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22.5.09
A adoção é a forma de paternidade ou maternidade, na qual uma pessoa ou casal torna filho uma criança ou adolescente nascido de outra pessoa, de maneira legal e definitiva.
Este procedimento deve ser feito de acordo com a legislação vigente, através da Vara da Infância e da Juventude, órgão capacitado para, através de seus profissionais, refletir com a mãe e/ou pai adotantes sobre as implicações desse ato. Outro fator relevante é que somente o Juizado possui um cadastro de pessoas habilitadas para a adoção.
Registrar uma criança nascida de outra pessoa como filha é ilegal e é crime, com pena de reclusão prevista no Código Penal. O registro em cartório pode ser cancelado a qualquer momento, dando aos pais biológicos o direito de recorrer à Justiça para rever o(a) filho(a).
Já com o processo de adoção os pais adotivos não correm o risco de perder a criança.A adoção feita através de ato judicial é irrevogável, ou seja, não tem volta, a não ser nas formas previstas em lei. A adoção legal garante ao filho por adoção os mesmos direitos do filho biológico, inclusive de nome e herança.
Por ano, uma média de 6 mil crianças são adotadas no Brasil. Algumas delas são adotadas por estrangeiros e vão morar em outros países. Bebês, crianças e adolescentes até 18 anos podem ser adotados. Para adotar uma criança basta ter mais de 21 anos, ser 16 anos mais velho do que a criança que será adotada e passar pelo acompanhamento e avaliação da Vara da Infância e da Juventude.
Entre os grandes desafios enfrentados estão os preconceitos, mitos e crendices alimentados pela sociedade brasileira e a dificuldade em relação à adoção tardia, que abrange as crianças com mais de cinco anos de idade. A adoção tardia possibilita o resgate da identidade de crianças e adolescentes que moram em abrigos por anos a fio, e restituir o direito à convivência familiar e comunitária.

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estabelece em seu artigo 4º: "É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária."


site H2Foz
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A adoção é a forma de paternidade ou maternidade, na qual uma pessoa ou casal torna filho uma criança ou adolescente nascido de outra pessoa, de maneira legal e definitiva.
Este procedimento deve ser feito de acordo com a legislação vigente, através da Vara da Infância e da Juventude, órgão capacitado para, através de seus profissionais, refletir com a mãe e/ou pai adotantes sobre as implicações desse ato. Outro fator relevante é que somente o Juizado possui um cadastro de pessoas habilitadas para a adoção.
Registrar uma criança nascida de outra pessoa como filha é ilegal e é crime, com pena de reclusão prevista no Código Penal. O registro em cartório pode ser cancelado a qualquer momento, dando aos pais biológicos o direito de recorrer à Justiça para rever o(a) filho(a).
Já com o processo de adoção os pais adotivos não correm o risco de perder a criança.A adoção feita através de ato judicial é irrevogável, ou seja, não tem volta, a não ser nas formas previstas em lei. A adoção legal garante ao filho por adoção os mesmos direitos do filho biológico, inclusive de nome e herança.
Por ano, uma média de 6 mil crianças são adotadas no Brasil. Algumas delas são adotadas por estrangeiros e vão morar em outros países. Bebês, crianças e adolescentes até 18 anos podem ser adotados. Para adotar uma criança basta ter mais de 21 anos, ser 16 anos mais velho do que a criança que será adotada e passar pelo acompanhamento e avaliação da Vara da Infância e da Juventude.
Entre os grandes desafios enfrentados estão os preconceitos, mitos e crendices alimentados pela sociedade brasileira e a dificuldade em relação à adoção tardia, que abrange as crianças com mais de cinco anos de idade. A adoção tardia possibilita o resgate da identidade de crianças e adolescentes que moram em abrigos por anos a fio, e restituir o direito à convivência familiar e comunitária.

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estabelece em seu artigo 4º: "É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária."


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Este procedimento deve ser feito de acordo com a legislação vigente, através da Vara da Infância e da Juventude, órgão capacitado para, através de seus profissionais, refletir com a mãe e/ou pai adotantes sobre as implicações desse ato. Outro fator relevante é que somente o Juizado possui um cadastro de pessoas habilitadas para a adoção.
Registrar uma criança nascida de outra pessoa como filha é ilegal e é crime, com pena de reclusão prevista no Código Penal. O registro em cartório pode ser cancelado a qualquer momento, dando aos pais biológicos o direito de recorrer à Justiça para rever o(a) filho(a).
Já com o processo de adoção os pais adotivos não correm o risco de perder a criança.A adoção feita através de ato judicial é irrevogável, ou seja, não tem volta, a não ser nas formas previstas em lei. A adoção legal garante ao filho por adoção os mesmos direitos do filho biológico, inclusive de nome e herança.
Por ano, uma média de 6 mil crianças são adotadas no Brasil. Algumas delas são adotadas por estrangeiros e vão morar em outros países. Bebês, crianças e adolescentes até 18 anos podem ser adotados. Para adotar uma criança basta ter mais de 21 anos, ser 16 anos mais velho do que a criança que será adotada e passar pelo acompanhamento e avaliação da Vara da Infância e da Juventude.
Entre os grandes desafios enfrentados estão os preconceitos, mitos e crendices alimentados pela sociedade brasileira e a dificuldade em relação à adoção tardia, que abrange as crianças com mais de cinco anos de idade. A adoção tardia possibilita o resgate da identidade de crianças e adolescentes que moram em abrigos por anos a fio, e restituir o direito à convivência familiar e comunitária.

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estabelece em seu artigo 4º: "É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária."


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Registrar uma criança nascida de outra pessoa como filha é ilegal e é crime, com pena de reclusão prevista no Código Penal. O registro em cartório pode ser cancelado a qualquer momento, dando aos pais biológicos o direito de recorrer à Justiça para rever o(a) filho(a).
Já com o processo de adoção os pais adotivos não correm o risco de perder a criança.A adoção feita através de ato judicial é irrevogável, ou seja, não tem volta, a não ser nas formas previstas em lei. A adoção legal garante ao filho por adoção os mesmos direitos do filho biológico, inclusive de nome e herança.
Por ano, uma média de 6 mil crianças são adotadas no Brasil. Algumas delas são adotadas por estrangeiros e vão morar em outros países. Bebês, crianças e adolescentes até 18 anos podem ser adotados. Para adotar uma criança basta ter mais de 21 anos, ser 16 anos mais velho do que a criança que será adotada e passar pelo acompanhamento e avaliação da Vara da Infância e da Juventude.
Entre os grandes desafios enfrentados estão os preconceitos, mitos e crendices alimentados pela sociedade brasileira e a dificuldade em relação à adoção tardia, que abrange as crianças com mais de cinco anos de idade. A adoção tardia possibilita o resgate da identidade de crianças e adolescentes que moram em abrigos por anos a fio, e restituir o direito à convivência familiar e comunitária.

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estabelece em seu artigo 4º: "É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária."


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O grupo de estudos e apoio à adoção Anjos da Vida, de Balneário Camboriú, realiza neste sábado (23), um pedágio informativo. A proposta do grupo é chamar a atenção da população para o Dia da Adoção, a ser comemorado no próximo dia 25 de maio. O grupo estará reunido no calçadão da Avenida Central, das 10h às 12h.
O grupo Anjos da Vida foi instituído há mais de um ano e realiza importante trabalho na área de apoio à adoção, promovendo a discussão da temática com a sociedade civil, visando esclarecimentos, conscientização, campanhas e sensibilizações concernentes a adoção, tendente a criar uma cultura que assegure a dignidade da pessoa humana, à família doadora, ao adotado e ao adotante. O grupo recebe semanalmente várias pessoas interessadas na área da adoção, atualmente existem 100 cadastrados. A entidade é não governamental e não possui fins lucrativos, e conta ainda com o apoio da Vara da Família, Infância e Juventude de Balneário Camboriú.
A presidente do grupo, Cristina Machado Bitencourt, explica que muitas pessoas participam das reuniões apenas para ajudar ao próximo. “Não interessa se a pessoa é casada, solteira ou a opção sexual. O nosso propósito é encontrar uma criança para quem quer adotar”, diz. Cristina revela ainda que a falta de crianças para serem adotadas é um grande problema em Balneário Camboriú. “Muitas pessoas acreditam que as crianças que estão nos abrigos estão disponíveis para a adoção. Esta não é a realidade, pois muitas apenas estão de passagem, aguardando alguma decisão judicial ou até mesmo possuem pais que estão cumprindo pena ou são dependentes químicos”, disse.
A presidente do Anjos da Vida foi adotada na infância e hoje revela que pretende, de alguma forma, retribuir às outras pessoas a felicidade que ela teve ao encontrar uma família que a acolheu com amor. Cristina explica que a intenção do pedágio é “desmistificar a questão da adoção e apoiar as pessoas que desejam adotar”. No pedágio será entregue material explicativo à população e não será aceito nenhum tipo de pagamento.
Atualmente o grupo está se reestruturando e aguarda resposta das entidades municipais. “Demos entrada junto ao Departamento Parlamentar para conseguir a declaração de utilidade pública. Além disso, estamos requerendo o direito da palavra e voto junto ao Conselho de Direito da Criança e Adolescente”, revela Cristina.
As reuniões do grupo estão abertas ao público e acontecem todas as segundas e quartas terças-feiras do mês, na sede do Instituto Sentir, Rua 916 nº 461

Para maiores informações acesse: http://www.grupoanjosdavida.blogspot.com/


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O grupo de estudos e apoio à adoção Anjos da Vida, de Balneário Camboriú, realiza neste sábado (23), um pedágio informativo. A proposta do grupo é chamar a atenção da população para o Dia da Adoção, a ser comemorado no próximo dia 25 de maio. O grupo estará reunido no calçadão da Avenida Central, das 10h às 12h.
O grupo Anjos da Vida foi instituído há mais de um ano e realiza importante trabalho na área de apoio à adoção, promovendo a discussão da temática com a sociedade civil, visando esclarecimentos, conscientização, campanhas e sensibilizações concernentes a adoção, tendente a criar uma cultura que assegure a dignidade da pessoa humana, à família doadora, ao adotado e ao adotante. O grupo recebe semanalmente várias pessoas interessadas na área da adoção, atualmente existem 100 cadastrados. A entidade é não governamental e não possui fins lucrativos, e conta ainda com o apoio da Vara da Família, Infância e Juventude de Balneário Camboriú.
A presidente do grupo, Cristina Machado Bitencourt, explica que muitas pessoas participam das reuniões apenas para ajudar ao próximo. “Não interessa se a pessoa é casada, solteira ou a opção sexual. O nosso propósito é encontrar uma criança para quem quer adotar”, diz. Cristina revela ainda que a falta de crianças para serem adotadas é um grande problema em Balneário Camboriú. “Muitas pessoas acreditam que as crianças que estão nos abrigos estão disponíveis para a adoção. Esta não é a realidade, pois muitas apenas estão de passagem, aguardando alguma decisão judicial ou até mesmo possuem pais que estão cumprindo pena ou são dependentes químicos”, disse.
A presidente do Anjos da Vida foi adotada na infância e hoje revela que pretende, de alguma forma, retribuir às outras pessoas a felicidade que ela teve ao encontrar uma família que a acolheu com amor. Cristina explica que a intenção do pedágio é “desmistificar a questão da adoção e apoiar as pessoas que desejam adotar”. No pedágio será entregue material explicativo à população e não será aceito nenhum tipo de pagamento.
Atualmente o grupo está se reestruturando e aguarda resposta das entidades municipais. “Demos entrada junto ao Departamento Parlamentar para conseguir a declaração de utilidade pública. Além disso, estamos requerendo o direito da palavra e voto junto ao Conselho de Direito da Criança e Adolescente”, revela Cristina.
As reuniões do grupo estão abertas ao público e acontecem todas as segundas e quartas terças-feiras do mês, na sede do Instituto Sentir, Rua 916 nº 461

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O grupo de estudos e apoio à adoção Anjos da Vida, de Balneário Camboriú, realiza neste sábado (23), um pedágio informativo. A proposta do grupo é chamar a atenção da população para o Dia da Adoção, a ser comemorado no próximo dia 25 de maio. O grupo estará reunido no calçadão da Avenida Central, das 10h às 12h.
O grupo Anjos da Vida foi instituído há mais de um ano e realiza importante trabalho na área de apoio à adoção, promovendo a discussão da temática com a sociedade civil, visando esclarecimentos, conscientização, campanhas e sensibilizações concernentes a adoção, tendente a criar uma cultura que assegure a dignidade da pessoa humana, à família doadora, ao adotado e ao adotante. O grupo recebe semanalmente várias pessoas interessadas na área da adoção, atualmente existem 100 cadastrados. A entidade é não governamental e não possui fins lucrativos, e conta ainda com o apoio da Vara da Família, Infância e Juventude de Balneário Camboriú.
A presidente do grupo, Cristina Machado Bitencourt, explica que muitas pessoas participam das reuniões apenas para ajudar ao próximo. “Não interessa se a pessoa é casada, solteira ou a opção sexual. O nosso propósito é encontrar uma criança para quem quer adotar”, diz. Cristina revela ainda que a falta de crianças para serem adotadas é um grande problema em Balneário Camboriú. “Muitas pessoas acreditam que as crianças que estão nos abrigos estão disponíveis para a adoção. Esta não é a realidade, pois muitas apenas estão de passagem, aguardando alguma decisão judicial ou até mesmo possuem pais que estão cumprindo pena ou são dependentes químicos”, disse.
A presidente do Anjos da Vida foi adotada na infância e hoje revela que pretende, de alguma forma, retribuir às outras pessoas a felicidade que ela teve ao encontrar uma família que a acolheu com amor. Cristina explica que a intenção do pedágio é “desmistificar a questão da adoção e apoiar as pessoas que desejam adotar”. No pedágio será entregue material explicativo à população e não será aceito nenhum tipo de pagamento.
Atualmente o grupo está se reestruturando e aguarda resposta das entidades municipais. “Demos entrada junto ao Departamento Parlamentar para conseguir a declaração de utilidade pública. Além disso, estamos requerendo o direito da palavra e voto junto ao Conselho de Direito da Criança e Adolescente”, revela Cristina.
As reuniões do grupo estão abertas ao público e acontecem todas as segundas e quartas terças-feiras do mês, na sede do Instituto Sentir, Rua 916 nº 461

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O grupo Anjos da Vida foi instituído há mais de um ano e realiza importante trabalho na área de apoio à adoção, promovendo a discussão da temática com a sociedade civil, visando esclarecimentos, conscientização, campanhas e sensibilizações concernentes a adoção, tendente a criar uma cultura que assegure a dignidade da pessoa humana, à família doadora, ao adotado e ao adotante. O grupo recebe semanalmente várias pessoas interessadas na área da adoção, atualmente existem 100 cadastrados. A entidade é não governamental e não possui fins lucrativos, e conta ainda com o apoio da Vara da Família, Infância e Juventude de Balneário Camboriú.
A presidente do grupo, Cristina Machado Bitencourt, explica que muitas pessoas participam das reuniões apenas para ajudar ao próximo. “Não interessa se a pessoa é casada, solteira ou a opção sexual. O nosso propósito é encontrar uma criança para quem quer adotar”, diz. Cristina revela ainda que a falta de crianças para serem adotadas é um grande problema em Balneário Camboriú. “Muitas pessoas acreditam que as crianças que estão nos abrigos estão disponíveis para a adoção. Esta não é a realidade, pois muitas apenas estão de passagem, aguardando alguma decisão judicial ou até mesmo possuem pais que estão cumprindo pena ou são dependentes químicos”, disse.
A presidente do Anjos da Vida foi adotada na infância e hoje revela que pretende, de alguma forma, retribuir às outras pessoas a felicidade que ela teve ao encontrar uma família que a acolheu com amor. Cristina explica que a intenção do pedágio é “desmistificar a questão da adoção e apoiar as pessoas que desejam adotar”. No pedágio será entregue material explicativo à população e não será aceito nenhum tipo de pagamento.
Atualmente o grupo está se reestruturando e aguarda resposta das entidades municipais. “Demos entrada junto ao Departamento Parlamentar para conseguir a declaração de utilidade pública. Além disso, estamos requerendo o direito da palavra e voto junto ao Conselho de Direito da Criança e Adolescente”, revela Cristina.
As reuniões do grupo estão abertas ao público e acontecem todas as segundas e quartas terças-feiras do mês, na sede do Instituto Sentir, Rua 916 nº 461

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Segundo a coluna de Monica Bergamo, na Folha de São Paulo, a Justiça deve decidir nos próximos dias o destino do garoto de oito anos cuja guarda é disputada pelo pai americano, David Goldman, e pelo padrasto brasileiro, João Paulo Lins e Silva. A família brasileira colecionou, nas últimas semanas, uma série de derrotas. O juiz da 16ª Vara Federal do RJ não acolheu pedido de impugnação contra o laudo da perícia que, entre outras coisas, afirmou que o garoto se adaptaria facilmente nos EUA, não considerou necessário ouvir o menino uma vez mais e negou pedido de investigação sobre a situação financeira do americano.

PASSAPORTE
Um dos temores dos que cercam a família brasileira é o de que a Justiça, caso julgue em favor do pai americano, diga que a decisão tem aplicação imediata e permita que o garoto saia no mesmo dia do Brasil.

HORA DIFÍCIL
A tensão é tamanha que, anteontem, José Antonio Toffoli, advogado-geral da União, que defende que o garoto seja devolvido ao pai americano por conta de tratados internacionais assinados pelo Brasil, encerrou subitamente audiência com o advogado Sergio Tostes, da família Lins e Silva. O profissional acusou a AGU de agir ilegalmente ao defender que um brasileiro (no caso, o garoto) deixe o país; Toffoli respondeu que "o senhor cuida do seu cliente que eu cuido do meu. A audiência está encerrada".

Disputa
David Goldman tenta recuperar a guarda o filho desde 2004, quando a mãe do menino viajou para o Rio de Janeiro para visitar os pais e não voltou aos Estados Unidos.
Em agosto de 2008, ela morreu durante o nascimento da primeira filha com o novo marido, o advogado João Paulo Lins e Silva. O padrasto é quem detém a guarda do garoto.
Em abril, o ministro Paulo Vannuchi (Direitos Humanos), defendeu a permanência do menino no país, com a "livre visita" do pai biológico.
A história foi tema especial nos programas "Larry King Live" e "NBC Today Show", onde a secretária de Estado, Hillary Clinton, defendeu que a guarda do garoto seja do pai.


Folha Online
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Segundo a coluna de Monica Bergamo, na Folha de São Paulo, a Justiça deve decidir nos próximos dias o destino do garoto de oito anos cuja guarda é disputada pelo pai americano, David Goldman, e pelo padrasto brasileiro, João Paulo Lins e Silva. A família brasileira colecionou, nas últimas semanas, uma série de derrotas. O juiz da 16ª Vara Federal do RJ não acolheu pedido de impugnação contra o laudo da perícia que, entre outras coisas, afirmou que o garoto se adaptaria facilmente nos EUA, não considerou necessário ouvir o menino uma vez mais e negou pedido de investigação sobre a situação financeira do americano.

PASSAPORTE
Um dos temores dos que cercam a família brasileira é o de que a Justiça, caso julgue em favor do pai americano, diga que a decisão tem aplicação imediata e permita que o garoto saia no mesmo dia do Brasil.

HORA DIFÍCIL
A tensão é tamanha que, anteontem, José Antonio Toffoli, advogado-geral da União, que defende que o garoto seja devolvido ao pai americano por conta de tratados internacionais assinados pelo Brasil, encerrou subitamente audiência com o advogado Sergio Tostes, da família Lins e Silva. O profissional acusou a AGU de agir ilegalmente ao defender que um brasileiro (no caso, o garoto) deixe o país; Toffoli respondeu que "o senhor cuida do seu cliente que eu cuido do meu. A audiência está encerrada".

Disputa
David Goldman tenta recuperar a guarda o filho desde 2004, quando a mãe do menino viajou para o Rio de Janeiro para visitar os pais e não voltou aos Estados Unidos.
Em agosto de 2008, ela morreu durante o nascimento da primeira filha com o novo marido, o advogado João Paulo Lins e Silva. O padrasto é quem detém a guarda do garoto.
Em abril, o ministro Paulo Vannuchi (Direitos Humanos), defendeu a permanência do menino no país, com a "livre visita" do pai biológico.
A história foi tema especial nos programas "Larry King Live" e "NBC Today Show", onde a secretária de Estado, Hillary Clinton, defendeu que a guarda do garoto seja do pai.


Folha Online
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Segundo a coluna de Monica Bergamo, na Folha de São Paulo, a Justiça deve decidir nos próximos dias o destino do garoto de oito anos cuja guarda é disputada pelo pai americano, David Goldman, e pelo padrasto brasileiro, João Paulo Lins e Silva. A família brasileira colecionou, nas últimas semanas, uma série de derrotas. O juiz da 16ª Vara Federal do RJ não acolheu pedido de impugnação contra o laudo da perícia que, entre outras coisas, afirmou que o garoto se adaptaria facilmente nos EUA, não considerou necessário ouvir o menino uma vez mais e negou pedido de investigação sobre a situação financeira do americano.

PASSAPORTE
Um dos temores dos que cercam a família brasileira é o de que a Justiça, caso julgue em favor do pai americano, diga que a decisão tem aplicação imediata e permita que o garoto saia no mesmo dia do Brasil.

HORA DIFÍCIL
A tensão é tamanha que, anteontem, José Antonio Toffoli, advogado-geral da União, que defende que o garoto seja devolvido ao pai americano por conta de tratados internacionais assinados pelo Brasil, encerrou subitamente audiência com o advogado Sergio Tostes, da família Lins e Silva. O profissional acusou a AGU de agir ilegalmente ao defender que um brasileiro (no caso, o garoto) deixe o país; Toffoli respondeu que "o senhor cuida do seu cliente que eu cuido do meu. A audiência está encerrada".

Disputa
David Goldman tenta recuperar a guarda o filho desde 2004, quando a mãe do menino viajou para o Rio de Janeiro para visitar os pais e não voltou aos Estados Unidos.
Em agosto de 2008, ela morreu durante o nascimento da primeira filha com o novo marido, o advogado João Paulo Lins e Silva. O padrasto é quem detém a guarda do garoto.
Em abril, o ministro Paulo Vannuchi (Direitos Humanos), defendeu a permanência do menino no país, com a "livre visita" do pai biológico.
A história foi tema especial nos programas "Larry King Live" e "NBC Today Show", onde a secretária de Estado, Hillary Clinton, defendeu que a guarda do garoto seja do pai.


Folha Online
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Segundo a coluna de Monica Bergamo, na Folha de São Paulo, a Justiça deve decidir nos próximos dias o destino do garoto de oito anos cuja guarda é disputada pelo pai americano, David Goldman, e pelo padrasto brasileiro, João Paulo Lins e Silva. A família brasileira colecionou, nas últimas semanas, uma série de derrotas. O juiz da 16ª Vara Federal do RJ não acolheu pedido de impugnação contra o laudo da perícia que, entre outras coisas, afirmou que o garoto se adaptaria facilmente nos EUA, não considerou necessário ouvir o menino uma vez mais e negou pedido de investigação sobre a situação financeira do americano.

PASSAPORTE
Um dos temores dos que cercam a família brasileira é o de que a Justiça, caso julgue em favor do pai americano, diga que a decisão tem aplicação imediata e permita que o garoto saia no mesmo dia do Brasil.

HORA DIFÍCIL
A tensão é tamanha que, anteontem, José Antonio Toffoli, advogado-geral da União, que defende que o garoto seja devolvido ao pai americano por conta de tratados internacionais assinados pelo Brasil, encerrou subitamente audiência com o advogado Sergio Tostes, da família Lins e Silva. O profissional acusou a AGU de agir ilegalmente ao defender que um brasileiro (no caso, o garoto) deixe o país; Toffoli respondeu que "o senhor cuida do seu cliente que eu cuido do meu. A audiência está encerrada".

Disputa
David Goldman tenta recuperar a guarda o filho desde 2004, quando a mãe do menino viajou para o Rio de Janeiro para visitar os pais e não voltou aos Estados Unidos.
Em agosto de 2008, ela morreu durante o nascimento da primeira filha com o novo marido, o advogado João Paulo Lins e Silva. O padrasto é quem detém a guarda do garoto.
Em abril, o ministro Paulo Vannuchi (Direitos Humanos), defendeu a permanência do menino no país, com a "livre visita" do pai biológico.
A história foi tema especial nos programas "Larry King Live" e "NBC Today Show", onde a secretária de Estado, Hillary Clinton, defendeu que a guarda do garoto seja do pai.


Folha Online
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Caso Isabella: juiz manda fazer novo exame de DNA do casal Nardoni
21/05/2009 - 15h47 (
- G1) - Gazeta ONLINE
Justiça determinou que um novo exame de DNA seja feito no sangue encontrado nas roupas e no carro de Alexandre Nardoni e de Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina Isabella, de 5 anos, morta após ser jogada da janela do apartamento do pai em março do ano passado, na Zona Norte da capital paulista. O casal é acusado do crime. Pai e madrasta estão presos e afirmam que são inocentes. A decisão do juiz Maurício Fossen atende em parte ao pedido da defesa do casal, conduzida pelo criminalista Roberto Podval. O magistrado, do 2º Tribunal do Júri de São Paulo, só não concordou com a urgência para a realização dos exames.Segundo ele, o material para confronto deve permanecer guardado pelos Institutos de Criminalística (IC) e Médico-Legal (IML), para que, no momento oportuno, as análises sejam realizadas. Em seu despacho, o magistrado considerou que é preciso ter cautela "antes de lançar uma grave acusação" contra os peritos. O magistrado se refere ao fato de a defesa do casal ter afirmado que o sangue usado para a análise não é do casal, pois o pai e a madrasta da menina não teriam recolhido sangue para o exame de DNA feito pela perícia do caso.A alegação da defesa toma por base o fato de as guias de recolhimento do sangue dos réus não terem sido achadas no IC e no IML, o que poria em dúvida o resultado e a idoneidade dos exames. Para o magistrado, é necessário ouvir o que os peritos têm a dizer. Ele afirmou ainda não entender a pressa da defesa. Podval havia pedido os exames por meio de ação cautelar, pois temia que, se o fizesse mais tarde, acabasse acusado de querer retardar o julgamento.


Justiça adia decisão sobre novo pedido de exame de sangue do casal Nardoni
Juiz alega que solicitação da defesa será analisada em momento oportuno.Advogado diz que não haverá júri se exame de material não for feito.
O juiz Maurício Fossen protelou a sua decisão sobre o pedido da defesa de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá para um novo exame para comprovar se o sangue colhido durante as investigações da morte da menina Isabella é mesmo do casal. Em 29 de março de 2008, Isabella, então com 5 anos, foi jogada da janela do apartamento do pai e da madrasta no sexto andar de um prédio no bairro do Carandiru, na Zona Norte de São Paulo. Apesar de questionar os argumentos do advogado Roberto Podval para a solicitação do exame, o juiz considerou que este não é o momento oportuno para “que as partes possam requerer novas diligências” e decidiu relegar “a apreciação do presente requerimento novamente formulado pelos réus, agora através de seus novos defensores” para uma fase que precede a realização do júri.
“Antes do júri, as partes vão ser intimadas para fazer os requerimentos. O que a defesa não quer é ser chamada de procrastinatória (que age com a intenção de adiar). Fizemos o pedido para a realização de exame agora para que não venham dizer que estamos querendo adiar o júri”, afirmou Roberto Podval, advogado de defesa dos Nardoni. Apesar de ter a análise do seu pedido adiada, o advogado disse que não vai insistir com ele neste momento. “Eu poderia recorrer, mas para mim não faz diferença. Em algum momento, a Justiça vai ter de se pronunciar sobre a realização de novos exames ou não. O fato do juiz ter determinado que o sangue fique guardado até a decisão está bom para mim”, disse. Em seu despacho, o juiz Maurício Fossen determinou, “apenas por uma questão de precaução e para deixar mais tranqüila a defesa”, que sejam preservados no Instituto de Criminalística e no Instituto Médico Legal “os restos dos materiais genéticos que constam em seus arquivos como tendo sido colhidos dos réus, até nova ordem deste Juízo, visando assim permitir a realização de futuras diligências para comprovar suas origens, no futuro, se necessário”. Para o advogado, em algum momento o exame com o suposto sangue do casal Nardoni “será feito”. “Não vejo possibilidade de que o júri seja realizado sem que a prova seja feita. Não entendo por que está relutância (para a realização do exame). O sangue que está lá (no IC e no IML) não é deles. Os meus clientes afirmaram por escrito que não retiraram sangue para fazer exame. Isso está nos autos”, finalizou.
G1 - 21/05/09 - 18h57


Juiz nega pedido de DNA do casal Nardoni
A Justiça informou nesta quinta-feira que não determinou a realização de um novo exame de DNA no sangue encontrado em objetos do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina Isabella. O juiz Maurício Fossen, do 2º Tribunal do Júri de São Paulo, analisa o pedido, feito pela defesa do casal, mas considera que não é este o momento processual adequado para que os advogados possam requerer a realização de novas análises.
A alegação da defesa, conduzida pelo criminalista Roberto Podval toma por base o fato de as guias de recolhimento do sangue dos réus não terem sido achadas nos IC (Institutos de Criminalística) e IML (Médico-Legal), o que poria em dúvida o resultado e a idoneidade dos exames. Isabella, 5 anos, morreu em 29 de março de 2008, ao ser atirada do 6º andar do prédio em que seu pai e a madrasta moravam. Os dois estão presos.
Diário do Grande ABC - quinta-feira, 21 de maio de 2009, 20:56


Caso Isabella: Justiça nega pedido da defesa dos Nardoni para novo exame de DNA no sangue do casal
SÃO PAULO - A Justiça de São Paulo descartou a realização imediata de um novo exame de DNA no sangue encontrado nas roupas e no carro de Alexandre Nardoni e de Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina Isabella, que estão presos acusados de assassinar a criança no ano passado. O pedido havia sido feito pelo novo advogado do casal, Roberto Podval, que disse que o casal não forneceu amostras de sangue para exame. O advogado colocou em dúvida a análise feita pelos peritos do Instituto de Criminalística (IC) e do Instituto Médico Legal (IML) comparando uma amostra de sangue achada na calça de Anna Carolina ao sangue que ela forneceu. O resultado deu positivo.
O juiz Maurício Fossen em seu despacho afirma que o IC e o IML são instituições respeitadas internacionalmente e os peritos não assinariam laudos judiciais 'sem que tivessem certeza da origem do material examinado', principalmente num caso de grande repercussão como a morte de Isabella. O juiz avalia que, antes de qualquer suspeita em relação ao trabalho dos técnicos, é preciso dar oportunidade para que sejam ouvidos.
- Antes de lançar tão grave acusação é preciso que sejam ouvidos - diz o juiz.
O advogado de defesa dos Nardoni afirmaram nos autos que os 'laudos apresentados por aqueles experts não seriam condizentes com a verdade'.
O juiz diz que os exames do IC e do IML já constavam nos autos antes do casal ser denunciado. O magistrado lembrou também que na apelação de liberdade provisória pela defesa pedida para o casal, os advogados chegaram a usar como argumento que os Nardoni estavam colaborando com a investigação e 'permitiram a coleta de sangue'.
Para o juiz, não existe fato novo que justifique a realização de um novo exame de DNA. No despacho, Maurício Fossen diz ainda que todo o material genético colhido dos réus se encontra com o IC e o IML e não há notícia de que está prestes a ser descartado. Com isso, diz o juiz, caso haja necessidade de um novo exame no futuro, as amostras estão preservadas.
Como precaução e para deixar tranquila a defesa, o juiz determinou que o material genético seja preservado, até nova ordem da Justiça.
O GLOBO - 21/05/2009 às 16h23m


Justiça nega pedido da defesa dos Nardoni para novo exame de DNA no sangue do casal
SÃO PAULO - A Justiça de São Paulo descartou a realização imediata de um novo exame de DNA no sangue encontrado nas roupas e no carro de Alexandre Nardoni e de Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina Isabella, que estão presos acusados de assassinar a criança no ano passado. O pedido havia sido feito pelo novo advogado do casal, Roberto Podval, que disse que o casal não forneceu amostras de sangue para exame. O advogado colocou em dúvida a análise feita pelos peritos do Instituto de Criminalística (IC) e do Instituto Médico Legal (IML) comparando uma amostra de sangue achada na calça de Anna Carolina ao sangue que ela forneceu. O resultado deu positivo.
O juiz Maurício Fossen em seu despacho afirma que o IC e o IML são instituições respeitadas internacionalmente e os peritos não assinariam laudos judiciais 'sem que tivessem certeza da origem do material examinado', principalmente num caso de grande repercussão como a morte de Isabella. O juiz avalia que, antes de qualquer suspeita em relação ao trabalho dos técnicos, é preciso dar oportunidade para que sejam ouvidos.
- Antes de lançar tão grave acusação é preciso que sejam ouvidos - diz o juiz.
O advogado de defesa dos Nardoni afirmaram nos autos que os 'laudos apresentados por aqueles experts não seriam condizentes com a verdade'.
O juiz diz que os exames do IC e do IML já constavam nos autos antes do casal ser denunciado. O magistrado lembrou também que na apelação de liberdade provisória pela defesa pedida para o casal, os advogados chegaram a usar como argumento que os Nardoni estavam colaborando com a investigação e 'permitiram a coleta de sangue'.
Para o juiz, não existe fato novo que justifique a realização de um novo exame de DNA. No despacho, Maurício Fossen diz ainda que todo o material genético colhido dos réus se encontra com o IC e o IML e não há notícia de que está prestes a ser descartado. Com isso, diz o juiz, caso haja necessidade de um novo exame no futuro, as amostras estão preservadas.
Como precaução e para deixar tranquila a defesa, o juiz determinou que o material genético seja preservado, até nova ordem da Justiça.
O GLOBO - publicada em 21/05/2009 às 16h18m


CORREÇÃO: Juiz manda preservar material genético dos Nardoni - 21 de maio de 2009 - 20h20 - atualizado 21h55
Diferentemente do que foi publicado anteriormente pelo portal Terra na notícia Juiz manda IC e IML preservar material genético dos Nardoni, no dia 21 de maio de 2009, às 10h44, o juiz Maurício Fossen determinou que fossem preservados os restos de material genético referentes ao caso Isabella no Instituto de Criminalística (IC) e no Instituto Médico Legal (IML), e não que fosse feito um novo exame de DNA com vestígios encontrados na cena do crime. A informação foi corrigida no mesmo dia, às 21h05.
Redação Terra


Juiz manda fazer novo DNA do casal Nardoni
SÃO PAULO - A Justiça determinou que novo exame de DNA seja feito no sangue encontrado nas roupas e no carro de Alexandre Nardoni e de Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina Isabella. A decisão do juiz Maurício Fossen atende em parte ao pedido da defesa do casal, conduzida pelo criminalista Roberto Podval. O magistrado, do 2º Tribunal do Júri de São Paulo, só não concordou com a urgência para a realização dos exames. Segundo ele, o material para confronto deve permanecer guardado pelos Institutos de Criminalística (IC) e Médico-Legal (IML), para que, no momento oportuno, as análises sejam realizadas. Em seu despacho, o magistrado considerou que é preciso ter cautela ?antes de lançar uma grave acusação? contra os peritos. O magistrado se refere ao fato de a defesa do casal ter afirmado que o sangue usado para a análise não ser do casal, pois o pai e a madrasta da menina não teriam recolhido sangue para o exame de DNA feito pela perícia do caso. A alegação da defesa toma por base o fato de as guias de recolhimento do sangue dos réus não terem sido achadas no IC e no IML, o que poria em dúvida o resultado e a idoneidade dos exames. Para o magistrado, é necessário ouvir o que os peritos têm a dizer. Ele afirmou ainda não entender a pressa da defesa. Podval havia pedido os exames por meio de ação cautelar, pois temia que, se o fizesse mais tarde, acabasse acusado de querer retardar o julgamento. Isabella, de 5 anos, morreu em 29 de março de 2008, ao ser atirada do 6º andar do prédio em que seu pai e a madrasta moravam. Os dois estão presos.
O Estado de S. Paulo.
quinta-feira, 21 de maio de 2009, 09:39 Online


Juiz adia decisão sobre novo exame de DNA
Por Fernando Porfírio
A Justiça de São Paulo adiou decisão sobre novo exame de DNA no sangue encontrado nas roupas e no carro de Alexandre Nardoni e de Anna Carolina Jatobá, acusados de matar Isabella Nardoni, filha de Alexandre. A decisão foi tomada nesta quinta-feira (21/5) pelo juiz Maurício Fossen, do 2º Tribunal do Júri da Capital. O pedido foi feito pelo advogado Roberto Podval.
O juiz determinou que o material já periciado permaneça guardado pelo Instituto de Criminalística (IC) e pelo Instituto Médico-Legal (IML), para que, no momento oportuno, seja confrontado com os novos testes. Clique aqui para ler a decisão.
No despacho, Maurício Fossen disse que é preciso ter cautela “antes de lançar uma grave acusação” contra os peritos. O magistrado se refere ao fato de a defesa do casal ter afirmado que o sangue usado para a análise não foi o do casal, pois o pai e a madrasta da menina não tinham recolhido sangue para o exame de DNA feito pela perícia.
A alegação da defesa toma por base o fato de as guias de recolhimento do sangue dos réus não terem sido achadas no IC e no IML, o que poria em dúvida o resultado e a idoneidade dos exames. Para o juiz, é necessário antes ouvir o que os peritos têm a dizer. Ele afirmou ainda não entender a pressa da defesa.
A alegação de Roberto Podval é de que o sangue examinado pelos peritos não era de seus clientes. "Eles não forneceram o material sanguíneo utilizado como parâmetro de confronto (exame de DNA) com as amostras coligidas no apartamento e nas roupas ali encontradas", afirmou o criminalista.
O defensor do casal Nardoni, acusado de atirar pela janela do prédio a menina Isabella, de cinco anos, em março do ano passado, tem por base a alegação da falta do termo de coleta de sangue no processo contra o casal. Também se apresentou cópia de declarações dos réus, afirmando que em nenhum momento os peritos retiraram sangue deles. Segundo Podval, apesar disso, o laudo constatou a coincidência do perfil genético dos materiais biológicos examinados, determinando que eles pertenciam à madrasta e ao pai de Isabella.
Conjur
Notícia alterada às 22h de quinta-feira (21/5) para correção de informação.


Cotidiano: Casal Nardoni não fará um novo exame de DNA
A Justiça de São Paulo nega um pedido do casal Nardoni, acusado de matar a menina Isabella. A defesa de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá queria a realização imediata de um novo exame de DNA, no sangue encontrado nas roupas e no carro do casal. O pai e a madrasta da menina estão presos acusados de assassinar a criança, no ano passado. Segundo o novo advogado do casal, Roberto Podval, os dois não forneceram amostras de sangue para o exame de DNA. Foi colocada em dúvida a análise feita pelos peritos do Instituto de Criminalística e do Instituto Médico Legal. Mas o juiz Maurício Fossen afirmou, em despacho, que o IC e o IML são instituições respeitadas internacionalmente, e os peritos não assinariam laudos, sem que tivessem certeza da origem do material examinado.
Band.com.br -
Quinta-feira, 21 de maio de 2009 - 18h33


Correção: Justiça não pediu novo DNA de casal Nardoni
A nota sobre o caso Isabella Nardoni divulgada na manhã de hoje está errada. A Justiça não determinou que novo exame de DNA seja feito no sangue encontrado em objetos do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina Isabella. O juiz Maurício Fossen, do 2º Tribunal do Júri de São Paulo, analisa o pedido, feito pela defesa do casal, mas considera que não é este o momento processual adequado para que os advogados possam requerer a realização de novas análises.
A alegação da defesa, conduzida pelo criminalista Roberto Podval, toma por base o fato de as guias de recolhimento do sangue dos réus não terem sido achadas nos Institutos de Criminalística (IC) e Médico-Legal (IML), o que poria em dúvida o resultado e a idoneidade dos exames. Isabella, de 5 anos, morreu em 29 de março de 2008, ao ser atirada do 6º andar do prédio em que seu pai e a madrasta moravam. Os dois estão presos.
G1- Atualizado em 21/05/09 - 19h50


Juiz manda IC e IML preservar material genético dos Nardoni
21 de maio de 2009 • 10h44 • atualizado às 21h05
Justiça de São Paulo determinou, nesta quinta-feira, que o Instituto de Criminalística (IC) e o Instituto Médico Legal (IML) preservem o material genético de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta de Isabella Nardoni, morta em março do ano passado. A defesa do casal, acusado de matar a menina, pedia a realização de um exame de DNA para tentar provar que o sangue encontrado na cena do crime não é dos acusados. Para o juiz Maurício Fossen, este não é um "momento processual adequado para que as partes possam requerer novas diligências".
O magistrado afirmou que a preservação do material genético se dá "apenas por uma questão de precaução e para deixar mais tranqüila a defesa". Os institutos devem manter guardados os restos dos materiais "até nova ordem deste Juízo, visando assim permitir a realização de futuras diligências para comprovar suas origens, no futuro, se necessário".
Sobre o fato de a defesa do casal ter afirmado que o sangue usado para a análise não ser do casal, pois o pai e a madrasta da menina não teriam recolhido sangue para o exame de DNA feito pela perícia do caso, o magistrado considerou que "é necessária uma maior cautela antes de lançar tão grave acusação nos autos a respeito daqueles laudos periciais". A alegação da defesa toma por base o fato de as guias de recolhimento do sangue dos réus não terem sido achadas no IC e no IML. Para a defesa, isso coloca em dúvida o resultado dos exames. Maurício Fossen disse que os antigos advogados do casal declararam, em uma dos pedidos de liberdade, que os réus permitiram a coleta do sangue, para demonstrar que estavam colaborando com as investigações. O juiz também disse que antes de fazer novas diligências é preciso ouvir o que os peritos têm a dizer.
Isabella, de 5 anos, morreu em 29 de março de 2008, ao ser atirada do 6º andar do prédio em que seu pai e a madrasta moravam. Os dois estão presos
Redação Terra
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Caso Isabella: juiz manda fazer novo exame de DNA do casal Nardoni
21/05/2009 - 15h47 (
- G1) - Gazeta ONLINE
Justiça determinou que um novo exame de DNA seja feito no sangue encontrado nas roupas e no carro de Alexandre Nardoni e de Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina Isabella, de 5 anos, morta após ser jogada da janela do apartamento do pai em março do ano passado, na Zona Norte da capital paulista. O casal é acusado do crime. Pai e madrasta estão presos e afirmam que são inocentes. A decisão do juiz Maurício Fossen atende em parte ao pedido da defesa do casal, conduzida pelo criminalista Roberto Podval. O magistrado, do 2º Tribunal do Júri de São Paulo, só não concordou com a urgência para a realização dos exames.Segundo ele, o material para confronto deve permanecer guardado pelos Institutos de Criminalística (IC) e Médico-Legal (IML), para que, no momento oportuno, as análises sejam realizadas. Em seu despacho, o magistrado considerou que é preciso ter cautela "antes de lançar uma grave acusação" contra os peritos. O magistrado se refere ao fato de a defesa do casal ter afirmado que o sangue usado para a análise não é do casal, pois o pai e a madrasta da menina não teriam recolhido sangue para o exame de DNA feito pela perícia do caso.A alegação da defesa toma por base o fato de as guias de recolhimento do sangue dos réus não terem sido achadas no IC e no IML, o que poria em dúvida o resultado e a idoneidade dos exames. Para o magistrado, é necessário ouvir o que os peritos têm a dizer. Ele afirmou ainda não entender a pressa da defesa. Podval havia pedido os exames por meio de ação cautelar, pois temia que, se o fizesse mais tarde, acabasse acusado de querer retardar o julgamento.


Justiça adia decisão sobre novo pedido de exame de sangue do casal Nardoni
Juiz alega que solicitação da defesa será analisada em momento oportuno.Advogado diz que não haverá júri se exame de material não for feito.
O juiz Maurício Fossen protelou a sua decisão sobre o pedido da defesa de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá para um novo exame para comprovar se o sangue colhido durante as investigações da morte da menina Isabella é mesmo do casal. Em 29 de março de 2008, Isabella, então com 5 anos, foi jogada da janela do apartamento do pai e da madrasta no sexto andar de um prédio no bairro do Carandiru, na Zona Norte de São Paulo. Apesar de questionar os argumentos do advogado Roberto Podval para a solicitação do exame, o juiz considerou que este não é o momento oportuno para “que as partes possam requerer novas diligências” e decidiu relegar “a apreciação do presente requerimento novamente formulado pelos réus, agora através de seus novos defensores” para uma fase que precede a realização do júri.
“Antes do júri, as partes vão ser intimadas para fazer os requerimentos. O que a defesa não quer é ser chamada de procrastinatória (que age com a intenção de adiar). Fizemos o pedido para a realização de exame agora para que não venham dizer que estamos querendo adiar o júri”, afirmou Roberto Podval, advogado de defesa dos Nardoni. Apesar de ter a análise do seu pedido adiada, o advogado disse que não vai insistir com ele neste momento. “Eu poderia recorrer, mas para mim não faz diferença. Em algum momento, a Justiça vai ter de se pronunciar sobre a realização de novos exames ou não. O fato do juiz ter determinado que o sangue fique guardado até a decisão está bom para mim”, disse. Em seu despacho, o juiz Maurício Fossen determinou, “apenas por uma questão de precaução e para deixar mais tranqüila a defesa”, que sejam preservados no Instituto de Criminalística e no Instituto Médico Legal “os restos dos materiais genéticos que constam em seus arquivos como tendo sido colhidos dos réus, até nova ordem deste Juízo, visando assim permitir a realização de futuras diligências para comprovar suas origens, no futuro, se necessário”. Para o advogado, em algum momento o exame com o suposto sangue do casal Nardoni “será feito”. “Não vejo possibilidade de que o júri seja realizado sem que a prova seja feita. Não entendo por que está relutância (para a realização do exame). O sangue que está lá (no IC e no IML) não é deles. Os meus clientes afirmaram por escrito que não retiraram sangue para fazer exame. Isso está nos autos”, finalizou.
G1 - 21/05/09 - 18h57


Juiz nega pedido de DNA do casal Nardoni
A Justiça informou nesta quinta-feira que não determinou a realização de um novo exame de DNA no sangue encontrado em objetos do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina Isabella. O juiz Maurício Fossen, do 2º Tribunal do Júri de São Paulo, analisa o pedido, feito pela defesa do casal, mas considera que não é este o momento processual adequado para que os advogados possam requerer a realização de novas análises.
A alegação da defesa, conduzida pelo criminalista Roberto Podval toma por base o fato de as guias de recolhimento do sangue dos réus não terem sido achadas nos IC (Institutos de Criminalística) e IML (Médico-Legal), o que poria em dúvida o resultado e a idoneidade dos exames. Isabella, 5 anos, morreu em 29 de março de 2008, ao ser atirada do 6º andar do prédio em que seu pai e a madrasta moravam. Os dois estão presos.
Diário do Grande ABC - quinta-feira, 21 de maio de 2009, 20:56


Caso Isabella: Justiça nega pedido da defesa dos Nardoni para novo exame de DNA no sangue do casal
SÃO PAULO - A Justiça de São Paulo descartou a realização imediata de um novo exame de DNA no sangue encontrado nas roupas e no carro de Alexandre Nardoni e de Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina Isabella, que estão presos acusados de assassinar a criança no ano passado. O pedido havia sido feito pelo novo advogado do casal, Roberto Podval, que disse que o casal não forneceu amostras de sangue para exame. O advogado colocou em dúvida a análise feita pelos peritos do Instituto de Criminalística (IC) e do Instituto Médico Legal (IML) comparando uma amostra de sangue achada na calça de Anna Carolina ao sangue que ela forneceu. O resultado deu positivo.
O juiz Maurício Fossen em seu despacho afirma que o IC e o IML são instituições respeitadas internacionalmente e os peritos não assinariam laudos judiciais 'sem que tivessem certeza da origem do material examinado', principalmente num caso de grande repercussão como a morte de Isabella. O juiz avalia que, antes de qualquer suspeita em relação ao trabalho dos técnicos, é preciso dar oportunidade para que sejam ouvidos.
- Antes de lançar tão grave acusação é preciso que sejam ouvidos - diz o juiz.
O advogado de defesa dos Nardoni afirmaram nos autos que os 'laudos apresentados por aqueles experts não seriam condizentes com a verdade'.
O juiz diz que os exames do IC e do IML já constavam nos autos antes do casal ser denunciado. O magistrado lembrou também que na apelação de liberdade provisória pela defesa pedida para o casal, os advogados chegaram a usar como argumento que os Nardoni estavam colaborando com a investigação e 'permitiram a coleta de sangue'.
Para o juiz, não existe fato novo que justifique a realização de um novo exame de DNA. No despacho, Maurício Fossen diz ainda que todo o material genético colhido dos réus se encontra com o IC e o IML e não há notícia de que está prestes a ser descartado. Com isso, diz o juiz, caso haja necessidade de um novo exame no futuro, as amostras estão preservadas.
Como precaução e para deixar tranquila a defesa, o juiz determinou que o material genético seja preservado, até nova ordem da Justiça.
O GLOBO - 21/05/2009 às 16h23m


Justiça nega pedido da defesa dos Nardoni para novo exame de DNA no sangue do casal
SÃO PAULO - A Justiça de São Paulo descartou a realização imediata de um novo exame de DNA no sangue encontrado nas roupas e no carro de Alexandre Nardoni e de Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina Isabella, que estão presos acusados de assassinar a criança no ano passado. O pedido havia sido feito pelo novo advogado do casal, Roberto Podval, que disse que o casal não forneceu amostras de sangue para exame. O advogado colocou em dúvida a análise feita pelos peritos do Instituto de Criminalística (IC) e do Instituto Médico Legal (IML) comparando uma amostra de sangue achada na calça de Anna Carolina ao sangue que ela forneceu. O resultado deu positivo.
O juiz Maurício Fossen em seu despacho afirma que o IC e o IML são instituições respeitadas internacionalmente e os peritos não assinariam laudos judiciais 'sem que tivessem certeza da origem do material examinado', principalmente num caso de grande repercussão como a morte de Isabella. O juiz avalia que, antes de qualquer suspeita em relação ao trabalho dos técnicos, é preciso dar oportunidade para que sejam ouvidos.
- Antes de lançar tão grave acusação é preciso que sejam ouvidos - diz o juiz.
O advogado de defesa dos Nardoni afirmaram nos autos que os 'laudos apresentados por aqueles experts não seriam condizentes com a verdade'.
O juiz diz que os exames do IC e do IML já constavam nos autos antes do casal ser denunciado. O magistrado lembrou também que na apelação de liberdade provisória pela defesa pedida para o casal, os advogados chegaram a usar como argumento que os Nardoni estavam colaborando com a investigação e 'permitiram a coleta de sangue'.
Para o juiz, não existe fato novo que justifique a realização de um novo exame de DNA. No despacho, Maurício Fossen diz ainda que todo o material genético colhido dos réus se encontra com o IC e o IML e não há notícia de que está prestes a ser descartado. Com isso, diz o juiz, caso haja necessidade de um novo exame no futuro, as amostras estão preservadas.
Como precaução e para deixar tranquila a defesa, o juiz determinou que o material genético seja preservado, até nova ordem da Justiça.
O GLOBO - publicada em 21/05/2009 às 16h18m


CORREÇÃO: Juiz manda preservar material genético dos Nardoni - 21 de maio de 2009 - 20h20 - atualizado 21h55
Diferentemente do que foi publicado anteriormente pelo portal Terra na notícia Juiz manda IC e IML preservar material genético dos Nardoni, no dia 21 de maio de 2009, às 10h44, o juiz Maurício Fossen determinou que fossem preservados os restos de material genético referentes ao caso Isabella no Instituto de Criminalística (IC) e no Instituto Médico Legal (IML), e não que fosse feito um novo exame de DNA com vestígios encontrados na cena do crime. A informação foi corrigida no mesmo dia, às 21h05.
Redação Terra


Juiz manda fazer novo DNA do casal Nardoni
SÃO PAULO - A Justiça determinou que novo exame de DNA seja feito no sangue encontrado nas roupas e no carro de Alexandre Nardoni e de Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina Isabella. A decisão do juiz Maurício Fossen atende em parte ao pedido da defesa do casal, conduzida pelo criminalista Roberto Podval. O magistrado, do 2º Tribunal do Júri de São Paulo, só não concordou com a urgência para a realização dos exames. Segundo ele, o material para confronto deve permanecer guardado pelos Institutos de Criminalística (IC) e Médico-Legal (IML), para que, no momento oportuno, as análises sejam realizadas. Em seu despacho, o magistrado considerou que é preciso ter cautela ?antes de lançar uma grave acusação? contra os peritos. O magistrado se refere ao fato de a defesa do casal ter afirmado que o sangue usado para a análise não ser do casal, pois o pai e a madrasta da menina não teriam recolhido sangue para o exame de DNA feito pela perícia do caso. A alegação da defesa toma por base o fato de as guias de recolhimento do sangue dos réus não terem sido achadas no IC e no IML, o que poria em dúvida o resultado e a idoneidade dos exames. Para o magistrado, é necessário ouvir o que os peritos têm a dizer. Ele afirmou ainda não entender a pressa da defesa. Podval havia pedido os exames por meio de ação cautelar, pois temia que, se o fizesse mais tarde, acabasse acusado de querer retardar o julgamento. Isabella, de 5 anos, morreu em 29 de março de 2008, ao ser atirada do 6º andar do prédio em que seu pai e a madrasta moravam. Os dois estão presos.
O Estado de S. Paulo.
quinta-feira, 21 de maio de 2009, 09:39 Online


Juiz adia decisão sobre novo exame de DNA
Por Fernando Porfírio
A Justiça de São Paulo adiou decisão sobre novo exame de DNA no sangue encontrado nas roupas e no carro de Alexandre Nardoni e de Anna Carolina Jatobá, acusados de matar Isabella Nardoni, filha de Alexandre. A decisão foi tomada nesta quinta-feira (21/5) pelo juiz Maurício Fossen, do 2º Tribunal do Júri da Capital. O pedido foi feito pelo advogado Roberto Podval.
O juiz determinou que o material já periciado permaneça guardado pelo Instituto de Criminalística (IC) e pelo Instituto Médico-Legal (IML), para que, no momento oportuno, seja confrontado com os novos testes. Clique aqui para ler a decisão.
No despacho, Maurício Fossen disse que é preciso ter cautela “antes de lançar uma grave acusação” contra os peritos. O magistrado se refere ao fato de a defesa do casal ter afirmado que o sangue usado para a análise não foi o do casal, pois o pai e a madrasta da menina não tinham recolhido sangue para o exame de DNA feito pela perícia.
A alegação da defesa toma por base o fato de as guias de recolhimento do sangue dos réus não terem sido achadas no IC e no IML, o que poria em dúvida o resultado e a idoneidade dos exames. Para o juiz, é necessário antes ouvir o que os peritos têm a dizer. Ele afirmou ainda não entender a pressa da defesa.
A alegação de Roberto Podval é de que o sangue examinado pelos peritos não era de seus clientes. "Eles não forneceram o material sanguíneo utilizado como parâmetro de confronto (exame de DNA) com as amostras coligidas no apartamento e nas roupas ali encontradas", afirmou o criminalista.
O defensor do casal Nardoni, acusado de atirar pela janela do prédio a menina Isabella, de cinco anos, em março do ano passado, tem por base a alegação da falta do termo de coleta de sangue no processo contra o casal. Também se apresentou cópia de declarações dos réus, afirmando que em nenhum momento os peritos retiraram sangue deles. Segundo Podval, apesar disso, o laudo constatou a coincidência do perfil genético dos materiais biológicos examinados, determinando que eles pertenciam à madrasta e ao pai de Isabella.
Conjur
Notícia alterada às 22h de quinta-feira (21/5) para correção de informação.


Cotidiano: Casal Nardoni não fará um novo exame de DNA
A Justiça de São Paulo nega um pedido do casal Nardoni, acusado de matar a menina Isabella. A defesa de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá queria a realização imediata de um novo exame de DNA, no sangue encontrado nas roupas e no carro do casal. O pai e a madrasta da menina estão presos acusados de assassinar a criança, no ano passado. Segundo o novo advogado do casal, Roberto Podval, os dois não forneceram amostras de sangue para o exame de DNA. Foi colocada em dúvida a análise feita pelos peritos do Instituto de Criminalística e do Instituto Médico Legal. Mas o juiz Maurício Fossen afirmou, em despacho, que o IC e o IML são instituições respeitadas internacionalmente, e os peritos não assinariam laudos, sem que tivessem certeza da origem do material examinado.
Band.com.br -
Quinta-feira, 21 de maio de 2009 - 18h33


Correção: Justiça não pediu novo DNA de casal Nardoni
A nota sobre o caso Isabella Nardoni divulgada na manhã de hoje está errada. A Justiça não determinou que novo exame de DNA seja feito no sangue encontrado em objetos do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina Isabella. O juiz Maurício Fossen, do 2º Tribunal do Júri de São Paulo, analisa o pedido, feito pela defesa do casal, mas considera que não é este o momento processual adequado para que os advogados possam requerer a realização de novas análises.
A alegação da defesa, conduzida pelo criminalista Roberto Podval, toma por base o fato de as guias de recolhimento do sangue dos réus não terem sido achadas nos Institutos de Criminalística (IC) e Médico-Legal (IML), o que poria em dúvida o resultado e a idoneidade dos exames. Isabella, de 5 anos, morreu em 29 de março de 2008, ao ser atirada do 6º andar do prédio em que seu pai e a madrasta moravam. Os dois estão presos.
G1- Atualizado em 21/05/09 - 19h50


Juiz manda IC e IML preservar material genético dos Nardoni
21 de maio de 2009 • 10h44 • atualizado às 21h05
Justiça de São Paulo determinou, nesta quinta-feira, que o Instituto de Criminalística (IC) e o Instituto Médico Legal (IML) preservem o material genético de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta de Isabella Nardoni, morta em março do ano passado. A defesa do casal, acusado de matar a menina, pedia a realização de um exame de DNA para tentar provar que o sangue encontrado na cena do crime não é dos acusados. Para o juiz Maurício Fossen, este não é um "momento processual adequado para que as partes possam requerer novas diligências".
O magistrado afirmou que a preservação do material genético se dá "apenas por uma questão de precaução e para deixar mais tranqüila a defesa". Os institutos devem manter guardados os restos dos materiais "até nova ordem deste Juízo, visando assim permitir a realização de futuras diligências para comprovar suas origens, no futuro, se necessário".
Sobre o fato de a defesa do casal ter afirmado que o sangue usado para a análise não ser do casal, pois o pai e a madrasta da menina não teriam recolhido sangue para o exame de DNA feito pela perícia do caso, o magistrado considerou que "é necessária uma maior cautela antes de lançar tão grave acusação nos autos a respeito daqueles laudos periciais". A alegação da defesa toma por base o fato de as guias de recolhimento do sangue dos réus não terem sido achadas no IC e no IML. Para a defesa, isso coloca em dúvida o resultado dos exames. Maurício Fossen disse que os antigos advogados do casal declararam, em uma dos pedidos de liberdade, que os réus permitiram a coleta do sangue, para demonstrar que estavam colaborando com as investigações. O juiz também disse que antes de fazer novas diligências é preciso ouvir o que os peritos têm a dizer.
Isabella, de 5 anos, morreu em 29 de março de 2008, ao ser atirada do 6º andar do prédio em que seu pai e a madrasta moravam. Os dois estão presos
Redação Terra
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:41  comentar

Caso Isabella: juiz manda fazer novo exame de DNA do casal Nardoni
21/05/2009 - 15h47 (
- G1) - Gazeta ONLINE
Justiça determinou que um novo exame de DNA seja feito no sangue encontrado nas roupas e no carro de Alexandre Nardoni e de Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina Isabella, de 5 anos, morta após ser jogada da janela do apartamento do pai em março do ano passado, na Zona Norte da capital paulista. O casal é acusado do crime. Pai e madrasta estão presos e afirmam que são inocentes. A decisão do juiz Maurício Fossen atende em parte ao pedido da defesa do casal, conduzida pelo criminalista Roberto Podval. O magistrado, do 2º Tribunal do Júri de São Paulo, só não concordou com a urgência para a realização dos exames.Segundo ele, o material para confronto deve permanecer guardado pelos Institutos de Criminalística (IC) e Médico-Legal (IML), para que, no momento oportuno, as análises sejam realizadas. Em seu despacho, o magistrado considerou que é preciso ter cautela "antes de lançar uma grave acusação" contra os peritos. O magistrado se refere ao fato de a defesa do casal ter afirmado que o sangue usado para a análise não é do casal, pois o pai e a madrasta da menina não teriam recolhido sangue para o exame de DNA feito pela perícia do caso.A alegação da defesa toma por base o fato de as guias de recolhimento do sangue dos réus não terem sido achadas no IC e no IML, o que poria em dúvida o resultado e a idoneidade dos exames. Para o magistrado, é necessário ouvir o que os peritos têm a dizer. Ele afirmou ainda não entender a pressa da defesa. Podval havia pedido os exames por meio de ação cautelar, pois temia que, se o fizesse mais tarde, acabasse acusado de querer retardar o julgamento.


Justiça adia decisão sobre novo pedido de exame de sangue do casal Nardoni
Juiz alega que solicitação da defesa será analisada em momento oportuno.Advogado diz que não haverá júri se exame de material não for feito.
O juiz Maurício Fossen protelou a sua decisão sobre o pedido da defesa de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá para um novo exame para comprovar se o sangue colhido durante as investigações da morte da menina Isabella é mesmo do casal. Em 29 de março de 2008, Isabella, então com 5 anos, foi jogada da janela do apartamento do pai e da madrasta no sexto andar de um prédio no bairro do Carandiru, na Zona Norte de São Paulo. Apesar de questionar os argumentos do advogado Roberto Podval para a solicitação do exame, o juiz considerou que este não é o momento oportuno para “que as partes possam requerer novas diligências” e decidiu relegar “a apreciação do presente requerimento novamente formulado pelos réus, agora através de seus novos defensores” para uma fase que precede a realização do júri.
“Antes do júri, as partes vão ser intimadas para fazer os requerimentos. O que a defesa não quer é ser chamada de procrastinatória (que age com a intenção de adiar). Fizemos o pedido para a realização de exame agora para que não venham dizer que estamos querendo adiar o júri”, afirmou Roberto Podval, advogado de defesa dos Nardoni. Apesar de ter a análise do seu pedido adiada, o advogado disse que não vai insistir com ele neste momento. “Eu poderia recorrer, mas para mim não faz diferença. Em algum momento, a Justiça vai ter de se pronunciar sobre a realização de novos exames ou não. O fato do juiz ter determinado que o sangue fique guardado até a decisão está bom para mim”, disse. Em seu despacho, o juiz Maurício Fossen determinou, “apenas por uma questão de precaução e para deixar mais tranqüila a defesa”, que sejam preservados no Instituto de Criminalística e no Instituto Médico Legal “os restos dos materiais genéticos que constam em seus arquivos como tendo sido colhidos dos réus, até nova ordem deste Juízo, visando assim permitir a realização de futuras diligências para comprovar suas origens, no futuro, se necessário”. Para o advogado, em algum momento o exame com o suposto sangue do casal Nardoni “será feito”. “Não vejo possibilidade de que o júri seja realizado sem que a prova seja feita. Não entendo por que está relutância (para a realização do exame). O sangue que está lá (no IC e no IML) não é deles. Os meus clientes afirmaram por escrito que não retiraram sangue para fazer exame. Isso está nos autos”, finalizou.
G1 - 21/05/09 - 18h57


Juiz nega pedido de DNA do casal Nardoni
A Justiça informou nesta quinta-feira que não determinou a realização de um novo exame de DNA no sangue encontrado em objetos do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina Isabella. O juiz Maurício Fossen, do 2º Tribunal do Júri de São Paulo, analisa o pedido, feito pela defesa do casal, mas considera que não é este o momento processual adequado para que os advogados possam requerer a realização de novas análises.
A alegação da defesa, conduzida pelo criminalista Roberto Podval toma por base o fato de as guias de recolhimento do sangue dos réus não terem sido achadas nos IC (Institutos de Criminalística) e IML (Médico-Legal), o que poria em dúvida o resultado e a idoneidade dos exames. Isabella, 5 anos, morreu em 29 de março de 2008, ao ser atirada do 6º andar do prédio em que seu pai e a madrasta moravam. Os dois estão presos.
Diário do Grande ABC - quinta-feira, 21 de maio de 2009, 20:56


Caso Isabella: Justiça nega pedido da defesa dos Nardoni para novo exame de DNA no sangue do casal
SÃO PAULO - A Justiça de São Paulo descartou a realização imediata de um novo exame de DNA no sangue encontrado nas roupas e no carro de Alexandre Nardoni e de Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina Isabella, que estão presos acusados de assassinar a criança no ano passado. O pedido havia sido feito pelo novo advogado do casal, Roberto Podval, que disse que o casal não forneceu amostras de sangue para exame. O advogado colocou em dúvida a análise feita pelos peritos do Instituto de Criminalística (IC) e do Instituto Médico Legal (IML) comparando uma amostra de sangue achada na calça de Anna Carolina ao sangue que ela forneceu. O resultado deu positivo.
O juiz Maurício Fossen em seu despacho afirma que o IC e o IML são instituições respeitadas internacionalmente e os peritos não assinariam laudos judiciais 'sem que tivessem certeza da origem do material examinado', principalmente num caso de grande repercussão como a morte de Isabella. O juiz avalia que, antes de qualquer suspeita em relação ao trabalho dos técnicos, é preciso dar oportunidade para que sejam ouvidos.
- Antes de lançar tão grave acusação é preciso que sejam ouvidos - diz o juiz.
O advogado de defesa dos Nardoni afirmaram nos autos que os 'laudos apresentados por aqueles experts não seriam condizentes com a verdade'.
O juiz diz que os exames do IC e do IML já constavam nos autos antes do casal ser denunciado. O magistrado lembrou também que na apelação de liberdade provisória pela defesa pedida para o casal, os advogados chegaram a usar como argumento que os Nardoni estavam colaborando com a investigação e 'permitiram a coleta de sangue'.
Para o juiz, não existe fato novo que justifique a realização de um novo exame de DNA. No despacho, Maurício Fossen diz ainda que todo o material genético colhido dos réus se encontra com o IC e o IML e não há notícia de que está prestes a ser descartado. Com isso, diz o juiz, caso haja necessidade de um novo exame no futuro, as amostras estão preservadas.
Como precaução e para deixar tranquila a defesa, o juiz determinou que o material genético seja preservado, até nova ordem da Justiça.
O GLOBO - 21/05/2009 às 16h23m


Justiça nega pedido da defesa dos Nardoni para novo exame de DNA no sangue do casal
SÃO PAULO - A Justiça de São Paulo descartou a realização imediata de um novo exame de DNA no sangue encontrado nas roupas e no carro de Alexandre Nardoni e de Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina Isabella, que estão presos acusados de assassinar a criança no ano passado. O pedido havia sido feito pelo novo advogado do casal, Roberto Podval, que disse que o casal não forneceu amostras de sangue para exame. O advogado colocou em dúvida a análise feita pelos peritos do Instituto de Criminalística (IC) e do Instituto Médico Legal (IML) comparando uma amostra de sangue achada na calça de Anna Carolina ao sangue que ela forneceu. O resultado deu positivo.
O juiz Maurício Fossen em seu despacho afirma que o IC e o IML são instituições respeitadas internacionalmente e os peritos não assinariam laudos judiciais 'sem que tivessem certeza da origem do material examinado', principalmente num caso de grande repercussão como a morte de Isabella. O juiz avalia que, antes de qualquer suspeita em relação ao trabalho dos técnicos, é preciso dar oportunidade para que sejam ouvidos.
- Antes de lançar tão grave acusação é preciso que sejam ouvidos - diz o juiz.
O advogado de defesa dos Nardoni afirmaram nos autos que os 'laudos apresentados por aqueles experts não seriam condizentes com a verdade'.
O juiz diz que os exames do IC e do IML já constavam nos autos antes do casal ser denunciado. O magistrado lembrou também que na apelação de liberdade provisória pela defesa pedida para o casal, os advogados chegaram a usar como argumento que os Nardoni estavam colaborando com a investigação e 'permitiram a coleta de sangue'.
Para o juiz, não existe fato novo que justifique a realização de um novo exame de DNA. No despacho, Maurício Fossen diz ainda que todo o material genético colhido dos réus se encontra com o IC e o IML e não há notícia de que está prestes a ser descartado. Com isso, diz o juiz, caso haja necessidade de um novo exame no futuro, as amostras estão preservadas.
Como precaução e para deixar tranquila a defesa, o juiz determinou que o material genético seja preservado, até nova ordem da Justiça.
O GLOBO - publicada em 21/05/2009 às 16h18m


CORREÇÃO: Juiz manda preservar material genético dos Nardoni - 21 de maio de 2009 - 20h20 - atualizado 21h55
Diferentemente do que foi publicado anteriormente pelo portal Terra na notícia Juiz manda IC e IML preservar material genético dos Nardoni, no dia 21 de maio de 2009, às 10h44, o juiz Maurício Fossen determinou que fossem preservados os restos de material genético referentes ao caso Isabella no Instituto de Criminalística (IC) e no Instituto Médico Legal (IML), e não que fosse feito um novo exame de DNA com vestígios encontrados na cena do crime. A informação foi corrigida no mesmo dia, às 21h05.
Redação Terra


Juiz manda fazer novo DNA do casal Nardoni
SÃO PAULO - A Justiça determinou que novo exame de DNA seja feito no sangue encontrado nas roupas e no carro de Alexandre Nardoni e de Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina Isabella. A decisão do juiz Maurício Fossen atende em parte ao pedido da defesa do casal, conduzida pelo criminalista Roberto Podval. O magistrado, do 2º Tribunal do Júri de São Paulo, só não concordou com a urgência para a realização dos exames. Segundo ele, o material para confronto deve permanecer guardado pelos Institutos de Criminalística (IC) e Médico-Legal (IML), para que, no momento oportuno, as análises sejam realizadas. Em seu despacho, o magistrado considerou que é preciso ter cautela ?antes de lançar uma grave acusação? contra os peritos. O magistrado se refere ao fato de a defesa do casal ter afirmado que o sangue usado para a análise não ser do casal, pois o pai e a madrasta da menina não teriam recolhido sangue para o exame de DNA feito pela perícia do caso. A alegação da defesa toma por base o fato de as guias de recolhimento do sangue dos réus não terem sido achadas no IC e no IML, o que poria em dúvida o resultado e a idoneidade dos exames. Para o magistrado, é necessário ouvir o que os peritos têm a dizer. Ele afirmou ainda não entender a pressa da defesa. Podval havia pedido os exames por meio de ação cautelar, pois temia que, se o fizesse mais tarde, acabasse acusado de querer retardar o julgamento. Isabella, de 5 anos, morreu em 29 de março de 2008, ao ser atirada do 6º andar do prédio em que seu pai e a madrasta moravam. Os dois estão presos.
O Estado de S. Paulo.
quinta-feira, 21 de maio de 2009, 09:39 Online


Juiz adia decisão sobre novo exame de DNA
Por Fernando Porfírio
A Justiça de São Paulo adiou decisão sobre novo exame de DNA no sangue encontrado nas roupas e no carro de Alexandre Nardoni e de Anna Carolina Jatobá, acusados de matar Isabella Nardoni, filha de Alexandre. A decisão foi tomada nesta quinta-feira (21/5) pelo juiz Maurício Fossen, do 2º Tribunal do Júri da Capital. O pedido foi feito pelo advogado Roberto Podval.
O juiz determinou que o material já periciado permaneça guardado pelo Instituto de Criminalística (IC) e pelo Instituto Médico-Legal (IML), para que, no momento oportuno, seja confrontado com os novos testes. Clique aqui para ler a decisão.
No despacho, Maurício Fossen disse que é preciso ter cautela “antes de lançar uma grave acusação” contra os peritos. O magistrado se refere ao fato de a defesa do casal ter afirmado que o sangue usado para a análise não foi o do casal, pois o pai e a madrasta da menina não tinham recolhido sangue para o exame de DNA feito pela perícia.
A alegação da defesa toma por base o fato de as guias de recolhimento do sangue dos réus não terem sido achadas no IC e no IML, o que poria em dúvida o resultado e a idoneidade dos exames. Para o juiz, é necessário antes ouvir o que os peritos têm a dizer. Ele afirmou ainda não entender a pressa da defesa.
A alegação de Roberto Podval é de que o sangue examinado pelos peritos não era de seus clientes. "Eles não forneceram o material sanguíneo utilizado como parâmetro de confronto (exame de DNA) com as amostras coligidas no apartamento e nas roupas ali encontradas", afirmou o criminalista.
O defensor do casal Nardoni, acusado de atirar pela janela do prédio a menina Isabella, de cinco anos, em março do ano passado, tem por base a alegação da falta do termo de coleta de sangue no processo contra o casal. Também se apresentou cópia de declarações dos réus, afirmando que em nenhum momento os peritos retiraram sangue deles. Segundo Podval, apesar disso, o laudo constatou a coincidência do perfil genético dos materiais biológicos examinados, determinando que eles pertenciam à madrasta e ao pai de Isabella.
Conjur
Notícia alterada às 22h de quinta-feira (21/5) para correção de informação.


Cotidiano: Casal Nardoni não fará um novo exame de DNA
A Justiça de São Paulo nega um pedido do casal Nardoni, acusado de matar a menina Isabella. A defesa de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá queria a realização imediata de um novo exame de DNA, no sangue encontrado nas roupas e no carro do casal. O pai e a madrasta da menina estão presos acusados de assassinar a criança, no ano passado. Segundo o novo advogado do casal, Roberto Podval, os dois não forneceram amostras de sangue para o exame de DNA. Foi colocada em dúvida a análise feita pelos peritos do Instituto de Criminalística e do Instituto Médico Legal. Mas o juiz Maurício Fossen afirmou, em despacho, que o IC e o IML são instituições respeitadas internacionalmente, e os peritos não assinariam laudos, sem que tivessem certeza da origem do material examinado.
Band.com.br -
Quinta-feira, 21 de maio de 2009 - 18h33


Correção: Justiça não pediu novo DNA de casal Nardoni
A nota sobre o caso Isabella Nardoni divulgada na manhã de hoje está errada. A Justiça não determinou que novo exame de DNA seja feito no sangue encontrado em objetos do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina Isabella. O juiz Maurício Fossen, do 2º Tribunal do Júri de São Paulo, analisa o pedido, feito pela defesa do casal, mas considera que não é este o momento processual adequado para que os advogados possam requerer a realização de novas análises.
A alegação da defesa, conduzida pelo criminalista Roberto Podval, toma por base o fato de as guias de recolhimento do sangue dos réus não terem sido achadas nos Institutos de Criminalística (IC) e Médico-Legal (IML), o que poria em dúvida o resultado e a idoneidade dos exames. Isabella, de 5 anos, morreu em 29 de março de 2008, ao ser atirada do 6º andar do prédio em que seu pai e a madrasta moravam. Os dois estão presos.
G1- Atualizado em 21/05/09 - 19h50


Juiz manda IC e IML preservar material genético dos Nardoni
21 de maio de 2009 • 10h44 • atualizado às 21h05
Justiça de São Paulo determinou, nesta quinta-feira, que o Instituto de Criminalística (IC) e o Instituto Médico Legal (IML) preservem o material genético de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta de Isabella Nardoni, morta em março do ano passado. A defesa do casal, acusado de matar a menina, pedia a realização de um exame de DNA para tentar provar que o sangue encontrado na cena do crime não é dos acusados. Para o juiz Maurício Fossen, este não é um "momento processual adequado para que as partes possam requerer novas diligências".
O magistrado afirmou que a preservação do material genético se dá "apenas por uma questão de precaução e para deixar mais tranqüila a defesa". Os institutos devem manter guardados os restos dos materiais "até nova ordem deste Juízo, visando assim permitir a realização de futuras diligências para comprovar suas origens, no futuro, se necessário".
Sobre o fato de a defesa do casal ter afirmado que o sangue usado para a análise não ser do casal, pois o pai e a madrasta da menina não teriam recolhido sangue para o exame de DNA feito pela perícia do caso, o magistrado considerou que "é necessária uma maior cautela antes de lançar tão grave acusação nos autos a respeito daqueles laudos periciais". A alegação da defesa toma por base o fato de as guias de recolhimento do sangue dos réus não terem sido achadas no IC e no IML. Para a defesa, isso coloca em dúvida o resultado dos exames. Maurício Fossen disse que os antigos advogados do casal declararam, em uma dos pedidos de liberdade, que os réus permitiram a coleta do sangue, para demonstrar que estavam colaborando com as investigações. O juiz também disse que antes de fazer novas diligências é preciso ouvir o que os peritos têm a dizer.
Isabella, de 5 anos, morreu em 29 de março de 2008, ao ser atirada do 6º andar do prédio em que seu pai e a madrasta moravam. Os dois estão presos
Redação Terra
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Caso Isabella: juiz manda fazer novo exame de DNA do casal Nardoni
21/05/2009 - 15h47 (
- G1) - Gazeta ONLINE
Justiça determinou que um novo exame de DNA seja feito no sangue encontrado nas roupas e no carro de Alexandre Nardoni e de Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina Isabella, de 5 anos, morta após ser jogada da janela do apartamento do pai em março do ano passado, na Zona Norte da capital paulista. O casal é acusado do crime. Pai e madrasta estão presos e afirmam que são inocentes. A decisão do juiz Maurício Fossen atende em parte ao pedido da defesa do casal, conduzida pelo criminalista Roberto Podval. O magistrado, do 2º Tribunal do Júri de São Paulo, só não concordou com a urgência para a realização dos exames.Segundo ele, o material para confronto deve permanecer guardado pelos Institutos de Criminalística (IC) e Médico-Legal (IML), para que, no momento oportuno, as análises sejam realizadas. Em seu despacho, o magistrado considerou que é preciso ter cautela "antes de lançar uma grave acusação" contra os peritos. O magistrado se refere ao fato de a defesa do casal ter afirmado que o sangue usado para a análise não é do casal, pois o pai e a madrasta da menina não teriam recolhido sangue para o exame de DNA feito pela perícia do caso.A alegação da defesa toma por base o fato de as guias de recolhimento do sangue dos réus não terem sido achadas no IC e no IML, o que poria em dúvida o resultado e a idoneidade dos exames. Para o magistrado, é necessário ouvir o que os peritos têm a dizer. Ele afirmou ainda não entender a pressa da defesa. Podval havia pedido os exames por meio de ação cautelar, pois temia que, se o fizesse mais tarde, acabasse acusado de querer retardar o julgamento.


Justiça adia decisão sobre novo pedido de exame de sangue do casal Nardoni
Juiz alega que solicitação da defesa será analisada em momento oportuno.Advogado diz que não haverá júri se exame de material não for feito.
O juiz Maurício Fossen protelou a sua decisão sobre o pedido da defesa de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá para um novo exame para comprovar se o sangue colhido durante as investigações da morte da menina Isabella é mesmo do casal. Em 29 de março de 2008, Isabella, então com 5 anos, foi jogada da janela do apartamento do pai e da madrasta no sexto andar de um prédio no bairro do Carandiru, na Zona Norte de São Paulo. Apesar de questionar os argumentos do advogado Roberto Podval para a solicitação do exame, o juiz considerou que este não é o momento oportuno para “que as partes possam requerer novas diligências” e decidiu relegar “a apreciação do presente requerimento novamente formulado pelos réus, agora através de seus novos defensores” para uma fase que precede a realização do júri.
“Antes do júri, as partes vão ser intimadas para fazer os requerimentos. O que a defesa não quer é ser chamada de procrastinatória (que age com a intenção de adiar). Fizemos o pedido para a realização de exame agora para que não venham dizer que estamos querendo adiar o júri”, afirmou Roberto Podval, advogado de defesa dos Nardoni. Apesar de ter a análise do seu pedido adiada, o advogado disse que não vai insistir com ele neste momento. “Eu poderia recorrer, mas para mim não faz diferença. Em algum momento, a Justiça vai ter de se pronunciar sobre a realização de novos exames ou não. O fato do juiz ter determinado que o sangue fique guardado até a decisão está bom para mim”, disse. Em seu despacho, o juiz Maurício Fossen determinou, “apenas por uma questão de precaução e para deixar mais tranqüila a defesa”, que sejam preservados no Instituto de Criminalística e no Instituto Médico Legal “os restos dos materiais genéticos que constam em seus arquivos como tendo sido colhidos dos réus, até nova ordem deste Juízo, visando assim permitir a realização de futuras diligências para comprovar suas origens, no futuro, se necessário”. Para o advogado, em algum momento o exame com o suposto sangue do casal Nardoni “será feito”. “Não vejo possibilidade de que o júri seja realizado sem que a prova seja feita. Não entendo por que está relutância (para a realização do exame). O sangue que está lá (no IC e no IML) não é deles. Os meus clientes afirmaram por escrito que não retiraram sangue para fazer exame. Isso está nos autos”, finalizou.
G1 - 21/05/09 - 18h57


Juiz nega pedido de DNA do casal Nardoni
A Justiça informou nesta quinta-feira que não determinou a realização de um novo exame de DNA no sangue encontrado em objetos do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina Isabella. O juiz Maurício Fossen, do 2º Tribunal do Júri de São Paulo, analisa o pedido, feito pela defesa do casal, mas considera que não é este o momento processual adequado para que os advogados possam requerer a realização de novas análises.
A alegação da defesa, conduzida pelo criminalista Roberto Podval toma por base o fato de as guias de recolhimento do sangue dos réus não terem sido achadas nos IC (Institutos de Criminalística) e IML (Médico-Legal), o que poria em dúvida o resultado e a idoneidade dos exames. Isabella, 5 anos, morreu em 29 de março de 2008, ao ser atirada do 6º andar do prédio em que seu pai e a madrasta moravam. Os dois estão presos.
Diário do Grande ABC - quinta-feira, 21 de maio de 2009, 20:56


Caso Isabella: Justiça nega pedido da defesa dos Nardoni para novo exame de DNA no sangue do casal
SÃO PAULO - A Justiça de São Paulo descartou a realização imediata de um novo exame de DNA no sangue encontrado nas roupas e no carro de Alexandre Nardoni e de Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina Isabella, que estão presos acusados de assassinar a criança no ano passado. O pedido havia sido feito pelo novo advogado do casal, Roberto Podval, que disse que o casal não forneceu amostras de sangue para exame. O advogado colocou em dúvida a análise feita pelos peritos do Instituto de Criminalística (IC) e do Instituto Médico Legal (IML) comparando uma amostra de sangue achada na calça de Anna Carolina ao sangue que ela forneceu. O resultado deu positivo.
O juiz Maurício Fossen em seu despacho afirma que o IC e o IML são instituições respeitadas internacionalmente e os peritos não assinariam laudos judiciais 'sem que tivessem certeza da origem do material examinado', principalmente num caso de grande repercussão como a morte de Isabella. O juiz avalia que, antes de qualquer suspeita em relação ao trabalho dos técnicos, é preciso dar oportunidade para que sejam ouvidos.
- Antes de lançar tão grave acusação é preciso que sejam ouvidos - diz o juiz.
O advogado de defesa dos Nardoni afirmaram nos autos que os 'laudos apresentados por aqueles experts não seriam condizentes com a verdade'.
O juiz diz que os exames do IC e do IML já constavam nos autos antes do casal ser denunciado. O magistrado lembrou também que na apelação de liberdade provisória pela defesa pedida para o casal, os advogados chegaram a usar como argumento que os Nardoni estavam colaborando com a investigação e 'permitiram a coleta de sangue'.
Para o juiz, não existe fato novo que justifique a realização de um novo exame de DNA. No despacho, Maurício Fossen diz ainda que todo o material genético colhido dos réus se encontra com o IC e o IML e não há notícia de que está prestes a ser descartado. Com isso, diz o juiz, caso haja necessidade de um novo exame no futuro, as amostras estão preservadas.
Como precaução e para deixar tranquila a defesa, o juiz determinou que o material genético seja preservado, até nova ordem da Justiça.
O GLOBO - 21/05/2009 às 16h23m


Justiça nega pedido da defesa dos Nardoni para novo exame de DNA no sangue do casal
SÃO PAULO - A Justiça de São Paulo descartou a realização imediata de um novo exame de DNA no sangue encontrado nas roupas e no carro de Alexandre Nardoni e de Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina Isabella, que estão presos acusados de assassinar a criança no ano passado. O pedido havia sido feito pelo novo advogado do casal, Roberto Podval, que disse que o casal não forneceu amostras de sangue para exame. O advogado colocou em dúvida a análise feita pelos peritos do Instituto de Criminalística (IC) e do Instituto Médico Legal (IML) comparando uma amostra de sangue achada na calça de Anna Carolina ao sangue que ela forneceu. O resultado deu positivo.
O juiz Maurício Fossen em seu despacho afirma que o IC e o IML são instituições respeitadas internacionalmente e os peritos não assinariam laudos judiciais 'sem que tivessem certeza da origem do material examinado', principalmente num caso de grande repercussão como a morte de Isabella. O juiz avalia que, antes de qualquer suspeita em relação ao trabalho dos técnicos, é preciso dar oportunidade para que sejam ouvidos.
- Antes de lançar tão grave acusação é preciso que sejam ouvidos - diz o juiz.
O advogado de defesa dos Nardoni afirmaram nos autos que os 'laudos apresentados por aqueles experts não seriam condizentes com a verdade'.
O juiz diz que os exames do IC e do IML já constavam nos autos antes do casal ser denunciado. O magistrado lembrou também que na apelação de liberdade provisória pela defesa pedida para o casal, os advogados chegaram a usar como argumento que os Nardoni estavam colaborando com a investigação e 'permitiram a coleta de sangue'.
Para o juiz, não existe fato novo que justifique a realização de um novo exame de DNA. No despacho, Maurício Fossen diz ainda que todo o material genético colhido dos réus se encontra com o IC e o IML e não há notícia de que está prestes a ser descartado. Com isso, diz o juiz, caso haja necessidade de um novo exame no futuro, as amostras estão preservadas.
Como precaução e para deixar tranquila a defesa, o juiz determinou que o material genético seja preservado, até nova ordem da Justiça.
O GLOBO - publicada em 21/05/2009 às 16h18m


CORREÇÃO: Juiz manda preservar material genético dos Nardoni - 21 de maio de 2009 - 20h20 - atualizado 21h55
Diferentemente do que foi publicado anteriormente pelo portal Terra na notícia Juiz manda IC e IML preservar material genético dos Nardoni, no dia 21 de maio de 2009, às 10h44, o juiz Maurício Fossen determinou que fossem preservados os restos de material genético referentes ao caso Isabella no Instituto de Criminalística (IC) e no Instituto Médico Legal (IML), e não que fosse feito um novo exame de DNA com vestígios encontrados na cena do crime. A informação foi corrigida no mesmo dia, às 21h05.
Redação Terra


Juiz manda fazer novo DNA do casal Nardoni
SÃO PAULO - A Justiça determinou que novo exame de DNA seja feito no sangue encontrado nas roupas e no carro de Alexandre Nardoni e de Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina Isabella. A decisão do juiz Maurício Fossen atende em parte ao pedido da defesa do casal, conduzida pelo criminalista Roberto Podval. O magistrado, do 2º Tribunal do Júri de São Paulo, só não concordou com a urgência para a realização dos exames. Segundo ele, o material para confronto deve permanecer guardado pelos Institutos de Criminalística (IC) e Médico-Legal (IML), para que, no momento oportuno, as análises sejam realizadas. Em seu despacho, o magistrado considerou que é preciso ter cautela ?antes de lançar uma grave acusação? contra os peritos. O magistrado se refere ao fato de a defesa do casal ter afirmado que o sangue usado para a análise não ser do casal, pois o pai e a madrasta da menina não teriam recolhido sangue para o exame de DNA feito pela perícia do caso. A alegação da defesa toma por base o fato de as guias de recolhimento do sangue dos réus não terem sido achadas no IC e no IML, o que poria em dúvida o resultado e a idoneidade dos exames. Para o magistrado, é necessário ouvir o que os peritos têm a dizer. Ele afirmou ainda não entender a pressa da defesa. Podval havia pedido os exames por meio de ação cautelar, pois temia que, se o fizesse mais tarde, acabasse acusado de querer retardar o julgamento. Isabella, de 5 anos, morreu em 29 de março de 2008, ao ser atirada do 6º andar do prédio em que seu pai e a madrasta moravam. Os dois estão presos.
O Estado de S. Paulo.
quinta-feira, 21 de maio de 2009, 09:39 Online


Juiz adia decisão sobre novo exame de DNA
Por Fernando Porfírio
A Justiça de São Paulo adiou decisão sobre novo exame de DNA no sangue encontrado nas roupas e no carro de Alexandre Nardoni e de Anna Carolina Jatobá, acusados de matar Isabella Nardoni, filha de Alexandre. A decisão foi tomada nesta quinta-feira (21/5) pelo juiz Maurício Fossen, do 2º Tribunal do Júri da Capital. O pedido foi feito pelo advogado Roberto Podval.
O juiz determinou que o material já periciado permaneça guardado pelo Instituto de Criminalística (IC) e pelo Instituto Médico-Legal (IML), para que, no momento oportuno, seja confrontado com os novos testes. Clique aqui para ler a decisão.
No despacho, Maurício Fossen disse que é preciso ter cautela “antes de lançar uma grave acusação” contra os peritos. O magistrado se refere ao fato de a defesa do casal ter afirmado que o sangue usado para a análise não foi o do casal, pois o pai e a madrasta da menina não tinham recolhido sangue para o exame de DNA feito pela perícia.
A alegação da defesa toma por base o fato de as guias de recolhimento do sangue dos réus não terem sido achadas no IC e no IML, o que poria em dúvida o resultado e a idoneidade dos exames. Para o juiz, é necessário antes ouvir o que os peritos têm a dizer. Ele afirmou ainda não entender a pressa da defesa.
A alegação de Roberto Podval é de que o sangue examinado pelos peritos não era de seus clientes. "Eles não forneceram o material sanguíneo utilizado como parâmetro de confronto (exame de DNA) com as amostras coligidas no apartamento e nas roupas ali encontradas", afirmou o criminalista.
O defensor do casal Nardoni, acusado de atirar pela janela do prédio a menina Isabella, de cinco anos, em março do ano passado, tem por base a alegação da falta do termo de coleta de sangue no processo contra o casal. Também se apresentou cópia de declarações dos réus, afirmando que em nenhum momento os peritos retiraram sangue deles. Segundo Podval, apesar disso, o laudo constatou a coincidência do perfil genético dos materiais biológicos examinados, determinando que eles pertenciam à madrasta e ao pai de Isabella.
Conjur
Notícia alterada às 22h de quinta-feira (21/5) para correção de informação.


Cotidiano: Casal Nardoni não fará um novo exame de DNA
A Justiça de São Paulo nega um pedido do casal Nardoni, acusado de matar a menina Isabella. A defesa de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá queria a realização imediata de um novo exame de DNA, no sangue encontrado nas roupas e no carro do casal. O pai e a madrasta da menina estão presos acusados de assassinar a criança, no ano passado. Segundo o novo advogado do casal, Roberto Podval, os dois não forneceram amostras de sangue para o exame de DNA. Foi colocada em dúvida a análise feita pelos peritos do Instituto de Criminalística e do Instituto Médico Legal. Mas o juiz Maurício Fossen afirmou, em despacho, que o IC e o IML são instituições respeitadas internacionalmente, e os peritos não assinariam laudos, sem que tivessem certeza da origem do material examinado.
Band.com.br -
Quinta-feira, 21 de maio de 2009 - 18h33


Correção: Justiça não pediu novo DNA de casal Nardoni
A nota sobre o caso Isabella Nardoni divulgada na manhã de hoje está errada. A Justiça não determinou que novo exame de DNA seja feito no sangue encontrado em objetos do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina Isabella. O juiz Maurício Fossen, do 2º Tribunal do Júri de São Paulo, analisa o pedido, feito pela defesa do casal, mas considera que não é este o momento processual adequado para que os advogados possam requerer a realização de novas análises.
A alegação da defesa, conduzida pelo criminalista Roberto Podval, toma por base o fato de as guias de recolhimento do sangue dos réus não terem sido achadas nos Institutos de Criminalística (IC) e Médico-Legal (IML), o que poria em dúvida o resultado e a idoneidade dos exames. Isabella, de 5 anos, morreu em 29 de março de 2008, ao ser atirada do 6º andar do prédio em que seu pai e a madrasta moravam. Os dois estão presos.
G1- Atualizado em 21/05/09 - 19h50


Juiz manda IC e IML preservar material genético dos Nardoni
21 de maio de 2009 • 10h44 • atualizado às 21h05
Justiça de São Paulo determinou, nesta quinta-feira, que o Instituto de Criminalística (IC) e o Instituto Médico Legal (IML) preservem o material genético de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta de Isabella Nardoni, morta em março do ano passado. A defesa do casal, acusado de matar a menina, pedia a realização de um exame de DNA para tentar provar que o sangue encontrado na cena do crime não é dos acusados. Para o juiz Maurício Fossen, este não é um "momento processual adequado para que as partes possam requerer novas diligências".
O magistrado afirmou que a preservação do material genético se dá "apenas por uma questão de precaução e para deixar mais tranqüila a defesa". Os institutos devem manter guardados os restos dos materiais "até nova ordem deste Juízo, visando assim permitir a realização de futuras diligências para comprovar suas origens, no futuro, se necessário".
Sobre o fato de a defesa do casal ter afirmado que o sangue usado para a análise não ser do casal, pois o pai e a madrasta da menina não teriam recolhido sangue para o exame de DNA feito pela perícia do caso, o magistrado considerou que "é necessária uma maior cautela antes de lançar tão grave acusação nos autos a respeito daqueles laudos periciais". A alegação da defesa toma por base o fato de as guias de recolhimento do sangue dos réus não terem sido achadas no IC e no IML. Para a defesa, isso coloca em dúvida o resultado dos exames. Maurício Fossen disse que os antigos advogados do casal declararam, em uma dos pedidos de liberdade, que os réus permitiram a coleta do sangue, para demonstrar que estavam colaborando com as investigações. O juiz também disse que antes de fazer novas diligências é preciso ouvir o que os peritos têm a dizer.
Isabella, de 5 anos, morreu em 29 de março de 2008, ao ser atirada do 6º andar do prédio em que seu pai e a madrasta moravam. Os dois estão presos
Redação Terra
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Dias atrás, na Grande São Paulo uma família inteira foi destruida após a morte do pai e filho, que foram pegos de surpresa e assassinados dentro de casa mesmo sem esboçar qualquer tipo de reação. A consequência disso terminou com a morte prematura da mãe das vítimas por parada cardíaca.

Ontem, morreu a menina Gabriela, de 8 anos, friamente assassinada por um delinquente de 17 anos que mirou em sua cabeça e atirou após ter ouvido o soar de um alarme, enquanto realizava assalto na residência onde encontrava-se a babá e as irmãs gêmeas em um condomínio fechado em Rio Claro, interior de São Paulo.

A pergunta que fica nesses dois casos. Quanto vale a vida dessas pessoas?

Para a família das vítimas, a vida pode custar a morte espiritual e a morte real, levando a "banca rota", o credo e o sentido da vida para essas pessoas. Sentido este que é o da procriação e perpetuação da espécie.

No primeiro caso, a esperança de lutar pela vida, da mãe vítima de câncer, acabou no momento que seu marido e filho morreram.

No segundo caso, a vida da criança decretou a morte espiritual de seu pai, de sua mãe e de sua irmã gêmea. A morte dela poderá desestruturar toda a expectativa de vida desse casal que lutou e trabalhou para poder dar o direito de conforto próximo de um país de primeiro mundo as suas duas filhas. Pena que estão vivendo em um país de terceiro mundo.

Infelizmente não são apenas dois casos isolados, só para lembrar os esquecidos, alguns casos de maior comoção... Yves Ota (8 anos) +97, Liana Friedenbach (15 anos) e Felipe Caffe (18 anos), +2003, Gabriela Prado (14 anos) +2003, João Hélio Fernandes Vieites (6 anos) +2007, Isabella Nardoni (5 anos) +2008

Marginais como esses que destroçaram a vida dessas famílias, na maior parte das vezes, quando são presos, ou já estavam cumprindo pena e estavam soltos através de indulto, ou estavam aguardando serem chamados, ou estavam foragidos ou já estavam em liberdade por cumprir pena mínima.

Esses marginais, que são constantemente pegos pela polícia em ações que diga-se de passagem, em São Paulo são muito bem realizadas, saem minutos depois pela porta da frente da delegacia rindo dos "palhaços" que os prenderam. Infelizmente é isso que eles pensam da nossa polícia.

Esses marginais, podem decretar nosso último dia a qualquer momento e em qualquer lugar. Se tivermos sorte, talvez essa não seja nossa última leitura.

Nós, como brasileiros e pais de família, vivendo numa das dez maiores economias do planeta não podemos mais aceitar esse tipo de atitude de país tribal, totalmente negligente e intransigente. Atitude esta que está colocando em risco a vida de milhares de pessoas de bem.

Nosso Estado, infelizmente, está fazendo um papel pior que dos bandidos, pois esses já se declararam criminosos e não se fazem de mocinhos. Estes, tem leis mais dinâmicas, eficientes e eficazes do que nosso Estado. Em algumas cidades, como é o caso da cidade do Rio de Janeiro, já são um Estado quase que independente.

Até quando poderemos aceitar essa negligência do Estado brasileiro com as questões sociais?

Estado este que se vangloria e divulga na televisão que bateu recordes de arrecadação de impostos.

Estado esse, cujos eleitos democraticamente possuem castelos, emitem notas fiscais de suas empresas para justificar gastos absurdos, gastam milhões com cartões de crédito, fazem viajem para Disney com toda a familia usando dinheiro público, estão loucos para prolongar ainda mais seus mandatos e ainda se acham no direito de de dizer que estão se lixando para o povo.

Será que já não estamos trocando nossa democracia por uma anarquia que poderá colocar na mão de cada cidadão o direito de ser o próprio Estado?


Equipe VIVAcidade. 22.05.2009
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Dias atrás, na Grande São Paulo uma família inteira foi destruida após a morte do pai e filho, que foram pegos de surpresa e assassinados dentro de casa mesmo sem esboçar qualquer tipo de reação. A consequência disso terminou com a morte prematura da mãe das vítimas por parada cardíaca.

Ontem, morreu a menina Gabriela, de 8 anos, friamente assassinada por um delinquente de 17 anos que mirou em sua cabeça e atirou após ter ouvido o soar de um alarme, enquanto realizava assalto na residência onde encontrava-se a babá e as irmãs gêmeas em um condomínio fechado em Rio Claro, interior de São Paulo.

A pergunta que fica nesses dois casos. Quanto vale a vida dessas pessoas?

Para a família das vítimas, a vida pode custar a morte espiritual e a morte real, levando a "banca rota", o credo e o sentido da vida para essas pessoas. Sentido este que é o da procriação e perpetuação da espécie.

No primeiro caso, a esperança de lutar pela vida, da mãe vítima de câncer, acabou no momento que seu marido e filho morreram.

No segundo caso, a vida da criança decretou a morte espiritual de seu pai, de sua mãe e de sua irmã gêmea. A morte dela poderá desestruturar toda a expectativa de vida desse casal que lutou e trabalhou para poder dar o direito de conforto próximo de um país de primeiro mundo as suas duas filhas. Pena que estão vivendo em um país de terceiro mundo.

Infelizmente não são apenas dois casos isolados, só para lembrar os esquecidos, alguns casos de maior comoção... Yves Ota (8 anos) +97, Liana Friedenbach (15 anos) e Felipe Caffe (18 anos), +2003, Gabriela Prado (14 anos) +2003, João Hélio Fernandes Vieites (6 anos) +2007, Isabella Nardoni (5 anos) +2008

Marginais como esses que destroçaram a vida dessas famílias, na maior parte das vezes, quando são presos, ou já estavam cumprindo pena e estavam soltos através de indulto, ou estavam aguardando serem chamados, ou estavam foragidos ou já estavam em liberdade por cumprir pena mínima.

Esses marginais, que são constantemente pegos pela polícia em ações que diga-se de passagem, em São Paulo são muito bem realizadas, saem minutos depois pela porta da frente da delegacia rindo dos "palhaços" que os prenderam. Infelizmente é isso que eles pensam da nossa polícia.

Esses marginais, podem decretar nosso último dia a qualquer momento e em qualquer lugar. Se tivermos sorte, talvez essa não seja nossa última leitura.

Nós, como brasileiros e pais de família, vivendo numa das dez maiores economias do planeta não podemos mais aceitar esse tipo de atitude de país tribal, totalmente negligente e intransigente. Atitude esta que está colocando em risco a vida de milhares de pessoas de bem.

Nosso Estado, infelizmente, está fazendo um papel pior que dos bandidos, pois esses já se declararam criminosos e não se fazem de mocinhos. Estes, tem leis mais dinâmicas, eficientes e eficazes do que nosso Estado. Em algumas cidades, como é o caso da cidade do Rio de Janeiro, já são um Estado quase que independente.

Até quando poderemos aceitar essa negligência do Estado brasileiro com as questões sociais?

Estado este que se vangloria e divulga na televisão que bateu recordes de arrecadação de impostos.

Estado esse, cujos eleitos democraticamente possuem castelos, emitem notas fiscais de suas empresas para justificar gastos absurdos, gastam milhões com cartões de crédito, fazem viajem para Disney com toda a familia usando dinheiro público, estão loucos para prolongar ainda mais seus mandatos e ainda se acham no direito de de dizer que estão se lixando para o povo.

Será que já não estamos trocando nossa democracia por uma anarquia que poderá colocar na mão de cada cidadão o direito de ser o próprio Estado?


Equipe VIVAcidade. 22.05.2009
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Dias atrás, na Grande São Paulo uma família inteira foi destruida após a morte do pai e filho, que foram pegos de surpresa e assassinados dentro de casa mesmo sem esboçar qualquer tipo de reação. A consequência disso terminou com a morte prematura da mãe das vítimas por parada cardíaca.

Ontem, morreu a menina Gabriela, de 8 anos, friamente assassinada por um delinquente de 17 anos que mirou em sua cabeça e atirou após ter ouvido o soar de um alarme, enquanto realizava assalto na residência onde encontrava-se a babá e as irmãs gêmeas em um condomínio fechado em Rio Claro, interior de São Paulo.

A pergunta que fica nesses dois casos. Quanto vale a vida dessas pessoas?

Para a família das vítimas, a vida pode custar a morte espiritual e a morte real, levando a "banca rota", o credo e o sentido da vida para essas pessoas. Sentido este que é o da procriação e perpetuação da espécie.

No primeiro caso, a esperança de lutar pela vida, da mãe vítima de câncer, acabou no momento que seu marido e filho morreram.

No segundo caso, a vida da criança decretou a morte espiritual de seu pai, de sua mãe e de sua irmã gêmea. A morte dela poderá desestruturar toda a expectativa de vida desse casal que lutou e trabalhou para poder dar o direito de conforto próximo de um país de primeiro mundo as suas duas filhas. Pena que estão vivendo em um país de terceiro mundo.

Infelizmente não são apenas dois casos isolados, só para lembrar os esquecidos, alguns casos de maior comoção... Yves Ota (8 anos) +97, Liana Friedenbach (15 anos) e Felipe Caffe (18 anos), +2003, Gabriela Prado (14 anos) +2003, João Hélio Fernandes Vieites (6 anos) +2007, Isabella Nardoni (5 anos) +2008

Marginais como esses que destroçaram a vida dessas famílias, na maior parte das vezes, quando são presos, ou já estavam cumprindo pena e estavam soltos através de indulto, ou estavam aguardando serem chamados, ou estavam foragidos ou já estavam em liberdade por cumprir pena mínima.

Esses marginais, que são constantemente pegos pela polícia em ações que diga-se de passagem, em São Paulo são muito bem realizadas, saem minutos depois pela porta da frente da delegacia rindo dos "palhaços" que os prenderam. Infelizmente é isso que eles pensam da nossa polícia.

Esses marginais, podem decretar nosso último dia a qualquer momento e em qualquer lugar. Se tivermos sorte, talvez essa não seja nossa última leitura.

Nós, como brasileiros e pais de família, vivendo numa das dez maiores economias do planeta não podemos mais aceitar esse tipo de atitude de país tribal, totalmente negligente e intransigente. Atitude esta que está colocando em risco a vida de milhares de pessoas de bem.

Nosso Estado, infelizmente, está fazendo um papel pior que dos bandidos, pois esses já se declararam criminosos e não se fazem de mocinhos. Estes, tem leis mais dinâmicas, eficientes e eficazes do que nosso Estado. Em algumas cidades, como é o caso da cidade do Rio de Janeiro, já são um Estado quase que independente.

Até quando poderemos aceitar essa negligência do Estado brasileiro com as questões sociais?

Estado este que se vangloria e divulga na televisão que bateu recordes de arrecadação de impostos.

Estado esse, cujos eleitos democraticamente possuem castelos, emitem notas fiscais de suas empresas para justificar gastos absurdos, gastam milhões com cartões de crédito, fazem viajem para Disney com toda a familia usando dinheiro público, estão loucos para prolongar ainda mais seus mandatos e ainda se acham no direito de de dizer que estão se lixando para o povo.

Será que já não estamos trocando nossa democracia por uma anarquia que poderá colocar na mão de cada cidadão o direito de ser o próprio Estado?


Equipe VIVAcidade. 22.05.2009
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Dias atrás, na Grande São Paulo uma família inteira foi destruida após a morte do pai e filho, que foram pegos de surpresa e assassinados dentro de casa mesmo sem esboçar qualquer tipo de reação. A consequência disso terminou com a morte prematura da mãe das vítimas por parada cardíaca.

Ontem, morreu a menina Gabriela, de 8 anos, friamente assassinada por um delinquente de 17 anos que mirou em sua cabeça e atirou após ter ouvido o soar de um alarme, enquanto realizava assalto na residência onde encontrava-se a babá e as irmãs gêmeas em um condomínio fechado em Rio Claro, interior de São Paulo.

A pergunta que fica nesses dois casos. Quanto vale a vida dessas pessoas?

Para a família das vítimas, a vida pode custar a morte espiritual e a morte real, levando a "banca rota", o credo e o sentido da vida para essas pessoas. Sentido este que é o da procriação e perpetuação da espécie.

No primeiro caso, a esperança de lutar pela vida, da mãe vítima de câncer, acabou no momento que seu marido e filho morreram.

No segundo caso, a vida da criança decretou a morte espiritual de seu pai, de sua mãe e de sua irmã gêmea. A morte dela poderá desestruturar toda a expectativa de vida desse casal que lutou e trabalhou para poder dar o direito de conforto próximo de um país de primeiro mundo as suas duas filhas. Pena que estão vivendo em um país de terceiro mundo.

Infelizmente não são apenas dois casos isolados, só para lembrar os esquecidos, alguns casos de maior comoção... Yves Ota (8 anos) +97, Liana Friedenbach (15 anos) e Felipe Caffe (18 anos), +2003, Gabriela Prado (14 anos) +2003, João Hélio Fernandes Vieites (6 anos) +2007, Isabella Nardoni (5 anos) +2008

Marginais como esses que destroçaram a vida dessas famílias, na maior parte das vezes, quando são presos, ou já estavam cumprindo pena e estavam soltos através de indulto, ou estavam aguardando serem chamados, ou estavam foragidos ou já estavam em liberdade por cumprir pena mínima.

Esses marginais, que são constantemente pegos pela polícia em ações que diga-se de passagem, em São Paulo são muito bem realizadas, saem minutos depois pela porta da frente da delegacia rindo dos "palhaços" que os prenderam. Infelizmente é isso que eles pensam da nossa polícia.

Esses marginais, podem decretar nosso último dia a qualquer momento e em qualquer lugar. Se tivermos sorte, talvez essa não seja nossa última leitura.

Nós, como brasileiros e pais de família, vivendo numa das dez maiores economias do planeta não podemos mais aceitar esse tipo de atitude de país tribal, totalmente negligente e intransigente. Atitude esta que está colocando em risco a vida de milhares de pessoas de bem.

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Até quando poderemos aceitar essa negligência do Estado brasileiro com as questões sociais?

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Será que já não estamos trocando nossa democracia por uma anarquia que poderá colocar na mão de cada cidadão o direito de ser o próprio Estado?


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A Justiça deve decidir nos próximos dias o destino do garoto de oito anos cuja guarda é disputada pelo pai americano, David Goldman, e pelo padrasto brasileiro, João Paulo Lins e Silva. A colunista Monica Bergamo, da Folha de S. Paulo, cita algumas decisões recentes do juiz da 16ª Vara Federal do Rio de Janeiro que indicam que a disputa está pendendo para o pai da criança: ele não acolheu pedido de impugnação contra o laudo da perícia que, entre outras coisas, afirmou que o garoto se adaptaria facilmente nos EUA; não considerou necessário ouvir o menino uma vez mais; negou pedido de investigação sobre a situação financeira do americano. A parte brasileira teme que caso a decisão seja favorável ao americano, o garoto possa sair no mesmo dia do Brasil.


Conjur
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A Justiça deve decidir nos próximos dias o destino do garoto de oito anos cuja guarda é disputada pelo pai americano, David Goldman, e pelo padrasto brasileiro, João Paulo Lins e Silva. A colunista Monica Bergamo, da Folha de S. Paulo, cita algumas decisões recentes do juiz da 16ª Vara Federal do Rio de Janeiro que indicam que a disputa está pendendo para o pai da criança: ele não acolheu pedido de impugnação contra o laudo da perícia que, entre outras coisas, afirmou que o garoto se adaptaria facilmente nos EUA; não considerou necessário ouvir o menino uma vez mais; negou pedido de investigação sobre a situação financeira do americano. A parte brasileira teme que caso a decisão seja favorável ao americano, o garoto possa sair no mesmo dia do Brasil.


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A Justiça deve decidir nos próximos dias o destino do garoto de oito anos cuja guarda é disputada pelo pai americano, David Goldman, e pelo padrasto brasileiro, João Paulo Lins e Silva. A colunista Monica Bergamo, da Folha de S. Paulo, cita algumas decisões recentes do juiz da 16ª Vara Federal do Rio de Janeiro que indicam que a disputa está pendendo para o pai da criança: ele não acolheu pedido de impugnação contra o laudo da perícia que, entre outras coisas, afirmou que o garoto se adaptaria facilmente nos EUA; não considerou necessário ouvir o menino uma vez mais; negou pedido de investigação sobre a situação financeira do americano. A parte brasileira teme que caso a decisão seja favorável ao americano, o garoto possa sair no mesmo dia do Brasil.


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CNJ solicitou atendimento médico a presos da Cadeia de Vila Velha.Órgão realiza inspeção em presídios do estado.

Durante uma inspeção na Cadeia de Vila Velha (ES), nesta sexta-feira (22), representantes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) encontraram 256 detentos em uma cela com capacidade para abrigar 36 pessoas.
O órgão solicitou que a Secretaria de Saúde do Espírito Santo providencie atendimento médico aos presos que estão no local. Segundo o juiz auxiliar da presidência do CNJ, Erivaldo Ribeiro, os detentos correm riscos de contrair doenças graves, inclusive tuberculose.
Para o juiz do CNJ, os detentos estão submetidos a condições insalubres. Nos últimos dois meses, duas pessoas teriam morrido por infecção generalizada dentro da cela.
A inspeção do CNJ nos presídios do Espírito Santo começou na segunda-feira (18). O resultado dos trabalhos será reunido em um relatório, que será encaminhado à Corregedoria Nacional de Justiça.

Ausência da defensoria pública
De acordo com representantes do CNJ, nos sete presídios inspecionados no Espírito Santo desde o início da semana há celas superlotadas e presos precisam se revezar para dormir. O órgão também constatou falta de atuação da defensoria pública.


G1
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CNJ solicitou atendimento médico a presos da Cadeia de Vila Velha.Órgão realiza inspeção em presídios do estado.

Durante uma inspeção na Cadeia de Vila Velha (ES), nesta sexta-feira (22), representantes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) encontraram 256 detentos em uma cela com capacidade para abrigar 36 pessoas.
O órgão solicitou que a Secretaria de Saúde do Espírito Santo providencie atendimento médico aos presos que estão no local. Segundo o juiz auxiliar da presidência do CNJ, Erivaldo Ribeiro, os detentos correm riscos de contrair doenças graves, inclusive tuberculose.
Para o juiz do CNJ, os detentos estão submetidos a condições insalubres. Nos últimos dois meses, duas pessoas teriam morrido por infecção generalizada dentro da cela.
A inspeção do CNJ nos presídios do Espírito Santo começou na segunda-feira (18). O resultado dos trabalhos será reunido em um relatório, que será encaminhado à Corregedoria Nacional de Justiça.

Ausência da defensoria pública
De acordo com representantes do CNJ, nos sete presídios inspecionados no Espírito Santo desde o início da semana há celas superlotadas e presos precisam se revezar para dormir. O órgão também constatou falta de atuação da defensoria pública.


G1
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CNJ solicitou atendimento médico a presos da Cadeia de Vila Velha.Órgão realiza inspeção em presídios do estado.

Durante uma inspeção na Cadeia de Vila Velha (ES), nesta sexta-feira (22), representantes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) encontraram 256 detentos em uma cela com capacidade para abrigar 36 pessoas.
O órgão solicitou que a Secretaria de Saúde do Espírito Santo providencie atendimento médico aos presos que estão no local. Segundo o juiz auxiliar da presidência do CNJ, Erivaldo Ribeiro, os detentos correm riscos de contrair doenças graves, inclusive tuberculose.
Para o juiz do CNJ, os detentos estão submetidos a condições insalubres. Nos últimos dois meses, duas pessoas teriam morrido por infecção generalizada dentro da cela.
A inspeção do CNJ nos presídios do Espírito Santo começou na segunda-feira (18). O resultado dos trabalhos será reunido em um relatório, que será encaminhado à Corregedoria Nacional de Justiça.

Ausência da defensoria pública
De acordo com representantes do CNJ, nos sete presídios inspecionados no Espírito Santo desde o início da semana há celas superlotadas e presos precisam se revezar para dormir. O órgão também constatou falta de atuação da defensoria pública.


G1
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CNJ solicitou atendimento médico a presos da Cadeia de Vila Velha.Órgão realiza inspeção em presídios do estado.

Durante uma inspeção na Cadeia de Vila Velha (ES), nesta sexta-feira (22), representantes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) encontraram 256 detentos em uma cela com capacidade para abrigar 36 pessoas.
O órgão solicitou que a Secretaria de Saúde do Espírito Santo providencie atendimento médico aos presos que estão no local. Segundo o juiz auxiliar da presidência do CNJ, Erivaldo Ribeiro, os detentos correm riscos de contrair doenças graves, inclusive tuberculose.
Para o juiz do CNJ, os detentos estão submetidos a condições insalubres. Nos últimos dois meses, duas pessoas teriam morrido por infecção generalizada dentro da cela.
A inspeção do CNJ nos presídios do Espírito Santo começou na segunda-feira (18). O resultado dos trabalhos será reunido em um relatório, que será encaminhado à Corregedoria Nacional de Justiça.

Ausência da defensoria pública
De acordo com representantes do CNJ, nos sete presídios inspecionados no Espírito Santo desde o início da semana há celas superlotadas e presos precisam se revezar para dormir. O órgão também constatou falta de atuação da defensoria pública.


G1
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A espanhola Maria Amelia Lopez tinha 97 anos.Blog foi criado com a ajuda do neto, que digitava as memórias da avó.

A espanhola Maria Amelia Lopez, que ganhou fama como uma das blogueiras mais velhas do mundo, morreu na manhã de quarta-feira (20), aos 97 anos, na província de La Coruna. Ela era responsável pelo blog A mis 95 años, criado com a ajuda do neto.

A página reunia as memórias de Maria Amelia, incluindo fatos relacionados à Guerra Civil da Espanha e aos anos de ditadura do general Francisco Franco. A blogueira ditava os textos e o neto Daniel escrevia, pois ela tinha problemas na vista. Por conta da fama obtida com o site, a avó conheceu o primeiro-ministro Jose Luis Rodriguez Zapatero.
“Meu neto me deu esse blog no dia 23 de dezembro de 2006, quando eu tinha 95 anos, e mudou minha vida. Desde aquele dia, tive mais de 1,5 milhão de visitas de internautas dos cinco continentes”, escreveu em um post. O texto mais recente, postado pelo neto, informa sobre a morte de Maria Amelia e já tem mais de 500 comentários.

Em 2007, a avó venceu o Best Of Blogs (BOBs), o concurso de blogs da rede de televisão alemã "Deutsche Welle" (DW), na categoria em espanhol.
G1
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A espanhola Maria Amelia Lopez tinha 97 anos.Blog foi criado com a ajuda do neto, que digitava as memórias da avó.

A espanhola Maria Amelia Lopez, que ganhou fama como uma das blogueiras mais velhas do mundo, morreu na manhã de quarta-feira (20), aos 97 anos, na província de La Coruna. Ela era responsável pelo blog A mis 95 años, criado com a ajuda do neto.

A página reunia as memórias de Maria Amelia, incluindo fatos relacionados à Guerra Civil da Espanha e aos anos de ditadura do general Francisco Franco. A blogueira ditava os textos e o neto Daniel escrevia, pois ela tinha problemas na vista. Por conta da fama obtida com o site, a avó conheceu o primeiro-ministro Jose Luis Rodriguez Zapatero.
“Meu neto me deu esse blog no dia 23 de dezembro de 2006, quando eu tinha 95 anos, e mudou minha vida. Desde aquele dia, tive mais de 1,5 milhão de visitas de internautas dos cinco continentes”, escreveu em um post. O texto mais recente, postado pelo neto, informa sobre a morte de Maria Amelia e já tem mais de 500 comentários.

Em 2007, a avó venceu o Best Of Blogs (BOBs), o concurso de blogs da rede de televisão alemã "Deutsche Welle" (DW), na categoria em espanhol.
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A espanhola Maria Amelia Lopez tinha 97 anos.Blog foi criado com a ajuda do neto, que digitava as memórias da avó.

A espanhola Maria Amelia Lopez, que ganhou fama como uma das blogueiras mais velhas do mundo, morreu na manhã de quarta-feira (20), aos 97 anos, na província de La Coruna. Ela era responsável pelo blog A mis 95 años, criado com a ajuda do neto.

A página reunia as memórias de Maria Amelia, incluindo fatos relacionados à Guerra Civil da Espanha e aos anos de ditadura do general Francisco Franco. A blogueira ditava os textos e o neto Daniel escrevia, pois ela tinha problemas na vista. Por conta da fama obtida com o site, a avó conheceu o primeiro-ministro Jose Luis Rodriguez Zapatero.
“Meu neto me deu esse blog no dia 23 de dezembro de 2006, quando eu tinha 95 anos, e mudou minha vida. Desde aquele dia, tive mais de 1,5 milhão de visitas de internautas dos cinco continentes”, escreveu em um post. O texto mais recente, postado pelo neto, informa sobre a morte de Maria Amelia e já tem mais de 500 comentários.

Em 2007, a avó venceu o Best Of Blogs (BOBs), o concurso de blogs da rede de televisão alemã "Deutsche Welle" (DW), na categoria em espanhol.
G1
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A espanhola Maria Amelia Lopez tinha 97 anos.Blog foi criado com a ajuda do neto, que digitava as memórias da avó.

A espanhola Maria Amelia Lopez, que ganhou fama como uma das blogueiras mais velhas do mundo, morreu na manhã de quarta-feira (20), aos 97 anos, na província de La Coruna. Ela era responsável pelo blog A mis 95 años, criado com a ajuda do neto.

A página reunia as memórias de Maria Amelia, incluindo fatos relacionados à Guerra Civil da Espanha e aos anos de ditadura do general Francisco Franco. A blogueira ditava os textos e o neto Daniel escrevia, pois ela tinha problemas na vista. Por conta da fama obtida com o site, a avó conheceu o primeiro-ministro Jose Luis Rodriguez Zapatero.
“Meu neto me deu esse blog no dia 23 de dezembro de 2006, quando eu tinha 95 anos, e mudou minha vida. Desde aquele dia, tive mais de 1,5 milhão de visitas de internautas dos cinco continentes”, escreveu em um post. O texto mais recente, postado pelo neto, informa sobre a morte de Maria Amelia e já tem mais de 500 comentários.

Em 2007, a avó venceu o Best Of Blogs (BOBs), o concurso de blogs da rede de televisão alemã "Deutsche Welle" (DW), na categoria em espanhol.
G1
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Meninas com idades entre 11 e 12 anos criaram conteúdo ofensivo. Sugestões incluem envenenamento e tiros contra vítima de bullying.

Um desenho postado no YouTube, criado por garotas com idades entre 11 e 12 anos, gerou polêmica pelo fato de ensinar técnicas sobre como matar uma colega chamada Piper. “Fiquei horrorizada”, disse Beth Smith, a mãe da menina que aparece sendo atacada no cartoon "Top six ways to kill Piper" (“seis melhores maneiras de matar Piper”).
No arquivo cheio de desenhos com características infantis, diversas garotas atiram contra Piper, a fazem cometer suicídio, lhe dão veneno e a empurram de um barranco. Segundo o site da emissora “King 5”, o conteúdo tem a trilha sonora "True Friend" (“amigo verdadeiro”, em tradução livre), do programa adolescente “Hannah Montana”.
Piper está na sexta série da Elk Plain School of Choice, em Spanaway (Washington), e as responsáveis pelo vídeo estudam na mesma escola. “Isso tudo realmente machucou meus sentimentos. Me sinto mal em saber que alguém me odeia tanto assim, para fazer um vídeo sobre mim”, disse a jovem, segundo a “King 5”.

Alerta
Depois de descobrir a existência do vídeo, Beth ligou para os pais das garotas que o criaram. Alguns ficaram chocados, enquanto outros não ligaram. “Um homem me ignorou e disse que estava fazendo o jantar”, disse a mãe da vítima.
Por questões de privacidade, a escola não revela como está tratando o caso. “As alunas expressaram remorso sobre o incidente, e acreditamos que Elk Plain é e continuará sendo um lugar seguro para os estudantes”, afirmou a porta-voz Krista Carlson. A mãe de Piper diz ter medo do que pode acontecer com sua filha e deu queixa na polícia.
Esse tipo de ação, como o desenho divulgado no YouTube, vem ganhando cada vez mais força e é conhecido como ciberbullying. Trata-se de práticas um conjunto de práticas agressivas, intencionais e repetitivas que são adotadas por uma ou mais pessoas contra outras, utilizando-se para isso de meios eletrônicos, como internet e telefones celulares.


G1
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Meninas com idades entre 11 e 12 anos criaram conteúdo ofensivo. Sugestões incluem envenenamento e tiros contra vítima de bullying.

Um desenho postado no YouTube, criado por garotas com idades entre 11 e 12 anos, gerou polêmica pelo fato de ensinar técnicas sobre como matar uma colega chamada Piper. “Fiquei horrorizada”, disse Beth Smith, a mãe da menina que aparece sendo atacada no cartoon "Top six ways to kill Piper" (“seis melhores maneiras de matar Piper”).
No arquivo cheio de desenhos com características infantis, diversas garotas atiram contra Piper, a fazem cometer suicídio, lhe dão veneno e a empurram de um barranco. Segundo o site da emissora “King 5”, o conteúdo tem a trilha sonora "True Friend" (“amigo verdadeiro”, em tradução livre), do programa adolescente “Hannah Montana”.
Piper está na sexta série da Elk Plain School of Choice, em Spanaway (Washington), e as responsáveis pelo vídeo estudam na mesma escola. “Isso tudo realmente machucou meus sentimentos. Me sinto mal em saber que alguém me odeia tanto assim, para fazer um vídeo sobre mim”, disse a jovem, segundo a “King 5”.

Alerta
Depois de descobrir a existência do vídeo, Beth ligou para os pais das garotas que o criaram. Alguns ficaram chocados, enquanto outros não ligaram. “Um homem me ignorou e disse que estava fazendo o jantar”, disse a mãe da vítima.
Por questões de privacidade, a escola não revela como está tratando o caso. “As alunas expressaram remorso sobre o incidente, e acreditamos que Elk Plain é e continuará sendo um lugar seguro para os estudantes”, afirmou a porta-voz Krista Carlson. A mãe de Piper diz ter medo do que pode acontecer com sua filha e deu queixa na polícia.
Esse tipo de ação, como o desenho divulgado no YouTube, vem ganhando cada vez mais força e é conhecido como ciberbullying. Trata-se de práticas um conjunto de práticas agressivas, intencionais e repetitivas que são adotadas por uma ou mais pessoas contra outras, utilizando-se para isso de meios eletrônicos, como internet e telefones celulares.


G1
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Meninas com idades entre 11 e 12 anos criaram conteúdo ofensivo. Sugestões incluem envenenamento e tiros contra vítima de bullying.

Um desenho postado no YouTube, criado por garotas com idades entre 11 e 12 anos, gerou polêmica pelo fato de ensinar técnicas sobre como matar uma colega chamada Piper. “Fiquei horrorizada”, disse Beth Smith, a mãe da menina que aparece sendo atacada no cartoon "Top six ways to kill Piper" (“seis melhores maneiras de matar Piper”).
No arquivo cheio de desenhos com características infantis, diversas garotas atiram contra Piper, a fazem cometer suicídio, lhe dão veneno e a empurram de um barranco. Segundo o site da emissora “King 5”, o conteúdo tem a trilha sonora "True Friend" (“amigo verdadeiro”, em tradução livre), do programa adolescente “Hannah Montana”.
Piper está na sexta série da Elk Plain School of Choice, em Spanaway (Washington), e as responsáveis pelo vídeo estudam na mesma escola. “Isso tudo realmente machucou meus sentimentos. Me sinto mal em saber que alguém me odeia tanto assim, para fazer um vídeo sobre mim”, disse a jovem, segundo a “King 5”.

Alerta
Depois de descobrir a existência do vídeo, Beth ligou para os pais das garotas que o criaram. Alguns ficaram chocados, enquanto outros não ligaram. “Um homem me ignorou e disse que estava fazendo o jantar”, disse a mãe da vítima.
Por questões de privacidade, a escola não revela como está tratando o caso. “As alunas expressaram remorso sobre o incidente, e acreditamos que Elk Plain é e continuará sendo um lugar seguro para os estudantes”, afirmou a porta-voz Krista Carlson. A mãe de Piper diz ter medo do que pode acontecer com sua filha e deu queixa na polícia.
Esse tipo de ação, como o desenho divulgado no YouTube, vem ganhando cada vez mais força e é conhecido como ciberbullying. Trata-se de práticas um conjunto de práticas agressivas, intencionais e repetitivas que são adotadas por uma ou mais pessoas contra outras, utilizando-se para isso de meios eletrônicos, como internet e telefones celulares.


G1
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Meninas com idades entre 11 e 12 anos criaram conteúdo ofensivo. Sugestões incluem envenenamento e tiros contra vítima de bullying.

Um desenho postado no YouTube, criado por garotas com idades entre 11 e 12 anos, gerou polêmica pelo fato de ensinar técnicas sobre como matar uma colega chamada Piper. “Fiquei horrorizada”, disse Beth Smith, a mãe da menina que aparece sendo atacada no cartoon "Top six ways to kill Piper" (“seis melhores maneiras de matar Piper”).
No arquivo cheio de desenhos com características infantis, diversas garotas atiram contra Piper, a fazem cometer suicídio, lhe dão veneno e a empurram de um barranco. Segundo o site da emissora “King 5”, o conteúdo tem a trilha sonora "True Friend" (“amigo verdadeiro”, em tradução livre), do programa adolescente “Hannah Montana”.
Piper está na sexta série da Elk Plain School of Choice, em Spanaway (Washington), e as responsáveis pelo vídeo estudam na mesma escola. “Isso tudo realmente machucou meus sentimentos. Me sinto mal em saber que alguém me odeia tanto assim, para fazer um vídeo sobre mim”, disse a jovem, segundo a “King 5”.

Alerta
Depois de descobrir a existência do vídeo, Beth ligou para os pais das garotas que o criaram. Alguns ficaram chocados, enquanto outros não ligaram. “Um homem me ignorou e disse que estava fazendo o jantar”, disse a mãe da vítima.
Por questões de privacidade, a escola não revela como está tratando o caso. “As alunas expressaram remorso sobre o incidente, e acreditamos que Elk Plain é e continuará sendo um lugar seguro para os estudantes”, afirmou a porta-voz Krista Carlson. A mãe de Piper diz ter medo do que pode acontecer com sua filha e deu queixa na polícia.
Esse tipo de ação, como o desenho divulgado no YouTube, vem ganhando cada vez mais força e é conhecido como ciberbullying. Trata-se de práticas um conjunto de práticas agressivas, intencionais e repetitivas que são adotadas por uma ou mais pessoas contra outras, utilizando-se para isso de meios eletrônicos, como internet e telefones celulares.


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PORTO ALEGRE - A Polícia Civil investiga um caso de suspeita de abuso sexual de três crianças em Ronda Alta, no norte do Rio Grande do sul, a 336 quilômetros de Porto Alegre. O caso teria ocorrido com duas irmãs de oito anos e com a prima delas, de quatro anos.
Os supostos abusos teriam ocorrido há dois meses na casa do suspeito, um homem de 58 anos, tio-avô das meninas. Segundo o delegado Danilo Flôres, da Delegacia da Polícia Civil de Carazinho, a mãe de uma das meninas de oito anos (elas são irmãs somente por parte de pai) procurou a polícia para relatar o abuso no início da semana.
O delegado vai até Ronda Alta para ouvir testemunhas e acompanhar as denúncias.


O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:44  comentar

PORTO ALEGRE - A Polícia Civil investiga um caso de suspeita de abuso sexual de três crianças em Ronda Alta, no norte do Rio Grande do sul, a 336 quilômetros de Porto Alegre. O caso teria ocorrido com duas irmãs de oito anos e com a prima delas, de quatro anos.
Os supostos abusos teriam ocorrido há dois meses na casa do suspeito, um homem de 58 anos, tio-avô das meninas. Segundo o delegado Danilo Flôres, da Delegacia da Polícia Civil de Carazinho, a mãe de uma das meninas de oito anos (elas são irmãs somente por parte de pai) procurou a polícia para relatar o abuso no início da semana.
O delegado vai até Ronda Alta para ouvir testemunhas e acompanhar as denúncias.


O Globo On Line
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PORTO ALEGRE - A Polícia Civil investiga um caso de suspeita de abuso sexual de três crianças em Ronda Alta, no norte do Rio Grande do sul, a 336 quilômetros de Porto Alegre. O caso teria ocorrido com duas irmãs de oito anos e com a prima delas, de quatro anos.
Os supostos abusos teriam ocorrido há dois meses na casa do suspeito, um homem de 58 anos, tio-avô das meninas. Segundo o delegado Danilo Flôres, da Delegacia da Polícia Civil de Carazinho, a mãe de uma das meninas de oito anos (elas são irmãs somente por parte de pai) procurou a polícia para relatar o abuso no início da semana.
O delegado vai até Ronda Alta para ouvir testemunhas e acompanhar as denúncias.


O Globo On Line
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PORTO ALEGRE - A Polícia Civil investiga um caso de suspeita de abuso sexual de três crianças em Ronda Alta, no norte do Rio Grande do sul, a 336 quilômetros de Porto Alegre. O caso teria ocorrido com duas irmãs de oito anos e com a prima delas, de quatro anos.
Os supostos abusos teriam ocorrido há dois meses na casa do suspeito, um homem de 58 anos, tio-avô das meninas. Segundo o delegado Danilo Flôres, da Delegacia da Polícia Civil de Carazinho, a mãe de uma das meninas de oito anos (elas são irmãs somente por parte de pai) procurou a polícia para relatar o abuso no início da semana.
O delegado vai até Ronda Alta para ouvir testemunhas e acompanhar as denúncias.


O Globo On Line
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SÃO PAULO - Um homem invadiu no fim desta manhã a Universidade Santa Cecília (Unisanta), no Boqueirão, em Santos, litoral paulista, e matou com um golpe de tesoura a ex-mulher, estudante da instituição. Por volta das 11h30m, Reginaldo da Rocha Soares, ex-aluno da Unisanta, identificou-se normalmente na entrada do Bloco E, na Rua Cesário Mota, com RG e fotografia, ''informando que pretendia dirigir-se à Biblioteca da Saúde''.
Inesperadamente, Soares invadiu a aula em uma das dependências da instituição e deu uma tesourada no pescoço da estudante Margareth Emilliane Pereira Thomaz, de 29 anos. Margareth chegou a ser levada para o pronto-socorro da Santa Casa de Santos, mas morreu por volta das 13h30m, antes de ser submetida a uma cirurgia.
Soares está preso e o caso será registrado na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM). Segundo nota da Unisanta, ele foi detido por um dos administradores da instituição e encaminhado à polícia.
"Estamos prestando todo apoio à família de nossa aluna e a seus familiares, pois sempre mantemos todas as condições de segurança de acesso ao Campus, exigindo identificação de todos, inclusive de funcionários, professores e alunos quando estes se esquecem das credenciais magnéticas que abrem as catracas. Visitantes também precisam de autorização e carteira de identidade", diz a nota.
A universidade informou ainda que o episódio não reflete insegurança no Campus, e sim "um gesto irracional". "'Solicitamos a compreensão de todos para que as famílias dos envolvidos sejam respeitadas neste momento de dor'", ressalta ainda o texto.
O crime foi relatado por um aluno, que chegou ao local da agressão minutos após o crime. De acordo com o estudante, havia pessoas chorando, e algumas passaram mal. Ele disse ainda que os alunos foram dispensados da aula.


O Globo On Line
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SÃO PAULO - Um homem invadiu no fim desta manhã a Universidade Santa Cecília (Unisanta), no Boqueirão, em Santos, litoral paulista, e matou com um golpe de tesoura a ex-mulher, estudante da instituição. Por volta das 11h30m, Reginaldo da Rocha Soares, ex-aluno da Unisanta, identificou-se normalmente na entrada do Bloco E, na Rua Cesário Mota, com RG e fotografia, ''informando que pretendia dirigir-se à Biblioteca da Saúde''.
Inesperadamente, Soares invadiu a aula em uma das dependências da instituição e deu uma tesourada no pescoço da estudante Margareth Emilliane Pereira Thomaz, de 29 anos. Margareth chegou a ser levada para o pronto-socorro da Santa Casa de Santos, mas morreu por volta das 13h30m, antes de ser submetida a uma cirurgia.
Soares está preso e o caso será registrado na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM). Segundo nota da Unisanta, ele foi detido por um dos administradores da instituição e encaminhado à polícia.
"Estamos prestando todo apoio à família de nossa aluna e a seus familiares, pois sempre mantemos todas as condições de segurança de acesso ao Campus, exigindo identificação de todos, inclusive de funcionários, professores e alunos quando estes se esquecem das credenciais magnéticas que abrem as catracas. Visitantes também precisam de autorização e carteira de identidade", diz a nota.
A universidade informou ainda que o episódio não reflete insegurança no Campus, e sim "um gesto irracional". "'Solicitamos a compreensão de todos para que as famílias dos envolvidos sejam respeitadas neste momento de dor'", ressalta ainda o texto.
O crime foi relatado por um aluno, que chegou ao local da agressão minutos após o crime. De acordo com o estudante, havia pessoas chorando, e algumas passaram mal. Ele disse ainda que os alunos foram dispensados da aula.


O Globo On Line
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SÃO PAULO - Um homem invadiu no fim desta manhã a Universidade Santa Cecília (Unisanta), no Boqueirão, em Santos, litoral paulista, e matou com um golpe de tesoura a ex-mulher, estudante da instituição. Por volta das 11h30m, Reginaldo da Rocha Soares, ex-aluno da Unisanta, identificou-se normalmente na entrada do Bloco E, na Rua Cesário Mota, com RG e fotografia, ''informando que pretendia dirigir-se à Biblioteca da Saúde''.
Inesperadamente, Soares invadiu a aula em uma das dependências da instituição e deu uma tesourada no pescoço da estudante Margareth Emilliane Pereira Thomaz, de 29 anos. Margareth chegou a ser levada para o pronto-socorro da Santa Casa de Santos, mas morreu por volta das 13h30m, antes de ser submetida a uma cirurgia.
Soares está preso e o caso será registrado na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM). Segundo nota da Unisanta, ele foi detido por um dos administradores da instituição e encaminhado à polícia.
"Estamos prestando todo apoio à família de nossa aluna e a seus familiares, pois sempre mantemos todas as condições de segurança de acesso ao Campus, exigindo identificação de todos, inclusive de funcionários, professores e alunos quando estes se esquecem das credenciais magnéticas que abrem as catracas. Visitantes também precisam de autorização e carteira de identidade", diz a nota.
A universidade informou ainda que o episódio não reflete insegurança no Campus, e sim "um gesto irracional". "'Solicitamos a compreensão de todos para que as famílias dos envolvidos sejam respeitadas neste momento de dor'", ressalta ainda o texto.
O crime foi relatado por um aluno, que chegou ao local da agressão minutos após o crime. De acordo com o estudante, havia pessoas chorando, e algumas passaram mal. Ele disse ainda que os alunos foram dispensados da aula.


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SÃO PAULO - Um homem invadiu no fim desta manhã a Universidade Santa Cecília (Unisanta), no Boqueirão, em Santos, litoral paulista, e matou com um golpe de tesoura a ex-mulher, estudante da instituição. Por volta das 11h30m, Reginaldo da Rocha Soares, ex-aluno da Unisanta, identificou-se normalmente na entrada do Bloco E, na Rua Cesário Mota, com RG e fotografia, ''informando que pretendia dirigir-se à Biblioteca da Saúde''.
Inesperadamente, Soares invadiu a aula em uma das dependências da instituição e deu uma tesourada no pescoço da estudante Margareth Emilliane Pereira Thomaz, de 29 anos. Margareth chegou a ser levada para o pronto-socorro da Santa Casa de Santos, mas morreu por volta das 13h30m, antes de ser submetida a uma cirurgia.
Soares está preso e o caso será registrado na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM). Segundo nota da Unisanta, ele foi detido por um dos administradores da instituição e encaminhado à polícia.
"Estamos prestando todo apoio à família de nossa aluna e a seus familiares, pois sempre mantemos todas as condições de segurança de acesso ao Campus, exigindo identificação de todos, inclusive de funcionários, professores e alunos quando estes se esquecem das credenciais magnéticas que abrem as catracas. Visitantes também precisam de autorização e carteira de identidade", diz a nota.
A universidade informou ainda que o episódio não reflete insegurança no Campus, e sim "um gesto irracional". "'Solicitamos a compreensão de todos para que as famílias dos envolvidos sejam respeitadas neste momento de dor'", ressalta ainda o texto.
O crime foi relatado por um aluno, que chegou ao local da agressão minutos após o crime. De acordo com o estudante, havia pessoas chorando, e algumas passaram mal. Ele disse ainda que os alunos foram dispensados da aula.


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PORTO ALEGRE - Um cão de grande porte foi encontrado enforcado em uma árvore, na tarde desta quinta-feira, próximo à estrada Rio Grande-Pelotas (BR-392), no Rio Grande do Sul. Usado como oferenda em uma espécie de ritual, o animal estava rodeado por diversos cartazes em forma de coração, que remetiam à passagem do Dia das Mães. Bebidas e frutas completavam o cenário insólito.
Quem localizou o cachorro foi um motoboy que trafegava pelo Corredor dos Banhados, estrada vicinal que margeia a rodovia em Rio Grande. Ao vistoriar as proximidades, a Brigada Militar encontrou roupas íntimas, um relógio de pulso e uma sacola com ursos de pelúcia.


A Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605, de 12 de fevereiro de 1998) inclui os maus-tratos aos animais. Essa lei, em seu artigo 32, prevê detenção de três meses a um ano, e multa, para quem "praticar ato de abuso, maus tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos".


O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:20  comentar

PORTO ALEGRE - Um cão de grande porte foi encontrado enforcado em uma árvore, na tarde desta quinta-feira, próximo à estrada Rio Grande-Pelotas (BR-392), no Rio Grande do Sul. Usado como oferenda em uma espécie de ritual, o animal estava rodeado por diversos cartazes em forma de coração, que remetiam à passagem do Dia das Mães. Bebidas e frutas completavam o cenário insólito.
Quem localizou o cachorro foi um motoboy que trafegava pelo Corredor dos Banhados, estrada vicinal que margeia a rodovia em Rio Grande. Ao vistoriar as proximidades, a Brigada Militar encontrou roupas íntimas, um relógio de pulso e uma sacola com ursos de pelúcia.


A Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605, de 12 de fevereiro de 1998) inclui os maus-tratos aos animais. Essa lei, em seu artigo 32, prevê detenção de três meses a um ano, e multa, para quem "praticar ato de abuso, maus tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos".


O Globo On Line
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PORTO ALEGRE - Um cão de grande porte foi encontrado enforcado em uma árvore, na tarde desta quinta-feira, próximo à estrada Rio Grande-Pelotas (BR-392), no Rio Grande do Sul. Usado como oferenda em uma espécie de ritual, o animal estava rodeado por diversos cartazes em forma de coração, que remetiam à passagem do Dia das Mães. Bebidas e frutas completavam o cenário insólito.
Quem localizou o cachorro foi um motoboy que trafegava pelo Corredor dos Banhados, estrada vicinal que margeia a rodovia em Rio Grande. Ao vistoriar as proximidades, a Brigada Militar encontrou roupas íntimas, um relógio de pulso e uma sacola com ursos de pelúcia.


A Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605, de 12 de fevereiro de 1998) inclui os maus-tratos aos animais. Essa lei, em seu artigo 32, prevê detenção de três meses a um ano, e multa, para quem "praticar ato de abuso, maus tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos".


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PORTO ALEGRE - Um cão de grande porte foi encontrado enforcado em uma árvore, na tarde desta quinta-feira, próximo à estrada Rio Grande-Pelotas (BR-392), no Rio Grande do Sul. Usado como oferenda em uma espécie de ritual, o animal estava rodeado por diversos cartazes em forma de coração, que remetiam à passagem do Dia das Mães. Bebidas e frutas completavam o cenário insólito.
Quem localizou o cachorro foi um motoboy que trafegava pelo Corredor dos Banhados, estrada vicinal que margeia a rodovia em Rio Grande. Ao vistoriar as proximidades, a Brigada Militar encontrou roupas íntimas, um relógio de pulso e uma sacola com ursos de pelúcia.


A Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605, de 12 de fevereiro de 1998) inclui os maus-tratos aos animais. Essa lei, em seu artigo 32, prevê detenção de três meses a um ano, e multa, para quem "praticar ato de abuso, maus tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos".


O Globo On Line
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Quando o centro de laser mais poderoso do mundo entrar em ação no final do mês uma pequena estrela nascerá na Terra.
O Centro Nacional de Ignição (NIF, na sigla em inglês), no Estado americano da Califórnia, terá como um de seus objetivos estudar ciências físicas e planetárias e examinar, no conforto do laboratório, fenômenos distantes, como a formação de planetas ou as violentas explosões que dão origem a estrelas, chamadas de supernovas.
"Para entender onde estamos no universo e do que somos feitos, é preciso entender a explosão das estrelas", disse o professor Paul Drake, da Universidade de Michigan.
Ele é um entre vários pesquisadores esperando para testar suas teorias usando o centro que demonstrará ainda as possibilidades da fusão nuclear, a reação que está no centro do sol e que é uma potencial fonte de energia abundante e limpa para o planeta.
Mas, enquanto muitas atenções estarão voltadas para o objetivo de satisfazer a demanda da humanidade por energia, alguns cientistas esperam responder outras questões fundamentais.
"No NIF você pode marcar uma explosão estrelar para uma quinta-feira às nove da manhã ao invés de ter que esperar que isso aconteça por acidente no universo", disse Eril Storm, do Laboratório Nacional Lawrence Livermore, onde fica o NIF.
Onda de choque
Outros centros, como o laser Omega na Universidade de Rochester, em Nova York, já são usados para este tipo de teste.
Mas os 192 lasers do NIF criarão mais energia do que qualquer outra instalação, dando aos cientistas uma janela sem precedentes para fenômenos cósmicos distantes.
Durante os experimentos de fusão, os raios focam brevemente 500 trilhões de watts - mais do que o pico de energia gerado nos Estados Unidos inteiros - em uma cápsula contendo combustível de hidrogênio.
A intensa energia cria temperaturas de 100 milhões de graus e pressões bilhões de vezes maiores do que a pressão atmosférica terrestre, forçando o núcleo do hidrogênio a fundir e liberando uma quantidade colossal de energia.
Nos experimentos astrofísicos, no entanto, a cápsula de combustível seria substituída por uma meia esfera de elementos arranjados em camadas, criada para imitar o centro de uma estrela.
"Você escolhe o material e as estruturas entre ele para ser relevante ao que acontece quando uma estrela explode", disse o professor Drake.
"O laser atingiria o centro - que corresponde ao centro da estrela - criando uma onda tremenda de choque que explodiria o material."
O experimento deverá permitir que os pesquisadores investiguem o interior de estrelas e supernovas em detalhes sem precedentes e entendam melhor como surgem esses objetos.
Chuva de diamantes
Mas não são apenas os astrofísicos que estão animados com o centro. Cientistas planetários também querem acesso ao equipamento para testar suas teorias sobre a formação dos planetas e de sistemas solares.
"A arquitetura do Sistema Solar é muito provavelmente controlada em certa medida pela existência de planetas como Júpiter", disse o professor David Stevenson, do Instituto de Tecnologia da Califórnia.
A gravidade do planeta gigante controlou a posição de vastas nuvens de poeira e detritos em nossa vizinhança cósmica e, por isso, também fez com que blocos de construção estivesses disponíveis para a formação dos outros planetas, incluindo a Terra.
E, como outros 300 gigantes gasosos com massa similar ou maior do que Júpiter foram encontrados recentemente orbitando outras galáxias, o entendimento de como e quando esses objetos são formados também pode ajudar na compreensão da evolução de outros sistemas planetários.
Para isso, cientistas estão contando com o NIF para tentar entender mais sobre as extremas condições de temperatura e pressão no coração dos planetas, e o efeito que essas variáveis têm na matéria.
Segundo o professor Ray Jeanloz, da Universidade da Califórnia, os conceitos básicos de química são virados de cabeça para baixo com essas pressões esmagadoras.
"Hidrocarbonetos iriam se decompor em uma mistura de hidrogênio e carbono", explicou. "O resultado seriam diamantes chovendo da atmosfera."
"Esse é o tipo de processo que você nunca adivinharia se não pudesse estudar os próprios materiais."

BBC Brasil
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Quando o centro de laser mais poderoso do mundo entrar em ação no final do mês uma pequena estrela nascerá na Terra.
O Centro Nacional de Ignição (NIF, na sigla em inglês), no Estado americano da Califórnia, terá como um de seus objetivos estudar ciências físicas e planetárias e examinar, no conforto do laboratório, fenômenos distantes, como a formação de planetas ou as violentas explosões que dão origem a estrelas, chamadas de supernovas.
"Para entender onde estamos no universo e do que somos feitos, é preciso entender a explosão das estrelas", disse o professor Paul Drake, da Universidade de Michigan.
Ele é um entre vários pesquisadores esperando para testar suas teorias usando o centro que demonstrará ainda as possibilidades da fusão nuclear, a reação que está no centro do sol e que é uma potencial fonte de energia abundante e limpa para o planeta.
Mas, enquanto muitas atenções estarão voltadas para o objetivo de satisfazer a demanda da humanidade por energia, alguns cientistas esperam responder outras questões fundamentais.
"No NIF você pode marcar uma explosão estrelar para uma quinta-feira às nove da manhã ao invés de ter que esperar que isso aconteça por acidente no universo", disse Eril Storm, do Laboratório Nacional Lawrence Livermore, onde fica o NIF.
Onda de choque
Outros centros, como o laser Omega na Universidade de Rochester, em Nova York, já são usados para este tipo de teste.
Mas os 192 lasers do NIF criarão mais energia do que qualquer outra instalação, dando aos cientistas uma janela sem precedentes para fenômenos cósmicos distantes.
Durante os experimentos de fusão, os raios focam brevemente 500 trilhões de watts - mais do que o pico de energia gerado nos Estados Unidos inteiros - em uma cápsula contendo combustível de hidrogênio.
A intensa energia cria temperaturas de 100 milhões de graus e pressões bilhões de vezes maiores do que a pressão atmosférica terrestre, forçando o núcleo do hidrogênio a fundir e liberando uma quantidade colossal de energia.
Nos experimentos astrofísicos, no entanto, a cápsula de combustível seria substituída por uma meia esfera de elementos arranjados em camadas, criada para imitar o centro de uma estrela.
"Você escolhe o material e as estruturas entre ele para ser relevante ao que acontece quando uma estrela explode", disse o professor Drake.
"O laser atingiria o centro - que corresponde ao centro da estrela - criando uma onda tremenda de choque que explodiria o material."
O experimento deverá permitir que os pesquisadores investiguem o interior de estrelas e supernovas em detalhes sem precedentes e entendam melhor como surgem esses objetos.
Chuva de diamantes
Mas não são apenas os astrofísicos que estão animados com o centro. Cientistas planetários também querem acesso ao equipamento para testar suas teorias sobre a formação dos planetas e de sistemas solares.
"A arquitetura do Sistema Solar é muito provavelmente controlada em certa medida pela existência de planetas como Júpiter", disse o professor David Stevenson, do Instituto de Tecnologia da Califórnia.
A gravidade do planeta gigante controlou a posição de vastas nuvens de poeira e detritos em nossa vizinhança cósmica e, por isso, também fez com que blocos de construção estivesses disponíveis para a formação dos outros planetas, incluindo a Terra.
E, como outros 300 gigantes gasosos com massa similar ou maior do que Júpiter foram encontrados recentemente orbitando outras galáxias, o entendimento de como e quando esses objetos são formados também pode ajudar na compreensão da evolução de outros sistemas planetários.
Para isso, cientistas estão contando com o NIF para tentar entender mais sobre as extremas condições de temperatura e pressão no coração dos planetas, e o efeito que essas variáveis têm na matéria.
Segundo o professor Ray Jeanloz, da Universidade da Califórnia, os conceitos básicos de química são virados de cabeça para baixo com essas pressões esmagadoras.
"Hidrocarbonetos iriam se decompor em uma mistura de hidrogênio e carbono", explicou. "O resultado seriam diamantes chovendo da atmosfera."
"Esse é o tipo de processo que você nunca adivinharia se não pudesse estudar os próprios materiais."

BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:02  comentar

Quando o centro de laser mais poderoso do mundo entrar em ação no final do mês uma pequena estrela nascerá na Terra.
O Centro Nacional de Ignição (NIF, na sigla em inglês), no Estado americano da Califórnia, terá como um de seus objetivos estudar ciências físicas e planetárias e examinar, no conforto do laboratório, fenômenos distantes, como a formação de planetas ou as violentas explosões que dão origem a estrelas, chamadas de supernovas.
"Para entender onde estamos no universo e do que somos feitos, é preciso entender a explosão das estrelas", disse o professor Paul Drake, da Universidade de Michigan.
Ele é um entre vários pesquisadores esperando para testar suas teorias usando o centro que demonstrará ainda as possibilidades da fusão nuclear, a reação que está no centro do sol e que é uma potencial fonte de energia abundante e limpa para o planeta.
Mas, enquanto muitas atenções estarão voltadas para o objetivo de satisfazer a demanda da humanidade por energia, alguns cientistas esperam responder outras questões fundamentais.
"No NIF você pode marcar uma explosão estrelar para uma quinta-feira às nove da manhã ao invés de ter que esperar que isso aconteça por acidente no universo", disse Eril Storm, do Laboratório Nacional Lawrence Livermore, onde fica o NIF.
Onda de choque
Outros centros, como o laser Omega na Universidade de Rochester, em Nova York, já são usados para este tipo de teste.
Mas os 192 lasers do NIF criarão mais energia do que qualquer outra instalação, dando aos cientistas uma janela sem precedentes para fenômenos cósmicos distantes.
Durante os experimentos de fusão, os raios focam brevemente 500 trilhões de watts - mais do que o pico de energia gerado nos Estados Unidos inteiros - em uma cápsula contendo combustível de hidrogênio.
A intensa energia cria temperaturas de 100 milhões de graus e pressões bilhões de vezes maiores do que a pressão atmosférica terrestre, forçando o núcleo do hidrogênio a fundir e liberando uma quantidade colossal de energia.
Nos experimentos astrofísicos, no entanto, a cápsula de combustível seria substituída por uma meia esfera de elementos arranjados em camadas, criada para imitar o centro de uma estrela.
"Você escolhe o material e as estruturas entre ele para ser relevante ao que acontece quando uma estrela explode", disse o professor Drake.
"O laser atingiria o centro - que corresponde ao centro da estrela - criando uma onda tremenda de choque que explodiria o material."
O experimento deverá permitir que os pesquisadores investiguem o interior de estrelas e supernovas em detalhes sem precedentes e entendam melhor como surgem esses objetos.
Chuva de diamantes
Mas não são apenas os astrofísicos que estão animados com o centro. Cientistas planetários também querem acesso ao equipamento para testar suas teorias sobre a formação dos planetas e de sistemas solares.
"A arquitetura do Sistema Solar é muito provavelmente controlada em certa medida pela existência de planetas como Júpiter", disse o professor David Stevenson, do Instituto de Tecnologia da Califórnia.
A gravidade do planeta gigante controlou a posição de vastas nuvens de poeira e detritos em nossa vizinhança cósmica e, por isso, também fez com que blocos de construção estivesses disponíveis para a formação dos outros planetas, incluindo a Terra.
E, como outros 300 gigantes gasosos com massa similar ou maior do que Júpiter foram encontrados recentemente orbitando outras galáxias, o entendimento de como e quando esses objetos são formados também pode ajudar na compreensão da evolução de outros sistemas planetários.
Para isso, cientistas estão contando com o NIF para tentar entender mais sobre as extremas condições de temperatura e pressão no coração dos planetas, e o efeito que essas variáveis têm na matéria.
Segundo o professor Ray Jeanloz, da Universidade da Califórnia, os conceitos básicos de química são virados de cabeça para baixo com essas pressões esmagadoras.
"Hidrocarbonetos iriam se decompor em uma mistura de hidrogênio e carbono", explicou. "O resultado seriam diamantes chovendo da atmosfera."
"Esse é o tipo de processo que você nunca adivinharia se não pudesse estudar os próprios materiais."

BBC Brasil
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Quando o centro de laser mais poderoso do mundo entrar em ação no final do mês uma pequena estrela nascerá na Terra.
O Centro Nacional de Ignição (NIF, na sigla em inglês), no Estado americano da Califórnia, terá como um de seus objetivos estudar ciências físicas e planetárias e examinar, no conforto do laboratório, fenômenos distantes, como a formação de planetas ou as violentas explosões que dão origem a estrelas, chamadas de supernovas.
"Para entender onde estamos no universo e do que somos feitos, é preciso entender a explosão das estrelas", disse o professor Paul Drake, da Universidade de Michigan.
Ele é um entre vários pesquisadores esperando para testar suas teorias usando o centro que demonstrará ainda as possibilidades da fusão nuclear, a reação que está no centro do sol e que é uma potencial fonte de energia abundante e limpa para o planeta.
Mas, enquanto muitas atenções estarão voltadas para o objetivo de satisfazer a demanda da humanidade por energia, alguns cientistas esperam responder outras questões fundamentais.
"No NIF você pode marcar uma explosão estrelar para uma quinta-feira às nove da manhã ao invés de ter que esperar que isso aconteça por acidente no universo", disse Eril Storm, do Laboratório Nacional Lawrence Livermore, onde fica o NIF.
Onda de choque
Outros centros, como o laser Omega na Universidade de Rochester, em Nova York, já são usados para este tipo de teste.
Mas os 192 lasers do NIF criarão mais energia do que qualquer outra instalação, dando aos cientistas uma janela sem precedentes para fenômenos cósmicos distantes.
Durante os experimentos de fusão, os raios focam brevemente 500 trilhões de watts - mais do que o pico de energia gerado nos Estados Unidos inteiros - em uma cápsula contendo combustível de hidrogênio.
A intensa energia cria temperaturas de 100 milhões de graus e pressões bilhões de vezes maiores do que a pressão atmosférica terrestre, forçando o núcleo do hidrogênio a fundir e liberando uma quantidade colossal de energia.
Nos experimentos astrofísicos, no entanto, a cápsula de combustível seria substituída por uma meia esfera de elementos arranjados em camadas, criada para imitar o centro de uma estrela.
"Você escolhe o material e as estruturas entre ele para ser relevante ao que acontece quando uma estrela explode", disse o professor Drake.
"O laser atingiria o centro - que corresponde ao centro da estrela - criando uma onda tremenda de choque que explodiria o material."
O experimento deverá permitir que os pesquisadores investiguem o interior de estrelas e supernovas em detalhes sem precedentes e entendam melhor como surgem esses objetos.
Chuva de diamantes
Mas não são apenas os astrofísicos que estão animados com o centro. Cientistas planetários também querem acesso ao equipamento para testar suas teorias sobre a formação dos planetas e de sistemas solares.
"A arquitetura do Sistema Solar é muito provavelmente controlada em certa medida pela existência de planetas como Júpiter", disse o professor David Stevenson, do Instituto de Tecnologia da Califórnia.
A gravidade do planeta gigante controlou a posição de vastas nuvens de poeira e detritos em nossa vizinhança cósmica e, por isso, também fez com que blocos de construção estivesses disponíveis para a formação dos outros planetas, incluindo a Terra.
E, como outros 300 gigantes gasosos com massa similar ou maior do que Júpiter foram encontrados recentemente orbitando outras galáxias, o entendimento de como e quando esses objetos são formados também pode ajudar na compreensão da evolução de outros sistemas planetários.
Para isso, cientistas estão contando com o NIF para tentar entender mais sobre as extremas condições de temperatura e pressão no coração dos planetas, e o efeito que essas variáveis têm na matéria.
Segundo o professor Ray Jeanloz, da Universidade da Califórnia, os conceitos básicos de química são virados de cabeça para baixo com essas pressões esmagadoras.
"Hidrocarbonetos iriam se decompor em uma mistura de hidrogênio e carbono", explicou. "O resultado seriam diamantes chovendo da atmosfera."
"Esse é o tipo de processo que você nunca adivinharia se não pudesse estudar os próprios materiais."

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A mãe de um garoto de 14 anos que alcançou o chegou o peso de 251 quilos foi presa nos Estados Unidos acusada de negligência médica.

Segundo a rede de TV americana CNN, Alexander Draper e sua mãe Jerri Gray, de 49 anos, foram localizados próximo a uma lavanderia em Baltimore, no Estado de Maryland.
Os dois estavam sendo procurados pela polícia desde terça-feira, quando deveriam ter comparecido a uma audiência em um tribunal de família, na Carolina do Sul, em que o juiz ordenaria que a custódia do menino fosse transferida ao Estado.
"A mãe evitou o processo de custódia e escondeu a criança", disse uma das autoridades à CNN.
De acordo com o xerife Matt Armstrong, assim que foi localizado o adolescente foi examinado pelo serviço de emergências médicas e levado em seguida para o Departamento de Serviço Social de Maryland.
"O menino está provavelmente em um estado crítico de saúde", completou Armstrong. "As autoridades médicas decidiram que ele precisa de um tratamento que não está sendo providenciado por sua mãe", completou Armstrong.
Ainda segundo xerife, a mãe está presa em um centro de detenção e será transferida para uma prisão na Carolina do Sul, onde será julgada.


BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:47  comentar

A mãe de um garoto de 14 anos que alcançou o chegou o peso de 251 quilos foi presa nos Estados Unidos acusada de negligência médica.

Segundo a rede de TV americana CNN, Alexander Draper e sua mãe Jerri Gray, de 49 anos, foram localizados próximo a uma lavanderia em Baltimore, no Estado de Maryland.
Os dois estavam sendo procurados pela polícia desde terça-feira, quando deveriam ter comparecido a uma audiência em um tribunal de família, na Carolina do Sul, em que o juiz ordenaria que a custódia do menino fosse transferida ao Estado.
"A mãe evitou o processo de custódia e escondeu a criança", disse uma das autoridades à CNN.
De acordo com o xerife Matt Armstrong, assim que foi localizado o adolescente foi examinado pelo serviço de emergências médicas e levado em seguida para o Departamento de Serviço Social de Maryland.
"O menino está provavelmente em um estado crítico de saúde", completou Armstrong. "As autoridades médicas decidiram que ele precisa de um tratamento que não está sendo providenciado por sua mãe", completou Armstrong.
Ainda segundo xerife, a mãe está presa em um centro de detenção e será transferida para uma prisão na Carolina do Sul, onde será julgada.


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A mãe de um garoto de 14 anos que alcançou o chegou o peso de 251 quilos foi presa nos Estados Unidos acusada de negligência médica.

Segundo a rede de TV americana CNN, Alexander Draper e sua mãe Jerri Gray, de 49 anos, foram localizados próximo a uma lavanderia em Baltimore, no Estado de Maryland.
Os dois estavam sendo procurados pela polícia desde terça-feira, quando deveriam ter comparecido a uma audiência em um tribunal de família, na Carolina do Sul, em que o juiz ordenaria que a custódia do menino fosse transferida ao Estado.
"A mãe evitou o processo de custódia e escondeu a criança", disse uma das autoridades à CNN.
De acordo com o xerife Matt Armstrong, assim que foi localizado o adolescente foi examinado pelo serviço de emergências médicas e levado em seguida para o Departamento de Serviço Social de Maryland.
"O menino está provavelmente em um estado crítico de saúde", completou Armstrong. "As autoridades médicas decidiram que ele precisa de um tratamento que não está sendo providenciado por sua mãe", completou Armstrong.
Ainda segundo xerife, a mãe está presa em um centro de detenção e será transferida para uma prisão na Carolina do Sul, onde será julgada.


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A mãe de um garoto de 14 anos que alcançou o chegou o peso de 251 quilos foi presa nos Estados Unidos acusada de negligência médica.

Segundo a rede de TV americana CNN, Alexander Draper e sua mãe Jerri Gray, de 49 anos, foram localizados próximo a uma lavanderia em Baltimore, no Estado de Maryland.
Os dois estavam sendo procurados pela polícia desde terça-feira, quando deveriam ter comparecido a uma audiência em um tribunal de família, na Carolina do Sul, em que o juiz ordenaria que a custódia do menino fosse transferida ao Estado.
"A mãe evitou o processo de custódia e escondeu a criança", disse uma das autoridades à CNN.
De acordo com o xerife Matt Armstrong, assim que foi localizado o adolescente foi examinado pelo serviço de emergências médicas e levado em seguida para o Departamento de Serviço Social de Maryland.
"O menino está provavelmente em um estado crítico de saúde", completou Armstrong. "As autoridades médicas decidiram que ele precisa de um tratamento que não está sendo providenciado por sua mãe", completou Armstrong.
Ainda segundo xerife, a mãe está presa em um centro de detenção e será transferida para uma prisão na Carolina do Sul, onde será julgada.


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A Justiça de São Paulo adiou decisão sobre novo exame de DNA no sangue encontrado nas roupas e no carro de Alexandre Nardoni e de Anna Carolina Jatobá, acusados de matar Isabella Nardoni, filha de Alexandre. A decisão foi tomada nesta quinta-feira (21/5) pelo juiz Maurício Fossen, do 2º Tribunal do Júri da Capital. O pedido foi feito pelo advogado Roberto Podval.
O juiz determinou que o material já periciado permaneça guardado pelo Instituto de Criminalística (IC) e pelo Instituto Médico-Legal (IML), para que, no momento oportuno, seja confrontado com os novos testes. Clique aqui para ler a decisão.
No despacho, Maurício Fossen disse que é preciso ter cautela “antes de lançar uma grave acusação” contra os peritos. O magistrado se refere ao fato de a defesa do casal ter afirmado que o sangue usado para a análise não foi o do casal, pois o pai e a madrasta da menina não tinham recolhido sangue para o exame de DNA feito pela perícia.
A alegação da defesa toma por base o fato de as guias de recolhimento do sangue dos réus não terem sido achadas no IC e no IML, o que poria em dúvida o resultado e a idoneidade dos exames. Para o juiz, é necessário antes ouvir o que os peritos têm a dizer. Ele afirmou ainda não entender a pressa da defesa.
A alegação de Roberto Podval é de que o sangue examinado pelos peritos não era de seus clientes. "Eles não forneceram o material sanguíneo utilizado como parâmetro de confronto (exame de DNA) com as amostras coligidas no apartamento e nas roupas ali encontradas", afirmou o criminalista.
O defensor do casal Nardoni, acusado de atirar pela janela do prédio a menina Isabella, de cinco anos, em março do ano passado, tem por base a alegação da falta do termo de coleta de sangue no processo contra o casal. Também se apresentou cópia de declarações dos réus, afirmando que em nenhum momento os peritos retiraram sangue deles. Segundo Podval, apesar disso, o laudo constatou a coincidência do perfil genético dos materiais biológicos examinados, determinando que eles pertenciam à madrasta e ao pai de Isabella.

Por: Fernando Porfírio
Para: Conjur
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:59  comentar

A Justiça de São Paulo adiou decisão sobre novo exame de DNA no sangue encontrado nas roupas e no carro de Alexandre Nardoni e de Anna Carolina Jatobá, acusados de matar Isabella Nardoni, filha de Alexandre. A decisão foi tomada nesta quinta-feira (21/5) pelo juiz Maurício Fossen, do 2º Tribunal do Júri da Capital. O pedido foi feito pelo advogado Roberto Podval.
O juiz determinou que o material já periciado permaneça guardado pelo Instituto de Criminalística (IC) e pelo Instituto Médico-Legal (IML), para que, no momento oportuno, seja confrontado com os novos testes. Clique aqui para ler a decisão.
No despacho, Maurício Fossen disse que é preciso ter cautela “antes de lançar uma grave acusação” contra os peritos. O magistrado se refere ao fato de a defesa do casal ter afirmado que o sangue usado para a análise não foi o do casal, pois o pai e a madrasta da menina não tinham recolhido sangue para o exame de DNA feito pela perícia.
A alegação da defesa toma por base o fato de as guias de recolhimento do sangue dos réus não terem sido achadas no IC e no IML, o que poria em dúvida o resultado e a idoneidade dos exames. Para o juiz, é necessário antes ouvir o que os peritos têm a dizer. Ele afirmou ainda não entender a pressa da defesa.
A alegação de Roberto Podval é de que o sangue examinado pelos peritos não era de seus clientes. "Eles não forneceram o material sanguíneo utilizado como parâmetro de confronto (exame de DNA) com as amostras coligidas no apartamento e nas roupas ali encontradas", afirmou o criminalista.
O defensor do casal Nardoni, acusado de atirar pela janela do prédio a menina Isabella, de cinco anos, em março do ano passado, tem por base a alegação da falta do termo de coleta de sangue no processo contra o casal. Também se apresentou cópia de declarações dos réus, afirmando que em nenhum momento os peritos retiraram sangue deles. Segundo Podval, apesar disso, o laudo constatou a coincidência do perfil genético dos materiais biológicos examinados, determinando que eles pertenciam à madrasta e ao pai de Isabella.

Por: Fernando Porfírio
Para: Conjur
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A Justiça de São Paulo adiou decisão sobre novo exame de DNA no sangue encontrado nas roupas e no carro de Alexandre Nardoni e de Anna Carolina Jatobá, acusados de matar Isabella Nardoni, filha de Alexandre. A decisão foi tomada nesta quinta-feira (21/5) pelo juiz Maurício Fossen, do 2º Tribunal do Júri da Capital. O pedido foi feito pelo advogado Roberto Podval.
O juiz determinou que o material já periciado permaneça guardado pelo Instituto de Criminalística (IC) e pelo Instituto Médico-Legal (IML), para que, no momento oportuno, seja confrontado com os novos testes. Clique aqui para ler a decisão.
No despacho, Maurício Fossen disse que é preciso ter cautela “antes de lançar uma grave acusação” contra os peritos. O magistrado se refere ao fato de a defesa do casal ter afirmado que o sangue usado para a análise não foi o do casal, pois o pai e a madrasta da menina não tinham recolhido sangue para o exame de DNA feito pela perícia.
A alegação da defesa toma por base o fato de as guias de recolhimento do sangue dos réus não terem sido achadas no IC e no IML, o que poria em dúvida o resultado e a idoneidade dos exames. Para o juiz, é necessário antes ouvir o que os peritos têm a dizer. Ele afirmou ainda não entender a pressa da defesa.
A alegação de Roberto Podval é de que o sangue examinado pelos peritos não era de seus clientes. "Eles não forneceram o material sanguíneo utilizado como parâmetro de confronto (exame de DNA) com as amostras coligidas no apartamento e nas roupas ali encontradas", afirmou o criminalista.
O defensor do casal Nardoni, acusado de atirar pela janela do prédio a menina Isabella, de cinco anos, em março do ano passado, tem por base a alegação da falta do termo de coleta de sangue no processo contra o casal. Também se apresentou cópia de declarações dos réus, afirmando que em nenhum momento os peritos retiraram sangue deles. Segundo Podval, apesar disso, o laudo constatou a coincidência do perfil genético dos materiais biológicos examinados, determinando que eles pertenciam à madrasta e ao pai de Isabella.

Por: Fernando Porfírio
Para: Conjur
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A Justiça de São Paulo adiou decisão sobre novo exame de DNA no sangue encontrado nas roupas e no carro de Alexandre Nardoni e de Anna Carolina Jatobá, acusados de matar Isabella Nardoni, filha de Alexandre. A decisão foi tomada nesta quinta-feira (21/5) pelo juiz Maurício Fossen, do 2º Tribunal do Júri da Capital. O pedido foi feito pelo advogado Roberto Podval.
O juiz determinou que o material já periciado permaneça guardado pelo Instituto de Criminalística (IC) e pelo Instituto Médico-Legal (IML), para que, no momento oportuno, seja confrontado com os novos testes. Clique aqui para ler a decisão.
No despacho, Maurício Fossen disse que é preciso ter cautela “antes de lançar uma grave acusação” contra os peritos. O magistrado se refere ao fato de a defesa do casal ter afirmado que o sangue usado para a análise não foi o do casal, pois o pai e a madrasta da menina não tinham recolhido sangue para o exame de DNA feito pela perícia.
A alegação da defesa toma por base o fato de as guias de recolhimento do sangue dos réus não terem sido achadas no IC e no IML, o que poria em dúvida o resultado e a idoneidade dos exames. Para o juiz, é necessário antes ouvir o que os peritos têm a dizer. Ele afirmou ainda não entender a pressa da defesa.
A alegação de Roberto Podval é de que o sangue examinado pelos peritos não era de seus clientes. "Eles não forneceram o material sanguíneo utilizado como parâmetro de confronto (exame de DNA) com as amostras coligidas no apartamento e nas roupas ali encontradas", afirmou o criminalista.
O defensor do casal Nardoni, acusado de atirar pela janela do prédio a menina Isabella, de cinco anos, em março do ano passado, tem por base a alegação da falta do termo de coleta de sangue no processo contra o casal. Também se apresentou cópia de declarações dos réus, afirmando que em nenhum momento os peritos retiraram sangue deles. Segundo Podval, apesar disso, o laudo constatou a coincidência do perfil genético dos materiais biológicos examinados, determinando que eles pertenciam à madrasta e ao pai de Isabella.

Por: Fernando Porfírio
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Dados devem auxiliar autoridades na elaboração de políticas para combater problema
Há três anos em vigor, a lei Maria da Penha trouxe penas mais rígidas para quem pratica a violência contra a mulher. No entanto, faltam dados para que as autoridades elaborem políticas eficientes para combater esse problema.
A partir desta quinta-feira, o Ministério Público Estadual, em parceria com o Ministério da Justiça, lança um cadastro para traçar um perfil das vítimas e dos agressores. As informações serão retiradas das ocorrências policiais, que depois são repassadas à justiça.
A intenção é disponibilizar estatísticas como perfil, renda familiar, região onde vivem e hábitos de consumo de álcool e drogas. A medida será oficializada no Seminário Maria da Penha, que começou na noite desta quinta-feira. Amanhã o evento segue com o presença do ministro da justiça Tarso Genro e de especialistas de várias partes do país.


Por:Josmar Leite | josmar.leite@rdgaucha.com.br
Zero Hora - Porto Alegre
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:45  comentar


Dados devem auxiliar autoridades na elaboração de políticas para combater problema
Há três anos em vigor, a lei Maria da Penha trouxe penas mais rígidas para quem pratica a violência contra a mulher. No entanto, faltam dados para que as autoridades elaborem políticas eficientes para combater esse problema.
A partir desta quinta-feira, o Ministério Público Estadual, em parceria com o Ministério da Justiça, lança um cadastro para traçar um perfil das vítimas e dos agressores. As informações serão retiradas das ocorrências policiais, que depois são repassadas à justiça.
A intenção é disponibilizar estatísticas como perfil, renda familiar, região onde vivem e hábitos de consumo de álcool e drogas. A medida será oficializada no Seminário Maria da Penha, que começou na noite desta quinta-feira. Amanhã o evento segue com o presença do ministro da justiça Tarso Genro e de especialistas de várias partes do país.


Por:Josmar Leite | josmar.leite@rdgaucha.com.br
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Dados devem auxiliar autoridades na elaboração de políticas para combater problema
Há três anos em vigor, a lei Maria da Penha trouxe penas mais rígidas para quem pratica a violência contra a mulher. No entanto, faltam dados para que as autoridades elaborem políticas eficientes para combater esse problema.
A partir desta quinta-feira, o Ministério Público Estadual, em parceria com o Ministério da Justiça, lança um cadastro para traçar um perfil das vítimas e dos agressores. As informações serão retiradas das ocorrências policiais, que depois são repassadas à justiça.
A intenção é disponibilizar estatísticas como perfil, renda familiar, região onde vivem e hábitos de consumo de álcool e drogas. A medida será oficializada no Seminário Maria da Penha, que começou na noite desta quinta-feira. Amanhã o evento segue com o presença do ministro da justiça Tarso Genro e de especialistas de várias partes do país.


Por:Josmar Leite | josmar.leite@rdgaucha.com.br
Zero Hora - Porto Alegre
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Dados devem auxiliar autoridades na elaboração de políticas para combater problema
Há três anos em vigor, a lei Maria da Penha trouxe penas mais rígidas para quem pratica a violência contra a mulher. No entanto, faltam dados para que as autoridades elaborem políticas eficientes para combater esse problema.
A partir desta quinta-feira, o Ministério Público Estadual, em parceria com o Ministério da Justiça, lança um cadastro para traçar um perfil das vítimas e dos agressores. As informações serão retiradas das ocorrências policiais, que depois são repassadas à justiça.
A intenção é disponibilizar estatísticas como perfil, renda familiar, região onde vivem e hábitos de consumo de álcool e drogas. A medida será oficializada no Seminário Maria da Penha, que começou na noite desta quinta-feira. Amanhã o evento segue com o presença do ministro da justiça Tarso Genro e de especialistas de várias partes do país.


Por:Josmar Leite | josmar.leite@rdgaucha.com.br
Zero Hora - Porto Alegre
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A solução, seja qual for o caso, é orientar e estimular o filho, e nunca fazer a tarefa por ele
Conseguir convencê-las a estudar ou fazer a lição de casa, muitas vezes, parece ser uma missão impossível.
A pedagoga Maria Angela Barbato, professora da Faculdade de Educação da Pontifícia Universidade Católica (PUC/SP), afirma que as razões para as crianças não se entusiasmarem muito para acordar e ir à escola, todos os dias, podem ser variadas. "A criança pode não ter entendido a matéria; passa muito tempo só fazendo a atividade sem ter horário para brincar; a maneira como a lição foi passada é desinteressante", enumera. A solução, seja qual for o caso, é orientar e estimular o filho, e nunca fazer a tarefa por ele.

Confira algumas dicas para afastar a preocupação com o aprendizado da garotada:

1.Fale sobre a importância de aprender;

2.Se ainda tiver, mostre seus cadernos de escola;

3. Se a criança não quiser fazer a lição, converse e descubra o motivo, já que pode ser por não ter entendido a matéria;

4.Estabeleça horários para estudar em casa. É importante que a garotada tenha tempo para brincar e fazer outras atividades que goste;

5.Escolha um ambiente tranqüilo, sem barulho de televisão ou rádio, por exemplo. Assim, o seu filho fica mais concentrado;

6.Se ele não entender um exercício sobre desenho geométrico, por exemplo, busque objetos que estão ao seu redor para explicar;

7.Monte teatrinhos sobre os assuntos estudados ou acrescente músicas explicativas na hora de auxiliar na lição;

8.Faça experiências para mostrar na prática algum assunto que tenha aprendido na escola;

9.Não fique o tempo todo ao lado da criança, para que não se habitue a fazer a lição apenas na companhia dos pais;

10.Oriente seu filho sobre onde e como pode buscar informações sobre o assunto que tem de pesquisar. Mas deixe que ele se interesse e procure pelo tema sozinho;

11.Dê preferência, na hora da pesquisa, por sites, livros ou outros materiais de fácil entendimento e voltados para crianças;

12.Alerte para que a criança não copie o conteúdo da pesquisa, mas escreva o que entendeu;

13.Se possível, leve os filhos a museus ou a outros espaços educativos, principalmente aos com opções interativas, onde possam aprender de forma diferente e divertida;

14.Não estimule a memorização dos temas estudados. Peça sempre para explicar o que entendeu;

15.Se não souber responder à uma dúvida da criança, anote e transfira a questão para a professora.

Fonte: Guia de Mulher
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:38  comentar


A solução, seja qual for o caso, é orientar e estimular o filho, e nunca fazer a tarefa por ele
Conseguir convencê-las a estudar ou fazer a lição de casa, muitas vezes, parece ser uma missão impossível.
A pedagoga Maria Angela Barbato, professora da Faculdade de Educação da Pontifícia Universidade Católica (PUC/SP), afirma que as razões para as crianças não se entusiasmarem muito para acordar e ir à escola, todos os dias, podem ser variadas. "A criança pode não ter entendido a matéria; passa muito tempo só fazendo a atividade sem ter horário para brincar; a maneira como a lição foi passada é desinteressante", enumera. A solução, seja qual for o caso, é orientar e estimular o filho, e nunca fazer a tarefa por ele.

Confira algumas dicas para afastar a preocupação com o aprendizado da garotada:

1.Fale sobre a importância de aprender;

2.Se ainda tiver, mostre seus cadernos de escola;

3. Se a criança não quiser fazer a lição, converse e descubra o motivo, já que pode ser por não ter entendido a matéria;

4.Estabeleça horários para estudar em casa. É importante que a garotada tenha tempo para brincar e fazer outras atividades que goste;

5.Escolha um ambiente tranqüilo, sem barulho de televisão ou rádio, por exemplo. Assim, o seu filho fica mais concentrado;

6.Se ele não entender um exercício sobre desenho geométrico, por exemplo, busque objetos que estão ao seu redor para explicar;

7.Monte teatrinhos sobre os assuntos estudados ou acrescente músicas explicativas na hora de auxiliar na lição;

8.Faça experiências para mostrar na prática algum assunto que tenha aprendido na escola;

9.Não fique o tempo todo ao lado da criança, para que não se habitue a fazer a lição apenas na companhia dos pais;

10.Oriente seu filho sobre onde e como pode buscar informações sobre o assunto que tem de pesquisar. Mas deixe que ele se interesse e procure pelo tema sozinho;

11.Dê preferência, na hora da pesquisa, por sites, livros ou outros materiais de fácil entendimento e voltados para crianças;

12.Alerte para que a criança não copie o conteúdo da pesquisa, mas escreva o que entendeu;

13.Se possível, leve os filhos a museus ou a outros espaços educativos, principalmente aos com opções interativas, onde possam aprender de forma diferente e divertida;

14.Não estimule a memorização dos temas estudados. Peça sempre para explicar o que entendeu;

15.Se não souber responder à uma dúvida da criança, anote e transfira a questão para a professora.

Fonte: Guia de Mulher
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A solução, seja qual for o caso, é orientar e estimular o filho, e nunca fazer a tarefa por ele
Conseguir convencê-las a estudar ou fazer a lição de casa, muitas vezes, parece ser uma missão impossível.
A pedagoga Maria Angela Barbato, professora da Faculdade de Educação da Pontifícia Universidade Católica (PUC/SP), afirma que as razões para as crianças não se entusiasmarem muito para acordar e ir à escola, todos os dias, podem ser variadas. "A criança pode não ter entendido a matéria; passa muito tempo só fazendo a atividade sem ter horário para brincar; a maneira como a lição foi passada é desinteressante", enumera. A solução, seja qual for o caso, é orientar e estimular o filho, e nunca fazer a tarefa por ele.

Confira algumas dicas para afastar a preocupação com o aprendizado da garotada:

1.Fale sobre a importância de aprender;

2.Se ainda tiver, mostre seus cadernos de escola;

3. Se a criança não quiser fazer a lição, converse e descubra o motivo, já que pode ser por não ter entendido a matéria;

4.Estabeleça horários para estudar em casa. É importante que a garotada tenha tempo para brincar e fazer outras atividades que goste;

5.Escolha um ambiente tranqüilo, sem barulho de televisão ou rádio, por exemplo. Assim, o seu filho fica mais concentrado;

6.Se ele não entender um exercício sobre desenho geométrico, por exemplo, busque objetos que estão ao seu redor para explicar;

7.Monte teatrinhos sobre os assuntos estudados ou acrescente músicas explicativas na hora de auxiliar na lição;

8.Faça experiências para mostrar na prática algum assunto que tenha aprendido na escola;

9.Não fique o tempo todo ao lado da criança, para que não se habitue a fazer a lição apenas na companhia dos pais;

10.Oriente seu filho sobre onde e como pode buscar informações sobre o assunto que tem de pesquisar. Mas deixe que ele se interesse e procure pelo tema sozinho;

11.Dê preferência, na hora da pesquisa, por sites, livros ou outros materiais de fácil entendimento e voltados para crianças;

12.Alerte para que a criança não copie o conteúdo da pesquisa, mas escreva o que entendeu;

13.Se possível, leve os filhos a museus ou a outros espaços educativos, principalmente aos com opções interativas, onde possam aprender de forma diferente e divertida;

14.Não estimule a memorização dos temas estudados. Peça sempre para explicar o que entendeu;

15.Se não souber responder à uma dúvida da criança, anote e transfira a questão para a professora.

Fonte: Guia de Mulher
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A solução, seja qual for o caso, é orientar e estimular o filho, e nunca fazer a tarefa por ele
Conseguir convencê-las a estudar ou fazer a lição de casa, muitas vezes, parece ser uma missão impossível.
A pedagoga Maria Angela Barbato, professora da Faculdade de Educação da Pontifícia Universidade Católica (PUC/SP), afirma que as razões para as crianças não se entusiasmarem muito para acordar e ir à escola, todos os dias, podem ser variadas. "A criança pode não ter entendido a matéria; passa muito tempo só fazendo a atividade sem ter horário para brincar; a maneira como a lição foi passada é desinteressante", enumera. A solução, seja qual for o caso, é orientar e estimular o filho, e nunca fazer a tarefa por ele.

Confira algumas dicas para afastar a preocupação com o aprendizado da garotada:

1.Fale sobre a importância de aprender;

2.Se ainda tiver, mostre seus cadernos de escola;

3. Se a criança não quiser fazer a lição, converse e descubra o motivo, já que pode ser por não ter entendido a matéria;

4.Estabeleça horários para estudar em casa. É importante que a garotada tenha tempo para brincar e fazer outras atividades que goste;

5.Escolha um ambiente tranqüilo, sem barulho de televisão ou rádio, por exemplo. Assim, o seu filho fica mais concentrado;

6.Se ele não entender um exercício sobre desenho geométrico, por exemplo, busque objetos que estão ao seu redor para explicar;

7.Monte teatrinhos sobre os assuntos estudados ou acrescente músicas explicativas na hora de auxiliar na lição;

8.Faça experiências para mostrar na prática algum assunto que tenha aprendido na escola;

9.Não fique o tempo todo ao lado da criança, para que não se habitue a fazer a lição apenas na companhia dos pais;

10.Oriente seu filho sobre onde e como pode buscar informações sobre o assunto que tem de pesquisar. Mas deixe que ele se interesse e procure pelo tema sozinho;

11.Dê preferência, na hora da pesquisa, por sites, livros ou outros materiais de fácil entendimento e voltados para crianças;

12.Alerte para que a criança não copie o conteúdo da pesquisa, mas escreva o que entendeu;

13.Se possível, leve os filhos a museus ou a outros espaços educativos, principalmente aos com opções interativas, onde possam aprender de forma diferente e divertida;

14.Não estimule a memorização dos temas estudados. Peça sempre para explicar o que entendeu;

15.Se não souber responder à uma dúvida da criança, anote e transfira a questão para a professora.

Fonte: Guia de Mulher
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Marco Aurélio Mello justificou que furto não foi para matar a fome.
Na terça, STF inocentou acusado de tentar furtar barras de chocolate


O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta semana o pedido de habeas corpus de uma mulher condenada a dois anos de prisão por furto de caixas de chicletes, avaliadas em R$ 98.
Na ação, ela pedia a aplicação do princípio da insignificância para o caso ocorrido na cidade de Sete Lagoas, em Minas Gerais, em junho de 2007. Depois de condenada em primeira instância, a acusada recorreu ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais, que, apesar de não inocentá-la, reduziu a pena para um ano e três meses.
Ela então recorreu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que também rejeitou anular a condenação. Na ação protocolada no Supremo, a defesa da ré também pediu a suspensão da sentença condenatória.
No entanto, Marco Aurélio Mello não se convenceu quanto à inexistência de crime no caso do furto dos chicletes. Embora tenha reconhecido que o prejuízo de R$ 98 é de pequeno valor, ele analisou que não se trata de “furto famélico”, quando uma pessoa furta alimentos para saciar a fome.
O ministro acrescentou que a acusada já responde por outros crimes semelhantes, inclusive já tendo sido condenada em outro processo. Por isso, justificou que na análise liminar (provisória) não poderia suspender a condenação. O caso deverá ser analisado em caráter definitivo pela 1ª Turma do STF em data ainda não definida.
A assessoria do Supremo não soube dizer se a acusada está presa.

Furto de água

Em dois casos semelhantes, o STF aplicou entendimentos diferentes. Em um dos processos, publicado na edição desta quarta-feira (20) do Diário da Justiça, o ministro Ricardo Lewandowski suspendeu ação penal contra um acusado por furto de água encanada, no Rio Grande do Sul.
Segundo denúncia do Ministério Público, a ligação clandestina de água causou prejuízo de R$ 96,33 à Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan). Depois de o STJ ter aberto ação penal contra o denunciado, sua defesa recorreu ao Supremo. Em sua análise liminar, Lewandowski aplicou o princípio da insignificância, suspendendo a ação penal até o julgamento definitivo do pedido no STF.

Chocolate

Já na terça-feira (19), a 2ª Turma concedeu habeas corpus a um homem acusado de tentar furtar cinco barras de chocolate em um supermercado de Minas Gerais, ao reconhecer que não houve crime na acusação. Por unanimidade, os ministros da 2ª Turma do STF atenderam ao pedido do réu, aplicando o princípio da insignificância. Os demais ministros seguiram o voto do relator.

Fonte: G1
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Marco Aurélio Mello justificou que furto não foi para matar a fome.
Na terça, STF inocentou acusado de tentar furtar barras de chocolate


O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta semana o pedido de habeas corpus de uma mulher condenada a dois anos de prisão por furto de caixas de chicletes, avaliadas em R$ 98.
Na ação, ela pedia a aplicação do princípio da insignificância para o caso ocorrido na cidade de Sete Lagoas, em Minas Gerais, em junho de 2007. Depois de condenada em primeira instância, a acusada recorreu ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais, que, apesar de não inocentá-la, reduziu a pena para um ano e três meses.
Ela então recorreu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que também rejeitou anular a condenação. Na ação protocolada no Supremo, a defesa da ré também pediu a suspensão da sentença condenatória.
No entanto, Marco Aurélio Mello não se convenceu quanto à inexistência de crime no caso do furto dos chicletes. Embora tenha reconhecido que o prejuízo de R$ 98 é de pequeno valor, ele analisou que não se trata de “furto famélico”, quando uma pessoa furta alimentos para saciar a fome.
O ministro acrescentou que a acusada já responde por outros crimes semelhantes, inclusive já tendo sido condenada em outro processo. Por isso, justificou que na análise liminar (provisória) não poderia suspender a condenação. O caso deverá ser analisado em caráter definitivo pela 1ª Turma do STF em data ainda não definida.
A assessoria do Supremo não soube dizer se a acusada está presa.

Furto de água

Em dois casos semelhantes, o STF aplicou entendimentos diferentes. Em um dos processos, publicado na edição desta quarta-feira (20) do Diário da Justiça, o ministro Ricardo Lewandowski suspendeu ação penal contra um acusado por furto de água encanada, no Rio Grande do Sul.
Segundo denúncia do Ministério Público, a ligação clandestina de água causou prejuízo de R$ 96,33 à Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan). Depois de o STJ ter aberto ação penal contra o denunciado, sua defesa recorreu ao Supremo. Em sua análise liminar, Lewandowski aplicou o princípio da insignificância, suspendendo a ação penal até o julgamento definitivo do pedido no STF.

Chocolate

Já na terça-feira (19), a 2ª Turma concedeu habeas corpus a um homem acusado de tentar furtar cinco barras de chocolate em um supermercado de Minas Gerais, ao reconhecer que não houve crime na acusação. Por unanimidade, os ministros da 2ª Turma do STF atenderam ao pedido do réu, aplicando o princípio da insignificância. Os demais ministros seguiram o voto do relator.

Fonte: G1
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Marco Aurélio Mello justificou que furto não foi para matar a fome.
Na terça, STF inocentou acusado de tentar furtar barras de chocolate


O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta semana o pedido de habeas corpus de uma mulher condenada a dois anos de prisão por furto de caixas de chicletes, avaliadas em R$ 98.
Na ação, ela pedia a aplicação do princípio da insignificância para o caso ocorrido na cidade de Sete Lagoas, em Minas Gerais, em junho de 2007. Depois de condenada em primeira instância, a acusada recorreu ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais, que, apesar de não inocentá-la, reduziu a pena para um ano e três meses.
Ela então recorreu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que também rejeitou anular a condenação. Na ação protocolada no Supremo, a defesa da ré também pediu a suspensão da sentença condenatória.
No entanto, Marco Aurélio Mello não se convenceu quanto à inexistência de crime no caso do furto dos chicletes. Embora tenha reconhecido que o prejuízo de R$ 98 é de pequeno valor, ele analisou que não se trata de “furto famélico”, quando uma pessoa furta alimentos para saciar a fome.
O ministro acrescentou que a acusada já responde por outros crimes semelhantes, inclusive já tendo sido condenada em outro processo. Por isso, justificou que na análise liminar (provisória) não poderia suspender a condenação. O caso deverá ser analisado em caráter definitivo pela 1ª Turma do STF em data ainda não definida.
A assessoria do Supremo não soube dizer se a acusada está presa.

Furto de água

Em dois casos semelhantes, o STF aplicou entendimentos diferentes. Em um dos processos, publicado na edição desta quarta-feira (20) do Diário da Justiça, o ministro Ricardo Lewandowski suspendeu ação penal contra um acusado por furto de água encanada, no Rio Grande do Sul.
Segundo denúncia do Ministério Público, a ligação clandestina de água causou prejuízo de R$ 96,33 à Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan). Depois de o STJ ter aberto ação penal contra o denunciado, sua defesa recorreu ao Supremo. Em sua análise liminar, Lewandowski aplicou o princípio da insignificância, suspendendo a ação penal até o julgamento definitivo do pedido no STF.

Chocolate

Já na terça-feira (19), a 2ª Turma concedeu habeas corpus a um homem acusado de tentar furtar cinco barras de chocolate em um supermercado de Minas Gerais, ao reconhecer que não houve crime na acusação. Por unanimidade, os ministros da 2ª Turma do STF atenderam ao pedido do réu, aplicando o princípio da insignificância. Os demais ministros seguiram o voto do relator.

Fonte: G1
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Marco Aurélio Mello justificou que furto não foi para matar a fome.
Na terça, STF inocentou acusado de tentar furtar barras de chocolate


O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta semana o pedido de habeas corpus de uma mulher condenada a dois anos de prisão por furto de caixas de chicletes, avaliadas em R$ 98.
Na ação, ela pedia a aplicação do princípio da insignificância para o caso ocorrido na cidade de Sete Lagoas, em Minas Gerais, em junho de 2007. Depois de condenada em primeira instância, a acusada recorreu ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais, que, apesar de não inocentá-la, reduziu a pena para um ano e três meses.
Ela então recorreu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que também rejeitou anular a condenação. Na ação protocolada no Supremo, a defesa da ré também pediu a suspensão da sentença condenatória.
No entanto, Marco Aurélio Mello não se convenceu quanto à inexistência de crime no caso do furto dos chicletes. Embora tenha reconhecido que o prejuízo de R$ 98 é de pequeno valor, ele analisou que não se trata de “furto famélico”, quando uma pessoa furta alimentos para saciar a fome.
O ministro acrescentou que a acusada já responde por outros crimes semelhantes, inclusive já tendo sido condenada em outro processo. Por isso, justificou que na análise liminar (provisória) não poderia suspender a condenação. O caso deverá ser analisado em caráter definitivo pela 1ª Turma do STF em data ainda não definida.
A assessoria do Supremo não soube dizer se a acusada está presa.

Furto de água

Em dois casos semelhantes, o STF aplicou entendimentos diferentes. Em um dos processos, publicado na edição desta quarta-feira (20) do Diário da Justiça, o ministro Ricardo Lewandowski suspendeu ação penal contra um acusado por furto de água encanada, no Rio Grande do Sul.
Segundo denúncia do Ministério Público, a ligação clandestina de água causou prejuízo de R$ 96,33 à Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan). Depois de o STJ ter aberto ação penal contra o denunciado, sua defesa recorreu ao Supremo. Em sua análise liminar, Lewandowski aplicou o princípio da insignificância, suspendendo a ação penal até o julgamento definitivo do pedido no STF.

Chocolate

Já na terça-feira (19), a 2ª Turma concedeu habeas corpus a um homem acusado de tentar furtar cinco barras de chocolate em um supermercado de Minas Gerais, ao reconhecer que não houve crime na acusação. Por unanimidade, os ministros da 2ª Turma do STF atenderam ao pedido do réu, aplicando o princípio da insignificância. Os demais ministros seguiram o voto do relator.

Fonte: G1
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Vinte e dois tipos de alimentos foram analisados.
Fiscais encontraram irregularidades em 12% das amostras.

A Vigilância Sanitária analisou 22 tipos de alimentos em Minas Gerais e, em 12% das amostras, encontrou algum tipo de irregularidades. Havia problemas, inclusive, no tradicional queijo e nos amendoim, produto consumido nas festas juninas.
Em 17% das amostras de amendoim, havia toxinas cancerígenas. “Não adianta moer ou submeter a uma temperatura mais alta, porque não vai tirar dali essa toxina”, diz a gerente de Vigilância Sanitária de Alimentos, Cláudia Parma. Legumes e verduras vendidos prontos para o consumo estavam contaminados por bactérias. “Pode ser pela água contaminada, pela mão do manipulador ou pela lavagem em água contaminada”, explica a coordenadora da divisão de Vigilância Sanitária/Funed, Rita Naveira.
A notícia pegou de surpresa a auxiliar de enfermagem Iracema Landi Mendonça, que não abre mão de um lanche bem tradicional. “Faz parte do nosso café da manhã. Tudo tem pão de queijo, um queijinho”, comenta. Mas esse produto tão apreciado também apareceu na pesquisa e em destaque. Mais da metade das amostras analisadas do queijo tipo frescal e também da ricota apresentaram contaminação. Os especialistas encontraram, principalmente, coliformes fecais, o que indica falta de higiene na fabricação. “Logo chegando em casa, são os primeiros produtos que devem ir para a geladeira. Evita que os microorganismos e bactérias se desenvolvam mais ainda e tenham uma dose mais alta infectante e possam causar um problema maior ao consumidor”, diz a gerente de Vigilância Sanitária. Os riscos à saúde podem se esconder até em um simples tempero. De 53 amostras de desidratados, 38 foram condenadas, pois havia sujeira e parasitas.

Fonte: G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:25  comentar


Vinte e dois tipos de alimentos foram analisados.
Fiscais encontraram irregularidades em 12% das amostras.

A Vigilância Sanitária analisou 22 tipos de alimentos em Minas Gerais e, em 12% das amostras, encontrou algum tipo de irregularidades. Havia problemas, inclusive, no tradicional queijo e nos amendoim, produto consumido nas festas juninas.
Em 17% das amostras de amendoim, havia toxinas cancerígenas. “Não adianta moer ou submeter a uma temperatura mais alta, porque não vai tirar dali essa toxina”, diz a gerente de Vigilância Sanitária de Alimentos, Cláudia Parma. Legumes e verduras vendidos prontos para o consumo estavam contaminados por bactérias. “Pode ser pela água contaminada, pela mão do manipulador ou pela lavagem em água contaminada”, explica a coordenadora da divisão de Vigilância Sanitária/Funed, Rita Naveira.
A notícia pegou de surpresa a auxiliar de enfermagem Iracema Landi Mendonça, que não abre mão de um lanche bem tradicional. “Faz parte do nosso café da manhã. Tudo tem pão de queijo, um queijinho”, comenta. Mas esse produto tão apreciado também apareceu na pesquisa e em destaque. Mais da metade das amostras analisadas do queijo tipo frescal e também da ricota apresentaram contaminação. Os especialistas encontraram, principalmente, coliformes fecais, o que indica falta de higiene na fabricação. “Logo chegando em casa, são os primeiros produtos que devem ir para a geladeira. Evita que os microorganismos e bactérias se desenvolvam mais ainda e tenham uma dose mais alta infectante e possam causar um problema maior ao consumidor”, diz a gerente de Vigilância Sanitária. Os riscos à saúde podem se esconder até em um simples tempero. De 53 amostras de desidratados, 38 foram condenadas, pois havia sujeira e parasitas.

Fonte: G1
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Vinte e dois tipos de alimentos foram analisados.
Fiscais encontraram irregularidades em 12% das amostras.

A Vigilância Sanitária analisou 22 tipos de alimentos em Minas Gerais e, em 12% das amostras, encontrou algum tipo de irregularidades. Havia problemas, inclusive, no tradicional queijo e nos amendoim, produto consumido nas festas juninas.
Em 17% das amostras de amendoim, havia toxinas cancerígenas. “Não adianta moer ou submeter a uma temperatura mais alta, porque não vai tirar dali essa toxina”, diz a gerente de Vigilância Sanitária de Alimentos, Cláudia Parma. Legumes e verduras vendidos prontos para o consumo estavam contaminados por bactérias. “Pode ser pela água contaminada, pela mão do manipulador ou pela lavagem em água contaminada”, explica a coordenadora da divisão de Vigilância Sanitária/Funed, Rita Naveira.
A notícia pegou de surpresa a auxiliar de enfermagem Iracema Landi Mendonça, que não abre mão de um lanche bem tradicional. “Faz parte do nosso café da manhã. Tudo tem pão de queijo, um queijinho”, comenta. Mas esse produto tão apreciado também apareceu na pesquisa e em destaque. Mais da metade das amostras analisadas do queijo tipo frescal e também da ricota apresentaram contaminação. Os especialistas encontraram, principalmente, coliformes fecais, o que indica falta de higiene na fabricação. “Logo chegando em casa, são os primeiros produtos que devem ir para a geladeira. Evita que os microorganismos e bactérias se desenvolvam mais ainda e tenham uma dose mais alta infectante e possam causar um problema maior ao consumidor”, diz a gerente de Vigilância Sanitária. Os riscos à saúde podem se esconder até em um simples tempero. De 53 amostras de desidratados, 38 foram condenadas, pois havia sujeira e parasitas.

Fonte: G1
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Vinte e dois tipos de alimentos foram analisados.
Fiscais encontraram irregularidades em 12% das amostras.

A Vigilância Sanitária analisou 22 tipos de alimentos em Minas Gerais e, em 12% das amostras, encontrou algum tipo de irregularidades. Havia problemas, inclusive, no tradicional queijo e nos amendoim, produto consumido nas festas juninas.
Em 17% das amostras de amendoim, havia toxinas cancerígenas. “Não adianta moer ou submeter a uma temperatura mais alta, porque não vai tirar dali essa toxina”, diz a gerente de Vigilância Sanitária de Alimentos, Cláudia Parma. Legumes e verduras vendidos prontos para o consumo estavam contaminados por bactérias. “Pode ser pela água contaminada, pela mão do manipulador ou pela lavagem em água contaminada”, explica a coordenadora da divisão de Vigilância Sanitária/Funed, Rita Naveira.
A notícia pegou de surpresa a auxiliar de enfermagem Iracema Landi Mendonça, que não abre mão de um lanche bem tradicional. “Faz parte do nosso café da manhã. Tudo tem pão de queijo, um queijinho”, comenta. Mas esse produto tão apreciado também apareceu na pesquisa e em destaque. Mais da metade das amostras analisadas do queijo tipo frescal e também da ricota apresentaram contaminação. Os especialistas encontraram, principalmente, coliformes fecais, o que indica falta de higiene na fabricação. “Logo chegando em casa, são os primeiros produtos que devem ir para a geladeira. Evita que os microorganismos e bactérias se desenvolvam mais ainda e tenham uma dose mais alta infectante e possam causar um problema maior ao consumidor”, diz a gerente de Vigilância Sanitária. Os riscos à saúde podem se esconder até em um simples tempero. De 53 amostras de desidratados, 38 foram condenadas, pois havia sujeira e parasitas.

Fonte: G1
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Balsas são usadas para abrigar pacientes e atingidos pela cheia.
Cinco navios da Marinha ajudam população de Anamã.


A prefeitura de Anamã (AM), a 168 quilômetros de Manaus, perdeu o único hospital do município com a enchente do Rio Solimões. A cidade, que já estava alagada, agora teve a área mais alta, onde ficava o hospital, também inundada.
"Precisamos usar as balsas para abrigo dos pacientes do hospital, hoje há seis internados, e as outras balsas seriam para desabrigados", disse o vice-prefeito, Antônio Araújo Coelho. Uma das balsas serviria de prefeitura, pois a sede já foi inundada. Segundo Coelho, o prefeito está em Manaus para solicitar ao governo do Amazonas o envio de cinco balsas-dormitórios.
Há dois dias, cinco navios da Marinha estão realizando atendimentos no município. "Temos mais de 4 mil crianças e adolescentes fora da escola. Falta comida, água potável. O município nunca esteve com tantos problemas. Estamos ainda preocupados com as doenças que estão aparecendo", disse Coelho.
A Associação Amazonense de Municípios estima que aproximadamente 60% das escolas do interior do estado estão com suas atividades prejudicadas. De acordo com a Secretaria de Educação, a situação mais grave é em Anamã e Barreirinha, onde toda a rede escolar foi paralisada e as escolas estão submersas.

Fonte: G1
Foto: Portal Amazônia.com
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:18  comentar

Balsas são usadas para abrigar pacientes e atingidos pela cheia.
Cinco navios da Marinha ajudam população de Anamã.


A prefeitura de Anamã (AM), a 168 quilômetros de Manaus, perdeu o único hospital do município com a enchente do Rio Solimões. A cidade, que já estava alagada, agora teve a área mais alta, onde ficava o hospital, também inundada.
"Precisamos usar as balsas para abrigo dos pacientes do hospital, hoje há seis internados, e as outras balsas seriam para desabrigados", disse o vice-prefeito, Antônio Araújo Coelho. Uma das balsas serviria de prefeitura, pois a sede já foi inundada. Segundo Coelho, o prefeito está em Manaus para solicitar ao governo do Amazonas o envio de cinco balsas-dormitórios.
Há dois dias, cinco navios da Marinha estão realizando atendimentos no município. "Temos mais de 4 mil crianças e adolescentes fora da escola. Falta comida, água potável. O município nunca esteve com tantos problemas. Estamos ainda preocupados com as doenças que estão aparecendo", disse Coelho.
A Associação Amazonense de Municípios estima que aproximadamente 60% das escolas do interior do estado estão com suas atividades prejudicadas. De acordo com a Secretaria de Educação, a situação mais grave é em Anamã e Barreirinha, onde toda a rede escolar foi paralisada e as escolas estão submersas.

Fonte: G1
Foto: Portal Amazônia.com
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Balsas são usadas para abrigar pacientes e atingidos pela cheia.
Cinco navios da Marinha ajudam população de Anamã.


A prefeitura de Anamã (AM), a 168 quilômetros de Manaus, perdeu o único hospital do município com a enchente do Rio Solimões. A cidade, que já estava alagada, agora teve a área mais alta, onde ficava o hospital, também inundada.
"Precisamos usar as balsas para abrigo dos pacientes do hospital, hoje há seis internados, e as outras balsas seriam para desabrigados", disse o vice-prefeito, Antônio Araújo Coelho. Uma das balsas serviria de prefeitura, pois a sede já foi inundada. Segundo Coelho, o prefeito está em Manaus para solicitar ao governo do Amazonas o envio de cinco balsas-dormitórios.
Há dois dias, cinco navios da Marinha estão realizando atendimentos no município. "Temos mais de 4 mil crianças e adolescentes fora da escola. Falta comida, água potável. O município nunca esteve com tantos problemas. Estamos ainda preocupados com as doenças que estão aparecendo", disse Coelho.
A Associação Amazonense de Municípios estima que aproximadamente 60% das escolas do interior do estado estão com suas atividades prejudicadas. De acordo com a Secretaria de Educação, a situação mais grave é em Anamã e Barreirinha, onde toda a rede escolar foi paralisada e as escolas estão submersas.

Fonte: G1
Foto: Portal Amazônia.com
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Balsas são usadas para abrigar pacientes e atingidos pela cheia.
Cinco navios da Marinha ajudam população de Anamã.


A prefeitura de Anamã (AM), a 168 quilômetros de Manaus, perdeu o único hospital do município com a enchente do Rio Solimões. A cidade, que já estava alagada, agora teve a área mais alta, onde ficava o hospital, também inundada.
"Precisamos usar as balsas para abrigo dos pacientes do hospital, hoje há seis internados, e as outras balsas seriam para desabrigados", disse o vice-prefeito, Antônio Araújo Coelho. Uma das balsas serviria de prefeitura, pois a sede já foi inundada. Segundo Coelho, o prefeito está em Manaus para solicitar ao governo do Amazonas o envio de cinco balsas-dormitórios.
Há dois dias, cinco navios da Marinha estão realizando atendimentos no município. "Temos mais de 4 mil crianças e adolescentes fora da escola. Falta comida, água potável. O município nunca esteve com tantos problemas. Estamos ainda preocupados com as doenças que estão aparecendo", disse Coelho.
A Associação Amazonense de Municípios estima que aproximadamente 60% das escolas do interior do estado estão com suas atividades prejudicadas. De acordo com a Secretaria de Educação, a situação mais grave é em Anamã e Barreirinha, onde toda a rede escolar foi paralisada e as escolas estão submersas.

Fonte: G1
Foto: Portal Amazônia.com
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Mulher de 25 anos saiu de casa de caridade e foi para cadeia.Pai da criança disse que ela tinha consulta marcada em hospital.
A polícia de Itaúna (MG) vai pedir à Secretaria do Estado da Saúde um profissional para fazer um acompanhamento psicológico de uma mulher suspeita de ter jogado o próprio filho, de 4 anos, da janela do segundo andar da casa onde moram. Segundo a Polícia Civil, ela recebeu alta da casa de caridade onde estava sob escolta policial, na quarta-feira (20) e encaminhada à cadeia pública. No início desta semana, a mãe, de 25 anos, teria jogado a criança da janela da casa e tentou fugir, mas caiu e se machucou. Segundo a Polícia Militar, o pai do menino contou que tinha saído e que a mulher teria uma consulta marcada em um hospital psiquiátrico. A criança foi socorrida e levada para um hospital de Belo Horizonte, onde permanece em estado grave. Segundo a polícia, se comprovada culpa, a mãe deve responder processo por tentativa de homicídio.

Fonte: G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:03  comentar


Mulher de 25 anos saiu de casa de caridade e foi para cadeia.Pai da criança disse que ela tinha consulta marcada em hospital.
A polícia de Itaúna (MG) vai pedir à Secretaria do Estado da Saúde um profissional para fazer um acompanhamento psicológico de uma mulher suspeita de ter jogado o próprio filho, de 4 anos, da janela do segundo andar da casa onde moram. Segundo a Polícia Civil, ela recebeu alta da casa de caridade onde estava sob escolta policial, na quarta-feira (20) e encaminhada à cadeia pública. No início desta semana, a mãe, de 25 anos, teria jogado a criança da janela da casa e tentou fugir, mas caiu e se machucou. Segundo a Polícia Militar, o pai do menino contou que tinha saído e que a mulher teria uma consulta marcada em um hospital psiquiátrico. A criança foi socorrida e levada para um hospital de Belo Horizonte, onde permanece em estado grave. Segundo a polícia, se comprovada culpa, a mãe deve responder processo por tentativa de homicídio.

Fonte: G1
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Mulher de 25 anos saiu de casa de caridade e foi para cadeia.Pai da criança disse que ela tinha consulta marcada em hospital.
A polícia de Itaúna (MG) vai pedir à Secretaria do Estado da Saúde um profissional para fazer um acompanhamento psicológico de uma mulher suspeita de ter jogado o próprio filho, de 4 anos, da janela do segundo andar da casa onde moram. Segundo a Polícia Civil, ela recebeu alta da casa de caridade onde estava sob escolta policial, na quarta-feira (20) e encaminhada à cadeia pública. No início desta semana, a mãe, de 25 anos, teria jogado a criança da janela da casa e tentou fugir, mas caiu e se machucou. Segundo a Polícia Militar, o pai do menino contou que tinha saído e que a mulher teria uma consulta marcada em um hospital psiquiátrico. A criança foi socorrida e levada para um hospital de Belo Horizonte, onde permanece em estado grave. Segundo a polícia, se comprovada culpa, a mãe deve responder processo por tentativa de homicídio.

Fonte: G1
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Mulher de 25 anos saiu de casa de caridade e foi para cadeia.Pai da criança disse que ela tinha consulta marcada em hospital.
A polícia de Itaúna (MG) vai pedir à Secretaria do Estado da Saúde um profissional para fazer um acompanhamento psicológico de uma mulher suspeita de ter jogado o próprio filho, de 4 anos, da janela do segundo andar da casa onde moram. Segundo a Polícia Civil, ela recebeu alta da casa de caridade onde estava sob escolta policial, na quarta-feira (20) e encaminhada à cadeia pública. No início desta semana, a mãe, de 25 anos, teria jogado a criança da janela da casa e tentou fugir, mas caiu e se machucou. Segundo a Polícia Militar, o pai do menino contou que tinha saído e que a mulher teria uma consulta marcada em um hospital psiquiátrico. A criança foi socorrida e levada para um hospital de Belo Horizonte, onde permanece em estado grave. Segundo a polícia, se comprovada culpa, a mãe deve responder processo por tentativa de homicídio.

Fonte: G1
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Matinê especial também conta com apresentações ao vivo
Domingo é dia de matinê especial em Barcelona. Uma das discotecas mais badaladas da cidade espanhola reserva a noite para que portadores de deficiências mentais possam dançar e paquerar livremente.
Ao contrário de uma discoteca comum, no entanto, álcool, cigarros e bebidas energéticas estão proibidos nas noites de domingo da boate Luz de Gas. A medida foi tomada porque a maioria dos frequentadores da matinê especial toma remédios fortes.
Outras adaptações também foram feitas. A iluminação é controlada, para evitar possíveis ataques epiléticos, e seis monitores acompanham os frequentadores para auxiliar em eventuais emergências.
O resto do ambiente, no entanto, é igual ao das outras noites, com música, DJs, barmen, diversão e paquera.
A matinê especial funciona há um ano e foi criada pela Fundação Ludalia, que auxilia portadores de deficiências mentais.
A festa, que começa às 17h30 e termina às 21h, é exclusiva para pessoas entre 18 e 45 anos com Síndrome de Down, paralisia cerebral e outras deficiências.
Lazer
Mãe de um portador de deficiência mental, a diretora da fundação, Consól Ferrer, afirma que o projeto nasceu por causa da falta de alternativas de lazer para estas pessoas. Segundo ela, alguns lugares "tratam os deficientes de maneira infantil".A ideia da matinê especial surgiu em 2001. A primeira tentativa, no entanto, fracassou quando os organizadores tentaram criar uma noite de integração entre deficientes e pessoas sem deficiências."Foi um desastre. Ali ficou claro que eles precisavam de um espaço próprio. Eles têm a mesma vontade de dançar, se divertir, estar com amigos e paquerar, como qualquer outro jovem", afirmou à BBC Brasil a monitora Ruth Ruiz.
A diretora da Fundação Ludalia também afirma que a experiência fez com que eles decidissem criar uma noite exclusiva para os jovens deficientes.
"Sei que parece uma contradição, fazer uma noite exclusiva quando pedimos integração. Mas, misturar jovens deficientes com os que não são para que façam amigos e arranjem namorados, não é um objetivo realista", afirma.
RomancesDesta vez, o espaço exclusivo tem a colaboração dos donos da discoteca, que cedem as instalações e a arrecadação da noite para os outros projetos da fundação.
Seis monitores auxiliam os frequentadores da matinê em Barcelona
Os frequentadores pagam 7 euros (cerca de R$ 20) pela entrada, com direito a consumação.
"(A cobrança da entrada existe) para que eles se conscientizem de que tudo tem um valor. Se todo mundo paga por uma entrada, eles também. Assim, compreendem como funcionam as coisas quando um adulto sai sozinho", afirma Consól Ferrer.Dentro da discoteca, os DJs tocam músicas da moda, às vezes há shows ao vivo, e os deficientes se sentem à vontade, principalmente porque os pais não podem entrar.
Para os seis monitores voluntários, a proibição da entrada dos pais ajuda a promover a independência e respeita a privacidade dos jovens, especialmente na hora da paquera.
"Surgem muitos romances ali", comenta Ruth Ruiz, uma das monitoras.
"A minha função é atender, conversar e, se for preciso, dançar com eles e vigiar para que esses romances não saiam dos limites. No fim das contas, eles estão aprendendo a se relacionar", completou.

Por: Anelise Infante
De Madri para a BBC Brasil

link do postPor anjoseguerreiros, às 13:58  comentar


Matinê especial também conta com apresentações ao vivo
Domingo é dia de matinê especial em Barcelona. Uma das discotecas mais badaladas da cidade espanhola reserva a noite para que portadores de deficiências mentais possam dançar e paquerar livremente.
Ao contrário de uma discoteca comum, no entanto, álcool, cigarros e bebidas energéticas estão proibidos nas noites de domingo da boate Luz de Gas. A medida foi tomada porque a maioria dos frequentadores da matinê especial toma remédios fortes.
Outras adaptações também foram feitas. A iluminação é controlada, para evitar possíveis ataques epiléticos, e seis monitores acompanham os frequentadores para auxiliar em eventuais emergências.
O resto do ambiente, no entanto, é igual ao das outras noites, com música, DJs, barmen, diversão e paquera.
A matinê especial funciona há um ano e foi criada pela Fundação Ludalia, que auxilia portadores de deficiências mentais.
A festa, que começa às 17h30 e termina às 21h, é exclusiva para pessoas entre 18 e 45 anos com Síndrome de Down, paralisia cerebral e outras deficiências.
Lazer
Mãe de um portador de deficiência mental, a diretora da fundação, Consól Ferrer, afirma que o projeto nasceu por causa da falta de alternativas de lazer para estas pessoas. Segundo ela, alguns lugares "tratam os deficientes de maneira infantil".A ideia da matinê especial surgiu em 2001. A primeira tentativa, no entanto, fracassou quando os organizadores tentaram criar uma noite de integração entre deficientes e pessoas sem deficiências."Foi um desastre. Ali ficou claro que eles precisavam de um espaço próprio. Eles têm a mesma vontade de dançar, se divertir, estar com amigos e paquerar, como qualquer outro jovem", afirmou à BBC Brasil a monitora Ruth Ruiz.
A diretora da Fundação Ludalia também afirma que a experiência fez com que eles decidissem criar uma noite exclusiva para os jovens deficientes.
"Sei que parece uma contradição, fazer uma noite exclusiva quando pedimos integração. Mas, misturar jovens deficientes com os que não são para que façam amigos e arranjem namorados, não é um objetivo realista", afirma.
RomancesDesta vez, o espaço exclusivo tem a colaboração dos donos da discoteca, que cedem as instalações e a arrecadação da noite para os outros projetos da fundação.
Seis monitores auxiliam os frequentadores da matinê em Barcelona
Os frequentadores pagam 7 euros (cerca de R$ 20) pela entrada, com direito a consumação.
"(A cobrança da entrada existe) para que eles se conscientizem de que tudo tem um valor. Se todo mundo paga por uma entrada, eles também. Assim, compreendem como funcionam as coisas quando um adulto sai sozinho", afirma Consól Ferrer.Dentro da discoteca, os DJs tocam músicas da moda, às vezes há shows ao vivo, e os deficientes se sentem à vontade, principalmente porque os pais não podem entrar.
Para os seis monitores voluntários, a proibição da entrada dos pais ajuda a promover a independência e respeita a privacidade dos jovens, especialmente na hora da paquera.
"Surgem muitos romances ali", comenta Ruth Ruiz, uma das monitoras.
"A minha função é atender, conversar e, se for preciso, dançar com eles e vigiar para que esses romances não saiam dos limites. No fim das contas, eles estão aprendendo a se relacionar", completou.

Por: Anelise Infante
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Matinê especial também conta com apresentações ao vivo
Domingo é dia de matinê especial em Barcelona. Uma das discotecas mais badaladas da cidade espanhola reserva a noite para que portadores de deficiências mentais possam dançar e paquerar livremente.
Ao contrário de uma discoteca comum, no entanto, álcool, cigarros e bebidas energéticas estão proibidos nas noites de domingo da boate Luz de Gas. A medida foi tomada porque a maioria dos frequentadores da matinê especial toma remédios fortes.
Outras adaptações também foram feitas. A iluminação é controlada, para evitar possíveis ataques epiléticos, e seis monitores acompanham os frequentadores para auxiliar em eventuais emergências.
O resto do ambiente, no entanto, é igual ao das outras noites, com música, DJs, barmen, diversão e paquera.
A matinê especial funciona há um ano e foi criada pela Fundação Ludalia, que auxilia portadores de deficiências mentais.
A festa, que começa às 17h30 e termina às 21h, é exclusiva para pessoas entre 18 e 45 anos com Síndrome de Down, paralisia cerebral e outras deficiências.
Lazer
Mãe de um portador de deficiência mental, a diretora da fundação, Consól Ferrer, afirma que o projeto nasceu por causa da falta de alternativas de lazer para estas pessoas. Segundo ela, alguns lugares "tratam os deficientes de maneira infantil".A ideia da matinê especial surgiu em 2001. A primeira tentativa, no entanto, fracassou quando os organizadores tentaram criar uma noite de integração entre deficientes e pessoas sem deficiências."Foi um desastre. Ali ficou claro que eles precisavam de um espaço próprio. Eles têm a mesma vontade de dançar, se divertir, estar com amigos e paquerar, como qualquer outro jovem", afirmou à BBC Brasil a monitora Ruth Ruiz.
A diretora da Fundação Ludalia também afirma que a experiência fez com que eles decidissem criar uma noite exclusiva para os jovens deficientes.
"Sei que parece uma contradição, fazer uma noite exclusiva quando pedimos integração. Mas, misturar jovens deficientes com os que não são para que façam amigos e arranjem namorados, não é um objetivo realista", afirma.
RomancesDesta vez, o espaço exclusivo tem a colaboração dos donos da discoteca, que cedem as instalações e a arrecadação da noite para os outros projetos da fundação.
Seis monitores auxiliam os frequentadores da matinê em Barcelona
Os frequentadores pagam 7 euros (cerca de R$ 20) pela entrada, com direito a consumação.
"(A cobrança da entrada existe) para que eles se conscientizem de que tudo tem um valor. Se todo mundo paga por uma entrada, eles também. Assim, compreendem como funcionam as coisas quando um adulto sai sozinho", afirma Consól Ferrer.Dentro da discoteca, os DJs tocam músicas da moda, às vezes há shows ao vivo, e os deficientes se sentem à vontade, principalmente porque os pais não podem entrar.
Para os seis monitores voluntários, a proibição da entrada dos pais ajuda a promover a independência e respeita a privacidade dos jovens, especialmente na hora da paquera.
"Surgem muitos romances ali", comenta Ruth Ruiz, uma das monitoras.
"A minha função é atender, conversar e, se for preciso, dançar com eles e vigiar para que esses romances não saiam dos limites. No fim das contas, eles estão aprendendo a se relacionar", completou.

Por: Anelise Infante
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Matinê especial também conta com apresentações ao vivo
Domingo é dia de matinê especial em Barcelona. Uma das discotecas mais badaladas da cidade espanhola reserva a noite para que portadores de deficiências mentais possam dançar e paquerar livremente.
Ao contrário de uma discoteca comum, no entanto, álcool, cigarros e bebidas energéticas estão proibidos nas noites de domingo da boate Luz de Gas. A medida foi tomada porque a maioria dos frequentadores da matinê especial toma remédios fortes.
Outras adaptações também foram feitas. A iluminação é controlada, para evitar possíveis ataques epiléticos, e seis monitores acompanham os frequentadores para auxiliar em eventuais emergências.
O resto do ambiente, no entanto, é igual ao das outras noites, com música, DJs, barmen, diversão e paquera.
A matinê especial funciona há um ano e foi criada pela Fundação Ludalia, que auxilia portadores de deficiências mentais.
A festa, que começa às 17h30 e termina às 21h, é exclusiva para pessoas entre 18 e 45 anos com Síndrome de Down, paralisia cerebral e outras deficiências.
Lazer
Mãe de um portador de deficiência mental, a diretora da fundação, Consól Ferrer, afirma que o projeto nasceu por causa da falta de alternativas de lazer para estas pessoas. Segundo ela, alguns lugares "tratam os deficientes de maneira infantil".A ideia da matinê especial surgiu em 2001. A primeira tentativa, no entanto, fracassou quando os organizadores tentaram criar uma noite de integração entre deficientes e pessoas sem deficiências."Foi um desastre. Ali ficou claro que eles precisavam de um espaço próprio. Eles têm a mesma vontade de dançar, se divertir, estar com amigos e paquerar, como qualquer outro jovem", afirmou à BBC Brasil a monitora Ruth Ruiz.
A diretora da Fundação Ludalia também afirma que a experiência fez com que eles decidissem criar uma noite exclusiva para os jovens deficientes.
"Sei que parece uma contradição, fazer uma noite exclusiva quando pedimos integração. Mas, misturar jovens deficientes com os que não são para que façam amigos e arranjem namorados, não é um objetivo realista", afirma.
RomancesDesta vez, o espaço exclusivo tem a colaboração dos donos da discoteca, que cedem as instalações e a arrecadação da noite para os outros projetos da fundação.
Seis monitores auxiliam os frequentadores da matinê em Barcelona
Os frequentadores pagam 7 euros (cerca de R$ 20) pela entrada, com direito a consumação.
"(A cobrança da entrada existe) para que eles se conscientizem de que tudo tem um valor. Se todo mundo paga por uma entrada, eles também. Assim, compreendem como funcionam as coisas quando um adulto sai sozinho", afirma Consól Ferrer.Dentro da discoteca, os DJs tocam músicas da moda, às vezes há shows ao vivo, e os deficientes se sentem à vontade, principalmente porque os pais não podem entrar.
Para os seis monitores voluntários, a proibição da entrada dos pais ajuda a promover a independência e respeita a privacidade dos jovens, especialmente na hora da paquera.
"Surgem muitos romances ali", comenta Ruth Ruiz, uma das monitoras.
"A minha função é atender, conversar e, se for preciso, dançar com eles e vigiar para que esses romances não saiam dos limites. No fim das contas, eles estão aprendendo a se relacionar", completou.

Por: Anelise Infante
De Madri para a BBC Brasil

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Uma menina britânica que nasceu com alguns de seus órgãos na posição errada surpreendeu os médicos ao chegar aos seis anos de idade.
Bethany Jordan sofre da Síndrome de Ivemark, uma condição extremamente rara e de causa desconhecida.
"A melhor forma de descrever a posição desses órgãos é como se estivessem refletidos no espelho", disse à BBC Brasil o médico Patrick McKiernan, do Hospital Infantil de Birmingham, que trata dos problemas de fígado da menina
Os órgãos da cavidade abdominal de Bethany, entre eles fígado, intestino e baço, estão posicionados de trás para frente.
Por causa da posição de seus órgãos a menina, que vive na cidade inglesa de Stourbridge, foi apelidada de "criança quebra-cabeças".

Combinação de problemas

A síndrome foi descoberta em exames de ultra-som enquanto Bethany ainda estava no útero de sua mãe, Lisa.
Na época, os médicos disseram que a menina teria poucas chances de sobreviver ao parto.
A Síndrome de Ivemark é caracterizada também por problemas cardiovasculares.
Segundo a médica especializada em genética clínica do Hospital Infantil de Bristol, Ruth Newbury-Ecob, a expectativa de vida de pacientes com a síndrome depende da gravidade do problema.
"A Síndrome de Ivemark consiste de más formações de diferentes órgãos, e a expectativa de vida depende de como cada órgão, principalmente o coração, é afetado", disse a médica à BBC Brasil.
"Cada criança é única, com uma combinação única de órgãos mal posicionados", afirmou Newbury-Ecob. "Nos casos mais leves, a pessoa pode chegar facilmente à idade adulta, mas nos mais graves pode morrer ainda no útero."
Bethany, além de ter os órgãos mal posicionados, também nasceu com outros problemas de saúde, como os dois pulmões no formato do pulmão esquerdo e um buraco no coração.
A menina não pode fazer o mesmo tipo de esforço físico que outras crianças da mesma idade. Quando exagera nos exercícios, é possível ver seu coração batendo mais perto das costas do que do peito.
"Ela já passou por uma cirurgia de fígado e é possível que precise de um transplante mais para frente", disse McKiernan, que trata Bethany desde bebê.
"Mas apesar dos problemas ela está se saindo muito bem", afirmou o médico.

Fonte: BBCBrasil
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Uma menina britânica que nasceu com alguns de seus órgãos na posição errada surpreendeu os médicos ao chegar aos seis anos de idade.
Bethany Jordan sofre da Síndrome de Ivemark, uma condição extremamente rara e de causa desconhecida.
"A melhor forma de descrever a posição desses órgãos é como se estivessem refletidos no espelho", disse à BBC Brasil o médico Patrick McKiernan, do Hospital Infantil de Birmingham, que trata dos problemas de fígado da menina
Os órgãos da cavidade abdominal de Bethany, entre eles fígado, intestino e baço, estão posicionados de trás para frente.
Por causa da posição de seus órgãos a menina, que vive na cidade inglesa de Stourbridge, foi apelidada de "criança quebra-cabeças".

Combinação de problemas

A síndrome foi descoberta em exames de ultra-som enquanto Bethany ainda estava no útero de sua mãe, Lisa.
Na época, os médicos disseram que a menina teria poucas chances de sobreviver ao parto.
A Síndrome de Ivemark é caracterizada também por problemas cardiovasculares.
Segundo a médica especializada em genética clínica do Hospital Infantil de Bristol, Ruth Newbury-Ecob, a expectativa de vida de pacientes com a síndrome depende da gravidade do problema.
"A Síndrome de Ivemark consiste de más formações de diferentes órgãos, e a expectativa de vida depende de como cada órgão, principalmente o coração, é afetado", disse a médica à BBC Brasil.
"Cada criança é única, com uma combinação única de órgãos mal posicionados", afirmou Newbury-Ecob. "Nos casos mais leves, a pessoa pode chegar facilmente à idade adulta, mas nos mais graves pode morrer ainda no útero."
Bethany, além de ter os órgãos mal posicionados, também nasceu com outros problemas de saúde, como os dois pulmões no formato do pulmão esquerdo e um buraco no coração.
A menina não pode fazer o mesmo tipo de esforço físico que outras crianças da mesma idade. Quando exagera nos exercícios, é possível ver seu coração batendo mais perto das costas do que do peito.
"Ela já passou por uma cirurgia de fígado e é possível que precise de um transplante mais para frente", disse McKiernan, que trata Bethany desde bebê.
"Mas apesar dos problemas ela está se saindo muito bem", afirmou o médico.

Fonte: BBCBrasil
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Uma menina britânica que nasceu com alguns de seus órgãos na posição errada surpreendeu os médicos ao chegar aos seis anos de idade.
Bethany Jordan sofre da Síndrome de Ivemark, uma condição extremamente rara e de causa desconhecida.
"A melhor forma de descrever a posição desses órgãos é como se estivessem refletidos no espelho", disse à BBC Brasil o médico Patrick McKiernan, do Hospital Infantil de Birmingham, que trata dos problemas de fígado da menina
Os órgãos da cavidade abdominal de Bethany, entre eles fígado, intestino e baço, estão posicionados de trás para frente.
Por causa da posição de seus órgãos a menina, que vive na cidade inglesa de Stourbridge, foi apelidada de "criança quebra-cabeças".

Combinação de problemas

A síndrome foi descoberta em exames de ultra-som enquanto Bethany ainda estava no útero de sua mãe, Lisa.
Na época, os médicos disseram que a menina teria poucas chances de sobreviver ao parto.
A Síndrome de Ivemark é caracterizada também por problemas cardiovasculares.
Segundo a médica especializada em genética clínica do Hospital Infantil de Bristol, Ruth Newbury-Ecob, a expectativa de vida de pacientes com a síndrome depende da gravidade do problema.
"A Síndrome de Ivemark consiste de más formações de diferentes órgãos, e a expectativa de vida depende de como cada órgão, principalmente o coração, é afetado", disse a médica à BBC Brasil.
"Cada criança é única, com uma combinação única de órgãos mal posicionados", afirmou Newbury-Ecob. "Nos casos mais leves, a pessoa pode chegar facilmente à idade adulta, mas nos mais graves pode morrer ainda no útero."
Bethany, além de ter os órgãos mal posicionados, também nasceu com outros problemas de saúde, como os dois pulmões no formato do pulmão esquerdo e um buraco no coração.
A menina não pode fazer o mesmo tipo de esforço físico que outras crianças da mesma idade. Quando exagera nos exercícios, é possível ver seu coração batendo mais perto das costas do que do peito.
"Ela já passou por uma cirurgia de fígado e é possível que precise de um transplante mais para frente", disse McKiernan, que trata Bethany desde bebê.
"Mas apesar dos problemas ela está se saindo muito bem", afirmou o médico.

Fonte: BBCBrasil
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Uma menina britânica que nasceu com alguns de seus órgãos na posição errada surpreendeu os médicos ao chegar aos seis anos de idade.
Bethany Jordan sofre da Síndrome de Ivemark, uma condição extremamente rara e de causa desconhecida.
"A melhor forma de descrever a posição desses órgãos é como se estivessem refletidos no espelho", disse à BBC Brasil o médico Patrick McKiernan, do Hospital Infantil de Birmingham, que trata dos problemas de fígado da menina
Os órgãos da cavidade abdominal de Bethany, entre eles fígado, intestino e baço, estão posicionados de trás para frente.
Por causa da posição de seus órgãos a menina, que vive na cidade inglesa de Stourbridge, foi apelidada de "criança quebra-cabeças".

Combinação de problemas

A síndrome foi descoberta em exames de ultra-som enquanto Bethany ainda estava no útero de sua mãe, Lisa.
Na época, os médicos disseram que a menina teria poucas chances de sobreviver ao parto.
A Síndrome de Ivemark é caracterizada também por problemas cardiovasculares.
Segundo a médica especializada em genética clínica do Hospital Infantil de Bristol, Ruth Newbury-Ecob, a expectativa de vida de pacientes com a síndrome depende da gravidade do problema.
"A Síndrome de Ivemark consiste de más formações de diferentes órgãos, e a expectativa de vida depende de como cada órgão, principalmente o coração, é afetado", disse a médica à BBC Brasil.
"Cada criança é única, com uma combinação única de órgãos mal posicionados", afirmou Newbury-Ecob. "Nos casos mais leves, a pessoa pode chegar facilmente à idade adulta, mas nos mais graves pode morrer ainda no útero."
Bethany, além de ter os órgãos mal posicionados, também nasceu com outros problemas de saúde, como os dois pulmões no formato do pulmão esquerdo e um buraco no coração.
A menina não pode fazer o mesmo tipo de esforço físico que outras crianças da mesma idade. Quando exagera nos exercícios, é possível ver seu coração batendo mais perto das costas do que do peito.
"Ela já passou por uma cirurgia de fígado e é possível que precise de um transplante mais para frente", disse McKiernan, que trata Bethany desde bebê.
"Mas apesar dos problemas ela está se saindo muito bem", afirmou o médico.

Fonte: BBCBrasil
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A morte da criança de 17 meses causou indignação na Grã-Bretanha
A mãe de um bebê de 17 meses morto na Grã-Bretanha depois de ser submetido a meses de tortura foi condenada a ficar presa por um mínimo de cinco anos por ter causado ou permitido a morte da criança.
A sentença proferida pelo juiz prevê uma pena de prisão indeterminada; ela só será solta quando um tribunal decidir que ela não apresenta mais risco para a sociedade e, em particular, para crianças pequenas.
O menino, identificado como "Bebê Peter" pela polícia, morreu no dia 2 de agosto de 2007 no distrito de Haringey, no norte de Londres. O caso chocou a opinião pública britânica quando veio à tona este ano, abrindo um debate sobre o papel dos assistentes sociais no país.
O nome da mulher, de 27 anos, não foi divulgado por razões legais. O namorado dela, de 32 anos, que vivia na mesma casa, foi condenado a 12 anos de cadeia por ter causado a morte da criança. Ele já tinha sido condenado à pena de prisão perpétua por estuprar uma menina de dois anos. Ele deverá permanecer preso por um mínimo de dez anos.
Um homem que alugava um quarto na residência do casal, Jason Owens, também recebeu uma sentença de prisão por tempo indeterminado e deverá ficar detido por pelo menos três anos.

'Manipuladora'

O juiz Stephen Kramer qualificou a mãe do Bebê Peter como uma pessoa "manipuladora" e "egoísta", com "um lado calculista e um temperamento genioso".
"Eu rejeito a sugestão de que você estava cega para o que estava acontecendo naquela casa ou que você é ingênua", disse Kramer à mulher.
"A sua conduta ao longo de meses impediu que Peter fosse atendido pelos serviços de assistência social. Você enganou deliberadamente as autoridades."
A criança morreu com mais de 50 ferimentos e estava na lista de crianças que assistentes sociais consideravam como sob risco. Os profissionais do bem estar infantil, médicos e policiais fizeram 60 visitas à casa onde Peter morava em oito meses.
O juiz disse: "Qualquer pessoa decente que ouça a lista de problemas médicos e ferimentos não acidentais sofridos por Peter não pode deixar de ficar horrorizada."
"Está claro que foi usada uma força significativa contra Peter em várias ocasiões."
Durante o julgamento, o júri só viu imagens computadorizadas das lesões sofridas pelo bebê, porque as fotografias reais foram consideradas fortes demais.
Além da coluna e das costelas quebradas, o bebê tinha vários cortes e machucados, inclusive com parte de sua orelha rasgada. Algumas das suas unhas foram arrancadas e um de seus dentes foi encontrado no seu estômago.
Em setembro de 2006, a mãe disse ao seu médico que a criança "se machucava com facilidade". No mês seguinte, ela surgiu no consultório dizendo que o bebê havia caído de uma escada.
Em dezembro, em nova consulta, o médico constatou mais lesões no "Bebê Peter". Pediatras do hospital de Whittington disseram então que as lesões pareciam ser "não acidentais" e os assistentes sociais do distrito de Haringey foram acionados para acompanhar o bebê. A polícia começou a investigar o caso.
A mãe chegou a perder a custódia, mas reconquistou o direito de cuidar da criança em janeiro. O julgamento revelou que a polícia e os pediatras se opuseram à decisão, mas que os assistentes sociais argumentaram que a volta do bebê aos cuidados da mãe facilitaria a reintegração familiar.
A mãe também mentiu aos assistentes sociais, dizendo que nenhum homem estava morando com ela.
O bebê voltou a ser levado ao hospital duas vezes, em abril e junho de 2007, com novas lesões.
Na última visita de um assistente social, poucos dias antes da morte, a mãe sujou o rosto do bebê com chocolate, para disfarçar as marcas de agressões. Uma investigação posterior revelou que em uma nova consulta médica, no dia anterior à morte, um médico do hospital St. Ann não detectou que o bebê estava com a coluna e as costelas quebradas.

Investigações

Uma investigação interna da subprefeitura de Haringey culpou um dos advogados do órgão, que decidiu não tirar a custódia da mãe. Cinco funcionários foram demitidos, inclusive a diretora do conselho de proteção das crianças, Sharon Shoesmith.
A instituição disse que houve "vários exemplos" de boas práticas dos assistentes sociais durante o caso, mas muitas "fraquezas" na transferência de informação entre as partes prejudicaram o trabalho coletivo.
"O fato triste é que nós não conseguimos impedir pessoas que estão determinados a matar crianças", disse Shoesmith.
O Conselho Geral de Medicina suspendeu dois médicos envolvidos no caso.
Em 2000, assistentes sociais do mesmo distrito de Londres também não conseguiram impedir a morte de outra criança, vítima de torturas.
Na época, um inquérito público foi aberto para identificar o papel de todos os envolvidos no caso da morte de Victoria Climbie. O relatório criticou a falta de comunicação entre as diferentes instituições e um fracasso "grosseiro e inexplicável".

Fonte:BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:39  comentar


A morte da criança de 17 meses causou indignação na Grã-Bretanha
A mãe de um bebê de 17 meses morto na Grã-Bretanha depois de ser submetido a meses de tortura foi condenada a ficar presa por um mínimo de cinco anos por ter causado ou permitido a morte da criança.
A sentença proferida pelo juiz prevê uma pena de prisão indeterminada; ela só será solta quando um tribunal decidir que ela não apresenta mais risco para a sociedade e, em particular, para crianças pequenas.
O menino, identificado como "Bebê Peter" pela polícia, morreu no dia 2 de agosto de 2007 no distrito de Haringey, no norte de Londres. O caso chocou a opinião pública britânica quando veio à tona este ano, abrindo um debate sobre o papel dos assistentes sociais no país.
O nome da mulher, de 27 anos, não foi divulgado por razões legais. O namorado dela, de 32 anos, que vivia na mesma casa, foi condenado a 12 anos de cadeia por ter causado a morte da criança. Ele já tinha sido condenado à pena de prisão perpétua por estuprar uma menina de dois anos. Ele deverá permanecer preso por um mínimo de dez anos.
Um homem que alugava um quarto na residência do casal, Jason Owens, também recebeu uma sentença de prisão por tempo indeterminado e deverá ficar detido por pelo menos três anos.

'Manipuladora'

O juiz Stephen Kramer qualificou a mãe do Bebê Peter como uma pessoa "manipuladora" e "egoísta", com "um lado calculista e um temperamento genioso".
"Eu rejeito a sugestão de que você estava cega para o que estava acontecendo naquela casa ou que você é ingênua", disse Kramer à mulher.
"A sua conduta ao longo de meses impediu que Peter fosse atendido pelos serviços de assistência social. Você enganou deliberadamente as autoridades."
A criança morreu com mais de 50 ferimentos e estava na lista de crianças que assistentes sociais consideravam como sob risco. Os profissionais do bem estar infantil, médicos e policiais fizeram 60 visitas à casa onde Peter morava em oito meses.
O juiz disse: "Qualquer pessoa decente que ouça a lista de problemas médicos e ferimentos não acidentais sofridos por Peter não pode deixar de ficar horrorizada."
"Está claro que foi usada uma força significativa contra Peter em várias ocasiões."
Durante o julgamento, o júri só viu imagens computadorizadas das lesões sofridas pelo bebê, porque as fotografias reais foram consideradas fortes demais.
Além da coluna e das costelas quebradas, o bebê tinha vários cortes e machucados, inclusive com parte de sua orelha rasgada. Algumas das suas unhas foram arrancadas e um de seus dentes foi encontrado no seu estômago.
Em setembro de 2006, a mãe disse ao seu médico que a criança "se machucava com facilidade". No mês seguinte, ela surgiu no consultório dizendo que o bebê havia caído de uma escada.
Em dezembro, em nova consulta, o médico constatou mais lesões no "Bebê Peter". Pediatras do hospital de Whittington disseram então que as lesões pareciam ser "não acidentais" e os assistentes sociais do distrito de Haringey foram acionados para acompanhar o bebê. A polícia começou a investigar o caso.
A mãe chegou a perder a custódia, mas reconquistou o direito de cuidar da criança em janeiro. O julgamento revelou que a polícia e os pediatras se opuseram à decisão, mas que os assistentes sociais argumentaram que a volta do bebê aos cuidados da mãe facilitaria a reintegração familiar.
A mãe também mentiu aos assistentes sociais, dizendo que nenhum homem estava morando com ela.
O bebê voltou a ser levado ao hospital duas vezes, em abril e junho de 2007, com novas lesões.
Na última visita de um assistente social, poucos dias antes da morte, a mãe sujou o rosto do bebê com chocolate, para disfarçar as marcas de agressões. Uma investigação posterior revelou que em uma nova consulta médica, no dia anterior à morte, um médico do hospital St. Ann não detectou que o bebê estava com a coluna e as costelas quebradas.

Investigações

Uma investigação interna da subprefeitura de Haringey culpou um dos advogados do órgão, que decidiu não tirar a custódia da mãe. Cinco funcionários foram demitidos, inclusive a diretora do conselho de proteção das crianças, Sharon Shoesmith.
A instituição disse que houve "vários exemplos" de boas práticas dos assistentes sociais durante o caso, mas muitas "fraquezas" na transferência de informação entre as partes prejudicaram o trabalho coletivo.
"O fato triste é que nós não conseguimos impedir pessoas que estão determinados a matar crianças", disse Shoesmith.
O Conselho Geral de Medicina suspendeu dois médicos envolvidos no caso.
Em 2000, assistentes sociais do mesmo distrito de Londres também não conseguiram impedir a morte de outra criança, vítima de torturas.
Na época, um inquérito público foi aberto para identificar o papel de todos os envolvidos no caso da morte de Victoria Climbie. O relatório criticou a falta de comunicação entre as diferentes instituições e um fracasso "grosseiro e inexplicável".

Fonte:BBC Brasil
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A morte da criança de 17 meses causou indignação na Grã-Bretanha
A mãe de um bebê de 17 meses morto na Grã-Bretanha depois de ser submetido a meses de tortura foi condenada a ficar presa por um mínimo de cinco anos por ter causado ou permitido a morte da criança.
A sentença proferida pelo juiz prevê uma pena de prisão indeterminada; ela só será solta quando um tribunal decidir que ela não apresenta mais risco para a sociedade e, em particular, para crianças pequenas.
O menino, identificado como "Bebê Peter" pela polícia, morreu no dia 2 de agosto de 2007 no distrito de Haringey, no norte de Londres. O caso chocou a opinião pública britânica quando veio à tona este ano, abrindo um debate sobre o papel dos assistentes sociais no país.
O nome da mulher, de 27 anos, não foi divulgado por razões legais. O namorado dela, de 32 anos, que vivia na mesma casa, foi condenado a 12 anos de cadeia por ter causado a morte da criança. Ele já tinha sido condenado à pena de prisão perpétua por estuprar uma menina de dois anos. Ele deverá permanecer preso por um mínimo de dez anos.
Um homem que alugava um quarto na residência do casal, Jason Owens, também recebeu uma sentença de prisão por tempo indeterminado e deverá ficar detido por pelo menos três anos.

'Manipuladora'

O juiz Stephen Kramer qualificou a mãe do Bebê Peter como uma pessoa "manipuladora" e "egoísta", com "um lado calculista e um temperamento genioso".
"Eu rejeito a sugestão de que você estava cega para o que estava acontecendo naquela casa ou que você é ingênua", disse Kramer à mulher.
"A sua conduta ao longo de meses impediu que Peter fosse atendido pelos serviços de assistência social. Você enganou deliberadamente as autoridades."
A criança morreu com mais de 50 ferimentos e estava na lista de crianças que assistentes sociais consideravam como sob risco. Os profissionais do bem estar infantil, médicos e policiais fizeram 60 visitas à casa onde Peter morava em oito meses.
O juiz disse: "Qualquer pessoa decente que ouça a lista de problemas médicos e ferimentos não acidentais sofridos por Peter não pode deixar de ficar horrorizada."
"Está claro que foi usada uma força significativa contra Peter em várias ocasiões."
Durante o julgamento, o júri só viu imagens computadorizadas das lesões sofridas pelo bebê, porque as fotografias reais foram consideradas fortes demais.
Além da coluna e das costelas quebradas, o bebê tinha vários cortes e machucados, inclusive com parte de sua orelha rasgada. Algumas das suas unhas foram arrancadas e um de seus dentes foi encontrado no seu estômago.
Em setembro de 2006, a mãe disse ao seu médico que a criança "se machucava com facilidade". No mês seguinte, ela surgiu no consultório dizendo que o bebê havia caído de uma escada.
Em dezembro, em nova consulta, o médico constatou mais lesões no "Bebê Peter". Pediatras do hospital de Whittington disseram então que as lesões pareciam ser "não acidentais" e os assistentes sociais do distrito de Haringey foram acionados para acompanhar o bebê. A polícia começou a investigar o caso.
A mãe chegou a perder a custódia, mas reconquistou o direito de cuidar da criança em janeiro. O julgamento revelou que a polícia e os pediatras se opuseram à decisão, mas que os assistentes sociais argumentaram que a volta do bebê aos cuidados da mãe facilitaria a reintegração familiar.
A mãe também mentiu aos assistentes sociais, dizendo que nenhum homem estava morando com ela.
O bebê voltou a ser levado ao hospital duas vezes, em abril e junho de 2007, com novas lesões.
Na última visita de um assistente social, poucos dias antes da morte, a mãe sujou o rosto do bebê com chocolate, para disfarçar as marcas de agressões. Uma investigação posterior revelou que em uma nova consulta médica, no dia anterior à morte, um médico do hospital St. Ann não detectou que o bebê estava com a coluna e as costelas quebradas.

Investigações

Uma investigação interna da subprefeitura de Haringey culpou um dos advogados do órgão, que decidiu não tirar a custódia da mãe. Cinco funcionários foram demitidos, inclusive a diretora do conselho de proteção das crianças, Sharon Shoesmith.
A instituição disse que houve "vários exemplos" de boas práticas dos assistentes sociais durante o caso, mas muitas "fraquezas" na transferência de informação entre as partes prejudicaram o trabalho coletivo.
"O fato triste é que nós não conseguimos impedir pessoas que estão determinados a matar crianças", disse Shoesmith.
O Conselho Geral de Medicina suspendeu dois médicos envolvidos no caso.
Em 2000, assistentes sociais do mesmo distrito de Londres também não conseguiram impedir a morte de outra criança, vítima de torturas.
Na época, um inquérito público foi aberto para identificar o papel de todos os envolvidos no caso da morte de Victoria Climbie. O relatório criticou a falta de comunicação entre as diferentes instituições e um fracasso "grosseiro e inexplicável".

Fonte:BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:39  comentar


A morte da criança de 17 meses causou indignação na Grã-Bretanha
A mãe de um bebê de 17 meses morto na Grã-Bretanha depois de ser submetido a meses de tortura foi condenada a ficar presa por um mínimo de cinco anos por ter causado ou permitido a morte da criança.
A sentença proferida pelo juiz prevê uma pena de prisão indeterminada; ela só será solta quando um tribunal decidir que ela não apresenta mais risco para a sociedade e, em particular, para crianças pequenas.
O menino, identificado como "Bebê Peter" pela polícia, morreu no dia 2 de agosto de 2007 no distrito de Haringey, no norte de Londres. O caso chocou a opinião pública britânica quando veio à tona este ano, abrindo um debate sobre o papel dos assistentes sociais no país.
O nome da mulher, de 27 anos, não foi divulgado por razões legais. O namorado dela, de 32 anos, que vivia na mesma casa, foi condenado a 12 anos de cadeia por ter causado a morte da criança. Ele já tinha sido condenado à pena de prisão perpétua por estuprar uma menina de dois anos. Ele deverá permanecer preso por um mínimo de dez anos.
Um homem que alugava um quarto na residência do casal, Jason Owens, também recebeu uma sentença de prisão por tempo indeterminado e deverá ficar detido por pelo menos três anos.

'Manipuladora'

O juiz Stephen Kramer qualificou a mãe do Bebê Peter como uma pessoa "manipuladora" e "egoísta", com "um lado calculista e um temperamento genioso".
"Eu rejeito a sugestão de que você estava cega para o que estava acontecendo naquela casa ou que você é ingênua", disse Kramer à mulher.
"A sua conduta ao longo de meses impediu que Peter fosse atendido pelos serviços de assistência social. Você enganou deliberadamente as autoridades."
A criança morreu com mais de 50 ferimentos e estava na lista de crianças que assistentes sociais consideravam como sob risco. Os profissionais do bem estar infantil, médicos e policiais fizeram 60 visitas à casa onde Peter morava em oito meses.
O juiz disse: "Qualquer pessoa decente que ouça a lista de problemas médicos e ferimentos não acidentais sofridos por Peter não pode deixar de ficar horrorizada."
"Está claro que foi usada uma força significativa contra Peter em várias ocasiões."
Durante o julgamento, o júri só viu imagens computadorizadas das lesões sofridas pelo bebê, porque as fotografias reais foram consideradas fortes demais.
Além da coluna e das costelas quebradas, o bebê tinha vários cortes e machucados, inclusive com parte de sua orelha rasgada. Algumas das suas unhas foram arrancadas e um de seus dentes foi encontrado no seu estômago.
Em setembro de 2006, a mãe disse ao seu médico que a criança "se machucava com facilidade". No mês seguinte, ela surgiu no consultório dizendo que o bebê havia caído de uma escada.
Em dezembro, em nova consulta, o médico constatou mais lesões no "Bebê Peter". Pediatras do hospital de Whittington disseram então que as lesões pareciam ser "não acidentais" e os assistentes sociais do distrito de Haringey foram acionados para acompanhar o bebê. A polícia começou a investigar o caso.
A mãe chegou a perder a custódia, mas reconquistou o direito de cuidar da criança em janeiro. O julgamento revelou que a polícia e os pediatras se opuseram à decisão, mas que os assistentes sociais argumentaram que a volta do bebê aos cuidados da mãe facilitaria a reintegração familiar.
A mãe também mentiu aos assistentes sociais, dizendo que nenhum homem estava morando com ela.
O bebê voltou a ser levado ao hospital duas vezes, em abril e junho de 2007, com novas lesões.
Na última visita de um assistente social, poucos dias antes da morte, a mãe sujou o rosto do bebê com chocolate, para disfarçar as marcas de agressões. Uma investigação posterior revelou que em uma nova consulta médica, no dia anterior à morte, um médico do hospital St. Ann não detectou que o bebê estava com a coluna e as costelas quebradas.

Investigações

Uma investigação interna da subprefeitura de Haringey culpou um dos advogados do órgão, que decidiu não tirar a custódia da mãe. Cinco funcionários foram demitidos, inclusive a diretora do conselho de proteção das crianças, Sharon Shoesmith.
A instituição disse que houve "vários exemplos" de boas práticas dos assistentes sociais durante o caso, mas muitas "fraquezas" na transferência de informação entre as partes prejudicaram o trabalho coletivo.
"O fato triste é que nós não conseguimos impedir pessoas que estão determinados a matar crianças", disse Shoesmith.
O Conselho Geral de Medicina suspendeu dois médicos envolvidos no caso.
Em 2000, assistentes sociais do mesmo distrito de Londres também não conseguiram impedir a morte de outra criança, vítima de torturas.
Na época, um inquérito público foi aberto para identificar o papel de todos os envolvidos no caso da morte de Victoria Climbie. O relatório criticou a falta de comunicação entre as diferentes instituições e um fracasso "grosseiro e inexplicável".

Fonte:BBC Brasil
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Um estudo feito pela Universidade de Copenhagen (Dinamarca), e recém-publicado na revista "Pediatrics", revela que as meninas estão amadurecendo cada vez mais rápido. Por trás de sinais externos, como trocar as bonecas por conversas via computador e passeios autônomos no shopping, há um processo que comanda uma enxurrada hormonal capaz de disparar o desenvolvimento das características sexuais secundárias, que inclui o crescimento dos pelos e das mamas e a chegada da primeira menstruação. Segundo pesquisadores, esse fenômeno está sendo antecipado, em média, em um ano. A idade média do desenvolvimento dos seios baixou de 10,88 anos, entre 1991 e 1993, para 9,86, entre 2006 de 2008, período em que os autores acompanharam mais de 2 mil garotas entre cinco e 20 anos de idade. A ginecologista do Hospital das Clínicas de São Paulo, Albertina Duarte, conta que, em 1971, a primeira menstruação era aos 13,2 anos. Passados quase trinta anos, em 1999, a faixa etária caiu para 12,1. “Sabe-se que o desenvolvimento dos seios se dá cerca de dois anos antes do primeiro fluxo de sangue”, explica. Conforme o hebeatra Maurício de Souza Lima, a chamada aceleração secular do crescimento que vem acontecendo ao longo dos anos é a antecipação dos parâmetros da puberdade. "Há uma antecipação de três ou quatro meses a cada década. Sabe-se, por exemplo, que, no ano de 1900, a primeira menstruação acontecia por volta dos 15 anos”, conta. A puberdade precoce envolve o aparecimento dos caracteres sexuais secundários antes dos sete ou oito anos de idade. Algumas características da vida moderna estão por trás desse fenômeno. Pesquisas com animais mostram que estímulos como luz e som, por exemplo, ativam o eixo hipotálamo-hipófise, que dispara a produção dos hormônios sexuais. Conforme Albertina Duarte, as crianças assistem mais à TV, ouvem mais música, são bem mais estimuladas atualmente. De acordo com a hebeatra do Serviço de Saúde do Adolescente do Hospital Sírio-Libanês e do Hospital Municipal Infantil Menino Jesus, em São Paulo, Debora Gejer, acredita-se, no entanto, que a grande responsável pelo fenômeno seja a mudança nos padrões alimentares. "Hoje temos melhores condições de vida. Isso permite que o corpo atinja mais cedo o nível ótimo de desenvolvimento para entrar na puberdade. Não à toa, crianças desnutridas ou com alguma doença crônica mal controlada, como diabetes ou hipotireoidismo, costumam menstruar mais tarde”, explica.

Por: Gabriela Cupani
Para: Folha de São Paulo
Quadro: Puberdade - Edward Munch
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Um estudo feito pela Universidade de Copenhagen (Dinamarca), e recém-publicado na revista "Pediatrics", revela que as meninas estão amadurecendo cada vez mais rápido. Por trás de sinais externos, como trocar as bonecas por conversas via computador e passeios autônomos no shopping, há um processo que comanda uma enxurrada hormonal capaz de disparar o desenvolvimento das características sexuais secundárias, que inclui o crescimento dos pelos e das mamas e a chegada da primeira menstruação. Segundo pesquisadores, esse fenômeno está sendo antecipado, em média, em um ano. A idade média do desenvolvimento dos seios baixou de 10,88 anos, entre 1991 e 1993, para 9,86, entre 2006 de 2008, período em que os autores acompanharam mais de 2 mil garotas entre cinco e 20 anos de idade. A ginecologista do Hospital das Clínicas de São Paulo, Albertina Duarte, conta que, em 1971, a primeira menstruação era aos 13,2 anos. Passados quase trinta anos, em 1999, a faixa etária caiu para 12,1. “Sabe-se que o desenvolvimento dos seios se dá cerca de dois anos antes do primeiro fluxo de sangue”, explica. Conforme o hebeatra Maurício de Souza Lima, a chamada aceleração secular do crescimento que vem acontecendo ao longo dos anos é a antecipação dos parâmetros da puberdade. "Há uma antecipação de três ou quatro meses a cada década. Sabe-se, por exemplo, que, no ano de 1900, a primeira menstruação acontecia por volta dos 15 anos”, conta. A puberdade precoce envolve o aparecimento dos caracteres sexuais secundários antes dos sete ou oito anos de idade. Algumas características da vida moderna estão por trás desse fenômeno. Pesquisas com animais mostram que estímulos como luz e som, por exemplo, ativam o eixo hipotálamo-hipófise, que dispara a produção dos hormônios sexuais. Conforme Albertina Duarte, as crianças assistem mais à TV, ouvem mais música, são bem mais estimuladas atualmente. De acordo com a hebeatra do Serviço de Saúde do Adolescente do Hospital Sírio-Libanês e do Hospital Municipal Infantil Menino Jesus, em São Paulo, Debora Gejer, acredita-se, no entanto, que a grande responsável pelo fenômeno seja a mudança nos padrões alimentares. "Hoje temos melhores condições de vida. Isso permite que o corpo atinja mais cedo o nível ótimo de desenvolvimento para entrar na puberdade. Não à toa, crianças desnutridas ou com alguma doença crônica mal controlada, como diabetes ou hipotireoidismo, costumam menstruar mais tarde”, explica.

Por: Gabriela Cupani
Para: Folha de São Paulo
Quadro: Puberdade - Edward Munch
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Um estudo feito pela Universidade de Copenhagen (Dinamarca), e recém-publicado na revista "Pediatrics", revela que as meninas estão amadurecendo cada vez mais rápido. Por trás de sinais externos, como trocar as bonecas por conversas via computador e passeios autônomos no shopping, há um processo que comanda uma enxurrada hormonal capaz de disparar o desenvolvimento das características sexuais secundárias, que inclui o crescimento dos pelos e das mamas e a chegada da primeira menstruação. Segundo pesquisadores, esse fenômeno está sendo antecipado, em média, em um ano. A idade média do desenvolvimento dos seios baixou de 10,88 anos, entre 1991 e 1993, para 9,86, entre 2006 de 2008, período em que os autores acompanharam mais de 2 mil garotas entre cinco e 20 anos de idade. A ginecologista do Hospital das Clínicas de São Paulo, Albertina Duarte, conta que, em 1971, a primeira menstruação era aos 13,2 anos. Passados quase trinta anos, em 1999, a faixa etária caiu para 12,1. “Sabe-se que o desenvolvimento dos seios se dá cerca de dois anos antes do primeiro fluxo de sangue”, explica. Conforme o hebeatra Maurício de Souza Lima, a chamada aceleração secular do crescimento que vem acontecendo ao longo dos anos é a antecipação dos parâmetros da puberdade. "Há uma antecipação de três ou quatro meses a cada década. Sabe-se, por exemplo, que, no ano de 1900, a primeira menstruação acontecia por volta dos 15 anos”, conta. A puberdade precoce envolve o aparecimento dos caracteres sexuais secundários antes dos sete ou oito anos de idade. Algumas características da vida moderna estão por trás desse fenômeno. Pesquisas com animais mostram que estímulos como luz e som, por exemplo, ativam o eixo hipotálamo-hipófise, que dispara a produção dos hormônios sexuais. Conforme Albertina Duarte, as crianças assistem mais à TV, ouvem mais música, são bem mais estimuladas atualmente. De acordo com a hebeatra do Serviço de Saúde do Adolescente do Hospital Sírio-Libanês e do Hospital Municipal Infantil Menino Jesus, em São Paulo, Debora Gejer, acredita-se, no entanto, que a grande responsável pelo fenômeno seja a mudança nos padrões alimentares. "Hoje temos melhores condições de vida. Isso permite que o corpo atinja mais cedo o nível ótimo de desenvolvimento para entrar na puberdade. Não à toa, crianças desnutridas ou com alguma doença crônica mal controlada, como diabetes ou hipotireoidismo, costumam menstruar mais tarde”, explica.

Por: Gabriela Cupani
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Quadro: Puberdade - Edward Munch
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Um estudo feito pela Universidade de Copenhagen (Dinamarca), e recém-publicado na revista "Pediatrics", revela que as meninas estão amadurecendo cada vez mais rápido. Por trás de sinais externos, como trocar as bonecas por conversas via computador e passeios autônomos no shopping, há um processo que comanda uma enxurrada hormonal capaz de disparar o desenvolvimento das características sexuais secundárias, que inclui o crescimento dos pelos e das mamas e a chegada da primeira menstruação. Segundo pesquisadores, esse fenômeno está sendo antecipado, em média, em um ano. A idade média do desenvolvimento dos seios baixou de 10,88 anos, entre 1991 e 1993, para 9,86, entre 2006 de 2008, período em que os autores acompanharam mais de 2 mil garotas entre cinco e 20 anos de idade. A ginecologista do Hospital das Clínicas de São Paulo, Albertina Duarte, conta que, em 1971, a primeira menstruação era aos 13,2 anos. Passados quase trinta anos, em 1999, a faixa etária caiu para 12,1. “Sabe-se que o desenvolvimento dos seios se dá cerca de dois anos antes do primeiro fluxo de sangue”, explica. Conforme o hebeatra Maurício de Souza Lima, a chamada aceleração secular do crescimento que vem acontecendo ao longo dos anos é a antecipação dos parâmetros da puberdade. "Há uma antecipação de três ou quatro meses a cada década. Sabe-se, por exemplo, que, no ano de 1900, a primeira menstruação acontecia por volta dos 15 anos”, conta. A puberdade precoce envolve o aparecimento dos caracteres sexuais secundários antes dos sete ou oito anos de idade. Algumas características da vida moderna estão por trás desse fenômeno. Pesquisas com animais mostram que estímulos como luz e som, por exemplo, ativam o eixo hipotálamo-hipófise, que dispara a produção dos hormônios sexuais. Conforme Albertina Duarte, as crianças assistem mais à TV, ouvem mais música, são bem mais estimuladas atualmente. De acordo com a hebeatra do Serviço de Saúde do Adolescente do Hospital Sírio-Libanês e do Hospital Municipal Infantil Menino Jesus, em São Paulo, Debora Gejer, acredita-se, no entanto, que a grande responsável pelo fenômeno seja a mudança nos padrões alimentares. "Hoje temos melhores condições de vida. Isso permite que o corpo atinja mais cedo o nível ótimo de desenvolvimento para entrar na puberdade. Não à toa, crianças desnutridas ou com alguma doença crônica mal controlada, como diabetes ou hipotireoidismo, costumam menstruar mais tarde”, explica.

Por: Gabriela Cupani
Para: Folha de São Paulo
Quadro: Puberdade - Edward Munch
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Detetives contratados pela família da menina britânica Madeleine McCann para investigar o seu desaparecimento em Portugal há dois anos, estão à procura de um pedófilo britânico, condenado por crimes anteriores, que teria vivido perto do hotel em que a menina desapareceu, em maio de 2007.

Raymond Hewlett morava a uma hora de carro da Praia da Luz, onde a menina de três anos passava férias com a família, disse o porta-voz da família, Clarence Mittchell
Hewlett estava morando perto da fronteira de Portugal com a Espanha quando Madeleine desapareceu, no dia 3 de maio de 2007, do quarto de um resort.
Madeleine desapareceu do apartamento alugado pela família no Algarve no dia 3 de maio de 2007.
A polícia portuguesa disse que não está mais investigando ativamente o caso, mas a família contratou sua própria equipe de detetives.

Várias condenações
Hewlett, um ex-soldado, foi condenado várias vezes por crimes sexuais contra meninas. Em 1988, ele foi preso e cumpriu pena de seis anos de prisão por sequestrar uma menina de 14 anos. Na ocasião, ele a levou de carro por uma distância de mais de 130 quilômetros e forçou-a a se despir ameaçando-a com uma faca, de acordo com o jornal britânico The Independent.
Ainda segundo o jornal, em 1972, ele sequestrou e estuprou uma menina de 12 anos na Inglaterra.
Hewlett viajou muito pela Europa com um furgão e a polícia acredita que ele viveu na Itália, na Escócia, na Irlanda e na Inglaterra na década de 90, diz o diário britânico.
Ele foi qualificado por detetives como "dissimulado" e "um perigo para crianças", dizem os jornais britânicos.
Segundo a mídia britânica, não há informações se Hewlett foi ou não interrogado pela polícia portuguesa quando o caso estava sob investigação.
A família McCainn entrou com uma ação alegando difamação contra o ex-inspetor português Gonçalo Amaral, responsável pela investigação do caso.
Amaral publicou, em 2008, um livro intitulado "Maddie - A verdade da mentira" onde alegou que a menina havia morrido vítima de um acidente no apartamento onde a família estava instalada e lançou a suspeita de que os pais teriam ocultado o cadáver.
Há notícias, ainda não confirmadas, de que Hewlett, de 64 anos, sofre de câncer na garganta e está sendo tratado na Alemanha.
Raymond Hewlett morava a uma hora de carro da Praia da Luz, onde a menina de três anos passava férias com a família, disse o porta-voz da família, Clarence Mitchell.
Hewlett estava morando perto da fronteira de Portugal com a Espanha quando Madeleine desapareceu, no dia 3 de maio de 2007, do quarto de um resort.
Mitchell ressaltou, contudo, que o possível envolvimento britânico é apenas uma de várias linhas de investigação que estão sendo seguidas.

Retrato falado
Em meados de maio, a equipe de investigação, formada por policiais britânicos aposentados, havia divulgado o retrato falado de um suposto sequestrador de Madeleine, feito com base na descrição de uma mulher britânica que passava férias no mesmo local.
A testemunha descreveu o homem como "muito feio", com a pele marcada e um nariz grande, magro e com cerca de 1,50 de altura. Ela disse tê-lo visto duas vezes nos dias anteriores ao desaparecimento de Madeleine observando o apartamento onde ela estava com a família.
Os pais de Madeleine, Kate e Gerry McCann, deram várias entrevistas para a imprensa britânica e estrangeira desde o desaparecimento da filha e lançaram um apelo por informações que levassem a ela no segundo aniversário do sumiço da menina.
A família divulgou ainda, no começo deste mês, uma imagem produzida por computador que mostra como seria a aparência de Madeleine hoje.


BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:40  comentar

Detetives contratados pela família da menina britânica Madeleine McCann para investigar o seu desaparecimento em Portugal há dois anos, estão à procura de um pedófilo britânico, condenado por crimes anteriores, que teria vivido perto do hotel em que a menina desapareceu, em maio de 2007.

Raymond Hewlett morava a uma hora de carro da Praia da Luz, onde a menina de três anos passava férias com a família, disse o porta-voz da família, Clarence Mittchell
Hewlett estava morando perto da fronteira de Portugal com a Espanha quando Madeleine desapareceu, no dia 3 de maio de 2007, do quarto de um resort.
Madeleine desapareceu do apartamento alugado pela família no Algarve no dia 3 de maio de 2007.
A polícia portuguesa disse que não está mais investigando ativamente o caso, mas a família contratou sua própria equipe de detetives.

Várias condenações
Hewlett, um ex-soldado, foi condenado várias vezes por crimes sexuais contra meninas. Em 1988, ele foi preso e cumpriu pena de seis anos de prisão por sequestrar uma menina de 14 anos. Na ocasião, ele a levou de carro por uma distância de mais de 130 quilômetros e forçou-a a se despir ameaçando-a com uma faca, de acordo com o jornal britânico The Independent.
Ainda segundo o jornal, em 1972, ele sequestrou e estuprou uma menina de 12 anos na Inglaterra.
Hewlett viajou muito pela Europa com um furgão e a polícia acredita que ele viveu na Itália, na Escócia, na Irlanda e na Inglaterra na década de 90, diz o diário britânico.
Ele foi qualificado por detetives como "dissimulado" e "um perigo para crianças", dizem os jornais britânicos.
Segundo a mídia britânica, não há informações se Hewlett foi ou não interrogado pela polícia portuguesa quando o caso estava sob investigação.
A família McCainn entrou com uma ação alegando difamação contra o ex-inspetor português Gonçalo Amaral, responsável pela investigação do caso.
Amaral publicou, em 2008, um livro intitulado "Maddie - A verdade da mentira" onde alegou que a menina havia morrido vítima de um acidente no apartamento onde a família estava instalada e lançou a suspeita de que os pais teriam ocultado o cadáver.
Há notícias, ainda não confirmadas, de que Hewlett, de 64 anos, sofre de câncer na garganta e está sendo tratado na Alemanha.
Raymond Hewlett morava a uma hora de carro da Praia da Luz, onde a menina de três anos passava férias com a família, disse o porta-voz da família, Clarence Mitchell.
Hewlett estava morando perto da fronteira de Portugal com a Espanha quando Madeleine desapareceu, no dia 3 de maio de 2007, do quarto de um resort.
Mitchell ressaltou, contudo, que o possível envolvimento britânico é apenas uma de várias linhas de investigação que estão sendo seguidas.

Retrato falado
Em meados de maio, a equipe de investigação, formada por policiais britânicos aposentados, havia divulgado o retrato falado de um suposto sequestrador de Madeleine, feito com base na descrição de uma mulher britânica que passava férias no mesmo local.
A testemunha descreveu o homem como "muito feio", com a pele marcada e um nariz grande, magro e com cerca de 1,50 de altura. Ela disse tê-lo visto duas vezes nos dias anteriores ao desaparecimento de Madeleine observando o apartamento onde ela estava com a família.
Os pais de Madeleine, Kate e Gerry McCann, deram várias entrevistas para a imprensa britânica e estrangeira desde o desaparecimento da filha e lançaram um apelo por informações que levassem a ela no segundo aniversário do sumiço da menina.
A família divulgou ainda, no começo deste mês, uma imagem produzida por computador que mostra como seria a aparência de Madeleine hoje.


BBC Brasil
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Detetives contratados pela família da menina britânica Madeleine McCann para investigar o seu desaparecimento em Portugal há dois anos, estão à procura de um pedófilo britânico, condenado por crimes anteriores, que teria vivido perto do hotel em que a menina desapareceu, em maio de 2007.

Raymond Hewlett morava a uma hora de carro da Praia da Luz, onde a menina de três anos passava férias com a família, disse o porta-voz da família, Clarence Mittchell
Hewlett estava morando perto da fronteira de Portugal com a Espanha quando Madeleine desapareceu, no dia 3 de maio de 2007, do quarto de um resort.
Madeleine desapareceu do apartamento alugado pela família no Algarve no dia 3 de maio de 2007.
A polícia portuguesa disse que não está mais investigando ativamente o caso, mas a família contratou sua própria equipe de detetives.

Várias condenações
Hewlett, um ex-soldado, foi condenado várias vezes por crimes sexuais contra meninas. Em 1988, ele foi preso e cumpriu pena de seis anos de prisão por sequestrar uma menina de 14 anos. Na ocasião, ele a levou de carro por uma distância de mais de 130 quilômetros e forçou-a a se despir ameaçando-a com uma faca, de acordo com o jornal britânico The Independent.
Ainda segundo o jornal, em 1972, ele sequestrou e estuprou uma menina de 12 anos na Inglaterra.
Hewlett viajou muito pela Europa com um furgão e a polícia acredita que ele viveu na Itália, na Escócia, na Irlanda e na Inglaterra na década de 90, diz o diário britânico.
Ele foi qualificado por detetives como "dissimulado" e "um perigo para crianças", dizem os jornais britânicos.
Segundo a mídia britânica, não há informações se Hewlett foi ou não interrogado pela polícia portuguesa quando o caso estava sob investigação.
A família McCainn entrou com uma ação alegando difamação contra o ex-inspetor português Gonçalo Amaral, responsável pela investigação do caso.
Amaral publicou, em 2008, um livro intitulado "Maddie - A verdade da mentira" onde alegou que a menina havia morrido vítima de um acidente no apartamento onde a família estava instalada e lançou a suspeita de que os pais teriam ocultado o cadáver.
Há notícias, ainda não confirmadas, de que Hewlett, de 64 anos, sofre de câncer na garganta e está sendo tratado na Alemanha.
Raymond Hewlett morava a uma hora de carro da Praia da Luz, onde a menina de três anos passava férias com a família, disse o porta-voz da família, Clarence Mitchell.
Hewlett estava morando perto da fronteira de Portugal com a Espanha quando Madeleine desapareceu, no dia 3 de maio de 2007, do quarto de um resort.
Mitchell ressaltou, contudo, que o possível envolvimento britânico é apenas uma de várias linhas de investigação que estão sendo seguidas.

Retrato falado
Em meados de maio, a equipe de investigação, formada por policiais britânicos aposentados, havia divulgado o retrato falado de um suposto sequestrador de Madeleine, feito com base na descrição de uma mulher britânica que passava férias no mesmo local.
A testemunha descreveu o homem como "muito feio", com a pele marcada e um nariz grande, magro e com cerca de 1,50 de altura. Ela disse tê-lo visto duas vezes nos dias anteriores ao desaparecimento de Madeleine observando o apartamento onde ela estava com a família.
Os pais de Madeleine, Kate e Gerry McCann, deram várias entrevistas para a imprensa britânica e estrangeira desde o desaparecimento da filha e lançaram um apelo por informações que levassem a ela no segundo aniversário do sumiço da menina.
A família divulgou ainda, no começo deste mês, uma imagem produzida por computador que mostra como seria a aparência de Madeleine hoje.


BBC Brasil
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Detetives contratados pela família da menina britânica Madeleine McCann para investigar o seu desaparecimento em Portugal há dois anos, estão à procura de um pedófilo britânico, condenado por crimes anteriores, que teria vivido perto do hotel em que a menina desapareceu, em maio de 2007.

Raymond Hewlett morava a uma hora de carro da Praia da Luz, onde a menina de três anos passava férias com a família, disse o porta-voz da família, Clarence Mittchell
Hewlett estava morando perto da fronteira de Portugal com a Espanha quando Madeleine desapareceu, no dia 3 de maio de 2007, do quarto de um resort.
Madeleine desapareceu do apartamento alugado pela família no Algarve no dia 3 de maio de 2007.
A polícia portuguesa disse que não está mais investigando ativamente o caso, mas a família contratou sua própria equipe de detetives.

Várias condenações
Hewlett, um ex-soldado, foi condenado várias vezes por crimes sexuais contra meninas. Em 1988, ele foi preso e cumpriu pena de seis anos de prisão por sequestrar uma menina de 14 anos. Na ocasião, ele a levou de carro por uma distância de mais de 130 quilômetros e forçou-a a se despir ameaçando-a com uma faca, de acordo com o jornal britânico The Independent.
Ainda segundo o jornal, em 1972, ele sequestrou e estuprou uma menina de 12 anos na Inglaterra.
Hewlett viajou muito pela Europa com um furgão e a polícia acredita que ele viveu na Itália, na Escócia, na Irlanda e na Inglaterra na década de 90, diz o diário britânico.
Ele foi qualificado por detetives como "dissimulado" e "um perigo para crianças", dizem os jornais britânicos.
Segundo a mídia britânica, não há informações se Hewlett foi ou não interrogado pela polícia portuguesa quando o caso estava sob investigação.
A família McCainn entrou com uma ação alegando difamação contra o ex-inspetor português Gonçalo Amaral, responsável pela investigação do caso.
Amaral publicou, em 2008, um livro intitulado "Maddie - A verdade da mentira" onde alegou que a menina havia morrido vítima de um acidente no apartamento onde a família estava instalada e lançou a suspeita de que os pais teriam ocultado o cadáver.
Há notícias, ainda não confirmadas, de que Hewlett, de 64 anos, sofre de câncer na garganta e está sendo tratado na Alemanha.
Raymond Hewlett morava a uma hora de carro da Praia da Luz, onde a menina de três anos passava férias com a família, disse o porta-voz da família, Clarence Mitchell.
Hewlett estava morando perto da fronteira de Portugal com a Espanha quando Madeleine desapareceu, no dia 3 de maio de 2007, do quarto de um resort.
Mitchell ressaltou, contudo, que o possível envolvimento britânico é apenas uma de várias linhas de investigação que estão sendo seguidas.

Retrato falado
Em meados de maio, a equipe de investigação, formada por policiais britânicos aposentados, havia divulgado o retrato falado de um suposto sequestrador de Madeleine, feito com base na descrição de uma mulher britânica que passava férias no mesmo local.
A testemunha descreveu o homem como "muito feio", com a pele marcada e um nariz grande, magro e com cerca de 1,50 de altura. Ela disse tê-lo visto duas vezes nos dias anteriores ao desaparecimento de Madeleine observando o apartamento onde ela estava com a família.
Os pais de Madeleine, Kate e Gerry McCann, deram várias entrevistas para a imprensa britânica e estrangeira desde o desaparecimento da filha e lançaram um apelo por informações que levassem a ela no segundo aniversário do sumiço da menina.
A família divulgou ainda, no começo deste mês, uma imagem produzida por computador que mostra como seria a aparência de Madeleine hoje.


BBC Brasil
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Um casal neozelandês fugiu do país após descobrir mais de NZ$ 10 milhões (o equivalente a cerca de R$ 12 milhões) na conta bancária, depositados por engano.
Acredita-se que Huan Di Zhang e Hui Gao receberam a quantia após ter pedido ao banco Westpak um depósito de NZ$ 10 mil (o equivalente a cerca de R$ 12 mil), segundo o jornal New Zealand Herald, e receberam mil vezes o valor.
Segundo informações do canal televisivo neozelandês One News, acredita-se que o casal fugiu para a Coreia ou para a China com o equivalente a cerca de RS$ 7 milhões.
O diário diz que a dupla, que gerenciava um posto de gasolina na cidade de Rotorua, no norte da Nova Zelândia, saiu do país imediatamente após descobrir a existência do dinheiro disponível na conta.
A polícia neozelandesa e a Interpol estão em busca dos neozelandeses, que agora são considerados fugitivos por terem saído do país com milhões de dólares do banco.
Segundo o jornal local de Rotorua The Daily Post, a ombusman do banco, Liz Brown, disse que tecnicamente o casal cometeu um crime, pois "estão usando dinheiro que não é deles que, acidentalmente, parou na conta deles".
De acordo com o New Zealand Herald, o posto de serviço do casal fechou de um dia para o outro, e apareceu um comunicado na porta.
Um representante do banco disse que um erro humano foi responsável pela confusão e que o banco está averiguando seus procedimentos.
A polícia disse à mídia local que as investigações estão em andamento, e que eles tentam descobrir se o que houve foi roubo ou fraude.
O banco já recuperou uma parte do dinheiro sumido, mas não forneceu mais detalhes sobre o caso.


BBC Brasil
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Um casal neozelandês fugiu do país após descobrir mais de NZ$ 10 milhões (o equivalente a cerca de R$ 12 milhões) na conta bancária, depositados por engano.
Acredita-se que Huan Di Zhang e Hui Gao receberam a quantia após ter pedido ao banco Westpak um depósito de NZ$ 10 mil (o equivalente a cerca de R$ 12 mil), segundo o jornal New Zealand Herald, e receberam mil vezes o valor.
Segundo informações do canal televisivo neozelandês One News, acredita-se que o casal fugiu para a Coreia ou para a China com o equivalente a cerca de RS$ 7 milhões.
O diário diz que a dupla, que gerenciava um posto de gasolina na cidade de Rotorua, no norte da Nova Zelândia, saiu do país imediatamente após descobrir a existência do dinheiro disponível na conta.
A polícia neozelandesa e a Interpol estão em busca dos neozelandeses, que agora são considerados fugitivos por terem saído do país com milhões de dólares do banco.
Segundo o jornal local de Rotorua The Daily Post, a ombusman do banco, Liz Brown, disse que tecnicamente o casal cometeu um crime, pois "estão usando dinheiro que não é deles que, acidentalmente, parou na conta deles".
De acordo com o New Zealand Herald, o posto de serviço do casal fechou de um dia para o outro, e apareceu um comunicado na porta.
Um representante do banco disse que um erro humano foi responsável pela confusão e que o banco está averiguando seus procedimentos.
A polícia disse à mídia local que as investigações estão em andamento, e que eles tentam descobrir se o que houve foi roubo ou fraude.
O banco já recuperou uma parte do dinheiro sumido, mas não forneceu mais detalhes sobre o caso.


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Um casal neozelandês fugiu do país após descobrir mais de NZ$ 10 milhões (o equivalente a cerca de R$ 12 milhões) na conta bancária, depositados por engano.
Acredita-se que Huan Di Zhang e Hui Gao receberam a quantia após ter pedido ao banco Westpak um depósito de NZ$ 10 mil (o equivalente a cerca de R$ 12 mil), segundo o jornal New Zealand Herald, e receberam mil vezes o valor.
Segundo informações do canal televisivo neozelandês One News, acredita-se que o casal fugiu para a Coreia ou para a China com o equivalente a cerca de RS$ 7 milhões.
O diário diz que a dupla, que gerenciava um posto de gasolina na cidade de Rotorua, no norte da Nova Zelândia, saiu do país imediatamente após descobrir a existência do dinheiro disponível na conta.
A polícia neozelandesa e a Interpol estão em busca dos neozelandeses, que agora são considerados fugitivos por terem saído do país com milhões de dólares do banco.
Segundo o jornal local de Rotorua The Daily Post, a ombusman do banco, Liz Brown, disse que tecnicamente o casal cometeu um crime, pois "estão usando dinheiro que não é deles que, acidentalmente, parou na conta deles".
De acordo com o New Zealand Herald, o posto de serviço do casal fechou de um dia para o outro, e apareceu um comunicado na porta.
Um representante do banco disse que um erro humano foi responsável pela confusão e que o banco está averiguando seus procedimentos.
A polícia disse à mídia local que as investigações estão em andamento, e que eles tentam descobrir se o que houve foi roubo ou fraude.
O banco já recuperou uma parte do dinheiro sumido, mas não forneceu mais detalhes sobre o caso.


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Um casal neozelandês fugiu do país após descobrir mais de NZ$ 10 milhões (o equivalente a cerca de R$ 12 milhões) na conta bancária, depositados por engano.
Acredita-se que Huan Di Zhang e Hui Gao receberam a quantia após ter pedido ao banco Westpak um depósito de NZ$ 10 mil (o equivalente a cerca de R$ 12 mil), segundo o jornal New Zealand Herald, e receberam mil vezes o valor.
Segundo informações do canal televisivo neozelandês One News, acredita-se que o casal fugiu para a Coreia ou para a China com o equivalente a cerca de RS$ 7 milhões.
O diário diz que a dupla, que gerenciava um posto de gasolina na cidade de Rotorua, no norte da Nova Zelândia, saiu do país imediatamente após descobrir a existência do dinheiro disponível na conta.
A polícia neozelandesa e a Interpol estão em busca dos neozelandeses, que agora são considerados fugitivos por terem saído do país com milhões de dólares do banco.
Segundo o jornal local de Rotorua The Daily Post, a ombusman do banco, Liz Brown, disse que tecnicamente o casal cometeu um crime, pois "estão usando dinheiro que não é deles que, acidentalmente, parou na conta deles".
De acordo com o New Zealand Herald, o posto de serviço do casal fechou de um dia para o outro, e apareceu um comunicado na porta.
Um representante do banco disse que um erro humano foi responsável pela confusão e que o banco está averiguando seus procedimentos.
A polícia disse à mídia local que as investigações estão em andamento, e que eles tentam descobrir se o que houve foi roubo ou fraude.
O banco já recuperou uma parte do dinheiro sumido, mas não forneceu mais detalhes sobre o caso.


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A acromegalia é uma doença crônica que surge quando a hipófise, glândula de secreção interna, produz quantidades excessivas de hormônio do crescimento (GH). O nome acromegalia é reservado à produção excessiva de GH na vida adulta, quando as cartilagens de crescimento já se encontram fechadas, inativas. Quando o excesso de GH ocorre na infância ou na puberdade, antes do fechamento dessas cartilagens, a ação do GH provoca crescimento excessivo na estatura, e o quadro recebe o nome de gigantismo.

Funções do hormônio do crescimento
Produzido pela hipófise, o GH promove o crescimento de quase todas as células e tecidos do corpo humano. Ele age forçando a produção de fatores de crescimento intermediários, predominantemente liberados pelo fígado. Um deles, o IGF-1, simula as ações da insulina e atua em vários mecanismos bioquímicos envolvidos no crescimento e na multiplicação das células.

Causas
Acromegalia e gigantismo são causados pela produção exagerada de GH e de IGF-1. Em 98% dos casos, a produção excessiva está associada à presença de tumores benignos da hipófise: os adenomas. Os 2% restantes compreendem casos raríssimos de tumores malignos instalados na hipófise, de tumores que estimulam a hipófise a produzir GH ou de tumores produtores de GH localizados no pâncreas, pulmões ou em outros tecidos. Existem, ainda, alguns casos de formas familiares da doença.

Prevalência
A doença é rara. Calcula-se que ocorram 50 a 70 casos por milhão de pessoas. Mulheres e homens são acometidos na mesma proporção.

Sintomas
A acromegalia pode causar mudanças na aparência física, mas como a doença costuma evoluir no decorrer de vários anos, seus sinais podem ser confundidos com os do envelhecimento. Muitas vezes, o diagnóstico é feito casualmente por um médico que reconhece o aspecto físico do portador da doença num ambiente público ou quando se compara a fotografia atual do paciente com uma antiga.As características mais importantes da aparência física são: 1) mãos e pés crescem, os sapatos não servem mais, os anéis não entram nos dedos; 2) alargamento da região frontal e da testa; 3) o queixo fica proeminente, dando ao rosto um aspecto característico; 4) espaçamento entre os dentes e perda dentária; 5) aumento do volume do tórax, do nariz e dos genitais; 6) os lábios engrossam.Como GH e IGF-1 agem em todos os tecidos do corpo, a produção excessiva afeta múltiplas funções orgânicas, provocando as seguintes alterações:

- A pele se torna espessa, oleosa, propensa à acne, deformada pelo aparecimento de pregas . Os pacientes apresentam sudorese exagerada;
- Alterações respiratórias: obstrução de vias aéreas, aumento das dimensões da língua, dificuldade de respiração durante o sono e espessamento das cordas vocais que tornam a voz mais grave;
- Alterações cardiovasculares: aumento do volume do coração, hipertensão arterial, insuficiência cardíaca, arritmias, fadiga;
- Alterações gastrointestinais: aumento de volume do fígado, pâncreas e outros órgãos. Pode haver formação de pólipos intestinais;
- Alterações metabólicas/endócrinas: diabetes, intolerância a carboidratos, resistência à insulina, aumento dos níveis de colesterol e dos triglicérides, nódulos na tireóide, diminuição da libido, saída de leite pelos mamilos da mulher e alterações menstruais;
- Alterações músculo-esqueléticas: dores articulares, osteoartrite, formigamentos e alterações de sensibilidade da pele, síndrome do túnel do carpo, osteopenia (diminuição da massa óssea) e osteoporose.
- Alterações neurológicas: dor de cabeça persistente;
- Alterações oftálmicas: distúrbios visuais e redução do campo visual.

Diagnóstico
Quando a aparência física e o quadro clínico sugerem acromegalia, o diagnóstico pode ser confirmado por dois exames de sangue: as dosagens de GH e de IGF-1.Um único exame alterado de GH não permite fechar o diagnóstico, porque a hipófise libera esse hormônio de forma irregular, no decorrer do dia. Para obter dados mais confiáveis, os médicos fazem um tipo de exame de sangue no qual o GH é dosado depois da ingestão de uma solução açucarada. Os níveis de IGF-1 são bem mais constantes no decorrer do dia. Valores elevados quase sempre estão associados à acromegalia.Depois que o diagnóstico foi estabelecido, uma série de exames de imagem (tomografia computadorizada, ressonância nuclear magnética, etc.) é realizada para detectar a presença de tumores na hipófise ou em localizações mais raras.

Tratamento

Os objetivos do tratamento são:

- Reduzir as concentrações de GH e de IGF-1 para os níveis normais;
- Aliviar a pressão que tumores situados na hipófise possam exercem sobre o nervo óptico e áreas cerebrais vizinhas;
- Preservar as funções hipofisárias;
- Reverter ou melhorar os sinais e os sintomas da acromegalia.

As opções de tratamento incluem:

- Cirurgia
A cirurgia tem índices de cura de 80% a 90% nos casos em que os adenomas (tumores benignos de aspecto glandular) medem menos de 1 cm. Quando ultrapassam essa dimensão, os índices caem para menos de 50%.Quando a cirurgia é realizada com sucesso, a aparência facial e o inchaço dos tecidos começam a melhorar em poucos dias. Mesmo assim, os níveis hormonais podem não retornar ao normal e exigir tratamento complementar com medicamentos.A principal complicação cirúrgica é a lesão do tecido hipofisário adjacente, que pode exigir reposição hormonal para o resto da vida.

- Radioterapia
É consenso entre os especialistas que a radioterapia NÃO deve ser usada como primeira opção terapêutica, exceto quando os tumores não podem ser removidos cirurgicamente, quando a doença persiste depois da operação, quando o tratamento com medicamentos falha ou quando os pacientes recusam outras opções.Depois do tratamento radioterápico, a função hipofisária costuma declinar gradativamente. Depois de 10 anos, 70% dos casos necessitam de reposição hormonal prolongada.

- Tratamento clínico
Três tipos de medicamentos são empregados no tratamento da acromegalia:
1 – Agonistas dopaminérgicos: têm eficácia em apenas 10% dos casos. São usados preferencialmente quando os níveis de prolactina estão aumentados;
2 – Análogos da somatostatina: constituem o tratamento clínico de primeira linha, uma vez que 96% dos tumores que secretam GH apresentam em suas células receptores para um fator de crescimento celular conhecido como somastatina. Como as drogas deste grupo (lanreotida e octeotrida) ligam-se a esses receptores, são dotadas da propriedade de regular a produção de GH e o crescimento celular. Nos últimos 10 anos, a aplicação de octeotrida por via intramuscular tornou-se a forma de tratamento clínico da acromegalia mais prescrita e mais estudada. A administração de octeotrida além de reduzir os níveis de GH e de IGF-1, diminui os índices de mortalidade, a freqüência dos batimentos cardíacos, melhora a função dos ventrículos, a resistência à atividade física e faz regredirem os sinais e sintomas da acromegalia;
3 – Antagonistas do receptor de GH: são medicamentos úteis quando existir resistência aos análogos da somatostatina. Embora normalizem os níveis de IGF-1 em cerca de 95% dos casos, seu efeito sobre o crescimento dos tumores hipofisários é questionável.

Considerações finais
Pacientes portadores de acromegalia que evoluem sem tratamento apresentam mortalidade mais elevada. Quanto mais altos os níveis de GH e de IGF-1, maior a probabilidade de surgirem complicações e mais altas as taxas de mortalidade.O tempo de duração dos sintomas antes do diagnóstico, a duração da doença, a presença de diabetes, de doença cardiovascular e de hipertensão são fatores associados à mortalidade.Por essa razão, é muito importante conhecer as características da doença para identificá-la o mais cedo possível e iniciar o tratamento antes que surjam complicações irreversíveis.


Drauzio Varella
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A acromegalia é uma doença crônica que surge quando a hipófise, glândula de secreção interna, produz quantidades excessivas de hormônio do crescimento (GH). O nome acromegalia é reservado à produção excessiva de GH na vida adulta, quando as cartilagens de crescimento já se encontram fechadas, inativas. Quando o excesso de GH ocorre na infância ou na puberdade, antes do fechamento dessas cartilagens, a ação do GH provoca crescimento excessivo na estatura, e o quadro recebe o nome de gigantismo.

Funções do hormônio do crescimento
Produzido pela hipófise, o GH promove o crescimento de quase todas as células e tecidos do corpo humano. Ele age forçando a produção de fatores de crescimento intermediários, predominantemente liberados pelo fígado. Um deles, o IGF-1, simula as ações da insulina e atua em vários mecanismos bioquímicos envolvidos no crescimento e na multiplicação das células.

Causas
Acromegalia e gigantismo são causados pela produção exagerada de GH e de IGF-1. Em 98% dos casos, a produção excessiva está associada à presença de tumores benignos da hipófise: os adenomas. Os 2% restantes compreendem casos raríssimos de tumores malignos instalados na hipófise, de tumores que estimulam a hipófise a produzir GH ou de tumores produtores de GH localizados no pâncreas, pulmões ou em outros tecidos. Existem, ainda, alguns casos de formas familiares da doença.

Prevalência
A doença é rara. Calcula-se que ocorram 50 a 70 casos por milhão de pessoas. Mulheres e homens são acometidos na mesma proporção.

Sintomas
A acromegalia pode causar mudanças na aparência física, mas como a doença costuma evoluir no decorrer de vários anos, seus sinais podem ser confundidos com os do envelhecimento. Muitas vezes, o diagnóstico é feito casualmente por um médico que reconhece o aspecto físico do portador da doença num ambiente público ou quando se compara a fotografia atual do paciente com uma antiga.As características mais importantes da aparência física são: 1) mãos e pés crescem, os sapatos não servem mais, os anéis não entram nos dedos; 2) alargamento da região frontal e da testa; 3) o queixo fica proeminente, dando ao rosto um aspecto característico; 4) espaçamento entre os dentes e perda dentária; 5) aumento do volume do tórax, do nariz e dos genitais; 6) os lábios engrossam.Como GH e IGF-1 agem em todos os tecidos do corpo, a produção excessiva afeta múltiplas funções orgânicas, provocando as seguintes alterações:

- A pele se torna espessa, oleosa, propensa à acne, deformada pelo aparecimento de pregas . Os pacientes apresentam sudorese exagerada;
- Alterações respiratórias: obstrução de vias aéreas, aumento das dimensões da língua, dificuldade de respiração durante o sono e espessamento das cordas vocais que tornam a voz mais grave;
- Alterações cardiovasculares: aumento do volume do coração, hipertensão arterial, insuficiência cardíaca, arritmias, fadiga;
- Alterações gastrointestinais: aumento de volume do fígado, pâncreas e outros órgãos. Pode haver formação de pólipos intestinais;
- Alterações metabólicas/endócrinas: diabetes, intolerância a carboidratos, resistência à insulina, aumento dos níveis de colesterol e dos triglicérides, nódulos na tireóide, diminuição da libido, saída de leite pelos mamilos da mulher e alterações menstruais;
- Alterações músculo-esqueléticas: dores articulares, osteoartrite, formigamentos e alterações de sensibilidade da pele, síndrome do túnel do carpo, osteopenia (diminuição da massa óssea) e osteoporose.
- Alterações neurológicas: dor de cabeça persistente;
- Alterações oftálmicas: distúrbios visuais e redução do campo visual.

Diagnóstico
Quando a aparência física e o quadro clínico sugerem acromegalia, o diagnóstico pode ser confirmado por dois exames de sangue: as dosagens de GH e de IGF-1.Um único exame alterado de GH não permite fechar o diagnóstico, porque a hipófise libera esse hormônio de forma irregular, no decorrer do dia. Para obter dados mais confiáveis, os médicos fazem um tipo de exame de sangue no qual o GH é dosado depois da ingestão de uma solução açucarada. Os níveis de IGF-1 são bem mais constantes no decorrer do dia. Valores elevados quase sempre estão associados à acromegalia.Depois que o diagnóstico foi estabelecido, uma série de exames de imagem (tomografia computadorizada, ressonância nuclear magnética, etc.) é realizada para detectar a presença de tumores na hipófise ou em localizações mais raras.

Tratamento

Os objetivos do tratamento são:

- Reduzir as concentrações de GH e de IGF-1 para os níveis normais;
- Aliviar a pressão que tumores situados na hipófise possam exercem sobre o nervo óptico e áreas cerebrais vizinhas;
- Preservar as funções hipofisárias;
- Reverter ou melhorar os sinais e os sintomas da acromegalia.

As opções de tratamento incluem:

- Cirurgia
A cirurgia tem índices de cura de 80% a 90% nos casos em que os adenomas (tumores benignos de aspecto glandular) medem menos de 1 cm. Quando ultrapassam essa dimensão, os índices caem para menos de 50%.Quando a cirurgia é realizada com sucesso, a aparência facial e o inchaço dos tecidos começam a melhorar em poucos dias. Mesmo assim, os níveis hormonais podem não retornar ao normal e exigir tratamento complementar com medicamentos.A principal complicação cirúrgica é a lesão do tecido hipofisário adjacente, que pode exigir reposição hormonal para o resto da vida.

- Radioterapia
É consenso entre os especialistas que a radioterapia NÃO deve ser usada como primeira opção terapêutica, exceto quando os tumores não podem ser removidos cirurgicamente, quando a doença persiste depois da operação, quando o tratamento com medicamentos falha ou quando os pacientes recusam outras opções.Depois do tratamento radioterápico, a função hipofisária costuma declinar gradativamente. Depois de 10 anos, 70% dos casos necessitam de reposição hormonal prolongada.

- Tratamento clínico
Três tipos de medicamentos são empregados no tratamento da acromegalia:
1 – Agonistas dopaminérgicos: têm eficácia em apenas 10% dos casos. São usados preferencialmente quando os níveis de prolactina estão aumentados;
2 – Análogos da somatostatina: constituem o tratamento clínico de primeira linha, uma vez que 96% dos tumores que secretam GH apresentam em suas células receptores para um fator de crescimento celular conhecido como somastatina. Como as drogas deste grupo (lanreotida e octeotrida) ligam-se a esses receptores, são dotadas da propriedade de regular a produção de GH e o crescimento celular. Nos últimos 10 anos, a aplicação de octeotrida por via intramuscular tornou-se a forma de tratamento clínico da acromegalia mais prescrita e mais estudada. A administração de octeotrida além de reduzir os níveis de GH e de IGF-1, diminui os índices de mortalidade, a freqüência dos batimentos cardíacos, melhora a função dos ventrículos, a resistência à atividade física e faz regredirem os sinais e sintomas da acromegalia;
3 – Antagonistas do receptor de GH: são medicamentos úteis quando existir resistência aos análogos da somatostatina. Embora normalizem os níveis de IGF-1 em cerca de 95% dos casos, seu efeito sobre o crescimento dos tumores hipofisários é questionável.

Considerações finais
Pacientes portadores de acromegalia que evoluem sem tratamento apresentam mortalidade mais elevada. Quanto mais altos os níveis de GH e de IGF-1, maior a probabilidade de surgirem complicações e mais altas as taxas de mortalidade.O tempo de duração dos sintomas antes do diagnóstico, a duração da doença, a presença de diabetes, de doença cardiovascular e de hipertensão são fatores associados à mortalidade.Por essa razão, é muito importante conhecer as características da doença para identificá-la o mais cedo possível e iniciar o tratamento antes que surjam complicações irreversíveis.


Drauzio Varella
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A acromegalia é uma doença crônica que surge quando a hipófise, glândula de secreção interna, produz quantidades excessivas de hormônio do crescimento (GH). O nome acromegalia é reservado à produção excessiva de GH na vida adulta, quando as cartilagens de crescimento já se encontram fechadas, inativas. Quando o excesso de GH ocorre na infância ou na puberdade, antes do fechamento dessas cartilagens, a ação do GH provoca crescimento excessivo na estatura, e o quadro recebe o nome de gigantismo.

Funções do hormônio do crescimento
Produzido pela hipófise, o GH promove o crescimento de quase todas as células e tecidos do corpo humano. Ele age forçando a produção de fatores de crescimento intermediários, predominantemente liberados pelo fígado. Um deles, o IGF-1, simula as ações da insulina e atua em vários mecanismos bioquímicos envolvidos no crescimento e na multiplicação das células.

Causas
Acromegalia e gigantismo são causados pela produção exagerada de GH e de IGF-1. Em 98% dos casos, a produção excessiva está associada à presença de tumores benignos da hipófise: os adenomas. Os 2% restantes compreendem casos raríssimos de tumores malignos instalados na hipófise, de tumores que estimulam a hipófise a produzir GH ou de tumores produtores de GH localizados no pâncreas, pulmões ou em outros tecidos. Existem, ainda, alguns casos de formas familiares da doença.

Prevalência
A doença é rara. Calcula-se que ocorram 50 a 70 casos por milhão de pessoas. Mulheres e homens são acometidos na mesma proporção.

Sintomas
A acromegalia pode causar mudanças na aparência física, mas como a doença costuma evoluir no decorrer de vários anos, seus sinais podem ser confundidos com os do envelhecimento. Muitas vezes, o diagnóstico é feito casualmente por um médico que reconhece o aspecto físico do portador da doença num ambiente público ou quando se compara a fotografia atual do paciente com uma antiga.As características mais importantes da aparência física são: 1) mãos e pés crescem, os sapatos não servem mais, os anéis não entram nos dedos; 2) alargamento da região frontal e da testa; 3) o queixo fica proeminente, dando ao rosto um aspecto característico; 4) espaçamento entre os dentes e perda dentária; 5) aumento do volume do tórax, do nariz e dos genitais; 6) os lábios engrossam.Como GH e IGF-1 agem em todos os tecidos do corpo, a produção excessiva afeta múltiplas funções orgânicas, provocando as seguintes alterações:

- A pele se torna espessa, oleosa, propensa à acne, deformada pelo aparecimento de pregas . Os pacientes apresentam sudorese exagerada;
- Alterações respiratórias: obstrução de vias aéreas, aumento das dimensões da língua, dificuldade de respiração durante o sono e espessamento das cordas vocais que tornam a voz mais grave;
- Alterações cardiovasculares: aumento do volume do coração, hipertensão arterial, insuficiência cardíaca, arritmias, fadiga;
- Alterações gastrointestinais: aumento de volume do fígado, pâncreas e outros órgãos. Pode haver formação de pólipos intestinais;
- Alterações metabólicas/endócrinas: diabetes, intolerância a carboidratos, resistência à insulina, aumento dos níveis de colesterol e dos triglicérides, nódulos na tireóide, diminuição da libido, saída de leite pelos mamilos da mulher e alterações menstruais;
- Alterações músculo-esqueléticas: dores articulares, osteoartrite, formigamentos e alterações de sensibilidade da pele, síndrome do túnel do carpo, osteopenia (diminuição da massa óssea) e osteoporose.
- Alterações neurológicas: dor de cabeça persistente;
- Alterações oftálmicas: distúrbios visuais e redução do campo visual.

Diagnóstico
Quando a aparência física e o quadro clínico sugerem acromegalia, o diagnóstico pode ser confirmado por dois exames de sangue: as dosagens de GH e de IGF-1.Um único exame alterado de GH não permite fechar o diagnóstico, porque a hipófise libera esse hormônio de forma irregular, no decorrer do dia. Para obter dados mais confiáveis, os médicos fazem um tipo de exame de sangue no qual o GH é dosado depois da ingestão de uma solução açucarada. Os níveis de IGF-1 são bem mais constantes no decorrer do dia. Valores elevados quase sempre estão associados à acromegalia.Depois que o diagnóstico foi estabelecido, uma série de exames de imagem (tomografia computadorizada, ressonância nuclear magnética, etc.) é realizada para detectar a presença de tumores na hipófise ou em localizações mais raras.

Tratamento

Os objetivos do tratamento são:

- Reduzir as concentrações de GH e de IGF-1 para os níveis normais;
- Aliviar a pressão que tumores situados na hipófise possam exercem sobre o nervo óptico e áreas cerebrais vizinhas;
- Preservar as funções hipofisárias;
- Reverter ou melhorar os sinais e os sintomas da acromegalia.

As opções de tratamento incluem:

- Cirurgia
A cirurgia tem índices de cura de 80% a 90% nos casos em que os adenomas (tumores benignos de aspecto glandular) medem menos de 1 cm. Quando ultrapassam essa dimensão, os índices caem para menos de 50%.Quando a cirurgia é realizada com sucesso, a aparência facial e o inchaço dos tecidos começam a melhorar em poucos dias. Mesmo assim, os níveis hormonais podem não retornar ao normal e exigir tratamento complementar com medicamentos.A principal complicação cirúrgica é a lesão do tecido hipofisário adjacente, que pode exigir reposição hormonal para o resto da vida.

- Radioterapia
É consenso entre os especialistas que a radioterapia NÃO deve ser usada como primeira opção terapêutica, exceto quando os tumores não podem ser removidos cirurgicamente, quando a doença persiste depois da operação, quando o tratamento com medicamentos falha ou quando os pacientes recusam outras opções.Depois do tratamento radioterápico, a função hipofisária costuma declinar gradativamente. Depois de 10 anos, 70% dos casos necessitam de reposição hormonal prolongada.

- Tratamento clínico
Três tipos de medicamentos são empregados no tratamento da acromegalia:
1 – Agonistas dopaminérgicos: têm eficácia em apenas 10% dos casos. São usados preferencialmente quando os níveis de prolactina estão aumentados;
2 – Análogos da somatostatina: constituem o tratamento clínico de primeira linha, uma vez que 96% dos tumores que secretam GH apresentam em suas células receptores para um fator de crescimento celular conhecido como somastatina. Como as drogas deste grupo (lanreotida e octeotrida) ligam-se a esses receptores, são dotadas da propriedade de regular a produção de GH e o crescimento celular. Nos últimos 10 anos, a aplicação de octeotrida por via intramuscular tornou-se a forma de tratamento clínico da acromegalia mais prescrita e mais estudada. A administração de octeotrida além de reduzir os níveis de GH e de IGF-1, diminui os índices de mortalidade, a freqüência dos batimentos cardíacos, melhora a função dos ventrículos, a resistência à atividade física e faz regredirem os sinais e sintomas da acromegalia;
3 – Antagonistas do receptor de GH: são medicamentos úteis quando existir resistência aos análogos da somatostatina. Embora normalizem os níveis de IGF-1 em cerca de 95% dos casos, seu efeito sobre o crescimento dos tumores hipofisários é questionável.

Considerações finais
Pacientes portadores de acromegalia que evoluem sem tratamento apresentam mortalidade mais elevada. Quanto mais altos os níveis de GH e de IGF-1, maior a probabilidade de surgirem complicações e mais altas as taxas de mortalidade.O tempo de duração dos sintomas antes do diagnóstico, a duração da doença, a presença de diabetes, de doença cardiovascular e de hipertensão são fatores associados à mortalidade.Por essa razão, é muito importante conhecer as características da doença para identificá-la o mais cedo possível e iniciar o tratamento antes que surjam complicações irreversíveis.


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A acromegalia é uma doença crônica que surge quando a hipófise, glândula de secreção interna, produz quantidades excessivas de hormônio do crescimento (GH). O nome acromegalia é reservado à produção excessiva de GH na vida adulta, quando as cartilagens de crescimento já se encontram fechadas, inativas. Quando o excesso de GH ocorre na infância ou na puberdade, antes do fechamento dessas cartilagens, a ação do GH provoca crescimento excessivo na estatura, e o quadro recebe o nome de gigantismo.

Funções do hormônio do crescimento
Produzido pela hipófise, o GH promove o crescimento de quase todas as células e tecidos do corpo humano. Ele age forçando a produção de fatores de crescimento intermediários, predominantemente liberados pelo fígado. Um deles, o IGF-1, simula as ações da insulina e atua em vários mecanismos bioquímicos envolvidos no crescimento e na multiplicação das células.

Causas
Acromegalia e gigantismo são causados pela produção exagerada de GH e de IGF-1. Em 98% dos casos, a produção excessiva está associada à presença de tumores benignos da hipófise: os adenomas. Os 2% restantes compreendem casos raríssimos de tumores malignos instalados na hipófise, de tumores que estimulam a hipófise a produzir GH ou de tumores produtores de GH localizados no pâncreas, pulmões ou em outros tecidos. Existem, ainda, alguns casos de formas familiares da doença.

Prevalência
A doença é rara. Calcula-se que ocorram 50 a 70 casos por milhão de pessoas. Mulheres e homens são acometidos na mesma proporção.

Sintomas
A acromegalia pode causar mudanças na aparência física, mas como a doença costuma evoluir no decorrer de vários anos, seus sinais podem ser confundidos com os do envelhecimento. Muitas vezes, o diagnóstico é feito casualmente por um médico que reconhece o aspecto físico do portador da doença num ambiente público ou quando se compara a fotografia atual do paciente com uma antiga.As características mais importantes da aparência física são: 1) mãos e pés crescem, os sapatos não servem mais, os anéis não entram nos dedos; 2) alargamento da região frontal e da testa; 3) o queixo fica proeminente, dando ao rosto um aspecto característico; 4) espaçamento entre os dentes e perda dentária; 5) aumento do volume do tórax, do nariz e dos genitais; 6) os lábios engrossam.Como GH e IGF-1 agem em todos os tecidos do corpo, a produção excessiva afeta múltiplas funções orgânicas, provocando as seguintes alterações:

- A pele se torna espessa, oleosa, propensa à acne, deformada pelo aparecimento de pregas . Os pacientes apresentam sudorese exagerada;
- Alterações respiratórias: obstrução de vias aéreas, aumento das dimensões da língua, dificuldade de respiração durante o sono e espessamento das cordas vocais que tornam a voz mais grave;
- Alterações cardiovasculares: aumento do volume do coração, hipertensão arterial, insuficiência cardíaca, arritmias, fadiga;
- Alterações gastrointestinais: aumento de volume do fígado, pâncreas e outros órgãos. Pode haver formação de pólipos intestinais;
- Alterações metabólicas/endócrinas: diabetes, intolerância a carboidratos, resistência à insulina, aumento dos níveis de colesterol e dos triglicérides, nódulos na tireóide, diminuição da libido, saída de leite pelos mamilos da mulher e alterações menstruais;
- Alterações músculo-esqueléticas: dores articulares, osteoartrite, formigamentos e alterações de sensibilidade da pele, síndrome do túnel do carpo, osteopenia (diminuição da massa óssea) e osteoporose.
- Alterações neurológicas: dor de cabeça persistente;
- Alterações oftálmicas: distúrbios visuais e redução do campo visual.

Diagnóstico
Quando a aparência física e o quadro clínico sugerem acromegalia, o diagnóstico pode ser confirmado por dois exames de sangue: as dosagens de GH e de IGF-1.Um único exame alterado de GH não permite fechar o diagnóstico, porque a hipófise libera esse hormônio de forma irregular, no decorrer do dia. Para obter dados mais confiáveis, os médicos fazem um tipo de exame de sangue no qual o GH é dosado depois da ingestão de uma solução açucarada. Os níveis de IGF-1 são bem mais constantes no decorrer do dia. Valores elevados quase sempre estão associados à acromegalia.Depois que o diagnóstico foi estabelecido, uma série de exames de imagem (tomografia computadorizada, ressonância nuclear magnética, etc.) é realizada para detectar a presença de tumores na hipófise ou em localizações mais raras.

Tratamento

Os objetivos do tratamento são:

- Reduzir as concentrações de GH e de IGF-1 para os níveis normais;
- Aliviar a pressão que tumores situados na hipófise possam exercem sobre o nervo óptico e áreas cerebrais vizinhas;
- Preservar as funções hipofisárias;
- Reverter ou melhorar os sinais e os sintomas da acromegalia.

As opções de tratamento incluem:

- Cirurgia
A cirurgia tem índices de cura de 80% a 90% nos casos em que os adenomas (tumores benignos de aspecto glandular) medem menos de 1 cm. Quando ultrapassam essa dimensão, os índices caem para menos de 50%.Quando a cirurgia é realizada com sucesso, a aparência facial e o inchaço dos tecidos começam a melhorar em poucos dias. Mesmo assim, os níveis hormonais podem não retornar ao normal e exigir tratamento complementar com medicamentos.A principal complicação cirúrgica é a lesão do tecido hipofisário adjacente, que pode exigir reposição hormonal para o resto da vida.

- Radioterapia
É consenso entre os especialistas que a radioterapia NÃO deve ser usada como primeira opção terapêutica, exceto quando os tumores não podem ser removidos cirurgicamente, quando a doença persiste depois da operação, quando o tratamento com medicamentos falha ou quando os pacientes recusam outras opções.Depois do tratamento radioterápico, a função hipofisária costuma declinar gradativamente. Depois de 10 anos, 70% dos casos necessitam de reposição hormonal prolongada.

- Tratamento clínico
Três tipos de medicamentos são empregados no tratamento da acromegalia:
1 – Agonistas dopaminérgicos: têm eficácia em apenas 10% dos casos. São usados preferencialmente quando os níveis de prolactina estão aumentados;
2 – Análogos da somatostatina: constituem o tratamento clínico de primeira linha, uma vez que 96% dos tumores que secretam GH apresentam em suas células receptores para um fator de crescimento celular conhecido como somastatina. Como as drogas deste grupo (lanreotida e octeotrida) ligam-se a esses receptores, são dotadas da propriedade de regular a produção de GH e o crescimento celular. Nos últimos 10 anos, a aplicação de octeotrida por via intramuscular tornou-se a forma de tratamento clínico da acromegalia mais prescrita e mais estudada. A administração de octeotrida além de reduzir os níveis de GH e de IGF-1, diminui os índices de mortalidade, a freqüência dos batimentos cardíacos, melhora a função dos ventrículos, a resistência à atividade física e faz regredirem os sinais e sintomas da acromegalia;
3 – Antagonistas do receptor de GH: são medicamentos úteis quando existir resistência aos análogos da somatostatina. Embora normalizem os níveis de IGF-1 em cerca de 95% dos casos, seu efeito sobre o crescimento dos tumores hipofisários é questionável.

Considerações finais
Pacientes portadores de acromegalia que evoluem sem tratamento apresentam mortalidade mais elevada. Quanto mais altos os níveis de GH e de IGF-1, maior a probabilidade de surgirem complicações e mais altas as taxas de mortalidade.O tempo de duração dos sintomas antes do diagnóstico, a duração da doença, a presença de diabetes, de doença cardiovascular e de hipertensão são fatores associados à mortalidade.Por essa razão, é muito importante conhecer as características da doença para identificá-la o mais cedo possível e iniciar o tratamento antes que surjam complicações irreversíveis.


Drauzio Varella
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SÃO PAULO - O delegado Paulo Henrique Nabuco, que investiga as circunstâncias da morte da menina Gabriela Nunes de Araújo, de 8 anos, baleada com um tiro na cabeça em um condomínio de luxo em Rio Claro, a 173 quilômetros da capital, disse que os dois criminosos que invadiram a casa podem ter tido ajuda de funcionários do próprio condomínio para entrar. As câmeras de segurança estavam desligadas, assim como a cerca elétrica, e não foram feitas imagens da invasão. Apenas o alarme da casa disparou quando os bandidos estavam na residência. Foi o barulho do alarme que levou um dos bandidos a atirar propositadamente na menina, que morreu nesta quinta-feira.
- Nós trabalhamos com a hipótese de que os bandidos já sabiam que as câmeras e a cerca estavam desligados - afirmou o delegado.
Para entrar na residência, os ladrões escalaram um muro alto do condomínio e passaram pela cerca elétrica. Os criminosos ainda passaram por quatro câmeras.
Já foram ouvidas seis testemunhas, entre elas a babá que estava sozinha com as crianças, funcionários da administração do condomínio e responsáveis pela segurança. A polícia também já ouviu também o casal que teve o carro roubado pelos criminosos na fuga e uma testemunha que viu os assaltantes saindo do condomínio. As vítimas reconheceram os suspeitos em um álbum de fotos da delegacia. Outros dois criminosos que davam cobertura à dupla, também foram identificados.
Os pais da menina estavam viajando a trabalho. O pai de Gabriela é o empresário Vitor Vanetti de Araújo, um dos sócios da indústria de produtos agrícolas Agroceres.
O delegado disse que os bandidos que invadiram a casa têm 20 e 17 anos. Foi o menor quem atirou.
- O menor de 17 anos esteve internado na Fundação Casa até janeiro deste ano, por porte ilegal de armas. Ele, e mais quatro pessoas, foram flagrados portando três armas e vários capuzes - disse o delegado.
Policiais civis do Departamento de Investigações Gerais (DIG) de Rio Claro realizaram nesta quinta uma megaoperação nos prédios da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) da cidade à procura de dois ladrões que participaram do roubo.
A polícia também revistou as casas dos dois suspeitos de participarem da fuga mas ninguém foi preso até agora. No CDHU de Rio Claro, policiais procuraram pelos ladrões em um matagal.
Na manhã desta sexta, a assessoria do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, informou que a família autorizou a doação dos órgãos de Gabriela. Serão doados coração, pulmões, pâncreas, rins, fígado e córneas.


O Globo On Line
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SÃO PAULO - O delegado Paulo Henrique Nabuco, que investiga as circunstâncias da morte da menina Gabriela Nunes de Araújo, de 8 anos, baleada com um tiro na cabeça em um condomínio de luxo em Rio Claro, a 173 quilômetros da capital, disse que os dois criminosos que invadiram a casa podem ter tido ajuda de funcionários do próprio condomínio para entrar. As câmeras de segurança estavam desligadas, assim como a cerca elétrica, e não foram feitas imagens da invasão. Apenas o alarme da casa disparou quando os bandidos estavam na residência. Foi o barulho do alarme que levou um dos bandidos a atirar propositadamente na menina, que morreu nesta quinta-feira.
- Nós trabalhamos com a hipótese de que os bandidos já sabiam que as câmeras e a cerca estavam desligados - afirmou o delegado.
Para entrar na residência, os ladrões escalaram um muro alto do condomínio e passaram pela cerca elétrica. Os criminosos ainda passaram por quatro câmeras.
Já foram ouvidas seis testemunhas, entre elas a babá que estava sozinha com as crianças, funcionários da administração do condomínio e responsáveis pela segurança. A polícia também já ouviu também o casal que teve o carro roubado pelos criminosos na fuga e uma testemunha que viu os assaltantes saindo do condomínio. As vítimas reconheceram os suspeitos em um álbum de fotos da delegacia. Outros dois criminosos que davam cobertura à dupla, também foram identificados.
Os pais da menina estavam viajando a trabalho. O pai de Gabriela é o empresário Vitor Vanetti de Araújo, um dos sócios da indústria de produtos agrícolas Agroceres.
O delegado disse que os bandidos que invadiram a casa têm 20 e 17 anos. Foi o menor quem atirou.
- O menor de 17 anos esteve internado na Fundação Casa até janeiro deste ano, por porte ilegal de armas. Ele, e mais quatro pessoas, foram flagrados portando três armas e vários capuzes - disse o delegado.
Policiais civis do Departamento de Investigações Gerais (DIG) de Rio Claro realizaram nesta quinta uma megaoperação nos prédios da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) da cidade à procura de dois ladrões que participaram do roubo.
A polícia também revistou as casas dos dois suspeitos de participarem da fuga mas ninguém foi preso até agora. No CDHU de Rio Claro, policiais procuraram pelos ladrões em um matagal.
Na manhã desta sexta, a assessoria do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, informou que a família autorizou a doação dos órgãos de Gabriela. Serão doados coração, pulmões, pâncreas, rins, fígado e córneas.


O Globo On Line
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SÃO PAULO - O delegado Paulo Henrique Nabuco, que investiga as circunstâncias da morte da menina Gabriela Nunes de Araújo, de 8 anos, baleada com um tiro na cabeça em um condomínio de luxo em Rio Claro, a 173 quilômetros da capital, disse que os dois criminosos que invadiram a casa podem ter tido ajuda de funcionários do próprio condomínio para entrar. As câmeras de segurança estavam desligadas, assim como a cerca elétrica, e não foram feitas imagens da invasão. Apenas o alarme da casa disparou quando os bandidos estavam na residência. Foi o barulho do alarme que levou um dos bandidos a atirar propositadamente na menina, que morreu nesta quinta-feira.
- Nós trabalhamos com a hipótese de que os bandidos já sabiam que as câmeras e a cerca estavam desligados - afirmou o delegado.
Para entrar na residência, os ladrões escalaram um muro alto do condomínio e passaram pela cerca elétrica. Os criminosos ainda passaram por quatro câmeras.
Já foram ouvidas seis testemunhas, entre elas a babá que estava sozinha com as crianças, funcionários da administração do condomínio e responsáveis pela segurança. A polícia também já ouviu também o casal que teve o carro roubado pelos criminosos na fuga e uma testemunha que viu os assaltantes saindo do condomínio. As vítimas reconheceram os suspeitos em um álbum de fotos da delegacia. Outros dois criminosos que davam cobertura à dupla, também foram identificados.
Os pais da menina estavam viajando a trabalho. O pai de Gabriela é o empresário Vitor Vanetti de Araújo, um dos sócios da indústria de produtos agrícolas Agroceres.
O delegado disse que os bandidos que invadiram a casa têm 20 e 17 anos. Foi o menor quem atirou.
- O menor de 17 anos esteve internado na Fundação Casa até janeiro deste ano, por porte ilegal de armas. Ele, e mais quatro pessoas, foram flagrados portando três armas e vários capuzes - disse o delegado.
Policiais civis do Departamento de Investigações Gerais (DIG) de Rio Claro realizaram nesta quinta uma megaoperação nos prédios da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) da cidade à procura de dois ladrões que participaram do roubo.
A polícia também revistou as casas dos dois suspeitos de participarem da fuga mas ninguém foi preso até agora. No CDHU de Rio Claro, policiais procuraram pelos ladrões em um matagal.
Na manhã desta sexta, a assessoria do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, informou que a família autorizou a doação dos órgãos de Gabriela. Serão doados coração, pulmões, pâncreas, rins, fígado e córneas.


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SÃO PAULO - O delegado Paulo Henrique Nabuco, que investiga as circunstâncias da morte da menina Gabriela Nunes de Araújo, de 8 anos, baleada com um tiro na cabeça em um condomínio de luxo em Rio Claro, a 173 quilômetros da capital, disse que os dois criminosos que invadiram a casa podem ter tido ajuda de funcionários do próprio condomínio para entrar. As câmeras de segurança estavam desligadas, assim como a cerca elétrica, e não foram feitas imagens da invasão. Apenas o alarme da casa disparou quando os bandidos estavam na residência. Foi o barulho do alarme que levou um dos bandidos a atirar propositadamente na menina, que morreu nesta quinta-feira.
- Nós trabalhamos com a hipótese de que os bandidos já sabiam que as câmeras e a cerca estavam desligados - afirmou o delegado.
Para entrar na residência, os ladrões escalaram um muro alto do condomínio e passaram pela cerca elétrica. Os criminosos ainda passaram por quatro câmeras.
Já foram ouvidas seis testemunhas, entre elas a babá que estava sozinha com as crianças, funcionários da administração do condomínio e responsáveis pela segurança. A polícia também já ouviu também o casal que teve o carro roubado pelos criminosos na fuga e uma testemunha que viu os assaltantes saindo do condomínio. As vítimas reconheceram os suspeitos em um álbum de fotos da delegacia. Outros dois criminosos que davam cobertura à dupla, também foram identificados.
Os pais da menina estavam viajando a trabalho. O pai de Gabriela é o empresário Vitor Vanetti de Araújo, um dos sócios da indústria de produtos agrícolas Agroceres.
O delegado disse que os bandidos que invadiram a casa têm 20 e 17 anos. Foi o menor quem atirou.
- O menor de 17 anos esteve internado na Fundação Casa até janeiro deste ano, por porte ilegal de armas. Ele, e mais quatro pessoas, foram flagrados portando três armas e vários capuzes - disse o delegado.
Policiais civis do Departamento de Investigações Gerais (DIG) de Rio Claro realizaram nesta quinta uma megaoperação nos prédios da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) da cidade à procura de dois ladrões que participaram do roubo.
A polícia também revistou as casas dos dois suspeitos de participarem da fuga mas ninguém foi preso até agora. No CDHU de Rio Claro, policiais procuraram pelos ladrões em um matagal.
Na manhã desta sexta, a assessoria do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, informou que a família autorizou a doação dos órgãos de Gabriela. Serão doados coração, pulmões, pâncreas, rins, fígado e córneas.


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SÃO PAULO - A Justiça de São Paulo decidiu mandar o ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista a júri popular. Ele é acusado de matar a ex-mulher Ana Cláudia Melo e fugir com o filho do casal em março na zona sul de São Paulo.
A sentença foi emitida na madrugada desta sexta-feira, ao fim de uma audiência no Fórum Criminal da Barra Funda. Ao todo, 12 testemunhas foram ouvidas. Janken também foi ouvido, mas não respondeu a nenhuma pergunta da acusação. A defesa vai recorrer junto ao Tribunal de Justiça. O ex-jogador responde pelas acusações de homicídio, subtração de incapaz e furto,
A acusação quer que a mãe dele também seja processada como coautora do assassinato. Para a acusação, Dermivalda Ferraz, mãe de Janken, teria incentivado o ex-jogador a cometer o crime para que ficasse com o filho. Se condenado, Janken pode pegar até 24 anos de prisão.
Janken Ferraz saiu, na manhã desta quinta-feira, do Centro de Detenção Provisória da Vila Prudente, na zona leste da capital, para a primeira audiência do processo. Vinte e três testemunhas foram convocadas para a audiência no 1º Tribunal do Júri. O nome do goleiro do Santos, Fábio Costa, estava na lista. Mas o Ministério Público dispensou o depoimento do jogador, já que a vítima não tinha relacionamento com ele.
Durante a tarde, Janken acompanhou cada depoimento sobre o crime que ele já confessou. Em março, ele matou a ex-namorada com 21 facadas. Depois trocou de camisa, pegou o filho do casal e fugiu do prédio onde ocorreu o crime. Na porta do fórum, defesa e acusação ensaiaram um debate. O advogado de Janken se baseou na reconstituição, feita duas semanas atrás, para dizer que o ex-jogador agiu em legítima defesa, por desespero.
- Ela (Ana Cláudia) pegou a faca, não ele. Quando a pessoa tem uma faca indo para o pescoço, o cérebro se concentra na autodefesa - diz Mauro Nacif, advogado de defesa.
A acusação trouxe para a audiência uma posição polêmica. Ela pediu que a Justiça convocasse o centroavante Ronaldo, do Corinthians, como testemunha.
- Para mostrar que o Janken que aproximou, que apresentou, a vítima Ana Cláudia ao Ronaldo. Estava premeditando aquele crime. Ele estava montando todo um cenário de bonzinho e depois ceifou covardemente a vida da vítima - diz José Beraldo, assistente de acusação.
Os promotores também dispensaram a convocação do jogador.

JUSTIÇA SENDO FEITA!


O Globo On Line
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SÃO PAULO - A Justiça de São Paulo decidiu mandar o ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista a júri popular. Ele é acusado de matar a ex-mulher Ana Cláudia Melo e fugir com o filho do casal em março na zona sul de São Paulo.
A sentença foi emitida na madrugada desta sexta-feira, ao fim de uma audiência no Fórum Criminal da Barra Funda. Ao todo, 12 testemunhas foram ouvidas. Janken também foi ouvido, mas não respondeu a nenhuma pergunta da acusação. A defesa vai recorrer junto ao Tribunal de Justiça. O ex-jogador responde pelas acusações de homicídio, subtração de incapaz e furto,
A acusação quer que a mãe dele também seja processada como coautora do assassinato. Para a acusação, Dermivalda Ferraz, mãe de Janken, teria incentivado o ex-jogador a cometer o crime para que ficasse com o filho. Se condenado, Janken pode pegar até 24 anos de prisão.
Janken Ferraz saiu, na manhã desta quinta-feira, do Centro de Detenção Provisória da Vila Prudente, na zona leste da capital, para a primeira audiência do processo. Vinte e três testemunhas foram convocadas para a audiência no 1º Tribunal do Júri. O nome do goleiro do Santos, Fábio Costa, estava na lista. Mas o Ministério Público dispensou o depoimento do jogador, já que a vítima não tinha relacionamento com ele.
Durante a tarde, Janken acompanhou cada depoimento sobre o crime que ele já confessou. Em março, ele matou a ex-namorada com 21 facadas. Depois trocou de camisa, pegou o filho do casal e fugiu do prédio onde ocorreu o crime. Na porta do fórum, defesa e acusação ensaiaram um debate. O advogado de Janken se baseou na reconstituição, feita duas semanas atrás, para dizer que o ex-jogador agiu em legítima defesa, por desespero.
- Ela (Ana Cláudia) pegou a faca, não ele. Quando a pessoa tem uma faca indo para o pescoço, o cérebro se concentra na autodefesa - diz Mauro Nacif, advogado de defesa.
A acusação trouxe para a audiência uma posição polêmica. Ela pediu que a Justiça convocasse o centroavante Ronaldo, do Corinthians, como testemunha.
- Para mostrar que o Janken que aproximou, que apresentou, a vítima Ana Cláudia ao Ronaldo. Estava premeditando aquele crime. Ele estava montando todo um cenário de bonzinho e depois ceifou covardemente a vida da vítima - diz José Beraldo, assistente de acusação.
Os promotores também dispensaram a convocação do jogador.

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SÃO PAULO - A Justiça de São Paulo decidiu mandar o ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista a júri popular. Ele é acusado de matar a ex-mulher Ana Cláudia Melo e fugir com o filho do casal em março na zona sul de São Paulo.
A sentença foi emitida na madrugada desta sexta-feira, ao fim de uma audiência no Fórum Criminal da Barra Funda. Ao todo, 12 testemunhas foram ouvidas. Janken também foi ouvido, mas não respondeu a nenhuma pergunta da acusação. A defesa vai recorrer junto ao Tribunal de Justiça. O ex-jogador responde pelas acusações de homicídio, subtração de incapaz e furto,
A acusação quer que a mãe dele também seja processada como coautora do assassinato. Para a acusação, Dermivalda Ferraz, mãe de Janken, teria incentivado o ex-jogador a cometer o crime para que ficasse com o filho. Se condenado, Janken pode pegar até 24 anos de prisão.
Janken Ferraz saiu, na manhã desta quinta-feira, do Centro de Detenção Provisória da Vila Prudente, na zona leste da capital, para a primeira audiência do processo. Vinte e três testemunhas foram convocadas para a audiência no 1º Tribunal do Júri. O nome do goleiro do Santos, Fábio Costa, estava na lista. Mas o Ministério Público dispensou o depoimento do jogador, já que a vítima não tinha relacionamento com ele.
Durante a tarde, Janken acompanhou cada depoimento sobre o crime que ele já confessou. Em março, ele matou a ex-namorada com 21 facadas. Depois trocou de camisa, pegou o filho do casal e fugiu do prédio onde ocorreu o crime. Na porta do fórum, defesa e acusação ensaiaram um debate. O advogado de Janken se baseou na reconstituição, feita duas semanas atrás, para dizer que o ex-jogador agiu em legítima defesa, por desespero.
- Ela (Ana Cláudia) pegou a faca, não ele. Quando a pessoa tem uma faca indo para o pescoço, o cérebro se concentra na autodefesa - diz Mauro Nacif, advogado de defesa.
A acusação trouxe para a audiência uma posição polêmica. Ela pediu que a Justiça convocasse o centroavante Ronaldo, do Corinthians, como testemunha.
- Para mostrar que o Janken que aproximou, que apresentou, a vítima Ana Cláudia ao Ronaldo. Estava premeditando aquele crime. Ele estava montando todo um cenário de bonzinho e depois ceifou covardemente a vida da vítima - diz José Beraldo, assistente de acusação.
Os promotores também dispensaram a convocação do jogador.

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A acusação quer que a mãe dele também seja processada como coautora do assassinato. Para a acusação, Dermivalda Ferraz, mãe de Janken, teria incentivado o ex-jogador a cometer o crime para que ficasse com o filho. Se condenado, Janken pode pegar até 24 anos de prisão.
Janken Ferraz saiu, na manhã desta quinta-feira, do Centro de Detenção Provisória da Vila Prudente, na zona leste da capital, para a primeira audiência do processo. Vinte e três testemunhas foram convocadas para a audiência no 1º Tribunal do Júri. O nome do goleiro do Santos, Fábio Costa, estava na lista. Mas o Ministério Público dispensou o depoimento do jogador, já que a vítima não tinha relacionamento com ele.
Durante a tarde, Janken acompanhou cada depoimento sobre o crime que ele já confessou. Em março, ele matou a ex-namorada com 21 facadas. Depois trocou de camisa, pegou o filho do casal e fugiu do prédio onde ocorreu o crime. Na porta do fórum, defesa e acusação ensaiaram um debate. O advogado de Janken se baseou na reconstituição, feita duas semanas atrás, para dizer que o ex-jogador agiu em legítima defesa, por desespero.
- Ela (Ana Cláudia) pegou a faca, não ele. Quando a pessoa tem uma faca indo para o pescoço, o cérebro se concentra na autodefesa - diz Mauro Nacif, advogado de defesa.
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- Para mostrar que o Janken que aproximou, que apresentou, a vítima Ana Cláudia ao Ronaldo. Estava premeditando aquele crime. Ele estava montando todo um cenário de bonzinho e depois ceifou covardemente a vida da vítima - diz José Beraldo, assistente de acusação.
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colaboradores: carmen e maria celia

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