notícias atuais sobre saúde, violência,justiça,cidadania,educação, cultura,direitos humanos,ecologia, variedades,comportamento
3.6.09
Mãe teria deixado criança com desconhecida para ir ao banheiro.Polícia recolheu fichas de pacientes para dar início às investigações.

Uma menina de 5 meses desapareceu dentro de um hospital no município de Brejetuba (ES), nesta quarta-feira (3). Segundo a polícia, a mãe teria deixado a criança com uma desconhecida para ir ao banheiro.
O bebê foi levado ao hospital por estar com sintomas de gripe. Por volta das 11h, a menina foi atendida, medicada e liberada. Segundo a polícia, a mãe retornou para a sala de espera e então teria deixado a menina com outra mulher para ir ao banheiro.
Alguns pacientes que aguardavam atendimento fora do hospital disseram que viram uma mulher com um bebê subir na garupa de uma moto e sair com um homem, que pilotava o veículo.
A polícia recolheu todas as fichas de pacientes que haviam estado no hospital durante o dia para dar início às investigações.



G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 22:19  comentar

Mãe teria deixado criança com desconhecida para ir ao banheiro.Polícia recolheu fichas de pacientes para dar início às investigações.

Uma menina de 5 meses desapareceu dentro de um hospital no município de Brejetuba (ES), nesta quarta-feira (3). Segundo a polícia, a mãe teria deixado a criança com uma desconhecida para ir ao banheiro.
O bebê foi levado ao hospital por estar com sintomas de gripe. Por volta das 11h, a menina foi atendida, medicada e liberada. Segundo a polícia, a mãe retornou para a sala de espera e então teria deixado a menina com outra mulher para ir ao banheiro.
Alguns pacientes que aguardavam atendimento fora do hospital disseram que viram uma mulher com um bebê subir na garupa de uma moto e sair com um homem, que pilotava o veículo.
A polícia recolheu todas as fichas de pacientes que haviam estado no hospital durante o dia para dar início às investigações.



G1
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Mãe teria deixado criança com desconhecida para ir ao banheiro.Polícia recolheu fichas de pacientes para dar início às investigações.

Uma menina de 5 meses desapareceu dentro de um hospital no município de Brejetuba (ES), nesta quarta-feira (3). Segundo a polícia, a mãe teria deixado a criança com uma desconhecida para ir ao banheiro.
O bebê foi levado ao hospital por estar com sintomas de gripe. Por volta das 11h, a menina foi atendida, medicada e liberada. Segundo a polícia, a mãe retornou para a sala de espera e então teria deixado a menina com outra mulher para ir ao banheiro.
Alguns pacientes que aguardavam atendimento fora do hospital disseram que viram uma mulher com um bebê subir na garupa de uma moto e sair com um homem, que pilotava o veículo.
A polícia recolheu todas as fichas de pacientes que haviam estado no hospital durante o dia para dar início às investigações.



G1
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SÃO PAULO - Em Itapetininga, a 158 quilômetros de São Paulo, um menino de 4 anos engoliu um prego dentro de uma creche da Prefeitura. A criança estava dentro de uma das salas de aula, sob a supervisão de duas auxiliares de ensino que tomavam conta de aproximadamente 20 alunos. O prego está no intestino do menino, de acordo com o raio-X. Segundo o hospital, a criança passa bem e está em observação.
A mãe do menino, que não quer se identificar, disse que o filho estuda no local há 4 anos e que as instalações da creche são precárias.
- O problema é na estrutura da creche, que é de madeira. Tem cupim, muito prego nas paredes - conta.
A diretora da escola disse que os pregos na sala de aula foram usados para fixar cartazes. Uma sindicância foi aberta pela Secretaria Municipal de Educação para apurar as responsabilidades no caso.



O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 22:06  comentar

SÃO PAULO - Em Itapetininga, a 158 quilômetros de São Paulo, um menino de 4 anos engoliu um prego dentro de uma creche da Prefeitura. A criança estava dentro de uma das salas de aula, sob a supervisão de duas auxiliares de ensino que tomavam conta de aproximadamente 20 alunos. O prego está no intestino do menino, de acordo com o raio-X. Segundo o hospital, a criança passa bem e está em observação.
A mãe do menino, que não quer se identificar, disse que o filho estuda no local há 4 anos e que as instalações da creche são precárias.
- O problema é na estrutura da creche, que é de madeira. Tem cupim, muito prego nas paredes - conta.
A diretora da escola disse que os pregos na sala de aula foram usados para fixar cartazes. Uma sindicância foi aberta pela Secretaria Municipal de Educação para apurar as responsabilidades no caso.



O Globo On Line
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SÃO PAULO - Em Itapetininga, a 158 quilômetros de São Paulo, um menino de 4 anos engoliu um prego dentro de uma creche da Prefeitura. A criança estava dentro de uma das salas de aula, sob a supervisão de duas auxiliares de ensino que tomavam conta de aproximadamente 20 alunos. O prego está no intestino do menino, de acordo com o raio-X. Segundo o hospital, a criança passa bem e está em observação.
A mãe do menino, que não quer se identificar, disse que o filho estuda no local há 4 anos e que as instalações da creche são precárias.
- O problema é na estrutura da creche, que é de madeira. Tem cupim, muito prego nas paredes - conta.
A diretora da escola disse que os pregos na sala de aula foram usados para fixar cartazes. Uma sindicância foi aberta pela Secretaria Municipal de Educação para apurar as responsabilidades no caso.



O Globo On Line
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O Brasil é um país supreendente.

Primeiro, o próprio website do Supremo Tribunal Federal diz que Sean “é brasileiro.” Depois, o ministro que suspendeu o retorno do garoto nascido em Nova Jersey admite que seu recurso foi “um ato precário e efêmero.”

E mais, Marco Aurélio de Mello ignorou o laudo do Ministério Público Federal que provou que Sean respondeu “tanto faz,” sobre ficar no Brasil ou ir para os EUA.

“Ele é muito mais esperto do que eu fui aos 9 anos de idade. Ele é um pré-adolescente. A criança disse que queria ficar no Brasil com a família da mãe. Caberá ao Supremo dar a última palavra,” disse o ministro.

Além disso, o plenário do STF pode não votar a decisão na semana que vem.

Mais uma pérola: “o Partido Progressista argumentou que o governo brasileiro está privilegiando a Convenção de Haia, ao invés de defender os direitos e preceitos fundamentais do menor brasileiro de 9 anos previstos na Constituição.” Atenção presidente, o governo brasileiro é obrigado a agir.

Na verdade, o Brasil está colocando TODOS os brasileiros em risco quando não cumpre o acordo internacional que assinou. O caso Goldman é o mais emblemático de todos os casos de alienação parental – e, até agora, prova que a Justiça no Brasil só serve para agradar os mais influentes.

O único lado positivo da deliberação no STF é que esta deve ser a última instância. Mas eu não apostaria nisso, no Brasil, tudo pode acontecer.

Na sentença do juiz Rafael de Souza Pereira Pinto, ele diz que entre 1992 e 1999, os EUA retornaram 698 crianças aos seus pais estrangeiros. E o Brasil se recusa a devolver 50 crianças, em especial Sean Richard Goldman. Que vergonha!

Não adianta: argumentos velhos não viram verdade se repetidos várias vezes. Sean é americano, David não o abandonou, a opinião da criança não deve contar em casos de alienação parental, e não adianta ex-desembargadores dizerem que o direito de um pai biológico não tem peso. É simplesmente assustador ouvir daqueles que devem interpretar a lei para garantir os nossos direitos que um pai não tem direito sobre o filho “só porque é pai.”

Se Sean Goldman e as outras 49 crianças não deixarem o Brasil este ano, podem apostar que em 2010, ano de eleição, ninguém os tira de lá.

“ Ele já está no Brasil há cinco anos. Mais uma semana ou dias não vai fazer diferença,” disse Mello.

O mesmo pode ser dito ao Brasil pelo países sérios: “o Brasil nunca participou do Conselho de Segurança da ONU, o que são mais alguns anos de espera?”



Brasil com Z
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:20  comentar


O Brasil é um país supreendente.

Primeiro, o próprio website do Supremo Tribunal Federal diz que Sean “é brasileiro.” Depois, o ministro que suspendeu o retorno do garoto nascido em Nova Jersey admite que seu recurso foi “um ato precário e efêmero.”

E mais, Marco Aurélio de Mello ignorou o laudo do Ministério Público Federal que provou que Sean respondeu “tanto faz,” sobre ficar no Brasil ou ir para os EUA.

“Ele é muito mais esperto do que eu fui aos 9 anos de idade. Ele é um pré-adolescente. A criança disse que queria ficar no Brasil com a família da mãe. Caberá ao Supremo dar a última palavra,” disse o ministro.

Além disso, o plenário do STF pode não votar a decisão na semana que vem.

Mais uma pérola: “o Partido Progressista argumentou que o governo brasileiro está privilegiando a Convenção de Haia, ao invés de defender os direitos e preceitos fundamentais do menor brasileiro de 9 anos previstos na Constituição.” Atenção presidente, o governo brasileiro é obrigado a agir.

Na verdade, o Brasil está colocando TODOS os brasileiros em risco quando não cumpre o acordo internacional que assinou. O caso Goldman é o mais emblemático de todos os casos de alienação parental – e, até agora, prova que a Justiça no Brasil só serve para agradar os mais influentes.

O único lado positivo da deliberação no STF é que esta deve ser a última instância. Mas eu não apostaria nisso, no Brasil, tudo pode acontecer.

Na sentença do juiz Rafael de Souza Pereira Pinto, ele diz que entre 1992 e 1999, os EUA retornaram 698 crianças aos seus pais estrangeiros. E o Brasil se recusa a devolver 50 crianças, em especial Sean Richard Goldman. Que vergonha!

Não adianta: argumentos velhos não viram verdade se repetidos várias vezes. Sean é americano, David não o abandonou, a opinião da criança não deve contar em casos de alienação parental, e não adianta ex-desembargadores dizerem que o direito de um pai biológico não tem peso. É simplesmente assustador ouvir daqueles que devem interpretar a lei para garantir os nossos direitos que um pai não tem direito sobre o filho “só porque é pai.”

Se Sean Goldman e as outras 49 crianças não deixarem o Brasil este ano, podem apostar que em 2010, ano de eleição, ninguém os tira de lá.

“ Ele já está no Brasil há cinco anos. Mais uma semana ou dias não vai fazer diferença,” disse Mello.

O mesmo pode ser dito ao Brasil pelo países sérios: “o Brasil nunca participou do Conselho de Segurança da ONU, o que são mais alguns anos de espera?”



Brasil com Z
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O Brasil é um país supreendente.

Primeiro, o próprio website do Supremo Tribunal Federal diz que Sean “é brasileiro.” Depois, o ministro que suspendeu o retorno do garoto nascido em Nova Jersey admite que seu recurso foi “um ato precário e efêmero.”

E mais, Marco Aurélio de Mello ignorou o laudo do Ministério Público Federal que provou que Sean respondeu “tanto faz,” sobre ficar no Brasil ou ir para os EUA.

“Ele é muito mais esperto do que eu fui aos 9 anos de idade. Ele é um pré-adolescente. A criança disse que queria ficar no Brasil com a família da mãe. Caberá ao Supremo dar a última palavra,” disse o ministro.

Além disso, o plenário do STF pode não votar a decisão na semana que vem.

Mais uma pérola: “o Partido Progressista argumentou que o governo brasileiro está privilegiando a Convenção de Haia, ao invés de defender os direitos e preceitos fundamentais do menor brasileiro de 9 anos previstos na Constituição.” Atenção presidente, o governo brasileiro é obrigado a agir.

Na verdade, o Brasil está colocando TODOS os brasileiros em risco quando não cumpre o acordo internacional que assinou. O caso Goldman é o mais emblemático de todos os casos de alienação parental – e, até agora, prova que a Justiça no Brasil só serve para agradar os mais influentes.

O único lado positivo da deliberação no STF é que esta deve ser a última instância. Mas eu não apostaria nisso, no Brasil, tudo pode acontecer.

Na sentença do juiz Rafael de Souza Pereira Pinto, ele diz que entre 1992 e 1999, os EUA retornaram 698 crianças aos seus pais estrangeiros. E o Brasil se recusa a devolver 50 crianças, em especial Sean Richard Goldman. Que vergonha!

Não adianta: argumentos velhos não viram verdade se repetidos várias vezes. Sean é americano, David não o abandonou, a opinião da criança não deve contar em casos de alienação parental, e não adianta ex-desembargadores dizerem que o direito de um pai biológico não tem peso. É simplesmente assustador ouvir daqueles que devem interpretar a lei para garantir os nossos direitos que um pai não tem direito sobre o filho “só porque é pai.”

Se Sean Goldman e as outras 49 crianças não deixarem o Brasil este ano, podem apostar que em 2010, ano de eleição, ninguém os tira de lá.

“ Ele já está no Brasil há cinco anos. Mais uma semana ou dias não vai fazer diferença,” disse Mello.

O mesmo pode ser dito ao Brasil pelo países sérios: “o Brasil nunca participou do Conselho de Segurança da ONU, o que são mais alguns anos de espera?”



Brasil com Z
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Uma empresa de biotecnologia vinculada a Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, está lançando, nesta segunda-feira, um suplemento natural feito de tomates que pode ajudar a combater o colesterol.

O Ateronon contém um ingrediente ativo das dietas comuns na região do Mediterrâneo - o licopeno, um antioxidante que dá a cor avermelhada ao tomate e que auxilia no bloqueio do colesterol LDL, o chamado "mau colesterol".
Apesar dos potenciais benefícios, a substância é pouco absorvida quando ingerida ao natural. A pílula, portanto, traz uma versão mais refinada e de maior absorção.
Testes preliminares feitos com 150 pessoas indicam que o suplemento pode reduzir a oxidação de gorduras no sangue a quase zero em apenas oito semanas.
O neurocientista Peter Kirkpatrick, responsável pelos próximos testes da pílula que serão realizados no Hospital Addenbrooke, na Inglaterra, afirmou que o suplemento pode ser mais eficaz do que as estatinas usadas em tratamentos de colesterol.

Cautela
Mas o professor Peter Weissberg, da British Heart Foundation, diz que apesar dos testes iniciais, ainda levará tempo para avaliar os efeitos reais do Ateronon.
"Enquanto isso, nosso conselho para pacientes que sofrem de doenças cardíacas é confiar nos medicamentos receitados pelos médicos e tentar ingerir muitas frutas e verduras frescas", disse Weissberg.
Para o professor Anthony Leeds, da organização Heart UK, que trabalha na prevenção de doenças cardíacas, "os testes iniciais são promissores".
"O novo produto de licopeno representa uma nova abordagem para o tratamento de alto colesterol e abre uma possibilidade interessante".



BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:35  comentar

Uma empresa de biotecnologia vinculada a Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, está lançando, nesta segunda-feira, um suplemento natural feito de tomates que pode ajudar a combater o colesterol.

O Ateronon contém um ingrediente ativo das dietas comuns na região do Mediterrâneo - o licopeno, um antioxidante que dá a cor avermelhada ao tomate e que auxilia no bloqueio do colesterol LDL, o chamado "mau colesterol".
Apesar dos potenciais benefícios, a substância é pouco absorvida quando ingerida ao natural. A pílula, portanto, traz uma versão mais refinada e de maior absorção.
Testes preliminares feitos com 150 pessoas indicam que o suplemento pode reduzir a oxidação de gorduras no sangue a quase zero em apenas oito semanas.
O neurocientista Peter Kirkpatrick, responsável pelos próximos testes da pílula que serão realizados no Hospital Addenbrooke, na Inglaterra, afirmou que o suplemento pode ser mais eficaz do que as estatinas usadas em tratamentos de colesterol.

Cautela
Mas o professor Peter Weissberg, da British Heart Foundation, diz que apesar dos testes iniciais, ainda levará tempo para avaliar os efeitos reais do Ateronon.
"Enquanto isso, nosso conselho para pacientes que sofrem de doenças cardíacas é confiar nos medicamentos receitados pelos médicos e tentar ingerir muitas frutas e verduras frescas", disse Weissberg.
Para o professor Anthony Leeds, da organização Heart UK, que trabalha na prevenção de doenças cardíacas, "os testes iniciais são promissores".
"O novo produto de licopeno representa uma nova abordagem para o tratamento de alto colesterol e abre uma possibilidade interessante".



BBC Brasil
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Uma empresa de biotecnologia vinculada a Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, está lançando, nesta segunda-feira, um suplemento natural feito de tomates que pode ajudar a combater o colesterol.

O Ateronon contém um ingrediente ativo das dietas comuns na região do Mediterrâneo - o licopeno, um antioxidante que dá a cor avermelhada ao tomate e que auxilia no bloqueio do colesterol LDL, o chamado "mau colesterol".
Apesar dos potenciais benefícios, a substância é pouco absorvida quando ingerida ao natural. A pílula, portanto, traz uma versão mais refinada e de maior absorção.
Testes preliminares feitos com 150 pessoas indicam que o suplemento pode reduzir a oxidação de gorduras no sangue a quase zero em apenas oito semanas.
O neurocientista Peter Kirkpatrick, responsável pelos próximos testes da pílula que serão realizados no Hospital Addenbrooke, na Inglaterra, afirmou que o suplemento pode ser mais eficaz do que as estatinas usadas em tratamentos de colesterol.

Cautela
Mas o professor Peter Weissberg, da British Heart Foundation, diz que apesar dos testes iniciais, ainda levará tempo para avaliar os efeitos reais do Ateronon.
"Enquanto isso, nosso conselho para pacientes que sofrem de doenças cardíacas é confiar nos medicamentos receitados pelos médicos e tentar ingerir muitas frutas e verduras frescas", disse Weissberg.
Para o professor Anthony Leeds, da organização Heart UK, que trabalha na prevenção de doenças cardíacas, "os testes iniciais são promissores".
"O novo produto de licopeno representa uma nova abordagem para o tratamento de alto colesterol e abre uma possibilidade interessante".



BBC Brasil
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BRASÍLIA - O futuro do menino Sean, de 9 anos, permanecerá suspenso pelo menos até a próxima quarta-feira, dia 10, quando o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), levará o caso ao plenário da Corte. Na terça-feira à noite, o ministro concedeu liminar (decisão provisória) suspendendo a validade da determinação da Justiça Federal para que a criança voltasse para os Estados Unidos para morar com o pai biológico, o americano David Goldman. Agora, o menino permanecerá no Brasil até o julgamento definitivo do Supremo. Na semana que vem, os ministros da Corte decidirão se mantêm ou não a posição de Marco Aurélio.
A liminar foi concedida no julgamento de uma ação do Partido Progressista (PP). Segundo a legenda, a decisão da Justiça Federal descumpriu a dignidade da pessoa humana, um direito fundamental descrito na Constituição Federal, porque não foi levada em consideração a vontade do garoto. O partido informou que Sean teria dito à justiça que queria ficar no Brasil. Marco Aurélio não tocou no tema na decisão. Mas, em entrevista, concordou que o menino já tem idade suficiente para saber o que é melhor para ele.
- Ele é muito mais esperto do que eu fui aos 9 anos de idade. Ele é um pré-adolescente. A criança disse que queria ficar no Brasil com a família da mãe. Caberá ao Supremo dar a última palavra - disse Marco Aurélio.
O ministro ressaltou que, no julgamento em plenário, poderá mudar de ideia e desistir de manter Sean no Brasil. Ele explicou que a liminar foi concedida apenas para evitar a ida imediata do garoto para os Estados Unidos, sem um julgamento da mais alta corte do país.
- Ele já está no Brasil há cinco anos. Mais uma semana ou dias não vai fazer diferença.
David já estava no Rio para levar Sean. Agora, a criança permanecerá no Brasil sob a guarda do padrasto, o advogado João Paulo Lins e Silva, até a decisão definitiva do caso pelo STF. Não há data marcada para isso acontecer.
A guarda de Sean Goldman é disputada desde o final do ano passado pelo pai biológico e pelo padrasto. João Paulo Lins e Silva tinha a guarda provisória do garoto desde a morte da mãe dele. O menino morava nos Estados Unidos e, aos quatro anos, veio para o Brasil de férias com a mãe, a empresária Bruna Bianchi.
A contragosto do pai, a mãe não voltou mais para os Estados Unidos e, desde então, Sean mora no Brasil. Bruna se separou de David e se casou com o brasileiro, de quem engravidou. No ano passado, Bruna morreu durante o parto e a justiça brasileira deu a guarda provisória de Sean ao padrasto.



O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:18  comentar

BRASÍLIA - O futuro do menino Sean, de 9 anos, permanecerá suspenso pelo menos até a próxima quarta-feira, dia 10, quando o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), levará o caso ao plenário da Corte. Na terça-feira à noite, o ministro concedeu liminar (decisão provisória) suspendendo a validade da determinação da Justiça Federal para que a criança voltasse para os Estados Unidos para morar com o pai biológico, o americano David Goldman. Agora, o menino permanecerá no Brasil até o julgamento definitivo do Supremo. Na semana que vem, os ministros da Corte decidirão se mantêm ou não a posição de Marco Aurélio.
A liminar foi concedida no julgamento de uma ação do Partido Progressista (PP). Segundo a legenda, a decisão da Justiça Federal descumpriu a dignidade da pessoa humana, um direito fundamental descrito na Constituição Federal, porque não foi levada em consideração a vontade do garoto. O partido informou que Sean teria dito à justiça que queria ficar no Brasil. Marco Aurélio não tocou no tema na decisão. Mas, em entrevista, concordou que o menino já tem idade suficiente para saber o que é melhor para ele.
- Ele é muito mais esperto do que eu fui aos 9 anos de idade. Ele é um pré-adolescente. A criança disse que queria ficar no Brasil com a família da mãe. Caberá ao Supremo dar a última palavra - disse Marco Aurélio.
O ministro ressaltou que, no julgamento em plenário, poderá mudar de ideia e desistir de manter Sean no Brasil. Ele explicou que a liminar foi concedida apenas para evitar a ida imediata do garoto para os Estados Unidos, sem um julgamento da mais alta corte do país.
- Ele já está no Brasil há cinco anos. Mais uma semana ou dias não vai fazer diferença.
David já estava no Rio para levar Sean. Agora, a criança permanecerá no Brasil sob a guarda do padrasto, o advogado João Paulo Lins e Silva, até a decisão definitiva do caso pelo STF. Não há data marcada para isso acontecer.
A guarda de Sean Goldman é disputada desde o final do ano passado pelo pai biológico e pelo padrasto. João Paulo Lins e Silva tinha a guarda provisória do garoto desde a morte da mãe dele. O menino morava nos Estados Unidos e, aos quatro anos, veio para o Brasil de férias com a mãe, a empresária Bruna Bianchi.
A contragosto do pai, a mãe não voltou mais para os Estados Unidos e, desde então, Sean mora no Brasil. Bruna se separou de David e se casou com o brasileiro, de quem engravidou. No ano passado, Bruna morreu durante o parto e a justiça brasileira deu a guarda provisória de Sean ao padrasto.



O Globo On Line
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BRASÍLIA - O futuro do menino Sean, de 9 anos, permanecerá suspenso pelo menos até a próxima quarta-feira, dia 10, quando o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), levará o caso ao plenário da Corte. Na terça-feira à noite, o ministro concedeu liminar (decisão provisória) suspendendo a validade da determinação da Justiça Federal para que a criança voltasse para os Estados Unidos para morar com o pai biológico, o americano David Goldman. Agora, o menino permanecerá no Brasil até o julgamento definitivo do Supremo. Na semana que vem, os ministros da Corte decidirão se mantêm ou não a posição de Marco Aurélio.
A liminar foi concedida no julgamento de uma ação do Partido Progressista (PP). Segundo a legenda, a decisão da Justiça Federal descumpriu a dignidade da pessoa humana, um direito fundamental descrito na Constituição Federal, porque não foi levada em consideração a vontade do garoto. O partido informou que Sean teria dito à justiça que queria ficar no Brasil. Marco Aurélio não tocou no tema na decisão. Mas, em entrevista, concordou que o menino já tem idade suficiente para saber o que é melhor para ele.
- Ele é muito mais esperto do que eu fui aos 9 anos de idade. Ele é um pré-adolescente. A criança disse que queria ficar no Brasil com a família da mãe. Caberá ao Supremo dar a última palavra - disse Marco Aurélio.
O ministro ressaltou que, no julgamento em plenário, poderá mudar de ideia e desistir de manter Sean no Brasil. Ele explicou que a liminar foi concedida apenas para evitar a ida imediata do garoto para os Estados Unidos, sem um julgamento da mais alta corte do país.
- Ele já está no Brasil há cinco anos. Mais uma semana ou dias não vai fazer diferença.
David já estava no Rio para levar Sean. Agora, a criança permanecerá no Brasil sob a guarda do padrasto, o advogado João Paulo Lins e Silva, até a decisão definitiva do caso pelo STF. Não há data marcada para isso acontecer.
A guarda de Sean Goldman é disputada desde o final do ano passado pelo pai biológico e pelo padrasto. João Paulo Lins e Silva tinha a guarda provisória do garoto desde a morte da mãe dele. O menino morava nos Estados Unidos e, aos quatro anos, veio para o Brasil de férias com a mãe, a empresária Bruna Bianchi.
A contragosto do pai, a mãe não voltou mais para os Estados Unidos e, desde então, Sean mora no Brasil. Bruna se separou de David e se casou com o brasileiro, de quem engravidou. No ano passado, Bruna morreu durante o parto e a justiça brasileira deu a guarda provisória de Sean ao padrasto.



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RIO, BRASILIA e SÃO PAULO - A Aeronáutica informou que foram identificados às 3h40m desta quarta-feira um objeto de 7 metros de diâmetro e 10 objetos espalhados, alguns deles metálicos, em mais quatro pontos, num raio de 5 a 90 quilômetros ao sul da área onde foram visualizados os primeiros destroços do Airbus da Air France. Uma mancha de óleo foi observada num rastro de 20 quilômetros no mar. As observações foram feitas pelo avião R-99, que tem sensores. Porém, nenhum corpo foi avistado.
Durante toda a noite, a área foi rastreada pelo R-99 e, na madrugada, três aviões C-130 Hércules passaram a sobrevoar a região e visualizar os achados. Outras cinco aeronaves decolaram de Natal nesta manhã para auxiliar nas buscas: três C-130 Hércules da FAB, um P-3 Orion da Força Aérea dos Estados Unidos e um Falcon 50 francês. Essas aeronaves vão percorrer cada um dos pontos identificados pelo R-99. No total, 11 aeronaves trabalham nas buscas.
O gravador ULB (Underwater Locator Beacon) tem uma bateria que dura no máximo 30 dias e seus sinais podem ser captados por receptores a uma profundidade de até 4.300 pés (1.300 metros). Porém, é preciso considerar também a interferência das ondas na propagação do som. Na altura onde foram achados os primeiros destroços, a profundidade varia de 4 mil a 5 mil metros.
- A luta é contra o tempo para achar e não perder as informações do gravador, que opera na frequência 37,5KHz - afirmou uma fonte do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).
Um dos submarinos é o Nautile, o primeiro a alcançar a carcaça do Titanic, que estava no fundo do mar desde 1912 . Operado normalmente por dois pilotos e um observador, ele é equipado com braços motores e pinças e pertence ao Instituto Francês de Pesquisas para a Exploração do Mar (Ifremer, na sigla em francês).
O outro é o navio Pourquoi pas, que estava em missão nos Açores e é equipado com um robô chamado Victor, além de um sonar. A busca feita a olho nu, porém, é considerada imprescindível. "O olho humano tem maior precisão do que as câmeras de vídeo e de foto do robô", afirmou Olivier Lefort, diretor de operações navais do Ifremer, à BBC.
A profundidade do mar na região do acidente ultrapassa 4,7 mil metros. . Para Paul-Louis Arslanian, chefe da agência francesa de investigações sobre acidentes aéreos, a caixa-preta pode não ser encontrada nunca .
A caixa preta é composta de dois dispositivos independentes. Um registra o diálogos na cabine. O outro, os dados instrumentais do voo. Os dispositivos são programados para enviar sinais quando caem na água, mas buscá-los deve ser tarefa das mais complexas já realizadas desde a busca do Titanic. Pode levar meses. Mar hostil
As buscas têm sido difíceis. De acordo com o piloto do helicóptero Blackhawk da FAB, escalado para fazer o trabalho de resgate, a aeronave não tem autonomia para chegar ao local onde os destroços do avião foram encontrados, a cerca de 800 quilômetros de Fernando de Noronha. De acordo com o major, o resgate dos corpos que podem aparecer deverá ser feito por navios.
- O helicóptero consegue voar apenas 1.000 quilômetros. Ou seja, 500 para chegar ao local e 500 para voltar. Isso significa dizer que ele não consegue chegar até as ilhotas - explicou o major Marcelo Moura, se referindo aos morros de São Pedro e São Paulo, próximos ao local onde foram encontrados os destroços.
Até agora, nem mesmo os primeiros destroços, avistados na madrugada de terça-feira pelos aviões da FAB, foram alcançados pelos navios. Os primeiros objetos observados foram uma poltrona, uma boia laranja, partes brancas, fiação e mancha de óleo no mar, mas nada foi recolhido.
Três navios mercantes - dois holandeses e um francês - estão desde terça-feira no local indicado pela FAB colaborando nas buscas.
Segundo o contra-almirante Sávio Nogueira, o navio-patrulha Grajaú já está na área onde o avião pode ter caído, mas não no lugar exato onde foram avistados os destroços. O navio iniciou varredura, mas não fez qualquer comunicado de achado.
O Grajaú tem a missão de reunir os destroços e trazer para o Brasil. Eles serão desembarcados em Fernando de Noronha e levados, a seguir, para Recife. Dakar encerra procura
O Centro de Coordenação de Resgate de Dakar encerrou sua participação nas buscas, mas continuará colaborando com permissão para que uma aeronave AWACS (aeronave radar) da Força Aérea Francesa sobrevoe a área sob sua jusrisdição em busca de destroços. O local onde os primeiros destroços foram avistados - a 150 km do arquipélago de São Pedro e São Paulo, distante 1.010 quilômetros do litoral do Rio Grande do Norte - é uma das regiões mais hostis do oceano. Momentos antes do acidente, a Força Aérea Brasileira emitiu um alerta oficial sobre as condições climáticas perigosas na área da rota do voo 447. O aviso da Redemet, a rede meteorológica de avião da Aeronáutica, indicou a formação de nuvens que praticamente bloqueavam a rota. O paredão teria entre 38 mil e 58 mil pés de altitude, a aerovia UM 873, por onde seguia o avião da Air France rumo a Paris. A previsão de perigo era válida entre 23h de domingo e 3h da madrugada de segunda. A mensagem automática de pane elétrica enviada pelo Airbus à companhia aérea foi emitida às 23h14m. Airbus emitiria dados online
Especialistas dizem que o Airbus disporia de um sistema que envia parte dos dados do voo em tempo real para a companhia aérea e para a própria fabricante. Portanto, mesmo que a caixa-preta não seja recuperada, parte dos dados podem ser recuperados. Segundo Gustavo Cunha Mello, professor de riscos aeronáuticos da Funenseg, diz que os aviões são monitorados em tempo real pela própria Airbus e pelas companhias aéreas, a exceção da voz.
Para o especialista britânico em segurança aérea Geoff Conelly, no entanto, o sistema em tempo real não seria suficiente para estabelecer a causa do acidente. Para ele, é importantíssimo para a industria aeronáutica que a caixa seja encontrada para que se possa analisar de forma mais completa as circunstâncias do acidente.



O Globo On Line
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RIO, BRASILIA e SÃO PAULO - A Aeronáutica informou que foram identificados às 3h40m desta quarta-feira um objeto de 7 metros de diâmetro e 10 objetos espalhados, alguns deles metálicos, em mais quatro pontos, num raio de 5 a 90 quilômetros ao sul da área onde foram visualizados os primeiros destroços do Airbus da Air France. Uma mancha de óleo foi observada num rastro de 20 quilômetros no mar. As observações foram feitas pelo avião R-99, que tem sensores. Porém, nenhum corpo foi avistado.
Durante toda a noite, a área foi rastreada pelo R-99 e, na madrugada, três aviões C-130 Hércules passaram a sobrevoar a região e visualizar os achados. Outras cinco aeronaves decolaram de Natal nesta manhã para auxiliar nas buscas: três C-130 Hércules da FAB, um P-3 Orion da Força Aérea dos Estados Unidos e um Falcon 50 francês. Essas aeronaves vão percorrer cada um dos pontos identificados pelo R-99. No total, 11 aeronaves trabalham nas buscas.
O gravador ULB (Underwater Locator Beacon) tem uma bateria que dura no máximo 30 dias e seus sinais podem ser captados por receptores a uma profundidade de até 4.300 pés (1.300 metros). Porém, é preciso considerar também a interferência das ondas na propagação do som. Na altura onde foram achados os primeiros destroços, a profundidade varia de 4 mil a 5 mil metros.
- A luta é contra o tempo para achar e não perder as informações do gravador, que opera na frequência 37,5KHz - afirmou uma fonte do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).
Um dos submarinos é o Nautile, o primeiro a alcançar a carcaça do Titanic, que estava no fundo do mar desde 1912 . Operado normalmente por dois pilotos e um observador, ele é equipado com braços motores e pinças e pertence ao Instituto Francês de Pesquisas para a Exploração do Mar (Ifremer, na sigla em francês).
O outro é o navio Pourquoi pas, que estava em missão nos Açores e é equipado com um robô chamado Victor, além de um sonar. A busca feita a olho nu, porém, é considerada imprescindível. "O olho humano tem maior precisão do que as câmeras de vídeo e de foto do robô", afirmou Olivier Lefort, diretor de operações navais do Ifremer, à BBC.
A profundidade do mar na região do acidente ultrapassa 4,7 mil metros. . Para Paul-Louis Arslanian, chefe da agência francesa de investigações sobre acidentes aéreos, a caixa-preta pode não ser encontrada nunca .
A caixa preta é composta de dois dispositivos independentes. Um registra o diálogos na cabine. O outro, os dados instrumentais do voo. Os dispositivos são programados para enviar sinais quando caem na água, mas buscá-los deve ser tarefa das mais complexas já realizadas desde a busca do Titanic. Pode levar meses. Mar hostil
As buscas têm sido difíceis. De acordo com o piloto do helicóptero Blackhawk da FAB, escalado para fazer o trabalho de resgate, a aeronave não tem autonomia para chegar ao local onde os destroços do avião foram encontrados, a cerca de 800 quilômetros de Fernando de Noronha. De acordo com o major, o resgate dos corpos que podem aparecer deverá ser feito por navios.
- O helicóptero consegue voar apenas 1.000 quilômetros. Ou seja, 500 para chegar ao local e 500 para voltar. Isso significa dizer que ele não consegue chegar até as ilhotas - explicou o major Marcelo Moura, se referindo aos morros de São Pedro e São Paulo, próximos ao local onde foram encontrados os destroços.
Até agora, nem mesmo os primeiros destroços, avistados na madrugada de terça-feira pelos aviões da FAB, foram alcançados pelos navios. Os primeiros objetos observados foram uma poltrona, uma boia laranja, partes brancas, fiação e mancha de óleo no mar, mas nada foi recolhido.
Três navios mercantes - dois holandeses e um francês - estão desde terça-feira no local indicado pela FAB colaborando nas buscas.
Segundo o contra-almirante Sávio Nogueira, o navio-patrulha Grajaú já está na área onde o avião pode ter caído, mas não no lugar exato onde foram avistados os destroços. O navio iniciou varredura, mas não fez qualquer comunicado de achado.
O Grajaú tem a missão de reunir os destroços e trazer para o Brasil. Eles serão desembarcados em Fernando de Noronha e levados, a seguir, para Recife. Dakar encerra procura
O Centro de Coordenação de Resgate de Dakar encerrou sua participação nas buscas, mas continuará colaborando com permissão para que uma aeronave AWACS (aeronave radar) da Força Aérea Francesa sobrevoe a área sob sua jusrisdição em busca de destroços. O local onde os primeiros destroços foram avistados - a 150 km do arquipélago de São Pedro e São Paulo, distante 1.010 quilômetros do litoral do Rio Grande do Norte - é uma das regiões mais hostis do oceano. Momentos antes do acidente, a Força Aérea Brasileira emitiu um alerta oficial sobre as condições climáticas perigosas na área da rota do voo 447. O aviso da Redemet, a rede meteorológica de avião da Aeronáutica, indicou a formação de nuvens que praticamente bloqueavam a rota. O paredão teria entre 38 mil e 58 mil pés de altitude, a aerovia UM 873, por onde seguia o avião da Air France rumo a Paris. A previsão de perigo era válida entre 23h de domingo e 3h da madrugada de segunda. A mensagem automática de pane elétrica enviada pelo Airbus à companhia aérea foi emitida às 23h14m. Airbus emitiria dados online
Especialistas dizem que o Airbus disporia de um sistema que envia parte dos dados do voo em tempo real para a companhia aérea e para a própria fabricante. Portanto, mesmo que a caixa-preta não seja recuperada, parte dos dados podem ser recuperados. Segundo Gustavo Cunha Mello, professor de riscos aeronáuticos da Funenseg, diz que os aviões são monitorados em tempo real pela própria Airbus e pelas companhias aéreas, a exceção da voz.
Para o especialista britânico em segurança aérea Geoff Conelly, no entanto, o sistema em tempo real não seria suficiente para estabelecer a causa do acidente. Para ele, é importantíssimo para a industria aeronáutica que a caixa seja encontrada para que se possa analisar de forma mais completa as circunstâncias do acidente.



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RIO, BRASILIA e SÃO PAULO - A Aeronáutica informou que foram identificados às 3h40m desta quarta-feira um objeto de 7 metros de diâmetro e 10 objetos espalhados, alguns deles metálicos, em mais quatro pontos, num raio de 5 a 90 quilômetros ao sul da área onde foram visualizados os primeiros destroços do Airbus da Air France. Uma mancha de óleo foi observada num rastro de 20 quilômetros no mar. As observações foram feitas pelo avião R-99, que tem sensores. Porém, nenhum corpo foi avistado.
Durante toda a noite, a área foi rastreada pelo R-99 e, na madrugada, três aviões C-130 Hércules passaram a sobrevoar a região e visualizar os achados. Outras cinco aeronaves decolaram de Natal nesta manhã para auxiliar nas buscas: três C-130 Hércules da FAB, um P-3 Orion da Força Aérea dos Estados Unidos e um Falcon 50 francês. Essas aeronaves vão percorrer cada um dos pontos identificados pelo R-99. No total, 11 aeronaves trabalham nas buscas.
O gravador ULB (Underwater Locator Beacon) tem uma bateria que dura no máximo 30 dias e seus sinais podem ser captados por receptores a uma profundidade de até 4.300 pés (1.300 metros). Porém, é preciso considerar também a interferência das ondas na propagação do som. Na altura onde foram achados os primeiros destroços, a profundidade varia de 4 mil a 5 mil metros.
- A luta é contra o tempo para achar e não perder as informações do gravador, que opera na frequência 37,5KHz - afirmou uma fonte do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).
Um dos submarinos é o Nautile, o primeiro a alcançar a carcaça do Titanic, que estava no fundo do mar desde 1912 . Operado normalmente por dois pilotos e um observador, ele é equipado com braços motores e pinças e pertence ao Instituto Francês de Pesquisas para a Exploração do Mar (Ifremer, na sigla em francês).
O outro é o navio Pourquoi pas, que estava em missão nos Açores e é equipado com um robô chamado Victor, além de um sonar. A busca feita a olho nu, porém, é considerada imprescindível. "O olho humano tem maior precisão do que as câmeras de vídeo e de foto do robô", afirmou Olivier Lefort, diretor de operações navais do Ifremer, à BBC.
A profundidade do mar na região do acidente ultrapassa 4,7 mil metros. . Para Paul-Louis Arslanian, chefe da agência francesa de investigações sobre acidentes aéreos, a caixa-preta pode não ser encontrada nunca .
A caixa preta é composta de dois dispositivos independentes. Um registra o diálogos na cabine. O outro, os dados instrumentais do voo. Os dispositivos são programados para enviar sinais quando caem na água, mas buscá-los deve ser tarefa das mais complexas já realizadas desde a busca do Titanic. Pode levar meses. Mar hostil
As buscas têm sido difíceis. De acordo com o piloto do helicóptero Blackhawk da FAB, escalado para fazer o trabalho de resgate, a aeronave não tem autonomia para chegar ao local onde os destroços do avião foram encontrados, a cerca de 800 quilômetros de Fernando de Noronha. De acordo com o major, o resgate dos corpos que podem aparecer deverá ser feito por navios.
- O helicóptero consegue voar apenas 1.000 quilômetros. Ou seja, 500 para chegar ao local e 500 para voltar. Isso significa dizer que ele não consegue chegar até as ilhotas - explicou o major Marcelo Moura, se referindo aos morros de São Pedro e São Paulo, próximos ao local onde foram encontrados os destroços.
Até agora, nem mesmo os primeiros destroços, avistados na madrugada de terça-feira pelos aviões da FAB, foram alcançados pelos navios. Os primeiros objetos observados foram uma poltrona, uma boia laranja, partes brancas, fiação e mancha de óleo no mar, mas nada foi recolhido.
Três navios mercantes - dois holandeses e um francês - estão desde terça-feira no local indicado pela FAB colaborando nas buscas.
Segundo o contra-almirante Sávio Nogueira, o navio-patrulha Grajaú já está na área onde o avião pode ter caído, mas não no lugar exato onde foram avistados os destroços. O navio iniciou varredura, mas não fez qualquer comunicado de achado.
O Grajaú tem a missão de reunir os destroços e trazer para o Brasil. Eles serão desembarcados em Fernando de Noronha e levados, a seguir, para Recife. Dakar encerra procura
O Centro de Coordenação de Resgate de Dakar encerrou sua participação nas buscas, mas continuará colaborando com permissão para que uma aeronave AWACS (aeronave radar) da Força Aérea Francesa sobrevoe a área sob sua jusrisdição em busca de destroços. O local onde os primeiros destroços foram avistados - a 150 km do arquipélago de São Pedro e São Paulo, distante 1.010 quilômetros do litoral do Rio Grande do Norte - é uma das regiões mais hostis do oceano. Momentos antes do acidente, a Força Aérea Brasileira emitiu um alerta oficial sobre as condições climáticas perigosas na área da rota do voo 447. O aviso da Redemet, a rede meteorológica de avião da Aeronáutica, indicou a formação de nuvens que praticamente bloqueavam a rota. O paredão teria entre 38 mil e 58 mil pés de altitude, a aerovia UM 873, por onde seguia o avião da Air France rumo a Paris. A previsão de perigo era válida entre 23h de domingo e 3h da madrugada de segunda. A mensagem automática de pane elétrica enviada pelo Airbus à companhia aérea foi emitida às 23h14m. Airbus emitiria dados online
Especialistas dizem que o Airbus disporia de um sistema que envia parte dos dados do voo em tempo real para a companhia aérea e para a própria fabricante. Portanto, mesmo que a caixa-preta não seja recuperada, parte dos dados podem ser recuperados. Segundo Gustavo Cunha Mello, professor de riscos aeronáuticos da Funenseg, diz que os aviões são monitorados em tempo real pela própria Airbus e pelas companhias aéreas, a exceção da voz.
Para o especialista britânico em segurança aérea Geoff Conelly, no entanto, o sistema em tempo real não seria suficiente para estabelecer a causa do acidente. Para ele, é importantíssimo para a industria aeronáutica que a caixa seja encontrada para que se possa analisar de forma mais completa as circunstâncias do acidente.



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“Eu a sinto viva”
Como é a vida de quem se agarra à esperança de rever o filho desaparecido – e como prevenir novos dramas
Por Martha Mendonça


QUARTO INTOCADO
Na foto acima,Elizabeth dos Santos com as bonecas da filha única, Caroline, que desapareceu há quatro anos.
Em janeiro de 2006, Taís, de 10 anos, saiu para comprar pão e nunca mais apareceu. Sua mãe, Marineide Bernardino dos Santos, de 47, paraibana de Solânia, se mudou há dez anos para o Rio de Janeiro para trabalhar como empregada doméstica. Agora vive com três dos quatro filhos. Num cantinho do armário que Taís dividia com a irmã gêmea, Tatiane, Marineide fez uma espécie de santuário para a filha desaparecida: fotografias se misturam a uma imagem de Nossa Senhora Aparecida e à saia que a menina usara no Natal, um mês antes de sumir. “Olhar as coisas dela me deixa mais segura de que ela vai voltar”, diz Marineide, que costuma comprar roupas novas para a filha. “Ela está uma mocinha, quando chegar vai precisar de tudo isso.”
Desde que Taís sumiu, Marineide não voltou ao trabalho. Tem o aspecto de uma mulher doente. Conta que entrou em depressão, perdeu 20 quilos e teve tuberculose. “Sou forte em espírito”, diz. Os filhos mais velhos, Diogo, de 19 anos, e Elaine, de 18, sustentam a casa.
O que Marineide acha que aconteceu? “Acho que ela foi levada por alguém conhecido, que não a deixava voltar. Talvez com o tempo ela tenha ficado com pena da pessoa. Não sei. Quando ela chegar, nem faço questão de que me conte tudo. O importante vai ser estarmos juntas”, afirma. O delegado, conta Marineide, perguntou a ela se batia em Taís. “Tive de rir. Os próprios irmãos diziam que Taís sempre foi a mais mimada, a única que dormia na minha cama.”
No começo do ano, assistindo a um noticiário na TV, Marineide acredita ter visto Taís no meio de uma manifestação de porteiros, em Copacabana. Procurou a emissora e conseguiu um DVD com as imagens que mostram uma menina, ao fundo, andando de patinete. “É ela, eu tenho certeza”, diz. Com o controle remoto na mão, Marineide avança quadro a quadro as imagens da suposta Taís. “Agora, ela vai aparecer atrás daquele homem. Olha lá. Não é ela?”, diz, com fotos da menina na outra mão. A semelhança é de fato grande, tão grande quanto o desejo de que a garota no vídeo seja sua filha. Marineide diz assistir ao DVD mais de 20 vezes por dia. “Eu não faço nada na vida, só procuro e penso em Taís”, afirma.
No Brasil, 40 mil crianças e adolescentes desaparecem a cada ano. A estimativa é da Secretaria Especial de Direitos Humanos. Quase metade foge de casa por maus-tratos. Depois de algum tempo, a maioria retorna. A menina Caroline dos Santos, desaparecida em 2004 no Rio de Janeiro, está incluída na estatística mais cruel: os 15% que somem sem motivo aparente, não deixam vestígios e jamais voltam ao lar. O sorriso dá lugar às lágrimas quando a mãe, Elizabeth, uma acompanhante de idosos de 48 anos, fala da filha única. No quarto quase intocado, no 2o andar de uma casa espaçosa em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, onde mora sozinha, Elizabeth agarra uma das bonecas de Caroline: “Como comemorar Natal, como encarar o Dia das Crianças?”.
“Sem notícias dos filhos, os pais tendem a criar ritos pessoais para lidar com esse estranho luto”, diz a psicóloga Sandra Rodrigues de Oliveira, da PUC do Rio de Janeiro, que analisou o comportamento de mães cujos filhos desapareceram por causa desconhecida em sua tese de mestrado Onde Está Você agora além de aqui dentro de Mim?” (verso de uma canção da Legião Urbana, “Vento no Litoral”). O pesadelo de Elizabeth já dura mais de 1.500 dias.
Caroline, então com 8 anos, sumiu em 13 de abril de 2003, um domingo de Páscoa, quando brincava na casa de uma tia, no bairro de Santíssimo, na zona oeste do Rio. Nunca houve qualquer pista do que aconteceu. A menina pedira à tia para deixá-la ir buscar na casa ao lado a bicicleta que havia emprestado a uma amiga. Vestia uma blusa rosa com glitter e bermuda azul. A praça próxima estava cheia. A TV de um boteco ao lado transmitia um jogo entre Vasco e Botafogo. Caroline não voltou para casa. Uma criança disse ter visto Caroline sendo abordada por um homem na padaria da vizinhança.

OS DESAPARECIDOS
40 mil crianças e adolescentes desaparecem por ano no Brasil. 20% dos casos ocorrem no Estado do Rio de Janeiro.
São Paulo vem em seguida, com 17,5%. 46% fogem por conflitos familiares. 53% são meninos. 15% não voltam para casa.
Elizabeth evita falar em morte. Como a maioria das mães nessa situação, diz “sentir” que a filha está viva. Por isso, fala sempre no presente. Quando a repórter pergunta quantos anos a filha teria hoje, ela responde. “Minha filha tem quase 13”, corrigindo o tempo do verbo. Por mais de dois meses, a vida de Elizabeth e Paulo César, pai de Caroline, foi procurar a menina e distribuir fotografias em sinais de trânsito. “Abandonei o emprego, larguei tudo”, afirma Elizabeth. Pior do que a falta de notícias eram as informações falsas. Vozes anônimas no telefone garantiam estar com “a moreninha gostosa” e desfiavam toda variedade de perversões. “Descobri que a maldade existe”, diz Elizabeth. Há um ano, ela voltou ao trabalho, mas sua rotina ainda é procurar. Quando não está no emprego, está na internet.
A rede é o canal de divulgação e desabafo para os pais de crianças desaparecidas. Há dezenas de sites e mais de mil comunidades no Orkut. A maior delas reúne quase 16 mil membros, gente que troca informações e fotografias, indica entidades ou sugere rezas. O Brasil não tem um cadastro único de crianças desaparecidas que facilite a busca. Desaparecer não é crime, não gera inquérito policial ou processo penal. Até 2006, a polícia ainda esperava 48 horas, a partir do momento em que a família registrava o desaparecimento, para começar as buscas. Pela Lei no 11.259, que existe há dois anos, as delegacias já são obrigadas a informar imediatamente a ocorrência às polícias Rodoviária e Federal e enviar comunicados a portos, aeroportos e terminais de ônibus.
A lista de desaparecidos, porém, é regional e incompleta. “Temos um cadastro único de veículos roubados, mas não de crianças desaparecidas. Um carro vale mais?”, diz Ivanise Espiridião da Silva, presidente da Associação Mães da Sé, que reúne mulheres cujos filhos desapareceram. Desde a véspera de Natal de 1995, ela não tem qualquer informação  sobre a filha Fabiana, que foi vista pela última vez no portão de casa, no bairro de Pirituba, zona norte de São Paulo.
Em 2002, a Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH) criou na internet uma Rede Nacional para Identificação de Crianças e Adolescentes Desaparecidos. O resultado prático ainda é muito pequeno: há pouco mais de mil nomes cadastrados, e a lista mistura adultos e crianças. “Esperamos que essa rede seja o embrião de um cadastro nacional”, diz Ludmilla Palazzo, secretária-adjunta do Programa de Garantias dos Direitos da Criança e Adolescente da SEDH. Mas ainda são raras as delegacias que abastecem a rede de dados, fazendo a lista crescer e se atualizar. Para Luiz Henrique Oliveira, coordenador do programa SOS Crianças Desaparecidas da Fundação para a Infância e Adolescência, é preciso humanizar o atendimento às famílias. “E trabalhar com a prevenção”, diz.
Um programa no Paraná reduziu de 151 para 30 o número de crianças que desaparecem por ano
É o que faz o Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride), do Paraná. Além de divulgar informações atualizadas dos desaparecidos na região, o Sicride criou a Cartilha do João Esperto, distribuída em colégios, igrejas, feiras e eventos. O personagem ajuda as crianças a evitar seqüestros. Em 1996, quando o serviço foi criado, havia 151 crianças desaparecidas no Estado. Hoje são 30. “Nosso diferencial é a campanha educativa, primeiro passo para o combate a qualquer crime”, diz Adelino de Favre, superintendente do projeto.
No mês que vem, o Rio sediará o II Encontro da Rede Nacional de Identificação e Localização de Crianças e Adolescentes Desaparecidos. No primeiro encontro, em 2005, em Brasília, surgiram idéias como o compromisso de criar o cadastro único e a medição oficial de desaparecimentos. Nada foi implantado. Um movimento luta pela criação, no Brasil, de um sistema correspondente ao Alerta Amber, dos Estados Unidos, que funciona assim: ao ser feito o registro de desaparecimento de uma criança, os veículos de comunicação são imediatamente acionados e começam a divulgar fotografias e informações, sempre atualizando os dados. O movimento sugere a criação de uma lei nacional que obrigue emissoras de rádio e televisão a veicular o assunto durante toda a programação.

ESPERANÇA
Marineide dos Santos (foto ao lado) acredita ter visto a filha Taís em uma imagem de TV. Ela assiste à gravação mais de 20 vezes por dia
O sistema americano foi criado após o desaparecimento de Amber Hagerman (daí o nome), então com 9 anos. Amber foi encontrada degolada em um rio. A comoção gerada pelo crime resultou na criação do alerta. Na Europa, os sistemas de informações vêm sendo reforçados depois do caso de Madeleine McCann, a inglesa de 4 anos que desapareceu durante as férias da família em Portugal no ano passado. O desaparecimento mobilizou o mundo inteiro.
Algumas histórias terminam em reencontro. Num domingo de 2006, Bruno Pereira da Silva, um menino carioca de 5 anos, filho de pais separados, saiu com o pai e não voltou. Dias depois, a dona de casa Márcia, mãe de Bruno, soube que o ex-marido morrera atropelado. Por mais de uma semana, Márcia vagou por vários lugares em busca do menino. Cartazes com o nome e a fotografia de Bruno foram espalhados pela cidade. A família imediatamente procurou o programa SOS Crianças Desaparecidas. A divulgação surtiu efeito. Uma senhora viu o retrato do menino no jornal e o reconheceu como recém-chegado a um abrigo de crianças abandonadas, próximo de sua casa. No mesmo dia, mãe e filho já estavam juntos. “Reencontrar meu filho foi como um novo parto”, afirma Márcia. Uma frase que Elizabeth, Marineide e tantas outras mães adorariam poder repetir.

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“Eu a sinto viva”
Como é a vida de quem se agarra à esperança de rever o filho desaparecido – e como prevenir novos dramas
Por Martha Mendonça


QUARTO INTOCADO
Na foto acima,Elizabeth dos Santos com as bonecas da filha única, Caroline, que desapareceu há quatro anos.
Em janeiro de 2006, Taís, de 10 anos, saiu para comprar pão e nunca mais apareceu. Sua mãe, Marineide Bernardino dos Santos, de 47, paraibana de Solânia, se mudou há dez anos para o Rio de Janeiro para trabalhar como empregada doméstica. Agora vive com três dos quatro filhos. Num cantinho do armário que Taís dividia com a irmã gêmea, Tatiane, Marineide fez uma espécie de santuário para a filha desaparecida: fotografias se misturam a uma imagem de Nossa Senhora Aparecida e à saia que a menina usara no Natal, um mês antes de sumir. “Olhar as coisas dela me deixa mais segura de que ela vai voltar”, diz Marineide, que costuma comprar roupas novas para a filha. “Ela está uma mocinha, quando chegar vai precisar de tudo isso.”
Desde que Taís sumiu, Marineide não voltou ao trabalho. Tem o aspecto de uma mulher doente. Conta que entrou em depressão, perdeu 20 quilos e teve tuberculose. “Sou forte em espírito”, diz. Os filhos mais velhos, Diogo, de 19 anos, e Elaine, de 18, sustentam a casa.
O que Marineide acha que aconteceu? “Acho que ela foi levada por alguém conhecido, que não a deixava voltar. Talvez com o tempo ela tenha ficado com pena da pessoa. Não sei. Quando ela chegar, nem faço questão de que me conte tudo. O importante vai ser estarmos juntas”, afirma. O delegado, conta Marineide, perguntou a ela se batia em Taís. “Tive de rir. Os próprios irmãos diziam que Taís sempre foi a mais mimada, a única que dormia na minha cama.”
No começo do ano, assistindo a um noticiário na TV, Marineide acredita ter visto Taís no meio de uma manifestação de porteiros, em Copacabana. Procurou a emissora e conseguiu um DVD com as imagens que mostram uma menina, ao fundo, andando de patinete. “É ela, eu tenho certeza”, diz. Com o controle remoto na mão, Marineide avança quadro a quadro as imagens da suposta Taís. “Agora, ela vai aparecer atrás daquele homem. Olha lá. Não é ela?”, diz, com fotos da menina na outra mão. A semelhança é de fato grande, tão grande quanto o desejo de que a garota no vídeo seja sua filha. Marineide diz assistir ao DVD mais de 20 vezes por dia. “Eu não faço nada na vida, só procuro e penso em Taís”, afirma.
No Brasil, 40 mil crianças e adolescentes desaparecem a cada ano. A estimativa é da Secretaria Especial de Direitos Humanos. Quase metade foge de casa por maus-tratos. Depois de algum tempo, a maioria retorna. A menina Caroline dos Santos, desaparecida em 2004 no Rio de Janeiro, está incluída na estatística mais cruel: os 15% que somem sem motivo aparente, não deixam vestígios e jamais voltam ao lar. O sorriso dá lugar às lágrimas quando a mãe, Elizabeth, uma acompanhante de idosos de 48 anos, fala da filha única. No quarto quase intocado, no 2o andar de uma casa espaçosa em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, onde mora sozinha, Elizabeth agarra uma das bonecas de Caroline: “Como comemorar Natal, como encarar o Dia das Crianças?”.
“Sem notícias dos filhos, os pais tendem a criar ritos pessoais para lidar com esse estranho luto”, diz a psicóloga Sandra Rodrigues de Oliveira, da PUC do Rio de Janeiro, que analisou o comportamento de mães cujos filhos desapareceram por causa desconhecida em sua tese de mestrado Onde Está Você agora além de aqui dentro de Mim?” (verso de uma canção da Legião Urbana, “Vento no Litoral”). O pesadelo de Elizabeth já dura mais de 1.500 dias.
Caroline, então com 8 anos, sumiu em 13 de abril de 2003, um domingo de Páscoa, quando brincava na casa de uma tia, no bairro de Santíssimo, na zona oeste do Rio. Nunca houve qualquer pista do que aconteceu. A menina pedira à tia para deixá-la ir buscar na casa ao lado a bicicleta que havia emprestado a uma amiga. Vestia uma blusa rosa com glitter e bermuda azul. A praça próxima estava cheia. A TV de um boteco ao lado transmitia um jogo entre Vasco e Botafogo. Caroline não voltou para casa. Uma criança disse ter visto Caroline sendo abordada por um homem na padaria da vizinhança.

OS DESAPARECIDOS
40 mil crianças e adolescentes desaparecem por ano no Brasil. 20% dos casos ocorrem no Estado do Rio de Janeiro.
São Paulo vem em seguida, com 17,5%. 46% fogem por conflitos familiares. 53% são meninos. 15% não voltam para casa.
Elizabeth evita falar em morte. Como a maioria das mães nessa situação, diz “sentir” que a filha está viva. Por isso, fala sempre no presente. Quando a repórter pergunta quantos anos a filha teria hoje, ela responde. “Minha filha tem quase 13”, corrigindo o tempo do verbo. Por mais de dois meses, a vida de Elizabeth e Paulo César, pai de Caroline, foi procurar a menina e distribuir fotografias em sinais de trânsito. “Abandonei o emprego, larguei tudo”, afirma Elizabeth. Pior do que a falta de notícias eram as informações falsas. Vozes anônimas no telefone garantiam estar com “a moreninha gostosa” e desfiavam toda variedade de perversões. “Descobri que a maldade existe”, diz Elizabeth. Há um ano, ela voltou ao trabalho, mas sua rotina ainda é procurar. Quando não está no emprego, está na internet.
A rede é o canal de divulgação e desabafo para os pais de crianças desaparecidas. Há dezenas de sites e mais de mil comunidades no Orkut. A maior delas reúne quase 16 mil membros, gente que troca informações e fotografias, indica entidades ou sugere rezas. O Brasil não tem um cadastro único de crianças desaparecidas que facilite a busca. Desaparecer não é crime, não gera inquérito policial ou processo penal. Até 2006, a polícia ainda esperava 48 horas, a partir do momento em que a família registrava o desaparecimento, para começar as buscas. Pela Lei no 11.259, que existe há dois anos, as delegacias já são obrigadas a informar imediatamente a ocorrência às polícias Rodoviária e Federal e enviar comunicados a portos, aeroportos e terminais de ônibus.
A lista de desaparecidos, porém, é regional e incompleta. “Temos um cadastro único de veículos roubados, mas não de crianças desaparecidas. Um carro vale mais?”, diz Ivanise Espiridião da Silva, presidente da Associação Mães da Sé, que reúne mulheres cujos filhos desapareceram. Desde a véspera de Natal de 1995, ela não tem qualquer informação  sobre a filha Fabiana, que foi vista pela última vez no portão de casa, no bairro de Pirituba, zona norte de São Paulo.
Em 2002, a Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH) criou na internet uma Rede Nacional para Identificação de Crianças e Adolescentes Desaparecidos. O resultado prático ainda é muito pequeno: há pouco mais de mil nomes cadastrados, e a lista mistura adultos e crianças. “Esperamos que essa rede seja o embrião de um cadastro nacional”, diz Ludmilla Palazzo, secretária-adjunta do Programa de Garantias dos Direitos da Criança e Adolescente da SEDH. Mas ainda são raras as delegacias que abastecem a rede de dados, fazendo a lista crescer e se atualizar. Para Luiz Henrique Oliveira, coordenador do programa SOS Crianças Desaparecidas da Fundação para a Infância e Adolescência, é preciso humanizar o atendimento às famílias. “E trabalhar com a prevenção”, diz.
Um programa no Paraná reduziu de 151 para 30 o número de crianças que desaparecem por ano
É o que faz o Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride), do Paraná. Além de divulgar informações atualizadas dos desaparecidos na região, o Sicride criou a Cartilha do João Esperto, distribuída em colégios, igrejas, feiras e eventos. O personagem ajuda as crianças a evitar seqüestros. Em 1996, quando o serviço foi criado, havia 151 crianças desaparecidas no Estado. Hoje são 30. “Nosso diferencial é a campanha educativa, primeiro passo para o combate a qualquer crime”, diz Adelino de Favre, superintendente do projeto.
No mês que vem, o Rio sediará o II Encontro da Rede Nacional de Identificação e Localização de Crianças e Adolescentes Desaparecidos. No primeiro encontro, em 2005, em Brasília, surgiram idéias como o compromisso de criar o cadastro único e a medição oficial de desaparecimentos. Nada foi implantado. Um movimento luta pela criação, no Brasil, de um sistema correspondente ao Alerta Amber, dos Estados Unidos, que funciona assim: ao ser feito o registro de desaparecimento de uma criança, os veículos de comunicação são imediatamente acionados e começam a divulgar fotografias e informações, sempre atualizando os dados. O movimento sugere a criação de uma lei nacional que obrigue emissoras de rádio e televisão a veicular o assunto durante toda a programação.

ESPERANÇA
Marineide dos Santos (foto ao lado) acredita ter visto a filha Taís em uma imagem de TV. Ela assiste à gravação mais de 20 vezes por dia
O sistema americano foi criado após o desaparecimento de Amber Hagerman (daí o nome), então com 9 anos. Amber foi encontrada degolada em um rio. A comoção gerada pelo crime resultou na criação do alerta. Na Europa, os sistemas de informações vêm sendo reforçados depois do caso de Madeleine McCann, a inglesa de 4 anos que desapareceu durante as férias da família em Portugal no ano passado. O desaparecimento mobilizou o mundo inteiro.
Algumas histórias terminam em reencontro. Num domingo de 2006, Bruno Pereira da Silva, um menino carioca de 5 anos, filho de pais separados, saiu com o pai e não voltou. Dias depois, a dona de casa Márcia, mãe de Bruno, soube que o ex-marido morrera atropelado. Por mais de uma semana, Márcia vagou por vários lugares em busca do menino. Cartazes com o nome e a fotografia de Bruno foram espalhados pela cidade. A família imediatamente procurou o programa SOS Crianças Desaparecidas. A divulgação surtiu efeito. Uma senhora viu o retrato do menino no jornal e o reconheceu como recém-chegado a um abrigo de crianças abandonadas, próximo de sua casa. No mesmo dia, mãe e filho já estavam juntos. “Reencontrar meu filho foi como um novo parto”, afirma Márcia. Uma frase que Elizabeth, Marineide e tantas outras mães adorariam poder repetir.

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“Eu a sinto viva”
Como é a vida de quem se agarra à esperança de rever o filho desaparecido – e como prevenir novos dramas
Por Martha Mendonça


QUARTO INTOCADO
Na foto acima,Elizabeth dos Santos com as bonecas da filha única, Caroline, que desapareceu há quatro anos.
Em janeiro de 2006, Taís, de 10 anos, saiu para comprar pão e nunca mais apareceu. Sua mãe, Marineide Bernardino dos Santos, de 47, paraibana de Solânia, se mudou há dez anos para o Rio de Janeiro para trabalhar como empregada doméstica. Agora vive com três dos quatro filhos. Num cantinho do armário que Taís dividia com a irmã gêmea, Tatiane, Marineide fez uma espécie de santuário para a filha desaparecida: fotografias se misturam a uma imagem de Nossa Senhora Aparecida e à saia que a menina usara no Natal, um mês antes de sumir. “Olhar as coisas dela me deixa mais segura de que ela vai voltar”, diz Marineide, que costuma comprar roupas novas para a filha. “Ela está uma mocinha, quando chegar vai precisar de tudo isso.”
Desde que Taís sumiu, Marineide não voltou ao trabalho. Tem o aspecto de uma mulher doente. Conta que entrou em depressão, perdeu 20 quilos e teve tuberculose. “Sou forte em espírito”, diz. Os filhos mais velhos, Diogo, de 19 anos, e Elaine, de 18, sustentam a casa.
O que Marineide acha que aconteceu? “Acho que ela foi levada por alguém conhecido, que não a deixava voltar. Talvez com o tempo ela tenha ficado com pena da pessoa. Não sei. Quando ela chegar, nem faço questão de que me conte tudo. O importante vai ser estarmos juntas”, afirma. O delegado, conta Marineide, perguntou a ela se batia em Taís. “Tive de rir. Os próprios irmãos diziam que Taís sempre foi a mais mimada, a única que dormia na minha cama.”
No começo do ano, assistindo a um noticiário na TV, Marineide acredita ter visto Taís no meio de uma manifestação de porteiros, em Copacabana. Procurou a emissora e conseguiu um DVD com as imagens que mostram uma menina, ao fundo, andando de patinete. “É ela, eu tenho certeza”, diz. Com o controle remoto na mão, Marineide avança quadro a quadro as imagens da suposta Taís. “Agora, ela vai aparecer atrás daquele homem. Olha lá. Não é ela?”, diz, com fotos da menina na outra mão. A semelhança é de fato grande, tão grande quanto o desejo de que a garota no vídeo seja sua filha. Marineide diz assistir ao DVD mais de 20 vezes por dia. “Eu não faço nada na vida, só procuro e penso em Taís”, afirma.
No Brasil, 40 mil crianças e adolescentes desaparecem a cada ano. A estimativa é da Secretaria Especial de Direitos Humanos. Quase metade foge de casa por maus-tratos. Depois de algum tempo, a maioria retorna. A menina Caroline dos Santos, desaparecida em 2004 no Rio de Janeiro, está incluída na estatística mais cruel: os 15% que somem sem motivo aparente, não deixam vestígios e jamais voltam ao lar. O sorriso dá lugar às lágrimas quando a mãe, Elizabeth, uma acompanhante de idosos de 48 anos, fala da filha única. No quarto quase intocado, no 2o andar de uma casa espaçosa em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, onde mora sozinha, Elizabeth agarra uma das bonecas de Caroline: “Como comemorar Natal, como encarar o Dia das Crianças?”.
“Sem notícias dos filhos, os pais tendem a criar ritos pessoais para lidar com esse estranho luto”, diz a psicóloga Sandra Rodrigues de Oliveira, da PUC do Rio de Janeiro, que analisou o comportamento de mães cujos filhos desapareceram por causa desconhecida em sua tese de mestrado Onde Está Você agora além de aqui dentro de Mim?” (verso de uma canção da Legião Urbana, “Vento no Litoral”). O pesadelo de Elizabeth já dura mais de 1.500 dias.
Caroline, então com 8 anos, sumiu em 13 de abril de 2003, um domingo de Páscoa, quando brincava na casa de uma tia, no bairro de Santíssimo, na zona oeste do Rio. Nunca houve qualquer pista do que aconteceu. A menina pedira à tia para deixá-la ir buscar na casa ao lado a bicicleta que havia emprestado a uma amiga. Vestia uma blusa rosa com glitter e bermuda azul. A praça próxima estava cheia. A TV de um boteco ao lado transmitia um jogo entre Vasco e Botafogo. Caroline não voltou para casa. Uma criança disse ter visto Caroline sendo abordada por um homem na padaria da vizinhança.

OS DESAPARECIDOS
40 mil crianças e adolescentes desaparecem por ano no Brasil. 20% dos casos ocorrem no Estado do Rio de Janeiro.
São Paulo vem em seguida, com 17,5%. 46% fogem por conflitos familiares. 53% são meninos. 15% não voltam para casa.
Elizabeth evita falar em morte. Como a maioria das mães nessa situação, diz “sentir” que a filha está viva. Por isso, fala sempre no presente. Quando a repórter pergunta quantos anos a filha teria hoje, ela responde. “Minha filha tem quase 13”, corrigindo o tempo do verbo. Por mais de dois meses, a vida de Elizabeth e Paulo César, pai de Caroline, foi procurar a menina e distribuir fotografias em sinais de trânsito. “Abandonei o emprego, larguei tudo”, afirma Elizabeth. Pior do que a falta de notícias eram as informações falsas. Vozes anônimas no telefone garantiam estar com “a moreninha gostosa” e desfiavam toda variedade de perversões. “Descobri que a maldade existe”, diz Elizabeth. Há um ano, ela voltou ao trabalho, mas sua rotina ainda é procurar. Quando não está no emprego, está na internet.
A rede é o canal de divulgação e desabafo para os pais de crianças desaparecidas. Há dezenas de sites e mais de mil comunidades no Orkut. A maior delas reúne quase 16 mil membros, gente que troca informações e fotografias, indica entidades ou sugere rezas. O Brasil não tem um cadastro único de crianças desaparecidas que facilite a busca. Desaparecer não é crime, não gera inquérito policial ou processo penal. Até 2006, a polícia ainda esperava 48 horas, a partir do momento em que a família registrava o desaparecimento, para começar as buscas. Pela Lei no 11.259, que existe há dois anos, as delegacias já são obrigadas a informar imediatamente a ocorrência às polícias Rodoviária e Federal e enviar comunicados a portos, aeroportos e terminais de ônibus.
A lista de desaparecidos, porém, é regional e incompleta. “Temos um cadastro único de veículos roubados, mas não de crianças desaparecidas. Um carro vale mais?”, diz Ivanise Espiridião da Silva, presidente da Associação Mães da Sé, que reúne mulheres cujos filhos desapareceram. Desde a véspera de Natal de 1995, ela não tem qualquer informação  sobre a filha Fabiana, que foi vista pela última vez no portão de casa, no bairro de Pirituba, zona norte de São Paulo.
Em 2002, a Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH) criou na internet uma Rede Nacional para Identificação de Crianças e Adolescentes Desaparecidos. O resultado prático ainda é muito pequeno: há pouco mais de mil nomes cadastrados, e a lista mistura adultos e crianças. “Esperamos que essa rede seja o embrião de um cadastro nacional”, diz Ludmilla Palazzo, secretária-adjunta do Programa de Garantias dos Direitos da Criança e Adolescente da SEDH. Mas ainda são raras as delegacias que abastecem a rede de dados, fazendo a lista crescer e se atualizar. Para Luiz Henrique Oliveira, coordenador do programa SOS Crianças Desaparecidas da Fundação para a Infância e Adolescência, é preciso humanizar o atendimento às famílias. “E trabalhar com a prevenção”, diz.
Um programa no Paraná reduziu de 151 para 30 o número de crianças que desaparecem por ano
É o que faz o Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride), do Paraná. Além de divulgar informações atualizadas dos desaparecidos na região, o Sicride criou a Cartilha do João Esperto, distribuída em colégios, igrejas, feiras e eventos. O personagem ajuda as crianças a evitar seqüestros. Em 1996, quando o serviço foi criado, havia 151 crianças desaparecidas no Estado. Hoje são 30. “Nosso diferencial é a campanha educativa, primeiro passo para o combate a qualquer crime”, diz Adelino de Favre, superintendente do projeto.
No mês que vem, o Rio sediará o II Encontro da Rede Nacional de Identificação e Localização de Crianças e Adolescentes Desaparecidos. No primeiro encontro, em 2005, em Brasília, surgiram idéias como o compromisso de criar o cadastro único e a medição oficial de desaparecimentos. Nada foi implantado. Um movimento luta pela criação, no Brasil, de um sistema correspondente ao Alerta Amber, dos Estados Unidos, que funciona assim: ao ser feito o registro de desaparecimento de uma criança, os veículos de comunicação são imediatamente acionados e começam a divulgar fotografias e informações, sempre atualizando os dados. O movimento sugere a criação de uma lei nacional que obrigue emissoras de rádio e televisão a veicular o assunto durante toda a programação.

ESPERANÇA
Marineide dos Santos (foto ao lado) acredita ter visto a filha Taís em uma imagem de TV. Ela assiste à gravação mais de 20 vezes por dia
O sistema americano foi criado após o desaparecimento de Amber Hagerman (daí o nome), então com 9 anos. Amber foi encontrada degolada em um rio. A comoção gerada pelo crime resultou na criação do alerta. Na Europa, os sistemas de informações vêm sendo reforçados depois do caso de Madeleine McCann, a inglesa de 4 anos que desapareceu durante as férias da família em Portugal no ano passado. O desaparecimento mobilizou o mundo inteiro.
Algumas histórias terminam em reencontro. Num domingo de 2006, Bruno Pereira da Silva, um menino carioca de 5 anos, filho de pais separados, saiu com o pai e não voltou. Dias depois, a dona de casa Márcia, mãe de Bruno, soube que o ex-marido morrera atropelado. Por mais de uma semana, Márcia vagou por vários lugares em busca do menino. Cartazes com o nome e a fotografia de Bruno foram espalhados pela cidade. A família imediatamente procurou o programa SOS Crianças Desaparecidas. A divulgação surtiu efeito. Uma senhora viu o retrato do menino no jornal e o reconheceu como recém-chegado a um abrigo de crianças abandonadas, próximo de sua casa. No mesmo dia, mãe e filho já estavam juntos. “Reencontrar meu filho foi como um novo parto”, afirma Márcia. Uma frase que Elizabeth, Marineide e tantas outras mães adorariam poder repetir.

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Um egípcio de 25 anos cortou o próprio pênis como forma de protesto contra sua família que proibiu seu casamento com uma mulher que considerava de classe mais baixa, disseram as autoridades egípcias.
O homem, identificado apenas por seu primeiro nome, Mohsen, tentou por dois anos convencer seu pai a permitir a união com a namorada.
"Sem obter sucesso, o rapaz desesperadamente pegou uma faca e decepou o seu órgão genital por causa do amor proibido", disse o relatório da polícia egípcia sobre o incidente que ocorreu no domingo.
Apesar de ter sido levado às pressas ao hospital, os médicos não conseguiram reimplantar o membro do rapaz.

Luxor

Autoridades informaram que o rapaz ainda estava se recuperando no hospital e que sua família mostrava profunda tristeza pelo ocorrido.
A polícia disse que o egípcio vinha de uma família proeminente da província de Qena, uma das regiões mais pobres e conservadoras no sul do Egito.
Os pais do rapaz se opuseram ao namoro entre os dois jovens, argumentando que a mulher vinha de uma família pobre e que ele deveria casar com alguém de "maior nível social".
Segundo o relatório da polícia, durante os dois anos em que tentou convencer o pai, o rapaz encontrava sua namorada em segredo por causa do medo de alguma retaliação contra os pais da mulher.
A província de Qena é conhecida por abrigar as comunidades mais conservadoras do país e os casamentos na região acontecem, tradicionalmente, entre classes sociais similares.
Outra característica das uniões no sul do país é que os casamentos ocorrem, preferencialmente, entre parentes e raramente por amor.
A região também abriga as antigas e famosas ruínas faraônicas de Luxor, destino de muitos turistas estrangeiros ao país.

Por: Tariq Saleh
De Beirute para a BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:40  comentar

Um egípcio de 25 anos cortou o próprio pênis como forma de protesto contra sua família que proibiu seu casamento com uma mulher que considerava de classe mais baixa, disseram as autoridades egípcias.
O homem, identificado apenas por seu primeiro nome, Mohsen, tentou por dois anos convencer seu pai a permitir a união com a namorada.
"Sem obter sucesso, o rapaz desesperadamente pegou uma faca e decepou o seu órgão genital por causa do amor proibido", disse o relatório da polícia egípcia sobre o incidente que ocorreu no domingo.
Apesar de ter sido levado às pressas ao hospital, os médicos não conseguiram reimplantar o membro do rapaz.

Luxor

Autoridades informaram que o rapaz ainda estava se recuperando no hospital e que sua família mostrava profunda tristeza pelo ocorrido.
A polícia disse que o egípcio vinha de uma família proeminente da província de Qena, uma das regiões mais pobres e conservadoras no sul do Egito.
Os pais do rapaz se opuseram ao namoro entre os dois jovens, argumentando que a mulher vinha de uma família pobre e que ele deveria casar com alguém de "maior nível social".
Segundo o relatório da polícia, durante os dois anos em que tentou convencer o pai, o rapaz encontrava sua namorada em segredo por causa do medo de alguma retaliação contra os pais da mulher.
A província de Qena é conhecida por abrigar as comunidades mais conservadoras do país e os casamentos na região acontecem, tradicionalmente, entre classes sociais similares.
Outra característica das uniões no sul do país é que os casamentos ocorrem, preferencialmente, entre parentes e raramente por amor.
A região também abriga as antigas e famosas ruínas faraônicas de Luxor, destino de muitos turistas estrangeiros ao país.

Por: Tariq Saleh
De Beirute para a BBC Brasil
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Um egípcio de 25 anos cortou o próprio pênis como forma de protesto contra sua família que proibiu seu casamento com uma mulher que considerava de classe mais baixa, disseram as autoridades egípcias.
O homem, identificado apenas por seu primeiro nome, Mohsen, tentou por dois anos convencer seu pai a permitir a união com a namorada.
"Sem obter sucesso, o rapaz desesperadamente pegou uma faca e decepou o seu órgão genital por causa do amor proibido", disse o relatório da polícia egípcia sobre o incidente que ocorreu no domingo.
Apesar de ter sido levado às pressas ao hospital, os médicos não conseguiram reimplantar o membro do rapaz.

Luxor

Autoridades informaram que o rapaz ainda estava se recuperando no hospital e que sua família mostrava profunda tristeza pelo ocorrido.
A polícia disse que o egípcio vinha de uma família proeminente da província de Qena, uma das regiões mais pobres e conservadoras no sul do Egito.
Os pais do rapaz se opuseram ao namoro entre os dois jovens, argumentando que a mulher vinha de uma família pobre e que ele deveria casar com alguém de "maior nível social".
Segundo o relatório da polícia, durante os dois anos em que tentou convencer o pai, o rapaz encontrava sua namorada em segredo por causa do medo de alguma retaliação contra os pais da mulher.
A província de Qena é conhecida por abrigar as comunidades mais conservadoras do país e os casamentos na região acontecem, tradicionalmente, entre classes sociais similares.
Outra característica das uniões no sul do país é que os casamentos ocorrem, preferencialmente, entre parentes e raramente por amor.
A região também abriga as antigas e famosas ruínas faraônicas de Luxor, destino de muitos turistas estrangeiros ao país.

Por: Tariq Saleh
De Beirute para a BBC Brasil
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Crise "elevou desconfiança sobre práticas do setor privado", diz Transparência

Um relatório global da organização não-governamental Transparência Internacional indica que o setor privado é cada vez mais alvo de desconfiança em decorrência de suas práticas para realizar negócios.
A impressão está retratada no relatório Barômetro Global de Corrupção, que ouviu cerca de 73 mil pessoas em 69 países do mundo. O Brasil não está entre os oito latino-americanos pesquisados.
Entre este relatório de 2009 e o último, divulgado em 2004, a percentagem de entrevistados que considera haver corrupção no setor privado pulou de 45% para 53%.
"Estes resultados refletem um público sensibilizado por uma crise financeira precipitada por regulamentações deficientes e falta de responsabilidade corporativa", afirmou a presidente da Transparência Internacional, Huguette Labelle.
Comparadas com os partidos políticos, o poder legislativo e judiciário e os funcionários públicos, as empresas são percebidas como as mais corruptas na Islândia, Luxemburgo, Dinamarca, Canadá e Países Baixos, entre outros países.

Má imagem

Entretanto, ainda são os partidos políticos as instituições mais vistas como corruptas entre os entrevistados.
Em resultados iguais aos de 2004, 69% dos entrevistados consideraram que os partidos são corruptos ou extremamente corruptos. Em seguida veio o poder Legislativo (61%).
Já a polícia foi apontada pelos entrevistados como a instituição "mais subornada" - quase um entre cada quatro ouvidos teve de desembolsar recursos para ter um serviço prestado ou evitar complicações com as forças policiais.
Os níveis de suborno se mostraram alarmantes quando a entidade pesquisou a percentagem de propina que os entrevistado pagaram nos últimos 12 meses. Em Serra Leoa este nível alcançou 62%; em Camarões e Uganda, 55%.
Puxada por Bolívia (30%), Venezuela (28%) e Peru (20%), a média latino-americana ficou em 10%.
Na região, três em cada cinco entrevistados consideraram como ineficientes as iniciativas governamentais para combater a corrupção. Os mais céticos são os argentinos, entre os quais mais de 80% expressaram essa opinião.

Fonte: BBCBrasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:29  comentar


Crise "elevou desconfiança sobre práticas do setor privado", diz Transparência

Um relatório global da organização não-governamental Transparência Internacional indica que o setor privado é cada vez mais alvo de desconfiança em decorrência de suas práticas para realizar negócios.
A impressão está retratada no relatório Barômetro Global de Corrupção, que ouviu cerca de 73 mil pessoas em 69 países do mundo. O Brasil não está entre os oito latino-americanos pesquisados.
Entre este relatório de 2009 e o último, divulgado em 2004, a percentagem de entrevistados que considera haver corrupção no setor privado pulou de 45% para 53%.
"Estes resultados refletem um público sensibilizado por uma crise financeira precipitada por regulamentações deficientes e falta de responsabilidade corporativa", afirmou a presidente da Transparência Internacional, Huguette Labelle.
Comparadas com os partidos políticos, o poder legislativo e judiciário e os funcionários públicos, as empresas são percebidas como as mais corruptas na Islândia, Luxemburgo, Dinamarca, Canadá e Países Baixos, entre outros países.

Má imagem

Entretanto, ainda são os partidos políticos as instituições mais vistas como corruptas entre os entrevistados.
Em resultados iguais aos de 2004, 69% dos entrevistados consideraram que os partidos são corruptos ou extremamente corruptos. Em seguida veio o poder Legislativo (61%).
Já a polícia foi apontada pelos entrevistados como a instituição "mais subornada" - quase um entre cada quatro ouvidos teve de desembolsar recursos para ter um serviço prestado ou evitar complicações com as forças policiais.
Os níveis de suborno se mostraram alarmantes quando a entidade pesquisou a percentagem de propina que os entrevistado pagaram nos últimos 12 meses. Em Serra Leoa este nível alcançou 62%; em Camarões e Uganda, 55%.
Puxada por Bolívia (30%), Venezuela (28%) e Peru (20%), a média latino-americana ficou em 10%.
Na região, três em cada cinco entrevistados consideraram como ineficientes as iniciativas governamentais para combater a corrupção. Os mais céticos são os argentinos, entre os quais mais de 80% expressaram essa opinião.

Fonte: BBCBrasil
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Crise "elevou desconfiança sobre práticas do setor privado", diz Transparência

Um relatório global da organização não-governamental Transparência Internacional indica que o setor privado é cada vez mais alvo de desconfiança em decorrência de suas práticas para realizar negócios.
A impressão está retratada no relatório Barômetro Global de Corrupção, que ouviu cerca de 73 mil pessoas em 69 países do mundo. O Brasil não está entre os oito latino-americanos pesquisados.
Entre este relatório de 2009 e o último, divulgado em 2004, a percentagem de entrevistados que considera haver corrupção no setor privado pulou de 45% para 53%.
"Estes resultados refletem um público sensibilizado por uma crise financeira precipitada por regulamentações deficientes e falta de responsabilidade corporativa", afirmou a presidente da Transparência Internacional, Huguette Labelle.
Comparadas com os partidos políticos, o poder legislativo e judiciário e os funcionários públicos, as empresas são percebidas como as mais corruptas na Islândia, Luxemburgo, Dinamarca, Canadá e Países Baixos, entre outros países.

Má imagem

Entretanto, ainda são os partidos políticos as instituições mais vistas como corruptas entre os entrevistados.
Em resultados iguais aos de 2004, 69% dos entrevistados consideraram que os partidos são corruptos ou extremamente corruptos. Em seguida veio o poder Legislativo (61%).
Já a polícia foi apontada pelos entrevistados como a instituição "mais subornada" - quase um entre cada quatro ouvidos teve de desembolsar recursos para ter um serviço prestado ou evitar complicações com as forças policiais.
Os níveis de suborno se mostraram alarmantes quando a entidade pesquisou a percentagem de propina que os entrevistado pagaram nos últimos 12 meses. Em Serra Leoa este nível alcançou 62%; em Camarões e Uganda, 55%.
Puxada por Bolívia (30%), Venezuela (28%) e Peru (20%), a média latino-americana ficou em 10%.
Na região, três em cada cinco entrevistados consideraram como ineficientes as iniciativas governamentais para combater a corrupção. Os mais céticos são os argentinos, entre os quais mais de 80% expressaram essa opinião.

Fonte: BBCBrasil
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A polícia australiana prendeu 16 homens que fizeram download na Internet de um vídeo mostrando o estupro de uma menina, que, aparentemente, era russa e tinha oito anos.
De acordo com a polícia, as prisões foram resultado de informações fornecidas pela polícia alemã. A operação identificou, em todo o mundo, mais de nove mil suspeitos de ter assistido as imagens do ataque.
"É um vídeo muito perturbador", declarou à rádio pública australiana o diretor da divisão policial de crimes na Internet, Neil Gaughan. "Prevemos mais acusações nas próximas semanas", acrescentou.
Segundo informa a agência de notícias AFP, Gaughan esclareceu que o modo como o arquivo foi compartilhado expõe que todos os que o assistiram fizeram de modo deliberado, sabiam exatamente o que estavam vendo.
A polícia informou que os perfis dos detidos são muito variados. Vão desde diretores de grandes empresas a funcionários de um posto de gasolina. As autoridades declararam, ainda, que a menina que aparece no vídeo não foi identificada, mas as filmagens dão pistas sobre uma localidade russa.

Redação Portal IMPRENSA
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A polícia australiana prendeu 16 homens que fizeram download na Internet de um vídeo mostrando o estupro de uma menina, que, aparentemente, era russa e tinha oito anos.
De acordo com a polícia, as prisões foram resultado de informações fornecidas pela polícia alemã. A operação identificou, em todo o mundo, mais de nove mil suspeitos de ter assistido as imagens do ataque.
"É um vídeo muito perturbador", declarou à rádio pública australiana o diretor da divisão policial de crimes na Internet, Neil Gaughan. "Prevemos mais acusações nas próximas semanas", acrescentou.
Segundo informa a agência de notícias AFP, Gaughan esclareceu que o modo como o arquivo foi compartilhado expõe que todos os que o assistiram fizeram de modo deliberado, sabiam exatamente o que estavam vendo.
A polícia informou que os perfis dos detidos são muito variados. Vão desde diretores de grandes empresas a funcionários de um posto de gasolina. As autoridades declararam, ainda, que a menina que aparece no vídeo não foi identificada, mas as filmagens dão pistas sobre uma localidade russa.

Redação Portal IMPRENSA
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A polícia australiana prendeu 16 homens que fizeram download na Internet de um vídeo mostrando o estupro de uma menina, que, aparentemente, era russa e tinha oito anos.
De acordo com a polícia, as prisões foram resultado de informações fornecidas pela polícia alemã. A operação identificou, em todo o mundo, mais de nove mil suspeitos de ter assistido as imagens do ataque.
"É um vídeo muito perturbador", declarou à rádio pública australiana o diretor da divisão policial de crimes na Internet, Neil Gaughan. "Prevemos mais acusações nas próximas semanas", acrescentou.
Segundo informa a agência de notícias AFP, Gaughan esclareceu que o modo como o arquivo foi compartilhado expõe que todos os que o assistiram fizeram de modo deliberado, sabiam exatamente o que estavam vendo.
A polícia informou que os perfis dos detidos são muito variados. Vão desde diretores de grandes empresas a funcionários de um posto de gasolina. As autoridades declararam, ainda, que a menina que aparece no vídeo não foi identificada, mas as filmagens dão pistas sobre uma localidade russa.

Redação Portal IMPRENSA
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Cartazes abordam os temas do trabalho infantil doméstico, no lixo, na agricultura e na rua
Hoje, quarta-feira, dia 03, às 15h, no salão Negro do Congresso Nacional, será lançada a campanha "Com Educação nossas crianças aprendem a escrever um novo presente, sem trabalho infantil". Encabeçado pelo Fórum Nacional de Proteção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), o evento marca as comemorações do Dia Nacional e Mundial Contra o Trabalho Infantil, 12 de junho.
A iniciativa conta com o apoio da Agência de Notícia dos Direitos da Infância (ANDI), Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Criança, Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, Organização Internacional do Trabalho (OIT), Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e Plenarinho, da Câmara dos Deputados. A solenidade de lançamento conta ainda com a presença de autoridades do executivo, membros da sociedade civil e estudantes.
A campanha 2009 foi produzida pela agência Fields Comunicação e traz cartazes, spot de rádio e VT para a televisão. As peças serão distribuídas gratuitamente pelo FNPETI por todo o Brasil. Os cartazes abordam os temas do trabalho infantil doméstico, no lixo, na agricultura e na rua e o spot para rádio foi gravado por adultos que fazem as vozes de personagens da Turma do Plenarinho. Em todo o País, milhares de pessoas e instituições se unem no intuito de fortalecer a mensagem central de combate ao trabalho infantil pela promoção da Educação.

12 de junho

Desde 2002, a Organização Internacional do Trabalho escolheu 12 de junho como o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, data em que foi lido relatório sobre o tema na Conferência do Trabalho que ocorre anualmente em Genebra (Suíça). No Brasil, a data foi decretada como o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Infantil pela lei 11.542 de 2007, sancionada pelo presidente Lula.
A Organização Internacional do Trabalho (OIT) e o Fundo das Nações Unidas para Infância (Unicef) lançam hoje (3) a campanha para o Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil, celebrado em 12 de junho. Será às 15h no Salão Negro da Câmara. O tema deste ano é Com Educação, Nossas Crianças Aprendem a Escrever um Novo Presente, sem Trabalho Infantil.

Informações

Fórum Nacional de Proteção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI)
(61) 2025-3880
Organização Internacional do Trabalho (OIT)
(61) 2106-4634

Por Agência de Notícias dos Direitos da Infância (ANDI), organização integrante da Rede ANDI Brasil
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Cartazes abordam os temas do trabalho infantil doméstico, no lixo, na agricultura e na rua
Hoje, quarta-feira, dia 03, às 15h, no salão Negro do Congresso Nacional, será lançada a campanha "Com Educação nossas crianças aprendem a escrever um novo presente, sem trabalho infantil". Encabeçado pelo Fórum Nacional de Proteção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), o evento marca as comemorações do Dia Nacional e Mundial Contra o Trabalho Infantil, 12 de junho.
A iniciativa conta com o apoio da Agência de Notícia dos Direitos da Infância (ANDI), Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Criança, Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, Organização Internacional do Trabalho (OIT), Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e Plenarinho, da Câmara dos Deputados. A solenidade de lançamento conta ainda com a presença de autoridades do executivo, membros da sociedade civil e estudantes.
A campanha 2009 foi produzida pela agência Fields Comunicação e traz cartazes, spot de rádio e VT para a televisão. As peças serão distribuídas gratuitamente pelo FNPETI por todo o Brasil. Os cartazes abordam os temas do trabalho infantil doméstico, no lixo, na agricultura e na rua e o spot para rádio foi gravado por adultos que fazem as vozes de personagens da Turma do Plenarinho. Em todo o País, milhares de pessoas e instituições se unem no intuito de fortalecer a mensagem central de combate ao trabalho infantil pela promoção da Educação.

12 de junho

Desde 2002, a Organização Internacional do Trabalho escolheu 12 de junho como o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, data em que foi lido relatório sobre o tema na Conferência do Trabalho que ocorre anualmente em Genebra (Suíça). No Brasil, a data foi decretada como o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Infantil pela lei 11.542 de 2007, sancionada pelo presidente Lula.
A Organização Internacional do Trabalho (OIT) e o Fundo das Nações Unidas para Infância (Unicef) lançam hoje (3) a campanha para o Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil, celebrado em 12 de junho. Será às 15h no Salão Negro da Câmara. O tema deste ano é Com Educação, Nossas Crianças Aprendem a Escrever um Novo Presente, sem Trabalho Infantil.

Informações

Fórum Nacional de Proteção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI)
(61) 2025-3880
Organização Internacional do Trabalho (OIT)
(61) 2106-4634

Por Agência de Notícias dos Direitos da Infância (ANDI), organização integrante da Rede ANDI Brasil
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Cartazes abordam os temas do trabalho infantil doméstico, no lixo, na agricultura e na rua
Hoje, quarta-feira, dia 03, às 15h, no salão Negro do Congresso Nacional, será lançada a campanha "Com Educação nossas crianças aprendem a escrever um novo presente, sem trabalho infantil". Encabeçado pelo Fórum Nacional de Proteção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), o evento marca as comemorações do Dia Nacional e Mundial Contra o Trabalho Infantil, 12 de junho.
A iniciativa conta com o apoio da Agência de Notícia dos Direitos da Infância (ANDI), Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Criança, Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, Organização Internacional do Trabalho (OIT), Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e Plenarinho, da Câmara dos Deputados. A solenidade de lançamento conta ainda com a presença de autoridades do executivo, membros da sociedade civil e estudantes.
A campanha 2009 foi produzida pela agência Fields Comunicação e traz cartazes, spot de rádio e VT para a televisão. As peças serão distribuídas gratuitamente pelo FNPETI por todo o Brasil. Os cartazes abordam os temas do trabalho infantil doméstico, no lixo, na agricultura e na rua e o spot para rádio foi gravado por adultos que fazem as vozes de personagens da Turma do Plenarinho. Em todo o País, milhares de pessoas e instituições se unem no intuito de fortalecer a mensagem central de combate ao trabalho infantil pela promoção da Educação.

12 de junho

Desde 2002, a Organização Internacional do Trabalho escolheu 12 de junho como o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, data em que foi lido relatório sobre o tema na Conferência do Trabalho que ocorre anualmente em Genebra (Suíça). No Brasil, a data foi decretada como o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Infantil pela lei 11.542 de 2007, sancionada pelo presidente Lula.
A Organização Internacional do Trabalho (OIT) e o Fundo das Nações Unidas para Infância (Unicef) lançam hoje (3) a campanha para o Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil, celebrado em 12 de junho. Será às 15h no Salão Negro da Câmara. O tema deste ano é Com Educação, Nossas Crianças Aprendem a Escrever um Novo Presente, sem Trabalho Infantil.

Informações

Fórum Nacional de Proteção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI)
(61) 2025-3880
Organização Internacional do Trabalho (OIT)
(61) 2106-4634

Por Agência de Notícias dos Direitos da Infância (ANDI), organização integrante da Rede ANDI Brasil
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A nova gestão do 1.º Conselho Tutelar (CT) de Bauru tomou posse ontem - o 2.º Conselho Tutelar já está funcionando. As conselheiras foram nomeadas pelo prefeito Rodrigo Agostinho para a gestão 2009/2012. Elas terão pela frente o trabalho de garantir o cumprimento dos direitos das crianças e adolescentes em Bauru. E desafios para isso não faltam. O próprio prefeito avalia que faltam políticas públicas para a infância na cidade. “Telefone celular, perua nova, tem. Mas o maior problema é que Bauru não tem estrutura para dar retaguarda aos conselheiros. Se você tirar uma criança da rua, não tem para onde levar”, destaca.
Tomaram posse ontem as conselheiras titulares Roberta Maria Almeida de Oliveira, Franciana Aline Toniatto, Maria Fernanda Porto Tristão, Fernanda Guisine Cardoso e Franciele Taís Maragel. As suplentes são Susana Rita da Costa, Isabel Dias Moita, Isabela Cristina de Souza Marabolin e Valderene Richelma Sivieiro Félix.
Presidente do conselho empossado, Roberta Oliveira destaca que o principal objetivo do CT é atender crianças em risco social. “Vamos intensificar o trabalho, principalmente na questão das crianças que permanecem nas ruas”, diz. Ela também destaca o desenvolvimento de ações preventivas, com a continuidade das palestras em escolas da cidade.
Agostinho avalia que as necessidades não são restritas ao Conselho Tutelar. “Mas de uma política municipal de criança e adolescentes. Vou dar um exemplo: nós não temos um lugar para internar crianças e adolescentes dependentes químicos. O Ministério Público está em cima, a Vara da Infância e Juventude ingressou com uma ação contra a prefeitura e o Estado para isso e não temos esse lugar”, destaca.
Ele também enumera ações que ainda devem ser elaboradas. “Ainda temos alguns serviços que não são oferecidos, como o abrigo para meninas, a própria questão de residência terapêutica. E não adianta o conselho tirar o menino da rua se ele não tem para onde levar”, ressalta.
O prefeito avalia que mesmo atendendo 700 meninos e meninas no projeto Nenhuma Criança na Rua o trabalho a ser desenvolvido é ainda maior.
“Muitas crianças conseguem um bom dinheiro na rua. E aí ou tem um adulto que explora por trás ou elas vão gastar esse dinheiro em besteira. E você não tem os vínculos familiares com essa criança. Aí não adianta fazer projeto cultural, de música, achar que vai sair da rua e praticar esporte. Mas uma criança que está em caso crônico é mais complicado”, diz.
Agostinho afirma que Bauru terá uma oportunidade para estudar alternativas de políticas públicas para a infância durante uma conferência que será realizada neste mês. A data ainda será divulgada. (Da Redação com Lígia Ligabue)

• Serviço

O Conselho Tutelar de Bauru funciona das 8h às 18h; após este horário, em sistema de plantão. O endereço é rua Cussy Júnior, 13-55, Centro. Os telefones: 3227-3339 e 3227-3873.

Fonte: Jornal da Cidade
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:24  comentar


A nova gestão do 1.º Conselho Tutelar (CT) de Bauru tomou posse ontem - o 2.º Conselho Tutelar já está funcionando. As conselheiras foram nomeadas pelo prefeito Rodrigo Agostinho para a gestão 2009/2012. Elas terão pela frente o trabalho de garantir o cumprimento dos direitos das crianças e adolescentes em Bauru. E desafios para isso não faltam. O próprio prefeito avalia que faltam políticas públicas para a infância na cidade. “Telefone celular, perua nova, tem. Mas o maior problema é que Bauru não tem estrutura para dar retaguarda aos conselheiros. Se você tirar uma criança da rua, não tem para onde levar”, destaca.
Tomaram posse ontem as conselheiras titulares Roberta Maria Almeida de Oliveira, Franciana Aline Toniatto, Maria Fernanda Porto Tristão, Fernanda Guisine Cardoso e Franciele Taís Maragel. As suplentes são Susana Rita da Costa, Isabel Dias Moita, Isabela Cristina de Souza Marabolin e Valderene Richelma Sivieiro Félix.
Presidente do conselho empossado, Roberta Oliveira destaca que o principal objetivo do CT é atender crianças em risco social. “Vamos intensificar o trabalho, principalmente na questão das crianças que permanecem nas ruas”, diz. Ela também destaca o desenvolvimento de ações preventivas, com a continuidade das palestras em escolas da cidade.
Agostinho avalia que as necessidades não são restritas ao Conselho Tutelar. “Mas de uma política municipal de criança e adolescentes. Vou dar um exemplo: nós não temos um lugar para internar crianças e adolescentes dependentes químicos. O Ministério Público está em cima, a Vara da Infância e Juventude ingressou com uma ação contra a prefeitura e o Estado para isso e não temos esse lugar”, destaca.
Ele também enumera ações que ainda devem ser elaboradas. “Ainda temos alguns serviços que não são oferecidos, como o abrigo para meninas, a própria questão de residência terapêutica. E não adianta o conselho tirar o menino da rua se ele não tem para onde levar”, ressalta.
O prefeito avalia que mesmo atendendo 700 meninos e meninas no projeto Nenhuma Criança na Rua o trabalho a ser desenvolvido é ainda maior.
“Muitas crianças conseguem um bom dinheiro na rua. E aí ou tem um adulto que explora por trás ou elas vão gastar esse dinheiro em besteira. E você não tem os vínculos familiares com essa criança. Aí não adianta fazer projeto cultural, de música, achar que vai sair da rua e praticar esporte. Mas uma criança que está em caso crônico é mais complicado”, diz.
Agostinho afirma que Bauru terá uma oportunidade para estudar alternativas de políticas públicas para a infância durante uma conferência que será realizada neste mês. A data ainda será divulgada. (Da Redação com Lígia Ligabue)

• Serviço

O Conselho Tutelar de Bauru funciona das 8h às 18h; após este horário, em sistema de plantão. O endereço é rua Cussy Júnior, 13-55, Centro. Os telefones: 3227-3339 e 3227-3873.

Fonte: Jornal da Cidade
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A nova gestão do 1.º Conselho Tutelar (CT) de Bauru tomou posse ontem - o 2.º Conselho Tutelar já está funcionando. As conselheiras foram nomeadas pelo prefeito Rodrigo Agostinho para a gestão 2009/2012. Elas terão pela frente o trabalho de garantir o cumprimento dos direitos das crianças e adolescentes em Bauru. E desafios para isso não faltam. O próprio prefeito avalia que faltam políticas públicas para a infância na cidade. “Telefone celular, perua nova, tem. Mas o maior problema é que Bauru não tem estrutura para dar retaguarda aos conselheiros. Se você tirar uma criança da rua, não tem para onde levar”, destaca.
Tomaram posse ontem as conselheiras titulares Roberta Maria Almeida de Oliveira, Franciana Aline Toniatto, Maria Fernanda Porto Tristão, Fernanda Guisine Cardoso e Franciele Taís Maragel. As suplentes são Susana Rita da Costa, Isabel Dias Moita, Isabela Cristina de Souza Marabolin e Valderene Richelma Sivieiro Félix.
Presidente do conselho empossado, Roberta Oliveira destaca que o principal objetivo do CT é atender crianças em risco social. “Vamos intensificar o trabalho, principalmente na questão das crianças que permanecem nas ruas”, diz. Ela também destaca o desenvolvimento de ações preventivas, com a continuidade das palestras em escolas da cidade.
Agostinho avalia que as necessidades não são restritas ao Conselho Tutelar. “Mas de uma política municipal de criança e adolescentes. Vou dar um exemplo: nós não temos um lugar para internar crianças e adolescentes dependentes químicos. O Ministério Público está em cima, a Vara da Infância e Juventude ingressou com uma ação contra a prefeitura e o Estado para isso e não temos esse lugar”, destaca.
Ele também enumera ações que ainda devem ser elaboradas. “Ainda temos alguns serviços que não são oferecidos, como o abrigo para meninas, a própria questão de residência terapêutica. E não adianta o conselho tirar o menino da rua se ele não tem para onde levar”, ressalta.
O prefeito avalia que mesmo atendendo 700 meninos e meninas no projeto Nenhuma Criança na Rua o trabalho a ser desenvolvido é ainda maior.
“Muitas crianças conseguem um bom dinheiro na rua. E aí ou tem um adulto que explora por trás ou elas vão gastar esse dinheiro em besteira. E você não tem os vínculos familiares com essa criança. Aí não adianta fazer projeto cultural, de música, achar que vai sair da rua e praticar esporte. Mas uma criança que está em caso crônico é mais complicado”, diz.
Agostinho afirma que Bauru terá uma oportunidade para estudar alternativas de políticas públicas para a infância durante uma conferência que será realizada neste mês. A data ainda será divulgada. (Da Redação com Lígia Ligabue)

• Serviço

O Conselho Tutelar de Bauru funciona das 8h às 18h; após este horário, em sistema de plantão. O endereço é rua Cussy Júnior, 13-55, Centro. Os telefones: 3227-3339 e 3227-3873.

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