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31.5.09
Há algumas semanas, ao passar por uma ressonância magnética, a jornalista catarinense Silvia Zamboni, 40, deixou o médico desconcertado: ele não podia acreditar que o cérebro que observava no monitor, com lesões seríssimas em áreas extensas, era o de uma pessoa absolutamente normal.
O esperado seria encontrar alguém com sérias dificuldades para falar, caminhar ou comer. Ou até em estado vegetativo.
Ele não estava errado. Cinco anos atrás, diante de imagens semelhantes, outros médicos nem acreditaram que ela sobreviveria ao acidente que sofrera. Seu carro havia se chocado contra uma árvore depois de ter sido fechado por um caminhão, numa noite chuvosa, no interior de Santa Catarina.
Além do traumatismo craniano, ela tinha costelas quebradas, que haviam perfurado um pulmão. Uma orelha foi praticamente decepada. O socorro só veio após duas horas.
Silvia Zamboni, 40, surpreende os médicos ao levar uma vida normal com o cérebro danificado após sofrer um acidente de carro
A falta de oxigenação por conta da parada cardíaca havia deixado lesões graves e irreversíveis no cérebro. Os médicos que a atenderam diziam que a morte era questão de horas.
Uma semana após completar 35 anos, em março de 2004, Silvia estava em coma profundo, no grau 3 da escala de Glasgow -o mais baixo-, que mede o nível de consciência após uma lesão cerebral. As estatísticas estavam contra ela -os médicos estimaram em 1% a chance de sobrevivência.

Papel da mãe

Apesar da resistência dos profissionais, sua mãe, Marilda, resolveu levá-la a um centro maior, em Florianópolis. "Para que, se ela está quase morta?", ouviu de um deles. No outro hospital, escutou o mesmo prognóstico: caso a filha sobrevivesse, as chances de ficar em estado vegetativo eram enormes. Mas Marilda acreditava que ainda "havia esperança".
Fazia três anos que mãe e filha não se viam, apesar de morarem na mesma cidade. O reencontro se deu na UTI.
Nas visitas diárias ao hospital, sua mãe promoveu um bombardeio de estímulos. Fazia massagens em seu corpo com remédios homeopáticos, levou cremes e perfumes com os cheiros que ela conhecia, colou nas paredes fotos de todas as fases de sua vida e a logomarca da sua empresa, falava muito ao seu ouvido, sem parar de chamá-la pelo nome.
Quando não estava lá, deixava fones com músicas e mensagens gravadas. "Escutava sons, mas não sabia o que significavam", diz Silvia, sobre o período em que esteve inconsciente. "Eu me lembro da voz da minha mãe me dando força." E de algumas frases soltas: "Não reage"; "não vai dar tempo".
Durante quase dois meses, nada mudou. A mãe chegou a ouvir se não seria melhor "deixar a natureza seguir seu curso". Mas perto de completar o segundo mês em coma, Silvia começou a dar os primeiros sinais de recuperação, com alguns movimentos involuntários dos membros e a capacidade de manter a respiração e a pressão por alguns momentos, sem o auxílio de aparelhos. O coma ficou menos profundo.
Quatro meses depois do acidente, os médicos avaliaram que já não havia nada mais a fazer no hospital. A vida havia se confirmado, diziam, mas Marilda teria um bebê para sempre. Silvia estava absolutamente dependente e sem a menor consciência de quem era. Em casa, foi atendida por profissionais como fonoaudióloga, enfermeiros e fisioterapeuta.

História reescrita

Com o apoio da equipe e da mãe, foi reaprendendo tudo, desde as ações mais básicas: andar, pronunciar palavras e, o mais difícil, abrir a boca e engolir. Depois, ainda precisou reaprender a ler, escrever e até reconhecer a função dos objetos mais simples, como o telefone.
Ao longo dos meses, foi passando por todas as etapas de seu desenvolvimento e reescrevendo a própria história. Teve uma fase de birras para comer e de medos para dormir. "Eu estava exatamente como uma criança", diz. "Quando tiraram a sonda nasogástrica [pela qual era alimentada], passei a cheirar tudo, como um cachorro."
Sem se lembrar de nada de sua vida antes do acidente, voltou a se interessar pelos assuntos que a motivavam e revelou os mesmos talentos de antes.
Motivada pela mãe, estudou piano, apesar de não se lembrar de que quando criança tinha aprendido a tocar. Quis cozinhar e vender tortas, exatamente como tinha feito na adolescência. Ao mesmo tempo, ia resgatando suas memórias.
Apesar de seu cérebro carregar as cicatrizes das lesões, hoje ela leva uma vida normal. Mora sozinha, namora, estuda, faz suas compras -só não voltou a trabalhar, ainda.
"É uma prova da plasticidade cerebral, em que os neurônios que sobreviveram encontram novos caminhos para se comunicar", diz o médico intensivista Thales Schott, que acompanhou sua recuperação.
Na visão dele, os cuidados da mãe, que morreu após um AVC no ano passado, foram fundamentais. "Foi isso que resgatou a vida de Silvia", diz.
Ainda há grandes lacunas de sua vida de que não lembra. "Hoje sou mais seletiva", afirma. Lembrar envolve um grande esforço mental, que ela não faz para acontecimentos que lhe causem tristeza.
Há quem volte de experiências como essa dizendo que escolheu a vida. "Acho que minha mãe escolheu por mim, e eu correspondi." Hoje ela não faz planos para o futuro. "Ainda tenho muito o que recuperar."

GABRIELA CUPANI
da Folha de S.Paulo
link do postPor anjoseguerreiros, às 22:12  comentar

Há algumas semanas, ao passar por uma ressonância magnética, a jornalista catarinense Silvia Zamboni, 40, deixou o médico desconcertado: ele não podia acreditar que o cérebro que observava no monitor, com lesões seríssimas em áreas extensas, era o de uma pessoa absolutamente normal.
O esperado seria encontrar alguém com sérias dificuldades para falar, caminhar ou comer. Ou até em estado vegetativo.
Ele não estava errado. Cinco anos atrás, diante de imagens semelhantes, outros médicos nem acreditaram que ela sobreviveria ao acidente que sofrera. Seu carro havia se chocado contra uma árvore depois de ter sido fechado por um caminhão, numa noite chuvosa, no interior de Santa Catarina.
Além do traumatismo craniano, ela tinha costelas quebradas, que haviam perfurado um pulmão. Uma orelha foi praticamente decepada. O socorro só veio após duas horas.
Silvia Zamboni, 40, surpreende os médicos ao levar uma vida normal com o cérebro danificado após sofrer um acidente de carro
A falta de oxigenação por conta da parada cardíaca havia deixado lesões graves e irreversíveis no cérebro. Os médicos que a atenderam diziam que a morte era questão de horas.
Uma semana após completar 35 anos, em março de 2004, Silvia estava em coma profundo, no grau 3 da escala de Glasgow -o mais baixo-, que mede o nível de consciência após uma lesão cerebral. As estatísticas estavam contra ela -os médicos estimaram em 1% a chance de sobrevivência.

Papel da mãe

Apesar da resistência dos profissionais, sua mãe, Marilda, resolveu levá-la a um centro maior, em Florianópolis. "Para que, se ela está quase morta?", ouviu de um deles. No outro hospital, escutou o mesmo prognóstico: caso a filha sobrevivesse, as chances de ficar em estado vegetativo eram enormes. Mas Marilda acreditava que ainda "havia esperança".
Fazia três anos que mãe e filha não se viam, apesar de morarem na mesma cidade. O reencontro se deu na UTI.
Nas visitas diárias ao hospital, sua mãe promoveu um bombardeio de estímulos. Fazia massagens em seu corpo com remédios homeopáticos, levou cremes e perfumes com os cheiros que ela conhecia, colou nas paredes fotos de todas as fases de sua vida e a logomarca da sua empresa, falava muito ao seu ouvido, sem parar de chamá-la pelo nome.
Quando não estava lá, deixava fones com músicas e mensagens gravadas. "Escutava sons, mas não sabia o que significavam", diz Silvia, sobre o período em que esteve inconsciente. "Eu me lembro da voz da minha mãe me dando força." E de algumas frases soltas: "Não reage"; "não vai dar tempo".
Durante quase dois meses, nada mudou. A mãe chegou a ouvir se não seria melhor "deixar a natureza seguir seu curso". Mas perto de completar o segundo mês em coma, Silvia começou a dar os primeiros sinais de recuperação, com alguns movimentos involuntários dos membros e a capacidade de manter a respiração e a pressão por alguns momentos, sem o auxílio de aparelhos. O coma ficou menos profundo.
Quatro meses depois do acidente, os médicos avaliaram que já não havia nada mais a fazer no hospital. A vida havia se confirmado, diziam, mas Marilda teria um bebê para sempre. Silvia estava absolutamente dependente e sem a menor consciência de quem era. Em casa, foi atendida por profissionais como fonoaudióloga, enfermeiros e fisioterapeuta.

História reescrita

Com o apoio da equipe e da mãe, foi reaprendendo tudo, desde as ações mais básicas: andar, pronunciar palavras e, o mais difícil, abrir a boca e engolir. Depois, ainda precisou reaprender a ler, escrever e até reconhecer a função dos objetos mais simples, como o telefone.
Ao longo dos meses, foi passando por todas as etapas de seu desenvolvimento e reescrevendo a própria história. Teve uma fase de birras para comer e de medos para dormir. "Eu estava exatamente como uma criança", diz. "Quando tiraram a sonda nasogástrica [pela qual era alimentada], passei a cheirar tudo, como um cachorro."
Sem se lembrar de nada de sua vida antes do acidente, voltou a se interessar pelos assuntos que a motivavam e revelou os mesmos talentos de antes.
Motivada pela mãe, estudou piano, apesar de não se lembrar de que quando criança tinha aprendido a tocar. Quis cozinhar e vender tortas, exatamente como tinha feito na adolescência. Ao mesmo tempo, ia resgatando suas memórias.
Apesar de seu cérebro carregar as cicatrizes das lesões, hoje ela leva uma vida normal. Mora sozinha, namora, estuda, faz suas compras -só não voltou a trabalhar, ainda.
"É uma prova da plasticidade cerebral, em que os neurônios que sobreviveram encontram novos caminhos para se comunicar", diz o médico intensivista Thales Schott, que acompanhou sua recuperação.
Na visão dele, os cuidados da mãe, que morreu após um AVC no ano passado, foram fundamentais. "Foi isso que resgatou a vida de Silvia", diz.
Ainda há grandes lacunas de sua vida de que não lembra. "Hoje sou mais seletiva", afirma. Lembrar envolve um grande esforço mental, que ela não faz para acontecimentos que lhe causem tristeza.
Há quem volte de experiências como essa dizendo que escolheu a vida. "Acho que minha mãe escolheu por mim, e eu correspondi." Hoje ela não faz planos para o futuro. "Ainda tenho muito o que recuperar."

GABRIELA CUPANI
da Folha de S.Paulo
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Há algumas semanas, ao passar por uma ressonância magnética, a jornalista catarinense Silvia Zamboni, 40, deixou o médico desconcertado: ele não podia acreditar que o cérebro que observava no monitor, com lesões seríssimas em áreas extensas, era o de uma pessoa absolutamente normal.
O esperado seria encontrar alguém com sérias dificuldades para falar, caminhar ou comer. Ou até em estado vegetativo.
Ele não estava errado. Cinco anos atrás, diante de imagens semelhantes, outros médicos nem acreditaram que ela sobreviveria ao acidente que sofrera. Seu carro havia se chocado contra uma árvore depois de ter sido fechado por um caminhão, numa noite chuvosa, no interior de Santa Catarina.
Além do traumatismo craniano, ela tinha costelas quebradas, que haviam perfurado um pulmão. Uma orelha foi praticamente decepada. O socorro só veio após duas horas.
Silvia Zamboni, 40, surpreende os médicos ao levar uma vida normal com o cérebro danificado após sofrer um acidente de carro
A falta de oxigenação por conta da parada cardíaca havia deixado lesões graves e irreversíveis no cérebro. Os médicos que a atenderam diziam que a morte era questão de horas.
Uma semana após completar 35 anos, em março de 2004, Silvia estava em coma profundo, no grau 3 da escala de Glasgow -o mais baixo-, que mede o nível de consciência após uma lesão cerebral. As estatísticas estavam contra ela -os médicos estimaram em 1% a chance de sobrevivência.

Papel da mãe

Apesar da resistência dos profissionais, sua mãe, Marilda, resolveu levá-la a um centro maior, em Florianópolis. "Para que, se ela está quase morta?", ouviu de um deles. No outro hospital, escutou o mesmo prognóstico: caso a filha sobrevivesse, as chances de ficar em estado vegetativo eram enormes. Mas Marilda acreditava que ainda "havia esperança".
Fazia três anos que mãe e filha não se viam, apesar de morarem na mesma cidade. O reencontro se deu na UTI.
Nas visitas diárias ao hospital, sua mãe promoveu um bombardeio de estímulos. Fazia massagens em seu corpo com remédios homeopáticos, levou cremes e perfumes com os cheiros que ela conhecia, colou nas paredes fotos de todas as fases de sua vida e a logomarca da sua empresa, falava muito ao seu ouvido, sem parar de chamá-la pelo nome.
Quando não estava lá, deixava fones com músicas e mensagens gravadas. "Escutava sons, mas não sabia o que significavam", diz Silvia, sobre o período em que esteve inconsciente. "Eu me lembro da voz da minha mãe me dando força." E de algumas frases soltas: "Não reage"; "não vai dar tempo".
Durante quase dois meses, nada mudou. A mãe chegou a ouvir se não seria melhor "deixar a natureza seguir seu curso". Mas perto de completar o segundo mês em coma, Silvia começou a dar os primeiros sinais de recuperação, com alguns movimentos involuntários dos membros e a capacidade de manter a respiração e a pressão por alguns momentos, sem o auxílio de aparelhos. O coma ficou menos profundo.
Quatro meses depois do acidente, os médicos avaliaram que já não havia nada mais a fazer no hospital. A vida havia se confirmado, diziam, mas Marilda teria um bebê para sempre. Silvia estava absolutamente dependente e sem a menor consciência de quem era. Em casa, foi atendida por profissionais como fonoaudióloga, enfermeiros e fisioterapeuta.

História reescrita

Com o apoio da equipe e da mãe, foi reaprendendo tudo, desde as ações mais básicas: andar, pronunciar palavras e, o mais difícil, abrir a boca e engolir. Depois, ainda precisou reaprender a ler, escrever e até reconhecer a função dos objetos mais simples, como o telefone.
Ao longo dos meses, foi passando por todas as etapas de seu desenvolvimento e reescrevendo a própria história. Teve uma fase de birras para comer e de medos para dormir. "Eu estava exatamente como uma criança", diz. "Quando tiraram a sonda nasogástrica [pela qual era alimentada], passei a cheirar tudo, como um cachorro."
Sem se lembrar de nada de sua vida antes do acidente, voltou a se interessar pelos assuntos que a motivavam e revelou os mesmos talentos de antes.
Motivada pela mãe, estudou piano, apesar de não se lembrar de que quando criança tinha aprendido a tocar. Quis cozinhar e vender tortas, exatamente como tinha feito na adolescência. Ao mesmo tempo, ia resgatando suas memórias.
Apesar de seu cérebro carregar as cicatrizes das lesões, hoje ela leva uma vida normal. Mora sozinha, namora, estuda, faz suas compras -só não voltou a trabalhar, ainda.
"É uma prova da plasticidade cerebral, em que os neurônios que sobreviveram encontram novos caminhos para se comunicar", diz o médico intensivista Thales Schott, que acompanhou sua recuperação.
Na visão dele, os cuidados da mãe, que morreu após um AVC no ano passado, foram fundamentais. "Foi isso que resgatou a vida de Silvia", diz.
Ainda há grandes lacunas de sua vida de que não lembra. "Hoje sou mais seletiva", afirma. Lembrar envolve um grande esforço mental, que ela não faz para acontecimentos que lhe causem tristeza.
Há quem volte de experiências como essa dizendo que escolheu a vida. "Acho que minha mãe escolheu por mim, e eu correspondi." Hoje ela não faz planos para o futuro. "Ainda tenho muito o que recuperar."

GABRIELA CUPANI
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Há algumas semanas, ao passar por uma ressonância magnética, a jornalista catarinense Silvia Zamboni, 40, deixou o médico desconcertado: ele não podia acreditar que o cérebro que observava no monitor, com lesões seríssimas em áreas extensas, era o de uma pessoa absolutamente normal.
O esperado seria encontrar alguém com sérias dificuldades para falar, caminhar ou comer. Ou até em estado vegetativo.
Ele não estava errado. Cinco anos atrás, diante de imagens semelhantes, outros médicos nem acreditaram que ela sobreviveria ao acidente que sofrera. Seu carro havia se chocado contra uma árvore depois de ter sido fechado por um caminhão, numa noite chuvosa, no interior de Santa Catarina.
Além do traumatismo craniano, ela tinha costelas quebradas, que haviam perfurado um pulmão. Uma orelha foi praticamente decepada. O socorro só veio após duas horas.
Silvia Zamboni, 40, surpreende os médicos ao levar uma vida normal com o cérebro danificado após sofrer um acidente de carro
A falta de oxigenação por conta da parada cardíaca havia deixado lesões graves e irreversíveis no cérebro. Os médicos que a atenderam diziam que a morte era questão de horas.
Uma semana após completar 35 anos, em março de 2004, Silvia estava em coma profundo, no grau 3 da escala de Glasgow -o mais baixo-, que mede o nível de consciência após uma lesão cerebral. As estatísticas estavam contra ela -os médicos estimaram em 1% a chance de sobrevivência.

Papel da mãe

Apesar da resistência dos profissionais, sua mãe, Marilda, resolveu levá-la a um centro maior, em Florianópolis. "Para que, se ela está quase morta?", ouviu de um deles. No outro hospital, escutou o mesmo prognóstico: caso a filha sobrevivesse, as chances de ficar em estado vegetativo eram enormes. Mas Marilda acreditava que ainda "havia esperança".
Fazia três anos que mãe e filha não se viam, apesar de morarem na mesma cidade. O reencontro se deu na UTI.
Nas visitas diárias ao hospital, sua mãe promoveu um bombardeio de estímulos. Fazia massagens em seu corpo com remédios homeopáticos, levou cremes e perfumes com os cheiros que ela conhecia, colou nas paredes fotos de todas as fases de sua vida e a logomarca da sua empresa, falava muito ao seu ouvido, sem parar de chamá-la pelo nome.
Quando não estava lá, deixava fones com músicas e mensagens gravadas. "Escutava sons, mas não sabia o que significavam", diz Silvia, sobre o período em que esteve inconsciente. "Eu me lembro da voz da minha mãe me dando força." E de algumas frases soltas: "Não reage"; "não vai dar tempo".
Durante quase dois meses, nada mudou. A mãe chegou a ouvir se não seria melhor "deixar a natureza seguir seu curso". Mas perto de completar o segundo mês em coma, Silvia começou a dar os primeiros sinais de recuperação, com alguns movimentos involuntários dos membros e a capacidade de manter a respiração e a pressão por alguns momentos, sem o auxílio de aparelhos. O coma ficou menos profundo.
Quatro meses depois do acidente, os médicos avaliaram que já não havia nada mais a fazer no hospital. A vida havia se confirmado, diziam, mas Marilda teria um bebê para sempre. Silvia estava absolutamente dependente e sem a menor consciência de quem era. Em casa, foi atendida por profissionais como fonoaudióloga, enfermeiros e fisioterapeuta.

História reescrita

Com o apoio da equipe e da mãe, foi reaprendendo tudo, desde as ações mais básicas: andar, pronunciar palavras e, o mais difícil, abrir a boca e engolir. Depois, ainda precisou reaprender a ler, escrever e até reconhecer a função dos objetos mais simples, como o telefone.
Ao longo dos meses, foi passando por todas as etapas de seu desenvolvimento e reescrevendo a própria história. Teve uma fase de birras para comer e de medos para dormir. "Eu estava exatamente como uma criança", diz. "Quando tiraram a sonda nasogástrica [pela qual era alimentada], passei a cheirar tudo, como um cachorro."
Sem se lembrar de nada de sua vida antes do acidente, voltou a se interessar pelos assuntos que a motivavam e revelou os mesmos talentos de antes.
Motivada pela mãe, estudou piano, apesar de não se lembrar de que quando criança tinha aprendido a tocar. Quis cozinhar e vender tortas, exatamente como tinha feito na adolescência. Ao mesmo tempo, ia resgatando suas memórias.
Apesar de seu cérebro carregar as cicatrizes das lesões, hoje ela leva uma vida normal. Mora sozinha, namora, estuda, faz suas compras -só não voltou a trabalhar, ainda.
"É uma prova da plasticidade cerebral, em que os neurônios que sobreviveram encontram novos caminhos para se comunicar", diz o médico intensivista Thales Schott, que acompanhou sua recuperação.
Na visão dele, os cuidados da mãe, que morreu após um AVC no ano passado, foram fundamentais. "Foi isso que resgatou a vida de Silvia", diz.
Ainda há grandes lacunas de sua vida de que não lembra. "Hoje sou mais seletiva", afirma. Lembrar envolve um grande esforço mental, que ela não faz para acontecimentos que lhe causem tristeza.
Há quem volte de experiências como essa dizendo que escolheu a vida. "Acho que minha mãe escolheu por mim, e eu correspondi." Hoje ela não faz planos para o futuro. "Ainda tenho muito o que recuperar."

GABRIELA CUPANI
da Folha de S.Paulo
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O número de mortes violentas de jovens é elevado em Dourados,no Mato Grosso do Sul e o sociólogo Júlio Jacobo Waiselfisz, diretor do Instituto Sangari, responsável pelo Mapa da Violência nos Municípios Brasileiros e pelo Relatório de Desenvolvimento Juvenil mostrou isso na última segunda-feira durante audiência na Câmara Municipal de Dourados.
Para se ter uma idéia da gravidade do problema, basta acompanhar a progressão dos índices de homicídios nos dez anos entre 1997 e 2007 na cidade, segundo a apresentação. De maneira simples, os índices de homicídios foram os seguintes para cada grupo de 100 mil pessoas: 87 em 1997 (32 jovens); 85 em 1998 (30 jovens); 61 em 1999 (23 jovens); 71 em 2000 (21 jovens); 67 em 2001( 17 jovens); 71 em 2002 (28 jovens); 78 em 2003 (26 jovens); 71 em 2004 (29 jovens); 88 em 2005 (38 jovens); 77 em 2006 (31 jovens) e 86 em 2007 (29 jovens).
Dos 842 homicídios na cidade, os jovens foram vítimas em 304 deles, para cada grupo de 100 mil pessoas.

Suicídio

Quando o assunto é índice de suicídio para cada grupo de 100 mil pessoas na cidade, os números ficam assim divididos: 1997 com 21 (06 jovens); 1998 com 18 (03 jovens); 1999 com 26 (12 jovens); 2000 com 24 (08 jovens); 2001 com 28 (12 jovens); 2002 com 17 (03 jovens); 2003 com 28 (07 jovens); 2004 com 21 (09 jovens); 2005 com 19 (05 jovens); 2006 com 26 (10 jovens) e 2007 com 30 (09 jovens).
Assim, dos 258 suicídios (para grupo de 100 mil pessoas) registrados em Dourados nos dez anos analisados, em 84 casos quem morreu era jovem.
Transporte
Os dados apresentados mostram ainda que foram vítimas em Dourados de acidentes de transporte, 824 pessoas (para grupo de 100 mil pessoas) de 1997 à 2007 e que desse total, 220 eram jovens, mais de um quarto.
Os números de 2007 da pesquisa fazem parte de um levantamento preliminar sobre violência. Para a Organização das Nações Unidas – ONU, são consideradas jovens, pessoas que têm entre 15 e 24 anos de idade.
Saída
Segundo Jacobo, há uma saída racional para minimizar as mortes violentas de jovens em Dourados e essa saída é a municipalização do enfrentamento à violência, com algumas ações direcionadas.
Ele citou, por exemplo, a melhoria do aparelho de segurança pública com aumento dos investimentos, desativação das carceragens dos distritos policiais, desenvolvimento e implantação de sistemas de informação em rede, aprimoramento da formação dos policiais e modernização gerencial da atuação da polícia, conscientização e mobilização da sociedade civil voltada ao tema da segurança cidadã, campanhas para utilização do Disque Denúncia, criação de instrumentos como a Escola da Família (a partir do exemplo da UNESCO com a Escola Aberta) e a implantação de um Fórum de Segurança Pública, com o reforço do policiamento comunitário e adoção de medidas para fazer valer a Lei Seca.
No índice nacional e geral de violência, de 2006, Dourados aparece 214° lugar no ranking do Mapa da Violência nos municípios brasileiros.
Fonte: Dourados News
link do postPor anjoseguerreiros, às 22:06  comentar


O número de mortes violentas de jovens é elevado em Dourados,no Mato Grosso do Sul e o sociólogo Júlio Jacobo Waiselfisz, diretor do Instituto Sangari, responsável pelo Mapa da Violência nos Municípios Brasileiros e pelo Relatório de Desenvolvimento Juvenil mostrou isso na última segunda-feira durante audiência na Câmara Municipal de Dourados.
Para se ter uma idéia da gravidade do problema, basta acompanhar a progressão dos índices de homicídios nos dez anos entre 1997 e 2007 na cidade, segundo a apresentação. De maneira simples, os índices de homicídios foram os seguintes para cada grupo de 100 mil pessoas: 87 em 1997 (32 jovens); 85 em 1998 (30 jovens); 61 em 1999 (23 jovens); 71 em 2000 (21 jovens); 67 em 2001( 17 jovens); 71 em 2002 (28 jovens); 78 em 2003 (26 jovens); 71 em 2004 (29 jovens); 88 em 2005 (38 jovens); 77 em 2006 (31 jovens) e 86 em 2007 (29 jovens).
Dos 842 homicídios na cidade, os jovens foram vítimas em 304 deles, para cada grupo de 100 mil pessoas.

Suicídio

Quando o assunto é índice de suicídio para cada grupo de 100 mil pessoas na cidade, os números ficam assim divididos: 1997 com 21 (06 jovens); 1998 com 18 (03 jovens); 1999 com 26 (12 jovens); 2000 com 24 (08 jovens); 2001 com 28 (12 jovens); 2002 com 17 (03 jovens); 2003 com 28 (07 jovens); 2004 com 21 (09 jovens); 2005 com 19 (05 jovens); 2006 com 26 (10 jovens) e 2007 com 30 (09 jovens).
Assim, dos 258 suicídios (para grupo de 100 mil pessoas) registrados em Dourados nos dez anos analisados, em 84 casos quem morreu era jovem.
Transporte
Os dados apresentados mostram ainda que foram vítimas em Dourados de acidentes de transporte, 824 pessoas (para grupo de 100 mil pessoas) de 1997 à 2007 e que desse total, 220 eram jovens, mais de um quarto.
Os números de 2007 da pesquisa fazem parte de um levantamento preliminar sobre violência. Para a Organização das Nações Unidas – ONU, são consideradas jovens, pessoas que têm entre 15 e 24 anos de idade.
Saída
Segundo Jacobo, há uma saída racional para minimizar as mortes violentas de jovens em Dourados e essa saída é a municipalização do enfrentamento à violência, com algumas ações direcionadas.
Ele citou, por exemplo, a melhoria do aparelho de segurança pública com aumento dos investimentos, desativação das carceragens dos distritos policiais, desenvolvimento e implantação de sistemas de informação em rede, aprimoramento da formação dos policiais e modernização gerencial da atuação da polícia, conscientização e mobilização da sociedade civil voltada ao tema da segurança cidadã, campanhas para utilização do Disque Denúncia, criação de instrumentos como a Escola da Família (a partir do exemplo da UNESCO com a Escola Aberta) e a implantação de um Fórum de Segurança Pública, com o reforço do policiamento comunitário e adoção de medidas para fazer valer a Lei Seca.
No índice nacional e geral de violência, de 2006, Dourados aparece 214° lugar no ranking do Mapa da Violência nos municípios brasileiros.
Fonte: Dourados News
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O número de mortes violentas de jovens é elevado em Dourados,no Mato Grosso do Sul e o sociólogo Júlio Jacobo Waiselfisz, diretor do Instituto Sangari, responsável pelo Mapa da Violência nos Municípios Brasileiros e pelo Relatório de Desenvolvimento Juvenil mostrou isso na última segunda-feira durante audiência na Câmara Municipal de Dourados.
Para se ter uma idéia da gravidade do problema, basta acompanhar a progressão dos índices de homicídios nos dez anos entre 1997 e 2007 na cidade, segundo a apresentação. De maneira simples, os índices de homicídios foram os seguintes para cada grupo de 100 mil pessoas: 87 em 1997 (32 jovens); 85 em 1998 (30 jovens); 61 em 1999 (23 jovens); 71 em 2000 (21 jovens); 67 em 2001( 17 jovens); 71 em 2002 (28 jovens); 78 em 2003 (26 jovens); 71 em 2004 (29 jovens); 88 em 2005 (38 jovens); 77 em 2006 (31 jovens) e 86 em 2007 (29 jovens).
Dos 842 homicídios na cidade, os jovens foram vítimas em 304 deles, para cada grupo de 100 mil pessoas.

Suicídio

Quando o assunto é índice de suicídio para cada grupo de 100 mil pessoas na cidade, os números ficam assim divididos: 1997 com 21 (06 jovens); 1998 com 18 (03 jovens); 1999 com 26 (12 jovens); 2000 com 24 (08 jovens); 2001 com 28 (12 jovens); 2002 com 17 (03 jovens); 2003 com 28 (07 jovens); 2004 com 21 (09 jovens); 2005 com 19 (05 jovens); 2006 com 26 (10 jovens) e 2007 com 30 (09 jovens).
Assim, dos 258 suicídios (para grupo de 100 mil pessoas) registrados em Dourados nos dez anos analisados, em 84 casos quem morreu era jovem.
Transporte
Os dados apresentados mostram ainda que foram vítimas em Dourados de acidentes de transporte, 824 pessoas (para grupo de 100 mil pessoas) de 1997 à 2007 e que desse total, 220 eram jovens, mais de um quarto.
Os números de 2007 da pesquisa fazem parte de um levantamento preliminar sobre violência. Para a Organização das Nações Unidas – ONU, são consideradas jovens, pessoas que têm entre 15 e 24 anos de idade.
Saída
Segundo Jacobo, há uma saída racional para minimizar as mortes violentas de jovens em Dourados e essa saída é a municipalização do enfrentamento à violência, com algumas ações direcionadas.
Ele citou, por exemplo, a melhoria do aparelho de segurança pública com aumento dos investimentos, desativação das carceragens dos distritos policiais, desenvolvimento e implantação de sistemas de informação em rede, aprimoramento da formação dos policiais e modernização gerencial da atuação da polícia, conscientização e mobilização da sociedade civil voltada ao tema da segurança cidadã, campanhas para utilização do Disque Denúncia, criação de instrumentos como a Escola da Família (a partir do exemplo da UNESCO com a Escola Aberta) e a implantação de um Fórum de Segurança Pública, com o reforço do policiamento comunitário e adoção de medidas para fazer valer a Lei Seca.
No índice nacional e geral de violência, de 2006, Dourados aparece 214° lugar no ranking do Mapa da Violência nos municípios brasileiros.
Fonte: Dourados News
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O número de mortes violentas de jovens é elevado em Dourados,no Mato Grosso do Sul e o sociólogo Júlio Jacobo Waiselfisz, diretor do Instituto Sangari, responsável pelo Mapa da Violência nos Municípios Brasileiros e pelo Relatório de Desenvolvimento Juvenil mostrou isso na última segunda-feira durante audiência na Câmara Municipal de Dourados.
Para se ter uma idéia da gravidade do problema, basta acompanhar a progressão dos índices de homicídios nos dez anos entre 1997 e 2007 na cidade, segundo a apresentação. De maneira simples, os índices de homicídios foram os seguintes para cada grupo de 100 mil pessoas: 87 em 1997 (32 jovens); 85 em 1998 (30 jovens); 61 em 1999 (23 jovens); 71 em 2000 (21 jovens); 67 em 2001( 17 jovens); 71 em 2002 (28 jovens); 78 em 2003 (26 jovens); 71 em 2004 (29 jovens); 88 em 2005 (38 jovens); 77 em 2006 (31 jovens) e 86 em 2007 (29 jovens).
Dos 842 homicídios na cidade, os jovens foram vítimas em 304 deles, para cada grupo de 100 mil pessoas.

Suicídio

Quando o assunto é índice de suicídio para cada grupo de 100 mil pessoas na cidade, os números ficam assim divididos: 1997 com 21 (06 jovens); 1998 com 18 (03 jovens); 1999 com 26 (12 jovens); 2000 com 24 (08 jovens); 2001 com 28 (12 jovens); 2002 com 17 (03 jovens); 2003 com 28 (07 jovens); 2004 com 21 (09 jovens); 2005 com 19 (05 jovens); 2006 com 26 (10 jovens) e 2007 com 30 (09 jovens).
Assim, dos 258 suicídios (para grupo de 100 mil pessoas) registrados em Dourados nos dez anos analisados, em 84 casos quem morreu era jovem.
Transporte
Os dados apresentados mostram ainda que foram vítimas em Dourados de acidentes de transporte, 824 pessoas (para grupo de 100 mil pessoas) de 1997 à 2007 e que desse total, 220 eram jovens, mais de um quarto.
Os números de 2007 da pesquisa fazem parte de um levantamento preliminar sobre violência. Para a Organização das Nações Unidas – ONU, são consideradas jovens, pessoas que têm entre 15 e 24 anos de idade.
Saída
Segundo Jacobo, há uma saída racional para minimizar as mortes violentas de jovens em Dourados e essa saída é a municipalização do enfrentamento à violência, com algumas ações direcionadas.
Ele citou, por exemplo, a melhoria do aparelho de segurança pública com aumento dos investimentos, desativação das carceragens dos distritos policiais, desenvolvimento e implantação de sistemas de informação em rede, aprimoramento da formação dos policiais e modernização gerencial da atuação da polícia, conscientização e mobilização da sociedade civil voltada ao tema da segurança cidadã, campanhas para utilização do Disque Denúncia, criação de instrumentos como a Escola da Família (a partir do exemplo da UNESCO com a Escola Aberta) e a implantação de um Fórum de Segurança Pública, com o reforço do policiamento comunitário e adoção de medidas para fazer valer a Lei Seca.
No índice nacional e geral de violência, de 2006, Dourados aparece 214° lugar no ranking do Mapa da Violência nos municípios brasileiros.
Fonte: Dourados News
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Em uma igreja abarrotada de fiéis, o padre de origem hispânica Alberto Cutié fez neste domingo (31) seu primeiro sermão como novo membro da Igreja Episcopal, após abandonar nesta semana o catolicismo por violar o celibato.
Cerca de 400 pessoas, uma boa parte delas latinas, lotaram a igreja e tomaram os corredores laterais e a porta de acesso principal, diante da impossibilidade de encontrar um lugar livre nos bancos.
Entre aplausos e fotos, o "padre Alberto", como é chamado na região onde atua, entrou no templo da Igreja da Ressurreição, em Miami, vestido de branco junto ao bispo episcopal Leo Frade e um grupo de ajudantes.
Momentos antes de pronunciar no altar o sermão, por ocasião da celebração de Pentecostes, vários fiéis se levantaram e aplaudiram, o que foi recebido com evidente satisfação por Cutié. Ele nasceu em Porto Rico, mas é de uma família cubana.
Durante os 15 minutos em que falou, em um discurso em inglês e repleto de comentários jocosos e brincadeiras, padre Alberto afirmou que, na decisão de entrar na comunidade episcopal, o 'espírito de Deus' estava com ele.
A guatemalteca Ruhama Buni Canellis, namorada do padre Alberto, se sentou com a família em um banco reservado na primeira fila.
O padre, com 40 anos, é um dos sacerdotes hispânicos mais famosos dos Estados Unidos e tinha uma forte presença na mídia, com um programa na TV a cabo, uma coluna semanal no jornal "El Nuevo Herald" e um programa na Rádio Paz, a emissora católica da qual era diretor até a explosão do escândalo.
No começo deste mês, a revista de fofocas "TVNotas USA" publicou as fotos nas quais o padre aparece beijando a mulher na boca e deitado com ela na areia.
Naquele dia, ele foi ao canal Univisión, TV hispânica dos EUA, dizer que não se arrependia de ter quebrado os votos de celibato porque estava apaixonado. "Estou apaixonado por ela e ela por mim", disse Cutié, lamentando, porém, ter ferido os sentimentos dos paroquianos. Cutié foi logo afastado de suas funções na Igreja de São Francisco de Sales.
O caso do padre Alberto é mais um de uma longa lista de escândalos na Igreja Católica americana, abalada desde 2002 por milhares de denúncias contra sacerdotes envolvidos em casos de abusos sexuais.

da Efe, em Miami - Folha Online
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Em uma igreja abarrotada de fiéis, o padre de origem hispânica Alberto Cutié fez neste domingo (31) seu primeiro sermão como novo membro da Igreja Episcopal, após abandonar nesta semana o catolicismo por violar o celibato.
Cerca de 400 pessoas, uma boa parte delas latinas, lotaram a igreja e tomaram os corredores laterais e a porta de acesso principal, diante da impossibilidade de encontrar um lugar livre nos bancos.
Entre aplausos e fotos, o "padre Alberto", como é chamado na região onde atua, entrou no templo da Igreja da Ressurreição, em Miami, vestido de branco junto ao bispo episcopal Leo Frade e um grupo de ajudantes.
Momentos antes de pronunciar no altar o sermão, por ocasião da celebração de Pentecostes, vários fiéis se levantaram e aplaudiram, o que foi recebido com evidente satisfação por Cutié. Ele nasceu em Porto Rico, mas é de uma família cubana.
Durante os 15 minutos em que falou, em um discurso em inglês e repleto de comentários jocosos e brincadeiras, padre Alberto afirmou que, na decisão de entrar na comunidade episcopal, o 'espírito de Deus' estava com ele.
A guatemalteca Ruhama Buni Canellis, namorada do padre Alberto, se sentou com a família em um banco reservado na primeira fila.
O padre, com 40 anos, é um dos sacerdotes hispânicos mais famosos dos Estados Unidos e tinha uma forte presença na mídia, com um programa na TV a cabo, uma coluna semanal no jornal "El Nuevo Herald" e um programa na Rádio Paz, a emissora católica da qual era diretor até a explosão do escândalo.
No começo deste mês, a revista de fofocas "TVNotas USA" publicou as fotos nas quais o padre aparece beijando a mulher na boca e deitado com ela na areia.
Naquele dia, ele foi ao canal Univisión, TV hispânica dos EUA, dizer que não se arrependia de ter quebrado os votos de celibato porque estava apaixonado. "Estou apaixonado por ela e ela por mim", disse Cutié, lamentando, porém, ter ferido os sentimentos dos paroquianos. Cutié foi logo afastado de suas funções na Igreja de São Francisco de Sales.
O caso do padre Alberto é mais um de uma longa lista de escândalos na Igreja Católica americana, abalada desde 2002 por milhares de denúncias contra sacerdotes envolvidos em casos de abusos sexuais.

da Efe, em Miami - Folha Online
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Em uma igreja abarrotada de fiéis, o padre de origem hispânica Alberto Cutié fez neste domingo (31) seu primeiro sermão como novo membro da Igreja Episcopal, após abandonar nesta semana o catolicismo por violar o celibato.
Cerca de 400 pessoas, uma boa parte delas latinas, lotaram a igreja e tomaram os corredores laterais e a porta de acesso principal, diante da impossibilidade de encontrar um lugar livre nos bancos.
Entre aplausos e fotos, o "padre Alberto", como é chamado na região onde atua, entrou no templo da Igreja da Ressurreição, em Miami, vestido de branco junto ao bispo episcopal Leo Frade e um grupo de ajudantes.
Momentos antes de pronunciar no altar o sermão, por ocasião da celebração de Pentecostes, vários fiéis se levantaram e aplaudiram, o que foi recebido com evidente satisfação por Cutié. Ele nasceu em Porto Rico, mas é de uma família cubana.
Durante os 15 minutos em que falou, em um discurso em inglês e repleto de comentários jocosos e brincadeiras, padre Alberto afirmou que, na decisão de entrar na comunidade episcopal, o 'espírito de Deus' estava com ele.
A guatemalteca Ruhama Buni Canellis, namorada do padre Alberto, se sentou com a família em um banco reservado na primeira fila.
O padre, com 40 anos, é um dos sacerdotes hispânicos mais famosos dos Estados Unidos e tinha uma forte presença na mídia, com um programa na TV a cabo, uma coluna semanal no jornal "El Nuevo Herald" e um programa na Rádio Paz, a emissora católica da qual era diretor até a explosão do escândalo.
No começo deste mês, a revista de fofocas "TVNotas USA" publicou as fotos nas quais o padre aparece beijando a mulher na boca e deitado com ela na areia.
Naquele dia, ele foi ao canal Univisión, TV hispânica dos EUA, dizer que não se arrependia de ter quebrado os votos de celibato porque estava apaixonado. "Estou apaixonado por ela e ela por mim", disse Cutié, lamentando, porém, ter ferido os sentimentos dos paroquianos. Cutié foi logo afastado de suas funções na Igreja de São Francisco de Sales.
O caso do padre Alberto é mais um de uma longa lista de escândalos na Igreja Católica americana, abalada desde 2002 por milhares de denúncias contra sacerdotes envolvidos em casos de abusos sexuais.

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Em uma igreja abarrotada de fiéis, o padre de origem hispânica Alberto Cutié fez neste domingo (31) seu primeiro sermão como novo membro da Igreja Episcopal, após abandonar nesta semana o catolicismo por violar o celibato.
Cerca de 400 pessoas, uma boa parte delas latinas, lotaram a igreja e tomaram os corredores laterais e a porta de acesso principal, diante da impossibilidade de encontrar um lugar livre nos bancos.
Entre aplausos e fotos, o "padre Alberto", como é chamado na região onde atua, entrou no templo da Igreja da Ressurreição, em Miami, vestido de branco junto ao bispo episcopal Leo Frade e um grupo de ajudantes.
Momentos antes de pronunciar no altar o sermão, por ocasião da celebração de Pentecostes, vários fiéis se levantaram e aplaudiram, o que foi recebido com evidente satisfação por Cutié. Ele nasceu em Porto Rico, mas é de uma família cubana.
Durante os 15 minutos em que falou, em um discurso em inglês e repleto de comentários jocosos e brincadeiras, padre Alberto afirmou que, na decisão de entrar na comunidade episcopal, o 'espírito de Deus' estava com ele.
A guatemalteca Ruhama Buni Canellis, namorada do padre Alberto, se sentou com a família em um banco reservado na primeira fila.
O padre, com 40 anos, é um dos sacerdotes hispânicos mais famosos dos Estados Unidos e tinha uma forte presença na mídia, com um programa na TV a cabo, uma coluna semanal no jornal "El Nuevo Herald" e um programa na Rádio Paz, a emissora católica da qual era diretor até a explosão do escândalo.
No começo deste mês, a revista de fofocas "TVNotas USA" publicou as fotos nas quais o padre aparece beijando a mulher na boca e deitado com ela na areia.
Naquele dia, ele foi ao canal Univisión, TV hispânica dos EUA, dizer que não se arrependia de ter quebrado os votos de celibato porque estava apaixonado. "Estou apaixonado por ela e ela por mim", disse Cutié, lamentando, porém, ter ferido os sentimentos dos paroquianos. Cutié foi logo afastado de suas funções na Igreja de São Francisco de Sales.
O caso do padre Alberto é mais um de uma longa lista de escândalos na Igreja Católica americana, abalada desde 2002 por milhares de denúncias contra sacerdotes envolvidos em casos de abusos sexuais.

da Efe, em Miami - Folha Online
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Napoleão Bonaparte (1769-1821), que foi imperador da França, morreu por uma intoxicação renal, e não envenenado ou vítima de um câncer, como indicam teorias já existentes sobre o general. A conclusão é de Arne Soerensen, um médico dinamarquês aposentado que estudou o assunto por 50 anos.
Sentado em sua biblioteca em meio a mais de 500 livros sobre Napoleão, este especialista em nefrologia diz ter encontrado as causas da morte, 'corrigindo', assim, a história.
Em um livro publicado recentemente, "Napoleons Nyrer" (Os rins de Napoleão), ele afirma eliminar os mitos que cercam o personagem, garantindo que ele morreu, aos 51 anos, de intoxicação renal, não de envenenamento por arsênico ou de um câncer de estômago. 'Não sou historiador, mas um médico apaixonado por história", diz.
Chefe de serviço durante 28 anos do hospital de Aalborg (norte da Dinamarca) e pai de cinco filhos, afirma que já "comprou e pediu emprestado até agora um total de 2 mil obras sobre Napoleão".
Ele analisou a evolução da doença de Napoleão, observando, em todas suas batalhas, uma relação de causa e efeito. "Em suas 60 batalhas, apresentava sintomas de doença urinária que repercutiram em suas faculdades mentais, como aconteceu na de Borodino, de 7 de setembro de 1812, na qual estava apático e ausente", disse.
Terrivelmente afetado pela enfermidade, também esteve "letárgico e indeciso" na fatídica batalha de Waterloo, de 18 de junho de 1815.
Napoleão sofria de problemas de saúde desde os 3 anos de idade, diz o médico. Era "agressivo e difícil com seus companheiros", segundo sua mãe, afirma Arne. Ele afirma que o imperador sofreu de 'transtornos urinários durante toda a vida'.
De acordo com o dinamarquês, Napoleão possuía um encolhimento do canal urinário, apresentava infecções crônicas numa bexiga atrofiada, além de enfermidade renal, nefropatia obstrutiva, o que provocou uma úlcera no estômago com complicações mortais.

France Presse, em Aalborg (Dinamarca)
Para Folha de São Paulo
link do postPor anjoseguerreiros, às 21:56  comentar


Napoleão Bonaparte (1769-1821), que foi imperador da França, morreu por uma intoxicação renal, e não envenenado ou vítima de um câncer, como indicam teorias já existentes sobre o general. A conclusão é de Arne Soerensen, um médico dinamarquês aposentado que estudou o assunto por 50 anos.
Sentado em sua biblioteca em meio a mais de 500 livros sobre Napoleão, este especialista em nefrologia diz ter encontrado as causas da morte, 'corrigindo', assim, a história.
Em um livro publicado recentemente, "Napoleons Nyrer" (Os rins de Napoleão), ele afirma eliminar os mitos que cercam o personagem, garantindo que ele morreu, aos 51 anos, de intoxicação renal, não de envenenamento por arsênico ou de um câncer de estômago. 'Não sou historiador, mas um médico apaixonado por história", diz.
Chefe de serviço durante 28 anos do hospital de Aalborg (norte da Dinamarca) e pai de cinco filhos, afirma que já "comprou e pediu emprestado até agora um total de 2 mil obras sobre Napoleão".
Ele analisou a evolução da doença de Napoleão, observando, em todas suas batalhas, uma relação de causa e efeito. "Em suas 60 batalhas, apresentava sintomas de doença urinária que repercutiram em suas faculdades mentais, como aconteceu na de Borodino, de 7 de setembro de 1812, na qual estava apático e ausente", disse.
Terrivelmente afetado pela enfermidade, também esteve "letárgico e indeciso" na fatídica batalha de Waterloo, de 18 de junho de 1815.
Napoleão sofria de problemas de saúde desde os 3 anos de idade, diz o médico. Era "agressivo e difícil com seus companheiros", segundo sua mãe, afirma Arne. Ele afirma que o imperador sofreu de 'transtornos urinários durante toda a vida'.
De acordo com o dinamarquês, Napoleão possuía um encolhimento do canal urinário, apresentava infecções crônicas numa bexiga atrofiada, além de enfermidade renal, nefropatia obstrutiva, o que provocou uma úlcera no estômago com complicações mortais.

France Presse, em Aalborg (Dinamarca)
Para Folha de São Paulo
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Napoleão Bonaparte (1769-1821), que foi imperador da França, morreu por uma intoxicação renal, e não envenenado ou vítima de um câncer, como indicam teorias já existentes sobre o general. A conclusão é de Arne Soerensen, um médico dinamarquês aposentado que estudou o assunto por 50 anos.
Sentado em sua biblioteca em meio a mais de 500 livros sobre Napoleão, este especialista em nefrologia diz ter encontrado as causas da morte, 'corrigindo', assim, a história.
Em um livro publicado recentemente, "Napoleons Nyrer" (Os rins de Napoleão), ele afirma eliminar os mitos que cercam o personagem, garantindo que ele morreu, aos 51 anos, de intoxicação renal, não de envenenamento por arsênico ou de um câncer de estômago. 'Não sou historiador, mas um médico apaixonado por história", diz.
Chefe de serviço durante 28 anos do hospital de Aalborg (norte da Dinamarca) e pai de cinco filhos, afirma que já "comprou e pediu emprestado até agora um total de 2 mil obras sobre Napoleão".
Ele analisou a evolução da doença de Napoleão, observando, em todas suas batalhas, uma relação de causa e efeito. "Em suas 60 batalhas, apresentava sintomas de doença urinária que repercutiram em suas faculdades mentais, como aconteceu na de Borodino, de 7 de setembro de 1812, na qual estava apático e ausente", disse.
Terrivelmente afetado pela enfermidade, também esteve "letárgico e indeciso" na fatídica batalha de Waterloo, de 18 de junho de 1815.
Napoleão sofria de problemas de saúde desde os 3 anos de idade, diz o médico. Era "agressivo e difícil com seus companheiros", segundo sua mãe, afirma Arne. Ele afirma que o imperador sofreu de 'transtornos urinários durante toda a vida'.
De acordo com o dinamarquês, Napoleão possuía um encolhimento do canal urinário, apresentava infecções crônicas numa bexiga atrofiada, além de enfermidade renal, nefropatia obstrutiva, o que provocou uma úlcera no estômago com complicações mortais.

France Presse, em Aalborg (Dinamarca)
Para Folha de São Paulo
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Napoleão Bonaparte (1769-1821), que foi imperador da França, morreu por uma intoxicação renal, e não envenenado ou vítima de um câncer, como indicam teorias já existentes sobre o general. A conclusão é de Arne Soerensen, um médico dinamarquês aposentado que estudou o assunto por 50 anos.
Sentado em sua biblioteca em meio a mais de 500 livros sobre Napoleão, este especialista em nefrologia diz ter encontrado as causas da morte, 'corrigindo', assim, a história.
Em um livro publicado recentemente, "Napoleons Nyrer" (Os rins de Napoleão), ele afirma eliminar os mitos que cercam o personagem, garantindo que ele morreu, aos 51 anos, de intoxicação renal, não de envenenamento por arsênico ou de um câncer de estômago. 'Não sou historiador, mas um médico apaixonado por história", diz.
Chefe de serviço durante 28 anos do hospital de Aalborg (norte da Dinamarca) e pai de cinco filhos, afirma que já "comprou e pediu emprestado até agora um total de 2 mil obras sobre Napoleão".
Ele analisou a evolução da doença de Napoleão, observando, em todas suas batalhas, uma relação de causa e efeito. "Em suas 60 batalhas, apresentava sintomas de doença urinária que repercutiram em suas faculdades mentais, como aconteceu na de Borodino, de 7 de setembro de 1812, na qual estava apático e ausente", disse.
Terrivelmente afetado pela enfermidade, também esteve "letárgico e indeciso" na fatídica batalha de Waterloo, de 18 de junho de 1815.
Napoleão sofria de problemas de saúde desde os 3 anos de idade, diz o médico. Era "agressivo e difícil com seus companheiros", segundo sua mãe, afirma Arne. Ele afirma que o imperador sofreu de 'transtornos urinários durante toda a vida'.
De acordo com o dinamarquês, Napoleão possuía um encolhimento do canal urinário, apresentava infecções crônicas numa bexiga atrofiada, além de enfermidade renal, nefropatia obstrutiva, o que provocou uma úlcera no estômago com complicações mortais.

France Presse, em Aalborg (Dinamarca)
Para Folha de São Paulo
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Roma, 30 mai (EFE).- Os ministros de Interior e Justiça dos países do Grupo dos Oito (G8, os sete países mais desenvolvidos e a Rússia) entraram em acordo hoje, na cúpula sobre segurança realizada em Roma, que na luta contra o terrorismo os direitos humanos devem ser respeitados e que a colaboração entre os Estados é "essencial".
Ao final da reunião, os ministros de Interior e Justiça italianos, Roberto Maroni e Angelino Alfano, apresentaram a declaração final, dividida em cinco pontos, além do dedicado ao terrorismo.
O texto escolhe temas-chave como a luta contra o crime organizado em nível internacional, a necessidade de combater a pedofilia, assim como o tráfico de seres humanos e a imigração ilegal, além da importância de trabalhar para a integração dos imigrantes legais.
Sobre o terrorismo, os ministros dos países do G8 expressaram preocupação com "a significativa capacidade ofensiva, de recrutamento e radicalização" dos grupos terroristas internacionais que são, além disso, "capazes de adaptar suas estruturas a diferentes contextos".
Sobre a criminalidade internacional, insistiram na necessidade de controlar as possíveis conexões entre essas organizações e o terrorismo em nível global.
Em referência à luta contra a pirataria, os ministros de Interior e Justiça do grupo assinalaram que é necessário "reforçar os sistemas de Justiça penal nas regiões em que se verifica esse fenômeno".
Sobre a luta contra a pedofilia, foi discutida a criação de listas de sites que contenham imagens do tipo, com o objetivo de bloquear o acesso.
Na reunião também se destacou a proliferação dos crimes de informática e dos roubos de identidade que acontecem através da internet e consideraram "prioridade identificar e prevenir" o fenômeno.
Os presentes na reunião condenaram as redes que traficam seres humanos, e advertiram de como a atual crise financeira pode aumentar as atuações desses grupos e elevar a pressão migratória para os países mais industrializados. EFE

Fonte: G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 21:49  comentar

Roma, 30 mai (EFE).- Os ministros de Interior e Justiça dos países do Grupo dos Oito (G8, os sete países mais desenvolvidos e a Rússia) entraram em acordo hoje, na cúpula sobre segurança realizada em Roma, que na luta contra o terrorismo os direitos humanos devem ser respeitados e que a colaboração entre os Estados é "essencial".
Ao final da reunião, os ministros de Interior e Justiça italianos, Roberto Maroni e Angelino Alfano, apresentaram a declaração final, dividida em cinco pontos, além do dedicado ao terrorismo.
O texto escolhe temas-chave como a luta contra o crime organizado em nível internacional, a necessidade de combater a pedofilia, assim como o tráfico de seres humanos e a imigração ilegal, além da importância de trabalhar para a integração dos imigrantes legais.
Sobre o terrorismo, os ministros dos países do G8 expressaram preocupação com "a significativa capacidade ofensiva, de recrutamento e radicalização" dos grupos terroristas internacionais que são, além disso, "capazes de adaptar suas estruturas a diferentes contextos".
Sobre a criminalidade internacional, insistiram na necessidade de controlar as possíveis conexões entre essas organizações e o terrorismo em nível global.
Em referência à luta contra a pirataria, os ministros de Interior e Justiça do grupo assinalaram que é necessário "reforçar os sistemas de Justiça penal nas regiões em que se verifica esse fenômeno".
Sobre a luta contra a pedofilia, foi discutida a criação de listas de sites que contenham imagens do tipo, com o objetivo de bloquear o acesso.
Na reunião também se destacou a proliferação dos crimes de informática e dos roubos de identidade que acontecem através da internet e consideraram "prioridade identificar e prevenir" o fenômeno.
Os presentes na reunião condenaram as redes que traficam seres humanos, e advertiram de como a atual crise financeira pode aumentar as atuações desses grupos e elevar a pressão migratória para os países mais industrializados. EFE

Fonte: G1
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Roma, 30 mai (EFE).- Os ministros de Interior e Justiça dos países do Grupo dos Oito (G8, os sete países mais desenvolvidos e a Rússia) entraram em acordo hoje, na cúpula sobre segurança realizada em Roma, que na luta contra o terrorismo os direitos humanos devem ser respeitados e que a colaboração entre os Estados é "essencial".
Ao final da reunião, os ministros de Interior e Justiça italianos, Roberto Maroni e Angelino Alfano, apresentaram a declaração final, dividida em cinco pontos, além do dedicado ao terrorismo.
O texto escolhe temas-chave como a luta contra o crime organizado em nível internacional, a necessidade de combater a pedofilia, assim como o tráfico de seres humanos e a imigração ilegal, além da importância de trabalhar para a integração dos imigrantes legais.
Sobre o terrorismo, os ministros dos países do G8 expressaram preocupação com "a significativa capacidade ofensiva, de recrutamento e radicalização" dos grupos terroristas internacionais que são, além disso, "capazes de adaptar suas estruturas a diferentes contextos".
Sobre a criminalidade internacional, insistiram na necessidade de controlar as possíveis conexões entre essas organizações e o terrorismo em nível global.
Em referência à luta contra a pirataria, os ministros de Interior e Justiça do grupo assinalaram que é necessário "reforçar os sistemas de Justiça penal nas regiões em que se verifica esse fenômeno".
Sobre a luta contra a pedofilia, foi discutida a criação de listas de sites que contenham imagens do tipo, com o objetivo de bloquear o acesso.
Na reunião também se destacou a proliferação dos crimes de informática e dos roubos de identidade que acontecem através da internet e consideraram "prioridade identificar e prevenir" o fenômeno.
Os presentes na reunião condenaram as redes que traficam seres humanos, e advertiram de como a atual crise financeira pode aumentar as atuações desses grupos e elevar a pressão migratória para os países mais industrializados. EFE

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Roma, 30 mai (EFE).- Os ministros de Interior e Justiça dos países do Grupo dos Oito (G8, os sete países mais desenvolvidos e a Rússia) entraram em acordo hoje, na cúpula sobre segurança realizada em Roma, que na luta contra o terrorismo os direitos humanos devem ser respeitados e que a colaboração entre os Estados é "essencial".
Ao final da reunião, os ministros de Interior e Justiça italianos, Roberto Maroni e Angelino Alfano, apresentaram a declaração final, dividida em cinco pontos, além do dedicado ao terrorismo.
O texto escolhe temas-chave como a luta contra o crime organizado em nível internacional, a necessidade de combater a pedofilia, assim como o tráfico de seres humanos e a imigração ilegal, além da importância de trabalhar para a integração dos imigrantes legais.
Sobre o terrorismo, os ministros dos países do G8 expressaram preocupação com "a significativa capacidade ofensiva, de recrutamento e radicalização" dos grupos terroristas internacionais que são, além disso, "capazes de adaptar suas estruturas a diferentes contextos".
Sobre a criminalidade internacional, insistiram na necessidade de controlar as possíveis conexões entre essas organizações e o terrorismo em nível global.
Em referência à luta contra a pirataria, os ministros de Interior e Justiça do grupo assinalaram que é necessário "reforçar os sistemas de Justiça penal nas regiões em que se verifica esse fenômeno".
Sobre a luta contra a pedofilia, foi discutida a criação de listas de sites que contenham imagens do tipo, com o objetivo de bloquear o acesso.
Na reunião também se destacou a proliferação dos crimes de informática e dos roubos de identidade que acontecem através da internet e consideraram "prioridade identificar e prevenir" o fenômeno.
Os presentes na reunião condenaram as redes que traficam seres humanos, e advertiram de como a atual crise financeira pode aumentar as atuações desses grupos e elevar a pressão migratória para os países mais industrializados. EFE

Fonte: G1
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Famiília lançará blog sobre consciência no trânsito

A passeata organizada pelos pais e amigos de Gilmar Rafael Yared, um dos rapazes mortos em acidente causado pelo ex-deputado estadual Fernando Ribas Carli, reuniu centenas de pessoas na manhã deste sábado (30) na Boca Maldita.
A princípio, a passeata foi convocada para sensibilizar os deputados para que votassem a favor da cassação do mandato de Carli Filho. Uma audiência pública havia sido convocada pela família e pelo advogado Elias Mattar Assad. Como Carli renunciou na tarde de sexta-feira, o foco da manifestação foi a importância da consciência no trânsito.
Segundo a mãe de Gilmar Yared, Christiane, que nos próximos dias será lançado o blog “190 km é crime”, a fim de colher sugestões sobre como diminuir o número de acidentes de carro e melhorar a segurança no trânsito. “ As pessoas precisam se conscientizar desse problema, não é possível que tantos jovens morram no trânsito," disse.
Segundo Elias Assad, o movimento organizado pela família de Gilmar Yared não se restringe ao drama vivido pelos pais do jovem. “Foi encampado pela Secretaria de Segurança, por políticos de outros estados. Esse movimento, agora com a Internet, Não pertence mais à família Yared.”


Publicado por Débora Iankilevich
Foto Lineu Filho
Jornale - Curitiba
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Famiília lançará blog sobre consciência no trânsito

A passeata organizada pelos pais e amigos de Gilmar Rafael Yared, um dos rapazes mortos em acidente causado pelo ex-deputado estadual Fernando Ribas Carli, reuniu centenas de pessoas na manhã deste sábado (30) na Boca Maldita.
A princípio, a passeata foi convocada para sensibilizar os deputados para que votassem a favor da cassação do mandato de Carli Filho. Uma audiência pública havia sido convocada pela família e pelo advogado Elias Mattar Assad. Como Carli renunciou na tarde de sexta-feira, o foco da manifestação foi a importância da consciência no trânsito.
Segundo a mãe de Gilmar Yared, Christiane, que nos próximos dias será lançado o blog “190 km é crime”, a fim de colher sugestões sobre como diminuir o número de acidentes de carro e melhorar a segurança no trânsito. “ As pessoas precisam se conscientizar desse problema, não é possível que tantos jovens morram no trânsito," disse.
Segundo Elias Assad, o movimento organizado pela família de Gilmar Yared não se restringe ao drama vivido pelos pais do jovem. “Foi encampado pela Secretaria de Segurança, por políticos de outros estados. Esse movimento, agora com a Internet, Não pertence mais à família Yared.”


Publicado por Débora Iankilevich
Foto Lineu Filho
Jornale - Curitiba
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Famiília lançará blog sobre consciência no trânsito

A passeata organizada pelos pais e amigos de Gilmar Rafael Yared, um dos rapazes mortos em acidente causado pelo ex-deputado estadual Fernando Ribas Carli, reuniu centenas de pessoas na manhã deste sábado (30) na Boca Maldita.
A princípio, a passeata foi convocada para sensibilizar os deputados para que votassem a favor da cassação do mandato de Carli Filho. Uma audiência pública havia sido convocada pela família e pelo advogado Elias Mattar Assad. Como Carli renunciou na tarde de sexta-feira, o foco da manifestação foi a importância da consciência no trânsito.
Segundo a mãe de Gilmar Yared, Christiane, que nos próximos dias será lançado o blog “190 km é crime”, a fim de colher sugestões sobre como diminuir o número de acidentes de carro e melhorar a segurança no trânsito. “ As pessoas precisam se conscientizar desse problema, não é possível que tantos jovens morram no trânsito," disse.
Segundo Elias Assad, o movimento organizado pela família de Gilmar Yared não se restringe ao drama vivido pelos pais do jovem. “Foi encampado pela Secretaria de Segurança, por políticos de outros estados. Esse movimento, agora com a Internet, Não pertence mais à família Yared.”


Publicado por Débora Iankilevich
Foto Lineu Filho
Jornale - Curitiba
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Famiília lançará blog sobre consciência no trânsito

A passeata organizada pelos pais e amigos de Gilmar Rafael Yared, um dos rapazes mortos em acidente causado pelo ex-deputado estadual Fernando Ribas Carli, reuniu centenas de pessoas na manhã deste sábado (30) na Boca Maldita.
A princípio, a passeata foi convocada para sensibilizar os deputados para que votassem a favor da cassação do mandato de Carli Filho. Uma audiência pública havia sido convocada pela família e pelo advogado Elias Mattar Assad. Como Carli renunciou na tarde de sexta-feira, o foco da manifestação foi a importância da consciência no trânsito.
Segundo a mãe de Gilmar Yared, Christiane, que nos próximos dias será lançado o blog “190 km é crime”, a fim de colher sugestões sobre como diminuir o número de acidentes de carro e melhorar a segurança no trânsito. “ As pessoas precisam se conscientizar desse problema, não é possível que tantos jovens morram no trânsito," disse.
Segundo Elias Assad, o movimento organizado pela família de Gilmar Yared não se restringe ao drama vivido pelos pais do jovem. “Foi encampado pela Secretaria de Segurança, por políticos de outros estados. Esse movimento, agora com a Internet, Não pertence mais à família Yared.”


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Cães são colocados para doação, mas não há interessados.‘Há preconceito contra vira-lata e cachorro preto’, dizem

Vida de ‘cachorreira’ começa recolhendo bichano abandonado na rua – provavelmente estropiado, com aquela cara ‘pidoncha’ e miado agudo e lamentoso - e segue repleta de dificuldades, principalmente as financeiras. Obviamente que a primeira parte da frase não vale como regra, mas, coincidentemente, as duas ‘cachorreiras’ com quem o G1 conversou começaram suas respectivas ‘criações’ recolhendo um gato na rua.
Atualmente, a professora aposentada Vilma Aranaga, de 54 anos e há seis recolhendo animais de rua, tem 166 cachorros, sendo quatro filhotes, e 24 gatos – estes criados dentro da casa em uma chácara de oito mil metros quatros na cidade de São Roque, em São Paulo.
E a jornalista Renata Bernardis, de 35 anos e que começou aos 8 recolhendo um gatinho, contabiliza 80 cães recolhidos e soltos em um sítio de quatro alqueires em Mairiporã, na Grande São Paulo. E só não tem mais porque a mãe e a tia a proibiram de recolher mais animais.
Ah, cabe a explicação: ‘cachorreira(o)’ é como as pessoas que recolhem e dão abrigo para cães abandonados pelas ruas e praças das cidades se chamam ou se reconhecem. E depois do primeiro são tomadas por uma espécie de febre em querer ajudar estes pobres seres. E não param mais.
Há 10 anos, Vilma retornou do Japão ao lado do marido. Lá, tentou a vida como dekassegui, como são chamados os imigrantes pelos japoneses. Certo dia, ao caminhar pelas ruas do Butantã, na Zona Oeste de São Paulo, deparou-se com um gato abandonado. De repente, foi o começo de tudo. “Ele estava todo queimado de cigarro e abandonado em um campo de futebol. E tinha hidrocefalia (água no cérebro). Por causa disso, o veterinário disse que ele morreria logo. Cuidei dele e não apresentou mais o problema. A Mel morreu há uns três meses”, contou Vilma.
No caso de Renata, o amor pelos bichos foi herança da avó, que, quando ela nem era nascida, já recolhia gatos e levava para casa no Centro de São Paulo. Recolheu tantos que os vizinhos começaram a reclamar. “Daí meus avós decidiram ir embora com os gatos e foram morar nesse sítio, em Mairiporã. Lá, tinha macaco, cavalo, pato, papagaio, tucano. Cresci no meio dos bichos.”
Aos 7 anos, Renata ganhou patos. “Eu dava uma volta com os patos pelas ruas do Paraíso (região da Paulista). Eles seguem as pessoas. Para mim, era normal aquilo”, relata, divertida. E aos 8, claro, recolheu o seu primeiro gato. “Era um gato preto que miava muito de fome”, recorda.

Preconceito

A partir do primeiro, do segundo, do terceiro e outros cães, ganharam fama de ‘cachorreiras’ e as pessoas começaram a abandonar os cachorros em suas portas. Quase todos legítimos vira-latas, menosprezados em tempos de bichinhos adquiridos e tratados em pet shops e de raças exóticas da moda.
Depois de todos os cuidados com o animal, como limpeza, vacina e medicação, Vilma costuma colocar os cachorros do seu abrigo para adoção, mas esbarra no preconceito das pessoas. “Todos estão para adoção, mas há muito preconceito com vira-lata. E com cachorro preto então nem se fala”, explica, inconformada.
Depois de uma má experiência, Renata desistiu de doar os seus “peludinhos”.
“Uma médica me fez desgostar de adoção. Ela sumiu com o cachorro. Depois da adoção, sempre faço um acompanhamento. Eu liguei e ela me disse que deu para a faxineira. Falei com a faxineira e ela me disse que deixou cair na mudança. Daí eu desisti. Agora, só para amigos”, revela.
Mas antes da dificuldade de se encontrar alguém disposto a adotar um cachorro vem a de mantê-los. São despesas com alimentação, veterinário e castração, para evitar que se reproduzam descontroladamente. Para alimentar os seus 166 cães, por exemplo, Vilma gasta três sacos de 25 kg por dia. No final do mês, são cerca de R$ 3.500,00. “Se precisar tirar do orçamento de casa, eu tiro, mas não deixo faltar para eles”, afirma, orgulhosa.

Como ajudar

Para mantê-los, Vilma conta com doações. E para que os interessados em ajudá-la neste trabalho possam fazer contato, ela disponibiliza um endereço de e-mail (vilma_aranaga@yahoo.com.br ) e até mantém uma página do abrigo para cães no site de relacionamento orkut.
Renata, por sua vez, recebe ajuda de um distribuidor de ração, além do apoio de veterinários amigos, mas as despesas entre caseiro do sítio, remédios e veterinário, consomem entre R$ 3 mil a R$ 4 mil. E, claro, se desdobra em várias para manter o bem-estar dos cães. “Vou buscar a ração. Acompanho a castração. Levo no veterinário. Mas estou tendo de me conter para não recolher mais animais por uma questão financeira”, lamenta.
Apesar das dificuldades, em momento algum as ‘cachorreiras’ esboçam qualquer suspiro de arrependimento. “Por que eu gosto tanto de animais? Gente, você dá, dá, dá, e de vez em quando recebe algo em troca. E mesmo assim vem uma lambada de vez em quando. Cachorro, você dá, já recebe”, justifica Vilma.
O argumento é parecido com o de Renata. “É uma coisa meio poética. Bicho é mil vezes melhor que ser humano. Não roubam, não matam, não estupram. Não existe animal ruim; existem pessoas que os animais em seres agressivos”, explica. Em resumo, vida de ‘cachorreira’ não é fácil, mas vale a pena. Pois, se não há reconhecimento por parte das pessoas, os cães e gatos, com certeza, agradecem. E muito.
Fonte: G1
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Cães são colocados para doação, mas não há interessados.‘Há preconceito contra vira-lata e cachorro preto’, dizem

Vida de ‘cachorreira’ começa recolhendo bichano abandonado na rua – provavelmente estropiado, com aquela cara ‘pidoncha’ e miado agudo e lamentoso - e segue repleta de dificuldades, principalmente as financeiras. Obviamente que a primeira parte da frase não vale como regra, mas, coincidentemente, as duas ‘cachorreiras’ com quem o G1 conversou começaram suas respectivas ‘criações’ recolhendo um gato na rua.
Atualmente, a professora aposentada Vilma Aranaga, de 54 anos e há seis recolhendo animais de rua, tem 166 cachorros, sendo quatro filhotes, e 24 gatos – estes criados dentro da casa em uma chácara de oito mil metros quatros na cidade de São Roque, em São Paulo.
E a jornalista Renata Bernardis, de 35 anos e que começou aos 8 recolhendo um gatinho, contabiliza 80 cães recolhidos e soltos em um sítio de quatro alqueires em Mairiporã, na Grande São Paulo. E só não tem mais porque a mãe e a tia a proibiram de recolher mais animais.
Ah, cabe a explicação: ‘cachorreira(o)’ é como as pessoas que recolhem e dão abrigo para cães abandonados pelas ruas e praças das cidades se chamam ou se reconhecem. E depois do primeiro são tomadas por uma espécie de febre em querer ajudar estes pobres seres. E não param mais.
Há 10 anos, Vilma retornou do Japão ao lado do marido. Lá, tentou a vida como dekassegui, como são chamados os imigrantes pelos japoneses. Certo dia, ao caminhar pelas ruas do Butantã, na Zona Oeste de São Paulo, deparou-se com um gato abandonado. De repente, foi o começo de tudo. “Ele estava todo queimado de cigarro e abandonado em um campo de futebol. E tinha hidrocefalia (água no cérebro). Por causa disso, o veterinário disse que ele morreria logo. Cuidei dele e não apresentou mais o problema. A Mel morreu há uns três meses”, contou Vilma.
No caso de Renata, o amor pelos bichos foi herança da avó, que, quando ela nem era nascida, já recolhia gatos e levava para casa no Centro de São Paulo. Recolheu tantos que os vizinhos começaram a reclamar. “Daí meus avós decidiram ir embora com os gatos e foram morar nesse sítio, em Mairiporã. Lá, tinha macaco, cavalo, pato, papagaio, tucano. Cresci no meio dos bichos.”
Aos 7 anos, Renata ganhou patos. “Eu dava uma volta com os patos pelas ruas do Paraíso (região da Paulista). Eles seguem as pessoas. Para mim, era normal aquilo”, relata, divertida. E aos 8, claro, recolheu o seu primeiro gato. “Era um gato preto que miava muito de fome”, recorda.

Preconceito

A partir do primeiro, do segundo, do terceiro e outros cães, ganharam fama de ‘cachorreiras’ e as pessoas começaram a abandonar os cachorros em suas portas. Quase todos legítimos vira-latas, menosprezados em tempos de bichinhos adquiridos e tratados em pet shops e de raças exóticas da moda.
Depois de todos os cuidados com o animal, como limpeza, vacina e medicação, Vilma costuma colocar os cachorros do seu abrigo para adoção, mas esbarra no preconceito das pessoas. “Todos estão para adoção, mas há muito preconceito com vira-lata. E com cachorro preto então nem se fala”, explica, inconformada.
Depois de uma má experiência, Renata desistiu de doar os seus “peludinhos”.
“Uma médica me fez desgostar de adoção. Ela sumiu com o cachorro. Depois da adoção, sempre faço um acompanhamento. Eu liguei e ela me disse que deu para a faxineira. Falei com a faxineira e ela me disse que deixou cair na mudança. Daí eu desisti. Agora, só para amigos”, revela.
Mas antes da dificuldade de se encontrar alguém disposto a adotar um cachorro vem a de mantê-los. São despesas com alimentação, veterinário e castração, para evitar que se reproduzam descontroladamente. Para alimentar os seus 166 cães, por exemplo, Vilma gasta três sacos de 25 kg por dia. No final do mês, são cerca de R$ 3.500,00. “Se precisar tirar do orçamento de casa, eu tiro, mas não deixo faltar para eles”, afirma, orgulhosa.

Como ajudar

Para mantê-los, Vilma conta com doações. E para que os interessados em ajudá-la neste trabalho possam fazer contato, ela disponibiliza um endereço de e-mail (vilma_aranaga@yahoo.com.br ) e até mantém uma página do abrigo para cães no site de relacionamento orkut.
Renata, por sua vez, recebe ajuda de um distribuidor de ração, além do apoio de veterinários amigos, mas as despesas entre caseiro do sítio, remédios e veterinário, consomem entre R$ 3 mil a R$ 4 mil. E, claro, se desdobra em várias para manter o bem-estar dos cães. “Vou buscar a ração. Acompanho a castração. Levo no veterinário. Mas estou tendo de me conter para não recolher mais animais por uma questão financeira”, lamenta.
Apesar das dificuldades, em momento algum as ‘cachorreiras’ esboçam qualquer suspiro de arrependimento. “Por que eu gosto tanto de animais? Gente, você dá, dá, dá, e de vez em quando recebe algo em troca. E mesmo assim vem uma lambada de vez em quando. Cachorro, você dá, já recebe”, justifica Vilma.
O argumento é parecido com o de Renata. “É uma coisa meio poética. Bicho é mil vezes melhor que ser humano. Não roubam, não matam, não estupram. Não existe animal ruim; existem pessoas que os animais em seres agressivos”, explica. Em resumo, vida de ‘cachorreira’ não é fácil, mas vale a pena. Pois, se não há reconhecimento por parte das pessoas, os cães e gatos, com certeza, agradecem. E muito.
Fonte: G1
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Cães são colocados para doação, mas não há interessados.‘Há preconceito contra vira-lata e cachorro preto’, dizem

Vida de ‘cachorreira’ começa recolhendo bichano abandonado na rua – provavelmente estropiado, com aquela cara ‘pidoncha’ e miado agudo e lamentoso - e segue repleta de dificuldades, principalmente as financeiras. Obviamente que a primeira parte da frase não vale como regra, mas, coincidentemente, as duas ‘cachorreiras’ com quem o G1 conversou começaram suas respectivas ‘criações’ recolhendo um gato na rua.
Atualmente, a professora aposentada Vilma Aranaga, de 54 anos e há seis recolhendo animais de rua, tem 166 cachorros, sendo quatro filhotes, e 24 gatos – estes criados dentro da casa em uma chácara de oito mil metros quatros na cidade de São Roque, em São Paulo.
E a jornalista Renata Bernardis, de 35 anos e que começou aos 8 recolhendo um gatinho, contabiliza 80 cães recolhidos e soltos em um sítio de quatro alqueires em Mairiporã, na Grande São Paulo. E só não tem mais porque a mãe e a tia a proibiram de recolher mais animais.
Ah, cabe a explicação: ‘cachorreira(o)’ é como as pessoas que recolhem e dão abrigo para cães abandonados pelas ruas e praças das cidades se chamam ou se reconhecem. E depois do primeiro são tomadas por uma espécie de febre em querer ajudar estes pobres seres. E não param mais.
Há 10 anos, Vilma retornou do Japão ao lado do marido. Lá, tentou a vida como dekassegui, como são chamados os imigrantes pelos japoneses. Certo dia, ao caminhar pelas ruas do Butantã, na Zona Oeste de São Paulo, deparou-se com um gato abandonado. De repente, foi o começo de tudo. “Ele estava todo queimado de cigarro e abandonado em um campo de futebol. E tinha hidrocefalia (água no cérebro). Por causa disso, o veterinário disse que ele morreria logo. Cuidei dele e não apresentou mais o problema. A Mel morreu há uns três meses”, contou Vilma.
No caso de Renata, o amor pelos bichos foi herança da avó, que, quando ela nem era nascida, já recolhia gatos e levava para casa no Centro de São Paulo. Recolheu tantos que os vizinhos começaram a reclamar. “Daí meus avós decidiram ir embora com os gatos e foram morar nesse sítio, em Mairiporã. Lá, tinha macaco, cavalo, pato, papagaio, tucano. Cresci no meio dos bichos.”
Aos 7 anos, Renata ganhou patos. “Eu dava uma volta com os patos pelas ruas do Paraíso (região da Paulista). Eles seguem as pessoas. Para mim, era normal aquilo”, relata, divertida. E aos 8, claro, recolheu o seu primeiro gato. “Era um gato preto que miava muito de fome”, recorda.

Preconceito

A partir do primeiro, do segundo, do terceiro e outros cães, ganharam fama de ‘cachorreiras’ e as pessoas começaram a abandonar os cachorros em suas portas. Quase todos legítimos vira-latas, menosprezados em tempos de bichinhos adquiridos e tratados em pet shops e de raças exóticas da moda.
Depois de todos os cuidados com o animal, como limpeza, vacina e medicação, Vilma costuma colocar os cachorros do seu abrigo para adoção, mas esbarra no preconceito das pessoas. “Todos estão para adoção, mas há muito preconceito com vira-lata. E com cachorro preto então nem se fala”, explica, inconformada.
Depois de uma má experiência, Renata desistiu de doar os seus “peludinhos”.
“Uma médica me fez desgostar de adoção. Ela sumiu com o cachorro. Depois da adoção, sempre faço um acompanhamento. Eu liguei e ela me disse que deu para a faxineira. Falei com a faxineira e ela me disse que deixou cair na mudança. Daí eu desisti. Agora, só para amigos”, revela.
Mas antes da dificuldade de se encontrar alguém disposto a adotar um cachorro vem a de mantê-los. São despesas com alimentação, veterinário e castração, para evitar que se reproduzam descontroladamente. Para alimentar os seus 166 cães, por exemplo, Vilma gasta três sacos de 25 kg por dia. No final do mês, são cerca de R$ 3.500,00. “Se precisar tirar do orçamento de casa, eu tiro, mas não deixo faltar para eles”, afirma, orgulhosa.

Como ajudar

Para mantê-los, Vilma conta com doações. E para que os interessados em ajudá-la neste trabalho possam fazer contato, ela disponibiliza um endereço de e-mail (vilma_aranaga@yahoo.com.br ) e até mantém uma página do abrigo para cães no site de relacionamento orkut.
Renata, por sua vez, recebe ajuda de um distribuidor de ração, além do apoio de veterinários amigos, mas as despesas entre caseiro do sítio, remédios e veterinário, consomem entre R$ 3 mil a R$ 4 mil. E, claro, se desdobra em várias para manter o bem-estar dos cães. “Vou buscar a ração. Acompanho a castração. Levo no veterinário. Mas estou tendo de me conter para não recolher mais animais por uma questão financeira”, lamenta.
Apesar das dificuldades, em momento algum as ‘cachorreiras’ esboçam qualquer suspiro de arrependimento. “Por que eu gosto tanto de animais? Gente, você dá, dá, dá, e de vez em quando recebe algo em troca. E mesmo assim vem uma lambada de vez em quando. Cachorro, você dá, já recebe”, justifica Vilma.
O argumento é parecido com o de Renata. “É uma coisa meio poética. Bicho é mil vezes melhor que ser humano. Não roubam, não matam, não estupram. Não existe animal ruim; existem pessoas que os animais em seres agressivos”, explica. Em resumo, vida de ‘cachorreira’ não é fácil, mas vale a pena. Pois, se não há reconhecimento por parte das pessoas, os cães e gatos, com certeza, agradecem. E muito.
Fonte: G1
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Cães são colocados para doação, mas não há interessados.‘Há preconceito contra vira-lata e cachorro preto’, dizem

Vida de ‘cachorreira’ começa recolhendo bichano abandonado na rua – provavelmente estropiado, com aquela cara ‘pidoncha’ e miado agudo e lamentoso - e segue repleta de dificuldades, principalmente as financeiras. Obviamente que a primeira parte da frase não vale como regra, mas, coincidentemente, as duas ‘cachorreiras’ com quem o G1 conversou começaram suas respectivas ‘criações’ recolhendo um gato na rua.
Atualmente, a professora aposentada Vilma Aranaga, de 54 anos e há seis recolhendo animais de rua, tem 166 cachorros, sendo quatro filhotes, e 24 gatos – estes criados dentro da casa em uma chácara de oito mil metros quatros na cidade de São Roque, em São Paulo.
E a jornalista Renata Bernardis, de 35 anos e que começou aos 8 recolhendo um gatinho, contabiliza 80 cães recolhidos e soltos em um sítio de quatro alqueires em Mairiporã, na Grande São Paulo. E só não tem mais porque a mãe e a tia a proibiram de recolher mais animais.
Ah, cabe a explicação: ‘cachorreira(o)’ é como as pessoas que recolhem e dão abrigo para cães abandonados pelas ruas e praças das cidades se chamam ou se reconhecem. E depois do primeiro são tomadas por uma espécie de febre em querer ajudar estes pobres seres. E não param mais.
Há 10 anos, Vilma retornou do Japão ao lado do marido. Lá, tentou a vida como dekassegui, como são chamados os imigrantes pelos japoneses. Certo dia, ao caminhar pelas ruas do Butantã, na Zona Oeste de São Paulo, deparou-se com um gato abandonado. De repente, foi o começo de tudo. “Ele estava todo queimado de cigarro e abandonado em um campo de futebol. E tinha hidrocefalia (água no cérebro). Por causa disso, o veterinário disse que ele morreria logo. Cuidei dele e não apresentou mais o problema. A Mel morreu há uns três meses”, contou Vilma.
No caso de Renata, o amor pelos bichos foi herança da avó, que, quando ela nem era nascida, já recolhia gatos e levava para casa no Centro de São Paulo. Recolheu tantos que os vizinhos começaram a reclamar. “Daí meus avós decidiram ir embora com os gatos e foram morar nesse sítio, em Mairiporã. Lá, tinha macaco, cavalo, pato, papagaio, tucano. Cresci no meio dos bichos.”
Aos 7 anos, Renata ganhou patos. “Eu dava uma volta com os patos pelas ruas do Paraíso (região da Paulista). Eles seguem as pessoas. Para mim, era normal aquilo”, relata, divertida. E aos 8, claro, recolheu o seu primeiro gato. “Era um gato preto que miava muito de fome”, recorda.

Preconceito

A partir do primeiro, do segundo, do terceiro e outros cães, ganharam fama de ‘cachorreiras’ e as pessoas começaram a abandonar os cachorros em suas portas. Quase todos legítimos vira-latas, menosprezados em tempos de bichinhos adquiridos e tratados em pet shops e de raças exóticas da moda.
Depois de todos os cuidados com o animal, como limpeza, vacina e medicação, Vilma costuma colocar os cachorros do seu abrigo para adoção, mas esbarra no preconceito das pessoas. “Todos estão para adoção, mas há muito preconceito com vira-lata. E com cachorro preto então nem se fala”, explica, inconformada.
Depois de uma má experiência, Renata desistiu de doar os seus “peludinhos”.
“Uma médica me fez desgostar de adoção. Ela sumiu com o cachorro. Depois da adoção, sempre faço um acompanhamento. Eu liguei e ela me disse que deu para a faxineira. Falei com a faxineira e ela me disse que deixou cair na mudança. Daí eu desisti. Agora, só para amigos”, revela.
Mas antes da dificuldade de se encontrar alguém disposto a adotar um cachorro vem a de mantê-los. São despesas com alimentação, veterinário e castração, para evitar que se reproduzam descontroladamente. Para alimentar os seus 166 cães, por exemplo, Vilma gasta três sacos de 25 kg por dia. No final do mês, são cerca de R$ 3.500,00. “Se precisar tirar do orçamento de casa, eu tiro, mas não deixo faltar para eles”, afirma, orgulhosa.

Como ajudar

Para mantê-los, Vilma conta com doações. E para que os interessados em ajudá-la neste trabalho possam fazer contato, ela disponibiliza um endereço de e-mail (vilma_aranaga@yahoo.com.br ) e até mantém uma página do abrigo para cães no site de relacionamento orkut.
Renata, por sua vez, recebe ajuda de um distribuidor de ração, além do apoio de veterinários amigos, mas as despesas entre caseiro do sítio, remédios e veterinário, consomem entre R$ 3 mil a R$ 4 mil. E, claro, se desdobra em várias para manter o bem-estar dos cães. “Vou buscar a ração. Acompanho a castração. Levo no veterinário. Mas estou tendo de me conter para não recolher mais animais por uma questão financeira”, lamenta.
Apesar das dificuldades, em momento algum as ‘cachorreiras’ esboçam qualquer suspiro de arrependimento. “Por que eu gosto tanto de animais? Gente, você dá, dá, dá, e de vez em quando recebe algo em troca. E mesmo assim vem uma lambada de vez em quando. Cachorro, você dá, já recebe”, justifica Vilma.
O argumento é parecido com o de Renata. “É uma coisa meio poética. Bicho é mil vezes melhor que ser humano. Não roubam, não matam, não estupram. Não existe animal ruim; existem pessoas que os animais em seres agressivos”, explica. Em resumo, vida de ‘cachorreira’ não é fácil, mas vale a pena. Pois, se não há reconhecimento por parte das pessoas, os cães e gatos, com certeza, agradecem. E muito.
Fonte: G1
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Cocal: Pessoas com trauma fazem tratamento psicológico
Pessoas que presenciaram mortes de filhos em estado de choque. Onze povoados de Cocal foram dizimados.


Com água até o pescoço e numa espera interminável que durou 16 horas agarrada a uma árvore, Maria do Socorro dos Santos, 30 anos, não apaga a cena em que viu morrer a filha, o marido e parentes. Maria é uma das sobreviventes do desastre do rompimento da Barragem Algodões I, em Cocal (a 268 km de Teresina), no Piauí. Ela não para de chorar. Da sua família quatro pessoas morreram: o marido, a filha de 12 anos, a mãe, o tio e a outra filha de 10 anos está desaparecida há cinco dias.
Maria do Socorro e centenas de famílias que perderam tudo com a enxurrada das águas estão tendo que receber tratamento psicológico para amenizar o desespero e suportar a dor. Ela, que mora no Angico Branco, um povoado totalmente dizimado, conta que ficou de 17 horas de quarta-feira a 9 horas de quinta esperando resgate.
“Não consigo apagar as imagem da minha cabeça. Não posso nem fechar os olhos. Perdi minha família e a vontade de viver”, disse Maria do Socorro, que está abrigada em casa de desconhecida na cidade de Cocal com o filho Wesley, de 8 anos.
A psicóloga Zilma Maria Bento Cavalcante, que presta atendimento a Maria do Socorro, relata que ela não dorme, se alimenta só de líquido e seu apego é que a filha que está desaparecida esteja viva.

Duas filhas mortas

Inconformada, a trabalhadora rural Maria de Fátima Pereira, 32 anos, perdeu duas filhas no acidente. Uma tinha 10 anos, a primeira vítima a ser localizada, e outra tinha 16 anos. Ela condena o governo pela tragédia, pois autorizou o retorno das famílias ao local. No dia do acidente, Maria de Fátima tinha retornado à sua casa após 18 dias em abrigo.
“Se eu pudesse voltar no tempo jamais voltaria para perder minhas filhas. Queria que Deus me tirasse tudo, menos minhas filhas”, disse Maria de Fátima, que precisa tomar tranquilizante e está abrigada no colégio Domingos Alves Gomes, onde divide sala com três famílias.
No desastre, sete pessoas morreram soterradas e 3 mil famílias ficaram desabrigadas com a onda de água de mais de 10 m de altura.
No povoado, todos têm uma história de terror para contar. Lidiane Maria Pereira, 26 anos, lembra que só deu tempo de pegar a filha de um mês e sair correndo. “Nunca corri tanto em minha vida”, disse.
Yala Sena (direto de Cocal)
yalasena@hotmail.com
Cidadeverde.com
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Cocal: Pessoas com trauma fazem tratamento psicológico
Pessoas que presenciaram mortes de filhos em estado de choque. Onze povoados de Cocal foram dizimados.


Com água até o pescoço e numa espera interminável que durou 16 horas agarrada a uma árvore, Maria do Socorro dos Santos, 30 anos, não apaga a cena em que viu morrer a filha, o marido e parentes. Maria é uma das sobreviventes do desastre do rompimento da Barragem Algodões I, em Cocal (a 268 km de Teresina), no Piauí. Ela não para de chorar. Da sua família quatro pessoas morreram: o marido, a filha de 12 anos, a mãe, o tio e a outra filha de 10 anos está desaparecida há cinco dias.
Maria do Socorro e centenas de famílias que perderam tudo com a enxurrada das águas estão tendo que receber tratamento psicológico para amenizar o desespero e suportar a dor. Ela, que mora no Angico Branco, um povoado totalmente dizimado, conta que ficou de 17 horas de quarta-feira a 9 horas de quinta esperando resgate.
“Não consigo apagar as imagem da minha cabeça. Não posso nem fechar os olhos. Perdi minha família e a vontade de viver”, disse Maria do Socorro, que está abrigada em casa de desconhecida na cidade de Cocal com o filho Wesley, de 8 anos.
A psicóloga Zilma Maria Bento Cavalcante, que presta atendimento a Maria do Socorro, relata que ela não dorme, se alimenta só de líquido e seu apego é que a filha que está desaparecida esteja viva.

Duas filhas mortas

Inconformada, a trabalhadora rural Maria de Fátima Pereira, 32 anos, perdeu duas filhas no acidente. Uma tinha 10 anos, a primeira vítima a ser localizada, e outra tinha 16 anos. Ela condena o governo pela tragédia, pois autorizou o retorno das famílias ao local. No dia do acidente, Maria de Fátima tinha retornado à sua casa após 18 dias em abrigo.
“Se eu pudesse voltar no tempo jamais voltaria para perder minhas filhas. Queria que Deus me tirasse tudo, menos minhas filhas”, disse Maria de Fátima, que precisa tomar tranquilizante e está abrigada no colégio Domingos Alves Gomes, onde divide sala com três famílias.
No desastre, sete pessoas morreram soterradas e 3 mil famílias ficaram desabrigadas com a onda de água de mais de 10 m de altura.
No povoado, todos têm uma história de terror para contar. Lidiane Maria Pereira, 26 anos, lembra que só deu tempo de pegar a filha de um mês e sair correndo. “Nunca corri tanto em minha vida”, disse.
Yala Sena (direto de Cocal)
yalasena@hotmail.com
Cidadeverde.com
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Cocal: Pessoas com trauma fazem tratamento psicológico
Pessoas que presenciaram mortes de filhos em estado de choque. Onze povoados de Cocal foram dizimados.


Com água até o pescoço e numa espera interminável que durou 16 horas agarrada a uma árvore, Maria do Socorro dos Santos, 30 anos, não apaga a cena em que viu morrer a filha, o marido e parentes. Maria é uma das sobreviventes do desastre do rompimento da Barragem Algodões I, em Cocal (a 268 km de Teresina), no Piauí. Ela não para de chorar. Da sua família quatro pessoas morreram: o marido, a filha de 12 anos, a mãe, o tio e a outra filha de 10 anos está desaparecida há cinco dias.
Maria do Socorro e centenas de famílias que perderam tudo com a enxurrada das águas estão tendo que receber tratamento psicológico para amenizar o desespero e suportar a dor. Ela, que mora no Angico Branco, um povoado totalmente dizimado, conta que ficou de 17 horas de quarta-feira a 9 horas de quinta esperando resgate.
“Não consigo apagar as imagem da minha cabeça. Não posso nem fechar os olhos. Perdi minha família e a vontade de viver”, disse Maria do Socorro, que está abrigada em casa de desconhecida na cidade de Cocal com o filho Wesley, de 8 anos.
A psicóloga Zilma Maria Bento Cavalcante, que presta atendimento a Maria do Socorro, relata que ela não dorme, se alimenta só de líquido e seu apego é que a filha que está desaparecida esteja viva.

Duas filhas mortas

Inconformada, a trabalhadora rural Maria de Fátima Pereira, 32 anos, perdeu duas filhas no acidente. Uma tinha 10 anos, a primeira vítima a ser localizada, e outra tinha 16 anos. Ela condena o governo pela tragédia, pois autorizou o retorno das famílias ao local. No dia do acidente, Maria de Fátima tinha retornado à sua casa após 18 dias em abrigo.
“Se eu pudesse voltar no tempo jamais voltaria para perder minhas filhas. Queria que Deus me tirasse tudo, menos minhas filhas”, disse Maria de Fátima, que precisa tomar tranquilizante e está abrigada no colégio Domingos Alves Gomes, onde divide sala com três famílias.
No desastre, sete pessoas morreram soterradas e 3 mil famílias ficaram desabrigadas com a onda de água de mais de 10 m de altura.
No povoado, todos têm uma história de terror para contar. Lidiane Maria Pereira, 26 anos, lembra que só deu tempo de pegar a filha de um mês e sair correndo. “Nunca corri tanto em minha vida”, disse.
Yala Sena (direto de Cocal)
yalasena@hotmail.com
Cidadeverde.com
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Cocal: Pessoas com trauma fazem tratamento psicológico
Pessoas que presenciaram mortes de filhos em estado de choque. Onze povoados de Cocal foram dizimados.


Com água até o pescoço e numa espera interminável que durou 16 horas agarrada a uma árvore, Maria do Socorro dos Santos, 30 anos, não apaga a cena em que viu morrer a filha, o marido e parentes. Maria é uma das sobreviventes do desastre do rompimento da Barragem Algodões I, em Cocal (a 268 km de Teresina), no Piauí. Ela não para de chorar. Da sua família quatro pessoas morreram: o marido, a filha de 12 anos, a mãe, o tio e a outra filha de 10 anos está desaparecida há cinco dias.
Maria do Socorro e centenas de famílias que perderam tudo com a enxurrada das águas estão tendo que receber tratamento psicológico para amenizar o desespero e suportar a dor. Ela, que mora no Angico Branco, um povoado totalmente dizimado, conta que ficou de 17 horas de quarta-feira a 9 horas de quinta esperando resgate.
“Não consigo apagar as imagem da minha cabeça. Não posso nem fechar os olhos. Perdi minha família e a vontade de viver”, disse Maria do Socorro, que está abrigada em casa de desconhecida na cidade de Cocal com o filho Wesley, de 8 anos.
A psicóloga Zilma Maria Bento Cavalcante, que presta atendimento a Maria do Socorro, relata que ela não dorme, se alimenta só de líquido e seu apego é que a filha que está desaparecida esteja viva.

Duas filhas mortas

Inconformada, a trabalhadora rural Maria de Fátima Pereira, 32 anos, perdeu duas filhas no acidente. Uma tinha 10 anos, a primeira vítima a ser localizada, e outra tinha 16 anos. Ela condena o governo pela tragédia, pois autorizou o retorno das famílias ao local. No dia do acidente, Maria de Fátima tinha retornado à sua casa após 18 dias em abrigo.
“Se eu pudesse voltar no tempo jamais voltaria para perder minhas filhas. Queria que Deus me tirasse tudo, menos minhas filhas”, disse Maria de Fátima, que precisa tomar tranquilizante e está abrigada no colégio Domingos Alves Gomes, onde divide sala com três famílias.
No desastre, sete pessoas morreram soterradas e 3 mil famílias ficaram desabrigadas com a onda de água de mais de 10 m de altura.
No povoado, todos têm uma história de terror para contar. Lidiane Maria Pereira, 26 anos, lembra que só deu tempo de pegar a filha de um mês e sair correndo. “Nunca corri tanto em minha vida”, disse.
Yala Sena (direto de Cocal)
yalasena@hotmail.com
Cidadeverde.com
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RIO - Contra a epidemia do crack, uma força-tarefa nacional. Um grupo encabeçado pela Secretaria Municipal de Assistência Social e respaldado por pastas municipais, estaduais e federais, irá apresentar linhas de ação para o combate do consumo que chega a crescer até 300% ao ano, de acordo com o secretário Fernando William. A idéia é trazer para o Rio um tratamento e abordagem de choque com enfermarias e médicos especializados, em modelo parecido ao reservado à dengue no verão de 2008.
– Vamos ter juízes, promotores, representantes da Câmara Municipal, da Assembleia Legislativa, secretarias municipais de Saúde, Educação, Ordem Pública, da Pessoa com Deficiência, secretarias estaduais de Saúde, Assistência Social e Direitos Humanos, Segurança Pública e de Governo e os ministérios da Saúde, do Desenvolvimento e da Educação – revela o secretário municipal de Assistência Social. – É necessária essa ação porque o que temos hoje é uma doença que mata e que está crescendo, ou seja, uma epidemia.
A ideia é que o grupo saia da reunião e já comece a elaborar algumas propostas para análise do prefeito Eduardo Paes. Fernando William pretende inclusive ir a Brasília com secretário municipal de Saúde, Hans Dohmann, para solicitar recursos para contratação de médicos e implantação de enfermarias para internação, ainda que de caráter temporário.
– O crack é um problema de saúde pública e de nível nacional – enfatiza Fernando William. – Temos de fazer tudo que possa ser feito: sites e blogs na internet, participação da sociedade, que precisa se envolver denunciando aproveitadores das meninas que se prostituem para comprar a droga, escolas identificando os primeiros sintomas dos envolvidos. A maioria dessas crianças e adolescentes está num estágio de envolvimento no qual precisa de internação, de tratamento médico mesmo.
O grau de envolvimento é tão grande que, em alguns casos – como o flagrado pelo Jornal do Brasil em frente aos Arcos da Lapa, quando C.H., 25 anos, consumia a droga próximo a um trailer da Polícia Militar – o viciado não teme represália. E, após a hora de duração dos efeitos do crack, entra em desespero por mais droga.
Além da degradação humana provocada pelo consumo do crack, os menores de rua acometidos são invariavelmente enquadrados em pequenos furtos, no caso dos meninos, e prostituição infantil, no caso das meninas. De acordo com o secretário, as menores chegam a fazer programas por dois reais para sustentar o vício.
– Crack e prostituição infantil são indissociáveis – afirma Fernando William.

Ele cita o caso de uma menina de 12 anos acolhida na semana passada. Portadora do vírus HIV por conta da prostituição que paga o crack, ela dizia saber da intenção dos educadores de dar ajuda, mas se negava continuar o tratamento porque o crack “chama”. Diante da afirmação de que sem se tratar e ao dar continuidade à prostituição ela contaminaria outras pessoas, a menor foi categórica:
– Eles lá têm pena de mim, que tenho 12 anos? Por que tenho que ter pena deles?
Uma das ações imediatas da Secretaria Municipal de Assistência Social no combate ao crack será a busca das famílias dos menores recolhidos das ruas. A estimativa da secretaria é que 400 crianças e adolescentes vivam nas ruas; desse número, 90% seria de usuários.
– A solução é a família. Você pode resolver tudo, mas se a situação familiar não for adequada, não adianta – aponta. – É altamente alarmante porque a criança pobre, de rua e em situação de abandono, que antes usava cola de sapateiro e solvente, agora começa a usar o crack. O solvente e a cola de sapateiro têm danos, mas se comparados ao crack são mínimos.
No caso de impossibilidade de identificação das famílias dos menores acolhidos – que seriam integradas em programas sociais para apoio ao problema – e consequente reintegração ao ambiente familiar por rejeição, por exemplo, a secretaria optará pelo programa já existente da Família Acolhedora – o único que não sofreu cortes de repasse de verbas por conta da crise financeira do município.

Bruna Talarico


Jornal do Brasil
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RIO - Contra a epidemia do crack, uma força-tarefa nacional. Um grupo encabeçado pela Secretaria Municipal de Assistência Social e respaldado por pastas municipais, estaduais e federais, irá apresentar linhas de ação para o combate do consumo que chega a crescer até 300% ao ano, de acordo com o secretário Fernando William. A idéia é trazer para o Rio um tratamento e abordagem de choque com enfermarias e médicos especializados, em modelo parecido ao reservado à dengue no verão de 2008.
– Vamos ter juízes, promotores, representantes da Câmara Municipal, da Assembleia Legislativa, secretarias municipais de Saúde, Educação, Ordem Pública, da Pessoa com Deficiência, secretarias estaduais de Saúde, Assistência Social e Direitos Humanos, Segurança Pública e de Governo e os ministérios da Saúde, do Desenvolvimento e da Educação – revela o secretário municipal de Assistência Social. – É necessária essa ação porque o que temos hoje é uma doença que mata e que está crescendo, ou seja, uma epidemia.
A ideia é que o grupo saia da reunião e já comece a elaborar algumas propostas para análise do prefeito Eduardo Paes. Fernando William pretende inclusive ir a Brasília com secretário municipal de Saúde, Hans Dohmann, para solicitar recursos para contratação de médicos e implantação de enfermarias para internação, ainda que de caráter temporário.
– O crack é um problema de saúde pública e de nível nacional – enfatiza Fernando William. – Temos de fazer tudo que possa ser feito: sites e blogs na internet, participação da sociedade, que precisa se envolver denunciando aproveitadores das meninas que se prostituem para comprar a droga, escolas identificando os primeiros sintomas dos envolvidos. A maioria dessas crianças e adolescentes está num estágio de envolvimento no qual precisa de internação, de tratamento médico mesmo.
O grau de envolvimento é tão grande que, em alguns casos – como o flagrado pelo Jornal do Brasil em frente aos Arcos da Lapa, quando C.H., 25 anos, consumia a droga próximo a um trailer da Polícia Militar – o viciado não teme represália. E, após a hora de duração dos efeitos do crack, entra em desespero por mais droga.
Além da degradação humana provocada pelo consumo do crack, os menores de rua acometidos são invariavelmente enquadrados em pequenos furtos, no caso dos meninos, e prostituição infantil, no caso das meninas. De acordo com o secretário, as menores chegam a fazer programas por dois reais para sustentar o vício.
– Crack e prostituição infantil são indissociáveis – afirma Fernando William.

Ele cita o caso de uma menina de 12 anos acolhida na semana passada. Portadora do vírus HIV por conta da prostituição que paga o crack, ela dizia saber da intenção dos educadores de dar ajuda, mas se negava continuar o tratamento porque o crack “chama”. Diante da afirmação de que sem se tratar e ao dar continuidade à prostituição ela contaminaria outras pessoas, a menor foi categórica:
– Eles lá têm pena de mim, que tenho 12 anos? Por que tenho que ter pena deles?
Uma das ações imediatas da Secretaria Municipal de Assistência Social no combate ao crack será a busca das famílias dos menores recolhidos das ruas. A estimativa da secretaria é que 400 crianças e adolescentes vivam nas ruas; desse número, 90% seria de usuários.
– A solução é a família. Você pode resolver tudo, mas se a situação familiar não for adequada, não adianta – aponta. – É altamente alarmante porque a criança pobre, de rua e em situação de abandono, que antes usava cola de sapateiro e solvente, agora começa a usar o crack. O solvente e a cola de sapateiro têm danos, mas se comparados ao crack são mínimos.
No caso de impossibilidade de identificação das famílias dos menores acolhidos – que seriam integradas em programas sociais para apoio ao problema – e consequente reintegração ao ambiente familiar por rejeição, por exemplo, a secretaria optará pelo programa já existente da Família Acolhedora – o único que não sofreu cortes de repasse de verbas por conta da crise financeira do município.

Bruna Talarico


Jornal do Brasil
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RIO - Contra a epidemia do crack, uma força-tarefa nacional. Um grupo encabeçado pela Secretaria Municipal de Assistência Social e respaldado por pastas municipais, estaduais e federais, irá apresentar linhas de ação para o combate do consumo que chega a crescer até 300% ao ano, de acordo com o secretário Fernando William. A idéia é trazer para o Rio um tratamento e abordagem de choque com enfermarias e médicos especializados, em modelo parecido ao reservado à dengue no verão de 2008.
– Vamos ter juízes, promotores, representantes da Câmara Municipal, da Assembleia Legislativa, secretarias municipais de Saúde, Educação, Ordem Pública, da Pessoa com Deficiência, secretarias estaduais de Saúde, Assistência Social e Direitos Humanos, Segurança Pública e de Governo e os ministérios da Saúde, do Desenvolvimento e da Educação – revela o secretário municipal de Assistência Social. – É necessária essa ação porque o que temos hoje é uma doença que mata e que está crescendo, ou seja, uma epidemia.
A ideia é que o grupo saia da reunião e já comece a elaborar algumas propostas para análise do prefeito Eduardo Paes. Fernando William pretende inclusive ir a Brasília com secretário municipal de Saúde, Hans Dohmann, para solicitar recursos para contratação de médicos e implantação de enfermarias para internação, ainda que de caráter temporário.
– O crack é um problema de saúde pública e de nível nacional – enfatiza Fernando William. – Temos de fazer tudo que possa ser feito: sites e blogs na internet, participação da sociedade, que precisa se envolver denunciando aproveitadores das meninas que se prostituem para comprar a droga, escolas identificando os primeiros sintomas dos envolvidos. A maioria dessas crianças e adolescentes está num estágio de envolvimento no qual precisa de internação, de tratamento médico mesmo.
O grau de envolvimento é tão grande que, em alguns casos – como o flagrado pelo Jornal do Brasil em frente aos Arcos da Lapa, quando C.H., 25 anos, consumia a droga próximo a um trailer da Polícia Militar – o viciado não teme represália. E, após a hora de duração dos efeitos do crack, entra em desespero por mais droga.
Além da degradação humana provocada pelo consumo do crack, os menores de rua acometidos são invariavelmente enquadrados em pequenos furtos, no caso dos meninos, e prostituição infantil, no caso das meninas. De acordo com o secretário, as menores chegam a fazer programas por dois reais para sustentar o vício.
– Crack e prostituição infantil são indissociáveis – afirma Fernando William.

Ele cita o caso de uma menina de 12 anos acolhida na semana passada. Portadora do vírus HIV por conta da prostituição que paga o crack, ela dizia saber da intenção dos educadores de dar ajuda, mas se negava continuar o tratamento porque o crack “chama”. Diante da afirmação de que sem se tratar e ao dar continuidade à prostituição ela contaminaria outras pessoas, a menor foi categórica:
– Eles lá têm pena de mim, que tenho 12 anos? Por que tenho que ter pena deles?
Uma das ações imediatas da Secretaria Municipal de Assistência Social no combate ao crack será a busca das famílias dos menores recolhidos das ruas. A estimativa da secretaria é que 400 crianças e adolescentes vivam nas ruas; desse número, 90% seria de usuários.
– A solução é a família. Você pode resolver tudo, mas se a situação familiar não for adequada, não adianta – aponta. – É altamente alarmante porque a criança pobre, de rua e em situação de abandono, que antes usava cola de sapateiro e solvente, agora começa a usar o crack. O solvente e a cola de sapateiro têm danos, mas se comparados ao crack são mínimos.
No caso de impossibilidade de identificação das famílias dos menores acolhidos – que seriam integradas em programas sociais para apoio ao problema – e consequente reintegração ao ambiente familiar por rejeição, por exemplo, a secretaria optará pelo programa já existente da Família Acolhedora – o único que não sofreu cortes de repasse de verbas por conta da crise financeira do município.

Bruna Talarico


Jornal do Brasil
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RIO - Contra a epidemia do crack, uma força-tarefa nacional. Um grupo encabeçado pela Secretaria Municipal de Assistência Social e respaldado por pastas municipais, estaduais e federais, irá apresentar linhas de ação para o combate do consumo que chega a crescer até 300% ao ano, de acordo com o secretário Fernando William. A idéia é trazer para o Rio um tratamento e abordagem de choque com enfermarias e médicos especializados, em modelo parecido ao reservado à dengue no verão de 2008.
– Vamos ter juízes, promotores, representantes da Câmara Municipal, da Assembleia Legislativa, secretarias municipais de Saúde, Educação, Ordem Pública, da Pessoa com Deficiência, secretarias estaduais de Saúde, Assistência Social e Direitos Humanos, Segurança Pública e de Governo e os ministérios da Saúde, do Desenvolvimento e da Educação – revela o secretário municipal de Assistência Social. – É necessária essa ação porque o que temos hoje é uma doença que mata e que está crescendo, ou seja, uma epidemia.
A ideia é que o grupo saia da reunião e já comece a elaborar algumas propostas para análise do prefeito Eduardo Paes. Fernando William pretende inclusive ir a Brasília com secretário municipal de Saúde, Hans Dohmann, para solicitar recursos para contratação de médicos e implantação de enfermarias para internação, ainda que de caráter temporário.
– O crack é um problema de saúde pública e de nível nacional – enfatiza Fernando William. – Temos de fazer tudo que possa ser feito: sites e blogs na internet, participação da sociedade, que precisa se envolver denunciando aproveitadores das meninas que se prostituem para comprar a droga, escolas identificando os primeiros sintomas dos envolvidos. A maioria dessas crianças e adolescentes está num estágio de envolvimento no qual precisa de internação, de tratamento médico mesmo.
O grau de envolvimento é tão grande que, em alguns casos – como o flagrado pelo Jornal do Brasil em frente aos Arcos da Lapa, quando C.H., 25 anos, consumia a droga próximo a um trailer da Polícia Militar – o viciado não teme represália. E, após a hora de duração dos efeitos do crack, entra em desespero por mais droga.
Além da degradação humana provocada pelo consumo do crack, os menores de rua acometidos são invariavelmente enquadrados em pequenos furtos, no caso dos meninos, e prostituição infantil, no caso das meninas. De acordo com o secretário, as menores chegam a fazer programas por dois reais para sustentar o vício.
– Crack e prostituição infantil são indissociáveis – afirma Fernando William.

Ele cita o caso de uma menina de 12 anos acolhida na semana passada. Portadora do vírus HIV por conta da prostituição que paga o crack, ela dizia saber da intenção dos educadores de dar ajuda, mas se negava continuar o tratamento porque o crack “chama”. Diante da afirmação de que sem se tratar e ao dar continuidade à prostituição ela contaminaria outras pessoas, a menor foi categórica:
– Eles lá têm pena de mim, que tenho 12 anos? Por que tenho que ter pena deles?
Uma das ações imediatas da Secretaria Municipal de Assistência Social no combate ao crack será a busca das famílias dos menores recolhidos das ruas. A estimativa da secretaria é que 400 crianças e adolescentes vivam nas ruas; desse número, 90% seria de usuários.
– A solução é a família. Você pode resolver tudo, mas se a situação familiar não for adequada, não adianta – aponta. – É altamente alarmante porque a criança pobre, de rua e em situação de abandono, que antes usava cola de sapateiro e solvente, agora começa a usar o crack. O solvente e a cola de sapateiro têm danos, mas se comparados ao crack são mínimos.
No caso de impossibilidade de identificação das famílias dos menores acolhidos – que seriam integradas em programas sociais para apoio ao problema – e consequente reintegração ao ambiente familiar por rejeição, por exemplo, a secretaria optará pelo programa já existente da Família Acolhedora – o único que não sofreu cortes de repasse de verbas por conta da crise financeira do município.

Bruna Talarico


Jornal do Brasil
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Rio - Uma operação da Polícia Federal, do Ministério Público do Trabalho e do Ministério do Trabalho libertou 154 operários em situação de trabalho escravo numa carvoaria em Várzea da Palma, em Minas Gerais, próximo à divisa com a Bahia. Eles trabalhavam para a Rotavi, fabricante de ferro ligas e ligas à base de silício. Segundo o auditor do Ministério do Trabalho, Klinger Moreira, a operação foi montada a partir de uma denúncia.
Quando chegaram ao local, os policiais constataram a situação degradante de trabalho. "Eles estavam em dois alojamento em péssimas condições e trabalhavam sem nenhum equipamento de proteção individual", disse Moreira. Eles deveriam usar capacetes, luvas, filtros e roupas que os protegessem contra o calor dos fornos da carvoaria."
Além disso, relatou Moreira, eles não recebiam salário, apenas pequenos adiantamentos, e eram obrigados a comprar alimentos e outros produtos de uso pessoal com ágio de 30% a 50%.
Esta semana o Ministério Público e o Ministério do Trabalho irão concluir o processo de libertação dos trabalhadores, obrigando a empresa a arcar com os custos trabalhistas, para só então definir a multa e os crimes praticados e oferecer a denúncia (acusação formal).
A Rotavi tem sede em São Paulo e está em nome do empresário Sidênio Joaquim Ferreira Costa, que não foi localizado pela reportagem do Estado.


UOL Notícias
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Rio - Uma operação da Polícia Federal, do Ministério Público do Trabalho e do Ministério do Trabalho libertou 154 operários em situação de trabalho escravo numa carvoaria em Várzea da Palma, em Minas Gerais, próximo à divisa com a Bahia. Eles trabalhavam para a Rotavi, fabricante de ferro ligas e ligas à base de silício. Segundo o auditor do Ministério do Trabalho, Klinger Moreira, a operação foi montada a partir de uma denúncia.
Quando chegaram ao local, os policiais constataram a situação degradante de trabalho. "Eles estavam em dois alojamento em péssimas condições e trabalhavam sem nenhum equipamento de proteção individual", disse Moreira. Eles deveriam usar capacetes, luvas, filtros e roupas que os protegessem contra o calor dos fornos da carvoaria."
Além disso, relatou Moreira, eles não recebiam salário, apenas pequenos adiantamentos, e eram obrigados a comprar alimentos e outros produtos de uso pessoal com ágio de 30% a 50%.
Esta semana o Ministério Público e o Ministério do Trabalho irão concluir o processo de libertação dos trabalhadores, obrigando a empresa a arcar com os custos trabalhistas, para só então definir a multa e os crimes praticados e oferecer a denúncia (acusação formal).
A Rotavi tem sede em São Paulo e está em nome do empresário Sidênio Joaquim Ferreira Costa, que não foi localizado pela reportagem do Estado.


UOL Notícias
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Rio - Uma operação da Polícia Federal, do Ministério Público do Trabalho e do Ministério do Trabalho libertou 154 operários em situação de trabalho escravo numa carvoaria em Várzea da Palma, em Minas Gerais, próximo à divisa com a Bahia. Eles trabalhavam para a Rotavi, fabricante de ferro ligas e ligas à base de silício. Segundo o auditor do Ministério do Trabalho, Klinger Moreira, a operação foi montada a partir de uma denúncia.
Quando chegaram ao local, os policiais constataram a situação degradante de trabalho. "Eles estavam em dois alojamento em péssimas condições e trabalhavam sem nenhum equipamento de proteção individual", disse Moreira. Eles deveriam usar capacetes, luvas, filtros e roupas que os protegessem contra o calor dos fornos da carvoaria."
Além disso, relatou Moreira, eles não recebiam salário, apenas pequenos adiantamentos, e eram obrigados a comprar alimentos e outros produtos de uso pessoal com ágio de 30% a 50%.
Esta semana o Ministério Público e o Ministério do Trabalho irão concluir o processo de libertação dos trabalhadores, obrigando a empresa a arcar com os custos trabalhistas, para só então definir a multa e os crimes praticados e oferecer a denúncia (acusação formal).
A Rotavi tem sede em São Paulo e está em nome do empresário Sidênio Joaquim Ferreira Costa, que não foi localizado pela reportagem do Estado.


UOL Notícias
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Rio - Uma operação da Polícia Federal, do Ministério Público do Trabalho e do Ministério do Trabalho libertou 154 operários em situação de trabalho escravo numa carvoaria em Várzea da Palma, em Minas Gerais, próximo à divisa com a Bahia. Eles trabalhavam para a Rotavi, fabricante de ferro ligas e ligas à base de silício. Segundo o auditor do Ministério do Trabalho, Klinger Moreira, a operação foi montada a partir de uma denúncia.
Quando chegaram ao local, os policiais constataram a situação degradante de trabalho. "Eles estavam em dois alojamento em péssimas condições e trabalhavam sem nenhum equipamento de proteção individual", disse Moreira. Eles deveriam usar capacetes, luvas, filtros e roupas que os protegessem contra o calor dos fornos da carvoaria."
Além disso, relatou Moreira, eles não recebiam salário, apenas pequenos adiantamentos, e eram obrigados a comprar alimentos e outros produtos de uso pessoal com ágio de 30% a 50%.
Esta semana o Ministério Público e o Ministério do Trabalho irão concluir o processo de libertação dos trabalhadores, obrigando a empresa a arcar com os custos trabalhistas, para só então definir a multa e os crimes praticados e oferecer a denúncia (acusação formal).
A Rotavi tem sede em São Paulo e está em nome do empresário Sidênio Joaquim Ferreira Costa, que não foi localizado pela reportagem do Estado.


UOL Notícias
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Quito, 31 mai (EFE).- Um terremoto de 4,4 graus de magnitude na escala Richter foi registrado hoje na província litorânea de Guaias, no sudoeste do Equador, sem que até o momento se tenha informado sobre vítimas ou danos materiais.O Instituto Geofísico informou que o tremor ocorreu às 15h38 (17h38, Brasília) a 2 graus de latitude sul, 80 graus de longitude oeste e a uma profundidade de 28 quilômetros.O instituto não tem informações de que o sismo foi sentido entre a população


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Quito, 31 mai (EFE).- Um terremoto de 4,4 graus de magnitude na escala Richter foi registrado hoje na província litorânea de Guaias, no sudoeste do Equador, sem que até o momento se tenha informado sobre vítimas ou danos materiais.O Instituto Geofísico informou que o tremor ocorreu às 15h38 (17h38, Brasília) a 2 graus de latitude sul, 80 graus de longitude oeste e a uma profundidade de 28 quilômetros.O instituto não tem informações de que o sismo foi sentido entre a população


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Quito, 31 mai (EFE).- Um terremoto de 4,4 graus de magnitude na escala Richter foi registrado hoje na província litorânea de Guaias, no sudoeste do Equador, sem que até o momento se tenha informado sobre vítimas ou danos materiais.O Instituto Geofísico informou que o tremor ocorreu às 15h38 (17h38, Brasília) a 2 graus de latitude sul, 80 graus de longitude oeste e a uma profundidade de 28 quilômetros.O instituto não tem informações de que o sismo foi sentido entre a população


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Quito, 31 mai (EFE).- Um terremoto de 4,4 graus de magnitude na escala Richter foi registrado hoje na província litorânea de Guaias, no sudoeste do Equador, sem que até o momento se tenha informado sobre vítimas ou danos materiais.O Instituto Geofísico informou que o tremor ocorreu às 15h38 (17h38, Brasília) a 2 graus de latitude sul, 80 graus de longitude oeste e a uma profundidade de 28 quilômetros.O instituto não tem informações de que o sismo foi sentido entre a população


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Numa clareira, um grupo de 17 meninos entra em formação. Punho cerrado ao lado da cabeça numa estranha continência, repetem com suas vozes infantis:
- Viva o marxismo, leninismo, maoísmo, principalmente maoísmo, para a revolução proletária e socialista mundial.
São meninos de 10 a 12 anos, mas muitos parecem não ter mais de 8. Em outra cena, manejam fuzis com a mesma naturalidade com que jogam futebol. As cenas são do programa "Punto Final", que vai ao ar hoje, na emissora Frecuencia Latina, mas as imagens antecipadas durante a semana sacudiram os peruanos. Elas mostram crianças recrutadas por grupos armados, resquícios do movimento Sendero Luminoso, hoje associados ao tráfico de drogas, revela reportagem de Cristina Azevedo, publicada na edição deste domingo do Globo.
As primeiras informações sobre a existência das novas crianças-soldados peruanas surgiram em abril. Num ataque que deixou 15 soldados mortos, sobreviventes contaram ter visto meninos entre os guerrilheiros. Mas agora, em vez de relatos, os peruanos estão vendo na TV e na internet uma prática da época do Sendero que parecia já ter acabado: o sequestro e doutrinamento de crianças.


O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 19:58  comentar

Numa clareira, um grupo de 17 meninos entra em formação. Punho cerrado ao lado da cabeça numa estranha continência, repetem com suas vozes infantis:
- Viva o marxismo, leninismo, maoísmo, principalmente maoísmo, para a revolução proletária e socialista mundial.
São meninos de 10 a 12 anos, mas muitos parecem não ter mais de 8. Em outra cena, manejam fuzis com a mesma naturalidade com que jogam futebol. As cenas são do programa "Punto Final", que vai ao ar hoje, na emissora Frecuencia Latina, mas as imagens antecipadas durante a semana sacudiram os peruanos. Elas mostram crianças recrutadas por grupos armados, resquícios do movimento Sendero Luminoso, hoje associados ao tráfico de drogas, revela reportagem de Cristina Azevedo, publicada na edição deste domingo do Globo.
As primeiras informações sobre a existência das novas crianças-soldados peruanas surgiram em abril. Num ataque que deixou 15 soldados mortos, sobreviventes contaram ter visto meninos entre os guerrilheiros. Mas agora, em vez de relatos, os peruanos estão vendo na TV e na internet uma prática da época do Sendero que parecia já ter acabado: o sequestro e doutrinamento de crianças.


O Globo On Line
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Numa clareira, um grupo de 17 meninos entra em formação. Punho cerrado ao lado da cabeça numa estranha continência, repetem com suas vozes infantis:
- Viva o marxismo, leninismo, maoísmo, principalmente maoísmo, para a revolução proletária e socialista mundial.
São meninos de 10 a 12 anos, mas muitos parecem não ter mais de 8. Em outra cena, manejam fuzis com a mesma naturalidade com que jogam futebol. As cenas são do programa "Punto Final", que vai ao ar hoje, na emissora Frecuencia Latina, mas as imagens antecipadas durante a semana sacudiram os peruanos. Elas mostram crianças recrutadas por grupos armados, resquícios do movimento Sendero Luminoso, hoje associados ao tráfico de drogas, revela reportagem de Cristina Azevedo, publicada na edição deste domingo do Globo.
As primeiras informações sobre a existência das novas crianças-soldados peruanas surgiram em abril. Num ataque que deixou 15 soldados mortos, sobreviventes contaram ter visto meninos entre os guerrilheiros. Mas agora, em vez de relatos, os peruanos estão vendo na TV e na internet uma prática da época do Sendero que parecia já ter acabado: o sequestro e doutrinamento de crianças.


O Globo On Line
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Numa clareira, um grupo de 17 meninos entra em formação. Punho cerrado ao lado da cabeça numa estranha continência, repetem com suas vozes infantis:
- Viva o marxismo, leninismo, maoísmo, principalmente maoísmo, para a revolução proletária e socialista mundial.
São meninos de 10 a 12 anos, mas muitos parecem não ter mais de 8. Em outra cena, manejam fuzis com a mesma naturalidade com que jogam futebol. As cenas são do programa "Punto Final", que vai ao ar hoje, na emissora Frecuencia Latina, mas as imagens antecipadas durante a semana sacudiram os peruanos. Elas mostram crianças recrutadas por grupos armados, resquícios do movimento Sendero Luminoso, hoje associados ao tráfico de drogas, revela reportagem de Cristina Azevedo, publicada na edição deste domingo do Globo.
As primeiras informações sobre a existência das novas crianças-soldados peruanas surgiram em abril. Num ataque que deixou 15 soldados mortos, sobreviventes contaram ter visto meninos entre os guerrilheiros. Mas agora, em vez de relatos, os peruanos estão vendo na TV e na internet uma prática da época do Sendero que parecia já ter acabado: o sequestro e doutrinamento de crianças.


O Globo On Line
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CIDADE DO CABO, ÁFRICA DO SUL - Autoridades sul-africanas iniciaram neste domingo a difícil tarefa de remover os corpos de 55 baleias que encalharam numa praia próxima à Cidade do Cabo e precisaram ser abatidas, apesar da tentativa de socorro que mobilizou centenas de voluntários.
A polícia teve que sacrificar 44 baleias que já estavam esgotadas, para pôr fim ao seu sofrimento, instigando a revolta das pessoas que ainda lutavam para salvá-las. As outras morreram de estresse e falência múltipla dos órgãos. Os animais foram inicialmente identificados como baleias-piloto, mas depois os veterinários concluíram que eram da espécie falsas orcas.
O sofrimento das baleias começou na manhã de sábado e centenas de pessoas, incluindo mergulhadores e biólogos, enfrentaram as águas frias, os ventos fortes e as ondas para tentar empurrá-las de volta ao mar com a maré alta. Mas elas acabavam voltando para a areia.
As autoridades chegaram a cogitar a hipótese de transportar os animais, que pesam cerca de uma tonelada e meia cada um, por caminhão e depois de barco para as proximidades das águas profundas da cidade de Simons. Mas a idéia foi descartada, porque a saúde das baleias se deteriorou muito rapidamente e a única solução foi matá-las, com um único tiro no cérebro.
Antes do sacrifício, a polícia tentou desesperadamente retirar da praia os espectadores que acompanharam o sofrimento dos animais na esperança de um final de feliz.
Nan Rice, do Grupo Golfinho de Ação e Proteção, disse que a decisão de sacrificar as baleias só foi tomada depois de ter ficado claro que os animais não seriam capazes de sobreviver a uma noite na praia.
- Eles já foram enfraquecendo. Os animais não teriam sido capaz de nadar para fora - informou a agência de notícias da África do Sul.
As autoridades alertaram os surfistas para ter cuidado com um grande tubarão branco que está circulando as águas em busca do resto dos corpos das baleias. A observação de baleias é uma atração popular entre turistas que vão à Cidade do Cabo e esta foi a primeira vez em que tantos animais encalharam. O motivo do encalhe ainda não está claro e serão realizados testes com amostras das carcaças da baleias para descobrir a razão.



O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 19:45  comentar

CIDADE DO CABO, ÁFRICA DO SUL - Autoridades sul-africanas iniciaram neste domingo a difícil tarefa de remover os corpos de 55 baleias que encalharam numa praia próxima à Cidade do Cabo e precisaram ser abatidas, apesar da tentativa de socorro que mobilizou centenas de voluntários.
A polícia teve que sacrificar 44 baleias que já estavam esgotadas, para pôr fim ao seu sofrimento, instigando a revolta das pessoas que ainda lutavam para salvá-las. As outras morreram de estresse e falência múltipla dos órgãos. Os animais foram inicialmente identificados como baleias-piloto, mas depois os veterinários concluíram que eram da espécie falsas orcas.
O sofrimento das baleias começou na manhã de sábado e centenas de pessoas, incluindo mergulhadores e biólogos, enfrentaram as águas frias, os ventos fortes e as ondas para tentar empurrá-las de volta ao mar com a maré alta. Mas elas acabavam voltando para a areia.
As autoridades chegaram a cogitar a hipótese de transportar os animais, que pesam cerca de uma tonelada e meia cada um, por caminhão e depois de barco para as proximidades das águas profundas da cidade de Simons. Mas a idéia foi descartada, porque a saúde das baleias se deteriorou muito rapidamente e a única solução foi matá-las, com um único tiro no cérebro.
Antes do sacrifício, a polícia tentou desesperadamente retirar da praia os espectadores que acompanharam o sofrimento dos animais na esperança de um final de feliz.
Nan Rice, do Grupo Golfinho de Ação e Proteção, disse que a decisão de sacrificar as baleias só foi tomada depois de ter ficado claro que os animais não seriam capazes de sobreviver a uma noite na praia.
- Eles já foram enfraquecendo. Os animais não teriam sido capaz de nadar para fora - informou a agência de notícias da África do Sul.
As autoridades alertaram os surfistas para ter cuidado com um grande tubarão branco que está circulando as águas em busca do resto dos corpos das baleias. A observação de baleias é uma atração popular entre turistas que vão à Cidade do Cabo e esta foi a primeira vez em que tantos animais encalharam. O motivo do encalhe ainda não está claro e serão realizados testes com amostras das carcaças da baleias para descobrir a razão.



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CIDADE DO CABO, ÁFRICA DO SUL - Autoridades sul-africanas iniciaram neste domingo a difícil tarefa de remover os corpos de 55 baleias que encalharam numa praia próxima à Cidade do Cabo e precisaram ser abatidas, apesar da tentativa de socorro que mobilizou centenas de voluntários.
A polícia teve que sacrificar 44 baleias que já estavam esgotadas, para pôr fim ao seu sofrimento, instigando a revolta das pessoas que ainda lutavam para salvá-las. As outras morreram de estresse e falência múltipla dos órgãos. Os animais foram inicialmente identificados como baleias-piloto, mas depois os veterinários concluíram que eram da espécie falsas orcas.
O sofrimento das baleias começou na manhã de sábado e centenas de pessoas, incluindo mergulhadores e biólogos, enfrentaram as águas frias, os ventos fortes e as ondas para tentar empurrá-las de volta ao mar com a maré alta. Mas elas acabavam voltando para a areia.
As autoridades chegaram a cogitar a hipótese de transportar os animais, que pesam cerca de uma tonelada e meia cada um, por caminhão e depois de barco para as proximidades das águas profundas da cidade de Simons. Mas a idéia foi descartada, porque a saúde das baleias se deteriorou muito rapidamente e a única solução foi matá-las, com um único tiro no cérebro.
Antes do sacrifício, a polícia tentou desesperadamente retirar da praia os espectadores que acompanharam o sofrimento dos animais na esperança de um final de feliz.
Nan Rice, do Grupo Golfinho de Ação e Proteção, disse que a decisão de sacrificar as baleias só foi tomada depois de ter ficado claro que os animais não seriam capazes de sobreviver a uma noite na praia.
- Eles já foram enfraquecendo. Os animais não teriam sido capaz de nadar para fora - informou a agência de notícias da África do Sul.
As autoridades alertaram os surfistas para ter cuidado com um grande tubarão branco que está circulando as águas em busca do resto dos corpos das baleias. A observação de baleias é uma atração popular entre turistas que vão à Cidade do Cabo e esta foi a primeira vez em que tantos animais encalharam. O motivo do encalhe ainda não está claro e serão realizados testes com amostras das carcaças da baleias para descobrir a razão.



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CIDADE DO CABO, ÁFRICA DO SUL - Autoridades sul-africanas iniciaram neste domingo a difícil tarefa de remover os corpos de 55 baleias que encalharam numa praia próxima à Cidade do Cabo e precisaram ser abatidas, apesar da tentativa de socorro que mobilizou centenas de voluntários.
A polícia teve que sacrificar 44 baleias que já estavam esgotadas, para pôr fim ao seu sofrimento, instigando a revolta das pessoas que ainda lutavam para salvá-las. As outras morreram de estresse e falência múltipla dos órgãos. Os animais foram inicialmente identificados como baleias-piloto, mas depois os veterinários concluíram que eram da espécie falsas orcas.
O sofrimento das baleias começou na manhã de sábado e centenas de pessoas, incluindo mergulhadores e biólogos, enfrentaram as águas frias, os ventos fortes e as ondas para tentar empurrá-las de volta ao mar com a maré alta. Mas elas acabavam voltando para a areia.
As autoridades chegaram a cogitar a hipótese de transportar os animais, que pesam cerca de uma tonelada e meia cada um, por caminhão e depois de barco para as proximidades das águas profundas da cidade de Simons. Mas a idéia foi descartada, porque a saúde das baleias se deteriorou muito rapidamente e a única solução foi matá-las, com um único tiro no cérebro.
Antes do sacrifício, a polícia tentou desesperadamente retirar da praia os espectadores que acompanharam o sofrimento dos animais na esperança de um final de feliz.
Nan Rice, do Grupo Golfinho de Ação e Proteção, disse que a decisão de sacrificar as baleias só foi tomada depois de ter ficado claro que os animais não seriam capazes de sobreviver a uma noite na praia.
- Eles já foram enfraquecendo. Os animais não teriam sido capaz de nadar para fora - informou a agência de notícias da África do Sul.
As autoridades alertaram os surfistas para ter cuidado com um grande tubarão branco que está circulando as águas em busca do resto dos corpos das baleias. A observação de baleias é uma atração popular entre turistas que vão à Cidade do Cabo e esta foi a primeira vez em que tantos animais encalharam. O motivo do encalhe ainda não está claro e serão realizados testes com amostras das carcaças da baleias para descobrir a razão.



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O delegado de Chapecó, Cláudio Menezes Vieira encaminhou ao Ministério Público da cidade pedido de decretação da perda do pátrio poder dos pais da menina encontrada com 18 pedras de crack na calcinha.
O homem de 30 anos e a mulher de 33 foram presos na manhã de ontem pela Polícia Militar, por flagrante de tráfico de drogas. Após uma denúncia anônima, os policiais chegaram à residência do casal, no Bairro Passo dos Fortes. Eles vistoriaram o local e não encontraram nada, mas estranharam o comportamento da filha do casal, de 10 anos.
O Conselho Tutelar foi chamado e, durante revista, foi encontrado um saco plástico com 18 pedras de crack na calcinha da menina. A criança foi levada ao Hospital Regional do Oeste porque havia sinais de sangue no plástico. Mas nem no hospital nem no exame de corpo de delito, realizado na Delegacia Regional, foi constatada lesão corporal, segundo o delegado.

Pena entre cinco e 15 anos de reclusão
A menina prestou depoimento e afirmou que escondeu a droga com medo de que os pais fossem presos. De acordo com o delegado, fato semelhante havia sido registrado em agosto do ano passado. A mesma menina foi encontrada com droga na calcinha. Na época, ela estava com uma vizinha. A Polícia Civil vai investigar se ela foi orientada a esconder a droga.
Depois de prestar depoimento, a criança foi encaminhada ao Conselho Tutelar, que deverá determinar sua transferência para um abrigo provisório.
Os pais foram levados para o Presídio Regional e vão responder por crime de tráfico de drogas, que prevê pena entre cinco e 15 anos de reclusão.

Denuncie o tráfico de entorpecentes! “Não deixe um traficante adotar o seu filho”!

Forneça o máximo de informações possíveis: local, ponto de referência, nomes, apelidos, placas de autos, motos, horários, etc.; tudo que julgar útil.

Diário Catarinense
link do postPor anjoseguerreiros, às 19:34  comentar

O delegado de Chapecó, Cláudio Menezes Vieira encaminhou ao Ministério Público da cidade pedido de decretação da perda do pátrio poder dos pais da menina encontrada com 18 pedras de crack na calcinha.
O homem de 30 anos e a mulher de 33 foram presos na manhã de ontem pela Polícia Militar, por flagrante de tráfico de drogas. Após uma denúncia anônima, os policiais chegaram à residência do casal, no Bairro Passo dos Fortes. Eles vistoriaram o local e não encontraram nada, mas estranharam o comportamento da filha do casal, de 10 anos.
O Conselho Tutelar foi chamado e, durante revista, foi encontrado um saco plástico com 18 pedras de crack na calcinha da menina. A criança foi levada ao Hospital Regional do Oeste porque havia sinais de sangue no plástico. Mas nem no hospital nem no exame de corpo de delito, realizado na Delegacia Regional, foi constatada lesão corporal, segundo o delegado.

Pena entre cinco e 15 anos de reclusão
A menina prestou depoimento e afirmou que escondeu a droga com medo de que os pais fossem presos. De acordo com o delegado, fato semelhante havia sido registrado em agosto do ano passado. A mesma menina foi encontrada com droga na calcinha. Na época, ela estava com uma vizinha. A Polícia Civil vai investigar se ela foi orientada a esconder a droga.
Depois de prestar depoimento, a criança foi encaminhada ao Conselho Tutelar, que deverá determinar sua transferência para um abrigo provisório.
Os pais foram levados para o Presídio Regional e vão responder por crime de tráfico de drogas, que prevê pena entre cinco e 15 anos de reclusão.

Denuncie o tráfico de entorpecentes! “Não deixe um traficante adotar o seu filho”!

Forneça o máximo de informações possíveis: local, ponto de referência, nomes, apelidos, placas de autos, motos, horários, etc.; tudo que julgar útil.

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O delegado de Chapecó, Cláudio Menezes Vieira encaminhou ao Ministério Público da cidade pedido de decretação da perda do pátrio poder dos pais da menina encontrada com 18 pedras de crack na calcinha.
O homem de 30 anos e a mulher de 33 foram presos na manhã de ontem pela Polícia Militar, por flagrante de tráfico de drogas. Após uma denúncia anônima, os policiais chegaram à residência do casal, no Bairro Passo dos Fortes. Eles vistoriaram o local e não encontraram nada, mas estranharam o comportamento da filha do casal, de 10 anos.
O Conselho Tutelar foi chamado e, durante revista, foi encontrado um saco plástico com 18 pedras de crack na calcinha da menina. A criança foi levada ao Hospital Regional do Oeste porque havia sinais de sangue no plástico. Mas nem no hospital nem no exame de corpo de delito, realizado na Delegacia Regional, foi constatada lesão corporal, segundo o delegado.

Pena entre cinco e 15 anos de reclusão
A menina prestou depoimento e afirmou que escondeu a droga com medo de que os pais fossem presos. De acordo com o delegado, fato semelhante havia sido registrado em agosto do ano passado. A mesma menina foi encontrada com droga na calcinha. Na época, ela estava com uma vizinha. A Polícia Civil vai investigar se ela foi orientada a esconder a droga.
Depois de prestar depoimento, a criança foi encaminhada ao Conselho Tutelar, que deverá determinar sua transferência para um abrigo provisório.
Os pais foram levados para o Presídio Regional e vão responder por crime de tráfico de drogas, que prevê pena entre cinco e 15 anos de reclusão.

Denuncie o tráfico de entorpecentes! “Não deixe um traficante adotar o seu filho”!

Forneça o máximo de informações possíveis: local, ponto de referência, nomes, apelidos, placas de autos, motos, horários, etc.; tudo que julgar útil.

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O delegado de Chapecó, Cláudio Menezes Vieira encaminhou ao Ministério Público da cidade pedido de decretação da perda do pátrio poder dos pais da menina encontrada com 18 pedras de crack na calcinha.
O homem de 30 anos e a mulher de 33 foram presos na manhã de ontem pela Polícia Militar, por flagrante de tráfico de drogas. Após uma denúncia anônima, os policiais chegaram à residência do casal, no Bairro Passo dos Fortes. Eles vistoriaram o local e não encontraram nada, mas estranharam o comportamento da filha do casal, de 10 anos.
O Conselho Tutelar foi chamado e, durante revista, foi encontrado um saco plástico com 18 pedras de crack na calcinha da menina. A criança foi levada ao Hospital Regional do Oeste porque havia sinais de sangue no plástico. Mas nem no hospital nem no exame de corpo de delito, realizado na Delegacia Regional, foi constatada lesão corporal, segundo o delegado.

Pena entre cinco e 15 anos de reclusão
A menina prestou depoimento e afirmou que escondeu a droga com medo de que os pais fossem presos. De acordo com o delegado, fato semelhante havia sido registrado em agosto do ano passado. A mesma menina foi encontrada com droga na calcinha. Na época, ela estava com uma vizinha. A Polícia Civil vai investigar se ela foi orientada a esconder a droga.
Depois de prestar depoimento, a criança foi encaminhada ao Conselho Tutelar, que deverá determinar sua transferência para um abrigo provisório.
Os pais foram levados para o Presídio Regional e vão responder por crime de tráfico de drogas, que prevê pena entre cinco e 15 anos de reclusão.

Denuncie o tráfico de entorpecentes! “Não deixe um traficante adotar o seu filho”!

Forneça o máximo de informações possíveis: local, ponto de referência, nomes, apelidos, placas de autos, motos, horários, etc.; tudo que julgar útil.

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Projeto pioneiro do Museu Nacional terá mais duas edições experimentais.No reencontro com os pais, café da manhã junto com a Família Real.

Foi uma noite inesquecível, como atestou o aluno Yan de Lima Andrade, de 10 anos, um dos 20 alunos do Colégio de Aplicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (CAP-Uerj) que participaram do projeto pioneiro "De pijama no museu". O evento foi promovido pelo Museu Nacional com o apoio da Fundação de Ampara à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), e começou no fim da tarde de sábado (30) acabando na manhã deste domingo (31).
O Museu Nacional abriu suas portas normalmente, às 10h, para a visitação que prossegue até as 16h. O ingresso custa R$ 3, valor promocional porque algumas salas de exposição estão fechadas para obras.

Foi difícil dormir
As crianças contaram que a experiência foi inesquecível e curta, pois diante de tantas novidades e agitação, sobrou pouco tempo para dormir. Depois de jantarem com "membros da Família Real", conhecerem a vida dos dinossauros, verem representações de lendas indígenas e egípcias e saber mais sobre os meteoritos que já caíram no país, não foi fácil conter a energia e a disposição.
"Eles acordaram até as múmias", brincou o coordenador do projeto, o paleontólogo Alexander Kellner, lembrando que durante a noite, atores representando múmias e divindades egípcias contaram um pouco de suas histórias para as crianças.

Ana Clara Damasceno Barão, de 10 anos, lamentou não vencido a competição para encontrar rapidamente um meteorito durante a "expedição" que fez por uma das salas. Mas adorou a oficina de cerâmica e gostou muito de ser comparada a uma personagem de uma lenda indígena.

"A gente fez muita coisa, mas também aprendeu muita coisa", contou a menina ao amigo Guilherme Cunha, também de 10 anos, mas que não participou do programa. Ana foi dormir por volta das 2h deste domingo (31), depois da exibição do filme " Uma noite no museu" e de jogar um game com as amigas.
Mãe de Ana Clara, a professora Gilcilene Barão, elogiou a infraestrutura do Museu Nacional para receber os pequenos visitantes. “No começo fiquei apreensiva, achando que ela poderia ter medo de ficar num lugar estranho. Mas quando ela me ligou depois das 22h dizendo que estava tudo ótimo, relaxei. Agora, quero saber quando vai ter um programa como esse para os pais”, disse a professora.
Valeska Kohan, de 10 anos, que já dormiu inúmeras vezes na casa de amigos, disse que estava maravilhada com a experiência de passar uma noite inteira no museu. “Voltaria mais umas mil vezes. No começo pensei que ia ser uma coisa chata, aquela coisa de não poder mexer em nada, que não tinha graça. Mas adorei, aprendi muita coisa que vai me ajudar nas aulas. Desse jeito fica mais fácil de aprender as coisas”, disse Valeska.
O estudante Yan de Lima Andrade, de 10 anos, estava cheio de novidades para contar. Além dos desenhos em transparências e dos potes de cerâmica que produziu, exibia todo satisfeito a camiseta do programa que todos ganharam.
"Foi uma noite inesquecível. Pena que acabou. Queria dormir aqui mais uma vez. Foi tudo tão legal que fica até difícil falar", contou o agitado Yan à mãe, a fonoaudióloga Andréa Andrade.
Segundo a professora do CAP-Uerj, Cristina Clemente, que acompanhou os alunos nesta empreitada científica, as crianças adquiriram uma experiência fantástica.
"Elas se comportaram muito bem, se mostraram interessadas e interagiram com os atores e pesquisadores o tempo inteiro. Como parte da educação não formal, eles tiveram um aprendizado muito bom, que com certeza, vai se refletir nos trabalhos na escola", disse a professora.

Ciência mais acessível
O custo do projeto-piloto, segundo Kellner, é relativamente baixo. Para as três edições experimentais – outros 40 alunos do CAP-Uerj vão dormir no museu nos dias 27 de junho e 25 de julho – foram gastos R$ 30 mil. Custo esse, que afirma o coordenador, vai se ainda menor se o projeto conseguir atrair mais patrocinadores, já que não será preciso, por exemplo, comprar colchonetes e mesas e cadeiras para as oficinas com as crianças.

Alba Valéria Mendonça


Do G1, no Rio
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Projeto pioneiro do Museu Nacional terá mais duas edições experimentais.No reencontro com os pais, café da manhã junto com a Família Real.

Foi uma noite inesquecível, como atestou o aluno Yan de Lima Andrade, de 10 anos, um dos 20 alunos do Colégio de Aplicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (CAP-Uerj) que participaram do projeto pioneiro "De pijama no museu". O evento foi promovido pelo Museu Nacional com o apoio da Fundação de Ampara à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), e começou no fim da tarde de sábado (30) acabando na manhã deste domingo (31).
O Museu Nacional abriu suas portas normalmente, às 10h, para a visitação que prossegue até as 16h. O ingresso custa R$ 3, valor promocional porque algumas salas de exposição estão fechadas para obras.

Foi difícil dormir
As crianças contaram que a experiência foi inesquecível e curta, pois diante de tantas novidades e agitação, sobrou pouco tempo para dormir. Depois de jantarem com "membros da Família Real", conhecerem a vida dos dinossauros, verem representações de lendas indígenas e egípcias e saber mais sobre os meteoritos que já caíram no país, não foi fácil conter a energia e a disposição.
"Eles acordaram até as múmias", brincou o coordenador do projeto, o paleontólogo Alexander Kellner, lembrando que durante a noite, atores representando múmias e divindades egípcias contaram um pouco de suas histórias para as crianças.

Ana Clara Damasceno Barão, de 10 anos, lamentou não vencido a competição para encontrar rapidamente um meteorito durante a "expedição" que fez por uma das salas. Mas adorou a oficina de cerâmica e gostou muito de ser comparada a uma personagem de uma lenda indígena.

"A gente fez muita coisa, mas também aprendeu muita coisa", contou a menina ao amigo Guilherme Cunha, também de 10 anos, mas que não participou do programa. Ana foi dormir por volta das 2h deste domingo (31), depois da exibição do filme " Uma noite no museu" e de jogar um game com as amigas.
Mãe de Ana Clara, a professora Gilcilene Barão, elogiou a infraestrutura do Museu Nacional para receber os pequenos visitantes. “No começo fiquei apreensiva, achando que ela poderia ter medo de ficar num lugar estranho. Mas quando ela me ligou depois das 22h dizendo que estava tudo ótimo, relaxei. Agora, quero saber quando vai ter um programa como esse para os pais”, disse a professora.
Valeska Kohan, de 10 anos, que já dormiu inúmeras vezes na casa de amigos, disse que estava maravilhada com a experiência de passar uma noite inteira no museu. “Voltaria mais umas mil vezes. No começo pensei que ia ser uma coisa chata, aquela coisa de não poder mexer em nada, que não tinha graça. Mas adorei, aprendi muita coisa que vai me ajudar nas aulas. Desse jeito fica mais fácil de aprender as coisas”, disse Valeska.
O estudante Yan de Lima Andrade, de 10 anos, estava cheio de novidades para contar. Além dos desenhos em transparências e dos potes de cerâmica que produziu, exibia todo satisfeito a camiseta do programa que todos ganharam.
"Foi uma noite inesquecível. Pena que acabou. Queria dormir aqui mais uma vez. Foi tudo tão legal que fica até difícil falar", contou o agitado Yan à mãe, a fonoaudióloga Andréa Andrade.
Segundo a professora do CAP-Uerj, Cristina Clemente, que acompanhou os alunos nesta empreitada científica, as crianças adquiriram uma experiência fantástica.
"Elas se comportaram muito bem, se mostraram interessadas e interagiram com os atores e pesquisadores o tempo inteiro. Como parte da educação não formal, eles tiveram um aprendizado muito bom, que com certeza, vai se refletir nos trabalhos na escola", disse a professora.

Ciência mais acessível
O custo do projeto-piloto, segundo Kellner, é relativamente baixo. Para as três edições experimentais – outros 40 alunos do CAP-Uerj vão dormir no museu nos dias 27 de junho e 25 de julho – foram gastos R$ 30 mil. Custo esse, que afirma o coordenador, vai se ainda menor se o projeto conseguir atrair mais patrocinadores, já que não será preciso, por exemplo, comprar colchonetes e mesas e cadeiras para as oficinas com as crianças.

Alba Valéria Mendonça


Do G1, no Rio
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Projeto pioneiro do Museu Nacional terá mais duas edições experimentais.No reencontro com os pais, café da manhã junto com a Família Real.

Foi uma noite inesquecível, como atestou o aluno Yan de Lima Andrade, de 10 anos, um dos 20 alunos do Colégio de Aplicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (CAP-Uerj) que participaram do projeto pioneiro "De pijama no museu". O evento foi promovido pelo Museu Nacional com o apoio da Fundação de Ampara à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), e começou no fim da tarde de sábado (30) acabando na manhã deste domingo (31).
O Museu Nacional abriu suas portas normalmente, às 10h, para a visitação que prossegue até as 16h. O ingresso custa R$ 3, valor promocional porque algumas salas de exposição estão fechadas para obras.

Foi difícil dormir
As crianças contaram que a experiência foi inesquecível e curta, pois diante de tantas novidades e agitação, sobrou pouco tempo para dormir. Depois de jantarem com "membros da Família Real", conhecerem a vida dos dinossauros, verem representações de lendas indígenas e egípcias e saber mais sobre os meteoritos que já caíram no país, não foi fácil conter a energia e a disposição.
"Eles acordaram até as múmias", brincou o coordenador do projeto, o paleontólogo Alexander Kellner, lembrando que durante a noite, atores representando múmias e divindades egípcias contaram um pouco de suas histórias para as crianças.

Ana Clara Damasceno Barão, de 10 anos, lamentou não vencido a competição para encontrar rapidamente um meteorito durante a "expedição" que fez por uma das salas. Mas adorou a oficina de cerâmica e gostou muito de ser comparada a uma personagem de uma lenda indígena.

"A gente fez muita coisa, mas também aprendeu muita coisa", contou a menina ao amigo Guilherme Cunha, também de 10 anos, mas que não participou do programa. Ana foi dormir por volta das 2h deste domingo (31), depois da exibição do filme " Uma noite no museu" e de jogar um game com as amigas.
Mãe de Ana Clara, a professora Gilcilene Barão, elogiou a infraestrutura do Museu Nacional para receber os pequenos visitantes. “No começo fiquei apreensiva, achando que ela poderia ter medo de ficar num lugar estranho. Mas quando ela me ligou depois das 22h dizendo que estava tudo ótimo, relaxei. Agora, quero saber quando vai ter um programa como esse para os pais”, disse a professora.
Valeska Kohan, de 10 anos, que já dormiu inúmeras vezes na casa de amigos, disse que estava maravilhada com a experiência de passar uma noite inteira no museu. “Voltaria mais umas mil vezes. No começo pensei que ia ser uma coisa chata, aquela coisa de não poder mexer em nada, que não tinha graça. Mas adorei, aprendi muita coisa que vai me ajudar nas aulas. Desse jeito fica mais fácil de aprender as coisas”, disse Valeska.
O estudante Yan de Lima Andrade, de 10 anos, estava cheio de novidades para contar. Além dos desenhos em transparências e dos potes de cerâmica que produziu, exibia todo satisfeito a camiseta do programa que todos ganharam.
"Foi uma noite inesquecível. Pena que acabou. Queria dormir aqui mais uma vez. Foi tudo tão legal que fica até difícil falar", contou o agitado Yan à mãe, a fonoaudióloga Andréa Andrade.
Segundo a professora do CAP-Uerj, Cristina Clemente, que acompanhou os alunos nesta empreitada científica, as crianças adquiriram uma experiência fantástica.
"Elas se comportaram muito bem, se mostraram interessadas e interagiram com os atores e pesquisadores o tempo inteiro. Como parte da educação não formal, eles tiveram um aprendizado muito bom, que com certeza, vai se refletir nos trabalhos na escola", disse a professora.

Ciência mais acessível
O custo do projeto-piloto, segundo Kellner, é relativamente baixo. Para as três edições experimentais – outros 40 alunos do CAP-Uerj vão dormir no museu nos dias 27 de junho e 25 de julho – foram gastos R$ 30 mil. Custo esse, que afirma o coordenador, vai se ainda menor se o projeto conseguir atrair mais patrocinadores, já que não será preciso, por exemplo, comprar colchonetes e mesas e cadeiras para as oficinas com as crianças.

Alba Valéria Mendonça


Do G1, no Rio
link do postPor anjoseguerreiros, às 19:11  comentar

Projeto pioneiro do Museu Nacional terá mais duas edições experimentais.No reencontro com os pais, café da manhã junto com a Família Real.

Foi uma noite inesquecível, como atestou o aluno Yan de Lima Andrade, de 10 anos, um dos 20 alunos do Colégio de Aplicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (CAP-Uerj) que participaram do projeto pioneiro "De pijama no museu". O evento foi promovido pelo Museu Nacional com o apoio da Fundação de Ampara à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), e começou no fim da tarde de sábado (30) acabando na manhã deste domingo (31).
O Museu Nacional abriu suas portas normalmente, às 10h, para a visitação que prossegue até as 16h. O ingresso custa R$ 3, valor promocional porque algumas salas de exposição estão fechadas para obras.

Foi difícil dormir
As crianças contaram que a experiência foi inesquecível e curta, pois diante de tantas novidades e agitação, sobrou pouco tempo para dormir. Depois de jantarem com "membros da Família Real", conhecerem a vida dos dinossauros, verem representações de lendas indígenas e egípcias e saber mais sobre os meteoritos que já caíram no país, não foi fácil conter a energia e a disposição.
"Eles acordaram até as múmias", brincou o coordenador do projeto, o paleontólogo Alexander Kellner, lembrando que durante a noite, atores representando múmias e divindades egípcias contaram um pouco de suas histórias para as crianças.

Ana Clara Damasceno Barão, de 10 anos, lamentou não vencido a competição para encontrar rapidamente um meteorito durante a "expedição" que fez por uma das salas. Mas adorou a oficina de cerâmica e gostou muito de ser comparada a uma personagem de uma lenda indígena.

"A gente fez muita coisa, mas também aprendeu muita coisa", contou a menina ao amigo Guilherme Cunha, também de 10 anos, mas que não participou do programa. Ana foi dormir por volta das 2h deste domingo (31), depois da exibição do filme " Uma noite no museu" e de jogar um game com as amigas.
Mãe de Ana Clara, a professora Gilcilene Barão, elogiou a infraestrutura do Museu Nacional para receber os pequenos visitantes. “No começo fiquei apreensiva, achando que ela poderia ter medo de ficar num lugar estranho. Mas quando ela me ligou depois das 22h dizendo que estava tudo ótimo, relaxei. Agora, quero saber quando vai ter um programa como esse para os pais”, disse a professora.
Valeska Kohan, de 10 anos, que já dormiu inúmeras vezes na casa de amigos, disse que estava maravilhada com a experiência de passar uma noite inteira no museu. “Voltaria mais umas mil vezes. No começo pensei que ia ser uma coisa chata, aquela coisa de não poder mexer em nada, que não tinha graça. Mas adorei, aprendi muita coisa que vai me ajudar nas aulas. Desse jeito fica mais fácil de aprender as coisas”, disse Valeska.
O estudante Yan de Lima Andrade, de 10 anos, estava cheio de novidades para contar. Além dos desenhos em transparências e dos potes de cerâmica que produziu, exibia todo satisfeito a camiseta do programa que todos ganharam.
"Foi uma noite inesquecível. Pena que acabou. Queria dormir aqui mais uma vez. Foi tudo tão legal que fica até difícil falar", contou o agitado Yan à mãe, a fonoaudióloga Andréa Andrade.
Segundo a professora do CAP-Uerj, Cristina Clemente, que acompanhou os alunos nesta empreitada científica, as crianças adquiriram uma experiência fantástica.
"Elas se comportaram muito bem, se mostraram interessadas e interagiram com os atores e pesquisadores o tempo inteiro. Como parte da educação não formal, eles tiveram um aprendizado muito bom, que com certeza, vai se refletir nos trabalhos na escola", disse a professora.

Ciência mais acessível
O custo do projeto-piloto, segundo Kellner, é relativamente baixo. Para as três edições experimentais – outros 40 alunos do CAP-Uerj vão dormir no museu nos dias 27 de junho e 25 de julho – foram gastos R$ 30 mil. Custo esse, que afirma o coordenador, vai se ainda menor se o projeto conseguir atrair mais patrocinadores, já que não será preciso, por exemplo, comprar colchonetes e mesas e cadeiras para as oficinas com as crianças.

Alba Valéria Mendonça


Do G1, no Rio
link do postPor anjoseguerreiros, às 19:11  comentar

RIO - Ana Paula Farias da Luz, de 12 anos, morreu após ter sido baleada no peito na favela do Jacarezinho, Zona Norte do Rio, na tarde deste sábado. Segundo a 25ª DP (Engenho Novo), onde o caso foi registrado, não havia operação policial na favela quando a menina foi atingida.
No momento do disparo, Ana Paula estava brincando na porta de casa, por volta das 14h30m. Ela chegou a ser levada para o Hospital municipal Salgado Filho, mas não resistiu aos ferimentos.


O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:49  comentar

RIO - Ana Paula Farias da Luz, de 12 anos, morreu após ter sido baleada no peito na favela do Jacarezinho, Zona Norte do Rio, na tarde deste sábado. Segundo a 25ª DP (Engenho Novo), onde o caso foi registrado, não havia operação policial na favela quando a menina foi atingida.
No momento do disparo, Ana Paula estava brincando na porta de casa, por volta das 14h30m. Ela chegou a ser levada para o Hospital municipal Salgado Filho, mas não resistiu aos ferimentos.


O Globo On Line
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RIO - Ana Paula Farias da Luz, de 12 anos, morreu após ter sido baleada no peito na favela do Jacarezinho, Zona Norte do Rio, na tarde deste sábado. Segundo a 25ª DP (Engenho Novo), onde o caso foi registrado, não havia operação policial na favela quando a menina foi atingida.
No momento do disparo, Ana Paula estava brincando na porta de casa, por volta das 14h30m. Ela chegou a ser levada para o Hospital municipal Salgado Filho, mas não resistiu aos ferimentos.


O Globo On Line
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RIO - Ana Paula Farias da Luz, de 12 anos, morreu após ter sido baleada no peito na favela do Jacarezinho, Zona Norte do Rio, na tarde deste sábado. Segundo a 25ª DP (Engenho Novo), onde o caso foi registrado, não havia operação policial na favela quando a menina foi atingida.
No momento do disparo, Ana Paula estava brincando na porta de casa, por volta das 14h30m. Ela chegou a ser levada para o Hospital municipal Salgado Filho, mas não resistiu aos ferimentos.


O Globo On Line
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Estado planeja zerar o déficit de vagas prisionais até o final de 2010
Com a força-tarefa, governo deve aumentar em 9,8 mil a capacidade do sistema carcerário
.
Por Elizabeth Misciasci

A Força-Tarefa dos Presídios, montada pela governadora Yeda Crusius em agosto de 2008, tem a meta de gerar 9,8 mil vagas prisionais no território gaúcho até o final de 2010, praticamente zerando o atual déficit, próximo a 10 mil vagas. Para tanto, serão investidos R$ 245 milhões em obras de penitenciárias dentro do Programa Estruturante Cidadão Seguro. A projeção foi feita pelo secretário da Segurança Pública, Edson Goularte, na tarde desta terça-feira (26/05/2009).
"O governo do Estado está enfrentando de frente e com coragem a questão prisional. Com o apoio do Ministério Público, do Judiciário e dos demais integrantes da Força- Tarefa dos Presídios, tenho certeza de que conseguiremos zerar o atual déficit com as novas vagas que serão criadas", destacou.
O Rio Grande do Sul dispõe hoje de 28 mil detentos frente a um número de 18.069 mil vagas. Desde 2007, foram criadas 1.727 vagas nos regimes fechado e não-fechado, num total de investimento de R$ 21,8 milhões. Encontram-se em obras mais 842 vagas e outras 7.220, em fase de projetos em andamento. Dos R$ 245 milhões a serem investidos, R$ 205 milhões correspondem a recursos do Tesouro do Estado e R$ 40 milhões a repasses do governo federal.
"Com o ajuste fiscal e o déficit zero nas contas públicas, o governo do Estado investirá, neste ano na Segurança cerca de R$ 186 milhões. Desse montante, R$ 102 milhões estão destinados exclusivamente ao sistema prisional, para geração de vagas e obras de construção e reformas de penitenciárias", observou o secretário da Segurança Pública.

Desafio

O próximo desafio do grupo será derrubar os entraves burocráticos. A construção de presídios envolve uma série de etapas, desde o lançamento de editais até questões relacionadas aos licenciamentos ambientais e municipais. Mas a principal barreira, que são os recursos, já foi superada.
Além da inauguração da Penitenciária de Caxias do Sul (432 vagas), o governo já entregou obras de ampliação da Penitenciária Regional de Pelotas (152 vagas) e os novos pavilhões do Presídio Central de Porto Alegre (492 vagas), os novos pavilhões de Vacaria (42 vagas) e os do Anexo Feminino de Charqueadas (76 vagas), totalizando 1.194 novas vagas.

Licitação

Para 2009, estão em processo de licitação as obras de construção da Penitenciária de Passo Fundo (336 vagas) - que devem se iniciar no segundo semestre deste ano -, as reformas das penitenciárias de Espumoso (54 vagas) e o término da construção da nova Penitenciária de Santa Maria (336 vagas), que deve ocorrer no final de julho. No segundo semestre, começam a ser erguidas as penitenciárias de Bento Gonçalves (336 vagas), Arroio dos Ratos (672 vagas) e Guaíba (672 vagas), num total de 2.070 novas vagas.
Estão previstas ainda para este ano a construção da Penitenciária Especial para Jovens Adultos, em São Leopoldo (421 vagas), da Penitenciária Feminina em município a ser definido (256 vagas) e a ampliação das penitenciárias de Montenegro e Charqueadas, ambas com 384 vagas cada. E estão em andamento projetos para construção e reforma de seis albergues: Caxias do Sul (78), Charqueadas (78), Venâncio Aires (78), Viamão (80), Carazinho (64) e Porto Alegre (78).

Com informações na íntegra Diário de Canoas - da Redação de Porto Alegre

http://www.diariodecanoas.com.br

* FOTO: Aloisio Mauricio Ferreira- "Mais um dia"
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:48  comentar


Estado planeja zerar o déficit de vagas prisionais até o final de 2010
Com a força-tarefa, governo deve aumentar em 9,8 mil a capacidade do sistema carcerário
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Por Elizabeth Misciasci

A Força-Tarefa dos Presídios, montada pela governadora Yeda Crusius em agosto de 2008, tem a meta de gerar 9,8 mil vagas prisionais no território gaúcho até o final de 2010, praticamente zerando o atual déficit, próximo a 10 mil vagas. Para tanto, serão investidos R$ 245 milhões em obras de penitenciárias dentro do Programa Estruturante Cidadão Seguro. A projeção foi feita pelo secretário da Segurança Pública, Edson Goularte, na tarde desta terça-feira (26/05/2009).
"O governo do Estado está enfrentando de frente e com coragem a questão prisional. Com o apoio do Ministério Público, do Judiciário e dos demais integrantes da Força- Tarefa dos Presídios, tenho certeza de que conseguiremos zerar o atual déficit com as novas vagas que serão criadas", destacou.
O Rio Grande do Sul dispõe hoje de 28 mil detentos frente a um número de 18.069 mil vagas. Desde 2007, foram criadas 1.727 vagas nos regimes fechado e não-fechado, num total de investimento de R$ 21,8 milhões. Encontram-se em obras mais 842 vagas e outras 7.220, em fase de projetos em andamento. Dos R$ 245 milhões a serem investidos, R$ 205 milhões correspondem a recursos do Tesouro do Estado e R$ 40 milhões a repasses do governo federal.
"Com o ajuste fiscal e o déficit zero nas contas públicas, o governo do Estado investirá, neste ano na Segurança cerca de R$ 186 milhões. Desse montante, R$ 102 milhões estão destinados exclusivamente ao sistema prisional, para geração de vagas e obras de construção e reformas de penitenciárias", observou o secretário da Segurança Pública.

Desafio

O próximo desafio do grupo será derrubar os entraves burocráticos. A construção de presídios envolve uma série de etapas, desde o lançamento de editais até questões relacionadas aos licenciamentos ambientais e municipais. Mas a principal barreira, que são os recursos, já foi superada.
Além da inauguração da Penitenciária de Caxias do Sul (432 vagas), o governo já entregou obras de ampliação da Penitenciária Regional de Pelotas (152 vagas) e os novos pavilhões do Presídio Central de Porto Alegre (492 vagas), os novos pavilhões de Vacaria (42 vagas) e os do Anexo Feminino de Charqueadas (76 vagas), totalizando 1.194 novas vagas.

Licitação

Para 2009, estão em processo de licitação as obras de construção da Penitenciária de Passo Fundo (336 vagas) - que devem se iniciar no segundo semestre deste ano -, as reformas das penitenciárias de Espumoso (54 vagas) e o término da construção da nova Penitenciária de Santa Maria (336 vagas), que deve ocorrer no final de julho. No segundo semestre, começam a ser erguidas as penitenciárias de Bento Gonçalves (336 vagas), Arroio dos Ratos (672 vagas) e Guaíba (672 vagas), num total de 2.070 novas vagas.
Estão previstas ainda para este ano a construção da Penitenciária Especial para Jovens Adultos, em São Leopoldo (421 vagas), da Penitenciária Feminina em município a ser definido (256 vagas) e a ampliação das penitenciárias de Montenegro e Charqueadas, ambas com 384 vagas cada. E estão em andamento projetos para construção e reforma de seis albergues: Caxias do Sul (78), Charqueadas (78), Venâncio Aires (78), Viamão (80), Carazinho (64) e Porto Alegre (78).

Com informações na íntegra Diário de Canoas - da Redação de Porto Alegre

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Com a força-tarefa, governo deve aumentar em 9,8 mil a capacidade do sistema carcerário
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Por Elizabeth Misciasci

A Força-Tarefa dos Presídios, montada pela governadora Yeda Crusius em agosto de 2008, tem a meta de gerar 9,8 mil vagas prisionais no território gaúcho até o final de 2010, praticamente zerando o atual déficit, próximo a 10 mil vagas. Para tanto, serão investidos R$ 245 milhões em obras de penitenciárias dentro do Programa Estruturante Cidadão Seguro. A projeção foi feita pelo secretário da Segurança Pública, Edson Goularte, na tarde desta terça-feira (26/05/2009).
"O governo do Estado está enfrentando de frente e com coragem a questão prisional. Com o apoio do Ministério Público, do Judiciário e dos demais integrantes da Força- Tarefa dos Presídios, tenho certeza de que conseguiremos zerar o atual déficit com as novas vagas que serão criadas", destacou.
O Rio Grande do Sul dispõe hoje de 28 mil detentos frente a um número de 18.069 mil vagas. Desde 2007, foram criadas 1.727 vagas nos regimes fechado e não-fechado, num total de investimento de R$ 21,8 milhões. Encontram-se em obras mais 842 vagas e outras 7.220, em fase de projetos em andamento. Dos R$ 245 milhões a serem investidos, R$ 205 milhões correspondem a recursos do Tesouro do Estado e R$ 40 milhões a repasses do governo federal.
"Com o ajuste fiscal e o déficit zero nas contas públicas, o governo do Estado investirá, neste ano na Segurança cerca de R$ 186 milhões. Desse montante, R$ 102 milhões estão destinados exclusivamente ao sistema prisional, para geração de vagas e obras de construção e reformas de penitenciárias", observou o secretário da Segurança Pública.

Desafio

O próximo desafio do grupo será derrubar os entraves burocráticos. A construção de presídios envolve uma série de etapas, desde o lançamento de editais até questões relacionadas aos licenciamentos ambientais e municipais. Mas a principal barreira, que são os recursos, já foi superada.
Além da inauguração da Penitenciária de Caxias do Sul (432 vagas), o governo já entregou obras de ampliação da Penitenciária Regional de Pelotas (152 vagas) e os novos pavilhões do Presídio Central de Porto Alegre (492 vagas), os novos pavilhões de Vacaria (42 vagas) e os do Anexo Feminino de Charqueadas (76 vagas), totalizando 1.194 novas vagas.

Licitação

Para 2009, estão em processo de licitação as obras de construção da Penitenciária de Passo Fundo (336 vagas) - que devem se iniciar no segundo semestre deste ano -, as reformas das penitenciárias de Espumoso (54 vagas) e o término da construção da nova Penitenciária de Santa Maria (336 vagas), que deve ocorrer no final de julho. No segundo semestre, começam a ser erguidas as penitenciárias de Bento Gonçalves (336 vagas), Arroio dos Ratos (672 vagas) e Guaíba (672 vagas), num total de 2.070 novas vagas.
Estão previstas ainda para este ano a construção da Penitenciária Especial para Jovens Adultos, em São Leopoldo (421 vagas), da Penitenciária Feminina em município a ser definido (256 vagas) e a ampliação das penitenciárias de Montenegro e Charqueadas, ambas com 384 vagas cada. E estão em andamento projetos para construção e reforma de seis albergues: Caxias do Sul (78), Charqueadas (78), Venâncio Aires (78), Viamão (80), Carazinho (64) e Porto Alegre (78).

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A Força-Tarefa dos Presídios, montada pela governadora Yeda Crusius em agosto de 2008, tem a meta de gerar 9,8 mil vagas prisionais no território gaúcho até o final de 2010, praticamente zerando o atual déficit, próximo a 10 mil vagas. Para tanto, serão investidos R$ 245 milhões em obras de penitenciárias dentro do Programa Estruturante Cidadão Seguro. A projeção foi feita pelo secretário da Segurança Pública, Edson Goularte, na tarde desta terça-feira (26/05/2009).
"O governo do Estado está enfrentando de frente e com coragem a questão prisional. Com o apoio do Ministério Público, do Judiciário e dos demais integrantes da Força- Tarefa dos Presídios, tenho certeza de que conseguiremos zerar o atual déficit com as novas vagas que serão criadas", destacou.
O Rio Grande do Sul dispõe hoje de 28 mil detentos frente a um número de 18.069 mil vagas. Desde 2007, foram criadas 1.727 vagas nos regimes fechado e não-fechado, num total de investimento de R$ 21,8 milhões. Encontram-se em obras mais 842 vagas e outras 7.220, em fase de projetos em andamento. Dos R$ 245 milhões a serem investidos, R$ 205 milhões correspondem a recursos do Tesouro do Estado e R$ 40 milhões a repasses do governo federal.
"Com o ajuste fiscal e o déficit zero nas contas públicas, o governo do Estado investirá, neste ano na Segurança cerca de R$ 186 milhões. Desse montante, R$ 102 milhões estão destinados exclusivamente ao sistema prisional, para geração de vagas e obras de construção e reformas de penitenciárias", observou o secretário da Segurança Pública.

Desafio

O próximo desafio do grupo será derrubar os entraves burocráticos. A construção de presídios envolve uma série de etapas, desde o lançamento de editais até questões relacionadas aos licenciamentos ambientais e municipais. Mas a principal barreira, que são os recursos, já foi superada.
Além da inauguração da Penitenciária de Caxias do Sul (432 vagas), o governo já entregou obras de ampliação da Penitenciária Regional de Pelotas (152 vagas) e os novos pavilhões do Presídio Central de Porto Alegre (492 vagas), os novos pavilhões de Vacaria (42 vagas) e os do Anexo Feminino de Charqueadas (76 vagas), totalizando 1.194 novas vagas.

Licitação

Para 2009, estão em processo de licitação as obras de construção da Penitenciária de Passo Fundo (336 vagas) - que devem se iniciar no segundo semestre deste ano -, as reformas das penitenciárias de Espumoso (54 vagas) e o término da construção da nova Penitenciária de Santa Maria (336 vagas), que deve ocorrer no final de julho. No segundo semestre, começam a ser erguidas as penitenciárias de Bento Gonçalves (336 vagas), Arroio dos Ratos (672 vagas) e Guaíba (672 vagas), num total de 2.070 novas vagas.
Estão previstas ainda para este ano a construção da Penitenciária Especial para Jovens Adultos, em São Leopoldo (421 vagas), da Penitenciária Feminina em município a ser definido (256 vagas) e a ampliação das penitenciárias de Montenegro e Charqueadas, ambas com 384 vagas cada. E estão em andamento projetos para construção e reforma de seis albergues: Caxias do Sul (78), Charqueadas (78), Venâncio Aires (78), Viamão (80), Carazinho (64) e Porto Alegre (78).

Com informações na íntegra Diário de Canoas - da Redação de Porto Alegre

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Agora não é mais desconfiança, nem picuinha, foi comprovado pelo Ministério Público Federal.

O laudo das peritas apontadas pelo governo diz que o problema é que o menino (Sean) “confia no que sentiu e ouviu do padrasto e da família materna, que seu pai lhe abandonou”.

Segundo reportagem do jornal “O Estado de S. Paulo,” as peritas dizem ainda que “a convivência com o pai biológico não é atendida, já que Sean não pode estar com o pai sem alguém vigiando.”

Outros detalhes demonstram que tudo que foi alegado por David Goldman é verdade, quando o MPF diz que “o pai não é recebido onde Sean mora e, consequentemente, sua convivência familiar é unilateral por causa da ruptura e afastamento do pai.”

Portanto, o argumento de que David teria adandonado o direito de visitar o filho para manter a causa de sequestro também foi rechaçado pelo Justiça brasileira.

Em 2007, a juíza federal Mônica Sifuentes disse que devolver a criança ao local da residência habitual “não se trata, como erroneamente se supõe, de devolvê-la ao outro genitor, mas de encaminhá-la à autoridade competente, pois é ali que a criança tinha a sua vida, o seu círculo de amizades, a escola, a vizinhança.”

Ontem o juiz Jorge Antonio Maurique disse em artigo no Consultor Jurídico que “precisamos dizer com sinceridade, em nosso país o seqüestrador conta, a seu favor, em muitos casos, com a morosidade do Poder Judiciário brasileiro.”

O parecer do Ministério Público considera que Sean já deveria ter retornado aos EUA ao ter ficado órfão de mãe, já que seu pai está vivo.

A decisão final do caso Goldman foi primeiro prevista para abril, depois maio, agora junho é apontado – sem confirmação – para o desfecho. Com tantas idas e vindas deste caso, só há duas certezas:

1) Sean já está sofrendo as consequências da alienação parental;

2) E que o mundo continua assistindo, Brasil.



Brasil com Z
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:52  comentar

Agora não é mais desconfiança, nem picuinha, foi comprovado pelo Ministério Público Federal.

O laudo das peritas apontadas pelo governo diz que o problema é que o menino (Sean) “confia no que sentiu e ouviu do padrasto e da família materna, que seu pai lhe abandonou”.

Segundo reportagem do jornal “O Estado de S. Paulo,” as peritas dizem ainda que “a convivência com o pai biológico não é atendida, já que Sean não pode estar com o pai sem alguém vigiando.”

Outros detalhes demonstram que tudo que foi alegado por David Goldman é verdade, quando o MPF diz que “o pai não é recebido onde Sean mora e, consequentemente, sua convivência familiar é unilateral por causa da ruptura e afastamento do pai.”

Portanto, o argumento de que David teria adandonado o direito de visitar o filho para manter a causa de sequestro também foi rechaçado pelo Justiça brasileira.

Em 2007, a juíza federal Mônica Sifuentes disse que devolver a criança ao local da residência habitual “não se trata, como erroneamente se supõe, de devolvê-la ao outro genitor, mas de encaminhá-la à autoridade competente, pois é ali que a criança tinha a sua vida, o seu círculo de amizades, a escola, a vizinhança.”

Ontem o juiz Jorge Antonio Maurique disse em artigo no Consultor Jurídico que “precisamos dizer com sinceridade, em nosso país o seqüestrador conta, a seu favor, em muitos casos, com a morosidade do Poder Judiciário brasileiro.”

O parecer do Ministério Público considera que Sean já deveria ter retornado aos EUA ao ter ficado órfão de mãe, já que seu pai está vivo.

A decisão final do caso Goldman foi primeiro prevista para abril, depois maio, agora junho é apontado – sem confirmação – para o desfecho. Com tantas idas e vindas deste caso, só há duas certezas:

1) Sean já está sofrendo as consequências da alienação parental;

2) E que o mundo continua assistindo, Brasil.



Brasil com Z
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Agora não é mais desconfiança, nem picuinha, foi comprovado pelo Ministério Público Federal.

O laudo das peritas apontadas pelo governo diz que o problema é que o menino (Sean) “confia no que sentiu e ouviu do padrasto e da família materna, que seu pai lhe abandonou”.

Segundo reportagem do jornal “O Estado de S. Paulo,” as peritas dizem ainda que “a convivência com o pai biológico não é atendida, já que Sean não pode estar com o pai sem alguém vigiando.”

Outros detalhes demonstram que tudo que foi alegado por David Goldman é verdade, quando o MPF diz que “o pai não é recebido onde Sean mora e, consequentemente, sua convivência familiar é unilateral por causa da ruptura e afastamento do pai.”

Portanto, o argumento de que David teria adandonado o direito de visitar o filho para manter a causa de sequestro também foi rechaçado pelo Justiça brasileira.

Em 2007, a juíza federal Mônica Sifuentes disse que devolver a criança ao local da residência habitual “não se trata, como erroneamente se supõe, de devolvê-la ao outro genitor, mas de encaminhá-la à autoridade competente, pois é ali que a criança tinha a sua vida, o seu círculo de amizades, a escola, a vizinhança.”

Ontem o juiz Jorge Antonio Maurique disse em artigo no Consultor Jurídico que “precisamos dizer com sinceridade, em nosso país o seqüestrador conta, a seu favor, em muitos casos, com a morosidade do Poder Judiciário brasileiro.”

O parecer do Ministério Público considera que Sean já deveria ter retornado aos EUA ao ter ficado órfão de mãe, já que seu pai está vivo.

A decisão final do caso Goldman foi primeiro prevista para abril, depois maio, agora junho é apontado – sem confirmação – para o desfecho. Com tantas idas e vindas deste caso, só há duas certezas:

1) Sean já está sofrendo as consequências da alienação parental;

2) E que o mundo continua assistindo, Brasil.



Brasil com Z
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Agora não é mais desconfiança, nem picuinha, foi comprovado pelo Ministério Público Federal.

O laudo das peritas apontadas pelo governo diz que o problema é que o menino (Sean) “confia no que sentiu e ouviu do padrasto e da família materna, que seu pai lhe abandonou”.

Segundo reportagem do jornal “O Estado de S. Paulo,” as peritas dizem ainda que “a convivência com o pai biológico não é atendida, já que Sean não pode estar com o pai sem alguém vigiando.”

Outros detalhes demonstram que tudo que foi alegado por David Goldman é verdade, quando o MPF diz que “o pai não é recebido onde Sean mora e, consequentemente, sua convivência familiar é unilateral por causa da ruptura e afastamento do pai.”

Portanto, o argumento de que David teria adandonado o direito de visitar o filho para manter a causa de sequestro também foi rechaçado pelo Justiça brasileira.

Em 2007, a juíza federal Mônica Sifuentes disse que devolver a criança ao local da residência habitual “não se trata, como erroneamente se supõe, de devolvê-la ao outro genitor, mas de encaminhá-la à autoridade competente, pois é ali que a criança tinha a sua vida, o seu círculo de amizades, a escola, a vizinhança.”

Ontem o juiz Jorge Antonio Maurique disse em artigo no Consultor Jurídico que “precisamos dizer com sinceridade, em nosso país o seqüestrador conta, a seu favor, em muitos casos, com a morosidade do Poder Judiciário brasileiro.”

O parecer do Ministério Público considera que Sean já deveria ter retornado aos EUA ao ter ficado órfão de mãe, já que seu pai está vivo.

A decisão final do caso Goldman foi primeiro prevista para abril, depois maio, agora junho é apontado – sem confirmação – para o desfecho. Com tantas idas e vindas deste caso, só há duas certezas:

1) Sean já está sofrendo as consequências da alienação parental;

2) E que o mundo continua assistindo, Brasil.



Brasil com Z
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Um jovem foi preso em flagrante nesta quinta-feira com 59 pedras de crack em frente a escola Irmão Pedro, na Rua Olavo Fernandes, no bairro Estância Velha, em Canoas.
Segundo a Brigada Militar (BM), J. P., 19 anos, estava tentando vender crack para as crianças, de aproximadamente 12 anos. Algumas inclusive chegaram a pegar a droga do traficante.
O traficante tentou fugir em uma moto, mas foi preso logo em seguida. Ele será autuado em flagrante por tráfico de drogas e encaminhado ao Presídio Central.

Denuncie o tráfico de entorpecentes! “Não deixe um traficante adotar o seu filho”!

Forneça o máximo de informações possíveis: local, ponto de referência, nomes, apelidos, placas de autos, motos, horários, etc.; tudo que julgar útil.


Zero Hora

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Um jovem foi preso em flagrante nesta quinta-feira com 59 pedras de crack em frente a escola Irmão Pedro, na Rua Olavo Fernandes, no bairro Estância Velha, em Canoas.
Segundo a Brigada Militar (BM), J. P., 19 anos, estava tentando vender crack para as crianças, de aproximadamente 12 anos. Algumas inclusive chegaram a pegar a droga do traficante.
O traficante tentou fugir em uma moto, mas foi preso logo em seguida. Ele será autuado em flagrante por tráfico de drogas e encaminhado ao Presídio Central.

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Segundo a Brigada Militar (BM), J. P., 19 anos, estava tentando vender crack para as crianças, de aproximadamente 12 anos. Algumas inclusive chegaram a pegar a droga do traficante.
O traficante tentou fugir em uma moto, mas foi preso logo em seguida. Ele será autuado em flagrante por tráfico de drogas e encaminhado ao Presídio Central.

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Segundo a Brigada Militar (BM), J. P., 19 anos, estava tentando vender crack para as crianças, de aproximadamente 12 anos. Algumas inclusive chegaram a pegar a droga do traficante.
O traficante tentou fugir em uma moto, mas foi preso logo em seguida. Ele será autuado em flagrante por tráfico de drogas e encaminhado ao Presídio Central.

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Observo a figura de Bento XVI e não vejo em seu olhar a bondade e a compaixão pregadas por Cristo. Não é todavia a expressão dura que me subtrai a simpatia que seria natural sentir pelo representante máximo da Igreja Católica, mas a sua incansável peroração contra a tolerância e a aceitação das diferenças, e o anacronismo de seu discurso.
Papas outros o precederam, e nenhum deles ergueu a voz a altura suficiente para conter os abusos cometidos por sacerdotes que deveriam acolher, compreender, e mitigar as aflições humanas.

Não é possível que 35 mil crianças tenham sido abusadas por padres pedófilos sem a conivência de instâncias superiores, do Estado, inclusive. De fato, e para surpresa de ninguém, a Igreja Católica fez de tudo para obstar a publicação de uma comissão de inquérito irlandesa sobre abuso infantil, que ouviu os depoimentos de milhares de ex-estudantes de mais de 250 instituições dirigidas pela igreja.

Ora, se até os piores criminosos condenam o estupro e a violência contra crianças, como pôde o governo irlandês propor a indecência de oferecer indenizações às vítimas sob a condição de não processarem a Igreja e o Estado? A compra, pelo Poder Público (e religioso) da impunidade!

Quando irá a Igreja compreender que casos como o do seminal ex-bispo paraguaio Fernando Lugo e o do frei Maurice Dillane, que aos 73 anos teve um filho com sua namorada, de 31 anos, escancaram a impossibilidade de o celibato refrear tão poderoso instinto, e aceitar a homossexualidade, quando o bispo dissidente Pat Buckley comprova que até 40% dos clérigos católicos na Irlanda são homossexuais e sexualmente ativos?

O ex-arcebispo Rembert Weakland disse que os bispos e o Vaticano se importam mais com os direitos dos padres abusadores do que com suas vítimas. É asqueirosa a prática de transferir padres abusadores para outras paróquias em vez de destituí-los da batina e denunciá-los à polícia. Homossexual, Weakland é um dos maiores críticos da política de celibato e ordenamento somente de homens.

Em que pesem as indenizações e uma ou outra condenação criminal, nada poderá resgatar a inocência perdida e a integridade física e psicológica dessas crianças, estraçalhadas pelo instinto animal descontrolado de quem delas deveria cuidar, prover e proteger.

Abusar de uma criança, ou mesmo de uma mulher, é invadir-lhes o corpo e a alma, uma brutalidade imperdoável que será lembrada pelo resto da vida, destruindo-lhes a sexualidade, aquela mesma que seus agressores perderam a chance de um dia conhecer quando violaram a intimidade alheia.

As evidências extraídas desses episódios de virar o estômago demonstram que nossas crianças, celebradas por Cristo na memorável frase “Deixai vir a mim as criançinhas”, não são adequadamente protegidas pelo Estado nem pela Igreja.


Luiz Leitão


Pravda.Ru
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:04  comentar

Observo a figura de Bento XVI e não vejo em seu olhar a bondade e a compaixão pregadas por Cristo. Não é todavia a expressão dura que me subtrai a simpatia que seria natural sentir pelo representante máximo da Igreja Católica, mas a sua incansável peroração contra a tolerância e a aceitação das diferenças, e o anacronismo de seu discurso.
Papas outros o precederam, e nenhum deles ergueu a voz a altura suficiente para conter os abusos cometidos por sacerdotes que deveriam acolher, compreender, e mitigar as aflições humanas.

Não é possível que 35 mil crianças tenham sido abusadas por padres pedófilos sem a conivência de instâncias superiores, do Estado, inclusive. De fato, e para surpresa de ninguém, a Igreja Católica fez de tudo para obstar a publicação de uma comissão de inquérito irlandesa sobre abuso infantil, que ouviu os depoimentos de milhares de ex-estudantes de mais de 250 instituições dirigidas pela igreja.

Ora, se até os piores criminosos condenam o estupro e a violência contra crianças, como pôde o governo irlandês propor a indecência de oferecer indenizações às vítimas sob a condição de não processarem a Igreja e o Estado? A compra, pelo Poder Público (e religioso) da impunidade!

Quando irá a Igreja compreender que casos como o do seminal ex-bispo paraguaio Fernando Lugo e o do frei Maurice Dillane, que aos 73 anos teve um filho com sua namorada, de 31 anos, escancaram a impossibilidade de o celibato refrear tão poderoso instinto, e aceitar a homossexualidade, quando o bispo dissidente Pat Buckley comprova que até 40% dos clérigos católicos na Irlanda são homossexuais e sexualmente ativos?

O ex-arcebispo Rembert Weakland disse que os bispos e o Vaticano se importam mais com os direitos dos padres abusadores do que com suas vítimas. É asqueirosa a prática de transferir padres abusadores para outras paróquias em vez de destituí-los da batina e denunciá-los à polícia. Homossexual, Weakland é um dos maiores críticos da política de celibato e ordenamento somente de homens.

Em que pesem as indenizações e uma ou outra condenação criminal, nada poderá resgatar a inocência perdida e a integridade física e psicológica dessas crianças, estraçalhadas pelo instinto animal descontrolado de quem delas deveria cuidar, prover e proteger.

Abusar de uma criança, ou mesmo de uma mulher, é invadir-lhes o corpo e a alma, uma brutalidade imperdoável que será lembrada pelo resto da vida, destruindo-lhes a sexualidade, aquela mesma que seus agressores perderam a chance de um dia conhecer quando violaram a intimidade alheia.

As evidências extraídas desses episódios de virar o estômago demonstram que nossas crianças, celebradas por Cristo na memorável frase “Deixai vir a mim as criançinhas”, não são adequadamente protegidas pelo Estado nem pela Igreja.


Luiz Leitão


Pravda.Ru
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Observo a figura de Bento XVI e não vejo em seu olhar a bondade e a compaixão pregadas por Cristo. Não é todavia a expressão dura que me subtrai a simpatia que seria natural sentir pelo representante máximo da Igreja Católica, mas a sua incansável peroração contra a tolerância e a aceitação das diferenças, e o anacronismo de seu discurso.
Papas outros o precederam, e nenhum deles ergueu a voz a altura suficiente para conter os abusos cometidos por sacerdotes que deveriam acolher, compreender, e mitigar as aflições humanas.

Não é possível que 35 mil crianças tenham sido abusadas por padres pedófilos sem a conivência de instâncias superiores, do Estado, inclusive. De fato, e para surpresa de ninguém, a Igreja Católica fez de tudo para obstar a publicação de uma comissão de inquérito irlandesa sobre abuso infantil, que ouviu os depoimentos de milhares de ex-estudantes de mais de 250 instituições dirigidas pela igreja.

Ora, se até os piores criminosos condenam o estupro e a violência contra crianças, como pôde o governo irlandês propor a indecência de oferecer indenizações às vítimas sob a condição de não processarem a Igreja e o Estado? A compra, pelo Poder Público (e religioso) da impunidade!

Quando irá a Igreja compreender que casos como o do seminal ex-bispo paraguaio Fernando Lugo e o do frei Maurice Dillane, que aos 73 anos teve um filho com sua namorada, de 31 anos, escancaram a impossibilidade de o celibato refrear tão poderoso instinto, e aceitar a homossexualidade, quando o bispo dissidente Pat Buckley comprova que até 40% dos clérigos católicos na Irlanda são homossexuais e sexualmente ativos?

O ex-arcebispo Rembert Weakland disse que os bispos e o Vaticano se importam mais com os direitos dos padres abusadores do que com suas vítimas. É asqueirosa a prática de transferir padres abusadores para outras paróquias em vez de destituí-los da batina e denunciá-los à polícia. Homossexual, Weakland é um dos maiores críticos da política de celibato e ordenamento somente de homens.

Em que pesem as indenizações e uma ou outra condenação criminal, nada poderá resgatar a inocência perdida e a integridade física e psicológica dessas crianças, estraçalhadas pelo instinto animal descontrolado de quem delas deveria cuidar, prover e proteger.

Abusar de uma criança, ou mesmo de uma mulher, é invadir-lhes o corpo e a alma, uma brutalidade imperdoável que será lembrada pelo resto da vida, destruindo-lhes a sexualidade, aquela mesma que seus agressores perderam a chance de um dia conhecer quando violaram a intimidade alheia.

As evidências extraídas desses episódios de virar o estômago demonstram que nossas crianças, celebradas por Cristo na memorável frase “Deixai vir a mim as criançinhas”, não são adequadamente protegidas pelo Estado nem pela Igreja.


Luiz Leitão


Pravda.Ru
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Observo a figura de Bento XVI e não vejo em seu olhar a bondade e a compaixão pregadas por Cristo. Não é todavia a expressão dura que me subtrai a simpatia que seria natural sentir pelo representante máximo da Igreja Católica, mas a sua incansável peroração contra a tolerância e a aceitação das diferenças, e o anacronismo de seu discurso.
Papas outros o precederam, e nenhum deles ergueu a voz a altura suficiente para conter os abusos cometidos por sacerdotes que deveriam acolher, compreender, e mitigar as aflições humanas.

Não é possível que 35 mil crianças tenham sido abusadas por padres pedófilos sem a conivência de instâncias superiores, do Estado, inclusive. De fato, e para surpresa de ninguém, a Igreja Católica fez de tudo para obstar a publicação de uma comissão de inquérito irlandesa sobre abuso infantil, que ouviu os depoimentos de milhares de ex-estudantes de mais de 250 instituições dirigidas pela igreja.

Ora, se até os piores criminosos condenam o estupro e a violência contra crianças, como pôde o governo irlandês propor a indecência de oferecer indenizações às vítimas sob a condição de não processarem a Igreja e o Estado? A compra, pelo Poder Público (e religioso) da impunidade!

Quando irá a Igreja compreender que casos como o do seminal ex-bispo paraguaio Fernando Lugo e o do frei Maurice Dillane, que aos 73 anos teve um filho com sua namorada, de 31 anos, escancaram a impossibilidade de o celibato refrear tão poderoso instinto, e aceitar a homossexualidade, quando o bispo dissidente Pat Buckley comprova que até 40% dos clérigos católicos na Irlanda são homossexuais e sexualmente ativos?

O ex-arcebispo Rembert Weakland disse que os bispos e o Vaticano se importam mais com os direitos dos padres abusadores do que com suas vítimas. É asqueirosa a prática de transferir padres abusadores para outras paróquias em vez de destituí-los da batina e denunciá-los à polícia. Homossexual, Weakland é um dos maiores críticos da política de celibato e ordenamento somente de homens.

Em que pesem as indenizações e uma ou outra condenação criminal, nada poderá resgatar a inocência perdida e a integridade física e psicológica dessas crianças, estraçalhadas pelo instinto animal descontrolado de quem delas deveria cuidar, prover e proteger.

Abusar de uma criança, ou mesmo de uma mulher, é invadir-lhes o corpo e a alma, uma brutalidade imperdoável que será lembrada pelo resto da vida, destruindo-lhes a sexualidade, aquela mesma que seus agressores perderam a chance de um dia conhecer quando violaram a intimidade alheia.

As evidências extraídas desses episódios de virar o estômago demonstram que nossas crianças, celebradas por Cristo na memorável frase “Deixai vir a mim as criançinhas”, não são adequadamente protegidas pelo Estado nem pela Igreja.


Luiz Leitão


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RIO - O bordão "Acorda, menina!", que está no título da capa, é de Ana Maria Braga. Mas poderia ser também dos apresentadores do "Hoje em dia", da Rede Record; do "Dia dia", da Band; ou do "Manhã maior", da RedeTV!. Com seus programas matutinos, as emissoras mostram que despertaram para a necessidade de esquentar uma velha fórmula da TV, sob pena de ver a audiência rolar ladeira abaixo. Vale (quase) tudo para fisgar adeptos nas manhãs televisivas: sorteios, concursos, muito serviço, jornalismo e algum chororô. A guerra pelo ibope tem feito com que os matutinos invistam em mudanças e assuntos nunca antes abordados nesse horário.

O telespectador de hoje não se contenta mais somente com culinária - apesar de ela ainda ser o carro-chefe das manhãs - e outra coisa fundamental mudou no meio do caminho: as mulheres não são mais o único público assíduo a partir das 8h. Além dos típicos temas de beleza e saúde, as atrações matinais - além de terem investido em cenários e novos apresentadores, mergulharam nas coberturas jornalísticas. Tragédias que param o país, por exemplo, estão sempre ocupando espaço nas primeiras horas do dia.

- A evolução desses programas acompanha a sociedade. Hoje, não são apenas as mulheres que ficam em casa enquanto eles saem para trabalhar. Há uma troca nessa estrutura, temos homens em casa também. Precisamos falar com todo mundo, o importante é não segmentar - diz J.B. de Oliveira Sobrinho, o Boninho, diretor de núcleo do "Mais você", que disputa a liderança da audiência com o "Hoje em dia", da Record (segundo as duas emissoras, as atrações têm uma média de oito pontos).

Notícia é a palavra de ordem e, às vezes, ela vem carregada de emoção - até demais. Quando a menina Isabela Nardoni foi jogada do sexto andar, ano passado, o "Hoje em dia" passou meses explorando o assunto.

- Quando há casos que chocam a opinião pública, a obrigação de um programa como o nosso é trazer o fato, mas também pessoas que o discutam. Quando o público não gosta disso, é inteligente o suficiente para mudar de canal - diz o diretor do "Hoje em dia", Vildomar Batista.

Dia desses, o "Mais você" recebeu uma das vítimas das enchentes de Santa Catarina e uma senhora que precisava desesperadamente de dinheiro para trazer os netos da Itália para o Brasil. Ganhou vários minutos adicionais.

- É um programa para família, essa é a meta. Então o que tem? Alimentação, que sempre foi a base, e atrai as mulheres. Com a notícia eu pego os homens. Tem a emoção, porque as pessoas são carentes de falar com os outros e escutar coisas boas. Gosto de dar a notícia mostrando o lado humano. O "Mais você" tem esse reflexo da realidade, com pessoas participando, trazendo seus problemas - diz Ana Maria. - Não objetivamos somente quem tem R$ 100 milhões no banco. Mostramos boas ideias de negócio, como artesanato, pessoas que correram atrás. E tem o Louro José, que é o lado lúdico e traz a criança.

Elisabetta Zenatti, diretora de programação e artístico da Band, também foca no jornalismo ao ser perguntada sobre o ponto mais forte do novato "Dia dia", que estreou há dois meses, comandado por Lorena Calábria, Patrícia Maldonado e Daniel Bork.

- Pautas fortes em sintonia com o factual - responde. - É um programa para entreter e prestar serviço. O público vai ver as principais notícias, se divertir e saber sobre temas polêmicos que interferem na vida dele. Mas ainda podemos melhorar na interatividade - avalia.

O "Manhã maior", da RedeTV!, também aposta em uma trinca de apresentadores: Keila Lima, Arthur Veríssimo e Daniela Albuquerque. Segundo o diretor do programa, Carlos Henrique Sartori, está aí justamente seu diferencial.

- Os três são repórteres, fazem matérias interessantes. Queremos prestar serviço, informar com o conhecimento de quem esteve nos lugares.

Os concursos também são armas fortes. O "Hoje em dia" já premiou com R$ 10 mil um sujeito que foi escolhido, entre dezenas, o melhor dançarino da chamada "kuduro", uma dança angolana parecida com o funk. E o quadro "Beleza na comunidade", uma espécie de concurso de miss, rende picos de audiência.

- Quando assumi o programa, fiquei um pouco decepcionado, não era meu perfil um matutino para mulheres. Acabei aplicando uma visão diferente, juntei vários assuntos e agora temos de tudo um pouco. Posso mudar o roteiro no ar, apesar de ele ser sempre feito com 15 dias de antecedência - garante Batista.

Os quatro matutinos - o SBT é o único dos grandes canais abertos que não investe no filão - têm muita coisa em comum, guardando as devidas particularidades. Os cenários são mais ou menos padrão - com exceção da nova "casa de cristal" de Ana Maria Braga - e o sofá é quase obrigatório. O merchandising tem lugar cativo, mas a maneira de anunciar ficou, digamos, mais suave. Os diretores tentam encaixar sabões em pó, cremes para depilação e afins no contexto.

- O formato da propaganda tende a se adaptar ao conteúdo, com ações interativas e integradas. A ideia é que ela não interfira em nada - explica Elisabetta, sobre o "Dia dia".

No "Mais você" é a mesma coisa. Ana Maria faz questão de ser consultada cada vez que um produto tenta comprar preciosos minutos no ar.

- Temos o limite de três merchandisings por dia, não cabem mais. Tenho que respeitar o público - diz a apresentadora. - A parte de culinária continua forte. Hoje a maioria dos homens gosta de ir para a cozinha. Os pratos que fazemos têm que ser bons, bonitos e baratos. Você nunca vai me ver fazendo um prato caro.

Em outubro, Ana Maria completa dez anos de TV Globo. Ela, que se autodenomina pioneira dos matinais de variedades nos moldes que vemos hoje, garante que não pensa mais em mudar de horário, como em outras épocas.

Em outubro, Ana Maria completa dez anos de TV Globo. Ela, que se autodenomina pioneira dos matinais de variedades nos moldes que vemos hoje, garante que não pensa mais em mudar de horário, como em outras épocas.

- Antes, eu queria fazer um programa à tarde. Mas na grade da Globo estamos no melhor horário, pegamos o pessoal acordando, ou vindo das notícias e se preparando para o dia - comenta. - A concorrência é boa. Temos que olhar outro lado, porque não sou perfeita, nem sei tudo. A concorrência motiva todo mundo e quem ganha é o telespectador.



Revista da tv
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RIO - O bordão "Acorda, menina!", que está no título da capa, é de Ana Maria Braga. Mas poderia ser também dos apresentadores do "Hoje em dia", da Rede Record; do "Dia dia", da Band; ou do "Manhã maior", da RedeTV!. Com seus programas matutinos, as emissoras mostram que despertaram para a necessidade de esquentar uma velha fórmula da TV, sob pena de ver a audiência rolar ladeira abaixo. Vale (quase) tudo para fisgar adeptos nas manhãs televisivas: sorteios, concursos, muito serviço, jornalismo e algum chororô. A guerra pelo ibope tem feito com que os matutinos invistam em mudanças e assuntos nunca antes abordados nesse horário.

O telespectador de hoje não se contenta mais somente com culinária - apesar de ela ainda ser o carro-chefe das manhãs - e outra coisa fundamental mudou no meio do caminho: as mulheres não são mais o único público assíduo a partir das 8h. Além dos típicos temas de beleza e saúde, as atrações matinais - além de terem investido em cenários e novos apresentadores, mergulharam nas coberturas jornalísticas. Tragédias que param o país, por exemplo, estão sempre ocupando espaço nas primeiras horas do dia.

- A evolução desses programas acompanha a sociedade. Hoje, não são apenas as mulheres que ficam em casa enquanto eles saem para trabalhar. Há uma troca nessa estrutura, temos homens em casa também. Precisamos falar com todo mundo, o importante é não segmentar - diz J.B. de Oliveira Sobrinho, o Boninho, diretor de núcleo do "Mais você", que disputa a liderança da audiência com o "Hoje em dia", da Record (segundo as duas emissoras, as atrações têm uma média de oito pontos).

Notícia é a palavra de ordem e, às vezes, ela vem carregada de emoção - até demais. Quando a menina Isabela Nardoni foi jogada do sexto andar, ano passado, o "Hoje em dia" passou meses explorando o assunto.

- Quando há casos que chocam a opinião pública, a obrigação de um programa como o nosso é trazer o fato, mas também pessoas que o discutam. Quando o público não gosta disso, é inteligente o suficiente para mudar de canal - diz o diretor do "Hoje em dia", Vildomar Batista.

Dia desses, o "Mais você" recebeu uma das vítimas das enchentes de Santa Catarina e uma senhora que precisava desesperadamente de dinheiro para trazer os netos da Itália para o Brasil. Ganhou vários minutos adicionais.

- É um programa para família, essa é a meta. Então o que tem? Alimentação, que sempre foi a base, e atrai as mulheres. Com a notícia eu pego os homens. Tem a emoção, porque as pessoas são carentes de falar com os outros e escutar coisas boas. Gosto de dar a notícia mostrando o lado humano. O "Mais você" tem esse reflexo da realidade, com pessoas participando, trazendo seus problemas - diz Ana Maria. - Não objetivamos somente quem tem R$ 100 milhões no banco. Mostramos boas ideias de negócio, como artesanato, pessoas que correram atrás. E tem o Louro José, que é o lado lúdico e traz a criança.

Elisabetta Zenatti, diretora de programação e artístico da Band, também foca no jornalismo ao ser perguntada sobre o ponto mais forte do novato "Dia dia", que estreou há dois meses, comandado por Lorena Calábria, Patrícia Maldonado e Daniel Bork.

- Pautas fortes em sintonia com o factual - responde. - É um programa para entreter e prestar serviço. O público vai ver as principais notícias, se divertir e saber sobre temas polêmicos que interferem na vida dele. Mas ainda podemos melhorar na interatividade - avalia.

O "Manhã maior", da RedeTV!, também aposta em uma trinca de apresentadores: Keila Lima, Arthur Veríssimo e Daniela Albuquerque. Segundo o diretor do programa, Carlos Henrique Sartori, está aí justamente seu diferencial.

- Os três são repórteres, fazem matérias interessantes. Queremos prestar serviço, informar com o conhecimento de quem esteve nos lugares.

Os concursos também são armas fortes. O "Hoje em dia" já premiou com R$ 10 mil um sujeito que foi escolhido, entre dezenas, o melhor dançarino da chamada "kuduro", uma dança angolana parecida com o funk. E o quadro "Beleza na comunidade", uma espécie de concurso de miss, rende picos de audiência.

- Quando assumi o programa, fiquei um pouco decepcionado, não era meu perfil um matutino para mulheres. Acabei aplicando uma visão diferente, juntei vários assuntos e agora temos de tudo um pouco. Posso mudar o roteiro no ar, apesar de ele ser sempre feito com 15 dias de antecedência - garante Batista.

Os quatro matutinos - o SBT é o único dos grandes canais abertos que não investe no filão - têm muita coisa em comum, guardando as devidas particularidades. Os cenários são mais ou menos padrão - com exceção da nova "casa de cristal" de Ana Maria Braga - e o sofá é quase obrigatório. O merchandising tem lugar cativo, mas a maneira de anunciar ficou, digamos, mais suave. Os diretores tentam encaixar sabões em pó, cremes para depilação e afins no contexto.

- O formato da propaganda tende a se adaptar ao conteúdo, com ações interativas e integradas. A ideia é que ela não interfira em nada - explica Elisabetta, sobre o "Dia dia".

No "Mais você" é a mesma coisa. Ana Maria faz questão de ser consultada cada vez que um produto tenta comprar preciosos minutos no ar.

- Temos o limite de três merchandisings por dia, não cabem mais. Tenho que respeitar o público - diz a apresentadora. - A parte de culinária continua forte. Hoje a maioria dos homens gosta de ir para a cozinha. Os pratos que fazemos têm que ser bons, bonitos e baratos. Você nunca vai me ver fazendo um prato caro.

Em outubro, Ana Maria completa dez anos de TV Globo. Ela, que se autodenomina pioneira dos matinais de variedades nos moldes que vemos hoje, garante que não pensa mais em mudar de horário, como em outras épocas.

Em outubro, Ana Maria completa dez anos de TV Globo. Ela, que se autodenomina pioneira dos matinais de variedades nos moldes que vemos hoje, garante que não pensa mais em mudar de horário, como em outras épocas.

- Antes, eu queria fazer um programa à tarde. Mas na grade da Globo estamos no melhor horário, pegamos o pessoal acordando, ou vindo das notícias e se preparando para o dia - comenta. - A concorrência é boa. Temos que olhar outro lado, porque não sou perfeita, nem sei tudo. A concorrência motiva todo mundo e quem ganha é o telespectador.



Revista da tv
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RIO - O bordão "Acorda, menina!", que está no título da capa, é de Ana Maria Braga. Mas poderia ser também dos apresentadores do "Hoje em dia", da Rede Record; do "Dia dia", da Band; ou do "Manhã maior", da RedeTV!. Com seus programas matutinos, as emissoras mostram que despertaram para a necessidade de esquentar uma velha fórmula da TV, sob pena de ver a audiência rolar ladeira abaixo. Vale (quase) tudo para fisgar adeptos nas manhãs televisivas: sorteios, concursos, muito serviço, jornalismo e algum chororô. A guerra pelo ibope tem feito com que os matutinos invistam em mudanças e assuntos nunca antes abordados nesse horário.

O telespectador de hoje não se contenta mais somente com culinária - apesar de ela ainda ser o carro-chefe das manhãs - e outra coisa fundamental mudou no meio do caminho: as mulheres não são mais o único público assíduo a partir das 8h. Além dos típicos temas de beleza e saúde, as atrações matinais - além de terem investido em cenários e novos apresentadores, mergulharam nas coberturas jornalísticas. Tragédias que param o país, por exemplo, estão sempre ocupando espaço nas primeiras horas do dia.

- A evolução desses programas acompanha a sociedade. Hoje, não são apenas as mulheres que ficam em casa enquanto eles saem para trabalhar. Há uma troca nessa estrutura, temos homens em casa também. Precisamos falar com todo mundo, o importante é não segmentar - diz J.B. de Oliveira Sobrinho, o Boninho, diretor de núcleo do "Mais você", que disputa a liderança da audiência com o "Hoje em dia", da Record (segundo as duas emissoras, as atrações têm uma média de oito pontos).

Notícia é a palavra de ordem e, às vezes, ela vem carregada de emoção - até demais. Quando a menina Isabela Nardoni foi jogada do sexto andar, ano passado, o "Hoje em dia" passou meses explorando o assunto.

- Quando há casos que chocam a opinião pública, a obrigação de um programa como o nosso é trazer o fato, mas também pessoas que o discutam. Quando o público não gosta disso, é inteligente o suficiente para mudar de canal - diz o diretor do "Hoje em dia", Vildomar Batista.

Dia desses, o "Mais você" recebeu uma das vítimas das enchentes de Santa Catarina e uma senhora que precisava desesperadamente de dinheiro para trazer os netos da Itália para o Brasil. Ganhou vários minutos adicionais.

- É um programa para família, essa é a meta. Então o que tem? Alimentação, que sempre foi a base, e atrai as mulheres. Com a notícia eu pego os homens. Tem a emoção, porque as pessoas são carentes de falar com os outros e escutar coisas boas. Gosto de dar a notícia mostrando o lado humano. O "Mais você" tem esse reflexo da realidade, com pessoas participando, trazendo seus problemas - diz Ana Maria. - Não objetivamos somente quem tem R$ 100 milhões no banco. Mostramos boas ideias de negócio, como artesanato, pessoas que correram atrás. E tem o Louro José, que é o lado lúdico e traz a criança.

Elisabetta Zenatti, diretora de programação e artístico da Band, também foca no jornalismo ao ser perguntada sobre o ponto mais forte do novato "Dia dia", que estreou há dois meses, comandado por Lorena Calábria, Patrícia Maldonado e Daniel Bork.

- Pautas fortes em sintonia com o factual - responde. - É um programa para entreter e prestar serviço. O público vai ver as principais notícias, se divertir e saber sobre temas polêmicos que interferem na vida dele. Mas ainda podemos melhorar na interatividade - avalia.

O "Manhã maior", da RedeTV!, também aposta em uma trinca de apresentadores: Keila Lima, Arthur Veríssimo e Daniela Albuquerque. Segundo o diretor do programa, Carlos Henrique Sartori, está aí justamente seu diferencial.

- Os três são repórteres, fazem matérias interessantes. Queremos prestar serviço, informar com o conhecimento de quem esteve nos lugares.

Os concursos também são armas fortes. O "Hoje em dia" já premiou com R$ 10 mil um sujeito que foi escolhido, entre dezenas, o melhor dançarino da chamada "kuduro", uma dança angolana parecida com o funk. E o quadro "Beleza na comunidade", uma espécie de concurso de miss, rende picos de audiência.

- Quando assumi o programa, fiquei um pouco decepcionado, não era meu perfil um matutino para mulheres. Acabei aplicando uma visão diferente, juntei vários assuntos e agora temos de tudo um pouco. Posso mudar o roteiro no ar, apesar de ele ser sempre feito com 15 dias de antecedência - garante Batista.

Os quatro matutinos - o SBT é o único dos grandes canais abertos que não investe no filão - têm muita coisa em comum, guardando as devidas particularidades. Os cenários são mais ou menos padrão - com exceção da nova "casa de cristal" de Ana Maria Braga - e o sofá é quase obrigatório. O merchandising tem lugar cativo, mas a maneira de anunciar ficou, digamos, mais suave. Os diretores tentam encaixar sabões em pó, cremes para depilação e afins no contexto.

- O formato da propaganda tende a se adaptar ao conteúdo, com ações interativas e integradas. A ideia é que ela não interfira em nada - explica Elisabetta, sobre o "Dia dia".

No "Mais você" é a mesma coisa. Ana Maria faz questão de ser consultada cada vez que um produto tenta comprar preciosos minutos no ar.

- Temos o limite de três merchandisings por dia, não cabem mais. Tenho que respeitar o público - diz a apresentadora. - A parte de culinária continua forte. Hoje a maioria dos homens gosta de ir para a cozinha. Os pratos que fazemos têm que ser bons, bonitos e baratos. Você nunca vai me ver fazendo um prato caro.

Em outubro, Ana Maria completa dez anos de TV Globo. Ela, que se autodenomina pioneira dos matinais de variedades nos moldes que vemos hoje, garante que não pensa mais em mudar de horário, como em outras épocas.

Em outubro, Ana Maria completa dez anos de TV Globo. Ela, que se autodenomina pioneira dos matinais de variedades nos moldes que vemos hoje, garante que não pensa mais em mudar de horário, como em outras épocas.

- Antes, eu queria fazer um programa à tarde. Mas na grade da Globo estamos no melhor horário, pegamos o pessoal acordando, ou vindo das notícias e se preparando para o dia - comenta. - A concorrência é boa. Temos que olhar outro lado, porque não sou perfeita, nem sei tudo. A concorrência motiva todo mundo e quem ganha é o telespectador.



Revista da tv
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RIO - O bordão "Acorda, menina!", que está no título da capa, é de Ana Maria Braga. Mas poderia ser também dos apresentadores do "Hoje em dia", da Rede Record; do "Dia dia", da Band; ou do "Manhã maior", da RedeTV!. Com seus programas matutinos, as emissoras mostram que despertaram para a necessidade de esquentar uma velha fórmula da TV, sob pena de ver a audiência rolar ladeira abaixo. Vale (quase) tudo para fisgar adeptos nas manhãs televisivas: sorteios, concursos, muito serviço, jornalismo e algum chororô. A guerra pelo ibope tem feito com que os matutinos invistam em mudanças e assuntos nunca antes abordados nesse horário.

O telespectador de hoje não se contenta mais somente com culinária - apesar de ela ainda ser o carro-chefe das manhãs - e outra coisa fundamental mudou no meio do caminho: as mulheres não são mais o único público assíduo a partir das 8h. Além dos típicos temas de beleza e saúde, as atrações matinais - além de terem investido em cenários e novos apresentadores, mergulharam nas coberturas jornalísticas. Tragédias que param o país, por exemplo, estão sempre ocupando espaço nas primeiras horas do dia.

- A evolução desses programas acompanha a sociedade. Hoje, não são apenas as mulheres que ficam em casa enquanto eles saem para trabalhar. Há uma troca nessa estrutura, temos homens em casa também. Precisamos falar com todo mundo, o importante é não segmentar - diz J.B. de Oliveira Sobrinho, o Boninho, diretor de núcleo do "Mais você", que disputa a liderança da audiência com o "Hoje em dia", da Record (segundo as duas emissoras, as atrações têm uma média de oito pontos).

Notícia é a palavra de ordem e, às vezes, ela vem carregada de emoção - até demais. Quando a menina Isabela Nardoni foi jogada do sexto andar, ano passado, o "Hoje em dia" passou meses explorando o assunto.

- Quando há casos que chocam a opinião pública, a obrigação de um programa como o nosso é trazer o fato, mas também pessoas que o discutam. Quando o público não gosta disso, é inteligente o suficiente para mudar de canal - diz o diretor do "Hoje em dia", Vildomar Batista.

Dia desses, o "Mais você" recebeu uma das vítimas das enchentes de Santa Catarina e uma senhora que precisava desesperadamente de dinheiro para trazer os netos da Itália para o Brasil. Ganhou vários minutos adicionais.

- É um programa para família, essa é a meta. Então o que tem? Alimentação, que sempre foi a base, e atrai as mulheres. Com a notícia eu pego os homens. Tem a emoção, porque as pessoas são carentes de falar com os outros e escutar coisas boas. Gosto de dar a notícia mostrando o lado humano. O "Mais você" tem esse reflexo da realidade, com pessoas participando, trazendo seus problemas - diz Ana Maria. - Não objetivamos somente quem tem R$ 100 milhões no banco. Mostramos boas ideias de negócio, como artesanato, pessoas que correram atrás. E tem o Louro José, que é o lado lúdico e traz a criança.

Elisabetta Zenatti, diretora de programação e artístico da Band, também foca no jornalismo ao ser perguntada sobre o ponto mais forte do novato "Dia dia", que estreou há dois meses, comandado por Lorena Calábria, Patrícia Maldonado e Daniel Bork.

- Pautas fortes em sintonia com o factual - responde. - É um programa para entreter e prestar serviço. O público vai ver as principais notícias, se divertir e saber sobre temas polêmicos que interferem na vida dele. Mas ainda podemos melhorar na interatividade - avalia.

O "Manhã maior", da RedeTV!, também aposta em uma trinca de apresentadores: Keila Lima, Arthur Veríssimo e Daniela Albuquerque. Segundo o diretor do programa, Carlos Henrique Sartori, está aí justamente seu diferencial.

- Os três são repórteres, fazem matérias interessantes. Queremos prestar serviço, informar com o conhecimento de quem esteve nos lugares.

Os concursos também são armas fortes. O "Hoje em dia" já premiou com R$ 10 mil um sujeito que foi escolhido, entre dezenas, o melhor dançarino da chamada "kuduro", uma dança angolana parecida com o funk. E o quadro "Beleza na comunidade", uma espécie de concurso de miss, rende picos de audiência.

- Quando assumi o programa, fiquei um pouco decepcionado, não era meu perfil um matutino para mulheres. Acabei aplicando uma visão diferente, juntei vários assuntos e agora temos de tudo um pouco. Posso mudar o roteiro no ar, apesar de ele ser sempre feito com 15 dias de antecedência - garante Batista.

Os quatro matutinos - o SBT é o único dos grandes canais abertos que não investe no filão - têm muita coisa em comum, guardando as devidas particularidades. Os cenários são mais ou menos padrão - com exceção da nova "casa de cristal" de Ana Maria Braga - e o sofá é quase obrigatório. O merchandising tem lugar cativo, mas a maneira de anunciar ficou, digamos, mais suave. Os diretores tentam encaixar sabões em pó, cremes para depilação e afins no contexto.

- O formato da propaganda tende a se adaptar ao conteúdo, com ações interativas e integradas. A ideia é que ela não interfira em nada - explica Elisabetta, sobre o "Dia dia".

No "Mais você" é a mesma coisa. Ana Maria faz questão de ser consultada cada vez que um produto tenta comprar preciosos minutos no ar.

- Temos o limite de três merchandisings por dia, não cabem mais. Tenho que respeitar o público - diz a apresentadora. - A parte de culinária continua forte. Hoje a maioria dos homens gosta de ir para a cozinha. Os pratos que fazemos têm que ser bons, bonitos e baratos. Você nunca vai me ver fazendo um prato caro.

Em outubro, Ana Maria completa dez anos de TV Globo. Ela, que se autodenomina pioneira dos matinais de variedades nos moldes que vemos hoje, garante que não pensa mais em mudar de horário, como em outras épocas.

Em outubro, Ana Maria completa dez anos de TV Globo. Ela, que se autodenomina pioneira dos matinais de variedades nos moldes que vemos hoje, garante que não pensa mais em mudar de horário, como em outras épocas.

- Antes, eu queria fazer um programa à tarde. Mas na grade da Globo estamos no melhor horário, pegamos o pessoal acordando, ou vindo das notícias e se preparando para o dia - comenta. - A concorrência é boa. Temos que olhar outro lado, porque não sou perfeita, nem sei tudo. A concorrência motiva todo mundo e quem ganha é o telespectador.



Revista da tv
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Hicks teria urinado no elevador de carga de prédio público por dois anos.Ele foi descoberto após a polícia instalar câmera de vigilância no elevador

O norte-americano Michael Hicks, de 55 anos, pode ser condenado até dez anos de cadeia por ter urinado diversas vezes em um elevador de um edifício público na cidade de Detroit (EUA), segundo reportagem do jornal "Detroit News".

Michael Hicks foi acusado na última terça-feira por dano mal-intencionado, que provocou estragos em uma propriedade governamental acima de US$ 1 mil, crime que pode ser punido com pena de até 10 anos de prisão. Hicks teria urinado no elevador por dois anos. A polícia começou a investigar o caso em agosto de 2007, após uma queixa da Superintendência Geral de Administração Tributária do Tesouro de que o elevador de cargas do prédio da IRS, na Michigan Avenue, cheirava a urina.

A polícia instalou uma câmera de vigilância no elevador, que flagrou uma pessoa urinando em várias ocasiões no local. Após ser identificado, Hicks confessou no ano passado o delito, segundo o relatório da investigação. Segundo Delmaria Scott, agente da Superintendência Geral de Administração Tributária do Tesouro, Hicks disse que não tinha qualquer problema de saúde que o levou a cometer tal delito. O julgamento ainda não foi marcado.
G1
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Hicks teria urinado no elevador de carga de prédio público por dois anos.Ele foi descoberto após a polícia instalar câmera de vigilância no elevador

O norte-americano Michael Hicks, de 55 anos, pode ser condenado até dez anos de cadeia por ter urinado diversas vezes em um elevador de um edifício público na cidade de Detroit (EUA), segundo reportagem do jornal "Detroit News".

Michael Hicks foi acusado na última terça-feira por dano mal-intencionado, que provocou estragos em uma propriedade governamental acima de US$ 1 mil, crime que pode ser punido com pena de até 10 anos de prisão. Hicks teria urinado no elevador por dois anos. A polícia começou a investigar o caso em agosto de 2007, após uma queixa da Superintendência Geral de Administração Tributária do Tesouro de que o elevador de cargas do prédio da IRS, na Michigan Avenue, cheirava a urina.

A polícia instalou uma câmera de vigilância no elevador, que flagrou uma pessoa urinando em várias ocasiões no local. Após ser identificado, Hicks confessou no ano passado o delito, segundo o relatório da investigação. Segundo Delmaria Scott, agente da Superintendência Geral de Administração Tributária do Tesouro, Hicks disse que não tinha qualquer problema de saúde que o levou a cometer tal delito. O julgamento ainda não foi marcado.
G1
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Hicks teria urinado no elevador de carga de prédio público por dois anos.Ele foi descoberto após a polícia instalar câmera de vigilância no elevador

O norte-americano Michael Hicks, de 55 anos, pode ser condenado até dez anos de cadeia por ter urinado diversas vezes em um elevador de um edifício público na cidade de Detroit (EUA), segundo reportagem do jornal "Detroit News".

Michael Hicks foi acusado na última terça-feira por dano mal-intencionado, que provocou estragos em uma propriedade governamental acima de US$ 1 mil, crime que pode ser punido com pena de até 10 anos de prisão. Hicks teria urinado no elevador por dois anos. A polícia começou a investigar o caso em agosto de 2007, após uma queixa da Superintendência Geral de Administração Tributária do Tesouro de que o elevador de cargas do prédio da IRS, na Michigan Avenue, cheirava a urina.

A polícia instalou uma câmera de vigilância no elevador, que flagrou uma pessoa urinando em várias ocasiões no local. Após ser identificado, Hicks confessou no ano passado o delito, segundo o relatório da investigação. Segundo Delmaria Scott, agente da Superintendência Geral de Administração Tributária do Tesouro, Hicks disse que não tinha qualquer problema de saúde que o levou a cometer tal delito. O julgamento ainda não foi marcado.
G1
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Hicks teria urinado no elevador de carga de prédio público por dois anos.Ele foi descoberto após a polícia instalar câmera de vigilância no elevador

O norte-americano Michael Hicks, de 55 anos, pode ser condenado até dez anos de cadeia por ter urinado diversas vezes em um elevador de um edifício público na cidade de Detroit (EUA), segundo reportagem do jornal "Detroit News".

Michael Hicks foi acusado na última terça-feira por dano mal-intencionado, que provocou estragos em uma propriedade governamental acima de US$ 1 mil, crime que pode ser punido com pena de até 10 anos de prisão. Hicks teria urinado no elevador por dois anos. A polícia começou a investigar o caso em agosto de 2007, após uma queixa da Superintendência Geral de Administração Tributária do Tesouro de que o elevador de cargas do prédio da IRS, na Michigan Avenue, cheirava a urina.

A polícia instalou uma câmera de vigilância no elevador, que flagrou uma pessoa urinando em várias ocasiões no local. Após ser identificado, Hicks confessou no ano passado o delito, segundo o relatório da investigação. Segundo Delmaria Scott, agente da Superintendência Geral de Administração Tributária do Tesouro, Hicks disse que não tinha qualquer problema de saúde que o levou a cometer tal delito. O julgamento ainda não foi marcado.
G1
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As tentativas de uma mãe para internar a filha adolescente, que tinha transtorno bipolar e comportamento suicida, mostram como a redução de leitos psiquiátricos deixou muitos brasileiros sem assistência

A pedagoga Heloísa Bergamo tinha em mãos duas cartas de psiquiatras pedindo a internação de sua filha, Jacqueline, de 14 anos. Era outubro de 2005 e durante quatro dias Heloísa percorrera hospitais de São Paulo em busca de uma vaga. Havia quase um ano e meio que ela espreitava 24 horas por dia os pensamentos da filha. Na medida em que isso é possível – e em que só as mães são capazes. Em junho de 2004, a menina alegre, cheia de amigos e que estava aprendendo a tocar viola e pandeiro começara a mudar de comportamento. Tornou-se fechada. Não queria mais ir à escola. Dizia que ninguém gostava dela. Eram os primeiros sintomas do transtorno bipolar, um distúrbio psiquiátrico em que a pessoa alterna momentos de euforia ou irritação com depressão profunda. É durante essas variações de humor, causadas por um desequilíbrio na química cerebral, que até 30% dos doentes tentam tirar a própria vida. Metade acaba conseguindo.
Heloísa sabotara todos os planos de Jacque de “salvar o mundo”. Era essa frase que a adolescente repetia quando mais uma crise começava, em uma lógica que talvez nem ela mesma entendesse. Heloísa impedira as tentativas de Jacque de saltar do carro em movimento. Seu lugar era no banco da frente, ao lado da mãe, que dirigia vigiando o fecho do cinto de segurança. Interceptara as incontáveis corridas da filha de sua casa, no centro de São Paulo, em direção à Avenida Nove de Julho, uma das mais movimentadas da cidade. Nos carros e ônibus que passam em alta velocidade, Jacque via uma oportunidade de “salvação”. No apartamento recém-alugado pela família, o encanto de Jacque - como aquele dos marujos pelas sereias, explica a mãe - era pelas janelas. As redes de proteção, cuidadosamente instaladas nas janelas do apartamento no quinto andar, eram para Jacque a cera que o herói da mitologia grega Odisseu colocou nos ouvidos para não sucumbir aos encantos das sereias.
A internação era a última alternativa para impedir que Jacque “salvasse o mundo”. Heloísa já não conseguia conter a filha fisicamente. Jacque estava crescendo. Heloísa, enfraquecendo, esgotada com a dedicação integral à filha. Acumulava sozinha a administração de sua escola infantil e os cuidados com as filhas, Jacque e Aline, de 15 anos. Não contava com a ajuda diária do ex-marido nem da mãe, paralisada por um acidente vascular, e do pai, que sofre com um enfisema pulmonar. Os dias de trabalho eram precedidos por noites sem dormir, tentando impedir que a filha fugisse, arranhasse o rosto, se ferisse com um garfo, uma caneta ou que estivesse à mão.
A médica que atendia Jacque havia mais de um ano no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo pediu sua internação. Não adiantou. Na carta de 18 de outubro de 2005, dirigida a outro médico que viesse a atender Jacque, a explicação. “Optamos por interná-la, porém, sem vaga”. Heloísa saiu do hospital com a carta em uma mão, segurando a filha com a outra e sem saber para onde ir. “Com minha filha se debatendo e querendo fugir, como eu poderia ficar perambulando de hospital em hospital à procura de internação?”. A solução foi retornar para casa. E voltar no dia seguinte, quando tampouco havia vagas.
Segundo uma informação divulgada esta semana pelo hospital, ainda levaria alguns meses até que elas surgissem. Em outubro de 2005, todos os leitos da psiquiatria infantil do Hospital das Clínicas estavam desativados porque a unidade estava em reforma. Hoje, são dez em funcionamento, ocupados 98% do tempo, e que continuam sendo um dos poucos em São Paulo reservados para crianças e adolescentes com alguma doença psiquiátrica. Na época, a assistente social do hospital garantiu que Jacque estava na fila, esperando um leito psiquiátrico vagar em algum hospital público de São Paulo.
Heloísa sabia que não podia esperar. Foi para um pronto-atendimento de psiquiatria, que estava incluído na cobertura de seu plano de saúde. Era para lá que levava a filha sempre que ela tinha uma crise nos finais de semana. Jacque recebia mais medicamento, acalmava e voltava para casa.“Era sempre um jogo de empurra: o Hospital das Clínicas dizia que era para levar a Jacque em caso de emergência para esse pronto-atendimento. Nesse lugar, davam mais remédios e mandavam antecipar a consulta semanal no Hospital das Clínicas.” Desta vez, à procura de internação, Heloísa descobriu que o pronto-atendimento não contava com leitos para crianças. Levou Jacque para o pronto-socorro de outro hospital. O psiquiatra aplicou sedativos em Jacque e a mandou embora para casa. “É isso o que eles fazem. A pessoa se acalma e eles mandam embora para casa. Mas e quando o efeito do remédio acabar?.” No prontuário de Jacque, o médico escreveu “risco de suicídio”, recomendou internação e deu alta. Cansada, Heloísa levou Jacque para casa.
No dia seguinte, o segundo depois de a médica indicar internação, Heloísa voltou com a filha ao Hospital das Clínicas. Recebeu a recomendação de interná-la provisoriamente em um pronto-socorro, mantido pela Prefeitura de São Paulo, até que surgisse uma vaga. Foi para lá. “Eu nunca deixaria a minha filha naquele lugar. Ela tinha de ficar sentada em uma cadeira. Os remédios dela o padrinho foi buscar em casa porque lá não tinha. Era uma enfermeira cuidando de homens e mulheres, todos misturados.” Heloísa decidiu levar Jacque para casa e ficar aguardando o telefonema que avisaria sobre a vaga.
Jacque amanheceu tranquila no dia seguinte, o terceiro na busca de Heloísa por internação. “Eu não sabia que o perigo é quando eles se acalmam”, diz Heloísa. “Sem aquele turbilhão de emoções da crise, conseguem colocar seus planos em prática.” Heloísa avisou na escola que não iria mais trabalhar. Ficaria em casa, de plantão, até receber a ligação que avisaria sobre a vaga. Passou o dia arrumando o apartamento, para onde tinha se mudado há seis dias. Ela morava com as duas filhas em um anexo de sua escola infantil, e achava que lá Jacque não tinha sossego para descansar. Também temia que a filha tentasse “salvar o mundo” na frente dos alunos, crianças com no máximo seis anos de idade.
No fim da tarde, Jacque aceitou o convite da irmã para curtir a piscina do prédio. Heloísa, sem avistar nenhum perigo no térreo do edifício, deixou as duas na piscina e saiu para comprar alguns itens que precisava na vizinhança. Quando estava voltando para casa, viu uma manicure e resolveu fazer as unhas. Mal se sentou e carros de resgate passaram pela rua, com as sirenes ligadas. Decidiu acreditar que não podia ser em sua casa. Mas só até o telefone tocar. Aline, sua filha mais velha, avisava que Jacque pedira para voltar ao apartamento para dormir. Enquanto a irmã assistia à televisão, vigiando a porta do quarto, Jacque conseguira passar para o banheiro e trancar a porta por dentro. Aproveitou-se da única janela em que a empresa de telas de proteção não instalara uma rede: aquelas basculantes, bem pequenas, típicas de banheiro. Jogou-se. Jacque sofreu múltiplas fraturas pelo corpo e na cabeça. Foi operada, ficou dois dias em coma. Deu por cumprida sua missão de “salvar o mundo” no meio da tarde do domingo, 23 de outubro de 2005.

Heloísa tenta retomar a vida
“Você vai escrever que eu estava fazendo a unha”, pergunta Heloísa. “Parece o cúmulo da irresponsabilidade.” Talvez para alguém que não consiga se colocar no lugar de uma mãe que colocou a própria vida em segundo plano para cuidar da filha. Mas a maioria das pessoas subentende na pergunta de Heloísa a culpa com a qual ela terá de conviver. Mesmo sem ter nenhuma. “Depois da morte da Jacque fiquei sem viver dois anos. Entrei em depressão, só dormia, descuidei do meu trabalho. Quem tocava a escola eram as minhas funcionárias. Ainda estou tentando retomar a minha vida. Mas não tenho concentração nem capacidade criativa.”
A irmã de Jacque, Aline, também sofreu com a doença da irmã. Ela tinha 14 anos na época em que os primeiros sintomas de Jacque começaram a aparecer. Ressentia-se da atenção excessiva que a mãe dedicava à irmã. Chegou a tomar um punhado dos remédios de Jacque de uma só vez para tentar se matar. A combinação de remédios a deixou dopada por algumas horas. “Ela dizia que era melhor morrer do que viver daquele jeito”, diz Heloísa, que decidiu mandar Aline para a casa de uma amiga em Itatiba, cidade a 80 quilômetros de São Paulo. Aline passou todo o segundo semestre de 2004 no interior, estudando em uma escola local. Eram raros os finais de semana em que Heloísa conseguia visitá-la. Viajar com Jacque era um risco: ela tentava abrir a porta e se jogar do carro em movimento. “A doença acabou separando a família.”
Hoje, Heloísa mora em uma casa, na mesma rua onde fica sua escola. De lá consegue avistar o prédio de onde Jacque se jogou. Está processando o governo do Estado de São Paulo pela falta de leitos psiquiátricos. “Tenho certeza de que Jacque não teria conseguido se matar se tivéssemos encontrado uma vaga”, afirma Heloísa. “Quem sabe ela teria uma chance de aprender a conviver com sua doença.”

Marcela Buscato


Época
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As tentativas de uma mãe para internar a filha adolescente, que tinha transtorno bipolar e comportamento suicida, mostram como a redução de leitos psiquiátricos deixou muitos brasileiros sem assistência

A pedagoga Heloísa Bergamo tinha em mãos duas cartas de psiquiatras pedindo a internação de sua filha, Jacqueline, de 14 anos. Era outubro de 2005 e durante quatro dias Heloísa percorrera hospitais de São Paulo em busca de uma vaga. Havia quase um ano e meio que ela espreitava 24 horas por dia os pensamentos da filha. Na medida em que isso é possível – e em que só as mães são capazes. Em junho de 2004, a menina alegre, cheia de amigos e que estava aprendendo a tocar viola e pandeiro começara a mudar de comportamento. Tornou-se fechada. Não queria mais ir à escola. Dizia que ninguém gostava dela. Eram os primeiros sintomas do transtorno bipolar, um distúrbio psiquiátrico em que a pessoa alterna momentos de euforia ou irritação com depressão profunda. É durante essas variações de humor, causadas por um desequilíbrio na química cerebral, que até 30% dos doentes tentam tirar a própria vida. Metade acaba conseguindo.
Heloísa sabotara todos os planos de Jacque de “salvar o mundo”. Era essa frase que a adolescente repetia quando mais uma crise começava, em uma lógica que talvez nem ela mesma entendesse. Heloísa impedira as tentativas de Jacque de saltar do carro em movimento. Seu lugar era no banco da frente, ao lado da mãe, que dirigia vigiando o fecho do cinto de segurança. Interceptara as incontáveis corridas da filha de sua casa, no centro de São Paulo, em direção à Avenida Nove de Julho, uma das mais movimentadas da cidade. Nos carros e ônibus que passam em alta velocidade, Jacque via uma oportunidade de “salvação”. No apartamento recém-alugado pela família, o encanto de Jacque - como aquele dos marujos pelas sereias, explica a mãe - era pelas janelas. As redes de proteção, cuidadosamente instaladas nas janelas do apartamento no quinto andar, eram para Jacque a cera que o herói da mitologia grega Odisseu colocou nos ouvidos para não sucumbir aos encantos das sereias.
A internação era a última alternativa para impedir que Jacque “salvasse o mundo”. Heloísa já não conseguia conter a filha fisicamente. Jacque estava crescendo. Heloísa, enfraquecendo, esgotada com a dedicação integral à filha. Acumulava sozinha a administração de sua escola infantil e os cuidados com as filhas, Jacque e Aline, de 15 anos. Não contava com a ajuda diária do ex-marido nem da mãe, paralisada por um acidente vascular, e do pai, que sofre com um enfisema pulmonar. Os dias de trabalho eram precedidos por noites sem dormir, tentando impedir que a filha fugisse, arranhasse o rosto, se ferisse com um garfo, uma caneta ou que estivesse à mão.
A médica que atendia Jacque havia mais de um ano no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo pediu sua internação. Não adiantou. Na carta de 18 de outubro de 2005, dirigida a outro médico que viesse a atender Jacque, a explicação. “Optamos por interná-la, porém, sem vaga”. Heloísa saiu do hospital com a carta em uma mão, segurando a filha com a outra e sem saber para onde ir. “Com minha filha se debatendo e querendo fugir, como eu poderia ficar perambulando de hospital em hospital à procura de internação?”. A solução foi retornar para casa. E voltar no dia seguinte, quando tampouco havia vagas.
Segundo uma informação divulgada esta semana pelo hospital, ainda levaria alguns meses até que elas surgissem. Em outubro de 2005, todos os leitos da psiquiatria infantil do Hospital das Clínicas estavam desativados porque a unidade estava em reforma. Hoje, são dez em funcionamento, ocupados 98% do tempo, e que continuam sendo um dos poucos em São Paulo reservados para crianças e adolescentes com alguma doença psiquiátrica. Na época, a assistente social do hospital garantiu que Jacque estava na fila, esperando um leito psiquiátrico vagar em algum hospital público de São Paulo.
Heloísa sabia que não podia esperar. Foi para um pronto-atendimento de psiquiatria, que estava incluído na cobertura de seu plano de saúde. Era para lá que levava a filha sempre que ela tinha uma crise nos finais de semana. Jacque recebia mais medicamento, acalmava e voltava para casa.“Era sempre um jogo de empurra: o Hospital das Clínicas dizia que era para levar a Jacque em caso de emergência para esse pronto-atendimento. Nesse lugar, davam mais remédios e mandavam antecipar a consulta semanal no Hospital das Clínicas.” Desta vez, à procura de internação, Heloísa descobriu que o pronto-atendimento não contava com leitos para crianças. Levou Jacque para o pronto-socorro de outro hospital. O psiquiatra aplicou sedativos em Jacque e a mandou embora para casa. “É isso o que eles fazem. A pessoa se acalma e eles mandam embora para casa. Mas e quando o efeito do remédio acabar?.” No prontuário de Jacque, o médico escreveu “risco de suicídio”, recomendou internação e deu alta. Cansada, Heloísa levou Jacque para casa.
No dia seguinte, o segundo depois de a médica indicar internação, Heloísa voltou com a filha ao Hospital das Clínicas. Recebeu a recomendação de interná-la provisoriamente em um pronto-socorro, mantido pela Prefeitura de São Paulo, até que surgisse uma vaga. Foi para lá. “Eu nunca deixaria a minha filha naquele lugar. Ela tinha de ficar sentada em uma cadeira. Os remédios dela o padrinho foi buscar em casa porque lá não tinha. Era uma enfermeira cuidando de homens e mulheres, todos misturados.” Heloísa decidiu levar Jacque para casa e ficar aguardando o telefonema que avisaria sobre a vaga.
Jacque amanheceu tranquila no dia seguinte, o terceiro na busca de Heloísa por internação. “Eu não sabia que o perigo é quando eles se acalmam”, diz Heloísa. “Sem aquele turbilhão de emoções da crise, conseguem colocar seus planos em prática.” Heloísa avisou na escola que não iria mais trabalhar. Ficaria em casa, de plantão, até receber a ligação que avisaria sobre a vaga. Passou o dia arrumando o apartamento, para onde tinha se mudado há seis dias. Ela morava com as duas filhas em um anexo de sua escola infantil, e achava que lá Jacque não tinha sossego para descansar. Também temia que a filha tentasse “salvar o mundo” na frente dos alunos, crianças com no máximo seis anos de idade.
No fim da tarde, Jacque aceitou o convite da irmã para curtir a piscina do prédio. Heloísa, sem avistar nenhum perigo no térreo do edifício, deixou as duas na piscina e saiu para comprar alguns itens que precisava na vizinhança. Quando estava voltando para casa, viu uma manicure e resolveu fazer as unhas. Mal se sentou e carros de resgate passaram pela rua, com as sirenes ligadas. Decidiu acreditar que não podia ser em sua casa. Mas só até o telefone tocar. Aline, sua filha mais velha, avisava que Jacque pedira para voltar ao apartamento para dormir. Enquanto a irmã assistia à televisão, vigiando a porta do quarto, Jacque conseguira passar para o banheiro e trancar a porta por dentro. Aproveitou-se da única janela em que a empresa de telas de proteção não instalara uma rede: aquelas basculantes, bem pequenas, típicas de banheiro. Jogou-se. Jacque sofreu múltiplas fraturas pelo corpo e na cabeça. Foi operada, ficou dois dias em coma. Deu por cumprida sua missão de “salvar o mundo” no meio da tarde do domingo, 23 de outubro de 2005.

Heloísa tenta retomar a vida
“Você vai escrever que eu estava fazendo a unha”, pergunta Heloísa. “Parece o cúmulo da irresponsabilidade.” Talvez para alguém que não consiga se colocar no lugar de uma mãe que colocou a própria vida em segundo plano para cuidar da filha. Mas a maioria das pessoas subentende na pergunta de Heloísa a culpa com a qual ela terá de conviver. Mesmo sem ter nenhuma. “Depois da morte da Jacque fiquei sem viver dois anos. Entrei em depressão, só dormia, descuidei do meu trabalho. Quem tocava a escola eram as minhas funcionárias. Ainda estou tentando retomar a minha vida. Mas não tenho concentração nem capacidade criativa.”
A irmã de Jacque, Aline, também sofreu com a doença da irmã. Ela tinha 14 anos na época em que os primeiros sintomas de Jacque começaram a aparecer. Ressentia-se da atenção excessiva que a mãe dedicava à irmã. Chegou a tomar um punhado dos remédios de Jacque de uma só vez para tentar se matar. A combinação de remédios a deixou dopada por algumas horas. “Ela dizia que era melhor morrer do que viver daquele jeito”, diz Heloísa, que decidiu mandar Aline para a casa de uma amiga em Itatiba, cidade a 80 quilômetros de São Paulo. Aline passou todo o segundo semestre de 2004 no interior, estudando em uma escola local. Eram raros os finais de semana em que Heloísa conseguia visitá-la. Viajar com Jacque era um risco: ela tentava abrir a porta e se jogar do carro em movimento. “A doença acabou separando a família.”
Hoje, Heloísa mora em uma casa, na mesma rua onde fica sua escola. De lá consegue avistar o prédio de onde Jacque se jogou. Está processando o governo do Estado de São Paulo pela falta de leitos psiquiátricos. “Tenho certeza de que Jacque não teria conseguido se matar se tivéssemos encontrado uma vaga”, afirma Heloísa. “Quem sabe ela teria uma chance de aprender a conviver com sua doença.”

Marcela Buscato


Época
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As tentativas de uma mãe para internar a filha adolescente, que tinha transtorno bipolar e comportamento suicida, mostram como a redução de leitos psiquiátricos deixou muitos brasileiros sem assistência

A pedagoga Heloísa Bergamo tinha em mãos duas cartas de psiquiatras pedindo a internação de sua filha, Jacqueline, de 14 anos. Era outubro de 2005 e durante quatro dias Heloísa percorrera hospitais de São Paulo em busca de uma vaga. Havia quase um ano e meio que ela espreitava 24 horas por dia os pensamentos da filha. Na medida em que isso é possível – e em que só as mães são capazes. Em junho de 2004, a menina alegre, cheia de amigos e que estava aprendendo a tocar viola e pandeiro começara a mudar de comportamento. Tornou-se fechada. Não queria mais ir à escola. Dizia que ninguém gostava dela. Eram os primeiros sintomas do transtorno bipolar, um distúrbio psiquiátrico em que a pessoa alterna momentos de euforia ou irritação com depressão profunda. É durante essas variações de humor, causadas por um desequilíbrio na química cerebral, que até 30% dos doentes tentam tirar a própria vida. Metade acaba conseguindo.
Heloísa sabotara todos os planos de Jacque de “salvar o mundo”. Era essa frase que a adolescente repetia quando mais uma crise começava, em uma lógica que talvez nem ela mesma entendesse. Heloísa impedira as tentativas de Jacque de saltar do carro em movimento. Seu lugar era no banco da frente, ao lado da mãe, que dirigia vigiando o fecho do cinto de segurança. Interceptara as incontáveis corridas da filha de sua casa, no centro de São Paulo, em direção à Avenida Nove de Julho, uma das mais movimentadas da cidade. Nos carros e ônibus que passam em alta velocidade, Jacque via uma oportunidade de “salvação”. No apartamento recém-alugado pela família, o encanto de Jacque - como aquele dos marujos pelas sereias, explica a mãe - era pelas janelas. As redes de proteção, cuidadosamente instaladas nas janelas do apartamento no quinto andar, eram para Jacque a cera que o herói da mitologia grega Odisseu colocou nos ouvidos para não sucumbir aos encantos das sereias.
A internação era a última alternativa para impedir que Jacque “salvasse o mundo”. Heloísa já não conseguia conter a filha fisicamente. Jacque estava crescendo. Heloísa, enfraquecendo, esgotada com a dedicação integral à filha. Acumulava sozinha a administração de sua escola infantil e os cuidados com as filhas, Jacque e Aline, de 15 anos. Não contava com a ajuda diária do ex-marido nem da mãe, paralisada por um acidente vascular, e do pai, que sofre com um enfisema pulmonar. Os dias de trabalho eram precedidos por noites sem dormir, tentando impedir que a filha fugisse, arranhasse o rosto, se ferisse com um garfo, uma caneta ou que estivesse à mão.
A médica que atendia Jacque havia mais de um ano no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo pediu sua internação. Não adiantou. Na carta de 18 de outubro de 2005, dirigida a outro médico que viesse a atender Jacque, a explicação. “Optamos por interná-la, porém, sem vaga”. Heloísa saiu do hospital com a carta em uma mão, segurando a filha com a outra e sem saber para onde ir. “Com minha filha se debatendo e querendo fugir, como eu poderia ficar perambulando de hospital em hospital à procura de internação?”. A solução foi retornar para casa. E voltar no dia seguinte, quando tampouco havia vagas.
Segundo uma informação divulgada esta semana pelo hospital, ainda levaria alguns meses até que elas surgissem. Em outubro de 2005, todos os leitos da psiquiatria infantil do Hospital das Clínicas estavam desativados porque a unidade estava em reforma. Hoje, são dez em funcionamento, ocupados 98% do tempo, e que continuam sendo um dos poucos em São Paulo reservados para crianças e adolescentes com alguma doença psiquiátrica. Na época, a assistente social do hospital garantiu que Jacque estava na fila, esperando um leito psiquiátrico vagar em algum hospital público de São Paulo.
Heloísa sabia que não podia esperar. Foi para um pronto-atendimento de psiquiatria, que estava incluído na cobertura de seu plano de saúde. Era para lá que levava a filha sempre que ela tinha uma crise nos finais de semana. Jacque recebia mais medicamento, acalmava e voltava para casa.“Era sempre um jogo de empurra: o Hospital das Clínicas dizia que era para levar a Jacque em caso de emergência para esse pronto-atendimento. Nesse lugar, davam mais remédios e mandavam antecipar a consulta semanal no Hospital das Clínicas.” Desta vez, à procura de internação, Heloísa descobriu que o pronto-atendimento não contava com leitos para crianças. Levou Jacque para o pronto-socorro de outro hospital. O psiquiatra aplicou sedativos em Jacque e a mandou embora para casa. “É isso o que eles fazem. A pessoa se acalma e eles mandam embora para casa. Mas e quando o efeito do remédio acabar?.” No prontuário de Jacque, o médico escreveu “risco de suicídio”, recomendou internação e deu alta. Cansada, Heloísa levou Jacque para casa.
No dia seguinte, o segundo depois de a médica indicar internação, Heloísa voltou com a filha ao Hospital das Clínicas. Recebeu a recomendação de interná-la provisoriamente em um pronto-socorro, mantido pela Prefeitura de São Paulo, até que surgisse uma vaga. Foi para lá. “Eu nunca deixaria a minha filha naquele lugar. Ela tinha de ficar sentada em uma cadeira. Os remédios dela o padrinho foi buscar em casa porque lá não tinha. Era uma enfermeira cuidando de homens e mulheres, todos misturados.” Heloísa decidiu levar Jacque para casa e ficar aguardando o telefonema que avisaria sobre a vaga.
Jacque amanheceu tranquila no dia seguinte, o terceiro na busca de Heloísa por internação. “Eu não sabia que o perigo é quando eles se acalmam”, diz Heloísa. “Sem aquele turbilhão de emoções da crise, conseguem colocar seus planos em prática.” Heloísa avisou na escola que não iria mais trabalhar. Ficaria em casa, de plantão, até receber a ligação que avisaria sobre a vaga. Passou o dia arrumando o apartamento, para onde tinha se mudado há seis dias. Ela morava com as duas filhas em um anexo de sua escola infantil, e achava que lá Jacque não tinha sossego para descansar. Também temia que a filha tentasse “salvar o mundo” na frente dos alunos, crianças com no máximo seis anos de idade.
No fim da tarde, Jacque aceitou o convite da irmã para curtir a piscina do prédio. Heloísa, sem avistar nenhum perigo no térreo do edifício, deixou as duas na piscina e saiu para comprar alguns itens que precisava na vizinhança. Quando estava voltando para casa, viu uma manicure e resolveu fazer as unhas. Mal se sentou e carros de resgate passaram pela rua, com as sirenes ligadas. Decidiu acreditar que não podia ser em sua casa. Mas só até o telefone tocar. Aline, sua filha mais velha, avisava que Jacque pedira para voltar ao apartamento para dormir. Enquanto a irmã assistia à televisão, vigiando a porta do quarto, Jacque conseguira passar para o banheiro e trancar a porta por dentro. Aproveitou-se da única janela em que a empresa de telas de proteção não instalara uma rede: aquelas basculantes, bem pequenas, típicas de banheiro. Jogou-se. Jacque sofreu múltiplas fraturas pelo corpo e na cabeça. Foi operada, ficou dois dias em coma. Deu por cumprida sua missão de “salvar o mundo” no meio da tarde do domingo, 23 de outubro de 2005.

Heloísa tenta retomar a vida
“Você vai escrever que eu estava fazendo a unha”, pergunta Heloísa. “Parece o cúmulo da irresponsabilidade.” Talvez para alguém que não consiga se colocar no lugar de uma mãe que colocou a própria vida em segundo plano para cuidar da filha. Mas a maioria das pessoas subentende na pergunta de Heloísa a culpa com a qual ela terá de conviver. Mesmo sem ter nenhuma. “Depois da morte da Jacque fiquei sem viver dois anos. Entrei em depressão, só dormia, descuidei do meu trabalho. Quem tocava a escola eram as minhas funcionárias. Ainda estou tentando retomar a minha vida. Mas não tenho concentração nem capacidade criativa.”
A irmã de Jacque, Aline, também sofreu com a doença da irmã. Ela tinha 14 anos na época em que os primeiros sintomas de Jacque começaram a aparecer. Ressentia-se da atenção excessiva que a mãe dedicava à irmã. Chegou a tomar um punhado dos remédios de Jacque de uma só vez para tentar se matar. A combinação de remédios a deixou dopada por algumas horas. “Ela dizia que era melhor morrer do que viver daquele jeito”, diz Heloísa, que decidiu mandar Aline para a casa de uma amiga em Itatiba, cidade a 80 quilômetros de São Paulo. Aline passou todo o segundo semestre de 2004 no interior, estudando em uma escola local. Eram raros os finais de semana em que Heloísa conseguia visitá-la. Viajar com Jacque era um risco: ela tentava abrir a porta e se jogar do carro em movimento. “A doença acabou separando a família.”
Hoje, Heloísa mora em uma casa, na mesma rua onde fica sua escola. De lá consegue avistar o prédio de onde Jacque se jogou. Está processando o governo do Estado de São Paulo pela falta de leitos psiquiátricos. “Tenho certeza de que Jacque não teria conseguido se matar se tivéssemos encontrado uma vaga”, afirma Heloísa. “Quem sabe ela teria uma chance de aprender a conviver com sua doença.”

Marcela Buscato


Época
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As tentativas de uma mãe para internar a filha adolescente, que tinha transtorno bipolar e comportamento suicida, mostram como a redução de leitos psiquiátricos deixou muitos brasileiros sem assistência

A pedagoga Heloísa Bergamo tinha em mãos duas cartas de psiquiatras pedindo a internação de sua filha, Jacqueline, de 14 anos. Era outubro de 2005 e durante quatro dias Heloísa percorrera hospitais de São Paulo em busca de uma vaga. Havia quase um ano e meio que ela espreitava 24 horas por dia os pensamentos da filha. Na medida em que isso é possível – e em que só as mães são capazes. Em junho de 2004, a menina alegre, cheia de amigos e que estava aprendendo a tocar viola e pandeiro começara a mudar de comportamento. Tornou-se fechada. Não queria mais ir à escola. Dizia que ninguém gostava dela. Eram os primeiros sintomas do transtorno bipolar, um distúrbio psiquiátrico em que a pessoa alterna momentos de euforia ou irritação com depressão profunda. É durante essas variações de humor, causadas por um desequilíbrio na química cerebral, que até 30% dos doentes tentam tirar a própria vida. Metade acaba conseguindo.
Heloísa sabotara todos os planos de Jacque de “salvar o mundo”. Era essa frase que a adolescente repetia quando mais uma crise começava, em uma lógica que talvez nem ela mesma entendesse. Heloísa impedira as tentativas de Jacque de saltar do carro em movimento. Seu lugar era no banco da frente, ao lado da mãe, que dirigia vigiando o fecho do cinto de segurança. Interceptara as incontáveis corridas da filha de sua casa, no centro de São Paulo, em direção à Avenida Nove de Julho, uma das mais movimentadas da cidade. Nos carros e ônibus que passam em alta velocidade, Jacque via uma oportunidade de “salvação”. No apartamento recém-alugado pela família, o encanto de Jacque - como aquele dos marujos pelas sereias, explica a mãe - era pelas janelas. As redes de proteção, cuidadosamente instaladas nas janelas do apartamento no quinto andar, eram para Jacque a cera que o herói da mitologia grega Odisseu colocou nos ouvidos para não sucumbir aos encantos das sereias.
A internação era a última alternativa para impedir que Jacque “salvasse o mundo”. Heloísa já não conseguia conter a filha fisicamente. Jacque estava crescendo. Heloísa, enfraquecendo, esgotada com a dedicação integral à filha. Acumulava sozinha a administração de sua escola infantil e os cuidados com as filhas, Jacque e Aline, de 15 anos. Não contava com a ajuda diária do ex-marido nem da mãe, paralisada por um acidente vascular, e do pai, que sofre com um enfisema pulmonar. Os dias de trabalho eram precedidos por noites sem dormir, tentando impedir que a filha fugisse, arranhasse o rosto, se ferisse com um garfo, uma caneta ou que estivesse à mão.
A médica que atendia Jacque havia mais de um ano no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo pediu sua internação. Não adiantou. Na carta de 18 de outubro de 2005, dirigida a outro médico que viesse a atender Jacque, a explicação. “Optamos por interná-la, porém, sem vaga”. Heloísa saiu do hospital com a carta em uma mão, segurando a filha com a outra e sem saber para onde ir. “Com minha filha se debatendo e querendo fugir, como eu poderia ficar perambulando de hospital em hospital à procura de internação?”. A solução foi retornar para casa. E voltar no dia seguinte, quando tampouco havia vagas.
Segundo uma informação divulgada esta semana pelo hospital, ainda levaria alguns meses até que elas surgissem. Em outubro de 2005, todos os leitos da psiquiatria infantil do Hospital das Clínicas estavam desativados porque a unidade estava em reforma. Hoje, são dez em funcionamento, ocupados 98% do tempo, e que continuam sendo um dos poucos em São Paulo reservados para crianças e adolescentes com alguma doença psiquiátrica. Na época, a assistente social do hospital garantiu que Jacque estava na fila, esperando um leito psiquiátrico vagar em algum hospital público de São Paulo.
Heloísa sabia que não podia esperar. Foi para um pronto-atendimento de psiquiatria, que estava incluído na cobertura de seu plano de saúde. Era para lá que levava a filha sempre que ela tinha uma crise nos finais de semana. Jacque recebia mais medicamento, acalmava e voltava para casa.“Era sempre um jogo de empurra: o Hospital das Clínicas dizia que era para levar a Jacque em caso de emergência para esse pronto-atendimento. Nesse lugar, davam mais remédios e mandavam antecipar a consulta semanal no Hospital das Clínicas.” Desta vez, à procura de internação, Heloísa descobriu que o pronto-atendimento não contava com leitos para crianças. Levou Jacque para o pronto-socorro de outro hospital. O psiquiatra aplicou sedativos em Jacque e a mandou embora para casa. “É isso o que eles fazem. A pessoa se acalma e eles mandam embora para casa. Mas e quando o efeito do remédio acabar?.” No prontuário de Jacque, o médico escreveu “risco de suicídio”, recomendou internação e deu alta. Cansada, Heloísa levou Jacque para casa.
No dia seguinte, o segundo depois de a médica indicar internação, Heloísa voltou com a filha ao Hospital das Clínicas. Recebeu a recomendação de interná-la provisoriamente em um pronto-socorro, mantido pela Prefeitura de São Paulo, até que surgisse uma vaga. Foi para lá. “Eu nunca deixaria a minha filha naquele lugar. Ela tinha de ficar sentada em uma cadeira. Os remédios dela o padrinho foi buscar em casa porque lá não tinha. Era uma enfermeira cuidando de homens e mulheres, todos misturados.” Heloísa decidiu levar Jacque para casa e ficar aguardando o telefonema que avisaria sobre a vaga.
Jacque amanheceu tranquila no dia seguinte, o terceiro na busca de Heloísa por internação. “Eu não sabia que o perigo é quando eles se acalmam”, diz Heloísa. “Sem aquele turbilhão de emoções da crise, conseguem colocar seus planos em prática.” Heloísa avisou na escola que não iria mais trabalhar. Ficaria em casa, de plantão, até receber a ligação que avisaria sobre a vaga. Passou o dia arrumando o apartamento, para onde tinha se mudado há seis dias. Ela morava com as duas filhas em um anexo de sua escola infantil, e achava que lá Jacque não tinha sossego para descansar. Também temia que a filha tentasse “salvar o mundo” na frente dos alunos, crianças com no máximo seis anos de idade.
No fim da tarde, Jacque aceitou o convite da irmã para curtir a piscina do prédio. Heloísa, sem avistar nenhum perigo no térreo do edifício, deixou as duas na piscina e saiu para comprar alguns itens que precisava na vizinhança. Quando estava voltando para casa, viu uma manicure e resolveu fazer as unhas. Mal se sentou e carros de resgate passaram pela rua, com as sirenes ligadas. Decidiu acreditar que não podia ser em sua casa. Mas só até o telefone tocar. Aline, sua filha mais velha, avisava que Jacque pedira para voltar ao apartamento para dormir. Enquanto a irmã assistia à televisão, vigiando a porta do quarto, Jacque conseguira passar para o banheiro e trancar a porta por dentro. Aproveitou-se da única janela em que a empresa de telas de proteção não instalara uma rede: aquelas basculantes, bem pequenas, típicas de banheiro. Jogou-se. Jacque sofreu múltiplas fraturas pelo corpo e na cabeça. Foi operada, ficou dois dias em coma. Deu por cumprida sua missão de “salvar o mundo” no meio da tarde do domingo, 23 de outubro de 2005.

Heloísa tenta retomar a vida
“Você vai escrever que eu estava fazendo a unha”, pergunta Heloísa. “Parece o cúmulo da irresponsabilidade.” Talvez para alguém que não consiga se colocar no lugar de uma mãe que colocou a própria vida em segundo plano para cuidar da filha. Mas a maioria das pessoas subentende na pergunta de Heloísa a culpa com a qual ela terá de conviver. Mesmo sem ter nenhuma. “Depois da morte da Jacque fiquei sem viver dois anos. Entrei em depressão, só dormia, descuidei do meu trabalho. Quem tocava a escola eram as minhas funcionárias. Ainda estou tentando retomar a minha vida. Mas não tenho concentração nem capacidade criativa.”
A irmã de Jacque, Aline, também sofreu com a doença da irmã. Ela tinha 14 anos na época em que os primeiros sintomas de Jacque começaram a aparecer. Ressentia-se da atenção excessiva que a mãe dedicava à irmã. Chegou a tomar um punhado dos remédios de Jacque de uma só vez para tentar se matar. A combinação de remédios a deixou dopada por algumas horas. “Ela dizia que era melhor morrer do que viver daquele jeito”, diz Heloísa, que decidiu mandar Aline para a casa de uma amiga em Itatiba, cidade a 80 quilômetros de São Paulo. Aline passou todo o segundo semestre de 2004 no interior, estudando em uma escola local. Eram raros os finais de semana em que Heloísa conseguia visitá-la. Viajar com Jacque era um risco: ela tentava abrir a porta e se jogar do carro em movimento. “A doença acabou separando a família.”
Hoje, Heloísa mora em uma casa, na mesma rua onde fica sua escola. De lá consegue avistar o prédio de onde Jacque se jogou. Está processando o governo do Estado de São Paulo pela falta de leitos psiquiátricos. “Tenho certeza de que Jacque não teria conseguido se matar se tivéssemos encontrado uma vaga”, afirma Heloísa. “Quem sabe ela teria uma chance de aprender a conviver com sua doença.”

Marcela Buscato


Época
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Pesquisa revela que esse sentimento é processado na mesma região cerebral que a dor física. Saiba como controlá-lo

Certa vez, um homem, extremamente invejoso de seu vizinho, recebeu a visita de uma fada, que lhe ofereceu a chance de realizar um desejo. "Você pode pedir o que quiser, desde que seu vizinho receba o mesmo e em dobro", sentenciou. O invejoso respondeu, então, que queria que ela lhe arrancasse um olho. Moral da história: o prazer de ver o outro se prejudicar prevaleceu sobre qualquer vontade. É por meio dessa fábula que a psicanalista austríaca Melanie Klein (1882-1960) definiu na obra "Inveja e Gratidão", um dos principais estudos já feitos sobre o tema, o comportamento de quem vive intensamente esse sentimento.
De autoria do neurocientista japonês Hidehiko Takahashi, do Instituto Nacional de Ciência Radiológica, em Tóquio, o estudo "Quando a sua Conquista É a minha Dor e a sua Dor É a minha Conquista: Correlações Neurais da Inveja e do Shadenfreude foi publicado recentemente pela prestigiada revista cientifica americana Science. Por meio de ressonância magnética realizada em 19 voluntários (dez homens e nove mulheres), na faixa etária dos 20 anos, foi possível identificar onde os sentimentos são processados no cérebro. Ao sentir inveja, a região do córtex singulado anterior é ativada.
"A minha inveja se repetia em tantos palcos quanto houvesse situações de comparação" Roberto Birindelli, 46 anos, ator
O interessante é notar que é nesse mesmo local que a dor física se processa. "A inveja é uma emoção dolorosa", afirma Takahashi. O shadenfreude, por sua vez, se estabelece no estriado ventral, exatamente onde se processa a sensação de prazer. "O invejoso fica realizado com a desgraça do invejado", diz o pesquisador. Durante a pesquisa, Takahashi induziu os voluntários a imaginarem um cenário que envolvia outros três personagens, do mesmo sexo, faixa etária e profissão que eles. Dois deles seriam, hipoteticamente, mais capazes e inteligentes.
Dessa comparação nasce a inveja, especialmente quando as pessoas são muito parecidas. Ou seja, é mais comum uma mulher se incomodar com outra, da mesma faixa etária e profissão, do que com alguém com características totalmente diferentes. "Trata-se de um sentimento caracterizado pela sensação de inferioridade", explica o neurocientista Takahashi. "Quando há essa sensação, é porque houve comparação e a pessoa perdeu."

Claudia Jordão e Carina Rabelo


Isto É
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Pesquisa revela que esse sentimento é processado na mesma região cerebral que a dor física. Saiba como controlá-lo

Certa vez, um homem, extremamente invejoso de seu vizinho, recebeu a visita de uma fada, que lhe ofereceu a chance de realizar um desejo. "Você pode pedir o que quiser, desde que seu vizinho receba o mesmo e em dobro", sentenciou. O invejoso respondeu, então, que queria que ela lhe arrancasse um olho. Moral da história: o prazer de ver o outro se prejudicar prevaleceu sobre qualquer vontade. É por meio dessa fábula que a psicanalista austríaca Melanie Klein (1882-1960) definiu na obra "Inveja e Gratidão", um dos principais estudos já feitos sobre o tema, o comportamento de quem vive intensamente esse sentimento.
De autoria do neurocientista japonês Hidehiko Takahashi, do Instituto Nacional de Ciência Radiológica, em Tóquio, o estudo "Quando a sua Conquista É a minha Dor e a sua Dor É a minha Conquista: Correlações Neurais da Inveja e do Shadenfreude foi publicado recentemente pela prestigiada revista cientifica americana Science. Por meio de ressonância magnética realizada em 19 voluntários (dez homens e nove mulheres), na faixa etária dos 20 anos, foi possível identificar onde os sentimentos são processados no cérebro. Ao sentir inveja, a região do córtex singulado anterior é ativada.
"A minha inveja se repetia em tantos palcos quanto houvesse situações de comparação" Roberto Birindelli, 46 anos, ator
O interessante é notar que é nesse mesmo local que a dor física se processa. "A inveja é uma emoção dolorosa", afirma Takahashi. O shadenfreude, por sua vez, se estabelece no estriado ventral, exatamente onde se processa a sensação de prazer. "O invejoso fica realizado com a desgraça do invejado", diz o pesquisador. Durante a pesquisa, Takahashi induziu os voluntários a imaginarem um cenário que envolvia outros três personagens, do mesmo sexo, faixa etária e profissão que eles. Dois deles seriam, hipoteticamente, mais capazes e inteligentes.
Dessa comparação nasce a inveja, especialmente quando as pessoas são muito parecidas. Ou seja, é mais comum uma mulher se incomodar com outra, da mesma faixa etária e profissão, do que com alguém com características totalmente diferentes. "Trata-se de um sentimento caracterizado pela sensação de inferioridade", explica o neurocientista Takahashi. "Quando há essa sensação, é porque houve comparação e a pessoa perdeu."

Claudia Jordão e Carina Rabelo


Isto É
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Pesquisa revela que esse sentimento é processado na mesma região cerebral que a dor física. Saiba como controlá-lo

Certa vez, um homem, extremamente invejoso de seu vizinho, recebeu a visita de uma fada, que lhe ofereceu a chance de realizar um desejo. "Você pode pedir o que quiser, desde que seu vizinho receba o mesmo e em dobro", sentenciou. O invejoso respondeu, então, que queria que ela lhe arrancasse um olho. Moral da história: o prazer de ver o outro se prejudicar prevaleceu sobre qualquer vontade. É por meio dessa fábula que a psicanalista austríaca Melanie Klein (1882-1960) definiu na obra "Inveja e Gratidão", um dos principais estudos já feitos sobre o tema, o comportamento de quem vive intensamente esse sentimento.
De autoria do neurocientista japonês Hidehiko Takahashi, do Instituto Nacional de Ciência Radiológica, em Tóquio, o estudo "Quando a sua Conquista É a minha Dor e a sua Dor É a minha Conquista: Correlações Neurais da Inveja e do Shadenfreude foi publicado recentemente pela prestigiada revista cientifica americana Science. Por meio de ressonância magnética realizada em 19 voluntários (dez homens e nove mulheres), na faixa etária dos 20 anos, foi possível identificar onde os sentimentos são processados no cérebro. Ao sentir inveja, a região do córtex singulado anterior é ativada.
"A minha inveja se repetia em tantos palcos quanto houvesse situações de comparação" Roberto Birindelli, 46 anos, ator
O interessante é notar que é nesse mesmo local que a dor física se processa. "A inveja é uma emoção dolorosa", afirma Takahashi. O shadenfreude, por sua vez, se estabelece no estriado ventral, exatamente onde se processa a sensação de prazer. "O invejoso fica realizado com a desgraça do invejado", diz o pesquisador. Durante a pesquisa, Takahashi induziu os voluntários a imaginarem um cenário que envolvia outros três personagens, do mesmo sexo, faixa etária e profissão que eles. Dois deles seriam, hipoteticamente, mais capazes e inteligentes.
Dessa comparação nasce a inveja, especialmente quando as pessoas são muito parecidas. Ou seja, é mais comum uma mulher se incomodar com outra, da mesma faixa etária e profissão, do que com alguém com características totalmente diferentes. "Trata-se de um sentimento caracterizado pela sensação de inferioridade", explica o neurocientista Takahashi. "Quando há essa sensação, é porque houve comparação e a pessoa perdeu."

Claudia Jordão e Carina Rabelo


Isto É
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Pesquisa revela que esse sentimento é processado na mesma região cerebral que a dor física. Saiba como controlá-lo

Certa vez, um homem, extremamente invejoso de seu vizinho, recebeu a visita de uma fada, que lhe ofereceu a chance de realizar um desejo. "Você pode pedir o que quiser, desde que seu vizinho receba o mesmo e em dobro", sentenciou. O invejoso respondeu, então, que queria que ela lhe arrancasse um olho. Moral da história: o prazer de ver o outro se prejudicar prevaleceu sobre qualquer vontade. É por meio dessa fábula que a psicanalista austríaca Melanie Klein (1882-1960) definiu na obra "Inveja e Gratidão", um dos principais estudos já feitos sobre o tema, o comportamento de quem vive intensamente esse sentimento.
De autoria do neurocientista japonês Hidehiko Takahashi, do Instituto Nacional de Ciência Radiológica, em Tóquio, o estudo "Quando a sua Conquista É a minha Dor e a sua Dor É a minha Conquista: Correlações Neurais da Inveja e do Shadenfreude foi publicado recentemente pela prestigiada revista cientifica americana Science. Por meio de ressonância magnética realizada em 19 voluntários (dez homens e nove mulheres), na faixa etária dos 20 anos, foi possível identificar onde os sentimentos são processados no cérebro. Ao sentir inveja, a região do córtex singulado anterior é ativada.
"A minha inveja se repetia em tantos palcos quanto houvesse situações de comparação" Roberto Birindelli, 46 anos, ator
O interessante é notar que é nesse mesmo local que a dor física se processa. "A inveja é uma emoção dolorosa", afirma Takahashi. O shadenfreude, por sua vez, se estabelece no estriado ventral, exatamente onde se processa a sensação de prazer. "O invejoso fica realizado com a desgraça do invejado", diz o pesquisador. Durante a pesquisa, Takahashi induziu os voluntários a imaginarem um cenário que envolvia outros três personagens, do mesmo sexo, faixa etária e profissão que eles. Dois deles seriam, hipoteticamente, mais capazes e inteligentes.
Dessa comparação nasce a inveja, especialmente quando as pessoas são muito parecidas. Ou seja, é mais comum uma mulher se incomodar com outra, da mesma faixa etária e profissão, do que com alguém com características totalmente diferentes. "Trata-se de um sentimento caracterizado pela sensação de inferioridade", explica o neurocientista Takahashi. "Quando há essa sensação, é porque houve comparação e a pessoa perdeu."

Claudia Jordão e Carina Rabelo


Isto É
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Em novembro do ano passado ficou público o mais recente alerta oficial sobre as ameaças contra a fauna brasileira. Numa obra intitulada "Livro Vermelho do Ministério do Meio Ambiente" foram listadas 627 espécies ameaçadas de extinção, sendo que sete delas estão pela hora da morte: três de macacos, três de peixes e uma de anfíbio.
A partir da segunda-feira 1º, quando se comemora a Semana Mundial do Meio Ambiente e Ecologia, a World Wide Fund for Nature (WWF), uma das mais conceituadas organizações ambientalistas não governamentais, sediada na Suíça e com ramificações em todo o planeta, apresentará a mais nova preocupação daqueles que se dedicam a preservar os bichos: a violenta e implacável ameaça de morte que vem agora através do aquecimento global, já denominado por pesquisadores americanos como "a nova era da extinção".
Segundo a WWF, são cinco as espécies no Brasil mais ameaçadas por ele. E, por incrível que pareça, elas não estão na Amazônia. Vivem no mar: albatroz, tartaruga-de-pente, baleiaminke, baleia-jubarte e corais. "Querem um exemplo do quanto o aquecimento global ameaça as espécies animais?", indaga o biólogo carioca Marcelo Szpilman, presidente do Instituto Aqualung e mergulhador com 30 anos de experiência. "É só observarmos os peixes que estão morrendo porque esse aquecimento gera um total desequilíbrio no pH da água." Em terra firme, o aquecimento ameaça os bichos pelos mesmos motivos com que tem perturbado o cotidiano de diversas populações humanas. Agora, por exemplo, o Brasil presencia uma de suas maiores cheias nas regiões Norte e Nordeste e uma seca totalmente fora de época na região Sul.
102.938 hectares
Se para as pessoas as alterações radicais no tempo trazem morte e destruição, para os animais a sobrevivência nestas condições não é menos complicada. "O aquecimento global deve pro vocar, cada vez com mais frequên cia, eventos climáticos violentos, como tempestades, furacões, secas e inundações", diz a secretária-geral da WWF Brasil, Denise Hamú. "Muitas espécies de animais não conseguirão se mover suficientemente rápido para sobreviver." Efeitos disso já são perceptíveis na fauna do Ártico no Canadá. Por conta do derretimento da calota polar e da caça indiscriminada, reduziu-se o número de ursos e tubarões, predadores naturais das focas. A superpopulação de focas levou à diminuição da quantidade de bacalhau.
Então, para tentar reequilibrar o sistema, o governo canadense autoriza anualmente uma temporada de caça que dura de três a cinco dias. "Mas, quando retiramos de circulação 300 mil animais de um ambiente em apenas três dias, como no caso das focas, ocorre um novo desequilíbrio que funciona como um tsunami: há mudanças rápidas e com consequências dolorosas", diz o biólogo Szpilman.
Então, para tentar reequilibrar o sistema, o governo canadense autoriza anualmente uma temporada de caça que dura de três a cinco dias. "Mas, quando retiramos de circulação 300 mil animais de um ambiente em apenas três dias, como no caso das focas, ocorre um novo desequilíbrio que funciona como um tsunami: há mudanças rápidas e com consequências dolorosas", diz o biólogo Spilzman
É exatamente isso que os cientistas estão chamando de "nova era da extinção" - um quarto movimento que vem se somar às três ameaças anteriores. Primeiro, houve a era da caça predatória, e nela os veados, os pumas, os peixes-boi-marinho e as onças-pintadas foram quase extintos. Houve a fase da desenfreada invasão dos hábitats, com derrubadas de matas e poluição das águas, cujo maior símbolo talvez tenha sido o mico-leão-dourado.
"Quando retiramos de circulação milhares de animais de um ambiente há um desequilíbrio tão violento quanto um tsunami"Marcelo Szpilman, biólogo marinho


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Em novembro do ano passado ficou público o mais recente alerta oficial sobre as ameaças contra a fauna brasileira. Numa obra intitulada "Livro Vermelho do Ministério do Meio Ambiente" foram listadas 627 espécies ameaçadas de extinção, sendo que sete delas estão pela hora da morte: três de macacos, três de peixes e uma de anfíbio.
A partir da segunda-feira 1º, quando se comemora a Semana Mundial do Meio Ambiente e Ecologia, a World Wide Fund for Nature (WWF), uma das mais conceituadas organizações ambientalistas não governamentais, sediada na Suíça e com ramificações em todo o planeta, apresentará a mais nova preocupação daqueles que se dedicam a preservar os bichos: a violenta e implacável ameaça de morte que vem agora através do aquecimento global, já denominado por pesquisadores americanos como "a nova era da extinção".
Segundo a WWF, são cinco as espécies no Brasil mais ameaçadas por ele. E, por incrível que pareça, elas não estão na Amazônia. Vivem no mar: albatroz, tartaruga-de-pente, baleiaminke, baleia-jubarte e corais. "Querem um exemplo do quanto o aquecimento global ameaça as espécies animais?", indaga o biólogo carioca Marcelo Szpilman, presidente do Instituto Aqualung e mergulhador com 30 anos de experiência. "É só observarmos os peixes que estão morrendo porque esse aquecimento gera um total desequilíbrio no pH da água." Em terra firme, o aquecimento ameaça os bichos pelos mesmos motivos com que tem perturbado o cotidiano de diversas populações humanas. Agora, por exemplo, o Brasil presencia uma de suas maiores cheias nas regiões Norte e Nordeste e uma seca totalmente fora de época na região Sul.
102.938 hectares
Se para as pessoas as alterações radicais no tempo trazem morte e destruição, para os animais a sobrevivência nestas condições não é menos complicada. "O aquecimento global deve pro vocar, cada vez com mais frequên cia, eventos climáticos violentos, como tempestades, furacões, secas e inundações", diz a secretária-geral da WWF Brasil, Denise Hamú. "Muitas espécies de animais não conseguirão se mover suficientemente rápido para sobreviver." Efeitos disso já são perceptíveis na fauna do Ártico no Canadá. Por conta do derretimento da calota polar e da caça indiscriminada, reduziu-se o número de ursos e tubarões, predadores naturais das focas. A superpopulação de focas levou à diminuição da quantidade de bacalhau.
Então, para tentar reequilibrar o sistema, o governo canadense autoriza anualmente uma temporada de caça que dura de três a cinco dias. "Mas, quando retiramos de circulação 300 mil animais de um ambiente em apenas três dias, como no caso das focas, ocorre um novo desequilíbrio que funciona como um tsunami: há mudanças rápidas e com consequências dolorosas", diz o biólogo Szpilman.
Então, para tentar reequilibrar o sistema, o governo canadense autoriza anualmente uma temporada de caça que dura de três a cinco dias. "Mas, quando retiramos de circulação 300 mil animais de um ambiente em apenas três dias, como no caso das focas, ocorre um novo desequilíbrio que funciona como um tsunami: há mudanças rápidas e com consequências dolorosas", diz o biólogo Spilzman
É exatamente isso que os cientistas estão chamando de "nova era da extinção" - um quarto movimento que vem se somar às três ameaças anteriores. Primeiro, houve a era da caça predatória, e nela os veados, os pumas, os peixes-boi-marinho e as onças-pintadas foram quase extintos. Houve a fase da desenfreada invasão dos hábitats, com derrubadas de matas e poluição das águas, cujo maior símbolo talvez tenha sido o mico-leão-dourado.
"Quando retiramos de circulação milhares de animais de um ambiente há um desequilíbrio tão violento quanto um tsunami"Marcelo Szpilman, biólogo marinho


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Em novembro do ano passado ficou público o mais recente alerta oficial sobre as ameaças contra a fauna brasileira. Numa obra intitulada "Livro Vermelho do Ministério do Meio Ambiente" foram listadas 627 espécies ameaçadas de extinção, sendo que sete delas estão pela hora da morte: três de macacos, três de peixes e uma de anfíbio.
A partir da segunda-feira 1º, quando se comemora a Semana Mundial do Meio Ambiente e Ecologia, a World Wide Fund for Nature (WWF), uma das mais conceituadas organizações ambientalistas não governamentais, sediada na Suíça e com ramificações em todo o planeta, apresentará a mais nova preocupação daqueles que se dedicam a preservar os bichos: a violenta e implacável ameaça de morte que vem agora através do aquecimento global, já denominado por pesquisadores americanos como "a nova era da extinção".
Segundo a WWF, são cinco as espécies no Brasil mais ameaçadas por ele. E, por incrível que pareça, elas não estão na Amazônia. Vivem no mar: albatroz, tartaruga-de-pente, baleiaminke, baleia-jubarte e corais. "Querem um exemplo do quanto o aquecimento global ameaça as espécies animais?", indaga o biólogo carioca Marcelo Szpilman, presidente do Instituto Aqualung e mergulhador com 30 anos de experiência. "É só observarmos os peixes que estão morrendo porque esse aquecimento gera um total desequilíbrio no pH da água." Em terra firme, o aquecimento ameaça os bichos pelos mesmos motivos com que tem perturbado o cotidiano de diversas populações humanas. Agora, por exemplo, o Brasil presencia uma de suas maiores cheias nas regiões Norte e Nordeste e uma seca totalmente fora de época na região Sul.
102.938 hectares
Se para as pessoas as alterações radicais no tempo trazem morte e destruição, para os animais a sobrevivência nestas condições não é menos complicada. "O aquecimento global deve pro vocar, cada vez com mais frequên cia, eventos climáticos violentos, como tempestades, furacões, secas e inundações", diz a secretária-geral da WWF Brasil, Denise Hamú. "Muitas espécies de animais não conseguirão se mover suficientemente rápido para sobreviver." Efeitos disso já são perceptíveis na fauna do Ártico no Canadá. Por conta do derretimento da calota polar e da caça indiscriminada, reduziu-se o número de ursos e tubarões, predadores naturais das focas. A superpopulação de focas levou à diminuição da quantidade de bacalhau.
Então, para tentar reequilibrar o sistema, o governo canadense autoriza anualmente uma temporada de caça que dura de três a cinco dias. "Mas, quando retiramos de circulação 300 mil animais de um ambiente em apenas três dias, como no caso das focas, ocorre um novo desequilíbrio que funciona como um tsunami: há mudanças rápidas e com consequências dolorosas", diz o biólogo Szpilman.
Então, para tentar reequilibrar o sistema, o governo canadense autoriza anualmente uma temporada de caça que dura de três a cinco dias. "Mas, quando retiramos de circulação 300 mil animais de um ambiente em apenas três dias, como no caso das focas, ocorre um novo desequilíbrio que funciona como um tsunami: há mudanças rápidas e com consequências dolorosas", diz o biólogo Spilzman
É exatamente isso que os cientistas estão chamando de "nova era da extinção" - um quarto movimento que vem se somar às três ameaças anteriores. Primeiro, houve a era da caça predatória, e nela os veados, os pumas, os peixes-boi-marinho e as onças-pintadas foram quase extintos. Houve a fase da desenfreada invasão dos hábitats, com derrubadas de matas e poluição das águas, cujo maior símbolo talvez tenha sido o mico-leão-dourado.
"Quando retiramos de circulação milhares de animais de um ambiente há um desequilíbrio tão violento quanto um tsunami"Marcelo Szpilman, biólogo marinho


Isto É
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Em novembro do ano passado ficou público o mais recente alerta oficial sobre as ameaças contra a fauna brasileira. Numa obra intitulada "Livro Vermelho do Ministério do Meio Ambiente" foram listadas 627 espécies ameaçadas de extinção, sendo que sete delas estão pela hora da morte: três de macacos, três de peixes e uma de anfíbio.
A partir da segunda-feira 1º, quando se comemora a Semana Mundial do Meio Ambiente e Ecologia, a World Wide Fund for Nature (WWF), uma das mais conceituadas organizações ambientalistas não governamentais, sediada na Suíça e com ramificações em todo o planeta, apresentará a mais nova preocupação daqueles que se dedicam a preservar os bichos: a violenta e implacável ameaça de morte que vem agora através do aquecimento global, já denominado por pesquisadores americanos como "a nova era da extinção".
Segundo a WWF, são cinco as espécies no Brasil mais ameaçadas por ele. E, por incrível que pareça, elas não estão na Amazônia. Vivem no mar: albatroz, tartaruga-de-pente, baleiaminke, baleia-jubarte e corais. "Querem um exemplo do quanto o aquecimento global ameaça as espécies animais?", indaga o biólogo carioca Marcelo Szpilman, presidente do Instituto Aqualung e mergulhador com 30 anos de experiência. "É só observarmos os peixes que estão morrendo porque esse aquecimento gera um total desequilíbrio no pH da água." Em terra firme, o aquecimento ameaça os bichos pelos mesmos motivos com que tem perturbado o cotidiano de diversas populações humanas. Agora, por exemplo, o Brasil presencia uma de suas maiores cheias nas regiões Norte e Nordeste e uma seca totalmente fora de época na região Sul.
102.938 hectares
Se para as pessoas as alterações radicais no tempo trazem morte e destruição, para os animais a sobrevivência nestas condições não é menos complicada. "O aquecimento global deve pro vocar, cada vez com mais frequên cia, eventos climáticos violentos, como tempestades, furacões, secas e inundações", diz a secretária-geral da WWF Brasil, Denise Hamú. "Muitas espécies de animais não conseguirão se mover suficientemente rápido para sobreviver." Efeitos disso já são perceptíveis na fauna do Ártico no Canadá. Por conta do derretimento da calota polar e da caça indiscriminada, reduziu-se o número de ursos e tubarões, predadores naturais das focas. A superpopulação de focas levou à diminuição da quantidade de bacalhau.
Então, para tentar reequilibrar o sistema, o governo canadense autoriza anualmente uma temporada de caça que dura de três a cinco dias. "Mas, quando retiramos de circulação 300 mil animais de um ambiente em apenas três dias, como no caso das focas, ocorre um novo desequilíbrio que funciona como um tsunami: há mudanças rápidas e com consequências dolorosas", diz o biólogo Szpilman.
Então, para tentar reequilibrar o sistema, o governo canadense autoriza anualmente uma temporada de caça que dura de três a cinco dias. "Mas, quando retiramos de circulação 300 mil animais de um ambiente em apenas três dias, como no caso das focas, ocorre um novo desequilíbrio que funciona como um tsunami: há mudanças rápidas e com consequências dolorosas", diz o biólogo Spilzman
É exatamente isso que os cientistas estão chamando de "nova era da extinção" - um quarto movimento que vem se somar às três ameaças anteriores. Primeiro, houve a era da caça predatória, e nela os veados, os pumas, os peixes-boi-marinho e as onças-pintadas foram quase extintos. Houve a fase da desenfreada invasão dos hábitats, com derrubadas de matas e poluição das águas, cujo maior símbolo talvez tenha sido o mico-leão-dourado.
"Quando retiramos de circulação milhares de animais de um ambiente há um desequilíbrio tão violento quanto um tsunami"Marcelo Szpilman, biólogo marinho


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BRASÍLIA - Um em cada cinco professores de educação básica (20,3%) não poderia dar aulas, se a legislação fosse levada ao pé da letra no país. Ao todo, pelo menos 382 mil professores do total de 1,8 milhão de profissionais em atividade precisam de um diploma imediatamente, revela estudo que será lançado nesta quinta-feira pelo Ministério da Educação (MEC), com dados de 2007. Nesse contingente há 119 mil professores leigos, que cursaram no máximo até o ensino médio; 127 mil docentes com diploma de nível superior mas sem curso de licenciatura, exigido para o magistério; e 136 mil professores que têm apenas o curso de normal ou de magistério e não poderiam dar aulas para alunos da 5 à 8 série do ensino fundamental ou para o ensino médio, como fazem.

No ensino fundamental, Rio está entre os piores do país
É preciso ter pelo menos o curso de magistério para lecionar em creches, pré-escolas ou turmas da 1 à 4 série do ensino fundamental (1 ao 5 ano). Os chamados leigos, que representam 6,3% dos professores do país, portanto, não atendem à exigência mínima de formação do ponto de vista legal. Entre os 119 mil nesta situação, mais grave é o caso de um grupo de 15.982 profissionais que só cursaram o ensino fundamental. Desses, 3,8 mil atuam nas séries finais do fundamental (de 5 a 8 série) e 441 professores dão aulas no ensino médio - nível de ensino que eles próprios não têm.
Os 103 mil professores leigos com diploma de nível médio estão espalhados por 52.003 escolas, onde estudam 6,6 milhões de alunos. Outros 136 mil professores estão em situação irregular: concluíram apenas o magistério, mas lecionam nas séries finais do ensino fundamental (5 a 8) ou até no médio. Para dar aulas da 5 série em diante, a lei exige a graduação em curso de licenciatura. O MEC quer exigir que todos tenham diploma universitário. Projeto de lei nesse sentido será enviado esta quinta-feira ao Congresso.
Do total de 1,8 milhão de profissionais, 594.273 (31,5%) não têm curso superior e outros 127 mil (6%) são formados em outras áreas. Mesmo considerando apenas docentes com nível superior, é grande a proporção de profissionais que lecionam no ensino médio sem formação específica para a respectiva disciplina.

Governo lança pacote de medidas para melhorar a formação de professores
O caso mais grave é o de física, em que somente 25,2% dos docentes cursaram licenciatura em física (o percentual atinge 39,4%, se forem consideradas áreas afins). Dito de outra forma: 74,8% dos professores que têm diploma de nível superior não fizeram o curso apropriado. Em química, só 38,2 cursaram a licenciatura (55,6% considerando áreas afins); em artes, 38,2%; e em língua inglesa, 39,8%. Em matemática, 40,4% dos professores são formados em outras áreas.

MEC pretende estende Fies para cursos técnicos de nível médio
O estudo revela ainda que o país tem 119 mil professores leigos, isto é, que não fizeram sequer o curso de magistério, após concluírem o ensino médio. Nesse grupo, há 15 mil docentes que só cursaram o nível fundamental, mas lecionam até em turmas de ensino médio. O estudo desfaz mitos, como o de que a maioria dos professores lecionaria em muitas escolas: segundo o levantamento, 80,9% dos professores trabalham somente num estabelecimento.

Senado aprova MP que estende merenda a todo o ensino básico
O levantamento também calculou quantos alunos estudam em escolas onde há algum professor sem curso de magistério nem nível superior: 6 milhões. E 52 mil estabelecimentos de ensino convivem com essa situação.


O Globo On Line

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BRASÍLIA - Um em cada cinco professores de educação básica (20,3%) não poderia dar aulas, se a legislação fosse levada ao pé da letra no país. Ao todo, pelo menos 382 mil professores do total de 1,8 milhão de profissionais em atividade precisam de um diploma imediatamente, revela estudo que será lançado nesta quinta-feira pelo Ministério da Educação (MEC), com dados de 2007. Nesse contingente há 119 mil professores leigos, que cursaram no máximo até o ensino médio; 127 mil docentes com diploma de nível superior mas sem curso de licenciatura, exigido para o magistério; e 136 mil professores que têm apenas o curso de normal ou de magistério e não poderiam dar aulas para alunos da 5 à 8 série do ensino fundamental ou para o ensino médio, como fazem.

No ensino fundamental, Rio está entre os piores do país
É preciso ter pelo menos o curso de magistério para lecionar em creches, pré-escolas ou turmas da 1 à 4 série do ensino fundamental (1 ao 5 ano). Os chamados leigos, que representam 6,3% dos professores do país, portanto, não atendem à exigência mínima de formação do ponto de vista legal. Entre os 119 mil nesta situação, mais grave é o caso de um grupo de 15.982 profissionais que só cursaram o ensino fundamental. Desses, 3,8 mil atuam nas séries finais do fundamental (de 5 a 8 série) e 441 professores dão aulas no ensino médio - nível de ensino que eles próprios não têm.
Os 103 mil professores leigos com diploma de nível médio estão espalhados por 52.003 escolas, onde estudam 6,6 milhões de alunos. Outros 136 mil professores estão em situação irregular: concluíram apenas o magistério, mas lecionam nas séries finais do ensino fundamental (5 a 8) ou até no médio. Para dar aulas da 5 série em diante, a lei exige a graduação em curso de licenciatura. O MEC quer exigir que todos tenham diploma universitário. Projeto de lei nesse sentido será enviado esta quinta-feira ao Congresso.
Do total de 1,8 milhão de profissionais, 594.273 (31,5%) não têm curso superior e outros 127 mil (6%) são formados em outras áreas. Mesmo considerando apenas docentes com nível superior, é grande a proporção de profissionais que lecionam no ensino médio sem formação específica para a respectiva disciplina.

Governo lança pacote de medidas para melhorar a formação de professores
O caso mais grave é o de física, em que somente 25,2% dos docentes cursaram licenciatura em física (o percentual atinge 39,4%, se forem consideradas áreas afins). Dito de outra forma: 74,8% dos professores que têm diploma de nível superior não fizeram o curso apropriado. Em química, só 38,2 cursaram a licenciatura (55,6% considerando áreas afins); em artes, 38,2%; e em língua inglesa, 39,8%. Em matemática, 40,4% dos professores são formados em outras áreas.

MEC pretende estende Fies para cursos técnicos de nível médio
O estudo revela ainda que o país tem 119 mil professores leigos, isto é, que não fizeram sequer o curso de magistério, após concluírem o ensino médio. Nesse grupo, há 15 mil docentes que só cursaram o nível fundamental, mas lecionam até em turmas de ensino médio. O estudo desfaz mitos, como o de que a maioria dos professores lecionaria em muitas escolas: segundo o levantamento, 80,9% dos professores trabalham somente num estabelecimento.

Senado aprova MP que estende merenda a todo o ensino básico
O levantamento também calculou quantos alunos estudam em escolas onde há algum professor sem curso de magistério nem nível superior: 6 milhões. E 52 mil estabelecimentos de ensino convivem com essa situação.


O Globo On Line

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BRASÍLIA - Um em cada cinco professores de educação básica (20,3%) não poderia dar aulas, se a legislação fosse levada ao pé da letra no país. Ao todo, pelo menos 382 mil professores do total de 1,8 milhão de profissionais em atividade precisam de um diploma imediatamente, revela estudo que será lançado nesta quinta-feira pelo Ministério da Educação (MEC), com dados de 2007. Nesse contingente há 119 mil professores leigos, que cursaram no máximo até o ensino médio; 127 mil docentes com diploma de nível superior mas sem curso de licenciatura, exigido para o magistério; e 136 mil professores que têm apenas o curso de normal ou de magistério e não poderiam dar aulas para alunos da 5 à 8 série do ensino fundamental ou para o ensino médio, como fazem.

No ensino fundamental, Rio está entre os piores do país
É preciso ter pelo menos o curso de magistério para lecionar em creches, pré-escolas ou turmas da 1 à 4 série do ensino fundamental (1 ao 5 ano). Os chamados leigos, que representam 6,3% dos professores do país, portanto, não atendem à exigência mínima de formação do ponto de vista legal. Entre os 119 mil nesta situação, mais grave é o caso de um grupo de 15.982 profissionais que só cursaram o ensino fundamental. Desses, 3,8 mil atuam nas séries finais do fundamental (de 5 a 8 série) e 441 professores dão aulas no ensino médio - nível de ensino que eles próprios não têm.
Os 103 mil professores leigos com diploma de nível médio estão espalhados por 52.003 escolas, onde estudam 6,6 milhões de alunos. Outros 136 mil professores estão em situação irregular: concluíram apenas o magistério, mas lecionam nas séries finais do ensino fundamental (5 a 8) ou até no médio. Para dar aulas da 5 série em diante, a lei exige a graduação em curso de licenciatura. O MEC quer exigir que todos tenham diploma universitário. Projeto de lei nesse sentido será enviado esta quinta-feira ao Congresso.
Do total de 1,8 milhão de profissionais, 594.273 (31,5%) não têm curso superior e outros 127 mil (6%) são formados em outras áreas. Mesmo considerando apenas docentes com nível superior, é grande a proporção de profissionais que lecionam no ensino médio sem formação específica para a respectiva disciplina.

Governo lança pacote de medidas para melhorar a formação de professores
O caso mais grave é o de física, em que somente 25,2% dos docentes cursaram licenciatura em física (o percentual atinge 39,4%, se forem consideradas áreas afins). Dito de outra forma: 74,8% dos professores que têm diploma de nível superior não fizeram o curso apropriado. Em química, só 38,2 cursaram a licenciatura (55,6% considerando áreas afins); em artes, 38,2%; e em língua inglesa, 39,8%. Em matemática, 40,4% dos professores são formados em outras áreas.

MEC pretende estende Fies para cursos técnicos de nível médio
O estudo revela ainda que o país tem 119 mil professores leigos, isto é, que não fizeram sequer o curso de magistério, após concluírem o ensino médio. Nesse grupo, há 15 mil docentes que só cursaram o nível fundamental, mas lecionam até em turmas de ensino médio. O estudo desfaz mitos, como o de que a maioria dos professores lecionaria em muitas escolas: segundo o levantamento, 80,9% dos professores trabalham somente num estabelecimento.

Senado aprova MP que estende merenda a todo o ensino básico
O levantamento também calculou quantos alunos estudam em escolas onde há algum professor sem curso de magistério nem nível superior: 6 milhões. E 52 mil estabelecimentos de ensino convivem com essa situação.


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BRASÍLIA - Um em cada cinco professores de educação básica (20,3%) não poderia dar aulas, se a legislação fosse levada ao pé da letra no país. Ao todo, pelo menos 382 mil professores do total de 1,8 milhão de profissionais em atividade precisam de um diploma imediatamente, revela estudo que será lançado nesta quinta-feira pelo Ministério da Educação (MEC), com dados de 2007. Nesse contingente há 119 mil professores leigos, que cursaram no máximo até o ensino médio; 127 mil docentes com diploma de nível superior mas sem curso de licenciatura, exigido para o magistério; e 136 mil professores que têm apenas o curso de normal ou de magistério e não poderiam dar aulas para alunos da 5 à 8 série do ensino fundamental ou para o ensino médio, como fazem.

No ensino fundamental, Rio está entre os piores do país
É preciso ter pelo menos o curso de magistério para lecionar em creches, pré-escolas ou turmas da 1 à 4 série do ensino fundamental (1 ao 5 ano). Os chamados leigos, que representam 6,3% dos professores do país, portanto, não atendem à exigência mínima de formação do ponto de vista legal. Entre os 119 mil nesta situação, mais grave é o caso de um grupo de 15.982 profissionais que só cursaram o ensino fundamental. Desses, 3,8 mil atuam nas séries finais do fundamental (de 5 a 8 série) e 441 professores dão aulas no ensino médio - nível de ensino que eles próprios não têm.
Os 103 mil professores leigos com diploma de nível médio estão espalhados por 52.003 escolas, onde estudam 6,6 milhões de alunos. Outros 136 mil professores estão em situação irregular: concluíram apenas o magistério, mas lecionam nas séries finais do ensino fundamental (5 a 8) ou até no médio. Para dar aulas da 5 série em diante, a lei exige a graduação em curso de licenciatura. O MEC quer exigir que todos tenham diploma universitário. Projeto de lei nesse sentido será enviado esta quinta-feira ao Congresso.
Do total de 1,8 milhão de profissionais, 594.273 (31,5%) não têm curso superior e outros 127 mil (6%) são formados em outras áreas. Mesmo considerando apenas docentes com nível superior, é grande a proporção de profissionais que lecionam no ensino médio sem formação específica para a respectiva disciplina.

Governo lança pacote de medidas para melhorar a formação de professores
O caso mais grave é o de física, em que somente 25,2% dos docentes cursaram licenciatura em física (o percentual atinge 39,4%, se forem consideradas áreas afins). Dito de outra forma: 74,8% dos professores que têm diploma de nível superior não fizeram o curso apropriado. Em química, só 38,2 cursaram a licenciatura (55,6% considerando áreas afins); em artes, 38,2%; e em língua inglesa, 39,8%. Em matemática, 40,4% dos professores são formados em outras áreas.

MEC pretende estende Fies para cursos técnicos de nível médio
O estudo revela ainda que o país tem 119 mil professores leigos, isto é, que não fizeram sequer o curso de magistério, após concluírem o ensino médio. Nesse grupo, há 15 mil docentes que só cursaram o nível fundamental, mas lecionam até em turmas de ensino médio. O estudo desfaz mitos, como o de que a maioria dos professores lecionaria em muitas escolas: segundo o levantamento, 80,9% dos professores trabalham somente num estabelecimento.

Senado aprova MP que estende merenda a todo o ensino básico
O levantamento também calculou quantos alunos estudam em escolas onde há algum professor sem curso de magistério nem nível superior: 6 milhões. E 52 mil estabelecimentos de ensino convivem com essa situação.


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colaboradores: carmen e maria celia

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