notícias atuais sobre saúde, violência,justiça,cidadania,educação, cultura,direitos humanos,ecologia, variedades,comportamento
2.6.09
Bogotá – Um bebê colombiano de dois anos está à venda na internet por US$ 475 ou 12 parcelas mensais de US$ 45,7, informou hoje a Polícia, que tenta estabelecer a identidade do menor, cuja foto aparece em um portal de compra e venda de produtos.A imagem da criança, da cidade colombiana de Ibagué, centro, aparece em um site, e as autoridades investigam se os autores do anúncio fazem parte de uma rede dedicada ao tráfico de pessoas.
“Neste momento, todo nosso esforço investigativo está encaminhado a estabelecer se efetivamente é a oferta de um menor como tal e qual é o objetivo da pessoa que está fazendo a oferta pela internet”, afirmou o chefe do Departamento de Delitos Informáticos da Polícia, major Freddy Bautista.
Ele explicou que os agentes também verificam a possibilidade de as pessoas que ofereceram a criança serem criminosos que tentam extorquir eventuais “compradores” e não têm nenhum menor em seu poder.
A Polícia iniciou uma investigação sobre os proprietários e administradores do portal, pois, segundo Bautista, incorreram em um crime ao permitir a publicação do anúncio.
“Eles têm responsabilidade, na medida que os conteúdos oferecidos ali podem lesar a legislação vigente colombiana e, o mais importante, os direitos das crianças”, afirmou o chefe policial à emissora “Noticias Caracol”.
Bautista assegurou que já localizaram o suposto responsável por publicar o anúncio e, nas próximas horas, as autoridades poderão descobrir se a criança está sendo realmente vendida, se foi uma extorsão ou uma brincadeira de mau gosto.




Último Segundo
link do postPor anjoseguerreiros, às 21:15  comentar

Bogotá – Um bebê colombiano de dois anos está à venda na internet por US$ 475 ou 12 parcelas mensais de US$ 45,7, informou hoje a Polícia, que tenta estabelecer a identidade do menor, cuja foto aparece em um portal de compra e venda de produtos.A imagem da criança, da cidade colombiana de Ibagué, centro, aparece em um site, e as autoridades investigam se os autores do anúncio fazem parte de uma rede dedicada ao tráfico de pessoas.
“Neste momento, todo nosso esforço investigativo está encaminhado a estabelecer se efetivamente é a oferta de um menor como tal e qual é o objetivo da pessoa que está fazendo a oferta pela internet”, afirmou o chefe do Departamento de Delitos Informáticos da Polícia, major Freddy Bautista.
Ele explicou que os agentes também verificam a possibilidade de as pessoas que ofereceram a criança serem criminosos que tentam extorquir eventuais “compradores” e não têm nenhum menor em seu poder.
A Polícia iniciou uma investigação sobre os proprietários e administradores do portal, pois, segundo Bautista, incorreram em um crime ao permitir a publicação do anúncio.
“Eles têm responsabilidade, na medida que os conteúdos oferecidos ali podem lesar a legislação vigente colombiana e, o mais importante, os direitos das crianças”, afirmou o chefe policial à emissora “Noticias Caracol”.
Bautista assegurou que já localizaram o suposto responsável por publicar o anúncio e, nas próximas horas, as autoridades poderão descobrir se a criança está sendo realmente vendida, se foi uma extorsão ou uma brincadeira de mau gosto.




Último Segundo
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Bogotá – Um bebê colombiano de dois anos está à venda na internet por US$ 475 ou 12 parcelas mensais de US$ 45,7, informou hoje a Polícia, que tenta estabelecer a identidade do menor, cuja foto aparece em um portal de compra e venda de produtos.A imagem da criança, da cidade colombiana de Ibagué, centro, aparece em um site, e as autoridades investigam se os autores do anúncio fazem parte de uma rede dedicada ao tráfico de pessoas.
“Neste momento, todo nosso esforço investigativo está encaminhado a estabelecer se efetivamente é a oferta de um menor como tal e qual é o objetivo da pessoa que está fazendo a oferta pela internet”, afirmou o chefe do Departamento de Delitos Informáticos da Polícia, major Freddy Bautista.
Ele explicou que os agentes também verificam a possibilidade de as pessoas que ofereceram a criança serem criminosos que tentam extorquir eventuais “compradores” e não têm nenhum menor em seu poder.
A Polícia iniciou uma investigação sobre os proprietários e administradores do portal, pois, segundo Bautista, incorreram em um crime ao permitir a publicação do anúncio.
“Eles têm responsabilidade, na medida que os conteúdos oferecidos ali podem lesar a legislação vigente colombiana e, o mais importante, os direitos das crianças”, afirmou o chefe policial à emissora “Noticias Caracol”.
Bautista assegurou que já localizaram o suposto responsável por publicar o anúncio e, nas próximas horas, as autoridades poderão descobrir se a criança está sendo realmente vendida, se foi uma extorsão ou uma brincadeira de mau gosto.




Último Segundo
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Um asteroide de pouco mais de um quilômetro de diâmetro estaria a caminho da Terra e poderia colidir com o planeta em 21 de março de 2014, segundo astrônomos da agência britânica responsável pelo monitoramento de objetos potencialmente perigosos para o planeta. Mas, ao menos na estatística, não parece ser o fim do mundo --a chance de uma colisão catastrófica é de apenas uma em 250 mil.
Chamado de 2003 QQ47, o asteroide se aproxima da Terra a uma velocidade de 32 km/s, o equivalente a 115 mil km/h. Com 1,2 quilômetro de diâmetro, ele tem um décimo da massa do meteorito que, acredita-se, levou à morte dos dinossauros há 65 milhões de anos.
O 2003 QQ47 será monitorado de perto pelas agências espaciais do hemisfério norte nos próximos dois meses. Segundo os astrônomos, as chances de impacto podem cair ainda mais conforme mais dados forem coletados. O alerta foi emitido pelo órgão depois que o asteroide foi avistado pela primeira vez, no Novo México (EUA).
O impacto de um corpo celeste dessas dimensões seria equivalente à explosão de 20 milhões de bombas atômicas semelhantes às lançadas pelos Estados Unidos contra Hiroshima há quase 60 anos, segundo um porta-voz do Centro de Informação sobre Objetos Próximos à Terra, no Reino Unido.
Asteroides como o 2003 QQ47 são pedaços de pedra que restaram após a formação do Sistema Solar, há 4,5 bilhões de anos. A maioria deles orbita o Sol em um cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter, a uma distância segura da Terra. Mas a influência gravitacional de planetas gigantes como Júpiter pode arrancar estes objetos de suas órbitas originais e lançá-los no espaço.
No site do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa (agência espacial norte-americana), há um simulador que mostra as órbitas da Terra e do asteroide no decorrer do tempo.



Folha Online
link do postPor anjoseguerreiros, às 21:05  comentar

Um asteroide de pouco mais de um quilômetro de diâmetro estaria a caminho da Terra e poderia colidir com o planeta em 21 de março de 2014, segundo astrônomos da agência britânica responsável pelo monitoramento de objetos potencialmente perigosos para o planeta. Mas, ao menos na estatística, não parece ser o fim do mundo --a chance de uma colisão catastrófica é de apenas uma em 250 mil.
Chamado de 2003 QQ47, o asteroide se aproxima da Terra a uma velocidade de 32 km/s, o equivalente a 115 mil km/h. Com 1,2 quilômetro de diâmetro, ele tem um décimo da massa do meteorito que, acredita-se, levou à morte dos dinossauros há 65 milhões de anos.
O 2003 QQ47 será monitorado de perto pelas agências espaciais do hemisfério norte nos próximos dois meses. Segundo os astrônomos, as chances de impacto podem cair ainda mais conforme mais dados forem coletados. O alerta foi emitido pelo órgão depois que o asteroide foi avistado pela primeira vez, no Novo México (EUA).
O impacto de um corpo celeste dessas dimensões seria equivalente à explosão de 20 milhões de bombas atômicas semelhantes às lançadas pelos Estados Unidos contra Hiroshima há quase 60 anos, segundo um porta-voz do Centro de Informação sobre Objetos Próximos à Terra, no Reino Unido.
Asteroides como o 2003 QQ47 são pedaços de pedra que restaram após a formação do Sistema Solar, há 4,5 bilhões de anos. A maioria deles orbita o Sol em um cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter, a uma distância segura da Terra. Mas a influência gravitacional de planetas gigantes como Júpiter pode arrancar estes objetos de suas órbitas originais e lançá-los no espaço.
No site do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa (agência espacial norte-americana), há um simulador que mostra as órbitas da Terra e do asteroide no decorrer do tempo.



Folha Online
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Um asteroide de pouco mais de um quilômetro de diâmetro estaria a caminho da Terra e poderia colidir com o planeta em 21 de março de 2014, segundo astrônomos da agência britânica responsável pelo monitoramento de objetos potencialmente perigosos para o planeta. Mas, ao menos na estatística, não parece ser o fim do mundo --a chance de uma colisão catastrófica é de apenas uma em 250 mil.
Chamado de 2003 QQ47, o asteroide se aproxima da Terra a uma velocidade de 32 km/s, o equivalente a 115 mil km/h. Com 1,2 quilômetro de diâmetro, ele tem um décimo da massa do meteorito que, acredita-se, levou à morte dos dinossauros há 65 milhões de anos.
O 2003 QQ47 será monitorado de perto pelas agências espaciais do hemisfério norte nos próximos dois meses. Segundo os astrônomos, as chances de impacto podem cair ainda mais conforme mais dados forem coletados. O alerta foi emitido pelo órgão depois que o asteroide foi avistado pela primeira vez, no Novo México (EUA).
O impacto de um corpo celeste dessas dimensões seria equivalente à explosão de 20 milhões de bombas atômicas semelhantes às lançadas pelos Estados Unidos contra Hiroshima há quase 60 anos, segundo um porta-voz do Centro de Informação sobre Objetos Próximos à Terra, no Reino Unido.
Asteroides como o 2003 QQ47 são pedaços de pedra que restaram após a formação do Sistema Solar, há 4,5 bilhões de anos. A maioria deles orbita o Sol em um cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter, a uma distância segura da Terra. Mas a influência gravitacional de planetas gigantes como Júpiter pode arrancar estes objetos de suas órbitas originais e lançá-los no espaço.
No site do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa (agência espacial norte-americana), há um simulador que mostra as órbitas da Terra e do asteroide no decorrer do tempo.



Folha Online
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O ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou nesta terça-feira que o Airbus da Air France, desaparecido desde a noite de domingo (31) no oceano Atlântico, caiu a aproximadamente 400 milhas (740 km aproximadamente) do arquipélago de Fernando de Noronha e a 700 milhas de Recife (1.296 km).

Veja abaixo o local apontado como lugar da queda:





Folha Online
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O ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou nesta terça-feira que o Airbus da Air France, desaparecido desde a noite de domingo (31) no oceano Atlântico, caiu a aproximadamente 400 milhas (740 km aproximadamente) do arquipélago de Fernando de Noronha e a 700 milhas de Recife (1.296 km).

Veja abaixo o local apontado como lugar da queda:





Folha Online
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O ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou nesta terça-feira que o Airbus da Air France, desaparecido desde a noite de domingo (31) no oceano Atlântico, caiu a aproximadamente 400 milhas (740 km aproximadamente) do arquipélago de Fernando de Noronha e a 700 milhas de Recife (1.296 km).

Veja abaixo o local apontado como lugar da queda:





Folha Online
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'Este é o nosso prato de maior sucesso', disse funcionário do restaurante.De acordo com jornal, autoridades chinesas estão investigando a prática.

Um restaurante na China oferece um prato que é preparado de forma bastante polêmica. Antes de irem parar na panela, os frangos são mortos com uma picada de cobra. O prato é muito popular na província chinesa de Guangdong.
"Nós oferecemos o prato há muitos anos e nossos clientes sempre voltam", disse Zheng, funcionária do restaurante Shunde Renjia. "Este é o nosso prato de maior sucesso", acrescentou ela.
Zheng disse que a comida não faz mal para a saúde. Ela explicou que, após o frango ser cozido, o veneno da cobra se transforma em uma enzima que pode ajudar a manter o corpo humano aquecido e limpar os vasos sanguíneos. "Algumas emissoras de TV disseram que o prato era venenoso, mas, mesmo assim, as pessoas vêm comer", afirmou ela.
No entanto o estabelecimento vem sendo acusado de crueldade com os animais. De acordo com o jornal "Chongqing Business Daily", as autoridades estão investigando a prática.
G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 20:17  comentar

'Este é o nosso prato de maior sucesso', disse funcionário do restaurante.De acordo com jornal, autoridades chinesas estão investigando a prática.

Um restaurante na China oferece um prato que é preparado de forma bastante polêmica. Antes de irem parar na panela, os frangos são mortos com uma picada de cobra. O prato é muito popular na província chinesa de Guangdong.
"Nós oferecemos o prato há muitos anos e nossos clientes sempre voltam", disse Zheng, funcionária do restaurante Shunde Renjia. "Este é o nosso prato de maior sucesso", acrescentou ela.
Zheng disse que a comida não faz mal para a saúde. Ela explicou que, após o frango ser cozido, o veneno da cobra se transforma em uma enzima que pode ajudar a manter o corpo humano aquecido e limpar os vasos sanguíneos. "Algumas emissoras de TV disseram que o prato era venenoso, mas, mesmo assim, as pessoas vêm comer", afirmou ela.
No entanto o estabelecimento vem sendo acusado de crueldade com os animais. De acordo com o jornal "Chongqing Business Daily", as autoridades estão investigando a prática.
G1
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'Este é o nosso prato de maior sucesso', disse funcionário do restaurante.De acordo com jornal, autoridades chinesas estão investigando a prática.

Um restaurante na China oferece um prato que é preparado de forma bastante polêmica. Antes de irem parar na panela, os frangos são mortos com uma picada de cobra. O prato é muito popular na província chinesa de Guangdong.
"Nós oferecemos o prato há muitos anos e nossos clientes sempre voltam", disse Zheng, funcionária do restaurante Shunde Renjia. "Este é o nosso prato de maior sucesso", acrescentou ela.
Zheng disse que a comida não faz mal para a saúde. Ela explicou que, após o frango ser cozido, o veneno da cobra se transforma em uma enzima que pode ajudar a manter o corpo humano aquecido e limpar os vasos sanguíneos. "Algumas emissoras de TV disseram que o prato era venenoso, mas, mesmo assim, as pessoas vêm comer", afirmou ela.
No entanto o estabelecimento vem sendo acusado de crueldade com os animais. De acordo com o jornal "Chongqing Business Daily", as autoridades estão investigando a prática.
G1
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Ele utilizou mais de 20 mil libras (R$ 64 mil) na obra.Mark Bolitho levou três dias para terminar a vila.

Especialista em origami, o artista britânico Mark Bolitho dá os últimos retoques em sua obra. Ele criou uma vila rural feita com cédulas de libras. Bolitho levou três dias para terminar o trabalho. Ele utilizou mais de 20 mil libras (R$ 64 mil).



G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 20:11  comentar

Ele utilizou mais de 20 mil libras (R$ 64 mil) na obra.Mark Bolitho levou três dias para terminar a vila.

Especialista em origami, o artista britânico Mark Bolitho dá os últimos retoques em sua obra. Ele criou uma vila rural feita com cédulas de libras. Bolitho levou três dias para terminar o trabalho. Ele utilizou mais de 20 mil libras (R$ 64 mil).



G1
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Ele utilizou mais de 20 mil libras (R$ 64 mil) na obra.Mark Bolitho levou três dias para terminar a vila.

Especialista em origami, o artista britânico Mark Bolitho dá os últimos retoques em sua obra. Ele criou uma vila rural feita com cédulas de libras. Bolitho levou três dias para terminar o trabalho. Ele utilizou mais de 20 mil libras (R$ 64 mil).



G1
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RIO - Estudo publicado no jornal 'Psychiatry and Clinical Neurosciences' mostra que as pessoas que tendem a ficar acordadas até tarde, as chamadas 'corujas', têm uma visão de mundo mais sombria do que os que costumam pular da cama logo ao amanhecer. Pesquisadores brasileiros escolheram para observar o dormir/despertar das pessoas porque a depressão parece infligir maior sofrimento sobre o sono, segundo a autora do estudo, dra. Maria Paz Loyaza Hidalgo, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre.
Ela explica que os estudos mostraram que alguns pacientes deprimidos podem ser ajudados com a terapia da luz. Para isso, eles tentam determinar uma nova rotina noturna, alterada pela depressão, sentando em frente a uma luz bem brilhante por duas horas logo no início da manhã.
Para esse novo estudo foram selecionadas aleatoriamente 200 pessoas saudáveis, sem histórico de doença mental, e que foram indagadas sobre seus hábitos noturnos e sintomas de depressão. A pesquisa revelou que as pessoas que dormem tarde estavam três vezes mais propensas a experimentarem sintomas graves de depressão que as que acordavam logo cedo. Mais impressionante foi a comparação com as pessoas que iam para a cama em um horário intermediário. Comparado a eles, os 'corujas' apresentavam cinco vezes mais propensão aos sintomas.
Na média, as diferenças na hora de ir dormir não eram tão grandes. Os que dormiam mais tarde iam para a cama por volta da meia-noite, enquanto os que acordavam bem cedo iam para a cama por volta das 23h. O mesmo acontecia na hora de levantar. Os que dormiam mais tarde acordavam 40 minutos, em média, mais tarde do que os que acordavam mais cedo.
"O estudo mostra que mesmo mudanças sutis nos padrões de sono parecem fazer uma grande diferença em como as pessoas avaliam seu humor", disse o médico Ian A. Cook, professor-adjunto de psiquiatria da Universidade da California, Los Angeles, e diretor do Programa de Pesquisa da Depressão e Clínica da universidade. "É um material muito intrigante. Como qualquer bom estudo, levanta muito mais questões do que respostas".
Segundo Cook, o que ainda não se sabe é se a rotina norturna causa os sintomas de depressão ou se os sentimentos de tristeza e preocupação mantêm as pessoas acordadas até mais tarde. Além disso, o estudo sugere que há a possibilidade de melhorar o humor mudando sua rotina noturna. Para quem quiser experimentar, Cook sugere que compre um segundo despertador para que ele lembre que é hora de dormir.
Uma dica do Dr. Alan Manevitz, psquiatra do Hospital Presbiteriano de Nova York, é que se evite praticar atividades estimulantes próximo da hora de dormir. Em particular, ele sugere que se fuja de checar e-mails à noite. Além da ansiedade gerada pela possibilidade de ler mensagens preocupantes, a luz do monitor pode deixá-lo um pouco mais acordado. TAREFA DIFÍCIL
Alguns especialistas acreditam que rotinas noturnas e a tendência a depressão podem não ser tão inconstantes. Cientistas encontraram genes que fazem com que algumas pessoas prefiram acordar cedo e outras, dormir tarde, segundo o dr.Eric Nofzinger, professor de psquiatria e diretor do programa de pesquisa de neuroimagem do sono da Escola de Medicina da Universidade de Pittsburg.
"Podemos perceber algumas diferenças naturais na conexão cerebral que mantém os 'corujas' mais ativos à noite e as torna mais propensas à depressão, diz Notzfinger.



O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 20:05  comentar

RIO - Estudo publicado no jornal 'Psychiatry and Clinical Neurosciences' mostra que as pessoas que tendem a ficar acordadas até tarde, as chamadas 'corujas', têm uma visão de mundo mais sombria do que os que costumam pular da cama logo ao amanhecer. Pesquisadores brasileiros escolheram para observar o dormir/despertar das pessoas porque a depressão parece infligir maior sofrimento sobre o sono, segundo a autora do estudo, dra. Maria Paz Loyaza Hidalgo, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre.
Ela explica que os estudos mostraram que alguns pacientes deprimidos podem ser ajudados com a terapia da luz. Para isso, eles tentam determinar uma nova rotina noturna, alterada pela depressão, sentando em frente a uma luz bem brilhante por duas horas logo no início da manhã.
Para esse novo estudo foram selecionadas aleatoriamente 200 pessoas saudáveis, sem histórico de doença mental, e que foram indagadas sobre seus hábitos noturnos e sintomas de depressão. A pesquisa revelou que as pessoas que dormem tarde estavam três vezes mais propensas a experimentarem sintomas graves de depressão que as que acordavam logo cedo. Mais impressionante foi a comparação com as pessoas que iam para a cama em um horário intermediário. Comparado a eles, os 'corujas' apresentavam cinco vezes mais propensão aos sintomas.
Na média, as diferenças na hora de ir dormir não eram tão grandes. Os que dormiam mais tarde iam para a cama por volta da meia-noite, enquanto os que acordavam bem cedo iam para a cama por volta das 23h. O mesmo acontecia na hora de levantar. Os que dormiam mais tarde acordavam 40 minutos, em média, mais tarde do que os que acordavam mais cedo.
"O estudo mostra que mesmo mudanças sutis nos padrões de sono parecem fazer uma grande diferença em como as pessoas avaliam seu humor", disse o médico Ian A. Cook, professor-adjunto de psiquiatria da Universidade da California, Los Angeles, e diretor do Programa de Pesquisa da Depressão e Clínica da universidade. "É um material muito intrigante. Como qualquer bom estudo, levanta muito mais questões do que respostas".
Segundo Cook, o que ainda não se sabe é se a rotina norturna causa os sintomas de depressão ou se os sentimentos de tristeza e preocupação mantêm as pessoas acordadas até mais tarde. Além disso, o estudo sugere que há a possibilidade de melhorar o humor mudando sua rotina noturna. Para quem quiser experimentar, Cook sugere que compre um segundo despertador para que ele lembre que é hora de dormir.
Uma dica do Dr. Alan Manevitz, psquiatra do Hospital Presbiteriano de Nova York, é que se evite praticar atividades estimulantes próximo da hora de dormir. Em particular, ele sugere que se fuja de checar e-mails à noite. Além da ansiedade gerada pela possibilidade de ler mensagens preocupantes, a luz do monitor pode deixá-lo um pouco mais acordado. TAREFA DIFÍCIL
Alguns especialistas acreditam que rotinas noturnas e a tendência a depressão podem não ser tão inconstantes. Cientistas encontraram genes que fazem com que algumas pessoas prefiram acordar cedo e outras, dormir tarde, segundo o dr.Eric Nofzinger, professor de psquiatria e diretor do programa de pesquisa de neuroimagem do sono da Escola de Medicina da Universidade de Pittsburg.
"Podemos perceber algumas diferenças naturais na conexão cerebral que mantém os 'corujas' mais ativos à noite e as torna mais propensas à depressão, diz Notzfinger.



O Globo On Line
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RIO - Estudo publicado no jornal 'Psychiatry and Clinical Neurosciences' mostra que as pessoas que tendem a ficar acordadas até tarde, as chamadas 'corujas', têm uma visão de mundo mais sombria do que os que costumam pular da cama logo ao amanhecer. Pesquisadores brasileiros escolheram para observar o dormir/despertar das pessoas porque a depressão parece infligir maior sofrimento sobre o sono, segundo a autora do estudo, dra. Maria Paz Loyaza Hidalgo, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre.
Ela explica que os estudos mostraram que alguns pacientes deprimidos podem ser ajudados com a terapia da luz. Para isso, eles tentam determinar uma nova rotina noturna, alterada pela depressão, sentando em frente a uma luz bem brilhante por duas horas logo no início da manhã.
Para esse novo estudo foram selecionadas aleatoriamente 200 pessoas saudáveis, sem histórico de doença mental, e que foram indagadas sobre seus hábitos noturnos e sintomas de depressão. A pesquisa revelou que as pessoas que dormem tarde estavam três vezes mais propensas a experimentarem sintomas graves de depressão que as que acordavam logo cedo. Mais impressionante foi a comparação com as pessoas que iam para a cama em um horário intermediário. Comparado a eles, os 'corujas' apresentavam cinco vezes mais propensão aos sintomas.
Na média, as diferenças na hora de ir dormir não eram tão grandes. Os que dormiam mais tarde iam para a cama por volta da meia-noite, enquanto os que acordavam bem cedo iam para a cama por volta das 23h. O mesmo acontecia na hora de levantar. Os que dormiam mais tarde acordavam 40 minutos, em média, mais tarde do que os que acordavam mais cedo.
"O estudo mostra que mesmo mudanças sutis nos padrões de sono parecem fazer uma grande diferença em como as pessoas avaliam seu humor", disse o médico Ian A. Cook, professor-adjunto de psiquiatria da Universidade da California, Los Angeles, e diretor do Programa de Pesquisa da Depressão e Clínica da universidade. "É um material muito intrigante. Como qualquer bom estudo, levanta muito mais questões do que respostas".
Segundo Cook, o que ainda não se sabe é se a rotina norturna causa os sintomas de depressão ou se os sentimentos de tristeza e preocupação mantêm as pessoas acordadas até mais tarde. Além disso, o estudo sugere que há a possibilidade de melhorar o humor mudando sua rotina noturna. Para quem quiser experimentar, Cook sugere que compre um segundo despertador para que ele lembre que é hora de dormir.
Uma dica do Dr. Alan Manevitz, psquiatra do Hospital Presbiteriano de Nova York, é que se evite praticar atividades estimulantes próximo da hora de dormir. Em particular, ele sugere que se fuja de checar e-mails à noite. Além da ansiedade gerada pela possibilidade de ler mensagens preocupantes, a luz do monitor pode deixá-lo um pouco mais acordado. TAREFA DIFÍCIL
Alguns especialistas acreditam que rotinas noturnas e a tendência a depressão podem não ser tão inconstantes. Cientistas encontraram genes que fazem com que algumas pessoas prefiram acordar cedo e outras, dormir tarde, segundo o dr.Eric Nofzinger, professor de psquiatria e diretor do programa de pesquisa de neuroimagem do sono da Escola de Medicina da Universidade de Pittsburg.
"Podemos perceber algumas diferenças naturais na conexão cerebral que mantém os 'corujas' mais ativos à noite e as torna mais propensas à depressão, diz Notzfinger.



O Globo On Line
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A Câmara de Severínia aprovou na última segunda-feira, com o voto dos oito vereadores, a proposta de realização de um plebiscito para que os moradores decidam se querem ou não a implantação do toque de recolher na cidade. A proposta vai para avaliação do prefeito, Raphael Cezarine Filho, que declarou ter a intenção de sancionar a lei e realizar a consulta popular.
Segundo o prefeito, a juíza da infância e juventude da comarca de Olímpia, Andréia Galhardo Palma, também estudaria a adoção do toque de recolher em Severínea.
A restrição de horários para a permanência de menores nas ruas sem a companhia dos pais já ocorre em Fernandópolis, Ilha Solteira e Itapura.



Tv Tem
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:10  comentar

A Câmara de Severínia aprovou na última segunda-feira, com o voto dos oito vereadores, a proposta de realização de um plebiscito para que os moradores decidam se querem ou não a implantação do toque de recolher na cidade. A proposta vai para avaliação do prefeito, Raphael Cezarine Filho, que declarou ter a intenção de sancionar a lei e realizar a consulta popular.
Segundo o prefeito, a juíza da infância e juventude da comarca de Olímpia, Andréia Galhardo Palma, também estudaria a adoção do toque de recolher em Severínea.
A restrição de horários para a permanência de menores nas ruas sem a companhia dos pais já ocorre em Fernandópolis, Ilha Solteira e Itapura.



Tv Tem
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A Câmara de Severínia aprovou na última segunda-feira, com o voto dos oito vereadores, a proposta de realização de um plebiscito para que os moradores decidam se querem ou não a implantação do toque de recolher na cidade. A proposta vai para avaliação do prefeito, Raphael Cezarine Filho, que declarou ter a intenção de sancionar a lei e realizar a consulta popular.
Segundo o prefeito, a juíza da infância e juventude da comarca de Olímpia, Andréia Galhardo Palma, também estudaria a adoção do toque de recolher em Severínea.
A restrição de horários para a permanência de menores nas ruas sem a companhia dos pais já ocorre em Fernandópolis, Ilha Solteira e Itapura.



Tv Tem
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Gestores municipais, conselheiros de Direitos da Criança e do Adolescente, conselheiros Tutelares e pessoas envolvidas com a rede de atendimento das áreas de Educação, Saúde, Segurança Pública e Assistência Social, além de juízes, promotores, defensores públicos; membros de Organizações não Governamentais e comissões municipais que atuam nas ações de defesa e proteção da violência contra crianças e adolescentes participam, desde ontem (1º), no município de Sete Quedas, da terceira etapa da capacitação do Projeto Rompendo o Círculo da Violência.
O projeto, desenvolvido pelo governo do Estado, por meio da Setas (Secretaria de Trabalho e Assistência Social), acontece até o dia 4 deste mês e busca integrar e articular a Política de Assistência Social com as políticas públicas baseadas no Estatuto da Criança e do Adolescente para a formação de uma rede de proteção atuante e eficaz.
Os participantes da Rede de Proteção Integral têm como meta prevenir a violência contra crianças e adolescentes. Em casos de ocorrência, a rede, oferece à vítima e seus familiares a proteção, o atendimento e o acompanhamento necessário para evitar a reincidência dos casos e garantir que seja cumprida a lei de responsabilização do agressor ou abusador sexual.
O projeto tem como parceiros as secretarias de Estado de Educação, Saúde e Segurança Pública; Coordenadoria de Políticas Públicas para Mulheres, Fundação de Turismo, Fundesporte e Escola de Conselhos da UFMS. O curso abordará temas relacionados às políticas públicas no enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes; marcos conceitual e legal da violência; sistema de garantia de direitos, a Doutrina da Proteção Integral à Criança e ao Adolescente, além do papel da Rede de Atenção.
A capacitação será concluída com a elaboração do Plano Operativo Municipal, contendo diretrizes para coibir a violência, o abuso e a exploração de crianças e adolescentes, e a assinatura do Termo de Compromisso por representantes municipais, para colocar em prática as ações propostas no plano.

Luciana Gabas


Midiamax
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Gestores municipais, conselheiros de Direitos da Criança e do Adolescente, conselheiros Tutelares e pessoas envolvidas com a rede de atendimento das áreas de Educação, Saúde, Segurança Pública e Assistência Social, além de juízes, promotores, defensores públicos; membros de Organizações não Governamentais e comissões municipais que atuam nas ações de defesa e proteção da violência contra crianças e adolescentes participam, desde ontem (1º), no município de Sete Quedas, da terceira etapa da capacitação do Projeto Rompendo o Círculo da Violência.
O projeto, desenvolvido pelo governo do Estado, por meio da Setas (Secretaria de Trabalho e Assistência Social), acontece até o dia 4 deste mês e busca integrar e articular a Política de Assistência Social com as políticas públicas baseadas no Estatuto da Criança e do Adolescente para a formação de uma rede de proteção atuante e eficaz.
Os participantes da Rede de Proteção Integral têm como meta prevenir a violência contra crianças e adolescentes. Em casos de ocorrência, a rede, oferece à vítima e seus familiares a proteção, o atendimento e o acompanhamento necessário para evitar a reincidência dos casos e garantir que seja cumprida a lei de responsabilização do agressor ou abusador sexual.
O projeto tem como parceiros as secretarias de Estado de Educação, Saúde e Segurança Pública; Coordenadoria de Políticas Públicas para Mulheres, Fundação de Turismo, Fundesporte e Escola de Conselhos da UFMS. O curso abordará temas relacionados às políticas públicas no enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes; marcos conceitual e legal da violência; sistema de garantia de direitos, a Doutrina da Proteção Integral à Criança e ao Adolescente, além do papel da Rede de Atenção.
A capacitação será concluída com a elaboração do Plano Operativo Municipal, contendo diretrizes para coibir a violência, o abuso e a exploração de crianças e adolescentes, e a assinatura do Termo de Compromisso por representantes municipais, para colocar em prática as ações propostas no plano.

Luciana Gabas


Midiamax
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Gestores municipais, conselheiros de Direitos da Criança e do Adolescente, conselheiros Tutelares e pessoas envolvidas com a rede de atendimento das áreas de Educação, Saúde, Segurança Pública e Assistência Social, além de juízes, promotores, defensores públicos; membros de Organizações não Governamentais e comissões municipais que atuam nas ações de defesa e proteção da violência contra crianças e adolescentes participam, desde ontem (1º), no município de Sete Quedas, da terceira etapa da capacitação do Projeto Rompendo o Círculo da Violência.
O projeto, desenvolvido pelo governo do Estado, por meio da Setas (Secretaria de Trabalho e Assistência Social), acontece até o dia 4 deste mês e busca integrar e articular a Política de Assistência Social com as políticas públicas baseadas no Estatuto da Criança e do Adolescente para a formação de uma rede de proteção atuante e eficaz.
Os participantes da Rede de Proteção Integral têm como meta prevenir a violência contra crianças e adolescentes. Em casos de ocorrência, a rede, oferece à vítima e seus familiares a proteção, o atendimento e o acompanhamento necessário para evitar a reincidência dos casos e garantir que seja cumprida a lei de responsabilização do agressor ou abusador sexual.
O projeto tem como parceiros as secretarias de Estado de Educação, Saúde e Segurança Pública; Coordenadoria de Políticas Públicas para Mulheres, Fundação de Turismo, Fundesporte e Escola de Conselhos da UFMS. O curso abordará temas relacionados às políticas públicas no enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes; marcos conceitual e legal da violência; sistema de garantia de direitos, a Doutrina da Proteção Integral à Criança e ao Adolescente, além do papel da Rede de Atenção.
A capacitação será concluída com a elaboração do Plano Operativo Municipal, contendo diretrizes para coibir a violência, o abuso e a exploração de crianças e adolescentes, e a assinatura do Termo de Compromisso por representantes municipais, para colocar em prática as ações propostas no plano.

Luciana Gabas


Midiamax
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Inquérito do caso seguirá para juízo de primeiro grau

O Ministério Público do Paraná enviou nesta terça-feira (2) ao Tribunal de Justiça do Paraná o inquérito sobre o caso envolvendo o ex-deputado estadual Luiz Fernando Ribas Carli Filho, solicitando o encaminhamento dos autos para o Juízo de primeiro grau.
Na madrugada de 7 de maio, o veículo conduzido por Carli Filho colidiu com o carro dirigido por Gilmar Rafael Souza Yared. Ele e o colega Carlos Murilo de Almeida morreram na hora. Carli anunciou sua renúncia ao cargo eletivo na última sexta-feira (29), perdendo o direito ao foro por prerrogativa de função, que lhe permitia julgamento perante a Justiça de segundo grau – o Tribunal de Justiça.
Por este fato, a Procuradoria-Geral de Justiça, que acompanhava o inquérito, manifesta-se agora no sentido de que o caso tenha intervenção da Promotoria de Justiça que trata dos inquéritos envolvendo crimes dolosos contra a vida em casos de indiciados soltos. O MP-PR foi informado oficialmente sobre a renúncia pelo presidente da Assembléia Legislativa do Paraná, na última segunda-feira, 1º de junho, data até a qual a Assessoria Criminal da Procuradoria-Geral de Justiça acompanhou a investigação, inicialmente através do Promotor de Justiça Rodrigo Chemim e, posteriormente, também pelo Promotor de Justiça Fábio Guaragni.
A partir de agora, por não ser mais atribuição do Procurador-Geral de Justiça, outro Promotor de Justiça deverá acompanhar o caso. Até o momento, 26 pessoas foram ouvidas, entre testemunhas que viram o acidente (3), policiais/bombeiros que atenderam o caso (10), pessoas que presenciaram a ingestão de bebida alcoólica pelo indiciado ou a sua situação de embriaguês no Restaurante Edvino (9), entre outras testemunhas.
No pronunciamento encaminhado ao Tribunal de Justiça, o Ministério Público sustenta tese preliminar (uma vez que as investigações ainda não foram concluídas) de que o fato configuraria duplo homicídio com dolo eventual.
No pronunciamento encaminhado ao Tribunal de Justiça, o Ministério Público sustenta tese preliminar (uma vez que as investigações ainda não foram concluídas) de que o fato configuraria duplo homicídio com dolo eventual.
Mesmo assim, foi adiante no seu comportamento de conduzir embriagado. Minutos após, em velocidade absurdamente excessiva para o local (a velocidade máxima permitida para a Rua Monsenhor Ivo Zanlorenzi é de 60km/h e o veículo conduzido pelo ex-Deputado estava em torno de 150km/h), geraria o evento trágico, consistente nas mortes das vítimas”, afirma o Ministério Público.
Esse contexto seria “o quanto basta para, ainda nesta fase de investigação preliminar, conduzir o feito para a competência do Tribunal do Júri da Capital. Ainda que se pudesse questionar o fato sob a ótica culposa, havendo dúvida (o que aqui não se afirma, mas se pondera) a competência se resolve pela preferência do Tribunal do Júri, consoante consagrado entendimento, tanto doutrinário, quanto jurisprudencial”, conclui o pronunciamento subscrito pelo Procurador-Geral de Justiça Olympio de Sá Sotto Maior Neto e pelos Promotores de Justiça Rodrigo Chemim e Fabio Guaragni. Segue em anexo a íntegra do pronunciamento do Ministério Público.



Jornale
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Inquérito do caso seguirá para juízo de primeiro grau

O Ministério Público do Paraná enviou nesta terça-feira (2) ao Tribunal de Justiça do Paraná o inquérito sobre o caso envolvendo o ex-deputado estadual Luiz Fernando Ribas Carli Filho, solicitando o encaminhamento dos autos para o Juízo de primeiro grau.
Na madrugada de 7 de maio, o veículo conduzido por Carli Filho colidiu com o carro dirigido por Gilmar Rafael Souza Yared. Ele e o colega Carlos Murilo de Almeida morreram na hora. Carli anunciou sua renúncia ao cargo eletivo na última sexta-feira (29), perdendo o direito ao foro por prerrogativa de função, que lhe permitia julgamento perante a Justiça de segundo grau – o Tribunal de Justiça.
Por este fato, a Procuradoria-Geral de Justiça, que acompanhava o inquérito, manifesta-se agora no sentido de que o caso tenha intervenção da Promotoria de Justiça que trata dos inquéritos envolvendo crimes dolosos contra a vida em casos de indiciados soltos. O MP-PR foi informado oficialmente sobre a renúncia pelo presidente da Assembléia Legislativa do Paraná, na última segunda-feira, 1º de junho, data até a qual a Assessoria Criminal da Procuradoria-Geral de Justiça acompanhou a investigação, inicialmente através do Promotor de Justiça Rodrigo Chemim e, posteriormente, também pelo Promotor de Justiça Fábio Guaragni.
A partir de agora, por não ser mais atribuição do Procurador-Geral de Justiça, outro Promotor de Justiça deverá acompanhar o caso. Até o momento, 26 pessoas foram ouvidas, entre testemunhas que viram o acidente (3), policiais/bombeiros que atenderam o caso (10), pessoas que presenciaram a ingestão de bebida alcoólica pelo indiciado ou a sua situação de embriaguês no Restaurante Edvino (9), entre outras testemunhas.
No pronunciamento encaminhado ao Tribunal de Justiça, o Ministério Público sustenta tese preliminar (uma vez que as investigações ainda não foram concluídas) de que o fato configuraria duplo homicídio com dolo eventual.
No pronunciamento encaminhado ao Tribunal de Justiça, o Ministério Público sustenta tese preliminar (uma vez que as investigações ainda não foram concluídas) de que o fato configuraria duplo homicídio com dolo eventual.
Mesmo assim, foi adiante no seu comportamento de conduzir embriagado. Minutos após, em velocidade absurdamente excessiva para o local (a velocidade máxima permitida para a Rua Monsenhor Ivo Zanlorenzi é de 60km/h e o veículo conduzido pelo ex-Deputado estava em torno de 150km/h), geraria o evento trágico, consistente nas mortes das vítimas”, afirma o Ministério Público.
Esse contexto seria “o quanto basta para, ainda nesta fase de investigação preliminar, conduzir o feito para a competência do Tribunal do Júri da Capital. Ainda que se pudesse questionar o fato sob a ótica culposa, havendo dúvida (o que aqui não se afirma, mas se pondera) a competência se resolve pela preferência do Tribunal do Júri, consoante consagrado entendimento, tanto doutrinário, quanto jurisprudencial”, conclui o pronunciamento subscrito pelo Procurador-Geral de Justiça Olympio de Sá Sotto Maior Neto e pelos Promotores de Justiça Rodrigo Chemim e Fabio Guaragni. Segue em anexo a íntegra do pronunciamento do Ministério Público.



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Inquérito do caso seguirá para juízo de primeiro grau

O Ministério Público do Paraná enviou nesta terça-feira (2) ao Tribunal de Justiça do Paraná o inquérito sobre o caso envolvendo o ex-deputado estadual Luiz Fernando Ribas Carli Filho, solicitando o encaminhamento dos autos para o Juízo de primeiro grau.
Na madrugada de 7 de maio, o veículo conduzido por Carli Filho colidiu com o carro dirigido por Gilmar Rafael Souza Yared. Ele e o colega Carlos Murilo de Almeida morreram na hora. Carli anunciou sua renúncia ao cargo eletivo na última sexta-feira (29), perdendo o direito ao foro por prerrogativa de função, que lhe permitia julgamento perante a Justiça de segundo grau – o Tribunal de Justiça.
Por este fato, a Procuradoria-Geral de Justiça, que acompanhava o inquérito, manifesta-se agora no sentido de que o caso tenha intervenção da Promotoria de Justiça que trata dos inquéritos envolvendo crimes dolosos contra a vida em casos de indiciados soltos. O MP-PR foi informado oficialmente sobre a renúncia pelo presidente da Assembléia Legislativa do Paraná, na última segunda-feira, 1º de junho, data até a qual a Assessoria Criminal da Procuradoria-Geral de Justiça acompanhou a investigação, inicialmente através do Promotor de Justiça Rodrigo Chemim e, posteriormente, também pelo Promotor de Justiça Fábio Guaragni.
A partir de agora, por não ser mais atribuição do Procurador-Geral de Justiça, outro Promotor de Justiça deverá acompanhar o caso. Até o momento, 26 pessoas foram ouvidas, entre testemunhas que viram o acidente (3), policiais/bombeiros que atenderam o caso (10), pessoas que presenciaram a ingestão de bebida alcoólica pelo indiciado ou a sua situação de embriaguês no Restaurante Edvino (9), entre outras testemunhas.
No pronunciamento encaminhado ao Tribunal de Justiça, o Ministério Público sustenta tese preliminar (uma vez que as investigações ainda não foram concluídas) de que o fato configuraria duplo homicídio com dolo eventual.
No pronunciamento encaminhado ao Tribunal de Justiça, o Ministério Público sustenta tese preliminar (uma vez que as investigações ainda não foram concluídas) de que o fato configuraria duplo homicídio com dolo eventual.
Mesmo assim, foi adiante no seu comportamento de conduzir embriagado. Minutos após, em velocidade absurdamente excessiva para o local (a velocidade máxima permitida para a Rua Monsenhor Ivo Zanlorenzi é de 60km/h e o veículo conduzido pelo ex-Deputado estava em torno de 150km/h), geraria o evento trágico, consistente nas mortes das vítimas”, afirma o Ministério Público.
Esse contexto seria “o quanto basta para, ainda nesta fase de investigação preliminar, conduzir o feito para a competência do Tribunal do Júri da Capital. Ainda que se pudesse questionar o fato sob a ótica culposa, havendo dúvida (o que aqui não se afirma, mas se pondera) a competência se resolve pela preferência do Tribunal do Júri, consoante consagrado entendimento, tanto doutrinário, quanto jurisprudencial”, conclui o pronunciamento subscrito pelo Procurador-Geral de Justiça Olympio de Sá Sotto Maior Neto e pelos Promotores de Justiça Rodrigo Chemim e Fabio Guaragni. Segue em anexo a íntegra do pronunciamento do Ministério Público.



Jornale
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Dois pré- adolescentes de Feira de Santana já têm seus processos de adoção em andamento na Justiça. Os futuros pais aderiram à Ação Cidadã – Ame e Adote, campanha da Defensoria Pública do Estado da Bahia, que visa incentivar a adoção de crianças e adolescentes. Em uma semana após seu lançamento, mais de 210 atendimentos já foram realizados em Salvador e em Feira de Santana. Mas a demanda não pára de crescer, o que levou a Defensoria a decidir pela continuação da Ação durante todo o ano de 2009 para que mais crianças e adolescentes possam ganhar um lar e ter o carinho de uma família.
Dos 15 pedidos judiciais de adoção feitos em Feira de Santana, dois foram deferidos pelo juiz Walter Ribeiro da Costa Júnior: uma senhora sem filhos e um casal com quatro filhos irão adotar duas crianças, uma de 11 anos e outra de 12 anos, respectivamente. De acordo com a defensora pública, Sandra Falcão, idealizadora da campanha, cerca de 50 pessoas atendidas pela 1ª Defensoria Pública Regional, com sede em Feira de Santana, procuraram a instituição para obter informações sobre o processo de adoção.
Capital – Em Salvador, houve mais de 160 atendimentos, sendo que 64 ocorreram na Casa de Acesso à Justiça, localizada no Jardim Baiano, e todas as outras foram efetuadas com a colaboração de diversos parceiros, como os Conselhos Tutelares. Para a subcoordenadora da Defensoria Pública Especializada em Infância e Juventude, Maria Carmen Novaes, o trabalho foi uma grande vitória para a Infância e Juventude, já que foram feitos 35 pedidos judiciais de adoção, sendo 40% de adolescentes e 60% de crianças com mais de um ano. “São 35 crianças e jovens disponíveis para adoção em Salvador atualmente. Uma das maiores dificuldades nos processos de adoção está na escolha. Questões como o sexo da criança, sua raça e, principalmente sua idade ainda pesam nesta escolha, o que acaba por excluir a maioria das crianças disponíveis para adoção”, aponta a defensora.
Além da grande demanda de atendimentos, todos os assistidos para adoção efetiva aderiram ao Grupo de Apoio a Adoção da Defensoria Pública Especializada da Infância e Juventude, de Salvador. O grupo pretende acompanhar não só o desenrolar dos processos como também promover palestras bimestrais com diversos profissionais – pedagogos, psicólogos, assistentes sociais e outros, no intuito de auxiliar as famílias e os adotados no processo de convivência e adaptação. A primeira reunião do grupo já está prevista para o mês de agosto.
“Vemos que a demanda por informações é muito grande. A maioria das pessoas constrói um mito de que a adoção é muito complicada, o que não é. Com informação e acompanhamento, a adoção pode ser simplificada e mais rápida do que as pessoas imaginam”, concluiu a defensora.
Campanha – O objetivo da Ação Cidadã – Ame e Adote é garantir para as crianças e adolescentes que estão nos abrigos e casas de acolhimento, cadastrados junto ao Juizado da Infância e Adolescência para adoção, o direito à convivência familiar. Além disso, assegurar os direitos civis daqueles que são considerados “filhos de criação”, mas ainda não possuem representantes legais. A campanha, que tem como slogan “Adotar é legal, adoção é amor”, conta com o apoio de peças publicitárias como cartaz, folder, outdoor, busdoor, camisa.
Salvador – Na capital baiana, seis defensores públicos estão fazendo o atendimento da Ação Cidadã das 8h às 16h, diariamente, na Casa de Acesso a Justiça, na Rua Arquimedes Gonçalves, nº 313, Jardim Baiano. Informações podem ser obtidas pelo número 3116-6779.
Feira de Santana – A Ação Cidadã – Ame e Adote na 1ª Defensoria Pública Regional de Feira de Santana, conta com o apoio da Secretaria da Educação, através da Diretoria Regional, e da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social. O atendimento está sendo feito na sede da Defensoria Pública naquele município, localizada na rua Aloísio Resende, 223, Queimadinha. Informações pelo telefone (75) 3223-4066.

JusBrasil
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Dois pré- adolescentes de Feira de Santana já têm seus processos de adoção em andamento na Justiça. Os futuros pais aderiram à Ação Cidadã – Ame e Adote, campanha da Defensoria Pública do Estado da Bahia, que visa incentivar a adoção de crianças e adolescentes. Em uma semana após seu lançamento, mais de 210 atendimentos já foram realizados em Salvador e em Feira de Santana. Mas a demanda não pára de crescer, o que levou a Defensoria a decidir pela continuação da Ação durante todo o ano de 2009 para que mais crianças e adolescentes possam ganhar um lar e ter o carinho de uma família.
Dos 15 pedidos judiciais de adoção feitos em Feira de Santana, dois foram deferidos pelo juiz Walter Ribeiro da Costa Júnior: uma senhora sem filhos e um casal com quatro filhos irão adotar duas crianças, uma de 11 anos e outra de 12 anos, respectivamente. De acordo com a defensora pública, Sandra Falcão, idealizadora da campanha, cerca de 50 pessoas atendidas pela 1ª Defensoria Pública Regional, com sede em Feira de Santana, procuraram a instituição para obter informações sobre o processo de adoção.
Capital – Em Salvador, houve mais de 160 atendimentos, sendo que 64 ocorreram na Casa de Acesso à Justiça, localizada no Jardim Baiano, e todas as outras foram efetuadas com a colaboração de diversos parceiros, como os Conselhos Tutelares. Para a subcoordenadora da Defensoria Pública Especializada em Infância e Juventude, Maria Carmen Novaes, o trabalho foi uma grande vitória para a Infância e Juventude, já que foram feitos 35 pedidos judiciais de adoção, sendo 40% de adolescentes e 60% de crianças com mais de um ano. “São 35 crianças e jovens disponíveis para adoção em Salvador atualmente. Uma das maiores dificuldades nos processos de adoção está na escolha. Questões como o sexo da criança, sua raça e, principalmente sua idade ainda pesam nesta escolha, o que acaba por excluir a maioria das crianças disponíveis para adoção”, aponta a defensora.
Além da grande demanda de atendimentos, todos os assistidos para adoção efetiva aderiram ao Grupo de Apoio a Adoção da Defensoria Pública Especializada da Infância e Juventude, de Salvador. O grupo pretende acompanhar não só o desenrolar dos processos como também promover palestras bimestrais com diversos profissionais – pedagogos, psicólogos, assistentes sociais e outros, no intuito de auxiliar as famílias e os adotados no processo de convivência e adaptação. A primeira reunião do grupo já está prevista para o mês de agosto.
“Vemos que a demanda por informações é muito grande. A maioria das pessoas constrói um mito de que a adoção é muito complicada, o que não é. Com informação e acompanhamento, a adoção pode ser simplificada e mais rápida do que as pessoas imaginam”, concluiu a defensora.
Campanha – O objetivo da Ação Cidadã – Ame e Adote é garantir para as crianças e adolescentes que estão nos abrigos e casas de acolhimento, cadastrados junto ao Juizado da Infância e Adolescência para adoção, o direito à convivência familiar. Além disso, assegurar os direitos civis daqueles que são considerados “filhos de criação”, mas ainda não possuem representantes legais. A campanha, que tem como slogan “Adotar é legal, adoção é amor”, conta com o apoio de peças publicitárias como cartaz, folder, outdoor, busdoor, camisa.
Salvador – Na capital baiana, seis defensores públicos estão fazendo o atendimento da Ação Cidadã das 8h às 16h, diariamente, na Casa de Acesso a Justiça, na Rua Arquimedes Gonçalves, nº 313, Jardim Baiano. Informações podem ser obtidas pelo número 3116-6779.
Feira de Santana – A Ação Cidadã – Ame e Adote na 1ª Defensoria Pública Regional de Feira de Santana, conta com o apoio da Secretaria da Educação, através da Diretoria Regional, e da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social. O atendimento está sendo feito na sede da Defensoria Pública naquele município, localizada na rua Aloísio Resende, 223, Queimadinha. Informações pelo telefone (75) 3223-4066.

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Dois pré- adolescentes de Feira de Santana já têm seus processos de adoção em andamento na Justiça. Os futuros pais aderiram à Ação Cidadã – Ame e Adote, campanha da Defensoria Pública do Estado da Bahia, que visa incentivar a adoção de crianças e adolescentes. Em uma semana após seu lançamento, mais de 210 atendimentos já foram realizados em Salvador e em Feira de Santana. Mas a demanda não pára de crescer, o que levou a Defensoria a decidir pela continuação da Ação durante todo o ano de 2009 para que mais crianças e adolescentes possam ganhar um lar e ter o carinho de uma família.
Dos 15 pedidos judiciais de adoção feitos em Feira de Santana, dois foram deferidos pelo juiz Walter Ribeiro da Costa Júnior: uma senhora sem filhos e um casal com quatro filhos irão adotar duas crianças, uma de 11 anos e outra de 12 anos, respectivamente. De acordo com a defensora pública, Sandra Falcão, idealizadora da campanha, cerca de 50 pessoas atendidas pela 1ª Defensoria Pública Regional, com sede em Feira de Santana, procuraram a instituição para obter informações sobre o processo de adoção.
Capital – Em Salvador, houve mais de 160 atendimentos, sendo que 64 ocorreram na Casa de Acesso à Justiça, localizada no Jardim Baiano, e todas as outras foram efetuadas com a colaboração de diversos parceiros, como os Conselhos Tutelares. Para a subcoordenadora da Defensoria Pública Especializada em Infância e Juventude, Maria Carmen Novaes, o trabalho foi uma grande vitória para a Infância e Juventude, já que foram feitos 35 pedidos judiciais de adoção, sendo 40% de adolescentes e 60% de crianças com mais de um ano. “São 35 crianças e jovens disponíveis para adoção em Salvador atualmente. Uma das maiores dificuldades nos processos de adoção está na escolha. Questões como o sexo da criança, sua raça e, principalmente sua idade ainda pesam nesta escolha, o que acaba por excluir a maioria das crianças disponíveis para adoção”, aponta a defensora.
Além da grande demanda de atendimentos, todos os assistidos para adoção efetiva aderiram ao Grupo de Apoio a Adoção da Defensoria Pública Especializada da Infância e Juventude, de Salvador. O grupo pretende acompanhar não só o desenrolar dos processos como também promover palestras bimestrais com diversos profissionais – pedagogos, psicólogos, assistentes sociais e outros, no intuito de auxiliar as famílias e os adotados no processo de convivência e adaptação. A primeira reunião do grupo já está prevista para o mês de agosto.
“Vemos que a demanda por informações é muito grande. A maioria das pessoas constrói um mito de que a adoção é muito complicada, o que não é. Com informação e acompanhamento, a adoção pode ser simplificada e mais rápida do que as pessoas imaginam”, concluiu a defensora.
Campanha – O objetivo da Ação Cidadã – Ame e Adote é garantir para as crianças e adolescentes que estão nos abrigos e casas de acolhimento, cadastrados junto ao Juizado da Infância e Adolescência para adoção, o direito à convivência familiar. Além disso, assegurar os direitos civis daqueles que são considerados “filhos de criação”, mas ainda não possuem representantes legais. A campanha, que tem como slogan “Adotar é legal, adoção é amor”, conta com o apoio de peças publicitárias como cartaz, folder, outdoor, busdoor, camisa.
Salvador – Na capital baiana, seis defensores públicos estão fazendo o atendimento da Ação Cidadã das 8h às 16h, diariamente, na Casa de Acesso a Justiça, na Rua Arquimedes Gonçalves, nº 313, Jardim Baiano. Informações podem ser obtidas pelo número 3116-6779.
Feira de Santana – A Ação Cidadã – Ame e Adote na 1ª Defensoria Pública Regional de Feira de Santana, conta com o apoio da Secretaria da Educação, através da Diretoria Regional, e da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social. O atendimento está sendo feito na sede da Defensoria Pública naquele município, localizada na rua Aloísio Resende, 223, Queimadinha. Informações pelo telefone (75) 3223-4066.

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Um biólogo marinho lançou na Austrália um programa pioneiro para tentar salvar espécies ameaçadas de cavalos-marinhos.

O biólogo marinho David Harasti, da Universidade de Newcastle, na Austrália, criou filhotes de duas espécies não-ameaçadas em cativeiro nos últimos seis meses e soltou-os em seu habitat natural, na baía de Sydney.
A maioria das espécies de cavalos-marinhos não se adapta bem ao cativeiro, apresentando alto nível de estresse e baixo índice de reprodução. A esperança do experimento é que os filhotes sobrevivam sozinhos.
Se a experiência, realizada com animais das espécies cavalo-marinho-de-barriga, a maior espécie existente, e o cavalo-marinho-branco, der certo, o programa poderá ser usado com espécies em extinção em outros países "Estamos testando se cavalos-marinhos nascidos em cativeiro se adaptam à natureza, pois poderíamos introduzir o programa em outros países onde as populações estão diminuindo, como Filipinas, Vietnã e Indonésia (que possui o maior número de cavalos-marinhos do mundo), disse ele à BBC Brasil.

Teste
Vinte e dois filhotes foram liberados em condições de água diferentes em Sydney. Uma mais calma, e outra mais agitada, para ver em qual ambiente os cavalos-marinhos se adaptariam melhor.
"Assim, vamos observando e coletando informações valiosas desses animais", disse. Todos os filhotes, identificados por uma pequena etiqueta fluorescente, devem ser monitorados por mergulhadores a cada duas semanas.
"A principal coisa é ver se os nascidos em cativeiro sobreviverão na natureza assim que liberados", disse o biólogo, que faz o experimento com cavalos-marinhos-brancos (Hippocampus whitei).
"Como ainda sabemos muito pouco sobre os cavalos-marinhos, não podemos fornecer estatísticas de suas populações", disse ele, que cita a espécie Hippocampus colemani como a mais rara.
'Apaixonados'
Segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza, há oito espécies ameaçadas no planeta. A organização lista o cavalo-marinho-do-cabo, nativo da África do Sul, como a espécie mais ameaçada.
Para Harasti, a maior ameaça dos cavalos-marinhos é a pesca abusiva - motivada, entre outras coisas, pelo uso do animal na medicina tradicional chinesa -, além do desenvolvimento urbano e degradação dos habitats.
O cientista diz que, com o passar dos anos, a perda de habitats naturais como campos de esponjas, corais e algas, levaram algumas espécies da Austrália a habitar regiões ao redor das redes especiais de proteção contra tubarões. "Agora eles dependem delas, pois se adaptaram às mudanças humanas", disse Harasti, que acrescentou que as redes são "perfeitas" para os animais, já que fornecem proteção contra predadores. A Austrália abriga ao menos 20 das 60 espécies de cavalos-marinhos conhecidas no mundo, o que a torna o país possuidor da maior diversidade de espécies de cavalos-marinhos no mundo.
Novas espécies continuam a ser descobertas. Recentemente a menor espécie de cavalo-marinho do mundo foi encontrada próxima a costa da Indonésia. O Hippocampus denise tem apenas 16 milímetros de comprimento.
O pesquisador diz que os cavalos-marinhos são a única espécie do mundo na qual o macho dá à luz, podendo produzir cerca de cem filhotes de uma vez. Segundo o Harasti, quando a fêmea e o macho iniciam o processo de acasalamento, ficam juntos durante toda a temporada. "Recentemente descobrimos também que eles são monogamistas de longo-prazo, pois os pares continuam juntos nas temporadas seguintes de acasalmento".
BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:06  comentar

Um biólogo marinho lançou na Austrália um programa pioneiro para tentar salvar espécies ameaçadas de cavalos-marinhos.

O biólogo marinho David Harasti, da Universidade de Newcastle, na Austrália, criou filhotes de duas espécies não-ameaçadas em cativeiro nos últimos seis meses e soltou-os em seu habitat natural, na baía de Sydney.
A maioria das espécies de cavalos-marinhos não se adapta bem ao cativeiro, apresentando alto nível de estresse e baixo índice de reprodução. A esperança do experimento é que os filhotes sobrevivam sozinhos.
Se a experiência, realizada com animais das espécies cavalo-marinho-de-barriga, a maior espécie existente, e o cavalo-marinho-branco, der certo, o programa poderá ser usado com espécies em extinção em outros países "Estamos testando se cavalos-marinhos nascidos em cativeiro se adaptam à natureza, pois poderíamos introduzir o programa em outros países onde as populações estão diminuindo, como Filipinas, Vietnã e Indonésia (que possui o maior número de cavalos-marinhos do mundo), disse ele à BBC Brasil.

Teste
Vinte e dois filhotes foram liberados em condições de água diferentes em Sydney. Uma mais calma, e outra mais agitada, para ver em qual ambiente os cavalos-marinhos se adaptariam melhor.
"Assim, vamos observando e coletando informações valiosas desses animais", disse. Todos os filhotes, identificados por uma pequena etiqueta fluorescente, devem ser monitorados por mergulhadores a cada duas semanas.
"A principal coisa é ver se os nascidos em cativeiro sobreviverão na natureza assim que liberados", disse o biólogo, que faz o experimento com cavalos-marinhos-brancos (Hippocampus whitei).
"Como ainda sabemos muito pouco sobre os cavalos-marinhos, não podemos fornecer estatísticas de suas populações", disse ele, que cita a espécie Hippocampus colemani como a mais rara.
'Apaixonados'
Segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza, há oito espécies ameaçadas no planeta. A organização lista o cavalo-marinho-do-cabo, nativo da África do Sul, como a espécie mais ameaçada.
Para Harasti, a maior ameaça dos cavalos-marinhos é a pesca abusiva - motivada, entre outras coisas, pelo uso do animal na medicina tradicional chinesa -, além do desenvolvimento urbano e degradação dos habitats.
O cientista diz que, com o passar dos anos, a perda de habitats naturais como campos de esponjas, corais e algas, levaram algumas espécies da Austrália a habitar regiões ao redor das redes especiais de proteção contra tubarões. "Agora eles dependem delas, pois se adaptaram às mudanças humanas", disse Harasti, que acrescentou que as redes são "perfeitas" para os animais, já que fornecem proteção contra predadores. A Austrália abriga ao menos 20 das 60 espécies de cavalos-marinhos conhecidas no mundo, o que a torna o país possuidor da maior diversidade de espécies de cavalos-marinhos no mundo.
Novas espécies continuam a ser descobertas. Recentemente a menor espécie de cavalo-marinho do mundo foi encontrada próxima a costa da Indonésia. O Hippocampus denise tem apenas 16 milímetros de comprimento.
O pesquisador diz que os cavalos-marinhos são a única espécie do mundo na qual o macho dá à luz, podendo produzir cerca de cem filhotes de uma vez. Segundo o Harasti, quando a fêmea e o macho iniciam o processo de acasalamento, ficam juntos durante toda a temporada. "Recentemente descobrimos também que eles são monogamistas de longo-prazo, pois os pares continuam juntos nas temporadas seguintes de acasalmento".
BBC Brasil
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Um biólogo marinho lançou na Austrália um programa pioneiro para tentar salvar espécies ameaçadas de cavalos-marinhos.

O biólogo marinho David Harasti, da Universidade de Newcastle, na Austrália, criou filhotes de duas espécies não-ameaçadas em cativeiro nos últimos seis meses e soltou-os em seu habitat natural, na baía de Sydney.
A maioria das espécies de cavalos-marinhos não se adapta bem ao cativeiro, apresentando alto nível de estresse e baixo índice de reprodução. A esperança do experimento é que os filhotes sobrevivam sozinhos.
Se a experiência, realizada com animais das espécies cavalo-marinho-de-barriga, a maior espécie existente, e o cavalo-marinho-branco, der certo, o programa poderá ser usado com espécies em extinção em outros países "Estamos testando se cavalos-marinhos nascidos em cativeiro se adaptam à natureza, pois poderíamos introduzir o programa em outros países onde as populações estão diminuindo, como Filipinas, Vietnã e Indonésia (que possui o maior número de cavalos-marinhos do mundo), disse ele à BBC Brasil.

Teste
Vinte e dois filhotes foram liberados em condições de água diferentes em Sydney. Uma mais calma, e outra mais agitada, para ver em qual ambiente os cavalos-marinhos se adaptariam melhor.
"Assim, vamos observando e coletando informações valiosas desses animais", disse. Todos os filhotes, identificados por uma pequena etiqueta fluorescente, devem ser monitorados por mergulhadores a cada duas semanas.
"A principal coisa é ver se os nascidos em cativeiro sobreviverão na natureza assim que liberados", disse o biólogo, que faz o experimento com cavalos-marinhos-brancos (Hippocampus whitei).
"Como ainda sabemos muito pouco sobre os cavalos-marinhos, não podemos fornecer estatísticas de suas populações", disse ele, que cita a espécie Hippocampus colemani como a mais rara.
'Apaixonados'
Segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza, há oito espécies ameaçadas no planeta. A organização lista o cavalo-marinho-do-cabo, nativo da África do Sul, como a espécie mais ameaçada.
Para Harasti, a maior ameaça dos cavalos-marinhos é a pesca abusiva - motivada, entre outras coisas, pelo uso do animal na medicina tradicional chinesa -, além do desenvolvimento urbano e degradação dos habitats.
O cientista diz que, com o passar dos anos, a perda de habitats naturais como campos de esponjas, corais e algas, levaram algumas espécies da Austrália a habitar regiões ao redor das redes especiais de proteção contra tubarões. "Agora eles dependem delas, pois se adaptaram às mudanças humanas", disse Harasti, que acrescentou que as redes são "perfeitas" para os animais, já que fornecem proteção contra predadores. A Austrália abriga ao menos 20 das 60 espécies de cavalos-marinhos conhecidas no mundo, o que a torna o país possuidor da maior diversidade de espécies de cavalos-marinhos no mundo.
Novas espécies continuam a ser descobertas. Recentemente a menor espécie de cavalo-marinho do mundo foi encontrada próxima a costa da Indonésia. O Hippocampus denise tem apenas 16 milímetros de comprimento.
O pesquisador diz que os cavalos-marinhos são a única espécie do mundo na qual o macho dá à luz, podendo produzir cerca de cem filhotes de uma vez. Segundo o Harasti, quando a fêmea e o macho iniciam o processo de acasalamento, ficam juntos durante toda a temporada. "Recentemente descobrimos também que eles são monogamistas de longo-prazo, pois os pares continuam juntos nas temporadas seguintes de acasalmento".
BBC Brasil
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CURITIBA - A Secretaria Municipal do Ambiente de Londrina vai intensificar as ações que combatem a sujeira provocada pelos pombos. Medidas como poda de árvores, abate de algumas pombas e recuperação da mata ciliar e em reservas de proteção e serão apressadas depois da confirmação da morte de uma pessoa contaminada com o fungo criptococus, que é encontrado nas fezes de pombos.
Além da poda, Londrina deve utilizar repelentes e aparelhos que inibem a concentração de pombos.
- Vamos usar pastas repelentes em árvores ou um aparelho sonoro, inaudível ao ser humano, mas que o pombo é sensível ao barulho - disse o secretário do Ambiente, Carlos Levy.
A caracterização de uma área crítica, segundo o secretário, leva em conta a quantidade de pombos somada à grande circulação de pessoas.
Além da medida paliativa, a Sema estuda outras, como o abate de aves.
- Estamos avaliando com o Ibama se o abate pode ser feito em zona rural ou urbana. Vamos monitorar os pombos para saber se os que estão em determinadas regiões da zona rural são as mesmas que migram para a área urbana.
A secretaria deve construir ainda pelo menos três pombais para que alguns pombos durmam durante a noite.
- De noite há a maior concentração de fezes. Se o pombal não for adequado arquitetonicamente, o pombo não é atraído. Faremos ainda a castração de algumas aves para o controle animal, sanitário e de ovos = revelou.
A Secretaria de Saúde afirmou que não há meios de investigar a relação entre a morte do serralheiro Márcio Kowaleski e a superpopulação de pombos no centro de Londrina. De acordo com o secretário de Saúde Agajan Der Bedrossian, os prontuários da internação do paciente, que permaneceu 80 dias internado na Santa Casa e morreu no último sábado, indicam que houve contaminação por criptococus, fungo existente em aves, mas que é impossível descobrir o agente causador.
- Foi contaminado com criptococus, que evoluiu para meningite, mas morreu de pneumonia. Do ponto de vista da investigação do caso, é humanamente impossível saber onde ele se infectou - afirmou o secretário.
Três áreas estão sendo estudadas para receber o pombal: Bosque, Cemitério São Pedro e uma praça no centro. A recuperação da mata ciliar e de áreas de preservação permanente próximas à Londrina, como medidas a longo prazo, serão intensificadas, conforme Levy. "A recuperação da mata é essencial e nos leva à origem do problema, que é o desequilíbrio ecológico", destacou.


O Globo On Line
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CURITIBA - A Secretaria Municipal do Ambiente de Londrina vai intensificar as ações que combatem a sujeira provocada pelos pombos. Medidas como poda de árvores, abate de algumas pombas e recuperação da mata ciliar e em reservas de proteção e serão apressadas depois da confirmação da morte de uma pessoa contaminada com o fungo criptococus, que é encontrado nas fezes de pombos.
Além da poda, Londrina deve utilizar repelentes e aparelhos que inibem a concentração de pombos.
- Vamos usar pastas repelentes em árvores ou um aparelho sonoro, inaudível ao ser humano, mas que o pombo é sensível ao barulho - disse o secretário do Ambiente, Carlos Levy.
A caracterização de uma área crítica, segundo o secretário, leva em conta a quantidade de pombos somada à grande circulação de pessoas.
Além da medida paliativa, a Sema estuda outras, como o abate de aves.
- Estamos avaliando com o Ibama se o abate pode ser feito em zona rural ou urbana. Vamos monitorar os pombos para saber se os que estão em determinadas regiões da zona rural são as mesmas que migram para a área urbana.
A secretaria deve construir ainda pelo menos três pombais para que alguns pombos durmam durante a noite.
- De noite há a maior concentração de fezes. Se o pombal não for adequado arquitetonicamente, o pombo não é atraído. Faremos ainda a castração de algumas aves para o controle animal, sanitário e de ovos = revelou.
A Secretaria de Saúde afirmou que não há meios de investigar a relação entre a morte do serralheiro Márcio Kowaleski e a superpopulação de pombos no centro de Londrina. De acordo com o secretário de Saúde Agajan Der Bedrossian, os prontuários da internação do paciente, que permaneceu 80 dias internado na Santa Casa e morreu no último sábado, indicam que houve contaminação por criptococus, fungo existente em aves, mas que é impossível descobrir o agente causador.
- Foi contaminado com criptococus, que evoluiu para meningite, mas morreu de pneumonia. Do ponto de vista da investigação do caso, é humanamente impossível saber onde ele se infectou - afirmou o secretário.
Três áreas estão sendo estudadas para receber o pombal: Bosque, Cemitério São Pedro e uma praça no centro. A recuperação da mata ciliar e de áreas de preservação permanente próximas à Londrina, como medidas a longo prazo, serão intensificadas, conforme Levy. "A recuperação da mata é essencial e nos leva à origem do problema, que é o desequilíbrio ecológico", destacou.


O Globo On Line
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CURITIBA - A Secretaria Municipal do Ambiente de Londrina vai intensificar as ações que combatem a sujeira provocada pelos pombos. Medidas como poda de árvores, abate de algumas pombas e recuperação da mata ciliar e em reservas de proteção e serão apressadas depois da confirmação da morte de uma pessoa contaminada com o fungo criptococus, que é encontrado nas fezes de pombos.
Além da poda, Londrina deve utilizar repelentes e aparelhos que inibem a concentração de pombos.
- Vamos usar pastas repelentes em árvores ou um aparelho sonoro, inaudível ao ser humano, mas que o pombo é sensível ao barulho - disse o secretário do Ambiente, Carlos Levy.
A caracterização de uma área crítica, segundo o secretário, leva em conta a quantidade de pombos somada à grande circulação de pessoas.
Além da medida paliativa, a Sema estuda outras, como o abate de aves.
- Estamos avaliando com o Ibama se o abate pode ser feito em zona rural ou urbana. Vamos monitorar os pombos para saber se os que estão em determinadas regiões da zona rural são as mesmas que migram para a área urbana.
A secretaria deve construir ainda pelo menos três pombais para que alguns pombos durmam durante a noite.
- De noite há a maior concentração de fezes. Se o pombal não for adequado arquitetonicamente, o pombo não é atraído. Faremos ainda a castração de algumas aves para o controle animal, sanitário e de ovos = revelou.
A Secretaria de Saúde afirmou que não há meios de investigar a relação entre a morte do serralheiro Márcio Kowaleski e a superpopulação de pombos no centro de Londrina. De acordo com o secretário de Saúde Agajan Der Bedrossian, os prontuários da internação do paciente, que permaneceu 80 dias internado na Santa Casa e morreu no último sábado, indicam que houve contaminação por criptococus, fungo existente em aves, mas que é impossível descobrir o agente causador.
- Foi contaminado com criptococus, que evoluiu para meningite, mas morreu de pneumonia. Do ponto de vista da investigação do caso, é humanamente impossível saber onde ele se infectou - afirmou o secretário.
Três áreas estão sendo estudadas para receber o pombal: Bosque, Cemitério São Pedro e uma praça no centro. A recuperação da mata ciliar e de áreas de preservação permanente próximas à Londrina, como medidas a longo prazo, serão intensificadas, conforme Levy. "A recuperação da mata é essencial e nos leva à origem do problema, que é o desequilíbrio ecológico", destacou.


O Globo On Line
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RIO - Nesta terça-feira, 2 de junho, eu poderia escrever mais uma vez sobre violência. Sobre tráfico de drogas e de armas. Também poderia discorrer ideias ou pensamentos criticando a política de segurança do estado - ou a falta dela. Muros da discórdia. Ou falar de assassinatos e torturas. Crimes e mortes.
Falar sobre impunidade, redução de pena, progressão de regime, guerra de tribunais e tribunais de guerra. Legitimação do estado democrático de direito ou sua proclamação, ainda que tardia. Censura à imprensa por parte do governo. Censura à imprensa por parte do tráfico - ou da milícia. Relembrar casos do jornalista Tim Lopes, da equipe de reportagem do jornal "O Dia" e do bravo fotógrafo André Az, por exemplo. Ou do crescente número de mulheres grávidas vítimas da violência. Filhos que morrem dentro das mães: mães que morrem dentro dos filhos.
Também não seria novidade levantar outras questões, como o inferno que viveram agora - ou vivem - moradores de Copacabana e do Leme, na Zona Sul. Isso era coisa do subúrbio e da Zona Norte, claro, fora a Rocinha. Poderia reverenciar os últimos feitos em comunidades como Batan, Cidade de Deus, Santa Marta, Chapéu-Mangueira. Vila Cruzeiro?
Não, não vou tocar nesse assunto. Nem deveria, porque estamos cansados da violência, vivemos em eterno estado de ressaca moral, ou melhor, ressaca social. São comerciantes, empresários, policiais, taxistas, jornaleiros, jornalistas, fotógrafos: trabalhadores. São chefes de família. Nem todos são pais, mas todos são filhos. A violência não escolhe profissão nem cartáter. A violência, sim, é indiscutivelmente democrática.
Mas não. Hoje quero falar do meu pai. Não do jornalista Tim Lopes. Mas do pai Tim Lopes. Alguém mais sente essa falta? Não. Ninguém. A saudade é imensa e, há sete anos, todo mês de junho é assim. A temperatura é mais amena, mas o frio é sempre maior. O silêncio do outono fala mais alto. Lembro da minha infância, correndo pela redação do Jornal do Brasil, de O Dia. Dos almoços de domingo, dos jogos do Vasco no Maracanã, ainda quando começavam às cinco da tarde. "Olha, vai de calça, senão não dá pra entrar na tribuna de honra do Maraca" ou "aquele ali é Touguinhó, puta jornalista" ou ainda "Ih, o Aydano tá ali... Foge, foge, porque ele é flamenguista". O convite "Quer entrar em campo? Niltinho (fotógrafo) vai te colocar na boa, cola com ele, vai, vai" e a ideia sugestiva: "Vamos de ônibus, porque se formos de táxi, não vai rolar grana pro lanche no intervalo do jogo". E íamos, pai e filho, em direção ao Maracanã, eu de boné e calça num calor de fevereiro: "Se você vai de boné, mermão, não pode sentar na janela. Vai dar mole? Nego do lado de fora leva logo na mão grande. Fica esperto" - advertia ele, temendo pela minha falta de malandragem, coisa de quem foi criado nesse feudo social chamado Zona Sul.
Lembro dos almoços em botequins, cafés da manhã em padarias, da praia no Posto 8, da festa junina da Mangueira, do sítio de Saracuruna, do pôr do sol no Arpoador, dos passeios pelo calçadão, das viagens, da mesada, das matérias que vi nascer em mesas de bar - e depois estampadas na primeira página dos jornais. Outras que abriam o Jornal Nacional, ou ainda, as reportagens "do boa noite do JN. Vê lá, filhote, creditozinho do teu pai". E eu via, porque não sabia ainda que vaidade e orgulho eram coisas diferentes.
O jornalista Tim Lopes era o meu pai? Não. O meu pai era o jornalista Tim Lopes. Como filho e também jornalista, não é fácil separar uma coisa da outra. Não que devamos desvencilhá-los, mas acho que sinto mais falta de um do que de outro. Não convivi com o jornalista Tim Lopes nas redações. Ouço as histórias, imagino os detalhes, como teria sido, como ele teria reagido em determinada situação, como conseguiu aquela entrevista. É como se percorresse um caminho de volta ao passado, sem nunca tê-lo vivido, mas que é trilhado pela saudade dos amigos e pela memória das matérias. Ler reportagens antigas, ou ainda ouvir "você é filho do Tim? Ô rapaz, teu pai certa vez...", me fazem ficar mais perto dele, do jornalista. Nunca vou saber como seria, mas posso ter uma ideia de como foi. Mas não em relação ao pai. Essa é a saudade que dilacera o homem.
Todo dia o meu pai morre, porque acordo com ele vivo. Ouço suas palavras, me divirto com suas gargalhadas, me assusto com suas broncas em voz baixa, suas risadas desordenadas, seu olhar de criança. Mas no final do dia, acabo lembrando que ele não está mais aqui. Que não volta mais. Que nunca mais meu pai vai me dar um pito ou um abraço apertado, ou vai dizer: "meu filho, que orgulho! você agora é jornalista". O que dá coragem de seguir em frente, é que todo dia meu pai, depois de morrer nasce mais forte, dentro de mim. E começo a entender: nunca me deixou. Sinto sua presença mesmo sem saber quando, nem onde. Não saber, mas sentir.
O amor de pai e filho não cabe em palavras nem lágrimas. Elas são apenas afluentes da saudade. O amor de filho aumenta a cada dia. E todo mês de junho, entre o dia de morte de meu pai e o dia do meu nascimento, separados por dez dias, me sinto mais próximo dele. Não porque vou ficando mais velho, mas porque vou me tornando mais homem, açoitado pela crueldade da morte, mas fortalecido pelo sofrimento da vida.
A primeira vez que andei sozinho na rua devia ter uns sete anos. Desci do antigo apartamento de meu pai, na Rua Jangadeiros, e fui à lanchonete da esquina comprar caldo de cana e pastel de queijo. Tudo era aventura: até apertar o botão do elevador. Atravessei a rua, estiquei a mão com o dinheiro e fiz o pedido. Lembro que comi em pé, só, olhando do balcão para a janela onde meu pai me fitava cuidadoso, mas desviava o olhar de quando em quando, para que eu tivesse a ligeira sensação de que estava sozinho no mundo. Aí, quando o flagrava me olhando de volta, ele acenava discretamente, esticando o polegar da mão direita e arriscava um assovio malandro, que só eu reconheceria. Ele sorria, sei porque enxergava seus dentes de longe. Talvez porque estivesse sorrindo com o coração. Estávamos felizes. E depois de limpar a boca com as costas da mão, me dirigi de volta para casa, cheio de pose, aos sete anos, pensando: a rua é um palco onde tudo pode acontecer. Mal sabia eu que já era jornalista naquele tempo.
Hoje sinto que estou andando pela primeira vez não na rua, mas na vida. E meu pai me olha de outro lugar e não da janela do apartamento. Ainda ouço o assovio malandro, lembrando feliz daquele tempo. Esse Tim Lopes não morreu.
E toda vez que volto pra casa, fecho os olhos, e consigo vê-lo esticando o polegar, sorriso malandro, olhar de soslaio e penso: o coração é um palco onde tudo pode acontecer.

Este artigo foi escrito por um leitor do Globo.


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RIO - Nesta terça-feira, 2 de junho, eu poderia escrever mais uma vez sobre violência. Sobre tráfico de drogas e de armas. Também poderia discorrer ideias ou pensamentos criticando a política de segurança do estado - ou a falta dela. Muros da discórdia. Ou falar de assassinatos e torturas. Crimes e mortes.
Falar sobre impunidade, redução de pena, progressão de regime, guerra de tribunais e tribunais de guerra. Legitimação do estado democrático de direito ou sua proclamação, ainda que tardia. Censura à imprensa por parte do governo. Censura à imprensa por parte do tráfico - ou da milícia. Relembrar casos do jornalista Tim Lopes, da equipe de reportagem do jornal "O Dia" e do bravo fotógrafo André Az, por exemplo. Ou do crescente número de mulheres grávidas vítimas da violência. Filhos que morrem dentro das mães: mães que morrem dentro dos filhos.
Também não seria novidade levantar outras questões, como o inferno que viveram agora - ou vivem - moradores de Copacabana e do Leme, na Zona Sul. Isso era coisa do subúrbio e da Zona Norte, claro, fora a Rocinha. Poderia reverenciar os últimos feitos em comunidades como Batan, Cidade de Deus, Santa Marta, Chapéu-Mangueira. Vila Cruzeiro?
Não, não vou tocar nesse assunto. Nem deveria, porque estamos cansados da violência, vivemos em eterno estado de ressaca moral, ou melhor, ressaca social. São comerciantes, empresários, policiais, taxistas, jornaleiros, jornalistas, fotógrafos: trabalhadores. São chefes de família. Nem todos são pais, mas todos são filhos. A violência não escolhe profissão nem cartáter. A violência, sim, é indiscutivelmente democrática.
Mas não. Hoje quero falar do meu pai. Não do jornalista Tim Lopes. Mas do pai Tim Lopes. Alguém mais sente essa falta? Não. Ninguém. A saudade é imensa e, há sete anos, todo mês de junho é assim. A temperatura é mais amena, mas o frio é sempre maior. O silêncio do outono fala mais alto. Lembro da minha infância, correndo pela redação do Jornal do Brasil, de O Dia. Dos almoços de domingo, dos jogos do Vasco no Maracanã, ainda quando começavam às cinco da tarde. "Olha, vai de calça, senão não dá pra entrar na tribuna de honra do Maraca" ou "aquele ali é Touguinhó, puta jornalista" ou ainda "Ih, o Aydano tá ali... Foge, foge, porque ele é flamenguista". O convite "Quer entrar em campo? Niltinho (fotógrafo) vai te colocar na boa, cola com ele, vai, vai" e a ideia sugestiva: "Vamos de ônibus, porque se formos de táxi, não vai rolar grana pro lanche no intervalo do jogo". E íamos, pai e filho, em direção ao Maracanã, eu de boné e calça num calor de fevereiro: "Se você vai de boné, mermão, não pode sentar na janela. Vai dar mole? Nego do lado de fora leva logo na mão grande. Fica esperto" - advertia ele, temendo pela minha falta de malandragem, coisa de quem foi criado nesse feudo social chamado Zona Sul.
Lembro dos almoços em botequins, cafés da manhã em padarias, da praia no Posto 8, da festa junina da Mangueira, do sítio de Saracuruna, do pôr do sol no Arpoador, dos passeios pelo calçadão, das viagens, da mesada, das matérias que vi nascer em mesas de bar - e depois estampadas na primeira página dos jornais. Outras que abriam o Jornal Nacional, ou ainda, as reportagens "do boa noite do JN. Vê lá, filhote, creditozinho do teu pai". E eu via, porque não sabia ainda que vaidade e orgulho eram coisas diferentes.
O jornalista Tim Lopes era o meu pai? Não. O meu pai era o jornalista Tim Lopes. Como filho e também jornalista, não é fácil separar uma coisa da outra. Não que devamos desvencilhá-los, mas acho que sinto mais falta de um do que de outro. Não convivi com o jornalista Tim Lopes nas redações. Ouço as histórias, imagino os detalhes, como teria sido, como ele teria reagido em determinada situação, como conseguiu aquela entrevista. É como se percorresse um caminho de volta ao passado, sem nunca tê-lo vivido, mas que é trilhado pela saudade dos amigos e pela memória das matérias. Ler reportagens antigas, ou ainda ouvir "você é filho do Tim? Ô rapaz, teu pai certa vez...", me fazem ficar mais perto dele, do jornalista. Nunca vou saber como seria, mas posso ter uma ideia de como foi. Mas não em relação ao pai. Essa é a saudade que dilacera o homem.
Todo dia o meu pai morre, porque acordo com ele vivo. Ouço suas palavras, me divirto com suas gargalhadas, me assusto com suas broncas em voz baixa, suas risadas desordenadas, seu olhar de criança. Mas no final do dia, acabo lembrando que ele não está mais aqui. Que não volta mais. Que nunca mais meu pai vai me dar um pito ou um abraço apertado, ou vai dizer: "meu filho, que orgulho! você agora é jornalista". O que dá coragem de seguir em frente, é que todo dia meu pai, depois de morrer nasce mais forte, dentro de mim. E começo a entender: nunca me deixou. Sinto sua presença mesmo sem saber quando, nem onde. Não saber, mas sentir.
O amor de pai e filho não cabe em palavras nem lágrimas. Elas são apenas afluentes da saudade. O amor de filho aumenta a cada dia. E todo mês de junho, entre o dia de morte de meu pai e o dia do meu nascimento, separados por dez dias, me sinto mais próximo dele. Não porque vou ficando mais velho, mas porque vou me tornando mais homem, açoitado pela crueldade da morte, mas fortalecido pelo sofrimento da vida.
A primeira vez que andei sozinho na rua devia ter uns sete anos. Desci do antigo apartamento de meu pai, na Rua Jangadeiros, e fui à lanchonete da esquina comprar caldo de cana e pastel de queijo. Tudo era aventura: até apertar o botão do elevador. Atravessei a rua, estiquei a mão com o dinheiro e fiz o pedido. Lembro que comi em pé, só, olhando do balcão para a janela onde meu pai me fitava cuidadoso, mas desviava o olhar de quando em quando, para que eu tivesse a ligeira sensação de que estava sozinho no mundo. Aí, quando o flagrava me olhando de volta, ele acenava discretamente, esticando o polegar da mão direita e arriscava um assovio malandro, que só eu reconheceria. Ele sorria, sei porque enxergava seus dentes de longe. Talvez porque estivesse sorrindo com o coração. Estávamos felizes. E depois de limpar a boca com as costas da mão, me dirigi de volta para casa, cheio de pose, aos sete anos, pensando: a rua é um palco onde tudo pode acontecer. Mal sabia eu que já era jornalista naquele tempo.
Hoje sinto que estou andando pela primeira vez não na rua, mas na vida. E meu pai me olha de outro lugar e não da janela do apartamento. Ainda ouço o assovio malandro, lembrando feliz daquele tempo. Esse Tim Lopes não morreu.
E toda vez que volto pra casa, fecho os olhos, e consigo vê-lo esticando o polegar, sorriso malandro, olhar de soslaio e penso: o coração é um palco onde tudo pode acontecer.

Este artigo foi escrito por um leitor do Globo.


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RIO - Nesta terça-feira, 2 de junho, eu poderia escrever mais uma vez sobre violência. Sobre tráfico de drogas e de armas. Também poderia discorrer ideias ou pensamentos criticando a política de segurança do estado - ou a falta dela. Muros da discórdia. Ou falar de assassinatos e torturas. Crimes e mortes.
Falar sobre impunidade, redução de pena, progressão de regime, guerra de tribunais e tribunais de guerra. Legitimação do estado democrático de direito ou sua proclamação, ainda que tardia. Censura à imprensa por parte do governo. Censura à imprensa por parte do tráfico - ou da milícia. Relembrar casos do jornalista Tim Lopes, da equipe de reportagem do jornal "O Dia" e do bravo fotógrafo André Az, por exemplo. Ou do crescente número de mulheres grávidas vítimas da violência. Filhos que morrem dentro das mães: mães que morrem dentro dos filhos.
Também não seria novidade levantar outras questões, como o inferno que viveram agora - ou vivem - moradores de Copacabana e do Leme, na Zona Sul. Isso era coisa do subúrbio e da Zona Norte, claro, fora a Rocinha. Poderia reverenciar os últimos feitos em comunidades como Batan, Cidade de Deus, Santa Marta, Chapéu-Mangueira. Vila Cruzeiro?
Não, não vou tocar nesse assunto. Nem deveria, porque estamos cansados da violência, vivemos em eterno estado de ressaca moral, ou melhor, ressaca social. São comerciantes, empresários, policiais, taxistas, jornaleiros, jornalistas, fotógrafos: trabalhadores. São chefes de família. Nem todos são pais, mas todos são filhos. A violência não escolhe profissão nem cartáter. A violência, sim, é indiscutivelmente democrática.
Mas não. Hoje quero falar do meu pai. Não do jornalista Tim Lopes. Mas do pai Tim Lopes. Alguém mais sente essa falta? Não. Ninguém. A saudade é imensa e, há sete anos, todo mês de junho é assim. A temperatura é mais amena, mas o frio é sempre maior. O silêncio do outono fala mais alto. Lembro da minha infância, correndo pela redação do Jornal do Brasil, de O Dia. Dos almoços de domingo, dos jogos do Vasco no Maracanã, ainda quando começavam às cinco da tarde. "Olha, vai de calça, senão não dá pra entrar na tribuna de honra do Maraca" ou "aquele ali é Touguinhó, puta jornalista" ou ainda "Ih, o Aydano tá ali... Foge, foge, porque ele é flamenguista". O convite "Quer entrar em campo? Niltinho (fotógrafo) vai te colocar na boa, cola com ele, vai, vai" e a ideia sugestiva: "Vamos de ônibus, porque se formos de táxi, não vai rolar grana pro lanche no intervalo do jogo". E íamos, pai e filho, em direção ao Maracanã, eu de boné e calça num calor de fevereiro: "Se você vai de boné, mermão, não pode sentar na janela. Vai dar mole? Nego do lado de fora leva logo na mão grande. Fica esperto" - advertia ele, temendo pela minha falta de malandragem, coisa de quem foi criado nesse feudo social chamado Zona Sul.
Lembro dos almoços em botequins, cafés da manhã em padarias, da praia no Posto 8, da festa junina da Mangueira, do sítio de Saracuruna, do pôr do sol no Arpoador, dos passeios pelo calçadão, das viagens, da mesada, das matérias que vi nascer em mesas de bar - e depois estampadas na primeira página dos jornais. Outras que abriam o Jornal Nacional, ou ainda, as reportagens "do boa noite do JN. Vê lá, filhote, creditozinho do teu pai". E eu via, porque não sabia ainda que vaidade e orgulho eram coisas diferentes.
O jornalista Tim Lopes era o meu pai? Não. O meu pai era o jornalista Tim Lopes. Como filho e também jornalista, não é fácil separar uma coisa da outra. Não que devamos desvencilhá-los, mas acho que sinto mais falta de um do que de outro. Não convivi com o jornalista Tim Lopes nas redações. Ouço as histórias, imagino os detalhes, como teria sido, como ele teria reagido em determinada situação, como conseguiu aquela entrevista. É como se percorresse um caminho de volta ao passado, sem nunca tê-lo vivido, mas que é trilhado pela saudade dos amigos e pela memória das matérias. Ler reportagens antigas, ou ainda ouvir "você é filho do Tim? Ô rapaz, teu pai certa vez...", me fazem ficar mais perto dele, do jornalista. Nunca vou saber como seria, mas posso ter uma ideia de como foi. Mas não em relação ao pai. Essa é a saudade que dilacera o homem.
Todo dia o meu pai morre, porque acordo com ele vivo. Ouço suas palavras, me divirto com suas gargalhadas, me assusto com suas broncas em voz baixa, suas risadas desordenadas, seu olhar de criança. Mas no final do dia, acabo lembrando que ele não está mais aqui. Que não volta mais. Que nunca mais meu pai vai me dar um pito ou um abraço apertado, ou vai dizer: "meu filho, que orgulho! você agora é jornalista". O que dá coragem de seguir em frente, é que todo dia meu pai, depois de morrer nasce mais forte, dentro de mim. E começo a entender: nunca me deixou. Sinto sua presença mesmo sem saber quando, nem onde. Não saber, mas sentir.
O amor de pai e filho não cabe em palavras nem lágrimas. Elas são apenas afluentes da saudade. O amor de filho aumenta a cada dia. E todo mês de junho, entre o dia de morte de meu pai e o dia do meu nascimento, separados por dez dias, me sinto mais próximo dele. Não porque vou ficando mais velho, mas porque vou me tornando mais homem, açoitado pela crueldade da morte, mas fortalecido pelo sofrimento da vida.
A primeira vez que andei sozinho na rua devia ter uns sete anos. Desci do antigo apartamento de meu pai, na Rua Jangadeiros, e fui à lanchonete da esquina comprar caldo de cana e pastel de queijo. Tudo era aventura: até apertar o botão do elevador. Atravessei a rua, estiquei a mão com o dinheiro e fiz o pedido. Lembro que comi em pé, só, olhando do balcão para a janela onde meu pai me fitava cuidadoso, mas desviava o olhar de quando em quando, para que eu tivesse a ligeira sensação de que estava sozinho no mundo. Aí, quando o flagrava me olhando de volta, ele acenava discretamente, esticando o polegar da mão direita e arriscava um assovio malandro, que só eu reconheceria. Ele sorria, sei porque enxergava seus dentes de longe. Talvez porque estivesse sorrindo com o coração. Estávamos felizes. E depois de limpar a boca com as costas da mão, me dirigi de volta para casa, cheio de pose, aos sete anos, pensando: a rua é um palco onde tudo pode acontecer. Mal sabia eu que já era jornalista naquele tempo.
Hoje sinto que estou andando pela primeira vez não na rua, mas na vida. E meu pai me olha de outro lugar e não da janela do apartamento. Ainda ouço o assovio malandro, lembrando feliz daquele tempo. Esse Tim Lopes não morreu.
E toda vez que volto pra casa, fecho os olhos, e consigo vê-lo esticando o polegar, sorriso malandro, olhar de soslaio e penso: o coração é um palco onde tudo pode acontecer.

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Por mais de uma dezena de vezes, todos aqueles que trabalharam um dia na vida em uma área socialmente sensível, como é a infância e juventude, receberam grupos organizados de pessoas, pedindo que o juiz impusesse um horário em que todos os adolescentes voltassem para suas casas. Eu mesmo, quando trabalhava na área, recebia frequentemente esses grupos... As razões são as de sempre e a motivação, idem: proteger as crianças e adolescentes dos perigos noturnos..., que, por razões desconhecidas se iniciariam exatamente após as onze, doze, dez badaladas noturnas, dependendo do maior ou menor grau de fundamentalismo desses grupos, que atiravam também contra a permissividade das novelas, contra o sanguinário telejornal, contra a revista e sua linda mulher semi-nua na capa, contra a escola, que permite o namoro no pátio, contra a campanha pelo uso de peservativos, que leva os jovens à permissividade sexual, contra o funcionamento de moteis, verdadeiras casas de licensiodade sexual, contra a permissão de uso de brincos por meninos até catorze (ou quinze, ou dezesseis... )...Na verdade, todos nós esperamos por souções mágicas e externas aos nossos domínios e ao nosso controle. É um bálsamo que alguém de longe e com força do Estado nos substitua nas relações domésticas infernizantes, como essas pequenas coisas que nos tiram o sono; me lembro do anúncio de um celular com GPS, feito e posto à venda para que pudéssemos seguir os passos de nossos filhos e filhas, via satélite. À falta do diálogo, um édito do rei, determinando o regresso de todos para casa... Pronto, resolvida a questão com uma simplicidade desconcertante, sem que nenhum de nós, pais e/ou mães precisássemos nos envolver pessoalmente na vida cotidiana de nossos filhos. Seria fantástico que nessa portaria restauradora da moral e dos bons costumes, também constasse a obrigação de comer verduras, evitar gordura trans, fazer atividade esportiva, decorar a tabela periódica, comer beterraba e gostar, escovar os dentes após as refeições, arrumar a cama, guardar roupas e tênis e passear com o cachorro (claro, catando o cocô na rua...).Num parágrafo, inciso, sei lá, deveria constar também que os adultos não pudessem beber demasiadamente, não pudessem espancar seus filhos, esposas, maridos, irmãos, não usassem drogas, nao usassem anfetaminas, não dirigissem feito loucos porque estão atrasados para compromisso algum, que não fossem espertos diante do policial de trãnsito, que não furassem fila na padaria, no banco, no estádio, que não se impusessem a pessoas humildes como autoridades constiutídas da república monarquista em que vivemos, que não abusassem sexualmente de meninas e meninos, postos sob proteção, que não corrompessem e que não se corrompesses, exibindo orgulhosos o carro do ano, obtido como propina de um filho da puta qualquer...Sempre é reconfortante colocar-se a culpa no mais fraco e é delicioso quando esse mais fraco é aquele que paradoxalmente mais nos desafia, mais nos questiona. Esse um, o filho. Essa uma, a filha.Um portaria para calar e recolher esses demônios. É tudo o que precisamos.

Por Tardelli - postado por Otto de Quadros na Comunidade e Aprendizagem para Conselheiros Tutelares
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Por mais de uma dezena de vezes, todos aqueles que trabalharam um dia na vida em uma área socialmente sensível, como é a infância e juventude, receberam grupos organizados de pessoas, pedindo que o juiz impusesse um horário em que todos os adolescentes voltassem para suas casas. Eu mesmo, quando trabalhava na área, recebia frequentemente esses grupos... As razões são as de sempre e a motivação, idem: proteger as crianças e adolescentes dos perigos noturnos..., que, por razões desconhecidas se iniciariam exatamente após as onze, doze, dez badaladas noturnas, dependendo do maior ou menor grau de fundamentalismo desses grupos, que atiravam também contra a permissividade das novelas, contra o sanguinário telejornal, contra a revista e sua linda mulher semi-nua na capa, contra a escola, que permite o namoro no pátio, contra a campanha pelo uso de peservativos, que leva os jovens à permissividade sexual, contra o funcionamento de moteis, verdadeiras casas de licensiodade sexual, contra a permissão de uso de brincos por meninos até catorze (ou quinze, ou dezesseis... )...Na verdade, todos nós esperamos por souções mágicas e externas aos nossos domínios e ao nosso controle. É um bálsamo que alguém de longe e com força do Estado nos substitua nas relações domésticas infernizantes, como essas pequenas coisas que nos tiram o sono; me lembro do anúncio de um celular com GPS, feito e posto à venda para que pudéssemos seguir os passos de nossos filhos e filhas, via satélite. À falta do diálogo, um édito do rei, determinando o regresso de todos para casa... Pronto, resolvida a questão com uma simplicidade desconcertante, sem que nenhum de nós, pais e/ou mães precisássemos nos envolver pessoalmente na vida cotidiana de nossos filhos. Seria fantástico que nessa portaria restauradora da moral e dos bons costumes, também constasse a obrigação de comer verduras, evitar gordura trans, fazer atividade esportiva, decorar a tabela periódica, comer beterraba e gostar, escovar os dentes após as refeições, arrumar a cama, guardar roupas e tênis e passear com o cachorro (claro, catando o cocô na rua...).Num parágrafo, inciso, sei lá, deveria constar também que os adultos não pudessem beber demasiadamente, não pudessem espancar seus filhos, esposas, maridos, irmãos, não usassem drogas, nao usassem anfetaminas, não dirigissem feito loucos porque estão atrasados para compromisso algum, que não fossem espertos diante do policial de trãnsito, que não furassem fila na padaria, no banco, no estádio, que não se impusessem a pessoas humildes como autoridades constiutídas da república monarquista em que vivemos, que não abusassem sexualmente de meninas e meninos, postos sob proteção, que não corrompessem e que não se corrompesses, exibindo orgulhosos o carro do ano, obtido como propina de um filho da puta qualquer...Sempre é reconfortante colocar-se a culpa no mais fraco e é delicioso quando esse mais fraco é aquele que paradoxalmente mais nos desafia, mais nos questiona. Esse um, o filho. Essa uma, a filha.Um portaria para calar e recolher esses demônios. É tudo o que precisamos.

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Por mais de uma dezena de vezes, todos aqueles que trabalharam um dia na vida em uma área socialmente sensível, como é a infância e juventude, receberam grupos organizados de pessoas, pedindo que o juiz impusesse um horário em que todos os adolescentes voltassem para suas casas. Eu mesmo, quando trabalhava na área, recebia frequentemente esses grupos... As razões são as de sempre e a motivação, idem: proteger as crianças e adolescentes dos perigos noturnos..., que, por razões desconhecidas se iniciariam exatamente após as onze, doze, dez badaladas noturnas, dependendo do maior ou menor grau de fundamentalismo desses grupos, que atiravam também contra a permissividade das novelas, contra o sanguinário telejornal, contra a revista e sua linda mulher semi-nua na capa, contra a escola, que permite o namoro no pátio, contra a campanha pelo uso de peservativos, que leva os jovens à permissividade sexual, contra o funcionamento de moteis, verdadeiras casas de licensiodade sexual, contra a permissão de uso de brincos por meninos até catorze (ou quinze, ou dezesseis... )...Na verdade, todos nós esperamos por souções mágicas e externas aos nossos domínios e ao nosso controle. É um bálsamo que alguém de longe e com força do Estado nos substitua nas relações domésticas infernizantes, como essas pequenas coisas que nos tiram o sono; me lembro do anúncio de um celular com GPS, feito e posto à venda para que pudéssemos seguir os passos de nossos filhos e filhas, via satélite. À falta do diálogo, um édito do rei, determinando o regresso de todos para casa... Pronto, resolvida a questão com uma simplicidade desconcertante, sem que nenhum de nós, pais e/ou mães precisássemos nos envolver pessoalmente na vida cotidiana de nossos filhos. Seria fantástico que nessa portaria restauradora da moral e dos bons costumes, também constasse a obrigação de comer verduras, evitar gordura trans, fazer atividade esportiva, decorar a tabela periódica, comer beterraba e gostar, escovar os dentes após as refeições, arrumar a cama, guardar roupas e tênis e passear com o cachorro (claro, catando o cocô na rua...).Num parágrafo, inciso, sei lá, deveria constar também que os adultos não pudessem beber demasiadamente, não pudessem espancar seus filhos, esposas, maridos, irmãos, não usassem drogas, nao usassem anfetaminas, não dirigissem feito loucos porque estão atrasados para compromisso algum, que não fossem espertos diante do policial de trãnsito, que não furassem fila na padaria, no banco, no estádio, que não se impusessem a pessoas humildes como autoridades constiutídas da república monarquista em que vivemos, que não abusassem sexualmente de meninas e meninos, postos sob proteção, que não corrompessem e que não se corrompesses, exibindo orgulhosos o carro do ano, obtido como propina de um filho da puta qualquer...Sempre é reconfortante colocar-se a culpa no mais fraco e é delicioso quando esse mais fraco é aquele que paradoxalmente mais nos desafia, mais nos questiona. Esse um, o filho. Essa uma, a filha.Um portaria para calar e recolher esses demônios. É tudo o que precisamos.

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FAB anuncia que achou destroços de avião na rota do voo 447
Foram vistos uma poltrona do avião, pequenos pedaços brancos, uma boia laranja e vestígios de óleo no local


SÃO PAULO - A Aeronáutica confirmou nesta terça-feira, 2, que encontrou destroços de um avião a 650 quilômetros a nordeste de Fernando de Noronha na rota do voo 447. Os vestígios podem ser do Airbus da Air France. "Foram avistados materiais em pontos distantes a cerca de 60 quilômetros um do outro: uma poltrona do avião, pequenos pedaços brancos, uma boia laranja e vestígios de óleo e querosene", afirmou o coronel da Aeronáutica Jorge Amaral, da Força Aérea Brasileira (FAB).
Amaral informou que às 22h35 da última segunda a FAB fez varreduras com uso de radar em área sobre o Oceano Atlântico, a 1.200 quilômetros de Natal, onde teriam sido vistos pontos luminosos, segundo a tripulação de um avião da TAM. Retornos de radar, a partir dessas buscas, teriam detectado materiais metálicos e não metálicos flutuando na região, que seriam destroços de um avião.

Fonte: Estadão

Em depoimento ao JB, parentes das vítimas relatam seus dramas

RIO DE JANEIRO - Enquanto a lista dos passageiros que estavam no vôo AF 447 da Air France - que deixou o Rio às 19h de domingo e desapareceu na costa do nordeste do país - não sai, parentes e amigos de pessoas que iriam para a França estão em alerta. Os familiares das vítimas estão em uma sala reservada pela Air France e saem escoltados pela polícia em direção ao microonibus, evitando contato com a imprensa. Em depoimento ao JB, alguns parentes comentaram o acontecimento.
O filho do maestro Silvio Barbato, regente por vários anos do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, informou que não recebeu notícias de que o pai teria chegado ao país. É praticamente confirmado que o maestro estava entre os passageiros. Um músico brasileiro que estuda em Paris receberia Barbato no aeroporto mas não teve notícias do regente.
No aeroporto Galeão, o primo de um dos comissários de bordo que estava no avião da Air France, chegou ao centro de atendimento da Infraero e disse que o nome do comissário é Lucas Gagliano, de 23 anos. O rapaz morava em Paris e tinha vindo ao Brasil para o aniversário do pai.
O primo, que preferiu não se identificar, chegou ao aeroporto após receber um telefonema da Air France, informando o desaparecimento do avião. A família do comissário já está no aeroporto.
- Ele era um rapaz muito estudioso, é uma tragédia – afirma, abalado, o primo do comissário.
Entre os prováveis mortos do vôo da Air France está um membro da Família Imperial Brasileira: Dom Pedro Luiz de Orleans e Bragança, 26 anos, filho da princesa dona Cristine Ligne e do príncipe dom Antonio de Orleans e Bragança. Dom Pedro Luiz era herdeiro presuntivo do trono brasileiro, terceiro na linha de sucessão e trabalhava num banco em Luxemburgo. Ele morava no Luxemburgo onde trabalhava e era primo do Grão Duque. A prima, princesa Alix de Ligne, que estaria no mesmo voo, acabou embarcando em outro. Pedro Luiz estava de férias no Brasil.
Também no aeroporto Galeão, o filho de um passageiro que estava no voo da Air France disse que consegue mais informações sobre o desaparecimento do avião pela imprensa do que pela companhia e pela Infraero. Bastante emocionado,ele não quis se identificar.
A fabricante de pneus Michelin confirmou há pouco que três funcionários estavam no voo AF447. O presidente da empresa na América do Sul, Luis Roberto Anastácio, o diretor Antonio Gueiros e uma funcionária da sede da Michelin na França, chamada Christine Pieraerts, seguiam no avião, que decolou no Rio de Janeiro com destino a Paris.
A Michelin informou que as famílias dos funcionários já foram informados do incidente e que está fazendo de tudo para ajudar os parentes dos empregados.
As informações são dos repórteres Carlos Braga, Monique Cardoso e a colunista Hildegard Angel. Com informações da Agência Brasil.
Fonte: JB Online
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FAB anuncia que achou destroços de avião na rota do voo 447
Foram vistos uma poltrona do avião, pequenos pedaços brancos, uma boia laranja e vestígios de óleo no local


SÃO PAULO - A Aeronáutica confirmou nesta terça-feira, 2, que encontrou destroços de um avião a 650 quilômetros a nordeste de Fernando de Noronha na rota do voo 447. Os vestígios podem ser do Airbus da Air France. "Foram avistados materiais em pontos distantes a cerca de 60 quilômetros um do outro: uma poltrona do avião, pequenos pedaços brancos, uma boia laranja e vestígios de óleo e querosene", afirmou o coronel da Aeronáutica Jorge Amaral, da Força Aérea Brasileira (FAB).
Amaral informou que às 22h35 da última segunda a FAB fez varreduras com uso de radar em área sobre o Oceano Atlântico, a 1.200 quilômetros de Natal, onde teriam sido vistos pontos luminosos, segundo a tripulação de um avião da TAM. Retornos de radar, a partir dessas buscas, teriam detectado materiais metálicos e não metálicos flutuando na região, que seriam destroços de um avião.

Fonte: Estadão

Em depoimento ao JB, parentes das vítimas relatam seus dramas

RIO DE JANEIRO - Enquanto a lista dos passageiros que estavam no vôo AF 447 da Air France - que deixou o Rio às 19h de domingo e desapareceu na costa do nordeste do país - não sai, parentes e amigos de pessoas que iriam para a França estão em alerta. Os familiares das vítimas estão em uma sala reservada pela Air France e saem escoltados pela polícia em direção ao microonibus, evitando contato com a imprensa. Em depoimento ao JB, alguns parentes comentaram o acontecimento.
O filho do maestro Silvio Barbato, regente por vários anos do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, informou que não recebeu notícias de que o pai teria chegado ao país. É praticamente confirmado que o maestro estava entre os passageiros. Um músico brasileiro que estuda em Paris receberia Barbato no aeroporto mas não teve notícias do regente.
No aeroporto Galeão, o primo de um dos comissários de bordo que estava no avião da Air France, chegou ao centro de atendimento da Infraero e disse que o nome do comissário é Lucas Gagliano, de 23 anos. O rapaz morava em Paris e tinha vindo ao Brasil para o aniversário do pai.
O primo, que preferiu não se identificar, chegou ao aeroporto após receber um telefonema da Air France, informando o desaparecimento do avião. A família do comissário já está no aeroporto.
- Ele era um rapaz muito estudioso, é uma tragédia – afirma, abalado, o primo do comissário.
Entre os prováveis mortos do vôo da Air France está um membro da Família Imperial Brasileira: Dom Pedro Luiz de Orleans e Bragança, 26 anos, filho da princesa dona Cristine Ligne e do príncipe dom Antonio de Orleans e Bragança. Dom Pedro Luiz era herdeiro presuntivo do trono brasileiro, terceiro na linha de sucessão e trabalhava num banco em Luxemburgo. Ele morava no Luxemburgo onde trabalhava e era primo do Grão Duque. A prima, princesa Alix de Ligne, que estaria no mesmo voo, acabou embarcando em outro. Pedro Luiz estava de férias no Brasil.
Também no aeroporto Galeão, o filho de um passageiro que estava no voo da Air France disse que consegue mais informações sobre o desaparecimento do avião pela imprensa do que pela companhia e pela Infraero. Bastante emocionado,ele não quis se identificar.
A fabricante de pneus Michelin confirmou há pouco que três funcionários estavam no voo AF447. O presidente da empresa na América do Sul, Luis Roberto Anastácio, o diretor Antonio Gueiros e uma funcionária da sede da Michelin na França, chamada Christine Pieraerts, seguiam no avião, que decolou no Rio de Janeiro com destino a Paris.
A Michelin informou que as famílias dos funcionários já foram informados do incidente e que está fazendo de tudo para ajudar os parentes dos empregados.
As informações são dos repórteres Carlos Braga, Monique Cardoso e a colunista Hildegard Angel. Com informações da Agência Brasil.
Fonte: JB Online
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FAB anuncia que achou destroços de avião na rota do voo 447
Foram vistos uma poltrona do avião, pequenos pedaços brancos, uma boia laranja e vestígios de óleo no local


SÃO PAULO - A Aeronáutica confirmou nesta terça-feira, 2, que encontrou destroços de um avião a 650 quilômetros a nordeste de Fernando de Noronha na rota do voo 447. Os vestígios podem ser do Airbus da Air France. "Foram avistados materiais em pontos distantes a cerca de 60 quilômetros um do outro: uma poltrona do avião, pequenos pedaços brancos, uma boia laranja e vestígios de óleo e querosene", afirmou o coronel da Aeronáutica Jorge Amaral, da Força Aérea Brasileira (FAB).
Amaral informou que às 22h35 da última segunda a FAB fez varreduras com uso de radar em área sobre o Oceano Atlântico, a 1.200 quilômetros de Natal, onde teriam sido vistos pontos luminosos, segundo a tripulação de um avião da TAM. Retornos de radar, a partir dessas buscas, teriam detectado materiais metálicos e não metálicos flutuando na região, que seriam destroços de um avião.

Fonte: Estadão

Em depoimento ao JB, parentes das vítimas relatam seus dramas

RIO DE JANEIRO - Enquanto a lista dos passageiros que estavam no vôo AF 447 da Air France - que deixou o Rio às 19h de domingo e desapareceu na costa do nordeste do país - não sai, parentes e amigos de pessoas que iriam para a França estão em alerta. Os familiares das vítimas estão em uma sala reservada pela Air France e saem escoltados pela polícia em direção ao microonibus, evitando contato com a imprensa. Em depoimento ao JB, alguns parentes comentaram o acontecimento.
O filho do maestro Silvio Barbato, regente por vários anos do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, informou que não recebeu notícias de que o pai teria chegado ao país. É praticamente confirmado que o maestro estava entre os passageiros. Um músico brasileiro que estuda em Paris receberia Barbato no aeroporto mas não teve notícias do regente.
No aeroporto Galeão, o primo de um dos comissários de bordo que estava no avião da Air France, chegou ao centro de atendimento da Infraero e disse que o nome do comissário é Lucas Gagliano, de 23 anos. O rapaz morava em Paris e tinha vindo ao Brasil para o aniversário do pai.
O primo, que preferiu não se identificar, chegou ao aeroporto após receber um telefonema da Air France, informando o desaparecimento do avião. A família do comissário já está no aeroporto.
- Ele era um rapaz muito estudioso, é uma tragédia – afirma, abalado, o primo do comissário.
Entre os prováveis mortos do vôo da Air France está um membro da Família Imperial Brasileira: Dom Pedro Luiz de Orleans e Bragança, 26 anos, filho da princesa dona Cristine Ligne e do príncipe dom Antonio de Orleans e Bragança. Dom Pedro Luiz era herdeiro presuntivo do trono brasileiro, terceiro na linha de sucessão e trabalhava num banco em Luxemburgo. Ele morava no Luxemburgo onde trabalhava e era primo do Grão Duque. A prima, princesa Alix de Ligne, que estaria no mesmo voo, acabou embarcando em outro. Pedro Luiz estava de férias no Brasil.
Também no aeroporto Galeão, o filho de um passageiro que estava no voo da Air France disse que consegue mais informações sobre o desaparecimento do avião pela imprensa do que pela companhia e pela Infraero. Bastante emocionado,ele não quis se identificar.
A fabricante de pneus Michelin confirmou há pouco que três funcionários estavam no voo AF447. O presidente da empresa na América do Sul, Luis Roberto Anastácio, o diretor Antonio Gueiros e uma funcionária da sede da Michelin na França, chamada Christine Pieraerts, seguiam no avião, que decolou no Rio de Janeiro com destino a Paris.
A Michelin informou que as famílias dos funcionários já foram informados do incidente e que está fazendo de tudo para ajudar os parentes dos empregados.
As informações são dos repórteres Carlos Braga, Monique Cardoso e a colunista Hildegard Angel. Com informações da Agência Brasil.
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Detentos produzem mudas para reflorestamento da Mata Atlântica
Alana Gandra Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - A Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) do Rio de Janeiro inaugura quinta-feira (4), dentro das comemorações do Dia Mundial do Meio Ambiente, o novo Centro de Produção de Mudas da Mata Atlântica Manuel Gomes Archer. A unidade fica localizada no Reservatório Vitor Konder, em Campo Grande, na zona oeste da capital.
O coordenador dos projetos de reflorestamento e ressocialização da Cedae, Alcione Duarte, disse que o centro de produção de mudas conta com mão de obra de detentos do regime semiaberto, que integram o programa de responsabilidade social Replantando Vida, da Fundação Santa Cabrini. “São detentos que estão naquela fase de reinserção na sociedade”.
Alcione Duarte explicou que a primeira seleção dos detentos que irão trabalhar nos centros de produção de mudas é feita pela Justiça, tendo em vista o período da pena já cumprido e o comportamento no presídio. Depois de atendidas as condições estabelecidas pela Justiça, a Cedae faz uma avaliação para saber se existe um mínimo de aptidão dessas pessoas para o trabalho. Cada detento custa à Cedae cerca de R$ 750,00. Além de um salário mínimo, eles recebem vale transporte e tíquete alimentação.
“Em todos os centros de produção de mudas, nós utilizamos essa mão de obra. Para você ver o grau de compromisso da Cedae com esse tipo de projeto de ressocialização de pessoas, nós estamos montando o nosso maior viveiro florestal dentro de um presídio”. Duarte informou que esse centro funcionará na Colônia Penal Agrícola de Magé, na região metropolitana do Rio, e terá capacidade para produzir de 800 mil a 1 milhão de mudas por ano. A inauguração está prevista para agosto deste ano.
“O projeto que temos hoje na Cedae para reflorestamento está tomando uma proporção que nós não imaginávamos”, afirmou Duarte. O primeiro centro de produção de mudas da Cedae foi inaugurado na estação de tratamento de águas do Guandu, com capacidade de produzir até 250 mil mudas por ano. Em seguida, veio o segundo centro, na estação de Alegria, para produção de 30 mil mudas. A terceira unidade também irá produzir 30 mil mudas anuais.
“Além de fornecer mudas para os projetos que a Cedae desenvolve, reflorestando mata ciliar de rios utilizados pela empresa, ele também vai servir para reflorestar uma área em Campo Grande, resultante de medidas compensatórias junto à prefeitura da cidade do Rio de Janeiro”. Em vez de fazer o plantio de árvores urbanas, as mudas serão usadas no reflorestamento do Morro Luiz Barata, com cerca de 50 mil mudas.
Somando todos os viveiros florestais, a meta da Cedae é promover o plantio de 4 milhões de árvores. Os investimentos feitos na área ambiental, neste primeiro ano de funcionamento do projeto, envolvendo a infraestrutura dos centros, aquisição de sementes e o pagamento dos detentos, atinge cerca de R$ 10 milhões.
“Nesse período embrionário, a gente já conseguiu plantar em todos os nossos projetos cerca de 200 mil árvores”. Para o ano agrícola que vai se iniciar em agosto próximo e que se estenderá até maio de 2010, a idéia é plantar até 1 milhão de mudas, informou Alcione Duarte.

Edição: Graça Adjuto
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:05  comentar


Detentos produzem mudas para reflorestamento da Mata Atlântica
Alana Gandra Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - A Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) do Rio de Janeiro inaugura quinta-feira (4), dentro das comemorações do Dia Mundial do Meio Ambiente, o novo Centro de Produção de Mudas da Mata Atlântica Manuel Gomes Archer. A unidade fica localizada no Reservatório Vitor Konder, em Campo Grande, na zona oeste da capital.
O coordenador dos projetos de reflorestamento e ressocialização da Cedae, Alcione Duarte, disse que o centro de produção de mudas conta com mão de obra de detentos do regime semiaberto, que integram o programa de responsabilidade social Replantando Vida, da Fundação Santa Cabrini. “São detentos que estão naquela fase de reinserção na sociedade”.
Alcione Duarte explicou que a primeira seleção dos detentos que irão trabalhar nos centros de produção de mudas é feita pela Justiça, tendo em vista o período da pena já cumprido e o comportamento no presídio. Depois de atendidas as condições estabelecidas pela Justiça, a Cedae faz uma avaliação para saber se existe um mínimo de aptidão dessas pessoas para o trabalho. Cada detento custa à Cedae cerca de R$ 750,00. Além de um salário mínimo, eles recebem vale transporte e tíquete alimentação.
“Em todos os centros de produção de mudas, nós utilizamos essa mão de obra. Para você ver o grau de compromisso da Cedae com esse tipo de projeto de ressocialização de pessoas, nós estamos montando o nosso maior viveiro florestal dentro de um presídio”. Duarte informou que esse centro funcionará na Colônia Penal Agrícola de Magé, na região metropolitana do Rio, e terá capacidade para produzir de 800 mil a 1 milhão de mudas por ano. A inauguração está prevista para agosto deste ano.
“O projeto que temos hoje na Cedae para reflorestamento está tomando uma proporção que nós não imaginávamos”, afirmou Duarte. O primeiro centro de produção de mudas da Cedae foi inaugurado na estação de tratamento de águas do Guandu, com capacidade de produzir até 250 mil mudas por ano. Em seguida, veio o segundo centro, na estação de Alegria, para produção de 30 mil mudas. A terceira unidade também irá produzir 30 mil mudas anuais.
“Além de fornecer mudas para os projetos que a Cedae desenvolve, reflorestando mata ciliar de rios utilizados pela empresa, ele também vai servir para reflorestar uma área em Campo Grande, resultante de medidas compensatórias junto à prefeitura da cidade do Rio de Janeiro”. Em vez de fazer o plantio de árvores urbanas, as mudas serão usadas no reflorestamento do Morro Luiz Barata, com cerca de 50 mil mudas.
Somando todos os viveiros florestais, a meta da Cedae é promover o plantio de 4 milhões de árvores. Os investimentos feitos na área ambiental, neste primeiro ano de funcionamento do projeto, envolvendo a infraestrutura dos centros, aquisição de sementes e o pagamento dos detentos, atinge cerca de R$ 10 milhões.
“Nesse período embrionário, a gente já conseguiu plantar em todos os nossos projetos cerca de 200 mil árvores”. Para o ano agrícola que vai se iniciar em agosto próximo e que se estenderá até maio de 2010, a idéia é plantar até 1 milhão de mudas, informou Alcione Duarte.

Edição: Graça Adjuto
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Detentos produzem mudas para reflorestamento da Mata Atlântica
Alana Gandra Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - A Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) do Rio de Janeiro inaugura quinta-feira (4), dentro das comemorações do Dia Mundial do Meio Ambiente, o novo Centro de Produção de Mudas da Mata Atlântica Manuel Gomes Archer. A unidade fica localizada no Reservatório Vitor Konder, em Campo Grande, na zona oeste da capital.
O coordenador dos projetos de reflorestamento e ressocialização da Cedae, Alcione Duarte, disse que o centro de produção de mudas conta com mão de obra de detentos do regime semiaberto, que integram o programa de responsabilidade social Replantando Vida, da Fundação Santa Cabrini. “São detentos que estão naquela fase de reinserção na sociedade”.
Alcione Duarte explicou que a primeira seleção dos detentos que irão trabalhar nos centros de produção de mudas é feita pela Justiça, tendo em vista o período da pena já cumprido e o comportamento no presídio. Depois de atendidas as condições estabelecidas pela Justiça, a Cedae faz uma avaliação para saber se existe um mínimo de aptidão dessas pessoas para o trabalho. Cada detento custa à Cedae cerca de R$ 750,00. Além de um salário mínimo, eles recebem vale transporte e tíquete alimentação.
“Em todos os centros de produção de mudas, nós utilizamos essa mão de obra. Para você ver o grau de compromisso da Cedae com esse tipo de projeto de ressocialização de pessoas, nós estamos montando o nosso maior viveiro florestal dentro de um presídio”. Duarte informou que esse centro funcionará na Colônia Penal Agrícola de Magé, na região metropolitana do Rio, e terá capacidade para produzir de 800 mil a 1 milhão de mudas por ano. A inauguração está prevista para agosto deste ano.
“O projeto que temos hoje na Cedae para reflorestamento está tomando uma proporção que nós não imaginávamos”, afirmou Duarte. O primeiro centro de produção de mudas da Cedae foi inaugurado na estação de tratamento de águas do Guandu, com capacidade de produzir até 250 mil mudas por ano. Em seguida, veio o segundo centro, na estação de Alegria, para produção de 30 mil mudas. A terceira unidade também irá produzir 30 mil mudas anuais.
“Além de fornecer mudas para os projetos que a Cedae desenvolve, reflorestando mata ciliar de rios utilizados pela empresa, ele também vai servir para reflorestar uma área em Campo Grande, resultante de medidas compensatórias junto à prefeitura da cidade do Rio de Janeiro”. Em vez de fazer o plantio de árvores urbanas, as mudas serão usadas no reflorestamento do Morro Luiz Barata, com cerca de 50 mil mudas.
Somando todos os viveiros florestais, a meta da Cedae é promover o plantio de 4 milhões de árvores. Os investimentos feitos na área ambiental, neste primeiro ano de funcionamento do projeto, envolvendo a infraestrutura dos centros, aquisição de sementes e o pagamento dos detentos, atinge cerca de R$ 10 milhões.
“Nesse período embrionário, a gente já conseguiu plantar em todos os nossos projetos cerca de 200 mil árvores”. Para o ano agrícola que vai se iniciar em agosto próximo e que se estenderá até maio de 2010, a idéia é plantar até 1 milhão de mudas, informou Alcione Duarte.

Edição: Graça Adjuto
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Chega ao blogueiro a seguinte informação:
A defesa do advogado João Paulo Lins e Silva, padrasto de Sean Goldman, já entrou com mandado de segurança no Tribunal Regional Federal (TRF) pedindo efeito suspensivo da determinação judicial.

Isto significa que se o TRF da 2ª Região conceder a liminar, a execução da sentença será suspensa até que seja julgada a solução do mandado de segurança.

Só que já corre nos bastidores jornalísticos que esse caso poderia até
aceitar apelo não fosse o vasto clamor popular no Brasil e nos EUA, para que filho e pai se reúnam.

Na sua sentença, Rafael de Souza Pereira Pinto rebateu, ponto por ponto, todos argumentos da família brasileira do menino, a quem o juiz só se referia como Sean Richard Goldman, seu nome original.

“Para que fique mais clara a idéia ora sustentada, raciocinemos com a seguinte situação hipotética:

Uma dada criança, aos seus 4 anos, e tendo vivido até então juntamente com ambos pais, é raptada e transferida ilicitamente para o Brasil. O raptor, então, aqui se estabelece, passando a criar o menor como se seu filho fosse. Provê a essa criança tudo o que ela necessita para se desenvolver perfeitamente. Dá a ela amor, carinho, educação, alimentação, lazer, assistência médica, enfim, todo o aparato necessário ao completo e sadio desenvolvimento de qualquer menor.
Imagine-se, ainda, que o raptor aqui se case. A criança, agora, passa a Pois, então, qual a diferença essencial do exemplo acima citado, ao caso ora em exame?ter" pai" e "mãe" "novos". Pode-se ir além.
Dessa união, surge um ou mais filhos. O menor raptado, agora, também tem um ou mais "irmãos". Pois bem. Passados cerca de 5 anos, os pais verdadeiros, que até então buscavam, de forma incessante, descobrir o paradeiro de seu filho, finalmente logram êxito. Dão início, pelas vias legais, ao procedimento de retorno da criança, com base na Convenção da Haia.
Pergunta-se: poderá o raptor ser premiado com a perpetuação de sua ilegalidade, ao fundamento de que a criança está adaptada ao Brasil?É razoável que se admita essa possibilidade? É evidente que não!” (Continua abaixo)

O juiz foi sensato até quando sugeriu o período de adaptação para Sean nos EUA. O padastro do menino tem até 14h da quarta-feira, 3 de junho, para entregá-lo ao consulado dos EUA no Rio de Janeiro. Os familiares brasileiros vão poder acompanhar o garoto aos EUA.

Nos primeiros 15 dias nos EUA, Sean passará o dia com o pai americano e a noite com a família brasileira. Do 16º dia ao fim do primeiro mês, Sean passará a dormir com o pai e a receber visitas diárias de quatro horas da família materna. A partir daí, a guarda definitiva será do pai e a família materna deverá pleitear à Justiça americana um regime de visitas.

Segundo informações extra-oficiais, David Goldman já está a caminho do Rio de Janeiro.

O juiz entendeu que João Paulo Lins e Silva não terá que custear a passagem do enteado aos EUA, por considerar que apesar de retê-lo indevidamente no Brasil, não foi Lins e Silva quem o trouxe para o país. As despesas da viagem ficarão a cargo da União. Mas o advogado carioca foi ordenado a pagar cerca de R$ 20 mil em custos processoais que cobrem, entre outros, o trabalho das peritas e da tradutora em inglês.

Em visita a El Salvador nesta segunda-feira, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, citou o caso Goldman durante coletiva com o presidente do país, Maurício Funes.

“Levou um longo tempo até chegarmos a esse dia, mas vamos trabalhar com a família Goldman e o governo brasileiro com o objetivo de garantir o retorno desse garoto,” disse ela.

Em entrevista ao jornal “O Globo,” a avó materna de Sean, Silvana Bianchi, disse não entender “como um juiz pode dar uma sentença como essa se a criança disse literalmente que não quer ir morar nos Estados Unidos.” Silvana classificou ainda como “desumano o que está acontecendo com o meu neto. Querem afastá-lo da própria irmã.”

E afastá-lo do pai, será que foi humano?

“Os pais da criança descrita no exemplo estão vivos, nunca a abandonaram, querem e podem exercer o pátrio poder. Assim como o Sr.GOLDMAN é o único genitor vivo de SEAN, nunca o abandonou (embora o Réu tente sem sucesso, e sem provas, dizer o contrário), quer e pode exercer o pátrio poder sobre seu filho.
E mais: os pais da cnança do exemplo acima nunca deixaram de procurar por seu filho. Assim como o Sr. DAVIDGOLDMAN nunca deixou de lutar pela volta de SEAN aos Estados Unidos. Muito ao contrário. Desde o primeiro instante, vem batalhando de forma incansável em busca desse objetivo.”

Brasil com Z
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:28  comentar

Chega ao blogueiro a seguinte informação:
A defesa do advogado João Paulo Lins e Silva, padrasto de Sean Goldman, já entrou com mandado de segurança no Tribunal Regional Federal (TRF) pedindo efeito suspensivo da determinação judicial.

Isto significa que se o TRF da 2ª Região conceder a liminar, a execução da sentença será suspensa até que seja julgada a solução do mandado de segurança.

Só que já corre nos bastidores jornalísticos que esse caso poderia até
aceitar apelo não fosse o vasto clamor popular no Brasil e nos EUA, para que filho e pai se reúnam.

Na sua sentença, Rafael de Souza Pereira Pinto rebateu, ponto por ponto, todos argumentos da família brasileira do menino, a quem o juiz só se referia como Sean Richard Goldman, seu nome original.

“Para que fique mais clara a idéia ora sustentada, raciocinemos com a seguinte situação hipotética:

Uma dada criança, aos seus 4 anos, e tendo vivido até então juntamente com ambos pais, é raptada e transferida ilicitamente para o Brasil. O raptor, então, aqui se estabelece, passando a criar o menor como se seu filho fosse. Provê a essa criança tudo o que ela necessita para se desenvolver perfeitamente. Dá a ela amor, carinho, educação, alimentação, lazer, assistência médica, enfim, todo o aparato necessário ao completo e sadio desenvolvimento de qualquer menor.
Imagine-se, ainda, que o raptor aqui se case. A criança, agora, passa a Pois, então, qual a diferença essencial do exemplo acima citado, ao caso ora em exame?ter" pai" e "mãe" "novos". Pode-se ir além.
Dessa união, surge um ou mais filhos. O menor raptado, agora, também tem um ou mais "irmãos". Pois bem. Passados cerca de 5 anos, os pais verdadeiros, que até então buscavam, de forma incessante, descobrir o paradeiro de seu filho, finalmente logram êxito. Dão início, pelas vias legais, ao procedimento de retorno da criança, com base na Convenção da Haia.
Pergunta-se: poderá o raptor ser premiado com a perpetuação de sua ilegalidade, ao fundamento de que a criança está adaptada ao Brasil?É razoável que se admita essa possibilidade? É evidente que não!” (Continua abaixo)

O juiz foi sensato até quando sugeriu o período de adaptação para Sean nos EUA. O padastro do menino tem até 14h da quarta-feira, 3 de junho, para entregá-lo ao consulado dos EUA no Rio de Janeiro. Os familiares brasileiros vão poder acompanhar o garoto aos EUA.

Nos primeiros 15 dias nos EUA, Sean passará o dia com o pai americano e a noite com a família brasileira. Do 16º dia ao fim do primeiro mês, Sean passará a dormir com o pai e a receber visitas diárias de quatro horas da família materna. A partir daí, a guarda definitiva será do pai e a família materna deverá pleitear à Justiça americana um regime de visitas.

Segundo informações extra-oficiais, David Goldman já está a caminho do Rio de Janeiro.

O juiz entendeu que João Paulo Lins e Silva não terá que custear a passagem do enteado aos EUA, por considerar que apesar de retê-lo indevidamente no Brasil, não foi Lins e Silva quem o trouxe para o país. As despesas da viagem ficarão a cargo da União. Mas o advogado carioca foi ordenado a pagar cerca de R$ 20 mil em custos processoais que cobrem, entre outros, o trabalho das peritas e da tradutora em inglês.

Em visita a El Salvador nesta segunda-feira, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, citou o caso Goldman durante coletiva com o presidente do país, Maurício Funes.

“Levou um longo tempo até chegarmos a esse dia, mas vamos trabalhar com a família Goldman e o governo brasileiro com o objetivo de garantir o retorno desse garoto,” disse ela.

Em entrevista ao jornal “O Globo,” a avó materna de Sean, Silvana Bianchi, disse não entender “como um juiz pode dar uma sentença como essa se a criança disse literalmente que não quer ir morar nos Estados Unidos.” Silvana classificou ainda como “desumano o que está acontecendo com o meu neto. Querem afastá-lo da própria irmã.”

E afastá-lo do pai, será que foi humano?

“Os pais da criança descrita no exemplo estão vivos, nunca a abandonaram, querem e podem exercer o pátrio poder. Assim como o Sr.GOLDMAN é o único genitor vivo de SEAN, nunca o abandonou (embora o Réu tente sem sucesso, e sem provas, dizer o contrário), quer e pode exercer o pátrio poder sobre seu filho.
E mais: os pais da cnança do exemplo acima nunca deixaram de procurar por seu filho. Assim como o Sr. DAVIDGOLDMAN nunca deixou de lutar pela volta de SEAN aos Estados Unidos. Muito ao contrário. Desde o primeiro instante, vem batalhando de forma incansável em busca desse objetivo.”

Brasil com Z
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Chega ao blogueiro a seguinte informação:
A defesa do advogado João Paulo Lins e Silva, padrasto de Sean Goldman, já entrou com mandado de segurança no Tribunal Regional Federal (TRF) pedindo efeito suspensivo da determinação judicial.

Isto significa que se o TRF da 2ª Região conceder a liminar, a execução da sentença será suspensa até que seja julgada a solução do mandado de segurança.

Só que já corre nos bastidores jornalísticos que esse caso poderia até
aceitar apelo não fosse o vasto clamor popular no Brasil e nos EUA, para que filho e pai se reúnam.

Na sua sentença, Rafael de Souza Pereira Pinto rebateu, ponto por ponto, todos argumentos da família brasileira do menino, a quem o juiz só se referia como Sean Richard Goldman, seu nome original.

“Para que fique mais clara a idéia ora sustentada, raciocinemos com a seguinte situação hipotética:

Uma dada criança, aos seus 4 anos, e tendo vivido até então juntamente com ambos pais, é raptada e transferida ilicitamente para o Brasil. O raptor, então, aqui se estabelece, passando a criar o menor como se seu filho fosse. Provê a essa criança tudo o que ela necessita para se desenvolver perfeitamente. Dá a ela amor, carinho, educação, alimentação, lazer, assistência médica, enfim, todo o aparato necessário ao completo e sadio desenvolvimento de qualquer menor.
Imagine-se, ainda, que o raptor aqui se case. A criança, agora, passa a Pois, então, qual a diferença essencial do exemplo acima citado, ao caso ora em exame?ter" pai" e "mãe" "novos". Pode-se ir além.
Dessa união, surge um ou mais filhos. O menor raptado, agora, também tem um ou mais "irmãos". Pois bem. Passados cerca de 5 anos, os pais verdadeiros, que até então buscavam, de forma incessante, descobrir o paradeiro de seu filho, finalmente logram êxito. Dão início, pelas vias legais, ao procedimento de retorno da criança, com base na Convenção da Haia.
Pergunta-se: poderá o raptor ser premiado com a perpetuação de sua ilegalidade, ao fundamento de que a criança está adaptada ao Brasil?É razoável que se admita essa possibilidade? É evidente que não!” (Continua abaixo)

O juiz foi sensato até quando sugeriu o período de adaptação para Sean nos EUA. O padastro do menino tem até 14h da quarta-feira, 3 de junho, para entregá-lo ao consulado dos EUA no Rio de Janeiro. Os familiares brasileiros vão poder acompanhar o garoto aos EUA.

Nos primeiros 15 dias nos EUA, Sean passará o dia com o pai americano e a noite com a família brasileira. Do 16º dia ao fim do primeiro mês, Sean passará a dormir com o pai e a receber visitas diárias de quatro horas da família materna. A partir daí, a guarda definitiva será do pai e a família materna deverá pleitear à Justiça americana um regime de visitas.

Segundo informações extra-oficiais, David Goldman já está a caminho do Rio de Janeiro.

O juiz entendeu que João Paulo Lins e Silva não terá que custear a passagem do enteado aos EUA, por considerar que apesar de retê-lo indevidamente no Brasil, não foi Lins e Silva quem o trouxe para o país. As despesas da viagem ficarão a cargo da União. Mas o advogado carioca foi ordenado a pagar cerca de R$ 20 mil em custos processoais que cobrem, entre outros, o trabalho das peritas e da tradutora em inglês.

Em visita a El Salvador nesta segunda-feira, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, citou o caso Goldman durante coletiva com o presidente do país, Maurício Funes.

“Levou um longo tempo até chegarmos a esse dia, mas vamos trabalhar com a família Goldman e o governo brasileiro com o objetivo de garantir o retorno desse garoto,” disse ela.

Em entrevista ao jornal “O Globo,” a avó materna de Sean, Silvana Bianchi, disse não entender “como um juiz pode dar uma sentença como essa se a criança disse literalmente que não quer ir morar nos Estados Unidos.” Silvana classificou ainda como “desumano o que está acontecendo com o meu neto. Querem afastá-lo da própria irmã.”

E afastá-lo do pai, será que foi humano?

“Os pais da criança descrita no exemplo estão vivos, nunca a abandonaram, querem e podem exercer o pátrio poder. Assim como o Sr.GOLDMAN é o único genitor vivo de SEAN, nunca o abandonou (embora o Réu tente sem sucesso, e sem provas, dizer o contrário), quer e pode exercer o pátrio poder sobre seu filho.
E mais: os pais da cnança do exemplo acima nunca deixaram de procurar por seu filho. Assim como o Sr. DAVIDGOLDMAN nunca deixou de lutar pela volta de SEAN aos Estados Unidos. Muito ao contrário. Desde o primeiro instante, vem batalhando de forma incansável em busca desse objetivo.”

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A Malária está se tornando resistente a drogas, adverte OMS

Cientistas internacionais e a Organização Mundial da Saúde (OMS) dizem ter encontrado evidências de que o parasita causador da malária está se tornando resistente às drogas consideradas hoje mais eficientes contra a doença. Segundo eles, essa resistência, verificada no oeste do Camboja, precisa ser contida urgentemente para evitar uma catástrofe global.As drogas à base de artemisina são as mais utilizadas no mundo contra a forma mais comum e mortífera da malária. Normalmente, esses medicamentos são capazes de eliminar os parasitas da malária do sangue da pessoa infectada num prazo de dois a três dias. Mas agora dois grupos de cientistas, trabalhando em pesquisas separadas, dizem ter encontrado evidências de que a eliminação dos parasitas estaria levando entre quatro e cinco dias entre pacientes do oeste do Camboja.Esse aumento do prazo para a eficácia da droga seria um sinal do aparecimento de uma resistência ao medicamento.Segundo os especialistas, esse é um motivo para preocupação, porque gerações anteriores de drogas contra a malária tiveram seu uso inviabilizado por conta da resistência iniciada nessa mesma região do mundo.'Consequências devastadoras'"Duas vezes no passado o Sudeste Asiático deu ao mundo um presente, inconscientemente, de parasitas resistentes a drogas, particularmente para a África", afirma Nick Day, da Unidade de Pesquisas Médicas Tropicais de Oxford, um dos grupos envolvidos na pesquisa."Esse é o problema. Tivemos resistência à cloroquina e à sulfadoxina-pirimetamina, ambas provocando uma grande perda de vidas na África. Se a mesma coisa acontecer outra vez, com a disseminação de parasitas resistentes da Ásia à África, isso terá consequências devastadoras para o controle da malária", diz Day.Ainda não está claro por que essa região se tornou berçário para a resistência às drogas antimalária. Mas um dos fatores poderia ser o fato de que o sistema público cambojano é precário e que o uso dessas drogas no país não é controlado. Além disso, há muitas drogas falsas à venda, que contêm uma pequena dose dos medicamentos verdadeiros para enganar os testes. Isso também poderia levar à resistência.Segundo a OMS, 1 milhão de pessoas morrem ao ano por causa da malária. Crianças, particularmente na África, estariam sob o maior risco, com a morte de uma criança pela doença a cada 30 segundos.Aproximadamente metade da população mundial, principalmente em países em desenvolvimento, estão expostas à doença, transmitida por picadas de mosquito.
Fonte : BBC Brasil
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A Malária está se tornando resistente a drogas, adverte OMS

Cientistas internacionais e a Organização Mundial da Saúde (OMS) dizem ter encontrado evidências de que o parasita causador da malária está se tornando resistente às drogas consideradas hoje mais eficientes contra a doença. Segundo eles, essa resistência, verificada no oeste do Camboja, precisa ser contida urgentemente para evitar uma catástrofe global.As drogas à base de artemisina são as mais utilizadas no mundo contra a forma mais comum e mortífera da malária. Normalmente, esses medicamentos são capazes de eliminar os parasitas da malária do sangue da pessoa infectada num prazo de dois a três dias. Mas agora dois grupos de cientistas, trabalhando em pesquisas separadas, dizem ter encontrado evidências de que a eliminação dos parasitas estaria levando entre quatro e cinco dias entre pacientes do oeste do Camboja.Esse aumento do prazo para a eficácia da droga seria um sinal do aparecimento de uma resistência ao medicamento.Segundo os especialistas, esse é um motivo para preocupação, porque gerações anteriores de drogas contra a malária tiveram seu uso inviabilizado por conta da resistência iniciada nessa mesma região do mundo.'Consequências devastadoras'"Duas vezes no passado o Sudeste Asiático deu ao mundo um presente, inconscientemente, de parasitas resistentes a drogas, particularmente para a África", afirma Nick Day, da Unidade de Pesquisas Médicas Tropicais de Oxford, um dos grupos envolvidos na pesquisa."Esse é o problema. Tivemos resistência à cloroquina e à sulfadoxina-pirimetamina, ambas provocando uma grande perda de vidas na África. Se a mesma coisa acontecer outra vez, com a disseminação de parasitas resistentes da Ásia à África, isso terá consequências devastadoras para o controle da malária", diz Day.Ainda não está claro por que essa região se tornou berçário para a resistência às drogas antimalária. Mas um dos fatores poderia ser o fato de que o sistema público cambojano é precário e que o uso dessas drogas no país não é controlado. Além disso, há muitas drogas falsas à venda, que contêm uma pequena dose dos medicamentos verdadeiros para enganar os testes. Isso também poderia levar à resistência.Segundo a OMS, 1 milhão de pessoas morrem ao ano por causa da malária. Crianças, particularmente na África, estariam sob o maior risco, com a morte de uma criança pela doença a cada 30 segundos.Aproximadamente metade da população mundial, principalmente em países em desenvolvimento, estão expostas à doença, transmitida por picadas de mosquito.
Fonte : BBC Brasil
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A Malária está se tornando resistente a drogas, adverte OMS

Cientistas internacionais e a Organização Mundial da Saúde (OMS) dizem ter encontrado evidências de que o parasita causador da malária está se tornando resistente às drogas consideradas hoje mais eficientes contra a doença. Segundo eles, essa resistência, verificada no oeste do Camboja, precisa ser contida urgentemente para evitar uma catástrofe global.As drogas à base de artemisina são as mais utilizadas no mundo contra a forma mais comum e mortífera da malária. Normalmente, esses medicamentos são capazes de eliminar os parasitas da malária do sangue da pessoa infectada num prazo de dois a três dias. Mas agora dois grupos de cientistas, trabalhando em pesquisas separadas, dizem ter encontrado evidências de que a eliminação dos parasitas estaria levando entre quatro e cinco dias entre pacientes do oeste do Camboja.Esse aumento do prazo para a eficácia da droga seria um sinal do aparecimento de uma resistência ao medicamento.Segundo os especialistas, esse é um motivo para preocupação, porque gerações anteriores de drogas contra a malária tiveram seu uso inviabilizado por conta da resistência iniciada nessa mesma região do mundo.'Consequências devastadoras'"Duas vezes no passado o Sudeste Asiático deu ao mundo um presente, inconscientemente, de parasitas resistentes a drogas, particularmente para a África", afirma Nick Day, da Unidade de Pesquisas Médicas Tropicais de Oxford, um dos grupos envolvidos na pesquisa."Esse é o problema. Tivemos resistência à cloroquina e à sulfadoxina-pirimetamina, ambas provocando uma grande perda de vidas na África. Se a mesma coisa acontecer outra vez, com a disseminação de parasitas resistentes da Ásia à África, isso terá consequências devastadoras para o controle da malária", diz Day.Ainda não está claro por que essa região se tornou berçário para a resistência às drogas antimalária. Mas um dos fatores poderia ser o fato de que o sistema público cambojano é precário e que o uso dessas drogas no país não é controlado. Além disso, há muitas drogas falsas à venda, que contêm uma pequena dose dos medicamentos verdadeiros para enganar os testes. Isso também poderia levar à resistência.Segundo a OMS, 1 milhão de pessoas morrem ao ano por causa da malária. Crianças, particularmente na África, estariam sob o maior risco, com a morte de uma criança pela doença a cada 30 segundos.Aproximadamente metade da população mundial, principalmente em países em desenvolvimento, estão expostas à doença, transmitida por picadas de mosquito.
Fonte : BBC Brasil
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A Malária está se tornando resistente a drogas, adverte OMS

Cientistas internacionais e a Organização Mundial da Saúde (OMS) dizem ter encontrado evidências de que o parasita causador da malária está se tornando resistente às drogas consideradas hoje mais eficientes contra a doença. Segundo eles, essa resistência, verificada no oeste do Camboja, precisa ser contida urgentemente para evitar uma catástrofe global.As drogas à base de artemisina são as mais utilizadas no mundo contra a forma mais comum e mortífera da malária. Normalmente, esses medicamentos são capazes de eliminar os parasitas da malária do sangue da pessoa infectada num prazo de dois a três dias. Mas agora dois grupos de cientistas, trabalhando em pesquisas separadas, dizem ter encontrado evidências de que a eliminação dos parasitas estaria levando entre quatro e cinco dias entre pacientes do oeste do Camboja.Esse aumento do prazo para a eficácia da droga seria um sinal do aparecimento de uma resistência ao medicamento.Segundo os especialistas, esse é um motivo para preocupação, porque gerações anteriores de drogas contra a malária tiveram seu uso inviabilizado por conta da resistência iniciada nessa mesma região do mundo.'Consequências devastadoras'"Duas vezes no passado o Sudeste Asiático deu ao mundo um presente, inconscientemente, de parasitas resistentes a drogas, particularmente para a África", afirma Nick Day, da Unidade de Pesquisas Médicas Tropicais de Oxford, um dos grupos envolvidos na pesquisa."Esse é o problema. Tivemos resistência à cloroquina e à sulfadoxina-pirimetamina, ambas provocando uma grande perda de vidas na África. Se a mesma coisa acontecer outra vez, com a disseminação de parasitas resistentes da Ásia à África, isso terá consequências devastadoras para o controle da malária", diz Day.Ainda não está claro por que essa região se tornou berçário para a resistência às drogas antimalária. Mas um dos fatores poderia ser o fato de que o sistema público cambojano é precário e que o uso dessas drogas no país não é controlado. Além disso, há muitas drogas falsas à venda, que contêm uma pequena dose dos medicamentos verdadeiros para enganar os testes. Isso também poderia levar à resistência.Segundo a OMS, 1 milhão de pessoas morrem ao ano por causa da malária. Crianças, particularmente na África, estariam sob o maior risco, com a morte de uma criança pela doença a cada 30 segundos.Aproximadamente metade da população mundial, principalmente em países em desenvolvimento, estão expostas à doença, transmitida por picadas de mosquito.
Fonte : BBC Brasil
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As biografias dos passageiros a bordo do avião da Air France que desapareceu sobre o Oceano Atlântico na segunda-feira servem como "um trágico testamento da crescente importância do Brasil no mundo global dos negócios", segundo afirma reportagem publicada nesta terça-feira pelo diário econômico americano The Wall Street Journal.
Segundo o jornal, apesar de a lista oficial de passageiros ainda não ter sido divulgada, "ela deverá ser lida como uma relação de companhias de primeira-linha europeias e brasileiras, cujos executivos regularmente lotavam a primeira classe e a classe executiva do voo transatlântico".
O diário americano comenta que algumas grandes companhias, como a francesa Michelin, a alemã ThyssenKrupp, a brasileira Vale e a norueguesa StatoilHydro ASA já confirmaram a presença de executivos no voo da Air France que desapareceu.
O Wall Street Journal observa ainda que a maioria dos passageiros do voo eram brasileiros, franceses e alemães, mas que a China, que em março superou os Estados Unidos como principal parceiro comercial do Brasil, tinha nove cidadãos a bordo do voo.
Apesar disso, o jornal afirma que "não todos os passageiros estavam no avião para negócios". "O Rio de Janeiro é um grande destino turístico global, e muitos passageiros provavelmente passaram os dias anteriores tomando banho de sol em suas famosas praias. Os passageiros incluíam sete crianças e um bebê", diz a reportagem.
Para o Wall Street Journal, mesmo como um "antigo destino turístico", o Brasil se tornou nos últimos tempos "um atrativo para executivos europeus, asiáticos e americanos procurando lucrar com seu forte crescimento estimulado pelas exportações".


BBC Brasil
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As biografias dos passageiros a bordo do avião da Air France que desapareceu sobre o Oceano Atlântico na segunda-feira servem como "um trágico testamento da crescente importância do Brasil no mundo global dos negócios", segundo afirma reportagem publicada nesta terça-feira pelo diário econômico americano The Wall Street Journal.
Segundo o jornal, apesar de a lista oficial de passageiros ainda não ter sido divulgada, "ela deverá ser lida como uma relação de companhias de primeira-linha europeias e brasileiras, cujos executivos regularmente lotavam a primeira classe e a classe executiva do voo transatlântico".
O diário americano comenta que algumas grandes companhias, como a francesa Michelin, a alemã ThyssenKrupp, a brasileira Vale e a norueguesa StatoilHydro ASA já confirmaram a presença de executivos no voo da Air France que desapareceu.
O Wall Street Journal observa ainda que a maioria dos passageiros do voo eram brasileiros, franceses e alemães, mas que a China, que em março superou os Estados Unidos como principal parceiro comercial do Brasil, tinha nove cidadãos a bordo do voo.
Apesar disso, o jornal afirma que "não todos os passageiros estavam no avião para negócios". "O Rio de Janeiro é um grande destino turístico global, e muitos passageiros provavelmente passaram os dias anteriores tomando banho de sol em suas famosas praias. Os passageiros incluíam sete crianças e um bebê", diz a reportagem.
Para o Wall Street Journal, mesmo como um "antigo destino turístico", o Brasil se tornou nos últimos tempos "um atrativo para executivos europeus, asiáticos e americanos procurando lucrar com seu forte crescimento estimulado pelas exportações".


BBC Brasil
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As biografias dos passageiros a bordo do avião da Air France que desapareceu sobre o Oceano Atlântico na segunda-feira servem como "um trágico testamento da crescente importância do Brasil no mundo global dos negócios", segundo afirma reportagem publicada nesta terça-feira pelo diário econômico americano The Wall Street Journal.
Segundo o jornal, apesar de a lista oficial de passageiros ainda não ter sido divulgada, "ela deverá ser lida como uma relação de companhias de primeira-linha europeias e brasileiras, cujos executivos regularmente lotavam a primeira classe e a classe executiva do voo transatlântico".
O diário americano comenta que algumas grandes companhias, como a francesa Michelin, a alemã ThyssenKrupp, a brasileira Vale e a norueguesa StatoilHydro ASA já confirmaram a presença de executivos no voo da Air France que desapareceu.
O Wall Street Journal observa ainda que a maioria dos passageiros do voo eram brasileiros, franceses e alemães, mas que a China, que em março superou os Estados Unidos como principal parceiro comercial do Brasil, tinha nove cidadãos a bordo do voo.
Apesar disso, o jornal afirma que "não todos os passageiros estavam no avião para negócios". "O Rio de Janeiro é um grande destino turístico global, e muitos passageiros provavelmente passaram os dias anteriores tomando banho de sol em suas famosas praias. Os passageiros incluíam sete crianças e um bebê", diz a reportagem.
Para o Wall Street Journal, mesmo como um "antigo destino turístico", o Brasil se tornou nos últimos tempos "um atrativo para executivos europeus, asiáticos e americanos procurando lucrar com seu forte crescimento estimulado pelas exportações".


BBC Brasil
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As biografias dos passageiros a bordo do avião da Air France que desapareceu sobre o Oceano Atlântico na segunda-feira servem como "um trágico testamento da crescente importância do Brasil no mundo global dos negócios", segundo afirma reportagem publicada nesta terça-feira pelo diário econômico americano The Wall Street Journal.
Segundo o jornal, apesar de a lista oficial de passageiros ainda não ter sido divulgada, "ela deverá ser lida como uma relação de companhias de primeira-linha europeias e brasileiras, cujos executivos regularmente lotavam a primeira classe e a classe executiva do voo transatlântico".
O diário americano comenta que algumas grandes companhias, como a francesa Michelin, a alemã ThyssenKrupp, a brasileira Vale e a norueguesa StatoilHydro ASA já confirmaram a presença de executivos no voo da Air France que desapareceu.
O Wall Street Journal observa ainda que a maioria dos passageiros do voo eram brasileiros, franceses e alemães, mas que a China, que em março superou os Estados Unidos como principal parceiro comercial do Brasil, tinha nove cidadãos a bordo do voo.
Apesar disso, o jornal afirma que "não todos os passageiros estavam no avião para negócios". "O Rio de Janeiro é um grande destino turístico global, e muitos passageiros provavelmente passaram os dias anteriores tomando banho de sol em suas famosas praias. Os passageiros incluíam sete crianças e um bebê", diz a reportagem.
Para o Wall Street Journal, mesmo como um "antigo destino turístico", o Brasil se tornou nos últimos tempos "um atrativo para executivos europeus, asiáticos e americanos procurando lucrar com seu forte crescimento estimulado pelas exportações".


BBC Brasil
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Pesquisadores obtiveram novas datas em sítio arqueológico no sul do país.Indícios anteriores já apontavam origem da técnica no Extremo Oriente.

Numa disputa arqueológica entre dois gigantes asiáticos, a China parece ter sobrepujado o Japão. Novas datações do material da caverna de Yuchanyan, no sul da China, indicam que a técnica de produzir vasilhas de cerâmica surgiu por lá há cerca de 18 mil anos -- cerca de um milênio antes que no Japão, anterior candidato a berço da arte da olaria. As novas datas foram obtidas por uma equipe liderada por Elisabetta Boaretto, da Universidade Bar-Ilan e do Instituto Weizmann, em Israel, e foram publicadas em artigo na revista científica americana "PNAS".



G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:38  comentar


Pesquisadores obtiveram novas datas em sítio arqueológico no sul do país.Indícios anteriores já apontavam origem da técnica no Extremo Oriente.

Numa disputa arqueológica entre dois gigantes asiáticos, a China parece ter sobrepujado o Japão. Novas datações do material da caverna de Yuchanyan, no sul da China, indicam que a técnica de produzir vasilhas de cerâmica surgiu por lá há cerca de 18 mil anos -- cerca de um milênio antes que no Japão, anterior candidato a berço da arte da olaria. As novas datas foram obtidas por uma equipe liderada por Elisabetta Boaretto, da Universidade Bar-Ilan e do Instituto Weizmann, em Israel, e foram publicadas em artigo na revista científica americana "PNAS".



G1
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Pesquisadores obtiveram novas datas em sítio arqueológico no sul do país.Indícios anteriores já apontavam origem da técnica no Extremo Oriente.

Numa disputa arqueológica entre dois gigantes asiáticos, a China parece ter sobrepujado o Japão. Novas datações do material da caverna de Yuchanyan, no sul da China, indicam que a técnica de produzir vasilhas de cerâmica surgiu por lá há cerca de 18 mil anos -- cerca de um milênio antes que no Japão, anterior candidato a berço da arte da olaria. As novas datas foram obtidas por uma equipe liderada por Elisabetta Boaretto, da Universidade Bar-Ilan e do Instituto Weizmann, em Israel, e foram publicadas em artigo na revista científica americana "PNAS".



G1
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Pesquisadores obtiveram novas datas em sítio arqueológico no sul do país.Indícios anteriores já apontavam origem da técnica no Extremo Oriente.

Numa disputa arqueológica entre dois gigantes asiáticos, a China parece ter sobrepujado o Japão. Novas datações do material da caverna de Yuchanyan, no sul da China, indicam que a técnica de produzir vasilhas de cerâmica surgiu por lá há cerca de 18 mil anos -- cerca de um milênio antes que no Japão, anterior candidato a berço da arte da olaria. As novas datas foram obtidas por uma equipe liderada por Elisabetta Boaretto, da Universidade Bar-Ilan e do Instituto Weizmann, em Israel, e foram publicadas em artigo na revista científica americana "PNAS".



G1
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PORTO ALEGRE - Nos últimos meses, pelo menos sete casos de agressões contra homossexuais e negros teriam ocorrido em Caxias do Sul e os autores dos atos de intolerância seriam skinheads ligados a movimentos neonazistas. Nenhum dos casos foi registrado na polícia. O último ataque ocorreu no início de maio, quando três travestis caminhavam pela Rua Ernesto Alves, no Centro, e foram apedrejados por três jovens de cabeças raspadas, que vestiam roupas escuras. Na semana passada, um homem negro foi abordado por outros três jovens e levou dois socos. Os agressores justificaram seus atos com palavras de preconceito e racismo.
Os autores sempre agem em grupo e atacam em ruas de pouco movimento. Geralmente, usam correntes ou pedaços de pau. As autoridades não sabem quantificar quantas pessoas fazem parte desses grupos, mas reportagem do jornal "Pioneiro" apurou que seriam em torno de 20 integrantes.
A nova onda de violência seria provocada pela nova geração dos cabeças raspadas, alguns deles ligados ao movimento neonazista conhecido como Neuland (terra nova, em alemão. Esses rapazes são mais perigosos e intolerantes, segundo o fundador do movimento skinhead em Caxias do Sul.
Ameaçado de morte e chamado de traidor pelos antigos companheiros, o homem de 30 anos criou o primeiro grupo de extrema direita na cidade. Hooje se diz arrependido de ter participado de grupos de intolerância.
- A nova geração está sem controle. São mais perigosos que os antigos skinheads e, para eles, matar é uma opção - avisa o ex-líder, que trabalha como mecânico.
O skinhead, que pede anonimato por razões de segurança, criou o grupo no fim dos anos 1990. No auge, pelo menos 30 rapazes seguiam os mesmos ideais. A turma promovia ataques contra os punks. Em 2005, o morador de Caxias foi preso com outros amigos por envolvimento numa tentativa de homicídio contra três judeus em Porto Alegre. Ele nega o crime, mas o caso tramita na Justiça.
Apesar desse delito, o homem garante que não permitia o uso de arma de fogo no grupo, ao contrário do movimento Neuland. Ele diz rer sido ameaçado de morte por integrantes do Neuland por discordar do projeto do grupo.
- Entrei no movimento skinhead há 10 anos e foi um tempo jogado no lixo. Dez anos de incomodação, perseguições, ameaças - desabafa.
O homem afirma que atualmente precisa se cuidar para não ser atacado por antigos desafetos. Porém, garante que está afastado do movimento há quase um ano. Ele diz que começou a rever seus conceitos durante os meses em que passou recolhido em uma cela em Porto Alegre, acusado pela tentativa de homicídio de 2005.
Na cadeia, parte da sua ideologia enfraqueceu. Sofreu agressões, passou fome e frio. Mas teve a ajuda de muitos negros, justamente o tipo de pessoas que o movimento discrimina.
- Com o passar do tempo, você encontra amizades verdadeiras e falsas no meio skinhead. Hoje em dia tenho diversos tipos de amigos, negros, mestiços, do movimento hip hop, punk. São pessoas que me respeitam e me admiram por ter conseguido me livrar desse vírus. Eu aconselho aos jovens a não entrarem nisso. No começo é bom, mas depois sua vida se torna um inferno.



O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:30  comentar

PORTO ALEGRE - Nos últimos meses, pelo menos sete casos de agressões contra homossexuais e negros teriam ocorrido em Caxias do Sul e os autores dos atos de intolerância seriam skinheads ligados a movimentos neonazistas. Nenhum dos casos foi registrado na polícia. O último ataque ocorreu no início de maio, quando três travestis caminhavam pela Rua Ernesto Alves, no Centro, e foram apedrejados por três jovens de cabeças raspadas, que vestiam roupas escuras. Na semana passada, um homem negro foi abordado por outros três jovens e levou dois socos. Os agressores justificaram seus atos com palavras de preconceito e racismo.
Os autores sempre agem em grupo e atacam em ruas de pouco movimento. Geralmente, usam correntes ou pedaços de pau. As autoridades não sabem quantificar quantas pessoas fazem parte desses grupos, mas reportagem do jornal "Pioneiro" apurou que seriam em torno de 20 integrantes.
A nova onda de violência seria provocada pela nova geração dos cabeças raspadas, alguns deles ligados ao movimento neonazista conhecido como Neuland (terra nova, em alemão. Esses rapazes são mais perigosos e intolerantes, segundo o fundador do movimento skinhead em Caxias do Sul.
Ameaçado de morte e chamado de traidor pelos antigos companheiros, o homem de 30 anos criou o primeiro grupo de extrema direita na cidade. Hooje se diz arrependido de ter participado de grupos de intolerância.
- A nova geração está sem controle. São mais perigosos que os antigos skinheads e, para eles, matar é uma opção - avisa o ex-líder, que trabalha como mecânico.
O skinhead, que pede anonimato por razões de segurança, criou o grupo no fim dos anos 1990. No auge, pelo menos 30 rapazes seguiam os mesmos ideais. A turma promovia ataques contra os punks. Em 2005, o morador de Caxias foi preso com outros amigos por envolvimento numa tentativa de homicídio contra três judeus em Porto Alegre. Ele nega o crime, mas o caso tramita na Justiça.
Apesar desse delito, o homem garante que não permitia o uso de arma de fogo no grupo, ao contrário do movimento Neuland. Ele diz rer sido ameaçado de morte por integrantes do Neuland por discordar do projeto do grupo.
- Entrei no movimento skinhead há 10 anos e foi um tempo jogado no lixo. Dez anos de incomodação, perseguições, ameaças - desabafa.
O homem afirma que atualmente precisa se cuidar para não ser atacado por antigos desafetos. Porém, garante que está afastado do movimento há quase um ano. Ele diz que começou a rever seus conceitos durante os meses em que passou recolhido em uma cela em Porto Alegre, acusado pela tentativa de homicídio de 2005.
Na cadeia, parte da sua ideologia enfraqueceu. Sofreu agressões, passou fome e frio. Mas teve a ajuda de muitos negros, justamente o tipo de pessoas que o movimento discrimina.
- Com o passar do tempo, você encontra amizades verdadeiras e falsas no meio skinhead. Hoje em dia tenho diversos tipos de amigos, negros, mestiços, do movimento hip hop, punk. São pessoas que me respeitam e me admiram por ter conseguido me livrar desse vírus. Eu aconselho aos jovens a não entrarem nisso. No começo é bom, mas depois sua vida se torna um inferno.



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PORTO ALEGRE - Nos últimos meses, pelo menos sete casos de agressões contra homossexuais e negros teriam ocorrido em Caxias do Sul e os autores dos atos de intolerância seriam skinheads ligados a movimentos neonazistas. Nenhum dos casos foi registrado na polícia. O último ataque ocorreu no início de maio, quando três travestis caminhavam pela Rua Ernesto Alves, no Centro, e foram apedrejados por três jovens de cabeças raspadas, que vestiam roupas escuras. Na semana passada, um homem negro foi abordado por outros três jovens e levou dois socos. Os agressores justificaram seus atos com palavras de preconceito e racismo.
Os autores sempre agem em grupo e atacam em ruas de pouco movimento. Geralmente, usam correntes ou pedaços de pau. As autoridades não sabem quantificar quantas pessoas fazem parte desses grupos, mas reportagem do jornal "Pioneiro" apurou que seriam em torno de 20 integrantes.
A nova onda de violência seria provocada pela nova geração dos cabeças raspadas, alguns deles ligados ao movimento neonazista conhecido como Neuland (terra nova, em alemão. Esses rapazes são mais perigosos e intolerantes, segundo o fundador do movimento skinhead em Caxias do Sul.
Ameaçado de morte e chamado de traidor pelos antigos companheiros, o homem de 30 anos criou o primeiro grupo de extrema direita na cidade. Hooje se diz arrependido de ter participado de grupos de intolerância.
- A nova geração está sem controle. São mais perigosos que os antigos skinheads e, para eles, matar é uma opção - avisa o ex-líder, que trabalha como mecânico.
O skinhead, que pede anonimato por razões de segurança, criou o grupo no fim dos anos 1990. No auge, pelo menos 30 rapazes seguiam os mesmos ideais. A turma promovia ataques contra os punks. Em 2005, o morador de Caxias foi preso com outros amigos por envolvimento numa tentativa de homicídio contra três judeus em Porto Alegre. Ele nega o crime, mas o caso tramita na Justiça.
Apesar desse delito, o homem garante que não permitia o uso de arma de fogo no grupo, ao contrário do movimento Neuland. Ele diz rer sido ameaçado de morte por integrantes do Neuland por discordar do projeto do grupo.
- Entrei no movimento skinhead há 10 anos e foi um tempo jogado no lixo. Dez anos de incomodação, perseguições, ameaças - desabafa.
O homem afirma que atualmente precisa se cuidar para não ser atacado por antigos desafetos. Porém, garante que está afastado do movimento há quase um ano. Ele diz que começou a rever seus conceitos durante os meses em que passou recolhido em uma cela em Porto Alegre, acusado pela tentativa de homicídio de 2005.
Na cadeia, parte da sua ideologia enfraqueceu. Sofreu agressões, passou fome e frio. Mas teve a ajuda de muitos negros, justamente o tipo de pessoas que o movimento discrimina.
- Com o passar do tempo, você encontra amizades verdadeiras e falsas no meio skinhead. Hoje em dia tenho diversos tipos de amigos, negros, mestiços, do movimento hip hop, punk. São pessoas que me respeitam e me admiram por ter conseguido me livrar desse vírus. Eu aconselho aos jovens a não entrarem nisso. No começo é bom, mas depois sua vida se torna um inferno.



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PORTO ALEGRE - Nos últimos meses, pelo menos sete casos de agressões contra homossexuais e negros teriam ocorrido em Caxias do Sul e os autores dos atos de intolerância seriam skinheads ligados a movimentos neonazistas. Nenhum dos casos foi registrado na polícia. O último ataque ocorreu no início de maio, quando três travestis caminhavam pela Rua Ernesto Alves, no Centro, e foram apedrejados por três jovens de cabeças raspadas, que vestiam roupas escuras. Na semana passada, um homem negro foi abordado por outros três jovens e levou dois socos. Os agressores justificaram seus atos com palavras de preconceito e racismo.
Os autores sempre agem em grupo e atacam em ruas de pouco movimento. Geralmente, usam correntes ou pedaços de pau. As autoridades não sabem quantificar quantas pessoas fazem parte desses grupos, mas reportagem do jornal "Pioneiro" apurou que seriam em torno de 20 integrantes.
A nova onda de violência seria provocada pela nova geração dos cabeças raspadas, alguns deles ligados ao movimento neonazista conhecido como Neuland (terra nova, em alemão. Esses rapazes são mais perigosos e intolerantes, segundo o fundador do movimento skinhead em Caxias do Sul.
Ameaçado de morte e chamado de traidor pelos antigos companheiros, o homem de 30 anos criou o primeiro grupo de extrema direita na cidade. Hooje se diz arrependido de ter participado de grupos de intolerância.
- A nova geração está sem controle. São mais perigosos que os antigos skinheads e, para eles, matar é uma opção - avisa o ex-líder, que trabalha como mecânico.
O skinhead, que pede anonimato por razões de segurança, criou o grupo no fim dos anos 1990. No auge, pelo menos 30 rapazes seguiam os mesmos ideais. A turma promovia ataques contra os punks. Em 2005, o morador de Caxias foi preso com outros amigos por envolvimento numa tentativa de homicídio contra três judeus em Porto Alegre. Ele nega o crime, mas o caso tramita na Justiça.
Apesar desse delito, o homem garante que não permitia o uso de arma de fogo no grupo, ao contrário do movimento Neuland. Ele diz rer sido ameaçado de morte por integrantes do Neuland por discordar do projeto do grupo.
- Entrei no movimento skinhead há 10 anos e foi um tempo jogado no lixo. Dez anos de incomodação, perseguições, ameaças - desabafa.
O homem afirma que atualmente precisa se cuidar para não ser atacado por antigos desafetos. Porém, garante que está afastado do movimento há quase um ano. Ele diz que começou a rever seus conceitos durante os meses em que passou recolhido em uma cela em Porto Alegre, acusado pela tentativa de homicídio de 2005.
Na cadeia, parte da sua ideologia enfraqueceu. Sofreu agressões, passou fome e frio. Mas teve a ajuda de muitos negros, justamente o tipo de pessoas que o movimento discrimina.
- Com o passar do tempo, você encontra amizades verdadeiras e falsas no meio skinhead. Hoje em dia tenho diversos tipos de amigos, negros, mestiços, do movimento hip hop, punk. São pessoas que me respeitam e me admiram por ter conseguido me livrar desse vírus. Eu aconselho aos jovens a não entrarem nisso. No começo é bom, mas depois sua vida se torna um inferno.



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A filha do criminoso Josef Fritzl, conhecido como o "monstro de Amstetten", teria se apaixonado por seu guarda-costas e estaria morando com ele e seus filhos em um pequeno vilarejo no interior do país, segundo informou o portal de notícias austríaco oe24.at, e que foi reproduzido por outros jornais locais.
Durante 24 anos, Elisabeth Fritzl foi abusada sexualmente diversas vezes pelo próprio pai em uma relação incestuosa que gerou sete crianças.
Josef Fritzl encarcerou a filha quando ela tinha 18 anos e a manteve presa desde então no porão do edifício em que morava, na cidade de Amstetten. O crime foi revelado em abril de 2008, e Fritzl foi condenado à prisão perpétua em março passado.
De acordo com o portal, Elisabeth iniciou um relacionamento com o guarda-costas Thomas W., que seria alguns anos mais novo que ela e funcionário da A.S.T. Security, empresa que cuidou da segurança da filha, esposa e filhos de Fritzl, desde que o caso foi descoberto e eles foram internados em uma clínica, onde receberam acompanhamento médico e psicológico.

'Clima'
O site informou que colegas de trabalho do rapaz afirmaram não ter tido dificuldade para se dar conta do relacionamento "especial" entre os dois.
Eles teriam dito que a filha de Josef Fritzl parecia se sentir "especialmente protegida" perto do guarda-costas. "Todos percebiam o que estava acontecendo", teria dito um segurança, cujo nome não foi identificado, em entrevista ao oe24.
O namoro com o guarda-costas teria dado forças a Elisabeth para começar uma nova vida. Ela abriu mão de uma continuação da terapia psiquiátrica, prestou teste para tirar carteira de motorista e procurou uma casa discreta no interior do país, para onde se mudou em dezembro passado com seus seis filhos e o companheiro. "Eles são um par", confirmaram testemunhas, citadas pelo portal de notícias.
No fim de maio, uma pane das autoridades austríacas permitiu que o endereço da família, que era mantido em segredo, chegasse ao conhecimento da mídia. Agentes de segurança protegem o local, os muros da casa foram aumentados e as ruas periféricas, fechadas ao trânsito.
Um livro lançado também em maio afirma que o cárcere de Elisabeth não era acusticamente isolado e que os vizinhos podiam ouvir gritos vindos do porão onde ficara presa por 24 anos.
Em The Crimes of Josef Fritzl: Uncovering the Truth (Os crimes de Josef Fritzl: Descobrindo a verdade, em tradução livre), os autores - os jornalistas Stefanie Marsh e Bojan Pancevski - questionam a versão de que os vizinhos não tinham como perceber sinais sonoros originados do apartamento subterrâneo onde Fritzl mantinha suas vítimas.
Eles apoiam a tese em um relatório elaborado por um engenheiro de som.


O Globo On Line
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A filha do criminoso Josef Fritzl, conhecido como o "monstro de Amstetten", teria se apaixonado por seu guarda-costas e estaria morando com ele e seus filhos em um pequeno vilarejo no interior do país, segundo informou o portal de notícias austríaco oe24.at, e que foi reproduzido por outros jornais locais.
Durante 24 anos, Elisabeth Fritzl foi abusada sexualmente diversas vezes pelo próprio pai em uma relação incestuosa que gerou sete crianças.
Josef Fritzl encarcerou a filha quando ela tinha 18 anos e a manteve presa desde então no porão do edifício em que morava, na cidade de Amstetten. O crime foi revelado em abril de 2008, e Fritzl foi condenado à prisão perpétua em março passado.
De acordo com o portal, Elisabeth iniciou um relacionamento com o guarda-costas Thomas W., que seria alguns anos mais novo que ela e funcionário da A.S.T. Security, empresa que cuidou da segurança da filha, esposa e filhos de Fritzl, desde que o caso foi descoberto e eles foram internados em uma clínica, onde receberam acompanhamento médico e psicológico.

'Clima'
O site informou que colegas de trabalho do rapaz afirmaram não ter tido dificuldade para se dar conta do relacionamento "especial" entre os dois.
Eles teriam dito que a filha de Josef Fritzl parecia se sentir "especialmente protegida" perto do guarda-costas. "Todos percebiam o que estava acontecendo", teria dito um segurança, cujo nome não foi identificado, em entrevista ao oe24.
O namoro com o guarda-costas teria dado forças a Elisabeth para começar uma nova vida. Ela abriu mão de uma continuação da terapia psiquiátrica, prestou teste para tirar carteira de motorista e procurou uma casa discreta no interior do país, para onde se mudou em dezembro passado com seus seis filhos e o companheiro. "Eles são um par", confirmaram testemunhas, citadas pelo portal de notícias.
No fim de maio, uma pane das autoridades austríacas permitiu que o endereço da família, que era mantido em segredo, chegasse ao conhecimento da mídia. Agentes de segurança protegem o local, os muros da casa foram aumentados e as ruas periféricas, fechadas ao trânsito.
Um livro lançado também em maio afirma que o cárcere de Elisabeth não era acusticamente isolado e que os vizinhos podiam ouvir gritos vindos do porão onde ficara presa por 24 anos.
Em The Crimes of Josef Fritzl: Uncovering the Truth (Os crimes de Josef Fritzl: Descobrindo a verdade, em tradução livre), os autores - os jornalistas Stefanie Marsh e Bojan Pancevski - questionam a versão de que os vizinhos não tinham como perceber sinais sonoros originados do apartamento subterrâneo onde Fritzl mantinha suas vítimas.
Eles apoiam a tese em um relatório elaborado por um engenheiro de som.


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A filha do criminoso Josef Fritzl, conhecido como o "monstro de Amstetten", teria se apaixonado por seu guarda-costas e estaria morando com ele e seus filhos em um pequeno vilarejo no interior do país, segundo informou o portal de notícias austríaco oe24.at, e que foi reproduzido por outros jornais locais.
Durante 24 anos, Elisabeth Fritzl foi abusada sexualmente diversas vezes pelo próprio pai em uma relação incestuosa que gerou sete crianças.
Josef Fritzl encarcerou a filha quando ela tinha 18 anos e a manteve presa desde então no porão do edifício em que morava, na cidade de Amstetten. O crime foi revelado em abril de 2008, e Fritzl foi condenado à prisão perpétua em março passado.
De acordo com o portal, Elisabeth iniciou um relacionamento com o guarda-costas Thomas W., que seria alguns anos mais novo que ela e funcionário da A.S.T. Security, empresa que cuidou da segurança da filha, esposa e filhos de Fritzl, desde que o caso foi descoberto e eles foram internados em uma clínica, onde receberam acompanhamento médico e psicológico.

'Clima'
O site informou que colegas de trabalho do rapaz afirmaram não ter tido dificuldade para se dar conta do relacionamento "especial" entre os dois.
Eles teriam dito que a filha de Josef Fritzl parecia se sentir "especialmente protegida" perto do guarda-costas. "Todos percebiam o que estava acontecendo", teria dito um segurança, cujo nome não foi identificado, em entrevista ao oe24.
O namoro com o guarda-costas teria dado forças a Elisabeth para começar uma nova vida. Ela abriu mão de uma continuação da terapia psiquiátrica, prestou teste para tirar carteira de motorista e procurou uma casa discreta no interior do país, para onde se mudou em dezembro passado com seus seis filhos e o companheiro. "Eles são um par", confirmaram testemunhas, citadas pelo portal de notícias.
No fim de maio, uma pane das autoridades austríacas permitiu que o endereço da família, que era mantido em segredo, chegasse ao conhecimento da mídia. Agentes de segurança protegem o local, os muros da casa foram aumentados e as ruas periféricas, fechadas ao trânsito.
Um livro lançado também em maio afirma que o cárcere de Elisabeth não era acusticamente isolado e que os vizinhos podiam ouvir gritos vindos do porão onde ficara presa por 24 anos.
Em The Crimes of Josef Fritzl: Uncovering the Truth (Os crimes de Josef Fritzl: Descobrindo a verdade, em tradução livre), os autores - os jornalistas Stefanie Marsh e Bojan Pancevski - questionam a versão de que os vizinhos não tinham como perceber sinais sonoros originados do apartamento subterrâneo onde Fritzl mantinha suas vítimas.
Eles apoiam a tese em um relatório elaborado por um engenheiro de som.


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A filha do criminoso Josef Fritzl, conhecido como o "monstro de Amstetten", teria se apaixonado por seu guarda-costas e estaria morando com ele e seus filhos em um pequeno vilarejo no interior do país, segundo informou o portal de notícias austríaco oe24.at, e que foi reproduzido por outros jornais locais.
Durante 24 anos, Elisabeth Fritzl foi abusada sexualmente diversas vezes pelo próprio pai em uma relação incestuosa que gerou sete crianças.
Josef Fritzl encarcerou a filha quando ela tinha 18 anos e a manteve presa desde então no porão do edifício em que morava, na cidade de Amstetten. O crime foi revelado em abril de 2008, e Fritzl foi condenado à prisão perpétua em março passado.
De acordo com o portal, Elisabeth iniciou um relacionamento com o guarda-costas Thomas W., que seria alguns anos mais novo que ela e funcionário da A.S.T. Security, empresa que cuidou da segurança da filha, esposa e filhos de Fritzl, desde que o caso foi descoberto e eles foram internados em uma clínica, onde receberam acompanhamento médico e psicológico.

'Clima'
O site informou que colegas de trabalho do rapaz afirmaram não ter tido dificuldade para se dar conta do relacionamento "especial" entre os dois.
Eles teriam dito que a filha de Josef Fritzl parecia se sentir "especialmente protegida" perto do guarda-costas. "Todos percebiam o que estava acontecendo", teria dito um segurança, cujo nome não foi identificado, em entrevista ao oe24.
O namoro com o guarda-costas teria dado forças a Elisabeth para começar uma nova vida. Ela abriu mão de uma continuação da terapia psiquiátrica, prestou teste para tirar carteira de motorista e procurou uma casa discreta no interior do país, para onde se mudou em dezembro passado com seus seis filhos e o companheiro. "Eles são um par", confirmaram testemunhas, citadas pelo portal de notícias.
No fim de maio, uma pane das autoridades austríacas permitiu que o endereço da família, que era mantido em segredo, chegasse ao conhecimento da mídia. Agentes de segurança protegem o local, os muros da casa foram aumentados e as ruas periféricas, fechadas ao trânsito.
Um livro lançado também em maio afirma que o cárcere de Elisabeth não era acusticamente isolado e que os vizinhos podiam ouvir gritos vindos do porão onde ficara presa por 24 anos.
Em The Crimes of Josef Fritzl: Uncovering the Truth (Os crimes de Josef Fritzl: Descobrindo a verdade, em tradução livre), os autores - os jornalistas Stefanie Marsh e Bojan Pancevski - questionam a versão de que os vizinhos não tinham como perceber sinais sonoros originados do apartamento subterrâneo onde Fritzl mantinha suas vítimas.
Eles apoiam a tese em um relatório elaborado por um engenheiro de som.


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colaboradores: carmen e maria celia

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