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26.5.09
Clara (nome fictício), 7, sonha com uma casa “bem legal” e com muitos brinquedos. Ela deseja uma família boa, que vai proporcionar-lhe carinho, amor e, quem sabe, presentes. Além disso, imagina Clara com um sorriso no rosto, essa família vai levá-la para casa junto com sua irmãzinha, um ano mais velha. Os dois irmãos, um de pouco mais de um ano e outro de nove anos, já foram adotados. A garotinha chorou na despedida, mas disse não ter ficado triste. “Chorei só uns dias, mas depois fiquei feliz. Logo eu também vou”, diz.
A menina e sua irmã moram no Condomínio Sol Nascente, em Goiânia, a cerca de um ano e meio, mas não perdem a esperança de encontrar uma nova família. Mas o sonho das meninas, assim como o de tantas outras crianças no País, esbarra em um obstáculo: as exigências dos pais adotivos.
Dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mostram que 17.985 pessoas estão inscritas no Cadastro Nacional de Adoção (CNA). Mas, desse total, 40,62% somente aceitam crianças brancas e 0,09% somente aceitam crianças negras. Dos cadastrados, 85,09% não aceitam irmãos e, 34,87%, só querem adotar se for do sexo feminino. No que diz respeito à idade, quando mais velha a criança, menor o percentual de pessoas que querem adotar. Para se ter uma ideia disso, apenas 0,26% aceita crianças com até nove anos.
Na contramão da fila de espera dos pais, estão cadastradas no CNA 2.583 crianças, mas grande parte está fora do perfil preferido pelos candidatos a pais. Do total, 47,50% são pardas, 74,76% têm irmãos, 20,63% possuem algum problema de saúde e, a maioria, está acima dos três anos. Trinta crianças e 680 candidatos a adoção do Estado estão cadastrados no CNA.
Atualmente em Goiânia, segundo o juiz da Infância e Juventude de Goiânia, Maurício Porfírio, existem 270 crianças abrigadas. Do outro lado, 550 pessoas aguardam na fila para adotar. O magistrado diz que, apesar da distorção dos números, não existe burocracia no processo de adoção. “O que existe é o perfil que nós não temos.” Ele diz que a preferência dos candidatos é pelos recém-nascidos, do sexo feminino e de cor branca. “A consequência disso é que temos uma fila enorme e nenhuma criança nesse perfil para ser adotada”, diz.

Psicológico
Lorena Lobo, estagiária de Psicologia que trabalha no Condomínio Sol Nascente, diz que um dos questionamentos das crianças no local é sobre o porquê de não terem sido adotadas e chegam a perguntar se é por causa da idade. Segundo Lorena, das mais de 45 crianças que estão no abrigo, a maioria tem mais de oito anos.
A estagiária ressalta que todas as crianças fazem acompanhamento psicológico dentro do Condomínio e, se necessário, elas podem passar pelo procedimento fora do local. Ela observa que, para que a criança possa lidar melhor com a situação, são trabalhados projetos de vida. Nesse trabalho, é analisado com as crianças como seria a vida delas se fossem adotadas e como seria se não fossem.

Apelo
Ontem, ocasião em que se comemorou o Dia Nacional da Adoção, Porfírio fez um apelo à população que pretende adotar uma criança. “É preciso que os casais abram o coração. Adotar um recém-nascido, a pessoa ajuda mais a ela mesma do que a criança”, ressalta. O magistrado observa que o CNA, criado há um ano pelo CNJ, tem ajudado no processo de adoção, mas o que precisa mudar, segundo o juiz, é o perfil que as pessoas querem na hora de levar uma criança para casa.
O magistrado informa que, para adotar uma criança ou um adolescente, é necessário que o interessado compareça pessoalmente junto à Vara da Infância e Juventude de Goiânia (isso no caso da capital) para requerer a inscrição. É preciso levar documentos pessoais, comprovante de endereço, foto e diploma comprovando a participação em curso de preparação para adoção. Após a entrega da documentação, técnicas da Divisão Psicossocial, realizam sindicância na residência do candidato para elaboração do Estudo Social. Posteriormente, o processo será encaminhado para a promotoria e do Juiz da Infância e Juventude. Aceito o pedido, o interessado é incluído no Cadastro para Adoção.


Jornal Hoje Notícia
link do postPor anjoseguerreiros, às 22:35  comentar

Clara (nome fictício), 7, sonha com uma casa “bem legal” e com muitos brinquedos. Ela deseja uma família boa, que vai proporcionar-lhe carinho, amor e, quem sabe, presentes. Além disso, imagina Clara com um sorriso no rosto, essa família vai levá-la para casa junto com sua irmãzinha, um ano mais velha. Os dois irmãos, um de pouco mais de um ano e outro de nove anos, já foram adotados. A garotinha chorou na despedida, mas disse não ter ficado triste. “Chorei só uns dias, mas depois fiquei feliz. Logo eu também vou”, diz.
A menina e sua irmã moram no Condomínio Sol Nascente, em Goiânia, a cerca de um ano e meio, mas não perdem a esperança de encontrar uma nova família. Mas o sonho das meninas, assim como o de tantas outras crianças no País, esbarra em um obstáculo: as exigências dos pais adotivos.
Dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mostram que 17.985 pessoas estão inscritas no Cadastro Nacional de Adoção (CNA). Mas, desse total, 40,62% somente aceitam crianças brancas e 0,09% somente aceitam crianças negras. Dos cadastrados, 85,09% não aceitam irmãos e, 34,87%, só querem adotar se for do sexo feminino. No que diz respeito à idade, quando mais velha a criança, menor o percentual de pessoas que querem adotar. Para se ter uma ideia disso, apenas 0,26% aceita crianças com até nove anos.
Na contramão da fila de espera dos pais, estão cadastradas no CNA 2.583 crianças, mas grande parte está fora do perfil preferido pelos candidatos a pais. Do total, 47,50% são pardas, 74,76% têm irmãos, 20,63% possuem algum problema de saúde e, a maioria, está acima dos três anos. Trinta crianças e 680 candidatos a adoção do Estado estão cadastrados no CNA.
Atualmente em Goiânia, segundo o juiz da Infância e Juventude de Goiânia, Maurício Porfírio, existem 270 crianças abrigadas. Do outro lado, 550 pessoas aguardam na fila para adotar. O magistrado diz que, apesar da distorção dos números, não existe burocracia no processo de adoção. “O que existe é o perfil que nós não temos.” Ele diz que a preferência dos candidatos é pelos recém-nascidos, do sexo feminino e de cor branca. “A consequência disso é que temos uma fila enorme e nenhuma criança nesse perfil para ser adotada”, diz.

Psicológico
Lorena Lobo, estagiária de Psicologia que trabalha no Condomínio Sol Nascente, diz que um dos questionamentos das crianças no local é sobre o porquê de não terem sido adotadas e chegam a perguntar se é por causa da idade. Segundo Lorena, das mais de 45 crianças que estão no abrigo, a maioria tem mais de oito anos.
A estagiária ressalta que todas as crianças fazem acompanhamento psicológico dentro do Condomínio e, se necessário, elas podem passar pelo procedimento fora do local. Ela observa que, para que a criança possa lidar melhor com a situação, são trabalhados projetos de vida. Nesse trabalho, é analisado com as crianças como seria a vida delas se fossem adotadas e como seria se não fossem.

Apelo
Ontem, ocasião em que se comemorou o Dia Nacional da Adoção, Porfírio fez um apelo à população que pretende adotar uma criança. “É preciso que os casais abram o coração. Adotar um recém-nascido, a pessoa ajuda mais a ela mesma do que a criança”, ressalta. O magistrado observa que o CNA, criado há um ano pelo CNJ, tem ajudado no processo de adoção, mas o que precisa mudar, segundo o juiz, é o perfil que as pessoas querem na hora de levar uma criança para casa.
O magistrado informa que, para adotar uma criança ou um adolescente, é necessário que o interessado compareça pessoalmente junto à Vara da Infância e Juventude de Goiânia (isso no caso da capital) para requerer a inscrição. É preciso levar documentos pessoais, comprovante de endereço, foto e diploma comprovando a participação em curso de preparação para adoção. Após a entrega da documentação, técnicas da Divisão Psicossocial, realizam sindicância na residência do candidato para elaboração do Estudo Social. Posteriormente, o processo será encaminhado para a promotoria e do Juiz da Infância e Juventude. Aceito o pedido, o interessado é incluído no Cadastro para Adoção.


Jornal Hoje Notícia
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Clara (nome fictício), 7, sonha com uma casa “bem legal” e com muitos brinquedos. Ela deseja uma família boa, que vai proporcionar-lhe carinho, amor e, quem sabe, presentes. Além disso, imagina Clara com um sorriso no rosto, essa família vai levá-la para casa junto com sua irmãzinha, um ano mais velha. Os dois irmãos, um de pouco mais de um ano e outro de nove anos, já foram adotados. A garotinha chorou na despedida, mas disse não ter ficado triste. “Chorei só uns dias, mas depois fiquei feliz. Logo eu também vou”, diz.
A menina e sua irmã moram no Condomínio Sol Nascente, em Goiânia, a cerca de um ano e meio, mas não perdem a esperança de encontrar uma nova família. Mas o sonho das meninas, assim como o de tantas outras crianças no País, esbarra em um obstáculo: as exigências dos pais adotivos.
Dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mostram que 17.985 pessoas estão inscritas no Cadastro Nacional de Adoção (CNA). Mas, desse total, 40,62% somente aceitam crianças brancas e 0,09% somente aceitam crianças negras. Dos cadastrados, 85,09% não aceitam irmãos e, 34,87%, só querem adotar se for do sexo feminino. No que diz respeito à idade, quando mais velha a criança, menor o percentual de pessoas que querem adotar. Para se ter uma ideia disso, apenas 0,26% aceita crianças com até nove anos.
Na contramão da fila de espera dos pais, estão cadastradas no CNA 2.583 crianças, mas grande parte está fora do perfil preferido pelos candidatos a pais. Do total, 47,50% são pardas, 74,76% têm irmãos, 20,63% possuem algum problema de saúde e, a maioria, está acima dos três anos. Trinta crianças e 680 candidatos a adoção do Estado estão cadastrados no CNA.
Atualmente em Goiânia, segundo o juiz da Infância e Juventude de Goiânia, Maurício Porfírio, existem 270 crianças abrigadas. Do outro lado, 550 pessoas aguardam na fila para adotar. O magistrado diz que, apesar da distorção dos números, não existe burocracia no processo de adoção. “O que existe é o perfil que nós não temos.” Ele diz que a preferência dos candidatos é pelos recém-nascidos, do sexo feminino e de cor branca. “A consequência disso é que temos uma fila enorme e nenhuma criança nesse perfil para ser adotada”, diz.

Psicológico
Lorena Lobo, estagiária de Psicologia que trabalha no Condomínio Sol Nascente, diz que um dos questionamentos das crianças no local é sobre o porquê de não terem sido adotadas e chegam a perguntar se é por causa da idade. Segundo Lorena, das mais de 45 crianças que estão no abrigo, a maioria tem mais de oito anos.
A estagiária ressalta que todas as crianças fazem acompanhamento psicológico dentro do Condomínio e, se necessário, elas podem passar pelo procedimento fora do local. Ela observa que, para que a criança possa lidar melhor com a situação, são trabalhados projetos de vida. Nesse trabalho, é analisado com as crianças como seria a vida delas se fossem adotadas e como seria se não fossem.

Apelo
Ontem, ocasião em que se comemorou o Dia Nacional da Adoção, Porfírio fez um apelo à população que pretende adotar uma criança. “É preciso que os casais abram o coração. Adotar um recém-nascido, a pessoa ajuda mais a ela mesma do que a criança”, ressalta. O magistrado observa que o CNA, criado há um ano pelo CNJ, tem ajudado no processo de adoção, mas o que precisa mudar, segundo o juiz, é o perfil que as pessoas querem na hora de levar uma criança para casa.
O magistrado informa que, para adotar uma criança ou um adolescente, é necessário que o interessado compareça pessoalmente junto à Vara da Infância e Juventude de Goiânia (isso no caso da capital) para requerer a inscrição. É preciso levar documentos pessoais, comprovante de endereço, foto e diploma comprovando a participação em curso de preparação para adoção. Após a entrega da documentação, técnicas da Divisão Psicossocial, realizam sindicância na residência do candidato para elaboração do Estudo Social. Posteriormente, o processo será encaminhado para a promotoria e do Juiz da Infância e Juventude. Aceito o pedido, o interessado é incluído no Cadastro para Adoção.


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Clara (nome fictício), 7, sonha com uma casa “bem legal” e com muitos brinquedos. Ela deseja uma família boa, que vai proporcionar-lhe carinho, amor e, quem sabe, presentes. Além disso, imagina Clara com um sorriso no rosto, essa família vai levá-la para casa junto com sua irmãzinha, um ano mais velha. Os dois irmãos, um de pouco mais de um ano e outro de nove anos, já foram adotados. A garotinha chorou na despedida, mas disse não ter ficado triste. “Chorei só uns dias, mas depois fiquei feliz. Logo eu também vou”, diz.
A menina e sua irmã moram no Condomínio Sol Nascente, em Goiânia, a cerca de um ano e meio, mas não perdem a esperança de encontrar uma nova família. Mas o sonho das meninas, assim como o de tantas outras crianças no País, esbarra em um obstáculo: as exigências dos pais adotivos.
Dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mostram que 17.985 pessoas estão inscritas no Cadastro Nacional de Adoção (CNA). Mas, desse total, 40,62% somente aceitam crianças brancas e 0,09% somente aceitam crianças negras. Dos cadastrados, 85,09% não aceitam irmãos e, 34,87%, só querem adotar se for do sexo feminino. No que diz respeito à idade, quando mais velha a criança, menor o percentual de pessoas que querem adotar. Para se ter uma ideia disso, apenas 0,26% aceita crianças com até nove anos.
Na contramão da fila de espera dos pais, estão cadastradas no CNA 2.583 crianças, mas grande parte está fora do perfil preferido pelos candidatos a pais. Do total, 47,50% são pardas, 74,76% têm irmãos, 20,63% possuem algum problema de saúde e, a maioria, está acima dos três anos. Trinta crianças e 680 candidatos a adoção do Estado estão cadastrados no CNA.
Atualmente em Goiânia, segundo o juiz da Infância e Juventude de Goiânia, Maurício Porfírio, existem 270 crianças abrigadas. Do outro lado, 550 pessoas aguardam na fila para adotar. O magistrado diz que, apesar da distorção dos números, não existe burocracia no processo de adoção. “O que existe é o perfil que nós não temos.” Ele diz que a preferência dos candidatos é pelos recém-nascidos, do sexo feminino e de cor branca. “A consequência disso é que temos uma fila enorme e nenhuma criança nesse perfil para ser adotada”, diz.

Psicológico
Lorena Lobo, estagiária de Psicologia que trabalha no Condomínio Sol Nascente, diz que um dos questionamentos das crianças no local é sobre o porquê de não terem sido adotadas e chegam a perguntar se é por causa da idade. Segundo Lorena, das mais de 45 crianças que estão no abrigo, a maioria tem mais de oito anos.
A estagiária ressalta que todas as crianças fazem acompanhamento psicológico dentro do Condomínio e, se necessário, elas podem passar pelo procedimento fora do local. Ela observa que, para que a criança possa lidar melhor com a situação, são trabalhados projetos de vida. Nesse trabalho, é analisado com as crianças como seria a vida delas se fossem adotadas e como seria se não fossem.

Apelo
Ontem, ocasião em que se comemorou o Dia Nacional da Adoção, Porfírio fez um apelo à população que pretende adotar uma criança. “É preciso que os casais abram o coração. Adotar um recém-nascido, a pessoa ajuda mais a ela mesma do que a criança”, ressalta. O magistrado observa que o CNA, criado há um ano pelo CNJ, tem ajudado no processo de adoção, mas o que precisa mudar, segundo o juiz, é o perfil que as pessoas querem na hora de levar uma criança para casa.
O magistrado informa que, para adotar uma criança ou um adolescente, é necessário que o interessado compareça pessoalmente junto à Vara da Infância e Juventude de Goiânia (isso no caso da capital) para requerer a inscrição. É preciso levar documentos pessoais, comprovante de endereço, foto e diploma comprovando a participação em curso de preparação para adoção. Após a entrega da documentação, técnicas da Divisão Psicossocial, realizam sindicância na residência do candidato para elaboração do Estudo Social. Posteriormente, o processo será encaminhado para a promotoria e do Juiz da Infância e Juventude. Aceito o pedido, o interessado é incluído no Cadastro para Adoção.


Jornal Hoje Notícia
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Desde sua implantação, em 2003, até abril deste ano, o Disque 100 recebeu e encaminhou 95.449 denúncias de violações de direitos de crianças e adolescentes em todo o Brasil, das quais 87.159 foram caracterizadas como violência. Os dados estão no relatório da Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH), divulgado no início do mês.
De acordo com o relatório, 35% dos casos se referem à negligência, 34% à violência física e psicológica e 31% à violência sexual praticada contra meninas e meninos. Na categoria violência sexual, os registros de abuso sexual e exploração sexual são os mais numerosos, correspondendo a 58,31% e 39,97% das ocorrências, respectivamente. Em seguida vêm pornografia (1,71%) e tráfico infanto-juvenil (0,72%).

Fernando Luz, assessor técnico do Programa Nacional de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, vinculado à SEDH, diz que o maior número de denúncias relacionadas à violência demonstra que a população está mais esclarecida sobre seus direitos e que procura denunciar as agressões por acreditarem que medidas para penalizar o agressor serão tomadas.

Ainda de acordo com ele, o crescimento no número de ocorrências também está ligado à visibilidade e consolidação do Disque Denúncia, que hoje é uma política pública para a garantia dos direitos humanos de meninos e meninas.

“O serviço do Disque Denúncia está consolidado no Sistema de Garantia de Direitos, tem credibilidade e é fácil de ser acessado, por isso o aumento do número de registros”, afirmou o assessor.

Denúncias
O serviço Disque Denúncia funciona diariamente — sábados, domingos e feriados — das 8h às 22h. As denúncias podem ser feitas de qualquer lugar do Brasil por meio de ligação gratuita para o número 100, e do exterior, pelo telefone (61) 3212-8400. O serviço também recebe denúncias por e-mail. Para isso, basta enviar uma mensagem para o endereço eletrônico: disquedenuncia@sedh.gov.br.

No acolhimento da denúncia, os cidadãos que utilizam o serviço são orientados sobre como proceder em relação aos casos de violações. Além disso, depois de avaliadas e categorizadas de acordo com tipo de violência e urgência, as denúncias são encaminhadas aos órgãos locais, dentre os quais Conselhos Tutelares e de Direitos, unidades de saúde e delegacias especializadas.

O passo seguinte da ocorrência registrada no Disque 100 é seguir para o Ministério Público, que é o órgão que monitora e fiscaliza o atendimento prestado pelos órgãos de segurança pública e saúde local, bem como as entidades que trabalham em prol da garantia dos direitos de crianças e adolescentes.


ConJur
link do postPor anjoseguerreiros, às 22:17  comentar

Desde sua implantação, em 2003, até abril deste ano, o Disque 100 recebeu e encaminhou 95.449 denúncias de violações de direitos de crianças e adolescentes em todo o Brasil, das quais 87.159 foram caracterizadas como violência. Os dados estão no relatório da Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH), divulgado no início do mês.
De acordo com o relatório, 35% dos casos se referem à negligência, 34% à violência física e psicológica e 31% à violência sexual praticada contra meninas e meninos. Na categoria violência sexual, os registros de abuso sexual e exploração sexual são os mais numerosos, correspondendo a 58,31% e 39,97% das ocorrências, respectivamente. Em seguida vêm pornografia (1,71%) e tráfico infanto-juvenil (0,72%).

Fernando Luz, assessor técnico do Programa Nacional de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, vinculado à SEDH, diz que o maior número de denúncias relacionadas à violência demonstra que a população está mais esclarecida sobre seus direitos e que procura denunciar as agressões por acreditarem que medidas para penalizar o agressor serão tomadas.

Ainda de acordo com ele, o crescimento no número de ocorrências também está ligado à visibilidade e consolidação do Disque Denúncia, que hoje é uma política pública para a garantia dos direitos humanos de meninos e meninas.

“O serviço do Disque Denúncia está consolidado no Sistema de Garantia de Direitos, tem credibilidade e é fácil de ser acessado, por isso o aumento do número de registros”, afirmou o assessor.

Denúncias
O serviço Disque Denúncia funciona diariamente — sábados, domingos e feriados — das 8h às 22h. As denúncias podem ser feitas de qualquer lugar do Brasil por meio de ligação gratuita para o número 100, e do exterior, pelo telefone (61) 3212-8400. O serviço também recebe denúncias por e-mail. Para isso, basta enviar uma mensagem para o endereço eletrônico: disquedenuncia@sedh.gov.br.

No acolhimento da denúncia, os cidadãos que utilizam o serviço são orientados sobre como proceder em relação aos casos de violações. Além disso, depois de avaliadas e categorizadas de acordo com tipo de violência e urgência, as denúncias são encaminhadas aos órgãos locais, dentre os quais Conselhos Tutelares e de Direitos, unidades de saúde e delegacias especializadas.

O passo seguinte da ocorrência registrada no Disque 100 é seguir para o Ministério Público, que é o órgão que monitora e fiscaliza o atendimento prestado pelos órgãos de segurança pública e saúde local, bem como as entidades que trabalham em prol da garantia dos direitos de crianças e adolescentes.


ConJur
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Desde sua implantação, em 2003, até abril deste ano, o Disque 100 recebeu e encaminhou 95.449 denúncias de violações de direitos de crianças e adolescentes em todo o Brasil, das quais 87.159 foram caracterizadas como violência. Os dados estão no relatório da Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH), divulgado no início do mês.
De acordo com o relatório, 35% dos casos se referem à negligência, 34% à violência física e psicológica e 31% à violência sexual praticada contra meninas e meninos. Na categoria violência sexual, os registros de abuso sexual e exploração sexual são os mais numerosos, correspondendo a 58,31% e 39,97% das ocorrências, respectivamente. Em seguida vêm pornografia (1,71%) e tráfico infanto-juvenil (0,72%).

Fernando Luz, assessor técnico do Programa Nacional de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, vinculado à SEDH, diz que o maior número de denúncias relacionadas à violência demonstra que a população está mais esclarecida sobre seus direitos e que procura denunciar as agressões por acreditarem que medidas para penalizar o agressor serão tomadas.

Ainda de acordo com ele, o crescimento no número de ocorrências também está ligado à visibilidade e consolidação do Disque Denúncia, que hoje é uma política pública para a garantia dos direitos humanos de meninos e meninas.

“O serviço do Disque Denúncia está consolidado no Sistema de Garantia de Direitos, tem credibilidade e é fácil de ser acessado, por isso o aumento do número de registros”, afirmou o assessor.

Denúncias
O serviço Disque Denúncia funciona diariamente — sábados, domingos e feriados — das 8h às 22h. As denúncias podem ser feitas de qualquer lugar do Brasil por meio de ligação gratuita para o número 100, e do exterior, pelo telefone (61) 3212-8400. O serviço também recebe denúncias por e-mail. Para isso, basta enviar uma mensagem para o endereço eletrônico: disquedenuncia@sedh.gov.br.

No acolhimento da denúncia, os cidadãos que utilizam o serviço são orientados sobre como proceder em relação aos casos de violações. Além disso, depois de avaliadas e categorizadas de acordo com tipo de violência e urgência, as denúncias são encaminhadas aos órgãos locais, dentre os quais Conselhos Tutelares e de Direitos, unidades de saúde e delegacias especializadas.

O passo seguinte da ocorrência registrada no Disque 100 é seguir para o Ministério Público, que é o órgão que monitora e fiscaliza o atendimento prestado pelos órgãos de segurança pública e saúde local, bem como as entidades que trabalham em prol da garantia dos direitos de crianças e adolescentes.


ConJur
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Desde sua implantação, em 2003, até abril deste ano, o Disque 100 recebeu e encaminhou 95.449 denúncias de violações de direitos de crianças e adolescentes em todo o Brasil, das quais 87.159 foram caracterizadas como violência. Os dados estão no relatório da Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH), divulgado no início do mês.
De acordo com o relatório, 35% dos casos se referem à negligência, 34% à violência física e psicológica e 31% à violência sexual praticada contra meninas e meninos. Na categoria violência sexual, os registros de abuso sexual e exploração sexual são os mais numerosos, correspondendo a 58,31% e 39,97% das ocorrências, respectivamente. Em seguida vêm pornografia (1,71%) e tráfico infanto-juvenil (0,72%).

Fernando Luz, assessor técnico do Programa Nacional de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, vinculado à SEDH, diz que o maior número de denúncias relacionadas à violência demonstra que a população está mais esclarecida sobre seus direitos e que procura denunciar as agressões por acreditarem que medidas para penalizar o agressor serão tomadas.

Ainda de acordo com ele, o crescimento no número de ocorrências também está ligado à visibilidade e consolidação do Disque Denúncia, que hoje é uma política pública para a garantia dos direitos humanos de meninos e meninas.

“O serviço do Disque Denúncia está consolidado no Sistema de Garantia de Direitos, tem credibilidade e é fácil de ser acessado, por isso o aumento do número de registros”, afirmou o assessor.

Denúncias
O serviço Disque Denúncia funciona diariamente — sábados, domingos e feriados — das 8h às 22h. As denúncias podem ser feitas de qualquer lugar do Brasil por meio de ligação gratuita para o número 100, e do exterior, pelo telefone (61) 3212-8400. O serviço também recebe denúncias por e-mail. Para isso, basta enviar uma mensagem para o endereço eletrônico: disquedenuncia@sedh.gov.br.

No acolhimento da denúncia, os cidadãos que utilizam o serviço são orientados sobre como proceder em relação aos casos de violações. Além disso, depois de avaliadas e categorizadas de acordo com tipo de violência e urgência, as denúncias são encaminhadas aos órgãos locais, dentre os quais Conselhos Tutelares e de Direitos, unidades de saúde e delegacias especializadas.

O passo seguinte da ocorrência registrada no Disque 100 é seguir para o Ministério Público, que é o órgão que monitora e fiscaliza o atendimento prestado pelos órgãos de segurança pública e saúde local, bem como as entidades que trabalham em prol da garantia dos direitos de crianças e adolescentes.


ConJur
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Nos últimos três anos, o número de famílias habilitadas para acolher uma criança ou adolescente aumentou 400% no Distrito Federal. Atualmente, existem cerca de 140 processos de habilitação em análise na Vara da Infância e Juventude. Isso significa que, em no máximo um ano, outras 120 famílias entrarão na fila por um filho. O perfil de criança desejada não sofreu mudanças significativas nas estatísticas. Mas as mudanças começam a ser percebidas.
Especialistas são da opinião de que é perfeitamente compreensível que os pais, especialmente os que nunca tiveram filhos, queiram bebezinhos. Assim como é natural, por exemplo, que a maioria prefira crianças brancas, já que 40% dos pretendentes à adoção são brancos, pontuou Francisco Oliveira Neto, vice-presidente da Associação dos Magistrados do Brasil (AMB), que coordena a campanha “Mude um Destino”, pela adoção consciente. Segundos os especialistas, essa é uma data para propor reflexões sobre a adoção no Brasil. No Senado Federal tramita um projeto de lei que propõe mudanças nas regras.
Segundo Oliveira Neto, as famílias devem ser conscientizadas e preparadas para a realidade que irão encontrar nos abrigos e sobre como se dá o processo de adoção. “Com informação, naturalmente essas filas vão se encontrar. E vamos conseguir diminuir o tempo de espera das crianças por um lar e dos pais por seus filhos”, acredita. Ele afirma, ainda, que é preciso avançar na lei. O projeto em tramitação no Senado pode trazer avanços. Entre outras mudanças, a proposta obriga o juiz a analisar o processo da criança a cada seis meses, justificando a permanência dela no abrigo, e limita em dois anos o prazo de tentativa de reinserção na família biológica. Atualmente, não existe prazo fixado por lei para que o juiz decida pela destituição do poder familiar, colocando a criança ou adolescente para adoção. Um dos artigos do projeto de lei tentará proibir a separação de irmãos, mas não detalha como isso deve ocorrer. Um dos caminhos é condicionar a separação de irmãos, desde que as famílias adotivas mantenham contato.


Correio Brasiliense
link do postPor anjoseguerreiros, às 21:59  comentar

Nos últimos três anos, o número de famílias habilitadas para acolher uma criança ou adolescente aumentou 400% no Distrito Federal. Atualmente, existem cerca de 140 processos de habilitação em análise na Vara da Infância e Juventude. Isso significa que, em no máximo um ano, outras 120 famílias entrarão na fila por um filho. O perfil de criança desejada não sofreu mudanças significativas nas estatísticas. Mas as mudanças começam a ser percebidas.
Especialistas são da opinião de que é perfeitamente compreensível que os pais, especialmente os que nunca tiveram filhos, queiram bebezinhos. Assim como é natural, por exemplo, que a maioria prefira crianças brancas, já que 40% dos pretendentes à adoção são brancos, pontuou Francisco Oliveira Neto, vice-presidente da Associação dos Magistrados do Brasil (AMB), que coordena a campanha “Mude um Destino”, pela adoção consciente. Segundos os especialistas, essa é uma data para propor reflexões sobre a adoção no Brasil. No Senado Federal tramita um projeto de lei que propõe mudanças nas regras.
Segundo Oliveira Neto, as famílias devem ser conscientizadas e preparadas para a realidade que irão encontrar nos abrigos e sobre como se dá o processo de adoção. “Com informação, naturalmente essas filas vão se encontrar. E vamos conseguir diminuir o tempo de espera das crianças por um lar e dos pais por seus filhos”, acredita. Ele afirma, ainda, que é preciso avançar na lei. O projeto em tramitação no Senado pode trazer avanços. Entre outras mudanças, a proposta obriga o juiz a analisar o processo da criança a cada seis meses, justificando a permanência dela no abrigo, e limita em dois anos o prazo de tentativa de reinserção na família biológica. Atualmente, não existe prazo fixado por lei para que o juiz decida pela destituição do poder familiar, colocando a criança ou adolescente para adoção. Um dos artigos do projeto de lei tentará proibir a separação de irmãos, mas não detalha como isso deve ocorrer. Um dos caminhos é condicionar a separação de irmãos, desde que as famílias adotivas mantenham contato.


Correio Brasiliense
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Nos últimos três anos, o número de famílias habilitadas para acolher uma criança ou adolescente aumentou 400% no Distrito Federal. Atualmente, existem cerca de 140 processos de habilitação em análise na Vara da Infância e Juventude. Isso significa que, em no máximo um ano, outras 120 famílias entrarão na fila por um filho. O perfil de criança desejada não sofreu mudanças significativas nas estatísticas. Mas as mudanças começam a ser percebidas.
Especialistas são da opinião de que é perfeitamente compreensível que os pais, especialmente os que nunca tiveram filhos, queiram bebezinhos. Assim como é natural, por exemplo, que a maioria prefira crianças brancas, já que 40% dos pretendentes à adoção são brancos, pontuou Francisco Oliveira Neto, vice-presidente da Associação dos Magistrados do Brasil (AMB), que coordena a campanha “Mude um Destino”, pela adoção consciente. Segundos os especialistas, essa é uma data para propor reflexões sobre a adoção no Brasil. No Senado Federal tramita um projeto de lei que propõe mudanças nas regras.
Segundo Oliveira Neto, as famílias devem ser conscientizadas e preparadas para a realidade que irão encontrar nos abrigos e sobre como se dá o processo de adoção. “Com informação, naturalmente essas filas vão se encontrar. E vamos conseguir diminuir o tempo de espera das crianças por um lar e dos pais por seus filhos”, acredita. Ele afirma, ainda, que é preciso avançar na lei. O projeto em tramitação no Senado pode trazer avanços. Entre outras mudanças, a proposta obriga o juiz a analisar o processo da criança a cada seis meses, justificando a permanência dela no abrigo, e limita em dois anos o prazo de tentativa de reinserção na família biológica. Atualmente, não existe prazo fixado por lei para que o juiz decida pela destituição do poder familiar, colocando a criança ou adolescente para adoção. Um dos artigos do projeto de lei tentará proibir a separação de irmãos, mas não detalha como isso deve ocorrer. Um dos caminhos é condicionar a separação de irmãos, desde que as famílias adotivas mantenham contato.


Correio Brasiliense
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Nos últimos três anos, o número de famílias habilitadas para acolher uma criança ou adolescente aumentou 400% no Distrito Federal. Atualmente, existem cerca de 140 processos de habilitação em análise na Vara da Infância e Juventude. Isso significa que, em no máximo um ano, outras 120 famílias entrarão na fila por um filho. O perfil de criança desejada não sofreu mudanças significativas nas estatísticas. Mas as mudanças começam a ser percebidas.
Especialistas são da opinião de que é perfeitamente compreensível que os pais, especialmente os que nunca tiveram filhos, queiram bebezinhos. Assim como é natural, por exemplo, que a maioria prefira crianças brancas, já que 40% dos pretendentes à adoção são brancos, pontuou Francisco Oliveira Neto, vice-presidente da Associação dos Magistrados do Brasil (AMB), que coordena a campanha “Mude um Destino”, pela adoção consciente. Segundos os especialistas, essa é uma data para propor reflexões sobre a adoção no Brasil. No Senado Federal tramita um projeto de lei que propõe mudanças nas regras.
Segundo Oliveira Neto, as famílias devem ser conscientizadas e preparadas para a realidade que irão encontrar nos abrigos e sobre como se dá o processo de adoção. “Com informação, naturalmente essas filas vão se encontrar. E vamos conseguir diminuir o tempo de espera das crianças por um lar e dos pais por seus filhos”, acredita. Ele afirma, ainda, que é preciso avançar na lei. O projeto em tramitação no Senado pode trazer avanços. Entre outras mudanças, a proposta obriga o juiz a analisar o processo da criança a cada seis meses, justificando a permanência dela no abrigo, e limita em dois anos o prazo de tentativa de reinserção na família biológica. Atualmente, não existe prazo fixado por lei para que o juiz decida pela destituição do poder familiar, colocando a criança ou adolescente para adoção. Um dos artigos do projeto de lei tentará proibir a separação de irmãos, mas não detalha como isso deve ocorrer. Um dos caminhos é condicionar a separação de irmãos, desde que as famílias adotivas mantenham contato.


Correio Brasiliense
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A partir desta semana crianças, adolescentes e jovens de Rondônia ganham um forte aliado na sua qualidade de vida. Técnicos de secretarias da área social de todo o estado estão reunidos no auditório do Hotel Rondon em Porto Velho até a próxima sexta-feira, para começar o trabalho de implantação de políticas públicas nos seus municípios, que visam à adoção de medidas preventivas para essa faixa da população.
Durante a solenidade de abertura do evento na manhã desta terça-feira, a assistente social Tânia Pires, secretária da Seas, pasta que coordena as atividades, deixou clara a sua linha de raciocínio no que tange a assistência a quem está na faixa etária abaixo da maioridade. “A criança tem que brincar e estudar, adolescentes e jovens têm que estudar, estudar e estudar”.
Sua preocupação redobrada com o grau de escolaridade da juventude encontra guarida no mercado de trabalho. “A cada série que o trabalhador estudar, aumenta quinze por cento na sua renda”, informou ela, ressaltando que não adianta apenas o trabalhador se habilitar a uma profissão se continuar sendo um analfabeto funcional, ou seja, pessoa que lê um texto e não tem condições de interpretar a mensagem.
Foi justamente de olho nessa preocupação em tornar a escola “atraente” que o Governo do Estado acaba de lançar o Projeto Bom de Escola Bom de Esporte, o qual tem entre os seus objetivos, combater a evasão escolar. O coordenador dessa ação, comandada pela Seas, o professor Eugino Rodrigues apresentou na abertura para os participantes do encontro como a proposta funciona. “Os alunos das escolinhas de futebol têm a sua freqüência escolar acompanhada”.
O trabalho preventivo do Governo do Estado chega em momento oportuno, na opinião da primeira-dama do Estado Ivone Cassol, que coordena importantes ações na área social em Rondônia. “Com a construção das usinas, muitas mães conseguiram emprego e não têm com quem deixar seus filhos, por isso o governador Ivo Cassol está querendo envolver todas as secretarias nessa causa”, declarou ela.


Rondônia ao Vivo
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A partir desta semana crianças, adolescentes e jovens de Rondônia ganham um forte aliado na sua qualidade de vida. Técnicos de secretarias da área social de todo o estado estão reunidos no auditório do Hotel Rondon em Porto Velho até a próxima sexta-feira, para começar o trabalho de implantação de políticas públicas nos seus municípios, que visam à adoção de medidas preventivas para essa faixa da população.
Durante a solenidade de abertura do evento na manhã desta terça-feira, a assistente social Tânia Pires, secretária da Seas, pasta que coordena as atividades, deixou clara a sua linha de raciocínio no que tange a assistência a quem está na faixa etária abaixo da maioridade. “A criança tem que brincar e estudar, adolescentes e jovens têm que estudar, estudar e estudar”.
Sua preocupação redobrada com o grau de escolaridade da juventude encontra guarida no mercado de trabalho. “A cada série que o trabalhador estudar, aumenta quinze por cento na sua renda”, informou ela, ressaltando que não adianta apenas o trabalhador se habilitar a uma profissão se continuar sendo um analfabeto funcional, ou seja, pessoa que lê um texto e não tem condições de interpretar a mensagem.
Foi justamente de olho nessa preocupação em tornar a escola “atraente” que o Governo do Estado acaba de lançar o Projeto Bom de Escola Bom de Esporte, o qual tem entre os seus objetivos, combater a evasão escolar. O coordenador dessa ação, comandada pela Seas, o professor Eugino Rodrigues apresentou na abertura para os participantes do encontro como a proposta funciona. “Os alunos das escolinhas de futebol têm a sua freqüência escolar acompanhada”.
O trabalho preventivo do Governo do Estado chega em momento oportuno, na opinião da primeira-dama do Estado Ivone Cassol, que coordena importantes ações na área social em Rondônia. “Com a construção das usinas, muitas mães conseguiram emprego e não têm com quem deixar seus filhos, por isso o governador Ivo Cassol está querendo envolver todas as secretarias nessa causa”, declarou ela.


Rondônia ao Vivo
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A partir desta semana crianças, adolescentes e jovens de Rondônia ganham um forte aliado na sua qualidade de vida. Técnicos de secretarias da área social de todo o estado estão reunidos no auditório do Hotel Rondon em Porto Velho até a próxima sexta-feira, para começar o trabalho de implantação de políticas públicas nos seus municípios, que visam à adoção de medidas preventivas para essa faixa da população.
Durante a solenidade de abertura do evento na manhã desta terça-feira, a assistente social Tânia Pires, secretária da Seas, pasta que coordena as atividades, deixou clara a sua linha de raciocínio no que tange a assistência a quem está na faixa etária abaixo da maioridade. “A criança tem que brincar e estudar, adolescentes e jovens têm que estudar, estudar e estudar”.
Sua preocupação redobrada com o grau de escolaridade da juventude encontra guarida no mercado de trabalho. “A cada série que o trabalhador estudar, aumenta quinze por cento na sua renda”, informou ela, ressaltando que não adianta apenas o trabalhador se habilitar a uma profissão se continuar sendo um analfabeto funcional, ou seja, pessoa que lê um texto e não tem condições de interpretar a mensagem.
Foi justamente de olho nessa preocupação em tornar a escola “atraente” que o Governo do Estado acaba de lançar o Projeto Bom de Escola Bom de Esporte, o qual tem entre os seus objetivos, combater a evasão escolar. O coordenador dessa ação, comandada pela Seas, o professor Eugino Rodrigues apresentou na abertura para os participantes do encontro como a proposta funciona. “Os alunos das escolinhas de futebol têm a sua freqüência escolar acompanhada”.
O trabalho preventivo do Governo do Estado chega em momento oportuno, na opinião da primeira-dama do Estado Ivone Cassol, que coordena importantes ações na área social em Rondônia. “Com a construção das usinas, muitas mães conseguiram emprego e não têm com quem deixar seus filhos, por isso o governador Ivo Cassol está querendo envolver todas as secretarias nessa causa”, declarou ela.


Rondônia ao Vivo
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A partir desta semana crianças, adolescentes e jovens de Rondônia ganham um forte aliado na sua qualidade de vida. Técnicos de secretarias da área social de todo o estado estão reunidos no auditório do Hotel Rondon em Porto Velho até a próxima sexta-feira, para começar o trabalho de implantação de políticas públicas nos seus municípios, que visam à adoção de medidas preventivas para essa faixa da população.
Durante a solenidade de abertura do evento na manhã desta terça-feira, a assistente social Tânia Pires, secretária da Seas, pasta que coordena as atividades, deixou clara a sua linha de raciocínio no que tange a assistência a quem está na faixa etária abaixo da maioridade. “A criança tem que brincar e estudar, adolescentes e jovens têm que estudar, estudar e estudar”.
Sua preocupação redobrada com o grau de escolaridade da juventude encontra guarida no mercado de trabalho. “A cada série que o trabalhador estudar, aumenta quinze por cento na sua renda”, informou ela, ressaltando que não adianta apenas o trabalhador se habilitar a uma profissão se continuar sendo um analfabeto funcional, ou seja, pessoa que lê um texto e não tem condições de interpretar a mensagem.
Foi justamente de olho nessa preocupação em tornar a escola “atraente” que o Governo do Estado acaba de lançar o Projeto Bom de Escola Bom de Esporte, o qual tem entre os seus objetivos, combater a evasão escolar. O coordenador dessa ação, comandada pela Seas, o professor Eugino Rodrigues apresentou na abertura para os participantes do encontro como a proposta funciona. “Os alunos das escolinhas de futebol têm a sua freqüência escolar acompanhada”.
O trabalho preventivo do Governo do Estado chega em momento oportuno, na opinião da primeira-dama do Estado Ivone Cassol, que coordena importantes ações na área social em Rondônia. “Com a construção das usinas, muitas mães conseguiram emprego e não têm com quem deixar seus filhos, por isso o governador Ivo Cassol está querendo envolver todas as secretarias nessa causa”, declarou ela.


Rondônia ao Vivo
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O Plano de Alerta AMBER - America's Missing: Broadcast Emergency Response (Desaparecidos da América: Resposta de Divulgação de Emergência) - usa os sistemas existentes do Sistema de Divulgação de Emergência. Depois que agências policiais locais são notificadas que uma criança foi raptada, há critérios específicos que colocam a estratégia para encontrá-la em ação. O Centro Nacional para Crianças Desaparecidas e Exploradas estabelece os seguintes critérios:

1. Oficiais policiais confirmam o rapto.

2. A polícia determina que a criança está em perigo de ferimento ou morte.

3. Evidências são coletadas (por exemplo, uma descrição detalhada da criança, do raptor, ou veículo envolvido no ato) para ajudar na rápida recuperação da criança.

Os critérios específicos que ativam o Plano são diferentes entre as comunidades, estados e países que implementam o Plano. Alguns estados americanos, como Nova Iorque, ativam o plano somente quando a criança desaparecida tem 17 anos de idade ou menos. O AMBER Alert Net (www.amberalertnet.com) é um dos vários planos que têm como objetivo aumentar o alcance do Plano de Alerta AMBER, fazendo com que ele atinja usuários de computador em casa e no trabalho.
Com a instalação de um programa de computador grátis, usuários da Internet recebem boletins automáticos quando o plano é ativado, e o usuário pode imprimir ou remeter as mensagens a outros usuários.
Hoje, há 74 estados, países e cidades usando o Plano. Quarenta e quatro crianças foram recuperadas sãs e salvas e retornadas às suas famílias graças a ele. Em janeiro de 2003, o National AMBER Alert Network Act -o Ato da Rede Nacional do Plano de Alerta AMBER (HR 412) foi aprovado pelos legisladores dos Estados Unidos. O ato estabelece um coordenador do Alerta AMBER dentro do Departamento de Justiça americano, e dá fundos governamentais para o treinamento e equipamento dos usuários do plano, assim como ajuda na coordenação dos planos AMBER nos níveis locais e estatais. Nos Estados Unidos e em muitos outros países, o Plano de Alerta AMBER está salvando a vida de crianças. A Senadora Dianne Feinstein (Democrata da Califórnia), relata que o Plano AMBER de seu estado ajudou a recuperar 20 vítimas durante seus primeiros seis meses de implementação. No mundo todo, o legado da menina Amber Hagerman está ajudando a recuperar crianças raptadas, retornar jovens fugidos a suas famílias, e a localizar pacientes com a doença de Alzheimer (dementes) que estejam perdidos. Para muitas crianças, o Plano significa a diferença entre a vida e a morte. O AMBER veio muito tarde para a menina Amber, mas felizmente não veio tarde demais para as crianças raptadas hoje e no futuro.

POR QUE CRIAR O PLANO DE ALERTA AMBER NO BRASIL?
Num país onde cerca de 40 mil crianças e adolescentes desaparecem por ano, segundo estimativa do Ministério da Justiça, não há nenhuma rede ou cadastro nacional para agregar informações dos desaparecidos. Só em São Paulo, são registradas a metade das ocorrências, cerca de 20 mil.
Representantes de ONGs reclamam que, além da inexistência de um cadastro nacional, não há comunicação entre as polícias militares, civis e federais. Segundo eles, as investigações não são conduzidas com “seriedade”, o que acaba contribuindo para que muitos casos não sejam solucionados.
“Não há comunicação nem entre a polícia do mesmo Estado”, diz Mariza Tardelli, coordenadora do Redesap (Rede de identificação e Localização de Crianças e Adolescentes Desaparecidos), órgão ligado à Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência.
A Redesap tenta unificar os dados nacionais em seu site (www.desaparecidos.mj.gov.br), mas, para isso, depende do cadastro de ocorrências, que é feito pelas polícias estaduais.
Uma consulta mostra que o site está totalmente desatualizado. Até o dia 31 de outubro, havia o registro de apenas 1.177 desaparecidos em 2007. Só no Estado de São Paulo, segundo informações da Secretaria da Segurança Pública, foram registradas 17.557 ocorrências de desaparecimentos de crianças e adolescentes com até 18 anos de janeiro até o dia 22 de outubro deste ano.

CRIAÇÃO DO ALERTA AMBER NO BRASIL

É preciso criar um plano no Brasil para que polícias, rodoviárias, pedágios, aeroportos e meios de comunicação recebam imediatamente informações sobre crianças desaparecidas. Divulgar na mídia local e nacional e criar uma polícia mais organizada, especialmente para estes casos. A partir daí, estaremos falando com seriedade sobre investigação e salvamento de crianças.
Nosso objetivo é que seja criada uma lei nacional que obrigue as emissoras de rádio e televisão abertas veicularem, durante a programação, informações passadas pela polícia civil e militar, a respeito de crianças seqüestradas. A finalidade é a rápida disseminação da notícia e a localização da criança, que se encontra em perigo iminente, para evitar graves conseqüências.
A polícia deverá transmitir as informações sobre a denúncia de seqüestro, após certificar-se da veracidade, às emissoras locais e nacionais, para que seja divulgado imediatamente. Deverão ser informados detalhes como foto da criança, retrato falado do seqüestrador, provável local do seqüestro e veículo utilizado. Contas de água, luz e telefone também trariam mensalmente informações sobre crianças desaparecidas.
A divulgação do alerta auxiliará a evitar graves e irreversíveis conseqüências ao bem estar físico e mental da criança, em razão da demora na localização.
A colaboração da comunidade na localização dos seqüestradores e da vítima assume caráter de importante instrumento de combate ao crime. Ao inserir na programação alertas periódicos a respeito do seqüestro, tão logo ocorra o crime, as emissoras de rádio e televisão estarão prestando à comunidade um serviço de utilidade pública de maior relevância e que, por certo, engrandecerá a imagem institucional.

INICIATIVA
Blog Diga Não A Erotização Infantil
http://diganaoaerotizacaoinfantil.wordpress.com/

ASSINE A PETIÇÃO E AJUDE-NOS A CRIAR UM PROJETO DE LEI SEMELHANTE AO ALERTA AMBER NO BRASIL. ESSA PETIÇÃO SERÁ ENCAMINHADA À CÂMARA DOS DEPUTADOS E AO SENADO FEDERAL.
CLIQUE AQUI PARA ASSINAR A PETIÇÃO: PROJETO AMBER
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O Plano de Alerta AMBER - America's Missing: Broadcast Emergency Response (Desaparecidos da América: Resposta de Divulgação de Emergência) - usa os sistemas existentes do Sistema de Divulgação de Emergência. Depois que agências policiais locais são notificadas que uma criança foi raptada, há critérios específicos que colocam a estratégia para encontrá-la em ação. O Centro Nacional para Crianças Desaparecidas e Exploradas estabelece os seguintes critérios:

1. Oficiais policiais confirmam o rapto.

2. A polícia determina que a criança está em perigo de ferimento ou morte.

3. Evidências são coletadas (por exemplo, uma descrição detalhada da criança, do raptor, ou veículo envolvido no ato) para ajudar na rápida recuperação da criança.

Os critérios específicos que ativam o Plano são diferentes entre as comunidades, estados e países que implementam o Plano. Alguns estados americanos, como Nova Iorque, ativam o plano somente quando a criança desaparecida tem 17 anos de idade ou menos. O AMBER Alert Net (www.amberalertnet.com) é um dos vários planos que têm como objetivo aumentar o alcance do Plano de Alerta AMBER, fazendo com que ele atinja usuários de computador em casa e no trabalho.
Com a instalação de um programa de computador grátis, usuários da Internet recebem boletins automáticos quando o plano é ativado, e o usuário pode imprimir ou remeter as mensagens a outros usuários.
Hoje, há 74 estados, países e cidades usando o Plano. Quarenta e quatro crianças foram recuperadas sãs e salvas e retornadas às suas famílias graças a ele. Em janeiro de 2003, o National AMBER Alert Network Act -o Ato da Rede Nacional do Plano de Alerta AMBER (HR 412) foi aprovado pelos legisladores dos Estados Unidos. O ato estabelece um coordenador do Alerta AMBER dentro do Departamento de Justiça americano, e dá fundos governamentais para o treinamento e equipamento dos usuários do plano, assim como ajuda na coordenação dos planos AMBER nos níveis locais e estatais. Nos Estados Unidos e em muitos outros países, o Plano de Alerta AMBER está salvando a vida de crianças. A Senadora Dianne Feinstein (Democrata da Califórnia), relata que o Plano AMBER de seu estado ajudou a recuperar 20 vítimas durante seus primeiros seis meses de implementação. No mundo todo, o legado da menina Amber Hagerman está ajudando a recuperar crianças raptadas, retornar jovens fugidos a suas famílias, e a localizar pacientes com a doença de Alzheimer (dementes) que estejam perdidos. Para muitas crianças, o Plano significa a diferença entre a vida e a morte. O AMBER veio muito tarde para a menina Amber, mas felizmente não veio tarde demais para as crianças raptadas hoje e no futuro.

POR QUE CRIAR O PLANO DE ALERTA AMBER NO BRASIL?
Num país onde cerca de 40 mil crianças e adolescentes desaparecem por ano, segundo estimativa do Ministério da Justiça, não há nenhuma rede ou cadastro nacional para agregar informações dos desaparecidos. Só em São Paulo, são registradas a metade das ocorrências, cerca de 20 mil.
Representantes de ONGs reclamam que, além da inexistência de um cadastro nacional, não há comunicação entre as polícias militares, civis e federais. Segundo eles, as investigações não são conduzidas com “seriedade”, o que acaba contribuindo para que muitos casos não sejam solucionados.
“Não há comunicação nem entre a polícia do mesmo Estado”, diz Mariza Tardelli, coordenadora do Redesap (Rede de identificação e Localização de Crianças e Adolescentes Desaparecidos), órgão ligado à Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência.
A Redesap tenta unificar os dados nacionais em seu site (www.desaparecidos.mj.gov.br), mas, para isso, depende do cadastro de ocorrências, que é feito pelas polícias estaduais.
Uma consulta mostra que o site está totalmente desatualizado. Até o dia 31 de outubro, havia o registro de apenas 1.177 desaparecidos em 2007. Só no Estado de São Paulo, segundo informações da Secretaria da Segurança Pública, foram registradas 17.557 ocorrências de desaparecimentos de crianças e adolescentes com até 18 anos de janeiro até o dia 22 de outubro deste ano.

CRIAÇÃO DO ALERTA AMBER NO BRASIL

É preciso criar um plano no Brasil para que polícias, rodoviárias, pedágios, aeroportos e meios de comunicação recebam imediatamente informações sobre crianças desaparecidas. Divulgar na mídia local e nacional e criar uma polícia mais organizada, especialmente para estes casos. A partir daí, estaremos falando com seriedade sobre investigação e salvamento de crianças.
Nosso objetivo é que seja criada uma lei nacional que obrigue as emissoras de rádio e televisão abertas veicularem, durante a programação, informações passadas pela polícia civil e militar, a respeito de crianças seqüestradas. A finalidade é a rápida disseminação da notícia e a localização da criança, que se encontra em perigo iminente, para evitar graves conseqüências.
A polícia deverá transmitir as informações sobre a denúncia de seqüestro, após certificar-se da veracidade, às emissoras locais e nacionais, para que seja divulgado imediatamente. Deverão ser informados detalhes como foto da criança, retrato falado do seqüestrador, provável local do seqüestro e veículo utilizado. Contas de água, luz e telefone também trariam mensalmente informações sobre crianças desaparecidas.
A divulgação do alerta auxiliará a evitar graves e irreversíveis conseqüências ao bem estar físico e mental da criança, em razão da demora na localização.
A colaboração da comunidade na localização dos seqüestradores e da vítima assume caráter de importante instrumento de combate ao crime. Ao inserir na programação alertas periódicos a respeito do seqüestro, tão logo ocorra o crime, as emissoras de rádio e televisão estarão prestando à comunidade um serviço de utilidade pública de maior relevância e que, por certo, engrandecerá a imagem institucional.

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O Plano de Alerta AMBER - America's Missing: Broadcast Emergency Response (Desaparecidos da América: Resposta de Divulgação de Emergência) - usa os sistemas existentes do Sistema de Divulgação de Emergência. Depois que agências policiais locais são notificadas que uma criança foi raptada, há critérios específicos que colocam a estratégia para encontrá-la em ação. O Centro Nacional para Crianças Desaparecidas e Exploradas estabelece os seguintes critérios:

1. Oficiais policiais confirmam o rapto.

2. A polícia determina que a criança está em perigo de ferimento ou morte.

3. Evidências são coletadas (por exemplo, uma descrição detalhada da criança, do raptor, ou veículo envolvido no ato) para ajudar na rápida recuperação da criança.

Os critérios específicos que ativam o Plano são diferentes entre as comunidades, estados e países que implementam o Plano. Alguns estados americanos, como Nova Iorque, ativam o plano somente quando a criança desaparecida tem 17 anos de idade ou menos. O AMBER Alert Net (www.amberalertnet.com) é um dos vários planos que têm como objetivo aumentar o alcance do Plano de Alerta AMBER, fazendo com que ele atinja usuários de computador em casa e no trabalho.
Com a instalação de um programa de computador grátis, usuários da Internet recebem boletins automáticos quando o plano é ativado, e o usuário pode imprimir ou remeter as mensagens a outros usuários.
Hoje, há 74 estados, países e cidades usando o Plano. Quarenta e quatro crianças foram recuperadas sãs e salvas e retornadas às suas famílias graças a ele. Em janeiro de 2003, o National AMBER Alert Network Act -o Ato da Rede Nacional do Plano de Alerta AMBER (HR 412) foi aprovado pelos legisladores dos Estados Unidos. O ato estabelece um coordenador do Alerta AMBER dentro do Departamento de Justiça americano, e dá fundos governamentais para o treinamento e equipamento dos usuários do plano, assim como ajuda na coordenação dos planos AMBER nos níveis locais e estatais. Nos Estados Unidos e em muitos outros países, o Plano de Alerta AMBER está salvando a vida de crianças. A Senadora Dianne Feinstein (Democrata da Califórnia), relata que o Plano AMBER de seu estado ajudou a recuperar 20 vítimas durante seus primeiros seis meses de implementação. No mundo todo, o legado da menina Amber Hagerman está ajudando a recuperar crianças raptadas, retornar jovens fugidos a suas famílias, e a localizar pacientes com a doença de Alzheimer (dementes) que estejam perdidos. Para muitas crianças, o Plano significa a diferença entre a vida e a morte. O AMBER veio muito tarde para a menina Amber, mas felizmente não veio tarde demais para as crianças raptadas hoje e no futuro.

POR QUE CRIAR O PLANO DE ALERTA AMBER NO BRASIL?
Num país onde cerca de 40 mil crianças e adolescentes desaparecem por ano, segundo estimativa do Ministério da Justiça, não há nenhuma rede ou cadastro nacional para agregar informações dos desaparecidos. Só em São Paulo, são registradas a metade das ocorrências, cerca de 20 mil.
Representantes de ONGs reclamam que, além da inexistência de um cadastro nacional, não há comunicação entre as polícias militares, civis e federais. Segundo eles, as investigações não são conduzidas com “seriedade”, o que acaba contribuindo para que muitos casos não sejam solucionados.
“Não há comunicação nem entre a polícia do mesmo Estado”, diz Mariza Tardelli, coordenadora do Redesap (Rede de identificação e Localização de Crianças e Adolescentes Desaparecidos), órgão ligado à Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência.
A Redesap tenta unificar os dados nacionais em seu site (www.desaparecidos.mj.gov.br), mas, para isso, depende do cadastro de ocorrências, que é feito pelas polícias estaduais.
Uma consulta mostra que o site está totalmente desatualizado. Até o dia 31 de outubro, havia o registro de apenas 1.177 desaparecidos em 2007. Só no Estado de São Paulo, segundo informações da Secretaria da Segurança Pública, foram registradas 17.557 ocorrências de desaparecimentos de crianças e adolescentes com até 18 anos de janeiro até o dia 22 de outubro deste ano.

CRIAÇÃO DO ALERTA AMBER NO BRASIL

É preciso criar um plano no Brasil para que polícias, rodoviárias, pedágios, aeroportos e meios de comunicação recebam imediatamente informações sobre crianças desaparecidas. Divulgar na mídia local e nacional e criar uma polícia mais organizada, especialmente para estes casos. A partir daí, estaremos falando com seriedade sobre investigação e salvamento de crianças.
Nosso objetivo é que seja criada uma lei nacional que obrigue as emissoras de rádio e televisão abertas veicularem, durante a programação, informações passadas pela polícia civil e militar, a respeito de crianças seqüestradas. A finalidade é a rápida disseminação da notícia e a localização da criança, que se encontra em perigo iminente, para evitar graves conseqüências.
A polícia deverá transmitir as informações sobre a denúncia de seqüestro, após certificar-se da veracidade, às emissoras locais e nacionais, para que seja divulgado imediatamente. Deverão ser informados detalhes como foto da criança, retrato falado do seqüestrador, provável local do seqüestro e veículo utilizado. Contas de água, luz e telefone também trariam mensalmente informações sobre crianças desaparecidas.
A divulgação do alerta auxiliará a evitar graves e irreversíveis conseqüências ao bem estar físico e mental da criança, em razão da demora na localização.
A colaboração da comunidade na localização dos seqüestradores e da vítima assume caráter de importante instrumento de combate ao crime. Ao inserir na programação alertas periódicos a respeito do seqüestro, tão logo ocorra o crime, as emissoras de rádio e televisão estarão prestando à comunidade um serviço de utilidade pública de maior relevância e que, por certo, engrandecerá a imagem institucional.

INICIATIVA
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O Plano de Alerta AMBER - America's Missing: Broadcast Emergency Response (Desaparecidos da América: Resposta de Divulgação de Emergência) - usa os sistemas existentes do Sistema de Divulgação de Emergência. Depois que agências policiais locais são notificadas que uma criança foi raptada, há critérios específicos que colocam a estratégia para encontrá-la em ação. O Centro Nacional para Crianças Desaparecidas e Exploradas estabelece os seguintes critérios:

1. Oficiais policiais confirmam o rapto.

2. A polícia determina que a criança está em perigo de ferimento ou morte.

3. Evidências são coletadas (por exemplo, uma descrição detalhada da criança, do raptor, ou veículo envolvido no ato) para ajudar na rápida recuperação da criança.

Os critérios específicos que ativam o Plano são diferentes entre as comunidades, estados e países que implementam o Plano. Alguns estados americanos, como Nova Iorque, ativam o plano somente quando a criança desaparecida tem 17 anos de idade ou menos. O AMBER Alert Net (www.amberalertnet.com) é um dos vários planos que têm como objetivo aumentar o alcance do Plano de Alerta AMBER, fazendo com que ele atinja usuários de computador em casa e no trabalho.
Com a instalação de um programa de computador grátis, usuários da Internet recebem boletins automáticos quando o plano é ativado, e o usuário pode imprimir ou remeter as mensagens a outros usuários.
Hoje, há 74 estados, países e cidades usando o Plano. Quarenta e quatro crianças foram recuperadas sãs e salvas e retornadas às suas famílias graças a ele. Em janeiro de 2003, o National AMBER Alert Network Act -o Ato da Rede Nacional do Plano de Alerta AMBER (HR 412) foi aprovado pelos legisladores dos Estados Unidos. O ato estabelece um coordenador do Alerta AMBER dentro do Departamento de Justiça americano, e dá fundos governamentais para o treinamento e equipamento dos usuários do plano, assim como ajuda na coordenação dos planos AMBER nos níveis locais e estatais. Nos Estados Unidos e em muitos outros países, o Plano de Alerta AMBER está salvando a vida de crianças. A Senadora Dianne Feinstein (Democrata da Califórnia), relata que o Plano AMBER de seu estado ajudou a recuperar 20 vítimas durante seus primeiros seis meses de implementação. No mundo todo, o legado da menina Amber Hagerman está ajudando a recuperar crianças raptadas, retornar jovens fugidos a suas famílias, e a localizar pacientes com a doença de Alzheimer (dementes) que estejam perdidos. Para muitas crianças, o Plano significa a diferença entre a vida e a morte. O AMBER veio muito tarde para a menina Amber, mas felizmente não veio tarde demais para as crianças raptadas hoje e no futuro.

POR QUE CRIAR O PLANO DE ALERTA AMBER NO BRASIL?
Num país onde cerca de 40 mil crianças e adolescentes desaparecem por ano, segundo estimativa do Ministério da Justiça, não há nenhuma rede ou cadastro nacional para agregar informações dos desaparecidos. Só em São Paulo, são registradas a metade das ocorrências, cerca de 20 mil.
Representantes de ONGs reclamam que, além da inexistência de um cadastro nacional, não há comunicação entre as polícias militares, civis e federais. Segundo eles, as investigações não são conduzidas com “seriedade”, o que acaba contribuindo para que muitos casos não sejam solucionados.
“Não há comunicação nem entre a polícia do mesmo Estado”, diz Mariza Tardelli, coordenadora do Redesap (Rede de identificação e Localização de Crianças e Adolescentes Desaparecidos), órgão ligado à Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência.
A Redesap tenta unificar os dados nacionais em seu site (www.desaparecidos.mj.gov.br), mas, para isso, depende do cadastro de ocorrências, que é feito pelas polícias estaduais.
Uma consulta mostra que o site está totalmente desatualizado. Até o dia 31 de outubro, havia o registro de apenas 1.177 desaparecidos em 2007. Só no Estado de São Paulo, segundo informações da Secretaria da Segurança Pública, foram registradas 17.557 ocorrências de desaparecimentos de crianças e adolescentes com até 18 anos de janeiro até o dia 22 de outubro deste ano.

CRIAÇÃO DO ALERTA AMBER NO BRASIL

É preciso criar um plano no Brasil para que polícias, rodoviárias, pedágios, aeroportos e meios de comunicação recebam imediatamente informações sobre crianças desaparecidas. Divulgar na mídia local e nacional e criar uma polícia mais organizada, especialmente para estes casos. A partir daí, estaremos falando com seriedade sobre investigação e salvamento de crianças.
Nosso objetivo é que seja criada uma lei nacional que obrigue as emissoras de rádio e televisão abertas veicularem, durante a programação, informações passadas pela polícia civil e militar, a respeito de crianças seqüestradas. A finalidade é a rápida disseminação da notícia e a localização da criança, que se encontra em perigo iminente, para evitar graves conseqüências.
A polícia deverá transmitir as informações sobre a denúncia de seqüestro, após certificar-se da veracidade, às emissoras locais e nacionais, para que seja divulgado imediatamente. Deverão ser informados detalhes como foto da criança, retrato falado do seqüestrador, provável local do seqüestro e veículo utilizado. Contas de água, luz e telefone também trariam mensalmente informações sobre crianças desaparecidas.
A divulgação do alerta auxiliará a evitar graves e irreversíveis conseqüências ao bem estar físico e mental da criança, em razão da demora na localização.
A colaboração da comunidade na localização dos seqüestradores e da vítima assume caráter de importante instrumento de combate ao crime. Ao inserir na programação alertas periódicos a respeito do seqüestro, tão logo ocorra o crime, as emissoras de rádio e televisão estarão prestando à comunidade um serviço de utilidade pública de maior relevância e que, por certo, engrandecerá a imagem institucional.

INICIATIVA
Blog Diga Não A Erotização Infantil
http://diganaoaerotizacaoinfantil.wordpress.com/

ASSINE A PETIÇÃO E AJUDE-NOS A CRIAR UM PROJETO DE LEI SEMELHANTE AO ALERTA AMBER NO BRASIL. ESSA PETIÇÃO SERÁ ENCAMINHADA À CÂMARA DOS DEPUTADOS E AO SENADO FEDERAL.
CLIQUE AQUI PARA ASSINAR A PETIÇÃO: PROJETO AMBER
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Ana Aparecida Armanini, 55 anos, e o marido Telmo José, 58, não seguiram a tendência da maioria. Encararam o desafio de ter um novo filho já adolescente. Há seis anos, acolheram um rapaz, na época com 13 anos e meio.Com ajuda da Geaaj, ela e o marido começaram uma preparação para adotar o rapaz. As três filhas biológicas do casal concordaram. Bastaram os procedimentos legais para, em cerca de dois meses, o jovem ir para a nova casa.Como qualquer relação entre pais e filhos, houve conflitos, segundo Telmo. “Mas sempre deixamos bem claro que se discutíamos com ele era porque o amávamos.” Hoje, aos 20 anos, o rapaz está prestes a completar o ensino médio, trabalha em uma grande empresa e arranja tempo para surfar.

DADOS DE JOINVILLE
67 ADOÇÕES EM 200819 recém-nascidos
24 maiores de dois anos
7 EM 2009
4 recém-nascidos
3 com mais de um ano
250 pais na fila de espera na cidade

ENTRE OS QUE DECLARARAM PREFERÊNCIA:99 preferem brancos
55 preferem adotar meninas
3 preferem adotar meninos
35 querem adotar gêmeos
31 querem adotar crianças com problemas físicos tratáveis
31 querem adotar irmãos
- Nenhum prefere negros ou mulatos
- A maioria prefere crianças com até
quatro anos
- Ninguém quer adotar acima de nove
- Nenhum quer adotar crianças com HIV


NO CADASTRO NACIONAL DE ADOÇÃO:2.585 crianças aptas à adoção
17.985 pais na fila de espera

Fonte:A Notícia
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Ana Aparecida Armanini, 55 anos, e o marido Telmo José, 58, não seguiram a tendência da maioria. Encararam o desafio de ter um novo filho já adolescente. Há seis anos, acolheram um rapaz, na época com 13 anos e meio.Com ajuda da Geaaj, ela e o marido começaram uma preparação para adotar o rapaz. As três filhas biológicas do casal concordaram. Bastaram os procedimentos legais para, em cerca de dois meses, o jovem ir para a nova casa.Como qualquer relação entre pais e filhos, houve conflitos, segundo Telmo. “Mas sempre deixamos bem claro que se discutíamos com ele era porque o amávamos.” Hoje, aos 20 anos, o rapaz está prestes a completar o ensino médio, trabalha em uma grande empresa e arranja tempo para surfar.

DADOS DE JOINVILLE
67 ADOÇÕES EM 200819 recém-nascidos
24 maiores de dois anos
7 EM 2009
4 recém-nascidos
3 com mais de um ano
250 pais na fila de espera na cidade

ENTRE OS QUE DECLARARAM PREFERÊNCIA:99 preferem brancos
55 preferem adotar meninas
3 preferem adotar meninos
35 querem adotar gêmeos
31 querem adotar crianças com problemas físicos tratáveis
31 querem adotar irmãos
- Nenhum prefere negros ou mulatos
- A maioria prefere crianças com até
quatro anos
- Ninguém quer adotar acima de nove
- Nenhum quer adotar crianças com HIV


NO CADASTRO NACIONAL DE ADOÇÃO:2.585 crianças aptas à adoção
17.985 pais na fila de espera

Fonte:A Notícia
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Ana Aparecida Armanini, 55 anos, e o marido Telmo José, 58, não seguiram a tendência da maioria. Encararam o desafio de ter um novo filho já adolescente. Há seis anos, acolheram um rapaz, na época com 13 anos e meio.Com ajuda da Geaaj, ela e o marido começaram uma preparação para adotar o rapaz. As três filhas biológicas do casal concordaram. Bastaram os procedimentos legais para, em cerca de dois meses, o jovem ir para a nova casa.Como qualquer relação entre pais e filhos, houve conflitos, segundo Telmo. “Mas sempre deixamos bem claro que se discutíamos com ele era porque o amávamos.” Hoje, aos 20 anos, o rapaz está prestes a completar o ensino médio, trabalha em uma grande empresa e arranja tempo para surfar.

DADOS DE JOINVILLE
67 ADOÇÕES EM 200819 recém-nascidos
24 maiores de dois anos
7 EM 2009
4 recém-nascidos
3 com mais de um ano
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55 preferem adotar meninas
3 preferem adotar meninos
35 querem adotar gêmeos
31 querem adotar crianças com problemas físicos tratáveis
31 querem adotar irmãos
- Nenhum prefere negros ou mulatos
- A maioria prefere crianças com até
quatro anos
- Ninguém quer adotar acima de nove
- Nenhum quer adotar crianças com HIV


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Ana Aparecida Armanini, 55 anos, e o marido Telmo José, 58, não seguiram a tendência da maioria. Encararam o desafio de ter um novo filho já adolescente. Há seis anos, acolheram um rapaz, na época com 13 anos e meio.Com ajuda da Geaaj, ela e o marido começaram uma preparação para adotar o rapaz. As três filhas biológicas do casal concordaram. Bastaram os procedimentos legais para, em cerca de dois meses, o jovem ir para a nova casa.Como qualquer relação entre pais e filhos, houve conflitos, segundo Telmo. “Mas sempre deixamos bem claro que se discutíamos com ele era porque o amávamos.” Hoje, aos 20 anos, o rapaz está prestes a completar o ensino médio, trabalha em uma grande empresa e arranja tempo para surfar.

DADOS DE JOINVILLE
67 ADOÇÕES EM 200819 recém-nascidos
24 maiores de dois anos
7 EM 2009
4 recém-nascidos
3 com mais de um ano
250 pais na fila de espera na cidade

ENTRE OS QUE DECLARARAM PREFERÊNCIA:99 preferem brancos
55 preferem adotar meninas
3 preferem adotar meninos
35 querem adotar gêmeos
31 querem adotar crianças com problemas físicos tratáveis
31 querem adotar irmãos
- Nenhum prefere negros ou mulatos
- A maioria prefere crianças com até
quatro anos
- Ninguém quer adotar acima de nove
- Nenhum quer adotar crianças com HIV


NO CADASTRO NACIONAL DE ADOÇÃO:2.585 crianças aptas à adoção
17.985 pais na fila de espera

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A segunda palestra em comemoração pelo Dia Nacional da Adoção realizou uma “viagem” histórica da Grécia Antiga à São Paulo dos dias de hoje, com a abordagem voltada para o abandono e adoção. A renomada autora de livros acerca do assunto, psicóloga Lídia Weber, traçou importantes fatos históricos, situações que, segundo a palestrante, ajudam a compreender os motivos do abandono e melhorar o atual sistema. A palestra foi realizada na noite desta segunda-feira (25/5) no auditório do Fórum Desembargador José Vida da Comarca de Cuiabá.
Lídia Weber é especialista, mestra, doutora e pós-doutora em adoção, tema que faz parte de suas pesquisas há pelo menos 20 anos, pouco antes da promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), em 1990, e narrou que vivencia o assunto em várias vertentes. Com auxílio de slides e vídeos, abordou como as diversas sociedades evoluíram acerca do tratamento a ser dado às crianças abandonadas. Contou que houve uma época em que eram consideradas adultos “imperfeitos” e, portanto, não mereciam tanta atenção; houve tempos em que crianças eram oferendas em sacrifícios de adoração e o cometimento de infanticídio era algo considerado “natural”, permitido legalmente na antiga Grécia. Citou casos mitológicos de adoção, como dos gêmeos Rômulo e Remo, adotados por uma loba, que foram considerados fundadores da cidade de Roma, sendo que essas adoções ocorreriam mais por motivos políticos e religiosos.
A psicóloga mostrou também as diferenças culturais acerca da adoção, como na Polinésia Francesa e no Havaí, onde é considerada algo comum, fazendo parte da sua cultura e historicamente incentivado. Nesses locais praticamente não há crianças abrigadas, enquanto que em grande parte do continente africano, em especial nos países de origem muçulmana, não se aceita o ato e em alguns países, como o Marrocos, apenas a adoção internacional é permitida, porém, os pais adotivos devem se converter ao Islamismo. Nesses países o número de crianças institucionalizadas é grande.
Por outro lado, Lídia Weber destacou que atualmente o Estatuto da Criança e do Adolescente é considerado uma das legislações mais perfeitas no mundo. As legislações acerca dos direitos da criança e adolescente estão entre as mais aceitas também em número de países. O ECA foi sancionado um ano depois da Convenção das Nações Unidas dos Direitos da Criança e do Adolescente, em 1989, que foi assinada por praticamente todos os países, com exceção da Somália e Estados Unidos, conforme a pesquisadora. Lídia Weber abordou ainda pesquisas realizadas para traçar os perfis dos envolvidos na adoção, em busca das suas motivações, desde as mães que abandonam, passando pelos pais que adotam e pelos filhos que são adotados.
“Temos que vencer o egoísmo. Adotar é um crescimento pessoal, é a defesa da própria continuidade humana“, alertou. Ela apontou entre os dados de pesquisas o perfil das mães que abandonam seus filhos, que em sua maioria não tiveram contato com os pais ou foram vítimas de maus tratos, não tendo carinho, atenção e nem limites em casa e, por isso, não desenvolveram vínculo afetivo. “Quem não aprendeu a ser filha, não aprendeu a amar e não sabe ser mãe”, finalizou.
Incentivo - “Trabalhei por muitos anos na vara única, acompanhei algumas adoções e os conhecimentos adquiridos aqui suplantaram muitos do cotidiano que tive. Achei as palestras maravilhosas. Saí daqui com o coração mole. Tenho certeza que vai incentivar a adoção“, assegurou a gestora da Sexta Vara Criminal de Cuiabá, Elinete Kestring. As palestras foram acompanhadas atentamente por magistrados, servidores do Judiciário, operadores do Direito, professores e estudantes. “Nunca vi um auditório tão cheio ficar tão quieto e atento aos palestrantes “, disse o estudante do quarto ano da Direito da UFMT André Chormiak.
O programa Adotar é Legal do Poder Judiciário de Mato Grosso é desenvolvido desde 2002, de forma permanente. E este ano teve atividades relacionadas em cada comarca sob orientação do corregedor-geral do Tribunal de Justiça, desembargador Manoel Ornellas de Almeida. Foram realizados shows culturais e distribuição de materiais explicativos no Parque Mãe Bonifácia, na abertura da campanha deste ano, finalizando com o seminário sobre adoção, no Fórum de Cuiabá. Além da psicóloga Lídia Weber, a juíza Cleuci Terezinha Chagas, da Primeira Vara Especializada da Infância e Adolescência de Cuiabá, ministrou palestra sobre os aspectos técnicos da adoção. Todas as ações visam eliminar mitos sobre a adoção e estimular o ato, já que existem cerca de 80 mil crianças e adolescentes em abrigos, sendo oito mil prontas para adoção em todo o país. Em Mato Grosso são 480 em instituições e destas 45 aguardam um novo lar.

Fonte: " O Documento"
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A segunda palestra em comemoração pelo Dia Nacional da Adoção realizou uma “viagem” histórica da Grécia Antiga à São Paulo dos dias de hoje, com a abordagem voltada para o abandono e adoção. A renomada autora de livros acerca do assunto, psicóloga Lídia Weber, traçou importantes fatos históricos, situações que, segundo a palestrante, ajudam a compreender os motivos do abandono e melhorar o atual sistema. A palestra foi realizada na noite desta segunda-feira (25/5) no auditório do Fórum Desembargador José Vida da Comarca de Cuiabá.
Lídia Weber é especialista, mestra, doutora e pós-doutora em adoção, tema que faz parte de suas pesquisas há pelo menos 20 anos, pouco antes da promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), em 1990, e narrou que vivencia o assunto em várias vertentes. Com auxílio de slides e vídeos, abordou como as diversas sociedades evoluíram acerca do tratamento a ser dado às crianças abandonadas. Contou que houve uma época em que eram consideradas adultos “imperfeitos” e, portanto, não mereciam tanta atenção; houve tempos em que crianças eram oferendas em sacrifícios de adoração e o cometimento de infanticídio era algo considerado “natural”, permitido legalmente na antiga Grécia. Citou casos mitológicos de adoção, como dos gêmeos Rômulo e Remo, adotados por uma loba, que foram considerados fundadores da cidade de Roma, sendo que essas adoções ocorreriam mais por motivos políticos e religiosos.
A psicóloga mostrou também as diferenças culturais acerca da adoção, como na Polinésia Francesa e no Havaí, onde é considerada algo comum, fazendo parte da sua cultura e historicamente incentivado. Nesses locais praticamente não há crianças abrigadas, enquanto que em grande parte do continente africano, em especial nos países de origem muçulmana, não se aceita o ato e em alguns países, como o Marrocos, apenas a adoção internacional é permitida, porém, os pais adotivos devem se converter ao Islamismo. Nesses países o número de crianças institucionalizadas é grande.
Por outro lado, Lídia Weber destacou que atualmente o Estatuto da Criança e do Adolescente é considerado uma das legislações mais perfeitas no mundo. As legislações acerca dos direitos da criança e adolescente estão entre as mais aceitas também em número de países. O ECA foi sancionado um ano depois da Convenção das Nações Unidas dos Direitos da Criança e do Adolescente, em 1989, que foi assinada por praticamente todos os países, com exceção da Somália e Estados Unidos, conforme a pesquisadora. Lídia Weber abordou ainda pesquisas realizadas para traçar os perfis dos envolvidos na adoção, em busca das suas motivações, desde as mães que abandonam, passando pelos pais que adotam e pelos filhos que são adotados.
“Temos que vencer o egoísmo. Adotar é um crescimento pessoal, é a defesa da própria continuidade humana“, alertou. Ela apontou entre os dados de pesquisas o perfil das mães que abandonam seus filhos, que em sua maioria não tiveram contato com os pais ou foram vítimas de maus tratos, não tendo carinho, atenção e nem limites em casa e, por isso, não desenvolveram vínculo afetivo. “Quem não aprendeu a ser filha, não aprendeu a amar e não sabe ser mãe”, finalizou.
Incentivo - “Trabalhei por muitos anos na vara única, acompanhei algumas adoções e os conhecimentos adquiridos aqui suplantaram muitos do cotidiano que tive. Achei as palestras maravilhosas. Saí daqui com o coração mole. Tenho certeza que vai incentivar a adoção“, assegurou a gestora da Sexta Vara Criminal de Cuiabá, Elinete Kestring. As palestras foram acompanhadas atentamente por magistrados, servidores do Judiciário, operadores do Direito, professores e estudantes. “Nunca vi um auditório tão cheio ficar tão quieto e atento aos palestrantes “, disse o estudante do quarto ano da Direito da UFMT André Chormiak.
O programa Adotar é Legal do Poder Judiciário de Mato Grosso é desenvolvido desde 2002, de forma permanente. E este ano teve atividades relacionadas em cada comarca sob orientação do corregedor-geral do Tribunal de Justiça, desembargador Manoel Ornellas de Almeida. Foram realizados shows culturais e distribuição de materiais explicativos no Parque Mãe Bonifácia, na abertura da campanha deste ano, finalizando com o seminário sobre adoção, no Fórum de Cuiabá. Além da psicóloga Lídia Weber, a juíza Cleuci Terezinha Chagas, da Primeira Vara Especializada da Infância e Adolescência de Cuiabá, ministrou palestra sobre os aspectos técnicos da adoção. Todas as ações visam eliminar mitos sobre a adoção e estimular o ato, já que existem cerca de 80 mil crianças e adolescentes em abrigos, sendo oito mil prontas para adoção em todo o país. Em Mato Grosso são 480 em instituições e destas 45 aguardam um novo lar.

Fonte: " O Documento"
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A segunda palestra em comemoração pelo Dia Nacional da Adoção realizou uma “viagem” histórica da Grécia Antiga à São Paulo dos dias de hoje, com a abordagem voltada para o abandono e adoção. A renomada autora de livros acerca do assunto, psicóloga Lídia Weber, traçou importantes fatos históricos, situações que, segundo a palestrante, ajudam a compreender os motivos do abandono e melhorar o atual sistema. A palestra foi realizada na noite desta segunda-feira (25/5) no auditório do Fórum Desembargador José Vida da Comarca de Cuiabá.
Lídia Weber é especialista, mestra, doutora e pós-doutora em adoção, tema que faz parte de suas pesquisas há pelo menos 20 anos, pouco antes da promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), em 1990, e narrou que vivencia o assunto em várias vertentes. Com auxílio de slides e vídeos, abordou como as diversas sociedades evoluíram acerca do tratamento a ser dado às crianças abandonadas. Contou que houve uma época em que eram consideradas adultos “imperfeitos” e, portanto, não mereciam tanta atenção; houve tempos em que crianças eram oferendas em sacrifícios de adoração e o cometimento de infanticídio era algo considerado “natural”, permitido legalmente na antiga Grécia. Citou casos mitológicos de adoção, como dos gêmeos Rômulo e Remo, adotados por uma loba, que foram considerados fundadores da cidade de Roma, sendo que essas adoções ocorreriam mais por motivos políticos e religiosos.
A psicóloga mostrou também as diferenças culturais acerca da adoção, como na Polinésia Francesa e no Havaí, onde é considerada algo comum, fazendo parte da sua cultura e historicamente incentivado. Nesses locais praticamente não há crianças abrigadas, enquanto que em grande parte do continente africano, em especial nos países de origem muçulmana, não se aceita o ato e em alguns países, como o Marrocos, apenas a adoção internacional é permitida, porém, os pais adotivos devem se converter ao Islamismo. Nesses países o número de crianças institucionalizadas é grande.
Por outro lado, Lídia Weber destacou que atualmente o Estatuto da Criança e do Adolescente é considerado uma das legislações mais perfeitas no mundo. As legislações acerca dos direitos da criança e adolescente estão entre as mais aceitas também em número de países. O ECA foi sancionado um ano depois da Convenção das Nações Unidas dos Direitos da Criança e do Adolescente, em 1989, que foi assinada por praticamente todos os países, com exceção da Somália e Estados Unidos, conforme a pesquisadora. Lídia Weber abordou ainda pesquisas realizadas para traçar os perfis dos envolvidos na adoção, em busca das suas motivações, desde as mães que abandonam, passando pelos pais que adotam e pelos filhos que são adotados.
“Temos que vencer o egoísmo. Adotar é um crescimento pessoal, é a defesa da própria continuidade humana“, alertou. Ela apontou entre os dados de pesquisas o perfil das mães que abandonam seus filhos, que em sua maioria não tiveram contato com os pais ou foram vítimas de maus tratos, não tendo carinho, atenção e nem limites em casa e, por isso, não desenvolveram vínculo afetivo. “Quem não aprendeu a ser filha, não aprendeu a amar e não sabe ser mãe”, finalizou.
Incentivo - “Trabalhei por muitos anos na vara única, acompanhei algumas adoções e os conhecimentos adquiridos aqui suplantaram muitos do cotidiano que tive. Achei as palestras maravilhosas. Saí daqui com o coração mole. Tenho certeza que vai incentivar a adoção“, assegurou a gestora da Sexta Vara Criminal de Cuiabá, Elinete Kestring. As palestras foram acompanhadas atentamente por magistrados, servidores do Judiciário, operadores do Direito, professores e estudantes. “Nunca vi um auditório tão cheio ficar tão quieto e atento aos palestrantes “, disse o estudante do quarto ano da Direito da UFMT André Chormiak.
O programa Adotar é Legal do Poder Judiciário de Mato Grosso é desenvolvido desde 2002, de forma permanente. E este ano teve atividades relacionadas em cada comarca sob orientação do corregedor-geral do Tribunal de Justiça, desembargador Manoel Ornellas de Almeida. Foram realizados shows culturais e distribuição de materiais explicativos no Parque Mãe Bonifácia, na abertura da campanha deste ano, finalizando com o seminário sobre adoção, no Fórum de Cuiabá. Além da psicóloga Lídia Weber, a juíza Cleuci Terezinha Chagas, da Primeira Vara Especializada da Infância e Adolescência de Cuiabá, ministrou palestra sobre os aspectos técnicos da adoção. Todas as ações visam eliminar mitos sobre a adoção e estimular o ato, já que existem cerca de 80 mil crianças e adolescentes em abrigos, sendo oito mil prontas para adoção em todo o país. Em Mato Grosso são 480 em instituições e destas 45 aguardam um novo lar.

Fonte: " O Documento"
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A segunda palestra em comemoração pelo Dia Nacional da Adoção realizou uma “viagem” histórica da Grécia Antiga à São Paulo dos dias de hoje, com a abordagem voltada para o abandono e adoção. A renomada autora de livros acerca do assunto, psicóloga Lídia Weber, traçou importantes fatos históricos, situações que, segundo a palestrante, ajudam a compreender os motivos do abandono e melhorar o atual sistema. A palestra foi realizada na noite desta segunda-feira (25/5) no auditório do Fórum Desembargador José Vida da Comarca de Cuiabá.
Lídia Weber é especialista, mestra, doutora e pós-doutora em adoção, tema que faz parte de suas pesquisas há pelo menos 20 anos, pouco antes da promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), em 1990, e narrou que vivencia o assunto em várias vertentes. Com auxílio de slides e vídeos, abordou como as diversas sociedades evoluíram acerca do tratamento a ser dado às crianças abandonadas. Contou que houve uma época em que eram consideradas adultos “imperfeitos” e, portanto, não mereciam tanta atenção; houve tempos em que crianças eram oferendas em sacrifícios de adoração e o cometimento de infanticídio era algo considerado “natural”, permitido legalmente na antiga Grécia. Citou casos mitológicos de adoção, como dos gêmeos Rômulo e Remo, adotados por uma loba, que foram considerados fundadores da cidade de Roma, sendo que essas adoções ocorreriam mais por motivos políticos e religiosos.
A psicóloga mostrou também as diferenças culturais acerca da adoção, como na Polinésia Francesa e no Havaí, onde é considerada algo comum, fazendo parte da sua cultura e historicamente incentivado. Nesses locais praticamente não há crianças abrigadas, enquanto que em grande parte do continente africano, em especial nos países de origem muçulmana, não se aceita o ato e em alguns países, como o Marrocos, apenas a adoção internacional é permitida, porém, os pais adotivos devem se converter ao Islamismo. Nesses países o número de crianças institucionalizadas é grande.
Por outro lado, Lídia Weber destacou que atualmente o Estatuto da Criança e do Adolescente é considerado uma das legislações mais perfeitas no mundo. As legislações acerca dos direitos da criança e adolescente estão entre as mais aceitas também em número de países. O ECA foi sancionado um ano depois da Convenção das Nações Unidas dos Direitos da Criança e do Adolescente, em 1989, que foi assinada por praticamente todos os países, com exceção da Somália e Estados Unidos, conforme a pesquisadora. Lídia Weber abordou ainda pesquisas realizadas para traçar os perfis dos envolvidos na adoção, em busca das suas motivações, desde as mães que abandonam, passando pelos pais que adotam e pelos filhos que são adotados.
“Temos que vencer o egoísmo. Adotar é um crescimento pessoal, é a defesa da própria continuidade humana“, alertou. Ela apontou entre os dados de pesquisas o perfil das mães que abandonam seus filhos, que em sua maioria não tiveram contato com os pais ou foram vítimas de maus tratos, não tendo carinho, atenção e nem limites em casa e, por isso, não desenvolveram vínculo afetivo. “Quem não aprendeu a ser filha, não aprendeu a amar e não sabe ser mãe”, finalizou.
Incentivo - “Trabalhei por muitos anos na vara única, acompanhei algumas adoções e os conhecimentos adquiridos aqui suplantaram muitos do cotidiano que tive. Achei as palestras maravilhosas. Saí daqui com o coração mole. Tenho certeza que vai incentivar a adoção“, assegurou a gestora da Sexta Vara Criminal de Cuiabá, Elinete Kestring. As palestras foram acompanhadas atentamente por magistrados, servidores do Judiciário, operadores do Direito, professores e estudantes. “Nunca vi um auditório tão cheio ficar tão quieto e atento aos palestrantes “, disse o estudante do quarto ano da Direito da UFMT André Chormiak.
O programa Adotar é Legal do Poder Judiciário de Mato Grosso é desenvolvido desde 2002, de forma permanente. E este ano teve atividades relacionadas em cada comarca sob orientação do corregedor-geral do Tribunal de Justiça, desembargador Manoel Ornellas de Almeida. Foram realizados shows culturais e distribuição de materiais explicativos no Parque Mãe Bonifácia, na abertura da campanha deste ano, finalizando com o seminário sobre adoção, no Fórum de Cuiabá. Além da psicóloga Lídia Weber, a juíza Cleuci Terezinha Chagas, da Primeira Vara Especializada da Infância e Adolescência de Cuiabá, ministrou palestra sobre os aspectos técnicos da adoção. Todas as ações visam eliminar mitos sobre a adoção e estimular o ato, já que existem cerca de 80 mil crianças e adolescentes em abrigos, sendo oito mil prontas para adoção em todo o país. Em Mato Grosso são 480 em instituições e destas 45 aguardam um novo lar.

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A morte da menina Gabriela Nunes Araújo de 8 anos durante um assalto em Rio Claro levantou uma discussão sobre a punição aplicada em crimes cometidos por adolescentes. O suspeito de ter feito o disparo que matou Gabriela é um menor que já havia sido detido por outro delito.
De acordo com o Conselho Tutelar, ele teve uma passagem em 2006 por excesso de faltas nas aulas. “A escola encaminhou o menor para o conselho Tutelar. Nós chamamos os pais e aplicamos um termo de responsabilidade para que esse adolescente voltasse a freqüentar a escola com acompanhamento dos pais”, afirma a conselheira tutelar Simone Cerri.
Nesse mesmo ano, ele foi pego dirigindo sem carteira e em janeiro foi detido por porte de armas, mas acabou liberado pela Justiça.
Segundo o promotor da Infância e Juventude de Rio Claro, Roberto Pinto dos Santos, esse tipo de infração não justifica a internação em uma instituição, de acordo com a lei. “Esses atos infracionais que ele cometeu, porte ilegal de arma e porte de entorpecentes para uso, são infrações cuja gravidade não autorizam a internação na Fundação Casa. O legislador estabelece medidas em meio aberto que deveriam ser cumpridas por ele”, destaca.

O juiz da infância e juventude de Araraquara Silvio Moura Sales concorda que as leis têm falhas e que a legislação precisa ser modificada, mas antes disso precisa ser cumprida. “É importante se bater também pela devida implementação do estatuto da criança e do adolescente, que muitas vezes passa ao largo das discussões. A constituição de 1988 diz que atendimento para criança e adolescente é prioridade absoluta do poder público, da comunidade e da família, mas isso infelizmente isso ainda não acontece”, ressalta.

Um balanço da Fundação Casa mostra que em São Carlos e Araraquara estão 65 menores internados fixos e outros 12 em atendimentos provisórios. Em Rio Claro, 29 são atendidos e outros 15 aguardam a aplicação de medidas sócio-educativas. Ainda segundo a Fundação Casa, de cada 100 menores apreendidos 14 voltam a cometer algum tipo de infração.

Solução
Há 25 anos trabalhando com jovens, Padre Aguinaldo Soares de Lima, aposta nas medidas sócio-educativas para mudar essa situação, mas reforça que elas precisam ser mais eficientes porque vem aumentando o envolvimento com o tráfico e consumo de drogas. O índice que há cinco anos era de 3% atualmente chega a 30%. “Resgatar a identidade, mostrar para o jovem uma perspectiva de futuro, criar para ele um sentido de família, é um processo longo. Não existe uma pílula que você dá para ele e transforma”, explica.
Para a psicóloga da União de Amigos do Menor (Udam) Cristina Franceschini as medidas sócio-educativas têm a função de tratar esses adolescentes de maneira educacional. “Com atividades pedagógicas, que reflitam sobre o dia-a-dia e as coisas que acontecem no grupo onde em que ele está inserido”, afirma.
Ela ainda ressalta que a sociedade e a educação têm que estar mais abertas para que esses adolescentes se sintam atraídos por elas e não pelo mundo do crime.


EPTV
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A morte da menina Gabriela Nunes Araújo de 8 anos durante um assalto em Rio Claro levantou uma discussão sobre a punição aplicada em crimes cometidos por adolescentes. O suspeito de ter feito o disparo que matou Gabriela é um menor que já havia sido detido por outro delito.
De acordo com o Conselho Tutelar, ele teve uma passagem em 2006 por excesso de faltas nas aulas. “A escola encaminhou o menor para o conselho Tutelar. Nós chamamos os pais e aplicamos um termo de responsabilidade para que esse adolescente voltasse a freqüentar a escola com acompanhamento dos pais”, afirma a conselheira tutelar Simone Cerri.
Nesse mesmo ano, ele foi pego dirigindo sem carteira e em janeiro foi detido por porte de armas, mas acabou liberado pela Justiça.
Segundo o promotor da Infância e Juventude de Rio Claro, Roberto Pinto dos Santos, esse tipo de infração não justifica a internação em uma instituição, de acordo com a lei. “Esses atos infracionais que ele cometeu, porte ilegal de arma e porte de entorpecentes para uso, são infrações cuja gravidade não autorizam a internação na Fundação Casa. O legislador estabelece medidas em meio aberto que deveriam ser cumpridas por ele”, destaca.

O juiz da infância e juventude de Araraquara Silvio Moura Sales concorda que as leis têm falhas e que a legislação precisa ser modificada, mas antes disso precisa ser cumprida. “É importante se bater também pela devida implementação do estatuto da criança e do adolescente, que muitas vezes passa ao largo das discussões. A constituição de 1988 diz que atendimento para criança e adolescente é prioridade absoluta do poder público, da comunidade e da família, mas isso infelizmente isso ainda não acontece”, ressalta.

Um balanço da Fundação Casa mostra que em São Carlos e Araraquara estão 65 menores internados fixos e outros 12 em atendimentos provisórios. Em Rio Claro, 29 são atendidos e outros 15 aguardam a aplicação de medidas sócio-educativas. Ainda segundo a Fundação Casa, de cada 100 menores apreendidos 14 voltam a cometer algum tipo de infração.

Solução
Há 25 anos trabalhando com jovens, Padre Aguinaldo Soares de Lima, aposta nas medidas sócio-educativas para mudar essa situação, mas reforça que elas precisam ser mais eficientes porque vem aumentando o envolvimento com o tráfico e consumo de drogas. O índice que há cinco anos era de 3% atualmente chega a 30%. “Resgatar a identidade, mostrar para o jovem uma perspectiva de futuro, criar para ele um sentido de família, é um processo longo. Não existe uma pílula que você dá para ele e transforma”, explica.
Para a psicóloga da União de Amigos do Menor (Udam) Cristina Franceschini as medidas sócio-educativas têm a função de tratar esses adolescentes de maneira educacional. “Com atividades pedagógicas, que reflitam sobre o dia-a-dia e as coisas que acontecem no grupo onde em que ele está inserido”, afirma.
Ela ainda ressalta que a sociedade e a educação têm que estar mais abertas para que esses adolescentes se sintam atraídos por elas e não pelo mundo do crime.


EPTV
link do postPor anjoseguerreiros, às 21:11  comentar

A morte da menina Gabriela Nunes Araújo de 8 anos durante um assalto em Rio Claro levantou uma discussão sobre a punição aplicada em crimes cometidos por adolescentes. O suspeito de ter feito o disparo que matou Gabriela é um menor que já havia sido detido por outro delito.
De acordo com o Conselho Tutelar, ele teve uma passagem em 2006 por excesso de faltas nas aulas. “A escola encaminhou o menor para o conselho Tutelar. Nós chamamos os pais e aplicamos um termo de responsabilidade para que esse adolescente voltasse a freqüentar a escola com acompanhamento dos pais”, afirma a conselheira tutelar Simone Cerri.
Nesse mesmo ano, ele foi pego dirigindo sem carteira e em janeiro foi detido por porte de armas, mas acabou liberado pela Justiça.
Segundo o promotor da Infância e Juventude de Rio Claro, Roberto Pinto dos Santos, esse tipo de infração não justifica a internação em uma instituição, de acordo com a lei. “Esses atos infracionais que ele cometeu, porte ilegal de arma e porte de entorpecentes para uso, são infrações cuja gravidade não autorizam a internação na Fundação Casa. O legislador estabelece medidas em meio aberto que deveriam ser cumpridas por ele”, destaca.

O juiz da infância e juventude de Araraquara Silvio Moura Sales concorda que as leis têm falhas e que a legislação precisa ser modificada, mas antes disso precisa ser cumprida. “É importante se bater também pela devida implementação do estatuto da criança e do adolescente, que muitas vezes passa ao largo das discussões. A constituição de 1988 diz que atendimento para criança e adolescente é prioridade absoluta do poder público, da comunidade e da família, mas isso infelizmente isso ainda não acontece”, ressalta.

Um balanço da Fundação Casa mostra que em São Carlos e Araraquara estão 65 menores internados fixos e outros 12 em atendimentos provisórios. Em Rio Claro, 29 são atendidos e outros 15 aguardam a aplicação de medidas sócio-educativas. Ainda segundo a Fundação Casa, de cada 100 menores apreendidos 14 voltam a cometer algum tipo de infração.

Solução
Há 25 anos trabalhando com jovens, Padre Aguinaldo Soares de Lima, aposta nas medidas sócio-educativas para mudar essa situação, mas reforça que elas precisam ser mais eficientes porque vem aumentando o envolvimento com o tráfico e consumo de drogas. O índice que há cinco anos era de 3% atualmente chega a 30%. “Resgatar a identidade, mostrar para o jovem uma perspectiva de futuro, criar para ele um sentido de família, é um processo longo. Não existe uma pílula que você dá para ele e transforma”, explica.
Para a psicóloga da União de Amigos do Menor (Udam) Cristina Franceschini as medidas sócio-educativas têm a função de tratar esses adolescentes de maneira educacional. “Com atividades pedagógicas, que reflitam sobre o dia-a-dia e as coisas que acontecem no grupo onde em que ele está inserido”, afirma.
Ela ainda ressalta que a sociedade e a educação têm que estar mais abertas para que esses adolescentes se sintam atraídos por elas e não pelo mundo do crime.


EPTV
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A morte da menina Gabriela Nunes Araújo de 8 anos durante um assalto em Rio Claro levantou uma discussão sobre a punição aplicada em crimes cometidos por adolescentes. O suspeito de ter feito o disparo que matou Gabriela é um menor que já havia sido detido por outro delito.
De acordo com o Conselho Tutelar, ele teve uma passagem em 2006 por excesso de faltas nas aulas. “A escola encaminhou o menor para o conselho Tutelar. Nós chamamos os pais e aplicamos um termo de responsabilidade para que esse adolescente voltasse a freqüentar a escola com acompanhamento dos pais”, afirma a conselheira tutelar Simone Cerri.
Nesse mesmo ano, ele foi pego dirigindo sem carteira e em janeiro foi detido por porte de armas, mas acabou liberado pela Justiça.
Segundo o promotor da Infância e Juventude de Rio Claro, Roberto Pinto dos Santos, esse tipo de infração não justifica a internação em uma instituição, de acordo com a lei. “Esses atos infracionais que ele cometeu, porte ilegal de arma e porte de entorpecentes para uso, são infrações cuja gravidade não autorizam a internação na Fundação Casa. O legislador estabelece medidas em meio aberto que deveriam ser cumpridas por ele”, destaca.

O juiz da infância e juventude de Araraquara Silvio Moura Sales concorda que as leis têm falhas e que a legislação precisa ser modificada, mas antes disso precisa ser cumprida. “É importante se bater também pela devida implementação do estatuto da criança e do adolescente, que muitas vezes passa ao largo das discussões. A constituição de 1988 diz que atendimento para criança e adolescente é prioridade absoluta do poder público, da comunidade e da família, mas isso infelizmente isso ainda não acontece”, ressalta.

Um balanço da Fundação Casa mostra que em São Carlos e Araraquara estão 65 menores internados fixos e outros 12 em atendimentos provisórios. Em Rio Claro, 29 são atendidos e outros 15 aguardam a aplicação de medidas sócio-educativas. Ainda segundo a Fundação Casa, de cada 100 menores apreendidos 14 voltam a cometer algum tipo de infração.

Solução
Há 25 anos trabalhando com jovens, Padre Aguinaldo Soares de Lima, aposta nas medidas sócio-educativas para mudar essa situação, mas reforça que elas precisam ser mais eficientes porque vem aumentando o envolvimento com o tráfico e consumo de drogas. O índice que há cinco anos era de 3% atualmente chega a 30%. “Resgatar a identidade, mostrar para o jovem uma perspectiva de futuro, criar para ele um sentido de família, é um processo longo. Não existe uma pílula que você dá para ele e transforma”, explica.
Para a psicóloga da União de Amigos do Menor (Udam) Cristina Franceschini as medidas sócio-educativas têm a função de tratar esses adolescentes de maneira educacional. “Com atividades pedagógicas, que reflitam sobre o dia-a-dia e as coisas que acontecem no grupo onde em que ele está inserido”, afirma.
Ela ainda ressalta que a sociedade e a educação têm que estar mais abertas para que esses adolescentes se sintam atraídos por elas e não pelo mundo do crime.


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A polícia francesa informou que prendeu 90 pessoas em todo o país nesta terça-feira em uma operação contra uma rede de comércio de fotos de pedofilia na Internet.
Durante a investigação, que durou muitos anos, uma unidade da polícia especializada em crimes online identificou pessoas ligadas a um servidor de troca de imagens de pedofilia que foi descoberto em 2005 e era gerenciado de uma região ao norte de Paris.
A pessoa que administrava o servidor foi presa quatro anos atrás, mas a polícia localizou dezenas de usuários do servidor e quatro outras pessoas que teriam montado seus próprios servidores para fornecer fotos e vídeos ilegais.
Em uma operação que se estendeu desde a região da Bretanha, no norte, até o sudeste da França, a polícia apreendeu vários computadores.
“Descobrimos nos computadores apreendidos de uma pessoa … mais de 30 mil imagens de crianças. Isso são só as imagens. Também havia cerca de 1 mil vídeos”, disse James Juan, procurador da cidade de Beauvais, ao norte de Paris, ao anunciar as prisões junto com os policiais envolvidos.
Os 90 presos estão sob a guarda da polícia e estão sujeitos a penas de até 10 anos na prisão.


Reportagem de Thierry Leveque e Francois Murphy


O Globo
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A polícia francesa informou que prendeu 90 pessoas em todo o país nesta terça-feira em uma operação contra uma rede de comércio de fotos de pedofilia na Internet.
Durante a investigação, que durou muitos anos, uma unidade da polícia especializada em crimes online identificou pessoas ligadas a um servidor de troca de imagens de pedofilia que foi descoberto em 2005 e era gerenciado de uma região ao norte de Paris.
A pessoa que administrava o servidor foi presa quatro anos atrás, mas a polícia localizou dezenas de usuários do servidor e quatro outras pessoas que teriam montado seus próprios servidores para fornecer fotos e vídeos ilegais.
Em uma operação que se estendeu desde a região da Bretanha, no norte, até o sudeste da França, a polícia apreendeu vários computadores.
“Descobrimos nos computadores apreendidos de uma pessoa … mais de 30 mil imagens de crianças. Isso são só as imagens. Também havia cerca de 1 mil vídeos”, disse James Juan, procurador da cidade de Beauvais, ao norte de Paris, ao anunciar as prisões junto com os policiais envolvidos.
Os 90 presos estão sob a guarda da polícia e estão sujeitos a penas de até 10 anos na prisão.


Reportagem de Thierry Leveque e Francois Murphy


O Globo
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A polícia francesa informou que prendeu 90 pessoas em todo o país nesta terça-feira em uma operação contra uma rede de comércio de fotos de pedofilia na Internet.
Durante a investigação, que durou muitos anos, uma unidade da polícia especializada em crimes online identificou pessoas ligadas a um servidor de troca de imagens de pedofilia que foi descoberto em 2005 e era gerenciado de uma região ao norte de Paris.
A pessoa que administrava o servidor foi presa quatro anos atrás, mas a polícia localizou dezenas de usuários do servidor e quatro outras pessoas que teriam montado seus próprios servidores para fornecer fotos e vídeos ilegais.
Em uma operação que se estendeu desde a região da Bretanha, no norte, até o sudeste da França, a polícia apreendeu vários computadores.
“Descobrimos nos computadores apreendidos de uma pessoa … mais de 30 mil imagens de crianças. Isso são só as imagens. Também havia cerca de 1 mil vídeos”, disse James Juan, procurador da cidade de Beauvais, ao norte de Paris, ao anunciar as prisões junto com os policiais envolvidos.
Os 90 presos estão sob a guarda da polícia e estão sujeitos a penas de até 10 anos na prisão.


Reportagem de Thierry Leveque e Francois Murphy


O Globo
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A polícia francesa informou que prendeu 90 pessoas em todo o país nesta terça-feira em uma operação contra uma rede de comércio de fotos de pedofilia na Internet.
Durante a investigação, que durou muitos anos, uma unidade da polícia especializada em crimes online identificou pessoas ligadas a um servidor de troca de imagens de pedofilia que foi descoberto em 2005 e era gerenciado de uma região ao norte de Paris.
A pessoa que administrava o servidor foi presa quatro anos atrás, mas a polícia localizou dezenas de usuários do servidor e quatro outras pessoas que teriam montado seus próprios servidores para fornecer fotos e vídeos ilegais.
Em uma operação que se estendeu desde a região da Bretanha, no norte, até o sudeste da França, a polícia apreendeu vários computadores.
“Descobrimos nos computadores apreendidos de uma pessoa … mais de 30 mil imagens de crianças. Isso são só as imagens. Também havia cerca de 1 mil vídeos”, disse James Juan, procurador da cidade de Beauvais, ao norte de Paris, ao anunciar as prisões junto com os policiais envolvidos.
Os 90 presos estão sob a guarda da polícia e estão sujeitos a penas de até 10 anos na prisão.


Reportagem de Thierry Leveque e Francois Murphy


O Globo
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Fotos provocantes em sites de relacionamento ou uso de avatares com figuras “sexies” –como os que podem ser criados no aplicativo BuddyPoke do Orkut– aumentam os riscos de adolescentes sofrerem violência, afirma um estudo, a ser publicado na edição de junho da revista “Pediatrics”.
A pesquisa, feita pelo Cincinnati Children’s Hospital Medical Center de Ohio (EUA), mostrou que, além de históricos de violência infantil, o uso de uma identidade on-line provocante também aumenta o risco de garotas se tornarem vítimas de alguém que elas conheceram por intermédio da internet.
O estudo teve como objetivo identificar os fatores de risco ligados ao aumento das taxas de vitimização de crianças que tiveram origem na web. De acordo com os autores, muitos dos crime sexuais iniciados na internet são originados em sites de relacionamento, cujo uso exige a criação de identidades on-line.
Os pesquisadores descobriram que as meninas são mais suscetíveis a experimentar assédios sexuais na internet ou ter encontros pessoais com quem conheceram na rede, caso elas já tivessem histórico de violência antes ou se criassem um avatar (imagem digital criada para representar o usuário on-line) provocante.
Em alguns sites e aplicativos, como no BuddyPoke, do Orkut, e no mundo virtual Second Life, usuários podem criar um personagem para representá-los no mundo virtual. Os internautas têm centenas de possibilidades de tamanhos e formas e podem escolher entre pessoas completamente vestidas até quase nuas.
Sites como Orkut e Facebook permitem autodescrições e fotografia em seus perfis. Mas, mesmo nesse caso, os usuários podem escolher o que postar, “moldando” sua personalidade on-line.
Os pesquisadores citam no estudo o “efeito Proteus”, que significa a ideia de que a representação de alguém pode afetar seu comportamento –ou o de quem o está recebendo. “As autorrepresentações podem mudar a maneira como internautas interagem, de uma forma que aumenta o risco de assédiSegundo o site da rede norte-americana CNN, participaram da pesquisa 104 meninas que haviam sofrido violência infantil –negligência por parte dos pais, abusos físico ou sexuais– e 69 que não, com idades entre 14 e 17.os sexuais on-line.”
Os autores pediram que as crianças criassem avatares em simuladores e descobriram que aquelas que criaram avatares mais provocantes eram as que já haviam sofrido algum tipo de assédio na internet.


Gazeta do Sul
link do postPor anjoseguerreiros, às 20:54  comentar

Fotos provocantes em sites de relacionamento ou uso de avatares com figuras “sexies” –como os que podem ser criados no aplicativo BuddyPoke do Orkut– aumentam os riscos de adolescentes sofrerem violência, afirma um estudo, a ser publicado na edição de junho da revista “Pediatrics”.
A pesquisa, feita pelo Cincinnati Children’s Hospital Medical Center de Ohio (EUA), mostrou que, além de históricos de violência infantil, o uso de uma identidade on-line provocante também aumenta o risco de garotas se tornarem vítimas de alguém que elas conheceram por intermédio da internet.
O estudo teve como objetivo identificar os fatores de risco ligados ao aumento das taxas de vitimização de crianças que tiveram origem na web. De acordo com os autores, muitos dos crime sexuais iniciados na internet são originados em sites de relacionamento, cujo uso exige a criação de identidades on-line.
Os pesquisadores descobriram que as meninas são mais suscetíveis a experimentar assédios sexuais na internet ou ter encontros pessoais com quem conheceram na rede, caso elas já tivessem histórico de violência antes ou se criassem um avatar (imagem digital criada para representar o usuário on-line) provocante.
Em alguns sites e aplicativos, como no BuddyPoke, do Orkut, e no mundo virtual Second Life, usuários podem criar um personagem para representá-los no mundo virtual. Os internautas têm centenas de possibilidades de tamanhos e formas e podem escolher entre pessoas completamente vestidas até quase nuas.
Sites como Orkut e Facebook permitem autodescrições e fotografia em seus perfis. Mas, mesmo nesse caso, os usuários podem escolher o que postar, “moldando” sua personalidade on-line.
Os pesquisadores citam no estudo o “efeito Proteus”, que significa a ideia de que a representação de alguém pode afetar seu comportamento –ou o de quem o está recebendo. “As autorrepresentações podem mudar a maneira como internautas interagem, de uma forma que aumenta o risco de assédiSegundo o site da rede norte-americana CNN, participaram da pesquisa 104 meninas que haviam sofrido violência infantil –negligência por parte dos pais, abusos físico ou sexuais– e 69 que não, com idades entre 14 e 17.os sexuais on-line.”
Os autores pediram que as crianças criassem avatares em simuladores e descobriram que aquelas que criaram avatares mais provocantes eram as que já haviam sofrido algum tipo de assédio na internet.


Gazeta do Sul
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Fotos provocantes em sites de relacionamento ou uso de avatares com figuras “sexies” –como os que podem ser criados no aplicativo BuddyPoke do Orkut– aumentam os riscos de adolescentes sofrerem violência, afirma um estudo, a ser publicado na edição de junho da revista “Pediatrics”.
A pesquisa, feita pelo Cincinnati Children’s Hospital Medical Center de Ohio (EUA), mostrou que, além de históricos de violência infantil, o uso de uma identidade on-line provocante também aumenta o risco de garotas se tornarem vítimas de alguém que elas conheceram por intermédio da internet.
O estudo teve como objetivo identificar os fatores de risco ligados ao aumento das taxas de vitimização de crianças que tiveram origem na web. De acordo com os autores, muitos dos crime sexuais iniciados na internet são originados em sites de relacionamento, cujo uso exige a criação de identidades on-line.
Os pesquisadores descobriram que as meninas são mais suscetíveis a experimentar assédios sexuais na internet ou ter encontros pessoais com quem conheceram na rede, caso elas já tivessem histórico de violência antes ou se criassem um avatar (imagem digital criada para representar o usuário on-line) provocante.
Em alguns sites e aplicativos, como no BuddyPoke, do Orkut, e no mundo virtual Second Life, usuários podem criar um personagem para representá-los no mundo virtual. Os internautas têm centenas de possibilidades de tamanhos e formas e podem escolher entre pessoas completamente vestidas até quase nuas.
Sites como Orkut e Facebook permitem autodescrições e fotografia em seus perfis. Mas, mesmo nesse caso, os usuários podem escolher o que postar, “moldando” sua personalidade on-line.
Os pesquisadores citam no estudo o “efeito Proteus”, que significa a ideia de que a representação de alguém pode afetar seu comportamento –ou o de quem o está recebendo. “As autorrepresentações podem mudar a maneira como internautas interagem, de uma forma que aumenta o risco de assédiSegundo o site da rede norte-americana CNN, participaram da pesquisa 104 meninas que haviam sofrido violência infantil –negligência por parte dos pais, abusos físico ou sexuais– e 69 que não, com idades entre 14 e 17.os sexuais on-line.”
Os autores pediram que as crianças criassem avatares em simuladores e descobriram que aquelas que criaram avatares mais provocantes eram as que já haviam sofrido algum tipo de assédio na internet.


Gazeta do Sul
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Fotos provocantes em sites de relacionamento ou uso de avatares com figuras “sexies” –como os que podem ser criados no aplicativo BuddyPoke do Orkut– aumentam os riscos de adolescentes sofrerem violência, afirma um estudo, a ser publicado na edição de junho da revista “Pediatrics”.
A pesquisa, feita pelo Cincinnati Children’s Hospital Medical Center de Ohio (EUA), mostrou que, além de históricos de violência infantil, o uso de uma identidade on-line provocante também aumenta o risco de garotas se tornarem vítimas de alguém que elas conheceram por intermédio da internet.
O estudo teve como objetivo identificar os fatores de risco ligados ao aumento das taxas de vitimização de crianças que tiveram origem na web. De acordo com os autores, muitos dos crime sexuais iniciados na internet são originados em sites de relacionamento, cujo uso exige a criação de identidades on-line.
Os pesquisadores descobriram que as meninas são mais suscetíveis a experimentar assédios sexuais na internet ou ter encontros pessoais com quem conheceram na rede, caso elas já tivessem histórico de violência antes ou se criassem um avatar (imagem digital criada para representar o usuário on-line) provocante.
Em alguns sites e aplicativos, como no BuddyPoke, do Orkut, e no mundo virtual Second Life, usuários podem criar um personagem para representá-los no mundo virtual. Os internautas têm centenas de possibilidades de tamanhos e formas e podem escolher entre pessoas completamente vestidas até quase nuas.
Sites como Orkut e Facebook permitem autodescrições e fotografia em seus perfis. Mas, mesmo nesse caso, os usuários podem escolher o que postar, “moldando” sua personalidade on-line.
Os pesquisadores citam no estudo o “efeito Proteus”, que significa a ideia de que a representação de alguém pode afetar seu comportamento –ou o de quem o está recebendo. “As autorrepresentações podem mudar a maneira como internautas interagem, de uma forma que aumenta o risco de assédiSegundo o site da rede norte-americana CNN, participaram da pesquisa 104 meninas que haviam sofrido violência infantil –negligência por parte dos pais, abusos físico ou sexuais– e 69 que não, com idades entre 14 e 17.os sexuais on-line.”
Os autores pediram que as crianças criassem avatares em simuladores e descobriram que aquelas que criaram avatares mais provocantes eram as que já haviam sofrido algum tipo de assédio na internet.


Gazeta do Sul
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BUENOS AIRES - Cinco escolas argentinas foram fechadas temporariamente pelo Ministério da Saúde por causa da contaminação pela gripe suína, a Influenza A (H1N1). No domingo, o governo argentino confirmou quatro casos da doença em uma escola de classe média alta de Buenos Aires, ante um caso na semana passada. Ontem, outros 14 casos foram detectados, todos estudantes da escola da capital do país. Ao todo, foram confirmados ao todo 19 casos de gripe suína na Argentina.
BUENOS AIRES - Cinco escolas argentinas foram fechadas temporariamente pelo Ministério da Saúde por causa da contaminação pela gripe suína, a Influenza A (H1N1). No domingo, o governo argentino confirmou quatro casos da doença em uma escola de classe média alta de Buenos Aires, ante um caso na semana passada. Ontem, outros 14 casos foram detectados, todos estudantes da escola da capital do país. Ao todo, foram confirmados ao todo 19 casos de gripe suína na Argentina.


O Estadão
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:19  comentar

BUENOS AIRES - Cinco escolas argentinas foram fechadas temporariamente pelo Ministério da Saúde por causa da contaminação pela gripe suína, a Influenza A (H1N1). No domingo, o governo argentino confirmou quatro casos da doença em uma escola de classe média alta de Buenos Aires, ante um caso na semana passada. Ontem, outros 14 casos foram detectados, todos estudantes da escola da capital do país. Ao todo, foram confirmados ao todo 19 casos de gripe suína na Argentina.
BUENOS AIRES - Cinco escolas argentinas foram fechadas temporariamente pelo Ministério da Saúde por causa da contaminação pela gripe suína, a Influenza A (H1N1). No domingo, o governo argentino confirmou quatro casos da doença em uma escola de classe média alta de Buenos Aires, ante um caso na semana passada. Ontem, outros 14 casos foram detectados, todos estudantes da escola da capital do país. Ao todo, foram confirmados ao todo 19 casos de gripe suína na Argentina.


O Estadão
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BUENOS AIRES - Cinco escolas argentinas foram fechadas temporariamente pelo Ministério da Saúde por causa da contaminação pela gripe suína, a Influenza A (H1N1). No domingo, o governo argentino confirmou quatro casos da doença em uma escola de classe média alta de Buenos Aires, ante um caso na semana passada. Ontem, outros 14 casos foram detectados, todos estudantes da escola da capital do país. Ao todo, foram confirmados ao todo 19 casos de gripe suína na Argentina.
BUENOS AIRES - Cinco escolas argentinas foram fechadas temporariamente pelo Ministério da Saúde por causa da contaminação pela gripe suína, a Influenza A (H1N1). No domingo, o governo argentino confirmou quatro casos da doença em uma escola de classe média alta de Buenos Aires, ante um caso na semana passada. Ontem, outros 14 casos foram detectados, todos estudantes da escola da capital do país. Ao todo, foram confirmados ao todo 19 casos de gripe suína na Argentina.


O Estadão
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BUENOS AIRES - Cinco escolas argentinas foram fechadas temporariamente pelo Ministério da Saúde por causa da contaminação pela gripe suína, a Influenza A (H1N1). No domingo, o governo argentino confirmou quatro casos da doença em uma escola de classe média alta de Buenos Aires, ante um caso na semana passada. Ontem, outros 14 casos foram detectados, todos estudantes da escola da capital do país. Ao todo, foram confirmados ao todo 19 casos de gripe suína na Argentina.
BUENOS AIRES - Cinco escolas argentinas foram fechadas temporariamente pelo Ministério da Saúde por causa da contaminação pela gripe suína, a Influenza A (H1N1). No domingo, o governo argentino confirmou quatro casos da doença em uma escola de classe média alta de Buenos Aires, ante um caso na semana passada. Ontem, outros 14 casos foram detectados, todos estudantes da escola da capital do país. Ao todo, foram confirmados ao todo 19 casos de gripe suína na Argentina.


O Estadão
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Assinalar angústias e esperanças. Debater e encorajar toda a população a espalhar a mensagem de solidariedade

O Dia Internacional da Criança Desaparecida é assinalado. A somar aos casos mediáticos que comunicação social dá conta, muitos outros se juntam, calando angústias e procurando esperanças.

A iniciativa de criar o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas surgiu na sequência do rapto de uma criança de seis anos - Etan Patz - a 25 de Maio de 197Nos anos que se seguiram, varias organizações começaram a assinalar esta data, mas só em 1983 o Presidente dos Estados Unidos declarou o dia 25 de Maio como dedicado às crianças desaparecidas. Três anos mais tarde, esta data conheceu dimensão internacional.9 em Nova Iorque.

Na Europa, apenas a partir de 2002 é que este dia passou a ser assinalado pela Child Focus, uma organização europeia não-governamental (ONG), criada no seguimento do caso Dutroux das duas meninas desaparecidas na Bélgica em 1998.

Em 2004 a comemoração chegou a Portugal. O objetivo desta iniciativa é o de encorajar a população e a comunicação social a reflectir sobre todas as crianças que foram dadas como desaparecidas na Europa e no mundo. E também levar as autoridades a refletir na prevenção e nas estratégias a criar, em colaboração com as entidades responsáveis pela educação, a justiça e a segurança.

Decorre hoje, no auditório da Assembleia da República a II Conferência Europeia de Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente. Esta iniciativa, organizado pelo Instituto de Apoio à Criança, recebe vários especialistas nacionais e estrangeiros entre eles o presidente do Grupo Especialista em Crimes Contra Menores da Interpol, mas também representantes do Centro Internacional de Crianças desaparecidas e exploradas (ICMEC) e da Federação Europeia das Crianças Desaparecidas, bem como o coordenador do Departamento de investigação Criminal da Policia Judiciária do Funchal.



Canção Nova - notícias
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:11  comentar

Assinalar angústias e esperanças. Debater e encorajar toda a população a espalhar a mensagem de solidariedade

O Dia Internacional da Criança Desaparecida é assinalado. A somar aos casos mediáticos que comunicação social dá conta, muitos outros se juntam, calando angústias e procurando esperanças.

A iniciativa de criar o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas surgiu na sequência do rapto de uma criança de seis anos - Etan Patz - a 25 de Maio de 197Nos anos que se seguiram, varias organizações começaram a assinalar esta data, mas só em 1983 o Presidente dos Estados Unidos declarou o dia 25 de Maio como dedicado às crianças desaparecidas. Três anos mais tarde, esta data conheceu dimensão internacional.9 em Nova Iorque.

Na Europa, apenas a partir de 2002 é que este dia passou a ser assinalado pela Child Focus, uma organização europeia não-governamental (ONG), criada no seguimento do caso Dutroux das duas meninas desaparecidas na Bélgica em 1998.

Em 2004 a comemoração chegou a Portugal. O objetivo desta iniciativa é o de encorajar a população e a comunicação social a reflectir sobre todas as crianças que foram dadas como desaparecidas na Europa e no mundo. E também levar as autoridades a refletir na prevenção e nas estratégias a criar, em colaboração com as entidades responsáveis pela educação, a justiça e a segurança.

Decorre hoje, no auditório da Assembleia da República a II Conferência Europeia de Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente. Esta iniciativa, organizado pelo Instituto de Apoio à Criança, recebe vários especialistas nacionais e estrangeiros entre eles o presidente do Grupo Especialista em Crimes Contra Menores da Interpol, mas também representantes do Centro Internacional de Crianças desaparecidas e exploradas (ICMEC) e da Federação Europeia das Crianças Desaparecidas, bem como o coordenador do Departamento de investigação Criminal da Policia Judiciária do Funchal.



Canção Nova - notícias
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Assinalar angústias e esperanças. Debater e encorajar toda a população a espalhar a mensagem de solidariedade

O Dia Internacional da Criança Desaparecida é assinalado. A somar aos casos mediáticos que comunicação social dá conta, muitos outros se juntam, calando angústias e procurando esperanças.

A iniciativa de criar o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas surgiu na sequência do rapto de uma criança de seis anos - Etan Patz - a 25 de Maio de 197Nos anos que se seguiram, varias organizações começaram a assinalar esta data, mas só em 1983 o Presidente dos Estados Unidos declarou o dia 25 de Maio como dedicado às crianças desaparecidas. Três anos mais tarde, esta data conheceu dimensão internacional.9 em Nova Iorque.

Na Europa, apenas a partir de 2002 é que este dia passou a ser assinalado pela Child Focus, uma organização europeia não-governamental (ONG), criada no seguimento do caso Dutroux das duas meninas desaparecidas na Bélgica em 1998.

Em 2004 a comemoração chegou a Portugal. O objetivo desta iniciativa é o de encorajar a população e a comunicação social a reflectir sobre todas as crianças que foram dadas como desaparecidas na Europa e no mundo. E também levar as autoridades a refletir na prevenção e nas estratégias a criar, em colaboração com as entidades responsáveis pela educação, a justiça e a segurança.

Decorre hoje, no auditório da Assembleia da República a II Conferência Europeia de Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente. Esta iniciativa, organizado pelo Instituto de Apoio à Criança, recebe vários especialistas nacionais e estrangeiros entre eles o presidente do Grupo Especialista em Crimes Contra Menores da Interpol, mas também representantes do Centro Internacional de Crianças desaparecidas e exploradas (ICMEC) e da Federação Europeia das Crianças Desaparecidas, bem como o coordenador do Departamento de investigação Criminal da Policia Judiciária do Funchal.



Canção Nova - notícias
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Assinalar angústias e esperanças. Debater e encorajar toda a população a espalhar a mensagem de solidariedade

O Dia Internacional da Criança Desaparecida é assinalado. A somar aos casos mediáticos que comunicação social dá conta, muitos outros se juntam, calando angústias e procurando esperanças.

A iniciativa de criar o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas surgiu na sequência do rapto de uma criança de seis anos - Etan Patz - a 25 de Maio de 197Nos anos que se seguiram, varias organizações começaram a assinalar esta data, mas só em 1983 o Presidente dos Estados Unidos declarou o dia 25 de Maio como dedicado às crianças desaparecidas. Três anos mais tarde, esta data conheceu dimensão internacional.9 em Nova Iorque.

Na Europa, apenas a partir de 2002 é que este dia passou a ser assinalado pela Child Focus, uma organização europeia não-governamental (ONG), criada no seguimento do caso Dutroux das duas meninas desaparecidas na Bélgica em 1998.

Em 2004 a comemoração chegou a Portugal. O objetivo desta iniciativa é o de encorajar a população e a comunicação social a reflectir sobre todas as crianças que foram dadas como desaparecidas na Europa e no mundo. E também levar as autoridades a refletir na prevenção e nas estratégias a criar, em colaboração com as entidades responsáveis pela educação, a justiça e a segurança.

Decorre hoje, no auditório da Assembleia da República a II Conferência Europeia de Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente. Esta iniciativa, organizado pelo Instituto de Apoio à Criança, recebe vários especialistas nacionais e estrangeiros entre eles o presidente do Grupo Especialista em Crimes Contra Menores da Interpol, mas também representantes do Centro Internacional de Crianças desaparecidas e exploradas (ICMEC) e da Federação Europeia das Crianças Desaparecidas, bem como o coordenador do Departamento de investigação Criminal da Policia Judiciária do Funchal.



Canção Nova - notícias
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:11  comentar

Região é mistura entre floresta e Cordilheira dos Andes.

O norte do Peru é território de uma Amazônia intrigante, pouco conhecida. De um lado, o frio gelado dos picos andinos. Do outro, o calor úmido de uma selva que cresce na vertical. Nos vales, rios furiosos descem rasgando a terra. O estado do Amazonas peruano é o berço das águas que alimentam a maior bacia fluvial do mundo.
O som da concha marinha, usada como se fosse um berrante, já ecoava nos paredões das serras em tempos remotos. Era um aviso que alguma mensagem estava chegando pelas trilhas montanhosas.
A malha viária que as antigas civilizações espalharam por toda a América do Sul tem 40 mil quilômetros. São os famosos caminhos incas, construídos com pedras para resistir às chuvas.
Nos caminhos atuais se chega de carro a quase todos os destinos. As estradas encurtaram as distâncias, mas aumentaram os riscos. É uma aventura viajar pelos Andes: terra batida, uma curva atrás da outra. O motorista precisa ser bom e dirigir com cuidado.
Qualquer vacilo ao volante pode custar a vida. É difícil encontrar uma estrada nessa região sem marcas de tragédias, identificadas por cruzes na beira das estradas. Nem os trechos asfaltados são menos perigosos.
Quando não são as pedras que rolam do alto e bloqueiam o tráfego, são os rios que transbordam e fecham a pista. Por terra, não há outra opção para se chegar a Chachapoya, nossa primeira escala. É tão imprevisível esse caminho que, de repente, a paisagem resolve desafiar a imaginação: no meio dos Andes, a paisagem tem bode e mandacaru, como na Caatinga.
Até a temperatura é parecida. Como no Brasil, no semi-árido nordestino, também nesse sertão peruano faz calor de 40ºC. Mas quem passa por esta região precisa se preparar para um choque térmico, porque logo na frente, a menos de 50 quilômetros, faz muito frio.
Esta parte da Amazônia concentra uma mistura de raridades, diz o biólogo Mirbel Riviera. São cinco ecossistemas diferentes no mesmo lugar. Cerca de 800 espécies de plantas que só aqui podem ser encontradas.
No topo está Chachapoya, a 3,3 mil metros de altitude. A temperatura média é de 10ºC, mas chega a 0ºC no inverno.
A capital do Amazonas peruano tem pouco mais de 100 mil habitantes e preserva em suas ruas a arquitetura dos colonizadores espanhóis. Perto da cidade, um belíssimo cartão-postal enche de orgulho o povo dessa região: a cachoeira Gocta, com 770 metros de queda d’água em dois estágios. No ranking das maiores do mundo ela, é a terceira. Mas na seleção das mais belas, sem dúvida, é a mais impressionante.


G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:33  comentar

Região é mistura entre floresta e Cordilheira dos Andes.

O norte do Peru é território de uma Amazônia intrigante, pouco conhecida. De um lado, o frio gelado dos picos andinos. Do outro, o calor úmido de uma selva que cresce na vertical. Nos vales, rios furiosos descem rasgando a terra. O estado do Amazonas peruano é o berço das águas que alimentam a maior bacia fluvial do mundo.
O som da concha marinha, usada como se fosse um berrante, já ecoava nos paredões das serras em tempos remotos. Era um aviso que alguma mensagem estava chegando pelas trilhas montanhosas.
A malha viária que as antigas civilizações espalharam por toda a América do Sul tem 40 mil quilômetros. São os famosos caminhos incas, construídos com pedras para resistir às chuvas.
Nos caminhos atuais se chega de carro a quase todos os destinos. As estradas encurtaram as distâncias, mas aumentaram os riscos. É uma aventura viajar pelos Andes: terra batida, uma curva atrás da outra. O motorista precisa ser bom e dirigir com cuidado.
Qualquer vacilo ao volante pode custar a vida. É difícil encontrar uma estrada nessa região sem marcas de tragédias, identificadas por cruzes na beira das estradas. Nem os trechos asfaltados são menos perigosos.
Quando não são as pedras que rolam do alto e bloqueiam o tráfego, são os rios que transbordam e fecham a pista. Por terra, não há outra opção para se chegar a Chachapoya, nossa primeira escala. É tão imprevisível esse caminho que, de repente, a paisagem resolve desafiar a imaginação: no meio dos Andes, a paisagem tem bode e mandacaru, como na Caatinga.
Até a temperatura é parecida. Como no Brasil, no semi-árido nordestino, também nesse sertão peruano faz calor de 40ºC. Mas quem passa por esta região precisa se preparar para um choque térmico, porque logo na frente, a menos de 50 quilômetros, faz muito frio.
Esta parte da Amazônia concentra uma mistura de raridades, diz o biólogo Mirbel Riviera. São cinco ecossistemas diferentes no mesmo lugar. Cerca de 800 espécies de plantas que só aqui podem ser encontradas.
No topo está Chachapoya, a 3,3 mil metros de altitude. A temperatura média é de 10ºC, mas chega a 0ºC no inverno.
A capital do Amazonas peruano tem pouco mais de 100 mil habitantes e preserva em suas ruas a arquitetura dos colonizadores espanhóis. Perto da cidade, um belíssimo cartão-postal enche de orgulho o povo dessa região: a cachoeira Gocta, com 770 metros de queda d’água em dois estágios. No ranking das maiores do mundo ela, é a terceira. Mas na seleção das mais belas, sem dúvida, é a mais impressionante.


G1
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Região é mistura entre floresta e Cordilheira dos Andes.

O norte do Peru é território de uma Amazônia intrigante, pouco conhecida. De um lado, o frio gelado dos picos andinos. Do outro, o calor úmido de uma selva que cresce na vertical. Nos vales, rios furiosos descem rasgando a terra. O estado do Amazonas peruano é o berço das águas que alimentam a maior bacia fluvial do mundo.
O som da concha marinha, usada como se fosse um berrante, já ecoava nos paredões das serras em tempos remotos. Era um aviso que alguma mensagem estava chegando pelas trilhas montanhosas.
A malha viária que as antigas civilizações espalharam por toda a América do Sul tem 40 mil quilômetros. São os famosos caminhos incas, construídos com pedras para resistir às chuvas.
Nos caminhos atuais se chega de carro a quase todos os destinos. As estradas encurtaram as distâncias, mas aumentaram os riscos. É uma aventura viajar pelos Andes: terra batida, uma curva atrás da outra. O motorista precisa ser bom e dirigir com cuidado.
Qualquer vacilo ao volante pode custar a vida. É difícil encontrar uma estrada nessa região sem marcas de tragédias, identificadas por cruzes na beira das estradas. Nem os trechos asfaltados são menos perigosos.
Quando não são as pedras que rolam do alto e bloqueiam o tráfego, são os rios que transbordam e fecham a pista. Por terra, não há outra opção para se chegar a Chachapoya, nossa primeira escala. É tão imprevisível esse caminho que, de repente, a paisagem resolve desafiar a imaginação: no meio dos Andes, a paisagem tem bode e mandacaru, como na Caatinga.
Até a temperatura é parecida. Como no Brasil, no semi-árido nordestino, também nesse sertão peruano faz calor de 40ºC. Mas quem passa por esta região precisa se preparar para um choque térmico, porque logo na frente, a menos de 50 quilômetros, faz muito frio.
Esta parte da Amazônia concentra uma mistura de raridades, diz o biólogo Mirbel Riviera. São cinco ecossistemas diferentes no mesmo lugar. Cerca de 800 espécies de plantas que só aqui podem ser encontradas.
No topo está Chachapoya, a 3,3 mil metros de altitude. A temperatura média é de 10ºC, mas chega a 0ºC no inverno.
A capital do Amazonas peruano tem pouco mais de 100 mil habitantes e preserva em suas ruas a arquitetura dos colonizadores espanhóis. Perto da cidade, um belíssimo cartão-postal enche de orgulho o povo dessa região: a cachoeira Gocta, com 770 metros de queda d’água em dois estágios. No ranking das maiores do mundo ela, é a terceira. Mas na seleção das mais belas, sem dúvida, é a mais impressionante.


G1
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Região é mistura entre floresta e Cordilheira dos Andes.

O norte do Peru é território de uma Amazônia intrigante, pouco conhecida. De um lado, o frio gelado dos picos andinos. Do outro, o calor úmido de uma selva que cresce na vertical. Nos vales, rios furiosos descem rasgando a terra. O estado do Amazonas peruano é o berço das águas que alimentam a maior bacia fluvial do mundo.
O som da concha marinha, usada como se fosse um berrante, já ecoava nos paredões das serras em tempos remotos. Era um aviso que alguma mensagem estava chegando pelas trilhas montanhosas.
A malha viária que as antigas civilizações espalharam por toda a América do Sul tem 40 mil quilômetros. São os famosos caminhos incas, construídos com pedras para resistir às chuvas.
Nos caminhos atuais se chega de carro a quase todos os destinos. As estradas encurtaram as distâncias, mas aumentaram os riscos. É uma aventura viajar pelos Andes: terra batida, uma curva atrás da outra. O motorista precisa ser bom e dirigir com cuidado.
Qualquer vacilo ao volante pode custar a vida. É difícil encontrar uma estrada nessa região sem marcas de tragédias, identificadas por cruzes na beira das estradas. Nem os trechos asfaltados são menos perigosos.
Quando não são as pedras que rolam do alto e bloqueiam o tráfego, são os rios que transbordam e fecham a pista. Por terra, não há outra opção para se chegar a Chachapoya, nossa primeira escala. É tão imprevisível esse caminho que, de repente, a paisagem resolve desafiar a imaginação: no meio dos Andes, a paisagem tem bode e mandacaru, como na Caatinga.
Até a temperatura é parecida. Como no Brasil, no semi-árido nordestino, também nesse sertão peruano faz calor de 40ºC. Mas quem passa por esta região precisa se preparar para um choque térmico, porque logo na frente, a menos de 50 quilômetros, faz muito frio.
Esta parte da Amazônia concentra uma mistura de raridades, diz o biólogo Mirbel Riviera. São cinco ecossistemas diferentes no mesmo lugar. Cerca de 800 espécies de plantas que só aqui podem ser encontradas.
No topo está Chachapoya, a 3,3 mil metros de altitude. A temperatura média é de 10ºC, mas chega a 0ºC no inverno.
A capital do Amazonas peruano tem pouco mais de 100 mil habitantes e preserva em suas ruas a arquitetura dos colonizadores espanhóis. Perto da cidade, um belíssimo cartão-postal enche de orgulho o povo dessa região: a cachoeira Gocta, com 770 metros de queda d’água em dois estágios. No ranking das maiores do mundo ela, é a terceira. Mas na seleção das mais belas, sem dúvida, é a mais impressionante.


G1
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LONDRES - Pesquisadores da Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos, realizaram um estudo envolvendo 5 mil crianças com idades entre 10 e 11 anos e encontraram uma relação entre o consumo de fast food e piores notas na escola.
De acordo com os pesquisadores, crianças que comem hambúrgueres, batatas-fritas e outros tipos de fast food, mais de três vezes por semana têm piores notas em testes de alfabetização. Elas apresentaram dificuldades cognitivas, pontuando até 16% pior em testes de leitura e matemática, independentemente de renda dos pais, raça e peso.
Os autores do estudo concluíram que pode existir alguma relação entre o consumo destes alimentos e a perda de cognição, mas alertam que o caso ainda deve ser melhor estudado.

Com informações do Daily Telegraph


JB Online
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:19  comentar

LONDRES - Pesquisadores da Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos, realizaram um estudo envolvendo 5 mil crianças com idades entre 10 e 11 anos e encontraram uma relação entre o consumo de fast food e piores notas na escola.
De acordo com os pesquisadores, crianças que comem hambúrgueres, batatas-fritas e outros tipos de fast food, mais de três vezes por semana têm piores notas em testes de alfabetização. Elas apresentaram dificuldades cognitivas, pontuando até 16% pior em testes de leitura e matemática, independentemente de renda dos pais, raça e peso.
Os autores do estudo concluíram que pode existir alguma relação entre o consumo destes alimentos e a perda de cognição, mas alertam que o caso ainda deve ser melhor estudado.

Com informações do Daily Telegraph


JB Online
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LONDRES - Pesquisadores da Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos, realizaram um estudo envolvendo 5 mil crianças com idades entre 10 e 11 anos e encontraram uma relação entre o consumo de fast food e piores notas na escola.
De acordo com os pesquisadores, crianças que comem hambúrgueres, batatas-fritas e outros tipos de fast food, mais de três vezes por semana têm piores notas em testes de alfabetização. Elas apresentaram dificuldades cognitivas, pontuando até 16% pior em testes de leitura e matemática, independentemente de renda dos pais, raça e peso.
Os autores do estudo concluíram que pode existir alguma relação entre o consumo destes alimentos e a perda de cognição, mas alertam que o caso ainda deve ser melhor estudado.

Com informações do Daily Telegraph


JB Online
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LONDRES - Pesquisadores da Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos, realizaram um estudo envolvendo 5 mil crianças com idades entre 10 e 11 anos e encontraram uma relação entre o consumo de fast food e piores notas na escola.
De acordo com os pesquisadores, crianças que comem hambúrgueres, batatas-fritas e outros tipos de fast food, mais de três vezes por semana têm piores notas em testes de alfabetização. Elas apresentaram dificuldades cognitivas, pontuando até 16% pior em testes de leitura e matemática, independentemente de renda dos pais, raça e peso.
Os autores do estudo concluíram que pode existir alguma relação entre o consumo destes alimentos e a perda de cognição, mas alertam que o caso ainda deve ser melhor estudado.

Com informações do Daily Telegraph


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Um homem foi preso em Engenheiro Caldas, no último sábado, suspeito de abusar sexualmente de um garoto de 13 anos. De acordo com informações da polícia militar, L. D.S., 48 anos, foi preso em casa, no Bairro Vila Rainha, enquanto assistia vídeos pornográficos com o adolescente.
A PM encontrou o menino debaixo da cama do suspeito. L. admitiu que o menor freqüentava a casa dele e que os dois mantinham relações sexuais. Ele foi encaminhado para a delegacia de Tarumirim e autuado em flagrante. O material pornográfico deve passar por perícia.

O garoto está sob os cuidados do Conselho Tutelar.


O Norte de Minas
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Um homem foi preso em Engenheiro Caldas, no último sábado, suspeito de abusar sexualmente de um garoto de 13 anos. De acordo com informações da polícia militar, L. D.S., 48 anos, foi preso em casa, no Bairro Vila Rainha, enquanto assistia vídeos pornográficos com o adolescente.
A PM encontrou o menino debaixo da cama do suspeito. L. admitiu que o menor freqüentava a casa dele e que os dois mantinham relações sexuais. Ele foi encaminhado para a delegacia de Tarumirim e autuado em flagrante. O material pornográfico deve passar por perícia.

O garoto está sob os cuidados do Conselho Tutelar.


O Norte de Minas
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Um homem foi preso em Engenheiro Caldas, no último sábado, suspeito de abusar sexualmente de um garoto de 13 anos. De acordo com informações da polícia militar, L. D.S., 48 anos, foi preso em casa, no Bairro Vila Rainha, enquanto assistia vídeos pornográficos com o adolescente.
A PM encontrou o menino debaixo da cama do suspeito. L. admitiu que o menor freqüentava a casa dele e que os dois mantinham relações sexuais. Ele foi encaminhado para a delegacia de Tarumirim e autuado em flagrante. O material pornográfico deve passar por perícia.

O garoto está sob os cuidados do Conselho Tutelar.


O Norte de Minas
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Um homem foi preso em Engenheiro Caldas, no último sábado, suspeito de abusar sexualmente de um garoto de 13 anos. De acordo com informações da polícia militar, L. D.S., 48 anos, foi preso em casa, no Bairro Vila Rainha, enquanto assistia vídeos pornográficos com o adolescente.
A PM encontrou o menino debaixo da cama do suspeito. L. admitiu que o menor freqüentava a casa dele e que os dois mantinham relações sexuais. Ele foi encaminhado para a delegacia de Tarumirim e autuado em flagrante. O material pornográfico deve passar por perícia.

O garoto está sob os cuidados do Conselho Tutelar.


O Norte de Minas
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Os advogados das empresas de telefonia que compareceram à reunião de hoje da CPI da Pedofilia não conseguiram convencer o senador Magno Malta (PR-ES) sobre as justificativas para que as companhias não atendam aos pedidos de quebra de sigilos telefônicos de acusados desse tipo de crime.
Indignado, o senador, que preside a comissão, lembrou que a demora e o não atendimento a essas requisições da CPI endereçados às concessionárias telefônicas não se justificam em um país considerado o “maior abusador de criança do mundo, no plano cibernético”.
Magno Malta contou que algumas das solicitações feitas às telefônicas, com prazo de cinco dias para resposta, e que não foram atendidas, provocam o atraso da ação da Polícia Federal na prisão dos acusados. Ele disse esperar que esse quadro seja alterado até a próxima reunião da CPI.


Agencia Senado
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:05  comentar

Os advogados das empresas de telefonia que compareceram à reunião de hoje da CPI da Pedofilia não conseguiram convencer o senador Magno Malta (PR-ES) sobre as justificativas para que as companhias não atendam aos pedidos de quebra de sigilos telefônicos de acusados desse tipo de crime.
Indignado, o senador, que preside a comissão, lembrou que a demora e o não atendimento a essas requisições da CPI endereçados às concessionárias telefônicas não se justificam em um país considerado o “maior abusador de criança do mundo, no plano cibernético”.
Magno Malta contou que algumas das solicitações feitas às telefônicas, com prazo de cinco dias para resposta, e que não foram atendidas, provocam o atraso da ação da Polícia Federal na prisão dos acusados. Ele disse esperar que esse quadro seja alterado até a próxima reunião da CPI.


Agencia Senado
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Os advogados das empresas de telefonia que compareceram à reunião de hoje da CPI da Pedofilia não conseguiram convencer o senador Magno Malta (PR-ES) sobre as justificativas para que as companhias não atendam aos pedidos de quebra de sigilos telefônicos de acusados desse tipo de crime.
Indignado, o senador, que preside a comissão, lembrou que a demora e o não atendimento a essas requisições da CPI endereçados às concessionárias telefônicas não se justificam em um país considerado o “maior abusador de criança do mundo, no plano cibernético”.
Magno Malta contou que algumas das solicitações feitas às telefônicas, com prazo de cinco dias para resposta, e que não foram atendidas, provocam o atraso da ação da Polícia Federal na prisão dos acusados. Ele disse esperar que esse quadro seja alterado até a próxima reunião da CPI.


Agencia Senado
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Os advogados das empresas de telefonia que compareceram à reunião de hoje da CPI da Pedofilia não conseguiram convencer o senador Magno Malta (PR-ES) sobre as justificativas para que as companhias não atendam aos pedidos de quebra de sigilos telefônicos de acusados desse tipo de crime.
Indignado, o senador, que preside a comissão, lembrou que a demora e o não atendimento a essas requisições da CPI endereçados às concessionárias telefônicas não se justificam em um país considerado o “maior abusador de criança do mundo, no plano cibernético”.
Magno Malta contou que algumas das solicitações feitas às telefônicas, com prazo de cinco dias para resposta, e que não foram atendidas, provocam o atraso da ação da Polícia Federal na prisão dos acusados. Ele disse esperar que esse quadro seja alterado até a próxima reunião da CPI.


Agencia Senado
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Airbus da TAM passou por forte zona turbulenta na segunda-feira. Empresa disse que 21 pessoas ficaram feridas no voo.

Depois do susto por ter o rosto machucado em uma queda durante turbulência em um voo na noite desta segunda-feira (25), em São Paulo, a empresária Marilda Torres, de 56 anos, tomou duas decisões: não vai mais voar de TAM e quer processar a empresa. No Airbus A330-200, que levava 154 passageiros, 21 pessoas ficaram feridas. Pelo menos duas continuavam internadas até as 13h30 desta terça-feira (26).
“Vou entrar com o processo para reparar os danos. Será que o radar não viu (que viria zona turbulenta?”, questionou a empresária, que tinha levantado para levar uma bandeja de comida até a cozinha, distante quatro fileiras de onde ela estava. “Eu subi para o teto e senti minhas pernas flutuando. Comecei a gritar. Foi uma coisa de outro mundo. Achei que o avião ia cair e tinha chegado a minha hora”, afirmou ela nesta terça, lembrando o momento em que caiu sentada.
Marilda teve cortes no supercílio e no nariz, além de ter ficado com o olho roxo. “Acho que uma mala caiu em cima de mim”. Ela precisou se arrastar até chegar ao assento. O marido da empresária estava sentado ao lado e não sofreu ferimentos. “Uma senhora foi até lá em cima. Chegou a amassar o teto”, relatou Marilda. De acordo com ela, o aviso para afivelar o cinto só apareceu depois da primeira queda. “Se o comandante tivesse avisado eu não teria levantado”, disse. Entre os feridos, havia um homem que teve a prótese na perna deslocada. Ele ficou estirado no chão até o momento do pouso. "A mulher dele chorava e dizia que a prótese do quadril tinha se deslocado".

Direitos
Presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo, José Eduardo Tavolieri disse que, se o aviso para atar os cintos só foi dado depois da primeira perda de altitude, como dizem os passageiros, a TAM pode ser responsabilizada. “A empresa não conseguiu a tempo prever o problema”, justificou o advogado sobre a suposta situação. A assessoria de imprensa da companhia aérea foi procurada, mas, até as 14h30, não havia dado retorno. Também advogado e passageiro do voo JJ-8095, Alexandre Aleixo, de 38 anos, confirmou que todos foram pegos de surpresa e havia muita gente sem cinto de segurança. “Foi muito inesperado. Num primeiro momento, você nem raciocina. Fica agarrado à cadeira e na expectativa”, contou. De acordo com ele, a aeronave, que vinha de Miami e pousou no Aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo, deu “dois trancos”. “O segundo foi violentíssimo”. Aleixo também viu o passageiro ferido estendido no chão. “O comandante pediu que aqueles que estivessem perto o segurassem. Se não fosse com as mãos, que fosse com os pés”.


G1
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Airbus da TAM passou por forte zona turbulenta na segunda-feira. Empresa disse que 21 pessoas ficaram feridas no voo.

Depois do susto por ter o rosto machucado em uma queda durante turbulência em um voo na noite desta segunda-feira (25), em São Paulo, a empresária Marilda Torres, de 56 anos, tomou duas decisões: não vai mais voar de TAM e quer processar a empresa. No Airbus A330-200, que levava 154 passageiros, 21 pessoas ficaram feridas. Pelo menos duas continuavam internadas até as 13h30 desta terça-feira (26).
“Vou entrar com o processo para reparar os danos. Será que o radar não viu (que viria zona turbulenta?”, questionou a empresária, que tinha levantado para levar uma bandeja de comida até a cozinha, distante quatro fileiras de onde ela estava. “Eu subi para o teto e senti minhas pernas flutuando. Comecei a gritar. Foi uma coisa de outro mundo. Achei que o avião ia cair e tinha chegado a minha hora”, afirmou ela nesta terça, lembrando o momento em que caiu sentada.
Marilda teve cortes no supercílio e no nariz, além de ter ficado com o olho roxo. “Acho que uma mala caiu em cima de mim”. Ela precisou se arrastar até chegar ao assento. O marido da empresária estava sentado ao lado e não sofreu ferimentos. “Uma senhora foi até lá em cima. Chegou a amassar o teto”, relatou Marilda. De acordo com ela, o aviso para afivelar o cinto só apareceu depois da primeira queda. “Se o comandante tivesse avisado eu não teria levantado”, disse. Entre os feridos, havia um homem que teve a prótese na perna deslocada. Ele ficou estirado no chão até o momento do pouso. "A mulher dele chorava e dizia que a prótese do quadril tinha se deslocado".

Direitos
Presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo, José Eduardo Tavolieri disse que, se o aviso para atar os cintos só foi dado depois da primeira perda de altitude, como dizem os passageiros, a TAM pode ser responsabilizada. “A empresa não conseguiu a tempo prever o problema”, justificou o advogado sobre a suposta situação. A assessoria de imprensa da companhia aérea foi procurada, mas, até as 14h30, não havia dado retorno. Também advogado e passageiro do voo JJ-8095, Alexandre Aleixo, de 38 anos, confirmou que todos foram pegos de surpresa e havia muita gente sem cinto de segurança. “Foi muito inesperado. Num primeiro momento, você nem raciocina. Fica agarrado à cadeira e na expectativa”, contou. De acordo com ele, a aeronave, que vinha de Miami e pousou no Aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo, deu “dois trancos”. “O segundo foi violentíssimo”. Aleixo também viu o passageiro ferido estendido no chão. “O comandante pediu que aqueles que estivessem perto o segurassem. Se não fosse com as mãos, que fosse com os pés”.


G1
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Airbus da TAM passou por forte zona turbulenta na segunda-feira. Empresa disse que 21 pessoas ficaram feridas no voo.

Depois do susto por ter o rosto machucado em uma queda durante turbulência em um voo na noite desta segunda-feira (25), em São Paulo, a empresária Marilda Torres, de 56 anos, tomou duas decisões: não vai mais voar de TAM e quer processar a empresa. No Airbus A330-200, que levava 154 passageiros, 21 pessoas ficaram feridas. Pelo menos duas continuavam internadas até as 13h30 desta terça-feira (26).
“Vou entrar com o processo para reparar os danos. Será que o radar não viu (que viria zona turbulenta?”, questionou a empresária, que tinha levantado para levar uma bandeja de comida até a cozinha, distante quatro fileiras de onde ela estava. “Eu subi para o teto e senti minhas pernas flutuando. Comecei a gritar. Foi uma coisa de outro mundo. Achei que o avião ia cair e tinha chegado a minha hora”, afirmou ela nesta terça, lembrando o momento em que caiu sentada.
Marilda teve cortes no supercílio e no nariz, além de ter ficado com o olho roxo. “Acho que uma mala caiu em cima de mim”. Ela precisou se arrastar até chegar ao assento. O marido da empresária estava sentado ao lado e não sofreu ferimentos. “Uma senhora foi até lá em cima. Chegou a amassar o teto”, relatou Marilda. De acordo com ela, o aviso para afivelar o cinto só apareceu depois da primeira queda. “Se o comandante tivesse avisado eu não teria levantado”, disse. Entre os feridos, havia um homem que teve a prótese na perna deslocada. Ele ficou estirado no chão até o momento do pouso. "A mulher dele chorava e dizia que a prótese do quadril tinha se deslocado".

Direitos
Presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo, José Eduardo Tavolieri disse que, se o aviso para atar os cintos só foi dado depois da primeira perda de altitude, como dizem os passageiros, a TAM pode ser responsabilizada. “A empresa não conseguiu a tempo prever o problema”, justificou o advogado sobre a suposta situação. A assessoria de imprensa da companhia aérea foi procurada, mas, até as 14h30, não havia dado retorno. Também advogado e passageiro do voo JJ-8095, Alexandre Aleixo, de 38 anos, confirmou que todos foram pegos de surpresa e havia muita gente sem cinto de segurança. “Foi muito inesperado. Num primeiro momento, você nem raciocina. Fica agarrado à cadeira e na expectativa”, contou. De acordo com ele, a aeronave, que vinha de Miami e pousou no Aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo, deu “dois trancos”. “O segundo foi violentíssimo”. Aleixo também viu o passageiro ferido estendido no chão. “O comandante pediu que aqueles que estivessem perto o segurassem. Se não fosse com as mãos, que fosse com os pés”.


G1
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Airbus da TAM passou por forte zona turbulenta na segunda-feira. Empresa disse que 21 pessoas ficaram feridas no voo.

Depois do susto por ter o rosto machucado em uma queda durante turbulência em um voo na noite desta segunda-feira (25), em São Paulo, a empresária Marilda Torres, de 56 anos, tomou duas decisões: não vai mais voar de TAM e quer processar a empresa. No Airbus A330-200, que levava 154 passageiros, 21 pessoas ficaram feridas. Pelo menos duas continuavam internadas até as 13h30 desta terça-feira (26).
“Vou entrar com o processo para reparar os danos. Será que o radar não viu (que viria zona turbulenta?”, questionou a empresária, que tinha levantado para levar uma bandeja de comida até a cozinha, distante quatro fileiras de onde ela estava. “Eu subi para o teto e senti minhas pernas flutuando. Comecei a gritar. Foi uma coisa de outro mundo. Achei que o avião ia cair e tinha chegado a minha hora”, afirmou ela nesta terça, lembrando o momento em que caiu sentada.
Marilda teve cortes no supercílio e no nariz, além de ter ficado com o olho roxo. “Acho que uma mala caiu em cima de mim”. Ela precisou se arrastar até chegar ao assento. O marido da empresária estava sentado ao lado e não sofreu ferimentos. “Uma senhora foi até lá em cima. Chegou a amassar o teto”, relatou Marilda. De acordo com ela, o aviso para afivelar o cinto só apareceu depois da primeira queda. “Se o comandante tivesse avisado eu não teria levantado”, disse. Entre os feridos, havia um homem que teve a prótese na perna deslocada. Ele ficou estirado no chão até o momento do pouso. "A mulher dele chorava e dizia que a prótese do quadril tinha se deslocado".

Direitos
Presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo, José Eduardo Tavolieri disse que, se o aviso para atar os cintos só foi dado depois da primeira perda de altitude, como dizem os passageiros, a TAM pode ser responsabilizada. “A empresa não conseguiu a tempo prever o problema”, justificou o advogado sobre a suposta situação. A assessoria de imprensa da companhia aérea foi procurada, mas, até as 14h30, não havia dado retorno. Também advogado e passageiro do voo JJ-8095, Alexandre Aleixo, de 38 anos, confirmou que todos foram pegos de surpresa e havia muita gente sem cinto de segurança. “Foi muito inesperado. Num primeiro momento, você nem raciocina. Fica agarrado à cadeira e na expectativa”, contou. De acordo com ele, a aeronave, que vinha de Miami e pousou no Aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo, deu “dois trancos”. “O segundo foi violentíssimo”. Aleixo também viu o passageiro ferido estendido no chão. “O comandante pediu que aqueles que estivessem perto o segurassem. Se não fosse com as mãos, que fosse com os pés”.


G1
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Dia Mundial da Criança Desaparecida. Só no Distrito Federal, 40 crianças estão registradas. Para reforçar a importância do cadastro de e-mails na rede da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda (Sedest), a Secretaria realizou um encontro na manhã desta segunda-feira (25), no Museu da Imprensa.
O evento contou com a presença da secretária Eliana Pedrosa e da integrante da associação de prevenção e busca de pessoas desaparecidas que atua em todo o País, “Mães em Luta”.
A Sedest faz uma parceria com a Aerochannel (sistema de comunicação de TV do Aeroporto de Brasília) e Elevamidia (propaganda veiculada no interior dos elevadores). Á tarde, a Secretaria pretende firmar parceria com a Câmara Legislativa e o Sindicato de Bares, Hotéis e Restaurantes para divulgação de fotos.
Segundo dados divulgados no encontro, 96% das crianças e jovens desaparecidos são achados nos primeiros 60 dias, mas a Sedest pretende ampliar o número

Leonardo Werneck


clicabrasília.com.br
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Dia Mundial da Criança Desaparecida. Só no Distrito Federal, 40 crianças estão registradas. Para reforçar a importância do cadastro de e-mails na rede da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda (Sedest), a Secretaria realizou um encontro na manhã desta segunda-feira (25), no Museu da Imprensa.
O evento contou com a presença da secretária Eliana Pedrosa e da integrante da associação de prevenção e busca de pessoas desaparecidas que atua em todo o País, “Mães em Luta”.
A Sedest faz uma parceria com a Aerochannel (sistema de comunicação de TV do Aeroporto de Brasília) e Elevamidia (propaganda veiculada no interior dos elevadores). Á tarde, a Secretaria pretende firmar parceria com a Câmara Legislativa e o Sindicato de Bares, Hotéis e Restaurantes para divulgação de fotos.
Segundo dados divulgados no encontro, 96% das crianças e jovens desaparecidos são achados nos primeiros 60 dias, mas a Sedest pretende ampliar o número

Leonardo Werneck


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Dia Mundial da Criança Desaparecida. Só no Distrito Federal, 40 crianças estão registradas. Para reforçar a importância do cadastro de e-mails na rede da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda (Sedest), a Secretaria realizou um encontro na manhã desta segunda-feira (25), no Museu da Imprensa.
O evento contou com a presença da secretária Eliana Pedrosa e da integrante da associação de prevenção e busca de pessoas desaparecidas que atua em todo o País, “Mães em Luta”.
A Sedest faz uma parceria com a Aerochannel (sistema de comunicação de TV do Aeroporto de Brasília) e Elevamidia (propaganda veiculada no interior dos elevadores). Á tarde, a Secretaria pretende firmar parceria com a Câmara Legislativa e o Sindicato de Bares, Hotéis e Restaurantes para divulgação de fotos.
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Dia Mundial da Criança Desaparecida. Só no Distrito Federal, 40 crianças estão registradas. Para reforçar a importância do cadastro de e-mails na rede da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda (Sedest), a Secretaria realizou um encontro na manhã desta segunda-feira (25), no Museu da Imprensa.
O evento contou com a presença da secretária Eliana Pedrosa e da integrante da associação de prevenção e busca de pessoas desaparecidas que atua em todo o País, “Mães em Luta”.
A Sedest faz uma parceria com a Aerochannel (sistema de comunicação de TV do Aeroporto de Brasília) e Elevamidia (propaganda veiculada no interior dos elevadores). Á tarde, a Secretaria pretende firmar parceria com a Câmara Legislativa e o Sindicato de Bares, Hotéis e Restaurantes para divulgação de fotos.
Segundo dados divulgados no encontro, 96% das crianças e jovens desaparecidos são achados nos primeiros 60 dias, mas a Sedest pretende ampliar o número

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“Fala-se tanto da necessidade de deixarmos um planeta melhor para nossos filhos, quando deveríamos nos ocupar em deixar filhos melhores para nosso planeta.”

A frase, de autor desconhecido, incomodou tanto que a mãe ficou se perguntando: de que filhos o mundo precisa? Com certeza ,não mais de super-homens que vão nos salvar de nós mesmos, do caos externo e, pior ainda, do interno, da nossa normose, como denominou o pensador Jean-Yves Leloup, para explicar a doença da normalidade, caracterizada pela adaptação a um sistema dominantemente patológico e corrupto e pela estagnação evolutiva.

“O normótico é aquela pessoa que não escuta , que pensa só em si, que não se dá conta de que tudo está ligado a tudo; que pára num semáforo, vê um bando de crianças miseráveis e acha que isso não tem nada a ver com ele. O normótico não se preocupa quando ouve falar de problemas atmosféricos, como o El Niño. Nunca assume a responsabilidade.” Como dizia Jung: “Só aspira à normalidade o medíocre”.

A mãe ficou pensando que filhos não são recicláveis e não podem ser jogados no lixo como garrafas PET. Mas que filhos são ecologicamente corretos. A natureza deles é de folhas verdes. Muitos têm raízes fortes, outros caminham pelo terreno movediço da falta de oportunidades. Os filhos pertencem às florestas, às cachoeiras, aos rios, às profundezas do mar. São seres em construção, que precisam de terra fértil, de vento, de água, de sol para crescerem saudáveis. Filhos levam anos para se decomporem meio à sujeira do mundo adulto, que não tem mais credenciais ou bons exemplos a oferecer aos jovens em formação.

Um mundo adulto que não cumpriu suas promessas, que devastou as matas da esperança, que danificou o DNA da vida, que não escutou o murmúrio da floresta, os devas que moram nas árvores. De que filhos o mundo precisa? Não mais de técnicos, mas de pensadores que possam imaginar um novo mundo, aguçar o pensamento crítico ,rever os preconceitos de todos os tipos que contaminam a atitude dos jovens.

Como disse a educadora Arminda Mata Machado: “Nossos filhos precisam estudar e conhecer a fundo as questões contemporâneas, aprender a pesquisar, a buscar respostas, a não se contentar com meias verdades, a conviver lado a lado com os semelhantes, a respeitar as diferenças de pensamento, cor, sexo, religião; e aprender a incluir e não a segregar, a desenvolver a criatividade, a valorizar a arte, a inventividade”. Essa é a única receita para deixar filhos melhores para o planeta.

A tarefa não é nada fácil para pais e educadores, que têm que conviver com afirmações constantes de aprender a competir, da preparação para o mercado de trabalho ou ainda do valorfundamental da informação. “É duro, mas devemos continuar reafirmando que nada disso existe, que não passam de frases que mascaram uma realidade econômica que pode e deve ser reformulada, que os seres humanos necessitam, ao contrário, comportar-se cooperativamente e viverem em busca da concretização de um mundo mais estável e pacífico, mais equilibrado.

Mas é desse tipo de sonho que a educação se nutre. Esse é o tipo de educação que todos os alunosdevem receber, sejam eles ricos, pobres, remediados, das escolas públicas ou privadas. Fora desse sonho, não há educação. Apenas treinamento”, ensina Arminda. Que filhos vamos deixar para o planeta? Se não limparmos as ervas daninhas do caminho, se não adubarmos o caráter deles com valores menos materialistas e consumistas?

Senão abrirmos os braços e dermos sombra para que eles possam crescer sem devastação, sem queimar seus sonhos e projetos de vida? Que mundo é esse que vamos deixar para nossos filhos? De almas desertas, de corações congelados, assépticos?A mãe acha que uma atitude não existe sem a outra. Deixar um planeta melhor para nossos filhos é devolver a centelha divina a eles. É dar o altar para que eles possam pôr as melhores oferendas cultivadas pelo mundo adulto.

Com um planeta melhor, os filhos terão o mesmo viço, a mesma vitalidade e energia das matas intactas, porque filhos não são recicláveis. Não podem ser jogados fora no meio de um planeta sem vida."


Jornal Estado de Minas
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“Fala-se tanto da necessidade de deixarmos um planeta melhor para nossos filhos, quando deveríamos nos ocupar em deixar filhos melhores para nosso planeta.”

A frase, de autor desconhecido, incomodou tanto que a mãe ficou se perguntando: de que filhos o mundo precisa? Com certeza ,não mais de super-homens que vão nos salvar de nós mesmos, do caos externo e, pior ainda, do interno, da nossa normose, como denominou o pensador Jean-Yves Leloup, para explicar a doença da normalidade, caracterizada pela adaptação a um sistema dominantemente patológico e corrupto e pela estagnação evolutiva.

“O normótico é aquela pessoa que não escuta , que pensa só em si, que não se dá conta de que tudo está ligado a tudo; que pára num semáforo, vê um bando de crianças miseráveis e acha que isso não tem nada a ver com ele. O normótico não se preocupa quando ouve falar de problemas atmosféricos, como o El Niño. Nunca assume a responsabilidade.” Como dizia Jung: “Só aspira à normalidade o medíocre”.

A mãe ficou pensando que filhos não são recicláveis e não podem ser jogados no lixo como garrafas PET. Mas que filhos são ecologicamente corretos. A natureza deles é de folhas verdes. Muitos têm raízes fortes, outros caminham pelo terreno movediço da falta de oportunidades. Os filhos pertencem às florestas, às cachoeiras, aos rios, às profundezas do mar. São seres em construção, que precisam de terra fértil, de vento, de água, de sol para crescerem saudáveis. Filhos levam anos para se decomporem meio à sujeira do mundo adulto, que não tem mais credenciais ou bons exemplos a oferecer aos jovens em formação.

Um mundo adulto que não cumpriu suas promessas, que devastou as matas da esperança, que danificou o DNA da vida, que não escutou o murmúrio da floresta, os devas que moram nas árvores. De que filhos o mundo precisa? Não mais de técnicos, mas de pensadores que possam imaginar um novo mundo, aguçar o pensamento crítico ,rever os preconceitos de todos os tipos que contaminam a atitude dos jovens.

Como disse a educadora Arminda Mata Machado: “Nossos filhos precisam estudar e conhecer a fundo as questões contemporâneas, aprender a pesquisar, a buscar respostas, a não se contentar com meias verdades, a conviver lado a lado com os semelhantes, a respeitar as diferenças de pensamento, cor, sexo, religião; e aprender a incluir e não a segregar, a desenvolver a criatividade, a valorizar a arte, a inventividade”. Essa é a única receita para deixar filhos melhores para o planeta.

A tarefa não é nada fácil para pais e educadores, que têm que conviver com afirmações constantes de aprender a competir, da preparação para o mercado de trabalho ou ainda do valorfundamental da informação. “É duro, mas devemos continuar reafirmando que nada disso existe, que não passam de frases que mascaram uma realidade econômica que pode e deve ser reformulada, que os seres humanos necessitam, ao contrário, comportar-se cooperativamente e viverem em busca da concretização de um mundo mais estável e pacífico, mais equilibrado.

Mas é desse tipo de sonho que a educação se nutre. Esse é o tipo de educação que todos os alunosdevem receber, sejam eles ricos, pobres, remediados, das escolas públicas ou privadas. Fora desse sonho, não há educação. Apenas treinamento”, ensina Arminda. Que filhos vamos deixar para o planeta? Se não limparmos as ervas daninhas do caminho, se não adubarmos o caráter deles com valores menos materialistas e consumistas?

Senão abrirmos os braços e dermos sombra para que eles possam crescer sem devastação, sem queimar seus sonhos e projetos de vida? Que mundo é esse que vamos deixar para nossos filhos? De almas desertas, de corações congelados, assépticos?A mãe acha que uma atitude não existe sem a outra. Deixar um planeta melhor para nossos filhos é devolver a centelha divina a eles. É dar o altar para que eles possam pôr as melhores oferendas cultivadas pelo mundo adulto.

Com um planeta melhor, os filhos terão o mesmo viço, a mesma vitalidade e energia das matas intactas, porque filhos não são recicláveis. Não podem ser jogados fora no meio de um planeta sem vida."


Jornal Estado de Minas
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“Fala-se tanto da necessidade de deixarmos um planeta melhor para nossos filhos, quando deveríamos nos ocupar em deixar filhos melhores para nosso planeta.”

A frase, de autor desconhecido, incomodou tanto que a mãe ficou se perguntando: de que filhos o mundo precisa? Com certeza ,não mais de super-homens que vão nos salvar de nós mesmos, do caos externo e, pior ainda, do interno, da nossa normose, como denominou o pensador Jean-Yves Leloup, para explicar a doença da normalidade, caracterizada pela adaptação a um sistema dominantemente patológico e corrupto e pela estagnação evolutiva.

“O normótico é aquela pessoa que não escuta , que pensa só em si, que não se dá conta de que tudo está ligado a tudo; que pára num semáforo, vê um bando de crianças miseráveis e acha que isso não tem nada a ver com ele. O normótico não se preocupa quando ouve falar de problemas atmosféricos, como o El Niño. Nunca assume a responsabilidade.” Como dizia Jung: “Só aspira à normalidade o medíocre”.

A mãe ficou pensando que filhos não são recicláveis e não podem ser jogados no lixo como garrafas PET. Mas que filhos são ecologicamente corretos. A natureza deles é de folhas verdes. Muitos têm raízes fortes, outros caminham pelo terreno movediço da falta de oportunidades. Os filhos pertencem às florestas, às cachoeiras, aos rios, às profundezas do mar. São seres em construção, que precisam de terra fértil, de vento, de água, de sol para crescerem saudáveis. Filhos levam anos para se decomporem meio à sujeira do mundo adulto, que não tem mais credenciais ou bons exemplos a oferecer aos jovens em formação.

Um mundo adulto que não cumpriu suas promessas, que devastou as matas da esperança, que danificou o DNA da vida, que não escutou o murmúrio da floresta, os devas que moram nas árvores. De que filhos o mundo precisa? Não mais de técnicos, mas de pensadores que possam imaginar um novo mundo, aguçar o pensamento crítico ,rever os preconceitos de todos os tipos que contaminam a atitude dos jovens.

Como disse a educadora Arminda Mata Machado: “Nossos filhos precisam estudar e conhecer a fundo as questões contemporâneas, aprender a pesquisar, a buscar respostas, a não se contentar com meias verdades, a conviver lado a lado com os semelhantes, a respeitar as diferenças de pensamento, cor, sexo, religião; e aprender a incluir e não a segregar, a desenvolver a criatividade, a valorizar a arte, a inventividade”. Essa é a única receita para deixar filhos melhores para o planeta.

A tarefa não é nada fácil para pais e educadores, que têm que conviver com afirmações constantes de aprender a competir, da preparação para o mercado de trabalho ou ainda do valorfundamental da informação. “É duro, mas devemos continuar reafirmando que nada disso existe, que não passam de frases que mascaram uma realidade econômica que pode e deve ser reformulada, que os seres humanos necessitam, ao contrário, comportar-se cooperativamente e viverem em busca da concretização de um mundo mais estável e pacífico, mais equilibrado.

Mas é desse tipo de sonho que a educação se nutre. Esse é o tipo de educação que todos os alunosdevem receber, sejam eles ricos, pobres, remediados, das escolas públicas ou privadas. Fora desse sonho, não há educação. Apenas treinamento”, ensina Arminda. Que filhos vamos deixar para o planeta? Se não limparmos as ervas daninhas do caminho, se não adubarmos o caráter deles com valores menos materialistas e consumistas?

Senão abrirmos os braços e dermos sombra para que eles possam crescer sem devastação, sem queimar seus sonhos e projetos de vida? Que mundo é esse que vamos deixar para nossos filhos? De almas desertas, de corações congelados, assépticos?A mãe acha que uma atitude não existe sem a outra. Deixar um planeta melhor para nossos filhos é devolver a centelha divina a eles. É dar o altar para que eles possam pôr as melhores oferendas cultivadas pelo mundo adulto.

Com um planeta melhor, os filhos terão o mesmo viço, a mesma vitalidade e energia das matas intactas, porque filhos não são recicláveis. Não podem ser jogados fora no meio de um planeta sem vida."


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“Fala-se tanto da necessidade de deixarmos um planeta melhor para nossos filhos, quando deveríamos nos ocupar em deixar filhos melhores para nosso planeta.”

A frase, de autor desconhecido, incomodou tanto que a mãe ficou se perguntando: de que filhos o mundo precisa? Com certeza ,não mais de super-homens que vão nos salvar de nós mesmos, do caos externo e, pior ainda, do interno, da nossa normose, como denominou o pensador Jean-Yves Leloup, para explicar a doença da normalidade, caracterizada pela adaptação a um sistema dominantemente patológico e corrupto e pela estagnação evolutiva.

“O normótico é aquela pessoa que não escuta , que pensa só em si, que não se dá conta de que tudo está ligado a tudo; que pára num semáforo, vê um bando de crianças miseráveis e acha que isso não tem nada a ver com ele. O normótico não se preocupa quando ouve falar de problemas atmosféricos, como o El Niño. Nunca assume a responsabilidade.” Como dizia Jung: “Só aspira à normalidade o medíocre”.

A mãe ficou pensando que filhos não são recicláveis e não podem ser jogados no lixo como garrafas PET. Mas que filhos são ecologicamente corretos. A natureza deles é de folhas verdes. Muitos têm raízes fortes, outros caminham pelo terreno movediço da falta de oportunidades. Os filhos pertencem às florestas, às cachoeiras, aos rios, às profundezas do mar. São seres em construção, que precisam de terra fértil, de vento, de água, de sol para crescerem saudáveis. Filhos levam anos para se decomporem meio à sujeira do mundo adulto, que não tem mais credenciais ou bons exemplos a oferecer aos jovens em formação.

Um mundo adulto que não cumpriu suas promessas, que devastou as matas da esperança, que danificou o DNA da vida, que não escutou o murmúrio da floresta, os devas que moram nas árvores. De que filhos o mundo precisa? Não mais de técnicos, mas de pensadores que possam imaginar um novo mundo, aguçar o pensamento crítico ,rever os preconceitos de todos os tipos que contaminam a atitude dos jovens.

Como disse a educadora Arminda Mata Machado: “Nossos filhos precisam estudar e conhecer a fundo as questões contemporâneas, aprender a pesquisar, a buscar respostas, a não se contentar com meias verdades, a conviver lado a lado com os semelhantes, a respeitar as diferenças de pensamento, cor, sexo, religião; e aprender a incluir e não a segregar, a desenvolver a criatividade, a valorizar a arte, a inventividade”. Essa é a única receita para deixar filhos melhores para o planeta.

A tarefa não é nada fácil para pais e educadores, que têm que conviver com afirmações constantes de aprender a competir, da preparação para o mercado de trabalho ou ainda do valorfundamental da informação. “É duro, mas devemos continuar reafirmando que nada disso existe, que não passam de frases que mascaram uma realidade econômica que pode e deve ser reformulada, que os seres humanos necessitam, ao contrário, comportar-se cooperativamente e viverem em busca da concretização de um mundo mais estável e pacífico, mais equilibrado.

Mas é desse tipo de sonho que a educação se nutre. Esse é o tipo de educação que todos os alunosdevem receber, sejam eles ricos, pobres, remediados, das escolas públicas ou privadas. Fora desse sonho, não há educação. Apenas treinamento”, ensina Arminda. Que filhos vamos deixar para o planeta? Se não limparmos as ervas daninhas do caminho, se não adubarmos o caráter deles com valores menos materialistas e consumistas?

Senão abrirmos os braços e dermos sombra para que eles possam crescer sem devastação, sem queimar seus sonhos e projetos de vida? Que mundo é esse que vamos deixar para nossos filhos? De almas desertas, de corações congelados, assépticos?A mãe acha que uma atitude não existe sem a outra. Deixar um planeta melhor para nossos filhos é devolver a centelha divina a eles. É dar o altar para que eles possam pôr as melhores oferendas cultivadas pelo mundo adulto.

Com um planeta melhor, os filhos terão o mesmo viço, a mesma vitalidade e energia das matas intactas, porque filhos não são recicláveis. Não podem ser jogados fora no meio de um planeta sem vida."


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Na frente de uma escola, um jovem pai, com lágrimas descendo pelo rosto, envolve num abraço comovido suas duas filhas, uma de sete e a outra de nove anos, que encostam as cabeças em seu peito e também choram. Ele, de alívio porque suas filhas estão vivas; as meninas, ainda sob o trauma do que acabaram de viver. A foto foi distribuída para o mundo todo, semana passada, pela agência de notícias Associated Press, e ilustra o relato de mais um tiroteio em uma escola norte-americana. O aumento da violência infantil e juvenil é um problema que se alastra na sociedade contemporânea, e invadiu, definitivamente, as escolas. No Brasil e em Santa Catarina também. Os caso s de adolescentes e até mesmo crianças agredindo colegas e professores, não raro usando facas, pedras e porretes e há registros, também, de menores flagrados com armas de fogo são cada vez mais frequentes. No último dia 14, na capital paulista, a polícia militar teve que ser acionada para conter violento tumulto provocado pelos alunos em uma escola estadual.
Um levantamento recente realizado na cidade de São Paulo pelo sindicato dos diretores de escolas, indicou que 86% dos 683 estabelecimentos públicos e privados que responderam ao questionário tinha vivido casos de violência. A indisciplina os alunos abre as comportas da violência no ambiente escolar, que antes se caracterizava pelo respeito e compostura. As causas de a situação chegar a este ponto estão bem identificadas: a maioria dos pais, de todos os estratos, que se omite na educação dos filhos em casa, transfere para os professores a responsabilidade por inteiro, e sequer acompanha a vida escolar das suas crianças e adolescentes; e a mistura de democratismo e leniência que impregnou o sistema educacional, e considera “pedagogicamente incorreto” aplicar medidas disciplinares para “não ferir a auto-estima” dos alunos, entre outros argumentos pífios.
Essa “pedagogia de farmacinha”, ao destruir o clima de tranquilidade que é necessário ao bom aprendizado em sala de aula, também responde em alta dose pela desastrosa qualidade do ensino brasileiro. Está a caminho uma geração do não-saber, que sairá da escola com mais capacidade para usar a força bruta do que o intelecto, a ira do que a razão. Está na hora de rever o projeto pedagógico equivocado que está em vigor, de restabelecer a autoridade do professor e ampará-lo, de fixar condições e gradações às punições disciplinares aplicáveis, e criar procedimentos severos para acautelar e reprimir situações excepcionais, como agressões violentas e até uso de armas na escola.

Fonte: Diário Catarinense
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Na frente de uma escola, um jovem pai, com lágrimas descendo pelo rosto, envolve num abraço comovido suas duas filhas, uma de sete e a outra de nove anos, que encostam as cabeças em seu peito e também choram. Ele, de alívio porque suas filhas estão vivas; as meninas, ainda sob o trauma do que acabaram de viver. A foto foi distribuída para o mundo todo, semana passada, pela agência de notícias Associated Press, e ilustra o relato de mais um tiroteio em uma escola norte-americana. O aumento da violência infantil e juvenil é um problema que se alastra na sociedade contemporânea, e invadiu, definitivamente, as escolas. No Brasil e em Santa Catarina também. Os caso s de adolescentes e até mesmo crianças agredindo colegas e professores, não raro usando facas, pedras e porretes e há registros, também, de menores flagrados com armas de fogo são cada vez mais frequentes. No último dia 14, na capital paulista, a polícia militar teve que ser acionada para conter violento tumulto provocado pelos alunos em uma escola estadual.
Um levantamento recente realizado na cidade de São Paulo pelo sindicato dos diretores de escolas, indicou que 86% dos 683 estabelecimentos públicos e privados que responderam ao questionário tinha vivido casos de violência. A indisciplina os alunos abre as comportas da violência no ambiente escolar, que antes se caracterizava pelo respeito e compostura. As causas de a situação chegar a este ponto estão bem identificadas: a maioria dos pais, de todos os estratos, que se omite na educação dos filhos em casa, transfere para os professores a responsabilidade por inteiro, e sequer acompanha a vida escolar das suas crianças e adolescentes; e a mistura de democratismo e leniência que impregnou o sistema educacional, e considera “pedagogicamente incorreto” aplicar medidas disciplinares para “não ferir a auto-estima” dos alunos, entre outros argumentos pífios.
Essa “pedagogia de farmacinha”, ao destruir o clima de tranquilidade que é necessário ao bom aprendizado em sala de aula, também responde em alta dose pela desastrosa qualidade do ensino brasileiro. Está a caminho uma geração do não-saber, que sairá da escola com mais capacidade para usar a força bruta do que o intelecto, a ira do que a razão. Está na hora de rever o projeto pedagógico equivocado que está em vigor, de restabelecer a autoridade do professor e ampará-lo, de fixar condições e gradações às punições disciplinares aplicáveis, e criar procedimentos severos para acautelar e reprimir situações excepcionais, como agressões violentas e até uso de armas na escola.

Fonte: Diário Catarinense
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Na frente de uma escola, um jovem pai, com lágrimas descendo pelo rosto, envolve num abraço comovido suas duas filhas, uma de sete e a outra de nove anos, que encostam as cabeças em seu peito e também choram. Ele, de alívio porque suas filhas estão vivas; as meninas, ainda sob o trauma do que acabaram de viver. A foto foi distribuída para o mundo todo, semana passada, pela agência de notícias Associated Press, e ilustra o relato de mais um tiroteio em uma escola norte-americana. O aumento da violência infantil e juvenil é um problema que se alastra na sociedade contemporânea, e invadiu, definitivamente, as escolas. No Brasil e em Santa Catarina também. Os caso s de adolescentes e até mesmo crianças agredindo colegas e professores, não raro usando facas, pedras e porretes e há registros, também, de menores flagrados com armas de fogo são cada vez mais frequentes. No último dia 14, na capital paulista, a polícia militar teve que ser acionada para conter violento tumulto provocado pelos alunos em uma escola estadual.
Um levantamento recente realizado na cidade de São Paulo pelo sindicato dos diretores de escolas, indicou que 86% dos 683 estabelecimentos públicos e privados que responderam ao questionário tinha vivido casos de violência. A indisciplina os alunos abre as comportas da violência no ambiente escolar, que antes se caracterizava pelo respeito e compostura. As causas de a situação chegar a este ponto estão bem identificadas: a maioria dos pais, de todos os estratos, que se omite na educação dos filhos em casa, transfere para os professores a responsabilidade por inteiro, e sequer acompanha a vida escolar das suas crianças e adolescentes; e a mistura de democratismo e leniência que impregnou o sistema educacional, e considera “pedagogicamente incorreto” aplicar medidas disciplinares para “não ferir a auto-estima” dos alunos, entre outros argumentos pífios.
Essa “pedagogia de farmacinha”, ao destruir o clima de tranquilidade que é necessário ao bom aprendizado em sala de aula, também responde em alta dose pela desastrosa qualidade do ensino brasileiro. Está a caminho uma geração do não-saber, que sairá da escola com mais capacidade para usar a força bruta do que o intelecto, a ira do que a razão. Está na hora de rever o projeto pedagógico equivocado que está em vigor, de restabelecer a autoridade do professor e ampará-lo, de fixar condições e gradações às punições disciplinares aplicáveis, e criar procedimentos severos para acautelar e reprimir situações excepcionais, como agressões violentas e até uso de armas na escola.

Fonte: Diário Catarinense
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Na frente de uma escola, um jovem pai, com lágrimas descendo pelo rosto, envolve num abraço comovido suas duas filhas, uma de sete e a outra de nove anos, que encostam as cabeças em seu peito e também choram. Ele, de alívio porque suas filhas estão vivas; as meninas, ainda sob o trauma do que acabaram de viver. A foto foi distribuída para o mundo todo, semana passada, pela agência de notícias Associated Press, e ilustra o relato de mais um tiroteio em uma escola norte-americana. O aumento da violência infantil e juvenil é um problema que se alastra na sociedade contemporânea, e invadiu, definitivamente, as escolas. No Brasil e em Santa Catarina também. Os caso s de adolescentes e até mesmo crianças agredindo colegas e professores, não raro usando facas, pedras e porretes e há registros, também, de menores flagrados com armas de fogo são cada vez mais frequentes. No último dia 14, na capital paulista, a polícia militar teve que ser acionada para conter violento tumulto provocado pelos alunos em uma escola estadual.
Um levantamento recente realizado na cidade de São Paulo pelo sindicato dos diretores de escolas, indicou que 86% dos 683 estabelecimentos públicos e privados que responderam ao questionário tinha vivido casos de violência. A indisciplina os alunos abre as comportas da violência no ambiente escolar, que antes se caracterizava pelo respeito e compostura. As causas de a situação chegar a este ponto estão bem identificadas: a maioria dos pais, de todos os estratos, que se omite na educação dos filhos em casa, transfere para os professores a responsabilidade por inteiro, e sequer acompanha a vida escolar das suas crianças e adolescentes; e a mistura de democratismo e leniência que impregnou o sistema educacional, e considera “pedagogicamente incorreto” aplicar medidas disciplinares para “não ferir a auto-estima” dos alunos, entre outros argumentos pífios.
Essa “pedagogia de farmacinha”, ao destruir o clima de tranquilidade que é necessário ao bom aprendizado em sala de aula, também responde em alta dose pela desastrosa qualidade do ensino brasileiro. Está a caminho uma geração do não-saber, que sairá da escola com mais capacidade para usar a força bruta do que o intelecto, a ira do que a razão. Está na hora de rever o projeto pedagógico equivocado que está em vigor, de restabelecer a autoridade do professor e ampará-lo, de fixar condições e gradações às punições disciplinares aplicáveis, e criar procedimentos severos para acautelar e reprimir situações excepcionais, como agressões violentas e até uso de armas na escola.

Fonte: Diário Catarinense
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O ciclone Aila passou nesta terça-feira por Bengala Ocidental, no leste da Índia, e por Bangladesh, inundando cidades e deixando ao menos 110 mortos, informaram autoridades locais. A agência de notícias Reuters afirma que ao menos 120 morreram pelas fortes chuvas e ventos causadas por Aila, que perde força nesta terça-feira.
Em Bangladesh, ao menos 81 morreram pelas enchentes, segundo Ministério de Gestão de Desastres bengalês, citada pela agência de notícias local UNB. Os distritos portuários do sul foram os mais atingidos e muitos deles ficaram isolados.
Em Bengala Ocidental, 31 pessoas morreram devido ao ciclone, segundo disse à imprensa o secretário de Interior do Governo regional, Ashok Mohan Chakroborty.
"As árvores já foram afastadas das grandes estradas, mas ainda há obstruções nos caminhos", admitiu Chakroborty, citado pela agência de notícias indiana PTI.
O Aila tocou a terra nesta segunda-feira com ventos de até 110 km/h e, embora em princípio parecesse se dirigir à metrópole bengali de Calcutá, virou cerca de 50 quilômetros a oeste e continuou rumo ao norte.
O furacão arrancou árvores, derrubou postes de rede elétrica e arrasou casas por todo o Estado indiano, onde pelo menos 110 mil pessoas ficaram desabrigadas. Em Bangladesh, o fenômeno causou um aumento da maré que inundou pelo menos quatro distritos.
Os Exércitos dos dois países iniciaram trabalhos de resgate.

Fonte: Folha Online
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O ciclone Aila passou nesta terça-feira por Bengala Ocidental, no leste da Índia, e por Bangladesh, inundando cidades e deixando ao menos 110 mortos, informaram autoridades locais. A agência de notícias Reuters afirma que ao menos 120 morreram pelas fortes chuvas e ventos causadas por Aila, que perde força nesta terça-feira.
Em Bangladesh, ao menos 81 morreram pelas enchentes, segundo Ministério de Gestão de Desastres bengalês, citada pela agência de notícias local UNB. Os distritos portuários do sul foram os mais atingidos e muitos deles ficaram isolados.
Em Bengala Ocidental, 31 pessoas morreram devido ao ciclone, segundo disse à imprensa o secretário de Interior do Governo regional, Ashok Mohan Chakroborty.
"As árvores já foram afastadas das grandes estradas, mas ainda há obstruções nos caminhos", admitiu Chakroborty, citado pela agência de notícias indiana PTI.
O Aila tocou a terra nesta segunda-feira com ventos de até 110 km/h e, embora em princípio parecesse se dirigir à metrópole bengali de Calcutá, virou cerca de 50 quilômetros a oeste e continuou rumo ao norte.
O furacão arrancou árvores, derrubou postes de rede elétrica e arrasou casas por todo o Estado indiano, onde pelo menos 110 mil pessoas ficaram desabrigadas. Em Bangladesh, o fenômeno causou um aumento da maré que inundou pelo menos quatro distritos.
Os Exércitos dos dois países iniciaram trabalhos de resgate.

Fonte: Folha Online
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O ciclone Aila passou nesta terça-feira por Bengala Ocidental, no leste da Índia, e por Bangladesh, inundando cidades e deixando ao menos 110 mortos, informaram autoridades locais. A agência de notícias Reuters afirma que ao menos 120 morreram pelas fortes chuvas e ventos causadas por Aila, que perde força nesta terça-feira.
Em Bangladesh, ao menos 81 morreram pelas enchentes, segundo Ministério de Gestão de Desastres bengalês, citada pela agência de notícias local UNB. Os distritos portuários do sul foram os mais atingidos e muitos deles ficaram isolados.
Em Bengala Ocidental, 31 pessoas morreram devido ao ciclone, segundo disse à imprensa o secretário de Interior do Governo regional, Ashok Mohan Chakroborty.
"As árvores já foram afastadas das grandes estradas, mas ainda há obstruções nos caminhos", admitiu Chakroborty, citado pela agência de notícias indiana PTI.
O Aila tocou a terra nesta segunda-feira com ventos de até 110 km/h e, embora em princípio parecesse se dirigir à metrópole bengali de Calcutá, virou cerca de 50 quilômetros a oeste e continuou rumo ao norte.
O furacão arrancou árvores, derrubou postes de rede elétrica e arrasou casas por todo o Estado indiano, onde pelo menos 110 mil pessoas ficaram desabrigadas. Em Bangladesh, o fenômeno causou um aumento da maré que inundou pelo menos quatro distritos.
Os Exércitos dos dois países iniciaram trabalhos de resgate.

Fonte: Folha Online
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O ciclone Aila passou nesta terça-feira por Bengala Ocidental, no leste da Índia, e por Bangladesh, inundando cidades e deixando ao menos 110 mortos, informaram autoridades locais. A agência de notícias Reuters afirma que ao menos 120 morreram pelas fortes chuvas e ventos causadas por Aila, que perde força nesta terça-feira.
Em Bangladesh, ao menos 81 morreram pelas enchentes, segundo Ministério de Gestão de Desastres bengalês, citada pela agência de notícias local UNB. Os distritos portuários do sul foram os mais atingidos e muitos deles ficaram isolados.
Em Bengala Ocidental, 31 pessoas morreram devido ao ciclone, segundo disse à imprensa o secretário de Interior do Governo regional, Ashok Mohan Chakroborty.
"As árvores já foram afastadas das grandes estradas, mas ainda há obstruções nos caminhos", admitiu Chakroborty, citado pela agência de notícias indiana PTI.
O Aila tocou a terra nesta segunda-feira com ventos de até 110 km/h e, embora em princípio parecesse se dirigir à metrópole bengali de Calcutá, virou cerca de 50 quilômetros a oeste e continuou rumo ao norte.
O furacão arrancou árvores, derrubou postes de rede elétrica e arrasou casas por todo o Estado indiano, onde pelo menos 110 mil pessoas ficaram desabrigadas. Em Bangladesh, o fenômeno causou um aumento da maré que inundou pelo menos quatro distritos.
Os Exércitos dos dois países iniciaram trabalhos de resgate.

Fonte: Folha Online
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No átrio da igreja de Nossa Senhora da Candelária, em Medellín (Colômbia), mulheres exibem camisetas com as fotos de parentes e empunham cartazes que condenam a violência e exigem justiça.

Como as mães argentinas, que há 30 anos cobram o paradeiro dos filhos que sumiram durante a última ditadura militar (1976-83), as colombianas repetem, há oito anos e meio, o ritual na igreja para chamar a atenção para o seqüestro ou desaparecimento de filhos e parentes.

Atualmente, não se sabe o paradeiro de 4.177 pessoas no país e outros 2.000 estão seqüestrados pela guerrilha ou por quadrilhas comuns. 90% dos episódios são atribuídos às Autodefesas Unidas da Colômbia (AUC), a poderosa rede paramilitar que começou a entregar as armas em 2003, e 10% às guerrilhas de esquerda, Farc e ELN.


Portal Aprendiz
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No átrio da igreja de Nossa Senhora da Candelária, em Medellín (Colômbia), mulheres exibem camisetas com as fotos de parentes e empunham cartazes que condenam a violência e exigem justiça.

Como as mães argentinas, que há 30 anos cobram o paradeiro dos filhos que sumiram durante a última ditadura militar (1976-83), as colombianas repetem, há oito anos e meio, o ritual na igreja para chamar a atenção para o seqüestro ou desaparecimento de filhos e parentes.

Atualmente, não se sabe o paradeiro de 4.177 pessoas no país e outros 2.000 estão seqüestrados pela guerrilha ou por quadrilhas comuns. 90% dos episódios são atribuídos às Autodefesas Unidas da Colômbia (AUC), a poderosa rede paramilitar que começou a entregar as armas em 2003, e 10% às guerrilhas de esquerda, Farc e ELN.


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No átrio da igreja de Nossa Senhora da Candelária, em Medellín (Colômbia), mulheres exibem camisetas com as fotos de parentes e empunham cartazes que condenam a violência e exigem justiça.

Como as mães argentinas, que há 30 anos cobram o paradeiro dos filhos que sumiram durante a última ditadura militar (1976-83), as colombianas repetem, há oito anos e meio, o ritual na igreja para chamar a atenção para o seqüestro ou desaparecimento de filhos e parentes.

Atualmente, não se sabe o paradeiro de 4.177 pessoas no país e outros 2.000 estão seqüestrados pela guerrilha ou por quadrilhas comuns. 90% dos episódios são atribuídos às Autodefesas Unidas da Colômbia (AUC), a poderosa rede paramilitar que começou a entregar as armas em 2003, e 10% às guerrilhas de esquerda, Farc e ELN.


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No átrio da igreja de Nossa Senhora da Candelária, em Medellín (Colômbia), mulheres exibem camisetas com as fotos de parentes e empunham cartazes que condenam a violência e exigem justiça.

Como as mães argentinas, que há 30 anos cobram o paradeiro dos filhos que sumiram durante a última ditadura militar (1976-83), as colombianas repetem, há oito anos e meio, o ritual na igreja para chamar a atenção para o seqüestro ou desaparecimento de filhos e parentes.

Atualmente, não se sabe o paradeiro de 4.177 pessoas no país e outros 2.000 estão seqüestrados pela guerrilha ou por quadrilhas comuns. 90% dos episódios são atribuídos às Autodefesas Unidas da Colômbia (AUC), a poderosa rede paramilitar que começou a entregar as armas em 2003, e 10% às guerrilhas de esquerda, Farc e ELN.


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A Coreia do Norte disse que está reativando o reator nuclear de Yongbyon
A Coreia do Norte anunciou na segunda-feira ter realizado o segundo teste nuclear de sua história, desrespeitando uma proibição internacional.
As autoridades dizem que o artefato, detonado em uma área subterrânea no nordeste do país, é mais poderoso do que o usado no teste nuclear anterior, em 2006.
Notícias não confirmadas da Coreia do Sul dizem que Pyongyang também realizou vários testes com mísseis balísticos de curto alcance.
Os testes foram condenados internacionalmente e, provavelmente, levarão a um isolamento ainda maior da Coreia do Norte.

O que levou ao impasse?

Há algumas semanas a Coreia do Norte vem ameaçando reiniciar seu programa nuclear e construir um arsenal de armas nucleares.
As autoridades em Pyongyang ficaram irritadas quando o Conselho de Segurança das Nações Unidas condenou o lançamento de seu foguete de longo alcance em abril passado e endureceu sanções existentes.
O governo da Coreia do Norte insistiu que havia apenas colocado um satélite de comunicações em órbita, mas vários países acreditam que aquele foi um lançamento mal disfarçado para testar a tecnologia do míssil de longo alcance Taepodong-2, projetado para alcançar regiões dos Estados Unidos.
Uma resolução aprovada em 2006 pelas Nações Unidas (ONU) proibiu a Coreia do Norte de buscar este tipo de tecnologia.
Em resposta às críticas da ONU, Pyongyang expulsou todos os monitores internacionais do país e retirou-se das longas conversações multilaterais (envolvendo Estados Unidos, Rússia, Japão, China e as duas Coreias) que tinham o objetivo de convencer os norte-coreanos a abrir mão de seu programa nuclear em troca de ajuda econômica.

O que está por trás das ações da Coreia do Norte?

A Coreia do Norte parece ter passado de uma posição de negociação para confrontação, desafiando diretamente as políticas adotadas pelos Estados Unidos e Coreia do Sul.
Apesar de ter prometido um novo início para as relações bilaterais, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que qualificou o lançamento do foguete no mês passado como "provocação", não conseguiu até agora convencer os norte-coreanos a voltarem à mesa de negociações.
Em uma declaração lida na mídia estatal, o Ministério do Exterior da Coreia do Norte disse: "Não se ganha nada em conversar com alguém que continua a nos ver com hostilidade."
As relações entre as duas Coreias se tornaram muito frágeis desde que o presidente da Coreia do Sul, Lee Myung-bak assumiu o cargo em fevereiro.
O líder conservador insiste que não haverá mais ajuda econômica incondicional à Coreia do Norte e que qualquer concessão vai depender da cooperação para pôr fim ao arsenal nuclear.
Analistas sugerem que a Coreia do Norte está adotando uma atitude beligerante para forçar tanto os Estados Unidos quanto a Coreia do Sul a oferecerem mais concessões econômicas e diplomáticas em troca de seu desarmamento nuclear.

Que punição a Coreia do Norte pode esperar?

O governo americano já tinha advertido que haveria consequências se a Coreia do Norte realizasse outro teste nuclear. É provável que sejam adotadas mais sanções contra o país.
Mas, dado o isolamento de Pyongyang, os mecanismos diplomáticos disponíveis para tentar limitar seu comportamento são limitados.
Alguns analistas dizem que o regime comunista isolado e empobrecido nunca vai abrir mão de seu arsenal atômico já que tem outras cartas na mão.
Acredita-se que muito vai depender da resposta da China, que continua a ter mais influência sobre a Coreia do Norte do que qualquer outro país.
Como membro-permanente do Conselho de Segurança da ONU, a China tem poder de vetar qualquer resolução contra a Coreia do Norte. Os chineses também são a principal fonte de apoio econômico do país.
A China condenou o teste nuclear que a Coreia do Norte realizou em 2006, dizendo que foi um insulto à sua liderança, mas desta vez analistas dizem que o país pode conter a sua irritação em meio a preocupações de que Pyongyang possa descartar totalmente uma retomada das conversações multilaterais sobre seu programa nuclear. Elas têm sido realizadas em Pequim.
A China também tem muito em jogo para retirar totalmente o seu apoio à Coreia do Norte e vê o país como um elemento estratégico diante das forças americanas e aliadas presentes na região. Os chineses também temem que o colapso do regime norte-coreano leve à entrada de um fluxo descontrolado de refugiados em seu território.

Por que a capacidade nuclear da Coreia do Norte é um assunto tão importante?

As duas Coreias continuam tecnicamente em guerra porque não foi assinado nenhum acordo de paz depois do conflito ocorrido entre 1950 e 1953.
O analista da BBC para política internacional, Paul Reynolds, diz ainda que não há uma regra fixa para a comunidade internacional lidar com países de comportamento imprevisível. Tudo vai depender do poder que eles têm.
Em 2002, a Líbia foi pressionada a admitir seu programa nuclear e a abrir mão dele porque estava enfraquecida e exposta.
A Coreia do Norte tem um Exército de um milhão de soldados, mais de 4 mil tanques e cerca de 18 mil peças de artilharia, de acordo com o Instituto Internacional de Estudos Estratégicos.
A fronteira entre as duas Coreias é uma das mais militarizadas do mundo e milhares de peças de artilharia estão voltadas para a capital sul-coreana, Seul, que não fica longe dali.
O mais recente teste norte-coreano provavelmente vai reavivar o debate no Japão sobre a opção de lançar um ataque preventivo por medo de um ataque com mísseis.
O teste pode ainda trazer o risco de uma corrida armamentista no Leste da Ásia, pois países como Japão, Coreia do Sul e Taiwan podem se ver forçados a considerar se também devem buscar armas nucleares.

A Coreia do Norte estaria em condições de detonar uma bomba nuclear agora?

Acredita-se que a Coreia do Norte ainda não desenvolveu um míssil balístico capaz de transportar uma ogiva nuclear.
Mas este segundo teste nuclear vai alimentar temores de que o país esteja mais perto de se tornar uma potência nuclear plena.
Analistas acreditam que o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-il, espera usar os testes para angariar apoio militar em meio a crescentes especulações de que ele está em vias de anunciar um sucessor.
Aparentemente Kim está reafirmando sua posição no poder desde um suposto derrame sofrido no ano passado.

Fonte: BBCBrasil
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A Coreia do Norte disse que está reativando o reator nuclear de Yongbyon
A Coreia do Norte anunciou na segunda-feira ter realizado o segundo teste nuclear de sua história, desrespeitando uma proibição internacional.
As autoridades dizem que o artefato, detonado em uma área subterrânea no nordeste do país, é mais poderoso do que o usado no teste nuclear anterior, em 2006.
Notícias não confirmadas da Coreia do Sul dizem que Pyongyang também realizou vários testes com mísseis balísticos de curto alcance.
Os testes foram condenados internacionalmente e, provavelmente, levarão a um isolamento ainda maior da Coreia do Norte.

O que levou ao impasse?

Há algumas semanas a Coreia do Norte vem ameaçando reiniciar seu programa nuclear e construir um arsenal de armas nucleares.
As autoridades em Pyongyang ficaram irritadas quando o Conselho de Segurança das Nações Unidas condenou o lançamento de seu foguete de longo alcance em abril passado e endureceu sanções existentes.
O governo da Coreia do Norte insistiu que havia apenas colocado um satélite de comunicações em órbita, mas vários países acreditam que aquele foi um lançamento mal disfarçado para testar a tecnologia do míssil de longo alcance Taepodong-2, projetado para alcançar regiões dos Estados Unidos.
Uma resolução aprovada em 2006 pelas Nações Unidas (ONU) proibiu a Coreia do Norte de buscar este tipo de tecnologia.
Em resposta às críticas da ONU, Pyongyang expulsou todos os monitores internacionais do país e retirou-se das longas conversações multilaterais (envolvendo Estados Unidos, Rússia, Japão, China e as duas Coreias) que tinham o objetivo de convencer os norte-coreanos a abrir mão de seu programa nuclear em troca de ajuda econômica.

O que está por trás das ações da Coreia do Norte?

A Coreia do Norte parece ter passado de uma posição de negociação para confrontação, desafiando diretamente as políticas adotadas pelos Estados Unidos e Coreia do Sul.
Apesar de ter prometido um novo início para as relações bilaterais, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que qualificou o lançamento do foguete no mês passado como "provocação", não conseguiu até agora convencer os norte-coreanos a voltarem à mesa de negociações.
Em uma declaração lida na mídia estatal, o Ministério do Exterior da Coreia do Norte disse: "Não se ganha nada em conversar com alguém que continua a nos ver com hostilidade."
As relações entre as duas Coreias se tornaram muito frágeis desde que o presidente da Coreia do Sul, Lee Myung-bak assumiu o cargo em fevereiro.
O líder conservador insiste que não haverá mais ajuda econômica incondicional à Coreia do Norte e que qualquer concessão vai depender da cooperação para pôr fim ao arsenal nuclear.
Analistas sugerem que a Coreia do Norte está adotando uma atitude beligerante para forçar tanto os Estados Unidos quanto a Coreia do Sul a oferecerem mais concessões econômicas e diplomáticas em troca de seu desarmamento nuclear.

Que punição a Coreia do Norte pode esperar?

O governo americano já tinha advertido que haveria consequências se a Coreia do Norte realizasse outro teste nuclear. É provável que sejam adotadas mais sanções contra o país.
Mas, dado o isolamento de Pyongyang, os mecanismos diplomáticos disponíveis para tentar limitar seu comportamento são limitados.
Alguns analistas dizem que o regime comunista isolado e empobrecido nunca vai abrir mão de seu arsenal atômico já que tem outras cartas na mão.
Acredita-se que muito vai depender da resposta da China, que continua a ter mais influência sobre a Coreia do Norte do que qualquer outro país.
Como membro-permanente do Conselho de Segurança da ONU, a China tem poder de vetar qualquer resolução contra a Coreia do Norte. Os chineses também são a principal fonte de apoio econômico do país.
A China condenou o teste nuclear que a Coreia do Norte realizou em 2006, dizendo que foi um insulto à sua liderança, mas desta vez analistas dizem que o país pode conter a sua irritação em meio a preocupações de que Pyongyang possa descartar totalmente uma retomada das conversações multilaterais sobre seu programa nuclear. Elas têm sido realizadas em Pequim.
A China também tem muito em jogo para retirar totalmente o seu apoio à Coreia do Norte e vê o país como um elemento estratégico diante das forças americanas e aliadas presentes na região. Os chineses também temem que o colapso do regime norte-coreano leve à entrada de um fluxo descontrolado de refugiados em seu território.

Por que a capacidade nuclear da Coreia do Norte é um assunto tão importante?

As duas Coreias continuam tecnicamente em guerra porque não foi assinado nenhum acordo de paz depois do conflito ocorrido entre 1950 e 1953.
O analista da BBC para política internacional, Paul Reynolds, diz ainda que não há uma regra fixa para a comunidade internacional lidar com países de comportamento imprevisível. Tudo vai depender do poder que eles têm.
Em 2002, a Líbia foi pressionada a admitir seu programa nuclear e a abrir mão dele porque estava enfraquecida e exposta.
A Coreia do Norte tem um Exército de um milhão de soldados, mais de 4 mil tanques e cerca de 18 mil peças de artilharia, de acordo com o Instituto Internacional de Estudos Estratégicos.
A fronteira entre as duas Coreias é uma das mais militarizadas do mundo e milhares de peças de artilharia estão voltadas para a capital sul-coreana, Seul, que não fica longe dali.
O mais recente teste norte-coreano provavelmente vai reavivar o debate no Japão sobre a opção de lançar um ataque preventivo por medo de um ataque com mísseis.
O teste pode ainda trazer o risco de uma corrida armamentista no Leste da Ásia, pois países como Japão, Coreia do Sul e Taiwan podem se ver forçados a considerar se também devem buscar armas nucleares.

A Coreia do Norte estaria em condições de detonar uma bomba nuclear agora?

Acredita-se que a Coreia do Norte ainda não desenvolveu um míssil balístico capaz de transportar uma ogiva nuclear.
Mas este segundo teste nuclear vai alimentar temores de que o país esteja mais perto de se tornar uma potência nuclear plena.
Analistas acreditam que o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-il, espera usar os testes para angariar apoio militar em meio a crescentes especulações de que ele está em vias de anunciar um sucessor.
Aparentemente Kim está reafirmando sua posição no poder desde um suposto derrame sofrido no ano passado.

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A Coreia do Norte disse que está reativando o reator nuclear de Yongbyon
A Coreia do Norte anunciou na segunda-feira ter realizado o segundo teste nuclear de sua história, desrespeitando uma proibição internacional.
As autoridades dizem que o artefato, detonado em uma área subterrânea no nordeste do país, é mais poderoso do que o usado no teste nuclear anterior, em 2006.
Notícias não confirmadas da Coreia do Sul dizem que Pyongyang também realizou vários testes com mísseis balísticos de curto alcance.
Os testes foram condenados internacionalmente e, provavelmente, levarão a um isolamento ainda maior da Coreia do Norte.

O que levou ao impasse?

Há algumas semanas a Coreia do Norte vem ameaçando reiniciar seu programa nuclear e construir um arsenal de armas nucleares.
As autoridades em Pyongyang ficaram irritadas quando o Conselho de Segurança das Nações Unidas condenou o lançamento de seu foguete de longo alcance em abril passado e endureceu sanções existentes.
O governo da Coreia do Norte insistiu que havia apenas colocado um satélite de comunicações em órbita, mas vários países acreditam que aquele foi um lançamento mal disfarçado para testar a tecnologia do míssil de longo alcance Taepodong-2, projetado para alcançar regiões dos Estados Unidos.
Uma resolução aprovada em 2006 pelas Nações Unidas (ONU) proibiu a Coreia do Norte de buscar este tipo de tecnologia.
Em resposta às críticas da ONU, Pyongyang expulsou todos os monitores internacionais do país e retirou-se das longas conversações multilaterais (envolvendo Estados Unidos, Rússia, Japão, China e as duas Coreias) que tinham o objetivo de convencer os norte-coreanos a abrir mão de seu programa nuclear em troca de ajuda econômica.

O que está por trás das ações da Coreia do Norte?

A Coreia do Norte parece ter passado de uma posição de negociação para confrontação, desafiando diretamente as políticas adotadas pelos Estados Unidos e Coreia do Sul.
Apesar de ter prometido um novo início para as relações bilaterais, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que qualificou o lançamento do foguete no mês passado como "provocação", não conseguiu até agora convencer os norte-coreanos a voltarem à mesa de negociações.
Em uma declaração lida na mídia estatal, o Ministério do Exterior da Coreia do Norte disse: "Não se ganha nada em conversar com alguém que continua a nos ver com hostilidade."
As relações entre as duas Coreias se tornaram muito frágeis desde que o presidente da Coreia do Sul, Lee Myung-bak assumiu o cargo em fevereiro.
O líder conservador insiste que não haverá mais ajuda econômica incondicional à Coreia do Norte e que qualquer concessão vai depender da cooperação para pôr fim ao arsenal nuclear.
Analistas sugerem que a Coreia do Norte está adotando uma atitude beligerante para forçar tanto os Estados Unidos quanto a Coreia do Sul a oferecerem mais concessões econômicas e diplomáticas em troca de seu desarmamento nuclear.

Que punição a Coreia do Norte pode esperar?

O governo americano já tinha advertido que haveria consequências se a Coreia do Norte realizasse outro teste nuclear. É provável que sejam adotadas mais sanções contra o país.
Mas, dado o isolamento de Pyongyang, os mecanismos diplomáticos disponíveis para tentar limitar seu comportamento são limitados.
Alguns analistas dizem que o regime comunista isolado e empobrecido nunca vai abrir mão de seu arsenal atômico já que tem outras cartas na mão.
Acredita-se que muito vai depender da resposta da China, que continua a ter mais influência sobre a Coreia do Norte do que qualquer outro país.
Como membro-permanente do Conselho de Segurança da ONU, a China tem poder de vetar qualquer resolução contra a Coreia do Norte. Os chineses também são a principal fonte de apoio econômico do país.
A China condenou o teste nuclear que a Coreia do Norte realizou em 2006, dizendo que foi um insulto à sua liderança, mas desta vez analistas dizem que o país pode conter a sua irritação em meio a preocupações de que Pyongyang possa descartar totalmente uma retomada das conversações multilaterais sobre seu programa nuclear. Elas têm sido realizadas em Pequim.
A China também tem muito em jogo para retirar totalmente o seu apoio à Coreia do Norte e vê o país como um elemento estratégico diante das forças americanas e aliadas presentes na região. Os chineses também temem que o colapso do regime norte-coreano leve à entrada de um fluxo descontrolado de refugiados em seu território.

Por que a capacidade nuclear da Coreia do Norte é um assunto tão importante?

As duas Coreias continuam tecnicamente em guerra porque não foi assinado nenhum acordo de paz depois do conflito ocorrido entre 1950 e 1953.
O analista da BBC para política internacional, Paul Reynolds, diz ainda que não há uma regra fixa para a comunidade internacional lidar com países de comportamento imprevisível. Tudo vai depender do poder que eles têm.
Em 2002, a Líbia foi pressionada a admitir seu programa nuclear e a abrir mão dele porque estava enfraquecida e exposta.
A Coreia do Norte tem um Exército de um milhão de soldados, mais de 4 mil tanques e cerca de 18 mil peças de artilharia, de acordo com o Instituto Internacional de Estudos Estratégicos.
A fronteira entre as duas Coreias é uma das mais militarizadas do mundo e milhares de peças de artilharia estão voltadas para a capital sul-coreana, Seul, que não fica longe dali.
O mais recente teste norte-coreano provavelmente vai reavivar o debate no Japão sobre a opção de lançar um ataque preventivo por medo de um ataque com mísseis.
O teste pode ainda trazer o risco de uma corrida armamentista no Leste da Ásia, pois países como Japão, Coreia do Sul e Taiwan podem se ver forçados a considerar se também devem buscar armas nucleares.

A Coreia do Norte estaria em condições de detonar uma bomba nuclear agora?

Acredita-se que a Coreia do Norte ainda não desenvolveu um míssil balístico capaz de transportar uma ogiva nuclear.
Mas este segundo teste nuclear vai alimentar temores de que o país esteja mais perto de se tornar uma potência nuclear plena.
Analistas acreditam que o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-il, espera usar os testes para angariar apoio militar em meio a crescentes especulações de que ele está em vias de anunciar um sucessor.
Aparentemente Kim está reafirmando sua posição no poder desde um suposto derrame sofrido no ano passado.

Fonte: BBCBrasil
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A Coreia do Norte disse que está reativando o reator nuclear de Yongbyon
A Coreia do Norte anunciou na segunda-feira ter realizado o segundo teste nuclear de sua história, desrespeitando uma proibição internacional.
As autoridades dizem que o artefato, detonado em uma área subterrânea no nordeste do país, é mais poderoso do que o usado no teste nuclear anterior, em 2006.
Notícias não confirmadas da Coreia do Sul dizem que Pyongyang também realizou vários testes com mísseis balísticos de curto alcance.
Os testes foram condenados internacionalmente e, provavelmente, levarão a um isolamento ainda maior da Coreia do Norte.

O que levou ao impasse?

Há algumas semanas a Coreia do Norte vem ameaçando reiniciar seu programa nuclear e construir um arsenal de armas nucleares.
As autoridades em Pyongyang ficaram irritadas quando o Conselho de Segurança das Nações Unidas condenou o lançamento de seu foguete de longo alcance em abril passado e endureceu sanções existentes.
O governo da Coreia do Norte insistiu que havia apenas colocado um satélite de comunicações em órbita, mas vários países acreditam que aquele foi um lançamento mal disfarçado para testar a tecnologia do míssil de longo alcance Taepodong-2, projetado para alcançar regiões dos Estados Unidos.
Uma resolução aprovada em 2006 pelas Nações Unidas (ONU) proibiu a Coreia do Norte de buscar este tipo de tecnologia.
Em resposta às críticas da ONU, Pyongyang expulsou todos os monitores internacionais do país e retirou-se das longas conversações multilaterais (envolvendo Estados Unidos, Rússia, Japão, China e as duas Coreias) que tinham o objetivo de convencer os norte-coreanos a abrir mão de seu programa nuclear em troca de ajuda econômica.

O que está por trás das ações da Coreia do Norte?

A Coreia do Norte parece ter passado de uma posição de negociação para confrontação, desafiando diretamente as políticas adotadas pelos Estados Unidos e Coreia do Sul.
Apesar de ter prometido um novo início para as relações bilaterais, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que qualificou o lançamento do foguete no mês passado como "provocação", não conseguiu até agora convencer os norte-coreanos a voltarem à mesa de negociações.
Em uma declaração lida na mídia estatal, o Ministério do Exterior da Coreia do Norte disse: "Não se ganha nada em conversar com alguém que continua a nos ver com hostilidade."
As relações entre as duas Coreias se tornaram muito frágeis desde que o presidente da Coreia do Sul, Lee Myung-bak assumiu o cargo em fevereiro.
O líder conservador insiste que não haverá mais ajuda econômica incondicional à Coreia do Norte e que qualquer concessão vai depender da cooperação para pôr fim ao arsenal nuclear.
Analistas sugerem que a Coreia do Norte está adotando uma atitude beligerante para forçar tanto os Estados Unidos quanto a Coreia do Sul a oferecerem mais concessões econômicas e diplomáticas em troca de seu desarmamento nuclear.

Que punição a Coreia do Norte pode esperar?

O governo americano já tinha advertido que haveria consequências se a Coreia do Norte realizasse outro teste nuclear. É provável que sejam adotadas mais sanções contra o país.
Mas, dado o isolamento de Pyongyang, os mecanismos diplomáticos disponíveis para tentar limitar seu comportamento são limitados.
Alguns analistas dizem que o regime comunista isolado e empobrecido nunca vai abrir mão de seu arsenal atômico já que tem outras cartas na mão.
Acredita-se que muito vai depender da resposta da China, que continua a ter mais influência sobre a Coreia do Norte do que qualquer outro país.
Como membro-permanente do Conselho de Segurança da ONU, a China tem poder de vetar qualquer resolução contra a Coreia do Norte. Os chineses também são a principal fonte de apoio econômico do país.
A China condenou o teste nuclear que a Coreia do Norte realizou em 2006, dizendo que foi um insulto à sua liderança, mas desta vez analistas dizem que o país pode conter a sua irritação em meio a preocupações de que Pyongyang possa descartar totalmente uma retomada das conversações multilaterais sobre seu programa nuclear. Elas têm sido realizadas em Pequim.
A China também tem muito em jogo para retirar totalmente o seu apoio à Coreia do Norte e vê o país como um elemento estratégico diante das forças americanas e aliadas presentes na região. Os chineses também temem que o colapso do regime norte-coreano leve à entrada de um fluxo descontrolado de refugiados em seu território.

Por que a capacidade nuclear da Coreia do Norte é um assunto tão importante?

As duas Coreias continuam tecnicamente em guerra porque não foi assinado nenhum acordo de paz depois do conflito ocorrido entre 1950 e 1953.
O analista da BBC para política internacional, Paul Reynolds, diz ainda que não há uma regra fixa para a comunidade internacional lidar com países de comportamento imprevisível. Tudo vai depender do poder que eles têm.
Em 2002, a Líbia foi pressionada a admitir seu programa nuclear e a abrir mão dele porque estava enfraquecida e exposta.
A Coreia do Norte tem um Exército de um milhão de soldados, mais de 4 mil tanques e cerca de 18 mil peças de artilharia, de acordo com o Instituto Internacional de Estudos Estratégicos.
A fronteira entre as duas Coreias é uma das mais militarizadas do mundo e milhares de peças de artilharia estão voltadas para a capital sul-coreana, Seul, que não fica longe dali.
O mais recente teste norte-coreano provavelmente vai reavivar o debate no Japão sobre a opção de lançar um ataque preventivo por medo de um ataque com mísseis.
O teste pode ainda trazer o risco de uma corrida armamentista no Leste da Ásia, pois países como Japão, Coreia do Sul e Taiwan podem se ver forçados a considerar se também devem buscar armas nucleares.

A Coreia do Norte estaria em condições de detonar uma bomba nuclear agora?

Acredita-se que a Coreia do Norte ainda não desenvolveu um míssil balístico capaz de transportar uma ogiva nuclear.
Mas este segundo teste nuclear vai alimentar temores de que o país esteja mais perto de se tornar uma potência nuclear plena.
Analistas acreditam que o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-il, espera usar os testes para angariar apoio militar em meio a crescentes especulações de que ele está em vias de anunciar um sucessor.
Aparentemente Kim está reafirmando sua posição no poder desde um suposto derrame sofrido no ano passado.

Fonte: BBCBrasil
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Filha mais nova do ex-pugilista Mike Tyson, Exodus, está em estado grave depois de se enforcar com o cabo de um esteira elétrica. A garota, 4 anos, deu entrada em um hospital de Phoenix, nos Estados Unidos, logo depois do acidente.
De acordo com a polícia local, Exodus foi encontrada, sozinha, com o cabo enrolado no pescoço. Pouco antes disso, sua mãe limpava a casa e, quando viu a filha em apuros, tirou o fio e telefonou para a emergência.
Uma equipe de paramédicos chegou ao local e reanimou Exodus antes de levá-la para o hospital.
No momento do acidente, Mike Tyson estava em Las Vegas, mas já voltou a Phoenix para acompanhar a situação de sua filha no hospital. Ele foi flagrado chegando ao hospital, mas não quis dar entrevistas. Em nota, pediu apenas "privacidade à família neste momento tão difícil".
As autoridades de Phoenix classificaram o episódio como um "trágico acidente". "Tudo indica que, enquanto ela brincava, enrolou-se no cabo e não conseguiu tirá-lo", disse Andy Hill, chefe da polícia local. "Ou ela escorregou ou ela mesma enrolou o fio no pescoço", completou.
Fonte: Terra
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Filha mais nova do ex-pugilista Mike Tyson, Exodus, está em estado grave depois de se enforcar com o cabo de um esteira elétrica. A garota, 4 anos, deu entrada em um hospital de Phoenix, nos Estados Unidos, logo depois do acidente.
De acordo com a polícia local, Exodus foi encontrada, sozinha, com o cabo enrolado no pescoço. Pouco antes disso, sua mãe limpava a casa e, quando viu a filha em apuros, tirou o fio e telefonou para a emergência.
Uma equipe de paramédicos chegou ao local e reanimou Exodus antes de levá-la para o hospital.
No momento do acidente, Mike Tyson estava em Las Vegas, mas já voltou a Phoenix para acompanhar a situação de sua filha no hospital. Ele foi flagrado chegando ao hospital, mas não quis dar entrevistas. Em nota, pediu apenas "privacidade à família neste momento tão difícil".
As autoridades de Phoenix classificaram o episódio como um "trágico acidente". "Tudo indica que, enquanto ela brincava, enrolou-se no cabo e não conseguiu tirá-lo", disse Andy Hill, chefe da polícia local. "Ou ela escorregou ou ela mesma enrolou o fio no pescoço", completou.
Fonte: Terra
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Filha mais nova do ex-pugilista Mike Tyson, Exodus, está em estado grave depois de se enforcar com o cabo de um esteira elétrica. A garota, 4 anos, deu entrada em um hospital de Phoenix, nos Estados Unidos, logo depois do acidente.
De acordo com a polícia local, Exodus foi encontrada, sozinha, com o cabo enrolado no pescoço. Pouco antes disso, sua mãe limpava a casa e, quando viu a filha em apuros, tirou o fio e telefonou para a emergência.
Uma equipe de paramédicos chegou ao local e reanimou Exodus antes de levá-la para o hospital.
No momento do acidente, Mike Tyson estava em Las Vegas, mas já voltou a Phoenix para acompanhar a situação de sua filha no hospital. Ele foi flagrado chegando ao hospital, mas não quis dar entrevistas. Em nota, pediu apenas "privacidade à família neste momento tão difícil".
As autoridades de Phoenix classificaram o episódio como um "trágico acidente". "Tudo indica que, enquanto ela brincava, enrolou-se no cabo e não conseguiu tirá-lo", disse Andy Hill, chefe da polícia local. "Ou ela escorregou ou ela mesma enrolou o fio no pescoço", completou.
Fonte: Terra
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Filha mais nova do ex-pugilista Mike Tyson, Exodus, está em estado grave depois de se enforcar com o cabo de um esteira elétrica. A garota, 4 anos, deu entrada em um hospital de Phoenix, nos Estados Unidos, logo depois do acidente.
De acordo com a polícia local, Exodus foi encontrada, sozinha, com o cabo enrolado no pescoço. Pouco antes disso, sua mãe limpava a casa e, quando viu a filha em apuros, tirou o fio e telefonou para a emergência.
Uma equipe de paramédicos chegou ao local e reanimou Exodus antes de levá-la para o hospital.
No momento do acidente, Mike Tyson estava em Las Vegas, mas já voltou a Phoenix para acompanhar a situação de sua filha no hospital. Ele foi flagrado chegando ao hospital, mas não quis dar entrevistas. Em nota, pediu apenas "privacidade à família neste momento tão difícil".
As autoridades de Phoenix classificaram o episódio como um "trágico acidente". "Tudo indica que, enquanto ela brincava, enrolou-se no cabo e não conseguiu tirá-lo", disse Andy Hill, chefe da polícia local. "Ou ela escorregou ou ela mesma enrolou o fio no pescoço", completou.
Fonte: Terra
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Se o País mantiver a redução da natalidade da última década e conseguir acabar com a repetência, as matrículas no ensino fundamental cairão de 32 milhões para 19 milhões nos próximos 11 anos
As escolas brasileiras inverteram a equação dos anos 90, quando o aumento na quantidade de alunos levou à queda da qualidade de ensino. Atualmente, as unidades de ensino recebem cada vez menos alunos, devido à redução da natalidade. Até 2020, as matrículas no ensino fundamental poderão cair em 40%. De acordo com o pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Sergei Soares, se o País mantiver a redução da natalidade da última década e conseguir acabar com a repetência, as matrículas no ensino fundamental cairão de 32 milhões para 19 milhões nos próximos 11 anos. O dinheiro gasto hoje na absorção de crianças poderá ser usado para aumentar a carga horária de estudo, investir no treinamento de professores e comprar materiais e tecnologia para as escolas. Segundo as metas traçadas para a educação, em 2021 os alunos brasileiros deverão ter desempenho igual à média dos países desenvolvidos. Conforme o economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Marcelo Néri, a redução da natalidade é o vento a favor da educação, e as metas são instrumentos importante para guiar o País. Segundo o movimento “Todos Pela Educação”, que criou e monitora as metas de qualidade no ensino, é preciso reservar um percentual maior do Produto Interno Bruto (PIB) ao investimento na área. Hoje, o Brasil investe 3,7% do PIB em educação. O mínimo recomendado pelo movimento, e pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), é 5%. O cenário da educação depende, ainda, de como as escolas vão solucionar o problema de fluxo. Anualmente, 18% dos alunos repetem o ano no Brasil. Se a repetência não for reduzida, o País terá três milhões de alunos a mais que o previsto em 2020. O problema está ligado a uma cultura típica do Brasil, na qual os responsáveis jogam no aluno e em sua família a culpa pelo fracasso no ensino. Hoje, de cada dez alunos que entram na 1ª série, só três terminam o ensino médio. Segundo cálculo do Instituto Ayrton Senna, a repetência custa 10 bilhões ao ano para o País.
[Revista Época, Ana Aranha – 25/05/2009]
Fonte : ANDI
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Se o País mantiver a redução da natalidade da última década e conseguir acabar com a repetência, as matrículas no ensino fundamental cairão de 32 milhões para 19 milhões nos próximos 11 anos
As escolas brasileiras inverteram a equação dos anos 90, quando o aumento na quantidade de alunos levou à queda da qualidade de ensino. Atualmente, as unidades de ensino recebem cada vez menos alunos, devido à redução da natalidade. Até 2020, as matrículas no ensino fundamental poderão cair em 40%. De acordo com o pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Sergei Soares, se o País mantiver a redução da natalidade da última década e conseguir acabar com a repetência, as matrículas no ensino fundamental cairão de 32 milhões para 19 milhões nos próximos 11 anos. O dinheiro gasto hoje na absorção de crianças poderá ser usado para aumentar a carga horária de estudo, investir no treinamento de professores e comprar materiais e tecnologia para as escolas. Segundo as metas traçadas para a educação, em 2021 os alunos brasileiros deverão ter desempenho igual à média dos países desenvolvidos. Conforme o economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Marcelo Néri, a redução da natalidade é o vento a favor da educação, e as metas são instrumentos importante para guiar o País. Segundo o movimento “Todos Pela Educação”, que criou e monitora as metas de qualidade no ensino, é preciso reservar um percentual maior do Produto Interno Bruto (PIB) ao investimento na área. Hoje, o Brasil investe 3,7% do PIB em educação. O mínimo recomendado pelo movimento, e pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), é 5%. O cenário da educação depende, ainda, de como as escolas vão solucionar o problema de fluxo. Anualmente, 18% dos alunos repetem o ano no Brasil. Se a repetência não for reduzida, o País terá três milhões de alunos a mais que o previsto em 2020. O problema está ligado a uma cultura típica do Brasil, na qual os responsáveis jogam no aluno e em sua família a culpa pelo fracasso no ensino. Hoje, de cada dez alunos que entram na 1ª série, só três terminam o ensino médio. Segundo cálculo do Instituto Ayrton Senna, a repetência custa 10 bilhões ao ano para o País.
[Revista Época, Ana Aranha – 25/05/2009]
Fonte : ANDI
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Se o País mantiver a redução da natalidade da última década e conseguir acabar com a repetência, as matrículas no ensino fundamental cairão de 32 milhões para 19 milhões nos próximos 11 anos
As escolas brasileiras inverteram a equação dos anos 90, quando o aumento na quantidade de alunos levou à queda da qualidade de ensino. Atualmente, as unidades de ensino recebem cada vez menos alunos, devido à redução da natalidade. Até 2020, as matrículas no ensino fundamental poderão cair em 40%. De acordo com o pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Sergei Soares, se o País mantiver a redução da natalidade da última década e conseguir acabar com a repetência, as matrículas no ensino fundamental cairão de 32 milhões para 19 milhões nos próximos 11 anos. O dinheiro gasto hoje na absorção de crianças poderá ser usado para aumentar a carga horária de estudo, investir no treinamento de professores e comprar materiais e tecnologia para as escolas. Segundo as metas traçadas para a educação, em 2021 os alunos brasileiros deverão ter desempenho igual à média dos países desenvolvidos. Conforme o economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Marcelo Néri, a redução da natalidade é o vento a favor da educação, e as metas são instrumentos importante para guiar o País. Segundo o movimento “Todos Pela Educação”, que criou e monitora as metas de qualidade no ensino, é preciso reservar um percentual maior do Produto Interno Bruto (PIB) ao investimento na área. Hoje, o Brasil investe 3,7% do PIB em educação. O mínimo recomendado pelo movimento, e pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), é 5%. O cenário da educação depende, ainda, de como as escolas vão solucionar o problema de fluxo. Anualmente, 18% dos alunos repetem o ano no Brasil. Se a repetência não for reduzida, o País terá três milhões de alunos a mais que o previsto em 2020. O problema está ligado a uma cultura típica do Brasil, na qual os responsáveis jogam no aluno e em sua família a culpa pelo fracasso no ensino. Hoje, de cada dez alunos que entram na 1ª série, só três terminam o ensino médio. Segundo cálculo do Instituto Ayrton Senna, a repetência custa 10 bilhões ao ano para o País.
[Revista Época, Ana Aranha – 25/05/2009]
Fonte : ANDI
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Se o País mantiver a redução da natalidade da última década e conseguir acabar com a repetência, as matrículas no ensino fundamental cairão de 32 milhões para 19 milhões nos próximos 11 anos
As escolas brasileiras inverteram a equação dos anos 90, quando o aumento na quantidade de alunos levou à queda da qualidade de ensino. Atualmente, as unidades de ensino recebem cada vez menos alunos, devido à redução da natalidade. Até 2020, as matrículas no ensino fundamental poderão cair em 40%. De acordo com o pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Sergei Soares, se o País mantiver a redução da natalidade da última década e conseguir acabar com a repetência, as matrículas no ensino fundamental cairão de 32 milhões para 19 milhões nos próximos 11 anos. O dinheiro gasto hoje na absorção de crianças poderá ser usado para aumentar a carga horária de estudo, investir no treinamento de professores e comprar materiais e tecnologia para as escolas. Segundo as metas traçadas para a educação, em 2021 os alunos brasileiros deverão ter desempenho igual à média dos países desenvolvidos. Conforme o economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Marcelo Néri, a redução da natalidade é o vento a favor da educação, e as metas são instrumentos importante para guiar o País. Segundo o movimento “Todos Pela Educação”, que criou e monitora as metas de qualidade no ensino, é preciso reservar um percentual maior do Produto Interno Bruto (PIB) ao investimento na área. Hoje, o Brasil investe 3,7% do PIB em educação. O mínimo recomendado pelo movimento, e pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), é 5%. O cenário da educação depende, ainda, de como as escolas vão solucionar o problema de fluxo. Anualmente, 18% dos alunos repetem o ano no Brasil. Se a repetência não for reduzida, o País terá três milhões de alunos a mais que o previsto em 2020. O problema está ligado a uma cultura típica do Brasil, na qual os responsáveis jogam no aluno e em sua família a culpa pelo fracasso no ensino. Hoje, de cada dez alunos que entram na 1ª série, só três terminam o ensino médio. Segundo cálculo do Instituto Ayrton Senna, a repetência custa 10 bilhões ao ano para o País.
[Revista Época, Ana Aranha – 25/05/2009]
Fonte : ANDI
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Vinte adolescentes estão disponíveis para adoção em abrigos de Joinville. Mas não há nenhuma família interessada em dar um novo lar a eles. A mobilização em função do Dia Nacional da Adoção, na segunda, chamou a atenção para esse problema.
— A maioria dos pais que querem adotar acha que esse jovem já vem com personalidade formada, difícil de lidar — diz a coordenadora do Grupo de Estudos e Apoio à Adoção em Joinville (Geaaj), Daiana Agostinho.
Se sobram adolescentes, faltam crianças brancas, de preferência meninas de um a três. Segundo Daiana, essa é a realidade da adoção em Joinville.
— Os pais pedem crianças brancas, de cabelos loiros, saudáveis e meninas — afirma.
Essa preferência é o fator que mais influencia na demora de uma adoção, hoje, em Joinville. Para se ter ideia, há casais esperando há cinco anos para adotar crianças com esse perfil, segundo a assistente social do Fórum Nádia Paes.
Uma adoção sem perfil específico pode ocorrer num prazo de seis meses a um ano. Os passos para uma adoção começam com uma ida ao Fórum ou a um grupo como o Geaaj. Há documentos a serem entregues, avaliações da família e da criança e um período de adaptação, determinado pelo juiz. Não é preciso contratar advogado e todo o processo é gratuito.
O juiz titular da Vara da Infância e Juventude de Joinville, Sérgio Luiz Junkes, orienta que todos os interessados em adotar procurem a Justiça. O objetivo é evitar a chamada “adoção à brasileira”, aquela em que a criança simplesmente é passada de uma família a outra. Há até casos em que recém-nascidos são registrados no nome de outras famílias, o que pode ser crime de falsidade ideológica.
— O correto é partir para a adoção legal. A pessoa faz um cadastro e entra na fila. Isso evita que, um dia, a família biológica queira o filho de volta ou que a criança vá para lares desestruturados — ressalta.



A NOTÍCIA
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:59  comentar

Vinte adolescentes estão disponíveis para adoção em abrigos de Joinville. Mas não há nenhuma família interessada em dar um novo lar a eles. A mobilização em função do Dia Nacional da Adoção, na segunda, chamou a atenção para esse problema.
— A maioria dos pais que querem adotar acha que esse jovem já vem com personalidade formada, difícil de lidar — diz a coordenadora do Grupo de Estudos e Apoio à Adoção em Joinville (Geaaj), Daiana Agostinho.
Se sobram adolescentes, faltam crianças brancas, de preferência meninas de um a três. Segundo Daiana, essa é a realidade da adoção em Joinville.
— Os pais pedem crianças brancas, de cabelos loiros, saudáveis e meninas — afirma.
Essa preferência é o fator que mais influencia na demora de uma adoção, hoje, em Joinville. Para se ter ideia, há casais esperando há cinco anos para adotar crianças com esse perfil, segundo a assistente social do Fórum Nádia Paes.
Uma adoção sem perfil específico pode ocorrer num prazo de seis meses a um ano. Os passos para uma adoção começam com uma ida ao Fórum ou a um grupo como o Geaaj. Há documentos a serem entregues, avaliações da família e da criança e um período de adaptação, determinado pelo juiz. Não é preciso contratar advogado e todo o processo é gratuito.
O juiz titular da Vara da Infância e Juventude de Joinville, Sérgio Luiz Junkes, orienta que todos os interessados em adotar procurem a Justiça. O objetivo é evitar a chamada “adoção à brasileira”, aquela em que a criança simplesmente é passada de uma família a outra. Há até casos em que recém-nascidos são registrados no nome de outras famílias, o que pode ser crime de falsidade ideológica.
— O correto é partir para a adoção legal. A pessoa faz um cadastro e entra na fila. Isso evita que, um dia, a família biológica queira o filho de volta ou que a criança vá para lares desestruturados — ressalta.



A NOTÍCIA
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Vinte adolescentes estão disponíveis para adoção em abrigos de Joinville. Mas não há nenhuma família interessada em dar um novo lar a eles. A mobilização em função do Dia Nacional da Adoção, na segunda, chamou a atenção para esse problema.
— A maioria dos pais que querem adotar acha que esse jovem já vem com personalidade formada, difícil de lidar — diz a coordenadora do Grupo de Estudos e Apoio à Adoção em Joinville (Geaaj), Daiana Agostinho.
Se sobram adolescentes, faltam crianças brancas, de preferência meninas de um a três. Segundo Daiana, essa é a realidade da adoção em Joinville.
— Os pais pedem crianças brancas, de cabelos loiros, saudáveis e meninas — afirma.
Essa preferência é o fator que mais influencia na demora de uma adoção, hoje, em Joinville. Para se ter ideia, há casais esperando há cinco anos para adotar crianças com esse perfil, segundo a assistente social do Fórum Nádia Paes.
Uma adoção sem perfil específico pode ocorrer num prazo de seis meses a um ano. Os passos para uma adoção começam com uma ida ao Fórum ou a um grupo como o Geaaj. Há documentos a serem entregues, avaliações da família e da criança e um período de adaptação, determinado pelo juiz. Não é preciso contratar advogado e todo o processo é gratuito.
O juiz titular da Vara da Infância e Juventude de Joinville, Sérgio Luiz Junkes, orienta que todos os interessados em adotar procurem a Justiça. O objetivo é evitar a chamada “adoção à brasileira”, aquela em que a criança simplesmente é passada de uma família a outra. Há até casos em que recém-nascidos são registrados no nome de outras famílias, o que pode ser crime de falsidade ideológica.
— O correto é partir para a adoção legal. A pessoa faz um cadastro e entra na fila. Isso evita que, um dia, a família biológica queira o filho de volta ou que a criança vá para lares desestruturados — ressalta.



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Vinte adolescentes estão disponíveis para adoção em abrigos de Joinville. Mas não há nenhuma família interessada em dar um novo lar a eles. A mobilização em função do Dia Nacional da Adoção, na segunda, chamou a atenção para esse problema.
— A maioria dos pais que querem adotar acha que esse jovem já vem com personalidade formada, difícil de lidar — diz a coordenadora do Grupo de Estudos e Apoio à Adoção em Joinville (Geaaj), Daiana Agostinho.
Se sobram adolescentes, faltam crianças brancas, de preferência meninas de um a três. Segundo Daiana, essa é a realidade da adoção em Joinville.
— Os pais pedem crianças brancas, de cabelos loiros, saudáveis e meninas — afirma.
Essa preferência é o fator que mais influencia na demora de uma adoção, hoje, em Joinville. Para se ter ideia, há casais esperando há cinco anos para adotar crianças com esse perfil, segundo a assistente social do Fórum Nádia Paes.
Uma adoção sem perfil específico pode ocorrer num prazo de seis meses a um ano. Os passos para uma adoção começam com uma ida ao Fórum ou a um grupo como o Geaaj. Há documentos a serem entregues, avaliações da família e da criança e um período de adaptação, determinado pelo juiz. Não é preciso contratar advogado e todo o processo é gratuito.
O juiz titular da Vara da Infância e Juventude de Joinville, Sérgio Luiz Junkes, orienta que todos os interessados em adotar procurem a Justiça. O objetivo é evitar a chamada “adoção à brasileira”, aquela em que a criança simplesmente é passada de uma família a outra. Há até casos em que recém-nascidos são registrados no nome de outras famílias, o que pode ser crime de falsidade ideológica.
— O correto é partir para a adoção legal. A pessoa faz um cadastro e entra na fila. Isso evita que, um dia, a família biológica queira o filho de volta ou que a criança vá para lares desestruturados — ressalta.



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O Ministério Público do Trabalho resolveu mover Ação Civil Pública contra o SBT em que pede indenização de R$ 1 milhão. O valor, se concedido pela Justiça, deve ser revertido para o FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador). De acordo com a Folha Online, o órgão contesta o trabalho da menina Maisa da Silva Andrade, de sete anos, e alega ainda dano moral coletivo. Para o MPT, a emissora desrespeitou lei trabalhista que permite o trabalho de menores de idade.
O procurador Orlando Schiavon Júnior, da Procuradoria do Trabalho no município de Osasco, deu entrada na Ação Civil Pública com pedido de liminar. O pedido ainda não analisado pelo juiz da 2º Vara do Trabalho de Osasco.
O MPT pede mais controle sobre o trabalho da menina e diz que ela tem autorização para gravar nas tardes de quarta-feira. A Ação Civil Pública não cita apenas os episódios nos quais Maisa chorou no "Programa Silvio Santos". O quadro "Pergunte a Maisa" foi barrado na sexta-feira por determinação judicial.
O procurador cita, por exemplo, o fato de a menina ter substituído os apresentadores Yudi e Priscilla durante as férias da dupla em janeiro.
O texto lembra também que o trabalho para menores de 16 anos é proibido, mas autorizado em algumas manifestações artísticas desde que se cumpram alguns requisitos — como poupança para a menor, que não seja a renda principal da família, que não prejudique a escola, entre outros pontos.
As questões que levaram Maisa a chorar no "Programa Silvio Santos" foram citadas como desrespeito a tais leis. De acordo com a Folha, o SBT não se pronuncia sobre o assunto.


Conjur
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link do postPor anjoseguerreiros, às 11:56  comentar

O Ministério Público do Trabalho resolveu mover Ação Civil Pública contra o SBT em que pede indenização de R$ 1 milhão. O valor, se concedido pela Justiça, deve ser revertido para o FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador). De acordo com a Folha Online, o órgão contesta o trabalho da menina Maisa da Silva Andrade, de sete anos, e alega ainda dano moral coletivo. Para o MPT, a emissora desrespeitou lei trabalhista que permite o trabalho de menores de idade.
O procurador Orlando Schiavon Júnior, da Procuradoria do Trabalho no município de Osasco, deu entrada na Ação Civil Pública com pedido de liminar. O pedido ainda não analisado pelo juiz da 2º Vara do Trabalho de Osasco.
O MPT pede mais controle sobre o trabalho da menina e diz que ela tem autorização para gravar nas tardes de quarta-feira. A Ação Civil Pública não cita apenas os episódios nos quais Maisa chorou no "Programa Silvio Santos". O quadro "Pergunte a Maisa" foi barrado na sexta-feira por determinação judicial.
O procurador cita, por exemplo, o fato de a menina ter substituído os apresentadores Yudi e Priscilla durante as férias da dupla em janeiro.
O texto lembra também que o trabalho para menores de 16 anos é proibido, mas autorizado em algumas manifestações artísticas desde que se cumpram alguns requisitos — como poupança para a menor, que não seja a renda principal da família, que não prejudique a escola, entre outros pontos.
As questões que levaram Maisa a chorar no "Programa Silvio Santos" foram citadas como desrespeito a tais leis. De acordo com a Folha, o SBT não se pronuncia sobre o assunto.


Conjur
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O Ministério Público do Trabalho resolveu mover Ação Civil Pública contra o SBT em que pede indenização de R$ 1 milhão. O valor, se concedido pela Justiça, deve ser revertido para o FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador). De acordo com a Folha Online, o órgão contesta o trabalho da menina Maisa da Silva Andrade, de sete anos, e alega ainda dano moral coletivo. Para o MPT, a emissora desrespeitou lei trabalhista que permite o trabalho de menores de idade.
O procurador Orlando Schiavon Júnior, da Procuradoria do Trabalho no município de Osasco, deu entrada na Ação Civil Pública com pedido de liminar. O pedido ainda não analisado pelo juiz da 2º Vara do Trabalho de Osasco.
O MPT pede mais controle sobre o trabalho da menina e diz que ela tem autorização para gravar nas tardes de quarta-feira. A Ação Civil Pública não cita apenas os episódios nos quais Maisa chorou no "Programa Silvio Santos". O quadro "Pergunte a Maisa" foi barrado na sexta-feira por determinação judicial.
O procurador cita, por exemplo, o fato de a menina ter substituído os apresentadores Yudi e Priscilla durante as férias da dupla em janeiro.
O texto lembra também que o trabalho para menores de 16 anos é proibido, mas autorizado em algumas manifestações artísticas desde que se cumpram alguns requisitos — como poupança para a menor, que não seja a renda principal da família, que não prejudique a escola, entre outros pontos.
As questões que levaram Maisa a chorar no "Programa Silvio Santos" foram citadas como desrespeito a tais leis. De acordo com a Folha, o SBT não se pronuncia sobre o assunto.


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O Ministério Público do Trabalho resolveu mover Ação Civil Pública contra o SBT em que pede indenização de R$ 1 milhão. O valor, se concedido pela Justiça, deve ser revertido para o FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador). De acordo com a Folha Online, o órgão contesta o trabalho da menina Maisa da Silva Andrade, de sete anos, e alega ainda dano moral coletivo. Para o MPT, a emissora desrespeitou lei trabalhista que permite o trabalho de menores de idade.
O procurador Orlando Schiavon Júnior, da Procuradoria do Trabalho no município de Osasco, deu entrada na Ação Civil Pública com pedido de liminar. O pedido ainda não analisado pelo juiz da 2º Vara do Trabalho de Osasco.
O MPT pede mais controle sobre o trabalho da menina e diz que ela tem autorização para gravar nas tardes de quarta-feira. A Ação Civil Pública não cita apenas os episódios nos quais Maisa chorou no "Programa Silvio Santos". O quadro "Pergunte a Maisa" foi barrado na sexta-feira por determinação judicial.
O procurador cita, por exemplo, o fato de a menina ter substituído os apresentadores Yudi e Priscilla durante as férias da dupla em janeiro.
O texto lembra também que o trabalho para menores de 16 anos é proibido, mas autorizado em algumas manifestações artísticas desde que se cumpram alguns requisitos — como poupança para a menor, que não seja a renda principal da família, que não prejudique a escola, entre outros pontos.
As questões que levaram Maisa a chorar no "Programa Silvio Santos" foram citadas como desrespeito a tais leis. De acordo com a Folha, o SBT não se pronuncia sobre o assunto.


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De uma mãe de um filho desaparecido

Você foi um anjo
De minhas entranhas, arrancado.
Agora talvez, perseguindo estrelas,
Ou ainda talvez, não querendo vê-las,
Ou vendo-as de olhos fechados.

Mantive as portas abertas;
A esperança assim exigia,
Luzes acesas
Teu prato a mesa,
No teu quarto arrumado, a cama vazia.

Solidão não se divide
Se multiplica,
E a saudade é na realidade,
Maldade
Para machucar a quem fica.

Vasculhei sarjetas;
Revirei bueiros no breu.
Mundo estranho onde se abrigam os anjos
Se escondendo sob os escombros
Do seu verdadeiro eu.

Velha, cansada,
De um cansaço que não irá me derrotar,
Pois no labirinto da minha memória
Eu reinvento a minha história
E volto a te encontrar.

Maria Célia e Carmen

OVERMUNDO
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De uma mãe de um filho desaparecido

Você foi um anjo
De minhas entranhas, arrancado.
Agora talvez, perseguindo estrelas,
Ou ainda talvez, não querendo vê-las,
Ou vendo-as de olhos fechados.

Mantive as portas abertas;
A esperança assim exigia,
Luzes acesas
Teu prato a mesa,
No teu quarto arrumado, a cama vazia.

Solidão não se divide
Se multiplica,
E a saudade é na realidade,
Maldade
Para machucar a quem fica.

Vasculhei sarjetas;
Revirei bueiros no breu.
Mundo estranho onde se abrigam os anjos
Se escondendo sob os escombros
Do seu verdadeiro eu.

Velha, cansada,
De um cansaço que não irá me derrotar,
Pois no labirinto da minha memória
Eu reinvento a minha história
E volto a te encontrar.

Maria Célia e Carmen

OVERMUNDO
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:37  comentar


De uma mãe de um filho desaparecido

Você foi um anjo
De minhas entranhas, arrancado.
Agora talvez, perseguindo estrelas,
Ou ainda talvez, não querendo vê-las,
Ou vendo-as de olhos fechados.

Mantive as portas abertas;
A esperança assim exigia,
Luzes acesas
Teu prato a mesa,
No teu quarto arrumado, a cama vazia.

Solidão não se divide
Se multiplica,
E a saudade é na realidade,
Maldade
Para machucar a quem fica.

Vasculhei sarjetas;
Revirei bueiros no breu.
Mundo estranho onde se abrigam os anjos
Se escondendo sob os escombros
Do seu verdadeiro eu.

Velha, cansada,
De um cansaço que não irá me derrotar,
Pois no labirinto da minha memória
Eu reinvento a minha história
E volto a te encontrar.

Maria Célia e Carmen

OVERMUNDO
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De uma mãe de um filho desaparecido

Você foi um anjo
De minhas entranhas, arrancado.
Agora talvez, perseguindo estrelas,
Ou ainda talvez, não querendo vê-las,
Ou vendo-as de olhos fechados.

Mantive as portas abertas;
A esperança assim exigia,
Luzes acesas
Teu prato a mesa,
No teu quarto arrumado, a cama vazia.

Solidão não se divide
Se multiplica,
E a saudade é na realidade,
Maldade
Para machucar a quem fica.

Vasculhei sarjetas;
Revirei bueiros no breu.
Mundo estranho onde se abrigam os anjos
Se escondendo sob os escombros
Do seu verdadeiro eu.

Velha, cansada,
De um cansaço que não irá me derrotar,
Pois no labirinto da minha memória
Eu reinvento a minha história
E volto a te encontrar.

Maria Célia e Carmen

OVERMUNDO
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No dia 23 de dezembro de 1995, na cidade de São Paulo (SP), Fabiana Silva saiu de casa por volta das 20h para ir a um aniversário com uma amiga da escola. “Começou a cair uma chuva forte. Fiquei preocupada e fui até a casa da aniversariante, mas minha filha já tinha ido embora. Passei na casa de outra amiga. Não a encontrei. Desesperada, procurei nas imediações, e nada. De madrugada, às 3h da manhã, fui à delegacia fazer o boletim de ocorrência. Não consegui, porque ainda não havia passado 24h. Fiz a queixa após o tempo determinado, mas nunca tive nenhuma informação concreta sobre ela. Na época, ela tinha 13 anos. Hoje, ela teria 27”, lembra emocionada a mãe de Fabiana, Ivanise Esperidião da Silva.
Essa é uma das muitas histórias de mães que têm filho desaparecido no Brasil. Apesar da dificuldade de contabilizar o número de casos, de acordo com levantamento da organização não-governamental (ONG) Mães da Sé, realizada com base em dados do Ministério da Justiça, ocorrem cerca de 10 mil casos de desaparecimento envolvendo crianças e adolescentes anualmente no país.
“Quando minha filha desapareceu fiquei desesperada. Cheguei ao meu limite da loucura. Procurei ajuda e não encontrei nenhuma organização aqui em São Paulo”, lembra Ivanise. Para divulgar a foto de sua filha, ela preencheu o cadastro do Centro Brasileiro em Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, instituição localizada na cidade do Rio de Janeiro (RJ). Em seguida, foi chamada para participar da novela Explode Coração, da TV Globo, que destinava um espaço para apresentar as histórias das mães da Ceilândia, no Rio de Janeiro.
Dois dias após a exibição do capítulo que veiculou o caso de Ivanise, a mãe foi procurada por duas jornalistas. No final da reportagem produzida foi colocado o número de telefone de Ivanise para que outras mães na mesma situação entrassem em contato. O telefone não parou de tocar. O pedido de ajuda de tantas mães levou Ivanise a pensar em um movimento parecido com o das Mães da Ceilândia.
“O primeiro lugar que pensei para o encontro foi a Praça da Sé, marco zero da cidade e marco também das lutas civis. Desde então, todo domingo, às 10h da manhã, reunimos as mães na escadaria da catedral”, explica Ivanise, que considera o primeiro encontro ocorrido na Sé, no dia 31 de março de 1996, a fundação da ONG Mães da Sé.
A entidade sem fins lucrativos busca unir e fortalecer as mães, oferecendo apoio psicológico e jurídico também aos familiares e amigos de pessoas desaparecidas. Uma das ações mais importantes das Mães da Sé é a campanha de divulgação das fotos dos desaparecidos na Internet, em emissoras de TV e no verso de tickets distribuídos nos pedágios das rodovias paulistas. “A divulgação é o único meio que temos de localizar quem procuramos”, afirma Ivanise.
A organização tem mais de 6 mil desaparecidos cadastrados atualmente. Para incluir um caso no cadastro da instituição, é preciso uma cópia do boletim de ocorrência, cópia do documento do desaparecido e uma autorização de uso de imagem para divulgação das fotos. Apesar da instituição estar localizada na cidade de São Paulo, casos do país inteiro podem ser cadastrados no site.

Falta de números precisos
O Brasil ainda não dispõe de um cadastro nacional de pessoas desaparecidas, o que impossibilita saber o número exato de casos. Além da precariedade dos sistemas de informação, a ausência de comunicação entre as policiais civil, militar e federal dificulta ainda mais o levantamento preciso dos dados.
A Secretaria Especial dos Direitos Humanos, órgão ligado ao Governo Federal, desenvolveu o site http://www.desaparecidos.mj.gov.br/Desaparecidos/, que reúne informações sobre desaparecimentos de crianças e adolescentes. No endereço existem 1.322 registros, mas que não abrangem todos os casos. A alimentação depende do envio de dados da polícia. No entanto, essa atualização não ocorre com frequência.
De acordo com as estatísticas do site, o número de casos solucionados é de 725 e a principal causa de desaparecimento ocorre por fuga do lar por conflitos familiares.
Diante da falta de dados, todo ano a ONG Mães da Sé realiza um levantamento a partir dos seus próprios registros. Segundo essa fonte, até 31 de março de 2008, 1.826 pessoas cadastradas foram encontradas vivas e 192 mortas no país.
Segundo Ivanise, os três principais tipos de casos solucionados são: pessoas que se perdem e são encontradas em abrigos; crianças que fogem de casa e são encontradas nas vias públicas; e adultos com problemas psicológicos que são encontrados em hospitais.

Questão dos trotes
Outro grande problema enfrentado pelas mães com filhos desaparecidos é o trote. Oportunistas se aproveitam da situação para dar informações erradas e até para extorquir dinheiro.
Francisca Ribeiro Santos sofre com o desaparecimento de seu filho Hugo Ribeiro Santos Camargo. O menino de 10 anos foi visto pela última vez pela tia em frente de casa há 1 ano e cinco meses. Logo após as divulgações da foto do garoto, Francisca começou a receber muitos trotes. Em um deles, uma mulher dizia ter sequestrado Hugo. Com a ajuda da polícia, a mãe descobriu o trote. ”O que essa mulher queria era se aproveitar da situação para ganhar dinheiro. Isso é muito triste para gente”, diz Francisca.
A mãe de Hugo faz parte da entidade da Sé. Quase todos os dias, ela vai à sede da instituição para ajudar outras pessoas com filhos desaparecidos. Essa troca tem ajudado Francisca na luta pela localização do filho. “Não podemos desistir nunca. Eu tenho esperança de reencontrar o Hugo”.

Talita Mochiute e Vivian Lobato


PORTAL APRENDIZ
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No dia 23 de dezembro de 1995, na cidade de São Paulo (SP), Fabiana Silva saiu de casa por volta das 20h para ir a um aniversário com uma amiga da escola. “Começou a cair uma chuva forte. Fiquei preocupada e fui até a casa da aniversariante, mas minha filha já tinha ido embora. Passei na casa de outra amiga. Não a encontrei. Desesperada, procurei nas imediações, e nada. De madrugada, às 3h da manhã, fui à delegacia fazer o boletim de ocorrência. Não consegui, porque ainda não havia passado 24h. Fiz a queixa após o tempo determinado, mas nunca tive nenhuma informação concreta sobre ela. Na época, ela tinha 13 anos. Hoje, ela teria 27”, lembra emocionada a mãe de Fabiana, Ivanise Esperidião da Silva.
Essa é uma das muitas histórias de mães que têm filho desaparecido no Brasil. Apesar da dificuldade de contabilizar o número de casos, de acordo com levantamento da organização não-governamental (ONG) Mães da Sé, realizada com base em dados do Ministério da Justiça, ocorrem cerca de 10 mil casos de desaparecimento envolvendo crianças e adolescentes anualmente no país.
“Quando minha filha desapareceu fiquei desesperada. Cheguei ao meu limite da loucura. Procurei ajuda e não encontrei nenhuma organização aqui em São Paulo”, lembra Ivanise. Para divulgar a foto de sua filha, ela preencheu o cadastro do Centro Brasileiro em Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, instituição localizada na cidade do Rio de Janeiro (RJ). Em seguida, foi chamada para participar da novela Explode Coração, da TV Globo, que destinava um espaço para apresentar as histórias das mães da Ceilândia, no Rio de Janeiro.
Dois dias após a exibição do capítulo que veiculou o caso de Ivanise, a mãe foi procurada por duas jornalistas. No final da reportagem produzida foi colocado o número de telefone de Ivanise para que outras mães na mesma situação entrassem em contato. O telefone não parou de tocar. O pedido de ajuda de tantas mães levou Ivanise a pensar em um movimento parecido com o das Mães da Ceilândia.
“O primeiro lugar que pensei para o encontro foi a Praça da Sé, marco zero da cidade e marco também das lutas civis. Desde então, todo domingo, às 10h da manhã, reunimos as mães na escadaria da catedral”, explica Ivanise, que considera o primeiro encontro ocorrido na Sé, no dia 31 de março de 1996, a fundação da ONG Mães da Sé.
A entidade sem fins lucrativos busca unir e fortalecer as mães, oferecendo apoio psicológico e jurídico também aos familiares e amigos de pessoas desaparecidas. Uma das ações mais importantes das Mães da Sé é a campanha de divulgação das fotos dos desaparecidos na Internet, em emissoras de TV e no verso de tickets distribuídos nos pedágios das rodovias paulistas. “A divulgação é o único meio que temos de localizar quem procuramos”, afirma Ivanise.
A organização tem mais de 6 mil desaparecidos cadastrados atualmente. Para incluir um caso no cadastro da instituição, é preciso uma cópia do boletim de ocorrência, cópia do documento do desaparecido e uma autorização de uso de imagem para divulgação das fotos. Apesar da instituição estar localizada na cidade de São Paulo, casos do país inteiro podem ser cadastrados no site.

Falta de números precisos
O Brasil ainda não dispõe de um cadastro nacional de pessoas desaparecidas, o que impossibilita saber o número exato de casos. Além da precariedade dos sistemas de informação, a ausência de comunicação entre as policiais civil, militar e federal dificulta ainda mais o levantamento preciso dos dados.
A Secretaria Especial dos Direitos Humanos, órgão ligado ao Governo Federal, desenvolveu o site http://www.desaparecidos.mj.gov.br/Desaparecidos/, que reúne informações sobre desaparecimentos de crianças e adolescentes. No endereço existem 1.322 registros, mas que não abrangem todos os casos. A alimentação depende do envio de dados da polícia. No entanto, essa atualização não ocorre com frequência.
De acordo com as estatísticas do site, o número de casos solucionados é de 725 e a principal causa de desaparecimento ocorre por fuga do lar por conflitos familiares.
Diante da falta de dados, todo ano a ONG Mães da Sé realiza um levantamento a partir dos seus próprios registros. Segundo essa fonte, até 31 de março de 2008, 1.826 pessoas cadastradas foram encontradas vivas e 192 mortas no país.
Segundo Ivanise, os três principais tipos de casos solucionados são: pessoas que se perdem e são encontradas em abrigos; crianças que fogem de casa e são encontradas nas vias públicas; e adultos com problemas psicológicos que são encontrados em hospitais.

Questão dos trotes
Outro grande problema enfrentado pelas mães com filhos desaparecidos é o trote. Oportunistas se aproveitam da situação para dar informações erradas e até para extorquir dinheiro.
Francisca Ribeiro Santos sofre com o desaparecimento de seu filho Hugo Ribeiro Santos Camargo. O menino de 10 anos foi visto pela última vez pela tia em frente de casa há 1 ano e cinco meses. Logo após as divulgações da foto do garoto, Francisca começou a receber muitos trotes. Em um deles, uma mulher dizia ter sequestrado Hugo. Com a ajuda da polícia, a mãe descobriu o trote. ”O que essa mulher queria era se aproveitar da situação para ganhar dinheiro. Isso é muito triste para gente”, diz Francisca.
A mãe de Hugo faz parte da entidade da Sé. Quase todos os dias, ela vai à sede da instituição para ajudar outras pessoas com filhos desaparecidos. Essa troca tem ajudado Francisca na luta pela localização do filho. “Não podemos desistir nunca. Eu tenho esperança de reencontrar o Hugo”.

Talita Mochiute e Vivian Lobato


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No dia 23 de dezembro de 1995, na cidade de São Paulo (SP), Fabiana Silva saiu de casa por volta das 20h para ir a um aniversário com uma amiga da escola. “Começou a cair uma chuva forte. Fiquei preocupada e fui até a casa da aniversariante, mas minha filha já tinha ido embora. Passei na casa de outra amiga. Não a encontrei. Desesperada, procurei nas imediações, e nada. De madrugada, às 3h da manhã, fui à delegacia fazer o boletim de ocorrência. Não consegui, porque ainda não havia passado 24h. Fiz a queixa após o tempo determinado, mas nunca tive nenhuma informação concreta sobre ela. Na época, ela tinha 13 anos. Hoje, ela teria 27”, lembra emocionada a mãe de Fabiana, Ivanise Esperidião da Silva.
Essa é uma das muitas histórias de mães que têm filho desaparecido no Brasil. Apesar da dificuldade de contabilizar o número de casos, de acordo com levantamento da organização não-governamental (ONG) Mães da Sé, realizada com base em dados do Ministério da Justiça, ocorrem cerca de 10 mil casos de desaparecimento envolvendo crianças e adolescentes anualmente no país.
“Quando minha filha desapareceu fiquei desesperada. Cheguei ao meu limite da loucura. Procurei ajuda e não encontrei nenhuma organização aqui em São Paulo”, lembra Ivanise. Para divulgar a foto de sua filha, ela preencheu o cadastro do Centro Brasileiro em Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, instituição localizada na cidade do Rio de Janeiro (RJ). Em seguida, foi chamada para participar da novela Explode Coração, da TV Globo, que destinava um espaço para apresentar as histórias das mães da Ceilândia, no Rio de Janeiro.
Dois dias após a exibição do capítulo que veiculou o caso de Ivanise, a mãe foi procurada por duas jornalistas. No final da reportagem produzida foi colocado o número de telefone de Ivanise para que outras mães na mesma situação entrassem em contato. O telefone não parou de tocar. O pedido de ajuda de tantas mães levou Ivanise a pensar em um movimento parecido com o das Mães da Ceilândia.
“O primeiro lugar que pensei para o encontro foi a Praça da Sé, marco zero da cidade e marco também das lutas civis. Desde então, todo domingo, às 10h da manhã, reunimos as mães na escadaria da catedral”, explica Ivanise, que considera o primeiro encontro ocorrido na Sé, no dia 31 de março de 1996, a fundação da ONG Mães da Sé.
A entidade sem fins lucrativos busca unir e fortalecer as mães, oferecendo apoio psicológico e jurídico também aos familiares e amigos de pessoas desaparecidas. Uma das ações mais importantes das Mães da Sé é a campanha de divulgação das fotos dos desaparecidos na Internet, em emissoras de TV e no verso de tickets distribuídos nos pedágios das rodovias paulistas. “A divulgação é o único meio que temos de localizar quem procuramos”, afirma Ivanise.
A organização tem mais de 6 mil desaparecidos cadastrados atualmente. Para incluir um caso no cadastro da instituição, é preciso uma cópia do boletim de ocorrência, cópia do documento do desaparecido e uma autorização de uso de imagem para divulgação das fotos. Apesar da instituição estar localizada na cidade de São Paulo, casos do país inteiro podem ser cadastrados no site.

Falta de números precisos
O Brasil ainda não dispõe de um cadastro nacional de pessoas desaparecidas, o que impossibilita saber o número exato de casos. Além da precariedade dos sistemas de informação, a ausência de comunicação entre as policiais civil, militar e federal dificulta ainda mais o levantamento preciso dos dados.
A Secretaria Especial dos Direitos Humanos, órgão ligado ao Governo Federal, desenvolveu o site http://www.desaparecidos.mj.gov.br/Desaparecidos/, que reúne informações sobre desaparecimentos de crianças e adolescentes. No endereço existem 1.322 registros, mas que não abrangem todos os casos. A alimentação depende do envio de dados da polícia. No entanto, essa atualização não ocorre com frequência.
De acordo com as estatísticas do site, o número de casos solucionados é de 725 e a principal causa de desaparecimento ocorre por fuga do lar por conflitos familiares.
Diante da falta de dados, todo ano a ONG Mães da Sé realiza um levantamento a partir dos seus próprios registros. Segundo essa fonte, até 31 de março de 2008, 1.826 pessoas cadastradas foram encontradas vivas e 192 mortas no país.
Segundo Ivanise, os três principais tipos de casos solucionados são: pessoas que se perdem e são encontradas em abrigos; crianças que fogem de casa e são encontradas nas vias públicas; e adultos com problemas psicológicos que são encontrados em hospitais.

Questão dos trotes
Outro grande problema enfrentado pelas mães com filhos desaparecidos é o trote. Oportunistas se aproveitam da situação para dar informações erradas e até para extorquir dinheiro.
Francisca Ribeiro Santos sofre com o desaparecimento de seu filho Hugo Ribeiro Santos Camargo. O menino de 10 anos foi visto pela última vez pela tia em frente de casa há 1 ano e cinco meses. Logo após as divulgações da foto do garoto, Francisca começou a receber muitos trotes. Em um deles, uma mulher dizia ter sequestrado Hugo. Com a ajuda da polícia, a mãe descobriu o trote. ”O que essa mulher queria era se aproveitar da situação para ganhar dinheiro. Isso é muito triste para gente”, diz Francisca.
A mãe de Hugo faz parte da entidade da Sé. Quase todos os dias, ela vai à sede da instituição para ajudar outras pessoas com filhos desaparecidos. Essa troca tem ajudado Francisca na luta pela localização do filho. “Não podemos desistir nunca. Eu tenho esperança de reencontrar o Hugo”.

Talita Mochiute e Vivian Lobato


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No dia 23 de dezembro de 1995, na cidade de São Paulo (SP), Fabiana Silva saiu de casa por volta das 20h para ir a um aniversário com uma amiga da escola. “Começou a cair uma chuva forte. Fiquei preocupada e fui até a casa da aniversariante, mas minha filha já tinha ido embora. Passei na casa de outra amiga. Não a encontrei. Desesperada, procurei nas imediações, e nada. De madrugada, às 3h da manhã, fui à delegacia fazer o boletim de ocorrência. Não consegui, porque ainda não havia passado 24h. Fiz a queixa após o tempo determinado, mas nunca tive nenhuma informação concreta sobre ela. Na época, ela tinha 13 anos. Hoje, ela teria 27”, lembra emocionada a mãe de Fabiana, Ivanise Esperidião da Silva.
Essa é uma das muitas histórias de mães que têm filho desaparecido no Brasil. Apesar da dificuldade de contabilizar o número de casos, de acordo com levantamento da organização não-governamental (ONG) Mães da Sé, realizada com base em dados do Ministério da Justiça, ocorrem cerca de 10 mil casos de desaparecimento envolvendo crianças e adolescentes anualmente no país.
“Quando minha filha desapareceu fiquei desesperada. Cheguei ao meu limite da loucura. Procurei ajuda e não encontrei nenhuma organização aqui em São Paulo”, lembra Ivanise. Para divulgar a foto de sua filha, ela preencheu o cadastro do Centro Brasileiro em Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, instituição localizada na cidade do Rio de Janeiro (RJ). Em seguida, foi chamada para participar da novela Explode Coração, da TV Globo, que destinava um espaço para apresentar as histórias das mães da Ceilândia, no Rio de Janeiro.
Dois dias após a exibição do capítulo que veiculou o caso de Ivanise, a mãe foi procurada por duas jornalistas. No final da reportagem produzida foi colocado o número de telefone de Ivanise para que outras mães na mesma situação entrassem em contato. O telefone não parou de tocar. O pedido de ajuda de tantas mães levou Ivanise a pensar em um movimento parecido com o das Mães da Ceilândia.
“O primeiro lugar que pensei para o encontro foi a Praça da Sé, marco zero da cidade e marco também das lutas civis. Desde então, todo domingo, às 10h da manhã, reunimos as mães na escadaria da catedral”, explica Ivanise, que considera o primeiro encontro ocorrido na Sé, no dia 31 de março de 1996, a fundação da ONG Mães da Sé.
A entidade sem fins lucrativos busca unir e fortalecer as mães, oferecendo apoio psicológico e jurídico também aos familiares e amigos de pessoas desaparecidas. Uma das ações mais importantes das Mães da Sé é a campanha de divulgação das fotos dos desaparecidos na Internet, em emissoras de TV e no verso de tickets distribuídos nos pedágios das rodovias paulistas. “A divulgação é o único meio que temos de localizar quem procuramos”, afirma Ivanise.
A organização tem mais de 6 mil desaparecidos cadastrados atualmente. Para incluir um caso no cadastro da instituição, é preciso uma cópia do boletim de ocorrência, cópia do documento do desaparecido e uma autorização de uso de imagem para divulgação das fotos. Apesar da instituição estar localizada na cidade de São Paulo, casos do país inteiro podem ser cadastrados no site.

Falta de números precisos
O Brasil ainda não dispõe de um cadastro nacional de pessoas desaparecidas, o que impossibilita saber o número exato de casos. Além da precariedade dos sistemas de informação, a ausência de comunicação entre as policiais civil, militar e federal dificulta ainda mais o levantamento preciso dos dados.
A Secretaria Especial dos Direitos Humanos, órgão ligado ao Governo Federal, desenvolveu o site http://www.desaparecidos.mj.gov.br/Desaparecidos/, que reúne informações sobre desaparecimentos de crianças e adolescentes. No endereço existem 1.322 registros, mas que não abrangem todos os casos. A alimentação depende do envio de dados da polícia. No entanto, essa atualização não ocorre com frequência.
De acordo com as estatísticas do site, o número de casos solucionados é de 725 e a principal causa de desaparecimento ocorre por fuga do lar por conflitos familiares.
Diante da falta de dados, todo ano a ONG Mães da Sé realiza um levantamento a partir dos seus próprios registros. Segundo essa fonte, até 31 de março de 2008, 1.826 pessoas cadastradas foram encontradas vivas e 192 mortas no país.
Segundo Ivanise, os três principais tipos de casos solucionados são: pessoas que se perdem e são encontradas em abrigos; crianças que fogem de casa e são encontradas nas vias públicas; e adultos com problemas psicológicos que são encontrados em hospitais.

Questão dos trotes
Outro grande problema enfrentado pelas mães com filhos desaparecidos é o trote. Oportunistas se aproveitam da situação para dar informações erradas e até para extorquir dinheiro.
Francisca Ribeiro Santos sofre com o desaparecimento de seu filho Hugo Ribeiro Santos Camargo. O menino de 10 anos foi visto pela última vez pela tia em frente de casa há 1 ano e cinco meses. Logo após as divulgações da foto do garoto, Francisca começou a receber muitos trotes. Em um deles, uma mulher dizia ter sequestrado Hugo. Com a ajuda da polícia, a mãe descobriu o trote. ”O que essa mulher queria era se aproveitar da situação para ganhar dinheiro. Isso é muito triste para gente”, diz Francisca.
A mãe de Hugo faz parte da entidade da Sé. Quase todos os dias, ela vai à sede da instituição para ajudar outras pessoas com filhos desaparecidos. Essa troca tem ajudado Francisca na luta pela localização do filho. “Não podemos desistir nunca. Eu tenho esperança de reencontrar o Hugo”.

Talita Mochiute e Vivian Lobato


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CAMPO GRANDE e SÃO PAULO - Considerada a capital do Pantanal, Corumbá, no Mato Grosso do Sul, registra desde o início do ano pelo menos 137 focos de incêndio todos os dias. É o equivalente a 80% de todas as queimadas registradas no estado.
Além do estrago ambiental, há outro prejuízo para a natureza: ao fugir do fogo, animais silvestres como tamanduás, onças, jacarés e tatus acabam sendo atropelados no trecho de 240 quilômetros da BR-262 entre Corumbá e Miranda.
A seca, que pode ser a maior nos últimos 36 anos , ajuda a espalhar o fogo, mas é o homem o maior responsável pelo grande número de queimadas no Mato Grosso do Sul. Desde o início do ano os satélites registraram 859 focos de incêndio. Só em maio, foram 285 novos pontos de queimadas. Elas são provocadas por pecuaristas e até mesmo por pescadores.
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) não tem números oficiais dos atropelamentos e mortes de bichos. Mas um viajante que percorre esse trecho da BR, encontra até uma dezena de animais feridos ou mortos pelo caminho.
- Temos neste momento três filhotes de tamanduá-bandeira e um de queixada que foram resgatados em rodovias. A hipótese mais provável é que a mãe tenha sido atropelada. No caso dos tamanduás, os animais têm ferimentos nas patas, porque foram obrigados a largar da mãe e acabaram sendo encontrados sozinhos. O filhote de queixada pode ter se perdido do bando - explica a bióloga e veterinária Mariana Mirault Pinto, do Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (Cras) de Campo Grande.
Este ano existe uma preocupação adicional. O Pantanal já vive o período mais seco dos últimos 35 anos, e o pico da estiagem ainda nem começou. Na prática isso significa que a seca tende a se intensificar, aumentando o número de focos de incêndio.
- A partir de julho, quando a seca se intensifica na região, recebemos muitos animais queimados, que não conseguiram fugir. Este ano, a chegada dos bichos queimados pode começar mais cedo - diz a bióloga do Cras.
No ano passado, foram tratadas queimaduras em antas, filhotes de onça, tatus e jabutis. Mas são as aves as maiores vítimas no período da estiagem.
- Elas costumam se reproduzir entre agosto e setembro. Com o fogo, há perdas de ninhos, ovos e filhotes - diz Márcio Yule, coordenador do Prevfogo do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama).
De acordo com Yule, a fumaça das queimadas neste momento também dificulta a vida dos animais silvestres, que ficam desorientados. Os mais lentos, como os tamanduás, acabam cercados pelo fogo, não conseguem fugir e morrem.
- Mesmo nas queimadas, existem áreas com água que viram refúgio dos animais. Mas quando eles ficam desorientados, não conseguem encontrá-las - diz Yule.
As queimadas e o desmatamento agravam o problema dos atropelamentos, já que os animais acabam sendo empurrados para áreas próximas de cidades maiores em busca de alimento. Na semana passada, um filhote de onça parda se refugiou por 16 horas numa árvore em Corumbá. Provavelmente, o filhote macho de dois anos foi à cidade procurar alimento. O resgate do bicho foi desastroso: ele foi sedado com um dardo e caiu fora da rede de proteção. Ficou atordoado, mas saiu vivo.
O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:36  comentar

CAMPO GRANDE e SÃO PAULO - Considerada a capital do Pantanal, Corumbá, no Mato Grosso do Sul, registra desde o início do ano pelo menos 137 focos de incêndio todos os dias. É o equivalente a 80% de todas as queimadas registradas no estado.
Além do estrago ambiental, há outro prejuízo para a natureza: ao fugir do fogo, animais silvestres como tamanduás, onças, jacarés e tatus acabam sendo atropelados no trecho de 240 quilômetros da BR-262 entre Corumbá e Miranda.
A seca, que pode ser a maior nos últimos 36 anos , ajuda a espalhar o fogo, mas é o homem o maior responsável pelo grande número de queimadas no Mato Grosso do Sul. Desde o início do ano os satélites registraram 859 focos de incêndio. Só em maio, foram 285 novos pontos de queimadas. Elas são provocadas por pecuaristas e até mesmo por pescadores.
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) não tem números oficiais dos atropelamentos e mortes de bichos. Mas um viajante que percorre esse trecho da BR, encontra até uma dezena de animais feridos ou mortos pelo caminho.
- Temos neste momento três filhotes de tamanduá-bandeira e um de queixada que foram resgatados em rodovias. A hipótese mais provável é que a mãe tenha sido atropelada. No caso dos tamanduás, os animais têm ferimentos nas patas, porque foram obrigados a largar da mãe e acabaram sendo encontrados sozinhos. O filhote de queixada pode ter se perdido do bando - explica a bióloga e veterinária Mariana Mirault Pinto, do Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (Cras) de Campo Grande.
Este ano existe uma preocupação adicional. O Pantanal já vive o período mais seco dos últimos 35 anos, e o pico da estiagem ainda nem começou. Na prática isso significa que a seca tende a se intensificar, aumentando o número de focos de incêndio.
- A partir de julho, quando a seca se intensifica na região, recebemos muitos animais queimados, que não conseguiram fugir. Este ano, a chegada dos bichos queimados pode começar mais cedo - diz a bióloga do Cras.
No ano passado, foram tratadas queimaduras em antas, filhotes de onça, tatus e jabutis. Mas são as aves as maiores vítimas no período da estiagem.
- Elas costumam se reproduzir entre agosto e setembro. Com o fogo, há perdas de ninhos, ovos e filhotes - diz Márcio Yule, coordenador do Prevfogo do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama).
De acordo com Yule, a fumaça das queimadas neste momento também dificulta a vida dos animais silvestres, que ficam desorientados. Os mais lentos, como os tamanduás, acabam cercados pelo fogo, não conseguem fugir e morrem.
- Mesmo nas queimadas, existem áreas com água que viram refúgio dos animais. Mas quando eles ficam desorientados, não conseguem encontrá-las - diz Yule.
As queimadas e o desmatamento agravam o problema dos atropelamentos, já que os animais acabam sendo empurrados para áreas próximas de cidades maiores em busca de alimento. Na semana passada, um filhote de onça parda se refugiou por 16 horas numa árvore em Corumbá. Provavelmente, o filhote macho de dois anos foi à cidade procurar alimento. O resgate do bicho foi desastroso: ele foi sedado com um dardo e caiu fora da rede de proteção. Ficou atordoado, mas saiu vivo.
O Globo On Line
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CAMPO GRANDE e SÃO PAULO - Considerada a capital do Pantanal, Corumbá, no Mato Grosso do Sul, registra desde o início do ano pelo menos 137 focos de incêndio todos os dias. É o equivalente a 80% de todas as queimadas registradas no estado.
Além do estrago ambiental, há outro prejuízo para a natureza: ao fugir do fogo, animais silvestres como tamanduás, onças, jacarés e tatus acabam sendo atropelados no trecho de 240 quilômetros da BR-262 entre Corumbá e Miranda.
A seca, que pode ser a maior nos últimos 36 anos , ajuda a espalhar o fogo, mas é o homem o maior responsável pelo grande número de queimadas no Mato Grosso do Sul. Desde o início do ano os satélites registraram 859 focos de incêndio. Só em maio, foram 285 novos pontos de queimadas. Elas são provocadas por pecuaristas e até mesmo por pescadores.
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) não tem números oficiais dos atropelamentos e mortes de bichos. Mas um viajante que percorre esse trecho da BR, encontra até uma dezena de animais feridos ou mortos pelo caminho.
- Temos neste momento três filhotes de tamanduá-bandeira e um de queixada que foram resgatados em rodovias. A hipótese mais provável é que a mãe tenha sido atropelada. No caso dos tamanduás, os animais têm ferimentos nas patas, porque foram obrigados a largar da mãe e acabaram sendo encontrados sozinhos. O filhote de queixada pode ter se perdido do bando - explica a bióloga e veterinária Mariana Mirault Pinto, do Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (Cras) de Campo Grande.
Este ano existe uma preocupação adicional. O Pantanal já vive o período mais seco dos últimos 35 anos, e o pico da estiagem ainda nem começou. Na prática isso significa que a seca tende a se intensificar, aumentando o número de focos de incêndio.
- A partir de julho, quando a seca se intensifica na região, recebemos muitos animais queimados, que não conseguiram fugir. Este ano, a chegada dos bichos queimados pode começar mais cedo - diz a bióloga do Cras.
No ano passado, foram tratadas queimaduras em antas, filhotes de onça, tatus e jabutis. Mas são as aves as maiores vítimas no período da estiagem.
- Elas costumam se reproduzir entre agosto e setembro. Com o fogo, há perdas de ninhos, ovos e filhotes - diz Márcio Yule, coordenador do Prevfogo do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama).
De acordo com Yule, a fumaça das queimadas neste momento também dificulta a vida dos animais silvestres, que ficam desorientados. Os mais lentos, como os tamanduás, acabam cercados pelo fogo, não conseguem fugir e morrem.
- Mesmo nas queimadas, existem áreas com água que viram refúgio dos animais. Mas quando eles ficam desorientados, não conseguem encontrá-las - diz Yule.
As queimadas e o desmatamento agravam o problema dos atropelamentos, já que os animais acabam sendo empurrados para áreas próximas de cidades maiores em busca de alimento. Na semana passada, um filhote de onça parda se refugiou por 16 horas numa árvore em Corumbá. Provavelmente, o filhote macho de dois anos foi à cidade procurar alimento. O resgate do bicho foi desastroso: ele foi sedado com um dardo e caiu fora da rede de proteção. Ficou atordoado, mas saiu vivo.
O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:36  comentar

CAMPO GRANDE e SÃO PAULO - Considerada a capital do Pantanal, Corumbá, no Mato Grosso do Sul, registra desde o início do ano pelo menos 137 focos de incêndio todos os dias. É o equivalente a 80% de todas as queimadas registradas no estado.
Além do estrago ambiental, há outro prejuízo para a natureza: ao fugir do fogo, animais silvestres como tamanduás, onças, jacarés e tatus acabam sendo atropelados no trecho de 240 quilômetros da BR-262 entre Corumbá e Miranda.
A seca, que pode ser a maior nos últimos 36 anos , ajuda a espalhar o fogo, mas é o homem o maior responsável pelo grande número de queimadas no Mato Grosso do Sul. Desde o início do ano os satélites registraram 859 focos de incêndio. Só em maio, foram 285 novos pontos de queimadas. Elas são provocadas por pecuaristas e até mesmo por pescadores.
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) não tem números oficiais dos atropelamentos e mortes de bichos. Mas um viajante que percorre esse trecho da BR, encontra até uma dezena de animais feridos ou mortos pelo caminho.
- Temos neste momento três filhotes de tamanduá-bandeira e um de queixada que foram resgatados em rodovias. A hipótese mais provável é que a mãe tenha sido atropelada. No caso dos tamanduás, os animais têm ferimentos nas patas, porque foram obrigados a largar da mãe e acabaram sendo encontrados sozinhos. O filhote de queixada pode ter se perdido do bando - explica a bióloga e veterinária Mariana Mirault Pinto, do Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (Cras) de Campo Grande.
Este ano existe uma preocupação adicional. O Pantanal já vive o período mais seco dos últimos 35 anos, e o pico da estiagem ainda nem começou. Na prática isso significa que a seca tende a se intensificar, aumentando o número de focos de incêndio.
- A partir de julho, quando a seca se intensifica na região, recebemos muitos animais queimados, que não conseguiram fugir. Este ano, a chegada dos bichos queimados pode começar mais cedo - diz a bióloga do Cras.
No ano passado, foram tratadas queimaduras em antas, filhotes de onça, tatus e jabutis. Mas são as aves as maiores vítimas no período da estiagem.
- Elas costumam se reproduzir entre agosto e setembro. Com o fogo, há perdas de ninhos, ovos e filhotes - diz Márcio Yule, coordenador do Prevfogo do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama).
De acordo com Yule, a fumaça das queimadas neste momento também dificulta a vida dos animais silvestres, que ficam desorientados. Os mais lentos, como os tamanduás, acabam cercados pelo fogo, não conseguem fugir e morrem.
- Mesmo nas queimadas, existem áreas com água que viram refúgio dos animais. Mas quando eles ficam desorientados, não conseguem encontrá-las - diz Yule.
As queimadas e o desmatamento agravam o problema dos atropelamentos, já que os animais acabam sendo empurrados para áreas próximas de cidades maiores em busca de alimento. Na semana passada, um filhote de onça parda se refugiou por 16 horas numa árvore em Corumbá. Provavelmente, o filhote macho de dois anos foi à cidade procurar alimento. O resgate do bicho foi desastroso: ele foi sedado com um dardo e caiu fora da rede de proteção. Ficou atordoado, mas saiu vivo.
O Globo On Line
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SÃO PAULO - Vinte e um passageiros ficaram feridos na noite desta segunda-feira durante uma forte turbulência que atingiu um voo da TAM que seguia de Miami, nos Estados Unidos, para São Paulo. Oito pessoas foram encaminhadas a hospitais e três pessoas continuam internadas. Segundo a companhia aérea, elas sofreram fraturas, mas ninguém corre o risco de morrer.
O voo JJ8095 decolou de Miami às 12h11m (horário de Brasília) com 154 passageiros a bordo. A turbulência ocorreu cerca de meia hora antes do pouso no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, por volta das 19h de segunda-feira.
Os passageiros contaram que, pouco antes de chegar a São Paulo, no Aeroporto de Cumbica, eles receberam um aviso de turbulência. Logo após o alerta, o avião fez duas descidas muito bruscas e algumas pessoas não conseguiram prender os cintos de segurança. Algumas caíram no corredor e outras bateram com a cabeça no teto da areonave.
Um homem que usa prótese sofreu deslocamento da bacia e foi levado para o Hospital Albert Einstein.
O corretor de seguros Marcelo Garcia, que estava no avião, contou em entrevista à TV Globo como foi a turbulência:
- No momento em que o piloto deu o aviso do cinto, o avião já deu uma caída muito feia. Quando ele caiu de uma vez, todo mundo bateu a cabeça em cima. Estragou a parte de porta-malas do avião toda. Na hora em que ele parou de cair, as pessoas voltaram para o chão. Não sei dizer quanto tempo ele ficou caindo. A impressão é de que foi a vida inteira, mas deve ter durado alguns segundos. Não sei dizer.
Dezesseis passageiros e cinco comissários ficaram feridos. Vários tiveram cortes na cabeça.
O avião pousou às 19h35m. De acordo com a empresa, os feridos foram atendidos por uma equipe médica no aeroporto. Treze foram liberados logo depois, oito foram encaminhados para hospitais.
Fortes turbulências costumam acontecer quando o avião passa por dentro de nuvens que são chamadas cumulu-nimbus. Elas têm grande desenvolvimento vertical e o formato lembra o de uma bigorna ou cogumelo, podendo atingir até 18 km de altura e sua base se estender de 5km a 10 km. Normalmente, atuam em aglomerados ou linhas de instabilidade, varrendo dezenas e centenas de quilômetros de extensão. Provocam ventos fortes e descargas elétricas.


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SÃO PAULO - Vinte e um passageiros ficaram feridos na noite desta segunda-feira durante uma forte turbulência que atingiu um voo da TAM que seguia de Miami, nos Estados Unidos, para São Paulo. Oito pessoas foram encaminhadas a hospitais e três pessoas continuam internadas. Segundo a companhia aérea, elas sofreram fraturas, mas ninguém corre o risco de morrer.
O voo JJ8095 decolou de Miami às 12h11m (horário de Brasília) com 154 passageiros a bordo. A turbulência ocorreu cerca de meia hora antes do pouso no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, por volta das 19h de segunda-feira.
Os passageiros contaram que, pouco antes de chegar a São Paulo, no Aeroporto de Cumbica, eles receberam um aviso de turbulência. Logo após o alerta, o avião fez duas descidas muito bruscas e algumas pessoas não conseguiram prender os cintos de segurança. Algumas caíram no corredor e outras bateram com a cabeça no teto da areonave.
Um homem que usa prótese sofreu deslocamento da bacia e foi levado para o Hospital Albert Einstein.
O corretor de seguros Marcelo Garcia, que estava no avião, contou em entrevista à TV Globo como foi a turbulência:
- No momento em que o piloto deu o aviso do cinto, o avião já deu uma caída muito feia. Quando ele caiu de uma vez, todo mundo bateu a cabeça em cima. Estragou a parte de porta-malas do avião toda. Na hora em que ele parou de cair, as pessoas voltaram para o chão. Não sei dizer quanto tempo ele ficou caindo. A impressão é de que foi a vida inteira, mas deve ter durado alguns segundos. Não sei dizer.
Dezesseis passageiros e cinco comissários ficaram feridos. Vários tiveram cortes na cabeça.
O avião pousou às 19h35m. De acordo com a empresa, os feridos foram atendidos por uma equipe médica no aeroporto. Treze foram liberados logo depois, oito foram encaminhados para hospitais.
Fortes turbulências costumam acontecer quando o avião passa por dentro de nuvens que são chamadas cumulu-nimbus. Elas têm grande desenvolvimento vertical e o formato lembra o de uma bigorna ou cogumelo, podendo atingir até 18 km de altura e sua base se estender de 5km a 10 km. Normalmente, atuam em aglomerados ou linhas de instabilidade, varrendo dezenas e centenas de quilômetros de extensão. Provocam ventos fortes e descargas elétricas.


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SÃO PAULO - Vinte e um passageiros ficaram feridos na noite desta segunda-feira durante uma forte turbulência que atingiu um voo da TAM que seguia de Miami, nos Estados Unidos, para São Paulo. Oito pessoas foram encaminhadas a hospitais e três pessoas continuam internadas. Segundo a companhia aérea, elas sofreram fraturas, mas ninguém corre o risco de morrer.
O voo JJ8095 decolou de Miami às 12h11m (horário de Brasília) com 154 passageiros a bordo. A turbulência ocorreu cerca de meia hora antes do pouso no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, por volta das 19h de segunda-feira.
Os passageiros contaram que, pouco antes de chegar a São Paulo, no Aeroporto de Cumbica, eles receberam um aviso de turbulência. Logo após o alerta, o avião fez duas descidas muito bruscas e algumas pessoas não conseguiram prender os cintos de segurança. Algumas caíram no corredor e outras bateram com a cabeça no teto da areonave.
Um homem que usa prótese sofreu deslocamento da bacia e foi levado para o Hospital Albert Einstein.
O corretor de seguros Marcelo Garcia, que estava no avião, contou em entrevista à TV Globo como foi a turbulência:
- No momento em que o piloto deu o aviso do cinto, o avião já deu uma caída muito feia. Quando ele caiu de uma vez, todo mundo bateu a cabeça em cima. Estragou a parte de porta-malas do avião toda. Na hora em que ele parou de cair, as pessoas voltaram para o chão. Não sei dizer quanto tempo ele ficou caindo. A impressão é de que foi a vida inteira, mas deve ter durado alguns segundos. Não sei dizer.
Dezesseis passageiros e cinco comissários ficaram feridos. Vários tiveram cortes na cabeça.
O avião pousou às 19h35m. De acordo com a empresa, os feridos foram atendidos por uma equipe médica no aeroporto. Treze foram liberados logo depois, oito foram encaminhados para hospitais.
Fortes turbulências costumam acontecer quando o avião passa por dentro de nuvens que são chamadas cumulu-nimbus. Elas têm grande desenvolvimento vertical e o formato lembra o de uma bigorna ou cogumelo, podendo atingir até 18 km de altura e sua base se estender de 5km a 10 km. Normalmente, atuam em aglomerados ou linhas de instabilidade, varrendo dezenas e centenas de quilômetros de extensão. Provocam ventos fortes e descargas elétricas.


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SÃO PAULO - Vinte e um passageiros ficaram feridos na noite desta segunda-feira durante uma forte turbulência que atingiu um voo da TAM que seguia de Miami, nos Estados Unidos, para São Paulo. Oito pessoas foram encaminhadas a hospitais e três pessoas continuam internadas. Segundo a companhia aérea, elas sofreram fraturas, mas ninguém corre o risco de morrer.
O voo JJ8095 decolou de Miami às 12h11m (horário de Brasília) com 154 passageiros a bordo. A turbulência ocorreu cerca de meia hora antes do pouso no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, por volta das 19h de segunda-feira.
Os passageiros contaram que, pouco antes de chegar a São Paulo, no Aeroporto de Cumbica, eles receberam um aviso de turbulência. Logo após o alerta, o avião fez duas descidas muito bruscas e algumas pessoas não conseguiram prender os cintos de segurança. Algumas caíram no corredor e outras bateram com a cabeça no teto da areonave.
Um homem que usa prótese sofreu deslocamento da bacia e foi levado para o Hospital Albert Einstein.
O corretor de seguros Marcelo Garcia, que estava no avião, contou em entrevista à TV Globo como foi a turbulência:
- No momento em que o piloto deu o aviso do cinto, o avião já deu uma caída muito feia. Quando ele caiu de uma vez, todo mundo bateu a cabeça em cima. Estragou a parte de porta-malas do avião toda. Na hora em que ele parou de cair, as pessoas voltaram para o chão. Não sei dizer quanto tempo ele ficou caindo. A impressão é de que foi a vida inteira, mas deve ter durado alguns segundos. Não sei dizer.
Dezesseis passageiros e cinco comissários ficaram feridos. Vários tiveram cortes na cabeça.
O avião pousou às 19h35m. De acordo com a empresa, os feridos foram atendidos por uma equipe médica no aeroporto. Treze foram liberados logo depois, oito foram encaminhados para hospitais.
Fortes turbulências costumam acontecer quando o avião passa por dentro de nuvens que são chamadas cumulu-nimbus. Elas têm grande desenvolvimento vertical e o formato lembra o de uma bigorna ou cogumelo, podendo atingir até 18 km de altura e sua base se estender de 5km a 10 km. Normalmente, atuam em aglomerados ou linhas de instabilidade, varrendo dezenas e centenas de quilômetros de extensão. Provocam ventos fortes e descargas elétricas.


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A adoção não é a única forma de ajudar às crianças e adolescentes que perderam o convívio familiar , seja esta ausência ,temporaria ou definitiva, involuntaria ou por medida judicial.

Saiba mais sobre adoção e estas formas de acolhimento:

Adoção à brasileira
Forma de procedimento que desconsidera os trâmites legais do processo de adoção. Consiste em registrar como filho biológico uma criança que não foi concebida como tal. O que as pessoas desconhecem é que a mãe biológica tem o direito de reaver a crianças, caso não tenha consentido legalmente com a adoção.

Adoção Pronta ou Direta
É a adoção em que a mãe biológica determina para quem deseja entregar seu filho e , geralmente, acompanha os pretendentes a fim de legalizar o procedimento.


Adoção Tardia
Refere-se à adoção de crianças maiores ou de adolescentes.

Família Substituta
É aquela que passa a substituir a família biológica de uma criança/adolescente quando esta não pode, não consegue ou não quer cuidar do filho. Pode ser constituída por qualquer pessoa maior de 18 anos, de qualquer estado civil, e que não precisa obrigatoriamente ter parentesco com a criança.

Abrigo
O abrigo é uma modalidade de acolhimento institucional para crianças e adolescentes que não podem ficar com seus pais, provisoriamente ou em definitivo. O abrigamento deve ser uma medida excepcional, utilizada somente quando esgotados todos os esforços para manter a criança/ adolescente na família e na comunidade.

Família Guardiã
A família guardiã é uma alternativa de convivência familiar legalizada judicialmente, desenvolvida como programa de política pública por algumas prefeituras no Brasil. É uma prática muito comum em diversos países, também conhecida como família acolhedora, família hospedeira e família de apoio. O objetivo dessa medida alternativa é fornecer uma família substituta para crianças/adolescentes cujos pais, provisória ou definitivamente, estejam impedidos de conviver com seus filhos, evitando ou interrompendo a sua institucionalização em abrigos coletivos.
Nesses programas, tanto as famílias de origem como as eventuais famílias adotivas são acompanhadas para promover o retorno da criança ou aproximá-la gradativamente da família adotiva. Dessa forma, as crianças/adolescentes nunca deixam de estar sob os cuidados de uma família, seja enquanto esperam pelo retorno à família de origem, ou enquanto aguardam por uma adoção, fazendo valer um dos princípios fundamentais do ECA.

O que é apadrinhamento afetivo?
É uma prática solidária de apoio afetivo às crianças/adolescentes que vivem em instituições de abrigo e que não estão necessariamente à disposição para a adoção. Os padrinhos podem visitar seu afilhado no abrigo, comemorar seu aniversário, levá-lo a passeios nos fins de semana, levá-lo para seus lares nas férias, no Natal, orientar seus estudos. O apadrinhamento afetivo, como qualquer outra medida de proteção à infância e à juventude, deve ser cuidadosamente acompanhado como um programa ou projeto cuja iniciativa pode ser de Conselhos Municipais dos Direitos da Criança, de abrigos e instituições, de Secretarias de Estado ou Município, Varas da Infância e da Juventude, Tribunais de Justiça, etc., em parceria com igrejas, universidades, organizações não-governamentais, associações de moradores, empresas privadas, entidades ou associações nacionais e internacionais de apoio à infância, etc.

Apadrinhamento Financeiro
É a prestação de auxílio material a crianças/adolescentes abrigados ou que permaneçam na convivência com suas famílias com escassos recursos financeiros. Os programas de "adoção à distância", como são chamados os programas de apadrinhamento financeiro, são promovidos por diversas organizações através de ações e campanhas que visam levar alimentos, bolsa de estudo e assistência médica às crianças/adolescentes e seus familiares. É outra prática solidária que visa auxiliar, financeiramente, crianças e adolescentes que estão abrigados ou, o que é muito importante, ajudar a evitar o desmembramento familiar ocasionado pelo abrigamento feito por motivos socioeconômicos, muito freqüentes na realidade brasileira.

Adoção Internacional
É chamada adoção internacional de crianças/adolescentes aquela feita por estrangeiros. No Brasil, a adoção internacional está condicionada à aprovação pelas Comissões Estaduais Judiciárias de Adoção Internacional (CEJAs e CEJAI), às quais compete manter o registro centralizado de dados onde conste: candidatos estrangeiros e sua avaliação quanto à idoneidade, crianças/adolescentes disponíveis para adoção internacional e agências de adoção autorizadas.

Fonte: "Cartilha de Adoção"

Leia também: "Mude um Destino: adote!"
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:32  comentar

A adoção não é a única forma de ajudar às crianças e adolescentes que perderam o convívio familiar , seja esta ausência ,temporaria ou definitiva, involuntaria ou por medida judicial.

Saiba mais sobre adoção e estas formas de acolhimento:

Adoção à brasileira
Forma de procedimento que desconsidera os trâmites legais do processo de adoção. Consiste em registrar como filho biológico uma criança que não foi concebida como tal. O que as pessoas desconhecem é que a mãe biológica tem o direito de reaver a crianças, caso não tenha consentido legalmente com a adoção.

Adoção Pronta ou Direta
É a adoção em que a mãe biológica determina para quem deseja entregar seu filho e , geralmente, acompanha os pretendentes a fim de legalizar o procedimento.


Adoção Tardia
Refere-se à adoção de crianças maiores ou de adolescentes.

Família Substituta
É aquela que passa a substituir a família biológica de uma criança/adolescente quando esta não pode, não consegue ou não quer cuidar do filho. Pode ser constituída por qualquer pessoa maior de 18 anos, de qualquer estado civil, e que não precisa obrigatoriamente ter parentesco com a criança.

Abrigo
O abrigo é uma modalidade de acolhimento institucional para crianças e adolescentes que não podem ficar com seus pais, provisoriamente ou em definitivo. O abrigamento deve ser uma medida excepcional, utilizada somente quando esgotados todos os esforços para manter a criança/ adolescente na família e na comunidade.

Família Guardiã
A família guardiã é uma alternativa de convivência familiar legalizada judicialmente, desenvolvida como programa de política pública por algumas prefeituras no Brasil. É uma prática muito comum em diversos países, também conhecida como família acolhedora, família hospedeira e família de apoio. O objetivo dessa medida alternativa é fornecer uma família substituta para crianças/adolescentes cujos pais, provisória ou definitivamente, estejam impedidos de conviver com seus filhos, evitando ou interrompendo a sua institucionalização em abrigos coletivos.
Nesses programas, tanto as famílias de origem como as eventuais famílias adotivas são acompanhadas para promover o retorno da criança ou aproximá-la gradativamente da família adotiva. Dessa forma, as crianças/adolescentes nunca deixam de estar sob os cuidados de uma família, seja enquanto esperam pelo retorno à família de origem, ou enquanto aguardam por uma adoção, fazendo valer um dos princípios fundamentais do ECA.

O que é apadrinhamento afetivo?
É uma prática solidária de apoio afetivo às crianças/adolescentes que vivem em instituições de abrigo e que não estão necessariamente à disposição para a adoção. Os padrinhos podem visitar seu afilhado no abrigo, comemorar seu aniversário, levá-lo a passeios nos fins de semana, levá-lo para seus lares nas férias, no Natal, orientar seus estudos. O apadrinhamento afetivo, como qualquer outra medida de proteção à infância e à juventude, deve ser cuidadosamente acompanhado como um programa ou projeto cuja iniciativa pode ser de Conselhos Municipais dos Direitos da Criança, de abrigos e instituições, de Secretarias de Estado ou Município, Varas da Infância e da Juventude, Tribunais de Justiça, etc., em parceria com igrejas, universidades, organizações não-governamentais, associações de moradores, empresas privadas, entidades ou associações nacionais e internacionais de apoio à infância, etc.

Apadrinhamento Financeiro
É a prestação de auxílio material a crianças/adolescentes abrigados ou que permaneçam na convivência com suas famílias com escassos recursos financeiros. Os programas de "adoção à distância", como são chamados os programas de apadrinhamento financeiro, são promovidos por diversas organizações através de ações e campanhas que visam levar alimentos, bolsa de estudo e assistência médica às crianças/adolescentes e seus familiares. É outra prática solidária que visa auxiliar, financeiramente, crianças e adolescentes que estão abrigados ou, o que é muito importante, ajudar a evitar o desmembramento familiar ocasionado pelo abrigamento feito por motivos socioeconômicos, muito freqüentes na realidade brasileira.

Adoção Internacional
É chamada adoção internacional de crianças/adolescentes aquela feita por estrangeiros. No Brasil, a adoção internacional está condicionada à aprovação pelas Comissões Estaduais Judiciárias de Adoção Internacional (CEJAs e CEJAI), às quais compete manter o registro centralizado de dados onde conste: candidatos estrangeiros e sua avaliação quanto à idoneidade, crianças/adolescentes disponíveis para adoção internacional e agências de adoção autorizadas.

Fonte: "Cartilha de Adoção"

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A adoção não é a única forma de ajudar às crianças e adolescentes que perderam o convívio familiar , seja esta ausência ,temporaria ou definitiva, involuntaria ou por medida judicial.

Saiba mais sobre adoção e estas formas de acolhimento:

Adoção à brasileira
Forma de procedimento que desconsidera os trâmites legais do processo de adoção. Consiste em registrar como filho biológico uma criança que não foi concebida como tal. O que as pessoas desconhecem é que a mãe biológica tem o direito de reaver a crianças, caso não tenha consentido legalmente com a adoção.

Adoção Pronta ou Direta
É a adoção em que a mãe biológica determina para quem deseja entregar seu filho e , geralmente, acompanha os pretendentes a fim de legalizar o procedimento.


Adoção Tardia
Refere-se à adoção de crianças maiores ou de adolescentes.

Família Substituta
É aquela que passa a substituir a família biológica de uma criança/adolescente quando esta não pode, não consegue ou não quer cuidar do filho. Pode ser constituída por qualquer pessoa maior de 18 anos, de qualquer estado civil, e que não precisa obrigatoriamente ter parentesco com a criança.

Abrigo
O abrigo é uma modalidade de acolhimento institucional para crianças e adolescentes que não podem ficar com seus pais, provisoriamente ou em definitivo. O abrigamento deve ser uma medida excepcional, utilizada somente quando esgotados todos os esforços para manter a criança/ adolescente na família e na comunidade.

Família Guardiã
A família guardiã é uma alternativa de convivência familiar legalizada judicialmente, desenvolvida como programa de política pública por algumas prefeituras no Brasil. É uma prática muito comum em diversos países, também conhecida como família acolhedora, família hospedeira e família de apoio. O objetivo dessa medida alternativa é fornecer uma família substituta para crianças/adolescentes cujos pais, provisória ou definitivamente, estejam impedidos de conviver com seus filhos, evitando ou interrompendo a sua institucionalização em abrigos coletivos.
Nesses programas, tanto as famílias de origem como as eventuais famílias adotivas são acompanhadas para promover o retorno da criança ou aproximá-la gradativamente da família adotiva. Dessa forma, as crianças/adolescentes nunca deixam de estar sob os cuidados de uma família, seja enquanto esperam pelo retorno à família de origem, ou enquanto aguardam por uma adoção, fazendo valer um dos princípios fundamentais do ECA.

O que é apadrinhamento afetivo?
É uma prática solidária de apoio afetivo às crianças/adolescentes que vivem em instituições de abrigo e que não estão necessariamente à disposição para a adoção. Os padrinhos podem visitar seu afilhado no abrigo, comemorar seu aniversário, levá-lo a passeios nos fins de semana, levá-lo para seus lares nas férias, no Natal, orientar seus estudos. O apadrinhamento afetivo, como qualquer outra medida de proteção à infância e à juventude, deve ser cuidadosamente acompanhado como um programa ou projeto cuja iniciativa pode ser de Conselhos Municipais dos Direitos da Criança, de abrigos e instituições, de Secretarias de Estado ou Município, Varas da Infância e da Juventude, Tribunais de Justiça, etc., em parceria com igrejas, universidades, organizações não-governamentais, associações de moradores, empresas privadas, entidades ou associações nacionais e internacionais de apoio à infância, etc.

Apadrinhamento Financeiro
É a prestação de auxílio material a crianças/adolescentes abrigados ou que permaneçam na convivência com suas famílias com escassos recursos financeiros. Os programas de "adoção à distância", como são chamados os programas de apadrinhamento financeiro, são promovidos por diversas organizações através de ações e campanhas que visam levar alimentos, bolsa de estudo e assistência médica às crianças/adolescentes e seus familiares. É outra prática solidária que visa auxiliar, financeiramente, crianças e adolescentes que estão abrigados ou, o que é muito importante, ajudar a evitar o desmembramento familiar ocasionado pelo abrigamento feito por motivos socioeconômicos, muito freqüentes na realidade brasileira.

Adoção Internacional
É chamada adoção internacional de crianças/adolescentes aquela feita por estrangeiros. No Brasil, a adoção internacional está condicionada à aprovação pelas Comissões Estaduais Judiciárias de Adoção Internacional (CEJAs e CEJAI), às quais compete manter o registro centralizado de dados onde conste: candidatos estrangeiros e sua avaliação quanto à idoneidade, crianças/adolescentes disponíveis para adoção internacional e agências de adoção autorizadas.

Fonte: "Cartilha de Adoção"

Leia também: "Mude um Destino: adote!"
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A adoção não é a única forma de ajudar às crianças e adolescentes que perderam o convívio familiar , seja esta ausência ,temporaria ou definitiva, involuntaria ou por medida judicial.

Saiba mais sobre adoção e estas formas de acolhimento:

Adoção à brasileira
Forma de procedimento que desconsidera os trâmites legais do processo de adoção. Consiste em registrar como filho biológico uma criança que não foi concebida como tal. O que as pessoas desconhecem é que a mãe biológica tem o direito de reaver a crianças, caso não tenha consentido legalmente com a adoção.

Adoção Pronta ou Direta
É a adoção em que a mãe biológica determina para quem deseja entregar seu filho e , geralmente, acompanha os pretendentes a fim de legalizar o procedimento.


Adoção Tardia
Refere-se à adoção de crianças maiores ou de adolescentes.

Família Substituta
É aquela que passa a substituir a família biológica de uma criança/adolescente quando esta não pode, não consegue ou não quer cuidar do filho. Pode ser constituída por qualquer pessoa maior de 18 anos, de qualquer estado civil, e que não precisa obrigatoriamente ter parentesco com a criança.

Abrigo
O abrigo é uma modalidade de acolhimento institucional para crianças e adolescentes que não podem ficar com seus pais, provisoriamente ou em definitivo. O abrigamento deve ser uma medida excepcional, utilizada somente quando esgotados todos os esforços para manter a criança/ adolescente na família e na comunidade.

Família Guardiã
A família guardiã é uma alternativa de convivência familiar legalizada judicialmente, desenvolvida como programa de política pública por algumas prefeituras no Brasil. É uma prática muito comum em diversos países, também conhecida como família acolhedora, família hospedeira e família de apoio. O objetivo dessa medida alternativa é fornecer uma família substituta para crianças/adolescentes cujos pais, provisória ou definitivamente, estejam impedidos de conviver com seus filhos, evitando ou interrompendo a sua institucionalização em abrigos coletivos.
Nesses programas, tanto as famílias de origem como as eventuais famílias adotivas são acompanhadas para promover o retorno da criança ou aproximá-la gradativamente da família adotiva. Dessa forma, as crianças/adolescentes nunca deixam de estar sob os cuidados de uma família, seja enquanto esperam pelo retorno à família de origem, ou enquanto aguardam por uma adoção, fazendo valer um dos princípios fundamentais do ECA.

O que é apadrinhamento afetivo?
É uma prática solidária de apoio afetivo às crianças/adolescentes que vivem em instituições de abrigo e que não estão necessariamente à disposição para a adoção. Os padrinhos podem visitar seu afilhado no abrigo, comemorar seu aniversário, levá-lo a passeios nos fins de semana, levá-lo para seus lares nas férias, no Natal, orientar seus estudos. O apadrinhamento afetivo, como qualquer outra medida de proteção à infância e à juventude, deve ser cuidadosamente acompanhado como um programa ou projeto cuja iniciativa pode ser de Conselhos Municipais dos Direitos da Criança, de abrigos e instituições, de Secretarias de Estado ou Município, Varas da Infância e da Juventude, Tribunais de Justiça, etc., em parceria com igrejas, universidades, organizações não-governamentais, associações de moradores, empresas privadas, entidades ou associações nacionais e internacionais de apoio à infância, etc.

Apadrinhamento Financeiro
É a prestação de auxílio material a crianças/adolescentes abrigados ou que permaneçam na convivência com suas famílias com escassos recursos financeiros. Os programas de "adoção à distância", como são chamados os programas de apadrinhamento financeiro, são promovidos por diversas organizações através de ações e campanhas que visam levar alimentos, bolsa de estudo e assistência médica às crianças/adolescentes e seus familiares. É outra prática solidária que visa auxiliar, financeiramente, crianças e adolescentes que estão abrigados ou, o que é muito importante, ajudar a evitar o desmembramento familiar ocasionado pelo abrigamento feito por motivos socioeconômicos, muito freqüentes na realidade brasileira.

Adoção Internacional
É chamada adoção internacional de crianças/adolescentes aquela feita por estrangeiros. No Brasil, a adoção internacional está condicionada à aprovação pelas Comissões Estaduais Judiciárias de Adoção Internacional (CEJAs e CEJAI), às quais compete manter o registro centralizado de dados onde conste: candidatos estrangeiros e sua avaliação quanto à idoneidade, crianças/adolescentes disponíveis para adoção internacional e agências de adoção autorizadas.

Fonte: "Cartilha de Adoção"

Leia também: "Mude um Destino: adote!"
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Dos cinco projetos apresentados pela comissão parlamentar, apenas um virou lei
Por Rafaela Céo, da redação do Portal dos Direitos da Criança e do Adolescente

Dez anos após a CPI da Prostituição Infantil (1993), durante 2003 e 2004, um grupo de deputados e senadores voltou a se debruçar sobre um tema que, apesar de incontestavelmente cruel, ainda era tabu no Brasil: a exploração sexual de crianças e adolescentes brasileiros.
Para alcançar a meta de investigar as situações de violência e redes de exploração sexual de crianças e adolescentes no Brasil, o grupo, formado por 24 parlamentares titulares e outros 24 suplentes, vivenciou uma rotina exaustiva de reuniões, audiências públicas e diligências. “Foi a partir desta primeira comissão, em 1993, que o tema começou a ser tratado no Brasil. Mas a situação foi se agravando, tomando dimensões muito preocupantes. Em 2002, o Cecria divulgou a Pesquisa Nacional sobre o Tráfico de Mulheres, Crianças e Adolescentes, indicando 241 rotas nacionais de tráfico de mulheres, crianças e adolescentes para fins sexuais. Era o indicativo de que estávamos tratando de uma epidemia, articulada por uma rede de crime organizado. Foi nesse cenário que sugerimos a criação de uma comissão de inquérito, que uniu Câmara e Senado”, conta a deputada Maria do Rosário (PT-RS), relatora da comissão.

A empreitada da CPMI da Exploração Sexual foi dividida em quatro frentes: investigação de casos de exploração sexual comercial em todo território nacional; avaliação das políticas públicas existentes; avaliação das medidas legislativas existentes e apresentação de projetos de lei para promover avanço nessa realidade e análise das formas de permanência de valores culturais que se colocam em confronto com a proteção integral da criança e do adolescente.

Em sua investidas, os deputados e senadores se depararam com os relatos trágicos de desrespeito aos direitos de crianças e adolescentes, infâncias interrompidas por lucrativas redes nacionais e internacionais de pedófilos.
“Quando iniciamos os trabalhos da CPMI, logo que o assunto começou a ser tratado pelos meios de comunicação, houve uma avalanche de denúncias chegando. Percebemos que as pessoas queriam denunciar, mas não sabiam bem como, para quem fazer. As pessoas, em especial as vítimas e suas famílias, nos procuravam com a esperança de salvá-las daquela situação perversa que destrói vidas”, lembra Maria do Rosário. Para a senadora Patrícia Saboya (PDT-CE), presidente da CPMI, cinco anos após a conclusão da comissão, os avanços são incontestáveis. “Avançamos em várias direções. Uma delas é, sem dúvida, no combate à pedofilia na internet com a sanção de um dos projetos oriundos da CPI sobre o tema no Senado, que ainda está em curso. Também avançamos na responsabilização dos agentes que trabalham no setor turístico, com a sanção de um dos projetos apresentados pela CPMI da Exploração Sexual que obriga os estabelecimentos como restaurantes, bares, hotéis e similares a afixar cartazes esclarecendo que essa prática é crime”, defende. Embora reconheçam esses e outros progressos, como a instituição do Disque 100, as duas parlamentares reconhecem que ainda há um longo caminho a ser trilhado. “É evidente que ainda é necessário avançar muito mais. No entanto, não apenas no âmbito da criação de novas leis. É de fundamental importância melhorar o funcionamento do Sistema de Direitos da Criança e do Adolescente como um todo. É preciso que os Operadores do Direito, efetivamente, apliquem o que já está previsto na atual legislação brasileira. E é preciso também melhorar a qualidade das políticas públicas de prevenção e de combate ao problema”, opina Saboya.


Atualização necessária

Mas uma das principais cobranças é mesmo a aprovação de quatro dos cinco projetos de lei apresentados pela CPMI - um esforço em cumprir o propósito de rever a legislação relativa ao crime de exploração sexual de crianças e adolescentes.
“Considero fundamental a aprovação dos projetos sugeridos pela CPMI, em especial o que altera o Capítulo IV do Código Penal, passando a tratar os crimes sexuais como crimes contra o desenvolvimento sexual das crianças e adolescentes. Precisamos de uma legislação mais rígida, para fechar o cerco aos criminosos e enfrentar a impunidade”, defende a então relatora da comissão.

A deputada Maria do Rosário se refere ao PL 4.850/05, que, além de tipificar os crimes contra a liberdade e o desenvolvimento Sexual e de tráfico de pessoa para o fim de exploração sexual, tenta retirar do Código Penal concepções machistas e discriminatórias, como a que trata o estupro como crime contra os costumes ou a que vincula os crimes sexuais contra crianças e adolescentes à virgindade. A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados, mas espera na fila da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado desde junho do ano passado para continuar sua tramitação. Situação semelhante ocorre com o PL 4.126/04, que tenta minimizar os traumas decorrentes do mecanismo de produzir provas para o crime de violência sexual. A proposta, que também está parada na CCJ, garante que o exame pericial de criança ou jovem violentado seja realizado em local separado, preservando-se a imagem e a intimidade da vítima, garantido o acompanhamento dos pais ou responsáveis legais.
A senadora Patrícia Saboya enxerga na interferência do Executivo no trabalho do Congresso uma das justificativas para a lentidão. “De fato, o rito processual no Congresso brasileiro é lento. Mas isso faz parte da democracia. As matérias precisam ser exaustivamente discutidas nas duas Casas legislativas, Câmara e Senado Federal. No entanto, nos últimos anos, esse processo ficou ainda mais demorado em virtude do enorme número de Medidas Provisórias enviadas pelo Poder Executivo ao Congresso Nacional, o que acaba travando as pautas nos plenários da Câmara e do Senado. Some-se a isso a uma falta de priorização dos temas sociais, de modo geral, e, em particular, das questões ligadas à infância e à adolescência”, afirma.E não é apenas a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado que segura as propostas da CPMI. Desde agosto de 2008, está na Subsecretaria de Coordenação Legislativa dessa Casa, aguardando inclusão na Ordem do Dia, o PL 4.851/05. A proposta promove alteração no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), eliminando qualquer dúvida quanto à relevância penal presente na conduta de fotografar crianças e adolescentes em cenas de sexo explícito ou fotografia. A motivação para a proposta veio de uma realidade acompanhada de perto pela CPMI; em audiência pública realizada na cidade de João Pessoa, os parlamentares se defrontaram com uma decisão judicial que absolvia o réu da prática de tal crime, por entender que “fotografar”, não configuraria a referida infração penal. Também altera o ECA e aguarda a colaboração do colégio de líderes para entrar na Ordem do Dia, o PL 4.852/05. Essa matéria prevê o fechamento definitivo, no caso de reincidência, de hotéis, motéis e outros estabelecimentos do gênero que hospedarem criança ou adolescente, desacompanhado ou sem autorização dos pais ou responsável. Diante de um cenário de tamanha morosidade, não é muito exagero dizer que houve recorde de velocidade na tramitação do PL 4.125/2004, que torna obrigatória a divulgação por estabelecimentos como hotéis e pousadas, bares, restaurantes e similares de mensagem relativa à exploração sexual e tráfico de crianças e adolescentes. A proposta, a única aprovada das cinco apresentadas pela comissão, nasceu na Câmara dos Deputados em novembro de 2004, passou pelo Senado e virou a Lei 11.577 em novembro de 2007.
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Dos cinco projetos apresentados pela comissão parlamentar, apenas um virou lei
Por Rafaela Céo, da redação do Portal dos Direitos da Criança e do Adolescente

Dez anos após a CPI da Prostituição Infantil (1993), durante 2003 e 2004, um grupo de deputados e senadores voltou a se debruçar sobre um tema que, apesar de incontestavelmente cruel, ainda era tabu no Brasil: a exploração sexual de crianças e adolescentes brasileiros.
Para alcançar a meta de investigar as situações de violência e redes de exploração sexual de crianças e adolescentes no Brasil, o grupo, formado por 24 parlamentares titulares e outros 24 suplentes, vivenciou uma rotina exaustiva de reuniões, audiências públicas e diligências. “Foi a partir desta primeira comissão, em 1993, que o tema começou a ser tratado no Brasil. Mas a situação foi se agravando, tomando dimensões muito preocupantes. Em 2002, o Cecria divulgou a Pesquisa Nacional sobre o Tráfico de Mulheres, Crianças e Adolescentes, indicando 241 rotas nacionais de tráfico de mulheres, crianças e adolescentes para fins sexuais. Era o indicativo de que estávamos tratando de uma epidemia, articulada por uma rede de crime organizado. Foi nesse cenário que sugerimos a criação de uma comissão de inquérito, que uniu Câmara e Senado”, conta a deputada Maria do Rosário (PT-RS), relatora da comissão.

A empreitada da CPMI da Exploração Sexual foi dividida em quatro frentes: investigação de casos de exploração sexual comercial em todo território nacional; avaliação das políticas públicas existentes; avaliação das medidas legislativas existentes e apresentação de projetos de lei para promover avanço nessa realidade e análise das formas de permanência de valores culturais que se colocam em confronto com a proteção integral da criança e do adolescente.

Em sua investidas, os deputados e senadores se depararam com os relatos trágicos de desrespeito aos direitos de crianças e adolescentes, infâncias interrompidas por lucrativas redes nacionais e internacionais de pedófilos.
“Quando iniciamos os trabalhos da CPMI, logo que o assunto começou a ser tratado pelos meios de comunicação, houve uma avalanche de denúncias chegando. Percebemos que as pessoas queriam denunciar, mas não sabiam bem como, para quem fazer. As pessoas, em especial as vítimas e suas famílias, nos procuravam com a esperança de salvá-las daquela situação perversa que destrói vidas”, lembra Maria do Rosário. Para a senadora Patrícia Saboya (PDT-CE), presidente da CPMI, cinco anos após a conclusão da comissão, os avanços são incontestáveis. “Avançamos em várias direções. Uma delas é, sem dúvida, no combate à pedofilia na internet com a sanção de um dos projetos oriundos da CPI sobre o tema no Senado, que ainda está em curso. Também avançamos na responsabilização dos agentes que trabalham no setor turístico, com a sanção de um dos projetos apresentados pela CPMI da Exploração Sexual que obriga os estabelecimentos como restaurantes, bares, hotéis e similares a afixar cartazes esclarecendo que essa prática é crime”, defende. Embora reconheçam esses e outros progressos, como a instituição do Disque 100, as duas parlamentares reconhecem que ainda há um longo caminho a ser trilhado. “É evidente que ainda é necessário avançar muito mais. No entanto, não apenas no âmbito da criação de novas leis. É de fundamental importância melhorar o funcionamento do Sistema de Direitos da Criança e do Adolescente como um todo. É preciso que os Operadores do Direito, efetivamente, apliquem o que já está previsto na atual legislação brasileira. E é preciso também melhorar a qualidade das políticas públicas de prevenção e de combate ao problema”, opina Saboya.


Atualização necessária

Mas uma das principais cobranças é mesmo a aprovação de quatro dos cinco projetos de lei apresentados pela CPMI - um esforço em cumprir o propósito de rever a legislação relativa ao crime de exploração sexual de crianças e adolescentes.
“Considero fundamental a aprovação dos projetos sugeridos pela CPMI, em especial o que altera o Capítulo IV do Código Penal, passando a tratar os crimes sexuais como crimes contra o desenvolvimento sexual das crianças e adolescentes. Precisamos de uma legislação mais rígida, para fechar o cerco aos criminosos e enfrentar a impunidade”, defende a então relatora da comissão.

A deputada Maria do Rosário se refere ao PL 4.850/05, que, além de tipificar os crimes contra a liberdade e o desenvolvimento Sexual e de tráfico de pessoa para o fim de exploração sexual, tenta retirar do Código Penal concepções machistas e discriminatórias, como a que trata o estupro como crime contra os costumes ou a que vincula os crimes sexuais contra crianças e adolescentes à virgindade. A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados, mas espera na fila da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado desde junho do ano passado para continuar sua tramitação. Situação semelhante ocorre com o PL 4.126/04, que tenta minimizar os traumas decorrentes do mecanismo de produzir provas para o crime de violência sexual. A proposta, que também está parada na CCJ, garante que o exame pericial de criança ou jovem violentado seja realizado em local separado, preservando-se a imagem e a intimidade da vítima, garantido o acompanhamento dos pais ou responsáveis legais.
A senadora Patrícia Saboya enxerga na interferência do Executivo no trabalho do Congresso uma das justificativas para a lentidão. “De fato, o rito processual no Congresso brasileiro é lento. Mas isso faz parte da democracia. As matérias precisam ser exaustivamente discutidas nas duas Casas legislativas, Câmara e Senado Federal. No entanto, nos últimos anos, esse processo ficou ainda mais demorado em virtude do enorme número de Medidas Provisórias enviadas pelo Poder Executivo ao Congresso Nacional, o que acaba travando as pautas nos plenários da Câmara e do Senado. Some-se a isso a uma falta de priorização dos temas sociais, de modo geral, e, em particular, das questões ligadas à infância e à adolescência”, afirma.E não é apenas a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado que segura as propostas da CPMI. Desde agosto de 2008, está na Subsecretaria de Coordenação Legislativa dessa Casa, aguardando inclusão na Ordem do Dia, o PL 4.851/05. A proposta promove alteração no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), eliminando qualquer dúvida quanto à relevância penal presente na conduta de fotografar crianças e adolescentes em cenas de sexo explícito ou fotografia. A motivação para a proposta veio de uma realidade acompanhada de perto pela CPMI; em audiência pública realizada na cidade de João Pessoa, os parlamentares se defrontaram com uma decisão judicial que absolvia o réu da prática de tal crime, por entender que “fotografar”, não configuraria a referida infração penal. Também altera o ECA e aguarda a colaboração do colégio de líderes para entrar na Ordem do Dia, o PL 4.852/05. Essa matéria prevê o fechamento definitivo, no caso de reincidência, de hotéis, motéis e outros estabelecimentos do gênero que hospedarem criança ou adolescente, desacompanhado ou sem autorização dos pais ou responsável. Diante de um cenário de tamanha morosidade, não é muito exagero dizer que houve recorde de velocidade na tramitação do PL 4.125/2004, que torna obrigatória a divulgação por estabelecimentos como hotéis e pousadas, bares, restaurantes e similares de mensagem relativa à exploração sexual e tráfico de crianças e adolescentes. A proposta, a única aprovada das cinco apresentadas pela comissão, nasceu na Câmara dos Deputados em novembro de 2004, passou pelo Senado e virou a Lei 11.577 em novembro de 2007.
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Dos cinco projetos apresentados pela comissão parlamentar, apenas um virou lei
Por Rafaela Céo, da redação do Portal dos Direitos da Criança e do Adolescente

Dez anos após a CPI da Prostituição Infantil (1993), durante 2003 e 2004, um grupo de deputados e senadores voltou a se debruçar sobre um tema que, apesar de incontestavelmente cruel, ainda era tabu no Brasil: a exploração sexual de crianças e adolescentes brasileiros.
Para alcançar a meta de investigar as situações de violência e redes de exploração sexual de crianças e adolescentes no Brasil, o grupo, formado por 24 parlamentares titulares e outros 24 suplentes, vivenciou uma rotina exaustiva de reuniões, audiências públicas e diligências. “Foi a partir desta primeira comissão, em 1993, que o tema começou a ser tratado no Brasil. Mas a situação foi se agravando, tomando dimensões muito preocupantes. Em 2002, o Cecria divulgou a Pesquisa Nacional sobre o Tráfico de Mulheres, Crianças e Adolescentes, indicando 241 rotas nacionais de tráfico de mulheres, crianças e adolescentes para fins sexuais. Era o indicativo de que estávamos tratando de uma epidemia, articulada por uma rede de crime organizado. Foi nesse cenário que sugerimos a criação de uma comissão de inquérito, que uniu Câmara e Senado”, conta a deputada Maria do Rosário (PT-RS), relatora da comissão.

A empreitada da CPMI da Exploração Sexual foi dividida em quatro frentes: investigação de casos de exploração sexual comercial em todo território nacional; avaliação das políticas públicas existentes; avaliação das medidas legislativas existentes e apresentação de projetos de lei para promover avanço nessa realidade e análise das formas de permanência de valores culturais que se colocam em confronto com a proteção integral da criança e do adolescente.

Em sua investidas, os deputados e senadores se depararam com os relatos trágicos de desrespeito aos direitos de crianças e adolescentes, infâncias interrompidas por lucrativas redes nacionais e internacionais de pedófilos.
“Quando iniciamos os trabalhos da CPMI, logo que o assunto começou a ser tratado pelos meios de comunicação, houve uma avalanche de denúncias chegando. Percebemos que as pessoas queriam denunciar, mas não sabiam bem como, para quem fazer. As pessoas, em especial as vítimas e suas famílias, nos procuravam com a esperança de salvá-las daquela situação perversa que destrói vidas”, lembra Maria do Rosário. Para a senadora Patrícia Saboya (PDT-CE), presidente da CPMI, cinco anos após a conclusão da comissão, os avanços são incontestáveis. “Avançamos em várias direções. Uma delas é, sem dúvida, no combate à pedofilia na internet com a sanção de um dos projetos oriundos da CPI sobre o tema no Senado, que ainda está em curso. Também avançamos na responsabilização dos agentes que trabalham no setor turístico, com a sanção de um dos projetos apresentados pela CPMI da Exploração Sexual que obriga os estabelecimentos como restaurantes, bares, hotéis e similares a afixar cartazes esclarecendo que essa prática é crime”, defende. Embora reconheçam esses e outros progressos, como a instituição do Disque 100, as duas parlamentares reconhecem que ainda há um longo caminho a ser trilhado. “É evidente que ainda é necessário avançar muito mais. No entanto, não apenas no âmbito da criação de novas leis. É de fundamental importância melhorar o funcionamento do Sistema de Direitos da Criança e do Adolescente como um todo. É preciso que os Operadores do Direito, efetivamente, apliquem o que já está previsto na atual legislação brasileira. E é preciso também melhorar a qualidade das políticas públicas de prevenção e de combate ao problema”, opina Saboya.


Atualização necessária

Mas uma das principais cobranças é mesmo a aprovação de quatro dos cinco projetos de lei apresentados pela CPMI - um esforço em cumprir o propósito de rever a legislação relativa ao crime de exploração sexual de crianças e adolescentes.
“Considero fundamental a aprovação dos projetos sugeridos pela CPMI, em especial o que altera o Capítulo IV do Código Penal, passando a tratar os crimes sexuais como crimes contra o desenvolvimento sexual das crianças e adolescentes. Precisamos de uma legislação mais rígida, para fechar o cerco aos criminosos e enfrentar a impunidade”, defende a então relatora da comissão.

A deputada Maria do Rosário se refere ao PL 4.850/05, que, além de tipificar os crimes contra a liberdade e o desenvolvimento Sexual e de tráfico de pessoa para o fim de exploração sexual, tenta retirar do Código Penal concepções machistas e discriminatórias, como a que trata o estupro como crime contra os costumes ou a que vincula os crimes sexuais contra crianças e adolescentes à virgindade. A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados, mas espera na fila da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado desde junho do ano passado para continuar sua tramitação. Situação semelhante ocorre com o PL 4.126/04, que tenta minimizar os traumas decorrentes do mecanismo de produzir provas para o crime de violência sexual. A proposta, que também está parada na CCJ, garante que o exame pericial de criança ou jovem violentado seja realizado em local separado, preservando-se a imagem e a intimidade da vítima, garantido o acompanhamento dos pais ou responsáveis legais.
A senadora Patrícia Saboya enxerga na interferência do Executivo no trabalho do Congresso uma das justificativas para a lentidão. “De fato, o rito processual no Congresso brasileiro é lento. Mas isso faz parte da democracia. As matérias precisam ser exaustivamente discutidas nas duas Casas legislativas, Câmara e Senado Federal. No entanto, nos últimos anos, esse processo ficou ainda mais demorado em virtude do enorme número de Medidas Provisórias enviadas pelo Poder Executivo ao Congresso Nacional, o que acaba travando as pautas nos plenários da Câmara e do Senado. Some-se a isso a uma falta de priorização dos temas sociais, de modo geral, e, em particular, das questões ligadas à infância e à adolescência”, afirma.E não é apenas a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado que segura as propostas da CPMI. Desde agosto de 2008, está na Subsecretaria de Coordenação Legislativa dessa Casa, aguardando inclusão na Ordem do Dia, o PL 4.851/05. A proposta promove alteração no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), eliminando qualquer dúvida quanto à relevância penal presente na conduta de fotografar crianças e adolescentes em cenas de sexo explícito ou fotografia. A motivação para a proposta veio de uma realidade acompanhada de perto pela CPMI; em audiência pública realizada na cidade de João Pessoa, os parlamentares se defrontaram com uma decisão judicial que absolvia o réu da prática de tal crime, por entender que “fotografar”, não configuraria a referida infração penal. Também altera o ECA e aguarda a colaboração do colégio de líderes para entrar na Ordem do Dia, o PL 4.852/05. Essa matéria prevê o fechamento definitivo, no caso de reincidência, de hotéis, motéis e outros estabelecimentos do gênero que hospedarem criança ou adolescente, desacompanhado ou sem autorização dos pais ou responsável. Diante de um cenário de tamanha morosidade, não é muito exagero dizer que houve recorde de velocidade na tramitação do PL 4.125/2004, que torna obrigatória a divulgação por estabelecimentos como hotéis e pousadas, bares, restaurantes e similares de mensagem relativa à exploração sexual e tráfico de crianças e adolescentes. A proposta, a única aprovada das cinco apresentadas pela comissão, nasceu na Câmara dos Deputados em novembro de 2004, passou pelo Senado e virou a Lei 11.577 em novembro de 2007.
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Dos cinco projetos apresentados pela comissão parlamentar, apenas um virou lei
Por Rafaela Céo, da redação do Portal dos Direitos da Criança e do Adolescente

Dez anos após a CPI da Prostituição Infantil (1993), durante 2003 e 2004, um grupo de deputados e senadores voltou a se debruçar sobre um tema que, apesar de incontestavelmente cruel, ainda era tabu no Brasil: a exploração sexual de crianças e adolescentes brasileiros.
Para alcançar a meta de investigar as situações de violência e redes de exploração sexual de crianças e adolescentes no Brasil, o grupo, formado por 24 parlamentares titulares e outros 24 suplentes, vivenciou uma rotina exaustiva de reuniões, audiências públicas e diligências. “Foi a partir desta primeira comissão, em 1993, que o tema começou a ser tratado no Brasil. Mas a situação foi se agravando, tomando dimensões muito preocupantes. Em 2002, o Cecria divulgou a Pesquisa Nacional sobre o Tráfico de Mulheres, Crianças e Adolescentes, indicando 241 rotas nacionais de tráfico de mulheres, crianças e adolescentes para fins sexuais. Era o indicativo de que estávamos tratando de uma epidemia, articulada por uma rede de crime organizado. Foi nesse cenário que sugerimos a criação de uma comissão de inquérito, que uniu Câmara e Senado”, conta a deputada Maria do Rosário (PT-RS), relatora da comissão.

A empreitada da CPMI da Exploração Sexual foi dividida em quatro frentes: investigação de casos de exploração sexual comercial em todo território nacional; avaliação das políticas públicas existentes; avaliação das medidas legislativas existentes e apresentação de projetos de lei para promover avanço nessa realidade e análise das formas de permanência de valores culturais que se colocam em confronto com a proteção integral da criança e do adolescente.

Em sua investidas, os deputados e senadores se depararam com os relatos trágicos de desrespeito aos direitos de crianças e adolescentes, infâncias interrompidas por lucrativas redes nacionais e internacionais de pedófilos.
“Quando iniciamos os trabalhos da CPMI, logo que o assunto começou a ser tratado pelos meios de comunicação, houve uma avalanche de denúncias chegando. Percebemos que as pessoas queriam denunciar, mas não sabiam bem como, para quem fazer. As pessoas, em especial as vítimas e suas famílias, nos procuravam com a esperança de salvá-las daquela situação perversa que destrói vidas”, lembra Maria do Rosário. Para a senadora Patrícia Saboya (PDT-CE), presidente da CPMI, cinco anos após a conclusão da comissão, os avanços são incontestáveis. “Avançamos em várias direções. Uma delas é, sem dúvida, no combate à pedofilia na internet com a sanção de um dos projetos oriundos da CPI sobre o tema no Senado, que ainda está em curso. Também avançamos na responsabilização dos agentes que trabalham no setor turístico, com a sanção de um dos projetos apresentados pela CPMI da Exploração Sexual que obriga os estabelecimentos como restaurantes, bares, hotéis e similares a afixar cartazes esclarecendo que essa prática é crime”, defende. Embora reconheçam esses e outros progressos, como a instituição do Disque 100, as duas parlamentares reconhecem que ainda há um longo caminho a ser trilhado. “É evidente que ainda é necessário avançar muito mais. No entanto, não apenas no âmbito da criação de novas leis. É de fundamental importância melhorar o funcionamento do Sistema de Direitos da Criança e do Adolescente como um todo. É preciso que os Operadores do Direito, efetivamente, apliquem o que já está previsto na atual legislação brasileira. E é preciso também melhorar a qualidade das políticas públicas de prevenção e de combate ao problema”, opina Saboya.


Atualização necessária

Mas uma das principais cobranças é mesmo a aprovação de quatro dos cinco projetos de lei apresentados pela CPMI - um esforço em cumprir o propósito de rever a legislação relativa ao crime de exploração sexual de crianças e adolescentes.
“Considero fundamental a aprovação dos projetos sugeridos pela CPMI, em especial o que altera o Capítulo IV do Código Penal, passando a tratar os crimes sexuais como crimes contra o desenvolvimento sexual das crianças e adolescentes. Precisamos de uma legislação mais rígida, para fechar o cerco aos criminosos e enfrentar a impunidade”, defende a então relatora da comissão.

A deputada Maria do Rosário se refere ao PL 4.850/05, que, além de tipificar os crimes contra a liberdade e o desenvolvimento Sexual e de tráfico de pessoa para o fim de exploração sexual, tenta retirar do Código Penal concepções machistas e discriminatórias, como a que trata o estupro como crime contra os costumes ou a que vincula os crimes sexuais contra crianças e adolescentes à virgindade. A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados, mas espera na fila da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado desde junho do ano passado para continuar sua tramitação. Situação semelhante ocorre com o PL 4.126/04, que tenta minimizar os traumas decorrentes do mecanismo de produzir provas para o crime de violência sexual. A proposta, que também está parada na CCJ, garante que o exame pericial de criança ou jovem violentado seja realizado em local separado, preservando-se a imagem e a intimidade da vítima, garantido o acompanhamento dos pais ou responsáveis legais.
A senadora Patrícia Saboya enxerga na interferência do Executivo no trabalho do Congresso uma das justificativas para a lentidão. “De fato, o rito processual no Congresso brasileiro é lento. Mas isso faz parte da democracia. As matérias precisam ser exaustivamente discutidas nas duas Casas legislativas, Câmara e Senado Federal. No entanto, nos últimos anos, esse processo ficou ainda mais demorado em virtude do enorme número de Medidas Provisórias enviadas pelo Poder Executivo ao Congresso Nacional, o que acaba travando as pautas nos plenários da Câmara e do Senado. Some-se a isso a uma falta de priorização dos temas sociais, de modo geral, e, em particular, das questões ligadas à infância e à adolescência”, afirma.E não é apenas a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado que segura as propostas da CPMI. Desde agosto de 2008, está na Subsecretaria de Coordenação Legislativa dessa Casa, aguardando inclusão na Ordem do Dia, o PL 4.851/05. A proposta promove alteração no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), eliminando qualquer dúvida quanto à relevância penal presente na conduta de fotografar crianças e adolescentes em cenas de sexo explícito ou fotografia. A motivação para a proposta veio de uma realidade acompanhada de perto pela CPMI; em audiência pública realizada na cidade de João Pessoa, os parlamentares se defrontaram com uma decisão judicial que absolvia o réu da prática de tal crime, por entender que “fotografar”, não configuraria a referida infração penal. Também altera o ECA e aguarda a colaboração do colégio de líderes para entrar na Ordem do Dia, o PL 4.852/05. Essa matéria prevê o fechamento definitivo, no caso de reincidência, de hotéis, motéis e outros estabelecimentos do gênero que hospedarem criança ou adolescente, desacompanhado ou sem autorização dos pais ou responsável. Diante de um cenário de tamanha morosidade, não é muito exagero dizer que houve recorde de velocidade na tramitação do PL 4.125/2004, que torna obrigatória a divulgação por estabelecimentos como hotéis e pousadas, bares, restaurantes e similares de mensagem relativa à exploração sexual e tráfico de crianças e adolescentes. A proposta, a única aprovada das cinco apresentadas pela comissão, nasceu na Câmara dos Deputados em novembro de 2004, passou pelo Senado e virou a Lei 11.577 em novembro de 2007.
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Apenas 19% dos portadores de doenças cardíacas descobrem que têm o problema durante exames de rotina antes de os sintomas aparecerem -normalmente, em situações extremas como o infarto.
Isso é o que comprovou um levantamento feito por pesquisadores do Northwest Cardiovascular Institute (EUA) com mais de 13 mil pessoas (homens e mulheres com mais de 65 anos), publicado na edição de maio do "International Journal of Clinical Practice".
Entre os entrevistados que apresentavam problemas cardiovasculares (como angina, insuficiência cardíaca ou que haviam sido submetidos a procedimentos como angioplastia ou ponte de safena), quase a metade (48%) só identificou sua condição ao sofrer sintomas como dores fortes ou mesmo um ataque cardíaco.
Cerca de 15% descobriram o problema durante o tratamento de outras doenças, em consultas com endocrinologistas ou neurologistas, por exemplo.
No caso dos diabéticos, grupo considerado de alto risco para doenças cardiovasculares porque a taxa elevada de glicose no sangue predispõe a infartos e derrames, 54% dos entrevistados foram diagnosticados após sintomas e 22% enquanto tratavam outra doença.
Normalmente, a doença cardiovascular é assintomática. Quando os primeiros sinais surgem, o problema já está em estágio avançado.
Justamente pela falta de sintomas, a primeira estratégia para detectar quem tem riscos de adoecer é avaliar a presença de fatores de risco (tabagismo, hipertensão, altos níveis de colesterol, diabetes, obesidade e sedentarismo), além do histórico familiar.
Mas os especialistas concordam que a maior parte das pessoas não conhece bem esses fatores e não costuma se submeter a exames de rotina. "Os efeitos só vão aparecer tardiamente", diz Marcus Bolívar Malachias, diretor clínico do Instituto de Hipertensão Arterial de Minas Gerais.
"O problema é que o fato de não sentir nada não significa que a pessoa não tenha nada", afirma José Carlos Nicolau, diretor da unidade clínica de coronariopatia aguda do Instituto do Coração, em São Paulo.
Situação pior
"No Brasil a situação deve ser pior", estima o cardiologista Carlos Scherr, da Universidade Gama Filho, no Rio de Janeiro. "Há muita desinformação, as pessoas confundem os sintomas com outras doenças e muitos médicos não sabem diagnosticar direito", diz ele.
De modo geral, pessoas que não têm nenhum fator de risco nem histórico familiar devem fazer uma avaliação anual a partir dos 55 anos no caso dos homens e dos 60, nas mulheres. Alguns médicos acreditam que o acompanhamento deve ser ainda mais cedo. "Recomendo check-ups anuais a partir dos 40 ou 50 anos", diz Nicolau.
Quando há na família algum parente que sofreu um infarto ou morte súbita antes dos 55 anos (em homens) ou dos 65 (no caso das mulheres), o ideal seria começar um programa de prevenção ainda na infância.
"Nesses casos, desde os três anos de idade a criança deveria ser estimulada a ter uma alimentação adequada, praticar atividade física e controlar o peso", diz Scherr.
Essas pessoas também precisam monitorar mais cuidadosamente a pressão sanguínea e os níveis de colesterol.
Hábitos saudáveis
A adoção de hábitos saudáveis como não fumar, controlar o peso e praticar atividade física regularmente deveria ser regra, independentemente da presença de fatores de risco e de histórico familiar. "Mudar a realidade envolve conscientização e educação, pois mesmo nas classes mais altas há muita desinformação", diz Marcos Knobel, coordenador da Unidade Coronariana do hospital Albert Einstein, em São Paulo.
As doenças cardiovasculares são a primeira causa de morte no mundo. No Brasil, matam 300 mil pessoas a cada ano.

Fonte:GABRIELA CUPANI
Folha de S.Paulo
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link do postPor anjoseguerreiros, às 08:40  comentar


Apenas 19% dos portadores de doenças cardíacas descobrem que têm o problema durante exames de rotina antes de os sintomas aparecerem -normalmente, em situações extremas como o infarto.
Isso é o que comprovou um levantamento feito por pesquisadores do Northwest Cardiovascular Institute (EUA) com mais de 13 mil pessoas (homens e mulheres com mais de 65 anos), publicado na edição de maio do "International Journal of Clinical Practice".
Entre os entrevistados que apresentavam problemas cardiovasculares (como angina, insuficiência cardíaca ou que haviam sido submetidos a procedimentos como angioplastia ou ponte de safena), quase a metade (48%) só identificou sua condição ao sofrer sintomas como dores fortes ou mesmo um ataque cardíaco.
Cerca de 15% descobriram o problema durante o tratamento de outras doenças, em consultas com endocrinologistas ou neurologistas, por exemplo.
No caso dos diabéticos, grupo considerado de alto risco para doenças cardiovasculares porque a taxa elevada de glicose no sangue predispõe a infartos e derrames, 54% dos entrevistados foram diagnosticados após sintomas e 22% enquanto tratavam outra doença.
Normalmente, a doença cardiovascular é assintomática. Quando os primeiros sinais surgem, o problema já está em estágio avançado.
Justamente pela falta de sintomas, a primeira estratégia para detectar quem tem riscos de adoecer é avaliar a presença de fatores de risco (tabagismo, hipertensão, altos níveis de colesterol, diabetes, obesidade e sedentarismo), além do histórico familiar.
Mas os especialistas concordam que a maior parte das pessoas não conhece bem esses fatores e não costuma se submeter a exames de rotina. "Os efeitos só vão aparecer tardiamente", diz Marcus Bolívar Malachias, diretor clínico do Instituto de Hipertensão Arterial de Minas Gerais.
"O problema é que o fato de não sentir nada não significa que a pessoa não tenha nada", afirma José Carlos Nicolau, diretor da unidade clínica de coronariopatia aguda do Instituto do Coração, em São Paulo.
Situação pior
"No Brasil a situação deve ser pior", estima o cardiologista Carlos Scherr, da Universidade Gama Filho, no Rio de Janeiro. "Há muita desinformação, as pessoas confundem os sintomas com outras doenças e muitos médicos não sabem diagnosticar direito", diz ele.
De modo geral, pessoas que não têm nenhum fator de risco nem histórico familiar devem fazer uma avaliação anual a partir dos 55 anos no caso dos homens e dos 60, nas mulheres. Alguns médicos acreditam que o acompanhamento deve ser ainda mais cedo. "Recomendo check-ups anuais a partir dos 40 ou 50 anos", diz Nicolau.
Quando há na família algum parente que sofreu um infarto ou morte súbita antes dos 55 anos (em homens) ou dos 65 (no caso das mulheres), o ideal seria começar um programa de prevenção ainda na infância.
"Nesses casos, desde os três anos de idade a criança deveria ser estimulada a ter uma alimentação adequada, praticar atividade física e controlar o peso", diz Scherr.
Essas pessoas também precisam monitorar mais cuidadosamente a pressão sanguínea e os níveis de colesterol.
Hábitos saudáveis
A adoção de hábitos saudáveis como não fumar, controlar o peso e praticar atividade física regularmente deveria ser regra, independentemente da presença de fatores de risco e de histórico familiar. "Mudar a realidade envolve conscientização e educação, pois mesmo nas classes mais altas há muita desinformação", diz Marcos Knobel, coordenador da Unidade Coronariana do hospital Albert Einstein, em São Paulo.
As doenças cardiovasculares são a primeira causa de morte no mundo. No Brasil, matam 300 mil pessoas a cada ano.

Fonte:GABRIELA CUPANI
Folha de S.Paulo
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Apenas 19% dos portadores de doenças cardíacas descobrem que têm o problema durante exames de rotina antes de os sintomas aparecerem -normalmente, em situações extremas como o infarto.
Isso é o que comprovou um levantamento feito por pesquisadores do Northwest Cardiovascular Institute (EUA) com mais de 13 mil pessoas (homens e mulheres com mais de 65 anos), publicado na edição de maio do "International Journal of Clinical Practice".
Entre os entrevistados que apresentavam problemas cardiovasculares (como angina, insuficiência cardíaca ou que haviam sido submetidos a procedimentos como angioplastia ou ponte de safena), quase a metade (48%) só identificou sua condição ao sofrer sintomas como dores fortes ou mesmo um ataque cardíaco.
Cerca de 15% descobriram o problema durante o tratamento de outras doenças, em consultas com endocrinologistas ou neurologistas, por exemplo.
No caso dos diabéticos, grupo considerado de alto risco para doenças cardiovasculares porque a taxa elevada de glicose no sangue predispõe a infartos e derrames, 54% dos entrevistados foram diagnosticados após sintomas e 22% enquanto tratavam outra doença.
Normalmente, a doença cardiovascular é assintomática. Quando os primeiros sinais surgem, o problema já está em estágio avançado.
Justamente pela falta de sintomas, a primeira estratégia para detectar quem tem riscos de adoecer é avaliar a presença de fatores de risco (tabagismo, hipertensão, altos níveis de colesterol, diabetes, obesidade e sedentarismo), além do histórico familiar.
Mas os especialistas concordam que a maior parte das pessoas não conhece bem esses fatores e não costuma se submeter a exames de rotina. "Os efeitos só vão aparecer tardiamente", diz Marcus Bolívar Malachias, diretor clínico do Instituto de Hipertensão Arterial de Minas Gerais.
"O problema é que o fato de não sentir nada não significa que a pessoa não tenha nada", afirma José Carlos Nicolau, diretor da unidade clínica de coronariopatia aguda do Instituto do Coração, em São Paulo.
Situação pior
"No Brasil a situação deve ser pior", estima o cardiologista Carlos Scherr, da Universidade Gama Filho, no Rio de Janeiro. "Há muita desinformação, as pessoas confundem os sintomas com outras doenças e muitos médicos não sabem diagnosticar direito", diz ele.
De modo geral, pessoas que não têm nenhum fator de risco nem histórico familiar devem fazer uma avaliação anual a partir dos 55 anos no caso dos homens e dos 60, nas mulheres. Alguns médicos acreditam que o acompanhamento deve ser ainda mais cedo. "Recomendo check-ups anuais a partir dos 40 ou 50 anos", diz Nicolau.
Quando há na família algum parente que sofreu um infarto ou morte súbita antes dos 55 anos (em homens) ou dos 65 (no caso das mulheres), o ideal seria começar um programa de prevenção ainda na infância.
"Nesses casos, desde os três anos de idade a criança deveria ser estimulada a ter uma alimentação adequada, praticar atividade física e controlar o peso", diz Scherr.
Essas pessoas também precisam monitorar mais cuidadosamente a pressão sanguínea e os níveis de colesterol.
Hábitos saudáveis
A adoção de hábitos saudáveis como não fumar, controlar o peso e praticar atividade física regularmente deveria ser regra, independentemente da presença de fatores de risco e de histórico familiar. "Mudar a realidade envolve conscientização e educação, pois mesmo nas classes mais altas há muita desinformação", diz Marcos Knobel, coordenador da Unidade Coronariana do hospital Albert Einstein, em São Paulo.
As doenças cardiovasculares são a primeira causa de morte no mundo. No Brasil, matam 300 mil pessoas a cada ano.

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Apenas 19% dos portadores de doenças cardíacas descobrem que têm o problema durante exames de rotina antes de os sintomas aparecerem -normalmente, em situações extremas como o infarto.
Isso é o que comprovou um levantamento feito por pesquisadores do Northwest Cardiovascular Institute (EUA) com mais de 13 mil pessoas (homens e mulheres com mais de 65 anos), publicado na edição de maio do "International Journal of Clinical Practice".
Entre os entrevistados que apresentavam problemas cardiovasculares (como angina, insuficiência cardíaca ou que haviam sido submetidos a procedimentos como angioplastia ou ponte de safena), quase a metade (48%) só identificou sua condição ao sofrer sintomas como dores fortes ou mesmo um ataque cardíaco.
Cerca de 15% descobriram o problema durante o tratamento de outras doenças, em consultas com endocrinologistas ou neurologistas, por exemplo.
No caso dos diabéticos, grupo considerado de alto risco para doenças cardiovasculares porque a taxa elevada de glicose no sangue predispõe a infartos e derrames, 54% dos entrevistados foram diagnosticados após sintomas e 22% enquanto tratavam outra doença.
Normalmente, a doença cardiovascular é assintomática. Quando os primeiros sinais surgem, o problema já está em estágio avançado.
Justamente pela falta de sintomas, a primeira estratégia para detectar quem tem riscos de adoecer é avaliar a presença de fatores de risco (tabagismo, hipertensão, altos níveis de colesterol, diabetes, obesidade e sedentarismo), além do histórico familiar.
Mas os especialistas concordam que a maior parte das pessoas não conhece bem esses fatores e não costuma se submeter a exames de rotina. "Os efeitos só vão aparecer tardiamente", diz Marcus Bolívar Malachias, diretor clínico do Instituto de Hipertensão Arterial de Minas Gerais.
"O problema é que o fato de não sentir nada não significa que a pessoa não tenha nada", afirma José Carlos Nicolau, diretor da unidade clínica de coronariopatia aguda do Instituto do Coração, em São Paulo.
Situação pior
"No Brasil a situação deve ser pior", estima o cardiologista Carlos Scherr, da Universidade Gama Filho, no Rio de Janeiro. "Há muita desinformação, as pessoas confundem os sintomas com outras doenças e muitos médicos não sabem diagnosticar direito", diz ele.
De modo geral, pessoas que não têm nenhum fator de risco nem histórico familiar devem fazer uma avaliação anual a partir dos 55 anos no caso dos homens e dos 60, nas mulheres. Alguns médicos acreditam que o acompanhamento deve ser ainda mais cedo. "Recomendo check-ups anuais a partir dos 40 ou 50 anos", diz Nicolau.
Quando há na família algum parente que sofreu um infarto ou morte súbita antes dos 55 anos (em homens) ou dos 65 (no caso das mulheres), o ideal seria começar um programa de prevenção ainda na infância.
"Nesses casos, desde os três anos de idade a criança deveria ser estimulada a ter uma alimentação adequada, praticar atividade física e controlar o peso", diz Scherr.
Essas pessoas também precisam monitorar mais cuidadosamente a pressão sanguínea e os níveis de colesterol.
Hábitos saudáveis
A adoção de hábitos saudáveis como não fumar, controlar o peso e praticar atividade física regularmente deveria ser regra, independentemente da presença de fatores de risco e de histórico familiar. "Mudar a realidade envolve conscientização e educação, pois mesmo nas classes mais altas há muita desinformação", diz Marcos Knobel, coordenador da Unidade Coronariana do hospital Albert Einstein, em São Paulo.
As doenças cardiovasculares são a primeira causa de morte no mundo. No Brasil, matam 300 mil pessoas a cada ano.

Fonte:GABRIELA CUPANI
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O tráfico internacional de seres humanos movimenta, anualmente, de US$ 7 a US$ 9 bi. Somente perde, em lucros, para o tráfico de drogas e o contrabando de armas. Os dados são da Organização das Nações Unidas, a ONU. Cerca de 90% das vítimas são do sexo feminino, das mais variadas faixas etárias, incluindo crianças e adolescentes.
O crime organizado utiliza pelo menos 131 rotas terrestres, marítimas ou aéreas para traficar mulheres, crianças e adolescentes brasileiras para o mercado da prostituição em países estrangeiros.
A conclusão é da mais ampla pesquisa já produzida sobre o tema no País, a Pestraf (Pesquisa Sobre Tráfico de Mulheres, Crianças e Adolescentes para Fins de Exploração Sexual).
Outras 109 rotas são usadas para transportá-las entre municípios e Estados brasileiros - caracterizando o tráfico interno de mulheres, crime que nem sequer está tipificado no Código Penal.
A Petraf foi realizada por um "pool" de ONGs (organizações não-governamentais) sob a coordenação do Cecria (Centro de Referência, Estudos e Ações sobre a Criança e Adolescente), da Universidade Nacional de Brasília, a UNB.
O levantamento conclui, pelo número de rotas existentes, que o Brasil é um dos países que mais exportam pessoas para o mercado do sexo internacional, embora não se consiga precisar o número de indivíduos que deixam o País anualmente levados pelas quadrilhas especializadas em tráfico de seres humanos.
O Departamento de Estado dos Estados Unidos, em relatório divulgado em julho de 2001, incluiu o Brasil entre os países considerados fornecedores de vítimas para o tráfico internacional de seres humanos.


Metodologia
A Petraf foi baseada em dados registrados em 1996 a 2000 e contou com o trabalho de 130 pesquisadores.
Entre os esquemas de atuação de quadrilhas identificados, a Espanha é o país que lidera o ranking de destinos das rotas, com 32, seguido da Holanda (11 rotas), Venezuela (10), Itália (9), Portugal (8), Paraguai (7) e Suíça (6).


Perfil das Vítimas
Os pesquisadores entrevistaram algumas vítimas do tráfico. A maioria esmagadora dessas vítimas são mulheres e adolescentes do sexo feminino.
Nas entrevistas os pesquisadores detectaram que essas mulheres e meninas são recrutadas pelos aliciadores - geralmente brasileiros (67,8%) - com promessas de uma vida melhor no exterior, trabalhando como dançarinas ou empregadas domésticas.
Mesmo as que têm consciência de estar embarcando para se prostituir são surpreendidas pelas condições impostas nos prostíbulos estrangeiros: maus-tratos, endividamento, coação e cárcere privado foram algumas das situações relatadas aos pesquisadores.


Crianças
A única rota usada para transportar exclusivamente crianças já identificada é a de Oiapoque (AP) a Caiena, na Guiana Francesa.
Segundo a pesquisa, crianças e adolescentes são levadas de táxi pela BR-210 para se prostituir na capital do país vizinho.
Regiões
A região Norte é que registra o maior número de rotas: são 76 (31 internacionais, 36 estaduais e nove intermunicipais).
Em seguida aparecem as regiões Nordeste (69 rotas), Sudeste (35), Centro-Oeste (33) e Sul (28).
O aeroporto Eduardo Gomes, de Manaus (AM), é usado para levar mulheres - adultas e adolescentes - para a Guiana Francesa, Suriname e Holanda.
O aeroporto Guararapes, de Recife (PE), é ponto de saída de mulheres para a Europa. E em Cumbica, em Guarulhos (SP), foram registrados embarques de garotas aliciadas para Taiwan (Hong Kong), na China.
O Estado em que o tráfico de menores é mais visível, de acordo com os dados da pesquisa, é Goiás. O Estado tem registrados 28 inquéritos do gênero.
Inquéritos policiais, denúncias em ONGs, registros em órgãos governamentais, entrevistas com vítimas e notícias veiculadas na mídia indicam que o tráfico interno é praticado no Brasil com a mesma intensidade do tráfico internacional.
Provavelmente, o número de vítimas de tráfico de seres humanos esteja camuflado entre os cerca de 200 mil brasileiros que desaparecem involuntariamente todos os anos no País.
Mas, a falta de um cadastro nacional de desaparecidos, assim como de um sistema de informatização e comunicação integrado entre as polícias municipais, estaduais e a Polícia Federal, dificulta se saber, com precisão, o número exato das vítimas do tráfico de seres humanos entre os registros de desaparecimento de pessoas.



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O tráfico internacional de seres humanos movimenta, anualmente, de US$ 7 a US$ 9 bi. Somente perde, em lucros, para o tráfico de drogas e o contrabando de armas. Os dados são da Organização das Nações Unidas, a ONU. Cerca de 90% das vítimas são do sexo feminino, das mais variadas faixas etárias, incluindo crianças e adolescentes.
O crime organizado utiliza pelo menos 131 rotas terrestres, marítimas ou aéreas para traficar mulheres, crianças e adolescentes brasileiras para o mercado da prostituição em países estrangeiros.
A conclusão é da mais ampla pesquisa já produzida sobre o tema no País, a Pestraf (Pesquisa Sobre Tráfico de Mulheres, Crianças e Adolescentes para Fins de Exploração Sexual).
Outras 109 rotas são usadas para transportá-las entre municípios e Estados brasileiros - caracterizando o tráfico interno de mulheres, crime que nem sequer está tipificado no Código Penal.
A Petraf foi realizada por um "pool" de ONGs (organizações não-governamentais) sob a coordenação do Cecria (Centro de Referência, Estudos e Ações sobre a Criança e Adolescente), da Universidade Nacional de Brasília, a UNB.
O levantamento conclui, pelo número de rotas existentes, que o Brasil é um dos países que mais exportam pessoas para o mercado do sexo internacional, embora não se consiga precisar o número de indivíduos que deixam o País anualmente levados pelas quadrilhas especializadas em tráfico de seres humanos.
O Departamento de Estado dos Estados Unidos, em relatório divulgado em julho de 2001, incluiu o Brasil entre os países considerados fornecedores de vítimas para o tráfico internacional de seres humanos.


Metodologia
A Petraf foi baseada em dados registrados em 1996 a 2000 e contou com o trabalho de 130 pesquisadores.
Entre os esquemas de atuação de quadrilhas identificados, a Espanha é o país que lidera o ranking de destinos das rotas, com 32, seguido da Holanda (11 rotas), Venezuela (10), Itália (9), Portugal (8), Paraguai (7) e Suíça (6).


Perfil das Vítimas
Os pesquisadores entrevistaram algumas vítimas do tráfico. A maioria esmagadora dessas vítimas são mulheres e adolescentes do sexo feminino.
Nas entrevistas os pesquisadores detectaram que essas mulheres e meninas são recrutadas pelos aliciadores - geralmente brasileiros (67,8%) - com promessas de uma vida melhor no exterior, trabalhando como dançarinas ou empregadas domésticas.
Mesmo as que têm consciência de estar embarcando para se prostituir são surpreendidas pelas condições impostas nos prostíbulos estrangeiros: maus-tratos, endividamento, coação e cárcere privado foram algumas das situações relatadas aos pesquisadores.


Crianças
A única rota usada para transportar exclusivamente crianças já identificada é a de Oiapoque (AP) a Caiena, na Guiana Francesa.
Segundo a pesquisa, crianças e adolescentes são levadas de táxi pela BR-210 para se prostituir na capital do país vizinho.
Regiões
A região Norte é que registra o maior número de rotas: são 76 (31 internacionais, 36 estaduais e nove intermunicipais).
Em seguida aparecem as regiões Nordeste (69 rotas), Sudeste (35), Centro-Oeste (33) e Sul (28).
O aeroporto Eduardo Gomes, de Manaus (AM), é usado para levar mulheres - adultas e adolescentes - para a Guiana Francesa, Suriname e Holanda.
O aeroporto Guararapes, de Recife (PE), é ponto de saída de mulheres para a Europa. E em Cumbica, em Guarulhos (SP), foram registrados embarques de garotas aliciadas para Taiwan (Hong Kong), na China.
O Estado em que o tráfico de menores é mais visível, de acordo com os dados da pesquisa, é Goiás. O Estado tem registrados 28 inquéritos do gênero.
Inquéritos policiais, denúncias em ONGs, registros em órgãos governamentais, entrevistas com vítimas e notícias veiculadas na mídia indicam que o tráfico interno é praticado no Brasil com a mesma intensidade do tráfico internacional.
Provavelmente, o número de vítimas de tráfico de seres humanos esteja camuflado entre os cerca de 200 mil brasileiros que desaparecem involuntariamente todos os anos no País.
Mas, a falta de um cadastro nacional de desaparecidos, assim como de um sistema de informatização e comunicação integrado entre as polícias municipais, estaduais e a Polícia Federal, dificulta se saber, com precisão, o número exato das vítimas do tráfico de seres humanos entre os registros de desaparecimento de pessoas.



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O tráfico internacional de seres humanos movimenta, anualmente, de US$ 7 a US$ 9 bi. Somente perde, em lucros, para o tráfico de drogas e o contrabando de armas. Os dados são da Organização das Nações Unidas, a ONU. Cerca de 90% das vítimas são do sexo feminino, das mais variadas faixas etárias, incluindo crianças e adolescentes.
O crime organizado utiliza pelo menos 131 rotas terrestres, marítimas ou aéreas para traficar mulheres, crianças e adolescentes brasileiras para o mercado da prostituição em países estrangeiros.
A conclusão é da mais ampla pesquisa já produzida sobre o tema no País, a Pestraf (Pesquisa Sobre Tráfico de Mulheres, Crianças e Adolescentes para Fins de Exploração Sexual).
Outras 109 rotas são usadas para transportá-las entre municípios e Estados brasileiros - caracterizando o tráfico interno de mulheres, crime que nem sequer está tipificado no Código Penal.
A Petraf foi realizada por um "pool" de ONGs (organizações não-governamentais) sob a coordenação do Cecria (Centro de Referência, Estudos e Ações sobre a Criança e Adolescente), da Universidade Nacional de Brasília, a UNB.
O levantamento conclui, pelo número de rotas existentes, que o Brasil é um dos países que mais exportam pessoas para o mercado do sexo internacional, embora não se consiga precisar o número de indivíduos que deixam o País anualmente levados pelas quadrilhas especializadas em tráfico de seres humanos.
O Departamento de Estado dos Estados Unidos, em relatório divulgado em julho de 2001, incluiu o Brasil entre os países considerados fornecedores de vítimas para o tráfico internacional de seres humanos.


Metodologia
A Petraf foi baseada em dados registrados em 1996 a 2000 e contou com o trabalho de 130 pesquisadores.
Entre os esquemas de atuação de quadrilhas identificados, a Espanha é o país que lidera o ranking de destinos das rotas, com 32, seguido da Holanda (11 rotas), Venezuela (10), Itália (9), Portugal (8), Paraguai (7) e Suíça (6).


Perfil das Vítimas
Os pesquisadores entrevistaram algumas vítimas do tráfico. A maioria esmagadora dessas vítimas são mulheres e adolescentes do sexo feminino.
Nas entrevistas os pesquisadores detectaram que essas mulheres e meninas são recrutadas pelos aliciadores - geralmente brasileiros (67,8%) - com promessas de uma vida melhor no exterior, trabalhando como dançarinas ou empregadas domésticas.
Mesmo as que têm consciência de estar embarcando para se prostituir são surpreendidas pelas condições impostas nos prostíbulos estrangeiros: maus-tratos, endividamento, coação e cárcere privado foram algumas das situações relatadas aos pesquisadores.


Crianças
A única rota usada para transportar exclusivamente crianças já identificada é a de Oiapoque (AP) a Caiena, na Guiana Francesa.
Segundo a pesquisa, crianças e adolescentes são levadas de táxi pela BR-210 para se prostituir na capital do país vizinho.
Regiões
A região Norte é que registra o maior número de rotas: são 76 (31 internacionais, 36 estaduais e nove intermunicipais).
Em seguida aparecem as regiões Nordeste (69 rotas), Sudeste (35), Centro-Oeste (33) e Sul (28).
O aeroporto Eduardo Gomes, de Manaus (AM), é usado para levar mulheres - adultas e adolescentes - para a Guiana Francesa, Suriname e Holanda.
O aeroporto Guararapes, de Recife (PE), é ponto de saída de mulheres para a Europa. E em Cumbica, em Guarulhos (SP), foram registrados embarques de garotas aliciadas para Taiwan (Hong Kong), na China.
O Estado em que o tráfico de menores é mais visível, de acordo com os dados da pesquisa, é Goiás. O Estado tem registrados 28 inquéritos do gênero.
Inquéritos policiais, denúncias em ONGs, registros em órgãos governamentais, entrevistas com vítimas e notícias veiculadas na mídia indicam que o tráfico interno é praticado no Brasil com a mesma intensidade do tráfico internacional.
Provavelmente, o número de vítimas de tráfico de seres humanos esteja camuflado entre os cerca de 200 mil brasileiros que desaparecem involuntariamente todos os anos no País.
Mas, a falta de um cadastro nacional de desaparecidos, assim como de um sistema de informatização e comunicação integrado entre as polícias municipais, estaduais e a Polícia Federal, dificulta se saber, com precisão, o número exato das vítimas do tráfico de seres humanos entre os registros de desaparecimento de pessoas.



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O tráfico internacional de seres humanos movimenta, anualmente, de US$ 7 a US$ 9 bi. Somente perde, em lucros, para o tráfico de drogas e o contrabando de armas. Os dados são da Organização das Nações Unidas, a ONU. Cerca de 90% das vítimas são do sexo feminino, das mais variadas faixas etárias, incluindo crianças e adolescentes.
O crime organizado utiliza pelo menos 131 rotas terrestres, marítimas ou aéreas para traficar mulheres, crianças e adolescentes brasileiras para o mercado da prostituição em países estrangeiros.
A conclusão é da mais ampla pesquisa já produzida sobre o tema no País, a Pestraf (Pesquisa Sobre Tráfico de Mulheres, Crianças e Adolescentes para Fins de Exploração Sexual).
Outras 109 rotas são usadas para transportá-las entre municípios e Estados brasileiros - caracterizando o tráfico interno de mulheres, crime que nem sequer está tipificado no Código Penal.
A Petraf foi realizada por um "pool" de ONGs (organizações não-governamentais) sob a coordenação do Cecria (Centro de Referência, Estudos e Ações sobre a Criança e Adolescente), da Universidade Nacional de Brasília, a UNB.
O levantamento conclui, pelo número de rotas existentes, que o Brasil é um dos países que mais exportam pessoas para o mercado do sexo internacional, embora não se consiga precisar o número de indivíduos que deixam o País anualmente levados pelas quadrilhas especializadas em tráfico de seres humanos.
O Departamento de Estado dos Estados Unidos, em relatório divulgado em julho de 2001, incluiu o Brasil entre os países considerados fornecedores de vítimas para o tráfico internacional de seres humanos.


Metodologia
A Petraf foi baseada em dados registrados em 1996 a 2000 e contou com o trabalho de 130 pesquisadores.
Entre os esquemas de atuação de quadrilhas identificados, a Espanha é o país que lidera o ranking de destinos das rotas, com 32, seguido da Holanda (11 rotas), Venezuela (10), Itália (9), Portugal (8), Paraguai (7) e Suíça (6).


Perfil das Vítimas
Os pesquisadores entrevistaram algumas vítimas do tráfico. A maioria esmagadora dessas vítimas são mulheres e adolescentes do sexo feminino.
Nas entrevistas os pesquisadores detectaram que essas mulheres e meninas são recrutadas pelos aliciadores - geralmente brasileiros (67,8%) - com promessas de uma vida melhor no exterior, trabalhando como dançarinas ou empregadas domésticas.
Mesmo as que têm consciência de estar embarcando para se prostituir são surpreendidas pelas condições impostas nos prostíbulos estrangeiros: maus-tratos, endividamento, coação e cárcere privado foram algumas das situações relatadas aos pesquisadores.


Crianças
A única rota usada para transportar exclusivamente crianças já identificada é a de Oiapoque (AP) a Caiena, na Guiana Francesa.
Segundo a pesquisa, crianças e adolescentes são levadas de táxi pela BR-210 para se prostituir na capital do país vizinho.
Regiões
A região Norte é que registra o maior número de rotas: são 76 (31 internacionais, 36 estaduais e nove intermunicipais).
Em seguida aparecem as regiões Nordeste (69 rotas), Sudeste (35), Centro-Oeste (33) e Sul (28).
O aeroporto Eduardo Gomes, de Manaus (AM), é usado para levar mulheres - adultas e adolescentes - para a Guiana Francesa, Suriname e Holanda.
O aeroporto Guararapes, de Recife (PE), é ponto de saída de mulheres para a Europa. E em Cumbica, em Guarulhos (SP), foram registrados embarques de garotas aliciadas para Taiwan (Hong Kong), na China.
O Estado em que o tráfico de menores é mais visível, de acordo com os dados da pesquisa, é Goiás. O Estado tem registrados 28 inquéritos do gênero.
Inquéritos policiais, denúncias em ONGs, registros em órgãos governamentais, entrevistas com vítimas e notícias veiculadas na mídia indicam que o tráfico interno é praticado no Brasil com a mesma intensidade do tráfico internacional.
Provavelmente, o número de vítimas de tráfico de seres humanos esteja camuflado entre os cerca de 200 mil brasileiros que desaparecem involuntariamente todos os anos no País.
Mas, a falta de um cadastro nacional de desaparecidos, assim como de um sistema de informatização e comunicação integrado entre as polícias municipais, estaduais e a Polícia Federal, dificulta se saber, com precisão, o número exato das vítimas do tráfico de seres humanos entre os registros de desaparecimento de pessoas.



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Na hora do escolher alguém para namorar, os opostos realmente se atraem. Seres humanos tendem a buscar parceiros que sejam geneticamente distintos, diz um estudo da Universidade Federal do Paraná apresentado ontem num congresso na Áustria.
Os pesquisadores descobriram que pessoas casadas têm, em uma certa região do genoma, mais diferenças genéticas entre si do que pares de desconhecidos. A região é responsável pelo sistema imunológico.
Segundo a geneticista Maria da Graça Bicalho, líder da equipe de cientistas, trata-se de uma estratégia evolutiva. Dessa maneira, os filhos terão maior variabilidade genética.
"Pais com genes diferentes podem oferecer aos seus filhos mais chance de evitar infecções porque o sistema imunológico deles será mais diverso."
Além disso, essa atração pelo diferente evita o incesto ou mesmo relacionamentos dentro da mesma família."Embora possa ser tentador pensar que humanos escolhem seus parceiros porque são parecidos com eles, a nossa pesquisa mostrou claramente que o desejo subconsciente de ter crianças saudáveis é importante na hora de escolher alguém".
E como saber quem é geneticamente diferente? Estudos anteriores diziam que animais podem usar o cheiro como guia para identificar possíveis parceiros como geneticamente parecidos ou diferentes.
Em um deles, dedicadas voluntárias cheiravam camisetas suadas de homens desconhecidos e diziam quais odores eram mais atraentes. Resultado: elas gostavam mais daquelas cujos donos tinham sistemas imunológicos mais distintos dos seus. Mas outros fatores também podem estar envolvidos.
O grupo paranaense publica trabalhos nessa área desde 1998. Desta vez, estudaram 484 pessoas, divididas em 90 casais e 152 pares aleatórios. O trecho do genoma analisado por eles é conhecido como Complexo Principal de Histocompatibilidade (MHC, na sigla em inglês). Ele tem um papel fundamental na saúde da prole e é encontrada na maioria dos vertebrados.
O trabalho foi apresentado numa conferência da Sociedade Europeia de Genética Humana, em Viena."Nós queremos continuar com esse trabalho, observando as influências sociais e culturais, assim como as biológicas, na hora da escolha de um parceiro e relacionando isso com a diversidade genética da região do MHC", diz Bicalho.
Mas, claro, ninguém escolhe seus amores só pelo cheiro. "Não concordamos com a teoria de que se uma pessoa tem um gene em particular isso vai determinar o seu comportamento. Mas achamos que o aspecto evolutivo inconsciente não deve ser ignorado", afirma.

Folha de São Paulo
Com agências internacionais
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Na hora do escolher alguém para namorar, os opostos realmente se atraem. Seres humanos tendem a buscar parceiros que sejam geneticamente distintos, diz um estudo da Universidade Federal do Paraná apresentado ontem num congresso na Áustria.
Os pesquisadores descobriram que pessoas casadas têm, em uma certa região do genoma, mais diferenças genéticas entre si do que pares de desconhecidos. A região é responsável pelo sistema imunológico.
Segundo a geneticista Maria da Graça Bicalho, líder da equipe de cientistas, trata-se de uma estratégia evolutiva. Dessa maneira, os filhos terão maior variabilidade genética.
"Pais com genes diferentes podem oferecer aos seus filhos mais chance de evitar infecções porque o sistema imunológico deles será mais diverso."
Além disso, essa atração pelo diferente evita o incesto ou mesmo relacionamentos dentro da mesma família."Embora possa ser tentador pensar que humanos escolhem seus parceiros porque são parecidos com eles, a nossa pesquisa mostrou claramente que o desejo subconsciente de ter crianças saudáveis é importante na hora de escolher alguém".
E como saber quem é geneticamente diferente? Estudos anteriores diziam que animais podem usar o cheiro como guia para identificar possíveis parceiros como geneticamente parecidos ou diferentes.
Em um deles, dedicadas voluntárias cheiravam camisetas suadas de homens desconhecidos e diziam quais odores eram mais atraentes. Resultado: elas gostavam mais daquelas cujos donos tinham sistemas imunológicos mais distintos dos seus. Mas outros fatores também podem estar envolvidos.
O grupo paranaense publica trabalhos nessa área desde 1998. Desta vez, estudaram 484 pessoas, divididas em 90 casais e 152 pares aleatórios. O trecho do genoma analisado por eles é conhecido como Complexo Principal de Histocompatibilidade (MHC, na sigla em inglês). Ele tem um papel fundamental na saúde da prole e é encontrada na maioria dos vertebrados.
O trabalho foi apresentado numa conferência da Sociedade Europeia de Genética Humana, em Viena."Nós queremos continuar com esse trabalho, observando as influências sociais e culturais, assim como as biológicas, na hora da escolha de um parceiro e relacionando isso com a diversidade genética da região do MHC", diz Bicalho.
Mas, claro, ninguém escolhe seus amores só pelo cheiro. "Não concordamos com a teoria de que se uma pessoa tem um gene em particular isso vai determinar o seu comportamento. Mas achamos que o aspecto evolutivo inconsciente não deve ser ignorado", afirma.

Folha de São Paulo
Com agências internacionais
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:12  comentar


Na hora do escolher alguém para namorar, os opostos realmente se atraem. Seres humanos tendem a buscar parceiros que sejam geneticamente distintos, diz um estudo da Universidade Federal do Paraná apresentado ontem num congresso na Áustria.
Os pesquisadores descobriram que pessoas casadas têm, em uma certa região do genoma, mais diferenças genéticas entre si do que pares de desconhecidos. A região é responsável pelo sistema imunológico.
Segundo a geneticista Maria da Graça Bicalho, líder da equipe de cientistas, trata-se de uma estratégia evolutiva. Dessa maneira, os filhos terão maior variabilidade genética.
"Pais com genes diferentes podem oferecer aos seus filhos mais chance de evitar infecções porque o sistema imunológico deles será mais diverso."
Além disso, essa atração pelo diferente evita o incesto ou mesmo relacionamentos dentro da mesma família."Embora possa ser tentador pensar que humanos escolhem seus parceiros porque são parecidos com eles, a nossa pesquisa mostrou claramente que o desejo subconsciente de ter crianças saudáveis é importante na hora de escolher alguém".
E como saber quem é geneticamente diferente? Estudos anteriores diziam que animais podem usar o cheiro como guia para identificar possíveis parceiros como geneticamente parecidos ou diferentes.
Em um deles, dedicadas voluntárias cheiravam camisetas suadas de homens desconhecidos e diziam quais odores eram mais atraentes. Resultado: elas gostavam mais daquelas cujos donos tinham sistemas imunológicos mais distintos dos seus. Mas outros fatores também podem estar envolvidos.
O grupo paranaense publica trabalhos nessa área desde 1998. Desta vez, estudaram 484 pessoas, divididas em 90 casais e 152 pares aleatórios. O trecho do genoma analisado por eles é conhecido como Complexo Principal de Histocompatibilidade (MHC, na sigla em inglês). Ele tem um papel fundamental na saúde da prole e é encontrada na maioria dos vertebrados.
O trabalho foi apresentado numa conferência da Sociedade Europeia de Genética Humana, em Viena."Nós queremos continuar com esse trabalho, observando as influências sociais e culturais, assim como as biológicas, na hora da escolha de um parceiro e relacionando isso com a diversidade genética da região do MHC", diz Bicalho.
Mas, claro, ninguém escolhe seus amores só pelo cheiro. "Não concordamos com a teoria de que se uma pessoa tem um gene em particular isso vai determinar o seu comportamento. Mas achamos que o aspecto evolutivo inconsciente não deve ser ignorado", afirma.

Folha de São Paulo
Com agências internacionais
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Na hora do escolher alguém para namorar, os opostos realmente se atraem. Seres humanos tendem a buscar parceiros que sejam geneticamente distintos, diz um estudo da Universidade Federal do Paraná apresentado ontem num congresso na Áustria.
Os pesquisadores descobriram que pessoas casadas têm, em uma certa região do genoma, mais diferenças genéticas entre si do que pares de desconhecidos. A região é responsável pelo sistema imunológico.
Segundo a geneticista Maria da Graça Bicalho, líder da equipe de cientistas, trata-se de uma estratégia evolutiva. Dessa maneira, os filhos terão maior variabilidade genética.
"Pais com genes diferentes podem oferecer aos seus filhos mais chance de evitar infecções porque o sistema imunológico deles será mais diverso."
Além disso, essa atração pelo diferente evita o incesto ou mesmo relacionamentos dentro da mesma família."Embora possa ser tentador pensar que humanos escolhem seus parceiros porque são parecidos com eles, a nossa pesquisa mostrou claramente que o desejo subconsciente de ter crianças saudáveis é importante na hora de escolher alguém".
E como saber quem é geneticamente diferente? Estudos anteriores diziam que animais podem usar o cheiro como guia para identificar possíveis parceiros como geneticamente parecidos ou diferentes.
Em um deles, dedicadas voluntárias cheiravam camisetas suadas de homens desconhecidos e diziam quais odores eram mais atraentes. Resultado: elas gostavam mais daquelas cujos donos tinham sistemas imunológicos mais distintos dos seus. Mas outros fatores também podem estar envolvidos.
O grupo paranaense publica trabalhos nessa área desde 1998. Desta vez, estudaram 484 pessoas, divididas em 90 casais e 152 pares aleatórios. O trecho do genoma analisado por eles é conhecido como Complexo Principal de Histocompatibilidade (MHC, na sigla em inglês). Ele tem um papel fundamental na saúde da prole e é encontrada na maioria dos vertebrados.
O trabalho foi apresentado numa conferência da Sociedade Europeia de Genética Humana, em Viena."Nós queremos continuar com esse trabalho, observando as influências sociais e culturais, assim como as biológicas, na hora da escolha de um parceiro e relacionando isso com a diversidade genética da região do MHC", diz Bicalho.
Mas, claro, ninguém escolhe seus amores só pelo cheiro. "Não concordamos com a teoria de que se uma pessoa tem um gene em particular isso vai determinar o seu comportamento. Mas achamos que o aspecto evolutivo inconsciente não deve ser ignorado", afirma.

Folha de São Paulo
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A polícia do Chile prendeu nesta segunda-feira, em La Colina, um homem acusado de abusar sexualmente de sua filha e ter tido quatro filhas com ela, segundo jornais chilenos.
Manuel Jesús Bartierra Jara, de 48 anos de idade, foi acusado pela jovem identificada como V.B.L. de ter abusado dela desde os oito anos de idade.
A partir dos 12, ele a teria violentado sistematicamente todas as vezes em que os dois se encontravam sozinhos na casa da família, em Quilicura.
Segundo a queixa apresentada à polícia pela jovem, de 26 anos, ela teria engravidado do pai pela primeira vez aos 15 anos de idade, e teria dado à luz a primeira filha dele aos 18.
Suas filhas têm oito, sete, cinco e quatro anos de idade.
A jovem vivia com o pai, a mãe, um irmão e uma irmã mais nova, e teria demorado a fazer a denúncia porque o pai ameaçava abusar de sua irmã, caso ela dissesse alguma coisa.
A Justiça agora está investigando as acusações de incesto e se a mulher de Bartierra Jara sabia dos abusos.
Segundo uma fonte policial disse à imprensa chilena, V.B.L. decidiu denunciar o pai em outubro passado, temendo que ele passasse a abusar de sua filha mais velha.
O suspeito foi apelidado de Fritzl chileno, em referência ao austríaco Josef Fritzl, que manteve sua filha trancada num porão por 24 anos e teve sete filhos com ela.
Desde que o caso foi descoberto, no ano passado, outros casos semelhantes ganharam proeminência na Colômbia, na Itália e na Argentina, entre outros países.

Fonte: BBCBrasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:50  comentar

A polícia do Chile prendeu nesta segunda-feira, em La Colina, um homem acusado de abusar sexualmente de sua filha e ter tido quatro filhas com ela, segundo jornais chilenos.
Manuel Jesús Bartierra Jara, de 48 anos de idade, foi acusado pela jovem identificada como V.B.L. de ter abusado dela desde os oito anos de idade.
A partir dos 12, ele a teria violentado sistematicamente todas as vezes em que os dois se encontravam sozinhos na casa da família, em Quilicura.
Segundo a queixa apresentada à polícia pela jovem, de 26 anos, ela teria engravidado do pai pela primeira vez aos 15 anos de idade, e teria dado à luz a primeira filha dele aos 18.
Suas filhas têm oito, sete, cinco e quatro anos de idade.
A jovem vivia com o pai, a mãe, um irmão e uma irmã mais nova, e teria demorado a fazer a denúncia porque o pai ameaçava abusar de sua irmã, caso ela dissesse alguma coisa.
A Justiça agora está investigando as acusações de incesto e se a mulher de Bartierra Jara sabia dos abusos.
Segundo uma fonte policial disse à imprensa chilena, V.B.L. decidiu denunciar o pai em outubro passado, temendo que ele passasse a abusar de sua filha mais velha.
O suspeito foi apelidado de Fritzl chileno, em referência ao austríaco Josef Fritzl, que manteve sua filha trancada num porão por 24 anos e teve sete filhos com ela.
Desde que o caso foi descoberto, no ano passado, outros casos semelhantes ganharam proeminência na Colômbia, na Itália e na Argentina, entre outros países.

Fonte: BBCBrasil
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A polícia do Chile prendeu nesta segunda-feira, em La Colina, um homem acusado de abusar sexualmente de sua filha e ter tido quatro filhas com ela, segundo jornais chilenos.
Manuel Jesús Bartierra Jara, de 48 anos de idade, foi acusado pela jovem identificada como V.B.L. de ter abusado dela desde os oito anos de idade.
A partir dos 12, ele a teria violentado sistematicamente todas as vezes em que os dois se encontravam sozinhos na casa da família, em Quilicura.
Segundo a queixa apresentada à polícia pela jovem, de 26 anos, ela teria engravidado do pai pela primeira vez aos 15 anos de idade, e teria dado à luz a primeira filha dele aos 18.
Suas filhas têm oito, sete, cinco e quatro anos de idade.
A jovem vivia com o pai, a mãe, um irmão e uma irmã mais nova, e teria demorado a fazer a denúncia porque o pai ameaçava abusar de sua irmã, caso ela dissesse alguma coisa.
A Justiça agora está investigando as acusações de incesto e se a mulher de Bartierra Jara sabia dos abusos.
Segundo uma fonte policial disse à imprensa chilena, V.B.L. decidiu denunciar o pai em outubro passado, temendo que ele passasse a abusar de sua filha mais velha.
O suspeito foi apelidado de Fritzl chileno, em referência ao austríaco Josef Fritzl, que manteve sua filha trancada num porão por 24 anos e teve sete filhos com ela.
Desde que o caso foi descoberto, no ano passado, outros casos semelhantes ganharam proeminência na Colômbia, na Itália e na Argentina, entre outros países.

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A polícia do Chile prendeu nesta segunda-feira, em La Colina, um homem acusado de abusar sexualmente de sua filha e ter tido quatro filhas com ela, segundo jornais chilenos.
Manuel Jesús Bartierra Jara, de 48 anos de idade, foi acusado pela jovem identificada como V.B.L. de ter abusado dela desde os oito anos de idade.
A partir dos 12, ele a teria violentado sistematicamente todas as vezes em que os dois se encontravam sozinhos na casa da família, em Quilicura.
Segundo a queixa apresentada à polícia pela jovem, de 26 anos, ela teria engravidado do pai pela primeira vez aos 15 anos de idade, e teria dado à luz a primeira filha dele aos 18.
Suas filhas têm oito, sete, cinco e quatro anos de idade.
A jovem vivia com o pai, a mãe, um irmão e uma irmã mais nova, e teria demorado a fazer a denúncia porque o pai ameaçava abusar de sua irmã, caso ela dissesse alguma coisa.
A Justiça agora está investigando as acusações de incesto e se a mulher de Bartierra Jara sabia dos abusos.
Segundo uma fonte policial disse à imprensa chilena, V.B.L. decidiu denunciar o pai em outubro passado, temendo que ele passasse a abusar de sua filha mais velha.
O suspeito foi apelidado de Fritzl chileno, em referência ao austríaco Josef Fritzl, que manteve sua filha trancada num porão por 24 anos e teve sete filhos com ela.
Desde que o caso foi descoberto, no ano passado, outros casos semelhantes ganharam proeminência na Colômbia, na Itália e na Argentina, entre outros países.

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colaboradores: carmen e maria celia

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