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24.5.09

As Origens do Problema

De acordo com o Instituto do Sono, ligado à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), “a insônia é a ponta de um enorme iceberg” e deve ser analisada sob três aspectos: físico, psicológico e social. Ou seja, não se pode culpar unicamente as situações de ansiedade e stress pelas noites maldormidas. Muitas vezes, a raiz do problema está escondida onde só um médico pode encontrar.

Entre as possíveis causas da insônia, estão doenças físicas, uso de medicamentos e até distúrbios hormonais. Doenças psiquiátricas e neurológicas como depressão, Parkinson, esquizofrenia, derrames cerebrais e Alzheimer também podem trazer dificuldades. Nesses casos, a ajuda especializada é fundamental. O coordenador do Instituto do Sono da Unifesp, Sérgio Tufik, acrescenta ainda outro elemento causador da insônia: o medo. “Medo, na natureza, é exatamente o contrário do sono: só dorme quem está tranqüilo, quem não vai ser atacado”, afirma.

Como se não bastassem esses fatores involuntários, pioramos ainda mais nossa qualidade de sono – ou até mesmo desencadeamos a insônia – com hábitos errados que adquirimos no dia-a-dia. Falta de rotina para dormir, ambiente inadequado e ingestão de bebidas alcoólicas são alguns erros comuns. “Antigamente, tudo era mais fácil. Hoje, com a luz artificial, TV e internet, mudou o nosso comportamento”, explica Tufik. E é nessas situações que a nossa ação pode ser mais eficaz. Confira as recomendações de especialistas para uma boa noite de sono.

O ambiente – A qualidade do sono depende em grande medida do ambiente em que se repousa. Por isso, características básicas como barulho, calor ou claridade excessivos devem ser levadas em conta. “Fisicamente, o ambiente tem que estar acondicionado apropriadamente, daí os cuidados com luz, temperatura e ruído”, orienta o neurolofisiologista Flávio Alóe, do Centro de Estudos do Sono do Hospital das Clínicas de São Paulo.

O médico lembra ainda que o sono é influenciado pelo ambiente “de uma forma perceptível e imperceptível”. “Em outras palavras, você pode achar que está dormindo bem em um lugar barulhento ou em um lugar não ideal e não perceber o problema”, explica. Ou seja, deve-se manter o quarto nas condições ideais sempre: escurecido, fresco e silencioso.

Para isso, é indicada a instalação de cortinas que realmente isolem o ambiente da claridade externa. Outra dica: desligue a TV, pois a luz da telinha prejudica a secreção da melotonina, hormônio que induz o sono e só é produzido no escuro. Outra alternativa é aderir a máscaras para dormir. Contra o barulho, a saída são os tampões de ouvido. Quanto à temperatura, alguns condicionadores de ar possuem a função sleep, que ajustam a temperatura durante a noite.

Riscos á saúde dos insones
Nas páginas do romance Cem Anos de Solidão, a insônia é tratada pelo escritor Gabriel García Márquez como uma peste que acomete a mítica cidade de Macondo. Exageros à parte, o colombiano buscou inspiração em efeitos reais da insônia, muitas vezes subestimados. No livro, o mal ganha proporções epidêmicas e evolui para uma manifestação mais crítica: o esquecimento. “Queria dizer que quando o doente se acostumava ao seu estado de vigília, começava a apagar-se da sua memória as lembranças da infância, em seguida o nome e as noções das coisas, e por último a identidade das pessoas e ainda a consciência do próprio ser, até se afundar numa espécie de idiotice sem passado”, explica o narrador.
A verdadeira insônia não leva a esse grau de amnésia. Mas os danos na vida real podem ser mais severos do que os da insônia fictícia. Muitas vítimas recorrem a estimulantes para enfrentar o cansaço decorrente de uma noite maldormida e dar conta da profusão de compromissos diários. Mas as horas a mais de vigília têm um preço: a saúde física e mental do insone.
“A população com o transtorno de insônia tem todos os riscos possíveis e imagináveis mais elevados do que a população geral”, ressalta o neurofisiologista Flávio Alóe, do Centro de Estudos do Sono do Hospital das Clínicas de São Paulo. “O desfecho de um caso de insônia é a transformação desse transtorno em alguma coisa mais grave”. Segundo o neurofisiologista, entre 20% e 30% dos casos deságuam na depressão. “A insônia é um precursor”, explica.
Além disso, quando não dormimos, o cérebro não consolida as informações recebidas ao longo do dia, o que acaba refletindo em alterações de memória e das capacidades cognitivas, como aprendizado, raciocínio e pensamento. Também cresce o risco de problemas como diabetes e até câncer.
Revista VEJA
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As Origens do Problema

De acordo com o Instituto do Sono, ligado à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), “a insônia é a ponta de um enorme iceberg” e deve ser analisada sob três aspectos: físico, psicológico e social. Ou seja, não se pode culpar unicamente as situações de ansiedade e stress pelas noites maldormidas. Muitas vezes, a raiz do problema está escondida onde só um médico pode encontrar.

Entre as possíveis causas da insônia, estão doenças físicas, uso de medicamentos e até distúrbios hormonais. Doenças psiquiátricas e neurológicas como depressão, Parkinson, esquizofrenia, derrames cerebrais e Alzheimer também podem trazer dificuldades. Nesses casos, a ajuda especializada é fundamental. O coordenador do Instituto do Sono da Unifesp, Sérgio Tufik, acrescenta ainda outro elemento causador da insônia: o medo. “Medo, na natureza, é exatamente o contrário do sono: só dorme quem está tranqüilo, quem não vai ser atacado”, afirma.

Como se não bastassem esses fatores involuntários, pioramos ainda mais nossa qualidade de sono – ou até mesmo desencadeamos a insônia – com hábitos errados que adquirimos no dia-a-dia. Falta de rotina para dormir, ambiente inadequado e ingestão de bebidas alcoólicas são alguns erros comuns. “Antigamente, tudo era mais fácil. Hoje, com a luz artificial, TV e internet, mudou o nosso comportamento”, explica Tufik. E é nessas situações que a nossa ação pode ser mais eficaz. Confira as recomendações de especialistas para uma boa noite de sono.

O ambiente – A qualidade do sono depende em grande medida do ambiente em que se repousa. Por isso, características básicas como barulho, calor ou claridade excessivos devem ser levadas em conta. “Fisicamente, o ambiente tem que estar acondicionado apropriadamente, daí os cuidados com luz, temperatura e ruído”, orienta o neurolofisiologista Flávio Alóe, do Centro de Estudos do Sono do Hospital das Clínicas de São Paulo.

O médico lembra ainda que o sono é influenciado pelo ambiente “de uma forma perceptível e imperceptível”. “Em outras palavras, você pode achar que está dormindo bem em um lugar barulhento ou em um lugar não ideal e não perceber o problema”, explica. Ou seja, deve-se manter o quarto nas condições ideais sempre: escurecido, fresco e silencioso.

Para isso, é indicada a instalação de cortinas que realmente isolem o ambiente da claridade externa. Outra dica: desligue a TV, pois a luz da telinha prejudica a secreção da melotonina, hormônio que induz o sono e só é produzido no escuro. Outra alternativa é aderir a máscaras para dormir. Contra o barulho, a saída são os tampões de ouvido. Quanto à temperatura, alguns condicionadores de ar possuem a função sleep, que ajustam a temperatura durante a noite.

Riscos á saúde dos insones
Nas páginas do romance Cem Anos de Solidão, a insônia é tratada pelo escritor Gabriel García Márquez como uma peste que acomete a mítica cidade de Macondo. Exageros à parte, o colombiano buscou inspiração em efeitos reais da insônia, muitas vezes subestimados. No livro, o mal ganha proporções epidêmicas e evolui para uma manifestação mais crítica: o esquecimento. “Queria dizer que quando o doente se acostumava ao seu estado de vigília, começava a apagar-se da sua memória as lembranças da infância, em seguida o nome e as noções das coisas, e por último a identidade das pessoas e ainda a consciência do próprio ser, até se afundar numa espécie de idiotice sem passado”, explica o narrador.
A verdadeira insônia não leva a esse grau de amnésia. Mas os danos na vida real podem ser mais severos do que os da insônia fictícia. Muitas vítimas recorrem a estimulantes para enfrentar o cansaço decorrente de uma noite maldormida e dar conta da profusão de compromissos diários. Mas as horas a mais de vigília têm um preço: a saúde física e mental do insone.
“A população com o transtorno de insônia tem todos os riscos possíveis e imagináveis mais elevados do que a população geral”, ressalta o neurofisiologista Flávio Alóe, do Centro de Estudos do Sono do Hospital das Clínicas de São Paulo. “O desfecho de um caso de insônia é a transformação desse transtorno em alguma coisa mais grave”. Segundo o neurofisiologista, entre 20% e 30% dos casos deságuam na depressão. “A insônia é um precursor”, explica.
Além disso, quando não dormimos, o cérebro não consolida as informações recebidas ao longo do dia, o que acaba refletindo em alterações de memória e das capacidades cognitivas, como aprendizado, raciocínio e pensamento. Também cresce o risco de problemas como diabetes e até câncer.
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De acordo com o Instituto do Sono, ligado à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), “a insônia é a ponta de um enorme iceberg” e deve ser analisada sob três aspectos: físico, psicológico e social. Ou seja, não se pode culpar unicamente as situações de ansiedade e stress pelas noites maldormidas. Muitas vezes, a raiz do problema está escondida onde só um médico pode encontrar.

Entre as possíveis causas da insônia, estão doenças físicas, uso de medicamentos e até distúrbios hormonais. Doenças psiquiátricas e neurológicas como depressão, Parkinson, esquizofrenia, derrames cerebrais e Alzheimer também podem trazer dificuldades. Nesses casos, a ajuda especializada é fundamental. O coordenador do Instituto do Sono da Unifesp, Sérgio Tufik, acrescenta ainda outro elemento causador da insônia: o medo. “Medo, na natureza, é exatamente o contrário do sono: só dorme quem está tranqüilo, quem não vai ser atacado”, afirma.

Como se não bastassem esses fatores involuntários, pioramos ainda mais nossa qualidade de sono – ou até mesmo desencadeamos a insônia – com hábitos errados que adquirimos no dia-a-dia. Falta de rotina para dormir, ambiente inadequado e ingestão de bebidas alcoólicas são alguns erros comuns. “Antigamente, tudo era mais fácil. Hoje, com a luz artificial, TV e internet, mudou o nosso comportamento”, explica Tufik. E é nessas situações que a nossa ação pode ser mais eficaz. Confira as recomendações de especialistas para uma boa noite de sono.

O ambiente – A qualidade do sono depende em grande medida do ambiente em que se repousa. Por isso, características básicas como barulho, calor ou claridade excessivos devem ser levadas em conta. “Fisicamente, o ambiente tem que estar acondicionado apropriadamente, daí os cuidados com luz, temperatura e ruído”, orienta o neurolofisiologista Flávio Alóe, do Centro de Estudos do Sono do Hospital das Clínicas de São Paulo.

O médico lembra ainda que o sono é influenciado pelo ambiente “de uma forma perceptível e imperceptível”. “Em outras palavras, você pode achar que está dormindo bem em um lugar barulhento ou em um lugar não ideal e não perceber o problema”, explica. Ou seja, deve-se manter o quarto nas condições ideais sempre: escurecido, fresco e silencioso.

Para isso, é indicada a instalação de cortinas que realmente isolem o ambiente da claridade externa. Outra dica: desligue a TV, pois a luz da telinha prejudica a secreção da melotonina, hormônio que induz o sono e só é produzido no escuro. Outra alternativa é aderir a máscaras para dormir. Contra o barulho, a saída são os tampões de ouvido. Quanto à temperatura, alguns condicionadores de ar possuem a função sleep, que ajustam a temperatura durante a noite.

Riscos á saúde dos insones
Nas páginas do romance Cem Anos de Solidão, a insônia é tratada pelo escritor Gabriel García Márquez como uma peste que acomete a mítica cidade de Macondo. Exageros à parte, o colombiano buscou inspiração em efeitos reais da insônia, muitas vezes subestimados. No livro, o mal ganha proporções epidêmicas e evolui para uma manifestação mais crítica: o esquecimento. “Queria dizer que quando o doente se acostumava ao seu estado de vigília, começava a apagar-se da sua memória as lembranças da infância, em seguida o nome e as noções das coisas, e por último a identidade das pessoas e ainda a consciência do próprio ser, até se afundar numa espécie de idiotice sem passado”, explica o narrador.
A verdadeira insônia não leva a esse grau de amnésia. Mas os danos na vida real podem ser mais severos do que os da insônia fictícia. Muitas vítimas recorrem a estimulantes para enfrentar o cansaço decorrente de uma noite maldormida e dar conta da profusão de compromissos diários. Mas as horas a mais de vigília têm um preço: a saúde física e mental do insone.
“A população com o transtorno de insônia tem todos os riscos possíveis e imagináveis mais elevados do que a população geral”, ressalta o neurofisiologista Flávio Alóe, do Centro de Estudos do Sono do Hospital das Clínicas de São Paulo. “O desfecho de um caso de insônia é a transformação desse transtorno em alguma coisa mais grave”. Segundo o neurofisiologista, entre 20% e 30% dos casos deságuam na depressão. “A insônia é um precursor”, explica.
Além disso, quando não dormimos, o cérebro não consolida as informações recebidas ao longo do dia, o que acaba refletindo em alterações de memória e das capacidades cognitivas, como aprendizado, raciocínio e pensamento. Também cresce o risco de problemas como diabetes e até câncer.
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As Origens do Problema

De acordo com o Instituto do Sono, ligado à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), “a insônia é a ponta de um enorme iceberg” e deve ser analisada sob três aspectos: físico, psicológico e social. Ou seja, não se pode culpar unicamente as situações de ansiedade e stress pelas noites maldormidas. Muitas vezes, a raiz do problema está escondida onde só um médico pode encontrar.

Entre as possíveis causas da insônia, estão doenças físicas, uso de medicamentos e até distúrbios hormonais. Doenças psiquiátricas e neurológicas como depressão, Parkinson, esquizofrenia, derrames cerebrais e Alzheimer também podem trazer dificuldades. Nesses casos, a ajuda especializada é fundamental. O coordenador do Instituto do Sono da Unifesp, Sérgio Tufik, acrescenta ainda outro elemento causador da insônia: o medo. “Medo, na natureza, é exatamente o contrário do sono: só dorme quem está tranqüilo, quem não vai ser atacado”, afirma.

Como se não bastassem esses fatores involuntários, pioramos ainda mais nossa qualidade de sono – ou até mesmo desencadeamos a insônia – com hábitos errados que adquirimos no dia-a-dia. Falta de rotina para dormir, ambiente inadequado e ingestão de bebidas alcoólicas são alguns erros comuns. “Antigamente, tudo era mais fácil. Hoje, com a luz artificial, TV e internet, mudou o nosso comportamento”, explica Tufik. E é nessas situações que a nossa ação pode ser mais eficaz. Confira as recomendações de especialistas para uma boa noite de sono.

O ambiente – A qualidade do sono depende em grande medida do ambiente em que se repousa. Por isso, características básicas como barulho, calor ou claridade excessivos devem ser levadas em conta. “Fisicamente, o ambiente tem que estar acondicionado apropriadamente, daí os cuidados com luz, temperatura e ruído”, orienta o neurolofisiologista Flávio Alóe, do Centro de Estudos do Sono do Hospital das Clínicas de São Paulo.

O médico lembra ainda que o sono é influenciado pelo ambiente “de uma forma perceptível e imperceptível”. “Em outras palavras, você pode achar que está dormindo bem em um lugar barulhento ou em um lugar não ideal e não perceber o problema”, explica. Ou seja, deve-se manter o quarto nas condições ideais sempre: escurecido, fresco e silencioso.

Para isso, é indicada a instalação de cortinas que realmente isolem o ambiente da claridade externa. Outra dica: desligue a TV, pois a luz da telinha prejudica a secreção da melotonina, hormônio que induz o sono e só é produzido no escuro. Outra alternativa é aderir a máscaras para dormir. Contra o barulho, a saída são os tampões de ouvido. Quanto à temperatura, alguns condicionadores de ar possuem a função sleep, que ajustam a temperatura durante a noite.

Riscos á saúde dos insones
Nas páginas do romance Cem Anos de Solidão, a insônia é tratada pelo escritor Gabriel García Márquez como uma peste que acomete a mítica cidade de Macondo. Exageros à parte, o colombiano buscou inspiração em efeitos reais da insônia, muitas vezes subestimados. No livro, o mal ganha proporções epidêmicas e evolui para uma manifestação mais crítica: o esquecimento. “Queria dizer que quando o doente se acostumava ao seu estado de vigília, começava a apagar-se da sua memória as lembranças da infância, em seguida o nome e as noções das coisas, e por último a identidade das pessoas e ainda a consciência do próprio ser, até se afundar numa espécie de idiotice sem passado”, explica o narrador.
A verdadeira insônia não leva a esse grau de amnésia. Mas os danos na vida real podem ser mais severos do que os da insônia fictícia. Muitas vítimas recorrem a estimulantes para enfrentar o cansaço decorrente de uma noite maldormida e dar conta da profusão de compromissos diários. Mas as horas a mais de vigília têm um preço: a saúde física e mental do insone.
“A população com o transtorno de insônia tem todos os riscos possíveis e imagináveis mais elevados do que a população geral”, ressalta o neurofisiologista Flávio Alóe, do Centro de Estudos do Sono do Hospital das Clínicas de São Paulo. “O desfecho de um caso de insônia é a transformação desse transtorno em alguma coisa mais grave”. Segundo o neurofisiologista, entre 20% e 30% dos casos deságuam na depressão. “A insônia é um precursor”, explica.
Além disso, quando não dormimos, o cérebro não consolida as informações recebidas ao longo do dia, o que acaba refletindo em alterações de memória e das capacidades cognitivas, como aprendizado, raciocínio e pensamento. Também cresce o risco de problemas como diabetes e até câncer.
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GDF e Secretaria de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda promovem debate nesta segunda-feira (25)

BRASÍLIA (ABN NEWS) - Parceiros da Global Missing Children’s Network (rede mundial de crianças desaparecidas), GDF e Secretaria de Desenvolvimento Social e Tranferência de Renda (Sedest) lembram na segunda-feira (25), o Dia Internacional da Criança Desaparecida. A data será destacada com a realização de um seminário, a partir das 8h30, no Museu da Imprensa, e contará com a participação de representantes do Governo e da sociedade de vários Estados do país.

A data foi escolhida porque em 25 de maio de 1979, Etan Patz, de 6 anos, desapareceu a caminho da escola, nas ruas Nova Yorque. Lamentavelmente ele nunca foi encontrado, mesmo com a polícia indicando um suspeito.

O desaparecimento de Etan foi o primeiro de numerosos casos de destaque nos Estados Unidos, o que deu origem à colocação de imagens de crianças desaparecidas nas embalagens de leite e, finalmente, ao Dia Internacional de Crianças Desaparecidas.
No período vespertino do seminário, serão oferecidas atividades não só aos participantes, mas à população em geral, sensibilizando para questões relacionadas ao desaparecimento de crianças e adolescentes.

Como parte da comemoração serão lançados 50 balões com fotografias de crianças de várias partes do mundo. Essa ação será repetida ao mesmo tempo em todos os países participantes do evento e o Brasil mandou o rosto de cinco crianças para o evento no exterior.

Origem - A Global Missing Children’s Network existe desde 1998. Fundada nos Estados Unidos, é popularmente conhecida como Missing Kids. Hoje, a rede tem como membros Itália, Bélgica, Argentina, Irlanda, México, Grécia, Canadá, Reino Unido, Romênia, Austrália e Brasil.
Desde o início, a Missing Kids contou com o apoio do Centro Internacional para Crianças Exploradas e Desaparecidas (ICMEC – International Centre for Missing & Exploited Children) para que 17 países rapidamente expusessem ao público fotografias e informações de crianças desaparecidas para todo o mundo.


ABN- Agência brasileira de Notícias
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GDF e Secretaria de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda promovem debate nesta segunda-feira (25)

BRASÍLIA (ABN NEWS) - Parceiros da Global Missing Children’s Network (rede mundial de crianças desaparecidas), GDF e Secretaria de Desenvolvimento Social e Tranferência de Renda (Sedest) lembram na segunda-feira (25), o Dia Internacional da Criança Desaparecida. A data será destacada com a realização de um seminário, a partir das 8h30, no Museu da Imprensa, e contará com a participação de representantes do Governo e da sociedade de vários Estados do país.

A data foi escolhida porque em 25 de maio de 1979, Etan Patz, de 6 anos, desapareceu a caminho da escola, nas ruas Nova Yorque. Lamentavelmente ele nunca foi encontrado, mesmo com a polícia indicando um suspeito.

O desaparecimento de Etan foi o primeiro de numerosos casos de destaque nos Estados Unidos, o que deu origem à colocação de imagens de crianças desaparecidas nas embalagens de leite e, finalmente, ao Dia Internacional de Crianças Desaparecidas.
No período vespertino do seminário, serão oferecidas atividades não só aos participantes, mas à população em geral, sensibilizando para questões relacionadas ao desaparecimento de crianças e adolescentes.

Como parte da comemoração serão lançados 50 balões com fotografias de crianças de várias partes do mundo. Essa ação será repetida ao mesmo tempo em todos os países participantes do evento e o Brasil mandou o rosto de cinco crianças para o evento no exterior.

Origem - A Global Missing Children’s Network existe desde 1998. Fundada nos Estados Unidos, é popularmente conhecida como Missing Kids. Hoje, a rede tem como membros Itália, Bélgica, Argentina, Irlanda, México, Grécia, Canadá, Reino Unido, Romênia, Austrália e Brasil.
Desde o início, a Missing Kids contou com o apoio do Centro Internacional para Crianças Exploradas e Desaparecidas (ICMEC – International Centre for Missing & Exploited Children) para que 17 países rapidamente expusessem ao público fotografias e informações de crianças desaparecidas para todo o mundo.


ABN- Agência brasileira de Notícias
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BRASÍLIA (ABN NEWS) - Parceiros da Global Missing Children’s Network (rede mundial de crianças desaparecidas), GDF e Secretaria de Desenvolvimento Social e Tranferência de Renda (Sedest) lembram na segunda-feira (25), o Dia Internacional da Criança Desaparecida. A data será destacada com a realização de um seminário, a partir das 8h30, no Museu da Imprensa, e contará com a participação de representantes do Governo e da sociedade de vários Estados do país.

A data foi escolhida porque em 25 de maio de 1979, Etan Patz, de 6 anos, desapareceu a caminho da escola, nas ruas Nova Yorque. Lamentavelmente ele nunca foi encontrado, mesmo com a polícia indicando um suspeito.

O desaparecimento de Etan foi o primeiro de numerosos casos de destaque nos Estados Unidos, o que deu origem à colocação de imagens de crianças desaparecidas nas embalagens de leite e, finalmente, ao Dia Internacional de Crianças Desaparecidas.
No período vespertino do seminário, serão oferecidas atividades não só aos participantes, mas à população em geral, sensibilizando para questões relacionadas ao desaparecimento de crianças e adolescentes.

Como parte da comemoração serão lançados 50 balões com fotografias de crianças de várias partes do mundo. Essa ação será repetida ao mesmo tempo em todos os países participantes do evento e o Brasil mandou o rosto de cinco crianças para o evento no exterior.

Origem - A Global Missing Children’s Network existe desde 1998. Fundada nos Estados Unidos, é popularmente conhecida como Missing Kids. Hoje, a rede tem como membros Itália, Bélgica, Argentina, Irlanda, México, Grécia, Canadá, Reino Unido, Romênia, Austrália e Brasil.
Desde o início, a Missing Kids contou com o apoio do Centro Internacional para Crianças Exploradas e Desaparecidas (ICMEC – International Centre for Missing & Exploited Children) para que 17 países rapidamente expusessem ao público fotografias e informações de crianças desaparecidas para todo o mundo.


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GDF e Secretaria de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda promovem debate nesta segunda-feira (25)

BRASÍLIA (ABN NEWS) - Parceiros da Global Missing Children’s Network (rede mundial de crianças desaparecidas), GDF e Secretaria de Desenvolvimento Social e Tranferência de Renda (Sedest) lembram na segunda-feira (25), o Dia Internacional da Criança Desaparecida. A data será destacada com a realização de um seminário, a partir das 8h30, no Museu da Imprensa, e contará com a participação de representantes do Governo e da sociedade de vários Estados do país.

A data foi escolhida porque em 25 de maio de 1979, Etan Patz, de 6 anos, desapareceu a caminho da escola, nas ruas Nova Yorque. Lamentavelmente ele nunca foi encontrado, mesmo com a polícia indicando um suspeito.

O desaparecimento de Etan foi o primeiro de numerosos casos de destaque nos Estados Unidos, o que deu origem à colocação de imagens de crianças desaparecidas nas embalagens de leite e, finalmente, ao Dia Internacional de Crianças Desaparecidas.
No período vespertino do seminário, serão oferecidas atividades não só aos participantes, mas à população em geral, sensibilizando para questões relacionadas ao desaparecimento de crianças e adolescentes.

Como parte da comemoração serão lançados 50 balões com fotografias de crianças de várias partes do mundo. Essa ação será repetida ao mesmo tempo em todos os países participantes do evento e o Brasil mandou o rosto de cinco crianças para o evento no exterior.

Origem - A Global Missing Children’s Network existe desde 1998. Fundada nos Estados Unidos, é popularmente conhecida como Missing Kids. Hoje, a rede tem como membros Itália, Bélgica, Argentina, Irlanda, México, Grécia, Canadá, Reino Unido, Romênia, Austrália e Brasil.
Desde o início, a Missing Kids contou com o apoio do Centro Internacional para Crianças Exploradas e Desaparecidas (ICMEC – International Centre for Missing & Exploited Children) para que 17 países rapidamente expusessem ao público fotografias e informações de crianças desaparecidas para todo o mundo.


ABN- Agência brasileira de Notícias
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Em comemoração ao Dia Nacional da Adoção, a Comissão Estadual Judiciária de Adoção (CEJA) do Tribunal de Justiça da Paraíba, vai promover no período de 23 a 25 de maio, uma Campanha Educativa com uma programação especial alusiva a data. Durante o evento, haverá os lançamentos da cartilha contendo informações sobre o processo da adoção e do concurso de redação com o tema: “O direito de ter família”.
A Campanha Educativa em comemoração ao dia nacional da adoção, celebrado no dia 25 de maio, será realizado no Shopping Tambiá, em João Pessoa, com o objetivo de incentivar a prática da adoção e orientar a todos que queiram contribuir para inserção de crianças/adolescentes em um núcleo familiar.
De acordo com a coordenara judiciária da CEJA, Sandra Simone Valadão, essas e outras ações da comissão é uma forma de chamar a atenção da sociedade para com a responsabilidade de constituir família através da adoção.
“Com essas e outras atitudes pro ativas é que a CEJA, vem contribuindo para que as adoções necessárias sejam realizadas, abrangendo um número cada vez maior de crianças e adolescentes, independentemente de sua idade, raça ou condição física e psíquica e não deixa-las em abrigo sem a possibilidade de nenhuma integração social”, declarou a coordenadora.
A campanha objetiva ainda, conforme ressaltou Sandra Valadão, fazer com que a adoção seja entendida como uma via de mão dupla, na qual pais e filhos se adotam, não apenas, os pais adotam os filhos, mas estabelecem uma relação de troca na órbita familiar mais ampla, se estendendo a todos os parentes.


Paraíba.com.br
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Em comemoração ao Dia Nacional da Adoção, a Comissão Estadual Judiciária de Adoção (CEJA) do Tribunal de Justiça da Paraíba, vai promover no período de 23 a 25 de maio, uma Campanha Educativa com uma programação especial alusiva a data. Durante o evento, haverá os lançamentos da cartilha contendo informações sobre o processo da adoção e do concurso de redação com o tema: “O direito de ter família”.
A Campanha Educativa em comemoração ao dia nacional da adoção, celebrado no dia 25 de maio, será realizado no Shopping Tambiá, em João Pessoa, com o objetivo de incentivar a prática da adoção e orientar a todos que queiram contribuir para inserção de crianças/adolescentes em um núcleo familiar.
De acordo com a coordenara judiciária da CEJA, Sandra Simone Valadão, essas e outras ações da comissão é uma forma de chamar a atenção da sociedade para com a responsabilidade de constituir família através da adoção.
“Com essas e outras atitudes pro ativas é que a CEJA, vem contribuindo para que as adoções necessárias sejam realizadas, abrangendo um número cada vez maior de crianças e adolescentes, independentemente de sua idade, raça ou condição física e psíquica e não deixa-las em abrigo sem a possibilidade de nenhuma integração social”, declarou a coordenadora.
A campanha objetiva ainda, conforme ressaltou Sandra Valadão, fazer com que a adoção seja entendida como uma via de mão dupla, na qual pais e filhos se adotam, não apenas, os pais adotam os filhos, mas estabelecem uma relação de troca na órbita familiar mais ampla, se estendendo a todos os parentes.


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Em comemoração ao Dia Nacional da Adoção, a Comissão Estadual Judiciária de Adoção (CEJA) do Tribunal de Justiça da Paraíba, vai promover no período de 23 a 25 de maio, uma Campanha Educativa com uma programação especial alusiva a data. Durante o evento, haverá os lançamentos da cartilha contendo informações sobre o processo da adoção e do concurso de redação com o tema: “O direito de ter família”.
A Campanha Educativa em comemoração ao dia nacional da adoção, celebrado no dia 25 de maio, será realizado no Shopping Tambiá, em João Pessoa, com o objetivo de incentivar a prática da adoção e orientar a todos que queiram contribuir para inserção de crianças/adolescentes em um núcleo familiar.
De acordo com a coordenara judiciária da CEJA, Sandra Simone Valadão, essas e outras ações da comissão é uma forma de chamar a atenção da sociedade para com a responsabilidade de constituir família através da adoção.
“Com essas e outras atitudes pro ativas é que a CEJA, vem contribuindo para que as adoções necessárias sejam realizadas, abrangendo um número cada vez maior de crianças e adolescentes, independentemente de sua idade, raça ou condição física e psíquica e não deixa-las em abrigo sem a possibilidade de nenhuma integração social”, declarou a coordenadora.
A campanha objetiva ainda, conforme ressaltou Sandra Valadão, fazer com que a adoção seja entendida como uma via de mão dupla, na qual pais e filhos se adotam, não apenas, os pais adotam os filhos, mas estabelecem uma relação de troca na órbita familiar mais ampla, se estendendo a todos os parentes.


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Em comemoração ao Dia Nacional da Adoção, a Comissão Estadual Judiciária de Adoção (CEJA) do Tribunal de Justiça da Paraíba, vai promover no período de 23 a 25 de maio, uma Campanha Educativa com uma programação especial alusiva a data. Durante o evento, haverá os lançamentos da cartilha contendo informações sobre o processo da adoção e do concurso de redação com o tema: “O direito de ter família”.
A Campanha Educativa em comemoração ao dia nacional da adoção, celebrado no dia 25 de maio, será realizado no Shopping Tambiá, em João Pessoa, com o objetivo de incentivar a prática da adoção e orientar a todos que queiram contribuir para inserção de crianças/adolescentes em um núcleo familiar.
De acordo com a coordenara judiciária da CEJA, Sandra Simone Valadão, essas e outras ações da comissão é uma forma de chamar a atenção da sociedade para com a responsabilidade de constituir família através da adoção.
“Com essas e outras atitudes pro ativas é que a CEJA, vem contribuindo para que as adoções necessárias sejam realizadas, abrangendo um número cada vez maior de crianças e adolescentes, independentemente de sua idade, raça ou condição física e psíquica e não deixa-las em abrigo sem a possibilidade de nenhuma integração social”, declarou a coordenadora.
A campanha objetiva ainda, conforme ressaltou Sandra Valadão, fazer com que a adoção seja entendida como uma via de mão dupla, na qual pais e filhos se adotam, não apenas, os pais adotam os filhos, mas estabelecem uma relação de troca na órbita familiar mais ampla, se estendendo a todos os parentes.


Paraíba.com.br
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RELEMBRANDO......“O desaparecimento do menino Lucas Pereira, 03, está ganhando repercussão nacional através das diferentes mídias existentes no país.

O jornal Folha de São Paulo, através do seu caderno Folha Ribeirão trouxe na data de ontem uma extensa matéria sobre o fato, bem como mostrou uma foto recente do garoto.

Também nesta terça-feira (08) o portal UOL (Universo Online) estampou em sua capa uma foto em destaque de Lucas, além de publicar uma matéria sobre o caso.

O canal de jornalismo, Record News também transmitiu em rede nacional informações sobre o caso.

O programa Bom Dia São Paulo, da rede Globo de televisão também irá mostrar uma reportagem sobre o desaparecimento de Lucas.

Segundo informações de familiares, o pai do menino, o engenheiro da Petrobras, Antonio Carlos Ratto, 57, estará na tarde de hoje no programa “A tarde é sua”, apresentado por Sonia Abrão, na Rede TV.

Segundo ainda os parentes, a equipe do programa Domingo Espetacular, transmitido pela Rede Record deverá estar na cidade em breve para realizar uma entrevista com a mãe de Lucas.

Opinião da Polícia – Segundo alguns investigadores da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) a exposição do caso em todo território nacional através da mídia traz benefícios, pois é realizado uma espécie de cerco, porém ao mesmo tempo há um grande aumento no número de trotes, ainda mais com a recompensa de R$ 30 mil oferecida pelo pai.
Os policiais disseram que estão recebendo várias ligações de outras cidades, inclusive de detentos que estão no interior de presídios. Eles passam informações falsas no intuito de tirar algum proveito, disse um dos investigadores.”


Quem tiver informações VERDADEIRAS pode ligar para os telefones:

(16) 3374-1596 (DIG);

197 (Polícia Civil);

190 (Polícia Militar);

181 (Disque Denúncia).


PODE SER ANONIMAMENTE, O QUE QUEREMOS É O GAROTINHO COM OS SEUS FAMILIARES!
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O jornal Folha de São Paulo, através do seu caderno Folha Ribeirão trouxe na data de ontem uma extensa matéria sobre o fato, bem como mostrou uma foto recente do garoto.

Também nesta terça-feira (08) o portal UOL (Universo Online) estampou em sua capa uma foto em destaque de Lucas, além de publicar uma matéria sobre o caso.

O canal de jornalismo, Record News também transmitiu em rede nacional informações sobre o caso.

O programa Bom Dia São Paulo, da rede Globo de televisão também irá mostrar uma reportagem sobre o desaparecimento de Lucas.

Segundo informações de familiares, o pai do menino, o engenheiro da Petrobras, Antonio Carlos Ratto, 57, estará na tarde de hoje no programa “A tarde é sua”, apresentado por Sonia Abrão, na Rede TV.

Segundo ainda os parentes, a equipe do programa Domingo Espetacular, transmitido pela Rede Record deverá estar na cidade em breve para realizar uma entrevista com a mãe de Lucas.

Opinião da Polícia – Segundo alguns investigadores da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) a exposição do caso em todo território nacional através da mídia traz benefícios, pois é realizado uma espécie de cerco, porém ao mesmo tempo há um grande aumento no número de trotes, ainda mais com a recompensa de R$ 30 mil oferecida pelo pai.
Os policiais disseram que estão recebendo várias ligações de outras cidades, inclusive de detentos que estão no interior de presídios. Eles passam informações falsas no intuito de tirar algum proveito, disse um dos investigadores.”


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Opinião da Polícia – Segundo alguns investigadores da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) a exposição do caso em todo território nacional através da mídia traz benefícios, pois é realizado uma espécie de cerco, porém ao mesmo tempo há um grande aumento no número de trotes, ainda mais com a recompensa de R$ 30 mil oferecida pelo pai.
Os policiais disseram que estão recebendo várias ligações de outras cidades, inclusive de detentos que estão no interior de presídios. Eles passam informações falsas no intuito de tirar algum proveito, disse um dos investigadores.”


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Rio - A mãe e o padrasto de uma menina de nove anos foram presos no Espírito Santo sob as acusações dos crimes de cárcere privado e lesão corporal contra a garota. Ela pesava apenas onze quilos e teria feridas espalhadas pelo corpo, além de marcas de queimaduras nas mãos e nas pernas. Os dois negam as acusações.
Segundo reportagem do jornal "A Gazeta", laudo preliminar do Departamento Médico Legal (DML) indica que a menina sofreu tortura. A casa onde a criança morava foi arrombada e ela foi resgatada na última sexta-feira, apresentando sinais de desnutrição. Na ocasião, moradores tentaram linchar os acusados e foram impedidos pela polícia.
Vizinhos afirmaram que a garota era constantemente agredida e passava fome. De acordo com depoimentos prestados na Delegacia de Jacaraípe, na cidade de Serra, testemunhas afirmaram que a menina já teve a cabeça enfiada no vaso sanitário. Surras com fios da rede elétrica seriam comuns. Um dos vizinhos relatou que a garota, que passava fome de dia, tinha o costume de pegar comida escondida à noite, quando todos na casa dormiam. Quando era flagrada, iniciava-se mais uma sessão de surras.
O pai da criança teria morrido de dengue. Ela agora está sob custódia do Conselho Tutelar da Serra.


UOL Notícias
link do postPor anjoseguerreiros, às 19:34  comentar

Rio - A mãe e o padrasto de uma menina de nove anos foram presos no Espírito Santo sob as acusações dos crimes de cárcere privado e lesão corporal contra a garota. Ela pesava apenas onze quilos e teria feridas espalhadas pelo corpo, além de marcas de queimaduras nas mãos e nas pernas. Os dois negam as acusações.
Segundo reportagem do jornal "A Gazeta", laudo preliminar do Departamento Médico Legal (DML) indica que a menina sofreu tortura. A casa onde a criança morava foi arrombada e ela foi resgatada na última sexta-feira, apresentando sinais de desnutrição. Na ocasião, moradores tentaram linchar os acusados e foram impedidos pela polícia.
Vizinhos afirmaram que a garota era constantemente agredida e passava fome. De acordo com depoimentos prestados na Delegacia de Jacaraípe, na cidade de Serra, testemunhas afirmaram que a menina já teve a cabeça enfiada no vaso sanitário. Surras com fios da rede elétrica seriam comuns. Um dos vizinhos relatou que a garota, que passava fome de dia, tinha o costume de pegar comida escondida à noite, quando todos na casa dormiam. Quando era flagrada, iniciava-se mais uma sessão de surras.
O pai da criança teria morrido de dengue. Ela agora está sob custódia do Conselho Tutelar da Serra.


UOL Notícias
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Rio - A mãe e o padrasto de uma menina de nove anos foram presos no Espírito Santo sob as acusações dos crimes de cárcere privado e lesão corporal contra a garota. Ela pesava apenas onze quilos e teria feridas espalhadas pelo corpo, além de marcas de queimaduras nas mãos e nas pernas. Os dois negam as acusações.
Segundo reportagem do jornal "A Gazeta", laudo preliminar do Departamento Médico Legal (DML) indica que a menina sofreu tortura. A casa onde a criança morava foi arrombada e ela foi resgatada na última sexta-feira, apresentando sinais de desnutrição. Na ocasião, moradores tentaram linchar os acusados e foram impedidos pela polícia.
Vizinhos afirmaram que a garota era constantemente agredida e passava fome. De acordo com depoimentos prestados na Delegacia de Jacaraípe, na cidade de Serra, testemunhas afirmaram que a menina já teve a cabeça enfiada no vaso sanitário. Surras com fios da rede elétrica seriam comuns. Um dos vizinhos relatou que a garota, que passava fome de dia, tinha o costume de pegar comida escondida à noite, quando todos na casa dormiam. Quando era flagrada, iniciava-se mais uma sessão de surras.
O pai da criança teria morrido de dengue. Ela agora está sob custódia do Conselho Tutelar da Serra.


UOL Notícias
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Rio - A mãe e o padrasto de uma menina de nove anos foram presos no Espírito Santo sob as acusações dos crimes de cárcere privado e lesão corporal contra a garota. Ela pesava apenas onze quilos e teria feridas espalhadas pelo corpo, além de marcas de queimaduras nas mãos e nas pernas. Os dois negam as acusações.
Segundo reportagem do jornal "A Gazeta", laudo preliminar do Departamento Médico Legal (DML) indica que a menina sofreu tortura. A casa onde a criança morava foi arrombada e ela foi resgatada na última sexta-feira, apresentando sinais de desnutrição. Na ocasião, moradores tentaram linchar os acusados e foram impedidos pela polícia.
Vizinhos afirmaram que a garota era constantemente agredida e passava fome. De acordo com depoimentos prestados na Delegacia de Jacaraípe, na cidade de Serra, testemunhas afirmaram que a menina já teve a cabeça enfiada no vaso sanitário. Surras com fios da rede elétrica seriam comuns. Um dos vizinhos relatou que a garota, que passava fome de dia, tinha o costume de pegar comida escondida à noite, quando todos na casa dormiam. Quando era flagrada, iniciava-se mais uma sessão de surras.
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UOL Notícias
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SÃO PAULO - A caixa-preta do avião que caiu, na última sexta-feira, matando 14 pessoas, em Trancoso, no sul da Bahia, foi encaminhada para análise no comando da Aeronáutica, em Recife. De acordo com a Aeronáutica, o equipamento será avaliado na segunda-feira. Como a leitura do gravador (que contém todos os dados do voo) exige um equipamento específico, a Aeronáutica ainda não sabe se ele será analisado no Brasil ou no exterior. Apenas na segunda-feira, os técnicos irão definir onde a transcrição será feita.
A Aeronáutica afirma que não tem prazo para concluir as investigações sobre o caso. Os dados da caixa-preta podem revelar o que provocou o acidente. Algumas testemunhas, ouvidas pela polícia no sábado, afirmam que uma rajada de vento pode ter causado a queda do bimotor King Air 350. O acidente matou quatro crianças e 10 adultos - atingindo três gerações da família do empresário Roger Wright, ex-sócio do Banco Garantia e dono da Arsenal Investimentos . Até o início da tarde deste domingo, apenas os corpos das crianças foram identificados. O sepultamento de Wright e seus familiares será no cemitério do Morumbi, na zona sul da capital, após a liberação de todos os corpos.
- Quem vai apurar as causas do acidente é a Aeronáutica, que vai avaliar a caixa-preta e os destroços da aeronave, mas as testemunhas relatam que não havia qualquer problema no voo ou no procedimento de pouso até, a cerca de 150 metros da pista - diz o delegado Evy Paternostro, coordenador Regional da Polícia Civil da Bahia, da 23ª Coordenadoria de Arraial d'Ajuda, que colheu os depoimentos.
A polícia já ouviu quatro funcionários da pista de pouso do condomínio Terravista, onde a aeronave pousaria, que estavam no local no momento do acidente. Além deles, foram ouvidos pela polícia o filho do piloto Jorge Lang Filho e uma mulher, que seria filha de uma das vítimas.
(Leia também: Acidente aéreo em Porto Seguro é o 47º deste ano )
Pelo menos dois funcionários do aeroporto privado do condomínio estavam na pista no momento do acidente e ambos relataram que o comandante do avião se comunicou por rádio com os operadores de pista, obteve autorização de pouso e já havia acionado o trem de pouso, perto da cabeceira, quando perdeu altitude e, em seguida, recuperou altitude correta. Em seguida, já perto da cabeceira, balançou as asas e inclinou para um dos lados. Segundos depois, diz a testemunha, foi ouvido o barulho da queda e avistado o clarão da explosão vindo da área, que é de mata fechada. A pista fica em local afastado, na estrada que liga Arraial d'Ajuda a Trancoso, a cerca de 14 km da vila de Trancoso.
- Pouco antes do acidente havia chovido. Segundo Paternostro, não há torre de controle na pista do condomínio privado. A comunicação entre pilotos e operadores é por meio de rádio e a sinalização de pista é feita pelos operadores, que se encarregam também de estender um tapete para recepção dos moradores do condomínio, que é de alto luxo.
"Ele baixou o trem de pouso, travou e, na hora que estava se aproximando, de uma hora para outra balançou as asas, inclinou, como se fosse uma rajada de vento, e caiu", contou um dos funcionários, que avistava o pouso enquanto estendia o tapete.
Minutos antes do pouso havia chovido e o avião foi avistado, com seus faróis iluminando a copa das árvores.
- Da pista até o local onde o avião caiu dá 200 metros. Até o início do pouso, a comunicação por rádio foi normal - disse o delegado.
O aeroporto do Terravista tem uma pista de 1.500 metros e não possui torre de controle. Os pousos e decolagens são monitorados por rádio, como ocorre na maioria dos aeroportos de pequeno porte do país. O local tem um anemômetro, para medição do vento, mas a polícia não colheu informações sobre a velocidade das rajadas. A investigação das condições de pouso faz parte da atribuição da Aeronáutica.
Os corpos das 14 vítimas - 10 adultos e quatro crianças - seguiram para o Instituto Médico Legal (IML) de Salvador em um avião do governo do estado da Bahia, segundo informou o delegado. A Polícia Civil destacou uma equipe para agilizar a liberação dos corpos e acompanhar os parentes das vítimas, que estão na cidade desde sábado.
As primeiras informações são de que a manutenção da aeronave estava em dia. A ficha da aeronave do site da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) indica que o IAM (Inspeção Anual de Manutenção) havia vencido no último dia 14 de maio, nove dias antes do acidente. Porém, a manutenção teria sido feita e a ficha da aeronave pode não ter sido atualizada no site. O seguro da aeronave estava em dia e venceria em 18 de agosto.
Outra informação importante é que a aeronave, adquirida em 2005, tinha capacidade máxima para 10 pessoas, mas viajava com 14, sendo uma delas um bebê de apenas seis meses. A capacidade de peso para decolagem era de 6.804 kg.
O avião decolou do Aeroporto de Congonhas com número maior de passageiros do que o recomendado pela fabricante da aeronave. Para o comandante Carlos Camacho, diretor de segurança de voo do Sindicato Nacional dos Aeronautas, se isso ocorreu, a aeronave deixou Congonhas em situação "ilegal".
O coronel reformado Franco Ferreira, especialista em segurança de vôo, não acredita que o avião tenha caído por excesso de peso. Segundo ele, ainda que tenha decolado de São Paulo com mais pessoas do que o permitido, a aeronave estava pronta para aterrissar no Aeroporto Terravista com 600 quilos a menos de combustível, o que corresponde a duas horas de vôo entre São Paulo e Trancoso, no Sul da Bahia.
- O peso é muito importante para o pouso, pois dele decorre a velocidade necessária para descer. Mas esse não deve ter sido o problema, já que a queima de combustível reduziu o peso total - disse.
O coronel explicou que quanto mais pesado, mais velocidade o avião precisará ter para pousar. A velocidade deve variar entre 100 e 140 nós em um vôo normal. Ferreira explicou que a tripulação não seguiu as determinações de vôo, que estabelece um assento e um cinto de segurança para cada pessoa. Mas essa irregularidade também não é fator determinante para um acidente.


O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:46  comentar

As autoridades dos Emirados Árabes Unidos confirmaram neste domingo o primeiro caso de Influenza A (H1N1), a gripe suína, no país. A informação foi divulgada pelo ministro da Saúde, Hanif Hassan.
Segundo a agência de notícias estatal WAM, citando o ministro, um homem que chegou de viagem recentemente do Canadá está em tratamento em um hospital do país. Embora ele não esteja mais apresentando os sintomas, permanecerá em observação para tratamento por mais dez dias.
Nenhum dos outros passageiros do mesmo voo apresentou sintomas da doença, acrescentou o ministro. A nacionalidade do paciente não foi divulgada.
No meio da semana, Hassan havia anunciado que um passageiro recém-chegado do Canadá, que apresentou sintomas da gripe suína, estava em quarentena para testes.
A agência não revelou o horário ou por qual dos dois aeroportos internacionais da região o paciente transitou - na capital Abu Dhabi ou em Dubai.

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SÃO PAULO - A caixa-preta do avião que caiu, na última sexta-feira, matando 14 pessoas, em Trancoso, no sul da Bahia, foi encaminhada para análise no comando da Aeronáutica, em Recife. De acordo com a Aeronáutica, o equipamento será avaliado na segunda-feira. Como a leitura do gravador (que contém todos os dados do voo) exige um equipamento específico, a Aeronáutica ainda não sabe se ele será analisado no Brasil ou no exterior. Apenas na segunda-feira, os técnicos irão definir onde a transcrição será feita.
A Aeronáutica afirma que não tem prazo para concluir as investigações sobre o caso. Os dados da caixa-preta podem revelar o que provocou o acidente. Algumas testemunhas, ouvidas pela polícia no sábado, afirmam que uma rajada de vento pode ter causado a queda do bimotor King Air 350. O acidente matou quatro crianças e 10 adultos - atingindo três gerações da família do empresário Roger Wright, ex-sócio do Banco Garantia e dono da Arsenal Investimentos . Até o início da tarde deste domingo, apenas os corpos das crianças foram identificados. O sepultamento de Wright e seus familiares será no cemitério do Morumbi, na zona sul da capital, após a liberação de todos os corpos.
- Quem vai apurar as causas do acidente é a Aeronáutica, que vai avaliar a caixa-preta e os destroços da aeronave, mas as testemunhas relatam que não havia qualquer problema no voo ou no procedimento de pouso até, a cerca de 150 metros da pista - diz o delegado Evy Paternostro, coordenador Regional da Polícia Civil da Bahia, da 23ª Coordenadoria de Arraial d'Ajuda, que colheu os depoimentos.
A polícia já ouviu quatro funcionários da pista de pouso do condomínio Terravista, onde a aeronave pousaria, que estavam no local no momento do acidente. Além deles, foram ouvidos pela polícia o filho do piloto Jorge Lang Filho e uma mulher, que seria filha de uma das vítimas.
(Leia também: Acidente aéreo em Porto Seguro é o 47º deste ano )
Pelo menos dois funcionários do aeroporto privado do condomínio estavam na pista no momento do acidente e ambos relataram que o comandante do avião se comunicou por rádio com os operadores de pista, obteve autorização de pouso e já havia acionado o trem de pouso, perto da cabeceira, quando perdeu altitude e, em seguida, recuperou altitude correta. Em seguida, já perto da cabeceira, balançou as asas e inclinou para um dos lados. Segundos depois, diz a testemunha, foi ouvido o barulho da queda e avistado o clarão da explosão vindo da área, que é de mata fechada. A pista fica em local afastado, na estrada que liga Arraial d'Ajuda a Trancoso, a cerca de 14 km da vila de Trancoso.
- Pouco antes do acidente havia chovido. Segundo Paternostro, não há torre de controle na pista do condomínio privado. A comunicação entre pilotos e operadores é por meio de rádio e a sinalização de pista é feita pelos operadores, que se encarregam também de estender um tapete para recepção dos moradores do condomínio, que é de alto luxo.
"Ele baixou o trem de pouso, travou e, na hora que estava se aproximando, de uma hora para outra balançou as asas, inclinou, como se fosse uma rajada de vento, e caiu", contou um dos funcionários, que avistava o pouso enquanto estendia o tapete.
Minutos antes do pouso havia chovido e o avião foi avistado, com seus faróis iluminando a copa das árvores.
- Da pista até o local onde o avião caiu dá 200 metros. Até o início do pouso, a comunicação por rádio foi normal - disse o delegado.
O aeroporto do Terravista tem uma pista de 1.500 metros e não possui torre de controle. Os pousos e decolagens são monitorados por rádio, como ocorre na maioria dos aeroportos de pequeno porte do país. O local tem um anemômetro, para medição do vento, mas a polícia não colheu informações sobre a velocidade das rajadas. A investigação das condições de pouso faz parte da atribuição da Aeronáutica.
Os corpos das 14 vítimas - 10 adultos e quatro crianças - seguiram para o Instituto Médico Legal (IML) de Salvador em um avião do governo do estado da Bahia, segundo informou o delegado. A Polícia Civil destacou uma equipe para agilizar a liberação dos corpos e acompanhar os parentes das vítimas, que estão na cidade desde sábado.
As primeiras informações são de que a manutenção da aeronave estava em dia. A ficha da aeronave do site da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) indica que o IAM (Inspeção Anual de Manutenção) havia vencido no último dia 14 de maio, nove dias antes do acidente. Porém, a manutenção teria sido feita e a ficha da aeronave pode não ter sido atualizada no site. O seguro da aeronave estava em dia e venceria em 18 de agosto.
Outra informação importante é que a aeronave, adquirida em 2005, tinha capacidade máxima para 10 pessoas, mas viajava com 14, sendo uma delas um bebê de apenas seis meses. A capacidade de peso para decolagem era de 6.804 kg.
O avião decolou do Aeroporto de Congonhas com número maior de passageiros do que o recomendado pela fabricante da aeronave. Para o comandante Carlos Camacho, diretor de segurança de voo do Sindicato Nacional dos Aeronautas, se isso ocorreu, a aeronave deixou Congonhas em situação "ilegal".
O coronel reformado Franco Ferreira, especialista em segurança de vôo, não acredita que o avião tenha caído por excesso de peso. Segundo ele, ainda que tenha decolado de São Paulo com mais pessoas do que o permitido, a aeronave estava pronta para aterrissar no Aeroporto Terravista com 600 quilos a menos de combustível, o que corresponde a duas horas de vôo entre São Paulo e Trancoso, no Sul da Bahia.
- O peso é muito importante para o pouso, pois dele decorre a velocidade necessária para descer. Mas esse não deve ter sido o problema, já que a queima de combustível reduziu o peso total - disse.
O coronel explicou que quanto mais pesado, mais velocidade o avião precisará ter para pousar. A velocidade deve variar entre 100 e 140 nós em um vôo normal. Ferreira explicou que a tripulação não seguiu as determinações de vôo, que estabelece um assento e um cinto de segurança para cada pessoa. Mas essa irregularidade também não é fator determinante para um acidente.


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As autoridades dos Emirados Árabes Unidos confirmaram neste domingo o primeiro caso de Influenza A (H1N1), a gripe suína, no país. A informação foi divulgada pelo ministro da Saúde, Hanif Hassan.
Segundo a agência de notícias estatal WAM, citando o ministro, um homem que chegou de viagem recentemente do Canadá está em tratamento em um hospital do país. Embora ele não esteja mais apresentando os sintomas, permanecerá em observação para tratamento por mais dez dias.
Nenhum dos outros passageiros do mesmo voo apresentou sintomas da doença, acrescentou o ministro. A nacionalidade do paciente não foi divulgada.
No meio da semana, Hassan havia anunciado que um passageiro recém-chegado do Canadá, que apresentou sintomas da gripe suína, estava em quarentena para testes.
A agência não revelou o horário ou por qual dos dois aeroportos internacionais da região o paciente transitou - na capital Abu Dhabi ou em Dubai.

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SÃO PAULO - A caixa-preta do avião que caiu, na última sexta-feira, matando 14 pessoas, em Trancoso, no sul da Bahia, foi encaminhada para análise no comando da Aeronáutica, em Recife. De acordo com a Aeronáutica, o equipamento será avaliado na segunda-feira. Como a leitura do gravador (que contém todos os dados do voo) exige um equipamento específico, a Aeronáutica ainda não sabe se ele será analisado no Brasil ou no exterior. Apenas na segunda-feira, os técnicos irão definir onde a transcrição será feita.
A Aeronáutica afirma que não tem prazo para concluir as investigações sobre o caso. Os dados da caixa-preta podem revelar o que provocou o acidente. Algumas testemunhas, ouvidas pela polícia no sábado, afirmam que uma rajada de vento pode ter causado a queda do bimotor King Air 350. O acidente matou quatro crianças e 10 adultos - atingindo três gerações da família do empresário Roger Wright, ex-sócio do Banco Garantia e dono da Arsenal Investimentos . Até o início da tarde deste domingo, apenas os corpos das crianças foram identificados. O sepultamento de Wright e seus familiares será no cemitério do Morumbi, na zona sul da capital, após a liberação de todos os corpos.
- Quem vai apurar as causas do acidente é a Aeronáutica, que vai avaliar a caixa-preta e os destroços da aeronave, mas as testemunhas relatam que não havia qualquer problema no voo ou no procedimento de pouso até, a cerca de 150 metros da pista - diz o delegado Evy Paternostro, coordenador Regional da Polícia Civil da Bahia, da 23ª Coordenadoria de Arraial d'Ajuda, que colheu os depoimentos.
A polícia já ouviu quatro funcionários da pista de pouso do condomínio Terravista, onde a aeronave pousaria, que estavam no local no momento do acidente. Além deles, foram ouvidos pela polícia o filho do piloto Jorge Lang Filho e uma mulher, que seria filha de uma das vítimas.
(Leia também: Acidente aéreo em Porto Seguro é o 47º deste ano )
Pelo menos dois funcionários do aeroporto privado do condomínio estavam na pista no momento do acidente e ambos relataram que o comandante do avião se comunicou por rádio com os operadores de pista, obteve autorização de pouso e já havia acionado o trem de pouso, perto da cabeceira, quando perdeu altitude e, em seguida, recuperou altitude correta. Em seguida, já perto da cabeceira, balançou as asas e inclinou para um dos lados. Segundos depois, diz a testemunha, foi ouvido o barulho da queda e avistado o clarão da explosão vindo da área, que é de mata fechada. A pista fica em local afastado, na estrada que liga Arraial d'Ajuda a Trancoso, a cerca de 14 km da vila de Trancoso.
- Pouco antes do acidente havia chovido. Segundo Paternostro, não há torre de controle na pista do condomínio privado. A comunicação entre pilotos e operadores é por meio de rádio e a sinalização de pista é feita pelos operadores, que se encarregam também de estender um tapete para recepção dos moradores do condomínio, que é de alto luxo.
"Ele baixou o trem de pouso, travou e, na hora que estava se aproximando, de uma hora para outra balançou as asas, inclinou, como se fosse uma rajada de vento, e caiu", contou um dos funcionários, que avistava o pouso enquanto estendia o tapete.
Minutos antes do pouso havia chovido e o avião foi avistado, com seus faróis iluminando a copa das árvores.
- Da pista até o local onde o avião caiu dá 200 metros. Até o início do pouso, a comunicação por rádio foi normal - disse o delegado.
O aeroporto do Terravista tem uma pista de 1.500 metros e não possui torre de controle. Os pousos e decolagens são monitorados por rádio, como ocorre na maioria dos aeroportos de pequeno porte do país. O local tem um anemômetro, para medição do vento, mas a polícia não colheu informações sobre a velocidade das rajadas. A investigação das condições de pouso faz parte da atribuição da Aeronáutica.
Os corpos das 14 vítimas - 10 adultos e quatro crianças - seguiram para o Instituto Médico Legal (IML) de Salvador em um avião do governo do estado da Bahia, segundo informou o delegado. A Polícia Civil destacou uma equipe para agilizar a liberação dos corpos e acompanhar os parentes das vítimas, que estão na cidade desde sábado.
As primeiras informações são de que a manutenção da aeronave estava em dia. A ficha da aeronave do site da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) indica que o IAM (Inspeção Anual de Manutenção) havia vencido no último dia 14 de maio, nove dias antes do acidente. Porém, a manutenção teria sido feita e a ficha da aeronave pode não ter sido atualizada no site. O seguro da aeronave estava em dia e venceria em 18 de agosto.
Outra informação importante é que a aeronave, adquirida em 2005, tinha capacidade máxima para 10 pessoas, mas viajava com 14, sendo uma delas um bebê de apenas seis meses. A capacidade de peso para decolagem era de 6.804 kg.
O avião decolou do Aeroporto de Congonhas com número maior de passageiros do que o recomendado pela fabricante da aeronave. Para o comandante Carlos Camacho, diretor de segurança de voo do Sindicato Nacional dos Aeronautas, se isso ocorreu, a aeronave deixou Congonhas em situação "ilegal".
O coronel reformado Franco Ferreira, especialista em segurança de vôo, não acredita que o avião tenha caído por excesso de peso. Segundo ele, ainda que tenha decolado de São Paulo com mais pessoas do que o permitido, a aeronave estava pronta para aterrissar no Aeroporto Terravista com 600 quilos a menos de combustível, o que corresponde a duas horas de vôo entre São Paulo e Trancoso, no Sul da Bahia.
- O peso é muito importante para o pouso, pois dele decorre a velocidade necessária para descer. Mas esse não deve ter sido o problema, já que a queima de combustível reduziu o peso total - disse.
O coronel explicou que quanto mais pesado, mais velocidade o avião precisará ter para pousar. A velocidade deve variar entre 100 e 140 nós em um vôo normal. Ferreira explicou que a tripulação não seguiu as determinações de vôo, que estabelece um assento e um cinto de segurança para cada pessoa. Mas essa irregularidade também não é fator determinante para um acidente.


O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:46  comentar

As autoridades dos Emirados Árabes Unidos confirmaram neste domingo o primeiro caso de Influenza A (H1N1), a gripe suína, no país. A informação foi divulgada pelo ministro da Saúde, Hanif Hassan.
Segundo a agência de notícias estatal WAM, citando o ministro, um homem que chegou de viagem recentemente do Canadá está em tratamento em um hospital do país. Embora ele não esteja mais apresentando os sintomas, permanecerá em observação para tratamento por mais dez dias.
Nenhum dos outros passageiros do mesmo voo apresentou sintomas da doença, acrescentou o ministro. A nacionalidade do paciente não foi divulgada.
No meio da semana, Hassan havia anunciado que um passageiro recém-chegado do Canadá, que apresentou sintomas da gripe suína, estava em quarentena para testes.
A agência não revelou o horário ou por qual dos dois aeroportos internacionais da região o paciente transitou - na capital Abu Dhabi ou em Dubai.

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SÃO PAULO - A caixa-preta do avião que caiu, na última sexta-feira, matando 14 pessoas, em Trancoso, no sul da Bahia, foi encaminhada para análise no comando da Aeronáutica, em Recife. De acordo com a Aeronáutica, o equipamento será avaliado na segunda-feira. Como a leitura do gravador (que contém todos os dados do voo) exige um equipamento específico, a Aeronáutica ainda não sabe se ele será analisado no Brasil ou no exterior. Apenas na segunda-feira, os técnicos irão definir onde a transcrição será feita.
A Aeronáutica afirma que não tem prazo para concluir as investigações sobre o caso. Os dados da caixa-preta podem revelar o que provocou o acidente. Algumas testemunhas, ouvidas pela polícia no sábado, afirmam que uma rajada de vento pode ter causado a queda do bimotor King Air 350. O acidente matou quatro crianças e 10 adultos - atingindo três gerações da família do empresário Roger Wright, ex-sócio do Banco Garantia e dono da Arsenal Investimentos . Até o início da tarde deste domingo, apenas os corpos das crianças foram identificados. O sepultamento de Wright e seus familiares será no cemitério do Morumbi, na zona sul da capital, após a liberação de todos os corpos.
- Quem vai apurar as causas do acidente é a Aeronáutica, que vai avaliar a caixa-preta e os destroços da aeronave, mas as testemunhas relatam que não havia qualquer problema no voo ou no procedimento de pouso até, a cerca de 150 metros da pista - diz o delegado Evy Paternostro, coordenador Regional da Polícia Civil da Bahia, da 23ª Coordenadoria de Arraial d'Ajuda, que colheu os depoimentos.
A polícia já ouviu quatro funcionários da pista de pouso do condomínio Terravista, onde a aeronave pousaria, que estavam no local no momento do acidente. Além deles, foram ouvidos pela polícia o filho do piloto Jorge Lang Filho e uma mulher, que seria filha de uma das vítimas.
(Leia também: Acidente aéreo em Porto Seguro é o 47º deste ano )
Pelo menos dois funcionários do aeroporto privado do condomínio estavam na pista no momento do acidente e ambos relataram que o comandante do avião se comunicou por rádio com os operadores de pista, obteve autorização de pouso e já havia acionado o trem de pouso, perto da cabeceira, quando perdeu altitude e, em seguida, recuperou altitude correta. Em seguida, já perto da cabeceira, balançou as asas e inclinou para um dos lados. Segundos depois, diz a testemunha, foi ouvido o barulho da queda e avistado o clarão da explosão vindo da área, que é de mata fechada. A pista fica em local afastado, na estrada que liga Arraial d'Ajuda a Trancoso, a cerca de 14 km da vila de Trancoso.
- Pouco antes do acidente havia chovido. Segundo Paternostro, não há torre de controle na pista do condomínio privado. A comunicação entre pilotos e operadores é por meio de rádio e a sinalização de pista é feita pelos operadores, que se encarregam também de estender um tapete para recepção dos moradores do condomínio, que é de alto luxo.
"Ele baixou o trem de pouso, travou e, na hora que estava se aproximando, de uma hora para outra balançou as asas, inclinou, como se fosse uma rajada de vento, e caiu", contou um dos funcionários, que avistava o pouso enquanto estendia o tapete.
Minutos antes do pouso havia chovido e o avião foi avistado, com seus faróis iluminando a copa das árvores.
- Da pista até o local onde o avião caiu dá 200 metros. Até o início do pouso, a comunicação por rádio foi normal - disse o delegado.
O aeroporto do Terravista tem uma pista de 1.500 metros e não possui torre de controle. Os pousos e decolagens são monitorados por rádio, como ocorre na maioria dos aeroportos de pequeno porte do país. O local tem um anemômetro, para medição do vento, mas a polícia não colheu informações sobre a velocidade das rajadas. A investigação das condições de pouso faz parte da atribuição da Aeronáutica.
Os corpos das 14 vítimas - 10 adultos e quatro crianças - seguiram para o Instituto Médico Legal (IML) de Salvador em um avião do governo do estado da Bahia, segundo informou o delegado. A Polícia Civil destacou uma equipe para agilizar a liberação dos corpos e acompanhar os parentes das vítimas, que estão na cidade desde sábado.
As primeiras informações são de que a manutenção da aeronave estava em dia. A ficha da aeronave do site da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) indica que o IAM (Inspeção Anual de Manutenção) havia vencido no último dia 14 de maio, nove dias antes do acidente. Porém, a manutenção teria sido feita e a ficha da aeronave pode não ter sido atualizada no site. O seguro da aeronave estava em dia e venceria em 18 de agosto.
Outra informação importante é que a aeronave, adquirida em 2005, tinha capacidade máxima para 10 pessoas, mas viajava com 14, sendo uma delas um bebê de apenas seis meses. A capacidade de peso para decolagem era de 6.804 kg.
O avião decolou do Aeroporto de Congonhas com número maior de passageiros do que o recomendado pela fabricante da aeronave. Para o comandante Carlos Camacho, diretor de segurança de voo do Sindicato Nacional dos Aeronautas, se isso ocorreu, a aeronave deixou Congonhas em situação "ilegal".
O coronel reformado Franco Ferreira, especialista em segurança de vôo, não acredita que o avião tenha caído por excesso de peso. Segundo ele, ainda que tenha decolado de São Paulo com mais pessoas do que o permitido, a aeronave estava pronta para aterrissar no Aeroporto Terravista com 600 quilos a menos de combustível, o que corresponde a duas horas de vôo entre São Paulo e Trancoso, no Sul da Bahia.
- O peso é muito importante para o pouso, pois dele decorre a velocidade necessária para descer. Mas esse não deve ter sido o problema, já que a queima de combustível reduziu o peso total - disse.
O coronel explicou que quanto mais pesado, mais velocidade o avião precisará ter para pousar. A velocidade deve variar entre 100 e 140 nós em um vôo normal. Ferreira explicou que a tripulação não seguiu as determinações de vôo, que estabelece um assento e um cinto de segurança para cada pessoa. Mas essa irregularidade também não é fator determinante para um acidente.


O Globo On Line
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As autoridades dos Emirados Árabes Unidos confirmaram neste domingo o primeiro caso de Influenza A (H1N1), a gripe suína, no país. A informação foi divulgada pelo ministro da Saúde, Hanif Hassan.
Segundo a agência de notícias estatal WAM, citando o ministro, um homem que chegou de viagem recentemente do Canadá está em tratamento em um hospital do país. Embora ele não esteja mais apresentando os sintomas, permanecerá em observação para tratamento por mais dez dias.
Nenhum dos outros passageiros do mesmo voo apresentou sintomas da doença, acrescentou o ministro. A nacionalidade do paciente não foi divulgada.
No meio da semana, Hassan havia anunciado que um passageiro recém-chegado do Canadá, que apresentou sintomas da gripe suína, estava em quarentena para testes.
A agência não revelou o horário ou por qual dos dois aeroportos internacionais da região o paciente transitou - na capital Abu Dhabi ou em Dubai.

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Medo de ficar preso em elevador é uma das fobias mais comuns

Ao contrário do que muitas pessoas acreditam, claustrofobia e agorafobia não são medos de lugares fechados e abertos, respectivamente. O pânico está em ficar preso em locais de difícil acesso, o que poderia impedir a chegada do socorro.
Maura de Albanesi, psicoterapeuta e coordenadora do Instituto de Psicoterapia Avançada, diz que estes problemas são distúrbios de ansiedade em que pessoas projetam o medo em uma situação que ainda não ocorreu.
"A pessoa fica com o medo antecipado. A gente pode até fazer uma comparação entre síndrome do pânico, claustrofobia e uma simples fobia, que são variações de graus diferentes de uma ansiedade", explica.
Os sintomas, que se assemelham aos da síndrome do pânico, são sudorese, taquicardia, tontura e até desmaio. A diferença é que os claustrofóbicos e agorafóbicos não tem medo da morte, mas de não serem socorridos nestes locais.
"Se a pessoa não precisar frequentar estes espaços abertos ou fechados, ela toca a vida. O problema é quando ela precisa daquilo. Normalmente, recorre-se a um tratamento quando ela se vê nestas situações", comenta.
De acordo com Albanesi, o tratamento é feito por meio de psicoterapia, que busca entender o que gerou o medo, como uma situação traumática em que a pessoa ficou presa em um elevador. Caso necessário, é receitado um ansiolítico para a pessoa diminuir a sua ansiedade.
As fobias mais comuns são medo de elevador, de avião, de dirigir e de altura. Neste último caso, a psicoterapeuta explica que os fóbicos chegam a "travar" e não conseguem andar quando estão atravessando uma ponte, como no caso de uma ex-paciente que tratou.
"Ela ficou parada no pontilhão e a família toda me ligou porque ninguém conseguia tirar ela dali. Fui falando por telefone: 'respira, fica tranquila, vê se tem alguém do teu lado, segura a mão dessa pessoa. Você não está correndo perigo, escuta a minha voz e vai dando um passo por passo'. E, ela em pânico, não conseguia nem falar, como se estivesse petrificada. Mas ela conseguiu enfrentar."

Por: VANESSA TEODORO
da Folha Online

Veja as dicas dos bombeiros:

NUNCA tente sair pelo buraco.. ou parte aberta!

O procedimento correto é o seguinte:

Aperte o botão do alarme, ou o que indica que está avisando alguém.

Sente-se num canto; em caso de descontrole emocional, abaixe a cabeça e feche os olhos, aguarde calmamente que venha o socorro. É uma questão de tempo. Procure lembrar-se que você está trocando tempo por segurança.

Não aceite ajuda de estranhos, e nem saia com o elevador aberto pela metade (ele pode subir ou descer de repente). O bombeiro, assim que chegar, vai desligar a chave geral da casa de máquinas e testar com um aparelho se o elevador está parado mesmo, e totalmente inoperante. Em seguida, ele avisa o outro bombeiro (via rádio) que faça o procedimento junto à porta do elevador e este (elevador) vai subir, ou descer, completando o ciclo normal e parando em ponto seguro.

Além disso, o elevador tem freios, suportes, ganchos, tudo que oferece proteção total, e jamais um elevador cai, sem mais nem menos.

Portanto, a pessoa tem que se manter calma e sem pressa. Mesmo porque tem ar suficiente dentro dele (circulação de ar), e um grupo de pessoas pode ficar ali por várias horas sem problemas!

Além disso, ANTES de entrar sempre olhar se o elevador está parado. ESPERAR que as pessoas saiam ANTES de você entrar, e ficar atento para o número de ocupantes; se está compatível com o peso que diz na placa! Quando muito cheio, evite entrar, pois pode haver problema!

Então, resumindo, se ficar preso só saia com ajuda dos bombeiros e não do zelador, ou de um "abelhudo" que diz que tudo "já está sob controle".

E, em caso de incêndio, JAMAIS use o elevador. Somente faça uso da escada.

Bombeiros - telefone de emergência: 193.

Fonte e Foto: Blog do Vítor
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:32  ver comentários (2) comentar

Medo de ficar preso em elevador é uma das fobias mais comuns

Ao contrário do que muitas pessoas acreditam, claustrofobia e agorafobia não são medos de lugares fechados e abertos, respectivamente. O pânico está em ficar preso em locais de difícil acesso, o que poderia impedir a chegada do socorro.
Maura de Albanesi, psicoterapeuta e coordenadora do Instituto de Psicoterapia Avançada, diz que estes problemas são distúrbios de ansiedade em que pessoas projetam o medo em uma situação que ainda não ocorreu.
"A pessoa fica com o medo antecipado. A gente pode até fazer uma comparação entre síndrome do pânico, claustrofobia e uma simples fobia, que são variações de graus diferentes de uma ansiedade", explica.
Os sintomas, que se assemelham aos da síndrome do pânico, são sudorese, taquicardia, tontura e até desmaio. A diferença é que os claustrofóbicos e agorafóbicos não tem medo da morte, mas de não serem socorridos nestes locais.
"Se a pessoa não precisar frequentar estes espaços abertos ou fechados, ela toca a vida. O problema é quando ela precisa daquilo. Normalmente, recorre-se a um tratamento quando ela se vê nestas situações", comenta.
De acordo com Albanesi, o tratamento é feito por meio de psicoterapia, que busca entender o que gerou o medo, como uma situação traumática em que a pessoa ficou presa em um elevador. Caso necessário, é receitado um ansiolítico para a pessoa diminuir a sua ansiedade.
As fobias mais comuns são medo de elevador, de avião, de dirigir e de altura. Neste último caso, a psicoterapeuta explica que os fóbicos chegam a "travar" e não conseguem andar quando estão atravessando uma ponte, como no caso de uma ex-paciente que tratou.
"Ela ficou parada no pontilhão e a família toda me ligou porque ninguém conseguia tirar ela dali. Fui falando por telefone: 'respira, fica tranquila, vê se tem alguém do teu lado, segura a mão dessa pessoa. Você não está correndo perigo, escuta a minha voz e vai dando um passo por passo'. E, ela em pânico, não conseguia nem falar, como se estivesse petrificada. Mas ela conseguiu enfrentar."

Por: VANESSA TEODORO
da Folha Online

Veja as dicas dos bombeiros:

NUNCA tente sair pelo buraco.. ou parte aberta!

O procedimento correto é o seguinte:

Aperte o botão do alarme, ou o que indica que está avisando alguém.

Sente-se num canto; em caso de descontrole emocional, abaixe a cabeça e feche os olhos, aguarde calmamente que venha o socorro. É uma questão de tempo. Procure lembrar-se que você está trocando tempo por segurança.

Não aceite ajuda de estranhos, e nem saia com o elevador aberto pela metade (ele pode subir ou descer de repente). O bombeiro, assim que chegar, vai desligar a chave geral da casa de máquinas e testar com um aparelho se o elevador está parado mesmo, e totalmente inoperante. Em seguida, ele avisa o outro bombeiro (via rádio) que faça o procedimento junto à porta do elevador e este (elevador) vai subir, ou descer, completando o ciclo normal e parando em ponto seguro.

Além disso, o elevador tem freios, suportes, ganchos, tudo que oferece proteção total, e jamais um elevador cai, sem mais nem menos.

Portanto, a pessoa tem que se manter calma e sem pressa. Mesmo porque tem ar suficiente dentro dele (circulação de ar), e um grupo de pessoas pode ficar ali por várias horas sem problemas!

Além disso, ANTES de entrar sempre olhar se o elevador está parado. ESPERAR que as pessoas saiam ANTES de você entrar, e ficar atento para o número de ocupantes; se está compatível com o peso que diz na placa! Quando muito cheio, evite entrar, pois pode haver problema!

Então, resumindo, se ficar preso só saia com ajuda dos bombeiros e não do zelador, ou de um "abelhudo" que diz que tudo "já está sob controle".

E, em caso de incêndio, JAMAIS use o elevador. Somente faça uso da escada.

Bombeiros - telefone de emergência: 193.

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Medo de ficar preso em elevador é uma das fobias mais comuns

Ao contrário do que muitas pessoas acreditam, claustrofobia e agorafobia não são medos de lugares fechados e abertos, respectivamente. O pânico está em ficar preso em locais de difícil acesso, o que poderia impedir a chegada do socorro.
Maura de Albanesi, psicoterapeuta e coordenadora do Instituto de Psicoterapia Avançada, diz que estes problemas são distúrbios de ansiedade em que pessoas projetam o medo em uma situação que ainda não ocorreu.
"A pessoa fica com o medo antecipado. A gente pode até fazer uma comparação entre síndrome do pânico, claustrofobia e uma simples fobia, que são variações de graus diferentes de uma ansiedade", explica.
Os sintomas, que se assemelham aos da síndrome do pânico, são sudorese, taquicardia, tontura e até desmaio. A diferença é que os claustrofóbicos e agorafóbicos não tem medo da morte, mas de não serem socorridos nestes locais.
"Se a pessoa não precisar frequentar estes espaços abertos ou fechados, ela toca a vida. O problema é quando ela precisa daquilo. Normalmente, recorre-se a um tratamento quando ela se vê nestas situações", comenta.
De acordo com Albanesi, o tratamento é feito por meio de psicoterapia, que busca entender o que gerou o medo, como uma situação traumática em que a pessoa ficou presa em um elevador. Caso necessário, é receitado um ansiolítico para a pessoa diminuir a sua ansiedade.
As fobias mais comuns são medo de elevador, de avião, de dirigir e de altura. Neste último caso, a psicoterapeuta explica que os fóbicos chegam a "travar" e não conseguem andar quando estão atravessando uma ponte, como no caso de uma ex-paciente que tratou.
"Ela ficou parada no pontilhão e a família toda me ligou porque ninguém conseguia tirar ela dali. Fui falando por telefone: 'respira, fica tranquila, vê se tem alguém do teu lado, segura a mão dessa pessoa. Você não está correndo perigo, escuta a minha voz e vai dando um passo por passo'. E, ela em pânico, não conseguia nem falar, como se estivesse petrificada. Mas ela conseguiu enfrentar."

Por: VANESSA TEODORO
da Folha Online

Veja as dicas dos bombeiros:

NUNCA tente sair pelo buraco.. ou parte aberta!

O procedimento correto é o seguinte:

Aperte o botão do alarme, ou o que indica que está avisando alguém.

Sente-se num canto; em caso de descontrole emocional, abaixe a cabeça e feche os olhos, aguarde calmamente que venha o socorro. É uma questão de tempo. Procure lembrar-se que você está trocando tempo por segurança.

Não aceite ajuda de estranhos, e nem saia com o elevador aberto pela metade (ele pode subir ou descer de repente). O bombeiro, assim que chegar, vai desligar a chave geral da casa de máquinas e testar com um aparelho se o elevador está parado mesmo, e totalmente inoperante. Em seguida, ele avisa o outro bombeiro (via rádio) que faça o procedimento junto à porta do elevador e este (elevador) vai subir, ou descer, completando o ciclo normal e parando em ponto seguro.

Além disso, o elevador tem freios, suportes, ganchos, tudo que oferece proteção total, e jamais um elevador cai, sem mais nem menos.

Portanto, a pessoa tem que se manter calma e sem pressa. Mesmo porque tem ar suficiente dentro dele (circulação de ar), e um grupo de pessoas pode ficar ali por várias horas sem problemas!

Além disso, ANTES de entrar sempre olhar se o elevador está parado. ESPERAR que as pessoas saiam ANTES de você entrar, e ficar atento para o número de ocupantes; se está compatível com o peso que diz na placa! Quando muito cheio, evite entrar, pois pode haver problema!

Então, resumindo, se ficar preso só saia com ajuda dos bombeiros e não do zelador, ou de um "abelhudo" que diz que tudo "já está sob controle".

E, em caso de incêndio, JAMAIS use o elevador. Somente faça uso da escada.

Bombeiros - telefone de emergência: 193.

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Medo de ficar preso em elevador é uma das fobias mais comuns

Ao contrário do que muitas pessoas acreditam, claustrofobia e agorafobia não são medos de lugares fechados e abertos, respectivamente. O pânico está em ficar preso em locais de difícil acesso, o que poderia impedir a chegada do socorro.
Maura de Albanesi, psicoterapeuta e coordenadora do Instituto de Psicoterapia Avançada, diz que estes problemas são distúrbios de ansiedade em que pessoas projetam o medo em uma situação que ainda não ocorreu.
"A pessoa fica com o medo antecipado. A gente pode até fazer uma comparação entre síndrome do pânico, claustrofobia e uma simples fobia, que são variações de graus diferentes de uma ansiedade", explica.
Os sintomas, que se assemelham aos da síndrome do pânico, são sudorese, taquicardia, tontura e até desmaio. A diferença é que os claustrofóbicos e agorafóbicos não tem medo da morte, mas de não serem socorridos nestes locais.
"Se a pessoa não precisar frequentar estes espaços abertos ou fechados, ela toca a vida. O problema é quando ela precisa daquilo. Normalmente, recorre-se a um tratamento quando ela se vê nestas situações", comenta.
De acordo com Albanesi, o tratamento é feito por meio de psicoterapia, que busca entender o que gerou o medo, como uma situação traumática em que a pessoa ficou presa em um elevador. Caso necessário, é receitado um ansiolítico para a pessoa diminuir a sua ansiedade.
As fobias mais comuns são medo de elevador, de avião, de dirigir e de altura. Neste último caso, a psicoterapeuta explica que os fóbicos chegam a "travar" e não conseguem andar quando estão atravessando uma ponte, como no caso de uma ex-paciente que tratou.
"Ela ficou parada no pontilhão e a família toda me ligou porque ninguém conseguia tirar ela dali. Fui falando por telefone: 'respira, fica tranquila, vê se tem alguém do teu lado, segura a mão dessa pessoa. Você não está correndo perigo, escuta a minha voz e vai dando um passo por passo'. E, ela em pânico, não conseguia nem falar, como se estivesse petrificada. Mas ela conseguiu enfrentar."

Por: VANESSA TEODORO
da Folha Online

Veja as dicas dos bombeiros:

NUNCA tente sair pelo buraco.. ou parte aberta!

O procedimento correto é o seguinte:

Aperte o botão do alarme, ou o que indica que está avisando alguém.

Sente-se num canto; em caso de descontrole emocional, abaixe a cabeça e feche os olhos, aguarde calmamente que venha o socorro. É uma questão de tempo. Procure lembrar-se que você está trocando tempo por segurança.

Não aceite ajuda de estranhos, e nem saia com o elevador aberto pela metade (ele pode subir ou descer de repente). O bombeiro, assim que chegar, vai desligar a chave geral da casa de máquinas e testar com um aparelho se o elevador está parado mesmo, e totalmente inoperante. Em seguida, ele avisa o outro bombeiro (via rádio) que faça o procedimento junto à porta do elevador e este (elevador) vai subir, ou descer, completando o ciclo normal e parando em ponto seguro.

Além disso, o elevador tem freios, suportes, ganchos, tudo que oferece proteção total, e jamais um elevador cai, sem mais nem menos.

Portanto, a pessoa tem que se manter calma e sem pressa. Mesmo porque tem ar suficiente dentro dele (circulação de ar), e um grupo de pessoas pode ficar ali por várias horas sem problemas!

Além disso, ANTES de entrar sempre olhar se o elevador está parado. ESPERAR que as pessoas saiam ANTES de você entrar, e ficar atento para o número de ocupantes; se está compatível com o peso que diz na placa! Quando muito cheio, evite entrar, pois pode haver problema!

Então, resumindo, se ficar preso só saia com ajuda dos bombeiros e não do zelador, ou de um "abelhudo" que diz que tudo "já está sob controle".

E, em caso de incêndio, JAMAIS use o elevador. Somente faça uso da escada.

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Estudo mapeia violência em escolas públicas de Ribeirão Preto (SP)

Numa escola, a diretora negocia com alunos para evitar depredações. Em outra, 72% dos estudantes dizem ser vítimas de bullyng. Em mais uma, 71% dos professores afirmam ter baixa autoestima.
Os cenários constituem um retrato de escolas públicas da região de Ribeirão Preto feito pelo Observatório da Violência e Práticas Exemplares da Universidade de São Paulo.
Entre 2007 e 2008, 30 pesquisadores ligados ao Observatório analisaram e praticaram ações de intervenção nas unidades de ensino. Após a experiência, fizeram relatórios que serão reunidos num livro sobre violência nas escolas dessa região do interior.
Um dos casos, ocorrido na escola Professora Glete de Alcântara, na periferia da cidade, fez a pesquisadora Márcia Batista comparar o episódio a situações vividas em presídios. Isso porque a direção da escola precisou negociar uma maneira de evitar as depredações.
Em troca da ordem, oferecia cachorro-quente aos alunos num dia da semana, por exemplo.
A dirigente regional de ensino de Ribeirão, Gertrudes Aparecida Ferreira, diz que as considerações sobre a Glete de Alcântara são carregadas de 'uma certa dose de exagero'.
A dirigente afirmou desconhecer qualquer tipo de negociação com os alunos para evitar depredações.

Fonte: Folha Online

De acordo com o Jornal Expresso de Portugal,considera-se uma escola violenta onde existe:

Mais de 44% de posse e consumo de droga;
Mais de 40% de roubos;
Mais de 40% de uso e posse de arma;
Mais de 30% de actos de vandalismo;
Mais de 24% de agressões sexuais;
Mais de 14% de ofensas sexuais (assédio).
Fonte:percepção da Violência nas Escolas por Ana Mafalda Cabrita
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:24  comentar

Estudo mapeia violência em escolas públicas de Ribeirão Preto (SP)

Numa escola, a diretora negocia com alunos para evitar depredações. Em outra, 72% dos estudantes dizem ser vítimas de bullyng. Em mais uma, 71% dos professores afirmam ter baixa autoestima.
Os cenários constituem um retrato de escolas públicas da região de Ribeirão Preto feito pelo Observatório da Violência e Práticas Exemplares da Universidade de São Paulo.
Entre 2007 e 2008, 30 pesquisadores ligados ao Observatório analisaram e praticaram ações de intervenção nas unidades de ensino. Após a experiência, fizeram relatórios que serão reunidos num livro sobre violência nas escolas dessa região do interior.
Um dos casos, ocorrido na escola Professora Glete de Alcântara, na periferia da cidade, fez a pesquisadora Márcia Batista comparar o episódio a situações vividas em presídios. Isso porque a direção da escola precisou negociar uma maneira de evitar as depredações.
Em troca da ordem, oferecia cachorro-quente aos alunos num dia da semana, por exemplo.
A dirigente regional de ensino de Ribeirão, Gertrudes Aparecida Ferreira, diz que as considerações sobre a Glete de Alcântara são carregadas de 'uma certa dose de exagero'.
A dirigente afirmou desconhecer qualquer tipo de negociação com os alunos para evitar depredações.

Fonte: Folha Online

De acordo com o Jornal Expresso de Portugal,considera-se uma escola violenta onde existe:

Mais de 44% de posse e consumo de droga;
Mais de 40% de roubos;
Mais de 40% de uso e posse de arma;
Mais de 30% de actos de vandalismo;
Mais de 24% de agressões sexuais;
Mais de 14% de ofensas sexuais (assédio).
Fonte:percepção da Violência nas Escolas por Ana Mafalda Cabrita
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Estudo mapeia violência em escolas públicas de Ribeirão Preto (SP)

Numa escola, a diretora negocia com alunos para evitar depredações. Em outra, 72% dos estudantes dizem ser vítimas de bullyng. Em mais uma, 71% dos professores afirmam ter baixa autoestima.
Os cenários constituem um retrato de escolas públicas da região de Ribeirão Preto feito pelo Observatório da Violência e Práticas Exemplares da Universidade de São Paulo.
Entre 2007 e 2008, 30 pesquisadores ligados ao Observatório analisaram e praticaram ações de intervenção nas unidades de ensino. Após a experiência, fizeram relatórios que serão reunidos num livro sobre violência nas escolas dessa região do interior.
Um dos casos, ocorrido na escola Professora Glete de Alcântara, na periferia da cidade, fez a pesquisadora Márcia Batista comparar o episódio a situações vividas em presídios. Isso porque a direção da escola precisou negociar uma maneira de evitar as depredações.
Em troca da ordem, oferecia cachorro-quente aos alunos num dia da semana, por exemplo.
A dirigente regional de ensino de Ribeirão, Gertrudes Aparecida Ferreira, diz que as considerações sobre a Glete de Alcântara são carregadas de 'uma certa dose de exagero'.
A dirigente afirmou desconhecer qualquer tipo de negociação com os alunos para evitar depredações.

Fonte: Folha Online

De acordo com o Jornal Expresso de Portugal,considera-se uma escola violenta onde existe:

Mais de 44% de posse e consumo de droga;
Mais de 40% de roubos;
Mais de 40% de uso e posse de arma;
Mais de 30% de actos de vandalismo;
Mais de 24% de agressões sexuais;
Mais de 14% de ofensas sexuais (assédio).
Fonte:percepção da Violência nas Escolas por Ana Mafalda Cabrita
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Estudo mapeia violência em escolas públicas de Ribeirão Preto (SP)

Numa escola, a diretora negocia com alunos para evitar depredações. Em outra, 72% dos estudantes dizem ser vítimas de bullyng. Em mais uma, 71% dos professores afirmam ter baixa autoestima.
Os cenários constituem um retrato de escolas públicas da região de Ribeirão Preto feito pelo Observatório da Violência e Práticas Exemplares da Universidade de São Paulo.
Entre 2007 e 2008, 30 pesquisadores ligados ao Observatório analisaram e praticaram ações de intervenção nas unidades de ensino. Após a experiência, fizeram relatórios que serão reunidos num livro sobre violência nas escolas dessa região do interior.
Um dos casos, ocorrido na escola Professora Glete de Alcântara, na periferia da cidade, fez a pesquisadora Márcia Batista comparar o episódio a situações vividas em presídios. Isso porque a direção da escola precisou negociar uma maneira de evitar as depredações.
Em troca da ordem, oferecia cachorro-quente aos alunos num dia da semana, por exemplo.
A dirigente regional de ensino de Ribeirão, Gertrudes Aparecida Ferreira, diz que as considerações sobre a Glete de Alcântara são carregadas de 'uma certa dose de exagero'.
A dirigente afirmou desconhecer qualquer tipo de negociação com os alunos para evitar depredações.

Fonte: Folha Online

De acordo com o Jornal Expresso de Portugal,considera-se uma escola violenta onde existe:

Mais de 44% de posse e consumo de droga;
Mais de 40% de roubos;
Mais de 40% de uso e posse de arma;
Mais de 30% de actos de vandalismo;
Mais de 24% de agressões sexuais;
Mais de 14% de ofensas sexuais (assédio).
Fonte:percepção da Violência nas Escolas por Ana Mafalda Cabrita
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Mariela contesta o pai, Raúl Castro, e tenta romper políticas contra homossexuais adotadas pela revolução

A bandeira do arco-íris estampada no broche que a sexóloga cubana Mariela leva no peito é um afronta para o governo da ilha. Defensora de direitos iguais para homossexuais e ferrenha crítica das políticas homofóbicas adotadas pelo Estado, Mariela poderia ser apenas mais uma das muitas pessoas que criticam o regime, não fosse um pequeno detalhe: ela carrega o sobrenome Castro, é sobrinha de Fidel e filha do presidente, Raúl.
A reivindicação de Mariela é simples, mas complexa para os padrões históricos de Cuba - onde, nos anos 60, os homossexuais eram classificados como "contrarrevolucionários" e chegaram a ser confinados ou executados no "paredón"."Há muito preconceito em nossas instituições militares com relação aos homossexuais", afirmou Mariela, de 46 anos, que também é diretora do Centro Nacional de Educação Sexual (Cenesex). "Essa é uma velha discussão na qual eu ainda não consegui avançar com meu pai."Para a socióloga Janelle Hippe, as declarações de Mariela têm pressionado o governo cubano por mudanças e alguns resultados já são visíveis. "O trabalho que ela vem fazendo deu a visibilidade que o assunto precisava e nunca teve", afirmou Janelle ao Estado. A socióloga da Queen?s University, do Canadá, participou no início do mês de um debate com Mariela para tentar entender o papel da sexualidade na Revolução Cubana. "Cuba começou a permitir eventos relacionados ao orgulho gay e também está aumentando as iniciativas de educação sexual para prevenir doenças."Uma dessas iniciativas foi o apoio do governo a um desfile pelas ruas de Havana realizado na semana passada para marcar o Dia Mundial Contra a Homofobia. Centenas de homossexuais, travestis e transexuais compareceram ao evento, que também contou com a presença do presidente da Assembleia Nacional, Ricardo Alarcón. Outra conquista de Mariela foi a autorização concedida pelo governo cubano ao sistema de saúde para fazer cirurgias gratuitas de troca de sexo, em junho do ano passado.Segundas IntençõesApesar das opiniões defendidas por Mariela, alguns analistas afirmam que ainda é bastante difícil diferenciar com certeza as políticas do governo das da filha do presidente."Mariela tem grande influência no Cenesex, mas não sabemos se em conversas privadas com seu pai ela realmente sugere ideias e apoia mudanças", afirmou a pesquisadora Vanessa Lopez, do Instituto para Estudos Cubanos e Cubano-americanos da Universidade de Miami, nos EUA. "Ela poderia fazer muita diferença no futuro, mas não tem um posto importante no governo e é apenas a filha do presidente."Para o analista Dave Thomas, Mariela só fala de assuntos que têm a aprovação prévia do governo. "Mesmo com os avanços alcançados, ainda há muito a ser feito para acabar com o preconceito contra homossexuais em Cuba."

Fonte: Agência Estado
Foto: El País.com
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Mariela contesta o pai, Raúl Castro, e tenta romper políticas contra homossexuais adotadas pela revolução

A bandeira do arco-íris estampada no broche que a sexóloga cubana Mariela leva no peito é um afronta para o governo da ilha. Defensora de direitos iguais para homossexuais e ferrenha crítica das políticas homofóbicas adotadas pelo Estado, Mariela poderia ser apenas mais uma das muitas pessoas que criticam o regime, não fosse um pequeno detalhe: ela carrega o sobrenome Castro, é sobrinha de Fidel e filha do presidente, Raúl.
A reivindicação de Mariela é simples, mas complexa para os padrões históricos de Cuba - onde, nos anos 60, os homossexuais eram classificados como "contrarrevolucionários" e chegaram a ser confinados ou executados no "paredón"."Há muito preconceito em nossas instituições militares com relação aos homossexuais", afirmou Mariela, de 46 anos, que também é diretora do Centro Nacional de Educação Sexual (Cenesex). "Essa é uma velha discussão na qual eu ainda não consegui avançar com meu pai."Para a socióloga Janelle Hippe, as declarações de Mariela têm pressionado o governo cubano por mudanças e alguns resultados já são visíveis. "O trabalho que ela vem fazendo deu a visibilidade que o assunto precisava e nunca teve", afirmou Janelle ao Estado. A socióloga da Queen?s University, do Canadá, participou no início do mês de um debate com Mariela para tentar entender o papel da sexualidade na Revolução Cubana. "Cuba começou a permitir eventos relacionados ao orgulho gay e também está aumentando as iniciativas de educação sexual para prevenir doenças."Uma dessas iniciativas foi o apoio do governo a um desfile pelas ruas de Havana realizado na semana passada para marcar o Dia Mundial Contra a Homofobia. Centenas de homossexuais, travestis e transexuais compareceram ao evento, que também contou com a presença do presidente da Assembleia Nacional, Ricardo Alarcón. Outra conquista de Mariela foi a autorização concedida pelo governo cubano ao sistema de saúde para fazer cirurgias gratuitas de troca de sexo, em junho do ano passado.Segundas IntençõesApesar das opiniões defendidas por Mariela, alguns analistas afirmam que ainda é bastante difícil diferenciar com certeza as políticas do governo das da filha do presidente."Mariela tem grande influência no Cenesex, mas não sabemos se em conversas privadas com seu pai ela realmente sugere ideias e apoia mudanças", afirmou a pesquisadora Vanessa Lopez, do Instituto para Estudos Cubanos e Cubano-americanos da Universidade de Miami, nos EUA. "Ela poderia fazer muita diferença no futuro, mas não tem um posto importante no governo e é apenas a filha do presidente."Para o analista Dave Thomas, Mariela só fala de assuntos que têm a aprovação prévia do governo. "Mesmo com os avanços alcançados, ainda há muito a ser feito para acabar com o preconceito contra homossexuais em Cuba."

Fonte: Agência Estado
Foto: El País.com
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Mariela contesta o pai, Raúl Castro, e tenta romper políticas contra homossexuais adotadas pela revolução

A bandeira do arco-íris estampada no broche que a sexóloga cubana Mariela leva no peito é um afronta para o governo da ilha. Defensora de direitos iguais para homossexuais e ferrenha crítica das políticas homofóbicas adotadas pelo Estado, Mariela poderia ser apenas mais uma das muitas pessoas que criticam o regime, não fosse um pequeno detalhe: ela carrega o sobrenome Castro, é sobrinha de Fidel e filha do presidente, Raúl.
A reivindicação de Mariela é simples, mas complexa para os padrões históricos de Cuba - onde, nos anos 60, os homossexuais eram classificados como "contrarrevolucionários" e chegaram a ser confinados ou executados no "paredón"."Há muito preconceito em nossas instituições militares com relação aos homossexuais", afirmou Mariela, de 46 anos, que também é diretora do Centro Nacional de Educação Sexual (Cenesex). "Essa é uma velha discussão na qual eu ainda não consegui avançar com meu pai."Para a socióloga Janelle Hippe, as declarações de Mariela têm pressionado o governo cubano por mudanças e alguns resultados já são visíveis. "O trabalho que ela vem fazendo deu a visibilidade que o assunto precisava e nunca teve", afirmou Janelle ao Estado. A socióloga da Queen?s University, do Canadá, participou no início do mês de um debate com Mariela para tentar entender o papel da sexualidade na Revolução Cubana. "Cuba começou a permitir eventos relacionados ao orgulho gay e também está aumentando as iniciativas de educação sexual para prevenir doenças."Uma dessas iniciativas foi o apoio do governo a um desfile pelas ruas de Havana realizado na semana passada para marcar o Dia Mundial Contra a Homofobia. Centenas de homossexuais, travestis e transexuais compareceram ao evento, que também contou com a presença do presidente da Assembleia Nacional, Ricardo Alarcón. Outra conquista de Mariela foi a autorização concedida pelo governo cubano ao sistema de saúde para fazer cirurgias gratuitas de troca de sexo, em junho do ano passado.Segundas IntençõesApesar das opiniões defendidas por Mariela, alguns analistas afirmam que ainda é bastante difícil diferenciar com certeza as políticas do governo das da filha do presidente."Mariela tem grande influência no Cenesex, mas não sabemos se em conversas privadas com seu pai ela realmente sugere ideias e apoia mudanças", afirmou a pesquisadora Vanessa Lopez, do Instituto para Estudos Cubanos e Cubano-americanos da Universidade de Miami, nos EUA. "Ela poderia fazer muita diferença no futuro, mas não tem um posto importante no governo e é apenas a filha do presidente."Para o analista Dave Thomas, Mariela só fala de assuntos que têm a aprovação prévia do governo. "Mesmo com os avanços alcançados, ainda há muito a ser feito para acabar com o preconceito contra homossexuais em Cuba."

Fonte: Agência Estado
Foto: El País.com
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Mariela contesta o pai, Raúl Castro, e tenta romper políticas contra homossexuais adotadas pela revolução

A bandeira do arco-íris estampada no broche que a sexóloga cubana Mariela leva no peito é um afronta para o governo da ilha. Defensora de direitos iguais para homossexuais e ferrenha crítica das políticas homofóbicas adotadas pelo Estado, Mariela poderia ser apenas mais uma das muitas pessoas que criticam o regime, não fosse um pequeno detalhe: ela carrega o sobrenome Castro, é sobrinha de Fidel e filha do presidente, Raúl.
A reivindicação de Mariela é simples, mas complexa para os padrões históricos de Cuba - onde, nos anos 60, os homossexuais eram classificados como "contrarrevolucionários" e chegaram a ser confinados ou executados no "paredón"."Há muito preconceito em nossas instituições militares com relação aos homossexuais", afirmou Mariela, de 46 anos, que também é diretora do Centro Nacional de Educação Sexual (Cenesex). "Essa é uma velha discussão na qual eu ainda não consegui avançar com meu pai."Para a socióloga Janelle Hippe, as declarações de Mariela têm pressionado o governo cubano por mudanças e alguns resultados já são visíveis. "O trabalho que ela vem fazendo deu a visibilidade que o assunto precisava e nunca teve", afirmou Janelle ao Estado. A socióloga da Queen?s University, do Canadá, participou no início do mês de um debate com Mariela para tentar entender o papel da sexualidade na Revolução Cubana. "Cuba começou a permitir eventos relacionados ao orgulho gay e também está aumentando as iniciativas de educação sexual para prevenir doenças."Uma dessas iniciativas foi o apoio do governo a um desfile pelas ruas de Havana realizado na semana passada para marcar o Dia Mundial Contra a Homofobia. Centenas de homossexuais, travestis e transexuais compareceram ao evento, que também contou com a presença do presidente da Assembleia Nacional, Ricardo Alarcón. Outra conquista de Mariela foi a autorização concedida pelo governo cubano ao sistema de saúde para fazer cirurgias gratuitas de troca de sexo, em junho do ano passado.Segundas IntençõesApesar das opiniões defendidas por Mariela, alguns analistas afirmam que ainda é bastante difícil diferenciar com certeza as políticas do governo das da filha do presidente."Mariela tem grande influência no Cenesex, mas não sabemos se em conversas privadas com seu pai ela realmente sugere ideias e apoia mudanças", afirmou a pesquisadora Vanessa Lopez, do Instituto para Estudos Cubanos e Cubano-americanos da Universidade de Miami, nos EUA. "Ela poderia fazer muita diferença no futuro, mas não tem um posto importante no governo e é apenas a filha do presidente."Para o analista Dave Thomas, Mariela só fala de assuntos que têm a aprovação prévia do governo. "Mesmo com os avanços alcançados, ainda há muito a ser feito para acabar com o preconceito contra homossexuais em Cuba."

Fonte: Agência Estado
Foto: El País.com
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A vila onde morava Osvaldo Pereira Aguiar, principal suspeito do assassinato da menina Maisla Mariano dos Santos, está deserta. As famílias que residiam no local se mudaram em menos de uma semana de apontado o suspeito, sem deixar pistas. Os moradores da casa onde quatro jovens foram executados na calçada em janeiro, no Vale Dourado, Nossa Senhora da Apresentação, também.
Por onde a violência urbana passa, as histórias se repetem. O medo leva familiares e vizinhos das vítimas para longe, em busca de paz. Mas a sensação de insegurança que se enraíza na sociedade até mesmo em quem mora longe dos locais dos crimes, e não ocorre por acaso.
Os casos de Maisla e Maria Luiza (estuprada e morta em São Gonçalo do Amarante) pelos componentes bárbaros e pela exposição na mídia, elevaram o sentimento de insegurança, segundo o coordenador de Direitos Humanos e minoria (Codem) da Secretaria Estadual de Justiça e Cidadania (Sejuc), Marcos Dionísio.
Ele explica que a violência produz uma migração constante na periferia da Grande Natal, sobretudo, na franja de violência nas Zonas Norte e Oeste de Natal, São Gonçalo, Parnamirim e Macaíba, seja porque os familiares querem afastar-se fisicamente do local onde ocorreram as perdas dos parentes ou mesmo por receio de que também sofram agressões.
“Esse sentimento pode crescer mesmo quando se reduz os níveis de violência - não é o caso da Grande Natal - e é fruto direto da insuficiência do funcionamento da nossa estrutura policial, judiciária e penitenciária”. Ainda segundo ele, a ausência do Estado, desde a falta de acessibilidade, iluminação e pavimentação adequadas nas ruas, até a falta de elucidação dos crimes, leva à constante sensação de insegurança.
A maioria dos crimes cometidos nas comunidades fica impune e os números mostram que a violência vem crescendo na Região Metropolitana, com destaque para os bairros da zona Norte. Em 2008 foram registrados 319 assassinatos em Natal, ao passo de que nos quatro primeiros meses deste ano já são 150, quase metade. “Se continuarmos assim, chegaremos a 500 até dezembro”, preocupa-se Dionísio.
Na vila onde Osvaldo vivia, o que restou das casas antes alugadas foram portas fechadas e uma placa de “Vende-se”. Comerciantes vizinhos à vila, que fica na movimentada avenida João Medeiros Filho, zona Norte, prestaram depoimentos à polícia esta semana, sobre o suspeito de matar Maisla. Os investigadores buscam, entre as declarações, encontrar a resposta para o crime.
“Jamais diria que ele poderia cometer um crime como esse, sempre me pareceu normal”, diz o protético Welldson Cavalcante. “Não tenho medo de continuar aqui, não tenho envolvimento com o assassinato”, diz tranquilo.
Os telefones de contato da placa de venda levam ao proprietário, que também era comerciante de uma sucata ao lado da vila.
Para Marcos Dionísio, o que houve com as duas jovens são um capítulo à parte. “Os fatos foram potencializados pela grande repercussão, os suspeitos estão presos, os crimes investigados. Mas, e quanto aos tantos outros que ficam sem solução?”, questiona. Ele diz que é fundamental que o estado efetive as políticas públicas de segurança para resgatar a cultura da paz, e que a Justiça, Polícias e Ministério Público atuem de maneira mais integrada, e priorizem o combate à impunidade.

Família deixa casa no Vale Dourado

A equipe de reportagem da TN encontrou o irmão de João Paulo Moreira da Silva, um dos jovens executados no Vale Dourado em janeiro, sentado no mesmo lugar que a mãe viu o filho pela última vez. “Ela saiu para comprar o pão de manhã cedo e ele ficou na calçada. Quando voltou, João Paulo tinha ido ver o filho, que tinha um mês de vida”, conta Roberson Moreira.
A casa de João Paulo também está à venda, mas, segundo o irmão, porque o pai pretende comprar outra de menor valor e, com o restante do dinheiro, pagar dívidas pendentes. “Júnior”, morador da casa onde os quatro amigos foram mortos, só sobreviveu porque havia entrado em casa para desligar o fogo de uma panela.
Mesmo assim, a mãe de Júnior perdeu o sono depois dos crimes, adoeceu e não suportou a dor de continuar vivendo com a lembrança dos jovens. “Ela tinha problemas de pressão alta e ficou com muito remorso, por isso pediu ao marido para se mudar, não dormia mais de noite”, declara a tia de Júnior, que mora na rua das execuções.
Quando solicitado o contato para conversar com os ex-moradores, ela disse não ter o número do telefone, nem saber onde moram hoje. “Eles mudam de telefone o tempo todo. Conseguiram alugar a casa por dois meses, depois foi desocupada. Quando sabem que houve mortes aqui, os interessados não querem morar”.
Aos 24 anos, João Paulo estava desempregado (ainda recebia o seguro desemprego) e acabara de ser pai pela terceira vez. “Ele conversava com os amigos quando quatro homens chegaram atirando, sendo dois em uma moto”, conta Roberson e garante que o irmão não era envolvido com drogas.
Os assassinos, segundo ele, buscavam, na verdade, dois homens que haviam roubado uma moto no dia anterior ao crime. “Como não acharam os ladrões, mataram eles para não perder a viagem”, lamenta.

Cultura consumista leva à crescente violência entre jovens

A cultura que incentiva o consumo ilimitado, iniciada com o governo neoliberal, é também um fator que coloca o jovem como principal vítima da violência urbana. A constatação de Marcos Dionísio, coordenador do Codem, tem relação natural com o comportamento.
“O jovem é estimulado a consumir e, quando se vê sem oportunidades para alcançar o que deseja, perde as esperanças mais facilmente”, explica. “Assim pela própria imaturidade e desejo de fazer muitas coisas em um curto espaço de tempo, cai mais facilmente no mundo das drogas e do crime, tanto como vítima quanto como infrator”, esclarece.
Além da imaturidade, o jovem gosta de sair, dançar, namorar e, nem sempre, tem clareza de que esse comportamento é facilitador para persuasão de pessoas mau intencionadas.
Mesmo com a constatação difusa de que a maioria dos crimes tem vinculação com o tráfico de drogas, ele diz que é preciso cuidado ao divulgar essa informação. “O dependente químico não é um criminoso e a generalização protege assassinos e agride as famílias e vítimas mais uma vez”.
Tão necessário quanto uma melhor presença da repressão qualificada nas periferias, para ele, é a disponibilização da estruturas da saúde e da educação para conter a explosão do uso do álcool e do crack pela juventude. “Temos que fazê-los redescobrir o encantamento da vida e abrir-lhes perspectivas de esperança em meio a frustração consumista que os torna presas fáceis do tráfico”.

Falta integração entre rede de segurança e a sociedade

Para relativizar a sensação de insegurança, segundo Marcos Dionísio, é preciso mais do que a presença mais ostensiva da Polícia Militar nos bairros, o que começará a ocorrer nos próximos dias com a aquisição de novas viaturas policiais. “Deve-se desenvolver o trabalho integrado entre o poder judiciário, polícias, ministério público e sociedade civil, que elejam a redução dos homicídios como prioridade”.
Isso só será possível, segundo ele, restaurando a confiança da população nas polícias, o que só ocorrerá se houver uma ampla e legal qualificação do efetivo e recuperação da autoestima e a confiança dos policiais. “Assim, é possível responder rapidamente à criminalidade, do ponto de vista da repressão e prevenção”.
A presença qualificada da Polícia Militar nos bairros, aliada ao trabalho investigativo da Polícia Civil e da agilização da atuação do Judiciário e do Ministério Público, otimização de recursos humanos e materiais que sejam qualificados para investigar, planejamento de ações e motivação do policial, são os fatores cruciais para impedir a retroalimentação da violência e impunidade.
Como exemplo da fragilidade da polícia natalense, ele cita a liberação do suspeito de matar Maisla após seu primeiro contato com a polícia. “A polícia nem sabia que ele tinha dois mandados de prisão e o liberou, quando poderia ter pesquisado o histórico dele com rápida busca na internet. Só depois foi expedida a prisão preventiva”.

Por: Ellen Rodrigues para o Tribuna do Norte
Foto:Elisa Elsie
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A vila onde morava Osvaldo Pereira Aguiar, principal suspeito do assassinato da menina Maisla Mariano dos Santos, está deserta. As famílias que residiam no local se mudaram em menos de uma semana de apontado o suspeito, sem deixar pistas. Os moradores da casa onde quatro jovens foram executados na calçada em janeiro, no Vale Dourado, Nossa Senhora da Apresentação, também.
Por onde a violência urbana passa, as histórias se repetem. O medo leva familiares e vizinhos das vítimas para longe, em busca de paz. Mas a sensação de insegurança que se enraíza na sociedade até mesmo em quem mora longe dos locais dos crimes, e não ocorre por acaso.
Os casos de Maisla e Maria Luiza (estuprada e morta em São Gonçalo do Amarante) pelos componentes bárbaros e pela exposição na mídia, elevaram o sentimento de insegurança, segundo o coordenador de Direitos Humanos e minoria (Codem) da Secretaria Estadual de Justiça e Cidadania (Sejuc), Marcos Dionísio.
Ele explica que a violência produz uma migração constante na periferia da Grande Natal, sobretudo, na franja de violência nas Zonas Norte e Oeste de Natal, São Gonçalo, Parnamirim e Macaíba, seja porque os familiares querem afastar-se fisicamente do local onde ocorreram as perdas dos parentes ou mesmo por receio de que também sofram agressões.
“Esse sentimento pode crescer mesmo quando se reduz os níveis de violência - não é o caso da Grande Natal - e é fruto direto da insuficiência do funcionamento da nossa estrutura policial, judiciária e penitenciária”. Ainda segundo ele, a ausência do Estado, desde a falta de acessibilidade, iluminação e pavimentação adequadas nas ruas, até a falta de elucidação dos crimes, leva à constante sensação de insegurança.
A maioria dos crimes cometidos nas comunidades fica impune e os números mostram que a violência vem crescendo na Região Metropolitana, com destaque para os bairros da zona Norte. Em 2008 foram registrados 319 assassinatos em Natal, ao passo de que nos quatro primeiros meses deste ano já são 150, quase metade. “Se continuarmos assim, chegaremos a 500 até dezembro”, preocupa-se Dionísio.
Na vila onde Osvaldo vivia, o que restou das casas antes alugadas foram portas fechadas e uma placa de “Vende-se”. Comerciantes vizinhos à vila, que fica na movimentada avenida João Medeiros Filho, zona Norte, prestaram depoimentos à polícia esta semana, sobre o suspeito de matar Maisla. Os investigadores buscam, entre as declarações, encontrar a resposta para o crime.
“Jamais diria que ele poderia cometer um crime como esse, sempre me pareceu normal”, diz o protético Welldson Cavalcante. “Não tenho medo de continuar aqui, não tenho envolvimento com o assassinato”, diz tranquilo.
Os telefones de contato da placa de venda levam ao proprietário, que também era comerciante de uma sucata ao lado da vila.
Para Marcos Dionísio, o que houve com as duas jovens são um capítulo à parte. “Os fatos foram potencializados pela grande repercussão, os suspeitos estão presos, os crimes investigados. Mas, e quanto aos tantos outros que ficam sem solução?”, questiona. Ele diz que é fundamental que o estado efetive as políticas públicas de segurança para resgatar a cultura da paz, e que a Justiça, Polícias e Ministério Público atuem de maneira mais integrada, e priorizem o combate à impunidade.

Família deixa casa no Vale Dourado

A equipe de reportagem da TN encontrou o irmão de João Paulo Moreira da Silva, um dos jovens executados no Vale Dourado em janeiro, sentado no mesmo lugar que a mãe viu o filho pela última vez. “Ela saiu para comprar o pão de manhã cedo e ele ficou na calçada. Quando voltou, João Paulo tinha ido ver o filho, que tinha um mês de vida”, conta Roberson Moreira.
A casa de João Paulo também está à venda, mas, segundo o irmão, porque o pai pretende comprar outra de menor valor e, com o restante do dinheiro, pagar dívidas pendentes. “Júnior”, morador da casa onde os quatro amigos foram mortos, só sobreviveu porque havia entrado em casa para desligar o fogo de uma panela.
Mesmo assim, a mãe de Júnior perdeu o sono depois dos crimes, adoeceu e não suportou a dor de continuar vivendo com a lembrança dos jovens. “Ela tinha problemas de pressão alta e ficou com muito remorso, por isso pediu ao marido para se mudar, não dormia mais de noite”, declara a tia de Júnior, que mora na rua das execuções.
Quando solicitado o contato para conversar com os ex-moradores, ela disse não ter o número do telefone, nem saber onde moram hoje. “Eles mudam de telefone o tempo todo. Conseguiram alugar a casa por dois meses, depois foi desocupada. Quando sabem que houve mortes aqui, os interessados não querem morar”.
Aos 24 anos, João Paulo estava desempregado (ainda recebia o seguro desemprego) e acabara de ser pai pela terceira vez. “Ele conversava com os amigos quando quatro homens chegaram atirando, sendo dois em uma moto”, conta Roberson e garante que o irmão não era envolvido com drogas.
Os assassinos, segundo ele, buscavam, na verdade, dois homens que haviam roubado uma moto no dia anterior ao crime. “Como não acharam os ladrões, mataram eles para não perder a viagem”, lamenta.

Cultura consumista leva à crescente violência entre jovens

A cultura que incentiva o consumo ilimitado, iniciada com o governo neoliberal, é também um fator que coloca o jovem como principal vítima da violência urbana. A constatação de Marcos Dionísio, coordenador do Codem, tem relação natural com o comportamento.
“O jovem é estimulado a consumir e, quando se vê sem oportunidades para alcançar o que deseja, perde as esperanças mais facilmente”, explica. “Assim pela própria imaturidade e desejo de fazer muitas coisas em um curto espaço de tempo, cai mais facilmente no mundo das drogas e do crime, tanto como vítima quanto como infrator”, esclarece.
Além da imaturidade, o jovem gosta de sair, dançar, namorar e, nem sempre, tem clareza de que esse comportamento é facilitador para persuasão de pessoas mau intencionadas.
Mesmo com a constatação difusa de que a maioria dos crimes tem vinculação com o tráfico de drogas, ele diz que é preciso cuidado ao divulgar essa informação. “O dependente químico não é um criminoso e a generalização protege assassinos e agride as famílias e vítimas mais uma vez”.
Tão necessário quanto uma melhor presença da repressão qualificada nas periferias, para ele, é a disponibilização da estruturas da saúde e da educação para conter a explosão do uso do álcool e do crack pela juventude. “Temos que fazê-los redescobrir o encantamento da vida e abrir-lhes perspectivas de esperança em meio a frustração consumista que os torna presas fáceis do tráfico”.

Falta integração entre rede de segurança e a sociedade

Para relativizar a sensação de insegurança, segundo Marcos Dionísio, é preciso mais do que a presença mais ostensiva da Polícia Militar nos bairros, o que começará a ocorrer nos próximos dias com a aquisição de novas viaturas policiais. “Deve-se desenvolver o trabalho integrado entre o poder judiciário, polícias, ministério público e sociedade civil, que elejam a redução dos homicídios como prioridade”.
Isso só será possível, segundo ele, restaurando a confiança da população nas polícias, o que só ocorrerá se houver uma ampla e legal qualificação do efetivo e recuperação da autoestima e a confiança dos policiais. “Assim, é possível responder rapidamente à criminalidade, do ponto de vista da repressão e prevenção”.
A presença qualificada da Polícia Militar nos bairros, aliada ao trabalho investigativo da Polícia Civil e da agilização da atuação do Judiciário e do Ministério Público, otimização de recursos humanos e materiais que sejam qualificados para investigar, planejamento de ações e motivação do policial, são os fatores cruciais para impedir a retroalimentação da violência e impunidade.
Como exemplo da fragilidade da polícia natalense, ele cita a liberação do suspeito de matar Maisla após seu primeiro contato com a polícia. “A polícia nem sabia que ele tinha dois mandados de prisão e o liberou, quando poderia ter pesquisado o histórico dele com rápida busca na internet. Só depois foi expedida a prisão preventiva”.

Por: Ellen Rodrigues para o Tribuna do Norte
Foto:Elisa Elsie
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A vila onde morava Osvaldo Pereira Aguiar, principal suspeito do assassinato da menina Maisla Mariano dos Santos, está deserta. As famílias que residiam no local se mudaram em menos de uma semana de apontado o suspeito, sem deixar pistas. Os moradores da casa onde quatro jovens foram executados na calçada em janeiro, no Vale Dourado, Nossa Senhora da Apresentação, também.
Por onde a violência urbana passa, as histórias se repetem. O medo leva familiares e vizinhos das vítimas para longe, em busca de paz. Mas a sensação de insegurança que se enraíza na sociedade até mesmo em quem mora longe dos locais dos crimes, e não ocorre por acaso.
Os casos de Maisla e Maria Luiza (estuprada e morta em São Gonçalo do Amarante) pelos componentes bárbaros e pela exposição na mídia, elevaram o sentimento de insegurança, segundo o coordenador de Direitos Humanos e minoria (Codem) da Secretaria Estadual de Justiça e Cidadania (Sejuc), Marcos Dionísio.
Ele explica que a violência produz uma migração constante na periferia da Grande Natal, sobretudo, na franja de violência nas Zonas Norte e Oeste de Natal, São Gonçalo, Parnamirim e Macaíba, seja porque os familiares querem afastar-se fisicamente do local onde ocorreram as perdas dos parentes ou mesmo por receio de que também sofram agressões.
“Esse sentimento pode crescer mesmo quando se reduz os níveis de violência - não é o caso da Grande Natal - e é fruto direto da insuficiência do funcionamento da nossa estrutura policial, judiciária e penitenciária”. Ainda segundo ele, a ausência do Estado, desde a falta de acessibilidade, iluminação e pavimentação adequadas nas ruas, até a falta de elucidação dos crimes, leva à constante sensação de insegurança.
A maioria dos crimes cometidos nas comunidades fica impune e os números mostram que a violência vem crescendo na Região Metropolitana, com destaque para os bairros da zona Norte. Em 2008 foram registrados 319 assassinatos em Natal, ao passo de que nos quatro primeiros meses deste ano já são 150, quase metade. “Se continuarmos assim, chegaremos a 500 até dezembro”, preocupa-se Dionísio.
Na vila onde Osvaldo vivia, o que restou das casas antes alugadas foram portas fechadas e uma placa de “Vende-se”. Comerciantes vizinhos à vila, que fica na movimentada avenida João Medeiros Filho, zona Norte, prestaram depoimentos à polícia esta semana, sobre o suspeito de matar Maisla. Os investigadores buscam, entre as declarações, encontrar a resposta para o crime.
“Jamais diria que ele poderia cometer um crime como esse, sempre me pareceu normal”, diz o protético Welldson Cavalcante. “Não tenho medo de continuar aqui, não tenho envolvimento com o assassinato”, diz tranquilo.
Os telefones de contato da placa de venda levam ao proprietário, que também era comerciante de uma sucata ao lado da vila.
Para Marcos Dionísio, o que houve com as duas jovens são um capítulo à parte. “Os fatos foram potencializados pela grande repercussão, os suspeitos estão presos, os crimes investigados. Mas, e quanto aos tantos outros que ficam sem solução?”, questiona. Ele diz que é fundamental que o estado efetive as políticas públicas de segurança para resgatar a cultura da paz, e que a Justiça, Polícias e Ministério Público atuem de maneira mais integrada, e priorizem o combate à impunidade.

Família deixa casa no Vale Dourado

A equipe de reportagem da TN encontrou o irmão de João Paulo Moreira da Silva, um dos jovens executados no Vale Dourado em janeiro, sentado no mesmo lugar que a mãe viu o filho pela última vez. “Ela saiu para comprar o pão de manhã cedo e ele ficou na calçada. Quando voltou, João Paulo tinha ido ver o filho, que tinha um mês de vida”, conta Roberson Moreira.
A casa de João Paulo também está à venda, mas, segundo o irmão, porque o pai pretende comprar outra de menor valor e, com o restante do dinheiro, pagar dívidas pendentes. “Júnior”, morador da casa onde os quatro amigos foram mortos, só sobreviveu porque havia entrado em casa para desligar o fogo de uma panela.
Mesmo assim, a mãe de Júnior perdeu o sono depois dos crimes, adoeceu e não suportou a dor de continuar vivendo com a lembrança dos jovens. “Ela tinha problemas de pressão alta e ficou com muito remorso, por isso pediu ao marido para se mudar, não dormia mais de noite”, declara a tia de Júnior, que mora na rua das execuções.
Quando solicitado o contato para conversar com os ex-moradores, ela disse não ter o número do telefone, nem saber onde moram hoje. “Eles mudam de telefone o tempo todo. Conseguiram alugar a casa por dois meses, depois foi desocupada. Quando sabem que houve mortes aqui, os interessados não querem morar”.
Aos 24 anos, João Paulo estava desempregado (ainda recebia o seguro desemprego) e acabara de ser pai pela terceira vez. “Ele conversava com os amigos quando quatro homens chegaram atirando, sendo dois em uma moto”, conta Roberson e garante que o irmão não era envolvido com drogas.
Os assassinos, segundo ele, buscavam, na verdade, dois homens que haviam roubado uma moto no dia anterior ao crime. “Como não acharam os ladrões, mataram eles para não perder a viagem”, lamenta.

Cultura consumista leva à crescente violência entre jovens

A cultura que incentiva o consumo ilimitado, iniciada com o governo neoliberal, é também um fator que coloca o jovem como principal vítima da violência urbana. A constatação de Marcos Dionísio, coordenador do Codem, tem relação natural com o comportamento.
“O jovem é estimulado a consumir e, quando se vê sem oportunidades para alcançar o que deseja, perde as esperanças mais facilmente”, explica. “Assim pela própria imaturidade e desejo de fazer muitas coisas em um curto espaço de tempo, cai mais facilmente no mundo das drogas e do crime, tanto como vítima quanto como infrator”, esclarece.
Além da imaturidade, o jovem gosta de sair, dançar, namorar e, nem sempre, tem clareza de que esse comportamento é facilitador para persuasão de pessoas mau intencionadas.
Mesmo com a constatação difusa de que a maioria dos crimes tem vinculação com o tráfico de drogas, ele diz que é preciso cuidado ao divulgar essa informação. “O dependente químico não é um criminoso e a generalização protege assassinos e agride as famílias e vítimas mais uma vez”.
Tão necessário quanto uma melhor presença da repressão qualificada nas periferias, para ele, é a disponibilização da estruturas da saúde e da educação para conter a explosão do uso do álcool e do crack pela juventude. “Temos que fazê-los redescobrir o encantamento da vida e abrir-lhes perspectivas de esperança em meio a frustração consumista que os torna presas fáceis do tráfico”.

Falta integração entre rede de segurança e a sociedade

Para relativizar a sensação de insegurança, segundo Marcos Dionísio, é preciso mais do que a presença mais ostensiva da Polícia Militar nos bairros, o que começará a ocorrer nos próximos dias com a aquisição de novas viaturas policiais. “Deve-se desenvolver o trabalho integrado entre o poder judiciário, polícias, ministério público e sociedade civil, que elejam a redução dos homicídios como prioridade”.
Isso só será possível, segundo ele, restaurando a confiança da população nas polícias, o que só ocorrerá se houver uma ampla e legal qualificação do efetivo e recuperação da autoestima e a confiança dos policiais. “Assim, é possível responder rapidamente à criminalidade, do ponto de vista da repressão e prevenção”.
A presença qualificada da Polícia Militar nos bairros, aliada ao trabalho investigativo da Polícia Civil e da agilização da atuação do Judiciário e do Ministério Público, otimização de recursos humanos e materiais que sejam qualificados para investigar, planejamento de ações e motivação do policial, são os fatores cruciais para impedir a retroalimentação da violência e impunidade.
Como exemplo da fragilidade da polícia natalense, ele cita a liberação do suspeito de matar Maisla após seu primeiro contato com a polícia. “A polícia nem sabia que ele tinha dois mandados de prisão e o liberou, quando poderia ter pesquisado o histórico dele com rápida busca na internet. Só depois foi expedida a prisão preventiva”.

Por: Ellen Rodrigues para o Tribuna do Norte
Foto:Elisa Elsie
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A vila onde morava Osvaldo Pereira Aguiar, principal suspeito do assassinato da menina Maisla Mariano dos Santos, está deserta. As famílias que residiam no local se mudaram em menos de uma semana de apontado o suspeito, sem deixar pistas. Os moradores da casa onde quatro jovens foram executados na calçada em janeiro, no Vale Dourado, Nossa Senhora da Apresentação, também.
Por onde a violência urbana passa, as histórias se repetem. O medo leva familiares e vizinhos das vítimas para longe, em busca de paz. Mas a sensação de insegurança que se enraíza na sociedade até mesmo em quem mora longe dos locais dos crimes, e não ocorre por acaso.
Os casos de Maisla e Maria Luiza (estuprada e morta em São Gonçalo do Amarante) pelos componentes bárbaros e pela exposição na mídia, elevaram o sentimento de insegurança, segundo o coordenador de Direitos Humanos e minoria (Codem) da Secretaria Estadual de Justiça e Cidadania (Sejuc), Marcos Dionísio.
Ele explica que a violência produz uma migração constante na periferia da Grande Natal, sobretudo, na franja de violência nas Zonas Norte e Oeste de Natal, São Gonçalo, Parnamirim e Macaíba, seja porque os familiares querem afastar-se fisicamente do local onde ocorreram as perdas dos parentes ou mesmo por receio de que também sofram agressões.
“Esse sentimento pode crescer mesmo quando se reduz os níveis de violência - não é o caso da Grande Natal - e é fruto direto da insuficiência do funcionamento da nossa estrutura policial, judiciária e penitenciária”. Ainda segundo ele, a ausência do Estado, desde a falta de acessibilidade, iluminação e pavimentação adequadas nas ruas, até a falta de elucidação dos crimes, leva à constante sensação de insegurança.
A maioria dos crimes cometidos nas comunidades fica impune e os números mostram que a violência vem crescendo na Região Metropolitana, com destaque para os bairros da zona Norte. Em 2008 foram registrados 319 assassinatos em Natal, ao passo de que nos quatro primeiros meses deste ano já são 150, quase metade. “Se continuarmos assim, chegaremos a 500 até dezembro”, preocupa-se Dionísio.
Na vila onde Osvaldo vivia, o que restou das casas antes alugadas foram portas fechadas e uma placa de “Vende-se”. Comerciantes vizinhos à vila, que fica na movimentada avenida João Medeiros Filho, zona Norte, prestaram depoimentos à polícia esta semana, sobre o suspeito de matar Maisla. Os investigadores buscam, entre as declarações, encontrar a resposta para o crime.
“Jamais diria que ele poderia cometer um crime como esse, sempre me pareceu normal”, diz o protético Welldson Cavalcante. “Não tenho medo de continuar aqui, não tenho envolvimento com o assassinato”, diz tranquilo.
Os telefones de contato da placa de venda levam ao proprietário, que também era comerciante de uma sucata ao lado da vila.
Para Marcos Dionísio, o que houve com as duas jovens são um capítulo à parte. “Os fatos foram potencializados pela grande repercussão, os suspeitos estão presos, os crimes investigados. Mas, e quanto aos tantos outros que ficam sem solução?”, questiona. Ele diz que é fundamental que o estado efetive as políticas públicas de segurança para resgatar a cultura da paz, e que a Justiça, Polícias e Ministério Público atuem de maneira mais integrada, e priorizem o combate à impunidade.

Família deixa casa no Vale Dourado

A equipe de reportagem da TN encontrou o irmão de João Paulo Moreira da Silva, um dos jovens executados no Vale Dourado em janeiro, sentado no mesmo lugar que a mãe viu o filho pela última vez. “Ela saiu para comprar o pão de manhã cedo e ele ficou na calçada. Quando voltou, João Paulo tinha ido ver o filho, que tinha um mês de vida”, conta Roberson Moreira.
A casa de João Paulo também está à venda, mas, segundo o irmão, porque o pai pretende comprar outra de menor valor e, com o restante do dinheiro, pagar dívidas pendentes. “Júnior”, morador da casa onde os quatro amigos foram mortos, só sobreviveu porque havia entrado em casa para desligar o fogo de uma panela.
Mesmo assim, a mãe de Júnior perdeu o sono depois dos crimes, adoeceu e não suportou a dor de continuar vivendo com a lembrança dos jovens. “Ela tinha problemas de pressão alta e ficou com muito remorso, por isso pediu ao marido para se mudar, não dormia mais de noite”, declara a tia de Júnior, que mora na rua das execuções.
Quando solicitado o contato para conversar com os ex-moradores, ela disse não ter o número do telefone, nem saber onde moram hoje. “Eles mudam de telefone o tempo todo. Conseguiram alugar a casa por dois meses, depois foi desocupada. Quando sabem que houve mortes aqui, os interessados não querem morar”.
Aos 24 anos, João Paulo estava desempregado (ainda recebia o seguro desemprego) e acabara de ser pai pela terceira vez. “Ele conversava com os amigos quando quatro homens chegaram atirando, sendo dois em uma moto”, conta Roberson e garante que o irmão não era envolvido com drogas.
Os assassinos, segundo ele, buscavam, na verdade, dois homens que haviam roubado uma moto no dia anterior ao crime. “Como não acharam os ladrões, mataram eles para não perder a viagem”, lamenta.

Cultura consumista leva à crescente violência entre jovens

A cultura que incentiva o consumo ilimitado, iniciada com o governo neoliberal, é também um fator que coloca o jovem como principal vítima da violência urbana. A constatação de Marcos Dionísio, coordenador do Codem, tem relação natural com o comportamento.
“O jovem é estimulado a consumir e, quando se vê sem oportunidades para alcançar o que deseja, perde as esperanças mais facilmente”, explica. “Assim pela própria imaturidade e desejo de fazer muitas coisas em um curto espaço de tempo, cai mais facilmente no mundo das drogas e do crime, tanto como vítima quanto como infrator”, esclarece.
Além da imaturidade, o jovem gosta de sair, dançar, namorar e, nem sempre, tem clareza de que esse comportamento é facilitador para persuasão de pessoas mau intencionadas.
Mesmo com a constatação difusa de que a maioria dos crimes tem vinculação com o tráfico de drogas, ele diz que é preciso cuidado ao divulgar essa informação. “O dependente químico não é um criminoso e a generalização protege assassinos e agride as famílias e vítimas mais uma vez”.
Tão necessário quanto uma melhor presença da repressão qualificada nas periferias, para ele, é a disponibilização da estruturas da saúde e da educação para conter a explosão do uso do álcool e do crack pela juventude. “Temos que fazê-los redescobrir o encantamento da vida e abrir-lhes perspectivas de esperança em meio a frustração consumista que os torna presas fáceis do tráfico”.

Falta integração entre rede de segurança e a sociedade

Para relativizar a sensação de insegurança, segundo Marcos Dionísio, é preciso mais do que a presença mais ostensiva da Polícia Militar nos bairros, o que começará a ocorrer nos próximos dias com a aquisição de novas viaturas policiais. “Deve-se desenvolver o trabalho integrado entre o poder judiciário, polícias, ministério público e sociedade civil, que elejam a redução dos homicídios como prioridade”.
Isso só será possível, segundo ele, restaurando a confiança da população nas polícias, o que só ocorrerá se houver uma ampla e legal qualificação do efetivo e recuperação da autoestima e a confiança dos policiais. “Assim, é possível responder rapidamente à criminalidade, do ponto de vista da repressão e prevenção”.
A presença qualificada da Polícia Militar nos bairros, aliada ao trabalho investigativo da Polícia Civil e da agilização da atuação do Judiciário e do Ministério Público, otimização de recursos humanos e materiais que sejam qualificados para investigar, planejamento de ações e motivação do policial, são os fatores cruciais para impedir a retroalimentação da violência e impunidade.
Como exemplo da fragilidade da polícia natalense, ele cita a liberação do suspeito de matar Maisla após seu primeiro contato com a polícia. “A polícia nem sabia que ele tinha dois mandados de prisão e o liberou, quando poderia ter pesquisado o histórico dele com rápida busca na internet. Só depois foi expedida a prisão preventiva”.

Por: Ellen Rodrigues para o Tribuna do Norte
Foto:Elisa Elsie
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VIENA, Áustria (AFP) — Cerca de 30 pessoas ficaram feridas, nove delas gravemente, com tiros e facadas, após um confronto ocorrido neste domingo em um templo sikh de Viena, anunciou a Polícia.
Segundo um porta-voz da Polícia, Michael Takacs, a confusão começou durante o sermão de um guru, Shri Guru Ravidas Sabha, que foi especialmente da Índia para este templo da capital austríaca.
"Seis pessoas não concordaram. Uma sacou uma pistola, as outras pegaram facas. As seis pessoas foram atacadas por membros da comunidade e ficaram gravemente feridas", declarou Takacs à rádio pública.
Segundo ele, um dos agressores está à beira da morte. Os seis agressores foram detidos. A Polícia encontrou pelo menos três cápsulas de balas no local.
Cerca de 200 pessoas assistiam à cerimônia.
A disputa religiosa em meio à comunidade é antiga, de acordo com uma testemunha, Khasuf Kalder, consultada pela agência austríaca APA, que revelou que o templo onde ocorreram os incidentes está em conflito com outros templos de Viena.
A comunidade sikh, na qual os homens usam tradicionalmente um turbante e um punhal na cintura, conta com cerca de 10.000 membros na Áustria e com 25 milhões no mundo, a maioria residentes no norte da Índia.

Fonte: AFP
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VIENA, Áustria (AFP) — Cerca de 30 pessoas ficaram feridas, nove delas gravemente, com tiros e facadas, após um confronto ocorrido neste domingo em um templo sikh de Viena, anunciou a Polícia.
Segundo um porta-voz da Polícia, Michael Takacs, a confusão começou durante o sermão de um guru, Shri Guru Ravidas Sabha, que foi especialmente da Índia para este templo da capital austríaca.
"Seis pessoas não concordaram. Uma sacou uma pistola, as outras pegaram facas. As seis pessoas foram atacadas por membros da comunidade e ficaram gravemente feridas", declarou Takacs à rádio pública.
Segundo ele, um dos agressores está à beira da morte. Os seis agressores foram detidos. A Polícia encontrou pelo menos três cápsulas de balas no local.
Cerca de 200 pessoas assistiam à cerimônia.
A disputa religiosa em meio à comunidade é antiga, de acordo com uma testemunha, Khasuf Kalder, consultada pela agência austríaca APA, que revelou que o templo onde ocorreram os incidentes está em conflito com outros templos de Viena.
A comunidade sikh, na qual os homens usam tradicionalmente um turbante e um punhal na cintura, conta com cerca de 10.000 membros na Áustria e com 25 milhões no mundo, a maioria residentes no norte da Índia.

Fonte: AFP
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VIENA, Áustria (AFP) — Cerca de 30 pessoas ficaram feridas, nove delas gravemente, com tiros e facadas, após um confronto ocorrido neste domingo em um templo sikh de Viena, anunciou a Polícia.
Segundo um porta-voz da Polícia, Michael Takacs, a confusão começou durante o sermão de um guru, Shri Guru Ravidas Sabha, que foi especialmente da Índia para este templo da capital austríaca.
"Seis pessoas não concordaram. Uma sacou uma pistola, as outras pegaram facas. As seis pessoas foram atacadas por membros da comunidade e ficaram gravemente feridas", declarou Takacs à rádio pública.
Segundo ele, um dos agressores está à beira da morte. Os seis agressores foram detidos. A Polícia encontrou pelo menos três cápsulas de balas no local.
Cerca de 200 pessoas assistiam à cerimônia.
A disputa religiosa em meio à comunidade é antiga, de acordo com uma testemunha, Khasuf Kalder, consultada pela agência austríaca APA, que revelou que o templo onde ocorreram os incidentes está em conflito com outros templos de Viena.
A comunidade sikh, na qual os homens usam tradicionalmente um turbante e um punhal na cintura, conta com cerca de 10.000 membros na Áustria e com 25 milhões no mundo, a maioria residentes no norte da Índia.

Fonte: AFP
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VIENA, Áustria (AFP) — Cerca de 30 pessoas ficaram feridas, nove delas gravemente, com tiros e facadas, após um confronto ocorrido neste domingo em um templo sikh de Viena, anunciou a Polícia.
Segundo um porta-voz da Polícia, Michael Takacs, a confusão começou durante o sermão de um guru, Shri Guru Ravidas Sabha, que foi especialmente da Índia para este templo da capital austríaca.
"Seis pessoas não concordaram. Uma sacou uma pistola, as outras pegaram facas. As seis pessoas foram atacadas por membros da comunidade e ficaram gravemente feridas", declarou Takacs à rádio pública.
Segundo ele, um dos agressores está à beira da morte. Os seis agressores foram detidos. A Polícia encontrou pelo menos três cápsulas de balas no local.
Cerca de 200 pessoas assistiam à cerimônia.
A disputa religiosa em meio à comunidade é antiga, de acordo com uma testemunha, Khasuf Kalder, consultada pela agência austríaca APA, que revelou que o templo onde ocorreram os incidentes está em conflito com outros templos de Viena.
A comunidade sikh, na qual os homens usam tradicionalmente um turbante e um punhal na cintura, conta com cerca de 10.000 membros na Áustria e com 25 milhões no mundo, a maioria residentes no norte da Índia.

Fonte: AFP
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O presidente do Paraguai, o ex-bispo Fernando Lugo, disse em entrevista publicada neste domingo pelo jornal argentino "Clarín" que o celibato é uma "questão imperfeita" e que o escândalo de reconhecimento de paternidade que protagoniza não o fez perder apoio popular, mas o contrário.
Lugo também declarou que nunca pensou em renunciar e sustentou que não teve "nenhuma notícia" do Vaticano desde que, no mês passado, reconheceu um filho que teve em 2007, logo após sua renúncia ao clero para começar sua carreira política.
Segundo o chefe de Estado paraguaio, o celibato "é uma opção pessoal, de fé. Acho que o único perfeito é Deus e tudo o que é feito pela pessoa humana é imperfeito. Portanto, o celibato também é uma questão imperfeita do homem ou da mulher".
Perguntado sobre se tinha noção de até que ponto sua vida particular afeta sua imagem, o ex-bispo de 58 anos respondeu que não acredita "muito nisso".
"Nossos relatórios, sobretudo com o povo mais simples, aquele que votou em nós, mostram que a imagem se mantém intacta, pelo menos aqui no Paraguai".
Já ao comentar sobre se sua relação com as mulheres mudou a partir do escândalo, Lugo disse que, "para ser sincero, mudou um pouco, inclusive pela grande campanha midiática. Muitas mulheres poderiam ter feito uma imagem diferente do que sou, mas temos relações muito boas. Não mudou nada".
"Não pensei em renunciar. Se tiver que renunciar, tenho que consultar 834 mil eleitores que depositaram sua confiança em mim. Se um número maior de pessoas que esse o pedirem, então sim, pensaria em renunciar", concluiu o presidente paraguaio.

Fonte: Folha Online
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:54  comentar


O presidente do Paraguai, o ex-bispo Fernando Lugo, disse em entrevista publicada neste domingo pelo jornal argentino "Clarín" que o celibato é uma "questão imperfeita" e que o escândalo de reconhecimento de paternidade que protagoniza não o fez perder apoio popular, mas o contrário.
Lugo também declarou que nunca pensou em renunciar e sustentou que não teve "nenhuma notícia" do Vaticano desde que, no mês passado, reconheceu um filho que teve em 2007, logo após sua renúncia ao clero para começar sua carreira política.
Segundo o chefe de Estado paraguaio, o celibato "é uma opção pessoal, de fé. Acho que o único perfeito é Deus e tudo o que é feito pela pessoa humana é imperfeito. Portanto, o celibato também é uma questão imperfeita do homem ou da mulher".
Perguntado sobre se tinha noção de até que ponto sua vida particular afeta sua imagem, o ex-bispo de 58 anos respondeu que não acredita "muito nisso".
"Nossos relatórios, sobretudo com o povo mais simples, aquele que votou em nós, mostram que a imagem se mantém intacta, pelo menos aqui no Paraguai".
Já ao comentar sobre se sua relação com as mulheres mudou a partir do escândalo, Lugo disse que, "para ser sincero, mudou um pouco, inclusive pela grande campanha midiática. Muitas mulheres poderiam ter feito uma imagem diferente do que sou, mas temos relações muito boas. Não mudou nada".
"Não pensei em renunciar. Se tiver que renunciar, tenho que consultar 834 mil eleitores que depositaram sua confiança em mim. Se um número maior de pessoas que esse o pedirem, então sim, pensaria em renunciar", concluiu o presidente paraguaio.

Fonte: Folha Online
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O presidente do Paraguai, o ex-bispo Fernando Lugo, disse em entrevista publicada neste domingo pelo jornal argentino "Clarín" que o celibato é uma "questão imperfeita" e que o escândalo de reconhecimento de paternidade que protagoniza não o fez perder apoio popular, mas o contrário.
Lugo também declarou que nunca pensou em renunciar e sustentou que não teve "nenhuma notícia" do Vaticano desde que, no mês passado, reconheceu um filho que teve em 2007, logo após sua renúncia ao clero para começar sua carreira política.
Segundo o chefe de Estado paraguaio, o celibato "é uma opção pessoal, de fé. Acho que o único perfeito é Deus e tudo o que é feito pela pessoa humana é imperfeito. Portanto, o celibato também é uma questão imperfeita do homem ou da mulher".
Perguntado sobre se tinha noção de até que ponto sua vida particular afeta sua imagem, o ex-bispo de 58 anos respondeu que não acredita "muito nisso".
"Nossos relatórios, sobretudo com o povo mais simples, aquele que votou em nós, mostram que a imagem se mantém intacta, pelo menos aqui no Paraguai".
Já ao comentar sobre se sua relação com as mulheres mudou a partir do escândalo, Lugo disse que, "para ser sincero, mudou um pouco, inclusive pela grande campanha midiática. Muitas mulheres poderiam ter feito uma imagem diferente do que sou, mas temos relações muito boas. Não mudou nada".
"Não pensei em renunciar. Se tiver que renunciar, tenho que consultar 834 mil eleitores que depositaram sua confiança em mim. Se um número maior de pessoas que esse o pedirem, então sim, pensaria em renunciar", concluiu o presidente paraguaio.

Fonte: Folha Online
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O presidente do Paraguai, o ex-bispo Fernando Lugo, disse em entrevista publicada neste domingo pelo jornal argentino "Clarín" que o celibato é uma "questão imperfeita" e que o escândalo de reconhecimento de paternidade que protagoniza não o fez perder apoio popular, mas o contrário.
Lugo também declarou que nunca pensou em renunciar e sustentou que não teve "nenhuma notícia" do Vaticano desde que, no mês passado, reconheceu um filho que teve em 2007, logo após sua renúncia ao clero para começar sua carreira política.
Segundo o chefe de Estado paraguaio, o celibato "é uma opção pessoal, de fé. Acho que o único perfeito é Deus e tudo o que é feito pela pessoa humana é imperfeito. Portanto, o celibato também é uma questão imperfeita do homem ou da mulher".
Perguntado sobre se tinha noção de até que ponto sua vida particular afeta sua imagem, o ex-bispo de 58 anos respondeu que não acredita "muito nisso".
"Nossos relatórios, sobretudo com o povo mais simples, aquele que votou em nós, mostram que a imagem se mantém intacta, pelo menos aqui no Paraguai".
Já ao comentar sobre se sua relação com as mulheres mudou a partir do escândalo, Lugo disse que, "para ser sincero, mudou um pouco, inclusive pela grande campanha midiática. Muitas mulheres poderiam ter feito uma imagem diferente do que sou, mas temos relações muito boas. Não mudou nada".
"Não pensei em renunciar. Se tiver que renunciar, tenho que consultar 834 mil eleitores que depositaram sua confiança em mim. Se um número maior de pessoas que esse o pedirem, então sim, pensaria em renunciar", concluiu o presidente paraguaio.

Fonte: Folha Online
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Os corpos de quatro crianças que estavam no bimotor que caiu na sexta-feira (22) na região de Porto Seguro (BA), foram identificados na manhã deste domingo, segundo informou o governo do Estado da Bahia. O reconhecimento dos corpos foi possível após análise de arcada dentária. No total 14 pessoas morreram na tragédia.
O acidente ocorreu por volta das 21h de sexta-feira (22), a cerca de 150 metros da pista de um aeroporto privado do hotel Terravista. Testemunhas relataram ter visto uma explosão logo após a queda. Segundo a Polícia Militar, chovia muito no momento do acidente. A aeronave havia saído por volta das 18h30 de Congonhas (zona sul de SP).
A aeronave, um bimotor King Air B350, prefixo PR-MOZ, caiu entre os distritos de Trancoso e Arraial D'Ajuda, em Porto Seguro (BA). A caixa-preta com dados da conversa do piloto foi recuperada pela Aeronáutica.
No avião estava o empresário Roger Wright, 56, sócio da Arsenal Investimentos, a mulher dele, Lucila Carvalho Lins e família deles.
As vítimas reconhecidas são Vitória Wright Faro e Gabriel Wright Faro, filhos do casal Verônica Luchsinger Wright Faro e o marido, Rodrigo de Mello Faro, também vítimas da tragédia. Verônica era filha de Roger.
Outro corpo identificado é de Francisco Alqueres Wright, filho do casal Felipe Luchsinger Wright e Heloísa Alqueres Wright. Felipe também era filho de Roger.
O quarto corpo reconhecido é de Nina Pinheiro, neta de Lucila. A menina era filha de Isabela Pinheiro, que, por sua vez, é fruto de uma relação de Lucila anterior a Roger.
Segundo o governo da Bahia, os familiares de todas as vítimas já forneceram material genético. O DPT (Departamento de Polícia Técnica) da Bahia já dispõe de todas as fichas odontológicas e ortopédicas dos mortos. Essas fichas facilitarão a comparação e agilizarão as identificações dos corpos, segundo o governo da Bahia.
Os 35 técnicos envolvidos trabalharam durante toda a madrugada.
Segundo o governo da Bahia, os corpos permanecem no IML (Instituto Médico Legal) de Salvador. Inicialmente eles foram encaminhados para Porto Seguro e depois foram trasladados.
Assim que os corpos forem liberados pelo IML eles serão encaminhados para São Paulo, onde devem ser enterrados no cemitério do Morumbi.

Fonte: Folha Online
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Os corpos de quatro crianças que estavam no bimotor que caiu na sexta-feira (22) na região de Porto Seguro (BA), foram identificados na manhã deste domingo, segundo informou o governo do Estado da Bahia. O reconhecimento dos corpos foi possível após análise de arcada dentária. No total 14 pessoas morreram na tragédia.
O acidente ocorreu por volta das 21h de sexta-feira (22), a cerca de 150 metros da pista de um aeroporto privado do hotel Terravista. Testemunhas relataram ter visto uma explosão logo após a queda. Segundo a Polícia Militar, chovia muito no momento do acidente. A aeronave havia saído por volta das 18h30 de Congonhas (zona sul de SP).
A aeronave, um bimotor King Air B350, prefixo PR-MOZ, caiu entre os distritos de Trancoso e Arraial D'Ajuda, em Porto Seguro (BA). A caixa-preta com dados da conversa do piloto foi recuperada pela Aeronáutica.
No avião estava o empresário Roger Wright, 56, sócio da Arsenal Investimentos, a mulher dele, Lucila Carvalho Lins e família deles.
As vítimas reconhecidas são Vitória Wright Faro e Gabriel Wright Faro, filhos do casal Verônica Luchsinger Wright Faro e o marido, Rodrigo de Mello Faro, também vítimas da tragédia. Verônica era filha de Roger.
Outro corpo identificado é de Francisco Alqueres Wright, filho do casal Felipe Luchsinger Wright e Heloísa Alqueres Wright. Felipe também era filho de Roger.
O quarto corpo reconhecido é de Nina Pinheiro, neta de Lucila. A menina era filha de Isabela Pinheiro, que, por sua vez, é fruto de uma relação de Lucila anterior a Roger.
Segundo o governo da Bahia, os familiares de todas as vítimas já forneceram material genético. O DPT (Departamento de Polícia Técnica) da Bahia já dispõe de todas as fichas odontológicas e ortopédicas dos mortos. Essas fichas facilitarão a comparação e agilizarão as identificações dos corpos, segundo o governo da Bahia.
Os 35 técnicos envolvidos trabalharam durante toda a madrugada.
Segundo o governo da Bahia, os corpos permanecem no IML (Instituto Médico Legal) de Salvador. Inicialmente eles foram encaminhados para Porto Seguro e depois foram trasladados.
Assim que os corpos forem liberados pelo IML eles serão encaminhados para São Paulo, onde devem ser enterrados no cemitério do Morumbi.

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Os corpos de quatro crianças que estavam no bimotor que caiu na sexta-feira (22) na região de Porto Seguro (BA), foram identificados na manhã deste domingo, segundo informou o governo do Estado da Bahia. O reconhecimento dos corpos foi possível após análise de arcada dentária. No total 14 pessoas morreram na tragédia.
O acidente ocorreu por volta das 21h de sexta-feira (22), a cerca de 150 metros da pista de um aeroporto privado do hotel Terravista. Testemunhas relataram ter visto uma explosão logo após a queda. Segundo a Polícia Militar, chovia muito no momento do acidente. A aeronave havia saído por volta das 18h30 de Congonhas (zona sul de SP).
A aeronave, um bimotor King Air B350, prefixo PR-MOZ, caiu entre os distritos de Trancoso e Arraial D'Ajuda, em Porto Seguro (BA). A caixa-preta com dados da conversa do piloto foi recuperada pela Aeronáutica.
No avião estava o empresário Roger Wright, 56, sócio da Arsenal Investimentos, a mulher dele, Lucila Carvalho Lins e família deles.
As vítimas reconhecidas são Vitória Wright Faro e Gabriel Wright Faro, filhos do casal Verônica Luchsinger Wright Faro e o marido, Rodrigo de Mello Faro, também vítimas da tragédia. Verônica era filha de Roger.
Outro corpo identificado é de Francisco Alqueres Wright, filho do casal Felipe Luchsinger Wright e Heloísa Alqueres Wright. Felipe também era filho de Roger.
O quarto corpo reconhecido é de Nina Pinheiro, neta de Lucila. A menina era filha de Isabela Pinheiro, que, por sua vez, é fruto de uma relação de Lucila anterior a Roger.
Segundo o governo da Bahia, os familiares de todas as vítimas já forneceram material genético. O DPT (Departamento de Polícia Técnica) da Bahia já dispõe de todas as fichas odontológicas e ortopédicas dos mortos. Essas fichas facilitarão a comparação e agilizarão as identificações dos corpos, segundo o governo da Bahia.
Os 35 técnicos envolvidos trabalharam durante toda a madrugada.
Segundo o governo da Bahia, os corpos permanecem no IML (Instituto Médico Legal) de Salvador. Inicialmente eles foram encaminhados para Porto Seguro e depois foram trasladados.
Assim que os corpos forem liberados pelo IML eles serão encaminhados para São Paulo, onde devem ser enterrados no cemitério do Morumbi.

Fonte: Folha Online
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Os corpos de quatro crianças que estavam no bimotor que caiu na sexta-feira (22) na região de Porto Seguro (BA), foram identificados na manhã deste domingo, segundo informou o governo do Estado da Bahia. O reconhecimento dos corpos foi possível após análise de arcada dentária. No total 14 pessoas morreram na tragédia.
O acidente ocorreu por volta das 21h de sexta-feira (22), a cerca de 150 metros da pista de um aeroporto privado do hotel Terravista. Testemunhas relataram ter visto uma explosão logo após a queda. Segundo a Polícia Militar, chovia muito no momento do acidente. A aeronave havia saído por volta das 18h30 de Congonhas (zona sul de SP).
A aeronave, um bimotor King Air B350, prefixo PR-MOZ, caiu entre os distritos de Trancoso e Arraial D'Ajuda, em Porto Seguro (BA). A caixa-preta com dados da conversa do piloto foi recuperada pela Aeronáutica.
No avião estava o empresário Roger Wright, 56, sócio da Arsenal Investimentos, a mulher dele, Lucila Carvalho Lins e família deles.
As vítimas reconhecidas são Vitória Wright Faro e Gabriel Wright Faro, filhos do casal Verônica Luchsinger Wright Faro e o marido, Rodrigo de Mello Faro, também vítimas da tragédia. Verônica era filha de Roger.
Outro corpo identificado é de Francisco Alqueres Wright, filho do casal Felipe Luchsinger Wright e Heloísa Alqueres Wright. Felipe também era filho de Roger.
O quarto corpo reconhecido é de Nina Pinheiro, neta de Lucila. A menina era filha de Isabela Pinheiro, que, por sua vez, é fruto de uma relação de Lucila anterior a Roger.
Segundo o governo da Bahia, os familiares de todas as vítimas já forneceram material genético. O DPT (Departamento de Polícia Técnica) da Bahia já dispõe de todas as fichas odontológicas e ortopédicas dos mortos. Essas fichas facilitarão a comparação e agilizarão as identificações dos corpos, segundo o governo da Bahia.
Os 35 técnicos envolvidos trabalharam durante toda a madrugada.
Segundo o governo da Bahia, os corpos permanecem no IML (Instituto Médico Legal) de Salvador. Inicialmente eles foram encaminhados para Porto Seguro e depois foram trasladados.
Assim que os corpos forem liberados pelo IML eles serão encaminhados para São Paulo, onde devem ser enterrados no cemitério do Morumbi.

Fonte: Folha Online
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A escritora Agatha Christie criou vilões que planejavam seus crimes cuidadosamente
As autoridades no Irã afirmam que uma mulher acusada de ter matado pelo menos seis pessoas disse que se inspirou nos romances policiais da escritora inglesa Agatha Christie.
O promotor da cidade de Qazvin (160 quilômetros a noroeste da capital, Teerã), Mohammad Baqer Olfat, disse que a suposta serial killer, chamada Mahin, foi presa na semana passada e confessou ter planejado os assassinatos cuidadosamente.
A suposta assassina, de 32 anos, disse que abordava mulheres mais velhas em templos durante as orações. Segundo a polícia, Mahin contou que dava carona às vítimas e oferecia-lhes suco de frutas com anestésico. Em seguida, elas eram asfixiadas e tinham seus pertences roubados.
Os corpos eram abandonados em locais remotos.
A mulher, que está sendo qualificada no Irã como a primeira serial killer do país, disse à polícia que cometeu os crimes em um período de quatro meses e que seu objetivo era arranjar dinheiro para pagar dívidas de cerca de US$ 25 mil.
Agatha Christie (1890-1976) tornou-se mundialmente famosa com romances como Assassinato no Expresso do Oriente e O Caso dos Dez Negrinhos.
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A escritora Agatha Christie criou vilões que planejavam seus crimes cuidadosamente
As autoridades no Irã afirmam que uma mulher acusada de ter matado pelo menos seis pessoas disse que se inspirou nos romances policiais da escritora inglesa Agatha Christie.
O promotor da cidade de Qazvin (160 quilômetros a noroeste da capital, Teerã), Mohammad Baqer Olfat, disse que a suposta serial killer, chamada Mahin, foi presa na semana passada e confessou ter planejado os assassinatos cuidadosamente.
A suposta assassina, de 32 anos, disse que abordava mulheres mais velhas em templos durante as orações. Segundo a polícia, Mahin contou que dava carona às vítimas e oferecia-lhes suco de frutas com anestésico. Em seguida, elas eram asfixiadas e tinham seus pertences roubados.
Os corpos eram abandonados em locais remotos.
A mulher, que está sendo qualificada no Irã como a primeira serial killer do país, disse à polícia que cometeu os crimes em um período de quatro meses e que seu objetivo era arranjar dinheiro para pagar dívidas de cerca de US$ 25 mil.
Agatha Christie (1890-1976) tornou-se mundialmente famosa com romances como Assassinato no Expresso do Oriente e O Caso dos Dez Negrinhos.
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A escritora Agatha Christie criou vilões que planejavam seus crimes cuidadosamente
As autoridades no Irã afirmam que uma mulher acusada de ter matado pelo menos seis pessoas disse que se inspirou nos romances policiais da escritora inglesa Agatha Christie.
O promotor da cidade de Qazvin (160 quilômetros a noroeste da capital, Teerã), Mohammad Baqer Olfat, disse que a suposta serial killer, chamada Mahin, foi presa na semana passada e confessou ter planejado os assassinatos cuidadosamente.
A suposta assassina, de 32 anos, disse que abordava mulheres mais velhas em templos durante as orações. Segundo a polícia, Mahin contou que dava carona às vítimas e oferecia-lhes suco de frutas com anestésico. Em seguida, elas eram asfixiadas e tinham seus pertences roubados.
Os corpos eram abandonados em locais remotos.
A mulher, que está sendo qualificada no Irã como a primeira serial killer do país, disse à polícia que cometeu os crimes em um período de quatro meses e que seu objetivo era arranjar dinheiro para pagar dívidas de cerca de US$ 25 mil.
Agatha Christie (1890-1976) tornou-se mundialmente famosa com romances como Assassinato no Expresso do Oriente e O Caso dos Dez Negrinhos.
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A escritora Agatha Christie criou vilões que planejavam seus crimes cuidadosamente
As autoridades no Irã afirmam que uma mulher acusada de ter matado pelo menos seis pessoas disse que se inspirou nos romances policiais da escritora inglesa Agatha Christie.
O promotor da cidade de Qazvin (160 quilômetros a noroeste da capital, Teerã), Mohammad Baqer Olfat, disse que a suposta serial killer, chamada Mahin, foi presa na semana passada e confessou ter planejado os assassinatos cuidadosamente.
A suposta assassina, de 32 anos, disse que abordava mulheres mais velhas em templos durante as orações. Segundo a polícia, Mahin contou que dava carona às vítimas e oferecia-lhes suco de frutas com anestésico. Em seguida, elas eram asfixiadas e tinham seus pertences roubados.
Os corpos eram abandonados em locais remotos.
A mulher, que está sendo qualificada no Irã como a primeira serial killer do país, disse à polícia que cometeu os crimes em um período de quatro meses e que seu objetivo era arranjar dinheiro para pagar dívidas de cerca de US$ 25 mil.
Agatha Christie (1890-1976) tornou-se mundialmente famosa com romances como Assassinato no Expresso do Oriente e O Caso dos Dez Negrinhos.
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Uma passeata realizada na manhã deste domingo em memória a dois jovens mortos em um acidente de trânsito que envolveu um deputado estadual em Curitiba (PR) reuniu cerca de 500 pessoas, segundo a Polícia Militar.
Empunhado faixas, cartazes e vestidos com camisetas, algumas com as fotos dos jovens, o lema utilizado foi "190 km/h é crime! Justiça para todos!". O ato teve início por volta das 10h e terminou às 12h30.
Carli Filho permanece internado no hospital Albert Einstein. Ele bebeu antes do acidente.
O slogan é uma referência ao fato de o deputado estadual Fernando Carli Filho (PSB) que dirigia sob o efeito de álcool e estava com a habilitação suspensa quando se envolveu no acidente que provocou a morte de Gilmar Rafael Souza Yared, 26, e Carlos Murilo de Almeida, 20. Existe a suspeita de que ele dirigia em alta velocidade no momento do choque.
O acidente ocorreu no último dia 7, quando o carro guiado pelo deputado, um Volkswagen Passat, colidiu com um Honda Fit ocupado pelos jovens no bairro Mossunguê, em Curitiba. Yared e Almeida morreram no local e Carli Filho permanece internado.
Segundo um amigo da família, o grupo saiu dos cruzamentos das ruas Monsenhor Ivo Zanlorenzi e Paulo Gorski, no Mossunguê e foram até o parque Barigui, num percurso de aproximadamente 5km.
Durante o ato familiares e amigos fizeram discursos pedindo justiça e paz. O advogado da família de Yared, Elias Mattar Assad, pediu que familiares e amigos compareçam a um ato previsto para ocorrer no próximo sábado (30) no local conhecido como "boca maldita", na praça 15 de Novembro, no centro de Curitiba.

Pontos e cassação

Além de dirigir sob o efeito de álcool, o deputado estava com a carteira de habilitação suspensa quando ocorreu o acidente, por ter excedido o total de pontos permitidos --totalizava 130 pontos, enquanto o máximo permitido é de 20. De acordo com informações do Detran (Departamento Estadual de Trânsito), o deputado possuía 30 multas, desde 2003. Destas, 23 eram por exceder limites de velocidade. O deputado recorreu de 12 das 30 multas.
O pedido de cassação do mandato dele foi formulado pela família de Yared à Assembléia Legislativa do Paraná e deve ter um parecer apenas em junho. Nesta semana termina o prazo de dez dias para apresentar sua versão.
Paralelo a isso, a Executiva Estadual do PSB notificou extrajudicialmente Carli Filho para que ele forneça explicações sobre o que ocorreu. Dependendo da análise a ser realizada, ele pode ser até expulso, segundo declarou o presidente estadual da sigla no Paraná, Severino Araújo.

Fonte: Folha Online
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Uma passeata realizada na manhã deste domingo em memória a dois jovens mortos em um acidente de trânsito que envolveu um deputado estadual em Curitiba (PR) reuniu cerca de 500 pessoas, segundo a Polícia Militar.
Empunhado faixas, cartazes e vestidos com camisetas, algumas com as fotos dos jovens, o lema utilizado foi "190 km/h é crime! Justiça para todos!". O ato teve início por volta das 10h e terminou às 12h30.
Carli Filho permanece internado no hospital Albert Einstein. Ele bebeu antes do acidente.
O slogan é uma referência ao fato de o deputado estadual Fernando Carli Filho (PSB) que dirigia sob o efeito de álcool e estava com a habilitação suspensa quando se envolveu no acidente que provocou a morte de Gilmar Rafael Souza Yared, 26, e Carlos Murilo de Almeida, 20. Existe a suspeita de que ele dirigia em alta velocidade no momento do choque.
O acidente ocorreu no último dia 7, quando o carro guiado pelo deputado, um Volkswagen Passat, colidiu com um Honda Fit ocupado pelos jovens no bairro Mossunguê, em Curitiba. Yared e Almeida morreram no local e Carli Filho permanece internado.
Segundo um amigo da família, o grupo saiu dos cruzamentos das ruas Monsenhor Ivo Zanlorenzi e Paulo Gorski, no Mossunguê e foram até o parque Barigui, num percurso de aproximadamente 5km.
Durante o ato familiares e amigos fizeram discursos pedindo justiça e paz. O advogado da família de Yared, Elias Mattar Assad, pediu que familiares e amigos compareçam a um ato previsto para ocorrer no próximo sábado (30) no local conhecido como "boca maldita", na praça 15 de Novembro, no centro de Curitiba.

Pontos e cassação

Além de dirigir sob o efeito de álcool, o deputado estava com a carteira de habilitação suspensa quando ocorreu o acidente, por ter excedido o total de pontos permitidos --totalizava 130 pontos, enquanto o máximo permitido é de 20. De acordo com informações do Detran (Departamento Estadual de Trânsito), o deputado possuía 30 multas, desde 2003. Destas, 23 eram por exceder limites de velocidade. O deputado recorreu de 12 das 30 multas.
O pedido de cassação do mandato dele foi formulado pela família de Yared à Assembléia Legislativa do Paraná e deve ter um parecer apenas em junho. Nesta semana termina o prazo de dez dias para apresentar sua versão.
Paralelo a isso, a Executiva Estadual do PSB notificou extrajudicialmente Carli Filho para que ele forneça explicações sobre o que ocorreu. Dependendo da análise a ser realizada, ele pode ser até expulso, segundo declarou o presidente estadual da sigla no Paraná, Severino Araújo.

Fonte: Folha Online
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Uma passeata realizada na manhã deste domingo em memória a dois jovens mortos em um acidente de trânsito que envolveu um deputado estadual em Curitiba (PR) reuniu cerca de 500 pessoas, segundo a Polícia Militar.
Empunhado faixas, cartazes e vestidos com camisetas, algumas com as fotos dos jovens, o lema utilizado foi "190 km/h é crime! Justiça para todos!". O ato teve início por volta das 10h e terminou às 12h30.
Carli Filho permanece internado no hospital Albert Einstein. Ele bebeu antes do acidente.
O slogan é uma referência ao fato de o deputado estadual Fernando Carli Filho (PSB) que dirigia sob o efeito de álcool e estava com a habilitação suspensa quando se envolveu no acidente que provocou a morte de Gilmar Rafael Souza Yared, 26, e Carlos Murilo de Almeida, 20. Existe a suspeita de que ele dirigia em alta velocidade no momento do choque.
O acidente ocorreu no último dia 7, quando o carro guiado pelo deputado, um Volkswagen Passat, colidiu com um Honda Fit ocupado pelos jovens no bairro Mossunguê, em Curitiba. Yared e Almeida morreram no local e Carli Filho permanece internado.
Segundo um amigo da família, o grupo saiu dos cruzamentos das ruas Monsenhor Ivo Zanlorenzi e Paulo Gorski, no Mossunguê e foram até o parque Barigui, num percurso de aproximadamente 5km.
Durante o ato familiares e amigos fizeram discursos pedindo justiça e paz. O advogado da família de Yared, Elias Mattar Assad, pediu que familiares e amigos compareçam a um ato previsto para ocorrer no próximo sábado (30) no local conhecido como "boca maldita", na praça 15 de Novembro, no centro de Curitiba.

Pontos e cassação

Além de dirigir sob o efeito de álcool, o deputado estava com a carteira de habilitação suspensa quando ocorreu o acidente, por ter excedido o total de pontos permitidos --totalizava 130 pontos, enquanto o máximo permitido é de 20. De acordo com informações do Detran (Departamento Estadual de Trânsito), o deputado possuía 30 multas, desde 2003. Destas, 23 eram por exceder limites de velocidade. O deputado recorreu de 12 das 30 multas.
O pedido de cassação do mandato dele foi formulado pela família de Yared à Assembléia Legislativa do Paraná e deve ter um parecer apenas em junho. Nesta semana termina o prazo de dez dias para apresentar sua versão.
Paralelo a isso, a Executiva Estadual do PSB notificou extrajudicialmente Carli Filho para que ele forneça explicações sobre o que ocorreu. Dependendo da análise a ser realizada, ele pode ser até expulso, segundo declarou o presidente estadual da sigla no Paraná, Severino Araújo.

Fonte: Folha Online
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Uma passeata realizada na manhã deste domingo em memória a dois jovens mortos em um acidente de trânsito que envolveu um deputado estadual em Curitiba (PR) reuniu cerca de 500 pessoas, segundo a Polícia Militar.
Empunhado faixas, cartazes e vestidos com camisetas, algumas com as fotos dos jovens, o lema utilizado foi "190 km/h é crime! Justiça para todos!". O ato teve início por volta das 10h e terminou às 12h30.
Carli Filho permanece internado no hospital Albert Einstein. Ele bebeu antes do acidente.
O slogan é uma referência ao fato de o deputado estadual Fernando Carli Filho (PSB) que dirigia sob o efeito de álcool e estava com a habilitação suspensa quando se envolveu no acidente que provocou a morte de Gilmar Rafael Souza Yared, 26, e Carlos Murilo de Almeida, 20. Existe a suspeita de que ele dirigia em alta velocidade no momento do choque.
O acidente ocorreu no último dia 7, quando o carro guiado pelo deputado, um Volkswagen Passat, colidiu com um Honda Fit ocupado pelos jovens no bairro Mossunguê, em Curitiba. Yared e Almeida morreram no local e Carli Filho permanece internado.
Segundo um amigo da família, o grupo saiu dos cruzamentos das ruas Monsenhor Ivo Zanlorenzi e Paulo Gorski, no Mossunguê e foram até o parque Barigui, num percurso de aproximadamente 5km.
Durante o ato familiares e amigos fizeram discursos pedindo justiça e paz. O advogado da família de Yared, Elias Mattar Assad, pediu que familiares e amigos compareçam a um ato previsto para ocorrer no próximo sábado (30) no local conhecido como "boca maldita", na praça 15 de Novembro, no centro de Curitiba.

Pontos e cassação

Além de dirigir sob o efeito de álcool, o deputado estava com a carteira de habilitação suspensa quando ocorreu o acidente, por ter excedido o total de pontos permitidos --totalizava 130 pontos, enquanto o máximo permitido é de 20. De acordo com informações do Detran (Departamento Estadual de Trânsito), o deputado possuía 30 multas, desde 2003. Destas, 23 eram por exceder limites de velocidade. O deputado recorreu de 12 das 30 multas.
O pedido de cassação do mandato dele foi formulado pela família de Yared à Assembléia Legislativa do Paraná e deve ter um parecer apenas em junho. Nesta semana termina o prazo de dez dias para apresentar sua versão.
Paralelo a isso, a Executiva Estadual do PSB notificou extrajudicialmente Carli Filho para que ele forneça explicações sobre o que ocorreu. Dependendo da análise a ser realizada, ele pode ser até expulso, segundo declarou o presidente estadual da sigla no Paraná, Severino Araújo.

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SÃO PAULO - A apresentadora mirim Maisa Silva, de 7 anos, terá acompanhamento psicológico a partir da próxima semana. A confirmação foi dada neste sábado pela conselheira tutelar de São José dos Campos, Brenna Scarpel Boschi, que visitou a casa da família na última quinta-feira.
Leia mais: ex-apresentadoras infantis dizem que choro na TV é exceção: 'Não era trabalho, mas sim diversão', disse Duda Little
- Pode não parecer, mas ela tem uma carga grande de responsabilidade para uma menina de 7 anos. A ajuda de um profissional é essencial, ainda mais nesse momento em que ela não vai mais poder gravar com Silvio Santos - afirmou.
A proibição de participar do "Programa Silvio Santos" foi uma reação da Justiça às imagens veiculadas nos dois últimos domingos, e que mostravam a menina chorando. Primeiro, assustada com um garoto maquiado de monstro, e depois por ter batido a cabeça numa das câmeras (confira esta participação polêmica) . Silvio também estimulava a plateia a chamá-la de "medrosa".
A decisão foi assinada na tarde de sexta-feira pela juíza auxiliar de Osasco, Ana Helena Rodrigues Mellim (leia mais aqui) . Ela aceitou o pedido da promotora da Infância e da Juventude de Osasco, Susana Müller, e cassou o alvará que permitia a participação de Maisa no programa. Susana alegou que a garota foi submetida a situações que ferem o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
A menina, porém, está impedida de participar apenas do programa dominical de Silvio Santos. Portanto, neste sábado pela manhã, a apresentadora mirim comandou normalmente a atração "Sábado animado", ao vivo, como faz todas as semanas.
Por causa de seu aniversário de 7 anos, comemorado na última sexta-feira, Maisa ganhou algumas surpresas no ar. A menina apagou velinhas sobre um bolo de chocolate e morangos trazido por seus pais, Gislaine Silva Andrade e Celso Andrade. A diretora do "Sábado animado", Silvia Abravanel, presenteou a aniversariante com um cachorro de pelúcia gigante.
- Nós do SBT amamos muito você, Maisa - disse a diretora no ar.
Durante a visita a casa onde a menina mora com os pais em São José dos Campos, a 85 quilômetros da capital, Brenna constatou que a menina não guardou sequelas emocinais dos incidentes que a fizeram chorar.
- A garota está muito bem. Só está chateada com o fato de ouvir as pessoas falarem mal de Silvio Santos. Ela gosta muito dele - afirmou a conselheira tutelar.
Brenna revelou também que os pais de Maisa estão perplexos com a grande repercussão que as imagens da menina chorando tomaram.
- Eles não estão entendendo o motivo do alarde. As cenas foram gravadas há mais de um mês - disse.
Para entidades ligadas à defesa da criança e do adolescente, as cenas mostram Maisa em uma situação constrangedora e humilhante.


Revista da tv
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:57  comentar

SÃO PAULO - A apresentadora mirim Maisa Silva, de 7 anos, terá acompanhamento psicológico a partir da próxima semana. A confirmação foi dada neste sábado pela conselheira tutelar de São José dos Campos, Brenna Scarpel Boschi, que visitou a casa da família na última quinta-feira.
Leia mais: ex-apresentadoras infantis dizem que choro na TV é exceção: 'Não era trabalho, mas sim diversão', disse Duda Little
- Pode não parecer, mas ela tem uma carga grande de responsabilidade para uma menina de 7 anos. A ajuda de um profissional é essencial, ainda mais nesse momento em que ela não vai mais poder gravar com Silvio Santos - afirmou.
A proibição de participar do "Programa Silvio Santos" foi uma reação da Justiça às imagens veiculadas nos dois últimos domingos, e que mostravam a menina chorando. Primeiro, assustada com um garoto maquiado de monstro, e depois por ter batido a cabeça numa das câmeras (confira esta participação polêmica) . Silvio também estimulava a plateia a chamá-la de "medrosa".
A decisão foi assinada na tarde de sexta-feira pela juíza auxiliar de Osasco, Ana Helena Rodrigues Mellim (leia mais aqui) . Ela aceitou o pedido da promotora da Infância e da Juventude de Osasco, Susana Müller, e cassou o alvará que permitia a participação de Maisa no programa. Susana alegou que a garota foi submetida a situações que ferem o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
A menina, porém, está impedida de participar apenas do programa dominical de Silvio Santos. Portanto, neste sábado pela manhã, a apresentadora mirim comandou normalmente a atração "Sábado animado", ao vivo, como faz todas as semanas.
Por causa de seu aniversário de 7 anos, comemorado na última sexta-feira, Maisa ganhou algumas surpresas no ar. A menina apagou velinhas sobre um bolo de chocolate e morangos trazido por seus pais, Gislaine Silva Andrade e Celso Andrade. A diretora do "Sábado animado", Silvia Abravanel, presenteou a aniversariante com um cachorro de pelúcia gigante.
- Nós do SBT amamos muito você, Maisa - disse a diretora no ar.
Durante a visita a casa onde a menina mora com os pais em São José dos Campos, a 85 quilômetros da capital, Brenna constatou que a menina não guardou sequelas emocinais dos incidentes que a fizeram chorar.
- A garota está muito bem. Só está chateada com o fato de ouvir as pessoas falarem mal de Silvio Santos. Ela gosta muito dele - afirmou a conselheira tutelar.
Brenna revelou também que os pais de Maisa estão perplexos com a grande repercussão que as imagens da menina chorando tomaram.
- Eles não estão entendendo o motivo do alarde. As cenas foram gravadas há mais de um mês - disse.
Para entidades ligadas à defesa da criança e do adolescente, as cenas mostram Maisa em uma situação constrangedora e humilhante.


Revista da tv
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SÃO PAULO - A apresentadora mirim Maisa Silva, de 7 anos, terá acompanhamento psicológico a partir da próxima semana. A confirmação foi dada neste sábado pela conselheira tutelar de São José dos Campos, Brenna Scarpel Boschi, que visitou a casa da família na última quinta-feira.
Leia mais: ex-apresentadoras infantis dizem que choro na TV é exceção: 'Não era trabalho, mas sim diversão', disse Duda Little
- Pode não parecer, mas ela tem uma carga grande de responsabilidade para uma menina de 7 anos. A ajuda de um profissional é essencial, ainda mais nesse momento em que ela não vai mais poder gravar com Silvio Santos - afirmou.
A proibição de participar do "Programa Silvio Santos" foi uma reação da Justiça às imagens veiculadas nos dois últimos domingos, e que mostravam a menina chorando. Primeiro, assustada com um garoto maquiado de monstro, e depois por ter batido a cabeça numa das câmeras (confira esta participação polêmica) . Silvio também estimulava a plateia a chamá-la de "medrosa".
A decisão foi assinada na tarde de sexta-feira pela juíza auxiliar de Osasco, Ana Helena Rodrigues Mellim (leia mais aqui) . Ela aceitou o pedido da promotora da Infância e da Juventude de Osasco, Susana Müller, e cassou o alvará que permitia a participação de Maisa no programa. Susana alegou que a garota foi submetida a situações que ferem o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
A menina, porém, está impedida de participar apenas do programa dominical de Silvio Santos. Portanto, neste sábado pela manhã, a apresentadora mirim comandou normalmente a atração "Sábado animado", ao vivo, como faz todas as semanas.
Por causa de seu aniversário de 7 anos, comemorado na última sexta-feira, Maisa ganhou algumas surpresas no ar. A menina apagou velinhas sobre um bolo de chocolate e morangos trazido por seus pais, Gislaine Silva Andrade e Celso Andrade. A diretora do "Sábado animado", Silvia Abravanel, presenteou a aniversariante com um cachorro de pelúcia gigante.
- Nós do SBT amamos muito você, Maisa - disse a diretora no ar.
Durante a visita a casa onde a menina mora com os pais em São José dos Campos, a 85 quilômetros da capital, Brenna constatou que a menina não guardou sequelas emocinais dos incidentes que a fizeram chorar.
- A garota está muito bem. Só está chateada com o fato de ouvir as pessoas falarem mal de Silvio Santos. Ela gosta muito dele - afirmou a conselheira tutelar.
Brenna revelou também que os pais de Maisa estão perplexos com a grande repercussão que as imagens da menina chorando tomaram.
- Eles não estão entendendo o motivo do alarde. As cenas foram gravadas há mais de um mês - disse.
Para entidades ligadas à defesa da criança e do adolescente, as cenas mostram Maisa em uma situação constrangedora e humilhante.


Revista da tv
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SÃO PAULO - A apresentadora mirim Maisa Silva, de 7 anos, terá acompanhamento psicológico a partir da próxima semana. A confirmação foi dada neste sábado pela conselheira tutelar de São José dos Campos, Brenna Scarpel Boschi, que visitou a casa da família na última quinta-feira.
Leia mais: ex-apresentadoras infantis dizem que choro na TV é exceção: 'Não era trabalho, mas sim diversão', disse Duda Little
- Pode não parecer, mas ela tem uma carga grande de responsabilidade para uma menina de 7 anos. A ajuda de um profissional é essencial, ainda mais nesse momento em que ela não vai mais poder gravar com Silvio Santos - afirmou.
A proibição de participar do "Programa Silvio Santos" foi uma reação da Justiça às imagens veiculadas nos dois últimos domingos, e que mostravam a menina chorando. Primeiro, assustada com um garoto maquiado de monstro, e depois por ter batido a cabeça numa das câmeras (confira esta participação polêmica) . Silvio também estimulava a plateia a chamá-la de "medrosa".
A decisão foi assinada na tarde de sexta-feira pela juíza auxiliar de Osasco, Ana Helena Rodrigues Mellim (leia mais aqui) . Ela aceitou o pedido da promotora da Infância e da Juventude de Osasco, Susana Müller, e cassou o alvará que permitia a participação de Maisa no programa. Susana alegou que a garota foi submetida a situações que ferem o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
A menina, porém, está impedida de participar apenas do programa dominical de Silvio Santos. Portanto, neste sábado pela manhã, a apresentadora mirim comandou normalmente a atração "Sábado animado", ao vivo, como faz todas as semanas.
Por causa de seu aniversário de 7 anos, comemorado na última sexta-feira, Maisa ganhou algumas surpresas no ar. A menina apagou velinhas sobre um bolo de chocolate e morangos trazido por seus pais, Gislaine Silva Andrade e Celso Andrade. A diretora do "Sábado animado", Silvia Abravanel, presenteou a aniversariante com um cachorro de pelúcia gigante.
- Nós do SBT amamos muito você, Maisa - disse a diretora no ar.
Durante a visita a casa onde a menina mora com os pais em São José dos Campos, a 85 quilômetros da capital, Brenna constatou que a menina não guardou sequelas emocinais dos incidentes que a fizeram chorar.
- A garota está muito bem. Só está chateada com o fato de ouvir as pessoas falarem mal de Silvio Santos. Ela gosta muito dele - afirmou a conselheira tutelar.
Brenna revelou também que os pais de Maisa estão perplexos com a grande repercussão que as imagens da menina chorando tomaram.
- Eles não estão entendendo o motivo do alarde. As cenas foram gravadas há mais de um mês - disse.
Para entidades ligadas à defesa da criança e do adolescente, as cenas mostram Maisa em uma situação constrangedora e humilhante.


Revista da tv
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Promotora Katia Rejane de Araujo Rodrigues
24-Mai-2009
Uma audiência pública destinada a mobilização da sociedade e a estruturação da rede de proteção à criança e ao adolescente em Rio Branco, com foco nas adoções necessárias será feita nesta segunda-feira, dia 25, no auditório do Ministério Público do Estado do Acre (MPE) por ocasião do Dia Nacional da Adoção (25 de maio). A intenção é de desenvolver ações de divulgação e esclarecimento acerca da adoção, bem como sensibilizar um número cada vez maior de pessoas que possam contribuir com o assunto. A iniciativa é desenvolvida pela Promotoria de Justiça da Promotoria Especializada da Infância e Juventude.
Entre os assuntos que serão abordados na audiência pública estão: processo de Adoção na Vara da Infância e Juventude; Cadastro Nacional da Adoção; Adoção Tardia e interracial e Adoção Homoafetiva. De acordo com a promotora Kátia Rejane de Araújo Rodrigues, o evento tem por objetivo conscientizar e mobilizar a opinião pública em torno das questões referentes às adoções necessárias, com ênfase para prevenção e o enfrentamento dos casos de crianças entregues para “adoção à brasileira”, bem como apresentar recomendação administrativa e a campanha “adote o educandário”. Segundo a promotora, entre os grandes desafios enfrentados com relação a adoção estão os preconceitos, mitos e crendices alimentados pela sociedade brasileira e a dificuldade em relação à adoção tardia, que abrange as crianças com mais de cinco anos de idade. A adoção tardia possibilita o resgate da identidade de crianças e adolescentes que moram em abrigos por anos a fio, e restitui-lhes o direito à convivência familiar e comunitária.

Origem – Há quase 13 anos, em 24 e 25 de maio de 1996, em Rio Claro (SP), representantes de 14 grupos de apoio à adoção existentes no Brasil se reuniram no I Encontro Nacional de Associação e Grupos de Apoio à Adoção. Desde então, elegeu-se o dia 25 de maio como o Dia Nacional da Adoção. Em 2002, foi sancionada a Lei nº 10.447/2002, legitimando a data como Dia Nacional da Adoção, em homenagem ao encontro. A instituição de um dia especial para o tema possibilitou o desenvolvimento de ações em prol da adoção em nível nacional, permitindo trabalhá-la não apenas como um instrumento jurídico, mas também como um ato de desprendimento, solidariedade, amor e responsabilidade social.

Programação

Abertura/Composição da mesa, com a manifestação das autoridades presentes:
Apresentação da Campanha Nacional a Adoção - AMB – Dr. Giordane Dourado

Juiz de Direito e Presidente da ASMAC
O Processo de Adoção na Vara da Infância e Juventude – Dr. Romário Divino Faria

Juiz da 1ª Vara da Infância e Juventude
Cadastro Nacional da Adoção – Dr. Luis Vitório Camolez Juiz Titular da Vara de Órfãos e Sucessões

Grupos de Irmãos – Dr. Francisco José Maia Guedes Promotor de Justiça da 10ª Promotoria Cível
Adoção Tardia e interracial– Valeska Menezes Rodrigues Psicóloga – Vice-Presidente do GEAAC

Adoção Homoafetiva – Dr. Almir Fernandes Branco Promotor de Justiça da 14ª Promotoria Cível

- Lançamento da Campanha “Adote o Educandário” promovido pela Associação dos Colunistas Sociais do Acre

- Assinatura de Recomendação – Promotoria Especializada da Infância e Juventude

- Encerramento.


Pagina 20 Online
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Promotora Katia Rejane de Araujo Rodrigues
24-Mai-2009
Uma audiência pública destinada a mobilização da sociedade e a estruturação da rede de proteção à criança e ao adolescente em Rio Branco, com foco nas adoções necessárias será feita nesta segunda-feira, dia 25, no auditório do Ministério Público do Estado do Acre (MPE) por ocasião do Dia Nacional da Adoção (25 de maio). A intenção é de desenvolver ações de divulgação e esclarecimento acerca da adoção, bem como sensibilizar um número cada vez maior de pessoas que possam contribuir com o assunto. A iniciativa é desenvolvida pela Promotoria de Justiça da Promotoria Especializada da Infância e Juventude.
Entre os assuntos que serão abordados na audiência pública estão: processo de Adoção na Vara da Infância e Juventude; Cadastro Nacional da Adoção; Adoção Tardia e interracial e Adoção Homoafetiva. De acordo com a promotora Kátia Rejane de Araújo Rodrigues, o evento tem por objetivo conscientizar e mobilizar a opinião pública em torno das questões referentes às adoções necessárias, com ênfase para prevenção e o enfrentamento dos casos de crianças entregues para “adoção à brasileira”, bem como apresentar recomendação administrativa e a campanha “adote o educandário”. Segundo a promotora, entre os grandes desafios enfrentados com relação a adoção estão os preconceitos, mitos e crendices alimentados pela sociedade brasileira e a dificuldade em relação à adoção tardia, que abrange as crianças com mais de cinco anos de idade. A adoção tardia possibilita o resgate da identidade de crianças e adolescentes que moram em abrigos por anos a fio, e restitui-lhes o direito à convivência familiar e comunitária.

Origem – Há quase 13 anos, em 24 e 25 de maio de 1996, em Rio Claro (SP), representantes de 14 grupos de apoio à adoção existentes no Brasil se reuniram no I Encontro Nacional de Associação e Grupos de Apoio à Adoção. Desde então, elegeu-se o dia 25 de maio como o Dia Nacional da Adoção. Em 2002, foi sancionada a Lei nº 10.447/2002, legitimando a data como Dia Nacional da Adoção, em homenagem ao encontro. A instituição de um dia especial para o tema possibilitou o desenvolvimento de ações em prol da adoção em nível nacional, permitindo trabalhá-la não apenas como um instrumento jurídico, mas também como um ato de desprendimento, solidariedade, amor e responsabilidade social.

Programação

Abertura/Composição da mesa, com a manifestação das autoridades presentes:
Apresentação da Campanha Nacional a Adoção - AMB – Dr. Giordane Dourado

Juiz de Direito e Presidente da ASMAC
O Processo de Adoção na Vara da Infância e Juventude – Dr. Romário Divino Faria

Juiz da 1ª Vara da Infância e Juventude
Cadastro Nacional da Adoção – Dr. Luis Vitório Camolez Juiz Titular da Vara de Órfãos e Sucessões

Grupos de Irmãos – Dr. Francisco José Maia Guedes Promotor de Justiça da 10ª Promotoria Cível
Adoção Tardia e interracial– Valeska Menezes Rodrigues Psicóloga – Vice-Presidente do GEAAC

Adoção Homoafetiva – Dr. Almir Fernandes Branco Promotor de Justiça da 14ª Promotoria Cível

- Lançamento da Campanha “Adote o Educandário” promovido pela Associação dos Colunistas Sociais do Acre

- Assinatura de Recomendação – Promotoria Especializada da Infância e Juventude

- Encerramento.


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Promotora Katia Rejane de Araujo Rodrigues
24-Mai-2009
Uma audiência pública destinada a mobilização da sociedade e a estruturação da rede de proteção à criança e ao adolescente em Rio Branco, com foco nas adoções necessárias será feita nesta segunda-feira, dia 25, no auditório do Ministério Público do Estado do Acre (MPE) por ocasião do Dia Nacional da Adoção (25 de maio). A intenção é de desenvolver ações de divulgação e esclarecimento acerca da adoção, bem como sensibilizar um número cada vez maior de pessoas que possam contribuir com o assunto. A iniciativa é desenvolvida pela Promotoria de Justiça da Promotoria Especializada da Infância e Juventude.
Entre os assuntos que serão abordados na audiência pública estão: processo de Adoção na Vara da Infância e Juventude; Cadastro Nacional da Adoção; Adoção Tardia e interracial e Adoção Homoafetiva. De acordo com a promotora Kátia Rejane de Araújo Rodrigues, o evento tem por objetivo conscientizar e mobilizar a opinião pública em torno das questões referentes às adoções necessárias, com ênfase para prevenção e o enfrentamento dos casos de crianças entregues para “adoção à brasileira”, bem como apresentar recomendação administrativa e a campanha “adote o educandário”. Segundo a promotora, entre os grandes desafios enfrentados com relação a adoção estão os preconceitos, mitos e crendices alimentados pela sociedade brasileira e a dificuldade em relação à adoção tardia, que abrange as crianças com mais de cinco anos de idade. A adoção tardia possibilita o resgate da identidade de crianças e adolescentes que moram em abrigos por anos a fio, e restitui-lhes o direito à convivência familiar e comunitária.

Origem – Há quase 13 anos, em 24 e 25 de maio de 1996, em Rio Claro (SP), representantes de 14 grupos de apoio à adoção existentes no Brasil se reuniram no I Encontro Nacional de Associação e Grupos de Apoio à Adoção. Desde então, elegeu-se o dia 25 de maio como o Dia Nacional da Adoção. Em 2002, foi sancionada a Lei nº 10.447/2002, legitimando a data como Dia Nacional da Adoção, em homenagem ao encontro. A instituição de um dia especial para o tema possibilitou o desenvolvimento de ações em prol da adoção em nível nacional, permitindo trabalhá-la não apenas como um instrumento jurídico, mas também como um ato de desprendimento, solidariedade, amor e responsabilidade social.

Programação

Abertura/Composição da mesa, com a manifestação das autoridades presentes:
Apresentação da Campanha Nacional a Adoção - AMB – Dr. Giordane Dourado

Juiz de Direito e Presidente da ASMAC
O Processo de Adoção na Vara da Infância e Juventude – Dr. Romário Divino Faria

Juiz da 1ª Vara da Infância e Juventude
Cadastro Nacional da Adoção – Dr. Luis Vitório Camolez Juiz Titular da Vara de Órfãos e Sucessões

Grupos de Irmãos – Dr. Francisco José Maia Guedes Promotor de Justiça da 10ª Promotoria Cível
Adoção Tardia e interracial– Valeska Menezes Rodrigues Psicóloga – Vice-Presidente do GEAAC

Adoção Homoafetiva – Dr. Almir Fernandes Branco Promotor de Justiça da 14ª Promotoria Cível

- Lançamento da Campanha “Adote o Educandário” promovido pela Associação dos Colunistas Sociais do Acre

- Assinatura de Recomendação – Promotoria Especializada da Infância e Juventude

- Encerramento.


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Promotora Katia Rejane de Araujo Rodrigues
24-Mai-2009
Uma audiência pública destinada a mobilização da sociedade e a estruturação da rede de proteção à criança e ao adolescente em Rio Branco, com foco nas adoções necessárias será feita nesta segunda-feira, dia 25, no auditório do Ministério Público do Estado do Acre (MPE) por ocasião do Dia Nacional da Adoção (25 de maio). A intenção é de desenvolver ações de divulgação e esclarecimento acerca da adoção, bem como sensibilizar um número cada vez maior de pessoas que possam contribuir com o assunto. A iniciativa é desenvolvida pela Promotoria de Justiça da Promotoria Especializada da Infância e Juventude.
Entre os assuntos que serão abordados na audiência pública estão: processo de Adoção na Vara da Infância e Juventude; Cadastro Nacional da Adoção; Adoção Tardia e interracial e Adoção Homoafetiva. De acordo com a promotora Kátia Rejane de Araújo Rodrigues, o evento tem por objetivo conscientizar e mobilizar a opinião pública em torno das questões referentes às adoções necessárias, com ênfase para prevenção e o enfrentamento dos casos de crianças entregues para “adoção à brasileira”, bem como apresentar recomendação administrativa e a campanha “adote o educandário”. Segundo a promotora, entre os grandes desafios enfrentados com relação a adoção estão os preconceitos, mitos e crendices alimentados pela sociedade brasileira e a dificuldade em relação à adoção tardia, que abrange as crianças com mais de cinco anos de idade. A adoção tardia possibilita o resgate da identidade de crianças e adolescentes que moram em abrigos por anos a fio, e restitui-lhes o direito à convivência familiar e comunitária.

Origem – Há quase 13 anos, em 24 e 25 de maio de 1996, em Rio Claro (SP), representantes de 14 grupos de apoio à adoção existentes no Brasil se reuniram no I Encontro Nacional de Associação e Grupos de Apoio à Adoção. Desde então, elegeu-se o dia 25 de maio como o Dia Nacional da Adoção. Em 2002, foi sancionada a Lei nº 10.447/2002, legitimando a data como Dia Nacional da Adoção, em homenagem ao encontro. A instituição de um dia especial para o tema possibilitou o desenvolvimento de ações em prol da adoção em nível nacional, permitindo trabalhá-la não apenas como um instrumento jurídico, mas também como um ato de desprendimento, solidariedade, amor e responsabilidade social.

Programação

Abertura/Composição da mesa, com a manifestação das autoridades presentes:
Apresentação da Campanha Nacional a Adoção - AMB – Dr. Giordane Dourado

Juiz de Direito e Presidente da ASMAC
O Processo de Adoção na Vara da Infância e Juventude – Dr. Romário Divino Faria

Juiz da 1ª Vara da Infância e Juventude
Cadastro Nacional da Adoção – Dr. Luis Vitório Camolez Juiz Titular da Vara de Órfãos e Sucessões

Grupos de Irmãos – Dr. Francisco José Maia Guedes Promotor de Justiça da 10ª Promotoria Cível
Adoção Tardia e interracial– Valeska Menezes Rodrigues Psicóloga – Vice-Presidente do GEAAC

Adoção Homoafetiva – Dr. Almir Fernandes Branco Promotor de Justiça da 14ª Promotoria Cível

- Lançamento da Campanha “Adote o Educandário” promovido pela Associação dos Colunistas Sociais do Acre

- Assinatura de Recomendação – Promotoria Especializada da Infância e Juventude

- Encerramento.


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Concessionária imprime fotos nos recibos do pedágio com o objetivo de aumentar o número de reencontros entre pais e filhos

Ter um filho desaparecido é ter a vida suspensa. É assim que Arlete Caramês, presidente do Movimento Nacional em Defesa da Criança Desaparecida do Paraná, resume o sofrimento de centenas de famílias que passam pelo drama de perder um filho. O assunto afeta tantas pessoas que é lembrado internacionalmente, sempre no dia 25 de Maio. A data foi instituída depois que, em 1979, uma criança de seis anos desapareceu em Nova Iorque.
No Paraná, a concessionária CCR RodoNorte realiza trabalho permanente através da campanha "De Volta Para a Casa", com a divulgação de nomes e fotos de crianças desaparecidas impressos nos recibos de pagamento de pedágio. Outras concessionárias do Estado também realizam o mesmo trabalho, com o objetivo de aumentar o número de reencontros entre pais e filhos. A campanha já apresentou resultados positivos. O adolescente Tiago Gonçalves sentiu saudades da família quando viu sua imagem no cartaz da campanha e voltou para a casa, depois de ficar três anos longe.

A história de Tiago teve um final feliz. Porém, muitas mães ainda carregam esse sofrimento. A dona de casa Arlete Caramês é uma delas. Ela teve o filho, Guilherme, sequestrado em 1991 e até hoje não o reencontrou. A organização fundada por Arlete é o movimento Nacional em Defesa da Criança Desaparecida do Paraná (Cridespar), mantém banco de dados atualizado com informações de todas as crianças desaparecidas no Estado. As informações são repassadas às concessionárias, que ajudam na divulgação das fotos e dos nomes. Somente a CCR RodoNorte distribui cerca de 50 mil recibos por dia. O Movimento Nacional em Defesa da Criança Desaparecida do Paraná pode ser contatado pelo telefone (41) 3262 1500, ou através do site http://www.criancadesaparecidaparana.org.br/.

Publicado em : 24/05/009 00:00


JORNAL DA MANHÃ

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Concessionária imprime fotos nos recibos do pedágio com o objetivo de aumentar o número de reencontros entre pais e filhos

Ter um filho desaparecido é ter a vida suspensa. É assim que Arlete Caramês, presidente do Movimento Nacional em Defesa da Criança Desaparecida do Paraná, resume o sofrimento de centenas de famílias que passam pelo drama de perder um filho. O assunto afeta tantas pessoas que é lembrado internacionalmente, sempre no dia 25 de Maio. A data foi instituída depois que, em 1979, uma criança de seis anos desapareceu em Nova Iorque.
No Paraná, a concessionária CCR RodoNorte realiza trabalho permanente através da campanha "De Volta Para a Casa", com a divulgação de nomes e fotos de crianças desaparecidas impressos nos recibos de pagamento de pedágio. Outras concessionárias do Estado também realizam o mesmo trabalho, com o objetivo de aumentar o número de reencontros entre pais e filhos. A campanha já apresentou resultados positivos. O adolescente Tiago Gonçalves sentiu saudades da família quando viu sua imagem no cartaz da campanha e voltou para a casa, depois de ficar três anos longe.

A história de Tiago teve um final feliz. Porém, muitas mães ainda carregam esse sofrimento. A dona de casa Arlete Caramês é uma delas. Ela teve o filho, Guilherme, sequestrado em 1991 e até hoje não o reencontrou. A organização fundada por Arlete é o movimento Nacional em Defesa da Criança Desaparecida do Paraná (Cridespar), mantém banco de dados atualizado com informações de todas as crianças desaparecidas no Estado. As informações são repassadas às concessionárias, que ajudam na divulgação das fotos e dos nomes. Somente a CCR RodoNorte distribui cerca de 50 mil recibos por dia. O Movimento Nacional em Defesa da Criança Desaparecida do Paraná pode ser contatado pelo telefone (41) 3262 1500, ou através do site http://www.criancadesaparecidaparana.org.br/.

Publicado em : 24/05/009 00:00


JORNAL DA MANHÃ

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Concessionária imprime fotos nos recibos do pedágio com o objetivo de aumentar o número de reencontros entre pais e filhos

Ter um filho desaparecido é ter a vida suspensa. É assim que Arlete Caramês, presidente do Movimento Nacional em Defesa da Criança Desaparecida do Paraná, resume o sofrimento de centenas de famílias que passam pelo drama de perder um filho. O assunto afeta tantas pessoas que é lembrado internacionalmente, sempre no dia 25 de Maio. A data foi instituída depois que, em 1979, uma criança de seis anos desapareceu em Nova Iorque.
No Paraná, a concessionária CCR RodoNorte realiza trabalho permanente através da campanha "De Volta Para a Casa", com a divulgação de nomes e fotos de crianças desaparecidas impressos nos recibos de pagamento de pedágio. Outras concessionárias do Estado também realizam o mesmo trabalho, com o objetivo de aumentar o número de reencontros entre pais e filhos. A campanha já apresentou resultados positivos. O adolescente Tiago Gonçalves sentiu saudades da família quando viu sua imagem no cartaz da campanha e voltou para a casa, depois de ficar três anos longe.

A história de Tiago teve um final feliz. Porém, muitas mães ainda carregam esse sofrimento. A dona de casa Arlete Caramês é uma delas. Ela teve o filho, Guilherme, sequestrado em 1991 e até hoje não o reencontrou. A organização fundada por Arlete é o movimento Nacional em Defesa da Criança Desaparecida do Paraná (Cridespar), mantém banco de dados atualizado com informações de todas as crianças desaparecidas no Estado. As informações são repassadas às concessionárias, que ajudam na divulgação das fotos e dos nomes. Somente a CCR RodoNorte distribui cerca de 50 mil recibos por dia. O Movimento Nacional em Defesa da Criança Desaparecida do Paraná pode ser contatado pelo telefone (41) 3262 1500, ou através do site http://www.criancadesaparecidaparana.org.br/.

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JORNAL DA MANHÃ

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Concessionária imprime fotos nos recibos do pedágio com o objetivo de aumentar o número de reencontros entre pais e filhos

Ter um filho desaparecido é ter a vida suspensa. É assim que Arlete Caramês, presidente do Movimento Nacional em Defesa da Criança Desaparecida do Paraná, resume o sofrimento de centenas de famílias que passam pelo drama de perder um filho. O assunto afeta tantas pessoas que é lembrado internacionalmente, sempre no dia 25 de Maio. A data foi instituída depois que, em 1979, uma criança de seis anos desapareceu em Nova Iorque.
No Paraná, a concessionária CCR RodoNorte realiza trabalho permanente através da campanha "De Volta Para a Casa", com a divulgação de nomes e fotos de crianças desaparecidas impressos nos recibos de pagamento de pedágio. Outras concessionárias do Estado também realizam o mesmo trabalho, com o objetivo de aumentar o número de reencontros entre pais e filhos. A campanha já apresentou resultados positivos. O adolescente Tiago Gonçalves sentiu saudades da família quando viu sua imagem no cartaz da campanha e voltou para a casa, depois de ficar três anos longe.

A história de Tiago teve um final feliz. Porém, muitas mães ainda carregam esse sofrimento. A dona de casa Arlete Caramês é uma delas. Ela teve o filho, Guilherme, sequestrado em 1991 e até hoje não o reencontrou. A organização fundada por Arlete é o movimento Nacional em Defesa da Criança Desaparecida do Paraná (Cridespar), mantém banco de dados atualizado com informações de todas as crianças desaparecidas no Estado. As informações são repassadas às concessionárias, que ajudam na divulgação das fotos e dos nomes. Somente a CCR RodoNorte distribui cerca de 50 mil recibos por dia. O Movimento Nacional em Defesa da Criança Desaparecida do Paraná pode ser contatado pelo telefone (41) 3262 1500, ou através do site http://www.criancadesaparecidaparana.org.br/.

Publicado em : 24/05/009 00:00


JORNAL DA MANHÃ

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O número é assustador. Todos os anos, aproximadamente 40 mil crianças desaparecem no Brasil. Ou seja, o equivalente à população de uma cidade de porte médio. De acordo com dados da Subsecretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, só em São Paulo ocorrem 10 mil casos todos os anos. Ou seja, o equivalente a 30 novos casos por dia. Hoje estimativas da Subsecretaria demonstram que entre 10% e 15% dos meninos e meninas jamais serão encontrados.(2008)

O que acontece no Brasil quando uma criança desaparece?

Por que não há um plano que mobilize a população na busca por desaparecidos?

Nos Estado Unidos, por exemplo, existe o Alerta Amber, onde após o comunicado de desaparecimento de uma criança, os veículos de comunicação são imediatamente avisados e encarregados de divulgar informações com nome, fotos e características das crianças, bem como qualquer pista que leve a encontrar a criança, um número é disponibilizado, para que pessoas interessadas em ajudar possam ligar e dar mais informações que ajudem a solucionar o caso.

Segundo informações do National Center for Missing and Exploited Children–Centro Nacional para Crianças Desaparecidas e Exploradas:
Entre as crianças que são mortas pelo raptor, 74% são mortas nas três primeiras horas após o rapto. A divulgação rápida do rapto da criança aumenta a probabilidade de que a criança seja resgatada viva.
O plano de alerta Amber, foi criado no Texas, após o desaparecimento de Amber Hagerman, uma menina de 9 anos de idade. A família queria meios rápidos de mobilizar a comunidade para encontrá-la, mas não conseguiram. Ela foi encontrada morta em um rio, nua e com um corte na garganta, a partir daí, foram criadas estratégias que visam agilizar a busca.

Conheça o plano de alerta Amber

O Plano de Alerta AMBER, oficialmente America’s Missing: Broadcast Emergency Response ( Desaparecidos da América: Resposta de Divulgação de Emergência), usa os sistemas existentes do Sistema de Divulgação de Emergência.Depois que agências policiais locais são notificadas que uma criança foi raptada, há critérios específicos que põe em andamento o plano. O Centro Nacional para Crianças Desaparecidas e Exploradas estabelece os seguintes critérios:

1. Oficiais policiais confirmam o rapto.

2. A polícia determina que a criança está em perigo de ferimento ou morte,

3. Evidência é juntada (por exemplo, uma descrição detalhada da criança, do raptor, ou veículo envolvido no ato) para ajudar na rápida recuperação da criança.

Os critérios específicos que ativam o Plano são diferentes entre as comunidades, estados e países que implementam o Plano. Alguns estados americanos, como Nova Iorque por exemplo, ativam o plano somente quando a criança desaparecida tem 17 anos de idade ou menos.O AMBER Alert Net (www.amberalertnet.com) é um dos vários planos que têm como objetivo aumentar o alcance do Plano de Alerta AMBER para que ele atinja usuários de computador em casa e no trabalho.
Com a instalação de um programa de computador grátis, usuários da Internet recebem boletins automáticos quando o plano é ativado, e o usuário pode imprimir ou remeter as mensagens a outros usuários.
Hoje, há 74 estados, países e cidades usando o Plano. Quarenta e quatro crianças foram recuperadas sãs e salvas e retornadas às suas famílias graças a ele. Em janeiro de 2003, o National AMBER Alert Network Act -o Ato da Rede Nacional do Plano de Alerta AMBER (HR 412) foi aprovado pelos legisladores dos Estados Unidos. O ato estabelece um coordenador do Alerta AMBER dentro do Departamento de Justiça americano, e dá fundos governamentais para o treinamento e equipamento dos usuários do plano, assim como ajuda na coordenação dos planos AMBER nos níveis locais e estatais. Nos Estados Unidos e em muitos outros países, o Plano de Alerta AMBER está salvando a vida de crianças. A Senadora Dianne Feinstein (Democrata da Califórnia), relata que o Plano AMBER de seu estado ajudou a recuperar 20 vítimas durante seus primeiros seis meses de implementação. No mundo todo, o legado da menina Amber Hagerman está ajudando a recuperar crianças raptadas, retornar jovens fugidos a suas famílias, e a localizar pacientes com a doença de Alzheimer (dementes) que estejam perdidos. Para muitas crianças, o Plano significa a diferença entre a vida e a morte. O AMBER veio muito tarde para a menina Amber, mas felizmente não veio tarde demais para as crianças raptadas hoje e no futuro.

NO BRASIL

Num país onde cerca de 40 mil crianças e adolescentes desaparecem por ano, segundo estimativa do Ministério da Justiça, não há nenhuma rede ou cadastro nacional para agregar informações dos desaparecidos. Só em São Paulo, são registradas a metade das ocorrências, cerca de 20 mil.
Além da inexistência de um cadastro nacional, não há comunicação entre as polícias militares, civis e federal, reclamam representantes de ONGs. Segundo eles, as investigações não são conduzidas com “seriedade”, o que acaba contribuindo para que muitos casos não sejam solucionados.
“Não há comunicação nem entre a polícia do mesmo Estado”, diz Mariza Tardelli, coordenadora do Redesap (Rede de identificação e Localização de Crianças e Adolescentes Desaparecidos), órgão ligado à Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência.
A Redesap tenta unificar os dados nacionais em seu site (www.desaparecidos.mj.gov.br), mas, para isso, depende do cadastro de ocorrências, que é feito pelas polícias estaduais.
Uma consulta mostra que o site está totalmente desatualizado. Até o dia 31 de outubro, havia o registro de apenas 1.177 desaparecidos em 2007. Só no Estado de São Paulo, segundo informações da Secretaria da Segurança Pública, foram registradas 17.557 ocorrências de desaparecimentos de crianças e adolescentes com até 18 anos de janeiro até o dia 22 de outubro deste ano.

MOVIMENTO PELA CRIAÇÃO DO ALERTA AMBER NO BRASIL

É preciso criar um plano no Brasil para que polícias, rodoviárias, pedágios, aeroportos e meios de comunicação recebam imediatamente informações sobre crianças desaparecidas. Divulgar na mídia local e nacional e criar uma polícia mais organizada, especialmente para estes casos. A partir daí, estaremos falando com seriedade sobre investigação e salvamento de crianças.
Nosso objetivo é que seja criada uma lei nacional que obrigue as emissoras de rádio e televisão abertas veicularem, durante a programação, informações passadas pela polícia civil e militar, a respeito de crianças seqüestradas. A finalidade é a rápida disseminação da notícia e a localização da criança que se encontra em perigo iminente, para evitar graves conseqüências.
A polícia deverá transmitir as informações sobre a denúncia de seqüestro, após certificar-se da veracidade, às emissoras locais e nacionais, para que seja divulgado imediatamente. Deverão ser informados detalhes como foto da criança, retrato falado do seqüestrador, provável local do seqüestro e veículo utilizado. Contas de água, luz e telefone também trariam mensalmente informações sobre crianças desaparecidas.
A divulgação do alerta auxiliará a evitar graves e irreversíveis conseqüências ao bem estar físico e mental da criança, em razão da demora na localização.
A colaboração da comunidade na localização dos seqüestradores e da vítima assume caráter de importante instrumento de combate ao crime. Ao inserir na programação alertas periódicos a respeito do seqüestro, tão logo ocorra o crime, as emissoras de rádio e televisão estarão prestando à comunidade um serviço de utilidade pública de maior relevância e que por certo engrandecerá a imagem institucional.

COMO PARTICIPAR DO MOVIMENTO

Divulgue e passe essa idéia adiante.

Envie uma mensagem para os Deputados Federais e Senadores de seu Estado solicitando que seja criada uma lei semelhante ao Alerta Amber no Brasil. Clique aqui e aqui para entrar em contato com nossos representantes.

“Só a participação cidadã é capaz de mudar um país”

Betinho

Iniciativa:Comunidade Diga Não A Pedofilia

Comunidade Onde Estão Nossas Crianças?

Blog Diga Não A Erotização Infantil

(Créditos: Texto com informações da Folha de São Paulo, site Espaço Acadêmico e Projeto de Lei do deputado estadual paranaense Ademar Traiano
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O número é assustador. Todos os anos, aproximadamente 40 mil crianças desaparecem no Brasil. Ou seja, o equivalente à população de uma cidade de porte médio. De acordo com dados da Subsecretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, só em São Paulo ocorrem 10 mil casos todos os anos. Ou seja, o equivalente a 30 novos casos por dia. Hoje estimativas da Subsecretaria demonstram que entre 10% e 15% dos meninos e meninas jamais serão encontrados.(2008)

O que acontece no Brasil quando uma criança desaparece?

Por que não há um plano que mobilize a população na busca por desaparecidos?

Nos Estado Unidos, por exemplo, existe o Alerta Amber, onde após o comunicado de desaparecimento de uma criança, os veículos de comunicação são imediatamente avisados e encarregados de divulgar informações com nome, fotos e características das crianças, bem como qualquer pista que leve a encontrar a criança, um número é disponibilizado, para que pessoas interessadas em ajudar possam ligar e dar mais informações que ajudem a solucionar o caso.

Segundo informações do National Center for Missing and Exploited Children–Centro Nacional para Crianças Desaparecidas e Exploradas:
Entre as crianças que são mortas pelo raptor, 74% são mortas nas três primeiras horas após o rapto. A divulgação rápida do rapto da criança aumenta a probabilidade de que a criança seja resgatada viva.
O plano de alerta Amber, foi criado no Texas, após o desaparecimento de Amber Hagerman, uma menina de 9 anos de idade. A família queria meios rápidos de mobilizar a comunidade para encontrá-la, mas não conseguiram. Ela foi encontrada morta em um rio, nua e com um corte na garganta, a partir daí, foram criadas estratégias que visam agilizar a busca.

Conheça o plano de alerta Amber

O Plano de Alerta AMBER, oficialmente America’s Missing: Broadcast Emergency Response ( Desaparecidos da América: Resposta de Divulgação de Emergência), usa os sistemas existentes do Sistema de Divulgação de Emergência.Depois que agências policiais locais são notificadas que uma criança foi raptada, há critérios específicos que põe em andamento o plano. O Centro Nacional para Crianças Desaparecidas e Exploradas estabelece os seguintes critérios:

1. Oficiais policiais confirmam o rapto.

2. A polícia determina que a criança está em perigo de ferimento ou morte,

3. Evidência é juntada (por exemplo, uma descrição detalhada da criança, do raptor, ou veículo envolvido no ato) para ajudar na rápida recuperação da criança.

Os critérios específicos que ativam o Plano são diferentes entre as comunidades, estados e países que implementam o Plano. Alguns estados americanos, como Nova Iorque por exemplo, ativam o plano somente quando a criança desaparecida tem 17 anos de idade ou menos.O AMBER Alert Net (www.amberalertnet.com) é um dos vários planos que têm como objetivo aumentar o alcance do Plano de Alerta AMBER para que ele atinja usuários de computador em casa e no trabalho.
Com a instalação de um programa de computador grátis, usuários da Internet recebem boletins automáticos quando o plano é ativado, e o usuário pode imprimir ou remeter as mensagens a outros usuários.
Hoje, há 74 estados, países e cidades usando o Plano. Quarenta e quatro crianças foram recuperadas sãs e salvas e retornadas às suas famílias graças a ele. Em janeiro de 2003, o National AMBER Alert Network Act -o Ato da Rede Nacional do Plano de Alerta AMBER (HR 412) foi aprovado pelos legisladores dos Estados Unidos. O ato estabelece um coordenador do Alerta AMBER dentro do Departamento de Justiça americano, e dá fundos governamentais para o treinamento e equipamento dos usuários do plano, assim como ajuda na coordenação dos planos AMBER nos níveis locais e estatais. Nos Estados Unidos e em muitos outros países, o Plano de Alerta AMBER está salvando a vida de crianças. A Senadora Dianne Feinstein (Democrata da Califórnia), relata que o Plano AMBER de seu estado ajudou a recuperar 20 vítimas durante seus primeiros seis meses de implementação. No mundo todo, o legado da menina Amber Hagerman está ajudando a recuperar crianças raptadas, retornar jovens fugidos a suas famílias, e a localizar pacientes com a doença de Alzheimer (dementes) que estejam perdidos. Para muitas crianças, o Plano significa a diferença entre a vida e a morte. O AMBER veio muito tarde para a menina Amber, mas felizmente não veio tarde demais para as crianças raptadas hoje e no futuro.

NO BRASIL

Num país onde cerca de 40 mil crianças e adolescentes desaparecem por ano, segundo estimativa do Ministério da Justiça, não há nenhuma rede ou cadastro nacional para agregar informações dos desaparecidos. Só em São Paulo, são registradas a metade das ocorrências, cerca de 20 mil.
Além da inexistência de um cadastro nacional, não há comunicação entre as polícias militares, civis e federal, reclamam representantes de ONGs. Segundo eles, as investigações não são conduzidas com “seriedade”, o que acaba contribuindo para que muitos casos não sejam solucionados.
“Não há comunicação nem entre a polícia do mesmo Estado”, diz Mariza Tardelli, coordenadora do Redesap (Rede de identificação e Localização de Crianças e Adolescentes Desaparecidos), órgão ligado à Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência.
A Redesap tenta unificar os dados nacionais em seu site (www.desaparecidos.mj.gov.br), mas, para isso, depende do cadastro de ocorrências, que é feito pelas polícias estaduais.
Uma consulta mostra que o site está totalmente desatualizado. Até o dia 31 de outubro, havia o registro de apenas 1.177 desaparecidos em 2007. Só no Estado de São Paulo, segundo informações da Secretaria da Segurança Pública, foram registradas 17.557 ocorrências de desaparecimentos de crianças e adolescentes com até 18 anos de janeiro até o dia 22 de outubro deste ano.

MOVIMENTO PELA CRIAÇÃO DO ALERTA AMBER NO BRASIL

É preciso criar um plano no Brasil para que polícias, rodoviárias, pedágios, aeroportos e meios de comunicação recebam imediatamente informações sobre crianças desaparecidas. Divulgar na mídia local e nacional e criar uma polícia mais organizada, especialmente para estes casos. A partir daí, estaremos falando com seriedade sobre investigação e salvamento de crianças.
Nosso objetivo é que seja criada uma lei nacional que obrigue as emissoras de rádio e televisão abertas veicularem, durante a programação, informações passadas pela polícia civil e militar, a respeito de crianças seqüestradas. A finalidade é a rápida disseminação da notícia e a localização da criança que se encontra em perigo iminente, para evitar graves conseqüências.
A polícia deverá transmitir as informações sobre a denúncia de seqüestro, após certificar-se da veracidade, às emissoras locais e nacionais, para que seja divulgado imediatamente. Deverão ser informados detalhes como foto da criança, retrato falado do seqüestrador, provável local do seqüestro e veículo utilizado. Contas de água, luz e telefone também trariam mensalmente informações sobre crianças desaparecidas.
A divulgação do alerta auxiliará a evitar graves e irreversíveis conseqüências ao bem estar físico e mental da criança, em razão da demora na localização.
A colaboração da comunidade na localização dos seqüestradores e da vítima assume caráter de importante instrumento de combate ao crime. Ao inserir na programação alertas periódicos a respeito do seqüestro, tão logo ocorra o crime, as emissoras de rádio e televisão estarão prestando à comunidade um serviço de utilidade pública de maior relevância e que por certo engrandecerá a imagem institucional.

COMO PARTICIPAR DO MOVIMENTO

Divulgue e passe essa idéia adiante.

Envie uma mensagem para os Deputados Federais e Senadores de seu Estado solicitando que seja criada uma lei semelhante ao Alerta Amber no Brasil. Clique aqui e aqui para entrar em contato com nossos representantes.

“Só a participação cidadã é capaz de mudar um país”

Betinho

Iniciativa:Comunidade Diga Não A Pedofilia

Comunidade Onde Estão Nossas Crianças?

Blog Diga Não A Erotização Infantil

(Créditos: Texto com informações da Folha de São Paulo, site Espaço Acadêmico e Projeto de Lei do deputado estadual paranaense Ademar Traiano
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:08  comentar


O número é assustador. Todos os anos, aproximadamente 40 mil crianças desaparecem no Brasil. Ou seja, o equivalente à população de uma cidade de porte médio. De acordo com dados da Subsecretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, só em São Paulo ocorrem 10 mil casos todos os anos. Ou seja, o equivalente a 30 novos casos por dia. Hoje estimativas da Subsecretaria demonstram que entre 10% e 15% dos meninos e meninas jamais serão encontrados.(2008)

O que acontece no Brasil quando uma criança desaparece?

Por que não há um plano que mobilize a população na busca por desaparecidos?

Nos Estado Unidos, por exemplo, existe o Alerta Amber, onde após o comunicado de desaparecimento de uma criança, os veículos de comunicação são imediatamente avisados e encarregados de divulgar informações com nome, fotos e características das crianças, bem como qualquer pista que leve a encontrar a criança, um número é disponibilizado, para que pessoas interessadas em ajudar possam ligar e dar mais informações que ajudem a solucionar o caso.

Segundo informações do National Center for Missing and Exploited Children–Centro Nacional para Crianças Desaparecidas e Exploradas:
Entre as crianças que são mortas pelo raptor, 74% são mortas nas três primeiras horas após o rapto. A divulgação rápida do rapto da criança aumenta a probabilidade de que a criança seja resgatada viva.
O plano de alerta Amber, foi criado no Texas, após o desaparecimento de Amber Hagerman, uma menina de 9 anos de idade. A família queria meios rápidos de mobilizar a comunidade para encontrá-la, mas não conseguiram. Ela foi encontrada morta em um rio, nua e com um corte na garganta, a partir daí, foram criadas estratégias que visam agilizar a busca.

Conheça o plano de alerta Amber

O Plano de Alerta AMBER, oficialmente America’s Missing: Broadcast Emergency Response ( Desaparecidos da América: Resposta de Divulgação de Emergência), usa os sistemas existentes do Sistema de Divulgação de Emergência.Depois que agências policiais locais são notificadas que uma criança foi raptada, há critérios específicos que põe em andamento o plano. O Centro Nacional para Crianças Desaparecidas e Exploradas estabelece os seguintes critérios:

1. Oficiais policiais confirmam o rapto.

2. A polícia determina que a criança está em perigo de ferimento ou morte,

3. Evidência é juntada (por exemplo, uma descrição detalhada da criança, do raptor, ou veículo envolvido no ato) para ajudar na rápida recuperação da criança.

Os critérios específicos que ativam o Plano são diferentes entre as comunidades, estados e países que implementam o Plano. Alguns estados americanos, como Nova Iorque por exemplo, ativam o plano somente quando a criança desaparecida tem 17 anos de idade ou menos.O AMBER Alert Net (www.amberalertnet.com) é um dos vários planos que têm como objetivo aumentar o alcance do Plano de Alerta AMBER para que ele atinja usuários de computador em casa e no trabalho.
Com a instalação de um programa de computador grátis, usuários da Internet recebem boletins automáticos quando o plano é ativado, e o usuário pode imprimir ou remeter as mensagens a outros usuários.
Hoje, há 74 estados, países e cidades usando o Plano. Quarenta e quatro crianças foram recuperadas sãs e salvas e retornadas às suas famílias graças a ele. Em janeiro de 2003, o National AMBER Alert Network Act -o Ato da Rede Nacional do Plano de Alerta AMBER (HR 412) foi aprovado pelos legisladores dos Estados Unidos. O ato estabelece um coordenador do Alerta AMBER dentro do Departamento de Justiça americano, e dá fundos governamentais para o treinamento e equipamento dos usuários do plano, assim como ajuda na coordenação dos planos AMBER nos níveis locais e estatais. Nos Estados Unidos e em muitos outros países, o Plano de Alerta AMBER está salvando a vida de crianças. A Senadora Dianne Feinstein (Democrata da Califórnia), relata que o Plano AMBER de seu estado ajudou a recuperar 20 vítimas durante seus primeiros seis meses de implementação. No mundo todo, o legado da menina Amber Hagerman está ajudando a recuperar crianças raptadas, retornar jovens fugidos a suas famílias, e a localizar pacientes com a doença de Alzheimer (dementes) que estejam perdidos. Para muitas crianças, o Plano significa a diferença entre a vida e a morte. O AMBER veio muito tarde para a menina Amber, mas felizmente não veio tarde demais para as crianças raptadas hoje e no futuro.

NO BRASIL

Num país onde cerca de 40 mil crianças e adolescentes desaparecem por ano, segundo estimativa do Ministério da Justiça, não há nenhuma rede ou cadastro nacional para agregar informações dos desaparecidos. Só em São Paulo, são registradas a metade das ocorrências, cerca de 20 mil.
Além da inexistência de um cadastro nacional, não há comunicação entre as polícias militares, civis e federal, reclamam representantes de ONGs. Segundo eles, as investigações não são conduzidas com “seriedade”, o que acaba contribuindo para que muitos casos não sejam solucionados.
“Não há comunicação nem entre a polícia do mesmo Estado”, diz Mariza Tardelli, coordenadora do Redesap (Rede de identificação e Localização de Crianças e Adolescentes Desaparecidos), órgão ligado à Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência.
A Redesap tenta unificar os dados nacionais em seu site (www.desaparecidos.mj.gov.br), mas, para isso, depende do cadastro de ocorrências, que é feito pelas polícias estaduais.
Uma consulta mostra que o site está totalmente desatualizado. Até o dia 31 de outubro, havia o registro de apenas 1.177 desaparecidos em 2007. Só no Estado de São Paulo, segundo informações da Secretaria da Segurança Pública, foram registradas 17.557 ocorrências de desaparecimentos de crianças e adolescentes com até 18 anos de janeiro até o dia 22 de outubro deste ano.

MOVIMENTO PELA CRIAÇÃO DO ALERTA AMBER NO BRASIL

É preciso criar um plano no Brasil para que polícias, rodoviárias, pedágios, aeroportos e meios de comunicação recebam imediatamente informações sobre crianças desaparecidas. Divulgar na mídia local e nacional e criar uma polícia mais organizada, especialmente para estes casos. A partir daí, estaremos falando com seriedade sobre investigação e salvamento de crianças.
Nosso objetivo é que seja criada uma lei nacional que obrigue as emissoras de rádio e televisão abertas veicularem, durante a programação, informações passadas pela polícia civil e militar, a respeito de crianças seqüestradas. A finalidade é a rápida disseminação da notícia e a localização da criança que se encontra em perigo iminente, para evitar graves conseqüências.
A polícia deverá transmitir as informações sobre a denúncia de seqüestro, após certificar-se da veracidade, às emissoras locais e nacionais, para que seja divulgado imediatamente. Deverão ser informados detalhes como foto da criança, retrato falado do seqüestrador, provável local do seqüestro e veículo utilizado. Contas de água, luz e telefone também trariam mensalmente informações sobre crianças desaparecidas.
A divulgação do alerta auxiliará a evitar graves e irreversíveis conseqüências ao bem estar físico e mental da criança, em razão da demora na localização.
A colaboração da comunidade na localização dos seqüestradores e da vítima assume caráter de importante instrumento de combate ao crime. Ao inserir na programação alertas periódicos a respeito do seqüestro, tão logo ocorra o crime, as emissoras de rádio e televisão estarão prestando à comunidade um serviço de utilidade pública de maior relevância e que por certo engrandecerá a imagem institucional.

COMO PARTICIPAR DO MOVIMENTO

Divulgue e passe essa idéia adiante.

Envie uma mensagem para os Deputados Federais e Senadores de seu Estado solicitando que seja criada uma lei semelhante ao Alerta Amber no Brasil. Clique aqui e aqui para entrar em contato com nossos representantes.

“Só a participação cidadã é capaz de mudar um país”

Betinho

Iniciativa:Comunidade Diga Não A Pedofilia

Comunidade Onde Estão Nossas Crianças?

Blog Diga Não A Erotização Infantil

(Créditos: Texto com informações da Folha de São Paulo, site Espaço Acadêmico e Projeto de Lei do deputado estadual paranaense Ademar Traiano
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O número é assustador. Todos os anos, aproximadamente 40 mil crianças desaparecem no Brasil. Ou seja, o equivalente à população de uma cidade de porte médio. De acordo com dados da Subsecretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, só em São Paulo ocorrem 10 mil casos todos os anos. Ou seja, o equivalente a 30 novos casos por dia. Hoje estimativas da Subsecretaria demonstram que entre 10% e 15% dos meninos e meninas jamais serão encontrados.(2008)

O que acontece no Brasil quando uma criança desaparece?

Por que não há um plano que mobilize a população na busca por desaparecidos?

Nos Estado Unidos, por exemplo, existe o Alerta Amber, onde após o comunicado de desaparecimento de uma criança, os veículos de comunicação são imediatamente avisados e encarregados de divulgar informações com nome, fotos e características das crianças, bem como qualquer pista que leve a encontrar a criança, um número é disponibilizado, para que pessoas interessadas em ajudar possam ligar e dar mais informações que ajudem a solucionar o caso.

Segundo informações do National Center for Missing and Exploited Children–Centro Nacional para Crianças Desaparecidas e Exploradas:
Entre as crianças que são mortas pelo raptor, 74% são mortas nas três primeiras horas após o rapto. A divulgação rápida do rapto da criança aumenta a probabilidade de que a criança seja resgatada viva.
O plano de alerta Amber, foi criado no Texas, após o desaparecimento de Amber Hagerman, uma menina de 9 anos de idade. A família queria meios rápidos de mobilizar a comunidade para encontrá-la, mas não conseguiram. Ela foi encontrada morta em um rio, nua e com um corte na garganta, a partir daí, foram criadas estratégias que visam agilizar a busca.

Conheça o plano de alerta Amber

O Plano de Alerta AMBER, oficialmente America’s Missing: Broadcast Emergency Response ( Desaparecidos da América: Resposta de Divulgação de Emergência), usa os sistemas existentes do Sistema de Divulgação de Emergência.Depois que agências policiais locais são notificadas que uma criança foi raptada, há critérios específicos que põe em andamento o plano. O Centro Nacional para Crianças Desaparecidas e Exploradas estabelece os seguintes critérios:

1. Oficiais policiais confirmam o rapto.

2. A polícia determina que a criança está em perigo de ferimento ou morte,

3. Evidência é juntada (por exemplo, uma descrição detalhada da criança, do raptor, ou veículo envolvido no ato) para ajudar na rápida recuperação da criança.

Os critérios específicos que ativam o Plano são diferentes entre as comunidades, estados e países que implementam o Plano. Alguns estados americanos, como Nova Iorque por exemplo, ativam o plano somente quando a criança desaparecida tem 17 anos de idade ou menos.O AMBER Alert Net (www.amberalertnet.com) é um dos vários planos que têm como objetivo aumentar o alcance do Plano de Alerta AMBER para que ele atinja usuários de computador em casa e no trabalho.
Com a instalação de um programa de computador grátis, usuários da Internet recebem boletins automáticos quando o plano é ativado, e o usuário pode imprimir ou remeter as mensagens a outros usuários.
Hoje, há 74 estados, países e cidades usando o Plano. Quarenta e quatro crianças foram recuperadas sãs e salvas e retornadas às suas famílias graças a ele. Em janeiro de 2003, o National AMBER Alert Network Act -o Ato da Rede Nacional do Plano de Alerta AMBER (HR 412) foi aprovado pelos legisladores dos Estados Unidos. O ato estabelece um coordenador do Alerta AMBER dentro do Departamento de Justiça americano, e dá fundos governamentais para o treinamento e equipamento dos usuários do plano, assim como ajuda na coordenação dos planos AMBER nos níveis locais e estatais. Nos Estados Unidos e em muitos outros países, o Plano de Alerta AMBER está salvando a vida de crianças. A Senadora Dianne Feinstein (Democrata da Califórnia), relata que o Plano AMBER de seu estado ajudou a recuperar 20 vítimas durante seus primeiros seis meses de implementação. No mundo todo, o legado da menina Amber Hagerman está ajudando a recuperar crianças raptadas, retornar jovens fugidos a suas famílias, e a localizar pacientes com a doença de Alzheimer (dementes) que estejam perdidos. Para muitas crianças, o Plano significa a diferença entre a vida e a morte. O AMBER veio muito tarde para a menina Amber, mas felizmente não veio tarde demais para as crianças raptadas hoje e no futuro.

NO BRASIL

Num país onde cerca de 40 mil crianças e adolescentes desaparecem por ano, segundo estimativa do Ministério da Justiça, não há nenhuma rede ou cadastro nacional para agregar informações dos desaparecidos. Só em São Paulo, são registradas a metade das ocorrências, cerca de 20 mil.
Além da inexistência de um cadastro nacional, não há comunicação entre as polícias militares, civis e federal, reclamam representantes de ONGs. Segundo eles, as investigações não são conduzidas com “seriedade”, o que acaba contribuindo para que muitos casos não sejam solucionados.
“Não há comunicação nem entre a polícia do mesmo Estado”, diz Mariza Tardelli, coordenadora do Redesap (Rede de identificação e Localização de Crianças e Adolescentes Desaparecidos), órgão ligado à Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência.
A Redesap tenta unificar os dados nacionais em seu site (www.desaparecidos.mj.gov.br), mas, para isso, depende do cadastro de ocorrências, que é feito pelas polícias estaduais.
Uma consulta mostra que o site está totalmente desatualizado. Até o dia 31 de outubro, havia o registro de apenas 1.177 desaparecidos em 2007. Só no Estado de São Paulo, segundo informações da Secretaria da Segurança Pública, foram registradas 17.557 ocorrências de desaparecimentos de crianças e adolescentes com até 18 anos de janeiro até o dia 22 de outubro deste ano.

MOVIMENTO PELA CRIAÇÃO DO ALERTA AMBER NO BRASIL

É preciso criar um plano no Brasil para que polícias, rodoviárias, pedágios, aeroportos e meios de comunicação recebam imediatamente informações sobre crianças desaparecidas. Divulgar na mídia local e nacional e criar uma polícia mais organizada, especialmente para estes casos. A partir daí, estaremos falando com seriedade sobre investigação e salvamento de crianças.
Nosso objetivo é que seja criada uma lei nacional que obrigue as emissoras de rádio e televisão abertas veicularem, durante a programação, informações passadas pela polícia civil e militar, a respeito de crianças seqüestradas. A finalidade é a rápida disseminação da notícia e a localização da criança que se encontra em perigo iminente, para evitar graves conseqüências.
A polícia deverá transmitir as informações sobre a denúncia de seqüestro, após certificar-se da veracidade, às emissoras locais e nacionais, para que seja divulgado imediatamente. Deverão ser informados detalhes como foto da criança, retrato falado do seqüestrador, provável local do seqüestro e veículo utilizado. Contas de água, luz e telefone também trariam mensalmente informações sobre crianças desaparecidas.
A divulgação do alerta auxiliará a evitar graves e irreversíveis conseqüências ao bem estar físico e mental da criança, em razão da demora na localização.
A colaboração da comunidade na localização dos seqüestradores e da vítima assume caráter de importante instrumento de combate ao crime. Ao inserir na programação alertas periódicos a respeito do seqüestro, tão logo ocorra o crime, as emissoras de rádio e televisão estarão prestando à comunidade um serviço de utilidade pública de maior relevância e que por certo engrandecerá a imagem institucional.

COMO PARTICIPAR DO MOVIMENTO

Divulgue e passe essa idéia adiante.

Envie uma mensagem para os Deputados Federais e Senadores de seu Estado solicitando que seja criada uma lei semelhante ao Alerta Amber no Brasil. Clique aqui e aqui para entrar em contato com nossos representantes.

“Só a participação cidadã é capaz de mudar um país”

Betinho

Iniciativa:Comunidade Diga Não A Pedofilia

Comunidade Onde Estão Nossas Crianças?

Blog Diga Não A Erotização Infantil

(Créditos: Texto com informações da Folha de São Paulo, site Espaço Acadêmico e Projeto de Lei do deputado estadual paranaense Ademar Traiano
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O ex-diretor executivo da UBC (União Brasileira dos Compositores), Frederico Freire, acusado de ter feito mais de 2.000 filmagens clandestinas em banheiros nos últimos três anos, foi condenado nesta sexta-feira a pagar R$ 30 mil para uma das vítimas. Segundo as investigações da polícia, Freire divulgava as imagens na internet.
A decisão partiu da 50ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio e cabe recurso. O Ex-diretor da UBC responde a seis processos, cíveis e criminais. O advogado de Freire não foi encontrado pela Folha Online. Assim que ele se manifestar, se é que o fará, sua versão sobre os fatos será incluída neste texto.
De acordo com o advogado de uma das vítimas da UBC, Marcelo Salomão, os filmes flagraram momentos íntimos de funcionárias e visitantes do 7º e 8º andares do prédio, que fica na rua Visconde de Inhaúma, no centro do Rio.
"Ele enrolava papel higiênico no equipamento como forma de disfarce e depois armazenava as imagens no computador do trabalho", comentou.
A polícia também investiga se Freire fez imagens em um banheiro feminino do Clube Militar, na Urca, onde é sócio. Também há suspeitas dele ter filmado mulheres em banheiros de restaurantes e casas de amigos.
O advogado Marcelo Salomão afirmou que o acusado foi demitido por justa causa em dezembro do ano passado, após ser descoberto. "Ele entrou de licença apresentando um atestado médico de doente compulsivo, mas quando voltou foi mandado embora", disse.
De acordo com o laudo do ICCE (Instituto de Criminalística Carlos Éboli), pelo menos quatro imagens de funcionárias da UBC foram usadas em sites pornográficos dos Estados Unidos. Uma das vítimas disse que encontrou o equipamento de filmagem quando estava sentada no vaso sanitário.
A polícia informou que Freire usava um aparelho celular palmtop de última geração para filmar as mulheres nos banheiros. Segundo as vítimas, ele costumava usar o banheiro feminino com a desculpa de que iria limpar as lentes de contato.

DIANA BRITO
colaboração para a Folha Online, no Rio
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:05  comentar


O ex-diretor executivo da UBC (União Brasileira dos Compositores), Frederico Freire, acusado de ter feito mais de 2.000 filmagens clandestinas em banheiros nos últimos três anos, foi condenado nesta sexta-feira a pagar R$ 30 mil para uma das vítimas. Segundo as investigações da polícia, Freire divulgava as imagens na internet.
A decisão partiu da 50ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio e cabe recurso. O Ex-diretor da UBC responde a seis processos, cíveis e criminais. O advogado de Freire não foi encontrado pela Folha Online. Assim que ele se manifestar, se é que o fará, sua versão sobre os fatos será incluída neste texto.
De acordo com o advogado de uma das vítimas da UBC, Marcelo Salomão, os filmes flagraram momentos íntimos de funcionárias e visitantes do 7º e 8º andares do prédio, que fica na rua Visconde de Inhaúma, no centro do Rio.
"Ele enrolava papel higiênico no equipamento como forma de disfarce e depois armazenava as imagens no computador do trabalho", comentou.
A polícia também investiga se Freire fez imagens em um banheiro feminino do Clube Militar, na Urca, onde é sócio. Também há suspeitas dele ter filmado mulheres em banheiros de restaurantes e casas de amigos.
O advogado Marcelo Salomão afirmou que o acusado foi demitido por justa causa em dezembro do ano passado, após ser descoberto. "Ele entrou de licença apresentando um atestado médico de doente compulsivo, mas quando voltou foi mandado embora", disse.
De acordo com o laudo do ICCE (Instituto de Criminalística Carlos Éboli), pelo menos quatro imagens de funcionárias da UBC foram usadas em sites pornográficos dos Estados Unidos. Uma das vítimas disse que encontrou o equipamento de filmagem quando estava sentada no vaso sanitário.
A polícia informou que Freire usava um aparelho celular palmtop de última geração para filmar as mulheres nos banheiros. Segundo as vítimas, ele costumava usar o banheiro feminino com a desculpa de que iria limpar as lentes de contato.

DIANA BRITO
colaboração para a Folha Online, no Rio
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O ex-diretor executivo da UBC (União Brasileira dos Compositores), Frederico Freire, acusado de ter feito mais de 2.000 filmagens clandestinas em banheiros nos últimos três anos, foi condenado nesta sexta-feira a pagar R$ 30 mil para uma das vítimas. Segundo as investigações da polícia, Freire divulgava as imagens na internet.
A decisão partiu da 50ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio e cabe recurso. O Ex-diretor da UBC responde a seis processos, cíveis e criminais. O advogado de Freire não foi encontrado pela Folha Online. Assim que ele se manifestar, se é que o fará, sua versão sobre os fatos será incluída neste texto.
De acordo com o advogado de uma das vítimas da UBC, Marcelo Salomão, os filmes flagraram momentos íntimos de funcionárias e visitantes do 7º e 8º andares do prédio, que fica na rua Visconde de Inhaúma, no centro do Rio.
"Ele enrolava papel higiênico no equipamento como forma de disfarce e depois armazenava as imagens no computador do trabalho", comentou.
A polícia também investiga se Freire fez imagens em um banheiro feminino do Clube Militar, na Urca, onde é sócio. Também há suspeitas dele ter filmado mulheres em banheiros de restaurantes e casas de amigos.
O advogado Marcelo Salomão afirmou que o acusado foi demitido por justa causa em dezembro do ano passado, após ser descoberto. "Ele entrou de licença apresentando um atestado médico de doente compulsivo, mas quando voltou foi mandado embora", disse.
De acordo com o laudo do ICCE (Instituto de Criminalística Carlos Éboli), pelo menos quatro imagens de funcionárias da UBC foram usadas em sites pornográficos dos Estados Unidos. Uma das vítimas disse que encontrou o equipamento de filmagem quando estava sentada no vaso sanitário.
A polícia informou que Freire usava um aparelho celular palmtop de última geração para filmar as mulheres nos banheiros. Segundo as vítimas, ele costumava usar o banheiro feminino com a desculpa de que iria limpar as lentes de contato.

DIANA BRITO
colaboração para a Folha Online, no Rio
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O ex-diretor executivo da UBC (União Brasileira dos Compositores), Frederico Freire, acusado de ter feito mais de 2.000 filmagens clandestinas em banheiros nos últimos três anos, foi condenado nesta sexta-feira a pagar R$ 30 mil para uma das vítimas. Segundo as investigações da polícia, Freire divulgava as imagens na internet.
A decisão partiu da 50ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio e cabe recurso. O Ex-diretor da UBC responde a seis processos, cíveis e criminais. O advogado de Freire não foi encontrado pela Folha Online. Assim que ele se manifestar, se é que o fará, sua versão sobre os fatos será incluída neste texto.
De acordo com o advogado de uma das vítimas da UBC, Marcelo Salomão, os filmes flagraram momentos íntimos de funcionárias e visitantes do 7º e 8º andares do prédio, que fica na rua Visconde de Inhaúma, no centro do Rio.
"Ele enrolava papel higiênico no equipamento como forma de disfarce e depois armazenava as imagens no computador do trabalho", comentou.
A polícia também investiga se Freire fez imagens em um banheiro feminino do Clube Militar, na Urca, onde é sócio. Também há suspeitas dele ter filmado mulheres em banheiros de restaurantes e casas de amigos.
O advogado Marcelo Salomão afirmou que o acusado foi demitido por justa causa em dezembro do ano passado, após ser descoberto. "Ele entrou de licença apresentando um atestado médico de doente compulsivo, mas quando voltou foi mandado embora", disse.
De acordo com o laudo do ICCE (Instituto de Criminalística Carlos Éboli), pelo menos quatro imagens de funcionárias da UBC foram usadas em sites pornográficos dos Estados Unidos. Uma das vítimas disse que encontrou o equipamento de filmagem quando estava sentada no vaso sanitário.
A polícia informou que Freire usava um aparelho celular palmtop de última geração para filmar as mulheres nos banheiros. Segundo as vítimas, ele costumava usar o banheiro feminino com a desculpa de que iria limpar as lentes de contato.

DIANA BRITO
colaboração para a Folha Online, no Rio
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RIO - Uma multidão se reuniu na orla do Rio na noite deste sábado, para assistir à passagem do disco voador do artista contemporâneo americano Peter Coffin, especializado em intervenções urbanas. A obra 'Sem título (U.F.O.)' sobrevoou as praias da Barra, Leblon, Ipanema, Copacabana, Leme, Botafogo e Flamengo, e a Lagoa Rodrigo de Freitas
Convidados a sacar máquinas fotográficas, câmeras de vídeo ou celulares para registrar a exibição e enviar o material para publicação no Eu-Repórter, alguns leitores mandaram suas fotos na própria noite de sábado.
Os melhores registros serão selecionados por um júri especial, do qual Coffin fará parte, para serem exibidos em julho, numa exposição multimídia no espaço cultural Oi Futuro, que será organizada com o apoio do Jornal O GLOBO. Em seguida, as imagens integrarão um catálogo que será distribuído ainda este ano no Brasil, Estados Unidos, França e Polônia. A proposta de Peter Coffin é tornar os cariocas coautores do seu trabalho, estendendo o processo de produção da obra de arte.
- O olhar do outro está presente na fotografia. Gosto de ver a minha obra pelos olhos do público também - explica Peter Coffin, que chegou sábado ao Rio para coordenar os trabalhos de montagem da escultura voadora.
O disco tem estrutura de alumínio e sete metros de diâmetro. Nele foram instalados 15 mil 'leds' que, durante o voo, projetarão desenhos e símbolos criados por Coffin. A obra pesa cerca de 800 quilos e foi transportada, a uma velocidade máxima de 190 km/h, por um helicóptero, ao qual foi presa por um cabo de aço com 50 metros de comprimento.
'Sem título (U.F.O.)' começou a ser montado na última segunda, no aeroporto de Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. Coffin, que é representado pela Galeria Andrew Kreps, em Nova York, pela Emmanuel Perrotin, em Miami, e pela Herald Street, em Londres, mostrou sua obra mais detalhadamente em dois pontos da cidade: a Praia de Copacabana e a Lagoa Rodrigo de Freitas, que serão sobrevoadas durante 20 e 15 minutos, respectivamente.
O projeto foi apresentado pela primeira vez em julho de 2008 na cidade de Gdansk, na Polônia. O artista foi convidado pela Open Art Projects a criar um trabalho para ser exibido num festival de artes na cidade, e causou espanto a cerca de 200 mil pessoas que assistiram ao sobrevoo. Para a apresentação em céu carioca, o OVNI ganhou mais iluminação.
Para participar: Envie seu arquivo fotográfico ou em vídeo pelo formulário do Eu-Repórter , ou diretamente pelo site do evento: http://www.discovoador.art.br/



O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:27  comentar

RIO - Uma multidão se reuniu na orla do Rio na noite deste sábado, para assistir à passagem do disco voador do artista contemporâneo americano Peter Coffin, especializado em intervenções urbanas. A obra 'Sem título (U.F.O.)' sobrevoou as praias da Barra, Leblon, Ipanema, Copacabana, Leme, Botafogo e Flamengo, e a Lagoa Rodrigo de Freitas
Convidados a sacar máquinas fotográficas, câmeras de vídeo ou celulares para registrar a exibição e enviar o material para publicação no Eu-Repórter, alguns leitores mandaram suas fotos na própria noite de sábado.
Os melhores registros serão selecionados por um júri especial, do qual Coffin fará parte, para serem exibidos em julho, numa exposição multimídia no espaço cultural Oi Futuro, que será organizada com o apoio do Jornal O GLOBO. Em seguida, as imagens integrarão um catálogo que será distribuído ainda este ano no Brasil, Estados Unidos, França e Polônia. A proposta de Peter Coffin é tornar os cariocas coautores do seu trabalho, estendendo o processo de produção da obra de arte.
- O olhar do outro está presente na fotografia. Gosto de ver a minha obra pelos olhos do público também - explica Peter Coffin, que chegou sábado ao Rio para coordenar os trabalhos de montagem da escultura voadora.
O disco tem estrutura de alumínio e sete metros de diâmetro. Nele foram instalados 15 mil 'leds' que, durante o voo, projetarão desenhos e símbolos criados por Coffin. A obra pesa cerca de 800 quilos e foi transportada, a uma velocidade máxima de 190 km/h, por um helicóptero, ao qual foi presa por um cabo de aço com 50 metros de comprimento.
'Sem título (U.F.O.)' começou a ser montado na última segunda, no aeroporto de Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. Coffin, que é representado pela Galeria Andrew Kreps, em Nova York, pela Emmanuel Perrotin, em Miami, e pela Herald Street, em Londres, mostrou sua obra mais detalhadamente em dois pontos da cidade: a Praia de Copacabana e a Lagoa Rodrigo de Freitas, que serão sobrevoadas durante 20 e 15 minutos, respectivamente.
O projeto foi apresentado pela primeira vez em julho de 2008 na cidade de Gdansk, na Polônia. O artista foi convidado pela Open Art Projects a criar um trabalho para ser exibido num festival de artes na cidade, e causou espanto a cerca de 200 mil pessoas que assistiram ao sobrevoo. Para a apresentação em céu carioca, o OVNI ganhou mais iluminação.
Para participar: Envie seu arquivo fotográfico ou em vídeo pelo formulário do Eu-Repórter , ou diretamente pelo site do evento: http://www.discovoador.art.br/



O Globo On Line
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RIO - Uma multidão se reuniu na orla do Rio na noite deste sábado, para assistir à passagem do disco voador do artista contemporâneo americano Peter Coffin, especializado em intervenções urbanas. A obra 'Sem título (U.F.O.)' sobrevoou as praias da Barra, Leblon, Ipanema, Copacabana, Leme, Botafogo e Flamengo, e a Lagoa Rodrigo de Freitas
Convidados a sacar máquinas fotográficas, câmeras de vídeo ou celulares para registrar a exibição e enviar o material para publicação no Eu-Repórter, alguns leitores mandaram suas fotos na própria noite de sábado.
Os melhores registros serão selecionados por um júri especial, do qual Coffin fará parte, para serem exibidos em julho, numa exposição multimídia no espaço cultural Oi Futuro, que será organizada com o apoio do Jornal O GLOBO. Em seguida, as imagens integrarão um catálogo que será distribuído ainda este ano no Brasil, Estados Unidos, França e Polônia. A proposta de Peter Coffin é tornar os cariocas coautores do seu trabalho, estendendo o processo de produção da obra de arte.
- O olhar do outro está presente na fotografia. Gosto de ver a minha obra pelos olhos do público também - explica Peter Coffin, que chegou sábado ao Rio para coordenar os trabalhos de montagem da escultura voadora.
O disco tem estrutura de alumínio e sete metros de diâmetro. Nele foram instalados 15 mil 'leds' que, durante o voo, projetarão desenhos e símbolos criados por Coffin. A obra pesa cerca de 800 quilos e foi transportada, a uma velocidade máxima de 190 km/h, por um helicóptero, ao qual foi presa por um cabo de aço com 50 metros de comprimento.
'Sem título (U.F.O.)' começou a ser montado na última segunda, no aeroporto de Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. Coffin, que é representado pela Galeria Andrew Kreps, em Nova York, pela Emmanuel Perrotin, em Miami, e pela Herald Street, em Londres, mostrou sua obra mais detalhadamente em dois pontos da cidade: a Praia de Copacabana e a Lagoa Rodrigo de Freitas, que serão sobrevoadas durante 20 e 15 minutos, respectivamente.
O projeto foi apresentado pela primeira vez em julho de 2008 na cidade de Gdansk, na Polônia. O artista foi convidado pela Open Art Projects a criar um trabalho para ser exibido num festival de artes na cidade, e causou espanto a cerca de 200 mil pessoas que assistiram ao sobrevoo. Para a apresentação em céu carioca, o OVNI ganhou mais iluminação.
Para participar: Envie seu arquivo fotográfico ou em vídeo pelo formulário do Eu-Repórter , ou diretamente pelo site do evento: http://www.discovoador.art.br/



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RIO - Uma multidão se reuniu na orla do Rio na noite deste sábado, para assistir à passagem do disco voador do artista contemporâneo americano Peter Coffin, especializado em intervenções urbanas. A obra 'Sem título (U.F.O.)' sobrevoou as praias da Barra, Leblon, Ipanema, Copacabana, Leme, Botafogo e Flamengo, e a Lagoa Rodrigo de Freitas
Convidados a sacar máquinas fotográficas, câmeras de vídeo ou celulares para registrar a exibição e enviar o material para publicação no Eu-Repórter, alguns leitores mandaram suas fotos na própria noite de sábado.
Os melhores registros serão selecionados por um júri especial, do qual Coffin fará parte, para serem exibidos em julho, numa exposição multimídia no espaço cultural Oi Futuro, que será organizada com o apoio do Jornal O GLOBO. Em seguida, as imagens integrarão um catálogo que será distribuído ainda este ano no Brasil, Estados Unidos, França e Polônia. A proposta de Peter Coffin é tornar os cariocas coautores do seu trabalho, estendendo o processo de produção da obra de arte.
- O olhar do outro está presente na fotografia. Gosto de ver a minha obra pelos olhos do público também - explica Peter Coffin, que chegou sábado ao Rio para coordenar os trabalhos de montagem da escultura voadora.
O disco tem estrutura de alumínio e sete metros de diâmetro. Nele foram instalados 15 mil 'leds' que, durante o voo, projetarão desenhos e símbolos criados por Coffin. A obra pesa cerca de 800 quilos e foi transportada, a uma velocidade máxima de 190 km/h, por um helicóptero, ao qual foi presa por um cabo de aço com 50 metros de comprimento.
'Sem título (U.F.O.)' começou a ser montado na última segunda, no aeroporto de Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. Coffin, que é representado pela Galeria Andrew Kreps, em Nova York, pela Emmanuel Perrotin, em Miami, e pela Herald Street, em Londres, mostrou sua obra mais detalhadamente em dois pontos da cidade: a Praia de Copacabana e a Lagoa Rodrigo de Freitas, que serão sobrevoadas durante 20 e 15 minutos, respectivamente.
O projeto foi apresentado pela primeira vez em julho de 2008 na cidade de Gdansk, na Polônia. O artista foi convidado pela Open Art Projects a criar um trabalho para ser exibido num festival de artes na cidade, e causou espanto a cerca de 200 mil pessoas que assistiram ao sobrevoo. Para a apresentação em céu carioca, o OVNI ganhou mais iluminação.
Para participar: Envie seu arquivo fotográfico ou em vídeo pelo formulário do Eu-Repórter , ou diretamente pelo site do evento: http://www.discovoador.art.br/



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colaboradores: carmen e maria celia

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