notícias atuais sobre saúde, violência,justiça,cidadania,educação, cultura,direitos humanos,ecologia, variedades,comportamento
21.5.09

Em Recife, crianças e jovens têm aulas até de língua estrangeira.
A Favela do Coque, no Recife, é uma das comunidades mais pobres e com um dos maiores índices de criminalidade da cidade. O lugar é como tantos outros no Brasil, mas as coisas lá começaram a mudar. É mais um exemplo de projetos que podem ajudar a Justiça brasileira. A reportagem é a última da série exibida pelo Jornal Nacional esta semana sobre as dificuldades da Justiça brasileira e iniciativas para melhorá-la.
Na favela, olhando em volta, parece que não há futuro para as crianças, mas uma iniciativa investe na prevenção à criminalidade através da música. “Música e matemática se confundem, então quando essas crianças chegaram, eles não sabiam nada de nada”, diz o maestro Cussy de Almeida, lembrando do começo do projeto.
A escola de música e orquestra vai completar três anos e foi ideia do juiz João José Targino. "Prevenir é mais importante do que reprimir, do que remediar”, diz o juiz.
A orquestra tem 130 participantes, entre meninos e meninas, cheios de sonhos e histórias, como a Genilza. “Eu não sei te explicar, mas eu gosto dele, ele é uma extensão do meu corpo”, diz Genilza.
No projeto, o ritmo é puxado. As crianças têm aula de música, reforço escolar em português e matemática, língua estrangeira e três refeições diárias, de segunda a sábado. Parece até regime de quartel. E é. A escola funciona dentro de uma unidade militar, que fica perto da favela do Coque. A escola é como uma segunda casa para as crianças.
João Pedro, que toca violino, já sabe até onde a música poderá levá-lo. “ Vou querer tirar minha mãe do Coque, colocar num bairro calmo, que não tenha muita violência, vou, assim, construir a minha vida, uma família 'pra' mim."
Em casa, João tem pouco espaço para ensaiar, mas é um aluno dedicado e o maior orgulho da mãe, dona Rosângela. “O que eu quero dele é que ele seja um homem de bem, não quero casa, só quero que meu filho seja feliz, a felicidade dele é o que importa", diz a mãe.
As crianças e jovens da orquestra se apresentaram no Teatro Municipal para receberem um prêmio. Foi mais um reconhecimento ao talento e ao esforço deles em busca de uma vida melhor.

Fonte: G1

Foto: Huh_11
link do postPor anjoseguerreiros, às 21:39  comentar


Em Recife, crianças e jovens têm aulas até de língua estrangeira.
A Favela do Coque, no Recife, é uma das comunidades mais pobres e com um dos maiores índices de criminalidade da cidade. O lugar é como tantos outros no Brasil, mas as coisas lá começaram a mudar. É mais um exemplo de projetos que podem ajudar a Justiça brasileira. A reportagem é a última da série exibida pelo Jornal Nacional esta semana sobre as dificuldades da Justiça brasileira e iniciativas para melhorá-la.
Na favela, olhando em volta, parece que não há futuro para as crianças, mas uma iniciativa investe na prevenção à criminalidade através da música. “Música e matemática se confundem, então quando essas crianças chegaram, eles não sabiam nada de nada”, diz o maestro Cussy de Almeida, lembrando do começo do projeto.
A escola de música e orquestra vai completar três anos e foi ideia do juiz João José Targino. "Prevenir é mais importante do que reprimir, do que remediar”, diz o juiz.
A orquestra tem 130 participantes, entre meninos e meninas, cheios de sonhos e histórias, como a Genilza. “Eu não sei te explicar, mas eu gosto dele, ele é uma extensão do meu corpo”, diz Genilza.
No projeto, o ritmo é puxado. As crianças têm aula de música, reforço escolar em português e matemática, língua estrangeira e três refeições diárias, de segunda a sábado. Parece até regime de quartel. E é. A escola funciona dentro de uma unidade militar, que fica perto da favela do Coque. A escola é como uma segunda casa para as crianças.
João Pedro, que toca violino, já sabe até onde a música poderá levá-lo. “ Vou querer tirar minha mãe do Coque, colocar num bairro calmo, que não tenha muita violência, vou, assim, construir a minha vida, uma família 'pra' mim."
Em casa, João tem pouco espaço para ensaiar, mas é um aluno dedicado e o maior orgulho da mãe, dona Rosângela. “O que eu quero dele é que ele seja um homem de bem, não quero casa, só quero que meu filho seja feliz, a felicidade dele é o que importa", diz a mãe.
As crianças e jovens da orquestra se apresentaram no Teatro Municipal para receberem um prêmio. Foi mais um reconhecimento ao talento e ao esforço deles em busca de uma vida melhor.

Fonte: G1

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Em Recife, crianças e jovens têm aulas até de língua estrangeira.
A Favela do Coque, no Recife, é uma das comunidades mais pobres e com um dos maiores índices de criminalidade da cidade. O lugar é como tantos outros no Brasil, mas as coisas lá começaram a mudar. É mais um exemplo de projetos que podem ajudar a Justiça brasileira. A reportagem é a última da série exibida pelo Jornal Nacional esta semana sobre as dificuldades da Justiça brasileira e iniciativas para melhorá-la.
Na favela, olhando em volta, parece que não há futuro para as crianças, mas uma iniciativa investe na prevenção à criminalidade através da música. “Música e matemática se confundem, então quando essas crianças chegaram, eles não sabiam nada de nada”, diz o maestro Cussy de Almeida, lembrando do começo do projeto.
A escola de música e orquestra vai completar três anos e foi ideia do juiz João José Targino. "Prevenir é mais importante do que reprimir, do que remediar”, diz o juiz.
A orquestra tem 130 participantes, entre meninos e meninas, cheios de sonhos e histórias, como a Genilza. “Eu não sei te explicar, mas eu gosto dele, ele é uma extensão do meu corpo”, diz Genilza.
No projeto, o ritmo é puxado. As crianças têm aula de música, reforço escolar em português e matemática, língua estrangeira e três refeições diárias, de segunda a sábado. Parece até regime de quartel. E é. A escola funciona dentro de uma unidade militar, que fica perto da favela do Coque. A escola é como uma segunda casa para as crianças.
João Pedro, que toca violino, já sabe até onde a música poderá levá-lo. “ Vou querer tirar minha mãe do Coque, colocar num bairro calmo, que não tenha muita violência, vou, assim, construir a minha vida, uma família 'pra' mim."
Em casa, João tem pouco espaço para ensaiar, mas é um aluno dedicado e o maior orgulho da mãe, dona Rosângela. “O que eu quero dele é que ele seja um homem de bem, não quero casa, só quero que meu filho seja feliz, a felicidade dele é o que importa", diz a mãe.
As crianças e jovens da orquestra se apresentaram no Teatro Municipal para receberem um prêmio. Foi mais um reconhecimento ao talento e ao esforço deles em busca de uma vida melhor.

Fonte: G1

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Em Recife, crianças e jovens têm aulas até de língua estrangeira.
A Favela do Coque, no Recife, é uma das comunidades mais pobres e com um dos maiores índices de criminalidade da cidade. O lugar é como tantos outros no Brasil, mas as coisas lá começaram a mudar. É mais um exemplo de projetos que podem ajudar a Justiça brasileira. A reportagem é a última da série exibida pelo Jornal Nacional esta semana sobre as dificuldades da Justiça brasileira e iniciativas para melhorá-la.
Na favela, olhando em volta, parece que não há futuro para as crianças, mas uma iniciativa investe na prevenção à criminalidade através da música. “Música e matemática se confundem, então quando essas crianças chegaram, eles não sabiam nada de nada”, diz o maestro Cussy de Almeida, lembrando do começo do projeto.
A escola de música e orquestra vai completar três anos e foi ideia do juiz João José Targino. "Prevenir é mais importante do que reprimir, do que remediar”, diz o juiz.
A orquestra tem 130 participantes, entre meninos e meninas, cheios de sonhos e histórias, como a Genilza. “Eu não sei te explicar, mas eu gosto dele, ele é uma extensão do meu corpo”, diz Genilza.
No projeto, o ritmo é puxado. As crianças têm aula de música, reforço escolar em português e matemática, língua estrangeira e três refeições diárias, de segunda a sábado. Parece até regime de quartel. E é. A escola funciona dentro de uma unidade militar, que fica perto da favela do Coque. A escola é como uma segunda casa para as crianças.
João Pedro, que toca violino, já sabe até onde a música poderá levá-lo. “ Vou querer tirar minha mãe do Coque, colocar num bairro calmo, que não tenha muita violência, vou, assim, construir a minha vida, uma família 'pra' mim."
Em casa, João tem pouco espaço para ensaiar, mas é um aluno dedicado e o maior orgulho da mãe, dona Rosângela. “O que eu quero dele é que ele seja um homem de bem, não quero casa, só quero que meu filho seja feliz, a felicidade dele é o que importa", diz a mãe.
As crianças e jovens da orquestra se apresentaram no Teatro Municipal para receberem um prêmio. Foi mais um reconhecimento ao talento e ao esforço deles em busca de uma vida melhor.

Fonte: G1

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BRASÍLIA - O senador Magno Malta (PR-ES) informou, na noite desta quarta-feira (20), que as administradoras de cartões de crédito deverão instituir um sistema de controle para vedar a utilização desse meio de pagamento na compra de material de pedofilia. Na próxima terça-feira (20), um grupo de estudos formado por representantes das empresas e da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia começará a discutir o assunto, segundo o parlamentar.
Magno Malta, presidente da CPI, informou que a decisão das administradoras foi anunciada em reunião realizada com ele na tarde desta quarta. Entusiasmado com o que considera mais uma vitória da comissão, o senador pediu a palavra por volta das 22h e, como último orador, pediu apoio para ampliação da luta contra o abuso sexual de crianças e adolescentes.
- A campanha Todos contra a Pedofilia tem crescido muito, mas precisamos ir mais além para acabar com esse crime hediondo - disse dirigindo-se ao senador Lobão Filho (PMDB-MA), a quem recomendou que lidere o movimento no seu estado.
Magno Malta exibiu durante seu discurso uma pasta com recortes de notícias sobre a CPI publicadas em jornais do mundo inteiro, inclusive no prestigiado New York Times. Essa atenção decorreria do reconhecimento de um trabalho único e que tem se mostrado bem-sucedido contra um mal que assola o planeta - agora com a ajuda da internet.
Entre os recortes, havia matérias noticiando a operação realizada na segunda-feira (18) pela Polícia Federal, em conjunto com a CPI, durante a qual foram investigados 92 álbuns hospedados na rede mundial de computadores. A partir dessa investigação foram realizadas dez prisões de suspeitos de pedofilia no Brasil.
O senador fez também diversos elogios a instituições e pessoas que estão cooperando com a campanha ou simplesmente com a luta contra a pedofilia, entre as quais os times do Cruzeiro e do Flamengo e a ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Laurita Vaz. Magno Malta voltou a criticar o apoio que o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, teria dado à legalização das drogas, e cobrou do presidente Luiz Inácio Lula da Silva um esclarecimento sobre se o ministro fala em nome do governo em relação a esse tema.

Fonte:DCI Comércio
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BRASÍLIA - O senador Magno Malta (PR-ES) informou, na noite desta quarta-feira (20), que as administradoras de cartões de crédito deverão instituir um sistema de controle para vedar a utilização desse meio de pagamento na compra de material de pedofilia. Na próxima terça-feira (20), um grupo de estudos formado por representantes das empresas e da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia começará a discutir o assunto, segundo o parlamentar.
Magno Malta, presidente da CPI, informou que a decisão das administradoras foi anunciada em reunião realizada com ele na tarde desta quarta. Entusiasmado com o que considera mais uma vitória da comissão, o senador pediu a palavra por volta das 22h e, como último orador, pediu apoio para ampliação da luta contra o abuso sexual de crianças e adolescentes.
- A campanha Todos contra a Pedofilia tem crescido muito, mas precisamos ir mais além para acabar com esse crime hediondo - disse dirigindo-se ao senador Lobão Filho (PMDB-MA), a quem recomendou que lidere o movimento no seu estado.
Magno Malta exibiu durante seu discurso uma pasta com recortes de notícias sobre a CPI publicadas em jornais do mundo inteiro, inclusive no prestigiado New York Times. Essa atenção decorreria do reconhecimento de um trabalho único e que tem se mostrado bem-sucedido contra um mal que assola o planeta - agora com a ajuda da internet.
Entre os recortes, havia matérias noticiando a operação realizada na segunda-feira (18) pela Polícia Federal, em conjunto com a CPI, durante a qual foram investigados 92 álbuns hospedados na rede mundial de computadores. A partir dessa investigação foram realizadas dez prisões de suspeitos de pedofilia no Brasil.
O senador fez também diversos elogios a instituições e pessoas que estão cooperando com a campanha ou simplesmente com a luta contra a pedofilia, entre as quais os times do Cruzeiro e do Flamengo e a ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Laurita Vaz. Magno Malta voltou a criticar o apoio que o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, teria dado à legalização das drogas, e cobrou do presidente Luiz Inácio Lula da Silva um esclarecimento sobre se o ministro fala em nome do governo em relação a esse tema.

Fonte:DCI Comércio
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BRASÍLIA - O senador Magno Malta (PR-ES) informou, na noite desta quarta-feira (20), que as administradoras de cartões de crédito deverão instituir um sistema de controle para vedar a utilização desse meio de pagamento na compra de material de pedofilia. Na próxima terça-feira (20), um grupo de estudos formado por representantes das empresas e da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia começará a discutir o assunto, segundo o parlamentar.
Magno Malta, presidente da CPI, informou que a decisão das administradoras foi anunciada em reunião realizada com ele na tarde desta quarta. Entusiasmado com o que considera mais uma vitória da comissão, o senador pediu a palavra por volta das 22h e, como último orador, pediu apoio para ampliação da luta contra o abuso sexual de crianças e adolescentes.
- A campanha Todos contra a Pedofilia tem crescido muito, mas precisamos ir mais além para acabar com esse crime hediondo - disse dirigindo-se ao senador Lobão Filho (PMDB-MA), a quem recomendou que lidere o movimento no seu estado.
Magno Malta exibiu durante seu discurso uma pasta com recortes de notícias sobre a CPI publicadas em jornais do mundo inteiro, inclusive no prestigiado New York Times. Essa atenção decorreria do reconhecimento de um trabalho único e que tem se mostrado bem-sucedido contra um mal que assola o planeta - agora com a ajuda da internet.
Entre os recortes, havia matérias noticiando a operação realizada na segunda-feira (18) pela Polícia Federal, em conjunto com a CPI, durante a qual foram investigados 92 álbuns hospedados na rede mundial de computadores. A partir dessa investigação foram realizadas dez prisões de suspeitos de pedofilia no Brasil.
O senador fez também diversos elogios a instituições e pessoas que estão cooperando com a campanha ou simplesmente com a luta contra a pedofilia, entre as quais os times do Cruzeiro e do Flamengo e a ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Laurita Vaz. Magno Malta voltou a criticar o apoio que o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, teria dado à legalização das drogas, e cobrou do presidente Luiz Inácio Lula da Silva um esclarecimento sobre se o ministro fala em nome do governo em relação a esse tema.

Fonte:DCI Comércio
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BRASÍLIA - O senador Magno Malta (PR-ES) informou, na noite desta quarta-feira (20), que as administradoras de cartões de crédito deverão instituir um sistema de controle para vedar a utilização desse meio de pagamento na compra de material de pedofilia. Na próxima terça-feira (20), um grupo de estudos formado por representantes das empresas e da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia começará a discutir o assunto, segundo o parlamentar.
Magno Malta, presidente da CPI, informou que a decisão das administradoras foi anunciada em reunião realizada com ele na tarde desta quarta. Entusiasmado com o que considera mais uma vitória da comissão, o senador pediu a palavra por volta das 22h e, como último orador, pediu apoio para ampliação da luta contra o abuso sexual de crianças e adolescentes.
- A campanha Todos contra a Pedofilia tem crescido muito, mas precisamos ir mais além para acabar com esse crime hediondo - disse dirigindo-se ao senador Lobão Filho (PMDB-MA), a quem recomendou que lidere o movimento no seu estado.
Magno Malta exibiu durante seu discurso uma pasta com recortes de notícias sobre a CPI publicadas em jornais do mundo inteiro, inclusive no prestigiado New York Times. Essa atenção decorreria do reconhecimento de um trabalho único e que tem se mostrado bem-sucedido contra um mal que assola o planeta - agora com a ajuda da internet.
Entre os recortes, havia matérias noticiando a operação realizada na segunda-feira (18) pela Polícia Federal, em conjunto com a CPI, durante a qual foram investigados 92 álbuns hospedados na rede mundial de computadores. A partir dessa investigação foram realizadas dez prisões de suspeitos de pedofilia no Brasil.
O senador fez também diversos elogios a instituições e pessoas que estão cooperando com a campanha ou simplesmente com a luta contra a pedofilia, entre as quais os times do Cruzeiro e do Flamengo e a ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Laurita Vaz. Magno Malta voltou a criticar o apoio que o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, teria dado à legalização das drogas, e cobrou do presidente Luiz Inácio Lula da Silva um esclarecimento sobre se o ministro fala em nome do governo em relação a esse tema.

Fonte:DCI Comércio
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SÃO PAULO - A Justiça começa a decidir se o ex-jogador de futebol Janken Ferraz, acusado de matar a ex-namorada Ana Cláudia de Melo, vai a júri popular. A acusação quer que a mãe dele também seja processada como coautora do assassinato e pediu a convocação do atacante Ronaldo, do Corinthians, como testemunha de acusação. Para a acusação, Dermivalda Ferraz, mãe de Janken, teria incentivado o ex-jogador a cometer o crime para que ficasse com o filho.
Janken Ferraz saiu, na manhã desta quinta-feira, do Centro de Detenção Provisória da Vila Prudente, na zona leste da capital, para a primeira audiência do processo. Vinte e três testemunhas foram convocadas para a audiência no 1º Tribunal do Júri. O nome do goleiro do Santos, Fábio Costa, estava na lista. Mas ele será ouvido no dia 1º de junho em Santos, cidade onde mora.
Durante a tarde, Janken acompanhou cada depoimento sobre o crime que ele já confessou. Em março, ele matou a ex-namorada com 21 facadas. Depois trocou de camisa, pegou o filho do casal e fugiu do prédio onde ocorreu o crime. Na porta do fórum, defesa e acusação ensaiaram um debate. O advogado de Janken se baseou na reconstituição, feita duas semanas atrás, para dizer que o ex-jogador agiu em legítima defesa, por desespero.
- Ela (Ana Cláudia) pegou a faca, não ele. Quando a pessoa tem uma faca indo para o pescoço, o cérebro se concentra na autodefesa - diz Mauro Nacif, advogado de defesa.
A acusação trouxe para a audiência uma posição polêmica. Ela quer que a Justiça convoque o centroavante Ronaldo, do Corinthians, como testemunha.
- Para mostrar que o Janken que aproximou, que apresentou, a vítima Ana Cláudia ao Ronaldo. Estava premeditando aquele crime. Ele estava montando todo um cenário de bonzinho e depois ceifou covardemente a vida da vítima - diz José Beraldo, assistente de acusação.
A convocação de Ronaldo ainda precisa ser aceita pela juíza, que até o início da noite desta quinta-feira, ouvia as testemunhas de defesa do caso.


O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 21:15  comentar

SÃO PAULO - A Justiça começa a decidir se o ex-jogador de futebol Janken Ferraz, acusado de matar a ex-namorada Ana Cláudia de Melo, vai a júri popular. A acusação quer que a mãe dele também seja processada como coautora do assassinato e pediu a convocação do atacante Ronaldo, do Corinthians, como testemunha de acusação. Para a acusação, Dermivalda Ferraz, mãe de Janken, teria incentivado o ex-jogador a cometer o crime para que ficasse com o filho.
Janken Ferraz saiu, na manhã desta quinta-feira, do Centro de Detenção Provisória da Vila Prudente, na zona leste da capital, para a primeira audiência do processo. Vinte e três testemunhas foram convocadas para a audiência no 1º Tribunal do Júri. O nome do goleiro do Santos, Fábio Costa, estava na lista. Mas ele será ouvido no dia 1º de junho em Santos, cidade onde mora.
Durante a tarde, Janken acompanhou cada depoimento sobre o crime que ele já confessou. Em março, ele matou a ex-namorada com 21 facadas. Depois trocou de camisa, pegou o filho do casal e fugiu do prédio onde ocorreu o crime. Na porta do fórum, defesa e acusação ensaiaram um debate. O advogado de Janken se baseou na reconstituição, feita duas semanas atrás, para dizer que o ex-jogador agiu em legítima defesa, por desespero.
- Ela (Ana Cláudia) pegou a faca, não ele. Quando a pessoa tem uma faca indo para o pescoço, o cérebro se concentra na autodefesa - diz Mauro Nacif, advogado de defesa.
A acusação trouxe para a audiência uma posição polêmica. Ela quer que a Justiça convoque o centroavante Ronaldo, do Corinthians, como testemunha.
- Para mostrar que o Janken que aproximou, que apresentou, a vítima Ana Cláudia ao Ronaldo. Estava premeditando aquele crime. Ele estava montando todo um cenário de bonzinho e depois ceifou covardemente a vida da vítima - diz José Beraldo, assistente de acusação.
A convocação de Ronaldo ainda precisa ser aceita pela juíza, que até o início da noite desta quinta-feira, ouvia as testemunhas de defesa do caso.


O Globo On Line
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SÃO PAULO - A Justiça começa a decidir se o ex-jogador de futebol Janken Ferraz, acusado de matar a ex-namorada Ana Cláudia de Melo, vai a júri popular. A acusação quer que a mãe dele também seja processada como coautora do assassinato e pediu a convocação do atacante Ronaldo, do Corinthians, como testemunha de acusação. Para a acusação, Dermivalda Ferraz, mãe de Janken, teria incentivado o ex-jogador a cometer o crime para que ficasse com o filho.
Janken Ferraz saiu, na manhã desta quinta-feira, do Centro de Detenção Provisória da Vila Prudente, na zona leste da capital, para a primeira audiência do processo. Vinte e três testemunhas foram convocadas para a audiência no 1º Tribunal do Júri. O nome do goleiro do Santos, Fábio Costa, estava na lista. Mas ele será ouvido no dia 1º de junho em Santos, cidade onde mora.
Durante a tarde, Janken acompanhou cada depoimento sobre o crime que ele já confessou. Em março, ele matou a ex-namorada com 21 facadas. Depois trocou de camisa, pegou o filho do casal e fugiu do prédio onde ocorreu o crime. Na porta do fórum, defesa e acusação ensaiaram um debate. O advogado de Janken se baseou na reconstituição, feita duas semanas atrás, para dizer que o ex-jogador agiu em legítima defesa, por desespero.
- Ela (Ana Cláudia) pegou a faca, não ele. Quando a pessoa tem uma faca indo para o pescoço, o cérebro se concentra na autodefesa - diz Mauro Nacif, advogado de defesa.
A acusação trouxe para a audiência uma posição polêmica. Ela quer que a Justiça convoque o centroavante Ronaldo, do Corinthians, como testemunha.
- Para mostrar que o Janken que aproximou, que apresentou, a vítima Ana Cláudia ao Ronaldo. Estava premeditando aquele crime. Ele estava montando todo um cenário de bonzinho e depois ceifou covardemente a vida da vítima - diz José Beraldo, assistente de acusação.
A convocação de Ronaldo ainda precisa ser aceita pela juíza, que até o início da noite desta quinta-feira, ouvia as testemunhas de defesa do caso.


O Globo On Line
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SÃO PAULO - A Justiça começa a decidir se o ex-jogador de futebol Janken Ferraz, acusado de matar a ex-namorada Ana Cláudia de Melo, vai a júri popular. A acusação quer que a mãe dele também seja processada como coautora do assassinato e pediu a convocação do atacante Ronaldo, do Corinthians, como testemunha de acusação. Para a acusação, Dermivalda Ferraz, mãe de Janken, teria incentivado o ex-jogador a cometer o crime para que ficasse com o filho.
Janken Ferraz saiu, na manhã desta quinta-feira, do Centro de Detenção Provisória da Vila Prudente, na zona leste da capital, para a primeira audiência do processo. Vinte e três testemunhas foram convocadas para a audiência no 1º Tribunal do Júri. O nome do goleiro do Santos, Fábio Costa, estava na lista. Mas ele será ouvido no dia 1º de junho em Santos, cidade onde mora.
Durante a tarde, Janken acompanhou cada depoimento sobre o crime que ele já confessou. Em março, ele matou a ex-namorada com 21 facadas. Depois trocou de camisa, pegou o filho do casal e fugiu do prédio onde ocorreu o crime. Na porta do fórum, defesa e acusação ensaiaram um debate. O advogado de Janken se baseou na reconstituição, feita duas semanas atrás, para dizer que o ex-jogador agiu em legítima defesa, por desespero.
- Ela (Ana Cláudia) pegou a faca, não ele. Quando a pessoa tem uma faca indo para o pescoço, o cérebro se concentra na autodefesa - diz Mauro Nacif, advogado de defesa.
A acusação trouxe para a audiência uma posição polêmica. Ela quer que a Justiça convoque o centroavante Ronaldo, do Corinthians, como testemunha.
- Para mostrar que o Janken que aproximou, que apresentou, a vítima Ana Cláudia ao Ronaldo. Estava premeditando aquele crime. Ele estava montando todo um cenário de bonzinho e depois ceifou covardemente a vida da vítima - diz José Beraldo, assistente de acusação.
A convocação de Ronaldo ainda precisa ser aceita pela juíza, que até o início da noite desta quinta-feira, ouvia as testemunhas de defesa do caso.


O Globo On Line
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A menina Maisa, famosa por suas tiradas inteligentes nos programas do SBT, virou notícia depois de aparecer chorando duas vezes no programa de Silvio Santos. A primeira "crise" aconteceu no dia 10 de maio, quando a garotinha foi aos prantos por medo de um garoto que estava vestido de monstro e iria se apresentar no programa. Maisa chegou a pedir que Silvio Santos não permitisse a entrada do garoto, mas ao ter seu pedido recusado, saiu correndo e gritando.
O segundo choro de Maisa aconteceu uma semana depois, no dia 17 de maio, quando no início do quadro Pergunte para Maisa, Silvio Santos disse que a menina era medrosa e que tinha chorado no programa anterior. Com vergonha, Maisa caiu no choro novamente e, ao sair correndo em direção ao camarim, bateu a cabeça em uma das câmeras do estúdio e começou a chorar mais ainda, desta vez por conta da dor.
Tudo isso acabou levantando uma polêmica e tanto. Nesta semana, o SBT recebeu uma advertência do Ministério da Justiça por expor Maisa Silva a situações "constrangedoras ou degradantes" durante o Programa Silvio Santos. Segundo o comunicado oficial do órgão, trata-se de uma medida preventiva que pode levar à reclassificação do programa de livre para 12 anos.
Agora, além de sua esperteza, Maisa virou assunto de justiça e debate entre os educadores e psicólogos. Seria saudável expor uma criança desta forma? Que tipo de danos esse estilo de vida poderia acarretar na formação dela?
Segundo Vera Zimmerman, psicóloga coordenadora do Centro de Referência da Infância e Adolescência da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Maisa teria demonstrado grande saúde mental durante os incidentes. "Ela reconheceu seus próprios limites, chamou o Silvio Santos e disse que não queria ver o menino vestido de monstro, mas o apresentador, como adulto, quis testar a garota e ela acabou mostrando sua fobia, como qualquer criança normal", aponta Vera. O importante agora, segundo a psicóloga, seria conduzir Maisa a não pensar que ela "falhou", isso sim poderia gerar um trauma na menina.
Ainda segundo a psicóloga, quando bem assistidas, os riscos das "crianças celebridades" apresentarem desajustes mais tarde diminuem bastante. "Veja o casos dos irmãos Sandy e Júnior. Eles parecem bem equilibrados. O problema é que nem sempre as crianças famosas continuam no círculo da fama depois de crescidas. Quando isso acontece, aí sim a vida pode se tornar insuportável para elas", diz Zimmerman.

Redação Terra
Por Sofia Krause
link do postPor anjoseguerreiros, às 21:13  comentar


A menina Maisa, famosa por suas tiradas inteligentes nos programas do SBT, virou notícia depois de aparecer chorando duas vezes no programa de Silvio Santos. A primeira "crise" aconteceu no dia 10 de maio, quando a garotinha foi aos prantos por medo de um garoto que estava vestido de monstro e iria se apresentar no programa. Maisa chegou a pedir que Silvio Santos não permitisse a entrada do garoto, mas ao ter seu pedido recusado, saiu correndo e gritando.
O segundo choro de Maisa aconteceu uma semana depois, no dia 17 de maio, quando no início do quadro Pergunte para Maisa, Silvio Santos disse que a menina era medrosa e que tinha chorado no programa anterior. Com vergonha, Maisa caiu no choro novamente e, ao sair correndo em direção ao camarim, bateu a cabeça em uma das câmeras do estúdio e começou a chorar mais ainda, desta vez por conta da dor.
Tudo isso acabou levantando uma polêmica e tanto. Nesta semana, o SBT recebeu uma advertência do Ministério da Justiça por expor Maisa Silva a situações "constrangedoras ou degradantes" durante o Programa Silvio Santos. Segundo o comunicado oficial do órgão, trata-se de uma medida preventiva que pode levar à reclassificação do programa de livre para 12 anos.
Agora, além de sua esperteza, Maisa virou assunto de justiça e debate entre os educadores e psicólogos. Seria saudável expor uma criança desta forma? Que tipo de danos esse estilo de vida poderia acarretar na formação dela?
Segundo Vera Zimmerman, psicóloga coordenadora do Centro de Referência da Infância e Adolescência da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Maisa teria demonstrado grande saúde mental durante os incidentes. "Ela reconheceu seus próprios limites, chamou o Silvio Santos e disse que não queria ver o menino vestido de monstro, mas o apresentador, como adulto, quis testar a garota e ela acabou mostrando sua fobia, como qualquer criança normal", aponta Vera. O importante agora, segundo a psicóloga, seria conduzir Maisa a não pensar que ela "falhou", isso sim poderia gerar um trauma na menina.
Ainda segundo a psicóloga, quando bem assistidas, os riscos das "crianças celebridades" apresentarem desajustes mais tarde diminuem bastante. "Veja o casos dos irmãos Sandy e Júnior. Eles parecem bem equilibrados. O problema é que nem sempre as crianças famosas continuam no círculo da fama depois de crescidas. Quando isso acontece, aí sim a vida pode se tornar insuportável para elas", diz Zimmerman.

Redação Terra
Por Sofia Krause
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A menina Maisa, famosa por suas tiradas inteligentes nos programas do SBT, virou notícia depois de aparecer chorando duas vezes no programa de Silvio Santos. A primeira "crise" aconteceu no dia 10 de maio, quando a garotinha foi aos prantos por medo de um garoto que estava vestido de monstro e iria se apresentar no programa. Maisa chegou a pedir que Silvio Santos não permitisse a entrada do garoto, mas ao ter seu pedido recusado, saiu correndo e gritando.
O segundo choro de Maisa aconteceu uma semana depois, no dia 17 de maio, quando no início do quadro Pergunte para Maisa, Silvio Santos disse que a menina era medrosa e que tinha chorado no programa anterior. Com vergonha, Maisa caiu no choro novamente e, ao sair correndo em direção ao camarim, bateu a cabeça em uma das câmeras do estúdio e começou a chorar mais ainda, desta vez por conta da dor.
Tudo isso acabou levantando uma polêmica e tanto. Nesta semana, o SBT recebeu uma advertência do Ministério da Justiça por expor Maisa Silva a situações "constrangedoras ou degradantes" durante o Programa Silvio Santos. Segundo o comunicado oficial do órgão, trata-se de uma medida preventiva que pode levar à reclassificação do programa de livre para 12 anos.
Agora, além de sua esperteza, Maisa virou assunto de justiça e debate entre os educadores e psicólogos. Seria saudável expor uma criança desta forma? Que tipo de danos esse estilo de vida poderia acarretar na formação dela?
Segundo Vera Zimmerman, psicóloga coordenadora do Centro de Referência da Infância e Adolescência da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Maisa teria demonstrado grande saúde mental durante os incidentes. "Ela reconheceu seus próprios limites, chamou o Silvio Santos e disse que não queria ver o menino vestido de monstro, mas o apresentador, como adulto, quis testar a garota e ela acabou mostrando sua fobia, como qualquer criança normal", aponta Vera. O importante agora, segundo a psicóloga, seria conduzir Maisa a não pensar que ela "falhou", isso sim poderia gerar um trauma na menina.
Ainda segundo a psicóloga, quando bem assistidas, os riscos das "crianças celebridades" apresentarem desajustes mais tarde diminuem bastante. "Veja o casos dos irmãos Sandy e Júnior. Eles parecem bem equilibrados. O problema é que nem sempre as crianças famosas continuam no círculo da fama depois de crescidas. Quando isso acontece, aí sim a vida pode se tornar insuportável para elas", diz Zimmerman.

Redação Terra
Por Sofia Krause
link do postPor anjoseguerreiros, às 21:13  comentar


A menina Maisa, famosa por suas tiradas inteligentes nos programas do SBT, virou notícia depois de aparecer chorando duas vezes no programa de Silvio Santos. A primeira "crise" aconteceu no dia 10 de maio, quando a garotinha foi aos prantos por medo de um garoto que estava vestido de monstro e iria se apresentar no programa. Maisa chegou a pedir que Silvio Santos não permitisse a entrada do garoto, mas ao ter seu pedido recusado, saiu correndo e gritando.
O segundo choro de Maisa aconteceu uma semana depois, no dia 17 de maio, quando no início do quadro Pergunte para Maisa, Silvio Santos disse que a menina era medrosa e que tinha chorado no programa anterior. Com vergonha, Maisa caiu no choro novamente e, ao sair correndo em direção ao camarim, bateu a cabeça em uma das câmeras do estúdio e começou a chorar mais ainda, desta vez por conta da dor.
Tudo isso acabou levantando uma polêmica e tanto. Nesta semana, o SBT recebeu uma advertência do Ministério da Justiça por expor Maisa Silva a situações "constrangedoras ou degradantes" durante o Programa Silvio Santos. Segundo o comunicado oficial do órgão, trata-se de uma medida preventiva que pode levar à reclassificação do programa de livre para 12 anos.
Agora, além de sua esperteza, Maisa virou assunto de justiça e debate entre os educadores e psicólogos. Seria saudável expor uma criança desta forma? Que tipo de danos esse estilo de vida poderia acarretar na formação dela?
Segundo Vera Zimmerman, psicóloga coordenadora do Centro de Referência da Infância e Adolescência da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Maisa teria demonstrado grande saúde mental durante os incidentes. "Ela reconheceu seus próprios limites, chamou o Silvio Santos e disse que não queria ver o menino vestido de monstro, mas o apresentador, como adulto, quis testar a garota e ela acabou mostrando sua fobia, como qualquer criança normal", aponta Vera. O importante agora, segundo a psicóloga, seria conduzir Maisa a não pensar que ela "falhou", isso sim poderia gerar um trauma na menina.
Ainda segundo a psicóloga, quando bem assistidas, os riscos das "crianças celebridades" apresentarem desajustes mais tarde diminuem bastante. "Veja o casos dos irmãos Sandy e Júnior. Eles parecem bem equilibrados. O problema é que nem sempre as crianças famosas continuam no círculo da fama depois de crescidas. Quando isso acontece, aí sim a vida pode se tornar insuportável para elas", diz Zimmerman.

Redação Terra
Por Sofia Krause
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Polícia busca menino com câncer que fugiu acompanhado da mãe para não se submeter a um tratamento de quimioterapia
Em um drama que contrapõe a medicina e a Justiça, de um lado, à religião, do outro, a polícia buscava ontem, nos EUA, um menino que fugiu junto com a mãe para não se submeter a uma quimioterapia.
Daniel Hauser, 13 anos, de Sleepy Eye, no Estado de Minnesota, sofre da doença de Hodgkin (ou linfoma de Hodgkin), um tipo de câncer nos gânglios do sistema linfático. Os médicos do garoto, que diagnosticaram a enfermidade em janeiro, dizem que, sem tratamento, ele provavelmente morrerá em até cinco anos. Sessões de quimioterapia e radioterapia aumentariam as chances de sobrevivência em 80% a 95%. A família, no entanto, pertence a um grupo religioso que só aceita métodos terapêuticos “naturais”, como vitaminas e ervas. A mãe, Colleen, disse no último dia 8, em uma audiência na Justiça, que os Hauser consideram a quimioterapia um potencial “veneno fatal” e que esse tipo de tratamento viola suas crenças religiosas.
Pai afirma desconhecer o paradeiro da mulher e do filho
O menino chegou a fazer apenas uma sessão de quimioterapia, que destruiu parte do câncer, e não apareceu para a segunda, em fevereiro. Exames mostraram que, agora, o tumor voltou a crescer para seu tamanho original. Um relatório médico registrou um “agravamento significativo” da doença na semana passada.
Na última terça-feira, como mãe e filho faltaram a uma audiência, o juiz John Rodenberg emitiu uma ordem de prisão para Colleen. Ao mesmo tempo, determinou que Daniel seja abrigado temporariamente por uma família adotiva e que seja examinado por um oncologista o mais cedo possível.
O pai do menino, Anthony Hauser, contou ter falado com a mulher pela última vez na segunda-feira, quando estava ordenhando as vacas na fazenda da família. Conforme o americano, Colleen lhe disse simplesmente que ia embora e que ele não precisava saber de mais nada.

Fonte: Zero Hora
link do postPor anjoseguerreiros, às 20:54  comentar


Polícia busca menino com câncer que fugiu acompanhado da mãe para não se submeter a um tratamento de quimioterapia
Em um drama que contrapõe a medicina e a Justiça, de um lado, à religião, do outro, a polícia buscava ontem, nos EUA, um menino que fugiu junto com a mãe para não se submeter a uma quimioterapia.
Daniel Hauser, 13 anos, de Sleepy Eye, no Estado de Minnesota, sofre da doença de Hodgkin (ou linfoma de Hodgkin), um tipo de câncer nos gânglios do sistema linfático. Os médicos do garoto, que diagnosticaram a enfermidade em janeiro, dizem que, sem tratamento, ele provavelmente morrerá em até cinco anos. Sessões de quimioterapia e radioterapia aumentariam as chances de sobrevivência em 80% a 95%. A família, no entanto, pertence a um grupo religioso que só aceita métodos terapêuticos “naturais”, como vitaminas e ervas. A mãe, Colleen, disse no último dia 8, em uma audiência na Justiça, que os Hauser consideram a quimioterapia um potencial “veneno fatal” e que esse tipo de tratamento viola suas crenças religiosas.
Pai afirma desconhecer o paradeiro da mulher e do filho
O menino chegou a fazer apenas uma sessão de quimioterapia, que destruiu parte do câncer, e não apareceu para a segunda, em fevereiro. Exames mostraram que, agora, o tumor voltou a crescer para seu tamanho original. Um relatório médico registrou um “agravamento significativo” da doença na semana passada.
Na última terça-feira, como mãe e filho faltaram a uma audiência, o juiz John Rodenberg emitiu uma ordem de prisão para Colleen. Ao mesmo tempo, determinou que Daniel seja abrigado temporariamente por uma família adotiva e que seja examinado por um oncologista o mais cedo possível.
O pai do menino, Anthony Hauser, contou ter falado com a mulher pela última vez na segunda-feira, quando estava ordenhando as vacas na fazenda da família. Conforme o americano, Colleen lhe disse simplesmente que ia embora e que ele não precisava saber de mais nada.

Fonte: Zero Hora
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Polícia busca menino com câncer que fugiu acompanhado da mãe para não se submeter a um tratamento de quimioterapia
Em um drama que contrapõe a medicina e a Justiça, de um lado, à religião, do outro, a polícia buscava ontem, nos EUA, um menino que fugiu junto com a mãe para não se submeter a uma quimioterapia.
Daniel Hauser, 13 anos, de Sleepy Eye, no Estado de Minnesota, sofre da doença de Hodgkin (ou linfoma de Hodgkin), um tipo de câncer nos gânglios do sistema linfático. Os médicos do garoto, que diagnosticaram a enfermidade em janeiro, dizem que, sem tratamento, ele provavelmente morrerá em até cinco anos. Sessões de quimioterapia e radioterapia aumentariam as chances de sobrevivência em 80% a 95%. A família, no entanto, pertence a um grupo religioso que só aceita métodos terapêuticos “naturais”, como vitaminas e ervas. A mãe, Colleen, disse no último dia 8, em uma audiência na Justiça, que os Hauser consideram a quimioterapia um potencial “veneno fatal” e que esse tipo de tratamento viola suas crenças religiosas.
Pai afirma desconhecer o paradeiro da mulher e do filho
O menino chegou a fazer apenas uma sessão de quimioterapia, que destruiu parte do câncer, e não apareceu para a segunda, em fevereiro. Exames mostraram que, agora, o tumor voltou a crescer para seu tamanho original. Um relatório médico registrou um “agravamento significativo” da doença na semana passada.
Na última terça-feira, como mãe e filho faltaram a uma audiência, o juiz John Rodenberg emitiu uma ordem de prisão para Colleen. Ao mesmo tempo, determinou que Daniel seja abrigado temporariamente por uma família adotiva e que seja examinado por um oncologista o mais cedo possível.
O pai do menino, Anthony Hauser, contou ter falado com a mulher pela última vez na segunda-feira, quando estava ordenhando as vacas na fazenda da família. Conforme o americano, Colleen lhe disse simplesmente que ia embora e que ele não precisava saber de mais nada.

Fonte: Zero Hora
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Polícia busca menino com câncer que fugiu acompanhado da mãe para não se submeter a um tratamento de quimioterapia
Em um drama que contrapõe a medicina e a Justiça, de um lado, à religião, do outro, a polícia buscava ontem, nos EUA, um menino que fugiu junto com a mãe para não se submeter a uma quimioterapia.
Daniel Hauser, 13 anos, de Sleepy Eye, no Estado de Minnesota, sofre da doença de Hodgkin (ou linfoma de Hodgkin), um tipo de câncer nos gânglios do sistema linfático. Os médicos do garoto, que diagnosticaram a enfermidade em janeiro, dizem que, sem tratamento, ele provavelmente morrerá em até cinco anos. Sessões de quimioterapia e radioterapia aumentariam as chances de sobrevivência em 80% a 95%. A família, no entanto, pertence a um grupo religioso que só aceita métodos terapêuticos “naturais”, como vitaminas e ervas. A mãe, Colleen, disse no último dia 8, em uma audiência na Justiça, que os Hauser consideram a quimioterapia um potencial “veneno fatal” e que esse tipo de tratamento viola suas crenças religiosas.
Pai afirma desconhecer o paradeiro da mulher e do filho
O menino chegou a fazer apenas uma sessão de quimioterapia, que destruiu parte do câncer, e não apareceu para a segunda, em fevereiro. Exames mostraram que, agora, o tumor voltou a crescer para seu tamanho original. Um relatório médico registrou um “agravamento significativo” da doença na semana passada.
Na última terça-feira, como mãe e filho faltaram a uma audiência, o juiz John Rodenberg emitiu uma ordem de prisão para Colleen. Ao mesmo tempo, determinou que Daniel seja abrigado temporariamente por uma família adotiva e que seja examinado por um oncologista o mais cedo possível.
O pai do menino, Anthony Hauser, contou ter falado com a mulher pela última vez na segunda-feira, quando estava ordenhando as vacas na fazenda da família. Conforme o americano, Colleen lhe disse simplesmente que ia embora e que ele não precisava saber de mais nada.

Fonte: Zero Hora
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Depois que o jornal "The Wall Street Journal" publicou nesta quinta-feira uma matéria dizendo que a ONU (Organização das Nações Unidas) está "infestada" de casos de assédio sexual, a direção da organização reafirmou nesta quinta-feira seu compromisso com a luta para eliminar o problema entre seus funcionários.
"Saibam que o secretário-geral [da ONU, Ban Ki-moon] e todos nós temos uma política de tolerância zero em relação ao assédio sexual", afirmou hoje em coletiva de imprensa a representante do departamento de administração do organismo Angela Kane.
Ela lembrou, porém, que isso não quer dizer que não existam casos de assédio sexual, já que "em uma organização com milhares de empregados por todo o mundo há a possibilidade de que coisas do tipo ocorram".
Apesar de não ter falado em números, Kane apontou que nos últimos anos diminuíram o número de incidentes devido à firme política implantada por Ban Ki-moon.
Segundo a informação publicada hoje pelo jornal americano, os casos de assédio sexual atrapalham durante anos o sistema interno de Justiça do organismo, enquanto algumas empregadas não tiveram renovado seu contrato de trabalho após apresentarem denúncia.
A matéria informa que as pessoas que denunciaram ter sido vítimas de assédio sexual consideram que o procedimento das Nações Unidas é "arbitrário e injusto", a ponto de, em algumas ocasiões, a investigação ter sido feita pelos colegas do acusado.
Os autores das denúncias não têm a possibilidade de ir à Justiça dos países em que moram porque os funcionários das Nações Unidas gozam de imunidade diplomática e, portanto, somente estão sujeitos aos códigos de disciplina internos do organismo.
A ONU deve iniciar a partir do próximo dia 1º de junho novos procedimentos para facilitar a gestão das disputas trabalhistas internas, entre as quais se incluem casos de assédio sexual.

Fonte: Folha Online
link do postPor anjoseguerreiros, às 20:51  comentar


Depois que o jornal "The Wall Street Journal" publicou nesta quinta-feira uma matéria dizendo que a ONU (Organização das Nações Unidas) está "infestada" de casos de assédio sexual, a direção da organização reafirmou nesta quinta-feira seu compromisso com a luta para eliminar o problema entre seus funcionários.
"Saibam que o secretário-geral [da ONU, Ban Ki-moon] e todos nós temos uma política de tolerância zero em relação ao assédio sexual", afirmou hoje em coletiva de imprensa a representante do departamento de administração do organismo Angela Kane.
Ela lembrou, porém, que isso não quer dizer que não existam casos de assédio sexual, já que "em uma organização com milhares de empregados por todo o mundo há a possibilidade de que coisas do tipo ocorram".
Apesar de não ter falado em números, Kane apontou que nos últimos anos diminuíram o número de incidentes devido à firme política implantada por Ban Ki-moon.
Segundo a informação publicada hoje pelo jornal americano, os casos de assédio sexual atrapalham durante anos o sistema interno de Justiça do organismo, enquanto algumas empregadas não tiveram renovado seu contrato de trabalho após apresentarem denúncia.
A matéria informa que as pessoas que denunciaram ter sido vítimas de assédio sexual consideram que o procedimento das Nações Unidas é "arbitrário e injusto", a ponto de, em algumas ocasiões, a investigação ter sido feita pelos colegas do acusado.
Os autores das denúncias não têm a possibilidade de ir à Justiça dos países em que moram porque os funcionários das Nações Unidas gozam de imunidade diplomática e, portanto, somente estão sujeitos aos códigos de disciplina internos do organismo.
A ONU deve iniciar a partir do próximo dia 1º de junho novos procedimentos para facilitar a gestão das disputas trabalhistas internas, entre as quais se incluem casos de assédio sexual.

Fonte: Folha Online
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Depois que o jornal "The Wall Street Journal" publicou nesta quinta-feira uma matéria dizendo que a ONU (Organização das Nações Unidas) está "infestada" de casos de assédio sexual, a direção da organização reafirmou nesta quinta-feira seu compromisso com a luta para eliminar o problema entre seus funcionários.
"Saibam que o secretário-geral [da ONU, Ban Ki-moon] e todos nós temos uma política de tolerância zero em relação ao assédio sexual", afirmou hoje em coletiva de imprensa a representante do departamento de administração do organismo Angela Kane.
Ela lembrou, porém, que isso não quer dizer que não existam casos de assédio sexual, já que "em uma organização com milhares de empregados por todo o mundo há a possibilidade de que coisas do tipo ocorram".
Apesar de não ter falado em números, Kane apontou que nos últimos anos diminuíram o número de incidentes devido à firme política implantada por Ban Ki-moon.
Segundo a informação publicada hoje pelo jornal americano, os casos de assédio sexual atrapalham durante anos o sistema interno de Justiça do organismo, enquanto algumas empregadas não tiveram renovado seu contrato de trabalho após apresentarem denúncia.
A matéria informa que as pessoas que denunciaram ter sido vítimas de assédio sexual consideram que o procedimento das Nações Unidas é "arbitrário e injusto", a ponto de, em algumas ocasiões, a investigação ter sido feita pelos colegas do acusado.
Os autores das denúncias não têm a possibilidade de ir à Justiça dos países em que moram porque os funcionários das Nações Unidas gozam de imunidade diplomática e, portanto, somente estão sujeitos aos códigos de disciplina internos do organismo.
A ONU deve iniciar a partir do próximo dia 1º de junho novos procedimentos para facilitar a gestão das disputas trabalhistas internas, entre as quais se incluem casos de assédio sexual.

Fonte: Folha Online
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Depois que o jornal "The Wall Street Journal" publicou nesta quinta-feira uma matéria dizendo que a ONU (Organização das Nações Unidas) está "infestada" de casos de assédio sexual, a direção da organização reafirmou nesta quinta-feira seu compromisso com a luta para eliminar o problema entre seus funcionários.
"Saibam que o secretário-geral [da ONU, Ban Ki-moon] e todos nós temos uma política de tolerância zero em relação ao assédio sexual", afirmou hoje em coletiva de imprensa a representante do departamento de administração do organismo Angela Kane.
Ela lembrou, porém, que isso não quer dizer que não existam casos de assédio sexual, já que "em uma organização com milhares de empregados por todo o mundo há a possibilidade de que coisas do tipo ocorram".
Apesar de não ter falado em números, Kane apontou que nos últimos anos diminuíram o número de incidentes devido à firme política implantada por Ban Ki-moon.
Segundo a informação publicada hoje pelo jornal americano, os casos de assédio sexual atrapalham durante anos o sistema interno de Justiça do organismo, enquanto algumas empregadas não tiveram renovado seu contrato de trabalho após apresentarem denúncia.
A matéria informa que as pessoas que denunciaram ter sido vítimas de assédio sexual consideram que o procedimento das Nações Unidas é "arbitrário e injusto", a ponto de, em algumas ocasiões, a investigação ter sido feita pelos colegas do acusado.
Os autores das denúncias não têm a possibilidade de ir à Justiça dos países em que moram porque os funcionários das Nações Unidas gozam de imunidade diplomática e, portanto, somente estão sujeitos aos códigos de disciplina internos do organismo.
A ONU deve iniciar a partir do próximo dia 1º de junho novos procedimentos para facilitar a gestão das disputas trabalhistas internas, entre as quais se incluem casos de assédio sexual.

Fonte: Folha Online
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Um ex-soldado do Exército americano condenado por estuprar uma jovem iraquiana de 14 anos e assassinar a família dela foi poupado da pena de morte nesta quinta-feira e vai enfrentar uma pena de prisão perpétua depois que os jurados de um tribunal de Kentucky não chegaram a uma decisão unânime sobre a pena capital.
Steven Dale Green, 23, de Midland, Texas, será formalmente sentenciado em 4 de setembro, pelo juiz distrital Thomas B. Russell. Os jurados que condenaram Green em 7 de maio informaram ao juiz que, após mais de dez horas de debate, durante dois dias, não chegaram a um acordo sobre a pena de morte, o que leva à aplicação da prisão perpétua sem direito a liberdade condicional. O advogado do ex-soldado, que nunca negou a autoria dos crimes, disse após o julgamento que seu objetivo era salvar a vida do cliente.
No julgamento, Steven Dale Green foi considerado culpado de 17 acusações, incluindo estupro, homicídio e obstrução da Justiça. Ele foi julgado por um tribunal federal porque tinha sido desligado do Exército por "distúrbios de personalidade" antes de ser acusado pelos crimes no Iraque.
Green foi o líder de uma batida em uma casa no sul de Bagdá, em março de 2006, na qual a menina iraquiana, de 14 anos foi violentada por ele e por pelo menos dois outros soldados. O próprio Green levou a adolescente e sua família para um quarto, onde executou todos, antes de incendiar a casa para encobrir o crime.
O assassinato da família, que foi inicialmente atribuído a milícias iraquianas, provocou indignação no Iraque e nos EUA.
Outros três soldados que participaram do ataque foram condenados a penas próximas a cem anos de prisão por um tribunal militar, e um quarto, que ficou de vigia, foi sentenciado a cinco anos de prisão. Segundo a promotoria, eles planejaram o ataque durante um jogo de cartas.
Os EUA invadiram o Iraque em março de 2003, alegando que o país possuía armas de destruição em massa, e desde então mantém militares no território iraquiano. As supostas armas jamais foram encontradas.

Folha Online - Com France Presse e Associated Press
link do postPor anjoseguerreiros, às 20:46  comentar


Um ex-soldado do Exército americano condenado por estuprar uma jovem iraquiana de 14 anos e assassinar a família dela foi poupado da pena de morte nesta quinta-feira e vai enfrentar uma pena de prisão perpétua depois que os jurados de um tribunal de Kentucky não chegaram a uma decisão unânime sobre a pena capital.
Steven Dale Green, 23, de Midland, Texas, será formalmente sentenciado em 4 de setembro, pelo juiz distrital Thomas B. Russell. Os jurados que condenaram Green em 7 de maio informaram ao juiz que, após mais de dez horas de debate, durante dois dias, não chegaram a um acordo sobre a pena de morte, o que leva à aplicação da prisão perpétua sem direito a liberdade condicional. O advogado do ex-soldado, que nunca negou a autoria dos crimes, disse após o julgamento que seu objetivo era salvar a vida do cliente.
No julgamento, Steven Dale Green foi considerado culpado de 17 acusações, incluindo estupro, homicídio e obstrução da Justiça. Ele foi julgado por um tribunal federal porque tinha sido desligado do Exército por "distúrbios de personalidade" antes de ser acusado pelos crimes no Iraque.
Green foi o líder de uma batida em uma casa no sul de Bagdá, em março de 2006, na qual a menina iraquiana, de 14 anos foi violentada por ele e por pelo menos dois outros soldados. O próprio Green levou a adolescente e sua família para um quarto, onde executou todos, antes de incendiar a casa para encobrir o crime.
O assassinato da família, que foi inicialmente atribuído a milícias iraquianas, provocou indignação no Iraque e nos EUA.
Outros três soldados que participaram do ataque foram condenados a penas próximas a cem anos de prisão por um tribunal militar, e um quarto, que ficou de vigia, foi sentenciado a cinco anos de prisão. Segundo a promotoria, eles planejaram o ataque durante um jogo de cartas.
Os EUA invadiram o Iraque em março de 2003, alegando que o país possuía armas de destruição em massa, e desde então mantém militares no território iraquiano. As supostas armas jamais foram encontradas.

Folha Online - Com France Presse e Associated Press
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Um ex-soldado do Exército americano condenado por estuprar uma jovem iraquiana de 14 anos e assassinar a família dela foi poupado da pena de morte nesta quinta-feira e vai enfrentar uma pena de prisão perpétua depois que os jurados de um tribunal de Kentucky não chegaram a uma decisão unânime sobre a pena capital.
Steven Dale Green, 23, de Midland, Texas, será formalmente sentenciado em 4 de setembro, pelo juiz distrital Thomas B. Russell. Os jurados que condenaram Green em 7 de maio informaram ao juiz que, após mais de dez horas de debate, durante dois dias, não chegaram a um acordo sobre a pena de morte, o que leva à aplicação da prisão perpétua sem direito a liberdade condicional. O advogado do ex-soldado, que nunca negou a autoria dos crimes, disse após o julgamento que seu objetivo era salvar a vida do cliente.
No julgamento, Steven Dale Green foi considerado culpado de 17 acusações, incluindo estupro, homicídio e obstrução da Justiça. Ele foi julgado por um tribunal federal porque tinha sido desligado do Exército por "distúrbios de personalidade" antes de ser acusado pelos crimes no Iraque.
Green foi o líder de uma batida em uma casa no sul de Bagdá, em março de 2006, na qual a menina iraquiana, de 14 anos foi violentada por ele e por pelo menos dois outros soldados. O próprio Green levou a adolescente e sua família para um quarto, onde executou todos, antes de incendiar a casa para encobrir o crime.
O assassinato da família, que foi inicialmente atribuído a milícias iraquianas, provocou indignação no Iraque e nos EUA.
Outros três soldados que participaram do ataque foram condenados a penas próximas a cem anos de prisão por um tribunal militar, e um quarto, que ficou de vigia, foi sentenciado a cinco anos de prisão. Segundo a promotoria, eles planejaram o ataque durante um jogo de cartas.
Os EUA invadiram o Iraque em março de 2003, alegando que o país possuía armas de destruição em massa, e desde então mantém militares no território iraquiano. As supostas armas jamais foram encontradas.

Folha Online - Com France Presse e Associated Press
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Um ex-soldado do Exército americano condenado por estuprar uma jovem iraquiana de 14 anos e assassinar a família dela foi poupado da pena de morte nesta quinta-feira e vai enfrentar uma pena de prisão perpétua depois que os jurados de um tribunal de Kentucky não chegaram a uma decisão unânime sobre a pena capital.
Steven Dale Green, 23, de Midland, Texas, será formalmente sentenciado em 4 de setembro, pelo juiz distrital Thomas B. Russell. Os jurados que condenaram Green em 7 de maio informaram ao juiz que, após mais de dez horas de debate, durante dois dias, não chegaram a um acordo sobre a pena de morte, o que leva à aplicação da prisão perpétua sem direito a liberdade condicional. O advogado do ex-soldado, que nunca negou a autoria dos crimes, disse após o julgamento que seu objetivo era salvar a vida do cliente.
No julgamento, Steven Dale Green foi considerado culpado de 17 acusações, incluindo estupro, homicídio e obstrução da Justiça. Ele foi julgado por um tribunal federal porque tinha sido desligado do Exército por "distúrbios de personalidade" antes de ser acusado pelos crimes no Iraque.
Green foi o líder de uma batida em uma casa no sul de Bagdá, em março de 2006, na qual a menina iraquiana, de 14 anos foi violentada por ele e por pelo menos dois outros soldados. O próprio Green levou a adolescente e sua família para um quarto, onde executou todos, antes de incendiar a casa para encobrir o crime.
O assassinato da família, que foi inicialmente atribuído a milícias iraquianas, provocou indignação no Iraque e nos EUA.
Outros três soldados que participaram do ataque foram condenados a penas próximas a cem anos de prisão por um tribunal militar, e um quarto, que ficou de vigia, foi sentenciado a cinco anos de prisão. Segundo a promotoria, eles planejaram o ataque durante um jogo de cartas.
Os EUA invadiram o Iraque em março de 2003, alegando que o país possuía armas de destruição em massa, e desde então mantém militares no território iraquiano. As supostas armas jamais foram encontradas.

Folha Online - Com France Presse e Associated Press
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Um homem que sofreu abuso sexual na infância nas mãos de uma freira que dirigia uma escola católica em Milwaukee, nos Estados Unidos, entrou com um processo contra a mulher e sua ordem religiosa.
Gerald Kobs alega que a ordem Sisters of Mercy (Irmãs de Misericórdia) sabia que a freira, Norma Giannini, tinha abusado de um menino dois anos antes em uma outra escola, em Chicago, onde ela tinha trabalhado.
O abuso na escola Saint Patrick, em Milwaukee, ocorreu na década de 60. Giannini, hoje com 80 anos, cumpriu pena de um ano de cadeia recentemente e foi libertada no mês passado. Ela não contestou as acusações apresentadas por suas vítimas.
Gerald Kobs, um dos acusadores de Giannini naquele processo, agora pleiteia uma indenização.
O processo não estabelece um montante específico, mas outras vítimas de abuso sexual receberam US$ 500 mil ou mais em casos do tipo, de acordo com o website Today'sTMJ4, de Milwaukee.
Documentos do julgamento em que Giannini foi considerada culpada dizem que um menino que teria sofrido abuso cometeu suicídio e um outro acabou preso por crime sexual, de acordo com o Journal Sentinel, de Milwaukee.
Segundo a reportagem, Kobs, hoje com 56 anos, diz que ainda acorda à noite com pesadelos envolvendo a freira. Ele sofre de enxaquecas que, afirma, tinha desde quando frequentava a escola e atribui responsabilidade ao abuso praticado por Giannini.
O website WISN, dos EUA, diz que a diretora da ordem Sisters of Mercy disse ao canal 12 News: "A Sisters of Mercy não recebeu nenhum documento e não tem conhecimento desta ação judicial ou da queixa. Nós continuamos a cooperar nesta questão."

Fonte: BBCBrasil
Foto: Truefalsetruefalse
link do postPor anjoseguerreiros, às 20:36  comentar


Um homem que sofreu abuso sexual na infância nas mãos de uma freira que dirigia uma escola católica em Milwaukee, nos Estados Unidos, entrou com um processo contra a mulher e sua ordem religiosa.
Gerald Kobs alega que a ordem Sisters of Mercy (Irmãs de Misericórdia) sabia que a freira, Norma Giannini, tinha abusado de um menino dois anos antes em uma outra escola, em Chicago, onde ela tinha trabalhado.
O abuso na escola Saint Patrick, em Milwaukee, ocorreu na década de 60. Giannini, hoje com 80 anos, cumpriu pena de um ano de cadeia recentemente e foi libertada no mês passado. Ela não contestou as acusações apresentadas por suas vítimas.
Gerald Kobs, um dos acusadores de Giannini naquele processo, agora pleiteia uma indenização.
O processo não estabelece um montante específico, mas outras vítimas de abuso sexual receberam US$ 500 mil ou mais em casos do tipo, de acordo com o website Today'sTMJ4, de Milwaukee.
Documentos do julgamento em que Giannini foi considerada culpada dizem que um menino que teria sofrido abuso cometeu suicídio e um outro acabou preso por crime sexual, de acordo com o Journal Sentinel, de Milwaukee.
Segundo a reportagem, Kobs, hoje com 56 anos, diz que ainda acorda à noite com pesadelos envolvendo a freira. Ele sofre de enxaquecas que, afirma, tinha desde quando frequentava a escola e atribui responsabilidade ao abuso praticado por Giannini.
O website WISN, dos EUA, diz que a diretora da ordem Sisters of Mercy disse ao canal 12 News: "A Sisters of Mercy não recebeu nenhum documento e não tem conhecimento desta ação judicial ou da queixa. Nós continuamos a cooperar nesta questão."

Fonte: BBCBrasil
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Um homem que sofreu abuso sexual na infância nas mãos de uma freira que dirigia uma escola católica em Milwaukee, nos Estados Unidos, entrou com um processo contra a mulher e sua ordem religiosa.
Gerald Kobs alega que a ordem Sisters of Mercy (Irmãs de Misericórdia) sabia que a freira, Norma Giannini, tinha abusado de um menino dois anos antes em uma outra escola, em Chicago, onde ela tinha trabalhado.
O abuso na escola Saint Patrick, em Milwaukee, ocorreu na década de 60. Giannini, hoje com 80 anos, cumpriu pena de um ano de cadeia recentemente e foi libertada no mês passado. Ela não contestou as acusações apresentadas por suas vítimas.
Gerald Kobs, um dos acusadores de Giannini naquele processo, agora pleiteia uma indenização.
O processo não estabelece um montante específico, mas outras vítimas de abuso sexual receberam US$ 500 mil ou mais em casos do tipo, de acordo com o website Today'sTMJ4, de Milwaukee.
Documentos do julgamento em que Giannini foi considerada culpada dizem que um menino que teria sofrido abuso cometeu suicídio e um outro acabou preso por crime sexual, de acordo com o Journal Sentinel, de Milwaukee.
Segundo a reportagem, Kobs, hoje com 56 anos, diz que ainda acorda à noite com pesadelos envolvendo a freira. Ele sofre de enxaquecas que, afirma, tinha desde quando frequentava a escola e atribui responsabilidade ao abuso praticado por Giannini.
O website WISN, dos EUA, diz que a diretora da ordem Sisters of Mercy disse ao canal 12 News: "A Sisters of Mercy não recebeu nenhum documento e não tem conhecimento desta ação judicial ou da queixa. Nós continuamos a cooperar nesta questão."

Fonte: BBCBrasil
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Um homem que sofreu abuso sexual na infância nas mãos de uma freira que dirigia uma escola católica em Milwaukee, nos Estados Unidos, entrou com um processo contra a mulher e sua ordem religiosa.
Gerald Kobs alega que a ordem Sisters of Mercy (Irmãs de Misericórdia) sabia que a freira, Norma Giannini, tinha abusado de um menino dois anos antes em uma outra escola, em Chicago, onde ela tinha trabalhado.
O abuso na escola Saint Patrick, em Milwaukee, ocorreu na década de 60. Giannini, hoje com 80 anos, cumpriu pena de um ano de cadeia recentemente e foi libertada no mês passado. Ela não contestou as acusações apresentadas por suas vítimas.
Gerald Kobs, um dos acusadores de Giannini naquele processo, agora pleiteia uma indenização.
O processo não estabelece um montante específico, mas outras vítimas de abuso sexual receberam US$ 500 mil ou mais em casos do tipo, de acordo com o website Today'sTMJ4, de Milwaukee.
Documentos do julgamento em que Giannini foi considerada culpada dizem que um menino que teria sofrido abuso cometeu suicídio e um outro acabou preso por crime sexual, de acordo com o Journal Sentinel, de Milwaukee.
Segundo a reportagem, Kobs, hoje com 56 anos, diz que ainda acorda à noite com pesadelos envolvendo a freira. Ele sofre de enxaquecas que, afirma, tinha desde quando frequentava a escola e atribui responsabilidade ao abuso praticado por Giannini.
O website WISN, dos EUA, diz que a diretora da ordem Sisters of Mercy disse ao canal 12 News: "A Sisters of Mercy não recebeu nenhum documento e não tem conhecimento desta ação judicial ou da queixa. Nós continuamos a cooperar nesta questão."

Fonte: BBCBrasil
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Escândalo: Novas imagens de torturas em prisões no Iraque e Afeganistão

A cadeia de TV australiana SBS divulgou ontem 15 fotografias de torturas no Afeganistão e Iraque que o presidente Barack Obama não queria ver reveladas. Nos EUA a CBS foi a primeira a seguir o exemplo e pelo Mundo vários meios de comunicação reproduziram igualmente as imagens chocantes.
Nas fotos surgem prisioneiros nus, muitos deles revelando feridas em sangue. Um deles está algemado e preso de cabeça para baixo; outro, algemado com os braços acima da cabeça, tem uma espuma branca a escorrer da boca. Há ainda quatro presos nus, de cabeça coberta. Um deles tem uma mensagem gravada nas nádegas na qual se lê ‘violador’.
As fotografias foram compradas pela SBS em 2006, aquando do escândalo de torturas em Abu Ghraib, Iraque, mas ficaram na gaveta e são divulgadas na pior altura para Obama. O presidente deu esta semana o dito pelo não dito e decidiu reatar os julgamentos de prisioneiros em Guantanamo, prisão que prometera encerrar.
O caso fica ainda mais embaraçoso porque vai contra o seu desejo expresso de manter as imagens em segredo. No início da semana anunciou um recurso contra a decisão judicial de permitir a desclassificação de cerca de 2000 fotografias, em resposta a uma petição da Associação Americana pelas Liberdades Cívicas (ACLU). A Casa Branca entende que há o risco de uma nova onda de revolta no mundo islâmico, perigosa para os militares dos EUA no Afeganistão e no Iraque.

DIRECTOR DA CIA ATACA PELOSI

O director da CIA, Leon Panetta, rejeitou as acusações da presidente da Câmara de Representantes, Nancy Pelosi, segundo a qual a agência de espionagem enganou o Congresso no caso das torturas a suspeitos de terrorismo. "Quero ser bem claro: não faz parte da nossa política nem da nossa prática mentir ao Congresso. É contra as nossas leis e os nossos valores", afirmou Panetta, em declaração lida aos funcionários da CIA.
As afirmações contradizem Pelosi, que quinta-feira acusou a CIA de em 2002-2003 ter dado garantias ao Congresso de que o afogamento simulado e outros métodos mais duros não eram usados no interrogatório de detidos. Pelosi respondeu afirmando que as suas críticas visavam a administração Bush e não a CIA.

PORMENORES

CONVENÇÃO DA ONU

A Convenção da ONU contra a tortura considera que esta não é justificável em "quaisquer circunstâncias excepcionais, como guerra ou ameaça de guerra, instabilidade política ou outra emergência pública".

ORDENS SUPERIORES

Quando rebentou o escândalo de Abu Ghraib, muitos dos militares envolvidos alegaram estar a cumprir ordens superiores, algo que, à luz da Convenção da ONU, não justifica o uso de tortura.

AFOGAMENTO SIMULADO

Em Fevereiro de 2008, o Senado dos EUA aprovou uma medida banindo técnicas de interrogatório mais duras, como o afogamento simulado. O presidente George W. Bush vetou.

CONFISSÃO SOB TORTURA

Sob tortura, Ibn Shaykh al-Libi confessou que o Iraque treinou a al-Qaeda no uso de armas de destruição maciça. A confissão, que hoje se sabe ser falsa, justificou a invasão do Iraque.

F. J. Gonçalves com agências
link do postPor anjoseguerreiros, às 20:29  comentar


Escândalo: Novas imagens de torturas em prisões no Iraque e Afeganistão

A cadeia de TV australiana SBS divulgou ontem 15 fotografias de torturas no Afeganistão e Iraque que o presidente Barack Obama não queria ver reveladas. Nos EUA a CBS foi a primeira a seguir o exemplo e pelo Mundo vários meios de comunicação reproduziram igualmente as imagens chocantes.
Nas fotos surgem prisioneiros nus, muitos deles revelando feridas em sangue. Um deles está algemado e preso de cabeça para baixo; outro, algemado com os braços acima da cabeça, tem uma espuma branca a escorrer da boca. Há ainda quatro presos nus, de cabeça coberta. Um deles tem uma mensagem gravada nas nádegas na qual se lê ‘violador’.
As fotografias foram compradas pela SBS em 2006, aquando do escândalo de torturas em Abu Ghraib, Iraque, mas ficaram na gaveta e são divulgadas na pior altura para Obama. O presidente deu esta semana o dito pelo não dito e decidiu reatar os julgamentos de prisioneiros em Guantanamo, prisão que prometera encerrar.
O caso fica ainda mais embaraçoso porque vai contra o seu desejo expresso de manter as imagens em segredo. No início da semana anunciou um recurso contra a decisão judicial de permitir a desclassificação de cerca de 2000 fotografias, em resposta a uma petição da Associação Americana pelas Liberdades Cívicas (ACLU). A Casa Branca entende que há o risco de uma nova onda de revolta no mundo islâmico, perigosa para os militares dos EUA no Afeganistão e no Iraque.

DIRECTOR DA CIA ATACA PELOSI

O director da CIA, Leon Panetta, rejeitou as acusações da presidente da Câmara de Representantes, Nancy Pelosi, segundo a qual a agência de espionagem enganou o Congresso no caso das torturas a suspeitos de terrorismo. "Quero ser bem claro: não faz parte da nossa política nem da nossa prática mentir ao Congresso. É contra as nossas leis e os nossos valores", afirmou Panetta, em declaração lida aos funcionários da CIA.
As afirmações contradizem Pelosi, que quinta-feira acusou a CIA de em 2002-2003 ter dado garantias ao Congresso de que o afogamento simulado e outros métodos mais duros não eram usados no interrogatório de detidos. Pelosi respondeu afirmando que as suas críticas visavam a administração Bush e não a CIA.

PORMENORES

CONVENÇÃO DA ONU

A Convenção da ONU contra a tortura considera que esta não é justificável em "quaisquer circunstâncias excepcionais, como guerra ou ameaça de guerra, instabilidade política ou outra emergência pública".

ORDENS SUPERIORES

Quando rebentou o escândalo de Abu Ghraib, muitos dos militares envolvidos alegaram estar a cumprir ordens superiores, algo que, à luz da Convenção da ONU, não justifica o uso de tortura.

AFOGAMENTO SIMULADO

Em Fevereiro de 2008, o Senado dos EUA aprovou uma medida banindo técnicas de interrogatório mais duras, como o afogamento simulado. O presidente George W. Bush vetou.

CONFISSÃO SOB TORTURA

Sob tortura, Ibn Shaykh al-Libi confessou que o Iraque treinou a al-Qaeda no uso de armas de destruição maciça. A confissão, que hoje se sabe ser falsa, justificou a invasão do Iraque.

F. J. Gonçalves com agências
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Escândalo: Novas imagens de torturas em prisões no Iraque e Afeganistão

A cadeia de TV australiana SBS divulgou ontem 15 fotografias de torturas no Afeganistão e Iraque que o presidente Barack Obama não queria ver reveladas. Nos EUA a CBS foi a primeira a seguir o exemplo e pelo Mundo vários meios de comunicação reproduziram igualmente as imagens chocantes.
Nas fotos surgem prisioneiros nus, muitos deles revelando feridas em sangue. Um deles está algemado e preso de cabeça para baixo; outro, algemado com os braços acima da cabeça, tem uma espuma branca a escorrer da boca. Há ainda quatro presos nus, de cabeça coberta. Um deles tem uma mensagem gravada nas nádegas na qual se lê ‘violador’.
As fotografias foram compradas pela SBS em 2006, aquando do escândalo de torturas em Abu Ghraib, Iraque, mas ficaram na gaveta e são divulgadas na pior altura para Obama. O presidente deu esta semana o dito pelo não dito e decidiu reatar os julgamentos de prisioneiros em Guantanamo, prisão que prometera encerrar.
O caso fica ainda mais embaraçoso porque vai contra o seu desejo expresso de manter as imagens em segredo. No início da semana anunciou um recurso contra a decisão judicial de permitir a desclassificação de cerca de 2000 fotografias, em resposta a uma petição da Associação Americana pelas Liberdades Cívicas (ACLU). A Casa Branca entende que há o risco de uma nova onda de revolta no mundo islâmico, perigosa para os militares dos EUA no Afeganistão e no Iraque.

DIRECTOR DA CIA ATACA PELOSI

O director da CIA, Leon Panetta, rejeitou as acusações da presidente da Câmara de Representantes, Nancy Pelosi, segundo a qual a agência de espionagem enganou o Congresso no caso das torturas a suspeitos de terrorismo. "Quero ser bem claro: não faz parte da nossa política nem da nossa prática mentir ao Congresso. É contra as nossas leis e os nossos valores", afirmou Panetta, em declaração lida aos funcionários da CIA.
As afirmações contradizem Pelosi, que quinta-feira acusou a CIA de em 2002-2003 ter dado garantias ao Congresso de que o afogamento simulado e outros métodos mais duros não eram usados no interrogatório de detidos. Pelosi respondeu afirmando que as suas críticas visavam a administração Bush e não a CIA.

PORMENORES

CONVENÇÃO DA ONU

A Convenção da ONU contra a tortura considera que esta não é justificável em "quaisquer circunstâncias excepcionais, como guerra ou ameaça de guerra, instabilidade política ou outra emergência pública".

ORDENS SUPERIORES

Quando rebentou o escândalo de Abu Ghraib, muitos dos militares envolvidos alegaram estar a cumprir ordens superiores, algo que, à luz da Convenção da ONU, não justifica o uso de tortura.

AFOGAMENTO SIMULADO

Em Fevereiro de 2008, o Senado dos EUA aprovou uma medida banindo técnicas de interrogatório mais duras, como o afogamento simulado. O presidente George W. Bush vetou.

CONFISSÃO SOB TORTURA

Sob tortura, Ibn Shaykh al-Libi confessou que o Iraque treinou a al-Qaeda no uso de armas de destruição maciça. A confissão, que hoje se sabe ser falsa, justificou a invasão do Iraque.

F. J. Gonçalves com agências
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Escândalo: Novas imagens de torturas em prisões no Iraque e Afeganistão

A cadeia de TV australiana SBS divulgou ontem 15 fotografias de torturas no Afeganistão e Iraque que o presidente Barack Obama não queria ver reveladas. Nos EUA a CBS foi a primeira a seguir o exemplo e pelo Mundo vários meios de comunicação reproduziram igualmente as imagens chocantes.
Nas fotos surgem prisioneiros nus, muitos deles revelando feridas em sangue. Um deles está algemado e preso de cabeça para baixo; outro, algemado com os braços acima da cabeça, tem uma espuma branca a escorrer da boca. Há ainda quatro presos nus, de cabeça coberta. Um deles tem uma mensagem gravada nas nádegas na qual se lê ‘violador’.
As fotografias foram compradas pela SBS em 2006, aquando do escândalo de torturas em Abu Ghraib, Iraque, mas ficaram na gaveta e são divulgadas na pior altura para Obama. O presidente deu esta semana o dito pelo não dito e decidiu reatar os julgamentos de prisioneiros em Guantanamo, prisão que prometera encerrar.
O caso fica ainda mais embaraçoso porque vai contra o seu desejo expresso de manter as imagens em segredo. No início da semana anunciou um recurso contra a decisão judicial de permitir a desclassificação de cerca de 2000 fotografias, em resposta a uma petição da Associação Americana pelas Liberdades Cívicas (ACLU). A Casa Branca entende que há o risco de uma nova onda de revolta no mundo islâmico, perigosa para os militares dos EUA no Afeganistão e no Iraque.

DIRECTOR DA CIA ATACA PELOSI

O director da CIA, Leon Panetta, rejeitou as acusações da presidente da Câmara de Representantes, Nancy Pelosi, segundo a qual a agência de espionagem enganou o Congresso no caso das torturas a suspeitos de terrorismo. "Quero ser bem claro: não faz parte da nossa política nem da nossa prática mentir ao Congresso. É contra as nossas leis e os nossos valores", afirmou Panetta, em declaração lida aos funcionários da CIA.
As afirmações contradizem Pelosi, que quinta-feira acusou a CIA de em 2002-2003 ter dado garantias ao Congresso de que o afogamento simulado e outros métodos mais duros não eram usados no interrogatório de detidos. Pelosi respondeu afirmando que as suas críticas visavam a administração Bush e não a CIA.

PORMENORES

CONVENÇÃO DA ONU

A Convenção da ONU contra a tortura considera que esta não é justificável em "quaisquer circunstâncias excepcionais, como guerra ou ameaça de guerra, instabilidade política ou outra emergência pública".

ORDENS SUPERIORES

Quando rebentou o escândalo de Abu Ghraib, muitos dos militares envolvidos alegaram estar a cumprir ordens superiores, algo que, à luz da Convenção da ONU, não justifica o uso de tortura.

AFOGAMENTO SIMULADO

Em Fevereiro de 2008, o Senado dos EUA aprovou uma medida banindo técnicas de interrogatório mais duras, como o afogamento simulado. O presidente George W. Bush vetou.

CONFISSÃO SOB TORTURA

Sob tortura, Ibn Shaykh al-Libi confessou que o Iraque treinou a al-Qaeda no uso de armas de destruição maciça. A confissão, que hoje se sabe ser falsa, justificou a invasão do Iraque.

F. J. Gonçalves com agências
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Um exame de lesões corporais feito no Departamento Médico Legal (DML) da Polícia Civil do Espírito Santo comprovou que William Furtado, de 24 anos, condenado por matar um policial quando tinha 18 anos e preso na Casa de Custódia de Viana, foi duramente agredido nas dependências do presídio no dia 11 de maio deste ano. A família do preso alega que ele foi torturado por policiais como um revide ao crime cometido.
O laudo, assinado pelo médico legista Ademilson Bernardina, cita a existência de “mais de 50 contusões com equimoses de formas diversas em todo o dorso e região lombar” do corpo do detento, provocadas por “instrumento contundente”, mas evita confirmar que as lesões tenham sido resultado de tortura.
Com base nesse exame, a mulher de William, Priscila de Oliveira, pretende ir às últimas consequências para buscar uma indenização e punir os responsáveis. O marido foi transferido para um presídio mais seguro .
“Minha intenção não é pelo dinheiro, mas para que isso acabe. Se alguém não correr atrás, vão continuar batendo, espancando e vai ficar por isso mesmo”, afirmou Priscila. Ela reconhece que o marido cometeu um crime grave, mas diz que a obrigação do estado é prepará-lo para não reincidir na prática, sem torturá-lo na prisão.
“Eu não quero que o pai do meu filho [ um garoto de quatro anos], que assassinou um, saia de lá e mate três, quatro, cinco, seis ou sete. Quero meu marido fora de lá mudado e reabilitado para cuidar do filho dele. Do jeito que está, vai sair sem amor a ninguém”, argumentou. “Sempre bateram nele, mas nunca foi tão sério quanto dessa vez. Ficou todo lesionado nas costas, no joelho no rosto e no peitoral”, acrescentou.
Questionado sobre a denúncia, o secretário de Justiça do Espírito Santo, Ângelo Roncalli, disse que a Corregedoria da Polícia Militar vai investigar o caso com acompanhamento do Ministério Público. Roncalli garantiu que o governo não tentará acobertar qualquer ocorrência de maus-tratos a presos, mas ressalvou que situações de tortura “lamentavelmente” não acontecem à luz do dia, o que dificulta a identificação dos responsáveis.

Por: Marco Antonio Soalheiro
Agência Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 19:46  comentar


Um exame de lesões corporais feito no Departamento Médico Legal (DML) da Polícia Civil do Espírito Santo comprovou que William Furtado, de 24 anos, condenado por matar um policial quando tinha 18 anos e preso na Casa de Custódia de Viana, foi duramente agredido nas dependências do presídio no dia 11 de maio deste ano. A família do preso alega que ele foi torturado por policiais como um revide ao crime cometido.
O laudo, assinado pelo médico legista Ademilson Bernardina, cita a existência de “mais de 50 contusões com equimoses de formas diversas em todo o dorso e região lombar” do corpo do detento, provocadas por “instrumento contundente”, mas evita confirmar que as lesões tenham sido resultado de tortura.
Com base nesse exame, a mulher de William, Priscila de Oliveira, pretende ir às últimas consequências para buscar uma indenização e punir os responsáveis. O marido foi transferido para um presídio mais seguro .
“Minha intenção não é pelo dinheiro, mas para que isso acabe. Se alguém não correr atrás, vão continuar batendo, espancando e vai ficar por isso mesmo”, afirmou Priscila. Ela reconhece que o marido cometeu um crime grave, mas diz que a obrigação do estado é prepará-lo para não reincidir na prática, sem torturá-lo na prisão.
“Eu não quero que o pai do meu filho [ um garoto de quatro anos], que assassinou um, saia de lá e mate três, quatro, cinco, seis ou sete. Quero meu marido fora de lá mudado e reabilitado para cuidar do filho dele. Do jeito que está, vai sair sem amor a ninguém”, argumentou. “Sempre bateram nele, mas nunca foi tão sério quanto dessa vez. Ficou todo lesionado nas costas, no joelho no rosto e no peitoral”, acrescentou.
Questionado sobre a denúncia, o secretário de Justiça do Espírito Santo, Ângelo Roncalli, disse que a Corregedoria da Polícia Militar vai investigar o caso com acompanhamento do Ministério Público. Roncalli garantiu que o governo não tentará acobertar qualquer ocorrência de maus-tratos a presos, mas ressalvou que situações de tortura “lamentavelmente” não acontecem à luz do dia, o que dificulta a identificação dos responsáveis.

Por: Marco Antonio Soalheiro
Agência Brasil
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Um exame de lesões corporais feito no Departamento Médico Legal (DML) da Polícia Civil do Espírito Santo comprovou que William Furtado, de 24 anos, condenado por matar um policial quando tinha 18 anos e preso na Casa de Custódia de Viana, foi duramente agredido nas dependências do presídio no dia 11 de maio deste ano. A família do preso alega que ele foi torturado por policiais como um revide ao crime cometido.
O laudo, assinado pelo médico legista Ademilson Bernardina, cita a existência de “mais de 50 contusões com equimoses de formas diversas em todo o dorso e região lombar” do corpo do detento, provocadas por “instrumento contundente”, mas evita confirmar que as lesões tenham sido resultado de tortura.
Com base nesse exame, a mulher de William, Priscila de Oliveira, pretende ir às últimas consequências para buscar uma indenização e punir os responsáveis. O marido foi transferido para um presídio mais seguro .
“Minha intenção não é pelo dinheiro, mas para que isso acabe. Se alguém não correr atrás, vão continuar batendo, espancando e vai ficar por isso mesmo”, afirmou Priscila. Ela reconhece que o marido cometeu um crime grave, mas diz que a obrigação do estado é prepará-lo para não reincidir na prática, sem torturá-lo na prisão.
“Eu não quero que o pai do meu filho [ um garoto de quatro anos], que assassinou um, saia de lá e mate três, quatro, cinco, seis ou sete. Quero meu marido fora de lá mudado e reabilitado para cuidar do filho dele. Do jeito que está, vai sair sem amor a ninguém”, argumentou. “Sempre bateram nele, mas nunca foi tão sério quanto dessa vez. Ficou todo lesionado nas costas, no joelho no rosto e no peitoral”, acrescentou.
Questionado sobre a denúncia, o secretário de Justiça do Espírito Santo, Ângelo Roncalli, disse que a Corregedoria da Polícia Militar vai investigar o caso com acompanhamento do Ministério Público. Roncalli garantiu que o governo não tentará acobertar qualquer ocorrência de maus-tratos a presos, mas ressalvou que situações de tortura “lamentavelmente” não acontecem à luz do dia, o que dificulta a identificação dos responsáveis.

Por: Marco Antonio Soalheiro
Agência Brasil
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Um exame de lesões corporais feito no Departamento Médico Legal (DML) da Polícia Civil do Espírito Santo comprovou que William Furtado, de 24 anos, condenado por matar um policial quando tinha 18 anos e preso na Casa de Custódia de Viana, foi duramente agredido nas dependências do presídio no dia 11 de maio deste ano. A família do preso alega que ele foi torturado por policiais como um revide ao crime cometido.
O laudo, assinado pelo médico legista Ademilson Bernardina, cita a existência de “mais de 50 contusões com equimoses de formas diversas em todo o dorso e região lombar” do corpo do detento, provocadas por “instrumento contundente”, mas evita confirmar que as lesões tenham sido resultado de tortura.
Com base nesse exame, a mulher de William, Priscila de Oliveira, pretende ir às últimas consequências para buscar uma indenização e punir os responsáveis. O marido foi transferido para um presídio mais seguro .
“Minha intenção não é pelo dinheiro, mas para que isso acabe. Se alguém não correr atrás, vão continuar batendo, espancando e vai ficar por isso mesmo”, afirmou Priscila. Ela reconhece que o marido cometeu um crime grave, mas diz que a obrigação do estado é prepará-lo para não reincidir na prática, sem torturá-lo na prisão.
“Eu não quero que o pai do meu filho [ um garoto de quatro anos], que assassinou um, saia de lá e mate três, quatro, cinco, seis ou sete. Quero meu marido fora de lá mudado e reabilitado para cuidar do filho dele. Do jeito que está, vai sair sem amor a ninguém”, argumentou. “Sempre bateram nele, mas nunca foi tão sério quanto dessa vez. Ficou todo lesionado nas costas, no joelho no rosto e no peitoral”, acrescentou.
Questionado sobre a denúncia, o secretário de Justiça do Espírito Santo, Ângelo Roncalli, disse que a Corregedoria da Polícia Militar vai investigar o caso com acompanhamento do Ministério Público. Roncalli garantiu que o governo não tentará acobertar qualquer ocorrência de maus-tratos a presos, mas ressalvou que situações de tortura “lamentavelmente” não acontecem à luz do dia, o que dificulta a identificação dos responsáveis.

Por: Marco Antonio Soalheiro
Agência Brasil
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A Justiça de São Paulo descartou a realização imediata de um novo exame de DNA no sangue encontrado nas roupas e no carro de Alexandre Nardoni e de Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina Isabella, que estão presos acusados de assassinar a criança no ano passado. O pedido havia sido feito pelo novo advogado do casal, Roberto Podval, que disse que o casal não forneceu amostras de sangue para exame. O advogado colocou em dúvida a análise feita pelos peritos do Instituto de Criminalística (IC) e do Instituto Médico Legal (IML) comparando uma amostra de sangue achada na calça de Anna Carolina ao sangue que ela forneceu. O resultado deu positivo.
O juiz Maurício Fossen em seu despacho afirma que o IC e o IML são instituições respeitadas internacionalmente e os peritos não assinariam laudos judiciais 'sem que tivessem certeza da origem do material examinado', principalmente num caso de grande repercussão como a morte de Isabella. O juiz avalia que, antes de qualquer suspeita em relação ao trabalho dos técnicos, é preciso dar oportunidade para que sejam ouvidos.
- Antes de lançar tão grave acusação é preciso que sejam ouvidos - diz o juiz.
O advogado de defesa dos Nardoni afirmaram nos autos que os 'laudos apresentados por aqueles experts não seriam condizentes com a verdade'.
O juiz diz que os exames do IC e do IML já constavam nos autos antes do casal ser denunciado. O magistrado lembrou também que na apelação de liberdade provisória pela defesa pedida para o casal, os advogados chegaram a usar como argumento que os Nardoni estavam colaborando com a investigação e 'permitiram a coleta de sangue'.
Para o juiz, não existe fato novo que justifique a realização de um novo exame de DNA. No despacho, Maurício Fossen diz ainda que todo o material genético colhido dos réus se encontra com o IC e o IML e não há notícia de que está prestes a ser descartado. Com isso, diz o juiz, caso haja necessidade de um novo exame no futuro, as amostras estão preservadas.
Como precaução e para deixar tranquila a defesa, o juiz determinou que o material genético seja preservado, até nova ordem da Justiça.

Fonte: O Globo
link do postPor anjoseguerreiros, às 19:35  comentar


A Justiça de São Paulo descartou a realização imediata de um novo exame de DNA no sangue encontrado nas roupas e no carro de Alexandre Nardoni e de Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina Isabella, que estão presos acusados de assassinar a criança no ano passado. O pedido havia sido feito pelo novo advogado do casal, Roberto Podval, que disse que o casal não forneceu amostras de sangue para exame. O advogado colocou em dúvida a análise feita pelos peritos do Instituto de Criminalística (IC) e do Instituto Médico Legal (IML) comparando uma amostra de sangue achada na calça de Anna Carolina ao sangue que ela forneceu. O resultado deu positivo.
O juiz Maurício Fossen em seu despacho afirma que o IC e o IML são instituições respeitadas internacionalmente e os peritos não assinariam laudos judiciais 'sem que tivessem certeza da origem do material examinado', principalmente num caso de grande repercussão como a morte de Isabella. O juiz avalia que, antes de qualquer suspeita em relação ao trabalho dos técnicos, é preciso dar oportunidade para que sejam ouvidos.
- Antes de lançar tão grave acusação é preciso que sejam ouvidos - diz o juiz.
O advogado de defesa dos Nardoni afirmaram nos autos que os 'laudos apresentados por aqueles experts não seriam condizentes com a verdade'.
O juiz diz que os exames do IC e do IML já constavam nos autos antes do casal ser denunciado. O magistrado lembrou também que na apelação de liberdade provisória pela defesa pedida para o casal, os advogados chegaram a usar como argumento que os Nardoni estavam colaborando com a investigação e 'permitiram a coleta de sangue'.
Para o juiz, não existe fato novo que justifique a realização de um novo exame de DNA. No despacho, Maurício Fossen diz ainda que todo o material genético colhido dos réus se encontra com o IC e o IML e não há notícia de que está prestes a ser descartado. Com isso, diz o juiz, caso haja necessidade de um novo exame no futuro, as amostras estão preservadas.
Como precaução e para deixar tranquila a defesa, o juiz determinou que o material genético seja preservado, até nova ordem da Justiça.

Fonte: O Globo
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A Justiça de São Paulo descartou a realização imediata de um novo exame de DNA no sangue encontrado nas roupas e no carro de Alexandre Nardoni e de Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina Isabella, que estão presos acusados de assassinar a criança no ano passado. O pedido havia sido feito pelo novo advogado do casal, Roberto Podval, que disse que o casal não forneceu amostras de sangue para exame. O advogado colocou em dúvida a análise feita pelos peritos do Instituto de Criminalística (IC) e do Instituto Médico Legal (IML) comparando uma amostra de sangue achada na calça de Anna Carolina ao sangue que ela forneceu. O resultado deu positivo.
O juiz Maurício Fossen em seu despacho afirma que o IC e o IML são instituições respeitadas internacionalmente e os peritos não assinariam laudos judiciais 'sem que tivessem certeza da origem do material examinado', principalmente num caso de grande repercussão como a morte de Isabella. O juiz avalia que, antes de qualquer suspeita em relação ao trabalho dos técnicos, é preciso dar oportunidade para que sejam ouvidos.
- Antes de lançar tão grave acusação é preciso que sejam ouvidos - diz o juiz.
O advogado de defesa dos Nardoni afirmaram nos autos que os 'laudos apresentados por aqueles experts não seriam condizentes com a verdade'.
O juiz diz que os exames do IC e do IML já constavam nos autos antes do casal ser denunciado. O magistrado lembrou também que na apelação de liberdade provisória pela defesa pedida para o casal, os advogados chegaram a usar como argumento que os Nardoni estavam colaborando com a investigação e 'permitiram a coleta de sangue'.
Para o juiz, não existe fato novo que justifique a realização de um novo exame de DNA. No despacho, Maurício Fossen diz ainda que todo o material genético colhido dos réus se encontra com o IC e o IML e não há notícia de que está prestes a ser descartado. Com isso, diz o juiz, caso haja necessidade de um novo exame no futuro, as amostras estão preservadas.
Como precaução e para deixar tranquila a defesa, o juiz determinou que o material genético seja preservado, até nova ordem da Justiça.

Fonte: O Globo
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A Justiça de São Paulo descartou a realização imediata de um novo exame de DNA no sangue encontrado nas roupas e no carro de Alexandre Nardoni e de Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina Isabella, que estão presos acusados de assassinar a criança no ano passado. O pedido havia sido feito pelo novo advogado do casal, Roberto Podval, que disse que o casal não forneceu amostras de sangue para exame. O advogado colocou em dúvida a análise feita pelos peritos do Instituto de Criminalística (IC) e do Instituto Médico Legal (IML) comparando uma amostra de sangue achada na calça de Anna Carolina ao sangue que ela forneceu. O resultado deu positivo.
O juiz Maurício Fossen em seu despacho afirma que o IC e o IML são instituições respeitadas internacionalmente e os peritos não assinariam laudos judiciais 'sem que tivessem certeza da origem do material examinado', principalmente num caso de grande repercussão como a morte de Isabella. O juiz avalia que, antes de qualquer suspeita em relação ao trabalho dos técnicos, é preciso dar oportunidade para que sejam ouvidos.
- Antes de lançar tão grave acusação é preciso que sejam ouvidos - diz o juiz.
O advogado de defesa dos Nardoni afirmaram nos autos que os 'laudos apresentados por aqueles experts não seriam condizentes com a verdade'.
O juiz diz que os exames do IC e do IML já constavam nos autos antes do casal ser denunciado. O magistrado lembrou também que na apelação de liberdade provisória pela defesa pedida para o casal, os advogados chegaram a usar como argumento que os Nardoni estavam colaborando com a investigação e 'permitiram a coleta de sangue'.
Para o juiz, não existe fato novo que justifique a realização de um novo exame de DNA. No despacho, Maurício Fossen diz ainda que todo o material genético colhido dos réus se encontra com o IC e o IML e não há notícia de que está prestes a ser descartado. Com isso, diz o juiz, caso haja necessidade de um novo exame no futuro, as amostras estão preservadas.
Como precaução e para deixar tranquila a defesa, o juiz determinou que o material genético seja preservado, até nova ordem da Justiça.

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Uma a cada duas mil pessoas tem ceratocone. A maioria desconhece

Pessoas que têm o costume de coçar os olhos devem ficar atentos. Por menor que seja o esforço desencadeado no ato de coçar, o trauma constante pode fragilizar a córnea, deixando-a mais flexível, podendo alterar sua forma e desencadear o aparecimento e progressão de uma doença chamada ceratocone. Quem faz o alerta é o especialista em córnea e doenças externas do Hospital Oftalmológico de Brasília (HOB), o oftalmologista Patrick Tzelikis.O ceratocone é uma irregularidade não-inflamatória, de origem multifatorial, na qual a córnea sofre mudanças em sua estrutura, tornando-se mais fina e obtendo o formato de cone. Este problema tem origem desconhecida, mas está ligado a alguns fatores determinantes. "Uma a cada duas mil pessoas apresenta o quadro de ceratocone. A maioria sequer sabe que é portador. Indivíduos que sofrem de alergia, ou que já possuem registro de ceratocone na família, bem como adolescentes, que apresentam baixa visão e costumam esfregar os olhos são potenciais pacientes desta alteração. Cerca de 80% destes pacientes têm entre 15 e 30 anos de idade", constata o médico. Sintomas De acordo com Tzelikis os sintomas do ceratocone são muito parecidos com qualquer outro defeito refrativo. "O ceratocone não dói, nem faz lacrimejar. Geralmente o paciente apresenta um quadro de fotofobia (sensibilidade à luz) e baixa acuidade visual mesmo com o uso dos óculos." Outro sintoma é a percepção de múltiplas imagens fantasmas. A maioria dos casos inicia-se na puberdade e apresenta uma progressão até meados dos 30 anos de idade. A partir daí, existe uma tendência a estabilização. A doença costuma afetar ambos os olhos, mas em geral de maneira bem assimétrica, sendo um lado mais acometido do que o outro. "Uma das perguntas mais frequentes no consultório diz respeito à velocidade de progressão da doença, quanto minha visão ainda vai piorar ? Será que eu vou precisar de cirurgia ? Infelizmente para essas perguntas ainda não existe resposta", adianta o médico. Diagnóstico O simples exame de refração não detecta a presença de ceratocone, conforme explica o especialista do HOB. "Para diagnosticar a alteração na córnea, é preciso que o paciente seja submetido ao exame de ceratoscopia computadorizada e mapa de elevação da córnea e paquimetria, o resultado mostra o relevo da córnea e pode confirmar o quadro de ceratocone", afirma.Tratamento Atualmente, existem várias opções de tratamento. Segundo Tzelikis, o ceratocone não tem cura nem a córnea volta a seu estado original, mas os tratamentos disponíveis conseguem corrigir os altos graus de astigmatismo, estabilizar a doença e reduzir a deformidade da córnea. "Os óculos e as lentes de contato rígidas conseguem diminuir o astigmatismo. Outro tratamento é o Anel de Ferrara, técnica desenvolvida no Brasil, na qual uma pequena incisão é feita na córnea e dois pequenos aros são introduzidos para aplanar sua superfície. É normalmente indicado para quem não consegue se adaptar às lentes", comenta. Crosslinking Atualmente, o crosslinking, procedimento que estabiliza o ceratocone, fortalece e enrijecesse a córnea tem sido uma alternativa. A técnica leva em torno de 30 minutos para ser executada e consiste, primeiramente, na aplicação de colírio de riboflavina (vitamina B) de cinco em cinco minutos. Em seguida, a exposição da córnea à luz UVA (ultra violeta) disparada pela máquina específica para o tratamento. Com a finalidade de retardar o avanço do ceratocone, o crosslinking é a aposta dos oftalmologistas para conter a evolução da deformação causada. O crosslinking permite que a córnea fique mais rígida. O mais recente aparelho de crosslinking adquirido pelo HOB é o XLink (Corneal Crosslinking System), da empresa OPTO. O equipamento é de tecnologia nacional e, segundo especialistas do Hospital, não deixa a desejar em relação aos outros dois modelos importados. "A tecnologia brasileira possui os mesmos atributos e vantagens que os dois equipamentos europeus que tratam o ceratocone", conclui o oftalmologista Tzelikis. O novo aparelho fornece a energia de forma homogênea sobre a córnea a ser tratada. Possui um sistema de autocalibração, o que permite ao profissional a certeza de que a quantidade de luz emitida é a exatamente a desejada. Outra opção de tratamento é o transplante de córnea, procedimento que, segundo Tzelikis, apresenta excelente resultado, com quase 90% de sucesso, mas depende da disponibilidade do órgão em bancos de córnea, assinala. Cuidados O oftalmologista Patrick Tzelikis sugere alguns cuidados essenciais para evitar o ceratocone ou impedir o agravamento do quadro. "Ao sentir vontade de coçar o olho, faça uso de colírios para coceira (chamados de anti-histamínicos) ou de compressa de água gelada. A consulta periódica ao oftalmologista ajuda na prevenção.Outro conselho do médico é que todo paciente com astigmatismo e que apresenta perda de visão deve procurar um oftalmologista e exigir um exame de ceratoscopia computadorizada. O diagnóstico precoce diminui a perda da qualidade de visão e garante tratamento mais eficaz contra o ceratocone", orienta.

Fonte:RedaçãoeAgora.com.br
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Uma a cada duas mil pessoas tem ceratocone. A maioria desconhece

Pessoas que têm o costume de coçar os olhos devem ficar atentos. Por menor que seja o esforço desencadeado no ato de coçar, o trauma constante pode fragilizar a córnea, deixando-a mais flexível, podendo alterar sua forma e desencadear o aparecimento e progressão de uma doença chamada ceratocone. Quem faz o alerta é o especialista em córnea e doenças externas do Hospital Oftalmológico de Brasília (HOB), o oftalmologista Patrick Tzelikis.O ceratocone é uma irregularidade não-inflamatória, de origem multifatorial, na qual a córnea sofre mudanças em sua estrutura, tornando-se mais fina e obtendo o formato de cone. Este problema tem origem desconhecida, mas está ligado a alguns fatores determinantes. "Uma a cada duas mil pessoas apresenta o quadro de ceratocone. A maioria sequer sabe que é portador. Indivíduos que sofrem de alergia, ou que já possuem registro de ceratocone na família, bem como adolescentes, que apresentam baixa visão e costumam esfregar os olhos são potenciais pacientes desta alteração. Cerca de 80% destes pacientes têm entre 15 e 30 anos de idade", constata o médico. Sintomas De acordo com Tzelikis os sintomas do ceratocone são muito parecidos com qualquer outro defeito refrativo. "O ceratocone não dói, nem faz lacrimejar. Geralmente o paciente apresenta um quadro de fotofobia (sensibilidade à luz) e baixa acuidade visual mesmo com o uso dos óculos." Outro sintoma é a percepção de múltiplas imagens fantasmas. A maioria dos casos inicia-se na puberdade e apresenta uma progressão até meados dos 30 anos de idade. A partir daí, existe uma tendência a estabilização. A doença costuma afetar ambos os olhos, mas em geral de maneira bem assimétrica, sendo um lado mais acometido do que o outro. "Uma das perguntas mais frequentes no consultório diz respeito à velocidade de progressão da doença, quanto minha visão ainda vai piorar ? Será que eu vou precisar de cirurgia ? Infelizmente para essas perguntas ainda não existe resposta", adianta o médico. Diagnóstico O simples exame de refração não detecta a presença de ceratocone, conforme explica o especialista do HOB. "Para diagnosticar a alteração na córnea, é preciso que o paciente seja submetido ao exame de ceratoscopia computadorizada e mapa de elevação da córnea e paquimetria, o resultado mostra o relevo da córnea e pode confirmar o quadro de ceratocone", afirma.Tratamento Atualmente, existem várias opções de tratamento. Segundo Tzelikis, o ceratocone não tem cura nem a córnea volta a seu estado original, mas os tratamentos disponíveis conseguem corrigir os altos graus de astigmatismo, estabilizar a doença e reduzir a deformidade da córnea. "Os óculos e as lentes de contato rígidas conseguem diminuir o astigmatismo. Outro tratamento é o Anel de Ferrara, técnica desenvolvida no Brasil, na qual uma pequena incisão é feita na córnea e dois pequenos aros são introduzidos para aplanar sua superfície. É normalmente indicado para quem não consegue se adaptar às lentes", comenta. Crosslinking Atualmente, o crosslinking, procedimento que estabiliza o ceratocone, fortalece e enrijecesse a córnea tem sido uma alternativa. A técnica leva em torno de 30 minutos para ser executada e consiste, primeiramente, na aplicação de colírio de riboflavina (vitamina B) de cinco em cinco minutos. Em seguida, a exposição da córnea à luz UVA (ultra violeta) disparada pela máquina específica para o tratamento. Com a finalidade de retardar o avanço do ceratocone, o crosslinking é a aposta dos oftalmologistas para conter a evolução da deformação causada. O crosslinking permite que a córnea fique mais rígida. O mais recente aparelho de crosslinking adquirido pelo HOB é o XLink (Corneal Crosslinking System), da empresa OPTO. O equipamento é de tecnologia nacional e, segundo especialistas do Hospital, não deixa a desejar em relação aos outros dois modelos importados. "A tecnologia brasileira possui os mesmos atributos e vantagens que os dois equipamentos europeus que tratam o ceratocone", conclui o oftalmologista Tzelikis. O novo aparelho fornece a energia de forma homogênea sobre a córnea a ser tratada. Possui um sistema de autocalibração, o que permite ao profissional a certeza de que a quantidade de luz emitida é a exatamente a desejada. Outra opção de tratamento é o transplante de córnea, procedimento que, segundo Tzelikis, apresenta excelente resultado, com quase 90% de sucesso, mas depende da disponibilidade do órgão em bancos de córnea, assinala. Cuidados O oftalmologista Patrick Tzelikis sugere alguns cuidados essenciais para evitar o ceratocone ou impedir o agravamento do quadro. "Ao sentir vontade de coçar o olho, faça uso de colírios para coceira (chamados de anti-histamínicos) ou de compressa de água gelada. A consulta periódica ao oftalmologista ajuda na prevenção.Outro conselho do médico é que todo paciente com astigmatismo e que apresenta perda de visão deve procurar um oftalmologista e exigir um exame de ceratoscopia computadorizada. O diagnóstico precoce diminui a perda da qualidade de visão e garante tratamento mais eficaz contra o ceratocone", orienta.

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Pessoas que têm o costume de coçar os olhos devem ficar atentos. Por menor que seja o esforço desencadeado no ato de coçar, o trauma constante pode fragilizar a córnea, deixando-a mais flexível, podendo alterar sua forma e desencadear o aparecimento e progressão de uma doença chamada ceratocone. Quem faz o alerta é o especialista em córnea e doenças externas do Hospital Oftalmológico de Brasília (HOB), o oftalmologista Patrick Tzelikis.O ceratocone é uma irregularidade não-inflamatória, de origem multifatorial, na qual a córnea sofre mudanças em sua estrutura, tornando-se mais fina e obtendo o formato de cone. Este problema tem origem desconhecida, mas está ligado a alguns fatores determinantes. "Uma a cada duas mil pessoas apresenta o quadro de ceratocone. A maioria sequer sabe que é portador. Indivíduos que sofrem de alergia, ou que já possuem registro de ceratocone na família, bem como adolescentes, que apresentam baixa visão e costumam esfregar os olhos são potenciais pacientes desta alteração. Cerca de 80% destes pacientes têm entre 15 e 30 anos de idade", constata o médico. Sintomas De acordo com Tzelikis os sintomas do ceratocone são muito parecidos com qualquer outro defeito refrativo. "O ceratocone não dói, nem faz lacrimejar. Geralmente o paciente apresenta um quadro de fotofobia (sensibilidade à luz) e baixa acuidade visual mesmo com o uso dos óculos." Outro sintoma é a percepção de múltiplas imagens fantasmas. A maioria dos casos inicia-se na puberdade e apresenta uma progressão até meados dos 30 anos de idade. A partir daí, existe uma tendência a estabilização. A doença costuma afetar ambos os olhos, mas em geral de maneira bem assimétrica, sendo um lado mais acometido do que o outro. "Uma das perguntas mais frequentes no consultório diz respeito à velocidade de progressão da doença, quanto minha visão ainda vai piorar ? Será que eu vou precisar de cirurgia ? Infelizmente para essas perguntas ainda não existe resposta", adianta o médico. Diagnóstico O simples exame de refração não detecta a presença de ceratocone, conforme explica o especialista do HOB. "Para diagnosticar a alteração na córnea, é preciso que o paciente seja submetido ao exame de ceratoscopia computadorizada e mapa de elevação da córnea e paquimetria, o resultado mostra o relevo da córnea e pode confirmar o quadro de ceratocone", afirma.Tratamento Atualmente, existem várias opções de tratamento. Segundo Tzelikis, o ceratocone não tem cura nem a córnea volta a seu estado original, mas os tratamentos disponíveis conseguem corrigir os altos graus de astigmatismo, estabilizar a doença e reduzir a deformidade da córnea. "Os óculos e as lentes de contato rígidas conseguem diminuir o astigmatismo. Outro tratamento é o Anel de Ferrara, técnica desenvolvida no Brasil, na qual uma pequena incisão é feita na córnea e dois pequenos aros são introduzidos para aplanar sua superfície. É normalmente indicado para quem não consegue se adaptar às lentes", comenta. Crosslinking Atualmente, o crosslinking, procedimento que estabiliza o ceratocone, fortalece e enrijecesse a córnea tem sido uma alternativa. A técnica leva em torno de 30 minutos para ser executada e consiste, primeiramente, na aplicação de colírio de riboflavina (vitamina B) de cinco em cinco minutos. Em seguida, a exposição da córnea à luz UVA (ultra violeta) disparada pela máquina específica para o tratamento. Com a finalidade de retardar o avanço do ceratocone, o crosslinking é a aposta dos oftalmologistas para conter a evolução da deformação causada. O crosslinking permite que a córnea fique mais rígida. O mais recente aparelho de crosslinking adquirido pelo HOB é o XLink (Corneal Crosslinking System), da empresa OPTO. O equipamento é de tecnologia nacional e, segundo especialistas do Hospital, não deixa a desejar em relação aos outros dois modelos importados. "A tecnologia brasileira possui os mesmos atributos e vantagens que os dois equipamentos europeus que tratam o ceratocone", conclui o oftalmologista Tzelikis. O novo aparelho fornece a energia de forma homogênea sobre a córnea a ser tratada. Possui um sistema de autocalibração, o que permite ao profissional a certeza de que a quantidade de luz emitida é a exatamente a desejada. Outra opção de tratamento é o transplante de córnea, procedimento que, segundo Tzelikis, apresenta excelente resultado, com quase 90% de sucesso, mas depende da disponibilidade do órgão em bancos de córnea, assinala. Cuidados O oftalmologista Patrick Tzelikis sugere alguns cuidados essenciais para evitar o ceratocone ou impedir o agravamento do quadro. "Ao sentir vontade de coçar o olho, faça uso de colírios para coceira (chamados de anti-histamínicos) ou de compressa de água gelada. A consulta periódica ao oftalmologista ajuda na prevenção.Outro conselho do médico é que todo paciente com astigmatismo e que apresenta perda de visão deve procurar um oftalmologista e exigir um exame de ceratoscopia computadorizada. O diagnóstico precoce diminui a perda da qualidade de visão e garante tratamento mais eficaz contra o ceratocone", orienta.

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Pessoas que têm o costume de coçar os olhos devem ficar atentos. Por menor que seja o esforço desencadeado no ato de coçar, o trauma constante pode fragilizar a córnea, deixando-a mais flexível, podendo alterar sua forma e desencadear o aparecimento e progressão de uma doença chamada ceratocone. Quem faz o alerta é o especialista em córnea e doenças externas do Hospital Oftalmológico de Brasília (HOB), o oftalmologista Patrick Tzelikis.O ceratocone é uma irregularidade não-inflamatória, de origem multifatorial, na qual a córnea sofre mudanças em sua estrutura, tornando-se mais fina e obtendo o formato de cone. Este problema tem origem desconhecida, mas está ligado a alguns fatores determinantes. "Uma a cada duas mil pessoas apresenta o quadro de ceratocone. A maioria sequer sabe que é portador. Indivíduos que sofrem de alergia, ou que já possuem registro de ceratocone na família, bem como adolescentes, que apresentam baixa visão e costumam esfregar os olhos são potenciais pacientes desta alteração. Cerca de 80% destes pacientes têm entre 15 e 30 anos de idade", constata o médico. Sintomas De acordo com Tzelikis os sintomas do ceratocone são muito parecidos com qualquer outro defeito refrativo. "O ceratocone não dói, nem faz lacrimejar. Geralmente o paciente apresenta um quadro de fotofobia (sensibilidade à luz) e baixa acuidade visual mesmo com o uso dos óculos." Outro sintoma é a percepção de múltiplas imagens fantasmas. A maioria dos casos inicia-se na puberdade e apresenta uma progressão até meados dos 30 anos de idade. A partir daí, existe uma tendência a estabilização. A doença costuma afetar ambos os olhos, mas em geral de maneira bem assimétrica, sendo um lado mais acometido do que o outro. "Uma das perguntas mais frequentes no consultório diz respeito à velocidade de progressão da doença, quanto minha visão ainda vai piorar ? Será que eu vou precisar de cirurgia ? Infelizmente para essas perguntas ainda não existe resposta", adianta o médico. Diagnóstico O simples exame de refração não detecta a presença de ceratocone, conforme explica o especialista do HOB. "Para diagnosticar a alteração na córnea, é preciso que o paciente seja submetido ao exame de ceratoscopia computadorizada e mapa de elevação da córnea e paquimetria, o resultado mostra o relevo da córnea e pode confirmar o quadro de ceratocone", afirma.Tratamento Atualmente, existem várias opções de tratamento. Segundo Tzelikis, o ceratocone não tem cura nem a córnea volta a seu estado original, mas os tratamentos disponíveis conseguem corrigir os altos graus de astigmatismo, estabilizar a doença e reduzir a deformidade da córnea. "Os óculos e as lentes de contato rígidas conseguem diminuir o astigmatismo. Outro tratamento é o Anel de Ferrara, técnica desenvolvida no Brasil, na qual uma pequena incisão é feita na córnea e dois pequenos aros são introduzidos para aplanar sua superfície. É normalmente indicado para quem não consegue se adaptar às lentes", comenta. Crosslinking Atualmente, o crosslinking, procedimento que estabiliza o ceratocone, fortalece e enrijecesse a córnea tem sido uma alternativa. A técnica leva em torno de 30 minutos para ser executada e consiste, primeiramente, na aplicação de colírio de riboflavina (vitamina B) de cinco em cinco minutos. Em seguida, a exposição da córnea à luz UVA (ultra violeta) disparada pela máquina específica para o tratamento. Com a finalidade de retardar o avanço do ceratocone, o crosslinking é a aposta dos oftalmologistas para conter a evolução da deformação causada. O crosslinking permite que a córnea fique mais rígida. O mais recente aparelho de crosslinking adquirido pelo HOB é o XLink (Corneal Crosslinking System), da empresa OPTO. O equipamento é de tecnologia nacional e, segundo especialistas do Hospital, não deixa a desejar em relação aos outros dois modelos importados. "A tecnologia brasileira possui os mesmos atributos e vantagens que os dois equipamentos europeus que tratam o ceratocone", conclui o oftalmologista Tzelikis. O novo aparelho fornece a energia de forma homogênea sobre a córnea a ser tratada. Possui um sistema de autocalibração, o que permite ao profissional a certeza de que a quantidade de luz emitida é a exatamente a desejada. Outra opção de tratamento é o transplante de córnea, procedimento que, segundo Tzelikis, apresenta excelente resultado, com quase 90% de sucesso, mas depende da disponibilidade do órgão em bancos de córnea, assinala. Cuidados O oftalmologista Patrick Tzelikis sugere alguns cuidados essenciais para evitar o ceratocone ou impedir o agravamento do quadro. "Ao sentir vontade de coçar o olho, faça uso de colírios para coceira (chamados de anti-histamínicos) ou de compressa de água gelada. A consulta periódica ao oftalmologista ajuda na prevenção.Outro conselho do médico é que todo paciente com astigmatismo e que apresenta perda de visão deve procurar um oftalmologista e exigir um exame de ceratoscopia computadorizada. O diagnóstico precoce diminui a perda da qualidade de visão e garante tratamento mais eficaz contra o ceratocone", orienta.

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A audiência que vai determinar se o ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista irá a júri popular pelo assassinato da ex-mulher, Ana Claudia Melo da Silva, 18, começou por volta das 14h20 desta quinta-feira no fórum da Barra Funda (zona oeste de São Paulo). Até as 16h, quatro testemunhas de acusação já haviam sido ouvidas. Uma delas relatou que Janken falou a uma amiga, após o crime, que havia "feito uma besteira".
Ana Claudia foi morta a facadas no dia 22 de março, no apartamento onde morava, na zona sul da cidade. Após o crime, Janken fugiu com o filho do casal --na ocasião com um ano e nove meses-- e foi preso três dias depois, na Bahia.

A primeira testemunha ouvida hoje é uma vizinha de Ana Claudia, que disse ter ouvido gritos da moça na manhã do crime.

A testemunha ouvida na sequência, também de acusação, afirmou que, após o crime, Janken ligou para uma amiga e disse que "tinha feito uma besteira" por causa de ciúme. Ela disse ter ouvido a frase da própria amiga do rapaz, que será ouvida como testemunha de defesa.

A terceira testemunha de acusação ouvida nesta quinta também mora no prédio onde ocorreu o crime e disse que Ana Claudia pediu para que tirasse algumas fotos do site de relacionamentos Orkut porque Janken era ciumento. Ela afirmou que a jovem relatava brigas com o ex-jogador, mas que afirmava que também reagia.
Ela disse ter acompanhado as duas primeiras visitas que Janken fez ao filho e que, nas duas ocasiões, Ana Claudia não estava. De acordo com ela, Ana Claudia se sentia ameaçada e havia um aviso e uma foto de Janken na portaria, para impedir que o rapaz fosse até o apartamento, caso o rapaz aparecesse fora do horário de visitas.

A outra testemunha, um amigo da família, informou que conhecia Ana Claudia desde criança. Ele disse que, no dia do crime, deixou o apartamento com o tio da vítima no horário em que Janken chegou para visitar o filho e que quando voltaram, pouco depois, não perceberam nada anormal e saíram novamente.
Ele afirmou que as visitas ao filho estavam programadas para ocorrer das 15h às 17h, horário que o menino costumava dormir. Por isso, foi sugerido que a visita ocorresse em outro horário.
A testemunha disse desconhecer que Ana Claudia tivesse amizade com jogadores de futebol.

No total, a juíza Luciana Piovesan ouvirá 23 testemunhas --entre defesa, acusação e do juízo. Entre as testemunhas do juízo está Fábio Costa, o goleiro do Santos. O jogador é a única testemunha a ter o depoimento colhido por carta precatória --documento pelo qual um juiz determina que o andamento daquele ato do processo seja realizado em outra comarca, por outro magistrado.
Folha Online

link do postPor anjoseguerreiros, às 18:54  comentar

A audiência que vai determinar se o ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista irá a júri popular pelo assassinato da ex-mulher, Ana Claudia Melo da Silva, 18, começou por volta das 14h20 desta quinta-feira no fórum da Barra Funda (zona oeste de São Paulo). Até as 16h, quatro testemunhas de acusação já haviam sido ouvidas. Uma delas relatou que Janken falou a uma amiga, após o crime, que havia "feito uma besteira".
Ana Claudia foi morta a facadas no dia 22 de março, no apartamento onde morava, na zona sul da cidade. Após o crime, Janken fugiu com o filho do casal --na ocasião com um ano e nove meses-- e foi preso três dias depois, na Bahia.

A primeira testemunha ouvida hoje é uma vizinha de Ana Claudia, que disse ter ouvido gritos da moça na manhã do crime.

A testemunha ouvida na sequência, também de acusação, afirmou que, após o crime, Janken ligou para uma amiga e disse que "tinha feito uma besteira" por causa de ciúme. Ela disse ter ouvido a frase da própria amiga do rapaz, que será ouvida como testemunha de defesa.

A terceira testemunha de acusação ouvida nesta quinta também mora no prédio onde ocorreu o crime e disse que Ana Claudia pediu para que tirasse algumas fotos do site de relacionamentos Orkut porque Janken era ciumento. Ela afirmou que a jovem relatava brigas com o ex-jogador, mas que afirmava que também reagia.
Ela disse ter acompanhado as duas primeiras visitas que Janken fez ao filho e que, nas duas ocasiões, Ana Claudia não estava. De acordo com ela, Ana Claudia se sentia ameaçada e havia um aviso e uma foto de Janken na portaria, para impedir que o rapaz fosse até o apartamento, caso o rapaz aparecesse fora do horário de visitas.

A outra testemunha, um amigo da família, informou que conhecia Ana Claudia desde criança. Ele disse que, no dia do crime, deixou o apartamento com o tio da vítima no horário em que Janken chegou para visitar o filho e que quando voltaram, pouco depois, não perceberam nada anormal e saíram novamente.
Ele afirmou que as visitas ao filho estavam programadas para ocorrer das 15h às 17h, horário que o menino costumava dormir. Por isso, foi sugerido que a visita ocorresse em outro horário.
A testemunha disse desconhecer que Ana Claudia tivesse amizade com jogadores de futebol.

No total, a juíza Luciana Piovesan ouvirá 23 testemunhas --entre defesa, acusação e do juízo. Entre as testemunhas do juízo está Fábio Costa, o goleiro do Santos. O jogador é a única testemunha a ter o depoimento colhido por carta precatória --documento pelo qual um juiz determina que o andamento daquele ato do processo seja realizado em outra comarca, por outro magistrado.
Folha Online

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A audiência que vai determinar se o ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista irá a júri popular pelo assassinato da ex-mulher, Ana Claudia Melo da Silva, 18, começou por volta das 14h20 desta quinta-feira no fórum da Barra Funda (zona oeste de São Paulo). Até as 16h, quatro testemunhas de acusação já haviam sido ouvidas. Uma delas relatou que Janken falou a uma amiga, após o crime, que havia "feito uma besteira".
Ana Claudia foi morta a facadas no dia 22 de março, no apartamento onde morava, na zona sul da cidade. Após o crime, Janken fugiu com o filho do casal --na ocasião com um ano e nove meses-- e foi preso três dias depois, na Bahia.

A primeira testemunha ouvida hoje é uma vizinha de Ana Claudia, que disse ter ouvido gritos da moça na manhã do crime.

A testemunha ouvida na sequência, também de acusação, afirmou que, após o crime, Janken ligou para uma amiga e disse que "tinha feito uma besteira" por causa de ciúme. Ela disse ter ouvido a frase da própria amiga do rapaz, que será ouvida como testemunha de defesa.

A terceira testemunha de acusação ouvida nesta quinta também mora no prédio onde ocorreu o crime e disse que Ana Claudia pediu para que tirasse algumas fotos do site de relacionamentos Orkut porque Janken era ciumento. Ela afirmou que a jovem relatava brigas com o ex-jogador, mas que afirmava que também reagia.
Ela disse ter acompanhado as duas primeiras visitas que Janken fez ao filho e que, nas duas ocasiões, Ana Claudia não estava. De acordo com ela, Ana Claudia se sentia ameaçada e havia um aviso e uma foto de Janken na portaria, para impedir que o rapaz fosse até o apartamento, caso o rapaz aparecesse fora do horário de visitas.

A outra testemunha, um amigo da família, informou que conhecia Ana Claudia desde criança. Ele disse que, no dia do crime, deixou o apartamento com o tio da vítima no horário em que Janken chegou para visitar o filho e que quando voltaram, pouco depois, não perceberam nada anormal e saíram novamente.
Ele afirmou que as visitas ao filho estavam programadas para ocorrer das 15h às 17h, horário que o menino costumava dormir. Por isso, foi sugerido que a visita ocorresse em outro horário.
A testemunha disse desconhecer que Ana Claudia tivesse amizade com jogadores de futebol.

No total, a juíza Luciana Piovesan ouvirá 23 testemunhas --entre defesa, acusação e do juízo. Entre as testemunhas do juízo está Fábio Costa, o goleiro do Santos. O jogador é a única testemunha a ter o depoimento colhido por carta precatória --documento pelo qual um juiz determina que o andamento daquele ato do processo seja realizado em outra comarca, por outro magistrado.
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A audiência que vai determinar se o ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista irá a júri popular pelo assassinato da ex-mulher, Ana Claudia Melo da Silva, 18, começou por volta das 14h20 desta quinta-feira no fórum da Barra Funda (zona oeste de São Paulo). Até as 16h, quatro testemunhas de acusação já haviam sido ouvidas. Uma delas relatou que Janken falou a uma amiga, após o crime, que havia "feito uma besteira".
Ana Claudia foi morta a facadas no dia 22 de março, no apartamento onde morava, na zona sul da cidade. Após o crime, Janken fugiu com o filho do casal --na ocasião com um ano e nove meses-- e foi preso três dias depois, na Bahia.

A primeira testemunha ouvida hoje é uma vizinha de Ana Claudia, que disse ter ouvido gritos da moça na manhã do crime.

A testemunha ouvida na sequência, também de acusação, afirmou que, após o crime, Janken ligou para uma amiga e disse que "tinha feito uma besteira" por causa de ciúme. Ela disse ter ouvido a frase da própria amiga do rapaz, que será ouvida como testemunha de defesa.

A terceira testemunha de acusação ouvida nesta quinta também mora no prédio onde ocorreu o crime e disse que Ana Claudia pediu para que tirasse algumas fotos do site de relacionamentos Orkut porque Janken era ciumento. Ela afirmou que a jovem relatava brigas com o ex-jogador, mas que afirmava que também reagia.
Ela disse ter acompanhado as duas primeiras visitas que Janken fez ao filho e que, nas duas ocasiões, Ana Claudia não estava. De acordo com ela, Ana Claudia se sentia ameaçada e havia um aviso e uma foto de Janken na portaria, para impedir que o rapaz fosse até o apartamento, caso o rapaz aparecesse fora do horário de visitas.

A outra testemunha, um amigo da família, informou que conhecia Ana Claudia desde criança. Ele disse que, no dia do crime, deixou o apartamento com o tio da vítima no horário em que Janken chegou para visitar o filho e que quando voltaram, pouco depois, não perceberam nada anormal e saíram novamente.
Ele afirmou que as visitas ao filho estavam programadas para ocorrer das 15h às 17h, horário que o menino costumava dormir. Por isso, foi sugerido que a visita ocorresse em outro horário.
A testemunha disse desconhecer que Ana Claudia tivesse amizade com jogadores de futebol.

No total, a juíza Luciana Piovesan ouvirá 23 testemunhas --entre defesa, acusação e do juízo. Entre as testemunhas do juízo está Fábio Costa, o goleiro do Santos. O jogador é a única testemunha a ter o depoimento colhido por carta precatória --documento pelo qual um juiz determina que o andamento daquele ato do processo seja realizado em outra comarca, por outro magistrado.
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Uma ONG de defesa dos direitos humanos denunciou nesta quinta-feira que grupos paramilitares tâmeis sequestraram crianças dos campos de refugiados da guerra civil no norte do Sri Lanka. Segundo o grupo Coalizão para Deter o Uso de Crianças Soldados, algumas crianças são interrogadas sobre possíveis conexões com a guerrilha separatista Tigres de Libertação da Pátria Tâmil, derrotada nesta semana pelo Exército após 25 anos de conflitos no país.
Estes paramilitares ajudaram as autoridades de Colombo a combater os guerrilheiros separatistas, mas o governo negou acusações de que apoiou as ações dos paramilitares e de que concedeu acesso aos campos de refugiados.
A coalizão, com sede em Londres, reúne organizações como Anistia Internacional e Human Rights Watch. O grupo afirma que tem informações sobre o rapto de crianças em vários campos de refugiados da zona de Vavuniya (norte).
"Alguns foram sequestrados para que depois fosse pedido um resgate aos pais. Em outros casos, as crianças foram raptadas para ser interrogadas sobre supostos vínculos com os rebeldes, outros por suspeita de atuar como soldados", afirmou Charu Lata Hogg, porta-voz da coalizão.
Outras crianças foram levadas pelos paramilitares aos campos do Exército cingalês, presumivelmente para serem questionadas sobre vínculos com o grupo rebelde, que frequentemente recrutava crianças soldados, disse.
Segundo a coalizão, os rebeldes parecem ter acesso fácil aos acampamentos de refugiados, mesmo sob vigilância dos militares.
"Não é possível", rebateu o porta-voz dos militares Udaya Nanayakkara. "Todo mundo tem que ser inscrito e registrado e ninguém consegue sair dos acampamentos sem ser registrado pela polícia".
As estimativas de organizações de ajuda humanitária são de que cerca de 280 mil civis foram deslocados pela recente ofensiva do governo cingalês contra os tigres tâmeis e que a maioria deles continua em acampamentos superlotados e com poucos recursos.
O governo afirma que deseja acabar com os acampamentos e realocar a maioria dos refugiados em suas vilas originais em um prazo de seis meses.
Grupos de ajuda humanitária e a ONU (Organização das Nações Unidas) reclamam que, mesmo com o fim dos confrontos, o governo de Colombo não permite a entrada de voluntários nos campos de refugiados. Segundo a Cruz Vermelha, os carregamentos com suprimentos foram interrompidos para o maior dos acampamentos.
Rishard Badurdeen, o ministro de realocação, afirmou que o acesso de estrangeiros aos acampamentos foi restringido porque os combatentes dos tigres tâmeis estão se escondendo entre os refugiados.
"Há cerca de 3.000 tigres tâmeis nos acampamentos e nós não terminamos de revistar", disse Badurdeen, que rejeitou informações de que os suprimentos de ajuda humanitária são proibidos de entrar.
Folha Online
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:28  comentar

Uma ONG de defesa dos direitos humanos denunciou nesta quinta-feira que grupos paramilitares tâmeis sequestraram crianças dos campos de refugiados da guerra civil no norte do Sri Lanka. Segundo o grupo Coalizão para Deter o Uso de Crianças Soldados, algumas crianças são interrogadas sobre possíveis conexões com a guerrilha separatista Tigres de Libertação da Pátria Tâmil, derrotada nesta semana pelo Exército após 25 anos de conflitos no país.
Estes paramilitares ajudaram as autoridades de Colombo a combater os guerrilheiros separatistas, mas o governo negou acusações de que apoiou as ações dos paramilitares e de que concedeu acesso aos campos de refugiados.
A coalizão, com sede em Londres, reúne organizações como Anistia Internacional e Human Rights Watch. O grupo afirma que tem informações sobre o rapto de crianças em vários campos de refugiados da zona de Vavuniya (norte).
"Alguns foram sequestrados para que depois fosse pedido um resgate aos pais. Em outros casos, as crianças foram raptadas para ser interrogadas sobre supostos vínculos com os rebeldes, outros por suspeita de atuar como soldados", afirmou Charu Lata Hogg, porta-voz da coalizão.
Outras crianças foram levadas pelos paramilitares aos campos do Exército cingalês, presumivelmente para serem questionadas sobre vínculos com o grupo rebelde, que frequentemente recrutava crianças soldados, disse.
Segundo a coalizão, os rebeldes parecem ter acesso fácil aos acampamentos de refugiados, mesmo sob vigilância dos militares.
"Não é possível", rebateu o porta-voz dos militares Udaya Nanayakkara. "Todo mundo tem que ser inscrito e registrado e ninguém consegue sair dos acampamentos sem ser registrado pela polícia".
As estimativas de organizações de ajuda humanitária são de que cerca de 280 mil civis foram deslocados pela recente ofensiva do governo cingalês contra os tigres tâmeis e que a maioria deles continua em acampamentos superlotados e com poucos recursos.
O governo afirma que deseja acabar com os acampamentos e realocar a maioria dos refugiados em suas vilas originais em um prazo de seis meses.
Grupos de ajuda humanitária e a ONU (Organização das Nações Unidas) reclamam que, mesmo com o fim dos confrontos, o governo de Colombo não permite a entrada de voluntários nos campos de refugiados. Segundo a Cruz Vermelha, os carregamentos com suprimentos foram interrompidos para o maior dos acampamentos.
Rishard Badurdeen, o ministro de realocação, afirmou que o acesso de estrangeiros aos acampamentos foi restringido porque os combatentes dos tigres tâmeis estão se escondendo entre os refugiados.
"Há cerca de 3.000 tigres tâmeis nos acampamentos e nós não terminamos de revistar", disse Badurdeen, que rejeitou informações de que os suprimentos de ajuda humanitária são proibidos de entrar.
Folha Online
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Uma ONG de defesa dos direitos humanos denunciou nesta quinta-feira que grupos paramilitares tâmeis sequestraram crianças dos campos de refugiados da guerra civil no norte do Sri Lanka. Segundo o grupo Coalizão para Deter o Uso de Crianças Soldados, algumas crianças são interrogadas sobre possíveis conexões com a guerrilha separatista Tigres de Libertação da Pátria Tâmil, derrotada nesta semana pelo Exército após 25 anos de conflitos no país.
Estes paramilitares ajudaram as autoridades de Colombo a combater os guerrilheiros separatistas, mas o governo negou acusações de que apoiou as ações dos paramilitares e de que concedeu acesso aos campos de refugiados.
A coalizão, com sede em Londres, reúne organizações como Anistia Internacional e Human Rights Watch. O grupo afirma que tem informações sobre o rapto de crianças em vários campos de refugiados da zona de Vavuniya (norte).
"Alguns foram sequestrados para que depois fosse pedido um resgate aos pais. Em outros casos, as crianças foram raptadas para ser interrogadas sobre supostos vínculos com os rebeldes, outros por suspeita de atuar como soldados", afirmou Charu Lata Hogg, porta-voz da coalizão.
Outras crianças foram levadas pelos paramilitares aos campos do Exército cingalês, presumivelmente para serem questionadas sobre vínculos com o grupo rebelde, que frequentemente recrutava crianças soldados, disse.
Segundo a coalizão, os rebeldes parecem ter acesso fácil aos acampamentos de refugiados, mesmo sob vigilância dos militares.
"Não é possível", rebateu o porta-voz dos militares Udaya Nanayakkara. "Todo mundo tem que ser inscrito e registrado e ninguém consegue sair dos acampamentos sem ser registrado pela polícia".
As estimativas de organizações de ajuda humanitária são de que cerca de 280 mil civis foram deslocados pela recente ofensiva do governo cingalês contra os tigres tâmeis e que a maioria deles continua em acampamentos superlotados e com poucos recursos.
O governo afirma que deseja acabar com os acampamentos e realocar a maioria dos refugiados em suas vilas originais em um prazo de seis meses.
Grupos de ajuda humanitária e a ONU (Organização das Nações Unidas) reclamam que, mesmo com o fim dos confrontos, o governo de Colombo não permite a entrada de voluntários nos campos de refugiados. Segundo a Cruz Vermelha, os carregamentos com suprimentos foram interrompidos para o maior dos acampamentos.
Rishard Badurdeen, o ministro de realocação, afirmou que o acesso de estrangeiros aos acampamentos foi restringido porque os combatentes dos tigres tâmeis estão se escondendo entre os refugiados.
"Há cerca de 3.000 tigres tâmeis nos acampamentos e nós não terminamos de revistar", disse Badurdeen, que rejeitou informações de que os suprimentos de ajuda humanitária são proibidos de entrar.
Folha Online
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Uma ONG de defesa dos direitos humanos denunciou nesta quinta-feira que grupos paramilitares tâmeis sequestraram crianças dos campos de refugiados da guerra civil no norte do Sri Lanka. Segundo o grupo Coalizão para Deter o Uso de Crianças Soldados, algumas crianças são interrogadas sobre possíveis conexões com a guerrilha separatista Tigres de Libertação da Pátria Tâmil, derrotada nesta semana pelo Exército após 25 anos de conflitos no país.
Estes paramilitares ajudaram as autoridades de Colombo a combater os guerrilheiros separatistas, mas o governo negou acusações de que apoiou as ações dos paramilitares e de que concedeu acesso aos campos de refugiados.
A coalizão, com sede em Londres, reúne organizações como Anistia Internacional e Human Rights Watch. O grupo afirma que tem informações sobre o rapto de crianças em vários campos de refugiados da zona de Vavuniya (norte).
"Alguns foram sequestrados para que depois fosse pedido um resgate aos pais. Em outros casos, as crianças foram raptadas para ser interrogadas sobre supostos vínculos com os rebeldes, outros por suspeita de atuar como soldados", afirmou Charu Lata Hogg, porta-voz da coalizão.
Outras crianças foram levadas pelos paramilitares aos campos do Exército cingalês, presumivelmente para serem questionadas sobre vínculos com o grupo rebelde, que frequentemente recrutava crianças soldados, disse.
Segundo a coalizão, os rebeldes parecem ter acesso fácil aos acampamentos de refugiados, mesmo sob vigilância dos militares.
"Não é possível", rebateu o porta-voz dos militares Udaya Nanayakkara. "Todo mundo tem que ser inscrito e registrado e ninguém consegue sair dos acampamentos sem ser registrado pela polícia".
As estimativas de organizações de ajuda humanitária são de que cerca de 280 mil civis foram deslocados pela recente ofensiva do governo cingalês contra os tigres tâmeis e que a maioria deles continua em acampamentos superlotados e com poucos recursos.
O governo afirma que deseja acabar com os acampamentos e realocar a maioria dos refugiados em suas vilas originais em um prazo de seis meses.
Grupos de ajuda humanitária e a ONU (Organização das Nações Unidas) reclamam que, mesmo com o fim dos confrontos, o governo de Colombo não permite a entrada de voluntários nos campos de refugiados. Segundo a Cruz Vermelha, os carregamentos com suprimentos foram interrompidos para o maior dos acampamentos.
Rishard Badurdeen, o ministro de realocação, afirmou que o acesso de estrangeiros aos acampamentos foi restringido porque os combatentes dos tigres tâmeis estão se escondendo entre os refugiados.
"Há cerca de 3.000 tigres tâmeis nos acampamentos e nós não terminamos de revistar", disse Badurdeen, que rejeitou informações de que os suprimentos de ajuda humanitária são proibidos de entrar.
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SÃO PAULO - O amigo de Fernando Ribas Carli Filho, que bebeu com ele em um restaurante de Curitiba antes do acidente que causou a morte de dois jovens, afirmou que o deputado não tinha condições de dirigir ao final do encontro. Em depoimento à polícia, ele afirmou nesta quarta-feira que chegou a oferecer carona para o deputado, que foi recusada.
O exame de sangue não foi feito logo após o acidente. O Conselho Regional de Medicina do Paraná (CRM-PR) abriu uma sindicância para apurar a conduta do Hospital Evangélico no atendimento ao deputado no último dia 7. Carli Filho ficou quatro dias internado na UTI da instituição.
O Hospital chegou a informar que não existia material para fazer o exame de sangue solicitado pelo delegado Armando de Moraes, para determinar a dosagem alcoolica. A coleta é praxe no pronto-socorro, mas o Hospital havia dito que o sangue colhido foi descartado após exames, o que seria comu m.
Parentes de uma das vítimas também colocaram em dúvida as informações dos boletins médicos emitidos pelo Evangélico. Ontem, Gilmar Yared e Cristiane Souza Yared, pais de Gilmar Rafael Yared, foram recebidos na sede do CRM pelo presidente da entidade, Miguel Ibraim Sobrinho, que explicou a eles os trâmites da investigação. Porém, não há prazo para a conclusão da sindicância.
Carli Filho foi transferido para o Hospital Albert Eintein, em São Paulo, e se recupera de uma cirurgia de reconstrução dos ossos da face. Segundo informações da família, ele continua se alimentando por meio de uma sonda no estômago e respira através de traqueostomia.
A Assembléia Legislativa do Paraná abriu sindicância na Corregedoria da Casa para apurar se houve quebra de decoro parlamentar, o que pode dar início a um processo de cassação do mandato . Carli Filho estava com a carteira nacional de habilitação suspensa desde julho de 2008.
No domingo, a família de Gilmar Rafael Yared fará uma passeata pelas ruas de Curitiba. A caminhada sairá do local do acidente até o Parque Barigui.


O Globo On Line
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SÃO PAULO - O amigo de Fernando Ribas Carli Filho, que bebeu com ele em um restaurante de Curitiba antes do acidente que causou a morte de dois jovens, afirmou que o deputado não tinha condições de dirigir ao final do encontro. Em depoimento à polícia, ele afirmou nesta quarta-feira que chegou a oferecer carona para o deputado, que foi recusada.
O exame de sangue não foi feito logo após o acidente. O Conselho Regional de Medicina do Paraná (CRM-PR) abriu uma sindicância para apurar a conduta do Hospital Evangélico no atendimento ao deputado no último dia 7. Carli Filho ficou quatro dias internado na UTI da instituição.
O Hospital chegou a informar que não existia material para fazer o exame de sangue solicitado pelo delegado Armando de Moraes, para determinar a dosagem alcoolica. A coleta é praxe no pronto-socorro, mas o Hospital havia dito que o sangue colhido foi descartado após exames, o que seria comu m.
Parentes de uma das vítimas também colocaram em dúvida as informações dos boletins médicos emitidos pelo Evangélico. Ontem, Gilmar Yared e Cristiane Souza Yared, pais de Gilmar Rafael Yared, foram recebidos na sede do CRM pelo presidente da entidade, Miguel Ibraim Sobrinho, que explicou a eles os trâmites da investigação. Porém, não há prazo para a conclusão da sindicância.
Carli Filho foi transferido para o Hospital Albert Eintein, em São Paulo, e se recupera de uma cirurgia de reconstrução dos ossos da face. Segundo informações da família, ele continua se alimentando por meio de uma sonda no estômago e respira através de traqueostomia.
A Assembléia Legislativa do Paraná abriu sindicância na Corregedoria da Casa para apurar se houve quebra de decoro parlamentar, o que pode dar início a um processo de cassação do mandato . Carli Filho estava com a carteira nacional de habilitação suspensa desde julho de 2008.
No domingo, a família de Gilmar Rafael Yared fará uma passeata pelas ruas de Curitiba. A caminhada sairá do local do acidente até o Parque Barigui.


O Globo On Line
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SÃO PAULO - O amigo de Fernando Ribas Carli Filho, que bebeu com ele em um restaurante de Curitiba antes do acidente que causou a morte de dois jovens, afirmou que o deputado não tinha condições de dirigir ao final do encontro. Em depoimento à polícia, ele afirmou nesta quarta-feira que chegou a oferecer carona para o deputado, que foi recusada.
O exame de sangue não foi feito logo após o acidente. O Conselho Regional de Medicina do Paraná (CRM-PR) abriu uma sindicância para apurar a conduta do Hospital Evangélico no atendimento ao deputado no último dia 7. Carli Filho ficou quatro dias internado na UTI da instituição.
O Hospital chegou a informar que não existia material para fazer o exame de sangue solicitado pelo delegado Armando de Moraes, para determinar a dosagem alcoolica. A coleta é praxe no pronto-socorro, mas o Hospital havia dito que o sangue colhido foi descartado após exames, o que seria comu m.
Parentes de uma das vítimas também colocaram em dúvida as informações dos boletins médicos emitidos pelo Evangélico. Ontem, Gilmar Yared e Cristiane Souza Yared, pais de Gilmar Rafael Yared, foram recebidos na sede do CRM pelo presidente da entidade, Miguel Ibraim Sobrinho, que explicou a eles os trâmites da investigação. Porém, não há prazo para a conclusão da sindicância.
Carli Filho foi transferido para o Hospital Albert Eintein, em São Paulo, e se recupera de uma cirurgia de reconstrução dos ossos da face. Segundo informações da família, ele continua se alimentando por meio de uma sonda no estômago e respira através de traqueostomia.
A Assembléia Legislativa do Paraná abriu sindicância na Corregedoria da Casa para apurar se houve quebra de decoro parlamentar, o que pode dar início a um processo de cassação do mandato . Carli Filho estava com a carteira nacional de habilitação suspensa desde julho de 2008.
No domingo, a família de Gilmar Rafael Yared fará uma passeata pelas ruas de Curitiba. A caminhada sairá do local do acidente até o Parque Barigui.


O Globo On Line
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SÃO PAULO - O amigo de Fernando Ribas Carli Filho, que bebeu com ele em um restaurante de Curitiba antes do acidente que causou a morte de dois jovens, afirmou que o deputado não tinha condições de dirigir ao final do encontro. Em depoimento à polícia, ele afirmou nesta quarta-feira que chegou a oferecer carona para o deputado, que foi recusada.
O exame de sangue não foi feito logo após o acidente. O Conselho Regional de Medicina do Paraná (CRM-PR) abriu uma sindicância para apurar a conduta do Hospital Evangélico no atendimento ao deputado no último dia 7. Carli Filho ficou quatro dias internado na UTI da instituição.
O Hospital chegou a informar que não existia material para fazer o exame de sangue solicitado pelo delegado Armando de Moraes, para determinar a dosagem alcoolica. A coleta é praxe no pronto-socorro, mas o Hospital havia dito que o sangue colhido foi descartado após exames, o que seria comu m.
Parentes de uma das vítimas também colocaram em dúvida as informações dos boletins médicos emitidos pelo Evangélico. Ontem, Gilmar Yared e Cristiane Souza Yared, pais de Gilmar Rafael Yared, foram recebidos na sede do CRM pelo presidente da entidade, Miguel Ibraim Sobrinho, que explicou a eles os trâmites da investigação. Porém, não há prazo para a conclusão da sindicância.
Carli Filho foi transferido para o Hospital Albert Eintein, em São Paulo, e se recupera de uma cirurgia de reconstrução dos ossos da face. Segundo informações da família, ele continua se alimentando por meio de uma sonda no estômago e respira através de traqueostomia.
A Assembléia Legislativa do Paraná abriu sindicância na Corregedoria da Casa para apurar se houve quebra de decoro parlamentar, o que pode dar início a um processo de cassação do mandato . Carli Filho estava com a carteira nacional de habilitação suspensa desde julho de 2008.
No domingo, a família de Gilmar Rafael Yared fará uma passeata pelas ruas de Curitiba. A caminhada sairá do local do acidente até o Parque Barigui.


O Globo On Line
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Criar mecanismos para combater os crimes contra crianças e adolescentes praticados pela Internet foi o tema discutido durante o Seminário 18 de Maio – Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes, realizado anteontem pelo Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (CEDCA) em parceria com o Governo de Minas , Ministério Público e o Fórum de Enfrentamento à Violência desse tipo de crime. O Governo de Minas vai investir cerca de R$ 30 milhões em programas, projetos e ações voltados para a área da criança e do adolescente.
O encontro discutiu a revisão das diretrizes do Plano Estadual de Enfrentamento à Violência Contra Crianças e Adolescentes de Minas Gerais. Segundo a coordenadora Especial de Política Pró-Criança e Adolescente e presidente do CEDCA, Fernanda Martins, os crimes pela Internet precisam ter atenção especial. “Esses crimes ocorrem muito e evoluíram bastante porque praticamente todos têm acesso. E o plano atual, que é de 2003, trata pouco disso”, observou.
O seminário faz parte das ações que marcam o Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes (18 de maio). Na quinta-feira (14), o governador Aécio Neves divulgou balanço de um ano da campanha Proteja Nossas Crianças, iniciativa criada em 15 de maio de 2008 para incentivar a sociedade a denunciar atos de violência doméstica e de exploração sexual de crianças e adolescentes, por meio do Disque Direitos Humanos (0800 311 119).
O secretário de Estado de Desenvolvimento Social, Agostinho Patrus Filho, destacou a participação da sociedade na campanha Proteja Nossas Crianças. “Além de estruturar a parte física de vários conselhos tutelares e de direito, existe a preocupação do Governo de Minas em preparar os conselheiros. Por isso, mais de três mil serão capacitados ainda este ano, observou o secretário. A mobilização e o esforço da sociedade são importantíssimos para o sucesso da campanha”, completou.

Desafio – O coordenador da Frente Parlamentar de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, deputado estadual André Quintão, defende a criação de uma vara específica para os crimes contra crianças e adolescentes. “É um desafio responsabilizar com mais agilidade quem comete o ato. É muito importante uma vara específica para responsabilizar os violadores”, afirmou.
O representante juvenil do Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual, Moisés Barbosa, lembrou a importância da participação dos jovens na luta contra a exploração sexual. “Este é o momento de apresentarmos ideias. Estou muito feliz porque conseguimos evoluir muito com o protagonismo.”


Jornal de Uberaba
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:00  comentar

Criar mecanismos para combater os crimes contra crianças e adolescentes praticados pela Internet foi o tema discutido durante o Seminário 18 de Maio – Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes, realizado anteontem pelo Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (CEDCA) em parceria com o Governo de Minas , Ministério Público e o Fórum de Enfrentamento à Violência desse tipo de crime. O Governo de Minas vai investir cerca de R$ 30 milhões em programas, projetos e ações voltados para a área da criança e do adolescente.
O encontro discutiu a revisão das diretrizes do Plano Estadual de Enfrentamento à Violência Contra Crianças e Adolescentes de Minas Gerais. Segundo a coordenadora Especial de Política Pró-Criança e Adolescente e presidente do CEDCA, Fernanda Martins, os crimes pela Internet precisam ter atenção especial. “Esses crimes ocorrem muito e evoluíram bastante porque praticamente todos têm acesso. E o plano atual, que é de 2003, trata pouco disso”, observou.
O seminário faz parte das ações que marcam o Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes (18 de maio). Na quinta-feira (14), o governador Aécio Neves divulgou balanço de um ano da campanha Proteja Nossas Crianças, iniciativa criada em 15 de maio de 2008 para incentivar a sociedade a denunciar atos de violência doméstica e de exploração sexual de crianças e adolescentes, por meio do Disque Direitos Humanos (0800 311 119).
O secretário de Estado de Desenvolvimento Social, Agostinho Patrus Filho, destacou a participação da sociedade na campanha Proteja Nossas Crianças. “Além de estruturar a parte física de vários conselhos tutelares e de direito, existe a preocupação do Governo de Minas em preparar os conselheiros. Por isso, mais de três mil serão capacitados ainda este ano, observou o secretário. A mobilização e o esforço da sociedade são importantíssimos para o sucesso da campanha”, completou.

Desafio – O coordenador da Frente Parlamentar de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, deputado estadual André Quintão, defende a criação de uma vara específica para os crimes contra crianças e adolescentes. “É um desafio responsabilizar com mais agilidade quem comete o ato. É muito importante uma vara específica para responsabilizar os violadores”, afirmou.
O representante juvenil do Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual, Moisés Barbosa, lembrou a importância da participação dos jovens na luta contra a exploração sexual. “Este é o momento de apresentarmos ideias. Estou muito feliz porque conseguimos evoluir muito com o protagonismo.”


Jornal de Uberaba
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Criar mecanismos para combater os crimes contra crianças e adolescentes praticados pela Internet foi o tema discutido durante o Seminário 18 de Maio – Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes, realizado anteontem pelo Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (CEDCA) em parceria com o Governo de Minas , Ministério Público e o Fórum de Enfrentamento à Violência desse tipo de crime. O Governo de Minas vai investir cerca de R$ 30 milhões em programas, projetos e ações voltados para a área da criança e do adolescente.
O encontro discutiu a revisão das diretrizes do Plano Estadual de Enfrentamento à Violência Contra Crianças e Adolescentes de Minas Gerais. Segundo a coordenadora Especial de Política Pró-Criança e Adolescente e presidente do CEDCA, Fernanda Martins, os crimes pela Internet precisam ter atenção especial. “Esses crimes ocorrem muito e evoluíram bastante porque praticamente todos têm acesso. E o plano atual, que é de 2003, trata pouco disso”, observou.
O seminário faz parte das ações que marcam o Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes (18 de maio). Na quinta-feira (14), o governador Aécio Neves divulgou balanço de um ano da campanha Proteja Nossas Crianças, iniciativa criada em 15 de maio de 2008 para incentivar a sociedade a denunciar atos de violência doméstica e de exploração sexual de crianças e adolescentes, por meio do Disque Direitos Humanos (0800 311 119).
O secretário de Estado de Desenvolvimento Social, Agostinho Patrus Filho, destacou a participação da sociedade na campanha Proteja Nossas Crianças. “Além de estruturar a parte física de vários conselhos tutelares e de direito, existe a preocupação do Governo de Minas em preparar os conselheiros. Por isso, mais de três mil serão capacitados ainda este ano, observou o secretário. A mobilização e o esforço da sociedade são importantíssimos para o sucesso da campanha”, completou.

Desafio – O coordenador da Frente Parlamentar de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, deputado estadual André Quintão, defende a criação de uma vara específica para os crimes contra crianças e adolescentes. “É um desafio responsabilizar com mais agilidade quem comete o ato. É muito importante uma vara específica para responsabilizar os violadores”, afirmou.
O representante juvenil do Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual, Moisés Barbosa, lembrou a importância da participação dos jovens na luta contra a exploração sexual. “Este é o momento de apresentarmos ideias. Estou muito feliz porque conseguimos evoluir muito com o protagonismo.”


Jornal de Uberaba
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Criar mecanismos para combater os crimes contra crianças e adolescentes praticados pela Internet foi o tema discutido durante o Seminário 18 de Maio – Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes, realizado anteontem pelo Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (CEDCA) em parceria com o Governo de Minas , Ministério Público e o Fórum de Enfrentamento à Violência desse tipo de crime. O Governo de Minas vai investir cerca de R$ 30 milhões em programas, projetos e ações voltados para a área da criança e do adolescente.
O encontro discutiu a revisão das diretrizes do Plano Estadual de Enfrentamento à Violência Contra Crianças e Adolescentes de Minas Gerais. Segundo a coordenadora Especial de Política Pró-Criança e Adolescente e presidente do CEDCA, Fernanda Martins, os crimes pela Internet precisam ter atenção especial. “Esses crimes ocorrem muito e evoluíram bastante porque praticamente todos têm acesso. E o plano atual, que é de 2003, trata pouco disso”, observou.
O seminário faz parte das ações que marcam o Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes (18 de maio). Na quinta-feira (14), o governador Aécio Neves divulgou balanço de um ano da campanha Proteja Nossas Crianças, iniciativa criada em 15 de maio de 2008 para incentivar a sociedade a denunciar atos de violência doméstica e de exploração sexual de crianças e adolescentes, por meio do Disque Direitos Humanos (0800 311 119).
O secretário de Estado de Desenvolvimento Social, Agostinho Patrus Filho, destacou a participação da sociedade na campanha Proteja Nossas Crianças. “Além de estruturar a parte física de vários conselhos tutelares e de direito, existe a preocupação do Governo de Minas em preparar os conselheiros. Por isso, mais de três mil serão capacitados ainda este ano, observou o secretário. A mobilização e o esforço da sociedade são importantíssimos para o sucesso da campanha”, completou.

Desafio – O coordenador da Frente Parlamentar de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, deputado estadual André Quintão, defende a criação de uma vara específica para os crimes contra crianças e adolescentes. “É um desafio responsabilizar com mais agilidade quem comete o ato. É muito importante uma vara específica para responsabilizar os violadores”, afirmou.
O representante juvenil do Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual, Moisés Barbosa, lembrou a importância da participação dos jovens na luta contra a exploração sexual. “Este é o momento de apresentarmos ideias. Estou muito feliz porque conseguimos evoluir muito com o protagonismo.”


Jornal de Uberaba
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Durante toda a manhã desta segunda-feira (18), a Secretaria de Estado da Assistência e do Desenvolvimento Social, a Secretaria de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos e o Ministério Público Estadual realizaram uma campanha de conscientização pela passagem do Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que comemorado neste domingo com uma grande caminhada na orla de Maceió.
De acordo com Wedna Miranda, titular da Secretaria de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos, a idéia da ação tem caráter educativo: “Estamos com o Procon e os técnicos da Assistência Social visitando os motéis da orla lagunar. Já passamos por três e faltam outros três. Não encontramos nenhum flagrante de menor nos quartos e estamos conversando com os donos dos estabelecimentos para que eles nos ajudem no combate a exploração sexual infantil. É obrigação pedir a carteira de identidade das pessoas que entram e impedir a entrada de crianças e adolescentes, quando assim for constatado. Os danos causados às vítimas podem ser irreversíveis”, explicou a secretária.

Responsabilidade pelo crime
Wedna Miranda também alertou para a responsabilidade dos proprietários dos motéis. “Eles estarão sendo coniventes com o abuso sexual e serão responsabilizados por isso, caso permitam a entrada de crianças e adolescentes nos quartos”, advertiu.
Nos três motéis visitados, as equipes do Estado estavam fazendo panfletagem e colocando adesivos que alertam para o crime de exploração sexual infantil.


Gazetaweb
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:47  comentar

Durante toda a manhã desta segunda-feira (18), a Secretaria de Estado da Assistência e do Desenvolvimento Social, a Secretaria de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos e o Ministério Público Estadual realizaram uma campanha de conscientização pela passagem do Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que comemorado neste domingo com uma grande caminhada na orla de Maceió.
De acordo com Wedna Miranda, titular da Secretaria de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos, a idéia da ação tem caráter educativo: “Estamos com o Procon e os técnicos da Assistência Social visitando os motéis da orla lagunar. Já passamos por três e faltam outros três. Não encontramos nenhum flagrante de menor nos quartos e estamos conversando com os donos dos estabelecimentos para que eles nos ajudem no combate a exploração sexual infantil. É obrigação pedir a carteira de identidade das pessoas que entram e impedir a entrada de crianças e adolescentes, quando assim for constatado. Os danos causados às vítimas podem ser irreversíveis”, explicou a secretária.

Responsabilidade pelo crime
Wedna Miranda também alertou para a responsabilidade dos proprietários dos motéis. “Eles estarão sendo coniventes com o abuso sexual e serão responsabilizados por isso, caso permitam a entrada de crianças e adolescentes nos quartos”, advertiu.
Nos três motéis visitados, as equipes do Estado estavam fazendo panfletagem e colocando adesivos que alertam para o crime de exploração sexual infantil.


Gazetaweb
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Durante toda a manhã desta segunda-feira (18), a Secretaria de Estado da Assistência e do Desenvolvimento Social, a Secretaria de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos e o Ministério Público Estadual realizaram uma campanha de conscientização pela passagem do Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que comemorado neste domingo com uma grande caminhada na orla de Maceió.
De acordo com Wedna Miranda, titular da Secretaria de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos, a idéia da ação tem caráter educativo: “Estamos com o Procon e os técnicos da Assistência Social visitando os motéis da orla lagunar. Já passamos por três e faltam outros três. Não encontramos nenhum flagrante de menor nos quartos e estamos conversando com os donos dos estabelecimentos para que eles nos ajudem no combate a exploração sexual infantil. É obrigação pedir a carteira de identidade das pessoas que entram e impedir a entrada de crianças e adolescentes, quando assim for constatado. Os danos causados às vítimas podem ser irreversíveis”, explicou a secretária.

Responsabilidade pelo crime
Wedna Miranda também alertou para a responsabilidade dos proprietários dos motéis. “Eles estarão sendo coniventes com o abuso sexual e serão responsabilizados por isso, caso permitam a entrada de crianças e adolescentes nos quartos”, advertiu.
Nos três motéis visitados, as equipes do Estado estavam fazendo panfletagem e colocando adesivos que alertam para o crime de exploração sexual infantil.


Gazetaweb
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Durante toda a manhã desta segunda-feira (18), a Secretaria de Estado da Assistência e do Desenvolvimento Social, a Secretaria de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos e o Ministério Público Estadual realizaram uma campanha de conscientização pela passagem do Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que comemorado neste domingo com uma grande caminhada na orla de Maceió.
De acordo com Wedna Miranda, titular da Secretaria de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos, a idéia da ação tem caráter educativo: “Estamos com o Procon e os técnicos da Assistência Social visitando os motéis da orla lagunar. Já passamos por três e faltam outros três. Não encontramos nenhum flagrante de menor nos quartos e estamos conversando com os donos dos estabelecimentos para que eles nos ajudem no combate a exploração sexual infantil. É obrigação pedir a carteira de identidade das pessoas que entram e impedir a entrada de crianças e adolescentes, quando assim for constatado. Os danos causados às vítimas podem ser irreversíveis”, explicou a secretária.

Responsabilidade pelo crime
Wedna Miranda também alertou para a responsabilidade dos proprietários dos motéis. “Eles estarão sendo coniventes com o abuso sexual e serão responsabilizados por isso, caso permitam a entrada de crianças e adolescentes nos quartos”, advertiu.
Nos três motéis visitados, as equipes do Estado estavam fazendo panfletagem e colocando adesivos que alertam para o crime de exploração sexual infantil.


Gazetaweb
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Os Estados do Amazonas, Amapá, Ceará, Mato Grosso, Paraíba e Paraná assinaram um acordo de cooperação técnica, na quarta-feira (20), para usarem, em parceria com a Polícia Federal, o banco de DNA que vai auxiliar na identificação de criminosos. O programa é o mesmo usado pelo FBI (polícia federal norte-americana) e foi cedido para ser usado no Brasil.
Segundo o Ministério da Justiça, o banco de DNA –chamado Codis (sistema de comparação de DNA, em inglês)– permite a comparação de materiais genéticos –como sangue, pele ou pelo– colhidos em cenas de crimes com dados de outros casos, inclusive, em outros Estados. Dessa forma, será possível identificar suspeitos que já praticaram crimes e interligar crimes cometidos pela mesma pessoa.
De acordo com o ministério, a implantação do sistema será coordenada pelo Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública), que também vai financiar a compra dos equipamentos necessários. Segundo o secretário de Segurança Pública do Paraná, Luiz Fernando Delazari, a implantação deve ser imediata.
“A assinatura do convênio é um grande passo para a investigação criminal em todo o Brasil. Este projeto será um importante instrumento de combate à impunidade em diversos tipos de crime”, afirmou o secretário à Folha Online.
Segundo o perito-chefe Renato Dall’Stella, do laboratório de Genética Molecular do Instituto de Identificação do Paraná, “vai ser instalado um servidor central em Brasília e cada Estado que tenha laboratório de DNA terá um servidor próprio fornecido pela Senasp. As informações dos genes de pessoas indiciadas serão armazenadas e alimentarão esse sistema”.
A Sesp-PR (Secretaria de Segurança Pública – PR) afirmou que em um primeiro momento, o IC (Instituto de Criminalística) vai restringir a coleta de material aos casos de crime contra a vida, mas o objetivo é, futuramente, submeter todas as pessoas que forem presas a coleta e, assim, farão parte do banco de DNA.

Pedofilia
O Estado do Paraná já possui um sistema de banco de coleta e armazenamento de DNA de pessoas envolvidas em crimes sexuais e pedofilia no Estado. De acordo com a Secretaria de Segurança Publica, o sistema foi instalado em 2004 e armazena dados de cerca de 350 criminosos, além de informações genéticas de parentes de crianças desaparecidas.
Segundo o secretário, esse material já cadastrado será integrado ao sistema Codis assim que entrar em funcionamento e passará a ficar a disposição dos Estados também cadastrados.


Folha Online
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Os Estados do Amazonas, Amapá, Ceará, Mato Grosso, Paraíba e Paraná assinaram um acordo de cooperação técnica, na quarta-feira (20), para usarem, em parceria com a Polícia Federal, o banco de DNA que vai auxiliar na identificação de criminosos. O programa é o mesmo usado pelo FBI (polícia federal norte-americana) e foi cedido para ser usado no Brasil.
Segundo o Ministério da Justiça, o banco de DNA –chamado Codis (sistema de comparação de DNA, em inglês)– permite a comparação de materiais genéticos –como sangue, pele ou pelo– colhidos em cenas de crimes com dados de outros casos, inclusive, em outros Estados. Dessa forma, será possível identificar suspeitos que já praticaram crimes e interligar crimes cometidos pela mesma pessoa.
De acordo com o ministério, a implantação do sistema será coordenada pelo Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública), que também vai financiar a compra dos equipamentos necessários. Segundo o secretário de Segurança Pública do Paraná, Luiz Fernando Delazari, a implantação deve ser imediata.
“A assinatura do convênio é um grande passo para a investigação criminal em todo o Brasil. Este projeto será um importante instrumento de combate à impunidade em diversos tipos de crime”, afirmou o secretário à Folha Online.
Segundo o perito-chefe Renato Dall’Stella, do laboratório de Genética Molecular do Instituto de Identificação do Paraná, “vai ser instalado um servidor central em Brasília e cada Estado que tenha laboratório de DNA terá um servidor próprio fornecido pela Senasp. As informações dos genes de pessoas indiciadas serão armazenadas e alimentarão esse sistema”.
A Sesp-PR (Secretaria de Segurança Pública – PR) afirmou que em um primeiro momento, o IC (Instituto de Criminalística) vai restringir a coleta de material aos casos de crime contra a vida, mas o objetivo é, futuramente, submeter todas as pessoas que forem presas a coleta e, assim, farão parte do banco de DNA.

Pedofilia
O Estado do Paraná já possui um sistema de banco de coleta e armazenamento de DNA de pessoas envolvidas em crimes sexuais e pedofilia no Estado. De acordo com a Secretaria de Segurança Publica, o sistema foi instalado em 2004 e armazena dados de cerca de 350 criminosos, além de informações genéticas de parentes de crianças desaparecidas.
Segundo o secretário, esse material já cadastrado será integrado ao sistema Codis assim que entrar em funcionamento e passará a ficar a disposição dos Estados também cadastrados.


Folha Online
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Os Estados do Amazonas, Amapá, Ceará, Mato Grosso, Paraíba e Paraná assinaram um acordo de cooperação técnica, na quarta-feira (20), para usarem, em parceria com a Polícia Federal, o banco de DNA que vai auxiliar na identificação de criminosos. O programa é o mesmo usado pelo FBI (polícia federal norte-americana) e foi cedido para ser usado no Brasil.
Segundo o Ministério da Justiça, o banco de DNA –chamado Codis (sistema de comparação de DNA, em inglês)– permite a comparação de materiais genéticos –como sangue, pele ou pelo– colhidos em cenas de crimes com dados de outros casos, inclusive, em outros Estados. Dessa forma, será possível identificar suspeitos que já praticaram crimes e interligar crimes cometidos pela mesma pessoa.
De acordo com o ministério, a implantação do sistema será coordenada pelo Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública), que também vai financiar a compra dos equipamentos necessários. Segundo o secretário de Segurança Pública do Paraná, Luiz Fernando Delazari, a implantação deve ser imediata.
“A assinatura do convênio é um grande passo para a investigação criminal em todo o Brasil. Este projeto será um importante instrumento de combate à impunidade em diversos tipos de crime”, afirmou o secretário à Folha Online.
Segundo o perito-chefe Renato Dall’Stella, do laboratório de Genética Molecular do Instituto de Identificação do Paraná, “vai ser instalado um servidor central em Brasília e cada Estado que tenha laboratório de DNA terá um servidor próprio fornecido pela Senasp. As informações dos genes de pessoas indiciadas serão armazenadas e alimentarão esse sistema”.
A Sesp-PR (Secretaria de Segurança Pública – PR) afirmou que em um primeiro momento, o IC (Instituto de Criminalística) vai restringir a coleta de material aos casos de crime contra a vida, mas o objetivo é, futuramente, submeter todas as pessoas que forem presas a coleta e, assim, farão parte do banco de DNA.

Pedofilia
O Estado do Paraná já possui um sistema de banco de coleta e armazenamento de DNA de pessoas envolvidas em crimes sexuais e pedofilia no Estado. De acordo com a Secretaria de Segurança Publica, o sistema foi instalado em 2004 e armazena dados de cerca de 350 criminosos, além de informações genéticas de parentes de crianças desaparecidas.
Segundo o secretário, esse material já cadastrado será integrado ao sistema Codis assim que entrar em funcionamento e passará a ficar a disposição dos Estados também cadastrados.


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Segundo o Ministério da Justiça, o banco de DNA –chamado Codis (sistema de comparação de DNA, em inglês)– permite a comparação de materiais genéticos –como sangue, pele ou pelo– colhidos em cenas de crimes com dados de outros casos, inclusive, em outros Estados. Dessa forma, será possível identificar suspeitos que já praticaram crimes e interligar crimes cometidos pela mesma pessoa.
De acordo com o ministério, a implantação do sistema será coordenada pelo Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública), que também vai financiar a compra dos equipamentos necessários. Segundo o secretário de Segurança Pública do Paraná, Luiz Fernando Delazari, a implantação deve ser imediata.
“A assinatura do convênio é um grande passo para a investigação criminal em todo o Brasil. Este projeto será um importante instrumento de combate à impunidade em diversos tipos de crime”, afirmou o secretário à Folha Online.
Segundo o perito-chefe Renato Dall’Stella, do laboratório de Genética Molecular do Instituto de Identificação do Paraná, “vai ser instalado um servidor central em Brasília e cada Estado que tenha laboratório de DNA terá um servidor próprio fornecido pela Senasp. As informações dos genes de pessoas indiciadas serão armazenadas e alimentarão esse sistema”.
A Sesp-PR (Secretaria de Segurança Pública – PR) afirmou que em um primeiro momento, o IC (Instituto de Criminalística) vai restringir a coleta de material aos casos de crime contra a vida, mas o objetivo é, futuramente, submeter todas as pessoas que forem presas a coleta e, assim, farão parte do banco de DNA.

Pedofilia
O Estado do Paraná já possui um sistema de banco de coleta e armazenamento de DNA de pessoas envolvidas em crimes sexuais e pedofilia no Estado. De acordo com a Secretaria de Segurança Publica, o sistema foi instalado em 2004 e armazena dados de cerca de 350 criminosos, além de informações genéticas de parentes de crianças desaparecidas.
Segundo o secretário, esse material já cadastrado será integrado ao sistema Codis assim que entrar em funcionamento e passará a ficar a disposição dos Estados também cadastrados.


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Estudo publicado no American Journal of Psychiatry mostra que a forma como as companhias farmacêuticas conduzem seus testes clínicos transmite uma expectativa otimista demais para o tratamento da depressão
Depois de uma década em que os antidepressivos ganharam enorme popularidade no mundo ocidental – chegando a registrar um aumento de venda de 42% entre 2003 e 2007 no Brasil e de 48% entre 1995 e 2002 nos Estados Unidos –, a eficácia desses remédios está sendo questionada por vários estudos em publicações médicas, segundo os quais boa parte dos benefícios advém do efeito placebo e alguns dos medicamentos mais famosos parecem funcionar apenas em graus leves de depressão. Em meio a esse quebra-cabeça de informações, uma pesquisa publicada em abril no American Journal of Psychiatry contribuiu com uma peça fundamental para esclarecer por que é crescente a impressão de que os antidepressivos não são tão eficazes: eles são testados em um grupo limitadíssimo de pacientes, que não representa uma fração significativa do mundo real.
A eficácia dos antidepressivos prevista nas bulas é medida por testes clínicos realizados pelas empresas farmacêuticas e que servem como base para a criteriosa Food and Drug Administration (FDA), a vigilância sanitária dos EUA, aprovar sua venda. Os testes, segundo o estudo, são bastante restritos quanto à escolha dos pacientes e acabam excluindo pessoas com comorbidades, ou seja, que sofrem de duas doenças ao mesmo tempo. Não participa, por exemplo, quem tem depressão e problemas cardíacos, ou mesmo depressão combinada com outras doenças psiquiátricas, como distúrbios de ansiedade. Partindo do princípio de que os testes são pouco representativos, o novo estudo, realizado por 11 pesquisadores liderados por Stephen Wisniewski, da Universidade de Pittsburgh, mostrou que esse aspecto mascara a eficácia dos antidepressivos, ou a falta dela.
“O que nós fizemos foi prescrever o mesmo tratamento dos testes em uma população que sabíamos ser mais abrangente”, disse Wisniewski a ÉPOCA. “E os resultados mostraram grande diferença”, afirma. A base para o estudo foi o projeto STAR*D, sigla de Alternativas de Tratamento Sequenciado para Aliviar a Depressão, financiado pelo governo americano e que coletou dados de 41 instituições psiquiátricas entre 2001 e 2004. Entre os excluídos estavam apenas mulheres grávidas e pessoas com distúrbios convulsivos e outras doenças agudas. Após a avaliação do perfil dos pacientes do STAR*D, surgiu a primeira descoberta significativa – 77,8% deles não poderiam participar dos testes feitos pela indústria farmacêutica. Os pacientes, em seguida, foram divididos em dois grupos. O grupo de “não-eficácia” era formado pelas pessoas que teriam sido excluídas dos testes mais rígidos e o outro, da “eficácia”, tinha os 22,2% que passariam no filtro da indústria farmacêutica. Submetidos ao mesmo tratamento, com o Citalopram, um antidepressivo inibidor de recaptação de serotonina vendido no Brasil com os nomes comerciais de Cipramil, Procimax, Citta, Alcytam e Maxapran, os grupos tiveram resultados muito diferentes. O grupo de “eficácia” teve melhora em 51,6% dos casos, e o de “não-eficácia”, além de responder ao tratamento com mais demora, registrou melhoras em apenas 39,1% dos casos. Desta forma, dizem os pesquisadores no estudo, “a conclusão sugere que os testes atuais têm um resultado mais otimista do que é provável na prática e a duração do tratamento sugerida pode ser muito pequena”.
Assim, diante desses resultados, surge a questão: o que leva as indústrias farmacêuticas a fazerem testes tão restritos? Segundo Wisniewski, é o custo médico que testes mais abrangentes teriam. “Os resultados mostraram que o grupo de “não-eficácia” também teve uma taxa maior de efeitos colaterais graves”, afirma. “Se as empresas fizerem testes em grupos mais abrangentes, elas vão colocar um número maior de pessoas sob esse risco”, diz. “Um cenário possível, por exemplo, é um paciente entrar em um estado maníaco com a administração do medicamento." Assim, enquanto a indústria farmacêutica não cria uma nova geração de antidepressivos, ou ao menos um método para ampliar a base de suas pesquisas sem aumentar o risco de efeitos colaterais graves, resolver esse problema fica a cargo dos médicos que vão prescrever esse tipo de medicamento. “Eles devem saber em qual população o remédio foi testado para ganhar a aprovação da FDA antes de passar o tratamento”, diz. “É preciso verificar se o paciente pode ser incluído nesse universo e, aí sim, o médico apresentaria as probabilidades mais realistas de resultados e de tempo de tratamento para o paciente”, afirma.


ÉPOCA
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Estudo publicado no American Journal of Psychiatry mostra que a forma como as companhias farmacêuticas conduzem seus testes clínicos transmite uma expectativa otimista demais para o tratamento da depressão
Depois de uma década em que os antidepressivos ganharam enorme popularidade no mundo ocidental – chegando a registrar um aumento de venda de 42% entre 2003 e 2007 no Brasil e de 48% entre 1995 e 2002 nos Estados Unidos –, a eficácia desses remédios está sendo questionada por vários estudos em publicações médicas, segundo os quais boa parte dos benefícios advém do efeito placebo e alguns dos medicamentos mais famosos parecem funcionar apenas em graus leves de depressão. Em meio a esse quebra-cabeça de informações, uma pesquisa publicada em abril no American Journal of Psychiatry contribuiu com uma peça fundamental para esclarecer por que é crescente a impressão de que os antidepressivos não são tão eficazes: eles são testados em um grupo limitadíssimo de pacientes, que não representa uma fração significativa do mundo real.
A eficácia dos antidepressivos prevista nas bulas é medida por testes clínicos realizados pelas empresas farmacêuticas e que servem como base para a criteriosa Food and Drug Administration (FDA), a vigilância sanitária dos EUA, aprovar sua venda. Os testes, segundo o estudo, são bastante restritos quanto à escolha dos pacientes e acabam excluindo pessoas com comorbidades, ou seja, que sofrem de duas doenças ao mesmo tempo. Não participa, por exemplo, quem tem depressão e problemas cardíacos, ou mesmo depressão combinada com outras doenças psiquiátricas, como distúrbios de ansiedade. Partindo do princípio de que os testes são pouco representativos, o novo estudo, realizado por 11 pesquisadores liderados por Stephen Wisniewski, da Universidade de Pittsburgh, mostrou que esse aspecto mascara a eficácia dos antidepressivos, ou a falta dela.
“O que nós fizemos foi prescrever o mesmo tratamento dos testes em uma população que sabíamos ser mais abrangente”, disse Wisniewski a ÉPOCA. “E os resultados mostraram grande diferença”, afirma. A base para o estudo foi o projeto STAR*D, sigla de Alternativas de Tratamento Sequenciado para Aliviar a Depressão, financiado pelo governo americano e que coletou dados de 41 instituições psiquiátricas entre 2001 e 2004. Entre os excluídos estavam apenas mulheres grávidas e pessoas com distúrbios convulsivos e outras doenças agudas. Após a avaliação do perfil dos pacientes do STAR*D, surgiu a primeira descoberta significativa – 77,8% deles não poderiam participar dos testes feitos pela indústria farmacêutica. Os pacientes, em seguida, foram divididos em dois grupos. O grupo de “não-eficácia” era formado pelas pessoas que teriam sido excluídas dos testes mais rígidos e o outro, da “eficácia”, tinha os 22,2% que passariam no filtro da indústria farmacêutica. Submetidos ao mesmo tratamento, com o Citalopram, um antidepressivo inibidor de recaptação de serotonina vendido no Brasil com os nomes comerciais de Cipramil, Procimax, Citta, Alcytam e Maxapran, os grupos tiveram resultados muito diferentes. O grupo de “eficácia” teve melhora em 51,6% dos casos, e o de “não-eficácia”, além de responder ao tratamento com mais demora, registrou melhoras em apenas 39,1% dos casos. Desta forma, dizem os pesquisadores no estudo, “a conclusão sugere que os testes atuais têm um resultado mais otimista do que é provável na prática e a duração do tratamento sugerida pode ser muito pequena”.
Assim, diante desses resultados, surge a questão: o que leva as indústrias farmacêuticas a fazerem testes tão restritos? Segundo Wisniewski, é o custo médico que testes mais abrangentes teriam. “Os resultados mostraram que o grupo de “não-eficácia” também teve uma taxa maior de efeitos colaterais graves”, afirma. “Se as empresas fizerem testes em grupos mais abrangentes, elas vão colocar um número maior de pessoas sob esse risco”, diz. “Um cenário possível, por exemplo, é um paciente entrar em um estado maníaco com a administração do medicamento." Assim, enquanto a indústria farmacêutica não cria uma nova geração de antidepressivos, ou ao menos um método para ampliar a base de suas pesquisas sem aumentar o risco de efeitos colaterais graves, resolver esse problema fica a cargo dos médicos que vão prescrever esse tipo de medicamento. “Eles devem saber em qual população o remédio foi testado para ganhar a aprovação da FDA antes de passar o tratamento”, diz. “É preciso verificar se o paciente pode ser incluído nesse universo e, aí sim, o médico apresentaria as probabilidades mais realistas de resultados e de tempo de tratamento para o paciente”, afirma.


ÉPOCA
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Estudo publicado no American Journal of Psychiatry mostra que a forma como as companhias farmacêuticas conduzem seus testes clínicos transmite uma expectativa otimista demais para o tratamento da depressão
Depois de uma década em que os antidepressivos ganharam enorme popularidade no mundo ocidental – chegando a registrar um aumento de venda de 42% entre 2003 e 2007 no Brasil e de 48% entre 1995 e 2002 nos Estados Unidos –, a eficácia desses remédios está sendo questionada por vários estudos em publicações médicas, segundo os quais boa parte dos benefícios advém do efeito placebo e alguns dos medicamentos mais famosos parecem funcionar apenas em graus leves de depressão. Em meio a esse quebra-cabeça de informações, uma pesquisa publicada em abril no American Journal of Psychiatry contribuiu com uma peça fundamental para esclarecer por que é crescente a impressão de que os antidepressivos não são tão eficazes: eles são testados em um grupo limitadíssimo de pacientes, que não representa uma fração significativa do mundo real.
A eficácia dos antidepressivos prevista nas bulas é medida por testes clínicos realizados pelas empresas farmacêuticas e que servem como base para a criteriosa Food and Drug Administration (FDA), a vigilância sanitária dos EUA, aprovar sua venda. Os testes, segundo o estudo, são bastante restritos quanto à escolha dos pacientes e acabam excluindo pessoas com comorbidades, ou seja, que sofrem de duas doenças ao mesmo tempo. Não participa, por exemplo, quem tem depressão e problemas cardíacos, ou mesmo depressão combinada com outras doenças psiquiátricas, como distúrbios de ansiedade. Partindo do princípio de que os testes são pouco representativos, o novo estudo, realizado por 11 pesquisadores liderados por Stephen Wisniewski, da Universidade de Pittsburgh, mostrou que esse aspecto mascara a eficácia dos antidepressivos, ou a falta dela.
“O que nós fizemos foi prescrever o mesmo tratamento dos testes em uma população que sabíamos ser mais abrangente”, disse Wisniewski a ÉPOCA. “E os resultados mostraram grande diferença”, afirma. A base para o estudo foi o projeto STAR*D, sigla de Alternativas de Tratamento Sequenciado para Aliviar a Depressão, financiado pelo governo americano e que coletou dados de 41 instituições psiquiátricas entre 2001 e 2004. Entre os excluídos estavam apenas mulheres grávidas e pessoas com distúrbios convulsivos e outras doenças agudas. Após a avaliação do perfil dos pacientes do STAR*D, surgiu a primeira descoberta significativa – 77,8% deles não poderiam participar dos testes feitos pela indústria farmacêutica. Os pacientes, em seguida, foram divididos em dois grupos. O grupo de “não-eficácia” era formado pelas pessoas que teriam sido excluídas dos testes mais rígidos e o outro, da “eficácia”, tinha os 22,2% que passariam no filtro da indústria farmacêutica. Submetidos ao mesmo tratamento, com o Citalopram, um antidepressivo inibidor de recaptação de serotonina vendido no Brasil com os nomes comerciais de Cipramil, Procimax, Citta, Alcytam e Maxapran, os grupos tiveram resultados muito diferentes. O grupo de “eficácia” teve melhora em 51,6% dos casos, e o de “não-eficácia”, além de responder ao tratamento com mais demora, registrou melhoras em apenas 39,1% dos casos. Desta forma, dizem os pesquisadores no estudo, “a conclusão sugere que os testes atuais têm um resultado mais otimista do que é provável na prática e a duração do tratamento sugerida pode ser muito pequena”.
Assim, diante desses resultados, surge a questão: o que leva as indústrias farmacêuticas a fazerem testes tão restritos? Segundo Wisniewski, é o custo médico que testes mais abrangentes teriam. “Os resultados mostraram que o grupo de “não-eficácia” também teve uma taxa maior de efeitos colaterais graves”, afirma. “Se as empresas fizerem testes em grupos mais abrangentes, elas vão colocar um número maior de pessoas sob esse risco”, diz. “Um cenário possível, por exemplo, é um paciente entrar em um estado maníaco com a administração do medicamento." Assim, enquanto a indústria farmacêutica não cria uma nova geração de antidepressivos, ou ao menos um método para ampliar a base de suas pesquisas sem aumentar o risco de efeitos colaterais graves, resolver esse problema fica a cargo dos médicos que vão prescrever esse tipo de medicamento. “Eles devem saber em qual população o remédio foi testado para ganhar a aprovação da FDA antes de passar o tratamento”, diz. “É preciso verificar se o paciente pode ser incluído nesse universo e, aí sim, o médico apresentaria as probabilidades mais realistas de resultados e de tempo de tratamento para o paciente”, afirma.


ÉPOCA
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Estudo publicado no American Journal of Psychiatry mostra que a forma como as companhias farmacêuticas conduzem seus testes clínicos transmite uma expectativa otimista demais para o tratamento da depressão
Depois de uma década em que os antidepressivos ganharam enorme popularidade no mundo ocidental – chegando a registrar um aumento de venda de 42% entre 2003 e 2007 no Brasil e de 48% entre 1995 e 2002 nos Estados Unidos –, a eficácia desses remédios está sendo questionada por vários estudos em publicações médicas, segundo os quais boa parte dos benefícios advém do efeito placebo e alguns dos medicamentos mais famosos parecem funcionar apenas em graus leves de depressão. Em meio a esse quebra-cabeça de informações, uma pesquisa publicada em abril no American Journal of Psychiatry contribuiu com uma peça fundamental para esclarecer por que é crescente a impressão de que os antidepressivos não são tão eficazes: eles são testados em um grupo limitadíssimo de pacientes, que não representa uma fração significativa do mundo real.
A eficácia dos antidepressivos prevista nas bulas é medida por testes clínicos realizados pelas empresas farmacêuticas e que servem como base para a criteriosa Food and Drug Administration (FDA), a vigilância sanitária dos EUA, aprovar sua venda. Os testes, segundo o estudo, são bastante restritos quanto à escolha dos pacientes e acabam excluindo pessoas com comorbidades, ou seja, que sofrem de duas doenças ao mesmo tempo. Não participa, por exemplo, quem tem depressão e problemas cardíacos, ou mesmo depressão combinada com outras doenças psiquiátricas, como distúrbios de ansiedade. Partindo do princípio de que os testes são pouco representativos, o novo estudo, realizado por 11 pesquisadores liderados por Stephen Wisniewski, da Universidade de Pittsburgh, mostrou que esse aspecto mascara a eficácia dos antidepressivos, ou a falta dela.
“O que nós fizemos foi prescrever o mesmo tratamento dos testes em uma população que sabíamos ser mais abrangente”, disse Wisniewski a ÉPOCA. “E os resultados mostraram grande diferença”, afirma. A base para o estudo foi o projeto STAR*D, sigla de Alternativas de Tratamento Sequenciado para Aliviar a Depressão, financiado pelo governo americano e que coletou dados de 41 instituições psiquiátricas entre 2001 e 2004. Entre os excluídos estavam apenas mulheres grávidas e pessoas com distúrbios convulsivos e outras doenças agudas. Após a avaliação do perfil dos pacientes do STAR*D, surgiu a primeira descoberta significativa – 77,8% deles não poderiam participar dos testes feitos pela indústria farmacêutica. Os pacientes, em seguida, foram divididos em dois grupos. O grupo de “não-eficácia” era formado pelas pessoas que teriam sido excluídas dos testes mais rígidos e o outro, da “eficácia”, tinha os 22,2% que passariam no filtro da indústria farmacêutica. Submetidos ao mesmo tratamento, com o Citalopram, um antidepressivo inibidor de recaptação de serotonina vendido no Brasil com os nomes comerciais de Cipramil, Procimax, Citta, Alcytam e Maxapran, os grupos tiveram resultados muito diferentes. O grupo de “eficácia” teve melhora em 51,6% dos casos, e o de “não-eficácia”, além de responder ao tratamento com mais demora, registrou melhoras em apenas 39,1% dos casos. Desta forma, dizem os pesquisadores no estudo, “a conclusão sugere que os testes atuais têm um resultado mais otimista do que é provável na prática e a duração do tratamento sugerida pode ser muito pequena”.
Assim, diante desses resultados, surge a questão: o que leva as indústrias farmacêuticas a fazerem testes tão restritos? Segundo Wisniewski, é o custo médico que testes mais abrangentes teriam. “Os resultados mostraram que o grupo de “não-eficácia” também teve uma taxa maior de efeitos colaterais graves”, afirma. “Se as empresas fizerem testes em grupos mais abrangentes, elas vão colocar um número maior de pessoas sob esse risco”, diz. “Um cenário possível, por exemplo, é um paciente entrar em um estado maníaco com a administração do medicamento." Assim, enquanto a indústria farmacêutica não cria uma nova geração de antidepressivos, ou ao menos um método para ampliar a base de suas pesquisas sem aumentar o risco de efeitos colaterais graves, resolver esse problema fica a cargo dos médicos que vão prescrever esse tipo de medicamento. “Eles devem saber em qual população o remédio foi testado para ganhar a aprovação da FDA antes de passar o tratamento”, diz. “É preciso verificar se o paciente pode ser incluído nesse universo e, aí sim, o médico apresentaria as probabilidades mais realistas de resultados e de tempo de tratamento para o paciente”, afirma.


ÉPOCA
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Depois de ser criticada por ter dito amar mais o marido do que os filhos, escritora americana lança livro em que fala sobre a pressão social para ser uma mãe perfeita e compara o papel de homens na criação dos filhos: para ser considerado um ótimo pai, basta estar presente


Depois de publicar um artigo no jornal americano The New York Times, em 2005, a escritora Ayelet Waldman se tornou a mãe americana mais criticada e odiadana mídia. O que despertou a ira das famílias americanas foi um trecho de seu texto que dizia: "Se uma boa mãe é aquela que ama os filhos mais do que a qualquer outra pessoa no mundo, então não sou uma boa mãe, pois gosto mais do meu marido que dos meus filhos". No auge da polêmica, Ayelet foi vaiada durante uma entrevista ao programa de televisão de Oprah Winfrey, um dos mais populares do país. Algumas mães chegaram a defender que ela perdesse a guarda de seus quatro filhos.
Quatro anos depois, Ayelet volta ao tema da maternidade em Bad Mothers (“Mães Ruins: Uma crônica de crimes maternos, pequenas calamidades e momentos ocasionais de graça”, ainda sem previsão de lançamento no Brasil). O livro, segundo ela, não é um pedido de desculpas. Está mais para uma resposta provocativa: “vocês acharam que eu era uma péssima mãe? Então vejam isso agora!”. Para Ayelet, o mundo tem intenção de fazer as mães se sentirem péssimas e aumenta seu medo de falhar com seus filhos e seus próprios ideais.
Na tentativa de atingir seu ideal de maternidade, Ayelet largou a carreira de advogada bem-sucedida para ficar mais tempo com os filhos, Sophie 14 anos, Zeke 9, Rosie, 7 e Abraham, 6. Formada em direito na Universidade Harvard – na mesma turma do presidente Barack Obama, de quem diz que não era amiga –, a americana, que é casada com o romancista Michael Chabon, decidiu afastar-se de seu cargo na defensoria pública para dedicar-se à vida doméstica. A seguir, leia a entrevista que Ayelet deu a ÉPOCA:


ÉPOCA – A senhora diz que o mundo de hoje faz com que as mães se sintam mal. Por quê? Ayelet Waldman – Hoje as coisas são mais intensas e há mais pressão sobre as mães. Nós nos sentimos mal porque somos muito preocupadas. Ficamos pensando: “devemos trabalhar ou devemos ficar em casa?” Somos uma geração intermediária ainda aprendendo como viver. Crescemos com mães feministas num mundo que não mudou tão rápido quanto nós. É muito mais difícil ser mãe hoje.


ÉPOCA– Quando foi a primeira vez em que você se sentiu uma mãe ruim?
Ayelet – Foi quando segurei minha primeira filha no colo pela primeira vez. Tive um longo trabalho de parto seguido de uma cesariana. Estava exausta e com dor. Meu primeiro pensamento foi: "quem é essa pessoa nos meus braços?" Todo mundo esperava que eu me apaixonasse pela minha filha logo que a visse, mas eu não senti isso. Aquilo me apavorou. Demorou algumas semanas para que esse sentimento fosse construído, mas aconteceu. Quando tive meu quarto filho foi diferente. Eu o amei desde o primeiro momento. Talvez porque já tivesse experiência e me sentisse mais segura.


ÉPOCA - A senhora considera a maternidade uma espécie de dom com o qual algumas mulheres já nascem?
Ayelet – Pode até ser que algumas mulheres nasçam com um dom natural, mas também é possível aprender com o tempo. Eu definitivamente não nasci com esse dom, mas aprendi.


ÉPOCA – O que faz de você uma boa mãe?
Ayelet – Eu? Acho que só meus filhos podem dizer. Mas particularmente, preocupo-me com a segurança deles e sou aberta a conversas. Eles podem me contar todos os seus problemas. Sou muito cuidadosa para que eles tenham certeza de que todas as suas necessidades serão atendidas. E sou divertida, e os acho divertidos. Às vezes estou no carro e digo que sou uma péssima mãe. Meus filhos ficam bravos e dizem: “você não é uma péssima mãe!”. Tenho uma filha adolescente, então ela nem sempre gosta de mim, fica brava. Mas é normal. Meu marido acha que sou a melhor mãe do mundo.


ÉPOCA – A senhora é judia, e as judias são conhecidas como mães protetoras. A senhora se sente como uma verdadeira mãe judia?
Ayelet – Sim. Sou uma mãe protetora e culpada e esses são dois sentimentos muito judeus. Sinto-me culpada por tudo. Sinto-me culpada quando acho que não fiz tudo o que meus filhos queriam, quando faltam duas semanas para o aniversário da minha filha e sei que ela precisa de uma festa mas não preparei nada...


ÉPOCA – A senhora diz no seu livro que é muito fácil ser um bom pai, mas é impossível ser uma boa mãe. O que quis dizer com isso?
Ayelet – A “barra” é tão leve para os homens... Eles não precisam fazer muito para ser bons pais, só precisam estar presentes. Uma vez, vi numa cafeteria um casal e o pai estava segurando o bebê. A mãe ficou olhando para eles maravilhada e disse com todo o orgulho: “Você é um pai maravilhoso!”. Espere aí! Ele só estava segurando o bebê no colo, não fazia mais nada! Se os homens estão só um pouquinho mais envolvidos com seus filhos do que seus pais foram com eles, achamos que eles são maravilhosos! Já para as mulheres há uma enorme pressão, não podemos falhar.


ÉPOCA – A senhora interrompeu sua terceira gravidez quando soube que a criança tinha uma rara doença genética. Nessa ocasião, você se sentiu uma péssima mãe? Ayelet – Senti-me a pior mãe do mundo, como quem assassinou seu bebê. Depois do aborto, entrei em depressão, mas hoje tenho uma visão mais aberta. Tomei aquela decisão por dois motivos. O primeiro foi egoísta, porque eu não podia lidar com uma criança com retardamento mental. Mas a segunda foi pelos meus filhos mais velhos: não queria que eles tivessem que lidar com isso, com um irmão que dependesse de mim ou deles por toda a sua vida.


ÉPOCA – A senhora acha, então, que sua atitude foi a de uma boa mãe?
Ayelet – É, posso pensar assim. Depois disso, algumas coisas mudaram na minha vida. Hoje dou mais valor às relações da família.


ÉPOCA – O que você acha de bater nos filhos?
Ayelet – Essa nunca é uma boa solução. É claro que às vezes ficamos nervosos e acabamos batendo ou gritando, mas sempre peço desculpas aos meus filhos logo em seguida. Há quem fale: “eu só bato nos meus filhos quando não estou muito nervoso”. Mas espere aí! Que tipo de pessoa bate no filho quando não está nervoso? Não entendo isso.


ÉPOCA – A senhora defende a valorização do casamento e isso despertou polêmica nos Estados Unidos. Como a senhora justifica sua posição?
Ayelet – Valorizar o casamento e fazer dele prioridade é extremamente importante. As crianças precisam de seus pais juntos – e felizes. Se você ignora seu marido e volta toda atenção para seus filhos, as chances de isso acontecer são pequenas. Uma vez, uma mulher estava me acusando de ser uma “mãe ruim” e disse que ela tinha um filho de oito anos a quem dedicava toda a sua vida. Mas que homem fica oito anos com uma mulher assim? Quando digo que amo meu marido mais do que meus filhos, é verdade. Eu os amo também, só que é um amor completamente diferente. Meus filhos não se sentem mal por isso, pelo contrário, se sentem seguros de que seus pais se amam e não vão se separar.

Thaís Ferreira

ÉPOCA

link do postPor anjoseguerreiros, às 16:52  comentar

Depois de ser criticada por ter dito amar mais o marido do que os filhos, escritora americana lança livro em que fala sobre a pressão social para ser uma mãe perfeita e compara o papel de homens na criação dos filhos: para ser considerado um ótimo pai, basta estar presente


Depois de publicar um artigo no jornal americano The New York Times, em 2005, a escritora Ayelet Waldman se tornou a mãe americana mais criticada e odiadana mídia. O que despertou a ira das famílias americanas foi um trecho de seu texto que dizia: "Se uma boa mãe é aquela que ama os filhos mais do que a qualquer outra pessoa no mundo, então não sou uma boa mãe, pois gosto mais do meu marido que dos meus filhos". No auge da polêmica, Ayelet foi vaiada durante uma entrevista ao programa de televisão de Oprah Winfrey, um dos mais populares do país. Algumas mães chegaram a defender que ela perdesse a guarda de seus quatro filhos.
Quatro anos depois, Ayelet volta ao tema da maternidade em Bad Mothers (“Mães Ruins: Uma crônica de crimes maternos, pequenas calamidades e momentos ocasionais de graça”, ainda sem previsão de lançamento no Brasil). O livro, segundo ela, não é um pedido de desculpas. Está mais para uma resposta provocativa: “vocês acharam que eu era uma péssima mãe? Então vejam isso agora!”. Para Ayelet, o mundo tem intenção de fazer as mães se sentirem péssimas e aumenta seu medo de falhar com seus filhos e seus próprios ideais.
Na tentativa de atingir seu ideal de maternidade, Ayelet largou a carreira de advogada bem-sucedida para ficar mais tempo com os filhos, Sophie 14 anos, Zeke 9, Rosie, 7 e Abraham, 6. Formada em direito na Universidade Harvard – na mesma turma do presidente Barack Obama, de quem diz que não era amiga –, a americana, que é casada com o romancista Michael Chabon, decidiu afastar-se de seu cargo na defensoria pública para dedicar-se à vida doméstica. A seguir, leia a entrevista que Ayelet deu a ÉPOCA:


ÉPOCA – A senhora diz que o mundo de hoje faz com que as mães se sintam mal. Por quê? Ayelet Waldman – Hoje as coisas são mais intensas e há mais pressão sobre as mães. Nós nos sentimos mal porque somos muito preocupadas. Ficamos pensando: “devemos trabalhar ou devemos ficar em casa?” Somos uma geração intermediária ainda aprendendo como viver. Crescemos com mães feministas num mundo que não mudou tão rápido quanto nós. É muito mais difícil ser mãe hoje.


ÉPOCA– Quando foi a primeira vez em que você se sentiu uma mãe ruim?
Ayelet – Foi quando segurei minha primeira filha no colo pela primeira vez. Tive um longo trabalho de parto seguido de uma cesariana. Estava exausta e com dor. Meu primeiro pensamento foi: "quem é essa pessoa nos meus braços?" Todo mundo esperava que eu me apaixonasse pela minha filha logo que a visse, mas eu não senti isso. Aquilo me apavorou. Demorou algumas semanas para que esse sentimento fosse construído, mas aconteceu. Quando tive meu quarto filho foi diferente. Eu o amei desde o primeiro momento. Talvez porque já tivesse experiência e me sentisse mais segura.


ÉPOCA - A senhora considera a maternidade uma espécie de dom com o qual algumas mulheres já nascem?
Ayelet – Pode até ser que algumas mulheres nasçam com um dom natural, mas também é possível aprender com o tempo. Eu definitivamente não nasci com esse dom, mas aprendi.


ÉPOCA – O que faz de você uma boa mãe?
Ayelet – Eu? Acho que só meus filhos podem dizer. Mas particularmente, preocupo-me com a segurança deles e sou aberta a conversas. Eles podem me contar todos os seus problemas. Sou muito cuidadosa para que eles tenham certeza de que todas as suas necessidades serão atendidas. E sou divertida, e os acho divertidos. Às vezes estou no carro e digo que sou uma péssima mãe. Meus filhos ficam bravos e dizem: “você não é uma péssima mãe!”. Tenho uma filha adolescente, então ela nem sempre gosta de mim, fica brava. Mas é normal. Meu marido acha que sou a melhor mãe do mundo.


ÉPOCA – A senhora é judia, e as judias são conhecidas como mães protetoras. A senhora se sente como uma verdadeira mãe judia?
Ayelet – Sim. Sou uma mãe protetora e culpada e esses são dois sentimentos muito judeus. Sinto-me culpada por tudo. Sinto-me culpada quando acho que não fiz tudo o que meus filhos queriam, quando faltam duas semanas para o aniversário da minha filha e sei que ela precisa de uma festa mas não preparei nada...


ÉPOCA – A senhora diz no seu livro que é muito fácil ser um bom pai, mas é impossível ser uma boa mãe. O que quis dizer com isso?
Ayelet – A “barra” é tão leve para os homens... Eles não precisam fazer muito para ser bons pais, só precisam estar presentes. Uma vez, vi numa cafeteria um casal e o pai estava segurando o bebê. A mãe ficou olhando para eles maravilhada e disse com todo o orgulho: “Você é um pai maravilhoso!”. Espere aí! Ele só estava segurando o bebê no colo, não fazia mais nada! Se os homens estão só um pouquinho mais envolvidos com seus filhos do que seus pais foram com eles, achamos que eles são maravilhosos! Já para as mulheres há uma enorme pressão, não podemos falhar.


ÉPOCA – A senhora interrompeu sua terceira gravidez quando soube que a criança tinha uma rara doença genética. Nessa ocasião, você se sentiu uma péssima mãe? Ayelet – Senti-me a pior mãe do mundo, como quem assassinou seu bebê. Depois do aborto, entrei em depressão, mas hoje tenho uma visão mais aberta. Tomei aquela decisão por dois motivos. O primeiro foi egoísta, porque eu não podia lidar com uma criança com retardamento mental. Mas a segunda foi pelos meus filhos mais velhos: não queria que eles tivessem que lidar com isso, com um irmão que dependesse de mim ou deles por toda a sua vida.


ÉPOCA – A senhora acha, então, que sua atitude foi a de uma boa mãe?
Ayelet – É, posso pensar assim. Depois disso, algumas coisas mudaram na minha vida. Hoje dou mais valor às relações da família.


ÉPOCA – O que você acha de bater nos filhos?
Ayelet – Essa nunca é uma boa solução. É claro que às vezes ficamos nervosos e acabamos batendo ou gritando, mas sempre peço desculpas aos meus filhos logo em seguida. Há quem fale: “eu só bato nos meus filhos quando não estou muito nervoso”. Mas espere aí! Que tipo de pessoa bate no filho quando não está nervoso? Não entendo isso.


ÉPOCA – A senhora defende a valorização do casamento e isso despertou polêmica nos Estados Unidos. Como a senhora justifica sua posição?
Ayelet – Valorizar o casamento e fazer dele prioridade é extremamente importante. As crianças precisam de seus pais juntos – e felizes. Se você ignora seu marido e volta toda atenção para seus filhos, as chances de isso acontecer são pequenas. Uma vez, uma mulher estava me acusando de ser uma “mãe ruim” e disse que ela tinha um filho de oito anos a quem dedicava toda a sua vida. Mas que homem fica oito anos com uma mulher assim? Quando digo que amo meu marido mais do que meus filhos, é verdade. Eu os amo também, só que é um amor completamente diferente. Meus filhos não se sentem mal por isso, pelo contrário, se sentem seguros de que seus pais se amam e não vão se separar.

Thaís Ferreira

ÉPOCA

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Depois de ser criticada por ter dito amar mais o marido do que os filhos, escritora americana lança livro em que fala sobre a pressão social para ser uma mãe perfeita e compara o papel de homens na criação dos filhos: para ser considerado um ótimo pai, basta estar presente


Depois de publicar um artigo no jornal americano The New York Times, em 2005, a escritora Ayelet Waldman se tornou a mãe americana mais criticada e odiadana mídia. O que despertou a ira das famílias americanas foi um trecho de seu texto que dizia: "Se uma boa mãe é aquela que ama os filhos mais do que a qualquer outra pessoa no mundo, então não sou uma boa mãe, pois gosto mais do meu marido que dos meus filhos". No auge da polêmica, Ayelet foi vaiada durante uma entrevista ao programa de televisão de Oprah Winfrey, um dos mais populares do país. Algumas mães chegaram a defender que ela perdesse a guarda de seus quatro filhos.
Quatro anos depois, Ayelet volta ao tema da maternidade em Bad Mothers (“Mães Ruins: Uma crônica de crimes maternos, pequenas calamidades e momentos ocasionais de graça”, ainda sem previsão de lançamento no Brasil). O livro, segundo ela, não é um pedido de desculpas. Está mais para uma resposta provocativa: “vocês acharam que eu era uma péssima mãe? Então vejam isso agora!”. Para Ayelet, o mundo tem intenção de fazer as mães se sentirem péssimas e aumenta seu medo de falhar com seus filhos e seus próprios ideais.
Na tentativa de atingir seu ideal de maternidade, Ayelet largou a carreira de advogada bem-sucedida para ficar mais tempo com os filhos, Sophie 14 anos, Zeke 9, Rosie, 7 e Abraham, 6. Formada em direito na Universidade Harvard – na mesma turma do presidente Barack Obama, de quem diz que não era amiga –, a americana, que é casada com o romancista Michael Chabon, decidiu afastar-se de seu cargo na defensoria pública para dedicar-se à vida doméstica. A seguir, leia a entrevista que Ayelet deu a ÉPOCA:


ÉPOCA – A senhora diz que o mundo de hoje faz com que as mães se sintam mal. Por quê? Ayelet Waldman – Hoje as coisas são mais intensas e há mais pressão sobre as mães. Nós nos sentimos mal porque somos muito preocupadas. Ficamos pensando: “devemos trabalhar ou devemos ficar em casa?” Somos uma geração intermediária ainda aprendendo como viver. Crescemos com mães feministas num mundo que não mudou tão rápido quanto nós. É muito mais difícil ser mãe hoje.


ÉPOCA– Quando foi a primeira vez em que você se sentiu uma mãe ruim?
Ayelet – Foi quando segurei minha primeira filha no colo pela primeira vez. Tive um longo trabalho de parto seguido de uma cesariana. Estava exausta e com dor. Meu primeiro pensamento foi: "quem é essa pessoa nos meus braços?" Todo mundo esperava que eu me apaixonasse pela minha filha logo que a visse, mas eu não senti isso. Aquilo me apavorou. Demorou algumas semanas para que esse sentimento fosse construído, mas aconteceu. Quando tive meu quarto filho foi diferente. Eu o amei desde o primeiro momento. Talvez porque já tivesse experiência e me sentisse mais segura.


ÉPOCA - A senhora considera a maternidade uma espécie de dom com o qual algumas mulheres já nascem?
Ayelet – Pode até ser que algumas mulheres nasçam com um dom natural, mas também é possível aprender com o tempo. Eu definitivamente não nasci com esse dom, mas aprendi.


ÉPOCA – O que faz de você uma boa mãe?
Ayelet – Eu? Acho que só meus filhos podem dizer. Mas particularmente, preocupo-me com a segurança deles e sou aberta a conversas. Eles podem me contar todos os seus problemas. Sou muito cuidadosa para que eles tenham certeza de que todas as suas necessidades serão atendidas. E sou divertida, e os acho divertidos. Às vezes estou no carro e digo que sou uma péssima mãe. Meus filhos ficam bravos e dizem: “você não é uma péssima mãe!”. Tenho uma filha adolescente, então ela nem sempre gosta de mim, fica brava. Mas é normal. Meu marido acha que sou a melhor mãe do mundo.


ÉPOCA – A senhora é judia, e as judias são conhecidas como mães protetoras. A senhora se sente como uma verdadeira mãe judia?
Ayelet – Sim. Sou uma mãe protetora e culpada e esses são dois sentimentos muito judeus. Sinto-me culpada por tudo. Sinto-me culpada quando acho que não fiz tudo o que meus filhos queriam, quando faltam duas semanas para o aniversário da minha filha e sei que ela precisa de uma festa mas não preparei nada...


ÉPOCA – A senhora diz no seu livro que é muito fácil ser um bom pai, mas é impossível ser uma boa mãe. O que quis dizer com isso?
Ayelet – A “barra” é tão leve para os homens... Eles não precisam fazer muito para ser bons pais, só precisam estar presentes. Uma vez, vi numa cafeteria um casal e o pai estava segurando o bebê. A mãe ficou olhando para eles maravilhada e disse com todo o orgulho: “Você é um pai maravilhoso!”. Espere aí! Ele só estava segurando o bebê no colo, não fazia mais nada! Se os homens estão só um pouquinho mais envolvidos com seus filhos do que seus pais foram com eles, achamos que eles são maravilhosos! Já para as mulheres há uma enorme pressão, não podemos falhar.


ÉPOCA – A senhora interrompeu sua terceira gravidez quando soube que a criança tinha uma rara doença genética. Nessa ocasião, você se sentiu uma péssima mãe? Ayelet – Senti-me a pior mãe do mundo, como quem assassinou seu bebê. Depois do aborto, entrei em depressão, mas hoje tenho uma visão mais aberta. Tomei aquela decisão por dois motivos. O primeiro foi egoísta, porque eu não podia lidar com uma criança com retardamento mental. Mas a segunda foi pelos meus filhos mais velhos: não queria que eles tivessem que lidar com isso, com um irmão que dependesse de mim ou deles por toda a sua vida.


ÉPOCA – A senhora acha, então, que sua atitude foi a de uma boa mãe?
Ayelet – É, posso pensar assim. Depois disso, algumas coisas mudaram na minha vida. Hoje dou mais valor às relações da família.


ÉPOCA – O que você acha de bater nos filhos?
Ayelet – Essa nunca é uma boa solução. É claro que às vezes ficamos nervosos e acabamos batendo ou gritando, mas sempre peço desculpas aos meus filhos logo em seguida. Há quem fale: “eu só bato nos meus filhos quando não estou muito nervoso”. Mas espere aí! Que tipo de pessoa bate no filho quando não está nervoso? Não entendo isso.


ÉPOCA – A senhora defende a valorização do casamento e isso despertou polêmica nos Estados Unidos. Como a senhora justifica sua posição?
Ayelet – Valorizar o casamento e fazer dele prioridade é extremamente importante. As crianças precisam de seus pais juntos – e felizes. Se você ignora seu marido e volta toda atenção para seus filhos, as chances de isso acontecer são pequenas. Uma vez, uma mulher estava me acusando de ser uma “mãe ruim” e disse que ela tinha um filho de oito anos a quem dedicava toda a sua vida. Mas que homem fica oito anos com uma mulher assim? Quando digo que amo meu marido mais do que meus filhos, é verdade. Eu os amo também, só que é um amor completamente diferente. Meus filhos não se sentem mal por isso, pelo contrário, se sentem seguros de que seus pais se amam e não vão se separar.

Thaís Ferreira

ÉPOCA

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Depois de ser criticada por ter dito amar mais o marido do que os filhos, escritora americana lança livro em que fala sobre a pressão social para ser uma mãe perfeita e compara o papel de homens na criação dos filhos: para ser considerado um ótimo pai, basta estar presente


Depois de publicar um artigo no jornal americano The New York Times, em 2005, a escritora Ayelet Waldman se tornou a mãe americana mais criticada e odiadana mídia. O que despertou a ira das famílias americanas foi um trecho de seu texto que dizia: "Se uma boa mãe é aquela que ama os filhos mais do que a qualquer outra pessoa no mundo, então não sou uma boa mãe, pois gosto mais do meu marido que dos meus filhos". No auge da polêmica, Ayelet foi vaiada durante uma entrevista ao programa de televisão de Oprah Winfrey, um dos mais populares do país. Algumas mães chegaram a defender que ela perdesse a guarda de seus quatro filhos.
Quatro anos depois, Ayelet volta ao tema da maternidade em Bad Mothers (“Mães Ruins: Uma crônica de crimes maternos, pequenas calamidades e momentos ocasionais de graça”, ainda sem previsão de lançamento no Brasil). O livro, segundo ela, não é um pedido de desculpas. Está mais para uma resposta provocativa: “vocês acharam que eu era uma péssima mãe? Então vejam isso agora!”. Para Ayelet, o mundo tem intenção de fazer as mães se sentirem péssimas e aumenta seu medo de falhar com seus filhos e seus próprios ideais.
Na tentativa de atingir seu ideal de maternidade, Ayelet largou a carreira de advogada bem-sucedida para ficar mais tempo com os filhos, Sophie 14 anos, Zeke 9, Rosie, 7 e Abraham, 6. Formada em direito na Universidade Harvard – na mesma turma do presidente Barack Obama, de quem diz que não era amiga –, a americana, que é casada com o romancista Michael Chabon, decidiu afastar-se de seu cargo na defensoria pública para dedicar-se à vida doméstica. A seguir, leia a entrevista que Ayelet deu a ÉPOCA:


ÉPOCA – A senhora diz que o mundo de hoje faz com que as mães se sintam mal. Por quê? Ayelet Waldman – Hoje as coisas são mais intensas e há mais pressão sobre as mães. Nós nos sentimos mal porque somos muito preocupadas. Ficamos pensando: “devemos trabalhar ou devemos ficar em casa?” Somos uma geração intermediária ainda aprendendo como viver. Crescemos com mães feministas num mundo que não mudou tão rápido quanto nós. É muito mais difícil ser mãe hoje.


ÉPOCA– Quando foi a primeira vez em que você se sentiu uma mãe ruim?
Ayelet – Foi quando segurei minha primeira filha no colo pela primeira vez. Tive um longo trabalho de parto seguido de uma cesariana. Estava exausta e com dor. Meu primeiro pensamento foi: "quem é essa pessoa nos meus braços?" Todo mundo esperava que eu me apaixonasse pela minha filha logo que a visse, mas eu não senti isso. Aquilo me apavorou. Demorou algumas semanas para que esse sentimento fosse construído, mas aconteceu. Quando tive meu quarto filho foi diferente. Eu o amei desde o primeiro momento. Talvez porque já tivesse experiência e me sentisse mais segura.


ÉPOCA - A senhora considera a maternidade uma espécie de dom com o qual algumas mulheres já nascem?
Ayelet – Pode até ser que algumas mulheres nasçam com um dom natural, mas também é possível aprender com o tempo. Eu definitivamente não nasci com esse dom, mas aprendi.


ÉPOCA – O que faz de você uma boa mãe?
Ayelet – Eu? Acho que só meus filhos podem dizer. Mas particularmente, preocupo-me com a segurança deles e sou aberta a conversas. Eles podem me contar todos os seus problemas. Sou muito cuidadosa para que eles tenham certeza de que todas as suas necessidades serão atendidas. E sou divertida, e os acho divertidos. Às vezes estou no carro e digo que sou uma péssima mãe. Meus filhos ficam bravos e dizem: “você não é uma péssima mãe!”. Tenho uma filha adolescente, então ela nem sempre gosta de mim, fica brava. Mas é normal. Meu marido acha que sou a melhor mãe do mundo.


ÉPOCA – A senhora é judia, e as judias são conhecidas como mães protetoras. A senhora se sente como uma verdadeira mãe judia?
Ayelet – Sim. Sou uma mãe protetora e culpada e esses são dois sentimentos muito judeus. Sinto-me culpada por tudo. Sinto-me culpada quando acho que não fiz tudo o que meus filhos queriam, quando faltam duas semanas para o aniversário da minha filha e sei que ela precisa de uma festa mas não preparei nada...


ÉPOCA – A senhora diz no seu livro que é muito fácil ser um bom pai, mas é impossível ser uma boa mãe. O que quis dizer com isso?
Ayelet – A “barra” é tão leve para os homens... Eles não precisam fazer muito para ser bons pais, só precisam estar presentes. Uma vez, vi numa cafeteria um casal e o pai estava segurando o bebê. A mãe ficou olhando para eles maravilhada e disse com todo o orgulho: “Você é um pai maravilhoso!”. Espere aí! Ele só estava segurando o bebê no colo, não fazia mais nada! Se os homens estão só um pouquinho mais envolvidos com seus filhos do que seus pais foram com eles, achamos que eles são maravilhosos! Já para as mulheres há uma enorme pressão, não podemos falhar.


ÉPOCA – A senhora interrompeu sua terceira gravidez quando soube que a criança tinha uma rara doença genética. Nessa ocasião, você se sentiu uma péssima mãe? Ayelet – Senti-me a pior mãe do mundo, como quem assassinou seu bebê. Depois do aborto, entrei em depressão, mas hoje tenho uma visão mais aberta. Tomei aquela decisão por dois motivos. O primeiro foi egoísta, porque eu não podia lidar com uma criança com retardamento mental. Mas a segunda foi pelos meus filhos mais velhos: não queria que eles tivessem que lidar com isso, com um irmão que dependesse de mim ou deles por toda a sua vida.


ÉPOCA – A senhora acha, então, que sua atitude foi a de uma boa mãe?
Ayelet – É, posso pensar assim. Depois disso, algumas coisas mudaram na minha vida. Hoje dou mais valor às relações da família.


ÉPOCA – O que você acha de bater nos filhos?
Ayelet – Essa nunca é uma boa solução. É claro que às vezes ficamos nervosos e acabamos batendo ou gritando, mas sempre peço desculpas aos meus filhos logo em seguida. Há quem fale: “eu só bato nos meus filhos quando não estou muito nervoso”. Mas espere aí! Que tipo de pessoa bate no filho quando não está nervoso? Não entendo isso.


ÉPOCA – A senhora defende a valorização do casamento e isso despertou polêmica nos Estados Unidos. Como a senhora justifica sua posição?
Ayelet – Valorizar o casamento e fazer dele prioridade é extremamente importante. As crianças precisam de seus pais juntos – e felizes. Se você ignora seu marido e volta toda atenção para seus filhos, as chances de isso acontecer são pequenas. Uma vez, uma mulher estava me acusando de ser uma “mãe ruim” e disse que ela tinha um filho de oito anos a quem dedicava toda a sua vida. Mas que homem fica oito anos com uma mulher assim? Quando digo que amo meu marido mais do que meus filhos, é verdade. Eu os amo também, só que é um amor completamente diferente. Meus filhos não se sentem mal por isso, pelo contrário, se sentem seguros de que seus pais se amam e não vão se separar.

Thaís Ferreira

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Os funcionários do zoológico Assiniboine, no Canadá, encontraram, no começo de maio, um bebê canguru que acidentalmente caiu da bolsa de sua mãe. Ninguém sabe de qual fêmea o filhote caiu e devido a esse motivo o canguru não pode ser devolvido. Não há uma maneira de descobrir quem é a mamãe-canguru sem causar desconforto aos animais, então o bebê é agora criado pelos funcionários do zoo. E ele está indo bem. Para se sentir melhor, ganhou até uma confortável imitação de “bolsa”, feita de panos e toalhas.


ÉPOCA
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Os funcionários do zoológico Assiniboine, no Canadá, encontraram, no começo de maio, um bebê canguru que acidentalmente caiu da bolsa de sua mãe. Ninguém sabe de qual fêmea o filhote caiu e devido a esse motivo o canguru não pode ser devolvido. Não há uma maneira de descobrir quem é a mamãe-canguru sem causar desconforto aos animais, então o bebê é agora criado pelos funcionários do zoo. E ele está indo bem. Para se sentir melhor, ganhou até uma confortável imitação de “bolsa”, feita de panos e toalhas.


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Os funcionários do zoológico Assiniboine, no Canadá, encontraram, no começo de maio, um bebê canguru que acidentalmente caiu da bolsa de sua mãe. Ninguém sabe de qual fêmea o filhote caiu e devido a esse motivo o canguru não pode ser devolvido. Não há uma maneira de descobrir quem é a mamãe-canguru sem causar desconforto aos animais, então o bebê é agora criado pelos funcionários do zoo. E ele está indo bem. Para se sentir melhor, ganhou até uma confortável imitação de “bolsa”, feita de panos e toalhas.


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Os funcionários do zoológico Assiniboine, no Canadá, encontraram, no começo de maio, um bebê canguru que acidentalmente caiu da bolsa de sua mãe. Ninguém sabe de qual fêmea o filhote caiu e devido a esse motivo o canguru não pode ser devolvido. Não há uma maneira de descobrir quem é a mamãe-canguru sem causar desconforto aos animais, então o bebê é agora criado pelos funcionários do zoo. E ele está indo bem. Para se sentir melhor, ganhou até uma confortável imitação de “bolsa”, feita de panos e toalhas.


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RIO - Usando uma técnica pioneira, médicos britânicos retiraram o rim de uma paciente através de um corte minúsculo em seu umbigo. A equipe do East Surrey Hospital, em Redhill, na Inglaterra, disse que foi a primeira na Europa a usar a técnica para operar o rim e a vesícula.
Quatro pacientes foram submetidos à cirurgia nos últimos 14 meses. O urologista Abhay Rane extraiu o primeiro rim em março de 2008 usando instrumentos especiais operados através do corte minúsculo.
A paciente inglesa Susan White, de 30 anos, que foi submetida à operação, disse:
- Eu me recuperei muito rápido. Quando criança, tive meu rim operado e fiquei com uma cicatriz grande. Estou satisfeita, este procedimento não deixou sinal nenhum. Faz uma grande diferença para a minha auto-confiança.
Através de um minúsculo corte dentro do umbigo, os médicos inserem na barriga do paciente um porto de acesso onde são acoplados uma câmera e outros instrumentos.
A barriga é inflada com dióxido de carbono para criar espaço para manobras. No caso da remoção do rim, o órgão é desconectado dos vasos e tecidos que o cercam, assim como de outros órgãos. Depois, é embrulhado em um saco plástico e retirado através do umbigo.
O corte desaparece após alguns meses e a maioria dos pacientes retorna à atividade normal dentro de alguns dias.
O cirurgião Rane disse que desenvolveu o método com seus colegas para limitar o impacto da operação e reduzir cicatrizes.
O tempo de recuperação do paciente é reduzido a dias ao invés de semanas, acrescentou o médico.
-Foi um ano muito empolgante para nós no hospital, vendo a recuperação tão rápida dos pacientes e ensinando outras pessoas em todo o mundo como fazer isso.


O Globo On Line
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link do postPor anjoseguerreiros, às 16:39  comentar

RIO - Usando uma técnica pioneira, médicos britânicos retiraram o rim de uma paciente através de um corte minúsculo em seu umbigo. A equipe do East Surrey Hospital, em Redhill, na Inglaterra, disse que foi a primeira na Europa a usar a técnica para operar o rim e a vesícula.
Quatro pacientes foram submetidos à cirurgia nos últimos 14 meses. O urologista Abhay Rane extraiu o primeiro rim em março de 2008 usando instrumentos especiais operados através do corte minúsculo.
A paciente inglesa Susan White, de 30 anos, que foi submetida à operação, disse:
- Eu me recuperei muito rápido. Quando criança, tive meu rim operado e fiquei com uma cicatriz grande. Estou satisfeita, este procedimento não deixou sinal nenhum. Faz uma grande diferença para a minha auto-confiança.
Através de um minúsculo corte dentro do umbigo, os médicos inserem na barriga do paciente um porto de acesso onde são acoplados uma câmera e outros instrumentos.
A barriga é inflada com dióxido de carbono para criar espaço para manobras. No caso da remoção do rim, o órgão é desconectado dos vasos e tecidos que o cercam, assim como de outros órgãos. Depois, é embrulhado em um saco plástico e retirado através do umbigo.
O corte desaparece após alguns meses e a maioria dos pacientes retorna à atividade normal dentro de alguns dias.
O cirurgião Rane disse que desenvolveu o método com seus colegas para limitar o impacto da operação e reduzir cicatrizes.
O tempo de recuperação do paciente é reduzido a dias ao invés de semanas, acrescentou o médico.
-Foi um ano muito empolgante para nós no hospital, vendo a recuperação tão rápida dos pacientes e ensinando outras pessoas em todo o mundo como fazer isso.


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RIO - Usando uma técnica pioneira, médicos britânicos retiraram o rim de uma paciente através de um corte minúsculo em seu umbigo. A equipe do East Surrey Hospital, em Redhill, na Inglaterra, disse que foi a primeira na Europa a usar a técnica para operar o rim e a vesícula.
Quatro pacientes foram submetidos à cirurgia nos últimos 14 meses. O urologista Abhay Rane extraiu o primeiro rim em março de 2008 usando instrumentos especiais operados através do corte minúsculo.
A paciente inglesa Susan White, de 30 anos, que foi submetida à operação, disse:
- Eu me recuperei muito rápido. Quando criança, tive meu rim operado e fiquei com uma cicatriz grande. Estou satisfeita, este procedimento não deixou sinal nenhum. Faz uma grande diferença para a minha auto-confiança.
Através de um minúsculo corte dentro do umbigo, os médicos inserem na barriga do paciente um porto de acesso onde são acoplados uma câmera e outros instrumentos.
A barriga é inflada com dióxido de carbono para criar espaço para manobras. No caso da remoção do rim, o órgão é desconectado dos vasos e tecidos que o cercam, assim como de outros órgãos. Depois, é embrulhado em um saco plástico e retirado através do umbigo.
O corte desaparece após alguns meses e a maioria dos pacientes retorna à atividade normal dentro de alguns dias.
O cirurgião Rane disse que desenvolveu o método com seus colegas para limitar o impacto da operação e reduzir cicatrizes.
O tempo de recuperação do paciente é reduzido a dias ao invés de semanas, acrescentou o médico.
-Foi um ano muito empolgante para nós no hospital, vendo a recuperação tão rápida dos pacientes e ensinando outras pessoas em todo o mundo como fazer isso.


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RIO - Usando uma técnica pioneira, médicos britânicos retiraram o rim de uma paciente através de um corte minúsculo em seu umbigo. A equipe do East Surrey Hospital, em Redhill, na Inglaterra, disse que foi a primeira na Europa a usar a técnica para operar o rim e a vesícula.
Quatro pacientes foram submetidos à cirurgia nos últimos 14 meses. O urologista Abhay Rane extraiu o primeiro rim em março de 2008 usando instrumentos especiais operados através do corte minúsculo.
A paciente inglesa Susan White, de 30 anos, que foi submetida à operação, disse:
- Eu me recuperei muito rápido. Quando criança, tive meu rim operado e fiquei com uma cicatriz grande. Estou satisfeita, este procedimento não deixou sinal nenhum. Faz uma grande diferença para a minha auto-confiança.
Através de um minúsculo corte dentro do umbigo, os médicos inserem na barriga do paciente um porto de acesso onde são acoplados uma câmera e outros instrumentos.
A barriga é inflada com dióxido de carbono para criar espaço para manobras. No caso da remoção do rim, o órgão é desconectado dos vasos e tecidos que o cercam, assim como de outros órgãos. Depois, é embrulhado em um saco plástico e retirado através do umbigo.
O corte desaparece após alguns meses e a maioria dos pacientes retorna à atividade normal dentro de alguns dias.
O cirurgião Rane disse que desenvolveu o método com seus colegas para limitar o impacto da operação e reduzir cicatrizes.
O tempo de recuperação do paciente é reduzido a dias ao invés de semanas, acrescentou o médico.
-Foi um ano muito empolgante para nós no hospital, vendo a recuperação tão rápida dos pacientes e ensinando outras pessoas em todo o mundo como fazer isso.


O Globo On Line
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Está marcada para a tarde desta quinta-feira a audiência que vai determinar se o ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista irá a júri popular pelo assassinato da ex-mulher Ana Claudia Melo da Silva, 18, morta a facadas no dia 22 de março, dentro de sua casa, no bairro da Saúde, zona sul de São Paulo.
Segundo informações do TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo, a audiência está prevista para começar às 13h e o juiz deve ouvir 23 testemunhas de defesa e da acusação, além do próprio acusado.
Ana Claudia foi encontrada morta no chão do banheiro de empregada do apartamento, na avenida do Cursino, com diversos ferimentos de faca no pescoço. O ex-marido dela, o ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista, fugiu com o filho do casal --na ocasião com um ano e nove meses-- foi preso pelo crime três dias depois, na Bahia.
O rapaz foi preso três dias depois em Teixeira de Freitas, na Bahia, após denúncia anônima feita à polícia paulista. A criança estava com a avó paterna no momento em que Evangelista foi capturado.
A polícia baiana informou que Evangelista confessou ter matado a ex-mulher por ciúme. Uma mensagem no celular da jovem teria motivado uma briga.

Desde o crime, as famílias de Ana Claudia e de Evangelista disputam na Justiça a guarda do filho do casal, que permanece com os pais do ex-jogador.

Defesa e acusação
O advogado Tito Lívio Moreira, que defende Evangelista, alega legítima defesa para o crime. "A Promotoria está contando como se fossem 14 perfurações. Mas isso não é verdade. Pelo que eu vi nas fotos da Promotoria, são duas perfurações e outros cortes superficiais, resultado de uma briga de vida e morte. Ele matou para não morrer", afirmou nesta terça-feira, durante reconstituição do crime.
O advogado defende que a jovem pegou a faca e ameaçou seu cliente após ele alcançar o celular de Ana Claudia para ver uma ligação.

Já o advogado José Beraldo, que representa a família da jovem, descarta a possibilidade. "Não é possível dizer que é legitima defesa num caso em que o agressor usou uma faca com uma lâmina de 20 cm e realizou 14 perfurações no pescoço e no abdômen", disse.

Outro crime
Evangelista confessou após a prisão que cometeu outro crime, o atropelamento de uma criança de dois anos no município de Teixeira de Freitas (BA), em 2000. A criança morreu.
Segundo o advogado Mauro Nacif, também responsável pela defesa do ex-jogador, no dia do acidente Evangelista pegou a motocicleta da mãe. Ele teria sofrido uma fechada de um ônibus e subiu na calçada, onde atropelou a criança, caiu da moto e chegou a quebrar o nariz.

De acordo com o relato do advogado, Evangelista estava, naquele ano, com um documento falso para jogar futebol pelo juniores. "Ele já usava esse documento, que é do irmão, desde 1998, porque ele queria passar por menor de idade. Então quando ocorreu o atropelamento ele se passou pelo irmão, que era menor. Ele nunca respondeu pelo atropelamento porque era adolescente", disse Nacif.


LEGÍTIMA DEFESA?
MAIS UM CASO PARA JÚRI POPULAR
CHEGA DE MENTIRAS E QUE JUSTIÇA SEJA FEITA!!!!!!



UOL Notícias
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:53  comentar

Está marcada para a tarde desta quinta-feira a audiência que vai determinar se o ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista irá a júri popular pelo assassinato da ex-mulher Ana Claudia Melo da Silva, 18, morta a facadas no dia 22 de março, dentro de sua casa, no bairro da Saúde, zona sul de São Paulo.
Segundo informações do TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo, a audiência está prevista para começar às 13h e o juiz deve ouvir 23 testemunhas de defesa e da acusação, além do próprio acusado.
Ana Claudia foi encontrada morta no chão do banheiro de empregada do apartamento, na avenida do Cursino, com diversos ferimentos de faca no pescoço. O ex-marido dela, o ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista, fugiu com o filho do casal --na ocasião com um ano e nove meses-- foi preso pelo crime três dias depois, na Bahia.
O rapaz foi preso três dias depois em Teixeira de Freitas, na Bahia, após denúncia anônima feita à polícia paulista. A criança estava com a avó paterna no momento em que Evangelista foi capturado.
A polícia baiana informou que Evangelista confessou ter matado a ex-mulher por ciúme. Uma mensagem no celular da jovem teria motivado uma briga.

Desde o crime, as famílias de Ana Claudia e de Evangelista disputam na Justiça a guarda do filho do casal, que permanece com os pais do ex-jogador.

Defesa e acusação
O advogado Tito Lívio Moreira, que defende Evangelista, alega legítima defesa para o crime. "A Promotoria está contando como se fossem 14 perfurações. Mas isso não é verdade. Pelo que eu vi nas fotos da Promotoria, são duas perfurações e outros cortes superficiais, resultado de uma briga de vida e morte. Ele matou para não morrer", afirmou nesta terça-feira, durante reconstituição do crime.
O advogado defende que a jovem pegou a faca e ameaçou seu cliente após ele alcançar o celular de Ana Claudia para ver uma ligação.

Já o advogado José Beraldo, que representa a família da jovem, descarta a possibilidade. "Não é possível dizer que é legitima defesa num caso em que o agressor usou uma faca com uma lâmina de 20 cm e realizou 14 perfurações no pescoço e no abdômen", disse.

Outro crime
Evangelista confessou após a prisão que cometeu outro crime, o atropelamento de uma criança de dois anos no município de Teixeira de Freitas (BA), em 2000. A criança morreu.
Segundo o advogado Mauro Nacif, também responsável pela defesa do ex-jogador, no dia do acidente Evangelista pegou a motocicleta da mãe. Ele teria sofrido uma fechada de um ônibus e subiu na calçada, onde atropelou a criança, caiu da moto e chegou a quebrar o nariz.

De acordo com o relato do advogado, Evangelista estava, naquele ano, com um documento falso para jogar futebol pelo juniores. "Ele já usava esse documento, que é do irmão, desde 1998, porque ele queria passar por menor de idade. Então quando ocorreu o atropelamento ele se passou pelo irmão, que era menor. Ele nunca respondeu pelo atropelamento porque era adolescente", disse Nacif.


LEGÍTIMA DEFESA?
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Está marcada para a tarde desta quinta-feira a audiência que vai determinar se o ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista irá a júri popular pelo assassinato da ex-mulher Ana Claudia Melo da Silva, 18, morta a facadas no dia 22 de março, dentro de sua casa, no bairro da Saúde, zona sul de São Paulo.
Segundo informações do TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo, a audiência está prevista para começar às 13h e o juiz deve ouvir 23 testemunhas de defesa e da acusação, além do próprio acusado.
Ana Claudia foi encontrada morta no chão do banheiro de empregada do apartamento, na avenida do Cursino, com diversos ferimentos de faca no pescoço. O ex-marido dela, o ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista, fugiu com o filho do casal --na ocasião com um ano e nove meses-- foi preso pelo crime três dias depois, na Bahia.
O rapaz foi preso três dias depois em Teixeira de Freitas, na Bahia, após denúncia anônima feita à polícia paulista. A criança estava com a avó paterna no momento em que Evangelista foi capturado.
A polícia baiana informou que Evangelista confessou ter matado a ex-mulher por ciúme. Uma mensagem no celular da jovem teria motivado uma briga.

Desde o crime, as famílias de Ana Claudia e de Evangelista disputam na Justiça a guarda do filho do casal, que permanece com os pais do ex-jogador.

Defesa e acusação
O advogado Tito Lívio Moreira, que defende Evangelista, alega legítima defesa para o crime. "A Promotoria está contando como se fossem 14 perfurações. Mas isso não é verdade. Pelo que eu vi nas fotos da Promotoria, são duas perfurações e outros cortes superficiais, resultado de uma briga de vida e morte. Ele matou para não morrer", afirmou nesta terça-feira, durante reconstituição do crime.
O advogado defende que a jovem pegou a faca e ameaçou seu cliente após ele alcançar o celular de Ana Claudia para ver uma ligação.

Já o advogado José Beraldo, que representa a família da jovem, descarta a possibilidade. "Não é possível dizer que é legitima defesa num caso em que o agressor usou uma faca com uma lâmina de 20 cm e realizou 14 perfurações no pescoço e no abdômen", disse.

Outro crime
Evangelista confessou após a prisão que cometeu outro crime, o atropelamento de uma criança de dois anos no município de Teixeira de Freitas (BA), em 2000. A criança morreu.
Segundo o advogado Mauro Nacif, também responsável pela defesa do ex-jogador, no dia do acidente Evangelista pegou a motocicleta da mãe. Ele teria sofrido uma fechada de um ônibus e subiu na calçada, onde atropelou a criança, caiu da moto e chegou a quebrar o nariz.

De acordo com o relato do advogado, Evangelista estava, naquele ano, com um documento falso para jogar futebol pelo juniores. "Ele já usava esse documento, que é do irmão, desde 1998, porque ele queria passar por menor de idade. Então quando ocorreu o atropelamento ele se passou pelo irmão, que era menor. Ele nunca respondeu pelo atropelamento porque era adolescente", disse Nacif.


LEGÍTIMA DEFESA?
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Está marcada para a tarde desta quinta-feira a audiência que vai determinar se o ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista irá a júri popular pelo assassinato da ex-mulher Ana Claudia Melo da Silva, 18, morta a facadas no dia 22 de março, dentro de sua casa, no bairro da Saúde, zona sul de São Paulo.
Segundo informações do TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo, a audiência está prevista para começar às 13h e o juiz deve ouvir 23 testemunhas de defesa e da acusação, além do próprio acusado.
Ana Claudia foi encontrada morta no chão do banheiro de empregada do apartamento, na avenida do Cursino, com diversos ferimentos de faca no pescoço. O ex-marido dela, o ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista, fugiu com o filho do casal --na ocasião com um ano e nove meses-- foi preso pelo crime três dias depois, na Bahia.
O rapaz foi preso três dias depois em Teixeira de Freitas, na Bahia, após denúncia anônima feita à polícia paulista. A criança estava com a avó paterna no momento em que Evangelista foi capturado.
A polícia baiana informou que Evangelista confessou ter matado a ex-mulher por ciúme. Uma mensagem no celular da jovem teria motivado uma briga.

Desde o crime, as famílias de Ana Claudia e de Evangelista disputam na Justiça a guarda do filho do casal, que permanece com os pais do ex-jogador.

Defesa e acusação
O advogado Tito Lívio Moreira, que defende Evangelista, alega legítima defesa para o crime. "A Promotoria está contando como se fossem 14 perfurações. Mas isso não é verdade. Pelo que eu vi nas fotos da Promotoria, são duas perfurações e outros cortes superficiais, resultado de uma briga de vida e morte. Ele matou para não morrer", afirmou nesta terça-feira, durante reconstituição do crime.
O advogado defende que a jovem pegou a faca e ameaçou seu cliente após ele alcançar o celular de Ana Claudia para ver uma ligação.

Já o advogado José Beraldo, que representa a família da jovem, descarta a possibilidade. "Não é possível dizer que é legitima defesa num caso em que o agressor usou uma faca com uma lâmina de 20 cm e realizou 14 perfurações no pescoço e no abdômen", disse.

Outro crime
Evangelista confessou após a prisão que cometeu outro crime, o atropelamento de uma criança de dois anos no município de Teixeira de Freitas (BA), em 2000. A criança morreu.
Segundo o advogado Mauro Nacif, também responsável pela defesa do ex-jogador, no dia do acidente Evangelista pegou a motocicleta da mãe. Ele teria sofrido uma fechada de um ônibus e subiu na calçada, onde atropelou a criança, caiu da moto e chegou a quebrar o nariz.

De acordo com o relato do advogado, Evangelista estava, naquele ano, com um documento falso para jogar futebol pelo juniores. "Ele já usava esse documento, que é do irmão, desde 1998, porque ele queria passar por menor de idade. Então quando ocorreu o atropelamento ele se passou pelo irmão, que era menor. Ele nunca respondeu pelo atropelamento porque era adolescente", disse Nacif.


LEGÍTIMA DEFESA?
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Juiz de Direito fala da vara em que atua e diz que crianças e adolescentes, vítimas de abuso e violência sexual, têm prioridade absoluta no atendimento

“Pela ordem constitucional e legal, crianças e adolescentes devem ser tratados com prioridade absoluta, sob qualquer temática que as envolva.” O trecho refere-se a uma palestra proferida pelo juiz Álvaro Kalix Ferro na sede da OAB, seccional de Rondônia, em Porto Velho, onde abordou sobre “a importância da existência da Vara Especializada em Crimes contra Crianças e Adolescentes da Comarca de Porto Velho, assim como a necessidade de mais instituições e profissionais especializados no trato contra a violência e o abuso sexual contra crianças e adolescentes”. A palestra ocorreu no dia 18 deste mês, em alusão ao “Dia Nacional de Combate à Violência, Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes; evento realizado pela Secretaria de Estado de Assistência Social.
De forma firme, Álvaro Kalix disse, aos presentes no evento, que a missão de combater a exploração sexual e a violência contra crianças e adolescente é complexa e exige o envolvimento conjunto da sociedade e do poder público. Com relação a isso, o magistrado falou que o Poder Judiciário do Estado de Rondônia está no caminho certo, por ter implantado uma vara judicial especializa sobre o assunto abordado.
Para Álvaro Kalix, a Vara de Atendimento à Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar e Crimes contra Criança e Adolescentes da Comarca de Porto Velho está dotada de ambiente adequado e profissionais especializados para acolher, de forma digna, as crianças vítimas de abuso e de violência sexual. “A Vara tem tido uma atuação importante na disseminação do dever da Justiça promover a proteção integral às crianças e adolescentes e de não ser mais um espaço revitimizador destes”.

Responsabilidade social e familiar
O juiz Álvaro Kalix enfatizou que é preciso promover mais campanhas informativas de forma a estimular a conscientização e compreensão da sociedade, assim como das famílias, de que o problema relativo ao abuso e exploração sexual diz respeito a elas também. “As famílias precisam saber agir diante do problema, até porque a maioria dos casos ocorre no seio familiar”.
“O que fazer, como ouvir e entender a vítima, a quem recorrer, entre outros, são indagações que devem ser esclarecidas por meio de campanhas e da rede de enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes”, disse o magistrado.

Os casos nas escolas, hospitais e na segurança pública
O Magistrado, em seu discurso, disse que o educador precisa ter, além da área em que leciona, formação específica para identificar problemas que afligem a criança e o adolescente. Assim como professores, policiais e médicos, que atuam em postos de saúde e hospitais e no Instituto Médico legal, precisam ter uma especialização com relação ao trato à criança e adolescente vítimas de violências sexuais.

Para o juiz Álvaro Kalix, Porto Velho é uma das capitais do Brasil que possui uma delegacia de polícia especializada na apuração de crimes contra crianças e adolescentes, mas não funciona em sistema de plantão, ou seja, 24 horas. Por isso, nos horários que tal delegacia não funciona, os flagrantes são lavrados na Central de Polícia, ferindo o que preceitua o ECA e a Constituição Federal, que prioriza o atendimento à criança e ao adolescente, de forma humanística. Nesse caso, as crianças terminam sendo tratadas como se adultos fossem, além de conviverem com toda espécie de crimes e criminosos enquanto aguardam o atendimento no corredor da Central de Polícia.

O magistrado alerta que é preciso dotar delegacias e IML com alas específicas para um atendimento digno e específico a criança e adolescentes, visando não revitimizar. Para ele, o poder publico dever agir conforme manda a lei, de forma urgente e que a delegacia especializada funcione em sistema de plantão, referindo-se à delegacia especializada que existe em Porto Velho.
O magistrado, que é titular da Vara de Atendimento à Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar e Crimes contra Criança e Adolescentes da Comarca de Porto Velho, também representou a presidente do Tribunal de Justiça de Rondônia, desembargadora Zelite Andrade Carneiro, durante o seminário.


Assessoria de Comunicação Institucional – TJRO
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:27  comentar

Juiz de Direito fala da vara em que atua e diz que crianças e adolescentes, vítimas de abuso e violência sexual, têm prioridade absoluta no atendimento

“Pela ordem constitucional e legal, crianças e adolescentes devem ser tratados com prioridade absoluta, sob qualquer temática que as envolva.” O trecho refere-se a uma palestra proferida pelo juiz Álvaro Kalix Ferro na sede da OAB, seccional de Rondônia, em Porto Velho, onde abordou sobre “a importância da existência da Vara Especializada em Crimes contra Crianças e Adolescentes da Comarca de Porto Velho, assim como a necessidade de mais instituições e profissionais especializados no trato contra a violência e o abuso sexual contra crianças e adolescentes”. A palestra ocorreu no dia 18 deste mês, em alusão ao “Dia Nacional de Combate à Violência, Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes; evento realizado pela Secretaria de Estado de Assistência Social.
De forma firme, Álvaro Kalix disse, aos presentes no evento, que a missão de combater a exploração sexual e a violência contra crianças e adolescente é complexa e exige o envolvimento conjunto da sociedade e do poder público. Com relação a isso, o magistrado falou que o Poder Judiciário do Estado de Rondônia está no caminho certo, por ter implantado uma vara judicial especializa sobre o assunto abordado.
Para Álvaro Kalix, a Vara de Atendimento à Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar e Crimes contra Criança e Adolescentes da Comarca de Porto Velho está dotada de ambiente adequado e profissionais especializados para acolher, de forma digna, as crianças vítimas de abuso e de violência sexual. “A Vara tem tido uma atuação importante na disseminação do dever da Justiça promover a proteção integral às crianças e adolescentes e de não ser mais um espaço revitimizador destes”.

Responsabilidade social e familiar
O juiz Álvaro Kalix enfatizou que é preciso promover mais campanhas informativas de forma a estimular a conscientização e compreensão da sociedade, assim como das famílias, de que o problema relativo ao abuso e exploração sexual diz respeito a elas também. “As famílias precisam saber agir diante do problema, até porque a maioria dos casos ocorre no seio familiar”.
“O que fazer, como ouvir e entender a vítima, a quem recorrer, entre outros, são indagações que devem ser esclarecidas por meio de campanhas e da rede de enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes”, disse o magistrado.

Os casos nas escolas, hospitais e na segurança pública
O Magistrado, em seu discurso, disse que o educador precisa ter, além da área em que leciona, formação específica para identificar problemas que afligem a criança e o adolescente. Assim como professores, policiais e médicos, que atuam em postos de saúde e hospitais e no Instituto Médico legal, precisam ter uma especialização com relação ao trato à criança e adolescente vítimas de violências sexuais.

Para o juiz Álvaro Kalix, Porto Velho é uma das capitais do Brasil que possui uma delegacia de polícia especializada na apuração de crimes contra crianças e adolescentes, mas não funciona em sistema de plantão, ou seja, 24 horas. Por isso, nos horários que tal delegacia não funciona, os flagrantes são lavrados na Central de Polícia, ferindo o que preceitua o ECA e a Constituição Federal, que prioriza o atendimento à criança e ao adolescente, de forma humanística. Nesse caso, as crianças terminam sendo tratadas como se adultos fossem, além de conviverem com toda espécie de crimes e criminosos enquanto aguardam o atendimento no corredor da Central de Polícia.

O magistrado alerta que é preciso dotar delegacias e IML com alas específicas para um atendimento digno e específico a criança e adolescentes, visando não revitimizar. Para ele, o poder publico dever agir conforme manda a lei, de forma urgente e que a delegacia especializada funcione em sistema de plantão, referindo-se à delegacia especializada que existe em Porto Velho.
O magistrado, que é titular da Vara de Atendimento à Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar e Crimes contra Criança e Adolescentes da Comarca de Porto Velho, também representou a presidente do Tribunal de Justiça de Rondônia, desembargadora Zelite Andrade Carneiro, durante o seminário.


Assessoria de Comunicação Institucional – TJRO
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Juiz de Direito fala da vara em que atua e diz que crianças e adolescentes, vítimas de abuso e violência sexual, têm prioridade absoluta no atendimento

“Pela ordem constitucional e legal, crianças e adolescentes devem ser tratados com prioridade absoluta, sob qualquer temática que as envolva.” O trecho refere-se a uma palestra proferida pelo juiz Álvaro Kalix Ferro na sede da OAB, seccional de Rondônia, em Porto Velho, onde abordou sobre “a importância da existência da Vara Especializada em Crimes contra Crianças e Adolescentes da Comarca de Porto Velho, assim como a necessidade de mais instituições e profissionais especializados no trato contra a violência e o abuso sexual contra crianças e adolescentes”. A palestra ocorreu no dia 18 deste mês, em alusão ao “Dia Nacional de Combate à Violência, Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes; evento realizado pela Secretaria de Estado de Assistência Social.
De forma firme, Álvaro Kalix disse, aos presentes no evento, que a missão de combater a exploração sexual e a violência contra crianças e adolescente é complexa e exige o envolvimento conjunto da sociedade e do poder público. Com relação a isso, o magistrado falou que o Poder Judiciário do Estado de Rondônia está no caminho certo, por ter implantado uma vara judicial especializa sobre o assunto abordado.
Para Álvaro Kalix, a Vara de Atendimento à Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar e Crimes contra Criança e Adolescentes da Comarca de Porto Velho está dotada de ambiente adequado e profissionais especializados para acolher, de forma digna, as crianças vítimas de abuso e de violência sexual. “A Vara tem tido uma atuação importante na disseminação do dever da Justiça promover a proteção integral às crianças e adolescentes e de não ser mais um espaço revitimizador destes”.

Responsabilidade social e familiar
O juiz Álvaro Kalix enfatizou que é preciso promover mais campanhas informativas de forma a estimular a conscientização e compreensão da sociedade, assim como das famílias, de que o problema relativo ao abuso e exploração sexual diz respeito a elas também. “As famílias precisam saber agir diante do problema, até porque a maioria dos casos ocorre no seio familiar”.
“O que fazer, como ouvir e entender a vítima, a quem recorrer, entre outros, são indagações que devem ser esclarecidas por meio de campanhas e da rede de enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes”, disse o magistrado.

Os casos nas escolas, hospitais e na segurança pública
O Magistrado, em seu discurso, disse que o educador precisa ter, além da área em que leciona, formação específica para identificar problemas que afligem a criança e o adolescente. Assim como professores, policiais e médicos, que atuam em postos de saúde e hospitais e no Instituto Médico legal, precisam ter uma especialização com relação ao trato à criança e adolescente vítimas de violências sexuais.

Para o juiz Álvaro Kalix, Porto Velho é uma das capitais do Brasil que possui uma delegacia de polícia especializada na apuração de crimes contra crianças e adolescentes, mas não funciona em sistema de plantão, ou seja, 24 horas. Por isso, nos horários que tal delegacia não funciona, os flagrantes são lavrados na Central de Polícia, ferindo o que preceitua o ECA e a Constituição Federal, que prioriza o atendimento à criança e ao adolescente, de forma humanística. Nesse caso, as crianças terminam sendo tratadas como se adultos fossem, além de conviverem com toda espécie de crimes e criminosos enquanto aguardam o atendimento no corredor da Central de Polícia.

O magistrado alerta que é preciso dotar delegacias e IML com alas específicas para um atendimento digno e específico a criança e adolescentes, visando não revitimizar. Para ele, o poder publico dever agir conforme manda a lei, de forma urgente e que a delegacia especializada funcione em sistema de plantão, referindo-se à delegacia especializada que existe em Porto Velho.
O magistrado, que é titular da Vara de Atendimento à Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar e Crimes contra Criança e Adolescentes da Comarca de Porto Velho, também representou a presidente do Tribunal de Justiça de Rondônia, desembargadora Zelite Andrade Carneiro, durante o seminário.


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Juiz de Direito fala da vara em que atua e diz que crianças e adolescentes, vítimas de abuso e violência sexual, têm prioridade absoluta no atendimento

“Pela ordem constitucional e legal, crianças e adolescentes devem ser tratados com prioridade absoluta, sob qualquer temática que as envolva.” O trecho refere-se a uma palestra proferida pelo juiz Álvaro Kalix Ferro na sede da OAB, seccional de Rondônia, em Porto Velho, onde abordou sobre “a importância da existência da Vara Especializada em Crimes contra Crianças e Adolescentes da Comarca de Porto Velho, assim como a necessidade de mais instituições e profissionais especializados no trato contra a violência e o abuso sexual contra crianças e adolescentes”. A palestra ocorreu no dia 18 deste mês, em alusão ao “Dia Nacional de Combate à Violência, Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes; evento realizado pela Secretaria de Estado de Assistência Social.
De forma firme, Álvaro Kalix disse, aos presentes no evento, que a missão de combater a exploração sexual e a violência contra crianças e adolescente é complexa e exige o envolvimento conjunto da sociedade e do poder público. Com relação a isso, o magistrado falou que o Poder Judiciário do Estado de Rondônia está no caminho certo, por ter implantado uma vara judicial especializa sobre o assunto abordado.
Para Álvaro Kalix, a Vara de Atendimento à Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar e Crimes contra Criança e Adolescentes da Comarca de Porto Velho está dotada de ambiente adequado e profissionais especializados para acolher, de forma digna, as crianças vítimas de abuso e de violência sexual. “A Vara tem tido uma atuação importante na disseminação do dever da Justiça promover a proteção integral às crianças e adolescentes e de não ser mais um espaço revitimizador destes”.

Responsabilidade social e familiar
O juiz Álvaro Kalix enfatizou que é preciso promover mais campanhas informativas de forma a estimular a conscientização e compreensão da sociedade, assim como das famílias, de que o problema relativo ao abuso e exploração sexual diz respeito a elas também. “As famílias precisam saber agir diante do problema, até porque a maioria dos casos ocorre no seio familiar”.
“O que fazer, como ouvir e entender a vítima, a quem recorrer, entre outros, são indagações que devem ser esclarecidas por meio de campanhas e da rede de enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes”, disse o magistrado.

Os casos nas escolas, hospitais e na segurança pública
O Magistrado, em seu discurso, disse que o educador precisa ter, além da área em que leciona, formação específica para identificar problemas que afligem a criança e o adolescente. Assim como professores, policiais e médicos, que atuam em postos de saúde e hospitais e no Instituto Médico legal, precisam ter uma especialização com relação ao trato à criança e adolescente vítimas de violências sexuais.

Para o juiz Álvaro Kalix, Porto Velho é uma das capitais do Brasil que possui uma delegacia de polícia especializada na apuração de crimes contra crianças e adolescentes, mas não funciona em sistema de plantão, ou seja, 24 horas. Por isso, nos horários que tal delegacia não funciona, os flagrantes são lavrados na Central de Polícia, ferindo o que preceitua o ECA e a Constituição Federal, que prioriza o atendimento à criança e ao adolescente, de forma humanística. Nesse caso, as crianças terminam sendo tratadas como se adultos fossem, além de conviverem com toda espécie de crimes e criminosos enquanto aguardam o atendimento no corredor da Central de Polícia.

O magistrado alerta que é preciso dotar delegacias e IML com alas específicas para um atendimento digno e específico a criança e adolescentes, visando não revitimizar. Para ele, o poder publico dever agir conforme manda a lei, de forma urgente e que a delegacia especializada funcione em sistema de plantão, referindo-se à delegacia especializada que existe em Porto Velho.
O magistrado, que é titular da Vara de Atendimento à Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar e Crimes contra Criança e Adolescentes da Comarca de Porto Velho, também representou a presidente do Tribunal de Justiça de Rondônia, desembargadora Zelite Andrade Carneiro, durante o seminário.


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Bissau, 21 mai (Lusa) ? A organização não-governamental "Médicos do Mundo" instalaram painéis solares no centro saúde do bairro do Bandin, em Bissau, para evitar que os partos que ocorrem durante a noite sejam feitos às escuras, disse nesta quinta-feira a coordenadora da ONG, Rita Barbosa
De acordo com a coordenadora dos "Médicos do Mundo" na Guiné-Bissau, as mulheres grávidas do bairro de Bandim internadas no centro de saúde local, no momento do trabalho do parto à noite ou o faziam às escuras, ou à luz das velas ou pura e simplesmente eram obrigadas a deslocar-se ao hospital Simão Mendes.
O Simão Mendes, hospital de referência da Guiné-Bissau, situa-se a cerca de quatro quilômetros do bairro de Bandim.
Além da distância que a grávida tem que percorrer, entre Bandim e o hospital Simão Mendes, situado no centro de Bissau, ela também "corre o risco de perder o acompanhamento que vinha tendo no centro de saúde de Bandim", explicou Rita Barbosa.
Explicando os motivos pelos quais os "Médicos do Mundo" decidiram instalar um painel solar do centro de saúde de Bandim, Rita Barbosa afirmou que a unidade hospitalar até possui energia elétrica, mas disponível até às 19h.
Depois dessa hora, o centro fica às escuras o que obriga as grávidas em trabalho de parto a ter as suas crianças na escuridão total ou à luz das velas, disse ainda Rita Barbosa.
O centro de saúde de Bandim é um dos poucos locais onde as grávidas possuem um acompanhamento e tratamento em matéria do HIV/Aids.

Hoje, os "Médicos do Mundo" entregaram os serviços de obstetrícia remodelados e equipados com material de parto.

A ajuda enquadra-se no projeto "Protege a Tua Vida" que consiste na prevenção e combate ao VIH/Aids na Guiné-Bissau, principalmente no capítulo da prevenção da transmissão mãe-filho.
Os "Médicos do Mundo" atuam também ao nível da saúde em Cossé e Contuboel, na região de Bafatá, leste da Guiné-Bissau, prestando apoios nos centros de saúde locais em matéria de aconselhamento e despistagem do VIH-Aids.
No próximo ano, a organização portuguesa pretende estender as suas atividades às regiões de Gabu (leste), Bubaque (nas ilhas Bijagós) e nos bairros de Antula e Militar, em Bissau.
Para estas ações, os "Médicos do Mundo" contam com apoios financeiros do Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento (IPAD).


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Bissau, 21 mai (Lusa) ? A organização não-governamental "Médicos do Mundo" instalaram painéis solares no centro saúde do bairro do Bandin, em Bissau, para evitar que os partos que ocorrem durante a noite sejam feitos às escuras, disse nesta quinta-feira a coordenadora da ONG, Rita Barbosa
De acordo com a coordenadora dos "Médicos do Mundo" na Guiné-Bissau, as mulheres grávidas do bairro de Bandim internadas no centro de saúde local, no momento do trabalho do parto à noite ou o faziam às escuras, ou à luz das velas ou pura e simplesmente eram obrigadas a deslocar-se ao hospital Simão Mendes.
O Simão Mendes, hospital de referência da Guiné-Bissau, situa-se a cerca de quatro quilômetros do bairro de Bandim.
Além da distância que a grávida tem que percorrer, entre Bandim e o hospital Simão Mendes, situado no centro de Bissau, ela também "corre o risco de perder o acompanhamento que vinha tendo no centro de saúde de Bandim", explicou Rita Barbosa.
Explicando os motivos pelos quais os "Médicos do Mundo" decidiram instalar um painel solar do centro de saúde de Bandim, Rita Barbosa afirmou que a unidade hospitalar até possui energia elétrica, mas disponível até às 19h.
Depois dessa hora, o centro fica às escuras o que obriga as grávidas em trabalho de parto a ter as suas crianças na escuridão total ou à luz das velas, disse ainda Rita Barbosa.
O centro de saúde de Bandim é um dos poucos locais onde as grávidas possuem um acompanhamento e tratamento em matéria do HIV/Aids.

Hoje, os "Médicos do Mundo" entregaram os serviços de obstetrícia remodelados e equipados com material de parto.

A ajuda enquadra-se no projeto "Protege a Tua Vida" que consiste na prevenção e combate ao VIH/Aids na Guiné-Bissau, principalmente no capítulo da prevenção da transmissão mãe-filho.
Os "Médicos do Mundo" atuam também ao nível da saúde em Cossé e Contuboel, na região de Bafatá, leste da Guiné-Bissau, prestando apoios nos centros de saúde locais em matéria de aconselhamento e despistagem do VIH-Aids.
No próximo ano, a organização portuguesa pretende estender as suas atividades às regiões de Gabu (leste), Bubaque (nas ilhas Bijagós) e nos bairros de Antula e Militar, em Bissau.
Para estas ações, os "Médicos do Mundo" contam com apoios financeiros do Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento (IPAD).


UOL Notícias
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Bissau, 21 mai (Lusa) ? A organização não-governamental "Médicos do Mundo" instalaram painéis solares no centro saúde do bairro do Bandin, em Bissau, para evitar que os partos que ocorrem durante a noite sejam feitos às escuras, disse nesta quinta-feira a coordenadora da ONG, Rita Barbosa
De acordo com a coordenadora dos "Médicos do Mundo" na Guiné-Bissau, as mulheres grávidas do bairro de Bandim internadas no centro de saúde local, no momento do trabalho do parto à noite ou o faziam às escuras, ou à luz das velas ou pura e simplesmente eram obrigadas a deslocar-se ao hospital Simão Mendes.
O Simão Mendes, hospital de referência da Guiné-Bissau, situa-se a cerca de quatro quilômetros do bairro de Bandim.
Além da distância que a grávida tem que percorrer, entre Bandim e o hospital Simão Mendes, situado no centro de Bissau, ela também "corre o risco de perder o acompanhamento que vinha tendo no centro de saúde de Bandim", explicou Rita Barbosa.
Explicando os motivos pelos quais os "Médicos do Mundo" decidiram instalar um painel solar do centro de saúde de Bandim, Rita Barbosa afirmou que a unidade hospitalar até possui energia elétrica, mas disponível até às 19h.
Depois dessa hora, o centro fica às escuras o que obriga as grávidas em trabalho de parto a ter as suas crianças na escuridão total ou à luz das velas, disse ainda Rita Barbosa.
O centro de saúde de Bandim é um dos poucos locais onde as grávidas possuem um acompanhamento e tratamento em matéria do HIV/Aids.

Hoje, os "Médicos do Mundo" entregaram os serviços de obstetrícia remodelados e equipados com material de parto.

A ajuda enquadra-se no projeto "Protege a Tua Vida" que consiste na prevenção e combate ao VIH/Aids na Guiné-Bissau, principalmente no capítulo da prevenção da transmissão mãe-filho.
Os "Médicos do Mundo" atuam também ao nível da saúde em Cossé e Contuboel, na região de Bafatá, leste da Guiné-Bissau, prestando apoios nos centros de saúde locais em matéria de aconselhamento e despistagem do VIH-Aids.
No próximo ano, a organização portuguesa pretende estender as suas atividades às regiões de Gabu (leste), Bubaque (nas ilhas Bijagós) e nos bairros de Antula e Militar, em Bissau.
Para estas ações, os "Médicos do Mundo" contam com apoios financeiros do Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento (IPAD).


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Bissau, 21 mai (Lusa) ? A organização não-governamental "Médicos do Mundo" instalaram painéis solares no centro saúde do bairro do Bandin, em Bissau, para evitar que os partos que ocorrem durante a noite sejam feitos às escuras, disse nesta quinta-feira a coordenadora da ONG, Rita Barbosa
De acordo com a coordenadora dos "Médicos do Mundo" na Guiné-Bissau, as mulheres grávidas do bairro de Bandim internadas no centro de saúde local, no momento do trabalho do parto à noite ou o faziam às escuras, ou à luz das velas ou pura e simplesmente eram obrigadas a deslocar-se ao hospital Simão Mendes.
O Simão Mendes, hospital de referência da Guiné-Bissau, situa-se a cerca de quatro quilômetros do bairro de Bandim.
Além da distância que a grávida tem que percorrer, entre Bandim e o hospital Simão Mendes, situado no centro de Bissau, ela também "corre o risco de perder o acompanhamento que vinha tendo no centro de saúde de Bandim", explicou Rita Barbosa.
Explicando os motivos pelos quais os "Médicos do Mundo" decidiram instalar um painel solar do centro de saúde de Bandim, Rita Barbosa afirmou que a unidade hospitalar até possui energia elétrica, mas disponível até às 19h.
Depois dessa hora, o centro fica às escuras o que obriga as grávidas em trabalho de parto a ter as suas crianças na escuridão total ou à luz das velas, disse ainda Rita Barbosa.
O centro de saúde de Bandim é um dos poucos locais onde as grávidas possuem um acompanhamento e tratamento em matéria do HIV/Aids.

Hoje, os "Médicos do Mundo" entregaram os serviços de obstetrícia remodelados e equipados com material de parto.

A ajuda enquadra-se no projeto "Protege a Tua Vida" que consiste na prevenção e combate ao VIH/Aids na Guiné-Bissau, principalmente no capítulo da prevenção da transmissão mãe-filho.
Os "Médicos do Mundo" atuam também ao nível da saúde em Cossé e Contuboel, na região de Bafatá, leste da Guiné-Bissau, prestando apoios nos centros de saúde locais em matéria de aconselhamento e despistagem do VIH-Aids.
No próximo ano, a organização portuguesa pretende estender as suas atividades às regiões de Gabu (leste), Bubaque (nas ilhas Bijagós) e nos bairros de Antula e Militar, em Bissau.
Para estas ações, os "Médicos do Mundo" contam com apoios financeiros do Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento (IPAD).


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Depois de analisar 137 mil notas tiradas durante um semestre por 22 mil alunos de 30 cursos superiores de uma universidade privada carioca, o pesquisador José Abrantes, concluiu que as mulheres são mais inteligentes do que os homens. Na média, as notas delas foram 3% superiores às deles. Na análise, por disciplina, de 12 tipos de inteligência, elas mostraram melhores resultados em nove e eles em três.
Os homens são mais hábeis usando as inteligências matemática-lógica, visoespacial e cinestésico-corporal. Já as mulheres na pictórica, ultrapessoal, interpessoal, naturalista, existencial, musical, social, linguística e emocional. Segundo Abrantes, os homens demonstraram maior compreensão matemática, mais capacidade para entender mapas e se localizar no espaço, além de se saírem melhor na inteligência corporal e nas atividades que necessitam de força.
Já as mulheres apresentaram mais facilidade de se expressar pela escrita e pela fala, maior entendimento de questões filosóficas, habilidade para desenhar, para a música e para usar os conhecimentos no meio ambiente. Elas ainda levaram vantagem na inteligência emocional, no autoconhecimento, na capacidade de se relacionar com os outros e de equilibrar competição e qualidade de vida.
Abrantes, que conduziu o levantamento no Centro Universitário Augusto Motta (Unisuam), de Bonsucesso, subúrbio do Rio, também dá aulas na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e se baseou principalmente na Teoria das Inteligências Múltiplas, do neurologista americano Howard Gardner. Ele questiona a tradicional visão da inteligência que enfatiza apenas as habilidades linguística e lógico-matemática. E define inteligência como a habilidade para resolver problemas. Para o neurologista americano, a inteligência também pode ser linguística, musical, lógico-matemática, espacial, cinestésica, interpessoal e intrapessoal.

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Depois de analisar 137 mil notas tiradas durante um semestre por 22 mil alunos de 30 cursos superiores de uma universidade privada carioca, o pesquisador José Abrantes, concluiu que as mulheres são mais inteligentes do que os homens. Na média, as notas delas foram 3% superiores às deles. Na análise, por disciplina, de 12 tipos de inteligência, elas mostraram melhores resultados em nove e eles em três.
Os homens são mais hábeis usando as inteligências matemática-lógica, visoespacial e cinestésico-corporal. Já as mulheres na pictórica, ultrapessoal, interpessoal, naturalista, existencial, musical, social, linguística e emocional. Segundo Abrantes, os homens demonstraram maior compreensão matemática, mais capacidade para entender mapas e se localizar no espaço, além de se saírem melhor na inteligência corporal e nas atividades que necessitam de força.
Já as mulheres apresentaram mais facilidade de se expressar pela escrita e pela fala, maior entendimento de questões filosóficas, habilidade para desenhar, para a música e para usar os conhecimentos no meio ambiente. Elas ainda levaram vantagem na inteligência emocional, no autoconhecimento, na capacidade de se relacionar com os outros e de equilibrar competição e qualidade de vida.
Abrantes, que conduziu o levantamento no Centro Universitário Augusto Motta (Unisuam), de Bonsucesso, subúrbio do Rio, também dá aulas na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e se baseou principalmente na Teoria das Inteligências Múltiplas, do neurologista americano Howard Gardner. Ele questiona a tradicional visão da inteligência que enfatiza apenas as habilidades linguística e lógico-matemática. E define inteligência como a habilidade para resolver problemas. Para o neurologista americano, a inteligência também pode ser linguística, musical, lógico-matemática, espacial, cinestésica, interpessoal e intrapessoal.

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Depois de analisar 137 mil notas tiradas durante um semestre por 22 mil alunos de 30 cursos superiores de uma universidade privada carioca, o pesquisador José Abrantes, concluiu que as mulheres são mais inteligentes do que os homens. Na média, as notas delas foram 3% superiores às deles. Na análise, por disciplina, de 12 tipos de inteligência, elas mostraram melhores resultados em nove e eles em três.
Os homens são mais hábeis usando as inteligências matemática-lógica, visoespacial e cinestésico-corporal. Já as mulheres na pictórica, ultrapessoal, interpessoal, naturalista, existencial, musical, social, linguística e emocional. Segundo Abrantes, os homens demonstraram maior compreensão matemática, mais capacidade para entender mapas e se localizar no espaço, além de se saírem melhor na inteligência corporal e nas atividades que necessitam de força.
Já as mulheres apresentaram mais facilidade de se expressar pela escrita e pela fala, maior entendimento de questões filosóficas, habilidade para desenhar, para a música e para usar os conhecimentos no meio ambiente. Elas ainda levaram vantagem na inteligência emocional, no autoconhecimento, na capacidade de se relacionar com os outros e de equilibrar competição e qualidade de vida.
Abrantes, que conduziu o levantamento no Centro Universitário Augusto Motta (Unisuam), de Bonsucesso, subúrbio do Rio, também dá aulas na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e se baseou principalmente na Teoria das Inteligências Múltiplas, do neurologista americano Howard Gardner. Ele questiona a tradicional visão da inteligência que enfatiza apenas as habilidades linguística e lógico-matemática. E define inteligência como a habilidade para resolver problemas. Para o neurologista americano, a inteligência também pode ser linguística, musical, lógico-matemática, espacial, cinestésica, interpessoal e intrapessoal.

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Depois de analisar 137 mil notas tiradas durante um semestre por 22 mil alunos de 30 cursos superiores de uma universidade privada carioca, o pesquisador José Abrantes, concluiu que as mulheres são mais inteligentes do que os homens. Na média, as notas delas foram 3% superiores às deles. Na análise, por disciplina, de 12 tipos de inteligência, elas mostraram melhores resultados em nove e eles em três.
Os homens são mais hábeis usando as inteligências matemática-lógica, visoespacial e cinestésico-corporal. Já as mulheres na pictórica, ultrapessoal, interpessoal, naturalista, existencial, musical, social, linguística e emocional. Segundo Abrantes, os homens demonstraram maior compreensão matemática, mais capacidade para entender mapas e se localizar no espaço, além de se saírem melhor na inteligência corporal e nas atividades que necessitam de força.
Já as mulheres apresentaram mais facilidade de se expressar pela escrita e pela fala, maior entendimento de questões filosóficas, habilidade para desenhar, para a música e para usar os conhecimentos no meio ambiente. Elas ainda levaram vantagem na inteligência emocional, no autoconhecimento, na capacidade de se relacionar com os outros e de equilibrar competição e qualidade de vida.
Abrantes, que conduziu o levantamento no Centro Universitário Augusto Motta (Unisuam), de Bonsucesso, subúrbio do Rio, também dá aulas na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e se baseou principalmente na Teoria das Inteligências Múltiplas, do neurologista americano Howard Gardner. Ele questiona a tradicional visão da inteligência que enfatiza apenas as habilidades linguística e lógico-matemática. E define inteligência como a habilidade para resolver problemas. Para o neurologista americano, a inteligência também pode ser linguística, musical, lógico-matemática, espacial, cinestésica, interpessoal e intrapessoal.

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SÃO PAULO - Morreu a menina Gabriela Nunes Araújo, de 8 anos, baleada por assaltantes que invadiram a residência da família na noite de terça-feira, em um condomínio fechado da cidade de Rio Claro , a 173 km da capital paulista. A morte cerebral da criança foi constatada às 10h30m desta manhã. Ela havia sido submetida a uma cirurgia para reduzir o edema (inchaço) cerebral, mas os médicos já haviam constatado danos ao sistema de circulação de sangue no cérebro.
A polícia afirma que identificou os dois criminosos. Um dos assaltantes seria um adolescente de 17 anos. O outro teria cerca de 20 anos e diversas passagens pela polícia. Os dois foram reconhecidos pela babá da criança e por um casal que teve o carro roubado na fuga dos criminosos. Eles continuam soltos.
Para entrar na residência, que fica num condomínio de luxo, os ladrões escalaram o muro alto do condomínio e passaram pelo meio da cerca elétrica. Passaram por quatro câmeras até chegar à residência e render a babá e as duas meninas gêmeas. Quando o alarme da casa disparou, os dois atiraram contra as duas meninas, acertando Gabriela.
O veículo roubado na fuga foi abandonado em uma estrada de terra próximo a Rodovia Washington Luís.


O Globo On Line
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SÃO PAULO - Morreu a menina Gabriela Nunes Araújo, de 8 anos, baleada por assaltantes que invadiram a residência da família na noite de terça-feira, em um condomínio fechado da cidade de Rio Claro , a 173 km da capital paulista. A morte cerebral da criança foi constatada às 10h30m desta manhã. Ela havia sido submetida a uma cirurgia para reduzir o edema (inchaço) cerebral, mas os médicos já haviam constatado danos ao sistema de circulação de sangue no cérebro.
A polícia afirma que identificou os dois criminosos. Um dos assaltantes seria um adolescente de 17 anos. O outro teria cerca de 20 anos e diversas passagens pela polícia. Os dois foram reconhecidos pela babá da criança e por um casal que teve o carro roubado na fuga dos criminosos. Eles continuam soltos.
Para entrar na residência, que fica num condomínio de luxo, os ladrões escalaram o muro alto do condomínio e passaram pelo meio da cerca elétrica. Passaram por quatro câmeras até chegar à residência e render a babá e as duas meninas gêmeas. Quando o alarme da casa disparou, os dois atiraram contra as duas meninas, acertando Gabriela.
O veículo roubado na fuga foi abandonado em uma estrada de terra próximo a Rodovia Washington Luís.


O Globo On Line
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SÃO PAULO - Morreu a menina Gabriela Nunes Araújo, de 8 anos, baleada por assaltantes que invadiram a residência da família na noite de terça-feira, em um condomínio fechado da cidade de Rio Claro , a 173 km da capital paulista. A morte cerebral da criança foi constatada às 10h30m desta manhã. Ela havia sido submetida a uma cirurgia para reduzir o edema (inchaço) cerebral, mas os médicos já haviam constatado danos ao sistema de circulação de sangue no cérebro.
A polícia afirma que identificou os dois criminosos. Um dos assaltantes seria um adolescente de 17 anos. O outro teria cerca de 20 anos e diversas passagens pela polícia. Os dois foram reconhecidos pela babá da criança e por um casal que teve o carro roubado na fuga dos criminosos. Eles continuam soltos.
Para entrar na residência, que fica num condomínio de luxo, os ladrões escalaram o muro alto do condomínio e passaram pelo meio da cerca elétrica. Passaram por quatro câmeras até chegar à residência e render a babá e as duas meninas gêmeas. Quando o alarme da casa disparou, os dois atiraram contra as duas meninas, acertando Gabriela.
O veículo roubado na fuga foi abandonado em uma estrada de terra próximo a Rodovia Washington Luís.


O Globo On Line
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SÃO PAULO - Morreu a menina Gabriela Nunes Araújo, de 8 anos, baleada por assaltantes que invadiram a residência da família na noite de terça-feira, em um condomínio fechado da cidade de Rio Claro , a 173 km da capital paulista. A morte cerebral da criança foi constatada às 10h30m desta manhã. Ela havia sido submetida a uma cirurgia para reduzir o edema (inchaço) cerebral, mas os médicos já haviam constatado danos ao sistema de circulação de sangue no cérebro.
A polícia afirma que identificou os dois criminosos. Um dos assaltantes seria um adolescente de 17 anos. O outro teria cerca de 20 anos e diversas passagens pela polícia. Os dois foram reconhecidos pela babá da criança e por um casal que teve o carro roubado na fuga dos criminosos. Eles continuam soltos.
Para entrar na residência, que fica num condomínio de luxo, os ladrões escalaram o muro alto do condomínio e passaram pelo meio da cerca elétrica. Passaram por quatro câmeras até chegar à residência e render a babá e as duas meninas gêmeas. Quando o alarme da casa disparou, os dois atiraram contra as duas meninas, acertando Gabriela.
O veículo roubado na fuga foi abandonado em uma estrada de terra próximo a Rodovia Washington Luís.


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O fóssil de 47 milhões de anos estava em uma coleção particular

Cientistas revelaram em Nova York nesta terça-feira o fóssil de uma criatura de 47 milhões de anos que pode ser um elo perdido na evolução dos primatas superiores - entre eles, os seres humanos.
O fóssil, batizado de Ida, está em estado tão bom de conservação que é possível ver sua pele e traços de sua última refeição.
Os restos do animal, que se assemelha a um lêmure (tipo de animal parecido com um macaco que vive na ilha africana de Madagascar) foram apresentados no Museu Americano de História Natural pelo prefeito de Nova York, Michael Bloomberg.
Eles foram descobertos na década de 1980 na Alemanha e pertenciam a uma coleção particular.

Importância e críticas
A pesquisa sobre sua importância foi liderada pelo cientista Jorn Hurum, do Museu de História Natural de Oslo, Noruega.
Hurum diz que ida representa "a coisa mais próxima que temos de um ancestral" e descreveu a descoberta como "um sonho que se tornou realidade".
Mas parte da comunidade científica se mostra cética em relação à descoberta.
Um dos principais editores da revista Nature, Henry Gee, disse que o termo "elo perdido" pode induzir ao erro e que o fóssil não deve figurar entre as grandes descobertas recentes, como os dinossauros com penas.
Os cientistas que já examinaram o fóssil concluíram que este se trata de uma espécie nova, batizada Darwinius masillae.
Um dos pesquisadores que analisou Ida, Jenz Franzen, o fóssil tem traços que guardam "grande semelhança conosco", como unhas em vez de garras e o polegar em uma posição que permite agarrar coisas com a mão, como o homem e outros primatas.
Ainda assim, segundo ele, o fóssil não parece ser um ancestral direto do homem, mas sim estaria "mais para uma tia do que uma avó".
BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:15  comentar

O fóssil de 47 milhões de anos estava em uma coleção particular

Cientistas revelaram em Nova York nesta terça-feira o fóssil de uma criatura de 47 milhões de anos que pode ser um elo perdido na evolução dos primatas superiores - entre eles, os seres humanos.
O fóssil, batizado de Ida, está em estado tão bom de conservação que é possível ver sua pele e traços de sua última refeição.
Os restos do animal, que se assemelha a um lêmure (tipo de animal parecido com um macaco que vive na ilha africana de Madagascar) foram apresentados no Museu Americano de História Natural pelo prefeito de Nova York, Michael Bloomberg.
Eles foram descobertos na década de 1980 na Alemanha e pertenciam a uma coleção particular.

Importância e críticas
A pesquisa sobre sua importância foi liderada pelo cientista Jorn Hurum, do Museu de História Natural de Oslo, Noruega.
Hurum diz que ida representa "a coisa mais próxima que temos de um ancestral" e descreveu a descoberta como "um sonho que se tornou realidade".
Mas parte da comunidade científica se mostra cética em relação à descoberta.
Um dos principais editores da revista Nature, Henry Gee, disse que o termo "elo perdido" pode induzir ao erro e que o fóssil não deve figurar entre as grandes descobertas recentes, como os dinossauros com penas.
Os cientistas que já examinaram o fóssil concluíram que este se trata de uma espécie nova, batizada Darwinius masillae.
Um dos pesquisadores que analisou Ida, Jenz Franzen, o fóssil tem traços que guardam "grande semelhança conosco", como unhas em vez de garras e o polegar em uma posição que permite agarrar coisas com a mão, como o homem e outros primatas.
Ainda assim, segundo ele, o fóssil não parece ser um ancestral direto do homem, mas sim estaria "mais para uma tia do que uma avó".
BBC Brasil
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O fóssil de 47 milhões de anos estava em uma coleção particular

Cientistas revelaram em Nova York nesta terça-feira o fóssil de uma criatura de 47 milhões de anos que pode ser um elo perdido na evolução dos primatas superiores - entre eles, os seres humanos.
O fóssil, batizado de Ida, está em estado tão bom de conservação que é possível ver sua pele e traços de sua última refeição.
Os restos do animal, que se assemelha a um lêmure (tipo de animal parecido com um macaco que vive na ilha africana de Madagascar) foram apresentados no Museu Americano de História Natural pelo prefeito de Nova York, Michael Bloomberg.
Eles foram descobertos na década de 1980 na Alemanha e pertenciam a uma coleção particular.

Importância e críticas
A pesquisa sobre sua importância foi liderada pelo cientista Jorn Hurum, do Museu de História Natural de Oslo, Noruega.
Hurum diz que ida representa "a coisa mais próxima que temos de um ancestral" e descreveu a descoberta como "um sonho que se tornou realidade".
Mas parte da comunidade científica se mostra cética em relação à descoberta.
Um dos principais editores da revista Nature, Henry Gee, disse que o termo "elo perdido" pode induzir ao erro e que o fóssil não deve figurar entre as grandes descobertas recentes, como os dinossauros com penas.
Os cientistas que já examinaram o fóssil concluíram que este se trata de uma espécie nova, batizada Darwinius masillae.
Um dos pesquisadores que analisou Ida, Jenz Franzen, o fóssil tem traços que guardam "grande semelhança conosco", como unhas em vez de garras e o polegar em uma posição que permite agarrar coisas com a mão, como o homem e outros primatas.
Ainda assim, segundo ele, o fóssil não parece ser um ancestral direto do homem, mas sim estaria "mais para uma tia do que uma avó".
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O fóssil de 47 milhões de anos estava em uma coleção particular

Cientistas revelaram em Nova York nesta terça-feira o fóssil de uma criatura de 47 milhões de anos que pode ser um elo perdido na evolução dos primatas superiores - entre eles, os seres humanos.
O fóssil, batizado de Ida, está em estado tão bom de conservação que é possível ver sua pele e traços de sua última refeição.
Os restos do animal, que se assemelha a um lêmure (tipo de animal parecido com um macaco que vive na ilha africana de Madagascar) foram apresentados no Museu Americano de História Natural pelo prefeito de Nova York, Michael Bloomberg.
Eles foram descobertos na década de 1980 na Alemanha e pertenciam a uma coleção particular.

Importância e críticas
A pesquisa sobre sua importância foi liderada pelo cientista Jorn Hurum, do Museu de História Natural de Oslo, Noruega.
Hurum diz que ida representa "a coisa mais próxima que temos de um ancestral" e descreveu a descoberta como "um sonho que se tornou realidade".
Mas parte da comunidade científica se mostra cética em relação à descoberta.
Um dos principais editores da revista Nature, Henry Gee, disse que o termo "elo perdido" pode induzir ao erro e que o fóssil não deve figurar entre as grandes descobertas recentes, como os dinossauros com penas.
Os cientistas que já examinaram o fóssil concluíram que este se trata de uma espécie nova, batizada Darwinius masillae.
Um dos pesquisadores que analisou Ida, Jenz Franzen, o fóssil tem traços que guardam "grande semelhança conosco", como unhas em vez de garras e o polegar em uma posição que permite agarrar coisas com a mão, como o homem e outros primatas.
Ainda assim, segundo ele, o fóssil não parece ser um ancestral direto do homem, mas sim estaria "mais para uma tia do que uma avó".
BBC Brasil
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O cão Miley recebe o carinho de seus donos, Stacie Pitts e Randy Childers, após ganhar o título de ‘herói’ na 27ª edição do Prêmio Annual do Cão Herói, nessa terça-feira (19), em Los Angeles (EUA).

Cachorro salvou donos de intoxicação enquanto eles dormiam.Caso aconteceu em dezembro, nos Estados Unidos.

Em 7 de dezembro de 2008, Miley foi responsável por salvar seus donos e também uma criança de 6 anos da morte. Todos dormiam quando ele insistiu em acordar Stacie. Abalada pelo sono, com náuseas e forte dor de cabeça, ela acordou o noivo e a menina, que também estavam com os mesmos sintomas. Todos foram levados para o hospital e mais tarde foi descoberto que estavam com intoxicação de monóxido de carbono. Se o cão não tivesse acordado, eles poderiam ter sofrido danos cerebrais ou até morrido.


Portal G1
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O cão Miley recebe o carinho de seus donos, Stacie Pitts e Randy Childers, após ganhar o título de ‘herói’ na 27ª edição do Prêmio Annual do Cão Herói, nessa terça-feira (19), em Los Angeles (EUA).

Cachorro salvou donos de intoxicação enquanto eles dormiam.Caso aconteceu em dezembro, nos Estados Unidos.

Em 7 de dezembro de 2008, Miley foi responsável por salvar seus donos e também uma criança de 6 anos da morte. Todos dormiam quando ele insistiu em acordar Stacie. Abalada pelo sono, com náuseas e forte dor de cabeça, ela acordou o noivo e a menina, que também estavam com os mesmos sintomas. Todos foram levados para o hospital e mais tarde foi descoberto que estavam com intoxicação de monóxido de carbono. Se o cão não tivesse acordado, eles poderiam ter sofrido danos cerebrais ou até morrido.


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O cão Miley recebe o carinho de seus donos, Stacie Pitts e Randy Childers, após ganhar o título de ‘herói’ na 27ª edição do Prêmio Annual do Cão Herói, nessa terça-feira (19), em Los Angeles (EUA).

Cachorro salvou donos de intoxicação enquanto eles dormiam.Caso aconteceu em dezembro, nos Estados Unidos.

Em 7 de dezembro de 2008, Miley foi responsável por salvar seus donos e também uma criança de 6 anos da morte. Todos dormiam quando ele insistiu em acordar Stacie. Abalada pelo sono, com náuseas e forte dor de cabeça, ela acordou o noivo e a menina, que também estavam com os mesmos sintomas. Todos foram levados para o hospital e mais tarde foi descoberto que estavam com intoxicação de monóxido de carbono. Se o cão não tivesse acordado, eles poderiam ter sofrido danos cerebrais ou até morrido.


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O cão Miley recebe o carinho de seus donos, Stacie Pitts e Randy Childers, após ganhar o título de ‘herói’ na 27ª edição do Prêmio Annual do Cão Herói, nessa terça-feira (19), em Los Angeles (EUA).

Cachorro salvou donos de intoxicação enquanto eles dormiam.Caso aconteceu em dezembro, nos Estados Unidos.

Em 7 de dezembro de 2008, Miley foi responsável por salvar seus donos e também uma criança de 6 anos da morte. Todos dormiam quando ele insistiu em acordar Stacie. Abalada pelo sono, com náuseas e forte dor de cabeça, ela acordou o noivo e a menina, que também estavam com os mesmos sintomas. Todos foram levados para o hospital e mais tarde foi descoberto que estavam com intoxicação de monóxido de carbono. Se o cão não tivesse acordado, eles poderiam ter sofrido danos cerebrais ou até morrido.


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“Educai as crianças, para que não seja necessário punir os adultos”. A citação é do filósofo e matemático grego Pitágoras, que viveu há mais de 2.500 anos, mas ela é mais do que atual, neste mundo globalizado. Principalmente num momento em que é cada vez maior o número de casais com filhos que se separam e as perdas e danos que o fato tem gerado para as crianças. Exemplo, a síndrome da alienação parental, que tem levado o genitor que fica com a guarda dos filhos na separação e até avós a destruir a imagem do ex-companheiro ou companheira, incitando o ódio, a desconfiança e outros sentimentos danosos à criança, em relação ao pai ou mãe. Este é o assunto do programa Repórter Justiça que vai ao ar nesta semana, pela TV Justiça.
Confira a impressionante história de Eduardo, um servidor público da administração federal que após a separação judicial teve de amargar o ódio da ex-mulher. Ela o acusou de abusar sexualmente da filha menor e Eduardo quase acabou preso. Alessandra, hoje casada e mãe, relembra que só conheceu o pai quando tinha 19 anos.

E mais, o cineasta Alan Minas, que transformou a própria dor em filme. A ex-mulher conseguiu na Justiça que ele ficasse mais de um ano impedido de ver a filha. “Em cima da minha terrível experiência percebi que há total desinformação de toda a estrutura que nos serve no Judiciário”, diz Minas, diretor do curta ”A Morte Inventada”.

Confira tudo sobre esses e outros depoimentos referentes a alienação parental no Repórter Justiça que vai ao ar nesta sexta-feira, 22, às 21h30.

Veja como sintonizar a TV Justiça, aqui.


Agenda Brasil
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“Educai as crianças, para que não seja necessário punir os adultos”. A citação é do filósofo e matemático grego Pitágoras, que viveu há mais de 2.500 anos, mas ela é mais do que atual, neste mundo globalizado. Principalmente num momento em que é cada vez maior o número de casais com filhos que se separam e as perdas e danos que o fato tem gerado para as crianças. Exemplo, a síndrome da alienação parental, que tem levado o genitor que fica com a guarda dos filhos na separação e até avós a destruir a imagem do ex-companheiro ou companheira, incitando o ódio, a desconfiança e outros sentimentos danosos à criança, em relação ao pai ou mãe. Este é o assunto do programa Repórter Justiça que vai ao ar nesta semana, pela TV Justiça.
Confira a impressionante história de Eduardo, um servidor público da administração federal que após a separação judicial teve de amargar o ódio da ex-mulher. Ela o acusou de abusar sexualmente da filha menor e Eduardo quase acabou preso. Alessandra, hoje casada e mãe, relembra que só conheceu o pai quando tinha 19 anos.

E mais, o cineasta Alan Minas, que transformou a própria dor em filme. A ex-mulher conseguiu na Justiça que ele ficasse mais de um ano impedido de ver a filha. “Em cima da minha terrível experiência percebi que há total desinformação de toda a estrutura que nos serve no Judiciário”, diz Minas, diretor do curta ”A Morte Inventada”.

Confira tudo sobre esses e outros depoimentos referentes a alienação parental no Repórter Justiça que vai ao ar nesta sexta-feira, 22, às 21h30.

Veja como sintonizar a TV Justiça, aqui.


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“Educai as crianças, para que não seja necessário punir os adultos”. A citação é do filósofo e matemático grego Pitágoras, que viveu há mais de 2.500 anos, mas ela é mais do que atual, neste mundo globalizado. Principalmente num momento em que é cada vez maior o número de casais com filhos que se separam e as perdas e danos que o fato tem gerado para as crianças. Exemplo, a síndrome da alienação parental, que tem levado o genitor que fica com a guarda dos filhos na separação e até avós a destruir a imagem do ex-companheiro ou companheira, incitando o ódio, a desconfiança e outros sentimentos danosos à criança, em relação ao pai ou mãe. Este é o assunto do programa Repórter Justiça que vai ao ar nesta semana, pela TV Justiça.
Confira a impressionante história de Eduardo, um servidor público da administração federal que após a separação judicial teve de amargar o ódio da ex-mulher. Ela o acusou de abusar sexualmente da filha menor e Eduardo quase acabou preso. Alessandra, hoje casada e mãe, relembra que só conheceu o pai quando tinha 19 anos.

E mais, o cineasta Alan Minas, que transformou a própria dor em filme. A ex-mulher conseguiu na Justiça que ele ficasse mais de um ano impedido de ver a filha. “Em cima da minha terrível experiência percebi que há total desinformação de toda a estrutura que nos serve no Judiciário”, diz Minas, diretor do curta ”A Morte Inventada”.

Confira tudo sobre esses e outros depoimentos referentes a alienação parental no Repórter Justiça que vai ao ar nesta sexta-feira, 22, às 21h30.

Veja como sintonizar a TV Justiça, aqui.


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“Educai as crianças, para que não seja necessário punir os adultos”. A citação é do filósofo e matemático grego Pitágoras, que viveu há mais de 2.500 anos, mas ela é mais do que atual, neste mundo globalizado. Principalmente num momento em que é cada vez maior o número de casais com filhos que se separam e as perdas e danos que o fato tem gerado para as crianças. Exemplo, a síndrome da alienação parental, que tem levado o genitor que fica com a guarda dos filhos na separação e até avós a destruir a imagem do ex-companheiro ou companheira, incitando o ódio, a desconfiança e outros sentimentos danosos à criança, em relação ao pai ou mãe. Este é o assunto do programa Repórter Justiça que vai ao ar nesta semana, pela TV Justiça.
Confira a impressionante história de Eduardo, um servidor público da administração federal que após a separação judicial teve de amargar o ódio da ex-mulher. Ela o acusou de abusar sexualmente da filha menor e Eduardo quase acabou preso. Alessandra, hoje casada e mãe, relembra que só conheceu o pai quando tinha 19 anos.

E mais, o cineasta Alan Minas, que transformou a própria dor em filme. A ex-mulher conseguiu na Justiça que ele ficasse mais de um ano impedido de ver a filha. “Em cima da minha terrível experiência percebi que há total desinformação de toda a estrutura que nos serve no Judiciário”, diz Minas, diretor do curta ”A Morte Inventada”.

Confira tudo sobre esses e outros depoimentos referentes a alienação parental no Repórter Justiça que vai ao ar nesta sexta-feira, 22, às 21h30.

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RIO - Uma jovem de 18 anos foi detida, no fim da noite da quarta-feira, depois de abandonar o filho numa lixeira na Travessa da Misericórdia, no Centro do Rio. Karen Isabelle Amorim Albuquerque foi presa por policiais do 13º BPM (Praça Tiradentes) depois de abandonar um bebê de oito meses numa lixeira. A criança foi resgatada pelos policiais e entregue à avó materna, Márcia Amorim, na 5ª DP (Centro). Segundo os investigadores esta foi a segunda vez que Karen tentou abandoná-lo.
O crime aconteceu no fim da noite de quarta-feira. Um pedestre que passava pela travessa onde Karen abandonou a criança teria chamado a polícia depois que viu quando a mulher passou com a criança e depois voltou de mãos vazias. Depois de questionada pelo rapaz, Karen teria confessado o abandono.
Karen ainda teria tentado fugir num ônibus, mas o pedestre conseguiu chamar os policiais que conseguiram detê-la. Os policiais não acreditam que a jovem tenha problemas psicológicos, e se espantaram com a frieza com que ela contou o que tinha feito.
- Ela não aparenta ter problema nenhum, muito pelo contrário, ela só alega que tinha vergonha de assumir que não tinha condições de criar a criança, e esse foi o motivo pelo qual ela jogou o menino na lixeira - contou o delegado.
Na delegacia, o padrasto da jovem disse que ela já tinha saído de casa com a criança há uma semana, e a família já estava a procura dos dois. A avó do menino e o marido que já tem a guarda provisória do bebê, aguardam a adoção definitiva. A mãe vai responder por abandono de incapaz e crime com pena que pode chegar a quatro anos de prisão.
Em março, uma menina recém-nascida foi encontrada numa caixa de papelão em Maricá, na Região dos Lagos. O bebê, abandonado com apenas um dia de vida, ainda estava com o cordão umbilical e foi encontrado cheio de formigas no corpo. A menina pesava 4,440 kg e 45 centímetros e foi levada para um hospital da região, onde passou por exames.
No mesmo dia em que um bebê foi encontrado num valão em Bangu, um outro caso semelhante chocou moradores de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, em dezembro do ano passado. Um bebê recém-nascido foi encontrado morto num valão na Avenida Lagoa Formosa , no bairro de Inhoaíba, em Campo Grande na Zona Oeste do Rio.
Também no ano passado, um bebê foi abandonado embaixo do banco da Igreja de Santa Mônica, no Leblon, Zona Sul da cidade. A mãe, Suelange Leal Azevedo, de 31 anos, contou aos policiais que abandonou o filho porque estava desempregada e sem condições financeiras de sustentá-lo. Junto da criança havia um saco de fraldas, um terço e uma carteira de vacinação com o nome do menino. Havia ainda um bilhete, no qual a mãe pedia para que cuidassem do filho, pois ela não tinha condições: "Cuidem dele, pois não posso. Ele é saudável".


O Globo On Line
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RIO - Uma jovem de 18 anos foi detida, no fim da noite da quarta-feira, depois de abandonar o filho numa lixeira na Travessa da Misericórdia, no Centro do Rio. Karen Isabelle Amorim Albuquerque foi presa por policiais do 13º BPM (Praça Tiradentes) depois de abandonar um bebê de oito meses numa lixeira. A criança foi resgatada pelos policiais e entregue à avó materna, Márcia Amorim, na 5ª DP (Centro). Segundo os investigadores esta foi a segunda vez que Karen tentou abandoná-lo.
O crime aconteceu no fim da noite de quarta-feira. Um pedestre que passava pela travessa onde Karen abandonou a criança teria chamado a polícia depois que viu quando a mulher passou com a criança e depois voltou de mãos vazias. Depois de questionada pelo rapaz, Karen teria confessado o abandono.
Karen ainda teria tentado fugir num ônibus, mas o pedestre conseguiu chamar os policiais que conseguiram detê-la. Os policiais não acreditam que a jovem tenha problemas psicológicos, e se espantaram com a frieza com que ela contou o que tinha feito.
- Ela não aparenta ter problema nenhum, muito pelo contrário, ela só alega que tinha vergonha de assumir que não tinha condições de criar a criança, e esse foi o motivo pelo qual ela jogou o menino na lixeira - contou o delegado.
Na delegacia, o padrasto da jovem disse que ela já tinha saído de casa com a criança há uma semana, e a família já estava a procura dos dois. A avó do menino e o marido que já tem a guarda provisória do bebê, aguardam a adoção definitiva. A mãe vai responder por abandono de incapaz e crime com pena que pode chegar a quatro anos de prisão.
Em março, uma menina recém-nascida foi encontrada numa caixa de papelão em Maricá, na Região dos Lagos. O bebê, abandonado com apenas um dia de vida, ainda estava com o cordão umbilical e foi encontrado cheio de formigas no corpo. A menina pesava 4,440 kg e 45 centímetros e foi levada para um hospital da região, onde passou por exames.
No mesmo dia em que um bebê foi encontrado num valão em Bangu, um outro caso semelhante chocou moradores de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, em dezembro do ano passado. Um bebê recém-nascido foi encontrado morto num valão na Avenida Lagoa Formosa , no bairro de Inhoaíba, em Campo Grande na Zona Oeste do Rio.
Também no ano passado, um bebê foi abandonado embaixo do banco da Igreja de Santa Mônica, no Leblon, Zona Sul da cidade. A mãe, Suelange Leal Azevedo, de 31 anos, contou aos policiais que abandonou o filho porque estava desempregada e sem condições financeiras de sustentá-lo. Junto da criança havia um saco de fraldas, um terço e uma carteira de vacinação com o nome do menino. Havia ainda um bilhete, no qual a mãe pedia para que cuidassem do filho, pois ela não tinha condições: "Cuidem dele, pois não posso. Ele é saudável".


O Globo On Line
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RIO - Uma jovem de 18 anos foi detida, no fim da noite da quarta-feira, depois de abandonar o filho numa lixeira na Travessa da Misericórdia, no Centro do Rio. Karen Isabelle Amorim Albuquerque foi presa por policiais do 13º BPM (Praça Tiradentes) depois de abandonar um bebê de oito meses numa lixeira. A criança foi resgatada pelos policiais e entregue à avó materna, Márcia Amorim, na 5ª DP (Centro). Segundo os investigadores esta foi a segunda vez que Karen tentou abandoná-lo.
O crime aconteceu no fim da noite de quarta-feira. Um pedestre que passava pela travessa onde Karen abandonou a criança teria chamado a polícia depois que viu quando a mulher passou com a criança e depois voltou de mãos vazias. Depois de questionada pelo rapaz, Karen teria confessado o abandono.
Karen ainda teria tentado fugir num ônibus, mas o pedestre conseguiu chamar os policiais que conseguiram detê-la. Os policiais não acreditam que a jovem tenha problemas psicológicos, e se espantaram com a frieza com que ela contou o que tinha feito.
- Ela não aparenta ter problema nenhum, muito pelo contrário, ela só alega que tinha vergonha de assumir que não tinha condições de criar a criança, e esse foi o motivo pelo qual ela jogou o menino na lixeira - contou o delegado.
Na delegacia, o padrasto da jovem disse que ela já tinha saído de casa com a criança há uma semana, e a família já estava a procura dos dois. A avó do menino e o marido que já tem a guarda provisória do bebê, aguardam a adoção definitiva. A mãe vai responder por abandono de incapaz e crime com pena que pode chegar a quatro anos de prisão.
Em março, uma menina recém-nascida foi encontrada numa caixa de papelão em Maricá, na Região dos Lagos. O bebê, abandonado com apenas um dia de vida, ainda estava com o cordão umbilical e foi encontrado cheio de formigas no corpo. A menina pesava 4,440 kg e 45 centímetros e foi levada para um hospital da região, onde passou por exames.
No mesmo dia em que um bebê foi encontrado num valão em Bangu, um outro caso semelhante chocou moradores de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, em dezembro do ano passado. Um bebê recém-nascido foi encontrado morto num valão na Avenida Lagoa Formosa , no bairro de Inhoaíba, em Campo Grande na Zona Oeste do Rio.
Também no ano passado, um bebê foi abandonado embaixo do banco da Igreja de Santa Mônica, no Leblon, Zona Sul da cidade. A mãe, Suelange Leal Azevedo, de 31 anos, contou aos policiais que abandonou o filho porque estava desempregada e sem condições financeiras de sustentá-lo. Junto da criança havia um saco de fraldas, um terço e uma carteira de vacinação com o nome do menino. Havia ainda um bilhete, no qual a mãe pedia para que cuidassem do filho, pois ela não tinha condições: "Cuidem dele, pois não posso. Ele é saudável".


O Globo On Line
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RIO - Uma jovem de 18 anos foi detida, no fim da noite da quarta-feira, depois de abandonar o filho numa lixeira na Travessa da Misericórdia, no Centro do Rio. Karen Isabelle Amorim Albuquerque foi presa por policiais do 13º BPM (Praça Tiradentes) depois de abandonar um bebê de oito meses numa lixeira. A criança foi resgatada pelos policiais e entregue à avó materna, Márcia Amorim, na 5ª DP (Centro). Segundo os investigadores esta foi a segunda vez que Karen tentou abandoná-lo.
O crime aconteceu no fim da noite de quarta-feira. Um pedestre que passava pela travessa onde Karen abandonou a criança teria chamado a polícia depois que viu quando a mulher passou com a criança e depois voltou de mãos vazias. Depois de questionada pelo rapaz, Karen teria confessado o abandono.
Karen ainda teria tentado fugir num ônibus, mas o pedestre conseguiu chamar os policiais que conseguiram detê-la. Os policiais não acreditam que a jovem tenha problemas psicológicos, e se espantaram com a frieza com que ela contou o que tinha feito.
- Ela não aparenta ter problema nenhum, muito pelo contrário, ela só alega que tinha vergonha de assumir que não tinha condições de criar a criança, e esse foi o motivo pelo qual ela jogou o menino na lixeira - contou o delegado.
Na delegacia, o padrasto da jovem disse que ela já tinha saído de casa com a criança há uma semana, e a família já estava a procura dos dois. A avó do menino e o marido que já tem a guarda provisória do bebê, aguardam a adoção definitiva. A mãe vai responder por abandono de incapaz e crime com pena que pode chegar a quatro anos de prisão.
Em março, uma menina recém-nascida foi encontrada numa caixa de papelão em Maricá, na Região dos Lagos. O bebê, abandonado com apenas um dia de vida, ainda estava com o cordão umbilical e foi encontrado cheio de formigas no corpo. A menina pesava 4,440 kg e 45 centímetros e foi levada para um hospital da região, onde passou por exames.
No mesmo dia em que um bebê foi encontrado num valão em Bangu, um outro caso semelhante chocou moradores de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, em dezembro do ano passado. Um bebê recém-nascido foi encontrado morto num valão na Avenida Lagoa Formosa , no bairro de Inhoaíba, em Campo Grande na Zona Oeste do Rio.
Também no ano passado, um bebê foi abandonado embaixo do banco da Igreja de Santa Mônica, no Leblon, Zona Sul da cidade. A mãe, Suelange Leal Azevedo, de 31 anos, contou aos policiais que abandonou o filho porque estava desempregada e sem condições financeiras de sustentá-lo. Junto da criança havia um saco de fraldas, um terço e uma carteira de vacinação com o nome do menino. Havia ainda um bilhete, no qual a mãe pedia para que cuidassem do filho, pois ela não tinha condições: "Cuidem dele, pois não posso. Ele é saudável".


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Oficinas de arte, pinturas, exibição de filmes, caminhada e panfletagem. As armas usadas em Vitória na Campanha Nacional de enfrentamento à Violência, Abuso e Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes foram pensadas de maneira a chamar a atenção da população para um dos maiores desafios: como proteger menores de idade dos constantes ataques praticados por adultos. As atividades na capital capixaba foram foram marcadas por atividades distintas como uma instalação de arte na Praia de Camburi, ação educativa em um shopping e na Terceira Ponte, cultura nas escolas municipais. Na Unidade de Saúde de Maruípe, que desenvolve um projeto de apoio a parentes e às vítimas de abuso sexual, ocorreram inúmeras ações para chamar a sociedade a somar esforços contra o abuso de crianças. Oficinas de arte, exposição de pinturas, exibição de filmes foram alguns dos artifícios usados para atrair os olhares de quem já passou pelo problema e dos que acham que jamais passarão por situações semelhantes. As atividades tiveram início com uma caminhada no último sábado (16) por diversos pontos da cidade com objetivo de informar e articular a sociedade. "O combate ao abuso e exploração sexual deve fazer parte do cotidiano", alertou a coordenadora da Unidades de Saúde de Maruípe, Patricia Huller. O encerramento da campanha na Unidade de Maruípe aconteceu nesta quarta-feira (20) com apresentação teatral das crianças do Projeto Caminhando Juntos (Cajun) de Andorinhas.

Fonte: Gazeta On Line

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Oficinas de arte, pinturas, exibição de filmes, caminhada e panfletagem. As armas usadas em Vitória na Campanha Nacional de enfrentamento à Violência, Abuso e Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes foram pensadas de maneira a chamar a atenção da população para um dos maiores desafios: como proteger menores de idade dos constantes ataques praticados por adultos. As atividades na capital capixaba foram foram marcadas por atividades distintas como uma instalação de arte na Praia de Camburi, ação educativa em um shopping e na Terceira Ponte, cultura nas escolas municipais. Na Unidade de Saúde de Maruípe, que desenvolve um projeto de apoio a parentes e às vítimas de abuso sexual, ocorreram inúmeras ações para chamar a sociedade a somar esforços contra o abuso de crianças. Oficinas de arte, exposição de pinturas, exibição de filmes foram alguns dos artifícios usados para atrair os olhares de quem já passou pelo problema e dos que acham que jamais passarão por situações semelhantes. As atividades tiveram início com uma caminhada no último sábado (16) por diversos pontos da cidade com objetivo de informar e articular a sociedade. "O combate ao abuso e exploração sexual deve fazer parte do cotidiano", alertou a coordenadora da Unidades de Saúde de Maruípe, Patricia Huller. O encerramento da campanha na Unidade de Maruípe aconteceu nesta quarta-feira (20) com apresentação teatral das crianças do Projeto Caminhando Juntos (Cajun) de Andorinhas.

Fonte: Gazeta On Line

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Oficinas de arte, pinturas, exibição de filmes, caminhada e panfletagem. As armas usadas em Vitória na Campanha Nacional de enfrentamento à Violência, Abuso e Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes foram pensadas de maneira a chamar a atenção da população para um dos maiores desafios: como proteger menores de idade dos constantes ataques praticados por adultos. As atividades na capital capixaba foram foram marcadas por atividades distintas como uma instalação de arte na Praia de Camburi, ação educativa em um shopping e na Terceira Ponte, cultura nas escolas municipais. Na Unidade de Saúde de Maruípe, que desenvolve um projeto de apoio a parentes e às vítimas de abuso sexual, ocorreram inúmeras ações para chamar a sociedade a somar esforços contra o abuso de crianças. Oficinas de arte, exposição de pinturas, exibição de filmes foram alguns dos artifícios usados para atrair os olhares de quem já passou pelo problema e dos que acham que jamais passarão por situações semelhantes. As atividades tiveram início com uma caminhada no último sábado (16) por diversos pontos da cidade com objetivo de informar e articular a sociedade. "O combate ao abuso e exploração sexual deve fazer parte do cotidiano", alertou a coordenadora da Unidades de Saúde de Maruípe, Patricia Huller. O encerramento da campanha na Unidade de Maruípe aconteceu nesta quarta-feira (20) com apresentação teatral das crianças do Projeto Caminhando Juntos (Cajun) de Andorinhas.

Fonte: Gazeta On Line

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Oficinas de arte, pinturas, exibição de filmes, caminhada e panfletagem. As armas usadas em Vitória na Campanha Nacional de enfrentamento à Violência, Abuso e Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes foram pensadas de maneira a chamar a atenção da população para um dos maiores desafios: como proteger menores de idade dos constantes ataques praticados por adultos. As atividades na capital capixaba foram foram marcadas por atividades distintas como uma instalação de arte na Praia de Camburi, ação educativa em um shopping e na Terceira Ponte, cultura nas escolas municipais. Na Unidade de Saúde de Maruípe, que desenvolve um projeto de apoio a parentes e às vítimas de abuso sexual, ocorreram inúmeras ações para chamar a sociedade a somar esforços contra o abuso de crianças. Oficinas de arte, exposição de pinturas, exibição de filmes foram alguns dos artifícios usados para atrair os olhares de quem já passou pelo problema e dos que acham que jamais passarão por situações semelhantes. As atividades tiveram início com uma caminhada no último sábado (16) por diversos pontos da cidade com objetivo de informar e articular a sociedade. "O combate ao abuso e exploração sexual deve fazer parte do cotidiano", alertou a coordenadora da Unidades de Saúde de Maruípe, Patricia Huller. O encerramento da campanha na Unidade de Maruípe aconteceu nesta quarta-feira (20) com apresentação teatral das crianças do Projeto Caminhando Juntos (Cajun) de Andorinhas.

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Um estudo de uma universidade grega afirmou que o consumo excessivo de refrigerantes do tipo cola pode levar a problemas que vão desde uma leve fraqueza até a paralisia muscular profunda.
A pesquisa de autoria do médico Moses Elisaf, da Universidade de Ioannina, na Grécia, afirma que estes problemas ocorrem devido ao fato de a bebida causar a queda do nível de potássio no sangue.
Segundo Elisaf, a hipocalemia (diminuição da concentração de potássio no sangue circulante) pode ser causada pelo consumo excessivo dos ingredientes mais comuns nos refrigerantes do tipo cola: glicose, frutose e cafeína.
"O papel individual de cada um destes ingredientes na patofisiologia da hipocalemia induzida por refrigerantes do tipo cola não foi determinado e pode variar de um paciente para outro", afirmou.
"No entanto, na maioria dos casos que analisamos, a intoxicação por cafeína teria tido o papel mais importante. Isto se deve aos estudos de casos que se concentram em outros produtos que contém altos níveis de cafeína, mas nenhuma glicose ou frutose."
Apesar destas conclusões, Elisaf alerta que produtos do tipo cola sem cafeína também podem causar a queda na concentração de potássio no sangue, devido ao fato de conterem frutose, que pode causar diarreia.
Casos
O relatório foi publicado na revista especializada International Journal of Clinical Practice (IJCP).
Entre os casos relatados está o de um fazendeiro da Austrália, criador de avestruzes, que precisou ser levado ao hospital para tratar de paralisia pulmonar depois de beber entre quatro e dez litros de refrigerante do tipo cola por dia.
Ele conseguiu se recuperar e foi aconselhado a diminuir o consumo do refrigerante.
Outro exemplo é o de uma mulher grávida que consumia regularmente até três litros do refrigerante por dia nos últimos seis anos e sentia cansaço, perda de apetite e vômitos constantes.
Exames revelaram que a mulher tinha o batimento cardíaco irregular, provavelmente causado pelos baixos níveis de potássio em seu sangue. Quando ela parou de consumir uma quantidade tão grande do refrigerante, conseguiu se recuperar completamente.
Marketing
Pesquisadores afirmam que estes casos não são incomuns e que muitas pessoas correm o risco de desenvolver problemas de saúde devido ao consumo excessivo de refrigerante.
"Temos todos os motivos para acreditar que isto não é raro", afirmou o médico Clifford Packer, do Centro Médico Louis Stokes Cleveland em Ohio, Estados Unidos, ao comentar a pesquisa.
"Com marketing agressivo, o aumento do tamanho dos refrigerantes e os efeitos da tolerância e dependência de cafeína, existem poucas dúvidas de que dezenas de milhões de pessoas nos países industrializados bebem pelo menos entre dois ou três litros de refrigerantes do tipo cola por dia."
"E os níveis de soro de potássio destes consumidores de refrigerante do tipo cola estão caindo de forma perigosa em alguns casos", acrescentou.
No entanto, o próprio pesquisador grego Moses Elisaf acredita que "são necessários mais estudos para estabelecer o quanto é demais quando se trata de consumo diário de refrigerantes do tipo cola".
O consumo excessivo de refrigerantes já foi associado a problemas como obesidade, diabetes, problemas nos dentes e nos ossos.
"Os exemplos usados neste estudo (publicado) pelo IJCP são todos casos extremos, o consumo moderado de refrigerantes do tipo cola é completamente seguro e as pessoas podem continuar a consumir estas bebidas como parte de uma dieta balanceada e uma vida ativa", afirmou uma porta-voz da Associação Britânica de Refrigerantes.


Fonte: BBCBrasil
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Um estudo de uma universidade grega afirmou que o consumo excessivo de refrigerantes do tipo cola pode levar a problemas que vão desde uma leve fraqueza até a paralisia muscular profunda.
A pesquisa de autoria do médico Moses Elisaf, da Universidade de Ioannina, na Grécia, afirma que estes problemas ocorrem devido ao fato de a bebida causar a queda do nível de potássio no sangue.
Segundo Elisaf, a hipocalemia (diminuição da concentração de potássio no sangue circulante) pode ser causada pelo consumo excessivo dos ingredientes mais comuns nos refrigerantes do tipo cola: glicose, frutose e cafeína.
"O papel individual de cada um destes ingredientes na patofisiologia da hipocalemia induzida por refrigerantes do tipo cola não foi determinado e pode variar de um paciente para outro", afirmou.
"No entanto, na maioria dos casos que analisamos, a intoxicação por cafeína teria tido o papel mais importante. Isto se deve aos estudos de casos que se concentram em outros produtos que contém altos níveis de cafeína, mas nenhuma glicose ou frutose."
Apesar destas conclusões, Elisaf alerta que produtos do tipo cola sem cafeína também podem causar a queda na concentração de potássio no sangue, devido ao fato de conterem frutose, que pode causar diarreia.
Casos
O relatório foi publicado na revista especializada International Journal of Clinical Practice (IJCP).
Entre os casos relatados está o de um fazendeiro da Austrália, criador de avestruzes, que precisou ser levado ao hospital para tratar de paralisia pulmonar depois de beber entre quatro e dez litros de refrigerante do tipo cola por dia.
Ele conseguiu se recuperar e foi aconselhado a diminuir o consumo do refrigerante.
Outro exemplo é o de uma mulher grávida que consumia regularmente até três litros do refrigerante por dia nos últimos seis anos e sentia cansaço, perda de apetite e vômitos constantes.
Exames revelaram que a mulher tinha o batimento cardíaco irregular, provavelmente causado pelos baixos níveis de potássio em seu sangue. Quando ela parou de consumir uma quantidade tão grande do refrigerante, conseguiu se recuperar completamente.
Marketing
Pesquisadores afirmam que estes casos não são incomuns e que muitas pessoas correm o risco de desenvolver problemas de saúde devido ao consumo excessivo de refrigerante.
"Temos todos os motivos para acreditar que isto não é raro", afirmou o médico Clifford Packer, do Centro Médico Louis Stokes Cleveland em Ohio, Estados Unidos, ao comentar a pesquisa.
"Com marketing agressivo, o aumento do tamanho dos refrigerantes e os efeitos da tolerância e dependência de cafeína, existem poucas dúvidas de que dezenas de milhões de pessoas nos países industrializados bebem pelo menos entre dois ou três litros de refrigerantes do tipo cola por dia."
"E os níveis de soro de potássio destes consumidores de refrigerante do tipo cola estão caindo de forma perigosa em alguns casos", acrescentou.
No entanto, o próprio pesquisador grego Moses Elisaf acredita que "são necessários mais estudos para estabelecer o quanto é demais quando se trata de consumo diário de refrigerantes do tipo cola".
O consumo excessivo de refrigerantes já foi associado a problemas como obesidade, diabetes, problemas nos dentes e nos ossos.
"Os exemplos usados neste estudo (publicado) pelo IJCP são todos casos extremos, o consumo moderado de refrigerantes do tipo cola é completamente seguro e as pessoas podem continuar a consumir estas bebidas como parte de uma dieta balanceada e uma vida ativa", afirmou uma porta-voz da Associação Britânica de Refrigerantes.


Fonte: BBCBrasil
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Um estudo de uma universidade grega afirmou que o consumo excessivo de refrigerantes do tipo cola pode levar a problemas que vão desde uma leve fraqueza até a paralisia muscular profunda.
A pesquisa de autoria do médico Moses Elisaf, da Universidade de Ioannina, na Grécia, afirma que estes problemas ocorrem devido ao fato de a bebida causar a queda do nível de potássio no sangue.
Segundo Elisaf, a hipocalemia (diminuição da concentração de potássio no sangue circulante) pode ser causada pelo consumo excessivo dos ingredientes mais comuns nos refrigerantes do tipo cola: glicose, frutose e cafeína.
"O papel individual de cada um destes ingredientes na patofisiologia da hipocalemia induzida por refrigerantes do tipo cola não foi determinado e pode variar de um paciente para outro", afirmou.
"No entanto, na maioria dos casos que analisamos, a intoxicação por cafeína teria tido o papel mais importante. Isto se deve aos estudos de casos que se concentram em outros produtos que contém altos níveis de cafeína, mas nenhuma glicose ou frutose."
Apesar destas conclusões, Elisaf alerta que produtos do tipo cola sem cafeína também podem causar a queda na concentração de potássio no sangue, devido ao fato de conterem frutose, que pode causar diarreia.
Casos
O relatório foi publicado na revista especializada International Journal of Clinical Practice (IJCP).
Entre os casos relatados está o de um fazendeiro da Austrália, criador de avestruzes, que precisou ser levado ao hospital para tratar de paralisia pulmonar depois de beber entre quatro e dez litros de refrigerante do tipo cola por dia.
Ele conseguiu se recuperar e foi aconselhado a diminuir o consumo do refrigerante.
Outro exemplo é o de uma mulher grávida que consumia regularmente até três litros do refrigerante por dia nos últimos seis anos e sentia cansaço, perda de apetite e vômitos constantes.
Exames revelaram que a mulher tinha o batimento cardíaco irregular, provavelmente causado pelos baixos níveis de potássio em seu sangue. Quando ela parou de consumir uma quantidade tão grande do refrigerante, conseguiu se recuperar completamente.
Marketing
Pesquisadores afirmam que estes casos não são incomuns e que muitas pessoas correm o risco de desenvolver problemas de saúde devido ao consumo excessivo de refrigerante.
"Temos todos os motivos para acreditar que isto não é raro", afirmou o médico Clifford Packer, do Centro Médico Louis Stokes Cleveland em Ohio, Estados Unidos, ao comentar a pesquisa.
"Com marketing agressivo, o aumento do tamanho dos refrigerantes e os efeitos da tolerância e dependência de cafeína, existem poucas dúvidas de que dezenas de milhões de pessoas nos países industrializados bebem pelo menos entre dois ou três litros de refrigerantes do tipo cola por dia."
"E os níveis de soro de potássio destes consumidores de refrigerante do tipo cola estão caindo de forma perigosa em alguns casos", acrescentou.
No entanto, o próprio pesquisador grego Moses Elisaf acredita que "são necessários mais estudos para estabelecer o quanto é demais quando se trata de consumo diário de refrigerantes do tipo cola".
O consumo excessivo de refrigerantes já foi associado a problemas como obesidade, diabetes, problemas nos dentes e nos ossos.
"Os exemplos usados neste estudo (publicado) pelo IJCP são todos casos extremos, o consumo moderado de refrigerantes do tipo cola é completamente seguro e as pessoas podem continuar a consumir estas bebidas como parte de uma dieta balanceada e uma vida ativa", afirmou uma porta-voz da Associação Britânica de Refrigerantes.


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Um estudo de uma universidade grega afirmou que o consumo excessivo de refrigerantes do tipo cola pode levar a problemas que vão desde uma leve fraqueza até a paralisia muscular profunda.
A pesquisa de autoria do médico Moses Elisaf, da Universidade de Ioannina, na Grécia, afirma que estes problemas ocorrem devido ao fato de a bebida causar a queda do nível de potássio no sangue.
Segundo Elisaf, a hipocalemia (diminuição da concentração de potássio no sangue circulante) pode ser causada pelo consumo excessivo dos ingredientes mais comuns nos refrigerantes do tipo cola: glicose, frutose e cafeína.
"O papel individual de cada um destes ingredientes na patofisiologia da hipocalemia induzida por refrigerantes do tipo cola não foi determinado e pode variar de um paciente para outro", afirmou.
"No entanto, na maioria dos casos que analisamos, a intoxicação por cafeína teria tido o papel mais importante. Isto se deve aos estudos de casos que se concentram em outros produtos que contém altos níveis de cafeína, mas nenhuma glicose ou frutose."
Apesar destas conclusões, Elisaf alerta que produtos do tipo cola sem cafeína também podem causar a queda na concentração de potássio no sangue, devido ao fato de conterem frutose, que pode causar diarreia.
Casos
O relatório foi publicado na revista especializada International Journal of Clinical Practice (IJCP).
Entre os casos relatados está o de um fazendeiro da Austrália, criador de avestruzes, que precisou ser levado ao hospital para tratar de paralisia pulmonar depois de beber entre quatro e dez litros de refrigerante do tipo cola por dia.
Ele conseguiu se recuperar e foi aconselhado a diminuir o consumo do refrigerante.
Outro exemplo é o de uma mulher grávida que consumia regularmente até três litros do refrigerante por dia nos últimos seis anos e sentia cansaço, perda de apetite e vômitos constantes.
Exames revelaram que a mulher tinha o batimento cardíaco irregular, provavelmente causado pelos baixos níveis de potássio em seu sangue. Quando ela parou de consumir uma quantidade tão grande do refrigerante, conseguiu se recuperar completamente.
Marketing
Pesquisadores afirmam que estes casos não são incomuns e que muitas pessoas correm o risco de desenvolver problemas de saúde devido ao consumo excessivo de refrigerante.
"Temos todos os motivos para acreditar que isto não é raro", afirmou o médico Clifford Packer, do Centro Médico Louis Stokes Cleveland em Ohio, Estados Unidos, ao comentar a pesquisa.
"Com marketing agressivo, o aumento do tamanho dos refrigerantes e os efeitos da tolerância e dependência de cafeína, existem poucas dúvidas de que dezenas de milhões de pessoas nos países industrializados bebem pelo menos entre dois ou três litros de refrigerantes do tipo cola por dia."
"E os níveis de soro de potássio destes consumidores de refrigerante do tipo cola estão caindo de forma perigosa em alguns casos", acrescentou.
No entanto, o próprio pesquisador grego Moses Elisaf acredita que "são necessários mais estudos para estabelecer o quanto é demais quando se trata de consumo diário de refrigerantes do tipo cola".
O consumo excessivo de refrigerantes já foi associado a problemas como obesidade, diabetes, problemas nos dentes e nos ossos.
"Os exemplos usados neste estudo (publicado) pelo IJCP são todos casos extremos, o consumo moderado de refrigerantes do tipo cola é completamente seguro e as pessoas podem continuar a consumir estas bebidas como parte de uma dieta balanceada e uma vida ativa", afirmou uma porta-voz da Associação Britânica de Refrigerantes.


Fonte: BBCBrasil
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A Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) foi o palco da sessão solene que faz parte das atividades da Semana Municipal de Enfrentamento à Violência Contra a Criança e o Adolescente nesta quarta-feira. Os participantes do evento foram recepcionados pelo presidente da Aleac, Edvaldo Magalhães, e demais deputados, que ouviram atentos as explanações sobre o trabalho dos Creas e Cras e o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, 18 de maio.
O evento contou com a participação do coordenador nacional da Prevenção e Combate à Tortura da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, ligada à Presidência da Republica, Pedro Montenegro. Em seu discurso, ele enfatizou a importância da denúncia de casos de exploração bem como medidas de punição eficazes para combater essa prática.
“A primeira possibilidade para tratar o problema é dar transparência, e a CPI pode ajudar a aperfeiçoar os métodos de combate a esse crime de oportunidade. A certeza que esse criminoso precisa ter é de que vai ser denunciado e logo saber que existem medidas drásticas de punição para os seus atos. A terceira providencia importante para o combate é a adoção de medidas para que essa violação não se repita. A exploração sexual e a tortura gera seqüelas e contamina a sociedade como um câncer. É nosso interesse que todos os estados sigam o exemplo do estado do Acre e criem uma secretaria de direitos humanos, para impedir que os direitos de humanos da sociedade sejam violados.
Durante a semana, que teve início dia 12 de maio, foram realizadas palestras e mesas redondas pela equipe pedagógica dos conselhos municipais e Estaduais aos alunos das escolas municipais e estaduais, às associações de moradores e aos freqüentadores do CRAS, com esclarecimentos sobre o temas abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes e entrega de panfletos explicativos e adesivos.
Segundo a coordenadora do comitê estadual de enfrentamento à violência Sexual falou sobre a importância da participação dos parlamentares no trabalho de orientação e combate a violência sexual.
“Esse é o momento em que todos despertam para o problema do abuso sexual infanto-juvenil. Esperamos que essa CPI, venha não só para identificar quem são os autores de violência, mas que ela com o apoio de toda a sociedade , movimento social organizado e secretarias governamentais, venham apresentar estratégias de enfrentamento a essa violência. Pois, todos os projetos votados nessa casa, pelos deputados, devem ser levado em consideração que questão da violência está intrínseca, que é um crime que não está distante de nós e precisa se combatido”, enfatiza
O presidente da casa, Edvaldo Magalhães, também se pronunciou sobre o tema e requereu debate sobre exploração sexual. “Estamos começando um trabalho muito importante e é preciso debater o tema com quem mais entende dele. A Assembleia possui uma força que não pode ser ignorada e por isso pode e deve utilizar esses mecanismos para melhorar a vida da população, incentivando as vítimas e testemunhas a denunciarem casos de abuso sexual”, destaca.
A coordenação do comitê tem registrado aumento nas denúncias ao longo dos anos. Em 2007, 51 casos foram atendidos nos Creas, esse número que subiu para 300 no ano passado. Até maio deste ano, já foram 32 casos. “A maioria dos casos são provenientes de bairros periféricos e área rural. Esses são apurados por meio das denuncias registradas no conselho tutelar, porque ainda não temos uma delegacia especializada para tratar a questão, mas acreditamos que esses apesar do número expressivo são apenas a ponta do “iceberg”, destaca a coordenadora do comitê estadual.
Os números nacionais também impressionam. Segundo a Secretaria Especial de Direitos Humanos, vinculada à Presidência da República, 31% das denúncias feitas ao Serviço Nacional Disque 100 são de violência contra crianças e adolescentes. Em comparação a outras regiões, o Norte tem a média de 60 denúncias para cada 100 mil habitantes - número que só é superado pelo Centro-Oeste, onde a razão é de 65/100 mil.


Por: Lyslane Mendes - lysmendes@pagina20.com.br
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A Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) foi o palco da sessão solene que faz parte das atividades da Semana Municipal de Enfrentamento à Violência Contra a Criança e o Adolescente nesta quarta-feira. Os participantes do evento foram recepcionados pelo presidente da Aleac, Edvaldo Magalhães, e demais deputados, que ouviram atentos as explanações sobre o trabalho dos Creas e Cras e o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, 18 de maio.
O evento contou com a participação do coordenador nacional da Prevenção e Combate à Tortura da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, ligada à Presidência da Republica, Pedro Montenegro. Em seu discurso, ele enfatizou a importância da denúncia de casos de exploração bem como medidas de punição eficazes para combater essa prática.
“A primeira possibilidade para tratar o problema é dar transparência, e a CPI pode ajudar a aperfeiçoar os métodos de combate a esse crime de oportunidade. A certeza que esse criminoso precisa ter é de que vai ser denunciado e logo saber que existem medidas drásticas de punição para os seus atos. A terceira providencia importante para o combate é a adoção de medidas para que essa violação não se repita. A exploração sexual e a tortura gera seqüelas e contamina a sociedade como um câncer. É nosso interesse que todos os estados sigam o exemplo do estado do Acre e criem uma secretaria de direitos humanos, para impedir que os direitos de humanos da sociedade sejam violados.
Durante a semana, que teve início dia 12 de maio, foram realizadas palestras e mesas redondas pela equipe pedagógica dos conselhos municipais e Estaduais aos alunos das escolas municipais e estaduais, às associações de moradores e aos freqüentadores do CRAS, com esclarecimentos sobre o temas abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes e entrega de panfletos explicativos e adesivos.
Segundo a coordenadora do comitê estadual de enfrentamento à violência Sexual falou sobre a importância da participação dos parlamentares no trabalho de orientação e combate a violência sexual.
“Esse é o momento em que todos despertam para o problema do abuso sexual infanto-juvenil. Esperamos que essa CPI, venha não só para identificar quem são os autores de violência, mas que ela com o apoio de toda a sociedade , movimento social organizado e secretarias governamentais, venham apresentar estratégias de enfrentamento a essa violência. Pois, todos os projetos votados nessa casa, pelos deputados, devem ser levado em consideração que questão da violência está intrínseca, que é um crime que não está distante de nós e precisa se combatido”, enfatiza
O presidente da casa, Edvaldo Magalhães, também se pronunciou sobre o tema e requereu debate sobre exploração sexual. “Estamos começando um trabalho muito importante e é preciso debater o tema com quem mais entende dele. A Assembleia possui uma força que não pode ser ignorada e por isso pode e deve utilizar esses mecanismos para melhorar a vida da população, incentivando as vítimas e testemunhas a denunciarem casos de abuso sexual”, destaca.
A coordenação do comitê tem registrado aumento nas denúncias ao longo dos anos. Em 2007, 51 casos foram atendidos nos Creas, esse número que subiu para 300 no ano passado. Até maio deste ano, já foram 32 casos. “A maioria dos casos são provenientes de bairros periféricos e área rural. Esses são apurados por meio das denuncias registradas no conselho tutelar, porque ainda não temos uma delegacia especializada para tratar a questão, mas acreditamos que esses apesar do número expressivo são apenas a ponta do “iceberg”, destaca a coordenadora do comitê estadual.
Os números nacionais também impressionam. Segundo a Secretaria Especial de Direitos Humanos, vinculada à Presidência da República, 31% das denúncias feitas ao Serviço Nacional Disque 100 são de violência contra crianças e adolescentes. Em comparação a outras regiões, o Norte tem a média de 60 denúncias para cada 100 mil habitantes - número que só é superado pelo Centro-Oeste, onde a razão é de 65/100 mil.


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A Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) foi o palco da sessão solene que faz parte das atividades da Semana Municipal de Enfrentamento à Violência Contra a Criança e o Adolescente nesta quarta-feira. Os participantes do evento foram recepcionados pelo presidente da Aleac, Edvaldo Magalhães, e demais deputados, que ouviram atentos as explanações sobre o trabalho dos Creas e Cras e o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, 18 de maio.
O evento contou com a participação do coordenador nacional da Prevenção e Combate à Tortura da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, ligada à Presidência da Republica, Pedro Montenegro. Em seu discurso, ele enfatizou a importância da denúncia de casos de exploração bem como medidas de punição eficazes para combater essa prática.
“A primeira possibilidade para tratar o problema é dar transparência, e a CPI pode ajudar a aperfeiçoar os métodos de combate a esse crime de oportunidade. A certeza que esse criminoso precisa ter é de que vai ser denunciado e logo saber que existem medidas drásticas de punição para os seus atos. A terceira providencia importante para o combate é a adoção de medidas para que essa violação não se repita. A exploração sexual e a tortura gera seqüelas e contamina a sociedade como um câncer. É nosso interesse que todos os estados sigam o exemplo do estado do Acre e criem uma secretaria de direitos humanos, para impedir que os direitos de humanos da sociedade sejam violados.
Durante a semana, que teve início dia 12 de maio, foram realizadas palestras e mesas redondas pela equipe pedagógica dos conselhos municipais e Estaduais aos alunos das escolas municipais e estaduais, às associações de moradores e aos freqüentadores do CRAS, com esclarecimentos sobre o temas abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes e entrega de panfletos explicativos e adesivos.
Segundo a coordenadora do comitê estadual de enfrentamento à violência Sexual falou sobre a importância da participação dos parlamentares no trabalho de orientação e combate a violência sexual.
“Esse é o momento em que todos despertam para o problema do abuso sexual infanto-juvenil. Esperamos que essa CPI, venha não só para identificar quem são os autores de violência, mas que ela com o apoio de toda a sociedade , movimento social organizado e secretarias governamentais, venham apresentar estratégias de enfrentamento a essa violência. Pois, todos os projetos votados nessa casa, pelos deputados, devem ser levado em consideração que questão da violência está intrínseca, que é um crime que não está distante de nós e precisa se combatido”, enfatiza
O presidente da casa, Edvaldo Magalhães, também se pronunciou sobre o tema e requereu debate sobre exploração sexual. “Estamos começando um trabalho muito importante e é preciso debater o tema com quem mais entende dele. A Assembleia possui uma força que não pode ser ignorada e por isso pode e deve utilizar esses mecanismos para melhorar a vida da população, incentivando as vítimas e testemunhas a denunciarem casos de abuso sexual”, destaca.
A coordenação do comitê tem registrado aumento nas denúncias ao longo dos anos. Em 2007, 51 casos foram atendidos nos Creas, esse número que subiu para 300 no ano passado. Até maio deste ano, já foram 32 casos. “A maioria dos casos são provenientes de bairros periféricos e área rural. Esses são apurados por meio das denuncias registradas no conselho tutelar, porque ainda não temos uma delegacia especializada para tratar a questão, mas acreditamos que esses apesar do número expressivo são apenas a ponta do “iceberg”, destaca a coordenadora do comitê estadual.
Os números nacionais também impressionam. Segundo a Secretaria Especial de Direitos Humanos, vinculada à Presidência da República, 31% das denúncias feitas ao Serviço Nacional Disque 100 são de violência contra crianças e adolescentes. Em comparação a outras regiões, o Norte tem a média de 60 denúncias para cada 100 mil habitantes - número que só é superado pelo Centro-Oeste, onde a razão é de 65/100 mil.


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O evento contou com a participação do coordenador nacional da Prevenção e Combate à Tortura da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, ligada à Presidência da Republica, Pedro Montenegro. Em seu discurso, ele enfatizou a importância da denúncia de casos de exploração bem como medidas de punição eficazes para combater essa prática.
“A primeira possibilidade para tratar o problema é dar transparência, e a CPI pode ajudar a aperfeiçoar os métodos de combate a esse crime de oportunidade. A certeza que esse criminoso precisa ter é de que vai ser denunciado e logo saber que existem medidas drásticas de punição para os seus atos. A terceira providencia importante para o combate é a adoção de medidas para que essa violação não se repita. A exploração sexual e a tortura gera seqüelas e contamina a sociedade como um câncer. É nosso interesse que todos os estados sigam o exemplo do estado do Acre e criem uma secretaria de direitos humanos, para impedir que os direitos de humanos da sociedade sejam violados.
Durante a semana, que teve início dia 12 de maio, foram realizadas palestras e mesas redondas pela equipe pedagógica dos conselhos municipais e Estaduais aos alunos das escolas municipais e estaduais, às associações de moradores e aos freqüentadores do CRAS, com esclarecimentos sobre o temas abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes e entrega de panfletos explicativos e adesivos.
Segundo a coordenadora do comitê estadual de enfrentamento à violência Sexual falou sobre a importância da participação dos parlamentares no trabalho de orientação e combate a violência sexual.
“Esse é o momento em que todos despertam para o problema do abuso sexual infanto-juvenil. Esperamos que essa CPI, venha não só para identificar quem são os autores de violência, mas que ela com o apoio de toda a sociedade , movimento social organizado e secretarias governamentais, venham apresentar estratégias de enfrentamento a essa violência. Pois, todos os projetos votados nessa casa, pelos deputados, devem ser levado em consideração que questão da violência está intrínseca, que é um crime que não está distante de nós e precisa se combatido”, enfatiza
O presidente da casa, Edvaldo Magalhães, também se pronunciou sobre o tema e requereu debate sobre exploração sexual. “Estamos começando um trabalho muito importante e é preciso debater o tema com quem mais entende dele. A Assembleia possui uma força que não pode ser ignorada e por isso pode e deve utilizar esses mecanismos para melhorar a vida da população, incentivando as vítimas e testemunhas a denunciarem casos de abuso sexual”, destaca.
A coordenação do comitê tem registrado aumento nas denúncias ao longo dos anos. Em 2007, 51 casos foram atendidos nos Creas, esse número que subiu para 300 no ano passado. Até maio deste ano, já foram 32 casos. “A maioria dos casos são provenientes de bairros periféricos e área rural. Esses são apurados por meio das denuncias registradas no conselho tutelar, porque ainda não temos uma delegacia especializada para tratar a questão, mas acreditamos que esses apesar do número expressivo são apenas a ponta do “iceberg”, destaca a coordenadora do comitê estadual.
Os números nacionais também impressionam. Segundo a Secretaria Especial de Direitos Humanos, vinculada à Presidência da República, 31% das denúncias feitas ao Serviço Nacional Disque 100 são de violência contra crianças e adolescentes. Em comparação a outras regiões, o Norte tem a média de 60 denúncias para cada 100 mil habitantes - número que só é superado pelo Centro-Oeste, onde a razão é de 65/100 mil.


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Teve início no Burundi o julgamento de 11 acusados de matar 12 albinos.

Este é o primeiro julgamento no país africano ligado à recente onda local de crimes contra albinos, que causou a morte de mais de 50 pessoas.
Todos os 11 acusados negam envolvimento. Se condenados, eles podem pegar penas de prisão perpétua.
A polícia acredita que partes dos corpos de albinos mortos foram contrabandeadas para fora de Burundi e vendidas na Tanzânia para serem usadas em rituais de feitiçaria.
Curandeiros da região dizem que rituais com partes de corpos de albinos trazem sorte no amor, vida e negócios.
Na Tanzânia, mais de 40 albinos foram mortos recentemente.
Uma associação que defende os direitos dos albinos no Burundi afirma que as autoridades finalmente parecem estar levando a sério os assassinatos, mas que são necessárias mais ações para proteger os albinos - pessoas que sofrem de albinismo, condição marcada pela ausência de melanina, pigmento que dá cor à pele, no organismo.
Pelo menos 200 pessoas foram presas em conexão com o contrabando para a Tanzânia, mas ninguém foi condenado até agora.
Fonte: BBcrasil
A falta de pigmentação na pele é um estigma em muitos países da África
Uma menina de seis anos decapitada e desmembrada na frente de seus pais, em Burundi; duas mães atacadas com facões por se negar a entregar seus filhos, dessa vez na Tanzânia; também nesse país, um homem preso por tentar vender sua esposa a dois congoleses. Essas são algumas das agressões que ocorreram somente em uma semana.
Agora você pode se perguntar o porquê de tantos crimes. Ou qual era o pecado dessas vítimas? Apenas ser albino, condição genética que os martiriza ao ponto de que outros seres inescrupulosos os utilizem para lucrar. A falta de pigmentação na pele, de que padecem esses seres humanos, é um estigma em muitos países na África. Com freqüência, eles são acusados de bruxaria e sofrem o repúdio de suas comunidades e familiares.
Mas nos últimos tempos se iniciou uma monstruosa crença que, alimentada pelo fetichismo e pela superstição, faz deles vítimas de um contrabando macabro. O massacre resulta de que os curandeiros tribais da zona [Leste africano] preparam supostas poções mágicas a partir do sangue e de partes do corpo dessas pessoas, para ajudar aqueles que as ingerem a conseguir riquezas.
Segundo o tenebroso costume, um menino albino é uma “maldição”, e por isso esses vivem como vítimas de doenças e afastados da sociedade. Mas seus braços, pernas, cabelo, pele e genitais têm subido de preço no mercado africano da magia negra.
Na Tanzânia, um país de 39 milhões de habitantes, se estima que há cerca de 270 mil albinos. No último mês, ao menos 15 deles foram assassinados ou mutilados. A prática macabra cruzou a fronteira para o Burundi, ao ponto em que um grupo de 50 albinos teve de refugiar-se em um centro rural feito para eles pelas autoridades, longe de seus captores inescrupulosos.
O albinismo é uma condição do organismo causa pela deficiência de melanina, substância que se encarrega de dar pigmentação à pele. Segundo puderam determinar as autoridades da Tanzânia, estes crimes estão associados ao setor da mineração porque, segundo certas superstições, as partes dos albinos dão boa sorte, seja para escapar da morte nas minas ou para encontrar os melhores depósitos de minérios.
Segundo declarações de Samuel Mluge, presidente da Associação dos Albinos da Tanzânia (TAS, em inglês), este gravíssimo problema vai mais além de suas possibilidades de ação, e o mais perigoso é que ele está se estendendo e precisa ser combatido pelas autoridades da União Africana. Só no mês de outubro foi detida meia centena de bruxos e pessoas envolvidas nos ataques a albinos, que se somam às mais de cem detenções desde abril, quando Benjamin Mkapa, o presidente da Tanzânia, condenou a prática e designou uma parlamentar com albinismo para defender os direitos da comunidade marginalizada. Reagrupados e logo em seguida encerrados em centros assistenciais com proteção policial dia e noite, esses seres humanos, que agora vivem aterrorizados pelo risco que correm, só pedem ajuda.
POR: Yailé Balloqui Bonzón
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:04  comentar

Teve início no Burundi o julgamento de 11 acusados de matar 12 albinos.

Este é o primeiro julgamento no país africano ligado à recente onda local de crimes contra albinos, que causou a morte de mais de 50 pessoas.
Todos os 11 acusados negam envolvimento. Se condenados, eles podem pegar penas de prisão perpétua.
A polícia acredita que partes dos corpos de albinos mortos foram contrabandeadas para fora de Burundi e vendidas na Tanzânia para serem usadas em rituais de feitiçaria.
Curandeiros da região dizem que rituais com partes de corpos de albinos trazem sorte no amor, vida e negócios.
Na Tanzânia, mais de 40 albinos foram mortos recentemente.
Uma associação que defende os direitos dos albinos no Burundi afirma que as autoridades finalmente parecem estar levando a sério os assassinatos, mas que são necessárias mais ações para proteger os albinos - pessoas que sofrem de albinismo, condição marcada pela ausência de melanina, pigmento que dá cor à pele, no organismo.
Pelo menos 200 pessoas foram presas em conexão com o contrabando para a Tanzânia, mas ninguém foi condenado até agora.
Fonte: BBcrasil
A falta de pigmentação na pele é um estigma em muitos países da África
Uma menina de seis anos decapitada e desmembrada na frente de seus pais, em Burundi; duas mães atacadas com facões por se negar a entregar seus filhos, dessa vez na Tanzânia; também nesse país, um homem preso por tentar vender sua esposa a dois congoleses. Essas são algumas das agressões que ocorreram somente em uma semana.
Agora você pode se perguntar o porquê de tantos crimes. Ou qual era o pecado dessas vítimas? Apenas ser albino, condição genética que os martiriza ao ponto de que outros seres inescrupulosos os utilizem para lucrar. A falta de pigmentação na pele, de que padecem esses seres humanos, é um estigma em muitos países na África. Com freqüência, eles são acusados de bruxaria e sofrem o repúdio de suas comunidades e familiares.
Mas nos últimos tempos se iniciou uma monstruosa crença que, alimentada pelo fetichismo e pela superstição, faz deles vítimas de um contrabando macabro. O massacre resulta de que os curandeiros tribais da zona [Leste africano] preparam supostas poções mágicas a partir do sangue e de partes do corpo dessas pessoas, para ajudar aqueles que as ingerem a conseguir riquezas.
Segundo o tenebroso costume, um menino albino é uma “maldição”, e por isso esses vivem como vítimas de doenças e afastados da sociedade. Mas seus braços, pernas, cabelo, pele e genitais têm subido de preço no mercado africano da magia negra.
Na Tanzânia, um país de 39 milhões de habitantes, se estima que há cerca de 270 mil albinos. No último mês, ao menos 15 deles foram assassinados ou mutilados. A prática macabra cruzou a fronteira para o Burundi, ao ponto em que um grupo de 50 albinos teve de refugiar-se em um centro rural feito para eles pelas autoridades, longe de seus captores inescrupulosos.
O albinismo é uma condição do organismo causa pela deficiência de melanina, substância que se encarrega de dar pigmentação à pele. Segundo puderam determinar as autoridades da Tanzânia, estes crimes estão associados ao setor da mineração porque, segundo certas superstições, as partes dos albinos dão boa sorte, seja para escapar da morte nas minas ou para encontrar os melhores depósitos de minérios.
Segundo declarações de Samuel Mluge, presidente da Associação dos Albinos da Tanzânia (TAS, em inglês), este gravíssimo problema vai mais além de suas possibilidades de ação, e o mais perigoso é que ele está se estendendo e precisa ser combatido pelas autoridades da União Africana. Só no mês de outubro foi detida meia centena de bruxos e pessoas envolvidas nos ataques a albinos, que se somam às mais de cem detenções desde abril, quando Benjamin Mkapa, o presidente da Tanzânia, condenou a prática e designou uma parlamentar com albinismo para defender os direitos da comunidade marginalizada. Reagrupados e logo em seguida encerrados em centros assistenciais com proteção policial dia e noite, esses seres humanos, que agora vivem aterrorizados pelo risco que correm, só pedem ajuda.
POR: Yailé Balloqui Bonzón
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Teve início no Burundi o julgamento de 11 acusados de matar 12 albinos.

Este é o primeiro julgamento no país africano ligado à recente onda local de crimes contra albinos, que causou a morte de mais de 50 pessoas.
Todos os 11 acusados negam envolvimento. Se condenados, eles podem pegar penas de prisão perpétua.
A polícia acredita que partes dos corpos de albinos mortos foram contrabandeadas para fora de Burundi e vendidas na Tanzânia para serem usadas em rituais de feitiçaria.
Curandeiros da região dizem que rituais com partes de corpos de albinos trazem sorte no amor, vida e negócios.
Na Tanzânia, mais de 40 albinos foram mortos recentemente.
Uma associação que defende os direitos dos albinos no Burundi afirma que as autoridades finalmente parecem estar levando a sério os assassinatos, mas que são necessárias mais ações para proteger os albinos - pessoas que sofrem de albinismo, condição marcada pela ausência de melanina, pigmento que dá cor à pele, no organismo.
Pelo menos 200 pessoas foram presas em conexão com o contrabando para a Tanzânia, mas ninguém foi condenado até agora.
Fonte: BBcrasil
A falta de pigmentação na pele é um estigma em muitos países da África
Uma menina de seis anos decapitada e desmembrada na frente de seus pais, em Burundi; duas mães atacadas com facões por se negar a entregar seus filhos, dessa vez na Tanzânia; também nesse país, um homem preso por tentar vender sua esposa a dois congoleses. Essas são algumas das agressões que ocorreram somente em uma semana.
Agora você pode se perguntar o porquê de tantos crimes. Ou qual era o pecado dessas vítimas? Apenas ser albino, condição genética que os martiriza ao ponto de que outros seres inescrupulosos os utilizem para lucrar. A falta de pigmentação na pele, de que padecem esses seres humanos, é um estigma em muitos países na África. Com freqüência, eles são acusados de bruxaria e sofrem o repúdio de suas comunidades e familiares.
Mas nos últimos tempos se iniciou uma monstruosa crença que, alimentada pelo fetichismo e pela superstição, faz deles vítimas de um contrabando macabro. O massacre resulta de que os curandeiros tribais da zona [Leste africano] preparam supostas poções mágicas a partir do sangue e de partes do corpo dessas pessoas, para ajudar aqueles que as ingerem a conseguir riquezas.
Segundo o tenebroso costume, um menino albino é uma “maldição”, e por isso esses vivem como vítimas de doenças e afastados da sociedade. Mas seus braços, pernas, cabelo, pele e genitais têm subido de preço no mercado africano da magia negra.
Na Tanzânia, um país de 39 milhões de habitantes, se estima que há cerca de 270 mil albinos. No último mês, ao menos 15 deles foram assassinados ou mutilados. A prática macabra cruzou a fronteira para o Burundi, ao ponto em que um grupo de 50 albinos teve de refugiar-se em um centro rural feito para eles pelas autoridades, longe de seus captores inescrupulosos.
O albinismo é uma condição do organismo causa pela deficiência de melanina, substância que se encarrega de dar pigmentação à pele. Segundo puderam determinar as autoridades da Tanzânia, estes crimes estão associados ao setor da mineração porque, segundo certas superstições, as partes dos albinos dão boa sorte, seja para escapar da morte nas minas ou para encontrar os melhores depósitos de minérios.
Segundo declarações de Samuel Mluge, presidente da Associação dos Albinos da Tanzânia (TAS, em inglês), este gravíssimo problema vai mais além de suas possibilidades de ação, e o mais perigoso é que ele está se estendendo e precisa ser combatido pelas autoridades da União Africana. Só no mês de outubro foi detida meia centena de bruxos e pessoas envolvidas nos ataques a albinos, que se somam às mais de cem detenções desde abril, quando Benjamin Mkapa, o presidente da Tanzânia, condenou a prática e designou uma parlamentar com albinismo para defender os direitos da comunidade marginalizada. Reagrupados e logo em seguida encerrados em centros assistenciais com proteção policial dia e noite, esses seres humanos, que agora vivem aterrorizados pelo risco que correm, só pedem ajuda.
POR: Yailé Balloqui Bonzón
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Teve início no Burundi o julgamento de 11 acusados de matar 12 albinos.

Este é o primeiro julgamento no país africano ligado à recente onda local de crimes contra albinos, que causou a morte de mais de 50 pessoas.
Todos os 11 acusados negam envolvimento. Se condenados, eles podem pegar penas de prisão perpétua.
A polícia acredita que partes dos corpos de albinos mortos foram contrabandeadas para fora de Burundi e vendidas na Tanzânia para serem usadas em rituais de feitiçaria.
Curandeiros da região dizem que rituais com partes de corpos de albinos trazem sorte no amor, vida e negócios.
Na Tanzânia, mais de 40 albinos foram mortos recentemente.
Uma associação que defende os direitos dos albinos no Burundi afirma que as autoridades finalmente parecem estar levando a sério os assassinatos, mas que são necessárias mais ações para proteger os albinos - pessoas que sofrem de albinismo, condição marcada pela ausência de melanina, pigmento que dá cor à pele, no organismo.
Pelo menos 200 pessoas foram presas em conexão com o contrabando para a Tanzânia, mas ninguém foi condenado até agora.
Fonte: BBcrasil
A falta de pigmentação na pele é um estigma em muitos países da África
Uma menina de seis anos decapitada e desmembrada na frente de seus pais, em Burundi; duas mães atacadas com facões por se negar a entregar seus filhos, dessa vez na Tanzânia; também nesse país, um homem preso por tentar vender sua esposa a dois congoleses. Essas são algumas das agressões que ocorreram somente em uma semana.
Agora você pode se perguntar o porquê de tantos crimes. Ou qual era o pecado dessas vítimas? Apenas ser albino, condição genética que os martiriza ao ponto de que outros seres inescrupulosos os utilizem para lucrar. A falta de pigmentação na pele, de que padecem esses seres humanos, é um estigma em muitos países na África. Com freqüência, eles são acusados de bruxaria e sofrem o repúdio de suas comunidades e familiares.
Mas nos últimos tempos se iniciou uma monstruosa crença que, alimentada pelo fetichismo e pela superstição, faz deles vítimas de um contrabando macabro. O massacre resulta de que os curandeiros tribais da zona [Leste africano] preparam supostas poções mágicas a partir do sangue e de partes do corpo dessas pessoas, para ajudar aqueles que as ingerem a conseguir riquezas.
Segundo o tenebroso costume, um menino albino é uma “maldição”, e por isso esses vivem como vítimas de doenças e afastados da sociedade. Mas seus braços, pernas, cabelo, pele e genitais têm subido de preço no mercado africano da magia negra.
Na Tanzânia, um país de 39 milhões de habitantes, se estima que há cerca de 270 mil albinos. No último mês, ao menos 15 deles foram assassinados ou mutilados. A prática macabra cruzou a fronteira para o Burundi, ao ponto em que um grupo de 50 albinos teve de refugiar-se em um centro rural feito para eles pelas autoridades, longe de seus captores inescrupulosos.
O albinismo é uma condição do organismo causa pela deficiência de melanina, substância que se encarrega de dar pigmentação à pele. Segundo puderam determinar as autoridades da Tanzânia, estes crimes estão associados ao setor da mineração porque, segundo certas superstições, as partes dos albinos dão boa sorte, seja para escapar da morte nas minas ou para encontrar os melhores depósitos de minérios.
Segundo declarações de Samuel Mluge, presidente da Associação dos Albinos da Tanzânia (TAS, em inglês), este gravíssimo problema vai mais além de suas possibilidades de ação, e o mais perigoso é que ele está se estendendo e precisa ser combatido pelas autoridades da União Africana. Só no mês de outubro foi detida meia centena de bruxos e pessoas envolvidas nos ataques a albinos, que se somam às mais de cem detenções desde abril, quando Benjamin Mkapa, o presidente da Tanzânia, condenou a prática e designou uma parlamentar com albinismo para defender os direitos da comunidade marginalizada. Reagrupados e logo em seguida encerrados em centros assistenciais com proteção policial dia e noite, esses seres humanos, que agora vivem aterrorizados pelo risco que correm, só pedem ajuda.
POR: Yailé Balloqui Bonzón
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O abraço apertado no último encontro de Sean com Elleonor, mãe de David Goldman, dias antes do garoto ir para o Brasil em 2004. A separação pegou vó Ellie de surpresa.

Resolvi imitar uma revista brasileira, que publicou uma matéria com apenas um lado do caso Goldman porque “ninguém conhecia a família brasileira.”


Você já ouviu falar de Elleonor Goldman, a avó americana de Sean que está sendo privada do convívio com o neto há quase 5 anos? Pois é, este post é para apresentá-la. Na verdade, melhor do que eu apresentá-la seria que você a conhecesse através das palavras de carinho que “Ellie” enviou a Sean. A carta a seguir foi publicada em março na revista “Marie Claire” brasileira.

Apesar da separação forçada, Ellie só tem palavras amigas para a família brasileira.

“Amava a sua mãe, ela era a mulher do seu pai, minha nora... ... penso que sua mãe é a estrela mais brilhante que você encontra no céu,” disse ela.

“Querido Sean,
É a vovó Ellie que manda lembranças. Faz muito tempo que falei com você. Tenho enviado cartões para dizer o quanto sinto sua falta e também alguns cartões de Valentine's Day [Dia de São Valentim, celebrado em fevereiro nos Estados Unidos, para comemorar as relações de afeto]. Daqui a pouco, vou mandar cartões de aniversário para comemorar os seus 9 anos. Outro dia vi uma foto sua ao lado de seu pai, David. Você está tão alto, já na altura do ombro dele. Deve estar do meu tamanho! Seu pai me disse que o visitou duas vezes e que vocês conversaram e brincaram juntos. Ele gostou muito do tempo que passou com você. Disse que você joga basquete muito bem. Espero que ele tenha mandado um grande beijo meu.
Sean, sinto falta dos nossos abraços, dos beijos e de brincarmos juntos. Gostava de empurrar você no balanço da árvore em frente à "Casa Sean", como você chamava a sua casa aqui em Nova Jersey. Eu me lembro de quando estávamos no carro e passávamos pela sua rua, em frente à sua casa, e você sempre se empolgava ao ver a "Casa Sean". Depois dizia: "There it is, Casa Sean!" ["Olha lá, a Casa Sean!"]. Você gostava tanto de se balançar naquele balanço que, às vezes, ficava cansada de tanto o empurrar... Você não queria parar nunca!
Recebi outro dia uma ligação da sra. Bobbi, a diretora da sua escola. Ela queria saber como você está e falou que os seus professores esperam por notícias suas. Eles mandam todo o carinho deles para você. A sra. Bobbi se lembrou dos dias em que eu o levava para a escola... Quando ela abria a porta, você se escondia atrás de mim e depois corria, dando uma volta, para tentar assustá-la. Ela me disse que você sempre a assustava! Os professores falaram que você era um bom menino e tinha muitos amigos. Eles também disseram que você era muito bom nos projetos de arte.
Sinto falta de quando fazíamos churrascos em sua casa. Quando isso acontecia, a vovó chamava a sua casa de churrascaria. A gente se divertia muito, e eu fazia o seu prato de massa favorito e levava também milho cozido, de que você gostava bastante. Adorava quando ia me encontrar com você, seu pai e sua mãe para tomarmos café da manhã em algum lugar fora de casa. Amava a sua mãe, ela era a mulher do seu pai, minha nora. Fiquei muito triste com tudo o que aconteceu. Eu me lembro dela falando com você sobre sua nonna, a vovó Silvana. Ela dizia que quando sua nonna fosse para o céu, ela se tornaria uma estrela. Eu agora, então, penso que sua mãe é a estrela mais brilhante que você encontra no céu.
Os seus primos Coltrane e Adison também sentem sua falta. Eles não se esquecem das festas de aniversário e falam até hoje de uma em que você se vestiu de pirata. Falam também de uma outra em que você apareceu como um dos personagens do desenho "Os Incríveis." Eles ainda não se esquecem de como você gostava de brincar na piscina.
Estive no Brasil, no Rio, uma vez para tentar ver você, mas as coisas ficaram difíceis e complicadas. Então, não consegui. Espero do fundo do meu coração vê-lo em breve quando todas as complicações terminarem para, então, lhe dar muitos abraços. Você era tão pequeninho, mas agora está enorme. Está alto e forte e se parece bastante com o David quando menino.

Beijos e abraços, amo você, Vovó Ellie.”

Na verdade, eu não seria capaz de seguir o “modelo” da revista.

Agora, leia a carta com a vovó brasileira de Sean... e tire suas próprias conclusões.

Meu filho querido,
Tenho um orgulho imenso de ser a sua avó. Sei que está assustado e com medo de ser arrancado daqui. Você é o meu primeiro neto, eu o vi nascer. Temos uma ligação forte, você é minha continuação, é a continuação de sua mãe. Sei que, se for por sua vontade, não corro o risco de perdê-lo. Só que também tenho medo. Depois que sua mãe morreu, que era uma coisa tão impossível e distante, tudo pode acontecer com a gente. Do fundo do meu coração, quero o melhor para você. E, para mim, o melhor é você ficar comigo. Sei que está feliz, que sabe que é o meu filho agora.
São muitas as lembranças, Sean. Quando sua mãe engravidou de você, ela estava apaixonada. A notícia me pegou de surpresa, confesso, mas me deixou feliz. Eu ia ter um neto e chegou você, um bebê forte, comprido, comilão. Durante os quatro anos em que viveu nos Estados Unidos, nós nos víamos a cada dois meses. Largava tudo aqui no Rio para matar a saudade que sentia de você e da Bruna. E, cada vez que eu chegava lá, era uma surpresa. Lembro como se fosse hoje o dia em que você me chamou de nonna [avó, em italiano]. A gente também se falava todos os dias pelo telefone, mesmo quando você era só um bebê. Eu não queria que se esquecesse de mim, da minha voz.
Depois, vocês vieram para minha casa... Sean, não houve sequestro. Você veio para o Brasil com a autorização do David. A acusação que fazem é mentirosa. Quando Bruna decidiu ficar aqui, era um passo sério, mas a nonna não podia ir contra o desejo de sua mãe tentar ser feliz. O casamento dela não ia bem, Bruna vivia com um homem com quem ela não tinha mais afinidades, entende? Ela era jovem, queria refazer a vida aqui no Rio. Eu fiz o que qualquer mãe faria. Apoiei a decisão dela e acolhi vocês dois.
No início, você perguntava por David e seus familiares americanos. Eles também telefonavam, mandavam e-mails, caixas de presentinhos. Mas seu pai nunca veio procurá-lo por uma estratégia dos advogados dele e, aos poucos, criou-se uma lacuna enorme entre vocês dois. O laço foi se desfazendo. Sua mãe tinha adoração por você. Era uma relação de alegria, felicidade. E, evidentemente, ela não largaria você de forma alguma. Bruna conseguiu, em todas as instâncias da lei, a sua guarda. Você conhece bem essa história, Sean.
O tempo passou, e Bruna vivia um período feliz. Tinha encontrado o marido que queria, um sujeito afetuoso, um homem amoroso. João Paulo [o advogado João Paulo Lins e Silva] é uma pessoa com moral, que adorava sua mãe e assumiu você como se fosse filho dele desde o início. E você, Sean, o assumiu como seu pai. Foi uma coisa eleita, uma coisa do coração, da sua alma.
A nonna estava feliz com vocês por perto, vendo você crescer, andando pela casa, fofo, falante, sorridente. Gostaria de me lembrar só disso, mas agora não dá. Estamos vivendo um pesadelo desde o dia em que sua mãe morreu. Você ainda a viu na maternidade, com Chiara nos braços... Mas ela passou mal, era uma ruptura de útero que não foi diagnosticada a tempo. Sofreu hemorragias enormes e não resistiu. Foi a nonna que contou essa tragédia para você e foi o pior momento de toda a minha vida. Além da dor, minha maior preocupação era que você não se sentisse abandonado, rejeitado. E você não está. Você tem a mim, ao seu avô, à sua irmã, Chiara, e ao seu pai, João Paulo.
Sei que é uma tragédia. Não bastasse isso, agora você virou um troféu. David apareceu depois da morte de sua mãe, depois de cinco anos sem ter contato físico com você. Ele apareceu para dizer que vai levá-lo embora, que tem o mesmo sangue que você. Nunca imaginei viver essa situação. Estou chocada, Sean, porque você é uma criança que tem alma e uma ligação com o Brasil. Rezo para que não exista gente desumana que vá analisar o caso dessa forma, como se você fosse um troféu.
Eu sinto muito falta da Bruna e fico triste quando você chora ao pensar nela. É horrível porque, dessa vez, não posso remediar a situação. Também foi uma perda enorme para mim. O que me dá forças é ver você e sua irmã, Chiara, juntos. Você a adora, eu sei! Quando está na escola, ela olha as suas fotografias que estão no porta-retrato da sala. Outro dia, chorei quando ouvi de você: "Nonna, se me separarem de vocês e da Chiara, acho que vou ficar maluco". Sean, eu sou uma avó italiana, sou a nonna. Nunca vou abandonar você e sua irmã. Termino minha carta aqui, filho, desejando que você possa ter paz e tranquilidade para se tornar um homem bom. Jamais esqueça que a nonna o adora. É simples e é essa toda a sinceridade que tenho por você.

Da sua nonna, Silvana


Brasil com Z
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O abraço apertado no último encontro de Sean com Elleonor, mãe de David Goldman, dias antes do garoto ir para o Brasil em 2004. A separação pegou vó Ellie de surpresa.

Resolvi imitar uma revista brasileira, que publicou uma matéria com apenas um lado do caso Goldman porque “ninguém conhecia a família brasileira.”


Você já ouviu falar de Elleonor Goldman, a avó americana de Sean que está sendo privada do convívio com o neto há quase 5 anos? Pois é, este post é para apresentá-la. Na verdade, melhor do que eu apresentá-la seria que você a conhecesse através das palavras de carinho que “Ellie” enviou a Sean. A carta a seguir foi publicada em março na revista “Marie Claire” brasileira.

Apesar da separação forçada, Ellie só tem palavras amigas para a família brasileira.

“Amava a sua mãe, ela era a mulher do seu pai, minha nora... ... penso que sua mãe é a estrela mais brilhante que você encontra no céu,” disse ela.

“Querido Sean,
É a vovó Ellie que manda lembranças. Faz muito tempo que falei com você. Tenho enviado cartões para dizer o quanto sinto sua falta e também alguns cartões de Valentine's Day [Dia de São Valentim, celebrado em fevereiro nos Estados Unidos, para comemorar as relações de afeto]. Daqui a pouco, vou mandar cartões de aniversário para comemorar os seus 9 anos. Outro dia vi uma foto sua ao lado de seu pai, David. Você está tão alto, já na altura do ombro dele. Deve estar do meu tamanho! Seu pai me disse que o visitou duas vezes e que vocês conversaram e brincaram juntos. Ele gostou muito do tempo que passou com você. Disse que você joga basquete muito bem. Espero que ele tenha mandado um grande beijo meu.
Sean, sinto falta dos nossos abraços, dos beijos e de brincarmos juntos. Gostava de empurrar você no balanço da árvore em frente à "Casa Sean", como você chamava a sua casa aqui em Nova Jersey. Eu me lembro de quando estávamos no carro e passávamos pela sua rua, em frente à sua casa, e você sempre se empolgava ao ver a "Casa Sean". Depois dizia: "There it is, Casa Sean!" ["Olha lá, a Casa Sean!"]. Você gostava tanto de se balançar naquele balanço que, às vezes, ficava cansada de tanto o empurrar... Você não queria parar nunca!
Recebi outro dia uma ligação da sra. Bobbi, a diretora da sua escola. Ela queria saber como você está e falou que os seus professores esperam por notícias suas. Eles mandam todo o carinho deles para você. A sra. Bobbi se lembrou dos dias em que eu o levava para a escola... Quando ela abria a porta, você se escondia atrás de mim e depois corria, dando uma volta, para tentar assustá-la. Ela me disse que você sempre a assustava! Os professores falaram que você era um bom menino e tinha muitos amigos. Eles também disseram que você era muito bom nos projetos de arte.
Sinto falta de quando fazíamos churrascos em sua casa. Quando isso acontecia, a vovó chamava a sua casa de churrascaria. A gente se divertia muito, e eu fazia o seu prato de massa favorito e levava também milho cozido, de que você gostava bastante. Adorava quando ia me encontrar com você, seu pai e sua mãe para tomarmos café da manhã em algum lugar fora de casa. Amava a sua mãe, ela era a mulher do seu pai, minha nora. Fiquei muito triste com tudo o que aconteceu. Eu me lembro dela falando com você sobre sua nonna, a vovó Silvana. Ela dizia que quando sua nonna fosse para o céu, ela se tornaria uma estrela. Eu agora, então, penso que sua mãe é a estrela mais brilhante que você encontra no céu.
Os seus primos Coltrane e Adison também sentem sua falta. Eles não se esquecem das festas de aniversário e falam até hoje de uma em que você se vestiu de pirata. Falam também de uma outra em que você apareceu como um dos personagens do desenho "Os Incríveis." Eles ainda não se esquecem de como você gostava de brincar na piscina.
Estive no Brasil, no Rio, uma vez para tentar ver você, mas as coisas ficaram difíceis e complicadas. Então, não consegui. Espero do fundo do meu coração vê-lo em breve quando todas as complicações terminarem para, então, lhe dar muitos abraços. Você era tão pequeninho, mas agora está enorme. Está alto e forte e se parece bastante com o David quando menino.

Beijos e abraços, amo você, Vovó Ellie.”

Na verdade, eu não seria capaz de seguir o “modelo” da revista.

Agora, leia a carta com a vovó brasileira de Sean... e tire suas próprias conclusões.

Meu filho querido,
Tenho um orgulho imenso de ser a sua avó. Sei que está assustado e com medo de ser arrancado daqui. Você é o meu primeiro neto, eu o vi nascer. Temos uma ligação forte, você é minha continuação, é a continuação de sua mãe. Sei que, se for por sua vontade, não corro o risco de perdê-lo. Só que também tenho medo. Depois que sua mãe morreu, que era uma coisa tão impossível e distante, tudo pode acontecer com a gente. Do fundo do meu coração, quero o melhor para você. E, para mim, o melhor é você ficar comigo. Sei que está feliz, que sabe que é o meu filho agora.
São muitas as lembranças, Sean. Quando sua mãe engravidou de você, ela estava apaixonada. A notícia me pegou de surpresa, confesso, mas me deixou feliz. Eu ia ter um neto e chegou você, um bebê forte, comprido, comilão. Durante os quatro anos em que viveu nos Estados Unidos, nós nos víamos a cada dois meses. Largava tudo aqui no Rio para matar a saudade que sentia de você e da Bruna. E, cada vez que eu chegava lá, era uma surpresa. Lembro como se fosse hoje o dia em que você me chamou de nonna [avó, em italiano]. A gente também se falava todos os dias pelo telefone, mesmo quando você era só um bebê. Eu não queria que se esquecesse de mim, da minha voz.
Depois, vocês vieram para minha casa... Sean, não houve sequestro. Você veio para o Brasil com a autorização do David. A acusação que fazem é mentirosa. Quando Bruna decidiu ficar aqui, era um passo sério, mas a nonna não podia ir contra o desejo de sua mãe tentar ser feliz. O casamento dela não ia bem, Bruna vivia com um homem com quem ela não tinha mais afinidades, entende? Ela era jovem, queria refazer a vida aqui no Rio. Eu fiz o que qualquer mãe faria. Apoiei a decisão dela e acolhi vocês dois.
No início, você perguntava por David e seus familiares americanos. Eles também telefonavam, mandavam e-mails, caixas de presentinhos. Mas seu pai nunca veio procurá-lo por uma estratégia dos advogados dele e, aos poucos, criou-se uma lacuna enorme entre vocês dois. O laço foi se desfazendo. Sua mãe tinha adoração por você. Era uma relação de alegria, felicidade. E, evidentemente, ela não largaria você de forma alguma. Bruna conseguiu, em todas as instâncias da lei, a sua guarda. Você conhece bem essa história, Sean.
O tempo passou, e Bruna vivia um período feliz. Tinha encontrado o marido que queria, um sujeito afetuoso, um homem amoroso. João Paulo [o advogado João Paulo Lins e Silva] é uma pessoa com moral, que adorava sua mãe e assumiu você como se fosse filho dele desde o início. E você, Sean, o assumiu como seu pai. Foi uma coisa eleita, uma coisa do coração, da sua alma.
A nonna estava feliz com vocês por perto, vendo você crescer, andando pela casa, fofo, falante, sorridente. Gostaria de me lembrar só disso, mas agora não dá. Estamos vivendo um pesadelo desde o dia em que sua mãe morreu. Você ainda a viu na maternidade, com Chiara nos braços... Mas ela passou mal, era uma ruptura de útero que não foi diagnosticada a tempo. Sofreu hemorragias enormes e não resistiu. Foi a nonna que contou essa tragédia para você e foi o pior momento de toda a minha vida. Além da dor, minha maior preocupação era que você não se sentisse abandonado, rejeitado. E você não está. Você tem a mim, ao seu avô, à sua irmã, Chiara, e ao seu pai, João Paulo.
Sei que é uma tragédia. Não bastasse isso, agora você virou um troféu. David apareceu depois da morte de sua mãe, depois de cinco anos sem ter contato físico com você. Ele apareceu para dizer que vai levá-lo embora, que tem o mesmo sangue que você. Nunca imaginei viver essa situação. Estou chocada, Sean, porque você é uma criança que tem alma e uma ligação com o Brasil. Rezo para que não exista gente desumana que vá analisar o caso dessa forma, como se você fosse um troféu.
Eu sinto muito falta da Bruna e fico triste quando você chora ao pensar nela. É horrível porque, dessa vez, não posso remediar a situação. Também foi uma perda enorme para mim. O que me dá forças é ver você e sua irmã, Chiara, juntos. Você a adora, eu sei! Quando está na escola, ela olha as suas fotografias que estão no porta-retrato da sala. Outro dia, chorei quando ouvi de você: "Nonna, se me separarem de vocês e da Chiara, acho que vou ficar maluco". Sean, eu sou uma avó italiana, sou a nonna. Nunca vou abandonar você e sua irmã. Termino minha carta aqui, filho, desejando que você possa ter paz e tranquilidade para se tornar um homem bom. Jamais esqueça que a nonna o adora. É simples e é essa toda a sinceridade que tenho por você.

Da sua nonna, Silvana


Brasil com Z
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O abraço apertado no último encontro de Sean com Elleonor, mãe de David Goldman, dias antes do garoto ir para o Brasil em 2004. A separação pegou vó Ellie de surpresa.

Resolvi imitar uma revista brasileira, que publicou uma matéria com apenas um lado do caso Goldman porque “ninguém conhecia a família brasileira.”


Você já ouviu falar de Elleonor Goldman, a avó americana de Sean que está sendo privada do convívio com o neto há quase 5 anos? Pois é, este post é para apresentá-la. Na verdade, melhor do que eu apresentá-la seria que você a conhecesse através das palavras de carinho que “Ellie” enviou a Sean. A carta a seguir foi publicada em março na revista “Marie Claire” brasileira.

Apesar da separação forçada, Ellie só tem palavras amigas para a família brasileira.

“Amava a sua mãe, ela era a mulher do seu pai, minha nora... ... penso que sua mãe é a estrela mais brilhante que você encontra no céu,” disse ela.

“Querido Sean,
É a vovó Ellie que manda lembranças. Faz muito tempo que falei com você. Tenho enviado cartões para dizer o quanto sinto sua falta e também alguns cartões de Valentine's Day [Dia de São Valentim, celebrado em fevereiro nos Estados Unidos, para comemorar as relações de afeto]. Daqui a pouco, vou mandar cartões de aniversário para comemorar os seus 9 anos. Outro dia vi uma foto sua ao lado de seu pai, David. Você está tão alto, já na altura do ombro dele. Deve estar do meu tamanho! Seu pai me disse que o visitou duas vezes e que vocês conversaram e brincaram juntos. Ele gostou muito do tempo que passou com você. Disse que você joga basquete muito bem. Espero que ele tenha mandado um grande beijo meu.
Sean, sinto falta dos nossos abraços, dos beijos e de brincarmos juntos. Gostava de empurrar você no balanço da árvore em frente à "Casa Sean", como você chamava a sua casa aqui em Nova Jersey. Eu me lembro de quando estávamos no carro e passávamos pela sua rua, em frente à sua casa, e você sempre se empolgava ao ver a "Casa Sean". Depois dizia: "There it is, Casa Sean!" ["Olha lá, a Casa Sean!"]. Você gostava tanto de se balançar naquele balanço que, às vezes, ficava cansada de tanto o empurrar... Você não queria parar nunca!
Recebi outro dia uma ligação da sra. Bobbi, a diretora da sua escola. Ela queria saber como você está e falou que os seus professores esperam por notícias suas. Eles mandam todo o carinho deles para você. A sra. Bobbi se lembrou dos dias em que eu o levava para a escola... Quando ela abria a porta, você se escondia atrás de mim e depois corria, dando uma volta, para tentar assustá-la. Ela me disse que você sempre a assustava! Os professores falaram que você era um bom menino e tinha muitos amigos. Eles também disseram que você era muito bom nos projetos de arte.
Sinto falta de quando fazíamos churrascos em sua casa. Quando isso acontecia, a vovó chamava a sua casa de churrascaria. A gente se divertia muito, e eu fazia o seu prato de massa favorito e levava também milho cozido, de que você gostava bastante. Adorava quando ia me encontrar com você, seu pai e sua mãe para tomarmos café da manhã em algum lugar fora de casa. Amava a sua mãe, ela era a mulher do seu pai, minha nora. Fiquei muito triste com tudo o que aconteceu. Eu me lembro dela falando com você sobre sua nonna, a vovó Silvana. Ela dizia que quando sua nonna fosse para o céu, ela se tornaria uma estrela. Eu agora, então, penso que sua mãe é a estrela mais brilhante que você encontra no céu.
Os seus primos Coltrane e Adison também sentem sua falta. Eles não se esquecem das festas de aniversário e falam até hoje de uma em que você se vestiu de pirata. Falam também de uma outra em que você apareceu como um dos personagens do desenho "Os Incríveis." Eles ainda não se esquecem de como você gostava de brincar na piscina.
Estive no Brasil, no Rio, uma vez para tentar ver você, mas as coisas ficaram difíceis e complicadas. Então, não consegui. Espero do fundo do meu coração vê-lo em breve quando todas as complicações terminarem para, então, lhe dar muitos abraços. Você era tão pequeninho, mas agora está enorme. Está alto e forte e se parece bastante com o David quando menino.

Beijos e abraços, amo você, Vovó Ellie.”

Na verdade, eu não seria capaz de seguir o “modelo” da revista.

Agora, leia a carta com a vovó brasileira de Sean... e tire suas próprias conclusões.

Meu filho querido,
Tenho um orgulho imenso de ser a sua avó. Sei que está assustado e com medo de ser arrancado daqui. Você é o meu primeiro neto, eu o vi nascer. Temos uma ligação forte, você é minha continuação, é a continuação de sua mãe. Sei que, se for por sua vontade, não corro o risco de perdê-lo. Só que também tenho medo. Depois que sua mãe morreu, que era uma coisa tão impossível e distante, tudo pode acontecer com a gente. Do fundo do meu coração, quero o melhor para você. E, para mim, o melhor é você ficar comigo. Sei que está feliz, que sabe que é o meu filho agora.
São muitas as lembranças, Sean. Quando sua mãe engravidou de você, ela estava apaixonada. A notícia me pegou de surpresa, confesso, mas me deixou feliz. Eu ia ter um neto e chegou você, um bebê forte, comprido, comilão. Durante os quatro anos em que viveu nos Estados Unidos, nós nos víamos a cada dois meses. Largava tudo aqui no Rio para matar a saudade que sentia de você e da Bruna. E, cada vez que eu chegava lá, era uma surpresa. Lembro como se fosse hoje o dia em que você me chamou de nonna [avó, em italiano]. A gente também se falava todos os dias pelo telefone, mesmo quando você era só um bebê. Eu não queria que se esquecesse de mim, da minha voz.
Depois, vocês vieram para minha casa... Sean, não houve sequestro. Você veio para o Brasil com a autorização do David. A acusação que fazem é mentirosa. Quando Bruna decidiu ficar aqui, era um passo sério, mas a nonna não podia ir contra o desejo de sua mãe tentar ser feliz. O casamento dela não ia bem, Bruna vivia com um homem com quem ela não tinha mais afinidades, entende? Ela era jovem, queria refazer a vida aqui no Rio. Eu fiz o que qualquer mãe faria. Apoiei a decisão dela e acolhi vocês dois.
No início, você perguntava por David e seus familiares americanos. Eles também telefonavam, mandavam e-mails, caixas de presentinhos. Mas seu pai nunca veio procurá-lo por uma estratégia dos advogados dele e, aos poucos, criou-se uma lacuna enorme entre vocês dois. O laço foi se desfazendo. Sua mãe tinha adoração por você. Era uma relação de alegria, felicidade. E, evidentemente, ela não largaria você de forma alguma. Bruna conseguiu, em todas as instâncias da lei, a sua guarda. Você conhece bem essa história, Sean.
O tempo passou, e Bruna vivia um período feliz. Tinha encontrado o marido que queria, um sujeito afetuoso, um homem amoroso. João Paulo [o advogado João Paulo Lins e Silva] é uma pessoa com moral, que adorava sua mãe e assumiu você como se fosse filho dele desde o início. E você, Sean, o assumiu como seu pai. Foi uma coisa eleita, uma coisa do coração, da sua alma.
A nonna estava feliz com vocês por perto, vendo você crescer, andando pela casa, fofo, falante, sorridente. Gostaria de me lembrar só disso, mas agora não dá. Estamos vivendo um pesadelo desde o dia em que sua mãe morreu. Você ainda a viu na maternidade, com Chiara nos braços... Mas ela passou mal, era uma ruptura de útero que não foi diagnosticada a tempo. Sofreu hemorragias enormes e não resistiu. Foi a nonna que contou essa tragédia para você e foi o pior momento de toda a minha vida. Além da dor, minha maior preocupação era que você não se sentisse abandonado, rejeitado. E você não está. Você tem a mim, ao seu avô, à sua irmã, Chiara, e ao seu pai, João Paulo.
Sei que é uma tragédia. Não bastasse isso, agora você virou um troféu. David apareceu depois da morte de sua mãe, depois de cinco anos sem ter contato físico com você. Ele apareceu para dizer que vai levá-lo embora, que tem o mesmo sangue que você. Nunca imaginei viver essa situação. Estou chocada, Sean, porque você é uma criança que tem alma e uma ligação com o Brasil. Rezo para que não exista gente desumana que vá analisar o caso dessa forma, como se você fosse um troféu.
Eu sinto muito falta da Bruna e fico triste quando você chora ao pensar nela. É horrível porque, dessa vez, não posso remediar a situação. Também foi uma perda enorme para mim. O que me dá forças é ver você e sua irmã, Chiara, juntos. Você a adora, eu sei! Quando está na escola, ela olha as suas fotografias que estão no porta-retrato da sala. Outro dia, chorei quando ouvi de você: "Nonna, se me separarem de vocês e da Chiara, acho que vou ficar maluco". Sean, eu sou uma avó italiana, sou a nonna. Nunca vou abandonar você e sua irmã. Termino minha carta aqui, filho, desejando que você possa ter paz e tranquilidade para se tornar um homem bom. Jamais esqueça que a nonna o adora. É simples e é essa toda a sinceridade que tenho por você.

Da sua nonna, Silvana


Brasil com Z
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O abraço apertado no último encontro de Sean com Elleonor, mãe de David Goldman, dias antes do garoto ir para o Brasil em 2004. A separação pegou vó Ellie de surpresa.

Resolvi imitar uma revista brasileira, que publicou uma matéria com apenas um lado do caso Goldman porque “ninguém conhecia a família brasileira.”


Você já ouviu falar de Elleonor Goldman, a avó americana de Sean que está sendo privada do convívio com o neto há quase 5 anos? Pois é, este post é para apresentá-la. Na verdade, melhor do que eu apresentá-la seria que você a conhecesse através das palavras de carinho que “Ellie” enviou a Sean. A carta a seguir foi publicada em março na revista “Marie Claire” brasileira.

Apesar da separação forçada, Ellie só tem palavras amigas para a família brasileira.

“Amava a sua mãe, ela era a mulher do seu pai, minha nora... ... penso que sua mãe é a estrela mais brilhante que você encontra no céu,” disse ela.

“Querido Sean,
É a vovó Ellie que manda lembranças. Faz muito tempo que falei com você. Tenho enviado cartões para dizer o quanto sinto sua falta e também alguns cartões de Valentine's Day [Dia de São Valentim, celebrado em fevereiro nos Estados Unidos, para comemorar as relações de afeto]. Daqui a pouco, vou mandar cartões de aniversário para comemorar os seus 9 anos. Outro dia vi uma foto sua ao lado de seu pai, David. Você está tão alto, já na altura do ombro dele. Deve estar do meu tamanho! Seu pai me disse que o visitou duas vezes e que vocês conversaram e brincaram juntos. Ele gostou muito do tempo que passou com você. Disse que você joga basquete muito bem. Espero que ele tenha mandado um grande beijo meu.
Sean, sinto falta dos nossos abraços, dos beijos e de brincarmos juntos. Gostava de empurrar você no balanço da árvore em frente à "Casa Sean", como você chamava a sua casa aqui em Nova Jersey. Eu me lembro de quando estávamos no carro e passávamos pela sua rua, em frente à sua casa, e você sempre se empolgava ao ver a "Casa Sean". Depois dizia: "There it is, Casa Sean!" ["Olha lá, a Casa Sean!"]. Você gostava tanto de se balançar naquele balanço que, às vezes, ficava cansada de tanto o empurrar... Você não queria parar nunca!
Recebi outro dia uma ligação da sra. Bobbi, a diretora da sua escola. Ela queria saber como você está e falou que os seus professores esperam por notícias suas. Eles mandam todo o carinho deles para você. A sra. Bobbi se lembrou dos dias em que eu o levava para a escola... Quando ela abria a porta, você se escondia atrás de mim e depois corria, dando uma volta, para tentar assustá-la. Ela me disse que você sempre a assustava! Os professores falaram que você era um bom menino e tinha muitos amigos. Eles também disseram que você era muito bom nos projetos de arte.
Sinto falta de quando fazíamos churrascos em sua casa. Quando isso acontecia, a vovó chamava a sua casa de churrascaria. A gente se divertia muito, e eu fazia o seu prato de massa favorito e levava também milho cozido, de que você gostava bastante. Adorava quando ia me encontrar com você, seu pai e sua mãe para tomarmos café da manhã em algum lugar fora de casa. Amava a sua mãe, ela era a mulher do seu pai, minha nora. Fiquei muito triste com tudo o que aconteceu. Eu me lembro dela falando com você sobre sua nonna, a vovó Silvana. Ela dizia que quando sua nonna fosse para o céu, ela se tornaria uma estrela. Eu agora, então, penso que sua mãe é a estrela mais brilhante que você encontra no céu.
Os seus primos Coltrane e Adison também sentem sua falta. Eles não se esquecem das festas de aniversário e falam até hoje de uma em que você se vestiu de pirata. Falam também de uma outra em que você apareceu como um dos personagens do desenho "Os Incríveis." Eles ainda não se esquecem de como você gostava de brincar na piscina.
Estive no Brasil, no Rio, uma vez para tentar ver você, mas as coisas ficaram difíceis e complicadas. Então, não consegui. Espero do fundo do meu coração vê-lo em breve quando todas as complicações terminarem para, então, lhe dar muitos abraços. Você era tão pequeninho, mas agora está enorme. Está alto e forte e se parece bastante com o David quando menino.

Beijos e abraços, amo você, Vovó Ellie.”

Na verdade, eu não seria capaz de seguir o “modelo” da revista.

Agora, leia a carta com a vovó brasileira de Sean... e tire suas próprias conclusões.

Meu filho querido,
Tenho um orgulho imenso de ser a sua avó. Sei que está assustado e com medo de ser arrancado daqui. Você é o meu primeiro neto, eu o vi nascer. Temos uma ligação forte, você é minha continuação, é a continuação de sua mãe. Sei que, se for por sua vontade, não corro o risco de perdê-lo. Só que também tenho medo. Depois que sua mãe morreu, que era uma coisa tão impossível e distante, tudo pode acontecer com a gente. Do fundo do meu coração, quero o melhor para você. E, para mim, o melhor é você ficar comigo. Sei que está feliz, que sabe que é o meu filho agora.
São muitas as lembranças, Sean. Quando sua mãe engravidou de você, ela estava apaixonada. A notícia me pegou de surpresa, confesso, mas me deixou feliz. Eu ia ter um neto e chegou você, um bebê forte, comprido, comilão. Durante os quatro anos em que viveu nos Estados Unidos, nós nos víamos a cada dois meses. Largava tudo aqui no Rio para matar a saudade que sentia de você e da Bruna. E, cada vez que eu chegava lá, era uma surpresa. Lembro como se fosse hoje o dia em que você me chamou de nonna [avó, em italiano]. A gente também se falava todos os dias pelo telefone, mesmo quando você era só um bebê. Eu não queria que se esquecesse de mim, da minha voz.
Depois, vocês vieram para minha casa... Sean, não houve sequestro. Você veio para o Brasil com a autorização do David. A acusação que fazem é mentirosa. Quando Bruna decidiu ficar aqui, era um passo sério, mas a nonna não podia ir contra o desejo de sua mãe tentar ser feliz. O casamento dela não ia bem, Bruna vivia com um homem com quem ela não tinha mais afinidades, entende? Ela era jovem, queria refazer a vida aqui no Rio. Eu fiz o que qualquer mãe faria. Apoiei a decisão dela e acolhi vocês dois.
No início, você perguntava por David e seus familiares americanos. Eles também telefonavam, mandavam e-mails, caixas de presentinhos. Mas seu pai nunca veio procurá-lo por uma estratégia dos advogados dele e, aos poucos, criou-se uma lacuna enorme entre vocês dois. O laço foi se desfazendo. Sua mãe tinha adoração por você. Era uma relação de alegria, felicidade. E, evidentemente, ela não largaria você de forma alguma. Bruna conseguiu, em todas as instâncias da lei, a sua guarda. Você conhece bem essa história, Sean.
O tempo passou, e Bruna vivia um período feliz. Tinha encontrado o marido que queria, um sujeito afetuoso, um homem amoroso. João Paulo [o advogado João Paulo Lins e Silva] é uma pessoa com moral, que adorava sua mãe e assumiu você como se fosse filho dele desde o início. E você, Sean, o assumiu como seu pai. Foi uma coisa eleita, uma coisa do coração, da sua alma.
A nonna estava feliz com vocês por perto, vendo você crescer, andando pela casa, fofo, falante, sorridente. Gostaria de me lembrar só disso, mas agora não dá. Estamos vivendo um pesadelo desde o dia em que sua mãe morreu. Você ainda a viu na maternidade, com Chiara nos braços... Mas ela passou mal, era uma ruptura de útero que não foi diagnosticada a tempo. Sofreu hemorragias enormes e não resistiu. Foi a nonna que contou essa tragédia para você e foi o pior momento de toda a minha vida. Além da dor, minha maior preocupação era que você não se sentisse abandonado, rejeitado. E você não está. Você tem a mim, ao seu avô, à sua irmã, Chiara, e ao seu pai, João Paulo.
Sei que é uma tragédia. Não bastasse isso, agora você virou um troféu. David apareceu depois da morte de sua mãe, depois de cinco anos sem ter contato físico com você. Ele apareceu para dizer que vai levá-lo embora, que tem o mesmo sangue que você. Nunca imaginei viver essa situação. Estou chocada, Sean, porque você é uma criança que tem alma e uma ligação com o Brasil. Rezo para que não exista gente desumana que vá analisar o caso dessa forma, como se você fosse um troféu.
Eu sinto muito falta da Bruna e fico triste quando você chora ao pensar nela. É horrível porque, dessa vez, não posso remediar a situação. Também foi uma perda enorme para mim. O que me dá forças é ver você e sua irmã, Chiara, juntos. Você a adora, eu sei! Quando está na escola, ela olha as suas fotografias que estão no porta-retrato da sala. Outro dia, chorei quando ouvi de você: "Nonna, se me separarem de vocês e da Chiara, acho que vou ficar maluco". Sean, eu sou uma avó italiana, sou a nonna. Nunca vou abandonar você e sua irmã. Termino minha carta aqui, filho, desejando que você possa ter paz e tranquilidade para se tornar um homem bom. Jamais esqueça que a nonna o adora. É simples e é essa toda a sinceridade que tenho por você.

Da sua nonna, Silvana


Brasil com Z
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Pessoas com síndrome de Down têm menos chances de contrair câncer porque possuem cópias de genes que impedem o crescimento dos tumores, segundo um estudo publicado pela revista científica Nature.
A pesquisa da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, feita em células de camundongos e humanas, mostrou que uma terceira cópia do gene DSCR1 (também conhecido como RCAN1), presente na síndrome de Down, pode suprimir o crescimento de vasos sanguíneos que alimentam tumores cancerígenos.
Os cientistas injetaram células cancerígenas pulmonares e de pele em ratos normais e também ratos chamados Ts65Dn, com três cópias de vários dos genes do cromossomo humano 21, como os humanos com síndrome de Down.
O estudo mostrou que, após três ou quatro semanas, os ratos Ts65Dn apresentaram cerca de 50% menos tumores do que os ratos normais.
Vitamina
Os pesquisadores usaram também células-tronco de humanos com Down e normais. Quando injetadas em camundongos, estas células criam tumores.
Os cientistas descobriram que, quando foram usadas células-tronco normais, os tumores criaram vasos sanguíneos, mas em células com síndrome de Down, os vasos sanguíneos não se formaram completamente. Os cientistas acreditam que a descoberta pode abrir novas frentes na luta contra o câncer.
A equipe liderada por Sandra Ryeom afirma estar tentando determinar as melhores formas de isolar a formação dos vasos sanguíneos, para o desenvolvimentos de terapias.
Ela afirma que, desde que seja necessário apenas um gene extra para reduzir a formação dos vasos, um dia, quando a terapia estiver disponível, é possível que a forma de se combater o câncer seja "tomando uma vitamina preventiva", ao invés de se ingerir drogas tóxicas.
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Pessoas com síndrome de Down têm menos chances de contrair câncer porque possuem cópias de genes que impedem o crescimento dos tumores, segundo um estudo publicado pela revista científica Nature.
A pesquisa da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, feita em células de camundongos e humanas, mostrou que uma terceira cópia do gene DSCR1 (também conhecido como RCAN1), presente na síndrome de Down, pode suprimir o crescimento de vasos sanguíneos que alimentam tumores cancerígenos.
Os cientistas injetaram células cancerígenas pulmonares e de pele em ratos normais e também ratos chamados Ts65Dn, com três cópias de vários dos genes do cromossomo humano 21, como os humanos com síndrome de Down.
O estudo mostrou que, após três ou quatro semanas, os ratos Ts65Dn apresentaram cerca de 50% menos tumores do que os ratos normais.
Vitamina
Os pesquisadores usaram também células-tronco de humanos com Down e normais. Quando injetadas em camundongos, estas células criam tumores.
Os cientistas descobriram que, quando foram usadas células-tronco normais, os tumores criaram vasos sanguíneos, mas em células com síndrome de Down, os vasos sanguíneos não se formaram completamente. Os cientistas acreditam que a descoberta pode abrir novas frentes na luta contra o câncer.
A equipe liderada por Sandra Ryeom afirma estar tentando determinar as melhores formas de isolar a formação dos vasos sanguíneos, para o desenvolvimentos de terapias.
Ela afirma que, desde que seja necessário apenas um gene extra para reduzir a formação dos vasos, um dia, quando a terapia estiver disponível, é possível que a forma de se combater o câncer seja "tomando uma vitamina preventiva", ao invés de se ingerir drogas tóxicas.
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Pessoas com síndrome de Down têm menos chances de contrair câncer porque possuem cópias de genes que impedem o crescimento dos tumores, segundo um estudo publicado pela revista científica Nature.
A pesquisa da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, feita em células de camundongos e humanas, mostrou que uma terceira cópia do gene DSCR1 (também conhecido como RCAN1), presente na síndrome de Down, pode suprimir o crescimento de vasos sanguíneos que alimentam tumores cancerígenos.
Os cientistas injetaram células cancerígenas pulmonares e de pele em ratos normais e também ratos chamados Ts65Dn, com três cópias de vários dos genes do cromossomo humano 21, como os humanos com síndrome de Down.
O estudo mostrou que, após três ou quatro semanas, os ratos Ts65Dn apresentaram cerca de 50% menos tumores do que os ratos normais.
Vitamina
Os pesquisadores usaram também células-tronco de humanos com Down e normais. Quando injetadas em camundongos, estas células criam tumores.
Os cientistas descobriram que, quando foram usadas células-tronco normais, os tumores criaram vasos sanguíneos, mas em células com síndrome de Down, os vasos sanguíneos não se formaram completamente. Os cientistas acreditam que a descoberta pode abrir novas frentes na luta contra o câncer.
A equipe liderada por Sandra Ryeom afirma estar tentando determinar as melhores formas de isolar a formação dos vasos sanguíneos, para o desenvolvimentos de terapias.
Ela afirma que, desde que seja necessário apenas um gene extra para reduzir a formação dos vasos, um dia, quando a terapia estiver disponível, é possível que a forma de se combater o câncer seja "tomando uma vitamina preventiva", ao invés de se ingerir drogas tóxicas.
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Pessoas com síndrome de Down têm menos chances de contrair câncer porque possuem cópias de genes que impedem o crescimento dos tumores, segundo um estudo publicado pela revista científica Nature.
A pesquisa da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, feita em células de camundongos e humanas, mostrou que uma terceira cópia do gene DSCR1 (também conhecido como RCAN1), presente na síndrome de Down, pode suprimir o crescimento de vasos sanguíneos que alimentam tumores cancerígenos.
Os cientistas injetaram células cancerígenas pulmonares e de pele em ratos normais e também ratos chamados Ts65Dn, com três cópias de vários dos genes do cromossomo humano 21, como os humanos com síndrome de Down.
O estudo mostrou que, após três ou quatro semanas, os ratos Ts65Dn apresentaram cerca de 50% menos tumores do que os ratos normais.
Vitamina
Os pesquisadores usaram também células-tronco de humanos com Down e normais. Quando injetadas em camundongos, estas células criam tumores.
Os cientistas descobriram que, quando foram usadas células-tronco normais, os tumores criaram vasos sanguíneos, mas em células com síndrome de Down, os vasos sanguíneos não se formaram completamente. Os cientistas acreditam que a descoberta pode abrir novas frentes na luta contra o câncer.
A equipe liderada por Sandra Ryeom afirma estar tentando determinar as melhores formas de isolar a formação dos vasos sanguíneos, para o desenvolvimentos de terapias.
Ela afirma que, desde que seja necessário apenas um gene extra para reduzir a formação dos vasos, um dia, quando a terapia estiver disponível, é possível que a forma de se combater o câncer seja "tomando uma vitamina preventiva", ao invés de se ingerir drogas tóxicas.
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Quando meteoritos de vários tamanhos bombardearam a Terra há 3,9 bilhões de anos, aquecendo a superfície do planeta e provocando a evaporação de oceanos, elas podem, ao contrário do que muitos cientistas supunham, ter ajudado a estimular o surgimento de vida no planeta, de acordo com um novo estudo da Universidade de Colorado, nos Estados Unidos.
O novo estudo mostra que o bombardeio teria derretido menos de 25% da crosta terrestre, e que micróbios podem ter sobrevivido em um habitat subterrâneo, isolados da destruição.
E o intenso calor do impacto, segundo o estudo, criou um habitat que estimulou a reprodução de bactérias formadas por uma só célula que são termófilas e hipertermófilas - capazes de sobreviver a temperaturas de 50 a 80 graus Celsius ou de até 110 graus Celsius.

Simulação

A descoberta foi feita através de uma simulação de computador. Como as evidências físicas do bombardeio de asteroides foram apagadas pelo tempo e pela ação de placas tectônicas, os pesquisadores usaram dados das rochas lunares recolhidas pelas missões Apollo, e registro de impacto de meteoros na Lua, Marte e Mercúrio.
"Até sob as condições mais extremas que nós impusemos (na simulação), a Terra não teria sido completamente esterilizada pelo bombardeio", disse Oleg Abramov, um dos autores do estudo.
Ao invés disso, fissuras que expeliam água quente podem ter criado um santuário para esses micróbios que preferem ambientes de calor extremo.
O estudo, publicado na revista Nature, sugeriu também que a vida na Terra pode ter começado 500 milhões de anos mais cedo do que se pensava.
"Não é pouco razoável sugerir que havia vida na Terra há mais de 3,9 bilhões de anos", disse Stephen Mojzisis, que também participou do estudo. "Nós sabemos de registros geoquímicos que nosso planeta era habitável naquela época."

Fonte: BBCBrasil
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link do postPor anjoseguerreiros, às 08:43  comentar

Quando meteoritos de vários tamanhos bombardearam a Terra há 3,9 bilhões de anos, aquecendo a superfície do planeta e provocando a evaporação de oceanos, elas podem, ao contrário do que muitos cientistas supunham, ter ajudado a estimular o surgimento de vida no planeta, de acordo com um novo estudo da Universidade de Colorado, nos Estados Unidos.
O novo estudo mostra que o bombardeio teria derretido menos de 25% da crosta terrestre, e que micróbios podem ter sobrevivido em um habitat subterrâneo, isolados da destruição.
E o intenso calor do impacto, segundo o estudo, criou um habitat que estimulou a reprodução de bactérias formadas por uma só célula que são termófilas e hipertermófilas - capazes de sobreviver a temperaturas de 50 a 80 graus Celsius ou de até 110 graus Celsius.

Simulação

A descoberta foi feita através de uma simulação de computador. Como as evidências físicas do bombardeio de asteroides foram apagadas pelo tempo e pela ação de placas tectônicas, os pesquisadores usaram dados das rochas lunares recolhidas pelas missões Apollo, e registro de impacto de meteoros na Lua, Marte e Mercúrio.
"Até sob as condições mais extremas que nós impusemos (na simulação), a Terra não teria sido completamente esterilizada pelo bombardeio", disse Oleg Abramov, um dos autores do estudo.
Ao invés disso, fissuras que expeliam água quente podem ter criado um santuário para esses micróbios que preferem ambientes de calor extremo.
O estudo, publicado na revista Nature, sugeriu também que a vida na Terra pode ter começado 500 milhões de anos mais cedo do que se pensava.
"Não é pouco razoável sugerir que havia vida na Terra há mais de 3,9 bilhões de anos", disse Stephen Mojzisis, que também participou do estudo. "Nós sabemos de registros geoquímicos que nosso planeta era habitável naquela época."

Fonte: BBCBrasil
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Quando meteoritos de vários tamanhos bombardearam a Terra há 3,9 bilhões de anos, aquecendo a superfície do planeta e provocando a evaporação de oceanos, elas podem, ao contrário do que muitos cientistas supunham, ter ajudado a estimular o surgimento de vida no planeta, de acordo com um novo estudo da Universidade de Colorado, nos Estados Unidos.
O novo estudo mostra que o bombardeio teria derretido menos de 25% da crosta terrestre, e que micróbios podem ter sobrevivido em um habitat subterrâneo, isolados da destruição.
E o intenso calor do impacto, segundo o estudo, criou um habitat que estimulou a reprodução de bactérias formadas por uma só célula que são termófilas e hipertermófilas - capazes de sobreviver a temperaturas de 50 a 80 graus Celsius ou de até 110 graus Celsius.

Simulação

A descoberta foi feita através de uma simulação de computador. Como as evidências físicas do bombardeio de asteroides foram apagadas pelo tempo e pela ação de placas tectônicas, os pesquisadores usaram dados das rochas lunares recolhidas pelas missões Apollo, e registro de impacto de meteoros na Lua, Marte e Mercúrio.
"Até sob as condições mais extremas que nós impusemos (na simulação), a Terra não teria sido completamente esterilizada pelo bombardeio", disse Oleg Abramov, um dos autores do estudo.
Ao invés disso, fissuras que expeliam água quente podem ter criado um santuário para esses micróbios que preferem ambientes de calor extremo.
O estudo, publicado na revista Nature, sugeriu também que a vida na Terra pode ter começado 500 milhões de anos mais cedo do que se pensava.
"Não é pouco razoável sugerir que havia vida na Terra há mais de 3,9 bilhões de anos", disse Stephen Mojzisis, que também participou do estudo. "Nós sabemos de registros geoquímicos que nosso planeta era habitável naquela época."

Fonte: BBCBrasil
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Quando meteoritos de vários tamanhos bombardearam a Terra há 3,9 bilhões de anos, aquecendo a superfície do planeta e provocando a evaporação de oceanos, elas podem, ao contrário do que muitos cientistas supunham, ter ajudado a estimular o surgimento de vida no planeta, de acordo com um novo estudo da Universidade de Colorado, nos Estados Unidos.
O novo estudo mostra que o bombardeio teria derretido menos de 25% da crosta terrestre, e que micróbios podem ter sobrevivido em um habitat subterrâneo, isolados da destruição.
E o intenso calor do impacto, segundo o estudo, criou um habitat que estimulou a reprodução de bactérias formadas por uma só célula que são termófilas e hipertermófilas - capazes de sobreviver a temperaturas de 50 a 80 graus Celsius ou de até 110 graus Celsius.

Simulação

A descoberta foi feita através de uma simulação de computador. Como as evidências físicas do bombardeio de asteroides foram apagadas pelo tempo e pela ação de placas tectônicas, os pesquisadores usaram dados das rochas lunares recolhidas pelas missões Apollo, e registro de impacto de meteoros na Lua, Marte e Mercúrio.
"Até sob as condições mais extremas que nós impusemos (na simulação), a Terra não teria sido completamente esterilizada pelo bombardeio", disse Oleg Abramov, um dos autores do estudo.
Ao invés disso, fissuras que expeliam água quente podem ter criado um santuário para esses micróbios que preferem ambientes de calor extremo.
O estudo, publicado na revista Nature, sugeriu também que a vida na Terra pode ter começado 500 milhões de anos mais cedo do que se pensava.
"Não é pouco razoável sugerir que havia vida na Terra há mais de 3,9 bilhões de anos", disse Stephen Mojzisis, que também participou do estudo. "Nós sabemos de registros geoquímicos que nosso planeta era habitável naquela época."

Fonte: BBCBrasil
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Um tribunal no Egito condenou à morte um proeminente empresário egípcio e um ex-policial pelo assassinato da cantora pop libanesa Suzanne Tamimum caso que teve grande repercussão no mundo árabe.

O juiz egípcio ordenou que o bilionário Hisham Talaat Mustafa e Mohsen al-Sukkari fossem enforcados por, respectivamente, ordenar a morte e matar a cantora.
Tamim foi encontrada decapitada e com várias marcas de facadas no corpo em seu apartamento em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, em julho do ano passado.
Mustafa foi preso em setembro, acusado de pagar US$ 2 milhões em dinheiro a al-Sukkari para que matasse a cantora, que alcançou a fama depois de vencer um concurso de calouros libanês, em 1996.
O juiz condenou al-Sukkari por matar Tamim com uma faca e Mustafa de participar no crime por "incitamento, acordo e assistência" na morte da libanesa.
Suzanne Tamim ficou famosa depois de aparecer em um programa de calouros
Houve tumulto na sala do tribunal depois que o juiz anunciou sua decisão e ordenou que os dois homens fossem levados para o mufti (líder religioso) para que este confirmasse a sentença. Os dois, entretanto, ainda têm o direito à apelação.
O empresário egípcio é um membro importante do Partido Democrático Nacional, do presidente Hosni Mubarak, e também do Conselho da Shura, o senado egípcio. Ele também está à frente do grupo Talaat Mustafa, uma companhia de negócios imobiliários de bilhões de dólares.

Amor e dinheiro

A vida de Tamim foi marcada por disputas domésticas, incluindo um atribulado casamento com seu segundo marido e agente, que a acusou de tentar assassiná-lo em 2004.
De acordo com a mídia árabe, Mustafa ofereceu US$ 50 milhões para que Tamim se casasse com ele.
Os dois tiveram um relacionamento por três anos, mas que havia terminado alguns meses antes da morte da cantora.
A morte da cantora atraiu a atenção de muitos egípcios e o mundo árabe em geral por envolver uma mistura de riqueza, política e show.
A mídia árabe diz que o caso também trouxe constrangimento para o presidente Mubarak pelo fato de Mustafa ser um alto membro de seu partido e da elite do país, sempre vista como acima da lei.

Fonte: BBBrasil

Foto: UOL Notícias
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Um tribunal no Egito condenou à morte um proeminente empresário egípcio e um ex-policial pelo assassinato da cantora pop libanesa Suzanne Tamimum caso que teve grande repercussão no mundo árabe.

O juiz egípcio ordenou que o bilionário Hisham Talaat Mustafa e Mohsen al-Sukkari fossem enforcados por, respectivamente, ordenar a morte e matar a cantora.
Tamim foi encontrada decapitada e com várias marcas de facadas no corpo em seu apartamento em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, em julho do ano passado.
Mustafa foi preso em setembro, acusado de pagar US$ 2 milhões em dinheiro a al-Sukkari para que matasse a cantora, que alcançou a fama depois de vencer um concurso de calouros libanês, em 1996.
O juiz condenou al-Sukkari por matar Tamim com uma faca e Mustafa de participar no crime por "incitamento, acordo e assistência" na morte da libanesa.
Suzanne Tamim ficou famosa depois de aparecer em um programa de calouros
Houve tumulto na sala do tribunal depois que o juiz anunciou sua decisão e ordenou que os dois homens fossem levados para o mufti (líder religioso) para que este confirmasse a sentença. Os dois, entretanto, ainda têm o direito à apelação.
O empresário egípcio é um membro importante do Partido Democrático Nacional, do presidente Hosni Mubarak, e também do Conselho da Shura, o senado egípcio. Ele também está à frente do grupo Talaat Mustafa, uma companhia de negócios imobiliários de bilhões de dólares.

Amor e dinheiro

A vida de Tamim foi marcada por disputas domésticas, incluindo um atribulado casamento com seu segundo marido e agente, que a acusou de tentar assassiná-lo em 2004.
De acordo com a mídia árabe, Mustafa ofereceu US$ 50 milhões para que Tamim se casasse com ele.
Os dois tiveram um relacionamento por três anos, mas que havia terminado alguns meses antes da morte da cantora.
A morte da cantora atraiu a atenção de muitos egípcios e o mundo árabe em geral por envolver uma mistura de riqueza, política e show.
A mídia árabe diz que o caso também trouxe constrangimento para o presidente Mubarak pelo fato de Mustafa ser um alto membro de seu partido e da elite do país, sempre vista como acima da lei.

Fonte: BBBrasil

Foto: UOL Notícias
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Um tribunal no Egito condenou à morte um proeminente empresário egípcio e um ex-policial pelo assassinato da cantora pop libanesa Suzanne Tamimum caso que teve grande repercussão no mundo árabe.

O juiz egípcio ordenou que o bilionário Hisham Talaat Mustafa e Mohsen al-Sukkari fossem enforcados por, respectivamente, ordenar a morte e matar a cantora.
Tamim foi encontrada decapitada e com várias marcas de facadas no corpo em seu apartamento em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, em julho do ano passado.
Mustafa foi preso em setembro, acusado de pagar US$ 2 milhões em dinheiro a al-Sukkari para que matasse a cantora, que alcançou a fama depois de vencer um concurso de calouros libanês, em 1996.
O juiz condenou al-Sukkari por matar Tamim com uma faca e Mustafa de participar no crime por "incitamento, acordo e assistência" na morte da libanesa.
Suzanne Tamim ficou famosa depois de aparecer em um programa de calouros
Houve tumulto na sala do tribunal depois que o juiz anunciou sua decisão e ordenou que os dois homens fossem levados para o mufti (líder religioso) para que este confirmasse a sentença. Os dois, entretanto, ainda têm o direito à apelação.
O empresário egípcio é um membro importante do Partido Democrático Nacional, do presidente Hosni Mubarak, e também do Conselho da Shura, o senado egípcio. Ele também está à frente do grupo Talaat Mustafa, uma companhia de negócios imobiliários de bilhões de dólares.

Amor e dinheiro

A vida de Tamim foi marcada por disputas domésticas, incluindo um atribulado casamento com seu segundo marido e agente, que a acusou de tentar assassiná-lo em 2004.
De acordo com a mídia árabe, Mustafa ofereceu US$ 50 milhões para que Tamim se casasse com ele.
Os dois tiveram um relacionamento por três anos, mas que havia terminado alguns meses antes da morte da cantora.
A morte da cantora atraiu a atenção de muitos egípcios e o mundo árabe em geral por envolver uma mistura de riqueza, política e show.
A mídia árabe diz que o caso também trouxe constrangimento para o presidente Mubarak pelo fato de Mustafa ser um alto membro de seu partido e da elite do país, sempre vista como acima da lei.

Fonte: BBBrasil

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Um tribunal no Egito condenou à morte um proeminente empresário egípcio e um ex-policial pelo assassinato da cantora pop libanesa Suzanne Tamimum caso que teve grande repercussão no mundo árabe.

O juiz egípcio ordenou que o bilionário Hisham Talaat Mustafa e Mohsen al-Sukkari fossem enforcados por, respectivamente, ordenar a morte e matar a cantora.
Tamim foi encontrada decapitada e com várias marcas de facadas no corpo em seu apartamento em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, em julho do ano passado.
Mustafa foi preso em setembro, acusado de pagar US$ 2 milhões em dinheiro a al-Sukkari para que matasse a cantora, que alcançou a fama depois de vencer um concurso de calouros libanês, em 1996.
O juiz condenou al-Sukkari por matar Tamim com uma faca e Mustafa de participar no crime por "incitamento, acordo e assistência" na morte da libanesa.
Suzanne Tamim ficou famosa depois de aparecer em um programa de calouros
Houve tumulto na sala do tribunal depois que o juiz anunciou sua decisão e ordenou que os dois homens fossem levados para o mufti (líder religioso) para que este confirmasse a sentença. Os dois, entretanto, ainda têm o direito à apelação.
O empresário egípcio é um membro importante do Partido Democrático Nacional, do presidente Hosni Mubarak, e também do Conselho da Shura, o senado egípcio. Ele também está à frente do grupo Talaat Mustafa, uma companhia de negócios imobiliários de bilhões de dólares.

Amor e dinheiro

A vida de Tamim foi marcada por disputas domésticas, incluindo um atribulado casamento com seu segundo marido e agente, que a acusou de tentar assassiná-lo em 2004.
De acordo com a mídia árabe, Mustafa ofereceu US$ 50 milhões para que Tamim se casasse com ele.
Os dois tiveram um relacionamento por três anos, mas que havia terminado alguns meses antes da morte da cantora.
A morte da cantora atraiu a atenção de muitos egípcios e o mundo árabe em geral por envolver uma mistura de riqueza, política e show.
A mídia árabe diz que o caso também trouxe constrangimento para o presidente Mubarak pelo fato de Mustafa ser um alto membro de seu partido e da elite do país, sempre vista como acima da lei.

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Abusos aconteceram em instituições da Igreja Católica
Um inquérito realizado na Irlanda revelou que 1090 crianças alegam ter sofrido agressões em abrigos infantis, reformatórios e orfanatos católicos do país ao longo de 60 anos e que, em instituições para meninos, o abuso sexual foi "endêmico" no período.
Segundo a Comissão de Inquérito sobre Abuso Infantil, os menores sofreram violência física e abuso sexual em locais que chegaram a abrigar cerca de 35 mil crianças até os anos 80.
O relatório, que aborda a situação de mais de cem instituições religiosas investigadas ao longo dos últimos nove anos, concluiu que os líderes da Igreja sabiam sobre os abusos sexuais de meninos.
Além disso, segundo os depoimentos citados no documento, meninos e meninas das instituições apanhavam com tiras de couro por conversar durante as refeições ou por escreverem com a mão esquerda.
"As escolas eram administradas de forma severa, impondo uma disciplina opressiva e não razoável às crianças e funcionários", diz o relatório.
A comissão foi criada em 2000 pelo então primeiro-ministro irlandês Bertie Ahern, que pediu desculpas em nome do Estado às vítimas de abuso infantil.
Um esquema de compensações do governo também foi estabelecido na época e, desde então, já pagou quase 1 bilhão de euros às vítimas
Abusos "chocantes"
Milhares de vítimas prestaram depoimento à comissão, que surgiu depois que uma série televisiva revelou a escala dos abusos.
A jornalista Mary Raftery, que realizou os programas, disse que a extensão dos abusos era "profundamente chocante".
Segundo a jornalista, as crianças eram levadas para "casas de terror" e ficavam confinadas até completarem 16 anos.
"Elas saíam de lá completamente perturbadas e muitas deixaram o país em seguida", conta. "Elas sentiam que seu país as havia abandonado, assim como todo o resto, inclusive a religião."
O relatório propõe 21 formas de o governo se redimir dos erros cometidos no passado, incluindo a construção de um memorial, um serviço de acompanhamento psicológico para as vítimas, muitas já aos 50 anos, e a melhoria dos serviços de proteção à criança na Irlanda.
No mês que vem será divulgado um outro relatório sobre supostos abusos de padres católicos em paróquias perto de Dublin, capital da Irlanda.

Fonte: BBCBrasil
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Abusos aconteceram em instituições da Igreja Católica
Um inquérito realizado na Irlanda revelou que 1090 crianças alegam ter sofrido agressões em abrigos infantis, reformatórios e orfanatos católicos do país ao longo de 60 anos e que, em instituições para meninos, o abuso sexual foi "endêmico" no período.
Segundo a Comissão de Inquérito sobre Abuso Infantil, os menores sofreram violência física e abuso sexual em locais que chegaram a abrigar cerca de 35 mil crianças até os anos 80.
O relatório, que aborda a situação de mais de cem instituições religiosas investigadas ao longo dos últimos nove anos, concluiu que os líderes da Igreja sabiam sobre os abusos sexuais de meninos.
Além disso, segundo os depoimentos citados no documento, meninos e meninas das instituições apanhavam com tiras de couro por conversar durante as refeições ou por escreverem com a mão esquerda.
"As escolas eram administradas de forma severa, impondo uma disciplina opressiva e não razoável às crianças e funcionários", diz o relatório.
A comissão foi criada em 2000 pelo então primeiro-ministro irlandês Bertie Ahern, que pediu desculpas em nome do Estado às vítimas de abuso infantil.
Um esquema de compensações do governo também foi estabelecido na época e, desde então, já pagou quase 1 bilhão de euros às vítimas
Abusos "chocantes"
Milhares de vítimas prestaram depoimento à comissão, que surgiu depois que uma série televisiva revelou a escala dos abusos.
A jornalista Mary Raftery, que realizou os programas, disse que a extensão dos abusos era "profundamente chocante".
Segundo a jornalista, as crianças eram levadas para "casas de terror" e ficavam confinadas até completarem 16 anos.
"Elas saíam de lá completamente perturbadas e muitas deixaram o país em seguida", conta. "Elas sentiam que seu país as havia abandonado, assim como todo o resto, inclusive a religião."
O relatório propõe 21 formas de o governo se redimir dos erros cometidos no passado, incluindo a construção de um memorial, um serviço de acompanhamento psicológico para as vítimas, muitas já aos 50 anos, e a melhoria dos serviços de proteção à criança na Irlanda.
No mês que vem será divulgado um outro relatório sobre supostos abusos de padres católicos em paróquias perto de Dublin, capital da Irlanda.

Fonte: BBCBrasil
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Abusos aconteceram em instituições da Igreja Católica
Um inquérito realizado na Irlanda revelou que 1090 crianças alegam ter sofrido agressões em abrigos infantis, reformatórios e orfanatos católicos do país ao longo de 60 anos e que, em instituições para meninos, o abuso sexual foi "endêmico" no período.
Segundo a Comissão de Inquérito sobre Abuso Infantil, os menores sofreram violência física e abuso sexual em locais que chegaram a abrigar cerca de 35 mil crianças até os anos 80.
O relatório, que aborda a situação de mais de cem instituições religiosas investigadas ao longo dos últimos nove anos, concluiu que os líderes da Igreja sabiam sobre os abusos sexuais de meninos.
Além disso, segundo os depoimentos citados no documento, meninos e meninas das instituições apanhavam com tiras de couro por conversar durante as refeições ou por escreverem com a mão esquerda.
"As escolas eram administradas de forma severa, impondo uma disciplina opressiva e não razoável às crianças e funcionários", diz o relatório.
A comissão foi criada em 2000 pelo então primeiro-ministro irlandês Bertie Ahern, que pediu desculpas em nome do Estado às vítimas de abuso infantil.
Um esquema de compensações do governo também foi estabelecido na época e, desde então, já pagou quase 1 bilhão de euros às vítimas
Abusos "chocantes"
Milhares de vítimas prestaram depoimento à comissão, que surgiu depois que uma série televisiva revelou a escala dos abusos.
A jornalista Mary Raftery, que realizou os programas, disse que a extensão dos abusos era "profundamente chocante".
Segundo a jornalista, as crianças eram levadas para "casas de terror" e ficavam confinadas até completarem 16 anos.
"Elas saíam de lá completamente perturbadas e muitas deixaram o país em seguida", conta. "Elas sentiam que seu país as havia abandonado, assim como todo o resto, inclusive a religião."
O relatório propõe 21 formas de o governo se redimir dos erros cometidos no passado, incluindo a construção de um memorial, um serviço de acompanhamento psicológico para as vítimas, muitas já aos 50 anos, e a melhoria dos serviços de proteção à criança na Irlanda.
No mês que vem será divulgado um outro relatório sobre supostos abusos de padres católicos em paróquias perto de Dublin, capital da Irlanda.

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Abusos aconteceram em instituições da Igreja Católica
Um inquérito realizado na Irlanda revelou que 1090 crianças alegam ter sofrido agressões em abrigos infantis, reformatórios e orfanatos católicos do país ao longo de 60 anos e que, em instituições para meninos, o abuso sexual foi "endêmico" no período.
Segundo a Comissão de Inquérito sobre Abuso Infantil, os menores sofreram violência física e abuso sexual em locais que chegaram a abrigar cerca de 35 mil crianças até os anos 80.
O relatório, que aborda a situação de mais de cem instituições religiosas investigadas ao longo dos últimos nove anos, concluiu que os líderes da Igreja sabiam sobre os abusos sexuais de meninos.
Além disso, segundo os depoimentos citados no documento, meninos e meninas das instituições apanhavam com tiras de couro por conversar durante as refeições ou por escreverem com a mão esquerda.
"As escolas eram administradas de forma severa, impondo uma disciplina opressiva e não razoável às crianças e funcionários", diz o relatório.
A comissão foi criada em 2000 pelo então primeiro-ministro irlandês Bertie Ahern, que pediu desculpas em nome do Estado às vítimas de abuso infantil.
Um esquema de compensações do governo também foi estabelecido na época e, desde então, já pagou quase 1 bilhão de euros às vítimas
Abusos "chocantes"
Milhares de vítimas prestaram depoimento à comissão, que surgiu depois que uma série televisiva revelou a escala dos abusos.
A jornalista Mary Raftery, que realizou os programas, disse que a extensão dos abusos era "profundamente chocante".
Segundo a jornalista, as crianças eram levadas para "casas de terror" e ficavam confinadas até completarem 16 anos.
"Elas saíam de lá completamente perturbadas e muitas deixaram o país em seguida", conta. "Elas sentiam que seu país as havia abandonado, assim como todo o resto, inclusive a religião."
O relatório propõe 21 formas de o governo se redimir dos erros cometidos no passado, incluindo a construção de um memorial, um serviço de acompanhamento psicológico para as vítimas, muitas já aos 50 anos, e a melhoria dos serviços de proteção à criança na Irlanda.
No mês que vem será divulgado um outro relatório sobre supostos abusos de padres católicos em paróquias perto de Dublin, capital da Irlanda.

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