PODE E NAO DEVE SER ENCARADA COMO UMA CARIDADE. PESSOAS QUE PENSAM ASSIM NAO DEVEM ADOTAR. A ADOÇAO DEVE SER REALIZADA NO INTUITO UNICO DE BENEFICIO DA CRIANÇA E SOMENTE COM AMOR POR PARTE DOS ADOTANTES. QUANDO FALAMOS EM ADOÇAO PENSAMOS LOGO NA BUROCRACIA DO PROCESSO POIS COMO PAI ADOTIVO DE TRES IRMAOS POSSO LHES FALAR QUE ESSA TAL BUROCRACIA QUE TODOS RECLAMAM E NECESSARIA POIS SEM ESSES CRITERIOS COMO PODERIAM ENTREGAR UMA CRIANÇA A UMA PESSOA SEM AO MENOS SABER SE ESTA PESSOA TEM UM PERFIL DE PAI OU MAE ?A BUROCRACIA E NECESSARIA E O QUE TORNA O PROCESSO DEMORADO NAO E A BUROCRACIA E SIM AS EXIGENCIAS QUE PAIS ADOTANTES FAZEM. POR EXEMPLO O TEMPO MEDIO DE PAIS QUE QUEREM ADOTAR UMA CRIANÇA BRANCA DE 0 A TRES MESES E DE APROXIMADAMENTE 4 A 5 ANOS DE ESPERA POIS A MAIORIA QUER NESSA IDADE. E COMO FICAM AS OUTRAS CRIANAS DE OUTRAS IDADES?FICAM JOGADAS EM UM ABRIGO A ESPERA DE UMA FAMILIA QUE OS QUEIRA. HOJE TEMOS POR VOLTA DE 80000 CRIANÇAS ABRIGADAS NO BRASIL E 8000 PRONTAS PARA ADOÇAO. PERGUNTO ONDE ESTAO OS PAIS PARA ADOTAR ESSAS 8000 CRIANÇAS?VICENTE - PAI ADOTIVO DE TRES CRIANÇAS.


Depoimento de vicente e cassia
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Nossa experiencia foi com a adoao de tres irmaos com idades de 2, 3 e 4 anos o mais novo menino e duas meninas. Nosso processo foi totalmente dentro da lei nao sendo uma adoçao como chamada por ai de " a brasileira". Tentamos engravidar sem sucesso e apos muito tratamento para engravidar decidimos pela adoçao o tempo de espera foi de dez meses o que e considerado bem baixo mas muitas pessoas esquecem que no processo de adoçao cada exigencia que colocamos na ficha de adoçåo faz com que o processo fique mais demorado. Enfim, hoje completados 10 meses que nossos filhos chegaram temos a certeza de que realmente somos uma familia e que a gente somente nao se conhecia. Nossos filhos sao nossa vida !


Depoimento de KARLA
A maior felicidade do mundo!!!

Eu e meu marido tentamos ter filhos, mas infelizmente Deus não nos concebeu bioológicamente. Eu achava que era castigo, pois eu já havia feito um aborto, só agora descobri que ele tinha um propósito, nos enviar a Malu.Ela chegou p/ nós sem que esperássemos, uma amiga da faculdade conhecia alguém que não tinha condições de criar mais um filho e gostaria de dar p/ adoção e nós como já estavámos habilitados há algum tempo éramos o casal ideal. Acompanhamos a gravidez desde o 5º mês, os exames, a evolução....O quarto, as roupas, brinquedos, já estavam comprados e esperando por ela, quando finalmente ela nasceu em 30/05/08. No dia 02/06/08, iríamos pegá-la na maternidade e soubemos que a mãe havia mudado de idéia, já não queria mais dar o bebê. Eu entrei em desespero, foi uma angustia a espera da decisão, mas graças à DEUS ela tomou a decisão acertada pois não tinha nem como se alimentar, durante a gravidez nós é que custeamos alimentação dela, roupas, e após a gestação ajudamos p/ que ela trouxesse as filhas da Bahia e a colocamos em uma local digno de moradia.Quando penso nesta mãe, vejo o amor e a renúncia, pois entregar seu filho por não ter condições financeiras de criar é muito triste.Hoje a Malu é o grande amor das nossas vidas, ela com pletou 1 ano, fizemos uma festa linda!!!!Ela é uma criança adorável e linda demais e principalmente muito amada.Eu agora digno compropriedade não existe diferença nenhuma entre o filho biológico e o adotado!!! ELA É APAIXÃO DE TODOS NA FAMÍLIA!!!E aconselho a todos que estão na mesma situação a fazerem a mesma coisa, pois p/ quem tem amor p/ dar não faz diferença.

Depoimento de Emmanuel Zullo
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Vemos na TV adote uma criança, mas sabeso que as vezes a lei nos impede de realizar este sonho.Eu e minha esposa somos um casal com uma boa renda, nao temos processos em enhuma instancia (civil ou criminal), e mesmo assim a lei demora para nos que realmente queremos adotar, enquanto que assstentes sociais devolvem os filhos para as maes que os venderam ou mesmo deram ara qualquer um....É UMA VERGONHA....TENHO 30 ANOS E MINHA ESPOSA 29, E DESDE 2005 ESTAMOS NESSA EMPREITADA.vAMOS ACABAR COM ESTES TRAMITES....AS PESSOAS QUE ESTAO ATRAS DE MA MESA ASSINANDO OS DOCUMENTOS E ESTES JA TEM FILHOS BIOLOGICOS NAO ENTENDEM QUE NÓS TEMOS MUITO AMOR A DAR.



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O Adoção Brasil é feito com informações de visitantes que passam ou passaram por experiências neste processo de habilitação e até mesmo por filhos do coração, dessa maneira podemos esclarecer nossas dúvidas e de outros.A ajuda pode ser incluída no site através de depoimentos, contato de fóruns, notícias, livros e sites com informações sobre o tema abordado e nosso grupo de discussão.

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A ADOÇAO NAO PODE E NAO DEVE SER ENCARADA COMO UMA CARIDADE. PESSOAS QUE PENSAM ASSIM NAO DEVEM ADOTAR. A ADOÇAO DEVE SER REALIZADA NO INTUITO UNICO DE BENEFICIO DA CRIANÇA E SOMENTE COM AMOR POR PARTE DOS ADOTANTES. QUANDO FALAMOS EM ADOÇAO PENSAMOS LOGO NA BUROCRACIA DO PROCESSO POIS COMO PAI ADOTIVO DE TRES IRMAOS POSSO LHES FALAR QUE ESSA TAL BUROCRACIA QUE TODOS RECLAMAM E NECESSARIA POIS SEM ESSES CRITERIOS COMO PODERIAM ENTREGAR UMA CRIANÇA A UMA PESSOA SEM AO MENOS SABER SE ESTA PESSOA TEM UM PERFIL DE PAI OU MAE ?A BUROCRACIA E NECESSARIA E O QUE TORNA O PROCESSO DEMORADO NAO E A BUROCRACIA E SIM AS EXIGENCIAS QUE PAIS ADOTANTES FAZEM. POR EXEMPLO O TEMPO MEDIO DE PAIS QUE QUEREM ADOTAR UMA CRIANÇA BRANCA DE 0 A TRES MESES E DE APROXIMADAMENTE 4 A 5 ANOS DE ESPERA POIS A MAIORIA QUER NESSA IDADE. E COMO FICAM AS OUTRAS CRIANAS DE OUTRAS IDADES?FICAM JOGADAS EM UM ABRIGO A ESPERA DE UMA FAMILIA QUE OS QUEIRA. HOJE TEMOS POR VOLTA DE 80000 CRIANÇAS ABRIGADAS NO BRASIL E 8000 PRONTAS PARA ADOÇAO. PERGUNTO ONDE ESTAO OS PAIS PARA ADOTAR ESSAS 8000 CRIANÇAS?VICENTE - PAI ADOTIVO DE TRES CRIANÇAS.


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Nossa experiencia foi com a adoao de tres irmaos com idades de 2, 3 e 4 anos o mais novo menino e duas meninas. Nosso processo foi totalmente dentro da lei nao sendo uma adoçao como chamada por ai de " a brasileira". Tentamos engravidar sem sucesso e apos muito tratamento para engravidar decidimos pela adoçao o tempo de espera foi de dez meses o que e considerado bem baixo mas muitas pessoas esquecem que no processo de adoçao cada exigencia que colocamos na ficha de adoçåo faz com que o processo fique mais demorado. Enfim, hoje completados 10 meses que nossos filhos chegaram temos a certeza de que realmente somos uma familia e que a gente somente nao se conhecia. Nossos filhos sao nossa vida !


Depoimento de KARLA
A maior felicidade do mundo!!!

Eu e meu marido tentamos ter filhos, mas infelizmente Deus não nos concebeu bioológicamente. Eu achava que era castigo, pois eu já havia feito um aborto, só agora descobri que ele tinha um propósito, nos enviar a Malu.Ela chegou p/ nós sem que esperássemos, uma amiga da faculdade conhecia alguém que não tinha condições de criar mais um filho e gostaria de dar p/ adoção e nós como já estavámos habilitados há algum tempo éramos o casal ideal. Acompanhamos a gravidez desde o 5º mês, os exames, a evolução....O quarto, as roupas, brinquedos, já estavam comprados e esperando por ela, quando finalmente ela nasceu em 30/05/08. No dia 02/06/08, iríamos pegá-la na maternidade e soubemos que a mãe havia mudado de idéia, já não queria mais dar o bebê. Eu entrei em desespero, foi uma angustia a espera da decisão, mas graças à DEUS ela tomou a decisão acertada pois não tinha nem como se alimentar, durante a gravidez nós é que custeamos alimentação dela, roupas, e após a gestação ajudamos p/ que ela trouxesse as filhas da Bahia e a colocamos em uma local digno de moradia.Quando penso nesta mãe, vejo o amor e a renúncia, pois entregar seu filho por não ter condições financeiras de criar é muito triste.Hoje a Malu é o grande amor das nossas vidas, ela com pletou 1 ano, fizemos uma festa linda!!!!Ela é uma criança adorável e linda demais e principalmente muito amada.Eu agora digno compropriedade não existe diferença nenhuma entre o filho biológico e o adotado!!! ELA É APAIXÃO DE TODOS NA FAMÍLIA!!!E aconselho a todos que estão na mesma situação a fazerem a mesma coisa, pois p/ quem tem amor p/ dar não faz diferença.

Depoimento de Emmanuel Zullo
Dasbafo

Vemos na TV adote uma criança, mas sabeso que as vezes a lei nos impede de realizar este sonho.Eu e minha esposa somos um casal com uma boa renda, nao temos processos em enhuma instancia (civil ou criminal), e mesmo assim a lei demora para nos que realmente queremos adotar, enquanto que assstentes sociais devolvem os filhos para as maes que os venderam ou mesmo deram ara qualquer um....É UMA VERGONHA....TENHO 30 ANOS E MINHA ESPOSA 29, E DESDE 2005 ESTAMOS NESSA EMPREITADA.vAMOS ACABAR COM ESTES TRAMITES....AS PESSOAS QUE ESTAO ATRAS DE MA MESA ASSINANDO OS DOCUMENTOS E ESTES JA TEM FILHOS BIOLOGICOS NAO ENTENDEM QUE NÓS TEMOS MUITO AMOR A DAR.



Adoção Brasil
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Uma professora e uma estagiária de uma escola estadual da zona leste de São Paulo foram indiciadas por corrupção de menores.
Segundo a polícia, dez alunas de uma mesma sala, entre 14 e 16 anos, confirmaram em depoimento que participavam de festas e passeios com as duas e que normalmente "ficavam" entre si. O grupo tinha até uma comunidade em um site de relacionamentos.
A polícia afirma que tanto a professora da escola, de 36 anos, quanto a estagiária, de 23, tinham namoradas entre as meninas.
A investigação começou quando a mãe de uma aluna deu queixa do desaparecimento dela, em abril. A polícia descobriu que a garota estava na casa da estagiária do colégio.
A professora afirmou que só vai falar perante o juiz. A estagiária negou as acusações. Se condenadas, elas podem pegar até quatro anos de prisão. A Secretaria Estadual da Educação disse que a professora foi afastada e que uma sindicância foi instaurada.



Folha Online
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:35  comentar

Uma professora e uma estagiária de uma escola estadual da zona leste de São Paulo foram indiciadas por corrupção de menores.
Segundo a polícia, dez alunas de uma mesma sala, entre 14 e 16 anos, confirmaram em depoimento que participavam de festas e passeios com as duas e que normalmente "ficavam" entre si. O grupo tinha até uma comunidade em um site de relacionamentos.
A polícia afirma que tanto a professora da escola, de 36 anos, quanto a estagiária, de 23, tinham namoradas entre as meninas.
A investigação começou quando a mãe de uma aluna deu queixa do desaparecimento dela, em abril. A polícia descobriu que a garota estava na casa da estagiária do colégio.
A professora afirmou que só vai falar perante o juiz. A estagiária negou as acusações. Se condenadas, elas podem pegar até quatro anos de prisão. A Secretaria Estadual da Educação disse que a professora foi afastada e que uma sindicância foi instaurada.



Folha Online
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Uma professora e uma estagiária de uma escola estadual da zona leste de São Paulo foram indiciadas por corrupção de menores.
Segundo a polícia, dez alunas de uma mesma sala, entre 14 e 16 anos, confirmaram em depoimento que participavam de festas e passeios com as duas e que normalmente "ficavam" entre si. O grupo tinha até uma comunidade em um site de relacionamentos.
A polícia afirma que tanto a professora da escola, de 36 anos, quanto a estagiária, de 23, tinham namoradas entre as meninas.
A investigação começou quando a mãe de uma aluna deu queixa do desaparecimento dela, em abril. A polícia descobriu que a garota estava na casa da estagiária do colégio.
A professora afirmou que só vai falar perante o juiz. A estagiária negou as acusações. Se condenadas, elas podem pegar até quatro anos de prisão. A Secretaria Estadual da Educação disse que a professora foi afastada e que uma sindicância foi instaurada.



Folha Online
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A Igreja de São Francisco de Assis da Penitência, em Ouro Preto, na Região Central de Minas, foi eleita uma das Sete Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo nesta quarta-feira em Portugal. O concurso foi realizado pela mesma equipe que definiu as novas sete maravilhas do mundo. Vinte e sete monumentos, de 16 países, concorreram à disputa, sendo seis deles no Brasil. A eleição foi definida por meio de um site, onde o internauta escolheu os sete monumentos. A Igreja de São Francisco de Assis da Penitência é uma construção em estilo Rococó, de 1766. O projeto arquitetônico é de Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, e as pinturas de Manuel da Costa Ataíde. Os dois artistas são importantes artistas do barroco mineiro, considerados os mais importantes nomes da arte colonial brasileira.


Portal UAI
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:27  comentar

A Igreja de São Francisco de Assis da Penitência, em Ouro Preto, na Região Central de Minas, foi eleita uma das Sete Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo nesta quarta-feira em Portugal. O concurso foi realizado pela mesma equipe que definiu as novas sete maravilhas do mundo. Vinte e sete monumentos, de 16 países, concorreram à disputa, sendo seis deles no Brasil. A eleição foi definida por meio de um site, onde o internauta escolheu os sete monumentos. A Igreja de São Francisco de Assis da Penitência é uma construção em estilo Rococó, de 1766. O projeto arquitetônico é de Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, e as pinturas de Manuel da Costa Ataíde. Os dois artistas são importantes artistas do barroco mineiro, considerados os mais importantes nomes da arte colonial brasileira.


Portal UAI
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A Igreja de São Francisco de Assis da Penitência, em Ouro Preto, na Região Central de Minas, foi eleita uma das Sete Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo nesta quarta-feira em Portugal. O concurso foi realizado pela mesma equipe que definiu as novas sete maravilhas do mundo. Vinte e sete monumentos, de 16 países, concorreram à disputa, sendo seis deles no Brasil. A eleição foi definida por meio de um site, onde o internauta escolheu os sete monumentos. A Igreja de São Francisco de Assis da Penitência é uma construção em estilo Rococó, de 1766. O projeto arquitetônico é de Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, e as pinturas de Manuel da Costa Ataíde. Os dois artistas são importantes artistas do barroco mineiro, considerados os mais importantes nomes da arte colonial brasileira.


Portal UAI
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O Mi­nistério Público do Tra­balho e a Empresa Brasi­leira de Correios e Telégrafos irão lançar, às 14 horas desta sexta-feira, 12, no audi­tório da Ordem dos Advo­gados do Brasil Seccional Paraíba (OAB-PB), um selo contra a exploração sexual de crianças e adolescentes.
O MPT convida ainda todas as entidades gover­namentais e não-governa­mentais a comparecerem à audiência pública a ser rea­lizada no mesmo local para discutir a problemática do trabalho infantil no Estado.
O dia 12 de junho foi instituído pela Organiza­ção Internacional do Tra­balho como o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil. Na Paraíba, traba­lham aproximadamente 105 mil crianças e adolescentes, de 5 a 17 anos, segundo a Síntese de Indicadores So­ciais 2008 do Instituto Bra­sileiro de Geografia e Es­tatística (IBGE). Algumas das formas especialmente nocivas de trabalho infantil são o trabalho doméstico, a exploração sexual de crian­ças e adolescentes para fins comerciais e o trabalho a céu aberto nas ruas.
Na audiência estarão pre­sentes o Ministério Público Estadual, a Associação dos Magistrados do Trabalho da 13ª Região (Amatra13) e o Ministério Público do Es­tado da Paraíba. O evento é aberto ao público.
Para o Procurador do Trabalho Eduardo Varan­das, autor da idéia do selo, é muito importante que haja uma reflexão para verificar as políticas públicas em re­lação ao combate do traba­lho de crianças e adolescen­tes. Varandas também é da Coordenadoria Nacional de Combate à Exploração do Trabalho da Criança e do Adolescente do MPT, sendo o titular na 13ª Região. pro­curador também comentou sobre a importância do lan­çamento do selo lembrando a campanha de combate à exploração sexual infantil: “Trata-se de um apoio dos Correios para a campanha. É um símbolo de luta, mas muitas outras estratégias devem ser tomadas para que a exploração sexual infantil seja continuamente reprimida”, comentou.


Paraíba.com.br
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O Mi­nistério Público do Tra­balho e a Empresa Brasi­leira de Correios e Telégrafos irão lançar, às 14 horas desta sexta-feira, 12, no audi­tório da Ordem dos Advo­gados do Brasil Seccional Paraíba (OAB-PB), um selo contra a exploração sexual de crianças e adolescentes.
O MPT convida ainda todas as entidades gover­namentais e não-governa­mentais a comparecerem à audiência pública a ser rea­lizada no mesmo local para discutir a problemática do trabalho infantil no Estado.
O dia 12 de junho foi instituído pela Organiza­ção Internacional do Tra­balho como o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil. Na Paraíba, traba­lham aproximadamente 105 mil crianças e adolescentes, de 5 a 17 anos, segundo a Síntese de Indicadores So­ciais 2008 do Instituto Bra­sileiro de Geografia e Es­tatística (IBGE). Algumas das formas especialmente nocivas de trabalho infantil são o trabalho doméstico, a exploração sexual de crian­ças e adolescentes para fins comerciais e o trabalho a céu aberto nas ruas.
Na audiência estarão pre­sentes o Ministério Público Estadual, a Associação dos Magistrados do Trabalho da 13ª Região (Amatra13) e o Ministério Público do Es­tado da Paraíba. O evento é aberto ao público.
Para o Procurador do Trabalho Eduardo Varan­das, autor da idéia do selo, é muito importante que haja uma reflexão para verificar as políticas públicas em re­lação ao combate do traba­lho de crianças e adolescen­tes. Varandas também é da Coordenadoria Nacional de Combate à Exploração do Trabalho da Criança e do Adolescente do MPT, sendo o titular na 13ª Região. pro­curador também comentou sobre a importância do lan­çamento do selo lembrando a campanha de combate à exploração sexual infantil: “Trata-se de um apoio dos Correios para a campanha. É um símbolo de luta, mas muitas outras estratégias devem ser tomadas para que a exploração sexual infantil seja continuamente reprimida”, comentou.


Paraíba.com.br
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:09  comentar

O Mi­nistério Público do Tra­balho e a Empresa Brasi­leira de Correios e Telégrafos irão lançar, às 14 horas desta sexta-feira, 12, no audi­tório da Ordem dos Advo­gados do Brasil Seccional Paraíba (OAB-PB), um selo contra a exploração sexual de crianças e adolescentes.
O MPT convida ainda todas as entidades gover­namentais e não-governa­mentais a comparecerem à audiência pública a ser rea­lizada no mesmo local para discutir a problemática do trabalho infantil no Estado.
O dia 12 de junho foi instituído pela Organiza­ção Internacional do Tra­balho como o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil. Na Paraíba, traba­lham aproximadamente 105 mil crianças e adolescentes, de 5 a 17 anos, segundo a Síntese de Indicadores So­ciais 2008 do Instituto Bra­sileiro de Geografia e Es­tatística (IBGE). Algumas das formas especialmente nocivas de trabalho infantil são o trabalho doméstico, a exploração sexual de crian­ças e adolescentes para fins comerciais e o trabalho a céu aberto nas ruas.
Na audiência estarão pre­sentes o Ministério Público Estadual, a Associação dos Magistrados do Trabalho da 13ª Região (Amatra13) e o Ministério Público do Es­tado da Paraíba. O evento é aberto ao público.
Para o Procurador do Trabalho Eduardo Varan­das, autor da idéia do selo, é muito importante que haja uma reflexão para verificar as políticas públicas em re­lação ao combate do traba­lho de crianças e adolescen­tes. Varandas também é da Coordenadoria Nacional de Combate à Exploração do Trabalho da Criança e do Adolescente do MPT, sendo o titular na 13ª Região. pro­curador também comentou sobre a importância do lan­çamento do selo lembrando a campanha de combate à exploração sexual infantil: “Trata-se de um apoio dos Correios para a campanha. É um símbolo de luta, mas muitas outras estratégias devem ser tomadas para que a exploração sexual infantil seja continuamente reprimida”, comentou.


Paraíba.com.br
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Secretaria de Justiça não autorizou entrevista coletiva programada para quarta-feira

A Secretaria Estadual de Justiça vetou a entrevista coletiva que o homem acusado pelo crime do Morro do Boi teria programado para a quarta-feira. Juarez Ferreira Pinto foi identificado pela estudante Monik Pegorari de Lima de ter assassinado seu namorado, Osíris Del Corso, e ter baleado ela própria, em 31 de janeiro, no Morro do Boi em Caiobá. Juarez está preso no complexo penal de Piraquara.
De acordo com nota divulgada pela Secretaria de Justiça e assinada pelo secretário Jair Ramos Braga, "a Lei de Execução Penal não permite que presos concedam entrevista coletiva e que o ato não havia sido autorizado pela Justiça.
A entrevista havia sido convocada pelo advogado do acusado, Nilton Ribeiro, que afirma que durante a entrevista exibiria elementos que comprovariam a inocência de seu cliente. Segundo o advogado, existem muitas contradições no inquérito e que Juarez teria um álibi para o momento do crime, embora tenha sido reconhecido pela própria vítima.


Jornale
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Secretaria de Justiça não autorizou entrevista coletiva programada para quarta-feira

A Secretaria Estadual de Justiça vetou a entrevista coletiva que o homem acusado pelo crime do Morro do Boi teria programado para a quarta-feira. Juarez Ferreira Pinto foi identificado pela estudante Monik Pegorari de Lima de ter assassinado seu namorado, Osíris Del Corso, e ter baleado ela própria, em 31 de janeiro, no Morro do Boi em Caiobá. Juarez está preso no complexo penal de Piraquara.
De acordo com nota divulgada pela Secretaria de Justiça e assinada pelo secretário Jair Ramos Braga, "a Lei de Execução Penal não permite que presos concedam entrevista coletiva e que o ato não havia sido autorizado pela Justiça.
A entrevista havia sido convocada pelo advogado do acusado, Nilton Ribeiro, que afirma que durante a entrevista exibiria elementos que comprovariam a inocência de seu cliente. Segundo o advogado, existem muitas contradições no inquérito e que Juarez teria um álibi para o momento do crime, embora tenha sido reconhecido pela própria vítima.


Jornale
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Secretaria de Justiça não autorizou entrevista coletiva programada para quarta-feira

A Secretaria Estadual de Justiça vetou a entrevista coletiva que o homem acusado pelo crime do Morro do Boi teria programado para a quarta-feira. Juarez Ferreira Pinto foi identificado pela estudante Monik Pegorari de Lima de ter assassinado seu namorado, Osíris Del Corso, e ter baleado ela própria, em 31 de janeiro, no Morro do Boi em Caiobá. Juarez está preso no complexo penal de Piraquara.
De acordo com nota divulgada pela Secretaria de Justiça e assinada pelo secretário Jair Ramos Braga, "a Lei de Execução Penal não permite que presos concedam entrevista coletiva e que o ato não havia sido autorizado pela Justiça.
A entrevista havia sido convocada pelo advogado do acusado, Nilton Ribeiro, que afirma que durante a entrevista exibiria elementos que comprovariam a inocência de seu cliente. Segundo o advogado, existem muitas contradições no inquérito e que Juarez teria um álibi para o momento do crime, embora tenha sido reconhecido pela própria vítima.


Jornale
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O desabafo de Antonio Celso de Franco, o pai da engenheira Patrícia Franco, desaparecida desde 14 de junho de 2008

Às 14h de uma terça-feira, dia útil, o engenheiro Antonio Celso de Franco estava na delegacia do homicídios do Rio de Janeiro para fazer a pergunta de sempre: "Cadê Patrícia?". Desde que sua filha, a engenheira de produção Patrícia Franco, então com 24 anos desapareceu após deixar uma casa noturna, Antonio tem feito uma maratona atrás de autoridades em busca de sua resposta. A principal suspeita é de que ela tenha sido assassinada por policiais militares ao se recusar a parar numa blitz. Antonio já organizou três passeatas, esteve com dois ministros, com o governador do Rio, com o secretário de Segurança do Estado e está mobilizando artistas para que apareçam no site http://www.cadepatricia.com.br/. No domingo, Antonio liderou uma marcha até a casa de José Mariano Beltrame, o secretário de Segurança do Rio. Antonio deu a seguinte entrevista a ÉPOCA.

ÉPOCA - O que o senhor acha que aconteceu com sua filha?
Antonio Celso de Franco - Temos informações que estão no inquérito que mostram que ela furou uma falsa blitz de policiais (blitz não autorizada pelo comando) quando passou por São Conrado. Eles avisaram aos PMs que estavam na Barra e quando ela chegou lá os policiais atiraram no carro.

ÉPOCA - Qual a versão dos policiais?
Franco - Eles disseram que estavam parados e que o carro dela passou desgovernado e caiu no rio. O corpo não apareceu. A primeira perícia feita não encontrou sequer os três tiros no carro. Meu filho é que foi na delegacia e mostrou as marcas da bala. Colocaram uma pedra dentro do carro para ele afundar, quebraram o vidro para sumir com uma marca de tiro. Quando falei com a perita que ela devia preservar a área e tirar digitais, ela só disse o seguinte: "ela já morreu mesmo, isso foi acidente, caiu no rio".

ÉPOCA - Um ano depois, o caso ainda não foi esclarecido. Por que tanta demora?
Franco - No início não havia vontade de investigar. Para você ter uma ideia, a perícia mandava os laudos pelo Correio para a polícia. Os laudos demoravam meses e eram todos inconclusivos.

ÉPOCA - O fato de policiais serem suspeitos dificulta a apuração?
Franco - A PM dificultou muito as investigações. A polícia civil pediu a movimentação dos carros de polícia pelo GPS, eles não mandaram de todos. A transcrição dos rádios também não veio completa. Não sei qual é o interesse em esconder a verdade.

ÉPOCA - O senhor não tem medo de denunciar os policiais?
Franco - Medo por que? O que de pior pode me acontecer? Perdi uma filha que estava no auge de sua felicidade. Ela tinha acabado de ser contratada no emprego, comprado seu primeiro carro. Era uma menina cheia de planos, queria morar nos Estados Unidos se casar com o namorado. O pior já aconteceu comigo. Não tenho medo de mais nada.

ÉPOCA - Por que vocês foram até a casa do secretário, se ele já tinha recebido o senhor duas vezes?
Franco - Fomos convidá-lo a participar da passeata, mas ele não estava.

ÉPOCA - O senhor consegue dormir?
Franco - Durmo, mas acordo toda noite assustado, como se estivesse num pesadelo. Minha mulher dorme só uma hora por dia e acorda chorando há um ano.

ÉPOCA - E sonha?
Franco - Sonho muito com a Patrícia. Nos meus sonhos ela volta para casa e diz que estava bem, só tinha esquecido de voltar.


ÉPOCA
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O desabafo de Antonio Celso de Franco, o pai da engenheira Patrícia Franco, desaparecida desde 14 de junho de 2008

Às 14h de uma terça-feira, dia útil, o engenheiro Antonio Celso de Franco estava na delegacia do homicídios do Rio de Janeiro para fazer a pergunta de sempre: "Cadê Patrícia?". Desde que sua filha, a engenheira de produção Patrícia Franco, então com 24 anos desapareceu após deixar uma casa noturna, Antonio tem feito uma maratona atrás de autoridades em busca de sua resposta. A principal suspeita é de que ela tenha sido assassinada por policiais militares ao se recusar a parar numa blitz. Antonio já organizou três passeatas, esteve com dois ministros, com o governador do Rio, com o secretário de Segurança do Estado e está mobilizando artistas para que apareçam no site http://www.cadepatricia.com.br/. No domingo, Antonio liderou uma marcha até a casa de José Mariano Beltrame, o secretário de Segurança do Rio. Antonio deu a seguinte entrevista a ÉPOCA.

ÉPOCA - O que o senhor acha que aconteceu com sua filha?
Antonio Celso de Franco - Temos informações que estão no inquérito que mostram que ela furou uma falsa blitz de policiais (blitz não autorizada pelo comando) quando passou por São Conrado. Eles avisaram aos PMs que estavam na Barra e quando ela chegou lá os policiais atiraram no carro.

ÉPOCA - Qual a versão dos policiais?
Franco - Eles disseram que estavam parados e que o carro dela passou desgovernado e caiu no rio. O corpo não apareceu. A primeira perícia feita não encontrou sequer os três tiros no carro. Meu filho é que foi na delegacia e mostrou as marcas da bala. Colocaram uma pedra dentro do carro para ele afundar, quebraram o vidro para sumir com uma marca de tiro. Quando falei com a perita que ela devia preservar a área e tirar digitais, ela só disse o seguinte: "ela já morreu mesmo, isso foi acidente, caiu no rio".

ÉPOCA - Um ano depois, o caso ainda não foi esclarecido. Por que tanta demora?
Franco - No início não havia vontade de investigar. Para você ter uma ideia, a perícia mandava os laudos pelo Correio para a polícia. Os laudos demoravam meses e eram todos inconclusivos.

ÉPOCA - O fato de policiais serem suspeitos dificulta a apuração?
Franco - A PM dificultou muito as investigações. A polícia civil pediu a movimentação dos carros de polícia pelo GPS, eles não mandaram de todos. A transcrição dos rádios também não veio completa. Não sei qual é o interesse em esconder a verdade.

ÉPOCA - O senhor não tem medo de denunciar os policiais?
Franco - Medo por que? O que de pior pode me acontecer? Perdi uma filha que estava no auge de sua felicidade. Ela tinha acabado de ser contratada no emprego, comprado seu primeiro carro. Era uma menina cheia de planos, queria morar nos Estados Unidos se casar com o namorado. O pior já aconteceu comigo. Não tenho medo de mais nada.

ÉPOCA - Por que vocês foram até a casa do secretário, se ele já tinha recebido o senhor duas vezes?
Franco - Fomos convidá-lo a participar da passeata, mas ele não estava.

ÉPOCA - O senhor consegue dormir?
Franco - Durmo, mas acordo toda noite assustado, como se estivesse num pesadelo. Minha mulher dorme só uma hora por dia e acorda chorando há um ano.

ÉPOCA - E sonha?
Franco - Sonho muito com a Patrícia. Nos meus sonhos ela volta para casa e diz que estava bem, só tinha esquecido de voltar.


ÉPOCA
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O desabafo de Antonio Celso de Franco, o pai da engenheira Patrícia Franco, desaparecida desde 14 de junho de 2008

Às 14h de uma terça-feira, dia útil, o engenheiro Antonio Celso de Franco estava na delegacia do homicídios do Rio de Janeiro para fazer a pergunta de sempre: "Cadê Patrícia?". Desde que sua filha, a engenheira de produção Patrícia Franco, então com 24 anos desapareceu após deixar uma casa noturna, Antonio tem feito uma maratona atrás de autoridades em busca de sua resposta. A principal suspeita é de que ela tenha sido assassinada por policiais militares ao se recusar a parar numa blitz. Antonio já organizou três passeatas, esteve com dois ministros, com o governador do Rio, com o secretário de Segurança do Estado e está mobilizando artistas para que apareçam no site http://www.cadepatricia.com.br/. No domingo, Antonio liderou uma marcha até a casa de José Mariano Beltrame, o secretário de Segurança do Rio. Antonio deu a seguinte entrevista a ÉPOCA.

ÉPOCA - O que o senhor acha que aconteceu com sua filha?
Antonio Celso de Franco - Temos informações que estão no inquérito que mostram que ela furou uma falsa blitz de policiais (blitz não autorizada pelo comando) quando passou por São Conrado. Eles avisaram aos PMs que estavam na Barra e quando ela chegou lá os policiais atiraram no carro.

ÉPOCA - Qual a versão dos policiais?
Franco - Eles disseram que estavam parados e que o carro dela passou desgovernado e caiu no rio. O corpo não apareceu. A primeira perícia feita não encontrou sequer os três tiros no carro. Meu filho é que foi na delegacia e mostrou as marcas da bala. Colocaram uma pedra dentro do carro para ele afundar, quebraram o vidro para sumir com uma marca de tiro. Quando falei com a perita que ela devia preservar a área e tirar digitais, ela só disse o seguinte: "ela já morreu mesmo, isso foi acidente, caiu no rio".

ÉPOCA - Um ano depois, o caso ainda não foi esclarecido. Por que tanta demora?
Franco - No início não havia vontade de investigar. Para você ter uma ideia, a perícia mandava os laudos pelo Correio para a polícia. Os laudos demoravam meses e eram todos inconclusivos.

ÉPOCA - O fato de policiais serem suspeitos dificulta a apuração?
Franco - A PM dificultou muito as investigações. A polícia civil pediu a movimentação dos carros de polícia pelo GPS, eles não mandaram de todos. A transcrição dos rádios também não veio completa. Não sei qual é o interesse em esconder a verdade.

ÉPOCA - O senhor não tem medo de denunciar os policiais?
Franco - Medo por que? O que de pior pode me acontecer? Perdi uma filha que estava no auge de sua felicidade. Ela tinha acabado de ser contratada no emprego, comprado seu primeiro carro. Era uma menina cheia de planos, queria morar nos Estados Unidos se casar com o namorado. O pior já aconteceu comigo. Não tenho medo de mais nada.

ÉPOCA - Por que vocês foram até a casa do secretário, se ele já tinha recebido o senhor duas vezes?
Franco - Fomos convidá-lo a participar da passeata, mas ele não estava.

ÉPOCA - O senhor consegue dormir?
Franco - Durmo, mas acordo toda noite assustado, como se estivesse num pesadelo. Minha mulher dorme só uma hora por dia e acorda chorando há um ano.

ÉPOCA - E sonha?
Franco - Sonho muito com a Patrícia. Nos meus sonhos ela volta para casa e diz que estava bem, só tinha esquecido de voltar.


ÉPOCA
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Encontre um tempinho entre os compromissos com os filhos, casa, trabalho e marido para estar ao lado de uma amiga.

Um estudo realizado pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, revela: ficar perto de um amigo aumenta os níveis do hormônio progesterona, o que causa bem-estar e reduz a ansiedade e estresse.
Para a pesquisa, cientistas examinaram a relação entre proximidade interpessoal e progesterona salivar de 160 estudantes do sexo feminino. Também foram analisados os níveis de cortisol na saliva das mulheres e informações sobre o ciclo menstrual e uso de contraceptivos ou outros medicamentos com hormônios.
As mulheres fizeram atividades com seus pares que poderiam ou não envolver emoções. O resultado mostrou que o nível de progesterona daquelas que fizeram tarefas neutras diminuiu, diferente das estudantes engajadas naquelas que tinham uma proximidade emocional.
Segundo o autor do estudo, Stephanie Brown, é importante encontrar as ligações entre os mecanismos biológicos humanos e o comportamento social. Ele acredia que os resultados ajudam a entender por que razão as pessoas com estreitas relações são mais felizes, saudáveis e vivem mais tempo do que aqueles que estão socialmente isolados



Crescer
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:29  comentar

Encontre um tempinho entre os compromissos com os filhos, casa, trabalho e marido para estar ao lado de uma amiga.

Um estudo realizado pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, revela: ficar perto de um amigo aumenta os níveis do hormônio progesterona, o que causa bem-estar e reduz a ansiedade e estresse.
Para a pesquisa, cientistas examinaram a relação entre proximidade interpessoal e progesterona salivar de 160 estudantes do sexo feminino. Também foram analisados os níveis de cortisol na saliva das mulheres e informações sobre o ciclo menstrual e uso de contraceptivos ou outros medicamentos com hormônios.
As mulheres fizeram atividades com seus pares que poderiam ou não envolver emoções. O resultado mostrou que o nível de progesterona daquelas que fizeram tarefas neutras diminuiu, diferente das estudantes engajadas naquelas que tinham uma proximidade emocional.
Segundo o autor do estudo, Stephanie Brown, é importante encontrar as ligações entre os mecanismos biológicos humanos e o comportamento social. Ele acredia que os resultados ajudam a entender por que razão as pessoas com estreitas relações são mais felizes, saudáveis e vivem mais tempo do que aqueles que estão socialmente isolados



Crescer
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Encontre um tempinho entre os compromissos com os filhos, casa, trabalho e marido para estar ao lado de uma amiga.

Um estudo realizado pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, revela: ficar perto de um amigo aumenta os níveis do hormônio progesterona, o que causa bem-estar e reduz a ansiedade e estresse.
Para a pesquisa, cientistas examinaram a relação entre proximidade interpessoal e progesterona salivar de 160 estudantes do sexo feminino. Também foram analisados os níveis de cortisol na saliva das mulheres e informações sobre o ciclo menstrual e uso de contraceptivos ou outros medicamentos com hormônios.
As mulheres fizeram atividades com seus pares que poderiam ou não envolver emoções. O resultado mostrou que o nível de progesterona daquelas que fizeram tarefas neutras diminuiu, diferente das estudantes engajadas naquelas que tinham uma proximidade emocional.
Segundo o autor do estudo, Stephanie Brown, é importante encontrar as ligações entre os mecanismos biológicos humanos e o comportamento social. Ele acredia que os resultados ajudam a entender por que razão as pessoas com estreitas relações são mais felizes, saudáveis e vivem mais tempo do que aqueles que estão socialmente isolados



Crescer
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RIO E BRASÍLIA - Em entrevista coletiva concedida na manhã desta quinta-feira, em Recife, a Força Aérea Brasileira (FAB) e a Marinha do Brasil afirmaram que navios franceses que participam dos trabalhos de busca por destroços e vítimas do acidente com o voo 447 da Air France teriam avistado novos corpos no mar. A informação, no entanto, ainda não foi confirmada pelas equipes de resgate brasileiras. Segundo as autoridades, o trabalho de busca por corpos pode ser estendido até o dia 25, dependendo das condições meteorológicas e das correntes marítimas nas proximidades da costa de Fernando de Noronha ( Imagens dos destroços ).
- Um navio francês anunciou ter avistado novos corpos. Não sabemos ainda quantos - disse o brigadeiro Ramon Cardoso. - Se confirmada a informação, a Fragata Constituição, da Marinha brasileira, será deslocada para a área para o recolhimento e transporte dos mesmos até Fernando de Noronha.
Após 10 dias de buscas, 41 corpos já foram resgatados . Dezesseis deles já estão no Instituto Médico Legal (IML) de Recife, onde começam a ser analisados por peritos nesta tarde. Ao todo, quarenta profissionais - um deles francês - estão trabalhando na identificação das vítimas. Os outros 25 corpos encontrados até o momento foram transportados na manhã desta quinta-feira, de helicóptero, para Fernando de Noronha. Eles serão submetidos a uma identificação preliminar antes de serem transferidos para Recife ( Peças resgatadas do mar chegam de navio a Natal ).
- Ainda não temos uma data limite para terminar as buscas. Nosso planejamento logístico está feito até o dia 19. Mas na próxima semana faremos um nova avaliação das condições de meteorologia e das correntes para saber se ainda há condições de continuarmos os trabalhos até o dia 25 - disse Ramon aos jornalistas. - Somente quando todas as possibilidades forem esgotadas encerraremos as buscas ( Quatro Airbus fizeram pouso de emergência nos últimos dias ).
Segundo o brigadeiro, a localização dos corpos e destroços - muito distantes da costa brasileira - dificulta a operação de resgate.


O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:17  comentar

RIO E BRASÍLIA - Em entrevista coletiva concedida na manhã desta quinta-feira, em Recife, a Força Aérea Brasileira (FAB) e a Marinha do Brasil afirmaram que navios franceses que participam dos trabalhos de busca por destroços e vítimas do acidente com o voo 447 da Air France teriam avistado novos corpos no mar. A informação, no entanto, ainda não foi confirmada pelas equipes de resgate brasileiras. Segundo as autoridades, o trabalho de busca por corpos pode ser estendido até o dia 25, dependendo das condições meteorológicas e das correntes marítimas nas proximidades da costa de Fernando de Noronha ( Imagens dos destroços ).
- Um navio francês anunciou ter avistado novos corpos. Não sabemos ainda quantos - disse o brigadeiro Ramon Cardoso. - Se confirmada a informação, a Fragata Constituição, da Marinha brasileira, será deslocada para a área para o recolhimento e transporte dos mesmos até Fernando de Noronha.
Após 10 dias de buscas, 41 corpos já foram resgatados . Dezesseis deles já estão no Instituto Médico Legal (IML) de Recife, onde começam a ser analisados por peritos nesta tarde. Ao todo, quarenta profissionais - um deles francês - estão trabalhando na identificação das vítimas. Os outros 25 corpos encontrados até o momento foram transportados na manhã desta quinta-feira, de helicóptero, para Fernando de Noronha. Eles serão submetidos a uma identificação preliminar antes de serem transferidos para Recife ( Peças resgatadas do mar chegam de navio a Natal ).
- Ainda não temos uma data limite para terminar as buscas. Nosso planejamento logístico está feito até o dia 19. Mas na próxima semana faremos um nova avaliação das condições de meteorologia e das correntes para saber se ainda há condições de continuarmos os trabalhos até o dia 25 - disse Ramon aos jornalistas. - Somente quando todas as possibilidades forem esgotadas encerraremos as buscas ( Quatro Airbus fizeram pouso de emergência nos últimos dias ).
Segundo o brigadeiro, a localização dos corpos e destroços - muito distantes da costa brasileira - dificulta a operação de resgate.


O Globo On Line
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RIO E BRASÍLIA - Em entrevista coletiva concedida na manhã desta quinta-feira, em Recife, a Força Aérea Brasileira (FAB) e a Marinha do Brasil afirmaram que navios franceses que participam dos trabalhos de busca por destroços e vítimas do acidente com o voo 447 da Air France teriam avistado novos corpos no mar. A informação, no entanto, ainda não foi confirmada pelas equipes de resgate brasileiras. Segundo as autoridades, o trabalho de busca por corpos pode ser estendido até o dia 25, dependendo das condições meteorológicas e das correntes marítimas nas proximidades da costa de Fernando de Noronha ( Imagens dos destroços ).
- Um navio francês anunciou ter avistado novos corpos. Não sabemos ainda quantos - disse o brigadeiro Ramon Cardoso. - Se confirmada a informação, a Fragata Constituição, da Marinha brasileira, será deslocada para a área para o recolhimento e transporte dos mesmos até Fernando de Noronha.
Após 10 dias de buscas, 41 corpos já foram resgatados . Dezesseis deles já estão no Instituto Médico Legal (IML) de Recife, onde começam a ser analisados por peritos nesta tarde. Ao todo, quarenta profissionais - um deles francês - estão trabalhando na identificação das vítimas. Os outros 25 corpos encontrados até o momento foram transportados na manhã desta quinta-feira, de helicóptero, para Fernando de Noronha. Eles serão submetidos a uma identificação preliminar antes de serem transferidos para Recife ( Peças resgatadas do mar chegam de navio a Natal ).
- Ainda não temos uma data limite para terminar as buscas. Nosso planejamento logístico está feito até o dia 19. Mas na próxima semana faremos um nova avaliação das condições de meteorologia e das correntes para saber se ainda há condições de continuarmos os trabalhos até o dia 25 - disse Ramon aos jornalistas. - Somente quando todas as possibilidades forem esgotadas encerraremos as buscas ( Quatro Airbus fizeram pouso de emergência nos últimos dias ).
Segundo o brigadeiro, a localização dos corpos e destroços - muito distantes da costa brasileira - dificulta a operação de resgate.


O Globo On Line
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Uma manhã de mobilização na Praça do Rádio Clube, contra o trabalho infantil, organizada pela prefeitura através da SAS (Secretaria Municipal de Assistência Social) movimentou a terça-feira na Capital.
Vestidos com a camiseta com o logotipo de catavento, lembrando o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, crianças, jovens e adolescentes de 35 entidades participaram das atividades que envolveram a arte, com a apresentação da fanfarra do IMCG (Instituto Mirim de Campo Grande), a distribuição de panfletos e a adesivagem de carros.
O prefeito Nelsinho Trad saudou os participantes e, durante discurso, defendeu o combate ao trabalho infantil, principalmente no interior. Ele lembrou que, na Capital, as ações atingem jovens e adolescentes que são inseridos nos programas executados pela SAS. “Campo Grande tem procurado desenvolver programas que contemplem a idade adequada para afastar crianças e jovens do trabalho quando ainda estão na fase escolar. Estamos fazendo o dever de casa com os programas sociais, oferecendo condições para estudar e ainda desenvolver atividades recreativas”, informou Nelsinho.
Ciente de que, apesar de todo o esforço, ainda há muito a ser feito, o prefeito incentivou servidores públicos e população a continuarem persistindo. “Como em todas as áreas, sempre tem mais pra ser feito. Por isto, a cada dia procuramos nos empenhar ainda mais. Essas mobilizações são muito importantes porque ajudam a conscientizar os adultos que ainda empregam crianças e adolescentes. Esse é o nosso grande desafio”, declarou Nelsinho.
A secretaria de Assistência Social, Ilza Mateus explicou que no total o município atende 3.900 crianças e adolescentes. “Através das ações da SAS, do Governo Federal e das parcerias que fizemos com 63 ongs, estamos atendendo 1.755 jovens no Peti (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil), no total são quase quatro mil jovens e adolescentes atendidos com atividades nos Cras (Centro de Referência de Assistência Social), onde elas podem brincar, desenvolver a criatividade, desfrutar do lazer e entretenimento com outros companheiros da mesma faixa etária e onde, também, recebem lanche e refeição”, explicou a titular da pasta.
Presente ao evento, o procurador do trabalho do Ministério do Trabalho, Celso Henrique Rodrigues Fortes explicou que os números que envolvem o trabalho infantil no Estado podem chegar a 60 mil adolescentes entre 15 e 17 anos; 10 mil entre 10 e 15 anos e duas mil crianças entre sete e nove anos. Entretanto, de 2005 até agora foram instaurados menos de 100 inquéritos relacionados ao trabalho infantil, que ainda continua camuflado principalmente em cidades do interior.
“Os números oficiais que temos são de 42 procedimentos investigatórios, sendo a maior parte relacionada à agricultura. Acreditamos que o pequeno número se deve a falta da cultura de denúncia, que ainda é insatisfatória, o que é muito preocupante, porque o trabalho infantil tira a oportunidade da criança e do adolescente se desenvolverem plenamente. O governo federal tem programa específico para isso. Acabamos de ouvir o prefeito falar das ações e das preocupações para afastar crianças e adolescentes do trabalho. Mas estamos atentos e queremos insistir, é preciso que as pessoas denunciem”, explicou o procurador.
Através de uma denúncia, o menor E.E.S.P de 13 anos e outras duas crianças foram levadas ao Conselho Tutelar porque estavam distribuindo panfletos no cruzamento da rua Rui Barbosa com a avenida Zahran, em janeiro do ano passado, durante as férias escolares. O adolescente explica que recebia dez reais por dia, mais um passe e cinqüenta reais por final de semana e que estava trabalhando porque estava de férias, mas diz que prefere muito mais a realidade que vive hoje.
O pré-adolescente foi encaminhado para o projeto da Unidas (Unidade Descentralizada de Assistência Social), onde participa das atividades desde então. “Lá no projeto eu estudo, participo de oficinas de arte e de esporte, faço capoeira, me alimento e gosto muito da rotina que tenho toda manhã. Depois, à tarde, vou pra escola. É muito bom ver que as autoridades estão preocupadas com a gente”, desabafou o adolescente.
A secretária da SAS explicou que os conselhos tutelares estão atentos a situações envolvendo crianças e adolescentes em trabalho infantil e têm encaminhado-as para os projetos.

O procurador do trabalho Celso Fortes explicou que qualquer denúncia pode ser feita através do telefone ou do site do Ministério Público do Trabalho. O telefone é o 3358-3000 e por e-mail para www.prt24.mpt.gov.br.

Também é possível denunciar através do 0800-647 55 66.


Autor: Neyla Godoi
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Uma manhã de mobilização na Praça do Rádio Clube, contra o trabalho infantil, organizada pela prefeitura através da SAS (Secretaria Municipal de Assistência Social) movimentou a terça-feira na Capital.
Vestidos com a camiseta com o logotipo de catavento, lembrando o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, crianças, jovens e adolescentes de 35 entidades participaram das atividades que envolveram a arte, com a apresentação da fanfarra do IMCG (Instituto Mirim de Campo Grande), a distribuição de panfletos e a adesivagem de carros.
O prefeito Nelsinho Trad saudou os participantes e, durante discurso, defendeu o combate ao trabalho infantil, principalmente no interior. Ele lembrou que, na Capital, as ações atingem jovens e adolescentes que são inseridos nos programas executados pela SAS. “Campo Grande tem procurado desenvolver programas que contemplem a idade adequada para afastar crianças e jovens do trabalho quando ainda estão na fase escolar. Estamos fazendo o dever de casa com os programas sociais, oferecendo condições para estudar e ainda desenvolver atividades recreativas”, informou Nelsinho.
Ciente de que, apesar de todo o esforço, ainda há muito a ser feito, o prefeito incentivou servidores públicos e população a continuarem persistindo. “Como em todas as áreas, sempre tem mais pra ser feito. Por isto, a cada dia procuramos nos empenhar ainda mais. Essas mobilizações são muito importantes porque ajudam a conscientizar os adultos que ainda empregam crianças e adolescentes. Esse é o nosso grande desafio”, declarou Nelsinho.
A secretaria de Assistência Social, Ilza Mateus explicou que no total o município atende 3.900 crianças e adolescentes. “Através das ações da SAS, do Governo Federal e das parcerias que fizemos com 63 ongs, estamos atendendo 1.755 jovens no Peti (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil), no total são quase quatro mil jovens e adolescentes atendidos com atividades nos Cras (Centro de Referência de Assistência Social), onde elas podem brincar, desenvolver a criatividade, desfrutar do lazer e entretenimento com outros companheiros da mesma faixa etária e onde, também, recebem lanche e refeição”, explicou a titular da pasta.
Presente ao evento, o procurador do trabalho do Ministério do Trabalho, Celso Henrique Rodrigues Fortes explicou que os números que envolvem o trabalho infantil no Estado podem chegar a 60 mil adolescentes entre 15 e 17 anos; 10 mil entre 10 e 15 anos e duas mil crianças entre sete e nove anos. Entretanto, de 2005 até agora foram instaurados menos de 100 inquéritos relacionados ao trabalho infantil, que ainda continua camuflado principalmente em cidades do interior.
“Os números oficiais que temos são de 42 procedimentos investigatórios, sendo a maior parte relacionada à agricultura. Acreditamos que o pequeno número se deve a falta da cultura de denúncia, que ainda é insatisfatória, o que é muito preocupante, porque o trabalho infantil tira a oportunidade da criança e do adolescente se desenvolverem plenamente. O governo federal tem programa específico para isso. Acabamos de ouvir o prefeito falar das ações e das preocupações para afastar crianças e adolescentes do trabalho. Mas estamos atentos e queremos insistir, é preciso que as pessoas denunciem”, explicou o procurador.
Através de uma denúncia, o menor E.E.S.P de 13 anos e outras duas crianças foram levadas ao Conselho Tutelar porque estavam distribuindo panfletos no cruzamento da rua Rui Barbosa com a avenida Zahran, em janeiro do ano passado, durante as férias escolares. O adolescente explica que recebia dez reais por dia, mais um passe e cinqüenta reais por final de semana e que estava trabalhando porque estava de férias, mas diz que prefere muito mais a realidade que vive hoje.
O pré-adolescente foi encaminhado para o projeto da Unidas (Unidade Descentralizada de Assistência Social), onde participa das atividades desde então. “Lá no projeto eu estudo, participo de oficinas de arte e de esporte, faço capoeira, me alimento e gosto muito da rotina que tenho toda manhã. Depois, à tarde, vou pra escola. É muito bom ver que as autoridades estão preocupadas com a gente”, desabafou o adolescente.
A secretária da SAS explicou que os conselhos tutelares estão atentos a situações envolvendo crianças e adolescentes em trabalho infantil e têm encaminhado-as para os projetos.

O procurador do trabalho Celso Fortes explicou que qualquer denúncia pode ser feita através do telefone ou do site do Ministério Público do Trabalho. O telefone é o 3358-3000 e por e-mail para www.prt24.mpt.gov.br.

Também é possível denunciar através do 0800-647 55 66.


Autor: Neyla Godoi
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:58  comentar

Uma manhã de mobilização na Praça do Rádio Clube, contra o trabalho infantil, organizada pela prefeitura através da SAS (Secretaria Municipal de Assistência Social) movimentou a terça-feira na Capital.
Vestidos com a camiseta com o logotipo de catavento, lembrando o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, crianças, jovens e adolescentes de 35 entidades participaram das atividades que envolveram a arte, com a apresentação da fanfarra do IMCG (Instituto Mirim de Campo Grande), a distribuição de panfletos e a adesivagem de carros.
O prefeito Nelsinho Trad saudou os participantes e, durante discurso, defendeu o combate ao trabalho infantil, principalmente no interior. Ele lembrou que, na Capital, as ações atingem jovens e adolescentes que são inseridos nos programas executados pela SAS. “Campo Grande tem procurado desenvolver programas que contemplem a idade adequada para afastar crianças e jovens do trabalho quando ainda estão na fase escolar. Estamos fazendo o dever de casa com os programas sociais, oferecendo condições para estudar e ainda desenvolver atividades recreativas”, informou Nelsinho.
Ciente de que, apesar de todo o esforço, ainda há muito a ser feito, o prefeito incentivou servidores públicos e população a continuarem persistindo. “Como em todas as áreas, sempre tem mais pra ser feito. Por isto, a cada dia procuramos nos empenhar ainda mais. Essas mobilizações são muito importantes porque ajudam a conscientizar os adultos que ainda empregam crianças e adolescentes. Esse é o nosso grande desafio”, declarou Nelsinho.
A secretaria de Assistência Social, Ilza Mateus explicou que no total o município atende 3.900 crianças e adolescentes. “Através das ações da SAS, do Governo Federal e das parcerias que fizemos com 63 ongs, estamos atendendo 1.755 jovens no Peti (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil), no total são quase quatro mil jovens e adolescentes atendidos com atividades nos Cras (Centro de Referência de Assistência Social), onde elas podem brincar, desenvolver a criatividade, desfrutar do lazer e entretenimento com outros companheiros da mesma faixa etária e onde, também, recebem lanche e refeição”, explicou a titular da pasta.
Presente ao evento, o procurador do trabalho do Ministério do Trabalho, Celso Henrique Rodrigues Fortes explicou que os números que envolvem o trabalho infantil no Estado podem chegar a 60 mil adolescentes entre 15 e 17 anos; 10 mil entre 10 e 15 anos e duas mil crianças entre sete e nove anos. Entretanto, de 2005 até agora foram instaurados menos de 100 inquéritos relacionados ao trabalho infantil, que ainda continua camuflado principalmente em cidades do interior.
“Os números oficiais que temos são de 42 procedimentos investigatórios, sendo a maior parte relacionada à agricultura. Acreditamos que o pequeno número se deve a falta da cultura de denúncia, que ainda é insatisfatória, o que é muito preocupante, porque o trabalho infantil tira a oportunidade da criança e do adolescente se desenvolverem plenamente. O governo federal tem programa específico para isso. Acabamos de ouvir o prefeito falar das ações e das preocupações para afastar crianças e adolescentes do trabalho. Mas estamos atentos e queremos insistir, é preciso que as pessoas denunciem”, explicou o procurador.
Através de uma denúncia, o menor E.E.S.P de 13 anos e outras duas crianças foram levadas ao Conselho Tutelar porque estavam distribuindo panfletos no cruzamento da rua Rui Barbosa com a avenida Zahran, em janeiro do ano passado, durante as férias escolares. O adolescente explica que recebia dez reais por dia, mais um passe e cinqüenta reais por final de semana e que estava trabalhando porque estava de férias, mas diz que prefere muito mais a realidade que vive hoje.
O pré-adolescente foi encaminhado para o projeto da Unidas (Unidade Descentralizada de Assistência Social), onde participa das atividades desde então. “Lá no projeto eu estudo, participo de oficinas de arte e de esporte, faço capoeira, me alimento e gosto muito da rotina que tenho toda manhã. Depois, à tarde, vou pra escola. É muito bom ver que as autoridades estão preocupadas com a gente”, desabafou o adolescente.
A secretária da SAS explicou que os conselhos tutelares estão atentos a situações envolvendo crianças e adolescentes em trabalho infantil e têm encaminhado-as para os projetos.

O procurador do trabalho Celso Fortes explicou que qualquer denúncia pode ser feita através do telefone ou do site do Ministério Público do Trabalho. O telefone é o 3358-3000 e por e-mail para www.prt24.mpt.gov.br.

Também é possível denunciar através do 0800-647 55 66.


Autor: Neyla Godoi
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Criança de 10 anos está internada em estado grave

Uma menina de 10 anos perdeu o braço esquerdo em uma máquina de moer cana em Tapera, no norte gaúcho. O acidente ocorreu na segunda-feira. Ela ajudava o pai quando o cabelo ficou preso no equipamento. Ao tentar socorrê-la, o pai teve um dedo amputado. A criança está internada na CTI pediátrica do hospital São Vicente de Paulo, em Passo Fundo, em estado grave.



Zero Hora
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Criança de 10 anos está internada em estado grave

Uma menina de 10 anos perdeu o braço esquerdo em uma máquina de moer cana em Tapera, no norte gaúcho. O acidente ocorreu na segunda-feira. Ela ajudava o pai quando o cabelo ficou preso no equipamento. Ao tentar socorrê-la, o pai teve um dedo amputado. A criança está internada na CTI pediátrica do hospital São Vicente de Paulo, em Passo Fundo, em estado grave.



Zero Hora
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Criança de 10 anos está internada em estado grave

Uma menina de 10 anos perdeu o braço esquerdo em uma máquina de moer cana em Tapera, no norte gaúcho. O acidente ocorreu na segunda-feira. Ela ajudava o pai quando o cabelo ficou preso no equipamento. Ao tentar socorrê-la, o pai teve um dedo amputado. A criança está internada na CTI pediátrica do hospital São Vicente de Paulo, em Passo Fundo, em estado grave.



Zero Hora
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Imundície se multiplicou no local na forma de lixo e fezes humanas

O "piscinão" que se formou em uma construção abandonada na esquina das ruas Ramiro Barcelos e Cabral, em Porto Alegre, além de estar cada vez mais sujo, virou ponto de consumo de crack. Em 25 de fevereiro, data da primeira matéria do Pelas Ruas sobre o local, a preocupação era com a proliferação de mosquitos da dengue. A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) esclareceu, na época, que o Aedes aegypti não se reproduz em água suja. Agora, a imundície se multiplicou na forma de lixo e fezes humanas, enquanto o abandono atraiu usuários da droga. Na área também "decolam diariamente nuvens de mosquitos que infernizam a comunidade próxima", conforme o arquiteto Álvaro Pedrotti, 47 anos, que reside na Rua Francisco Ferrer com a Cabral. — Eles (funcionários da prefeitura) foram lá em março ou em abril e botaram uma bomba para sugar a água. Mas na primeira chuva voltou tudo — reclamou. O taxista Paulo Alberto Fraga dos Santos, 60, tem observado a movimentação dos usuários de entorpecentes. Ele tem ponto no local há seis anos. O abandono da construção já dura cinco, disse. Já o crack apareceu por ali este ano. — O que dá de maloqueiro ali de noite é impressionante. Vi gente usando crack diversas vezes. A SMS pediu para que a vizinhança ligue para o número 156 para obter um protocolo e fiscais confiram o problema para definir qual a solução cabível. Os telefonemas, porém, já têm sido feitos, de acordo com Pedrotti. — Devem ser incontáveis os pedidos de providência protocolados na Prefeitura para solucionar a questão do "piscinão".


Zero Hora
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Imundície se multiplicou no local na forma de lixo e fezes humanas

O "piscinão" que se formou em uma construção abandonada na esquina das ruas Ramiro Barcelos e Cabral, em Porto Alegre, além de estar cada vez mais sujo, virou ponto de consumo de crack. Em 25 de fevereiro, data da primeira matéria do Pelas Ruas sobre o local, a preocupação era com a proliferação de mosquitos da dengue. A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) esclareceu, na época, que o Aedes aegypti não se reproduz em água suja. Agora, a imundície se multiplicou na forma de lixo e fezes humanas, enquanto o abandono atraiu usuários da droga. Na área também "decolam diariamente nuvens de mosquitos que infernizam a comunidade próxima", conforme o arquiteto Álvaro Pedrotti, 47 anos, que reside na Rua Francisco Ferrer com a Cabral. — Eles (funcionários da prefeitura) foram lá em março ou em abril e botaram uma bomba para sugar a água. Mas na primeira chuva voltou tudo — reclamou. O taxista Paulo Alberto Fraga dos Santos, 60, tem observado a movimentação dos usuários de entorpecentes. Ele tem ponto no local há seis anos. O abandono da construção já dura cinco, disse. Já o crack apareceu por ali este ano. — O que dá de maloqueiro ali de noite é impressionante. Vi gente usando crack diversas vezes. A SMS pediu para que a vizinhança ligue para o número 156 para obter um protocolo e fiscais confiram o problema para definir qual a solução cabível. Os telefonemas, porém, já têm sido feitos, de acordo com Pedrotti. — Devem ser incontáveis os pedidos de providência protocolados na Prefeitura para solucionar a questão do "piscinão".


Zero Hora
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Imundície se multiplicou no local na forma de lixo e fezes humanas

O "piscinão" que se formou em uma construção abandonada na esquina das ruas Ramiro Barcelos e Cabral, em Porto Alegre, além de estar cada vez mais sujo, virou ponto de consumo de crack. Em 25 de fevereiro, data da primeira matéria do Pelas Ruas sobre o local, a preocupação era com a proliferação de mosquitos da dengue. A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) esclareceu, na época, que o Aedes aegypti não se reproduz em água suja. Agora, a imundície se multiplicou na forma de lixo e fezes humanas, enquanto o abandono atraiu usuários da droga. Na área também "decolam diariamente nuvens de mosquitos que infernizam a comunidade próxima", conforme o arquiteto Álvaro Pedrotti, 47 anos, que reside na Rua Francisco Ferrer com a Cabral. — Eles (funcionários da prefeitura) foram lá em março ou em abril e botaram uma bomba para sugar a água. Mas na primeira chuva voltou tudo — reclamou. O taxista Paulo Alberto Fraga dos Santos, 60, tem observado a movimentação dos usuários de entorpecentes. Ele tem ponto no local há seis anos. O abandono da construção já dura cinco, disse. Já o crack apareceu por ali este ano. — O que dá de maloqueiro ali de noite é impressionante. Vi gente usando crack diversas vezes. A SMS pediu para que a vizinhança ligue para o número 156 para obter um protocolo e fiscais confiram o problema para definir qual a solução cabível. Os telefonemas, porém, já têm sido feitos, de acordo com Pedrotti. — Devem ser incontáveis os pedidos de providência protocolados na Prefeitura para solucionar a questão do "piscinão".


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Hoje, 10 de junho, representantes de diversos movimentos sociais entregaram ao Embaixador do Peru no Brasil, Hugo de Zela, uma carta de protesto contra o assassinato de pelo menos 30 indígenas em Bágua, amazônia peruana, nos dias 5 e 6 de junho. As mortes ocorreram durante confronto com a polícia do país, que reprimia um protesto contra o Tratado do Livre Comércio (TLC). Incluindo policiais e outros civis mortos, o número de vítimas do conflito chegariam a 60.


Amazonia Selvagem
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:27  comentar

Hoje, 10 de junho, representantes de diversos movimentos sociais entregaram ao Embaixador do Peru no Brasil, Hugo de Zela, uma carta de protesto contra o assassinato de pelo menos 30 indígenas em Bágua, amazônia peruana, nos dias 5 e 6 de junho. As mortes ocorreram durante confronto com a polícia do país, que reprimia um protesto contra o Tratado do Livre Comércio (TLC). Incluindo policiais e outros civis mortos, o número de vítimas do conflito chegariam a 60.


Amazonia Selvagem
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Hoje, 10 de junho, representantes de diversos movimentos sociais entregaram ao Embaixador do Peru no Brasil, Hugo de Zela, uma carta de protesto contra o assassinato de pelo menos 30 indígenas em Bágua, amazônia peruana, nos dias 5 e 6 de junho. As mortes ocorreram durante confronto com a polícia do país, que reprimia um protesto contra o Tratado do Livre Comércio (TLC). Incluindo policiais e outros civis mortos, o número de vítimas do conflito chegariam a 60.


Amazonia Selvagem
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SÃO PAULO - Uma estudante de Direito, de 28 anos, foi presa em Jundiaí, a 60 km de São Paulo, acusada de controlar a arredação com a venda de drogas em 19 cidades. Fernanda Vetori Maria era procurada por participação em cinco sequestros e uma tentativa de homicídio. Durante 30 dias, uma escuta telefônica monitorou a ação de Fernanda, que foi presa nesta quarta-feira em sua loja de roupas. Nas gravações, ela faz ameaças aos homens encarregados de repassar o dinheiro do tráfico aos chefes da quadrilha, dizendo que fará "um procedimento".
A lista de arrecadação em poder dela tinha mais de 100 apelidos. Em apenas dois dias, contabilizada R$ 300 mil em vendas de drogas.
Segundo a polícia, a jovem integra a quadrilha que atua nos presídios paulistas. Ela também é suspeita de participação nos ataques da facção em 2006, que causaram a morte de um policial e deixaram outro ferido em Jundiaí.
- Ela cobra dinheiro e faz ameaças, dizendo que vai colocar o pagamento no prazo. Na gíria, isso significa que quem não cumpre o prazo morre - disse o delegado Antônio Seleguin Júnior.


O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:43  comentar


SÃO PAULO - Uma estudante de Direito, de 28 anos, foi presa em Jundiaí, a 60 km de São Paulo, acusada de controlar a arredação com a venda de drogas em 19 cidades. Fernanda Vetori Maria era procurada por participação em cinco sequestros e uma tentativa de homicídio. Durante 30 dias, uma escuta telefônica monitorou a ação de Fernanda, que foi presa nesta quarta-feira em sua loja de roupas. Nas gravações, ela faz ameaças aos homens encarregados de repassar o dinheiro do tráfico aos chefes da quadrilha, dizendo que fará "um procedimento".
A lista de arrecadação em poder dela tinha mais de 100 apelidos. Em apenas dois dias, contabilizada R$ 300 mil em vendas de drogas.
Segundo a polícia, a jovem integra a quadrilha que atua nos presídios paulistas. Ela também é suspeita de participação nos ataques da facção em 2006, que causaram a morte de um policial e deixaram outro ferido em Jundiaí.
- Ela cobra dinheiro e faz ameaças, dizendo que vai colocar o pagamento no prazo. Na gíria, isso significa que quem não cumpre o prazo morre - disse o delegado Antônio Seleguin Júnior.


O Globo On Line
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SÃO PAULO - Uma estudante de Direito, de 28 anos, foi presa em Jundiaí, a 60 km de São Paulo, acusada de controlar a arredação com a venda de drogas em 19 cidades. Fernanda Vetori Maria era procurada por participação em cinco sequestros e uma tentativa de homicídio. Durante 30 dias, uma escuta telefônica monitorou a ação de Fernanda, que foi presa nesta quarta-feira em sua loja de roupas. Nas gravações, ela faz ameaças aos homens encarregados de repassar o dinheiro do tráfico aos chefes da quadrilha, dizendo que fará "um procedimento".
A lista de arrecadação em poder dela tinha mais de 100 apelidos. Em apenas dois dias, contabilizada R$ 300 mil em vendas de drogas.
Segundo a polícia, a jovem integra a quadrilha que atua nos presídios paulistas. Ela também é suspeita de participação nos ataques da facção em 2006, que causaram a morte de um policial e deixaram outro ferido em Jundiaí.
- Ela cobra dinheiro e faz ameaças, dizendo que vai colocar o pagamento no prazo. Na gíria, isso significa que quem não cumpre o prazo morre - disse o delegado Antônio Seleguin Júnior.


O Globo On Line
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PELA CABEÇA DE UM ADVOGADO brasileiro passarão as seguintes imagens: montaria a cavalo no haras com Sean, conversas com o garoto na praia de Búzios, jantares em família, triste lembrança da ex-esposa falecida. Isso tudo pode acabar hoje.

NA OUTRA MENTE, A AMERICANA: quarto do filho com brinquedos defasados, lembrança dos passeios de barco, imagens das diversas batalhas perdidas em tribunais do Rio de Janeiro, do dia que o sonho de levar o filho pra casa foi adiado – mais uma vez. Um recomeço pode estar perto.

Essas duas mentes – João Paulo Bagueira Leal Lins e Silva e David George Goldman – deverão se encontrar no plenário do Supremo Tribunal Federal, em Brasília. (Veja aqui)

Para Lins e Silva a sentença pode determinar o afastamento do enteado que aprendeu a amar. Para David, é a chance mais clara – depois de tantos anos – de rever o filho legítimo que já amava antes mesmo do nascimento.

Como mostra o site do STF, foi concedido a Lins e Silva o direito de expor sua perspectiva no plenário. Não há nada que confirme que David poderá fazer o mesmo. Mas o seu advogado, Ricardo Zamariola Jr., foi convidado a participar da sessão.

Após anos de debates sobre alienação parental, Convenção de Haia, direito de um pai biológico, pai é quem cria, não quem faz, o caso Goldman saiu da Vara de Família – onde nunca deveria ter entrado, já que o pai acionou leis internacionais a tempo – para incomodar brasileiros de todas as classes.

Na teoria, uma derrota para David Goldman hoje significaria que o STF deve marcar novo julgamento, que pode durar meses, ou até anos, para ser realizado. Na prática, representaria a vitória do “jeitinho” nacional sobre a lei internacional, da sociedade de influências sobre a sociedade de direito.

O preceito da reciprocidade internacional é tão simples – e traz tantos benefícios para todas as partes – que é difícil entender porque um país não deseja cumprir o tratado que assinou. Só em 2007, os EUA retornaram a outros países 262 crianças abduzidas para seu solo e recebeu de volta 217 americaninhos levados para o estrangeiro.

Segundo o Departamento de Estado americano, uma nação (Honduras) é “descumpridora” da Convenção de Haia, e 9 outras têm comportamento preocupante. Desse grupo, o Brasil é o mais relapso – existem 50 crianças americanas retidas ilegamente no nosso país. Sean é só um deles.

O que o Brasil ganha com tanta relutância em seguir as leis?

Hoje, o ministro Marco Aurélio Mello representa a burocracia que impediu o desfecho brilhante determinado pelo juiz Pereira Pinto. José Toffoli, da AGU, será o maior defensor da Justiça cega, surda e muda. E os leitores desse blog que entenderam o sofrimento de um pai – independente da sua nacionalidade ou classe social – são os defensores de uma sociedade mais séria e igualitária.

Atenção Brasil, decida: o mundo vai assistir a sua absolvição, ou o seu vexame?


Brasil com Z
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PELA CABEÇA DE UM ADVOGADO brasileiro passarão as seguintes imagens: montaria a cavalo no haras com Sean, conversas com o garoto na praia de Búzios, jantares em família, triste lembrança da ex-esposa falecida. Isso tudo pode acabar hoje.

NA OUTRA MENTE, A AMERICANA: quarto do filho com brinquedos defasados, lembrança dos passeios de barco, imagens das diversas batalhas perdidas em tribunais do Rio de Janeiro, do dia que o sonho de levar o filho pra casa foi adiado – mais uma vez. Um recomeço pode estar perto.

Essas duas mentes – João Paulo Bagueira Leal Lins e Silva e David George Goldman – deverão se encontrar no plenário do Supremo Tribunal Federal, em Brasília. (Veja aqui)

Para Lins e Silva a sentença pode determinar o afastamento do enteado que aprendeu a amar. Para David, é a chance mais clara – depois de tantos anos – de rever o filho legítimo que já amava antes mesmo do nascimento.

Como mostra o site do STF, foi concedido a Lins e Silva o direito de expor sua perspectiva no plenário. Não há nada que confirme que David poderá fazer o mesmo. Mas o seu advogado, Ricardo Zamariola Jr., foi convidado a participar da sessão.

Após anos de debates sobre alienação parental, Convenção de Haia, direito de um pai biológico, pai é quem cria, não quem faz, o caso Goldman saiu da Vara de Família – onde nunca deveria ter entrado, já que o pai acionou leis internacionais a tempo – para incomodar brasileiros de todas as classes.

Na teoria, uma derrota para David Goldman hoje significaria que o STF deve marcar novo julgamento, que pode durar meses, ou até anos, para ser realizado. Na prática, representaria a vitória do “jeitinho” nacional sobre a lei internacional, da sociedade de influências sobre a sociedade de direito.

O preceito da reciprocidade internacional é tão simples – e traz tantos benefícios para todas as partes – que é difícil entender porque um país não deseja cumprir o tratado que assinou. Só em 2007, os EUA retornaram a outros países 262 crianças abduzidas para seu solo e recebeu de volta 217 americaninhos levados para o estrangeiro.

Segundo o Departamento de Estado americano, uma nação (Honduras) é “descumpridora” da Convenção de Haia, e 9 outras têm comportamento preocupante. Desse grupo, o Brasil é o mais relapso – existem 50 crianças americanas retidas ilegamente no nosso país. Sean é só um deles.

O que o Brasil ganha com tanta relutância em seguir as leis?

Hoje, o ministro Marco Aurélio Mello representa a burocracia que impediu o desfecho brilhante determinado pelo juiz Pereira Pinto. José Toffoli, da AGU, será o maior defensor da Justiça cega, surda e muda. E os leitores desse blog que entenderam o sofrimento de um pai – independente da sua nacionalidade ou classe social – são os defensores de uma sociedade mais séria e igualitária.

Atenção Brasil, decida: o mundo vai assistir a sua absolvição, ou o seu vexame?


Brasil com Z
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PELA CABEÇA DE UM ADVOGADO brasileiro passarão as seguintes imagens: montaria a cavalo no haras com Sean, conversas com o garoto na praia de Búzios, jantares em família, triste lembrança da ex-esposa falecida. Isso tudo pode acabar hoje.

NA OUTRA MENTE, A AMERICANA: quarto do filho com brinquedos defasados, lembrança dos passeios de barco, imagens das diversas batalhas perdidas em tribunais do Rio de Janeiro, do dia que o sonho de levar o filho pra casa foi adiado – mais uma vez. Um recomeço pode estar perto.

Essas duas mentes – João Paulo Bagueira Leal Lins e Silva e David George Goldman – deverão se encontrar no plenário do Supremo Tribunal Federal, em Brasília. (Veja aqui)

Para Lins e Silva a sentença pode determinar o afastamento do enteado que aprendeu a amar. Para David, é a chance mais clara – depois de tantos anos – de rever o filho legítimo que já amava antes mesmo do nascimento.

Como mostra o site do STF, foi concedido a Lins e Silva o direito de expor sua perspectiva no plenário. Não há nada que confirme que David poderá fazer o mesmo. Mas o seu advogado, Ricardo Zamariola Jr., foi convidado a participar da sessão.

Após anos de debates sobre alienação parental, Convenção de Haia, direito de um pai biológico, pai é quem cria, não quem faz, o caso Goldman saiu da Vara de Família – onde nunca deveria ter entrado, já que o pai acionou leis internacionais a tempo – para incomodar brasileiros de todas as classes.

Na teoria, uma derrota para David Goldman hoje significaria que o STF deve marcar novo julgamento, que pode durar meses, ou até anos, para ser realizado. Na prática, representaria a vitória do “jeitinho” nacional sobre a lei internacional, da sociedade de influências sobre a sociedade de direito.

O preceito da reciprocidade internacional é tão simples – e traz tantos benefícios para todas as partes – que é difícil entender porque um país não deseja cumprir o tratado que assinou. Só em 2007, os EUA retornaram a outros países 262 crianças abduzidas para seu solo e recebeu de volta 217 americaninhos levados para o estrangeiro.

Segundo o Departamento de Estado americano, uma nação (Honduras) é “descumpridora” da Convenção de Haia, e 9 outras têm comportamento preocupante. Desse grupo, o Brasil é o mais relapso – existem 50 crianças americanas retidas ilegamente no nosso país. Sean é só um deles.

O que o Brasil ganha com tanta relutância em seguir as leis?

Hoje, o ministro Marco Aurélio Mello representa a burocracia que impediu o desfecho brilhante determinado pelo juiz Pereira Pinto. José Toffoli, da AGU, será o maior defensor da Justiça cega, surda e muda. E os leitores desse blog que entenderam o sofrimento de um pai – independente da sua nacionalidade ou classe social – são os defensores de uma sociedade mais séria e igualitária.

Atenção Brasil, decida: o mundo vai assistir a sua absolvição, ou o seu vexame?


Brasil com Z
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As notas da menina de 11 anos começaram a despencar nos últimos meses. Educadores da Escola Estadual Frei Galvão perceberam que a criança começara a guardar segredos demais. A irmã mais velha, de 25 anos, percebeu que a aluna da 5ª série passou a usar maquiagem e chegar em casa com dinheiro. Estranhou. E com razão. A menina estava sendo aliciada sexualmente. Ela foi encontrada nesta quarta-feira na casa do copeiro W.A.S., de 36 anos. Viam juntos um filme pornográfico.

A denúncia foi feita pela própria diretora da escola onde a menina estuda.
Na casa do acusado, no Jardim Cabuçu, Zona Norte de São Paulo, a polícia apreendeu a fita de vídeo e revistas de conteúdo sexual. De acordo com a soldado Daniela Rizzo da Cruz, a vítima narrou que, em outras oportunidades, o copeiro se despia e se masturbava na sua frente. O copeiro foi encaminhado ao 73 Distrito Policial (Jaçanã) e foi autuado em flagrante por tentativa de atentado violento ao pudor.

A prisão do copeiro só foi possível porque a comunidade do bairro se uniu

- Vi essa menina entrar na casa dele com frequência. Já faz uns quatro meses que isso acontece. Dia sim, dia não ela está lá na porta. Toca a campainha. Ele vem na ponta dos pés, abre o portão e bota ela pra dentro de casa – contou uma dona de casa, de 32 anos.
A testemunha afirma que a criança de 11 anos costumava ir muito cedo para a casa do acusado. Permanecia duas horas lá dentro e depois saía.
Nesta quarta, uma vizinha viu a criança entrar na casa e ligou para uma amiga, que conhecia a diretora da escola onde a menina estudava. A diretora, que já estava preocupada com a rotina da menina, chamou a Polícia Militar.
A soldado Daniela e o soldado Marcos Gravina, da viatura 43124, foram à casa.
- Encontrei a menina na cozinha. O meu parceiro abordou o acusado na sala, onde estava sendo exibido no vídeo um filme pornográfico – disse a policial.
Segundo uma vizinha, que preferiu não se identificar, no ano passado, um grupo de crianças, com idades entre 9 e 11 anos, esteve por duas vezes na casa do acusado. “As crianças saíram com sacos de pão de lá”, lembrou a mulher.
A diretora disse que a aluna vítima de assédio sexual confessou-lhe as visitas à casa do acusado.
- Ela também disse que algumas coleguinhas estiveram lá – revelou a educadora.
A garota conheceu o acusado em um telecentro, perto da escola. Na delegacia, a menina mostrava-se confusa. Segundo a PM Daniela Rizzo Cruz, ora ela dizia ter tocado o acusado, ora negava.
- Trata-se de uma criança e nós devemos ter todo o cuidado para que não sofra com tudo isso. Perguntei a ela se estava com medo e ela respondeu que não. Não sei se compreende o que aconteceu – comentou a soldado que prendeu o suspeito.


O Globo
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As notas da menina de 11 anos começaram a despencar nos últimos meses. Educadores da Escola Estadual Frei Galvão perceberam que a criança começara a guardar segredos demais. A irmã mais velha, de 25 anos, percebeu que a aluna da 5ª série passou a usar maquiagem e chegar em casa com dinheiro. Estranhou. E com razão. A menina estava sendo aliciada sexualmente. Ela foi encontrada nesta quarta-feira na casa do copeiro W.A.S., de 36 anos. Viam juntos um filme pornográfico.

A denúncia foi feita pela própria diretora da escola onde a menina estuda.
Na casa do acusado, no Jardim Cabuçu, Zona Norte de São Paulo, a polícia apreendeu a fita de vídeo e revistas de conteúdo sexual. De acordo com a soldado Daniela Rizzo da Cruz, a vítima narrou que, em outras oportunidades, o copeiro se despia e se masturbava na sua frente. O copeiro foi encaminhado ao 73 Distrito Policial (Jaçanã) e foi autuado em flagrante por tentativa de atentado violento ao pudor.

A prisão do copeiro só foi possível porque a comunidade do bairro se uniu

- Vi essa menina entrar na casa dele com frequência. Já faz uns quatro meses que isso acontece. Dia sim, dia não ela está lá na porta. Toca a campainha. Ele vem na ponta dos pés, abre o portão e bota ela pra dentro de casa – contou uma dona de casa, de 32 anos.
A testemunha afirma que a criança de 11 anos costumava ir muito cedo para a casa do acusado. Permanecia duas horas lá dentro e depois saía.
Nesta quarta, uma vizinha viu a criança entrar na casa e ligou para uma amiga, que conhecia a diretora da escola onde a menina estudava. A diretora, que já estava preocupada com a rotina da menina, chamou a Polícia Militar.
A soldado Daniela e o soldado Marcos Gravina, da viatura 43124, foram à casa.
- Encontrei a menina na cozinha. O meu parceiro abordou o acusado na sala, onde estava sendo exibido no vídeo um filme pornográfico – disse a policial.
Segundo uma vizinha, que preferiu não se identificar, no ano passado, um grupo de crianças, com idades entre 9 e 11 anos, esteve por duas vezes na casa do acusado. “As crianças saíram com sacos de pão de lá”, lembrou a mulher.
A diretora disse que a aluna vítima de assédio sexual confessou-lhe as visitas à casa do acusado.
- Ela também disse que algumas coleguinhas estiveram lá – revelou a educadora.
A garota conheceu o acusado em um telecentro, perto da escola. Na delegacia, a menina mostrava-se confusa. Segundo a PM Daniela Rizzo Cruz, ora ela dizia ter tocado o acusado, ora negava.
- Trata-se de uma criança e nós devemos ter todo o cuidado para que não sofra com tudo isso. Perguntei a ela se estava com medo e ela respondeu que não. Não sei se compreende o que aconteceu – comentou a soldado que prendeu o suspeito.


O Globo
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:08  comentar

As notas da menina de 11 anos começaram a despencar nos últimos meses. Educadores da Escola Estadual Frei Galvão perceberam que a criança começara a guardar segredos demais. A irmã mais velha, de 25 anos, percebeu que a aluna da 5ª série passou a usar maquiagem e chegar em casa com dinheiro. Estranhou. E com razão. A menina estava sendo aliciada sexualmente. Ela foi encontrada nesta quarta-feira na casa do copeiro W.A.S., de 36 anos. Viam juntos um filme pornográfico.

A denúncia foi feita pela própria diretora da escola onde a menina estuda.
Na casa do acusado, no Jardim Cabuçu, Zona Norte de São Paulo, a polícia apreendeu a fita de vídeo e revistas de conteúdo sexual. De acordo com a soldado Daniela Rizzo da Cruz, a vítima narrou que, em outras oportunidades, o copeiro se despia e se masturbava na sua frente. O copeiro foi encaminhado ao 73 Distrito Policial (Jaçanã) e foi autuado em flagrante por tentativa de atentado violento ao pudor.

A prisão do copeiro só foi possível porque a comunidade do bairro se uniu

- Vi essa menina entrar na casa dele com frequência. Já faz uns quatro meses que isso acontece. Dia sim, dia não ela está lá na porta. Toca a campainha. Ele vem na ponta dos pés, abre o portão e bota ela pra dentro de casa – contou uma dona de casa, de 32 anos.
A testemunha afirma que a criança de 11 anos costumava ir muito cedo para a casa do acusado. Permanecia duas horas lá dentro e depois saía.
Nesta quarta, uma vizinha viu a criança entrar na casa e ligou para uma amiga, que conhecia a diretora da escola onde a menina estudava. A diretora, que já estava preocupada com a rotina da menina, chamou a Polícia Militar.
A soldado Daniela e o soldado Marcos Gravina, da viatura 43124, foram à casa.
- Encontrei a menina na cozinha. O meu parceiro abordou o acusado na sala, onde estava sendo exibido no vídeo um filme pornográfico – disse a policial.
Segundo uma vizinha, que preferiu não se identificar, no ano passado, um grupo de crianças, com idades entre 9 e 11 anos, esteve por duas vezes na casa do acusado. “As crianças saíram com sacos de pão de lá”, lembrou a mulher.
A diretora disse que a aluna vítima de assédio sexual confessou-lhe as visitas à casa do acusado.
- Ela também disse que algumas coleguinhas estiveram lá – revelou a educadora.
A garota conheceu o acusado em um telecentro, perto da escola. Na delegacia, a menina mostrava-se confusa. Segundo a PM Daniela Rizzo Cruz, ora ela dizia ter tocado o acusado, ora negava.
- Trata-se de uma criança e nós devemos ter todo o cuidado para que não sofra com tudo isso. Perguntei a ela se estava com medo e ela respondeu que não. Não sei se compreende o que aconteceu – comentou a soldado que prendeu o suspeito.


O Globo
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Crianças e adolescentes costumam lavar carros nos semáforos

Quando os carros param no sinal vermelho ele começa a agir. Limpa vidro de um veículo, pede uns centavos para outro e assim, o garoto de apenas 15 anos ganha a vida. O local em que trabalha, a rua, faz parte do cotidiano dele desde os 13 anos, desde que foi expulso da escola, quando cursava a 5ª série.
“Eu fui expulso da escola e parei de estudar, porque não consegui mais vaga em outra e aí ficava em casa. Quando a situação começou a apertar eu decidi trabalhar junto com os meus outros três irmãos lá na Praça da República”. O menino, de aparência cansada, mas ao mesmo tempo alegre, conta que tem outros 13 irmãos, mas que apenas os quatro ficam na rua para ajudar no orçamento da família. “O meu pai é aposentado, mas o dinheiro que ele ganha é pouco e a minha mãe não pode trabalhar”.
Ele diz que trabalha no sinal da avenida Pedro Álvares Cabral, não só para ajudar em casa, mas para comprar suas próprias coisas. “Eu venho para cá às 8h e saio às 17h e consigo ganhar uns R$ 40,00 por dia. Dou para a minha mãe e ela vai guardando”.
A adolescente de 17 anos, que trabalham no mesmo sinal vendendo bombons explica que a independência financeira é o que a leva todos os dias para a rua. “Trabalho com venda desde os 12 anos. Comecei a vender bolo e depois bombons. Eu sempre vendi, porque gosto de trabalhar e ter o meu dinheiro”. Segundo a jovem, seus pais trabalham e ganham o suficiente para sustentá-la, mas prefere ter seu próprio dinheiro. Apesar de sair para vender por vontade própria, a menina conta que trabalhar dessa forma não é muito fácil. “Às vezes a gente escuta umas coisas que não são muito legais”.
Mesmo trabalhando durante a tarde, a adolescente afirma que não parou de estudar e que ainda tem sonho de um dia ser jornalista. Hoje ela faz o 1° ano do Ensino Médio e se prepara para o vestibular. “Tem dias que eu saio daqui cansada, mas chego em casa e estudo. Eu trabalho, mas sei dividir o tempo entre a escola e as outras coisas da vida. Não penso no meu futuro aqui. Quero trabalhar em uma empresa e ganhar bem, com carteira assinada e todos os benefícios”. Assim como eles, outras 246.614 crianças e adolescentes vivem na mesma situação, no Pará, somente crianças com idade entre 05 e 15 anos são 144.159. Apesar de haver um registro de queda de 14%, de 2007 para 2008, o número de crianças e adolescentes com os direitos violados ainda é significativo.

Propostas
Durante uma coletiva realizada na manhã de ontem, diversos órgãos e entidades discutiram e apresentaram propostas para combater o trabalho infantil no Estado. Para Roberto Sena, supervisor técnico do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudo Socioeconômicos (Dieese/PA), a renda familiar está diretamente ligada aos números de utilização desse tipo de mão-de-obra.
“As famílias que têm crianças trabalhando recebem entre meio e um salário mínimo por mês”. Segundo ele, o trabalho também influencia na frequência escolar. De acordo com o Dieese, do total de crianças no Estado, apenas 33,9% frequentam as escolas. “Muitas crianças deixam de estar nas escolas para trabalhar e ajudar no sustento da família”. Assim foi a vida de Edinelson Barbosa Pinto, 37 anos. Ele começou a trabalhar com 16 anos. “Meu pai deixou a minha mãe com 11 filhos para criar. Com a situação difícil que ela se encontrava, eu decidi ir para a rua trabalhar. Comecei andando em bares, pedindo dinheiro. Depois que cresci fui para o Ver-o-Peso vender saco até chegar a ser vendedor de cheiro do Pará”. Edinelson parou de estudar na 3° série do ensino fundamental.
Hoje ele limpa vidro de carros na avenida Júlio César. “Continuo trabalhando assim, porque não consegui mais emprego e essa foi a única alternativa que tive para trabalhar. Ainda tenho vontade de estudar, mas tenho que escolher pelo estudo ou pelo trabalho”.



Diário do Pará
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Crianças e adolescentes costumam lavar carros nos semáforos

Quando os carros param no sinal vermelho ele começa a agir. Limpa vidro de um veículo, pede uns centavos para outro e assim, o garoto de apenas 15 anos ganha a vida. O local em que trabalha, a rua, faz parte do cotidiano dele desde os 13 anos, desde que foi expulso da escola, quando cursava a 5ª série.
“Eu fui expulso da escola e parei de estudar, porque não consegui mais vaga em outra e aí ficava em casa. Quando a situação começou a apertar eu decidi trabalhar junto com os meus outros três irmãos lá na Praça da República”. O menino, de aparência cansada, mas ao mesmo tempo alegre, conta que tem outros 13 irmãos, mas que apenas os quatro ficam na rua para ajudar no orçamento da família. “O meu pai é aposentado, mas o dinheiro que ele ganha é pouco e a minha mãe não pode trabalhar”.
Ele diz que trabalha no sinal da avenida Pedro Álvares Cabral, não só para ajudar em casa, mas para comprar suas próprias coisas. “Eu venho para cá às 8h e saio às 17h e consigo ganhar uns R$ 40,00 por dia. Dou para a minha mãe e ela vai guardando”.
A adolescente de 17 anos, que trabalham no mesmo sinal vendendo bombons explica que a independência financeira é o que a leva todos os dias para a rua. “Trabalho com venda desde os 12 anos. Comecei a vender bolo e depois bombons. Eu sempre vendi, porque gosto de trabalhar e ter o meu dinheiro”. Segundo a jovem, seus pais trabalham e ganham o suficiente para sustentá-la, mas prefere ter seu próprio dinheiro. Apesar de sair para vender por vontade própria, a menina conta que trabalhar dessa forma não é muito fácil. “Às vezes a gente escuta umas coisas que não são muito legais”.
Mesmo trabalhando durante a tarde, a adolescente afirma que não parou de estudar e que ainda tem sonho de um dia ser jornalista. Hoje ela faz o 1° ano do Ensino Médio e se prepara para o vestibular. “Tem dias que eu saio daqui cansada, mas chego em casa e estudo. Eu trabalho, mas sei dividir o tempo entre a escola e as outras coisas da vida. Não penso no meu futuro aqui. Quero trabalhar em uma empresa e ganhar bem, com carteira assinada e todos os benefícios”. Assim como eles, outras 246.614 crianças e adolescentes vivem na mesma situação, no Pará, somente crianças com idade entre 05 e 15 anos são 144.159. Apesar de haver um registro de queda de 14%, de 2007 para 2008, o número de crianças e adolescentes com os direitos violados ainda é significativo.

Propostas
Durante uma coletiva realizada na manhã de ontem, diversos órgãos e entidades discutiram e apresentaram propostas para combater o trabalho infantil no Estado. Para Roberto Sena, supervisor técnico do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudo Socioeconômicos (Dieese/PA), a renda familiar está diretamente ligada aos números de utilização desse tipo de mão-de-obra.
“As famílias que têm crianças trabalhando recebem entre meio e um salário mínimo por mês”. Segundo ele, o trabalho também influencia na frequência escolar. De acordo com o Dieese, do total de crianças no Estado, apenas 33,9% frequentam as escolas. “Muitas crianças deixam de estar nas escolas para trabalhar e ajudar no sustento da família”. Assim foi a vida de Edinelson Barbosa Pinto, 37 anos. Ele começou a trabalhar com 16 anos. “Meu pai deixou a minha mãe com 11 filhos para criar. Com a situação difícil que ela se encontrava, eu decidi ir para a rua trabalhar. Comecei andando em bares, pedindo dinheiro. Depois que cresci fui para o Ver-o-Peso vender saco até chegar a ser vendedor de cheiro do Pará”. Edinelson parou de estudar na 3° série do ensino fundamental.
Hoje ele limpa vidro de carros na avenida Júlio César. “Continuo trabalhando assim, porque não consegui mais emprego e essa foi a única alternativa que tive para trabalhar. Ainda tenho vontade de estudar, mas tenho que escolher pelo estudo ou pelo trabalho”.



Diário do Pará
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Crianças e adolescentes costumam lavar carros nos semáforos

Quando os carros param no sinal vermelho ele começa a agir. Limpa vidro de um veículo, pede uns centavos para outro e assim, o garoto de apenas 15 anos ganha a vida. O local em que trabalha, a rua, faz parte do cotidiano dele desde os 13 anos, desde que foi expulso da escola, quando cursava a 5ª série.
“Eu fui expulso da escola e parei de estudar, porque não consegui mais vaga em outra e aí ficava em casa. Quando a situação começou a apertar eu decidi trabalhar junto com os meus outros três irmãos lá na Praça da República”. O menino, de aparência cansada, mas ao mesmo tempo alegre, conta que tem outros 13 irmãos, mas que apenas os quatro ficam na rua para ajudar no orçamento da família. “O meu pai é aposentado, mas o dinheiro que ele ganha é pouco e a minha mãe não pode trabalhar”.
Ele diz que trabalha no sinal da avenida Pedro Álvares Cabral, não só para ajudar em casa, mas para comprar suas próprias coisas. “Eu venho para cá às 8h e saio às 17h e consigo ganhar uns R$ 40,00 por dia. Dou para a minha mãe e ela vai guardando”.
A adolescente de 17 anos, que trabalham no mesmo sinal vendendo bombons explica que a independência financeira é o que a leva todos os dias para a rua. “Trabalho com venda desde os 12 anos. Comecei a vender bolo e depois bombons. Eu sempre vendi, porque gosto de trabalhar e ter o meu dinheiro”. Segundo a jovem, seus pais trabalham e ganham o suficiente para sustentá-la, mas prefere ter seu próprio dinheiro. Apesar de sair para vender por vontade própria, a menina conta que trabalhar dessa forma não é muito fácil. “Às vezes a gente escuta umas coisas que não são muito legais”.
Mesmo trabalhando durante a tarde, a adolescente afirma que não parou de estudar e que ainda tem sonho de um dia ser jornalista. Hoje ela faz o 1° ano do Ensino Médio e se prepara para o vestibular. “Tem dias que eu saio daqui cansada, mas chego em casa e estudo. Eu trabalho, mas sei dividir o tempo entre a escola e as outras coisas da vida. Não penso no meu futuro aqui. Quero trabalhar em uma empresa e ganhar bem, com carteira assinada e todos os benefícios”. Assim como eles, outras 246.614 crianças e adolescentes vivem na mesma situação, no Pará, somente crianças com idade entre 05 e 15 anos são 144.159. Apesar de haver um registro de queda de 14%, de 2007 para 2008, o número de crianças e adolescentes com os direitos violados ainda é significativo.

Propostas
Durante uma coletiva realizada na manhã de ontem, diversos órgãos e entidades discutiram e apresentaram propostas para combater o trabalho infantil no Estado. Para Roberto Sena, supervisor técnico do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudo Socioeconômicos (Dieese/PA), a renda familiar está diretamente ligada aos números de utilização desse tipo de mão-de-obra.
“As famílias que têm crianças trabalhando recebem entre meio e um salário mínimo por mês”. Segundo ele, o trabalho também influencia na frequência escolar. De acordo com o Dieese, do total de crianças no Estado, apenas 33,9% frequentam as escolas. “Muitas crianças deixam de estar nas escolas para trabalhar e ajudar no sustento da família”. Assim foi a vida de Edinelson Barbosa Pinto, 37 anos. Ele começou a trabalhar com 16 anos. “Meu pai deixou a minha mãe com 11 filhos para criar. Com a situação difícil que ela se encontrava, eu decidi ir para a rua trabalhar. Comecei andando em bares, pedindo dinheiro. Depois que cresci fui para o Ver-o-Peso vender saco até chegar a ser vendedor de cheiro do Pará”. Edinelson parou de estudar na 3° série do ensino fundamental.
Hoje ele limpa vidro de carros na avenida Júlio César. “Continuo trabalhando assim, porque não consegui mais emprego e essa foi a única alternativa que tive para trabalhar. Ainda tenho vontade de estudar, mas tenho que escolher pelo estudo ou pelo trabalho”.



Diário do Pará
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Uma moradora de Tel Aviv está fazendo buscas em depósitos de lixo de Israel, depois de ter jogado fora um colchão velho de sua mãe que estaria recheado com US$ 1 milhão (cerca de R$ 2 milhões).

A mulher, identificada apenas como Anat, comprou um colchão novo de surpresa para sua mãe e jogou o velho fora, segundo informações do jornal Yedioth Ahronoth.
Mas quando sua mãe voltou para casa, "quase desmaiou", já que ela havia escondido as economias de toda sua vida no colchão.
Até agora, as buscas em três depósitos de lixo se mostraram infrutíferas, diz o jornal.
Quando a mulher se deu conta do erro, ela correu para tentar recuperar o colchão velho, mas ele já havia sido levado para o depósito local.
Ela correu até o depósito, mas descobriu que, de lá, o colchão havia sido levado para um de outros dois grandes depósitos, junto com outras 3 mil toneladas de lixo coletadas no dia.
Uma busca no primeiro destes grandes depósitos não deu resultados. A mulher seguiu então para o depósito de Efeh, próximo ao Mar Morto.
Yitzhak Borba, diretor do depósito de Efeh, disse à Rádio Militar israelense que a mulher estava "totalmente desesperada" quando chegou. Ele teria mantido alguns funcionários no depósito durante a noite para afastar caçadores de tesouro e ajudar a mulher.
Apesar de não ter conseguido recuperar o colchão e sua fortuna escondida, Anat pareceu filosófica sobre a perda.
"As pessoas têm que dar às coisas a devida proporção e agradecer a Deus pelo que é bom e pelo que é ruim", disse ela.
A mãe não fez nenhum comentário.
BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:28  comentar

Uma moradora de Tel Aviv está fazendo buscas em depósitos de lixo de Israel, depois de ter jogado fora um colchão velho de sua mãe que estaria recheado com US$ 1 milhão (cerca de R$ 2 milhões).

A mulher, identificada apenas como Anat, comprou um colchão novo de surpresa para sua mãe e jogou o velho fora, segundo informações do jornal Yedioth Ahronoth.
Mas quando sua mãe voltou para casa, "quase desmaiou", já que ela havia escondido as economias de toda sua vida no colchão.
Até agora, as buscas em três depósitos de lixo se mostraram infrutíferas, diz o jornal.
Quando a mulher se deu conta do erro, ela correu para tentar recuperar o colchão velho, mas ele já havia sido levado para o depósito local.
Ela correu até o depósito, mas descobriu que, de lá, o colchão havia sido levado para um de outros dois grandes depósitos, junto com outras 3 mil toneladas de lixo coletadas no dia.
Uma busca no primeiro destes grandes depósitos não deu resultados. A mulher seguiu então para o depósito de Efeh, próximo ao Mar Morto.
Yitzhak Borba, diretor do depósito de Efeh, disse à Rádio Militar israelense que a mulher estava "totalmente desesperada" quando chegou. Ele teria mantido alguns funcionários no depósito durante a noite para afastar caçadores de tesouro e ajudar a mulher.
Apesar de não ter conseguido recuperar o colchão e sua fortuna escondida, Anat pareceu filosófica sobre a perda.
"As pessoas têm que dar às coisas a devida proporção e agradecer a Deus pelo que é bom e pelo que é ruim", disse ela.
A mãe não fez nenhum comentário.
BBC Brasil
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Uma moradora de Tel Aviv está fazendo buscas em depósitos de lixo de Israel, depois de ter jogado fora um colchão velho de sua mãe que estaria recheado com US$ 1 milhão (cerca de R$ 2 milhões).

A mulher, identificada apenas como Anat, comprou um colchão novo de surpresa para sua mãe e jogou o velho fora, segundo informações do jornal Yedioth Ahronoth.
Mas quando sua mãe voltou para casa, "quase desmaiou", já que ela havia escondido as economias de toda sua vida no colchão.
Até agora, as buscas em três depósitos de lixo se mostraram infrutíferas, diz o jornal.
Quando a mulher se deu conta do erro, ela correu para tentar recuperar o colchão velho, mas ele já havia sido levado para o depósito local.
Ela correu até o depósito, mas descobriu que, de lá, o colchão havia sido levado para um de outros dois grandes depósitos, junto com outras 3 mil toneladas de lixo coletadas no dia.
Uma busca no primeiro destes grandes depósitos não deu resultados. A mulher seguiu então para o depósito de Efeh, próximo ao Mar Morto.
Yitzhak Borba, diretor do depósito de Efeh, disse à Rádio Militar israelense que a mulher estava "totalmente desesperada" quando chegou. Ele teria mantido alguns funcionários no depósito durante a noite para afastar caçadores de tesouro e ajudar a mulher.
Apesar de não ter conseguido recuperar o colchão e sua fortuna escondida, Anat pareceu filosófica sobre a perda.
"As pessoas têm que dar às coisas a devida proporção e agradecer a Deus pelo que é bom e pelo que é ruim", disse ela.
A mãe não fez nenhum comentário.
BBC Brasil
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O governo da Venezuela proibiu, nesta quarta-feira, a venda do refrigerante Coca-Cola Zero no país e ordenou que a multinacional Coca-Cola retire o produto de circulação, alegando que o refrigerante seria prejudicial à saúde.
Sem apresentar detalhes, o ministro da Saúde, Jesús Mantilla, afirmou que o refrigerante possui componentes na fórmula que supostamente seriam prejudiciais ao organismo.
"O produto deve sair de circulação para preservar a saúde dos venezuelanos", afirmou Mantilla.
A medida foi tomada depois de uma inspeção realizada na filial da empresa Coca-Cola Femsa na Venezuela, que é a segunda maior engarrafadora da Coca-Cola no mundo, de acordo com informações disponíveis na página eletrônica da empresa.
O ministro da Saúde ordenou à Coca-Cola que suspenda as vendas do refrigerante e recolha todos os produtos que já estão nos estabelecimentos comerciais.
Por meio de um comunicado divulgado na noite desta quarta-feira, a Coca-Cola Femsa da Venezuela declarou que a Coca-Cola Zero "não contém nenhum componente que possa ser prejudicial à saúde das pessoas".
Empresa também afirmou que, enquanto o governo conclui o processo administrativo, suspenderá a produção do refrigerante e retirará o produto de toda a rede de vendas da Venezuela.

Enfrentamentos
Essa não é a primeira vez que o governo venezuelano enfrenta a Coca-Cola.
Em março, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, pediu que a empresa saísse de um terreno no oeste da capital, Caracas, para que o governo pudesse construir casas populares na área.
A empresa também foi alvo de uma extensa greve no ano passado, que resultou em perdas milionárias para a Coca-Cola.
Os empregados chegaram a tomar algumas sucursais da empresa, exigindo o pagamento de dívidas trabalhistas atrasadas, entre outras reivindicações.

Claudia Jardim


BBC Brasil
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O governo da Venezuela proibiu, nesta quarta-feira, a venda do refrigerante Coca-Cola Zero no país e ordenou que a multinacional Coca-Cola retire o produto de circulação, alegando que o refrigerante seria prejudicial à saúde.
Sem apresentar detalhes, o ministro da Saúde, Jesús Mantilla, afirmou que o refrigerante possui componentes na fórmula que supostamente seriam prejudiciais ao organismo.
"O produto deve sair de circulação para preservar a saúde dos venezuelanos", afirmou Mantilla.
A medida foi tomada depois de uma inspeção realizada na filial da empresa Coca-Cola Femsa na Venezuela, que é a segunda maior engarrafadora da Coca-Cola no mundo, de acordo com informações disponíveis na página eletrônica da empresa.
O ministro da Saúde ordenou à Coca-Cola que suspenda as vendas do refrigerante e recolha todos os produtos que já estão nos estabelecimentos comerciais.
Por meio de um comunicado divulgado na noite desta quarta-feira, a Coca-Cola Femsa da Venezuela declarou que a Coca-Cola Zero "não contém nenhum componente que possa ser prejudicial à saúde das pessoas".
Empresa também afirmou que, enquanto o governo conclui o processo administrativo, suspenderá a produção do refrigerante e retirará o produto de toda a rede de vendas da Venezuela.

Enfrentamentos
Essa não é a primeira vez que o governo venezuelano enfrenta a Coca-Cola.
Em março, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, pediu que a empresa saísse de um terreno no oeste da capital, Caracas, para que o governo pudesse construir casas populares na área.
A empresa também foi alvo de uma extensa greve no ano passado, que resultou em perdas milionárias para a Coca-Cola.
Os empregados chegaram a tomar algumas sucursais da empresa, exigindo o pagamento de dívidas trabalhistas atrasadas, entre outras reivindicações.

Claudia Jardim


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O governo da Venezuela proibiu, nesta quarta-feira, a venda do refrigerante Coca-Cola Zero no país e ordenou que a multinacional Coca-Cola retire o produto de circulação, alegando que o refrigerante seria prejudicial à saúde.
Sem apresentar detalhes, o ministro da Saúde, Jesús Mantilla, afirmou que o refrigerante possui componentes na fórmula que supostamente seriam prejudiciais ao organismo.
"O produto deve sair de circulação para preservar a saúde dos venezuelanos", afirmou Mantilla.
A medida foi tomada depois de uma inspeção realizada na filial da empresa Coca-Cola Femsa na Venezuela, que é a segunda maior engarrafadora da Coca-Cola no mundo, de acordo com informações disponíveis na página eletrônica da empresa.
O ministro da Saúde ordenou à Coca-Cola que suspenda as vendas do refrigerante e recolha todos os produtos que já estão nos estabelecimentos comerciais.
Por meio de um comunicado divulgado na noite desta quarta-feira, a Coca-Cola Femsa da Venezuela declarou que a Coca-Cola Zero "não contém nenhum componente que possa ser prejudicial à saúde das pessoas".
Empresa também afirmou que, enquanto o governo conclui o processo administrativo, suspenderá a produção do refrigerante e retirará o produto de toda a rede de vendas da Venezuela.

Enfrentamentos
Essa não é a primeira vez que o governo venezuelano enfrenta a Coca-Cola.
Em março, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, pediu que a empresa saísse de um terreno no oeste da capital, Caracas, para que o governo pudesse construir casas populares na área.
A empresa também foi alvo de uma extensa greve no ano passado, que resultou em perdas milionárias para a Coca-Cola.
Os empregados chegaram a tomar algumas sucursais da empresa, exigindo o pagamento de dívidas trabalhistas atrasadas, entre outras reivindicações.

Claudia Jardim


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Um casal americano de St. Louis ficou chocado ao descobrir que uma foto de família colocada no Facebook foi parar em um outdoor publicitário na República Checa.

Danielle e Jeff Smith usaram a foto em um cartão de Natal e colocaram a imagem em sua página no site de relacionamentos.
Mas para sua surpresa, um velho amigo de Danielle que mora na cidade enviou uma mensagem algumas semanas atrás, dizendo que tinha visto a foto da família dela num outdoor publicitário, no centro de Praga.
"Em princípio, não acreditei", disse Danielle à rede de TV americana Fox. "Então meu amigo voltou ao local e bateu uma foto do outdoor para provar."
O outdoor trazia um anúncio de uma loja de alimentos especializada em produtos italianos. A foto estava sendo usada para anunciar o serviço de entregas da loja.
O dono da loja alegou que a imagem tinha sido gerada por computador, mas prometeu tirar a foto do cartaz.
Danielle Smith disse que, até agora, não deu entrada em nenhum processo legal, "porque não sei quais são meus direitos na República Checa, mas recebi vários conselhos!", disse ela.
"Teve gente que me disse: ‘Bem, se você põe sua foto na internet, está lá para todo mundo...', disse ela.
"Mas há outra questão. A foto foi tirada por uma fotógrafa profissional, Gina Kelly, que também não autorizou o uso das fotos", contou. "As fotos pertencem a ela tanto quanto a mim."



BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:51  comentar

Um casal americano de St. Louis ficou chocado ao descobrir que uma foto de família colocada no Facebook foi parar em um outdoor publicitário na República Checa.

Danielle e Jeff Smith usaram a foto em um cartão de Natal e colocaram a imagem em sua página no site de relacionamentos.
Mas para sua surpresa, um velho amigo de Danielle que mora na cidade enviou uma mensagem algumas semanas atrás, dizendo que tinha visto a foto da família dela num outdoor publicitário, no centro de Praga.
"Em princípio, não acreditei", disse Danielle à rede de TV americana Fox. "Então meu amigo voltou ao local e bateu uma foto do outdoor para provar."
O outdoor trazia um anúncio de uma loja de alimentos especializada em produtos italianos. A foto estava sendo usada para anunciar o serviço de entregas da loja.
O dono da loja alegou que a imagem tinha sido gerada por computador, mas prometeu tirar a foto do cartaz.
Danielle Smith disse que, até agora, não deu entrada em nenhum processo legal, "porque não sei quais são meus direitos na República Checa, mas recebi vários conselhos!", disse ela.
"Teve gente que me disse: ‘Bem, se você põe sua foto na internet, está lá para todo mundo...', disse ela.
"Mas há outra questão. A foto foi tirada por uma fotógrafa profissional, Gina Kelly, que também não autorizou o uso das fotos", contou. "As fotos pertencem a ela tanto quanto a mim."



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Um casal americano de St. Louis ficou chocado ao descobrir que uma foto de família colocada no Facebook foi parar em um outdoor publicitário na República Checa.

Danielle e Jeff Smith usaram a foto em um cartão de Natal e colocaram a imagem em sua página no site de relacionamentos.
Mas para sua surpresa, um velho amigo de Danielle que mora na cidade enviou uma mensagem algumas semanas atrás, dizendo que tinha visto a foto da família dela num outdoor publicitário, no centro de Praga.
"Em princípio, não acreditei", disse Danielle à rede de TV americana Fox. "Então meu amigo voltou ao local e bateu uma foto do outdoor para provar."
O outdoor trazia um anúncio de uma loja de alimentos especializada em produtos italianos. A foto estava sendo usada para anunciar o serviço de entregas da loja.
O dono da loja alegou que a imagem tinha sido gerada por computador, mas prometeu tirar a foto do cartaz.
Danielle Smith disse que, até agora, não deu entrada em nenhum processo legal, "porque não sei quais são meus direitos na República Checa, mas recebi vários conselhos!", disse ela.
"Teve gente que me disse: ‘Bem, se você põe sua foto na internet, está lá para todo mundo...', disse ela.
"Mas há outra questão. A foto foi tirada por uma fotógrafa profissional, Gina Kelly, que também não autorizou o uso das fotos", contou. "As fotos pertencem a ela tanto quanto a mim."



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colaboradores: carmen e maria celia

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