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27.5.09
Existem filhos que saem da barriga da mãe e há aqueles que nascem do coração. Gustavo Caitano e Rosana Soares sabem bem que isso é verdade. O garoto brasiliense de 1a anos e a jovem de 23 anos, nascida em Santa Catarina e agora moradora do Ceará, foram adotados (o menino aos seis meses de idade; a garota nos primeiros dias de vida). Abandonados pela família de sangue, eles se consideram sortudos.
“Acho bom ser adotado. Porque senão, estaria na rua”, fala um tímido Gugu – como é chamado por seus irmãos – Rafael, Adriana e Andressa -, pais e amigos.
E não pense que há traumas e grilos na cabeça deles. Os dois sabem desde pequenos de suas histórias e são muito bem resolvidos.
“A única diferença é que eu não fui gerada na barriga da minha mãe. Algumas vezes as mães geram as crianças e rejeitam, não amam. Mas há pessoas que não geram filhos na barriga e mesmo assim planejam, ficam ansiosas para que uma criança faça parte de suas vidas. Adoro ser adotada”, fala Rosana.
Cida Caitano e Ismene Soares são as mães adotivas de Gugu e Rosana. As duas fazem parte de um grupo não muito grande de brasileiros que toparam o desafio de uma adoção. Desafio, sim! No nosso País ainda há muito preconceito e algumas exigências que tornam o processo difícil e lento.
“A adoção no Brasil está na fase inicial. Temos que amadurecer e avançar”, diz o especialista em adoção da Vara de Infância e Juventude do Distrito Federal, Walter Gomes de Souza.

Desafio
Para Walter Gomes, um dos motivos que faz a adoção no Brasil ser um desafio é o perfil de crianças que os futuros pais adotivos procuram. Na maioria das vezes, eles buscam meninos ou meninas recém-nascidos, brancos, em perfeito estado de saúde e que não tenham irmãos.
O nó da questão é que o perfil das crianças brasileiras que podem ser adotadas é completamente diferente. Um levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apontou que 60% das cerca de 2.400 crianças que estão em 870 abrigos mantidos pelo governo federal são negras ou mulatas. E também não são bebês; a maioria tem entre sete e 15 anos.
O resultado dessa salada de números é que, mesmo com mais interessados em adotar do que crianças que podem ser adotadas, muitos meninos e meninas continuam sem família.
Não há um número oficial que aponte a realidade do Brasil todo, mas o Distrito Federal serve de exemplo. Aqui há 174 crianças e adolescentes cadastrados para adoção e quase 300 famílias inscritas para ter um filho adotivo.
“Há mitos, tabus, medos e crendices quando se fala de adoção no Brasil”, afirma Walter.

Viva a diferença!
Mitos, crendices e tabus são coisas que não se comprovam na realidade, mas ficam na cabeça das pessoas meio sem querer.
Quer um exemplo?! Perguntamos a Rosana o que ela pensa sobre adoção. A resposta foi: “A família tem que ter alguma lógica. Se a família é toda branca, não deveria adotar um moreno, isso causa um constrangimento para o filho e a família algumas vezes tem alguns preconceitos”.
Será que tem que ser assim mesmo? Cida, a mãe de Gugu, acha que não. Ela, mulata e o marido, um homem branco, adotaram um menino negro. A discriminação existe, sim, e vem de onde menos se espera – dos amigos, da família, da enfermeira e até da professora... Mas o amor da família pode ser maior que qualquer problema.
“Tive um professora que não ensinava o alfabeto para mim e uma menina com síndrome de Down, não explicava para a gente. Ela falou que eu precisava ir para o psicólogo porque não sabia escrever. A psicóloga falou que eu não tinha problema nenhum. Acho que ela tinha preconceito”, conta Gugu.
Não tinha nada de errado mesmo. Cida, bem coruja, diz com todo orgulho que Gustavo é um menino muito inteligente, esperto e carinhoso. “Quem tinha problema era a professora”. E completa: “Quando vi o Gustavo pela primeira vez fiquei abobada. Tive certeza que ele era nosso filho. Se não tivéssemos lutado e adotado, ia achar que toda criança na rua podia ser ele”.

Esta matéria foi publicada em 2007 no site "Pelourinho - Um jeito criança de ser cidadão"
Foto: Clube das Mães
link do postPor anjoseguerreiros, às 21:43  ver comentários (1) comentar

Existem filhos que saem da barriga da mãe e há aqueles que nascem do coração. Gustavo Caitano e Rosana Soares sabem bem que isso é verdade. O garoto brasiliense de 1a anos e a jovem de 23 anos, nascida em Santa Catarina e agora moradora do Ceará, foram adotados (o menino aos seis meses de idade; a garota nos primeiros dias de vida). Abandonados pela família de sangue, eles se consideram sortudos.
“Acho bom ser adotado. Porque senão, estaria na rua”, fala um tímido Gugu – como é chamado por seus irmãos – Rafael, Adriana e Andressa -, pais e amigos.
E não pense que há traumas e grilos na cabeça deles. Os dois sabem desde pequenos de suas histórias e são muito bem resolvidos.
“A única diferença é que eu não fui gerada na barriga da minha mãe. Algumas vezes as mães geram as crianças e rejeitam, não amam. Mas há pessoas que não geram filhos na barriga e mesmo assim planejam, ficam ansiosas para que uma criança faça parte de suas vidas. Adoro ser adotada”, fala Rosana.
Cida Caitano e Ismene Soares são as mães adotivas de Gugu e Rosana. As duas fazem parte de um grupo não muito grande de brasileiros que toparam o desafio de uma adoção. Desafio, sim! No nosso País ainda há muito preconceito e algumas exigências que tornam o processo difícil e lento.
“A adoção no Brasil está na fase inicial. Temos que amadurecer e avançar”, diz o especialista em adoção da Vara de Infância e Juventude do Distrito Federal, Walter Gomes de Souza.

Desafio
Para Walter Gomes, um dos motivos que faz a adoção no Brasil ser um desafio é o perfil de crianças que os futuros pais adotivos procuram. Na maioria das vezes, eles buscam meninos ou meninas recém-nascidos, brancos, em perfeito estado de saúde e que não tenham irmãos.
O nó da questão é que o perfil das crianças brasileiras que podem ser adotadas é completamente diferente. Um levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apontou que 60% das cerca de 2.400 crianças que estão em 870 abrigos mantidos pelo governo federal são negras ou mulatas. E também não são bebês; a maioria tem entre sete e 15 anos.
O resultado dessa salada de números é que, mesmo com mais interessados em adotar do que crianças que podem ser adotadas, muitos meninos e meninas continuam sem família.
Não há um número oficial que aponte a realidade do Brasil todo, mas o Distrito Federal serve de exemplo. Aqui há 174 crianças e adolescentes cadastrados para adoção e quase 300 famílias inscritas para ter um filho adotivo.
“Há mitos, tabus, medos e crendices quando se fala de adoção no Brasil”, afirma Walter.

Viva a diferença!
Mitos, crendices e tabus são coisas que não se comprovam na realidade, mas ficam na cabeça das pessoas meio sem querer.
Quer um exemplo?! Perguntamos a Rosana o que ela pensa sobre adoção. A resposta foi: “A família tem que ter alguma lógica. Se a família é toda branca, não deveria adotar um moreno, isso causa um constrangimento para o filho e a família algumas vezes tem alguns preconceitos”.
Será que tem que ser assim mesmo? Cida, a mãe de Gugu, acha que não. Ela, mulata e o marido, um homem branco, adotaram um menino negro. A discriminação existe, sim, e vem de onde menos se espera – dos amigos, da família, da enfermeira e até da professora... Mas o amor da família pode ser maior que qualquer problema.
“Tive um professora que não ensinava o alfabeto para mim e uma menina com síndrome de Down, não explicava para a gente. Ela falou que eu precisava ir para o psicólogo porque não sabia escrever. A psicóloga falou que eu não tinha problema nenhum. Acho que ela tinha preconceito”, conta Gugu.
Não tinha nada de errado mesmo. Cida, bem coruja, diz com todo orgulho que Gustavo é um menino muito inteligente, esperto e carinhoso. “Quem tinha problema era a professora”. E completa: “Quando vi o Gustavo pela primeira vez fiquei abobada. Tive certeza que ele era nosso filho. Se não tivéssemos lutado e adotado, ia achar que toda criança na rua podia ser ele”.

Esta matéria foi publicada em 2007 no site "Pelourinho - Um jeito criança de ser cidadão"
Foto: Clube das Mães
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Existem filhos que saem da barriga da mãe e há aqueles que nascem do coração. Gustavo Caitano e Rosana Soares sabem bem que isso é verdade. O garoto brasiliense de 1a anos e a jovem de 23 anos, nascida em Santa Catarina e agora moradora do Ceará, foram adotados (o menino aos seis meses de idade; a garota nos primeiros dias de vida). Abandonados pela família de sangue, eles se consideram sortudos.
“Acho bom ser adotado. Porque senão, estaria na rua”, fala um tímido Gugu – como é chamado por seus irmãos – Rafael, Adriana e Andressa -, pais e amigos.
E não pense que há traumas e grilos na cabeça deles. Os dois sabem desde pequenos de suas histórias e são muito bem resolvidos.
“A única diferença é que eu não fui gerada na barriga da minha mãe. Algumas vezes as mães geram as crianças e rejeitam, não amam. Mas há pessoas que não geram filhos na barriga e mesmo assim planejam, ficam ansiosas para que uma criança faça parte de suas vidas. Adoro ser adotada”, fala Rosana.
Cida Caitano e Ismene Soares são as mães adotivas de Gugu e Rosana. As duas fazem parte de um grupo não muito grande de brasileiros que toparam o desafio de uma adoção. Desafio, sim! No nosso País ainda há muito preconceito e algumas exigências que tornam o processo difícil e lento.
“A adoção no Brasil está na fase inicial. Temos que amadurecer e avançar”, diz o especialista em adoção da Vara de Infância e Juventude do Distrito Federal, Walter Gomes de Souza.

Desafio
Para Walter Gomes, um dos motivos que faz a adoção no Brasil ser um desafio é o perfil de crianças que os futuros pais adotivos procuram. Na maioria das vezes, eles buscam meninos ou meninas recém-nascidos, brancos, em perfeito estado de saúde e que não tenham irmãos.
O nó da questão é que o perfil das crianças brasileiras que podem ser adotadas é completamente diferente. Um levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apontou que 60% das cerca de 2.400 crianças que estão em 870 abrigos mantidos pelo governo federal são negras ou mulatas. E também não são bebês; a maioria tem entre sete e 15 anos.
O resultado dessa salada de números é que, mesmo com mais interessados em adotar do que crianças que podem ser adotadas, muitos meninos e meninas continuam sem família.
Não há um número oficial que aponte a realidade do Brasil todo, mas o Distrito Federal serve de exemplo. Aqui há 174 crianças e adolescentes cadastrados para adoção e quase 300 famílias inscritas para ter um filho adotivo.
“Há mitos, tabus, medos e crendices quando se fala de adoção no Brasil”, afirma Walter.

Viva a diferença!
Mitos, crendices e tabus são coisas que não se comprovam na realidade, mas ficam na cabeça das pessoas meio sem querer.
Quer um exemplo?! Perguntamos a Rosana o que ela pensa sobre adoção. A resposta foi: “A família tem que ter alguma lógica. Se a família é toda branca, não deveria adotar um moreno, isso causa um constrangimento para o filho e a família algumas vezes tem alguns preconceitos”.
Será que tem que ser assim mesmo? Cida, a mãe de Gugu, acha que não. Ela, mulata e o marido, um homem branco, adotaram um menino negro. A discriminação existe, sim, e vem de onde menos se espera – dos amigos, da família, da enfermeira e até da professora... Mas o amor da família pode ser maior que qualquer problema.
“Tive um professora que não ensinava o alfabeto para mim e uma menina com síndrome de Down, não explicava para a gente. Ela falou que eu precisava ir para o psicólogo porque não sabia escrever. A psicóloga falou que eu não tinha problema nenhum. Acho que ela tinha preconceito”, conta Gugu.
Não tinha nada de errado mesmo. Cida, bem coruja, diz com todo orgulho que Gustavo é um menino muito inteligente, esperto e carinhoso. “Quem tinha problema era a professora”. E completa: “Quando vi o Gustavo pela primeira vez fiquei abobada. Tive certeza que ele era nosso filho. Se não tivéssemos lutado e adotado, ia achar que toda criança na rua podia ser ele”.

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Existem filhos que saem da barriga da mãe e há aqueles que nascem do coração. Gustavo Caitano e Rosana Soares sabem bem que isso é verdade. O garoto brasiliense de 1a anos e a jovem de 23 anos, nascida em Santa Catarina e agora moradora do Ceará, foram adotados (o menino aos seis meses de idade; a garota nos primeiros dias de vida). Abandonados pela família de sangue, eles se consideram sortudos.
“Acho bom ser adotado. Porque senão, estaria na rua”, fala um tímido Gugu – como é chamado por seus irmãos – Rafael, Adriana e Andressa -, pais e amigos.
E não pense que há traumas e grilos na cabeça deles. Os dois sabem desde pequenos de suas histórias e são muito bem resolvidos.
“A única diferença é que eu não fui gerada na barriga da minha mãe. Algumas vezes as mães geram as crianças e rejeitam, não amam. Mas há pessoas que não geram filhos na barriga e mesmo assim planejam, ficam ansiosas para que uma criança faça parte de suas vidas. Adoro ser adotada”, fala Rosana.
Cida Caitano e Ismene Soares são as mães adotivas de Gugu e Rosana. As duas fazem parte de um grupo não muito grande de brasileiros que toparam o desafio de uma adoção. Desafio, sim! No nosso País ainda há muito preconceito e algumas exigências que tornam o processo difícil e lento.
“A adoção no Brasil está na fase inicial. Temos que amadurecer e avançar”, diz o especialista em adoção da Vara de Infância e Juventude do Distrito Federal, Walter Gomes de Souza.

Desafio
Para Walter Gomes, um dos motivos que faz a adoção no Brasil ser um desafio é o perfil de crianças que os futuros pais adotivos procuram. Na maioria das vezes, eles buscam meninos ou meninas recém-nascidos, brancos, em perfeito estado de saúde e que não tenham irmãos.
O nó da questão é que o perfil das crianças brasileiras que podem ser adotadas é completamente diferente. Um levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apontou que 60% das cerca de 2.400 crianças que estão em 870 abrigos mantidos pelo governo federal são negras ou mulatas. E também não são bebês; a maioria tem entre sete e 15 anos.
O resultado dessa salada de números é que, mesmo com mais interessados em adotar do que crianças que podem ser adotadas, muitos meninos e meninas continuam sem família.
Não há um número oficial que aponte a realidade do Brasil todo, mas o Distrito Federal serve de exemplo. Aqui há 174 crianças e adolescentes cadastrados para adoção e quase 300 famílias inscritas para ter um filho adotivo.
“Há mitos, tabus, medos e crendices quando se fala de adoção no Brasil”, afirma Walter.

Viva a diferença!
Mitos, crendices e tabus são coisas que não se comprovam na realidade, mas ficam na cabeça das pessoas meio sem querer.
Quer um exemplo?! Perguntamos a Rosana o que ela pensa sobre adoção. A resposta foi: “A família tem que ter alguma lógica. Se a família é toda branca, não deveria adotar um moreno, isso causa um constrangimento para o filho e a família algumas vezes tem alguns preconceitos”.
Será que tem que ser assim mesmo? Cida, a mãe de Gugu, acha que não. Ela, mulata e o marido, um homem branco, adotaram um menino negro. A discriminação existe, sim, e vem de onde menos se espera – dos amigos, da família, da enfermeira e até da professora... Mas o amor da família pode ser maior que qualquer problema.
“Tive um professora que não ensinava o alfabeto para mim e uma menina com síndrome de Down, não explicava para a gente. Ela falou que eu precisava ir para o psicólogo porque não sabia escrever. A psicóloga falou que eu não tinha problema nenhum. Acho que ela tinha preconceito”, conta Gugu.
Não tinha nada de errado mesmo. Cida, bem coruja, diz com todo orgulho que Gustavo é um menino muito inteligente, esperto e carinhoso. “Quem tinha problema era a professora”. E completa: “Quando vi o Gustavo pela primeira vez fiquei abobada. Tive certeza que ele era nosso filho. Se não tivéssemos lutado e adotado, ia achar que toda criança na rua podia ser ele”.

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Foto: Clube das Mães
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O policial, identificado apenas como Owen, admitiu ter apagado uma linha de um arquivo de computador antes de prestar depoimento, em outubro do ano passado, aos jurados que investigavam as circunstâncias da morte do eletricista, de 27 anos, dentro de um vagão do metrô de Londres, em 22 de julho de 2005.
Jean Charles levou sete tiros na cabeça após ser confundido pela polícia com um suposto terrorista que havia participado de um ataque frustrado à rede de transportes da capital britânica no dia anterior.
A nova investigação concluiu nesta terça-feira que o oficial agiu com inocência e sem má-fé ao ter feito as alterações e, por isso, não poderia ser culpado de tentar, propositalmente, enganar alguém.
Originalmente, as anotações diziam que Cressida Dick, a comandante da operação que culminou com a morte do brasileiro, havia dito que Jean Charles poderia "entrar no metrô porque não estava carregando nada".
Mas o policial disse que acreditava que a frase estava "errada e que ela dava uma falsa impressão" e, por isso, a apagou.

Papel periférico

Na operação envolvendo Jean Charles, Owen atuou como supervisor acompanhando os acontecimentos a partir de uma sala de controle na sede da Scotland Yard.
Um policial que admitiu ter alterado suas anotações sobre o que aconteceu no dia da morte do brasileiro Jean Charles de Menezes foi inocentado em um inquérito realizado pela Comissão Independente de Queixas contra a Polícia (IPCC, na sigla em inglês) na Grã-Bretanha
A IPCC concluiu que Owen agiu sozinho ao não divulgar e apagar a anotação, e que demonstrou uma "falta de entendimento" na forma como deveria ter se comportado. No entanto, afirmou a IPCC, o policial "não cometeu uma infração".
"Não há evidência de erro proposital nesta instância pela polícia metropolitana como um todo ou por um indivíduo dentro da corporação", diz o documento final.
O relatório da comissão ainda afirma que o papel do oficial era "periférico" e que ele tinha um "entendimento limitado" do que estava sendo discutido.
A vice-diretora da IPCC Deborah Glass disse que o policial foi "consistente" em sua explicação sobre por que apagou a anotação.
link do postPor anjoseguerreiros, às 21:36  comentar


O policial, identificado apenas como Owen, admitiu ter apagado uma linha de um arquivo de computador antes de prestar depoimento, em outubro do ano passado, aos jurados que investigavam as circunstâncias da morte do eletricista, de 27 anos, dentro de um vagão do metrô de Londres, em 22 de julho de 2005.
Jean Charles levou sete tiros na cabeça após ser confundido pela polícia com um suposto terrorista que havia participado de um ataque frustrado à rede de transportes da capital britânica no dia anterior.
A nova investigação concluiu nesta terça-feira que o oficial agiu com inocência e sem má-fé ao ter feito as alterações e, por isso, não poderia ser culpado de tentar, propositalmente, enganar alguém.
Originalmente, as anotações diziam que Cressida Dick, a comandante da operação que culminou com a morte do brasileiro, havia dito que Jean Charles poderia "entrar no metrô porque não estava carregando nada".
Mas o policial disse que acreditava que a frase estava "errada e que ela dava uma falsa impressão" e, por isso, a apagou.

Papel periférico

Na operação envolvendo Jean Charles, Owen atuou como supervisor acompanhando os acontecimentos a partir de uma sala de controle na sede da Scotland Yard.
Um policial que admitiu ter alterado suas anotações sobre o que aconteceu no dia da morte do brasileiro Jean Charles de Menezes foi inocentado em um inquérito realizado pela Comissão Independente de Queixas contra a Polícia (IPCC, na sigla em inglês) na Grã-Bretanha
A IPCC concluiu que Owen agiu sozinho ao não divulgar e apagar a anotação, e que demonstrou uma "falta de entendimento" na forma como deveria ter se comportado. No entanto, afirmou a IPCC, o policial "não cometeu uma infração".
"Não há evidência de erro proposital nesta instância pela polícia metropolitana como um todo ou por um indivíduo dentro da corporação", diz o documento final.
O relatório da comissão ainda afirma que o papel do oficial era "periférico" e que ele tinha um "entendimento limitado" do que estava sendo discutido.
A vice-diretora da IPCC Deborah Glass disse que o policial foi "consistente" em sua explicação sobre por que apagou a anotação.
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O policial, identificado apenas como Owen, admitiu ter apagado uma linha de um arquivo de computador antes de prestar depoimento, em outubro do ano passado, aos jurados que investigavam as circunstâncias da morte do eletricista, de 27 anos, dentro de um vagão do metrô de Londres, em 22 de julho de 2005.
Jean Charles levou sete tiros na cabeça após ser confundido pela polícia com um suposto terrorista que havia participado de um ataque frustrado à rede de transportes da capital britânica no dia anterior.
A nova investigação concluiu nesta terça-feira que o oficial agiu com inocência e sem má-fé ao ter feito as alterações e, por isso, não poderia ser culpado de tentar, propositalmente, enganar alguém.
Originalmente, as anotações diziam que Cressida Dick, a comandante da operação que culminou com a morte do brasileiro, havia dito que Jean Charles poderia "entrar no metrô porque não estava carregando nada".
Mas o policial disse que acreditava que a frase estava "errada e que ela dava uma falsa impressão" e, por isso, a apagou.

Papel periférico

Na operação envolvendo Jean Charles, Owen atuou como supervisor acompanhando os acontecimentos a partir de uma sala de controle na sede da Scotland Yard.
Um policial que admitiu ter alterado suas anotações sobre o que aconteceu no dia da morte do brasileiro Jean Charles de Menezes foi inocentado em um inquérito realizado pela Comissão Independente de Queixas contra a Polícia (IPCC, na sigla em inglês) na Grã-Bretanha
A IPCC concluiu que Owen agiu sozinho ao não divulgar e apagar a anotação, e que demonstrou uma "falta de entendimento" na forma como deveria ter se comportado. No entanto, afirmou a IPCC, o policial "não cometeu uma infração".
"Não há evidência de erro proposital nesta instância pela polícia metropolitana como um todo ou por um indivíduo dentro da corporação", diz o documento final.
O relatório da comissão ainda afirma que o papel do oficial era "periférico" e que ele tinha um "entendimento limitado" do que estava sendo discutido.
A vice-diretora da IPCC Deborah Glass disse que o policial foi "consistente" em sua explicação sobre por que apagou a anotação.
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O policial, identificado apenas como Owen, admitiu ter apagado uma linha de um arquivo de computador antes de prestar depoimento, em outubro do ano passado, aos jurados que investigavam as circunstâncias da morte do eletricista, de 27 anos, dentro de um vagão do metrô de Londres, em 22 de julho de 2005.
Jean Charles levou sete tiros na cabeça após ser confundido pela polícia com um suposto terrorista que havia participado de um ataque frustrado à rede de transportes da capital britânica no dia anterior.
A nova investigação concluiu nesta terça-feira que o oficial agiu com inocência e sem má-fé ao ter feito as alterações e, por isso, não poderia ser culpado de tentar, propositalmente, enganar alguém.
Originalmente, as anotações diziam que Cressida Dick, a comandante da operação que culminou com a morte do brasileiro, havia dito que Jean Charles poderia "entrar no metrô porque não estava carregando nada".
Mas o policial disse que acreditava que a frase estava "errada e que ela dava uma falsa impressão" e, por isso, a apagou.

Papel periférico

Na operação envolvendo Jean Charles, Owen atuou como supervisor acompanhando os acontecimentos a partir de uma sala de controle na sede da Scotland Yard.
Um policial que admitiu ter alterado suas anotações sobre o que aconteceu no dia da morte do brasileiro Jean Charles de Menezes foi inocentado em um inquérito realizado pela Comissão Independente de Queixas contra a Polícia (IPCC, na sigla em inglês) na Grã-Bretanha
A IPCC concluiu que Owen agiu sozinho ao não divulgar e apagar a anotação, e que demonstrou uma "falta de entendimento" na forma como deveria ter se comportado. No entanto, afirmou a IPCC, o policial "não cometeu uma infração".
"Não há evidência de erro proposital nesta instância pela polícia metropolitana como um todo ou por um indivíduo dentro da corporação", diz o documento final.
O relatório da comissão ainda afirma que o papel do oficial era "periférico" e que ele tinha um "entendimento limitado" do que estava sendo discutido.
A vice-diretora da IPCC Deborah Glass disse que o policial foi "consistente" em sua explicação sobre por que apagou a anotação.
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Uma droga usada com frequência para o tratamento de pacientes com câncer pode levar ao desaparecimento das impressões digitais e provocar potenciais problemas durante viagens ao exterior, segundo adverte um oncologista em um artigo publicado numa revista especializada.
O médico cingalês Eng-Huat Tan relatou na revista Annals of Oncology o caso de um paciente que foi retido por quatro horas pelo serviço de imigração dos Estados Unidos antes de poder entrar no país.
Tan sugere que todos os pacientes que se submetem ao tratamento com a droga capecitabina levem consigo uma carta de seus médicos se forem viajar aos Estados Unidos.
Segundo o médico, baseado no Centro Nacional de Câncer de Cingapura, vários outros pacientes em tratamento com a capecitabina relataram em blogs na internet a perda das impressões digitais e problemas com a imigração dos Estados Unidos.

Efeitos colaterais

O paciente de Tan, um homem de 62 anos, teve um câncer de cabeça e pescoço controlado com a aplicação de quimioterapia. O médico prescreveu a capecitabina para evitar que a doença voltasse.
Um dos possíveis efeitos colaterais da droga, usada para o tratamento de diversos tipos de câncer, é uma inflamação crônica das palmas das mãos e das solas dos pés, levando à descamação, a sangramentos e à formação de bolhas na pele.
Esses efeitos podem levar à perda das impressões digitais se repetidos por um longo período.
O paciente de Tan viajou aos Estados Unidos em dezembro do ano passado, para visitar parentes no país, após três anos de tratamento com a capecitabina.
"Ele foi detido no aeroporto por quatro horas porque os funcionários da imigração não podiam detectar suas impressões digitais", diz Tan em seu relato.
Segundo o médico, o homem somente foi liberado após os funcionários se convencerem de que ele não representava uma ameaça à segurança do país.
Os Estados Unidos vêm exigindo há vários anos o registro das impressões digitais de visitantes estrangeiros na entrada ao país, como medida de segurança.

Fonte: BBCBrasil
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Uma droga usada com frequência para o tratamento de pacientes com câncer pode levar ao desaparecimento das impressões digitais e provocar potenciais problemas durante viagens ao exterior, segundo adverte um oncologista em um artigo publicado numa revista especializada.
O médico cingalês Eng-Huat Tan relatou na revista Annals of Oncology o caso de um paciente que foi retido por quatro horas pelo serviço de imigração dos Estados Unidos antes de poder entrar no país.
Tan sugere que todos os pacientes que se submetem ao tratamento com a droga capecitabina levem consigo uma carta de seus médicos se forem viajar aos Estados Unidos.
Segundo o médico, baseado no Centro Nacional de Câncer de Cingapura, vários outros pacientes em tratamento com a capecitabina relataram em blogs na internet a perda das impressões digitais e problemas com a imigração dos Estados Unidos.

Efeitos colaterais

O paciente de Tan, um homem de 62 anos, teve um câncer de cabeça e pescoço controlado com a aplicação de quimioterapia. O médico prescreveu a capecitabina para evitar que a doença voltasse.
Um dos possíveis efeitos colaterais da droga, usada para o tratamento de diversos tipos de câncer, é uma inflamação crônica das palmas das mãos e das solas dos pés, levando à descamação, a sangramentos e à formação de bolhas na pele.
Esses efeitos podem levar à perda das impressões digitais se repetidos por um longo período.
O paciente de Tan viajou aos Estados Unidos em dezembro do ano passado, para visitar parentes no país, após três anos de tratamento com a capecitabina.
"Ele foi detido no aeroporto por quatro horas porque os funcionários da imigração não podiam detectar suas impressões digitais", diz Tan em seu relato.
Segundo o médico, o homem somente foi liberado após os funcionários se convencerem de que ele não representava uma ameaça à segurança do país.
Os Estados Unidos vêm exigindo há vários anos o registro das impressões digitais de visitantes estrangeiros na entrada ao país, como medida de segurança.

Fonte: BBCBrasil
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Uma droga usada com frequência para o tratamento de pacientes com câncer pode levar ao desaparecimento das impressões digitais e provocar potenciais problemas durante viagens ao exterior, segundo adverte um oncologista em um artigo publicado numa revista especializada.
O médico cingalês Eng-Huat Tan relatou na revista Annals of Oncology o caso de um paciente que foi retido por quatro horas pelo serviço de imigração dos Estados Unidos antes de poder entrar no país.
Tan sugere que todos os pacientes que se submetem ao tratamento com a droga capecitabina levem consigo uma carta de seus médicos se forem viajar aos Estados Unidos.
Segundo o médico, baseado no Centro Nacional de Câncer de Cingapura, vários outros pacientes em tratamento com a capecitabina relataram em blogs na internet a perda das impressões digitais e problemas com a imigração dos Estados Unidos.

Efeitos colaterais

O paciente de Tan, um homem de 62 anos, teve um câncer de cabeça e pescoço controlado com a aplicação de quimioterapia. O médico prescreveu a capecitabina para evitar que a doença voltasse.
Um dos possíveis efeitos colaterais da droga, usada para o tratamento de diversos tipos de câncer, é uma inflamação crônica das palmas das mãos e das solas dos pés, levando à descamação, a sangramentos e à formação de bolhas na pele.
Esses efeitos podem levar à perda das impressões digitais se repetidos por um longo período.
O paciente de Tan viajou aos Estados Unidos em dezembro do ano passado, para visitar parentes no país, após três anos de tratamento com a capecitabina.
"Ele foi detido no aeroporto por quatro horas porque os funcionários da imigração não podiam detectar suas impressões digitais", diz Tan em seu relato.
Segundo o médico, o homem somente foi liberado após os funcionários se convencerem de que ele não representava uma ameaça à segurança do país.
Os Estados Unidos vêm exigindo há vários anos o registro das impressões digitais de visitantes estrangeiros na entrada ao país, como medida de segurança.

Fonte: BBCBrasil
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Uma droga usada com frequência para o tratamento de pacientes com câncer pode levar ao desaparecimento das impressões digitais e provocar potenciais problemas durante viagens ao exterior, segundo adverte um oncologista em um artigo publicado numa revista especializada.
O médico cingalês Eng-Huat Tan relatou na revista Annals of Oncology o caso de um paciente que foi retido por quatro horas pelo serviço de imigração dos Estados Unidos antes de poder entrar no país.
Tan sugere que todos os pacientes que se submetem ao tratamento com a droga capecitabina levem consigo uma carta de seus médicos se forem viajar aos Estados Unidos.
Segundo o médico, baseado no Centro Nacional de Câncer de Cingapura, vários outros pacientes em tratamento com a capecitabina relataram em blogs na internet a perda das impressões digitais e problemas com a imigração dos Estados Unidos.

Efeitos colaterais

O paciente de Tan, um homem de 62 anos, teve um câncer de cabeça e pescoço controlado com a aplicação de quimioterapia. O médico prescreveu a capecitabina para evitar que a doença voltasse.
Um dos possíveis efeitos colaterais da droga, usada para o tratamento de diversos tipos de câncer, é uma inflamação crônica das palmas das mãos e das solas dos pés, levando à descamação, a sangramentos e à formação de bolhas na pele.
Esses efeitos podem levar à perda das impressões digitais se repetidos por um longo período.
O paciente de Tan viajou aos Estados Unidos em dezembro do ano passado, para visitar parentes no país, após três anos de tratamento com a capecitabina.
"Ele foi detido no aeroporto por quatro horas porque os funcionários da imigração não podiam detectar suas impressões digitais", diz Tan em seu relato.
Segundo o médico, o homem somente foi liberado após os funcionários se convencerem de que ele não representava uma ameaça à segurança do país.
Os Estados Unidos vêm exigindo há vários anos o registro das impressões digitais de visitantes estrangeiros na entrada ao país, como medida de segurança.

Fonte: BBCBrasil
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Contra ele, há mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça.
Ele foi preso dentro de um apartamento em Copacabana.


Agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) prenderam, nesta terça-feira (26), o ex-deputado estadual do Pará Luiz Afonso Sefer, suspeito de pedofilia, em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Segundo a polícia, contra ele, há um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça.
Sefer foi preso dentro de um apartamento na Avenida Atlântica. De acordo com o delegado Pedro Medina, da Core, o ex-deputado estava preparando suas malas para voltar para o estado do Pará, quando foi rendido pelos agentes.
O ex-deputado foi levado para a carceragem da delegacia de São João de Meriti, na Baixada Fluminense. Ainda de acordo com o delegado, Sefer é investigado pelas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) do Senado e da Assembléia por ter, supostamente, violentado uma menina que morou na casa dele por quatro anos, dos nove aos treze.
No início de abril deste ano, ele renunciou ao mandato na Assembleia Legislativa do Pará. Ele enviou carta ao presidente da Assembleia pedindo a renúncia e a solicitação foi aceita.
No documento, enviado pela assessoria de imprensa da Casa, ele disse que renunciou para perder o foro privilegiado. "Com este gesto de renúncia, demostro que não preciso me esconder atrás de um mandato de deputado. Contou também de forma decisiva pra esta decisão o sofrimento de minha família durante esse período, principalmente de meus pais, já em idade avançada", afirmou na carta.

Ex-deputado diz que não há provas contra as acusações
Ainda no documento enviado pela Assembleia Legislativa do Pará, em abril deste ano, Sefer disse que não há provas contra as acusações. "Tentaram massacrar a minha honra e machuraram a minha família. Injustamente, repito, injustamente, formularam condenação sem julgamento. Sabotaram meu direito de defesa e desprezaram um dos pilares do Estado democrático de diretio que é a presunção de inocência."
Luiz Sefer disse ainda que apenas responderá sobre as acusações na Justiça. "Afirmou mais uma vez que neste momento se comente a maior injustiça política e humana que o estado do Pará já presenciou e tenho a convicção plena de que em breve tudo estará bem esclarecido", afirmou no documento.

Fonte: G1
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Contra ele, há mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça.
Ele foi preso dentro de um apartamento em Copacabana.


Agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) prenderam, nesta terça-feira (26), o ex-deputado estadual do Pará Luiz Afonso Sefer, suspeito de pedofilia, em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Segundo a polícia, contra ele, há um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça.
Sefer foi preso dentro de um apartamento na Avenida Atlântica. De acordo com o delegado Pedro Medina, da Core, o ex-deputado estava preparando suas malas para voltar para o estado do Pará, quando foi rendido pelos agentes.
O ex-deputado foi levado para a carceragem da delegacia de São João de Meriti, na Baixada Fluminense. Ainda de acordo com o delegado, Sefer é investigado pelas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) do Senado e da Assembléia por ter, supostamente, violentado uma menina que morou na casa dele por quatro anos, dos nove aos treze.
No início de abril deste ano, ele renunciou ao mandato na Assembleia Legislativa do Pará. Ele enviou carta ao presidente da Assembleia pedindo a renúncia e a solicitação foi aceita.
No documento, enviado pela assessoria de imprensa da Casa, ele disse que renunciou para perder o foro privilegiado. "Com este gesto de renúncia, demostro que não preciso me esconder atrás de um mandato de deputado. Contou também de forma decisiva pra esta decisão o sofrimento de minha família durante esse período, principalmente de meus pais, já em idade avançada", afirmou na carta.

Ex-deputado diz que não há provas contra as acusações
Ainda no documento enviado pela Assembleia Legislativa do Pará, em abril deste ano, Sefer disse que não há provas contra as acusações. "Tentaram massacrar a minha honra e machuraram a minha família. Injustamente, repito, injustamente, formularam condenação sem julgamento. Sabotaram meu direito de defesa e desprezaram um dos pilares do Estado democrático de diretio que é a presunção de inocência."
Luiz Sefer disse ainda que apenas responderá sobre as acusações na Justiça. "Afirmou mais uma vez que neste momento se comente a maior injustiça política e humana que o estado do Pará já presenciou e tenho a convicção plena de que em breve tudo estará bem esclarecido", afirmou no documento.

Fonte: G1
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Contra ele, há mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça.
Ele foi preso dentro de um apartamento em Copacabana.


Agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) prenderam, nesta terça-feira (26), o ex-deputado estadual do Pará Luiz Afonso Sefer, suspeito de pedofilia, em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Segundo a polícia, contra ele, há um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça.
Sefer foi preso dentro de um apartamento na Avenida Atlântica. De acordo com o delegado Pedro Medina, da Core, o ex-deputado estava preparando suas malas para voltar para o estado do Pará, quando foi rendido pelos agentes.
O ex-deputado foi levado para a carceragem da delegacia de São João de Meriti, na Baixada Fluminense. Ainda de acordo com o delegado, Sefer é investigado pelas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) do Senado e da Assembléia por ter, supostamente, violentado uma menina que morou na casa dele por quatro anos, dos nove aos treze.
No início de abril deste ano, ele renunciou ao mandato na Assembleia Legislativa do Pará. Ele enviou carta ao presidente da Assembleia pedindo a renúncia e a solicitação foi aceita.
No documento, enviado pela assessoria de imprensa da Casa, ele disse que renunciou para perder o foro privilegiado. "Com este gesto de renúncia, demostro que não preciso me esconder atrás de um mandato de deputado. Contou também de forma decisiva pra esta decisão o sofrimento de minha família durante esse período, principalmente de meus pais, já em idade avançada", afirmou na carta.

Ex-deputado diz que não há provas contra as acusações
Ainda no documento enviado pela Assembleia Legislativa do Pará, em abril deste ano, Sefer disse que não há provas contra as acusações. "Tentaram massacrar a minha honra e machuraram a minha família. Injustamente, repito, injustamente, formularam condenação sem julgamento. Sabotaram meu direito de defesa e desprezaram um dos pilares do Estado democrático de diretio que é a presunção de inocência."
Luiz Sefer disse ainda que apenas responderá sobre as acusações na Justiça. "Afirmou mais uma vez que neste momento se comente a maior injustiça política e humana que o estado do Pará já presenciou e tenho a convicção plena de que em breve tudo estará bem esclarecido", afirmou no documento.

Fonte: G1
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Contra ele, há mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça.
Ele foi preso dentro de um apartamento em Copacabana.


Agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) prenderam, nesta terça-feira (26), o ex-deputado estadual do Pará Luiz Afonso Sefer, suspeito de pedofilia, em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Segundo a polícia, contra ele, há um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça.
Sefer foi preso dentro de um apartamento na Avenida Atlântica. De acordo com o delegado Pedro Medina, da Core, o ex-deputado estava preparando suas malas para voltar para o estado do Pará, quando foi rendido pelos agentes.
O ex-deputado foi levado para a carceragem da delegacia de São João de Meriti, na Baixada Fluminense. Ainda de acordo com o delegado, Sefer é investigado pelas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) do Senado e da Assembléia por ter, supostamente, violentado uma menina que morou na casa dele por quatro anos, dos nove aos treze.
No início de abril deste ano, ele renunciou ao mandato na Assembleia Legislativa do Pará. Ele enviou carta ao presidente da Assembleia pedindo a renúncia e a solicitação foi aceita.
No documento, enviado pela assessoria de imprensa da Casa, ele disse que renunciou para perder o foro privilegiado. "Com este gesto de renúncia, demostro que não preciso me esconder atrás de um mandato de deputado. Contou também de forma decisiva pra esta decisão o sofrimento de minha família durante esse período, principalmente de meus pais, já em idade avançada", afirmou na carta.

Ex-deputado diz que não há provas contra as acusações
Ainda no documento enviado pela Assembleia Legislativa do Pará, em abril deste ano, Sefer disse que não há provas contra as acusações. "Tentaram massacrar a minha honra e machuraram a minha família. Injustamente, repito, injustamente, formularam condenação sem julgamento. Sabotaram meu direito de defesa e desprezaram um dos pilares do Estado democrático de diretio que é a presunção de inocência."
Luiz Sefer disse ainda que apenas responderá sobre as acusações na Justiça. "Afirmou mais uma vez que neste momento se comente a maior injustiça política e humana que o estado do Pará já presenciou e tenho a convicção plena de que em breve tudo estará bem esclarecido", afirmou no documento.

Fonte: G1
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Familiares de Yasmin, vítima de atropelamento, reconheceram motorista

Uma atitude que chama a atenção pela frieza e premeditação. O motorista que confessou ter atropelado e matado a menina Yasmin Martins Jesus, de 5 anos, no sábado último, em Taguatinga Norte, esteve no velório e no enterro da vítima, sem levantar suspeitas, quando ainda era procurado pela polícia. Ao verem a imagem de Ítalo Pinheiro de Almeida, 26 anos, pela televisão e jornais, amigos e parentes da vítima o reconheceram como uma das pessoas que estiveram no cemitério.
Uma das vizinhas, que mora em uma casa próxima ao lote onde vivia Yasmin, confirmou a presença de Ítalo no enterro. "É uma maldade e uma covardia sem limites. Ele viu que todos estavam sofrendo com uma perda que é irreparável e mesmo assim não teve a dignidade de assumir o que havia feito", afirmou, revoltada, sem se identificar. Ontem à tarde, o portão da casa onde morava Yasmin servia como ponto de homenagens, feitas por coleguinhas da menina. Com frases escritas em cartazes ou simplesmente em folhas de cadernos, crianças enviaram mensagens de conforto à família e expressaram saudade da amiga, que perdeu a vida de forma trágica quando saiu à rua na companhia de amigos, durante uma festa de aniversário, na quadra QNL 5.
Ítalo morava em uma casa a cerca de 200 metros do acidente, ou seja, era vizinho da família de Yasmin. Por esse motivo, parentes da menina abandonaram a casa, ontem pela manhã, e permanecem em um local não revelado. A família se diz vigiada por amigos e familiares do motorista. "Eles estiveram na minha casa no sábado para saber como estávamos lidando com essa tragédia. Queriam saber que tipo de providências iríamos tomar. Tudo isso foi feito para ajudar na estratégia de defesa do Ítalo", acredita a avó de Yasmin, Cleusa Maria Gonçalves, quando ainda estava na 17ª Delegacia de Polícia, local onde Ítalo se apresentou, na tarde de segunda-feira.
Um dos tios da menina, Nílson Barbosa, contou que pessoas estavam durante todo o dia do domingo último atrás de uma árvore, rondando a casa e tentando saber o que se passava no interior da residência. "Todos estavam se sentindo de certa forma incomodados e ameaçados com a presença dessas pessoas, que provavelmente têm alguma ligação com esse motorista que atropelou a Yasmin", explicou.

Na casa de Ítalo, a situação não era diferente durante a tarde de ontem. A casa estava fechada e sem qualquer movimentação de pessoas. Policiais da 17ª DP ainda pretendem escutar, pelo menos, mais cinco testemunhas que podem ajudar a conseguir elementos que comprovem que o motorista teria ingerido bebida alcoólica antes de pegar o volante. Ontem, uma das pessoas ouvida pela polícia foi o pai da menina, Alisson Jesus Siqueira. Ele contou que conhecia Ítalo de vista, mas nunca teve contato com ele. "Só ficamos sabendo quem ele era quando chegamos na delegacia", explicou.

Algumas pessoas que moram na mesma quadra contaram que nunca tinham presenciado algum tipo de problema provocado por ele. O aposentado Cícero Portela, que completou 79 anos ontem, se lamentou ao lembrar de Yasmin. "Minha neta foi quem escreveu a maioria das homenagens que estão presas no portão. Sempre quando voltava da padaria comprava balas para ela. Já desse Ítalo eu nunca tinha ouvido falar", relatou.



Jornal de Brasília
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Familiares de Yasmin, vítima de atropelamento, reconheceram motorista

Uma atitude que chama a atenção pela frieza e premeditação. O motorista que confessou ter atropelado e matado a menina Yasmin Martins Jesus, de 5 anos, no sábado último, em Taguatinga Norte, esteve no velório e no enterro da vítima, sem levantar suspeitas, quando ainda era procurado pela polícia. Ao verem a imagem de Ítalo Pinheiro de Almeida, 26 anos, pela televisão e jornais, amigos e parentes da vítima o reconheceram como uma das pessoas que estiveram no cemitério.
Uma das vizinhas, que mora em uma casa próxima ao lote onde vivia Yasmin, confirmou a presença de Ítalo no enterro. "É uma maldade e uma covardia sem limites. Ele viu que todos estavam sofrendo com uma perda que é irreparável e mesmo assim não teve a dignidade de assumir o que havia feito", afirmou, revoltada, sem se identificar. Ontem à tarde, o portão da casa onde morava Yasmin servia como ponto de homenagens, feitas por coleguinhas da menina. Com frases escritas em cartazes ou simplesmente em folhas de cadernos, crianças enviaram mensagens de conforto à família e expressaram saudade da amiga, que perdeu a vida de forma trágica quando saiu à rua na companhia de amigos, durante uma festa de aniversário, na quadra QNL 5.
Ítalo morava em uma casa a cerca de 200 metros do acidente, ou seja, era vizinho da família de Yasmin. Por esse motivo, parentes da menina abandonaram a casa, ontem pela manhã, e permanecem em um local não revelado. A família se diz vigiada por amigos e familiares do motorista. "Eles estiveram na minha casa no sábado para saber como estávamos lidando com essa tragédia. Queriam saber que tipo de providências iríamos tomar. Tudo isso foi feito para ajudar na estratégia de defesa do Ítalo", acredita a avó de Yasmin, Cleusa Maria Gonçalves, quando ainda estava na 17ª Delegacia de Polícia, local onde Ítalo se apresentou, na tarde de segunda-feira.
Um dos tios da menina, Nílson Barbosa, contou que pessoas estavam durante todo o dia do domingo último atrás de uma árvore, rondando a casa e tentando saber o que se passava no interior da residência. "Todos estavam se sentindo de certa forma incomodados e ameaçados com a presença dessas pessoas, que provavelmente têm alguma ligação com esse motorista que atropelou a Yasmin", explicou.

Na casa de Ítalo, a situação não era diferente durante a tarde de ontem. A casa estava fechada e sem qualquer movimentação de pessoas. Policiais da 17ª DP ainda pretendem escutar, pelo menos, mais cinco testemunhas que podem ajudar a conseguir elementos que comprovem que o motorista teria ingerido bebida alcoólica antes de pegar o volante. Ontem, uma das pessoas ouvida pela polícia foi o pai da menina, Alisson Jesus Siqueira. Ele contou que conhecia Ítalo de vista, mas nunca teve contato com ele. "Só ficamos sabendo quem ele era quando chegamos na delegacia", explicou.

Algumas pessoas que moram na mesma quadra contaram que nunca tinham presenciado algum tipo de problema provocado por ele. O aposentado Cícero Portela, que completou 79 anos ontem, se lamentou ao lembrar de Yasmin. "Minha neta foi quem escreveu a maioria das homenagens que estão presas no portão. Sempre quando voltava da padaria comprava balas para ela. Já desse Ítalo eu nunca tinha ouvido falar", relatou.



Jornal de Brasília
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Familiares de Yasmin, vítima de atropelamento, reconheceram motorista

Uma atitude que chama a atenção pela frieza e premeditação. O motorista que confessou ter atropelado e matado a menina Yasmin Martins Jesus, de 5 anos, no sábado último, em Taguatinga Norte, esteve no velório e no enterro da vítima, sem levantar suspeitas, quando ainda era procurado pela polícia. Ao verem a imagem de Ítalo Pinheiro de Almeida, 26 anos, pela televisão e jornais, amigos e parentes da vítima o reconheceram como uma das pessoas que estiveram no cemitério.
Uma das vizinhas, que mora em uma casa próxima ao lote onde vivia Yasmin, confirmou a presença de Ítalo no enterro. "É uma maldade e uma covardia sem limites. Ele viu que todos estavam sofrendo com uma perda que é irreparável e mesmo assim não teve a dignidade de assumir o que havia feito", afirmou, revoltada, sem se identificar. Ontem à tarde, o portão da casa onde morava Yasmin servia como ponto de homenagens, feitas por coleguinhas da menina. Com frases escritas em cartazes ou simplesmente em folhas de cadernos, crianças enviaram mensagens de conforto à família e expressaram saudade da amiga, que perdeu a vida de forma trágica quando saiu à rua na companhia de amigos, durante uma festa de aniversário, na quadra QNL 5.
Ítalo morava em uma casa a cerca de 200 metros do acidente, ou seja, era vizinho da família de Yasmin. Por esse motivo, parentes da menina abandonaram a casa, ontem pela manhã, e permanecem em um local não revelado. A família se diz vigiada por amigos e familiares do motorista. "Eles estiveram na minha casa no sábado para saber como estávamos lidando com essa tragédia. Queriam saber que tipo de providências iríamos tomar. Tudo isso foi feito para ajudar na estratégia de defesa do Ítalo", acredita a avó de Yasmin, Cleusa Maria Gonçalves, quando ainda estava na 17ª Delegacia de Polícia, local onde Ítalo se apresentou, na tarde de segunda-feira.
Um dos tios da menina, Nílson Barbosa, contou que pessoas estavam durante todo o dia do domingo último atrás de uma árvore, rondando a casa e tentando saber o que se passava no interior da residência. "Todos estavam se sentindo de certa forma incomodados e ameaçados com a presença dessas pessoas, que provavelmente têm alguma ligação com esse motorista que atropelou a Yasmin", explicou.

Na casa de Ítalo, a situação não era diferente durante a tarde de ontem. A casa estava fechada e sem qualquer movimentação de pessoas. Policiais da 17ª DP ainda pretendem escutar, pelo menos, mais cinco testemunhas que podem ajudar a conseguir elementos que comprovem que o motorista teria ingerido bebida alcoólica antes de pegar o volante. Ontem, uma das pessoas ouvida pela polícia foi o pai da menina, Alisson Jesus Siqueira. Ele contou que conhecia Ítalo de vista, mas nunca teve contato com ele. "Só ficamos sabendo quem ele era quando chegamos na delegacia", explicou.

Algumas pessoas que moram na mesma quadra contaram que nunca tinham presenciado algum tipo de problema provocado por ele. O aposentado Cícero Portela, que completou 79 anos ontem, se lamentou ao lembrar de Yasmin. "Minha neta foi quem escreveu a maioria das homenagens que estão presas no portão. Sempre quando voltava da padaria comprava balas para ela. Já desse Ítalo eu nunca tinha ouvido falar", relatou.



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Familiares de Yasmin, vítima de atropelamento, reconheceram motorista

Uma atitude que chama a atenção pela frieza e premeditação. O motorista que confessou ter atropelado e matado a menina Yasmin Martins Jesus, de 5 anos, no sábado último, em Taguatinga Norte, esteve no velório e no enterro da vítima, sem levantar suspeitas, quando ainda era procurado pela polícia. Ao verem a imagem de Ítalo Pinheiro de Almeida, 26 anos, pela televisão e jornais, amigos e parentes da vítima o reconheceram como uma das pessoas que estiveram no cemitério.
Uma das vizinhas, que mora em uma casa próxima ao lote onde vivia Yasmin, confirmou a presença de Ítalo no enterro. "É uma maldade e uma covardia sem limites. Ele viu que todos estavam sofrendo com uma perda que é irreparável e mesmo assim não teve a dignidade de assumir o que havia feito", afirmou, revoltada, sem se identificar. Ontem à tarde, o portão da casa onde morava Yasmin servia como ponto de homenagens, feitas por coleguinhas da menina. Com frases escritas em cartazes ou simplesmente em folhas de cadernos, crianças enviaram mensagens de conforto à família e expressaram saudade da amiga, que perdeu a vida de forma trágica quando saiu à rua na companhia de amigos, durante uma festa de aniversário, na quadra QNL 5.
Ítalo morava em uma casa a cerca de 200 metros do acidente, ou seja, era vizinho da família de Yasmin. Por esse motivo, parentes da menina abandonaram a casa, ontem pela manhã, e permanecem em um local não revelado. A família se diz vigiada por amigos e familiares do motorista. "Eles estiveram na minha casa no sábado para saber como estávamos lidando com essa tragédia. Queriam saber que tipo de providências iríamos tomar. Tudo isso foi feito para ajudar na estratégia de defesa do Ítalo", acredita a avó de Yasmin, Cleusa Maria Gonçalves, quando ainda estava na 17ª Delegacia de Polícia, local onde Ítalo se apresentou, na tarde de segunda-feira.
Um dos tios da menina, Nílson Barbosa, contou que pessoas estavam durante todo o dia do domingo último atrás de uma árvore, rondando a casa e tentando saber o que se passava no interior da residência. "Todos estavam se sentindo de certa forma incomodados e ameaçados com a presença dessas pessoas, que provavelmente têm alguma ligação com esse motorista que atropelou a Yasmin", explicou.

Na casa de Ítalo, a situação não era diferente durante a tarde de ontem. A casa estava fechada e sem qualquer movimentação de pessoas. Policiais da 17ª DP ainda pretendem escutar, pelo menos, mais cinco testemunhas que podem ajudar a conseguir elementos que comprovem que o motorista teria ingerido bebida alcoólica antes de pegar o volante. Ontem, uma das pessoas ouvida pela polícia foi o pai da menina, Alisson Jesus Siqueira. Ele contou que conhecia Ítalo de vista, mas nunca teve contato com ele. "Só ficamos sabendo quem ele era quando chegamos na delegacia", explicou.

Algumas pessoas que moram na mesma quadra contaram que nunca tinham presenciado algum tipo de problema provocado por ele. O aposentado Cícero Portela, que completou 79 anos ontem, se lamentou ao lembrar de Yasmin. "Minha neta foi quem escreveu a maioria das homenagens que estão presas no portão. Sempre quando voltava da padaria comprava balas para ela. Já desse Ítalo eu nunca tinha ouvido falar", relatou.



Jornal de Brasília
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Garota de cinco anos não sabia falar e emitia sons como os de animais.Pai da menina, acusado de a ter 'roubado' da mãe, pode ser preso.

Uma menina de 5 anos permaneceu durante anos trancafiada em um apartamento da cidade siberiana de Chita, na Rússia, rodeada de cachorros e gatos e sem receber cuidados dos pais, segundo a imprensa local.
A mãe da menina, que tem outros três filhos, foi quem chamou a polícia. Ela declarou que teve sua filha roubada e que não tinha permissão para vê-la.
Quando policiais foram até a casa onde, além da menor, vivem seu pai e seus avós, encontraram uma menina suja e com um comportamento mais próprio de um cachorro do que de um ser humano, rosnando e ganindo.
A menina, chamada Natashenka, jamais saiu de casa, não sabe falar e emite sons similares aos miados e latidos dos animais domésticos com os quais convivia até agora.
"Nossa primeira impressão quando entramos foi a de que tínhamos ido parar em algum lixão. O fedor era insuportável e estava cheio de cachorros enormes e gatos", explicou Larisa Popova, chefe do departamento de menores da Polícia de Chita.
Os assistentes sociais, acompanhados da polícia - que teve que fazer uso da força para entrar no apartamento diante da resistência dos familiares - constataram que havia tempos a casa não tinha água corrente, calefação e gás.
Segundo os médicos, à primeira vista, a menina não apresenta graves deficiências psíquicas em seu desenvolvimento. Entretanto, os assistentes sociais do centro de reabilitação para onde a menina foi levada dizem que, quando saem do quarto, Natashenka late e arranha a porta como os cachorros.
Por enquanto, a menina ainda observa assustada a todos os que a cercam e se assusta com o barulho da rua.
Embora tenha cinco anos, seu porte físico é igual ao de uma criança de dois ou três anos.
"Uma coisa que nos alegra é o fato de que ela tem bom apetite, embora não use talheres e lamba o prato. Por outro lado, ela ainda não brinca com as outras crianças, se isola", relataram os pedagogos do centro de reabilitação.
O pai da menina pode ser condenado a até três anos de prisão por "descumprimento das obrigações de educação de um menor".

Fonte:Do G1, com agências internacionais
link do postPor anjoseguerreiros, às 19:51  comentar


Garota de cinco anos não sabia falar e emitia sons como os de animais.Pai da menina, acusado de a ter 'roubado' da mãe, pode ser preso.

Uma menina de 5 anos permaneceu durante anos trancafiada em um apartamento da cidade siberiana de Chita, na Rússia, rodeada de cachorros e gatos e sem receber cuidados dos pais, segundo a imprensa local.
A mãe da menina, que tem outros três filhos, foi quem chamou a polícia. Ela declarou que teve sua filha roubada e que não tinha permissão para vê-la.
Quando policiais foram até a casa onde, além da menor, vivem seu pai e seus avós, encontraram uma menina suja e com um comportamento mais próprio de um cachorro do que de um ser humano, rosnando e ganindo.
A menina, chamada Natashenka, jamais saiu de casa, não sabe falar e emite sons similares aos miados e latidos dos animais domésticos com os quais convivia até agora.
"Nossa primeira impressão quando entramos foi a de que tínhamos ido parar em algum lixão. O fedor era insuportável e estava cheio de cachorros enormes e gatos", explicou Larisa Popova, chefe do departamento de menores da Polícia de Chita.
Os assistentes sociais, acompanhados da polícia - que teve que fazer uso da força para entrar no apartamento diante da resistência dos familiares - constataram que havia tempos a casa não tinha água corrente, calefação e gás.
Segundo os médicos, à primeira vista, a menina não apresenta graves deficiências psíquicas em seu desenvolvimento. Entretanto, os assistentes sociais do centro de reabilitação para onde a menina foi levada dizem que, quando saem do quarto, Natashenka late e arranha a porta como os cachorros.
Por enquanto, a menina ainda observa assustada a todos os que a cercam e se assusta com o barulho da rua.
Embora tenha cinco anos, seu porte físico é igual ao de uma criança de dois ou três anos.
"Uma coisa que nos alegra é o fato de que ela tem bom apetite, embora não use talheres e lamba o prato. Por outro lado, ela ainda não brinca com as outras crianças, se isola", relataram os pedagogos do centro de reabilitação.
O pai da menina pode ser condenado a até três anos de prisão por "descumprimento das obrigações de educação de um menor".

Fonte:Do G1, com agências internacionais
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Garota de cinco anos não sabia falar e emitia sons como os de animais.Pai da menina, acusado de a ter 'roubado' da mãe, pode ser preso.

Uma menina de 5 anos permaneceu durante anos trancafiada em um apartamento da cidade siberiana de Chita, na Rússia, rodeada de cachorros e gatos e sem receber cuidados dos pais, segundo a imprensa local.
A mãe da menina, que tem outros três filhos, foi quem chamou a polícia. Ela declarou que teve sua filha roubada e que não tinha permissão para vê-la.
Quando policiais foram até a casa onde, além da menor, vivem seu pai e seus avós, encontraram uma menina suja e com um comportamento mais próprio de um cachorro do que de um ser humano, rosnando e ganindo.
A menina, chamada Natashenka, jamais saiu de casa, não sabe falar e emite sons similares aos miados e latidos dos animais domésticos com os quais convivia até agora.
"Nossa primeira impressão quando entramos foi a de que tínhamos ido parar em algum lixão. O fedor era insuportável e estava cheio de cachorros enormes e gatos", explicou Larisa Popova, chefe do departamento de menores da Polícia de Chita.
Os assistentes sociais, acompanhados da polícia - que teve que fazer uso da força para entrar no apartamento diante da resistência dos familiares - constataram que havia tempos a casa não tinha água corrente, calefação e gás.
Segundo os médicos, à primeira vista, a menina não apresenta graves deficiências psíquicas em seu desenvolvimento. Entretanto, os assistentes sociais do centro de reabilitação para onde a menina foi levada dizem que, quando saem do quarto, Natashenka late e arranha a porta como os cachorros.
Por enquanto, a menina ainda observa assustada a todos os que a cercam e se assusta com o barulho da rua.
Embora tenha cinco anos, seu porte físico é igual ao de uma criança de dois ou três anos.
"Uma coisa que nos alegra é o fato de que ela tem bom apetite, embora não use talheres e lamba o prato. Por outro lado, ela ainda não brinca com as outras crianças, se isola", relataram os pedagogos do centro de reabilitação.
O pai da menina pode ser condenado a até três anos de prisão por "descumprimento das obrigações de educação de um menor".

Fonte:Do G1, com agências internacionais
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Garota de cinco anos não sabia falar e emitia sons como os de animais.Pai da menina, acusado de a ter 'roubado' da mãe, pode ser preso.

Uma menina de 5 anos permaneceu durante anos trancafiada em um apartamento da cidade siberiana de Chita, na Rússia, rodeada de cachorros e gatos e sem receber cuidados dos pais, segundo a imprensa local.
A mãe da menina, que tem outros três filhos, foi quem chamou a polícia. Ela declarou que teve sua filha roubada e que não tinha permissão para vê-la.
Quando policiais foram até a casa onde, além da menor, vivem seu pai e seus avós, encontraram uma menina suja e com um comportamento mais próprio de um cachorro do que de um ser humano, rosnando e ganindo.
A menina, chamada Natashenka, jamais saiu de casa, não sabe falar e emite sons similares aos miados e latidos dos animais domésticos com os quais convivia até agora.
"Nossa primeira impressão quando entramos foi a de que tínhamos ido parar em algum lixão. O fedor era insuportável e estava cheio de cachorros enormes e gatos", explicou Larisa Popova, chefe do departamento de menores da Polícia de Chita.
Os assistentes sociais, acompanhados da polícia - que teve que fazer uso da força para entrar no apartamento diante da resistência dos familiares - constataram que havia tempos a casa não tinha água corrente, calefação e gás.
Segundo os médicos, à primeira vista, a menina não apresenta graves deficiências psíquicas em seu desenvolvimento. Entretanto, os assistentes sociais do centro de reabilitação para onde a menina foi levada dizem que, quando saem do quarto, Natashenka late e arranha a porta como os cachorros.
Por enquanto, a menina ainda observa assustada a todos os que a cercam e se assusta com o barulho da rua.
Embora tenha cinco anos, seu porte físico é igual ao de uma criança de dois ou três anos.
"Uma coisa que nos alegra é o fato de que ela tem bom apetite, embora não use talheres e lamba o prato. Por outro lado, ela ainda não brinca com as outras crianças, se isola", relataram os pedagogos do centro de reabilitação.
O pai da menina pode ser condenado a até três anos de prisão por "descumprimento das obrigações de educação de um menor".

Fonte:Do G1, com agências internacionais
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Agência Câmara

As carteiras de cigarro poderão estampar fotos de pessoas desaparecidas ou foragidas da Justiça caso a Câmara aprove o Projeto de Lei 1193/07, do deputado Sérgio Moraes (PTB-RS). A proposta estabelece que a inserção deve seguir as seguintes regras:- a foto precisa ser colorida, ter dimensão mínima do padrão 3×4 e ser afixada em local diverso ao destinado à informação sobre os males causados pelo fumo;- a embalagem deve incluir o nome completo da pessoa retratada, bem como apelido ou codinome, se houver, de modo a facilitar a procura e a identificação;
- na carteira terá de haver orientação para que, em caso de reconhecimento, seja procurada a autoridade policial mais próxima;- os lotes devem ser renovados em, no mínimo, 15 dias.
Responsabilidade
O projeto determina que a responsabilidade pela seqüência de fotos a serem impressas é dos órgãos incumbidos da centralização e divulgação, em âmbito nacional, dos registros de pessoas procuradas, priorizada a ordem de inclusão das informações em seus cadastros. No caso das pessoas desaparecidas, as crianças deverão ter prioridade.
O deputado cita matérias publicadas na imprensa que registram o desaparecimento de aproximadamente 200 mil pessoas a cada ano no Brasil, sendo 40 mil crianças ou adolescentes. “A veiculação dessas fotos e nomes em carteiras de cigarros, geralmente distribuídas em nível nacional, é uma excelente ferramenta para auxiliar na busca de crianças desaparecidas e de foragidos da Justiça”, argumenta.
Tramitação
O projeto tramita apensado ao PL 1858/99, do Senado, que obriga as empresas de rádio e TV a destinarem pelo menos dois minutos diários de sua programação à divulgação de informações sobre menores desaparecidos. A proposta precisa ser analisada pelo Plenário.

Diga Não À Erotização Infantil
maracaju.news
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Agência Câmara

As carteiras de cigarro poderão estampar fotos de pessoas desaparecidas ou foragidas da Justiça caso a Câmara aprove o Projeto de Lei 1193/07, do deputado Sérgio Moraes (PTB-RS). A proposta estabelece que a inserção deve seguir as seguintes regras:- a foto precisa ser colorida, ter dimensão mínima do padrão 3×4 e ser afixada em local diverso ao destinado à informação sobre os males causados pelo fumo;- a embalagem deve incluir o nome completo da pessoa retratada, bem como apelido ou codinome, se houver, de modo a facilitar a procura e a identificação;
- na carteira terá de haver orientação para que, em caso de reconhecimento, seja procurada a autoridade policial mais próxima;- os lotes devem ser renovados em, no mínimo, 15 dias.
Responsabilidade
O projeto determina que a responsabilidade pela seqüência de fotos a serem impressas é dos órgãos incumbidos da centralização e divulgação, em âmbito nacional, dos registros de pessoas procuradas, priorizada a ordem de inclusão das informações em seus cadastros. No caso das pessoas desaparecidas, as crianças deverão ter prioridade.
O deputado cita matérias publicadas na imprensa que registram o desaparecimento de aproximadamente 200 mil pessoas a cada ano no Brasil, sendo 40 mil crianças ou adolescentes. “A veiculação dessas fotos e nomes em carteiras de cigarros, geralmente distribuídas em nível nacional, é uma excelente ferramenta para auxiliar na busca de crianças desaparecidas e de foragidos da Justiça”, argumenta.
Tramitação
O projeto tramita apensado ao PL 1858/99, do Senado, que obriga as empresas de rádio e TV a destinarem pelo menos dois minutos diários de sua programação à divulgação de informações sobre menores desaparecidos. A proposta precisa ser analisada pelo Plenário.

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As carteiras de cigarro poderão estampar fotos de pessoas desaparecidas ou foragidas da Justiça caso a Câmara aprove o Projeto de Lei 1193/07, do deputado Sérgio Moraes (PTB-RS). A proposta estabelece que a inserção deve seguir as seguintes regras:- a foto precisa ser colorida, ter dimensão mínima do padrão 3×4 e ser afixada em local diverso ao destinado à informação sobre os males causados pelo fumo;- a embalagem deve incluir o nome completo da pessoa retratada, bem como apelido ou codinome, se houver, de modo a facilitar a procura e a identificação;
- na carteira terá de haver orientação para que, em caso de reconhecimento, seja procurada a autoridade policial mais próxima;- os lotes devem ser renovados em, no mínimo, 15 dias.
Responsabilidade
O projeto determina que a responsabilidade pela seqüência de fotos a serem impressas é dos órgãos incumbidos da centralização e divulgação, em âmbito nacional, dos registros de pessoas procuradas, priorizada a ordem de inclusão das informações em seus cadastros. No caso das pessoas desaparecidas, as crianças deverão ter prioridade.
O deputado cita matérias publicadas na imprensa que registram o desaparecimento de aproximadamente 200 mil pessoas a cada ano no Brasil, sendo 40 mil crianças ou adolescentes. “A veiculação dessas fotos e nomes em carteiras de cigarros, geralmente distribuídas em nível nacional, é uma excelente ferramenta para auxiliar na busca de crianças desaparecidas e de foragidos da Justiça”, argumenta.
Tramitação
O projeto tramita apensado ao PL 1858/99, do Senado, que obriga as empresas de rádio e TV a destinarem pelo menos dois minutos diários de sua programação à divulgação de informações sobre menores desaparecidos. A proposta precisa ser analisada pelo Plenário.

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As carteiras de cigarro poderão estampar fotos de pessoas desaparecidas ou foragidas da Justiça caso a Câmara aprove o Projeto de Lei 1193/07, do deputado Sérgio Moraes (PTB-RS). A proposta estabelece que a inserção deve seguir as seguintes regras:- a foto precisa ser colorida, ter dimensão mínima do padrão 3×4 e ser afixada em local diverso ao destinado à informação sobre os males causados pelo fumo;- a embalagem deve incluir o nome completo da pessoa retratada, bem como apelido ou codinome, se houver, de modo a facilitar a procura e a identificação;
- na carteira terá de haver orientação para que, em caso de reconhecimento, seja procurada a autoridade policial mais próxima;- os lotes devem ser renovados em, no mínimo, 15 dias.
Responsabilidade
O projeto determina que a responsabilidade pela seqüência de fotos a serem impressas é dos órgãos incumbidos da centralização e divulgação, em âmbito nacional, dos registros de pessoas procuradas, priorizada a ordem de inclusão das informações em seus cadastros. No caso das pessoas desaparecidas, as crianças deverão ter prioridade.
O deputado cita matérias publicadas na imprensa que registram o desaparecimento de aproximadamente 200 mil pessoas a cada ano no Brasil, sendo 40 mil crianças ou adolescentes. “A veiculação dessas fotos e nomes em carteiras de cigarros, geralmente distribuídas em nível nacional, é uma excelente ferramenta para auxiliar na busca de crianças desaparecidas e de foragidos da Justiça”, argumenta.
Tramitação
O projeto tramita apensado ao PL 1858/99, do Senado, que obriga as empresas de rádio e TV a destinarem pelo menos dois minutos diários de sua programação à divulgação de informações sobre menores desaparecidos. A proposta precisa ser analisada pelo Plenário.

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Buenos Aires contratou prostitutas para ajudarem a campanha contra a exploração sexual infantil.A BBCBrasil perguntou a seus leitores:

O que você acha da iniciativa argentina? Um projeto semelhante poderia funcionar no Brasil? As ex-prostitutas são as melhores pessoas para convencer os jovens a deixar o trabalho nas ruas?
Miguel Sorbello, coordenador do projeto, diz que a ideia está dando bons resultados, já que as ex-prostitutas "conhecem os códigos (da prostituição e da exploração sexual) melhor do que um assistente social” e podem convencer os jovens de que “aquele caminho não vale a pena”.Segundo ele, mais de cem jovens já foram tirados das ruas com a ajuda das ex-prostitutas, que recebem salários mensais equivalentes a cerca de R$ 1 mil. Ainda de acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Social de Buenos Aires, muitas das mulheres contratadas para o projeto também foram exploradas sexualmente quando eram adolescentes. Algumas delas ainda estavam nas ruas alguns meses atrás, mas decidiram trocar a prostituição pelo trabalho com o governo. A administração de Buenos Aires também pretende contratar travestis para integrar a equipe e já está oferecendo cursos profissionalizantes e tratamento contra a dependência de drogas para os jovens que aceitam deixar a prostituição.O que você acha da iniciativa argentina? Um projeto semelhante poderia funcionar no Brasil? As ex-prostitutas são as melhores pessoas para convencer os jovens a deixar o trabalho nas ruas?

Vejam alguns comentários::

"A pergunta é:
Por que as crianças estão na rua?
A sociedade não assume e depois diz: O que fazer?
A culpa está dentro de casa (pais), na escola, na modernidade da educação onde a permissividade é altíssima. Por que você deixa sua criança de 12 anos ficar, namorar ou transar?
Conforme o Depto. de Polícia de Houston Texas o 3º mandamento p/ criar um(a) delinquente é:
Nunca lhe dê orientação religiosa (Bíblia). Espere chegar aos 12 anos e decida por si mesmo.
Você colhe o que planta; Assuma!"
Celso Freitas Ibitu Brasil

"na minha opinião qualquer método que funcione contra essa monstruosidade e bem vindo, mesmo que pra isso, tenha que contratar pessoas que ja estiveram nesse sub-mundo.
ha muitas situações que isso e utilizado, como no esporte quando um "ex" Jogador se torna técnico,
quando um ex operário se torna presidente do pais.
ha experiência destes "ex" podem ajudar a resolver algum problema
neste caso não e diferente"
William Gassner São Paulo

"Creio não, a idéia é boa, mas o problema social tem que ser combatido no berço, o trabalho deve ser feito antes que as meninas irem pra rua, com EDUCAÇÃO, SEGURANÇA E TRABALHO E PRINCIPALMENTE DIREÇÃO ESPIRITUAL, ao meu ver é nisso que o governo (pra todos) tem trabalhar pra evitar tal problema, mas pode ser interessante analisar os resultados dos argentinos."
Daniel James de Moura Wenceslau Braz - PR

"Não! "EX" já diz tudo,quer dizer que um dia foi e poderá ser novamente! Para tirar os ou as jovens das ruas é não deixar que isso aconteça.A pobreza, fome, miséria que levou o esfacelamento das famílias, ajudados pelos nocivos programas e novelas dos meios de comunicações onde tudo é "moderno" e a onda do tal do "preconceito" e dos tais dos estatutos que criaram e que estão levando nossos jovens ao crime e sem punição, é como uma bola de neve, uma coisa ajuda a outra a piorar e ninguém faz nada."
Ingo da Silva Foz do Iguaçu

"O que é pior, complexo de vira-latas ou prostituição infantil? Ambas tem em comum, mexer com a auto-estima.Nossa. Primeiro caso, é um vazadouro do lixo psicológico que carregamos atávicamente como brasucas. O segundo, sugere as perguntas que o mequetrefe da esquina não faz:"Onde, como , quando e quem ?" Começando pela última, "quem"? nós , e a nossa indiferença somos responsáveis; as outras três, são dedicadas a prática do sociologismo diletante.Não valem o que o gato enterra."
lucifer rio de janeiro

Fonte: BBCBrasil
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Buenos Aires contratou prostitutas para ajudarem a campanha contra a exploração sexual infantil.A BBCBrasil perguntou a seus leitores:

O que você acha da iniciativa argentina? Um projeto semelhante poderia funcionar no Brasil? As ex-prostitutas são as melhores pessoas para convencer os jovens a deixar o trabalho nas ruas?
Miguel Sorbello, coordenador do projeto, diz que a ideia está dando bons resultados, já que as ex-prostitutas "conhecem os códigos (da prostituição e da exploração sexual) melhor do que um assistente social” e podem convencer os jovens de que “aquele caminho não vale a pena”.Segundo ele, mais de cem jovens já foram tirados das ruas com a ajuda das ex-prostitutas, que recebem salários mensais equivalentes a cerca de R$ 1 mil. Ainda de acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Social de Buenos Aires, muitas das mulheres contratadas para o projeto também foram exploradas sexualmente quando eram adolescentes. Algumas delas ainda estavam nas ruas alguns meses atrás, mas decidiram trocar a prostituição pelo trabalho com o governo. A administração de Buenos Aires também pretende contratar travestis para integrar a equipe e já está oferecendo cursos profissionalizantes e tratamento contra a dependência de drogas para os jovens que aceitam deixar a prostituição.O que você acha da iniciativa argentina? Um projeto semelhante poderia funcionar no Brasil? As ex-prostitutas são as melhores pessoas para convencer os jovens a deixar o trabalho nas ruas?

Vejam alguns comentários::

"A pergunta é:
Por que as crianças estão na rua?
A sociedade não assume e depois diz: O que fazer?
A culpa está dentro de casa (pais), na escola, na modernidade da educação onde a permissividade é altíssima. Por que você deixa sua criança de 12 anos ficar, namorar ou transar?
Conforme o Depto. de Polícia de Houston Texas o 3º mandamento p/ criar um(a) delinquente é:
Nunca lhe dê orientação religiosa (Bíblia). Espere chegar aos 12 anos e decida por si mesmo.
Você colhe o que planta; Assuma!"
Celso Freitas Ibitu Brasil

"na minha opinião qualquer método que funcione contra essa monstruosidade e bem vindo, mesmo que pra isso, tenha que contratar pessoas que ja estiveram nesse sub-mundo.
ha muitas situações que isso e utilizado, como no esporte quando um "ex" Jogador se torna técnico,
quando um ex operário se torna presidente do pais.
ha experiência destes "ex" podem ajudar a resolver algum problema
neste caso não e diferente"
William Gassner São Paulo

"Creio não, a idéia é boa, mas o problema social tem que ser combatido no berço, o trabalho deve ser feito antes que as meninas irem pra rua, com EDUCAÇÃO, SEGURANÇA E TRABALHO E PRINCIPALMENTE DIREÇÃO ESPIRITUAL, ao meu ver é nisso que o governo (pra todos) tem trabalhar pra evitar tal problema, mas pode ser interessante analisar os resultados dos argentinos."
Daniel James de Moura Wenceslau Braz - PR

"Não! "EX" já diz tudo,quer dizer que um dia foi e poderá ser novamente! Para tirar os ou as jovens das ruas é não deixar que isso aconteça.A pobreza, fome, miséria que levou o esfacelamento das famílias, ajudados pelos nocivos programas e novelas dos meios de comunicações onde tudo é "moderno" e a onda do tal do "preconceito" e dos tais dos estatutos que criaram e que estão levando nossos jovens ao crime e sem punição, é como uma bola de neve, uma coisa ajuda a outra a piorar e ninguém faz nada."
Ingo da Silva Foz do Iguaçu

"O que é pior, complexo de vira-latas ou prostituição infantil? Ambas tem em comum, mexer com a auto-estima.Nossa. Primeiro caso, é um vazadouro do lixo psicológico que carregamos atávicamente como brasucas. O segundo, sugere as perguntas que o mequetrefe da esquina não faz:"Onde, como , quando e quem ?" Começando pela última, "quem"? nós , e a nossa indiferença somos responsáveis; as outras três, são dedicadas a prática do sociologismo diletante.Não valem o que o gato enterra."
lucifer rio de janeiro

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Buenos Aires contratou prostitutas para ajudarem a campanha contra a exploração sexual infantil.A BBCBrasil perguntou a seus leitores:

O que você acha da iniciativa argentina? Um projeto semelhante poderia funcionar no Brasil? As ex-prostitutas são as melhores pessoas para convencer os jovens a deixar o trabalho nas ruas?
Miguel Sorbello, coordenador do projeto, diz que a ideia está dando bons resultados, já que as ex-prostitutas "conhecem os códigos (da prostituição e da exploração sexual) melhor do que um assistente social” e podem convencer os jovens de que “aquele caminho não vale a pena”.Segundo ele, mais de cem jovens já foram tirados das ruas com a ajuda das ex-prostitutas, que recebem salários mensais equivalentes a cerca de R$ 1 mil. Ainda de acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Social de Buenos Aires, muitas das mulheres contratadas para o projeto também foram exploradas sexualmente quando eram adolescentes. Algumas delas ainda estavam nas ruas alguns meses atrás, mas decidiram trocar a prostituição pelo trabalho com o governo. A administração de Buenos Aires também pretende contratar travestis para integrar a equipe e já está oferecendo cursos profissionalizantes e tratamento contra a dependência de drogas para os jovens que aceitam deixar a prostituição.O que você acha da iniciativa argentina? Um projeto semelhante poderia funcionar no Brasil? As ex-prostitutas são as melhores pessoas para convencer os jovens a deixar o trabalho nas ruas?

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"A pergunta é:
Por que as crianças estão na rua?
A sociedade não assume e depois diz: O que fazer?
A culpa está dentro de casa (pais), na escola, na modernidade da educação onde a permissividade é altíssima. Por que você deixa sua criança de 12 anos ficar, namorar ou transar?
Conforme o Depto. de Polícia de Houston Texas o 3º mandamento p/ criar um(a) delinquente é:
Nunca lhe dê orientação religiosa (Bíblia). Espere chegar aos 12 anos e decida por si mesmo.
Você colhe o que planta; Assuma!"
Celso Freitas Ibitu Brasil

"na minha opinião qualquer método que funcione contra essa monstruosidade e bem vindo, mesmo que pra isso, tenha que contratar pessoas que ja estiveram nesse sub-mundo.
ha muitas situações que isso e utilizado, como no esporte quando um "ex" Jogador se torna técnico,
quando um ex operário se torna presidente do pais.
ha experiência destes "ex" podem ajudar a resolver algum problema
neste caso não e diferente"
William Gassner São Paulo

"Creio não, a idéia é boa, mas o problema social tem que ser combatido no berço, o trabalho deve ser feito antes que as meninas irem pra rua, com EDUCAÇÃO, SEGURANÇA E TRABALHO E PRINCIPALMENTE DIREÇÃO ESPIRITUAL, ao meu ver é nisso que o governo (pra todos) tem trabalhar pra evitar tal problema, mas pode ser interessante analisar os resultados dos argentinos."
Daniel James de Moura Wenceslau Braz - PR

"Não! "EX" já diz tudo,quer dizer que um dia foi e poderá ser novamente! Para tirar os ou as jovens das ruas é não deixar que isso aconteça.A pobreza, fome, miséria que levou o esfacelamento das famílias, ajudados pelos nocivos programas e novelas dos meios de comunicações onde tudo é "moderno" e a onda do tal do "preconceito" e dos tais dos estatutos que criaram e que estão levando nossos jovens ao crime e sem punição, é como uma bola de neve, uma coisa ajuda a outra a piorar e ninguém faz nada."
Ingo da Silva Foz do Iguaçu

"O que é pior, complexo de vira-latas ou prostituição infantil? Ambas tem em comum, mexer com a auto-estima.Nossa. Primeiro caso, é um vazadouro do lixo psicológico que carregamos atávicamente como brasucas. O segundo, sugere as perguntas que o mequetrefe da esquina não faz:"Onde, como , quando e quem ?" Começando pela última, "quem"? nós , e a nossa indiferença somos responsáveis; as outras três, são dedicadas a prática do sociologismo diletante.Não valem o que o gato enterra."
lucifer rio de janeiro

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Buenos Aires contratou prostitutas para ajudarem a campanha contra a exploração sexual infantil.A BBCBrasil perguntou a seus leitores:

O que você acha da iniciativa argentina? Um projeto semelhante poderia funcionar no Brasil? As ex-prostitutas são as melhores pessoas para convencer os jovens a deixar o trabalho nas ruas?
Miguel Sorbello, coordenador do projeto, diz que a ideia está dando bons resultados, já que as ex-prostitutas "conhecem os códigos (da prostituição e da exploração sexual) melhor do que um assistente social” e podem convencer os jovens de que “aquele caminho não vale a pena”.Segundo ele, mais de cem jovens já foram tirados das ruas com a ajuda das ex-prostitutas, que recebem salários mensais equivalentes a cerca de R$ 1 mil. Ainda de acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Social de Buenos Aires, muitas das mulheres contratadas para o projeto também foram exploradas sexualmente quando eram adolescentes. Algumas delas ainda estavam nas ruas alguns meses atrás, mas decidiram trocar a prostituição pelo trabalho com o governo. A administração de Buenos Aires também pretende contratar travestis para integrar a equipe e já está oferecendo cursos profissionalizantes e tratamento contra a dependência de drogas para os jovens que aceitam deixar a prostituição.O que você acha da iniciativa argentina? Um projeto semelhante poderia funcionar no Brasil? As ex-prostitutas são as melhores pessoas para convencer os jovens a deixar o trabalho nas ruas?

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"A pergunta é:
Por que as crianças estão na rua?
A sociedade não assume e depois diz: O que fazer?
A culpa está dentro de casa (pais), na escola, na modernidade da educação onde a permissividade é altíssima. Por que você deixa sua criança de 12 anos ficar, namorar ou transar?
Conforme o Depto. de Polícia de Houston Texas o 3º mandamento p/ criar um(a) delinquente é:
Nunca lhe dê orientação religiosa (Bíblia). Espere chegar aos 12 anos e decida por si mesmo.
Você colhe o que planta; Assuma!"
Celso Freitas Ibitu Brasil

"na minha opinião qualquer método que funcione contra essa monstruosidade e bem vindo, mesmo que pra isso, tenha que contratar pessoas que ja estiveram nesse sub-mundo.
ha muitas situações que isso e utilizado, como no esporte quando um "ex" Jogador se torna técnico,
quando um ex operário se torna presidente do pais.
ha experiência destes "ex" podem ajudar a resolver algum problema
neste caso não e diferente"
William Gassner São Paulo

"Creio não, a idéia é boa, mas o problema social tem que ser combatido no berço, o trabalho deve ser feito antes que as meninas irem pra rua, com EDUCAÇÃO, SEGURANÇA E TRABALHO E PRINCIPALMENTE DIREÇÃO ESPIRITUAL, ao meu ver é nisso que o governo (pra todos) tem trabalhar pra evitar tal problema, mas pode ser interessante analisar os resultados dos argentinos."
Daniel James de Moura Wenceslau Braz - PR

"Não! "EX" já diz tudo,quer dizer que um dia foi e poderá ser novamente! Para tirar os ou as jovens das ruas é não deixar que isso aconteça.A pobreza, fome, miséria que levou o esfacelamento das famílias, ajudados pelos nocivos programas e novelas dos meios de comunicações onde tudo é "moderno" e a onda do tal do "preconceito" e dos tais dos estatutos que criaram e que estão levando nossos jovens ao crime e sem punição, é como uma bola de neve, uma coisa ajuda a outra a piorar e ninguém faz nada."
Ingo da Silva Foz do Iguaçu

"O que é pior, complexo de vira-latas ou prostituição infantil? Ambas tem em comum, mexer com a auto-estima.Nossa. Primeiro caso, é um vazadouro do lixo psicológico que carregamos atávicamente como brasucas. O segundo, sugere as perguntas que o mequetrefe da esquina não faz:"Onde, como , quando e quem ?" Começando pela última, "quem"? nós , e a nossa indiferença somos responsáveis; as outras três, são dedicadas a prática do sociologismo diletante.Não valem o que o gato enterra."
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Na foto, a mãe e a irmã de Carlos Murilo ao lado de Gilmar e Cristiane Yared, pais de Gilmar, ontem, no culto em memória dos meninos mortos no acidente.

“Agora nós não lutamos mais por uma causa apenas nossa. Lutamos por uma causa de uma sociedade que está indignada, uma sociedade que está magoada”, afirmou Cristiane Yared, mãe da vítima Gilmar Yared Filho, ontem, no culto em memória dos meninos mortos no acidente causado pelo deputado Fernando Ribas Carli Filho. Ela anunciou a criação da uma ONG para manter a luta contra os abusos que causam acidentes no trânsito.


Fábio Campana
link do postPor anjoseguerreiros, às 19:14  comentar

Na foto, a mãe e a irmã de Carlos Murilo ao lado de Gilmar e Cristiane Yared, pais de Gilmar, ontem, no culto em memória dos meninos mortos no acidente.

“Agora nós não lutamos mais por uma causa apenas nossa. Lutamos por uma causa de uma sociedade que está indignada, uma sociedade que está magoada”, afirmou Cristiane Yared, mãe da vítima Gilmar Yared Filho, ontem, no culto em memória dos meninos mortos no acidente causado pelo deputado Fernando Ribas Carli Filho. Ela anunciou a criação da uma ONG para manter a luta contra os abusos que causam acidentes no trânsito.


Fábio Campana
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Na foto, a mãe e a irmã de Carlos Murilo ao lado de Gilmar e Cristiane Yared, pais de Gilmar, ontem, no culto em memória dos meninos mortos no acidente.

“Agora nós não lutamos mais por uma causa apenas nossa. Lutamos por uma causa de uma sociedade que está indignada, uma sociedade que está magoada”, afirmou Cristiane Yared, mãe da vítima Gilmar Yared Filho, ontem, no culto em memória dos meninos mortos no acidente causado pelo deputado Fernando Ribas Carli Filho. Ela anunciou a criação da uma ONG para manter a luta contra os abusos que causam acidentes no trânsito.


Fábio Campana
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Na foto, a mãe e a irmã de Carlos Murilo ao lado de Gilmar e Cristiane Yared, pais de Gilmar, ontem, no culto em memória dos meninos mortos no acidente.

“Agora nós não lutamos mais por uma causa apenas nossa. Lutamos por uma causa de uma sociedade que está indignada, uma sociedade que está magoada”, afirmou Cristiane Yared, mãe da vítima Gilmar Yared Filho, ontem, no culto em memória dos meninos mortos no acidente causado pelo deputado Fernando Ribas Carli Filho. Ela anunciou a criação da uma ONG para manter a luta contra os abusos que causam acidentes no trânsito.


Fábio Campana
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Os estudantes do programa Estrada para a Cidadania, da concessionária AutoBan, participaram de uma campanha de ajuda a crianças desaparecidas nesta terça-feira .
Entre as 8h e as 10h, os alunos entregaram panfletos com fotos dos desaparecidos no Posto de Serviço da Rede Graal, localizado no km 56 da Rodovia dos Bandeirantes.

Prevenção
Além da ação, os estudantes davam dicas de prevenção do problema para outras crianças como decorar o endereço de casa e não aceitar caronas de estranhos.
De acordo com a AutoBan, as fotos das crianças desaparecidas estão cadastradas na ONG Mães em Luta.


MapLink Notícias
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Os estudantes do programa Estrada para a Cidadania, da concessionária AutoBan, participaram de uma campanha de ajuda a crianças desaparecidas nesta terça-feira .
Entre as 8h e as 10h, os alunos entregaram panfletos com fotos dos desaparecidos no Posto de Serviço da Rede Graal, localizado no km 56 da Rodovia dos Bandeirantes.

Prevenção
Além da ação, os estudantes davam dicas de prevenção do problema para outras crianças como decorar o endereço de casa e não aceitar caronas de estranhos.
De acordo com a AutoBan, as fotos das crianças desaparecidas estão cadastradas na ONG Mães em Luta.


MapLink Notícias
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Os estudantes do programa Estrada para a Cidadania, da concessionária AutoBan, participaram de uma campanha de ajuda a crianças desaparecidas nesta terça-feira .
Entre as 8h e as 10h, os alunos entregaram panfletos com fotos dos desaparecidos no Posto de Serviço da Rede Graal, localizado no km 56 da Rodovia dos Bandeirantes.

Prevenção
Além da ação, os estudantes davam dicas de prevenção do problema para outras crianças como decorar o endereço de casa e não aceitar caronas de estranhos.
De acordo com a AutoBan, as fotos das crianças desaparecidas estão cadastradas na ONG Mães em Luta.


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Os estudantes do programa Estrada para a Cidadania, da concessionária AutoBan, participaram de uma campanha de ajuda a crianças desaparecidas nesta terça-feira .
Entre as 8h e as 10h, os alunos entregaram panfletos com fotos dos desaparecidos no Posto de Serviço da Rede Graal, localizado no km 56 da Rodovia dos Bandeirantes.

Prevenção
Além da ação, os estudantes davam dicas de prevenção do problema para outras crianças como decorar o endereço de casa e não aceitar caronas de estranhos.
De acordo com a AutoBan, as fotos das crianças desaparecidas estão cadastradas na ONG Mães em Luta.


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RIO - Quase metade dos fumantes brasileiros (48,2%) afirma que as advertências nos maços de cigarros fazem com que fiquem mais propensos a deixar o vício, segundo dados preliminares de pesquisa internacional divulgada nesta quarta-feira pelo Instituto Nacional do Câncer sobre políticas de controle do tabaco.
Em abril, a pesquisa, aplicada pela primeira vez no Brasil, começou a medir o impacto das advertências sanitárias nos maços de cigarros. O levantamento faz parte do international Control Policy Evaluation project (ITC Project) e visa a mensurar de forma contínua o comportamento da população em relação às ações de controle do tabaco.
O estudo, que está sendo realizado em três capitais (Rio, São Paulo e Porto Alegre), mostra que nos últimos 30 dias as imagens e frases
impressas nos maços impediram que 39,1% dos fumantes pegassem um cigarro quando estavam prestes a fumar, enquanto que outros 61,6% dos fumantes afirmaram que as advertências os fizeram pensar - um pouco ou muito - sobre os riscos provocados pelo tabagismo.
De acordo com o estudo, o país vem alcançando bons resultados com as imagens de advertência. "A aversão às imagens não faz o fumante evitar apenas olhar para o maço, mas também pensar sobre os riscos envolvidos", diz a pesquisa. Dos 17 países em que a pesquisa já foi realizada, o Brasil aparece em segundo lugar na questão dos fumantes com intenção de parar de fumar, com 80% dos entrevistados afirmando querer largar o cigarro.
A primeira etapa da pesquisa brasileira será concluída ainda no primeiro semestre. Para o início de 2010, está previsto o início da segunda fase, que vai avaliar o impacto das novas imagens de advertência , que serão veiculadas entre maio e agosto.
Desde 2001, os fabricantes ou importadores de produtos de tabaco no Brasil são obrigados por lei a inserirem advertências sanitárias acompanhadas de fotos que ocupam 100% de uma das maiores faces dos maços de cigarros, acompanhadas do número do Disque Saúde - Pare de Fumar.
O primeiro grupo de advertências sanitárias ficou em vigor entre 2001 e 2004. O segundo grupo, de 2004 a 2008.
No Brasil, a pesquisa está sendo realizada pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA) e pela Universidade de Waterloo, do Canadá, sob a coordenação do professor Geoffrey Fong. O estudo é financiado pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) e conta com o apoio da Aliança de Controle do Tabagismo (ACT) e do Laboratório de Neurobiologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
O levantamento ainda está em andamento no país e os dados apresentados são parciais. Até agora, foram entrevistados 345 moradores do Rio (140 fumantes e 205 não-fumantes), 160 de São Paulo (71 e 89 não-fumantes) e 212 em Porto Alegre (110 fumantes e 102 não-fumantes).

ALGUNS DADOS SOBRE A PESQUISA NO BRASIL
- 91,8% dos fumantes ouvidos disseram que se pudessem voltar atrás, não teriam começado a fumar (61.0% concordaram fortemente + 30.8% concordaram).
- 50% dos fumantes e 28% dos não-fumantes reparam nas imagens de advertência dos maços frequentemente ou muito frequentemente.
- 32,7% dos fumantes leram ou olharam atentamente para as advertências dos rótulos frequentemente ou muito frequentemente.
- 43.8% dos fumantes fizeram esforço para evitar olhar ou pensar sobre as advertências.
O Globo On Line
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RIO - Quase metade dos fumantes brasileiros (48,2%) afirma que as advertências nos maços de cigarros fazem com que fiquem mais propensos a deixar o vício, segundo dados preliminares de pesquisa internacional divulgada nesta quarta-feira pelo Instituto Nacional do Câncer sobre políticas de controle do tabaco.
Em abril, a pesquisa, aplicada pela primeira vez no Brasil, começou a medir o impacto das advertências sanitárias nos maços de cigarros. O levantamento faz parte do international Control Policy Evaluation project (ITC Project) e visa a mensurar de forma contínua o comportamento da população em relação às ações de controle do tabaco.
O estudo, que está sendo realizado em três capitais (Rio, São Paulo e Porto Alegre), mostra que nos últimos 30 dias as imagens e frases
impressas nos maços impediram que 39,1% dos fumantes pegassem um cigarro quando estavam prestes a fumar, enquanto que outros 61,6% dos fumantes afirmaram que as advertências os fizeram pensar - um pouco ou muito - sobre os riscos provocados pelo tabagismo.
De acordo com o estudo, o país vem alcançando bons resultados com as imagens de advertência. "A aversão às imagens não faz o fumante evitar apenas olhar para o maço, mas também pensar sobre os riscos envolvidos", diz a pesquisa. Dos 17 países em que a pesquisa já foi realizada, o Brasil aparece em segundo lugar na questão dos fumantes com intenção de parar de fumar, com 80% dos entrevistados afirmando querer largar o cigarro.
A primeira etapa da pesquisa brasileira será concluída ainda no primeiro semestre. Para o início de 2010, está previsto o início da segunda fase, que vai avaliar o impacto das novas imagens de advertência , que serão veiculadas entre maio e agosto.
Desde 2001, os fabricantes ou importadores de produtos de tabaco no Brasil são obrigados por lei a inserirem advertências sanitárias acompanhadas de fotos que ocupam 100% de uma das maiores faces dos maços de cigarros, acompanhadas do número do Disque Saúde - Pare de Fumar.
O primeiro grupo de advertências sanitárias ficou em vigor entre 2001 e 2004. O segundo grupo, de 2004 a 2008.
No Brasil, a pesquisa está sendo realizada pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA) e pela Universidade de Waterloo, do Canadá, sob a coordenação do professor Geoffrey Fong. O estudo é financiado pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) e conta com o apoio da Aliança de Controle do Tabagismo (ACT) e do Laboratório de Neurobiologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
O levantamento ainda está em andamento no país e os dados apresentados são parciais. Até agora, foram entrevistados 345 moradores do Rio (140 fumantes e 205 não-fumantes), 160 de São Paulo (71 e 89 não-fumantes) e 212 em Porto Alegre (110 fumantes e 102 não-fumantes).

ALGUNS DADOS SOBRE A PESQUISA NO BRASIL
- 91,8% dos fumantes ouvidos disseram que se pudessem voltar atrás, não teriam começado a fumar (61.0% concordaram fortemente + 30.8% concordaram).
- 50% dos fumantes e 28% dos não-fumantes reparam nas imagens de advertência dos maços frequentemente ou muito frequentemente.
- 32,7% dos fumantes leram ou olharam atentamente para as advertências dos rótulos frequentemente ou muito frequentemente.
- 43.8% dos fumantes fizeram esforço para evitar olhar ou pensar sobre as advertências.
O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:53  comentar

RIO - Quase metade dos fumantes brasileiros (48,2%) afirma que as advertências nos maços de cigarros fazem com que fiquem mais propensos a deixar o vício, segundo dados preliminares de pesquisa internacional divulgada nesta quarta-feira pelo Instituto Nacional do Câncer sobre políticas de controle do tabaco.
Em abril, a pesquisa, aplicada pela primeira vez no Brasil, começou a medir o impacto das advertências sanitárias nos maços de cigarros. O levantamento faz parte do international Control Policy Evaluation project (ITC Project) e visa a mensurar de forma contínua o comportamento da população em relação às ações de controle do tabaco.
O estudo, que está sendo realizado em três capitais (Rio, São Paulo e Porto Alegre), mostra que nos últimos 30 dias as imagens e frases
impressas nos maços impediram que 39,1% dos fumantes pegassem um cigarro quando estavam prestes a fumar, enquanto que outros 61,6% dos fumantes afirmaram que as advertências os fizeram pensar - um pouco ou muito - sobre os riscos provocados pelo tabagismo.
De acordo com o estudo, o país vem alcançando bons resultados com as imagens de advertência. "A aversão às imagens não faz o fumante evitar apenas olhar para o maço, mas também pensar sobre os riscos envolvidos", diz a pesquisa. Dos 17 países em que a pesquisa já foi realizada, o Brasil aparece em segundo lugar na questão dos fumantes com intenção de parar de fumar, com 80% dos entrevistados afirmando querer largar o cigarro.
A primeira etapa da pesquisa brasileira será concluída ainda no primeiro semestre. Para o início de 2010, está previsto o início da segunda fase, que vai avaliar o impacto das novas imagens de advertência , que serão veiculadas entre maio e agosto.
Desde 2001, os fabricantes ou importadores de produtos de tabaco no Brasil são obrigados por lei a inserirem advertências sanitárias acompanhadas de fotos que ocupam 100% de uma das maiores faces dos maços de cigarros, acompanhadas do número do Disque Saúde - Pare de Fumar.
O primeiro grupo de advertências sanitárias ficou em vigor entre 2001 e 2004. O segundo grupo, de 2004 a 2008.
No Brasil, a pesquisa está sendo realizada pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA) e pela Universidade de Waterloo, do Canadá, sob a coordenação do professor Geoffrey Fong. O estudo é financiado pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) e conta com o apoio da Aliança de Controle do Tabagismo (ACT) e do Laboratório de Neurobiologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
O levantamento ainda está em andamento no país e os dados apresentados são parciais. Até agora, foram entrevistados 345 moradores do Rio (140 fumantes e 205 não-fumantes), 160 de São Paulo (71 e 89 não-fumantes) e 212 em Porto Alegre (110 fumantes e 102 não-fumantes).

ALGUNS DADOS SOBRE A PESQUISA NO BRASIL
- 91,8% dos fumantes ouvidos disseram que se pudessem voltar atrás, não teriam começado a fumar (61.0% concordaram fortemente + 30.8% concordaram).
- 50% dos fumantes e 28% dos não-fumantes reparam nas imagens de advertência dos maços frequentemente ou muito frequentemente.
- 32,7% dos fumantes leram ou olharam atentamente para as advertências dos rótulos frequentemente ou muito frequentemente.
- 43.8% dos fumantes fizeram esforço para evitar olhar ou pensar sobre as advertências.
O Globo On Line
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RIO - Quase metade dos fumantes brasileiros (48,2%) afirma que as advertências nos maços de cigarros fazem com que fiquem mais propensos a deixar o vício, segundo dados preliminares de pesquisa internacional divulgada nesta quarta-feira pelo Instituto Nacional do Câncer sobre políticas de controle do tabaco.
Em abril, a pesquisa, aplicada pela primeira vez no Brasil, começou a medir o impacto das advertências sanitárias nos maços de cigarros. O levantamento faz parte do international Control Policy Evaluation project (ITC Project) e visa a mensurar de forma contínua o comportamento da população em relação às ações de controle do tabaco.
O estudo, que está sendo realizado em três capitais (Rio, São Paulo e Porto Alegre), mostra que nos últimos 30 dias as imagens e frases
impressas nos maços impediram que 39,1% dos fumantes pegassem um cigarro quando estavam prestes a fumar, enquanto que outros 61,6% dos fumantes afirmaram que as advertências os fizeram pensar - um pouco ou muito - sobre os riscos provocados pelo tabagismo.
De acordo com o estudo, o país vem alcançando bons resultados com as imagens de advertência. "A aversão às imagens não faz o fumante evitar apenas olhar para o maço, mas também pensar sobre os riscos envolvidos", diz a pesquisa. Dos 17 países em que a pesquisa já foi realizada, o Brasil aparece em segundo lugar na questão dos fumantes com intenção de parar de fumar, com 80% dos entrevistados afirmando querer largar o cigarro.
A primeira etapa da pesquisa brasileira será concluída ainda no primeiro semestre. Para o início de 2010, está previsto o início da segunda fase, que vai avaliar o impacto das novas imagens de advertência , que serão veiculadas entre maio e agosto.
Desde 2001, os fabricantes ou importadores de produtos de tabaco no Brasil são obrigados por lei a inserirem advertências sanitárias acompanhadas de fotos que ocupam 100% de uma das maiores faces dos maços de cigarros, acompanhadas do número do Disque Saúde - Pare de Fumar.
O primeiro grupo de advertências sanitárias ficou em vigor entre 2001 e 2004. O segundo grupo, de 2004 a 2008.
No Brasil, a pesquisa está sendo realizada pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA) e pela Universidade de Waterloo, do Canadá, sob a coordenação do professor Geoffrey Fong. O estudo é financiado pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) e conta com o apoio da Aliança de Controle do Tabagismo (ACT) e do Laboratório de Neurobiologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
O levantamento ainda está em andamento no país e os dados apresentados são parciais. Até agora, foram entrevistados 345 moradores do Rio (140 fumantes e 205 não-fumantes), 160 de São Paulo (71 e 89 não-fumantes) e 212 em Porto Alegre (110 fumantes e 102 não-fumantes).

ALGUNS DADOS SOBRE A PESQUISA NO BRASIL
- 91,8% dos fumantes ouvidos disseram que se pudessem voltar atrás, não teriam começado a fumar (61.0% concordaram fortemente + 30.8% concordaram).
- 50% dos fumantes e 28% dos não-fumantes reparam nas imagens de advertência dos maços frequentemente ou muito frequentemente.
- 32,7% dos fumantes leram ou olharam atentamente para as advertências dos rótulos frequentemente ou muito frequentemente.
- 43.8% dos fumantes fizeram esforço para evitar olhar ou pensar sobre as advertências.
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O Ministério Público Estadual propôs Ação Civil Pública contra um casal de Uberlândia, em Minas Gerais, por danos morais causados a uma criança que havia sido adotada. Segundo o promotor de Justiça Epaminondas Costa, a ação é inédita no país. Na ação, o promotor solicita o pagamento imediato de pensão alimentícia à criança para que ela possa arcar com os custos de tratamento psicológico, indenização de cem salários mínimos, além do pagamento de pensão até que ela complete 24 anos.
O promotor conta que o casal – ambos funcionários públicos – conheceram a criança, uma menina de 8 anos, durante trabalho voluntário num abrigo de menores. Durante seis meses, eles visitaram o abrigo semanalmente. A afeição em relação à menina levou o casal à ir à Justiça pedir a guarda e a adoção.

Muitos casais adotam uma criança esperando dela gratidão eterna. A adoção não é um ato de caridade.

No dia 31 de janeiro de 2008, o casal protocolou o pedido de adoção. A guarda provisória foi concedida no dia seguinte, 1º de fevereiro. Segundo o MP, a criança também tinha expressado muita alegria por conviver com o casal.
Epaminondas afirma que durante os oito meses em que a menina ficou sob guarda provisória do casal os três foram avaliados por psicóloga e assistente social. Os relatórios indicavam que tudo estava bem e a criança estava bem adaptada à nova vida.
A audiência de adoção foi realizada no dia 29 de setembro de 2008. Foi nela em que o casal simplesmente “devolveu” a criança.

- Sem mais nem menos, quando foi chamado para a audiência onde a adoção seria concretizada, o casal devolveu a menina ao juiz e disse que não tinha mais interesse em ficar com ela. Foi uma surpresa – diz o promotor.

Costa afirma que tanto a Vara da Infância e Juventude quanto a Promotoria tentaram saber qual era o motivo da devolução, inclusive para oferecer apoio psicológico ao casal, mas os dois se recusaram a dizer a razão.Também a menina não contou nada que possa ser encarado como justificativa para a atitude do casal.
O promotor afirmou que o abandono acarretou problemas para a menina. Além do sofrimento emocional evidente por rer sido rejeitada e voltar ao antigo abrigo, a criança passou a se mostrar perdida e confusa em relação à sua identidade, referindo-se a si própria ora pelo seu nome legal, ora pelo nome dado pelo casal adotivo, a quem passou a se referir como seus pais.
- Sem autorização qualquer da Justiça eles combinaram com ela a troca de nome. Quando ela voltou ao abrigo, passou a se referir a ela própria, a cada hora, com um nome diferente, o que usava antes de morar com o casal e o nome que eles deram a ela – conta.
Segundo Epaminondas, esses problemas podem acarretar “distúrbios carenciais”, fazendo com que a criança fique hostil, agressiva, e descrente de relacionamentos. Além disso, pode apresentar problemas de aprendizagem.

O promotor afirma que a Justiça ficou de mãos atadas.

- Se não aceitasse a devolução, a menina iria conviver num clima de hostilidade. Ela poderia vir a sofrer humilhações ou até violência física. Quanto mais tempo ficasse com eles, pior seria – diz Epaminondas.
Agora, o abrigo onde está a menina procura uma nova família que queira adotá-la. A incógnita da devolução, porém, permanece.
- Muitos casais adotam uma criança esperando dela gratidão eterna. Acham que ela ser eternamente grata e precisa demonstrar isso o tempo todo, nunca fará uma birra, nunca causará uma decepção – afirma o promotor.
Para Epaminondas, é preciso que a adoção seja uma opção consciente, pois uma criança não é um objeto que se pega na Vara da Infância e Juventude e, se não quiser mais, devolve.
- A adoção não é um ato de caridade. Muita gente quer adotar para fazer uma boa ação social, não para ser pai ou mãe. Aí, não dá certo. É preciso querer exercer a paternidade e a maternidade com seus ônus e benefícios – explica.

*Novos casos*
Epaminondas diz que pesquisou e não descobriu outras ações como proposta contra o casal, mas adianta que a devolução de crianças é comum. Segundo ele, os Tribunais precisam se manifestar sobre a devolução de crianças que foram adotadas.
O promotor prepara uma nova ação referente a um adolescente de 15 anos, que conviveu durante vários anos com uma família e foi “devolvido”.- O pai adotivo se referia a ele como ‘negrinho’.
Neste caso, o garoto já tinha idade suficiente para saber qual era o problema no relacionamento com o casal e pode ajudar o MP a decifrar as causas da devolução.


O Globo
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O Ministério Público Estadual propôs Ação Civil Pública contra um casal de Uberlândia, em Minas Gerais, por danos morais causados a uma criança que havia sido adotada. Segundo o promotor de Justiça Epaminondas Costa, a ação é inédita no país. Na ação, o promotor solicita o pagamento imediato de pensão alimentícia à criança para que ela possa arcar com os custos de tratamento psicológico, indenização de cem salários mínimos, além do pagamento de pensão até que ela complete 24 anos.
O promotor conta que o casal – ambos funcionários públicos – conheceram a criança, uma menina de 8 anos, durante trabalho voluntário num abrigo de menores. Durante seis meses, eles visitaram o abrigo semanalmente. A afeição em relação à menina levou o casal à ir à Justiça pedir a guarda e a adoção.

Muitos casais adotam uma criança esperando dela gratidão eterna. A adoção não é um ato de caridade.

No dia 31 de janeiro de 2008, o casal protocolou o pedido de adoção. A guarda provisória foi concedida no dia seguinte, 1º de fevereiro. Segundo o MP, a criança também tinha expressado muita alegria por conviver com o casal.
Epaminondas afirma que durante os oito meses em que a menina ficou sob guarda provisória do casal os três foram avaliados por psicóloga e assistente social. Os relatórios indicavam que tudo estava bem e a criança estava bem adaptada à nova vida.
A audiência de adoção foi realizada no dia 29 de setembro de 2008. Foi nela em que o casal simplesmente “devolveu” a criança.

- Sem mais nem menos, quando foi chamado para a audiência onde a adoção seria concretizada, o casal devolveu a menina ao juiz e disse que não tinha mais interesse em ficar com ela. Foi uma surpresa – diz o promotor.

Costa afirma que tanto a Vara da Infância e Juventude quanto a Promotoria tentaram saber qual era o motivo da devolução, inclusive para oferecer apoio psicológico ao casal, mas os dois se recusaram a dizer a razão.Também a menina não contou nada que possa ser encarado como justificativa para a atitude do casal.
O promotor afirmou que o abandono acarretou problemas para a menina. Além do sofrimento emocional evidente por rer sido rejeitada e voltar ao antigo abrigo, a criança passou a se mostrar perdida e confusa em relação à sua identidade, referindo-se a si própria ora pelo seu nome legal, ora pelo nome dado pelo casal adotivo, a quem passou a se referir como seus pais.
- Sem autorização qualquer da Justiça eles combinaram com ela a troca de nome. Quando ela voltou ao abrigo, passou a se referir a ela própria, a cada hora, com um nome diferente, o que usava antes de morar com o casal e o nome que eles deram a ela – conta.
Segundo Epaminondas, esses problemas podem acarretar “distúrbios carenciais”, fazendo com que a criança fique hostil, agressiva, e descrente de relacionamentos. Além disso, pode apresentar problemas de aprendizagem.

O promotor afirma que a Justiça ficou de mãos atadas.

- Se não aceitasse a devolução, a menina iria conviver num clima de hostilidade. Ela poderia vir a sofrer humilhações ou até violência física. Quanto mais tempo ficasse com eles, pior seria – diz Epaminondas.
Agora, o abrigo onde está a menina procura uma nova família que queira adotá-la. A incógnita da devolução, porém, permanece.
- Muitos casais adotam uma criança esperando dela gratidão eterna. Acham que ela ser eternamente grata e precisa demonstrar isso o tempo todo, nunca fará uma birra, nunca causará uma decepção – afirma o promotor.
Para Epaminondas, é preciso que a adoção seja uma opção consciente, pois uma criança não é um objeto que se pega na Vara da Infância e Juventude e, se não quiser mais, devolve.
- A adoção não é um ato de caridade. Muita gente quer adotar para fazer uma boa ação social, não para ser pai ou mãe. Aí, não dá certo. É preciso querer exercer a paternidade e a maternidade com seus ônus e benefícios – explica.

*Novos casos*
Epaminondas diz que pesquisou e não descobriu outras ações como proposta contra o casal, mas adianta que a devolução de crianças é comum. Segundo ele, os Tribunais precisam se manifestar sobre a devolução de crianças que foram adotadas.
O promotor prepara uma nova ação referente a um adolescente de 15 anos, que conviveu durante vários anos com uma família e foi “devolvido”.- O pai adotivo se referia a ele como ‘negrinho’.
Neste caso, o garoto já tinha idade suficiente para saber qual era o problema no relacionamento com o casal e pode ajudar o MP a decifrar as causas da devolução.


O Globo
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O Ministério Público Estadual propôs Ação Civil Pública contra um casal de Uberlândia, em Minas Gerais, por danos morais causados a uma criança que havia sido adotada. Segundo o promotor de Justiça Epaminondas Costa, a ação é inédita no país. Na ação, o promotor solicita o pagamento imediato de pensão alimentícia à criança para que ela possa arcar com os custos de tratamento psicológico, indenização de cem salários mínimos, além do pagamento de pensão até que ela complete 24 anos.
O promotor conta que o casal – ambos funcionários públicos – conheceram a criança, uma menina de 8 anos, durante trabalho voluntário num abrigo de menores. Durante seis meses, eles visitaram o abrigo semanalmente. A afeição em relação à menina levou o casal à ir à Justiça pedir a guarda e a adoção.

Muitos casais adotam uma criança esperando dela gratidão eterna. A adoção não é um ato de caridade.

No dia 31 de janeiro de 2008, o casal protocolou o pedido de adoção. A guarda provisória foi concedida no dia seguinte, 1º de fevereiro. Segundo o MP, a criança também tinha expressado muita alegria por conviver com o casal.
Epaminondas afirma que durante os oito meses em que a menina ficou sob guarda provisória do casal os três foram avaliados por psicóloga e assistente social. Os relatórios indicavam que tudo estava bem e a criança estava bem adaptada à nova vida.
A audiência de adoção foi realizada no dia 29 de setembro de 2008. Foi nela em que o casal simplesmente “devolveu” a criança.

- Sem mais nem menos, quando foi chamado para a audiência onde a adoção seria concretizada, o casal devolveu a menina ao juiz e disse que não tinha mais interesse em ficar com ela. Foi uma surpresa – diz o promotor.

Costa afirma que tanto a Vara da Infância e Juventude quanto a Promotoria tentaram saber qual era o motivo da devolução, inclusive para oferecer apoio psicológico ao casal, mas os dois se recusaram a dizer a razão.Também a menina não contou nada que possa ser encarado como justificativa para a atitude do casal.
O promotor afirmou que o abandono acarretou problemas para a menina. Além do sofrimento emocional evidente por rer sido rejeitada e voltar ao antigo abrigo, a criança passou a se mostrar perdida e confusa em relação à sua identidade, referindo-se a si própria ora pelo seu nome legal, ora pelo nome dado pelo casal adotivo, a quem passou a se referir como seus pais.
- Sem autorização qualquer da Justiça eles combinaram com ela a troca de nome. Quando ela voltou ao abrigo, passou a se referir a ela própria, a cada hora, com um nome diferente, o que usava antes de morar com o casal e o nome que eles deram a ela – conta.
Segundo Epaminondas, esses problemas podem acarretar “distúrbios carenciais”, fazendo com que a criança fique hostil, agressiva, e descrente de relacionamentos. Além disso, pode apresentar problemas de aprendizagem.

O promotor afirma que a Justiça ficou de mãos atadas.

- Se não aceitasse a devolução, a menina iria conviver num clima de hostilidade. Ela poderia vir a sofrer humilhações ou até violência física. Quanto mais tempo ficasse com eles, pior seria – diz Epaminondas.
Agora, o abrigo onde está a menina procura uma nova família que queira adotá-la. A incógnita da devolução, porém, permanece.
- Muitos casais adotam uma criança esperando dela gratidão eterna. Acham que ela ser eternamente grata e precisa demonstrar isso o tempo todo, nunca fará uma birra, nunca causará uma decepção – afirma o promotor.
Para Epaminondas, é preciso que a adoção seja uma opção consciente, pois uma criança não é um objeto que se pega na Vara da Infância e Juventude e, se não quiser mais, devolve.
- A adoção não é um ato de caridade. Muita gente quer adotar para fazer uma boa ação social, não para ser pai ou mãe. Aí, não dá certo. É preciso querer exercer a paternidade e a maternidade com seus ônus e benefícios – explica.

*Novos casos*
Epaminondas diz que pesquisou e não descobriu outras ações como proposta contra o casal, mas adianta que a devolução de crianças é comum. Segundo ele, os Tribunais precisam se manifestar sobre a devolução de crianças que foram adotadas.
O promotor prepara uma nova ação referente a um adolescente de 15 anos, que conviveu durante vários anos com uma família e foi “devolvido”.- O pai adotivo se referia a ele como ‘negrinho’.
Neste caso, o garoto já tinha idade suficiente para saber qual era o problema no relacionamento com o casal e pode ajudar o MP a decifrar as causas da devolução.


O Globo
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O Ministério Público Estadual propôs Ação Civil Pública contra um casal de Uberlândia, em Minas Gerais, por danos morais causados a uma criança que havia sido adotada. Segundo o promotor de Justiça Epaminondas Costa, a ação é inédita no país. Na ação, o promotor solicita o pagamento imediato de pensão alimentícia à criança para que ela possa arcar com os custos de tratamento psicológico, indenização de cem salários mínimos, além do pagamento de pensão até que ela complete 24 anos.
O promotor conta que o casal – ambos funcionários públicos – conheceram a criança, uma menina de 8 anos, durante trabalho voluntário num abrigo de menores. Durante seis meses, eles visitaram o abrigo semanalmente. A afeição em relação à menina levou o casal à ir à Justiça pedir a guarda e a adoção.

Muitos casais adotam uma criança esperando dela gratidão eterna. A adoção não é um ato de caridade.

No dia 31 de janeiro de 2008, o casal protocolou o pedido de adoção. A guarda provisória foi concedida no dia seguinte, 1º de fevereiro. Segundo o MP, a criança também tinha expressado muita alegria por conviver com o casal.
Epaminondas afirma que durante os oito meses em que a menina ficou sob guarda provisória do casal os três foram avaliados por psicóloga e assistente social. Os relatórios indicavam que tudo estava bem e a criança estava bem adaptada à nova vida.
A audiência de adoção foi realizada no dia 29 de setembro de 2008. Foi nela em que o casal simplesmente “devolveu” a criança.

- Sem mais nem menos, quando foi chamado para a audiência onde a adoção seria concretizada, o casal devolveu a menina ao juiz e disse que não tinha mais interesse em ficar com ela. Foi uma surpresa – diz o promotor.

Costa afirma que tanto a Vara da Infância e Juventude quanto a Promotoria tentaram saber qual era o motivo da devolução, inclusive para oferecer apoio psicológico ao casal, mas os dois se recusaram a dizer a razão.Também a menina não contou nada que possa ser encarado como justificativa para a atitude do casal.
O promotor afirmou que o abandono acarretou problemas para a menina. Além do sofrimento emocional evidente por rer sido rejeitada e voltar ao antigo abrigo, a criança passou a se mostrar perdida e confusa em relação à sua identidade, referindo-se a si própria ora pelo seu nome legal, ora pelo nome dado pelo casal adotivo, a quem passou a se referir como seus pais.
- Sem autorização qualquer da Justiça eles combinaram com ela a troca de nome. Quando ela voltou ao abrigo, passou a se referir a ela própria, a cada hora, com um nome diferente, o que usava antes de morar com o casal e o nome que eles deram a ela – conta.
Segundo Epaminondas, esses problemas podem acarretar “distúrbios carenciais”, fazendo com que a criança fique hostil, agressiva, e descrente de relacionamentos. Além disso, pode apresentar problemas de aprendizagem.

O promotor afirma que a Justiça ficou de mãos atadas.

- Se não aceitasse a devolução, a menina iria conviver num clima de hostilidade. Ela poderia vir a sofrer humilhações ou até violência física. Quanto mais tempo ficasse com eles, pior seria – diz Epaminondas.
Agora, o abrigo onde está a menina procura uma nova família que queira adotá-la. A incógnita da devolução, porém, permanece.
- Muitos casais adotam uma criança esperando dela gratidão eterna. Acham que ela ser eternamente grata e precisa demonstrar isso o tempo todo, nunca fará uma birra, nunca causará uma decepção – afirma o promotor.
Para Epaminondas, é preciso que a adoção seja uma opção consciente, pois uma criança não é um objeto que se pega na Vara da Infância e Juventude e, se não quiser mais, devolve.
- A adoção não é um ato de caridade. Muita gente quer adotar para fazer uma boa ação social, não para ser pai ou mãe. Aí, não dá certo. É preciso querer exercer a paternidade e a maternidade com seus ônus e benefícios – explica.

*Novos casos*
Epaminondas diz que pesquisou e não descobriu outras ações como proposta contra o casal, mas adianta que a devolução de crianças é comum. Segundo ele, os Tribunais precisam se manifestar sobre a devolução de crianças que foram adotadas.
O promotor prepara uma nova ação referente a um adolescente de 15 anos, que conviveu durante vários anos com uma família e foi “devolvido”.- O pai adotivo se referia a ele como ‘negrinho’.
Neste caso, o garoto já tinha idade suficiente para saber qual era o problema no relacionamento com o casal e pode ajudar o MP a decifrar as causas da devolução.


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O Conselho Tutelar da Criança e do Adolescente de Apucarana informou que recebeu mais uma linha telefônica para contato com a comunidade.
De acordo com a conselheira Ana Maria Schimidt, agora, quem não conseguir atendimento pelo 0800-643-6700 poderá utilizar o 9974-3901.
A medida ajudará a descongestionar o atendimento nas outras linhas telefônicas. Trata-se de mais uma opção de contato.


Tribuna do Norte
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A medida ajudará a descongestionar o atendimento nas outras linhas telefônicas. Trata-se de mais uma opção de contato.


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A medida ajudará a descongestionar o atendimento nas outras linhas telefônicas. Trata-se de mais uma opção de contato.


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O Conselho Tutelar da Criança e do Adolescente de Apucarana informou que recebeu mais uma linha telefônica para contato com a comunidade.
De acordo com a conselheira Ana Maria Schimidt, agora, quem não conseguir atendimento pelo 0800-643-6700 poderá utilizar o 9974-3901.
A medida ajudará a descongestionar o atendimento nas outras linhas telefônicas. Trata-se de mais uma opção de contato.


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DELEGADA - Para Luciana Frascino, rapidez na troca de dados é fundamental

Araçatuba - A menina Bruna Cristina da Silva Moço foi vista pela última vez há oito anos, descalça e vestida com uniforme escolar, um short azul e camiseta branca da Emef (Escola Municipal de Educação Infantil) Dirce Spínola, de Birigui. Isso foi no dia 19 de setembro do ano 2000. Ela tinha seis anos quando saiu de casa, por volta das 16h, para comprar ovos a pedido da mãe, e nunca mais foi vista. A garota morava no bairro Toselar e até hoje está na lista das dezenas de milhares de crianças desaparecidas no País.
O Conselho Tutelar de Birigui informou, que ainda mantém a ficha de Bruna em primeiro plano nas ações de trabalho, mas é remota a chance de ela ainda estar na região.
Mas o drama da mãe da Bruna, Leandra Leite da Silva, está longe de terminar. Hoje ela mora em Bauru e espera diariamente que a criança seja encontrada.
A polícia da região enviou, na época, comunicado para as centrais de todo o País, mas não existe no Brasil uma lista oficial que possa ser consultada pela polícia com agilidade. Se Bruna for encontrada em outro Estado, o contato com sua família pode ser prejudicado.
Mas um projeto de lei, que está em tramitação no Congresso Nacional, pode ajudar na localização de Bruna e outras crianças desaparecidas.
O Cadastro Nacional de Crianças e Adolescentes Desaparecidos (Projeto de Lei 1.842 de 2007), apresentado pela deputada Bel Mesquita, do PMDB do Pará, já foi aprovado pelos deputados.
A proposta tem por objetivo facilitar o acesso a informações que permitam a identificação desses desaparecidos, agilizando o trabalho da polícia na busca e localização e evitando que as crianças e adolescentes sejam submetidos a abusos. O cadastro deverá conter características físicas e os dados pessoais dos menores cujo desaparecimento tenha sido registrado.
A delegada titular da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) de Araçatuba, Luciana Pistori Frascino, diz que o cadastro por ajudar muito o trabalho da polícia. 'Se a gente tiver acesso a essa lista, por meio do computador, podemos trocar informações com maior agilidade e as chances de êxito são muito maiores', afirma Luciana.

ÁREA DE BUSCA
Ela explica que, quanto mais rápido forem iniciadas as buscas em uma região geográfica maior, as chances de encontrar um menor raptado, por exemplo, é proporcionalmente superior.A base de dados do cadastro vai ser mantida com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública. A União deverá firmar convênio com estados e com o Distrito Federal para definir a forma de acesso às informações e o processo de atualização dos dados.
A deputada Bel Mesquita defendeu, no texto de justificativa do projeto, que o cadastro, com consulta pública, vai permitir que uma criança desaparecida em um estado seja mais facilmente localizada em outra parte do País. Segundo a autora do projeto, já existem cadastros em diversos estados, mas não há uma integração entre eles.

Para delegada, cuidados precisam ser redobrados
A delegada titular da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) de Araçatuba, Luciana Pistori Frascino, diz que em casos em que a criança não é encontrada na vizinhança ou casa de amigos, a polícia tem de ser acionada imediatamente. Os pais ou responsáveis podem ligar para o 190 ou 197. 'Todo cuidado é pouco quando se trata de uma criança. Não se deve descuidar em nenhum momento', afirma.
Luciana diz que a maioria dos casos de desaparecimento ocorre no portão ou nas proximidades da casa. Ela enfatiza que os crimes são cometidos, geralmente, por pessoas do círculo de convivência da criança, pois quando é registrado um rapto, por exemplo, os pais e vizinhos não ouvem gritos. "Às vezes os pais deixam a criança ter contato com muita gente e até com estranhos em bares, por exemplo. O raptor pode aproveitar para ficar sempre próximo e um dia aproveita a distração dos responsáveis para levar a criança", explica a delegada.
Ela ensina que os pais devem fazer a criança decorar o endereço em que mora e um telefone em que parentes possam ser encontrados, para que possa pedir ajuda caso esteja perdida.
O desaparecimento de Bruna Cristina da Silva Moço, de seis anos, em setembro de 2000, é o único em andamento na região. Os demais, explica a delegada, foram casos em que os menores chegaram até a ir para outros Estados depois de um desentendimento em casa, mas foram encontrados.

ESTATÍSTICA
Segundo a ABDC (Associação Brasileira de Busca e Defesa das Crianças Desaparecidas), cerca de 40 mil crianças e adolescentes desaparecem por ano no Brasil, por motivos variados, que vão de brigas em casa a sequestros. J.O.


Folha da Região
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:04  comentar

DELEGADA - Para Luciana Frascino, rapidez na troca de dados é fundamental

Araçatuba - A menina Bruna Cristina da Silva Moço foi vista pela última vez há oito anos, descalça e vestida com uniforme escolar, um short azul e camiseta branca da Emef (Escola Municipal de Educação Infantil) Dirce Spínola, de Birigui. Isso foi no dia 19 de setembro do ano 2000. Ela tinha seis anos quando saiu de casa, por volta das 16h, para comprar ovos a pedido da mãe, e nunca mais foi vista. A garota morava no bairro Toselar e até hoje está na lista das dezenas de milhares de crianças desaparecidas no País.
O Conselho Tutelar de Birigui informou, que ainda mantém a ficha de Bruna em primeiro plano nas ações de trabalho, mas é remota a chance de ela ainda estar na região.
Mas o drama da mãe da Bruna, Leandra Leite da Silva, está longe de terminar. Hoje ela mora em Bauru e espera diariamente que a criança seja encontrada.
A polícia da região enviou, na época, comunicado para as centrais de todo o País, mas não existe no Brasil uma lista oficial que possa ser consultada pela polícia com agilidade. Se Bruna for encontrada em outro Estado, o contato com sua família pode ser prejudicado.
Mas um projeto de lei, que está em tramitação no Congresso Nacional, pode ajudar na localização de Bruna e outras crianças desaparecidas.
O Cadastro Nacional de Crianças e Adolescentes Desaparecidos (Projeto de Lei 1.842 de 2007), apresentado pela deputada Bel Mesquita, do PMDB do Pará, já foi aprovado pelos deputados.
A proposta tem por objetivo facilitar o acesso a informações que permitam a identificação desses desaparecidos, agilizando o trabalho da polícia na busca e localização e evitando que as crianças e adolescentes sejam submetidos a abusos. O cadastro deverá conter características físicas e os dados pessoais dos menores cujo desaparecimento tenha sido registrado.
A delegada titular da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) de Araçatuba, Luciana Pistori Frascino, diz que o cadastro por ajudar muito o trabalho da polícia. 'Se a gente tiver acesso a essa lista, por meio do computador, podemos trocar informações com maior agilidade e as chances de êxito são muito maiores', afirma Luciana.

ÁREA DE BUSCA
Ela explica que, quanto mais rápido forem iniciadas as buscas em uma região geográfica maior, as chances de encontrar um menor raptado, por exemplo, é proporcionalmente superior.A base de dados do cadastro vai ser mantida com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública. A União deverá firmar convênio com estados e com o Distrito Federal para definir a forma de acesso às informações e o processo de atualização dos dados.
A deputada Bel Mesquita defendeu, no texto de justificativa do projeto, que o cadastro, com consulta pública, vai permitir que uma criança desaparecida em um estado seja mais facilmente localizada em outra parte do País. Segundo a autora do projeto, já existem cadastros em diversos estados, mas não há uma integração entre eles.

Para delegada, cuidados precisam ser redobrados
A delegada titular da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) de Araçatuba, Luciana Pistori Frascino, diz que em casos em que a criança não é encontrada na vizinhança ou casa de amigos, a polícia tem de ser acionada imediatamente. Os pais ou responsáveis podem ligar para o 190 ou 197. 'Todo cuidado é pouco quando se trata de uma criança. Não se deve descuidar em nenhum momento', afirma.
Luciana diz que a maioria dos casos de desaparecimento ocorre no portão ou nas proximidades da casa. Ela enfatiza que os crimes são cometidos, geralmente, por pessoas do círculo de convivência da criança, pois quando é registrado um rapto, por exemplo, os pais e vizinhos não ouvem gritos. "Às vezes os pais deixam a criança ter contato com muita gente e até com estranhos em bares, por exemplo. O raptor pode aproveitar para ficar sempre próximo e um dia aproveita a distração dos responsáveis para levar a criança", explica a delegada.
Ela ensina que os pais devem fazer a criança decorar o endereço em que mora e um telefone em que parentes possam ser encontrados, para que possa pedir ajuda caso esteja perdida.
O desaparecimento de Bruna Cristina da Silva Moço, de seis anos, em setembro de 2000, é o único em andamento na região. Os demais, explica a delegada, foram casos em que os menores chegaram até a ir para outros Estados depois de um desentendimento em casa, mas foram encontrados.

ESTATÍSTICA
Segundo a ABDC (Associação Brasileira de Busca e Defesa das Crianças Desaparecidas), cerca de 40 mil crianças e adolescentes desaparecem por ano no Brasil, por motivos variados, que vão de brigas em casa a sequestros. J.O.


Folha da Região
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DELEGADA - Para Luciana Frascino, rapidez na troca de dados é fundamental

Araçatuba - A menina Bruna Cristina da Silva Moço foi vista pela última vez há oito anos, descalça e vestida com uniforme escolar, um short azul e camiseta branca da Emef (Escola Municipal de Educação Infantil) Dirce Spínola, de Birigui. Isso foi no dia 19 de setembro do ano 2000. Ela tinha seis anos quando saiu de casa, por volta das 16h, para comprar ovos a pedido da mãe, e nunca mais foi vista. A garota morava no bairro Toselar e até hoje está na lista das dezenas de milhares de crianças desaparecidas no País.
O Conselho Tutelar de Birigui informou, que ainda mantém a ficha de Bruna em primeiro plano nas ações de trabalho, mas é remota a chance de ela ainda estar na região.
Mas o drama da mãe da Bruna, Leandra Leite da Silva, está longe de terminar. Hoje ela mora em Bauru e espera diariamente que a criança seja encontrada.
A polícia da região enviou, na época, comunicado para as centrais de todo o País, mas não existe no Brasil uma lista oficial que possa ser consultada pela polícia com agilidade. Se Bruna for encontrada em outro Estado, o contato com sua família pode ser prejudicado.
Mas um projeto de lei, que está em tramitação no Congresso Nacional, pode ajudar na localização de Bruna e outras crianças desaparecidas.
O Cadastro Nacional de Crianças e Adolescentes Desaparecidos (Projeto de Lei 1.842 de 2007), apresentado pela deputada Bel Mesquita, do PMDB do Pará, já foi aprovado pelos deputados.
A proposta tem por objetivo facilitar o acesso a informações que permitam a identificação desses desaparecidos, agilizando o trabalho da polícia na busca e localização e evitando que as crianças e adolescentes sejam submetidos a abusos. O cadastro deverá conter características físicas e os dados pessoais dos menores cujo desaparecimento tenha sido registrado.
A delegada titular da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) de Araçatuba, Luciana Pistori Frascino, diz que o cadastro por ajudar muito o trabalho da polícia. 'Se a gente tiver acesso a essa lista, por meio do computador, podemos trocar informações com maior agilidade e as chances de êxito são muito maiores', afirma Luciana.

ÁREA DE BUSCA
Ela explica que, quanto mais rápido forem iniciadas as buscas em uma região geográfica maior, as chances de encontrar um menor raptado, por exemplo, é proporcionalmente superior.A base de dados do cadastro vai ser mantida com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública. A União deverá firmar convênio com estados e com o Distrito Federal para definir a forma de acesso às informações e o processo de atualização dos dados.
A deputada Bel Mesquita defendeu, no texto de justificativa do projeto, que o cadastro, com consulta pública, vai permitir que uma criança desaparecida em um estado seja mais facilmente localizada em outra parte do País. Segundo a autora do projeto, já existem cadastros em diversos estados, mas não há uma integração entre eles.

Para delegada, cuidados precisam ser redobrados
A delegada titular da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) de Araçatuba, Luciana Pistori Frascino, diz que em casos em que a criança não é encontrada na vizinhança ou casa de amigos, a polícia tem de ser acionada imediatamente. Os pais ou responsáveis podem ligar para o 190 ou 197. 'Todo cuidado é pouco quando se trata de uma criança. Não se deve descuidar em nenhum momento', afirma.
Luciana diz que a maioria dos casos de desaparecimento ocorre no portão ou nas proximidades da casa. Ela enfatiza que os crimes são cometidos, geralmente, por pessoas do círculo de convivência da criança, pois quando é registrado um rapto, por exemplo, os pais e vizinhos não ouvem gritos. "Às vezes os pais deixam a criança ter contato com muita gente e até com estranhos em bares, por exemplo. O raptor pode aproveitar para ficar sempre próximo e um dia aproveita a distração dos responsáveis para levar a criança", explica a delegada.
Ela ensina que os pais devem fazer a criança decorar o endereço em que mora e um telefone em que parentes possam ser encontrados, para que possa pedir ajuda caso esteja perdida.
O desaparecimento de Bruna Cristina da Silva Moço, de seis anos, em setembro de 2000, é o único em andamento na região. Os demais, explica a delegada, foram casos em que os menores chegaram até a ir para outros Estados depois de um desentendimento em casa, mas foram encontrados.

ESTATÍSTICA
Segundo a ABDC (Associação Brasileira de Busca e Defesa das Crianças Desaparecidas), cerca de 40 mil crianças e adolescentes desaparecem por ano no Brasil, por motivos variados, que vão de brigas em casa a sequestros. J.O.


Folha da Região
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DELEGADA - Para Luciana Frascino, rapidez na troca de dados é fundamental

Araçatuba - A menina Bruna Cristina da Silva Moço foi vista pela última vez há oito anos, descalça e vestida com uniforme escolar, um short azul e camiseta branca da Emef (Escola Municipal de Educação Infantil) Dirce Spínola, de Birigui. Isso foi no dia 19 de setembro do ano 2000. Ela tinha seis anos quando saiu de casa, por volta das 16h, para comprar ovos a pedido da mãe, e nunca mais foi vista. A garota morava no bairro Toselar e até hoje está na lista das dezenas de milhares de crianças desaparecidas no País.
O Conselho Tutelar de Birigui informou, que ainda mantém a ficha de Bruna em primeiro plano nas ações de trabalho, mas é remota a chance de ela ainda estar na região.
Mas o drama da mãe da Bruna, Leandra Leite da Silva, está longe de terminar. Hoje ela mora em Bauru e espera diariamente que a criança seja encontrada.
A polícia da região enviou, na época, comunicado para as centrais de todo o País, mas não existe no Brasil uma lista oficial que possa ser consultada pela polícia com agilidade. Se Bruna for encontrada em outro Estado, o contato com sua família pode ser prejudicado.
Mas um projeto de lei, que está em tramitação no Congresso Nacional, pode ajudar na localização de Bruna e outras crianças desaparecidas.
O Cadastro Nacional de Crianças e Adolescentes Desaparecidos (Projeto de Lei 1.842 de 2007), apresentado pela deputada Bel Mesquita, do PMDB do Pará, já foi aprovado pelos deputados.
A proposta tem por objetivo facilitar o acesso a informações que permitam a identificação desses desaparecidos, agilizando o trabalho da polícia na busca e localização e evitando que as crianças e adolescentes sejam submetidos a abusos. O cadastro deverá conter características físicas e os dados pessoais dos menores cujo desaparecimento tenha sido registrado.
A delegada titular da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) de Araçatuba, Luciana Pistori Frascino, diz que o cadastro por ajudar muito o trabalho da polícia. 'Se a gente tiver acesso a essa lista, por meio do computador, podemos trocar informações com maior agilidade e as chances de êxito são muito maiores', afirma Luciana.

ÁREA DE BUSCA
Ela explica que, quanto mais rápido forem iniciadas as buscas em uma região geográfica maior, as chances de encontrar um menor raptado, por exemplo, é proporcionalmente superior.A base de dados do cadastro vai ser mantida com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública. A União deverá firmar convênio com estados e com o Distrito Federal para definir a forma de acesso às informações e o processo de atualização dos dados.
A deputada Bel Mesquita defendeu, no texto de justificativa do projeto, que o cadastro, com consulta pública, vai permitir que uma criança desaparecida em um estado seja mais facilmente localizada em outra parte do País. Segundo a autora do projeto, já existem cadastros em diversos estados, mas não há uma integração entre eles.

Para delegada, cuidados precisam ser redobrados
A delegada titular da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) de Araçatuba, Luciana Pistori Frascino, diz que em casos em que a criança não é encontrada na vizinhança ou casa de amigos, a polícia tem de ser acionada imediatamente. Os pais ou responsáveis podem ligar para o 190 ou 197. 'Todo cuidado é pouco quando se trata de uma criança. Não se deve descuidar em nenhum momento', afirma.
Luciana diz que a maioria dos casos de desaparecimento ocorre no portão ou nas proximidades da casa. Ela enfatiza que os crimes são cometidos, geralmente, por pessoas do círculo de convivência da criança, pois quando é registrado um rapto, por exemplo, os pais e vizinhos não ouvem gritos. "Às vezes os pais deixam a criança ter contato com muita gente e até com estranhos em bares, por exemplo. O raptor pode aproveitar para ficar sempre próximo e um dia aproveita a distração dos responsáveis para levar a criança", explica a delegada.
Ela ensina que os pais devem fazer a criança decorar o endereço em que mora e um telefone em que parentes possam ser encontrados, para que possa pedir ajuda caso esteja perdida.
O desaparecimento de Bruna Cristina da Silva Moço, de seis anos, em setembro de 2000, é o único em andamento na região. Os demais, explica a delegada, foram casos em que os menores chegaram até a ir para outros Estados depois de um desentendimento em casa, mas foram encontrados.

ESTATÍSTICA
Segundo a ABDC (Associação Brasileira de Busca e Defesa das Crianças Desaparecidas), cerca de 40 mil crianças e adolescentes desaparecem por ano no Brasil, por motivos variados, que vão de brigas em casa a sequestros. J.O.


Folha da Região
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Parceria da Secretaria Especial dos Direitos Humanos e da CAIXA prevê distribuição de 6,8 milhões de panfletos com fotos de crianças desaparecidas

A Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH), o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA) e a Caixa Econômica Federal lançam, nesta segunda-feira (28), a segunda edição da campanha “Esta saudade pode ter fim”, que visa localizar crianças desaparecidas. O evento será realizado no espaço cultural da CAIXA em São Paulo, na Praça da Sé, 111, às 11 horas e contará com a participação do ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, Paulo Vannuchi e da presidente da CAIXA, Maria Fernanda Ramos Coelho.
A campanha integra um conjunto de ações que vêm sendo desenvolvidas pela parceria SEDH/CONANDA/CAIXA desde 2004, com a distribuição de 6,8 milhões de folhetos com fotos de crianças e adolescentes desaparecidos, de diversos estados do país e a continuidade da inserção das fotos em extrações mensais da Loteria Federal, que teve início em 2006. Os recursos utilizados são doados pela CAIXA ao Fundo Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (FNCA) para aplicação em ações que promovam e preservem o direito à convivência familiar e comunitária, estabelecido no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Desde 2004, a CAIXA já doou R$ 2,1 milhões ao Fundo.
Para a presidente da CAIXA, Maria Fernanda Ramos Coelho, essa parceria busca cumprir o papel social da empresa. “Esse convênio está alinhado à política de responsabilidade social do banco. Como agente operador das politicas públicas do governo federal, a CAIXA prioriza ações e campanhas que buscam amenizar os problemas sociais da população brasileira”.
Os recursos doados pela CAIXA têm contribuído para o aprimoramento dos serviços de identificação e localização em todo o país, por meio do aparelhamento de 16 delegacias estaduais de proteção a crianças e adolescentes com kits de informática, de eventos de capacitação de profissionais para atuar na localização de desaparecidos e da realização do I Encontro da Rede Nacional de Identificação e Localização de Crianças Desaparecidas (ReDESAP), em 2005, que reuniu órgãos públicos e entidades parceiras de todo o país.
Embora não existam dados consolidados, estima-se que no Brasil cerca de 40 mil crianças e adolescentes desapareçam por ano, sendo que 25% dos casos são registrados apenas no estado de São Paulo. Ainda que a grande maioria desses casos seja solucionada nas primeiras 48 horas, existe um percentual significativo, entre 10 e 15% de crianças e adolescentes que permanecem desaparecidos por longos períodos de tempo.

Campanha – O material será distribuído, primeiramente, para as 29 agências da Superintendência Regional Sé e, nos próximos meses, a campanha poderá ser vista nas demais agências da CAIXA, revendedores lotéricos e parceiros da ReDESAP de todo o país.
O material produzido divulga os telefones de órgãos responsáveis de todos os estados, como as delegacias integradas da ReDESAP, o site http://www.desaparecidos.mj.gov.br/ e o Disque-Denúncia Nacional de Abuso e Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes (Disque 100), que também recebe informações e denúncias sobre o paradeiro de crianças e adolescentes desaparecidos.
Na primeira edição, em dezembro de 2004, foram utilizados casos de desaparecimentos mais antigos, de até 30 anos, cuja localização é mais difícil. Foi utilizado, inclusive, técnicas de “envelhecimento digital” das vítimas para gerar imagens mais aproximadas de sua aparência atual.
Nesta segunda etapa, foram selecionados casos de desaparecimento mais recentes, cujas possibilidades de localização são maiores. O número de folhetos impressos é seis vezes maior, para que mais pessoas tenham acesso ao material. A opção pela confecção de folders deve-se à sua portabilidade, uma vez que as pessoas podem levá-los para casa, mostrá-los para a família e amigos e ajudar na divulgação das fotos de crianças e adolescentes desaparecidos.
“A divulgação de fotos das crianças e adolescentes desaparecidos em larga escala, com garantia de uma boa abrangência territorial e a informação sobre a quem recorrer, comprovadamente são os meios mais eficientes para a localização destas pessoas, por isso o investimento na campanha”, afirma a coordenadora da ReDESAP na Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Mariza Tardelli de Azevedo.
Hoje, há 1085 casos de desaparecimentos registrados do cadastro da Rede Nacional, sendo que 74% correspondem a vítimas com 12 a 18 anos, 15% a desaparecidos na faixa etária de 7 a 11 anos e 11% a crianças entre 0 e 6 anos.

Caminhos de volta - Na ocasião, o projeto Caminho de Volta: Busca de Crianças Desaparecidas no Estado de São Paulo, fruto de uma parceria entre o Centro de Ciências Forenses da Faculdade de Medicina da USP e a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, lança o livro “Caminho de Volta: Tecnologia na busca de crianças e adolescentes desaparecidos”. A publicação demonstra a utilidade da tecnologia na busca de crianças e adolescentes desaparecidos no estado de São Paulo.
O projeto possui um Banco de DNA gratuito, que ajuda a Polícia Civil na localização e identificação de crianças e adolescentes desaparecidos. O projeto também oferece suporte psicológico às famílias e às crianças, durante o processo de busca e reintegração familiar, e capacita profissionais envolvidos no sistema de garantia dos direitos das crianças e adolescentes.
Levantamento realizado pelo Projeto aponta que a maioria dos desaparecimentos (73%) é provocada por fugas de casa. Outro dado importante é a alta reincidência de fugas: 52% fugiram pela primeira vez e 48% por mais de uma vez. Os motivos dessas fugas, segundo os familiares entrevistados, são maus-tratos (51%), alcoolismo (36%), violência doméstica (29%), drogas (25%), negligência (22%), abuso sexual/incesto (11%).

ReDESAP - A Rede Nacional para Identificação e Localização de Crianças Desaparecidas tem como objetivos constituir um cadastro nacional de casos, criar e articular serviços especializados de atendimento ao público e coordenar um esforço coletivo e de âmbito nacional para busca e localização dos desaparecidos. A idéia é congregar todas as organizações que trabalham com o tema das crianças desaparecidas no Brasil para potencializar a solução dos casos. “Muitas vezes, as vítimas fogem ou são levadas de seus estados de origem e, por isso, é fundamental que todas as unidades federativas estejam integradas”, explica Mariza Tardelli. Atualmente, a ReDESAP integra 43 organizações e cobre todo o território nacional.

Secretaria Especial dos Direitos Humanos
Tel.: (61) 3429.3498/ 9805

Assessoria de Imprensa da Caixa Econômica Federal
Tel: (61) 3206-8022/8775
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Parceria da Secretaria Especial dos Direitos Humanos e da CAIXA prevê distribuição de 6,8 milhões de panfletos com fotos de crianças desaparecidas

A Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH), o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA) e a Caixa Econômica Federal lançam, nesta segunda-feira (28), a segunda edição da campanha “Esta saudade pode ter fim”, que visa localizar crianças desaparecidas. O evento será realizado no espaço cultural da CAIXA em São Paulo, na Praça da Sé, 111, às 11 horas e contará com a participação do ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, Paulo Vannuchi e da presidente da CAIXA, Maria Fernanda Ramos Coelho.
A campanha integra um conjunto de ações que vêm sendo desenvolvidas pela parceria SEDH/CONANDA/CAIXA desde 2004, com a distribuição de 6,8 milhões de folhetos com fotos de crianças e adolescentes desaparecidos, de diversos estados do país e a continuidade da inserção das fotos em extrações mensais da Loteria Federal, que teve início em 2006. Os recursos utilizados são doados pela CAIXA ao Fundo Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (FNCA) para aplicação em ações que promovam e preservem o direito à convivência familiar e comunitária, estabelecido no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Desde 2004, a CAIXA já doou R$ 2,1 milhões ao Fundo.
Para a presidente da CAIXA, Maria Fernanda Ramos Coelho, essa parceria busca cumprir o papel social da empresa. “Esse convênio está alinhado à política de responsabilidade social do banco. Como agente operador das politicas públicas do governo federal, a CAIXA prioriza ações e campanhas que buscam amenizar os problemas sociais da população brasileira”.
Os recursos doados pela CAIXA têm contribuído para o aprimoramento dos serviços de identificação e localização em todo o país, por meio do aparelhamento de 16 delegacias estaduais de proteção a crianças e adolescentes com kits de informática, de eventos de capacitação de profissionais para atuar na localização de desaparecidos e da realização do I Encontro da Rede Nacional de Identificação e Localização de Crianças Desaparecidas (ReDESAP), em 2005, que reuniu órgãos públicos e entidades parceiras de todo o país.
Embora não existam dados consolidados, estima-se que no Brasil cerca de 40 mil crianças e adolescentes desapareçam por ano, sendo que 25% dos casos são registrados apenas no estado de São Paulo. Ainda que a grande maioria desses casos seja solucionada nas primeiras 48 horas, existe um percentual significativo, entre 10 e 15% de crianças e adolescentes que permanecem desaparecidos por longos períodos de tempo.

Campanha – O material será distribuído, primeiramente, para as 29 agências da Superintendência Regional Sé e, nos próximos meses, a campanha poderá ser vista nas demais agências da CAIXA, revendedores lotéricos e parceiros da ReDESAP de todo o país.
O material produzido divulga os telefones de órgãos responsáveis de todos os estados, como as delegacias integradas da ReDESAP, o site http://www.desaparecidos.mj.gov.br/ e o Disque-Denúncia Nacional de Abuso e Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes (Disque 100), que também recebe informações e denúncias sobre o paradeiro de crianças e adolescentes desaparecidos.
Na primeira edição, em dezembro de 2004, foram utilizados casos de desaparecimentos mais antigos, de até 30 anos, cuja localização é mais difícil. Foi utilizado, inclusive, técnicas de “envelhecimento digital” das vítimas para gerar imagens mais aproximadas de sua aparência atual.
Nesta segunda etapa, foram selecionados casos de desaparecimento mais recentes, cujas possibilidades de localização são maiores. O número de folhetos impressos é seis vezes maior, para que mais pessoas tenham acesso ao material. A opção pela confecção de folders deve-se à sua portabilidade, uma vez que as pessoas podem levá-los para casa, mostrá-los para a família e amigos e ajudar na divulgação das fotos de crianças e adolescentes desaparecidos.
“A divulgação de fotos das crianças e adolescentes desaparecidos em larga escala, com garantia de uma boa abrangência territorial e a informação sobre a quem recorrer, comprovadamente são os meios mais eficientes para a localização destas pessoas, por isso o investimento na campanha”, afirma a coordenadora da ReDESAP na Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Mariza Tardelli de Azevedo.
Hoje, há 1085 casos de desaparecimentos registrados do cadastro da Rede Nacional, sendo que 74% correspondem a vítimas com 12 a 18 anos, 15% a desaparecidos na faixa etária de 7 a 11 anos e 11% a crianças entre 0 e 6 anos.

Caminhos de volta - Na ocasião, o projeto Caminho de Volta: Busca de Crianças Desaparecidas no Estado de São Paulo, fruto de uma parceria entre o Centro de Ciências Forenses da Faculdade de Medicina da USP e a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, lança o livro “Caminho de Volta: Tecnologia na busca de crianças e adolescentes desaparecidos”. A publicação demonstra a utilidade da tecnologia na busca de crianças e adolescentes desaparecidos no estado de São Paulo.
O projeto possui um Banco de DNA gratuito, que ajuda a Polícia Civil na localização e identificação de crianças e adolescentes desaparecidos. O projeto também oferece suporte psicológico às famílias e às crianças, durante o processo de busca e reintegração familiar, e capacita profissionais envolvidos no sistema de garantia dos direitos das crianças e adolescentes.
Levantamento realizado pelo Projeto aponta que a maioria dos desaparecimentos (73%) é provocada por fugas de casa. Outro dado importante é a alta reincidência de fugas: 52% fugiram pela primeira vez e 48% por mais de uma vez. Os motivos dessas fugas, segundo os familiares entrevistados, são maus-tratos (51%), alcoolismo (36%), violência doméstica (29%), drogas (25%), negligência (22%), abuso sexual/incesto (11%).

ReDESAP - A Rede Nacional para Identificação e Localização de Crianças Desaparecidas tem como objetivos constituir um cadastro nacional de casos, criar e articular serviços especializados de atendimento ao público e coordenar um esforço coletivo e de âmbito nacional para busca e localização dos desaparecidos. A idéia é congregar todas as organizações que trabalham com o tema das crianças desaparecidas no Brasil para potencializar a solução dos casos. “Muitas vezes, as vítimas fogem ou são levadas de seus estados de origem e, por isso, é fundamental que todas as unidades federativas estejam integradas”, explica Mariza Tardelli. Atualmente, a ReDESAP integra 43 organizações e cobre todo o território nacional.

Secretaria Especial dos Direitos Humanos
Tel.: (61) 3429.3498/ 9805

Assessoria de Imprensa da Caixa Econômica Federal
Tel: (61) 3206-8022/8775
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Parceria da Secretaria Especial dos Direitos Humanos e da CAIXA prevê distribuição de 6,8 milhões de panfletos com fotos de crianças desaparecidas

A Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH), o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA) e a Caixa Econômica Federal lançam, nesta segunda-feira (28), a segunda edição da campanha “Esta saudade pode ter fim”, que visa localizar crianças desaparecidas. O evento será realizado no espaço cultural da CAIXA em São Paulo, na Praça da Sé, 111, às 11 horas e contará com a participação do ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, Paulo Vannuchi e da presidente da CAIXA, Maria Fernanda Ramos Coelho.
A campanha integra um conjunto de ações que vêm sendo desenvolvidas pela parceria SEDH/CONANDA/CAIXA desde 2004, com a distribuição de 6,8 milhões de folhetos com fotos de crianças e adolescentes desaparecidos, de diversos estados do país e a continuidade da inserção das fotos em extrações mensais da Loteria Federal, que teve início em 2006. Os recursos utilizados são doados pela CAIXA ao Fundo Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (FNCA) para aplicação em ações que promovam e preservem o direito à convivência familiar e comunitária, estabelecido no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Desde 2004, a CAIXA já doou R$ 2,1 milhões ao Fundo.
Para a presidente da CAIXA, Maria Fernanda Ramos Coelho, essa parceria busca cumprir o papel social da empresa. “Esse convênio está alinhado à política de responsabilidade social do banco. Como agente operador das politicas públicas do governo federal, a CAIXA prioriza ações e campanhas que buscam amenizar os problemas sociais da população brasileira”.
Os recursos doados pela CAIXA têm contribuído para o aprimoramento dos serviços de identificação e localização em todo o país, por meio do aparelhamento de 16 delegacias estaduais de proteção a crianças e adolescentes com kits de informática, de eventos de capacitação de profissionais para atuar na localização de desaparecidos e da realização do I Encontro da Rede Nacional de Identificação e Localização de Crianças Desaparecidas (ReDESAP), em 2005, que reuniu órgãos públicos e entidades parceiras de todo o país.
Embora não existam dados consolidados, estima-se que no Brasil cerca de 40 mil crianças e adolescentes desapareçam por ano, sendo que 25% dos casos são registrados apenas no estado de São Paulo. Ainda que a grande maioria desses casos seja solucionada nas primeiras 48 horas, existe um percentual significativo, entre 10 e 15% de crianças e adolescentes que permanecem desaparecidos por longos períodos de tempo.

Campanha – O material será distribuído, primeiramente, para as 29 agências da Superintendência Regional Sé e, nos próximos meses, a campanha poderá ser vista nas demais agências da CAIXA, revendedores lotéricos e parceiros da ReDESAP de todo o país.
O material produzido divulga os telefones de órgãos responsáveis de todos os estados, como as delegacias integradas da ReDESAP, o site http://www.desaparecidos.mj.gov.br/ e o Disque-Denúncia Nacional de Abuso e Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes (Disque 100), que também recebe informações e denúncias sobre o paradeiro de crianças e adolescentes desaparecidos.
Na primeira edição, em dezembro de 2004, foram utilizados casos de desaparecimentos mais antigos, de até 30 anos, cuja localização é mais difícil. Foi utilizado, inclusive, técnicas de “envelhecimento digital” das vítimas para gerar imagens mais aproximadas de sua aparência atual.
Nesta segunda etapa, foram selecionados casos de desaparecimento mais recentes, cujas possibilidades de localização são maiores. O número de folhetos impressos é seis vezes maior, para que mais pessoas tenham acesso ao material. A opção pela confecção de folders deve-se à sua portabilidade, uma vez que as pessoas podem levá-los para casa, mostrá-los para a família e amigos e ajudar na divulgação das fotos de crianças e adolescentes desaparecidos.
“A divulgação de fotos das crianças e adolescentes desaparecidos em larga escala, com garantia de uma boa abrangência territorial e a informação sobre a quem recorrer, comprovadamente são os meios mais eficientes para a localização destas pessoas, por isso o investimento na campanha”, afirma a coordenadora da ReDESAP na Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Mariza Tardelli de Azevedo.
Hoje, há 1085 casos de desaparecimentos registrados do cadastro da Rede Nacional, sendo que 74% correspondem a vítimas com 12 a 18 anos, 15% a desaparecidos na faixa etária de 7 a 11 anos e 11% a crianças entre 0 e 6 anos.

Caminhos de volta - Na ocasião, o projeto Caminho de Volta: Busca de Crianças Desaparecidas no Estado de São Paulo, fruto de uma parceria entre o Centro de Ciências Forenses da Faculdade de Medicina da USP e a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, lança o livro “Caminho de Volta: Tecnologia na busca de crianças e adolescentes desaparecidos”. A publicação demonstra a utilidade da tecnologia na busca de crianças e adolescentes desaparecidos no estado de São Paulo.
O projeto possui um Banco de DNA gratuito, que ajuda a Polícia Civil na localização e identificação de crianças e adolescentes desaparecidos. O projeto também oferece suporte psicológico às famílias e às crianças, durante o processo de busca e reintegração familiar, e capacita profissionais envolvidos no sistema de garantia dos direitos das crianças e adolescentes.
Levantamento realizado pelo Projeto aponta que a maioria dos desaparecimentos (73%) é provocada por fugas de casa. Outro dado importante é a alta reincidência de fugas: 52% fugiram pela primeira vez e 48% por mais de uma vez. Os motivos dessas fugas, segundo os familiares entrevistados, são maus-tratos (51%), alcoolismo (36%), violência doméstica (29%), drogas (25%), negligência (22%), abuso sexual/incesto (11%).

ReDESAP - A Rede Nacional para Identificação e Localização de Crianças Desaparecidas tem como objetivos constituir um cadastro nacional de casos, criar e articular serviços especializados de atendimento ao público e coordenar um esforço coletivo e de âmbito nacional para busca e localização dos desaparecidos. A idéia é congregar todas as organizações que trabalham com o tema das crianças desaparecidas no Brasil para potencializar a solução dos casos. “Muitas vezes, as vítimas fogem ou são levadas de seus estados de origem e, por isso, é fundamental que todas as unidades federativas estejam integradas”, explica Mariza Tardelli. Atualmente, a ReDESAP integra 43 organizações e cobre todo o território nacional.

Secretaria Especial dos Direitos Humanos
Tel.: (61) 3429.3498/ 9805

Assessoria de Imprensa da Caixa Econômica Federal
Tel: (61) 3206-8022/8775
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Parceria da Secretaria Especial dos Direitos Humanos e da CAIXA prevê distribuição de 6,8 milhões de panfletos com fotos de crianças desaparecidas

A Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH), o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA) e a Caixa Econômica Federal lançam, nesta segunda-feira (28), a segunda edição da campanha “Esta saudade pode ter fim”, que visa localizar crianças desaparecidas. O evento será realizado no espaço cultural da CAIXA em São Paulo, na Praça da Sé, 111, às 11 horas e contará com a participação do ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, Paulo Vannuchi e da presidente da CAIXA, Maria Fernanda Ramos Coelho.
A campanha integra um conjunto de ações que vêm sendo desenvolvidas pela parceria SEDH/CONANDA/CAIXA desde 2004, com a distribuição de 6,8 milhões de folhetos com fotos de crianças e adolescentes desaparecidos, de diversos estados do país e a continuidade da inserção das fotos em extrações mensais da Loteria Federal, que teve início em 2006. Os recursos utilizados são doados pela CAIXA ao Fundo Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (FNCA) para aplicação em ações que promovam e preservem o direito à convivência familiar e comunitária, estabelecido no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Desde 2004, a CAIXA já doou R$ 2,1 milhões ao Fundo.
Para a presidente da CAIXA, Maria Fernanda Ramos Coelho, essa parceria busca cumprir o papel social da empresa. “Esse convênio está alinhado à política de responsabilidade social do banco. Como agente operador das politicas públicas do governo federal, a CAIXA prioriza ações e campanhas que buscam amenizar os problemas sociais da população brasileira”.
Os recursos doados pela CAIXA têm contribuído para o aprimoramento dos serviços de identificação e localização em todo o país, por meio do aparelhamento de 16 delegacias estaduais de proteção a crianças e adolescentes com kits de informática, de eventos de capacitação de profissionais para atuar na localização de desaparecidos e da realização do I Encontro da Rede Nacional de Identificação e Localização de Crianças Desaparecidas (ReDESAP), em 2005, que reuniu órgãos públicos e entidades parceiras de todo o país.
Embora não existam dados consolidados, estima-se que no Brasil cerca de 40 mil crianças e adolescentes desapareçam por ano, sendo que 25% dos casos são registrados apenas no estado de São Paulo. Ainda que a grande maioria desses casos seja solucionada nas primeiras 48 horas, existe um percentual significativo, entre 10 e 15% de crianças e adolescentes que permanecem desaparecidos por longos períodos de tempo.

Campanha – O material será distribuído, primeiramente, para as 29 agências da Superintendência Regional Sé e, nos próximos meses, a campanha poderá ser vista nas demais agências da CAIXA, revendedores lotéricos e parceiros da ReDESAP de todo o país.
O material produzido divulga os telefones de órgãos responsáveis de todos os estados, como as delegacias integradas da ReDESAP, o site http://www.desaparecidos.mj.gov.br/ e o Disque-Denúncia Nacional de Abuso e Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes (Disque 100), que também recebe informações e denúncias sobre o paradeiro de crianças e adolescentes desaparecidos.
Na primeira edição, em dezembro de 2004, foram utilizados casos de desaparecimentos mais antigos, de até 30 anos, cuja localização é mais difícil. Foi utilizado, inclusive, técnicas de “envelhecimento digital” das vítimas para gerar imagens mais aproximadas de sua aparência atual.
Nesta segunda etapa, foram selecionados casos de desaparecimento mais recentes, cujas possibilidades de localização são maiores. O número de folhetos impressos é seis vezes maior, para que mais pessoas tenham acesso ao material. A opção pela confecção de folders deve-se à sua portabilidade, uma vez que as pessoas podem levá-los para casa, mostrá-los para a família e amigos e ajudar na divulgação das fotos de crianças e adolescentes desaparecidos.
“A divulgação de fotos das crianças e adolescentes desaparecidos em larga escala, com garantia de uma boa abrangência territorial e a informação sobre a quem recorrer, comprovadamente são os meios mais eficientes para a localização destas pessoas, por isso o investimento na campanha”, afirma a coordenadora da ReDESAP na Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Mariza Tardelli de Azevedo.
Hoje, há 1085 casos de desaparecimentos registrados do cadastro da Rede Nacional, sendo que 74% correspondem a vítimas com 12 a 18 anos, 15% a desaparecidos na faixa etária de 7 a 11 anos e 11% a crianças entre 0 e 6 anos.

Caminhos de volta - Na ocasião, o projeto Caminho de Volta: Busca de Crianças Desaparecidas no Estado de São Paulo, fruto de uma parceria entre o Centro de Ciências Forenses da Faculdade de Medicina da USP e a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, lança o livro “Caminho de Volta: Tecnologia na busca de crianças e adolescentes desaparecidos”. A publicação demonstra a utilidade da tecnologia na busca de crianças e adolescentes desaparecidos no estado de São Paulo.
O projeto possui um Banco de DNA gratuito, que ajuda a Polícia Civil na localização e identificação de crianças e adolescentes desaparecidos. O projeto também oferece suporte psicológico às famílias e às crianças, durante o processo de busca e reintegração familiar, e capacita profissionais envolvidos no sistema de garantia dos direitos das crianças e adolescentes.
Levantamento realizado pelo Projeto aponta que a maioria dos desaparecimentos (73%) é provocada por fugas de casa. Outro dado importante é a alta reincidência de fugas: 52% fugiram pela primeira vez e 48% por mais de uma vez. Os motivos dessas fugas, segundo os familiares entrevistados, são maus-tratos (51%), alcoolismo (36%), violência doméstica (29%), drogas (25%), negligência (22%), abuso sexual/incesto (11%).

ReDESAP - A Rede Nacional para Identificação e Localização de Crianças Desaparecidas tem como objetivos constituir um cadastro nacional de casos, criar e articular serviços especializados de atendimento ao público e coordenar um esforço coletivo e de âmbito nacional para busca e localização dos desaparecidos. A idéia é congregar todas as organizações que trabalham com o tema das crianças desaparecidas no Brasil para potencializar a solução dos casos. “Muitas vezes, as vítimas fogem ou são levadas de seus estados de origem e, por isso, é fundamental que todas as unidades federativas estejam integradas”, explica Mariza Tardelli. Atualmente, a ReDESAP integra 43 organizações e cobre todo o território nacional.

Secretaria Especial dos Direitos Humanos
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Brasileiros que moram na capital da Coreia do Sul, Seul, acreditam que não há clima de prenúncio de guerra nas ruas do país.

"Eu não sinto preocupação. O povo não parece preocupado", disse à BBC Brasil Flávio Lenz, que é estudante de pós-graduação e mora no país há mais de três anos.
"Eu não vejo nenhum movimento tenso", contou Marta Gonçalvez, doutoranda em desenvolvimento urbano na Universidade da Coreia.
"Até agora está tudo tranquilo, na verdade o alarme é mais fora do país, dentro do país está tudo OK", afirmou Joelma Batista Kim, dona de restaurante que reside em Seul há onze anos.
De acordo com os entrevistados, não há indícios de que a Coreia do Sul esteja se preparando para um embate com o vizinho do norte.
Nos bairros onde os brasileiros moram e trabalham não houve treinamento de evacuação de emergência no caso de um ataque atômico.
Alem disso, os brasileiros não viram pessoas estocando alimentos e água, como é comum quando as famílias se preparam pra guerra.

Ameaça
A ameaça de guerra foi feita nesta quarta-feira pela Coreia do Norte.
O vizinho do norte disse que já não reconhece mais o armistício que suspendeu os confrontos na península em 1953.
A ameaça é uma resposta à decisão sul-coreana de participar de uma iniciativa de não proliferação de armas nucleares, biológicas e químicas liderada pelos Estados Unidos.
A ação aliada inclui a possibilidade de vistorias e apreensões em navios que estejam traficando armas à Coreia do Norte.
A Coreia do Sul decidiu participar do programa americano depois de a Coreia do Norte explodir uma bomba nuclear em um teste subterrâneo realizado na segunda-feira.
"A gente se acostuma a ver a ansiedade das pessoas nas ruas, pois há anos vemos essa tensão", resumiu Soleiman Diaz, professor brasileiro de Relações Internacionais que vive em Seul.


BBC Brasil
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Brasileiros que moram na capital da Coreia do Sul, Seul, acreditam que não há clima de prenúncio de guerra nas ruas do país.

"Eu não sinto preocupação. O povo não parece preocupado", disse à BBC Brasil Flávio Lenz, que é estudante de pós-graduação e mora no país há mais de três anos.
"Eu não vejo nenhum movimento tenso", contou Marta Gonçalvez, doutoranda em desenvolvimento urbano na Universidade da Coreia.
"Até agora está tudo tranquilo, na verdade o alarme é mais fora do país, dentro do país está tudo OK", afirmou Joelma Batista Kim, dona de restaurante que reside em Seul há onze anos.
De acordo com os entrevistados, não há indícios de que a Coreia do Sul esteja se preparando para um embate com o vizinho do norte.
Nos bairros onde os brasileiros moram e trabalham não houve treinamento de evacuação de emergência no caso de um ataque atômico.
Alem disso, os brasileiros não viram pessoas estocando alimentos e água, como é comum quando as famílias se preparam pra guerra.

Ameaça
A ameaça de guerra foi feita nesta quarta-feira pela Coreia do Norte.
O vizinho do norte disse que já não reconhece mais o armistício que suspendeu os confrontos na península em 1953.
A ameaça é uma resposta à decisão sul-coreana de participar de uma iniciativa de não proliferação de armas nucleares, biológicas e químicas liderada pelos Estados Unidos.
A ação aliada inclui a possibilidade de vistorias e apreensões em navios que estejam traficando armas à Coreia do Norte.
A Coreia do Sul decidiu participar do programa americano depois de a Coreia do Norte explodir uma bomba nuclear em um teste subterrâneo realizado na segunda-feira.
"A gente se acostuma a ver a ansiedade das pessoas nas ruas, pois há anos vemos essa tensão", resumiu Soleiman Diaz, professor brasileiro de Relações Internacionais que vive em Seul.


BBC Brasil
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Brasileiros que moram na capital da Coreia do Sul, Seul, acreditam que não há clima de prenúncio de guerra nas ruas do país.

"Eu não sinto preocupação. O povo não parece preocupado", disse à BBC Brasil Flávio Lenz, que é estudante de pós-graduação e mora no país há mais de três anos.
"Eu não vejo nenhum movimento tenso", contou Marta Gonçalvez, doutoranda em desenvolvimento urbano na Universidade da Coreia.
"Até agora está tudo tranquilo, na verdade o alarme é mais fora do país, dentro do país está tudo OK", afirmou Joelma Batista Kim, dona de restaurante que reside em Seul há onze anos.
De acordo com os entrevistados, não há indícios de que a Coreia do Sul esteja se preparando para um embate com o vizinho do norte.
Nos bairros onde os brasileiros moram e trabalham não houve treinamento de evacuação de emergência no caso de um ataque atômico.
Alem disso, os brasileiros não viram pessoas estocando alimentos e água, como é comum quando as famílias se preparam pra guerra.

Ameaça
A ameaça de guerra foi feita nesta quarta-feira pela Coreia do Norte.
O vizinho do norte disse que já não reconhece mais o armistício que suspendeu os confrontos na península em 1953.
A ameaça é uma resposta à decisão sul-coreana de participar de uma iniciativa de não proliferação de armas nucleares, biológicas e químicas liderada pelos Estados Unidos.
A ação aliada inclui a possibilidade de vistorias e apreensões em navios que estejam traficando armas à Coreia do Norte.
A Coreia do Sul decidiu participar do programa americano depois de a Coreia do Norte explodir uma bomba nuclear em um teste subterrâneo realizado na segunda-feira.
"A gente se acostuma a ver a ansiedade das pessoas nas ruas, pois há anos vemos essa tensão", resumiu Soleiman Diaz, professor brasileiro de Relações Internacionais que vive em Seul.


BBC Brasil
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Brasileiros que moram na capital da Coreia do Sul, Seul, acreditam que não há clima de prenúncio de guerra nas ruas do país.

"Eu não sinto preocupação. O povo não parece preocupado", disse à BBC Brasil Flávio Lenz, que é estudante de pós-graduação e mora no país há mais de três anos.
"Eu não vejo nenhum movimento tenso", contou Marta Gonçalvez, doutoranda em desenvolvimento urbano na Universidade da Coreia.
"Até agora está tudo tranquilo, na verdade o alarme é mais fora do país, dentro do país está tudo OK", afirmou Joelma Batista Kim, dona de restaurante que reside em Seul há onze anos.
De acordo com os entrevistados, não há indícios de que a Coreia do Sul esteja se preparando para um embate com o vizinho do norte.
Nos bairros onde os brasileiros moram e trabalham não houve treinamento de evacuação de emergência no caso de um ataque atômico.
Alem disso, os brasileiros não viram pessoas estocando alimentos e água, como é comum quando as famílias se preparam pra guerra.

Ameaça
A ameaça de guerra foi feita nesta quarta-feira pela Coreia do Norte.
O vizinho do norte disse que já não reconhece mais o armistício que suspendeu os confrontos na península em 1953.
A ameaça é uma resposta à decisão sul-coreana de participar de uma iniciativa de não proliferação de armas nucleares, biológicas e químicas liderada pelos Estados Unidos.
A ação aliada inclui a possibilidade de vistorias e apreensões em navios que estejam traficando armas à Coreia do Norte.
A Coreia do Sul decidiu participar do programa americano depois de a Coreia do Norte explodir uma bomba nuclear em um teste subterrâneo realizado na segunda-feira.
"A gente se acostuma a ver a ansiedade das pessoas nas ruas, pois há anos vemos essa tensão", resumiu Soleiman Diaz, professor brasileiro de Relações Internacionais que vive em Seul.


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SÃO PAULO - Dois alunos do primeiro ano do curso de Medicina Veterinária da Universidade Presidente Antônio Carlos (Unipac) em Juiz de Fora, Minas Gerais, são acusados de chutar um filhote de gambá e maltratar o animal até a morte dentro do campus da universidade no último dia 19. A universidade criou uma comissão para investigar a agressão. Segundo o coordenador do curso de Medicina Veterinária, Carlos Henrique Reis de Araújo Silva, caso seja constatada culpa, os estudantes podem ser expulsos da universidade.
- Esse fato chegou ao meu conhecimento um dia depois do ocorrido. Imediatamente mandei instaurar uma comissão de inquérito. Os alunos estavam fora do horário de aula, mas dentro da instituição. Os envolvidos estão sendo ouvidos e os trabalhos devem ser finalizados até a próxima semana - diz o coordenador.
A denúncia foi recebida pela ONG Animal & Natureza, que registrou a ocorrência na Polícia Ambiental. Segundo a ONG, os alunos Aldo Faria e Hellan Pimentel Alves de Oliveira teriam deixado o laboratório de anatomia da universidade para, dentro do campus, dar chutes no animal. Após chutar o filhote várias vezes para o alto, os dois ainda teriam apedrejado o gambá até a morte.
O diretor técnico da ONG, Paulo Rodrigues de Medeiros, diz que o animal estava em seu habitat natural, já que o campus está localizado em uma zona afastada da cidade, em meio a uma grande área verde. Os gambás, principalmente os filhotes, explicou, são animais de movimentos lentos e de pouca agilidade, exceto para trepar em árvores, utilizando a cauda.
O coordenador do curso de Veterinária afirmou que foram feitas buscas ao animal dentro do campus, mas o corpo não foi encontrado.
- Ontem mesmo estivemos no campus com a Polícia Ambiental, que deve instaurar inquérito e ouvir testemunhas - diz Medeiros.
Segundo ele, os dois rapazes podem responder com base na lei 9605/98, de crimes ambientais.

SÓ POR ESSE CRIME????


O Globo On Line
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SÃO PAULO - Dois alunos do primeiro ano do curso de Medicina Veterinária da Universidade Presidente Antônio Carlos (Unipac) em Juiz de Fora, Minas Gerais, são acusados de chutar um filhote de gambá e maltratar o animal até a morte dentro do campus da universidade no último dia 19. A universidade criou uma comissão para investigar a agressão. Segundo o coordenador do curso de Medicina Veterinária, Carlos Henrique Reis de Araújo Silva, caso seja constatada culpa, os estudantes podem ser expulsos da universidade.
- Esse fato chegou ao meu conhecimento um dia depois do ocorrido. Imediatamente mandei instaurar uma comissão de inquérito. Os alunos estavam fora do horário de aula, mas dentro da instituição. Os envolvidos estão sendo ouvidos e os trabalhos devem ser finalizados até a próxima semana - diz o coordenador.
A denúncia foi recebida pela ONG Animal & Natureza, que registrou a ocorrência na Polícia Ambiental. Segundo a ONG, os alunos Aldo Faria e Hellan Pimentel Alves de Oliveira teriam deixado o laboratório de anatomia da universidade para, dentro do campus, dar chutes no animal. Após chutar o filhote várias vezes para o alto, os dois ainda teriam apedrejado o gambá até a morte.
O diretor técnico da ONG, Paulo Rodrigues de Medeiros, diz que o animal estava em seu habitat natural, já que o campus está localizado em uma zona afastada da cidade, em meio a uma grande área verde. Os gambás, principalmente os filhotes, explicou, são animais de movimentos lentos e de pouca agilidade, exceto para trepar em árvores, utilizando a cauda.
O coordenador do curso de Veterinária afirmou que foram feitas buscas ao animal dentro do campus, mas o corpo não foi encontrado.
- Ontem mesmo estivemos no campus com a Polícia Ambiental, que deve instaurar inquérito e ouvir testemunhas - diz Medeiros.
Segundo ele, os dois rapazes podem responder com base na lei 9605/98, de crimes ambientais.

SÓ POR ESSE CRIME????


O Globo On Line
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SÃO PAULO - Dois alunos do primeiro ano do curso de Medicina Veterinária da Universidade Presidente Antônio Carlos (Unipac) em Juiz de Fora, Minas Gerais, são acusados de chutar um filhote de gambá e maltratar o animal até a morte dentro do campus da universidade no último dia 19. A universidade criou uma comissão para investigar a agressão. Segundo o coordenador do curso de Medicina Veterinária, Carlos Henrique Reis de Araújo Silva, caso seja constatada culpa, os estudantes podem ser expulsos da universidade.
- Esse fato chegou ao meu conhecimento um dia depois do ocorrido. Imediatamente mandei instaurar uma comissão de inquérito. Os alunos estavam fora do horário de aula, mas dentro da instituição. Os envolvidos estão sendo ouvidos e os trabalhos devem ser finalizados até a próxima semana - diz o coordenador.
A denúncia foi recebida pela ONG Animal & Natureza, que registrou a ocorrência na Polícia Ambiental. Segundo a ONG, os alunos Aldo Faria e Hellan Pimentel Alves de Oliveira teriam deixado o laboratório de anatomia da universidade para, dentro do campus, dar chutes no animal. Após chutar o filhote várias vezes para o alto, os dois ainda teriam apedrejado o gambá até a morte.
O diretor técnico da ONG, Paulo Rodrigues de Medeiros, diz que o animal estava em seu habitat natural, já que o campus está localizado em uma zona afastada da cidade, em meio a uma grande área verde. Os gambás, principalmente os filhotes, explicou, são animais de movimentos lentos e de pouca agilidade, exceto para trepar em árvores, utilizando a cauda.
O coordenador do curso de Veterinária afirmou que foram feitas buscas ao animal dentro do campus, mas o corpo não foi encontrado.
- Ontem mesmo estivemos no campus com a Polícia Ambiental, que deve instaurar inquérito e ouvir testemunhas - diz Medeiros.
Segundo ele, os dois rapazes podem responder com base na lei 9605/98, de crimes ambientais.

SÓ POR ESSE CRIME????


O Globo On Line
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SÃO PAULO - Dois alunos do primeiro ano do curso de Medicina Veterinária da Universidade Presidente Antônio Carlos (Unipac) em Juiz de Fora, Minas Gerais, são acusados de chutar um filhote de gambá e maltratar o animal até a morte dentro do campus da universidade no último dia 19. A universidade criou uma comissão para investigar a agressão. Segundo o coordenador do curso de Medicina Veterinária, Carlos Henrique Reis de Araújo Silva, caso seja constatada culpa, os estudantes podem ser expulsos da universidade.
- Esse fato chegou ao meu conhecimento um dia depois do ocorrido. Imediatamente mandei instaurar uma comissão de inquérito. Os alunos estavam fora do horário de aula, mas dentro da instituição. Os envolvidos estão sendo ouvidos e os trabalhos devem ser finalizados até a próxima semana - diz o coordenador.
A denúncia foi recebida pela ONG Animal & Natureza, que registrou a ocorrência na Polícia Ambiental. Segundo a ONG, os alunos Aldo Faria e Hellan Pimentel Alves de Oliveira teriam deixado o laboratório de anatomia da universidade para, dentro do campus, dar chutes no animal. Após chutar o filhote várias vezes para o alto, os dois ainda teriam apedrejado o gambá até a morte.
O diretor técnico da ONG, Paulo Rodrigues de Medeiros, diz que o animal estava em seu habitat natural, já que o campus está localizado em uma zona afastada da cidade, em meio a uma grande área verde. Os gambás, principalmente os filhotes, explicou, são animais de movimentos lentos e de pouca agilidade, exceto para trepar em árvores, utilizando a cauda.
O coordenador do curso de Veterinária afirmou que foram feitas buscas ao animal dentro do campus, mas o corpo não foi encontrado.
- Ontem mesmo estivemos no campus com a Polícia Ambiental, que deve instaurar inquérito e ouvir testemunhas - diz Medeiros.
Segundo ele, os dois rapazes podem responder com base na lei 9605/98, de crimes ambientais.

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A deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) realizou roteiro nas cidades de Dois Irmãos e Nova Hartz nesta sexta-feira (22) e São Francisco de Paula no sábado (23). Na primeira cidade, realizou palestra para dezenas de pessoas ligadas aos movimentos da infância no Vale dos Sinos sobre exploração sexual de crianças e adolescentes. Em Nova Hartz, visitou uma escola infantil, a sede da APAE e reuniu-se com apoiadores. Já em São Francisco, Maria do Rosário participou de inauguração de uma creche.
Um panorama sobre o quadro da exploração sexual infantil no Brasil. Foi este o tema da palestra que a deputada proferiu a militantes sociais, conselheiros tutelares, vereadores e ativistas dos direitos humanos na I Mobilização Regional de enfrentamento à violência e à exploração sexual de crianças e adolescentes dos vales dos Sinos e Paranhana.
Durante cerca de 45 minutos, Maria do Rosário destacou o trabalho nacional realizado desde a criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito em 2003 até os dias atuais. Ela ressaltou o aumento do número de denúncias como fator positivo e pediu ajuda dos presentes para pressionar o Senado Federal a aprovar os projetos oriundos da comissão. “Não podemos perder a capacidade de nos indignarmos com esse crime brutal que destroi vidas e famílias. Mas para enfrentarmos de fato a impunidade, é fundamental o Senado aprovar esses projetos”, afirmou.
A visita a Nova Hartz iniciou pela Escola Municipal Infantil Mundo Encantado, inaugurada em maio de 2008, com recursos provenientes de emenda da deputada. “É muito gratificante vermos uma escola dessas funcionando, atendendo tantas crianças. Esse é o verdadeiro sentido das emendas parlamentares”, destacou.
Em seguida, realizou uma visita à sede da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), onde foi recebida pela presidente, Carmem Reinheimer, e pela diretora, Jane Bonadiman. Maria do Rosário foi homenageada pelos alunos da entidade. Por fim, recebeu um pedido de ajuda para buscar recursos para ampliação e reforma da APAE, além do transporte para os alunos. Os pedidos foram intermediados pelo vereador Cléo (PT), que acompanhou os compromissos em Nova Hartz e organizou uma reunião com apoiadores no final do dia. “É muito positivo ver a forma que o vereador Cléo trabalha integrado com a comunidade. Saímos daqui muito felizes por ver que o nosso trabalho dá frutos. Mas vamos também com mais responsabilidade de continuar trabalhando”, destacou. O secretário municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Arlen Arnulfo Tasso, também acompanhou a deputada na visita à APAE. O vereador Cláudio Silva (PT), de Parobé, acompanhou Maria do Rosário em Nova Hartz e Dois Irmãos.
No sábado (23), Maria do Rosário acompanhou o prefeito Décio Colla na inauguração da escola municipal Nossa Senhora do Rosário, em São Francisco de Paula, também construída com recursos provenientes de emenda parlamentar da deputada. “O trabalho realizado aqui em São Francisco está muito sintonizado com aquilo que o presidente Lula realiza no Brasil: promover a inclusão social de todos e todas. Tenho muito orgulho de participar deste projeto”, disse. Os secretários da educação, Márcia de Carvalho, do Trabalho, Habitação e Assistência Social, Marquinho, e o vereador Thiago (PT) acompanharam a agenda.


Maria do Rosário - Notícias
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A deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) realizou roteiro nas cidades de Dois Irmãos e Nova Hartz nesta sexta-feira (22) e São Francisco de Paula no sábado (23). Na primeira cidade, realizou palestra para dezenas de pessoas ligadas aos movimentos da infância no Vale dos Sinos sobre exploração sexual de crianças e adolescentes. Em Nova Hartz, visitou uma escola infantil, a sede da APAE e reuniu-se com apoiadores. Já em São Francisco, Maria do Rosário participou de inauguração de uma creche.
Um panorama sobre o quadro da exploração sexual infantil no Brasil. Foi este o tema da palestra que a deputada proferiu a militantes sociais, conselheiros tutelares, vereadores e ativistas dos direitos humanos na I Mobilização Regional de enfrentamento à violência e à exploração sexual de crianças e adolescentes dos vales dos Sinos e Paranhana.
Durante cerca de 45 minutos, Maria do Rosário destacou o trabalho nacional realizado desde a criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito em 2003 até os dias atuais. Ela ressaltou o aumento do número de denúncias como fator positivo e pediu ajuda dos presentes para pressionar o Senado Federal a aprovar os projetos oriundos da comissão. “Não podemos perder a capacidade de nos indignarmos com esse crime brutal que destroi vidas e famílias. Mas para enfrentarmos de fato a impunidade, é fundamental o Senado aprovar esses projetos”, afirmou.
A visita a Nova Hartz iniciou pela Escola Municipal Infantil Mundo Encantado, inaugurada em maio de 2008, com recursos provenientes de emenda da deputada. “É muito gratificante vermos uma escola dessas funcionando, atendendo tantas crianças. Esse é o verdadeiro sentido das emendas parlamentares”, destacou.
Em seguida, realizou uma visita à sede da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), onde foi recebida pela presidente, Carmem Reinheimer, e pela diretora, Jane Bonadiman. Maria do Rosário foi homenageada pelos alunos da entidade. Por fim, recebeu um pedido de ajuda para buscar recursos para ampliação e reforma da APAE, além do transporte para os alunos. Os pedidos foram intermediados pelo vereador Cléo (PT), que acompanhou os compromissos em Nova Hartz e organizou uma reunião com apoiadores no final do dia. “É muito positivo ver a forma que o vereador Cléo trabalha integrado com a comunidade. Saímos daqui muito felizes por ver que o nosso trabalho dá frutos. Mas vamos também com mais responsabilidade de continuar trabalhando”, destacou. O secretário municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Arlen Arnulfo Tasso, também acompanhou a deputada na visita à APAE. O vereador Cláudio Silva (PT), de Parobé, acompanhou Maria do Rosário em Nova Hartz e Dois Irmãos.
No sábado (23), Maria do Rosário acompanhou o prefeito Décio Colla na inauguração da escola municipal Nossa Senhora do Rosário, em São Francisco de Paula, também construída com recursos provenientes de emenda parlamentar da deputada. “O trabalho realizado aqui em São Francisco está muito sintonizado com aquilo que o presidente Lula realiza no Brasil: promover a inclusão social de todos e todas. Tenho muito orgulho de participar deste projeto”, disse. Os secretários da educação, Márcia de Carvalho, do Trabalho, Habitação e Assistência Social, Marquinho, e o vereador Thiago (PT) acompanharam a agenda.


Maria do Rosário - Notícias
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A deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) realizou roteiro nas cidades de Dois Irmãos e Nova Hartz nesta sexta-feira (22) e São Francisco de Paula no sábado (23). Na primeira cidade, realizou palestra para dezenas de pessoas ligadas aos movimentos da infância no Vale dos Sinos sobre exploração sexual de crianças e adolescentes. Em Nova Hartz, visitou uma escola infantil, a sede da APAE e reuniu-se com apoiadores. Já em São Francisco, Maria do Rosário participou de inauguração de uma creche.
Um panorama sobre o quadro da exploração sexual infantil no Brasil. Foi este o tema da palestra que a deputada proferiu a militantes sociais, conselheiros tutelares, vereadores e ativistas dos direitos humanos na I Mobilização Regional de enfrentamento à violência e à exploração sexual de crianças e adolescentes dos vales dos Sinos e Paranhana.
Durante cerca de 45 minutos, Maria do Rosário destacou o trabalho nacional realizado desde a criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito em 2003 até os dias atuais. Ela ressaltou o aumento do número de denúncias como fator positivo e pediu ajuda dos presentes para pressionar o Senado Federal a aprovar os projetos oriundos da comissão. “Não podemos perder a capacidade de nos indignarmos com esse crime brutal que destroi vidas e famílias. Mas para enfrentarmos de fato a impunidade, é fundamental o Senado aprovar esses projetos”, afirmou.
A visita a Nova Hartz iniciou pela Escola Municipal Infantil Mundo Encantado, inaugurada em maio de 2008, com recursos provenientes de emenda da deputada. “É muito gratificante vermos uma escola dessas funcionando, atendendo tantas crianças. Esse é o verdadeiro sentido das emendas parlamentares”, destacou.
Em seguida, realizou uma visita à sede da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), onde foi recebida pela presidente, Carmem Reinheimer, e pela diretora, Jane Bonadiman. Maria do Rosário foi homenageada pelos alunos da entidade. Por fim, recebeu um pedido de ajuda para buscar recursos para ampliação e reforma da APAE, além do transporte para os alunos. Os pedidos foram intermediados pelo vereador Cléo (PT), que acompanhou os compromissos em Nova Hartz e organizou uma reunião com apoiadores no final do dia. “É muito positivo ver a forma que o vereador Cléo trabalha integrado com a comunidade. Saímos daqui muito felizes por ver que o nosso trabalho dá frutos. Mas vamos também com mais responsabilidade de continuar trabalhando”, destacou. O secretário municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Arlen Arnulfo Tasso, também acompanhou a deputada na visita à APAE. O vereador Cláudio Silva (PT), de Parobé, acompanhou Maria do Rosário em Nova Hartz e Dois Irmãos.
No sábado (23), Maria do Rosário acompanhou o prefeito Décio Colla na inauguração da escola municipal Nossa Senhora do Rosário, em São Francisco de Paula, também construída com recursos provenientes de emenda parlamentar da deputada. “O trabalho realizado aqui em São Francisco está muito sintonizado com aquilo que o presidente Lula realiza no Brasil: promover a inclusão social de todos e todas. Tenho muito orgulho de participar deste projeto”, disse. Os secretários da educação, Márcia de Carvalho, do Trabalho, Habitação e Assistência Social, Marquinho, e o vereador Thiago (PT) acompanharam a agenda.


Maria do Rosário - Notícias
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A deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) realizou roteiro nas cidades de Dois Irmãos e Nova Hartz nesta sexta-feira (22) e São Francisco de Paula no sábado (23). Na primeira cidade, realizou palestra para dezenas de pessoas ligadas aos movimentos da infância no Vale dos Sinos sobre exploração sexual de crianças e adolescentes. Em Nova Hartz, visitou uma escola infantil, a sede da APAE e reuniu-se com apoiadores. Já em São Francisco, Maria do Rosário participou de inauguração de uma creche.
Um panorama sobre o quadro da exploração sexual infantil no Brasil. Foi este o tema da palestra que a deputada proferiu a militantes sociais, conselheiros tutelares, vereadores e ativistas dos direitos humanos na I Mobilização Regional de enfrentamento à violência e à exploração sexual de crianças e adolescentes dos vales dos Sinos e Paranhana.
Durante cerca de 45 minutos, Maria do Rosário destacou o trabalho nacional realizado desde a criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito em 2003 até os dias atuais. Ela ressaltou o aumento do número de denúncias como fator positivo e pediu ajuda dos presentes para pressionar o Senado Federal a aprovar os projetos oriundos da comissão. “Não podemos perder a capacidade de nos indignarmos com esse crime brutal que destroi vidas e famílias. Mas para enfrentarmos de fato a impunidade, é fundamental o Senado aprovar esses projetos”, afirmou.
A visita a Nova Hartz iniciou pela Escola Municipal Infantil Mundo Encantado, inaugurada em maio de 2008, com recursos provenientes de emenda da deputada. “É muito gratificante vermos uma escola dessas funcionando, atendendo tantas crianças. Esse é o verdadeiro sentido das emendas parlamentares”, destacou.
Em seguida, realizou uma visita à sede da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), onde foi recebida pela presidente, Carmem Reinheimer, e pela diretora, Jane Bonadiman. Maria do Rosário foi homenageada pelos alunos da entidade. Por fim, recebeu um pedido de ajuda para buscar recursos para ampliação e reforma da APAE, além do transporte para os alunos. Os pedidos foram intermediados pelo vereador Cléo (PT), que acompanhou os compromissos em Nova Hartz e organizou uma reunião com apoiadores no final do dia. “É muito positivo ver a forma que o vereador Cléo trabalha integrado com a comunidade. Saímos daqui muito felizes por ver que o nosso trabalho dá frutos. Mas vamos também com mais responsabilidade de continuar trabalhando”, destacou. O secretário municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Arlen Arnulfo Tasso, também acompanhou a deputada na visita à APAE. O vereador Cláudio Silva (PT), de Parobé, acompanhou Maria do Rosário em Nova Hartz e Dois Irmãos.
No sábado (23), Maria do Rosário acompanhou o prefeito Décio Colla na inauguração da escola municipal Nossa Senhora do Rosário, em São Francisco de Paula, também construída com recursos provenientes de emenda parlamentar da deputada. “O trabalho realizado aqui em São Francisco está muito sintonizado com aquilo que o presidente Lula realiza no Brasil: promover a inclusão social de todos e todas. Tenho muito orgulho de participar deste projeto”, disse. Os secretários da educação, Márcia de Carvalho, do Trabalho, Habitação e Assistência Social, Marquinho, e o vereador Thiago (PT) acompanharam a agenda.


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GENEBRA (AFP) — A gripe suína prosseguia nesta terça-feira com seu lento avanço pelo planeta, e se aproximava dos 100 óbitos e 13 mil infectados, enquanto 2 mil passageiros de um cruzeiro eram postos em quarentena na Austrália.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o vírus A (H1N1) já contaminou 12.954 pessoas, em 46 países, e matou 92 desde o início da epidemia, há um mês, no México.
Nas últimas 24 horas, foram registrados oficialmente 439 novos casos de gripe suína.
Nos Estados Unidos, as autoridades de saúde informaram que mais duas pessoas com a gripe suína faleceram em Nova York, onde 42 escolas seguem fechadas para prevenir novos contágios.
No México, o número de mortos subiu de 83 para 85, mas um comunicado do ministério da Saúde destaca que a propagação do vírus "continua com tendência de baixa", já que "não aumentou o número de casos nem de novos falecimentos...".
Estados Unidos, México e Canadá são os países mais afetados pela gripe suína, com 6.764, 4.721 e 921 casos, respectivamente.
O Japão é o quarto país mais atingido pela gripe suína, com 307 casos até o final de semana passado, mas nenhum óbito.


AFP
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GENEBRA (AFP) — A gripe suína prosseguia nesta terça-feira com seu lento avanço pelo planeta, e se aproximava dos 100 óbitos e 13 mil infectados, enquanto 2 mil passageiros de um cruzeiro eram postos em quarentena na Austrália.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o vírus A (H1N1) já contaminou 12.954 pessoas, em 46 países, e matou 92 desde o início da epidemia, há um mês, no México.
Nas últimas 24 horas, foram registrados oficialmente 439 novos casos de gripe suína.
Nos Estados Unidos, as autoridades de saúde informaram que mais duas pessoas com a gripe suína faleceram em Nova York, onde 42 escolas seguem fechadas para prevenir novos contágios.
No México, o número de mortos subiu de 83 para 85, mas um comunicado do ministério da Saúde destaca que a propagação do vírus "continua com tendência de baixa", já que "não aumentou o número de casos nem de novos falecimentos...".
Estados Unidos, México e Canadá são os países mais afetados pela gripe suína, com 6.764, 4.721 e 921 casos, respectivamente.
O Japão é o quarto país mais atingido pela gripe suína, com 307 casos até o final de semana passado, mas nenhum óbito.


AFP
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GENEBRA (AFP) — A gripe suína prosseguia nesta terça-feira com seu lento avanço pelo planeta, e se aproximava dos 100 óbitos e 13 mil infectados, enquanto 2 mil passageiros de um cruzeiro eram postos em quarentena na Austrália.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o vírus A (H1N1) já contaminou 12.954 pessoas, em 46 países, e matou 92 desde o início da epidemia, há um mês, no México.
Nas últimas 24 horas, foram registrados oficialmente 439 novos casos de gripe suína.
Nos Estados Unidos, as autoridades de saúde informaram que mais duas pessoas com a gripe suína faleceram em Nova York, onde 42 escolas seguem fechadas para prevenir novos contágios.
No México, o número de mortos subiu de 83 para 85, mas um comunicado do ministério da Saúde destaca que a propagação do vírus "continua com tendência de baixa", já que "não aumentou o número de casos nem de novos falecimentos...".
Estados Unidos, México e Canadá são os países mais afetados pela gripe suína, com 6.764, 4.721 e 921 casos, respectivamente.
O Japão é o quarto país mais atingido pela gripe suína, com 307 casos até o final de semana passado, mas nenhum óbito.


AFP
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GENEBRA (AFP) — A gripe suína prosseguia nesta terça-feira com seu lento avanço pelo planeta, e se aproximava dos 100 óbitos e 13 mil infectados, enquanto 2 mil passageiros de um cruzeiro eram postos em quarentena na Austrália.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o vírus A (H1N1) já contaminou 12.954 pessoas, em 46 países, e matou 92 desde o início da epidemia, há um mês, no México.
Nas últimas 24 horas, foram registrados oficialmente 439 novos casos de gripe suína.
Nos Estados Unidos, as autoridades de saúde informaram que mais duas pessoas com a gripe suína faleceram em Nova York, onde 42 escolas seguem fechadas para prevenir novos contágios.
No México, o número de mortos subiu de 83 para 85, mas um comunicado do ministério da Saúde destaca que a propagação do vírus "continua com tendência de baixa", já que "não aumentou o número de casos nem de novos falecimentos...".
Estados Unidos, México e Canadá são os países mais afetados pela gripe suína, com 6.764, 4.721 e 921 casos, respectivamente.
O Japão é o quarto país mais atingido pela gripe suína, com 307 casos até o final de semana passado, mas nenhum óbito.


AFP
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Família de Bruna Bianchi briga na Justiça pela guarda com o pai americano

O Ministério Público Federal no Rio recomendou à Justiça que ordene o retorno para os Estados Unidos do menino envolvido em uma disputa entre o pai americano e a família da mãe brasileira, morta em 2008. Porém, antes do retorno, o MPF sugere que haja um período de transição. Segundo o jornal Folha de S. Paulo publica nesta quarta, o parecer foi entregue à Justiça federal no Rio na segunda-feira, mesmo dia em que o garoto completou nove anos de idade.

O menino foi retirado dos EUA pela mãe, Bruna Bianchi, em 2004, aos quatro anos, para passar um mês com a família brasileira. Ela, então, avisou ao marido, David Goldman, que queria a separação e não voltaria aos EUA com o filho. Em agosto de 2008, quando ainda enfrentava Goldman na Justiça, Bruna morreu ao dar à luz à filha do novo casamento, com o advogado João Paulo Lins e Silva. A família da brasileira briga, desde então, pela guarda do menino.


ZERO HORA
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Família de Bruna Bianchi briga na Justiça pela guarda com o pai americano

O Ministério Público Federal no Rio recomendou à Justiça que ordene o retorno para os Estados Unidos do menino envolvido em uma disputa entre o pai americano e a família da mãe brasileira, morta em 2008. Porém, antes do retorno, o MPF sugere que haja um período de transição. Segundo o jornal Folha de S. Paulo publica nesta quarta, o parecer foi entregue à Justiça federal no Rio na segunda-feira, mesmo dia em que o garoto completou nove anos de idade.

O menino foi retirado dos EUA pela mãe, Bruna Bianchi, em 2004, aos quatro anos, para passar um mês com a família brasileira. Ela, então, avisou ao marido, David Goldman, que queria a separação e não voltaria aos EUA com o filho. Em agosto de 2008, quando ainda enfrentava Goldman na Justiça, Bruna morreu ao dar à luz à filha do novo casamento, com o advogado João Paulo Lins e Silva. A família da brasileira briga, desde então, pela guarda do menino.


ZERO HORA
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Família de Bruna Bianchi briga na Justiça pela guarda com o pai americano

O Ministério Público Federal no Rio recomendou à Justiça que ordene o retorno para os Estados Unidos do menino envolvido em uma disputa entre o pai americano e a família da mãe brasileira, morta em 2008. Porém, antes do retorno, o MPF sugere que haja um período de transição. Segundo o jornal Folha de S. Paulo publica nesta quarta, o parecer foi entregue à Justiça federal no Rio na segunda-feira, mesmo dia em que o garoto completou nove anos de idade.

O menino foi retirado dos EUA pela mãe, Bruna Bianchi, em 2004, aos quatro anos, para passar um mês com a família brasileira. Ela, então, avisou ao marido, David Goldman, que queria a separação e não voltaria aos EUA com o filho. Em agosto de 2008, quando ainda enfrentava Goldman na Justiça, Bruna morreu ao dar à luz à filha do novo casamento, com o advogado João Paulo Lins e Silva. A família da brasileira briga, desde então, pela guarda do menino.


ZERO HORA
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Família de Bruna Bianchi briga na Justiça pela guarda com o pai americano

O Ministério Público Federal no Rio recomendou à Justiça que ordene o retorno para os Estados Unidos do menino envolvido em uma disputa entre o pai americano e a família da mãe brasileira, morta em 2008. Porém, antes do retorno, o MPF sugere que haja um período de transição. Segundo o jornal Folha de S. Paulo publica nesta quarta, o parecer foi entregue à Justiça federal no Rio na segunda-feira, mesmo dia em que o garoto completou nove anos de idade.

O menino foi retirado dos EUA pela mãe, Bruna Bianchi, em 2004, aos quatro anos, para passar um mês com a família brasileira. Ela, então, avisou ao marido, David Goldman, que queria a separação e não voltaria aos EUA com o filho. Em agosto de 2008, quando ainda enfrentava Goldman na Justiça, Bruna morreu ao dar à luz à filha do novo casamento, com o advogado João Paulo Lins e Silva. A família da brasileira briga, desde então, pela guarda do menino.


ZERO HORA
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Projeto da USP para pais de crianças desaparecidas ganha investimento da Unesco

O projeto Caminho de Volta, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), que auxilia a identificação de crianças e adolescentes desaparecidos do estado de São Paulo, é um dos 73 projetos sociais selecionados para receber recursos financeiros da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
Mais de 1.200 projetos se inscreveram para receber o recurso de R$ 130 mil da Unesco, repassados pela campanha Criança Esperança, da Rede Globo.
O Caminho de Volta existe desde 2004 para apoiar pais cujos filhos menores desapareceram. A pessoa que faz a comunicação do desaparecimento na delegacia é convidada a participar do Caminho de Volta, no próprio local. Lá, também são colhidos sangue ou saliva dos pais ou parente próximo. A amostra do material genético é analisada e inserida no Banco de DNA para confirmar os vínculos de parentescos caso a criança for encontrada.


Portal do Governo
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Projeto da USP para pais de crianças desaparecidas ganha investimento da Unesco

O projeto Caminho de Volta, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), que auxilia a identificação de crianças e adolescentes desaparecidos do estado de São Paulo, é um dos 73 projetos sociais selecionados para receber recursos financeiros da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
Mais de 1.200 projetos se inscreveram para receber o recurso de R$ 130 mil da Unesco, repassados pela campanha Criança Esperança, da Rede Globo.
O Caminho de Volta existe desde 2004 para apoiar pais cujos filhos menores desapareceram. A pessoa que faz a comunicação do desaparecimento na delegacia é convidada a participar do Caminho de Volta, no próprio local. Lá, também são colhidos sangue ou saliva dos pais ou parente próximo. A amostra do material genético é analisada e inserida no Banco de DNA para confirmar os vínculos de parentescos caso a criança for encontrada.


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Projeto da USP para pais de crianças desaparecidas ganha investimento da Unesco

O projeto Caminho de Volta, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), que auxilia a identificação de crianças e adolescentes desaparecidos do estado de São Paulo, é um dos 73 projetos sociais selecionados para receber recursos financeiros da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
Mais de 1.200 projetos se inscreveram para receber o recurso de R$ 130 mil da Unesco, repassados pela campanha Criança Esperança, da Rede Globo.
O Caminho de Volta existe desde 2004 para apoiar pais cujos filhos menores desapareceram. A pessoa que faz a comunicação do desaparecimento na delegacia é convidada a participar do Caminho de Volta, no próprio local. Lá, também são colhidos sangue ou saliva dos pais ou parente próximo. A amostra do material genético é analisada e inserida no Banco de DNA para confirmar os vínculos de parentescos caso a criança for encontrada.


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Projeto da USP para pais de crianças desaparecidas ganha investimento da Unesco

O projeto Caminho de Volta, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), que auxilia a identificação de crianças e adolescentes desaparecidos do estado de São Paulo, é um dos 73 projetos sociais selecionados para receber recursos financeiros da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
Mais de 1.200 projetos se inscreveram para receber o recurso de R$ 130 mil da Unesco, repassados pela campanha Criança Esperança, da Rede Globo.
O Caminho de Volta existe desde 2004 para apoiar pais cujos filhos menores desapareceram. A pessoa que faz a comunicação do desaparecimento na delegacia é convidada a participar do Caminho de Volta, no próprio local. Lá, também são colhidos sangue ou saliva dos pais ou parente próximo. A amostra do material genético é analisada e inserida no Banco de DNA para confirmar os vínculos de parentescos caso a criança for encontrada.


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DELSON PEREIRA DE ASSIS

Progressão de idade

Sexo: Masculino

Tipo de caso: Rapto Não Familiar
Data de nascimento: 27/02/1983
Data do desaparecimento: 16/05/1986
Cor dos cabelos: Castanhos
Cor dos olhos: Negros
País do desaparecimento:BRASIL
Número do caso: BRBRBRBR0130

Circunstâncias: Delson foi à uma feira perto de sua casa, com seus 03 irmãos e seu genitor. O genitor deixou as crianças brincando e foi beber em um local próximo. A irmã do Desaparecido, que na época tinha 04 anos de idade, relata que o irmão foi levado por uma senhora morena e gorda.

"Com a sua ajuda esta saudade pode ter fim", este é o título da campanha desenvolvida pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH) da Presidência da República, coordenadora da Rede Nacional de Identificação e Localização de Crianças e Adolescentes Desaparecidos (ReDESAP), o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA) e a Caixa Econômica Federal, para a divulgação nacional de fotos de crianças desaparecidas.
Após a distribuição nacional de 10 mil cartazes com a imagem ao lado e de 01 milhão de folders, que apresentam casos de crianças desaparecidas de todo o Brasil e divulgam nomes e telefones dos órgãos que compõem a ReDESAP, da qual o SECRIAD é um dos participantes, a campanha iniciou sua segunda fase no mês de fevereiro de 2006, com a inclusão de fotos de desaparecidos em bilhetes da Loteria Federal. A cada mês, uma das extrações da Loteria veiculará 10 novos casos.


BRAZIL Missing Kids Website
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DELSON PEREIRA DE ASSIS

Progressão de idade

Sexo: Masculino

Tipo de caso: Rapto Não Familiar
Data de nascimento: 27/02/1983
Data do desaparecimento: 16/05/1986
Cor dos cabelos: Castanhos
Cor dos olhos: Negros
País do desaparecimento:BRASIL
Número do caso: BRBRBRBR0130

Circunstâncias: Delson foi à uma feira perto de sua casa, com seus 03 irmãos e seu genitor. O genitor deixou as crianças brincando e foi beber em um local próximo. A irmã do Desaparecido, que na época tinha 04 anos de idade, relata que o irmão foi levado por uma senhora morena e gorda.

"Com a sua ajuda esta saudade pode ter fim", este é o título da campanha desenvolvida pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH) da Presidência da República, coordenadora da Rede Nacional de Identificação e Localização de Crianças e Adolescentes Desaparecidos (ReDESAP), o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA) e a Caixa Econômica Federal, para a divulgação nacional de fotos de crianças desaparecidas.
Após a distribuição nacional de 10 mil cartazes com a imagem ao lado e de 01 milhão de folders, que apresentam casos de crianças desaparecidas de todo o Brasil e divulgam nomes e telefones dos órgãos que compõem a ReDESAP, da qual o SECRIAD é um dos participantes, a campanha iniciou sua segunda fase no mês de fevereiro de 2006, com a inclusão de fotos de desaparecidos em bilhetes da Loteria Federal. A cada mês, uma das extrações da Loteria veiculará 10 novos casos.


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DELSON PEREIRA DE ASSIS

Progressão de idade

Sexo: Masculino

Tipo de caso: Rapto Não Familiar
Data de nascimento: 27/02/1983
Data do desaparecimento: 16/05/1986
Cor dos cabelos: Castanhos
Cor dos olhos: Negros
País do desaparecimento:BRASIL
Número do caso: BRBRBRBR0130

Circunstâncias: Delson foi à uma feira perto de sua casa, com seus 03 irmãos e seu genitor. O genitor deixou as crianças brincando e foi beber em um local próximo. A irmã do Desaparecido, que na época tinha 04 anos de idade, relata que o irmão foi levado por uma senhora morena e gorda.

"Com a sua ajuda esta saudade pode ter fim", este é o título da campanha desenvolvida pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH) da Presidência da República, coordenadora da Rede Nacional de Identificação e Localização de Crianças e Adolescentes Desaparecidos (ReDESAP), o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA) e a Caixa Econômica Federal, para a divulgação nacional de fotos de crianças desaparecidas.
Após a distribuição nacional de 10 mil cartazes com a imagem ao lado e de 01 milhão de folders, que apresentam casos de crianças desaparecidas de todo o Brasil e divulgam nomes e telefones dos órgãos que compõem a ReDESAP, da qual o SECRIAD é um dos participantes, a campanha iniciou sua segunda fase no mês de fevereiro de 2006, com a inclusão de fotos de desaparecidos em bilhetes da Loteria Federal. A cada mês, uma das extrações da Loteria veiculará 10 novos casos.


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DELSON PEREIRA DE ASSIS

Progressão de idade

Sexo: Masculino

Tipo de caso: Rapto Não Familiar
Data de nascimento: 27/02/1983
Data do desaparecimento: 16/05/1986
Cor dos cabelos: Castanhos
Cor dos olhos: Negros
País do desaparecimento:BRASIL
Número do caso: BRBRBRBR0130

Circunstâncias: Delson foi à uma feira perto de sua casa, com seus 03 irmãos e seu genitor. O genitor deixou as crianças brincando e foi beber em um local próximo. A irmã do Desaparecido, que na época tinha 04 anos de idade, relata que o irmão foi levado por uma senhora morena e gorda.

"Com a sua ajuda esta saudade pode ter fim", este é o título da campanha desenvolvida pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH) da Presidência da República, coordenadora da Rede Nacional de Identificação e Localização de Crianças e Adolescentes Desaparecidos (ReDESAP), o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA) e a Caixa Econômica Federal, para a divulgação nacional de fotos de crianças desaparecidas.
Após a distribuição nacional de 10 mil cartazes com a imagem ao lado e de 01 milhão de folders, que apresentam casos de crianças desaparecidas de todo o Brasil e divulgam nomes e telefones dos órgãos que compõem a ReDESAP, da qual o SECRIAD é um dos participantes, a campanha iniciou sua segunda fase no mês de fevereiro de 2006, com a inclusão de fotos de desaparecidos em bilhetes da Loteria Federal. A cada mês, uma das extrações da Loteria veiculará 10 novos casos.


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Antes de ir a qualquer lugar,converse com seus pais ou com a pessoa que esteja responsável por você. Fale onde vaí, de que modo chegará lá,quem estará com você e a que horas voltará.

Brincar de bola com os amigos, o melhor é perto de casa. Carona mesmo com conhecidos, só com permissão de seus pais.

Doces ou balas nunca aceitar de pessoas estranhas.Endereço, nome dos pais e telefone tem que saber direitinho. Festa é muito bom com os amigos. Bebidas alcoólicas e drogas nem pensar! Garanta uma vida saudável, praticando esportes sem esquecer dos estudos.


Juca Sabido
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Brincar de bola com os amigos, o melhor é perto de casa. Carona mesmo com conhecidos, só com permissão de seus pais.

Doces ou balas nunca aceitar de pessoas estranhas.Endereço, nome dos pais e telefone tem que saber direitinho. Festa é muito bom com os amigos. Bebidas alcoólicas e drogas nem pensar! Garanta uma vida saudável, praticando esportes sem esquecer dos estudos.


Juca Sabido
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Brincar de bola com os amigos, o melhor é perto de casa. Carona mesmo com conhecidos, só com permissão de seus pais.

Doces ou balas nunca aceitar de pessoas estranhas.Endereço, nome dos pais e telefone tem que saber direitinho. Festa é muito bom com os amigos. Bebidas alcoólicas e drogas nem pensar! Garanta uma vida saudável, praticando esportes sem esquecer dos estudos.


Juca Sabido
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Brincar de bola com os amigos, o melhor é perto de casa. Carona mesmo com conhecidos, só com permissão de seus pais.

Doces ou balas nunca aceitar de pessoas estranhas.Endereço, nome dos pais e telefone tem que saber direitinho. Festa é muito bom com os amigos. Bebidas alcoólicas e drogas nem pensar! Garanta uma vida saudável, praticando esportes sem esquecer dos estudos.


Juca Sabido
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Oferecer apoio material e psicológico às mães que ganham os seus bebês nos hospitais públicos do Distrito Federal é o principal objetivo do programa Mãezinha Brasiliense, lançado nesta terça-feira (26), pelo governador José Roberto Arruda e a primeira-dama, Flávia Arruda, no Hospital Regional da Ceilândia (HRC).
Após receberem alta, todas as mães recebem um kit enxoval. A bolsa contém fraldas, lenços umedecidos, pomada, roupas, cobertor, toalha com capuz e trocador de fraldas. A expectativa é que sejam distribuídos cerca de seis mil kits por mês em todos os hospitais da rede pública.
Cada Kit custa R$ 192,73. “A bolsa contém todos os itens necessários para um recém-nascido. As roupas são de excelente qualidade e podem ser usadas por um bom tempo”, disse Flávia Arruda. Ainda hoje, a primeira-dama fez a entrega dos kits no Hospital Regional de Taguatinga e afirmou que levará o kit a todas as unidades de saúde do DF.
Apoio psicológico e orientação também farão parte do atendimento humanizado. O serviço contará com pessoas treinadas nas diversas unidades da Secretaria de Saúde.
As funcionárias dos hospitais prestarão suporte às mães internadas até a alta. Junto ao Banco de Leite dos hospitais também orientarão quanto a importância do aleitamento materno. “O programa foi criado para que essas mães possam ser atendidas de forma especial em um momento tão importante como o nascimento de um filho”, ressaltou o governador.

Origem
O projeto foi inspirado no programa Mãe Paulista, da prefeitura de São Paulo, que oferece assistência às gestantes. Coordenada pela Secretaria de Desenvolvimento Social, a ideia contará com o apoio do Instituto Fraterna, presidido pela primeira-dama.
“Não contamos com dinheiro do governo. Por isso, será assinado um termo de cooperação técnica entre o instituto e o GDF. Por meio de um banco de dados vamos acompanhar os atendimentos realizados durante o primeiro ano de vida dos bebês e oferecer atendimento as mães que tiverem alguma dificuldade. A empregada doméstica Laurinete dos Santos, 28 anos, deu a luz a Thiago, há quatro dias, e comemorou a chegada do kit. “Comprei pouca coisa porque está tudo muito caro. A bolsa vem com tudo o que o meu filho vai precisar nos primeiros meses de vida”.culdade”, explicou Flávia Arruda.


Jornal de Brasília
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Oferecer apoio material e psicológico às mães que ganham os seus bebês nos hospitais públicos do Distrito Federal é o principal objetivo do programa Mãezinha Brasiliense, lançado nesta terça-feira (26), pelo governador José Roberto Arruda e a primeira-dama, Flávia Arruda, no Hospital Regional da Ceilândia (HRC).
Após receberem alta, todas as mães recebem um kit enxoval. A bolsa contém fraldas, lenços umedecidos, pomada, roupas, cobertor, toalha com capuz e trocador de fraldas. A expectativa é que sejam distribuídos cerca de seis mil kits por mês em todos os hospitais da rede pública.
Cada Kit custa R$ 192,73. “A bolsa contém todos os itens necessários para um recém-nascido. As roupas são de excelente qualidade e podem ser usadas por um bom tempo”, disse Flávia Arruda. Ainda hoje, a primeira-dama fez a entrega dos kits no Hospital Regional de Taguatinga e afirmou que levará o kit a todas as unidades de saúde do DF.
Apoio psicológico e orientação também farão parte do atendimento humanizado. O serviço contará com pessoas treinadas nas diversas unidades da Secretaria de Saúde.
As funcionárias dos hospitais prestarão suporte às mães internadas até a alta. Junto ao Banco de Leite dos hospitais também orientarão quanto a importância do aleitamento materno. “O programa foi criado para que essas mães possam ser atendidas de forma especial em um momento tão importante como o nascimento de um filho”, ressaltou o governador.

Origem
O projeto foi inspirado no programa Mãe Paulista, da prefeitura de São Paulo, que oferece assistência às gestantes. Coordenada pela Secretaria de Desenvolvimento Social, a ideia contará com o apoio do Instituto Fraterna, presidido pela primeira-dama.
“Não contamos com dinheiro do governo. Por isso, será assinado um termo de cooperação técnica entre o instituto e o GDF. Por meio de um banco de dados vamos acompanhar os atendimentos realizados durante o primeiro ano de vida dos bebês e oferecer atendimento as mães que tiverem alguma dificuldade. A empregada doméstica Laurinete dos Santos, 28 anos, deu a luz a Thiago, há quatro dias, e comemorou a chegada do kit. “Comprei pouca coisa porque está tudo muito caro. A bolsa vem com tudo o que o meu filho vai precisar nos primeiros meses de vida”.culdade”, explicou Flávia Arruda.


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Após receberem alta, todas as mães recebem um kit enxoval. A bolsa contém fraldas, lenços umedecidos, pomada, roupas, cobertor, toalha com capuz e trocador de fraldas. A expectativa é que sejam distribuídos cerca de seis mil kits por mês em todos os hospitais da rede pública.
Cada Kit custa R$ 192,73. “A bolsa contém todos os itens necessários para um recém-nascido. As roupas são de excelente qualidade e podem ser usadas por um bom tempo”, disse Flávia Arruda. Ainda hoje, a primeira-dama fez a entrega dos kits no Hospital Regional de Taguatinga e afirmou que levará o kit a todas as unidades de saúde do DF.
Apoio psicológico e orientação também farão parte do atendimento humanizado. O serviço contará com pessoas treinadas nas diversas unidades da Secretaria de Saúde.
As funcionárias dos hospitais prestarão suporte às mães internadas até a alta. Junto ao Banco de Leite dos hospitais também orientarão quanto a importância do aleitamento materno. “O programa foi criado para que essas mães possam ser atendidas de forma especial em um momento tão importante como o nascimento de um filho”, ressaltou o governador.

Origem
O projeto foi inspirado no programa Mãe Paulista, da prefeitura de São Paulo, que oferece assistência às gestantes. Coordenada pela Secretaria de Desenvolvimento Social, a ideia contará com o apoio do Instituto Fraterna, presidido pela primeira-dama.
“Não contamos com dinheiro do governo. Por isso, será assinado um termo de cooperação técnica entre o instituto e o GDF. Por meio de um banco de dados vamos acompanhar os atendimentos realizados durante o primeiro ano de vida dos bebês e oferecer atendimento as mães que tiverem alguma dificuldade. A empregada doméstica Laurinete dos Santos, 28 anos, deu a luz a Thiago, há quatro dias, e comemorou a chegada do kit. “Comprei pouca coisa porque está tudo muito caro. A bolsa vem com tudo o que o meu filho vai precisar nos primeiros meses de vida”.culdade”, explicou Flávia Arruda.


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Oferecer apoio material e psicológico às mães que ganham os seus bebês nos hospitais públicos do Distrito Federal é o principal objetivo do programa Mãezinha Brasiliense, lançado nesta terça-feira (26), pelo governador José Roberto Arruda e a primeira-dama, Flávia Arruda, no Hospital Regional da Ceilândia (HRC).
Após receberem alta, todas as mães recebem um kit enxoval. A bolsa contém fraldas, lenços umedecidos, pomada, roupas, cobertor, toalha com capuz e trocador de fraldas. A expectativa é que sejam distribuídos cerca de seis mil kits por mês em todos os hospitais da rede pública.
Cada Kit custa R$ 192,73. “A bolsa contém todos os itens necessários para um recém-nascido. As roupas são de excelente qualidade e podem ser usadas por um bom tempo”, disse Flávia Arruda. Ainda hoje, a primeira-dama fez a entrega dos kits no Hospital Regional de Taguatinga e afirmou que levará o kit a todas as unidades de saúde do DF.
Apoio psicológico e orientação também farão parte do atendimento humanizado. O serviço contará com pessoas treinadas nas diversas unidades da Secretaria de Saúde.
As funcionárias dos hospitais prestarão suporte às mães internadas até a alta. Junto ao Banco de Leite dos hospitais também orientarão quanto a importância do aleitamento materno. “O programa foi criado para que essas mães possam ser atendidas de forma especial em um momento tão importante como o nascimento de um filho”, ressaltou o governador.

Origem
O projeto foi inspirado no programa Mãe Paulista, da prefeitura de São Paulo, que oferece assistência às gestantes. Coordenada pela Secretaria de Desenvolvimento Social, a ideia contará com o apoio do Instituto Fraterna, presidido pela primeira-dama.
“Não contamos com dinheiro do governo. Por isso, será assinado um termo de cooperação técnica entre o instituto e o GDF. Por meio de um banco de dados vamos acompanhar os atendimentos realizados durante o primeiro ano de vida dos bebês e oferecer atendimento as mães que tiverem alguma dificuldade. A empregada doméstica Laurinete dos Santos, 28 anos, deu a luz a Thiago, há quatro dias, e comemorou a chegada do kit. “Comprei pouca coisa porque está tudo muito caro. A bolsa vem com tudo o que o meu filho vai precisar nos primeiros meses de vida”.culdade”, explicou Flávia Arruda.


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O caso da estudante de 15 anos que se matou com o revólver do pai levanta o problema da falta de controle do acesso de jovens às armas

O CENÁRIO
A fachada do colégio, no centro de Curitiba. Depois do suicídio de uma aluna, a direção optou pelo silêncio
Um tiro de revólver Taurus, calibre 38, calou para sempre a voz de Ana (nome fictício para preservar sua identidade). Em uma fração de segundo, sonhos, planos e projetos da garota de 15 anos ficaram para trás. A bala não a acertou por acidente nem foi disparada por um criminoso. Foi Ana quem puxou o gatilho.
Sua morte permaneceu à margem do noticiário. Nenhum retrato dela foi estampado nos jornais. Era uma adolescente bonita, cujos cabelos escuros contrastavam com a pele clara. Ana estudava no Colégio Bom Jesus, um dos melhores de Curitiba, no centro da cidade. Vivia com os pais – um delegado aposentado e uma enfermeira que prestava serviços comunitários – e com um irmão, de 21 anos, acadêmico de Direito da Universidade Federal do Paraná. Tinha tantos planos que ninguém percebeu o que estava tramando para aquela manhã da segunda-feira 23 de março.
Depois de tomar o café com os pais, Ana vestiu o uniforme – calça preta com listras verdes nas laterais –, calçou o tênis All Star vermelho, pegou a mochila e foi para a escola de carona com o pai. Ao se despedir, combinou com o pai que ele iria buscá-la na saída, às 18 horas. Poucos minutos depois, um estampido mudaria a rotina do Bom Jesus.
Ao entrar na escola, Ana não foi para a sala de aula de uma das 11 turmas do 2º ano do ensino médio, que ocupam o 2º e o 3º andares do prédio. Subiu mais alguns pavimentos em direção à FAE, a faculdade pertencente à mesma instituição. As aulas dos universitários começariam dali a 45 minutos. Às 7 horas da manhã, aqueles corredores estavam praticamente vazios. Não haveria ninguém que a impedisse de fazer o que planejava. Na mochila, carregada de livros e cadernos, Ana trazia um revólver de fácil manuseio, sem travas, registrado em nome do pai. Ninguém notou se o comportamento de Ana estava diferente, tampouco o objeto estranho entrando na escola. Se alguém sabia dos motivos que a levaram ao suicídio, manteve segredo.

Na mochila, ela trazia um revólver de fácil manuseio, que o pai guardava em lugar em princípio seguro

A morte da garota nas circunstâncias em que ocorreu é um caso raro no Brasil. Cinco anos atrás, um em cada oito estudantes de ensino médio no país afirmava já ter visto um revólver na escola. Acredita-se que hoje esse índice seja ainda maior. Suicídios desse gênero, em escolas, são ocorrências raras em termos estatísticos. Mas um dos detalhes alarmantes nesse caso é a facilidade com que se entra em uma escola com uma arma carregada. Em outros países, massacres cometidos em escolas se tornaram um pesadelo para pais, alunos e professores. No Brasil, por ora, o caso mais conhecido ocorreu não numa escola, mas no cinema de um shopping de São Paulo, em 1999: um estudante descarregou uma submetralhadora contra a plateia, matando três pessoas e ferindo quatro.
O que teria motivado Ana a se matar na escola? Quem a conhecia diz que sua personalidade era forte. Ela aparentava uma segurança atípica para a idade. Argumentava bem, defendendo suas ideias em conversas com amigos. Gostava de ouvir música clássica, mas também adorava o rock do Radiohead e do U2. Era prática e decidida. Quando queria um livro ou uma roupa, pesquisava as opções na internet até encontrar o melhor preço. Os pais não lhe negavam nada. Ana gostava de pintura, que praticava desde os 8 anos. Poderia ser uma grande artista plástica, mas pensava em cursar história (outra paixão) e, depois, fazer pós-graduação em história da arte. Já havia tentado alguns esportes, como o judô, mas achava o confronto desnecessário e logo perdeu o interesse. Em algum momento, não se sabe por quê, o desinteresse teria avançado para outros aspectos de sua vida.
Não houve grito nem pedido de socorro. Em silêncio, ela entrou no banheiro e se trancou num dos cinco espaços reservados. Sentada sobre a latrina, disparou contra a boca. Ninguém sabe ao certo como ela chegou a esse ponto. Ana não deixou bilhete algum.
Em todo o mundo, a mesma sensação de vácuo é sentida por amigos e familiares de pelo menos 3 mil pessoas que se matam todos os dias, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) – outras 60 mil tentam e não conseguem. O suicídio continua sendo um tabu na sociedade, embora seja uma questão de saúde pública. Medidas de prevenção podem fazer com que potenciais suicidas mudem de ideia antes de consumar o ato. Locais altos, por exemplo, podem ser isolados por grades que evitem quedas voluntárias. Remédios e produtos químicos que possam causar intoxicação devem ser mantidos fora do alcance de pessoas diagnosticadas com propensão ao suicídio.
Em relação ao acesso às armas, a situação é mais delicada. Há quem passe a vida sem nunca ter visto um revólver de perto. E há quem conviva com pistolas desde a infância. Esse era o caso de Ana. Uma de suas professoras afirma que, quando o pai se aposentou, Ana chegou a comentar em sala que gostaria que ele se desfizesse das armas de fogo que mantinha em casa, porque já não haveria a necessidade da profissão. Mas, por algum motivo, as armas continuaram ali – guardadas em um local de difícil acesso, mas não inalcançáveis.
Nos minutos após o disparo de Ana, os ânimos ficaram pesados dentro da escola. Ao mesmo tempo que as equipes médicas constatavam a morte da adolescente, os alunos eram informados de que deveriam entrar em contato com suas famílias para voltar para casa. “Eles disseram que uma aluna havia morrido, mas não disseram onde nem quem era. Fomos descobrindo enquanto descíamos as escadas”, diz um aluno do 2º ano. Boatos logo se espalharam: que haveria um tiroteio na escola, que alguém teria se enforcado no banheiro, que a adolescente teria se matado após uma briga com o namorado, que ela poderia estar grávida. Nada disso era verdade. Ana, ao que se saiba, nem mesmo tinha namorado.
Para a família, a dúvida sobre o que levou Ana a cometer o suicídio permanece no ar. “Se for para falar do que aconteceu, deveríamos tratar de bullying, porque armas em escola existe uma em 1 milhão; já bullying acontece em todas as escolas”, disse o pai, referindo-se à violência física ou psicológica repetitiva no ambiente escolar. Uma professora comentou que, se o problema fosse assédio moral, Ana tiraria o caso de letra: “Ela seria a primeira a reverter a situação”, afirma.
Três meses antes da tragédia, porém, Ana procurou os pais e pediu para que eles a levassem a um psicólogo. Dizia sentir-se triste e desmotivada. O pai passou a pegá-la na aula de pintura e levá-la semanalmente a um psiquiatra. No inquérito policial sobre o suicídio apurou-se que ela tomava calmantes para dormir, artifício para controlar a ansiedade que sentia. O único sinal percebido por uma das amigas teria sido uma frase escrita no serviço de recados instantâneos Messenger, o MSN, uma semana antes da tragédia. Ana se intitulou “A menina feita de leite e sangue”. A imagem tanto pode se referir à formação de uma identidade que queria se desvincular da infância quanto ao sangue que ela estava prestes a derramar.
Embora próxima à mãe, Ana, como muitas adolescentes, se desentendia com o pai. As brigas eram constantes. Visto como protetor pelos conhecidos, ele pouco a deixava sair sozinha e fazia questão de levá-la ao shopping, à casa das amigas e à escola, e ir buscá-la. A atitude incomodava Ana e era motivo de constante reclamação.
Para uma especialista no assunto, a coordenadora do Núcleo de Análise do Comportamento da Universidade Federal do Paraná, Lidia Weber, a proximidade e a confiança entre pais e filhos é fundamental. “Não devemos ‘soltar’ os adolescentes de uma vez, porque eles vivem uma fase de alto risco, com a identidade ainda não formada, mas precisamos dar liberdade e proteger com base nas instruções e conversas”, afirma ela. A sugestão é fazer o que os pesquisadores chamam de “disclosure”, palavra em inglês que significa revelação voluntária de informações – deixar os filhos seguros para conversar com os pais sobre suas angústias e tristezas.

O ambiente escolar precisa ser um espaço de debate, para o jovem compartilhar seus medos e angústias

O ambiente escolar é o local ideal para o debate de temas sobre a adolescência e a prevenção da violência, já que muitos estudantes passam mais tempo na escola que em casa. Mas o Colégio Bom Jesus optou pelo silêncio. Funcionários disseram que estão proibidos de comentar o assunto. A direção do colégio não quis se pronunciar, alegando (compreensivelmente) que a morte da adolescente trouxe um grande desgaste para professores, alunos e equipe pedagógica. A direção teria apenas conversado com os estudantes da turma à qual Ana pertencia. Nas demais salas, os professores deveriam decidir, sozinhos, se comentavam ou não o caso.
De acordo com o estudante do 2º ano Filipe Narcolini Kroetz, de 16 anos, alguns professores abordaram os temas vida e moral ao tratar do assunto, relacionando-os às aulas de literatura e filosofia.
Para a mãe de uma aluna do 1º ano do ensino médio, que preferiu não se identificar, a escola poderia ter se aproximado mais dos pais e alunos neste momento para discutir os temas pertinentes ao caso. “Não fui instruída pela escola sobre como debater esse assunto em casa”, afirma. “Eles também não convocaram uma reunião de pais para explicar quais sintomas poderiam ter sido percebidos e como fazer para ajudar nossos filhos na transição da adolescência.”
O silêncio prejudica a compreensão e a prevenção de outros casos semelhantes. O Brasil pode ainda estar distante da realidade dos colégios e faculdades dos Estados Unidos, onde alunos armados já provocaram centenas de mortes. As tragédias na Columbine High School, em Littleton, no Colorado, há dez anos, que deixou 15 mortos, e em VirginiaTech, na cidade de Blacksburg, em abril de 2007, com 33 mortes, despertaram em pais, alunos, professores e até na polícia a urgência de adotar medidas preventivas para evitar futuros massacres. O FBI, a polícia federal dos EUA, bolou uma lista de recomendações para as escolas e para os pais de alunos “A tragédia de Columbine nos ensinou que o atirador nunca tem um perfil específico, mas que mesmo assim fornece pistas que podem ajudar a polícia ou a escola a prevenir esse tipo de acidente”, diz o jornalista americano Dave Cullen, autor do livro Columbine, ainda sem tradução para o português. É um primeiro passo para lidar com uma situação que pode produzir catástrofes.

Como evitar uma tragédia com armas na escola
1. Estimular a denúncia de qualquer tipo de ameaça sofrida dentro ou fora da sala de aula. Pais e alunos devem saber que a escola está disposta a ouvi-los
2. Conversar com o aluno que manifesta comportamento agressivo recorrente para descobrir suas motivações e agir preventivamente
3. Desenvolver um programa regular para discutir a violência. Expulsar ou suspender um único aluno não substitui um programa completo de prevenção
4. Criar um método para avaliar uma ameaça de acordo com sua gravidade. Com critérios definidos, é mais fácil acionar a polícia quando necessário
5. Preparar alunos e professores para uma emergência. A escola deve ter um plano de evacuação da sala de aula e alarmes específicos para situações de pânico

Como os pais podem proteger os filhos da violência
1. Encarar qualquer tentativa ou anúncio de suicídio do jovem como sinal de alerta. O ideal é procurar a ajuda especializada de um psicólogo
2. Aproximar-se do filho que apresenta sinais fortes de introspecção ou depressão. O isolamento e o desamparo podem terminar com explosões de ódio
3. Repreender com medidas pacíficas e construtivas o filho que apresenta comportamento violento. Uma bronca violenta pode deixá-lo mais agressivo
4. Conversar com as crianças sobre os riscos de uma arma de fogo e instruí-las a não tocar nem brincar com uma. Evitar dar armas de brinquedo como presente
5. Se há uma arma em casa, guardá-la descarregada, trancada em local seguro e longe da munição. É importante fazer um curso sobre a manutenção e o armazenamento de arma


ÉPOCA
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O caso da estudante de 15 anos que se matou com o revólver do pai levanta o problema da falta de controle do acesso de jovens às armas

O CENÁRIO
A fachada do colégio, no centro de Curitiba. Depois do suicídio de uma aluna, a direção optou pelo silêncio
Um tiro de revólver Taurus, calibre 38, calou para sempre a voz de Ana (nome fictício para preservar sua identidade). Em uma fração de segundo, sonhos, planos e projetos da garota de 15 anos ficaram para trás. A bala não a acertou por acidente nem foi disparada por um criminoso. Foi Ana quem puxou o gatilho.
Sua morte permaneceu à margem do noticiário. Nenhum retrato dela foi estampado nos jornais. Era uma adolescente bonita, cujos cabelos escuros contrastavam com a pele clara. Ana estudava no Colégio Bom Jesus, um dos melhores de Curitiba, no centro da cidade. Vivia com os pais – um delegado aposentado e uma enfermeira que prestava serviços comunitários – e com um irmão, de 21 anos, acadêmico de Direito da Universidade Federal do Paraná. Tinha tantos planos que ninguém percebeu o que estava tramando para aquela manhã da segunda-feira 23 de março.
Depois de tomar o café com os pais, Ana vestiu o uniforme – calça preta com listras verdes nas laterais –, calçou o tênis All Star vermelho, pegou a mochila e foi para a escola de carona com o pai. Ao se despedir, combinou com o pai que ele iria buscá-la na saída, às 18 horas. Poucos minutos depois, um estampido mudaria a rotina do Bom Jesus.
Ao entrar na escola, Ana não foi para a sala de aula de uma das 11 turmas do 2º ano do ensino médio, que ocupam o 2º e o 3º andares do prédio. Subiu mais alguns pavimentos em direção à FAE, a faculdade pertencente à mesma instituição. As aulas dos universitários começariam dali a 45 minutos. Às 7 horas da manhã, aqueles corredores estavam praticamente vazios. Não haveria ninguém que a impedisse de fazer o que planejava. Na mochila, carregada de livros e cadernos, Ana trazia um revólver de fácil manuseio, sem travas, registrado em nome do pai. Ninguém notou se o comportamento de Ana estava diferente, tampouco o objeto estranho entrando na escola. Se alguém sabia dos motivos que a levaram ao suicídio, manteve segredo.

Na mochila, ela trazia um revólver de fácil manuseio, que o pai guardava em lugar em princípio seguro

A morte da garota nas circunstâncias em que ocorreu é um caso raro no Brasil. Cinco anos atrás, um em cada oito estudantes de ensino médio no país afirmava já ter visto um revólver na escola. Acredita-se que hoje esse índice seja ainda maior. Suicídios desse gênero, em escolas, são ocorrências raras em termos estatísticos. Mas um dos detalhes alarmantes nesse caso é a facilidade com que se entra em uma escola com uma arma carregada. Em outros países, massacres cometidos em escolas se tornaram um pesadelo para pais, alunos e professores. No Brasil, por ora, o caso mais conhecido ocorreu não numa escola, mas no cinema de um shopping de São Paulo, em 1999: um estudante descarregou uma submetralhadora contra a plateia, matando três pessoas e ferindo quatro.
O que teria motivado Ana a se matar na escola? Quem a conhecia diz que sua personalidade era forte. Ela aparentava uma segurança atípica para a idade. Argumentava bem, defendendo suas ideias em conversas com amigos. Gostava de ouvir música clássica, mas também adorava o rock do Radiohead e do U2. Era prática e decidida. Quando queria um livro ou uma roupa, pesquisava as opções na internet até encontrar o melhor preço. Os pais não lhe negavam nada. Ana gostava de pintura, que praticava desde os 8 anos. Poderia ser uma grande artista plástica, mas pensava em cursar história (outra paixão) e, depois, fazer pós-graduação em história da arte. Já havia tentado alguns esportes, como o judô, mas achava o confronto desnecessário e logo perdeu o interesse. Em algum momento, não se sabe por quê, o desinteresse teria avançado para outros aspectos de sua vida.
Não houve grito nem pedido de socorro. Em silêncio, ela entrou no banheiro e se trancou num dos cinco espaços reservados. Sentada sobre a latrina, disparou contra a boca. Ninguém sabe ao certo como ela chegou a esse ponto. Ana não deixou bilhete algum.
Em todo o mundo, a mesma sensação de vácuo é sentida por amigos e familiares de pelo menos 3 mil pessoas que se matam todos os dias, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) – outras 60 mil tentam e não conseguem. O suicídio continua sendo um tabu na sociedade, embora seja uma questão de saúde pública. Medidas de prevenção podem fazer com que potenciais suicidas mudem de ideia antes de consumar o ato. Locais altos, por exemplo, podem ser isolados por grades que evitem quedas voluntárias. Remédios e produtos químicos que possam causar intoxicação devem ser mantidos fora do alcance de pessoas diagnosticadas com propensão ao suicídio.
Em relação ao acesso às armas, a situação é mais delicada. Há quem passe a vida sem nunca ter visto um revólver de perto. E há quem conviva com pistolas desde a infância. Esse era o caso de Ana. Uma de suas professoras afirma que, quando o pai se aposentou, Ana chegou a comentar em sala que gostaria que ele se desfizesse das armas de fogo que mantinha em casa, porque já não haveria a necessidade da profissão. Mas, por algum motivo, as armas continuaram ali – guardadas em um local de difícil acesso, mas não inalcançáveis.
Nos minutos após o disparo de Ana, os ânimos ficaram pesados dentro da escola. Ao mesmo tempo que as equipes médicas constatavam a morte da adolescente, os alunos eram informados de que deveriam entrar em contato com suas famílias para voltar para casa. “Eles disseram que uma aluna havia morrido, mas não disseram onde nem quem era. Fomos descobrindo enquanto descíamos as escadas”, diz um aluno do 2º ano. Boatos logo se espalharam: que haveria um tiroteio na escola, que alguém teria se enforcado no banheiro, que a adolescente teria se matado após uma briga com o namorado, que ela poderia estar grávida. Nada disso era verdade. Ana, ao que se saiba, nem mesmo tinha namorado.
Para a família, a dúvida sobre o que levou Ana a cometer o suicídio permanece no ar. “Se for para falar do que aconteceu, deveríamos tratar de bullying, porque armas em escola existe uma em 1 milhão; já bullying acontece em todas as escolas”, disse o pai, referindo-se à violência física ou psicológica repetitiva no ambiente escolar. Uma professora comentou que, se o problema fosse assédio moral, Ana tiraria o caso de letra: “Ela seria a primeira a reverter a situação”, afirma.
Três meses antes da tragédia, porém, Ana procurou os pais e pediu para que eles a levassem a um psicólogo. Dizia sentir-se triste e desmotivada. O pai passou a pegá-la na aula de pintura e levá-la semanalmente a um psiquiatra. No inquérito policial sobre o suicídio apurou-se que ela tomava calmantes para dormir, artifício para controlar a ansiedade que sentia. O único sinal percebido por uma das amigas teria sido uma frase escrita no serviço de recados instantâneos Messenger, o MSN, uma semana antes da tragédia. Ana se intitulou “A menina feita de leite e sangue”. A imagem tanto pode se referir à formação de uma identidade que queria se desvincular da infância quanto ao sangue que ela estava prestes a derramar.
Embora próxima à mãe, Ana, como muitas adolescentes, se desentendia com o pai. As brigas eram constantes. Visto como protetor pelos conhecidos, ele pouco a deixava sair sozinha e fazia questão de levá-la ao shopping, à casa das amigas e à escola, e ir buscá-la. A atitude incomodava Ana e era motivo de constante reclamação.
Para uma especialista no assunto, a coordenadora do Núcleo de Análise do Comportamento da Universidade Federal do Paraná, Lidia Weber, a proximidade e a confiança entre pais e filhos é fundamental. “Não devemos ‘soltar’ os adolescentes de uma vez, porque eles vivem uma fase de alto risco, com a identidade ainda não formada, mas precisamos dar liberdade e proteger com base nas instruções e conversas”, afirma ela. A sugestão é fazer o que os pesquisadores chamam de “disclosure”, palavra em inglês que significa revelação voluntária de informações – deixar os filhos seguros para conversar com os pais sobre suas angústias e tristezas.

O ambiente escolar precisa ser um espaço de debate, para o jovem compartilhar seus medos e angústias

O ambiente escolar é o local ideal para o debate de temas sobre a adolescência e a prevenção da violência, já que muitos estudantes passam mais tempo na escola que em casa. Mas o Colégio Bom Jesus optou pelo silêncio. Funcionários disseram que estão proibidos de comentar o assunto. A direção do colégio não quis se pronunciar, alegando (compreensivelmente) que a morte da adolescente trouxe um grande desgaste para professores, alunos e equipe pedagógica. A direção teria apenas conversado com os estudantes da turma à qual Ana pertencia. Nas demais salas, os professores deveriam decidir, sozinhos, se comentavam ou não o caso.
De acordo com o estudante do 2º ano Filipe Narcolini Kroetz, de 16 anos, alguns professores abordaram os temas vida e moral ao tratar do assunto, relacionando-os às aulas de literatura e filosofia.
Para a mãe de uma aluna do 1º ano do ensino médio, que preferiu não se identificar, a escola poderia ter se aproximado mais dos pais e alunos neste momento para discutir os temas pertinentes ao caso. “Não fui instruída pela escola sobre como debater esse assunto em casa”, afirma. “Eles também não convocaram uma reunião de pais para explicar quais sintomas poderiam ter sido percebidos e como fazer para ajudar nossos filhos na transição da adolescência.”
O silêncio prejudica a compreensão e a prevenção de outros casos semelhantes. O Brasil pode ainda estar distante da realidade dos colégios e faculdades dos Estados Unidos, onde alunos armados já provocaram centenas de mortes. As tragédias na Columbine High School, em Littleton, no Colorado, há dez anos, que deixou 15 mortos, e em VirginiaTech, na cidade de Blacksburg, em abril de 2007, com 33 mortes, despertaram em pais, alunos, professores e até na polícia a urgência de adotar medidas preventivas para evitar futuros massacres. O FBI, a polícia federal dos EUA, bolou uma lista de recomendações para as escolas e para os pais de alunos “A tragédia de Columbine nos ensinou que o atirador nunca tem um perfil específico, mas que mesmo assim fornece pistas que podem ajudar a polícia ou a escola a prevenir esse tipo de acidente”, diz o jornalista americano Dave Cullen, autor do livro Columbine, ainda sem tradução para o português. É um primeiro passo para lidar com uma situação que pode produzir catástrofes.

Como evitar uma tragédia com armas na escola
1. Estimular a denúncia de qualquer tipo de ameaça sofrida dentro ou fora da sala de aula. Pais e alunos devem saber que a escola está disposta a ouvi-los
2. Conversar com o aluno que manifesta comportamento agressivo recorrente para descobrir suas motivações e agir preventivamente
3. Desenvolver um programa regular para discutir a violência. Expulsar ou suspender um único aluno não substitui um programa completo de prevenção
4. Criar um método para avaliar uma ameaça de acordo com sua gravidade. Com critérios definidos, é mais fácil acionar a polícia quando necessário
5. Preparar alunos e professores para uma emergência. A escola deve ter um plano de evacuação da sala de aula e alarmes específicos para situações de pânico

Como os pais podem proteger os filhos da violência
1. Encarar qualquer tentativa ou anúncio de suicídio do jovem como sinal de alerta. O ideal é procurar a ajuda especializada de um psicólogo
2. Aproximar-se do filho que apresenta sinais fortes de introspecção ou depressão. O isolamento e o desamparo podem terminar com explosões de ódio
3. Repreender com medidas pacíficas e construtivas o filho que apresenta comportamento violento. Uma bronca violenta pode deixá-lo mais agressivo
4. Conversar com as crianças sobre os riscos de uma arma de fogo e instruí-las a não tocar nem brincar com uma. Evitar dar armas de brinquedo como presente
5. Se há uma arma em casa, guardá-la descarregada, trancada em local seguro e longe da munição. É importante fazer um curso sobre a manutenção e o armazenamento de arma


ÉPOCA
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O caso da estudante de 15 anos que se matou com o revólver do pai levanta o problema da falta de controle do acesso de jovens às armas

O CENÁRIO
A fachada do colégio, no centro de Curitiba. Depois do suicídio de uma aluna, a direção optou pelo silêncio
Um tiro de revólver Taurus, calibre 38, calou para sempre a voz de Ana (nome fictício para preservar sua identidade). Em uma fração de segundo, sonhos, planos e projetos da garota de 15 anos ficaram para trás. A bala não a acertou por acidente nem foi disparada por um criminoso. Foi Ana quem puxou o gatilho.
Sua morte permaneceu à margem do noticiário. Nenhum retrato dela foi estampado nos jornais. Era uma adolescente bonita, cujos cabelos escuros contrastavam com a pele clara. Ana estudava no Colégio Bom Jesus, um dos melhores de Curitiba, no centro da cidade. Vivia com os pais – um delegado aposentado e uma enfermeira que prestava serviços comunitários – e com um irmão, de 21 anos, acadêmico de Direito da Universidade Federal do Paraná. Tinha tantos planos que ninguém percebeu o que estava tramando para aquela manhã da segunda-feira 23 de março.
Depois de tomar o café com os pais, Ana vestiu o uniforme – calça preta com listras verdes nas laterais –, calçou o tênis All Star vermelho, pegou a mochila e foi para a escola de carona com o pai. Ao se despedir, combinou com o pai que ele iria buscá-la na saída, às 18 horas. Poucos minutos depois, um estampido mudaria a rotina do Bom Jesus.
Ao entrar na escola, Ana não foi para a sala de aula de uma das 11 turmas do 2º ano do ensino médio, que ocupam o 2º e o 3º andares do prédio. Subiu mais alguns pavimentos em direção à FAE, a faculdade pertencente à mesma instituição. As aulas dos universitários começariam dali a 45 minutos. Às 7 horas da manhã, aqueles corredores estavam praticamente vazios. Não haveria ninguém que a impedisse de fazer o que planejava. Na mochila, carregada de livros e cadernos, Ana trazia um revólver de fácil manuseio, sem travas, registrado em nome do pai. Ninguém notou se o comportamento de Ana estava diferente, tampouco o objeto estranho entrando na escola. Se alguém sabia dos motivos que a levaram ao suicídio, manteve segredo.

Na mochila, ela trazia um revólver de fácil manuseio, que o pai guardava em lugar em princípio seguro

A morte da garota nas circunstâncias em que ocorreu é um caso raro no Brasil. Cinco anos atrás, um em cada oito estudantes de ensino médio no país afirmava já ter visto um revólver na escola. Acredita-se que hoje esse índice seja ainda maior. Suicídios desse gênero, em escolas, são ocorrências raras em termos estatísticos. Mas um dos detalhes alarmantes nesse caso é a facilidade com que se entra em uma escola com uma arma carregada. Em outros países, massacres cometidos em escolas se tornaram um pesadelo para pais, alunos e professores. No Brasil, por ora, o caso mais conhecido ocorreu não numa escola, mas no cinema de um shopping de São Paulo, em 1999: um estudante descarregou uma submetralhadora contra a plateia, matando três pessoas e ferindo quatro.
O que teria motivado Ana a se matar na escola? Quem a conhecia diz que sua personalidade era forte. Ela aparentava uma segurança atípica para a idade. Argumentava bem, defendendo suas ideias em conversas com amigos. Gostava de ouvir música clássica, mas também adorava o rock do Radiohead e do U2. Era prática e decidida. Quando queria um livro ou uma roupa, pesquisava as opções na internet até encontrar o melhor preço. Os pais não lhe negavam nada. Ana gostava de pintura, que praticava desde os 8 anos. Poderia ser uma grande artista plástica, mas pensava em cursar história (outra paixão) e, depois, fazer pós-graduação em história da arte. Já havia tentado alguns esportes, como o judô, mas achava o confronto desnecessário e logo perdeu o interesse. Em algum momento, não se sabe por quê, o desinteresse teria avançado para outros aspectos de sua vida.
Não houve grito nem pedido de socorro. Em silêncio, ela entrou no banheiro e se trancou num dos cinco espaços reservados. Sentada sobre a latrina, disparou contra a boca. Ninguém sabe ao certo como ela chegou a esse ponto. Ana não deixou bilhete algum.
Em todo o mundo, a mesma sensação de vácuo é sentida por amigos e familiares de pelo menos 3 mil pessoas que se matam todos os dias, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) – outras 60 mil tentam e não conseguem. O suicídio continua sendo um tabu na sociedade, embora seja uma questão de saúde pública. Medidas de prevenção podem fazer com que potenciais suicidas mudem de ideia antes de consumar o ato. Locais altos, por exemplo, podem ser isolados por grades que evitem quedas voluntárias. Remédios e produtos químicos que possam causar intoxicação devem ser mantidos fora do alcance de pessoas diagnosticadas com propensão ao suicídio.
Em relação ao acesso às armas, a situação é mais delicada. Há quem passe a vida sem nunca ter visto um revólver de perto. E há quem conviva com pistolas desde a infância. Esse era o caso de Ana. Uma de suas professoras afirma que, quando o pai se aposentou, Ana chegou a comentar em sala que gostaria que ele se desfizesse das armas de fogo que mantinha em casa, porque já não haveria a necessidade da profissão. Mas, por algum motivo, as armas continuaram ali – guardadas em um local de difícil acesso, mas não inalcançáveis.
Nos minutos após o disparo de Ana, os ânimos ficaram pesados dentro da escola. Ao mesmo tempo que as equipes médicas constatavam a morte da adolescente, os alunos eram informados de que deveriam entrar em contato com suas famílias para voltar para casa. “Eles disseram que uma aluna havia morrido, mas não disseram onde nem quem era. Fomos descobrindo enquanto descíamos as escadas”, diz um aluno do 2º ano. Boatos logo se espalharam: que haveria um tiroteio na escola, que alguém teria se enforcado no banheiro, que a adolescente teria se matado após uma briga com o namorado, que ela poderia estar grávida. Nada disso era verdade. Ana, ao que se saiba, nem mesmo tinha namorado.
Para a família, a dúvida sobre o que levou Ana a cometer o suicídio permanece no ar. “Se for para falar do que aconteceu, deveríamos tratar de bullying, porque armas em escola existe uma em 1 milhão; já bullying acontece em todas as escolas”, disse o pai, referindo-se à violência física ou psicológica repetitiva no ambiente escolar. Uma professora comentou que, se o problema fosse assédio moral, Ana tiraria o caso de letra: “Ela seria a primeira a reverter a situação”, afirma.
Três meses antes da tragédia, porém, Ana procurou os pais e pediu para que eles a levassem a um psicólogo. Dizia sentir-se triste e desmotivada. O pai passou a pegá-la na aula de pintura e levá-la semanalmente a um psiquiatra. No inquérito policial sobre o suicídio apurou-se que ela tomava calmantes para dormir, artifício para controlar a ansiedade que sentia. O único sinal percebido por uma das amigas teria sido uma frase escrita no serviço de recados instantâneos Messenger, o MSN, uma semana antes da tragédia. Ana se intitulou “A menina feita de leite e sangue”. A imagem tanto pode se referir à formação de uma identidade que queria se desvincular da infância quanto ao sangue que ela estava prestes a derramar.
Embora próxima à mãe, Ana, como muitas adolescentes, se desentendia com o pai. As brigas eram constantes. Visto como protetor pelos conhecidos, ele pouco a deixava sair sozinha e fazia questão de levá-la ao shopping, à casa das amigas e à escola, e ir buscá-la. A atitude incomodava Ana e era motivo de constante reclamação.
Para uma especialista no assunto, a coordenadora do Núcleo de Análise do Comportamento da Universidade Federal do Paraná, Lidia Weber, a proximidade e a confiança entre pais e filhos é fundamental. “Não devemos ‘soltar’ os adolescentes de uma vez, porque eles vivem uma fase de alto risco, com a identidade ainda não formada, mas precisamos dar liberdade e proteger com base nas instruções e conversas”, afirma ela. A sugestão é fazer o que os pesquisadores chamam de “disclosure”, palavra em inglês que significa revelação voluntária de informações – deixar os filhos seguros para conversar com os pais sobre suas angústias e tristezas.

O ambiente escolar precisa ser um espaço de debate, para o jovem compartilhar seus medos e angústias

O ambiente escolar é o local ideal para o debate de temas sobre a adolescência e a prevenção da violência, já que muitos estudantes passam mais tempo na escola que em casa. Mas o Colégio Bom Jesus optou pelo silêncio. Funcionários disseram que estão proibidos de comentar o assunto. A direção do colégio não quis se pronunciar, alegando (compreensivelmente) que a morte da adolescente trouxe um grande desgaste para professores, alunos e equipe pedagógica. A direção teria apenas conversado com os estudantes da turma à qual Ana pertencia. Nas demais salas, os professores deveriam decidir, sozinhos, se comentavam ou não o caso.
De acordo com o estudante do 2º ano Filipe Narcolini Kroetz, de 16 anos, alguns professores abordaram os temas vida e moral ao tratar do assunto, relacionando-os às aulas de literatura e filosofia.
Para a mãe de uma aluna do 1º ano do ensino médio, que preferiu não se identificar, a escola poderia ter se aproximado mais dos pais e alunos neste momento para discutir os temas pertinentes ao caso. “Não fui instruída pela escola sobre como debater esse assunto em casa”, afirma. “Eles também não convocaram uma reunião de pais para explicar quais sintomas poderiam ter sido percebidos e como fazer para ajudar nossos filhos na transição da adolescência.”
O silêncio prejudica a compreensão e a prevenção de outros casos semelhantes. O Brasil pode ainda estar distante da realidade dos colégios e faculdades dos Estados Unidos, onde alunos armados já provocaram centenas de mortes. As tragédias na Columbine High School, em Littleton, no Colorado, há dez anos, que deixou 15 mortos, e em VirginiaTech, na cidade de Blacksburg, em abril de 2007, com 33 mortes, despertaram em pais, alunos, professores e até na polícia a urgência de adotar medidas preventivas para evitar futuros massacres. O FBI, a polícia federal dos EUA, bolou uma lista de recomendações para as escolas e para os pais de alunos “A tragédia de Columbine nos ensinou que o atirador nunca tem um perfil específico, mas que mesmo assim fornece pistas que podem ajudar a polícia ou a escola a prevenir esse tipo de acidente”, diz o jornalista americano Dave Cullen, autor do livro Columbine, ainda sem tradução para o português. É um primeiro passo para lidar com uma situação que pode produzir catástrofes.

Como evitar uma tragédia com armas na escola
1. Estimular a denúncia de qualquer tipo de ameaça sofrida dentro ou fora da sala de aula. Pais e alunos devem saber que a escola está disposta a ouvi-los
2. Conversar com o aluno que manifesta comportamento agressivo recorrente para descobrir suas motivações e agir preventivamente
3. Desenvolver um programa regular para discutir a violência. Expulsar ou suspender um único aluno não substitui um programa completo de prevenção
4. Criar um método para avaliar uma ameaça de acordo com sua gravidade. Com critérios definidos, é mais fácil acionar a polícia quando necessário
5. Preparar alunos e professores para uma emergência. A escola deve ter um plano de evacuação da sala de aula e alarmes específicos para situações de pânico

Como os pais podem proteger os filhos da violência
1. Encarar qualquer tentativa ou anúncio de suicídio do jovem como sinal de alerta. O ideal é procurar a ajuda especializada de um psicólogo
2. Aproximar-se do filho que apresenta sinais fortes de introspecção ou depressão. O isolamento e o desamparo podem terminar com explosões de ódio
3. Repreender com medidas pacíficas e construtivas o filho que apresenta comportamento violento. Uma bronca violenta pode deixá-lo mais agressivo
4. Conversar com as crianças sobre os riscos de uma arma de fogo e instruí-las a não tocar nem brincar com uma. Evitar dar armas de brinquedo como presente
5. Se há uma arma em casa, guardá-la descarregada, trancada em local seguro e longe da munição. É importante fazer um curso sobre a manutenção e o armazenamento de arma


ÉPOCA
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O caso da estudante de 15 anos que se matou com o revólver do pai levanta o problema da falta de controle do acesso de jovens às armas

O CENÁRIO
A fachada do colégio, no centro de Curitiba. Depois do suicídio de uma aluna, a direção optou pelo silêncio
Um tiro de revólver Taurus, calibre 38, calou para sempre a voz de Ana (nome fictício para preservar sua identidade). Em uma fração de segundo, sonhos, planos e projetos da garota de 15 anos ficaram para trás. A bala não a acertou por acidente nem foi disparada por um criminoso. Foi Ana quem puxou o gatilho.
Sua morte permaneceu à margem do noticiário. Nenhum retrato dela foi estampado nos jornais. Era uma adolescente bonita, cujos cabelos escuros contrastavam com a pele clara. Ana estudava no Colégio Bom Jesus, um dos melhores de Curitiba, no centro da cidade. Vivia com os pais – um delegado aposentado e uma enfermeira que prestava serviços comunitários – e com um irmão, de 21 anos, acadêmico de Direito da Universidade Federal do Paraná. Tinha tantos planos que ninguém percebeu o que estava tramando para aquela manhã da segunda-feira 23 de março.
Depois de tomar o café com os pais, Ana vestiu o uniforme – calça preta com listras verdes nas laterais –, calçou o tênis All Star vermelho, pegou a mochila e foi para a escola de carona com o pai. Ao se despedir, combinou com o pai que ele iria buscá-la na saída, às 18 horas. Poucos minutos depois, um estampido mudaria a rotina do Bom Jesus.
Ao entrar na escola, Ana não foi para a sala de aula de uma das 11 turmas do 2º ano do ensino médio, que ocupam o 2º e o 3º andares do prédio. Subiu mais alguns pavimentos em direção à FAE, a faculdade pertencente à mesma instituição. As aulas dos universitários começariam dali a 45 minutos. Às 7 horas da manhã, aqueles corredores estavam praticamente vazios. Não haveria ninguém que a impedisse de fazer o que planejava. Na mochila, carregada de livros e cadernos, Ana trazia um revólver de fácil manuseio, sem travas, registrado em nome do pai. Ninguém notou se o comportamento de Ana estava diferente, tampouco o objeto estranho entrando na escola. Se alguém sabia dos motivos que a levaram ao suicídio, manteve segredo.

Na mochila, ela trazia um revólver de fácil manuseio, que o pai guardava em lugar em princípio seguro

A morte da garota nas circunstâncias em que ocorreu é um caso raro no Brasil. Cinco anos atrás, um em cada oito estudantes de ensino médio no país afirmava já ter visto um revólver na escola. Acredita-se que hoje esse índice seja ainda maior. Suicídios desse gênero, em escolas, são ocorrências raras em termos estatísticos. Mas um dos detalhes alarmantes nesse caso é a facilidade com que se entra em uma escola com uma arma carregada. Em outros países, massacres cometidos em escolas se tornaram um pesadelo para pais, alunos e professores. No Brasil, por ora, o caso mais conhecido ocorreu não numa escola, mas no cinema de um shopping de São Paulo, em 1999: um estudante descarregou uma submetralhadora contra a plateia, matando três pessoas e ferindo quatro.
O que teria motivado Ana a se matar na escola? Quem a conhecia diz que sua personalidade era forte. Ela aparentava uma segurança atípica para a idade. Argumentava bem, defendendo suas ideias em conversas com amigos. Gostava de ouvir música clássica, mas também adorava o rock do Radiohead e do U2. Era prática e decidida. Quando queria um livro ou uma roupa, pesquisava as opções na internet até encontrar o melhor preço. Os pais não lhe negavam nada. Ana gostava de pintura, que praticava desde os 8 anos. Poderia ser uma grande artista plástica, mas pensava em cursar história (outra paixão) e, depois, fazer pós-graduação em história da arte. Já havia tentado alguns esportes, como o judô, mas achava o confronto desnecessário e logo perdeu o interesse. Em algum momento, não se sabe por quê, o desinteresse teria avançado para outros aspectos de sua vida.
Não houve grito nem pedido de socorro. Em silêncio, ela entrou no banheiro e se trancou num dos cinco espaços reservados. Sentada sobre a latrina, disparou contra a boca. Ninguém sabe ao certo como ela chegou a esse ponto. Ana não deixou bilhete algum.
Em todo o mundo, a mesma sensação de vácuo é sentida por amigos e familiares de pelo menos 3 mil pessoas que se matam todos os dias, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) – outras 60 mil tentam e não conseguem. O suicídio continua sendo um tabu na sociedade, embora seja uma questão de saúde pública. Medidas de prevenção podem fazer com que potenciais suicidas mudem de ideia antes de consumar o ato. Locais altos, por exemplo, podem ser isolados por grades que evitem quedas voluntárias. Remédios e produtos químicos que possam causar intoxicação devem ser mantidos fora do alcance de pessoas diagnosticadas com propensão ao suicídio.
Em relação ao acesso às armas, a situação é mais delicada. Há quem passe a vida sem nunca ter visto um revólver de perto. E há quem conviva com pistolas desde a infância. Esse era o caso de Ana. Uma de suas professoras afirma que, quando o pai se aposentou, Ana chegou a comentar em sala que gostaria que ele se desfizesse das armas de fogo que mantinha em casa, porque já não haveria a necessidade da profissão. Mas, por algum motivo, as armas continuaram ali – guardadas em um local de difícil acesso, mas não inalcançáveis.
Nos minutos após o disparo de Ana, os ânimos ficaram pesados dentro da escola. Ao mesmo tempo que as equipes médicas constatavam a morte da adolescente, os alunos eram informados de que deveriam entrar em contato com suas famílias para voltar para casa. “Eles disseram que uma aluna havia morrido, mas não disseram onde nem quem era. Fomos descobrindo enquanto descíamos as escadas”, diz um aluno do 2º ano. Boatos logo se espalharam: que haveria um tiroteio na escola, que alguém teria se enforcado no banheiro, que a adolescente teria se matado após uma briga com o namorado, que ela poderia estar grávida. Nada disso era verdade. Ana, ao que se saiba, nem mesmo tinha namorado.
Para a família, a dúvida sobre o que levou Ana a cometer o suicídio permanece no ar. “Se for para falar do que aconteceu, deveríamos tratar de bullying, porque armas em escola existe uma em 1 milhão; já bullying acontece em todas as escolas”, disse o pai, referindo-se à violência física ou psicológica repetitiva no ambiente escolar. Uma professora comentou que, se o problema fosse assédio moral, Ana tiraria o caso de letra: “Ela seria a primeira a reverter a situação”, afirma.
Três meses antes da tragédia, porém, Ana procurou os pais e pediu para que eles a levassem a um psicólogo. Dizia sentir-se triste e desmotivada. O pai passou a pegá-la na aula de pintura e levá-la semanalmente a um psiquiatra. No inquérito policial sobre o suicídio apurou-se que ela tomava calmantes para dormir, artifício para controlar a ansiedade que sentia. O único sinal percebido por uma das amigas teria sido uma frase escrita no serviço de recados instantâneos Messenger, o MSN, uma semana antes da tragédia. Ana se intitulou “A menina feita de leite e sangue”. A imagem tanto pode se referir à formação de uma identidade que queria se desvincular da infância quanto ao sangue que ela estava prestes a derramar.
Embora próxima à mãe, Ana, como muitas adolescentes, se desentendia com o pai. As brigas eram constantes. Visto como protetor pelos conhecidos, ele pouco a deixava sair sozinha e fazia questão de levá-la ao shopping, à casa das amigas e à escola, e ir buscá-la. A atitude incomodava Ana e era motivo de constante reclamação.
Para uma especialista no assunto, a coordenadora do Núcleo de Análise do Comportamento da Universidade Federal do Paraná, Lidia Weber, a proximidade e a confiança entre pais e filhos é fundamental. “Não devemos ‘soltar’ os adolescentes de uma vez, porque eles vivem uma fase de alto risco, com a identidade ainda não formada, mas precisamos dar liberdade e proteger com base nas instruções e conversas”, afirma ela. A sugestão é fazer o que os pesquisadores chamam de “disclosure”, palavra em inglês que significa revelação voluntária de informações – deixar os filhos seguros para conversar com os pais sobre suas angústias e tristezas.

O ambiente escolar precisa ser um espaço de debate, para o jovem compartilhar seus medos e angústias

O ambiente escolar é o local ideal para o debate de temas sobre a adolescência e a prevenção da violência, já que muitos estudantes passam mais tempo na escola que em casa. Mas o Colégio Bom Jesus optou pelo silêncio. Funcionários disseram que estão proibidos de comentar o assunto. A direção do colégio não quis se pronunciar, alegando (compreensivelmente) que a morte da adolescente trouxe um grande desgaste para professores, alunos e equipe pedagógica. A direção teria apenas conversado com os estudantes da turma à qual Ana pertencia. Nas demais salas, os professores deveriam decidir, sozinhos, se comentavam ou não o caso.
De acordo com o estudante do 2º ano Filipe Narcolini Kroetz, de 16 anos, alguns professores abordaram os temas vida e moral ao tratar do assunto, relacionando-os às aulas de literatura e filosofia.
Para a mãe de uma aluna do 1º ano do ensino médio, que preferiu não se identificar, a escola poderia ter se aproximado mais dos pais e alunos neste momento para discutir os temas pertinentes ao caso. “Não fui instruída pela escola sobre como debater esse assunto em casa”, afirma. “Eles também não convocaram uma reunião de pais para explicar quais sintomas poderiam ter sido percebidos e como fazer para ajudar nossos filhos na transição da adolescência.”
O silêncio prejudica a compreensão e a prevenção de outros casos semelhantes. O Brasil pode ainda estar distante da realidade dos colégios e faculdades dos Estados Unidos, onde alunos armados já provocaram centenas de mortes. As tragédias na Columbine High School, em Littleton, no Colorado, há dez anos, que deixou 15 mortos, e em VirginiaTech, na cidade de Blacksburg, em abril de 2007, com 33 mortes, despertaram em pais, alunos, professores e até na polícia a urgência de adotar medidas preventivas para evitar futuros massacres. O FBI, a polícia federal dos EUA, bolou uma lista de recomendações para as escolas e para os pais de alunos “A tragédia de Columbine nos ensinou que o atirador nunca tem um perfil específico, mas que mesmo assim fornece pistas que podem ajudar a polícia ou a escola a prevenir esse tipo de acidente”, diz o jornalista americano Dave Cullen, autor do livro Columbine, ainda sem tradução para o português. É um primeiro passo para lidar com uma situação que pode produzir catástrofes.

Como evitar uma tragédia com armas na escola
1. Estimular a denúncia de qualquer tipo de ameaça sofrida dentro ou fora da sala de aula. Pais e alunos devem saber que a escola está disposta a ouvi-los
2. Conversar com o aluno que manifesta comportamento agressivo recorrente para descobrir suas motivações e agir preventivamente
3. Desenvolver um programa regular para discutir a violência. Expulsar ou suspender um único aluno não substitui um programa completo de prevenção
4. Criar um método para avaliar uma ameaça de acordo com sua gravidade. Com critérios definidos, é mais fácil acionar a polícia quando necessário
5. Preparar alunos e professores para uma emergência. A escola deve ter um plano de evacuação da sala de aula e alarmes específicos para situações de pânico

Como os pais podem proteger os filhos da violência
1. Encarar qualquer tentativa ou anúncio de suicídio do jovem como sinal de alerta. O ideal é procurar a ajuda especializada de um psicólogo
2. Aproximar-se do filho que apresenta sinais fortes de introspecção ou depressão. O isolamento e o desamparo podem terminar com explosões de ódio
3. Repreender com medidas pacíficas e construtivas o filho que apresenta comportamento violento. Uma bronca violenta pode deixá-lo mais agressivo
4. Conversar com as crianças sobre os riscos de uma arma de fogo e instruí-las a não tocar nem brincar com uma. Evitar dar armas de brinquedo como presente
5. Se há uma arma em casa, guardá-la descarregada, trancada em local seguro e longe da munição. É importante fazer um curso sobre a manutenção e o armazenamento de arma


ÉPOCA
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Os escândalos que moem os políticos no Brasil e na Inglaterra são úteis para entender a diferença que fazem instituições fortes e opinião pública atenta

Como a natureza humana é a mesma nos dois lados do Atlântico, não se deve ficar surpreso com o escândalo que está triturando a reputação dos parlamentares na Inglaterra. Munido de um disquete com as despesas feitas nos últimos quatro anos por membros da Câmara dos Comuns, o equivalente à Câmara dos Deputados, o jornal The Daily Telegraph vem publicando um furo por dia e provocando um terremoto político. O arquivo mostra que os deputados com direito a verba para bancar moradia em Londres faziam uma folia com o dinheiro do contribuinte inglês. Pediam reembolso por gastos para consertar quadra de tênis, limpar fosso de sua casa de campo, aparar a cerca viva ou comprar cadeiras de massagem e televisão de tela plana. Os mais descarados cobraram por hipotecas que já estavam quitadas ou por reformas que valorizaram seus imóveis pessoais, logo vendidos por um bom dinheiro. Houve deputado espetando na conta até aluguel de filme pornográfico. Os comentaristas dizem que o Parlamento inglês, em seus 700 anos de vida, jamais chegou tão perto do fundo do poço.
Em duas semanas, já começou uma aglomeração no patíbulo. Primeiro, roloram três cabeças miúdas. Na terça-feira passada, caiu uma cabeça coroada. O presidente da Câmara dos Comuns, Michael Martin, ganhou dois motivos para entrar para a história. Fez o discurso mais rápido de que se tem notícia (34 segundos) e anunciou sua renúncia ao cargo (o que não acontecia havia 314 anos). Martin, um ex-metalúrgico que presidia a Câmara desde 2000, não foi flagrado pedindo reembolso de gastos tão esdrúxulos. Pelo menos, não desta vez. Renunciou porque, sendo presidente da casa, tinha responsabilidade sobre a bandalheira, além de ser conhecido pela infinita tolerância com gastos abusivos. (No ano passado, soube-se que sua mulher tinha uma tara por andar de táxi com dinheiro público. Gastara 14 000 reais em um ano.) Agora, Martin fez um tremendo esforço para impedir que a farra dos colegas viesse a público. Uma vez estampada no Telegraph, recorreu à saída clássica dos caídos: queria investigar como o arquivo vazou para o jornal. A Scotland Yard fez que nem ouviu o pedido.

A exemplo da farra brasileira das passagens aéreas, em que mais de 250 deputados fizeram turismo no exterior à custa do contribuinte, o escândalo inglês também não faz discriminação partidária. Pegou trabalhistas, conservadores e democratas liberais. Até os cinco deputados do Sinn Fein, partido republicano irlandês, que se recusam a assumir a cadeira no Parlamento, não se recusaram a meter a mão no dinheiro. Alugaram três casas em Londres, todas da mesma família, pagando 11 500 reais por imóveis que não valem 4 500. Mas a faxina está em andamento. O primeiro-ministro Gordon Brown, na toada da redução de danos, disse que todos os deputados trabalhistas enrolados no escândalo serão proibidos de se candidatar à reeleição – pela lei, o próximo pleito terá de ser convocado até junho do ano que vem. Seu maior rival, o conservador David Cameron, tomou a mesma providência. Como o número de envolvidos passa de 170, com risco de aumentar ainda mais, a renovação do Parlamento inglês na próxima eleição poderá ser extraordinariamente grande.
Na essência, a bandalheira inglesa não é diferente da farra das passagens aéreas no Congresso brasileiro. Nos dois casos, os políticos se aproveitaram de uma regulamentação pouco clara sobre o uso da verba pública e se apropriaram do dinheiro fazendo despesas que nem de longe são necessárias para o cumprimento de seu ofício. É óbvio que o espírito da norma inglesa não contempla os táxis de lady Mary Martin nem as 28 toneladas de esterco para adubar o jardim de sir Peter Viggers. No caso brasileiro, é igualmente óbvio que os contribuintes pagam passagens aéreas para que os parlamentares possam cumprir seu dever, indo e vindo para Brasília, e não para levar o deputado Michel Temer e esposa para um passeio a Paris. Até hoje se especula que o enorme progresso dos Estados Unidos em relação ao Brasil se deve ao fato de que americanos herdaram uma suposta superioridade dos ingleses sobre nossos ancestrais portugueses. Os escândalos dos dois países, com gênese tão parecida, são uma diminuta prova de que isso é lorota. A diferença, a brutal diferença, está nas instituições em cada sociedade.
Em Londres, os envolvidos vêm sendo punidos com a proibição de se candidatar à reeleição por seus líderes partidários, a opinião pública está indignada e estuda-se mudar a gestão do Parlamento. O primeiro-ministro Gordon Brown acha que chegou ao fim a era da autorregulação, que se assemelha a "um clube de cavalheiros do século XIX". Em vez disso, uma comissão independente do Parlamento pode ficar encarregada de definir as normas dos gastos. Em Brasília, todos que usaram as passagens aéreas em benefício pessoal estão anistiados, ninguém foi criticado por líder nenhum, a opinião pública parece mais cansada do que indignada e estuda-se uma regulamentação mais clara para o uso das passagens. É melhor do que nada. Mas falta debater medidas que, indo ao fulcro da questão, resultem em instituições cujo funcionamento independa da boa vontade e da honestidade de uns e outros. Uma comissão independente para fazer as normas, como se estuda na Inglaterra? Um órgão externo para fiscalizar o Congresso administrativamente, como já acontece na Justiça? Sem uma discussão fértil, desperdiça-se o potencial pedagógico dos escândalos. Na Inglaterra, pode-se antever que o caso resultará num Parlamento melhor, ou menos galhofeiro. No Brasil, é uma pena que não se possa dizer o mesmo.
Clipping Notícias
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Os escândalos que moem os políticos no Brasil e na Inglaterra são úteis para entender a diferença que fazem instituições fortes e opinião pública atenta

Como a natureza humana é a mesma nos dois lados do Atlântico, não se deve ficar surpreso com o escândalo que está triturando a reputação dos parlamentares na Inglaterra. Munido de um disquete com as despesas feitas nos últimos quatro anos por membros da Câmara dos Comuns, o equivalente à Câmara dos Deputados, o jornal The Daily Telegraph vem publicando um furo por dia e provocando um terremoto político. O arquivo mostra que os deputados com direito a verba para bancar moradia em Londres faziam uma folia com o dinheiro do contribuinte inglês. Pediam reembolso por gastos para consertar quadra de tênis, limpar fosso de sua casa de campo, aparar a cerca viva ou comprar cadeiras de massagem e televisão de tela plana. Os mais descarados cobraram por hipotecas que já estavam quitadas ou por reformas que valorizaram seus imóveis pessoais, logo vendidos por um bom dinheiro. Houve deputado espetando na conta até aluguel de filme pornográfico. Os comentaristas dizem que o Parlamento inglês, em seus 700 anos de vida, jamais chegou tão perto do fundo do poço.
Em duas semanas, já começou uma aglomeração no patíbulo. Primeiro, roloram três cabeças miúdas. Na terça-feira passada, caiu uma cabeça coroada. O presidente da Câmara dos Comuns, Michael Martin, ganhou dois motivos para entrar para a história. Fez o discurso mais rápido de que se tem notícia (34 segundos) e anunciou sua renúncia ao cargo (o que não acontecia havia 314 anos). Martin, um ex-metalúrgico que presidia a Câmara desde 2000, não foi flagrado pedindo reembolso de gastos tão esdrúxulos. Pelo menos, não desta vez. Renunciou porque, sendo presidente da casa, tinha responsabilidade sobre a bandalheira, além de ser conhecido pela infinita tolerância com gastos abusivos. (No ano passado, soube-se que sua mulher tinha uma tara por andar de táxi com dinheiro público. Gastara 14 000 reais em um ano.) Agora, Martin fez um tremendo esforço para impedir que a farra dos colegas viesse a público. Uma vez estampada no Telegraph, recorreu à saída clássica dos caídos: queria investigar como o arquivo vazou para o jornal. A Scotland Yard fez que nem ouviu o pedido.

A exemplo da farra brasileira das passagens aéreas, em que mais de 250 deputados fizeram turismo no exterior à custa do contribuinte, o escândalo inglês também não faz discriminação partidária. Pegou trabalhistas, conservadores e democratas liberais. Até os cinco deputados do Sinn Fein, partido republicano irlandês, que se recusam a assumir a cadeira no Parlamento, não se recusaram a meter a mão no dinheiro. Alugaram três casas em Londres, todas da mesma família, pagando 11 500 reais por imóveis que não valem 4 500. Mas a faxina está em andamento. O primeiro-ministro Gordon Brown, na toada da redução de danos, disse que todos os deputados trabalhistas enrolados no escândalo serão proibidos de se candidatar à reeleição – pela lei, o próximo pleito terá de ser convocado até junho do ano que vem. Seu maior rival, o conservador David Cameron, tomou a mesma providência. Como o número de envolvidos passa de 170, com risco de aumentar ainda mais, a renovação do Parlamento inglês na próxima eleição poderá ser extraordinariamente grande.
Na essência, a bandalheira inglesa não é diferente da farra das passagens aéreas no Congresso brasileiro. Nos dois casos, os políticos se aproveitaram de uma regulamentação pouco clara sobre o uso da verba pública e se apropriaram do dinheiro fazendo despesas que nem de longe são necessárias para o cumprimento de seu ofício. É óbvio que o espírito da norma inglesa não contempla os táxis de lady Mary Martin nem as 28 toneladas de esterco para adubar o jardim de sir Peter Viggers. No caso brasileiro, é igualmente óbvio que os contribuintes pagam passagens aéreas para que os parlamentares possam cumprir seu dever, indo e vindo para Brasília, e não para levar o deputado Michel Temer e esposa para um passeio a Paris. Até hoje se especula que o enorme progresso dos Estados Unidos em relação ao Brasil se deve ao fato de que americanos herdaram uma suposta superioridade dos ingleses sobre nossos ancestrais portugueses. Os escândalos dos dois países, com gênese tão parecida, são uma diminuta prova de que isso é lorota. A diferença, a brutal diferença, está nas instituições em cada sociedade.
Em Londres, os envolvidos vêm sendo punidos com a proibição de se candidatar à reeleição por seus líderes partidários, a opinião pública está indignada e estuda-se mudar a gestão do Parlamento. O primeiro-ministro Gordon Brown acha que chegou ao fim a era da autorregulação, que se assemelha a "um clube de cavalheiros do século XIX". Em vez disso, uma comissão independente do Parlamento pode ficar encarregada de definir as normas dos gastos. Em Brasília, todos que usaram as passagens aéreas em benefício pessoal estão anistiados, ninguém foi criticado por líder nenhum, a opinião pública parece mais cansada do que indignada e estuda-se uma regulamentação mais clara para o uso das passagens. É melhor do que nada. Mas falta debater medidas que, indo ao fulcro da questão, resultem em instituições cujo funcionamento independa da boa vontade e da honestidade de uns e outros. Uma comissão independente para fazer as normas, como se estuda na Inglaterra? Um órgão externo para fiscalizar o Congresso administrativamente, como já acontece na Justiça? Sem uma discussão fértil, desperdiça-se o potencial pedagógico dos escândalos. Na Inglaterra, pode-se antever que o caso resultará num Parlamento melhor, ou menos galhofeiro. No Brasil, é uma pena que não se possa dizer o mesmo.
Clipping Notícias
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Os escândalos que moem os políticos no Brasil e na Inglaterra são úteis para entender a diferença que fazem instituições fortes e opinião pública atenta

Como a natureza humana é a mesma nos dois lados do Atlântico, não se deve ficar surpreso com o escândalo que está triturando a reputação dos parlamentares na Inglaterra. Munido de um disquete com as despesas feitas nos últimos quatro anos por membros da Câmara dos Comuns, o equivalente à Câmara dos Deputados, o jornal The Daily Telegraph vem publicando um furo por dia e provocando um terremoto político. O arquivo mostra que os deputados com direito a verba para bancar moradia em Londres faziam uma folia com o dinheiro do contribuinte inglês. Pediam reembolso por gastos para consertar quadra de tênis, limpar fosso de sua casa de campo, aparar a cerca viva ou comprar cadeiras de massagem e televisão de tela plana. Os mais descarados cobraram por hipotecas que já estavam quitadas ou por reformas que valorizaram seus imóveis pessoais, logo vendidos por um bom dinheiro. Houve deputado espetando na conta até aluguel de filme pornográfico. Os comentaristas dizem que o Parlamento inglês, em seus 700 anos de vida, jamais chegou tão perto do fundo do poço.
Em duas semanas, já começou uma aglomeração no patíbulo. Primeiro, roloram três cabeças miúdas. Na terça-feira passada, caiu uma cabeça coroada. O presidente da Câmara dos Comuns, Michael Martin, ganhou dois motivos para entrar para a história. Fez o discurso mais rápido de que se tem notícia (34 segundos) e anunciou sua renúncia ao cargo (o que não acontecia havia 314 anos). Martin, um ex-metalúrgico que presidia a Câmara desde 2000, não foi flagrado pedindo reembolso de gastos tão esdrúxulos. Pelo menos, não desta vez. Renunciou porque, sendo presidente da casa, tinha responsabilidade sobre a bandalheira, além de ser conhecido pela infinita tolerância com gastos abusivos. (No ano passado, soube-se que sua mulher tinha uma tara por andar de táxi com dinheiro público. Gastara 14 000 reais em um ano.) Agora, Martin fez um tremendo esforço para impedir que a farra dos colegas viesse a público. Uma vez estampada no Telegraph, recorreu à saída clássica dos caídos: queria investigar como o arquivo vazou para o jornal. A Scotland Yard fez que nem ouviu o pedido.

A exemplo da farra brasileira das passagens aéreas, em que mais de 250 deputados fizeram turismo no exterior à custa do contribuinte, o escândalo inglês também não faz discriminação partidária. Pegou trabalhistas, conservadores e democratas liberais. Até os cinco deputados do Sinn Fein, partido republicano irlandês, que se recusam a assumir a cadeira no Parlamento, não se recusaram a meter a mão no dinheiro. Alugaram três casas em Londres, todas da mesma família, pagando 11 500 reais por imóveis que não valem 4 500. Mas a faxina está em andamento. O primeiro-ministro Gordon Brown, na toada da redução de danos, disse que todos os deputados trabalhistas enrolados no escândalo serão proibidos de se candidatar à reeleição – pela lei, o próximo pleito terá de ser convocado até junho do ano que vem. Seu maior rival, o conservador David Cameron, tomou a mesma providência. Como o número de envolvidos passa de 170, com risco de aumentar ainda mais, a renovação do Parlamento inglês na próxima eleição poderá ser extraordinariamente grande.
Na essência, a bandalheira inglesa não é diferente da farra das passagens aéreas no Congresso brasileiro. Nos dois casos, os políticos se aproveitaram de uma regulamentação pouco clara sobre o uso da verba pública e se apropriaram do dinheiro fazendo despesas que nem de longe são necessárias para o cumprimento de seu ofício. É óbvio que o espírito da norma inglesa não contempla os táxis de lady Mary Martin nem as 28 toneladas de esterco para adubar o jardim de sir Peter Viggers. No caso brasileiro, é igualmente óbvio que os contribuintes pagam passagens aéreas para que os parlamentares possam cumprir seu dever, indo e vindo para Brasília, e não para levar o deputado Michel Temer e esposa para um passeio a Paris. Até hoje se especula que o enorme progresso dos Estados Unidos em relação ao Brasil se deve ao fato de que americanos herdaram uma suposta superioridade dos ingleses sobre nossos ancestrais portugueses. Os escândalos dos dois países, com gênese tão parecida, são uma diminuta prova de que isso é lorota. A diferença, a brutal diferença, está nas instituições em cada sociedade.
Em Londres, os envolvidos vêm sendo punidos com a proibição de se candidatar à reeleição por seus líderes partidários, a opinião pública está indignada e estuda-se mudar a gestão do Parlamento. O primeiro-ministro Gordon Brown acha que chegou ao fim a era da autorregulação, que se assemelha a "um clube de cavalheiros do século XIX". Em vez disso, uma comissão independente do Parlamento pode ficar encarregada de definir as normas dos gastos. Em Brasília, todos que usaram as passagens aéreas em benefício pessoal estão anistiados, ninguém foi criticado por líder nenhum, a opinião pública parece mais cansada do que indignada e estuda-se uma regulamentação mais clara para o uso das passagens. É melhor do que nada. Mas falta debater medidas que, indo ao fulcro da questão, resultem em instituições cujo funcionamento independa da boa vontade e da honestidade de uns e outros. Uma comissão independente para fazer as normas, como se estuda na Inglaterra? Um órgão externo para fiscalizar o Congresso administrativamente, como já acontece na Justiça? Sem uma discussão fértil, desperdiça-se o potencial pedagógico dos escândalos. Na Inglaterra, pode-se antever que o caso resultará num Parlamento melhor, ou menos galhofeiro. No Brasil, é uma pena que não se possa dizer o mesmo.
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Os escândalos que moem os políticos no Brasil e na Inglaterra são úteis para entender a diferença que fazem instituições fortes e opinião pública atenta

Como a natureza humana é a mesma nos dois lados do Atlântico, não se deve ficar surpreso com o escândalo que está triturando a reputação dos parlamentares na Inglaterra. Munido de um disquete com as despesas feitas nos últimos quatro anos por membros da Câmara dos Comuns, o equivalente à Câmara dos Deputados, o jornal The Daily Telegraph vem publicando um furo por dia e provocando um terremoto político. O arquivo mostra que os deputados com direito a verba para bancar moradia em Londres faziam uma folia com o dinheiro do contribuinte inglês. Pediam reembolso por gastos para consertar quadra de tênis, limpar fosso de sua casa de campo, aparar a cerca viva ou comprar cadeiras de massagem e televisão de tela plana. Os mais descarados cobraram por hipotecas que já estavam quitadas ou por reformas que valorizaram seus imóveis pessoais, logo vendidos por um bom dinheiro. Houve deputado espetando na conta até aluguel de filme pornográfico. Os comentaristas dizem que o Parlamento inglês, em seus 700 anos de vida, jamais chegou tão perto do fundo do poço.
Em duas semanas, já começou uma aglomeração no patíbulo. Primeiro, roloram três cabeças miúdas. Na terça-feira passada, caiu uma cabeça coroada. O presidente da Câmara dos Comuns, Michael Martin, ganhou dois motivos para entrar para a história. Fez o discurso mais rápido de que se tem notícia (34 segundos) e anunciou sua renúncia ao cargo (o que não acontecia havia 314 anos). Martin, um ex-metalúrgico que presidia a Câmara desde 2000, não foi flagrado pedindo reembolso de gastos tão esdrúxulos. Pelo menos, não desta vez. Renunciou porque, sendo presidente da casa, tinha responsabilidade sobre a bandalheira, além de ser conhecido pela infinita tolerância com gastos abusivos. (No ano passado, soube-se que sua mulher tinha uma tara por andar de táxi com dinheiro público. Gastara 14 000 reais em um ano.) Agora, Martin fez um tremendo esforço para impedir que a farra dos colegas viesse a público. Uma vez estampada no Telegraph, recorreu à saída clássica dos caídos: queria investigar como o arquivo vazou para o jornal. A Scotland Yard fez que nem ouviu o pedido.

A exemplo da farra brasileira das passagens aéreas, em que mais de 250 deputados fizeram turismo no exterior à custa do contribuinte, o escândalo inglês também não faz discriminação partidária. Pegou trabalhistas, conservadores e democratas liberais. Até os cinco deputados do Sinn Fein, partido republicano irlandês, que se recusam a assumir a cadeira no Parlamento, não se recusaram a meter a mão no dinheiro. Alugaram três casas em Londres, todas da mesma família, pagando 11 500 reais por imóveis que não valem 4 500. Mas a faxina está em andamento. O primeiro-ministro Gordon Brown, na toada da redução de danos, disse que todos os deputados trabalhistas enrolados no escândalo serão proibidos de se candidatar à reeleição – pela lei, o próximo pleito terá de ser convocado até junho do ano que vem. Seu maior rival, o conservador David Cameron, tomou a mesma providência. Como o número de envolvidos passa de 170, com risco de aumentar ainda mais, a renovação do Parlamento inglês na próxima eleição poderá ser extraordinariamente grande.
Na essência, a bandalheira inglesa não é diferente da farra das passagens aéreas no Congresso brasileiro. Nos dois casos, os políticos se aproveitaram de uma regulamentação pouco clara sobre o uso da verba pública e se apropriaram do dinheiro fazendo despesas que nem de longe são necessárias para o cumprimento de seu ofício. É óbvio que o espírito da norma inglesa não contempla os táxis de lady Mary Martin nem as 28 toneladas de esterco para adubar o jardim de sir Peter Viggers. No caso brasileiro, é igualmente óbvio que os contribuintes pagam passagens aéreas para que os parlamentares possam cumprir seu dever, indo e vindo para Brasília, e não para levar o deputado Michel Temer e esposa para um passeio a Paris. Até hoje se especula que o enorme progresso dos Estados Unidos em relação ao Brasil se deve ao fato de que americanos herdaram uma suposta superioridade dos ingleses sobre nossos ancestrais portugueses. Os escândalos dos dois países, com gênese tão parecida, são uma diminuta prova de que isso é lorota. A diferença, a brutal diferença, está nas instituições em cada sociedade.
Em Londres, os envolvidos vêm sendo punidos com a proibição de se candidatar à reeleição por seus líderes partidários, a opinião pública está indignada e estuda-se mudar a gestão do Parlamento. O primeiro-ministro Gordon Brown acha que chegou ao fim a era da autorregulação, que se assemelha a "um clube de cavalheiros do século XIX". Em vez disso, uma comissão independente do Parlamento pode ficar encarregada de definir as normas dos gastos. Em Brasília, todos que usaram as passagens aéreas em benefício pessoal estão anistiados, ninguém foi criticado por líder nenhum, a opinião pública parece mais cansada do que indignada e estuda-se uma regulamentação mais clara para o uso das passagens. É melhor do que nada. Mas falta debater medidas que, indo ao fulcro da questão, resultem em instituições cujo funcionamento independa da boa vontade e da honestidade de uns e outros. Uma comissão independente para fazer as normas, como se estuda na Inglaterra? Um órgão externo para fiscalizar o Congresso administrativamente, como já acontece na Justiça? Sem uma discussão fértil, desperdiça-se o potencial pedagógico dos escândalos. Na Inglaterra, pode-se antever que o caso resultará num Parlamento melhor, ou menos galhofeiro. No Brasil, é uma pena que não se possa dizer o mesmo.
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Mulher tinha fugido com filho para evitar o tratamento.Justiça de Minessota ordenou a prisão da mãe após ela se entregar.

A mãe que fugiu com o filho em Minessota, nos Estados Unidos, para que ele não fosse tratado de um câncer disse nesta terça-feira (26) que aceita o tratamento. Colleen Hauser se entregou à policia nesta segunda-feira (25) após ter fugido com o adolescente Daniel Hauser, de 13 anos, que precisa ser submetido à quimioterapia para combater um linfoma de Hodgkin.
A família integra um grupo religioso que defende a medicina alternativa. Já existia uma decisão judicial que determinava a continuação do tratamento.
A Justiça de Minessota ordenou a prisão da mãe e determinou que Daniel fique com uma família adotiva até ser tratado. Porém em audiência após a fuga, os pais, Collen e Anthony Hauser, disseram que agora concordam com a quimioterapia.
Segundo o médico da família, o tumor de Daniel está crescendo, e precisa ser tratado com urgência.


G1
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Mulher tinha fugido com filho para evitar o tratamento.Justiça de Minessota ordenou a prisão da mãe após ela se entregar.

A mãe que fugiu com o filho em Minessota, nos Estados Unidos, para que ele não fosse tratado de um câncer disse nesta terça-feira (26) que aceita o tratamento. Colleen Hauser se entregou à policia nesta segunda-feira (25) após ter fugido com o adolescente Daniel Hauser, de 13 anos, que precisa ser submetido à quimioterapia para combater um linfoma de Hodgkin.
A família integra um grupo religioso que defende a medicina alternativa. Já existia uma decisão judicial que determinava a continuação do tratamento.
A Justiça de Minessota ordenou a prisão da mãe e determinou que Daniel fique com uma família adotiva até ser tratado. Porém em audiência após a fuga, os pais, Collen e Anthony Hauser, disseram que agora concordam com a quimioterapia.
Segundo o médico da família, o tumor de Daniel está crescendo, e precisa ser tratado com urgência.


G1
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Mulher tinha fugido com filho para evitar o tratamento.Justiça de Minessota ordenou a prisão da mãe após ela se entregar.

A mãe que fugiu com o filho em Minessota, nos Estados Unidos, para que ele não fosse tratado de um câncer disse nesta terça-feira (26) que aceita o tratamento. Colleen Hauser se entregou à policia nesta segunda-feira (25) após ter fugido com o adolescente Daniel Hauser, de 13 anos, que precisa ser submetido à quimioterapia para combater um linfoma de Hodgkin.
A família integra um grupo religioso que defende a medicina alternativa. Já existia uma decisão judicial que determinava a continuação do tratamento.
A Justiça de Minessota ordenou a prisão da mãe e determinou que Daniel fique com uma família adotiva até ser tratado. Porém em audiência após a fuga, os pais, Collen e Anthony Hauser, disseram que agora concordam com a quimioterapia.
Segundo o médico da família, o tumor de Daniel está crescendo, e precisa ser tratado com urgência.


G1
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Mulher tinha fugido com filho para evitar o tratamento.Justiça de Minessota ordenou a prisão da mãe após ela se entregar.

A mãe que fugiu com o filho em Minessota, nos Estados Unidos, para que ele não fosse tratado de um câncer disse nesta terça-feira (26) que aceita o tratamento. Colleen Hauser se entregou à policia nesta segunda-feira (25) após ter fugido com o adolescente Daniel Hauser, de 13 anos, que precisa ser submetido à quimioterapia para combater um linfoma de Hodgkin.
A família integra um grupo religioso que defende a medicina alternativa. Já existia uma decisão judicial que determinava a continuação do tratamento.
A Justiça de Minessota ordenou a prisão da mãe e determinou que Daniel fique com uma família adotiva até ser tratado. Porém em audiência após a fuga, os pais, Collen e Anthony Hauser, disseram que agora concordam com a quimioterapia.
Segundo o médico da família, o tumor de Daniel está crescendo, e precisa ser tratado com urgência.


G1
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PHOENIX, EUA - Um dos maiores nomes da história do boxe, Mike Tyson parece ser mesmo um homem perseguido pela tragédia e marcado pelo sofrimento. Ontem, às 11h45m (15h45m, no horário de Brasília), sua filha caçula, Exodus, de 4 anos, morreu após ter sido internada em estado grave na segunda-feira, quando se enforcou por acidente em casa, ao ficar pendurada com um cabo em volta do pescoço em uma esteira elétrica.
A menina, que brincava sozinha no quarto, foi encontrada pelo irmão de 7 anos, no chão, inconsciente. Ele avisou à mãe, que a levou às pressas para um hospital da cidade. Mike Tyson, que estava em Las Vegas, onde mora, pegou um avião para Phoenix assim que soube do acidente. Quando chegou ao hospital, o ex-campeão mundial dos pesos pesados, que tem outros cinco filhos, não quis dar declarações.
Segundo Andy Hill, chefe do departamento de polícia de Phoenix, o ocorrido foi um "trágico acidente e, de acordo com as investigações, não há nada na investigação que indique algo suspeito".
Tyson é personagem de documentário
O ex-pugilista, que abandonou a carreira em 2005, voltou a estar em evidência este mês por causa do documentário "Tyson", do diretor James Toback, sobre sua vida, lançado no Festival de Cannes no ano passado. O filme, que mostra não só suas vitórias, mas também várias passagens conturbadas de sua vida, como o vício, as prisões e as brigas, é uma tentativa de tornar sua imagem um pouco menos negativa.
Aos 42 anos, ele, que ganhou mais de US$ 300 milhões na carreira, perdeu praticamente todo o dinheiro e o respeito que conquistou em seus tempos áureos no boxe. Embora garanta que está sóbrio há 15 meses e viva em um bairro nobre de Las Vegas, já decretou falência e tem dívidas de milhões de dólares com o fisco americano.
Considerado um talento bruto pelo treinador Cus D'Amato, que o descobriu quando tinha 13 anos, em um reformatório, Tyson se tornou o mais jovem pugilista a conquistar o título mundial de pesos pesados da Confederação Mundial de Boxe (WBC), aos 20 anos. No mesmo ano, em 1988, casou-se com a atriz e modelo Robin Given que, menos de oito meses depois, pediu o divórcio, acusando-o de ser maníaco-depressivo.
Em 1991, fez parte do júri do concurso Miss América Negra e foi acusado de estupro por Desiree Washington. No ano seguinte, foi condenado a seis anos de prisão, mas acabou cumprindo só metade da pena, devido ao bom comportamento. Na prisão, converteu-se ao islã e adotou o nome de Malek Abdul Aziz.
Em 1997, de volta aos ringues, protagonizou a cena mais inacreditável do esporte ao arrancar um pedaço da orelha de Evander Holyfield, naquele que chegou a ser considerado o combate do século. Tyson perdeu o
combate e foi banido por um ano da competição. Quando voltou, já longe de sua melhor forma, passou a frequentar assiduamente as páginas policiais, por causa de brigas, agressões, posse de cocaína e alcoolismo.


O Globo On Line
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PHOENIX, EUA - Um dos maiores nomes da história do boxe, Mike Tyson parece ser mesmo um homem perseguido pela tragédia e marcado pelo sofrimento. Ontem, às 11h45m (15h45m, no horário de Brasília), sua filha caçula, Exodus, de 4 anos, morreu após ter sido internada em estado grave na segunda-feira, quando se enforcou por acidente em casa, ao ficar pendurada com um cabo em volta do pescoço em uma esteira elétrica.
A menina, que brincava sozinha no quarto, foi encontrada pelo irmão de 7 anos, no chão, inconsciente. Ele avisou à mãe, que a levou às pressas para um hospital da cidade. Mike Tyson, que estava em Las Vegas, onde mora, pegou um avião para Phoenix assim que soube do acidente. Quando chegou ao hospital, o ex-campeão mundial dos pesos pesados, que tem outros cinco filhos, não quis dar declarações.
Segundo Andy Hill, chefe do departamento de polícia de Phoenix, o ocorrido foi um "trágico acidente e, de acordo com as investigações, não há nada na investigação que indique algo suspeito".
Tyson é personagem de documentário
O ex-pugilista, que abandonou a carreira em 2005, voltou a estar em evidência este mês por causa do documentário "Tyson", do diretor James Toback, sobre sua vida, lançado no Festival de Cannes no ano passado. O filme, que mostra não só suas vitórias, mas também várias passagens conturbadas de sua vida, como o vício, as prisões e as brigas, é uma tentativa de tornar sua imagem um pouco menos negativa.
Aos 42 anos, ele, que ganhou mais de US$ 300 milhões na carreira, perdeu praticamente todo o dinheiro e o respeito que conquistou em seus tempos áureos no boxe. Embora garanta que está sóbrio há 15 meses e viva em um bairro nobre de Las Vegas, já decretou falência e tem dívidas de milhões de dólares com o fisco americano.
Considerado um talento bruto pelo treinador Cus D'Amato, que o descobriu quando tinha 13 anos, em um reformatório, Tyson se tornou o mais jovem pugilista a conquistar o título mundial de pesos pesados da Confederação Mundial de Boxe (WBC), aos 20 anos. No mesmo ano, em 1988, casou-se com a atriz e modelo Robin Given que, menos de oito meses depois, pediu o divórcio, acusando-o de ser maníaco-depressivo.
Em 1991, fez parte do júri do concurso Miss América Negra e foi acusado de estupro por Desiree Washington. No ano seguinte, foi condenado a seis anos de prisão, mas acabou cumprindo só metade da pena, devido ao bom comportamento. Na prisão, converteu-se ao islã e adotou o nome de Malek Abdul Aziz.
Em 1997, de volta aos ringues, protagonizou a cena mais inacreditável do esporte ao arrancar um pedaço da orelha de Evander Holyfield, naquele que chegou a ser considerado o combate do século. Tyson perdeu o
combate e foi banido por um ano da competição. Quando voltou, já longe de sua melhor forma, passou a frequentar assiduamente as páginas policiais, por causa de brigas, agressões, posse de cocaína e alcoolismo.


O Globo On Line
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PHOENIX, EUA - Um dos maiores nomes da história do boxe, Mike Tyson parece ser mesmo um homem perseguido pela tragédia e marcado pelo sofrimento. Ontem, às 11h45m (15h45m, no horário de Brasília), sua filha caçula, Exodus, de 4 anos, morreu após ter sido internada em estado grave na segunda-feira, quando se enforcou por acidente em casa, ao ficar pendurada com um cabo em volta do pescoço em uma esteira elétrica.
A menina, que brincava sozinha no quarto, foi encontrada pelo irmão de 7 anos, no chão, inconsciente. Ele avisou à mãe, que a levou às pressas para um hospital da cidade. Mike Tyson, que estava em Las Vegas, onde mora, pegou um avião para Phoenix assim que soube do acidente. Quando chegou ao hospital, o ex-campeão mundial dos pesos pesados, que tem outros cinco filhos, não quis dar declarações.
Segundo Andy Hill, chefe do departamento de polícia de Phoenix, o ocorrido foi um "trágico acidente e, de acordo com as investigações, não há nada na investigação que indique algo suspeito".
Tyson é personagem de documentário
O ex-pugilista, que abandonou a carreira em 2005, voltou a estar em evidência este mês por causa do documentário "Tyson", do diretor James Toback, sobre sua vida, lançado no Festival de Cannes no ano passado. O filme, que mostra não só suas vitórias, mas também várias passagens conturbadas de sua vida, como o vício, as prisões e as brigas, é uma tentativa de tornar sua imagem um pouco menos negativa.
Aos 42 anos, ele, que ganhou mais de US$ 300 milhões na carreira, perdeu praticamente todo o dinheiro e o respeito que conquistou em seus tempos áureos no boxe. Embora garanta que está sóbrio há 15 meses e viva em um bairro nobre de Las Vegas, já decretou falência e tem dívidas de milhões de dólares com o fisco americano.
Considerado um talento bruto pelo treinador Cus D'Amato, que o descobriu quando tinha 13 anos, em um reformatório, Tyson se tornou o mais jovem pugilista a conquistar o título mundial de pesos pesados da Confederação Mundial de Boxe (WBC), aos 20 anos. No mesmo ano, em 1988, casou-se com a atriz e modelo Robin Given que, menos de oito meses depois, pediu o divórcio, acusando-o de ser maníaco-depressivo.
Em 1991, fez parte do júri do concurso Miss América Negra e foi acusado de estupro por Desiree Washington. No ano seguinte, foi condenado a seis anos de prisão, mas acabou cumprindo só metade da pena, devido ao bom comportamento. Na prisão, converteu-se ao islã e adotou o nome de Malek Abdul Aziz.
Em 1997, de volta aos ringues, protagonizou a cena mais inacreditável do esporte ao arrancar um pedaço da orelha de Evander Holyfield, naquele que chegou a ser considerado o combate do século. Tyson perdeu o
combate e foi banido por um ano da competição. Quando voltou, já longe de sua melhor forma, passou a frequentar assiduamente as páginas policiais, por causa de brigas, agressões, posse de cocaína e alcoolismo.


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PHOENIX, EUA - Um dos maiores nomes da história do boxe, Mike Tyson parece ser mesmo um homem perseguido pela tragédia e marcado pelo sofrimento. Ontem, às 11h45m (15h45m, no horário de Brasília), sua filha caçula, Exodus, de 4 anos, morreu após ter sido internada em estado grave na segunda-feira, quando se enforcou por acidente em casa, ao ficar pendurada com um cabo em volta do pescoço em uma esteira elétrica.
A menina, que brincava sozinha no quarto, foi encontrada pelo irmão de 7 anos, no chão, inconsciente. Ele avisou à mãe, que a levou às pressas para um hospital da cidade. Mike Tyson, que estava em Las Vegas, onde mora, pegou um avião para Phoenix assim que soube do acidente. Quando chegou ao hospital, o ex-campeão mundial dos pesos pesados, que tem outros cinco filhos, não quis dar declarações.
Segundo Andy Hill, chefe do departamento de polícia de Phoenix, o ocorrido foi um "trágico acidente e, de acordo com as investigações, não há nada na investigação que indique algo suspeito".
Tyson é personagem de documentário
O ex-pugilista, que abandonou a carreira em 2005, voltou a estar em evidência este mês por causa do documentário "Tyson", do diretor James Toback, sobre sua vida, lançado no Festival de Cannes no ano passado. O filme, que mostra não só suas vitórias, mas também várias passagens conturbadas de sua vida, como o vício, as prisões e as brigas, é uma tentativa de tornar sua imagem um pouco menos negativa.
Aos 42 anos, ele, que ganhou mais de US$ 300 milhões na carreira, perdeu praticamente todo o dinheiro e o respeito que conquistou em seus tempos áureos no boxe. Embora garanta que está sóbrio há 15 meses e viva em um bairro nobre de Las Vegas, já decretou falência e tem dívidas de milhões de dólares com o fisco americano.
Considerado um talento bruto pelo treinador Cus D'Amato, que o descobriu quando tinha 13 anos, em um reformatório, Tyson se tornou o mais jovem pugilista a conquistar o título mundial de pesos pesados da Confederação Mundial de Boxe (WBC), aos 20 anos. No mesmo ano, em 1988, casou-se com a atriz e modelo Robin Given que, menos de oito meses depois, pediu o divórcio, acusando-o de ser maníaco-depressivo.
Em 1991, fez parte do júri do concurso Miss América Negra e foi acusado de estupro por Desiree Washington. No ano seguinte, foi condenado a seis anos de prisão, mas acabou cumprindo só metade da pena, devido ao bom comportamento. Na prisão, converteu-se ao islã e adotou o nome de Malek Abdul Aziz.
Em 1997, de volta aos ringues, protagonizou a cena mais inacreditável do esporte ao arrancar um pedaço da orelha de Evander Holyfield, naquele que chegou a ser considerado o combate do século. Tyson perdeu o
combate e foi banido por um ano da competição. Quando voltou, já longe de sua melhor forma, passou a frequentar assiduamente as páginas policiais, por causa de brigas, agressões, posse de cocaína e alcoolismo.


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colaboradores: carmen e maria celia

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