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4.6.09

Casal de pinguins 'gays' adota filhote abandonadoDois pinguins machos "gays" chocaram um ovo abandonado e agora estão criando o filhote como se fossem pais adotivos, informou o zoológico de Bremerhaven, no norte da Alemanha.

O zoológico entregou aos machos Z e Vielpunkt o ovo, que havia sido rejeitado pelos pais biológicos, depois que o casal foi observado tentando chocar uma pedra.
Segundo o zoológico, o casal parece feliz criando o filhote, nascido há quatro semanas.
O zoológico de Bremerhaven ficou conhecido em 2005 por conta de seus planos de "testar" a orientação sexual de pinguins com características homossexuais.
Na época, três casais de pinguins machos foram vistos tentando cruzar um com o outro, e tentando chocar pedras, entre eles Z e Vielpunkt.
O zoológico chegou a providenciar quatro fêmeas em uma tentativa de levar a espécie ameaçada a se reproduzir, mas o plano foi logo abandonado depois de causar revolta entre defensores dos direitos gays, que acusaram o zoo de interferir no comportamento dos animais.

Presente de Páscoa

Os seis pinguins "gays" permanecem no zoológico, e segundo a instituição, "Z e Vielpunkt aceitaram o ‘presente de Páscoa' e começaram a chocá-lo imediatamente".
"Desde o nascimento do filhote, eles vêm se comportando do modo que você esperaria de um casal heterossexual. Os dois pais felizes passam os dias protegendo, cuidando e alimentando seu filhote adotado."
Os pinguins de Humboldt são normalmente encontrados na costa do Peru e do Chile, mas segundo a agência de notícias AFP, sua população vem decrescendo por causa da pesca intensiva na região.
O comportamento "gay" entre pinguins machos já havia sido observado, inclusive alguns teriam criado filhotes adotivos.
O comportamento homossexual é bastante documentado entre várias espécies animais, mas não é compreendido em detalhes, afirma o professor Stuart West, um biólogo especializado em evolução da Universidade de Oxford.
Segundo West, algumas teorias indicam que a atividade homossexual pode servir objetivos diferentes - no caso dos macacos bonobos, por exemplo, poderia estar relacionada à ligação social e ao estabelecimento da dominância. Em algumas espécies de pássaros, fêmeas se juntam para criar os filhotes.
Outros animais podem simplesmente exibir uma "tendência a acasalar", enquanto outros podem, como seres humanos, gostar de sexo sem fins para procriação.
"A homossexualidade não é incomum entre os animais", declarou o zoológico de Bremerhaven.
"Sexo e acasalamento no nosso mundo não necessariamente têm algo a ver com reprodução."

Fonte: BBCBrasil
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Casal de pinguins 'gays' adota filhote abandonadoDois pinguins machos "gays" chocaram um ovo abandonado e agora estão criando o filhote como se fossem pais adotivos, informou o zoológico de Bremerhaven, no norte da Alemanha.

O zoológico entregou aos machos Z e Vielpunkt o ovo, que havia sido rejeitado pelos pais biológicos, depois que o casal foi observado tentando chocar uma pedra.
Segundo o zoológico, o casal parece feliz criando o filhote, nascido há quatro semanas.
O zoológico de Bremerhaven ficou conhecido em 2005 por conta de seus planos de "testar" a orientação sexual de pinguins com características homossexuais.
Na época, três casais de pinguins machos foram vistos tentando cruzar um com o outro, e tentando chocar pedras, entre eles Z e Vielpunkt.
O zoológico chegou a providenciar quatro fêmeas em uma tentativa de levar a espécie ameaçada a se reproduzir, mas o plano foi logo abandonado depois de causar revolta entre defensores dos direitos gays, que acusaram o zoo de interferir no comportamento dos animais.

Presente de Páscoa

Os seis pinguins "gays" permanecem no zoológico, e segundo a instituição, "Z e Vielpunkt aceitaram o ‘presente de Páscoa' e começaram a chocá-lo imediatamente".
"Desde o nascimento do filhote, eles vêm se comportando do modo que você esperaria de um casal heterossexual. Os dois pais felizes passam os dias protegendo, cuidando e alimentando seu filhote adotado."
Os pinguins de Humboldt são normalmente encontrados na costa do Peru e do Chile, mas segundo a agência de notícias AFP, sua população vem decrescendo por causa da pesca intensiva na região.
O comportamento "gay" entre pinguins machos já havia sido observado, inclusive alguns teriam criado filhotes adotivos.
O comportamento homossexual é bastante documentado entre várias espécies animais, mas não é compreendido em detalhes, afirma o professor Stuart West, um biólogo especializado em evolução da Universidade de Oxford.
Segundo West, algumas teorias indicam que a atividade homossexual pode servir objetivos diferentes - no caso dos macacos bonobos, por exemplo, poderia estar relacionada à ligação social e ao estabelecimento da dominância. Em algumas espécies de pássaros, fêmeas se juntam para criar os filhotes.
Outros animais podem simplesmente exibir uma "tendência a acasalar", enquanto outros podem, como seres humanos, gostar de sexo sem fins para procriação.
"A homossexualidade não é incomum entre os animais", declarou o zoológico de Bremerhaven.
"Sexo e acasalamento no nosso mundo não necessariamente têm algo a ver com reprodução."

Fonte: BBCBrasil
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Casal de pinguins 'gays' adota filhote abandonadoDois pinguins machos "gays" chocaram um ovo abandonado e agora estão criando o filhote como se fossem pais adotivos, informou o zoológico de Bremerhaven, no norte da Alemanha.

O zoológico entregou aos machos Z e Vielpunkt o ovo, que havia sido rejeitado pelos pais biológicos, depois que o casal foi observado tentando chocar uma pedra.
Segundo o zoológico, o casal parece feliz criando o filhote, nascido há quatro semanas.
O zoológico de Bremerhaven ficou conhecido em 2005 por conta de seus planos de "testar" a orientação sexual de pinguins com características homossexuais.
Na época, três casais de pinguins machos foram vistos tentando cruzar um com o outro, e tentando chocar pedras, entre eles Z e Vielpunkt.
O zoológico chegou a providenciar quatro fêmeas em uma tentativa de levar a espécie ameaçada a se reproduzir, mas o plano foi logo abandonado depois de causar revolta entre defensores dos direitos gays, que acusaram o zoo de interferir no comportamento dos animais.

Presente de Páscoa

Os seis pinguins "gays" permanecem no zoológico, e segundo a instituição, "Z e Vielpunkt aceitaram o ‘presente de Páscoa' e começaram a chocá-lo imediatamente".
"Desde o nascimento do filhote, eles vêm se comportando do modo que você esperaria de um casal heterossexual. Os dois pais felizes passam os dias protegendo, cuidando e alimentando seu filhote adotado."
Os pinguins de Humboldt são normalmente encontrados na costa do Peru e do Chile, mas segundo a agência de notícias AFP, sua população vem decrescendo por causa da pesca intensiva na região.
O comportamento "gay" entre pinguins machos já havia sido observado, inclusive alguns teriam criado filhotes adotivos.
O comportamento homossexual é bastante documentado entre várias espécies animais, mas não é compreendido em detalhes, afirma o professor Stuart West, um biólogo especializado em evolução da Universidade de Oxford.
Segundo West, algumas teorias indicam que a atividade homossexual pode servir objetivos diferentes - no caso dos macacos bonobos, por exemplo, poderia estar relacionada à ligação social e ao estabelecimento da dominância. Em algumas espécies de pássaros, fêmeas se juntam para criar os filhotes.
Outros animais podem simplesmente exibir uma "tendência a acasalar", enquanto outros podem, como seres humanos, gostar de sexo sem fins para procriação.
"A homossexualidade não é incomum entre os animais", declarou o zoológico de Bremerhaven.
"Sexo e acasalamento no nosso mundo não necessariamente têm algo a ver com reprodução."

Fonte: BBCBrasil
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As operadoras de telefonia Vivo, Claro, Embratel, Telefônica e Net reuniram-se nesta quarta-feira (3) com o corpo técnico da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia para tentar chegar a novo acordo que leve à assinatura de um termo de cooperação entre as empresas e as autoridades brasileiras. A ideia é agilizar o acesso aos sigilos telefônicos dos investigados por pedofilia.
- Houve avanços, quebramos o sentimento de antagonismo que estava no ar, mostramos que há questões que deixam as empresas em situação de desconforto. Eles compreenderam, nos deram razão em alguns pontos, em outros continuam mantendo a mesma posição, mas percebemos que a coisa começa a caminhar - explicou Luiz Francisco Carvalho Silva, advogado da Vivo que também representou as demais empresas nesta reunião.
Um termo já foi firmado em dezembro 2008 por TIM, Oi/Telemar e Brasil Telecom, mas foi rejeitado pelas empresas restantes, que discordavam de pontos específicos, como a existência de sanções para quem não cumprisse o estabelecido. Segundo Luiz Francisco, as empresas entendem que um termo de cooperação não se coaduna com a existência de penalidades, afinal, já existem punições previstas em lei para os casos em que "não há obediência aos órgãos legais nem a prestação dos esclarecimentos pedidos".
- Mas temos a expectativa e a perspectiva de propor pequenas modificações nas interpretações de cláusulas desse termo, estou confiante e acho que vamos assinar - disse.
O acordo firmado em 2008 prevê, por exemplo, que as informações sobre pessoa investigada por crime praticado pela internet contra criança e adolescente deverão ser fornecidas em até três dias pelas empresas, mediante requisição feita por autoridade policial ou judicial. Esse prazo de transferência dos dados cai para 24 horas quando houver risco à vida dos menores, e para duas horas quando se configurar risco iminente à vida de crianças e adolescentes.
A falta de colaboração de algumas dessas entidades, segundo o presidente da organização não governamental SaferNet, Thiago Tavares, está se tornando "um problema intransponível para o sucesso das investigações". Ele revelou que se discute até mesmo a prorrogação da comissão até a solução desse impasse. Nova reunião entre os representantes das teles deve ocorrer na semana que vem.

Elina Rodrigues Pozzebom / Agência Senado
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As operadoras de telefonia Vivo, Claro, Embratel, Telefônica e Net reuniram-se nesta quarta-feira (3) com o corpo técnico da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia para tentar chegar a novo acordo que leve à assinatura de um termo de cooperação entre as empresas e as autoridades brasileiras. A ideia é agilizar o acesso aos sigilos telefônicos dos investigados por pedofilia.
- Houve avanços, quebramos o sentimento de antagonismo que estava no ar, mostramos que há questões que deixam as empresas em situação de desconforto. Eles compreenderam, nos deram razão em alguns pontos, em outros continuam mantendo a mesma posição, mas percebemos que a coisa começa a caminhar - explicou Luiz Francisco Carvalho Silva, advogado da Vivo que também representou as demais empresas nesta reunião.
Um termo já foi firmado em dezembro 2008 por TIM, Oi/Telemar e Brasil Telecom, mas foi rejeitado pelas empresas restantes, que discordavam de pontos específicos, como a existência de sanções para quem não cumprisse o estabelecido. Segundo Luiz Francisco, as empresas entendem que um termo de cooperação não se coaduna com a existência de penalidades, afinal, já existem punições previstas em lei para os casos em que "não há obediência aos órgãos legais nem a prestação dos esclarecimentos pedidos".
- Mas temos a expectativa e a perspectiva de propor pequenas modificações nas interpretações de cláusulas desse termo, estou confiante e acho que vamos assinar - disse.
O acordo firmado em 2008 prevê, por exemplo, que as informações sobre pessoa investigada por crime praticado pela internet contra criança e adolescente deverão ser fornecidas em até três dias pelas empresas, mediante requisição feita por autoridade policial ou judicial. Esse prazo de transferência dos dados cai para 24 horas quando houver risco à vida dos menores, e para duas horas quando se configurar risco iminente à vida de crianças e adolescentes.
A falta de colaboração de algumas dessas entidades, segundo o presidente da organização não governamental SaferNet, Thiago Tavares, está se tornando "um problema intransponível para o sucesso das investigações". Ele revelou que se discute até mesmo a prorrogação da comissão até a solução desse impasse. Nova reunião entre os representantes das teles deve ocorrer na semana que vem.

Elina Rodrigues Pozzebom / Agência Senado
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As operadoras de telefonia Vivo, Claro, Embratel, Telefônica e Net reuniram-se nesta quarta-feira (3) com o corpo técnico da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia para tentar chegar a novo acordo que leve à assinatura de um termo de cooperação entre as empresas e as autoridades brasileiras. A ideia é agilizar o acesso aos sigilos telefônicos dos investigados por pedofilia.
- Houve avanços, quebramos o sentimento de antagonismo que estava no ar, mostramos que há questões que deixam as empresas em situação de desconforto. Eles compreenderam, nos deram razão em alguns pontos, em outros continuam mantendo a mesma posição, mas percebemos que a coisa começa a caminhar - explicou Luiz Francisco Carvalho Silva, advogado da Vivo que também representou as demais empresas nesta reunião.
Um termo já foi firmado em dezembro 2008 por TIM, Oi/Telemar e Brasil Telecom, mas foi rejeitado pelas empresas restantes, que discordavam de pontos específicos, como a existência de sanções para quem não cumprisse o estabelecido. Segundo Luiz Francisco, as empresas entendem que um termo de cooperação não se coaduna com a existência de penalidades, afinal, já existem punições previstas em lei para os casos em que "não há obediência aos órgãos legais nem a prestação dos esclarecimentos pedidos".
- Mas temos a expectativa e a perspectiva de propor pequenas modificações nas interpretações de cláusulas desse termo, estou confiante e acho que vamos assinar - disse.
O acordo firmado em 2008 prevê, por exemplo, que as informações sobre pessoa investigada por crime praticado pela internet contra criança e adolescente deverão ser fornecidas em até três dias pelas empresas, mediante requisição feita por autoridade policial ou judicial. Esse prazo de transferência dos dados cai para 24 horas quando houver risco à vida dos menores, e para duas horas quando se configurar risco iminente à vida de crianças e adolescentes.
A falta de colaboração de algumas dessas entidades, segundo o presidente da organização não governamental SaferNet, Thiago Tavares, está se tornando "um problema intransponível para o sucesso das investigações". Ele revelou que se discute até mesmo a prorrogação da comissão até a solução desse impasse. Nova reunião entre os representantes das teles deve ocorrer na semana que vem.

Elina Rodrigues Pozzebom / Agência Senado
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Considerada a região mais pobre do estado de São Paulo, o Vale do Ribeira recebeu, em 22 de maio, apoio do Comitê Interinstitucional de Prevenção e Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas. Através da Campanha contra o Tráfico de Mulheres, Adolescentes e Crianças para Exploração Sexual Comercial na região do Vale do Ribeira, o comitê vai distribuir material informativo e preventivo – folders, cartazes – e capacitar professores de Ensino Médio sobre o tráfico humano.
O objetivo é conscientizar sobre o problema a população local e os cerca de dez mil caminhoneiros que transitam diariamente pela BR-116. A estrada corta o Vale do Ribeira e liga o Sul às demais regiões brasileiras.
Nas proximidades, muitas crianças e adolescentes se aglomeram forçadas ou espontaneamente, na possibilidade de mudar de vida. Área de preservação ambiental, o Vale possui uma expansão industrial restrita e um alto nível de desemprego entre os jovens.
“A nossa região atrai muitos aliciadores, porque nós temos cidades litorâneas e é um local onde eles encontram pessoas vulneráveis, pela questão econômica e cultural”, explica o pastor Maximiliano Richter, presidente do Comitê Interinstitucional.
Segundo o pastor Maximiliano, as vitimas do tráfico de pessoas no Vale do Ribeira possuem como destino prioritário a capital paulista e os estados de Minas Gerais e Mato Grosso. Ao chegarem ao destino, as vítimas já se veem endividadas pelos custos da viagem, motivo pelo qual passam a viver em situação de cárcere.
“A nossa campanha é de informação porque a arma dos criminosos é a desinformação. Volta e meia, aparecem falsas agências de modelo e olheiros de clubes de futebol por aqui”, alerta o Pastor.
O governo do Estado e as entidades civis têm dado atenção especial às comunidades quilombolas da região. “Nós soubemos do desaparecimento de menores lá, seduzidas pra trabalhos nos grandes centros, quando, na verdade, estavam sendo aliciadas”, denuncia o pastor Maximiliano. As entidades identificam adolescentes afro-descendentes como o perfil mais visado pelo tráfico, que, de modo geral, tem como destino final os países europeus.
“Eles sonham com uma casa própria, por isso o governo [do Estado] tem construído casas nas comunidades quilombolas, instalado oficinas de informática e cursos profissionalizantes”, aponta Maximiliano.
Dentre as ações da campanha está o Programa de Prevenção ao Tráfico de Pessoas, executado nas escolas de nível médio da região pelo Serviço à Mulher Marginalizada (SMM). A partir do próximo semestre, o SMM irá capacitar professores para que eles discutam e multipliquem entre seus alunos questões ligadas ao tráfico de pessoas.
A articuladora do SMM Priscila Siqueira avalia que “a região [do Vale do Ribeira] precisa de mais investimentos econômicos”. “Os meninos e as meninas acabam de estudar e continuam na mesma situação econômica. Tem que se investir na região, investir no ecoturismo, por exemplo, pra que eles tenham alternativas de emprego e não caiam nas drogas e na prostituição”, opina Priscila.
O Comitê Interinstitucional de Prevenção e Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas do Vale do Ribeira é o responsável pela campanha em nível regional. Em nível estadual, a campanha é organizada pelo Comitê de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas de São Paulo. Composto por entidades civis e governamentais, o comitê estadual é ligado ao Núcleo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas de São Paulo (NETP-SP), ligado, por sua vez, à Secretaria de Justiça e Direitos Humanos do Estado.

Concurso de teatro, jingles e tirinhas

No segundo semestre de 2009, o Comitê Interinstitucional de Prevenção e Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas do Vale do Ribeira vai realizar, na região, um concurso cultural de teatro, jingles e tirinhas. Com o tema “prevenção ao tráfico de pessoas”, o concurso será realizado em três cidades do Vale, ainda não definidas, e será divulgado nas escolas. A partir do próximo semestre, o comitê deverá ter células em cada município da região.

Por: Julio Silva
Fonte: Adital
link do postPor anjoseguerreiros, às 20:33  comentar


Considerada a região mais pobre do estado de São Paulo, o Vale do Ribeira recebeu, em 22 de maio, apoio do Comitê Interinstitucional de Prevenção e Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas. Através da Campanha contra o Tráfico de Mulheres, Adolescentes e Crianças para Exploração Sexual Comercial na região do Vale do Ribeira, o comitê vai distribuir material informativo e preventivo – folders, cartazes – e capacitar professores de Ensino Médio sobre o tráfico humano.
O objetivo é conscientizar sobre o problema a população local e os cerca de dez mil caminhoneiros que transitam diariamente pela BR-116. A estrada corta o Vale do Ribeira e liga o Sul às demais regiões brasileiras.
Nas proximidades, muitas crianças e adolescentes se aglomeram forçadas ou espontaneamente, na possibilidade de mudar de vida. Área de preservação ambiental, o Vale possui uma expansão industrial restrita e um alto nível de desemprego entre os jovens.
“A nossa região atrai muitos aliciadores, porque nós temos cidades litorâneas e é um local onde eles encontram pessoas vulneráveis, pela questão econômica e cultural”, explica o pastor Maximiliano Richter, presidente do Comitê Interinstitucional.
Segundo o pastor Maximiliano, as vitimas do tráfico de pessoas no Vale do Ribeira possuem como destino prioritário a capital paulista e os estados de Minas Gerais e Mato Grosso. Ao chegarem ao destino, as vítimas já se veem endividadas pelos custos da viagem, motivo pelo qual passam a viver em situação de cárcere.
“A nossa campanha é de informação porque a arma dos criminosos é a desinformação. Volta e meia, aparecem falsas agências de modelo e olheiros de clubes de futebol por aqui”, alerta o Pastor.
O governo do Estado e as entidades civis têm dado atenção especial às comunidades quilombolas da região. “Nós soubemos do desaparecimento de menores lá, seduzidas pra trabalhos nos grandes centros, quando, na verdade, estavam sendo aliciadas”, denuncia o pastor Maximiliano. As entidades identificam adolescentes afro-descendentes como o perfil mais visado pelo tráfico, que, de modo geral, tem como destino final os países europeus.
“Eles sonham com uma casa própria, por isso o governo [do Estado] tem construído casas nas comunidades quilombolas, instalado oficinas de informática e cursos profissionalizantes”, aponta Maximiliano.
Dentre as ações da campanha está o Programa de Prevenção ao Tráfico de Pessoas, executado nas escolas de nível médio da região pelo Serviço à Mulher Marginalizada (SMM). A partir do próximo semestre, o SMM irá capacitar professores para que eles discutam e multipliquem entre seus alunos questões ligadas ao tráfico de pessoas.
A articuladora do SMM Priscila Siqueira avalia que “a região [do Vale do Ribeira] precisa de mais investimentos econômicos”. “Os meninos e as meninas acabam de estudar e continuam na mesma situação econômica. Tem que se investir na região, investir no ecoturismo, por exemplo, pra que eles tenham alternativas de emprego e não caiam nas drogas e na prostituição”, opina Priscila.
O Comitê Interinstitucional de Prevenção e Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas do Vale do Ribeira é o responsável pela campanha em nível regional. Em nível estadual, a campanha é organizada pelo Comitê de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas de São Paulo. Composto por entidades civis e governamentais, o comitê estadual é ligado ao Núcleo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas de São Paulo (NETP-SP), ligado, por sua vez, à Secretaria de Justiça e Direitos Humanos do Estado.

Concurso de teatro, jingles e tirinhas

No segundo semestre de 2009, o Comitê Interinstitucional de Prevenção e Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas do Vale do Ribeira vai realizar, na região, um concurso cultural de teatro, jingles e tirinhas. Com o tema “prevenção ao tráfico de pessoas”, o concurso será realizado em três cidades do Vale, ainda não definidas, e será divulgado nas escolas. A partir do próximo semestre, o comitê deverá ter células em cada município da região.

Por: Julio Silva
Fonte: Adital
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Considerada a região mais pobre do estado de São Paulo, o Vale do Ribeira recebeu, em 22 de maio, apoio do Comitê Interinstitucional de Prevenção e Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas. Através da Campanha contra o Tráfico de Mulheres, Adolescentes e Crianças para Exploração Sexual Comercial na região do Vale do Ribeira, o comitê vai distribuir material informativo e preventivo – folders, cartazes – e capacitar professores de Ensino Médio sobre o tráfico humano.
O objetivo é conscientizar sobre o problema a população local e os cerca de dez mil caminhoneiros que transitam diariamente pela BR-116. A estrada corta o Vale do Ribeira e liga o Sul às demais regiões brasileiras.
Nas proximidades, muitas crianças e adolescentes se aglomeram forçadas ou espontaneamente, na possibilidade de mudar de vida. Área de preservação ambiental, o Vale possui uma expansão industrial restrita e um alto nível de desemprego entre os jovens.
“A nossa região atrai muitos aliciadores, porque nós temos cidades litorâneas e é um local onde eles encontram pessoas vulneráveis, pela questão econômica e cultural”, explica o pastor Maximiliano Richter, presidente do Comitê Interinstitucional.
Segundo o pastor Maximiliano, as vitimas do tráfico de pessoas no Vale do Ribeira possuem como destino prioritário a capital paulista e os estados de Minas Gerais e Mato Grosso. Ao chegarem ao destino, as vítimas já se veem endividadas pelos custos da viagem, motivo pelo qual passam a viver em situação de cárcere.
“A nossa campanha é de informação porque a arma dos criminosos é a desinformação. Volta e meia, aparecem falsas agências de modelo e olheiros de clubes de futebol por aqui”, alerta o Pastor.
O governo do Estado e as entidades civis têm dado atenção especial às comunidades quilombolas da região. “Nós soubemos do desaparecimento de menores lá, seduzidas pra trabalhos nos grandes centros, quando, na verdade, estavam sendo aliciadas”, denuncia o pastor Maximiliano. As entidades identificam adolescentes afro-descendentes como o perfil mais visado pelo tráfico, que, de modo geral, tem como destino final os países europeus.
“Eles sonham com uma casa própria, por isso o governo [do Estado] tem construído casas nas comunidades quilombolas, instalado oficinas de informática e cursos profissionalizantes”, aponta Maximiliano.
Dentre as ações da campanha está o Programa de Prevenção ao Tráfico de Pessoas, executado nas escolas de nível médio da região pelo Serviço à Mulher Marginalizada (SMM). A partir do próximo semestre, o SMM irá capacitar professores para que eles discutam e multipliquem entre seus alunos questões ligadas ao tráfico de pessoas.
A articuladora do SMM Priscila Siqueira avalia que “a região [do Vale do Ribeira] precisa de mais investimentos econômicos”. “Os meninos e as meninas acabam de estudar e continuam na mesma situação econômica. Tem que se investir na região, investir no ecoturismo, por exemplo, pra que eles tenham alternativas de emprego e não caiam nas drogas e na prostituição”, opina Priscila.
O Comitê Interinstitucional de Prevenção e Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas do Vale do Ribeira é o responsável pela campanha em nível regional. Em nível estadual, a campanha é organizada pelo Comitê de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas de São Paulo. Composto por entidades civis e governamentais, o comitê estadual é ligado ao Núcleo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas de São Paulo (NETP-SP), ligado, por sua vez, à Secretaria de Justiça e Direitos Humanos do Estado.

Concurso de teatro, jingles e tirinhas

No segundo semestre de 2009, o Comitê Interinstitucional de Prevenção e Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas do Vale do Ribeira vai realizar, na região, um concurso cultural de teatro, jingles e tirinhas. Com o tema “prevenção ao tráfico de pessoas”, o concurso será realizado em três cidades do Vale, ainda não definidas, e será divulgado nas escolas. A partir do próximo semestre, o comitê deverá ter células em cada município da região.

Por: Julio Silva
Fonte: Adital
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Por Luiz Xavier

Maria do Rosário (E): o combate ao trabalho infantil é importante em momento de crise econômica, para evitar o subemprego.
A Câmara lançou nesta quarta-feira a Campanha Nacional de Combate à Exploração do Trabalho Infantil de Crianças e Adolescentes. O evento comemora o Dia Mundial contra o Trabalho Infantil (12 de junho), que se tornou data nacional com a Lei 11.542/07.A campanha deste ano, com o tema "Com Educação Nossas Crianças Aprendem a Escrever um Novo Presente Sem Trabalho Infantil", enfatiza o papel da educação na solução desse problema cultural que atinge milhões de crianças no País. A ação é a forma que as entidades envolvidas na campanha encontraram para mobilizar a sociedade contra o trabalho infantil. Cartazes, spots de rádio e de vídeo mostram os diferentes tipos de exploração do trabalho infantil e como denunciá-lo.O objetivo da campanha também é mobilizar parlamentares e criar uma rede de combate ao trabalho infantil em todo o País.Momento de crise Para presidente da Comissão de Educação e Cultura, a deputada Maria do Rosário (PT-RS), o combate ao trabalho infantil é ainda mais importante em momento de crise econômica. "O Congresso tem que estar atento ao Orçamento público e às políticas a serem desenvolvidas para a proteção da infância. Especialmente em momento de crise econômica, quando há refluxo do mercado de trabalho no emprego formal. Devemos estar atentos para o subemprego que se cria nesses momentos, para não ser ocupado pelas crianças e adolescentes como trabalho precário e superexplorado. Na verdade eles ocupam o lugar de um pai e uma mãe de família a um custo mais baixo."Representante da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Criança, a deputada Rita Camata (PMDB-ES) também comentou a importância da campanha para a educação da criança. Na opinião da parlamentar, "quanto mais tarde a criança vai para o mercado de trabalho, mais qualificada ela estará."
Em entrevista à TV Câmara, deputada Rita Camata comenta os números do Ipea sobre o trabalho infantil.Metas Para a diretora do escritório da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Lais Abramo, é possível erradicar o trabalho infantil no Brasil se forem estabelecidas metas e existirem ações políticas nesse sentido. Uma dessas ações seria a aprovação no Congresso da PEC (277/08) que prevê a educação obrigatória de adolescentes até o Segundo Grau. Lais admite no entanto que os resultados obtidos no combate ao trabalho infantil avançam lentamente no País. No Brasil, a idade mínima para admissão no trabalho é de 16 anos. É previsto também em lei a situação especial de aprendizagem a partir dos 14 anos. A campanha de combate ao trabalho infantil é organizada pela Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, pela Comissão de Educação e Cultura da Câmara, pelo Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil, pela Organização Internacional do Trabalho e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância.
Reportagem - Eduardo Tramarim Edição - Regina Céli Assumpção(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara')Agência CâmaraTel. (61) 3216.1851/3216.1852Fax. (61) 3216.1856E-mail:agencia@camara.gov.br
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Por Luiz Xavier

Maria do Rosário (E): o combate ao trabalho infantil é importante em momento de crise econômica, para evitar o subemprego.
A Câmara lançou nesta quarta-feira a Campanha Nacional de Combate à Exploração do Trabalho Infantil de Crianças e Adolescentes. O evento comemora o Dia Mundial contra o Trabalho Infantil (12 de junho), que se tornou data nacional com a Lei 11.542/07.A campanha deste ano, com o tema "Com Educação Nossas Crianças Aprendem a Escrever um Novo Presente Sem Trabalho Infantil", enfatiza o papel da educação na solução desse problema cultural que atinge milhões de crianças no País. A ação é a forma que as entidades envolvidas na campanha encontraram para mobilizar a sociedade contra o trabalho infantil. Cartazes, spots de rádio e de vídeo mostram os diferentes tipos de exploração do trabalho infantil e como denunciá-lo.O objetivo da campanha também é mobilizar parlamentares e criar uma rede de combate ao trabalho infantil em todo o País.Momento de crise Para presidente da Comissão de Educação e Cultura, a deputada Maria do Rosário (PT-RS), o combate ao trabalho infantil é ainda mais importante em momento de crise econômica. "O Congresso tem que estar atento ao Orçamento público e às políticas a serem desenvolvidas para a proteção da infância. Especialmente em momento de crise econômica, quando há refluxo do mercado de trabalho no emprego formal. Devemos estar atentos para o subemprego que se cria nesses momentos, para não ser ocupado pelas crianças e adolescentes como trabalho precário e superexplorado. Na verdade eles ocupam o lugar de um pai e uma mãe de família a um custo mais baixo."Representante da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Criança, a deputada Rita Camata (PMDB-ES) também comentou a importância da campanha para a educação da criança. Na opinião da parlamentar, "quanto mais tarde a criança vai para o mercado de trabalho, mais qualificada ela estará."
Em entrevista à TV Câmara, deputada Rita Camata comenta os números do Ipea sobre o trabalho infantil.Metas Para a diretora do escritório da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Lais Abramo, é possível erradicar o trabalho infantil no Brasil se forem estabelecidas metas e existirem ações políticas nesse sentido. Uma dessas ações seria a aprovação no Congresso da PEC (277/08) que prevê a educação obrigatória de adolescentes até o Segundo Grau. Lais admite no entanto que os resultados obtidos no combate ao trabalho infantil avançam lentamente no País. No Brasil, a idade mínima para admissão no trabalho é de 16 anos. É previsto também em lei a situação especial de aprendizagem a partir dos 14 anos. A campanha de combate ao trabalho infantil é organizada pela Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, pela Comissão de Educação e Cultura da Câmara, pelo Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil, pela Organização Internacional do Trabalho e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância.
Reportagem - Eduardo Tramarim Edição - Regina Céli Assumpção(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara')Agência CâmaraTel. (61) 3216.1851/3216.1852Fax. (61) 3216.1856E-mail:agencia@camara.gov.br
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Por Luiz Xavier

Maria do Rosário (E): o combate ao trabalho infantil é importante em momento de crise econômica, para evitar o subemprego.
A Câmara lançou nesta quarta-feira a Campanha Nacional de Combate à Exploração do Trabalho Infantil de Crianças e Adolescentes. O evento comemora o Dia Mundial contra o Trabalho Infantil (12 de junho), que se tornou data nacional com a Lei 11.542/07.A campanha deste ano, com o tema "Com Educação Nossas Crianças Aprendem a Escrever um Novo Presente Sem Trabalho Infantil", enfatiza o papel da educação na solução desse problema cultural que atinge milhões de crianças no País. A ação é a forma que as entidades envolvidas na campanha encontraram para mobilizar a sociedade contra o trabalho infantil. Cartazes, spots de rádio e de vídeo mostram os diferentes tipos de exploração do trabalho infantil e como denunciá-lo.O objetivo da campanha também é mobilizar parlamentares e criar uma rede de combate ao trabalho infantil em todo o País.Momento de crise Para presidente da Comissão de Educação e Cultura, a deputada Maria do Rosário (PT-RS), o combate ao trabalho infantil é ainda mais importante em momento de crise econômica. "O Congresso tem que estar atento ao Orçamento público e às políticas a serem desenvolvidas para a proteção da infância. Especialmente em momento de crise econômica, quando há refluxo do mercado de trabalho no emprego formal. Devemos estar atentos para o subemprego que se cria nesses momentos, para não ser ocupado pelas crianças e adolescentes como trabalho precário e superexplorado. Na verdade eles ocupam o lugar de um pai e uma mãe de família a um custo mais baixo."Representante da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Criança, a deputada Rita Camata (PMDB-ES) também comentou a importância da campanha para a educação da criança. Na opinião da parlamentar, "quanto mais tarde a criança vai para o mercado de trabalho, mais qualificada ela estará."
Em entrevista à TV Câmara, deputada Rita Camata comenta os números do Ipea sobre o trabalho infantil.Metas Para a diretora do escritório da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Lais Abramo, é possível erradicar o trabalho infantil no Brasil se forem estabelecidas metas e existirem ações políticas nesse sentido. Uma dessas ações seria a aprovação no Congresso da PEC (277/08) que prevê a educação obrigatória de adolescentes até o Segundo Grau. Lais admite no entanto que os resultados obtidos no combate ao trabalho infantil avançam lentamente no País. No Brasil, a idade mínima para admissão no trabalho é de 16 anos. É previsto também em lei a situação especial de aprendizagem a partir dos 14 anos. A campanha de combate ao trabalho infantil é organizada pela Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, pela Comissão de Educação e Cultura da Câmara, pelo Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil, pela Organização Internacional do Trabalho e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância.
Reportagem - Eduardo Tramarim Edição - Regina Céli Assumpção(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara')Agência CâmaraTel. (61) 3216.1851/3216.1852Fax. (61) 3216.1856E-mail:agencia@camara.gov.br
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País subiu cinco posições em relação a 2008, mas continua atrás de Argentina, Chile e Uruguai.

- A violência manteve o Brasil atrás da Argentina, do Uruguai, do Paraguai, da Bolívia, do Peru e do Chile na última edição do Índice Global da Paz (IGP), um levantamento anual dos indicadores de segurança e violência no mundo.
Na América do Sul, o Brasil só fica na frente da Colômbia, país afundado em um grave conflito interno, e da Venezuela, onde a disputa política é acirrada.
O Brasil está em 85º lugar no ranking de 144 países, avançando cinco posições em relação ao IGP de 2008. A melhora mudança se deve principalmente a uma ligeira redução no volume de importação de armas, percentual do Produto Interno Bruto (PIB) destinado a investimentos militares e número de agentes armados em relação à população.
Em primeiro lugar no IGP deste ano, ficou a Nova Zelândia, destronando a Islândia – que caiu para o quarto lugar – como o país mais pacífico do mundo. Em segundo, está a Dinamarca, seguida por Noruega, Islândia, Áustria, Suécia e Japão. Completam os dez primeiros colocados Canadá, Finlândia e Eslovênia.

Chile em alta

O Chile é o melhor colocado da América Latina, na 20ª posição, uma atrás da obtida em 2008. Em seguida, dos vizinhos brasileiros, vem o Uruguai, em 25º.
Entre os países desenvolvidos, os Estados Unidos ficaram em 83º lugar, bem atrás dos vizinhos canadenses (8º). O principal motivo para a má colocação dos americanos são as ameaças de terrorismo e criminalidade no país.
Por outro lado, a Europa foi considerada a região mais pacífica do planeta, com a maioria dos seus países entre os 20 primeiros colocados do ranking. Entre as exceções estão França (30º), Grã-Bretanha e Itália, os dois últimos juntos em 35º e 36º lugar, respectivamente.
De acordo com o IGP, embora tenha subido 14 colocações desde 2008, a Grã-Bretanha continua sob ameaça de terrorismo e criminalidade, além de registrar altas exportações de armamentos.
Já a Itália caiu oito posições (de 28 para 36) – os culpados também são a percepção da criminalidade e a proporção de agentes de segurança na população.
Em último na Europa está a Grécia, que caiu três posições principalmente por causa das revoltas domésticas que explodiram no país no ano passado, depois que um menino de 15 anos foi assassinado pela polícia.
Em último lugar no ranking global está o Iraque, arrasado pela longa guerra. Conflitos também arrastaram o Afeganistão para o penúltimo lugar e Israel para o 141º.
O pé do ranking IGP é completado por outros países em conflito, como Somália (142), Sudão (140), República Democrática do Congo (139) e Chad (138).

BBC Brasil
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País subiu cinco posições em relação a 2008, mas continua atrás de Argentina, Chile e Uruguai.

- A violência manteve o Brasil atrás da Argentina, do Uruguai, do Paraguai, da Bolívia, do Peru e do Chile na última edição do Índice Global da Paz (IGP), um levantamento anual dos indicadores de segurança e violência no mundo.
Na América do Sul, o Brasil só fica na frente da Colômbia, país afundado em um grave conflito interno, e da Venezuela, onde a disputa política é acirrada.
O Brasil está em 85º lugar no ranking de 144 países, avançando cinco posições em relação ao IGP de 2008. A melhora mudança se deve principalmente a uma ligeira redução no volume de importação de armas, percentual do Produto Interno Bruto (PIB) destinado a investimentos militares e número de agentes armados em relação à população.
Em primeiro lugar no IGP deste ano, ficou a Nova Zelândia, destronando a Islândia – que caiu para o quarto lugar – como o país mais pacífico do mundo. Em segundo, está a Dinamarca, seguida por Noruega, Islândia, Áustria, Suécia e Japão. Completam os dez primeiros colocados Canadá, Finlândia e Eslovênia.

Chile em alta

O Chile é o melhor colocado da América Latina, na 20ª posição, uma atrás da obtida em 2008. Em seguida, dos vizinhos brasileiros, vem o Uruguai, em 25º.
Entre os países desenvolvidos, os Estados Unidos ficaram em 83º lugar, bem atrás dos vizinhos canadenses (8º). O principal motivo para a má colocação dos americanos são as ameaças de terrorismo e criminalidade no país.
Por outro lado, a Europa foi considerada a região mais pacífica do planeta, com a maioria dos seus países entre os 20 primeiros colocados do ranking. Entre as exceções estão França (30º), Grã-Bretanha e Itália, os dois últimos juntos em 35º e 36º lugar, respectivamente.
De acordo com o IGP, embora tenha subido 14 colocações desde 2008, a Grã-Bretanha continua sob ameaça de terrorismo e criminalidade, além de registrar altas exportações de armamentos.
Já a Itália caiu oito posições (de 28 para 36) – os culpados também são a percepção da criminalidade e a proporção de agentes de segurança na população.
Em último na Europa está a Grécia, que caiu três posições principalmente por causa das revoltas domésticas que explodiram no país no ano passado, depois que um menino de 15 anos foi assassinado pela polícia.
Em último lugar no ranking global está o Iraque, arrasado pela longa guerra. Conflitos também arrastaram o Afeganistão para o penúltimo lugar e Israel para o 141º.
O pé do ranking IGP é completado por outros países em conflito, como Somália (142), Sudão (140), República Democrática do Congo (139) e Chad (138).

BBC Brasil
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País subiu cinco posições em relação a 2008, mas continua atrás de Argentina, Chile e Uruguai.

- A violência manteve o Brasil atrás da Argentina, do Uruguai, do Paraguai, da Bolívia, do Peru e do Chile na última edição do Índice Global da Paz (IGP), um levantamento anual dos indicadores de segurança e violência no mundo.
Na América do Sul, o Brasil só fica na frente da Colômbia, país afundado em um grave conflito interno, e da Venezuela, onde a disputa política é acirrada.
O Brasil está em 85º lugar no ranking de 144 países, avançando cinco posições em relação ao IGP de 2008. A melhora mudança se deve principalmente a uma ligeira redução no volume de importação de armas, percentual do Produto Interno Bruto (PIB) destinado a investimentos militares e número de agentes armados em relação à população.
Em primeiro lugar no IGP deste ano, ficou a Nova Zelândia, destronando a Islândia – que caiu para o quarto lugar – como o país mais pacífico do mundo. Em segundo, está a Dinamarca, seguida por Noruega, Islândia, Áustria, Suécia e Japão. Completam os dez primeiros colocados Canadá, Finlândia e Eslovênia.

Chile em alta

O Chile é o melhor colocado da América Latina, na 20ª posição, uma atrás da obtida em 2008. Em seguida, dos vizinhos brasileiros, vem o Uruguai, em 25º.
Entre os países desenvolvidos, os Estados Unidos ficaram em 83º lugar, bem atrás dos vizinhos canadenses (8º). O principal motivo para a má colocação dos americanos são as ameaças de terrorismo e criminalidade no país.
Por outro lado, a Europa foi considerada a região mais pacífica do planeta, com a maioria dos seus países entre os 20 primeiros colocados do ranking. Entre as exceções estão França (30º), Grã-Bretanha e Itália, os dois últimos juntos em 35º e 36º lugar, respectivamente.
De acordo com o IGP, embora tenha subido 14 colocações desde 2008, a Grã-Bretanha continua sob ameaça de terrorismo e criminalidade, além de registrar altas exportações de armamentos.
Já a Itália caiu oito posições (de 28 para 36) – os culpados também são a percepção da criminalidade e a proporção de agentes de segurança na população.
Em último na Europa está a Grécia, que caiu três posições principalmente por causa das revoltas domésticas que explodiram no país no ano passado, depois que um menino de 15 anos foi assassinado pela polícia.
Em último lugar no ranking global está o Iraque, arrasado pela longa guerra. Conflitos também arrastaram o Afeganistão para o penúltimo lugar e Israel para o 141º.
O pé do ranking IGP é completado por outros países em conflito, como Somália (142), Sudão (140), República Democrática do Congo (139) e Chad (138).

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Combinação perfeita: reposição de nutrientes + atividades físicas

Muitas pessoas buscam uma vida saudável e envelhecer com qualidade, porém não são todas que se preocupam em praticar atividades físicas. Segundo um estudo conduzido por pesquisadores britânicos, levar uma vida sedentária pode acelerar o processo do envelhecimento. Além disso, o sedentarismo pode aumentar em 22% o risco de se desenvolver doenças do coração e de 10% a 16% de cânceres de colo, reto e mama. Para o professor e médico ortomolecular Dr. Marcos Natividade, os cuidados com a saúde podem ser ampliados se o organismo estiver em equilíbrio, conseguindo absorver todos os nutrientes necessários. Além dos exames tradicionais, o tratamento ortomolecular utiliza o aparelho de Bioimpedância In Body 520, que consegue medir a gordura do corpo através de uma corrente elétrica de baixa intensidade (imperceptível). Quanto maior a quantidade de água contida em um órgão, mais facilmente a corrente irá passar. O exame, realizado em poucos minutos, fornece informações essenciais para o controle da saúde, como: composição corporal, diagnóstico da obesidade, controle músculo-gordura, massa magra segmentar, gordura segmentada, impedância.“Esta é maneira mais completa de diagnosticar gorduras em excesso e estabelecer parâmetros para perda de peso e ganho de massa muscular com o planejamento de exercícios personalizados. Com essa análise complementar, é possível avaliar as necessidades do paciente e indicar quais os nutrientes necessários para reequilibrar o organismo”, explica Dr. Marcos Natividade.Com o resultado do tratamento e a indicação dos nutrientes, o paciente também precisa investir em atividades físicas regulares. Tratamento Ortomolecular Ortomolecular é a molécula correta para curar ou prevenir determinada doença. O tratamento baseia-se na reposição de vários nutrientes com uma alimentação balanceada e o uso de vitaminas, minerais, aminoácidos, gorduras saturadas, além da desintoxicação que ajuda a nutrir e fortalecer o organismo. Os benefícios também podem ser revertidos para a área estética colaborando, por exemplo, para evitar o envelhecimento precoce. “No tratamento ortomolecular, como em qualquer outro, é preciso disciplina e dedicação. Os resultados são muito bons, mas dependem muito do paciente. Não se trata de um tratamento milagroso e a perda de peso acontece graças à reeducação alimentar, ao equilíbrio nutricional promovido pelos nutrientes e a prática de exercícios físicos. Desta forma, o paciente irá envelhecer da forma mais saudável possível”, ressalta o professor e médico ortomolecular, Dr. Marcos Natividade. Sites: www.marcosnatividade.com.brwww.longevidadesaudavel.com.br
RedaçãoeAgora.com.br

Leia mais em: O que é medicina Ortomolecular?
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Combinação perfeita: reposição de nutrientes + atividades físicas

Muitas pessoas buscam uma vida saudável e envelhecer com qualidade, porém não são todas que se preocupam em praticar atividades físicas. Segundo um estudo conduzido por pesquisadores britânicos, levar uma vida sedentária pode acelerar o processo do envelhecimento. Além disso, o sedentarismo pode aumentar em 22% o risco de se desenvolver doenças do coração e de 10% a 16% de cânceres de colo, reto e mama. Para o professor e médico ortomolecular Dr. Marcos Natividade, os cuidados com a saúde podem ser ampliados se o organismo estiver em equilíbrio, conseguindo absorver todos os nutrientes necessários. Além dos exames tradicionais, o tratamento ortomolecular utiliza o aparelho de Bioimpedância In Body 520, que consegue medir a gordura do corpo através de uma corrente elétrica de baixa intensidade (imperceptível). Quanto maior a quantidade de água contida em um órgão, mais facilmente a corrente irá passar. O exame, realizado em poucos minutos, fornece informações essenciais para o controle da saúde, como: composição corporal, diagnóstico da obesidade, controle músculo-gordura, massa magra segmentar, gordura segmentada, impedância.“Esta é maneira mais completa de diagnosticar gorduras em excesso e estabelecer parâmetros para perda de peso e ganho de massa muscular com o planejamento de exercícios personalizados. Com essa análise complementar, é possível avaliar as necessidades do paciente e indicar quais os nutrientes necessários para reequilibrar o organismo”, explica Dr. Marcos Natividade.Com o resultado do tratamento e a indicação dos nutrientes, o paciente também precisa investir em atividades físicas regulares. Tratamento Ortomolecular Ortomolecular é a molécula correta para curar ou prevenir determinada doença. O tratamento baseia-se na reposição de vários nutrientes com uma alimentação balanceada e o uso de vitaminas, minerais, aminoácidos, gorduras saturadas, além da desintoxicação que ajuda a nutrir e fortalecer o organismo. Os benefícios também podem ser revertidos para a área estética colaborando, por exemplo, para evitar o envelhecimento precoce. “No tratamento ortomolecular, como em qualquer outro, é preciso disciplina e dedicação. Os resultados são muito bons, mas dependem muito do paciente. Não se trata de um tratamento milagroso e a perda de peso acontece graças à reeducação alimentar, ao equilíbrio nutricional promovido pelos nutrientes e a prática de exercícios físicos. Desta forma, o paciente irá envelhecer da forma mais saudável possível”, ressalta o professor e médico ortomolecular, Dr. Marcos Natividade. Sites: www.marcosnatividade.com.brwww.longevidadesaudavel.com.br
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Muitas pessoas buscam uma vida saudável e envelhecer com qualidade, porém não são todas que se preocupam em praticar atividades físicas. Segundo um estudo conduzido por pesquisadores britânicos, levar uma vida sedentária pode acelerar o processo do envelhecimento. Além disso, o sedentarismo pode aumentar em 22% o risco de se desenvolver doenças do coração e de 10% a 16% de cânceres de colo, reto e mama. Para o professor e médico ortomolecular Dr. Marcos Natividade, os cuidados com a saúde podem ser ampliados se o organismo estiver em equilíbrio, conseguindo absorver todos os nutrientes necessários. Além dos exames tradicionais, o tratamento ortomolecular utiliza o aparelho de Bioimpedância In Body 520, que consegue medir a gordura do corpo através de uma corrente elétrica de baixa intensidade (imperceptível). Quanto maior a quantidade de água contida em um órgão, mais facilmente a corrente irá passar. O exame, realizado em poucos minutos, fornece informações essenciais para o controle da saúde, como: composição corporal, diagnóstico da obesidade, controle músculo-gordura, massa magra segmentar, gordura segmentada, impedância.“Esta é maneira mais completa de diagnosticar gorduras em excesso e estabelecer parâmetros para perda de peso e ganho de massa muscular com o planejamento de exercícios personalizados. Com essa análise complementar, é possível avaliar as necessidades do paciente e indicar quais os nutrientes necessários para reequilibrar o organismo”, explica Dr. Marcos Natividade.Com o resultado do tratamento e a indicação dos nutrientes, o paciente também precisa investir em atividades físicas regulares. Tratamento Ortomolecular Ortomolecular é a molécula correta para curar ou prevenir determinada doença. O tratamento baseia-se na reposição de vários nutrientes com uma alimentação balanceada e o uso de vitaminas, minerais, aminoácidos, gorduras saturadas, além da desintoxicação que ajuda a nutrir e fortalecer o organismo. Os benefícios também podem ser revertidos para a área estética colaborando, por exemplo, para evitar o envelhecimento precoce. “No tratamento ortomolecular, como em qualquer outro, é preciso disciplina e dedicação. Os resultados são muito bons, mas dependem muito do paciente. Não se trata de um tratamento milagroso e a perda de peso acontece graças à reeducação alimentar, ao equilíbrio nutricional promovido pelos nutrientes e a prática de exercícios físicos. Desta forma, o paciente irá envelhecer da forma mais saudável possível”, ressalta o professor e médico ortomolecular, Dr. Marcos Natividade. Sites: www.marcosnatividade.com.brwww.longevidadesaudavel.com.br
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James Watson, codescobridor da estrutura do DNA, pai da biologia molecular e polemista profissional, tem uma nova teoria para explicar a suposta genética da inteligência. Os genes que predisporiam algumas pessoas a habilidades intelectuais elevadas seriam os mesmos que disparam doenças como autismo e esquizofrenia.
Coincidentemente, é essa a hipótese que um grupo de pesquisadores da Universidade do Colorado está desenvolvendo. Os dados foram apresentados na semana passada nos Estados Unidos, logo depois de Watson ter delineado suas ideias.
"Isso é muito especulativo. Não posso provar", admitiu à Folha o biólogo, de 81 anos. Mas a inteligência, continuou, é rara porque casais inteligentes têm probabilidade mais alta de terem filhos com problemas. "E esses genes tendem a ser eliminados pela seleção natural."
Watson apresentou sua tese durante o 74º Simpósio de Cold Spring Harbor sobre Biologia Quantitativa, organizado pelo laboratório do qual ele era chanceler --até ser demovido do posto no fim de 2007 por ter feito comentários racistas.
Longe de se retratar pelo episódio, Watson ainda sugeriu, durante sua apresentação, que outro motivo pelo qual a inteligência é rara é que "as pessoas inteligentes pagam por dizerem a verdade. Sei disso por experiência pessoal".

Autorreferência
O cientista começou a desenvolver sua hipótese depois de ter sido o primeiro ser humano a ter o genoma sequenciado.
"Fiquei assustado, descobri que tinha mutações em três genes ligados ao reparo do DNA".
Esses genes, como o BRCA1 e o BRCA2, entram em ação para corrigir danos causados durante a replicação do DNA ou por uma agressão do ambiente, como radiação. Mutações neles estão ligadas ao câncer.
"Pessoas com essas mutações tendem a ter filhos especiais", disse. Watson tem um filho esquizofrênico.
Os mutantes são mais inteligentes que a média e têm menos filhos --e, de acordo com Watson, têm problemas para se relacionar com as outras pessoas. Veja os cientistas.
Supostamente, os genes da inteligência seriam eliminados pela seleção natural. "Mas por que eles não somem e a humanidade não fica mais estúpida?"
Elementar, afirma Watson. As sociedades que têm indivíduos com alta cognição, como Einstein e Darwin, se beneficiam. O processo evitaria o expurgo da inteligência -e da esquizofrenia- do "pool" genético dessas populações.

Faca de dois gumes
Menos especulativa é a ligação entre cognição e doenças mentais feita pelo grupo de James Sikela (Universidade do Colorado). Ele e seus colegas descobriram uma correlação entre o alto número de cópias de um gene numa certa região do DNA humano e o desenvolvimento do cérebro. Essa região, dizem outros estudos, estaria também implicada com autismo e esquizofrenia.
Os pesquisadores identificaram que uma região instável do genoma chamada 1q21.1 concentrava um número alto de cópias de um gene chamado DUF1220. "A relação de causa e efeito não está provada, mas nós relatamos uma correlação" entre o aumento do número de cópias desse gene na linhagem humana e o aumento do cérebro, disse Sikela à Folha.
Essa instabilidade é "uma faca de dois gumes". "Ela teria permitido mais cópias do DUF1220 e, portanto, teria sido retida na evolução. Por outro lado, essa instabilidade não é precisa e pode gerar um embaralhamento deletério de sequências.
É por isso que os vários estudos recentes que têm relacionado variação no número de cópias na região 1q21.1 no autismo e na esquizofrenia chamaram nossa atenção: isso se encaixa na ideia de que os indivíduos com essas doenças são o preço que a nossa espécie paga pelo mecanismo que permitiu e permite a geração de mais cópias da DUF1220."
Sikela disse que Watson não sabia de seus dados e que o mecanismo sugerido por ele é diferente. "Mas, em teoria, outras regiões do genoma poderiam se encaixar no modelo."



Folha Online
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James Watson, codescobridor da estrutura do DNA, pai da biologia molecular e polemista profissional, tem uma nova teoria para explicar a suposta genética da inteligência. Os genes que predisporiam algumas pessoas a habilidades intelectuais elevadas seriam os mesmos que disparam doenças como autismo e esquizofrenia.
Coincidentemente, é essa a hipótese que um grupo de pesquisadores da Universidade do Colorado está desenvolvendo. Os dados foram apresentados na semana passada nos Estados Unidos, logo depois de Watson ter delineado suas ideias.
"Isso é muito especulativo. Não posso provar", admitiu à Folha o biólogo, de 81 anos. Mas a inteligência, continuou, é rara porque casais inteligentes têm probabilidade mais alta de terem filhos com problemas. "E esses genes tendem a ser eliminados pela seleção natural."
Watson apresentou sua tese durante o 74º Simpósio de Cold Spring Harbor sobre Biologia Quantitativa, organizado pelo laboratório do qual ele era chanceler --até ser demovido do posto no fim de 2007 por ter feito comentários racistas.
Longe de se retratar pelo episódio, Watson ainda sugeriu, durante sua apresentação, que outro motivo pelo qual a inteligência é rara é que "as pessoas inteligentes pagam por dizerem a verdade. Sei disso por experiência pessoal".

Autorreferência
O cientista começou a desenvolver sua hipótese depois de ter sido o primeiro ser humano a ter o genoma sequenciado.
"Fiquei assustado, descobri que tinha mutações em três genes ligados ao reparo do DNA".
Esses genes, como o BRCA1 e o BRCA2, entram em ação para corrigir danos causados durante a replicação do DNA ou por uma agressão do ambiente, como radiação. Mutações neles estão ligadas ao câncer.
"Pessoas com essas mutações tendem a ter filhos especiais", disse. Watson tem um filho esquizofrênico.
Os mutantes são mais inteligentes que a média e têm menos filhos --e, de acordo com Watson, têm problemas para se relacionar com as outras pessoas. Veja os cientistas.
Supostamente, os genes da inteligência seriam eliminados pela seleção natural. "Mas por que eles não somem e a humanidade não fica mais estúpida?"
Elementar, afirma Watson. As sociedades que têm indivíduos com alta cognição, como Einstein e Darwin, se beneficiam. O processo evitaria o expurgo da inteligência -e da esquizofrenia- do "pool" genético dessas populações.

Faca de dois gumes
Menos especulativa é a ligação entre cognição e doenças mentais feita pelo grupo de James Sikela (Universidade do Colorado). Ele e seus colegas descobriram uma correlação entre o alto número de cópias de um gene numa certa região do DNA humano e o desenvolvimento do cérebro. Essa região, dizem outros estudos, estaria também implicada com autismo e esquizofrenia.
Os pesquisadores identificaram que uma região instável do genoma chamada 1q21.1 concentrava um número alto de cópias de um gene chamado DUF1220. "A relação de causa e efeito não está provada, mas nós relatamos uma correlação" entre o aumento do número de cópias desse gene na linhagem humana e o aumento do cérebro, disse Sikela à Folha.
Essa instabilidade é "uma faca de dois gumes". "Ela teria permitido mais cópias do DUF1220 e, portanto, teria sido retida na evolução. Por outro lado, essa instabilidade não é precisa e pode gerar um embaralhamento deletério de sequências.
É por isso que os vários estudos recentes que têm relacionado variação no número de cópias na região 1q21.1 no autismo e na esquizofrenia chamaram nossa atenção: isso se encaixa na ideia de que os indivíduos com essas doenças são o preço que a nossa espécie paga pelo mecanismo que permitiu e permite a geração de mais cópias da DUF1220."
Sikela disse que Watson não sabia de seus dados e que o mecanismo sugerido por ele é diferente. "Mas, em teoria, outras regiões do genoma poderiam se encaixar no modelo."



Folha Online
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James Watson, codescobridor da estrutura do DNA, pai da biologia molecular e polemista profissional, tem uma nova teoria para explicar a suposta genética da inteligência. Os genes que predisporiam algumas pessoas a habilidades intelectuais elevadas seriam os mesmos que disparam doenças como autismo e esquizofrenia.
Coincidentemente, é essa a hipótese que um grupo de pesquisadores da Universidade do Colorado está desenvolvendo. Os dados foram apresentados na semana passada nos Estados Unidos, logo depois de Watson ter delineado suas ideias.
"Isso é muito especulativo. Não posso provar", admitiu à Folha o biólogo, de 81 anos. Mas a inteligência, continuou, é rara porque casais inteligentes têm probabilidade mais alta de terem filhos com problemas. "E esses genes tendem a ser eliminados pela seleção natural."
Watson apresentou sua tese durante o 74º Simpósio de Cold Spring Harbor sobre Biologia Quantitativa, organizado pelo laboratório do qual ele era chanceler --até ser demovido do posto no fim de 2007 por ter feito comentários racistas.
Longe de se retratar pelo episódio, Watson ainda sugeriu, durante sua apresentação, que outro motivo pelo qual a inteligência é rara é que "as pessoas inteligentes pagam por dizerem a verdade. Sei disso por experiência pessoal".

Autorreferência
O cientista começou a desenvolver sua hipótese depois de ter sido o primeiro ser humano a ter o genoma sequenciado.
"Fiquei assustado, descobri que tinha mutações em três genes ligados ao reparo do DNA".
Esses genes, como o BRCA1 e o BRCA2, entram em ação para corrigir danos causados durante a replicação do DNA ou por uma agressão do ambiente, como radiação. Mutações neles estão ligadas ao câncer.
"Pessoas com essas mutações tendem a ter filhos especiais", disse. Watson tem um filho esquizofrênico.
Os mutantes são mais inteligentes que a média e têm menos filhos --e, de acordo com Watson, têm problemas para se relacionar com as outras pessoas. Veja os cientistas.
Supostamente, os genes da inteligência seriam eliminados pela seleção natural. "Mas por que eles não somem e a humanidade não fica mais estúpida?"
Elementar, afirma Watson. As sociedades que têm indivíduos com alta cognição, como Einstein e Darwin, se beneficiam. O processo evitaria o expurgo da inteligência -e da esquizofrenia- do "pool" genético dessas populações.

Faca de dois gumes
Menos especulativa é a ligação entre cognição e doenças mentais feita pelo grupo de James Sikela (Universidade do Colorado). Ele e seus colegas descobriram uma correlação entre o alto número de cópias de um gene numa certa região do DNA humano e o desenvolvimento do cérebro. Essa região, dizem outros estudos, estaria também implicada com autismo e esquizofrenia.
Os pesquisadores identificaram que uma região instável do genoma chamada 1q21.1 concentrava um número alto de cópias de um gene chamado DUF1220. "A relação de causa e efeito não está provada, mas nós relatamos uma correlação" entre o aumento do número de cópias desse gene na linhagem humana e o aumento do cérebro, disse Sikela à Folha.
Essa instabilidade é "uma faca de dois gumes". "Ela teria permitido mais cópias do DUF1220 e, portanto, teria sido retida na evolução. Por outro lado, essa instabilidade não é precisa e pode gerar um embaralhamento deletério de sequências.
É por isso que os vários estudos recentes que têm relacionado variação no número de cópias na região 1q21.1 no autismo e na esquizofrenia chamaram nossa atenção: isso se encaixa na ideia de que os indivíduos com essas doenças são o preço que a nossa espécie paga pelo mecanismo que permitiu e permite a geração de mais cópias da DUF1220."
Sikela disse que Watson não sabia de seus dados e que o mecanismo sugerido por ele é diferente. "Mas, em teoria, outras regiões do genoma poderiam se encaixar no modelo."



Folha Online
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Homens da guarda costeira de Cuba abordam sete homens em jangada de espuma nesta quinta-feira (4) próximo ao Malecón, em Havana.

Segundo as autoridades, eles tentavam chegar ilegalmente nos EUA na embarcação improvisada feita de isopor


G1

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Homens da guarda costeira de Cuba abordam sete homens em jangada de espuma nesta quinta-feira (4) próximo ao Malecón, em Havana.

Segundo as autoridades, eles tentavam chegar ilegalmente nos EUA na embarcação improvisada feita de isopor


G1

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Homens da guarda costeira de Cuba abordam sete homens em jangada de espuma nesta quinta-feira (4) próximo ao Malecón, em Havana.

Segundo as autoridades, eles tentavam chegar ilegalmente nos EUA na embarcação improvisada feita de isopor


G1

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RIO - O delegado Ricardo Barbosa, da Delegacia de Homicídios, afirmou nesta quinta-feira que a polícia descartou a hipótese de um 'simples acidente' no caso da engenheira Patrícia Amieiro Branco de Franco, desaparecida há quase um ano. Barbosa coordenou a reconstituição do caso, que foi realizada durante toda a manhã desta quinta e complicou o trânsito na Barra da Tijuca.
- A polícia Civil está realizando diversas investigações e diversos exames periciais para verificar o ocorrido. O fato é que está descartada a hipótese de um simples acidente - afirmou o delegado em entrevista ao telejornal RJTV, da TV Globo.
De acordo com o delegado, a polícia trabalha com a suspeita de que o veículo foi alvejado por disparos de armas de fogo.
- A hipótese de acidente está descartada por ter sido encontrado fragmentos de projéteis de armas de fogo no veículo. E por meio do laudo da reconstituição vamos verificar em que situação o veículo foi alvejado - explicou Barbosa, que lembrou ainda que o laudo deve sair em 15 dias.
- A reconstituição foi importante até para verificar as contradições existentes nos depoimentos dos policias militares. Com a conclusão do laudo pericial, já poderemos ter uma confirmação do que aconteceu.
O pai da engenheira, Celso Franco, afirmou por telefone ao telejornal RJTV que não se surpreendeu com o fato de a polícia ter descartado o acidente.
- Já achávamos isso há muito tempo, desde quando foram encontradas as marcas de bala no carro. Já tínhamos certeza de que não foi um simples acidente. Mas com certeza os policiais sabem o que aconteceu, porque foram eles que deram o tiro. A gente só tem que aguardar o laudo final da perícia. Depois que mudou o chefe de polícia, o caso andou rápido e sentimos que a polícia está empenhada em resolver o caso. Acho que vamos ter um resultado breve. Estou com muita esperança - afirmou.
A reconstituição do caso começou no fim da madrugada desta quinta-feira, por volta das 4h, na Autoestrada Lagoa-Barra. Peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli e policiais da Delegacia de Homicídios participaram dos trabalhos. Uma rua próxima à saída do Túnel do Joá, na Barra da Tijuca, precisou ser interditada e o tráfego ficou complicado no local.
Os peritos fizeram o trabalho na mesma hora do fato para se aproximarem ao máximo da realidade As pessoas diretamente envolvidas com o caso participaram da simulação, inclusive os policiais militares e bombeiros que atenderam a ocorrência. Um caminhão Munck foi usado para posicionar o carro - um Palio igual ao que Patricia dirigia - na beira do Canal de Marapendi, onde ele foi encontrado.
Os trabalhos da polícia acabaram complicando a vida de muitos motoristas no início da manhã. Motoristas curiosos paravam para ver a reconstituição do caso e, com isso, o tráfego ficou congestionado na Barra desde a Avenida Ministro Ivan Lins até o Túnel do Joá, no sentido Zona Sul. No sentido Barra, o tráfego ficou lento desde a na altura do Fashion Mall, em São Conrado, até o Túnel do Joá.


O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 19:01  comentar

RIO - O delegado Ricardo Barbosa, da Delegacia de Homicídios, afirmou nesta quinta-feira que a polícia descartou a hipótese de um 'simples acidente' no caso da engenheira Patrícia Amieiro Branco de Franco, desaparecida há quase um ano. Barbosa coordenou a reconstituição do caso, que foi realizada durante toda a manhã desta quinta e complicou o trânsito na Barra da Tijuca.
- A polícia Civil está realizando diversas investigações e diversos exames periciais para verificar o ocorrido. O fato é que está descartada a hipótese de um simples acidente - afirmou o delegado em entrevista ao telejornal RJTV, da TV Globo.
De acordo com o delegado, a polícia trabalha com a suspeita de que o veículo foi alvejado por disparos de armas de fogo.
- A hipótese de acidente está descartada por ter sido encontrado fragmentos de projéteis de armas de fogo no veículo. E por meio do laudo da reconstituição vamos verificar em que situação o veículo foi alvejado - explicou Barbosa, que lembrou ainda que o laudo deve sair em 15 dias.
- A reconstituição foi importante até para verificar as contradições existentes nos depoimentos dos policias militares. Com a conclusão do laudo pericial, já poderemos ter uma confirmação do que aconteceu.
O pai da engenheira, Celso Franco, afirmou por telefone ao telejornal RJTV que não se surpreendeu com o fato de a polícia ter descartado o acidente.
- Já achávamos isso há muito tempo, desde quando foram encontradas as marcas de bala no carro. Já tínhamos certeza de que não foi um simples acidente. Mas com certeza os policiais sabem o que aconteceu, porque foram eles que deram o tiro. A gente só tem que aguardar o laudo final da perícia. Depois que mudou o chefe de polícia, o caso andou rápido e sentimos que a polícia está empenhada em resolver o caso. Acho que vamos ter um resultado breve. Estou com muita esperança - afirmou.
A reconstituição do caso começou no fim da madrugada desta quinta-feira, por volta das 4h, na Autoestrada Lagoa-Barra. Peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli e policiais da Delegacia de Homicídios participaram dos trabalhos. Uma rua próxima à saída do Túnel do Joá, na Barra da Tijuca, precisou ser interditada e o tráfego ficou complicado no local.
Os peritos fizeram o trabalho na mesma hora do fato para se aproximarem ao máximo da realidade As pessoas diretamente envolvidas com o caso participaram da simulação, inclusive os policiais militares e bombeiros que atenderam a ocorrência. Um caminhão Munck foi usado para posicionar o carro - um Palio igual ao que Patricia dirigia - na beira do Canal de Marapendi, onde ele foi encontrado.
Os trabalhos da polícia acabaram complicando a vida de muitos motoristas no início da manhã. Motoristas curiosos paravam para ver a reconstituição do caso e, com isso, o tráfego ficou congestionado na Barra desde a Avenida Ministro Ivan Lins até o Túnel do Joá, no sentido Zona Sul. No sentido Barra, o tráfego ficou lento desde a na altura do Fashion Mall, em São Conrado, até o Túnel do Joá.


O Globo On Line
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RIO - O delegado Ricardo Barbosa, da Delegacia de Homicídios, afirmou nesta quinta-feira que a polícia descartou a hipótese de um 'simples acidente' no caso da engenheira Patrícia Amieiro Branco de Franco, desaparecida há quase um ano. Barbosa coordenou a reconstituição do caso, que foi realizada durante toda a manhã desta quinta e complicou o trânsito na Barra da Tijuca.
- A polícia Civil está realizando diversas investigações e diversos exames periciais para verificar o ocorrido. O fato é que está descartada a hipótese de um simples acidente - afirmou o delegado em entrevista ao telejornal RJTV, da TV Globo.
De acordo com o delegado, a polícia trabalha com a suspeita de que o veículo foi alvejado por disparos de armas de fogo.
- A hipótese de acidente está descartada por ter sido encontrado fragmentos de projéteis de armas de fogo no veículo. E por meio do laudo da reconstituição vamos verificar em que situação o veículo foi alvejado - explicou Barbosa, que lembrou ainda que o laudo deve sair em 15 dias.
- A reconstituição foi importante até para verificar as contradições existentes nos depoimentos dos policias militares. Com a conclusão do laudo pericial, já poderemos ter uma confirmação do que aconteceu.
O pai da engenheira, Celso Franco, afirmou por telefone ao telejornal RJTV que não se surpreendeu com o fato de a polícia ter descartado o acidente.
- Já achávamos isso há muito tempo, desde quando foram encontradas as marcas de bala no carro. Já tínhamos certeza de que não foi um simples acidente. Mas com certeza os policiais sabem o que aconteceu, porque foram eles que deram o tiro. A gente só tem que aguardar o laudo final da perícia. Depois que mudou o chefe de polícia, o caso andou rápido e sentimos que a polícia está empenhada em resolver o caso. Acho que vamos ter um resultado breve. Estou com muita esperança - afirmou.
A reconstituição do caso começou no fim da madrugada desta quinta-feira, por volta das 4h, na Autoestrada Lagoa-Barra. Peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli e policiais da Delegacia de Homicídios participaram dos trabalhos. Uma rua próxima à saída do Túnel do Joá, na Barra da Tijuca, precisou ser interditada e o tráfego ficou complicado no local.
Os peritos fizeram o trabalho na mesma hora do fato para se aproximarem ao máximo da realidade As pessoas diretamente envolvidas com o caso participaram da simulação, inclusive os policiais militares e bombeiros que atenderam a ocorrência. Um caminhão Munck foi usado para posicionar o carro - um Palio igual ao que Patricia dirigia - na beira do Canal de Marapendi, onde ele foi encontrado.
Os trabalhos da polícia acabaram complicando a vida de muitos motoristas no início da manhã. Motoristas curiosos paravam para ver a reconstituição do caso e, com isso, o tráfego ficou congestionado na Barra desde a Avenida Ministro Ivan Lins até o Túnel do Joá, no sentido Zona Sul. No sentido Barra, o tráfego ficou lento desde a na altura do Fashion Mall, em São Conrado, até o Túnel do Joá.


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Este ano foram apresentados à Vara da Infância e da Adolescência da Comarca de Santarém 25 pedidos de adoção de crianças por casais que não têm filhos biológicos ou até mesmo por aqueles que querem ampliar suas proles. Mas, apesar do processo transcorrer com celeridade no âmbito da justiça, a demora para que menores de zero a 17 anos ganhem uma família esbarra em preconceito e falta de informações sobre o processo de adoção.
Muitas crianças permanecem por mais de três anos no abrigo público da Prefeitura de Santarém pelo fato de estarem fora do perfil que os casais buscam. Os bebês brancos e do sexo feminino são os mais procurados. Por isso, o preconceito e a falta de informação influenciam diretamente para que os processos de adoção durem mais tempo. Além disso, os que têm informações sobre o fato pouco falam sobre o processo.

De acordo com a pedagoga da equipe técnica da Vara da Infância, Josefa Dutra, 90% das pessoas que entram com processo judicial de adoção na Vara da Infância e estão sob estudo da equipe técnica multidisciplinar conseguem achar a criança esperada durante o andamento do processo, mas o número de crianças à espera de adoção em Santarém é maior do que o número de casais que pretendem adotar um filho ou uma filha.

Por causa do preconceito, muitas crianças são rejeitadas para o processo de adoção. São crianças que estão recolhidas abrigo municipal. Segundo o juizado, os menores estão na faixa etária de 4 aos 16 e que já foram destituídas do seu lar, ou seja, são crianças em que o juizado já esgotou todas as possibilidades de restituição do laço familiar buscando o interesse de algum ente da família.

Porém, a psicóloga da equipe técnica do juizado, Débora Vasconcelos, menciona que essas crianças estão no abrigo há muito tempo à espera da adoção por estarem fora do perfil exigido pelas pessoas que querem adotar. “As crianças estão prontas para adoção, mas geralmente quem procura por um filho adotivo quer uma criança de até dois anos de idade, neste caso não depende da justiça, depende da família se interessar por uma criança mais crescida”, disse.

A psicóloga relata que neste caso o processo judicial não é empecilho para se adotar uma criança o que desmente a idéia de que um processo de adoção se torna demorado por questões judiciais. Ela compara com um caso onde em uma semana duas crianças foram adotadas por já terem uma opção de pais, e por serem bebê o interesse por elas era maior.O abrigo municipal tem hoje 20 crianças e adolescentes de até 17 anos e muitas aguardam por uma adoção e pela chance de constituírem um laço familiar que fora retirado de seu direito de afeto fraterno. O abrigo recebe crianças em situação de risco onde o abandono e maus tratos marcam a vida dessas crianças. Pelo fato de terem um histórico de vida sofrido, as crianças têm acompanhamento de psicólogo e assistente social.

De acordo com a psicóloga, a equipe visita o abrigo quando necessário e as denuncias levam os indícios de que integridade física e moral das crianças foram afetadas, inclusive com situação de abuso sexual. “Essas crianças são tolhidas do direito básico de amor, afeto e laço familiar que são importantes para formação do indivíduo, por isso, o psicológico dessas crianças é prejudicado precisando ser constantemente trabalhado”, afirmou.

A pedagoga Josefa Dutra diz que os proponentes a adotantes devem procurar pela 7ª Vara da Infância, que remeterá o pedido ao Ministério Público. Após esse trâmite, os técnicos analisam as condições do adotante, através de visita à residência do casal para avaliar as condições de vida do interessado. Após esse estudo social o juizado determina se o adotante está apto para adoção sendo inserido no Cadastro Nacional de Adoção.

Josefa frisa que condição financeira não é fator crucial para a determinação da adoção, mas sim as condições do clima familiar e a verdadeira vontade de adotar. “Tem casos que já visitamos família na periferia e bem humildes, mas se preparam e arrumaram o lar para receber a criança com isso se percebe se a família tem de fato condições de receber um filho”, disse a pedagoga.

A pedagoga conclui que as crianças que são abandonadas pelos pais biológicos têm o direito de ter a oportunidade de crescerem em um lar e mudarem sua trajetória de vida, porém acrescenta a importância de realizar o processo legalmente, pois aquele caso em que a mãe doa o filho sem tramitação legal pode acarretar problemas para ambas as partes, além de que a mãe pode se arrepender e reaver o filho, tendo em vista que a adoção implica na alteração da relação familiar, pois, a certidão de nascimento é substituída por outra, com uma nova relação de filiação que proporcionará ao adotado gozar de idênticos direitos que possuam o filho biológico.


O Estado do Tapajós
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Este ano foram apresentados à Vara da Infância e da Adolescência da Comarca de Santarém 25 pedidos de adoção de crianças por casais que não têm filhos biológicos ou até mesmo por aqueles que querem ampliar suas proles. Mas, apesar do processo transcorrer com celeridade no âmbito da justiça, a demora para que menores de zero a 17 anos ganhem uma família esbarra em preconceito e falta de informações sobre o processo de adoção.
Muitas crianças permanecem por mais de três anos no abrigo público da Prefeitura de Santarém pelo fato de estarem fora do perfil que os casais buscam. Os bebês brancos e do sexo feminino são os mais procurados. Por isso, o preconceito e a falta de informação influenciam diretamente para que os processos de adoção durem mais tempo. Além disso, os que têm informações sobre o fato pouco falam sobre o processo.

De acordo com a pedagoga da equipe técnica da Vara da Infância, Josefa Dutra, 90% das pessoas que entram com processo judicial de adoção na Vara da Infância e estão sob estudo da equipe técnica multidisciplinar conseguem achar a criança esperada durante o andamento do processo, mas o número de crianças à espera de adoção em Santarém é maior do que o número de casais que pretendem adotar um filho ou uma filha.

Por causa do preconceito, muitas crianças são rejeitadas para o processo de adoção. São crianças que estão recolhidas abrigo municipal. Segundo o juizado, os menores estão na faixa etária de 4 aos 16 e que já foram destituídas do seu lar, ou seja, são crianças em que o juizado já esgotou todas as possibilidades de restituição do laço familiar buscando o interesse de algum ente da família.

Porém, a psicóloga da equipe técnica do juizado, Débora Vasconcelos, menciona que essas crianças estão no abrigo há muito tempo à espera da adoção por estarem fora do perfil exigido pelas pessoas que querem adotar. “As crianças estão prontas para adoção, mas geralmente quem procura por um filho adotivo quer uma criança de até dois anos de idade, neste caso não depende da justiça, depende da família se interessar por uma criança mais crescida”, disse.

A psicóloga relata que neste caso o processo judicial não é empecilho para se adotar uma criança o que desmente a idéia de que um processo de adoção se torna demorado por questões judiciais. Ela compara com um caso onde em uma semana duas crianças foram adotadas por já terem uma opção de pais, e por serem bebê o interesse por elas era maior.O abrigo municipal tem hoje 20 crianças e adolescentes de até 17 anos e muitas aguardam por uma adoção e pela chance de constituírem um laço familiar que fora retirado de seu direito de afeto fraterno. O abrigo recebe crianças em situação de risco onde o abandono e maus tratos marcam a vida dessas crianças. Pelo fato de terem um histórico de vida sofrido, as crianças têm acompanhamento de psicólogo e assistente social.

De acordo com a psicóloga, a equipe visita o abrigo quando necessário e as denuncias levam os indícios de que integridade física e moral das crianças foram afetadas, inclusive com situação de abuso sexual. “Essas crianças são tolhidas do direito básico de amor, afeto e laço familiar que são importantes para formação do indivíduo, por isso, o psicológico dessas crianças é prejudicado precisando ser constantemente trabalhado”, afirmou.

A pedagoga Josefa Dutra diz que os proponentes a adotantes devem procurar pela 7ª Vara da Infância, que remeterá o pedido ao Ministério Público. Após esse trâmite, os técnicos analisam as condições do adotante, através de visita à residência do casal para avaliar as condições de vida do interessado. Após esse estudo social o juizado determina se o adotante está apto para adoção sendo inserido no Cadastro Nacional de Adoção.

Josefa frisa que condição financeira não é fator crucial para a determinação da adoção, mas sim as condições do clima familiar e a verdadeira vontade de adotar. “Tem casos que já visitamos família na periferia e bem humildes, mas se preparam e arrumaram o lar para receber a criança com isso se percebe se a família tem de fato condições de receber um filho”, disse a pedagoga.

A pedagoga conclui que as crianças que são abandonadas pelos pais biológicos têm o direito de ter a oportunidade de crescerem em um lar e mudarem sua trajetória de vida, porém acrescenta a importância de realizar o processo legalmente, pois aquele caso em que a mãe doa o filho sem tramitação legal pode acarretar problemas para ambas as partes, além de que a mãe pode se arrepender e reaver o filho, tendo em vista que a adoção implica na alteração da relação familiar, pois, a certidão de nascimento é substituída por outra, com uma nova relação de filiação que proporcionará ao adotado gozar de idênticos direitos que possuam o filho biológico.


O Estado do Tapajós
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Este ano foram apresentados à Vara da Infância e da Adolescência da Comarca de Santarém 25 pedidos de adoção de crianças por casais que não têm filhos biológicos ou até mesmo por aqueles que querem ampliar suas proles. Mas, apesar do processo transcorrer com celeridade no âmbito da justiça, a demora para que menores de zero a 17 anos ganhem uma família esbarra em preconceito e falta de informações sobre o processo de adoção.
Muitas crianças permanecem por mais de três anos no abrigo público da Prefeitura de Santarém pelo fato de estarem fora do perfil que os casais buscam. Os bebês brancos e do sexo feminino são os mais procurados. Por isso, o preconceito e a falta de informação influenciam diretamente para que os processos de adoção durem mais tempo. Além disso, os que têm informações sobre o fato pouco falam sobre o processo.

De acordo com a pedagoga da equipe técnica da Vara da Infância, Josefa Dutra, 90% das pessoas que entram com processo judicial de adoção na Vara da Infância e estão sob estudo da equipe técnica multidisciplinar conseguem achar a criança esperada durante o andamento do processo, mas o número de crianças à espera de adoção em Santarém é maior do que o número de casais que pretendem adotar um filho ou uma filha.

Por causa do preconceito, muitas crianças são rejeitadas para o processo de adoção. São crianças que estão recolhidas abrigo municipal. Segundo o juizado, os menores estão na faixa etária de 4 aos 16 e que já foram destituídas do seu lar, ou seja, são crianças em que o juizado já esgotou todas as possibilidades de restituição do laço familiar buscando o interesse de algum ente da família.

Porém, a psicóloga da equipe técnica do juizado, Débora Vasconcelos, menciona que essas crianças estão no abrigo há muito tempo à espera da adoção por estarem fora do perfil exigido pelas pessoas que querem adotar. “As crianças estão prontas para adoção, mas geralmente quem procura por um filho adotivo quer uma criança de até dois anos de idade, neste caso não depende da justiça, depende da família se interessar por uma criança mais crescida”, disse.

A psicóloga relata que neste caso o processo judicial não é empecilho para se adotar uma criança o que desmente a idéia de que um processo de adoção se torna demorado por questões judiciais. Ela compara com um caso onde em uma semana duas crianças foram adotadas por já terem uma opção de pais, e por serem bebê o interesse por elas era maior.O abrigo municipal tem hoje 20 crianças e adolescentes de até 17 anos e muitas aguardam por uma adoção e pela chance de constituírem um laço familiar que fora retirado de seu direito de afeto fraterno. O abrigo recebe crianças em situação de risco onde o abandono e maus tratos marcam a vida dessas crianças. Pelo fato de terem um histórico de vida sofrido, as crianças têm acompanhamento de psicólogo e assistente social.

De acordo com a psicóloga, a equipe visita o abrigo quando necessário e as denuncias levam os indícios de que integridade física e moral das crianças foram afetadas, inclusive com situação de abuso sexual. “Essas crianças são tolhidas do direito básico de amor, afeto e laço familiar que são importantes para formação do indivíduo, por isso, o psicológico dessas crianças é prejudicado precisando ser constantemente trabalhado”, afirmou.

A pedagoga Josefa Dutra diz que os proponentes a adotantes devem procurar pela 7ª Vara da Infância, que remeterá o pedido ao Ministério Público. Após esse trâmite, os técnicos analisam as condições do adotante, através de visita à residência do casal para avaliar as condições de vida do interessado. Após esse estudo social o juizado determina se o adotante está apto para adoção sendo inserido no Cadastro Nacional de Adoção.

Josefa frisa que condição financeira não é fator crucial para a determinação da adoção, mas sim as condições do clima familiar e a verdadeira vontade de adotar. “Tem casos que já visitamos família na periferia e bem humildes, mas se preparam e arrumaram o lar para receber a criança com isso se percebe se a família tem de fato condições de receber um filho”, disse a pedagoga.

A pedagoga conclui que as crianças que são abandonadas pelos pais biológicos têm o direito de ter a oportunidade de crescerem em um lar e mudarem sua trajetória de vida, porém acrescenta a importância de realizar o processo legalmente, pois aquele caso em que a mãe doa o filho sem tramitação legal pode acarretar problemas para ambas as partes, além de que a mãe pode se arrepender e reaver o filho, tendo em vista que a adoção implica na alteração da relação familiar, pois, a certidão de nascimento é substituída por outra, com uma nova relação de filiação que proporcionará ao adotado gozar de idênticos direitos que possuam o filho biológico.


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BRASÍLIA - O advogado de David Goldman, pai do menino S., Marcos Ortiz, disse nesta quinta-feira que a criança não teria insistido em ficar no Brasil, como afirma a família materna do garoto. Ortiz também disse que, embora S. não tenha sido ouvido diretamente pelo juiz que determinou sua ida para os Estados Unidos, um laudo de três psicólogos chegou ao magistrado antes da decisão.

“Ao invés de conduzir a criança para uma audiência no Fórum, o juiz [Rafael Pinto] pediu uma avaliação psicosocial de S., que foi feita por três psicólogos. Nessa entrevista foi perguntado o que ele queria. Ele não disse que queria ficar, disse que era indiferente”, destacou o advogado.

Ortiz ainda ponderou sobre o peso que a vontade de uma criança pode ter num processo judicial como este. “Mesmo se ele tivesse dito que queria ficar, não podemos nos esquecer que ele está sob influência de somente uma das partes [no caso, da família materna] há cinco anos”.

Apesar da decisão de primeiro de junho, da Justiça Federal carioca, o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo, concedeu liminar a partir de uma Argüição de descumprimento de preceito fundamental (ADPF) impetrada pelo Partido Progressista (PP), para que S. não fosse levado de imediato aos Estados Unidos, onde ficaria com seu pai biológico, e não mais com seu padastro, João Paulo Lins e Silva.

Como a decisão foi liminar, o Supremo deve julgar o mérito na próxima quarta-feira. De acordo com Ortiz, a Corte deve rejeitar a ADPF. Ele alega que tal instrumento não pode ser usado neste tipo de caso.

"Se uma ADPF pudesse ser usada, a parte usaria, e não um partido político. E o próprio Supremo entende que uma ADPF serva para discussão em tese da constitucionalidade de Leis, não para uma caso concreto, não para litígio entre duas partes”, explicou.

Ortiz disse ainda que o ingresso no Supremo só pode ser feito quando todas as instâncias apelativas de um processo já estão exauridas. “Quando o ministro deu a liminar da ADPF havia três recursos contra a decisão da Justiça Federal do Rio já protocoladas”, argumentou.

Caso
David Goldman foi casado com Bruna Bianchi e moravam nos Estados Unidos, em Nova Jersey, quando S. nasceu. Bruna voltou ao Brasil e trouxe consigo S. Ela se casou novamente com o advogado João Paulo Lins e Silva. Quando ela faleceu, Goldman e Silva passaram a travar uma batalha judicial.

O advogado de Goldman, Ortiz, disse ainda que este não é um caso de guarda da criança, mas para definir se é a Justiça brasileira ou americana que deve ser a responsável por um eventual caso de guarda. Caso S. volte a morar com seu pai biológico nos Estados Unidos, ainda segundo Ortiz, o padrasto vai ter que ingressar na Justiça americana caso deseje obter a guarda de S.

A reportagem entrou em contato com o escritório de advocacia que representa a família materna de S., Sérgio Tostes, e deixou recado, mas não obteve resposta do advogado até o fechamento desta matéria.



STF
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:29  comentar


BRASÍLIA - O advogado de David Goldman, pai do menino S., Marcos Ortiz, disse nesta quinta-feira que a criança não teria insistido em ficar no Brasil, como afirma a família materna do garoto. Ortiz também disse que, embora S. não tenha sido ouvido diretamente pelo juiz que determinou sua ida para os Estados Unidos, um laudo de três psicólogos chegou ao magistrado antes da decisão.

“Ao invés de conduzir a criança para uma audiência no Fórum, o juiz [Rafael Pinto] pediu uma avaliação psicosocial de S., que foi feita por três psicólogos. Nessa entrevista foi perguntado o que ele queria. Ele não disse que queria ficar, disse que era indiferente”, destacou o advogado.

Ortiz ainda ponderou sobre o peso que a vontade de uma criança pode ter num processo judicial como este. “Mesmo se ele tivesse dito que queria ficar, não podemos nos esquecer que ele está sob influência de somente uma das partes [no caso, da família materna] há cinco anos”.

Apesar da decisão de primeiro de junho, da Justiça Federal carioca, o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo, concedeu liminar a partir de uma Argüição de descumprimento de preceito fundamental (ADPF) impetrada pelo Partido Progressista (PP), para que S. não fosse levado de imediato aos Estados Unidos, onde ficaria com seu pai biológico, e não mais com seu padastro, João Paulo Lins e Silva.

Como a decisão foi liminar, o Supremo deve julgar o mérito na próxima quarta-feira. De acordo com Ortiz, a Corte deve rejeitar a ADPF. Ele alega que tal instrumento não pode ser usado neste tipo de caso.

"Se uma ADPF pudesse ser usada, a parte usaria, e não um partido político. E o próprio Supremo entende que uma ADPF serva para discussão em tese da constitucionalidade de Leis, não para uma caso concreto, não para litígio entre duas partes”, explicou.

Ortiz disse ainda que o ingresso no Supremo só pode ser feito quando todas as instâncias apelativas de um processo já estão exauridas. “Quando o ministro deu a liminar da ADPF havia três recursos contra a decisão da Justiça Federal do Rio já protocoladas”, argumentou.

Caso
David Goldman foi casado com Bruna Bianchi e moravam nos Estados Unidos, em Nova Jersey, quando S. nasceu. Bruna voltou ao Brasil e trouxe consigo S. Ela se casou novamente com o advogado João Paulo Lins e Silva. Quando ela faleceu, Goldman e Silva passaram a travar uma batalha judicial.

O advogado de Goldman, Ortiz, disse ainda que este não é um caso de guarda da criança, mas para definir se é a Justiça brasileira ou americana que deve ser a responsável por um eventual caso de guarda. Caso S. volte a morar com seu pai biológico nos Estados Unidos, ainda segundo Ortiz, o padrasto vai ter que ingressar na Justiça americana caso deseje obter a guarda de S.

A reportagem entrou em contato com o escritório de advocacia que representa a família materna de S., Sérgio Tostes, e deixou recado, mas não obteve resposta do advogado até o fechamento desta matéria.



STF
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BRASÍLIA - O advogado de David Goldman, pai do menino S., Marcos Ortiz, disse nesta quinta-feira que a criança não teria insistido em ficar no Brasil, como afirma a família materna do garoto. Ortiz também disse que, embora S. não tenha sido ouvido diretamente pelo juiz que determinou sua ida para os Estados Unidos, um laudo de três psicólogos chegou ao magistrado antes da decisão.

“Ao invés de conduzir a criança para uma audiência no Fórum, o juiz [Rafael Pinto] pediu uma avaliação psicosocial de S., que foi feita por três psicólogos. Nessa entrevista foi perguntado o que ele queria. Ele não disse que queria ficar, disse que era indiferente”, destacou o advogado.

Ortiz ainda ponderou sobre o peso que a vontade de uma criança pode ter num processo judicial como este. “Mesmo se ele tivesse dito que queria ficar, não podemos nos esquecer que ele está sob influência de somente uma das partes [no caso, da família materna] há cinco anos”.

Apesar da decisão de primeiro de junho, da Justiça Federal carioca, o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo, concedeu liminar a partir de uma Argüição de descumprimento de preceito fundamental (ADPF) impetrada pelo Partido Progressista (PP), para que S. não fosse levado de imediato aos Estados Unidos, onde ficaria com seu pai biológico, e não mais com seu padastro, João Paulo Lins e Silva.

Como a decisão foi liminar, o Supremo deve julgar o mérito na próxima quarta-feira. De acordo com Ortiz, a Corte deve rejeitar a ADPF. Ele alega que tal instrumento não pode ser usado neste tipo de caso.

"Se uma ADPF pudesse ser usada, a parte usaria, e não um partido político. E o próprio Supremo entende que uma ADPF serva para discussão em tese da constitucionalidade de Leis, não para uma caso concreto, não para litígio entre duas partes”, explicou.

Ortiz disse ainda que o ingresso no Supremo só pode ser feito quando todas as instâncias apelativas de um processo já estão exauridas. “Quando o ministro deu a liminar da ADPF havia três recursos contra a decisão da Justiça Federal do Rio já protocoladas”, argumentou.

Caso
David Goldman foi casado com Bruna Bianchi e moravam nos Estados Unidos, em Nova Jersey, quando S. nasceu. Bruna voltou ao Brasil e trouxe consigo S. Ela se casou novamente com o advogado João Paulo Lins e Silva. Quando ela faleceu, Goldman e Silva passaram a travar uma batalha judicial.

O advogado de Goldman, Ortiz, disse ainda que este não é um caso de guarda da criança, mas para definir se é a Justiça brasileira ou americana que deve ser a responsável por um eventual caso de guarda. Caso S. volte a morar com seu pai biológico nos Estados Unidos, ainda segundo Ortiz, o padrasto vai ter que ingressar na Justiça americana caso deseje obter a guarda de S.

A reportagem entrou em contato com o escritório de advocacia que representa a família materna de S., Sérgio Tostes, e deixou recado, mas não obteve resposta do advogado até o fechamento desta matéria.



STF
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Os parentes dos passageiros do voo AF447, da Air France, divulgaram há pouco nota, por meio da Assessoria de Comunicação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), negando que tenha sido formada uma comissão para acompanhar as buscas aos destroços do Airbus da companhia, desaparecido no Oceano Atlântico na madrugada da última segunda-feira (1º).
No texto, eles afirmam que "nenhuma pessoa ou entidade está autorizada em nome das famílias dos passageiros do voo AF447". A nota contradiz informação divulgada no início da tarde, por dois integrantes de famílias de passageiros, que disseram ter sido criada uma comissão com 12 nomes de parentes das vítimas do acidente para representar os interesses das famílias.


Da Agência Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:19  comentar

Os parentes dos passageiros do voo AF447, da Air France, divulgaram há pouco nota, por meio da Assessoria de Comunicação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), negando que tenha sido formada uma comissão para acompanhar as buscas aos destroços do Airbus da companhia, desaparecido no Oceano Atlântico na madrugada da última segunda-feira (1º).
No texto, eles afirmam que "nenhuma pessoa ou entidade está autorizada em nome das famílias dos passageiros do voo AF447". A nota contradiz informação divulgada no início da tarde, por dois integrantes de famílias de passageiros, que disseram ter sido criada uma comissão com 12 nomes de parentes das vítimas do acidente para representar os interesses das famílias.


Da Agência Brasil
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Os parentes dos passageiros do voo AF447, da Air France, divulgaram há pouco nota, por meio da Assessoria de Comunicação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), negando que tenha sido formada uma comissão para acompanhar as buscas aos destroços do Airbus da companhia, desaparecido no Oceano Atlântico na madrugada da última segunda-feira (1º).
No texto, eles afirmam que "nenhuma pessoa ou entidade está autorizada em nome das famílias dos passageiros do voo AF447". A nota contradiz informação divulgada no início da tarde, por dois integrantes de famílias de passageiros, que disseram ter sido criada uma comissão com 12 nomes de parentes das vítimas do acidente para representar os interesses das famílias.


Da Agência Brasil
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RIO e WASHINGTON - A liminar concedida pelo ministro do STF Marco Aurélio de Mello, suspendendo a determinação para que Sean retornasse aos Estados Unidos, surpreendeu o pai do menino, o americano David Goldman. Ele, que embarcara na segunda-feira para o Rio, chegou à cidade na terça e no mesmo dia o panorama jurídico foi modificado. Em entrevista, já no Rio, na quarta-feira, à rede americana NBC, David criticou a decisão do ministro , tomada com base numa petição do Partido Progressista (PP):
- Não vou desistir. Ele virá para casa. Não acabou. Não posso desistir do meu filho.
A entrevista, ao vivo via satélite, foi transmitida durante seis minutos e 47 segundos no "Today Show", o telejornal da NBC. Nela, David disse que temia pelo bem estar de Sean por causa da longa briga judicial, e afirmou que o menino não vive num ambiente saudável:
- Ele tem que voltar para casa comigo. Ele está num ambiente nada saudável.
À noite, já de volta aos EUA, foi a vez de Larry King. O apresentador do horário nobre da CNN dedicou ao caso Sean seu segundo programa. David comentou sobre a decepção com a decisão do STF e chorou diante das câmeras ao comentar sobre a frustração de não ter o filho de volta.



O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:27  comentar

RIO e WASHINGTON - A liminar concedida pelo ministro do STF Marco Aurélio de Mello, suspendendo a determinação para que Sean retornasse aos Estados Unidos, surpreendeu o pai do menino, o americano David Goldman. Ele, que embarcara na segunda-feira para o Rio, chegou à cidade na terça e no mesmo dia o panorama jurídico foi modificado. Em entrevista, já no Rio, na quarta-feira, à rede americana NBC, David criticou a decisão do ministro , tomada com base numa petição do Partido Progressista (PP):
- Não vou desistir. Ele virá para casa. Não acabou. Não posso desistir do meu filho.
A entrevista, ao vivo via satélite, foi transmitida durante seis minutos e 47 segundos no "Today Show", o telejornal da NBC. Nela, David disse que temia pelo bem estar de Sean por causa da longa briga judicial, e afirmou que o menino não vive num ambiente saudável:
- Ele tem que voltar para casa comigo. Ele está num ambiente nada saudável.
À noite, já de volta aos EUA, foi a vez de Larry King. O apresentador do horário nobre da CNN dedicou ao caso Sean seu segundo programa. David comentou sobre a decepção com a decisão do STF e chorou diante das câmeras ao comentar sobre a frustração de não ter o filho de volta.



O Globo On Line
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RIO e WASHINGTON - A liminar concedida pelo ministro do STF Marco Aurélio de Mello, suspendendo a determinação para que Sean retornasse aos Estados Unidos, surpreendeu o pai do menino, o americano David Goldman. Ele, que embarcara na segunda-feira para o Rio, chegou à cidade na terça e no mesmo dia o panorama jurídico foi modificado. Em entrevista, já no Rio, na quarta-feira, à rede americana NBC, David criticou a decisão do ministro , tomada com base numa petição do Partido Progressista (PP):
- Não vou desistir. Ele virá para casa. Não acabou. Não posso desistir do meu filho.
A entrevista, ao vivo via satélite, foi transmitida durante seis minutos e 47 segundos no "Today Show", o telejornal da NBC. Nela, David disse que temia pelo bem estar de Sean por causa da longa briga judicial, e afirmou que o menino não vive num ambiente saudável:
- Ele tem que voltar para casa comigo. Ele está num ambiente nada saudável.
À noite, já de volta aos EUA, foi a vez de Larry King. O apresentador do horário nobre da CNN dedicou ao caso Sean seu segundo programa. David comentou sobre a decepção com a decisão do STF e chorou diante das câmeras ao comentar sobre a frustração de não ter o filho de volta.



O Globo On Line
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Lages – A mãe biológica foi embora. O pai casou de novo e a atual companheira o teria impedido de se relacionar com os filhos. O Conselho Tutelar, segundo pode-se apurar, tem conhecimento do caso, mas não fez nada até agora para devolver à dignidade humana às crianças que vivem em condições subumanas.

Abandono, degradação. Duas palavras que ilustram a situação de quatro menores de idade encontrados abandonados no bairro Dom Daniel, um dos redutos de pobreza e miséria em Lages. As crianças moram em uma casa de madeira na rua Independência, fundos do campo de futebol. Trata-se de gêmeos de 11 anos, uma menina de 10 e um menino de 9 anos.

Pelo o que apurou a reportagem de O Momento, o abandono e a degradação das crianças teve início faz um ano e meio, depois que o pai delas casou-se pela segunda vez. A mãe legítima teria ido embora e não há informações do seu paradeiro. A denúncia é de que, após se casar, o pai abandou os filhos e foi morar em outra casa com a nova esposa. O Conselho Tutelar estaria a par da situação.

Na noite de segunda-feira (29), por volta das 21h30min, nossa reportagem visitou as crianças para confirmar as informações da vizinhança. Eles estavam dormindo quando o repórter chegou. A menina estava, segundo disseram, com a avó em outro endereço, mas não revelaram detalhes. A casa de madeira em que elas vivem reflete bem o estado de abandono e miséria. Além de desamparadas, as crianças vivem em um imóvel que não possui as mínimas condições de infraestrutura.

Na casa não tem água encanada e nem energia elétrica. À noite os menores usam velas para iluminar o ambiente. A água para beber apanham em um vizinho. Dentro da casa apenas um balcão usado faz parte da mobília. No quarto há somente uma cama. Como não existe espaço para todos, uns dormem sobre o colchão velho no soalho gelado.

Na parte externa da casa o cenário de abandono começa a se desenhar num simples olhar. Como não tem banheiro, as crianças fazem suas necessidades fisiológicas em qualquer canto ao redor da moradia. As fezes podem ser vistas logo na porta de entrada. Lixo e entulhos também fazem parte do cenário degradante.

Esposa impede marido de ver os filhos

Os quatro irmãos estudam no Centro de Atendimento Integral à Criança (Caic) Irmã Dulce, no bairro Guarujá. É lá que se alimentam e passam o dia. Elas saem logo cedo e ficam até o final da tarde, retornando para casa somente quando já é noite. Segundo afirmaram os moradores, após se casar o pai abandonou os menores e foi impedido pela atual esposa de vê-los. Ele teria até instruído as crianças para não revelar a ninguém a situação em que vivem.

O Momento fez contato com a conselheira Cleuza Tasior. Ela disse desconhecer o caso, mas afirmou haver outro conselheiro acompanhando a situação, porém, falou que não podia revelar seu nome e telefone de contato à reportagem. Questionada sobre o fato de o Conselho Tutelar estar a par de tudo e até agora não ter resolvido o problema, disse que
prefere se manifestar somente após estar inteirada dos fatos.

Segundo o Código Penal Brasileiro, o abandono de menores, ou abandono de incapaz, é crime cuja punição varia entre seis meses a três anos de prisão. Se do abandono resulta lesão corporal de natureza grave, a pena é reclusão de um a cinco anos. E se resulta a morte, reclusão de quatro a 12 anos. Numa punição menos severa, o pai pode perder a guarda dos filhos que então seriam encaminhadas ao abrigo municipal.



O Momento
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Lages – A mãe biológica foi embora. O pai casou de novo e a atual companheira o teria impedido de se relacionar com os filhos. O Conselho Tutelar, segundo pode-se apurar, tem conhecimento do caso, mas não fez nada até agora para devolver à dignidade humana às crianças que vivem em condições subumanas.

Abandono, degradação. Duas palavras que ilustram a situação de quatro menores de idade encontrados abandonados no bairro Dom Daniel, um dos redutos de pobreza e miséria em Lages. As crianças moram em uma casa de madeira na rua Independência, fundos do campo de futebol. Trata-se de gêmeos de 11 anos, uma menina de 10 e um menino de 9 anos.

Pelo o que apurou a reportagem de O Momento, o abandono e a degradação das crianças teve início faz um ano e meio, depois que o pai delas casou-se pela segunda vez. A mãe legítima teria ido embora e não há informações do seu paradeiro. A denúncia é de que, após se casar, o pai abandou os filhos e foi morar em outra casa com a nova esposa. O Conselho Tutelar estaria a par da situação.

Na noite de segunda-feira (29), por volta das 21h30min, nossa reportagem visitou as crianças para confirmar as informações da vizinhança. Eles estavam dormindo quando o repórter chegou. A menina estava, segundo disseram, com a avó em outro endereço, mas não revelaram detalhes. A casa de madeira em que elas vivem reflete bem o estado de abandono e miséria. Além de desamparadas, as crianças vivem em um imóvel que não possui as mínimas condições de infraestrutura.

Na casa não tem água encanada e nem energia elétrica. À noite os menores usam velas para iluminar o ambiente. A água para beber apanham em um vizinho. Dentro da casa apenas um balcão usado faz parte da mobília. No quarto há somente uma cama. Como não existe espaço para todos, uns dormem sobre o colchão velho no soalho gelado.

Na parte externa da casa o cenário de abandono começa a se desenhar num simples olhar. Como não tem banheiro, as crianças fazem suas necessidades fisiológicas em qualquer canto ao redor da moradia. As fezes podem ser vistas logo na porta de entrada. Lixo e entulhos também fazem parte do cenário degradante.

Esposa impede marido de ver os filhos

Os quatro irmãos estudam no Centro de Atendimento Integral à Criança (Caic) Irmã Dulce, no bairro Guarujá. É lá que se alimentam e passam o dia. Elas saem logo cedo e ficam até o final da tarde, retornando para casa somente quando já é noite. Segundo afirmaram os moradores, após se casar o pai abandonou os menores e foi impedido pela atual esposa de vê-los. Ele teria até instruído as crianças para não revelar a ninguém a situação em que vivem.

O Momento fez contato com a conselheira Cleuza Tasior. Ela disse desconhecer o caso, mas afirmou haver outro conselheiro acompanhando a situação, porém, falou que não podia revelar seu nome e telefone de contato à reportagem. Questionada sobre o fato de o Conselho Tutelar estar a par de tudo e até agora não ter resolvido o problema, disse que
prefere se manifestar somente após estar inteirada dos fatos.

Segundo o Código Penal Brasileiro, o abandono de menores, ou abandono de incapaz, é crime cuja punição varia entre seis meses a três anos de prisão. Se do abandono resulta lesão corporal de natureza grave, a pena é reclusão de um a cinco anos. E se resulta a morte, reclusão de quatro a 12 anos. Numa punição menos severa, o pai pode perder a guarda dos filhos que então seriam encaminhadas ao abrigo municipal.



O Momento
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Lages – A mãe biológica foi embora. O pai casou de novo e a atual companheira o teria impedido de se relacionar com os filhos. O Conselho Tutelar, segundo pode-se apurar, tem conhecimento do caso, mas não fez nada até agora para devolver à dignidade humana às crianças que vivem em condições subumanas.

Abandono, degradação. Duas palavras que ilustram a situação de quatro menores de idade encontrados abandonados no bairro Dom Daniel, um dos redutos de pobreza e miséria em Lages. As crianças moram em uma casa de madeira na rua Independência, fundos do campo de futebol. Trata-se de gêmeos de 11 anos, uma menina de 10 e um menino de 9 anos.

Pelo o que apurou a reportagem de O Momento, o abandono e a degradação das crianças teve início faz um ano e meio, depois que o pai delas casou-se pela segunda vez. A mãe legítima teria ido embora e não há informações do seu paradeiro. A denúncia é de que, após se casar, o pai abandou os filhos e foi morar em outra casa com a nova esposa. O Conselho Tutelar estaria a par da situação.

Na noite de segunda-feira (29), por volta das 21h30min, nossa reportagem visitou as crianças para confirmar as informações da vizinhança. Eles estavam dormindo quando o repórter chegou. A menina estava, segundo disseram, com a avó em outro endereço, mas não revelaram detalhes. A casa de madeira em que elas vivem reflete bem o estado de abandono e miséria. Além de desamparadas, as crianças vivem em um imóvel que não possui as mínimas condições de infraestrutura.

Na casa não tem água encanada e nem energia elétrica. À noite os menores usam velas para iluminar o ambiente. A água para beber apanham em um vizinho. Dentro da casa apenas um balcão usado faz parte da mobília. No quarto há somente uma cama. Como não existe espaço para todos, uns dormem sobre o colchão velho no soalho gelado.

Na parte externa da casa o cenário de abandono começa a se desenhar num simples olhar. Como não tem banheiro, as crianças fazem suas necessidades fisiológicas em qualquer canto ao redor da moradia. As fezes podem ser vistas logo na porta de entrada. Lixo e entulhos também fazem parte do cenário degradante.

Esposa impede marido de ver os filhos

Os quatro irmãos estudam no Centro de Atendimento Integral à Criança (Caic) Irmã Dulce, no bairro Guarujá. É lá que se alimentam e passam o dia. Elas saem logo cedo e ficam até o final da tarde, retornando para casa somente quando já é noite. Segundo afirmaram os moradores, após se casar o pai abandonou os menores e foi impedido pela atual esposa de vê-los. Ele teria até instruído as crianças para não revelar a ninguém a situação em que vivem.

O Momento fez contato com a conselheira Cleuza Tasior. Ela disse desconhecer o caso, mas afirmou haver outro conselheiro acompanhando a situação, porém, falou que não podia revelar seu nome e telefone de contato à reportagem. Questionada sobre o fato de o Conselho Tutelar estar a par de tudo e até agora não ter resolvido o problema, disse que
prefere se manifestar somente após estar inteirada dos fatos.

Segundo o Código Penal Brasileiro, o abandono de menores, ou abandono de incapaz, é crime cuja punição varia entre seis meses a três anos de prisão. Se do abandono resulta lesão corporal de natureza grave, a pena é reclusão de um a cinco anos. E se resulta a morte, reclusão de quatro a 12 anos. Numa punição menos severa, o pai pode perder a guarda dos filhos que então seriam encaminhadas ao abrigo municipal.



O Momento
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O Ministério Público do Trabalho (MPT), a Secretaria Estadual de Saúde (Sesa) e o Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) reúnem hoje, dia 4, no auditório da Escola de Saúde Pública (ESP), agentes comunitários de saúde com atuação no Ceará. A intenção é capacitar estes profissionais para auxiliar no combate e prevenção ao trabalho infantil no Estado. O evento faz parte da programação elaborada para marcar o Dia Nacional e Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, que transcorre em 12 de junho. A ESP fica na avenida Antônio Justa, 3161 – Meireles.
A campanha de combate ao trabalho infantil de 2009 tem como lema: “Com educação, nossas crianças aprendem a escrever um novo presente!”. O evento de amanhã será aberto pelo procurador do Trabalho Antonio de Oliveira Lima, titular no Ceará da Coordenadoria Nacional de Combate à Exploração do Trabalho da Criança e do Adolescente (Coordinfância), que abordará aspectos legais, histórico-culturais e socioeconômicos do trabalho infantil.

Durante o seminário, os agentes comunitários de saúde terão oportunidade de tirar suas dúvidas e assistirão também a uma apresentação teatral sobre o tema, prevista para 10h15. O espetáculo ficará a cargo do Grupo Laberage de Arte e Cultura (Grupo de Teatro do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador-Cerest, de Quixeramobim). Em seguida, a diretora estadual do Cerest, Rosemary Cavalcante Gonçalves, e a coordenadora do Núcleo de Normatização da Atenção à Saúde da Criança da Sesa, Diva de Lourdes Azevedo Fernandes, falarão sobre trabalho infantil e saúde, atendimento, identificação e diretrizes para notificação.

O evento será retomado a partir das 14 horas, com a palestra do médico do Cerest de Horizonte, Severino Ferreira Alexandre, que é especialista em saúde da família e mestrando em saúde pública, sobre prejuízos do trabalho infantil para a saúde. Logo depois, o procurador do Trabalho Antonio de Oliveira Lima, o oficial de Educação do Unicef, Ruy Rodrigues Aguiar, e a presidente da Federação dos Agentes Comunitários de Saúde do Ceará (Fasec), Maria Edilza Andrade da Silva, falarão, respectivamente, sobre termos de ajuste de conduta, diagnóstico do trabalho infantil nos municípios cearenses e a experiência dos agentes.

Segundo o procurador, a idéia é evidenciar o importante papel que os agentes de saúde vêm desempenhando para erradicação da exploração do trabalho infantil e o que pode ser intensificado. “Este público tem extrema relevância para o combate ao trabalho infantil, pois mantém contato freqüente com a realidade de cada bairro e, bem informado sobre os prejuízos do trabalho precoce para a educação e a saúde de crianças e adolescentes, se tornará um parceiro imprescindível”, justifica. O Ceará é o 9º Estado no ranking de exploração da mão de obra de crianças e adolescentes. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostragem Domiciliar (Pnad-2007) do IBGE, 296,5 mil crianças e adolescentes de 5 a 17 anos encontravam-se em situação de trabalho no Estado.

Programação – A programação relativa ao Dia Nacional e Mundial de Combate ao Trabalho Infantil se estenderá até 10 de junho. Na sexta-feira, 5, haverá palestra sobre trabalho infantil para alunos do Colégio Santa Cecília, pela manhã, e reunião com promotores de Justiça e defensores públicos, no auditório da PRT, às 14h30. Na segunda-feira, 8, no Plenário da Assembléia Legislativa, a partir das 13h30, o assunto será discutido em audiência pública requerida pelas deputadas Rachel Marques, Lívia Arruda e Tânia Gurgel.

No dia 9, a Secretaria de Educação Básica do Estado (Seduc) realizará seminário com educadores no auditório da Escola de Saúde Pública. E, fechando a programação, o Programa de Educação contra a Exploração do Trabalho de Crianças e Adolescentes (Peteca) e a Fundação da Criança e da Família Cidadã (Funci), com apoio do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) do Município, promoverão, no dia 10 de junho, uma manhã cultural para as crianças, no Parque da Criança.

Números
- 296,5 mil crianças e adolescentes (de 5 a 17 anos) encontravam-se em situação de trabalho no Ceará em 2007, conforme dados da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílio (Pnad), do IBGE.

- 9º lugar no ranking nacional é a atual posição do Ceará em relação à exploração do trabalho de crianças e adolescentes, proporcionalmente à população nesta faixa etária em cada Estado

- 4,8 milhões de crianças e adolescentes tinham sua força de trabalho explorada no Brasil em 2007, conforme dados da mais recente Pnad, divulgada pelo IBGE

- 165 milhões de crianças estão envolvidas em trabalho infantil no mundo.

PROGRAMAÇÃO
4/6 – I Seminário para agentes comunitários e integrantes do Cerest sobre o tema “Trabalho infantil e saúde” – das 8h30 às 17hs, no auditório da Escola de Saúde Pública (Av. Antônio Justa, 3161 – Meireles)

5/6 – 9hs – Palestra sobre combate ao trabalho infantil para estudantes no Colégio Santa Cecília

14h30 – Encontro com promotores de Justiça e Defensores Públicos para discussão do tema na PRT

8/6 – Audiência pública sobre combate ao trabalho infantil, requerida pelas deputadas estaduais Rachel Marques, Lívia Arruda e Tânia Gurgel, no Plenário da Assembléia Legislativa, às 13h30.

9/6 – Seminário com educadores promovido pela Secretaria de Educação Básica do Estado (Seduc) no auditório da Escola de Saúde Pública (Av. Antônio Justa, 3161 – Meireles)

10/6 – Manhã cultural para as crianças, no Parque da Criança, promovido pelo Programa de Educação contra a Exploração do Trabalho da Criança e do Adolescente (Peteca) e pela Fundação da Criança e da Família Cidadã (Funci), com o apoio do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) em Fortaleza

O que dizem as leis:

Constituição Federal:

Art. 7º. São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social;

XXXIII – proibição de trabalho, noturno, perigoso ou insalubre aos menores de dezoito e de qualquer trabalho a menores de dezesseis anos, salvo na condição de aprendiz, a partir de 14 anos.

Consolidação das Leis do Trabalho

Art. 403. É proibido qualquer trabalho a menores de dezesseis anos de idade, salvo na condição de aprendiz, a partir dos quatorze anos.

Estatuto da Criança e do Adolescente

Art. 60. É proibido qualquer trabalho a menores de dezesseis anos de idade, salvo na condição de aprendiz.



AVOL
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O Ministério Público do Trabalho (MPT), a Secretaria Estadual de Saúde (Sesa) e o Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) reúnem hoje, dia 4, no auditório da Escola de Saúde Pública (ESP), agentes comunitários de saúde com atuação no Ceará. A intenção é capacitar estes profissionais para auxiliar no combate e prevenção ao trabalho infantil no Estado. O evento faz parte da programação elaborada para marcar o Dia Nacional e Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, que transcorre em 12 de junho. A ESP fica na avenida Antônio Justa, 3161 – Meireles.
A campanha de combate ao trabalho infantil de 2009 tem como lema: “Com educação, nossas crianças aprendem a escrever um novo presente!”. O evento de amanhã será aberto pelo procurador do Trabalho Antonio de Oliveira Lima, titular no Ceará da Coordenadoria Nacional de Combate à Exploração do Trabalho da Criança e do Adolescente (Coordinfância), que abordará aspectos legais, histórico-culturais e socioeconômicos do trabalho infantil.

Durante o seminário, os agentes comunitários de saúde terão oportunidade de tirar suas dúvidas e assistirão também a uma apresentação teatral sobre o tema, prevista para 10h15. O espetáculo ficará a cargo do Grupo Laberage de Arte e Cultura (Grupo de Teatro do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador-Cerest, de Quixeramobim). Em seguida, a diretora estadual do Cerest, Rosemary Cavalcante Gonçalves, e a coordenadora do Núcleo de Normatização da Atenção à Saúde da Criança da Sesa, Diva de Lourdes Azevedo Fernandes, falarão sobre trabalho infantil e saúde, atendimento, identificação e diretrizes para notificação.

O evento será retomado a partir das 14 horas, com a palestra do médico do Cerest de Horizonte, Severino Ferreira Alexandre, que é especialista em saúde da família e mestrando em saúde pública, sobre prejuízos do trabalho infantil para a saúde. Logo depois, o procurador do Trabalho Antonio de Oliveira Lima, o oficial de Educação do Unicef, Ruy Rodrigues Aguiar, e a presidente da Federação dos Agentes Comunitários de Saúde do Ceará (Fasec), Maria Edilza Andrade da Silva, falarão, respectivamente, sobre termos de ajuste de conduta, diagnóstico do trabalho infantil nos municípios cearenses e a experiência dos agentes.

Segundo o procurador, a idéia é evidenciar o importante papel que os agentes de saúde vêm desempenhando para erradicação da exploração do trabalho infantil e o que pode ser intensificado. “Este público tem extrema relevância para o combate ao trabalho infantil, pois mantém contato freqüente com a realidade de cada bairro e, bem informado sobre os prejuízos do trabalho precoce para a educação e a saúde de crianças e adolescentes, se tornará um parceiro imprescindível”, justifica. O Ceará é o 9º Estado no ranking de exploração da mão de obra de crianças e adolescentes. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostragem Domiciliar (Pnad-2007) do IBGE, 296,5 mil crianças e adolescentes de 5 a 17 anos encontravam-se em situação de trabalho no Estado.

Programação – A programação relativa ao Dia Nacional e Mundial de Combate ao Trabalho Infantil se estenderá até 10 de junho. Na sexta-feira, 5, haverá palestra sobre trabalho infantil para alunos do Colégio Santa Cecília, pela manhã, e reunião com promotores de Justiça e defensores públicos, no auditório da PRT, às 14h30. Na segunda-feira, 8, no Plenário da Assembléia Legislativa, a partir das 13h30, o assunto será discutido em audiência pública requerida pelas deputadas Rachel Marques, Lívia Arruda e Tânia Gurgel.

No dia 9, a Secretaria de Educação Básica do Estado (Seduc) realizará seminário com educadores no auditório da Escola de Saúde Pública. E, fechando a programação, o Programa de Educação contra a Exploração do Trabalho de Crianças e Adolescentes (Peteca) e a Fundação da Criança e da Família Cidadã (Funci), com apoio do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) do Município, promoverão, no dia 10 de junho, uma manhã cultural para as crianças, no Parque da Criança.

Números
- 296,5 mil crianças e adolescentes (de 5 a 17 anos) encontravam-se em situação de trabalho no Ceará em 2007, conforme dados da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílio (Pnad), do IBGE.

- 9º lugar no ranking nacional é a atual posição do Ceará em relação à exploração do trabalho de crianças e adolescentes, proporcionalmente à população nesta faixa etária em cada Estado

- 4,8 milhões de crianças e adolescentes tinham sua força de trabalho explorada no Brasil em 2007, conforme dados da mais recente Pnad, divulgada pelo IBGE

- 165 milhões de crianças estão envolvidas em trabalho infantil no mundo.

PROGRAMAÇÃO
4/6 – I Seminário para agentes comunitários e integrantes do Cerest sobre o tema “Trabalho infantil e saúde” – das 8h30 às 17hs, no auditório da Escola de Saúde Pública (Av. Antônio Justa, 3161 – Meireles)

5/6 – 9hs – Palestra sobre combate ao trabalho infantil para estudantes no Colégio Santa Cecília

14h30 – Encontro com promotores de Justiça e Defensores Públicos para discussão do tema na PRT

8/6 – Audiência pública sobre combate ao trabalho infantil, requerida pelas deputadas estaduais Rachel Marques, Lívia Arruda e Tânia Gurgel, no Plenário da Assembléia Legislativa, às 13h30.

9/6 – Seminário com educadores promovido pela Secretaria de Educação Básica do Estado (Seduc) no auditório da Escola de Saúde Pública (Av. Antônio Justa, 3161 – Meireles)

10/6 – Manhã cultural para as crianças, no Parque da Criança, promovido pelo Programa de Educação contra a Exploração do Trabalho da Criança e do Adolescente (Peteca) e pela Fundação da Criança e da Família Cidadã (Funci), com o apoio do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) em Fortaleza

O que dizem as leis:

Constituição Federal:

Art. 7º. São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social;

XXXIII – proibição de trabalho, noturno, perigoso ou insalubre aos menores de dezoito e de qualquer trabalho a menores de dezesseis anos, salvo na condição de aprendiz, a partir de 14 anos.

Consolidação das Leis do Trabalho

Art. 403. É proibido qualquer trabalho a menores de dezesseis anos de idade, salvo na condição de aprendiz, a partir dos quatorze anos.

Estatuto da Criança e do Adolescente

Art. 60. É proibido qualquer trabalho a menores de dezesseis anos de idade, salvo na condição de aprendiz.



AVOL
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O Ministério Público do Trabalho (MPT), a Secretaria Estadual de Saúde (Sesa) e o Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) reúnem hoje, dia 4, no auditório da Escola de Saúde Pública (ESP), agentes comunitários de saúde com atuação no Ceará. A intenção é capacitar estes profissionais para auxiliar no combate e prevenção ao trabalho infantil no Estado. O evento faz parte da programação elaborada para marcar o Dia Nacional e Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, que transcorre em 12 de junho. A ESP fica na avenida Antônio Justa, 3161 – Meireles.
A campanha de combate ao trabalho infantil de 2009 tem como lema: “Com educação, nossas crianças aprendem a escrever um novo presente!”. O evento de amanhã será aberto pelo procurador do Trabalho Antonio de Oliveira Lima, titular no Ceará da Coordenadoria Nacional de Combate à Exploração do Trabalho da Criança e do Adolescente (Coordinfância), que abordará aspectos legais, histórico-culturais e socioeconômicos do trabalho infantil.

Durante o seminário, os agentes comunitários de saúde terão oportunidade de tirar suas dúvidas e assistirão também a uma apresentação teatral sobre o tema, prevista para 10h15. O espetáculo ficará a cargo do Grupo Laberage de Arte e Cultura (Grupo de Teatro do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador-Cerest, de Quixeramobim). Em seguida, a diretora estadual do Cerest, Rosemary Cavalcante Gonçalves, e a coordenadora do Núcleo de Normatização da Atenção à Saúde da Criança da Sesa, Diva de Lourdes Azevedo Fernandes, falarão sobre trabalho infantil e saúde, atendimento, identificação e diretrizes para notificação.

O evento será retomado a partir das 14 horas, com a palestra do médico do Cerest de Horizonte, Severino Ferreira Alexandre, que é especialista em saúde da família e mestrando em saúde pública, sobre prejuízos do trabalho infantil para a saúde. Logo depois, o procurador do Trabalho Antonio de Oliveira Lima, o oficial de Educação do Unicef, Ruy Rodrigues Aguiar, e a presidente da Federação dos Agentes Comunitários de Saúde do Ceará (Fasec), Maria Edilza Andrade da Silva, falarão, respectivamente, sobre termos de ajuste de conduta, diagnóstico do trabalho infantil nos municípios cearenses e a experiência dos agentes.

Segundo o procurador, a idéia é evidenciar o importante papel que os agentes de saúde vêm desempenhando para erradicação da exploração do trabalho infantil e o que pode ser intensificado. “Este público tem extrema relevância para o combate ao trabalho infantil, pois mantém contato freqüente com a realidade de cada bairro e, bem informado sobre os prejuízos do trabalho precoce para a educação e a saúde de crianças e adolescentes, se tornará um parceiro imprescindível”, justifica. O Ceará é o 9º Estado no ranking de exploração da mão de obra de crianças e adolescentes. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostragem Domiciliar (Pnad-2007) do IBGE, 296,5 mil crianças e adolescentes de 5 a 17 anos encontravam-se em situação de trabalho no Estado.

Programação – A programação relativa ao Dia Nacional e Mundial de Combate ao Trabalho Infantil se estenderá até 10 de junho. Na sexta-feira, 5, haverá palestra sobre trabalho infantil para alunos do Colégio Santa Cecília, pela manhã, e reunião com promotores de Justiça e defensores públicos, no auditório da PRT, às 14h30. Na segunda-feira, 8, no Plenário da Assembléia Legislativa, a partir das 13h30, o assunto será discutido em audiência pública requerida pelas deputadas Rachel Marques, Lívia Arruda e Tânia Gurgel.

No dia 9, a Secretaria de Educação Básica do Estado (Seduc) realizará seminário com educadores no auditório da Escola de Saúde Pública. E, fechando a programação, o Programa de Educação contra a Exploração do Trabalho de Crianças e Adolescentes (Peteca) e a Fundação da Criança e da Família Cidadã (Funci), com apoio do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) do Município, promoverão, no dia 10 de junho, uma manhã cultural para as crianças, no Parque da Criança.

Números
- 296,5 mil crianças e adolescentes (de 5 a 17 anos) encontravam-se em situação de trabalho no Ceará em 2007, conforme dados da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílio (Pnad), do IBGE.

- 9º lugar no ranking nacional é a atual posição do Ceará em relação à exploração do trabalho de crianças e adolescentes, proporcionalmente à população nesta faixa etária em cada Estado

- 4,8 milhões de crianças e adolescentes tinham sua força de trabalho explorada no Brasil em 2007, conforme dados da mais recente Pnad, divulgada pelo IBGE

- 165 milhões de crianças estão envolvidas em trabalho infantil no mundo.

PROGRAMAÇÃO
4/6 – I Seminário para agentes comunitários e integrantes do Cerest sobre o tema “Trabalho infantil e saúde” – das 8h30 às 17hs, no auditório da Escola de Saúde Pública (Av. Antônio Justa, 3161 – Meireles)

5/6 – 9hs – Palestra sobre combate ao trabalho infantil para estudantes no Colégio Santa Cecília

14h30 – Encontro com promotores de Justiça e Defensores Públicos para discussão do tema na PRT

8/6 – Audiência pública sobre combate ao trabalho infantil, requerida pelas deputadas estaduais Rachel Marques, Lívia Arruda e Tânia Gurgel, no Plenário da Assembléia Legislativa, às 13h30.

9/6 – Seminário com educadores promovido pela Secretaria de Educação Básica do Estado (Seduc) no auditório da Escola de Saúde Pública (Av. Antônio Justa, 3161 – Meireles)

10/6 – Manhã cultural para as crianças, no Parque da Criança, promovido pelo Programa de Educação contra a Exploração do Trabalho da Criança e do Adolescente (Peteca) e pela Fundação da Criança e da Família Cidadã (Funci), com o apoio do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) em Fortaleza

O que dizem as leis:

Constituição Federal:

Art. 7º. São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social;

XXXIII – proibição de trabalho, noturno, perigoso ou insalubre aos menores de dezoito e de qualquer trabalho a menores de dezesseis anos, salvo na condição de aprendiz, a partir de 14 anos.

Consolidação das Leis do Trabalho

Art. 403. É proibido qualquer trabalho a menores de dezesseis anos de idade, salvo na condição de aprendiz, a partir dos quatorze anos.

Estatuto da Criança e do Adolescente

Art. 60. É proibido qualquer trabalho a menores de dezesseis anos de idade, salvo na condição de aprendiz.



AVOL
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Lucas Terra, Um Menino e Sua Fé estreou nesta quarta-feira (3), em Salvador. O filme mostra como o adolescente de 14 anos foi violentado, morto e queimado vivo. Pastores da Igreja Universal do Reino de Deus, em Salvador, são acusados pelo crime.
O crime chocou a Bahia. Lucas Terra frequentava a igreja do bairro do Rio Vermelho, até que na noite do dia 21 de março de 2001, desapareceu. O corpo carbonizado foi encontrado dias depois em um terreno na Avenida Vasco da Gama.
Após três anos, o pastor Silvio Galiza, apontado como o assassino, foi condenado a dezoito anos de prisão. Ele acusou outros dois membros da Igreja Universal de participação no crime: o bispo Fernando Aparecido e o pastor Joel Miranda, que respondem em liberdade.
O pai de Lucas, Carlos Terra, luta para que o caso não caia no esquecimento. Ele chegou a escrever um livro sobre o caso que, de acordo com o diretor Claudio Factum, inspirou o filme. “Eu li o livro e percebi que dava uma história que vale muito à pena ser contada”.
No filme, Lucas Terra aparece em cenas humilhantes, sempre sob as ordens dos pastores. Carlos Terra disse que ficou satisfeito com o filme. “O filme está fiel à história. São cenas chocantes. Pra mim, foi muito difícil ver o filme, mas é necessário”.
Serviço – O filme está na sala Walter da Silveira, na biblioteca pública dos Barris, às 19h40. A entrada é de graça.



Jornal da Manhã
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Lucas Terra, Um Menino e Sua Fé estreou nesta quarta-feira (3), em Salvador. O filme mostra como o adolescente de 14 anos foi violentado, morto e queimado vivo. Pastores da Igreja Universal do Reino de Deus, em Salvador, são acusados pelo crime.
O crime chocou a Bahia. Lucas Terra frequentava a igreja do bairro do Rio Vermelho, até que na noite do dia 21 de março de 2001, desapareceu. O corpo carbonizado foi encontrado dias depois em um terreno na Avenida Vasco da Gama.
Após três anos, o pastor Silvio Galiza, apontado como o assassino, foi condenado a dezoito anos de prisão. Ele acusou outros dois membros da Igreja Universal de participação no crime: o bispo Fernando Aparecido e o pastor Joel Miranda, que respondem em liberdade.
O pai de Lucas, Carlos Terra, luta para que o caso não caia no esquecimento. Ele chegou a escrever um livro sobre o caso que, de acordo com o diretor Claudio Factum, inspirou o filme. “Eu li o livro e percebi que dava uma história que vale muito à pena ser contada”.
No filme, Lucas Terra aparece em cenas humilhantes, sempre sob as ordens dos pastores. Carlos Terra disse que ficou satisfeito com o filme. “O filme está fiel à história. São cenas chocantes. Pra mim, foi muito difícil ver o filme, mas é necessário”.
Serviço – O filme está na sala Walter da Silveira, na biblioteca pública dos Barris, às 19h40. A entrada é de graça.



Jornal da Manhã
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Lucas Terra, Um Menino e Sua Fé estreou nesta quarta-feira (3), em Salvador. O filme mostra como o adolescente de 14 anos foi violentado, morto e queimado vivo. Pastores da Igreja Universal do Reino de Deus, em Salvador, são acusados pelo crime.
O crime chocou a Bahia. Lucas Terra frequentava a igreja do bairro do Rio Vermelho, até que na noite do dia 21 de março de 2001, desapareceu. O corpo carbonizado foi encontrado dias depois em um terreno na Avenida Vasco da Gama.
Após três anos, o pastor Silvio Galiza, apontado como o assassino, foi condenado a dezoito anos de prisão. Ele acusou outros dois membros da Igreja Universal de participação no crime: o bispo Fernando Aparecido e o pastor Joel Miranda, que respondem em liberdade.
O pai de Lucas, Carlos Terra, luta para que o caso não caia no esquecimento. Ele chegou a escrever um livro sobre o caso que, de acordo com o diretor Claudio Factum, inspirou o filme. “Eu li o livro e percebi que dava uma história que vale muito à pena ser contada”.
No filme, Lucas Terra aparece em cenas humilhantes, sempre sob as ordens dos pastores. Carlos Terra disse que ficou satisfeito com o filme. “O filme está fiel à história. São cenas chocantes. Pra mim, foi muito difícil ver o filme, mas é necessário”.
Serviço – O filme está na sala Walter da Silveira, na biblioteca pública dos Barris, às 19h40. A entrada é de graça.



Jornal da Manhã
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Na África do Sul uma criança é vítima de abusos sexuais a cada três minutos, indica um estudo que será tornado público quinta-feira em Joanesburgo e ao qual a Lusa teve hoje acesso.

O estudo, levado a cabo pelo sindicato Solidariedade, leva em linha de conta o número de casos comunicados às autoridades, a porcentagem que os especialistas calculam que nunca chegam a ser reportados (88 %) e as opiniões de vários ativistas e assistentes sociais para concluir que o número de crimes contra as crianças está aumentando significativamente em anos recentes.

“Tendo em conta o número de casos participados à polícia e a porcentagem dos que nunca são reportados calculamos que 530 crianças são violadas diariamente, o que equivale a uma violação em cada três minutos” disse à Lusa, Mariana Kriel, porta-voz do Solidariedade.

“O ano passado foram assassinadas em todo o país 1.410 crianças, o que constitui um aumento de 22,4 % relativamente ao ano anterior”, esclareceu Kriel.

Danie Langner, responsável pelo projeto “Helping Hand” (“Mão Amiga”), que dirigiu o estudo, salienta que em 45 % dos crimes de abuso sexual participados às autoridades as vítimas são menores.

“Por mais chocantes que estas estatísticas sejam, a verdade é que elas não refletem a verdadeira extensão do problema”, concluiu Langner.

As difíceis condições em que operam as organizações oficiais e privadas de apoio às crianças são também objeto de análise.

“Algumas delas, como a Childcare South Africa, lidam com cerca de dois milhões de crianças vítimas de agressões várias todos os dias e isso significa que cada assistente social tem a seu cargo 200 casos por ano, em contraste com os 60 que são aceites como norma”, salientou aquele responsável.

O número de assistentes sociais registrados no país era 12 500 em 2007, mas o Solidariedade acusa o Estado de lhes não proporcionar condições de trabalho e remuneração condignas, o que leva muitos a seguirem outras carreiras.

O relatório inclui estudos detalhados sobre as condições sociais das famílias das vítimas e a influência de fatores como as drogas, os gangs, a pornografia infantil e o tráfico de crianças.

“Em Port Elizabeth, em 80 % dos casos de violência contra crianças processados pela Childcare South Africa o ano passado as vítimas apresentavam fraturas cranianas, o que diz muito sobre a violência empregada pelos autores”, salienta Langner.

No ato da apresentação do relatório será homenageado Piet Byleveld, um dos mais respeitados detetives dos serviços de polícia sul-africanos, pela sua contribuição para deter e condenar inúmeros autores de crimes contra crianças nos últimos anos, revelou a organização.



DN
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Na África do Sul uma criança é vítima de abusos sexuais a cada três minutos, indica um estudo que será tornado público quinta-feira em Joanesburgo e ao qual a Lusa teve hoje acesso.

O estudo, levado a cabo pelo sindicato Solidariedade, leva em linha de conta o número de casos comunicados às autoridades, a porcentagem que os especialistas calculam que nunca chegam a ser reportados (88 %) e as opiniões de vários ativistas e assistentes sociais para concluir que o número de crimes contra as crianças está aumentando significativamente em anos recentes.

“Tendo em conta o número de casos participados à polícia e a porcentagem dos que nunca são reportados calculamos que 530 crianças são violadas diariamente, o que equivale a uma violação em cada três minutos” disse à Lusa, Mariana Kriel, porta-voz do Solidariedade.

“O ano passado foram assassinadas em todo o país 1.410 crianças, o que constitui um aumento de 22,4 % relativamente ao ano anterior”, esclareceu Kriel.

Danie Langner, responsável pelo projeto “Helping Hand” (“Mão Amiga”), que dirigiu o estudo, salienta que em 45 % dos crimes de abuso sexual participados às autoridades as vítimas são menores.

“Por mais chocantes que estas estatísticas sejam, a verdade é que elas não refletem a verdadeira extensão do problema”, concluiu Langner.

As difíceis condições em que operam as organizações oficiais e privadas de apoio às crianças são também objeto de análise.

“Algumas delas, como a Childcare South Africa, lidam com cerca de dois milhões de crianças vítimas de agressões várias todos os dias e isso significa que cada assistente social tem a seu cargo 200 casos por ano, em contraste com os 60 que são aceites como norma”, salientou aquele responsável.

O número de assistentes sociais registrados no país era 12 500 em 2007, mas o Solidariedade acusa o Estado de lhes não proporcionar condições de trabalho e remuneração condignas, o que leva muitos a seguirem outras carreiras.

O relatório inclui estudos detalhados sobre as condições sociais das famílias das vítimas e a influência de fatores como as drogas, os gangs, a pornografia infantil e o tráfico de crianças.

“Em Port Elizabeth, em 80 % dos casos de violência contra crianças processados pela Childcare South Africa o ano passado as vítimas apresentavam fraturas cranianas, o que diz muito sobre a violência empregada pelos autores”, salienta Langner.

No ato da apresentação do relatório será homenageado Piet Byleveld, um dos mais respeitados detetives dos serviços de polícia sul-africanos, pela sua contribuição para deter e condenar inúmeros autores de crimes contra crianças nos últimos anos, revelou a organização.



DN
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Na África do Sul uma criança é vítima de abusos sexuais a cada três minutos, indica um estudo que será tornado público quinta-feira em Joanesburgo e ao qual a Lusa teve hoje acesso.

O estudo, levado a cabo pelo sindicato Solidariedade, leva em linha de conta o número de casos comunicados às autoridades, a porcentagem que os especialistas calculam que nunca chegam a ser reportados (88 %) e as opiniões de vários ativistas e assistentes sociais para concluir que o número de crimes contra as crianças está aumentando significativamente em anos recentes.

“Tendo em conta o número de casos participados à polícia e a porcentagem dos que nunca são reportados calculamos que 530 crianças são violadas diariamente, o que equivale a uma violação em cada três minutos” disse à Lusa, Mariana Kriel, porta-voz do Solidariedade.

“O ano passado foram assassinadas em todo o país 1.410 crianças, o que constitui um aumento de 22,4 % relativamente ao ano anterior”, esclareceu Kriel.

Danie Langner, responsável pelo projeto “Helping Hand” (“Mão Amiga”), que dirigiu o estudo, salienta que em 45 % dos crimes de abuso sexual participados às autoridades as vítimas são menores.

“Por mais chocantes que estas estatísticas sejam, a verdade é que elas não refletem a verdadeira extensão do problema”, concluiu Langner.

As difíceis condições em que operam as organizações oficiais e privadas de apoio às crianças são também objeto de análise.

“Algumas delas, como a Childcare South Africa, lidam com cerca de dois milhões de crianças vítimas de agressões várias todos os dias e isso significa que cada assistente social tem a seu cargo 200 casos por ano, em contraste com os 60 que são aceites como norma”, salientou aquele responsável.

O número de assistentes sociais registrados no país era 12 500 em 2007, mas o Solidariedade acusa o Estado de lhes não proporcionar condições de trabalho e remuneração condignas, o que leva muitos a seguirem outras carreiras.

O relatório inclui estudos detalhados sobre as condições sociais das famílias das vítimas e a influência de fatores como as drogas, os gangs, a pornografia infantil e o tráfico de crianças.

“Em Port Elizabeth, em 80 % dos casos de violência contra crianças processados pela Childcare South Africa o ano passado as vítimas apresentavam fraturas cranianas, o que diz muito sobre a violência empregada pelos autores”, salienta Langner.

No ato da apresentação do relatório será homenageado Piet Byleveld, um dos mais respeitados detetives dos serviços de polícia sul-africanos, pela sua contribuição para deter e condenar inúmeros autores de crimes contra crianças nos últimos anos, revelou a organização.



DN
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Dia Mundial do Combate à Violência contra a Criança

Nesta quinta-feira (4) é comemorado o Dia Mundial do Combate à Violência contra a Criança. O Conselho Tutelar é o órgão responsável em fiscalizar se os direitos de crianças e adolescentes, previstos em lei, estão sendo respeitados. Acima de tudo, o órgão acolhe as famílias que têm algum tipo de problema e encaminha para uma solução.

São vários os casos que podem ser encaminhados para o Conselho como negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão que tenham como vítimas crianças ou adolescentes. Ao receber denúncia de que alguma menor está tendo seu direto violado, o Conselho Tutelar passa a acompanhar o caso para definir a melhor forma de resolver o problema. De acordo com a conselheira Dulce do Nascimento “é feito um trabalho individualizado de auxílio, não só à criança, como também à família inteira”.

A sociedade deve ajudar o trabalho dos conselheiros denunciando. “Quem se omite também comete um crime”, declara Dulce.

Para a psicóloga Irene Amaral Coelho, “estamos vivendo numa sociedade em que não existem valores de família. Os responsáveis, devido à correria do dia a dia, acabam transferindo para a escola o papel de educadores. Na verdade, a escola tem que formar cidadãos”, afirma.

A melhor forma de combater a violação desses direitos ainda é o amor, carinho e principalmente o diálogo. Não se pode esquecer, que as crianças de hoje, serão os adultos do futuro.

Bruna Macedo


Barbacena Online
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Dia Mundial do Combate à Violência contra a Criança

Nesta quinta-feira (4) é comemorado o Dia Mundial do Combate à Violência contra a Criança. O Conselho Tutelar é o órgão responsável em fiscalizar se os direitos de crianças e adolescentes, previstos em lei, estão sendo respeitados. Acima de tudo, o órgão acolhe as famílias que têm algum tipo de problema e encaminha para uma solução.

São vários os casos que podem ser encaminhados para o Conselho como negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão que tenham como vítimas crianças ou adolescentes. Ao receber denúncia de que alguma menor está tendo seu direto violado, o Conselho Tutelar passa a acompanhar o caso para definir a melhor forma de resolver o problema. De acordo com a conselheira Dulce do Nascimento “é feito um trabalho individualizado de auxílio, não só à criança, como também à família inteira”.

A sociedade deve ajudar o trabalho dos conselheiros denunciando. “Quem se omite também comete um crime”, declara Dulce.

Para a psicóloga Irene Amaral Coelho, “estamos vivendo numa sociedade em que não existem valores de família. Os responsáveis, devido à correria do dia a dia, acabam transferindo para a escola o papel de educadores. Na verdade, a escola tem que formar cidadãos”, afirma.

A melhor forma de combater a violação desses direitos ainda é o amor, carinho e principalmente o diálogo. Não se pode esquecer, que as crianças de hoje, serão os adultos do futuro.

Bruna Macedo


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Dia Mundial do Combate à Violência contra a Criança

Nesta quinta-feira (4) é comemorado o Dia Mundial do Combate à Violência contra a Criança. O Conselho Tutelar é o órgão responsável em fiscalizar se os direitos de crianças e adolescentes, previstos em lei, estão sendo respeitados. Acima de tudo, o órgão acolhe as famílias que têm algum tipo de problema e encaminha para uma solução.

São vários os casos que podem ser encaminhados para o Conselho como negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão que tenham como vítimas crianças ou adolescentes. Ao receber denúncia de que alguma menor está tendo seu direto violado, o Conselho Tutelar passa a acompanhar o caso para definir a melhor forma de resolver o problema. De acordo com a conselheira Dulce do Nascimento “é feito um trabalho individualizado de auxílio, não só à criança, como também à família inteira”.

A sociedade deve ajudar o trabalho dos conselheiros denunciando. “Quem se omite também comete um crime”, declara Dulce.

Para a psicóloga Irene Amaral Coelho, “estamos vivendo numa sociedade em que não existem valores de família. Os responsáveis, devido à correria do dia a dia, acabam transferindo para a escola o papel de educadores. Na verdade, a escola tem que formar cidadãos”, afirma.

A melhor forma de combater a violação desses direitos ainda é o amor, carinho e principalmente o diálogo. Não se pode esquecer, que as crianças de hoje, serão os adultos do futuro.

Bruna Macedo


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O senador Francisco Dornelles (PP-RJ) obteve aliminar do STF contra o envio de S. aos EUA

SÃO PAULO - O senador Francisco Dornelles (PP-RJ) é autor, como presidente de seu partido, da ação no Supremo Tribunal Federal (STF) que impediu a entrega do menino S.G., de 9 anos, ao consulado dos Estados Unidos nesta quarta-feira, 3.


Dornelles, que reconhece ter laços de amizade com a família brasileira do garoto, criticou o que vê como uma disposição das autoridades brasileiras em entregar o menino. "Já fiz vários pronunciamentos contra a intenção de se entregar uma criança a um país estrangeiro, quando não se entrega nem um bandido italiano à Itália", disse ele, numa alusão ao caso de Cesare Battisti, condenado por homicídio na Itália e abrigado no Brasil.

"O programa do meu partido defende o fortalecimento da família e a defesa dos interesses do menor", disse ainda Dornelles, explicando o fato de ter movido a ação em sua capacidade de líder partidário. "Entendemos que essa decisão (de entregar o menino ao pai americano) desagrega a família e vai contra os interesses da criança".

A ação do PP que impediu, por meio de liminar, a entrega de S. poderá ir ao plenário do STF já na próxima semana, de acordo com o ministro Marco Aurélio Mello.

A ação do PP que impediu, por meio de liminar, a entrega de S. poderá ir ao plenário do STF já na próxima semana, de acordo com o ministro Marco Aurélio Mello.

Além da liminar concedida pelo STF a Dornelles e ao PP, um mandado de segurança pedido pela defesa do padrasto do menino, João Paulo Lins e Silva, ao Tribunal Regional Federal também foi deferido, com o mesmo efeito de suspender a ordem de entrega do garoto.

"S. tem um pai e ele deve ser reconhecido", afirmou o advogado, que busca meios de revalidar a sentença do juiz federal substituto Rafael de Souza Pereira Pinto, da 16° Vara Federal do Rio, que determinava a entrega da criança ao pai.



Carlos Orsi, do estadao.com.br
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O senador Francisco Dornelles (PP-RJ) obteve aliminar do STF contra o envio de S. aos EUA

SÃO PAULO - O senador Francisco Dornelles (PP-RJ) é autor, como presidente de seu partido, da ação no Supremo Tribunal Federal (STF) que impediu a entrega do menino S.G., de 9 anos, ao consulado dos Estados Unidos nesta quarta-feira, 3.


Dornelles, que reconhece ter laços de amizade com a família brasileira do garoto, criticou o que vê como uma disposição das autoridades brasileiras em entregar o menino. "Já fiz vários pronunciamentos contra a intenção de se entregar uma criança a um país estrangeiro, quando não se entrega nem um bandido italiano à Itália", disse ele, numa alusão ao caso de Cesare Battisti, condenado por homicídio na Itália e abrigado no Brasil.

"O programa do meu partido defende o fortalecimento da família e a defesa dos interesses do menor", disse ainda Dornelles, explicando o fato de ter movido a ação em sua capacidade de líder partidário. "Entendemos que essa decisão (de entregar o menino ao pai americano) desagrega a família e vai contra os interesses da criança".

A ação do PP que impediu, por meio de liminar, a entrega de S. poderá ir ao plenário do STF já na próxima semana, de acordo com o ministro Marco Aurélio Mello.

A ação do PP que impediu, por meio de liminar, a entrega de S. poderá ir ao plenário do STF já na próxima semana, de acordo com o ministro Marco Aurélio Mello.

Além da liminar concedida pelo STF a Dornelles e ao PP, um mandado de segurança pedido pela defesa do padrasto do menino, João Paulo Lins e Silva, ao Tribunal Regional Federal também foi deferido, com o mesmo efeito de suspender a ordem de entrega do garoto.

"S. tem um pai e ele deve ser reconhecido", afirmou o advogado, que busca meios de revalidar a sentença do juiz federal substituto Rafael de Souza Pereira Pinto, da 16° Vara Federal do Rio, que determinava a entrega da criança ao pai.



Carlos Orsi, do estadao.com.br
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O senador Francisco Dornelles (PP-RJ) obteve aliminar do STF contra o envio de S. aos EUA

SÃO PAULO - O senador Francisco Dornelles (PP-RJ) é autor, como presidente de seu partido, da ação no Supremo Tribunal Federal (STF) que impediu a entrega do menino S.G., de 9 anos, ao consulado dos Estados Unidos nesta quarta-feira, 3.


Dornelles, que reconhece ter laços de amizade com a família brasileira do garoto, criticou o que vê como uma disposição das autoridades brasileiras em entregar o menino. "Já fiz vários pronunciamentos contra a intenção de se entregar uma criança a um país estrangeiro, quando não se entrega nem um bandido italiano à Itália", disse ele, numa alusão ao caso de Cesare Battisti, condenado por homicídio na Itália e abrigado no Brasil.

"O programa do meu partido defende o fortalecimento da família e a defesa dos interesses do menor", disse ainda Dornelles, explicando o fato de ter movido a ação em sua capacidade de líder partidário. "Entendemos que essa decisão (de entregar o menino ao pai americano) desagrega a família e vai contra os interesses da criança".

A ação do PP que impediu, por meio de liminar, a entrega de S. poderá ir ao plenário do STF já na próxima semana, de acordo com o ministro Marco Aurélio Mello.

A ação do PP que impediu, por meio de liminar, a entrega de S. poderá ir ao plenário do STF já na próxima semana, de acordo com o ministro Marco Aurélio Mello.

Além da liminar concedida pelo STF a Dornelles e ao PP, um mandado de segurança pedido pela defesa do padrasto do menino, João Paulo Lins e Silva, ao Tribunal Regional Federal também foi deferido, com o mesmo efeito de suspender a ordem de entrega do garoto.

"S. tem um pai e ele deve ser reconhecido", afirmou o advogado, que busca meios de revalidar a sentença do juiz federal substituto Rafael de Souza Pereira Pinto, da 16° Vara Federal do Rio, que determinava a entrega da criança ao pai.



Carlos Orsi, do estadao.com.br
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SÃO PAULO - O auxiliar de produção Lindemberg Alves Fernandes, denunciado, entre outros crimes, pela morte da ex-namorada Elóa Pimentel, de 15 anos, depois de um sequestro de mais de 100 horas, em outubro de 2008, vai continuar na cadeia. O desembargador convocado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) Celso Limongi negou liminar na qual a defesa pedia liberdade para o acusado, que está preso desde 17 de outubro de 2008. (Leia também: Promotoria acredita que o julgamento de Lindemberg possa ocorrer em 2010 )
Lindemberg ainda foi denunciado pela tentativa de homicídio contra a adolescente Nayara Rodrigues Silva, também de 15 anos, e contra um policial militar. Além disso, manteve outros dois estudantes reféns em Santo André, na Grande São Paulo, e irá responder por disparo de arma de fogo.
Segundo decisão do STJ, o TJ-SP já havia negado a liberdade. "Como se verifica da denúncia oferecida e recebida, que acabou gerando o decreto de pronúncia do acusado ora paciente, os crimes que ele teria praticado foram de extrema gravidade, redundando na morte de uma vítima e nas tentativas de homicídio qualificado de outras duas, além de cinco privações de liberdade em cárcere privado e quatro disparos de arma de fogo", diz a sentença.
No habeas corpus dirigido ao STJ, a defesa alegou constrangimento ilegal, afirmando que não existem elementos concretos a demonstrar a necessidade da prisão.
Ao manter o jovem na cadeia, o ministro afirmou que a decisão do TJ-SP que negou a liberdade provisória ao paciente está, em princípio, suficientemente justificada no voto do desembargador relator do TJSP, no qual afirma a necessidade da prisão, inclusive preventiva, não somente para garantia da ordem pública, como também pela conveniência processual, uma vez que as vítimas do cárcere privado se sentiriam constrangidas em depor no Júri, caso o paciente fique solto para o julgamento da causa.
"A segregação cautelar do paciente apresenta-se bem fundamentada e calcada em fatores concretos e aptos a justificá-la, não se identificando, no que aqui e agora caber apreciar nenhuma ilegalidade, devendo a quaestio, portanto, ser apreciada pelo Colegiado, no momento apropriado. Posto isso, indefiro a liminar", concluiu Celso Limongi.


O Globo On Line
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SÃO PAULO - O auxiliar de produção Lindemberg Alves Fernandes, denunciado, entre outros crimes, pela morte da ex-namorada Elóa Pimentel, de 15 anos, depois de um sequestro de mais de 100 horas, em outubro de 2008, vai continuar na cadeia. O desembargador convocado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) Celso Limongi negou liminar na qual a defesa pedia liberdade para o acusado, que está preso desde 17 de outubro de 2008. (Leia também: Promotoria acredita que o julgamento de Lindemberg possa ocorrer em 2010 )
Lindemberg ainda foi denunciado pela tentativa de homicídio contra a adolescente Nayara Rodrigues Silva, também de 15 anos, e contra um policial militar. Além disso, manteve outros dois estudantes reféns em Santo André, na Grande São Paulo, e irá responder por disparo de arma de fogo.
Segundo decisão do STJ, o TJ-SP já havia negado a liberdade. "Como se verifica da denúncia oferecida e recebida, que acabou gerando o decreto de pronúncia do acusado ora paciente, os crimes que ele teria praticado foram de extrema gravidade, redundando na morte de uma vítima e nas tentativas de homicídio qualificado de outras duas, além de cinco privações de liberdade em cárcere privado e quatro disparos de arma de fogo", diz a sentença.
No habeas corpus dirigido ao STJ, a defesa alegou constrangimento ilegal, afirmando que não existem elementos concretos a demonstrar a necessidade da prisão.
Ao manter o jovem na cadeia, o ministro afirmou que a decisão do TJ-SP que negou a liberdade provisória ao paciente está, em princípio, suficientemente justificada no voto do desembargador relator do TJSP, no qual afirma a necessidade da prisão, inclusive preventiva, não somente para garantia da ordem pública, como também pela conveniência processual, uma vez que as vítimas do cárcere privado se sentiriam constrangidas em depor no Júri, caso o paciente fique solto para o julgamento da causa.
"A segregação cautelar do paciente apresenta-se bem fundamentada e calcada em fatores concretos e aptos a justificá-la, não se identificando, no que aqui e agora caber apreciar nenhuma ilegalidade, devendo a quaestio, portanto, ser apreciada pelo Colegiado, no momento apropriado. Posto isso, indefiro a liminar", concluiu Celso Limongi.


O Globo On Line
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SÃO PAULO - O auxiliar de produção Lindemberg Alves Fernandes, denunciado, entre outros crimes, pela morte da ex-namorada Elóa Pimentel, de 15 anos, depois de um sequestro de mais de 100 horas, em outubro de 2008, vai continuar na cadeia. O desembargador convocado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) Celso Limongi negou liminar na qual a defesa pedia liberdade para o acusado, que está preso desde 17 de outubro de 2008. (Leia também: Promotoria acredita que o julgamento de Lindemberg possa ocorrer em 2010 )
Lindemberg ainda foi denunciado pela tentativa de homicídio contra a adolescente Nayara Rodrigues Silva, também de 15 anos, e contra um policial militar. Além disso, manteve outros dois estudantes reféns em Santo André, na Grande São Paulo, e irá responder por disparo de arma de fogo.
Segundo decisão do STJ, o TJ-SP já havia negado a liberdade. "Como se verifica da denúncia oferecida e recebida, que acabou gerando o decreto de pronúncia do acusado ora paciente, os crimes que ele teria praticado foram de extrema gravidade, redundando na morte de uma vítima e nas tentativas de homicídio qualificado de outras duas, além de cinco privações de liberdade em cárcere privado e quatro disparos de arma de fogo", diz a sentença.
No habeas corpus dirigido ao STJ, a defesa alegou constrangimento ilegal, afirmando que não existem elementos concretos a demonstrar a necessidade da prisão.
Ao manter o jovem na cadeia, o ministro afirmou que a decisão do TJ-SP que negou a liberdade provisória ao paciente está, em princípio, suficientemente justificada no voto do desembargador relator do TJSP, no qual afirma a necessidade da prisão, inclusive preventiva, não somente para garantia da ordem pública, como também pela conveniência processual, uma vez que as vítimas do cárcere privado se sentiriam constrangidas em depor no Júri, caso o paciente fique solto para o julgamento da causa.
"A segregação cautelar do paciente apresenta-se bem fundamentada e calcada em fatores concretos e aptos a justificá-la, não se identificando, no que aqui e agora caber apreciar nenhuma ilegalidade, devendo a quaestio, portanto, ser apreciada pelo Colegiado, no momento apropriado. Posto isso, indefiro a liminar", concluiu Celso Limongi.


O Globo On Line
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