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19.5.09
Evento marca Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual. Psicólogo relata abusos sofridos por alunos de três escolas da Zona Sul.

Uma Organização Não-Governamental (ONG) que oferece trabalho assistencial e psicológico a alunos carentes de escolas públicas de São Paulo reuniu, nesta segunda-feira (18), pelo menos 1.500 pessoas para uma marcha de 1 km no Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Além da capital paulista, várias cidades do Brasil realizaram ações por conta da data, criada como lei federal em 2000 para protestar contra a morte de Araceli Cabrera Sanches, menina de 8 anos de idade que também foi espancada, drogada e estuprada por jovens de famílias ricas. O crime, cometido em 1973, em Vitória, no Espírito Santo, causou comoção à época.
Em 2008, o Disque Denúncia Nacional de Abuso e Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes (Disque 100), do Governo Federal, recebeu 1.518 denúncias em São Paulo.
À frente da ONG Makanudos de Javeh, fundada em 2002, Thiago Torres desenvolve trabalhos educacionais e de apoio para alunos de 13 escolas que já relataram ter sido vítimas de atos promíscuos e violência física ou sexual praticados por adultos. “A ONG foi fundada justamente por causa dos altos índices de criminalidade, abusos e pedofilia contra menores de 18 anos na Zona Sul de São Paulo”, disse Torres ao G1.

Denúncias
Só em três dessas escolas, conta Torres, foram mais de 20 denúncias de abuso sexual praticados por adultos contra crianças. “A violência ocorre dentro de casa, por um tio, avô pai, irmão ou até fora de casa, por homens mais velhos. Muitas vezes, o abuso é consentido pela criança. Temos casos de homens de 40 anos que namoram e mantêm relação sexual com garotas de 12, 13 anos. Isso é um absurdo”, afirmou. “O objetivo da marcha é conscientizar as pessoas sobre esses problemas que existem bem perto de nós.”


Portal G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 22:00  comentar

Evento marca Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual. Psicólogo relata abusos sofridos por alunos de três escolas da Zona Sul.

Uma Organização Não-Governamental (ONG) que oferece trabalho assistencial e psicológico a alunos carentes de escolas públicas de São Paulo reuniu, nesta segunda-feira (18), pelo menos 1.500 pessoas para uma marcha de 1 km no Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Além da capital paulista, várias cidades do Brasil realizaram ações por conta da data, criada como lei federal em 2000 para protestar contra a morte de Araceli Cabrera Sanches, menina de 8 anos de idade que também foi espancada, drogada e estuprada por jovens de famílias ricas. O crime, cometido em 1973, em Vitória, no Espírito Santo, causou comoção à época.
Em 2008, o Disque Denúncia Nacional de Abuso e Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes (Disque 100), do Governo Federal, recebeu 1.518 denúncias em São Paulo.
À frente da ONG Makanudos de Javeh, fundada em 2002, Thiago Torres desenvolve trabalhos educacionais e de apoio para alunos de 13 escolas que já relataram ter sido vítimas de atos promíscuos e violência física ou sexual praticados por adultos. “A ONG foi fundada justamente por causa dos altos índices de criminalidade, abusos e pedofilia contra menores de 18 anos na Zona Sul de São Paulo”, disse Torres ao G1.

Denúncias
Só em três dessas escolas, conta Torres, foram mais de 20 denúncias de abuso sexual praticados por adultos contra crianças. “A violência ocorre dentro de casa, por um tio, avô pai, irmão ou até fora de casa, por homens mais velhos. Muitas vezes, o abuso é consentido pela criança. Temos casos de homens de 40 anos que namoram e mantêm relação sexual com garotas de 12, 13 anos. Isso é um absurdo”, afirmou. “O objetivo da marcha é conscientizar as pessoas sobre esses problemas que existem bem perto de nós.”


Portal G1
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Evento marca Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual. Psicólogo relata abusos sofridos por alunos de três escolas da Zona Sul.

Uma Organização Não-Governamental (ONG) que oferece trabalho assistencial e psicológico a alunos carentes de escolas públicas de São Paulo reuniu, nesta segunda-feira (18), pelo menos 1.500 pessoas para uma marcha de 1 km no Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Além da capital paulista, várias cidades do Brasil realizaram ações por conta da data, criada como lei federal em 2000 para protestar contra a morte de Araceli Cabrera Sanches, menina de 8 anos de idade que também foi espancada, drogada e estuprada por jovens de famílias ricas. O crime, cometido em 1973, em Vitória, no Espírito Santo, causou comoção à época.
Em 2008, o Disque Denúncia Nacional de Abuso e Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes (Disque 100), do Governo Federal, recebeu 1.518 denúncias em São Paulo.
À frente da ONG Makanudos de Javeh, fundada em 2002, Thiago Torres desenvolve trabalhos educacionais e de apoio para alunos de 13 escolas que já relataram ter sido vítimas de atos promíscuos e violência física ou sexual praticados por adultos. “A ONG foi fundada justamente por causa dos altos índices de criminalidade, abusos e pedofilia contra menores de 18 anos na Zona Sul de São Paulo”, disse Torres ao G1.

Denúncias
Só em três dessas escolas, conta Torres, foram mais de 20 denúncias de abuso sexual praticados por adultos contra crianças. “A violência ocorre dentro de casa, por um tio, avô pai, irmão ou até fora de casa, por homens mais velhos. Muitas vezes, o abuso é consentido pela criança. Temos casos de homens de 40 anos que namoram e mantêm relação sexual com garotas de 12, 13 anos. Isso é um absurdo”, afirmou. “O objetivo da marcha é conscientizar as pessoas sobre esses problemas que existem bem perto de nós.”


Portal G1
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Evento marca Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual. Psicólogo relata abusos sofridos por alunos de três escolas da Zona Sul.

Uma Organização Não-Governamental (ONG) que oferece trabalho assistencial e psicológico a alunos carentes de escolas públicas de São Paulo reuniu, nesta segunda-feira (18), pelo menos 1.500 pessoas para uma marcha de 1 km no Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Além da capital paulista, várias cidades do Brasil realizaram ações por conta da data, criada como lei federal em 2000 para protestar contra a morte de Araceli Cabrera Sanches, menina de 8 anos de idade que também foi espancada, drogada e estuprada por jovens de famílias ricas. O crime, cometido em 1973, em Vitória, no Espírito Santo, causou comoção à época.
Em 2008, o Disque Denúncia Nacional de Abuso e Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes (Disque 100), do Governo Federal, recebeu 1.518 denúncias em São Paulo.
À frente da ONG Makanudos de Javeh, fundada em 2002, Thiago Torres desenvolve trabalhos educacionais e de apoio para alunos de 13 escolas que já relataram ter sido vítimas de atos promíscuos e violência física ou sexual praticados por adultos. “A ONG foi fundada justamente por causa dos altos índices de criminalidade, abusos e pedofilia contra menores de 18 anos na Zona Sul de São Paulo”, disse Torres ao G1.

Denúncias
Só em três dessas escolas, conta Torres, foram mais de 20 denúncias de abuso sexual praticados por adultos contra crianças. “A violência ocorre dentro de casa, por um tio, avô pai, irmão ou até fora de casa, por homens mais velhos. Muitas vezes, o abuso é consentido pela criança. Temos casos de homens de 40 anos que namoram e mantêm relação sexual com garotas de 12, 13 anos. Isso é um absurdo”, afirmou. “O objetivo da marcha é conscientizar as pessoas sobre esses problemas que existem bem perto de nós.”


Portal G1
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POR:Vanessa Farias

Aproveitando a semana do Dia Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra a Criança e o Adolescente, o deputado estadual Valter Araújo (PTB) promoveu uma audiência pública na tarde de ontem, no plenário da Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia e revelou dados sobre os casos no Estado. “De 10 mil ocorrências registradas no ano passado, um total de 28,9% é de casos envolvendo pedofilia ou qualquer outro tipo de violência contra crianças e adolescentes”, afirmou.
Como presidente da Comissão Especial de Pedofilia no Estado, o deputado afirma que apesar das leis estaduais serem recentes o objetivo de punir condutas pedófilas ou pornográficas infantis será reforçado pelo entendimento sobre a maneira correta de agir diante de casos detectados.
“A maioria das lei que temos voltadas para esse assunto são novas e nós ainda precisamos trabalhar com a questão das redes de saúde e educação para detectarmos o problema com mais clareza e melhor atendermos às vítimas. O problema não tem classe social e esfera religiosa ou política, as coisas estão acontecendo e tem muita gente ‘grande’ envolvida”, declarou Valter Araújo.
No evento, dezenas de representantes de entidades voltadas ao cuidado dos direitos e defesa da criança e do adolescentes assistiram à palestra de Renato Oliveira, advogado de Direitos Humanos de Fortaleza (CE) e de Guilherme Shelp, procurador da República, que falaram sobre a importância da denúncia e da maneira diferenciada de atendimento às vítimas.
O juiz da Vara de Crimes contra a Criança e o Adolescente, Álvaro Kálix Ferro garante que Porto Velho é uma das cinco cidades do país que tem uma vara especializada. “Uma das principais coisas que precisamos para desenvolver esse trabalho nós já temos desde 2001, que também trabalha com a violência na família baseada na Lei Maria da Penha”, contou. Para Valter, a audiência servirá como ponto de partida para uma maior estruturação das redes de combate e treinamento de pessoal em todo o Estado.

FONTE:DIÁRIO DO AMAZONAS
link do postPor anjoseguerreiros, às 21:39  comentar


POR:Vanessa Farias

Aproveitando a semana do Dia Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra a Criança e o Adolescente, o deputado estadual Valter Araújo (PTB) promoveu uma audiência pública na tarde de ontem, no plenário da Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia e revelou dados sobre os casos no Estado. “De 10 mil ocorrências registradas no ano passado, um total de 28,9% é de casos envolvendo pedofilia ou qualquer outro tipo de violência contra crianças e adolescentes”, afirmou.
Como presidente da Comissão Especial de Pedofilia no Estado, o deputado afirma que apesar das leis estaduais serem recentes o objetivo de punir condutas pedófilas ou pornográficas infantis será reforçado pelo entendimento sobre a maneira correta de agir diante de casos detectados.
“A maioria das lei que temos voltadas para esse assunto são novas e nós ainda precisamos trabalhar com a questão das redes de saúde e educação para detectarmos o problema com mais clareza e melhor atendermos às vítimas. O problema não tem classe social e esfera religiosa ou política, as coisas estão acontecendo e tem muita gente ‘grande’ envolvida”, declarou Valter Araújo.
No evento, dezenas de representantes de entidades voltadas ao cuidado dos direitos e defesa da criança e do adolescentes assistiram à palestra de Renato Oliveira, advogado de Direitos Humanos de Fortaleza (CE) e de Guilherme Shelp, procurador da República, que falaram sobre a importância da denúncia e da maneira diferenciada de atendimento às vítimas.
O juiz da Vara de Crimes contra a Criança e o Adolescente, Álvaro Kálix Ferro garante que Porto Velho é uma das cinco cidades do país que tem uma vara especializada. “Uma das principais coisas que precisamos para desenvolver esse trabalho nós já temos desde 2001, que também trabalha com a violência na família baseada na Lei Maria da Penha”, contou. Para Valter, a audiência servirá como ponto de partida para uma maior estruturação das redes de combate e treinamento de pessoal em todo o Estado.

FONTE:DIÁRIO DO AMAZONAS
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POR:Vanessa Farias

Aproveitando a semana do Dia Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra a Criança e o Adolescente, o deputado estadual Valter Araújo (PTB) promoveu uma audiência pública na tarde de ontem, no plenário da Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia e revelou dados sobre os casos no Estado. “De 10 mil ocorrências registradas no ano passado, um total de 28,9% é de casos envolvendo pedofilia ou qualquer outro tipo de violência contra crianças e adolescentes”, afirmou.
Como presidente da Comissão Especial de Pedofilia no Estado, o deputado afirma que apesar das leis estaduais serem recentes o objetivo de punir condutas pedófilas ou pornográficas infantis será reforçado pelo entendimento sobre a maneira correta de agir diante de casos detectados.
“A maioria das lei que temos voltadas para esse assunto são novas e nós ainda precisamos trabalhar com a questão das redes de saúde e educação para detectarmos o problema com mais clareza e melhor atendermos às vítimas. O problema não tem classe social e esfera religiosa ou política, as coisas estão acontecendo e tem muita gente ‘grande’ envolvida”, declarou Valter Araújo.
No evento, dezenas de representantes de entidades voltadas ao cuidado dos direitos e defesa da criança e do adolescentes assistiram à palestra de Renato Oliveira, advogado de Direitos Humanos de Fortaleza (CE) e de Guilherme Shelp, procurador da República, que falaram sobre a importância da denúncia e da maneira diferenciada de atendimento às vítimas.
O juiz da Vara de Crimes contra a Criança e o Adolescente, Álvaro Kálix Ferro garante que Porto Velho é uma das cinco cidades do país que tem uma vara especializada. “Uma das principais coisas que precisamos para desenvolver esse trabalho nós já temos desde 2001, que também trabalha com a violência na família baseada na Lei Maria da Penha”, contou. Para Valter, a audiência servirá como ponto de partida para uma maior estruturação das redes de combate e treinamento de pessoal em todo o Estado.

FONTE:DIÁRIO DO AMAZONAS
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POR:Vanessa Farias

Aproveitando a semana do Dia Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra a Criança e o Adolescente, o deputado estadual Valter Araújo (PTB) promoveu uma audiência pública na tarde de ontem, no plenário da Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia e revelou dados sobre os casos no Estado. “De 10 mil ocorrências registradas no ano passado, um total de 28,9% é de casos envolvendo pedofilia ou qualquer outro tipo de violência contra crianças e adolescentes”, afirmou.
Como presidente da Comissão Especial de Pedofilia no Estado, o deputado afirma que apesar das leis estaduais serem recentes o objetivo de punir condutas pedófilas ou pornográficas infantis será reforçado pelo entendimento sobre a maneira correta de agir diante de casos detectados.
“A maioria das lei que temos voltadas para esse assunto são novas e nós ainda precisamos trabalhar com a questão das redes de saúde e educação para detectarmos o problema com mais clareza e melhor atendermos às vítimas. O problema não tem classe social e esfera religiosa ou política, as coisas estão acontecendo e tem muita gente ‘grande’ envolvida”, declarou Valter Araújo.
No evento, dezenas de representantes de entidades voltadas ao cuidado dos direitos e defesa da criança e do adolescentes assistiram à palestra de Renato Oliveira, advogado de Direitos Humanos de Fortaleza (CE) e de Guilherme Shelp, procurador da República, que falaram sobre a importância da denúncia e da maneira diferenciada de atendimento às vítimas.
O juiz da Vara de Crimes contra a Criança e o Adolescente, Álvaro Kálix Ferro garante que Porto Velho é uma das cinco cidades do país que tem uma vara especializada. “Uma das principais coisas que precisamos para desenvolver esse trabalho nós já temos desde 2001, que também trabalha com a violência na família baseada na Lei Maria da Penha”, contou. Para Valter, a audiência servirá como ponto de partida para uma maior estruturação das redes de combate e treinamento de pessoal em todo o Estado.

FONTE:DIÁRIO DO AMAZONAS
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No Dia Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra a Infância e a Juventude, na segunda-feira, 18, a recepção da Delegacia de Repressão a Crimes contra a Criança e o Adolescente (Dercca) estava lotada. O menino de olhar cabisbaixo e cara enfezada, na recepção da unidade policial, tem 7 anos e, pela terceira vez, entra numa delegacia de polícia, em companhia de sua mãe, uma auxiliar de enfermagem de 29 anos.
Ele foi vítima de abuso sexual e tentativa de homicídio praticada por um vizinho no dia 9 de abril. Na segunda, pela manhã, em companhia da mãe e da irmã de 11 anos, ele aguardava a terceira audiência que definirá o destino do seu algoz, um deficiente mental de 18 anos. Ele voltou a contar como o agressor invadiu a casa, o abusou e depois ameaçou matá-lo. Ele foi salvo pela irmã, uma menina de apenas 11 anos, que chegou em casa enquanto a criança era sufocada pelo vizinho.
Números – “O agressor fugiu depois que a menina partiu para cima dele com a vassoura”, explicou a mãe do garoto. Esta criança é apenas uma dos 450 casos de violência contra crianças e adolescentes que são registrados, em média, por mês na única Dercca de Salvador. Isso sem falar nas, pelo menos, 600 denúncias que chegam à unidade a cada 30 dias, de acordo com dados do serviço de investigação (SI) da unidade.
“E as denúncias de violência sexual só fazem aumentar ao longo dos anos. De 2005 para cá, tivemos um aumento de 632% no número de denúncias. A sociedade tem feito sua parte, agora cabe ao Estado fazer a sua e apurar tudo”, ressaltou a promotora Lícia Oliveira, coordenadora do Centro de Apoio às Promotorias da Infância e Juventude.
O chefe do SI, Almiro Figueredo, afirmou que a equipe da unidade tem trabalhado para checar todas as denúncias e ainda apurar os registros, mas admite que os únicos seis investigadores da unidade ainda estão longe de conseguir dar conta da demanda.
A falta de estrutura foi citada pela promotora Lícia Oliveira, durante o Seminário de Enfrentamento ao Abuso Sexual contra a Infância e a Adolescência, ontem, na sede do Ministério Público (MP), no bairro de Nazaré. “Os desafios ainda são muitos, e criança e o adolescente devem ser vistos como absoluta prioridade”, alertou.
Para o coordenador do Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente Yves de Roussan (Cedeca), Waldemar Oliveira, faltam políticas públicas de prevenção. “É muito difícil tirar uma menina que é explorada sexualmente, levando em consideração as condições com as quais a Bahia lida com o assunto hoje. O Estado deve investir nas causas e tentar evitar as consequências”, opinou.
Em 2008, foram remetidos pela Dercca ao MP 400 inquéritos referentes a crimes de exploração sexual – outros 218 foram instaurados no mesmo período. Ela destaca que, nos crimes de exploração, predominam como autores pessoas estranhas ao círculo de convivência das vítimas, como o deficiente mental vizinho do menino de 7 anos de olhar triste.
Segundo a Dercca, nos seis primeiros meses de 2008, o Ministério Público Estadual recebeu mais do triplo de denúncias do que em 2007 (221 casos a 63).

POR: Helga Cirino, do A TARDE
link do postPor anjoseguerreiros, às 21:33  comentar


No Dia Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra a Infância e a Juventude, na segunda-feira, 18, a recepção da Delegacia de Repressão a Crimes contra a Criança e o Adolescente (Dercca) estava lotada. O menino de olhar cabisbaixo e cara enfezada, na recepção da unidade policial, tem 7 anos e, pela terceira vez, entra numa delegacia de polícia, em companhia de sua mãe, uma auxiliar de enfermagem de 29 anos.
Ele foi vítima de abuso sexual e tentativa de homicídio praticada por um vizinho no dia 9 de abril. Na segunda, pela manhã, em companhia da mãe e da irmã de 11 anos, ele aguardava a terceira audiência que definirá o destino do seu algoz, um deficiente mental de 18 anos. Ele voltou a contar como o agressor invadiu a casa, o abusou e depois ameaçou matá-lo. Ele foi salvo pela irmã, uma menina de apenas 11 anos, que chegou em casa enquanto a criança era sufocada pelo vizinho.
Números – “O agressor fugiu depois que a menina partiu para cima dele com a vassoura”, explicou a mãe do garoto. Esta criança é apenas uma dos 450 casos de violência contra crianças e adolescentes que são registrados, em média, por mês na única Dercca de Salvador. Isso sem falar nas, pelo menos, 600 denúncias que chegam à unidade a cada 30 dias, de acordo com dados do serviço de investigação (SI) da unidade.
“E as denúncias de violência sexual só fazem aumentar ao longo dos anos. De 2005 para cá, tivemos um aumento de 632% no número de denúncias. A sociedade tem feito sua parte, agora cabe ao Estado fazer a sua e apurar tudo”, ressaltou a promotora Lícia Oliveira, coordenadora do Centro de Apoio às Promotorias da Infância e Juventude.
O chefe do SI, Almiro Figueredo, afirmou que a equipe da unidade tem trabalhado para checar todas as denúncias e ainda apurar os registros, mas admite que os únicos seis investigadores da unidade ainda estão longe de conseguir dar conta da demanda.
A falta de estrutura foi citada pela promotora Lícia Oliveira, durante o Seminário de Enfrentamento ao Abuso Sexual contra a Infância e a Adolescência, ontem, na sede do Ministério Público (MP), no bairro de Nazaré. “Os desafios ainda são muitos, e criança e o adolescente devem ser vistos como absoluta prioridade”, alertou.
Para o coordenador do Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente Yves de Roussan (Cedeca), Waldemar Oliveira, faltam políticas públicas de prevenção. “É muito difícil tirar uma menina que é explorada sexualmente, levando em consideração as condições com as quais a Bahia lida com o assunto hoje. O Estado deve investir nas causas e tentar evitar as consequências”, opinou.
Em 2008, foram remetidos pela Dercca ao MP 400 inquéritos referentes a crimes de exploração sexual – outros 218 foram instaurados no mesmo período. Ela destaca que, nos crimes de exploração, predominam como autores pessoas estranhas ao círculo de convivência das vítimas, como o deficiente mental vizinho do menino de 7 anos de olhar triste.
Segundo a Dercca, nos seis primeiros meses de 2008, o Ministério Público Estadual recebeu mais do triplo de denúncias do que em 2007 (221 casos a 63).

POR: Helga Cirino, do A TARDE
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No Dia Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra a Infância e a Juventude, na segunda-feira, 18, a recepção da Delegacia de Repressão a Crimes contra a Criança e o Adolescente (Dercca) estava lotada. O menino de olhar cabisbaixo e cara enfezada, na recepção da unidade policial, tem 7 anos e, pela terceira vez, entra numa delegacia de polícia, em companhia de sua mãe, uma auxiliar de enfermagem de 29 anos.
Ele foi vítima de abuso sexual e tentativa de homicídio praticada por um vizinho no dia 9 de abril. Na segunda, pela manhã, em companhia da mãe e da irmã de 11 anos, ele aguardava a terceira audiência que definirá o destino do seu algoz, um deficiente mental de 18 anos. Ele voltou a contar como o agressor invadiu a casa, o abusou e depois ameaçou matá-lo. Ele foi salvo pela irmã, uma menina de apenas 11 anos, que chegou em casa enquanto a criança era sufocada pelo vizinho.
Números – “O agressor fugiu depois que a menina partiu para cima dele com a vassoura”, explicou a mãe do garoto. Esta criança é apenas uma dos 450 casos de violência contra crianças e adolescentes que são registrados, em média, por mês na única Dercca de Salvador. Isso sem falar nas, pelo menos, 600 denúncias que chegam à unidade a cada 30 dias, de acordo com dados do serviço de investigação (SI) da unidade.
“E as denúncias de violência sexual só fazem aumentar ao longo dos anos. De 2005 para cá, tivemos um aumento de 632% no número de denúncias. A sociedade tem feito sua parte, agora cabe ao Estado fazer a sua e apurar tudo”, ressaltou a promotora Lícia Oliveira, coordenadora do Centro de Apoio às Promotorias da Infância e Juventude.
O chefe do SI, Almiro Figueredo, afirmou que a equipe da unidade tem trabalhado para checar todas as denúncias e ainda apurar os registros, mas admite que os únicos seis investigadores da unidade ainda estão longe de conseguir dar conta da demanda.
A falta de estrutura foi citada pela promotora Lícia Oliveira, durante o Seminário de Enfrentamento ao Abuso Sexual contra a Infância e a Adolescência, ontem, na sede do Ministério Público (MP), no bairro de Nazaré. “Os desafios ainda são muitos, e criança e o adolescente devem ser vistos como absoluta prioridade”, alertou.
Para o coordenador do Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente Yves de Roussan (Cedeca), Waldemar Oliveira, faltam políticas públicas de prevenção. “É muito difícil tirar uma menina que é explorada sexualmente, levando em consideração as condições com as quais a Bahia lida com o assunto hoje. O Estado deve investir nas causas e tentar evitar as consequências”, opinou.
Em 2008, foram remetidos pela Dercca ao MP 400 inquéritos referentes a crimes de exploração sexual – outros 218 foram instaurados no mesmo período. Ela destaca que, nos crimes de exploração, predominam como autores pessoas estranhas ao círculo de convivência das vítimas, como o deficiente mental vizinho do menino de 7 anos de olhar triste.
Segundo a Dercca, nos seis primeiros meses de 2008, o Ministério Público Estadual recebeu mais do triplo de denúncias do que em 2007 (221 casos a 63).

POR: Helga Cirino, do A TARDE
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No Dia Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra a Infância e a Juventude, na segunda-feira, 18, a recepção da Delegacia de Repressão a Crimes contra a Criança e o Adolescente (Dercca) estava lotada. O menino de olhar cabisbaixo e cara enfezada, na recepção da unidade policial, tem 7 anos e, pela terceira vez, entra numa delegacia de polícia, em companhia de sua mãe, uma auxiliar de enfermagem de 29 anos.
Ele foi vítima de abuso sexual e tentativa de homicídio praticada por um vizinho no dia 9 de abril. Na segunda, pela manhã, em companhia da mãe e da irmã de 11 anos, ele aguardava a terceira audiência que definirá o destino do seu algoz, um deficiente mental de 18 anos. Ele voltou a contar como o agressor invadiu a casa, o abusou e depois ameaçou matá-lo. Ele foi salvo pela irmã, uma menina de apenas 11 anos, que chegou em casa enquanto a criança era sufocada pelo vizinho.
Números – “O agressor fugiu depois que a menina partiu para cima dele com a vassoura”, explicou a mãe do garoto. Esta criança é apenas uma dos 450 casos de violência contra crianças e adolescentes que são registrados, em média, por mês na única Dercca de Salvador. Isso sem falar nas, pelo menos, 600 denúncias que chegam à unidade a cada 30 dias, de acordo com dados do serviço de investigação (SI) da unidade.
“E as denúncias de violência sexual só fazem aumentar ao longo dos anos. De 2005 para cá, tivemos um aumento de 632% no número de denúncias. A sociedade tem feito sua parte, agora cabe ao Estado fazer a sua e apurar tudo”, ressaltou a promotora Lícia Oliveira, coordenadora do Centro de Apoio às Promotorias da Infância e Juventude.
O chefe do SI, Almiro Figueredo, afirmou que a equipe da unidade tem trabalhado para checar todas as denúncias e ainda apurar os registros, mas admite que os únicos seis investigadores da unidade ainda estão longe de conseguir dar conta da demanda.
A falta de estrutura foi citada pela promotora Lícia Oliveira, durante o Seminário de Enfrentamento ao Abuso Sexual contra a Infância e a Adolescência, ontem, na sede do Ministério Público (MP), no bairro de Nazaré. “Os desafios ainda são muitos, e criança e o adolescente devem ser vistos como absoluta prioridade”, alertou.
Para o coordenador do Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente Yves de Roussan (Cedeca), Waldemar Oliveira, faltam políticas públicas de prevenção. “É muito difícil tirar uma menina que é explorada sexualmente, levando em consideração as condições com as quais a Bahia lida com o assunto hoje. O Estado deve investir nas causas e tentar evitar as consequências”, opinou.
Em 2008, foram remetidos pela Dercca ao MP 400 inquéritos referentes a crimes de exploração sexual – outros 218 foram instaurados no mesmo período. Ela destaca que, nos crimes de exploração, predominam como autores pessoas estranhas ao círculo de convivência das vítimas, como o deficiente mental vizinho do menino de 7 anos de olhar triste.
Segundo a Dercca, nos seis primeiros meses de 2008, o Ministério Público Estadual recebeu mais do triplo de denúncias do que em 2007 (221 casos a 63).

POR: Helga Cirino, do A TARDE
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Manifesto foi feito no centro do Rio de Janeiro
Nesta segunda-feira, dia dedicado ao combate da exploração sexual a crianças e adolescentes, um grupo organizado pela Comissão Permanente dos Diretos Humanos da Criança e do Adolescente realizou um manifesto na Cinelândia, região central do Rio de Janeiro (RJ).
Na escadaria do Palácio Pedro Ernesto, sede do Legislativo fluminense, mães cujos filhos estão desaparecidos há anos, crianças de comunidades carentes e autoridades públicas estiveram presentes.
No ato, as pessoas presentes foram orientadas a observar de forma mais atenta o comportamento das crianças, já que qualquer comportamento anormal pode sinalizar que são vítimas de abuso. Os manifestantes lembraram também que o pedófilo podem ser pessoas do convívio familiar e até mesmo integrantes da família.
A presidente da Comissão dos Direitos da Criança e do Adolescente, vereadora Liliam Sá, também pediu mais empenho das autoridades no combate à violência sexual.
A Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro disponibilizou o telefone 0800-2829996 para que as pessoas denunciem os casos.

Com informções da Agência Brasil
Foto: José Carlos Pereira de Carvalho
link do postPor anjoseguerreiros, às 21:31  comentar


Manifesto foi feito no centro do Rio de Janeiro
Nesta segunda-feira, dia dedicado ao combate da exploração sexual a crianças e adolescentes, um grupo organizado pela Comissão Permanente dos Diretos Humanos da Criança e do Adolescente realizou um manifesto na Cinelândia, região central do Rio de Janeiro (RJ).
Na escadaria do Palácio Pedro Ernesto, sede do Legislativo fluminense, mães cujos filhos estão desaparecidos há anos, crianças de comunidades carentes e autoridades públicas estiveram presentes.
No ato, as pessoas presentes foram orientadas a observar de forma mais atenta o comportamento das crianças, já que qualquer comportamento anormal pode sinalizar que são vítimas de abuso. Os manifestantes lembraram também que o pedófilo podem ser pessoas do convívio familiar e até mesmo integrantes da família.
A presidente da Comissão dos Direitos da Criança e do Adolescente, vereadora Liliam Sá, também pediu mais empenho das autoridades no combate à violência sexual.
A Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro disponibilizou o telefone 0800-2829996 para que as pessoas denunciem os casos.

Com informções da Agência Brasil
Foto: José Carlos Pereira de Carvalho
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Manifesto foi feito no centro do Rio de Janeiro
Nesta segunda-feira, dia dedicado ao combate da exploração sexual a crianças e adolescentes, um grupo organizado pela Comissão Permanente dos Diretos Humanos da Criança e do Adolescente realizou um manifesto na Cinelândia, região central do Rio de Janeiro (RJ).
Na escadaria do Palácio Pedro Ernesto, sede do Legislativo fluminense, mães cujos filhos estão desaparecidos há anos, crianças de comunidades carentes e autoridades públicas estiveram presentes.
No ato, as pessoas presentes foram orientadas a observar de forma mais atenta o comportamento das crianças, já que qualquer comportamento anormal pode sinalizar que são vítimas de abuso. Os manifestantes lembraram também que o pedófilo podem ser pessoas do convívio familiar e até mesmo integrantes da família.
A presidente da Comissão dos Direitos da Criança e do Adolescente, vereadora Liliam Sá, também pediu mais empenho das autoridades no combate à violência sexual.
A Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro disponibilizou o telefone 0800-2829996 para que as pessoas denunciem os casos.

Com informções da Agência Brasil
Foto: José Carlos Pereira de Carvalho
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Manifesto foi feito no centro do Rio de Janeiro
Nesta segunda-feira, dia dedicado ao combate da exploração sexual a crianças e adolescentes, um grupo organizado pela Comissão Permanente dos Diretos Humanos da Criança e do Adolescente realizou um manifesto na Cinelândia, região central do Rio de Janeiro (RJ).
Na escadaria do Palácio Pedro Ernesto, sede do Legislativo fluminense, mães cujos filhos estão desaparecidos há anos, crianças de comunidades carentes e autoridades públicas estiveram presentes.
No ato, as pessoas presentes foram orientadas a observar de forma mais atenta o comportamento das crianças, já que qualquer comportamento anormal pode sinalizar que são vítimas de abuso. Os manifestantes lembraram também que o pedófilo podem ser pessoas do convívio familiar e até mesmo integrantes da família.
A presidente da Comissão dos Direitos da Criança e do Adolescente, vereadora Liliam Sá, também pediu mais empenho das autoridades no combate à violência sexual.
A Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro disponibilizou o telefone 0800-2829996 para que as pessoas denunciem os casos.

Com informções da Agência Brasil
Foto: José Carlos Pereira de Carvalho
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CREAS realizam diversas atividades em Ponta Porã
CREAS descentraliza ações por meio de uma extensa programação.Aumento das denúncias refletem sensibilização da comunidade.

O CREAS – Centro de Referência Especializado de Assistência Social, realizou uma ampla mobilização no Dia Nacional do Enfrentamento da Violência Sexual de Criança e Adolescente.
Durante toda semana a equipe do CREAS em Ponta Porã, desenvolveu diversas atividades voltadas para sensibilização de toda comunidade, buscando reduzir o número de casos de violência sexual cometida as crianças e adolescentes.
Um dos principais objetivos das atividades, foi a busca pela descentralização das atividades, levando a população dos bairros, periferia e zona rural, a forma de atendimento da equipe feita pelo CREAS, objetivando despertar em toda sociedade a importância de denunciar os casos de abusos e violências praticados, muitas vezes na própria família.
A coordenadora do CREAS em Ponta Porã, Vera Lúcia de Souza Almeida, disse que neste ano o cronograma de atividades voltadas para o dia nacional de mobilização do enfrentamento da violência sexual, priorizou atividades na periferia e zona rural. “Realizamos panfletagem na região central, mais as atividades se concentraram nos bairros, para que estes moradores conheçam o trabalho desenvolvido pelo CREAS no município e se envolvam no combate a este tipo de violência, por meio de denuncia” disse Vera Lúcia.
Ela lembrou ainda que houve um aumento no registro de casos de violência sexual praticado contra criança e adolescente, dados estes que comprovam um maior envolvimento da sociedade, quanto a denunciar os casos. “Estes números são negativos quanto aos casos registrados, mas consideramos positivos, pois observamos o aumento no número de denúncias que auxiliam na identificação dos casos, fato pouco comum em anos anteriores” explicou a coordenadora do CREAS.
A programação na Semana de Enfrentamento da Violência Sexual de Criança e Adolescente, elaborada pela equipe do CREAS em Ponta Porã, envolveu de forma efetiva instituições educacionais, alunos e professores, que participaram ativamente das atividades de panfletagem na região central e nos bairros, bem como na confecção de faixas e cartazes, demonstrando a indignação quanto a prática da violência em todos os setores da sociedade.
A atividade de maior concentração ocorreu na sexta-feira, no Assentamento Itamarati em frente ao prédio da AGRAER – Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural, através de panfletagem e orientação aos moradores sobre a necessidade do total envolvimento dos diversos segmentos da sociedade, igrejas, escolas, ong’s, associações de moradores e clubes de serviços, para que estejam denunciando os casos de agressão a criança e adolescente. “A participação de toda comunidade é fundamental, para resolvermos este problema que atinge todo país.Ficamos felizes com a participação dos moradores dos bairros e na zona rural, que demonstrou a importância de descentralizar as ações e fortalecer a participação de toda sociedade na luta contra a violência sexual” frisou Vera Lúcia.
O CREAS em Ponta Porã conta com o Disk Denúncia, através dos telefones:0800-647-4040 e 3431-7423, os nomes das pessoas responsável pelas denúncias são mantidos no mais completo sigilo.

Concurso

Durante a programação o CREAS em Ponta Porã realizou um concurso de redação e cartazes, com o tema: “Não a Violência”, envolvendo os alunos das escolas públicas, que premiou os cinco melhores trabalhos participantes do evento de sensibilização da comunidade.
O CREAS desenvolveu uma apostila tratando do tema de enfrentamento a violência sexual, que foi distribuída nas escolas, sendo repassadas pelos professores aos alunos, com a proposta de orientar e sensibilizar a comunidade estudantil no combate aos abusos praticados contra a criança e o adolescente.
A organização do evento agradeceu aos parceiros do evento: Comissão de Enfrentamento a Problemática da Violência no Assentamento Itamarati, Projeto Ammigo, Agraer, Policia Militar, Agente Comunitário de Saúde, Conselho Tutelar, Igrejas e Movimentos Sociais, bem como todas as instituições de ensino que contribuíram com a mobilização

Fonte: Agora Mato Grosso do Sul
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CREAS realizam diversas atividades em Ponta Porã
CREAS descentraliza ações por meio de uma extensa programação.Aumento das denúncias refletem sensibilização da comunidade.

O CREAS – Centro de Referência Especializado de Assistência Social, realizou uma ampla mobilização no Dia Nacional do Enfrentamento da Violência Sexual de Criança e Adolescente.
Durante toda semana a equipe do CREAS em Ponta Porã, desenvolveu diversas atividades voltadas para sensibilização de toda comunidade, buscando reduzir o número de casos de violência sexual cometida as crianças e adolescentes.
Um dos principais objetivos das atividades, foi a busca pela descentralização das atividades, levando a população dos bairros, periferia e zona rural, a forma de atendimento da equipe feita pelo CREAS, objetivando despertar em toda sociedade a importância de denunciar os casos de abusos e violências praticados, muitas vezes na própria família.
A coordenadora do CREAS em Ponta Porã, Vera Lúcia de Souza Almeida, disse que neste ano o cronograma de atividades voltadas para o dia nacional de mobilização do enfrentamento da violência sexual, priorizou atividades na periferia e zona rural. “Realizamos panfletagem na região central, mais as atividades se concentraram nos bairros, para que estes moradores conheçam o trabalho desenvolvido pelo CREAS no município e se envolvam no combate a este tipo de violência, por meio de denuncia” disse Vera Lúcia.
Ela lembrou ainda que houve um aumento no registro de casos de violência sexual praticado contra criança e adolescente, dados estes que comprovam um maior envolvimento da sociedade, quanto a denunciar os casos. “Estes números são negativos quanto aos casos registrados, mas consideramos positivos, pois observamos o aumento no número de denúncias que auxiliam na identificação dos casos, fato pouco comum em anos anteriores” explicou a coordenadora do CREAS.
A programação na Semana de Enfrentamento da Violência Sexual de Criança e Adolescente, elaborada pela equipe do CREAS em Ponta Porã, envolveu de forma efetiva instituições educacionais, alunos e professores, que participaram ativamente das atividades de panfletagem na região central e nos bairros, bem como na confecção de faixas e cartazes, demonstrando a indignação quanto a prática da violência em todos os setores da sociedade.
A atividade de maior concentração ocorreu na sexta-feira, no Assentamento Itamarati em frente ao prédio da AGRAER – Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural, através de panfletagem e orientação aos moradores sobre a necessidade do total envolvimento dos diversos segmentos da sociedade, igrejas, escolas, ong’s, associações de moradores e clubes de serviços, para que estejam denunciando os casos de agressão a criança e adolescente. “A participação de toda comunidade é fundamental, para resolvermos este problema que atinge todo país.Ficamos felizes com a participação dos moradores dos bairros e na zona rural, que demonstrou a importância de descentralizar as ações e fortalecer a participação de toda sociedade na luta contra a violência sexual” frisou Vera Lúcia.
O CREAS em Ponta Porã conta com o Disk Denúncia, através dos telefones:0800-647-4040 e 3431-7423, os nomes das pessoas responsável pelas denúncias são mantidos no mais completo sigilo.

Concurso

Durante a programação o CREAS em Ponta Porã realizou um concurso de redação e cartazes, com o tema: “Não a Violência”, envolvendo os alunos das escolas públicas, que premiou os cinco melhores trabalhos participantes do evento de sensibilização da comunidade.
O CREAS desenvolveu uma apostila tratando do tema de enfrentamento a violência sexual, que foi distribuída nas escolas, sendo repassadas pelos professores aos alunos, com a proposta de orientar e sensibilizar a comunidade estudantil no combate aos abusos praticados contra a criança e o adolescente.
A organização do evento agradeceu aos parceiros do evento: Comissão de Enfrentamento a Problemática da Violência no Assentamento Itamarati, Projeto Ammigo, Agraer, Policia Militar, Agente Comunitário de Saúde, Conselho Tutelar, Igrejas e Movimentos Sociais, bem como todas as instituições de ensino que contribuíram com a mobilização

Fonte: Agora Mato Grosso do Sul
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CREAS realizam diversas atividades em Ponta Porã
CREAS descentraliza ações por meio de uma extensa programação.Aumento das denúncias refletem sensibilização da comunidade.

O CREAS – Centro de Referência Especializado de Assistência Social, realizou uma ampla mobilização no Dia Nacional do Enfrentamento da Violência Sexual de Criança e Adolescente.
Durante toda semana a equipe do CREAS em Ponta Porã, desenvolveu diversas atividades voltadas para sensibilização de toda comunidade, buscando reduzir o número de casos de violência sexual cometida as crianças e adolescentes.
Um dos principais objetivos das atividades, foi a busca pela descentralização das atividades, levando a população dos bairros, periferia e zona rural, a forma de atendimento da equipe feita pelo CREAS, objetivando despertar em toda sociedade a importância de denunciar os casos de abusos e violências praticados, muitas vezes na própria família.
A coordenadora do CREAS em Ponta Porã, Vera Lúcia de Souza Almeida, disse que neste ano o cronograma de atividades voltadas para o dia nacional de mobilização do enfrentamento da violência sexual, priorizou atividades na periferia e zona rural. “Realizamos panfletagem na região central, mais as atividades se concentraram nos bairros, para que estes moradores conheçam o trabalho desenvolvido pelo CREAS no município e se envolvam no combate a este tipo de violência, por meio de denuncia” disse Vera Lúcia.
Ela lembrou ainda que houve um aumento no registro de casos de violência sexual praticado contra criança e adolescente, dados estes que comprovam um maior envolvimento da sociedade, quanto a denunciar os casos. “Estes números são negativos quanto aos casos registrados, mas consideramos positivos, pois observamos o aumento no número de denúncias que auxiliam na identificação dos casos, fato pouco comum em anos anteriores” explicou a coordenadora do CREAS.
A programação na Semana de Enfrentamento da Violência Sexual de Criança e Adolescente, elaborada pela equipe do CREAS em Ponta Porã, envolveu de forma efetiva instituições educacionais, alunos e professores, que participaram ativamente das atividades de panfletagem na região central e nos bairros, bem como na confecção de faixas e cartazes, demonstrando a indignação quanto a prática da violência em todos os setores da sociedade.
A atividade de maior concentração ocorreu na sexta-feira, no Assentamento Itamarati em frente ao prédio da AGRAER – Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural, através de panfletagem e orientação aos moradores sobre a necessidade do total envolvimento dos diversos segmentos da sociedade, igrejas, escolas, ong’s, associações de moradores e clubes de serviços, para que estejam denunciando os casos de agressão a criança e adolescente. “A participação de toda comunidade é fundamental, para resolvermos este problema que atinge todo país.Ficamos felizes com a participação dos moradores dos bairros e na zona rural, que demonstrou a importância de descentralizar as ações e fortalecer a participação de toda sociedade na luta contra a violência sexual” frisou Vera Lúcia.
O CREAS em Ponta Porã conta com o Disk Denúncia, através dos telefones:0800-647-4040 e 3431-7423, os nomes das pessoas responsável pelas denúncias são mantidos no mais completo sigilo.

Concurso

Durante a programação o CREAS em Ponta Porã realizou um concurso de redação e cartazes, com o tema: “Não a Violência”, envolvendo os alunos das escolas públicas, que premiou os cinco melhores trabalhos participantes do evento de sensibilização da comunidade.
O CREAS desenvolveu uma apostila tratando do tema de enfrentamento a violência sexual, que foi distribuída nas escolas, sendo repassadas pelos professores aos alunos, com a proposta de orientar e sensibilizar a comunidade estudantil no combate aos abusos praticados contra a criança e o adolescente.
A organização do evento agradeceu aos parceiros do evento: Comissão de Enfrentamento a Problemática da Violência no Assentamento Itamarati, Projeto Ammigo, Agraer, Policia Militar, Agente Comunitário de Saúde, Conselho Tutelar, Igrejas e Movimentos Sociais, bem como todas as instituições de ensino que contribuíram com a mobilização

Fonte: Agora Mato Grosso do Sul
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CREAS realizam diversas atividades em Ponta Porã
CREAS descentraliza ações por meio de uma extensa programação.Aumento das denúncias refletem sensibilização da comunidade.

O CREAS – Centro de Referência Especializado de Assistência Social, realizou uma ampla mobilização no Dia Nacional do Enfrentamento da Violência Sexual de Criança e Adolescente.
Durante toda semana a equipe do CREAS em Ponta Porã, desenvolveu diversas atividades voltadas para sensibilização de toda comunidade, buscando reduzir o número de casos de violência sexual cometida as crianças e adolescentes.
Um dos principais objetivos das atividades, foi a busca pela descentralização das atividades, levando a população dos bairros, periferia e zona rural, a forma de atendimento da equipe feita pelo CREAS, objetivando despertar em toda sociedade a importância de denunciar os casos de abusos e violências praticados, muitas vezes na própria família.
A coordenadora do CREAS em Ponta Porã, Vera Lúcia de Souza Almeida, disse que neste ano o cronograma de atividades voltadas para o dia nacional de mobilização do enfrentamento da violência sexual, priorizou atividades na periferia e zona rural. “Realizamos panfletagem na região central, mais as atividades se concentraram nos bairros, para que estes moradores conheçam o trabalho desenvolvido pelo CREAS no município e se envolvam no combate a este tipo de violência, por meio de denuncia” disse Vera Lúcia.
Ela lembrou ainda que houve um aumento no registro de casos de violência sexual praticado contra criança e adolescente, dados estes que comprovam um maior envolvimento da sociedade, quanto a denunciar os casos. “Estes números são negativos quanto aos casos registrados, mas consideramos positivos, pois observamos o aumento no número de denúncias que auxiliam na identificação dos casos, fato pouco comum em anos anteriores” explicou a coordenadora do CREAS.
A programação na Semana de Enfrentamento da Violência Sexual de Criança e Adolescente, elaborada pela equipe do CREAS em Ponta Porã, envolveu de forma efetiva instituições educacionais, alunos e professores, que participaram ativamente das atividades de panfletagem na região central e nos bairros, bem como na confecção de faixas e cartazes, demonstrando a indignação quanto a prática da violência em todos os setores da sociedade.
A atividade de maior concentração ocorreu na sexta-feira, no Assentamento Itamarati em frente ao prédio da AGRAER – Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural, através de panfletagem e orientação aos moradores sobre a necessidade do total envolvimento dos diversos segmentos da sociedade, igrejas, escolas, ong’s, associações de moradores e clubes de serviços, para que estejam denunciando os casos de agressão a criança e adolescente. “A participação de toda comunidade é fundamental, para resolvermos este problema que atinge todo país.Ficamos felizes com a participação dos moradores dos bairros e na zona rural, que demonstrou a importância de descentralizar as ações e fortalecer a participação de toda sociedade na luta contra a violência sexual” frisou Vera Lúcia.
O CREAS em Ponta Porã conta com o Disk Denúncia, através dos telefones:0800-647-4040 e 3431-7423, os nomes das pessoas responsável pelas denúncias são mantidos no mais completo sigilo.

Concurso

Durante a programação o CREAS em Ponta Porã realizou um concurso de redação e cartazes, com o tema: “Não a Violência”, envolvendo os alunos das escolas públicas, que premiou os cinco melhores trabalhos participantes do evento de sensibilização da comunidade.
O CREAS desenvolveu uma apostila tratando do tema de enfrentamento a violência sexual, que foi distribuída nas escolas, sendo repassadas pelos professores aos alunos, com a proposta de orientar e sensibilizar a comunidade estudantil no combate aos abusos praticados contra a criança e o adolescente.
A organização do evento agradeceu aos parceiros do evento: Comissão de Enfrentamento a Problemática da Violência no Assentamento Itamarati, Projeto Ammigo, Agraer, Policia Militar, Agente Comunitário de Saúde, Conselho Tutelar, Igrejas e Movimentos Sociais, bem como todas as instituições de ensino que contribuíram com a mobilização

Fonte: Agora Mato Grosso do Sul
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Foi aberta ontem, pela manhã, no auditório do Complexo de Proteção à Criança e ao Adolescente (CPCA), “A Semana de Combate ao Abuso Sexual de Crianças e Adolescente”. Segundo a presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente do Maranhão (CEDCA), Ana Lourena Moniz Costa, o evento tem como finalidade chamar atenção da população para discutir o assunto e com isso incentivar as denúncias de casos de abusos sexuais, violência física, moral, negligência e tráfico de crianças.
“Apesar de o estado do Maranhão está em terceiro lugar no ranking das denúncias em todo o país, não quer dizer que a população esteja mais consciente. Esses abusos geralmente são denunciados por vizinhos, amigos e ou pessoas próximas aos abusados. Queremos que a própria vítima seja o denunciante, daí a importância em divulgar os canais onde elas podem fazer estas denúncias, pois quando se tem informação, se perde o medo. Entre esses canais está o Ministério Público, a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, além dos telefones do Disque-Denúncia (3223 5800 – capital e 0300 31 35 800 – interior) e do 190″, disse.
De acordo com os dados fornecidos pelo Disque 100, o Maranhão ocupa o terceiro lugar no ranking de denúncias, o que significa uma média de 79,26 por 100 mil habitantes. Sendo que a média no Brasil é de 48,63 por 100 habitantes. De 2003 a 2009 foram realizados 4.850 denúncias de violência física e psicológica no Maranhão. De negligência foram registrados 2.574 casos de negligência, 1.078 de abuso sexual, 668 de exploração sexual, 22 de pornografia infantil e 17 casos de tráfico de crianças.
“As estatísticas são apenas uma média, são cerca de 10% do que acontece na realidade. Isso significa que tem muito mais casos dos que estão sendo denunciados”, informou o coordenador executivo da Agência de Notícias Matraca, Marcelo Amorim.
Instituído pela Lei n° 9970/00, o “Dia Nacional de Luta Contra o Abuso e a exploração Sexual de Criança e Adolescente”, é uma data que privilegia a mobilização de organizações sem fins lucrativos e governos para a conscientização e luta em favor dos direitos dos menores em situação de risco. O tema central da semana é “Planos de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes”. O evento se estenderá até o dia 23 deste mês.

Lançamento de livro – Na ocasião, foi lançado também o livro “Impunidade aos Casos de Violência Contra Criança e Adolescente”, que reúne 10 casos dos quais foram acompanhados pelos Centros de Defesa, entre eles está o do município de Caxias, ocorrido em 1999, que envolvia autoridades locais, como empresários, políticos, comandante da Polícia Militar e até um juiz de Direito, em abusos sexuais de menores.
“O livro é uma iniciativa da Associação Nacional dos Centros de Defesa, cujo objetivo é retratar a realidade dos casos e como o estado tem reagido com essas impunidades contras às crianças, discutindo também uma metodologia que possa proteger os direitos das crianças e adolescentes, mostrando como o Estado e a polícia têm operado na responsabilidade desses casos, pois ainda existem muitas dificuldades, como materialidade dos crimes, tempo ocorrido até seu desfecho, como também a humanização da justiça com esses casos, pois a criança ainda não é respeitada e o que acaba sendo exposta, sofrendo mais um abuso”, falou a integrante do Centro de Defesa Pe. Marcos Passarini e autora de um dos artigos do livro, Nelma Silva.
Para organizar a campanha, o Conselho Estadual dos Direitos da Criança conta com a parceria da Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança (ANCED), do Centro de Defesa “Pe. Marcos Passerini”, Centro de Apoio Operacional da Infância e da Juventude do Ministério Público (COAP), Rede Amiga da Criança, Agência de Notícias Matraca, Programa de Ações Integradas e Referenciais de Enfrentamento à Violência Sexual Infanto-Juvenil no Território Brasileiro (PAIR) e organizações sem fins lucrativos.


Jornal Pequeno
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Foi aberta ontem, pela manhã, no auditório do Complexo de Proteção à Criança e ao Adolescente (CPCA), “A Semana de Combate ao Abuso Sexual de Crianças e Adolescente”. Segundo a presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente do Maranhão (CEDCA), Ana Lourena Moniz Costa, o evento tem como finalidade chamar atenção da população para discutir o assunto e com isso incentivar as denúncias de casos de abusos sexuais, violência física, moral, negligência e tráfico de crianças.
“Apesar de o estado do Maranhão está em terceiro lugar no ranking das denúncias em todo o país, não quer dizer que a população esteja mais consciente. Esses abusos geralmente são denunciados por vizinhos, amigos e ou pessoas próximas aos abusados. Queremos que a própria vítima seja o denunciante, daí a importância em divulgar os canais onde elas podem fazer estas denúncias, pois quando se tem informação, se perde o medo. Entre esses canais está o Ministério Público, a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, além dos telefones do Disque-Denúncia (3223 5800 – capital e 0300 31 35 800 – interior) e do 190″, disse.
De acordo com os dados fornecidos pelo Disque 100, o Maranhão ocupa o terceiro lugar no ranking de denúncias, o que significa uma média de 79,26 por 100 mil habitantes. Sendo que a média no Brasil é de 48,63 por 100 habitantes. De 2003 a 2009 foram realizados 4.850 denúncias de violência física e psicológica no Maranhão. De negligência foram registrados 2.574 casos de negligência, 1.078 de abuso sexual, 668 de exploração sexual, 22 de pornografia infantil e 17 casos de tráfico de crianças.
“As estatísticas são apenas uma média, são cerca de 10% do que acontece na realidade. Isso significa que tem muito mais casos dos que estão sendo denunciados”, informou o coordenador executivo da Agência de Notícias Matraca, Marcelo Amorim.
Instituído pela Lei n° 9970/00, o “Dia Nacional de Luta Contra o Abuso e a exploração Sexual de Criança e Adolescente”, é uma data que privilegia a mobilização de organizações sem fins lucrativos e governos para a conscientização e luta em favor dos direitos dos menores em situação de risco. O tema central da semana é “Planos de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes”. O evento se estenderá até o dia 23 deste mês.

Lançamento de livro – Na ocasião, foi lançado também o livro “Impunidade aos Casos de Violência Contra Criança e Adolescente”, que reúne 10 casos dos quais foram acompanhados pelos Centros de Defesa, entre eles está o do município de Caxias, ocorrido em 1999, que envolvia autoridades locais, como empresários, políticos, comandante da Polícia Militar e até um juiz de Direito, em abusos sexuais de menores.
“O livro é uma iniciativa da Associação Nacional dos Centros de Defesa, cujo objetivo é retratar a realidade dos casos e como o estado tem reagido com essas impunidades contras às crianças, discutindo também uma metodologia que possa proteger os direitos das crianças e adolescentes, mostrando como o Estado e a polícia têm operado na responsabilidade desses casos, pois ainda existem muitas dificuldades, como materialidade dos crimes, tempo ocorrido até seu desfecho, como também a humanização da justiça com esses casos, pois a criança ainda não é respeitada e o que acaba sendo exposta, sofrendo mais um abuso”, falou a integrante do Centro de Defesa Pe. Marcos Passarini e autora de um dos artigos do livro, Nelma Silva.
Para organizar a campanha, o Conselho Estadual dos Direitos da Criança conta com a parceria da Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança (ANCED), do Centro de Defesa “Pe. Marcos Passerini”, Centro de Apoio Operacional da Infância e da Juventude do Ministério Público (COAP), Rede Amiga da Criança, Agência de Notícias Matraca, Programa de Ações Integradas e Referenciais de Enfrentamento à Violência Sexual Infanto-Juvenil no Território Brasileiro (PAIR) e organizações sem fins lucrativos.


Jornal Pequeno
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Foi aberta ontem, pela manhã, no auditório do Complexo de Proteção à Criança e ao Adolescente (CPCA), “A Semana de Combate ao Abuso Sexual de Crianças e Adolescente”. Segundo a presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente do Maranhão (CEDCA), Ana Lourena Moniz Costa, o evento tem como finalidade chamar atenção da população para discutir o assunto e com isso incentivar as denúncias de casos de abusos sexuais, violência física, moral, negligência e tráfico de crianças.
“Apesar de o estado do Maranhão está em terceiro lugar no ranking das denúncias em todo o país, não quer dizer que a população esteja mais consciente. Esses abusos geralmente são denunciados por vizinhos, amigos e ou pessoas próximas aos abusados. Queremos que a própria vítima seja o denunciante, daí a importância em divulgar os canais onde elas podem fazer estas denúncias, pois quando se tem informação, se perde o medo. Entre esses canais está o Ministério Público, a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, além dos telefones do Disque-Denúncia (3223 5800 – capital e 0300 31 35 800 – interior) e do 190″, disse.
De acordo com os dados fornecidos pelo Disque 100, o Maranhão ocupa o terceiro lugar no ranking de denúncias, o que significa uma média de 79,26 por 100 mil habitantes. Sendo que a média no Brasil é de 48,63 por 100 habitantes. De 2003 a 2009 foram realizados 4.850 denúncias de violência física e psicológica no Maranhão. De negligência foram registrados 2.574 casos de negligência, 1.078 de abuso sexual, 668 de exploração sexual, 22 de pornografia infantil e 17 casos de tráfico de crianças.
“As estatísticas são apenas uma média, são cerca de 10% do que acontece na realidade. Isso significa que tem muito mais casos dos que estão sendo denunciados”, informou o coordenador executivo da Agência de Notícias Matraca, Marcelo Amorim.
Instituído pela Lei n° 9970/00, o “Dia Nacional de Luta Contra o Abuso e a exploração Sexual de Criança e Adolescente”, é uma data que privilegia a mobilização de organizações sem fins lucrativos e governos para a conscientização e luta em favor dos direitos dos menores em situação de risco. O tema central da semana é “Planos de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes”. O evento se estenderá até o dia 23 deste mês.

Lançamento de livro – Na ocasião, foi lançado também o livro “Impunidade aos Casos de Violência Contra Criança e Adolescente”, que reúne 10 casos dos quais foram acompanhados pelos Centros de Defesa, entre eles está o do município de Caxias, ocorrido em 1999, que envolvia autoridades locais, como empresários, políticos, comandante da Polícia Militar e até um juiz de Direito, em abusos sexuais de menores.
“O livro é uma iniciativa da Associação Nacional dos Centros de Defesa, cujo objetivo é retratar a realidade dos casos e como o estado tem reagido com essas impunidades contras às crianças, discutindo também uma metodologia que possa proteger os direitos das crianças e adolescentes, mostrando como o Estado e a polícia têm operado na responsabilidade desses casos, pois ainda existem muitas dificuldades, como materialidade dos crimes, tempo ocorrido até seu desfecho, como também a humanização da justiça com esses casos, pois a criança ainda não é respeitada e o que acaba sendo exposta, sofrendo mais um abuso”, falou a integrante do Centro de Defesa Pe. Marcos Passarini e autora de um dos artigos do livro, Nelma Silva.
Para organizar a campanha, o Conselho Estadual dos Direitos da Criança conta com a parceria da Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança (ANCED), do Centro de Defesa “Pe. Marcos Passerini”, Centro de Apoio Operacional da Infância e da Juventude do Ministério Público (COAP), Rede Amiga da Criança, Agência de Notícias Matraca, Programa de Ações Integradas e Referenciais de Enfrentamento à Violência Sexual Infanto-Juvenil no Território Brasileiro (PAIR) e organizações sem fins lucrativos.


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Foi aberta ontem, pela manhã, no auditório do Complexo de Proteção à Criança e ao Adolescente (CPCA), “A Semana de Combate ao Abuso Sexual de Crianças e Adolescente”. Segundo a presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente do Maranhão (CEDCA), Ana Lourena Moniz Costa, o evento tem como finalidade chamar atenção da população para discutir o assunto e com isso incentivar as denúncias de casos de abusos sexuais, violência física, moral, negligência e tráfico de crianças.
“Apesar de o estado do Maranhão está em terceiro lugar no ranking das denúncias em todo o país, não quer dizer que a população esteja mais consciente. Esses abusos geralmente são denunciados por vizinhos, amigos e ou pessoas próximas aos abusados. Queremos que a própria vítima seja o denunciante, daí a importância em divulgar os canais onde elas podem fazer estas denúncias, pois quando se tem informação, se perde o medo. Entre esses canais está o Ministério Público, a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, além dos telefones do Disque-Denúncia (3223 5800 – capital e 0300 31 35 800 – interior) e do 190″, disse.
De acordo com os dados fornecidos pelo Disque 100, o Maranhão ocupa o terceiro lugar no ranking de denúncias, o que significa uma média de 79,26 por 100 mil habitantes. Sendo que a média no Brasil é de 48,63 por 100 habitantes. De 2003 a 2009 foram realizados 4.850 denúncias de violência física e psicológica no Maranhão. De negligência foram registrados 2.574 casos de negligência, 1.078 de abuso sexual, 668 de exploração sexual, 22 de pornografia infantil e 17 casos de tráfico de crianças.
“As estatísticas são apenas uma média, são cerca de 10% do que acontece na realidade. Isso significa que tem muito mais casos dos que estão sendo denunciados”, informou o coordenador executivo da Agência de Notícias Matraca, Marcelo Amorim.
Instituído pela Lei n° 9970/00, o “Dia Nacional de Luta Contra o Abuso e a exploração Sexual de Criança e Adolescente”, é uma data que privilegia a mobilização de organizações sem fins lucrativos e governos para a conscientização e luta em favor dos direitos dos menores em situação de risco. O tema central da semana é “Planos de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes”. O evento se estenderá até o dia 23 deste mês.

Lançamento de livro – Na ocasião, foi lançado também o livro “Impunidade aos Casos de Violência Contra Criança e Adolescente”, que reúne 10 casos dos quais foram acompanhados pelos Centros de Defesa, entre eles está o do município de Caxias, ocorrido em 1999, que envolvia autoridades locais, como empresários, políticos, comandante da Polícia Militar e até um juiz de Direito, em abusos sexuais de menores.
“O livro é uma iniciativa da Associação Nacional dos Centros de Defesa, cujo objetivo é retratar a realidade dos casos e como o estado tem reagido com essas impunidades contras às crianças, discutindo também uma metodologia que possa proteger os direitos das crianças e adolescentes, mostrando como o Estado e a polícia têm operado na responsabilidade desses casos, pois ainda existem muitas dificuldades, como materialidade dos crimes, tempo ocorrido até seu desfecho, como também a humanização da justiça com esses casos, pois a criança ainda não é respeitada e o que acaba sendo exposta, sofrendo mais um abuso”, falou a integrante do Centro de Defesa Pe. Marcos Passarini e autora de um dos artigos do livro, Nelma Silva.
Para organizar a campanha, o Conselho Estadual dos Direitos da Criança conta com a parceria da Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança (ANCED), do Centro de Defesa “Pe. Marcos Passerini”, Centro de Apoio Operacional da Infância e da Juventude do Ministério Público (COAP), Rede Amiga da Criança, Agência de Notícias Matraca, Programa de Ações Integradas e Referenciais de Enfrentamento à Violência Sexual Infanto-Juvenil no Território Brasileiro (PAIR) e organizações sem fins lucrativos.


Jornal Pequeno
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São Paulo - A capital pernambucana foi palco, ontem, do lançamento nacional da campanha 'Faça Bonito - Proteja Nossas Crianças e Adolescentes', no Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Recife, além de estar entre os municípios que enfrentam o problema, foi lembrada pelo caso da criança de 9 anos que era abusada pelo padrasto e engravidou de gêmeos, em Alagoinha, no agreste. O caso teve repercussão nacional porque o aborto legal foi condenado pela Igreja. Uma caminhada contra a exploração sexual de crianças foi realizada no centro da cidade e reuniu 800 pessoas.
De acordo com a advogada do Centro de Defesa dos Direitos Humanos Dom Hélder Câmara (Cendhec) e coordenadora da rede de combate ao abuso e exploração sexual das crianças e adolescentes de Pernambuco, Gabriela Amazonas, 30% dos 947 municípios brasileiros identificados com graves índices de abuso e exploração estão no Nordeste. Sessenta e três deles em Pernambuco, segundo pesquisa do Ministério do Desenvolvimento Social e Secretaria Nacional dos Direitos Humanos, do Ministério da Justiça.
"Embora a situação seja grave no Estado, há um descompasso entre a realidade e o que é registrado nas delegacias voltadas para o menor e o adolescente", frisou Gabriela. No ano passado, foram registradas na Gerência de Proteção à Criança e ao Adolescente (GPCA) somente três casos de favorecimento à prostituição e nenhum caso de exploração sexual. Em contrapartida, a estimativa de denúncias relativas a abuso e exploração sexual ocorridas no ano passado chegou a 4,9 mil, segundo Risete Costa, gerente da Proteção Social Especial do governo estadual.

São Paulo - Na capital paulista, uma manifestação organizada por entidades da sociedade civil entregou 5 mil panfletos na Praça do Patriarca, no centro, alertando para o problema do abuso infantil. Na Câmara Municipal foi realizado o seminário Violência Contra Crianças: A Sociedade Pode Acabar Com Isso!, com participação de médicos e psicólogos.
Em cinco anos, as denúncias de abuso aumentaram 725% no Disque Denúncia - o Disque 100. Em 2003, quando o serviço gratuito de discagem foi criado, 4.494 denúncias foram recebidas. No ano passado, foram 32.588. Até abril deste ano, houve 10.683 denúncias. O serviço, coordenado pela Secretaria Nacional dos Direitos Humanos, é o principal banco de dados sobre violência infanto-juvenil no País.


UOL Notícias
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São Paulo - A capital pernambucana foi palco, ontem, do lançamento nacional da campanha 'Faça Bonito - Proteja Nossas Crianças e Adolescentes', no Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Recife, além de estar entre os municípios que enfrentam o problema, foi lembrada pelo caso da criança de 9 anos que era abusada pelo padrasto e engravidou de gêmeos, em Alagoinha, no agreste. O caso teve repercussão nacional porque o aborto legal foi condenado pela Igreja. Uma caminhada contra a exploração sexual de crianças foi realizada no centro da cidade e reuniu 800 pessoas.
De acordo com a advogada do Centro de Defesa dos Direitos Humanos Dom Hélder Câmara (Cendhec) e coordenadora da rede de combate ao abuso e exploração sexual das crianças e adolescentes de Pernambuco, Gabriela Amazonas, 30% dos 947 municípios brasileiros identificados com graves índices de abuso e exploração estão no Nordeste. Sessenta e três deles em Pernambuco, segundo pesquisa do Ministério do Desenvolvimento Social e Secretaria Nacional dos Direitos Humanos, do Ministério da Justiça.
"Embora a situação seja grave no Estado, há um descompasso entre a realidade e o que é registrado nas delegacias voltadas para o menor e o adolescente", frisou Gabriela. No ano passado, foram registradas na Gerência de Proteção à Criança e ao Adolescente (GPCA) somente três casos de favorecimento à prostituição e nenhum caso de exploração sexual. Em contrapartida, a estimativa de denúncias relativas a abuso e exploração sexual ocorridas no ano passado chegou a 4,9 mil, segundo Risete Costa, gerente da Proteção Social Especial do governo estadual.

São Paulo - Na capital paulista, uma manifestação organizada por entidades da sociedade civil entregou 5 mil panfletos na Praça do Patriarca, no centro, alertando para o problema do abuso infantil. Na Câmara Municipal foi realizado o seminário Violência Contra Crianças: A Sociedade Pode Acabar Com Isso!, com participação de médicos e psicólogos.
Em cinco anos, as denúncias de abuso aumentaram 725% no Disque Denúncia - o Disque 100. Em 2003, quando o serviço gratuito de discagem foi criado, 4.494 denúncias foram recebidas. No ano passado, foram 32.588. Até abril deste ano, houve 10.683 denúncias. O serviço, coordenado pela Secretaria Nacional dos Direitos Humanos, é o principal banco de dados sobre violência infanto-juvenil no País.


UOL Notícias
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São Paulo - A capital pernambucana foi palco, ontem, do lançamento nacional da campanha 'Faça Bonito - Proteja Nossas Crianças e Adolescentes', no Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Recife, além de estar entre os municípios que enfrentam o problema, foi lembrada pelo caso da criança de 9 anos que era abusada pelo padrasto e engravidou de gêmeos, em Alagoinha, no agreste. O caso teve repercussão nacional porque o aborto legal foi condenado pela Igreja. Uma caminhada contra a exploração sexual de crianças foi realizada no centro da cidade e reuniu 800 pessoas.
De acordo com a advogada do Centro de Defesa dos Direitos Humanos Dom Hélder Câmara (Cendhec) e coordenadora da rede de combate ao abuso e exploração sexual das crianças e adolescentes de Pernambuco, Gabriela Amazonas, 30% dos 947 municípios brasileiros identificados com graves índices de abuso e exploração estão no Nordeste. Sessenta e três deles em Pernambuco, segundo pesquisa do Ministério do Desenvolvimento Social e Secretaria Nacional dos Direitos Humanos, do Ministério da Justiça.
"Embora a situação seja grave no Estado, há um descompasso entre a realidade e o que é registrado nas delegacias voltadas para o menor e o adolescente", frisou Gabriela. No ano passado, foram registradas na Gerência de Proteção à Criança e ao Adolescente (GPCA) somente três casos de favorecimento à prostituição e nenhum caso de exploração sexual. Em contrapartida, a estimativa de denúncias relativas a abuso e exploração sexual ocorridas no ano passado chegou a 4,9 mil, segundo Risete Costa, gerente da Proteção Social Especial do governo estadual.

São Paulo - Na capital paulista, uma manifestação organizada por entidades da sociedade civil entregou 5 mil panfletos na Praça do Patriarca, no centro, alertando para o problema do abuso infantil. Na Câmara Municipal foi realizado o seminário Violência Contra Crianças: A Sociedade Pode Acabar Com Isso!, com participação de médicos e psicólogos.
Em cinco anos, as denúncias de abuso aumentaram 725% no Disque Denúncia - o Disque 100. Em 2003, quando o serviço gratuito de discagem foi criado, 4.494 denúncias foram recebidas. No ano passado, foram 32.588. Até abril deste ano, houve 10.683 denúncias. O serviço, coordenado pela Secretaria Nacional dos Direitos Humanos, é o principal banco de dados sobre violência infanto-juvenil no País.


UOL Notícias
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São Paulo - A capital pernambucana foi palco, ontem, do lançamento nacional da campanha 'Faça Bonito - Proteja Nossas Crianças e Adolescentes', no Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Recife, além de estar entre os municípios que enfrentam o problema, foi lembrada pelo caso da criança de 9 anos que era abusada pelo padrasto e engravidou de gêmeos, em Alagoinha, no agreste. O caso teve repercussão nacional porque o aborto legal foi condenado pela Igreja. Uma caminhada contra a exploração sexual de crianças foi realizada no centro da cidade e reuniu 800 pessoas.
De acordo com a advogada do Centro de Defesa dos Direitos Humanos Dom Hélder Câmara (Cendhec) e coordenadora da rede de combate ao abuso e exploração sexual das crianças e adolescentes de Pernambuco, Gabriela Amazonas, 30% dos 947 municípios brasileiros identificados com graves índices de abuso e exploração estão no Nordeste. Sessenta e três deles em Pernambuco, segundo pesquisa do Ministério do Desenvolvimento Social e Secretaria Nacional dos Direitos Humanos, do Ministério da Justiça.
"Embora a situação seja grave no Estado, há um descompasso entre a realidade e o que é registrado nas delegacias voltadas para o menor e o adolescente", frisou Gabriela. No ano passado, foram registradas na Gerência de Proteção à Criança e ao Adolescente (GPCA) somente três casos de favorecimento à prostituição e nenhum caso de exploração sexual. Em contrapartida, a estimativa de denúncias relativas a abuso e exploração sexual ocorridas no ano passado chegou a 4,9 mil, segundo Risete Costa, gerente da Proteção Social Especial do governo estadual.

São Paulo - Na capital paulista, uma manifestação organizada por entidades da sociedade civil entregou 5 mil panfletos na Praça do Patriarca, no centro, alertando para o problema do abuso infantil. Na Câmara Municipal foi realizado o seminário Violência Contra Crianças: A Sociedade Pode Acabar Com Isso!, com participação de médicos e psicólogos.
Em cinco anos, as denúncias de abuso aumentaram 725% no Disque Denúncia - o Disque 100. Em 2003, quando o serviço gratuito de discagem foi criado, 4.494 denúncias foram recebidas. No ano passado, foram 32.588. Até abril deste ano, houve 10.683 denúncias. O serviço, coordenado pela Secretaria Nacional dos Direitos Humanos, é o principal banco de dados sobre violência infanto-juvenil no País.


UOL Notícias
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Estudantes realizam passeata munidos de faixas e cartazes

Na segunda-feira (18), no Município de Brasilândia estudantes realizaram uma manifestação em combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. A Prefeitura Municipal de Brasilândia, por meio da Secretaria de Assistência Social juntamente com o CRAS (Centro de Referência Social da Assistência Social) e o Conselho Tutelar aderiram a Campanha Nacional de Combate ao Abuso sexual juvenil e entregaram panfletos conscientizando a população sobre a importância da denúncia e o combate.
Pela manhã, alunos munidos de faixas, cartazes e panfletos explicativos realizaram uma passeata pelas avenidas principais da cidade. Os alunos pertencem cursam o Ensino Médio da Escola Estadual Adilson Alves e Escola Municipal Antônio Henrique Filho.
A noite houve apresentação de danças e teatros na Concha Acústica da cidade com o intuito de ressaltar a importância do enfrentamento a violência sexual, ou seja, não podemos nos calar diante esta realidade.


Abuso

A conselheira tutelar Angélica Cardamone falou que de acordo com dados da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, no Brasil uma criança é vítima de abuso a cada oito minutos independente da classe social. O abuso vem acompanhado de violência psicológica e física.
O fato chocante é que 90% dos casos de abuso sexual o molestador é alguém com quem a vítima convive como o pai, padrasto, tios, avós, irmãos e vizinhos. Isso dificulta a identificação do agressor, uma vez que a vítima tem medo de denunciar o parente.
A campanha é justamente para isso. O combate. Não importa quem seja o agressor ele tem que ser denunciado e punido pelo ato.

O Dia

O dia 18 de maio foi instituído pela Lei Federal nº 9970 como o Dia Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, em razão do crime que comoveu toda a Nação Brasileira, conhecido como “Crime Araceli”, em que uma menina de oito anos foi cruelmente assassinada, após ter sido estuprada em Vitória, no Espírito Santo.
Essa data criou força emblemática em Salvador, em 1998, quando cerca de 80 entidades públicas e privadas reuniram-se para discutir o tema, fazendo referência a esse crime que chocou o País por sua brutalidade. Araceli Cabrera Sanches, oito anos, foi seqüestrada, espancada, drogada, estuprada e morta por integrantes tradicionais famílias da sociedade capixaba dos anos 70. Mais de trinta anos depois, os assassinos continuam impunes.
Transformada em projeto de Lei , pela deputada Rita Camata, a proposta elaborada pelo CEDECA/BA de que esse seja o Dia Nacional do Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, foi aprovada pelo Congresso Federal, passando o dia 18 de maio a integrar o calendário oficial do País.
A intenção em destacar a data tem por objetivo mobilizar e convocar toda a sociedade a participar da luta pela prevenção e enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes, constatando-se a necessidade de formar uma consciência nacional para denunciar e romper com esse ciclo de violência no Brasil.

Slogan da Campanha permanente: “Esquecer é permitir. Lembrar é Combater”.

Em Mato Grosso do Sul, a mobilização alcança a todos os 78 municípios. Governo do Estado, por meio da SETAS, e em parceria com o COMCEX/MS- Comitê de Enfrentamento à Violência, abuso e Exploração Sexual e com CEDCA/MS – Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente, motiva essas mobilizações desenvolvidas pelos órgãos municipais, com orientações e informações relativas ao tema. Dessa forma serão realizadas panfletagens, palestras educativas e seminários, promovidos pelas comissões locais e Conselhos de Direitos e Tutelares.

FONTE: Agora Mato Grosso do Sul
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:59  comentar


Estudantes realizam passeata munidos de faixas e cartazes

Na segunda-feira (18), no Município de Brasilândia estudantes realizaram uma manifestação em combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. A Prefeitura Municipal de Brasilândia, por meio da Secretaria de Assistência Social juntamente com o CRAS (Centro de Referência Social da Assistência Social) e o Conselho Tutelar aderiram a Campanha Nacional de Combate ao Abuso sexual juvenil e entregaram panfletos conscientizando a população sobre a importância da denúncia e o combate.
Pela manhã, alunos munidos de faixas, cartazes e panfletos explicativos realizaram uma passeata pelas avenidas principais da cidade. Os alunos pertencem cursam o Ensino Médio da Escola Estadual Adilson Alves e Escola Municipal Antônio Henrique Filho.
A noite houve apresentação de danças e teatros na Concha Acústica da cidade com o intuito de ressaltar a importância do enfrentamento a violência sexual, ou seja, não podemos nos calar diante esta realidade.


Abuso

A conselheira tutelar Angélica Cardamone falou que de acordo com dados da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, no Brasil uma criança é vítima de abuso a cada oito minutos independente da classe social. O abuso vem acompanhado de violência psicológica e física.
O fato chocante é que 90% dos casos de abuso sexual o molestador é alguém com quem a vítima convive como o pai, padrasto, tios, avós, irmãos e vizinhos. Isso dificulta a identificação do agressor, uma vez que a vítima tem medo de denunciar o parente.
A campanha é justamente para isso. O combate. Não importa quem seja o agressor ele tem que ser denunciado e punido pelo ato.

O Dia

O dia 18 de maio foi instituído pela Lei Federal nº 9970 como o Dia Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, em razão do crime que comoveu toda a Nação Brasileira, conhecido como “Crime Araceli”, em que uma menina de oito anos foi cruelmente assassinada, após ter sido estuprada em Vitória, no Espírito Santo.
Essa data criou força emblemática em Salvador, em 1998, quando cerca de 80 entidades públicas e privadas reuniram-se para discutir o tema, fazendo referência a esse crime que chocou o País por sua brutalidade. Araceli Cabrera Sanches, oito anos, foi seqüestrada, espancada, drogada, estuprada e morta por integrantes tradicionais famílias da sociedade capixaba dos anos 70. Mais de trinta anos depois, os assassinos continuam impunes.
Transformada em projeto de Lei , pela deputada Rita Camata, a proposta elaborada pelo CEDECA/BA de que esse seja o Dia Nacional do Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, foi aprovada pelo Congresso Federal, passando o dia 18 de maio a integrar o calendário oficial do País.
A intenção em destacar a data tem por objetivo mobilizar e convocar toda a sociedade a participar da luta pela prevenção e enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes, constatando-se a necessidade de formar uma consciência nacional para denunciar e romper com esse ciclo de violência no Brasil.

Slogan da Campanha permanente: “Esquecer é permitir. Lembrar é Combater”.

Em Mato Grosso do Sul, a mobilização alcança a todos os 78 municípios. Governo do Estado, por meio da SETAS, e em parceria com o COMCEX/MS- Comitê de Enfrentamento à Violência, abuso e Exploração Sexual e com CEDCA/MS – Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente, motiva essas mobilizações desenvolvidas pelos órgãos municipais, com orientações e informações relativas ao tema. Dessa forma serão realizadas panfletagens, palestras educativas e seminários, promovidos pelas comissões locais e Conselhos de Direitos e Tutelares.

FONTE: Agora Mato Grosso do Sul
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Estudantes realizam passeata munidos de faixas e cartazes

Na segunda-feira (18), no Município de Brasilândia estudantes realizaram uma manifestação em combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. A Prefeitura Municipal de Brasilândia, por meio da Secretaria de Assistência Social juntamente com o CRAS (Centro de Referência Social da Assistência Social) e o Conselho Tutelar aderiram a Campanha Nacional de Combate ao Abuso sexual juvenil e entregaram panfletos conscientizando a população sobre a importância da denúncia e o combate.
Pela manhã, alunos munidos de faixas, cartazes e panfletos explicativos realizaram uma passeata pelas avenidas principais da cidade. Os alunos pertencem cursam o Ensino Médio da Escola Estadual Adilson Alves e Escola Municipal Antônio Henrique Filho.
A noite houve apresentação de danças e teatros na Concha Acústica da cidade com o intuito de ressaltar a importância do enfrentamento a violência sexual, ou seja, não podemos nos calar diante esta realidade.


Abuso

A conselheira tutelar Angélica Cardamone falou que de acordo com dados da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, no Brasil uma criança é vítima de abuso a cada oito minutos independente da classe social. O abuso vem acompanhado de violência psicológica e física.
O fato chocante é que 90% dos casos de abuso sexual o molestador é alguém com quem a vítima convive como o pai, padrasto, tios, avós, irmãos e vizinhos. Isso dificulta a identificação do agressor, uma vez que a vítima tem medo de denunciar o parente.
A campanha é justamente para isso. O combate. Não importa quem seja o agressor ele tem que ser denunciado e punido pelo ato.

O Dia

O dia 18 de maio foi instituído pela Lei Federal nº 9970 como o Dia Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, em razão do crime que comoveu toda a Nação Brasileira, conhecido como “Crime Araceli”, em que uma menina de oito anos foi cruelmente assassinada, após ter sido estuprada em Vitória, no Espírito Santo.
Essa data criou força emblemática em Salvador, em 1998, quando cerca de 80 entidades públicas e privadas reuniram-se para discutir o tema, fazendo referência a esse crime que chocou o País por sua brutalidade. Araceli Cabrera Sanches, oito anos, foi seqüestrada, espancada, drogada, estuprada e morta por integrantes tradicionais famílias da sociedade capixaba dos anos 70. Mais de trinta anos depois, os assassinos continuam impunes.
Transformada em projeto de Lei , pela deputada Rita Camata, a proposta elaborada pelo CEDECA/BA de que esse seja o Dia Nacional do Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, foi aprovada pelo Congresso Federal, passando o dia 18 de maio a integrar o calendário oficial do País.
A intenção em destacar a data tem por objetivo mobilizar e convocar toda a sociedade a participar da luta pela prevenção e enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes, constatando-se a necessidade de formar uma consciência nacional para denunciar e romper com esse ciclo de violência no Brasil.

Slogan da Campanha permanente: “Esquecer é permitir. Lembrar é Combater”.

Em Mato Grosso do Sul, a mobilização alcança a todos os 78 municípios. Governo do Estado, por meio da SETAS, e em parceria com o COMCEX/MS- Comitê de Enfrentamento à Violência, abuso e Exploração Sexual e com CEDCA/MS – Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente, motiva essas mobilizações desenvolvidas pelos órgãos municipais, com orientações e informações relativas ao tema. Dessa forma serão realizadas panfletagens, palestras educativas e seminários, promovidos pelas comissões locais e Conselhos de Direitos e Tutelares.

FONTE: Agora Mato Grosso do Sul
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Estudantes realizam passeata munidos de faixas e cartazes

Na segunda-feira (18), no Município de Brasilândia estudantes realizaram uma manifestação em combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. A Prefeitura Municipal de Brasilândia, por meio da Secretaria de Assistência Social juntamente com o CRAS (Centro de Referência Social da Assistência Social) e o Conselho Tutelar aderiram a Campanha Nacional de Combate ao Abuso sexual juvenil e entregaram panfletos conscientizando a população sobre a importância da denúncia e o combate.
Pela manhã, alunos munidos de faixas, cartazes e panfletos explicativos realizaram uma passeata pelas avenidas principais da cidade. Os alunos pertencem cursam o Ensino Médio da Escola Estadual Adilson Alves e Escola Municipal Antônio Henrique Filho.
A noite houve apresentação de danças e teatros na Concha Acústica da cidade com o intuito de ressaltar a importância do enfrentamento a violência sexual, ou seja, não podemos nos calar diante esta realidade.


Abuso

A conselheira tutelar Angélica Cardamone falou que de acordo com dados da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, no Brasil uma criança é vítima de abuso a cada oito minutos independente da classe social. O abuso vem acompanhado de violência psicológica e física.
O fato chocante é que 90% dos casos de abuso sexual o molestador é alguém com quem a vítima convive como o pai, padrasto, tios, avós, irmãos e vizinhos. Isso dificulta a identificação do agressor, uma vez que a vítima tem medo de denunciar o parente.
A campanha é justamente para isso. O combate. Não importa quem seja o agressor ele tem que ser denunciado e punido pelo ato.

O Dia

O dia 18 de maio foi instituído pela Lei Federal nº 9970 como o Dia Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, em razão do crime que comoveu toda a Nação Brasileira, conhecido como “Crime Araceli”, em que uma menina de oito anos foi cruelmente assassinada, após ter sido estuprada em Vitória, no Espírito Santo.
Essa data criou força emblemática em Salvador, em 1998, quando cerca de 80 entidades públicas e privadas reuniram-se para discutir o tema, fazendo referência a esse crime que chocou o País por sua brutalidade. Araceli Cabrera Sanches, oito anos, foi seqüestrada, espancada, drogada, estuprada e morta por integrantes tradicionais famílias da sociedade capixaba dos anos 70. Mais de trinta anos depois, os assassinos continuam impunes.
Transformada em projeto de Lei , pela deputada Rita Camata, a proposta elaborada pelo CEDECA/BA de que esse seja o Dia Nacional do Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, foi aprovada pelo Congresso Federal, passando o dia 18 de maio a integrar o calendário oficial do País.
A intenção em destacar a data tem por objetivo mobilizar e convocar toda a sociedade a participar da luta pela prevenção e enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes, constatando-se a necessidade de formar uma consciência nacional para denunciar e romper com esse ciclo de violência no Brasil.

Slogan da Campanha permanente: “Esquecer é permitir. Lembrar é Combater”.

Em Mato Grosso do Sul, a mobilização alcança a todos os 78 municípios. Governo do Estado, por meio da SETAS, e em parceria com o COMCEX/MS- Comitê de Enfrentamento à Violência, abuso e Exploração Sexual e com CEDCA/MS – Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente, motiva essas mobilizações desenvolvidas pelos órgãos municipais, com orientações e informações relativas ao tema. Dessa forma serão realizadas panfletagens, palestras educativas e seminários, promovidos pelas comissões locais e Conselhos de Direitos e Tutelares.

FONTE: Agora Mato Grosso do Sul
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SEV realiza atividades com vítimas de violência

BOA VISTA - A violência contra a criança é um tema de trabalho integral desenvolvido pelo programa de Serviço de Enfrentamento à Violência (SEV) contra crianças e adolescentes. Desde o início do ano, foram atendidas cerca de 500 crianças cujas sofreram algum tipo de violência: sexual, física, psicológica ou negligência por parte dos familiares.
O acompanhamento nesses casos é feito por profissionais como de psicólogos e psicopedagogos. Eles são capacitados para atender todos os casos recebidos pelo SEV.
O programa ainda oferece serviços educacionais para crianças que sofreram abuso sexual e tiveram redução no rendimento escolar. Também há um serviço social, realizando o acompanhamento semanal da rotina familiar, observando o comportamento dos pequenos e dos familiares. Além disso, dois psicólogos visitam os lares para identificar sintomas no dia-a-dia.

Escolas

Segundo a coordenadora do programa, Daniela Barbosa do Prado, o trabalho também é feito dentro das escolas.
- As equipes do SEV também trabalham dentro das unidades de ensino estaduais, municipais e particulares. Elas ministram palestras e distribuem panfletos informativos - disse
Conforme Daniela, durante as palestras surgem novos casos de abusos. E muitas crianças choram ao contar o que sofrem e, às vezes, relatam algum acontecimento sofrido dentro de casa.
As ações são referentes ao dia 18 de maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Quem tiver conhecimento de alguma forma de violência sexual praticada este público , denuncie no número 0800-2809534 e (95) 3623-6497.
Para assistir a vídeos com notícias e informações sobre a Amazônia, acesse gratuitamente www.portalamazonia.com/videosdaamazonia. Faça seu cadastro.

Fonte: TV Roraima - MP / JM
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:14  comentar


SEV realiza atividades com vítimas de violência

BOA VISTA - A violência contra a criança é um tema de trabalho integral desenvolvido pelo programa de Serviço de Enfrentamento à Violência (SEV) contra crianças e adolescentes. Desde o início do ano, foram atendidas cerca de 500 crianças cujas sofreram algum tipo de violência: sexual, física, psicológica ou negligência por parte dos familiares.
O acompanhamento nesses casos é feito por profissionais como de psicólogos e psicopedagogos. Eles são capacitados para atender todos os casos recebidos pelo SEV.
O programa ainda oferece serviços educacionais para crianças que sofreram abuso sexual e tiveram redução no rendimento escolar. Também há um serviço social, realizando o acompanhamento semanal da rotina familiar, observando o comportamento dos pequenos e dos familiares. Além disso, dois psicólogos visitam os lares para identificar sintomas no dia-a-dia.

Escolas

Segundo a coordenadora do programa, Daniela Barbosa do Prado, o trabalho também é feito dentro das escolas.
- As equipes do SEV também trabalham dentro das unidades de ensino estaduais, municipais e particulares. Elas ministram palestras e distribuem panfletos informativos - disse
Conforme Daniela, durante as palestras surgem novos casos de abusos. E muitas crianças choram ao contar o que sofrem e, às vezes, relatam algum acontecimento sofrido dentro de casa.
As ações são referentes ao dia 18 de maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Quem tiver conhecimento de alguma forma de violência sexual praticada este público , denuncie no número 0800-2809534 e (95) 3623-6497.
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Fonte: TV Roraima - MP / JM
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SEV realiza atividades com vítimas de violência

BOA VISTA - A violência contra a criança é um tema de trabalho integral desenvolvido pelo programa de Serviço de Enfrentamento à Violência (SEV) contra crianças e adolescentes. Desde o início do ano, foram atendidas cerca de 500 crianças cujas sofreram algum tipo de violência: sexual, física, psicológica ou negligência por parte dos familiares.
O acompanhamento nesses casos é feito por profissionais como de psicólogos e psicopedagogos. Eles são capacitados para atender todos os casos recebidos pelo SEV.
O programa ainda oferece serviços educacionais para crianças que sofreram abuso sexual e tiveram redução no rendimento escolar. Também há um serviço social, realizando o acompanhamento semanal da rotina familiar, observando o comportamento dos pequenos e dos familiares. Além disso, dois psicólogos visitam os lares para identificar sintomas no dia-a-dia.

Escolas

Segundo a coordenadora do programa, Daniela Barbosa do Prado, o trabalho também é feito dentro das escolas.
- As equipes do SEV também trabalham dentro das unidades de ensino estaduais, municipais e particulares. Elas ministram palestras e distribuem panfletos informativos - disse
Conforme Daniela, durante as palestras surgem novos casos de abusos. E muitas crianças choram ao contar o que sofrem e, às vezes, relatam algum acontecimento sofrido dentro de casa.
As ações são referentes ao dia 18 de maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Quem tiver conhecimento de alguma forma de violência sexual praticada este público , denuncie no número 0800-2809534 e (95) 3623-6497.
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Fonte: TV Roraima - MP / JM
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SEV realiza atividades com vítimas de violência

BOA VISTA - A violência contra a criança é um tema de trabalho integral desenvolvido pelo programa de Serviço de Enfrentamento à Violência (SEV) contra crianças e adolescentes. Desde o início do ano, foram atendidas cerca de 500 crianças cujas sofreram algum tipo de violência: sexual, física, psicológica ou negligência por parte dos familiares.
O acompanhamento nesses casos é feito por profissionais como de psicólogos e psicopedagogos. Eles são capacitados para atender todos os casos recebidos pelo SEV.
O programa ainda oferece serviços educacionais para crianças que sofreram abuso sexual e tiveram redução no rendimento escolar. Também há um serviço social, realizando o acompanhamento semanal da rotina familiar, observando o comportamento dos pequenos e dos familiares. Além disso, dois psicólogos visitam os lares para identificar sintomas no dia-a-dia.

Escolas

Segundo a coordenadora do programa, Daniela Barbosa do Prado, o trabalho também é feito dentro das escolas.
- As equipes do SEV também trabalham dentro das unidades de ensino estaduais, municipais e particulares. Elas ministram palestras e distribuem panfletos informativos - disse
Conforme Daniela, durante as palestras surgem novos casos de abusos. E muitas crianças choram ao contar o que sofrem e, às vezes, relatam algum acontecimento sofrido dentro de casa.
As ações são referentes ao dia 18 de maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Quem tiver conhecimento de alguma forma de violência sexual praticada este público , denuncie no número 0800-2809534 e (95) 3623-6497.
Para assistir a vídeos com notícias e informações sobre a Amazônia, acesse gratuitamente www.portalamazonia.com/videosdaamazonia. Faça seu cadastro.

Fonte: TV Roraima - MP / JM
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Agente do Creas entrega folheto para motorista de caminhão: em busca de parceiros contra o crime


Pra gente que tem filho pequeno, dói só de ouvir falar em exploração sexual de crianças. E isso, infelizmente, é comum nas estradas. Pra nós, caminhoneiros, este trabalho de conscientização é muito importante. A gente vê muita história feia nessa vida de estrada”. A declaração de José Guirado Soares, 35 anos, motorista de caminhão há 12 e pai de uma menina de quatro anos, foi feita após ele ser abordado por um agente do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), da Prefeitura de Maringá.
Equipes do Creas distribuíram ontem, durante todo o dia, panfletos e adesivos num posto de combustíveis, na saída para Astorga. O trabalho dos assistentes sociais fez parte da programação organizada pela Secretaria de Assistência Social e Cidadania para marcar o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.
A data é uma tentativa de unificar e concentrar o trabalho em todo o País, mas não tem nada de comemorativa. O Dia Nacional marca a morte da garotinha capixaba Araci Cabrera Crespo, estuprada em 1973.
Apesar da evolução dos instrumentos de combate à violência contra as crianças, da criação de promotorias e delegacias específicas e de todos os esforços das entidades, como os realizados ontem pelo Creas, nestes 36 anos os números sempre foram crescentes, principalmente em regiões onde o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é menor.
Dados do governo do Estado mostram que só em 2006, data da última estatística, foram registrados 55.646 casos de violência a crianças, sendo que 92,11% deles nas regiões urbanas; as vítimas tinham entre 10 e 14 anos. Para a Coordenadora do Creas, Luciane Margarida Pereira Lima, essa é uma guerra difícil, na qual o inimigo não tem cara feia, não desperta medo, nem é estranho.
Segundo dados da Comissão Estadual Interinstitucional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, 58% dos casos que atingiram crianças de até 14 anos no ano passado foram praticados pelo pai, tio ou padastro. E essa é a dificuldade dos órgãos de repressão e de assistência às vítimas: como combater um crime silencioso que envolve a pessoa que a criança mais ama e confia?
“Essa é a importância deste trabalho de conscientização que estamos desenvolvendo”, exemplifica a coordenadora do Creas. “Por isso estamos realizando todas essas atividades, distribuindo panfletos, conversando com os motoristas. Eles, que estão na estrada, podem nos ajudar a combater esse tipo de violência”.
Luciane lembra que Maringá não está numa região com grande incidência de casos de violência contra crianças, mas os números dessa prática são crescentes. “Desde janeiro atendemos a 108 casos de violência contra menores. Em todo o ano passado, foram 153 casos. Isso quer dizer que houve um crescimento grande, mas mostra que a violência contra a criança e o adolescente é crescente; isso é visível, infelizmente”, lamenta Luciane.
Dos casos atendidos no ano passado, 46 referiam-se a abuso ou exploração sexual, segundo a psicóloga Luciana Cristina Verrengia, do Creas.

POR: Edmundo Pacheco
Diario de Maringá
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Agente do Creas entrega folheto para motorista de caminhão: em busca de parceiros contra o crime


Pra gente que tem filho pequeno, dói só de ouvir falar em exploração sexual de crianças. E isso, infelizmente, é comum nas estradas. Pra nós, caminhoneiros, este trabalho de conscientização é muito importante. A gente vê muita história feia nessa vida de estrada”. A declaração de José Guirado Soares, 35 anos, motorista de caminhão há 12 e pai de uma menina de quatro anos, foi feita após ele ser abordado por um agente do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), da Prefeitura de Maringá.
Equipes do Creas distribuíram ontem, durante todo o dia, panfletos e adesivos num posto de combustíveis, na saída para Astorga. O trabalho dos assistentes sociais fez parte da programação organizada pela Secretaria de Assistência Social e Cidadania para marcar o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.
A data é uma tentativa de unificar e concentrar o trabalho em todo o País, mas não tem nada de comemorativa. O Dia Nacional marca a morte da garotinha capixaba Araci Cabrera Crespo, estuprada em 1973.
Apesar da evolução dos instrumentos de combate à violência contra as crianças, da criação de promotorias e delegacias específicas e de todos os esforços das entidades, como os realizados ontem pelo Creas, nestes 36 anos os números sempre foram crescentes, principalmente em regiões onde o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é menor.
Dados do governo do Estado mostram que só em 2006, data da última estatística, foram registrados 55.646 casos de violência a crianças, sendo que 92,11% deles nas regiões urbanas; as vítimas tinham entre 10 e 14 anos. Para a Coordenadora do Creas, Luciane Margarida Pereira Lima, essa é uma guerra difícil, na qual o inimigo não tem cara feia, não desperta medo, nem é estranho.
Segundo dados da Comissão Estadual Interinstitucional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, 58% dos casos que atingiram crianças de até 14 anos no ano passado foram praticados pelo pai, tio ou padastro. E essa é a dificuldade dos órgãos de repressão e de assistência às vítimas: como combater um crime silencioso que envolve a pessoa que a criança mais ama e confia?
“Essa é a importância deste trabalho de conscientização que estamos desenvolvendo”, exemplifica a coordenadora do Creas. “Por isso estamos realizando todas essas atividades, distribuindo panfletos, conversando com os motoristas. Eles, que estão na estrada, podem nos ajudar a combater esse tipo de violência”.
Luciane lembra que Maringá não está numa região com grande incidência de casos de violência contra crianças, mas os números dessa prática são crescentes. “Desde janeiro atendemos a 108 casos de violência contra menores. Em todo o ano passado, foram 153 casos. Isso quer dizer que houve um crescimento grande, mas mostra que a violência contra a criança e o adolescente é crescente; isso é visível, infelizmente”, lamenta Luciane.
Dos casos atendidos no ano passado, 46 referiam-se a abuso ou exploração sexual, segundo a psicóloga Luciana Cristina Verrengia, do Creas.

POR: Edmundo Pacheco
Diario de Maringá
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Agente do Creas entrega folheto para motorista de caminhão: em busca de parceiros contra o crime


Pra gente que tem filho pequeno, dói só de ouvir falar em exploração sexual de crianças. E isso, infelizmente, é comum nas estradas. Pra nós, caminhoneiros, este trabalho de conscientização é muito importante. A gente vê muita história feia nessa vida de estrada”. A declaração de José Guirado Soares, 35 anos, motorista de caminhão há 12 e pai de uma menina de quatro anos, foi feita após ele ser abordado por um agente do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), da Prefeitura de Maringá.
Equipes do Creas distribuíram ontem, durante todo o dia, panfletos e adesivos num posto de combustíveis, na saída para Astorga. O trabalho dos assistentes sociais fez parte da programação organizada pela Secretaria de Assistência Social e Cidadania para marcar o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.
A data é uma tentativa de unificar e concentrar o trabalho em todo o País, mas não tem nada de comemorativa. O Dia Nacional marca a morte da garotinha capixaba Araci Cabrera Crespo, estuprada em 1973.
Apesar da evolução dos instrumentos de combate à violência contra as crianças, da criação de promotorias e delegacias específicas e de todos os esforços das entidades, como os realizados ontem pelo Creas, nestes 36 anos os números sempre foram crescentes, principalmente em regiões onde o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é menor.
Dados do governo do Estado mostram que só em 2006, data da última estatística, foram registrados 55.646 casos de violência a crianças, sendo que 92,11% deles nas regiões urbanas; as vítimas tinham entre 10 e 14 anos. Para a Coordenadora do Creas, Luciane Margarida Pereira Lima, essa é uma guerra difícil, na qual o inimigo não tem cara feia, não desperta medo, nem é estranho.
Segundo dados da Comissão Estadual Interinstitucional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, 58% dos casos que atingiram crianças de até 14 anos no ano passado foram praticados pelo pai, tio ou padastro. E essa é a dificuldade dos órgãos de repressão e de assistência às vítimas: como combater um crime silencioso que envolve a pessoa que a criança mais ama e confia?
“Essa é a importância deste trabalho de conscientização que estamos desenvolvendo”, exemplifica a coordenadora do Creas. “Por isso estamos realizando todas essas atividades, distribuindo panfletos, conversando com os motoristas. Eles, que estão na estrada, podem nos ajudar a combater esse tipo de violência”.
Luciane lembra que Maringá não está numa região com grande incidência de casos de violência contra crianças, mas os números dessa prática são crescentes. “Desde janeiro atendemos a 108 casos de violência contra menores. Em todo o ano passado, foram 153 casos. Isso quer dizer que houve um crescimento grande, mas mostra que a violência contra a criança e o adolescente é crescente; isso é visível, infelizmente”, lamenta Luciane.
Dos casos atendidos no ano passado, 46 referiam-se a abuso ou exploração sexual, segundo a psicóloga Luciana Cristina Verrengia, do Creas.

POR: Edmundo Pacheco
Diario de Maringá
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Agente do Creas entrega folheto para motorista de caminhão: em busca de parceiros contra o crime


Pra gente que tem filho pequeno, dói só de ouvir falar em exploração sexual de crianças. E isso, infelizmente, é comum nas estradas. Pra nós, caminhoneiros, este trabalho de conscientização é muito importante. A gente vê muita história feia nessa vida de estrada”. A declaração de José Guirado Soares, 35 anos, motorista de caminhão há 12 e pai de uma menina de quatro anos, foi feita após ele ser abordado por um agente do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), da Prefeitura de Maringá.
Equipes do Creas distribuíram ontem, durante todo o dia, panfletos e adesivos num posto de combustíveis, na saída para Astorga. O trabalho dos assistentes sociais fez parte da programação organizada pela Secretaria de Assistência Social e Cidadania para marcar o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.
A data é uma tentativa de unificar e concentrar o trabalho em todo o País, mas não tem nada de comemorativa. O Dia Nacional marca a morte da garotinha capixaba Araci Cabrera Crespo, estuprada em 1973.
Apesar da evolução dos instrumentos de combate à violência contra as crianças, da criação de promotorias e delegacias específicas e de todos os esforços das entidades, como os realizados ontem pelo Creas, nestes 36 anos os números sempre foram crescentes, principalmente em regiões onde o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é menor.
Dados do governo do Estado mostram que só em 2006, data da última estatística, foram registrados 55.646 casos de violência a crianças, sendo que 92,11% deles nas regiões urbanas; as vítimas tinham entre 10 e 14 anos. Para a Coordenadora do Creas, Luciane Margarida Pereira Lima, essa é uma guerra difícil, na qual o inimigo não tem cara feia, não desperta medo, nem é estranho.
Segundo dados da Comissão Estadual Interinstitucional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, 58% dos casos que atingiram crianças de até 14 anos no ano passado foram praticados pelo pai, tio ou padastro. E essa é a dificuldade dos órgãos de repressão e de assistência às vítimas: como combater um crime silencioso que envolve a pessoa que a criança mais ama e confia?
“Essa é a importância deste trabalho de conscientização que estamos desenvolvendo”, exemplifica a coordenadora do Creas. “Por isso estamos realizando todas essas atividades, distribuindo panfletos, conversando com os motoristas. Eles, que estão na estrada, podem nos ajudar a combater esse tipo de violência”.
Luciane lembra que Maringá não está numa região com grande incidência de casos de violência contra crianças, mas os números dessa prática são crescentes. “Desde janeiro atendemos a 108 casos de violência contra menores. Em todo o ano passado, foram 153 casos. Isso quer dizer que houve um crescimento grande, mas mostra que a violência contra a criança e o adolescente é crescente; isso é visível, infelizmente”, lamenta Luciane.
Dos casos atendidos no ano passado, 46 referiam-se a abuso ou exploração sexual, segundo a psicóloga Luciana Cristina Verrengia, do Creas.

POR: Edmundo Pacheco
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Criação do espaço é ação do projeto “Uberlândia contra a Pedofilia”

Dados dos conselhos tutelares de Uberlândia confirmam que situações de violência contra crianças e adolescentes têm sido constantes. Apenas nos seis últimos meses, foram registradas 70 denúncias de abusos sexuais em Uberlândia. Em 2008, o Conselho Tutelar Leste registrou 39 ocorrências e, apenas até a primeira quinzena de maio deste ano, foram registradas outras 36. No Conselho Oeste houve aumento de 27 para 31denúncias confirmadas, de 2007 a 2008. Neste ano, foram registrados 28 casos.
Na manhã de ontem, a Associação de Amigos da Missão Infantil (AAMI), em parceria com a Prefeitura, anunciou a criação do primeiro centro de atendimento, na cidade, para crianças e adolescentes vítimas de abuso sexual, uma das ações do projeto “Uberlândia contra a pedofilia”. Eduardo Rocha, coordenador da AAMI, acredita que os números de denúncias anônimas recebidas pelos telefones 0800 31 1119, 3232-5587 e 8861-6965 podem estar aquém dos casos concretos de violência. “A criança, mesmo calada, é capaz de denunciar um abuso por meio da mudança de comportamento. Geralmente, ela se torna agressiva e apresenta uma sexualidade aflorada que não condiz com sua idade”, afirmou.
O centro de atendimento funcionará na unidade I da AAMI, na rua Walace, nº 450, bairro Lagoinha. “A equipe multidisciplinar, responsável pelo acolhimento das vítimas, será composta por médico, psicóloga, assistente social, pedagoga e um coordenador. Os atendimentos serão encaminhados pelos conselhos tutelares”, disse Eduardo Rocha.
Zilma Garcia Ribeiro, conselheira tutelar, revela que, todos os dias, ao menos uma denúncia de abuso é encaminhada ao Conselho Oeste. “São denúncias não confirmadas, mas que aumentaram significativamente nos últimos meses, principalmente envolvendo pré-adolescentes, entre 8 e 11 anos. Este aumento se deve, também, à maior informação da sociedade, que tem acionado os telefones de denúncia”, disse.
A conselheira afirma que os crimes não obedecem a uma faixa etária apenas. “Recebemos denúncias de abusos contra crianças de 4 meses a 17 anos. E são crimes que ocorrem em todas as classes sociais. As classes média e alta têm o hábito de se preocupar em não expor suas vítimas, escondendo os crimes.”

Panfletagem
Durante a programação do Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes, na manhã de ontem, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Trabalho e a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) realizaram panfletagem no Terminal Central na Campanha de Enfrentamento ao Abuso. A equipe da Diretoria de Proteção à Criança e ao Adolescente distribuiu impressos explicativos, para sensibilizar e orientar a sociedade sobre como denunciar os casos de violência sexual.
Em nota à imprensa, a secretária municipal de Desenvolvimento Social e Trabalho, Iracema Barbosa Marques, afirmou que “combater a violência sexual é uma forma de proteger e dar dignidade à criança e ao adolescente, assegurando-lhes os direitos fundamentais estabelecidos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)”.

Casos registrados
Conselho Oeste Conselho Leste
2007 (1º semestre) 27 17
2008 (1º semestre) 31 39
2009 (até a primeira quinzena de maio) 28 36

Surge a Fundação Carrossel
Há dez anos, a violência contra crianças tem preocupado a arquiteta e perita criminal Danusa Biasi e a representante comercial Ivone Rodrigues. O que era preocupação tornou-se ação concreta com a passeata realizada ontem à tarde na avenida Rondon Pacheco, entre o Centro Administrativo de Uberlândia e o Griff Shopping, que marcou o surgimento da Fundação Carrossel, que vai trabalhar e amparar crianças vítimas de abuso sexual. “Observando a ocorrência de casos constantes de violência contra menores amadurecemos o projeto de um ano para cá. Ainda não temos recursos financeiros e apoio de entidades da cidade, nem somos vinculados a partidos políticos”, disse Ivone Rodrigues. A fundação já recebe denúncias, com garantia de anonimato, por meio do telefone 100.


Psicóloga vai dar palestra
A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Trabalho, em parceria com o Ministério Público, promove hoje, das 13h às 17h, no auditório principal do Centro Administrativo, a palestra Enfrentamento à Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes, de Deise Franco Bernadi, mestre em psicologia social, que também é presidente da Associação dos Assistentes Sociais e Psicólogos do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.
O objetivo da palestra, segundo a secretária municipal Iracema Marques, é a promoção de debates sobre o tema e a capacitação dos profissionais que atendem e orientam a criança e o adolescente vítimas de violência sexual.

POR:Pablo Pacheco
Jornal Correio de Uberlândia
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Criação do espaço é ação do projeto “Uberlândia contra a Pedofilia”

Dados dos conselhos tutelares de Uberlândia confirmam que situações de violência contra crianças e adolescentes têm sido constantes. Apenas nos seis últimos meses, foram registradas 70 denúncias de abusos sexuais em Uberlândia. Em 2008, o Conselho Tutelar Leste registrou 39 ocorrências e, apenas até a primeira quinzena de maio deste ano, foram registradas outras 36. No Conselho Oeste houve aumento de 27 para 31denúncias confirmadas, de 2007 a 2008. Neste ano, foram registrados 28 casos.
Na manhã de ontem, a Associação de Amigos da Missão Infantil (AAMI), em parceria com a Prefeitura, anunciou a criação do primeiro centro de atendimento, na cidade, para crianças e adolescentes vítimas de abuso sexual, uma das ações do projeto “Uberlândia contra a pedofilia”. Eduardo Rocha, coordenador da AAMI, acredita que os números de denúncias anônimas recebidas pelos telefones 0800 31 1119, 3232-5587 e 8861-6965 podem estar aquém dos casos concretos de violência. “A criança, mesmo calada, é capaz de denunciar um abuso por meio da mudança de comportamento. Geralmente, ela se torna agressiva e apresenta uma sexualidade aflorada que não condiz com sua idade”, afirmou.
O centro de atendimento funcionará na unidade I da AAMI, na rua Walace, nº 450, bairro Lagoinha. “A equipe multidisciplinar, responsável pelo acolhimento das vítimas, será composta por médico, psicóloga, assistente social, pedagoga e um coordenador. Os atendimentos serão encaminhados pelos conselhos tutelares”, disse Eduardo Rocha.
Zilma Garcia Ribeiro, conselheira tutelar, revela que, todos os dias, ao menos uma denúncia de abuso é encaminhada ao Conselho Oeste. “São denúncias não confirmadas, mas que aumentaram significativamente nos últimos meses, principalmente envolvendo pré-adolescentes, entre 8 e 11 anos. Este aumento se deve, também, à maior informação da sociedade, que tem acionado os telefones de denúncia”, disse.
A conselheira afirma que os crimes não obedecem a uma faixa etária apenas. “Recebemos denúncias de abusos contra crianças de 4 meses a 17 anos. E são crimes que ocorrem em todas as classes sociais. As classes média e alta têm o hábito de se preocupar em não expor suas vítimas, escondendo os crimes.”

Panfletagem
Durante a programação do Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes, na manhã de ontem, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Trabalho e a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) realizaram panfletagem no Terminal Central na Campanha de Enfrentamento ao Abuso. A equipe da Diretoria de Proteção à Criança e ao Adolescente distribuiu impressos explicativos, para sensibilizar e orientar a sociedade sobre como denunciar os casos de violência sexual.
Em nota à imprensa, a secretária municipal de Desenvolvimento Social e Trabalho, Iracema Barbosa Marques, afirmou que “combater a violência sexual é uma forma de proteger e dar dignidade à criança e ao adolescente, assegurando-lhes os direitos fundamentais estabelecidos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)”.

Casos registrados
Conselho Oeste Conselho Leste
2007 (1º semestre) 27 17
2008 (1º semestre) 31 39
2009 (até a primeira quinzena de maio) 28 36

Surge a Fundação Carrossel
Há dez anos, a violência contra crianças tem preocupado a arquiteta e perita criminal Danusa Biasi e a representante comercial Ivone Rodrigues. O que era preocupação tornou-se ação concreta com a passeata realizada ontem à tarde na avenida Rondon Pacheco, entre o Centro Administrativo de Uberlândia e o Griff Shopping, que marcou o surgimento da Fundação Carrossel, que vai trabalhar e amparar crianças vítimas de abuso sexual. “Observando a ocorrência de casos constantes de violência contra menores amadurecemos o projeto de um ano para cá. Ainda não temos recursos financeiros e apoio de entidades da cidade, nem somos vinculados a partidos políticos”, disse Ivone Rodrigues. A fundação já recebe denúncias, com garantia de anonimato, por meio do telefone 100.


Psicóloga vai dar palestra
A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Trabalho, em parceria com o Ministério Público, promove hoje, das 13h às 17h, no auditório principal do Centro Administrativo, a palestra Enfrentamento à Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes, de Deise Franco Bernadi, mestre em psicologia social, que também é presidente da Associação dos Assistentes Sociais e Psicólogos do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.
O objetivo da palestra, segundo a secretária municipal Iracema Marques, é a promoção de debates sobre o tema e a capacitação dos profissionais que atendem e orientam a criança e o adolescente vítimas de violência sexual.

POR:Pablo Pacheco
Jornal Correio de Uberlândia
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Criação do espaço é ação do projeto “Uberlândia contra a Pedofilia”

Dados dos conselhos tutelares de Uberlândia confirmam que situações de violência contra crianças e adolescentes têm sido constantes. Apenas nos seis últimos meses, foram registradas 70 denúncias de abusos sexuais em Uberlândia. Em 2008, o Conselho Tutelar Leste registrou 39 ocorrências e, apenas até a primeira quinzena de maio deste ano, foram registradas outras 36. No Conselho Oeste houve aumento de 27 para 31denúncias confirmadas, de 2007 a 2008. Neste ano, foram registrados 28 casos.
Na manhã de ontem, a Associação de Amigos da Missão Infantil (AAMI), em parceria com a Prefeitura, anunciou a criação do primeiro centro de atendimento, na cidade, para crianças e adolescentes vítimas de abuso sexual, uma das ações do projeto “Uberlândia contra a pedofilia”. Eduardo Rocha, coordenador da AAMI, acredita que os números de denúncias anônimas recebidas pelos telefones 0800 31 1119, 3232-5587 e 8861-6965 podem estar aquém dos casos concretos de violência. “A criança, mesmo calada, é capaz de denunciar um abuso por meio da mudança de comportamento. Geralmente, ela se torna agressiva e apresenta uma sexualidade aflorada que não condiz com sua idade”, afirmou.
O centro de atendimento funcionará na unidade I da AAMI, na rua Walace, nº 450, bairro Lagoinha. “A equipe multidisciplinar, responsável pelo acolhimento das vítimas, será composta por médico, psicóloga, assistente social, pedagoga e um coordenador. Os atendimentos serão encaminhados pelos conselhos tutelares”, disse Eduardo Rocha.
Zilma Garcia Ribeiro, conselheira tutelar, revela que, todos os dias, ao menos uma denúncia de abuso é encaminhada ao Conselho Oeste. “São denúncias não confirmadas, mas que aumentaram significativamente nos últimos meses, principalmente envolvendo pré-adolescentes, entre 8 e 11 anos. Este aumento se deve, também, à maior informação da sociedade, que tem acionado os telefones de denúncia”, disse.
A conselheira afirma que os crimes não obedecem a uma faixa etária apenas. “Recebemos denúncias de abusos contra crianças de 4 meses a 17 anos. E são crimes que ocorrem em todas as classes sociais. As classes média e alta têm o hábito de se preocupar em não expor suas vítimas, escondendo os crimes.”

Panfletagem
Durante a programação do Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes, na manhã de ontem, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Trabalho e a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) realizaram panfletagem no Terminal Central na Campanha de Enfrentamento ao Abuso. A equipe da Diretoria de Proteção à Criança e ao Adolescente distribuiu impressos explicativos, para sensibilizar e orientar a sociedade sobre como denunciar os casos de violência sexual.
Em nota à imprensa, a secretária municipal de Desenvolvimento Social e Trabalho, Iracema Barbosa Marques, afirmou que “combater a violência sexual é uma forma de proteger e dar dignidade à criança e ao adolescente, assegurando-lhes os direitos fundamentais estabelecidos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)”.

Casos registrados
Conselho Oeste Conselho Leste
2007 (1º semestre) 27 17
2008 (1º semestre) 31 39
2009 (até a primeira quinzena de maio) 28 36

Surge a Fundação Carrossel
Há dez anos, a violência contra crianças tem preocupado a arquiteta e perita criminal Danusa Biasi e a representante comercial Ivone Rodrigues. O que era preocupação tornou-se ação concreta com a passeata realizada ontem à tarde na avenida Rondon Pacheco, entre o Centro Administrativo de Uberlândia e o Griff Shopping, que marcou o surgimento da Fundação Carrossel, que vai trabalhar e amparar crianças vítimas de abuso sexual. “Observando a ocorrência de casos constantes de violência contra menores amadurecemos o projeto de um ano para cá. Ainda não temos recursos financeiros e apoio de entidades da cidade, nem somos vinculados a partidos políticos”, disse Ivone Rodrigues. A fundação já recebe denúncias, com garantia de anonimato, por meio do telefone 100.


Psicóloga vai dar palestra
A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Trabalho, em parceria com o Ministério Público, promove hoje, das 13h às 17h, no auditório principal do Centro Administrativo, a palestra Enfrentamento à Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes, de Deise Franco Bernadi, mestre em psicologia social, que também é presidente da Associação dos Assistentes Sociais e Psicólogos do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.
O objetivo da palestra, segundo a secretária municipal Iracema Marques, é a promoção de debates sobre o tema e a capacitação dos profissionais que atendem e orientam a criança e o adolescente vítimas de violência sexual.

POR:Pablo Pacheco
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Criação do espaço é ação do projeto “Uberlândia contra a Pedofilia”

Dados dos conselhos tutelares de Uberlândia confirmam que situações de violência contra crianças e adolescentes têm sido constantes. Apenas nos seis últimos meses, foram registradas 70 denúncias de abusos sexuais em Uberlândia. Em 2008, o Conselho Tutelar Leste registrou 39 ocorrências e, apenas até a primeira quinzena de maio deste ano, foram registradas outras 36. No Conselho Oeste houve aumento de 27 para 31denúncias confirmadas, de 2007 a 2008. Neste ano, foram registrados 28 casos.
Na manhã de ontem, a Associação de Amigos da Missão Infantil (AAMI), em parceria com a Prefeitura, anunciou a criação do primeiro centro de atendimento, na cidade, para crianças e adolescentes vítimas de abuso sexual, uma das ações do projeto “Uberlândia contra a pedofilia”. Eduardo Rocha, coordenador da AAMI, acredita que os números de denúncias anônimas recebidas pelos telefones 0800 31 1119, 3232-5587 e 8861-6965 podem estar aquém dos casos concretos de violência. “A criança, mesmo calada, é capaz de denunciar um abuso por meio da mudança de comportamento. Geralmente, ela se torna agressiva e apresenta uma sexualidade aflorada que não condiz com sua idade”, afirmou.
O centro de atendimento funcionará na unidade I da AAMI, na rua Walace, nº 450, bairro Lagoinha. “A equipe multidisciplinar, responsável pelo acolhimento das vítimas, será composta por médico, psicóloga, assistente social, pedagoga e um coordenador. Os atendimentos serão encaminhados pelos conselhos tutelares”, disse Eduardo Rocha.
Zilma Garcia Ribeiro, conselheira tutelar, revela que, todos os dias, ao menos uma denúncia de abuso é encaminhada ao Conselho Oeste. “São denúncias não confirmadas, mas que aumentaram significativamente nos últimos meses, principalmente envolvendo pré-adolescentes, entre 8 e 11 anos. Este aumento se deve, também, à maior informação da sociedade, que tem acionado os telefones de denúncia”, disse.
A conselheira afirma que os crimes não obedecem a uma faixa etária apenas. “Recebemos denúncias de abusos contra crianças de 4 meses a 17 anos. E são crimes que ocorrem em todas as classes sociais. As classes média e alta têm o hábito de se preocupar em não expor suas vítimas, escondendo os crimes.”

Panfletagem
Durante a programação do Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes, na manhã de ontem, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Trabalho e a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) realizaram panfletagem no Terminal Central na Campanha de Enfrentamento ao Abuso. A equipe da Diretoria de Proteção à Criança e ao Adolescente distribuiu impressos explicativos, para sensibilizar e orientar a sociedade sobre como denunciar os casos de violência sexual.
Em nota à imprensa, a secretária municipal de Desenvolvimento Social e Trabalho, Iracema Barbosa Marques, afirmou que “combater a violência sexual é uma forma de proteger e dar dignidade à criança e ao adolescente, assegurando-lhes os direitos fundamentais estabelecidos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)”.

Casos registrados
Conselho Oeste Conselho Leste
2007 (1º semestre) 27 17
2008 (1º semestre) 31 39
2009 (até a primeira quinzena de maio) 28 36

Surge a Fundação Carrossel
Há dez anos, a violência contra crianças tem preocupado a arquiteta e perita criminal Danusa Biasi e a representante comercial Ivone Rodrigues. O que era preocupação tornou-se ação concreta com a passeata realizada ontem à tarde na avenida Rondon Pacheco, entre o Centro Administrativo de Uberlândia e o Griff Shopping, que marcou o surgimento da Fundação Carrossel, que vai trabalhar e amparar crianças vítimas de abuso sexual. “Observando a ocorrência de casos constantes de violência contra menores amadurecemos o projeto de um ano para cá. Ainda não temos recursos financeiros e apoio de entidades da cidade, nem somos vinculados a partidos políticos”, disse Ivone Rodrigues. A fundação já recebe denúncias, com garantia de anonimato, por meio do telefone 100.


Psicóloga vai dar palestra
A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Trabalho, em parceria com o Ministério Público, promove hoje, das 13h às 17h, no auditório principal do Centro Administrativo, a palestra Enfrentamento à Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes, de Deise Franco Bernadi, mestre em psicologia social, que também é presidente da Associação dos Assistentes Sociais e Psicólogos do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.
O objetivo da palestra, segundo a secretária municipal Iracema Marques, é a promoção de debates sobre o tema e a capacitação dos profissionais que atendem e orientam a criança e o adolescente vítimas de violência sexual.

POR:Pablo Pacheco
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Atividade faz parte na semana municipal de enfrentamento aos atos criminosos contra menores de idade

O dia nacional de combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes foi comemorado na capital por um manifesto na praça da Biblioteca Pública, realizado pelos comitês municipais e estaduais de enfrentamento da violência infanto-juvenil. O objetivo, além de conscientizar a população sobre a importância da proteção a esses menores, é também de divulgar o disque-denúncia.
Para o conselheiro João Lima, o disque 100 é a melhor estratégia já lançada pelo Ministério da Justiça no combate à violência sexual infanto-juvenil, pois é por meio dele que muitos casos de abusos e de pedofilia são descobertos e os culpados, devidamente punidos.
“Hoje o dia é referencia para todos os órgãos que trabalham com o enfrentamento a esse tipo de violência em todo o país. O disque denúncia é utilizado desde 2006 e é responsável pelo conhecimento de mais da metade das denuncias apuradas pelas delegacias e conselhos tutelares e ainda assim representa apenas 10% dos casos de violência. Esse é um mecanismo fundamental nesse enfrentamento, pois através dele pode-se resolver muitos casos, sem comprometer o denunciante”, argumenta.
A coordenadora Estadual do comitê de enfrentamento a violência sexual contra menores de idade, Jozenira Silva, destaca a importância das atividades que tiveram início no ultimo dia 12 de maio, para garantir a proteção dos adolescentes e crianças vítimas de abusos.
“Buscamos destacar durante toda a semana que a única maneira de combater esses crimes é a sociedade e o Estado caminharem juntos contra a violência. E durante nossas atividades, estamos tentando desnaturalizar atos criminosos contra adolescentes, que atualmente estão sendo encarados com muita normalidade. Existem políticas públicas contra essas práticas, mas se elas ainda não são aplicadas é porque a sociedade ainda não tomou consciências da gravidade desse problema e por isso ainda não cobrou a eficácia dessas políticas. Então nosso desafio além de conscientizar a população é criar nos jovens o sentimento de auto-proteção”, explica.
A programação conta ainda com duas mesas redondas para debater o tema na Firb/Faao e oficinas nos Centros de Referencia Especializados em Assistência Social (Creas) e nos Centro de Referencia de Assistência Social (Cras). Além disso, amanhã, quarta-feira acontece uma sessão solene na Assembléia Legislativa. A câmara dos vereadores de Rio Branco também realizou um ato solene sobre o tema para marcar a abertura da semana municipal de enfrentamento a exploração sexual infantil.

Lyslane Mendes - lysmendes@pagina20.com.br
19-Mai-2009
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:54  comentar


Atividade faz parte na semana municipal de enfrentamento aos atos criminosos contra menores de idade

O dia nacional de combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes foi comemorado na capital por um manifesto na praça da Biblioteca Pública, realizado pelos comitês municipais e estaduais de enfrentamento da violência infanto-juvenil. O objetivo, além de conscientizar a população sobre a importância da proteção a esses menores, é também de divulgar o disque-denúncia.
Para o conselheiro João Lima, o disque 100 é a melhor estratégia já lançada pelo Ministério da Justiça no combate à violência sexual infanto-juvenil, pois é por meio dele que muitos casos de abusos e de pedofilia são descobertos e os culpados, devidamente punidos.
“Hoje o dia é referencia para todos os órgãos que trabalham com o enfrentamento a esse tipo de violência em todo o país. O disque denúncia é utilizado desde 2006 e é responsável pelo conhecimento de mais da metade das denuncias apuradas pelas delegacias e conselhos tutelares e ainda assim representa apenas 10% dos casos de violência. Esse é um mecanismo fundamental nesse enfrentamento, pois através dele pode-se resolver muitos casos, sem comprometer o denunciante”, argumenta.
A coordenadora Estadual do comitê de enfrentamento a violência sexual contra menores de idade, Jozenira Silva, destaca a importância das atividades que tiveram início no ultimo dia 12 de maio, para garantir a proteção dos adolescentes e crianças vítimas de abusos.
“Buscamos destacar durante toda a semana que a única maneira de combater esses crimes é a sociedade e o Estado caminharem juntos contra a violência. E durante nossas atividades, estamos tentando desnaturalizar atos criminosos contra adolescentes, que atualmente estão sendo encarados com muita normalidade. Existem políticas públicas contra essas práticas, mas se elas ainda não são aplicadas é porque a sociedade ainda não tomou consciências da gravidade desse problema e por isso ainda não cobrou a eficácia dessas políticas. Então nosso desafio além de conscientizar a população é criar nos jovens o sentimento de auto-proteção”, explica.
A programação conta ainda com duas mesas redondas para debater o tema na Firb/Faao e oficinas nos Centros de Referencia Especializados em Assistência Social (Creas) e nos Centro de Referencia de Assistência Social (Cras). Além disso, amanhã, quarta-feira acontece uma sessão solene na Assembléia Legislativa. A câmara dos vereadores de Rio Branco também realizou um ato solene sobre o tema para marcar a abertura da semana municipal de enfrentamento a exploração sexual infantil.

Lyslane Mendes - lysmendes@pagina20.com.br
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Atividade faz parte na semana municipal de enfrentamento aos atos criminosos contra menores de idade

O dia nacional de combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes foi comemorado na capital por um manifesto na praça da Biblioteca Pública, realizado pelos comitês municipais e estaduais de enfrentamento da violência infanto-juvenil. O objetivo, além de conscientizar a população sobre a importância da proteção a esses menores, é também de divulgar o disque-denúncia.
Para o conselheiro João Lima, o disque 100 é a melhor estratégia já lançada pelo Ministério da Justiça no combate à violência sexual infanto-juvenil, pois é por meio dele que muitos casos de abusos e de pedofilia são descobertos e os culpados, devidamente punidos.
“Hoje o dia é referencia para todos os órgãos que trabalham com o enfrentamento a esse tipo de violência em todo o país. O disque denúncia é utilizado desde 2006 e é responsável pelo conhecimento de mais da metade das denuncias apuradas pelas delegacias e conselhos tutelares e ainda assim representa apenas 10% dos casos de violência. Esse é um mecanismo fundamental nesse enfrentamento, pois através dele pode-se resolver muitos casos, sem comprometer o denunciante”, argumenta.
A coordenadora Estadual do comitê de enfrentamento a violência sexual contra menores de idade, Jozenira Silva, destaca a importância das atividades que tiveram início no ultimo dia 12 de maio, para garantir a proteção dos adolescentes e crianças vítimas de abusos.
“Buscamos destacar durante toda a semana que a única maneira de combater esses crimes é a sociedade e o Estado caminharem juntos contra a violência. E durante nossas atividades, estamos tentando desnaturalizar atos criminosos contra adolescentes, que atualmente estão sendo encarados com muita normalidade. Existem políticas públicas contra essas práticas, mas se elas ainda não são aplicadas é porque a sociedade ainda não tomou consciências da gravidade desse problema e por isso ainda não cobrou a eficácia dessas políticas. Então nosso desafio além de conscientizar a população é criar nos jovens o sentimento de auto-proteção”, explica.
A programação conta ainda com duas mesas redondas para debater o tema na Firb/Faao e oficinas nos Centros de Referencia Especializados em Assistência Social (Creas) e nos Centro de Referencia de Assistência Social (Cras). Além disso, amanhã, quarta-feira acontece uma sessão solene na Assembléia Legislativa. A câmara dos vereadores de Rio Branco também realizou um ato solene sobre o tema para marcar a abertura da semana municipal de enfrentamento a exploração sexual infantil.

Lyslane Mendes - lysmendes@pagina20.com.br
19-Mai-2009
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Atividade faz parte na semana municipal de enfrentamento aos atos criminosos contra menores de idade

O dia nacional de combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes foi comemorado na capital por um manifesto na praça da Biblioteca Pública, realizado pelos comitês municipais e estaduais de enfrentamento da violência infanto-juvenil. O objetivo, além de conscientizar a população sobre a importância da proteção a esses menores, é também de divulgar o disque-denúncia.
Para o conselheiro João Lima, o disque 100 é a melhor estratégia já lançada pelo Ministério da Justiça no combate à violência sexual infanto-juvenil, pois é por meio dele que muitos casos de abusos e de pedofilia são descobertos e os culpados, devidamente punidos.
“Hoje o dia é referencia para todos os órgãos que trabalham com o enfrentamento a esse tipo de violência em todo o país. O disque denúncia é utilizado desde 2006 e é responsável pelo conhecimento de mais da metade das denuncias apuradas pelas delegacias e conselhos tutelares e ainda assim representa apenas 10% dos casos de violência. Esse é um mecanismo fundamental nesse enfrentamento, pois através dele pode-se resolver muitos casos, sem comprometer o denunciante”, argumenta.
A coordenadora Estadual do comitê de enfrentamento a violência sexual contra menores de idade, Jozenira Silva, destaca a importância das atividades que tiveram início no ultimo dia 12 de maio, para garantir a proteção dos adolescentes e crianças vítimas de abusos.
“Buscamos destacar durante toda a semana que a única maneira de combater esses crimes é a sociedade e o Estado caminharem juntos contra a violência. E durante nossas atividades, estamos tentando desnaturalizar atos criminosos contra adolescentes, que atualmente estão sendo encarados com muita normalidade. Existem políticas públicas contra essas práticas, mas se elas ainda não são aplicadas é porque a sociedade ainda não tomou consciências da gravidade desse problema e por isso ainda não cobrou a eficácia dessas políticas. Então nosso desafio além de conscientizar a população é criar nos jovens o sentimento de auto-proteção”, explica.
A programação conta ainda com duas mesas redondas para debater o tema na Firb/Faao e oficinas nos Centros de Referencia Especializados em Assistência Social (Creas) e nos Centro de Referencia de Assistência Social (Cras). Além disso, amanhã, quarta-feira acontece uma sessão solene na Assembléia Legislativa. A câmara dos vereadores de Rio Branco também realizou um ato solene sobre o tema para marcar a abertura da semana municipal de enfrentamento a exploração sexual infantil.

Lyslane Mendes - lysmendes@pagina20.com.br
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SÃO PAULO - A secretaria estadual da Educação de São Paulo mandou recolher mais de mil exemplares de um livro distribuído como apoio a leitura para alunos de nove anos, da terceira série do ensino fundamental. O livro "Dez na Área, Um na Banheira e Ninguém no Gol" é uma coletânea de histórias em quadrinhos de vários autores sobre futebol. Mas as histórias são recheadas de palavrões, piadas de duplo sentido, referências a agressões físicas e verbais e palavrões, além de imagens de mulheres seminuas. O livro chamou a atenção de coordenadores pedagógicos.
Esse é o segundo caso de problemas com o material escolar registrado nas escolas estaduais de São Paulo neste ano. Em março, alunos da 6ª série do ensino fundamental receberam livros com informações erradas , em que o Paraguai aparecia duas vezes no mapa e o Equador não era citado.
De acordo com a coordenadora de Pedagogia da Unicamp, Angela Soligo, o conteúdo do livro reforça a banalização do sexo e "deseduca".
- O livro traz preconceito, caricaturas, palavrões e uma visão deturpada da sexualidade - diz Angela.
O material seria usado no programa Ler e Escrever, que reforça a alfabetização de crianças, e os alunos poderiam levar o livro para casa ou usar na própria escola. A secretaria confirmou a compra dos livros, e diz que eles estavam entre os mais de 800 títulos comprados para o programa. Os livros começaram a ser entregues às escolas na semana passada.
Em entrevista ao SPTV, o governador José Serra (PSDB) disse que houve "falha" na escolha. Ele afirmou ainda que foi aberta uma sindicância para punir os responsáveis. Os resultados da sindicândia devem sair em 30 dias.
- Isso evidencia falta de cuidado com a escolha do material didático. Quem comprou o livro não leu ou não tem formação adequada para perceber o erro - diz Angela.
O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:14  comentar

SÃO PAULO - A secretaria estadual da Educação de São Paulo mandou recolher mais de mil exemplares de um livro distribuído como apoio a leitura para alunos de nove anos, da terceira série do ensino fundamental. O livro "Dez na Área, Um na Banheira e Ninguém no Gol" é uma coletânea de histórias em quadrinhos de vários autores sobre futebol. Mas as histórias são recheadas de palavrões, piadas de duplo sentido, referências a agressões físicas e verbais e palavrões, além de imagens de mulheres seminuas. O livro chamou a atenção de coordenadores pedagógicos.
Esse é o segundo caso de problemas com o material escolar registrado nas escolas estaduais de São Paulo neste ano. Em março, alunos da 6ª série do ensino fundamental receberam livros com informações erradas , em que o Paraguai aparecia duas vezes no mapa e o Equador não era citado.
De acordo com a coordenadora de Pedagogia da Unicamp, Angela Soligo, o conteúdo do livro reforça a banalização do sexo e "deseduca".
- O livro traz preconceito, caricaturas, palavrões e uma visão deturpada da sexualidade - diz Angela.
O material seria usado no programa Ler e Escrever, que reforça a alfabetização de crianças, e os alunos poderiam levar o livro para casa ou usar na própria escola. A secretaria confirmou a compra dos livros, e diz que eles estavam entre os mais de 800 títulos comprados para o programa. Os livros começaram a ser entregues às escolas na semana passada.
Em entrevista ao SPTV, o governador José Serra (PSDB) disse que houve "falha" na escolha. Ele afirmou ainda que foi aberta uma sindicância para punir os responsáveis. Os resultados da sindicândia devem sair em 30 dias.
- Isso evidencia falta de cuidado com a escolha do material didático. Quem comprou o livro não leu ou não tem formação adequada para perceber o erro - diz Angela.
O Globo On Line
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SÃO PAULO - A secretaria estadual da Educação de São Paulo mandou recolher mais de mil exemplares de um livro distribuído como apoio a leitura para alunos de nove anos, da terceira série do ensino fundamental. O livro "Dez na Área, Um na Banheira e Ninguém no Gol" é uma coletânea de histórias em quadrinhos de vários autores sobre futebol. Mas as histórias são recheadas de palavrões, piadas de duplo sentido, referências a agressões físicas e verbais e palavrões, além de imagens de mulheres seminuas. O livro chamou a atenção de coordenadores pedagógicos.
Esse é o segundo caso de problemas com o material escolar registrado nas escolas estaduais de São Paulo neste ano. Em março, alunos da 6ª série do ensino fundamental receberam livros com informações erradas , em que o Paraguai aparecia duas vezes no mapa e o Equador não era citado.
De acordo com a coordenadora de Pedagogia da Unicamp, Angela Soligo, o conteúdo do livro reforça a banalização do sexo e "deseduca".
- O livro traz preconceito, caricaturas, palavrões e uma visão deturpada da sexualidade - diz Angela.
O material seria usado no programa Ler e Escrever, que reforça a alfabetização de crianças, e os alunos poderiam levar o livro para casa ou usar na própria escola. A secretaria confirmou a compra dos livros, e diz que eles estavam entre os mais de 800 títulos comprados para o programa. Os livros começaram a ser entregues às escolas na semana passada.
Em entrevista ao SPTV, o governador José Serra (PSDB) disse que houve "falha" na escolha. Ele afirmou ainda que foi aberta uma sindicância para punir os responsáveis. Os resultados da sindicândia devem sair em 30 dias.
- Isso evidencia falta de cuidado com a escolha do material didático. Quem comprou o livro não leu ou não tem formação adequada para perceber o erro - diz Angela.
O Globo On Line
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SÃO PAULO - A secretaria estadual da Educação de São Paulo mandou recolher mais de mil exemplares de um livro distribuído como apoio a leitura para alunos de nove anos, da terceira série do ensino fundamental. O livro "Dez na Área, Um na Banheira e Ninguém no Gol" é uma coletânea de histórias em quadrinhos de vários autores sobre futebol. Mas as histórias são recheadas de palavrões, piadas de duplo sentido, referências a agressões físicas e verbais e palavrões, além de imagens de mulheres seminuas. O livro chamou a atenção de coordenadores pedagógicos.
Esse é o segundo caso de problemas com o material escolar registrado nas escolas estaduais de São Paulo neste ano. Em março, alunos da 6ª série do ensino fundamental receberam livros com informações erradas , em que o Paraguai aparecia duas vezes no mapa e o Equador não era citado.
De acordo com a coordenadora de Pedagogia da Unicamp, Angela Soligo, o conteúdo do livro reforça a banalização do sexo e "deseduca".
- O livro traz preconceito, caricaturas, palavrões e uma visão deturpada da sexualidade - diz Angela.
O material seria usado no programa Ler e Escrever, que reforça a alfabetização de crianças, e os alunos poderiam levar o livro para casa ou usar na própria escola. A secretaria confirmou a compra dos livros, e diz que eles estavam entre os mais de 800 títulos comprados para o programa. Os livros começaram a ser entregues às escolas na semana passada.
Em entrevista ao SPTV, o governador José Serra (PSDB) disse que houve "falha" na escolha. Ele afirmou ainda que foi aberta uma sindicância para punir os responsáveis. Os resultados da sindicândia devem sair em 30 dias.
- Isso evidencia falta de cuidado com a escolha do material didático. Quem comprou o livro não leu ou não tem formação adequada para perceber o erro - diz Angela.
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O consentimento ou a eventual experiência sexual do menor de 14 anos são irrelevantes para a formação do tipo penal do estupro ou atentado violento ao pudor, pois a proibição legal é no sentido de coibir qualquer prática sexual com pessoa nessa faixa etária. A violência presumida, nesses casos, é absoluta. Com esse entendimento, a Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) deu provimento ao recurso especial do Ministério Público do Estado de São Paulo (MP/SP) contra A.B.S., acusado de praticar sexo oral com sete menores de idade.
O acusado, de 54 anos à época em que foi denunciado, convidava as vítimas – sete meninos menores de 14 anos – para um sítio onde pedia que exibissem seus órgãos genitais e praticava sexo oral. Em troca, oferecia doces e dinheiro. Às vezes também prometia emprestar a motocicleta de sua propriedade.
Em sentença de primeiro grau, a denúncia do MP estadual foi julgada improcedente e o acusado foi absolvido. O MP recorreu, mas Tribunal de Justiça paulista (TJSP) manteve a absolvição, com a seguinte fundamentação: “Inocorrência de violência real ou grave ameaça. Dúvidas, e sérias, quanto à personalidade dos ofendidos (se eram efetivamente ingênuos e inocentes a ponto de não entenderem a conotação sexual do fato). Não basta a simples circunstância de serem as vítimas menores de 14 anos para, de pronto, ter-se como caracterizado o delito. Aplicação do príncipio in dubio pro reo. Apelo ministerial improvido”.
Inconformado, o MP interpôs recurso especial no STJ contra a decisão do TJSP, pedindo a condenação do acusado por violação do artigo 214 (atentado violento ao pudor), 224 (presunção de violência) e 71 (crime continuado) do Código Penal.
A ministra Laurita Vaz, relatora do processo, acolheu os argumentos do MP: “Tanto a sentença de primeiro grau quanto o acórdão recorrido entenderam que os crimes foram praticados mediante violência presumida, mas a consideraram relativa. Em seguida, passaram a pôr em dúvida se as vítimas teriam comportamento promíscuo, ou se não eram inocentes ou totalmente desinformadas sobre sexo e, por isso, concluíram que a absolvição era de rigor. Todavia, o entendimento do STJ é no sentido de que a violência presumida tem caráter absoluto. Assim, seu consentimento ou sua eventual experiência sexual pretérita são irrelevantes para a formação do tipo penal, pois a proibição legal é no sentido de coibir qualquer prática sexual com pessoa cuja capacidade de entender ainda está em estágio de formação”.
Para enfatizar seu entendimento, a ministra transcreveu trechos de um voto do ministro Felix Fischer que debateu o tema: “Está enraizado na mente popular, em todos os níveis de instrução, que ninguém deve envolver-se com menores. Não é recomendável, então, que o Poder Judiciário, contrariando esse entendimento generalizado, aprove, através do julgado, que a prática sexual com menores é algo penalmente indiferente só porque a vítima, por falta de orientação, se apresenta como inconsequente ou leviana. Não se compreende que alguém tenha a necessidade de satisfazer a sua lascívia com crianças ou adolescentes que não ultrapassaram, ainda, quatorze anos.”
Os ministros, por unanimidade, acompanharam o voto da relatora, cassando a decisão do TJSP e a sentença de primeiro grau para condenar o réu pelos crimes previstos nos artigos 214, 224 e 71 do Código Penal. A ministra determinou, também, que o juízo de primeiro grau estabeleça a individualização da pena em relação ao número de vítimas e profira, assim, uma nova sentença.

Fonte: Direito do Estado de São Paulo
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O consentimento ou a eventual experiência sexual do menor de 14 anos são irrelevantes para a formação do tipo penal do estupro ou atentado violento ao pudor, pois a proibição legal é no sentido de coibir qualquer prática sexual com pessoa nessa faixa etária. A violência presumida, nesses casos, é absoluta. Com esse entendimento, a Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) deu provimento ao recurso especial do Ministério Público do Estado de São Paulo (MP/SP) contra A.B.S., acusado de praticar sexo oral com sete menores de idade.
O acusado, de 54 anos à época em que foi denunciado, convidava as vítimas – sete meninos menores de 14 anos – para um sítio onde pedia que exibissem seus órgãos genitais e praticava sexo oral. Em troca, oferecia doces e dinheiro. Às vezes também prometia emprestar a motocicleta de sua propriedade.
Em sentença de primeiro grau, a denúncia do MP estadual foi julgada improcedente e o acusado foi absolvido. O MP recorreu, mas Tribunal de Justiça paulista (TJSP) manteve a absolvição, com a seguinte fundamentação: “Inocorrência de violência real ou grave ameaça. Dúvidas, e sérias, quanto à personalidade dos ofendidos (se eram efetivamente ingênuos e inocentes a ponto de não entenderem a conotação sexual do fato). Não basta a simples circunstância de serem as vítimas menores de 14 anos para, de pronto, ter-se como caracterizado o delito. Aplicação do príncipio in dubio pro reo. Apelo ministerial improvido”.
Inconformado, o MP interpôs recurso especial no STJ contra a decisão do TJSP, pedindo a condenação do acusado por violação do artigo 214 (atentado violento ao pudor), 224 (presunção de violência) e 71 (crime continuado) do Código Penal.
A ministra Laurita Vaz, relatora do processo, acolheu os argumentos do MP: “Tanto a sentença de primeiro grau quanto o acórdão recorrido entenderam que os crimes foram praticados mediante violência presumida, mas a consideraram relativa. Em seguida, passaram a pôr em dúvida se as vítimas teriam comportamento promíscuo, ou se não eram inocentes ou totalmente desinformadas sobre sexo e, por isso, concluíram que a absolvição era de rigor. Todavia, o entendimento do STJ é no sentido de que a violência presumida tem caráter absoluto. Assim, seu consentimento ou sua eventual experiência sexual pretérita são irrelevantes para a formação do tipo penal, pois a proibição legal é no sentido de coibir qualquer prática sexual com pessoa cuja capacidade de entender ainda está em estágio de formação”.
Para enfatizar seu entendimento, a ministra transcreveu trechos de um voto do ministro Felix Fischer que debateu o tema: “Está enraizado na mente popular, em todos os níveis de instrução, que ninguém deve envolver-se com menores. Não é recomendável, então, que o Poder Judiciário, contrariando esse entendimento generalizado, aprove, através do julgado, que a prática sexual com menores é algo penalmente indiferente só porque a vítima, por falta de orientação, se apresenta como inconsequente ou leviana. Não se compreende que alguém tenha a necessidade de satisfazer a sua lascívia com crianças ou adolescentes que não ultrapassaram, ainda, quatorze anos.”
Os ministros, por unanimidade, acompanharam o voto da relatora, cassando a decisão do TJSP e a sentença de primeiro grau para condenar o réu pelos crimes previstos nos artigos 214, 224 e 71 do Código Penal. A ministra determinou, também, que o juízo de primeiro grau estabeleça a individualização da pena em relação ao número de vítimas e profira, assim, uma nova sentença.

Fonte: Direito do Estado de São Paulo
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O consentimento ou a eventual experiência sexual do menor de 14 anos são irrelevantes para a formação do tipo penal do estupro ou atentado violento ao pudor, pois a proibição legal é no sentido de coibir qualquer prática sexual com pessoa nessa faixa etária. A violência presumida, nesses casos, é absoluta. Com esse entendimento, a Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) deu provimento ao recurso especial do Ministério Público do Estado de São Paulo (MP/SP) contra A.B.S., acusado de praticar sexo oral com sete menores de idade.
O acusado, de 54 anos à época em que foi denunciado, convidava as vítimas – sete meninos menores de 14 anos – para um sítio onde pedia que exibissem seus órgãos genitais e praticava sexo oral. Em troca, oferecia doces e dinheiro. Às vezes também prometia emprestar a motocicleta de sua propriedade.
Em sentença de primeiro grau, a denúncia do MP estadual foi julgada improcedente e o acusado foi absolvido. O MP recorreu, mas Tribunal de Justiça paulista (TJSP) manteve a absolvição, com a seguinte fundamentação: “Inocorrência de violência real ou grave ameaça. Dúvidas, e sérias, quanto à personalidade dos ofendidos (se eram efetivamente ingênuos e inocentes a ponto de não entenderem a conotação sexual do fato). Não basta a simples circunstância de serem as vítimas menores de 14 anos para, de pronto, ter-se como caracterizado o delito. Aplicação do príncipio in dubio pro reo. Apelo ministerial improvido”.
Inconformado, o MP interpôs recurso especial no STJ contra a decisão do TJSP, pedindo a condenação do acusado por violação do artigo 214 (atentado violento ao pudor), 224 (presunção de violência) e 71 (crime continuado) do Código Penal.
A ministra Laurita Vaz, relatora do processo, acolheu os argumentos do MP: “Tanto a sentença de primeiro grau quanto o acórdão recorrido entenderam que os crimes foram praticados mediante violência presumida, mas a consideraram relativa. Em seguida, passaram a pôr em dúvida se as vítimas teriam comportamento promíscuo, ou se não eram inocentes ou totalmente desinformadas sobre sexo e, por isso, concluíram que a absolvição era de rigor. Todavia, o entendimento do STJ é no sentido de que a violência presumida tem caráter absoluto. Assim, seu consentimento ou sua eventual experiência sexual pretérita são irrelevantes para a formação do tipo penal, pois a proibição legal é no sentido de coibir qualquer prática sexual com pessoa cuja capacidade de entender ainda está em estágio de formação”.
Para enfatizar seu entendimento, a ministra transcreveu trechos de um voto do ministro Felix Fischer que debateu o tema: “Está enraizado na mente popular, em todos os níveis de instrução, que ninguém deve envolver-se com menores. Não é recomendável, então, que o Poder Judiciário, contrariando esse entendimento generalizado, aprove, através do julgado, que a prática sexual com menores é algo penalmente indiferente só porque a vítima, por falta de orientação, se apresenta como inconsequente ou leviana. Não se compreende que alguém tenha a necessidade de satisfazer a sua lascívia com crianças ou adolescentes que não ultrapassaram, ainda, quatorze anos.”
Os ministros, por unanimidade, acompanharam o voto da relatora, cassando a decisão do TJSP e a sentença de primeiro grau para condenar o réu pelos crimes previstos nos artigos 214, 224 e 71 do Código Penal. A ministra determinou, também, que o juízo de primeiro grau estabeleça a individualização da pena em relação ao número de vítimas e profira, assim, uma nova sentença.

Fonte: Direito do Estado de São Paulo
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O consentimento ou a eventual experiência sexual do menor de 14 anos são irrelevantes para a formação do tipo penal do estupro ou atentado violento ao pudor, pois a proibição legal é no sentido de coibir qualquer prática sexual com pessoa nessa faixa etária. A violência presumida, nesses casos, é absoluta. Com esse entendimento, a Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) deu provimento ao recurso especial do Ministério Público do Estado de São Paulo (MP/SP) contra A.B.S., acusado de praticar sexo oral com sete menores de idade.
O acusado, de 54 anos à época em que foi denunciado, convidava as vítimas – sete meninos menores de 14 anos – para um sítio onde pedia que exibissem seus órgãos genitais e praticava sexo oral. Em troca, oferecia doces e dinheiro. Às vezes também prometia emprestar a motocicleta de sua propriedade.
Em sentença de primeiro grau, a denúncia do MP estadual foi julgada improcedente e o acusado foi absolvido. O MP recorreu, mas Tribunal de Justiça paulista (TJSP) manteve a absolvição, com a seguinte fundamentação: “Inocorrência de violência real ou grave ameaça. Dúvidas, e sérias, quanto à personalidade dos ofendidos (se eram efetivamente ingênuos e inocentes a ponto de não entenderem a conotação sexual do fato). Não basta a simples circunstância de serem as vítimas menores de 14 anos para, de pronto, ter-se como caracterizado o delito. Aplicação do príncipio in dubio pro reo. Apelo ministerial improvido”.
Inconformado, o MP interpôs recurso especial no STJ contra a decisão do TJSP, pedindo a condenação do acusado por violação do artigo 214 (atentado violento ao pudor), 224 (presunção de violência) e 71 (crime continuado) do Código Penal.
A ministra Laurita Vaz, relatora do processo, acolheu os argumentos do MP: “Tanto a sentença de primeiro grau quanto o acórdão recorrido entenderam que os crimes foram praticados mediante violência presumida, mas a consideraram relativa. Em seguida, passaram a pôr em dúvida se as vítimas teriam comportamento promíscuo, ou se não eram inocentes ou totalmente desinformadas sobre sexo e, por isso, concluíram que a absolvição era de rigor. Todavia, o entendimento do STJ é no sentido de que a violência presumida tem caráter absoluto. Assim, seu consentimento ou sua eventual experiência sexual pretérita são irrelevantes para a formação do tipo penal, pois a proibição legal é no sentido de coibir qualquer prática sexual com pessoa cuja capacidade de entender ainda está em estágio de formação”.
Para enfatizar seu entendimento, a ministra transcreveu trechos de um voto do ministro Felix Fischer que debateu o tema: “Está enraizado na mente popular, em todos os níveis de instrução, que ninguém deve envolver-se com menores. Não é recomendável, então, que o Poder Judiciário, contrariando esse entendimento generalizado, aprove, através do julgado, que a prática sexual com menores é algo penalmente indiferente só porque a vítima, por falta de orientação, se apresenta como inconsequente ou leviana. Não se compreende que alguém tenha a necessidade de satisfazer a sua lascívia com crianças ou adolescentes que não ultrapassaram, ainda, quatorze anos.”
Os ministros, por unanimidade, acompanharam o voto da relatora, cassando a decisão do TJSP e a sentença de primeiro grau para condenar o réu pelos crimes previstos nos artigos 214, 224 e 71 do Código Penal. A ministra determinou, também, que o juízo de primeiro grau estabeleça a individualização da pena em relação ao número de vítimas e profira, assim, uma nova sentença.

Fonte: Direito do Estado de São Paulo
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Parque deverá ser aberto em outubro

Está em construção na China o que vem sendo chamado de primeiro parque temático sexual do país, com o objetivo de melhorar tanto a educação como a vida sexual de seus visitantes.
Com abertura prevista para outubro, em Chongqing, o Love Land vai incluir estátuas enormes de genitálias, corpos nus e uma exposição sobre a história do sexo.
O parque também vai oferecer workshops sobre técnicas sexuais e métodos para se praticar sexo seguro.
Entre as atrações está uma gigantesca estátua rotativa de um corpo feminino da cintura para baixo, praticamente despido.
"O sexo é um assunto tabu na China, mas as pessoas realmente precisam ter mais acesso a informações sobre isso", disse o diretor do parque, Lu Xiaoqing ao jornal estatal China Daily.
"Estamos construindo o parque para o bem do público. Percebi que a maioria das pessoas apoiam minha idéia, mas preciso prestar atenção para não fazer com que o local pareça vulgar ou indecente."
O diretor disse que se inspirou depois de ter visitado o popular parque temático sexual de Jeju, na Coreia do Sul.
Críticos, no entanto, afirmam que o Love Land é um conceito vulgar, e que os chineses não estão prontos para falar publicamente sobre sexo.
"Essas coisas estão muito expostas", teria dito ao China Daily a policial Liu Daiwei, de Chongqing.
"Me sinto desconfortável olhando para elas quando há outras pessoas em volta."

Fonte: BBC Brasil
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Parque deverá ser aberto em outubro

Está em construção na China o que vem sendo chamado de primeiro parque temático sexual do país, com o objetivo de melhorar tanto a educação como a vida sexual de seus visitantes.
Com abertura prevista para outubro, em Chongqing, o Love Land vai incluir estátuas enormes de genitálias, corpos nus e uma exposição sobre a história do sexo.
O parque também vai oferecer workshops sobre técnicas sexuais e métodos para se praticar sexo seguro.
Entre as atrações está uma gigantesca estátua rotativa de um corpo feminino da cintura para baixo, praticamente despido.
"O sexo é um assunto tabu na China, mas as pessoas realmente precisam ter mais acesso a informações sobre isso", disse o diretor do parque, Lu Xiaoqing ao jornal estatal China Daily.
"Estamos construindo o parque para o bem do público. Percebi que a maioria das pessoas apoiam minha idéia, mas preciso prestar atenção para não fazer com que o local pareça vulgar ou indecente."
O diretor disse que se inspirou depois de ter visitado o popular parque temático sexual de Jeju, na Coreia do Sul.
Críticos, no entanto, afirmam que o Love Land é um conceito vulgar, e que os chineses não estão prontos para falar publicamente sobre sexo.
"Essas coisas estão muito expostas", teria dito ao China Daily a policial Liu Daiwei, de Chongqing.
"Me sinto desconfortável olhando para elas quando há outras pessoas em volta."

Fonte: BBC Brasil
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Parque deverá ser aberto em outubro

Está em construção na China o que vem sendo chamado de primeiro parque temático sexual do país, com o objetivo de melhorar tanto a educação como a vida sexual de seus visitantes.
Com abertura prevista para outubro, em Chongqing, o Love Land vai incluir estátuas enormes de genitálias, corpos nus e uma exposição sobre a história do sexo.
O parque também vai oferecer workshops sobre técnicas sexuais e métodos para se praticar sexo seguro.
Entre as atrações está uma gigantesca estátua rotativa de um corpo feminino da cintura para baixo, praticamente despido.
"O sexo é um assunto tabu na China, mas as pessoas realmente precisam ter mais acesso a informações sobre isso", disse o diretor do parque, Lu Xiaoqing ao jornal estatal China Daily.
"Estamos construindo o parque para o bem do público. Percebi que a maioria das pessoas apoiam minha idéia, mas preciso prestar atenção para não fazer com que o local pareça vulgar ou indecente."
O diretor disse que se inspirou depois de ter visitado o popular parque temático sexual de Jeju, na Coreia do Sul.
Críticos, no entanto, afirmam que o Love Land é um conceito vulgar, e que os chineses não estão prontos para falar publicamente sobre sexo.
"Essas coisas estão muito expostas", teria dito ao China Daily a policial Liu Daiwei, de Chongqing.
"Me sinto desconfortável olhando para elas quando há outras pessoas em volta."

Fonte: BBC Brasil
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Parque deverá ser aberto em outubro

Está em construção na China o que vem sendo chamado de primeiro parque temático sexual do país, com o objetivo de melhorar tanto a educação como a vida sexual de seus visitantes.
Com abertura prevista para outubro, em Chongqing, o Love Land vai incluir estátuas enormes de genitálias, corpos nus e uma exposição sobre a história do sexo.
O parque também vai oferecer workshops sobre técnicas sexuais e métodos para se praticar sexo seguro.
Entre as atrações está uma gigantesca estátua rotativa de um corpo feminino da cintura para baixo, praticamente despido.
"O sexo é um assunto tabu na China, mas as pessoas realmente precisam ter mais acesso a informações sobre isso", disse o diretor do parque, Lu Xiaoqing ao jornal estatal China Daily.
"Estamos construindo o parque para o bem do público. Percebi que a maioria das pessoas apoiam minha idéia, mas preciso prestar atenção para não fazer com que o local pareça vulgar ou indecente."
O diretor disse que se inspirou depois de ter visitado o popular parque temático sexual de Jeju, na Coreia do Sul.
Críticos, no entanto, afirmam que o Love Land é um conceito vulgar, e que os chineses não estão prontos para falar publicamente sobre sexo.
"Essas coisas estão muito expostas", teria dito ao China Daily a policial Liu Daiwei, de Chongqing.
"Me sinto desconfortável olhando para elas quando há outras pessoas em volta."

Fonte: BBC Brasil
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Cientistas britânicos estão desenvolvendo um exame de câncer de próstata que dura apenas três minutos, ao invés das duas semanas para o resultado de uma biópsia feita atualmente.
O exame criado pela equipe da Universidade de Durham funciona ao colocar uma luz em uma amostra de fluido da próstata para determinar os níveis de uma molécula chamada citrato, que diminuem nas primeiras fases deste câncer.
O novo exame precisa ser feito a partir de uma amostra de fluído da próstata retirada com uma agulha, com o uso de anestesia local. Mas, segundo os cientistas, os resultados são animadores e eles esperam que, no futuro, este exame poderá até ser feito com uma amostra de sêmen.
"Foi muito complicado para desenvolver esta técnica, mas estamos otimistas", disse David Parker, professor que liderou a pesquisa. "No final das contas, este exame poderia nos dar um método preciso para exames de câncer de próstata que poderiam ser feito em três minutos."
Além de encurtar o tempo de espera de duas semanas, da biópsia, este novo exame também substituiria os exames de sangue, que não são completamente confiáveis.
O exame de sangue é usado para dar um diagnóstico preliminar, mas frequentemente não é preciso, o que pode levar a tratamentos desnecessários com efeitos colaterais como incontinência e impotência.

Comprimento de onda

O novo exame, desenvolvido em colaboração com a Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, detecta mudanças no comprimento de onda da luz que é colocada através de amostras diluídas de fluido da próstata.
Esta mudança no comprimento de onda da luz pode ser usada para detectar a queda nos níveis da molécula citrato. Como esta molécula diminui logo nos primeiros estágios da doença, o diagnóstico rápido que o exame proporciona poderia na teoria permitir o início rápido do tratamento, com mais chances de sucesso.
E, se os médicos conseguirem desenvolver um exame com uso do sêmen ao invés do fluido retirado com agulhas, este exame poderia ter outras finalidades. A equipe da Universidade de Durham espera que o exame também possa ser feito para detectar outros problemas associados com o mal funcionamento dos rins.
Os pesquisadores agora planejam avaliar o novo exame usando amostras retiradas de pacientes com câncer de próstata de um hospital local. E ainda precisam garantir que o exame é preciso em um número bem maior de amostras.
John Neate, da organização de caridade britânica especializada em câncer de próstata The Prostate Cancer Charity, lembrou que a pesquisa para a criação deste exame ainda está em seus primeiros estágios.
Para ele, resultados rápidos são bem vindos, mas ainda será preciso fazer a biópsia para o diagnóstico definitivo e para definir se o tumor é agressivo.
"Este novo exame, que envolve o uso de agulha com anestesia local, é um procedimento invasivo", disse.
Segundo Neate, se os cientistas conseguirem desenvolver um teste com o uso do sêmen, "seria mais fácil enxergar como este exame poderia ser mais útil na prática clínica".

Fonte: BBC Brasil
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Cientistas britânicos estão desenvolvendo um exame de câncer de próstata que dura apenas três minutos, ao invés das duas semanas para o resultado de uma biópsia feita atualmente.
O exame criado pela equipe da Universidade de Durham funciona ao colocar uma luz em uma amostra de fluido da próstata para determinar os níveis de uma molécula chamada citrato, que diminuem nas primeiras fases deste câncer.
O novo exame precisa ser feito a partir de uma amostra de fluído da próstata retirada com uma agulha, com o uso de anestesia local. Mas, segundo os cientistas, os resultados são animadores e eles esperam que, no futuro, este exame poderá até ser feito com uma amostra de sêmen.
"Foi muito complicado para desenvolver esta técnica, mas estamos otimistas", disse David Parker, professor que liderou a pesquisa. "No final das contas, este exame poderia nos dar um método preciso para exames de câncer de próstata que poderiam ser feito em três minutos."
Além de encurtar o tempo de espera de duas semanas, da biópsia, este novo exame também substituiria os exames de sangue, que não são completamente confiáveis.
O exame de sangue é usado para dar um diagnóstico preliminar, mas frequentemente não é preciso, o que pode levar a tratamentos desnecessários com efeitos colaterais como incontinência e impotência.

Comprimento de onda

O novo exame, desenvolvido em colaboração com a Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, detecta mudanças no comprimento de onda da luz que é colocada através de amostras diluídas de fluido da próstata.
Esta mudança no comprimento de onda da luz pode ser usada para detectar a queda nos níveis da molécula citrato. Como esta molécula diminui logo nos primeiros estágios da doença, o diagnóstico rápido que o exame proporciona poderia na teoria permitir o início rápido do tratamento, com mais chances de sucesso.
E, se os médicos conseguirem desenvolver um exame com uso do sêmen ao invés do fluido retirado com agulhas, este exame poderia ter outras finalidades. A equipe da Universidade de Durham espera que o exame também possa ser feito para detectar outros problemas associados com o mal funcionamento dos rins.
Os pesquisadores agora planejam avaliar o novo exame usando amostras retiradas de pacientes com câncer de próstata de um hospital local. E ainda precisam garantir que o exame é preciso em um número bem maior de amostras.
John Neate, da organização de caridade britânica especializada em câncer de próstata The Prostate Cancer Charity, lembrou que a pesquisa para a criação deste exame ainda está em seus primeiros estágios.
Para ele, resultados rápidos são bem vindos, mas ainda será preciso fazer a biópsia para o diagnóstico definitivo e para definir se o tumor é agressivo.
"Este novo exame, que envolve o uso de agulha com anestesia local, é um procedimento invasivo", disse.
Segundo Neate, se os cientistas conseguirem desenvolver um teste com o uso do sêmen, "seria mais fácil enxergar como este exame poderia ser mais útil na prática clínica".

Fonte: BBC Brasil
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Cientistas britânicos estão desenvolvendo um exame de câncer de próstata que dura apenas três minutos, ao invés das duas semanas para o resultado de uma biópsia feita atualmente.
O exame criado pela equipe da Universidade de Durham funciona ao colocar uma luz em uma amostra de fluido da próstata para determinar os níveis de uma molécula chamada citrato, que diminuem nas primeiras fases deste câncer.
O novo exame precisa ser feito a partir de uma amostra de fluído da próstata retirada com uma agulha, com o uso de anestesia local. Mas, segundo os cientistas, os resultados são animadores e eles esperam que, no futuro, este exame poderá até ser feito com uma amostra de sêmen.
"Foi muito complicado para desenvolver esta técnica, mas estamos otimistas", disse David Parker, professor que liderou a pesquisa. "No final das contas, este exame poderia nos dar um método preciso para exames de câncer de próstata que poderiam ser feito em três minutos."
Além de encurtar o tempo de espera de duas semanas, da biópsia, este novo exame também substituiria os exames de sangue, que não são completamente confiáveis.
O exame de sangue é usado para dar um diagnóstico preliminar, mas frequentemente não é preciso, o que pode levar a tratamentos desnecessários com efeitos colaterais como incontinência e impotência.

Comprimento de onda

O novo exame, desenvolvido em colaboração com a Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, detecta mudanças no comprimento de onda da luz que é colocada através de amostras diluídas de fluido da próstata.
Esta mudança no comprimento de onda da luz pode ser usada para detectar a queda nos níveis da molécula citrato. Como esta molécula diminui logo nos primeiros estágios da doença, o diagnóstico rápido que o exame proporciona poderia na teoria permitir o início rápido do tratamento, com mais chances de sucesso.
E, se os médicos conseguirem desenvolver um exame com uso do sêmen ao invés do fluido retirado com agulhas, este exame poderia ter outras finalidades. A equipe da Universidade de Durham espera que o exame também possa ser feito para detectar outros problemas associados com o mal funcionamento dos rins.
Os pesquisadores agora planejam avaliar o novo exame usando amostras retiradas de pacientes com câncer de próstata de um hospital local. E ainda precisam garantir que o exame é preciso em um número bem maior de amostras.
John Neate, da organização de caridade britânica especializada em câncer de próstata The Prostate Cancer Charity, lembrou que a pesquisa para a criação deste exame ainda está em seus primeiros estágios.
Para ele, resultados rápidos são bem vindos, mas ainda será preciso fazer a biópsia para o diagnóstico definitivo e para definir se o tumor é agressivo.
"Este novo exame, que envolve o uso de agulha com anestesia local, é um procedimento invasivo", disse.
Segundo Neate, se os cientistas conseguirem desenvolver um teste com o uso do sêmen, "seria mais fácil enxergar como este exame poderia ser mais útil na prática clínica".

Fonte: BBC Brasil
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Cientistas britânicos estão desenvolvendo um exame de câncer de próstata que dura apenas três minutos, ao invés das duas semanas para o resultado de uma biópsia feita atualmente.
O exame criado pela equipe da Universidade de Durham funciona ao colocar uma luz em uma amostra de fluido da próstata para determinar os níveis de uma molécula chamada citrato, que diminuem nas primeiras fases deste câncer.
O novo exame precisa ser feito a partir de uma amostra de fluído da próstata retirada com uma agulha, com o uso de anestesia local. Mas, segundo os cientistas, os resultados são animadores e eles esperam que, no futuro, este exame poderá até ser feito com uma amostra de sêmen.
"Foi muito complicado para desenvolver esta técnica, mas estamos otimistas", disse David Parker, professor que liderou a pesquisa. "No final das contas, este exame poderia nos dar um método preciso para exames de câncer de próstata que poderiam ser feito em três minutos."
Além de encurtar o tempo de espera de duas semanas, da biópsia, este novo exame também substituiria os exames de sangue, que não são completamente confiáveis.
O exame de sangue é usado para dar um diagnóstico preliminar, mas frequentemente não é preciso, o que pode levar a tratamentos desnecessários com efeitos colaterais como incontinência e impotência.

Comprimento de onda

O novo exame, desenvolvido em colaboração com a Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, detecta mudanças no comprimento de onda da luz que é colocada através de amostras diluídas de fluido da próstata.
Esta mudança no comprimento de onda da luz pode ser usada para detectar a queda nos níveis da molécula citrato. Como esta molécula diminui logo nos primeiros estágios da doença, o diagnóstico rápido que o exame proporciona poderia na teoria permitir o início rápido do tratamento, com mais chances de sucesso.
E, se os médicos conseguirem desenvolver um exame com uso do sêmen ao invés do fluido retirado com agulhas, este exame poderia ter outras finalidades. A equipe da Universidade de Durham espera que o exame também possa ser feito para detectar outros problemas associados com o mal funcionamento dos rins.
Os pesquisadores agora planejam avaliar o novo exame usando amostras retiradas de pacientes com câncer de próstata de um hospital local. E ainda precisam garantir que o exame é preciso em um número bem maior de amostras.
John Neate, da organização de caridade britânica especializada em câncer de próstata The Prostate Cancer Charity, lembrou que a pesquisa para a criação deste exame ainda está em seus primeiros estágios.
Para ele, resultados rápidos são bem vindos, mas ainda será preciso fazer a biópsia para o diagnóstico definitivo e para definir se o tumor é agressivo.
"Este novo exame, que envolve o uso de agulha com anestesia local, é um procedimento invasivo", disse.
Segundo Neate, se os cientistas conseguirem desenvolver um teste com o uso do sêmen, "seria mais fácil enxergar como este exame poderia ser mais útil na prática clínica".

Fonte: BBC Brasil
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Um novo site de busca pela internet que irá concorrer com o Google foi lançada nesta segunda-feira.

Diferentemente de outros buscadores, o site Wolfram Alpha foi idealizado para dar respostas diretas às perguntas dos internautas em vez de encaminhá-los a uma lista de sites que contenham a informação.
A nova ferramenta se define como "motor de conhecimento computacional" porque busca por informações e dados e não por sites.
O novo sistema foi criado em abril pelo físico britânico Stephan Wolfram e, desde então, vem sendo testado pelo público.
Ao lançar uma busca pela temperatura do momento na cidade do Rio de Janeiro, o site não apenas informa quantos graus está fazendo na capitalfluminense, como também apresenta um gráfico com o clima na cidade nos últimos dias e traz a previsão do tempo para as próximas 48 horas.

Acesso a informação
O Wolphram Alpha obtém as repostas a partir de consultas a diferentes bases de dados e fontes de informação relevantes.
A ferramenta de busca ainda soluciona equações matemáticas complicadas e organiza estatísticas.
Durante uma demonstração no Centro Berkman de Internet e Sociedade da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, Wolfram disse que o grande objetivo do site é "tornar conhecimento especializado acessível para todos a qualquer lugar e a qualquer hora".
O britânico minimizou rumores de que o sistema poderia "aniquilar" o Google e definiu sua criação como uma forma para que as pessoas possam aproveitar o máximo das informações que obtêm pela rede.


BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:25  comentar

Um novo site de busca pela internet que irá concorrer com o Google foi lançada nesta segunda-feira.

Diferentemente de outros buscadores, o site Wolfram Alpha foi idealizado para dar respostas diretas às perguntas dos internautas em vez de encaminhá-los a uma lista de sites que contenham a informação.
A nova ferramenta se define como "motor de conhecimento computacional" porque busca por informações e dados e não por sites.
O novo sistema foi criado em abril pelo físico britânico Stephan Wolfram e, desde então, vem sendo testado pelo público.
Ao lançar uma busca pela temperatura do momento na cidade do Rio de Janeiro, o site não apenas informa quantos graus está fazendo na capitalfluminense, como também apresenta um gráfico com o clima na cidade nos últimos dias e traz a previsão do tempo para as próximas 48 horas.

Acesso a informação
O Wolphram Alpha obtém as repostas a partir de consultas a diferentes bases de dados e fontes de informação relevantes.
A ferramenta de busca ainda soluciona equações matemáticas complicadas e organiza estatísticas.
Durante uma demonstração no Centro Berkman de Internet e Sociedade da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, Wolfram disse que o grande objetivo do site é "tornar conhecimento especializado acessível para todos a qualquer lugar e a qualquer hora".
O britânico minimizou rumores de que o sistema poderia "aniquilar" o Google e definiu sua criação como uma forma para que as pessoas possam aproveitar o máximo das informações que obtêm pela rede.


BBC Brasil
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Um novo site de busca pela internet que irá concorrer com o Google foi lançada nesta segunda-feira.

Diferentemente de outros buscadores, o site Wolfram Alpha foi idealizado para dar respostas diretas às perguntas dos internautas em vez de encaminhá-los a uma lista de sites que contenham a informação.
A nova ferramenta se define como "motor de conhecimento computacional" porque busca por informações e dados e não por sites.
O novo sistema foi criado em abril pelo físico britânico Stephan Wolfram e, desde então, vem sendo testado pelo público.
Ao lançar uma busca pela temperatura do momento na cidade do Rio de Janeiro, o site não apenas informa quantos graus está fazendo na capitalfluminense, como também apresenta um gráfico com o clima na cidade nos últimos dias e traz a previsão do tempo para as próximas 48 horas.

Acesso a informação
O Wolphram Alpha obtém as repostas a partir de consultas a diferentes bases de dados e fontes de informação relevantes.
A ferramenta de busca ainda soluciona equações matemáticas complicadas e organiza estatísticas.
Durante uma demonstração no Centro Berkman de Internet e Sociedade da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, Wolfram disse que o grande objetivo do site é "tornar conhecimento especializado acessível para todos a qualquer lugar e a qualquer hora".
O britânico minimizou rumores de que o sistema poderia "aniquilar" o Google e definiu sua criação como uma forma para que as pessoas possam aproveitar o máximo das informações que obtêm pela rede.


BBC Brasil
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Um novo site de busca pela internet que irá concorrer com o Google foi lançada nesta segunda-feira.

Diferentemente de outros buscadores, o site Wolfram Alpha foi idealizado para dar respostas diretas às perguntas dos internautas em vez de encaminhá-los a uma lista de sites que contenham a informação.
A nova ferramenta se define como "motor de conhecimento computacional" porque busca por informações e dados e não por sites.
O novo sistema foi criado em abril pelo físico britânico Stephan Wolfram e, desde então, vem sendo testado pelo público.
Ao lançar uma busca pela temperatura do momento na cidade do Rio de Janeiro, o site não apenas informa quantos graus está fazendo na capitalfluminense, como também apresenta um gráfico com o clima na cidade nos últimos dias e traz a previsão do tempo para as próximas 48 horas.

Acesso a informação
O Wolphram Alpha obtém as repostas a partir de consultas a diferentes bases de dados e fontes de informação relevantes.
A ferramenta de busca ainda soluciona equações matemáticas complicadas e organiza estatísticas.
Durante uma demonstração no Centro Berkman de Internet e Sociedade da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, Wolfram disse que o grande objetivo do site é "tornar conhecimento especializado acessível para todos a qualquer lugar e a qualquer hora".
O britânico minimizou rumores de que o sistema poderia "aniquilar" o Google e definiu sua criação como uma forma para que as pessoas possam aproveitar o máximo das informações que obtêm pela rede.


BBC Brasil
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Poucos são os números e dados registrados em posse das autoridades

A violência sexual contra crianças e adolescentes no Brasil é um crime que deixa muitas marcas, mas poucos são os números e dados registrados em posse das autoridades. A violência sexual contra crianças e adolescentes no Brasil é um crime que deixa muitas marcas, mas poucos são os números e dados registrados em posse das autoridades. Na data em que o Dia Nacional de Combate ao Abuso Sexual de Crianças e Adolescentes completa nove anos, ainda não há informações sobre quantas crianças são abusadas ou expostas à exploração sexual no país, tampouco quantas delas conseguem sair dessa situação.
Os números registrados pelo Disque 100, central de denúncias coordenada pela Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH) da Presidência da República, dão um panorama sobre o problema. Apesar de ser uma fonte imprecisa, pela passividade com que recolhe as informações, os números coletados pelo Disque 100 ajudam a traçar contornos que até 2003 eram ainda menos nítidos.
Em 2003 a central recebia em média 12 denúncias por dia. Em 2008 esse número já chegava a 89 denúncias diárias.
“A gente não sabe se o Brasil pratica mais abuso ou mais exploração, o país não tem um diagnóstico sobre quanto de violência se pratica. Os dados que nós utilizamos são do Disque 100 e eles medem o nível de sensibilidade da população. É um dado que mostra que a população de determinados lugares e com relação a determinados crimes não está mais tolerante com esse tipo de conduta”, afirma o assessor do Programa Nacional de Enfrentamento à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, da SEDH, Fernando Luz Carvalho.
Os números da central de denúncias não se referem apenas à violência sexual, mas também à física, à psicológica e às situações de negligência. As denúncias de crimes sexuais contra crianças e adolescentes respondem por 31% do total de ligações, sendo que as meninas são as vítimas em 62% dos casos. As denúncias são encaminhadas para o órgão competente, polícia, conselho tutelar, rede de saúde ou rede de justiça, dependendo do caso.
“Nós trabalhamos com o fomento de políticas públicas e metodologias inovadoras, como experiência de inquirição especial de vítimas”, explica Carvalho, justificando o porquê de a secretaria não agir diretamente com as famílias ou as vítimas.
As famílias são um fator chave no processo de violência sexual – a maior parte dos abusos acontece dentro de casa pelo padrasto, pai ou amigo da família, o que propicia a dificuldade de se colher informações sobre o assunto.

“As causas do abuso são diferentes das causas da exploração sexual. Um dado curioso de pesquisa é que os lares que mais acontecem abusos sexuais são os lares de famílias recombinadas. Não estou dizendo que sou contra a recombinação de lares ou as pessoas se casarem novamente. Mas quando tem padrasto ou tem madrasta, a família abre um novo conjunto de relações que era estranho à própria família”, afirma o secretário executivo do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), Benedito
Rodrigues dos Santos.

Ainda segundo ele, também existem os casos em que a família é muito fechada, sem relações sociais aprofundadas com amigos ou parentes, e nos quais também ocorrem os abusos. “Mas a família não deve ser criminalizada”, alerta o secretário do Conanda, lembrando que os parentes devem ser os principais parceiros para tentar achar soluções para o problema.
Santos também chama a atenção para revitimização das crianças e adolescentes que passam por esse tipo de violência quando a investigação começa. De acordo com ele, “a Justiça é adultocêntrica e termina por responsabilizar a criança pelo ato, na forma simbólica e estrutural de agir ao buscar, por exemplo, provas materiais do crime”.
Para Santos, poucas pessoas estão preparadas para lidar com esse assunto – inclusive poucos conselheiros tutelares, e poucos professores – e este é um dos principais desafios do Brasil.


Agencia Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:32  comentar

Poucos são os números e dados registrados em posse das autoridades

A violência sexual contra crianças e adolescentes no Brasil é um crime que deixa muitas marcas, mas poucos são os números e dados registrados em posse das autoridades. A violência sexual contra crianças e adolescentes no Brasil é um crime que deixa muitas marcas, mas poucos são os números e dados registrados em posse das autoridades. Na data em que o Dia Nacional de Combate ao Abuso Sexual de Crianças e Adolescentes completa nove anos, ainda não há informações sobre quantas crianças são abusadas ou expostas à exploração sexual no país, tampouco quantas delas conseguem sair dessa situação.
Os números registrados pelo Disque 100, central de denúncias coordenada pela Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH) da Presidência da República, dão um panorama sobre o problema. Apesar de ser uma fonte imprecisa, pela passividade com que recolhe as informações, os números coletados pelo Disque 100 ajudam a traçar contornos que até 2003 eram ainda menos nítidos.
Em 2003 a central recebia em média 12 denúncias por dia. Em 2008 esse número já chegava a 89 denúncias diárias.
“A gente não sabe se o Brasil pratica mais abuso ou mais exploração, o país não tem um diagnóstico sobre quanto de violência se pratica. Os dados que nós utilizamos são do Disque 100 e eles medem o nível de sensibilidade da população. É um dado que mostra que a população de determinados lugares e com relação a determinados crimes não está mais tolerante com esse tipo de conduta”, afirma o assessor do Programa Nacional de Enfrentamento à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, da SEDH, Fernando Luz Carvalho.
Os números da central de denúncias não se referem apenas à violência sexual, mas também à física, à psicológica e às situações de negligência. As denúncias de crimes sexuais contra crianças e adolescentes respondem por 31% do total de ligações, sendo que as meninas são as vítimas em 62% dos casos. As denúncias são encaminhadas para o órgão competente, polícia, conselho tutelar, rede de saúde ou rede de justiça, dependendo do caso.
“Nós trabalhamos com o fomento de políticas públicas e metodologias inovadoras, como experiência de inquirição especial de vítimas”, explica Carvalho, justificando o porquê de a secretaria não agir diretamente com as famílias ou as vítimas.
As famílias são um fator chave no processo de violência sexual – a maior parte dos abusos acontece dentro de casa pelo padrasto, pai ou amigo da família, o que propicia a dificuldade de se colher informações sobre o assunto.

“As causas do abuso são diferentes das causas da exploração sexual. Um dado curioso de pesquisa é que os lares que mais acontecem abusos sexuais são os lares de famílias recombinadas. Não estou dizendo que sou contra a recombinação de lares ou as pessoas se casarem novamente. Mas quando tem padrasto ou tem madrasta, a família abre um novo conjunto de relações que era estranho à própria família”, afirma o secretário executivo do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), Benedito
Rodrigues dos Santos.

Ainda segundo ele, também existem os casos em que a família é muito fechada, sem relações sociais aprofundadas com amigos ou parentes, e nos quais também ocorrem os abusos. “Mas a família não deve ser criminalizada”, alerta o secretário do Conanda, lembrando que os parentes devem ser os principais parceiros para tentar achar soluções para o problema.
Santos também chama a atenção para revitimização das crianças e adolescentes que passam por esse tipo de violência quando a investigação começa. De acordo com ele, “a Justiça é adultocêntrica e termina por responsabilizar a criança pelo ato, na forma simbólica e estrutural de agir ao buscar, por exemplo, provas materiais do crime”.
Para Santos, poucas pessoas estão preparadas para lidar com esse assunto – inclusive poucos conselheiros tutelares, e poucos professores – e este é um dos principais desafios do Brasil.


Agencia Brasil
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Poucos são os números e dados registrados em posse das autoridades

A violência sexual contra crianças e adolescentes no Brasil é um crime que deixa muitas marcas, mas poucos são os números e dados registrados em posse das autoridades. A violência sexual contra crianças e adolescentes no Brasil é um crime que deixa muitas marcas, mas poucos são os números e dados registrados em posse das autoridades. Na data em que o Dia Nacional de Combate ao Abuso Sexual de Crianças e Adolescentes completa nove anos, ainda não há informações sobre quantas crianças são abusadas ou expostas à exploração sexual no país, tampouco quantas delas conseguem sair dessa situação.
Os números registrados pelo Disque 100, central de denúncias coordenada pela Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH) da Presidência da República, dão um panorama sobre o problema. Apesar de ser uma fonte imprecisa, pela passividade com que recolhe as informações, os números coletados pelo Disque 100 ajudam a traçar contornos que até 2003 eram ainda menos nítidos.
Em 2003 a central recebia em média 12 denúncias por dia. Em 2008 esse número já chegava a 89 denúncias diárias.
“A gente não sabe se o Brasil pratica mais abuso ou mais exploração, o país não tem um diagnóstico sobre quanto de violência se pratica. Os dados que nós utilizamos são do Disque 100 e eles medem o nível de sensibilidade da população. É um dado que mostra que a população de determinados lugares e com relação a determinados crimes não está mais tolerante com esse tipo de conduta”, afirma o assessor do Programa Nacional de Enfrentamento à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, da SEDH, Fernando Luz Carvalho.
Os números da central de denúncias não se referem apenas à violência sexual, mas também à física, à psicológica e às situações de negligência. As denúncias de crimes sexuais contra crianças e adolescentes respondem por 31% do total de ligações, sendo que as meninas são as vítimas em 62% dos casos. As denúncias são encaminhadas para o órgão competente, polícia, conselho tutelar, rede de saúde ou rede de justiça, dependendo do caso.
“Nós trabalhamos com o fomento de políticas públicas e metodologias inovadoras, como experiência de inquirição especial de vítimas”, explica Carvalho, justificando o porquê de a secretaria não agir diretamente com as famílias ou as vítimas.
As famílias são um fator chave no processo de violência sexual – a maior parte dos abusos acontece dentro de casa pelo padrasto, pai ou amigo da família, o que propicia a dificuldade de se colher informações sobre o assunto.

“As causas do abuso são diferentes das causas da exploração sexual. Um dado curioso de pesquisa é que os lares que mais acontecem abusos sexuais são os lares de famílias recombinadas. Não estou dizendo que sou contra a recombinação de lares ou as pessoas se casarem novamente. Mas quando tem padrasto ou tem madrasta, a família abre um novo conjunto de relações que era estranho à própria família”, afirma o secretário executivo do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), Benedito
Rodrigues dos Santos.

Ainda segundo ele, também existem os casos em que a família é muito fechada, sem relações sociais aprofundadas com amigos ou parentes, e nos quais também ocorrem os abusos. “Mas a família não deve ser criminalizada”, alerta o secretário do Conanda, lembrando que os parentes devem ser os principais parceiros para tentar achar soluções para o problema.
Santos também chama a atenção para revitimização das crianças e adolescentes que passam por esse tipo de violência quando a investigação começa. De acordo com ele, “a Justiça é adultocêntrica e termina por responsabilizar a criança pelo ato, na forma simbólica e estrutural de agir ao buscar, por exemplo, provas materiais do crime”.
Para Santos, poucas pessoas estão preparadas para lidar com esse assunto – inclusive poucos conselheiros tutelares, e poucos professores – e este é um dos principais desafios do Brasil.


Agencia Brasil
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Poucos são os números e dados registrados em posse das autoridades

A violência sexual contra crianças e adolescentes no Brasil é um crime que deixa muitas marcas, mas poucos são os números e dados registrados em posse das autoridades. A violência sexual contra crianças e adolescentes no Brasil é um crime que deixa muitas marcas, mas poucos são os números e dados registrados em posse das autoridades. Na data em que o Dia Nacional de Combate ao Abuso Sexual de Crianças e Adolescentes completa nove anos, ainda não há informações sobre quantas crianças são abusadas ou expostas à exploração sexual no país, tampouco quantas delas conseguem sair dessa situação.
Os números registrados pelo Disque 100, central de denúncias coordenada pela Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH) da Presidência da República, dão um panorama sobre o problema. Apesar de ser uma fonte imprecisa, pela passividade com que recolhe as informações, os números coletados pelo Disque 100 ajudam a traçar contornos que até 2003 eram ainda menos nítidos.
Em 2003 a central recebia em média 12 denúncias por dia. Em 2008 esse número já chegava a 89 denúncias diárias.
“A gente não sabe se o Brasil pratica mais abuso ou mais exploração, o país não tem um diagnóstico sobre quanto de violência se pratica. Os dados que nós utilizamos são do Disque 100 e eles medem o nível de sensibilidade da população. É um dado que mostra que a população de determinados lugares e com relação a determinados crimes não está mais tolerante com esse tipo de conduta”, afirma o assessor do Programa Nacional de Enfrentamento à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, da SEDH, Fernando Luz Carvalho.
Os números da central de denúncias não se referem apenas à violência sexual, mas também à física, à psicológica e às situações de negligência. As denúncias de crimes sexuais contra crianças e adolescentes respondem por 31% do total de ligações, sendo que as meninas são as vítimas em 62% dos casos. As denúncias são encaminhadas para o órgão competente, polícia, conselho tutelar, rede de saúde ou rede de justiça, dependendo do caso.
“Nós trabalhamos com o fomento de políticas públicas e metodologias inovadoras, como experiência de inquirição especial de vítimas”, explica Carvalho, justificando o porquê de a secretaria não agir diretamente com as famílias ou as vítimas.
As famílias são um fator chave no processo de violência sexual – a maior parte dos abusos acontece dentro de casa pelo padrasto, pai ou amigo da família, o que propicia a dificuldade de se colher informações sobre o assunto.

“As causas do abuso são diferentes das causas da exploração sexual. Um dado curioso de pesquisa é que os lares que mais acontecem abusos sexuais são os lares de famílias recombinadas. Não estou dizendo que sou contra a recombinação de lares ou as pessoas se casarem novamente. Mas quando tem padrasto ou tem madrasta, a família abre um novo conjunto de relações que era estranho à própria família”, afirma o secretário executivo do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), Benedito
Rodrigues dos Santos.

Ainda segundo ele, também existem os casos em que a família é muito fechada, sem relações sociais aprofundadas com amigos ou parentes, e nos quais também ocorrem os abusos. “Mas a família não deve ser criminalizada”, alerta o secretário do Conanda, lembrando que os parentes devem ser os principais parceiros para tentar achar soluções para o problema.
Santos também chama a atenção para revitimização das crianças e adolescentes que passam por esse tipo de violência quando a investigação começa. De acordo com ele, “a Justiça é adultocêntrica e termina por responsabilizar a criança pelo ato, na forma simbólica e estrutural de agir ao buscar, por exemplo, provas materiais do crime”.
Para Santos, poucas pessoas estão preparadas para lidar com esse assunto – inclusive poucos conselheiros tutelares, e poucos professores – e este é um dos principais desafios do Brasil.


Agencia Brasil
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Ministra sentiu dores nas pernas nesta segunda-feira. Ela está em tratamento contra um câncer no sistema linfático.

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, foi submetida a uma ressonância magnética na madrugada desta terça-feira (19) no hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Segundo um boletim médico, divulgado às 3h36, o resultado do exame “mostrou-se dentro da normalidade”.
Dilma foi encaminhada para São Paulo, após sentir fortes dores nas pernas durante o trabalho nesta segunda-feira (18) em Brasília. Conforme informou o Blog do Noblat, devido às dores, os médicos de Dilma decidiram submetê-la à ressonância.A ministra está se tratando de um linfoma, um câncer no sistema linfático, e realizou, até o momento, duas sessões de quimioterapia. Ela deu entrada no hospital às 3h, fez a ressonância e a partir das 9h desta terça, passará por novos exames. Dilma não deve deixar o Sírio Libanês até o meio-dia.


gazetaweb.com
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A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, foi submetida a uma ressonância magnética na madrugada desta terça-feira (19) no hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Segundo um boletim médico, divulgado às 3h36, o resultado do exame “mostrou-se dentro da normalidade”.
Dilma foi encaminhada para São Paulo, após sentir fortes dores nas pernas durante o trabalho nesta segunda-feira (18) em Brasília. Conforme informou o Blog do Noblat, devido às dores, os médicos de Dilma decidiram submetê-la à ressonância.A ministra está se tratando de um linfoma, um câncer no sistema linfático, e realizou, até o momento, duas sessões de quimioterapia. Ela deu entrada no hospital às 3h, fez a ressonância e a partir das 9h desta terça, passará por novos exames. Dilma não deve deixar o Sírio Libanês até o meio-dia.


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Ministra sentiu dores nas pernas nesta segunda-feira. Ela está em tratamento contra um câncer no sistema linfático.

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, foi submetida a uma ressonância magnética na madrugada desta terça-feira (19) no hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Segundo um boletim médico, divulgado às 3h36, o resultado do exame “mostrou-se dentro da normalidade”.
Dilma foi encaminhada para São Paulo, após sentir fortes dores nas pernas durante o trabalho nesta segunda-feira (18) em Brasília. Conforme informou o Blog do Noblat, devido às dores, os médicos de Dilma decidiram submetê-la à ressonância.A ministra está se tratando de um linfoma, um câncer no sistema linfático, e realizou, até o momento, duas sessões de quimioterapia. Ela deu entrada no hospital às 3h, fez a ressonância e a partir das 9h desta terça, passará por novos exames. Dilma não deve deixar o Sírio Libanês até o meio-dia.


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Ministra sentiu dores nas pernas nesta segunda-feira. Ela está em tratamento contra um câncer no sistema linfático.

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Dilma foi encaminhada para São Paulo, após sentir fortes dores nas pernas durante o trabalho nesta segunda-feira (18) em Brasília. Conforme informou o Blog do Noblat, devido às dores, os médicos de Dilma decidiram submetê-la à ressonância.A ministra está se tratando de um linfoma, um câncer no sistema linfático, e realizou, até o momento, duas sessões de quimioterapia. Ela deu entrada no hospital às 3h, fez a ressonância e a partir das 9h desta terça, passará por novos exames. Dilma não deve deixar o Sírio Libanês até o meio-dia.


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OAB/AL e conselheiros tutelares em palestras para mães e alunos (Foto: Adelaide Nogueira)

Palestras educativas foram oferecidas na Brejal

Foi lançado na manhã desta segunda-feira (18), na Escola Municipal Valter Pitombo Laranjeira, localizada na Vila Brejal, o projeto ‘Direitos Humanos contra a Pedofilia’, uma iniciativa da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional de Alagoas – OAB/AL.
Durante o evento, que contou com a participação do presidente da Comissão, Gilberto Irineu, e com dezenas de conselheiros tutelares, mães e alunos puderam acompanhar relatos de famílias que já foram vítimas da violência sexual infantil e também de violência doméstica.
“Resolvemos lançar o projeto hoje por causa do Dia Nacional de Combate ao Abuso e a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Essa é uma parceria com os Conselhos Tutelares de Maceió e vai durar até o final do ano”, explicou o presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB/AL.

Relatos de fatos ocorridos
O depoimento da dona de casa Maria Luciene Dias, moradora do Dique Estrada, emocionou a quem esteve presente. Ela contou que, junto com suas filhas, uma de 9 e outra de 11 anos, passou por momentos de sofrimento por causa do desvirtuamento de homens com que elas mantiveram contato.

“Minha filha mais nova saiu com uma amiguinha, que chamou-a para pedir dinheiro nos bares aqui da orla lagunar. Um homem chegou a oferecer R$ 15,00, mas impôs a condição de sair com elas. Ele disse que queria dá uma volta com as crianças e, por pouco, elas não entraram no carro com ele. A polícia chegou e percebeu a má intenção daquele monstro. As meninas voltaram para casa com os policiais militares e o homem foi encaminhado para a delegacia. Soube que ele seria indiciado por tentativa de estupro”, relembrou.

“A minha outra filha, de 11 anos, passou três dias sumida de casa. Quando reapareceu, ela contou que estava com um jovem. Nunca conseguimos descobrir quem ele é e até onde abusou sexualmente dela. É por isso que aconselho, não deixem mais suas filhas por aí e observem sempre os corpos delas. Os sinais podem estar à vista e a gente não consegue perceber ”, orientou.

Outros casos
Também houve palestras com psicólogos. Numa delas, foi contado o caso de uma adolescente de 14 anos, que tem deficiência na fala e foi violentada sexualmente por quatro homens que invadiram a casa dela durante uma madrugada em que os seus pais tinham saído. “Queremos mostrar às comunidades que os casos existem, deixam seqüelas e precisam ser denunciados. No final de cada evento, vamos deixar os telefones de contato e explicar em quais órgãos a queixa pode ser prestada”, esclareceu Gilberto Irineu. Ele também informou que um Grupo contra a pedofilia está sendo formado aqui em Maceió. “Temos que combater a pedofilia em todas as regiões. Aqui na Vila Brejal, no Bom Parto e no Dique Estrada, por exemplo, os índices de denúncias são muito altos. O caso mais recente envolve uma criança de apenas sete anos que foi estuprada pelo pai dentro de casa. Um conselheiro tutelar conseguiu convencer a mãe a fazer a denúncia e o agressor está sendo investigado”, explicou o presidente da Comissão de Direitos Humanos. A próxima etapa do projeto acontecerá agora em junho, no bairro do Jacintinho.

Janaina Ribeiro e Adelaide Nogueira


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OAB/AL e conselheiros tutelares em palestras para mães e alunos (Foto: Adelaide Nogueira)

Palestras educativas foram oferecidas na Brejal

Foi lançado na manhã desta segunda-feira (18), na Escola Municipal Valter Pitombo Laranjeira, localizada na Vila Brejal, o projeto ‘Direitos Humanos contra a Pedofilia’, uma iniciativa da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional de Alagoas – OAB/AL.
Durante o evento, que contou com a participação do presidente da Comissão, Gilberto Irineu, e com dezenas de conselheiros tutelares, mães e alunos puderam acompanhar relatos de famílias que já foram vítimas da violência sexual infantil e também de violência doméstica.
“Resolvemos lançar o projeto hoje por causa do Dia Nacional de Combate ao Abuso e a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Essa é uma parceria com os Conselhos Tutelares de Maceió e vai durar até o final do ano”, explicou o presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB/AL.

Relatos de fatos ocorridos
O depoimento da dona de casa Maria Luciene Dias, moradora do Dique Estrada, emocionou a quem esteve presente. Ela contou que, junto com suas filhas, uma de 9 e outra de 11 anos, passou por momentos de sofrimento por causa do desvirtuamento de homens com que elas mantiveram contato.

“Minha filha mais nova saiu com uma amiguinha, que chamou-a para pedir dinheiro nos bares aqui da orla lagunar. Um homem chegou a oferecer R$ 15,00, mas impôs a condição de sair com elas. Ele disse que queria dá uma volta com as crianças e, por pouco, elas não entraram no carro com ele. A polícia chegou e percebeu a má intenção daquele monstro. As meninas voltaram para casa com os policiais militares e o homem foi encaminhado para a delegacia. Soube que ele seria indiciado por tentativa de estupro”, relembrou.

“A minha outra filha, de 11 anos, passou três dias sumida de casa. Quando reapareceu, ela contou que estava com um jovem. Nunca conseguimos descobrir quem ele é e até onde abusou sexualmente dela. É por isso que aconselho, não deixem mais suas filhas por aí e observem sempre os corpos delas. Os sinais podem estar à vista e a gente não consegue perceber ”, orientou.

Outros casos
Também houve palestras com psicólogos. Numa delas, foi contado o caso de uma adolescente de 14 anos, que tem deficiência na fala e foi violentada sexualmente por quatro homens que invadiram a casa dela durante uma madrugada em que os seus pais tinham saído. “Queremos mostrar às comunidades que os casos existem, deixam seqüelas e precisam ser denunciados. No final de cada evento, vamos deixar os telefones de contato e explicar em quais órgãos a queixa pode ser prestada”, esclareceu Gilberto Irineu. Ele também informou que um Grupo contra a pedofilia está sendo formado aqui em Maceió. “Temos que combater a pedofilia em todas as regiões. Aqui na Vila Brejal, no Bom Parto e no Dique Estrada, por exemplo, os índices de denúncias são muito altos. O caso mais recente envolve uma criança de apenas sete anos que foi estuprada pelo pai dentro de casa. Um conselheiro tutelar conseguiu convencer a mãe a fazer a denúncia e o agressor está sendo investigado”, explicou o presidente da Comissão de Direitos Humanos. A próxima etapa do projeto acontecerá agora em junho, no bairro do Jacintinho.

Janaina Ribeiro e Adelaide Nogueira


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OAB/AL e conselheiros tutelares em palestras para mães e alunos (Foto: Adelaide Nogueira)

Palestras educativas foram oferecidas na Brejal

Foi lançado na manhã desta segunda-feira (18), na Escola Municipal Valter Pitombo Laranjeira, localizada na Vila Brejal, o projeto ‘Direitos Humanos contra a Pedofilia’, uma iniciativa da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional de Alagoas – OAB/AL.
Durante o evento, que contou com a participação do presidente da Comissão, Gilberto Irineu, e com dezenas de conselheiros tutelares, mães e alunos puderam acompanhar relatos de famílias que já foram vítimas da violência sexual infantil e também de violência doméstica.
“Resolvemos lançar o projeto hoje por causa do Dia Nacional de Combate ao Abuso e a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Essa é uma parceria com os Conselhos Tutelares de Maceió e vai durar até o final do ano”, explicou o presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB/AL.

Relatos de fatos ocorridos
O depoimento da dona de casa Maria Luciene Dias, moradora do Dique Estrada, emocionou a quem esteve presente. Ela contou que, junto com suas filhas, uma de 9 e outra de 11 anos, passou por momentos de sofrimento por causa do desvirtuamento de homens com que elas mantiveram contato.

“Minha filha mais nova saiu com uma amiguinha, que chamou-a para pedir dinheiro nos bares aqui da orla lagunar. Um homem chegou a oferecer R$ 15,00, mas impôs a condição de sair com elas. Ele disse que queria dá uma volta com as crianças e, por pouco, elas não entraram no carro com ele. A polícia chegou e percebeu a má intenção daquele monstro. As meninas voltaram para casa com os policiais militares e o homem foi encaminhado para a delegacia. Soube que ele seria indiciado por tentativa de estupro”, relembrou.

“A minha outra filha, de 11 anos, passou três dias sumida de casa. Quando reapareceu, ela contou que estava com um jovem. Nunca conseguimos descobrir quem ele é e até onde abusou sexualmente dela. É por isso que aconselho, não deixem mais suas filhas por aí e observem sempre os corpos delas. Os sinais podem estar à vista e a gente não consegue perceber ”, orientou.

Outros casos
Também houve palestras com psicólogos. Numa delas, foi contado o caso de uma adolescente de 14 anos, que tem deficiência na fala e foi violentada sexualmente por quatro homens que invadiram a casa dela durante uma madrugada em que os seus pais tinham saído. “Queremos mostrar às comunidades que os casos existem, deixam seqüelas e precisam ser denunciados. No final de cada evento, vamos deixar os telefones de contato e explicar em quais órgãos a queixa pode ser prestada”, esclareceu Gilberto Irineu. Ele também informou que um Grupo contra a pedofilia está sendo formado aqui em Maceió. “Temos que combater a pedofilia em todas as regiões. Aqui na Vila Brejal, no Bom Parto e no Dique Estrada, por exemplo, os índices de denúncias são muito altos. O caso mais recente envolve uma criança de apenas sete anos que foi estuprada pelo pai dentro de casa. Um conselheiro tutelar conseguiu convencer a mãe a fazer a denúncia e o agressor está sendo investigado”, explicou o presidente da Comissão de Direitos Humanos. A próxima etapa do projeto acontecerá agora em junho, no bairro do Jacintinho.

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Palestras educativas foram oferecidas na Brejal

Foi lançado na manhã desta segunda-feira (18), na Escola Municipal Valter Pitombo Laranjeira, localizada na Vila Brejal, o projeto ‘Direitos Humanos contra a Pedofilia’, uma iniciativa da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional de Alagoas – OAB/AL.
Durante o evento, que contou com a participação do presidente da Comissão, Gilberto Irineu, e com dezenas de conselheiros tutelares, mães e alunos puderam acompanhar relatos de famílias que já foram vítimas da violência sexual infantil e também de violência doméstica.
“Resolvemos lançar o projeto hoje por causa do Dia Nacional de Combate ao Abuso e a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Essa é uma parceria com os Conselhos Tutelares de Maceió e vai durar até o final do ano”, explicou o presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB/AL.

Relatos de fatos ocorridos
O depoimento da dona de casa Maria Luciene Dias, moradora do Dique Estrada, emocionou a quem esteve presente. Ela contou que, junto com suas filhas, uma de 9 e outra de 11 anos, passou por momentos de sofrimento por causa do desvirtuamento de homens com que elas mantiveram contato.

“Minha filha mais nova saiu com uma amiguinha, que chamou-a para pedir dinheiro nos bares aqui da orla lagunar. Um homem chegou a oferecer R$ 15,00, mas impôs a condição de sair com elas. Ele disse que queria dá uma volta com as crianças e, por pouco, elas não entraram no carro com ele. A polícia chegou e percebeu a má intenção daquele monstro. As meninas voltaram para casa com os policiais militares e o homem foi encaminhado para a delegacia. Soube que ele seria indiciado por tentativa de estupro”, relembrou.

“A minha outra filha, de 11 anos, passou três dias sumida de casa. Quando reapareceu, ela contou que estava com um jovem. Nunca conseguimos descobrir quem ele é e até onde abusou sexualmente dela. É por isso que aconselho, não deixem mais suas filhas por aí e observem sempre os corpos delas. Os sinais podem estar à vista e a gente não consegue perceber ”, orientou.

Outros casos
Também houve palestras com psicólogos. Numa delas, foi contado o caso de uma adolescente de 14 anos, que tem deficiência na fala e foi violentada sexualmente por quatro homens que invadiram a casa dela durante uma madrugada em que os seus pais tinham saído. “Queremos mostrar às comunidades que os casos existem, deixam seqüelas e precisam ser denunciados. No final de cada evento, vamos deixar os telefones de contato e explicar em quais órgãos a queixa pode ser prestada”, esclareceu Gilberto Irineu. Ele também informou que um Grupo contra a pedofilia está sendo formado aqui em Maceió. “Temos que combater a pedofilia em todas as regiões. Aqui na Vila Brejal, no Bom Parto e no Dique Estrada, por exemplo, os índices de denúncias são muito altos. O caso mais recente envolve uma criança de apenas sete anos que foi estuprada pelo pai dentro de casa. Um conselheiro tutelar conseguiu convencer a mãe a fazer a denúncia e o agressor está sendo investigado”, explicou o presidente da Comissão de Direitos Humanos. A próxima etapa do projeto acontecerá agora em junho, no bairro do Jacintinho.

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O município de Maceió deverá ganhar uma lei específica para combater o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes. A questão foi discutida nesta segunda-feira (18), durante reunião do prefeito Cícero Almeida com o promotor de Justiça Flávio Gomes da Costa.
O projeto, que será elaborado pela Prefeitura e pelo Ministério Público Estadual, estabelecerá punições para donos de estabelecimentos flagrados na prática do crime. As medidas atingirão todos os prestadores de serviço que dependem de autorização da Prefeitura para funcionar.
Na reunião – que contou com a presença dos secretários municipais de Governo, Pedro Alves; da Saúde, Francisco Lins; da Assistência Social, Sandra Arcanjo; e de Finanças, Marcilene Costa –, o promotor Flávio Gomes também solicitou ao prefeito a transferência do Conselho Municipal de Entorpecentes para o âmbito da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e não mais da Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas). Além da transferência, ficou acertado que a entidade vai passar por uma reavaliação para torná-la mais efetiva.
O prefeito Cícero Almeida também garantiu ao promotor a criação de um espaço adequado para o tratamento de dependentes químicos. Um dos locais estudados é uma área onde funcionava um clube pertencente à Associação Alagoana dos Magistrados (Almagis), no Tabuleiro do Martins, mas o acerto ainda depende de questões legais, porque o espaço está instalado em uma área da União.

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link do postPor anjoseguerreiros, às 07:31  comentar

O município de Maceió deverá ganhar uma lei específica para combater o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes. A questão foi discutida nesta segunda-feira (18), durante reunião do prefeito Cícero Almeida com o promotor de Justiça Flávio Gomes da Costa.
O projeto, que será elaborado pela Prefeitura e pelo Ministério Público Estadual, estabelecerá punições para donos de estabelecimentos flagrados na prática do crime. As medidas atingirão todos os prestadores de serviço que dependem de autorização da Prefeitura para funcionar.
Na reunião – que contou com a presença dos secretários municipais de Governo, Pedro Alves; da Saúde, Francisco Lins; da Assistência Social, Sandra Arcanjo; e de Finanças, Marcilene Costa –, o promotor Flávio Gomes também solicitou ao prefeito a transferência do Conselho Municipal de Entorpecentes para o âmbito da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e não mais da Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas). Além da transferência, ficou acertado que a entidade vai passar por uma reavaliação para torná-la mais efetiva.
O prefeito Cícero Almeida também garantiu ao promotor a criação de um espaço adequado para o tratamento de dependentes químicos. Um dos locais estudados é uma área onde funcionava um clube pertencente à Associação Alagoana dos Magistrados (Almagis), no Tabuleiro do Martins, mas o acerto ainda depende de questões legais, porque o espaço está instalado em uma área da União.

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O município de Maceió deverá ganhar uma lei específica para combater o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes. A questão foi discutida nesta segunda-feira (18), durante reunião do prefeito Cícero Almeida com o promotor de Justiça Flávio Gomes da Costa.
O projeto, que será elaborado pela Prefeitura e pelo Ministério Público Estadual, estabelecerá punições para donos de estabelecimentos flagrados na prática do crime. As medidas atingirão todos os prestadores de serviço que dependem de autorização da Prefeitura para funcionar.
Na reunião – que contou com a presença dos secretários municipais de Governo, Pedro Alves; da Saúde, Francisco Lins; da Assistência Social, Sandra Arcanjo; e de Finanças, Marcilene Costa –, o promotor Flávio Gomes também solicitou ao prefeito a transferência do Conselho Municipal de Entorpecentes para o âmbito da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e não mais da Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas). Além da transferência, ficou acertado que a entidade vai passar por uma reavaliação para torná-la mais efetiva.
O prefeito Cícero Almeida também garantiu ao promotor a criação de um espaço adequado para o tratamento de dependentes químicos. Um dos locais estudados é uma área onde funcionava um clube pertencente à Associação Alagoana dos Magistrados (Almagis), no Tabuleiro do Martins, mas o acerto ainda depende de questões legais, porque o espaço está instalado em uma área da União.

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O município de Maceió deverá ganhar uma lei específica para combater o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes. A questão foi discutida nesta segunda-feira (18), durante reunião do prefeito Cícero Almeida com o promotor de Justiça Flávio Gomes da Costa.
O projeto, que será elaborado pela Prefeitura e pelo Ministério Público Estadual, estabelecerá punições para donos de estabelecimentos flagrados na prática do crime. As medidas atingirão todos os prestadores de serviço que dependem de autorização da Prefeitura para funcionar.
Na reunião – que contou com a presença dos secretários municipais de Governo, Pedro Alves; da Saúde, Francisco Lins; da Assistência Social, Sandra Arcanjo; e de Finanças, Marcilene Costa –, o promotor Flávio Gomes também solicitou ao prefeito a transferência do Conselho Municipal de Entorpecentes para o âmbito da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e não mais da Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas). Além da transferência, ficou acertado que a entidade vai passar por uma reavaliação para torná-la mais efetiva.
O prefeito Cícero Almeida também garantiu ao promotor a criação de um espaço adequado para o tratamento de dependentes químicos. Um dos locais estudados é uma área onde funcionava um clube pertencente à Associação Alagoana dos Magistrados (Almagis), no Tabuleiro do Martins, mas o acerto ainda depende de questões legais, porque o espaço está instalado em uma área da União.

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colaboradores: carmen e maria celia

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