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25.5.09
Etan Patz desapareceu há 30 anos e a ferida ainda está aberta

Porque hoje se celebra o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, convêm relembrar como foi criado este dia:
Por todas as crianças desaparecidas para que um dia possam voltar a casa, para todas as familias para que um dia possa acabar o seu sofrimento.

Nova Iorque, 25 de Maio de 1979. Um miúdo de seis anos sai de casa para a curta caminhada até à paragem do autocarro. Nunca mais foi visto. É o Dia Internacional das Crianças desaparecidas.
Por Luís Francisco

Duas vezes por ano, nos mesmos dois dias, Stan Patz pega numa folha de papel, vira o lado impresso para baixo e escreve uma mensagem sempre igual: "O que fizeste ao meu rapazinho?" Todos os anos, duas vezes por ano, Jose Ramos, detido numa prisão federal, ilude a pergunta. Não responde. Não confessa. Não desfaz o mistério que dura há 30 anos.
A 25 de Maio de 1979, Etan Patz, seis anos, desapareceu em Nova Iorque, no curto trajecto entre a sua casa no Soho e a paragem do autocarro da escola. Nunca foi encontrado.A arrepiante história sacudiu a América naquele tempo, mas algo neste caso (como, afinal, sucedeu com Maddie McCann) o tornou especial.
Tão especial que a cara de Etan foi a primeira a aparecer nos pacotes de leite como forma de procurar informações e, em 1983, o Presidente Ronald Reagan declarou 25 Maio o Dia Nacional das Crianças Desaparecidas.
Três anos depois, a data assumiu dimensão internacional. Neste dia, Stan, pai de Etan, pega num dos cartazes originais feitos com a foto do filho, escreve a sua eterna pergunta e remete a carta para a penitenciária do estado da Pensilvânia. E repete a rotina a cada aniversário do filho.
Perguntaram-lhe há cinco anos se ainda esperava uma resposta. "Não, mas quero que ele saiba que não esquecemos o que nos fez." Depois daquele dia, a vida dos Patz nunca mais foi a mesma. E tudo começou com a decisão de, pela primeira vez, deixar a criança ir sozinha até à paragem do autocarro.
Era uma curta caminhada de dois quarteirões, quase toda ela visível da escada de incêndio do prédio onde vivia, num bairro tranquilo da cidade e por ruas movimentadas. "Quase todos os outros miúdos vão sozinhos, por que é que eu não posso ir?", insistia Etan. Um dia, os pais cederam.No livro After Etan: The Missing Child Case That Held America Captive (cujo primeiro capítulo pode ser lido em http://abcnews.go.com/2020/story?id=7577234&page=1), a autora, Lisa R. Cohen, descreve como a mãe, Julie, se lembra de seguir Etan com o olhar durante quase metade do trajecto, até depois de atravessar a primeira rua rumo à esquina que dava acesso ao local onde apanharia o autocarro da escola.
E como resistiu à tentação de ficar ali até ao fim, à porta do prédio, a guardar o filho com os olhos, porque o mais novo (Ari, de dois anos) tinha ficado no apartamento, acompanhado de um amigo da mesma idade que lá dormira nessa noite.
A irmã Shira de oito anos e uma grande dificuldade para sair da cama), tinha de ser apressada a tomar o pequeno-almoço e o marido, Stan, fotógrafo profissional, ficara mais um bocado na cama depois de ter trabalhado noite dentro na véspera.Falsas memórias . As horas mais dramáticas da vida desta mulher e da sua família foram recuperadas mais tarde numa sessão de hipnose, com o intuito de descobrir algum pormenor que desse pistas sobre o desaparecimento de Etan.
Descobriu-se aí que Julie, uma ama que, daí a alguns minutos, receberia em sua casa oito crianças para tomar conta, criou uma falsa memória desse dia: na verdade, depois de o filho atravessar a rua, ela não foi à escada de incêndio para vigiar enquanto Etan dobrava a esquina. Foi ver dos pequenos, despachar a filha para a escola, tomar um banho rápido. Não viu Etan dobrar a esquina. Ele, provavelmente, não a dobrou.
A paragem de autocarro ficava em frente a um bar espanhol e ninguém se lembra de ver o miúdo ali. Também ninguém avisou a mãe de que Etan não tinha ido às aulas nesse dia. Era sexta-feira, véspera do fim-de-semana grande do Memorial Day, toda a gente fazia planos, talvez o mundo andasse distraído. A meio da tarde, Julie reparou que o filho tardava a chegar da escola.
Demorou apenas alguns minutos até a dúvida se transformar em agonia. Um telefonema para a escola, outro para a casa do melhor amigo. Etan nunca tinha, sequer, entrado no autocarro. Desaparecera nas escassas dezenas de metros em que caminhara sozinho, na primeira vez que os seus pais o autorizaram a fazê-lo.
Foi essa sensação de culpa que corroeu os Patz nas primeiras horas, enquanto centenas de polícias faziam buscas pelo bairro e a América se comovia com o drama de um miúdo risonho e independente, de uma família que podia ser, afinal, qualquer uma. Num artigo escrito para a New York Magazine (http://nymag.com/news/features/56441/) a propósito de mais um aniversário do desaparecimento de Ethan, Lisa R. Cohen recorda que uma geração de nova-iorquinos criada a brincar na rua com os amigos e a regressar a casa apenas para o jantar percebeu que esses tempos nunca mais se repetiriam.
O medo triunfara. A longa investigaçãoRamos, o homem que Stan acusa de ser responsável pelo desaparecimento e morte do filho, será libertado em 2012 após cumprir pena por pedofilia e abuso de menores. E só está na prisão porque um procurador de Nova Iorque, Stuart Gabrois, dedicou anos da sua vida a investigar o caso de Etan.
Várias provas circunstanciais (fotos de miúdos louros na manilha de esgotos onde vivia na altura; o facto de ter namorado com a rapariga que semanas antes tinha acompanhado Etan até à escola, durante uma greve dos motoristas; queixas de tentativas de aliciamento de jovens) apontavam Ramos como a única pista verdadeiramente viável para explicar o desaparecimento do rapaz.
Mas a justiça desistiu do caso porque não encontrou maneira de incriminar o vadio que ganhava a vida a recolher e a vender ferro-velho pelas ruas de Nova Iorque.Tudo o resto, as dezenas de pistas investigadas (a polícia de Nova Iorque chegou a ir a Israel), as centenas de telefonemas com denúncias ou informações sobre avistamentos da criança (que os pais anotavam sempre em intermináveis caderninhos), os falsos alarmes e as decepções, as palmadinhas nas costas, tudo isso deu em nada.
Até o cerco da imprensa afrouxou e os anos foram trazendo o esquecimento.No fundo, os Patz agradeceram o anonimato: logo na noite do desaparecimento, o repórter fotográfico de um tablóide, depois de fazer fotos dos pais, dirigiu-se à mãe: "Agora arranje-me aí umas lágrimas, para eu não ter de cá voltar quando encontrarem o corpo!

"Eles não se mudaram, porque Etan podia, um dia, aparecer. E também porque se recusaram a apagar todas as boas memórias que tinham daquela casa. Também nunca trocaram o número de telefone, porque Etan o sabia de cor. E, assim, continuaram durante anos a receber telefonemas com falsas pistas ou ofertas de ajuda, gestos de boa vontade que, com o tempo, se foram transformando numa tortura cruel. Quase a confissão.Mas eles não desistiram. Nem eles nem Stuart Gabrois, cujo chefe na altura era Rudolph Giuliani, futuro mayor de Nova Iorque.
Quando, finalmente, se descobriu o paradeiro de Jose Ramos, acusado de um crime na Pensilvânia, o procurador pediu para ser nomeado para o caso e interrogou-o. Ouviu do suspeito a confissão de que teria estado com um rapazinho nessa tarde de Maio de 1979, mas a criança recusara os seus avanços sexuais e ele a acompanhara até à estação de metro. Ramos estaria "90 por cento seguro" de que se tratava de Etan. Mas depois pediu um advogado e nunca mais admitiu qualquer ligação ao caso. Nem mesmo quando Gabrois conseguiu, em 1990, que ele fosse condenado a passar até um máximo de 20 anos na prisão por causa dos crimes cometidos na Pensilvânia.
Só que o procurador não estava preparado para desistir. Colocou informadores a partilhar a cela com Ramos e eles ouviram-no falar de detalhes que só alguém que conhecesse bem o caso poderia saber. Um dia, já perante o segundo companheiro de cela ali colocado por Gabrois para lhe "sacar" uma confissão, Ramos admitiu ter tido sexo com Etan, depois de o ter levado de Prince Street com uma simples frase: "Olá, lembras-te de mim? Sou o amigo da Sandy [a rapariga que acompanhara o miúdo nas semanas anteriores]."
Triste acaso ou instinto de sobrevivência, a verdade é que, tão perto da confissão definitiva, o presidiário faz nova marcha-atrás e descobre que o seu confessor era, afinal, um "bufo". Perante o cenário da libertação iminente de Jose Ramos, Stuart Gabrois e Stan Patz decidem avançar com um processo cível por homicídio por negligência. Para o fazerem, os pais têm de assumir legalmente que Etan morreu. É o que fazem.
Ganham o processo em 2004. Têm direito a uma indemnização de dois milhões de dólares que nunca receberão nem querem receber. Já nada trará Etan de volta. Mas Stan continua a escrever a Jose duas vezes por ano perguntando-lhe o que fez ao seu "rapazinho". Sempre na folha de papel onde, há muitos anos, alguém imprimiu o último sorriso de uma criança e a palavra "Desaparecido".


Jornal Público PT
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Etan Patz desapareceu há 30 anos e a ferida ainda está aberta

Porque hoje se celebra o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, convêm relembrar como foi criado este dia:
Por todas as crianças desaparecidas para que um dia possam voltar a casa, para todas as familias para que um dia possa acabar o seu sofrimento.

Nova Iorque, 25 de Maio de 1979. Um miúdo de seis anos sai de casa para a curta caminhada até à paragem do autocarro. Nunca mais foi visto. É o Dia Internacional das Crianças desaparecidas.
Por Luís Francisco

Duas vezes por ano, nos mesmos dois dias, Stan Patz pega numa folha de papel, vira o lado impresso para baixo e escreve uma mensagem sempre igual: "O que fizeste ao meu rapazinho?" Todos os anos, duas vezes por ano, Jose Ramos, detido numa prisão federal, ilude a pergunta. Não responde. Não confessa. Não desfaz o mistério que dura há 30 anos.
A 25 de Maio de 1979, Etan Patz, seis anos, desapareceu em Nova Iorque, no curto trajecto entre a sua casa no Soho e a paragem do autocarro da escola. Nunca foi encontrado.A arrepiante história sacudiu a América naquele tempo, mas algo neste caso (como, afinal, sucedeu com Maddie McCann) o tornou especial.
Tão especial que a cara de Etan foi a primeira a aparecer nos pacotes de leite como forma de procurar informações e, em 1983, o Presidente Ronald Reagan declarou 25 Maio o Dia Nacional das Crianças Desaparecidas.
Três anos depois, a data assumiu dimensão internacional. Neste dia, Stan, pai de Etan, pega num dos cartazes originais feitos com a foto do filho, escreve a sua eterna pergunta e remete a carta para a penitenciária do estado da Pensilvânia. E repete a rotina a cada aniversário do filho.
Perguntaram-lhe há cinco anos se ainda esperava uma resposta. "Não, mas quero que ele saiba que não esquecemos o que nos fez." Depois daquele dia, a vida dos Patz nunca mais foi a mesma. E tudo começou com a decisão de, pela primeira vez, deixar a criança ir sozinha até à paragem do autocarro.
Era uma curta caminhada de dois quarteirões, quase toda ela visível da escada de incêndio do prédio onde vivia, num bairro tranquilo da cidade e por ruas movimentadas. "Quase todos os outros miúdos vão sozinhos, por que é que eu não posso ir?", insistia Etan. Um dia, os pais cederam.No livro After Etan: The Missing Child Case That Held America Captive (cujo primeiro capítulo pode ser lido em http://abcnews.go.com/2020/story?id=7577234&page=1), a autora, Lisa R. Cohen, descreve como a mãe, Julie, se lembra de seguir Etan com o olhar durante quase metade do trajecto, até depois de atravessar a primeira rua rumo à esquina que dava acesso ao local onde apanharia o autocarro da escola.
E como resistiu à tentação de ficar ali até ao fim, à porta do prédio, a guardar o filho com os olhos, porque o mais novo (Ari, de dois anos) tinha ficado no apartamento, acompanhado de um amigo da mesma idade que lá dormira nessa noite.
A irmã Shira de oito anos e uma grande dificuldade para sair da cama), tinha de ser apressada a tomar o pequeno-almoço e o marido, Stan, fotógrafo profissional, ficara mais um bocado na cama depois de ter trabalhado noite dentro na véspera.Falsas memórias . As horas mais dramáticas da vida desta mulher e da sua família foram recuperadas mais tarde numa sessão de hipnose, com o intuito de descobrir algum pormenor que desse pistas sobre o desaparecimento de Etan.
Descobriu-se aí que Julie, uma ama que, daí a alguns minutos, receberia em sua casa oito crianças para tomar conta, criou uma falsa memória desse dia: na verdade, depois de o filho atravessar a rua, ela não foi à escada de incêndio para vigiar enquanto Etan dobrava a esquina. Foi ver dos pequenos, despachar a filha para a escola, tomar um banho rápido. Não viu Etan dobrar a esquina. Ele, provavelmente, não a dobrou.
A paragem de autocarro ficava em frente a um bar espanhol e ninguém se lembra de ver o miúdo ali. Também ninguém avisou a mãe de que Etan não tinha ido às aulas nesse dia. Era sexta-feira, véspera do fim-de-semana grande do Memorial Day, toda a gente fazia planos, talvez o mundo andasse distraído. A meio da tarde, Julie reparou que o filho tardava a chegar da escola.
Demorou apenas alguns minutos até a dúvida se transformar em agonia. Um telefonema para a escola, outro para a casa do melhor amigo. Etan nunca tinha, sequer, entrado no autocarro. Desaparecera nas escassas dezenas de metros em que caminhara sozinho, na primeira vez que os seus pais o autorizaram a fazê-lo.
Foi essa sensação de culpa que corroeu os Patz nas primeiras horas, enquanto centenas de polícias faziam buscas pelo bairro e a América se comovia com o drama de um miúdo risonho e independente, de uma família que podia ser, afinal, qualquer uma. Num artigo escrito para a New York Magazine (http://nymag.com/news/features/56441/) a propósito de mais um aniversário do desaparecimento de Ethan, Lisa R. Cohen recorda que uma geração de nova-iorquinos criada a brincar na rua com os amigos e a regressar a casa apenas para o jantar percebeu que esses tempos nunca mais se repetiriam.
O medo triunfara. A longa investigaçãoRamos, o homem que Stan acusa de ser responsável pelo desaparecimento e morte do filho, será libertado em 2012 após cumprir pena por pedofilia e abuso de menores. E só está na prisão porque um procurador de Nova Iorque, Stuart Gabrois, dedicou anos da sua vida a investigar o caso de Etan.
Várias provas circunstanciais (fotos de miúdos louros na manilha de esgotos onde vivia na altura; o facto de ter namorado com a rapariga que semanas antes tinha acompanhado Etan até à escola, durante uma greve dos motoristas; queixas de tentativas de aliciamento de jovens) apontavam Ramos como a única pista verdadeiramente viável para explicar o desaparecimento do rapaz.
Mas a justiça desistiu do caso porque não encontrou maneira de incriminar o vadio que ganhava a vida a recolher e a vender ferro-velho pelas ruas de Nova Iorque.Tudo o resto, as dezenas de pistas investigadas (a polícia de Nova Iorque chegou a ir a Israel), as centenas de telefonemas com denúncias ou informações sobre avistamentos da criança (que os pais anotavam sempre em intermináveis caderninhos), os falsos alarmes e as decepções, as palmadinhas nas costas, tudo isso deu em nada.
Até o cerco da imprensa afrouxou e os anos foram trazendo o esquecimento.No fundo, os Patz agradeceram o anonimato: logo na noite do desaparecimento, o repórter fotográfico de um tablóide, depois de fazer fotos dos pais, dirigiu-se à mãe: "Agora arranje-me aí umas lágrimas, para eu não ter de cá voltar quando encontrarem o corpo!

"Eles não se mudaram, porque Etan podia, um dia, aparecer. E também porque se recusaram a apagar todas as boas memórias que tinham daquela casa. Também nunca trocaram o número de telefone, porque Etan o sabia de cor. E, assim, continuaram durante anos a receber telefonemas com falsas pistas ou ofertas de ajuda, gestos de boa vontade que, com o tempo, se foram transformando numa tortura cruel. Quase a confissão.Mas eles não desistiram. Nem eles nem Stuart Gabrois, cujo chefe na altura era Rudolph Giuliani, futuro mayor de Nova Iorque.
Quando, finalmente, se descobriu o paradeiro de Jose Ramos, acusado de um crime na Pensilvânia, o procurador pediu para ser nomeado para o caso e interrogou-o. Ouviu do suspeito a confissão de que teria estado com um rapazinho nessa tarde de Maio de 1979, mas a criança recusara os seus avanços sexuais e ele a acompanhara até à estação de metro. Ramos estaria "90 por cento seguro" de que se tratava de Etan. Mas depois pediu um advogado e nunca mais admitiu qualquer ligação ao caso. Nem mesmo quando Gabrois conseguiu, em 1990, que ele fosse condenado a passar até um máximo de 20 anos na prisão por causa dos crimes cometidos na Pensilvânia.
Só que o procurador não estava preparado para desistir. Colocou informadores a partilhar a cela com Ramos e eles ouviram-no falar de detalhes que só alguém que conhecesse bem o caso poderia saber. Um dia, já perante o segundo companheiro de cela ali colocado por Gabrois para lhe "sacar" uma confissão, Ramos admitiu ter tido sexo com Etan, depois de o ter levado de Prince Street com uma simples frase: "Olá, lembras-te de mim? Sou o amigo da Sandy [a rapariga que acompanhara o miúdo nas semanas anteriores]."
Triste acaso ou instinto de sobrevivência, a verdade é que, tão perto da confissão definitiva, o presidiário faz nova marcha-atrás e descobre que o seu confessor era, afinal, um "bufo". Perante o cenário da libertação iminente de Jose Ramos, Stuart Gabrois e Stan Patz decidem avançar com um processo cível por homicídio por negligência. Para o fazerem, os pais têm de assumir legalmente que Etan morreu. É o que fazem.
Ganham o processo em 2004. Têm direito a uma indemnização de dois milhões de dólares que nunca receberão nem querem receber. Já nada trará Etan de volta. Mas Stan continua a escrever a Jose duas vezes por ano perguntando-lhe o que fez ao seu "rapazinho". Sempre na folha de papel onde, há muitos anos, alguém imprimiu o último sorriso de uma criança e a palavra "Desaparecido".


Jornal Público PT
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Etan Patz desapareceu há 30 anos e a ferida ainda está aberta

Porque hoje se celebra o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, convêm relembrar como foi criado este dia:
Por todas as crianças desaparecidas para que um dia possam voltar a casa, para todas as familias para que um dia possa acabar o seu sofrimento.

Nova Iorque, 25 de Maio de 1979. Um miúdo de seis anos sai de casa para a curta caminhada até à paragem do autocarro. Nunca mais foi visto. É o Dia Internacional das Crianças desaparecidas.
Por Luís Francisco

Duas vezes por ano, nos mesmos dois dias, Stan Patz pega numa folha de papel, vira o lado impresso para baixo e escreve uma mensagem sempre igual: "O que fizeste ao meu rapazinho?" Todos os anos, duas vezes por ano, Jose Ramos, detido numa prisão federal, ilude a pergunta. Não responde. Não confessa. Não desfaz o mistério que dura há 30 anos.
A 25 de Maio de 1979, Etan Patz, seis anos, desapareceu em Nova Iorque, no curto trajecto entre a sua casa no Soho e a paragem do autocarro da escola. Nunca foi encontrado.A arrepiante história sacudiu a América naquele tempo, mas algo neste caso (como, afinal, sucedeu com Maddie McCann) o tornou especial.
Tão especial que a cara de Etan foi a primeira a aparecer nos pacotes de leite como forma de procurar informações e, em 1983, o Presidente Ronald Reagan declarou 25 Maio o Dia Nacional das Crianças Desaparecidas.
Três anos depois, a data assumiu dimensão internacional. Neste dia, Stan, pai de Etan, pega num dos cartazes originais feitos com a foto do filho, escreve a sua eterna pergunta e remete a carta para a penitenciária do estado da Pensilvânia. E repete a rotina a cada aniversário do filho.
Perguntaram-lhe há cinco anos se ainda esperava uma resposta. "Não, mas quero que ele saiba que não esquecemos o que nos fez." Depois daquele dia, a vida dos Patz nunca mais foi a mesma. E tudo começou com a decisão de, pela primeira vez, deixar a criança ir sozinha até à paragem do autocarro.
Era uma curta caminhada de dois quarteirões, quase toda ela visível da escada de incêndio do prédio onde vivia, num bairro tranquilo da cidade e por ruas movimentadas. "Quase todos os outros miúdos vão sozinhos, por que é que eu não posso ir?", insistia Etan. Um dia, os pais cederam.No livro After Etan: The Missing Child Case That Held America Captive (cujo primeiro capítulo pode ser lido em http://abcnews.go.com/2020/story?id=7577234&page=1), a autora, Lisa R. Cohen, descreve como a mãe, Julie, se lembra de seguir Etan com o olhar durante quase metade do trajecto, até depois de atravessar a primeira rua rumo à esquina que dava acesso ao local onde apanharia o autocarro da escola.
E como resistiu à tentação de ficar ali até ao fim, à porta do prédio, a guardar o filho com os olhos, porque o mais novo (Ari, de dois anos) tinha ficado no apartamento, acompanhado de um amigo da mesma idade que lá dormira nessa noite.
A irmã Shira de oito anos e uma grande dificuldade para sair da cama), tinha de ser apressada a tomar o pequeno-almoço e o marido, Stan, fotógrafo profissional, ficara mais um bocado na cama depois de ter trabalhado noite dentro na véspera.Falsas memórias . As horas mais dramáticas da vida desta mulher e da sua família foram recuperadas mais tarde numa sessão de hipnose, com o intuito de descobrir algum pormenor que desse pistas sobre o desaparecimento de Etan.
Descobriu-se aí que Julie, uma ama que, daí a alguns minutos, receberia em sua casa oito crianças para tomar conta, criou uma falsa memória desse dia: na verdade, depois de o filho atravessar a rua, ela não foi à escada de incêndio para vigiar enquanto Etan dobrava a esquina. Foi ver dos pequenos, despachar a filha para a escola, tomar um banho rápido. Não viu Etan dobrar a esquina. Ele, provavelmente, não a dobrou.
A paragem de autocarro ficava em frente a um bar espanhol e ninguém se lembra de ver o miúdo ali. Também ninguém avisou a mãe de que Etan não tinha ido às aulas nesse dia. Era sexta-feira, véspera do fim-de-semana grande do Memorial Day, toda a gente fazia planos, talvez o mundo andasse distraído. A meio da tarde, Julie reparou que o filho tardava a chegar da escola.
Demorou apenas alguns minutos até a dúvida se transformar em agonia. Um telefonema para a escola, outro para a casa do melhor amigo. Etan nunca tinha, sequer, entrado no autocarro. Desaparecera nas escassas dezenas de metros em que caminhara sozinho, na primeira vez que os seus pais o autorizaram a fazê-lo.
Foi essa sensação de culpa que corroeu os Patz nas primeiras horas, enquanto centenas de polícias faziam buscas pelo bairro e a América se comovia com o drama de um miúdo risonho e independente, de uma família que podia ser, afinal, qualquer uma. Num artigo escrito para a New York Magazine (http://nymag.com/news/features/56441/) a propósito de mais um aniversário do desaparecimento de Ethan, Lisa R. Cohen recorda que uma geração de nova-iorquinos criada a brincar na rua com os amigos e a regressar a casa apenas para o jantar percebeu que esses tempos nunca mais se repetiriam.
O medo triunfara. A longa investigaçãoRamos, o homem que Stan acusa de ser responsável pelo desaparecimento e morte do filho, será libertado em 2012 após cumprir pena por pedofilia e abuso de menores. E só está na prisão porque um procurador de Nova Iorque, Stuart Gabrois, dedicou anos da sua vida a investigar o caso de Etan.
Várias provas circunstanciais (fotos de miúdos louros na manilha de esgotos onde vivia na altura; o facto de ter namorado com a rapariga que semanas antes tinha acompanhado Etan até à escola, durante uma greve dos motoristas; queixas de tentativas de aliciamento de jovens) apontavam Ramos como a única pista verdadeiramente viável para explicar o desaparecimento do rapaz.
Mas a justiça desistiu do caso porque não encontrou maneira de incriminar o vadio que ganhava a vida a recolher e a vender ferro-velho pelas ruas de Nova Iorque.Tudo o resto, as dezenas de pistas investigadas (a polícia de Nova Iorque chegou a ir a Israel), as centenas de telefonemas com denúncias ou informações sobre avistamentos da criança (que os pais anotavam sempre em intermináveis caderninhos), os falsos alarmes e as decepções, as palmadinhas nas costas, tudo isso deu em nada.
Até o cerco da imprensa afrouxou e os anos foram trazendo o esquecimento.No fundo, os Patz agradeceram o anonimato: logo na noite do desaparecimento, o repórter fotográfico de um tablóide, depois de fazer fotos dos pais, dirigiu-se à mãe: "Agora arranje-me aí umas lágrimas, para eu não ter de cá voltar quando encontrarem o corpo!

"Eles não se mudaram, porque Etan podia, um dia, aparecer. E também porque se recusaram a apagar todas as boas memórias que tinham daquela casa. Também nunca trocaram o número de telefone, porque Etan o sabia de cor. E, assim, continuaram durante anos a receber telefonemas com falsas pistas ou ofertas de ajuda, gestos de boa vontade que, com o tempo, se foram transformando numa tortura cruel. Quase a confissão.Mas eles não desistiram. Nem eles nem Stuart Gabrois, cujo chefe na altura era Rudolph Giuliani, futuro mayor de Nova Iorque.
Quando, finalmente, se descobriu o paradeiro de Jose Ramos, acusado de um crime na Pensilvânia, o procurador pediu para ser nomeado para o caso e interrogou-o. Ouviu do suspeito a confissão de que teria estado com um rapazinho nessa tarde de Maio de 1979, mas a criança recusara os seus avanços sexuais e ele a acompanhara até à estação de metro. Ramos estaria "90 por cento seguro" de que se tratava de Etan. Mas depois pediu um advogado e nunca mais admitiu qualquer ligação ao caso. Nem mesmo quando Gabrois conseguiu, em 1990, que ele fosse condenado a passar até um máximo de 20 anos na prisão por causa dos crimes cometidos na Pensilvânia.
Só que o procurador não estava preparado para desistir. Colocou informadores a partilhar a cela com Ramos e eles ouviram-no falar de detalhes que só alguém que conhecesse bem o caso poderia saber. Um dia, já perante o segundo companheiro de cela ali colocado por Gabrois para lhe "sacar" uma confissão, Ramos admitiu ter tido sexo com Etan, depois de o ter levado de Prince Street com uma simples frase: "Olá, lembras-te de mim? Sou o amigo da Sandy [a rapariga que acompanhara o miúdo nas semanas anteriores]."
Triste acaso ou instinto de sobrevivência, a verdade é que, tão perto da confissão definitiva, o presidiário faz nova marcha-atrás e descobre que o seu confessor era, afinal, um "bufo". Perante o cenário da libertação iminente de Jose Ramos, Stuart Gabrois e Stan Patz decidem avançar com um processo cível por homicídio por negligência. Para o fazerem, os pais têm de assumir legalmente que Etan morreu. É o que fazem.
Ganham o processo em 2004. Têm direito a uma indemnização de dois milhões de dólares que nunca receberão nem querem receber. Já nada trará Etan de volta. Mas Stan continua a escrever a Jose duas vezes por ano perguntando-lhe o que fez ao seu "rapazinho". Sempre na folha de papel onde, há muitos anos, alguém imprimiu o último sorriso de uma criança e a palavra "Desaparecido".


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Etan Patz desapareceu há 30 anos e a ferida ainda está aberta

Porque hoje se celebra o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, convêm relembrar como foi criado este dia:
Por todas as crianças desaparecidas para que um dia possam voltar a casa, para todas as familias para que um dia possa acabar o seu sofrimento.

Nova Iorque, 25 de Maio de 1979. Um miúdo de seis anos sai de casa para a curta caminhada até à paragem do autocarro. Nunca mais foi visto. É o Dia Internacional das Crianças desaparecidas.
Por Luís Francisco

Duas vezes por ano, nos mesmos dois dias, Stan Patz pega numa folha de papel, vira o lado impresso para baixo e escreve uma mensagem sempre igual: "O que fizeste ao meu rapazinho?" Todos os anos, duas vezes por ano, Jose Ramos, detido numa prisão federal, ilude a pergunta. Não responde. Não confessa. Não desfaz o mistério que dura há 30 anos.
A 25 de Maio de 1979, Etan Patz, seis anos, desapareceu em Nova Iorque, no curto trajecto entre a sua casa no Soho e a paragem do autocarro da escola. Nunca foi encontrado.A arrepiante história sacudiu a América naquele tempo, mas algo neste caso (como, afinal, sucedeu com Maddie McCann) o tornou especial.
Tão especial que a cara de Etan foi a primeira a aparecer nos pacotes de leite como forma de procurar informações e, em 1983, o Presidente Ronald Reagan declarou 25 Maio o Dia Nacional das Crianças Desaparecidas.
Três anos depois, a data assumiu dimensão internacional. Neste dia, Stan, pai de Etan, pega num dos cartazes originais feitos com a foto do filho, escreve a sua eterna pergunta e remete a carta para a penitenciária do estado da Pensilvânia. E repete a rotina a cada aniversário do filho.
Perguntaram-lhe há cinco anos se ainda esperava uma resposta. "Não, mas quero que ele saiba que não esquecemos o que nos fez." Depois daquele dia, a vida dos Patz nunca mais foi a mesma. E tudo começou com a decisão de, pela primeira vez, deixar a criança ir sozinha até à paragem do autocarro.
Era uma curta caminhada de dois quarteirões, quase toda ela visível da escada de incêndio do prédio onde vivia, num bairro tranquilo da cidade e por ruas movimentadas. "Quase todos os outros miúdos vão sozinhos, por que é que eu não posso ir?", insistia Etan. Um dia, os pais cederam.No livro After Etan: The Missing Child Case That Held America Captive (cujo primeiro capítulo pode ser lido em http://abcnews.go.com/2020/story?id=7577234&page=1), a autora, Lisa R. Cohen, descreve como a mãe, Julie, se lembra de seguir Etan com o olhar durante quase metade do trajecto, até depois de atravessar a primeira rua rumo à esquina que dava acesso ao local onde apanharia o autocarro da escola.
E como resistiu à tentação de ficar ali até ao fim, à porta do prédio, a guardar o filho com os olhos, porque o mais novo (Ari, de dois anos) tinha ficado no apartamento, acompanhado de um amigo da mesma idade que lá dormira nessa noite.
A irmã Shira de oito anos e uma grande dificuldade para sair da cama), tinha de ser apressada a tomar o pequeno-almoço e o marido, Stan, fotógrafo profissional, ficara mais um bocado na cama depois de ter trabalhado noite dentro na véspera.Falsas memórias . As horas mais dramáticas da vida desta mulher e da sua família foram recuperadas mais tarde numa sessão de hipnose, com o intuito de descobrir algum pormenor que desse pistas sobre o desaparecimento de Etan.
Descobriu-se aí que Julie, uma ama que, daí a alguns minutos, receberia em sua casa oito crianças para tomar conta, criou uma falsa memória desse dia: na verdade, depois de o filho atravessar a rua, ela não foi à escada de incêndio para vigiar enquanto Etan dobrava a esquina. Foi ver dos pequenos, despachar a filha para a escola, tomar um banho rápido. Não viu Etan dobrar a esquina. Ele, provavelmente, não a dobrou.
A paragem de autocarro ficava em frente a um bar espanhol e ninguém se lembra de ver o miúdo ali. Também ninguém avisou a mãe de que Etan não tinha ido às aulas nesse dia. Era sexta-feira, véspera do fim-de-semana grande do Memorial Day, toda a gente fazia planos, talvez o mundo andasse distraído. A meio da tarde, Julie reparou que o filho tardava a chegar da escola.
Demorou apenas alguns minutos até a dúvida se transformar em agonia. Um telefonema para a escola, outro para a casa do melhor amigo. Etan nunca tinha, sequer, entrado no autocarro. Desaparecera nas escassas dezenas de metros em que caminhara sozinho, na primeira vez que os seus pais o autorizaram a fazê-lo.
Foi essa sensação de culpa que corroeu os Patz nas primeiras horas, enquanto centenas de polícias faziam buscas pelo bairro e a América se comovia com o drama de um miúdo risonho e independente, de uma família que podia ser, afinal, qualquer uma. Num artigo escrito para a New York Magazine (http://nymag.com/news/features/56441/) a propósito de mais um aniversário do desaparecimento de Ethan, Lisa R. Cohen recorda que uma geração de nova-iorquinos criada a brincar na rua com os amigos e a regressar a casa apenas para o jantar percebeu que esses tempos nunca mais se repetiriam.
O medo triunfara. A longa investigaçãoRamos, o homem que Stan acusa de ser responsável pelo desaparecimento e morte do filho, será libertado em 2012 após cumprir pena por pedofilia e abuso de menores. E só está na prisão porque um procurador de Nova Iorque, Stuart Gabrois, dedicou anos da sua vida a investigar o caso de Etan.
Várias provas circunstanciais (fotos de miúdos louros na manilha de esgotos onde vivia na altura; o facto de ter namorado com a rapariga que semanas antes tinha acompanhado Etan até à escola, durante uma greve dos motoristas; queixas de tentativas de aliciamento de jovens) apontavam Ramos como a única pista verdadeiramente viável para explicar o desaparecimento do rapaz.
Mas a justiça desistiu do caso porque não encontrou maneira de incriminar o vadio que ganhava a vida a recolher e a vender ferro-velho pelas ruas de Nova Iorque.Tudo o resto, as dezenas de pistas investigadas (a polícia de Nova Iorque chegou a ir a Israel), as centenas de telefonemas com denúncias ou informações sobre avistamentos da criança (que os pais anotavam sempre em intermináveis caderninhos), os falsos alarmes e as decepções, as palmadinhas nas costas, tudo isso deu em nada.
Até o cerco da imprensa afrouxou e os anos foram trazendo o esquecimento.No fundo, os Patz agradeceram o anonimato: logo na noite do desaparecimento, o repórter fotográfico de um tablóide, depois de fazer fotos dos pais, dirigiu-se à mãe: "Agora arranje-me aí umas lágrimas, para eu não ter de cá voltar quando encontrarem o corpo!

"Eles não se mudaram, porque Etan podia, um dia, aparecer. E também porque se recusaram a apagar todas as boas memórias que tinham daquela casa. Também nunca trocaram o número de telefone, porque Etan o sabia de cor. E, assim, continuaram durante anos a receber telefonemas com falsas pistas ou ofertas de ajuda, gestos de boa vontade que, com o tempo, se foram transformando numa tortura cruel. Quase a confissão.Mas eles não desistiram. Nem eles nem Stuart Gabrois, cujo chefe na altura era Rudolph Giuliani, futuro mayor de Nova Iorque.
Quando, finalmente, se descobriu o paradeiro de Jose Ramos, acusado de um crime na Pensilvânia, o procurador pediu para ser nomeado para o caso e interrogou-o. Ouviu do suspeito a confissão de que teria estado com um rapazinho nessa tarde de Maio de 1979, mas a criança recusara os seus avanços sexuais e ele a acompanhara até à estação de metro. Ramos estaria "90 por cento seguro" de que se tratava de Etan. Mas depois pediu um advogado e nunca mais admitiu qualquer ligação ao caso. Nem mesmo quando Gabrois conseguiu, em 1990, que ele fosse condenado a passar até um máximo de 20 anos na prisão por causa dos crimes cometidos na Pensilvânia.
Só que o procurador não estava preparado para desistir. Colocou informadores a partilhar a cela com Ramos e eles ouviram-no falar de detalhes que só alguém que conhecesse bem o caso poderia saber. Um dia, já perante o segundo companheiro de cela ali colocado por Gabrois para lhe "sacar" uma confissão, Ramos admitiu ter tido sexo com Etan, depois de o ter levado de Prince Street com uma simples frase: "Olá, lembras-te de mim? Sou o amigo da Sandy [a rapariga que acompanhara o miúdo nas semanas anteriores]."
Triste acaso ou instinto de sobrevivência, a verdade é que, tão perto da confissão definitiva, o presidiário faz nova marcha-atrás e descobre que o seu confessor era, afinal, um "bufo". Perante o cenário da libertação iminente de Jose Ramos, Stuart Gabrois e Stan Patz decidem avançar com um processo cível por homicídio por negligência. Para o fazerem, os pais têm de assumir legalmente que Etan morreu. É o que fazem.
Ganham o processo em 2004. Têm direito a uma indemnização de dois milhões de dólares que nunca receberão nem querem receber. Já nada trará Etan de volta. Mas Stan continua a escrever a Jose duas vezes por ano perguntando-lhe o que fez ao seu "rapazinho". Sempre na folha de papel onde, há muitos anos, alguém imprimiu o último sorriso de uma criança e a palavra "Desaparecido".


Jornal Público PT
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Cerca de 2,5 mil menores estão prontos para serem adotados no Brasil.
Irmãos têm mais dificuldade para encontrar família.


No Dia Nacional da Adoção, o Brasil enfrenta um desafio: incluir um número maior de crianças no Cadastro Nacional de Adoção e garantir que elas tenham mais chances de encontrar uma família. Atualmente, 80 mil crianças vivem em abrigos.
De um lado estão 2,5 mil crianças cadastradas, prontas para serem adotadas no Brasil. Do outro, 18 mil candidatos a pais adotivos. Pela lógica sobrariam pais, mas a conta não é tão simples assim.
“Há uma grande diferença entre a criança desejada. Pretendida por aquele que quer adotar e o tipo de criança existente. Esta dificuldade de encontro, o principal elemento de restrição é a idade”, diz Francisco Oliveira Neto, da Associação dos Magistrados do Brasil.
Cerca de 80% dos pais procuram crianças com menos de 3 anos, mas apenas 7% das crianças prontas para serem adotadas estão nesta faixa etária. O Cadastro Nacional de Adoção, que completou um ano, permite o cruzamento de informações de todos os estados brasileiros e traz mais esperança para quem vive em abrigos.
"Ele potencializa as possibilidades de adoção de crianças mais velhas que não encontram espaço para adoção nas comarcas onde elas estão", diz Oliveira Neto.
Irmãos têm mais dificuldade para encontrar uma família, pois 84% dos candidatos a pais preferem adotar apenas uma criança.
No total, 65% das pessoas que querem adotar uma criança procuram abrigos e maternidades, mas o caminho correto é a Vara da Infância e Juventude de cada cidade.

Fonte: G1
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Cerca de 2,5 mil menores estão prontos para serem adotados no Brasil.
Irmãos têm mais dificuldade para encontrar família.


No Dia Nacional da Adoção, o Brasil enfrenta um desafio: incluir um número maior de crianças no Cadastro Nacional de Adoção e garantir que elas tenham mais chances de encontrar uma família. Atualmente, 80 mil crianças vivem em abrigos.
De um lado estão 2,5 mil crianças cadastradas, prontas para serem adotadas no Brasil. Do outro, 18 mil candidatos a pais adotivos. Pela lógica sobrariam pais, mas a conta não é tão simples assim.
“Há uma grande diferença entre a criança desejada. Pretendida por aquele que quer adotar e o tipo de criança existente. Esta dificuldade de encontro, o principal elemento de restrição é a idade”, diz Francisco Oliveira Neto, da Associação dos Magistrados do Brasil.
Cerca de 80% dos pais procuram crianças com menos de 3 anos, mas apenas 7% das crianças prontas para serem adotadas estão nesta faixa etária. O Cadastro Nacional de Adoção, que completou um ano, permite o cruzamento de informações de todos os estados brasileiros e traz mais esperança para quem vive em abrigos.
"Ele potencializa as possibilidades de adoção de crianças mais velhas que não encontram espaço para adoção nas comarcas onde elas estão", diz Oliveira Neto.
Irmãos têm mais dificuldade para encontrar uma família, pois 84% dos candidatos a pais preferem adotar apenas uma criança.
No total, 65% das pessoas que querem adotar uma criança procuram abrigos e maternidades, mas o caminho correto é a Vara da Infância e Juventude de cada cidade.

Fonte: G1
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Cerca de 2,5 mil menores estão prontos para serem adotados no Brasil.
Irmãos têm mais dificuldade para encontrar família.


No Dia Nacional da Adoção, o Brasil enfrenta um desafio: incluir um número maior de crianças no Cadastro Nacional de Adoção e garantir que elas tenham mais chances de encontrar uma família. Atualmente, 80 mil crianças vivem em abrigos.
De um lado estão 2,5 mil crianças cadastradas, prontas para serem adotadas no Brasil. Do outro, 18 mil candidatos a pais adotivos. Pela lógica sobrariam pais, mas a conta não é tão simples assim.
“Há uma grande diferença entre a criança desejada. Pretendida por aquele que quer adotar e o tipo de criança existente. Esta dificuldade de encontro, o principal elemento de restrição é a idade”, diz Francisco Oliveira Neto, da Associação dos Magistrados do Brasil.
Cerca de 80% dos pais procuram crianças com menos de 3 anos, mas apenas 7% das crianças prontas para serem adotadas estão nesta faixa etária. O Cadastro Nacional de Adoção, que completou um ano, permite o cruzamento de informações de todos os estados brasileiros e traz mais esperança para quem vive em abrigos.
"Ele potencializa as possibilidades de adoção de crianças mais velhas que não encontram espaço para adoção nas comarcas onde elas estão", diz Oliveira Neto.
Irmãos têm mais dificuldade para encontrar uma família, pois 84% dos candidatos a pais preferem adotar apenas uma criança.
No total, 65% das pessoas que querem adotar uma criança procuram abrigos e maternidades, mas o caminho correto é a Vara da Infância e Juventude de cada cidade.

Fonte: G1
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Cerca de 2,5 mil menores estão prontos para serem adotados no Brasil.
Irmãos têm mais dificuldade para encontrar família.


No Dia Nacional da Adoção, o Brasil enfrenta um desafio: incluir um número maior de crianças no Cadastro Nacional de Adoção e garantir que elas tenham mais chances de encontrar uma família. Atualmente, 80 mil crianças vivem em abrigos.
De um lado estão 2,5 mil crianças cadastradas, prontas para serem adotadas no Brasil. Do outro, 18 mil candidatos a pais adotivos. Pela lógica sobrariam pais, mas a conta não é tão simples assim.
“Há uma grande diferença entre a criança desejada. Pretendida por aquele que quer adotar e o tipo de criança existente. Esta dificuldade de encontro, o principal elemento de restrição é a idade”, diz Francisco Oliveira Neto, da Associação dos Magistrados do Brasil.
Cerca de 80% dos pais procuram crianças com menos de 3 anos, mas apenas 7% das crianças prontas para serem adotadas estão nesta faixa etária. O Cadastro Nacional de Adoção, que completou um ano, permite o cruzamento de informações de todos os estados brasileiros e traz mais esperança para quem vive em abrigos.
"Ele potencializa as possibilidades de adoção de crianças mais velhas que não encontram espaço para adoção nas comarcas onde elas estão", diz Oliveira Neto.
Irmãos têm mais dificuldade para encontrar uma família, pois 84% dos candidatos a pais preferem adotar apenas uma criança.
No total, 65% das pessoas que querem adotar uma criança procuram abrigos e maternidades, mas o caminho correto é a Vara da Infância e Juventude de cada cidade.

Fonte: G1
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Uma manifestação na Praça Sete, no quarteirão fechado da rua Carijós, em Belo Horizonte, nesta segunda-feira (25), marcou o Dia Internacional de Combate ao Desaparecimento de Crianças. O dia foi lembrado pela Delegacia de Localização de Criança e Adolescente Desaparecidos e o Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas).
Desde novembro de 2006 a Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida, responsável pela Delegacia de Localização de Criança e Adolescente Desaparecidos registrou um total de 5.118 casos de desaparecimento, tendo localizado 3.471 pessoas, enquanto 1.647 casos estão sob investigação. O índice de solução de casos de desaparecimento de crianças é de 90% e o de adolescentes de 91%.
A ação pública desta segunda-feira (25) teve como objetivo divulgar, através de panfletos informativos, as medidas a serem adotadas pela população para prevenir o desaparecimento de crianças e adolescente. Psicólogos, policiais civis, delegados e assistentes sociais passaram o dia na praça conversando com as pessoas.
Duas mães estiveram no local em busca de notícias de familiares desaparecidos. Rosinéia Ferreira da Cruz, 30 anos, procura pela filha desaparecida desde o dia 18 de maio deste ano. Ana Carolina Gomes da Cruz, 13, teria sido vista pela última vez na sexta-feira (22), exatamente na Praça Sete. Ela morava com parentes, no bairro Morro Alto, em Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e não foi à escola, no mesmo bairro, onde cursa a 5ª série, na segunda-feira (18). Desde então é procurada pelos familiares. Maria Rita Martins buscou informações sobre sua filha adotiva, Michele Aparecida Marques, de 24 anos, que está desaparecida desde o dia 5 de abril deste ano.

Agilidade

Números divulgados durante a manifestação mostram que Minas Gerais registra hoje 28 crianças e 120 adolescentes desaparecidos, segundo a Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida da Delegacia de Localização de Criança e Adolescente Desaparecidos. No ano passado, a Divisão registrou 1.395 desaparecimentos, tendo localizado 1.482 pessoas. Dos desaparecidos, 93 eram idosos, 757 adultos, 470 adolescentes e 75 crianças.
De acordo com a delegada Cristina Coeli, titular da Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida, a conscientização das famílias sobre a agilidade na informação do desaparecimento é fundamental para o início das investigações. Ela ressaltou que não é necessário esperar 24 ou 48 horas para fazer o registro na delegacia.
A policial esclarece ainda que alguns desaparecimentos tenham origem em conflitos familiares, mas não explicitados, e que servem de base para a fuga da criança ou adolescente, alvos da campanha desta segunda-feira (25). As pessoas que passaram pela barraca instalada na Praça Sete gostaram da iniciativa.
Para Márcia Maria da Silva “é bom que a população seja informada dos procedimentos para que possam tomar as medidas corretas no caso de desaparecimento de familiares ou amigos”. O delegado Hugo e Silva, titular da Delegacia de Localização de Criança e Adolescente Desaparecidos, disse que a divulgação aumenta a possibilidade de encontrar alguém desaparecido e as informações passadas à Delegacia podem favorecer o encontro de uma criança ou adolescente. Ele considerou positiva a manifestação pelo grande número de pessoas que se interessaram pelo assunto.

Quem tiver qualquer informação sobre pessoas desaparecidas deve ligar para o disque-denúncia, no número 0800 282 8197, ou acessar o site www.desaparecidos.mg.gov.br.

Fonte:Farol Comunitário
link do postPor anjoseguerreiros, às 22:05  comentar


Uma manifestação na Praça Sete, no quarteirão fechado da rua Carijós, em Belo Horizonte, nesta segunda-feira (25), marcou o Dia Internacional de Combate ao Desaparecimento de Crianças. O dia foi lembrado pela Delegacia de Localização de Criança e Adolescente Desaparecidos e o Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas).
Desde novembro de 2006 a Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida, responsável pela Delegacia de Localização de Criança e Adolescente Desaparecidos registrou um total de 5.118 casos de desaparecimento, tendo localizado 3.471 pessoas, enquanto 1.647 casos estão sob investigação. O índice de solução de casos de desaparecimento de crianças é de 90% e o de adolescentes de 91%.
A ação pública desta segunda-feira (25) teve como objetivo divulgar, através de panfletos informativos, as medidas a serem adotadas pela população para prevenir o desaparecimento de crianças e adolescente. Psicólogos, policiais civis, delegados e assistentes sociais passaram o dia na praça conversando com as pessoas.
Duas mães estiveram no local em busca de notícias de familiares desaparecidos. Rosinéia Ferreira da Cruz, 30 anos, procura pela filha desaparecida desde o dia 18 de maio deste ano. Ana Carolina Gomes da Cruz, 13, teria sido vista pela última vez na sexta-feira (22), exatamente na Praça Sete. Ela morava com parentes, no bairro Morro Alto, em Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e não foi à escola, no mesmo bairro, onde cursa a 5ª série, na segunda-feira (18). Desde então é procurada pelos familiares. Maria Rita Martins buscou informações sobre sua filha adotiva, Michele Aparecida Marques, de 24 anos, que está desaparecida desde o dia 5 de abril deste ano.

Agilidade

Números divulgados durante a manifestação mostram que Minas Gerais registra hoje 28 crianças e 120 adolescentes desaparecidos, segundo a Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida da Delegacia de Localização de Criança e Adolescente Desaparecidos. No ano passado, a Divisão registrou 1.395 desaparecimentos, tendo localizado 1.482 pessoas. Dos desaparecidos, 93 eram idosos, 757 adultos, 470 adolescentes e 75 crianças.
De acordo com a delegada Cristina Coeli, titular da Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida, a conscientização das famílias sobre a agilidade na informação do desaparecimento é fundamental para o início das investigações. Ela ressaltou que não é necessário esperar 24 ou 48 horas para fazer o registro na delegacia.
A policial esclarece ainda que alguns desaparecimentos tenham origem em conflitos familiares, mas não explicitados, e que servem de base para a fuga da criança ou adolescente, alvos da campanha desta segunda-feira (25). As pessoas que passaram pela barraca instalada na Praça Sete gostaram da iniciativa.
Para Márcia Maria da Silva “é bom que a população seja informada dos procedimentos para que possam tomar as medidas corretas no caso de desaparecimento de familiares ou amigos”. O delegado Hugo e Silva, titular da Delegacia de Localização de Criança e Adolescente Desaparecidos, disse que a divulgação aumenta a possibilidade de encontrar alguém desaparecido e as informações passadas à Delegacia podem favorecer o encontro de uma criança ou adolescente. Ele considerou positiva a manifestação pelo grande número de pessoas que se interessaram pelo assunto.

Quem tiver qualquer informação sobre pessoas desaparecidas deve ligar para o disque-denúncia, no número 0800 282 8197, ou acessar o site www.desaparecidos.mg.gov.br.

Fonte:Farol Comunitário
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Uma manifestação na Praça Sete, no quarteirão fechado da rua Carijós, em Belo Horizonte, nesta segunda-feira (25), marcou o Dia Internacional de Combate ao Desaparecimento de Crianças. O dia foi lembrado pela Delegacia de Localização de Criança e Adolescente Desaparecidos e o Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas).
Desde novembro de 2006 a Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida, responsável pela Delegacia de Localização de Criança e Adolescente Desaparecidos registrou um total de 5.118 casos de desaparecimento, tendo localizado 3.471 pessoas, enquanto 1.647 casos estão sob investigação. O índice de solução de casos de desaparecimento de crianças é de 90% e o de adolescentes de 91%.
A ação pública desta segunda-feira (25) teve como objetivo divulgar, através de panfletos informativos, as medidas a serem adotadas pela população para prevenir o desaparecimento de crianças e adolescente. Psicólogos, policiais civis, delegados e assistentes sociais passaram o dia na praça conversando com as pessoas.
Duas mães estiveram no local em busca de notícias de familiares desaparecidos. Rosinéia Ferreira da Cruz, 30 anos, procura pela filha desaparecida desde o dia 18 de maio deste ano. Ana Carolina Gomes da Cruz, 13, teria sido vista pela última vez na sexta-feira (22), exatamente na Praça Sete. Ela morava com parentes, no bairro Morro Alto, em Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e não foi à escola, no mesmo bairro, onde cursa a 5ª série, na segunda-feira (18). Desde então é procurada pelos familiares. Maria Rita Martins buscou informações sobre sua filha adotiva, Michele Aparecida Marques, de 24 anos, que está desaparecida desde o dia 5 de abril deste ano.

Agilidade

Números divulgados durante a manifestação mostram que Minas Gerais registra hoje 28 crianças e 120 adolescentes desaparecidos, segundo a Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida da Delegacia de Localização de Criança e Adolescente Desaparecidos. No ano passado, a Divisão registrou 1.395 desaparecimentos, tendo localizado 1.482 pessoas. Dos desaparecidos, 93 eram idosos, 757 adultos, 470 adolescentes e 75 crianças.
De acordo com a delegada Cristina Coeli, titular da Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida, a conscientização das famílias sobre a agilidade na informação do desaparecimento é fundamental para o início das investigações. Ela ressaltou que não é necessário esperar 24 ou 48 horas para fazer o registro na delegacia.
A policial esclarece ainda que alguns desaparecimentos tenham origem em conflitos familiares, mas não explicitados, e que servem de base para a fuga da criança ou adolescente, alvos da campanha desta segunda-feira (25). As pessoas que passaram pela barraca instalada na Praça Sete gostaram da iniciativa.
Para Márcia Maria da Silva “é bom que a população seja informada dos procedimentos para que possam tomar as medidas corretas no caso de desaparecimento de familiares ou amigos”. O delegado Hugo e Silva, titular da Delegacia de Localização de Criança e Adolescente Desaparecidos, disse que a divulgação aumenta a possibilidade de encontrar alguém desaparecido e as informações passadas à Delegacia podem favorecer o encontro de uma criança ou adolescente. Ele considerou positiva a manifestação pelo grande número de pessoas que se interessaram pelo assunto.

Quem tiver qualquer informação sobre pessoas desaparecidas deve ligar para o disque-denúncia, no número 0800 282 8197, ou acessar o site www.desaparecidos.mg.gov.br.

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Uma manifestação na Praça Sete, no quarteirão fechado da rua Carijós, em Belo Horizonte, nesta segunda-feira (25), marcou o Dia Internacional de Combate ao Desaparecimento de Crianças. O dia foi lembrado pela Delegacia de Localização de Criança e Adolescente Desaparecidos e o Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas).
Desde novembro de 2006 a Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida, responsável pela Delegacia de Localização de Criança e Adolescente Desaparecidos registrou um total de 5.118 casos de desaparecimento, tendo localizado 3.471 pessoas, enquanto 1.647 casos estão sob investigação. O índice de solução de casos de desaparecimento de crianças é de 90% e o de adolescentes de 91%.
A ação pública desta segunda-feira (25) teve como objetivo divulgar, através de panfletos informativos, as medidas a serem adotadas pela população para prevenir o desaparecimento de crianças e adolescente. Psicólogos, policiais civis, delegados e assistentes sociais passaram o dia na praça conversando com as pessoas.
Duas mães estiveram no local em busca de notícias de familiares desaparecidos. Rosinéia Ferreira da Cruz, 30 anos, procura pela filha desaparecida desde o dia 18 de maio deste ano. Ana Carolina Gomes da Cruz, 13, teria sido vista pela última vez na sexta-feira (22), exatamente na Praça Sete. Ela morava com parentes, no bairro Morro Alto, em Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e não foi à escola, no mesmo bairro, onde cursa a 5ª série, na segunda-feira (18). Desde então é procurada pelos familiares. Maria Rita Martins buscou informações sobre sua filha adotiva, Michele Aparecida Marques, de 24 anos, que está desaparecida desde o dia 5 de abril deste ano.

Agilidade

Números divulgados durante a manifestação mostram que Minas Gerais registra hoje 28 crianças e 120 adolescentes desaparecidos, segundo a Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida da Delegacia de Localização de Criança e Adolescente Desaparecidos. No ano passado, a Divisão registrou 1.395 desaparecimentos, tendo localizado 1.482 pessoas. Dos desaparecidos, 93 eram idosos, 757 adultos, 470 adolescentes e 75 crianças.
De acordo com a delegada Cristina Coeli, titular da Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida, a conscientização das famílias sobre a agilidade na informação do desaparecimento é fundamental para o início das investigações. Ela ressaltou que não é necessário esperar 24 ou 48 horas para fazer o registro na delegacia.
A policial esclarece ainda que alguns desaparecimentos tenham origem em conflitos familiares, mas não explicitados, e que servem de base para a fuga da criança ou adolescente, alvos da campanha desta segunda-feira (25). As pessoas que passaram pela barraca instalada na Praça Sete gostaram da iniciativa.
Para Márcia Maria da Silva “é bom que a população seja informada dos procedimentos para que possam tomar as medidas corretas no caso de desaparecimento de familiares ou amigos”. O delegado Hugo e Silva, titular da Delegacia de Localização de Criança e Adolescente Desaparecidos, disse que a divulgação aumenta a possibilidade de encontrar alguém desaparecido e as informações passadas à Delegacia podem favorecer o encontro de uma criança ou adolescente. Ele considerou positiva a manifestação pelo grande número de pessoas que se interessaram pelo assunto.

Quem tiver qualquer informação sobre pessoas desaparecidas deve ligar para o disque-denúncia, no número 0800 282 8197, ou acessar o site www.desaparecidos.mg.gov.br.

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É cada vez mais comum ouvir histórias de assaltos presenciados por crianças. O trauma do susto pode virar paranóia para filhos e pais. Como aprender a administrar o medo?

De pronto, Júlia não sabe dizer quantas vezes foi assaltada, mas responde na hora quais foram as piores. A tentativa de roubo que terminou com seis tiros disparados contra o carro onde estava com a filha e a mãe e o sequestro relâmpago que viveu ao lado do filho e da babá. “Os dois tinham três anos quando aconteceu e tiveram a mesma reação. Ficaram calados. O choro veio em casa. Eu dirigia gritando, minha mãe me acalmando e ela calada.”Quatro anos depois, a filha faz terapia ocupacional e conversa com uma psicóloga duas vezes por mês. O tiroteio aconteceu em frente à casa da costureira de Júlia. Ela continua a frequentá-la, mas hoje liga antes de chegar e entra na garagem já aberta. Mesmo com a nova estratégia, a filha se recusa a ir até lá e fica com raiva da mãe quando sabe que ela vai. Três anos depois desse episódio, Júlia sofreu um seqüestro-relâmpago com o filho. Eram três assaltantes agressivos, cada um apontando uma arma para as vítimas, inclusive para o menino de três anos. “Ele fez ameaças o tempo todo. Gritava todos os nomes feios que você imaginar”, lembra Júlia. Ela mesma não consegue sublimar totalmente o terror de um novo assalto. No dia seguinte ao sequestro-relâmpago, foi novamente abordada num semáforo. Achou melhor procurar ajuda profissional para ela e as crianças. O filho também faz terapia ocupacional e tem acompanhamento de uma psicóloga. “Não quero amedrontá-los mais, só que às vezes não consigo disfarçar meu medo. Tento pensar positivo, mas sinto que eles ainda não se recuperaram”, diz Júlia. A aflição dela, em maior ou menor grau, é a de todos os pais. É cada vez mais comum ouvir relatos de situações violentas vivenciadas por crianças. As marcas que isso deixa em cada uma dependem, entre outras coisas, da reação do adulto, do comportamento do assaltante e da personalidade da criança. “Mas depois de uma situação traumática, a criança deve ser ouvida e observada”, diz Teresinha Elias, psicóloga especialista em educação infantil. Imediatamente após o trauma, a criança pode ter pesadelos e desenvolver pânico de situações que antes eram banais para ela. “Isso é absolutamente normal. Aos poucos ela volta a ter o mesmo espírito de sempre. Agora se isso se prolonga, os pais devem procurar ajuda.” Helena está pensando em levar o filho ao psicólogo. Há dois anos, o menino estava no banco de trás do carro quando o irmão e a namorada foram assaltados. “Ele viu tudo. Quando acabou, estava aos prantos, apavorado. Desde então, o trauma ficou”, conta Helena. O garoto continua assustado. Não vai sozinho até a mercearia ao lado do prédio. Na rua, segura a mãe toda vez que alguém lhe parece suspeito. Qualquer pedinte ou flanelinha é um potencial ladrão. “Tento fazê-lo entender que não é assim, que nem todo mundo é ladrão e que temos que aprender a conviver com o medo da violência. Queria que ele se acostumasse. Aos 10 anos, ele está chegando perto da adolescência, tem que se preparar para andar na rua e pegar um ônibus”, preocupa-se Helena. DICAS > Tente manter a calma para tranquilizar a criança. A reação dela é um reflexo da sua. > A atitude dos assaltantes também vai determinar o peso do trauma para a criança. Quanto mais agressivos, mais difícil é o depois. > Não se deve insistir se a criança resiste a andar de carro ou a passar no local do assalto. Dê tempo ao tempo. Por outro lado, os pais devem incentivar a criança a superar o trauma. > A princípio os pais têm toda condição de dar suporte ao filho. Se o medo começar a atrapalhar atividades diárias, aí sim é preciso buscar orientação de um especialista. > Conversar sobre o que aconteceu é a melhor saída para pais e filhos. Deixe que ela fale sobre o que sentiu, não minimize o medo ou a curiosidade dela, mas também não superestime. > É importante ressaltar que o que aconteceu não é a regra, é a exceção. Estar na rua ou passar por determinado local não significa ser assaltado. > É importante aproveitar as oportunidades para discutir a notícia que saiu no jornal ou o assalto que o coleguinha sofreu. As informações devem ser filtradas, mas refletidas para não serem mal interpretadas. >Ao mesmo tempo que se preocupam com o trauma dos filhos, os pais precisam lidar com as próprias fragilidades e medos. Os pais podem, dentro do limite das crianças, expor seus receios. RELATOS “Quando os dois entraram ele, ficou desesperado. Fiquei perto dele, acalmando. Ele dizia que queria ir para casa. Graças a Deus os assaltantes não eram agressivos. Hoje faz oito dias. Ele não tem tido pesadelos nem dificuldade de sair de casa, mas não esqueceu o que houve. Um dia desse, estava vendo um filme, se virou e disse: ‘ainda bem que não atiraram na gente, né mãe!?’” Numa quarta-feira, às 19 horas, mãe e filho sofreram um sequestro-relâmpago na rua Ildefonso Albano. Rodaram com os bandidos por uma hora. O menino tem seis anos. “Fiquei com medo que ela associasse à imagem de alguém pobre a um assaltante. Assim que passou tentei dar uma explicação mais social. Conversamos muito. Ela sempre se expressou em relação ao que sentiu na hora. Dizia que ela tinha razão de ter medo, mas que não podia achar que ia ser assaltada a toda hora. Acabava servindo para diminuir a minha tensão também”. Num sábado, às 11 horas, mãe e filha foram assaltadas num semáforo da avenida Leste Oeste. Na época, a criança tinha sete anos. “Coincidentemente, os dois tinham três anos quando passaram por isso. Minha filha hoje tem oito e se recusa a ir na costureira, onde fomos abordadas. Meu filho hoje tem quatro e relata o que aconteceu. Todo dia passamos em frente ao posto onde o assaltante entrou no nosso carro. Um dia desse ele disse: ‘Tomara que o Ronda mate aquele ladrão’. Todos nós fazemos terapia”. Fungindo de uma tentativa de assalto, mãe e filha viraram alvo de tiros. Três anos depois, a mãe sofreu um sequestro-relâmpago com o filho.

Fonte: O Povo Online
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É cada vez mais comum ouvir histórias de assaltos presenciados por crianças. O trauma do susto pode virar paranóia para filhos e pais. Como aprender a administrar o medo?

De pronto, Júlia não sabe dizer quantas vezes foi assaltada, mas responde na hora quais foram as piores. A tentativa de roubo que terminou com seis tiros disparados contra o carro onde estava com a filha e a mãe e o sequestro relâmpago que viveu ao lado do filho e da babá. “Os dois tinham três anos quando aconteceu e tiveram a mesma reação. Ficaram calados. O choro veio em casa. Eu dirigia gritando, minha mãe me acalmando e ela calada.”Quatro anos depois, a filha faz terapia ocupacional e conversa com uma psicóloga duas vezes por mês. O tiroteio aconteceu em frente à casa da costureira de Júlia. Ela continua a frequentá-la, mas hoje liga antes de chegar e entra na garagem já aberta. Mesmo com a nova estratégia, a filha se recusa a ir até lá e fica com raiva da mãe quando sabe que ela vai. Três anos depois desse episódio, Júlia sofreu um seqüestro-relâmpago com o filho. Eram três assaltantes agressivos, cada um apontando uma arma para as vítimas, inclusive para o menino de três anos. “Ele fez ameaças o tempo todo. Gritava todos os nomes feios que você imaginar”, lembra Júlia. Ela mesma não consegue sublimar totalmente o terror de um novo assalto. No dia seguinte ao sequestro-relâmpago, foi novamente abordada num semáforo. Achou melhor procurar ajuda profissional para ela e as crianças. O filho também faz terapia ocupacional e tem acompanhamento de uma psicóloga. “Não quero amedrontá-los mais, só que às vezes não consigo disfarçar meu medo. Tento pensar positivo, mas sinto que eles ainda não se recuperaram”, diz Júlia. A aflição dela, em maior ou menor grau, é a de todos os pais. É cada vez mais comum ouvir relatos de situações violentas vivenciadas por crianças. As marcas que isso deixa em cada uma dependem, entre outras coisas, da reação do adulto, do comportamento do assaltante e da personalidade da criança. “Mas depois de uma situação traumática, a criança deve ser ouvida e observada”, diz Teresinha Elias, psicóloga especialista em educação infantil. Imediatamente após o trauma, a criança pode ter pesadelos e desenvolver pânico de situações que antes eram banais para ela. “Isso é absolutamente normal. Aos poucos ela volta a ter o mesmo espírito de sempre. Agora se isso se prolonga, os pais devem procurar ajuda.” Helena está pensando em levar o filho ao psicólogo. Há dois anos, o menino estava no banco de trás do carro quando o irmão e a namorada foram assaltados. “Ele viu tudo. Quando acabou, estava aos prantos, apavorado. Desde então, o trauma ficou”, conta Helena. O garoto continua assustado. Não vai sozinho até a mercearia ao lado do prédio. Na rua, segura a mãe toda vez que alguém lhe parece suspeito. Qualquer pedinte ou flanelinha é um potencial ladrão. “Tento fazê-lo entender que não é assim, que nem todo mundo é ladrão e que temos que aprender a conviver com o medo da violência. Queria que ele se acostumasse. Aos 10 anos, ele está chegando perto da adolescência, tem que se preparar para andar na rua e pegar um ônibus”, preocupa-se Helena. DICAS > Tente manter a calma para tranquilizar a criança. A reação dela é um reflexo da sua. > A atitude dos assaltantes também vai determinar o peso do trauma para a criança. Quanto mais agressivos, mais difícil é o depois. > Não se deve insistir se a criança resiste a andar de carro ou a passar no local do assalto. Dê tempo ao tempo. Por outro lado, os pais devem incentivar a criança a superar o trauma. > A princípio os pais têm toda condição de dar suporte ao filho. Se o medo começar a atrapalhar atividades diárias, aí sim é preciso buscar orientação de um especialista. > Conversar sobre o que aconteceu é a melhor saída para pais e filhos. Deixe que ela fale sobre o que sentiu, não minimize o medo ou a curiosidade dela, mas também não superestime. > É importante ressaltar que o que aconteceu não é a regra, é a exceção. Estar na rua ou passar por determinado local não significa ser assaltado. > É importante aproveitar as oportunidades para discutir a notícia que saiu no jornal ou o assalto que o coleguinha sofreu. As informações devem ser filtradas, mas refletidas para não serem mal interpretadas. >Ao mesmo tempo que se preocupam com o trauma dos filhos, os pais precisam lidar com as próprias fragilidades e medos. Os pais podem, dentro do limite das crianças, expor seus receios. RELATOS “Quando os dois entraram ele, ficou desesperado. Fiquei perto dele, acalmando. Ele dizia que queria ir para casa. Graças a Deus os assaltantes não eram agressivos. Hoje faz oito dias. Ele não tem tido pesadelos nem dificuldade de sair de casa, mas não esqueceu o que houve. Um dia desse, estava vendo um filme, se virou e disse: ‘ainda bem que não atiraram na gente, né mãe!?’” Numa quarta-feira, às 19 horas, mãe e filho sofreram um sequestro-relâmpago na rua Ildefonso Albano. Rodaram com os bandidos por uma hora. O menino tem seis anos. “Fiquei com medo que ela associasse à imagem de alguém pobre a um assaltante. Assim que passou tentei dar uma explicação mais social. Conversamos muito. Ela sempre se expressou em relação ao que sentiu na hora. Dizia que ela tinha razão de ter medo, mas que não podia achar que ia ser assaltada a toda hora. Acabava servindo para diminuir a minha tensão também”. Num sábado, às 11 horas, mãe e filha foram assaltadas num semáforo da avenida Leste Oeste. Na época, a criança tinha sete anos. “Coincidentemente, os dois tinham três anos quando passaram por isso. Minha filha hoje tem oito e se recusa a ir na costureira, onde fomos abordadas. Meu filho hoje tem quatro e relata o que aconteceu. Todo dia passamos em frente ao posto onde o assaltante entrou no nosso carro. Um dia desse ele disse: ‘Tomara que o Ronda mate aquele ladrão’. Todos nós fazemos terapia”. Fungindo de uma tentativa de assalto, mãe e filha viraram alvo de tiros. Três anos depois, a mãe sofreu um sequestro-relâmpago com o filho.

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É cada vez mais comum ouvir histórias de assaltos presenciados por crianças. O trauma do susto pode virar paranóia para filhos e pais. Como aprender a administrar o medo?

De pronto, Júlia não sabe dizer quantas vezes foi assaltada, mas responde na hora quais foram as piores. A tentativa de roubo que terminou com seis tiros disparados contra o carro onde estava com a filha e a mãe e o sequestro relâmpago que viveu ao lado do filho e da babá. “Os dois tinham três anos quando aconteceu e tiveram a mesma reação. Ficaram calados. O choro veio em casa. Eu dirigia gritando, minha mãe me acalmando e ela calada.”Quatro anos depois, a filha faz terapia ocupacional e conversa com uma psicóloga duas vezes por mês. O tiroteio aconteceu em frente à casa da costureira de Júlia. Ela continua a frequentá-la, mas hoje liga antes de chegar e entra na garagem já aberta. Mesmo com a nova estratégia, a filha se recusa a ir até lá e fica com raiva da mãe quando sabe que ela vai. Três anos depois desse episódio, Júlia sofreu um seqüestro-relâmpago com o filho. Eram três assaltantes agressivos, cada um apontando uma arma para as vítimas, inclusive para o menino de três anos. “Ele fez ameaças o tempo todo. Gritava todos os nomes feios que você imaginar”, lembra Júlia. Ela mesma não consegue sublimar totalmente o terror de um novo assalto. No dia seguinte ao sequestro-relâmpago, foi novamente abordada num semáforo. Achou melhor procurar ajuda profissional para ela e as crianças. O filho também faz terapia ocupacional e tem acompanhamento de uma psicóloga. “Não quero amedrontá-los mais, só que às vezes não consigo disfarçar meu medo. Tento pensar positivo, mas sinto que eles ainda não se recuperaram”, diz Júlia. A aflição dela, em maior ou menor grau, é a de todos os pais. É cada vez mais comum ouvir relatos de situações violentas vivenciadas por crianças. As marcas que isso deixa em cada uma dependem, entre outras coisas, da reação do adulto, do comportamento do assaltante e da personalidade da criança. “Mas depois de uma situação traumática, a criança deve ser ouvida e observada”, diz Teresinha Elias, psicóloga especialista em educação infantil. Imediatamente após o trauma, a criança pode ter pesadelos e desenvolver pânico de situações que antes eram banais para ela. “Isso é absolutamente normal. Aos poucos ela volta a ter o mesmo espírito de sempre. Agora se isso se prolonga, os pais devem procurar ajuda.” Helena está pensando em levar o filho ao psicólogo. Há dois anos, o menino estava no banco de trás do carro quando o irmão e a namorada foram assaltados. “Ele viu tudo. Quando acabou, estava aos prantos, apavorado. Desde então, o trauma ficou”, conta Helena. O garoto continua assustado. Não vai sozinho até a mercearia ao lado do prédio. Na rua, segura a mãe toda vez que alguém lhe parece suspeito. Qualquer pedinte ou flanelinha é um potencial ladrão. “Tento fazê-lo entender que não é assim, que nem todo mundo é ladrão e que temos que aprender a conviver com o medo da violência. Queria que ele se acostumasse. Aos 10 anos, ele está chegando perto da adolescência, tem que se preparar para andar na rua e pegar um ônibus”, preocupa-se Helena. DICAS > Tente manter a calma para tranquilizar a criança. A reação dela é um reflexo da sua. > A atitude dos assaltantes também vai determinar o peso do trauma para a criança. Quanto mais agressivos, mais difícil é o depois. > Não se deve insistir se a criança resiste a andar de carro ou a passar no local do assalto. Dê tempo ao tempo. Por outro lado, os pais devem incentivar a criança a superar o trauma. > A princípio os pais têm toda condição de dar suporte ao filho. Se o medo começar a atrapalhar atividades diárias, aí sim é preciso buscar orientação de um especialista. > Conversar sobre o que aconteceu é a melhor saída para pais e filhos. Deixe que ela fale sobre o que sentiu, não minimize o medo ou a curiosidade dela, mas também não superestime. > É importante ressaltar que o que aconteceu não é a regra, é a exceção. Estar na rua ou passar por determinado local não significa ser assaltado. > É importante aproveitar as oportunidades para discutir a notícia que saiu no jornal ou o assalto que o coleguinha sofreu. As informações devem ser filtradas, mas refletidas para não serem mal interpretadas. >Ao mesmo tempo que se preocupam com o trauma dos filhos, os pais precisam lidar com as próprias fragilidades e medos. Os pais podem, dentro do limite das crianças, expor seus receios. RELATOS “Quando os dois entraram ele, ficou desesperado. Fiquei perto dele, acalmando. Ele dizia que queria ir para casa. Graças a Deus os assaltantes não eram agressivos. Hoje faz oito dias. Ele não tem tido pesadelos nem dificuldade de sair de casa, mas não esqueceu o que houve. Um dia desse, estava vendo um filme, se virou e disse: ‘ainda bem que não atiraram na gente, né mãe!?’” Numa quarta-feira, às 19 horas, mãe e filho sofreram um sequestro-relâmpago na rua Ildefonso Albano. Rodaram com os bandidos por uma hora. O menino tem seis anos. “Fiquei com medo que ela associasse à imagem de alguém pobre a um assaltante. Assim que passou tentei dar uma explicação mais social. Conversamos muito. Ela sempre se expressou em relação ao que sentiu na hora. Dizia que ela tinha razão de ter medo, mas que não podia achar que ia ser assaltada a toda hora. Acabava servindo para diminuir a minha tensão também”. Num sábado, às 11 horas, mãe e filha foram assaltadas num semáforo da avenida Leste Oeste. Na época, a criança tinha sete anos. “Coincidentemente, os dois tinham três anos quando passaram por isso. Minha filha hoje tem oito e se recusa a ir na costureira, onde fomos abordadas. Meu filho hoje tem quatro e relata o que aconteceu. Todo dia passamos em frente ao posto onde o assaltante entrou no nosso carro. Um dia desse ele disse: ‘Tomara que o Ronda mate aquele ladrão’. Todos nós fazemos terapia”. Fungindo de uma tentativa de assalto, mãe e filha viraram alvo de tiros. Três anos depois, a mãe sofreu um sequestro-relâmpago com o filho.

Fonte: O Povo Online
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É cada vez mais comum ouvir histórias de assaltos presenciados por crianças. O trauma do susto pode virar paranóia para filhos e pais. Como aprender a administrar o medo?

De pronto, Júlia não sabe dizer quantas vezes foi assaltada, mas responde na hora quais foram as piores. A tentativa de roubo que terminou com seis tiros disparados contra o carro onde estava com a filha e a mãe e o sequestro relâmpago que viveu ao lado do filho e da babá. “Os dois tinham três anos quando aconteceu e tiveram a mesma reação. Ficaram calados. O choro veio em casa. Eu dirigia gritando, minha mãe me acalmando e ela calada.”Quatro anos depois, a filha faz terapia ocupacional e conversa com uma psicóloga duas vezes por mês. O tiroteio aconteceu em frente à casa da costureira de Júlia. Ela continua a frequentá-la, mas hoje liga antes de chegar e entra na garagem já aberta. Mesmo com a nova estratégia, a filha se recusa a ir até lá e fica com raiva da mãe quando sabe que ela vai. Três anos depois desse episódio, Júlia sofreu um seqüestro-relâmpago com o filho. Eram três assaltantes agressivos, cada um apontando uma arma para as vítimas, inclusive para o menino de três anos. “Ele fez ameaças o tempo todo. Gritava todos os nomes feios que você imaginar”, lembra Júlia. Ela mesma não consegue sublimar totalmente o terror de um novo assalto. No dia seguinte ao sequestro-relâmpago, foi novamente abordada num semáforo. Achou melhor procurar ajuda profissional para ela e as crianças. O filho também faz terapia ocupacional e tem acompanhamento de uma psicóloga. “Não quero amedrontá-los mais, só que às vezes não consigo disfarçar meu medo. Tento pensar positivo, mas sinto que eles ainda não se recuperaram”, diz Júlia. A aflição dela, em maior ou menor grau, é a de todos os pais. É cada vez mais comum ouvir relatos de situações violentas vivenciadas por crianças. As marcas que isso deixa em cada uma dependem, entre outras coisas, da reação do adulto, do comportamento do assaltante e da personalidade da criança. “Mas depois de uma situação traumática, a criança deve ser ouvida e observada”, diz Teresinha Elias, psicóloga especialista em educação infantil. Imediatamente após o trauma, a criança pode ter pesadelos e desenvolver pânico de situações que antes eram banais para ela. “Isso é absolutamente normal. Aos poucos ela volta a ter o mesmo espírito de sempre. Agora se isso se prolonga, os pais devem procurar ajuda.” Helena está pensando em levar o filho ao psicólogo. Há dois anos, o menino estava no banco de trás do carro quando o irmão e a namorada foram assaltados. “Ele viu tudo. Quando acabou, estava aos prantos, apavorado. Desde então, o trauma ficou”, conta Helena. O garoto continua assustado. Não vai sozinho até a mercearia ao lado do prédio. Na rua, segura a mãe toda vez que alguém lhe parece suspeito. Qualquer pedinte ou flanelinha é um potencial ladrão. “Tento fazê-lo entender que não é assim, que nem todo mundo é ladrão e que temos que aprender a conviver com o medo da violência. Queria que ele se acostumasse. Aos 10 anos, ele está chegando perto da adolescência, tem que se preparar para andar na rua e pegar um ônibus”, preocupa-se Helena. DICAS > Tente manter a calma para tranquilizar a criança. A reação dela é um reflexo da sua. > A atitude dos assaltantes também vai determinar o peso do trauma para a criança. Quanto mais agressivos, mais difícil é o depois. > Não se deve insistir se a criança resiste a andar de carro ou a passar no local do assalto. Dê tempo ao tempo. Por outro lado, os pais devem incentivar a criança a superar o trauma. > A princípio os pais têm toda condição de dar suporte ao filho. Se o medo começar a atrapalhar atividades diárias, aí sim é preciso buscar orientação de um especialista. > Conversar sobre o que aconteceu é a melhor saída para pais e filhos. Deixe que ela fale sobre o que sentiu, não minimize o medo ou a curiosidade dela, mas também não superestime. > É importante ressaltar que o que aconteceu não é a regra, é a exceção. Estar na rua ou passar por determinado local não significa ser assaltado. > É importante aproveitar as oportunidades para discutir a notícia que saiu no jornal ou o assalto que o coleguinha sofreu. As informações devem ser filtradas, mas refletidas para não serem mal interpretadas. >Ao mesmo tempo que se preocupam com o trauma dos filhos, os pais precisam lidar com as próprias fragilidades e medos. Os pais podem, dentro do limite das crianças, expor seus receios. RELATOS “Quando os dois entraram ele, ficou desesperado. Fiquei perto dele, acalmando. Ele dizia que queria ir para casa. Graças a Deus os assaltantes não eram agressivos. Hoje faz oito dias. Ele não tem tido pesadelos nem dificuldade de sair de casa, mas não esqueceu o que houve. Um dia desse, estava vendo um filme, se virou e disse: ‘ainda bem que não atiraram na gente, né mãe!?’” Numa quarta-feira, às 19 horas, mãe e filho sofreram um sequestro-relâmpago na rua Ildefonso Albano. Rodaram com os bandidos por uma hora. O menino tem seis anos. “Fiquei com medo que ela associasse à imagem de alguém pobre a um assaltante. Assim que passou tentei dar uma explicação mais social. Conversamos muito. Ela sempre se expressou em relação ao que sentiu na hora. Dizia que ela tinha razão de ter medo, mas que não podia achar que ia ser assaltada a toda hora. Acabava servindo para diminuir a minha tensão também”. Num sábado, às 11 horas, mãe e filha foram assaltadas num semáforo da avenida Leste Oeste. Na época, a criança tinha sete anos. “Coincidentemente, os dois tinham três anos quando passaram por isso. Minha filha hoje tem oito e se recusa a ir na costureira, onde fomos abordadas. Meu filho hoje tem quatro e relata o que aconteceu. Todo dia passamos em frente ao posto onde o assaltante entrou no nosso carro. Um dia desse ele disse: ‘Tomara que o Ronda mate aquele ladrão’. Todos nós fazemos terapia”. Fungindo de uma tentativa de assalto, mãe e filha viraram alvo de tiros. Três anos depois, a mãe sofreu um sequestro-relâmpago com o filho.

Fonte: O Povo Online
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Prevenção é saúde e menor custo social
A busca por soluções eficazes para dominar o aumento de pressão intra-ocular, uma das causas que desencadeiam o glaucoma, é permanente na indústria de medicamentos. Somente nos Estados Unidos, o custo com que arca o país para tratar casos de glaucoma alcança a cifra de R$ 3 bilhões por ano, de acordo com informações da Organização Mundial da Saúde (OMS). "É tanto investimento quanto o exigido em uma guerra", compara o oftalmologista do Hospital Oftalmológico de Brasília (HOB), especialista em glaucoma, Juscelino Oliveira. O último relatório do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) informa que o glaucoma será responsável pela perda de visão de 8,4 milhões de pessoas no mundo até 2010. No Brasil, a estimativa é de que quase cem mil pessoas sejam portadoras da neuropatia, considerada a maior responsável pela perda de visão sem solução da atualidade.Conforme Oliveira, o método mais coerente de evitar que o glaucoma chegue de surpresa e se instale sem solução é reconhecer os fatores de risco e consultar anualmente o oftalmologista. Há diferentes tipos de glaucoma, o neovascular, que provoca a geração de novos vasos nas enfermidades retinianas, o de ângulo aberto, que se caracteriza pelo aumento de pressão e excesso de produção de líquidos intra-oculares, enumera o médico. O glaucoma de ângulo fechado, que apresenta pressão intra-ocular elevada pela diminuição do escoamento de líquidos. A origem do glaucoma pode estar em um fator genético ou secundário, quando surge a partir de traumas, queimaduras, mal-formações, inflamações pós-cirúrgicas, por medicamentos, diabetes e oclusões vasculares.Segunda maior causa conhecida de cegueira no mundo, o glaucoma é responsável por 12,3% dos casos de perda de visão em adultos, atrás apenas da catarata (47,8%), que é reversível. Quando se trata de cegueira irreversível, o glaucoma é a maior causa. Conforme o CBO, a prevalência do glaucoma aumenta com a idade. É estimada entre 1% a 2% na população de forma geral, chegando a 6% a 7% após os 70 anos de idade. Quanto mais cedo o paciente iniciar o tratamento para o glaucoma, menores serão os danos relacionados com a perda de visão e mais fácil o controle da doença, alerta Juscelino Oliveira.
Fonte: eAgora.com.br
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Prevenção é saúde e menor custo social
A busca por soluções eficazes para dominar o aumento de pressão intra-ocular, uma das causas que desencadeiam o glaucoma, é permanente na indústria de medicamentos. Somente nos Estados Unidos, o custo com que arca o país para tratar casos de glaucoma alcança a cifra de R$ 3 bilhões por ano, de acordo com informações da Organização Mundial da Saúde (OMS). "É tanto investimento quanto o exigido em uma guerra", compara o oftalmologista do Hospital Oftalmológico de Brasília (HOB), especialista em glaucoma, Juscelino Oliveira. O último relatório do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) informa que o glaucoma será responsável pela perda de visão de 8,4 milhões de pessoas no mundo até 2010. No Brasil, a estimativa é de que quase cem mil pessoas sejam portadoras da neuropatia, considerada a maior responsável pela perda de visão sem solução da atualidade.Conforme Oliveira, o método mais coerente de evitar que o glaucoma chegue de surpresa e se instale sem solução é reconhecer os fatores de risco e consultar anualmente o oftalmologista. Há diferentes tipos de glaucoma, o neovascular, que provoca a geração de novos vasos nas enfermidades retinianas, o de ângulo aberto, que se caracteriza pelo aumento de pressão e excesso de produção de líquidos intra-oculares, enumera o médico. O glaucoma de ângulo fechado, que apresenta pressão intra-ocular elevada pela diminuição do escoamento de líquidos. A origem do glaucoma pode estar em um fator genético ou secundário, quando surge a partir de traumas, queimaduras, mal-formações, inflamações pós-cirúrgicas, por medicamentos, diabetes e oclusões vasculares.Segunda maior causa conhecida de cegueira no mundo, o glaucoma é responsável por 12,3% dos casos de perda de visão em adultos, atrás apenas da catarata (47,8%), que é reversível. Quando se trata de cegueira irreversível, o glaucoma é a maior causa. Conforme o CBO, a prevalência do glaucoma aumenta com a idade. É estimada entre 1% a 2% na população de forma geral, chegando a 6% a 7% após os 70 anos de idade. Quanto mais cedo o paciente iniciar o tratamento para o glaucoma, menores serão os danos relacionados com a perda de visão e mais fácil o controle da doença, alerta Juscelino Oliveira.
Fonte: eAgora.com.br
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Prevenção é saúde e menor custo social
A busca por soluções eficazes para dominar o aumento de pressão intra-ocular, uma das causas que desencadeiam o glaucoma, é permanente na indústria de medicamentos. Somente nos Estados Unidos, o custo com que arca o país para tratar casos de glaucoma alcança a cifra de R$ 3 bilhões por ano, de acordo com informações da Organização Mundial da Saúde (OMS). "É tanto investimento quanto o exigido em uma guerra", compara o oftalmologista do Hospital Oftalmológico de Brasília (HOB), especialista em glaucoma, Juscelino Oliveira. O último relatório do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) informa que o glaucoma será responsável pela perda de visão de 8,4 milhões de pessoas no mundo até 2010. No Brasil, a estimativa é de que quase cem mil pessoas sejam portadoras da neuropatia, considerada a maior responsável pela perda de visão sem solução da atualidade.Conforme Oliveira, o método mais coerente de evitar que o glaucoma chegue de surpresa e se instale sem solução é reconhecer os fatores de risco e consultar anualmente o oftalmologista. Há diferentes tipos de glaucoma, o neovascular, que provoca a geração de novos vasos nas enfermidades retinianas, o de ângulo aberto, que se caracteriza pelo aumento de pressão e excesso de produção de líquidos intra-oculares, enumera o médico. O glaucoma de ângulo fechado, que apresenta pressão intra-ocular elevada pela diminuição do escoamento de líquidos. A origem do glaucoma pode estar em um fator genético ou secundário, quando surge a partir de traumas, queimaduras, mal-formações, inflamações pós-cirúrgicas, por medicamentos, diabetes e oclusões vasculares.Segunda maior causa conhecida de cegueira no mundo, o glaucoma é responsável por 12,3% dos casos de perda de visão em adultos, atrás apenas da catarata (47,8%), que é reversível. Quando se trata de cegueira irreversível, o glaucoma é a maior causa. Conforme o CBO, a prevalência do glaucoma aumenta com a idade. É estimada entre 1% a 2% na população de forma geral, chegando a 6% a 7% após os 70 anos de idade. Quanto mais cedo o paciente iniciar o tratamento para o glaucoma, menores serão os danos relacionados com a perda de visão e mais fácil o controle da doença, alerta Juscelino Oliveira.
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Prevenção é saúde e menor custo social
A busca por soluções eficazes para dominar o aumento de pressão intra-ocular, uma das causas que desencadeiam o glaucoma, é permanente na indústria de medicamentos. Somente nos Estados Unidos, o custo com que arca o país para tratar casos de glaucoma alcança a cifra de R$ 3 bilhões por ano, de acordo com informações da Organização Mundial da Saúde (OMS). "É tanto investimento quanto o exigido em uma guerra", compara o oftalmologista do Hospital Oftalmológico de Brasília (HOB), especialista em glaucoma, Juscelino Oliveira. O último relatório do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) informa que o glaucoma será responsável pela perda de visão de 8,4 milhões de pessoas no mundo até 2010. No Brasil, a estimativa é de que quase cem mil pessoas sejam portadoras da neuropatia, considerada a maior responsável pela perda de visão sem solução da atualidade.Conforme Oliveira, o método mais coerente de evitar que o glaucoma chegue de surpresa e se instale sem solução é reconhecer os fatores de risco e consultar anualmente o oftalmologista. Há diferentes tipos de glaucoma, o neovascular, que provoca a geração de novos vasos nas enfermidades retinianas, o de ângulo aberto, que se caracteriza pelo aumento de pressão e excesso de produção de líquidos intra-oculares, enumera o médico. O glaucoma de ângulo fechado, que apresenta pressão intra-ocular elevada pela diminuição do escoamento de líquidos. A origem do glaucoma pode estar em um fator genético ou secundário, quando surge a partir de traumas, queimaduras, mal-formações, inflamações pós-cirúrgicas, por medicamentos, diabetes e oclusões vasculares.Segunda maior causa conhecida de cegueira no mundo, o glaucoma é responsável por 12,3% dos casos de perda de visão em adultos, atrás apenas da catarata (47,8%), que é reversível. Quando se trata de cegueira irreversível, o glaucoma é a maior causa. Conforme o CBO, a prevalência do glaucoma aumenta com a idade. É estimada entre 1% a 2% na população de forma geral, chegando a 6% a 7% após os 70 anos de idade. Quanto mais cedo o paciente iniciar o tratamento para o glaucoma, menores serão os danos relacionados com a perda de visão e mais fácil o controle da doença, alerta Juscelino Oliveira.
Fonte: eAgora.com.br
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Um crime que choca a população, mas que cada vez mais aumenta os números e preocupa as autoridades é a pedofilia. Só em Mato Grosso, no ano passado, registrou-se mais de um caso por dia. Ainda assim, o Código Penal, ultrapassado, não prevê este tipo de crime e pedófilos são colocados às ruas para atacar novamente crianças inocentes.
Um caso que chocou o país foi o do garoto Kaytto Brito de apenas 10 anos. Ele foi violentado e assassinado por Edson Alves Delfino, que confessou o crime. O acusado havia sido colocado em liberdade no regime semi-aberto após cumprir pena por cometer crime semelhante em Primavera do Leste.
O caso revelou não só a falha na lei, que permite que pessoas como ele voltem ao convívio com a sociedade, como a falha no sistema, pois em regime semi-aberto o condenado precisa se apresentar toda noite à polícia, porém fazia um mês que Edson Alves não dava notícia.
O senador Magno Malta, presidente da CPI da Pedofilia e que esteve em Cuiabá participando de uma audiência pública para debater o assunto, expôs casos identificados durante o trabalho da Comissão que deixaram a platéia horrorizada. Vídeos de pedófilos sendo comercializados na internet por até U$ 6 mil com cenas como a de um homem de 70 anos violentando um garoto de apenas 3 anos, entre muitos outros. Além de fotos de crianças que também são vendidas no mundo cibernético por U$ 2 mil.
Para o procurador da Infância e Juventude do Ministério Público Estadual, Paulo Prado, o maior problema é que crimes como esses dificilmente vêm a tona antes de algo pior acontecer, porque ficam “entre quatro paredes”. Isso se deve pelo fato do agressor geralmente ser muito próximo à família, além de muitas vezes ser a pessoa responsável pelo sustento da família. “A pressão é psicológica, financeira e física, além do que existe o silêncio por parte da vítima. Então, é muito difícil trabalhar essa situação”, afirmou.
Paulo Prado defende, então, que se valorize as escolas, para que tenham profissionais de psicologia, por exemplo, que possam detectar esse tipo de problema. “Temos que ter profissionais que trabalhem com a educação sexual também nas escolas”, destacou.
Sendo assim, as prioridades para a Procuradoria serão fortalecer os conselhos tutelares, conselhos de direito e sentar com a sociedade para discutir o fortalecimento da relação família/escola, para intensificar a participação dos pais com a vida escolar do filho.
Só que não se pode falar em pedofilia pensando apenas nos casos que ocorrem dentro de casa. A pedofilia está nas ruas, com a prostituição de menores, o que também preocupa o procurador Paulo Prado.
“Para mim um dos principais problemas, neste aspecto, são as drogas e a prostituição, que afetam nossa juventude de forma generalizada em todo o Estado. Infelizmente, a droga está associada à prostituição. Muitas vezes, a criança vende o seu corpo por migalhas. Isso é uma agressão à dignidade da pessoa humana”, declarou. No entanto, Prado afirma que combater o tráfico de drogas é um desafio não só de Mato Groso, mas do Estado brasileiro.

Por: Alline Marques
Fonte: Olhar Direto - MT
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Um crime que choca a população, mas que cada vez mais aumenta os números e preocupa as autoridades é a pedofilia. Só em Mato Grosso, no ano passado, registrou-se mais de um caso por dia. Ainda assim, o Código Penal, ultrapassado, não prevê este tipo de crime e pedófilos são colocados às ruas para atacar novamente crianças inocentes.
Um caso que chocou o país foi o do garoto Kaytto Brito de apenas 10 anos. Ele foi violentado e assassinado por Edson Alves Delfino, que confessou o crime. O acusado havia sido colocado em liberdade no regime semi-aberto após cumprir pena por cometer crime semelhante em Primavera do Leste.
O caso revelou não só a falha na lei, que permite que pessoas como ele voltem ao convívio com a sociedade, como a falha no sistema, pois em regime semi-aberto o condenado precisa se apresentar toda noite à polícia, porém fazia um mês que Edson Alves não dava notícia.
O senador Magno Malta, presidente da CPI da Pedofilia e que esteve em Cuiabá participando de uma audiência pública para debater o assunto, expôs casos identificados durante o trabalho da Comissão que deixaram a platéia horrorizada. Vídeos de pedófilos sendo comercializados na internet por até U$ 6 mil com cenas como a de um homem de 70 anos violentando um garoto de apenas 3 anos, entre muitos outros. Além de fotos de crianças que também são vendidas no mundo cibernético por U$ 2 mil.
Para o procurador da Infância e Juventude do Ministério Público Estadual, Paulo Prado, o maior problema é que crimes como esses dificilmente vêm a tona antes de algo pior acontecer, porque ficam “entre quatro paredes”. Isso se deve pelo fato do agressor geralmente ser muito próximo à família, além de muitas vezes ser a pessoa responsável pelo sustento da família. “A pressão é psicológica, financeira e física, além do que existe o silêncio por parte da vítima. Então, é muito difícil trabalhar essa situação”, afirmou.
Paulo Prado defende, então, que se valorize as escolas, para que tenham profissionais de psicologia, por exemplo, que possam detectar esse tipo de problema. “Temos que ter profissionais que trabalhem com a educação sexual também nas escolas”, destacou.
Sendo assim, as prioridades para a Procuradoria serão fortalecer os conselhos tutelares, conselhos de direito e sentar com a sociedade para discutir o fortalecimento da relação família/escola, para intensificar a participação dos pais com a vida escolar do filho.
Só que não se pode falar em pedofilia pensando apenas nos casos que ocorrem dentro de casa. A pedofilia está nas ruas, com a prostituição de menores, o que também preocupa o procurador Paulo Prado.
“Para mim um dos principais problemas, neste aspecto, são as drogas e a prostituição, que afetam nossa juventude de forma generalizada em todo o Estado. Infelizmente, a droga está associada à prostituição. Muitas vezes, a criança vende o seu corpo por migalhas. Isso é uma agressão à dignidade da pessoa humana”, declarou. No entanto, Prado afirma que combater o tráfico de drogas é um desafio não só de Mato Groso, mas do Estado brasileiro.

Por: Alline Marques
Fonte: Olhar Direto - MT
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link do postPor anjoseguerreiros, às 21:53  comentar


Um crime que choca a população, mas que cada vez mais aumenta os números e preocupa as autoridades é a pedofilia. Só em Mato Grosso, no ano passado, registrou-se mais de um caso por dia. Ainda assim, o Código Penal, ultrapassado, não prevê este tipo de crime e pedófilos são colocados às ruas para atacar novamente crianças inocentes.
Um caso que chocou o país foi o do garoto Kaytto Brito de apenas 10 anos. Ele foi violentado e assassinado por Edson Alves Delfino, que confessou o crime. O acusado havia sido colocado em liberdade no regime semi-aberto após cumprir pena por cometer crime semelhante em Primavera do Leste.
O caso revelou não só a falha na lei, que permite que pessoas como ele voltem ao convívio com a sociedade, como a falha no sistema, pois em regime semi-aberto o condenado precisa se apresentar toda noite à polícia, porém fazia um mês que Edson Alves não dava notícia.
O senador Magno Malta, presidente da CPI da Pedofilia e que esteve em Cuiabá participando de uma audiência pública para debater o assunto, expôs casos identificados durante o trabalho da Comissão que deixaram a platéia horrorizada. Vídeos de pedófilos sendo comercializados na internet por até U$ 6 mil com cenas como a de um homem de 70 anos violentando um garoto de apenas 3 anos, entre muitos outros. Além de fotos de crianças que também são vendidas no mundo cibernético por U$ 2 mil.
Para o procurador da Infância e Juventude do Ministério Público Estadual, Paulo Prado, o maior problema é que crimes como esses dificilmente vêm a tona antes de algo pior acontecer, porque ficam “entre quatro paredes”. Isso se deve pelo fato do agressor geralmente ser muito próximo à família, além de muitas vezes ser a pessoa responsável pelo sustento da família. “A pressão é psicológica, financeira e física, além do que existe o silêncio por parte da vítima. Então, é muito difícil trabalhar essa situação”, afirmou.
Paulo Prado defende, então, que se valorize as escolas, para que tenham profissionais de psicologia, por exemplo, que possam detectar esse tipo de problema. “Temos que ter profissionais que trabalhem com a educação sexual também nas escolas”, destacou.
Sendo assim, as prioridades para a Procuradoria serão fortalecer os conselhos tutelares, conselhos de direito e sentar com a sociedade para discutir o fortalecimento da relação família/escola, para intensificar a participação dos pais com a vida escolar do filho.
Só que não se pode falar em pedofilia pensando apenas nos casos que ocorrem dentro de casa. A pedofilia está nas ruas, com a prostituição de menores, o que também preocupa o procurador Paulo Prado.
“Para mim um dos principais problemas, neste aspecto, são as drogas e a prostituição, que afetam nossa juventude de forma generalizada em todo o Estado. Infelizmente, a droga está associada à prostituição. Muitas vezes, a criança vende o seu corpo por migalhas. Isso é uma agressão à dignidade da pessoa humana”, declarou. No entanto, Prado afirma que combater o tráfico de drogas é um desafio não só de Mato Groso, mas do Estado brasileiro.

Por: Alline Marques
Fonte: Olhar Direto - MT
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Um crime que choca a população, mas que cada vez mais aumenta os números e preocupa as autoridades é a pedofilia. Só em Mato Grosso, no ano passado, registrou-se mais de um caso por dia. Ainda assim, o Código Penal, ultrapassado, não prevê este tipo de crime e pedófilos são colocados às ruas para atacar novamente crianças inocentes.
Um caso que chocou o país foi o do garoto Kaytto Brito de apenas 10 anos. Ele foi violentado e assassinado por Edson Alves Delfino, que confessou o crime. O acusado havia sido colocado em liberdade no regime semi-aberto após cumprir pena por cometer crime semelhante em Primavera do Leste.
O caso revelou não só a falha na lei, que permite que pessoas como ele voltem ao convívio com a sociedade, como a falha no sistema, pois em regime semi-aberto o condenado precisa se apresentar toda noite à polícia, porém fazia um mês que Edson Alves não dava notícia.
O senador Magno Malta, presidente da CPI da Pedofilia e que esteve em Cuiabá participando de uma audiência pública para debater o assunto, expôs casos identificados durante o trabalho da Comissão que deixaram a platéia horrorizada. Vídeos de pedófilos sendo comercializados na internet por até U$ 6 mil com cenas como a de um homem de 70 anos violentando um garoto de apenas 3 anos, entre muitos outros. Além de fotos de crianças que também são vendidas no mundo cibernético por U$ 2 mil.
Para o procurador da Infância e Juventude do Ministério Público Estadual, Paulo Prado, o maior problema é que crimes como esses dificilmente vêm a tona antes de algo pior acontecer, porque ficam “entre quatro paredes”. Isso se deve pelo fato do agressor geralmente ser muito próximo à família, além de muitas vezes ser a pessoa responsável pelo sustento da família. “A pressão é psicológica, financeira e física, além do que existe o silêncio por parte da vítima. Então, é muito difícil trabalhar essa situação”, afirmou.
Paulo Prado defende, então, que se valorize as escolas, para que tenham profissionais de psicologia, por exemplo, que possam detectar esse tipo de problema. “Temos que ter profissionais que trabalhem com a educação sexual também nas escolas”, destacou.
Sendo assim, as prioridades para a Procuradoria serão fortalecer os conselhos tutelares, conselhos de direito e sentar com a sociedade para discutir o fortalecimento da relação família/escola, para intensificar a participação dos pais com a vida escolar do filho.
Só que não se pode falar em pedofilia pensando apenas nos casos que ocorrem dentro de casa. A pedofilia está nas ruas, com a prostituição de menores, o que também preocupa o procurador Paulo Prado.
“Para mim um dos principais problemas, neste aspecto, são as drogas e a prostituição, que afetam nossa juventude de forma generalizada em todo o Estado. Infelizmente, a droga está associada à prostituição. Muitas vezes, a criança vende o seu corpo por migalhas. Isso é uma agressão à dignidade da pessoa humana”, declarou. No entanto, Prado afirma que combater o tráfico de drogas é um desafio não só de Mato Groso, mas do Estado brasileiro.

Por: Alline Marques
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BRASÍLIA - O Democratas decidiu questionar no Supremo Tribunal Federal (STF) a adesão do Brasil à Convenção de Haia, que trata do sequestro internacional de crianças. O partido vai apresentar esta semana uma ação direta de inconstitucionalidade contra o tratado, que é usado pelo americano David Goldman para cobrar na Justiça a devolução do menino Sean Goldman.
Na ação, o DEM pedirá que o STF anule o decreto que homologou a participação do país na convenção, assinado em 2000 pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso. Para o presidente do partido, deputado Rodrigo Maia (RJ), o pacto estaria sendo usado para tirar crianças do Brasil sem considerar as razões que levaram o pai ou a mãe a trazê-las para o país.
- A convenção estabelece que a criança deve ficar no país em que nasceu e ponto final. Defendemos que cada caso é um caso. Pelo decreto, a AGU fica obrigada a atuar contra a família brasileira, mesmo que o melhor para a criança seja ficar no país - afirmou o presidente do DEM.
A Advocacia Geral da União (AGU) sustenta que o texto está de acordo com a Constituição e não deve ser revogado.


O Globo On Line
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BRASÍLIA - O Democratas decidiu questionar no Supremo Tribunal Federal (STF) a adesão do Brasil à Convenção de Haia, que trata do sequestro internacional de crianças. O partido vai apresentar esta semana uma ação direta de inconstitucionalidade contra o tratado, que é usado pelo americano David Goldman para cobrar na Justiça a devolução do menino Sean Goldman.
Na ação, o DEM pedirá que o STF anule o decreto que homologou a participação do país na convenção, assinado em 2000 pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso. Para o presidente do partido, deputado Rodrigo Maia (RJ), o pacto estaria sendo usado para tirar crianças do Brasil sem considerar as razões que levaram o pai ou a mãe a trazê-las para o país.
- A convenção estabelece que a criança deve ficar no país em que nasceu e ponto final. Defendemos que cada caso é um caso. Pelo decreto, a AGU fica obrigada a atuar contra a família brasileira, mesmo que o melhor para a criança seja ficar no país - afirmou o presidente do DEM.
A Advocacia Geral da União (AGU) sustenta que o texto está de acordo com a Constituição e não deve ser revogado.


O Globo On Line
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BRASÍLIA - O Democratas decidiu questionar no Supremo Tribunal Federal (STF) a adesão do Brasil à Convenção de Haia, que trata do sequestro internacional de crianças. O partido vai apresentar esta semana uma ação direta de inconstitucionalidade contra o tratado, que é usado pelo americano David Goldman para cobrar na Justiça a devolução do menino Sean Goldman.
Na ação, o DEM pedirá que o STF anule o decreto que homologou a participação do país na convenção, assinado em 2000 pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso. Para o presidente do partido, deputado Rodrigo Maia (RJ), o pacto estaria sendo usado para tirar crianças do Brasil sem considerar as razões que levaram o pai ou a mãe a trazê-las para o país.
- A convenção estabelece que a criança deve ficar no país em que nasceu e ponto final. Defendemos que cada caso é um caso. Pelo decreto, a AGU fica obrigada a atuar contra a família brasileira, mesmo que o melhor para a criança seja ficar no país - afirmou o presidente do DEM.
A Advocacia Geral da União (AGU) sustenta que o texto está de acordo com a Constituição e não deve ser revogado.


O Globo On Line
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BRASÍLIA - O Democratas decidiu questionar no Supremo Tribunal Federal (STF) a adesão do Brasil à Convenção de Haia, que trata do sequestro internacional de crianças. O partido vai apresentar esta semana uma ação direta de inconstitucionalidade contra o tratado, que é usado pelo americano David Goldman para cobrar na Justiça a devolução do menino Sean Goldman.
Na ação, o DEM pedirá que o STF anule o decreto que homologou a participação do país na convenção, assinado em 2000 pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso. Para o presidente do partido, deputado Rodrigo Maia (RJ), o pacto estaria sendo usado para tirar crianças do Brasil sem considerar as razões que levaram o pai ou a mãe a trazê-las para o país.
- A convenção estabelece que a criança deve ficar no país em que nasceu e ponto final. Defendemos que cada caso é um caso. Pelo decreto, a AGU fica obrigada a atuar contra a família brasileira, mesmo que o melhor para a criança seja ficar no país - afirmou o presidente do DEM.
A Advocacia Geral da União (AGU) sustenta que o texto está de acordo com a Constituição e não deve ser revogado.


O Globo On Line
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Uma TV peruana revelou que a guerrilha maoísta remanescente do grupo Sendero Luminoso, atualmente aliada a narcotraficantes e produtores de coca no sudeste peruano, tem recrutado e armado crianças de 10 anos a 13 anos.

Uma reportagem da Frecuencia Latina TV veiculada na noite deste domingo (24) mostrou ao menos 17 crianças e adolescentes, em formação militar, na selva amazônica, gritando "viva o marxismo-leninismo, viva o maoísmo e a revolução proletária socialista mundial". As crianças também aparecem jogando futebol em uma clareira da selva, provavelmente no vale dos rios Apurímac e Ene, uma zona montanhosa do centro do país que serviria de refúgio ao que resta da guerrilha do Sendero Luminoso.
Na reportagem aparece ainda, pela primeira vez, Victor Quispe Palomino, o Camarada José, sobrevivente da liderança do Sendero Luminoso, dos conflitos nas décadas de 80 e 90 contra governos sucessivos do Peru que deixou 70 mil mortos e desaparecidos.
José, com cerca de 50 anos, é considerado o cérebro da dupla emboscada que matou 15 militares em abril deste ano, em Senabamba, a cerca de 600 km de Lima, no mais mortífero ataque da guerrilha em dez anos. Soldados que sobreviveram ao ataque haviam denunciado a presença de mulheres e crianças armadas entre os agressores, principalmente meninos obrigados por mulheres a matar militares feridos.
As imagens deram origem a uma onda de indignação no Peru. A Associação dos Direitos do Homem exigiu que o Estado "recuperar e reabilitar as crianças sem estigmatizá-las, porque não são responsáveis, mas vítimas do recrutamento forçado e do doutrinamento". Políticos também qualificaram de "aberração" a realidade de crianças com fuzis na região amazônica.
O primeiro-ministro, Yehude Simon, condenou e lamentou a utilização de meninos. "Esses menores são instigados e enganados. Temos que despertar para o fato de que o Sendero Luminoso não está derrotado."
No documentário, o Camarada José se apresenta como chefe do Comitê Regional do Partido Comunista do Peru, e afirma que a guerrilha entrou em uma "nova fase", sem ligação com o Sendero de Abimael Guzman, seu líder histórico preso em 1992.

Fonte:France Presse, em Lima
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Uma TV peruana revelou que a guerrilha maoísta remanescente do grupo Sendero Luminoso, atualmente aliada a narcotraficantes e produtores de coca no sudeste peruano, tem recrutado e armado crianças de 10 anos a 13 anos.

Uma reportagem da Frecuencia Latina TV veiculada na noite deste domingo (24) mostrou ao menos 17 crianças e adolescentes, em formação militar, na selva amazônica, gritando "viva o marxismo-leninismo, viva o maoísmo e a revolução proletária socialista mundial". As crianças também aparecem jogando futebol em uma clareira da selva, provavelmente no vale dos rios Apurímac e Ene, uma zona montanhosa do centro do país que serviria de refúgio ao que resta da guerrilha do Sendero Luminoso.
Na reportagem aparece ainda, pela primeira vez, Victor Quispe Palomino, o Camarada José, sobrevivente da liderança do Sendero Luminoso, dos conflitos nas décadas de 80 e 90 contra governos sucessivos do Peru que deixou 70 mil mortos e desaparecidos.
José, com cerca de 50 anos, é considerado o cérebro da dupla emboscada que matou 15 militares em abril deste ano, em Senabamba, a cerca de 600 km de Lima, no mais mortífero ataque da guerrilha em dez anos. Soldados que sobreviveram ao ataque haviam denunciado a presença de mulheres e crianças armadas entre os agressores, principalmente meninos obrigados por mulheres a matar militares feridos.
As imagens deram origem a uma onda de indignação no Peru. A Associação dos Direitos do Homem exigiu que o Estado "recuperar e reabilitar as crianças sem estigmatizá-las, porque não são responsáveis, mas vítimas do recrutamento forçado e do doutrinamento". Políticos também qualificaram de "aberração" a realidade de crianças com fuzis na região amazônica.
O primeiro-ministro, Yehude Simon, condenou e lamentou a utilização de meninos. "Esses menores são instigados e enganados. Temos que despertar para o fato de que o Sendero Luminoso não está derrotado."
No documentário, o Camarada José se apresenta como chefe do Comitê Regional do Partido Comunista do Peru, e afirma que a guerrilha entrou em uma "nova fase", sem ligação com o Sendero de Abimael Guzman, seu líder histórico preso em 1992.

Fonte:France Presse, em Lima
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Uma TV peruana revelou que a guerrilha maoísta remanescente do grupo Sendero Luminoso, atualmente aliada a narcotraficantes e produtores de coca no sudeste peruano, tem recrutado e armado crianças de 10 anos a 13 anos.

Uma reportagem da Frecuencia Latina TV veiculada na noite deste domingo (24) mostrou ao menos 17 crianças e adolescentes, em formação militar, na selva amazônica, gritando "viva o marxismo-leninismo, viva o maoísmo e a revolução proletária socialista mundial". As crianças também aparecem jogando futebol em uma clareira da selva, provavelmente no vale dos rios Apurímac e Ene, uma zona montanhosa do centro do país que serviria de refúgio ao que resta da guerrilha do Sendero Luminoso.
Na reportagem aparece ainda, pela primeira vez, Victor Quispe Palomino, o Camarada José, sobrevivente da liderança do Sendero Luminoso, dos conflitos nas décadas de 80 e 90 contra governos sucessivos do Peru que deixou 70 mil mortos e desaparecidos.
José, com cerca de 50 anos, é considerado o cérebro da dupla emboscada que matou 15 militares em abril deste ano, em Senabamba, a cerca de 600 km de Lima, no mais mortífero ataque da guerrilha em dez anos. Soldados que sobreviveram ao ataque haviam denunciado a presença de mulheres e crianças armadas entre os agressores, principalmente meninos obrigados por mulheres a matar militares feridos.
As imagens deram origem a uma onda de indignação no Peru. A Associação dos Direitos do Homem exigiu que o Estado "recuperar e reabilitar as crianças sem estigmatizá-las, porque não são responsáveis, mas vítimas do recrutamento forçado e do doutrinamento". Políticos também qualificaram de "aberração" a realidade de crianças com fuzis na região amazônica.
O primeiro-ministro, Yehude Simon, condenou e lamentou a utilização de meninos. "Esses menores são instigados e enganados. Temos que despertar para o fato de que o Sendero Luminoso não está derrotado."
No documentário, o Camarada José se apresenta como chefe do Comitê Regional do Partido Comunista do Peru, e afirma que a guerrilha entrou em uma "nova fase", sem ligação com o Sendero de Abimael Guzman, seu líder histórico preso em 1992.

Fonte:France Presse, em Lima
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Uma TV peruana revelou que a guerrilha maoísta remanescente do grupo Sendero Luminoso, atualmente aliada a narcotraficantes e produtores de coca no sudeste peruano, tem recrutado e armado crianças de 10 anos a 13 anos.

Uma reportagem da Frecuencia Latina TV veiculada na noite deste domingo (24) mostrou ao menos 17 crianças e adolescentes, em formação militar, na selva amazônica, gritando "viva o marxismo-leninismo, viva o maoísmo e a revolução proletária socialista mundial". As crianças também aparecem jogando futebol em uma clareira da selva, provavelmente no vale dos rios Apurímac e Ene, uma zona montanhosa do centro do país que serviria de refúgio ao que resta da guerrilha do Sendero Luminoso.
Na reportagem aparece ainda, pela primeira vez, Victor Quispe Palomino, o Camarada José, sobrevivente da liderança do Sendero Luminoso, dos conflitos nas décadas de 80 e 90 contra governos sucessivos do Peru que deixou 70 mil mortos e desaparecidos.
José, com cerca de 50 anos, é considerado o cérebro da dupla emboscada que matou 15 militares em abril deste ano, em Senabamba, a cerca de 600 km de Lima, no mais mortífero ataque da guerrilha em dez anos. Soldados que sobreviveram ao ataque haviam denunciado a presença de mulheres e crianças armadas entre os agressores, principalmente meninos obrigados por mulheres a matar militares feridos.
As imagens deram origem a uma onda de indignação no Peru. A Associação dos Direitos do Homem exigiu que o Estado "recuperar e reabilitar as crianças sem estigmatizá-las, porque não são responsáveis, mas vítimas do recrutamento forçado e do doutrinamento". Políticos também qualificaram de "aberração" a realidade de crianças com fuzis na região amazônica.
O primeiro-ministro, Yehude Simon, condenou e lamentou a utilização de meninos. "Esses menores são instigados e enganados. Temos que despertar para o fato de que o Sendero Luminoso não está derrotado."
No documentário, o Camarada José se apresenta como chefe do Comitê Regional do Partido Comunista do Peru, e afirma que a guerrilha entrou em uma "nova fase", sem ligação com o Sendero de Abimael Guzman, seu líder histórico preso em 1992.

Fonte:France Presse, em Lima
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Destino certo de milhares de jovens e crianças que buscam um pouco de alegria, o Playcenter, parque de diversões de São Paulo, abriu suas portas dia 23, para que as mães que não sabem notícias dos seus filhos desaparecidos pudessem sensibilizar a sociedade com suas lágrimas. A Associação Brasileira de Busca e Defesa de Crianças Desaparecidas, conhecida como Mães da Sé, promoveu um show para angariar fundos e ajudar as cerca de cinco mil famílias, às quais oferece apoio psicológico, jurídico e social.
Quando tinha apenas 13 anos, em 1995, a então adolescente Fabiana desapareceu a 120 metros de sua casa, na zona oeste de São Paulo. Sua mãe, Ivanise Esperidião, começou então a cruzada para encontrá-la. Em 1996, Ivanise apareceu em rede nacional de televisão, ao relatar seu drama na novela "Explode Coração". Até hoje não há pistas sobre o paradeiro da menina, que deve ter 27 anos. A partir daí, Ivanise fundou a organização não governamental Mães da Sé, onde atua na busca não só de crianças, como de pessoas desaparecidas.
Ivanise estima que encontrou 2.022 pessoas nos 13 anos de trabalho da entidade, que hoje preside. Porém, a Mães da Sé tem em seus registros 7.322 pessoas desaparecidas. Para ela, estar no parque ajuda a conscientizar a sociedade, que pode ser uma grande aliada na luta das famílias dos desaparecidos. "A sociedade deve estar atenta e colaborar com informações, além de pressionar o poder público a criar políticas para encontrar os desaparecidos", completou.
A presidente da Mães da Sé ressaltou que "é vergonhoso" que o Brasil não tenha um cadastro unificado de pessoas desaparecidas. "É mais vergonhoso ainda se pensarmos que existe um cadastro de carros roubados", destacou. Para Ivanise, o poder público é omisso e não se empenha devidamente na busca das crianças.
"Quem investiga, quem faz o papel de polícia, somos nós. Quando minha filha sumiu, tive que esperar 24 horas para registrar um boletim de ocorrência. Nos Estados Unidos, por exemplo, quando uma criança some é acionado o alerta Amber, que notifica os meios de comunicação e os departamentos de transportes, para fechar todas as saídas da cidade", explicou.
Ivanise espera ainda que com o evento no Playcenter, as pessoas também se sensibilizem com a situação. Ela contou à Agência Brasil que recebe trotes frequentemente, com informações falsas sobre o paradeiro de sua filha. "Semana passada uma senhora de Florianópolis me ligou dizendo que minha filha morava lá, era casada e tinha quatro filhos. Investiguei e era tudo mentira, ela só queria passar trote mesmo", disse.
Segundo a Secretaria Especial de Direitos Humanos, cerca de 10% a 15% dos desaparecidos nunca mais retornam para suas famílias. Não há números oficias sobre crianças e adolescentes desaparecidos. Ivanise alertou que os pais devem sempre orientar os filhos a não conversar ou receber objetos de estranhos, além de ensinar o número do telefone e o endereço de casa para as crianças. "Sempre digo que os pais devem procurar saber quem são os amigos dos filhos e deixar as crianças acompanhadas apenas de pessoas de confiança", concluiu.

Agência Brasil

Acesse: Mães da Sé
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Destino certo de milhares de jovens e crianças que buscam um pouco de alegria, o Playcenter, parque de diversões de São Paulo, abriu suas portas dia 23, para que as mães que não sabem notícias dos seus filhos desaparecidos pudessem sensibilizar a sociedade com suas lágrimas. A Associação Brasileira de Busca e Defesa de Crianças Desaparecidas, conhecida como Mães da Sé, promoveu um show para angariar fundos e ajudar as cerca de cinco mil famílias, às quais oferece apoio psicológico, jurídico e social.
Quando tinha apenas 13 anos, em 1995, a então adolescente Fabiana desapareceu a 120 metros de sua casa, na zona oeste de São Paulo. Sua mãe, Ivanise Esperidião, começou então a cruzada para encontrá-la. Em 1996, Ivanise apareceu em rede nacional de televisão, ao relatar seu drama na novela "Explode Coração". Até hoje não há pistas sobre o paradeiro da menina, que deve ter 27 anos. A partir daí, Ivanise fundou a organização não governamental Mães da Sé, onde atua na busca não só de crianças, como de pessoas desaparecidas.
Ivanise estima que encontrou 2.022 pessoas nos 13 anos de trabalho da entidade, que hoje preside. Porém, a Mães da Sé tem em seus registros 7.322 pessoas desaparecidas. Para ela, estar no parque ajuda a conscientizar a sociedade, que pode ser uma grande aliada na luta das famílias dos desaparecidos. "A sociedade deve estar atenta e colaborar com informações, além de pressionar o poder público a criar políticas para encontrar os desaparecidos", completou.
A presidente da Mães da Sé ressaltou que "é vergonhoso" que o Brasil não tenha um cadastro unificado de pessoas desaparecidas. "É mais vergonhoso ainda se pensarmos que existe um cadastro de carros roubados", destacou. Para Ivanise, o poder público é omisso e não se empenha devidamente na busca das crianças.
"Quem investiga, quem faz o papel de polícia, somos nós. Quando minha filha sumiu, tive que esperar 24 horas para registrar um boletim de ocorrência. Nos Estados Unidos, por exemplo, quando uma criança some é acionado o alerta Amber, que notifica os meios de comunicação e os departamentos de transportes, para fechar todas as saídas da cidade", explicou.
Ivanise espera ainda que com o evento no Playcenter, as pessoas também se sensibilizem com a situação. Ela contou à Agência Brasil que recebe trotes frequentemente, com informações falsas sobre o paradeiro de sua filha. "Semana passada uma senhora de Florianópolis me ligou dizendo que minha filha morava lá, era casada e tinha quatro filhos. Investiguei e era tudo mentira, ela só queria passar trote mesmo", disse.
Segundo a Secretaria Especial de Direitos Humanos, cerca de 10% a 15% dos desaparecidos nunca mais retornam para suas famílias. Não há números oficias sobre crianças e adolescentes desaparecidos. Ivanise alertou que os pais devem sempre orientar os filhos a não conversar ou receber objetos de estranhos, além de ensinar o número do telefone e o endereço de casa para as crianças. "Sempre digo que os pais devem procurar saber quem são os amigos dos filhos e deixar as crianças acompanhadas apenas de pessoas de confiança", concluiu.

Agência Brasil

Acesse: Mães da Sé
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Destino certo de milhares de jovens e crianças que buscam um pouco de alegria, o Playcenter, parque de diversões de São Paulo, abriu suas portas dia 23, para que as mães que não sabem notícias dos seus filhos desaparecidos pudessem sensibilizar a sociedade com suas lágrimas. A Associação Brasileira de Busca e Defesa de Crianças Desaparecidas, conhecida como Mães da Sé, promoveu um show para angariar fundos e ajudar as cerca de cinco mil famílias, às quais oferece apoio psicológico, jurídico e social.
Quando tinha apenas 13 anos, em 1995, a então adolescente Fabiana desapareceu a 120 metros de sua casa, na zona oeste de São Paulo. Sua mãe, Ivanise Esperidião, começou então a cruzada para encontrá-la. Em 1996, Ivanise apareceu em rede nacional de televisão, ao relatar seu drama na novela "Explode Coração". Até hoje não há pistas sobre o paradeiro da menina, que deve ter 27 anos. A partir daí, Ivanise fundou a organização não governamental Mães da Sé, onde atua na busca não só de crianças, como de pessoas desaparecidas.
Ivanise estima que encontrou 2.022 pessoas nos 13 anos de trabalho da entidade, que hoje preside. Porém, a Mães da Sé tem em seus registros 7.322 pessoas desaparecidas. Para ela, estar no parque ajuda a conscientizar a sociedade, que pode ser uma grande aliada na luta das famílias dos desaparecidos. "A sociedade deve estar atenta e colaborar com informações, além de pressionar o poder público a criar políticas para encontrar os desaparecidos", completou.
A presidente da Mães da Sé ressaltou que "é vergonhoso" que o Brasil não tenha um cadastro unificado de pessoas desaparecidas. "É mais vergonhoso ainda se pensarmos que existe um cadastro de carros roubados", destacou. Para Ivanise, o poder público é omisso e não se empenha devidamente na busca das crianças.
"Quem investiga, quem faz o papel de polícia, somos nós. Quando minha filha sumiu, tive que esperar 24 horas para registrar um boletim de ocorrência. Nos Estados Unidos, por exemplo, quando uma criança some é acionado o alerta Amber, que notifica os meios de comunicação e os departamentos de transportes, para fechar todas as saídas da cidade", explicou.
Ivanise espera ainda que com o evento no Playcenter, as pessoas também se sensibilizem com a situação. Ela contou à Agência Brasil que recebe trotes frequentemente, com informações falsas sobre o paradeiro de sua filha. "Semana passada uma senhora de Florianópolis me ligou dizendo que minha filha morava lá, era casada e tinha quatro filhos. Investiguei e era tudo mentira, ela só queria passar trote mesmo", disse.
Segundo a Secretaria Especial de Direitos Humanos, cerca de 10% a 15% dos desaparecidos nunca mais retornam para suas famílias. Não há números oficias sobre crianças e adolescentes desaparecidos. Ivanise alertou que os pais devem sempre orientar os filhos a não conversar ou receber objetos de estranhos, além de ensinar o número do telefone e o endereço de casa para as crianças. "Sempre digo que os pais devem procurar saber quem são os amigos dos filhos e deixar as crianças acompanhadas apenas de pessoas de confiança", concluiu.

Agência Brasil

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Destino certo de milhares de jovens e crianças que buscam um pouco de alegria, o Playcenter, parque de diversões de São Paulo, abriu suas portas dia 23, para que as mães que não sabem notícias dos seus filhos desaparecidos pudessem sensibilizar a sociedade com suas lágrimas. A Associação Brasileira de Busca e Defesa de Crianças Desaparecidas, conhecida como Mães da Sé, promoveu um show para angariar fundos e ajudar as cerca de cinco mil famílias, às quais oferece apoio psicológico, jurídico e social.
Quando tinha apenas 13 anos, em 1995, a então adolescente Fabiana desapareceu a 120 metros de sua casa, na zona oeste de São Paulo. Sua mãe, Ivanise Esperidião, começou então a cruzada para encontrá-la. Em 1996, Ivanise apareceu em rede nacional de televisão, ao relatar seu drama na novela "Explode Coração". Até hoje não há pistas sobre o paradeiro da menina, que deve ter 27 anos. A partir daí, Ivanise fundou a organização não governamental Mães da Sé, onde atua na busca não só de crianças, como de pessoas desaparecidas.
Ivanise estima que encontrou 2.022 pessoas nos 13 anos de trabalho da entidade, que hoje preside. Porém, a Mães da Sé tem em seus registros 7.322 pessoas desaparecidas. Para ela, estar no parque ajuda a conscientizar a sociedade, que pode ser uma grande aliada na luta das famílias dos desaparecidos. "A sociedade deve estar atenta e colaborar com informações, além de pressionar o poder público a criar políticas para encontrar os desaparecidos", completou.
A presidente da Mães da Sé ressaltou que "é vergonhoso" que o Brasil não tenha um cadastro unificado de pessoas desaparecidas. "É mais vergonhoso ainda se pensarmos que existe um cadastro de carros roubados", destacou. Para Ivanise, o poder público é omisso e não se empenha devidamente na busca das crianças.
"Quem investiga, quem faz o papel de polícia, somos nós. Quando minha filha sumiu, tive que esperar 24 horas para registrar um boletim de ocorrência. Nos Estados Unidos, por exemplo, quando uma criança some é acionado o alerta Amber, que notifica os meios de comunicação e os departamentos de transportes, para fechar todas as saídas da cidade", explicou.
Ivanise espera ainda que com o evento no Playcenter, as pessoas também se sensibilizem com a situação. Ela contou à Agência Brasil que recebe trotes frequentemente, com informações falsas sobre o paradeiro de sua filha. "Semana passada uma senhora de Florianópolis me ligou dizendo que minha filha morava lá, era casada e tinha quatro filhos. Investiguei e era tudo mentira, ela só queria passar trote mesmo", disse.
Segundo a Secretaria Especial de Direitos Humanos, cerca de 10% a 15% dos desaparecidos nunca mais retornam para suas famílias. Não há números oficias sobre crianças e adolescentes desaparecidos. Ivanise alertou que os pais devem sempre orientar os filhos a não conversar ou receber objetos de estranhos, além de ensinar o número do telefone e o endereço de casa para as crianças. "Sempre digo que os pais devem procurar saber quem são os amigos dos filhos e deixar as crianças acompanhadas apenas de pessoas de confiança", concluiu.

Agência Brasil

Acesse: Mães da Sé
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Colaboradores prestigiam programação do Adotar é Legal

Um grande evento comemorativo para celebrar o Dia Nacional da Adoção comemorado no dia 25 de maio, com o foco na desmistificação do processo de adotar e também no estímulo ao apadrinhamento voluntário de crianças abrigadas em Mato Grosso. Esse foi o mote da abertura da programação definida para 2009 em relação à campanha permanente Adotar é Legal, realizada pela Comissão Judiciária Estadual de Adoção (Ceja), ligada à Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso. Dezenas de crianças e adolescentes hoje abrigados em instituições de Cuiabá e Várzea Grande estiveram presentes no parque Mãe Bonifácia, em Cuiabá, no evento cultural que teve início às 15 horas e se estendeu até o final da tarde deste domingo (24). O corregedor-geral da Justiça de Mato Grosso, desembargador Manoel Ornellas de Almeida, fez o lançamento oficial da programação e destacou a importância da sensibilização da sociedade em relação ao assunto. "A população precisa saber que existe uma campanha permanente sobre adoção e que há inclusive uma recomendação nacional para que esse instituto seja mais divulgado. Hoje a adoção faz parte da nossa realidade social e toda criança abandonada precisa receber aconchego", pontuou. Já a juíza Valdeci Moraes Siqueira, auxiliar da Corregedoria responsável pelos assuntos relacionados à infância, destacou que eventos como esse, realizados de maneira informal em locais de grande concentração de público, são importantes para promover a conscientização da sociedade. "Adoção é acima de tudo um ato de amor, que envolve toda a família. É um encontro de corações e vale para toda a vida. A sociedade precisa estar envolvida nesse movimento para que possamos buscar um futuro promissor para essas crianças e adolescentes". Com esse trabalho junto à população, a Ceja pretende fortalecer o processo de conscientização dos possíveis pretendentes à adoção em relação ao não-preconceito sobre as crianças abrigadas. Atualmente, apesar de 300 casais já estarem habilitados, existem 45 crianças prontas para adoção que não encontram pretendentes interessados por não terem o perfil procurado: recém-nascido, branco, sexo feminino e sem problemas de saúde. Em sua maioria, as crianças abrigadas têm mais de sete anos e são do sexo masculino. Muitos também possuem irmãos abrigados ou têm algum tipo de problema físico ou mental. "Queremos desmistificar o perfil da criança procurada para adoção. Temos que sensibilizar a sociedade acerca deste assunto e com isso vamos ajudar essas crianças a ter uma convivência familiar e comunitária", observou a secretária-geral da Ceja, Jamilly Castro da Silva. A programação da campanha Adotar é Legal foi lançada no parque Mãe Bonifácia justamente pelo fato de o local reunir uma grande variedade de público, de faixas etárias distintas, desde crianças até idosos. "Celebramos o Dia Nacional da Adoção e também aproveitamos a oportunidade para divulgar o projeto Padrinhos, Pais Solidários, uma forma totalmente voluntária de auxílio às crianças abrigadas", pontuou a secretária-geral da Ceja. Por essa iniciativa, os interessados em colaborar, mesmo que ainda não pretendam adotar uma criança, podem colaborar de três formas: como padrinho afetivo (que leva a criança para atividades fora da instituição onde está abrigada, geralmente aos finais de semana), como padrinho provedor (que auxiliar financeiramente de alguma forma, como no custeio de curso profissionalizante) ou padrinho prestador de serviço. "Em eventos como essa podemos atingir todas as faixas etárias. Também precisamos de voluntários para brincar com as crianças, enfim, para diversos tipos de serviço", consignou Jamilly da Silva, ao frisar a total voluntariedade do trabalho. Um dos presentes a solenidade realizada neste domingo, Alessandro, de 10 anos e morador de um abrigo de Várzea Grande, não perde a esperança de ter sua própria família. "Não tenho pai, nem mãe, porque eles me abandonaram. Vivi toda minha vida no Lar da Criança e agora estou no Vida Nova. Mas eu quero ter uma família", revelou o menino. Essa mesma vontade é revelada por Viviane, uma adolescente de 14 anos, que desde bebê vive em um abrigo. "Acho que vai ser legal ter uma família para mim". Um caso de adoção de sucesso foi feito em 1982 pela diretora de escola Maria Aparecida de Souza Aiza, que na época já era mãe de duas meninas e teve a chance de adotar um bebê de seis meses. "Não podia mais ter filhos e queria muito um filho homem. Além disso, minha sogra já havia adotado o irmão mais velho dele. Ele estava numa situação bastante crítica, doente e muito desnutrido e não sabia qual seria a sorte dele. Estava criando as minhas duas e sabia que poderia cuidar de mais um, fazer algo bom por alguém. E adotar é gratificante, pois assim ele pôde ter um lar, uma família, com pai, mãe e irmãs", revelou a mãe de Thiago, hoje com 26 anos. A diretora conta que também foi criada por uma mãe do coração e esse foi um motivo que reforçou a decisão de adotar um filho. "Fiz algo por alguém, pois também gostaria retribuir o que fizeram por mim. Mas os pretendentes à adoção têm que estar bem preparados emocionalmente, pois não é fácil educar. Mas se tivesse que voltar no tempo, faria tudo de novo", contou.
Por: Silvana Ribas
Para : Gazeta Digital
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Colaboradores prestigiam programação do Adotar é Legal

Um grande evento comemorativo para celebrar o Dia Nacional da Adoção comemorado no dia 25 de maio, com o foco na desmistificação do processo de adotar e também no estímulo ao apadrinhamento voluntário de crianças abrigadas em Mato Grosso. Esse foi o mote da abertura da programação definida para 2009 em relação à campanha permanente Adotar é Legal, realizada pela Comissão Judiciária Estadual de Adoção (Ceja), ligada à Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso. Dezenas de crianças e adolescentes hoje abrigados em instituições de Cuiabá e Várzea Grande estiveram presentes no parque Mãe Bonifácia, em Cuiabá, no evento cultural que teve início às 15 horas e se estendeu até o final da tarde deste domingo (24). O corregedor-geral da Justiça de Mato Grosso, desembargador Manoel Ornellas de Almeida, fez o lançamento oficial da programação e destacou a importância da sensibilização da sociedade em relação ao assunto. "A população precisa saber que existe uma campanha permanente sobre adoção e que há inclusive uma recomendação nacional para que esse instituto seja mais divulgado. Hoje a adoção faz parte da nossa realidade social e toda criança abandonada precisa receber aconchego", pontuou. Já a juíza Valdeci Moraes Siqueira, auxiliar da Corregedoria responsável pelos assuntos relacionados à infância, destacou que eventos como esse, realizados de maneira informal em locais de grande concentração de público, são importantes para promover a conscientização da sociedade. "Adoção é acima de tudo um ato de amor, que envolve toda a família. É um encontro de corações e vale para toda a vida. A sociedade precisa estar envolvida nesse movimento para que possamos buscar um futuro promissor para essas crianças e adolescentes". Com esse trabalho junto à população, a Ceja pretende fortalecer o processo de conscientização dos possíveis pretendentes à adoção em relação ao não-preconceito sobre as crianças abrigadas. Atualmente, apesar de 300 casais já estarem habilitados, existem 45 crianças prontas para adoção que não encontram pretendentes interessados por não terem o perfil procurado: recém-nascido, branco, sexo feminino e sem problemas de saúde. Em sua maioria, as crianças abrigadas têm mais de sete anos e são do sexo masculino. Muitos também possuem irmãos abrigados ou têm algum tipo de problema físico ou mental. "Queremos desmistificar o perfil da criança procurada para adoção. Temos que sensibilizar a sociedade acerca deste assunto e com isso vamos ajudar essas crianças a ter uma convivência familiar e comunitária", observou a secretária-geral da Ceja, Jamilly Castro da Silva. A programação da campanha Adotar é Legal foi lançada no parque Mãe Bonifácia justamente pelo fato de o local reunir uma grande variedade de público, de faixas etárias distintas, desde crianças até idosos. "Celebramos o Dia Nacional da Adoção e também aproveitamos a oportunidade para divulgar o projeto Padrinhos, Pais Solidários, uma forma totalmente voluntária de auxílio às crianças abrigadas", pontuou a secretária-geral da Ceja. Por essa iniciativa, os interessados em colaborar, mesmo que ainda não pretendam adotar uma criança, podem colaborar de três formas: como padrinho afetivo (que leva a criança para atividades fora da instituição onde está abrigada, geralmente aos finais de semana), como padrinho provedor (que auxiliar financeiramente de alguma forma, como no custeio de curso profissionalizante) ou padrinho prestador de serviço. "Em eventos como essa podemos atingir todas as faixas etárias. Também precisamos de voluntários para brincar com as crianças, enfim, para diversos tipos de serviço", consignou Jamilly da Silva, ao frisar a total voluntariedade do trabalho. Um dos presentes a solenidade realizada neste domingo, Alessandro, de 10 anos e morador de um abrigo de Várzea Grande, não perde a esperança de ter sua própria família. "Não tenho pai, nem mãe, porque eles me abandonaram. Vivi toda minha vida no Lar da Criança e agora estou no Vida Nova. Mas eu quero ter uma família", revelou o menino. Essa mesma vontade é revelada por Viviane, uma adolescente de 14 anos, que desde bebê vive em um abrigo. "Acho que vai ser legal ter uma família para mim". Um caso de adoção de sucesso foi feito em 1982 pela diretora de escola Maria Aparecida de Souza Aiza, que na época já era mãe de duas meninas e teve a chance de adotar um bebê de seis meses. "Não podia mais ter filhos e queria muito um filho homem. Além disso, minha sogra já havia adotado o irmão mais velho dele. Ele estava numa situação bastante crítica, doente e muito desnutrido e não sabia qual seria a sorte dele. Estava criando as minhas duas e sabia que poderia cuidar de mais um, fazer algo bom por alguém. E adotar é gratificante, pois assim ele pôde ter um lar, uma família, com pai, mãe e irmãs", revelou a mãe de Thiago, hoje com 26 anos. A diretora conta que também foi criada por uma mãe do coração e esse foi um motivo que reforçou a decisão de adotar um filho. "Fiz algo por alguém, pois também gostaria retribuir o que fizeram por mim. Mas os pretendentes à adoção têm que estar bem preparados emocionalmente, pois não é fácil educar. Mas se tivesse que voltar no tempo, faria tudo de novo", contou.
Por: Silvana Ribas
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Colaboradores prestigiam programação do Adotar é Legal

Um grande evento comemorativo para celebrar o Dia Nacional da Adoção comemorado no dia 25 de maio, com o foco na desmistificação do processo de adotar e também no estímulo ao apadrinhamento voluntário de crianças abrigadas em Mato Grosso. Esse foi o mote da abertura da programação definida para 2009 em relação à campanha permanente Adotar é Legal, realizada pela Comissão Judiciária Estadual de Adoção (Ceja), ligada à Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso. Dezenas de crianças e adolescentes hoje abrigados em instituições de Cuiabá e Várzea Grande estiveram presentes no parque Mãe Bonifácia, em Cuiabá, no evento cultural que teve início às 15 horas e se estendeu até o final da tarde deste domingo (24). O corregedor-geral da Justiça de Mato Grosso, desembargador Manoel Ornellas de Almeida, fez o lançamento oficial da programação e destacou a importância da sensibilização da sociedade em relação ao assunto. "A população precisa saber que existe uma campanha permanente sobre adoção e que há inclusive uma recomendação nacional para que esse instituto seja mais divulgado. Hoje a adoção faz parte da nossa realidade social e toda criança abandonada precisa receber aconchego", pontuou. Já a juíza Valdeci Moraes Siqueira, auxiliar da Corregedoria responsável pelos assuntos relacionados à infância, destacou que eventos como esse, realizados de maneira informal em locais de grande concentração de público, são importantes para promover a conscientização da sociedade. "Adoção é acima de tudo um ato de amor, que envolve toda a família. É um encontro de corações e vale para toda a vida. A sociedade precisa estar envolvida nesse movimento para que possamos buscar um futuro promissor para essas crianças e adolescentes". Com esse trabalho junto à população, a Ceja pretende fortalecer o processo de conscientização dos possíveis pretendentes à adoção em relação ao não-preconceito sobre as crianças abrigadas. Atualmente, apesar de 300 casais já estarem habilitados, existem 45 crianças prontas para adoção que não encontram pretendentes interessados por não terem o perfil procurado: recém-nascido, branco, sexo feminino e sem problemas de saúde. Em sua maioria, as crianças abrigadas têm mais de sete anos e são do sexo masculino. Muitos também possuem irmãos abrigados ou têm algum tipo de problema físico ou mental. "Queremos desmistificar o perfil da criança procurada para adoção. Temos que sensibilizar a sociedade acerca deste assunto e com isso vamos ajudar essas crianças a ter uma convivência familiar e comunitária", observou a secretária-geral da Ceja, Jamilly Castro da Silva. A programação da campanha Adotar é Legal foi lançada no parque Mãe Bonifácia justamente pelo fato de o local reunir uma grande variedade de público, de faixas etárias distintas, desde crianças até idosos. "Celebramos o Dia Nacional da Adoção e também aproveitamos a oportunidade para divulgar o projeto Padrinhos, Pais Solidários, uma forma totalmente voluntária de auxílio às crianças abrigadas", pontuou a secretária-geral da Ceja. Por essa iniciativa, os interessados em colaborar, mesmo que ainda não pretendam adotar uma criança, podem colaborar de três formas: como padrinho afetivo (que leva a criança para atividades fora da instituição onde está abrigada, geralmente aos finais de semana), como padrinho provedor (que auxiliar financeiramente de alguma forma, como no custeio de curso profissionalizante) ou padrinho prestador de serviço. "Em eventos como essa podemos atingir todas as faixas etárias. Também precisamos de voluntários para brincar com as crianças, enfim, para diversos tipos de serviço", consignou Jamilly da Silva, ao frisar a total voluntariedade do trabalho. Um dos presentes a solenidade realizada neste domingo, Alessandro, de 10 anos e morador de um abrigo de Várzea Grande, não perde a esperança de ter sua própria família. "Não tenho pai, nem mãe, porque eles me abandonaram. Vivi toda minha vida no Lar da Criança e agora estou no Vida Nova. Mas eu quero ter uma família", revelou o menino. Essa mesma vontade é revelada por Viviane, uma adolescente de 14 anos, que desde bebê vive em um abrigo. "Acho que vai ser legal ter uma família para mim". Um caso de adoção de sucesso foi feito em 1982 pela diretora de escola Maria Aparecida de Souza Aiza, que na época já era mãe de duas meninas e teve a chance de adotar um bebê de seis meses. "Não podia mais ter filhos e queria muito um filho homem. Além disso, minha sogra já havia adotado o irmão mais velho dele. Ele estava numa situação bastante crítica, doente e muito desnutrido e não sabia qual seria a sorte dele. Estava criando as minhas duas e sabia que poderia cuidar de mais um, fazer algo bom por alguém. E adotar é gratificante, pois assim ele pôde ter um lar, uma família, com pai, mãe e irmãs", revelou a mãe de Thiago, hoje com 26 anos. A diretora conta que também foi criada por uma mãe do coração e esse foi um motivo que reforçou a decisão de adotar um filho. "Fiz algo por alguém, pois também gostaria retribuir o que fizeram por mim. Mas os pretendentes à adoção têm que estar bem preparados emocionalmente, pois não é fácil educar. Mas se tivesse que voltar no tempo, faria tudo de novo", contou.
Por: Silvana Ribas
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Um grande evento comemorativo para celebrar o Dia Nacional da Adoção comemorado no dia 25 de maio, com o foco na desmistificação do processo de adotar e também no estímulo ao apadrinhamento voluntário de crianças abrigadas em Mato Grosso. Esse foi o mote da abertura da programação definida para 2009 em relação à campanha permanente Adotar é Legal, realizada pela Comissão Judiciária Estadual de Adoção (Ceja), ligada à Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso. Dezenas de crianças e adolescentes hoje abrigados em instituições de Cuiabá e Várzea Grande estiveram presentes no parque Mãe Bonifácia, em Cuiabá, no evento cultural que teve início às 15 horas e se estendeu até o final da tarde deste domingo (24). O corregedor-geral da Justiça de Mato Grosso, desembargador Manoel Ornellas de Almeida, fez o lançamento oficial da programação e destacou a importância da sensibilização da sociedade em relação ao assunto. "A população precisa saber que existe uma campanha permanente sobre adoção e que há inclusive uma recomendação nacional para que esse instituto seja mais divulgado. Hoje a adoção faz parte da nossa realidade social e toda criança abandonada precisa receber aconchego", pontuou. Já a juíza Valdeci Moraes Siqueira, auxiliar da Corregedoria responsável pelos assuntos relacionados à infância, destacou que eventos como esse, realizados de maneira informal em locais de grande concentração de público, são importantes para promover a conscientização da sociedade. "Adoção é acima de tudo um ato de amor, que envolve toda a família. É um encontro de corações e vale para toda a vida. A sociedade precisa estar envolvida nesse movimento para que possamos buscar um futuro promissor para essas crianças e adolescentes". Com esse trabalho junto à população, a Ceja pretende fortalecer o processo de conscientização dos possíveis pretendentes à adoção em relação ao não-preconceito sobre as crianças abrigadas. Atualmente, apesar de 300 casais já estarem habilitados, existem 45 crianças prontas para adoção que não encontram pretendentes interessados por não terem o perfil procurado: recém-nascido, branco, sexo feminino e sem problemas de saúde. Em sua maioria, as crianças abrigadas têm mais de sete anos e são do sexo masculino. Muitos também possuem irmãos abrigados ou têm algum tipo de problema físico ou mental. "Queremos desmistificar o perfil da criança procurada para adoção. Temos que sensibilizar a sociedade acerca deste assunto e com isso vamos ajudar essas crianças a ter uma convivência familiar e comunitária", observou a secretária-geral da Ceja, Jamilly Castro da Silva. A programação da campanha Adotar é Legal foi lançada no parque Mãe Bonifácia justamente pelo fato de o local reunir uma grande variedade de público, de faixas etárias distintas, desde crianças até idosos. "Celebramos o Dia Nacional da Adoção e também aproveitamos a oportunidade para divulgar o projeto Padrinhos, Pais Solidários, uma forma totalmente voluntária de auxílio às crianças abrigadas", pontuou a secretária-geral da Ceja. Por essa iniciativa, os interessados em colaborar, mesmo que ainda não pretendam adotar uma criança, podem colaborar de três formas: como padrinho afetivo (que leva a criança para atividades fora da instituição onde está abrigada, geralmente aos finais de semana), como padrinho provedor (que auxiliar financeiramente de alguma forma, como no custeio de curso profissionalizante) ou padrinho prestador de serviço. "Em eventos como essa podemos atingir todas as faixas etárias. Também precisamos de voluntários para brincar com as crianças, enfim, para diversos tipos de serviço", consignou Jamilly da Silva, ao frisar a total voluntariedade do trabalho. Um dos presentes a solenidade realizada neste domingo, Alessandro, de 10 anos e morador de um abrigo de Várzea Grande, não perde a esperança de ter sua própria família. "Não tenho pai, nem mãe, porque eles me abandonaram. Vivi toda minha vida no Lar da Criança e agora estou no Vida Nova. Mas eu quero ter uma família", revelou o menino. Essa mesma vontade é revelada por Viviane, uma adolescente de 14 anos, que desde bebê vive em um abrigo. "Acho que vai ser legal ter uma família para mim". Um caso de adoção de sucesso foi feito em 1982 pela diretora de escola Maria Aparecida de Souza Aiza, que na época já era mãe de duas meninas e teve a chance de adotar um bebê de seis meses. "Não podia mais ter filhos e queria muito um filho homem. Além disso, minha sogra já havia adotado o irmão mais velho dele. Ele estava numa situação bastante crítica, doente e muito desnutrido e não sabia qual seria a sorte dele. Estava criando as minhas duas e sabia que poderia cuidar de mais um, fazer algo bom por alguém. E adotar é gratificante, pois assim ele pôde ter um lar, uma família, com pai, mãe e irmãs", revelou a mãe de Thiago, hoje com 26 anos. A diretora conta que também foi criada por uma mãe do coração e esse foi um motivo que reforçou a decisão de adotar um filho. "Fiz algo por alguém, pois também gostaria retribuir o que fizeram por mim. Mas os pretendentes à adoção têm que estar bem preparados emocionalmente, pois não é fácil educar. Mas se tivesse que voltar no tempo, faria tudo de novo", contou.
Por: Silvana Ribas
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A Justiça do Espírito Santo determinou a interdição da Casa de Custódia de Viana (região metropolitana de Vitória). Juízes da Vara de Execuções Penais de Viana decidiram que nenhum detento pode ser admitido no presídio, alvo de denúncias de maus-tratos.
A interdição determina também a desocupação da unidade prisional. De acordo com a decisão, a Secretaria da Justiça, responsável pelos presídios no Estado, deve promover a desocupação por meio de um cronograma, que deverá ser encaminhado à Vara de Execuções Penais em 15 dias.
A penitenciária abriga 1.231 presos. Sua capacidade é para 390 detentos. Os magistrados realizaram inspeções e concluíram que o prédio está depredado e sem condições de segurança, "seja em suas instalações ou na efetiva guarda e segurança dos custodiados".
Ofícios foram encaminhados à secretaria para que correções fossem feitas nas instalações antes do pedido de interdição, de acordo com a decisão.
O secretário da Justiça, Ângelo Roncalli, afirmou que vai cumprir a decisão e que a demolição e a substituição da Casa de Custódia de Viana já estavam previstas.
"Vamos construir seis novos pavilhões. Três, para 432 presos, serão entregues em seis meses; os outros três, até julho do ano que vem."
Nas últimas semanas, o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) realizou inspeções nos presídios capixabas e verificou irregularidades decorrentes da superlotação. O CNJ também constatou que dez adolescentes estavam em quatro contêineres adaptados como celas de uma Unis (Unidade de Internação Socioeducativa). O órgão inicia na quinta o mutirão carcerário para buscar soluções para os presídios.

Fonte: Folha Online
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A Justiça do Espírito Santo determinou a interdição da Casa de Custódia de Viana (região metropolitana de Vitória). Juízes da Vara de Execuções Penais de Viana decidiram que nenhum detento pode ser admitido no presídio, alvo de denúncias de maus-tratos.
A interdição determina também a desocupação da unidade prisional. De acordo com a decisão, a Secretaria da Justiça, responsável pelos presídios no Estado, deve promover a desocupação por meio de um cronograma, que deverá ser encaminhado à Vara de Execuções Penais em 15 dias.
A penitenciária abriga 1.231 presos. Sua capacidade é para 390 detentos. Os magistrados realizaram inspeções e concluíram que o prédio está depredado e sem condições de segurança, "seja em suas instalações ou na efetiva guarda e segurança dos custodiados".
Ofícios foram encaminhados à secretaria para que correções fossem feitas nas instalações antes do pedido de interdição, de acordo com a decisão.
O secretário da Justiça, Ângelo Roncalli, afirmou que vai cumprir a decisão e que a demolição e a substituição da Casa de Custódia de Viana já estavam previstas.
"Vamos construir seis novos pavilhões. Três, para 432 presos, serão entregues em seis meses; os outros três, até julho do ano que vem."
Nas últimas semanas, o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) realizou inspeções nos presídios capixabas e verificou irregularidades decorrentes da superlotação. O CNJ também constatou que dez adolescentes estavam em quatro contêineres adaptados como celas de uma Unis (Unidade de Internação Socioeducativa). O órgão inicia na quinta o mutirão carcerário para buscar soluções para os presídios.

Fonte: Folha Online
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A Justiça do Espírito Santo determinou a interdição da Casa de Custódia de Viana (região metropolitana de Vitória). Juízes da Vara de Execuções Penais de Viana decidiram que nenhum detento pode ser admitido no presídio, alvo de denúncias de maus-tratos.
A interdição determina também a desocupação da unidade prisional. De acordo com a decisão, a Secretaria da Justiça, responsável pelos presídios no Estado, deve promover a desocupação por meio de um cronograma, que deverá ser encaminhado à Vara de Execuções Penais em 15 dias.
A penitenciária abriga 1.231 presos. Sua capacidade é para 390 detentos. Os magistrados realizaram inspeções e concluíram que o prédio está depredado e sem condições de segurança, "seja em suas instalações ou na efetiva guarda e segurança dos custodiados".
Ofícios foram encaminhados à secretaria para que correções fossem feitas nas instalações antes do pedido de interdição, de acordo com a decisão.
O secretário da Justiça, Ângelo Roncalli, afirmou que vai cumprir a decisão e que a demolição e a substituição da Casa de Custódia de Viana já estavam previstas.
"Vamos construir seis novos pavilhões. Três, para 432 presos, serão entregues em seis meses; os outros três, até julho do ano que vem."
Nas últimas semanas, o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) realizou inspeções nos presídios capixabas e verificou irregularidades decorrentes da superlotação. O CNJ também constatou que dez adolescentes estavam em quatro contêineres adaptados como celas de uma Unis (Unidade de Internação Socioeducativa). O órgão inicia na quinta o mutirão carcerário para buscar soluções para os presídios.

Fonte: Folha Online
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A Justiça do Espírito Santo determinou a interdição da Casa de Custódia de Viana (região metropolitana de Vitória). Juízes da Vara de Execuções Penais de Viana decidiram que nenhum detento pode ser admitido no presídio, alvo de denúncias de maus-tratos.
A interdição determina também a desocupação da unidade prisional. De acordo com a decisão, a Secretaria da Justiça, responsável pelos presídios no Estado, deve promover a desocupação por meio de um cronograma, que deverá ser encaminhado à Vara de Execuções Penais em 15 dias.
A penitenciária abriga 1.231 presos. Sua capacidade é para 390 detentos. Os magistrados realizaram inspeções e concluíram que o prédio está depredado e sem condições de segurança, "seja em suas instalações ou na efetiva guarda e segurança dos custodiados".
Ofícios foram encaminhados à secretaria para que correções fossem feitas nas instalações antes do pedido de interdição, de acordo com a decisão.
O secretário da Justiça, Ângelo Roncalli, afirmou que vai cumprir a decisão e que a demolição e a substituição da Casa de Custódia de Viana já estavam previstas.
"Vamos construir seis novos pavilhões. Três, para 432 presos, serão entregues em seis meses; os outros três, até julho do ano que vem."
Nas últimas semanas, o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) realizou inspeções nos presídios capixabas e verificou irregularidades decorrentes da superlotação. O CNJ também constatou que dez adolescentes estavam em quatro contêineres adaptados como celas de uma Unis (Unidade de Internação Socioeducativa). O órgão inicia na quinta o mutirão carcerário para buscar soluções para os presídios.

Fonte: Folha Online
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Os juízes brasileiros descobriram a eficiência do Cadastro Nacional de Adoção (CNA) e estão contribuindo para sua atualização. A maioria dos Tribunais estaduais está enviando regularmente os dados de seus Estados, o que facilita a busca de pretendentes e a redução do prazo no processo. Atualmente estão cadastradas no CNA 2.585 crianças aptas a serem adotadas para 17.985 pais em busca de um filho. Nesta segunda-feira (25/05), comemora-se o Dia Nacional da Adoção.
Segundo juíza Cristiana de Faria Cordeiro, membro do Comitê Gestor do Cadastro Nacional de Adoção, esse número é desigual porque a maioria das pessoas cadastradas deseja uma criança sem problemas de saúde, de cor branca, do sexo feminino e recém nascida. “A demora para a adoção, muitas vezes criticada, deve-se mais pela exigência dos casais do que pela lentidão da Justiça”, lembrou a juíza.
Pelo último balanço do CNA, São Paulo é o Estado que possui o maior número de crianças cadastradas. São 5.863 pretendentes para 1.102 crianças que aguardam adoção. O segundo Estado é o Paraná, com 3.154 pretendes para 296 crianças, em terceiro está Minas Gerais com 2.341 pretendentes para 254 crianças. Já o Distrito Federal é a unidade da federação onde a relação é mais equilibrada: são 182 crianças aptas à adoção para 414 pretendentes.
O Cadastro Nacional de Adoção foi lançado há um ano para ser um instrumento para facilitar as adoções. Por meio do Cadastro, há possibilidade de os juízes terem informações de outras varas da Infância e Juventude e ampliar as chances de adoção entre comarcas e Estado.

Fonte: Direito do Estado.com.br
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Os juízes brasileiros descobriram a eficiência do Cadastro Nacional de Adoção (CNA) e estão contribuindo para sua atualização. A maioria dos Tribunais estaduais está enviando regularmente os dados de seus Estados, o que facilita a busca de pretendentes e a redução do prazo no processo. Atualmente estão cadastradas no CNA 2.585 crianças aptas a serem adotadas para 17.985 pais em busca de um filho. Nesta segunda-feira (25/05), comemora-se o Dia Nacional da Adoção.
Segundo juíza Cristiana de Faria Cordeiro, membro do Comitê Gestor do Cadastro Nacional de Adoção, esse número é desigual porque a maioria das pessoas cadastradas deseja uma criança sem problemas de saúde, de cor branca, do sexo feminino e recém nascida. “A demora para a adoção, muitas vezes criticada, deve-se mais pela exigência dos casais do que pela lentidão da Justiça”, lembrou a juíza.
Pelo último balanço do CNA, São Paulo é o Estado que possui o maior número de crianças cadastradas. São 5.863 pretendentes para 1.102 crianças que aguardam adoção. O segundo Estado é o Paraná, com 3.154 pretendes para 296 crianças, em terceiro está Minas Gerais com 2.341 pretendentes para 254 crianças. Já o Distrito Federal é a unidade da federação onde a relação é mais equilibrada: são 182 crianças aptas à adoção para 414 pretendentes.
O Cadastro Nacional de Adoção foi lançado há um ano para ser um instrumento para facilitar as adoções. Por meio do Cadastro, há possibilidade de os juízes terem informações de outras varas da Infância e Juventude e ampliar as chances de adoção entre comarcas e Estado.

Fonte: Direito do Estado.com.br
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Os juízes brasileiros descobriram a eficiência do Cadastro Nacional de Adoção (CNA) e estão contribuindo para sua atualização. A maioria dos Tribunais estaduais está enviando regularmente os dados de seus Estados, o que facilita a busca de pretendentes e a redução do prazo no processo. Atualmente estão cadastradas no CNA 2.585 crianças aptas a serem adotadas para 17.985 pais em busca de um filho. Nesta segunda-feira (25/05), comemora-se o Dia Nacional da Adoção.
Segundo juíza Cristiana de Faria Cordeiro, membro do Comitê Gestor do Cadastro Nacional de Adoção, esse número é desigual porque a maioria das pessoas cadastradas deseja uma criança sem problemas de saúde, de cor branca, do sexo feminino e recém nascida. “A demora para a adoção, muitas vezes criticada, deve-se mais pela exigência dos casais do que pela lentidão da Justiça”, lembrou a juíza.
Pelo último balanço do CNA, São Paulo é o Estado que possui o maior número de crianças cadastradas. São 5.863 pretendentes para 1.102 crianças que aguardam adoção. O segundo Estado é o Paraná, com 3.154 pretendes para 296 crianças, em terceiro está Minas Gerais com 2.341 pretendentes para 254 crianças. Já o Distrito Federal é a unidade da federação onde a relação é mais equilibrada: são 182 crianças aptas à adoção para 414 pretendentes.
O Cadastro Nacional de Adoção foi lançado há um ano para ser um instrumento para facilitar as adoções. Por meio do Cadastro, há possibilidade de os juízes terem informações de outras varas da Infância e Juventude e ampliar as chances de adoção entre comarcas e Estado.

Fonte: Direito do Estado.com.br
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Os juízes brasileiros descobriram a eficiência do Cadastro Nacional de Adoção (CNA) e estão contribuindo para sua atualização. A maioria dos Tribunais estaduais está enviando regularmente os dados de seus Estados, o que facilita a busca de pretendentes e a redução do prazo no processo. Atualmente estão cadastradas no CNA 2.585 crianças aptas a serem adotadas para 17.985 pais em busca de um filho. Nesta segunda-feira (25/05), comemora-se o Dia Nacional da Adoção.
Segundo juíza Cristiana de Faria Cordeiro, membro do Comitê Gestor do Cadastro Nacional de Adoção, esse número é desigual porque a maioria das pessoas cadastradas deseja uma criança sem problemas de saúde, de cor branca, do sexo feminino e recém nascida. “A demora para a adoção, muitas vezes criticada, deve-se mais pela exigência dos casais do que pela lentidão da Justiça”, lembrou a juíza.
Pelo último balanço do CNA, São Paulo é o Estado que possui o maior número de crianças cadastradas. São 5.863 pretendentes para 1.102 crianças que aguardam adoção. O segundo Estado é o Paraná, com 3.154 pretendes para 296 crianças, em terceiro está Minas Gerais com 2.341 pretendentes para 254 crianças. Já o Distrito Federal é a unidade da federação onde a relação é mais equilibrada: são 182 crianças aptas à adoção para 414 pretendentes.
O Cadastro Nacional de Adoção foi lançado há um ano para ser um instrumento para facilitar as adoções. Por meio do Cadastro, há possibilidade de os juízes terem informações de outras varas da Infância e Juventude e ampliar as chances de adoção entre comarcas e Estado.

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Sem sucesso e fragilizada com a situação, por várias vezes a professora tentou se imaginar com um filho adotivo nos braços, mas como ela mesma diz, “precisava estar pronta para isso não só na cabeça, mas também no coração”.

Até que um dia, ela ficou sabendo do trabalho do Grupo de Apoio Quinta da Casa de Ana, por intermédio da sua mãe. De início, ela participou dos chamados grupos reflexivos, onde psicólogos e assistentes explicaram o que representa a adoção na vida de muitos pais. Após dividir suas dúvidas e angústias com profissionais e outras mulheres, Carla e seu marido buscaram o Cartório do Juizado da Infância e da Juventude, com a documentação necessária, e passaram por uma série de entrevistas.

“Confesso que de certa forma essa etapa foi bastante difícil para mim. Eu já me sentia triste pela situação anterior, às vezes era desestimulante porque eles avaliam a sua vida inteira, seu histórico e testavam a sua capacidade de ser mãe. Agora, pensando melhor, acho que esse trabalho é necessário, é uma forma de comprovar se o casal quer realmente assumir uma criança ou apenas algo passageiro”, relata.

Com a certidão de habilitação à adoção nas mãos, isso em setembro de 2007, o casal foi registrado e ficou na fila de adoção do seu município, Niterói. “Apesar de o número de crianças ser maior em grandes cidades, com a ajuda da ONG também fomos atrás de abrigos e outros lugares principalmente no interior do Alagoas, pois no Sudeste é sempre mais difícil. Não fiz restrições de raça ou sexo, apenas queria uma criança pequena para viver tudo desde o começo. O pessoal da ONG até brincava: você quer mesmo ter que acordar a noite?”, conta.

Certo dia, a professora ficou sabendo da história de João Gabriel, nascido prematuro, com apenas um quilo e 230 gramas. Após dois meses internado, ele saiu do hospital com mais de dois quilos e seu destino iria ser um abrigo, mas Carla preferiu mudar o rumo dessa criança e teve certeza que ele seria seu filho no momento em que o viu.

“Em janeiro de 2008 carreguei ele nos meus braços e foi emocionante. Hoje ele tem um ano e quatro meses, é a razão da minha vida”. Lembrando que muitas crianças permanecem em abrigos apenas em caráter provisório, por isso apenas são aptas para adoção as crianças cujos pais renunciaram à guarda dos filhos ou órfãos.

Se não fosse por iniciativa própria, talvez Carla continuaria a espera de uma criança. Ela ainda está na fila da sua cidade e acredita que, caso não procurasse em abrigos, em menos de quatro anos ela não estaria com uma criança. O filho João chegou antes de ser aprovada a Lei da Adoção, em Agosto de 2008, que pretende facilitar a adoção com algumas medidas, entre elas, prazos menores para os processos, limitado em dois anos, prorrogado em caso de necessidade e a permanência da criança e do adolescente em abrigo por menos tempo.

A restrição por idade, sexo ou raça dificulta o processo de adoção. “Quanto a cor, a justificativa mais freqüente é a revelação da adoção. Adotar uma criança de etnia diferente significa expor a adoção para a sociedade e também, em alguns casos, a dificuldade para ter filhos biológicos. Há também a justificativa da criança se sentir diferente dos familaires e por essa razão apresentar maior dificuldade de adptação”, Cristina Palason Moreira Cotrim, psicóloga forense do Serviço Social e Psicologia do Fórum de São Vicente.

Mesmo assim já se observa pequenas mudanças na opinião dos pais. Segundo a psicóloga, nos últimos anos há muitos casos de adoção de irmãos e crianças de etnia diferente dos pais interessados.

“A faixa etária foi ampliada e também há casos de adoção de crianças com necessidades especiais. Devemos essa mudança ao movimento nacional de adoção que apresentou um grande crescimento nos últimos dez anos. A organização de grupos de apoio a adoção contribui para a construção de uma cultura das adoções necessárias e a quebra de preconceitos e tabus”, acrescenta.

A ONG Quintal da Casa de Ana (http://www.quintaldeana.org.br/), que auxiliou Carla, é uma delas. Além de constar em seu site a situação de várias crianças para adoção, ela também oferece atendimento jurídico e psicológico para as famílias, palestras em escolas e universidades, reuniões entre famílias adotivas ou que pretendem adotar, além do apadrinhamento afetivo, em que homens e mulheres se oferecem para ajudar as crianças de abrigos.

Por Juliana Lopes


Vila Filhos
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Sem sucesso e fragilizada com a situação, por várias vezes a professora tentou se imaginar com um filho adotivo nos braços, mas como ela mesma diz, “precisava estar pronta para isso não só na cabeça, mas também no coração”.

Até que um dia, ela ficou sabendo do trabalho do Grupo de Apoio Quinta da Casa de Ana, por intermédio da sua mãe. De início, ela participou dos chamados grupos reflexivos, onde psicólogos e assistentes explicaram o que representa a adoção na vida de muitos pais. Após dividir suas dúvidas e angústias com profissionais e outras mulheres, Carla e seu marido buscaram o Cartório do Juizado da Infância e da Juventude, com a documentação necessária, e passaram por uma série de entrevistas.

“Confesso que de certa forma essa etapa foi bastante difícil para mim. Eu já me sentia triste pela situação anterior, às vezes era desestimulante porque eles avaliam a sua vida inteira, seu histórico e testavam a sua capacidade de ser mãe. Agora, pensando melhor, acho que esse trabalho é necessário, é uma forma de comprovar se o casal quer realmente assumir uma criança ou apenas algo passageiro”, relata.

Com a certidão de habilitação à adoção nas mãos, isso em setembro de 2007, o casal foi registrado e ficou na fila de adoção do seu município, Niterói. “Apesar de o número de crianças ser maior em grandes cidades, com a ajuda da ONG também fomos atrás de abrigos e outros lugares principalmente no interior do Alagoas, pois no Sudeste é sempre mais difícil. Não fiz restrições de raça ou sexo, apenas queria uma criança pequena para viver tudo desde o começo. O pessoal da ONG até brincava: você quer mesmo ter que acordar a noite?”, conta.

Certo dia, a professora ficou sabendo da história de João Gabriel, nascido prematuro, com apenas um quilo e 230 gramas. Após dois meses internado, ele saiu do hospital com mais de dois quilos e seu destino iria ser um abrigo, mas Carla preferiu mudar o rumo dessa criança e teve certeza que ele seria seu filho no momento em que o viu.

“Em janeiro de 2008 carreguei ele nos meus braços e foi emocionante. Hoje ele tem um ano e quatro meses, é a razão da minha vida”. Lembrando que muitas crianças permanecem em abrigos apenas em caráter provisório, por isso apenas são aptas para adoção as crianças cujos pais renunciaram à guarda dos filhos ou órfãos.

Se não fosse por iniciativa própria, talvez Carla continuaria a espera de uma criança. Ela ainda está na fila da sua cidade e acredita que, caso não procurasse em abrigos, em menos de quatro anos ela não estaria com uma criança. O filho João chegou antes de ser aprovada a Lei da Adoção, em Agosto de 2008, que pretende facilitar a adoção com algumas medidas, entre elas, prazos menores para os processos, limitado em dois anos, prorrogado em caso de necessidade e a permanência da criança e do adolescente em abrigo por menos tempo.

A restrição por idade, sexo ou raça dificulta o processo de adoção. “Quanto a cor, a justificativa mais freqüente é a revelação da adoção. Adotar uma criança de etnia diferente significa expor a adoção para a sociedade e também, em alguns casos, a dificuldade para ter filhos biológicos. Há também a justificativa da criança se sentir diferente dos familaires e por essa razão apresentar maior dificuldade de adptação”, Cristina Palason Moreira Cotrim, psicóloga forense do Serviço Social e Psicologia do Fórum de São Vicente.

Mesmo assim já se observa pequenas mudanças na opinião dos pais. Segundo a psicóloga, nos últimos anos há muitos casos de adoção de irmãos e crianças de etnia diferente dos pais interessados.

“A faixa etária foi ampliada e também há casos de adoção de crianças com necessidades especiais. Devemos essa mudança ao movimento nacional de adoção que apresentou um grande crescimento nos últimos dez anos. A organização de grupos de apoio a adoção contribui para a construção de uma cultura das adoções necessárias e a quebra de preconceitos e tabus”, acrescenta.

A ONG Quintal da Casa de Ana (http://www.quintaldeana.org.br/), que auxiliou Carla, é uma delas. Além de constar em seu site a situação de várias crianças para adoção, ela também oferece atendimento jurídico e psicológico para as famílias, palestras em escolas e universidades, reuniões entre famílias adotivas ou que pretendem adotar, além do apadrinhamento afetivo, em que homens e mulheres se oferecem para ajudar as crianças de abrigos.

Por Juliana Lopes


Vila Filhos
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Sem sucesso e fragilizada com a situação, por várias vezes a professora tentou se imaginar com um filho adotivo nos braços, mas como ela mesma diz, “precisava estar pronta para isso não só na cabeça, mas também no coração”.

Até que um dia, ela ficou sabendo do trabalho do Grupo de Apoio Quinta da Casa de Ana, por intermédio da sua mãe. De início, ela participou dos chamados grupos reflexivos, onde psicólogos e assistentes explicaram o que representa a adoção na vida de muitos pais. Após dividir suas dúvidas e angústias com profissionais e outras mulheres, Carla e seu marido buscaram o Cartório do Juizado da Infância e da Juventude, com a documentação necessária, e passaram por uma série de entrevistas.

“Confesso que de certa forma essa etapa foi bastante difícil para mim. Eu já me sentia triste pela situação anterior, às vezes era desestimulante porque eles avaliam a sua vida inteira, seu histórico e testavam a sua capacidade de ser mãe. Agora, pensando melhor, acho que esse trabalho é necessário, é uma forma de comprovar se o casal quer realmente assumir uma criança ou apenas algo passageiro”, relata.

Com a certidão de habilitação à adoção nas mãos, isso em setembro de 2007, o casal foi registrado e ficou na fila de adoção do seu município, Niterói. “Apesar de o número de crianças ser maior em grandes cidades, com a ajuda da ONG também fomos atrás de abrigos e outros lugares principalmente no interior do Alagoas, pois no Sudeste é sempre mais difícil. Não fiz restrições de raça ou sexo, apenas queria uma criança pequena para viver tudo desde o começo. O pessoal da ONG até brincava: você quer mesmo ter que acordar a noite?”, conta.

Certo dia, a professora ficou sabendo da história de João Gabriel, nascido prematuro, com apenas um quilo e 230 gramas. Após dois meses internado, ele saiu do hospital com mais de dois quilos e seu destino iria ser um abrigo, mas Carla preferiu mudar o rumo dessa criança e teve certeza que ele seria seu filho no momento em que o viu.

“Em janeiro de 2008 carreguei ele nos meus braços e foi emocionante. Hoje ele tem um ano e quatro meses, é a razão da minha vida”. Lembrando que muitas crianças permanecem em abrigos apenas em caráter provisório, por isso apenas são aptas para adoção as crianças cujos pais renunciaram à guarda dos filhos ou órfãos.

Se não fosse por iniciativa própria, talvez Carla continuaria a espera de uma criança. Ela ainda está na fila da sua cidade e acredita que, caso não procurasse em abrigos, em menos de quatro anos ela não estaria com uma criança. O filho João chegou antes de ser aprovada a Lei da Adoção, em Agosto de 2008, que pretende facilitar a adoção com algumas medidas, entre elas, prazos menores para os processos, limitado em dois anos, prorrogado em caso de necessidade e a permanência da criança e do adolescente em abrigo por menos tempo.

A restrição por idade, sexo ou raça dificulta o processo de adoção. “Quanto a cor, a justificativa mais freqüente é a revelação da adoção. Adotar uma criança de etnia diferente significa expor a adoção para a sociedade e também, em alguns casos, a dificuldade para ter filhos biológicos. Há também a justificativa da criança se sentir diferente dos familaires e por essa razão apresentar maior dificuldade de adptação”, Cristina Palason Moreira Cotrim, psicóloga forense do Serviço Social e Psicologia do Fórum de São Vicente.

Mesmo assim já se observa pequenas mudanças na opinião dos pais. Segundo a psicóloga, nos últimos anos há muitos casos de adoção de irmãos e crianças de etnia diferente dos pais interessados.

“A faixa etária foi ampliada e também há casos de adoção de crianças com necessidades especiais. Devemos essa mudança ao movimento nacional de adoção que apresentou um grande crescimento nos últimos dez anos. A organização de grupos de apoio a adoção contribui para a construção de uma cultura das adoções necessárias e a quebra de preconceitos e tabus”, acrescenta.

A ONG Quintal da Casa de Ana (http://www.quintaldeana.org.br/), que auxiliou Carla, é uma delas. Além de constar em seu site a situação de várias crianças para adoção, ela também oferece atendimento jurídico e psicológico para as famílias, palestras em escolas e universidades, reuniões entre famílias adotivas ou que pretendem adotar, além do apadrinhamento afetivo, em que homens e mulheres se oferecem para ajudar as crianças de abrigos.

Por Juliana Lopes


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Sem sucesso e fragilizada com a situação, por várias vezes a professora tentou se imaginar com um filho adotivo nos braços, mas como ela mesma diz, “precisava estar pronta para isso não só na cabeça, mas também no coração”.

Até que um dia, ela ficou sabendo do trabalho do Grupo de Apoio Quinta da Casa de Ana, por intermédio da sua mãe. De início, ela participou dos chamados grupos reflexivos, onde psicólogos e assistentes explicaram o que representa a adoção na vida de muitos pais. Após dividir suas dúvidas e angústias com profissionais e outras mulheres, Carla e seu marido buscaram o Cartório do Juizado da Infância e da Juventude, com a documentação necessária, e passaram por uma série de entrevistas.

“Confesso que de certa forma essa etapa foi bastante difícil para mim. Eu já me sentia triste pela situação anterior, às vezes era desestimulante porque eles avaliam a sua vida inteira, seu histórico e testavam a sua capacidade de ser mãe. Agora, pensando melhor, acho que esse trabalho é necessário, é uma forma de comprovar se o casal quer realmente assumir uma criança ou apenas algo passageiro”, relata.

Com a certidão de habilitação à adoção nas mãos, isso em setembro de 2007, o casal foi registrado e ficou na fila de adoção do seu município, Niterói. “Apesar de o número de crianças ser maior em grandes cidades, com a ajuda da ONG também fomos atrás de abrigos e outros lugares principalmente no interior do Alagoas, pois no Sudeste é sempre mais difícil. Não fiz restrições de raça ou sexo, apenas queria uma criança pequena para viver tudo desde o começo. O pessoal da ONG até brincava: você quer mesmo ter que acordar a noite?”, conta.

Certo dia, a professora ficou sabendo da história de João Gabriel, nascido prematuro, com apenas um quilo e 230 gramas. Após dois meses internado, ele saiu do hospital com mais de dois quilos e seu destino iria ser um abrigo, mas Carla preferiu mudar o rumo dessa criança e teve certeza que ele seria seu filho no momento em que o viu.

“Em janeiro de 2008 carreguei ele nos meus braços e foi emocionante. Hoje ele tem um ano e quatro meses, é a razão da minha vida”. Lembrando que muitas crianças permanecem em abrigos apenas em caráter provisório, por isso apenas são aptas para adoção as crianças cujos pais renunciaram à guarda dos filhos ou órfãos.

Se não fosse por iniciativa própria, talvez Carla continuaria a espera de uma criança. Ela ainda está na fila da sua cidade e acredita que, caso não procurasse em abrigos, em menos de quatro anos ela não estaria com uma criança. O filho João chegou antes de ser aprovada a Lei da Adoção, em Agosto de 2008, que pretende facilitar a adoção com algumas medidas, entre elas, prazos menores para os processos, limitado em dois anos, prorrogado em caso de necessidade e a permanência da criança e do adolescente em abrigo por menos tempo.

A restrição por idade, sexo ou raça dificulta o processo de adoção. “Quanto a cor, a justificativa mais freqüente é a revelação da adoção. Adotar uma criança de etnia diferente significa expor a adoção para a sociedade e também, em alguns casos, a dificuldade para ter filhos biológicos. Há também a justificativa da criança se sentir diferente dos familaires e por essa razão apresentar maior dificuldade de adptação”, Cristina Palason Moreira Cotrim, psicóloga forense do Serviço Social e Psicologia do Fórum de São Vicente.

Mesmo assim já se observa pequenas mudanças na opinião dos pais. Segundo a psicóloga, nos últimos anos há muitos casos de adoção de irmãos e crianças de etnia diferente dos pais interessados.

“A faixa etária foi ampliada e também há casos de adoção de crianças com necessidades especiais. Devemos essa mudança ao movimento nacional de adoção que apresentou um grande crescimento nos últimos dez anos. A organização de grupos de apoio a adoção contribui para a construção de uma cultura das adoções necessárias e a quebra de preconceitos e tabus”, acrescenta.

A ONG Quintal da Casa de Ana (http://www.quintaldeana.org.br/), que auxiliou Carla, é uma delas. Além de constar em seu site a situação de várias crianças para adoção, ela também oferece atendimento jurídico e psicológico para as famílias, palestras em escolas e universidades, reuniões entre famílias adotivas ou que pretendem adotar, além do apadrinhamento afetivo, em que homens e mulheres se oferecem para ajudar as crianças de abrigos.

Por Juliana Lopes


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Advogados de defesa não compareceram; em 2001, jovem foi morta com perfurações em ritual de magia negra

BELO HORIZONTE - O julgamento dos quatro acusados de terem assassinado a estudante Aline Silveira Soares, em Ouro Preto (MG), foi adiado devido à ausência de três dos advogados contratados para defender os réus. Em um crime cercado de mistério, Aline, então com 18 anos, foi morta de maneira brutal na madrugada de 14 de outubro de 2001, durante a tradicional festa das repúblicas estudantis da cidade histórica mineira. O julgamento estava marcado para esta segunda-feira, 25.
O corpo da jovem foi encontrado no cemitério da Igreja Nossa Senhora das Mercês e Misericórdia com 17 perfurações. Ela estava com os braços abertos e os pés cruzados, como se tivesse sido crucificada. Desenhos foram feitos no corpo da vítima com seu próprio sangue.
Camila Dolabella Siveira, de 27 anos, prima da vítima, Edson Poloni Lobo de Aguiar, Cassiano Inácio Garcia, e Maicon Fernandes Lopes, os três atualmente com 28 anos, são acusados de matar Aline durante um ritual de magia negra baseado em um jogo de RPG. A Promotoria pede pena máxima, de 30 anos, para os acusados por homicídio triplamente qualificado.
A sessão no Fórum de Ouro Preto foi aberta com uma hora de atraso, às 13 horas desta segunda, pela juíza Lúcia de Fátima Magalhães Albuquerque Silva. A magistrada indeferiu o pedido de um dos réus para o desmembramento do processo. O julgamento foi remarcado para o dia 1º de julho e a juíza decidiu nomear dois defensores públicos para assumirem a defesa dos réus caso seus advogados não compareçam novamente.
Na saída do Fórum, um dos irmãos de Aline chutou a porta do carro onde estavam Camila e seu advogado. Ele foi dominado por policiais militares e levado para a delegacia. A mãe da vítima, a professora aposentada Maria José Soares, e outros parentes de Camila protestaram e reclamaram de lentidão da Justiça. Maria José afirmou que ficou decepcionada com o adiamento do julgamento. "Eles (réus) têm direito demais", disse em entrevista à Rádio CBN.

Por: Eduardo Kattah, O Estado de S. Paulo
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Advogados de defesa não compareceram; em 2001, jovem foi morta com perfurações em ritual de magia negra

BELO HORIZONTE - O julgamento dos quatro acusados de terem assassinado a estudante Aline Silveira Soares, em Ouro Preto (MG), foi adiado devido à ausência de três dos advogados contratados para defender os réus. Em um crime cercado de mistério, Aline, então com 18 anos, foi morta de maneira brutal na madrugada de 14 de outubro de 2001, durante a tradicional festa das repúblicas estudantis da cidade histórica mineira. O julgamento estava marcado para esta segunda-feira, 25.
O corpo da jovem foi encontrado no cemitério da Igreja Nossa Senhora das Mercês e Misericórdia com 17 perfurações. Ela estava com os braços abertos e os pés cruzados, como se tivesse sido crucificada. Desenhos foram feitos no corpo da vítima com seu próprio sangue.
Camila Dolabella Siveira, de 27 anos, prima da vítima, Edson Poloni Lobo de Aguiar, Cassiano Inácio Garcia, e Maicon Fernandes Lopes, os três atualmente com 28 anos, são acusados de matar Aline durante um ritual de magia negra baseado em um jogo de RPG. A Promotoria pede pena máxima, de 30 anos, para os acusados por homicídio triplamente qualificado.
A sessão no Fórum de Ouro Preto foi aberta com uma hora de atraso, às 13 horas desta segunda, pela juíza Lúcia de Fátima Magalhães Albuquerque Silva. A magistrada indeferiu o pedido de um dos réus para o desmembramento do processo. O julgamento foi remarcado para o dia 1º de julho e a juíza decidiu nomear dois defensores públicos para assumirem a defesa dos réus caso seus advogados não compareçam novamente.
Na saída do Fórum, um dos irmãos de Aline chutou a porta do carro onde estavam Camila e seu advogado. Ele foi dominado por policiais militares e levado para a delegacia. A mãe da vítima, a professora aposentada Maria José Soares, e outros parentes de Camila protestaram e reclamaram de lentidão da Justiça. Maria José afirmou que ficou decepcionada com o adiamento do julgamento. "Eles (réus) têm direito demais", disse em entrevista à Rádio CBN.

Por: Eduardo Kattah, O Estado de S. Paulo
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Advogados de defesa não compareceram; em 2001, jovem foi morta com perfurações em ritual de magia negra

BELO HORIZONTE - O julgamento dos quatro acusados de terem assassinado a estudante Aline Silveira Soares, em Ouro Preto (MG), foi adiado devido à ausência de três dos advogados contratados para defender os réus. Em um crime cercado de mistério, Aline, então com 18 anos, foi morta de maneira brutal na madrugada de 14 de outubro de 2001, durante a tradicional festa das repúblicas estudantis da cidade histórica mineira. O julgamento estava marcado para esta segunda-feira, 25.
O corpo da jovem foi encontrado no cemitério da Igreja Nossa Senhora das Mercês e Misericórdia com 17 perfurações. Ela estava com os braços abertos e os pés cruzados, como se tivesse sido crucificada. Desenhos foram feitos no corpo da vítima com seu próprio sangue.
Camila Dolabella Siveira, de 27 anos, prima da vítima, Edson Poloni Lobo de Aguiar, Cassiano Inácio Garcia, e Maicon Fernandes Lopes, os três atualmente com 28 anos, são acusados de matar Aline durante um ritual de magia negra baseado em um jogo de RPG. A Promotoria pede pena máxima, de 30 anos, para os acusados por homicídio triplamente qualificado.
A sessão no Fórum de Ouro Preto foi aberta com uma hora de atraso, às 13 horas desta segunda, pela juíza Lúcia de Fátima Magalhães Albuquerque Silva. A magistrada indeferiu o pedido de um dos réus para o desmembramento do processo. O julgamento foi remarcado para o dia 1º de julho e a juíza decidiu nomear dois defensores públicos para assumirem a defesa dos réus caso seus advogados não compareçam novamente.
Na saída do Fórum, um dos irmãos de Aline chutou a porta do carro onde estavam Camila e seu advogado. Ele foi dominado por policiais militares e levado para a delegacia. A mãe da vítima, a professora aposentada Maria José Soares, e outros parentes de Camila protestaram e reclamaram de lentidão da Justiça. Maria José afirmou que ficou decepcionada com o adiamento do julgamento. "Eles (réus) têm direito demais", disse em entrevista à Rádio CBN.

Por: Eduardo Kattah, O Estado de S. Paulo
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Advogados de defesa não compareceram; em 2001, jovem foi morta com perfurações em ritual de magia negra

BELO HORIZONTE - O julgamento dos quatro acusados de terem assassinado a estudante Aline Silveira Soares, em Ouro Preto (MG), foi adiado devido à ausência de três dos advogados contratados para defender os réus. Em um crime cercado de mistério, Aline, então com 18 anos, foi morta de maneira brutal na madrugada de 14 de outubro de 2001, durante a tradicional festa das repúblicas estudantis da cidade histórica mineira. O julgamento estava marcado para esta segunda-feira, 25.
O corpo da jovem foi encontrado no cemitério da Igreja Nossa Senhora das Mercês e Misericórdia com 17 perfurações. Ela estava com os braços abertos e os pés cruzados, como se tivesse sido crucificada. Desenhos foram feitos no corpo da vítima com seu próprio sangue.
Camila Dolabella Siveira, de 27 anos, prima da vítima, Edson Poloni Lobo de Aguiar, Cassiano Inácio Garcia, e Maicon Fernandes Lopes, os três atualmente com 28 anos, são acusados de matar Aline durante um ritual de magia negra baseado em um jogo de RPG. A Promotoria pede pena máxima, de 30 anos, para os acusados por homicídio triplamente qualificado.
A sessão no Fórum de Ouro Preto foi aberta com uma hora de atraso, às 13 horas desta segunda, pela juíza Lúcia de Fátima Magalhães Albuquerque Silva. A magistrada indeferiu o pedido de um dos réus para o desmembramento do processo. O julgamento foi remarcado para o dia 1º de julho e a juíza decidiu nomear dois defensores públicos para assumirem a defesa dos réus caso seus advogados não compareçam novamente.
Na saída do Fórum, um dos irmãos de Aline chutou a porta do carro onde estavam Camila e seu advogado. Ele foi dominado por policiais militares e levado para a delegacia. A mãe da vítima, a professora aposentada Maria José Soares, e outros parentes de Camila protestaram e reclamaram de lentidão da Justiça. Maria José afirmou que ficou decepcionada com o adiamento do julgamento. "Eles (réus) têm direito demais", disse em entrevista à Rádio CBN.

Por: Eduardo Kattah, O Estado de S. Paulo
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Juiz vai decidir se ela pode cumprir pena em regime semi-aberto.
Assistente social, psicólogo e psiquiatra vão elaborar laudo.


O juiz da 1ª Vara de Execuções Criminais de Taubaté, no interior de São Paulo, acolheu o pedido do Ministério Público Estadual para que Suzane von Richthofen, presa em Tremembé, no interior de São Paulo, seja submetida a um exame criminológico.
O exame deve ser feito dentro de uma semana. Com o laudo na mão o juiz vai decidir se Suzane deve cumprir ou não o restante da pena em regime semi-aberto.
De acordo com o Tribunal de Justiça, após serem intimados, os advogados de defesa e Ministério Público terão 48 horas para apresentar quesitos para a realização da perícia, os quais serão juntados aos quesitos do próprio juiz.
Ainda de acordo com o tribunal, não há previsão a respeito da divulgação do resultado dos exames criminológicos.
O laudo vai ser elaborado por assistente social, psicólogo e psiquiatra que vão avaliar a estudante.
A defesa de Suzane afirma que ela já cumpriu um tempo de pena suficiente para poder passar para o regime semiaberto.
Nesse sistema, o preso pode trabalhar ou fazer cursos durante o dia, fora da penitenciária, e voltar à noite para dormir na cela.
O promotor Roberto Tardelli, responsável pela acusação, pondera. Ele afirma que são necessários outros critérios, além do tempo, para a progressão do regime.
Em julho de 2006, a estudante Suzane e os irmãos Christian e Daniel Cravinhos foram condenados pelo assassinato dos pais da jovem, ocorrido em 2002.
Depois de cinco dias de julgamento no Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo, na madrugada do dia 22 de julho, Suzane e Daniel, namorado dela na época do crime, foram condenados a 39 anos e meio de prisão em regime fechado. Christian foi condenado a um ano a menos que Suzane.

Fonte: G1
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Juiz vai decidir se ela pode cumprir pena em regime semi-aberto.
Assistente social, psicólogo e psiquiatra vão elaborar laudo.


O juiz da 1ª Vara de Execuções Criminais de Taubaté, no interior de São Paulo, acolheu o pedido do Ministério Público Estadual para que Suzane von Richthofen, presa em Tremembé, no interior de São Paulo, seja submetida a um exame criminológico.
O exame deve ser feito dentro de uma semana. Com o laudo na mão o juiz vai decidir se Suzane deve cumprir ou não o restante da pena em regime semi-aberto.
De acordo com o Tribunal de Justiça, após serem intimados, os advogados de defesa e Ministério Público terão 48 horas para apresentar quesitos para a realização da perícia, os quais serão juntados aos quesitos do próprio juiz.
Ainda de acordo com o tribunal, não há previsão a respeito da divulgação do resultado dos exames criminológicos.
O laudo vai ser elaborado por assistente social, psicólogo e psiquiatra que vão avaliar a estudante.
A defesa de Suzane afirma que ela já cumpriu um tempo de pena suficiente para poder passar para o regime semiaberto.
Nesse sistema, o preso pode trabalhar ou fazer cursos durante o dia, fora da penitenciária, e voltar à noite para dormir na cela.
O promotor Roberto Tardelli, responsável pela acusação, pondera. Ele afirma que são necessários outros critérios, além do tempo, para a progressão do regime.
Em julho de 2006, a estudante Suzane e os irmãos Christian e Daniel Cravinhos foram condenados pelo assassinato dos pais da jovem, ocorrido em 2002.
Depois de cinco dias de julgamento no Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo, na madrugada do dia 22 de julho, Suzane e Daniel, namorado dela na época do crime, foram condenados a 39 anos e meio de prisão em regime fechado. Christian foi condenado a um ano a menos que Suzane.

Fonte: G1
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Juiz vai decidir se ela pode cumprir pena em regime semi-aberto.
Assistente social, psicólogo e psiquiatra vão elaborar laudo.


O juiz da 1ª Vara de Execuções Criminais de Taubaté, no interior de São Paulo, acolheu o pedido do Ministério Público Estadual para que Suzane von Richthofen, presa em Tremembé, no interior de São Paulo, seja submetida a um exame criminológico.
O exame deve ser feito dentro de uma semana. Com o laudo na mão o juiz vai decidir se Suzane deve cumprir ou não o restante da pena em regime semi-aberto.
De acordo com o Tribunal de Justiça, após serem intimados, os advogados de defesa e Ministério Público terão 48 horas para apresentar quesitos para a realização da perícia, os quais serão juntados aos quesitos do próprio juiz.
Ainda de acordo com o tribunal, não há previsão a respeito da divulgação do resultado dos exames criminológicos.
O laudo vai ser elaborado por assistente social, psicólogo e psiquiatra que vão avaliar a estudante.
A defesa de Suzane afirma que ela já cumpriu um tempo de pena suficiente para poder passar para o regime semiaberto.
Nesse sistema, o preso pode trabalhar ou fazer cursos durante o dia, fora da penitenciária, e voltar à noite para dormir na cela.
O promotor Roberto Tardelli, responsável pela acusação, pondera. Ele afirma que são necessários outros critérios, além do tempo, para a progressão do regime.
Em julho de 2006, a estudante Suzane e os irmãos Christian e Daniel Cravinhos foram condenados pelo assassinato dos pais da jovem, ocorrido em 2002.
Depois de cinco dias de julgamento no Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo, na madrugada do dia 22 de julho, Suzane e Daniel, namorado dela na época do crime, foram condenados a 39 anos e meio de prisão em regime fechado. Christian foi condenado a um ano a menos que Suzane.

Fonte: G1
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Juiz vai decidir se ela pode cumprir pena em regime semi-aberto.
Assistente social, psicólogo e psiquiatra vão elaborar laudo.


O juiz da 1ª Vara de Execuções Criminais de Taubaté, no interior de São Paulo, acolheu o pedido do Ministério Público Estadual para que Suzane von Richthofen, presa em Tremembé, no interior de São Paulo, seja submetida a um exame criminológico.
O exame deve ser feito dentro de uma semana. Com o laudo na mão o juiz vai decidir se Suzane deve cumprir ou não o restante da pena em regime semi-aberto.
De acordo com o Tribunal de Justiça, após serem intimados, os advogados de defesa e Ministério Público terão 48 horas para apresentar quesitos para a realização da perícia, os quais serão juntados aos quesitos do próprio juiz.
Ainda de acordo com o tribunal, não há previsão a respeito da divulgação do resultado dos exames criminológicos.
O laudo vai ser elaborado por assistente social, psicólogo e psiquiatra que vão avaliar a estudante.
A defesa de Suzane afirma que ela já cumpriu um tempo de pena suficiente para poder passar para o regime semiaberto.
Nesse sistema, o preso pode trabalhar ou fazer cursos durante o dia, fora da penitenciária, e voltar à noite para dormir na cela.
O promotor Roberto Tardelli, responsável pela acusação, pondera. Ele afirma que são necessários outros critérios, além do tempo, para a progressão do regime.
Em julho de 2006, a estudante Suzane e os irmãos Christian e Daniel Cravinhos foram condenados pelo assassinato dos pais da jovem, ocorrido em 2002.
Depois de cinco dias de julgamento no Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo, na madrugada do dia 22 de julho, Suzane e Daniel, namorado dela na época do crime, foram condenados a 39 anos e meio de prisão em regime fechado. Christian foi condenado a um ano a menos que Suzane.

Fonte: G1
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Hoje é o Dia Nacional da Adoção e dados da Comissão Estadual Judiciária de Adoção (CEJA), vinculada à Corregedoria-Geral de Justiça, coletados entre 4 e 8 de maio, mostram que o total de processos de adoção em andamento em Mato Grosso do Sul é de 336, dos quais 292 casos constam informações completas e em 44 processos não há registro de dados quanto à idade e sexo da criança e ou adolescente.
Neste universo de 292 jovens, 162 são meninas (55,48%) e os outros 130 são meninos. O perfil por idade demonstra que o maior número de crianças aptas à adoção, 13,37% ou 39 adolescentes, tem idade superior a 12 anos. A segunda maior concentração está na faixa etária de três anos, com 35 crianças aptas à adoção. E apenas 1,03% deste universo, isto é, somente três crianças têm um ano ou menos de vida. Justamente o perfil mais procurado pelos casais que desejam adotar um filho.
A pesquisa também constatou que há cinco crianças indígenas em busca de adoção: duas em Caarapó, duas em Dourados e uma em Ponta Porã. Nestes processos de adoção em que o adotando é indígena há a participação da Fundação Nacional do Índio (FUNAI).
Quanto a distribuição dos processos em andamento nas 54 comarcas do Estado, a Capital registrou 44 casos, seguida por Três Lagoas e Corumbá com 22 processos. Ponta Porã registrou 18 casos de adoção em andamento e Dourados 16.
Para o Des. Joenildo de Sousa Chaves, presidente da Associação Brasileira de Magistrados da Infância e da Juventude (Abraminj), atualmente a situação de crianças disponíveis para adoção está sendo vista em outro ângulo e o número de programas e projetos executados para melhorar sua qualidade de vida mostra essa nova realidade.
“Entre todos os programas, a adoção é o que mais traz esperança para esses menores. Está comprovado que a adoção deu certo e os números de adoção nacional e de adoção internacional retratam esse posicionamento. Por isso, a importância de se intensificar os grupos de apoio à adoção: para que continuem o trabalho de esclarecimento à população e mostrem a necessidade de se adotar mais e mais. Cada adoção é como retirar uma vida do abismo e dar uma esperança a essas crianças. Cada adoção é considerar a criança como um verdadeiro ser humano”, disse ele.
O desembargador defende que adotar é como ter um filho, já que este passa a incorporar a família imediatamente. “E sendo a família a base de tudo, a adoção não tem como dar errado. Dia a dia, as pessoas estão se conscientizando dessa realidade e eu diria que, em um futuro bem próximo, teremos um quadro muito mais favorável”, completou.

Capacitação - Em Campo Grande, desde julho de 2008, a Vara da Infância, da Juventude e do Idoso passou a ministrar o Curso de Preparação à Adoção (CPA), instituído em abril de 2008 pelo juiz Carlos Alberto Garcete de Almeida, titular da vara, por meio da Portaria nº 3/2008. Os encontros são realizados sempre na última sexta-feira de cada mês, das 8 às11 horas, na sala da Escola Superior da Magistratura (Esmagis), no 3º andar do prédio do Fórum da Capital.
O Curso de Preparação à Adoção já era ministrado há muito tempo pela Vara da Infância e da Juventude de Campo Grande por meio do antigo Projeto Adotar. Com a nova roupagem, foram feitas adaptações para atender a atual realidade, introduzindo-se painéis que abordam os aspectos jurídico, psicossocial e de experiências no tocante à adoção.
De acordo com o servidor José Luiz Pereira, do Grupo Psicossocial de Campo Grande, um dos profissionais que ministram o Curso de Preparação à Adoção, a média de participação nos dois últimos encontros foi de 50 pessoas - sem quantificar os estudantes e o público simpatizante que acompanha as apresentações. Participar do curso tornou-se pré-requisito obrigatório para quem pretende adotar uma criança ou um adolescente na Capital.
José Luiz explica que o curso é composto por depoimentos de quem já adotou e pode relatar como foi o processo de adoção, além do esclarecimento de dúvidas quanto à parte jurídica, pois há uma advogada participando do curso. Existem também a participação de um assistente social e de um psicólogo do Poder Judiciário que passam as informações relativas a área e demais procedimentos sobre a adoção. O CPA é destinado a interessados em conhecer o instituto da adoção e está aberto à comunidade.

Enapa – De 22 a 25 de maio, em São Paulo, representantes de Mato Grosso do Sul participam do 1° Encontro Latino Americano de Apoio à Adoção e XIV Encontro Nacional de Associações e Grupos de Apoio à Adoção (Enapa). A proposta é reunir experiências, com êxitos, dificuldades, soluções e boas práticas que devem ser divulgadas e multiplicadas.
O Poder Judiciário e a Abraminj estão incorporados nesse movimento por meio do Projeto Padrinho, um dos caminhos para a adoção. “O Projeto Padrinho está despertando a atenção em muitos estados – inclusive internacionalmente. Mostraremos em São Paulo as cartilhas, teremos camisetas patrocinadas, enfim, vamos divulgar o Projeto Padrinho para que todos saibam que este é um dos melhores projetos que existem na área da adoção”, garantiu Joenildo.
Participam do evento a juíza Maria Isabel de Matos Rocha, secretária da Abraminj, a juíza Mônica Labuto Fragoso Machado, vice-presidente da Abraminj; Rosa Rosângela C. Pires Aquino, Renata Queiroz Giancursi, Lilian Regina Zeola, Lucimara de Paula Borges, da comarca de Campo Grande, e Doêmia Ignez Ceni Gomez, da comarca de Coxim.

Fonte: MS Notícias
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Hoje é o Dia Nacional da Adoção e dados da Comissão Estadual Judiciária de Adoção (CEJA), vinculada à Corregedoria-Geral de Justiça, coletados entre 4 e 8 de maio, mostram que o total de processos de adoção em andamento em Mato Grosso do Sul é de 336, dos quais 292 casos constam informações completas e em 44 processos não há registro de dados quanto à idade e sexo da criança e ou adolescente.
Neste universo de 292 jovens, 162 são meninas (55,48%) e os outros 130 são meninos. O perfil por idade demonstra que o maior número de crianças aptas à adoção, 13,37% ou 39 adolescentes, tem idade superior a 12 anos. A segunda maior concentração está na faixa etária de três anos, com 35 crianças aptas à adoção. E apenas 1,03% deste universo, isto é, somente três crianças têm um ano ou menos de vida. Justamente o perfil mais procurado pelos casais que desejam adotar um filho.
A pesquisa também constatou que há cinco crianças indígenas em busca de adoção: duas em Caarapó, duas em Dourados e uma em Ponta Porã. Nestes processos de adoção em que o adotando é indígena há a participação da Fundação Nacional do Índio (FUNAI).
Quanto a distribuição dos processos em andamento nas 54 comarcas do Estado, a Capital registrou 44 casos, seguida por Três Lagoas e Corumbá com 22 processos. Ponta Porã registrou 18 casos de adoção em andamento e Dourados 16.
Para o Des. Joenildo de Sousa Chaves, presidente da Associação Brasileira de Magistrados da Infância e da Juventude (Abraminj), atualmente a situação de crianças disponíveis para adoção está sendo vista em outro ângulo e o número de programas e projetos executados para melhorar sua qualidade de vida mostra essa nova realidade.
“Entre todos os programas, a adoção é o que mais traz esperança para esses menores. Está comprovado que a adoção deu certo e os números de adoção nacional e de adoção internacional retratam esse posicionamento. Por isso, a importância de se intensificar os grupos de apoio à adoção: para que continuem o trabalho de esclarecimento à população e mostrem a necessidade de se adotar mais e mais. Cada adoção é como retirar uma vida do abismo e dar uma esperança a essas crianças. Cada adoção é considerar a criança como um verdadeiro ser humano”, disse ele.
O desembargador defende que adotar é como ter um filho, já que este passa a incorporar a família imediatamente. “E sendo a família a base de tudo, a adoção não tem como dar errado. Dia a dia, as pessoas estão se conscientizando dessa realidade e eu diria que, em um futuro bem próximo, teremos um quadro muito mais favorável”, completou.

Capacitação - Em Campo Grande, desde julho de 2008, a Vara da Infância, da Juventude e do Idoso passou a ministrar o Curso de Preparação à Adoção (CPA), instituído em abril de 2008 pelo juiz Carlos Alberto Garcete de Almeida, titular da vara, por meio da Portaria nº 3/2008. Os encontros são realizados sempre na última sexta-feira de cada mês, das 8 às11 horas, na sala da Escola Superior da Magistratura (Esmagis), no 3º andar do prédio do Fórum da Capital.
O Curso de Preparação à Adoção já era ministrado há muito tempo pela Vara da Infância e da Juventude de Campo Grande por meio do antigo Projeto Adotar. Com a nova roupagem, foram feitas adaptações para atender a atual realidade, introduzindo-se painéis que abordam os aspectos jurídico, psicossocial e de experiências no tocante à adoção.
De acordo com o servidor José Luiz Pereira, do Grupo Psicossocial de Campo Grande, um dos profissionais que ministram o Curso de Preparação à Adoção, a média de participação nos dois últimos encontros foi de 50 pessoas - sem quantificar os estudantes e o público simpatizante que acompanha as apresentações. Participar do curso tornou-se pré-requisito obrigatório para quem pretende adotar uma criança ou um adolescente na Capital.
José Luiz explica que o curso é composto por depoimentos de quem já adotou e pode relatar como foi o processo de adoção, além do esclarecimento de dúvidas quanto à parte jurídica, pois há uma advogada participando do curso. Existem também a participação de um assistente social e de um psicólogo do Poder Judiciário que passam as informações relativas a área e demais procedimentos sobre a adoção. O CPA é destinado a interessados em conhecer o instituto da adoção e está aberto à comunidade.

Enapa – De 22 a 25 de maio, em São Paulo, representantes de Mato Grosso do Sul participam do 1° Encontro Latino Americano de Apoio à Adoção e XIV Encontro Nacional de Associações e Grupos de Apoio à Adoção (Enapa). A proposta é reunir experiências, com êxitos, dificuldades, soluções e boas práticas que devem ser divulgadas e multiplicadas.
O Poder Judiciário e a Abraminj estão incorporados nesse movimento por meio do Projeto Padrinho, um dos caminhos para a adoção. “O Projeto Padrinho está despertando a atenção em muitos estados – inclusive internacionalmente. Mostraremos em São Paulo as cartilhas, teremos camisetas patrocinadas, enfim, vamos divulgar o Projeto Padrinho para que todos saibam que este é um dos melhores projetos que existem na área da adoção”, garantiu Joenildo.
Participam do evento a juíza Maria Isabel de Matos Rocha, secretária da Abraminj, a juíza Mônica Labuto Fragoso Machado, vice-presidente da Abraminj; Rosa Rosângela C. Pires Aquino, Renata Queiroz Giancursi, Lilian Regina Zeola, Lucimara de Paula Borges, da comarca de Campo Grande, e Doêmia Ignez Ceni Gomez, da comarca de Coxim.

Fonte: MS Notícias
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Hoje é o Dia Nacional da Adoção e dados da Comissão Estadual Judiciária de Adoção (CEJA), vinculada à Corregedoria-Geral de Justiça, coletados entre 4 e 8 de maio, mostram que o total de processos de adoção em andamento em Mato Grosso do Sul é de 336, dos quais 292 casos constam informações completas e em 44 processos não há registro de dados quanto à idade e sexo da criança e ou adolescente.
Neste universo de 292 jovens, 162 são meninas (55,48%) e os outros 130 são meninos. O perfil por idade demonstra que o maior número de crianças aptas à adoção, 13,37% ou 39 adolescentes, tem idade superior a 12 anos. A segunda maior concentração está na faixa etária de três anos, com 35 crianças aptas à adoção. E apenas 1,03% deste universo, isto é, somente três crianças têm um ano ou menos de vida. Justamente o perfil mais procurado pelos casais que desejam adotar um filho.
A pesquisa também constatou que há cinco crianças indígenas em busca de adoção: duas em Caarapó, duas em Dourados e uma em Ponta Porã. Nestes processos de adoção em que o adotando é indígena há a participação da Fundação Nacional do Índio (FUNAI).
Quanto a distribuição dos processos em andamento nas 54 comarcas do Estado, a Capital registrou 44 casos, seguida por Três Lagoas e Corumbá com 22 processos. Ponta Porã registrou 18 casos de adoção em andamento e Dourados 16.
Para o Des. Joenildo de Sousa Chaves, presidente da Associação Brasileira de Magistrados da Infância e da Juventude (Abraminj), atualmente a situação de crianças disponíveis para adoção está sendo vista em outro ângulo e o número de programas e projetos executados para melhorar sua qualidade de vida mostra essa nova realidade.
“Entre todos os programas, a adoção é o que mais traz esperança para esses menores. Está comprovado que a adoção deu certo e os números de adoção nacional e de adoção internacional retratam esse posicionamento. Por isso, a importância de se intensificar os grupos de apoio à adoção: para que continuem o trabalho de esclarecimento à população e mostrem a necessidade de se adotar mais e mais. Cada adoção é como retirar uma vida do abismo e dar uma esperança a essas crianças. Cada adoção é considerar a criança como um verdadeiro ser humano”, disse ele.
O desembargador defende que adotar é como ter um filho, já que este passa a incorporar a família imediatamente. “E sendo a família a base de tudo, a adoção não tem como dar errado. Dia a dia, as pessoas estão se conscientizando dessa realidade e eu diria que, em um futuro bem próximo, teremos um quadro muito mais favorável”, completou.

Capacitação - Em Campo Grande, desde julho de 2008, a Vara da Infância, da Juventude e do Idoso passou a ministrar o Curso de Preparação à Adoção (CPA), instituído em abril de 2008 pelo juiz Carlos Alberto Garcete de Almeida, titular da vara, por meio da Portaria nº 3/2008. Os encontros são realizados sempre na última sexta-feira de cada mês, das 8 às11 horas, na sala da Escola Superior da Magistratura (Esmagis), no 3º andar do prédio do Fórum da Capital.
O Curso de Preparação à Adoção já era ministrado há muito tempo pela Vara da Infância e da Juventude de Campo Grande por meio do antigo Projeto Adotar. Com a nova roupagem, foram feitas adaptações para atender a atual realidade, introduzindo-se painéis que abordam os aspectos jurídico, psicossocial e de experiências no tocante à adoção.
De acordo com o servidor José Luiz Pereira, do Grupo Psicossocial de Campo Grande, um dos profissionais que ministram o Curso de Preparação à Adoção, a média de participação nos dois últimos encontros foi de 50 pessoas - sem quantificar os estudantes e o público simpatizante que acompanha as apresentações. Participar do curso tornou-se pré-requisito obrigatório para quem pretende adotar uma criança ou um adolescente na Capital.
José Luiz explica que o curso é composto por depoimentos de quem já adotou e pode relatar como foi o processo de adoção, além do esclarecimento de dúvidas quanto à parte jurídica, pois há uma advogada participando do curso. Existem também a participação de um assistente social e de um psicólogo do Poder Judiciário que passam as informações relativas a área e demais procedimentos sobre a adoção. O CPA é destinado a interessados em conhecer o instituto da adoção e está aberto à comunidade.

Enapa – De 22 a 25 de maio, em São Paulo, representantes de Mato Grosso do Sul participam do 1° Encontro Latino Americano de Apoio à Adoção e XIV Encontro Nacional de Associações e Grupos de Apoio à Adoção (Enapa). A proposta é reunir experiências, com êxitos, dificuldades, soluções e boas práticas que devem ser divulgadas e multiplicadas.
O Poder Judiciário e a Abraminj estão incorporados nesse movimento por meio do Projeto Padrinho, um dos caminhos para a adoção. “O Projeto Padrinho está despertando a atenção em muitos estados – inclusive internacionalmente. Mostraremos em São Paulo as cartilhas, teremos camisetas patrocinadas, enfim, vamos divulgar o Projeto Padrinho para que todos saibam que este é um dos melhores projetos que existem na área da adoção”, garantiu Joenildo.
Participam do evento a juíza Maria Isabel de Matos Rocha, secretária da Abraminj, a juíza Mônica Labuto Fragoso Machado, vice-presidente da Abraminj; Rosa Rosângela C. Pires Aquino, Renata Queiroz Giancursi, Lilian Regina Zeola, Lucimara de Paula Borges, da comarca de Campo Grande, e Doêmia Ignez Ceni Gomez, da comarca de Coxim.

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Hoje é o Dia Nacional da Adoção e dados da Comissão Estadual Judiciária de Adoção (CEJA), vinculada à Corregedoria-Geral de Justiça, coletados entre 4 e 8 de maio, mostram que o total de processos de adoção em andamento em Mato Grosso do Sul é de 336, dos quais 292 casos constam informações completas e em 44 processos não há registro de dados quanto à idade e sexo da criança e ou adolescente.
Neste universo de 292 jovens, 162 são meninas (55,48%) e os outros 130 são meninos. O perfil por idade demonstra que o maior número de crianças aptas à adoção, 13,37% ou 39 adolescentes, tem idade superior a 12 anos. A segunda maior concentração está na faixa etária de três anos, com 35 crianças aptas à adoção. E apenas 1,03% deste universo, isto é, somente três crianças têm um ano ou menos de vida. Justamente o perfil mais procurado pelos casais que desejam adotar um filho.
A pesquisa também constatou que há cinco crianças indígenas em busca de adoção: duas em Caarapó, duas em Dourados e uma em Ponta Porã. Nestes processos de adoção em que o adotando é indígena há a participação da Fundação Nacional do Índio (FUNAI).
Quanto a distribuição dos processos em andamento nas 54 comarcas do Estado, a Capital registrou 44 casos, seguida por Três Lagoas e Corumbá com 22 processos. Ponta Porã registrou 18 casos de adoção em andamento e Dourados 16.
Para o Des. Joenildo de Sousa Chaves, presidente da Associação Brasileira de Magistrados da Infância e da Juventude (Abraminj), atualmente a situação de crianças disponíveis para adoção está sendo vista em outro ângulo e o número de programas e projetos executados para melhorar sua qualidade de vida mostra essa nova realidade.
“Entre todos os programas, a adoção é o que mais traz esperança para esses menores. Está comprovado que a adoção deu certo e os números de adoção nacional e de adoção internacional retratam esse posicionamento. Por isso, a importância de se intensificar os grupos de apoio à adoção: para que continuem o trabalho de esclarecimento à população e mostrem a necessidade de se adotar mais e mais. Cada adoção é como retirar uma vida do abismo e dar uma esperança a essas crianças. Cada adoção é considerar a criança como um verdadeiro ser humano”, disse ele.
O desembargador defende que adotar é como ter um filho, já que este passa a incorporar a família imediatamente. “E sendo a família a base de tudo, a adoção não tem como dar errado. Dia a dia, as pessoas estão se conscientizando dessa realidade e eu diria que, em um futuro bem próximo, teremos um quadro muito mais favorável”, completou.

Capacitação - Em Campo Grande, desde julho de 2008, a Vara da Infância, da Juventude e do Idoso passou a ministrar o Curso de Preparação à Adoção (CPA), instituído em abril de 2008 pelo juiz Carlos Alberto Garcete de Almeida, titular da vara, por meio da Portaria nº 3/2008. Os encontros são realizados sempre na última sexta-feira de cada mês, das 8 às11 horas, na sala da Escola Superior da Magistratura (Esmagis), no 3º andar do prédio do Fórum da Capital.
O Curso de Preparação à Adoção já era ministrado há muito tempo pela Vara da Infância e da Juventude de Campo Grande por meio do antigo Projeto Adotar. Com a nova roupagem, foram feitas adaptações para atender a atual realidade, introduzindo-se painéis que abordam os aspectos jurídico, psicossocial e de experiências no tocante à adoção.
De acordo com o servidor José Luiz Pereira, do Grupo Psicossocial de Campo Grande, um dos profissionais que ministram o Curso de Preparação à Adoção, a média de participação nos dois últimos encontros foi de 50 pessoas - sem quantificar os estudantes e o público simpatizante que acompanha as apresentações. Participar do curso tornou-se pré-requisito obrigatório para quem pretende adotar uma criança ou um adolescente na Capital.
José Luiz explica que o curso é composto por depoimentos de quem já adotou e pode relatar como foi o processo de adoção, além do esclarecimento de dúvidas quanto à parte jurídica, pois há uma advogada participando do curso. Existem também a participação de um assistente social e de um psicólogo do Poder Judiciário que passam as informações relativas a área e demais procedimentos sobre a adoção. O CPA é destinado a interessados em conhecer o instituto da adoção e está aberto à comunidade.

Enapa – De 22 a 25 de maio, em São Paulo, representantes de Mato Grosso do Sul participam do 1° Encontro Latino Americano de Apoio à Adoção e XIV Encontro Nacional de Associações e Grupos de Apoio à Adoção (Enapa). A proposta é reunir experiências, com êxitos, dificuldades, soluções e boas práticas que devem ser divulgadas e multiplicadas.
O Poder Judiciário e a Abraminj estão incorporados nesse movimento por meio do Projeto Padrinho, um dos caminhos para a adoção. “O Projeto Padrinho está despertando a atenção em muitos estados – inclusive internacionalmente. Mostraremos em São Paulo as cartilhas, teremos camisetas patrocinadas, enfim, vamos divulgar o Projeto Padrinho para que todos saibam que este é um dos melhores projetos que existem na área da adoção”, garantiu Joenildo.
Participam do evento a juíza Maria Isabel de Matos Rocha, secretária da Abraminj, a juíza Mônica Labuto Fragoso Machado, vice-presidente da Abraminj; Rosa Rosângela C. Pires Aquino, Renata Queiroz Giancursi, Lilian Regina Zeola, Lucimara de Paula Borges, da comarca de Campo Grande, e Doêmia Ignez Ceni Gomez, da comarca de Coxim.

Fonte: MS Notícias
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Menopausa precoce tem ligação com genes, diz pesquisa
Cientistas identificaram variantes genéticas que podem influenciar a idade em que algumas mulheres atingem a menopausa.
Dados genéticos compilados a partir de nove estudos envolvendo mais de dez mil mulheres na menopausa foram analisados por especialistas holandeses da Universidade Erasmus, em Roterdã.
Eles encontraram 20 mudanças nos códigos genéticos das voluntárias que foram associadas à menopausa precoce.
Tais variantes estão localizadas em quatro locais diferentes nos cromossomos 19 e 20.
Os cientistas suspeitam que as mutações atuem nos ovários ou no cérebro, apesar de seus efeitos precisos ainda não terem sido esclarecidos.
'Nós descobrimos que as 20 mudanças genéticas eram todas relacionadas à menopausa levemente precoce, e as mulheres que tinham pelo menos uma delas entraram na menopausa um ano antes das outras", disse Lisette Stolk, uma das pesquisadoras da Universidade Erasmus.

Maternidade tardia

A pesquisadora disse que a idade da menopausa pode ser um fator importante principalmente nos países ocidentais, onde muitas mulheres tendem a ter filhos mais velhas, perto da idade da menopausa.
A menopausa geralmente ocorre entre os 45 e 55 anos de idade.
Lisette Stolk disse esperar que os estudos ajudem os cientistas a entender melhor a função das variantes genéticas envolvendo a menopausa precoce.
"Um dia nós seremos capazes de examinar mulheres que têm problemas de engravidar para ver se elas têm uma ou mais dessas variantes que podem ser relacionadas à fertilidade inferior ao normal", disse a pesquisadora.

Fonte: BBC Brasil
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link do postPor anjoseguerreiros, às 20:58  comentar

Esta segunda-feira é lembrada como o Dia Internacional de Combate ao Desaparecimento de Crianças. Para marcar a data, a Delegacia de Localização de Criança e Adolescente Desaparecidos junto com o Serviço Voluntário de Assistência Social (SERVAS), fez uma manifestação no quarteirão da Rua Carijós, na Praça Sete, região Central de Belo Horizonte. A ação teve início às 9 h e deve terminar às 17h.
Atualmente, existem aproximadamente 1.647 pessoas desaparecidas em Minas Gerais, entre crianças, adolescentes, adultos e idosos. Segundo a Polícia Civil, cerca de 28 crianças e 120 adolescentes são procuradas pela Delegacia de Localização de Criança e Adolescente Desaparecidos no estado.

A ação teve como objetivo divulgar, através de panfletos informativos, as medidas a serem adotadas pela população para prevenir o desaparecimento de crianças e adolescente. Profissionais da área como psicólogos, policiais civis, delegados e assistentes sociais, vão estar no local para orientar o público sobre os procedimentos corretos a serem tomados no caso de desaparecimento de uma pessoa.

Quem tiver qualquer informação sobre pessoas desaparecidas devem ligar no Disque-Denúncia: 0800-2828197 ou acessar o site http://www.desaparecidos.mg.gov.br/.


Informações de Cecília Kruel/Portal UAI
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Menopausa precoce tem ligação com genes, diz pesquisa
Cientistas identificaram variantes genéticas que podem influenciar a idade em que algumas mulheres atingem a menopausa.
Dados genéticos compilados a partir de nove estudos envolvendo mais de dez mil mulheres na menopausa foram analisados por especialistas holandeses da Universidade Erasmus, em Roterdã.
Eles encontraram 20 mudanças nos códigos genéticos das voluntárias que foram associadas à menopausa precoce.
Tais variantes estão localizadas em quatro locais diferentes nos cromossomos 19 e 20.
Os cientistas suspeitam que as mutações atuem nos ovários ou no cérebro, apesar de seus efeitos precisos ainda não terem sido esclarecidos.
'Nós descobrimos que as 20 mudanças genéticas eram todas relacionadas à menopausa levemente precoce, e as mulheres que tinham pelo menos uma delas entraram na menopausa um ano antes das outras", disse Lisette Stolk, uma das pesquisadoras da Universidade Erasmus.

Maternidade tardia

A pesquisadora disse que a idade da menopausa pode ser um fator importante principalmente nos países ocidentais, onde muitas mulheres tendem a ter filhos mais velhas, perto da idade da menopausa.
A menopausa geralmente ocorre entre os 45 e 55 anos de idade.
Lisette Stolk disse esperar que os estudos ajudem os cientistas a entender melhor a função das variantes genéticas envolvendo a menopausa precoce.
"Um dia nós seremos capazes de examinar mulheres que têm problemas de engravidar para ver se elas têm uma ou mais dessas variantes que podem ser relacionadas à fertilidade inferior ao normal", disse a pesquisadora.

Fonte: BBC Brasil
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Esta segunda-feira é lembrada como o Dia Internacional de Combate ao Desaparecimento de Crianças. Para marcar a data, a Delegacia de Localização de Criança e Adolescente Desaparecidos junto com o Serviço Voluntário de Assistência Social (SERVAS), fez uma manifestação no quarteirão da Rua Carijós, na Praça Sete, região Central de Belo Horizonte. A ação teve início às 9 h e deve terminar às 17h.
Atualmente, existem aproximadamente 1.647 pessoas desaparecidas em Minas Gerais, entre crianças, adolescentes, adultos e idosos. Segundo a Polícia Civil, cerca de 28 crianças e 120 adolescentes são procuradas pela Delegacia de Localização de Criança e Adolescente Desaparecidos no estado.

A ação teve como objetivo divulgar, através de panfletos informativos, as medidas a serem adotadas pela população para prevenir o desaparecimento de crianças e adolescente. Profissionais da área como psicólogos, policiais civis, delegados e assistentes sociais, vão estar no local para orientar o público sobre os procedimentos corretos a serem tomados no caso de desaparecimento de uma pessoa.

Quem tiver qualquer informação sobre pessoas desaparecidas devem ligar no Disque-Denúncia: 0800-2828197 ou acessar o site http://www.desaparecidos.mg.gov.br/.


Informações de Cecília Kruel/Portal UAI
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Menopausa precoce tem ligação com genes, diz pesquisa
Cientistas identificaram variantes genéticas que podem influenciar a idade em que algumas mulheres atingem a menopausa.
Dados genéticos compilados a partir de nove estudos envolvendo mais de dez mil mulheres na menopausa foram analisados por especialistas holandeses da Universidade Erasmus, em Roterdã.
Eles encontraram 20 mudanças nos códigos genéticos das voluntárias que foram associadas à menopausa precoce.
Tais variantes estão localizadas em quatro locais diferentes nos cromossomos 19 e 20.
Os cientistas suspeitam que as mutações atuem nos ovários ou no cérebro, apesar de seus efeitos precisos ainda não terem sido esclarecidos.
'Nós descobrimos que as 20 mudanças genéticas eram todas relacionadas à menopausa levemente precoce, e as mulheres que tinham pelo menos uma delas entraram na menopausa um ano antes das outras", disse Lisette Stolk, uma das pesquisadoras da Universidade Erasmus.

Maternidade tardia

A pesquisadora disse que a idade da menopausa pode ser um fator importante principalmente nos países ocidentais, onde muitas mulheres tendem a ter filhos mais velhas, perto da idade da menopausa.
A menopausa geralmente ocorre entre os 45 e 55 anos de idade.
Lisette Stolk disse esperar que os estudos ajudem os cientistas a entender melhor a função das variantes genéticas envolvendo a menopausa precoce.
"Um dia nós seremos capazes de examinar mulheres que têm problemas de engravidar para ver se elas têm uma ou mais dessas variantes que podem ser relacionadas à fertilidade inferior ao normal", disse a pesquisadora.

Fonte: BBC Brasil
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Esta segunda-feira é lembrada como o Dia Internacional de Combate ao Desaparecimento de Crianças. Para marcar a data, a Delegacia de Localização de Criança e Adolescente Desaparecidos junto com o Serviço Voluntário de Assistência Social (SERVAS), fez uma manifestação no quarteirão da Rua Carijós, na Praça Sete, região Central de Belo Horizonte. A ação teve início às 9 h e deve terminar às 17h.
Atualmente, existem aproximadamente 1.647 pessoas desaparecidas em Minas Gerais, entre crianças, adolescentes, adultos e idosos. Segundo a Polícia Civil, cerca de 28 crianças e 120 adolescentes são procuradas pela Delegacia de Localização de Criança e Adolescente Desaparecidos no estado.

A ação teve como objetivo divulgar, através de panfletos informativos, as medidas a serem adotadas pela população para prevenir o desaparecimento de crianças e adolescente. Profissionais da área como psicólogos, policiais civis, delegados e assistentes sociais, vão estar no local para orientar o público sobre os procedimentos corretos a serem tomados no caso de desaparecimento de uma pessoa.

Quem tiver qualquer informação sobre pessoas desaparecidas devem ligar no Disque-Denúncia: 0800-2828197 ou acessar o site http://www.desaparecidos.mg.gov.br/.


Informações de Cecília Kruel/Portal UAI
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Menopausa precoce tem ligação com genes, diz pesquisa
Cientistas identificaram variantes genéticas que podem influenciar a idade em que algumas mulheres atingem a menopausa.
Dados genéticos compilados a partir de nove estudos envolvendo mais de dez mil mulheres na menopausa foram analisados por especialistas holandeses da Universidade Erasmus, em Roterdã.
Eles encontraram 20 mudanças nos códigos genéticos das voluntárias que foram associadas à menopausa precoce.
Tais variantes estão localizadas em quatro locais diferentes nos cromossomos 19 e 20.
Os cientistas suspeitam que as mutações atuem nos ovários ou no cérebro, apesar de seus efeitos precisos ainda não terem sido esclarecidos.
'Nós descobrimos que as 20 mudanças genéticas eram todas relacionadas à menopausa levemente precoce, e as mulheres que tinham pelo menos uma delas entraram na menopausa um ano antes das outras", disse Lisette Stolk, uma das pesquisadoras da Universidade Erasmus.

Maternidade tardia

A pesquisadora disse que a idade da menopausa pode ser um fator importante principalmente nos países ocidentais, onde muitas mulheres tendem a ter filhos mais velhas, perto da idade da menopausa.
A menopausa geralmente ocorre entre os 45 e 55 anos de idade.
Lisette Stolk disse esperar que os estudos ajudem os cientistas a entender melhor a função das variantes genéticas envolvendo a menopausa precoce.
"Um dia nós seremos capazes de examinar mulheres que têm problemas de engravidar para ver se elas têm uma ou mais dessas variantes que podem ser relacionadas à fertilidade inferior ao normal", disse a pesquisadora.

Fonte: BBC Brasil
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Esta segunda-feira é lembrada como o Dia Internacional de Combate ao Desaparecimento de Crianças. Para marcar a data, a Delegacia de Localização de Criança e Adolescente Desaparecidos junto com o Serviço Voluntário de Assistência Social (SERVAS), fez uma manifestação no quarteirão da Rua Carijós, na Praça Sete, região Central de Belo Horizonte. A ação teve início às 9 h e deve terminar às 17h.
Atualmente, existem aproximadamente 1.647 pessoas desaparecidas em Minas Gerais, entre crianças, adolescentes, adultos e idosos. Segundo a Polícia Civil, cerca de 28 crianças e 120 adolescentes são procuradas pela Delegacia de Localização de Criança e Adolescente Desaparecidos no estado.

A ação teve como objetivo divulgar, através de panfletos informativos, as medidas a serem adotadas pela população para prevenir o desaparecimento de crianças e adolescente. Profissionais da área como psicólogos, policiais civis, delegados e assistentes sociais, vão estar no local para orientar o público sobre os procedimentos corretos a serem tomados no caso de desaparecimento de uma pessoa.

Quem tiver qualquer informação sobre pessoas desaparecidas devem ligar no Disque-Denúncia: 0800-2828197 ou acessar o site http://www.desaparecidos.mg.gov.br/.


Informações de Cecília Kruel/Portal UAI
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A opção dos pais por determinada cor, sexo ou idade define o tempo do processo de adoção

Nos abrigos de meninos e meninas de São José dos Campos, há 30 crianças de até 12 anos à espera de uma mudança na vida: voltar para casa ou encontrar uma nova casa. Quanto mais velho, maior a dificuldade de se sentir em casa. Aos 12 anos, Igor já passou por duas instituições para crianças sem lar e agora terá que ir para o abrigo municipal, onde vai dividir espaço com até 16 adolescentes. Já são sete anos de espera por uma família de verdade.

Já na casa dos bebês de São José dos Campos podem ficar no máximo 28 crianças de até 6 anos. Mas no momento apenas uma está disponível para adoção. A prioridade dos assistentes sociais é fazer de tudo para que as crianças voltem para suas famílias. Antes de encaminhar a criança para a adoção, os assistentes sociais tentam encontrar, pelo menos, algum parente mais próximo, o que nem sempre é possível.

As crianças têm diferentes histórias: pais envolvidos com drogas, abuso ou violência doméstica e negligência na criação. Casos como o do bebê abandonado pela mãe, em abril desse ano, na porta de um apartamento no Conjunto Integração, na zona leste de São José dos Campos, e que foi adotado pela 27ª família que aguardava na fila.

Se adotar é um ato de coragem, levar para casa e criar um ser humano com deficiências múltiplas parece exigir ainda mais determinação. No Lar Salete, também em São José, há 19 crianças e adolescentes nessas condições. Todos recebem tratamento médico, atenção, cuidado, mas falta o mais importante: uma casa.

Uma família da cidade foi muito além. Em 17 anos do Lar Salete, o casal foi o primeiro e o único a adotar uma criança de 4 anos com deficiência. O menino sofreu maus tratos quando bebê e teve traumatismo craniano. Mas a nova família pensa apenas em saúde e em um futuro de felicidade.

Solidariedade, carinho, compaixão e amor são sentimentos quase obrigatórios para quem sonha com a adoção. Mas as famílias precisam lembrar sempre que adotar é um gesto de responsabilidade. É uma decisão para a vida inteira.

Como é feita a adoção?
A Vara da Infância e Juventude é o endereço a ser visitado por quem quer adotar uma criança. É preciso procurar o plantão social com os documentos pessoais, comprovantes de residência e rendimentos, atestado de sanidade física e mental, certidão de antecedentes criminais, além de fotos do casal e da casa.

É preciso também assinar um pedido de inclusão no cadastro e abrir um processo de habilitação. Os assistentes sociais conversam com os pais, fazem uma avaliação psicológica e anotam o perfil da criança desejada. Os pais podem apontar restrições e escolher, por exemplo, a idade, a cor e o sexo. Pedidos que, em muitos casos, tornam o processo de adoção mais lento.

O que pode facilitar o processo de adoção é o cadastro nacional, que reúne todos os candidatos a pais do país. Caso a criança não consiga ser adotada na sua região, a busca por uma família adotiva é ampliada.



VNews
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A opção dos pais por determinada cor, sexo ou idade define o tempo do processo de adoção

Nos abrigos de meninos e meninas de São José dos Campos, há 30 crianças de até 12 anos à espera de uma mudança na vida: voltar para casa ou encontrar uma nova casa. Quanto mais velho, maior a dificuldade de se sentir em casa. Aos 12 anos, Igor já passou por duas instituições para crianças sem lar e agora terá que ir para o abrigo municipal, onde vai dividir espaço com até 16 adolescentes. Já são sete anos de espera por uma família de verdade.

Já na casa dos bebês de São José dos Campos podem ficar no máximo 28 crianças de até 6 anos. Mas no momento apenas uma está disponível para adoção. A prioridade dos assistentes sociais é fazer de tudo para que as crianças voltem para suas famílias. Antes de encaminhar a criança para a adoção, os assistentes sociais tentam encontrar, pelo menos, algum parente mais próximo, o que nem sempre é possível.

As crianças têm diferentes histórias: pais envolvidos com drogas, abuso ou violência doméstica e negligência na criação. Casos como o do bebê abandonado pela mãe, em abril desse ano, na porta de um apartamento no Conjunto Integração, na zona leste de São José dos Campos, e que foi adotado pela 27ª família que aguardava na fila.

Se adotar é um ato de coragem, levar para casa e criar um ser humano com deficiências múltiplas parece exigir ainda mais determinação. No Lar Salete, também em São José, há 19 crianças e adolescentes nessas condições. Todos recebem tratamento médico, atenção, cuidado, mas falta o mais importante: uma casa.

Uma família da cidade foi muito além. Em 17 anos do Lar Salete, o casal foi o primeiro e o único a adotar uma criança de 4 anos com deficiência. O menino sofreu maus tratos quando bebê e teve traumatismo craniano. Mas a nova família pensa apenas em saúde e em um futuro de felicidade.

Solidariedade, carinho, compaixão e amor são sentimentos quase obrigatórios para quem sonha com a adoção. Mas as famílias precisam lembrar sempre que adotar é um gesto de responsabilidade. É uma decisão para a vida inteira.

Como é feita a adoção?
A Vara da Infância e Juventude é o endereço a ser visitado por quem quer adotar uma criança. É preciso procurar o plantão social com os documentos pessoais, comprovantes de residência e rendimentos, atestado de sanidade física e mental, certidão de antecedentes criminais, além de fotos do casal e da casa.

É preciso também assinar um pedido de inclusão no cadastro e abrir um processo de habilitação. Os assistentes sociais conversam com os pais, fazem uma avaliação psicológica e anotam o perfil da criança desejada. Os pais podem apontar restrições e escolher, por exemplo, a idade, a cor e o sexo. Pedidos que, em muitos casos, tornam o processo de adoção mais lento.

O que pode facilitar o processo de adoção é o cadastro nacional, que reúne todos os candidatos a pais do país. Caso a criança não consiga ser adotada na sua região, a busca por uma família adotiva é ampliada.



VNews
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A opção dos pais por determinada cor, sexo ou idade define o tempo do processo de adoção

Nos abrigos de meninos e meninas de São José dos Campos, há 30 crianças de até 12 anos à espera de uma mudança na vida: voltar para casa ou encontrar uma nova casa. Quanto mais velho, maior a dificuldade de se sentir em casa. Aos 12 anos, Igor já passou por duas instituições para crianças sem lar e agora terá que ir para o abrigo municipal, onde vai dividir espaço com até 16 adolescentes. Já são sete anos de espera por uma família de verdade.

Já na casa dos bebês de São José dos Campos podem ficar no máximo 28 crianças de até 6 anos. Mas no momento apenas uma está disponível para adoção. A prioridade dos assistentes sociais é fazer de tudo para que as crianças voltem para suas famílias. Antes de encaminhar a criança para a adoção, os assistentes sociais tentam encontrar, pelo menos, algum parente mais próximo, o que nem sempre é possível.

As crianças têm diferentes histórias: pais envolvidos com drogas, abuso ou violência doméstica e negligência na criação. Casos como o do bebê abandonado pela mãe, em abril desse ano, na porta de um apartamento no Conjunto Integração, na zona leste de São José dos Campos, e que foi adotado pela 27ª família que aguardava na fila.

Se adotar é um ato de coragem, levar para casa e criar um ser humano com deficiências múltiplas parece exigir ainda mais determinação. No Lar Salete, também em São José, há 19 crianças e adolescentes nessas condições. Todos recebem tratamento médico, atenção, cuidado, mas falta o mais importante: uma casa.

Uma família da cidade foi muito além. Em 17 anos do Lar Salete, o casal foi o primeiro e o único a adotar uma criança de 4 anos com deficiência. O menino sofreu maus tratos quando bebê e teve traumatismo craniano. Mas a nova família pensa apenas em saúde e em um futuro de felicidade.

Solidariedade, carinho, compaixão e amor são sentimentos quase obrigatórios para quem sonha com a adoção. Mas as famílias precisam lembrar sempre que adotar é um gesto de responsabilidade. É uma decisão para a vida inteira.

Como é feita a adoção?
A Vara da Infância e Juventude é o endereço a ser visitado por quem quer adotar uma criança. É preciso procurar o plantão social com os documentos pessoais, comprovantes de residência e rendimentos, atestado de sanidade física e mental, certidão de antecedentes criminais, além de fotos do casal e da casa.

É preciso também assinar um pedido de inclusão no cadastro e abrir um processo de habilitação. Os assistentes sociais conversam com os pais, fazem uma avaliação psicológica e anotam o perfil da criança desejada. Os pais podem apontar restrições e escolher, por exemplo, a idade, a cor e o sexo. Pedidos que, em muitos casos, tornam o processo de adoção mais lento.

O que pode facilitar o processo de adoção é o cadastro nacional, que reúne todos os candidatos a pais do país. Caso a criança não consiga ser adotada na sua região, a busca por uma família adotiva é ampliada.



VNews
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A opção dos pais por determinada cor, sexo ou idade define o tempo do processo de adoção

Nos abrigos de meninos e meninas de São José dos Campos, há 30 crianças de até 12 anos à espera de uma mudança na vida: voltar para casa ou encontrar uma nova casa. Quanto mais velho, maior a dificuldade de se sentir em casa. Aos 12 anos, Igor já passou por duas instituições para crianças sem lar e agora terá que ir para o abrigo municipal, onde vai dividir espaço com até 16 adolescentes. Já são sete anos de espera por uma família de verdade.

Já na casa dos bebês de São José dos Campos podem ficar no máximo 28 crianças de até 6 anos. Mas no momento apenas uma está disponível para adoção. A prioridade dos assistentes sociais é fazer de tudo para que as crianças voltem para suas famílias. Antes de encaminhar a criança para a adoção, os assistentes sociais tentam encontrar, pelo menos, algum parente mais próximo, o que nem sempre é possível.

As crianças têm diferentes histórias: pais envolvidos com drogas, abuso ou violência doméstica e negligência na criação. Casos como o do bebê abandonado pela mãe, em abril desse ano, na porta de um apartamento no Conjunto Integração, na zona leste de São José dos Campos, e que foi adotado pela 27ª família que aguardava na fila.

Se adotar é um ato de coragem, levar para casa e criar um ser humano com deficiências múltiplas parece exigir ainda mais determinação. No Lar Salete, também em São José, há 19 crianças e adolescentes nessas condições. Todos recebem tratamento médico, atenção, cuidado, mas falta o mais importante: uma casa.

Uma família da cidade foi muito além. Em 17 anos do Lar Salete, o casal foi o primeiro e o único a adotar uma criança de 4 anos com deficiência. O menino sofreu maus tratos quando bebê e teve traumatismo craniano. Mas a nova família pensa apenas em saúde e em um futuro de felicidade.

Solidariedade, carinho, compaixão e amor são sentimentos quase obrigatórios para quem sonha com a adoção. Mas as famílias precisam lembrar sempre que adotar é um gesto de responsabilidade. É uma decisão para a vida inteira.

Como é feita a adoção?
A Vara da Infância e Juventude é o endereço a ser visitado por quem quer adotar uma criança. É preciso procurar o plantão social com os documentos pessoais, comprovantes de residência e rendimentos, atestado de sanidade física e mental, certidão de antecedentes criminais, além de fotos do casal e da casa.

É preciso também assinar um pedido de inclusão no cadastro e abrir um processo de habilitação. Os assistentes sociais conversam com os pais, fazem uma avaliação psicológica e anotam o perfil da criança desejada. Os pais podem apontar restrições e escolher, por exemplo, a idade, a cor e o sexo. Pedidos que, em muitos casos, tornam o processo de adoção mais lento.

O que pode facilitar o processo de adoção é o cadastro nacional, que reúne todos os candidatos a pais do país. Caso a criança não consiga ser adotada na sua região, a busca por uma família adotiva é ampliada.



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Os casos sensibilizam muitas pessoas, mas juizado da Infância e Juventude orienta que é preciso ter calma, pois o processo é demorado

O Dia Nacional da Adoção é celebrado nesta segunda-feira (25) e muitas pessoas aproveitam a data para refletir sobre essas crianças que estão vivendo em abrigos ou que são deixadas de lado pelas famílias. Em Pernambuco nos últimos anos houve relatos de muitos bebês que foram abandonados pelas mães.

O mais recente deles foi no dia 18 de maio, quando um policial militar achou uma menina dentro de um saco quando estava saindo de casa, em San Martin, no Recife. Em março deste ano, outro bebê também foi encontrado dentro de um saco plástico, perto do lixão, em São Bento do Una, no Agreste.

No ano passado, no mês de agosto, uma criança recém-nascida foi deixada em um lava-jato no bairro de Casa Forte, Recife, enrolada em uma camisa. Já em setembro de 2007 um caso sensibilizou muitas pessoas. Um recém nascido foi encontrado por três lenhadores cheio de picadas de inseto em uma mata no município de Camaragibe.

Esses casos ficam conhecidos, sensibilizam muitas pessoas, e fazem aumentar a procura pela adoção. Porém o juizado da Infância e Juventude orienta que é preciso ter calma nesse momento, porque o processo de adoção é demorado pois a decisão muda a vida não só da criança, mas também da família que vai recebê-la.

Mesmo que o bebê tenha sido abandonado, quem encontrá-lo precisa procurar o Conselho Tutelar e a Justiça. A lei determina que sejam esgotadas todas as possibilidades de fazer com que ela retorne à família de origem, e por isso não é permitido ficar com a criança.

“Muitas pessoas ligam querendo adotar e a gente tem que encaminhar para o setor de adoção do juizado da Infância e Juventude”, disse a coordenadora do Lar do Neném Rita Vasconcelos.

Entres os casos relatados acima, apenas o bebê do lava-jato já foi adotado, a de São Bento do Una, está com a avó materna e as outras estão em processo de adoção. No caso da menina encontrada pelo policial militar neste mês, a polícia descobriu ser filha de uma adolescente de 16 anos, e a criança foi levada para um abrigo. Uma pessoa da família quer ficar com o bebê, mas o juiz da infância explicou que a decisão não pode ser tomada sem uma investigação detalhada.


pe360graus
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Os casos sensibilizam muitas pessoas, mas juizado da Infância e Juventude orienta que é preciso ter calma, pois o processo é demorado

O Dia Nacional da Adoção é celebrado nesta segunda-feira (25) e muitas pessoas aproveitam a data para refletir sobre essas crianças que estão vivendo em abrigos ou que são deixadas de lado pelas famílias. Em Pernambuco nos últimos anos houve relatos de muitos bebês que foram abandonados pelas mães.

O mais recente deles foi no dia 18 de maio, quando um policial militar achou uma menina dentro de um saco quando estava saindo de casa, em San Martin, no Recife. Em março deste ano, outro bebê também foi encontrado dentro de um saco plástico, perto do lixão, em São Bento do Una, no Agreste.

No ano passado, no mês de agosto, uma criança recém-nascida foi deixada em um lava-jato no bairro de Casa Forte, Recife, enrolada em uma camisa. Já em setembro de 2007 um caso sensibilizou muitas pessoas. Um recém nascido foi encontrado por três lenhadores cheio de picadas de inseto em uma mata no município de Camaragibe.

Esses casos ficam conhecidos, sensibilizam muitas pessoas, e fazem aumentar a procura pela adoção. Porém o juizado da Infância e Juventude orienta que é preciso ter calma nesse momento, porque o processo de adoção é demorado pois a decisão muda a vida não só da criança, mas também da família que vai recebê-la.

Mesmo que o bebê tenha sido abandonado, quem encontrá-lo precisa procurar o Conselho Tutelar e a Justiça. A lei determina que sejam esgotadas todas as possibilidades de fazer com que ela retorne à família de origem, e por isso não é permitido ficar com a criança.

“Muitas pessoas ligam querendo adotar e a gente tem que encaminhar para o setor de adoção do juizado da Infância e Juventude”, disse a coordenadora do Lar do Neném Rita Vasconcelos.

Entres os casos relatados acima, apenas o bebê do lava-jato já foi adotado, a de São Bento do Una, está com a avó materna e as outras estão em processo de adoção. No caso da menina encontrada pelo policial militar neste mês, a polícia descobriu ser filha de uma adolescente de 16 anos, e a criança foi levada para um abrigo. Uma pessoa da família quer ficar com o bebê, mas o juiz da infância explicou que a decisão não pode ser tomada sem uma investigação detalhada.


pe360graus
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O Dia Nacional da Adoção é celebrado nesta segunda-feira (25) e muitas pessoas aproveitam a data para refletir sobre essas crianças que estão vivendo em abrigos ou que são deixadas de lado pelas famílias. Em Pernambuco nos últimos anos houve relatos de muitos bebês que foram abandonados pelas mães.

O mais recente deles foi no dia 18 de maio, quando um policial militar achou uma menina dentro de um saco quando estava saindo de casa, em San Martin, no Recife. Em março deste ano, outro bebê também foi encontrado dentro de um saco plástico, perto do lixão, em São Bento do Una, no Agreste.

No ano passado, no mês de agosto, uma criança recém-nascida foi deixada em um lava-jato no bairro de Casa Forte, Recife, enrolada em uma camisa. Já em setembro de 2007 um caso sensibilizou muitas pessoas. Um recém nascido foi encontrado por três lenhadores cheio de picadas de inseto em uma mata no município de Camaragibe.

Esses casos ficam conhecidos, sensibilizam muitas pessoas, e fazem aumentar a procura pela adoção. Porém o juizado da Infância e Juventude orienta que é preciso ter calma nesse momento, porque o processo de adoção é demorado pois a decisão muda a vida não só da criança, mas também da família que vai recebê-la.

Mesmo que o bebê tenha sido abandonado, quem encontrá-lo precisa procurar o Conselho Tutelar e a Justiça. A lei determina que sejam esgotadas todas as possibilidades de fazer com que ela retorne à família de origem, e por isso não é permitido ficar com a criança.

“Muitas pessoas ligam querendo adotar e a gente tem que encaminhar para o setor de adoção do juizado da Infância e Juventude”, disse a coordenadora do Lar do Neném Rita Vasconcelos.

Entres os casos relatados acima, apenas o bebê do lava-jato já foi adotado, a de São Bento do Una, está com a avó materna e as outras estão em processo de adoção. No caso da menina encontrada pelo policial militar neste mês, a polícia descobriu ser filha de uma adolescente de 16 anos, e a criança foi levada para um abrigo. Uma pessoa da família quer ficar com o bebê, mas o juiz da infância explicou que a decisão não pode ser tomada sem uma investigação detalhada.


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Os casos sensibilizam muitas pessoas, mas juizado da Infância e Juventude orienta que é preciso ter calma, pois o processo é demorado

O Dia Nacional da Adoção é celebrado nesta segunda-feira (25) e muitas pessoas aproveitam a data para refletir sobre essas crianças que estão vivendo em abrigos ou que são deixadas de lado pelas famílias. Em Pernambuco nos últimos anos houve relatos de muitos bebês que foram abandonados pelas mães.

O mais recente deles foi no dia 18 de maio, quando um policial militar achou uma menina dentro de um saco quando estava saindo de casa, em San Martin, no Recife. Em março deste ano, outro bebê também foi encontrado dentro de um saco plástico, perto do lixão, em São Bento do Una, no Agreste.

No ano passado, no mês de agosto, uma criança recém-nascida foi deixada em um lava-jato no bairro de Casa Forte, Recife, enrolada em uma camisa. Já em setembro de 2007 um caso sensibilizou muitas pessoas. Um recém nascido foi encontrado por três lenhadores cheio de picadas de inseto em uma mata no município de Camaragibe.

Esses casos ficam conhecidos, sensibilizam muitas pessoas, e fazem aumentar a procura pela adoção. Porém o juizado da Infância e Juventude orienta que é preciso ter calma nesse momento, porque o processo de adoção é demorado pois a decisão muda a vida não só da criança, mas também da família que vai recebê-la.

Mesmo que o bebê tenha sido abandonado, quem encontrá-lo precisa procurar o Conselho Tutelar e a Justiça. A lei determina que sejam esgotadas todas as possibilidades de fazer com que ela retorne à família de origem, e por isso não é permitido ficar com a criança.

“Muitas pessoas ligam querendo adotar e a gente tem que encaminhar para o setor de adoção do juizado da Infância e Juventude”, disse a coordenadora do Lar do Neném Rita Vasconcelos.

Entres os casos relatados acima, apenas o bebê do lava-jato já foi adotado, a de São Bento do Una, está com a avó materna e as outras estão em processo de adoção. No caso da menina encontrada pelo policial militar neste mês, a polícia descobriu ser filha de uma adolescente de 16 anos, e a criança foi levada para um abrigo. Uma pessoa da família quer ficar com o bebê, mas o juiz da infância explicou que a decisão não pode ser tomada sem uma investigação detalhada.


pe360graus
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SÃO PAULO - A polícia flagrou na noite deste domingo um grupo que usaria um helicóptero de brinquedo, guiado por controle remoto, para enviar celulares para dentro da penitenciária de segurança máxima Presidente Venceslau, onde estão detidos líderes da quadrilha que impôs ataques de terror ao estado em 2006. O plano começou a dar errado porque o carro alugado pelo grupo - três adultos e um adolescente de 17 anos - foi parado em uma rodovia, numa blitz da Polícia Militar.
No carro foram achados o aeromodelo guiado por controle remoto, 14 celulares e R$ 1 mil em dinheiro.
O adolescente confessou ter recebido R$ 10 mil para comprar o aeromodelo, os celulares e alugar o carro. E disse que receberia mais R$ 10 mil se conseguisse fazer o aeromodelo pousar dentro da penitenciária.
Os três adultos foram presos em flagrante por formação de quadrilha, pois os celulares seriam usados para facilitar a comunicação do bando. O adolescente foi encaminhado à Vara da Infância e Juventude.


O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 19:05  comentar

SÃO PAULO - A polícia flagrou na noite deste domingo um grupo que usaria um helicóptero de brinquedo, guiado por controle remoto, para enviar celulares para dentro da penitenciária de segurança máxima Presidente Venceslau, onde estão detidos líderes da quadrilha que impôs ataques de terror ao estado em 2006. O plano começou a dar errado porque o carro alugado pelo grupo - três adultos e um adolescente de 17 anos - foi parado em uma rodovia, numa blitz da Polícia Militar.
No carro foram achados o aeromodelo guiado por controle remoto, 14 celulares e R$ 1 mil em dinheiro.
O adolescente confessou ter recebido R$ 10 mil para comprar o aeromodelo, os celulares e alugar o carro. E disse que receberia mais R$ 10 mil se conseguisse fazer o aeromodelo pousar dentro da penitenciária.
Os três adultos foram presos em flagrante por formação de quadrilha, pois os celulares seriam usados para facilitar a comunicação do bando. O adolescente foi encaminhado à Vara da Infância e Juventude.


O Globo On Line
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SÃO PAULO - A polícia flagrou na noite deste domingo um grupo que usaria um helicóptero de brinquedo, guiado por controle remoto, para enviar celulares para dentro da penitenciária de segurança máxima Presidente Venceslau, onde estão detidos líderes da quadrilha que impôs ataques de terror ao estado em 2006. O plano começou a dar errado porque o carro alugado pelo grupo - três adultos e um adolescente de 17 anos - foi parado em uma rodovia, numa blitz da Polícia Militar.
No carro foram achados o aeromodelo guiado por controle remoto, 14 celulares e R$ 1 mil em dinheiro.
O adolescente confessou ter recebido R$ 10 mil para comprar o aeromodelo, os celulares e alugar o carro. E disse que receberia mais R$ 10 mil se conseguisse fazer o aeromodelo pousar dentro da penitenciária.
Os três adultos foram presos em flagrante por formação de quadrilha, pois os celulares seriam usados para facilitar a comunicação do bando. O adolescente foi encaminhado à Vara da Infância e Juventude.


O Globo On Line
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SÃO PAULO - A polícia flagrou na noite deste domingo um grupo que usaria um helicóptero de brinquedo, guiado por controle remoto, para enviar celulares para dentro da penitenciária de segurança máxima Presidente Venceslau, onde estão detidos líderes da quadrilha que impôs ataques de terror ao estado em 2006. O plano começou a dar errado porque o carro alugado pelo grupo - três adultos e um adolescente de 17 anos - foi parado em uma rodovia, numa blitz da Polícia Militar.
No carro foram achados o aeromodelo guiado por controle remoto, 14 celulares e R$ 1 mil em dinheiro.
O adolescente confessou ter recebido R$ 10 mil para comprar o aeromodelo, os celulares e alugar o carro. E disse que receberia mais R$ 10 mil se conseguisse fazer o aeromodelo pousar dentro da penitenciária.
Os três adultos foram presos em flagrante por formação de quadrilha, pois os celulares seriam usados para facilitar a comunicação do bando. O adolescente foi encaminhado à Vara da Infância e Juventude.


O Globo On Line
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A palavra adotar vem do latim adoptare que significa escolher, perfilhar, dar o seu nome a, optar, ajuntar, escolher, desejar. Do ponto de vista jurídico, a adoção é um procedimento legal que consiste em transferir todos os direitos e deveres de pais biológicos para uma família substituta, conferindo para crianças/adolescentes todos os direitos e deveres de filho, quando e somente quando forem esgotados todos os recursos oferecidos para que a convivência com a família original seja mantida. É regulamentada pelo Código Civil e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que determina claramente que a adoção deve priorizar as reais necessidades, interesses e direitos da criança/adolescente. A adoção representa também a oportunidade do exercício da paternidade/maternidade para pais que não puderam ter filhos biológicos ou que optaram por ter filhos sem vinculação genética, além de eventualmente atender as necessidades da família de origem, que não pode cuidar de seu filho.
A adoção por si só não pode garantir que uma adoção amorosa entre pais e filhos se dê, o que nem mesmo a paternidade biológica garante. Mesmo assim, no processo jurídico são tomadas algumas medidas na aposta de que uma adoção mútua aconteça, visando, assim, assegurar uma abordagem que os reconheça como cidadãos sujeitos de Direito, realçando a sua condição de sujeitos singulares.

Adoção à brasileira

É utilizada a expressão “adoção à brasileira” para designar uma forma de procedimento, que desconsidera os trâmites legais do processo de adoção. Este procedimento consiste em registrar como filho biológico uma criança, sem que ela tenha sido concebida como tal. O que as pessoas que assim procedem em geral desconhecem é que a mãe biológica tem o direito de reaver a criança se não tiver consentido legalmente com a adoção ou se não tiver sido destituída do Poder Familiar.
Para os adotantes, a legalização da filiação adotiva favorece o surgimento de uma condição subjetiva de paternidade. A falta de amparo legal para a guarda da criança pode gerar nos adotantes a intensificação das fantasias de ter roubado a criança e de não ter legitimidade sobre ela,comprometendo os investimentos psíquicos
necessários para que ela seja considerada como filho próprio.

Adoção pronta ou direta
É a adoção em que a mãe biológica determina para quem deseja entregar o seu filho, também chamada de “intuito personae”. Na maioria dos casos, a mãe procura a Vara da Infância e da Juventude, acompanhada do pretendente à adoção, para legalizar uma convivência que já esteja acontecendo de fato. É um tema bastante polêmico. Há juízes que entendem que a adoção pronta é sempre desaconselhável, pois é difícil avaliar se a escolha da mãe é voluntária .Por outro lado, há juízes que consideram a necessidade de se avaliar caso a caso o direito da mãe biológica escolher para quem entregar seu filho.

Adoção Tardia
A expressão “adoção tardia”, bastante utilizada, refere-se à adoção de crianças maiores ou de adolescentes. Remete à discutível idéia de que a adoção seja uma prerrogativa de recém-nascidos e bebês e de que as crianças maiores seriam adotadas fora de um tempo ideal. Desconsidera-se, com isso, que grande parte das crianças em situação de adoção tem mais de 2 anos de idade e que nem todos pretendentes à adoção desejam bebês como filhos.

Clique aqui e baixe, em pdf, a Cartilha de Adoção
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A palavra adotar vem do latim adoptare que significa escolher, perfilhar, dar o seu nome a, optar, ajuntar, escolher, desejar. Do ponto de vista jurídico, a adoção é um procedimento legal que consiste em transferir todos os direitos e deveres de pais biológicos para uma família substituta, conferindo para crianças/adolescentes todos os direitos e deveres de filho, quando e somente quando forem esgotados todos os recursos oferecidos para que a convivência com a família original seja mantida. É regulamentada pelo Código Civil e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que determina claramente que a adoção deve priorizar as reais necessidades, interesses e direitos da criança/adolescente. A adoção representa também a oportunidade do exercício da paternidade/maternidade para pais que não puderam ter filhos biológicos ou que optaram por ter filhos sem vinculação genética, além de eventualmente atender as necessidades da família de origem, que não pode cuidar de seu filho.
A adoção por si só não pode garantir que uma adoção amorosa entre pais e filhos se dê, o que nem mesmo a paternidade biológica garante. Mesmo assim, no processo jurídico são tomadas algumas medidas na aposta de que uma adoção mútua aconteça, visando, assim, assegurar uma abordagem que os reconheça como cidadãos sujeitos de Direito, realçando a sua condição de sujeitos singulares.

Adoção à brasileira

É utilizada a expressão “adoção à brasileira” para designar uma forma de procedimento, que desconsidera os trâmites legais do processo de adoção. Este procedimento consiste em registrar como filho biológico uma criança, sem que ela tenha sido concebida como tal. O que as pessoas que assim procedem em geral desconhecem é que a mãe biológica tem o direito de reaver a criança se não tiver consentido legalmente com a adoção ou se não tiver sido destituída do Poder Familiar.
Para os adotantes, a legalização da filiação adotiva favorece o surgimento de uma condição subjetiva de paternidade. A falta de amparo legal para a guarda da criança pode gerar nos adotantes a intensificação das fantasias de ter roubado a criança e de não ter legitimidade sobre ela,comprometendo os investimentos psíquicos
necessários para que ela seja considerada como filho próprio.

Adoção pronta ou direta
É a adoção em que a mãe biológica determina para quem deseja entregar o seu filho, também chamada de “intuito personae”. Na maioria dos casos, a mãe procura a Vara da Infância e da Juventude, acompanhada do pretendente à adoção, para legalizar uma convivência que já esteja acontecendo de fato. É um tema bastante polêmico. Há juízes que entendem que a adoção pronta é sempre desaconselhável, pois é difícil avaliar se a escolha da mãe é voluntária .Por outro lado, há juízes que consideram a necessidade de se avaliar caso a caso o direito da mãe biológica escolher para quem entregar seu filho.

Adoção Tardia
A expressão “adoção tardia”, bastante utilizada, refere-se à adoção de crianças maiores ou de adolescentes. Remete à discutível idéia de que a adoção seja uma prerrogativa de recém-nascidos e bebês e de que as crianças maiores seriam adotadas fora de um tempo ideal. Desconsidera-se, com isso, que grande parte das crianças em situação de adoção tem mais de 2 anos de idade e que nem todos pretendentes à adoção desejam bebês como filhos.

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A palavra adotar vem do latim adoptare que significa escolher, perfilhar, dar o seu nome a, optar, ajuntar, escolher, desejar. Do ponto de vista jurídico, a adoção é um procedimento legal que consiste em transferir todos os direitos e deveres de pais biológicos para uma família substituta, conferindo para crianças/adolescentes todos os direitos e deveres de filho, quando e somente quando forem esgotados todos os recursos oferecidos para que a convivência com a família original seja mantida. É regulamentada pelo Código Civil e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que determina claramente que a adoção deve priorizar as reais necessidades, interesses e direitos da criança/adolescente. A adoção representa também a oportunidade do exercício da paternidade/maternidade para pais que não puderam ter filhos biológicos ou que optaram por ter filhos sem vinculação genética, além de eventualmente atender as necessidades da família de origem, que não pode cuidar de seu filho.
A adoção por si só não pode garantir que uma adoção amorosa entre pais e filhos se dê, o que nem mesmo a paternidade biológica garante. Mesmo assim, no processo jurídico são tomadas algumas medidas na aposta de que uma adoção mútua aconteça, visando, assim, assegurar uma abordagem que os reconheça como cidadãos sujeitos de Direito, realçando a sua condição de sujeitos singulares.

Adoção à brasileira

É utilizada a expressão “adoção à brasileira” para designar uma forma de procedimento, que desconsidera os trâmites legais do processo de adoção. Este procedimento consiste em registrar como filho biológico uma criança, sem que ela tenha sido concebida como tal. O que as pessoas que assim procedem em geral desconhecem é que a mãe biológica tem o direito de reaver a criança se não tiver consentido legalmente com a adoção ou se não tiver sido destituída do Poder Familiar.
Para os adotantes, a legalização da filiação adotiva favorece o surgimento de uma condição subjetiva de paternidade. A falta de amparo legal para a guarda da criança pode gerar nos adotantes a intensificação das fantasias de ter roubado a criança e de não ter legitimidade sobre ela,comprometendo os investimentos psíquicos
necessários para que ela seja considerada como filho próprio.

Adoção pronta ou direta
É a adoção em que a mãe biológica determina para quem deseja entregar o seu filho, também chamada de “intuito personae”. Na maioria dos casos, a mãe procura a Vara da Infância e da Juventude, acompanhada do pretendente à adoção, para legalizar uma convivência que já esteja acontecendo de fato. É um tema bastante polêmico. Há juízes que entendem que a adoção pronta é sempre desaconselhável, pois é difícil avaliar se a escolha da mãe é voluntária .Por outro lado, há juízes que consideram a necessidade de se avaliar caso a caso o direito da mãe biológica escolher para quem entregar seu filho.

Adoção Tardia
A expressão “adoção tardia”, bastante utilizada, refere-se à adoção de crianças maiores ou de adolescentes. Remete à discutível idéia de que a adoção seja uma prerrogativa de recém-nascidos e bebês e de que as crianças maiores seriam adotadas fora de um tempo ideal. Desconsidera-se, com isso, que grande parte das crianças em situação de adoção tem mais de 2 anos de idade e que nem todos pretendentes à adoção desejam bebês como filhos.

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A palavra adotar vem do latim adoptare que significa escolher, perfilhar, dar o seu nome a, optar, ajuntar, escolher, desejar. Do ponto de vista jurídico, a adoção é um procedimento legal que consiste em transferir todos os direitos e deveres de pais biológicos para uma família substituta, conferindo para crianças/adolescentes todos os direitos e deveres de filho, quando e somente quando forem esgotados todos os recursos oferecidos para que a convivência com a família original seja mantida. É regulamentada pelo Código Civil e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que determina claramente que a adoção deve priorizar as reais necessidades, interesses e direitos da criança/adolescente. A adoção representa também a oportunidade do exercício da paternidade/maternidade para pais que não puderam ter filhos biológicos ou que optaram por ter filhos sem vinculação genética, além de eventualmente atender as necessidades da família de origem, que não pode cuidar de seu filho.
A adoção por si só não pode garantir que uma adoção amorosa entre pais e filhos se dê, o que nem mesmo a paternidade biológica garante. Mesmo assim, no processo jurídico são tomadas algumas medidas na aposta de que uma adoção mútua aconteça, visando, assim, assegurar uma abordagem que os reconheça como cidadãos sujeitos de Direito, realçando a sua condição de sujeitos singulares.

Adoção à brasileira

É utilizada a expressão “adoção à brasileira” para designar uma forma de procedimento, que desconsidera os trâmites legais do processo de adoção. Este procedimento consiste em registrar como filho biológico uma criança, sem que ela tenha sido concebida como tal. O que as pessoas que assim procedem em geral desconhecem é que a mãe biológica tem o direito de reaver a criança se não tiver consentido legalmente com a adoção ou se não tiver sido destituída do Poder Familiar.
Para os adotantes, a legalização da filiação adotiva favorece o surgimento de uma condição subjetiva de paternidade. A falta de amparo legal para a guarda da criança pode gerar nos adotantes a intensificação das fantasias de ter roubado a criança e de não ter legitimidade sobre ela,comprometendo os investimentos psíquicos
necessários para que ela seja considerada como filho próprio.

Adoção pronta ou direta
É a adoção em que a mãe biológica determina para quem deseja entregar o seu filho, também chamada de “intuito personae”. Na maioria dos casos, a mãe procura a Vara da Infância e da Juventude, acompanhada do pretendente à adoção, para legalizar uma convivência que já esteja acontecendo de fato. É um tema bastante polêmico. Há juízes que entendem que a adoção pronta é sempre desaconselhável, pois é difícil avaliar se a escolha da mãe é voluntária .Por outro lado, há juízes que consideram a necessidade de se avaliar caso a caso o direito da mãe biológica escolher para quem entregar seu filho.

Adoção Tardia
A expressão “adoção tardia”, bastante utilizada, refere-se à adoção de crianças maiores ou de adolescentes. Remete à discutível idéia de que a adoção seja uma prerrogativa de recém-nascidos e bebês e de que as crianças maiores seriam adotadas fora de um tempo ideal. Desconsidera-se, com isso, que grande parte das crianças em situação de adoção tem mais de 2 anos de idade e que nem todos pretendentes à adoção desejam bebês como filhos.

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Mulher só confessou sequestro cinco horas antes de morrer, em 2004.Recorte de jornal, investigação e exame de DNA revelaram

A dona-de-casa Neuza Dias Franco, que teve um bebê do sexo feminino sequestrado há 29 anos em um posto de vacinação de Vicente de Carvalho, no litoral de São Paulo, conseguiu reencontrar a filha há duas semanas. Exames de DNA confirmaram a verdadeira identidade dos pais.
O reencontro foi possível porque a falsa mãe, Laura Vita Galvão, ficou gravemente doente e confessou o roubo antes de morrer, em 29 de agosto de 2004. Alessandra Galvão dos Santos, que recebeu esse nome após ser sequestrada, fez várias tentativas frustradas para descobrir sua verdadeira mãe.
Duas semanas atrás, uma amiga de Alessandra mandou um e-mail para o jornal A Tribuna pedindo que a equipe investigasse a história de um bebê. A reportagem encontrou a verdadeira certidão de nascimento. Exames de DNA revelaram os verdadeiros pais de Alessandra. Alessandra conta que a falsa mãe só confessou o crime cinco horas antes de morrer. “Ela me falou que não era minha mãe e que tinha me roubado em um posto de saúde, que era para eu procurar um jornal da Baixada Santista, que lá eu ia ter todas as informações que eu precisava saber”, conta ela.
Alessandra foi aos arquivos do jornal e descobriu a notícia sobre o furto de um bebê. "Fui procurar nos arquivos do jornal. Aí comecei por fevereiro abrindo a página: ‘Criança é raptada no centro de saúde de Vicente de Carvalho’. Na hora que eu vi aquilo, eu não acreditei e fiquei eufórica”, conta Alessandra. Com base no endereço obtido pelo arquivo de jornal, uma equipe de reportagem foi a Vicente de Carvalho conversar com moradores para saber se alguém se lembrava do caso. “Encontrei a certidão de nascimento da menina: Janaína Dias Franco, filha de Neuza Dias Franco e Carlos Roberto Franco”, conta. Na lista, acharam o número de telefone do casal. “Eu, sentada, peguei o telefone e disquei, tremendo. Falei: ‘Olha, é a dona Neuza?’. Ela falou: ‘É’”, lembra a repórter. “Eu falei que era mais um trote”, pensou a dona-de-casa Neuza Dias Franco.

Investigação
“Aí perguntei se ela tinha tido uma filha sequestrada e ela começou a chorar”, disse a repórter Tatiana Lopes. “A voz não saía porque, depois 29 anos, de repente surgir assim. Eu levei um choque também”, disse Neuza, a mãe verdadeira. Neuza lembra como o bebê foi levado: “Eu estava sentada. Chegou aquela mulher, sentou do meu lado e começou a conversar. Aí depois eu fui levantar para pegar um copo d’água e ela falou: ‘Não, deixa que eu pego’. No que ela trouxe aquela água, eu não vi mais nada. Quando eu voltei, a bebê já não estava mais. Só estava a roupa de lado”, relata a dona de casa Neuza Dias Franco. A sequestradora trocou a roupa da criança para despistar. “Já me mandaram jogar fora, mas eu falei que eu não ia jogar, eu ia mostrar, para o dia em que ela aparecesse...”, disse dona Neuza. A mãe verdadeira também guardou o recorte do jornal da época, o mesmo que serviu de pista para as jornalistas.

Reencontro
“O laboratório se ofereceu para fazer o teste de DNA. Então, nós marcamos o teste em Indaiatuba com a família de Neuza e a família da Alessandra”, disse a subeditora do jornal, Christiane Lourenço. E como foi este encontro? “Foi muito emocionante. Fui chegando perto, fui saindo do carro, comecei a chorar e fotografar”, comenta a repórter fotográfica Nirley Sena. Durante uma semana, as famílias viveram a expectativa do resultado. O teste cruzou as informações genéticas do sangue do pai, da mãe e da suposta filha. “Sem chorar. Não precisa chorar, vai dar tudo certo”, disse o operador de máquinas Carlos Roberto Franco. O resultado foi entregue em um envelope lacrado. Concluiu-se, portanto, que Carlos Alberto Franco é pai biológico de Alessandra Galvão dos Santos. Todos começaram a chorar. “Digamos que estava faltando aquele pedacinho. Já está preenchido”, afirmou o pai. “Eu não sei nem o que falar”, disse, emocionada, Alessandra. “Mas você sabe assim, foi você quem nos achou”, rebateu Carlos. “Vou mostrar a Alessandra a roupinha, o dia que ela foi raptada. A mulher tirou e deixou no banco. Esta roupinha é a que você estava vestida com ela no dia”, apontou Neuza. “É muito amor, porque uma pessoa guardar uma peça de roupa por tantos anos assim é muito amor. Esta aqui é a maior prova de carinho, de como a minha vida era para ter sido”, se emocionou Alessandra. “Daqui para frente, é só comemorar. Vamos sempre estar juntos. Mesmo que more em outra cidade, os corações estão unidos”, finalizou Carlos.

Drama
Luciana conta que sua falsa mãe tinha outros três filhos e já tinha se submetido a uma laqueadura de trompas quando conheceu um novo marido, um caminhoneiro da Baixada Santista. “Ela não queria perdê-lo”, comenta a comerciante. Segundo Luciana, sua falsa mãe inventou uma gravidez. “Ela enganou ele também dizendo que estava grávida. Como ele não quase não participava do dia a dia da gente em casa, a barriga que ela já tinha já enganava”, acrescenta Alessandra. Alessandra viveu 24 anos acreditando ser a filha caçula de Laura, uma mulher alcoólatra que agredia os filhos. “A agressividade e a ignorância dela eram muito maiores do que o ser mãe. Foi muito marcante, muito sofrimento, tanto que até ela quis me trocar por drogas”, revela.


G1
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Mulher só confessou sequestro cinco horas antes de morrer, em 2004.Recorte de jornal, investigação e exame de DNA revelaram

A dona-de-casa Neuza Dias Franco, que teve um bebê do sexo feminino sequestrado há 29 anos em um posto de vacinação de Vicente de Carvalho, no litoral de São Paulo, conseguiu reencontrar a filha há duas semanas. Exames de DNA confirmaram a verdadeira identidade dos pais.
O reencontro foi possível porque a falsa mãe, Laura Vita Galvão, ficou gravemente doente e confessou o roubo antes de morrer, em 29 de agosto de 2004. Alessandra Galvão dos Santos, que recebeu esse nome após ser sequestrada, fez várias tentativas frustradas para descobrir sua verdadeira mãe.
Duas semanas atrás, uma amiga de Alessandra mandou um e-mail para o jornal A Tribuna pedindo que a equipe investigasse a história de um bebê. A reportagem encontrou a verdadeira certidão de nascimento. Exames de DNA revelaram os verdadeiros pais de Alessandra. Alessandra conta que a falsa mãe só confessou o crime cinco horas antes de morrer. “Ela me falou que não era minha mãe e que tinha me roubado em um posto de saúde, que era para eu procurar um jornal da Baixada Santista, que lá eu ia ter todas as informações que eu precisava saber”, conta ela.
Alessandra foi aos arquivos do jornal e descobriu a notícia sobre o furto de um bebê. "Fui procurar nos arquivos do jornal. Aí comecei por fevereiro abrindo a página: ‘Criança é raptada no centro de saúde de Vicente de Carvalho’. Na hora que eu vi aquilo, eu não acreditei e fiquei eufórica”, conta Alessandra. Com base no endereço obtido pelo arquivo de jornal, uma equipe de reportagem foi a Vicente de Carvalho conversar com moradores para saber se alguém se lembrava do caso. “Encontrei a certidão de nascimento da menina: Janaína Dias Franco, filha de Neuza Dias Franco e Carlos Roberto Franco”, conta. Na lista, acharam o número de telefone do casal. “Eu, sentada, peguei o telefone e disquei, tremendo. Falei: ‘Olha, é a dona Neuza?’. Ela falou: ‘É’”, lembra a repórter. “Eu falei que era mais um trote”, pensou a dona-de-casa Neuza Dias Franco.

Investigação
“Aí perguntei se ela tinha tido uma filha sequestrada e ela começou a chorar”, disse a repórter Tatiana Lopes. “A voz não saía porque, depois 29 anos, de repente surgir assim. Eu levei um choque também”, disse Neuza, a mãe verdadeira. Neuza lembra como o bebê foi levado: “Eu estava sentada. Chegou aquela mulher, sentou do meu lado e começou a conversar. Aí depois eu fui levantar para pegar um copo d’água e ela falou: ‘Não, deixa que eu pego’. No que ela trouxe aquela água, eu não vi mais nada. Quando eu voltei, a bebê já não estava mais. Só estava a roupa de lado”, relata a dona de casa Neuza Dias Franco. A sequestradora trocou a roupa da criança para despistar. “Já me mandaram jogar fora, mas eu falei que eu não ia jogar, eu ia mostrar, para o dia em que ela aparecesse...”, disse dona Neuza. A mãe verdadeira também guardou o recorte do jornal da época, o mesmo que serviu de pista para as jornalistas.

Reencontro
“O laboratório se ofereceu para fazer o teste de DNA. Então, nós marcamos o teste em Indaiatuba com a família de Neuza e a família da Alessandra”, disse a subeditora do jornal, Christiane Lourenço. E como foi este encontro? “Foi muito emocionante. Fui chegando perto, fui saindo do carro, comecei a chorar e fotografar”, comenta a repórter fotográfica Nirley Sena. Durante uma semana, as famílias viveram a expectativa do resultado. O teste cruzou as informações genéticas do sangue do pai, da mãe e da suposta filha. “Sem chorar. Não precisa chorar, vai dar tudo certo”, disse o operador de máquinas Carlos Roberto Franco. O resultado foi entregue em um envelope lacrado. Concluiu-se, portanto, que Carlos Alberto Franco é pai biológico de Alessandra Galvão dos Santos. Todos começaram a chorar. “Digamos que estava faltando aquele pedacinho. Já está preenchido”, afirmou o pai. “Eu não sei nem o que falar”, disse, emocionada, Alessandra. “Mas você sabe assim, foi você quem nos achou”, rebateu Carlos. “Vou mostrar a Alessandra a roupinha, o dia que ela foi raptada. A mulher tirou e deixou no banco. Esta roupinha é a que você estava vestida com ela no dia”, apontou Neuza. “É muito amor, porque uma pessoa guardar uma peça de roupa por tantos anos assim é muito amor. Esta aqui é a maior prova de carinho, de como a minha vida era para ter sido”, se emocionou Alessandra. “Daqui para frente, é só comemorar. Vamos sempre estar juntos. Mesmo que more em outra cidade, os corações estão unidos”, finalizou Carlos.

Drama
Luciana conta que sua falsa mãe tinha outros três filhos e já tinha se submetido a uma laqueadura de trompas quando conheceu um novo marido, um caminhoneiro da Baixada Santista. “Ela não queria perdê-lo”, comenta a comerciante. Segundo Luciana, sua falsa mãe inventou uma gravidez. “Ela enganou ele também dizendo que estava grávida. Como ele não quase não participava do dia a dia da gente em casa, a barriga que ela já tinha já enganava”, acrescenta Alessandra. Alessandra viveu 24 anos acreditando ser a filha caçula de Laura, uma mulher alcoólatra que agredia os filhos. “A agressividade e a ignorância dela eram muito maiores do que o ser mãe. Foi muito marcante, muito sofrimento, tanto que até ela quis me trocar por drogas”, revela.


G1
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Mulher só confessou sequestro cinco horas antes de morrer, em 2004.Recorte de jornal, investigação e exame de DNA revelaram

A dona-de-casa Neuza Dias Franco, que teve um bebê do sexo feminino sequestrado há 29 anos em um posto de vacinação de Vicente de Carvalho, no litoral de São Paulo, conseguiu reencontrar a filha há duas semanas. Exames de DNA confirmaram a verdadeira identidade dos pais.
O reencontro foi possível porque a falsa mãe, Laura Vita Galvão, ficou gravemente doente e confessou o roubo antes de morrer, em 29 de agosto de 2004. Alessandra Galvão dos Santos, que recebeu esse nome após ser sequestrada, fez várias tentativas frustradas para descobrir sua verdadeira mãe.
Duas semanas atrás, uma amiga de Alessandra mandou um e-mail para o jornal A Tribuna pedindo que a equipe investigasse a história de um bebê. A reportagem encontrou a verdadeira certidão de nascimento. Exames de DNA revelaram os verdadeiros pais de Alessandra. Alessandra conta que a falsa mãe só confessou o crime cinco horas antes de morrer. “Ela me falou que não era minha mãe e que tinha me roubado em um posto de saúde, que era para eu procurar um jornal da Baixada Santista, que lá eu ia ter todas as informações que eu precisava saber”, conta ela.
Alessandra foi aos arquivos do jornal e descobriu a notícia sobre o furto de um bebê. "Fui procurar nos arquivos do jornal. Aí comecei por fevereiro abrindo a página: ‘Criança é raptada no centro de saúde de Vicente de Carvalho’. Na hora que eu vi aquilo, eu não acreditei e fiquei eufórica”, conta Alessandra. Com base no endereço obtido pelo arquivo de jornal, uma equipe de reportagem foi a Vicente de Carvalho conversar com moradores para saber se alguém se lembrava do caso. “Encontrei a certidão de nascimento da menina: Janaína Dias Franco, filha de Neuza Dias Franco e Carlos Roberto Franco”, conta. Na lista, acharam o número de telefone do casal. “Eu, sentada, peguei o telefone e disquei, tremendo. Falei: ‘Olha, é a dona Neuza?’. Ela falou: ‘É’”, lembra a repórter. “Eu falei que era mais um trote”, pensou a dona-de-casa Neuza Dias Franco.

Investigação
“Aí perguntei se ela tinha tido uma filha sequestrada e ela começou a chorar”, disse a repórter Tatiana Lopes. “A voz não saía porque, depois 29 anos, de repente surgir assim. Eu levei um choque também”, disse Neuza, a mãe verdadeira. Neuza lembra como o bebê foi levado: “Eu estava sentada. Chegou aquela mulher, sentou do meu lado e começou a conversar. Aí depois eu fui levantar para pegar um copo d’água e ela falou: ‘Não, deixa que eu pego’. No que ela trouxe aquela água, eu não vi mais nada. Quando eu voltei, a bebê já não estava mais. Só estava a roupa de lado”, relata a dona de casa Neuza Dias Franco. A sequestradora trocou a roupa da criança para despistar. “Já me mandaram jogar fora, mas eu falei que eu não ia jogar, eu ia mostrar, para o dia em que ela aparecesse...”, disse dona Neuza. A mãe verdadeira também guardou o recorte do jornal da época, o mesmo que serviu de pista para as jornalistas.

Reencontro
“O laboratório se ofereceu para fazer o teste de DNA. Então, nós marcamos o teste em Indaiatuba com a família de Neuza e a família da Alessandra”, disse a subeditora do jornal, Christiane Lourenço. E como foi este encontro? “Foi muito emocionante. Fui chegando perto, fui saindo do carro, comecei a chorar e fotografar”, comenta a repórter fotográfica Nirley Sena. Durante uma semana, as famílias viveram a expectativa do resultado. O teste cruzou as informações genéticas do sangue do pai, da mãe e da suposta filha. “Sem chorar. Não precisa chorar, vai dar tudo certo”, disse o operador de máquinas Carlos Roberto Franco. O resultado foi entregue em um envelope lacrado. Concluiu-se, portanto, que Carlos Alberto Franco é pai biológico de Alessandra Galvão dos Santos. Todos começaram a chorar. “Digamos que estava faltando aquele pedacinho. Já está preenchido”, afirmou o pai. “Eu não sei nem o que falar”, disse, emocionada, Alessandra. “Mas você sabe assim, foi você quem nos achou”, rebateu Carlos. “Vou mostrar a Alessandra a roupinha, o dia que ela foi raptada. A mulher tirou e deixou no banco. Esta roupinha é a que você estava vestida com ela no dia”, apontou Neuza. “É muito amor, porque uma pessoa guardar uma peça de roupa por tantos anos assim é muito amor. Esta aqui é a maior prova de carinho, de como a minha vida era para ter sido”, se emocionou Alessandra. “Daqui para frente, é só comemorar. Vamos sempre estar juntos. Mesmo que more em outra cidade, os corações estão unidos”, finalizou Carlos.

Drama
Luciana conta que sua falsa mãe tinha outros três filhos e já tinha se submetido a uma laqueadura de trompas quando conheceu um novo marido, um caminhoneiro da Baixada Santista. “Ela não queria perdê-lo”, comenta a comerciante. Segundo Luciana, sua falsa mãe inventou uma gravidez. “Ela enganou ele também dizendo que estava grávida. Como ele não quase não participava do dia a dia da gente em casa, a barriga que ela já tinha já enganava”, acrescenta Alessandra. Alessandra viveu 24 anos acreditando ser a filha caçula de Laura, uma mulher alcoólatra que agredia os filhos. “A agressividade e a ignorância dela eram muito maiores do que o ser mãe. Foi muito marcante, muito sofrimento, tanto que até ela quis me trocar por drogas”, revela.


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Mulher só confessou sequestro cinco horas antes de morrer, em 2004.Recorte de jornal, investigação e exame de DNA revelaram

A dona-de-casa Neuza Dias Franco, que teve um bebê do sexo feminino sequestrado há 29 anos em um posto de vacinação de Vicente de Carvalho, no litoral de São Paulo, conseguiu reencontrar a filha há duas semanas. Exames de DNA confirmaram a verdadeira identidade dos pais.
O reencontro foi possível porque a falsa mãe, Laura Vita Galvão, ficou gravemente doente e confessou o roubo antes de morrer, em 29 de agosto de 2004. Alessandra Galvão dos Santos, que recebeu esse nome após ser sequestrada, fez várias tentativas frustradas para descobrir sua verdadeira mãe.
Duas semanas atrás, uma amiga de Alessandra mandou um e-mail para o jornal A Tribuna pedindo que a equipe investigasse a história de um bebê. A reportagem encontrou a verdadeira certidão de nascimento. Exames de DNA revelaram os verdadeiros pais de Alessandra. Alessandra conta que a falsa mãe só confessou o crime cinco horas antes de morrer. “Ela me falou que não era minha mãe e que tinha me roubado em um posto de saúde, que era para eu procurar um jornal da Baixada Santista, que lá eu ia ter todas as informações que eu precisava saber”, conta ela.
Alessandra foi aos arquivos do jornal e descobriu a notícia sobre o furto de um bebê. "Fui procurar nos arquivos do jornal. Aí comecei por fevereiro abrindo a página: ‘Criança é raptada no centro de saúde de Vicente de Carvalho’. Na hora que eu vi aquilo, eu não acreditei e fiquei eufórica”, conta Alessandra. Com base no endereço obtido pelo arquivo de jornal, uma equipe de reportagem foi a Vicente de Carvalho conversar com moradores para saber se alguém se lembrava do caso. “Encontrei a certidão de nascimento da menina: Janaína Dias Franco, filha de Neuza Dias Franco e Carlos Roberto Franco”, conta. Na lista, acharam o número de telefone do casal. “Eu, sentada, peguei o telefone e disquei, tremendo. Falei: ‘Olha, é a dona Neuza?’. Ela falou: ‘É’”, lembra a repórter. “Eu falei que era mais um trote”, pensou a dona-de-casa Neuza Dias Franco.

Investigação
“Aí perguntei se ela tinha tido uma filha sequestrada e ela começou a chorar”, disse a repórter Tatiana Lopes. “A voz não saía porque, depois 29 anos, de repente surgir assim. Eu levei um choque também”, disse Neuza, a mãe verdadeira. Neuza lembra como o bebê foi levado: “Eu estava sentada. Chegou aquela mulher, sentou do meu lado e começou a conversar. Aí depois eu fui levantar para pegar um copo d’água e ela falou: ‘Não, deixa que eu pego’. No que ela trouxe aquela água, eu não vi mais nada. Quando eu voltei, a bebê já não estava mais. Só estava a roupa de lado”, relata a dona de casa Neuza Dias Franco. A sequestradora trocou a roupa da criança para despistar. “Já me mandaram jogar fora, mas eu falei que eu não ia jogar, eu ia mostrar, para o dia em que ela aparecesse...”, disse dona Neuza. A mãe verdadeira também guardou o recorte do jornal da época, o mesmo que serviu de pista para as jornalistas.

Reencontro
“O laboratório se ofereceu para fazer o teste de DNA. Então, nós marcamos o teste em Indaiatuba com a família de Neuza e a família da Alessandra”, disse a subeditora do jornal, Christiane Lourenço. E como foi este encontro? “Foi muito emocionante. Fui chegando perto, fui saindo do carro, comecei a chorar e fotografar”, comenta a repórter fotográfica Nirley Sena. Durante uma semana, as famílias viveram a expectativa do resultado. O teste cruzou as informações genéticas do sangue do pai, da mãe e da suposta filha. “Sem chorar. Não precisa chorar, vai dar tudo certo”, disse o operador de máquinas Carlos Roberto Franco. O resultado foi entregue em um envelope lacrado. Concluiu-se, portanto, que Carlos Alberto Franco é pai biológico de Alessandra Galvão dos Santos. Todos começaram a chorar. “Digamos que estava faltando aquele pedacinho. Já está preenchido”, afirmou o pai. “Eu não sei nem o que falar”, disse, emocionada, Alessandra. “Mas você sabe assim, foi você quem nos achou”, rebateu Carlos. “Vou mostrar a Alessandra a roupinha, o dia que ela foi raptada. A mulher tirou e deixou no banco. Esta roupinha é a que você estava vestida com ela no dia”, apontou Neuza. “É muito amor, porque uma pessoa guardar uma peça de roupa por tantos anos assim é muito amor. Esta aqui é a maior prova de carinho, de como a minha vida era para ter sido”, se emocionou Alessandra. “Daqui para frente, é só comemorar. Vamos sempre estar juntos. Mesmo que more em outra cidade, os corações estão unidos”, finalizou Carlos.

Drama
Luciana conta que sua falsa mãe tinha outros três filhos e já tinha se submetido a uma laqueadura de trompas quando conheceu um novo marido, um caminhoneiro da Baixada Santista. “Ela não queria perdê-lo”, comenta a comerciante. Segundo Luciana, sua falsa mãe inventou uma gravidez. “Ela enganou ele também dizendo que estava grávida. Como ele não quase não participava do dia a dia da gente em casa, a barriga que ela já tinha já enganava”, acrescenta Alessandra. Alessandra viveu 24 anos acreditando ser a filha caçula de Laura, uma mulher alcoólatra que agredia os filhos. “A agressividade e a ignorância dela eram muito maiores do que o ser mãe. Foi muito marcante, muito sofrimento, tanto que até ela quis me trocar por drogas”, revela.


G1
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SÃO PAULO - A mãe da menina Gabriela Nunes de Araújo, assassinada na terça-feira da semana passada durante um assalto à residência da família, em um condomínio fechado da cidade de Rio Claro, afirmou em entrevista ao "Fantástico", da TV Globo, que espera que o criminoso continue preso, embora isso não faça com que diminua sua dor. O crime foi cometido por um rapaz de 17 anos, que foi detido na cidade de Dracena e encaminhado a uma unidade da Fundação Casa . Em casos graves como esse, a lei prevê que o tempo máximo de internação seja de três anos. Ou seja, quando o acusado de matar Gabriela, completar 20 anos poderá ser solto.
- Ele não merece ficar solto, não merece que outras pessoas passem pelo que eu estou passando. Eu acho que isso não é um rapaz, é um monstro. Não é um ser humano - afirmou a mãe.
O adolescente já havia cometido outro crime em Rio Claro, mas havia sido solto pela Justiça. Nesta segunda, o adolescente será ouvido pelo promotor da Vara da Infância e Juventude Roberto Pinto dos Santos. A mãe dele também deve prestar depoimento.
A menina morreu na quinta-feira , dois dias depois do crime, e foi enterrada na sexta. Neste domingo, a mãe de Gabriela falou pela primeira vez ao "Fantástico". Disse que agradece a Deus por ele ter deixado que ela convivesse com Gabriela por oito anos.
- Ela não conseguia ver ninguém triste. Era muito feliz, muito amada, muito querida, bem-humorada, sensível, tudo - afirmou a mãe.
Os pais de Gabriela têm outra filha, que é gêmea da Gabriela. Perguntada sobre como vai ser a vida da família de agora, a mãe disse que a preocupação é com ela.
- A minha preocupação é com a minha filha, que é uma criança tão alegre quanto [a Gabriela]. Vou ter de me dedicar muito a minha filha. Ela está bem. Criança é muito mais leve, não tem esse peso que a gente tem - comentou a mãe.
A mãe da menina conta que, neste momento, a solidariedade de parentes e amigos tem sido fundamental para suportar uma perda tão grande.
- Eu sempre brincava com ela, que ela era um presente que Papai do Céu me deu. Mas eu não imaginava que esse presente ia durar tão pouco tempo - lamentou.
Ao "Fantástico", a mãe de Gabriela afirmou que doou os órgãos da menina (coração, fígado, rins, pâncreas, pulmões e córneas) porque esta seria uma decisão dela. Também contou que havia visto reportagens sobre a necessidade de doações.
- Eu tinha visto essas reportagens do "Fantástico", eu vi quantas mães estavam sofrendo. Muitos amigos queridos conversaram comigo e eu decidi tomar essa decisão. Tenho certeza de que, se ela tivesse viva, se ela pudesse tomar essa decisão, a decisão dela seria essa. Ela doaria - afirmou a mãe.
O fígado da menina foi transplantado em um garoto chamado Ricardo, de 6 anos. Segundo os médicos, ele passa bem e já quer até mesmo se alimentar.
O comparsa do adolescente continua solto. A dupla pulou o muro do condomínio, invadiu a casa e dominou Gabriela, a irmã gêmea e a babá. Os pais das meninas não estavam no condomínio. Durante o assalto, o alarme disparou e o adolescente deu um tiro na cabeça de Gabriela. Os ladrões fugiram em um carro roubado do lado de fora do condomínio, levando jóias e dinheiro. A cerca elétrica estava desligada e as câmeras não gravaram o que leva a polícia a suspeitar que os dois possam ter recebido ajuda para entrar na casa.


O Globo On Line
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SÃO PAULO - A mãe da menina Gabriela Nunes de Araújo, assassinada na terça-feira da semana passada durante um assalto à residência da família, em um condomínio fechado da cidade de Rio Claro, afirmou em entrevista ao "Fantástico", da TV Globo, que espera que o criminoso continue preso, embora isso não faça com que diminua sua dor. O crime foi cometido por um rapaz de 17 anos, que foi detido na cidade de Dracena e encaminhado a uma unidade da Fundação Casa . Em casos graves como esse, a lei prevê que o tempo máximo de internação seja de três anos. Ou seja, quando o acusado de matar Gabriela, completar 20 anos poderá ser solto.
- Ele não merece ficar solto, não merece que outras pessoas passem pelo que eu estou passando. Eu acho que isso não é um rapaz, é um monstro. Não é um ser humano - afirmou a mãe.
O adolescente já havia cometido outro crime em Rio Claro, mas havia sido solto pela Justiça. Nesta segunda, o adolescente será ouvido pelo promotor da Vara da Infância e Juventude Roberto Pinto dos Santos. A mãe dele também deve prestar depoimento.
A menina morreu na quinta-feira , dois dias depois do crime, e foi enterrada na sexta. Neste domingo, a mãe de Gabriela falou pela primeira vez ao "Fantástico". Disse que agradece a Deus por ele ter deixado que ela convivesse com Gabriela por oito anos.
- Ela não conseguia ver ninguém triste. Era muito feliz, muito amada, muito querida, bem-humorada, sensível, tudo - afirmou a mãe.
Os pais de Gabriela têm outra filha, que é gêmea da Gabriela. Perguntada sobre como vai ser a vida da família de agora, a mãe disse que a preocupação é com ela.
- A minha preocupação é com a minha filha, que é uma criança tão alegre quanto [a Gabriela]. Vou ter de me dedicar muito a minha filha. Ela está bem. Criança é muito mais leve, não tem esse peso que a gente tem - comentou a mãe.
A mãe da menina conta que, neste momento, a solidariedade de parentes e amigos tem sido fundamental para suportar uma perda tão grande.
- Eu sempre brincava com ela, que ela era um presente que Papai do Céu me deu. Mas eu não imaginava que esse presente ia durar tão pouco tempo - lamentou.
Ao "Fantástico", a mãe de Gabriela afirmou que doou os órgãos da menina (coração, fígado, rins, pâncreas, pulmões e córneas) porque esta seria uma decisão dela. Também contou que havia visto reportagens sobre a necessidade de doações.
- Eu tinha visto essas reportagens do "Fantástico", eu vi quantas mães estavam sofrendo. Muitos amigos queridos conversaram comigo e eu decidi tomar essa decisão. Tenho certeza de que, se ela tivesse viva, se ela pudesse tomar essa decisão, a decisão dela seria essa. Ela doaria - afirmou a mãe.
O fígado da menina foi transplantado em um garoto chamado Ricardo, de 6 anos. Segundo os médicos, ele passa bem e já quer até mesmo se alimentar.
O comparsa do adolescente continua solto. A dupla pulou o muro do condomínio, invadiu a casa e dominou Gabriela, a irmã gêmea e a babá. Os pais das meninas não estavam no condomínio. Durante o assalto, o alarme disparou e o adolescente deu um tiro na cabeça de Gabriela. Os ladrões fugiram em um carro roubado do lado de fora do condomínio, levando jóias e dinheiro. A cerca elétrica estava desligada e as câmeras não gravaram o que leva a polícia a suspeitar que os dois possam ter recebido ajuda para entrar na casa.


O Globo On Line
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SÃO PAULO - A mãe da menina Gabriela Nunes de Araújo, assassinada na terça-feira da semana passada durante um assalto à residência da família, em um condomínio fechado da cidade de Rio Claro, afirmou em entrevista ao "Fantástico", da TV Globo, que espera que o criminoso continue preso, embora isso não faça com que diminua sua dor. O crime foi cometido por um rapaz de 17 anos, que foi detido na cidade de Dracena e encaminhado a uma unidade da Fundação Casa . Em casos graves como esse, a lei prevê que o tempo máximo de internação seja de três anos. Ou seja, quando o acusado de matar Gabriela, completar 20 anos poderá ser solto.
- Ele não merece ficar solto, não merece que outras pessoas passem pelo que eu estou passando. Eu acho que isso não é um rapaz, é um monstro. Não é um ser humano - afirmou a mãe.
O adolescente já havia cometido outro crime em Rio Claro, mas havia sido solto pela Justiça. Nesta segunda, o adolescente será ouvido pelo promotor da Vara da Infância e Juventude Roberto Pinto dos Santos. A mãe dele também deve prestar depoimento.
A menina morreu na quinta-feira , dois dias depois do crime, e foi enterrada na sexta. Neste domingo, a mãe de Gabriela falou pela primeira vez ao "Fantástico". Disse que agradece a Deus por ele ter deixado que ela convivesse com Gabriela por oito anos.
- Ela não conseguia ver ninguém triste. Era muito feliz, muito amada, muito querida, bem-humorada, sensível, tudo - afirmou a mãe.
Os pais de Gabriela têm outra filha, que é gêmea da Gabriela. Perguntada sobre como vai ser a vida da família de agora, a mãe disse que a preocupação é com ela.
- A minha preocupação é com a minha filha, que é uma criança tão alegre quanto [a Gabriela]. Vou ter de me dedicar muito a minha filha. Ela está bem. Criança é muito mais leve, não tem esse peso que a gente tem - comentou a mãe.
A mãe da menina conta que, neste momento, a solidariedade de parentes e amigos tem sido fundamental para suportar uma perda tão grande.
- Eu sempre brincava com ela, que ela era um presente que Papai do Céu me deu. Mas eu não imaginava que esse presente ia durar tão pouco tempo - lamentou.
Ao "Fantástico", a mãe de Gabriela afirmou que doou os órgãos da menina (coração, fígado, rins, pâncreas, pulmões e córneas) porque esta seria uma decisão dela. Também contou que havia visto reportagens sobre a necessidade de doações.
- Eu tinha visto essas reportagens do "Fantástico", eu vi quantas mães estavam sofrendo. Muitos amigos queridos conversaram comigo e eu decidi tomar essa decisão. Tenho certeza de que, se ela tivesse viva, se ela pudesse tomar essa decisão, a decisão dela seria essa. Ela doaria - afirmou a mãe.
O fígado da menina foi transplantado em um garoto chamado Ricardo, de 6 anos. Segundo os médicos, ele passa bem e já quer até mesmo se alimentar.
O comparsa do adolescente continua solto. A dupla pulou o muro do condomínio, invadiu a casa e dominou Gabriela, a irmã gêmea e a babá. Os pais das meninas não estavam no condomínio. Durante o assalto, o alarme disparou e o adolescente deu um tiro na cabeça de Gabriela. Os ladrões fugiram em um carro roubado do lado de fora do condomínio, levando jóias e dinheiro. A cerca elétrica estava desligada e as câmeras não gravaram o que leva a polícia a suspeitar que os dois possam ter recebido ajuda para entrar na casa.


O Globo On Line
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SÃO PAULO - A mãe da menina Gabriela Nunes de Araújo, assassinada na terça-feira da semana passada durante um assalto à residência da família, em um condomínio fechado da cidade de Rio Claro, afirmou em entrevista ao "Fantástico", da TV Globo, que espera que o criminoso continue preso, embora isso não faça com que diminua sua dor. O crime foi cometido por um rapaz de 17 anos, que foi detido na cidade de Dracena e encaminhado a uma unidade da Fundação Casa . Em casos graves como esse, a lei prevê que o tempo máximo de internação seja de três anos. Ou seja, quando o acusado de matar Gabriela, completar 20 anos poderá ser solto.
- Ele não merece ficar solto, não merece que outras pessoas passem pelo que eu estou passando. Eu acho que isso não é um rapaz, é um monstro. Não é um ser humano - afirmou a mãe.
O adolescente já havia cometido outro crime em Rio Claro, mas havia sido solto pela Justiça. Nesta segunda, o adolescente será ouvido pelo promotor da Vara da Infância e Juventude Roberto Pinto dos Santos. A mãe dele também deve prestar depoimento.
A menina morreu na quinta-feira , dois dias depois do crime, e foi enterrada na sexta. Neste domingo, a mãe de Gabriela falou pela primeira vez ao "Fantástico". Disse que agradece a Deus por ele ter deixado que ela convivesse com Gabriela por oito anos.
- Ela não conseguia ver ninguém triste. Era muito feliz, muito amada, muito querida, bem-humorada, sensível, tudo - afirmou a mãe.
Os pais de Gabriela têm outra filha, que é gêmea da Gabriela. Perguntada sobre como vai ser a vida da família de agora, a mãe disse que a preocupação é com ela.
- A minha preocupação é com a minha filha, que é uma criança tão alegre quanto [a Gabriela]. Vou ter de me dedicar muito a minha filha. Ela está bem. Criança é muito mais leve, não tem esse peso que a gente tem - comentou a mãe.
A mãe da menina conta que, neste momento, a solidariedade de parentes e amigos tem sido fundamental para suportar uma perda tão grande.
- Eu sempre brincava com ela, que ela era um presente que Papai do Céu me deu. Mas eu não imaginava que esse presente ia durar tão pouco tempo - lamentou.
Ao "Fantástico", a mãe de Gabriela afirmou que doou os órgãos da menina (coração, fígado, rins, pâncreas, pulmões e córneas) porque esta seria uma decisão dela. Também contou que havia visto reportagens sobre a necessidade de doações.
- Eu tinha visto essas reportagens do "Fantástico", eu vi quantas mães estavam sofrendo. Muitos amigos queridos conversaram comigo e eu decidi tomar essa decisão. Tenho certeza de que, se ela tivesse viva, se ela pudesse tomar essa decisão, a decisão dela seria essa. Ela doaria - afirmou a mãe.
O fígado da menina foi transplantado em um garoto chamado Ricardo, de 6 anos. Segundo os médicos, ele passa bem e já quer até mesmo se alimentar.
O comparsa do adolescente continua solto. A dupla pulou o muro do condomínio, invadiu a casa e dominou Gabriela, a irmã gêmea e a babá. Os pais das meninas não estavam no condomínio. Durante o assalto, o alarme disparou e o adolescente deu um tiro na cabeça de Gabriela. Os ladrões fugiram em um carro roubado do lado de fora do condomínio, levando jóias e dinheiro. A cerca elétrica estava desligada e as câmeras não gravaram o que leva a polícia a suspeitar que os dois possam ter recebido ajuda para entrar na casa.


O Globo On Line
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Silvia diz que 30% dos casais dão preferências para bebês de cor branca. Mônica usa sua experiência para ajudar as famílias

O casal Antônio Gatti e Roberta Guimarães tem uma filha biológica, de três anos, e quer aumentar a família. Há um ano, eles estão na fila de espera para adotar uma criança. Atualmente no 32º lugar, a expectativa dos dois é grande em encontrar um filho para amar, independente da cor ou do sexo. Nesta segunda-feira (25) comemora-se o Dia Nacional da Adoção. Em Vitória, 30 crianças foram adotadas este ano. A história de Roberta com a adoção começa em 2007 quando ela visitou um abrigo de menores, em São Paulo. Ao conhecer uma das crianças, criou um afeto grande, mas, na época, não pode adotá-la. "Me emocionava sempre que o via e em saber que ele nunca tinha visto o mar, nem um parque e muito menos tinha andado de carro. Ao ficar na janela do abrigo, ele gritava quando via o carro", emociona-se Roberta.
Como não tinha condições de ter um filho adotivo antes, Roberta acredita que chegou a hora. Ela espera encontrar uma criança que tenha menos de dois anos, mais jovem que sua filha biológica. Segundo ela, esta condição significa que o segundo filho será mais novo que o primeiro, como acontece naturalmente. Enquanto Antônio e Roberta vivem a espectativa de adotarem uma criança, o casal Marcelo Castro e Mônica de Souza Mendes tem uma filha adotiva há cinco anos. Segundo Marcelo, adotar um filho é ter um filho. "É maravilhoso, é um filho gestado de um desejo muito forte. Nunca tive um filho biológico, mas os laços afetivos seriam o mesmo se tivesse tido", comenta.

Adoção
Mônica, hoje, usa sua experiência com adoção para ajudar outras famílias que querem ter um filho adotivo. Ela faz parte do Grupo de Apoio à Adoção de Vitória, o Ciranda, que existe desde julho de 2008, e orienta os pais sobre assuntos como a gestação adotiva, a espera pela criança, o desejo de adotar, como revelar para a criança que ela é adotada e uma série de outras dúvidas.
"O Ciranda auxilia os casais que querem adotar uma criança. Trabalhamos as reflexões sobre o ato de adotar. Por exemplo, muitos têm o costume de falar que vão 'pegar um filho para criar', termo que não é adequado. Ajudamos a acalmar o casal em relação à espera, esclarecemos os mitos e os preconceitos", ressalta Mônica.
Ela ainda diz que, primeiramente, para adotar uma criança o casal precisa ter um desejo muito grande e não achar, apenas, que está ajudando a sociedade. Segundo Mônica, a melhor forma de adotar uma criança é consultar a Vara da Infância e Juventude do município. O casal tem que se habilitar, aguardar e receber a criança.
Uma das dúvidas frequentes dos pais que querem adotar um filho é porque demora-se tanto para efetuar a adoção. De acordo com a assistente social da Vara da Infância e da Juventude de Vitória Silvia Helena Charpinel, o motivo é que nem todas as crianças abrigadas estão em estado de adoção.
Além disso, 30% dos casais dão preferências para bebês de cor branca, no entanto, 60% das crianças no abrigo são negras. Por isso demora-se a encontrar o perfil desejado. Segundo Silvia, em Vitória, 17 crianças podem ser adotadas e existem, na Vara da Infância, 70 casais habilitados para adotar.
Os adotantes tem em média 40 a 50 anos, ganham de sete a 10 salários mínimos, possuem casa própria, são casados, têm problema de infertilidade, têm ensino superior e estabilidade no emprego.

Abandono
Neste ano, seis crianças foram abandonadas pelos pais em Vitória. Na maioria dos casos, elas são maltratadas. No próximo semestre, a Vara da Infância e Juventude, em parceria com o Ciranda, começará o projeto Faça Legal, que incentiva as mães que não querem ou não tem condições de criar os filhos a entregarem a criança para o órgão.
De acordo com Silvia, a ideia é diminuir os casos de abandonos de crianças. Na capital, a média anual de adoções é de 75 crianças. O Ciranda é formado por aproximadamente 35 pessoas e acontece no prédio do curso de farmácia da Emescam. As reuniões são quinzenais e são realizadas às 18h30. Nesta quinta-feira (28) o grupo se reunirá.

Serviço
Ciranda - Grupo de Apoio à Adoção de Vitória
Local: prédio do curso de farmácia, na Emescam. Sala 403
(27) 3322-2322



Gazeta on-line
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:41  comentar

Silvia diz que 30% dos casais dão preferências para bebês de cor branca. Mônica usa sua experiência para ajudar as famílias

O casal Antônio Gatti e Roberta Guimarães tem uma filha biológica, de três anos, e quer aumentar a família. Há um ano, eles estão na fila de espera para adotar uma criança. Atualmente no 32º lugar, a expectativa dos dois é grande em encontrar um filho para amar, independente da cor ou do sexo. Nesta segunda-feira (25) comemora-se o Dia Nacional da Adoção. Em Vitória, 30 crianças foram adotadas este ano. A história de Roberta com a adoção começa em 2007 quando ela visitou um abrigo de menores, em São Paulo. Ao conhecer uma das crianças, criou um afeto grande, mas, na época, não pode adotá-la. "Me emocionava sempre que o via e em saber que ele nunca tinha visto o mar, nem um parque e muito menos tinha andado de carro. Ao ficar na janela do abrigo, ele gritava quando via o carro", emociona-se Roberta.
Como não tinha condições de ter um filho adotivo antes, Roberta acredita que chegou a hora. Ela espera encontrar uma criança que tenha menos de dois anos, mais jovem que sua filha biológica. Segundo ela, esta condição significa que o segundo filho será mais novo que o primeiro, como acontece naturalmente. Enquanto Antônio e Roberta vivem a espectativa de adotarem uma criança, o casal Marcelo Castro e Mônica de Souza Mendes tem uma filha adotiva há cinco anos. Segundo Marcelo, adotar um filho é ter um filho. "É maravilhoso, é um filho gestado de um desejo muito forte. Nunca tive um filho biológico, mas os laços afetivos seriam o mesmo se tivesse tido", comenta.

Adoção
Mônica, hoje, usa sua experiência com adoção para ajudar outras famílias que querem ter um filho adotivo. Ela faz parte do Grupo de Apoio à Adoção de Vitória, o Ciranda, que existe desde julho de 2008, e orienta os pais sobre assuntos como a gestação adotiva, a espera pela criança, o desejo de adotar, como revelar para a criança que ela é adotada e uma série de outras dúvidas.
"O Ciranda auxilia os casais que querem adotar uma criança. Trabalhamos as reflexões sobre o ato de adotar. Por exemplo, muitos têm o costume de falar que vão 'pegar um filho para criar', termo que não é adequado. Ajudamos a acalmar o casal em relação à espera, esclarecemos os mitos e os preconceitos", ressalta Mônica.
Ela ainda diz que, primeiramente, para adotar uma criança o casal precisa ter um desejo muito grande e não achar, apenas, que está ajudando a sociedade. Segundo Mônica, a melhor forma de adotar uma criança é consultar a Vara da Infância e Juventude do município. O casal tem que se habilitar, aguardar e receber a criança.
Uma das dúvidas frequentes dos pais que querem adotar um filho é porque demora-se tanto para efetuar a adoção. De acordo com a assistente social da Vara da Infância e da Juventude de Vitória Silvia Helena Charpinel, o motivo é que nem todas as crianças abrigadas estão em estado de adoção.
Além disso, 30% dos casais dão preferências para bebês de cor branca, no entanto, 60% das crianças no abrigo são negras. Por isso demora-se a encontrar o perfil desejado. Segundo Silvia, em Vitória, 17 crianças podem ser adotadas e existem, na Vara da Infância, 70 casais habilitados para adotar.
Os adotantes tem em média 40 a 50 anos, ganham de sete a 10 salários mínimos, possuem casa própria, são casados, têm problema de infertilidade, têm ensino superior e estabilidade no emprego.

Abandono
Neste ano, seis crianças foram abandonadas pelos pais em Vitória. Na maioria dos casos, elas são maltratadas. No próximo semestre, a Vara da Infância e Juventude, em parceria com o Ciranda, começará o projeto Faça Legal, que incentiva as mães que não querem ou não tem condições de criar os filhos a entregarem a criança para o órgão.
De acordo com Silvia, a ideia é diminuir os casos de abandonos de crianças. Na capital, a média anual de adoções é de 75 crianças. O Ciranda é formado por aproximadamente 35 pessoas e acontece no prédio do curso de farmácia da Emescam. As reuniões são quinzenais e são realizadas às 18h30. Nesta quinta-feira (28) o grupo se reunirá.

Serviço
Ciranda - Grupo de Apoio à Adoção de Vitória
Local: prédio do curso de farmácia, na Emescam. Sala 403
(27) 3322-2322



Gazeta on-line
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Silvia diz que 30% dos casais dão preferências para bebês de cor branca. Mônica usa sua experiência para ajudar as famílias

O casal Antônio Gatti e Roberta Guimarães tem uma filha biológica, de três anos, e quer aumentar a família. Há um ano, eles estão na fila de espera para adotar uma criança. Atualmente no 32º lugar, a expectativa dos dois é grande em encontrar um filho para amar, independente da cor ou do sexo. Nesta segunda-feira (25) comemora-se o Dia Nacional da Adoção. Em Vitória, 30 crianças foram adotadas este ano. A história de Roberta com a adoção começa em 2007 quando ela visitou um abrigo de menores, em São Paulo. Ao conhecer uma das crianças, criou um afeto grande, mas, na época, não pode adotá-la. "Me emocionava sempre que o via e em saber que ele nunca tinha visto o mar, nem um parque e muito menos tinha andado de carro. Ao ficar na janela do abrigo, ele gritava quando via o carro", emociona-se Roberta.
Como não tinha condições de ter um filho adotivo antes, Roberta acredita que chegou a hora. Ela espera encontrar uma criança que tenha menos de dois anos, mais jovem que sua filha biológica. Segundo ela, esta condição significa que o segundo filho será mais novo que o primeiro, como acontece naturalmente. Enquanto Antônio e Roberta vivem a espectativa de adotarem uma criança, o casal Marcelo Castro e Mônica de Souza Mendes tem uma filha adotiva há cinco anos. Segundo Marcelo, adotar um filho é ter um filho. "É maravilhoso, é um filho gestado de um desejo muito forte. Nunca tive um filho biológico, mas os laços afetivos seriam o mesmo se tivesse tido", comenta.

Adoção
Mônica, hoje, usa sua experiência com adoção para ajudar outras famílias que querem ter um filho adotivo. Ela faz parte do Grupo de Apoio à Adoção de Vitória, o Ciranda, que existe desde julho de 2008, e orienta os pais sobre assuntos como a gestação adotiva, a espera pela criança, o desejo de adotar, como revelar para a criança que ela é adotada e uma série de outras dúvidas.
"O Ciranda auxilia os casais que querem adotar uma criança. Trabalhamos as reflexões sobre o ato de adotar. Por exemplo, muitos têm o costume de falar que vão 'pegar um filho para criar', termo que não é adequado. Ajudamos a acalmar o casal em relação à espera, esclarecemos os mitos e os preconceitos", ressalta Mônica.
Ela ainda diz que, primeiramente, para adotar uma criança o casal precisa ter um desejo muito grande e não achar, apenas, que está ajudando a sociedade. Segundo Mônica, a melhor forma de adotar uma criança é consultar a Vara da Infância e Juventude do município. O casal tem que se habilitar, aguardar e receber a criança.
Uma das dúvidas frequentes dos pais que querem adotar um filho é porque demora-se tanto para efetuar a adoção. De acordo com a assistente social da Vara da Infância e da Juventude de Vitória Silvia Helena Charpinel, o motivo é que nem todas as crianças abrigadas estão em estado de adoção.
Além disso, 30% dos casais dão preferências para bebês de cor branca, no entanto, 60% das crianças no abrigo são negras. Por isso demora-se a encontrar o perfil desejado. Segundo Silvia, em Vitória, 17 crianças podem ser adotadas e existem, na Vara da Infância, 70 casais habilitados para adotar.
Os adotantes tem em média 40 a 50 anos, ganham de sete a 10 salários mínimos, possuem casa própria, são casados, têm problema de infertilidade, têm ensino superior e estabilidade no emprego.

Abandono
Neste ano, seis crianças foram abandonadas pelos pais em Vitória. Na maioria dos casos, elas são maltratadas. No próximo semestre, a Vara da Infância e Juventude, em parceria com o Ciranda, começará o projeto Faça Legal, que incentiva as mães que não querem ou não tem condições de criar os filhos a entregarem a criança para o órgão.
De acordo com Silvia, a ideia é diminuir os casos de abandonos de crianças. Na capital, a média anual de adoções é de 75 crianças. O Ciranda é formado por aproximadamente 35 pessoas e acontece no prédio do curso de farmácia da Emescam. As reuniões são quinzenais e são realizadas às 18h30. Nesta quinta-feira (28) o grupo se reunirá.

Serviço
Ciranda - Grupo de Apoio à Adoção de Vitória
Local: prédio do curso de farmácia, na Emescam. Sala 403
(27) 3322-2322



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Silvia diz que 30% dos casais dão preferências para bebês de cor branca. Mônica usa sua experiência para ajudar as famílias

O casal Antônio Gatti e Roberta Guimarães tem uma filha biológica, de três anos, e quer aumentar a família. Há um ano, eles estão na fila de espera para adotar uma criança. Atualmente no 32º lugar, a expectativa dos dois é grande em encontrar um filho para amar, independente da cor ou do sexo. Nesta segunda-feira (25) comemora-se o Dia Nacional da Adoção. Em Vitória, 30 crianças foram adotadas este ano. A história de Roberta com a adoção começa em 2007 quando ela visitou um abrigo de menores, em São Paulo. Ao conhecer uma das crianças, criou um afeto grande, mas, na época, não pode adotá-la. "Me emocionava sempre que o via e em saber que ele nunca tinha visto o mar, nem um parque e muito menos tinha andado de carro. Ao ficar na janela do abrigo, ele gritava quando via o carro", emociona-se Roberta.
Como não tinha condições de ter um filho adotivo antes, Roberta acredita que chegou a hora. Ela espera encontrar uma criança que tenha menos de dois anos, mais jovem que sua filha biológica. Segundo ela, esta condição significa que o segundo filho será mais novo que o primeiro, como acontece naturalmente. Enquanto Antônio e Roberta vivem a espectativa de adotarem uma criança, o casal Marcelo Castro e Mônica de Souza Mendes tem uma filha adotiva há cinco anos. Segundo Marcelo, adotar um filho é ter um filho. "É maravilhoso, é um filho gestado de um desejo muito forte. Nunca tive um filho biológico, mas os laços afetivos seriam o mesmo se tivesse tido", comenta.

Adoção
Mônica, hoje, usa sua experiência com adoção para ajudar outras famílias que querem ter um filho adotivo. Ela faz parte do Grupo de Apoio à Adoção de Vitória, o Ciranda, que existe desde julho de 2008, e orienta os pais sobre assuntos como a gestação adotiva, a espera pela criança, o desejo de adotar, como revelar para a criança que ela é adotada e uma série de outras dúvidas.
"O Ciranda auxilia os casais que querem adotar uma criança. Trabalhamos as reflexões sobre o ato de adotar. Por exemplo, muitos têm o costume de falar que vão 'pegar um filho para criar', termo que não é adequado. Ajudamos a acalmar o casal em relação à espera, esclarecemos os mitos e os preconceitos", ressalta Mônica.
Ela ainda diz que, primeiramente, para adotar uma criança o casal precisa ter um desejo muito grande e não achar, apenas, que está ajudando a sociedade. Segundo Mônica, a melhor forma de adotar uma criança é consultar a Vara da Infância e Juventude do município. O casal tem que se habilitar, aguardar e receber a criança.
Uma das dúvidas frequentes dos pais que querem adotar um filho é porque demora-se tanto para efetuar a adoção. De acordo com a assistente social da Vara da Infância e da Juventude de Vitória Silvia Helena Charpinel, o motivo é que nem todas as crianças abrigadas estão em estado de adoção.
Além disso, 30% dos casais dão preferências para bebês de cor branca, no entanto, 60% das crianças no abrigo são negras. Por isso demora-se a encontrar o perfil desejado. Segundo Silvia, em Vitória, 17 crianças podem ser adotadas e existem, na Vara da Infância, 70 casais habilitados para adotar.
Os adotantes tem em média 40 a 50 anos, ganham de sete a 10 salários mínimos, possuem casa própria, são casados, têm problema de infertilidade, têm ensino superior e estabilidade no emprego.

Abandono
Neste ano, seis crianças foram abandonadas pelos pais em Vitória. Na maioria dos casos, elas são maltratadas. No próximo semestre, a Vara da Infância e Juventude, em parceria com o Ciranda, começará o projeto Faça Legal, que incentiva as mães que não querem ou não tem condições de criar os filhos a entregarem a criança para o órgão.
De acordo com Silvia, a ideia é diminuir os casos de abandonos de crianças. Na capital, a média anual de adoções é de 75 crianças. O Ciranda é formado por aproximadamente 35 pessoas e acontece no prédio do curso de farmácia da Emescam. As reuniões são quinzenais e são realizadas às 18h30. Nesta quinta-feira (28) o grupo se reunirá.

Serviço
Ciranda - Grupo de Apoio à Adoção de Vitória
Local: prédio do curso de farmácia, na Emescam. Sala 403
(27) 3322-2322



Gazeta on-line
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Pesquisa mostra que há 50 mortes para cada 100 mil mulheres, superando média nacional

Rio - Terceira neoplasia mais comum entre as mulheres, o câncer de colo de útero levou a óbito mais 1,5 mil pacientes na cidade do Rio de Janeiro, de 1999 a 2006. Além disso, o município apresenta a taxa de 50 óbitos para cada 100 mil mulheres. O índice supera a média nacional (11 para cada 100 mil) e a de estados como São Paulo (8,7/ 100mil). Os dados são da tese de mestrado Mortalidade por câncer de colo de útero no Município do Rio de Janeiro, 1999 a 2006, da Escola Nacional de Saúde Pública, da Fiocruz.
O objetivo, segundo a pesquisadora Karina Cardoso Meira, foi descrever o perfil das mulheres que morreram por câncer de colo de útero entre 1999 e 2006, no Rio. Karina relacionou os óbitos com fatores socioeconomicos e com o bairro onde moravam as pacientes. A faixa etária estudada foi de 20 a 70 anos e foram usados dados do sistema de Informação de Mortalidade do Ministério da Saúde e informações da Secretaria de Saúde do Rio.
Com 121 mortes a cada 100 mil mulheres, a Cidade de Deus registrou maior taxa de óbito, seguido de Ramos (103 / 100mil) e Centro (100 / 100mil). Com os menores índices da cidade, estão Lagoa (20,6 / 100mil) e Maré (12/100mil) e Copacabana, com 3/100 mil.
Segundo a pesquisa, o perfil que registrou mais óbitos foi o de mulheres brancas, com mais de 60 anos, sem companheiro e até três anos de estudo. “As taxas encontradas sinalizam problemas nas políticas públicas de saúde para prevenir mortes por esta neoplasia. Muitas mulheres com esse diagnóstico nunca realizaram o exame preventivo”, justifica a pesquisadora Karina.
O ginecologista chefe do Hospital São Vicente de Paulo, Marco Antonio Gouvea Vieira alerta que os principais sintomas são sangramento fora da menstruação e após a relação sexual, dor na relação e mau odor na região genital. “O preventivo é a maneira mais rápida e barata de diagnosticar. Deve ser feito a partir dos 18 anos ou no início da vida sexual. É fundamental tratar no início para evitar o agravamento
Consciente da importância do exame, a técnica em radiologia Neuza Nunes da Silva, de 27 anos, realiza o exame a cada seis meses. “É muito importante. Detecta doenças. Sou fiel às consultas”, garante

CUIDADOS

Como evitar a doença

Manter higiene da área genital
Evitar múltiplos parceiros
Realizar exames de rotina, principalmente o preventivo

Óbitos e novos casos
No período 1999-2006, ocorreram 2.752 óbitos em mulheres residentes no município do Rio de Janeiro por câncer de útero, sendo que 56,5% foram por câncer de colo de útero, 20,0% por câncer de corpo de útero e 23,5% por câncer de útero porção não especificado
Para 2009, são esperados 18.6880 novos casos de câncer de colo de útero, segundo estimativas do Instituto Nacional do Câncer.

EXAMES

Posto de R. das Pedras — Estr. de JPA - R. Nova, 5.011
Fernando Antônio Braga Lopes.R. Carlos Seidl, 1.388 - Caju
José Breves dos Santos. R. Mar Grande, 10 - Cordovil
PAM de Botafogo. Rua Voluntários da Pátria, 136


O DIA ONLINE
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Pesquisa mostra que há 50 mortes para cada 100 mil mulheres, superando média nacional

Rio - Terceira neoplasia mais comum entre as mulheres, o câncer de colo de útero levou a óbito mais 1,5 mil pacientes na cidade do Rio de Janeiro, de 1999 a 2006. Além disso, o município apresenta a taxa de 50 óbitos para cada 100 mil mulheres. O índice supera a média nacional (11 para cada 100 mil) e a de estados como São Paulo (8,7/ 100mil). Os dados são da tese de mestrado Mortalidade por câncer de colo de útero no Município do Rio de Janeiro, 1999 a 2006, da Escola Nacional de Saúde Pública, da Fiocruz.
O objetivo, segundo a pesquisadora Karina Cardoso Meira, foi descrever o perfil das mulheres que morreram por câncer de colo de útero entre 1999 e 2006, no Rio. Karina relacionou os óbitos com fatores socioeconomicos e com o bairro onde moravam as pacientes. A faixa etária estudada foi de 20 a 70 anos e foram usados dados do sistema de Informação de Mortalidade do Ministério da Saúde e informações da Secretaria de Saúde do Rio.
Com 121 mortes a cada 100 mil mulheres, a Cidade de Deus registrou maior taxa de óbito, seguido de Ramos (103 / 100mil) e Centro (100 / 100mil). Com os menores índices da cidade, estão Lagoa (20,6 / 100mil) e Maré (12/100mil) e Copacabana, com 3/100 mil.
Segundo a pesquisa, o perfil que registrou mais óbitos foi o de mulheres brancas, com mais de 60 anos, sem companheiro e até três anos de estudo. “As taxas encontradas sinalizam problemas nas políticas públicas de saúde para prevenir mortes por esta neoplasia. Muitas mulheres com esse diagnóstico nunca realizaram o exame preventivo”, justifica a pesquisadora Karina.
O ginecologista chefe do Hospital São Vicente de Paulo, Marco Antonio Gouvea Vieira alerta que os principais sintomas são sangramento fora da menstruação e após a relação sexual, dor na relação e mau odor na região genital. “O preventivo é a maneira mais rápida e barata de diagnosticar. Deve ser feito a partir dos 18 anos ou no início da vida sexual. É fundamental tratar no início para evitar o agravamento
Consciente da importância do exame, a técnica em radiologia Neuza Nunes da Silva, de 27 anos, realiza o exame a cada seis meses. “É muito importante. Detecta doenças. Sou fiel às consultas”, garante

CUIDADOS

Como evitar a doença

Manter higiene da área genital
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Óbitos e novos casos
No período 1999-2006, ocorreram 2.752 óbitos em mulheres residentes no município do Rio de Janeiro por câncer de útero, sendo que 56,5% foram por câncer de colo de útero, 20,0% por câncer de corpo de útero e 23,5% por câncer de útero porção não especificado
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O objetivo, segundo a pesquisadora Karina Cardoso Meira, foi descrever o perfil das mulheres que morreram por câncer de colo de útero entre 1999 e 2006, no Rio. Karina relacionou os óbitos com fatores socioeconomicos e com o bairro onde moravam as pacientes. A faixa etária estudada foi de 20 a 70 anos e foram usados dados do sistema de Informação de Mortalidade do Ministério da Saúde e informações da Secretaria de Saúde do Rio.
Com 121 mortes a cada 100 mil mulheres, a Cidade de Deus registrou maior taxa de óbito, seguido de Ramos (103 / 100mil) e Centro (100 / 100mil). Com os menores índices da cidade, estão Lagoa (20,6 / 100mil) e Maré (12/100mil) e Copacabana, com 3/100 mil.
Segundo a pesquisa, o perfil que registrou mais óbitos foi o de mulheres brancas, com mais de 60 anos, sem companheiro e até três anos de estudo. “As taxas encontradas sinalizam problemas nas políticas públicas de saúde para prevenir mortes por esta neoplasia. Muitas mulheres com esse diagnóstico nunca realizaram o exame preventivo”, justifica a pesquisadora Karina.
O ginecologista chefe do Hospital São Vicente de Paulo, Marco Antonio Gouvea Vieira alerta que os principais sintomas são sangramento fora da menstruação e após a relação sexual, dor na relação e mau odor na região genital. “O preventivo é a maneira mais rápida e barata de diagnosticar. Deve ser feito a partir dos 18 anos ou no início da vida sexual. É fundamental tratar no início para evitar o agravamento
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Óbitos e novos casos
No período 1999-2006, ocorreram 2.752 óbitos em mulheres residentes no município do Rio de Janeiro por câncer de útero, sendo que 56,5% foram por câncer de colo de útero, 20,0% por câncer de corpo de útero e 23,5% por câncer de útero porção não especificado
Para 2009, são esperados 18.6880 novos casos de câncer de colo de útero, segundo estimativas do Instituto Nacional do Câncer.

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O objetivo, segundo a pesquisadora Karina Cardoso Meira, foi descrever o perfil das mulheres que morreram por câncer de colo de útero entre 1999 e 2006, no Rio. Karina relacionou os óbitos com fatores socioeconomicos e com o bairro onde moravam as pacientes. A faixa etária estudada foi de 20 a 70 anos e foram usados dados do sistema de Informação de Mortalidade do Ministério da Saúde e informações da Secretaria de Saúde do Rio.
Com 121 mortes a cada 100 mil mulheres, a Cidade de Deus registrou maior taxa de óbito, seguido de Ramos (103 / 100mil) e Centro (100 / 100mil). Com os menores índices da cidade, estão Lagoa (20,6 / 100mil) e Maré (12/100mil) e Copacabana, com 3/100 mil.
Segundo a pesquisa, o perfil que registrou mais óbitos foi o de mulheres brancas, com mais de 60 anos, sem companheiro e até três anos de estudo. “As taxas encontradas sinalizam problemas nas políticas públicas de saúde para prevenir mortes por esta neoplasia. Muitas mulheres com esse diagnóstico nunca realizaram o exame preventivo”, justifica a pesquisadora Karina.
O ginecologista chefe do Hospital São Vicente de Paulo, Marco Antonio Gouvea Vieira alerta que os principais sintomas são sangramento fora da menstruação e após a relação sexual, dor na relação e mau odor na região genital. “O preventivo é a maneira mais rápida e barata de diagnosticar. Deve ser feito a partir dos 18 anos ou no início da vida sexual. É fundamental tratar no início para evitar o agravamento
Consciente da importância do exame, a técnica em radiologia Neuza Nunes da Silva, de 27 anos, realiza o exame a cada seis meses. “É muito importante. Detecta doenças. Sou fiel às consultas”, garante

CUIDADOS

Como evitar a doença

Manter higiene da área genital
Evitar múltiplos parceiros
Realizar exames de rotina, principalmente o preventivo

Óbitos e novos casos
No período 1999-2006, ocorreram 2.752 óbitos em mulheres residentes no município do Rio de Janeiro por câncer de útero, sendo que 56,5% foram por câncer de colo de útero, 20,0% por câncer de corpo de útero e 23,5% por câncer de útero porção não especificado
Para 2009, são esperados 18.6880 novos casos de câncer de colo de útero, segundo estimativas do Instituto Nacional do Câncer.

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Posto de R. das Pedras — Estr. de JPA - R. Nova, 5.011
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Raquel de 15 anos e Sandra de 13 (nomes fictícios) são portuguesas e fazem parte das estatísticas dos casos de sucesso na recuperação de menores desaparecidos. Não se conhecem mas partilham uma história muito semelhante. Certo dia saíram de suas casas para cair nas mãos de predadores sexuais, deixando as respectivas famílias em estado de choque e desespero. Foram encontradas um mês e meio depois com a ajuda da Policia Judiciária. Mas durante o período de ausência foram abusadas física e psicologicamente.
Raquel foi aliciada pela internet. Filha de uma família de poucos recursos do Norte do país deixou-se levar pela conversa de um homem de 34 anos, que a foi buscar no porto e que antes até lhe mandou um celular para se comunicarem discretamente. Foi encontrada um mês e meio depois a mais de 300 quilômetros de casa na companhia de um abusador sexual, alcoólatra.
A Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas (APCD) recolheu-a, ajudou-a a mudar de escola e a regressar à família. Raquel se recupera do trauma, enquanto o seu abusador aguarda julgamento. Sandra foi “seduzida” por um familiar através de conversas na internet e pessoalmente. A PJ recorreu à cooperação internacional e um mês depois do seu desaparecimento encontraram-na em França.
Segundo a Vice-presidente da Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas, Patricia Cipriano, os principais motivos para o desaparecimento de crianças em Portugal são a fuga ou o rapto parental. Desaparecimentos devidos a raptos criminosos, como a prostituição infantil, ainda representam uma porcentagem pequena quando comparada com outros países europeus. Embora, explica Patricia, esses dados estatísticos ainda sejam insuficientes.
“As crianças ainda não são uma prioridade para os políticos”, afirmou, justificando assim o fato de, dos 27 países membros da União Europeia, apenas 10, entre eles Portugal, terem o numero 116000 em funcionamento. Por isso não há um numero exato de crianças desaparecidas a nível europeu.
Os números fornecidos pela Federação Europeia para as crianças desaparecidas e sexualmente abusadas são avulsos. Mas dão uma ideia deste flagelo mundial. Por exemplo, no Reino Unido são reportados 140 mil casos de desaparecimento de crianças por ano. No Estados Unidos, 621 dos casos acabam em assassinato.

Desde janeiro deste ano foram registrados 24 casos de crianças desaparecidas

Em Portugal, segundo dados da PJ, desde janeiro deste ano foram dadas como desaparecidas 24 crianças com idade até aos 12 anos. Até agora foram todas encontradas. Dos 148 casos registrados em 2008, apenas dois estão por resolver.

Menos sorte tiveram os familiares de Sara Santos, Tatiana Nunes, Sofia Oliveira, Pamela Santos, João Teles, Claudia Alexandra, Jorge Sepúlveda, Rui Pedro e Madeleine Mccann. Os dois últimos foram dos casos mais mediáticos e desapareceram sem deixar rastro.

Hoje é o Dia Mundial das Crianças Desaparecidas e Portugal assinala a data com uma campanha de divulgação do novo número de emergência europeu. O número já está em funcionamento, mas a partir de hoje o seu horário será ampliado e passará a estar disponível 24horas, todos os dias da semana. A iniciativa, marcada para as 9h30, na Fundação Calouste Gulbenkian, é promovida pelo Instituto de Apoio à Criança, dirigida por Manuela Eanes. Os Secretários de Estados da Administração Interna, José Magalhães, e da Justiça, Conde Rodrigues, marcam presença.

MAIS DADOS

SEXO FEMININO
Dos jovens desaparecidos em Portugal em 2008, 70% foram do sexo feminino, revelam dados da Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas (APCD).

75 % NO NORTE
Ainda segundo dados da associação, na distribuição geográfica, 75 % dos desaparecimentos em 2008 ocorreu no Norte, enquanto a segunda maior incidência de casos diz respeito à Grande Lisboa com cerca de 25 %.

APCD DÁ FORMAÇÃO
A APCD pretende dar formação aos jornalistas para que estes saibam como podem ajudar na divulgação do desaparecimento de uma criança. Nem sempre a sua publicitação ajuda, ou seja, pode até levar a uma morte precipitada.

PORMENORES
20 ANOS
O Parlamento aprovou a proposta que impõe que os crimes de abuso, exploração sexual de crianças e de violência doméstica fiquem vinte anos no registro criminal.

DEZ PAÍSES
A partir de hoje, em dez estados-membros da UE, será mais fácil pedir ajuda. Portugal, Bélgica, Eslováquia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Itália, Polónia, Roménia aderiram ao 116000.


Brasil contra a pedofilia
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Raquel foi aliciada pela internet. Filha de uma família de poucos recursos do Norte do país deixou-se levar pela conversa de um homem de 34 anos, que a foi buscar no porto e que antes até lhe mandou um celular para se comunicarem discretamente. Foi encontrada um mês e meio depois a mais de 300 quilômetros de casa na companhia de um abusador sexual, alcoólatra.
A Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas (APCD) recolheu-a, ajudou-a a mudar de escola e a regressar à família. Raquel se recupera do trauma, enquanto o seu abusador aguarda julgamento. Sandra foi “seduzida” por um familiar através de conversas na internet e pessoalmente. A PJ recorreu à cooperação internacional e um mês depois do seu desaparecimento encontraram-na em França.
Segundo a Vice-presidente da Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas, Patricia Cipriano, os principais motivos para o desaparecimento de crianças em Portugal são a fuga ou o rapto parental. Desaparecimentos devidos a raptos criminosos, como a prostituição infantil, ainda representam uma porcentagem pequena quando comparada com outros países europeus. Embora, explica Patricia, esses dados estatísticos ainda sejam insuficientes.
“As crianças ainda não são uma prioridade para os políticos”, afirmou, justificando assim o fato de, dos 27 países membros da União Europeia, apenas 10, entre eles Portugal, terem o numero 116000 em funcionamento. Por isso não há um numero exato de crianças desaparecidas a nível europeu.
Os números fornecidos pela Federação Europeia para as crianças desaparecidas e sexualmente abusadas são avulsos. Mas dão uma ideia deste flagelo mundial. Por exemplo, no Reino Unido são reportados 140 mil casos de desaparecimento de crianças por ano. No Estados Unidos, 621 dos casos acabam em assassinato.

Desde janeiro deste ano foram registrados 24 casos de crianças desaparecidas

Em Portugal, segundo dados da PJ, desde janeiro deste ano foram dadas como desaparecidas 24 crianças com idade até aos 12 anos. Até agora foram todas encontradas. Dos 148 casos registrados em 2008, apenas dois estão por resolver.

Menos sorte tiveram os familiares de Sara Santos, Tatiana Nunes, Sofia Oliveira, Pamela Santos, João Teles, Claudia Alexandra, Jorge Sepúlveda, Rui Pedro e Madeleine Mccann. Os dois últimos foram dos casos mais mediáticos e desapareceram sem deixar rastro.

Hoje é o Dia Mundial das Crianças Desaparecidas e Portugal assinala a data com uma campanha de divulgação do novo número de emergência europeu. O número já está em funcionamento, mas a partir de hoje o seu horário será ampliado e passará a estar disponível 24horas, todos os dias da semana. A iniciativa, marcada para as 9h30, na Fundação Calouste Gulbenkian, é promovida pelo Instituto de Apoio à Criança, dirigida por Manuela Eanes. Os Secretários de Estados da Administração Interna, José Magalhães, e da Justiça, Conde Rodrigues, marcam presença.

MAIS DADOS

SEXO FEMININO
Dos jovens desaparecidos em Portugal em 2008, 70% foram do sexo feminino, revelam dados da Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas (APCD).

75 % NO NORTE
Ainda segundo dados da associação, na distribuição geográfica, 75 % dos desaparecimentos em 2008 ocorreu no Norte, enquanto a segunda maior incidência de casos diz respeito à Grande Lisboa com cerca de 25 %.

APCD DÁ FORMAÇÃO
A APCD pretende dar formação aos jornalistas para que estes saibam como podem ajudar na divulgação do desaparecimento de uma criança. Nem sempre a sua publicitação ajuda, ou seja, pode até levar a uma morte precipitada.

PORMENORES
20 ANOS
O Parlamento aprovou a proposta que impõe que os crimes de abuso, exploração sexual de crianças e de violência doméstica fiquem vinte anos no registro criminal.

DEZ PAÍSES
A partir de hoje, em dez estados-membros da UE, será mais fácil pedir ajuda. Portugal, Bélgica, Eslováquia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Itália, Polónia, Roménia aderiram ao 116000.


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Raquel de 15 anos e Sandra de 13 (nomes fictícios) são portuguesas e fazem parte das estatísticas dos casos de sucesso na recuperação de menores desaparecidos. Não se conhecem mas partilham uma história muito semelhante. Certo dia saíram de suas casas para cair nas mãos de predadores sexuais, deixando as respectivas famílias em estado de choque e desespero. Foram encontradas um mês e meio depois com a ajuda da Policia Judiciária. Mas durante o período de ausência foram abusadas física e psicologicamente.
Raquel foi aliciada pela internet. Filha de uma família de poucos recursos do Norte do país deixou-se levar pela conversa de um homem de 34 anos, que a foi buscar no porto e que antes até lhe mandou um celular para se comunicarem discretamente. Foi encontrada um mês e meio depois a mais de 300 quilômetros de casa na companhia de um abusador sexual, alcoólatra.
A Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas (APCD) recolheu-a, ajudou-a a mudar de escola e a regressar à família. Raquel se recupera do trauma, enquanto o seu abusador aguarda julgamento. Sandra foi “seduzida” por um familiar através de conversas na internet e pessoalmente. A PJ recorreu à cooperação internacional e um mês depois do seu desaparecimento encontraram-na em França.
Segundo a Vice-presidente da Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas, Patricia Cipriano, os principais motivos para o desaparecimento de crianças em Portugal são a fuga ou o rapto parental. Desaparecimentos devidos a raptos criminosos, como a prostituição infantil, ainda representam uma porcentagem pequena quando comparada com outros países europeus. Embora, explica Patricia, esses dados estatísticos ainda sejam insuficientes.
“As crianças ainda não são uma prioridade para os políticos”, afirmou, justificando assim o fato de, dos 27 países membros da União Europeia, apenas 10, entre eles Portugal, terem o numero 116000 em funcionamento. Por isso não há um numero exato de crianças desaparecidas a nível europeu.
Os números fornecidos pela Federação Europeia para as crianças desaparecidas e sexualmente abusadas são avulsos. Mas dão uma ideia deste flagelo mundial. Por exemplo, no Reino Unido são reportados 140 mil casos de desaparecimento de crianças por ano. No Estados Unidos, 621 dos casos acabam em assassinato.

Desde janeiro deste ano foram registrados 24 casos de crianças desaparecidas

Em Portugal, segundo dados da PJ, desde janeiro deste ano foram dadas como desaparecidas 24 crianças com idade até aos 12 anos. Até agora foram todas encontradas. Dos 148 casos registrados em 2008, apenas dois estão por resolver.

Menos sorte tiveram os familiares de Sara Santos, Tatiana Nunes, Sofia Oliveira, Pamela Santos, João Teles, Claudia Alexandra, Jorge Sepúlveda, Rui Pedro e Madeleine Mccann. Os dois últimos foram dos casos mais mediáticos e desapareceram sem deixar rastro.

Hoje é o Dia Mundial das Crianças Desaparecidas e Portugal assinala a data com uma campanha de divulgação do novo número de emergência europeu. O número já está em funcionamento, mas a partir de hoje o seu horário será ampliado e passará a estar disponível 24horas, todos os dias da semana. A iniciativa, marcada para as 9h30, na Fundação Calouste Gulbenkian, é promovida pelo Instituto de Apoio à Criança, dirigida por Manuela Eanes. Os Secretários de Estados da Administração Interna, José Magalhães, e da Justiça, Conde Rodrigues, marcam presença.

MAIS DADOS

SEXO FEMININO
Dos jovens desaparecidos em Portugal em 2008, 70% foram do sexo feminino, revelam dados da Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas (APCD).

75 % NO NORTE
Ainda segundo dados da associação, na distribuição geográfica, 75 % dos desaparecimentos em 2008 ocorreu no Norte, enquanto a segunda maior incidência de casos diz respeito à Grande Lisboa com cerca de 25 %.

APCD DÁ FORMAÇÃO
A APCD pretende dar formação aos jornalistas para que estes saibam como podem ajudar na divulgação do desaparecimento de uma criança. Nem sempre a sua publicitação ajuda, ou seja, pode até levar a uma morte precipitada.

PORMENORES
20 ANOS
O Parlamento aprovou a proposta que impõe que os crimes de abuso, exploração sexual de crianças e de violência doméstica fiquem vinte anos no registro criminal.

DEZ PAÍSES
A partir de hoje, em dez estados-membros da UE, será mais fácil pedir ajuda. Portugal, Bélgica, Eslováquia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Itália, Polónia, Roménia aderiram ao 116000.


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Raquel de 15 anos e Sandra de 13 (nomes fictícios) são portuguesas e fazem parte das estatísticas dos casos de sucesso na recuperação de menores desaparecidos. Não se conhecem mas partilham uma história muito semelhante. Certo dia saíram de suas casas para cair nas mãos de predadores sexuais, deixando as respectivas famílias em estado de choque e desespero. Foram encontradas um mês e meio depois com a ajuda da Policia Judiciária. Mas durante o período de ausência foram abusadas física e psicologicamente.
Raquel foi aliciada pela internet. Filha de uma família de poucos recursos do Norte do país deixou-se levar pela conversa de um homem de 34 anos, que a foi buscar no porto e que antes até lhe mandou um celular para se comunicarem discretamente. Foi encontrada um mês e meio depois a mais de 300 quilômetros de casa na companhia de um abusador sexual, alcoólatra.
A Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas (APCD) recolheu-a, ajudou-a a mudar de escola e a regressar à família. Raquel se recupera do trauma, enquanto o seu abusador aguarda julgamento. Sandra foi “seduzida” por um familiar através de conversas na internet e pessoalmente. A PJ recorreu à cooperação internacional e um mês depois do seu desaparecimento encontraram-na em França.
Segundo a Vice-presidente da Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas, Patricia Cipriano, os principais motivos para o desaparecimento de crianças em Portugal são a fuga ou o rapto parental. Desaparecimentos devidos a raptos criminosos, como a prostituição infantil, ainda representam uma porcentagem pequena quando comparada com outros países europeus. Embora, explica Patricia, esses dados estatísticos ainda sejam insuficientes.
“As crianças ainda não são uma prioridade para os políticos”, afirmou, justificando assim o fato de, dos 27 países membros da União Europeia, apenas 10, entre eles Portugal, terem o numero 116000 em funcionamento. Por isso não há um numero exato de crianças desaparecidas a nível europeu.
Os números fornecidos pela Federação Europeia para as crianças desaparecidas e sexualmente abusadas são avulsos. Mas dão uma ideia deste flagelo mundial. Por exemplo, no Reino Unido são reportados 140 mil casos de desaparecimento de crianças por ano. No Estados Unidos, 621 dos casos acabam em assassinato.

Desde janeiro deste ano foram registrados 24 casos de crianças desaparecidas

Em Portugal, segundo dados da PJ, desde janeiro deste ano foram dadas como desaparecidas 24 crianças com idade até aos 12 anos. Até agora foram todas encontradas. Dos 148 casos registrados em 2008, apenas dois estão por resolver.

Menos sorte tiveram os familiares de Sara Santos, Tatiana Nunes, Sofia Oliveira, Pamela Santos, João Teles, Claudia Alexandra, Jorge Sepúlveda, Rui Pedro e Madeleine Mccann. Os dois últimos foram dos casos mais mediáticos e desapareceram sem deixar rastro.

Hoje é o Dia Mundial das Crianças Desaparecidas e Portugal assinala a data com uma campanha de divulgação do novo número de emergência europeu. O número já está em funcionamento, mas a partir de hoje o seu horário será ampliado e passará a estar disponível 24horas, todos os dias da semana. A iniciativa, marcada para as 9h30, na Fundação Calouste Gulbenkian, é promovida pelo Instituto de Apoio à Criança, dirigida por Manuela Eanes. Os Secretários de Estados da Administração Interna, José Magalhães, e da Justiça, Conde Rodrigues, marcam presença.

MAIS DADOS

SEXO FEMININO
Dos jovens desaparecidos em Portugal em 2008, 70% foram do sexo feminino, revelam dados da Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas (APCD).

75 % NO NORTE
Ainda segundo dados da associação, na distribuição geográfica, 75 % dos desaparecimentos em 2008 ocorreu no Norte, enquanto a segunda maior incidência de casos diz respeito à Grande Lisboa com cerca de 25 %.

APCD DÁ FORMAÇÃO
A APCD pretende dar formação aos jornalistas para que estes saibam como podem ajudar na divulgação do desaparecimento de uma criança. Nem sempre a sua publicitação ajuda, ou seja, pode até levar a uma morte precipitada.

PORMENORES
20 ANOS
O Parlamento aprovou a proposta que impõe que os crimes de abuso, exploração sexual de crianças e de violência doméstica fiquem vinte anos no registro criminal.

DEZ PAÍSES
A partir de hoje, em dez estados-membros da UE, será mais fácil pedir ajuda. Portugal, Bélgica, Eslováquia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Itália, Polónia, Roménia aderiram ao 116000.


Brasil contra a pedofilia
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Organização-não governamental, que surgiu em 1999 a partir da experiência de um pai cuja filha foi raptada, é exemplo de solidariedade em Santa Catarina

A organização não-governamental Portal da Esperança SOS Criança, criada em 1999 para prevenir e localizar crianças desaparecidas em Santa Catarina, ajudou a localizar 16 crianças e adolescentes nos últimos dois anos. Desses 16 casos, oito são catarinenses. As localizações, segundo o criador do portal, Gerson Rumayor, resultam da parceria e da colaboração de muitas pessoas e entidades. A Assembléia Legislativa é parceira do portal veiculando fotos das crianças desaparecidas no AL Notícias e na TV AL. Gerson, que há 15 anos viveu a experiência de ter uma filha desaparecida, disse que a situação o ajudou a entender o que sente quem tem seus filhos “roubados” do convívio familiar, muitas vezes pelos próprios familiares – normalmente o pai ou a mãe. Grande parte do dia do coordenador do portal é dedicado a ajudar pessoas que procuram pelos filhos desaparecidos. Segundo Rumayor, a dificuldade em localizar essas crianças e adolescentes está na falta de uma delegacia especializada em Santa Catarina – uma antiga reivindicação do Portal da Esperança SOS Criança. Rumayor lembra que, como não existe troca de informações entre as delegacias do estado e nem a interligação com as do país, não é possível saber o número de desaparecimentos em Santa Catarina. Outro problema é como são registrados os boletins de ocorrência. “Um boletim de ocorrência de um furto de bicicleta, por exemplo, tem o mesmo tratamento do boletim de uma criança desaparecida, o que é lamentável.” Mas Gerson Rumayor destaca que, apesar das dificuldades, algumas delegacias se destacam na localização de crianças e adolescentes. “É o caso da 6ª Delegacia de Polícia de Florianópolis, que sempre teve atenção e dedicação a essa causa”, frisou.

48 horas
Segundo o Ministério da Justiça, entre 80% e 90% das crianças são localizadas em até 48 horas após o ocorrido. Para o Portal da Esperança, é primordial que ocorra uma divulgação maciça assim que uma ocorrência for registrada. Desde 2005 não é preciso mais esperar 24 horas para começar a busca, conforme a lei. A maioria dos casos acontece com crianças de mais de dez anos, que fogem da casa dos pais, muitas vezes devido à violência doméstica. À primeira vista, diz Gerson, os números de localizações parecem positivos, mas é preciso ter consciência que os não localizados somam de 4 mil a 6 mil casos por ano. Ele defende a regulamentação da Lei 14.371, promulgada em 2008, de autoria do deputado Julio Garcia, que cria o Serviço de Investigação de Crianças e Adolescentes Desaparecidos.

Prevenção é ainda a maior arma
- Converse sempre com a criança. Explique que você precisa saber com quem e onde ela vai estar. Peça que deixe endereço, telefone e o nome de um responsável. Determine a hora em que ela deve estar de volta. - Quando a criança estiver brincando na rua procure ficar atento. Compartilhe essa tarefa com seus vizinhos. Ensine que ela nunca deve se afastar de casa sem dizer para onde vai e sem pedir permissão. - A carona ainda é o meio mais comum para o desaparecimento de crianças. Explique que, mesmo que a criança conheça a pessoa, ela só deve aceitar depois de pedir permissão aos pais ou responsáveis. - É fundamental que os pais conheçam os amigos dos seus filhos e quem são os familiares desses amigos. Os pais devem estar alerta para o acesso dos seus filhos à Internet.

ORIENTAR É PREVENIR
Converse sempre com a criança. Explique que você precisa saber com quem e aonde ela vai estar. Peça que deixe endereço, telefone e o nome de uma pessoa responsável. Determine a hora em que ela deve estar de volta.

Quando a criança estiver brincando na rua, procure ficar atento. Compartilhe essa tarefa com seus vizinhos. Ensine que ela nunca deve se afastar de casa sem dizer para onde vai e muito menos sem pedir permissão.

A carona ainda é o meio mais comum para o desapa-recimento de crianças. Explique que, mesmo que a criança conheça a pessoa que está oferecendo a carona, só deve aceitar depois de pedir permissão.


Portal Esperança
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Organização-não governamental, que surgiu em 1999 a partir da experiência de um pai cuja filha foi raptada, é exemplo de solidariedade em Santa Catarina

A organização não-governamental Portal da Esperança SOS Criança, criada em 1999 para prevenir e localizar crianças desaparecidas em Santa Catarina, ajudou a localizar 16 crianças e adolescentes nos últimos dois anos. Desses 16 casos, oito são catarinenses. As localizações, segundo o criador do portal, Gerson Rumayor, resultam da parceria e da colaboração de muitas pessoas e entidades. A Assembléia Legislativa é parceira do portal veiculando fotos das crianças desaparecidas no AL Notícias e na TV AL. Gerson, que há 15 anos viveu a experiência de ter uma filha desaparecida, disse que a situação o ajudou a entender o que sente quem tem seus filhos “roubados” do convívio familiar, muitas vezes pelos próprios familiares – normalmente o pai ou a mãe. Grande parte do dia do coordenador do portal é dedicado a ajudar pessoas que procuram pelos filhos desaparecidos. Segundo Rumayor, a dificuldade em localizar essas crianças e adolescentes está na falta de uma delegacia especializada em Santa Catarina – uma antiga reivindicação do Portal da Esperança SOS Criança. Rumayor lembra que, como não existe troca de informações entre as delegacias do estado e nem a interligação com as do país, não é possível saber o número de desaparecimentos em Santa Catarina. Outro problema é como são registrados os boletins de ocorrência. “Um boletim de ocorrência de um furto de bicicleta, por exemplo, tem o mesmo tratamento do boletim de uma criança desaparecida, o que é lamentável.” Mas Gerson Rumayor destaca que, apesar das dificuldades, algumas delegacias se destacam na localização de crianças e adolescentes. “É o caso da 6ª Delegacia de Polícia de Florianópolis, que sempre teve atenção e dedicação a essa causa”, frisou.

48 horas
Segundo o Ministério da Justiça, entre 80% e 90% das crianças são localizadas em até 48 horas após o ocorrido. Para o Portal da Esperança, é primordial que ocorra uma divulgação maciça assim que uma ocorrência for registrada. Desde 2005 não é preciso mais esperar 24 horas para começar a busca, conforme a lei. A maioria dos casos acontece com crianças de mais de dez anos, que fogem da casa dos pais, muitas vezes devido à violência doméstica. À primeira vista, diz Gerson, os números de localizações parecem positivos, mas é preciso ter consciência que os não localizados somam de 4 mil a 6 mil casos por ano. Ele defende a regulamentação da Lei 14.371, promulgada em 2008, de autoria do deputado Julio Garcia, que cria o Serviço de Investigação de Crianças e Adolescentes Desaparecidos.

Prevenção é ainda a maior arma
- Converse sempre com a criança. Explique que você precisa saber com quem e onde ela vai estar. Peça que deixe endereço, telefone e o nome de um responsável. Determine a hora em que ela deve estar de volta. - Quando a criança estiver brincando na rua procure ficar atento. Compartilhe essa tarefa com seus vizinhos. Ensine que ela nunca deve se afastar de casa sem dizer para onde vai e sem pedir permissão. - A carona ainda é o meio mais comum para o desaparecimento de crianças. Explique que, mesmo que a criança conheça a pessoa, ela só deve aceitar depois de pedir permissão aos pais ou responsáveis. - É fundamental que os pais conheçam os amigos dos seus filhos e quem são os familiares desses amigos. Os pais devem estar alerta para o acesso dos seus filhos à Internet.

ORIENTAR É PREVENIR
Converse sempre com a criança. Explique que você precisa saber com quem e aonde ela vai estar. Peça que deixe endereço, telefone e o nome de uma pessoa responsável. Determine a hora em que ela deve estar de volta.

Quando a criança estiver brincando na rua, procure ficar atento. Compartilhe essa tarefa com seus vizinhos. Ensine que ela nunca deve se afastar de casa sem dizer para onde vai e muito menos sem pedir permissão.

A carona ainda é o meio mais comum para o desapa-recimento de crianças. Explique que, mesmo que a criança conheça a pessoa que está oferecendo a carona, só deve aceitar depois de pedir permissão.


Portal Esperança
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Organização-não governamental, que surgiu em 1999 a partir da experiência de um pai cuja filha foi raptada, é exemplo de solidariedade em Santa Catarina

A organização não-governamental Portal da Esperança SOS Criança, criada em 1999 para prevenir e localizar crianças desaparecidas em Santa Catarina, ajudou a localizar 16 crianças e adolescentes nos últimos dois anos. Desses 16 casos, oito são catarinenses. As localizações, segundo o criador do portal, Gerson Rumayor, resultam da parceria e da colaboração de muitas pessoas e entidades. A Assembléia Legislativa é parceira do portal veiculando fotos das crianças desaparecidas no AL Notícias e na TV AL. Gerson, que há 15 anos viveu a experiência de ter uma filha desaparecida, disse que a situação o ajudou a entender o que sente quem tem seus filhos “roubados” do convívio familiar, muitas vezes pelos próprios familiares – normalmente o pai ou a mãe. Grande parte do dia do coordenador do portal é dedicado a ajudar pessoas que procuram pelos filhos desaparecidos. Segundo Rumayor, a dificuldade em localizar essas crianças e adolescentes está na falta de uma delegacia especializada em Santa Catarina – uma antiga reivindicação do Portal da Esperança SOS Criança. Rumayor lembra que, como não existe troca de informações entre as delegacias do estado e nem a interligação com as do país, não é possível saber o número de desaparecimentos em Santa Catarina. Outro problema é como são registrados os boletins de ocorrência. “Um boletim de ocorrência de um furto de bicicleta, por exemplo, tem o mesmo tratamento do boletim de uma criança desaparecida, o que é lamentável.” Mas Gerson Rumayor destaca que, apesar das dificuldades, algumas delegacias se destacam na localização de crianças e adolescentes. “É o caso da 6ª Delegacia de Polícia de Florianópolis, que sempre teve atenção e dedicação a essa causa”, frisou.

48 horas
Segundo o Ministério da Justiça, entre 80% e 90% das crianças são localizadas em até 48 horas após o ocorrido. Para o Portal da Esperança, é primordial que ocorra uma divulgação maciça assim que uma ocorrência for registrada. Desde 2005 não é preciso mais esperar 24 horas para começar a busca, conforme a lei. A maioria dos casos acontece com crianças de mais de dez anos, que fogem da casa dos pais, muitas vezes devido à violência doméstica. À primeira vista, diz Gerson, os números de localizações parecem positivos, mas é preciso ter consciência que os não localizados somam de 4 mil a 6 mil casos por ano. Ele defende a regulamentação da Lei 14.371, promulgada em 2008, de autoria do deputado Julio Garcia, que cria o Serviço de Investigação de Crianças e Adolescentes Desaparecidos.

Prevenção é ainda a maior arma
- Converse sempre com a criança. Explique que você precisa saber com quem e onde ela vai estar. Peça que deixe endereço, telefone e o nome de um responsável. Determine a hora em que ela deve estar de volta. - Quando a criança estiver brincando na rua procure ficar atento. Compartilhe essa tarefa com seus vizinhos. Ensine que ela nunca deve se afastar de casa sem dizer para onde vai e sem pedir permissão. - A carona ainda é o meio mais comum para o desaparecimento de crianças. Explique que, mesmo que a criança conheça a pessoa, ela só deve aceitar depois de pedir permissão aos pais ou responsáveis. - É fundamental que os pais conheçam os amigos dos seus filhos e quem são os familiares desses amigos. Os pais devem estar alerta para o acesso dos seus filhos à Internet.

ORIENTAR É PREVENIR
Converse sempre com a criança. Explique que você precisa saber com quem e aonde ela vai estar. Peça que deixe endereço, telefone e o nome de uma pessoa responsável. Determine a hora em que ela deve estar de volta.

Quando a criança estiver brincando na rua, procure ficar atento. Compartilhe essa tarefa com seus vizinhos. Ensine que ela nunca deve se afastar de casa sem dizer para onde vai e muito menos sem pedir permissão.

A carona ainda é o meio mais comum para o desapa-recimento de crianças. Explique que, mesmo que a criança conheça a pessoa que está oferecendo a carona, só deve aceitar depois de pedir permissão.


Portal Esperança
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Organização-não governamental, que surgiu em 1999 a partir da experiência de um pai cuja filha foi raptada, é exemplo de solidariedade em Santa Catarina

A organização não-governamental Portal da Esperança SOS Criança, criada em 1999 para prevenir e localizar crianças desaparecidas em Santa Catarina, ajudou a localizar 16 crianças e adolescentes nos últimos dois anos. Desses 16 casos, oito são catarinenses. As localizações, segundo o criador do portal, Gerson Rumayor, resultam da parceria e da colaboração de muitas pessoas e entidades. A Assembléia Legislativa é parceira do portal veiculando fotos das crianças desaparecidas no AL Notícias e na TV AL. Gerson, que há 15 anos viveu a experiência de ter uma filha desaparecida, disse que a situação o ajudou a entender o que sente quem tem seus filhos “roubados” do convívio familiar, muitas vezes pelos próprios familiares – normalmente o pai ou a mãe. Grande parte do dia do coordenador do portal é dedicado a ajudar pessoas que procuram pelos filhos desaparecidos. Segundo Rumayor, a dificuldade em localizar essas crianças e adolescentes está na falta de uma delegacia especializada em Santa Catarina – uma antiga reivindicação do Portal da Esperança SOS Criança. Rumayor lembra que, como não existe troca de informações entre as delegacias do estado e nem a interligação com as do país, não é possível saber o número de desaparecimentos em Santa Catarina. Outro problema é como são registrados os boletins de ocorrência. “Um boletim de ocorrência de um furto de bicicleta, por exemplo, tem o mesmo tratamento do boletim de uma criança desaparecida, o que é lamentável.” Mas Gerson Rumayor destaca que, apesar das dificuldades, algumas delegacias se destacam na localização de crianças e adolescentes. “É o caso da 6ª Delegacia de Polícia de Florianópolis, que sempre teve atenção e dedicação a essa causa”, frisou.

48 horas
Segundo o Ministério da Justiça, entre 80% e 90% das crianças são localizadas em até 48 horas após o ocorrido. Para o Portal da Esperança, é primordial que ocorra uma divulgação maciça assim que uma ocorrência for registrada. Desde 2005 não é preciso mais esperar 24 horas para começar a busca, conforme a lei. A maioria dos casos acontece com crianças de mais de dez anos, que fogem da casa dos pais, muitas vezes devido à violência doméstica. À primeira vista, diz Gerson, os números de localizações parecem positivos, mas é preciso ter consciência que os não localizados somam de 4 mil a 6 mil casos por ano. Ele defende a regulamentação da Lei 14.371, promulgada em 2008, de autoria do deputado Julio Garcia, que cria o Serviço de Investigação de Crianças e Adolescentes Desaparecidos.

Prevenção é ainda a maior arma
- Converse sempre com a criança. Explique que você precisa saber com quem e onde ela vai estar. Peça que deixe endereço, telefone e o nome de um responsável. Determine a hora em que ela deve estar de volta. - Quando a criança estiver brincando na rua procure ficar atento. Compartilhe essa tarefa com seus vizinhos. Ensine que ela nunca deve se afastar de casa sem dizer para onde vai e sem pedir permissão. - A carona ainda é o meio mais comum para o desaparecimento de crianças. Explique que, mesmo que a criança conheça a pessoa, ela só deve aceitar depois de pedir permissão aos pais ou responsáveis. - É fundamental que os pais conheçam os amigos dos seus filhos e quem são os familiares desses amigos. Os pais devem estar alerta para o acesso dos seus filhos à Internet.

ORIENTAR É PREVENIR
Converse sempre com a criança. Explique que você precisa saber com quem e aonde ela vai estar. Peça que deixe endereço, telefone e o nome de uma pessoa responsável. Determine a hora em que ela deve estar de volta.

Quando a criança estiver brincando na rua, procure ficar atento. Compartilhe essa tarefa com seus vizinhos. Ensine que ela nunca deve se afastar de casa sem dizer para onde vai e muito menos sem pedir permissão.

A carona ainda é o meio mais comum para o desapa-recimento de crianças. Explique que, mesmo que a criança conheça a pessoa que está oferecendo a carona, só deve aceitar depois de pedir permissão.


Portal Esperança
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Com temas adultos e críticas ácidas em suas tirinhas, jovem desenhista já recebeu elogios de chargistas como Luis Fernando Veríssimo e Orlando Pedroso
"Precisei de uma vida inteira para aprender a desenhar como as crianças”. A constatação do pintor espanhol Pablo Picasso no fim de sua carreira reflete o valor da criatividade infantil no processo artístico. Esta liberdade de pensamento, aliada a uma capacidade técnica nata, caracteriza a obra do jovem cartunista João Montanaro. Aos trezes anos, o garoto surpreende velhos desenhistas com suas tirinhas e mostra que é possível amadurecer profissionalmente, sem perder a naturalidade criativa da infância.
Nascido em 1996, João Montanaro realizou o sonho de muitos profissionais: transformou em ofício sua principal diversão. Apesar dos estudos e atividades cotidianas, ele tenta desenhar todos os dias e se diz muito feliz com o reconhecimento de seu trabalho. “É muito legal receber todos esses elogios”, conta o desenhista que ficou conhecido após divulgar suas tirinhas na internet. A maratona de entrevistas, convites e viagens que surgiram no último ano não parecem incomodar o jovem artista, que já teve suas charges publicadas na revista de humor MAD e recebeu elogios rasgados de diversos cartunistas consagrados.
João começou a desenhar aos 6 anos. Influenciado por tirinhas de jornais, o garoto copiava personagens e exibia para a família. Aliás, foi na família que ele encontrou o suporte necessário para desenvolver seu trabalho. Ao perceber o talento do filho, o publicitário Mário Barbosa, passou a incentivar a atividade, comprando material para desenho. O garoto, que começou a pintar com canetas bic, hoje, utiliza nanquim e aquarela e classifica o pai como “maior fã e maior crítico” de seus trabalhos. Ele ainda assegurou que os irmãos – um gêmeo e um mais novo – servem de referência para verificar a qualidade das tirinhas. “Se eles esboçam um sorrisinho, sei que a piada é boa”, conta.


João diz que nunca gostou de usar programas de computador para desenhar e a ideia do blog só surgiu em 2008, quando percebeu que poderia expor sua arte para pessoas interessadas. “Meus amigos não curtem, acho que não entendem. Resolvi divulgar minhas tirinhas quando vi que era fácil fazer um blog”, explica o artista que escaneia suas obras para publicar na internet.
Seu trabalho ainda surpreende pelos temas abordados. Críticas a líderes mundiais, como o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad, peças cômicas, como a caricatura do psicanalista Sigmund Freud, fazem parte do repertório de João e revelam uma maturidade espantosa para um artista que acabou de completar treze anos de idade.
A maturidade de João Montanaro também se revela nas expectativas que tem em relação ao seu trabalho. Sem se deslumbrar com o sucesso precoce, João responde naturalmente quando indagado sobre o que vai ser quando crescer. “Eu vivo o dia de hoje. Acho que posso fazer muitas coisas que envolvam desenho, mas acho que ainda é cedo para responder”, diz, dando uma aula de humildade para os mais afoitos pelo estrelato.
Revista Época
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:59  comentar

Com temas adultos e críticas ácidas em suas tirinhas, jovem desenhista já recebeu elogios de chargistas como Luis Fernando Veríssimo e Orlando Pedroso
"Precisei de uma vida inteira para aprender a desenhar como as crianças”. A constatação do pintor espanhol Pablo Picasso no fim de sua carreira reflete o valor da criatividade infantil no processo artístico. Esta liberdade de pensamento, aliada a uma capacidade técnica nata, caracteriza a obra do jovem cartunista João Montanaro. Aos trezes anos, o garoto surpreende velhos desenhistas com suas tirinhas e mostra que é possível amadurecer profissionalmente, sem perder a naturalidade criativa da infância.
Nascido em 1996, João Montanaro realizou o sonho de muitos profissionais: transformou em ofício sua principal diversão. Apesar dos estudos e atividades cotidianas, ele tenta desenhar todos os dias e se diz muito feliz com o reconhecimento de seu trabalho. “É muito legal receber todos esses elogios”, conta o desenhista que ficou conhecido após divulgar suas tirinhas na internet. A maratona de entrevistas, convites e viagens que surgiram no último ano não parecem incomodar o jovem artista, que já teve suas charges publicadas na revista de humor MAD e recebeu elogios rasgados de diversos cartunistas consagrados.
João começou a desenhar aos 6 anos. Influenciado por tirinhas de jornais, o garoto copiava personagens e exibia para a família. Aliás, foi na família que ele encontrou o suporte necessário para desenvolver seu trabalho. Ao perceber o talento do filho, o publicitário Mário Barbosa, passou a incentivar a atividade, comprando material para desenho. O garoto, que começou a pintar com canetas bic, hoje, utiliza nanquim e aquarela e classifica o pai como “maior fã e maior crítico” de seus trabalhos. Ele ainda assegurou que os irmãos – um gêmeo e um mais novo – servem de referência para verificar a qualidade das tirinhas. “Se eles esboçam um sorrisinho, sei que a piada é boa”, conta.


João diz que nunca gostou de usar programas de computador para desenhar e a ideia do blog só surgiu em 2008, quando percebeu que poderia expor sua arte para pessoas interessadas. “Meus amigos não curtem, acho que não entendem. Resolvi divulgar minhas tirinhas quando vi que era fácil fazer um blog”, explica o artista que escaneia suas obras para publicar na internet.
Seu trabalho ainda surpreende pelos temas abordados. Críticas a líderes mundiais, como o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad, peças cômicas, como a caricatura do psicanalista Sigmund Freud, fazem parte do repertório de João e revelam uma maturidade espantosa para um artista que acabou de completar treze anos de idade.
A maturidade de João Montanaro também se revela nas expectativas que tem em relação ao seu trabalho. Sem se deslumbrar com o sucesso precoce, João responde naturalmente quando indagado sobre o que vai ser quando crescer. “Eu vivo o dia de hoje. Acho que posso fazer muitas coisas que envolvam desenho, mas acho que ainda é cedo para responder”, diz, dando uma aula de humildade para os mais afoitos pelo estrelato.
Revista Época
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Com temas adultos e críticas ácidas em suas tirinhas, jovem desenhista já recebeu elogios de chargistas como Luis Fernando Veríssimo e Orlando Pedroso
"Precisei de uma vida inteira para aprender a desenhar como as crianças”. A constatação do pintor espanhol Pablo Picasso no fim de sua carreira reflete o valor da criatividade infantil no processo artístico. Esta liberdade de pensamento, aliada a uma capacidade técnica nata, caracteriza a obra do jovem cartunista João Montanaro. Aos trezes anos, o garoto surpreende velhos desenhistas com suas tirinhas e mostra que é possível amadurecer profissionalmente, sem perder a naturalidade criativa da infância.
Nascido em 1996, João Montanaro realizou o sonho de muitos profissionais: transformou em ofício sua principal diversão. Apesar dos estudos e atividades cotidianas, ele tenta desenhar todos os dias e se diz muito feliz com o reconhecimento de seu trabalho. “É muito legal receber todos esses elogios”, conta o desenhista que ficou conhecido após divulgar suas tirinhas na internet. A maratona de entrevistas, convites e viagens que surgiram no último ano não parecem incomodar o jovem artista, que já teve suas charges publicadas na revista de humor MAD e recebeu elogios rasgados de diversos cartunistas consagrados.
João começou a desenhar aos 6 anos. Influenciado por tirinhas de jornais, o garoto copiava personagens e exibia para a família. Aliás, foi na família que ele encontrou o suporte necessário para desenvolver seu trabalho. Ao perceber o talento do filho, o publicitário Mário Barbosa, passou a incentivar a atividade, comprando material para desenho. O garoto, que começou a pintar com canetas bic, hoje, utiliza nanquim e aquarela e classifica o pai como “maior fã e maior crítico” de seus trabalhos. Ele ainda assegurou que os irmãos – um gêmeo e um mais novo – servem de referência para verificar a qualidade das tirinhas. “Se eles esboçam um sorrisinho, sei que a piada é boa”, conta.


João diz que nunca gostou de usar programas de computador para desenhar e a ideia do blog só surgiu em 2008, quando percebeu que poderia expor sua arte para pessoas interessadas. “Meus amigos não curtem, acho que não entendem. Resolvi divulgar minhas tirinhas quando vi que era fácil fazer um blog”, explica o artista que escaneia suas obras para publicar na internet.
Seu trabalho ainda surpreende pelos temas abordados. Críticas a líderes mundiais, como o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad, peças cômicas, como a caricatura do psicanalista Sigmund Freud, fazem parte do repertório de João e revelam uma maturidade espantosa para um artista que acabou de completar treze anos de idade.
A maturidade de João Montanaro também se revela nas expectativas que tem em relação ao seu trabalho. Sem se deslumbrar com o sucesso precoce, João responde naturalmente quando indagado sobre o que vai ser quando crescer. “Eu vivo o dia de hoje. Acho que posso fazer muitas coisas que envolvam desenho, mas acho que ainda é cedo para responder”, diz, dando uma aula de humildade para os mais afoitos pelo estrelato.
Revista Época
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Com temas adultos e críticas ácidas em suas tirinhas, jovem desenhista já recebeu elogios de chargistas como Luis Fernando Veríssimo e Orlando Pedroso
"Precisei de uma vida inteira para aprender a desenhar como as crianças”. A constatação do pintor espanhol Pablo Picasso no fim de sua carreira reflete o valor da criatividade infantil no processo artístico. Esta liberdade de pensamento, aliada a uma capacidade técnica nata, caracteriza a obra do jovem cartunista João Montanaro. Aos trezes anos, o garoto surpreende velhos desenhistas com suas tirinhas e mostra que é possível amadurecer profissionalmente, sem perder a naturalidade criativa da infância.
Nascido em 1996, João Montanaro realizou o sonho de muitos profissionais: transformou em ofício sua principal diversão. Apesar dos estudos e atividades cotidianas, ele tenta desenhar todos os dias e se diz muito feliz com o reconhecimento de seu trabalho. “É muito legal receber todos esses elogios”, conta o desenhista que ficou conhecido após divulgar suas tirinhas na internet. A maratona de entrevistas, convites e viagens que surgiram no último ano não parecem incomodar o jovem artista, que já teve suas charges publicadas na revista de humor MAD e recebeu elogios rasgados de diversos cartunistas consagrados.
João começou a desenhar aos 6 anos. Influenciado por tirinhas de jornais, o garoto copiava personagens e exibia para a família. Aliás, foi na família que ele encontrou o suporte necessário para desenvolver seu trabalho. Ao perceber o talento do filho, o publicitário Mário Barbosa, passou a incentivar a atividade, comprando material para desenho. O garoto, que começou a pintar com canetas bic, hoje, utiliza nanquim e aquarela e classifica o pai como “maior fã e maior crítico” de seus trabalhos. Ele ainda assegurou que os irmãos – um gêmeo e um mais novo – servem de referência para verificar a qualidade das tirinhas. “Se eles esboçam um sorrisinho, sei que a piada é boa”, conta.


João diz que nunca gostou de usar programas de computador para desenhar e a ideia do blog só surgiu em 2008, quando percebeu que poderia expor sua arte para pessoas interessadas. “Meus amigos não curtem, acho que não entendem. Resolvi divulgar minhas tirinhas quando vi que era fácil fazer um blog”, explica o artista que escaneia suas obras para publicar na internet.
Seu trabalho ainda surpreende pelos temas abordados. Críticas a líderes mundiais, como o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad, peças cômicas, como a caricatura do psicanalista Sigmund Freud, fazem parte do repertório de João e revelam uma maturidade espantosa para um artista que acabou de completar treze anos de idade.
A maturidade de João Montanaro também se revela nas expectativas que tem em relação ao seu trabalho. Sem se deslumbrar com o sucesso precoce, João responde naturalmente quando indagado sobre o que vai ser quando crescer. “Eu vivo o dia de hoje. Acho que posso fazer muitas coisas que envolvam desenho, mas acho que ainda é cedo para responder”, diz, dando uma aula de humildade para os mais afoitos pelo estrelato.
Revista Época
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RIO - O público aguardou ansiosamente pouco mais de um mês e neste domingo a escocesa Susan Boyle, de 47 anos, arrancou suspiros da platéia ao cantar "Memory", do musical "Cats", na semifinal do programa de calouros "Britain's Got a Talent", da emissora inglesa ITV. A cantora estará na grande final, que acontecerá no próximo sábado.
Aparentemente nervosa para a tão esperada apresentação, Susan usava um vestido roxo e investiu bem mais no visual do que na primeira performance no programa. A escocesa fez um penteado no cabelo, caprichou na maquiagem e fez até a sobrancelha.
A cantora foi aplaudida de pé pelos três jurados e pela plateia.
- Você é uma senhorita especial, tenho que dizer que é - disse o jurado Simon Cowell.
- Que pressão? - respondeu a cantora ao ser questionada se estava nervosa.
- Foi muito bom hoje à noite, gostei muito. Estou muito feliz de estar aqui e agradeço a todos pelo apoio.


O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:47  comentar

RIO - O público aguardou ansiosamente pouco mais de um mês e neste domingo a escocesa Susan Boyle, de 47 anos, arrancou suspiros da platéia ao cantar "Memory", do musical "Cats", na semifinal do programa de calouros "Britain's Got a Talent", da emissora inglesa ITV. A cantora estará na grande final, que acontecerá no próximo sábado.
Aparentemente nervosa para a tão esperada apresentação, Susan usava um vestido roxo e investiu bem mais no visual do que na primeira performance no programa. A escocesa fez um penteado no cabelo, caprichou na maquiagem e fez até a sobrancelha.
A cantora foi aplaudida de pé pelos três jurados e pela plateia.
- Você é uma senhorita especial, tenho que dizer que é - disse o jurado Simon Cowell.
- Que pressão? - respondeu a cantora ao ser questionada se estava nervosa.
- Foi muito bom hoje à noite, gostei muito. Estou muito feliz de estar aqui e agradeço a todos pelo apoio.


O Globo On Line
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RIO - O público aguardou ansiosamente pouco mais de um mês e neste domingo a escocesa Susan Boyle, de 47 anos, arrancou suspiros da platéia ao cantar "Memory", do musical "Cats", na semifinal do programa de calouros "Britain's Got a Talent", da emissora inglesa ITV. A cantora estará na grande final, que acontecerá no próximo sábado.
Aparentemente nervosa para a tão esperada apresentação, Susan usava um vestido roxo e investiu bem mais no visual do que na primeira performance no programa. A escocesa fez um penteado no cabelo, caprichou na maquiagem e fez até a sobrancelha.
A cantora foi aplaudida de pé pelos três jurados e pela plateia.
- Você é uma senhorita especial, tenho que dizer que é - disse o jurado Simon Cowell.
- Que pressão? - respondeu a cantora ao ser questionada se estava nervosa.
- Foi muito bom hoje à noite, gostei muito. Estou muito feliz de estar aqui e agradeço a todos pelo apoio.


O Globo On Line
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RIO - O público aguardou ansiosamente pouco mais de um mês e neste domingo a escocesa Susan Boyle, de 47 anos, arrancou suspiros da platéia ao cantar "Memory", do musical "Cats", na semifinal do programa de calouros "Britain's Got a Talent", da emissora inglesa ITV. A cantora estará na grande final, que acontecerá no próximo sábado.
Aparentemente nervosa para a tão esperada apresentação, Susan usava um vestido roxo e investiu bem mais no visual do que na primeira performance no programa. A escocesa fez um penteado no cabelo, caprichou na maquiagem e fez até a sobrancelha.
A cantora foi aplaudida de pé pelos três jurados e pela plateia.
- Você é uma senhorita especial, tenho que dizer que é - disse o jurado Simon Cowell.
- Que pressão? - respondeu a cantora ao ser questionada se estava nervosa.
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O Globo On Line
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Os juízes brasileiros descobriram a eficiência do Cadastro Nacional de Adoção (CNA) e estão contribuindo para sua atualização. A maioria dos Tribunais estaduais está enviando regularmente os dados de seus Estados, o que facilita a busca de pretendentes e a redução do prazo no processo. Atualmente estão cadastradas no CNA 2.585 crianças aptas a serem adotadas para 17.985 pais em busca de um filho. Nesta segunda-feira (25/05), comemora-se o Dia Nacional da Adoção.
Segundo juíza Cristiana de Faria Cordeiro, membro do Comitê Gestor do Cadastro Nacional de Adoção, esse número é desigual porque a maioria das pessoas cadastradas deseja uma criança sem problemas de saúde, de cor branca, do sexo feminino e recém nascida. “A demora para a adoção, muitas vezes criticada, deve-se mais pela exigência dos casais do que pela lentidão da Justiça”, lembrou a juíza.
Pelo último balanço do CNA, São Paulo é o Estado que possui o maior número de crianças cadastradas. São 5.863 pretendentes para 1.102 crianças que aguardam adoção. O segundo Estado é o Paraná, com 3.154 pretendes para 296 crianças, em terceiro está Minas Gerais com 2.341 pretendentes para 254 crianças. Já o Distrito Federal é a unidade da federação onde a relação é mais equilibrada: são 182 crianças aptas à adoção para 414 pretendentes.
O Cadastro Nacional de Adoção foi lançado há um ano para ser um instrumento para facilitar as adoções. Por meio do Cadastro, há possibilidade de os juízes terem informações de outras varas da Infância e Juventude e ampliar as chances de adoção entre comarcas e Estado.


O barriga verde
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Os juízes brasileiros descobriram a eficiência do Cadastro Nacional de Adoção (CNA) e estão contribuindo para sua atualização. A maioria dos Tribunais estaduais está enviando regularmente os dados de seus Estados, o que facilita a busca de pretendentes e a redução do prazo no processo. Atualmente estão cadastradas no CNA 2.585 crianças aptas a serem adotadas para 17.985 pais em busca de um filho. Nesta segunda-feira (25/05), comemora-se o Dia Nacional da Adoção.
Segundo juíza Cristiana de Faria Cordeiro, membro do Comitê Gestor do Cadastro Nacional de Adoção, esse número é desigual porque a maioria das pessoas cadastradas deseja uma criança sem problemas de saúde, de cor branca, do sexo feminino e recém nascida. “A demora para a adoção, muitas vezes criticada, deve-se mais pela exigência dos casais do que pela lentidão da Justiça”, lembrou a juíza.
Pelo último balanço do CNA, São Paulo é o Estado que possui o maior número de crianças cadastradas. São 5.863 pretendentes para 1.102 crianças que aguardam adoção. O segundo Estado é o Paraná, com 3.154 pretendes para 296 crianças, em terceiro está Minas Gerais com 2.341 pretendentes para 254 crianças. Já o Distrito Federal é a unidade da federação onde a relação é mais equilibrada: são 182 crianças aptas à adoção para 414 pretendentes.
O Cadastro Nacional de Adoção foi lançado há um ano para ser um instrumento para facilitar as adoções. Por meio do Cadastro, há possibilidade de os juízes terem informações de outras varas da Infância e Juventude e ampliar as chances de adoção entre comarcas e Estado.


O barriga verde
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Os juízes brasileiros descobriram a eficiência do Cadastro Nacional de Adoção (CNA) e estão contribuindo para sua atualização. A maioria dos Tribunais estaduais está enviando regularmente os dados de seus Estados, o que facilita a busca de pretendentes e a redução do prazo no processo. Atualmente estão cadastradas no CNA 2.585 crianças aptas a serem adotadas para 17.985 pais em busca de um filho. Nesta segunda-feira (25/05), comemora-se o Dia Nacional da Adoção.
Segundo juíza Cristiana de Faria Cordeiro, membro do Comitê Gestor do Cadastro Nacional de Adoção, esse número é desigual porque a maioria das pessoas cadastradas deseja uma criança sem problemas de saúde, de cor branca, do sexo feminino e recém nascida. “A demora para a adoção, muitas vezes criticada, deve-se mais pela exigência dos casais do que pela lentidão da Justiça”, lembrou a juíza.
Pelo último balanço do CNA, São Paulo é o Estado que possui o maior número de crianças cadastradas. São 5.863 pretendentes para 1.102 crianças que aguardam adoção. O segundo Estado é o Paraná, com 3.154 pretendes para 296 crianças, em terceiro está Minas Gerais com 2.341 pretendentes para 254 crianças. Já o Distrito Federal é a unidade da federação onde a relação é mais equilibrada: são 182 crianças aptas à adoção para 414 pretendentes.
O Cadastro Nacional de Adoção foi lançado há um ano para ser um instrumento para facilitar as adoções. Por meio do Cadastro, há possibilidade de os juízes terem informações de outras varas da Infância e Juventude e ampliar as chances de adoção entre comarcas e Estado.


O barriga verde
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Os juízes brasileiros descobriram a eficiência do Cadastro Nacional de Adoção (CNA) e estão contribuindo para sua atualização. A maioria dos Tribunais estaduais está enviando regularmente os dados de seus Estados, o que facilita a busca de pretendentes e a redução do prazo no processo. Atualmente estão cadastradas no CNA 2.585 crianças aptas a serem adotadas para 17.985 pais em busca de um filho. Nesta segunda-feira (25/05), comemora-se o Dia Nacional da Adoção.
Segundo juíza Cristiana de Faria Cordeiro, membro do Comitê Gestor do Cadastro Nacional de Adoção, esse número é desigual porque a maioria das pessoas cadastradas deseja uma criança sem problemas de saúde, de cor branca, do sexo feminino e recém nascida. “A demora para a adoção, muitas vezes criticada, deve-se mais pela exigência dos casais do que pela lentidão da Justiça”, lembrou a juíza.
Pelo último balanço do CNA, São Paulo é o Estado que possui o maior número de crianças cadastradas. São 5.863 pretendentes para 1.102 crianças que aguardam adoção. O segundo Estado é o Paraná, com 3.154 pretendes para 296 crianças, em terceiro está Minas Gerais com 2.341 pretendentes para 254 crianças. Já o Distrito Federal é a unidade da federação onde a relação é mais equilibrada: são 182 crianças aptas à adoção para 414 pretendentes.
O Cadastro Nacional de Adoção foi lançado há um ano para ser um instrumento para facilitar as adoções. Por meio do Cadastro, há possibilidade de os juízes terem informações de outras varas da Infância e Juventude e ampliar as chances de adoção entre comarcas e Estado.


O barriga verde
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Durante toda a semana, uma ação promovida pelo Gead e pela 2ª Vara no Plaza Shopping conscientiza sobre a importância do gesto e oferece orientação jurídica gratuita

Nesta segunda-feira (25) é o Dia Nacional da Adoção. Estima-se que, no Brasil, existem cerca de 80 mil meninas e meninos espalhados pelos abrigos - é quase o número total de habitantes de Igarassu, cidade da Região Metropolitana do Recife. Para adotar um filho, é preciso seguir as normas da justiça. Também é necessário ter equilíbrio psicológico para lidar com as situações que podem surgir no futuro. Adoção é para sempre? Quais os direitos e deveres de pais e filhos? São muitas dúvidas.
Para responder a essas e outras questões, o juiz Élio Braz, da 2ª Vara da Infância e Juventude, e Eneri Albuquerque, vice-presidente do Grupo de Estudos e Apoio à Adoção (Gead) foram ao Bom Dia Pernambuco desta segunda. Atualmente existem cerca de 400 crianças nos mais de 30 abrigos pernambucanos.
A especialista Eneri Albuquerque explica que as crianças que aguardam a adoção precisam ter um acompanhamento psicológico. “Os abrigos têm equipes compostas de psicólogos, assistentes sociais, profissionais responsáveis por essa área”, diz. Os futuros pais também passam por uma avaliação. “Fazemos um estudo psicossocial dos pretendentes”.
O Gead também possui um grupo de apoio para preparar os pretendentes à adoção, composto por pais que já adotaram. “As pessoas hoje estão mais abertas para adotar grupos de irmãos, maiores, por exemplo”.

Segundo o juiz Élio Braz, a lei proíbe separar os irmãos. “O que a justiça faz é reencaminhar essas crianças para parentes, uma avó ou um tio, se eles tiverem condições”. Ele lembra um caso recente. “Uma família acabou de adotar quatro irmãos, de oito a 15 anos, aqui no Recife”, conta. “Foi uma grande surpresa para nós. O preconceito está sendo vencido pelo amor”.

Eneri Albuquerque diz que o segredo para que a criança não se sinta rejeitada no futuro é contar a verdade para ela desde pequena. “Quanto mais cedo, os estudiosos recomendam por volta dos dois anos de idade”, afirma.
“Os pais devem dizer que ela é filha adotiva e a deixar buscar as origens, se ela quiser. Também é importante usar livros e filmes infantis com personagens adotados, para criança se sentir inserida”.
O juiz concorda. “A criança tem seu tempo, ela vai querer saber de onde veio. A adoção é um processo que acontece com todas as pessoas, mesmo nossos pais biológicos tiveram de nos adotar”, completa. “Não há diferença entre o filho biológico e o adotivo, todos os direitos, inclusive previdenciários, estão garantidos”.

REQUISITOS
Para dar entrada em um processo de adoção, é preciso ter mais de 18 anos, dispor de boas condições de saúde física e moral, ter endereço fixo e uma renda que possibilite a pessoa sustentar a criança. “Tudo isso tem que ser comprovado com documentos”, observa o juiz.
“Basta entrar em contato com o juizado, dizer as características que espera da criança, e nós vamos encaminhar. É preciso apenas ter amor no coração, não há preconceitos com cor ou opção sexual”.
Élio Braz lembra que já existe um cadastro nacional de adoção, que é utilizado para fazer um cruzamento dos dados das crianças e dos casais de todo o país. “O Recife já tem três crianças adotadas por pais de outros estados brasileiros”, conta. As crianças maiores também podem ser apadrinhadas.
O juiz afirma também que, no caso de a pessoa encontrar uma criança abandonada, o procedimento recomendado é levá-la à justiça ou à polícia para fazer a ocorrência. “O bebê pode ter sido fruto de roubo e você pode estar levando um problema para casa”, adverte.
Durante toda a semana, representantes da 2ª Vara da Infância e da Juventude, do Gead e de outras entidades de apoio à adoção realizam uma ação para comemorar a Semana da Adoção no Plaza Shopping de Casa Forte. “Estarei lá pessoalmente respondendo perguntas e dando informações às pessoas”, garante o juiz Élio Braz. O evento segue até este domingo (31).
A 2ª Vara da Infância e da Juventude fica na Rua Dr. João Fernandes Vieira, 405, no bairro da Boa Vista, no Recife. O telefone do juizado é o (81) 3412-3000. Já o Gead fica na Rua Padre Landim, 312, Torre. O grupo promove reuniões mensais, sempre aos segundos sábados do mês, às 16h.


Da Redação do pe360graus.com
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Durante toda a semana, uma ação promovida pelo Gead e pela 2ª Vara no Plaza Shopping conscientiza sobre a importância do gesto e oferece orientação jurídica gratuita

Nesta segunda-feira (25) é o Dia Nacional da Adoção. Estima-se que, no Brasil, existem cerca de 80 mil meninas e meninos espalhados pelos abrigos - é quase o número total de habitantes de Igarassu, cidade da Região Metropolitana do Recife. Para adotar um filho, é preciso seguir as normas da justiça. Também é necessário ter equilíbrio psicológico para lidar com as situações que podem surgir no futuro. Adoção é para sempre? Quais os direitos e deveres de pais e filhos? São muitas dúvidas.
Para responder a essas e outras questões, o juiz Élio Braz, da 2ª Vara da Infância e Juventude, e Eneri Albuquerque, vice-presidente do Grupo de Estudos e Apoio à Adoção (Gead) foram ao Bom Dia Pernambuco desta segunda. Atualmente existem cerca de 400 crianças nos mais de 30 abrigos pernambucanos.
A especialista Eneri Albuquerque explica que as crianças que aguardam a adoção precisam ter um acompanhamento psicológico. “Os abrigos têm equipes compostas de psicólogos, assistentes sociais, profissionais responsáveis por essa área”, diz. Os futuros pais também passam por uma avaliação. “Fazemos um estudo psicossocial dos pretendentes”.
O Gead também possui um grupo de apoio para preparar os pretendentes à adoção, composto por pais que já adotaram. “As pessoas hoje estão mais abertas para adotar grupos de irmãos, maiores, por exemplo”.

Segundo o juiz Élio Braz, a lei proíbe separar os irmãos. “O que a justiça faz é reencaminhar essas crianças para parentes, uma avó ou um tio, se eles tiverem condições”. Ele lembra um caso recente. “Uma família acabou de adotar quatro irmãos, de oito a 15 anos, aqui no Recife”, conta. “Foi uma grande surpresa para nós. O preconceito está sendo vencido pelo amor”.

Eneri Albuquerque diz que o segredo para que a criança não se sinta rejeitada no futuro é contar a verdade para ela desde pequena. “Quanto mais cedo, os estudiosos recomendam por volta dos dois anos de idade”, afirma.
“Os pais devem dizer que ela é filha adotiva e a deixar buscar as origens, se ela quiser. Também é importante usar livros e filmes infantis com personagens adotados, para criança se sentir inserida”.
O juiz concorda. “A criança tem seu tempo, ela vai querer saber de onde veio. A adoção é um processo que acontece com todas as pessoas, mesmo nossos pais biológicos tiveram de nos adotar”, completa. “Não há diferença entre o filho biológico e o adotivo, todos os direitos, inclusive previdenciários, estão garantidos”.

REQUISITOS
Para dar entrada em um processo de adoção, é preciso ter mais de 18 anos, dispor de boas condições de saúde física e moral, ter endereço fixo e uma renda que possibilite a pessoa sustentar a criança. “Tudo isso tem que ser comprovado com documentos”, observa o juiz.
“Basta entrar em contato com o juizado, dizer as características que espera da criança, e nós vamos encaminhar. É preciso apenas ter amor no coração, não há preconceitos com cor ou opção sexual”.
Élio Braz lembra que já existe um cadastro nacional de adoção, que é utilizado para fazer um cruzamento dos dados das crianças e dos casais de todo o país. “O Recife já tem três crianças adotadas por pais de outros estados brasileiros”, conta. As crianças maiores também podem ser apadrinhadas.
O juiz afirma também que, no caso de a pessoa encontrar uma criança abandonada, o procedimento recomendado é levá-la à justiça ou à polícia para fazer a ocorrência. “O bebê pode ter sido fruto de roubo e você pode estar levando um problema para casa”, adverte.
Durante toda a semana, representantes da 2ª Vara da Infância e da Juventude, do Gead e de outras entidades de apoio à adoção realizam uma ação para comemorar a Semana da Adoção no Plaza Shopping de Casa Forte. “Estarei lá pessoalmente respondendo perguntas e dando informações às pessoas”, garante o juiz Élio Braz. O evento segue até este domingo (31).
A 2ª Vara da Infância e da Juventude fica na Rua Dr. João Fernandes Vieira, 405, no bairro da Boa Vista, no Recife. O telefone do juizado é o (81) 3412-3000. Já o Gead fica na Rua Padre Landim, 312, Torre. O grupo promove reuniões mensais, sempre aos segundos sábados do mês, às 16h.


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Durante toda a semana, uma ação promovida pelo Gead e pela 2ª Vara no Plaza Shopping conscientiza sobre a importância do gesto e oferece orientação jurídica gratuita

Nesta segunda-feira (25) é o Dia Nacional da Adoção. Estima-se que, no Brasil, existem cerca de 80 mil meninas e meninos espalhados pelos abrigos - é quase o número total de habitantes de Igarassu, cidade da Região Metropolitana do Recife. Para adotar um filho, é preciso seguir as normas da justiça. Também é necessário ter equilíbrio psicológico para lidar com as situações que podem surgir no futuro. Adoção é para sempre? Quais os direitos e deveres de pais e filhos? São muitas dúvidas.
Para responder a essas e outras questões, o juiz Élio Braz, da 2ª Vara da Infância e Juventude, e Eneri Albuquerque, vice-presidente do Grupo de Estudos e Apoio à Adoção (Gead) foram ao Bom Dia Pernambuco desta segunda. Atualmente existem cerca de 400 crianças nos mais de 30 abrigos pernambucanos.
A especialista Eneri Albuquerque explica que as crianças que aguardam a adoção precisam ter um acompanhamento psicológico. “Os abrigos têm equipes compostas de psicólogos, assistentes sociais, profissionais responsáveis por essa área”, diz. Os futuros pais também passam por uma avaliação. “Fazemos um estudo psicossocial dos pretendentes”.
O Gead também possui um grupo de apoio para preparar os pretendentes à adoção, composto por pais que já adotaram. “As pessoas hoje estão mais abertas para adotar grupos de irmãos, maiores, por exemplo”.

Segundo o juiz Élio Braz, a lei proíbe separar os irmãos. “O que a justiça faz é reencaminhar essas crianças para parentes, uma avó ou um tio, se eles tiverem condições”. Ele lembra um caso recente. “Uma família acabou de adotar quatro irmãos, de oito a 15 anos, aqui no Recife”, conta. “Foi uma grande surpresa para nós. O preconceito está sendo vencido pelo amor”.

Eneri Albuquerque diz que o segredo para que a criança não se sinta rejeitada no futuro é contar a verdade para ela desde pequena. “Quanto mais cedo, os estudiosos recomendam por volta dos dois anos de idade”, afirma.
“Os pais devem dizer que ela é filha adotiva e a deixar buscar as origens, se ela quiser. Também é importante usar livros e filmes infantis com personagens adotados, para criança se sentir inserida”.
O juiz concorda. “A criança tem seu tempo, ela vai querer saber de onde veio. A adoção é um processo que acontece com todas as pessoas, mesmo nossos pais biológicos tiveram de nos adotar”, completa. “Não há diferença entre o filho biológico e o adotivo, todos os direitos, inclusive previdenciários, estão garantidos”.

REQUISITOS
Para dar entrada em um processo de adoção, é preciso ter mais de 18 anos, dispor de boas condições de saúde física e moral, ter endereço fixo e uma renda que possibilite a pessoa sustentar a criança. “Tudo isso tem que ser comprovado com documentos”, observa o juiz.
“Basta entrar em contato com o juizado, dizer as características que espera da criança, e nós vamos encaminhar. É preciso apenas ter amor no coração, não há preconceitos com cor ou opção sexual”.
Élio Braz lembra que já existe um cadastro nacional de adoção, que é utilizado para fazer um cruzamento dos dados das crianças e dos casais de todo o país. “O Recife já tem três crianças adotadas por pais de outros estados brasileiros”, conta. As crianças maiores também podem ser apadrinhadas.
O juiz afirma também que, no caso de a pessoa encontrar uma criança abandonada, o procedimento recomendado é levá-la à justiça ou à polícia para fazer a ocorrência. “O bebê pode ter sido fruto de roubo e você pode estar levando um problema para casa”, adverte.
Durante toda a semana, representantes da 2ª Vara da Infância e da Juventude, do Gead e de outras entidades de apoio à adoção realizam uma ação para comemorar a Semana da Adoção no Plaza Shopping de Casa Forte. “Estarei lá pessoalmente respondendo perguntas e dando informações às pessoas”, garante o juiz Élio Braz. O evento segue até este domingo (31).
A 2ª Vara da Infância e da Juventude fica na Rua Dr. João Fernandes Vieira, 405, no bairro da Boa Vista, no Recife. O telefone do juizado é o (81) 3412-3000. Já o Gead fica na Rua Padre Landim, 312, Torre. O grupo promove reuniões mensais, sempre aos segundos sábados do mês, às 16h.


Da Redação do pe360graus.com
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Durante toda a semana, uma ação promovida pelo Gead e pela 2ª Vara no Plaza Shopping conscientiza sobre a importância do gesto e oferece orientação jurídica gratuita

Nesta segunda-feira (25) é o Dia Nacional da Adoção. Estima-se que, no Brasil, existem cerca de 80 mil meninas e meninos espalhados pelos abrigos - é quase o número total de habitantes de Igarassu, cidade da Região Metropolitana do Recife. Para adotar um filho, é preciso seguir as normas da justiça. Também é necessário ter equilíbrio psicológico para lidar com as situações que podem surgir no futuro. Adoção é para sempre? Quais os direitos e deveres de pais e filhos? São muitas dúvidas.
Para responder a essas e outras questões, o juiz Élio Braz, da 2ª Vara da Infância e Juventude, e Eneri Albuquerque, vice-presidente do Grupo de Estudos e Apoio à Adoção (Gead) foram ao Bom Dia Pernambuco desta segunda. Atualmente existem cerca de 400 crianças nos mais de 30 abrigos pernambucanos.
A especialista Eneri Albuquerque explica que as crianças que aguardam a adoção precisam ter um acompanhamento psicológico. “Os abrigos têm equipes compostas de psicólogos, assistentes sociais, profissionais responsáveis por essa área”, diz. Os futuros pais também passam por uma avaliação. “Fazemos um estudo psicossocial dos pretendentes”.
O Gead também possui um grupo de apoio para preparar os pretendentes à adoção, composto por pais que já adotaram. “As pessoas hoje estão mais abertas para adotar grupos de irmãos, maiores, por exemplo”.

Segundo o juiz Élio Braz, a lei proíbe separar os irmãos. “O que a justiça faz é reencaminhar essas crianças para parentes, uma avó ou um tio, se eles tiverem condições”. Ele lembra um caso recente. “Uma família acabou de adotar quatro irmãos, de oito a 15 anos, aqui no Recife”, conta. “Foi uma grande surpresa para nós. O preconceito está sendo vencido pelo amor”.

Eneri Albuquerque diz que o segredo para que a criança não se sinta rejeitada no futuro é contar a verdade para ela desde pequena. “Quanto mais cedo, os estudiosos recomendam por volta dos dois anos de idade”, afirma.
“Os pais devem dizer que ela é filha adotiva e a deixar buscar as origens, se ela quiser. Também é importante usar livros e filmes infantis com personagens adotados, para criança se sentir inserida”.
O juiz concorda. “A criança tem seu tempo, ela vai querer saber de onde veio. A adoção é um processo que acontece com todas as pessoas, mesmo nossos pais biológicos tiveram de nos adotar”, completa. “Não há diferença entre o filho biológico e o adotivo, todos os direitos, inclusive previdenciários, estão garantidos”.

REQUISITOS
Para dar entrada em um processo de adoção, é preciso ter mais de 18 anos, dispor de boas condições de saúde física e moral, ter endereço fixo e uma renda que possibilite a pessoa sustentar a criança. “Tudo isso tem que ser comprovado com documentos”, observa o juiz.
“Basta entrar em contato com o juizado, dizer as características que espera da criança, e nós vamos encaminhar. É preciso apenas ter amor no coração, não há preconceitos com cor ou opção sexual”.
Élio Braz lembra que já existe um cadastro nacional de adoção, que é utilizado para fazer um cruzamento dos dados das crianças e dos casais de todo o país. “O Recife já tem três crianças adotadas por pais de outros estados brasileiros”, conta. As crianças maiores também podem ser apadrinhadas.
O juiz afirma também que, no caso de a pessoa encontrar uma criança abandonada, o procedimento recomendado é levá-la à justiça ou à polícia para fazer a ocorrência. “O bebê pode ter sido fruto de roubo e você pode estar levando um problema para casa”, adverte.
Durante toda a semana, representantes da 2ª Vara da Infância e da Juventude, do Gead e de outras entidades de apoio à adoção realizam uma ação para comemorar a Semana da Adoção no Plaza Shopping de Casa Forte. “Estarei lá pessoalmente respondendo perguntas e dando informações às pessoas”, garante o juiz Élio Braz. O evento segue até este domingo (31).
A 2ª Vara da Infância e da Juventude fica na Rua Dr. João Fernandes Vieira, 405, no bairro da Boa Vista, no Recife. O telefone do juizado é o (81) 3412-3000. Já o Gead fica na Rua Padre Landim, 312, Torre. O grupo promove reuniões mensais, sempre aos segundos sábados do mês, às 16h.


Da Redação do pe360graus.com
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Cinco estados alemães proibiram a venda do refrigerante Red Bull Cola, depois que especialistas encontraram vestígios de cocaína na bebida.
As autoridades afirmaram que a dose encontrada é considerada mínima e não apresenta risco à saúde.
Entretanto, ressalvam que os vestígios da substância fazem com que a bebida deixe de ser um produto alimentício para, legalmente, se tornar um entorpecente, sujeito a uma autorização especial para ser comercializado.
Análises do Instituto Estadual para Saúde e Trabalho do Estado de Renânia do Norte-Palatinado constataram no refrigerante uma concentração considerada pequena, de 0,4 microgramas de cocaína por litro.
"O instituto examinou Red Bull Cola em um processo químico minucioso e realmente encontrou traços de cocaína", confirmou o diretor do departamento de segurança alimentar do ministério alemão para Defesa do Consumidor, Bernhard Kühnle.
"A quantidade é absolutamente irrelevante", reconheceu Wilhelm Deitermann, porta-voz da Secretaria de Saúde do estado de Renânia do Norte-Vestfália.
"Não é possível tomar tanto, a ponto de a bebida fazer mal", disse. Entretanto, a substância é proibida por lei.

Exagero

Na Alemanha, os Estados deliberam autonomamente sobre assuntos envolvendo proteção ao consumidor.
O produto foi retirado das prateleiras nos estados alemães de Hesse, Renânia do Norte-Vestfália, Turíngia, Renânia do Norte-Palatinado e Baviera. Outros estados alemães também estudam a suspensão da venda de Red Bull Cola.
Os traços de cocaína não são frutos de contaminação e derivam da própria fórmula da bebida, que inclui um extrato de folhas de coca em que a cocaína é retirada.
Segundo a Red Bull, extratos de folha de coca "cocainizados" não oferecem risco à saúde, sendo usados como aroma em produtos alimentícios no mundo inteiro e permitidos tanto na União Europeia quanto nos Estados Unidos.
"Nossa opinião é que o produto é plenamente comercializável", garantiu à imprensa alemã Frank Farnsteiner, representante da Red Bull na Alemanha. A companhia anunciou que está em contato com as autoridades para resolver a questão.
Alguns veem exagero na proibição. "Se fôssemos examinar outros produtos alimentícios e bebidas com o mesmo nível de sensibilidade que a usada com a Red Bull Cola, seriam achadas muitas outras coisas", afirmou o farmacologista Fritz Sörgel, diretor do Instituto de Pesquisa de Biomedicina e Farmacologia de Nuremberg.
O especialista em doping e entorpecentes analisou algumas amostras da bebida e também constatou a presença de cocaína. Mas a descoberta não o surpreendeu. "Cafés descafeinados também contêm ainda alguma cafeína", comparou.
O refrigerante da Red Bull está no mercado alemão desde o ano passado. A multinacional austríaca anuncia seu produto como uma bebida feita apenas com ingredientes naturais, sem adição de conservantes e outros aditivos sintéticos.
Segundo o fabricante, Red Bull Cola é o único refrigerante tipo cola contendo extratos de folhas de coca e noz-de-coca.
Nos últimos anos, os energéticos da empresa enfrentaram críticas das autoridades sobre possíveis riscos à saúde. No ano passado, o governo alemão alertou sobre os perigos do consumo associado com álcool ou depois da prática de esportes, que poderia levar a distúrbios do ritmo cardíaco ou até a falência dos rins.
Na época, argumentou-se que o refrigerante da Red Bull contém grandes quantidades de cafeína e taurina, substâncias que podem ser perigosas para pessoas com doenças cardíacas, pressão alta ou sensibilidade à cafeína.

Marcio Damasceno
De Berlim para a BBC Brasil
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Cinco estados alemães proibiram a venda do refrigerante Red Bull Cola, depois que especialistas encontraram vestígios de cocaína na bebida.
As autoridades afirmaram que a dose encontrada é considerada mínima e não apresenta risco à saúde.
Entretanto, ressalvam que os vestígios da substância fazem com que a bebida deixe de ser um produto alimentício para, legalmente, se tornar um entorpecente, sujeito a uma autorização especial para ser comercializado.
Análises do Instituto Estadual para Saúde e Trabalho do Estado de Renânia do Norte-Palatinado constataram no refrigerante uma concentração considerada pequena, de 0,4 microgramas de cocaína por litro.
"O instituto examinou Red Bull Cola em um processo químico minucioso e realmente encontrou traços de cocaína", confirmou o diretor do departamento de segurança alimentar do ministério alemão para Defesa do Consumidor, Bernhard Kühnle.
"A quantidade é absolutamente irrelevante", reconheceu Wilhelm Deitermann, porta-voz da Secretaria de Saúde do estado de Renânia do Norte-Vestfália.
"Não é possível tomar tanto, a ponto de a bebida fazer mal", disse. Entretanto, a substância é proibida por lei.

Exagero

Na Alemanha, os Estados deliberam autonomamente sobre assuntos envolvendo proteção ao consumidor.
O produto foi retirado das prateleiras nos estados alemães de Hesse, Renânia do Norte-Vestfália, Turíngia, Renânia do Norte-Palatinado e Baviera. Outros estados alemães também estudam a suspensão da venda de Red Bull Cola.
Os traços de cocaína não são frutos de contaminação e derivam da própria fórmula da bebida, que inclui um extrato de folhas de coca em que a cocaína é retirada.
Segundo a Red Bull, extratos de folha de coca "cocainizados" não oferecem risco à saúde, sendo usados como aroma em produtos alimentícios no mundo inteiro e permitidos tanto na União Europeia quanto nos Estados Unidos.
"Nossa opinião é que o produto é plenamente comercializável", garantiu à imprensa alemã Frank Farnsteiner, representante da Red Bull na Alemanha. A companhia anunciou que está em contato com as autoridades para resolver a questão.
Alguns veem exagero na proibição. "Se fôssemos examinar outros produtos alimentícios e bebidas com o mesmo nível de sensibilidade que a usada com a Red Bull Cola, seriam achadas muitas outras coisas", afirmou o farmacologista Fritz Sörgel, diretor do Instituto de Pesquisa de Biomedicina e Farmacologia de Nuremberg.
O especialista em doping e entorpecentes analisou algumas amostras da bebida e também constatou a presença de cocaína. Mas a descoberta não o surpreendeu. "Cafés descafeinados também contêm ainda alguma cafeína", comparou.
O refrigerante da Red Bull está no mercado alemão desde o ano passado. A multinacional austríaca anuncia seu produto como uma bebida feita apenas com ingredientes naturais, sem adição de conservantes e outros aditivos sintéticos.
Segundo o fabricante, Red Bull Cola é o único refrigerante tipo cola contendo extratos de folhas de coca e noz-de-coca.
Nos últimos anos, os energéticos da empresa enfrentaram críticas das autoridades sobre possíveis riscos à saúde. No ano passado, o governo alemão alertou sobre os perigos do consumo associado com álcool ou depois da prática de esportes, que poderia levar a distúrbios do ritmo cardíaco ou até a falência dos rins.
Na época, argumentou-se que o refrigerante da Red Bull contém grandes quantidades de cafeína e taurina, substâncias que podem ser perigosas para pessoas com doenças cardíacas, pressão alta ou sensibilidade à cafeína.

Marcio Damasceno
De Berlim para a BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:02  comentar


Cinco estados alemães proibiram a venda do refrigerante Red Bull Cola, depois que especialistas encontraram vestígios de cocaína na bebida.
As autoridades afirmaram que a dose encontrada é considerada mínima e não apresenta risco à saúde.
Entretanto, ressalvam que os vestígios da substância fazem com que a bebida deixe de ser um produto alimentício para, legalmente, se tornar um entorpecente, sujeito a uma autorização especial para ser comercializado.
Análises do Instituto Estadual para Saúde e Trabalho do Estado de Renânia do Norte-Palatinado constataram no refrigerante uma concentração considerada pequena, de 0,4 microgramas de cocaína por litro.
"O instituto examinou Red Bull Cola em um processo químico minucioso e realmente encontrou traços de cocaína", confirmou o diretor do departamento de segurança alimentar do ministério alemão para Defesa do Consumidor, Bernhard Kühnle.
"A quantidade é absolutamente irrelevante", reconheceu Wilhelm Deitermann, porta-voz da Secretaria de Saúde do estado de Renânia do Norte-Vestfália.
"Não é possível tomar tanto, a ponto de a bebida fazer mal", disse. Entretanto, a substância é proibida por lei.

Exagero

Na Alemanha, os Estados deliberam autonomamente sobre assuntos envolvendo proteção ao consumidor.
O produto foi retirado das prateleiras nos estados alemães de Hesse, Renânia do Norte-Vestfália, Turíngia, Renânia do Norte-Palatinado e Baviera. Outros estados alemães também estudam a suspensão da venda de Red Bull Cola.
Os traços de cocaína não são frutos de contaminação e derivam da própria fórmula da bebida, que inclui um extrato de folhas de coca em que a cocaína é retirada.
Segundo a Red Bull, extratos de folha de coca "cocainizados" não oferecem risco à saúde, sendo usados como aroma em produtos alimentícios no mundo inteiro e permitidos tanto na União Europeia quanto nos Estados Unidos.
"Nossa opinião é que o produto é plenamente comercializável", garantiu à imprensa alemã Frank Farnsteiner, representante da Red Bull na Alemanha. A companhia anunciou que está em contato com as autoridades para resolver a questão.
Alguns veem exagero na proibição. "Se fôssemos examinar outros produtos alimentícios e bebidas com o mesmo nível de sensibilidade que a usada com a Red Bull Cola, seriam achadas muitas outras coisas", afirmou o farmacologista Fritz Sörgel, diretor do Instituto de Pesquisa de Biomedicina e Farmacologia de Nuremberg.
O especialista em doping e entorpecentes analisou algumas amostras da bebida e também constatou a presença de cocaína. Mas a descoberta não o surpreendeu. "Cafés descafeinados também contêm ainda alguma cafeína", comparou.
O refrigerante da Red Bull está no mercado alemão desde o ano passado. A multinacional austríaca anuncia seu produto como uma bebida feita apenas com ingredientes naturais, sem adição de conservantes e outros aditivos sintéticos.
Segundo o fabricante, Red Bull Cola é o único refrigerante tipo cola contendo extratos de folhas de coca e noz-de-coca.
Nos últimos anos, os energéticos da empresa enfrentaram críticas das autoridades sobre possíveis riscos à saúde. No ano passado, o governo alemão alertou sobre os perigos do consumo associado com álcool ou depois da prática de esportes, que poderia levar a distúrbios do ritmo cardíaco ou até a falência dos rins.
Na época, argumentou-se que o refrigerante da Red Bull contém grandes quantidades de cafeína e taurina, substâncias que podem ser perigosas para pessoas com doenças cardíacas, pressão alta ou sensibilidade à cafeína.

Marcio Damasceno
De Berlim para a BBC Brasil
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Cinco estados alemães proibiram a venda do refrigerante Red Bull Cola, depois que especialistas encontraram vestígios de cocaína na bebida.
As autoridades afirmaram que a dose encontrada é considerada mínima e não apresenta risco à saúde.
Entretanto, ressalvam que os vestígios da substância fazem com que a bebida deixe de ser um produto alimentício para, legalmente, se tornar um entorpecente, sujeito a uma autorização especial para ser comercializado.
Análises do Instituto Estadual para Saúde e Trabalho do Estado de Renânia do Norte-Palatinado constataram no refrigerante uma concentração considerada pequena, de 0,4 microgramas de cocaína por litro.
"O instituto examinou Red Bull Cola em um processo químico minucioso e realmente encontrou traços de cocaína", confirmou o diretor do departamento de segurança alimentar do ministério alemão para Defesa do Consumidor, Bernhard Kühnle.
"A quantidade é absolutamente irrelevante", reconheceu Wilhelm Deitermann, porta-voz da Secretaria de Saúde do estado de Renânia do Norte-Vestfália.
"Não é possível tomar tanto, a ponto de a bebida fazer mal", disse. Entretanto, a substância é proibida por lei.

Exagero

Na Alemanha, os Estados deliberam autonomamente sobre assuntos envolvendo proteção ao consumidor.
O produto foi retirado das prateleiras nos estados alemães de Hesse, Renânia do Norte-Vestfália, Turíngia, Renânia do Norte-Palatinado e Baviera. Outros estados alemães também estudam a suspensão da venda de Red Bull Cola.
Os traços de cocaína não são frutos de contaminação e derivam da própria fórmula da bebida, que inclui um extrato de folhas de coca em que a cocaína é retirada.
Segundo a Red Bull, extratos de folha de coca "cocainizados" não oferecem risco à saúde, sendo usados como aroma em produtos alimentícios no mundo inteiro e permitidos tanto na União Europeia quanto nos Estados Unidos.
"Nossa opinião é que o produto é plenamente comercializável", garantiu à imprensa alemã Frank Farnsteiner, representante da Red Bull na Alemanha. A companhia anunciou que está em contato com as autoridades para resolver a questão.
Alguns veem exagero na proibição. "Se fôssemos examinar outros produtos alimentícios e bebidas com o mesmo nível de sensibilidade que a usada com a Red Bull Cola, seriam achadas muitas outras coisas", afirmou o farmacologista Fritz Sörgel, diretor do Instituto de Pesquisa de Biomedicina e Farmacologia de Nuremberg.
O especialista em doping e entorpecentes analisou algumas amostras da bebida e também constatou a presença de cocaína. Mas a descoberta não o surpreendeu. "Cafés descafeinados também contêm ainda alguma cafeína", comparou.
O refrigerante da Red Bull está no mercado alemão desde o ano passado. A multinacional austríaca anuncia seu produto como uma bebida feita apenas com ingredientes naturais, sem adição de conservantes e outros aditivos sintéticos.
Segundo o fabricante, Red Bull Cola é o único refrigerante tipo cola contendo extratos de folhas de coca e noz-de-coca.
Nos últimos anos, os energéticos da empresa enfrentaram críticas das autoridades sobre possíveis riscos à saúde. No ano passado, o governo alemão alertou sobre os perigos do consumo associado com álcool ou depois da prática de esportes, que poderia levar a distúrbios do ritmo cardíaco ou até a falência dos rins.
Na época, argumentou-se que o refrigerante da Red Bull contém grandes quantidades de cafeína e taurina, substâncias que podem ser perigosas para pessoas com doenças cardíacas, pressão alta ou sensibilidade à cafeína.

Marcio Damasceno
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Um bebê de sete meses morreu depois de ser atingido por um pedaço de madeira na cabeça, na tarde de sábado (22), no bairro do Alto do Bonitinho, em Cabrobó, município do Sertão pernambucano. A menina Ávila Nayara Santos do Nascimento teria sido morta sem querer pelo tio materno, o borracheiro Diego dos Santos, 20 anos, durante uma discussão com os pais da criança. O bebê teve traumatismo craniano e morreu cinco horas depois do crime.Ao ver o que tinha feito, o borracheiro tentou fugir, mas terminou preso por policiais civis e militares de Cabrobó, já na rodoviária da cidade, tentando embarcar em um ônibus. Autuado em flagrante por homicídio doloso, encontra-se preso na cadeia pública do município. Segundo os policiais, ele responderá pelo dolo eventual, já que, embora não tenha tido a intenção de matar a sobrinha, assumiu as consequências do ato ao arremessar o pedaço de madeira contra os pais da menina, atingido-a.Ávila Nayara Santos do Nascimento estava no colo da mãe, Mauricélia Santos Alves, 23, e desmaiou na hora. Imediatamente, foi levada para o Hospital Municipal de Cabrobó, mas por falta de equipamentos adequados para o tipo de atendimendo, teve que ser transferida para Petrolina, também no Sertão. O bebê conseguiu sobreviver até as 18h, aproximadamente, falecendo em seguida, depois de passar por duas unidades de saúde da cidade, entre elas o Instituto Materno Infantil de Pernambuco (Imip).Segundo os policiais da Delegacia de Cabrobó, o borracheiro Diego dos Santos estava bêbado, quando começou a discutir com os pais da menina, principalmente com o pai dela, Cosmo Pedro do Nascimento, 27, que é deficiente visual. “Quando os dois estavam saindo da casa, o acusado pegou o pedaço de madeira e arremessou para atingir o cunhado, mas pegou foi na criança. Não sabemos o motivo da briga, apenas que eles estavam discutindo muito”, afirmou um policial de Cabrobó, que não quis ter o nome divulgado.Os pais de Ávila Nayara estavam desesperados com a morte da filha. O pai, por não enxergar, era o mais inconformado, segundo a polícia, porque não conseguiu defender a menina. O acusado do crime também estaria sofrendo com o fato de ter matado a sobrinha. “Temos pena, lógico, mas ele deveria ter pensado antes de fazer o que fez”, afirmou o policial. O bebê foi sepultado em Cabrobó.

Jornal do Comércio - Pernambuco
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Um bebê de sete meses morreu depois de ser atingido por um pedaço de madeira na cabeça, na tarde de sábado (22), no bairro do Alto do Bonitinho, em Cabrobó, município do Sertão pernambucano. A menina Ávila Nayara Santos do Nascimento teria sido morta sem querer pelo tio materno, o borracheiro Diego dos Santos, 20 anos, durante uma discussão com os pais da criança. O bebê teve traumatismo craniano e morreu cinco horas depois do crime.Ao ver o que tinha feito, o borracheiro tentou fugir, mas terminou preso por policiais civis e militares de Cabrobó, já na rodoviária da cidade, tentando embarcar em um ônibus. Autuado em flagrante por homicídio doloso, encontra-se preso na cadeia pública do município. Segundo os policiais, ele responderá pelo dolo eventual, já que, embora não tenha tido a intenção de matar a sobrinha, assumiu as consequências do ato ao arremessar o pedaço de madeira contra os pais da menina, atingido-a.Ávila Nayara Santos do Nascimento estava no colo da mãe, Mauricélia Santos Alves, 23, e desmaiou na hora. Imediatamente, foi levada para o Hospital Municipal de Cabrobó, mas por falta de equipamentos adequados para o tipo de atendimendo, teve que ser transferida para Petrolina, também no Sertão. O bebê conseguiu sobreviver até as 18h, aproximadamente, falecendo em seguida, depois de passar por duas unidades de saúde da cidade, entre elas o Instituto Materno Infantil de Pernambuco (Imip).Segundo os policiais da Delegacia de Cabrobó, o borracheiro Diego dos Santos estava bêbado, quando começou a discutir com os pais da menina, principalmente com o pai dela, Cosmo Pedro do Nascimento, 27, que é deficiente visual. “Quando os dois estavam saindo da casa, o acusado pegou o pedaço de madeira e arremessou para atingir o cunhado, mas pegou foi na criança. Não sabemos o motivo da briga, apenas que eles estavam discutindo muito”, afirmou um policial de Cabrobó, que não quis ter o nome divulgado.Os pais de Ávila Nayara estavam desesperados com a morte da filha. O pai, por não enxergar, era o mais inconformado, segundo a polícia, porque não conseguiu defender a menina. O acusado do crime também estaria sofrendo com o fato de ter matado a sobrinha. “Temos pena, lógico, mas ele deveria ter pensado antes de fazer o que fez”, afirmou o policial. O bebê foi sepultado em Cabrobó.

Jornal do Comércio - Pernambuco
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Um bebê de sete meses morreu depois de ser atingido por um pedaço de madeira na cabeça, na tarde de sábado (22), no bairro do Alto do Bonitinho, em Cabrobó, município do Sertão pernambucano. A menina Ávila Nayara Santos do Nascimento teria sido morta sem querer pelo tio materno, o borracheiro Diego dos Santos, 20 anos, durante uma discussão com os pais da criança. O bebê teve traumatismo craniano e morreu cinco horas depois do crime.Ao ver o que tinha feito, o borracheiro tentou fugir, mas terminou preso por policiais civis e militares de Cabrobó, já na rodoviária da cidade, tentando embarcar em um ônibus. Autuado em flagrante por homicídio doloso, encontra-se preso na cadeia pública do município. Segundo os policiais, ele responderá pelo dolo eventual, já que, embora não tenha tido a intenção de matar a sobrinha, assumiu as consequências do ato ao arremessar o pedaço de madeira contra os pais da menina, atingido-a.Ávila Nayara Santos do Nascimento estava no colo da mãe, Mauricélia Santos Alves, 23, e desmaiou na hora. Imediatamente, foi levada para o Hospital Municipal de Cabrobó, mas por falta de equipamentos adequados para o tipo de atendimendo, teve que ser transferida para Petrolina, também no Sertão. O bebê conseguiu sobreviver até as 18h, aproximadamente, falecendo em seguida, depois de passar por duas unidades de saúde da cidade, entre elas o Instituto Materno Infantil de Pernambuco (Imip).Segundo os policiais da Delegacia de Cabrobó, o borracheiro Diego dos Santos estava bêbado, quando começou a discutir com os pais da menina, principalmente com o pai dela, Cosmo Pedro do Nascimento, 27, que é deficiente visual. “Quando os dois estavam saindo da casa, o acusado pegou o pedaço de madeira e arremessou para atingir o cunhado, mas pegou foi na criança. Não sabemos o motivo da briga, apenas que eles estavam discutindo muito”, afirmou um policial de Cabrobó, que não quis ter o nome divulgado.Os pais de Ávila Nayara estavam desesperados com a morte da filha. O pai, por não enxergar, era o mais inconformado, segundo a polícia, porque não conseguiu defender a menina. O acusado do crime também estaria sofrendo com o fato de ter matado a sobrinha. “Temos pena, lógico, mas ele deveria ter pensado antes de fazer o que fez”, afirmou o policial. O bebê foi sepultado em Cabrobó.

Jornal do Comércio - Pernambuco
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Um bebê de sete meses morreu depois de ser atingido por um pedaço de madeira na cabeça, na tarde de sábado (22), no bairro do Alto do Bonitinho, em Cabrobó, município do Sertão pernambucano. A menina Ávila Nayara Santos do Nascimento teria sido morta sem querer pelo tio materno, o borracheiro Diego dos Santos, 20 anos, durante uma discussão com os pais da criança. O bebê teve traumatismo craniano e morreu cinco horas depois do crime.Ao ver o que tinha feito, o borracheiro tentou fugir, mas terminou preso por policiais civis e militares de Cabrobó, já na rodoviária da cidade, tentando embarcar em um ônibus. Autuado em flagrante por homicídio doloso, encontra-se preso na cadeia pública do município. Segundo os policiais, ele responderá pelo dolo eventual, já que, embora não tenha tido a intenção de matar a sobrinha, assumiu as consequências do ato ao arremessar o pedaço de madeira contra os pais da menina, atingido-a.Ávila Nayara Santos do Nascimento estava no colo da mãe, Mauricélia Santos Alves, 23, e desmaiou na hora. Imediatamente, foi levada para o Hospital Municipal de Cabrobó, mas por falta de equipamentos adequados para o tipo de atendimendo, teve que ser transferida para Petrolina, também no Sertão. O bebê conseguiu sobreviver até as 18h, aproximadamente, falecendo em seguida, depois de passar por duas unidades de saúde da cidade, entre elas o Instituto Materno Infantil de Pernambuco (Imip).Segundo os policiais da Delegacia de Cabrobó, o borracheiro Diego dos Santos estava bêbado, quando começou a discutir com os pais da menina, principalmente com o pai dela, Cosmo Pedro do Nascimento, 27, que é deficiente visual. “Quando os dois estavam saindo da casa, o acusado pegou o pedaço de madeira e arremessou para atingir o cunhado, mas pegou foi na criança. Não sabemos o motivo da briga, apenas que eles estavam discutindo muito”, afirmou um policial de Cabrobó, que não quis ter o nome divulgado.Os pais de Ávila Nayara estavam desesperados com a morte da filha. O pai, por não enxergar, era o mais inconformado, segundo a polícia, porque não conseguiu defender a menina. O acusado do crime também estaria sofrendo com o fato de ter matado a sobrinha. “Temos pena, lógico, mas ele deveria ter pensado antes de fazer o que fez”, afirmou o policial. O bebê foi sepultado em Cabrobó.

Jornal do Comércio - Pernambuco
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Começa nesta segunda-feira em Paris o julgamento da Igreja da Cientologia, acusada de estelionato e formação de quadrilha. Sete de seus membros também serão julgados por exercício ilegal de atividades farmacêuticas.

No centro do caso estão acusações feitas por uma mulher que diz ter sido pressionada a pagar grandes somas de dinheiro por um teste de personalidade oferecido gratuitamente.
A organização é vista pelas autoridades francesas como seita. No caso de uma condenação, a cientologia corre o risco de ser banida do país.
Esta é a primeira vez que duas pessoas jurídicas, a associação espiritual da Igreja da Cientologia Celebrity Centre, a principal estrutura da organização, situada em Paris, e também a sociedade anônima SEL, livraria que pertence à cientologia, integram o banco dos réus. Até o momento, apenas alguns de seus membros haviam sido processados pela Justiça.

Electrômetro
A seita é suspeita de obrigar seus adeptos a comprar apostilas, livros, vitaminas e equipamentos como o "electrômetro", que custa 5 mil euros (cerca de R$ 14 mil), apresentado como "um instrumento importante para os cursos".
Segundo o juiz que instruiu o processo, o "electrômetro" só visa "dar uma aparência científica aos testes". Já as vitaminas, diz o juiz, têm efeitos nocivos e teriam o objetivo de "deixar as pessoas em um estado de cansaço profundo, que levam a uma exclusão progressiva do círculo social".
O advogado das vítimas que se dizem lesadas financeiramente pela organização, Olivier Morice, afirma que a Cientologia é "uma grande empresa destinada a fraudar as pessoas para dilapidar suas fortunas".
Ele estima que o julgamento que começa nesta segunda-feira em Paris "é o resultado de uma longa queda de braço entre a Justiça e a cientologia".
"Houve um julgamento importante em Lyon, em 1997, e pessoas foram condenadas. Os métodos da Cientologia que os juízes vão julgar são os mesmos praticados há 12 anos. Mas agora a Justiça poderá condenar a organização e não apenas subalternos do grupo", afirma o advogado.
Duas pessoas que entraram na Justiça contra a organização serão ouvidas pelo tribunal, ao lado da Ordem dos Farmacêuticos da França.
A seita contesta as acusações contra a organização e seus discípulos, e diz que se trata de uma campanha para denegrir sua imagem.
Segundo o porta-voz da cientologia na França, as agências de vigilância de seitas Miviludes (governamental) e Unadfi "orquestraram uma campanha para pressionar os juízes".
"Não se trata de definir se a cientologia é uma religião ou não. Os debates devem se restringir às acusações de fraude, que eu contesto", diz o advogado da cientologia, Patrick Maisonneuve.
As audiências para ouvir as vítimas e os acusados vão durar 11 dias. O julgamento deve terminar apenas em 17 de junho.



BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:44  comentar


Começa nesta segunda-feira em Paris o julgamento da Igreja da Cientologia, acusada de estelionato e formação de quadrilha. Sete de seus membros também serão julgados por exercício ilegal de atividades farmacêuticas.

No centro do caso estão acusações feitas por uma mulher que diz ter sido pressionada a pagar grandes somas de dinheiro por um teste de personalidade oferecido gratuitamente.
A organização é vista pelas autoridades francesas como seita. No caso de uma condenação, a cientologia corre o risco de ser banida do país.
Esta é a primeira vez que duas pessoas jurídicas, a associação espiritual da Igreja da Cientologia Celebrity Centre, a principal estrutura da organização, situada em Paris, e também a sociedade anônima SEL, livraria que pertence à cientologia, integram o banco dos réus. Até o momento, apenas alguns de seus membros haviam sido processados pela Justiça.

Electrômetro
A seita é suspeita de obrigar seus adeptos a comprar apostilas, livros, vitaminas e equipamentos como o "electrômetro", que custa 5 mil euros (cerca de R$ 14 mil), apresentado como "um instrumento importante para os cursos".
Segundo o juiz que instruiu o processo, o "electrômetro" só visa "dar uma aparência científica aos testes". Já as vitaminas, diz o juiz, têm efeitos nocivos e teriam o objetivo de "deixar as pessoas em um estado de cansaço profundo, que levam a uma exclusão progressiva do círculo social".
O advogado das vítimas que se dizem lesadas financeiramente pela organização, Olivier Morice, afirma que a Cientologia é "uma grande empresa destinada a fraudar as pessoas para dilapidar suas fortunas".
Ele estima que o julgamento que começa nesta segunda-feira em Paris "é o resultado de uma longa queda de braço entre a Justiça e a cientologia".
"Houve um julgamento importante em Lyon, em 1997, e pessoas foram condenadas. Os métodos da Cientologia que os juízes vão julgar são os mesmos praticados há 12 anos. Mas agora a Justiça poderá condenar a organização e não apenas subalternos do grupo", afirma o advogado.
Duas pessoas que entraram na Justiça contra a organização serão ouvidas pelo tribunal, ao lado da Ordem dos Farmacêuticos da França.
A seita contesta as acusações contra a organização e seus discípulos, e diz que se trata de uma campanha para denegrir sua imagem.
Segundo o porta-voz da cientologia na França, as agências de vigilância de seitas Miviludes (governamental) e Unadfi "orquestraram uma campanha para pressionar os juízes".
"Não se trata de definir se a cientologia é uma religião ou não. Os debates devem se restringir às acusações de fraude, que eu contesto", diz o advogado da cientologia, Patrick Maisonneuve.
As audiências para ouvir as vítimas e os acusados vão durar 11 dias. O julgamento deve terminar apenas em 17 de junho.



BBC Brasil
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Começa nesta segunda-feira em Paris o julgamento da Igreja da Cientologia, acusada de estelionato e formação de quadrilha. Sete de seus membros também serão julgados por exercício ilegal de atividades farmacêuticas.

No centro do caso estão acusações feitas por uma mulher que diz ter sido pressionada a pagar grandes somas de dinheiro por um teste de personalidade oferecido gratuitamente.
A organização é vista pelas autoridades francesas como seita. No caso de uma condenação, a cientologia corre o risco de ser banida do país.
Esta é a primeira vez que duas pessoas jurídicas, a associação espiritual da Igreja da Cientologia Celebrity Centre, a principal estrutura da organização, situada em Paris, e também a sociedade anônima SEL, livraria que pertence à cientologia, integram o banco dos réus. Até o momento, apenas alguns de seus membros haviam sido processados pela Justiça.

Electrômetro
A seita é suspeita de obrigar seus adeptos a comprar apostilas, livros, vitaminas e equipamentos como o "electrômetro", que custa 5 mil euros (cerca de R$ 14 mil), apresentado como "um instrumento importante para os cursos".
Segundo o juiz que instruiu o processo, o "electrômetro" só visa "dar uma aparência científica aos testes". Já as vitaminas, diz o juiz, têm efeitos nocivos e teriam o objetivo de "deixar as pessoas em um estado de cansaço profundo, que levam a uma exclusão progressiva do círculo social".
O advogado das vítimas que se dizem lesadas financeiramente pela organização, Olivier Morice, afirma que a Cientologia é "uma grande empresa destinada a fraudar as pessoas para dilapidar suas fortunas".
Ele estima que o julgamento que começa nesta segunda-feira em Paris "é o resultado de uma longa queda de braço entre a Justiça e a cientologia".
"Houve um julgamento importante em Lyon, em 1997, e pessoas foram condenadas. Os métodos da Cientologia que os juízes vão julgar são os mesmos praticados há 12 anos. Mas agora a Justiça poderá condenar a organização e não apenas subalternos do grupo", afirma o advogado.
Duas pessoas que entraram na Justiça contra a organização serão ouvidas pelo tribunal, ao lado da Ordem dos Farmacêuticos da França.
A seita contesta as acusações contra a organização e seus discípulos, e diz que se trata de uma campanha para denegrir sua imagem.
Segundo o porta-voz da cientologia na França, as agências de vigilância de seitas Miviludes (governamental) e Unadfi "orquestraram uma campanha para pressionar os juízes".
"Não se trata de definir se a cientologia é uma religião ou não. Os debates devem se restringir às acusações de fraude, que eu contesto", diz o advogado da cientologia, Patrick Maisonneuve.
As audiências para ouvir as vítimas e os acusados vão durar 11 dias. O julgamento deve terminar apenas em 17 de junho.



BBC Brasil
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Começa nesta segunda-feira em Paris o julgamento da Igreja da Cientologia, acusada de estelionato e formação de quadrilha. Sete de seus membros também serão julgados por exercício ilegal de atividades farmacêuticas.

No centro do caso estão acusações feitas por uma mulher que diz ter sido pressionada a pagar grandes somas de dinheiro por um teste de personalidade oferecido gratuitamente.
A organização é vista pelas autoridades francesas como seita. No caso de uma condenação, a cientologia corre o risco de ser banida do país.
Esta é a primeira vez que duas pessoas jurídicas, a associação espiritual da Igreja da Cientologia Celebrity Centre, a principal estrutura da organização, situada em Paris, e também a sociedade anônima SEL, livraria que pertence à cientologia, integram o banco dos réus. Até o momento, apenas alguns de seus membros haviam sido processados pela Justiça.

Electrômetro
A seita é suspeita de obrigar seus adeptos a comprar apostilas, livros, vitaminas e equipamentos como o "electrômetro", que custa 5 mil euros (cerca de R$ 14 mil), apresentado como "um instrumento importante para os cursos".
Segundo o juiz que instruiu o processo, o "electrômetro" só visa "dar uma aparência científica aos testes". Já as vitaminas, diz o juiz, têm efeitos nocivos e teriam o objetivo de "deixar as pessoas em um estado de cansaço profundo, que levam a uma exclusão progressiva do círculo social".
O advogado das vítimas que se dizem lesadas financeiramente pela organização, Olivier Morice, afirma que a Cientologia é "uma grande empresa destinada a fraudar as pessoas para dilapidar suas fortunas".
Ele estima que o julgamento que começa nesta segunda-feira em Paris "é o resultado de uma longa queda de braço entre a Justiça e a cientologia".
"Houve um julgamento importante em Lyon, em 1997, e pessoas foram condenadas. Os métodos da Cientologia que os juízes vão julgar são os mesmos praticados há 12 anos. Mas agora a Justiça poderá condenar a organização e não apenas subalternos do grupo", afirma o advogado.
Duas pessoas que entraram na Justiça contra a organização serão ouvidas pelo tribunal, ao lado da Ordem dos Farmacêuticos da França.
A seita contesta as acusações contra a organização e seus discípulos, e diz que se trata de uma campanha para denegrir sua imagem.
Segundo o porta-voz da cientologia na França, as agências de vigilância de seitas Miviludes (governamental) e Unadfi "orquestraram uma campanha para pressionar os juízes".
"Não se trata de definir se a cientologia é uma religião ou não. Os debates devem se restringir às acusações de fraude, que eu contesto", diz o advogado da cientologia, Patrick Maisonneuve.
As audiências para ouvir as vítimas e os acusados vão durar 11 dias. O julgamento deve terminar apenas em 17 de junho.



BBC Brasil
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Mãos Unidas apoia mil projetos no continente
Por Nieves San Martín

MADRI, domingo, 24 de maio de 2009 (ZENIT.org).- A pobreza já afeta cerca de 400 milhões de africanos, denuncia um comunicado publicado pela organização católica de ajuda ao desenvolvimento Mãos Unidas, por ocasião da próxima celebração do Dia da África.
Hoje, 25 de maio se comemora o Dia da África, que recorda a criação, em 1963, em Addis Abeba (Etiópia), da Organização para a Unidade Africana (OUA), substituída em 2002 pela União Africana (UA).
Os graves problemas que atingem a África, terceiro continente do mundo em extensão, traduzem-se – denuncia Mãos Unidas – “em um altíssimo índice de pobreza que já afeta cerca de 400 milhões de pessoas”.
Não é em vão que, dos 177 países estudados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), os 24 com o índice de desenvolvimento humano mais baixos são os africanos.
Além disso, como se fosse pouco, a crise financeira atual está minando as conquistas e avanços obtidos na África durante os últimos anos.
A taxa média de crescimento anual havia aumentado de 3,7% em 1996, a 6,3% em 2007, enquanto a inflação baixou de 18,8% a 8,2% durante o mesmo período.
No entanto, agora a demanda de produtos base da economia africana (diamantes,café etc.) está baixando, o que implica no aumento do desemprego e em uma considerável diminuição dos ingressos por remessas.
Por outro lado, os países desenvolvidos, em seu afã de reduzir custos, diminuem a ajuda oficial para o desenvolvimento ao invés de cumprir a promessa feita de duplicar a ajuda à África para 2010.
Para muitos países africanos, tal ajuda supõe 40% do seu orçamento anual e sua diminuição implica na redução do investimento em serviços sociais imprescindíveis para romper a espiral da pobreza (fome, maior risco de doença, menor capacidade de rendimento, menos ingressos, menores gastos em nutrição, educação e saúde, maior situação de fome).
Tudo isso não impede que Mãos Unidas contemple a África “com esperança, uma esperança que se apoia na juventude da população do continente (em 2007, os menores de 18 anos eram 384 milhões).
E isso se reflete nos quase 1.000 projetos que forma apoiados em 50 campanhas, que tiveram como beneficiários diretos as crianças e os jovens.
Além disso, conclui Mãos Unidas, é também motivo de esperança “o surgimento de grandes figuras do mundo das artes, letras, esporte e política, que, pouco a pouco, vão situando seus países nos lugares nos quais, por direito, lhes corresponde estar”.
Fonte: Zenit.org
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Mãos Unidas apoia mil projetos no continente
Por Nieves San Martín

MADRI, domingo, 24 de maio de 2009 (ZENIT.org).- A pobreza já afeta cerca de 400 milhões de africanos, denuncia um comunicado publicado pela organização católica de ajuda ao desenvolvimento Mãos Unidas, por ocasião da próxima celebração do Dia da África.
Hoje, 25 de maio se comemora o Dia da África, que recorda a criação, em 1963, em Addis Abeba (Etiópia), da Organização para a Unidade Africana (OUA), substituída em 2002 pela União Africana (UA).
Os graves problemas que atingem a África, terceiro continente do mundo em extensão, traduzem-se – denuncia Mãos Unidas – “em um altíssimo índice de pobreza que já afeta cerca de 400 milhões de pessoas”.
Não é em vão que, dos 177 países estudados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), os 24 com o índice de desenvolvimento humano mais baixos são os africanos.
Além disso, como se fosse pouco, a crise financeira atual está minando as conquistas e avanços obtidos na África durante os últimos anos.
A taxa média de crescimento anual havia aumentado de 3,7% em 1996, a 6,3% em 2007, enquanto a inflação baixou de 18,8% a 8,2% durante o mesmo período.
No entanto, agora a demanda de produtos base da economia africana (diamantes,café etc.) está baixando, o que implica no aumento do desemprego e em uma considerável diminuição dos ingressos por remessas.
Por outro lado, os países desenvolvidos, em seu afã de reduzir custos, diminuem a ajuda oficial para o desenvolvimento ao invés de cumprir a promessa feita de duplicar a ajuda à África para 2010.
Para muitos países africanos, tal ajuda supõe 40% do seu orçamento anual e sua diminuição implica na redução do investimento em serviços sociais imprescindíveis para romper a espiral da pobreza (fome, maior risco de doença, menor capacidade de rendimento, menos ingressos, menores gastos em nutrição, educação e saúde, maior situação de fome).
Tudo isso não impede que Mãos Unidas contemple a África “com esperança, uma esperança que se apoia na juventude da população do continente (em 2007, os menores de 18 anos eram 384 milhões).
E isso se reflete nos quase 1.000 projetos que forma apoiados em 50 campanhas, que tiveram como beneficiários diretos as crianças e os jovens.
Além disso, conclui Mãos Unidas, é também motivo de esperança “o surgimento de grandes figuras do mundo das artes, letras, esporte e política, que, pouco a pouco, vão situando seus países nos lugares nos quais, por direito, lhes corresponde estar”.
Fonte: Zenit.org
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Mãos Unidas apoia mil projetos no continente
Por Nieves San Martín

MADRI, domingo, 24 de maio de 2009 (ZENIT.org).- A pobreza já afeta cerca de 400 milhões de africanos, denuncia um comunicado publicado pela organização católica de ajuda ao desenvolvimento Mãos Unidas, por ocasião da próxima celebração do Dia da África.
Hoje, 25 de maio se comemora o Dia da África, que recorda a criação, em 1963, em Addis Abeba (Etiópia), da Organização para a Unidade Africana (OUA), substituída em 2002 pela União Africana (UA).
Os graves problemas que atingem a África, terceiro continente do mundo em extensão, traduzem-se – denuncia Mãos Unidas – “em um altíssimo índice de pobreza que já afeta cerca de 400 milhões de pessoas”.
Não é em vão que, dos 177 países estudados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), os 24 com o índice de desenvolvimento humano mais baixos são os africanos.
Além disso, como se fosse pouco, a crise financeira atual está minando as conquistas e avanços obtidos na África durante os últimos anos.
A taxa média de crescimento anual havia aumentado de 3,7% em 1996, a 6,3% em 2007, enquanto a inflação baixou de 18,8% a 8,2% durante o mesmo período.
No entanto, agora a demanda de produtos base da economia africana (diamantes,café etc.) está baixando, o que implica no aumento do desemprego e em uma considerável diminuição dos ingressos por remessas.
Por outro lado, os países desenvolvidos, em seu afã de reduzir custos, diminuem a ajuda oficial para o desenvolvimento ao invés de cumprir a promessa feita de duplicar a ajuda à África para 2010.
Para muitos países africanos, tal ajuda supõe 40% do seu orçamento anual e sua diminuição implica na redução do investimento em serviços sociais imprescindíveis para romper a espiral da pobreza (fome, maior risco de doença, menor capacidade de rendimento, menos ingressos, menores gastos em nutrição, educação e saúde, maior situação de fome).
Tudo isso não impede que Mãos Unidas contemple a África “com esperança, uma esperança que se apoia na juventude da população do continente (em 2007, os menores de 18 anos eram 384 milhões).
E isso se reflete nos quase 1.000 projetos que forma apoiados em 50 campanhas, que tiveram como beneficiários diretos as crianças e os jovens.
Além disso, conclui Mãos Unidas, é também motivo de esperança “o surgimento de grandes figuras do mundo das artes, letras, esporte e política, que, pouco a pouco, vão situando seus países nos lugares nos quais, por direito, lhes corresponde estar”.
Fonte: Zenit.org
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Mãos Unidas apoia mil projetos no continente
Por Nieves San Martín

MADRI, domingo, 24 de maio de 2009 (ZENIT.org).- A pobreza já afeta cerca de 400 milhões de africanos, denuncia um comunicado publicado pela organização católica de ajuda ao desenvolvimento Mãos Unidas, por ocasião da próxima celebração do Dia da África.
Hoje, 25 de maio se comemora o Dia da África, que recorda a criação, em 1963, em Addis Abeba (Etiópia), da Organização para a Unidade Africana (OUA), substituída em 2002 pela União Africana (UA).
Os graves problemas que atingem a África, terceiro continente do mundo em extensão, traduzem-se – denuncia Mãos Unidas – “em um altíssimo índice de pobreza que já afeta cerca de 400 milhões de pessoas”.
Não é em vão que, dos 177 países estudados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), os 24 com o índice de desenvolvimento humano mais baixos são os africanos.
Além disso, como se fosse pouco, a crise financeira atual está minando as conquistas e avanços obtidos na África durante os últimos anos.
A taxa média de crescimento anual havia aumentado de 3,7% em 1996, a 6,3% em 2007, enquanto a inflação baixou de 18,8% a 8,2% durante o mesmo período.
No entanto, agora a demanda de produtos base da economia africana (diamantes,café etc.) está baixando, o que implica no aumento do desemprego e em uma considerável diminuição dos ingressos por remessas.
Por outro lado, os países desenvolvidos, em seu afã de reduzir custos, diminuem a ajuda oficial para o desenvolvimento ao invés de cumprir a promessa feita de duplicar a ajuda à África para 2010.
Para muitos países africanos, tal ajuda supõe 40% do seu orçamento anual e sua diminuição implica na redução do investimento em serviços sociais imprescindíveis para romper a espiral da pobreza (fome, maior risco de doença, menor capacidade de rendimento, menos ingressos, menores gastos em nutrição, educação e saúde, maior situação de fome).
Tudo isso não impede que Mãos Unidas contemple a África “com esperança, uma esperança que se apoia na juventude da população do continente (em 2007, os menores de 18 anos eram 384 milhões).
E isso se reflete nos quase 1.000 projetos que forma apoiados em 50 campanhas, que tiveram como beneficiários diretos as crianças e os jovens.
Além disso, conclui Mãos Unidas, é também motivo de esperança “o surgimento de grandes figuras do mundo das artes, letras, esporte e política, que, pouco a pouco, vão situando seus países nos lugares nos quais, por direito, lhes corresponde estar”.
Fonte: Zenit.org
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Pyongyang anunciou teste, que gerou tremor de terra sentido em 4 países.
Governos do Japão e da Coreia do Sul pedem sanções contra o rival.

A China expressou sua "firme oposição" ao teste nuclear subterrâneo realizado nesta segunda-feira (25) pela Coreia do Norte.
A informação foi divulgada pelo Ministério de Relações Exteriores da China, citado pela agência estatal Nova China. Pequim pediu à China que "não envenene" a situação.
China e Coreia do Norte são aliadas históricas, e a China detém uma das cadeiras permanentes do Conselho de Segurança da ONU, que pode decidir por novas sanções contra o regime norte-coreano.
Pyongyang confirmou ter realizado "com sucesso" seu segundo teste nuclear, segundo a agência estatal norte-coreana "KCNA". O país comunista também informou que a explosão foi ainda mais forte - em poder e tecnologia - que a operação realizada em 2006.
O governo norte-coreano afirmou que o teste foi "seguro", sem vazamento de material radioativo.
"Como tinham solicitado nossos cientistas e técnicos, nossa república levou a cabo com sucesso outro teste nuclear subterrâneo neste 25 de maio, como parte das medidas para fortalecer o poder nuclear em defesa própria", disse a KCNA, sem fornecer detalhes sobre a região afetada pela prova.
O ensaio ocorreu a menos de 2 quilômetros do local do primeiro teste, em outubro de 2006, segundo a Comissão Preparatória da Organização para a Proibição de Testes Nucleares.
Naquela ocasião, um teste semelhante desencadeou uma série de sanções internacionais ao país.
A Coreia do Sul também confirmou que o país vizinho disparou mísseis de curto alcance, informação não confimada pelo governo da Coreia do Norte. Em março, o país já havia provocado temor ao testar mísseis de longo alcance .

Reação

O novo teste já provocou reações diplomáticas imediatas dos governos da Coreia do Sul e do Japão
O premiê japonês, Taro Aso, disse que o teste "viola claramente" as resoluções do Conselho de Segurança (CS) da ONU, entre elas a aprovada após o primeiro teste atômico de 2006. Aso disse que Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos buscarão dar uma resposta coordenada ao ato.
Fonte: G1
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Pyongyang anunciou teste, que gerou tremor de terra sentido em 4 países.
Governos do Japão e da Coreia do Sul pedem sanções contra o rival.

A China expressou sua "firme oposição" ao teste nuclear subterrâneo realizado nesta segunda-feira (25) pela Coreia do Norte.
A informação foi divulgada pelo Ministério de Relações Exteriores da China, citado pela agência estatal Nova China. Pequim pediu à China que "não envenene" a situação.
China e Coreia do Norte são aliadas históricas, e a China detém uma das cadeiras permanentes do Conselho de Segurança da ONU, que pode decidir por novas sanções contra o regime norte-coreano.
Pyongyang confirmou ter realizado "com sucesso" seu segundo teste nuclear, segundo a agência estatal norte-coreana "KCNA". O país comunista também informou que a explosão foi ainda mais forte - em poder e tecnologia - que a operação realizada em 2006.
O governo norte-coreano afirmou que o teste foi "seguro", sem vazamento de material radioativo.
"Como tinham solicitado nossos cientistas e técnicos, nossa república levou a cabo com sucesso outro teste nuclear subterrâneo neste 25 de maio, como parte das medidas para fortalecer o poder nuclear em defesa própria", disse a KCNA, sem fornecer detalhes sobre a região afetada pela prova.
O ensaio ocorreu a menos de 2 quilômetros do local do primeiro teste, em outubro de 2006, segundo a Comissão Preparatória da Organização para a Proibição de Testes Nucleares.
Naquela ocasião, um teste semelhante desencadeou uma série de sanções internacionais ao país.
A Coreia do Sul também confirmou que o país vizinho disparou mísseis de curto alcance, informação não confimada pelo governo da Coreia do Norte. Em março, o país já havia provocado temor ao testar mísseis de longo alcance .

Reação

O novo teste já provocou reações diplomáticas imediatas dos governos da Coreia do Sul e do Japão
O premiê japonês, Taro Aso, disse que o teste "viola claramente" as resoluções do Conselho de Segurança (CS) da ONU, entre elas a aprovada após o primeiro teste atômico de 2006. Aso disse que Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos buscarão dar uma resposta coordenada ao ato.
Fonte: G1
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Pyongyang anunciou teste, que gerou tremor de terra sentido em 4 países.
Governos do Japão e da Coreia do Sul pedem sanções contra o rival.

A China expressou sua "firme oposição" ao teste nuclear subterrâneo realizado nesta segunda-feira (25) pela Coreia do Norte.
A informação foi divulgada pelo Ministério de Relações Exteriores da China, citado pela agência estatal Nova China. Pequim pediu à China que "não envenene" a situação.
China e Coreia do Norte são aliadas históricas, e a China detém uma das cadeiras permanentes do Conselho de Segurança da ONU, que pode decidir por novas sanções contra o regime norte-coreano.
Pyongyang confirmou ter realizado "com sucesso" seu segundo teste nuclear, segundo a agência estatal norte-coreana "KCNA". O país comunista também informou que a explosão foi ainda mais forte - em poder e tecnologia - que a operação realizada em 2006.
O governo norte-coreano afirmou que o teste foi "seguro", sem vazamento de material radioativo.
"Como tinham solicitado nossos cientistas e técnicos, nossa república levou a cabo com sucesso outro teste nuclear subterrâneo neste 25 de maio, como parte das medidas para fortalecer o poder nuclear em defesa própria", disse a KCNA, sem fornecer detalhes sobre a região afetada pela prova.
O ensaio ocorreu a menos de 2 quilômetros do local do primeiro teste, em outubro de 2006, segundo a Comissão Preparatória da Organização para a Proibição de Testes Nucleares.
Naquela ocasião, um teste semelhante desencadeou uma série de sanções internacionais ao país.
A Coreia do Sul também confirmou que o país vizinho disparou mísseis de curto alcance, informação não confimada pelo governo da Coreia do Norte. Em março, o país já havia provocado temor ao testar mísseis de longo alcance .

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O premiê japonês, Taro Aso, disse que o teste "viola claramente" as resoluções do Conselho de Segurança (CS) da ONU, entre elas a aprovada após o primeiro teste atômico de 2006. Aso disse que Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos buscarão dar uma resposta coordenada ao ato.
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Pyongyang anunciou teste, que gerou tremor de terra sentido em 4 países.
Governos do Japão e da Coreia do Sul pedem sanções contra o rival.

A China expressou sua "firme oposição" ao teste nuclear subterrâneo realizado nesta segunda-feira (25) pela Coreia do Norte.
A informação foi divulgada pelo Ministério de Relações Exteriores da China, citado pela agência estatal Nova China. Pequim pediu à China que "não envenene" a situação.
China e Coreia do Norte são aliadas históricas, e a China detém uma das cadeiras permanentes do Conselho de Segurança da ONU, que pode decidir por novas sanções contra o regime norte-coreano.
Pyongyang confirmou ter realizado "com sucesso" seu segundo teste nuclear, segundo a agência estatal norte-coreana "KCNA". O país comunista também informou que a explosão foi ainda mais forte - em poder e tecnologia - que a operação realizada em 2006.
O governo norte-coreano afirmou que o teste foi "seguro", sem vazamento de material radioativo.
"Como tinham solicitado nossos cientistas e técnicos, nossa república levou a cabo com sucesso outro teste nuclear subterrâneo neste 25 de maio, como parte das medidas para fortalecer o poder nuclear em defesa própria", disse a KCNA, sem fornecer detalhes sobre a região afetada pela prova.
O ensaio ocorreu a menos de 2 quilômetros do local do primeiro teste, em outubro de 2006, segundo a Comissão Preparatória da Organização para a Proibição de Testes Nucleares.
Naquela ocasião, um teste semelhante desencadeou uma série de sanções internacionais ao país.
A Coreia do Sul também confirmou que o país vizinho disparou mísseis de curto alcance, informação não confimada pelo governo da Coreia do Norte. Em março, o país já havia provocado temor ao testar mísseis de longo alcance .

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O novo teste já provocou reações diplomáticas imediatas dos governos da Coreia do Sul e do Japão
O premiê japonês, Taro Aso, disse que o teste "viola claramente" as resoluções do Conselho de Segurança (CS) da ONU, entre elas a aprovada após o primeiro teste atômico de 2006. Aso disse que Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos buscarão dar uma resposta coordenada ao ato.
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VAMOS AJUDAR!!!!!!

SÃO PAULO
Nome: Adonis Fontes da SilvaData de Nascimento: 15/01/1986Data de Inclusão: 10/03/2009Desaparecimento: 15/04/2002Local: Sao Paulo
Nome: Aline Silva CostaData de Nascimento: 25/03/1993Data de Inclusão: 07/01/2009Desaparecimento: 04/01/2009Local: Santo André
RIO DE JANEIRO
Nome: Taís Karina da Silva FelipeData de Nascimento: 08/07/1994Data de Inclusão: 19/03/2009Desaparecimento: 27/01/2009Local: Rio de Janeiro
PARÁ
Nome: ANA CLAUDIA LIMA SILVAData de Nascimento: 21/07/1994Data de Inclusão: 22/04/2009Desaparecimento: 07/04/2009Local: Belém
Nome: ARIANA PRESTES PINHEIROData de Nascimento: 23/08/1994Data de Inclusão: 17/04/2009Desaparecimento: 12/04/2009Local: Belém
Nome: FLÁVIA VALE CARNEIROData de Nascimento: 06/04/1992Data de Inclusão: 17/04/2009Desaparecimento: 13/04/2009Local: Muaná
Nome: IZES OLIVEIRA DO ESPIRITO SANTOData de Nascimento: 18/10/1991Data de Inclusão: 03/04/2009Desaparecimento: 01/03/2009Local: Belém
Nome: JAILSON DHERLISON GOMES RIBEIROData de Nascimento: 17/12/1991Data de Inclusão: 20/04/2009Desaparecimento: 14/04/2009Local: Belém
Nome: MANUELLA RODRIGUES LIMAData de Nascimento: 13/07/1993Data de Inclusão: 28/04/2009Desaparecimento: 22/04/2009Local: Belém
Nome: TAYANE PIRES VIANAData de Nascimento: 04/05/1994Data de Inclusão: 03/04/2009Desaparecimento: 27/03/2009Local: Belém
Nome: WALLACE VICTOR FREITAS DOS SANTOSData de Nascimento: 10/05/1995Data de Inclusão: 03/04/2009Desaparecimento: 03/02/2009Local: Belém
CEARÁ
Nome: Camila da Rocha LimaData de Nascimento: 01/03/1995Data de Inclusão: 27/02/2009Desaparecimento: 09/01/2009Local: Fortaleza
Nome: Dayana da Silva SantosData de Nascimento: 20/07/1993Data de Inclusão: 27/02/2009Desaparecimento: 19/01/2009Local: Fortaleza
Nome: Francisco Diego Augusto MelloData de Nascimento: 04/10/2001Data de Inclusão: 07/04/2009Desaparecimento: 05/04/2009Local: Fortaleza
Nome: Francisco Gabriel Gonzaga da SilvaData de Nascimento: 28/04/2005Data de Inclusão: 09/01/2009Desaparecimento: 03/01/2009Local: Fortaleza
Nome: Francisco Gilailson Mota da SilvaData de Nascimento: 26/06/2003Data de Inclusão: 09/01/2009Desaparecimento: 03/01/2009Local: Fortaleza
Nome: Janaína Moreno da SilvaData de Nascimento: 26/07/1992Data de Inclusão: 07/04/2009Desaparecimento: 31/03/2009Local: Fortaleza
Nome: JANIELE DOS SANTOS MORENOData de Nascimento: 25/07/1995Data de Inclusão: 07/04/2009Desaparecimento: 31/03/2009Local: Fortaleza
Nome: LUIZ FELIPE RIBEIRO DA CRUZData de Nascimento: 24/04/1994Data de Inclusão: 07/04/2009Desaparecimento: 16/01/2009Local: Forquilha
PARAÍBA
Nome: DAYANE RAYARA DOS SANTOS SILVA Data de Nascimento: 21/03/1993Data de Inclusão: 28/03/2009Desaparecimento: 21/05/2009Local: Pombal
SERGIPE
Nome: Ana Paula Soares de CavalcanteData de Nascimento: 23/09/1993Data de Inclusão: 02/04/2009Desaparecimento: 22/03/2009Local: Aracaju
Nome: Anne Elizabete da Conceição MoraisData de Nascimento: 27/06/1996Data de Inclusão: 30/03/2009Desaparecimento: 21/03/2009Local: Aracaju
Fazemos um apelo para que as pessoas comuniquem se souberem onde se encontram ou se eles próprios tomarem conhecimento, que tentem contato para que possam voltar a seus lares ou para que seus familiares saibam que estão vivos!
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SÃO PAULO
Nome: Adonis Fontes da SilvaData de Nascimento: 15/01/1986Data de Inclusão: 10/03/2009Desaparecimento: 15/04/2002Local: Sao Paulo
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Nome: JANIELE DOS SANTOS MORENOData de Nascimento: 25/07/1995Data de Inclusão: 07/04/2009Desaparecimento: 31/03/2009Local: Fortaleza
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Nome: DAYANE RAYARA DOS SANTOS SILVA Data de Nascimento: 21/03/1993Data de Inclusão: 28/03/2009Desaparecimento: 21/05/2009Local: Pombal
SERGIPE
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Nome: JAILSON DHERLISON GOMES RIBEIROData de Nascimento: 17/12/1991Data de Inclusão: 20/04/2009Desaparecimento: 14/04/2009Local: Belém
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Nome: Camila da Rocha LimaData de Nascimento: 01/03/1995Data de Inclusão: 27/02/2009Desaparecimento: 09/01/2009Local: Fortaleza
Nome: Dayana da Silva SantosData de Nascimento: 20/07/1993Data de Inclusão: 27/02/2009Desaparecimento: 19/01/2009Local: Fortaleza
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PARAÍBA
Nome: DAYANE RAYARA DOS SANTOS SILVA Data de Nascimento: 21/03/1993Data de Inclusão: 28/03/2009Desaparecimento: 21/05/2009Local: Pombal
SERGIPE
Nome: Ana Paula Soares de CavalcanteData de Nascimento: 23/09/1993Data de Inclusão: 02/04/2009Desaparecimento: 22/03/2009Local: Aracaju
Nome: Anne Elizabete da Conceição MoraisData de Nascimento: 27/06/1996Data de Inclusão: 30/03/2009Desaparecimento: 21/03/2009Local: Aracaju
Fazemos um apelo para que as pessoas comuniquem se souberem onde se encontram ou se eles próprios tomarem conhecimento, que tentem contato para que possam voltar a seus lares ou para que seus familiares saibam que estão vivos!
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VAMOS AJUDAR!!!!!!

SÃO PAULO
Nome: Adonis Fontes da SilvaData de Nascimento: 15/01/1986Data de Inclusão: 10/03/2009Desaparecimento: 15/04/2002Local: Sao Paulo
Nome: Aline Silva CostaData de Nascimento: 25/03/1993Data de Inclusão: 07/01/2009Desaparecimento: 04/01/2009Local: Santo André
RIO DE JANEIRO
Nome: Taís Karina da Silva FelipeData de Nascimento: 08/07/1994Data de Inclusão: 19/03/2009Desaparecimento: 27/01/2009Local: Rio de Janeiro
PARÁ
Nome: ANA CLAUDIA LIMA SILVAData de Nascimento: 21/07/1994Data de Inclusão: 22/04/2009Desaparecimento: 07/04/2009Local: Belém
Nome: ARIANA PRESTES PINHEIROData de Nascimento: 23/08/1994Data de Inclusão: 17/04/2009Desaparecimento: 12/04/2009Local: Belém
Nome: FLÁVIA VALE CARNEIROData de Nascimento: 06/04/1992Data de Inclusão: 17/04/2009Desaparecimento: 13/04/2009Local: Muaná
Nome: IZES OLIVEIRA DO ESPIRITO SANTOData de Nascimento: 18/10/1991Data de Inclusão: 03/04/2009Desaparecimento: 01/03/2009Local: Belém
Nome: JAILSON DHERLISON GOMES RIBEIROData de Nascimento: 17/12/1991Data de Inclusão: 20/04/2009Desaparecimento: 14/04/2009Local: Belém
Nome: MANUELLA RODRIGUES LIMAData de Nascimento: 13/07/1993Data de Inclusão: 28/04/2009Desaparecimento: 22/04/2009Local: Belém
Nome: TAYANE PIRES VIANAData de Nascimento: 04/05/1994Data de Inclusão: 03/04/2009Desaparecimento: 27/03/2009Local: Belém
Nome: WALLACE VICTOR FREITAS DOS SANTOSData de Nascimento: 10/05/1995Data de Inclusão: 03/04/2009Desaparecimento: 03/02/2009Local: Belém
CEARÁ
Nome: Camila da Rocha LimaData de Nascimento: 01/03/1995Data de Inclusão: 27/02/2009Desaparecimento: 09/01/2009Local: Fortaleza
Nome: Dayana da Silva SantosData de Nascimento: 20/07/1993Data de Inclusão: 27/02/2009Desaparecimento: 19/01/2009Local: Fortaleza
Nome: Francisco Diego Augusto MelloData de Nascimento: 04/10/2001Data de Inclusão: 07/04/2009Desaparecimento: 05/04/2009Local: Fortaleza
Nome: Francisco Gabriel Gonzaga da SilvaData de Nascimento: 28/04/2005Data de Inclusão: 09/01/2009Desaparecimento: 03/01/2009Local: Fortaleza
Nome: Francisco Gilailson Mota da SilvaData de Nascimento: 26/06/2003Data de Inclusão: 09/01/2009Desaparecimento: 03/01/2009Local: Fortaleza
Nome: Janaína Moreno da SilvaData de Nascimento: 26/07/1992Data de Inclusão: 07/04/2009Desaparecimento: 31/03/2009Local: Fortaleza
Nome: JANIELE DOS SANTOS MORENOData de Nascimento: 25/07/1995Data de Inclusão: 07/04/2009Desaparecimento: 31/03/2009Local: Fortaleza
Nome: LUIZ FELIPE RIBEIRO DA CRUZData de Nascimento: 24/04/1994Data de Inclusão: 07/04/2009Desaparecimento: 16/01/2009Local: Forquilha
PARAÍBA
Nome: DAYANE RAYARA DOS SANTOS SILVA Data de Nascimento: 21/03/1993Data de Inclusão: 28/03/2009Desaparecimento: 21/05/2009Local: Pombal
SERGIPE
Nome: Ana Paula Soares de CavalcanteData de Nascimento: 23/09/1993Data de Inclusão: 02/04/2009Desaparecimento: 22/03/2009Local: Aracaju
Nome: Anne Elizabete da Conceição MoraisData de Nascimento: 27/06/1996Data de Inclusão: 30/03/2009Desaparecimento: 21/03/2009Local: Aracaju
Fazemos um apelo para que as pessoas comuniquem se souberem onde se encontram ou se eles próprios tomarem conhecimento, que tentem contato para que possam voltar a seus lares ou para que seus familiares saibam que estão vivos!
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Sr. Carlos da Terra: o senhor não é o POVO

O colunista Carlos da Terra (não se preocupe , leitor, nós também nunca ouvimos falar), colocou sua opinião em defesa do casal Nardoni em sua coluna, na qual, não conseguimos encontrar espaço para manifestar nossa opinião.
Devido ao conteúdo "sui generis" de sua postagem, chegamos a colocá-la no blog ( "O que o leitor acha disso?") , mostrando inclusive a figura do referido senhor.Encaminhamos a ele o link da postagem, externando nossa indignação diante de tantos absurdos.Não recebemos nehuma resposta.
Dr. Cembranelli, tomando ciência da tal coluna, respondeu, de maneira que considero respeitosa demais:
"Respeito, democraticamente, qualquer opinião sobre o caso Isabella, mas me parece que o Sr. Carlos da Terra tem precaríssimos conhecimentos da contundente prova que, até o momento, como se sabe, foi levada em consideração por todos os tribunais do país para manter íntegra a acusação formulada contra os réus.
obrigado - Francisco J. T. Cembranelli - Promotor responsável pela acusação no caso Isabella"
Nós do blog "anjos e guerreiros" nos permitimos escolher as postagens que publicamos e, no caso, por considerar totalmente fora de pópósito as palavras do dito senhor, nos reservamos o direito de não colocar a coluna na íntegra, pois já fizemos muita propaganda à respeito;seria o mesmo que dar espaço a comunidades que de alguma maneira ferem os direitos humanos.
Só gostaríamos de ressaltar, sr. Carlos da Terra, fazendo referência a sua colocação, em resposta ao excelentíssimo Dr.Cembranelli, que o senhor não representa o POVO e, não está autorizado a falar em nosso nome, pois sua opinião reflete apenas a de pessoas ligadas à família Nardoni e, no máximno, de meia dúzia de índividuos, que sem base nenhuma, querem desacreditar a justiça e preferem ligar-se a toda maldade e iniquidade a lutar pela justiça e pelo bem comum.
Veja o que este senhor escreveu em 2008:
" O Dr. Cembranelli, por exemplo, deu um show de falta de ética ao dizer que: “o laudo foi feito para satisfazer as pessoas que os contrataram”!
Sr.Carlos, show de falta de ética deu a família Nardoni e os peritos contratados por ela, ao longo de todo este processo.
Show de oportunismo dá o senhor quando, coloca agora em 2009:
"O Dr. Cembranelli cumpre com galhardia e maestria o seu papel constitucional"
Show de ignorância, respeitosamente, dá o senhor, com afirmações do tipo:
"O laudo não detectou a presença de outra pessoa nos aposentos o que efetivamente NÃO QUER DIZER QUE NÃO TINHA OUTRA PESSOA. Não detectar não é não ter".
"O casal não tinha nenhum motivo para o crime.Cíume não é um motivo"
Show de falta de argumentos e de coerência "tipo de meu raciocínio pode ser chamado de intuição, talvez, ou de raciocínio lógico"(a intuição se contrapõe à lógica , amigo!)
Presunção:"os motivos que apresentarei já foram discutidos com vários advogados brilhantes que aceitaram incontinentes as evidências que apresentei.E por aí vai, a medíocre explanação...
"Eu, humildemente, posso afirmar sem medo de errar perante minha consciência".
Sr. Carlos da Terra, respeite o espaço que lhe foi oferecido e utilize-o de forma mais construtiva.

POR: Carmen Monari e Maria Célia Carrazoni

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Sr. Carlos da Terra: o senhor não é o POVO

O colunista Carlos da Terra (não se preocupe , leitor, nós também nunca ouvimos falar), colocou sua opinião em defesa do casal Nardoni em sua coluna, na qual, não conseguimos encontrar espaço para manifestar nossa opinião.
Devido ao conteúdo "sui generis" de sua postagem, chegamos a colocá-la no blog ( "O que o leitor acha disso?") , mostrando inclusive a figura do referido senhor.Encaminhamos a ele o link da postagem, externando nossa indignação diante de tantos absurdos.Não recebemos nehuma resposta.
Dr. Cembranelli, tomando ciência da tal coluna, respondeu, de maneira que considero respeitosa demais:
"Respeito, democraticamente, qualquer opinião sobre o caso Isabella, mas me parece que o Sr. Carlos da Terra tem precaríssimos conhecimentos da contundente prova que, até o momento, como se sabe, foi levada em consideração por todos os tribunais do país para manter íntegra a acusação formulada contra os réus.
obrigado - Francisco J. T. Cembranelli - Promotor responsável pela acusação no caso Isabella"
Nós do blog "anjos e guerreiros" nos permitimos escolher as postagens que publicamos e, no caso, por considerar totalmente fora de pópósito as palavras do dito senhor, nos reservamos o direito de não colocar a coluna na íntegra, pois já fizemos muita propaganda à respeito;seria o mesmo que dar espaço a comunidades que de alguma maneira ferem os direitos humanos.
Só gostaríamos de ressaltar, sr. Carlos da Terra, fazendo referência a sua colocação, em resposta ao excelentíssimo Dr.Cembranelli, que o senhor não representa o POVO e, não está autorizado a falar em nosso nome, pois sua opinião reflete apenas a de pessoas ligadas à família Nardoni e, no máximno, de meia dúzia de índividuos, que sem base nenhuma, querem desacreditar a justiça e preferem ligar-se a toda maldade e iniquidade a lutar pela justiça e pelo bem comum.
Veja o que este senhor escreveu em 2008:
" O Dr. Cembranelli, por exemplo, deu um show de falta de ética ao dizer que: “o laudo foi feito para satisfazer as pessoas que os contrataram”!
Sr.Carlos, show de falta de ética deu a família Nardoni e os peritos contratados por ela, ao longo de todo este processo.
Show de oportunismo dá o senhor quando, coloca agora em 2009:
"O Dr. Cembranelli cumpre com galhardia e maestria o seu papel constitucional"
Show de ignorância, respeitosamente, dá o senhor, com afirmações do tipo:
"O laudo não detectou a presença de outra pessoa nos aposentos o que efetivamente NÃO QUER DIZER QUE NÃO TINHA OUTRA PESSOA. Não detectar não é não ter".
"O casal não tinha nenhum motivo para o crime.Cíume não é um motivo"
Show de falta de argumentos e de coerência "tipo de meu raciocínio pode ser chamado de intuição, talvez, ou de raciocínio lógico"(a intuição se contrapõe à lógica , amigo!)
Presunção:"os motivos que apresentarei já foram discutidos com vários advogados brilhantes que aceitaram incontinentes as evidências que apresentei.E por aí vai, a medíocre explanação...
"Eu, humildemente, posso afirmar sem medo de errar perante minha consciência".
Sr. Carlos da Terra, respeite o espaço que lhe foi oferecido e utilize-o de forma mais construtiva.

POR: Carmen Monari e Maria Célia Carrazoni

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Sr. Carlos da Terra: o senhor não é o POVO

O colunista Carlos da Terra (não se preocupe , leitor, nós também nunca ouvimos falar), colocou sua opinião em defesa do casal Nardoni em sua coluna, na qual, não conseguimos encontrar espaço para manifestar nossa opinião.
Devido ao conteúdo "sui generis" de sua postagem, chegamos a colocá-la no blog ( "O que o leitor acha disso?") , mostrando inclusive a figura do referido senhor.Encaminhamos a ele o link da postagem, externando nossa indignação diante de tantos absurdos.Não recebemos nehuma resposta.
Dr. Cembranelli, tomando ciência da tal coluna, respondeu, de maneira que considero respeitosa demais:
"Respeito, democraticamente, qualquer opinião sobre o caso Isabella, mas me parece que o Sr. Carlos da Terra tem precaríssimos conhecimentos da contundente prova que, até o momento, como se sabe, foi levada em consideração por todos os tribunais do país para manter íntegra a acusação formulada contra os réus.
obrigado - Francisco J. T. Cembranelli - Promotor responsável pela acusação no caso Isabella"
Nós do blog "anjos e guerreiros" nos permitimos escolher as postagens que publicamos e, no caso, por considerar totalmente fora de pópósito as palavras do dito senhor, nos reservamos o direito de não colocar a coluna na íntegra, pois já fizemos muita propaganda à respeito;seria o mesmo que dar espaço a comunidades que de alguma maneira ferem os direitos humanos.
Só gostaríamos de ressaltar, sr. Carlos da Terra, fazendo referência a sua colocação, em resposta ao excelentíssimo Dr.Cembranelli, que o senhor não representa o POVO e, não está autorizado a falar em nosso nome, pois sua opinião reflete apenas a de pessoas ligadas à família Nardoni e, no máximno, de meia dúzia de índividuos, que sem base nenhuma, querem desacreditar a justiça e preferem ligar-se a toda maldade e iniquidade a lutar pela justiça e pelo bem comum.
Veja o que este senhor escreveu em 2008:
" O Dr. Cembranelli, por exemplo, deu um show de falta de ética ao dizer que: “o laudo foi feito para satisfazer as pessoas que os contrataram”!
Sr.Carlos, show de falta de ética deu a família Nardoni e os peritos contratados por ela, ao longo de todo este processo.
Show de oportunismo dá o senhor quando, coloca agora em 2009:
"O Dr. Cembranelli cumpre com galhardia e maestria o seu papel constitucional"
Show de ignorância, respeitosamente, dá o senhor, com afirmações do tipo:
"O laudo não detectou a presença de outra pessoa nos aposentos o que efetivamente NÃO QUER DIZER QUE NÃO TINHA OUTRA PESSOA. Não detectar não é não ter".
"O casal não tinha nenhum motivo para o crime.Cíume não é um motivo"
Show de falta de argumentos e de coerência "tipo de meu raciocínio pode ser chamado de intuição, talvez, ou de raciocínio lógico"(a intuição se contrapõe à lógica , amigo!)
Presunção:"os motivos que apresentarei já foram discutidos com vários advogados brilhantes que aceitaram incontinentes as evidências que apresentei.E por aí vai, a medíocre explanação...
"Eu, humildemente, posso afirmar sem medo de errar perante minha consciência".
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POR: Carmen Monari e Maria Célia Carrazoni

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O colunista Carlos da Terra (não se preocupe , leitor, nós também nunca ouvimos falar), colocou sua opinião em defesa do casal Nardoni em sua coluna, na qual, não conseguimos encontrar espaço para manifestar nossa opinião.
Devido ao conteúdo "sui generis" de sua postagem, chegamos a colocá-la no blog ( "O que o leitor acha disso?") , mostrando inclusive a figura do referido senhor.Encaminhamos a ele o link da postagem, externando nossa indignação diante de tantos absurdos.Não recebemos nehuma resposta.
Dr. Cembranelli, tomando ciência da tal coluna, respondeu, de maneira que considero respeitosa demais:
"Respeito, democraticamente, qualquer opinião sobre o caso Isabella, mas me parece que o Sr. Carlos da Terra tem precaríssimos conhecimentos da contundente prova que, até o momento, como se sabe, foi levada em consideração por todos os tribunais do país para manter íntegra a acusação formulada contra os réus.
obrigado - Francisco J. T. Cembranelli - Promotor responsável pela acusação no caso Isabella"
Nós do blog "anjos e guerreiros" nos permitimos escolher as postagens que publicamos e, no caso, por considerar totalmente fora de pópósito as palavras do dito senhor, nos reservamos o direito de não colocar a coluna na íntegra, pois já fizemos muita propaganda à respeito;seria o mesmo que dar espaço a comunidades que de alguma maneira ferem os direitos humanos.
Só gostaríamos de ressaltar, sr. Carlos da Terra, fazendo referência a sua colocação, em resposta ao excelentíssimo Dr.Cembranelli, que o senhor não representa o POVO e, não está autorizado a falar em nosso nome, pois sua opinião reflete apenas a de pessoas ligadas à família Nardoni e, no máximno, de meia dúzia de índividuos, que sem base nenhuma, querem desacreditar a justiça e preferem ligar-se a toda maldade e iniquidade a lutar pela justiça e pelo bem comum.
Veja o que este senhor escreveu em 2008:
" O Dr. Cembranelli, por exemplo, deu um show de falta de ética ao dizer que: “o laudo foi feito para satisfazer as pessoas que os contrataram”!
Sr.Carlos, show de falta de ética deu a família Nardoni e os peritos contratados por ela, ao longo de todo este processo.
Show de oportunismo dá o senhor quando, coloca agora em 2009:
"O Dr. Cembranelli cumpre com galhardia e maestria o seu papel constitucional"
Show de ignorância, respeitosamente, dá o senhor, com afirmações do tipo:
"O laudo não detectou a presença de outra pessoa nos aposentos o que efetivamente NÃO QUER DIZER QUE NÃO TINHA OUTRA PESSOA. Não detectar não é não ter".
"O casal não tinha nenhum motivo para o crime.Cíume não é um motivo"
Show de falta de argumentos e de coerência "tipo de meu raciocínio pode ser chamado de intuição, talvez, ou de raciocínio lógico"(a intuição se contrapõe à lógica , amigo!)
Presunção:"os motivos que apresentarei já foram discutidos com vários advogados brilhantes que aceitaram incontinentes as evidências que apresentei.E por aí vai, a medíocre explanação...
"Eu, humildemente, posso afirmar sem medo de errar perante minha consciência".
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POR: Carmen Monari e Maria Célia Carrazoni

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colaboradores: carmen e maria celia

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