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18.5.09

BH também celebrou Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Criaças e Adolescentes

A Associação Municipal de Assistência Social (Amas) fez nesse dominfo na Feira de Artesanato da Afonso Pena mais um ato da Campanha de Mobilização do Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Criaças e Adolescentes, que é comemorado hoje.
Panfletos para a conscientização e com o número do disque denúncia - 0800 311119 - foram distribuídos para quem assistia a apresentações teatrais, de grupos musicais e desfile de moda.
De acordo com os dados do Programa Sentinela, da PBH, no período de Janeiro a Abril deste ano, foram atendidos 89 casos de violências nas 9 regionais da cidade, sendo que 90% das denúncias são de abuso sexual e 10% de exploração sexual.

Por:VICTOR HUGO FONSECA
Portal O Tempo
link do postPor anjoseguerreiros, às 22:00  comentar


BH também celebrou Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Criaças e Adolescentes

A Associação Municipal de Assistência Social (Amas) fez nesse dominfo na Feira de Artesanato da Afonso Pena mais um ato da Campanha de Mobilização do Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Criaças e Adolescentes, que é comemorado hoje.
Panfletos para a conscientização e com o número do disque denúncia - 0800 311119 - foram distribuídos para quem assistia a apresentações teatrais, de grupos musicais e desfile de moda.
De acordo com os dados do Programa Sentinela, da PBH, no período de Janeiro a Abril deste ano, foram atendidos 89 casos de violências nas 9 regionais da cidade, sendo que 90% das denúncias são de abuso sexual e 10% de exploração sexual.

Por:VICTOR HUGO FONSECA
Portal O Tempo
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BH também celebrou Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Criaças e Adolescentes

A Associação Municipal de Assistência Social (Amas) fez nesse dominfo na Feira de Artesanato da Afonso Pena mais um ato da Campanha de Mobilização do Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Criaças e Adolescentes, que é comemorado hoje.
Panfletos para a conscientização e com o número do disque denúncia - 0800 311119 - foram distribuídos para quem assistia a apresentações teatrais, de grupos musicais e desfile de moda.
De acordo com os dados do Programa Sentinela, da PBH, no período de Janeiro a Abril deste ano, foram atendidos 89 casos de violências nas 9 regionais da cidade, sendo que 90% das denúncias são de abuso sexual e 10% de exploração sexual.

Por:VICTOR HUGO FONSECA
Portal O Tempo
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BH também celebrou Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Criaças e Adolescentes

A Associação Municipal de Assistência Social (Amas) fez nesse dominfo na Feira de Artesanato da Afonso Pena mais um ato da Campanha de Mobilização do Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Criaças e Adolescentes, que é comemorado hoje.
Panfletos para a conscientização e com o número do disque denúncia - 0800 311119 - foram distribuídos para quem assistia a apresentações teatrais, de grupos musicais e desfile de moda.
De acordo com os dados do Programa Sentinela, da PBH, no período de Janeiro a Abril deste ano, foram atendidos 89 casos de violências nas 9 regionais da cidade, sendo que 90% das denúncias são de abuso sexual e 10% de exploração sexual.

Por:VICTOR HUGO FONSECA
Portal O Tempo
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O Movimento República de Emaús reuniu, nesta segunda, todos os seus funcionários, colaboradores e convidados para uma programação para marcar o Dia Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes, 18 de maio.
O Emaús mantém hoje vários programas de enfrentamento à violência sexual, o principal deles o Jepiara, que atua diretamente com exploração sexual, tráfico de pessoas e abuso sexual de crianças e adolescentes (atendimento jurídico, social, incidência política, mobilização social, etc.).
Durante a programação, os técnicos da organização vão esclarecer para a sociedade e para seus próprios funcionários temas como “o que é exploração sexual”, “aspectos gerais sobre tráfico de pessoas”, “proteção jurídico social das vítimas”, rede de atendimento e outros aspectos que tratem da complexidade dos crimes sexuais contra crianças e adolescentes.

Fonte: Diário do Pará.com.br
link do postPor anjoseguerreiros, às 21:57  comentar


O Movimento República de Emaús reuniu, nesta segunda, todos os seus funcionários, colaboradores e convidados para uma programação para marcar o Dia Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes, 18 de maio.
O Emaús mantém hoje vários programas de enfrentamento à violência sexual, o principal deles o Jepiara, que atua diretamente com exploração sexual, tráfico de pessoas e abuso sexual de crianças e adolescentes (atendimento jurídico, social, incidência política, mobilização social, etc.).
Durante a programação, os técnicos da organização vão esclarecer para a sociedade e para seus próprios funcionários temas como “o que é exploração sexual”, “aspectos gerais sobre tráfico de pessoas”, “proteção jurídico social das vítimas”, rede de atendimento e outros aspectos que tratem da complexidade dos crimes sexuais contra crianças e adolescentes.

Fonte: Diário do Pará.com.br
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O Movimento República de Emaús reuniu, nesta segunda, todos os seus funcionários, colaboradores e convidados para uma programação para marcar o Dia Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes, 18 de maio.
O Emaús mantém hoje vários programas de enfrentamento à violência sexual, o principal deles o Jepiara, que atua diretamente com exploração sexual, tráfico de pessoas e abuso sexual de crianças e adolescentes (atendimento jurídico, social, incidência política, mobilização social, etc.).
Durante a programação, os técnicos da organização vão esclarecer para a sociedade e para seus próprios funcionários temas como “o que é exploração sexual”, “aspectos gerais sobre tráfico de pessoas”, “proteção jurídico social das vítimas”, rede de atendimento e outros aspectos que tratem da complexidade dos crimes sexuais contra crianças e adolescentes.

Fonte: Diário do Pará.com.br
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O Movimento República de Emaús reuniu, nesta segunda, todos os seus funcionários, colaboradores e convidados para uma programação para marcar o Dia Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes, 18 de maio.
O Emaús mantém hoje vários programas de enfrentamento à violência sexual, o principal deles o Jepiara, que atua diretamente com exploração sexual, tráfico de pessoas e abuso sexual de crianças e adolescentes (atendimento jurídico, social, incidência política, mobilização social, etc.).
Durante a programação, os técnicos da organização vão esclarecer para a sociedade e para seus próprios funcionários temas como “o que é exploração sexual”, “aspectos gerais sobre tráfico de pessoas”, “proteção jurídico social das vítimas”, rede de atendimento e outros aspectos que tratem da complexidade dos crimes sexuais contra crianças e adolescentes.

Fonte: Diário do Pará.com.br
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O Estado do Ceará tem sido pioneiro na implementação de ferramentas de intervenção cidadã que respondem as demandas das políticas públicas, sociais, de saúde e de educação.
Na área da violência interpessoal, essa posição se confirma, pois o Ceará foi o primeiro estado a construir o Plano Estadual de Enfrentamento a Violência Sexual de Crianças e Adolescentes, o segundo estado que escreveu o Código de Ética do Turista, possui o protocolo de atenção às vitimas de violência, conta com pesquisas sobre abuso e exploração sexual, realizou CPI que identificou rotas e responsáveis pela exploração de crianças e adolescentes.
Mas, apesar dessa posição, não tem conseguido impedir que crianças e adolescentes tenham seus direitos violados. E perguntar carece: Por que o Ceará ainda não ganhou ritmo no combate a violência sexual infanto-juvenil? Essa inquietação é recorrente no Fórum Cearense de Enfrentamento a Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, instância de mobilização, articulação e controle social que prima pelos Direitos desse grupo sócioetário, e bem sabe que a garantia de direitos requer: planejamento, orçamento, competência de gestão, ações continua, registros do atendimento para formação do banco de dados, notificação, monitoramento e avaliação dos casos, bem como, oferta de condições para a funcionalidade dos Conselhos Tutelares, pois, apenas as ações conjuntas, articuladas da sociedade civil e o desejo político do governo, podem de fato colocar crianças e adolescente na real condição de sujeito de direito e transformar um cenário que promove violência em um cenário que garanta direitos, que gere emprego e renda, que inclua família e comunidade, que criem redes sociais de apoios e serviços com profissionais competentes e habilitados para acolher a vítima, a família e o agressor.

GILVANI PEREIRA - Membro do Fórum Cearense de Enfrentamento da Violência Sexual contra Criança e adolescentes



CE é sexto no ranking nacional em denúncias de violência sexual contra crianças e adolescentes

No Ceará, Estado que garante lutar contra o turismo sexual e é historicamente marcado pelo machismo, as denúncias de crianças e adolescentes abusados sexualmente entre maio de 2003 e 2008 chegaram a 4,7 mil, uma média de 57,42 para cada grupo de 100 mil habitantes. Esse número deixa o Ceará em sexto lugar no ranking nacional de denúncias, feitas pelo Disque 100.
O Nordeste é a primeira região do Brasil em denúncias, seguida por Sudeste, Sul, Norte e Centro-Oeste. Os dados são da Secretaria Especial de Direitos Humanos, da Presidência da República. Em todo o País, de 2003 a 2008, o Disque Denúncia realizou mais de dois milhões de atendimentos, tendo recebido e encaminhado 84.766 denúncias.
O Fórum Cearense de Enfrentamento à Violência Sexual e o Fórum dos Direitos da Criança e do Adolescente têm trabalhado em parceria para a construção do Plano Estadual de Convivência Familiar e Comunitária, cujo eixo é o combate à violência sexual e o atendimento adequado. Além disso, frisa Márcia, o Fórum está acompanhando de perto as ações dos Creas.
Segundo a coordenadora do Fórum, é importante que as vítimas e suas famílias recebam o atendimento para que os jovens violentados possam continuar a se desenvolver de forma tranqüila, com suporte e apoio da família, e não venham a sofrer abusos novamente.
Dados
4,7 mil denúncias de violência sexual foram feitas no Ceará entre maio de 2003 e 20082 mi atendimentos foram realizados no mesmo período em todo o Brasil .


link do postPor anjoseguerreiros, às 21:50  comentar

O Estado do Ceará tem sido pioneiro na implementação de ferramentas de intervenção cidadã que respondem as demandas das políticas públicas, sociais, de saúde e de educação.
Na área da violência interpessoal, essa posição se confirma, pois o Ceará foi o primeiro estado a construir o Plano Estadual de Enfrentamento a Violência Sexual de Crianças e Adolescentes, o segundo estado que escreveu o Código de Ética do Turista, possui o protocolo de atenção às vitimas de violência, conta com pesquisas sobre abuso e exploração sexual, realizou CPI que identificou rotas e responsáveis pela exploração de crianças e adolescentes.
Mas, apesar dessa posição, não tem conseguido impedir que crianças e adolescentes tenham seus direitos violados. E perguntar carece: Por que o Ceará ainda não ganhou ritmo no combate a violência sexual infanto-juvenil? Essa inquietação é recorrente no Fórum Cearense de Enfrentamento a Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, instância de mobilização, articulação e controle social que prima pelos Direitos desse grupo sócioetário, e bem sabe que a garantia de direitos requer: planejamento, orçamento, competência de gestão, ações continua, registros do atendimento para formação do banco de dados, notificação, monitoramento e avaliação dos casos, bem como, oferta de condições para a funcionalidade dos Conselhos Tutelares, pois, apenas as ações conjuntas, articuladas da sociedade civil e o desejo político do governo, podem de fato colocar crianças e adolescente na real condição de sujeito de direito e transformar um cenário que promove violência em um cenário que garanta direitos, que gere emprego e renda, que inclua família e comunidade, que criem redes sociais de apoios e serviços com profissionais competentes e habilitados para acolher a vítima, a família e o agressor.

GILVANI PEREIRA - Membro do Fórum Cearense de Enfrentamento da Violência Sexual contra Criança e adolescentes



CE é sexto no ranking nacional em denúncias de violência sexual contra crianças e adolescentes

No Ceará, Estado que garante lutar contra o turismo sexual e é historicamente marcado pelo machismo, as denúncias de crianças e adolescentes abusados sexualmente entre maio de 2003 e 2008 chegaram a 4,7 mil, uma média de 57,42 para cada grupo de 100 mil habitantes. Esse número deixa o Ceará em sexto lugar no ranking nacional de denúncias, feitas pelo Disque 100.
O Nordeste é a primeira região do Brasil em denúncias, seguida por Sudeste, Sul, Norte e Centro-Oeste. Os dados são da Secretaria Especial de Direitos Humanos, da Presidência da República. Em todo o País, de 2003 a 2008, o Disque Denúncia realizou mais de dois milhões de atendimentos, tendo recebido e encaminhado 84.766 denúncias.
O Fórum Cearense de Enfrentamento à Violência Sexual e o Fórum dos Direitos da Criança e do Adolescente têm trabalhado em parceria para a construção do Plano Estadual de Convivência Familiar e Comunitária, cujo eixo é o combate à violência sexual e o atendimento adequado. Além disso, frisa Márcia, o Fórum está acompanhando de perto as ações dos Creas.
Segundo a coordenadora do Fórum, é importante que as vítimas e suas famílias recebam o atendimento para que os jovens violentados possam continuar a se desenvolver de forma tranqüila, com suporte e apoio da família, e não venham a sofrer abusos novamente.
Dados
4,7 mil denúncias de violência sexual foram feitas no Ceará entre maio de 2003 e 20082 mi atendimentos foram realizados no mesmo período em todo o Brasil .


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O Estado do Ceará tem sido pioneiro na implementação de ferramentas de intervenção cidadã que respondem as demandas das políticas públicas, sociais, de saúde e de educação.
Na área da violência interpessoal, essa posição se confirma, pois o Ceará foi o primeiro estado a construir o Plano Estadual de Enfrentamento a Violência Sexual de Crianças e Adolescentes, o segundo estado que escreveu o Código de Ética do Turista, possui o protocolo de atenção às vitimas de violência, conta com pesquisas sobre abuso e exploração sexual, realizou CPI que identificou rotas e responsáveis pela exploração de crianças e adolescentes.
Mas, apesar dessa posição, não tem conseguido impedir que crianças e adolescentes tenham seus direitos violados. E perguntar carece: Por que o Ceará ainda não ganhou ritmo no combate a violência sexual infanto-juvenil? Essa inquietação é recorrente no Fórum Cearense de Enfrentamento a Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, instância de mobilização, articulação e controle social que prima pelos Direitos desse grupo sócioetário, e bem sabe que a garantia de direitos requer: planejamento, orçamento, competência de gestão, ações continua, registros do atendimento para formação do banco de dados, notificação, monitoramento e avaliação dos casos, bem como, oferta de condições para a funcionalidade dos Conselhos Tutelares, pois, apenas as ações conjuntas, articuladas da sociedade civil e o desejo político do governo, podem de fato colocar crianças e adolescente na real condição de sujeito de direito e transformar um cenário que promove violência em um cenário que garanta direitos, que gere emprego e renda, que inclua família e comunidade, que criem redes sociais de apoios e serviços com profissionais competentes e habilitados para acolher a vítima, a família e o agressor.

GILVANI PEREIRA - Membro do Fórum Cearense de Enfrentamento da Violência Sexual contra Criança e adolescentes



CE é sexto no ranking nacional em denúncias de violência sexual contra crianças e adolescentes

No Ceará, Estado que garante lutar contra o turismo sexual e é historicamente marcado pelo machismo, as denúncias de crianças e adolescentes abusados sexualmente entre maio de 2003 e 2008 chegaram a 4,7 mil, uma média de 57,42 para cada grupo de 100 mil habitantes. Esse número deixa o Ceará em sexto lugar no ranking nacional de denúncias, feitas pelo Disque 100.
O Nordeste é a primeira região do Brasil em denúncias, seguida por Sudeste, Sul, Norte e Centro-Oeste. Os dados são da Secretaria Especial de Direitos Humanos, da Presidência da República. Em todo o País, de 2003 a 2008, o Disque Denúncia realizou mais de dois milhões de atendimentos, tendo recebido e encaminhado 84.766 denúncias.
O Fórum Cearense de Enfrentamento à Violência Sexual e o Fórum dos Direitos da Criança e do Adolescente têm trabalhado em parceria para a construção do Plano Estadual de Convivência Familiar e Comunitária, cujo eixo é o combate à violência sexual e o atendimento adequado. Além disso, frisa Márcia, o Fórum está acompanhando de perto as ações dos Creas.
Segundo a coordenadora do Fórum, é importante que as vítimas e suas famílias recebam o atendimento para que os jovens violentados possam continuar a se desenvolver de forma tranqüila, com suporte e apoio da família, e não venham a sofrer abusos novamente.
Dados
4,7 mil denúncias de violência sexual foram feitas no Ceará entre maio de 2003 e 20082 mi atendimentos foram realizados no mesmo período em todo o Brasil .


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O Estado do Ceará tem sido pioneiro na implementação de ferramentas de intervenção cidadã que respondem as demandas das políticas públicas, sociais, de saúde e de educação.
Na área da violência interpessoal, essa posição se confirma, pois o Ceará foi o primeiro estado a construir o Plano Estadual de Enfrentamento a Violência Sexual de Crianças e Adolescentes, o segundo estado que escreveu o Código de Ética do Turista, possui o protocolo de atenção às vitimas de violência, conta com pesquisas sobre abuso e exploração sexual, realizou CPI que identificou rotas e responsáveis pela exploração de crianças e adolescentes.
Mas, apesar dessa posição, não tem conseguido impedir que crianças e adolescentes tenham seus direitos violados. E perguntar carece: Por que o Ceará ainda não ganhou ritmo no combate a violência sexual infanto-juvenil? Essa inquietação é recorrente no Fórum Cearense de Enfrentamento a Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, instância de mobilização, articulação e controle social que prima pelos Direitos desse grupo sócioetário, e bem sabe que a garantia de direitos requer: planejamento, orçamento, competência de gestão, ações continua, registros do atendimento para formação do banco de dados, notificação, monitoramento e avaliação dos casos, bem como, oferta de condições para a funcionalidade dos Conselhos Tutelares, pois, apenas as ações conjuntas, articuladas da sociedade civil e o desejo político do governo, podem de fato colocar crianças e adolescente na real condição de sujeito de direito e transformar um cenário que promove violência em um cenário que garanta direitos, que gere emprego e renda, que inclua família e comunidade, que criem redes sociais de apoios e serviços com profissionais competentes e habilitados para acolher a vítima, a família e o agressor.

GILVANI PEREIRA - Membro do Fórum Cearense de Enfrentamento da Violência Sexual contra Criança e adolescentes



CE é sexto no ranking nacional em denúncias de violência sexual contra crianças e adolescentes

No Ceará, Estado que garante lutar contra o turismo sexual e é historicamente marcado pelo machismo, as denúncias de crianças e adolescentes abusados sexualmente entre maio de 2003 e 2008 chegaram a 4,7 mil, uma média de 57,42 para cada grupo de 100 mil habitantes. Esse número deixa o Ceará em sexto lugar no ranking nacional de denúncias, feitas pelo Disque 100.
O Nordeste é a primeira região do Brasil em denúncias, seguida por Sudeste, Sul, Norte e Centro-Oeste. Os dados são da Secretaria Especial de Direitos Humanos, da Presidência da República. Em todo o País, de 2003 a 2008, o Disque Denúncia realizou mais de dois milhões de atendimentos, tendo recebido e encaminhado 84.766 denúncias.
O Fórum Cearense de Enfrentamento à Violência Sexual e o Fórum dos Direitos da Criança e do Adolescente têm trabalhado em parceria para a construção do Plano Estadual de Convivência Familiar e Comunitária, cujo eixo é o combate à violência sexual e o atendimento adequado. Além disso, frisa Márcia, o Fórum está acompanhando de perto as ações dos Creas.
Segundo a coordenadora do Fórum, é importante que as vítimas e suas famílias recebam o atendimento para que os jovens violentados possam continuar a se desenvolver de forma tranqüila, com suporte e apoio da família, e não venham a sofrer abusos novamente.
Dados
4,7 mil denúncias de violência sexual foram feitas no Ceará entre maio de 2003 e 20082 mi atendimentos foram realizados no mesmo período em todo o Brasil .


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O secretário adjunto da SEDH (Secretaria Especial de Direitos Humanos), Rogério Sotilli, criticou neste domingo as condições em que se encontram as unidades prisionais no Espírito Santo. "Nada justifica colocar presos em contêineres", disse o secretário, ao comentar a situação dos mais de 300 internos do presídio de Novo Horizonte, no município de Serra (ES).
Contêiner usado como cela levou conselho a pedir à Procuradoria Geral da República a intervenção federal no Espírito Santo.
Na última reunião do Conselho Nacional de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, a situação caótica dos presídios do Espírito Santo foi colocada, e o conselho decidiu formar uma comissão para investigar o assunto. Em um das penitenciárias, o conselho identificou pessoas presas em contêineres, cercados de lixo e esgoto a céu aberto e grande quantidade de insetos.
O objetivo é fazer um levantamento dos principais problemas e, ao final do trabalho, elaborar recomendações que deverão ser adotadas pelo sistema penitenciário local. "Ela funcionará nos moldes da comissão que investigou o presídio Urso Branco, em Rondônia", destacou Sotilli.
O trabalho da comissão deverá incluir visitas aos presídios, conversas com os detentos, com as autoridades locais e ainda uma documentação por meio de fotografias.
"As fotos têm um peso muito importante nesse caso. As que vimos no relatório apresentado pelo Conselho de Política Penitenciária são degradantes", acrescentou Sotilli.

Associação de mães de vítimas da violência denuncia tortura


Brasília - Além da manutenção de pessoas presas em contêineres, da ocorrência de esquartejamento dentro de presídios, em consequência da ausência do Estado no sistema carcerário do Espírito Santo, conforme admitido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), surge mais uma denúncia sobre a situação dos detidos no estado. Segundo a presidente da Associação de Mães e Familiares de Vítimas da Violência no Espírito Santo (Amafase), Maria das Graças Nacort, ocorre tortura policial na Casa de Custódia de Viana, município próximo de Vitória, capital do estado.De acordo com Maria das Graças, no Dia das Mães (10), quando terminou o horário de visitas, houve espancamento de pessoas presas e disparo de tiros (inclusive contra a mão de encarcerados) no Pavilhão nº 4. Conforme relato de Maria das Graças à Agência Brasil, as agressões partiram de um sargento da Polícia Militar. “Pegaram o preso, mandaram ajoelhar, espancaram, e o sargento mandou a guarda entrar”, contou a presidente da associação, que disse ter ouvido o relato de um dos presos hospitalizados dois dias depois do incidente.Maria das Graças disse que a administração do presídio não tem controle desse local . “Está tudo aberto, os presos vivem soltos dentro do pavilhão”. Foi Maria das Graças quem denunciou, no mês passado, a ocorrência dos esquartejamentos ao Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária. Segundo ela, os corpos esquartejados desapareceram dentro dos presídios.Segundo a presidente da Amafase, nas celas que são contêineres do presídio de Novo Horizonte, no município de Serra (também na Grande Vitória), há dois prisioneiros que ficaram cegos, feridos dentro da cadeia. “No momento em que uma pessoa está presa, está sob custódia do Estado, não é para ser torturada”, afirmou. “Isso sempre aconteceu. Nosso estado é um estado sem lei e sem justiça.”Maria das Graças disse que tem fotos e documentos que comprovam o que denuncia e que não tem medo de ser perseguida pela informações. “Sei de todos os riscos que estou correndo, não posso ser omissa. Uma mulher marcada para morrer não pode perder um segundo da vida”, afirmou. No próximo mês, vão a júri quatro policiais acusados de ter executado, há dez anos, um filho de Maria das Graças.

Fonte: Agência Brasil



link do postPor anjoseguerreiros, às 21:21  comentar

O secretário adjunto da SEDH (Secretaria Especial de Direitos Humanos), Rogério Sotilli, criticou neste domingo as condições em que se encontram as unidades prisionais no Espírito Santo. "Nada justifica colocar presos em contêineres", disse o secretário, ao comentar a situação dos mais de 300 internos do presídio de Novo Horizonte, no município de Serra (ES).
Contêiner usado como cela levou conselho a pedir à Procuradoria Geral da República a intervenção federal no Espírito Santo.
Na última reunião do Conselho Nacional de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, a situação caótica dos presídios do Espírito Santo foi colocada, e o conselho decidiu formar uma comissão para investigar o assunto. Em um das penitenciárias, o conselho identificou pessoas presas em contêineres, cercados de lixo e esgoto a céu aberto e grande quantidade de insetos.
O objetivo é fazer um levantamento dos principais problemas e, ao final do trabalho, elaborar recomendações que deverão ser adotadas pelo sistema penitenciário local. "Ela funcionará nos moldes da comissão que investigou o presídio Urso Branco, em Rondônia", destacou Sotilli.
O trabalho da comissão deverá incluir visitas aos presídios, conversas com os detentos, com as autoridades locais e ainda uma documentação por meio de fotografias.
"As fotos têm um peso muito importante nesse caso. As que vimos no relatório apresentado pelo Conselho de Política Penitenciária são degradantes", acrescentou Sotilli.

Associação de mães de vítimas da violência denuncia tortura


Brasília - Além da manutenção de pessoas presas em contêineres, da ocorrência de esquartejamento dentro de presídios, em consequência da ausência do Estado no sistema carcerário do Espírito Santo, conforme admitido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), surge mais uma denúncia sobre a situação dos detidos no estado. Segundo a presidente da Associação de Mães e Familiares de Vítimas da Violência no Espírito Santo (Amafase), Maria das Graças Nacort, ocorre tortura policial na Casa de Custódia de Viana, município próximo de Vitória, capital do estado.De acordo com Maria das Graças, no Dia das Mães (10), quando terminou o horário de visitas, houve espancamento de pessoas presas e disparo de tiros (inclusive contra a mão de encarcerados) no Pavilhão nº 4. Conforme relato de Maria das Graças à Agência Brasil, as agressões partiram de um sargento da Polícia Militar. “Pegaram o preso, mandaram ajoelhar, espancaram, e o sargento mandou a guarda entrar”, contou a presidente da associação, que disse ter ouvido o relato de um dos presos hospitalizados dois dias depois do incidente.Maria das Graças disse que a administração do presídio não tem controle desse local . “Está tudo aberto, os presos vivem soltos dentro do pavilhão”. Foi Maria das Graças quem denunciou, no mês passado, a ocorrência dos esquartejamentos ao Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária. Segundo ela, os corpos esquartejados desapareceram dentro dos presídios.Segundo a presidente da Amafase, nas celas que são contêineres do presídio de Novo Horizonte, no município de Serra (também na Grande Vitória), há dois prisioneiros que ficaram cegos, feridos dentro da cadeia. “No momento em que uma pessoa está presa, está sob custódia do Estado, não é para ser torturada”, afirmou. “Isso sempre aconteceu. Nosso estado é um estado sem lei e sem justiça.”Maria das Graças disse que tem fotos e documentos que comprovam o que denuncia e que não tem medo de ser perseguida pela informações. “Sei de todos os riscos que estou correndo, não posso ser omissa. Uma mulher marcada para morrer não pode perder um segundo da vida”, afirmou. No próximo mês, vão a júri quatro policiais acusados de ter executado, há dez anos, um filho de Maria das Graças.

Fonte: Agência Brasil



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O secretário adjunto da SEDH (Secretaria Especial de Direitos Humanos), Rogério Sotilli, criticou neste domingo as condições em que se encontram as unidades prisionais no Espírito Santo. "Nada justifica colocar presos em contêineres", disse o secretário, ao comentar a situação dos mais de 300 internos do presídio de Novo Horizonte, no município de Serra (ES).
Contêiner usado como cela levou conselho a pedir à Procuradoria Geral da República a intervenção federal no Espírito Santo.
Na última reunião do Conselho Nacional de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, a situação caótica dos presídios do Espírito Santo foi colocada, e o conselho decidiu formar uma comissão para investigar o assunto. Em um das penitenciárias, o conselho identificou pessoas presas em contêineres, cercados de lixo e esgoto a céu aberto e grande quantidade de insetos.
O objetivo é fazer um levantamento dos principais problemas e, ao final do trabalho, elaborar recomendações que deverão ser adotadas pelo sistema penitenciário local. "Ela funcionará nos moldes da comissão que investigou o presídio Urso Branco, em Rondônia", destacou Sotilli.
O trabalho da comissão deverá incluir visitas aos presídios, conversas com os detentos, com as autoridades locais e ainda uma documentação por meio de fotografias.
"As fotos têm um peso muito importante nesse caso. As que vimos no relatório apresentado pelo Conselho de Política Penitenciária são degradantes", acrescentou Sotilli.

Associação de mães de vítimas da violência denuncia tortura


Brasília - Além da manutenção de pessoas presas em contêineres, da ocorrência de esquartejamento dentro de presídios, em consequência da ausência do Estado no sistema carcerário do Espírito Santo, conforme admitido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), surge mais uma denúncia sobre a situação dos detidos no estado. Segundo a presidente da Associação de Mães e Familiares de Vítimas da Violência no Espírito Santo (Amafase), Maria das Graças Nacort, ocorre tortura policial na Casa de Custódia de Viana, município próximo de Vitória, capital do estado.De acordo com Maria das Graças, no Dia das Mães (10), quando terminou o horário de visitas, houve espancamento de pessoas presas e disparo de tiros (inclusive contra a mão de encarcerados) no Pavilhão nº 4. Conforme relato de Maria das Graças à Agência Brasil, as agressões partiram de um sargento da Polícia Militar. “Pegaram o preso, mandaram ajoelhar, espancaram, e o sargento mandou a guarda entrar”, contou a presidente da associação, que disse ter ouvido o relato de um dos presos hospitalizados dois dias depois do incidente.Maria das Graças disse que a administração do presídio não tem controle desse local . “Está tudo aberto, os presos vivem soltos dentro do pavilhão”. Foi Maria das Graças quem denunciou, no mês passado, a ocorrência dos esquartejamentos ao Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária. Segundo ela, os corpos esquartejados desapareceram dentro dos presídios.Segundo a presidente da Amafase, nas celas que são contêineres do presídio de Novo Horizonte, no município de Serra (também na Grande Vitória), há dois prisioneiros que ficaram cegos, feridos dentro da cadeia. “No momento em que uma pessoa está presa, está sob custódia do Estado, não é para ser torturada”, afirmou. “Isso sempre aconteceu. Nosso estado é um estado sem lei e sem justiça.”Maria das Graças disse que tem fotos e documentos que comprovam o que denuncia e que não tem medo de ser perseguida pela informações. “Sei de todos os riscos que estou correndo, não posso ser omissa. Uma mulher marcada para morrer não pode perder um segundo da vida”, afirmou. No próximo mês, vão a júri quatro policiais acusados de ter executado, há dez anos, um filho de Maria das Graças.

Fonte: Agência Brasil



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O secretário adjunto da SEDH (Secretaria Especial de Direitos Humanos), Rogério Sotilli, criticou neste domingo as condições em que se encontram as unidades prisionais no Espírito Santo. "Nada justifica colocar presos em contêineres", disse o secretário, ao comentar a situação dos mais de 300 internos do presídio de Novo Horizonte, no município de Serra (ES).
Contêiner usado como cela levou conselho a pedir à Procuradoria Geral da República a intervenção federal no Espírito Santo.
Na última reunião do Conselho Nacional de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, a situação caótica dos presídios do Espírito Santo foi colocada, e o conselho decidiu formar uma comissão para investigar o assunto. Em um das penitenciárias, o conselho identificou pessoas presas em contêineres, cercados de lixo e esgoto a céu aberto e grande quantidade de insetos.
O objetivo é fazer um levantamento dos principais problemas e, ao final do trabalho, elaborar recomendações que deverão ser adotadas pelo sistema penitenciário local. "Ela funcionará nos moldes da comissão que investigou o presídio Urso Branco, em Rondônia", destacou Sotilli.
O trabalho da comissão deverá incluir visitas aos presídios, conversas com os detentos, com as autoridades locais e ainda uma documentação por meio de fotografias.
"As fotos têm um peso muito importante nesse caso. As que vimos no relatório apresentado pelo Conselho de Política Penitenciária são degradantes", acrescentou Sotilli.

Associação de mães de vítimas da violência denuncia tortura


Brasília - Além da manutenção de pessoas presas em contêineres, da ocorrência de esquartejamento dentro de presídios, em consequência da ausência do Estado no sistema carcerário do Espírito Santo, conforme admitido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), surge mais uma denúncia sobre a situação dos detidos no estado. Segundo a presidente da Associação de Mães e Familiares de Vítimas da Violência no Espírito Santo (Amafase), Maria das Graças Nacort, ocorre tortura policial na Casa de Custódia de Viana, município próximo de Vitória, capital do estado.De acordo com Maria das Graças, no Dia das Mães (10), quando terminou o horário de visitas, houve espancamento de pessoas presas e disparo de tiros (inclusive contra a mão de encarcerados) no Pavilhão nº 4. Conforme relato de Maria das Graças à Agência Brasil, as agressões partiram de um sargento da Polícia Militar. “Pegaram o preso, mandaram ajoelhar, espancaram, e o sargento mandou a guarda entrar”, contou a presidente da associação, que disse ter ouvido o relato de um dos presos hospitalizados dois dias depois do incidente.Maria das Graças disse que a administração do presídio não tem controle desse local . “Está tudo aberto, os presos vivem soltos dentro do pavilhão”. Foi Maria das Graças quem denunciou, no mês passado, a ocorrência dos esquartejamentos ao Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária. Segundo ela, os corpos esquartejados desapareceram dentro dos presídios.Segundo a presidente da Amafase, nas celas que são contêineres do presídio de Novo Horizonte, no município de Serra (também na Grande Vitória), há dois prisioneiros que ficaram cegos, feridos dentro da cadeia. “No momento em que uma pessoa está presa, está sob custódia do Estado, não é para ser torturada”, afirmou. “Isso sempre aconteceu. Nosso estado é um estado sem lei e sem justiça.”Maria das Graças disse que tem fotos e documentos que comprovam o que denuncia e que não tem medo de ser perseguida pela informações. “Sei de todos os riscos que estou correndo, não posso ser omissa. Uma mulher marcada para morrer não pode perder um segundo da vida”, afirmou. No próximo mês, vão a júri quatro policiais acusados de ter executado, há dez anos, um filho de Maria das Graças.

Fonte: Agência Brasil



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No Dia Nacional de Combate ao Abuso e a Violência Sexual contra a Criança, 18 de maio, o Jornale traz um levantamento sobre o perfil do mais cruel e perigoso maníaco que o Paraná já conheceu. José Airton Pontes, 52.

Pontes, mais conhecido como o ‘Maníaco da Bicicleta’, ganhou espaço nas manchetes policiais do sudoeste, após violentar sexualmente e logo em seguida assassinar o menino, Renato Renan Poronizak, 7, em Marmeleiro, no ano de 2005. Dias depois ele foi preso, na cidade de Pinhalzinho, em Santa Catarina. No mês passado, em Francisco Beltrão, José foi julgado e condenado a 37 anos de prisão por crime de homicídio doloso (com intenção de matar), abuso sexual e ocultação de cadáver.

Logo em seguida, foi transferido para Curitiba, onde aguarda julgamento por outro crime, esse o estupro e o assassinato de uma menina de 7 anos. Em junho de 2005, cinco meses antes de cometer o crime de Marmeleiro, José Pontes, raptou, estuprou e depois estrangulou a menina Jéssica Morais de Oliveira,8. A menina morava na Cidade Industrial de Curitiba (CIC) e seu corpo foi encontrado, seis meses depois, em uma plantação de Pinus, no município de Almirante Tamandaré, Região Metropolitana de Curitiba.

A prisão de José Airton culminou com o fim das buscas de um dos maiores maníacos que atacavam crianças que o Brasil já conheceu, ao lado de Ferbonio Índio do Brasil, 1920, e Marcelo Costa de Andrade, o ‘Vampiro de Niterói’,1993. Entre José Pontes, Febronio e Andrade a ciência forense encontra três semelhanças. O gosto por meninos, a preferência por crianças e o perfil de um ‘Serial Killer’.

De acordo com informações de Márcia Tavares do Santos, ex-delegada do Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride), José Airton Pontes é um criminoso em série que não demonstra o mínimo de empatia pelas pessoas. Embora diga que se arrependa, José não controla seus impulsos e comete o crime sempre que vê uma oportunidade. “Para a psicologia, ele pode ser considerado um psicopata pelas características que apresenta. A psicopatia está à margem da sanidade e da loucura. Os psicopatas não apresentam delírios e alucinações (sintomas característicos de transtornos mentais), eles não perdem o senso da realidade e geralmente são pessoas inteligentes, são incapazes de sentir pena, culpa ou arrependimento”, explicou.

Márcia Tavares ouviu o depoimento de José e conseguiu a confissão de todos os crimes cometidos nos 30 anos em que alternou entradas e saídas da prisão. Sua confissão foi encaminhada para outros estados, por uma questão de competência ficando ao encargo do Sicride apenas investigação da morte da menina Jéssica.

O delegado titular de Francisco Beltrão, Ivonei Oscar da Silva, que fez parte da equipe que prendeu José Airton Pontes, em Pinhalzinho, dias depois do assassinato do menino Renan, afirma que ele é um criminoso em série perigoso e inteligente. “É um cara muito bem articulado, uma pessoa de um raciocínio excepcional. Ele tinha uma capacidade de convencer as pessoas”, explicou.

O delegado conta que usando a identidade de líder evangélico, José conquistava a confiança dos moradores e conseguia casa e comida durante o período que ficava nas cidades. “Ele era um oportunista. Como não predeterminava suas vítimas, passava o tempo que fosse necessário na cidade para reconhecer um momento oportuno e atacar. Quando encontrava esse momento, seduzia a criança com balas e conversa e as carregava na garupa da bicicleta”, analisa Ivonei, completando ainda que na data de sua prisão, ele estava abrigado na casa de um pastor evangélico de Pinhalzinho.

“Quando nós conseguimos localizá-lo, ele estava dormindo numa casa que um pastor havia emprestado. Como estava vazia, ele não viu problemas e deixou José pernoitar alguns dias lá. Esse homem tinha um filho de oito anos dentro de casa”, recorda o delegado.

Maníaco de Marmeleiro é serial killer procurado em todo o país
O psiquiatra forense Rui Fernando Cruz Sampaio, aposentado do Instituto de Criminalística do Paraná, onde trabalhou por 30 anos, conta que elementos como José Pontes são extremamente perigosos por não mostrarem o que realmente são. “São pessoas simpáticas, atenciosas que mentem o quanto for necessário para conquistar i que deseja. Porém são incapazes de sentir remorso, culpa e que não apresentam o mínimo de respeito aos limites”, esclareceu.

Dentro deste contexto, Sampaio diz que os psicopatas não costumam a resistir a seus impulsos, cometendo crimes e assassinatos em série, como é o caso de José.

“O perfil dele é de uma perversidade muito grande. Isso acontece porque essas pessoas normalmente têm uma diminuição do senso crítico. Com isso, o psicopata acaba pensando que se ele tiver que cometer um ato fora do comum ele fará”, disse. Sampaio também explica que essas pessoas não podem ser consideradas loucas, uma vez que apresentam plena consciência de seus atos, tendo apenas uma dificuldade de resistir a seus impulsos e uma incapacidade de sentir culpa pelos atos que comete.

“São pessoas inteligentes que sabem o que estão fazendo. Eles convencem, eles mentem, eles chegam ao extremo para satisfazer seus impulsos. Você dizer que um psicopata é inimputável está diretamente ligado a consciência que ele tem dos atos que toma e no caso dos psicopatas a questão legal mostra que eles têm sim essa capacidade de avaliação de suas ações”, analisou.

Estudos sobre o comportamento dos criminosos em série apontam que esses indivíduos criam personagens para se aproximar das pessoas sem que as mesmas percebam suas verdadeiras intenções. Os maiores assassinos em série do Brasil como Francisco Costa Rocha, o ‘Chico Picadinho’ , Francisco de Assis Pereira, o ‘Maníaco do Parque’ , e João Acácio Pereira da Costa, o ’Bandido da Luz Vermelha’, mantinham uma vida comum, se apresentando socialmente como pessoas de boa fé.

‘Luz Vermelha’ se dizia filho de fazendeiros, vindo do interior para ganhar a vida na capital paulista, ‘Chico Picadinho’, durante o dia, se passava por um rapaz trabalhador, enquanto o ‘Maníaco do Parque’ trabalhava como Moto Boy. José Airton Pontes perambulava pelo Brasil se dizendo missionário evangélico e carregava um violão nas costas pedalando uma bicicleta vermelha. Por onde passava, conquistava a confiança de todos e recebia o abrigo de líderes eclesiásticos. Suas conversas, sempre envolventes, impediam que as pessoas emitissem juízo de valor a seu respeito.

Desta forma, o maníaco tinha o tempo que achasse necessário para cometer seus crimes. José Pontes não escolhia suas vítimas, ele aproveitava o momento e atacava com rapidez. “Ele convencia as crianças de maneira rápida e as carregava para longe de casa, para então cometer o crime”, explicou o delegado Ivonei.

Com a menina Jéssica, em junho de 2005, Pontes precisou de poucos minutos para convencê-la a sair com ele na bicicleta. Passava das 9h quando a menina deixou sua casa , empurrando um carrinho de mão, para buscar lenhas para sua mãe. Testemunhas disseram ter visto um homem, em uma bicicleta vermelha, carregando Jéssica na garupa. Depois desse dia, ela nunca mais foi vista com vida. José Airton pedalou mais de 30 km, até chegar em uma plantação de Pinus, no município de Almirante Tamandaré, na grande Curitiba, onde estuprou a menina e depois matou por estrangulamento. Antes de deixar o local do crime, José enterrou o corpo em uma cova rasa. Em seguida deixou a cidade sem deixar pistas.

A polícia do Paraná desconfiava de Airton, mas precisava encontrá-lo, para então descobrir o paradeiro da menina. Em 29 de outubro, José Pontes atacou novamente e colocou a polícia na pista do assassino. A morte do menino Renato Renan Poronizak, 7, revela a polícia que o maníaco estava de volta. José afirmou estar de passagem por Marmeleiro quando percebeu o menino que caminhava de uniforme. Com o violão e algumas balas, Pontes convenceu o garoto a subir na bicicleta. Uma prostituta afirmou ter visto o menino ainda com vida seguindo com um homem de bicicleta vermelha pela rodovia.

O corpo de Renato foi encontrado dois dias depois, virado de bruços em uma plantação de pinus na zona rural de Marmeleiro. “Dentro de todo o seu histórico de crimes, podemos afirmar que José Pontes evoluiu de um criminoso em série para um assassino em série. Essas pessoas não têm o mínimo de condições de conviver em sociedade, devem ficar reclusas em instituições psiquiátricas, porque quando saírem, vão cometer os mesmos crimes de novo ”, disse o psiquiatra Rui Sampaio, dando como exemplo o Bandido da Luz Vermelha, que ao deixar a cadeia tentou matar parentes, estuprar mulheres e acabou morto por um primo na cidade de São Francisco do Sul, Santa Catarina.

Um rastro de crimes e ousadia
Dois crimes, duas crianças mortas, dois casos de violência sexual infantil. Os fatos por si só já causariam espanto no mais experiente dos policiais, porém, mas José Pontes escondia ainda mais histórias de crimes hediondos. A carreira criminosa de Pontes começou a ser trilhada no ano de 1975, quando ele tinha 15 anos e cometeu seu primeiro estupro. A vítima era uma menina, cuja idade não foi apurada pela polícia, que morava na cidade de Lages, Santa Catarina.

Logo em seguida, José fugiu para Curitiba, onde violentou um menino de oito anos. José foi preso logo em seguida e passou dez anos na cadeia sendo solto no ano de 1985. Após cumprir a pena, José não era mais um adolescente e com 25 anos de idade voltou às ruas para cometer mais crimes. Em 1986, José Airton violentou um menino em Joinville (SC). Embora não tenha certeza, José acredita que tenha matado o menino.

No ano seguinte José voltou para a cidade onde cometeu seu primeiro crime, Lages, onde violentou 13 meninos, um deles, Pontes afirma que enforcou até desmaiar, não sabendo se o matou. Antes disso, o maníaco já havia passado por Balneário Camboriú, SC, e durante sua permanência estuprou uma menina.

De 1988 até 1992, outros quatro meninos foram violentados e uma menina estuprada por José. Os crimes aconteceram nos estados de Santa Catarina, Goiás e São Paulo. No município de Santa Cruz do Rio Pardo (SP), José foi preso e lá cumpriu 12 anos de prisão, sendo solto em 2004, quando recebeu liberdade condicional. Solto novamente, José tinha ordem judicial de não deixar a comarca de Santa Cruz do Rio Pardo, mas ele não tomou conhecimento da determinação do juiz e desapareceu.

O maníaco voltou para Lages, Santa Catarina, e lá violentou mais três garotos. Um ano depois, em 2005, José começava a trilhar o caminho que o levou a Marmeleiro. A primeira parada foi em sua cidade natal, Caçador. Lá ele violentou um menino e seguiu para o município de Santa Cecília, onde estuprou uma menina. Em junho daquele ano, Pontes chegou a Curitiba onde estuprou e matou a menina Jéssica Morais de Oliveira. Logo em seguida foi para Palmas, no Tocantins, onde violentou um menino.

Em outubro retornou ao Paraná e violentou e matou Renato antes de ser preso. Com sua prisão, a família de Jéssica finalmente pode o seu destino. Com a confissão do crime, Pontes levou a polícia até o local onde estuprou, matou e depois enterrou o corpo, marcando o fim de cinco meses de agonia e incertezas. Condenado a 37 anos de prisão, José Pontes acumula 30 anos de crime.


Jornale
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No Dia Nacional de Combate ao Abuso e a Violência Sexual contra a Criança, 18 de maio, o Jornale traz um levantamento sobre o perfil do mais cruel e perigoso maníaco que o Paraná já conheceu. José Airton Pontes, 52.

Pontes, mais conhecido como o ‘Maníaco da Bicicleta’, ganhou espaço nas manchetes policiais do sudoeste, após violentar sexualmente e logo em seguida assassinar o menino, Renato Renan Poronizak, 7, em Marmeleiro, no ano de 2005. Dias depois ele foi preso, na cidade de Pinhalzinho, em Santa Catarina. No mês passado, em Francisco Beltrão, José foi julgado e condenado a 37 anos de prisão por crime de homicídio doloso (com intenção de matar), abuso sexual e ocultação de cadáver.

Logo em seguida, foi transferido para Curitiba, onde aguarda julgamento por outro crime, esse o estupro e o assassinato de uma menina de 7 anos. Em junho de 2005, cinco meses antes de cometer o crime de Marmeleiro, José Pontes, raptou, estuprou e depois estrangulou a menina Jéssica Morais de Oliveira,8. A menina morava na Cidade Industrial de Curitiba (CIC) e seu corpo foi encontrado, seis meses depois, em uma plantação de Pinus, no município de Almirante Tamandaré, Região Metropolitana de Curitiba.

A prisão de José Airton culminou com o fim das buscas de um dos maiores maníacos que atacavam crianças que o Brasil já conheceu, ao lado de Ferbonio Índio do Brasil, 1920, e Marcelo Costa de Andrade, o ‘Vampiro de Niterói’,1993. Entre José Pontes, Febronio e Andrade a ciência forense encontra três semelhanças. O gosto por meninos, a preferência por crianças e o perfil de um ‘Serial Killer’.

De acordo com informações de Márcia Tavares do Santos, ex-delegada do Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride), José Airton Pontes é um criminoso em série que não demonstra o mínimo de empatia pelas pessoas. Embora diga que se arrependa, José não controla seus impulsos e comete o crime sempre que vê uma oportunidade. “Para a psicologia, ele pode ser considerado um psicopata pelas características que apresenta. A psicopatia está à margem da sanidade e da loucura. Os psicopatas não apresentam delírios e alucinações (sintomas característicos de transtornos mentais), eles não perdem o senso da realidade e geralmente são pessoas inteligentes, são incapazes de sentir pena, culpa ou arrependimento”, explicou.

Márcia Tavares ouviu o depoimento de José e conseguiu a confissão de todos os crimes cometidos nos 30 anos em que alternou entradas e saídas da prisão. Sua confissão foi encaminhada para outros estados, por uma questão de competência ficando ao encargo do Sicride apenas investigação da morte da menina Jéssica.

O delegado titular de Francisco Beltrão, Ivonei Oscar da Silva, que fez parte da equipe que prendeu José Airton Pontes, em Pinhalzinho, dias depois do assassinato do menino Renan, afirma que ele é um criminoso em série perigoso e inteligente. “É um cara muito bem articulado, uma pessoa de um raciocínio excepcional. Ele tinha uma capacidade de convencer as pessoas”, explicou.

O delegado conta que usando a identidade de líder evangélico, José conquistava a confiança dos moradores e conseguia casa e comida durante o período que ficava nas cidades. “Ele era um oportunista. Como não predeterminava suas vítimas, passava o tempo que fosse necessário na cidade para reconhecer um momento oportuno e atacar. Quando encontrava esse momento, seduzia a criança com balas e conversa e as carregava na garupa da bicicleta”, analisa Ivonei, completando ainda que na data de sua prisão, ele estava abrigado na casa de um pastor evangélico de Pinhalzinho.

“Quando nós conseguimos localizá-lo, ele estava dormindo numa casa que um pastor havia emprestado. Como estava vazia, ele não viu problemas e deixou José pernoitar alguns dias lá. Esse homem tinha um filho de oito anos dentro de casa”, recorda o delegado.

Maníaco de Marmeleiro é serial killer procurado em todo o país
O psiquiatra forense Rui Fernando Cruz Sampaio, aposentado do Instituto de Criminalística do Paraná, onde trabalhou por 30 anos, conta que elementos como José Pontes são extremamente perigosos por não mostrarem o que realmente são. “São pessoas simpáticas, atenciosas que mentem o quanto for necessário para conquistar i que deseja. Porém são incapazes de sentir remorso, culpa e que não apresentam o mínimo de respeito aos limites”, esclareceu.

Dentro deste contexto, Sampaio diz que os psicopatas não costumam a resistir a seus impulsos, cometendo crimes e assassinatos em série, como é o caso de José.

“O perfil dele é de uma perversidade muito grande. Isso acontece porque essas pessoas normalmente têm uma diminuição do senso crítico. Com isso, o psicopata acaba pensando que se ele tiver que cometer um ato fora do comum ele fará”, disse. Sampaio também explica que essas pessoas não podem ser consideradas loucas, uma vez que apresentam plena consciência de seus atos, tendo apenas uma dificuldade de resistir a seus impulsos e uma incapacidade de sentir culpa pelos atos que comete.

“São pessoas inteligentes que sabem o que estão fazendo. Eles convencem, eles mentem, eles chegam ao extremo para satisfazer seus impulsos. Você dizer que um psicopata é inimputável está diretamente ligado a consciência que ele tem dos atos que toma e no caso dos psicopatas a questão legal mostra que eles têm sim essa capacidade de avaliação de suas ações”, analisou.

Estudos sobre o comportamento dos criminosos em série apontam que esses indivíduos criam personagens para se aproximar das pessoas sem que as mesmas percebam suas verdadeiras intenções. Os maiores assassinos em série do Brasil como Francisco Costa Rocha, o ‘Chico Picadinho’ , Francisco de Assis Pereira, o ‘Maníaco do Parque’ , e João Acácio Pereira da Costa, o ’Bandido da Luz Vermelha’, mantinham uma vida comum, se apresentando socialmente como pessoas de boa fé.

‘Luz Vermelha’ se dizia filho de fazendeiros, vindo do interior para ganhar a vida na capital paulista, ‘Chico Picadinho’, durante o dia, se passava por um rapaz trabalhador, enquanto o ‘Maníaco do Parque’ trabalhava como Moto Boy. José Airton Pontes perambulava pelo Brasil se dizendo missionário evangélico e carregava um violão nas costas pedalando uma bicicleta vermelha. Por onde passava, conquistava a confiança de todos e recebia o abrigo de líderes eclesiásticos. Suas conversas, sempre envolventes, impediam que as pessoas emitissem juízo de valor a seu respeito.

Desta forma, o maníaco tinha o tempo que achasse necessário para cometer seus crimes. José Pontes não escolhia suas vítimas, ele aproveitava o momento e atacava com rapidez. “Ele convencia as crianças de maneira rápida e as carregava para longe de casa, para então cometer o crime”, explicou o delegado Ivonei.

Com a menina Jéssica, em junho de 2005, Pontes precisou de poucos minutos para convencê-la a sair com ele na bicicleta. Passava das 9h quando a menina deixou sua casa , empurrando um carrinho de mão, para buscar lenhas para sua mãe. Testemunhas disseram ter visto um homem, em uma bicicleta vermelha, carregando Jéssica na garupa. Depois desse dia, ela nunca mais foi vista com vida. José Airton pedalou mais de 30 km, até chegar em uma plantação de Pinus, no município de Almirante Tamandaré, na grande Curitiba, onde estuprou a menina e depois matou por estrangulamento. Antes de deixar o local do crime, José enterrou o corpo em uma cova rasa. Em seguida deixou a cidade sem deixar pistas.

A polícia do Paraná desconfiava de Airton, mas precisava encontrá-lo, para então descobrir o paradeiro da menina. Em 29 de outubro, José Pontes atacou novamente e colocou a polícia na pista do assassino. A morte do menino Renato Renan Poronizak, 7, revela a polícia que o maníaco estava de volta. José afirmou estar de passagem por Marmeleiro quando percebeu o menino que caminhava de uniforme. Com o violão e algumas balas, Pontes convenceu o garoto a subir na bicicleta. Uma prostituta afirmou ter visto o menino ainda com vida seguindo com um homem de bicicleta vermelha pela rodovia.

O corpo de Renato foi encontrado dois dias depois, virado de bruços em uma plantação de pinus na zona rural de Marmeleiro. “Dentro de todo o seu histórico de crimes, podemos afirmar que José Pontes evoluiu de um criminoso em série para um assassino em série. Essas pessoas não têm o mínimo de condições de conviver em sociedade, devem ficar reclusas em instituições psiquiátricas, porque quando saírem, vão cometer os mesmos crimes de novo ”, disse o psiquiatra Rui Sampaio, dando como exemplo o Bandido da Luz Vermelha, que ao deixar a cadeia tentou matar parentes, estuprar mulheres e acabou morto por um primo na cidade de São Francisco do Sul, Santa Catarina.

Um rastro de crimes e ousadia
Dois crimes, duas crianças mortas, dois casos de violência sexual infantil. Os fatos por si só já causariam espanto no mais experiente dos policiais, porém, mas José Pontes escondia ainda mais histórias de crimes hediondos. A carreira criminosa de Pontes começou a ser trilhada no ano de 1975, quando ele tinha 15 anos e cometeu seu primeiro estupro. A vítima era uma menina, cuja idade não foi apurada pela polícia, que morava na cidade de Lages, Santa Catarina.

Logo em seguida, José fugiu para Curitiba, onde violentou um menino de oito anos. José foi preso logo em seguida e passou dez anos na cadeia sendo solto no ano de 1985. Após cumprir a pena, José não era mais um adolescente e com 25 anos de idade voltou às ruas para cometer mais crimes. Em 1986, José Airton violentou um menino em Joinville (SC). Embora não tenha certeza, José acredita que tenha matado o menino.

No ano seguinte José voltou para a cidade onde cometeu seu primeiro crime, Lages, onde violentou 13 meninos, um deles, Pontes afirma que enforcou até desmaiar, não sabendo se o matou. Antes disso, o maníaco já havia passado por Balneário Camboriú, SC, e durante sua permanência estuprou uma menina.

De 1988 até 1992, outros quatro meninos foram violentados e uma menina estuprada por José. Os crimes aconteceram nos estados de Santa Catarina, Goiás e São Paulo. No município de Santa Cruz do Rio Pardo (SP), José foi preso e lá cumpriu 12 anos de prisão, sendo solto em 2004, quando recebeu liberdade condicional. Solto novamente, José tinha ordem judicial de não deixar a comarca de Santa Cruz do Rio Pardo, mas ele não tomou conhecimento da determinação do juiz e desapareceu.

O maníaco voltou para Lages, Santa Catarina, e lá violentou mais três garotos. Um ano depois, em 2005, José começava a trilhar o caminho que o levou a Marmeleiro. A primeira parada foi em sua cidade natal, Caçador. Lá ele violentou um menino e seguiu para o município de Santa Cecília, onde estuprou uma menina. Em junho daquele ano, Pontes chegou a Curitiba onde estuprou e matou a menina Jéssica Morais de Oliveira. Logo em seguida foi para Palmas, no Tocantins, onde violentou um menino.

Em outubro retornou ao Paraná e violentou e matou Renato antes de ser preso. Com sua prisão, a família de Jéssica finalmente pode o seu destino. Com a confissão do crime, Pontes levou a polícia até o local onde estuprou, matou e depois enterrou o corpo, marcando o fim de cinco meses de agonia e incertezas. Condenado a 37 anos de prisão, José Pontes acumula 30 anos de crime.


Jornale
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No Dia Nacional de Combate ao Abuso e a Violência Sexual contra a Criança, 18 de maio, o Jornale traz um levantamento sobre o perfil do mais cruel e perigoso maníaco que o Paraná já conheceu. José Airton Pontes, 52.

Pontes, mais conhecido como o ‘Maníaco da Bicicleta’, ganhou espaço nas manchetes policiais do sudoeste, após violentar sexualmente e logo em seguida assassinar o menino, Renato Renan Poronizak, 7, em Marmeleiro, no ano de 2005. Dias depois ele foi preso, na cidade de Pinhalzinho, em Santa Catarina. No mês passado, em Francisco Beltrão, José foi julgado e condenado a 37 anos de prisão por crime de homicídio doloso (com intenção de matar), abuso sexual e ocultação de cadáver.

Logo em seguida, foi transferido para Curitiba, onde aguarda julgamento por outro crime, esse o estupro e o assassinato de uma menina de 7 anos. Em junho de 2005, cinco meses antes de cometer o crime de Marmeleiro, José Pontes, raptou, estuprou e depois estrangulou a menina Jéssica Morais de Oliveira,8. A menina morava na Cidade Industrial de Curitiba (CIC) e seu corpo foi encontrado, seis meses depois, em uma plantação de Pinus, no município de Almirante Tamandaré, Região Metropolitana de Curitiba.

A prisão de José Airton culminou com o fim das buscas de um dos maiores maníacos que atacavam crianças que o Brasil já conheceu, ao lado de Ferbonio Índio do Brasil, 1920, e Marcelo Costa de Andrade, o ‘Vampiro de Niterói’,1993. Entre José Pontes, Febronio e Andrade a ciência forense encontra três semelhanças. O gosto por meninos, a preferência por crianças e o perfil de um ‘Serial Killer’.

De acordo com informações de Márcia Tavares do Santos, ex-delegada do Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride), José Airton Pontes é um criminoso em série que não demonstra o mínimo de empatia pelas pessoas. Embora diga que se arrependa, José não controla seus impulsos e comete o crime sempre que vê uma oportunidade. “Para a psicologia, ele pode ser considerado um psicopata pelas características que apresenta. A psicopatia está à margem da sanidade e da loucura. Os psicopatas não apresentam delírios e alucinações (sintomas característicos de transtornos mentais), eles não perdem o senso da realidade e geralmente são pessoas inteligentes, são incapazes de sentir pena, culpa ou arrependimento”, explicou.

Márcia Tavares ouviu o depoimento de José e conseguiu a confissão de todos os crimes cometidos nos 30 anos em que alternou entradas e saídas da prisão. Sua confissão foi encaminhada para outros estados, por uma questão de competência ficando ao encargo do Sicride apenas investigação da morte da menina Jéssica.

O delegado titular de Francisco Beltrão, Ivonei Oscar da Silva, que fez parte da equipe que prendeu José Airton Pontes, em Pinhalzinho, dias depois do assassinato do menino Renan, afirma que ele é um criminoso em série perigoso e inteligente. “É um cara muito bem articulado, uma pessoa de um raciocínio excepcional. Ele tinha uma capacidade de convencer as pessoas”, explicou.

O delegado conta que usando a identidade de líder evangélico, José conquistava a confiança dos moradores e conseguia casa e comida durante o período que ficava nas cidades. “Ele era um oportunista. Como não predeterminava suas vítimas, passava o tempo que fosse necessário na cidade para reconhecer um momento oportuno e atacar. Quando encontrava esse momento, seduzia a criança com balas e conversa e as carregava na garupa da bicicleta”, analisa Ivonei, completando ainda que na data de sua prisão, ele estava abrigado na casa de um pastor evangélico de Pinhalzinho.

“Quando nós conseguimos localizá-lo, ele estava dormindo numa casa que um pastor havia emprestado. Como estava vazia, ele não viu problemas e deixou José pernoitar alguns dias lá. Esse homem tinha um filho de oito anos dentro de casa”, recorda o delegado.

Maníaco de Marmeleiro é serial killer procurado em todo o país
O psiquiatra forense Rui Fernando Cruz Sampaio, aposentado do Instituto de Criminalística do Paraná, onde trabalhou por 30 anos, conta que elementos como José Pontes são extremamente perigosos por não mostrarem o que realmente são. “São pessoas simpáticas, atenciosas que mentem o quanto for necessário para conquistar i que deseja. Porém são incapazes de sentir remorso, culpa e que não apresentam o mínimo de respeito aos limites”, esclareceu.

Dentro deste contexto, Sampaio diz que os psicopatas não costumam a resistir a seus impulsos, cometendo crimes e assassinatos em série, como é o caso de José.

“O perfil dele é de uma perversidade muito grande. Isso acontece porque essas pessoas normalmente têm uma diminuição do senso crítico. Com isso, o psicopata acaba pensando que se ele tiver que cometer um ato fora do comum ele fará”, disse. Sampaio também explica que essas pessoas não podem ser consideradas loucas, uma vez que apresentam plena consciência de seus atos, tendo apenas uma dificuldade de resistir a seus impulsos e uma incapacidade de sentir culpa pelos atos que comete.

“São pessoas inteligentes que sabem o que estão fazendo. Eles convencem, eles mentem, eles chegam ao extremo para satisfazer seus impulsos. Você dizer que um psicopata é inimputável está diretamente ligado a consciência que ele tem dos atos que toma e no caso dos psicopatas a questão legal mostra que eles têm sim essa capacidade de avaliação de suas ações”, analisou.

Estudos sobre o comportamento dos criminosos em série apontam que esses indivíduos criam personagens para se aproximar das pessoas sem que as mesmas percebam suas verdadeiras intenções. Os maiores assassinos em série do Brasil como Francisco Costa Rocha, o ‘Chico Picadinho’ , Francisco de Assis Pereira, o ‘Maníaco do Parque’ , e João Acácio Pereira da Costa, o ’Bandido da Luz Vermelha’, mantinham uma vida comum, se apresentando socialmente como pessoas de boa fé.

‘Luz Vermelha’ se dizia filho de fazendeiros, vindo do interior para ganhar a vida na capital paulista, ‘Chico Picadinho’, durante o dia, se passava por um rapaz trabalhador, enquanto o ‘Maníaco do Parque’ trabalhava como Moto Boy. José Airton Pontes perambulava pelo Brasil se dizendo missionário evangélico e carregava um violão nas costas pedalando uma bicicleta vermelha. Por onde passava, conquistava a confiança de todos e recebia o abrigo de líderes eclesiásticos. Suas conversas, sempre envolventes, impediam que as pessoas emitissem juízo de valor a seu respeito.

Desta forma, o maníaco tinha o tempo que achasse necessário para cometer seus crimes. José Pontes não escolhia suas vítimas, ele aproveitava o momento e atacava com rapidez. “Ele convencia as crianças de maneira rápida e as carregava para longe de casa, para então cometer o crime”, explicou o delegado Ivonei.

Com a menina Jéssica, em junho de 2005, Pontes precisou de poucos minutos para convencê-la a sair com ele na bicicleta. Passava das 9h quando a menina deixou sua casa , empurrando um carrinho de mão, para buscar lenhas para sua mãe. Testemunhas disseram ter visto um homem, em uma bicicleta vermelha, carregando Jéssica na garupa. Depois desse dia, ela nunca mais foi vista com vida. José Airton pedalou mais de 30 km, até chegar em uma plantação de Pinus, no município de Almirante Tamandaré, na grande Curitiba, onde estuprou a menina e depois matou por estrangulamento. Antes de deixar o local do crime, José enterrou o corpo em uma cova rasa. Em seguida deixou a cidade sem deixar pistas.

A polícia do Paraná desconfiava de Airton, mas precisava encontrá-lo, para então descobrir o paradeiro da menina. Em 29 de outubro, José Pontes atacou novamente e colocou a polícia na pista do assassino. A morte do menino Renato Renan Poronizak, 7, revela a polícia que o maníaco estava de volta. José afirmou estar de passagem por Marmeleiro quando percebeu o menino que caminhava de uniforme. Com o violão e algumas balas, Pontes convenceu o garoto a subir na bicicleta. Uma prostituta afirmou ter visto o menino ainda com vida seguindo com um homem de bicicleta vermelha pela rodovia.

O corpo de Renato foi encontrado dois dias depois, virado de bruços em uma plantação de pinus na zona rural de Marmeleiro. “Dentro de todo o seu histórico de crimes, podemos afirmar que José Pontes evoluiu de um criminoso em série para um assassino em série. Essas pessoas não têm o mínimo de condições de conviver em sociedade, devem ficar reclusas em instituições psiquiátricas, porque quando saírem, vão cometer os mesmos crimes de novo ”, disse o psiquiatra Rui Sampaio, dando como exemplo o Bandido da Luz Vermelha, que ao deixar a cadeia tentou matar parentes, estuprar mulheres e acabou morto por um primo na cidade de São Francisco do Sul, Santa Catarina.

Um rastro de crimes e ousadia
Dois crimes, duas crianças mortas, dois casos de violência sexual infantil. Os fatos por si só já causariam espanto no mais experiente dos policiais, porém, mas José Pontes escondia ainda mais histórias de crimes hediondos. A carreira criminosa de Pontes começou a ser trilhada no ano de 1975, quando ele tinha 15 anos e cometeu seu primeiro estupro. A vítima era uma menina, cuja idade não foi apurada pela polícia, que morava na cidade de Lages, Santa Catarina.

Logo em seguida, José fugiu para Curitiba, onde violentou um menino de oito anos. José foi preso logo em seguida e passou dez anos na cadeia sendo solto no ano de 1985. Após cumprir a pena, José não era mais um adolescente e com 25 anos de idade voltou às ruas para cometer mais crimes. Em 1986, José Airton violentou um menino em Joinville (SC). Embora não tenha certeza, José acredita que tenha matado o menino.

No ano seguinte José voltou para a cidade onde cometeu seu primeiro crime, Lages, onde violentou 13 meninos, um deles, Pontes afirma que enforcou até desmaiar, não sabendo se o matou. Antes disso, o maníaco já havia passado por Balneário Camboriú, SC, e durante sua permanência estuprou uma menina.

De 1988 até 1992, outros quatro meninos foram violentados e uma menina estuprada por José. Os crimes aconteceram nos estados de Santa Catarina, Goiás e São Paulo. No município de Santa Cruz do Rio Pardo (SP), José foi preso e lá cumpriu 12 anos de prisão, sendo solto em 2004, quando recebeu liberdade condicional. Solto novamente, José tinha ordem judicial de não deixar a comarca de Santa Cruz do Rio Pardo, mas ele não tomou conhecimento da determinação do juiz e desapareceu.

O maníaco voltou para Lages, Santa Catarina, e lá violentou mais três garotos. Um ano depois, em 2005, José começava a trilhar o caminho que o levou a Marmeleiro. A primeira parada foi em sua cidade natal, Caçador. Lá ele violentou um menino e seguiu para o município de Santa Cecília, onde estuprou uma menina. Em junho daquele ano, Pontes chegou a Curitiba onde estuprou e matou a menina Jéssica Morais de Oliveira. Logo em seguida foi para Palmas, no Tocantins, onde violentou um menino.

Em outubro retornou ao Paraná e violentou e matou Renato antes de ser preso. Com sua prisão, a família de Jéssica finalmente pode o seu destino. Com a confissão do crime, Pontes levou a polícia até o local onde estuprou, matou e depois enterrou o corpo, marcando o fim de cinco meses de agonia e incertezas. Condenado a 37 anos de prisão, José Pontes acumula 30 anos de crime.


Jornale
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No Dia Nacional de Combate ao Abuso e a Violência Sexual contra a Criança, 18 de maio, o Jornale traz um levantamento sobre o perfil do mais cruel e perigoso maníaco que o Paraná já conheceu. José Airton Pontes, 52.

Pontes, mais conhecido como o ‘Maníaco da Bicicleta’, ganhou espaço nas manchetes policiais do sudoeste, após violentar sexualmente e logo em seguida assassinar o menino, Renato Renan Poronizak, 7, em Marmeleiro, no ano de 2005. Dias depois ele foi preso, na cidade de Pinhalzinho, em Santa Catarina. No mês passado, em Francisco Beltrão, José foi julgado e condenado a 37 anos de prisão por crime de homicídio doloso (com intenção de matar), abuso sexual e ocultação de cadáver.

Logo em seguida, foi transferido para Curitiba, onde aguarda julgamento por outro crime, esse o estupro e o assassinato de uma menina de 7 anos. Em junho de 2005, cinco meses antes de cometer o crime de Marmeleiro, José Pontes, raptou, estuprou e depois estrangulou a menina Jéssica Morais de Oliveira,8. A menina morava na Cidade Industrial de Curitiba (CIC) e seu corpo foi encontrado, seis meses depois, em uma plantação de Pinus, no município de Almirante Tamandaré, Região Metropolitana de Curitiba.

A prisão de José Airton culminou com o fim das buscas de um dos maiores maníacos que atacavam crianças que o Brasil já conheceu, ao lado de Ferbonio Índio do Brasil, 1920, e Marcelo Costa de Andrade, o ‘Vampiro de Niterói’,1993. Entre José Pontes, Febronio e Andrade a ciência forense encontra três semelhanças. O gosto por meninos, a preferência por crianças e o perfil de um ‘Serial Killer’.

De acordo com informações de Márcia Tavares do Santos, ex-delegada do Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride), José Airton Pontes é um criminoso em série que não demonstra o mínimo de empatia pelas pessoas. Embora diga que se arrependa, José não controla seus impulsos e comete o crime sempre que vê uma oportunidade. “Para a psicologia, ele pode ser considerado um psicopata pelas características que apresenta. A psicopatia está à margem da sanidade e da loucura. Os psicopatas não apresentam delírios e alucinações (sintomas característicos de transtornos mentais), eles não perdem o senso da realidade e geralmente são pessoas inteligentes, são incapazes de sentir pena, culpa ou arrependimento”, explicou.

Márcia Tavares ouviu o depoimento de José e conseguiu a confissão de todos os crimes cometidos nos 30 anos em que alternou entradas e saídas da prisão. Sua confissão foi encaminhada para outros estados, por uma questão de competência ficando ao encargo do Sicride apenas investigação da morte da menina Jéssica.

O delegado titular de Francisco Beltrão, Ivonei Oscar da Silva, que fez parte da equipe que prendeu José Airton Pontes, em Pinhalzinho, dias depois do assassinato do menino Renan, afirma que ele é um criminoso em série perigoso e inteligente. “É um cara muito bem articulado, uma pessoa de um raciocínio excepcional. Ele tinha uma capacidade de convencer as pessoas”, explicou.

O delegado conta que usando a identidade de líder evangélico, José conquistava a confiança dos moradores e conseguia casa e comida durante o período que ficava nas cidades. “Ele era um oportunista. Como não predeterminava suas vítimas, passava o tempo que fosse necessário na cidade para reconhecer um momento oportuno e atacar. Quando encontrava esse momento, seduzia a criança com balas e conversa e as carregava na garupa da bicicleta”, analisa Ivonei, completando ainda que na data de sua prisão, ele estava abrigado na casa de um pastor evangélico de Pinhalzinho.

“Quando nós conseguimos localizá-lo, ele estava dormindo numa casa que um pastor havia emprestado. Como estava vazia, ele não viu problemas e deixou José pernoitar alguns dias lá. Esse homem tinha um filho de oito anos dentro de casa”, recorda o delegado.

Maníaco de Marmeleiro é serial killer procurado em todo o país
O psiquiatra forense Rui Fernando Cruz Sampaio, aposentado do Instituto de Criminalística do Paraná, onde trabalhou por 30 anos, conta que elementos como José Pontes são extremamente perigosos por não mostrarem o que realmente são. “São pessoas simpáticas, atenciosas que mentem o quanto for necessário para conquistar i que deseja. Porém são incapazes de sentir remorso, culpa e que não apresentam o mínimo de respeito aos limites”, esclareceu.

Dentro deste contexto, Sampaio diz que os psicopatas não costumam a resistir a seus impulsos, cometendo crimes e assassinatos em série, como é o caso de José.

“O perfil dele é de uma perversidade muito grande. Isso acontece porque essas pessoas normalmente têm uma diminuição do senso crítico. Com isso, o psicopata acaba pensando que se ele tiver que cometer um ato fora do comum ele fará”, disse. Sampaio também explica que essas pessoas não podem ser consideradas loucas, uma vez que apresentam plena consciência de seus atos, tendo apenas uma dificuldade de resistir a seus impulsos e uma incapacidade de sentir culpa pelos atos que comete.

“São pessoas inteligentes que sabem o que estão fazendo. Eles convencem, eles mentem, eles chegam ao extremo para satisfazer seus impulsos. Você dizer que um psicopata é inimputável está diretamente ligado a consciência que ele tem dos atos que toma e no caso dos psicopatas a questão legal mostra que eles têm sim essa capacidade de avaliação de suas ações”, analisou.

Estudos sobre o comportamento dos criminosos em série apontam que esses indivíduos criam personagens para se aproximar das pessoas sem que as mesmas percebam suas verdadeiras intenções. Os maiores assassinos em série do Brasil como Francisco Costa Rocha, o ‘Chico Picadinho’ , Francisco de Assis Pereira, o ‘Maníaco do Parque’ , e João Acácio Pereira da Costa, o ’Bandido da Luz Vermelha’, mantinham uma vida comum, se apresentando socialmente como pessoas de boa fé.

‘Luz Vermelha’ se dizia filho de fazendeiros, vindo do interior para ganhar a vida na capital paulista, ‘Chico Picadinho’, durante o dia, se passava por um rapaz trabalhador, enquanto o ‘Maníaco do Parque’ trabalhava como Moto Boy. José Airton Pontes perambulava pelo Brasil se dizendo missionário evangélico e carregava um violão nas costas pedalando uma bicicleta vermelha. Por onde passava, conquistava a confiança de todos e recebia o abrigo de líderes eclesiásticos. Suas conversas, sempre envolventes, impediam que as pessoas emitissem juízo de valor a seu respeito.

Desta forma, o maníaco tinha o tempo que achasse necessário para cometer seus crimes. José Pontes não escolhia suas vítimas, ele aproveitava o momento e atacava com rapidez. “Ele convencia as crianças de maneira rápida e as carregava para longe de casa, para então cometer o crime”, explicou o delegado Ivonei.

Com a menina Jéssica, em junho de 2005, Pontes precisou de poucos minutos para convencê-la a sair com ele na bicicleta. Passava das 9h quando a menina deixou sua casa , empurrando um carrinho de mão, para buscar lenhas para sua mãe. Testemunhas disseram ter visto um homem, em uma bicicleta vermelha, carregando Jéssica na garupa. Depois desse dia, ela nunca mais foi vista com vida. José Airton pedalou mais de 30 km, até chegar em uma plantação de Pinus, no município de Almirante Tamandaré, na grande Curitiba, onde estuprou a menina e depois matou por estrangulamento. Antes de deixar o local do crime, José enterrou o corpo em uma cova rasa. Em seguida deixou a cidade sem deixar pistas.

A polícia do Paraná desconfiava de Airton, mas precisava encontrá-lo, para então descobrir o paradeiro da menina. Em 29 de outubro, José Pontes atacou novamente e colocou a polícia na pista do assassino. A morte do menino Renato Renan Poronizak, 7, revela a polícia que o maníaco estava de volta. José afirmou estar de passagem por Marmeleiro quando percebeu o menino que caminhava de uniforme. Com o violão e algumas balas, Pontes convenceu o garoto a subir na bicicleta. Uma prostituta afirmou ter visto o menino ainda com vida seguindo com um homem de bicicleta vermelha pela rodovia.

O corpo de Renato foi encontrado dois dias depois, virado de bruços em uma plantação de pinus na zona rural de Marmeleiro. “Dentro de todo o seu histórico de crimes, podemos afirmar que José Pontes evoluiu de um criminoso em série para um assassino em série. Essas pessoas não têm o mínimo de condições de conviver em sociedade, devem ficar reclusas em instituições psiquiátricas, porque quando saírem, vão cometer os mesmos crimes de novo ”, disse o psiquiatra Rui Sampaio, dando como exemplo o Bandido da Luz Vermelha, que ao deixar a cadeia tentou matar parentes, estuprar mulheres e acabou morto por um primo na cidade de São Francisco do Sul, Santa Catarina.

Um rastro de crimes e ousadia
Dois crimes, duas crianças mortas, dois casos de violência sexual infantil. Os fatos por si só já causariam espanto no mais experiente dos policiais, porém, mas José Pontes escondia ainda mais histórias de crimes hediondos. A carreira criminosa de Pontes começou a ser trilhada no ano de 1975, quando ele tinha 15 anos e cometeu seu primeiro estupro. A vítima era uma menina, cuja idade não foi apurada pela polícia, que morava na cidade de Lages, Santa Catarina.

Logo em seguida, José fugiu para Curitiba, onde violentou um menino de oito anos. José foi preso logo em seguida e passou dez anos na cadeia sendo solto no ano de 1985. Após cumprir a pena, José não era mais um adolescente e com 25 anos de idade voltou às ruas para cometer mais crimes. Em 1986, José Airton violentou um menino em Joinville (SC). Embora não tenha certeza, José acredita que tenha matado o menino.

No ano seguinte José voltou para a cidade onde cometeu seu primeiro crime, Lages, onde violentou 13 meninos, um deles, Pontes afirma que enforcou até desmaiar, não sabendo se o matou. Antes disso, o maníaco já havia passado por Balneário Camboriú, SC, e durante sua permanência estuprou uma menina.

De 1988 até 1992, outros quatro meninos foram violentados e uma menina estuprada por José. Os crimes aconteceram nos estados de Santa Catarina, Goiás e São Paulo. No município de Santa Cruz do Rio Pardo (SP), José foi preso e lá cumpriu 12 anos de prisão, sendo solto em 2004, quando recebeu liberdade condicional. Solto novamente, José tinha ordem judicial de não deixar a comarca de Santa Cruz do Rio Pardo, mas ele não tomou conhecimento da determinação do juiz e desapareceu.

O maníaco voltou para Lages, Santa Catarina, e lá violentou mais três garotos. Um ano depois, em 2005, José começava a trilhar o caminho que o levou a Marmeleiro. A primeira parada foi em sua cidade natal, Caçador. Lá ele violentou um menino e seguiu para o município de Santa Cecília, onde estuprou uma menina. Em junho daquele ano, Pontes chegou a Curitiba onde estuprou e matou a menina Jéssica Morais de Oliveira. Logo em seguida foi para Palmas, no Tocantins, onde violentou um menino.

Em outubro retornou ao Paraná e violentou e matou Renato antes de ser preso. Com sua prisão, a família de Jéssica finalmente pode o seu destino. Com a confissão do crime, Pontes levou a polícia até o local onde estuprou, matou e depois enterrou o corpo, marcando o fim de cinco meses de agonia e incertezas. Condenado a 37 anos de prisão, José Pontes acumula 30 anos de crime.


Jornale
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Campanha Proteja Nossas Crianças mobiliza a sociedade e já aumentou em 49% o número de todos os tipos de denúncia

Na quinta-feira, dia 14/05, o Governador Aécio Neves apresentou o balanço do primeiro ano de atuação e lançamento da segunda etapa da campanha Proteja Nossas Crianças. A iniciativa, considerada a maior mobilização da sociedade mineira contra a violência e exploração sexual de crianças e adolescentes, já aumentou em 49% o número de todos os tipos de denúncia, em comparação com o ano anterior à implantação do programa. O crescimento é ainda mais expressivo nos casos de violência doméstica, que foi de 90%, e de crimes sexuais, de 94%.
A partir da premissa de que o engajamento dos cidadãos é fundamental para que as políticas públicas de monitoramento, punição e educação sejam eficientes, o governo tem trabalhado tanto no desenvolvimento de políticas e ferramentas quanto no diálogo com a sociedade. Desde o ano passado, uma Rede de Solidariedade, formada por empresas, entidades, veículos de comunicação e instituições civis contribui para que a mensagem seja disseminada. Em 2009, a campanha volta às ruas com a distribuição de 1 milhão de panfletos, 300 mil adesivos para veículos, 40 mil cartazes. Nas emissoras de televisão e nas rádios será veiculado novo filme publicitário apresentando os resultados da campanha.
Vale destacar a importância do Disque Direitos Humanos (0800.31.11.19) no processo, que garante o sigilo absoluto da denúncia. "A Campanha Proteja tem vários méritos. Mas acredito que o principal é ter criado as condições para rompermos com o nosso silêncio. O crescimento do número de denúncias mostra que a nossa sociedade não quer mais permanecer calada. Acredito que vamos continuar denunciando cada vez mais. Vamos denunciar para proteger", disse Andréa Neves, presidente do Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas), que coordena a campanha junto com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social.
Para a segunda etapa do Proteja Nossas Crianças, o Governo do Estado de Minas Gerais criou o Comitê Gestor Estadual de Políticas de Enfrentamento à Violência contra a Criança e o Adolescente, que articulara políticas publicas entre 12 secretarias estaduais. Também foram doados 30 carros e 250 computadores para reforçar o atendimento dos conselhos tutelares em 250 municípios. Além disso, um investimento de R$ 216 mil, em parceria com o Governo Federal, será aplicado na criação, até o final do ano, da Escola de Conselhos Tutelares e de Direitos da Criança e do Adolescente. A medida esta alinhada com as ações de capacitação e treinamento que já compõem as diretrizes da campanha.
Quanto à política de punição aos agressores, o Governador Aécio Neves assinou o termo de cooperação com o Ministério Público para a criação do Protocolo de Investigação de Denuncias, que regulamentará regras mais claras aos procedimentos de apuração dos casos, facilitando os procedimentos legais e agilizando a punição. O governador também assinou a nova lei estadual da Juventude, de autoria do deputado André Quintão, que entra em vigor estabelecendo políticas e diretrizes de proteção aos jovens de 15 a 29 anos para os próximos dez anos.

Enviado por: Lívia Azcava - do Núcleo de Comunicação com as Mídias Sociais da Webcitizen, empresa que presta consultoria para o Governo do Estado de Minas Gerais

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Campanha Proteja Nossas Crianças mobiliza a sociedade e já aumentou em 49% o número de todos os tipos de denúncia

Na quinta-feira, dia 14/05, o Governador Aécio Neves apresentou o balanço do primeiro ano de atuação e lançamento da segunda etapa da campanha Proteja Nossas Crianças. A iniciativa, considerada a maior mobilização da sociedade mineira contra a violência e exploração sexual de crianças e adolescentes, já aumentou em 49% o número de todos os tipos de denúncia, em comparação com o ano anterior à implantação do programa. O crescimento é ainda mais expressivo nos casos de violência doméstica, que foi de 90%, e de crimes sexuais, de 94%.
A partir da premissa de que o engajamento dos cidadãos é fundamental para que as políticas públicas de monitoramento, punição e educação sejam eficientes, o governo tem trabalhado tanto no desenvolvimento de políticas e ferramentas quanto no diálogo com a sociedade. Desde o ano passado, uma Rede de Solidariedade, formada por empresas, entidades, veículos de comunicação e instituições civis contribui para que a mensagem seja disseminada. Em 2009, a campanha volta às ruas com a distribuição de 1 milhão de panfletos, 300 mil adesivos para veículos, 40 mil cartazes. Nas emissoras de televisão e nas rádios será veiculado novo filme publicitário apresentando os resultados da campanha.
Vale destacar a importância do Disque Direitos Humanos (0800.31.11.19) no processo, que garante o sigilo absoluto da denúncia. "A Campanha Proteja tem vários méritos. Mas acredito que o principal é ter criado as condições para rompermos com o nosso silêncio. O crescimento do número de denúncias mostra que a nossa sociedade não quer mais permanecer calada. Acredito que vamos continuar denunciando cada vez mais. Vamos denunciar para proteger", disse Andréa Neves, presidente do Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas), que coordena a campanha junto com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social.
Para a segunda etapa do Proteja Nossas Crianças, o Governo do Estado de Minas Gerais criou o Comitê Gestor Estadual de Políticas de Enfrentamento à Violência contra a Criança e o Adolescente, que articulara políticas publicas entre 12 secretarias estaduais. Também foram doados 30 carros e 250 computadores para reforçar o atendimento dos conselhos tutelares em 250 municípios. Além disso, um investimento de R$ 216 mil, em parceria com o Governo Federal, será aplicado na criação, até o final do ano, da Escola de Conselhos Tutelares e de Direitos da Criança e do Adolescente. A medida esta alinhada com as ações de capacitação e treinamento que já compõem as diretrizes da campanha.
Quanto à política de punição aos agressores, o Governador Aécio Neves assinou o termo de cooperação com o Ministério Público para a criação do Protocolo de Investigação de Denuncias, que regulamentará regras mais claras aos procedimentos de apuração dos casos, facilitando os procedimentos legais e agilizando a punição. O governador também assinou a nova lei estadual da Juventude, de autoria do deputado André Quintão, que entra em vigor estabelecendo políticas e diretrizes de proteção aos jovens de 15 a 29 anos para os próximos dez anos.

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Na quinta-feira, dia 14/05, o Governador Aécio Neves apresentou o balanço do primeiro ano de atuação e lançamento da segunda etapa da campanha Proteja Nossas Crianças. A iniciativa, considerada a maior mobilização da sociedade mineira contra a violência e exploração sexual de crianças e adolescentes, já aumentou em 49% o número de todos os tipos de denúncia, em comparação com o ano anterior à implantação do programa. O crescimento é ainda mais expressivo nos casos de violência doméstica, que foi de 90%, e de crimes sexuais, de 94%.
A partir da premissa de que o engajamento dos cidadãos é fundamental para que as políticas públicas de monitoramento, punição e educação sejam eficientes, o governo tem trabalhado tanto no desenvolvimento de políticas e ferramentas quanto no diálogo com a sociedade. Desde o ano passado, uma Rede de Solidariedade, formada por empresas, entidades, veículos de comunicação e instituições civis contribui para que a mensagem seja disseminada. Em 2009, a campanha volta às ruas com a distribuição de 1 milhão de panfletos, 300 mil adesivos para veículos, 40 mil cartazes. Nas emissoras de televisão e nas rádios será veiculado novo filme publicitário apresentando os resultados da campanha.
Vale destacar a importância do Disque Direitos Humanos (0800.31.11.19) no processo, que garante o sigilo absoluto da denúncia. "A Campanha Proteja tem vários méritos. Mas acredito que o principal é ter criado as condições para rompermos com o nosso silêncio. O crescimento do número de denúncias mostra que a nossa sociedade não quer mais permanecer calada. Acredito que vamos continuar denunciando cada vez mais. Vamos denunciar para proteger", disse Andréa Neves, presidente do Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas), que coordena a campanha junto com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social.
Para a segunda etapa do Proteja Nossas Crianças, o Governo do Estado de Minas Gerais criou o Comitê Gestor Estadual de Políticas de Enfrentamento à Violência contra a Criança e o Adolescente, que articulara políticas publicas entre 12 secretarias estaduais. Também foram doados 30 carros e 250 computadores para reforçar o atendimento dos conselhos tutelares em 250 municípios. Além disso, um investimento de R$ 216 mil, em parceria com o Governo Federal, será aplicado na criação, até o final do ano, da Escola de Conselhos Tutelares e de Direitos da Criança e do Adolescente. A medida esta alinhada com as ações de capacitação e treinamento que já compõem as diretrizes da campanha.
Quanto à política de punição aos agressores, o Governador Aécio Neves assinou o termo de cooperação com o Ministério Público para a criação do Protocolo de Investigação de Denuncias, que regulamentará regras mais claras aos procedimentos de apuração dos casos, facilitando os procedimentos legais e agilizando a punição. O governador também assinou a nova lei estadual da Juventude, de autoria do deputado André Quintão, que entra em vigor estabelecendo políticas e diretrizes de proteção aos jovens de 15 a 29 anos para os próximos dez anos.

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Campanha Proteja Nossas Crianças mobiliza a sociedade e já aumentou em 49% o número de todos os tipos de denúncia

Na quinta-feira, dia 14/05, o Governador Aécio Neves apresentou o balanço do primeiro ano de atuação e lançamento da segunda etapa da campanha Proteja Nossas Crianças. A iniciativa, considerada a maior mobilização da sociedade mineira contra a violência e exploração sexual de crianças e adolescentes, já aumentou em 49% o número de todos os tipos de denúncia, em comparação com o ano anterior à implantação do programa. O crescimento é ainda mais expressivo nos casos de violência doméstica, que foi de 90%, e de crimes sexuais, de 94%.
A partir da premissa de que o engajamento dos cidadãos é fundamental para que as políticas públicas de monitoramento, punição e educação sejam eficientes, o governo tem trabalhado tanto no desenvolvimento de políticas e ferramentas quanto no diálogo com a sociedade. Desde o ano passado, uma Rede de Solidariedade, formada por empresas, entidades, veículos de comunicação e instituições civis contribui para que a mensagem seja disseminada. Em 2009, a campanha volta às ruas com a distribuição de 1 milhão de panfletos, 300 mil adesivos para veículos, 40 mil cartazes. Nas emissoras de televisão e nas rádios será veiculado novo filme publicitário apresentando os resultados da campanha.
Vale destacar a importância do Disque Direitos Humanos (0800.31.11.19) no processo, que garante o sigilo absoluto da denúncia. "A Campanha Proteja tem vários méritos. Mas acredito que o principal é ter criado as condições para rompermos com o nosso silêncio. O crescimento do número de denúncias mostra que a nossa sociedade não quer mais permanecer calada. Acredito que vamos continuar denunciando cada vez mais. Vamos denunciar para proteger", disse Andréa Neves, presidente do Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas), que coordena a campanha junto com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social.
Para a segunda etapa do Proteja Nossas Crianças, o Governo do Estado de Minas Gerais criou o Comitê Gestor Estadual de Políticas de Enfrentamento à Violência contra a Criança e o Adolescente, que articulara políticas publicas entre 12 secretarias estaduais. Também foram doados 30 carros e 250 computadores para reforçar o atendimento dos conselhos tutelares em 250 municípios. Além disso, um investimento de R$ 216 mil, em parceria com o Governo Federal, será aplicado na criação, até o final do ano, da Escola de Conselhos Tutelares e de Direitos da Criança e do Adolescente. A medida esta alinhada com as ações de capacitação e treinamento que já compõem as diretrizes da campanha.
Quanto à política de punição aos agressores, o Governador Aécio Neves assinou o termo de cooperação com o Ministério Público para a criação do Protocolo de Investigação de Denuncias, que regulamentará regras mais claras aos procedimentos de apuração dos casos, facilitando os procedimentos legais e agilizando a punição. O governador também assinou a nova lei estadual da Juventude, de autoria do deputado André Quintão, que entra em vigor estabelecendo políticas e diretrizes de proteção aos jovens de 15 a 29 anos para os próximos dez anos.

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A falta de colaboração das operadoras de telefonia atrapalhou uma operação conjunta da Polícia Federal e Ministério Público contra a divulgação de pornografia infantil na internet. Embora tenham sido identificados 805 endereços IP com indícios de envolvimento no crime, as teles só informaram a identidade dos clientes em 107 deles. Ainda assim, segundo a PF, foi a maior operação do gênero já realizada em todo o mundo contra páginas de relacionamento na rede.

“Nosso grande problema hoje não é mais a Google, que passou a colaborar. O grande problema são as teles”, resumiu o presidente da CPI da Pedofilia, senador Magno Malta (PR-ES). “As informações vieram com muitas falhas”, emendou o delegado Carlos Eduardo Sobral, da unidade de repressão a crimes cibernéticos da PF e um dos responsáveis pela operação Turko (anagrama de Orkut).

Na operação realizada nesta segunda-feira, 18/05, a PF cumpriu 92 mandados de busca e apreensão, em 21 estados, contra usuários do Orkut que se valiam da restrição de acesso a álbuns de fotografia para troca e divulgação de pornografia infantil. No momento da coletiva de imprensa, oito pessoas tinham sido presas em flagrante – quando foram encontradas imagens em seus computadores.

A investigação partiu de denúncias contra 3.261 páginas do Orkut recebidas pelo endereço http://www.denunciar.org.br/, gerenciado pela SaferNet Brasil, entre novembro de 2007 e março de 2008. A primeira briga das autoridades na investigação desse tipo de crime foi com a Google, responsável pelo Orkut, e se arrastou por três anos. Até que foi superada no ano passado, com a determinação da quebra de sigilo pela CPI da Pedofilia.

Dessas 3.261 páginas, a PF e o MPF chegaram a 805 endereços suspeitos de divulgarem fotos de crianças de 0 a 12 anos sofrendo abusos sexuais. A partir daí, a investigação precisava ligar os 805 IPs aos usuários. Foi nesse ponto que as teles prejudicaram o trabalho. “Há quem alegue que mantém armazenadas somente informações dos últimos 90 dias. Outros levam quase cinco meses para apresentar, mas quando chegam, estão faltando muitos dados. Há casos em que as empresas dizem simplesmente que não encontraram o usuário”, lamenta o Procurador da República, Sérgio Suiama.

O argumento apresentado pelas empresas é de que há custo para manter as informações armazenadas, especialmente porque o Comitê Gestor da Internet no Brasil recomenda que esse arquivo guarde memórias dos três últimos anos. Por outro lado, o custo calculado pelas próprias operadoras e informado à CPI da Pedofilia não parece assustador: “As teles disseram para a CPI que o custo é estimado em R$ 0,40 por usuário por ano”, lembra o presidente da SaferNet Brasil, Thiago Tavares.

Até agora apenas três operadoras de telefonia assinaram o termo de cooperação proposto pela CPI da Pedofilia – Brasil Telecom, Oi (Telemar) e TIM. “As outras empresas divulgaram propaganda dizendo que assinaram, mas não assinaram, não”, reclama o senador Magno Malta.

Não é à toa que os integrantes da CPI, além do MPF e da própria PF, tenham defendido a aprovação do projeto de lei 494/08, que disciplina a transferência de informações pelos provedores de serviço. O projeto, nascido na CPI, obriga o armazenamento de dados cadastrais dos usuários por três anos, prevê, dependendo da gravidade, que eles sejam fornecidos entre duas horas e três dias e que essas informações podem ser pedidas em qualquer fase da investigação criminal ou instrução processual envolvendo delitos contra crianças e adolescentes.

Luís Osvaldo Grossmann


Convergencia Digital
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A falta de colaboração das operadoras de telefonia atrapalhou uma operação conjunta da Polícia Federal e Ministério Público contra a divulgação de pornografia infantil na internet. Embora tenham sido identificados 805 endereços IP com indícios de envolvimento no crime, as teles só informaram a identidade dos clientes em 107 deles. Ainda assim, segundo a PF, foi a maior operação do gênero já realizada em todo o mundo contra páginas de relacionamento na rede.

“Nosso grande problema hoje não é mais a Google, que passou a colaborar. O grande problema são as teles”, resumiu o presidente da CPI da Pedofilia, senador Magno Malta (PR-ES). “As informações vieram com muitas falhas”, emendou o delegado Carlos Eduardo Sobral, da unidade de repressão a crimes cibernéticos da PF e um dos responsáveis pela operação Turko (anagrama de Orkut).

Na operação realizada nesta segunda-feira, 18/05, a PF cumpriu 92 mandados de busca e apreensão, em 21 estados, contra usuários do Orkut que se valiam da restrição de acesso a álbuns de fotografia para troca e divulgação de pornografia infantil. No momento da coletiva de imprensa, oito pessoas tinham sido presas em flagrante – quando foram encontradas imagens em seus computadores.

A investigação partiu de denúncias contra 3.261 páginas do Orkut recebidas pelo endereço http://www.denunciar.org.br/, gerenciado pela SaferNet Brasil, entre novembro de 2007 e março de 2008. A primeira briga das autoridades na investigação desse tipo de crime foi com a Google, responsável pelo Orkut, e se arrastou por três anos. Até que foi superada no ano passado, com a determinação da quebra de sigilo pela CPI da Pedofilia.

Dessas 3.261 páginas, a PF e o MPF chegaram a 805 endereços suspeitos de divulgarem fotos de crianças de 0 a 12 anos sofrendo abusos sexuais. A partir daí, a investigação precisava ligar os 805 IPs aos usuários. Foi nesse ponto que as teles prejudicaram o trabalho. “Há quem alegue que mantém armazenadas somente informações dos últimos 90 dias. Outros levam quase cinco meses para apresentar, mas quando chegam, estão faltando muitos dados. Há casos em que as empresas dizem simplesmente que não encontraram o usuário”, lamenta o Procurador da República, Sérgio Suiama.

O argumento apresentado pelas empresas é de que há custo para manter as informações armazenadas, especialmente porque o Comitê Gestor da Internet no Brasil recomenda que esse arquivo guarde memórias dos três últimos anos. Por outro lado, o custo calculado pelas próprias operadoras e informado à CPI da Pedofilia não parece assustador: “As teles disseram para a CPI que o custo é estimado em R$ 0,40 por usuário por ano”, lembra o presidente da SaferNet Brasil, Thiago Tavares.

Até agora apenas três operadoras de telefonia assinaram o termo de cooperação proposto pela CPI da Pedofilia – Brasil Telecom, Oi (Telemar) e TIM. “As outras empresas divulgaram propaganda dizendo que assinaram, mas não assinaram, não”, reclama o senador Magno Malta.

Não é à toa que os integrantes da CPI, além do MPF e da própria PF, tenham defendido a aprovação do projeto de lei 494/08, que disciplina a transferência de informações pelos provedores de serviço. O projeto, nascido na CPI, obriga o armazenamento de dados cadastrais dos usuários por três anos, prevê, dependendo da gravidade, que eles sejam fornecidos entre duas horas e três dias e que essas informações podem ser pedidas em qualquer fase da investigação criminal ou instrução processual envolvendo delitos contra crianças e adolescentes.

Luís Osvaldo Grossmann


Convergencia Digital
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A falta de colaboração das operadoras de telefonia atrapalhou uma operação conjunta da Polícia Federal e Ministério Público contra a divulgação de pornografia infantil na internet. Embora tenham sido identificados 805 endereços IP com indícios de envolvimento no crime, as teles só informaram a identidade dos clientes em 107 deles. Ainda assim, segundo a PF, foi a maior operação do gênero já realizada em todo o mundo contra páginas de relacionamento na rede.

“Nosso grande problema hoje não é mais a Google, que passou a colaborar. O grande problema são as teles”, resumiu o presidente da CPI da Pedofilia, senador Magno Malta (PR-ES). “As informações vieram com muitas falhas”, emendou o delegado Carlos Eduardo Sobral, da unidade de repressão a crimes cibernéticos da PF e um dos responsáveis pela operação Turko (anagrama de Orkut).

Na operação realizada nesta segunda-feira, 18/05, a PF cumpriu 92 mandados de busca e apreensão, em 21 estados, contra usuários do Orkut que se valiam da restrição de acesso a álbuns de fotografia para troca e divulgação de pornografia infantil. No momento da coletiva de imprensa, oito pessoas tinham sido presas em flagrante – quando foram encontradas imagens em seus computadores.

A investigação partiu de denúncias contra 3.261 páginas do Orkut recebidas pelo endereço http://www.denunciar.org.br/, gerenciado pela SaferNet Brasil, entre novembro de 2007 e março de 2008. A primeira briga das autoridades na investigação desse tipo de crime foi com a Google, responsável pelo Orkut, e se arrastou por três anos. Até que foi superada no ano passado, com a determinação da quebra de sigilo pela CPI da Pedofilia.

Dessas 3.261 páginas, a PF e o MPF chegaram a 805 endereços suspeitos de divulgarem fotos de crianças de 0 a 12 anos sofrendo abusos sexuais. A partir daí, a investigação precisava ligar os 805 IPs aos usuários. Foi nesse ponto que as teles prejudicaram o trabalho. “Há quem alegue que mantém armazenadas somente informações dos últimos 90 dias. Outros levam quase cinco meses para apresentar, mas quando chegam, estão faltando muitos dados. Há casos em que as empresas dizem simplesmente que não encontraram o usuário”, lamenta o Procurador da República, Sérgio Suiama.

O argumento apresentado pelas empresas é de que há custo para manter as informações armazenadas, especialmente porque o Comitê Gestor da Internet no Brasil recomenda que esse arquivo guarde memórias dos três últimos anos. Por outro lado, o custo calculado pelas próprias operadoras e informado à CPI da Pedofilia não parece assustador: “As teles disseram para a CPI que o custo é estimado em R$ 0,40 por usuário por ano”, lembra o presidente da SaferNet Brasil, Thiago Tavares.

Até agora apenas três operadoras de telefonia assinaram o termo de cooperação proposto pela CPI da Pedofilia – Brasil Telecom, Oi (Telemar) e TIM. “As outras empresas divulgaram propaganda dizendo que assinaram, mas não assinaram, não”, reclama o senador Magno Malta.

Não é à toa que os integrantes da CPI, além do MPF e da própria PF, tenham defendido a aprovação do projeto de lei 494/08, que disciplina a transferência de informações pelos provedores de serviço. O projeto, nascido na CPI, obriga o armazenamento de dados cadastrais dos usuários por três anos, prevê, dependendo da gravidade, que eles sejam fornecidos entre duas horas e três dias e que essas informações podem ser pedidas em qualquer fase da investigação criminal ou instrução processual envolvendo delitos contra crianças e adolescentes.

Luís Osvaldo Grossmann


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A falta de colaboração das operadoras de telefonia atrapalhou uma operação conjunta da Polícia Federal e Ministério Público contra a divulgação de pornografia infantil na internet. Embora tenham sido identificados 805 endereços IP com indícios de envolvimento no crime, as teles só informaram a identidade dos clientes em 107 deles. Ainda assim, segundo a PF, foi a maior operação do gênero já realizada em todo o mundo contra páginas de relacionamento na rede.

“Nosso grande problema hoje não é mais a Google, que passou a colaborar. O grande problema são as teles”, resumiu o presidente da CPI da Pedofilia, senador Magno Malta (PR-ES). “As informações vieram com muitas falhas”, emendou o delegado Carlos Eduardo Sobral, da unidade de repressão a crimes cibernéticos da PF e um dos responsáveis pela operação Turko (anagrama de Orkut).

Na operação realizada nesta segunda-feira, 18/05, a PF cumpriu 92 mandados de busca e apreensão, em 21 estados, contra usuários do Orkut que se valiam da restrição de acesso a álbuns de fotografia para troca e divulgação de pornografia infantil. No momento da coletiva de imprensa, oito pessoas tinham sido presas em flagrante – quando foram encontradas imagens em seus computadores.

A investigação partiu de denúncias contra 3.261 páginas do Orkut recebidas pelo endereço http://www.denunciar.org.br/, gerenciado pela SaferNet Brasil, entre novembro de 2007 e março de 2008. A primeira briga das autoridades na investigação desse tipo de crime foi com a Google, responsável pelo Orkut, e se arrastou por três anos. Até que foi superada no ano passado, com a determinação da quebra de sigilo pela CPI da Pedofilia.

Dessas 3.261 páginas, a PF e o MPF chegaram a 805 endereços suspeitos de divulgarem fotos de crianças de 0 a 12 anos sofrendo abusos sexuais. A partir daí, a investigação precisava ligar os 805 IPs aos usuários. Foi nesse ponto que as teles prejudicaram o trabalho. “Há quem alegue que mantém armazenadas somente informações dos últimos 90 dias. Outros levam quase cinco meses para apresentar, mas quando chegam, estão faltando muitos dados. Há casos em que as empresas dizem simplesmente que não encontraram o usuário”, lamenta o Procurador da República, Sérgio Suiama.

O argumento apresentado pelas empresas é de que há custo para manter as informações armazenadas, especialmente porque o Comitê Gestor da Internet no Brasil recomenda que esse arquivo guarde memórias dos três últimos anos. Por outro lado, o custo calculado pelas próprias operadoras e informado à CPI da Pedofilia não parece assustador: “As teles disseram para a CPI que o custo é estimado em R$ 0,40 por usuário por ano”, lembra o presidente da SaferNet Brasil, Thiago Tavares.

Até agora apenas três operadoras de telefonia assinaram o termo de cooperação proposto pela CPI da Pedofilia – Brasil Telecom, Oi (Telemar) e TIM. “As outras empresas divulgaram propaganda dizendo que assinaram, mas não assinaram, não”, reclama o senador Magno Malta.

Não é à toa que os integrantes da CPI, além do MPF e da própria PF, tenham defendido a aprovação do projeto de lei 494/08, que disciplina a transferência de informações pelos provedores de serviço. O projeto, nascido na CPI, obriga o armazenamento de dados cadastrais dos usuários por três anos, prevê, dependendo da gravidade, que eles sejam fornecidos entre duas horas e três dias e que essas informações podem ser pedidas em qualquer fase da investigação criminal ou instrução processual envolvendo delitos contra crianças e adolescentes.

Luís Osvaldo Grossmann


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SÃO PAULO - O promotor de Justiça de Execuções Criminais Paulo José de Palma acredita que Suzane Von Richthofen, condenada a 39 anos por planejar e participar do assassinato dos pais em 2002, possa ter montado uma estratégia na prisão para passar mais rapidamente do regime fechado de prisão para o semiaberto. Por isso, ele solicitou que a jovem seja analisada por uma junta de profissionais como psiquiatra, psicólogo e assistente social antes que a Justiça avalie a possibilidade de Suzane sair da prisão para trabalhar durante o dia e se reapresentar à noite.
- Ela passou muito pouco tempo na prisão para que tenha se iniciado um processo de ressocialização. Pela análise do processo, em que se nota a dissimulação de Suzane (ela chegou a ir ao enterro dos pais) e a frieza antes e após o crime, facilmente ela teria montado uma estratégia, adotando bom comportamento e mostrando arrependimento, para abreviar o tempo de prisão. Ela é uma jovem culta, acima da média - diz o promotor.
Suzane também era estudante de Direito quando cometeu o crime, conhece as leis, o que favorece essa tese.
- Quem trabalha no regime penitenciário sabe que é normal em boa parte dos casos o preso ter bom comportamento, ser dissimulado, para passar a impressão que está arrependido do crime - afirma o promotor.
Suzane tem estudado e trabalhado na penitenciária, dando aulas de inglês e aprendendo informática. Funcionários dizem que ela é respeitosa no trato. Já o contato com as demais presas é considerado problemático. Segundo esses funcionários, ela costuma se impacientar nas aulas ou até mesmo ser áspera com suas alunas detentas, já que tem cultura bastante acima da média das demais.
Para o promotor, o fato de Suzane ter recebido um atestado de bom comportamento emitido pela direção da penitenciária feminina Santa Maria Eufrásia Pelletier, em Tremembé, cidade no interior de São Paulo, onde está presa, e já ter cumprido um sexto da pena não bastam para que ela saía da prisão para trabalhar.
- Suzane ficou muito pouco tempo presa na minha avaliação. Somente esses profissionais (psiquiatra, psicólogo e assistente social) poderão avaliar com mais precisão através do exame criminológico se não foi montada por ela uma estratégia para apressar a progressão - diz Palma.
Em casos considerados mais simples, o exame criminológico não é obrigatório desde 2003. O pedido de exame para Suzane ainda terá que ser acolhido pela Justiça. Como não é obrigatório, há a possibilidade do juiz dispensá-lo antes de decidir sobre a mudança de regime. O pedido do promotor será analisado pelo juiz Luís Geraldo Lanfredi, titular da 2ª Vara de São Paulo.
No exame criminológico, o assistente social fará perguntas sobre a família de Suzane. O psicólogo tenta avaliar se a ré está arrependida do crime e se está ocultando algo. O psiquiatra tem a função de fazer um laudo médico. O advogado de defesa e a promotoria também fazem perguntas a Suzane. A promotoria, por exemplo, pode perguntar se ela poderia cometer novos crimes, se se considera uma pessoa perigosa para a sociedade. Após o exame, um parecer é elaborado e encaminhado à Justiça para a análise da progressão de regime.
Para o promotor, a tentativa de progressão de regime no caso de Suzane Richthofen mostra a necessidade de reformular a lei de execuções criminais.
- Esse caso mostra como a lei é branda, fraca e não condiz com os índices de criminalidade que tempos hoje - diz o promotor, já que o preso tem possibilidade de sair do regime fechado para o semiaberto muito rapidamente.
Na semana passada, uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) beneficiou Suzane. O ministro Og Fernandes, do STJ, determinou que a Justiça paulista faça novo cálculo de remição da pena de Suzane. Pela decisão do STJ, os dias remidos (como é chamado o benefício da redução de pena) devem ser somados à pena já cumprida.
A cada três dias trabalhados dentro da penitenciária, Suzane tem direito a um dia remido. Até dezembro, a ré tinha 334 dias remidos, que somados aos 6 anos de prisão já são suficientes para pedir a progressão ao regime semiaberto. De acordo com o Código Penal, todo réu passa a ter direito ao regime semiaberto após cumprir um sexto da pena - no caso de Suzane seis anos e meio.
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ) contava a pena de Suzane de forma diferente. Os dias remidos eram descontados do total da pena de 39 anos. A defesa da jovem contestava essa metodologia e entrou com o pedido de mudança no STJ.


O Globo On Line
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SÃO PAULO - O promotor de Justiça de Execuções Criminais Paulo José de Palma acredita que Suzane Von Richthofen, condenada a 39 anos por planejar e participar do assassinato dos pais em 2002, possa ter montado uma estratégia na prisão para passar mais rapidamente do regime fechado de prisão para o semiaberto. Por isso, ele solicitou que a jovem seja analisada por uma junta de profissionais como psiquiatra, psicólogo e assistente social antes que a Justiça avalie a possibilidade de Suzane sair da prisão para trabalhar durante o dia e se reapresentar à noite.
- Ela passou muito pouco tempo na prisão para que tenha se iniciado um processo de ressocialização. Pela análise do processo, em que se nota a dissimulação de Suzane (ela chegou a ir ao enterro dos pais) e a frieza antes e após o crime, facilmente ela teria montado uma estratégia, adotando bom comportamento e mostrando arrependimento, para abreviar o tempo de prisão. Ela é uma jovem culta, acima da média - diz o promotor.
Suzane também era estudante de Direito quando cometeu o crime, conhece as leis, o que favorece essa tese.
- Quem trabalha no regime penitenciário sabe que é normal em boa parte dos casos o preso ter bom comportamento, ser dissimulado, para passar a impressão que está arrependido do crime - afirma o promotor.
Suzane tem estudado e trabalhado na penitenciária, dando aulas de inglês e aprendendo informática. Funcionários dizem que ela é respeitosa no trato. Já o contato com as demais presas é considerado problemático. Segundo esses funcionários, ela costuma se impacientar nas aulas ou até mesmo ser áspera com suas alunas detentas, já que tem cultura bastante acima da média das demais.
Para o promotor, o fato de Suzane ter recebido um atestado de bom comportamento emitido pela direção da penitenciária feminina Santa Maria Eufrásia Pelletier, em Tremembé, cidade no interior de São Paulo, onde está presa, e já ter cumprido um sexto da pena não bastam para que ela saía da prisão para trabalhar.
- Suzane ficou muito pouco tempo presa na minha avaliação. Somente esses profissionais (psiquiatra, psicólogo e assistente social) poderão avaliar com mais precisão através do exame criminológico se não foi montada por ela uma estratégia para apressar a progressão - diz Palma.
Em casos considerados mais simples, o exame criminológico não é obrigatório desde 2003. O pedido de exame para Suzane ainda terá que ser acolhido pela Justiça. Como não é obrigatório, há a possibilidade do juiz dispensá-lo antes de decidir sobre a mudança de regime. O pedido do promotor será analisado pelo juiz Luís Geraldo Lanfredi, titular da 2ª Vara de São Paulo.
No exame criminológico, o assistente social fará perguntas sobre a família de Suzane. O psicólogo tenta avaliar se a ré está arrependida do crime e se está ocultando algo. O psiquiatra tem a função de fazer um laudo médico. O advogado de defesa e a promotoria também fazem perguntas a Suzane. A promotoria, por exemplo, pode perguntar se ela poderia cometer novos crimes, se se considera uma pessoa perigosa para a sociedade. Após o exame, um parecer é elaborado e encaminhado à Justiça para a análise da progressão de regime.
Para o promotor, a tentativa de progressão de regime no caso de Suzane Richthofen mostra a necessidade de reformular a lei de execuções criminais.
- Esse caso mostra como a lei é branda, fraca e não condiz com os índices de criminalidade que tempos hoje - diz o promotor, já que o preso tem possibilidade de sair do regime fechado para o semiaberto muito rapidamente.
Na semana passada, uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) beneficiou Suzane. O ministro Og Fernandes, do STJ, determinou que a Justiça paulista faça novo cálculo de remição da pena de Suzane. Pela decisão do STJ, os dias remidos (como é chamado o benefício da redução de pena) devem ser somados à pena já cumprida.
A cada três dias trabalhados dentro da penitenciária, Suzane tem direito a um dia remido. Até dezembro, a ré tinha 334 dias remidos, que somados aos 6 anos de prisão já são suficientes para pedir a progressão ao regime semiaberto. De acordo com o Código Penal, todo réu passa a ter direito ao regime semiaberto após cumprir um sexto da pena - no caso de Suzane seis anos e meio.
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ) contava a pena de Suzane de forma diferente. Os dias remidos eram descontados do total da pena de 39 anos. A defesa da jovem contestava essa metodologia e entrou com o pedido de mudança no STJ.


O Globo On Line
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SÃO PAULO - O promotor de Justiça de Execuções Criminais Paulo José de Palma acredita que Suzane Von Richthofen, condenada a 39 anos por planejar e participar do assassinato dos pais em 2002, possa ter montado uma estratégia na prisão para passar mais rapidamente do regime fechado de prisão para o semiaberto. Por isso, ele solicitou que a jovem seja analisada por uma junta de profissionais como psiquiatra, psicólogo e assistente social antes que a Justiça avalie a possibilidade de Suzane sair da prisão para trabalhar durante o dia e se reapresentar à noite.
- Ela passou muito pouco tempo na prisão para que tenha se iniciado um processo de ressocialização. Pela análise do processo, em que se nota a dissimulação de Suzane (ela chegou a ir ao enterro dos pais) e a frieza antes e após o crime, facilmente ela teria montado uma estratégia, adotando bom comportamento e mostrando arrependimento, para abreviar o tempo de prisão. Ela é uma jovem culta, acima da média - diz o promotor.
Suzane também era estudante de Direito quando cometeu o crime, conhece as leis, o que favorece essa tese.
- Quem trabalha no regime penitenciário sabe que é normal em boa parte dos casos o preso ter bom comportamento, ser dissimulado, para passar a impressão que está arrependido do crime - afirma o promotor.
Suzane tem estudado e trabalhado na penitenciária, dando aulas de inglês e aprendendo informática. Funcionários dizem que ela é respeitosa no trato. Já o contato com as demais presas é considerado problemático. Segundo esses funcionários, ela costuma se impacientar nas aulas ou até mesmo ser áspera com suas alunas detentas, já que tem cultura bastante acima da média das demais.
Para o promotor, o fato de Suzane ter recebido um atestado de bom comportamento emitido pela direção da penitenciária feminina Santa Maria Eufrásia Pelletier, em Tremembé, cidade no interior de São Paulo, onde está presa, e já ter cumprido um sexto da pena não bastam para que ela saía da prisão para trabalhar.
- Suzane ficou muito pouco tempo presa na minha avaliação. Somente esses profissionais (psiquiatra, psicólogo e assistente social) poderão avaliar com mais precisão através do exame criminológico se não foi montada por ela uma estratégia para apressar a progressão - diz Palma.
Em casos considerados mais simples, o exame criminológico não é obrigatório desde 2003. O pedido de exame para Suzane ainda terá que ser acolhido pela Justiça. Como não é obrigatório, há a possibilidade do juiz dispensá-lo antes de decidir sobre a mudança de regime. O pedido do promotor será analisado pelo juiz Luís Geraldo Lanfredi, titular da 2ª Vara de São Paulo.
No exame criminológico, o assistente social fará perguntas sobre a família de Suzane. O psicólogo tenta avaliar se a ré está arrependida do crime e se está ocultando algo. O psiquiatra tem a função de fazer um laudo médico. O advogado de defesa e a promotoria também fazem perguntas a Suzane. A promotoria, por exemplo, pode perguntar se ela poderia cometer novos crimes, se se considera uma pessoa perigosa para a sociedade. Após o exame, um parecer é elaborado e encaminhado à Justiça para a análise da progressão de regime.
Para o promotor, a tentativa de progressão de regime no caso de Suzane Richthofen mostra a necessidade de reformular a lei de execuções criminais.
- Esse caso mostra como a lei é branda, fraca e não condiz com os índices de criminalidade que tempos hoje - diz o promotor, já que o preso tem possibilidade de sair do regime fechado para o semiaberto muito rapidamente.
Na semana passada, uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) beneficiou Suzane. O ministro Og Fernandes, do STJ, determinou que a Justiça paulista faça novo cálculo de remição da pena de Suzane. Pela decisão do STJ, os dias remidos (como é chamado o benefício da redução de pena) devem ser somados à pena já cumprida.
A cada três dias trabalhados dentro da penitenciária, Suzane tem direito a um dia remido. Até dezembro, a ré tinha 334 dias remidos, que somados aos 6 anos de prisão já são suficientes para pedir a progressão ao regime semiaberto. De acordo com o Código Penal, todo réu passa a ter direito ao regime semiaberto após cumprir um sexto da pena - no caso de Suzane seis anos e meio.
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ) contava a pena de Suzane de forma diferente. Os dias remidos eram descontados do total da pena de 39 anos. A defesa da jovem contestava essa metodologia e entrou com o pedido de mudança no STJ.


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SÃO PAULO - O promotor de Justiça de Execuções Criminais Paulo José de Palma acredita que Suzane Von Richthofen, condenada a 39 anos por planejar e participar do assassinato dos pais em 2002, possa ter montado uma estratégia na prisão para passar mais rapidamente do regime fechado de prisão para o semiaberto. Por isso, ele solicitou que a jovem seja analisada por uma junta de profissionais como psiquiatra, psicólogo e assistente social antes que a Justiça avalie a possibilidade de Suzane sair da prisão para trabalhar durante o dia e se reapresentar à noite.
- Ela passou muito pouco tempo na prisão para que tenha se iniciado um processo de ressocialização. Pela análise do processo, em que se nota a dissimulação de Suzane (ela chegou a ir ao enterro dos pais) e a frieza antes e após o crime, facilmente ela teria montado uma estratégia, adotando bom comportamento e mostrando arrependimento, para abreviar o tempo de prisão. Ela é uma jovem culta, acima da média - diz o promotor.
Suzane também era estudante de Direito quando cometeu o crime, conhece as leis, o que favorece essa tese.
- Quem trabalha no regime penitenciário sabe que é normal em boa parte dos casos o preso ter bom comportamento, ser dissimulado, para passar a impressão que está arrependido do crime - afirma o promotor.
Suzane tem estudado e trabalhado na penitenciária, dando aulas de inglês e aprendendo informática. Funcionários dizem que ela é respeitosa no trato. Já o contato com as demais presas é considerado problemático. Segundo esses funcionários, ela costuma se impacientar nas aulas ou até mesmo ser áspera com suas alunas detentas, já que tem cultura bastante acima da média das demais.
Para o promotor, o fato de Suzane ter recebido um atestado de bom comportamento emitido pela direção da penitenciária feminina Santa Maria Eufrásia Pelletier, em Tremembé, cidade no interior de São Paulo, onde está presa, e já ter cumprido um sexto da pena não bastam para que ela saía da prisão para trabalhar.
- Suzane ficou muito pouco tempo presa na minha avaliação. Somente esses profissionais (psiquiatra, psicólogo e assistente social) poderão avaliar com mais precisão através do exame criminológico se não foi montada por ela uma estratégia para apressar a progressão - diz Palma.
Em casos considerados mais simples, o exame criminológico não é obrigatório desde 2003. O pedido de exame para Suzane ainda terá que ser acolhido pela Justiça. Como não é obrigatório, há a possibilidade do juiz dispensá-lo antes de decidir sobre a mudança de regime. O pedido do promotor será analisado pelo juiz Luís Geraldo Lanfredi, titular da 2ª Vara de São Paulo.
No exame criminológico, o assistente social fará perguntas sobre a família de Suzane. O psicólogo tenta avaliar se a ré está arrependida do crime e se está ocultando algo. O psiquiatra tem a função de fazer um laudo médico. O advogado de defesa e a promotoria também fazem perguntas a Suzane. A promotoria, por exemplo, pode perguntar se ela poderia cometer novos crimes, se se considera uma pessoa perigosa para a sociedade. Após o exame, um parecer é elaborado e encaminhado à Justiça para a análise da progressão de regime.
Para o promotor, a tentativa de progressão de regime no caso de Suzane Richthofen mostra a necessidade de reformular a lei de execuções criminais.
- Esse caso mostra como a lei é branda, fraca e não condiz com os índices de criminalidade que tempos hoje - diz o promotor, já que o preso tem possibilidade de sair do regime fechado para o semiaberto muito rapidamente.
Na semana passada, uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) beneficiou Suzane. O ministro Og Fernandes, do STJ, determinou que a Justiça paulista faça novo cálculo de remição da pena de Suzane. Pela decisão do STJ, os dias remidos (como é chamado o benefício da redução de pena) devem ser somados à pena já cumprida.
A cada três dias trabalhados dentro da penitenciária, Suzane tem direito a um dia remido. Até dezembro, a ré tinha 334 dias remidos, que somados aos 6 anos de prisão já são suficientes para pedir a progressão ao regime semiaberto. De acordo com o Código Penal, todo réu passa a ter direito ao regime semiaberto após cumprir um sexto da pena - no caso de Suzane seis anos e meio.
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ) contava a pena de Suzane de forma diferente. Os dias remidos eram descontados do total da pena de 39 anos. A defesa da jovem contestava essa metodologia e entrou com o pedido de mudança no STJ.


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SÃO PAULO - Pelo menos 90% dos presos provisórios (aqueles que aguardam julgamento) de São Paulo já teriam direito a algum tipo de benefício concedido por lei. Porém, por não terem condições de contratar um advogado, estão esquecidos na cadeia. A estimativa é da defensora pública Franciane de Fátima Marques, coordenadora do mutirão de atendimento jurídico que a Defensoria realiza, amanhã, no Centro de Detenção Provisória (CDP) III de Pinheiros, na Zona Oeste da capital.
Ao todo, 15 defensores vão examinar as folhas de antecedentes de 1.400 presos, paralelamente aos cerca de 3.500 atendimentos mensais que realizam. Eles são os únicos profissionais da área criminal na capital.
"Este é o segundo mutirão que fazemos em três meses. No primeiro, no Centro Hospitalar Penitenciário, todos os 250 internos tinham direito a algum benefício", diz Franciane.
Os defensores encontraram vários presos doentes, em condições de obter indulto, mas, segundo Franciane, ainda há muita resistência no Judiciário em libertá-los, por medo de reincidência. "Se o juiz tivesse o bom senso de sair do processo e olhar a situação deles, com certeza o julgamento seria outro."
A defensora Renata Tibiriçá afirma que nas cadeias há muitas pessoas presas irregularmente por falta de defensor para acompanhar caso a caso. "Embora a Constituição garanta o princípio da presunção de inocência, o que vigora é justamente o contrário", observa.
O advogado Ariel de Castro Alves, do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, afirma que a população carcerária não pode viver de mutirão, porque o acesso à Justiça têm que ser diário. "Nossa legislação é extremamente avançada, mas se torna letra morta porque não é colocada em prática, uma vez que a população não tem como chegar até ela. É preciso haver programas permanentes", diz.


O Globo On Line
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SÃO PAULO - Pelo menos 90% dos presos provisórios (aqueles que aguardam julgamento) de São Paulo já teriam direito a algum tipo de benefício concedido por lei. Porém, por não terem condições de contratar um advogado, estão esquecidos na cadeia. A estimativa é da defensora pública Franciane de Fátima Marques, coordenadora do mutirão de atendimento jurídico que a Defensoria realiza, amanhã, no Centro de Detenção Provisória (CDP) III de Pinheiros, na Zona Oeste da capital.
Ao todo, 15 defensores vão examinar as folhas de antecedentes de 1.400 presos, paralelamente aos cerca de 3.500 atendimentos mensais que realizam. Eles são os únicos profissionais da área criminal na capital.
"Este é o segundo mutirão que fazemos em três meses. No primeiro, no Centro Hospitalar Penitenciário, todos os 250 internos tinham direito a algum benefício", diz Franciane.
Os defensores encontraram vários presos doentes, em condições de obter indulto, mas, segundo Franciane, ainda há muita resistência no Judiciário em libertá-los, por medo de reincidência. "Se o juiz tivesse o bom senso de sair do processo e olhar a situação deles, com certeza o julgamento seria outro."
A defensora Renata Tibiriçá afirma que nas cadeias há muitas pessoas presas irregularmente por falta de defensor para acompanhar caso a caso. "Embora a Constituição garanta o princípio da presunção de inocência, o que vigora é justamente o contrário", observa.
O advogado Ariel de Castro Alves, do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, afirma que a população carcerária não pode viver de mutirão, porque o acesso à Justiça têm que ser diário. "Nossa legislação é extremamente avançada, mas se torna letra morta porque não é colocada em prática, uma vez que a população não tem como chegar até ela. É preciso haver programas permanentes", diz.


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SÃO PAULO - Pelo menos 90% dos presos provisórios (aqueles que aguardam julgamento) de São Paulo já teriam direito a algum tipo de benefício concedido por lei. Porém, por não terem condições de contratar um advogado, estão esquecidos na cadeia. A estimativa é da defensora pública Franciane de Fátima Marques, coordenadora do mutirão de atendimento jurídico que a Defensoria realiza, amanhã, no Centro de Detenção Provisória (CDP) III de Pinheiros, na Zona Oeste da capital.
Ao todo, 15 defensores vão examinar as folhas de antecedentes de 1.400 presos, paralelamente aos cerca de 3.500 atendimentos mensais que realizam. Eles são os únicos profissionais da área criminal na capital.
"Este é o segundo mutirão que fazemos em três meses. No primeiro, no Centro Hospitalar Penitenciário, todos os 250 internos tinham direito a algum benefício", diz Franciane.
Os defensores encontraram vários presos doentes, em condições de obter indulto, mas, segundo Franciane, ainda há muita resistência no Judiciário em libertá-los, por medo de reincidência. "Se o juiz tivesse o bom senso de sair do processo e olhar a situação deles, com certeza o julgamento seria outro."
A defensora Renata Tibiriçá afirma que nas cadeias há muitas pessoas presas irregularmente por falta de defensor para acompanhar caso a caso. "Embora a Constituição garanta o princípio da presunção de inocência, o que vigora é justamente o contrário", observa.
O advogado Ariel de Castro Alves, do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, afirma que a população carcerária não pode viver de mutirão, porque o acesso à Justiça têm que ser diário. "Nossa legislação é extremamente avançada, mas se torna letra morta porque não é colocada em prática, uma vez que a população não tem como chegar até ela. É preciso haver programas permanentes", diz.


O Globo On Line
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SÃO PAULO - Pelo menos 90% dos presos provisórios (aqueles que aguardam julgamento) de São Paulo já teriam direito a algum tipo de benefício concedido por lei. Porém, por não terem condições de contratar um advogado, estão esquecidos na cadeia. A estimativa é da defensora pública Franciane de Fátima Marques, coordenadora do mutirão de atendimento jurídico que a Defensoria realiza, amanhã, no Centro de Detenção Provisória (CDP) III de Pinheiros, na Zona Oeste da capital.
Ao todo, 15 defensores vão examinar as folhas de antecedentes de 1.400 presos, paralelamente aos cerca de 3.500 atendimentos mensais que realizam. Eles são os únicos profissionais da área criminal na capital.
"Este é o segundo mutirão que fazemos em três meses. No primeiro, no Centro Hospitalar Penitenciário, todos os 250 internos tinham direito a algum benefício", diz Franciane.
Os defensores encontraram vários presos doentes, em condições de obter indulto, mas, segundo Franciane, ainda há muita resistência no Judiciário em libertá-los, por medo de reincidência. "Se o juiz tivesse o bom senso de sair do processo e olhar a situação deles, com certeza o julgamento seria outro."
A defensora Renata Tibiriçá afirma que nas cadeias há muitas pessoas presas irregularmente por falta de defensor para acompanhar caso a caso. "Embora a Constituição garanta o princípio da presunção de inocência, o que vigora é justamente o contrário", observa.
O advogado Ariel de Castro Alves, do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, afirma que a população carcerária não pode viver de mutirão, porque o acesso à Justiça têm que ser diário. "Nossa legislação é extremamente avançada, mas se torna letra morta porque não é colocada em prática, uma vez que a população não tem como chegar até ela. É preciso haver programas permanentes", diz.


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SÃO PAULO, BELO HORIZONTE - A dona-de-casa Thalane Alminda Nogueira Drumond Magalhães, 26 anos, foi presa em flagrante neste domingo em Itaúna, Minas Gerais, acusada de atirar o filho de 4 anos pela janela do prédio onde morava . O apartamento fica no segundo andar e o menino está internado em estado grave em Belo Horizonte.
Segundo o delegado seccional de Itaúna, Marco Antonio Noronha, a família acredita que medicamentos para emagrecer possam ter desencadeado crises nervosas na dona-de-casa. O marido e vizinhos de Thalane disseram à polícia que ela teve uma crise nervosa no sábado e foi socorrida por parentes, que conseguiram acalmá-la.
Neste domingo, o marido teria acreditado que a mulher já estava melhor e se ausentou de casa, deixando mãe e filho sozinhos. Por volta de 13h30, ela teria atirado a criança pela janela e se jogado também. Porém, teve ferimentos leves.
- Ela realmente jogado durante uma crise nervosa e se jogado também. Depois, teria ido a uma pedreira, onde passou a se autoflagelar e bater pedras em sua própria cabeça - afirma Noronha.
Segundo o delegado, Thalane foi achada bastante alterada. Ela foi presa e autuada por tentativa de homicídio e está internada na Santa Casa de Itaúna. Segundo Noronha, a dona-de-casa deve ter alta ainda nesta segunda-feira e será ouvida pela polícia.
- Terão de ser feitos exames para contatar se ela teve mesmo um problema de saúde. Isso terá de ser comprovado - diz Noronha.
O casal morava junto há oito anos. O marido de Thalane, que está desempregado, contou que ela era uma boa mãe, mas teria passado a ter crises nervosas depois que começou a tomar remédios para emagrecer. A polícia ainda não sabe dizer qual o tipo de remédio ela tomava.
Ao delegado, o marido de Thalane disse que a levaria no médico nesta segunda-feira.


O Globo On Line
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SÃO PAULO, BELO HORIZONTE - A dona-de-casa Thalane Alminda Nogueira Drumond Magalhães, 26 anos, foi presa em flagrante neste domingo em Itaúna, Minas Gerais, acusada de atirar o filho de 4 anos pela janela do prédio onde morava . O apartamento fica no segundo andar e o menino está internado em estado grave em Belo Horizonte.
Segundo o delegado seccional de Itaúna, Marco Antonio Noronha, a família acredita que medicamentos para emagrecer possam ter desencadeado crises nervosas na dona-de-casa. O marido e vizinhos de Thalane disseram à polícia que ela teve uma crise nervosa no sábado e foi socorrida por parentes, que conseguiram acalmá-la.
Neste domingo, o marido teria acreditado que a mulher já estava melhor e se ausentou de casa, deixando mãe e filho sozinhos. Por volta de 13h30, ela teria atirado a criança pela janela e se jogado também. Porém, teve ferimentos leves.
- Ela realmente jogado durante uma crise nervosa e se jogado também. Depois, teria ido a uma pedreira, onde passou a se autoflagelar e bater pedras em sua própria cabeça - afirma Noronha.
Segundo o delegado, Thalane foi achada bastante alterada. Ela foi presa e autuada por tentativa de homicídio e está internada na Santa Casa de Itaúna. Segundo Noronha, a dona-de-casa deve ter alta ainda nesta segunda-feira e será ouvida pela polícia.
- Terão de ser feitos exames para contatar se ela teve mesmo um problema de saúde. Isso terá de ser comprovado - diz Noronha.
O casal morava junto há oito anos. O marido de Thalane, que está desempregado, contou que ela era uma boa mãe, mas teria passado a ter crises nervosas depois que começou a tomar remédios para emagrecer. A polícia ainda não sabe dizer qual o tipo de remédio ela tomava.
Ao delegado, o marido de Thalane disse que a levaria no médico nesta segunda-feira.


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SÃO PAULO, BELO HORIZONTE - A dona-de-casa Thalane Alminda Nogueira Drumond Magalhães, 26 anos, foi presa em flagrante neste domingo em Itaúna, Minas Gerais, acusada de atirar o filho de 4 anos pela janela do prédio onde morava . O apartamento fica no segundo andar e o menino está internado em estado grave em Belo Horizonte.
Segundo o delegado seccional de Itaúna, Marco Antonio Noronha, a família acredita que medicamentos para emagrecer possam ter desencadeado crises nervosas na dona-de-casa. O marido e vizinhos de Thalane disseram à polícia que ela teve uma crise nervosa no sábado e foi socorrida por parentes, que conseguiram acalmá-la.
Neste domingo, o marido teria acreditado que a mulher já estava melhor e se ausentou de casa, deixando mãe e filho sozinhos. Por volta de 13h30, ela teria atirado a criança pela janela e se jogado também. Porém, teve ferimentos leves.
- Ela realmente jogado durante uma crise nervosa e se jogado também. Depois, teria ido a uma pedreira, onde passou a se autoflagelar e bater pedras em sua própria cabeça - afirma Noronha.
Segundo o delegado, Thalane foi achada bastante alterada. Ela foi presa e autuada por tentativa de homicídio e está internada na Santa Casa de Itaúna. Segundo Noronha, a dona-de-casa deve ter alta ainda nesta segunda-feira e será ouvida pela polícia.
- Terão de ser feitos exames para contatar se ela teve mesmo um problema de saúde. Isso terá de ser comprovado - diz Noronha.
O casal morava junto há oito anos. O marido de Thalane, que está desempregado, contou que ela era uma boa mãe, mas teria passado a ter crises nervosas depois que começou a tomar remédios para emagrecer. A polícia ainda não sabe dizer qual o tipo de remédio ela tomava.
Ao delegado, o marido de Thalane disse que a levaria no médico nesta segunda-feira.


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SÃO PAULO, BELO HORIZONTE - A dona-de-casa Thalane Alminda Nogueira Drumond Magalhães, 26 anos, foi presa em flagrante neste domingo em Itaúna, Minas Gerais, acusada de atirar o filho de 4 anos pela janela do prédio onde morava . O apartamento fica no segundo andar e o menino está internado em estado grave em Belo Horizonte.
Segundo o delegado seccional de Itaúna, Marco Antonio Noronha, a família acredita que medicamentos para emagrecer possam ter desencadeado crises nervosas na dona-de-casa. O marido e vizinhos de Thalane disseram à polícia que ela teve uma crise nervosa no sábado e foi socorrida por parentes, que conseguiram acalmá-la.
Neste domingo, o marido teria acreditado que a mulher já estava melhor e se ausentou de casa, deixando mãe e filho sozinhos. Por volta de 13h30, ela teria atirado a criança pela janela e se jogado também. Porém, teve ferimentos leves.
- Ela realmente jogado durante uma crise nervosa e se jogado também. Depois, teria ido a uma pedreira, onde passou a se autoflagelar e bater pedras em sua própria cabeça - afirma Noronha.
Segundo o delegado, Thalane foi achada bastante alterada. Ela foi presa e autuada por tentativa de homicídio e está internada na Santa Casa de Itaúna. Segundo Noronha, a dona-de-casa deve ter alta ainda nesta segunda-feira e será ouvida pela polícia.
- Terão de ser feitos exames para contatar se ela teve mesmo um problema de saúde. Isso terá de ser comprovado - diz Noronha.
O casal morava junto há oito anos. O marido de Thalane, que está desempregado, contou que ela era uma boa mãe, mas teria passado a ter crises nervosas depois que começou a tomar remédios para emagrecer. A polícia ainda não sabe dizer qual o tipo de remédio ela tomava.
Ao delegado, o marido de Thalane disse que a levaria no médico nesta segunda-feira.


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Elizabeth Munro deve se tornar a mais velha a dar à luz no país.Ela disse que não tem medo de criar seu futuro bebê sozinha.

A empresária britânica Elizabeth Munro, de 66 anos, deve se tornar no próximo mês a mais velha mulher a dar à luz no Reino Unido. Em entrevista ao "Sunday Mirror" publicada neste domingo, a grávida de oito meses disse que "se sentia com 39 anos". Ela também disse que se sente mais em forma e saudável que algumas das meninas de 20 anos que trabalham com ela.Munro, divorciada há mais de 15 anos e sem outros filhos, defendeu sua decisão de viajar à Ucrânia para fazer o tratamento de fertilização que permitiu que ela conseguisse engravidar. Ela disse ter pago o equivalente a 10 mil libras (quase R$ 32 mil). Ela, que vive e trabalha em Newmarket, Suffolk, também disse ao jornal não ter medo de criar seu filho sozinha. Munro já marcou seu parto, que deve ocorrer no mês que vem, para um hospital privado em Cambridge. Ela já havia tentado antes tratamentos para engravidar, mas todos falharam.


Portal G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:16  comentar

Elizabeth Munro deve se tornar a mais velha a dar à luz no país.Ela disse que não tem medo de criar seu futuro bebê sozinha.

A empresária britânica Elizabeth Munro, de 66 anos, deve se tornar no próximo mês a mais velha mulher a dar à luz no Reino Unido. Em entrevista ao "Sunday Mirror" publicada neste domingo, a grávida de oito meses disse que "se sentia com 39 anos". Ela também disse que se sente mais em forma e saudável que algumas das meninas de 20 anos que trabalham com ela.Munro, divorciada há mais de 15 anos e sem outros filhos, defendeu sua decisão de viajar à Ucrânia para fazer o tratamento de fertilização que permitiu que ela conseguisse engravidar. Ela disse ter pago o equivalente a 10 mil libras (quase R$ 32 mil). Ela, que vive e trabalha em Newmarket, Suffolk, também disse ao jornal não ter medo de criar seu filho sozinha. Munro já marcou seu parto, que deve ocorrer no mês que vem, para um hospital privado em Cambridge. Ela já havia tentado antes tratamentos para engravidar, mas todos falharam.


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Elizabeth Munro deve se tornar a mais velha a dar à luz no país.Ela disse que não tem medo de criar seu futuro bebê sozinha.

A empresária britânica Elizabeth Munro, de 66 anos, deve se tornar no próximo mês a mais velha mulher a dar à luz no Reino Unido. Em entrevista ao "Sunday Mirror" publicada neste domingo, a grávida de oito meses disse que "se sentia com 39 anos". Ela também disse que se sente mais em forma e saudável que algumas das meninas de 20 anos que trabalham com ela.Munro, divorciada há mais de 15 anos e sem outros filhos, defendeu sua decisão de viajar à Ucrânia para fazer o tratamento de fertilização que permitiu que ela conseguisse engravidar. Ela disse ter pago o equivalente a 10 mil libras (quase R$ 32 mil). Ela, que vive e trabalha em Newmarket, Suffolk, também disse ao jornal não ter medo de criar seu filho sozinha. Munro já marcou seu parto, que deve ocorrer no mês que vem, para um hospital privado em Cambridge. Ela já havia tentado antes tratamentos para engravidar, mas todos falharam.


Portal G1
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Elizabeth Munro deve se tornar a mais velha a dar à luz no país.Ela disse que não tem medo de criar seu futuro bebê sozinha.

A empresária britânica Elizabeth Munro, de 66 anos, deve se tornar no próximo mês a mais velha mulher a dar à luz no Reino Unido. Em entrevista ao "Sunday Mirror" publicada neste domingo, a grávida de oito meses disse que "se sentia com 39 anos". Ela também disse que se sente mais em forma e saudável que algumas das meninas de 20 anos que trabalham com ela.Munro, divorciada há mais de 15 anos e sem outros filhos, defendeu sua decisão de viajar à Ucrânia para fazer o tratamento de fertilização que permitiu que ela conseguisse engravidar. Ela disse ter pago o equivalente a 10 mil libras (quase R$ 32 mil). Ela, que vive e trabalha em Newmarket, Suffolk, também disse ao jornal não ter medo de criar seu filho sozinha. Munro já marcou seu parto, que deve ocorrer no mês que vem, para um hospital privado em Cambridge. Ela já havia tentado antes tratamentos para engravidar, mas todos falharam.


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SÃO PAULO e CURITIBA - A Corregedoria da Assembleia Legislativa do Paraná abriu sindicância para apurar a conduta do deputado estadual Fernando Ribas Carli Filho (PSB), acusado de dirigir embriagado, em alta velocidade e provocar acidente com duas mortes em Curitiba. Se a Corregedoria decidir que houve quebra de decoro parlamentar, a Mesa Diretora deverá encaminhar o processo para a Comissão de Ética para que seja aberto o processo de cassação do parlamentar.
O exame de dosagem alcoólica feito pelo Instituto Médico-Legal (IML) do Paraná na amostra de sangue do deputado, de 26 anos, comprovou que ele estava embriagado na madrugada do acidente que matou dois jovens em Curitiba. De acordo com o resultado, divulgado no fim da manhã desta segunda-feira pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp), havia no sangue do deputado 7,8 decigramas de álcool por litro de sangue, quase quatro vezes o nível considerado tolerável pela legislação de trânsito.
Para o Código de Trânsito, Artigo 306, 6 decigramas já são considerados crime, com abertura de processo penal, e o nível tolerado é de 2 decigramas de álcool por litro de sangue.
O deputado Luis Accorsi (PSDB) afirmou que a Assembleia está sensibilizada com os fatos, mas cumprirá todo o trâmite legal e do regimento antes de tomar qualquer decisão. O prazo para que a Corregedoria se manifeste é de 30 dias. O relatório da Corregedoria seguirá então para a Mesa Diretora, que vai decidir se encaminha ou não ao Conselho de Ética, que terá então mais 30 dias para ouvir os envolvidos no episódio.
- Houve um clamor social e popular muito grande, uma pressão grande em torno do caso. Estamos agindo dentro da legalidade e do que é justo e esta é a nossa determinação - afirmou o deputado Pedro Ivo (PT), da Comissão de Ética.
O sangue examinado pelo IML foi coletado pelo Hospital Evangélico para exames clínicos. A Delegacia de Delitos de Trânsito (Dedetran) solicitou o exame de dosagem alcoólica. Segundo informações contidas no inquérito, o sangue teria sido colhido cerca de duas horas depois de o deputado ter deixado o restaurante em que estava antes do acidente, ocorrido em 7 de maio.
- Hoje é possível afirmar com 100% de certeza que o deputado estava sob influência alcoólica no momento da colisão - disse o delegado Armando Braga de Moraes Neto, da Dedetran.
O pedido de cassação, por quebra de decoro parlamentar, foi apresentado pela família de uma das vítimasNeste fim de semana, os pais do deputado divulgaram fotos dele no hospital. O pai do deputado, Fernando Ribas Carli (PP) - prefeito licenciado de Guarapuava - negou que tenha tentado impedir a atuação das autoridades responsáveis pelas investigações.
- Se for culpado, tem que ser responsabilizado - disse.
Carli Filho estava com a carteira de habilitação suspensa e tinha mais de 130 pontos em multas, várias por excesso de velocidade. Especialistas afirmam que o carro do deputado estava a pelo menos 150 km por hora.
Ribas Carli negou que o deputado tenha sido transferido para São Paulo no avião particular do governador Roberto Requião.
- Quem contratou o serviço de remoção foi meu concunhado, que, inclusive, pagou com o cartão de crédito dele. Tivemos apenas uma visita que nos sensibilizou muito, que foi a do governador - afirmou.
A mãe do parlamentar, Ana Rita Slaviero Carli, afirmou em entrevista ao Fantástico, da TV Globo, disse que a família não vai "passar a mão" na cabeça de Carli Filho. "Tenho pensado: Onde é que nós erramos? Você cria um filho, faz tudo por ele, ensina os primeiros passos e, de repente, você se vê envolvida numa tragédia dessa, numa dor dessa, aonde a vida para."
O deputado está internado no Hospital Albert Einstein desde o último dia 10 e foi submetido na quinta-feira a uma cirurgia para correção das lesões na face e no crânio.
O deputado não foi submetido a exame de dosagem alcoolica no dia do acidente. Apenas no último sábado, após a repercussão do caso, a amostra retirada no Hospital Evangélico, onde ele foi atendido inicialmente, foi encaminhada para exame. O resultado deve sair em 15 dias.
Na madrugada desta terça-feira, peritos da polícia paranaense farão uma reconstituição do acidente no cruzamento da Avenida Monsenhor Ivo Zanlorenzi com a Paulo Gorski, local da colisão.
O advogado Elias Mattar Assad, que representa a família de Gilmar Rafael Yared, um dos dois jovens mortos no acidente, afirmou que espera a confirmação do que foi dito por testemunhos e já está presente no inquérito: que o deputado dirigia em alta velocidade e estava embriagado. Garçons disseram que ele saiu do restaurante embriagado e a mesa onde estava consumiu quatro garrafas de vinho. A equipe de socorro também registrou que ele estava com "hálito etílico".
O advogado voltou a defender a revogação da licença médica de 60 dias concedida a Carli Filho - pelo fato de o pedido não ter sido votado em plenário.
- Esperamos o indiciamento formal do deputado até o início da próxima semana. Não queremos vingança, mas equilíbrio e justiça - disse ele.
Na madrugada do último dia 7, o Passat que Carli Filho dirigia colidiu violentamente contra o Honda Fit prata em que estavam Gilmar Rafael Souza Yared e Carlos Murilo de Almeida. Os dois ocupantes do Fit tiveram morte instantânea. A promotoria do caso afirma que não há dúvidas de que o deputado dirigia em alta velocidade no momento da colisão.



O Globo On Line
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SÃO PAULO e CURITIBA - A Corregedoria da Assembleia Legislativa do Paraná abriu sindicância para apurar a conduta do deputado estadual Fernando Ribas Carli Filho (PSB), acusado de dirigir embriagado, em alta velocidade e provocar acidente com duas mortes em Curitiba. Se a Corregedoria decidir que houve quebra de decoro parlamentar, a Mesa Diretora deverá encaminhar o processo para a Comissão de Ética para que seja aberto o processo de cassação do parlamentar.
O exame de dosagem alcoólica feito pelo Instituto Médico-Legal (IML) do Paraná na amostra de sangue do deputado, de 26 anos, comprovou que ele estava embriagado na madrugada do acidente que matou dois jovens em Curitiba. De acordo com o resultado, divulgado no fim da manhã desta segunda-feira pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp), havia no sangue do deputado 7,8 decigramas de álcool por litro de sangue, quase quatro vezes o nível considerado tolerável pela legislação de trânsito.
Para o Código de Trânsito, Artigo 306, 6 decigramas já são considerados crime, com abertura de processo penal, e o nível tolerado é de 2 decigramas de álcool por litro de sangue.
O deputado Luis Accorsi (PSDB) afirmou que a Assembleia está sensibilizada com os fatos, mas cumprirá todo o trâmite legal e do regimento antes de tomar qualquer decisão. O prazo para que a Corregedoria se manifeste é de 30 dias. O relatório da Corregedoria seguirá então para a Mesa Diretora, que vai decidir se encaminha ou não ao Conselho de Ética, que terá então mais 30 dias para ouvir os envolvidos no episódio.
- Houve um clamor social e popular muito grande, uma pressão grande em torno do caso. Estamos agindo dentro da legalidade e do que é justo e esta é a nossa determinação - afirmou o deputado Pedro Ivo (PT), da Comissão de Ética.
O sangue examinado pelo IML foi coletado pelo Hospital Evangélico para exames clínicos. A Delegacia de Delitos de Trânsito (Dedetran) solicitou o exame de dosagem alcoólica. Segundo informações contidas no inquérito, o sangue teria sido colhido cerca de duas horas depois de o deputado ter deixado o restaurante em que estava antes do acidente, ocorrido em 7 de maio.
- Hoje é possível afirmar com 100% de certeza que o deputado estava sob influência alcoólica no momento da colisão - disse o delegado Armando Braga de Moraes Neto, da Dedetran.
O pedido de cassação, por quebra de decoro parlamentar, foi apresentado pela família de uma das vítimasNeste fim de semana, os pais do deputado divulgaram fotos dele no hospital. O pai do deputado, Fernando Ribas Carli (PP) - prefeito licenciado de Guarapuava - negou que tenha tentado impedir a atuação das autoridades responsáveis pelas investigações.
- Se for culpado, tem que ser responsabilizado - disse.
Carli Filho estava com a carteira de habilitação suspensa e tinha mais de 130 pontos em multas, várias por excesso de velocidade. Especialistas afirmam que o carro do deputado estava a pelo menos 150 km por hora.
Ribas Carli negou que o deputado tenha sido transferido para São Paulo no avião particular do governador Roberto Requião.
- Quem contratou o serviço de remoção foi meu concunhado, que, inclusive, pagou com o cartão de crédito dele. Tivemos apenas uma visita que nos sensibilizou muito, que foi a do governador - afirmou.
A mãe do parlamentar, Ana Rita Slaviero Carli, afirmou em entrevista ao Fantástico, da TV Globo, disse que a família não vai "passar a mão" na cabeça de Carli Filho. "Tenho pensado: Onde é que nós erramos? Você cria um filho, faz tudo por ele, ensina os primeiros passos e, de repente, você se vê envolvida numa tragédia dessa, numa dor dessa, aonde a vida para."
O deputado está internado no Hospital Albert Einstein desde o último dia 10 e foi submetido na quinta-feira a uma cirurgia para correção das lesões na face e no crânio.
O deputado não foi submetido a exame de dosagem alcoolica no dia do acidente. Apenas no último sábado, após a repercussão do caso, a amostra retirada no Hospital Evangélico, onde ele foi atendido inicialmente, foi encaminhada para exame. O resultado deve sair em 15 dias.
Na madrugada desta terça-feira, peritos da polícia paranaense farão uma reconstituição do acidente no cruzamento da Avenida Monsenhor Ivo Zanlorenzi com a Paulo Gorski, local da colisão.
O advogado Elias Mattar Assad, que representa a família de Gilmar Rafael Yared, um dos dois jovens mortos no acidente, afirmou que espera a confirmação do que foi dito por testemunhos e já está presente no inquérito: que o deputado dirigia em alta velocidade e estava embriagado. Garçons disseram que ele saiu do restaurante embriagado e a mesa onde estava consumiu quatro garrafas de vinho. A equipe de socorro também registrou que ele estava com "hálito etílico".
O advogado voltou a defender a revogação da licença médica de 60 dias concedida a Carli Filho - pelo fato de o pedido não ter sido votado em plenário.
- Esperamos o indiciamento formal do deputado até o início da próxima semana. Não queremos vingança, mas equilíbrio e justiça - disse ele.
Na madrugada do último dia 7, o Passat que Carli Filho dirigia colidiu violentamente contra o Honda Fit prata em que estavam Gilmar Rafael Souza Yared e Carlos Murilo de Almeida. Os dois ocupantes do Fit tiveram morte instantânea. A promotoria do caso afirma que não há dúvidas de que o deputado dirigia em alta velocidade no momento da colisão.



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SÃO PAULO e CURITIBA - A Corregedoria da Assembleia Legislativa do Paraná abriu sindicância para apurar a conduta do deputado estadual Fernando Ribas Carli Filho (PSB), acusado de dirigir embriagado, em alta velocidade e provocar acidente com duas mortes em Curitiba. Se a Corregedoria decidir que houve quebra de decoro parlamentar, a Mesa Diretora deverá encaminhar o processo para a Comissão de Ética para que seja aberto o processo de cassação do parlamentar.
O exame de dosagem alcoólica feito pelo Instituto Médico-Legal (IML) do Paraná na amostra de sangue do deputado, de 26 anos, comprovou que ele estava embriagado na madrugada do acidente que matou dois jovens em Curitiba. De acordo com o resultado, divulgado no fim da manhã desta segunda-feira pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp), havia no sangue do deputado 7,8 decigramas de álcool por litro de sangue, quase quatro vezes o nível considerado tolerável pela legislação de trânsito.
Para o Código de Trânsito, Artigo 306, 6 decigramas já são considerados crime, com abertura de processo penal, e o nível tolerado é de 2 decigramas de álcool por litro de sangue.
O deputado Luis Accorsi (PSDB) afirmou que a Assembleia está sensibilizada com os fatos, mas cumprirá todo o trâmite legal e do regimento antes de tomar qualquer decisão. O prazo para que a Corregedoria se manifeste é de 30 dias. O relatório da Corregedoria seguirá então para a Mesa Diretora, que vai decidir se encaminha ou não ao Conselho de Ética, que terá então mais 30 dias para ouvir os envolvidos no episódio.
- Houve um clamor social e popular muito grande, uma pressão grande em torno do caso. Estamos agindo dentro da legalidade e do que é justo e esta é a nossa determinação - afirmou o deputado Pedro Ivo (PT), da Comissão de Ética.
O sangue examinado pelo IML foi coletado pelo Hospital Evangélico para exames clínicos. A Delegacia de Delitos de Trânsito (Dedetran) solicitou o exame de dosagem alcoólica. Segundo informações contidas no inquérito, o sangue teria sido colhido cerca de duas horas depois de o deputado ter deixado o restaurante em que estava antes do acidente, ocorrido em 7 de maio.
- Hoje é possível afirmar com 100% de certeza que o deputado estava sob influência alcoólica no momento da colisão - disse o delegado Armando Braga de Moraes Neto, da Dedetran.
O pedido de cassação, por quebra de decoro parlamentar, foi apresentado pela família de uma das vítimasNeste fim de semana, os pais do deputado divulgaram fotos dele no hospital. O pai do deputado, Fernando Ribas Carli (PP) - prefeito licenciado de Guarapuava - negou que tenha tentado impedir a atuação das autoridades responsáveis pelas investigações.
- Se for culpado, tem que ser responsabilizado - disse.
Carli Filho estava com a carteira de habilitação suspensa e tinha mais de 130 pontos em multas, várias por excesso de velocidade. Especialistas afirmam que o carro do deputado estava a pelo menos 150 km por hora.
Ribas Carli negou que o deputado tenha sido transferido para São Paulo no avião particular do governador Roberto Requião.
- Quem contratou o serviço de remoção foi meu concunhado, que, inclusive, pagou com o cartão de crédito dele. Tivemos apenas uma visita que nos sensibilizou muito, que foi a do governador - afirmou.
A mãe do parlamentar, Ana Rita Slaviero Carli, afirmou em entrevista ao Fantástico, da TV Globo, disse que a família não vai "passar a mão" na cabeça de Carli Filho. "Tenho pensado: Onde é que nós erramos? Você cria um filho, faz tudo por ele, ensina os primeiros passos e, de repente, você se vê envolvida numa tragédia dessa, numa dor dessa, aonde a vida para."
O deputado está internado no Hospital Albert Einstein desde o último dia 10 e foi submetido na quinta-feira a uma cirurgia para correção das lesões na face e no crânio.
O deputado não foi submetido a exame de dosagem alcoolica no dia do acidente. Apenas no último sábado, após a repercussão do caso, a amostra retirada no Hospital Evangélico, onde ele foi atendido inicialmente, foi encaminhada para exame. O resultado deve sair em 15 dias.
Na madrugada desta terça-feira, peritos da polícia paranaense farão uma reconstituição do acidente no cruzamento da Avenida Monsenhor Ivo Zanlorenzi com a Paulo Gorski, local da colisão.
O advogado Elias Mattar Assad, que representa a família de Gilmar Rafael Yared, um dos dois jovens mortos no acidente, afirmou que espera a confirmação do que foi dito por testemunhos e já está presente no inquérito: que o deputado dirigia em alta velocidade e estava embriagado. Garçons disseram que ele saiu do restaurante embriagado e a mesa onde estava consumiu quatro garrafas de vinho. A equipe de socorro também registrou que ele estava com "hálito etílico".
O advogado voltou a defender a revogação da licença médica de 60 dias concedida a Carli Filho - pelo fato de o pedido não ter sido votado em plenário.
- Esperamos o indiciamento formal do deputado até o início da próxima semana. Não queremos vingança, mas equilíbrio e justiça - disse ele.
Na madrugada do último dia 7, o Passat que Carli Filho dirigia colidiu violentamente contra o Honda Fit prata em que estavam Gilmar Rafael Souza Yared e Carlos Murilo de Almeida. Os dois ocupantes do Fit tiveram morte instantânea. A promotoria do caso afirma que não há dúvidas de que o deputado dirigia em alta velocidade no momento da colisão.



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SÃO PAULO e CURITIBA - A Corregedoria da Assembleia Legislativa do Paraná abriu sindicância para apurar a conduta do deputado estadual Fernando Ribas Carli Filho (PSB), acusado de dirigir embriagado, em alta velocidade e provocar acidente com duas mortes em Curitiba. Se a Corregedoria decidir que houve quebra de decoro parlamentar, a Mesa Diretora deverá encaminhar o processo para a Comissão de Ética para que seja aberto o processo de cassação do parlamentar.
O exame de dosagem alcoólica feito pelo Instituto Médico-Legal (IML) do Paraná na amostra de sangue do deputado, de 26 anos, comprovou que ele estava embriagado na madrugada do acidente que matou dois jovens em Curitiba. De acordo com o resultado, divulgado no fim da manhã desta segunda-feira pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp), havia no sangue do deputado 7,8 decigramas de álcool por litro de sangue, quase quatro vezes o nível considerado tolerável pela legislação de trânsito.
Para o Código de Trânsito, Artigo 306, 6 decigramas já são considerados crime, com abertura de processo penal, e o nível tolerado é de 2 decigramas de álcool por litro de sangue.
O deputado Luis Accorsi (PSDB) afirmou que a Assembleia está sensibilizada com os fatos, mas cumprirá todo o trâmite legal e do regimento antes de tomar qualquer decisão. O prazo para que a Corregedoria se manifeste é de 30 dias. O relatório da Corregedoria seguirá então para a Mesa Diretora, que vai decidir se encaminha ou não ao Conselho de Ética, que terá então mais 30 dias para ouvir os envolvidos no episódio.
- Houve um clamor social e popular muito grande, uma pressão grande em torno do caso. Estamos agindo dentro da legalidade e do que é justo e esta é a nossa determinação - afirmou o deputado Pedro Ivo (PT), da Comissão de Ética.
O sangue examinado pelo IML foi coletado pelo Hospital Evangélico para exames clínicos. A Delegacia de Delitos de Trânsito (Dedetran) solicitou o exame de dosagem alcoólica. Segundo informações contidas no inquérito, o sangue teria sido colhido cerca de duas horas depois de o deputado ter deixado o restaurante em que estava antes do acidente, ocorrido em 7 de maio.
- Hoje é possível afirmar com 100% de certeza que o deputado estava sob influência alcoólica no momento da colisão - disse o delegado Armando Braga de Moraes Neto, da Dedetran.
O pedido de cassação, por quebra de decoro parlamentar, foi apresentado pela família de uma das vítimasNeste fim de semana, os pais do deputado divulgaram fotos dele no hospital. O pai do deputado, Fernando Ribas Carli (PP) - prefeito licenciado de Guarapuava - negou que tenha tentado impedir a atuação das autoridades responsáveis pelas investigações.
- Se for culpado, tem que ser responsabilizado - disse.
Carli Filho estava com a carteira de habilitação suspensa e tinha mais de 130 pontos em multas, várias por excesso de velocidade. Especialistas afirmam que o carro do deputado estava a pelo menos 150 km por hora.
Ribas Carli negou que o deputado tenha sido transferido para São Paulo no avião particular do governador Roberto Requião.
- Quem contratou o serviço de remoção foi meu concunhado, que, inclusive, pagou com o cartão de crédito dele. Tivemos apenas uma visita que nos sensibilizou muito, que foi a do governador - afirmou.
A mãe do parlamentar, Ana Rita Slaviero Carli, afirmou em entrevista ao Fantástico, da TV Globo, disse que a família não vai "passar a mão" na cabeça de Carli Filho. "Tenho pensado: Onde é que nós erramos? Você cria um filho, faz tudo por ele, ensina os primeiros passos e, de repente, você se vê envolvida numa tragédia dessa, numa dor dessa, aonde a vida para."
O deputado está internado no Hospital Albert Einstein desde o último dia 10 e foi submetido na quinta-feira a uma cirurgia para correção das lesões na face e no crânio.
O deputado não foi submetido a exame de dosagem alcoolica no dia do acidente. Apenas no último sábado, após a repercussão do caso, a amostra retirada no Hospital Evangélico, onde ele foi atendido inicialmente, foi encaminhada para exame. O resultado deve sair em 15 dias.
Na madrugada desta terça-feira, peritos da polícia paranaense farão uma reconstituição do acidente no cruzamento da Avenida Monsenhor Ivo Zanlorenzi com a Paulo Gorski, local da colisão.
O advogado Elias Mattar Assad, que representa a família de Gilmar Rafael Yared, um dos dois jovens mortos no acidente, afirmou que espera a confirmação do que foi dito por testemunhos e já está presente no inquérito: que o deputado dirigia em alta velocidade e estava embriagado. Garçons disseram que ele saiu do restaurante embriagado e a mesa onde estava consumiu quatro garrafas de vinho. A equipe de socorro também registrou que ele estava com "hálito etílico".
O advogado voltou a defender a revogação da licença médica de 60 dias concedida a Carli Filho - pelo fato de o pedido não ter sido votado em plenário.
- Esperamos o indiciamento formal do deputado até o início da próxima semana. Não queremos vingança, mas equilíbrio e justiça - disse ele.
Na madrugada do último dia 7, o Passat que Carli Filho dirigia colidiu violentamente contra o Honda Fit prata em que estavam Gilmar Rafael Souza Yared e Carlos Murilo de Almeida. Os dois ocupantes do Fit tiveram morte instantânea. A promotoria do caso afirma que não há dúvidas de que o deputado dirigia em alta velocidade no momento da colisão.



O Globo On Line
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Meninas de 11 ou 12 anos já se prostituem em Curitiba, atrás de bens de consumo ou uma pedra de crack

Quanto vale uma calça jeans, um tênis novo ou algumas pedras de crack? R$ 10, R$ 20? E quanto vale o seu corpo? Também R$ 10 ou 20? Para algumas meninas, sim. É o preço cobrado por alguns minutos de sexo. E, pasmem, cada vez mais cedo. Crianças com 11, 12 anos, vendem o corpo por quantias irrisórias nas ruas de Curitiba. O motivo? Falta de diálogo em casa, vício pela droga, anseio por algum produto de consumo, situação econômica desfavorável, dinheiro aparentemente fácil e outras vezes algum aliciador, que pode ser alguém da própria família.
Basta peregrinar por certas ruas de Curitiba ao cair da noite que grupos de meninas começam a aparecer. É uma questão de minutos para o primeiro candidato parar o carro. A menina se aproxima e, após dois ou três minutos de conversa, ela aceita a oferta, entra no carro e sai. Pouco tempo depois volta, com alguns trocados no bolso. E a rotina se repete, dia após dia. Essa cena foi flagrada pela reportagem do Jornal do Estado, no cair da noite de um dia da semana passada, numa rua do bairro Parolin, bem próxima à Avenida das Torres.
Não quer dizer que aquele local específico seja um ponto de prostituição infanto-juvenil. Não quer dizer que Curitiba seja um pólo dessa situação. O problema existe em todos os lugares e em todas as cidades. O problema anda atrelado à situação econômica. Quanto mais pobre a região, maior as chances de se deparar com uma cena destas, aqui, em qualquer lugar.
Por vezes, pais e mães sequer sabem que a filha, ainda criança, vende o corpo para ir atrás de alguma necessidade pessoal. O cenário é obscuro. De acordo com a coordenadora da Pastoral do Menor e do Projeto Vida Nova, Doris Faria, o que leva essas meninas às ruas é, sem duvidas, a situação econômica, o dinheiro fácil. E a exploração sexual infanto-juvenil acontece dentro e fora de casa, dentro e fora das escolas.“O que falta é a estrutura familiar. Vivemos num mundo onde os pais trabalham, não tem tempo para diálogo com os filhos e mal sabem o que acontece em suas vidas. Essas crianças saem para as ruas, conhecem um mundo novo, fácil e diferente. Uma jovem, sem condições financeiras, que olha uma calça na vitrine e almeja aquele produto vai se prostituir para consegui-lo. Então, sai às ruas, vende o corpo por R$ 10 ou 20 e compra a calça. É fácil”, apontou Doris.

Droga — Uma pedra de crack pode custar entre R$ 1 e R$ 5 nas ruas de Curitiba. Uma latinha de cerveja pode sair por pouco mais de R$ 1 e um maço de cigarro não chega a R$ 5. Meninas se prostituem, também, por drogas, lícitas e ilícitas. E não falamos apenas daquelas meninas pertencentes às classes sociais menos favorecidas. “O viciado em droga está presente em todas as camadas sociais. E mesmo essas meninas com dinheiro, de classe média alta, se sujeitam à exploração sexual para conseguir a droga”, conta Doris.
Pela vivência com essas crianças, ela acabou conhecendo bem os pontos de prostituição e a maneira como as meninas são aliciadas. Segundo Doris, felizes são aquelas que conseguem “apenas” se manter no vício pelo álcool ou cocaína. Quando caem no crack, a situação é quase irreversível. A coordenadora cita alguns pontos na Capital onde o tráfico de drogas e a exploração sexual correm soltos. Nas Mercês, ela aponta para a existência de “muquifos” onde as jovens se escondem para consumir crack e, para pagar a droga, vendem o corpo. O Largo da Ordem é outro ponto onde crianças são encontradas aos montes.“Nunca se sabe quem é o chefe, mas ele sempre existe. É quem oferece as drogas. Esta menina, viciada, não tem dinheiro para comprar a droga. Então, ela se prostitui, repassa o dinheiro ao traficante que oferece a droga. Sempre tem alguém por trás comandando isso”, disse. Esta segunda-feira é marcada como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

Exploração sexual dentro de casa
Pior ainda é quando a exploração sexual infanto-juvenil parte de dentro de casa. “Tem casos de meninos que oferecem a irmã porque eles são viciados em droga e precisam consumir. Ou tem alguma dívida. Ele vende a irmã, recebe a droga, a menina também e está tudo certo. Elas se sujeitam a isso o tempo todo. E são coisas que pai e mãe nem desconfiam”, apontou a coordenadora da Pastoral do Menor e do Projeto Vida Nova, Doris Faria.Ela explica que em algumas situações, os pais fecham os olhos para a realidade em que suas filhas estão inseridas. “Não digo que tem pais que obriguem meninas a fazerem isso, mas eles fecham os olhos. Porque de alguma maneira está entrando dinheiro em casa. Então, de repente, aquilo passa a ser um meio de sobrevivência, ou o único modo de colocar comida dentro de casa. Assim como ocorre com a droga. O dinheiro entra fácil e eles fingem que não está acontecendo nada”, disse.
A situação é muito delicada. Requer tato para ser aceita pelos próprios familiares, que se negam a assumir que a exploração ocorre. “Porque se eles assumem isso, são os responsáveis e respondem pelo crime. Então não falam nada. Para equipes da pastoral conseguirem chegar até uma casa onde é constatada a ocorrência de exploração sexual e falar o que acontece é complicadíssimo. Os pais não aceitam que você chegue e fale que a filha está vendendo o corpo. Eles não acreditas e, como a responsabilidade é deles e envolve questões policiais e conselho tutelar, não admitem que alguém interfira no seu modo de educar”, explicou Doris.

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Meninas de 11 ou 12 anos já se prostituem em Curitiba, atrás de bens de consumo ou uma pedra de crack

Quanto vale uma calça jeans, um tênis novo ou algumas pedras de crack? R$ 10, R$ 20? E quanto vale o seu corpo? Também R$ 10 ou 20? Para algumas meninas, sim. É o preço cobrado por alguns minutos de sexo. E, pasmem, cada vez mais cedo. Crianças com 11, 12 anos, vendem o corpo por quantias irrisórias nas ruas de Curitiba. O motivo? Falta de diálogo em casa, vício pela droga, anseio por algum produto de consumo, situação econômica desfavorável, dinheiro aparentemente fácil e outras vezes algum aliciador, que pode ser alguém da própria família.
Basta peregrinar por certas ruas de Curitiba ao cair da noite que grupos de meninas começam a aparecer. É uma questão de minutos para o primeiro candidato parar o carro. A menina se aproxima e, após dois ou três minutos de conversa, ela aceita a oferta, entra no carro e sai. Pouco tempo depois volta, com alguns trocados no bolso. E a rotina se repete, dia após dia. Essa cena foi flagrada pela reportagem do Jornal do Estado, no cair da noite de um dia da semana passada, numa rua do bairro Parolin, bem próxima à Avenida das Torres.
Não quer dizer que aquele local específico seja um ponto de prostituição infanto-juvenil. Não quer dizer que Curitiba seja um pólo dessa situação. O problema existe em todos os lugares e em todas as cidades. O problema anda atrelado à situação econômica. Quanto mais pobre a região, maior as chances de se deparar com uma cena destas, aqui, em qualquer lugar.
Por vezes, pais e mães sequer sabem que a filha, ainda criança, vende o corpo para ir atrás de alguma necessidade pessoal. O cenário é obscuro. De acordo com a coordenadora da Pastoral do Menor e do Projeto Vida Nova, Doris Faria, o que leva essas meninas às ruas é, sem duvidas, a situação econômica, o dinheiro fácil. E a exploração sexual infanto-juvenil acontece dentro e fora de casa, dentro e fora das escolas.“O que falta é a estrutura familiar. Vivemos num mundo onde os pais trabalham, não tem tempo para diálogo com os filhos e mal sabem o que acontece em suas vidas. Essas crianças saem para as ruas, conhecem um mundo novo, fácil e diferente. Uma jovem, sem condições financeiras, que olha uma calça na vitrine e almeja aquele produto vai se prostituir para consegui-lo. Então, sai às ruas, vende o corpo por R$ 10 ou 20 e compra a calça. É fácil”, apontou Doris.

Droga — Uma pedra de crack pode custar entre R$ 1 e R$ 5 nas ruas de Curitiba. Uma latinha de cerveja pode sair por pouco mais de R$ 1 e um maço de cigarro não chega a R$ 5. Meninas se prostituem, também, por drogas, lícitas e ilícitas. E não falamos apenas daquelas meninas pertencentes às classes sociais menos favorecidas. “O viciado em droga está presente em todas as camadas sociais. E mesmo essas meninas com dinheiro, de classe média alta, se sujeitam à exploração sexual para conseguir a droga”, conta Doris.
Pela vivência com essas crianças, ela acabou conhecendo bem os pontos de prostituição e a maneira como as meninas são aliciadas. Segundo Doris, felizes são aquelas que conseguem “apenas” se manter no vício pelo álcool ou cocaína. Quando caem no crack, a situação é quase irreversível. A coordenadora cita alguns pontos na Capital onde o tráfico de drogas e a exploração sexual correm soltos. Nas Mercês, ela aponta para a existência de “muquifos” onde as jovens se escondem para consumir crack e, para pagar a droga, vendem o corpo. O Largo da Ordem é outro ponto onde crianças são encontradas aos montes.“Nunca se sabe quem é o chefe, mas ele sempre existe. É quem oferece as drogas. Esta menina, viciada, não tem dinheiro para comprar a droga. Então, ela se prostitui, repassa o dinheiro ao traficante que oferece a droga. Sempre tem alguém por trás comandando isso”, disse. Esta segunda-feira é marcada como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

Exploração sexual dentro de casa
Pior ainda é quando a exploração sexual infanto-juvenil parte de dentro de casa. “Tem casos de meninos que oferecem a irmã porque eles são viciados em droga e precisam consumir. Ou tem alguma dívida. Ele vende a irmã, recebe a droga, a menina também e está tudo certo. Elas se sujeitam a isso o tempo todo. E são coisas que pai e mãe nem desconfiam”, apontou a coordenadora da Pastoral do Menor e do Projeto Vida Nova, Doris Faria.Ela explica que em algumas situações, os pais fecham os olhos para a realidade em que suas filhas estão inseridas. “Não digo que tem pais que obriguem meninas a fazerem isso, mas eles fecham os olhos. Porque de alguma maneira está entrando dinheiro em casa. Então, de repente, aquilo passa a ser um meio de sobrevivência, ou o único modo de colocar comida dentro de casa. Assim como ocorre com a droga. O dinheiro entra fácil e eles fingem que não está acontecendo nada”, disse.
A situação é muito delicada. Requer tato para ser aceita pelos próprios familiares, que se negam a assumir que a exploração ocorre. “Porque se eles assumem isso, são os responsáveis e respondem pelo crime. Então não falam nada. Para equipes da pastoral conseguirem chegar até uma casa onde é constatada a ocorrência de exploração sexual e falar o que acontece é complicadíssimo. Os pais não aceitam que você chegue e fale que a filha está vendendo o corpo. Eles não acreditas e, como a responsabilidade é deles e envolve questões policiais e conselho tutelar, não admitem que alguém interfira no seu modo de educar”, explicou Doris.

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Meninas de 11 ou 12 anos já se prostituem em Curitiba, atrás de bens de consumo ou uma pedra de crack

Quanto vale uma calça jeans, um tênis novo ou algumas pedras de crack? R$ 10, R$ 20? E quanto vale o seu corpo? Também R$ 10 ou 20? Para algumas meninas, sim. É o preço cobrado por alguns minutos de sexo. E, pasmem, cada vez mais cedo. Crianças com 11, 12 anos, vendem o corpo por quantias irrisórias nas ruas de Curitiba. O motivo? Falta de diálogo em casa, vício pela droga, anseio por algum produto de consumo, situação econômica desfavorável, dinheiro aparentemente fácil e outras vezes algum aliciador, que pode ser alguém da própria família.
Basta peregrinar por certas ruas de Curitiba ao cair da noite que grupos de meninas começam a aparecer. É uma questão de minutos para o primeiro candidato parar o carro. A menina se aproxima e, após dois ou três minutos de conversa, ela aceita a oferta, entra no carro e sai. Pouco tempo depois volta, com alguns trocados no bolso. E a rotina se repete, dia após dia. Essa cena foi flagrada pela reportagem do Jornal do Estado, no cair da noite de um dia da semana passada, numa rua do bairro Parolin, bem próxima à Avenida das Torres.
Não quer dizer que aquele local específico seja um ponto de prostituição infanto-juvenil. Não quer dizer que Curitiba seja um pólo dessa situação. O problema existe em todos os lugares e em todas as cidades. O problema anda atrelado à situação econômica. Quanto mais pobre a região, maior as chances de se deparar com uma cena destas, aqui, em qualquer lugar.
Por vezes, pais e mães sequer sabem que a filha, ainda criança, vende o corpo para ir atrás de alguma necessidade pessoal. O cenário é obscuro. De acordo com a coordenadora da Pastoral do Menor e do Projeto Vida Nova, Doris Faria, o que leva essas meninas às ruas é, sem duvidas, a situação econômica, o dinheiro fácil. E a exploração sexual infanto-juvenil acontece dentro e fora de casa, dentro e fora das escolas.“O que falta é a estrutura familiar. Vivemos num mundo onde os pais trabalham, não tem tempo para diálogo com os filhos e mal sabem o que acontece em suas vidas. Essas crianças saem para as ruas, conhecem um mundo novo, fácil e diferente. Uma jovem, sem condições financeiras, que olha uma calça na vitrine e almeja aquele produto vai se prostituir para consegui-lo. Então, sai às ruas, vende o corpo por R$ 10 ou 20 e compra a calça. É fácil”, apontou Doris.

Droga — Uma pedra de crack pode custar entre R$ 1 e R$ 5 nas ruas de Curitiba. Uma latinha de cerveja pode sair por pouco mais de R$ 1 e um maço de cigarro não chega a R$ 5. Meninas se prostituem, também, por drogas, lícitas e ilícitas. E não falamos apenas daquelas meninas pertencentes às classes sociais menos favorecidas. “O viciado em droga está presente em todas as camadas sociais. E mesmo essas meninas com dinheiro, de classe média alta, se sujeitam à exploração sexual para conseguir a droga”, conta Doris.
Pela vivência com essas crianças, ela acabou conhecendo bem os pontos de prostituição e a maneira como as meninas são aliciadas. Segundo Doris, felizes são aquelas que conseguem “apenas” se manter no vício pelo álcool ou cocaína. Quando caem no crack, a situação é quase irreversível. A coordenadora cita alguns pontos na Capital onde o tráfico de drogas e a exploração sexual correm soltos. Nas Mercês, ela aponta para a existência de “muquifos” onde as jovens se escondem para consumir crack e, para pagar a droga, vendem o corpo. O Largo da Ordem é outro ponto onde crianças são encontradas aos montes.“Nunca se sabe quem é o chefe, mas ele sempre existe. É quem oferece as drogas. Esta menina, viciada, não tem dinheiro para comprar a droga. Então, ela se prostitui, repassa o dinheiro ao traficante que oferece a droga. Sempre tem alguém por trás comandando isso”, disse. Esta segunda-feira é marcada como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

Exploração sexual dentro de casa
Pior ainda é quando a exploração sexual infanto-juvenil parte de dentro de casa. “Tem casos de meninos que oferecem a irmã porque eles são viciados em droga e precisam consumir. Ou tem alguma dívida. Ele vende a irmã, recebe a droga, a menina também e está tudo certo. Elas se sujeitam a isso o tempo todo. E são coisas que pai e mãe nem desconfiam”, apontou a coordenadora da Pastoral do Menor e do Projeto Vida Nova, Doris Faria.Ela explica que em algumas situações, os pais fecham os olhos para a realidade em que suas filhas estão inseridas. “Não digo que tem pais que obriguem meninas a fazerem isso, mas eles fecham os olhos. Porque de alguma maneira está entrando dinheiro em casa. Então, de repente, aquilo passa a ser um meio de sobrevivência, ou o único modo de colocar comida dentro de casa. Assim como ocorre com a droga. O dinheiro entra fácil e eles fingem que não está acontecendo nada”, disse.
A situação é muito delicada. Requer tato para ser aceita pelos próprios familiares, que se negam a assumir que a exploração ocorre. “Porque se eles assumem isso, são os responsáveis e respondem pelo crime. Então não falam nada. Para equipes da pastoral conseguirem chegar até uma casa onde é constatada a ocorrência de exploração sexual e falar o que acontece é complicadíssimo. Os pais não aceitam que você chegue e fale que a filha está vendendo o corpo. Eles não acreditas e, como a responsabilidade é deles e envolve questões policiais e conselho tutelar, não admitem que alguém interfira no seu modo de educar”, explicou Doris.

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Quanto vale uma calça jeans, um tênis novo ou algumas pedras de crack? R$ 10, R$ 20? E quanto vale o seu corpo? Também R$ 10 ou 20? Para algumas meninas, sim. É o preço cobrado por alguns minutos de sexo. E, pasmem, cada vez mais cedo. Crianças com 11, 12 anos, vendem o corpo por quantias irrisórias nas ruas de Curitiba. O motivo? Falta de diálogo em casa, vício pela droga, anseio por algum produto de consumo, situação econômica desfavorável, dinheiro aparentemente fácil e outras vezes algum aliciador, que pode ser alguém da própria família.
Basta peregrinar por certas ruas de Curitiba ao cair da noite que grupos de meninas começam a aparecer. É uma questão de minutos para o primeiro candidato parar o carro. A menina se aproxima e, após dois ou três minutos de conversa, ela aceita a oferta, entra no carro e sai. Pouco tempo depois volta, com alguns trocados no bolso. E a rotina se repete, dia após dia. Essa cena foi flagrada pela reportagem do Jornal do Estado, no cair da noite de um dia da semana passada, numa rua do bairro Parolin, bem próxima à Avenida das Torres.
Não quer dizer que aquele local específico seja um ponto de prostituição infanto-juvenil. Não quer dizer que Curitiba seja um pólo dessa situação. O problema existe em todos os lugares e em todas as cidades. O problema anda atrelado à situação econômica. Quanto mais pobre a região, maior as chances de se deparar com uma cena destas, aqui, em qualquer lugar.
Por vezes, pais e mães sequer sabem que a filha, ainda criança, vende o corpo para ir atrás de alguma necessidade pessoal. O cenário é obscuro. De acordo com a coordenadora da Pastoral do Menor e do Projeto Vida Nova, Doris Faria, o que leva essas meninas às ruas é, sem duvidas, a situação econômica, o dinheiro fácil. E a exploração sexual infanto-juvenil acontece dentro e fora de casa, dentro e fora das escolas.“O que falta é a estrutura familiar. Vivemos num mundo onde os pais trabalham, não tem tempo para diálogo com os filhos e mal sabem o que acontece em suas vidas. Essas crianças saem para as ruas, conhecem um mundo novo, fácil e diferente. Uma jovem, sem condições financeiras, que olha uma calça na vitrine e almeja aquele produto vai se prostituir para consegui-lo. Então, sai às ruas, vende o corpo por R$ 10 ou 20 e compra a calça. É fácil”, apontou Doris.

Droga — Uma pedra de crack pode custar entre R$ 1 e R$ 5 nas ruas de Curitiba. Uma latinha de cerveja pode sair por pouco mais de R$ 1 e um maço de cigarro não chega a R$ 5. Meninas se prostituem, também, por drogas, lícitas e ilícitas. E não falamos apenas daquelas meninas pertencentes às classes sociais menos favorecidas. “O viciado em droga está presente em todas as camadas sociais. E mesmo essas meninas com dinheiro, de classe média alta, se sujeitam à exploração sexual para conseguir a droga”, conta Doris.
Pela vivência com essas crianças, ela acabou conhecendo bem os pontos de prostituição e a maneira como as meninas são aliciadas. Segundo Doris, felizes são aquelas que conseguem “apenas” se manter no vício pelo álcool ou cocaína. Quando caem no crack, a situação é quase irreversível. A coordenadora cita alguns pontos na Capital onde o tráfico de drogas e a exploração sexual correm soltos. Nas Mercês, ela aponta para a existência de “muquifos” onde as jovens se escondem para consumir crack e, para pagar a droga, vendem o corpo. O Largo da Ordem é outro ponto onde crianças são encontradas aos montes.“Nunca se sabe quem é o chefe, mas ele sempre existe. É quem oferece as drogas. Esta menina, viciada, não tem dinheiro para comprar a droga. Então, ela se prostitui, repassa o dinheiro ao traficante que oferece a droga. Sempre tem alguém por trás comandando isso”, disse. Esta segunda-feira é marcada como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

Exploração sexual dentro de casa
Pior ainda é quando a exploração sexual infanto-juvenil parte de dentro de casa. “Tem casos de meninos que oferecem a irmã porque eles são viciados em droga e precisam consumir. Ou tem alguma dívida. Ele vende a irmã, recebe a droga, a menina também e está tudo certo. Elas se sujeitam a isso o tempo todo. E são coisas que pai e mãe nem desconfiam”, apontou a coordenadora da Pastoral do Menor e do Projeto Vida Nova, Doris Faria.Ela explica que em algumas situações, os pais fecham os olhos para a realidade em que suas filhas estão inseridas. “Não digo que tem pais que obriguem meninas a fazerem isso, mas eles fecham os olhos. Porque de alguma maneira está entrando dinheiro em casa. Então, de repente, aquilo passa a ser um meio de sobrevivência, ou o único modo de colocar comida dentro de casa. Assim como ocorre com a droga. O dinheiro entra fácil e eles fingem que não está acontecendo nada”, disse.
A situação é muito delicada. Requer tato para ser aceita pelos próprios familiares, que se negam a assumir que a exploração ocorre. “Porque se eles assumem isso, são os responsáveis e respondem pelo crime. Então não falam nada. Para equipes da pastoral conseguirem chegar até uma casa onde é constatada a ocorrência de exploração sexual e falar o que acontece é complicadíssimo. Os pais não aceitam que você chegue e fale que a filha está vendendo o corpo. Eles não acreditas e, como a responsabilidade é deles e envolve questões policiais e conselho tutelar, não admitem que alguém interfira no seu modo de educar”, explicou Doris.

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Crianças e adolescentes do sexo feminino são as maiores vítimas de violência e abusos, apontam dados da Secretaria Especial dos Direitos Humanos. Conforme levantamento de denúncias feitas via telefone, das 162.503 vítimas registradas pela pasta de maio de 2003 a abril deste ano, 62% (ou 100.752 pessoas) são garotas --contra 38% (61.751) de crianças e adolescentes do sexo masculino.
Esta segunda-feira é o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Instituído por lei federal, a data foi escolhida em homenagem a Araceli Cabrera Sanchez, 8. Em 18 de maio de 1973, a menina foi raptada, violentada e morta em Vitória (ES).
Em seis anos, a pasta recebeu 95.449 denúncias por meio do Disque 100 --serviço telefônico nacional em que as pessoas denunciam violências sofridas por crianças e adolescentes. A média de 2009 é de 89 queixas por dia.
O tipo de violência mais denunciado é o abuso sexual (58,31% dos registros), seguido de prostituição (39,97%). Pornografia infantil e tráfico de crianças e adolescentes correspondem a, respectivamente, 1,71% e 0,72% das denúncias.
Conforme o levantamento, os Estados que mais denunciaram foram São Paulo (12.565 dos casos), Bahia (9.200) e Rio (8.356). No extremo oposto estão Amapá (135 denúncias), Roraima (163) e Acre (365).

Disque 100
Quando a denúncia é recebida, equipes da secretaria entram em contato com as autoridades municipais e estaduais responsáveis --como Conselhos Tutelares e a polícia-- para que estas tomem as medidas cabíveis. O anonimato de quem liga é garantido.
Para a subsecretária de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, Carmen Oliveira, as denúncias são fundamentais no combate ao abuso infantil. "É preciso que cada brasileiro saia do papel de testemunha passiva e assuma a indignação que nos possibilite proteger crianças e adolescentes", disse. "Isso torna possível a responsabilização dos agressores", acrescentou.


Folha Online
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:36  comentar

Crianças e adolescentes do sexo feminino são as maiores vítimas de violência e abusos, apontam dados da Secretaria Especial dos Direitos Humanos. Conforme levantamento de denúncias feitas via telefone, das 162.503 vítimas registradas pela pasta de maio de 2003 a abril deste ano, 62% (ou 100.752 pessoas) são garotas --contra 38% (61.751) de crianças e adolescentes do sexo masculino.
Esta segunda-feira é o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Instituído por lei federal, a data foi escolhida em homenagem a Araceli Cabrera Sanchez, 8. Em 18 de maio de 1973, a menina foi raptada, violentada e morta em Vitória (ES).
Em seis anos, a pasta recebeu 95.449 denúncias por meio do Disque 100 --serviço telefônico nacional em que as pessoas denunciam violências sofridas por crianças e adolescentes. A média de 2009 é de 89 queixas por dia.
O tipo de violência mais denunciado é o abuso sexual (58,31% dos registros), seguido de prostituição (39,97%). Pornografia infantil e tráfico de crianças e adolescentes correspondem a, respectivamente, 1,71% e 0,72% das denúncias.
Conforme o levantamento, os Estados que mais denunciaram foram São Paulo (12.565 dos casos), Bahia (9.200) e Rio (8.356). No extremo oposto estão Amapá (135 denúncias), Roraima (163) e Acre (365).

Disque 100
Quando a denúncia é recebida, equipes da secretaria entram em contato com as autoridades municipais e estaduais responsáveis --como Conselhos Tutelares e a polícia-- para que estas tomem as medidas cabíveis. O anonimato de quem liga é garantido.
Para a subsecretária de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, Carmen Oliveira, as denúncias são fundamentais no combate ao abuso infantil. "É preciso que cada brasileiro saia do papel de testemunha passiva e assuma a indignação que nos possibilite proteger crianças e adolescentes", disse. "Isso torna possível a responsabilização dos agressores", acrescentou.


Folha Online
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Crianças e adolescentes do sexo feminino são as maiores vítimas de violência e abusos, apontam dados da Secretaria Especial dos Direitos Humanos. Conforme levantamento de denúncias feitas via telefone, das 162.503 vítimas registradas pela pasta de maio de 2003 a abril deste ano, 62% (ou 100.752 pessoas) são garotas --contra 38% (61.751) de crianças e adolescentes do sexo masculino.
Esta segunda-feira é o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Instituído por lei federal, a data foi escolhida em homenagem a Araceli Cabrera Sanchez, 8. Em 18 de maio de 1973, a menina foi raptada, violentada e morta em Vitória (ES).
Em seis anos, a pasta recebeu 95.449 denúncias por meio do Disque 100 --serviço telefônico nacional em que as pessoas denunciam violências sofridas por crianças e adolescentes. A média de 2009 é de 89 queixas por dia.
O tipo de violência mais denunciado é o abuso sexual (58,31% dos registros), seguido de prostituição (39,97%). Pornografia infantil e tráfico de crianças e adolescentes correspondem a, respectivamente, 1,71% e 0,72% das denúncias.
Conforme o levantamento, os Estados que mais denunciaram foram São Paulo (12.565 dos casos), Bahia (9.200) e Rio (8.356). No extremo oposto estão Amapá (135 denúncias), Roraima (163) e Acre (365).

Disque 100
Quando a denúncia é recebida, equipes da secretaria entram em contato com as autoridades municipais e estaduais responsáveis --como Conselhos Tutelares e a polícia-- para que estas tomem as medidas cabíveis. O anonimato de quem liga é garantido.
Para a subsecretária de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, Carmen Oliveira, as denúncias são fundamentais no combate ao abuso infantil. "É preciso que cada brasileiro saia do papel de testemunha passiva e assuma a indignação que nos possibilite proteger crianças e adolescentes", disse. "Isso torna possível a responsabilização dos agressores", acrescentou.


Folha Online
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:36  comentar

Crianças e adolescentes do sexo feminino são as maiores vítimas de violência e abusos, apontam dados da Secretaria Especial dos Direitos Humanos. Conforme levantamento de denúncias feitas via telefone, das 162.503 vítimas registradas pela pasta de maio de 2003 a abril deste ano, 62% (ou 100.752 pessoas) são garotas --contra 38% (61.751) de crianças e adolescentes do sexo masculino.
Esta segunda-feira é o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Instituído por lei federal, a data foi escolhida em homenagem a Araceli Cabrera Sanchez, 8. Em 18 de maio de 1973, a menina foi raptada, violentada e morta em Vitória (ES).
Em seis anos, a pasta recebeu 95.449 denúncias por meio do Disque 100 --serviço telefônico nacional em que as pessoas denunciam violências sofridas por crianças e adolescentes. A média de 2009 é de 89 queixas por dia.
O tipo de violência mais denunciado é o abuso sexual (58,31% dos registros), seguido de prostituição (39,97%). Pornografia infantil e tráfico de crianças e adolescentes correspondem a, respectivamente, 1,71% e 0,72% das denúncias.
Conforme o levantamento, os Estados que mais denunciaram foram São Paulo (12.565 dos casos), Bahia (9.200) e Rio (8.356). No extremo oposto estão Amapá (135 denúncias), Roraima (163) e Acre (365).

Disque 100
Quando a denúncia é recebida, equipes da secretaria entram em contato com as autoridades municipais e estaduais responsáveis --como Conselhos Tutelares e a polícia-- para que estas tomem as medidas cabíveis. O anonimato de quem liga é garantido.
Para a subsecretária de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, Carmen Oliveira, as denúncias são fundamentais no combate ao abuso infantil. "É preciso que cada brasileiro saia do papel de testemunha passiva e assuma a indignação que nos possibilite proteger crianças e adolescentes", disse. "Isso torna possível a responsabilização dos agressores", acrescentou.


Folha Online
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A ioga é uma importante aliada no combate ao estresse. Com exercícios de respiração e meditações, por exemplo, é possível reduzir os danos causados à saúde pela rotina das grandes cidades, melhorar a qualidade de vida e aumentar a sensação de bem-estar diariamente.
No livro "1001 Pérolas de Sabedoria da Ioga", da "Série 1001", a escritora e professora de ioga Liz Lark reúne ensinamentos importantes sobre esta técnica e mostra como começar a praticá-la.
No título, a autora ensina como lidar com o estresse e usar a respiração para relaxar.
"Para acalmar o sistema nervoso e tranquilizar a mente estressada, sente-se confortavelmente com as mãos em jnana mudra: as pontas dos polegares e dos indicadores se tocam. Depois pratique a respiração alternada", indica Lark.
Conheça outras formas para acabar com o estresse e ter uma vida mais saudável.


Folha Online
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A ioga é uma importante aliada no combate ao estresse. Com exercícios de respiração e meditações, por exemplo, é possível reduzir os danos causados à saúde pela rotina das grandes cidades, melhorar a qualidade de vida e aumentar a sensação de bem-estar diariamente.
No livro "1001 Pérolas de Sabedoria da Ioga", da "Série 1001", a escritora e professora de ioga Liz Lark reúne ensinamentos importantes sobre esta técnica e mostra como começar a praticá-la.
No título, a autora ensina como lidar com o estresse e usar a respiração para relaxar.
"Para acalmar o sistema nervoso e tranquilizar a mente estressada, sente-se confortavelmente com as mãos em jnana mudra: as pontas dos polegares e dos indicadores se tocam. Depois pratique a respiração alternada", indica Lark.
Conheça outras formas para acabar com o estresse e ter uma vida mais saudável.


Folha Online
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A ioga é uma importante aliada no combate ao estresse. Com exercícios de respiração e meditações, por exemplo, é possível reduzir os danos causados à saúde pela rotina das grandes cidades, melhorar a qualidade de vida e aumentar a sensação de bem-estar diariamente.
No livro "1001 Pérolas de Sabedoria da Ioga", da "Série 1001", a escritora e professora de ioga Liz Lark reúne ensinamentos importantes sobre esta técnica e mostra como começar a praticá-la.
No título, a autora ensina como lidar com o estresse e usar a respiração para relaxar.
"Para acalmar o sistema nervoso e tranquilizar a mente estressada, sente-se confortavelmente com as mãos em jnana mudra: as pontas dos polegares e dos indicadores se tocam. Depois pratique a respiração alternada", indica Lark.
Conheça outras formas para acabar com o estresse e ter uma vida mais saudável.


Folha Online
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A ioga é uma importante aliada no combate ao estresse. Com exercícios de respiração e meditações, por exemplo, é possível reduzir os danos causados à saúde pela rotina das grandes cidades, melhorar a qualidade de vida e aumentar a sensação de bem-estar diariamente.
No livro "1001 Pérolas de Sabedoria da Ioga", da "Série 1001", a escritora e professora de ioga Liz Lark reúne ensinamentos importantes sobre esta técnica e mostra como começar a praticá-la.
No título, a autora ensina como lidar com o estresse e usar a respiração para relaxar.
"Para acalmar o sistema nervoso e tranquilizar a mente estressada, sente-se confortavelmente com as mãos em jnana mudra: as pontas dos polegares e dos indicadores se tocam. Depois pratique a respiração alternada", indica Lark.
Conheça outras formas para acabar com o estresse e ter uma vida mais saudável.


Folha Online
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O menino Briant Rodríguez, 3, sequestrado há duas semanas na própria casa, no sul da Califórnia, voltou para a proteção dos pais neste domingo. Ele foi encontrado na sexta-feira (15) quando vagava sozinho pela cidade mexicana de Mexicali, segundo a polícia de San Bernardino.
Segundo os agentes, Briant está em um hospital da cidade acompanhado da mãe, María Rosa Millán. Ele será submetido a uma série de exames para avaliar seu estado físico e mental depois de passar tanto tempo sozinho.

O menino voltou neste sábado a San Bernardino depois que as autoridades mexicanas encontraram uma criança com a descrição semelhante à do menino. A polícia americana foi informada e foram em busca do garoto.
Um policial de Mexicali encontrou Briant sozinho na rua e, inicialmente, pensando que morava no bairro, tentou localizar a família dele em várias casas, antes de levá-lo à delegacia e deixá-lo sob a custódia das autoridades.
O menino parecia estar em bom estado de saúde, indicou a polícia de San Bernardino.
Briant desapareceu no dia 3 de maio, quando dois homens armados invadiram a casa do menino, renderam seus parentes e levaram o garoto e o dinheiro que encontraram na casa.




Folha Online
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O menino Briant Rodríguez, 3, sequestrado há duas semanas na própria casa, no sul da Califórnia, voltou para a proteção dos pais neste domingo. Ele foi encontrado na sexta-feira (15) quando vagava sozinho pela cidade mexicana de Mexicali, segundo a polícia de San Bernardino.
Segundo os agentes, Briant está em um hospital da cidade acompanhado da mãe, María Rosa Millán. Ele será submetido a uma série de exames para avaliar seu estado físico e mental depois de passar tanto tempo sozinho.

O menino voltou neste sábado a San Bernardino depois que as autoridades mexicanas encontraram uma criança com a descrição semelhante à do menino. A polícia americana foi informada e foram em busca do garoto.
Um policial de Mexicali encontrou Briant sozinho na rua e, inicialmente, pensando que morava no bairro, tentou localizar a família dele em várias casas, antes de levá-lo à delegacia e deixá-lo sob a custódia das autoridades.
O menino parecia estar em bom estado de saúde, indicou a polícia de San Bernardino.
Briant desapareceu no dia 3 de maio, quando dois homens armados invadiram a casa do menino, renderam seus parentes e levaram o garoto e o dinheiro que encontraram na casa.




Folha Online
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O menino Briant Rodríguez, 3, sequestrado há duas semanas na própria casa, no sul da Califórnia, voltou para a proteção dos pais neste domingo. Ele foi encontrado na sexta-feira (15) quando vagava sozinho pela cidade mexicana de Mexicali, segundo a polícia de San Bernardino.
Segundo os agentes, Briant está em um hospital da cidade acompanhado da mãe, María Rosa Millán. Ele será submetido a uma série de exames para avaliar seu estado físico e mental depois de passar tanto tempo sozinho.

O menino voltou neste sábado a San Bernardino depois que as autoridades mexicanas encontraram uma criança com a descrição semelhante à do menino. A polícia americana foi informada e foram em busca do garoto.
Um policial de Mexicali encontrou Briant sozinho na rua e, inicialmente, pensando que morava no bairro, tentou localizar a família dele em várias casas, antes de levá-lo à delegacia e deixá-lo sob a custódia das autoridades.
O menino parecia estar em bom estado de saúde, indicou a polícia de San Bernardino.
Briant desapareceu no dia 3 de maio, quando dois homens armados invadiram a casa do menino, renderam seus parentes e levaram o garoto e o dinheiro que encontraram na casa.




Folha Online
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O menino Briant Rodríguez, 3, sequestrado há duas semanas na própria casa, no sul da Califórnia, voltou para a proteção dos pais neste domingo. Ele foi encontrado na sexta-feira (15) quando vagava sozinho pela cidade mexicana de Mexicali, segundo a polícia de San Bernardino.
Segundo os agentes, Briant está em um hospital da cidade acompanhado da mãe, María Rosa Millán. Ele será submetido a uma série de exames para avaliar seu estado físico e mental depois de passar tanto tempo sozinho.

O menino voltou neste sábado a San Bernardino depois que as autoridades mexicanas encontraram uma criança com a descrição semelhante à do menino. A polícia americana foi informada e foram em busca do garoto.
Um policial de Mexicali encontrou Briant sozinho na rua e, inicialmente, pensando que morava no bairro, tentou localizar a família dele em várias casas, antes de levá-lo à delegacia e deixá-lo sob a custódia das autoridades.
O menino parecia estar em bom estado de saúde, indicou a polícia de San Bernardino.
Briant desapareceu no dia 3 de maio, quando dois homens armados invadiram a casa do menino, renderam seus parentes e levaram o garoto e o dinheiro que encontraram na casa.




Folha Online
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Nesta segunda, foram apreendidas mais de 300 peças, entre fotos, DVDs, livros, três bombas caseiras, facas, estiletes

A polícia civil de Porto Alegre realizou uma operação para tentar localizar integrantes de um novo grupo neonazista no Estado. Durante toda a segunda-feira, policiais apreenderam mais de 300 peças, entre fotos, DVDs, livros, três bombas caseiras, facas, estiletes, roupas com suásticas e inclusive fardas militares em Cachoeirinha, Viamão, Porto Alegre e duas cidades da Serra.
Os materiais foram apreendidos nas casas de cinco integrantes de um novo grupo neonazista que estaria sendo formado no Rio Grande do Sul. Chamado de New Land, o grupo tem cerca de um ano e seu principal líder seria o gaúcho de 21 anos, natural de Teutônia, preso em abril suspeito de matar um casal que também integrava um grupo neonazista.
As duas facções seriam rivais.

Segundo o titular da 1ª Delegacia de Polícia de Porto Alegre, Paulo César Jardim, o grupo estaria planejando ataques a judeus e a grupos de homossexuais no Estado.

— Até o momento, nós tínhamos esses grupos fazendo propaganda do neonazismo, defendendo suas teses, suas teorias, mas agora eles partiram para o confronto — afirma.
O delegado explica que o grupo se divide em três segmentos: político, propaganda e paramilitar. O terceiro teria a obrigação de selecionar soldados, que seriam encarregados de preparar bombas e explodi-las em locais específicos. Sinagogas e passeatas de homossexuais seriam os principais alvos do grupo.
— Eles não esconderam que, se precisam matar judeus, era melhor matar vários de uma vez. O mesmo vale para os homossexuais. É uma ideia bastante grave, bastante séria e nós temos a obrigação de prender essas pessoas — relata Jardim.
Para ingressar é preciso ser branco e, de preferência, com descendência europeia, além de ter conhecimentos gerais sobre o nazismo.
A polícia está investigando cerca de 50 pessoas que teriam relação com o grupo, que estaria ligado a movimentos do Paraná e São Paulo. Nos últimos 60 dias, a polícia investiga a participação do grupo em pelo menos 10 mortes no Estado.


Zero Hora
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:01  comentar

Nesta segunda, foram apreendidas mais de 300 peças, entre fotos, DVDs, livros, três bombas caseiras, facas, estiletes

A polícia civil de Porto Alegre realizou uma operação para tentar localizar integrantes de um novo grupo neonazista no Estado. Durante toda a segunda-feira, policiais apreenderam mais de 300 peças, entre fotos, DVDs, livros, três bombas caseiras, facas, estiletes, roupas com suásticas e inclusive fardas militares em Cachoeirinha, Viamão, Porto Alegre e duas cidades da Serra.
Os materiais foram apreendidos nas casas de cinco integrantes de um novo grupo neonazista que estaria sendo formado no Rio Grande do Sul. Chamado de New Land, o grupo tem cerca de um ano e seu principal líder seria o gaúcho de 21 anos, natural de Teutônia, preso em abril suspeito de matar um casal que também integrava um grupo neonazista.
As duas facções seriam rivais.

Segundo o titular da 1ª Delegacia de Polícia de Porto Alegre, Paulo César Jardim, o grupo estaria planejando ataques a judeus e a grupos de homossexuais no Estado.

— Até o momento, nós tínhamos esses grupos fazendo propaganda do neonazismo, defendendo suas teses, suas teorias, mas agora eles partiram para o confronto — afirma.
O delegado explica que o grupo se divide em três segmentos: político, propaganda e paramilitar. O terceiro teria a obrigação de selecionar soldados, que seriam encarregados de preparar bombas e explodi-las em locais específicos. Sinagogas e passeatas de homossexuais seriam os principais alvos do grupo.
— Eles não esconderam que, se precisam matar judeus, era melhor matar vários de uma vez. O mesmo vale para os homossexuais. É uma ideia bastante grave, bastante séria e nós temos a obrigação de prender essas pessoas — relata Jardim.
Para ingressar é preciso ser branco e, de preferência, com descendência europeia, além de ter conhecimentos gerais sobre o nazismo.
A polícia está investigando cerca de 50 pessoas que teriam relação com o grupo, que estaria ligado a movimentos do Paraná e São Paulo. Nos últimos 60 dias, a polícia investiga a participação do grupo em pelo menos 10 mortes no Estado.


Zero Hora
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Nesta segunda, foram apreendidas mais de 300 peças, entre fotos, DVDs, livros, três bombas caseiras, facas, estiletes

A polícia civil de Porto Alegre realizou uma operação para tentar localizar integrantes de um novo grupo neonazista no Estado. Durante toda a segunda-feira, policiais apreenderam mais de 300 peças, entre fotos, DVDs, livros, três bombas caseiras, facas, estiletes, roupas com suásticas e inclusive fardas militares em Cachoeirinha, Viamão, Porto Alegre e duas cidades da Serra.
Os materiais foram apreendidos nas casas de cinco integrantes de um novo grupo neonazista que estaria sendo formado no Rio Grande do Sul. Chamado de New Land, o grupo tem cerca de um ano e seu principal líder seria o gaúcho de 21 anos, natural de Teutônia, preso em abril suspeito de matar um casal que também integrava um grupo neonazista.
As duas facções seriam rivais.

Segundo o titular da 1ª Delegacia de Polícia de Porto Alegre, Paulo César Jardim, o grupo estaria planejando ataques a judeus e a grupos de homossexuais no Estado.

— Até o momento, nós tínhamos esses grupos fazendo propaganda do neonazismo, defendendo suas teses, suas teorias, mas agora eles partiram para o confronto — afirma.
O delegado explica que o grupo se divide em três segmentos: político, propaganda e paramilitar. O terceiro teria a obrigação de selecionar soldados, que seriam encarregados de preparar bombas e explodi-las em locais específicos. Sinagogas e passeatas de homossexuais seriam os principais alvos do grupo.
— Eles não esconderam que, se precisam matar judeus, era melhor matar vários de uma vez. O mesmo vale para os homossexuais. É uma ideia bastante grave, bastante séria e nós temos a obrigação de prender essas pessoas — relata Jardim.
Para ingressar é preciso ser branco e, de preferência, com descendência europeia, além de ter conhecimentos gerais sobre o nazismo.
A polícia está investigando cerca de 50 pessoas que teriam relação com o grupo, que estaria ligado a movimentos do Paraná e São Paulo. Nos últimos 60 dias, a polícia investiga a participação do grupo em pelo menos 10 mortes no Estado.


Zero Hora
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Nesta segunda, foram apreendidas mais de 300 peças, entre fotos, DVDs, livros, três bombas caseiras, facas, estiletes

A polícia civil de Porto Alegre realizou uma operação para tentar localizar integrantes de um novo grupo neonazista no Estado. Durante toda a segunda-feira, policiais apreenderam mais de 300 peças, entre fotos, DVDs, livros, três bombas caseiras, facas, estiletes, roupas com suásticas e inclusive fardas militares em Cachoeirinha, Viamão, Porto Alegre e duas cidades da Serra.
Os materiais foram apreendidos nas casas de cinco integrantes de um novo grupo neonazista que estaria sendo formado no Rio Grande do Sul. Chamado de New Land, o grupo tem cerca de um ano e seu principal líder seria o gaúcho de 21 anos, natural de Teutônia, preso em abril suspeito de matar um casal que também integrava um grupo neonazista.
As duas facções seriam rivais.

Segundo o titular da 1ª Delegacia de Polícia de Porto Alegre, Paulo César Jardim, o grupo estaria planejando ataques a judeus e a grupos de homossexuais no Estado.

— Até o momento, nós tínhamos esses grupos fazendo propaganda do neonazismo, defendendo suas teses, suas teorias, mas agora eles partiram para o confronto — afirma.
O delegado explica que o grupo se divide em três segmentos: político, propaganda e paramilitar. O terceiro teria a obrigação de selecionar soldados, que seriam encarregados de preparar bombas e explodi-las em locais específicos. Sinagogas e passeatas de homossexuais seriam os principais alvos do grupo.
— Eles não esconderam que, se precisam matar judeus, era melhor matar vários de uma vez. O mesmo vale para os homossexuais. É uma ideia bastante grave, bastante séria e nós temos a obrigação de prender essas pessoas — relata Jardim.
Para ingressar é preciso ser branco e, de preferência, com descendência europeia, além de ter conhecimentos gerais sobre o nazismo.
A polícia está investigando cerca de 50 pessoas que teriam relação com o grupo, que estaria ligado a movimentos do Paraná e São Paulo. Nos últimos 60 dias, a polícia investiga a participação do grupo em pelo menos 10 mortes no Estado.


Zero Hora
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Alfie Patten, de 13, não é o pai de Maisie. Chantelle Steadman, a mãe, de 15 anos, não falou sobre o assunto.

Que o pai de um bebê inglês não era um garoto de 13 anos todos já sabiam - o fato já havia sido publicado pelo diário "The Mirror". Agora, porém, foi descoberto quem é o verdadeiro pai de Maisie, que nasceu no último 9 de fevereiro: é um adolescente de 15 anos, diz o jornal “The Sun”.
A história ganhou destaque no Reino Unido e também no mundo após Alfie Patten, de 13 anos, aparecer segurando um recém-nascido e dizendo que era o pai na capa do "The Sun". A mãe era uma colega de escola, Chantelle Steadman, de 15 anos.
A história ganhou ainda mais destaque após pelo menos seis garotos dizerem que também haviam tido relações sexuais com a menina. Ela, porém, garantia que o filho era de Alfie. Assim sendo, exames de DNA foram feitos para descobrir a paternidade da menina.
O pai biológico, porém, é Tyler Barker, que na época que se fez o estardalhaço na mídia, afirmou, então com 14 anos: “Eu espero que não seja eu o pai.”. “Era quase uma rotina os garotos dormirem na cama dela. Eu só dormi uma vez”, disse ele, no começo do ano.
Após a revelação feita pelo jornal “The Sun”, nenhum dos envolvidos voltou a falar sobre o assunto. Provavelmente, será uma nova disputa entre os tabloides britânicos.



Portal G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:51  comentar


Alfie Patten, de 13, não é o pai de Maisie. Chantelle Steadman, a mãe, de 15 anos, não falou sobre o assunto.

Que o pai de um bebê inglês não era um garoto de 13 anos todos já sabiam - o fato já havia sido publicado pelo diário "The Mirror". Agora, porém, foi descoberto quem é o verdadeiro pai de Maisie, que nasceu no último 9 de fevereiro: é um adolescente de 15 anos, diz o jornal “The Sun”.
A história ganhou destaque no Reino Unido e também no mundo após Alfie Patten, de 13 anos, aparecer segurando um recém-nascido e dizendo que era o pai na capa do "The Sun". A mãe era uma colega de escola, Chantelle Steadman, de 15 anos.
A história ganhou ainda mais destaque após pelo menos seis garotos dizerem que também haviam tido relações sexuais com a menina. Ela, porém, garantia que o filho era de Alfie. Assim sendo, exames de DNA foram feitos para descobrir a paternidade da menina.
O pai biológico, porém, é Tyler Barker, que na época que se fez o estardalhaço na mídia, afirmou, então com 14 anos: “Eu espero que não seja eu o pai.”. “Era quase uma rotina os garotos dormirem na cama dela. Eu só dormi uma vez”, disse ele, no começo do ano.
Após a revelação feita pelo jornal “The Sun”, nenhum dos envolvidos voltou a falar sobre o assunto. Provavelmente, será uma nova disputa entre os tabloides britânicos.



Portal G1
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Alfie Patten, de 13, não é o pai de Maisie. Chantelle Steadman, a mãe, de 15 anos, não falou sobre o assunto.

Que o pai de um bebê inglês não era um garoto de 13 anos todos já sabiam - o fato já havia sido publicado pelo diário "The Mirror". Agora, porém, foi descoberto quem é o verdadeiro pai de Maisie, que nasceu no último 9 de fevereiro: é um adolescente de 15 anos, diz o jornal “The Sun”.
A história ganhou destaque no Reino Unido e também no mundo após Alfie Patten, de 13 anos, aparecer segurando um recém-nascido e dizendo que era o pai na capa do "The Sun". A mãe era uma colega de escola, Chantelle Steadman, de 15 anos.
A história ganhou ainda mais destaque após pelo menos seis garotos dizerem que também haviam tido relações sexuais com a menina. Ela, porém, garantia que o filho era de Alfie. Assim sendo, exames de DNA foram feitos para descobrir a paternidade da menina.
O pai biológico, porém, é Tyler Barker, que na época que se fez o estardalhaço na mídia, afirmou, então com 14 anos: “Eu espero que não seja eu o pai.”. “Era quase uma rotina os garotos dormirem na cama dela. Eu só dormi uma vez”, disse ele, no começo do ano.
Após a revelação feita pelo jornal “The Sun”, nenhum dos envolvidos voltou a falar sobre o assunto. Provavelmente, será uma nova disputa entre os tabloides britânicos.



Portal G1
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Alfie Patten, de 13, não é o pai de Maisie. Chantelle Steadman, a mãe, de 15 anos, não falou sobre o assunto.

Que o pai de um bebê inglês não era um garoto de 13 anos todos já sabiam - o fato já havia sido publicado pelo diário "The Mirror". Agora, porém, foi descoberto quem é o verdadeiro pai de Maisie, que nasceu no último 9 de fevereiro: é um adolescente de 15 anos, diz o jornal “The Sun”.
A história ganhou destaque no Reino Unido e também no mundo após Alfie Patten, de 13 anos, aparecer segurando um recém-nascido e dizendo que era o pai na capa do "The Sun". A mãe era uma colega de escola, Chantelle Steadman, de 15 anos.
A história ganhou ainda mais destaque após pelo menos seis garotos dizerem que também haviam tido relações sexuais com a menina. Ela, porém, garantia que o filho era de Alfie. Assim sendo, exames de DNA foram feitos para descobrir a paternidade da menina.
O pai biológico, porém, é Tyler Barker, que na época que se fez o estardalhaço na mídia, afirmou, então com 14 anos: “Eu espero que não seja eu o pai.”. “Era quase uma rotina os garotos dormirem na cama dela. Eu só dormi uma vez”, disse ele, no começo do ano.
Após a revelação feita pelo jornal “The Sun”, nenhum dos envolvidos voltou a falar sobre o assunto. Provavelmente, será uma nova disputa entre os tabloides britânicos.



Portal G1
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A Polícia Federal informou nesta segunda-feira (18) que oito pessoas já foram presas em flagrante durante a Operação Turko, deflagrada nesta manhã em 20 estados e no Distrito Federal para combater o crime de pornografia infantil na internet.
As prisões ocorreram nos estados de São Paulo (3), Rio Grande do Sul (2), Espírito Santo (1), Mato Grosso (1) e Pernambuco (1). Segundo o delegado de Repressão de Crimes Cibernéticos da PF, Carlos Eduardo Sobral, a corporação já cumpriu 47 dos 92 mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça.
Entre os materiais apreendidos, estão centenas de CDs e DVDs com conteúdo pornográfico, além de computadores que podem conter material de pornografia infantil.
De acordo com o delegado, a operação, batizada em alusão ao site de relacionamentos Orkut, foi deflagrada após a quebra de 3.265 perfis do Orkut – denunciados por supostamente conter conteúdo de pornografia infantil. Sobral afirmou que essa foi a primeira operação realizada depois de acordo assinado com o Google, provedor responsável pelo site, em julho de 2008.
Segundo o procurador Sérgio Suiama, essa já é “a maior operação do mundo no que diz respeito ao combate de pornografia infantil em redes de relacionamento da internet”.
A investigação, coordenada pela Divisão de Direitos Humanos e pela Unidade de Repressão a Crimes Cibernéticos da PF, é resultado de informações repassadas pela Comissão Parlamentar de Inquérito da Pedofilia no Senado Federal, em parceria com a ONG Safernet e com o Ministério Público Federal de São Paulo.
De acordo com o MPF, todos os presos na operação estarão sujeitos à pena de um a quatro anos por posse de material pornográfico infantil, além de pena de três a seis anos por distribuição de pornografia infantil na internet.
Os mandados foram expedidos a partir de denúncias recebidas pelo site http://www.safernet.org.br/site/ entre novembro de 2007 e março de 2008. Segundo Sérgio Suiama, o Brasil não é um produtor em larga escala de pornografia infantil na internet e nem hospeda sites com esse fim, mas a propagação se dá principalmente por sites de relacionamento social.
Esta é a primeira grande operação após a publicação da lei 11.829, que alterou o Estatuto da Criança e do Adolescente e tornou crime a posse de material pornográfico infantil. A operação é uma das ações que marcam o Dia Nacional de Luta contra o Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, celebrado nesta segunda-feira. A data foi instituída pela Lei Federal nº 9970/00 e lembra um crime bárbaro que chocou todo o país e ficou conhecido como o “Crime Araceli”, ocorrido em 1973, em Vitória.
O delegado Carlos Eduardo Sobral adiantou que, no máximo até a semana que vem, mais quatro projetos serão enviados para o Congresso Nacional para tratar especificamente do assunto. Ele acrescentou que a operação deflagrada nesta segunda não se trata de um ato isolado, afirmando que a PF deve realizar novas operações para combater a prática.
“A pedofilia está em todas as classes e em todas as idades. É um crime gravíssimo, que merece toda a nossa atenção no seu combate, repressão e prevenção”, afirmou o delegado. As prisões desta segunda ocorreram em residências e empresas. Os detidos, no entanto, não tiveram seus nomes revelados e nem idade e o sexo.

LIGUE 100 - DENUNCIE O ABUSO

G1
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A Polícia Federal informou nesta segunda-feira (18) que oito pessoas já foram presas em flagrante durante a Operação Turko, deflagrada nesta manhã em 20 estados e no Distrito Federal para combater o crime de pornografia infantil na internet.
As prisões ocorreram nos estados de São Paulo (3), Rio Grande do Sul (2), Espírito Santo (1), Mato Grosso (1) e Pernambuco (1). Segundo o delegado de Repressão de Crimes Cibernéticos da PF, Carlos Eduardo Sobral, a corporação já cumpriu 47 dos 92 mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça.
Entre os materiais apreendidos, estão centenas de CDs e DVDs com conteúdo pornográfico, além de computadores que podem conter material de pornografia infantil.
De acordo com o delegado, a operação, batizada em alusão ao site de relacionamentos Orkut, foi deflagrada após a quebra de 3.265 perfis do Orkut – denunciados por supostamente conter conteúdo de pornografia infantil. Sobral afirmou que essa foi a primeira operação realizada depois de acordo assinado com o Google, provedor responsável pelo site, em julho de 2008.
Segundo o procurador Sérgio Suiama, essa já é “a maior operação do mundo no que diz respeito ao combate de pornografia infantil em redes de relacionamento da internet”.
A investigação, coordenada pela Divisão de Direitos Humanos e pela Unidade de Repressão a Crimes Cibernéticos da PF, é resultado de informações repassadas pela Comissão Parlamentar de Inquérito da Pedofilia no Senado Federal, em parceria com a ONG Safernet e com o Ministério Público Federal de São Paulo.
De acordo com o MPF, todos os presos na operação estarão sujeitos à pena de um a quatro anos por posse de material pornográfico infantil, além de pena de três a seis anos por distribuição de pornografia infantil na internet.
Os mandados foram expedidos a partir de denúncias recebidas pelo site http://www.safernet.org.br/site/ entre novembro de 2007 e março de 2008. Segundo Sérgio Suiama, o Brasil não é um produtor em larga escala de pornografia infantil na internet e nem hospeda sites com esse fim, mas a propagação se dá principalmente por sites de relacionamento social.
Esta é a primeira grande operação após a publicação da lei 11.829, que alterou o Estatuto da Criança e do Adolescente e tornou crime a posse de material pornográfico infantil. A operação é uma das ações que marcam o Dia Nacional de Luta contra o Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, celebrado nesta segunda-feira. A data foi instituída pela Lei Federal nº 9970/00 e lembra um crime bárbaro que chocou todo o país e ficou conhecido como o “Crime Araceli”, ocorrido em 1973, em Vitória.
O delegado Carlos Eduardo Sobral adiantou que, no máximo até a semana que vem, mais quatro projetos serão enviados para o Congresso Nacional para tratar especificamente do assunto. Ele acrescentou que a operação deflagrada nesta segunda não se trata de um ato isolado, afirmando que a PF deve realizar novas operações para combater a prática.
“A pedofilia está em todas as classes e em todas as idades. É um crime gravíssimo, que merece toda a nossa atenção no seu combate, repressão e prevenção”, afirmou o delegado. As prisões desta segunda ocorreram em residências e empresas. Os detidos, no entanto, não tiveram seus nomes revelados e nem idade e o sexo.

LIGUE 100 - DENUNCIE O ABUSO

G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:32  comentar

A Polícia Federal informou nesta segunda-feira (18) que oito pessoas já foram presas em flagrante durante a Operação Turko, deflagrada nesta manhã em 20 estados e no Distrito Federal para combater o crime de pornografia infantil na internet.
As prisões ocorreram nos estados de São Paulo (3), Rio Grande do Sul (2), Espírito Santo (1), Mato Grosso (1) e Pernambuco (1). Segundo o delegado de Repressão de Crimes Cibernéticos da PF, Carlos Eduardo Sobral, a corporação já cumpriu 47 dos 92 mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça.
Entre os materiais apreendidos, estão centenas de CDs e DVDs com conteúdo pornográfico, além de computadores que podem conter material de pornografia infantil.
De acordo com o delegado, a operação, batizada em alusão ao site de relacionamentos Orkut, foi deflagrada após a quebra de 3.265 perfis do Orkut – denunciados por supostamente conter conteúdo de pornografia infantil. Sobral afirmou que essa foi a primeira operação realizada depois de acordo assinado com o Google, provedor responsável pelo site, em julho de 2008.
Segundo o procurador Sérgio Suiama, essa já é “a maior operação do mundo no que diz respeito ao combate de pornografia infantil em redes de relacionamento da internet”.
A investigação, coordenada pela Divisão de Direitos Humanos e pela Unidade de Repressão a Crimes Cibernéticos da PF, é resultado de informações repassadas pela Comissão Parlamentar de Inquérito da Pedofilia no Senado Federal, em parceria com a ONG Safernet e com o Ministério Público Federal de São Paulo.
De acordo com o MPF, todos os presos na operação estarão sujeitos à pena de um a quatro anos por posse de material pornográfico infantil, além de pena de três a seis anos por distribuição de pornografia infantil na internet.
Os mandados foram expedidos a partir de denúncias recebidas pelo site http://www.safernet.org.br/site/ entre novembro de 2007 e março de 2008. Segundo Sérgio Suiama, o Brasil não é um produtor em larga escala de pornografia infantil na internet e nem hospeda sites com esse fim, mas a propagação se dá principalmente por sites de relacionamento social.
Esta é a primeira grande operação após a publicação da lei 11.829, que alterou o Estatuto da Criança e do Adolescente e tornou crime a posse de material pornográfico infantil. A operação é uma das ações que marcam o Dia Nacional de Luta contra o Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, celebrado nesta segunda-feira. A data foi instituída pela Lei Federal nº 9970/00 e lembra um crime bárbaro que chocou todo o país e ficou conhecido como o “Crime Araceli”, ocorrido em 1973, em Vitória.
O delegado Carlos Eduardo Sobral adiantou que, no máximo até a semana que vem, mais quatro projetos serão enviados para o Congresso Nacional para tratar especificamente do assunto. Ele acrescentou que a operação deflagrada nesta segunda não se trata de um ato isolado, afirmando que a PF deve realizar novas operações para combater a prática.
“A pedofilia está em todas as classes e em todas as idades. É um crime gravíssimo, que merece toda a nossa atenção no seu combate, repressão e prevenção”, afirmou o delegado. As prisões desta segunda ocorreram em residências e empresas. Os detidos, no entanto, não tiveram seus nomes revelados e nem idade e o sexo.

LIGUE 100 - DENUNCIE O ABUSO

G1
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A Polícia Federal informou nesta segunda-feira (18) que oito pessoas já foram presas em flagrante durante a Operação Turko, deflagrada nesta manhã em 20 estados e no Distrito Federal para combater o crime de pornografia infantil na internet.
As prisões ocorreram nos estados de São Paulo (3), Rio Grande do Sul (2), Espírito Santo (1), Mato Grosso (1) e Pernambuco (1). Segundo o delegado de Repressão de Crimes Cibernéticos da PF, Carlos Eduardo Sobral, a corporação já cumpriu 47 dos 92 mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça.
Entre os materiais apreendidos, estão centenas de CDs e DVDs com conteúdo pornográfico, além de computadores que podem conter material de pornografia infantil.
De acordo com o delegado, a operação, batizada em alusão ao site de relacionamentos Orkut, foi deflagrada após a quebra de 3.265 perfis do Orkut – denunciados por supostamente conter conteúdo de pornografia infantil. Sobral afirmou que essa foi a primeira operação realizada depois de acordo assinado com o Google, provedor responsável pelo site, em julho de 2008.
Segundo o procurador Sérgio Suiama, essa já é “a maior operação do mundo no que diz respeito ao combate de pornografia infantil em redes de relacionamento da internet”.
A investigação, coordenada pela Divisão de Direitos Humanos e pela Unidade de Repressão a Crimes Cibernéticos da PF, é resultado de informações repassadas pela Comissão Parlamentar de Inquérito da Pedofilia no Senado Federal, em parceria com a ONG Safernet e com o Ministério Público Federal de São Paulo.
De acordo com o MPF, todos os presos na operação estarão sujeitos à pena de um a quatro anos por posse de material pornográfico infantil, além de pena de três a seis anos por distribuição de pornografia infantil na internet.
Os mandados foram expedidos a partir de denúncias recebidas pelo site http://www.safernet.org.br/site/ entre novembro de 2007 e março de 2008. Segundo Sérgio Suiama, o Brasil não é um produtor em larga escala de pornografia infantil na internet e nem hospeda sites com esse fim, mas a propagação se dá principalmente por sites de relacionamento social.
Esta é a primeira grande operação após a publicação da lei 11.829, que alterou o Estatuto da Criança e do Adolescente e tornou crime a posse de material pornográfico infantil. A operação é uma das ações que marcam o Dia Nacional de Luta contra o Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, celebrado nesta segunda-feira. A data foi instituída pela Lei Federal nº 9970/00 e lembra um crime bárbaro que chocou todo o país e ficou conhecido como o “Crime Araceli”, ocorrido em 1973, em Vitória.
O delegado Carlos Eduardo Sobral adiantou que, no máximo até a semana que vem, mais quatro projetos serão enviados para o Congresso Nacional para tratar especificamente do assunto. Ele acrescentou que a operação deflagrada nesta segunda não se trata de um ato isolado, afirmando que a PF deve realizar novas operações para combater a prática.
“A pedofilia está em todas as classes e em todas as idades. É um crime gravíssimo, que merece toda a nossa atenção no seu combate, repressão e prevenção”, afirmou o delegado. As prisões desta segunda ocorreram em residências e empresas. Os detidos, no entanto, não tiveram seus nomes revelados e nem idade e o sexo.

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G1
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SALVADOR - Cinco dias, três unidades de saúde e três diagnósticos. Esse foi o caminho traçado por Laís Mangueira dos Santos, mãe de Kayo Vinicius Santos da Silva, de 4 anos, até a morte dele no último sábado, vítima de dengue hemorrágica.
- Eu tinha muitos planos para ele e tudo acabou - desabafou Laís.
A via-crúcis da família começou na terça-feira da semana passada. Na casa da avó, Jailsa Pereira dos Santos, o menino começou a sentir dores, febre e algumas manchas vermelhas apareceram no corpo. Na manhã seguinte, a família levou a criança para o Hospital Ernesto Simões, no Pau Miúdo. Uma série de equívocos foi iniciada a partir de então.
- A médica, que sequer tocou nele, diagnosticou alergia, aplicou um Polaramine (antialérgico) e deu alta - contou Laís.
Segundo a mãe, como a febre não cessou, o menino foi levado no dia seguinte para o 16º Centro de Saúde Maria Conceição Imbassahy, também no Pau Miúdo. No posto médico da prefeitura, um novo diagnóstico.
- A médica falou que ele estava com uma virose, sendo que o corpo dele estava todo vermelho e a febre não passava - explicou Laís.
A médica receitou paracetamol (analgésico), Polaramine e amoxicilina (antibiótico). No atendimento foi feito ainda um pedido de exame de sangue.' Foi detectado que o nível de plaquetas estava baixando, mas, mesmo assim, ele recebeu alta', afirmou.
Na sexta- feira, os sintomas pioraram e, mais uma vez, ele foi levado para o 16º Centro. Somente na unidade houve o diagnóstico de dengue.
- Foi feito um novo exame de sangue e somente nesse momento ele foi encaminhado para a unidade de hidratação do centro para tratamento da dengue - informou a mãe.
No sábado pela manhã, após crise de dores, ele foi transferido para o Hospital Couto Maia, onde foi diretamente para para a unidade de terapia intensiva (UTI).
- De imediato eles afirmaram que meu filho estava com dengue hemorrágica - afirmou Laís.
A Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) vai investigar, através dos prontuários, se houve negligência na assistência médica. Caso confirmadas, as denúncias da família podem levar à instauração de processo administrativo dos profissionais envolvidos.
No entanto, o coordenador de emergências em saúde pública da Sesab, Juarez Dias, explica que, caso a família acione o Ministério Público, a questão passa a ser tratada sob outra ótica.
- Pode virar inquérito criminal porque negligência e omissão na saúde se configuram em crime - diz Juarez Dias, afirmando, em seguida, que o maior problema da saúde pública, atualmente, é a dengue.
Ainda segundo ele, muitas mortes por dengue ocorrem em decorrência de diagnóstico tardio e por intervenções não adequadas.
- A dengue exige cuidados imediatos. Se não houver, pode levar ao óbito - destaca.


O Globo On Line
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SALVADOR - Cinco dias, três unidades de saúde e três diagnósticos. Esse foi o caminho traçado por Laís Mangueira dos Santos, mãe de Kayo Vinicius Santos da Silva, de 4 anos, até a morte dele no último sábado, vítima de dengue hemorrágica.
- Eu tinha muitos planos para ele e tudo acabou - desabafou Laís.
A via-crúcis da família começou na terça-feira da semana passada. Na casa da avó, Jailsa Pereira dos Santos, o menino começou a sentir dores, febre e algumas manchas vermelhas apareceram no corpo. Na manhã seguinte, a família levou a criança para o Hospital Ernesto Simões, no Pau Miúdo. Uma série de equívocos foi iniciada a partir de então.
- A médica, que sequer tocou nele, diagnosticou alergia, aplicou um Polaramine (antialérgico) e deu alta - contou Laís.
Segundo a mãe, como a febre não cessou, o menino foi levado no dia seguinte para o 16º Centro de Saúde Maria Conceição Imbassahy, também no Pau Miúdo. No posto médico da prefeitura, um novo diagnóstico.
- A médica falou que ele estava com uma virose, sendo que o corpo dele estava todo vermelho e a febre não passava - explicou Laís.
A médica receitou paracetamol (analgésico), Polaramine e amoxicilina (antibiótico). No atendimento foi feito ainda um pedido de exame de sangue.' Foi detectado que o nível de plaquetas estava baixando, mas, mesmo assim, ele recebeu alta', afirmou.
Na sexta- feira, os sintomas pioraram e, mais uma vez, ele foi levado para o 16º Centro. Somente na unidade houve o diagnóstico de dengue.
- Foi feito um novo exame de sangue e somente nesse momento ele foi encaminhado para a unidade de hidratação do centro para tratamento da dengue - informou a mãe.
No sábado pela manhã, após crise de dores, ele foi transferido para o Hospital Couto Maia, onde foi diretamente para para a unidade de terapia intensiva (UTI).
- De imediato eles afirmaram que meu filho estava com dengue hemorrágica - afirmou Laís.
A Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) vai investigar, através dos prontuários, se houve negligência na assistência médica. Caso confirmadas, as denúncias da família podem levar à instauração de processo administrativo dos profissionais envolvidos.
No entanto, o coordenador de emergências em saúde pública da Sesab, Juarez Dias, explica que, caso a família acione o Ministério Público, a questão passa a ser tratada sob outra ótica.
- Pode virar inquérito criminal porque negligência e omissão na saúde se configuram em crime - diz Juarez Dias, afirmando, em seguida, que o maior problema da saúde pública, atualmente, é a dengue.
Ainda segundo ele, muitas mortes por dengue ocorrem em decorrência de diagnóstico tardio e por intervenções não adequadas.
- A dengue exige cuidados imediatos. Se não houver, pode levar ao óbito - destaca.


O Globo On Line
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SALVADOR - Cinco dias, três unidades de saúde e três diagnósticos. Esse foi o caminho traçado por Laís Mangueira dos Santos, mãe de Kayo Vinicius Santos da Silva, de 4 anos, até a morte dele no último sábado, vítima de dengue hemorrágica.
- Eu tinha muitos planos para ele e tudo acabou - desabafou Laís.
A via-crúcis da família começou na terça-feira da semana passada. Na casa da avó, Jailsa Pereira dos Santos, o menino começou a sentir dores, febre e algumas manchas vermelhas apareceram no corpo. Na manhã seguinte, a família levou a criança para o Hospital Ernesto Simões, no Pau Miúdo. Uma série de equívocos foi iniciada a partir de então.
- A médica, que sequer tocou nele, diagnosticou alergia, aplicou um Polaramine (antialérgico) e deu alta - contou Laís.
Segundo a mãe, como a febre não cessou, o menino foi levado no dia seguinte para o 16º Centro de Saúde Maria Conceição Imbassahy, também no Pau Miúdo. No posto médico da prefeitura, um novo diagnóstico.
- A médica falou que ele estava com uma virose, sendo que o corpo dele estava todo vermelho e a febre não passava - explicou Laís.
A médica receitou paracetamol (analgésico), Polaramine e amoxicilina (antibiótico). No atendimento foi feito ainda um pedido de exame de sangue.' Foi detectado que o nível de plaquetas estava baixando, mas, mesmo assim, ele recebeu alta', afirmou.
Na sexta- feira, os sintomas pioraram e, mais uma vez, ele foi levado para o 16º Centro. Somente na unidade houve o diagnóstico de dengue.
- Foi feito um novo exame de sangue e somente nesse momento ele foi encaminhado para a unidade de hidratação do centro para tratamento da dengue - informou a mãe.
No sábado pela manhã, após crise de dores, ele foi transferido para o Hospital Couto Maia, onde foi diretamente para para a unidade de terapia intensiva (UTI).
- De imediato eles afirmaram que meu filho estava com dengue hemorrágica - afirmou Laís.
A Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) vai investigar, através dos prontuários, se houve negligência na assistência médica. Caso confirmadas, as denúncias da família podem levar à instauração de processo administrativo dos profissionais envolvidos.
No entanto, o coordenador de emergências em saúde pública da Sesab, Juarez Dias, explica que, caso a família acione o Ministério Público, a questão passa a ser tratada sob outra ótica.
- Pode virar inquérito criminal porque negligência e omissão na saúde se configuram em crime - diz Juarez Dias, afirmando, em seguida, que o maior problema da saúde pública, atualmente, é a dengue.
Ainda segundo ele, muitas mortes por dengue ocorrem em decorrência de diagnóstico tardio e por intervenções não adequadas.
- A dengue exige cuidados imediatos. Se não houver, pode levar ao óbito - destaca.


O Globo On Line
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SALVADOR - Cinco dias, três unidades de saúde e três diagnósticos. Esse foi o caminho traçado por Laís Mangueira dos Santos, mãe de Kayo Vinicius Santos da Silva, de 4 anos, até a morte dele no último sábado, vítima de dengue hemorrágica.
- Eu tinha muitos planos para ele e tudo acabou - desabafou Laís.
A via-crúcis da família começou na terça-feira da semana passada. Na casa da avó, Jailsa Pereira dos Santos, o menino começou a sentir dores, febre e algumas manchas vermelhas apareceram no corpo. Na manhã seguinte, a família levou a criança para o Hospital Ernesto Simões, no Pau Miúdo. Uma série de equívocos foi iniciada a partir de então.
- A médica, que sequer tocou nele, diagnosticou alergia, aplicou um Polaramine (antialérgico) e deu alta - contou Laís.
Segundo a mãe, como a febre não cessou, o menino foi levado no dia seguinte para o 16º Centro de Saúde Maria Conceição Imbassahy, também no Pau Miúdo. No posto médico da prefeitura, um novo diagnóstico.
- A médica falou que ele estava com uma virose, sendo que o corpo dele estava todo vermelho e a febre não passava - explicou Laís.
A médica receitou paracetamol (analgésico), Polaramine e amoxicilina (antibiótico). No atendimento foi feito ainda um pedido de exame de sangue.' Foi detectado que o nível de plaquetas estava baixando, mas, mesmo assim, ele recebeu alta', afirmou.
Na sexta- feira, os sintomas pioraram e, mais uma vez, ele foi levado para o 16º Centro. Somente na unidade houve o diagnóstico de dengue.
- Foi feito um novo exame de sangue e somente nesse momento ele foi encaminhado para a unidade de hidratação do centro para tratamento da dengue - informou a mãe.
No sábado pela manhã, após crise de dores, ele foi transferido para o Hospital Couto Maia, onde foi diretamente para para a unidade de terapia intensiva (UTI).
- De imediato eles afirmaram que meu filho estava com dengue hemorrágica - afirmou Laís.
A Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) vai investigar, através dos prontuários, se houve negligência na assistência médica. Caso confirmadas, as denúncias da família podem levar à instauração de processo administrativo dos profissionais envolvidos.
No entanto, o coordenador de emergências em saúde pública da Sesab, Juarez Dias, explica que, caso a família acione o Ministério Público, a questão passa a ser tratada sob outra ótica.
- Pode virar inquérito criminal porque negligência e omissão na saúde se configuram em crime - diz Juarez Dias, afirmando, em seguida, que o maior problema da saúde pública, atualmente, é a dengue.
Ainda segundo ele, muitas mortes por dengue ocorrem em decorrência de diagnóstico tardio e por intervenções não adequadas.
- A dengue exige cuidados imediatos. Se não houver, pode levar ao óbito - destaca.


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Carro de parlamentar colidiu com veículo; dois rapazes morreram.Deputado tinha 130 pontos na carteira de habilitação.

O resultado do exame de dosagem alcoólica feito na amostra de sangue do deputado estadual Fernando Ribas Carli Filho (PSB) comprovou que o parlamentar estava embriagado no momento do acidente que matou dois jovens em Curitiba, na madrugada de quinta-feira (7).
De acordo com a análise, realizada pelo Instituto Médico-Legal (IML) de Curitiba e divulgado no fim da manhã desta segunda-feira (18) pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp), havia no sangue do deputado 7,8 decigramas de álcool por litro de sangue. Para o Código Brasileiro de Trânsito (artigo 306), a apresentação de dosagem acima de 6 decigramas já é considerada crime, e o nível tolerado é de 2 decigramas.
O material examinado pelo IML foi coletado pelo Hospital Evangélico para exames clínicos logo após o acidente, mas só uma semana depois do acidente, quando a Delegacia de Delitos de Trânsito (Dedetran) solicitou as amostras de sangue . “Hoje é possível afirmar com 100% de certeza que o deputado estava sob influência alcoólica no momento da colisão”, disse à Agência Estadual de Notícias o delegado Armando Braga de Moraes Neto, da Dedetran, que acompanha as investigações.
Segundo a Sesp, para a conclusão do inquérito ainda falta finalização de outros laudos periciais, como o de levantamento do local de morte, que possibilitará compreender a dinâmica da colisão e a possível velocidade dos veículos envolvidos, e o resultado da necropsia das vítimas. Ainda nesta semana a polícia pretende realizar a reconstituição do acidente.

Família das vítimas
A empresária Cristiane Yared e a auxiliar de limpeza Vera de Almeida passaram a semana anestesiadas pela dor. Vera e Cristiane perderam seus filhos Carlos Murilo, de 20 anos, e Gilmar Rafael, de 26 anos. O carro onde eles estavam colidiu com o veículo dirigido pelo deputado estadual Fernando Carli Filho (PSB).
O deputado estadual, de 26 anos, estava com a habilitação suspensa. Ele tinha 130 pontos na carteira. Nos últimos seis anos recebeu 30 multas, 23 por excesso de velocidade. O acidente aconteceu quase 1h da manhã, horário em que, com menos carros circulando, os semáforos piscam a luz amarela, em alerta, em vários cruzamentos de Curitiba. É um sinal para que os motoristas diminuam a velocidade, olhem com atenção e só então avancem. Testemunhas dizem que o deputado ignorou todos esses cuidados e acabou acertando em cheio o primeiro carro que cruzou o caminho dele.
As câmeras do posto de combustível que fica na esquina onde ocorreu o acidente registraram as últimas imagens do carro onde estavam os dois rapazes que morreram. Nas imagens, o carro das vítimas passa em frente ao posto e freia ao se aproximar do cruzamento. Quando avança, é atingido pelo carro do deputado que vinha na outra rua.

Vinho no restaurante
Os garçons e seguranças do restaurante onde o deputado jantou, pouco antes do acidente, confirmaram que ele havia tomado vinho. O socorrista que atendeu Carli Filho registrou no boletim "hálito etílico", ou seja, cheiro de álcool. Só na última sexta-feira (15), nove dias depois do acidente, a Justiça determinou que seja feito o exame de dosagem alcoólica no deputado. O teste foi feito no sangue colhido no dia do acidente. Em São Paulo, onde o filho está internado, a mãe do deputado decidiu falar pela primeira vez depois do acidente. “Tenho pensado onde que nós erramos. Você cria o filho, faz tudo por ele, ensina os primeiros passos, e de repente você se vê envolvida numa tragédia, uma dor dessas, onde a vida para”, diz Ana Rita Carli. O deputado está na UTI. Passou por uma cirurgia que durou 14 horas para recompor os ossos do crânio e da face e ainda deve ser operado novamente. Por ser deputado estadual, Fernando Carli Filho só pode ser julgado por desembargadores do Paraná.


Portal G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:04  comentar

Carro de parlamentar colidiu com veículo; dois rapazes morreram.Deputado tinha 130 pontos na carteira de habilitação.

O resultado do exame de dosagem alcoólica feito na amostra de sangue do deputado estadual Fernando Ribas Carli Filho (PSB) comprovou que o parlamentar estava embriagado no momento do acidente que matou dois jovens em Curitiba, na madrugada de quinta-feira (7).
De acordo com a análise, realizada pelo Instituto Médico-Legal (IML) de Curitiba e divulgado no fim da manhã desta segunda-feira (18) pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp), havia no sangue do deputado 7,8 decigramas de álcool por litro de sangue. Para o Código Brasileiro de Trânsito (artigo 306), a apresentação de dosagem acima de 6 decigramas já é considerada crime, e o nível tolerado é de 2 decigramas.
O material examinado pelo IML foi coletado pelo Hospital Evangélico para exames clínicos logo após o acidente, mas só uma semana depois do acidente, quando a Delegacia de Delitos de Trânsito (Dedetran) solicitou as amostras de sangue . “Hoje é possível afirmar com 100% de certeza que o deputado estava sob influência alcoólica no momento da colisão”, disse à Agência Estadual de Notícias o delegado Armando Braga de Moraes Neto, da Dedetran, que acompanha as investigações.
Segundo a Sesp, para a conclusão do inquérito ainda falta finalização de outros laudos periciais, como o de levantamento do local de morte, que possibilitará compreender a dinâmica da colisão e a possível velocidade dos veículos envolvidos, e o resultado da necropsia das vítimas. Ainda nesta semana a polícia pretende realizar a reconstituição do acidente.

Família das vítimas
A empresária Cristiane Yared e a auxiliar de limpeza Vera de Almeida passaram a semana anestesiadas pela dor. Vera e Cristiane perderam seus filhos Carlos Murilo, de 20 anos, e Gilmar Rafael, de 26 anos. O carro onde eles estavam colidiu com o veículo dirigido pelo deputado estadual Fernando Carli Filho (PSB).
O deputado estadual, de 26 anos, estava com a habilitação suspensa. Ele tinha 130 pontos na carteira. Nos últimos seis anos recebeu 30 multas, 23 por excesso de velocidade. O acidente aconteceu quase 1h da manhã, horário em que, com menos carros circulando, os semáforos piscam a luz amarela, em alerta, em vários cruzamentos de Curitiba. É um sinal para que os motoristas diminuam a velocidade, olhem com atenção e só então avancem. Testemunhas dizem que o deputado ignorou todos esses cuidados e acabou acertando em cheio o primeiro carro que cruzou o caminho dele.
As câmeras do posto de combustível que fica na esquina onde ocorreu o acidente registraram as últimas imagens do carro onde estavam os dois rapazes que morreram. Nas imagens, o carro das vítimas passa em frente ao posto e freia ao se aproximar do cruzamento. Quando avança, é atingido pelo carro do deputado que vinha na outra rua.

Vinho no restaurante
Os garçons e seguranças do restaurante onde o deputado jantou, pouco antes do acidente, confirmaram que ele havia tomado vinho. O socorrista que atendeu Carli Filho registrou no boletim "hálito etílico", ou seja, cheiro de álcool. Só na última sexta-feira (15), nove dias depois do acidente, a Justiça determinou que seja feito o exame de dosagem alcoólica no deputado. O teste foi feito no sangue colhido no dia do acidente. Em São Paulo, onde o filho está internado, a mãe do deputado decidiu falar pela primeira vez depois do acidente. “Tenho pensado onde que nós erramos. Você cria o filho, faz tudo por ele, ensina os primeiros passos, e de repente você se vê envolvida numa tragédia, uma dor dessas, onde a vida para”, diz Ana Rita Carli. O deputado está na UTI. Passou por uma cirurgia que durou 14 horas para recompor os ossos do crânio e da face e ainda deve ser operado novamente. Por ser deputado estadual, Fernando Carli Filho só pode ser julgado por desembargadores do Paraná.


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Carro de parlamentar colidiu com veículo; dois rapazes morreram.Deputado tinha 130 pontos na carteira de habilitação.

O resultado do exame de dosagem alcoólica feito na amostra de sangue do deputado estadual Fernando Ribas Carli Filho (PSB) comprovou que o parlamentar estava embriagado no momento do acidente que matou dois jovens em Curitiba, na madrugada de quinta-feira (7).
De acordo com a análise, realizada pelo Instituto Médico-Legal (IML) de Curitiba e divulgado no fim da manhã desta segunda-feira (18) pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp), havia no sangue do deputado 7,8 decigramas de álcool por litro de sangue. Para o Código Brasileiro de Trânsito (artigo 306), a apresentação de dosagem acima de 6 decigramas já é considerada crime, e o nível tolerado é de 2 decigramas.
O material examinado pelo IML foi coletado pelo Hospital Evangélico para exames clínicos logo após o acidente, mas só uma semana depois do acidente, quando a Delegacia de Delitos de Trânsito (Dedetran) solicitou as amostras de sangue . “Hoje é possível afirmar com 100% de certeza que o deputado estava sob influência alcoólica no momento da colisão”, disse à Agência Estadual de Notícias o delegado Armando Braga de Moraes Neto, da Dedetran, que acompanha as investigações.
Segundo a Sesp, para a conclusão do inquérito ainda falta finalização de outros laudos periciais, como o de levantamento do local de morte, que possibilitará compreender a dinâmica da colisão e a possível velocidade dos veículos envolvidos, e o resultado da necropsia das vítimas. Ainda nesta semana a polícia pretende realizar a reconstituição do acidente.

Família das vítimas
A empresária Cristiane Yared e a auxiliar de limpeza Vera de Almeida passaram a semana anestesiadas pela dor. Vera e Cristiane perderam seus filhos Carlos Murilo, de 20 anos, e Gilmar Rafael, de 26 anos. O carro onde eles estavam colidiu com o veículo dirigido pelo deputado estadual Fernando Carli Filho (PSB).
O deputado estadual, de 26 anos, estava com a habilitação suspensa. Ele tinha 130 pontos na carteira. Nos últimos seis anos recebeu 30 multas, 23 por excesso de velocidade. O acidente aconteceu quase 1h da manhã, horário em que, com menos carros circulando, os semáforos piscam a luz amarela, em alerta, em vários cruzamentos de Curitiba. É um sinal para que os motoristas diminuam a velocidade, olhem com atenção e só então avancem. Testemunhas dizem que o deputado ignorou todos esses cuidados e acabou acertando em cheio o primeiro carro que cruzou o caminho dele.
As câmeras do posto de combustível que fica na esquina onde ocorreu o acidente registraram as últimas imagens do carro onde estavam os dois rapazes que morreram. Nas imagens, o carro das vítimas passa em frente ao posto e freia ao se aproximar do cruzamento. Quando avança, é atingido pelo carro do deputado que vinha na outra rua.

Vinho no restaurante
Os garçons e seguranças do restaurante onde o deputado jantou, pouco antes do acidente, confirmaram que ele havia tomado vinho. O socorrista que atendeu Carli Filho registrou no boletim "hálito etílico", ou seja, cheiro de álcool. Só na última sexta-feira (15), nove dias depois do acidente, a Justiça determinou que seja feito o exame de dosagem alcoólica no deputado. O teste foi feito no sangue colhido no dia do acidente. Em São Paulo, onde o filho está internado, a mãe do deputado decidiu falar pela primeira vez depois do acidente. “Tenho pensado onde que nós erramos. Você cria o filho, faz tudo por ele, ensina os primeiros passos, e de repente você se vê envolvida numa tragédia, uma dor dessas, onde a vida para”, diz Ana Rita Carli. O deputado está na UTI. Passou por uma cirurgia que durou 14 horas para recompor os ossos do crânio e da face e ainda deve ser operado novamente. Por ser deputado estadual, Fernando Carli Filho só pode ser julgado por desembargadores do Paraná.


Portal G1
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Carro de parlamentar colidiu com veículo; dois rapazes morreram.Deputado tinha 130 pontos na carteira de habilitação.

O resultado do exame de dosagem alcoólica feito na amostra de sangue do deputado estadual Fernando Ribas Carli Filho (PSB) comprovou que o parlamentar estava embriagado no momento do acidente que matou dois jovens em Curitiba, na madrugada de quinta-feira (7).
De acordo com a análise, realizada pelo Instituto Médico-Legal (IML) de Curitiba e divulgado no fim da manhã desta segunda-feira (18) pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp), havia no sangue do deputado 7,8 decigramas de álcool por litro de sangue. Para o Código Brasileiro de Trânsito (artigo 306), a apresentação de dosagem acima de 6 decigramas já é considerada crime, e o nível tolerado é de 2 decigramas.
O material examinado pelo IML foi coletado pelo Hospital Evangélico para exames clínicos logo após o acidente, mas só uma semana depois do acidente, quando a Delegacia de Delitos de Trânsito (Dedetran) solicitou as amostras de sangue . “Hoje é possível afirmar com 100% de certeza que o deputado estava sob influência alcoólica no momento da colisão”, disse à Agência Estadual de Notícias o delegado Armando Braga de Moraes Neto, da Dedetran, que acompanha as investigações.
Segundo a Sesp, para a conclusão do inquérito ainda falta finalização de outros laudos periciais, como o de levantamento do local de morte, que possibilitará compreender a dinâmica da colisão e a possível velocidade dos veículos envolvidos, e o resultado da necropsia das vítimas. Ainda nesta semana a polícia pretende realizar a reconstituição do acidente.

Família das vítimas
A empresária Cristiane Yared e a auxiliar de limpeza Vera de Almeida passaram a semana anestesiadas pela dor. Vera e Cristiane perderam seus filhos Carlos Murilo, de 20 anos, e Gilmar Rafael, de 26 anos. O carro onde eles estavam colidiu com o veículo dirigido pelo deputado estadual Fernando Carli Filho (PSB).
O deputado estadual, de 26 anos, estava com a habilitação suspensa. Ele tinha 130 pontos na carteira. Nos últimos seis anos recebeu 30 multas, 23 por excesso de velocidade. O acidente aconteceu quase 1h da manhã, horário em que, com menos carros circulando, os semáforos piscam a luz amarela, em alerta, em vários cruzamentos de Curitiba. É um sinal para que os motoristas diminuam a velocidade, olhem com atenção e só então avancem. Testemunhas dizem que o deputado ignorou todos esses cuidados e acabou acertando em cheio o primeiro carro que cruzou o caminho dele.
As câmeras do posto de combustível que fica na esquina onde ocorreu o acidente registraram as últimas imagens do carro onde estavam os dois rapazes que morreram. Nas imagens, o carro das vítimas passa em frente ao posto e freia ao se aproximar do cruzamento. Quando avança, é atingido pelo carro do deputado que vinha na outra rua.

Vinho no restaurante
Os garçons e seguranças do restaurante onde o deputado jantou, pouco antes do acidente, confirmaram que ele havia tomado vinho. O socorrista que atendeu Carli Filho registrou no boletim "hálito etílico", ou seja, cheiro de álcool. Só na última sexta-feira (15), nove dias depois do acidente, a Justiça determinou que seja feito o exame de dosagem alcoólica no deputado. O teste foi feito no sangue colhido no dia do acidente. Em São Paulo, onde o filho está internado, a mãe do deputado decidiu falar pela primeira vez depois do acidente. “Tenho pensado onde que nós erramos. Você cria o filho, faz tudo por ele, ensina os primeiros passos, e de repente você se vê envolvida numa tragédia, uma dor dessas, onde a vida para”, diz Ana Rita Carli. O deputado está na UTI. Passou por uma cirurgia que durou 14 horas para recompor os ossos do crânio e da face e ainda deve ser operado novamente. Por ser deputado estadual, Fernando Carli Filho só pode ser julgado por desembargadores do Paraná.


Portal G1
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A Promotoria da VEC (Vara de Execuções Criminais) de Taubaté (140 km de São Paulo) protocola na tarde desta segunda-feira um pedido à Justiça para que Suzane von Richthofen,condenada a 38 anos de prisão em regime fechado, seja submetida a um exame criminológico para saber se ela tem condições de deixar já a prisão
O exame criminológico é feito por uma junta, geralmente composta de psiquiatra, psicólogo e assistente social. Suzane foi condenada em 2002 por participar da morte dos pais em 2002.
O pedido do exame faz parte do processo que analisa a progressão de pena de Suzane, que está na penitenciária de Tremembé (a 147 km de São Paulo), para o regime semiaberto --quando o preso tem direito de cumprir pena em instituição agrícola, industrial ou similar.
No último dia 12, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) concedeu à condenada o direito de uma nova contagem da pena, procedimento que pode levar Suzane a conseguir cumprir o restante da condenação em outro regime.
Os requisitos legais para a presa passar o restante da pena em estabelecimento de regime semiaberto são o cumprimento de um sexto da pena e um atestado de bom comportamento emitido pelo diretor do presídio. O atestado foi expedido pela direção da penitenciária em que Suzane está.
Quanto ao cumprimento da pena, Suzane já ficou presa 69 meses. Pelo cálculo da defesa, aceito pelo STJ, acrescentam-se a esse prazo os dias remidos (a cada três dias de trabalho ou estudo na prisão, ela tem direito a considerar mais um dia como cumprido), no total de 11 meses. Somado, o tempo chega a 80 meses, ultrapassando um sexto da pena (76 meses).
Suzane foi condenada inicialmente a 39 anos e seis meses, mas sua defesa conseguiu no STJ, em outubro passado, reduzir a pena para 38 anos.

O caso
Suzane foi condenada por participar do homicídio dos pais, Marísia e Manfred. Ela confessou ter auxiliado o namorado na época, Daniel Cravinhos, e o irmão dele, Cristian --ambos também condenados.


Notícias BOL
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A Promotoria da VEC (Vara de Execuções Criminais) de Taubaté (140 km de São Paulo) protocola na tarde desta segunda-feira um pedido à Justiça para que Suzane von Richthofen,condenada a 38 anos de prisão em regime fechado, seja submetida a um exame criminológico para saber se ela tem condições de deixar já a prisão
O exame criminológico é feito por uma junta, geralmente composta de psiquiatra, psicólogo e assistente social. Suzane foi condenada em 2002 por participar da morte dos pais em 2002.
O pedido do exame faz parte do processo que analisa a progressão de pena de Suzane, que está na penitenciária de Tremembé (a 147 km de São Paulo), para o regime semiaberto --quando o preso tem direito de cumprir pena em instituição agrícola, industrial ou similar.
No último dia 12, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) concedeu à condenada o direito de uma nova contagem da pena, procedimento que pode levar Suzane a conseguir cumprir o restante da condenação em outro regime.
Os requisitos legais para a presa passar o restante da pena em estabelecimento de regime semiaberto são o cumprimento de um sexto da pena e um atestado de bom comportamento emitido pelo diretor do presídio. O atestado foi expedido pela direção da penitenciária em que Suzane está.
Quanto ao cumprimento da pena, Suzane já ficou presa 69 meses. Pelo cálculo da defesa, aceito pelo STJ, acrescentam-se a esse prazo os dias remidos (a cada três dias de trabalho ou estudo na prisão, ela tem direito a considerar mais um dia como cumprido), no total de 11 meses. Somado, o tempo chega a 80 meses, ultrapassando um sexto da pena (76 meses).
Suzane foi condenada inicialmente a 39 anos e seis meses, mas sua defesa conseguiu no STJ, em outubro passado, reduzir a pena para 38 anos.

O caso
Suzane foi condenada por participar do homicídio dos pais, Marísia e Manfred. Ela confessou ter auxiliado o namorado na época, Daniel Cravinhos, e o irmão dele, Cristian --ambos também condenados.


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O exame criminológico é feito por uma junta, geralmente composta de psiquiatra, psicólogo e assistente social. Suzane foi condenada em 2002 por participar da morte dos pais em 2002.
O pedido do exame faz parte do processo que analisa a progressão de pena de Suzane, que está na penitenciária de Tremembé (a 147 km de São Paulo), para o regime semiaberto --quando o preso tem direito de cumprir pena em instituição agrícola, industrial ou similar.
No último dia 12, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) concedeu à condenada o direito de uma nova contagem da pena, procedimento que pode levar Suzane a conseguir cumprir o restante da condenação em outro regime.
Os requisitos legais para a presa passar o restante da pena em estabelecimento de regime semiaberto são o cumprimento de um sexto da pena e um atestado de bom comportamento emitido pelo diretor do presídio. O atestado foi expedido pela direção da penitenciária em que Suzane está.
Quanto ao cumprimento da pena, Suzane já ficou presa 69 meses. Pelo cálculo da defesa, aceito pelo STJ, acrescentam-se a esse prazo os dias remidos (a cada três dias de trabalho ou estudo na prisão, ela tem direito a considerar mais um dia como cumprido), no total de 11 meses. Somado, o tempo chega a 80 meses, ultrapassando um sexto da pena (76 meses).
Suzane foi condenada inicialmente a 39 anos e seis meses, mas sua defesa conseguiu no STJ, em outubro passado, reduzir a pena para 38 anos.

O caso
Suzane foi condenada por participar do homicídio dos pais, Marísia e Manfred. Ela confessou ter auxiliado o namorado na época, Daniel Cravinhos, e o irmão dele, Cristian --ambos também condenados.


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A Promotoria da VEC (Vara de Execuções Criminais) de Taubaté (140 km de São Paulo) protocola na tarde desta segunda-feira um pedido à Justiça para que Suzane von Richthofen,condenada a 38 anos de prisão em regime fechado, seja submetida a um exame criminológico para saber se ela tem condições de deixar já a prisão
O exame criminológico é feito por uma junta, geralmente composta de psiquiatra, psicólogo e assistente social. Suzane foi condenada em 2002 por participar da morte dos pais em 2002.
O pedido do exame faz parte do processo que analisa a progressão de pena de Suzane, que está na penitenciária de Tremembé (a 147 km de São Paulo), para o regime semiaberto --quando o preso tem direito de cumprir pena em instituição agrícola, industrial ou similar.
No último dia 12, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) concedeu à condenada o direito de uma nova contagem da pena, procedimento que pode levar Suzane a conseguir cumprir o restante da condenação em outro regime.
Os requisitos legais para a presa passar o restante da pena em estabelecimento de regime semiaberto são o cumprimento de um sexto da pena e um atestado de bom comportamento emitido pelo diretor do presídio. O atestado foi expedido pela direção da penitenciária em que Suzane está.
Quanto ao cumprimento da pena, Suzane já ficou presa 69 meses. Pelo cálculo da defesa, aceito pelo STJ, acrescentam-se a esse prazo os dias remidos (a cada três dias de trabalho ou estudo na prisão, ela tem direito a considerar mais um dia como cumprido), no total de 11 meses. Somado, o tempo chega a 80 meses, ultrapassando um sexto da pena (76 meses).
Suzane foi condenada inicialmente a 39 anos e seis meses, mas sua defesa conseguiu no STJ, em outubro passado, reduzir a pena para 38 anos.

O caso
Suzane foi condenada por participar do homicídio dos pais, Marísia e Manfred. Ela confessou ter auxiliado o namorado na época, Daniel Cravinhos, e o irmão dele, Cristian --ambos também condenados.


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Uma proposta feita pelo auditor tributário Paulo Ernani Bergamo dos Santos, que reside em Mogi das Cruzes, poderá ser uma importante ferramenta para prevenir e combater a violência contra a criança e o adolescente, praticada dentro de casa, em larga escala, e que tem chamado a atenção principalmente pela exposição de casos envolvendo menores, como o assassinato da pequena Isabela Nardoni, ocorrido ano passado, em Guarulhos. A ideia é possibilitar, por meio da informatização dos sistemas de dados das redes hospitalar e ambulatorial, o cruzamento dos registros sobre os atendimentos feitos a crianças para se detectar indícios de abuso infantil.
Na prática, a integração dessas informações realizadas em unidades médicas, quer sejam hospitais, clínicas ou unidades básicas de Saúde, seria uma importante forma de combate à violência, já que reuniria um amplo histórico da assistência dada a todas as crianças e, com isso, tornaria possível descobrir, por exemplo, se o mesmo menor já teria sido atendido por causa semelhante algum tempo atrás. No estudo feito por Santos para chegar à proposta, ele constatou que mães e/ou adultos responsáveis pelas vítimas, ao buscar a assistência, trocam frequentemente de unidades médicas, justamente para esconder a agressão física praticada contra a criança, por vezes relatada ao médico como sendo uma simples queda em casa ou de dentro do berço.
A sugestão do advogado formado em Mogi das Cruzes será apresentada amanhã no seminário Violência contra crianças – a sociedade pode acabar com isso, que acontecerá na Câmara Municipal de São Paulo, às 9 horas, não à toa, no Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.
Paulo Santos apresentará a proposta durante o evento que terá a participação de um outro importante estudioso do tema: o médico Wilmes Roberto Gonçalves Teixeira, especialista na Síndrome do Bebê Espancado. De acordo com Wilmes Teixeira, os números são alarmantes. No Brasil, estima-se que a quantidade de crianças de até quatro anos espancadas anualmente chega a 40 mil, dentro de um universo de 400 a um milhão de menores nessa faixa etária.
A divulgação desses estudos e dos casos de violência envolvendo crianças e adolescentes demonstram a importância do modelo proposto por Paulo Santos. "O cruzamento desses dados é extremamente relevante não apenas para termos informações mais precisas sobre a incidência dessas ocorrências mas, principalmente, para impedirmos que essas crianças venham a óbito, tendo em vista que a criança não é agredida uma única vez pelos pais ou responsáveis, mas repetidamente. Se atuarmos na detecção e prevenção desses casos durante o atendimento hospitalar, estaremos evitando que esta criança, hoje machucada, não esteja morta amanhã em razão da falta de ação do Estado e da sociedade ", defende ele.
Santos convidou os prefeitos da Região, inclusive o de Mogi das Cruzes, Marco Aurélio Bertiaiolli, para a apresentação da proposta. "A implantação do sistema em uma cidade como Mogi das Cruzes seria um importante avanço na luta pela preservação da vida e da saúde das crianças", observa o autor do projeto.

POR ELIANE JOSÉ para O Diário On Line
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Uma proposta feita pelo auditor tributário Paulo Ernani Bergamo dos Santos, que reside em Mogi das Cruzes, poderá ser uma importante ferramenta para prevenir e combater a violência contra a criança e o adolescente, praticada dentro de casa, em larga escala, e que tem chamado a atenção principalmente pela exposição de casos envolvendo menores, como o assassinato da pequena Isabela Nardoni, ocorrido ano passado, em Guarulhos. A ideia é possibilitar, por meio da informatização dos sistemas de dados das redes hospitalar e ambulatorial, o cruzamento dos registros sobre os atendimentos feitos a crianças para se detectar indícios de abuso infantil.
Na prática, a integração dessas informações realizadas em unidades médicas, quer sejam hospitais, clínicas ou unidades básicas de Saúde, seria uma importante forma de combate à violência, já que reuniria um amplo histórico da assistência dada a todas as crianças e, com isso, tornaria possível descobrir, por exemplo, se o mesmo menor já teria sido atendido por causa semelhante algum tempo atrás. No estudo feito por Santos para chegar à proposta, ele constatou que mães e/ou adultos responsáveis pelas vítimas, ao buscar a assistência, trocam frequentemente de unidades médicas, justamente para esconder a agressão física praticada contra a criança, por vezes relatada ao médico como sendo uma simples queda em casa ou de dentro do berço.
A sugestão do advogado formado em Mogi das Cruzes será apresentada amanhã no seminário Violência contra crianças – a sociedade pode acabar com isso, que acontecerá na Câmara Municipal de São Paulo, às 9 horas, não à toa, no Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.
Paulo Santos apresentará a proposta durante o evento que terá a participação de um outro importante estudioso do tema: o médico Wilmes Roberto Gonçalves Teixeira, especialista na Síndrome do Bebê Espancado. De acordo com Wilmes Teixeira, os números são alarmantes. No Brasil, estima-se que a quantidade de crianças de até quatro anos espancadas anualmente chega a 40 mil, dentro de um universo de 400 a um milhão de menores nessa faixa etária.
A divulgação desses estudos e dos casos de violência envolvendo crianças e adolescentes demonstram a importância do modelo proposto por Paulo Santos. "O cruzamento desses dados é extremamente relevante não apenas para termos informações mais precisas sobre a incidência dessas ocorrências mas, principalmente, para impedirmos que essas crianças venham a óbito, tendo em vista que a criança não é agredida uma única vez pelos pais ou responsáveis, mas repetidamente. Se atuarmos na detecção e prevenção desses casos durante o atendimento hospitalar, estaremos evitando que esta criança, hoje machucada, não esteja morta amanhã em razão da falta de ação do Estado e da sociedade ", defende ele.
Santos convidou os prefeitos da Região, inclusive o de Mogi das Cruzes, Marco Aurélio Bertiaiolli, para a apresentação da proposta. "A implantação do sistema em uma cidade como Mogi das Cruzes seria um importante avanço na luta pela preservação da vida e da saúde das crianças", observa o autor do projeto.

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Uma proposta feita pelo auditor tributário Paulo Ernani Bergamo dos Santos, que reside em Mogi das Cruzes, poderá ser uma importante ferramenta para prevenir e combater a violência contra a criança e o adolescente, praticada dentro de casa, em larga escala, e que tem chamado a atenção principalmente pela exposição de casos envolvendo menores, como o assassinato da pequena Isabela Nardoni, ocorrido ano passado, em Guarulhos. A ideia é possibilitar, por meio da informatização dos sistemas de dados das redes hospitalar e ambulatorial, o cruzamento dos registros sobre os atendimentos feitos a crianças para se detectar indícios de abuso infantil.
Na prática, a integração dessas informações realizadas em unidades médicas, quer sejam hospitais, clínicas ou unidades básicas de Saúde, seria uma importante forma de combate à violência, já que reuniria um amplo histórico da assistência dada a todas as crianças e, com isso, tornaria possível descobrir, por exemplo, se o mesmo menor já teria sido atendido por causa semelhante algum tempo atrás. No estudo feito por Santos para chegar à proposta, ele constatou que mães e/ou adultos responsáveis pelas vítimas, ao buscar a assistência, trocam frequentemente de unidades médicas, justamente para esconder a agressão física praticada contra a criança, por vezes relatada ao médico como sendo uma simples queda em casa ou de dentro do berço.
A sugestão do advogado formado em Mogi das Cruzes será apresentada amanhã no seminário Violência contra crianças – a sociedade pode acabar com isso, que acontecerá na Câmara Municipal de São Paulo, às 9 horas, não à toa, no Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.
Paulo Santos apresentará a proposta durante o evento que terá a participação de um outro importante estudioso do tema: o médico Wilmes Roberto Gonçalves Teixeira, especialista na Síndrome do Bebê Espancado. De acordo com Wilmes Teixeira, os números são alarmantes. No Brasil, estima-se que a quantidade de crianças de até quatro anos espancadas anualmente chega a 40 mil, dentro de um universo de 400 a um milhão de menores nessa faixa etária.
A divulgação desses estudos e dos casos de violência envolvendo crianças e adolescentes demonstram a importância do modelo proposto por Paulo Santos. "O cruzamento desses dados é extremamente relevante não apenas para termos informações mais precisas sobre a incidência dessas ocorrências mas, principalmente, para impedirmos que essas crianças venham a óbito, tendo em vista que a criança não é agredida uma única vez pelos pais ou responsáveis, mas repetidamente. Se atuarmos na detecção e prevenção desses casos durante o atendimento hospitalar, estaremos evitando que esta criança, hoje machucada, não esteja morta amanhã em razão da falta de ação do Estado e da sociedade ", defende ele.
Santos convidou os prefeitos da Região, inclusive o de Mogi das Cruzes, Marco Aurélio Bertiaiolli, para a apresentação da proposta. "A implantação do sistema em uma cidade como Mogi das Cruzes seria um importante avanço na luta pela preservação da vida e da saúde das crianças", observa o autor do projeto.

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Uma proposta feita pelo auditor tributário Paulo Ernani Bergamo dos Santos, que reside em Mogi das Cruzes, poderá ser uma importante ferramenta para prevenir e combater a violência contra a criança e o adolescente, praticada dentro de casa, em larga escala, e que tem chamado a atenção principalmente pela exposição de casos envolvendo menores, como o assassinato da pequena Isabela Nardoni, ocorrido ano passado, em Guarulhos. A ideia é possibilitar, por meio da informatização dos sistemas de dados das redes hospitalar e ambulatorial, o cruzamento dos registros sobre os atendimentos feitos a crianças para se detectar indícios de abuso infantil.
Na prática, a integração dessas informações realizadas em unidades médicas, quer sejam hospitais, clínicas ou unidades básicas de Saúde, seria uma importante forma de combate à violência, já que reuniria um amplo histórico da assistência dada a todas as crianças e, com isso, tornaria possível descobrir, por exemplo, se o mesmo menor já teria sido atendido por causa semelhante algum tempo atrás. No estudo feito por Santos para chegar à proposta, ele constatou que mães e/ou adultos responsáveis pelas vítimas, ao buscar a assistência, trocam frequentemente de unidades médicas, justamente para esconder a agressão física praticada contra a criança, por vezes relatada ao médico como sendo uma simples queda em casa ou de dentro do berço.
A sugestão do advogado formado em Mogi das Cruzes será apresentada amanhã no seminário Violência contra crianças – a sociedade pode acabar com isso, que acontecerá na Câmara Municipal de São Paulo, às 9 horas, não à toa, no Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.
Paulo Santos apresentará a proposta durante o evento que terá a participação de um outro importante estudioso do tema: o médico Wilmes Roberto Gonçalves Teixeira, especialista na Síndrome do Bebê Espancado. De acordo com Wilmes Teixeira, os números são alarmantes. No Brasil, estima-se que a quantidade de crianças de até quatro anos espancadas anualmente chega a 40 mil, dentro de um universo de 400 a um milhão de menores nessa faixa etária.
A divulgação desses estudos e dos casos de violência envolvendo crianças e adolescentes demonstram a importância do modelo proposto por Paulo Santos. "O cruzamento desses dados é extremamente relevante não apenas para termos informações mais precisas sobre a incidência dessas ocorrências mas, principalmente, para impedirmos que essas crianças venham a óbito, tendo em vista que a criança não é agredida uma única vez pelos pais ou responsáveis, mas repetidamente. Se atuarmos na detecção e prevenção desses casos durante o atendimento hospitalar, estaremos evitando que esta criança, hoje machucada, não esteja morta amanhã em razão da falta de ação do Estado e da sociedade ", defende ele.
Santos convidou os prefeitos da Região, inclusive o de Mogi das Cruzes, Marco Aurélio Bertiaiolli, para a apresentação da proposta. "A implantação do sistema em uma cidade como Mogi das Cruzes seria um importante avanço na luta pela preservação da vida e da saúde das crianças", observa o autor do projeto.

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A Comissão Intersetorial de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes promoverá hoje, 18, atividades em todo o país para alertar a sociedade contra abusos e violência sexual praticados contra crianças e adolescentes. As ações farão parte do Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que tem como objetivo sensibilizar e mobilizar população, governos e mídia para esse problema.
Como parte das atividades, as entidades governamentais e não governamentais que integram a comissão iniciam campanha de esclarecimento que terá como slogan “Negociar Sexo com Crianças e Adolescentes é Crime. Denuncie”. O coordenador de campanhas da Childhood Brasil (Instituto WCF Brasil), Itamar Gonçalves, afirmou, em entrevista à Rádio Nacional, que a campanha deste ano se concentrará nos abusos praticados contra menores nas rodovias brasileiras.
“Este ano, com muita intensidade, nós queremos destacar que há essa situação de exploração de adolescentes e de crianças nas estradas brasileiras, em espaços privados. Nós queremos dar visibilidade para essa situação de violência e dizer que isso é crime, que está previsto no Código Penal e no Estatuto da Criança e do Adolescente”, disse o coordenador da WCF Brasil, entidade que integra a comissão intersetorial.
Em todo o país estão previstas atividades como distribuição de panfletos em hotéis, táxis e locais turísticos. Em Recife, Fortaleza, Salvador, Belém, Belo Horizonte e Porto Alegre será exibido o filme Cinderelas, Lobos e Príncipes, que mostra a realidade de milhares de crianças e adolescentes submetidos à exploração sexual.
Levantamento realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome mostra que as regiões Sul e Sudeste contam com uma estrutura melhor de atendimentos às crianças vítimas da pedofilia. Dos 2,4 mil abrigos existentes no país para acolher essas crianças, 1.360 estão no Sul e Sudeste.

Marcos Chagas e Beatriz Arcoverde , da Agência Brasil

Revista Forum

LIGUE 100 - DENUNCIE OS ABUSOS
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A Comissão Intersetorial de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes promoverá hoje, 18, atividades em todo o país para alertar a sociedade contra abusos e violência sexual praticados contra crianças e adolescentes. As ações farão parte do Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que tem como objetivo sensibilizar e mobilizar população, governos e mídia para esse problema.
Como parte das atividades, as entidades governamentais e não governamentais que integram a comissão iniciam campanha de esclarecimento que terá como slogan “Negociar Sexo com Crianças e Adolescentes é Crime. Denuncie”. O coordenador de campanhas da Childhood Brasil (Instituto WCF Brasil), Itamar Gonçalves, afirmou, em entrevista à Rádio Nacional, que a campanha deste ano se concentrará nos abusos praticados contra menores nas rodovias brasileiras.
“Este ano, com muita intensidade, nós queremos destacar que há essa situação de exploração de adolescentes e de crianças nas estradas brasileiras, em espaços privados. Nós queremos dar visibilidade para essa situação de violência e dizer que isso é crime, que está previsto no Código Penal e no Estatuto da Criança e do Adolescente”, disse o coordenador da WCF Brasil, entidade que integra a comissão intersetorial.
Em todo o país estão previstas atividades como distribuição de panfletos em hotéis, táxis e locais turísticos. Em Recife, Fortaleza, Salvador, Belém, Belo Horizonte e Porto Alegre será exibido o filme Cinderelas, Lobos e Príncipes, que mostra a realidade de milhares de crianças e adolescentes submetidos à exploração sexual.
Levantamento realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome mostra que as regiões Sul e Sudeste contam com uma estrutura melhor de atendimentos às crianças vítimas da pedofilia. Dos 2,4 mil abrigos existentes no país para acolher essas crianças, 1.360 estão no Sul e Sudeste.

Marcos Chagas e Beatriz Arcoverde , da Agência Brasil

Revista Forum

LIGUE 100 - DENUNCIE OS ABUSOS
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A Comissão Intersetorial de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes promoverá hoje, 18, atividades em todo o país para alertar a sociedade contra abusos e violência sexual praticados contra crianças e adolescentes. As ações farão parte do Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que tem como objetivo sensibilizar e mobilizar população, governos e mídia para esse problema.
Como parte das atividades, as entidades governamentais e não governamentais que integram a comissão iniciam campanha de esclarecimento que terá como slogan “Negociar Sexo com Crianças e Adolescentes é Crime. Denuncie”. O coordenador de campanhas da Childhood Brasil (Instituto WCF Brasil), Itamar Gonçalves, afirmou, em entrevista à Rádio Nacional, que a campanha deste ano se concentrará nos abusos praticados contra menores nas rodovias brasileiras.
“Este ano, com muita intensidade, nós queremos destacar que há essa situação de exploração de adolescentes e de crianças nas estradas brasileiras, em espaços privados. Nós queremos dar visibilidade para essa situação de violência e dizer que isso é crime, que está previsto no Código Penal e no Estatuto da Criança e do Adolescente”, disse o coordenador da WCF Brasil, entidade que integra a comissão intersetorial.
Em todo o país estão previstas atividades como distribuição de panfletos em hotéis, táxis e locais turísticos. Em Recife, Fortaleza, Salvador, Belém, Belo Horizonte e Porto Alegre será exibido o filme Cinderelas, Lobos e Príncipes, que mostra a realidade de milhares de crianças e adolescentes submetidos à exploração sexual.
Levantamento realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome mostra que as regiões Sul e Sudeste contam com uma estrutura melhor de atendimentos às crianças vítimas da pedofilia. Dos 2,4 mil abrigos existentes no país para acolher essas crianças, 1.360 estão no Sul e Sudeste.

Marcos Chagas e Beatriz Arcoverde , da Agência Brasil

Revista Forum

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A Comissão Intersetorial de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes promoverá hoje, 18, atividades em todo o país para alertar a sociedade contra abusos e violência sexual praticados contra crianças e adolescentes. As ações farão parte do Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que tem como objetivo sensibilizar e mobilizar população, governos e mídia para esse problema.
Como parte das atividades, as entidades governamentais e não governamentais que integram a comissão iniciam campanha de esclarecimento que terá como slogan “Negociar Sexo com Crianças e Adolescentes é Crime. Denuncie”. O coordenador de campanhas da Childhood Brasil (Instituto WCF Brasil), Itamar Gonçalves, afirmou, em entrevista à Rádio Nacional, que a campanha deste ano se concentrará nos abusos praticados contra menores nas rodovias brasileiras.
“Este ano, com muita intensidade, nós queremos destacar que há essa situação de exploração de adolescentes e de crianças nas estradas brasileiras, em espaços privados. Nós queremos dar visibilidade para essa situação de violência e dizer que isso é crime, que está previsto no Código Penal e no Estatuto da Criança e do Adolescente”, disse o coordenador da WCF Brasil, entidade que integra a comissão intersetorial.
Em todo o país estão previstas atividades como distribuição de panfletos em hotéis, táxis e locais turísticos. Em Recife, Fortaleza, Salvador, Belém, Belo Horizonte e Porto Alegre será exibido o filme Cinderelas, Lobos e Príncipes, que mostra a realidade de milhares de crianças e adolescentes submetidos à exploração sexual.
Levantamento realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome mostra que as regiões Sul e Sudeste contam com uma estrutura melhor de atendimentos às crianças vítimas da pedofilia. Dos 2,4 mil abrigos existentes no país para acolher essas crianças, 1.360 estão no Sul e Sudeste.

Marcos Chagas e Beatriz Arcoverde , da Agência Brasil

Revista Forum

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SÃO PAULO - Um homem foi acusado de molestar sexualmente da enteada de 11 anos e acabou preso na noite deste domingo na região de Perdizes, Zona Oeste de São Paulo.
A menina foi passar o último fim de semana na casa do pai e, após assistir o Globo Repórter da última sexta-feira, resolveu contar para ele que era abusada pelo padrasto. Na ocasião, o programa da Rede Globo abordou os casos de abusos sexuais ocorridos dentro da própria casa das crianças.
Segundo a polícia, ao saber que o pai da menina a tinha levado ao médico para descobrir se ela havia sofrido alguma agressão, o acusado V.P., de 46 anos, resolveu tirar satisfação. Ele foi até a casa do pai da menina, na Água Branca. A Polícia Militar foi chamada pouco antes das 21h e levou V.P. preso para o plantão do 23º Distrito Policial (Perdizes). O acusado negou a acusação.


O Globo On Line
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SÃO PAULO - Um homem foi acusado de molestar sexualmente da enteada de 11 anos e acabou preso na noite deste domingo na região de Perdizes, Zona Oeste de São Paulo.
A menina foi passar o último fim de semana na casa do pai e, após assistir o Globo Repórter da última sexta-feira, resolveu contar para ele que era abusada pelo padrasto. Na ocasião, o programa da Rede Globo abordou os casos de abusos sexuais ocorridos dentro da própria casa das crianças.
Segundo a polícia, ao saber que o pai da menina a tinha levado ao médico para descobrir se ela havia sofrido alguma agressão, o acusado V.P., de 46 anos, resolveu tirar satisfação. Ele foi até a casa do pai da menina, na Água Branca. A Polícia Militar foi chamada pouco antes das 21h e levou V.P. preso para o plantão do 23º Distrito Policial (Perdizes). O acusado negou a acusação.


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SÃO PAULO - Um homem foi acusado de molestar sexualmente da enteada de 11 anos e acabou preso na noite deste domingo na região de Perdizes, Zona Oeste de São Paulo.
A menina foi passar o último fim de semana na casa do pai e, após assistir o Globo Repórter da última sexta-feira, resolveu contar para ele que era abusada pelo padrasto. Na ocasião, o programa da Rede Globo abordou os casos de abusos sexuais ocorridos dentro da própria casa das crianças.
Segundo a polícia, ao saber que o pai da menina a tinha levado ao médico para descobrir se ela havia sofrido alguma agressão, o acusado V.P., de 46 anos, resolveu tirar satisfação. Ele foi até a casa do pai da menina, na Água Branca. A Polícia Militar foi chamada pouco antes das 21h e levou V.P. preso para o plantão do 23º Distrito Policial (Perdizes). O acusado negou a acusação.


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SÃO PAULO - Um homem foi acusado de molestar sexualmente da enteada de 11 anos e acabou preso na noite deste domingo na região de Perdizes, Zona Oeste de São Paulo.
A menina foi passar o último fim de semana na casa do pai e, após assistir o Globo Repórter da última sexta-feira, resolveu contar para ele que era abusada pelo padrasto. Na ocasião, o programa da Rede Globo abordou os casos de abusos sexuais ocorridos dentro da própria casa das crianças.
Segundo a polícia, ao saber que o pai da menina a tinha levado ao médico para descobrir se ela havia sofrido alguma agressão, o acusado V.P., de 46 anos, resolveu tirar satisfação. Ele foi até a casa do pai da menina, na Água Branca. A Polícia Militar foi chamada pouco antes das 21h e levou V.P. preso para o plantão do 23º Distrito Policial (Perdizes). O acusado negou a acusação.


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O programa “Brasil das Gerais” dessa segunda-feira, 18, irá abrir espaço para uma discussão sobre a exploração sexual de crianças. Roberta Zampetti conversa com convidados sobre o projeto Nossas Crianças que visa a proteção de crianças que sofrem abusos.
Um dos convidados é o promotor de Justiça de Divinópolis/MG e membro da equipe técnica da CPI da Pedofilia do Senado, Carlos Fortes.

Você poderá fazer perguntas, em tempo real, por e-mail ou telefone.

O programa vai ao ar hoje, às 19:00h, pela Rede Minas.
Participe!
LIGUE 100 - DENUNCIE O ABUSO
Brasil das Gerais
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O programa “Brasil das Gerais” dessa segunda-feira, 18, irá abrir espaço para uma discussão sobre a exploração sexual de crianças. Roberta Zampetti conversa com convidados sobre o projeto Nossas Crianças que visa a proteção de crianças que sofrem abusos.
Um dos convidados é o promotor de Justiça de Divinópolis/MG e membro da equipe técnica da CPI da Pedofilia do Senado, Carlos Fortes.

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O programa vai ao ar hoje, às 19:00h, pela Rede Minas.
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Um dos convidados é o promotor de Justiça de Divinópolis/MG e membro da equipe técnica da CPI da Pedofilia do Senado, Carlos Fortes.

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Um dos convidados é o promotor de Justiça de Divinópolis/MG e membro da equipe técnica da CPI da Pedofilia do Senado, Carlos Fortes.

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A Polícia Federal deu início na manhã desta segunda-feira, 18, à Operação Turko, com o objetivo de combater a pornografia infantil pela internet. A operação é feita no Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, quando vários eventos chamam a atenção ao combate à pedofilia.
A operação é feita em vários Estados, entre eles Paraíba, São Paulo, Rio de Janeiro e em Brasília. Ainda não foram divulgados os números de mandados de prisão e de busca e apreensão, de acordo com a Polícia Federal.
Cerca de 400 policiais cumprem 92 mandados de busca e apreensão em 20 estados e no Distrito Federal, entre eles a Paraíba. As ações na Paraíba se concentram especificamente em Campina Grande, mas ainda não há informações mais detalhadas sobre prisões ou mandados de busca e apreensão.
A investigação, coordenada pela Divisão de Direitos Humanos e pela Unidade de Repressão a Crimes Cibernéticos da PF é resultado de informações repassadas pela Comissão Parlamentar de Inquérito da Pedofilia no Senado Federal, em parceria com a ONG Safernet e com o Ministério Público Federal de São Paulo.
Foi apurado que os investigados usavam comunidades em um site de relacionamentos para troca de material de pornografia infantil. Ao longo de um ano de investigação, que contou com a colaboração da empresa proprietária do site, foram filtradas cerca de 3.500 denúncias que acabaram levando até os alvos da ação de hoje.
Nas buscas os policiais irão acessar os computadores dos suspeitos para confirmar a existência de imagens de pornografia infantil. Caso o material seja encontrado, os responsáveis serão presos em flagrante. Esta é a primeira grande operação após a publicação da lei 11.829, que alterou o Estatuto da Criança e do Adolescente e tornou crime a posse de material pornográfico infantil.
A operação é uma das ações que marcam o Dia Nacional de Luta contra o Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A data foi instituída pela Lei Federal nº 9970/00 e lembra um crime bárbaro que chocou todo o país e ficou conhecido como o “Crime Araceli”, ocorrido em 1973, em Vitória.

Entrevista coletiva
Os coordenadores da Operação Turko, juntamente com o senador Magno Malta, presidente da CPI da Pedofilia, e o Procurador da República Sérgio Suiama participam de uma entrevista coletiva no Edifício-Sede da Polícia Federal (Setor de Autarquias Sul, quadra 6, Lote 9/10) às 14 horas.

Confira os estados onde acontece a operação
Alagoas - Amapá - Amazonas - Ceará - Distrito Federal - Espírito Santo - Goiás - Mato Grosso - Mato Grosso do Sul - Minas Gerais - Pará - Paraíba - Paraná - Pernambuco - Rio de Janeiro - Rio Grande do Norte - Rio Grande do Sul - Rondônia - Santa Catarina - São Paulo - Sergipe

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Estadão e Paraíba1
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A Polícia Federal deu início na manhã desta segunda-feira, 18, à Operação Turko, com o objetivo de combater a pornografia infantil pela internet. A operação é feita no Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, quando vários eventos chamam a atenção ao combate à pedofilia.
A operação é feita em vários Estados, entre eles Paraíba, São Paulo, Rio de Janeiro e em Brasília. Ainda não foram divulgados os números de mandados de prisão e de busca e apreensão, de acordo com a Polícia Federal.
Cerca de 400 policiais cumprem 92 mandados de busca e apreensão em 20 estados e no Distrito Federal, entre eles a Paraíba. As ações na Paraíba se concentram especificamente em Campina Grande, mas ainda não há informações mais detalhadas sobre prisões ou mandados de busca e apreensão.
A investigação, coordenada pela Divisão de Direitos Humanos e pela Unidade de Repressão a Crimes Cibernéticos da PF é resultado de informações repassadas pela Comissão Parlamentar de Inquérito da Pedofilia no Senado Federal, em parceria com a ONG Safernet e com o Ministério Público Federal de São Paulo.
Foi apurado que os investigados usavam comunidades em um site de relacionamentos para troca de material de pornografia infantil. Ao longo de um ano de investigação, que contou com a colaboração da empresa proprietária do site, foram filtradas cerca de 3.500 denúncias que acabaram levando até os alvos da ação de hoje.
Nas buscas os policiais irão acessar os computadores dos suspeitos para confirmar a existência de imagens de pornografia infantil. Caso o material seja encontrado, os responsáveis serão presos em flagrante. Esta é a primeira grande operação após a publicação da lei 11.829, que alterou o Estatuto da Criança e do Adolescente e tornou crime a posse de material pornográfico infantil.
A operação é uma das ações que marcam o Dia Nacional de Luta contra o Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A data foi instituída pela Lei Federal nº 9970/00 e lembra um crime bárbaro que chocou todo o país e ficou conhecido como o “Crime Araceli”, ocorrido em 1973, em Vitória.

Entrevista coletiva
Os coordenadores da Operação Turko, juntamente com o senador Magno Malta, presidente da CPI da Pedofilia, e o Procurador da República Sérgio Suiama participam de uma entrevista coletiva no Edifício-Sede da Polícia Federal (Setor de Autarquias Sul, quadra 6, Lote 9/10) às 14 horas.

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A Polícia Federal deu início na manhã desta segunda-feira, 18, à Operação Turko, com o objetivo de combater a pornografia infantil pela internet. A operação é feita no Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, quando vários eventos chamam a atenção ao combate à pedofilia.
A operação é feita em vários Estados, entre eles Paraíba, São Paulo, Rio de Janeiro e em Brasília. Ainda não foram divulgados os números de mandados de prisão e de busca e apreensão, de acordo com a Polícia Federal.
Cerca de 400 policiais cumprem 92 mandados de busca e apreensão em 20 estados e no Distrito Federal, entre eles a Paraíba. As ações na Paraíba se concentram especificamente em Campina Grande, mas ainda não há informações mais detalhadas sobre prisões ou mandados de busca e apreensão.
A investigação, coordenada pela Divisão de Direitos Humanos e pela Unidade de Repressão a Crimes Cibernéticos da PF é resultado de informações repassadas pela Comissão Parlamentar de Inquérito da Pedofilia no Senado Federal, em parceria com a ONG Safernet e com o Ministério Público Federal de São Paulo.
Foi apurado que os investigados usavam comunidades em um site de relacionamentos para troca de material de pornografia infantil. Ao longo de um ano de investigação, que contou com a colaboração da empresa proprietária do site, foram filtradas cerca de 3.500 denúncias que acabaram levando até os alvos da ação de hoje.
Nas buscas os policiais irão acessar os computadores dos suspeitos para confirmar a existência de imagens de pornografia infantil. Caso o material seja encontrado, os responsáveis serão presos em flagrante. Esta é a primeira grande operação após a publicação da lei 11.829, que alterou o Estatuto da Criança e do Adolescente e tornou crime a posse de material pornográfico infantil.
A operação é uma das ações que marcam o Dia Nacional de Luta contra o Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A data foi instituída pela Lei Federal nº 9970/00 e lembra um crime bárbaro que chocou todo o país e ficou conhecido como o “Crime Araceli”, ocorrido em 1973, em Vitória.

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Os coordenadores da Operação Turko, juntamente com o senador Magno Malta, presidente da CPI da Pedofilia, e o Procurador da República Sérgio Suiama participam de uma entrevista coletiva no Edifício-Sede da Polícia Federal (Setor de Autarquias Sul, quadra 6, Lote 9/10) às 14 horas.

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A operação é feita em vários Estados, entre eles Paraíba, São Paulo, Rio de Janeiro e em Brasília. Ainda não foram divulgados os números de mandados de prisão e de busca e apreensão, de acordo com a Polícia Federal.
Cerca de 400 policiais cumprem 92 mandados de busca e apreensão em 20 estados e no Distrito Federal, entre eles a Paraíba. As ações na Paraíba se concentram especificamente em Campina Grande, mas ainda não há informações mais detalhadas sobre prisões ou mandados de busca e apreensão.
A investigação, coordenada pela Divisão de Direitos Humanos e pela Unidade de Repressão a Crimes Cibernéticos da PF é resultado de informações repassadas pela Comissão Parlamentar de Inquérito da Pedofilia no Senado Federal, em parceria com a ONG Safernet e com o Ministério Público Federal de São Paulo.
Foi apurado que os investigados usavam comunidades em um site de relacionamentos para troca de material de pornografia infantil. Ao longo de um ano de investigação, que contou com a colaboração da empresa proprietária do site, foram filtradas cerca de 3.500 denúncias que acabaram levando até os alvos da ação de hoje.
Nas buscas os policiais irão acessar os computadores dos suspeitos para confirmar a existência de imagens de pornografia infantil. Caso o material seja encontrado, os responsáveis serão presos em flagrante. Esta é a primeira grande operação após a publicação da lei 11.829, que alterou o Estatuto da Criança e do Adolescente e tornou crime a posse de material pornográfico infantil.
A operação é uma das ações que marcam o Dia Nacional de Luta contra o Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A data foi instituída pela Lei Federal nº 9970/00 e lembra um crime bárbaro que chocou todo o país e ficou conhecido como o “Crime Araceli”, ocorrido em 1973, em Vitória.

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Os coordenadores da Operação Turko, juntamente com o senador Magno Malta, presidente da CPI da Pedofilia, e o Procurador da República Sérgio Suiama participam de uma entrevista coletiva no Edifício-Sede da Polícia Federal (Setor de Autarquias Sul, quadra 6, Lote 9/10) às 14 horas.

Confira os estados onde acontece a operação
Alagoas - Amapá - Amazonas - Ceará - Distrito Federal - Espírito Santo - Goiás - Mato Grosso - Mato Grosso do Sul - Minas Gerais - Pará - Paraíba - Paraná - Pernambuco - Rio de Janeiro - Rio Grande do Norte - Rio Grande do Sul - Rondônia - Santa Catarina - São Paulo - Sergipe

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Palmas – Acontece nesta segunda-feira, 18, às 14h30, no auditório da Unitins – Fundação Universidade do Tocantins, em Palmas, a solenidade de assinatura do Termo de Parceria entre os órgãos estaduais integrantes da Política de Atendimento à Criança e o Adolescente, conforme prevê o sistema de Garantia dos Direitos, para apoiar as ações da Escola de Conselhos. Na ocasião também será assinado o Termo de Cooperação Técnica entre Unitins e ATCT – Associação Tocantinense de Conselheiros Tutelares.

O projeto para a implantação da Escola de Conselhos de Direitos do Estado do Tocantins, apresentado pela Pró-Reitoria de Extensão e Pós-Graduação em parceria com o curso de Serviço Social, foi aprovado com a Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República, com um orçamento de R$ 220 mil.
O objetivo é constituir um núcleo de formação permanente e continuada de Conselheiros de Direitos visando capacitar os conselheiros municipais e estaduais de direitos da criança e do adolescente, contribuindo com o fortalecimento da política de direitos humanos no Estado do Tocantins. O projeto tem o apoio do Conanda – Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, e deverá contar ainda com a parceria da ATCT – Associação Tocantinense de Conselheiros Tutelares.

São parceiros também o Governo do Estado e a Secretaria de Cidadania e Justiça, Secretaria do Planejamento, Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente e Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente Glória de Ivone.

A universidade vai ser o agente formador desses conselheiros, disponibilizando a utilização das salas, das tecnologias que a Unitins tem potencializado, dos ambientes virtuais e de professores. O projeto é coordenado pela professora Suely Quixabeira, coordenadora do curso de Serviço Social da Unitins.

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Palmas – Acontece nesta segunda-feira, 18, às 14h30, no auditório da Unitins – Fundação Universidade do Tocantins, em Palmas, a solenidade de assinatura do Termo de Parceria entre os órgãos estaduais integrantes da Política de Atendimento à Criança e o Adolescente, conforme prevê o sistema de Garantia dos Direitos, para apoiar as ações da Escola de Conselhos. Na ocasião também será assinado o Termo de Cooperação Técnica entre Unitins e ATCT – Associação Tocantinense de Conselheiros Tutelares.

O projeto para a implantação da Escola de Conselhos de Direitos do Estado do Tocantins, apresentado pela Pró-Reitoria de Extensão e Pós-Graduação em parceria com o curso de Serviço Social, foi aprovado com a Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República, com um orçamento de R$ 220 mil.
O objetivo é constituir um núcleo de formação permanente e continuada de Conselheiros de Direitos visando capacitar os conselheiros municipais e estaduais de direitos da criança e do adolescente, contribuindo com o fortalecimento da política de direitos humanos no Estado do Tocantins. O projeto tem o apoio do Conanda – Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, e deverá contar ainda com a parceria da ATCT – Associação Tocantinense de Conselheiros Tutelares.

São parceiros também o Governo do Estado e a Secretaria de Cidadania e Justiça, Secretaria do Planejamento, Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente e Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente Glória de Ivone.

A universidade vai ser o agente formador desses conselheiros, disponibilizando a utilização das salas, das tecnologias que a Unitins tem potencializado, dos ambientes virtuais e de professores. O projeto é coordenado pela professora Suely Quixabeira, coordenadora do curso de Serviço Social da Unitins.

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O projeto para a implantação da Escola de Conselhos de Direitos do Estado do Tocantins, apresentado pela Pró-Reitoria de Extensão e Pós-Graduação em parceria com o curso de Serviço Social, foi aprovado com a Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República, com um orçamento de R$ 220 mil.
O objetivo é constituir um núcleo de formação permanente e continuada de Conselheiros de Direitos visando capacitar os conselheiros municipais e estaduais de direitos da criança e do adolescente, contribuindo com o fortalecimento da política de direitos humanos no Estado do Tocantins. O projeto tem o apoio do Conanda – Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, e deverá contar ainda com a parceria da ATCT – Associação Tocantinense de Conselheiros Tutelares.

São parceiros também o Governo do Estado e a Secretaria de Cidadania e Justiça, Secretaria do Planejamento, Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente e Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente Glória de Ivone.

A universidade vai ser o agente formador desses conselheiros, disponibilizando a utilização das salas, das tecnologias que a Unitins tem potencializado, dos ambientes virtuais e de professores. O projeto é coordenado pela professora Suely Quixabeira, coordenadora do curso de Serviço Social da Unitins.

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Palmas – Acontece nesta segunda-feira, 18, às 14h30, no auditório da Unitins – Fundação Universidade do Tocantins, em Palmas, a solenidade de assinatura do Termo de Parceria entre os órgãos estaduais integrantes da Política de Atendimento à Criança e o Adolescente, conforme prevê o sistema de Garantia dos Direitos, para apoiar as ações da Escola de Conselhos. Na ocasião também será assinado o Termo de Cooperação Técnica entre Unitins e ATCT – Associação Tocantinense de Conselheiros Tutelares.

O projeto para a implantação da Escola de Conselhos de Direitos do Estado do Tocantins, apresentado pela Pró-Reitoria de Extensão e Pós-Graduação em parceria com o curso de Serviço Social, foi aprovado com a Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República, com um orçamento de R$ 220 mil.
O objetivo é constituir um núcleo de formação permanente e continuada de Conselheiros de Direitos visando capacitar os conselheiros municipais e estaduais de direitos da criança e do adolescente, contribuindo com o fortalecimento da política de direitos humanos no Estado do Tocantins. O projeto tem o apoio do Conanda – Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, e deverá contar ainda com a parceria da ATCT – Associação Tocantinense de Conselheiros Tutelares.

São parceiros também o Governo do Estado e a Secretaria de Cidadania e Justiça, Secretaria do Planejamento, Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente e Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente Glória de Ivone.

A universidade vai ser o agente formador desses conselheiros, disponibilizando a utilização das salas, das tecnologias que a Unitins tem potencializado, dos ambientes virtuais e de professores. O projeto é coordenado pela professora Suely Quixabeira, coordenadora do curso de Serviço Social da Unitins.

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A Comissão Intersetorial de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes promoverá nesta segunda-feira atividades em todo o país para alertar a sociedade contra Por Redação, com ABr - de Brasília. As ações farão parte do Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que tem como objetivo sensibilizar e mobilizar população, governos e mídia para esse problema. Como parte das atividades, as entidades governamentais e não governamentais que integram a comissão iniciam campanha de esclarecimento que terá como slogan “Negociar Sexo com Crianças e Adolescentes é Crime. Denuncie”. O coordenador de campanhas da Childhood Brasil (Instituto WCF Brasil), Itamar Gonçalves, afirmou, em entrevista à Rádio Nacional, que a campanha deste ano se concentrará nos abusos praticados contra menores nas rodovias brasileiras.
– Este ano, com muita intensidade, nós queremos destacar que há essa situação de exploração de adolescentes e de crianças nas estradas brasileiras, em espaços privados. Nós queremos dar visibilidade para essa situação de violência e dizer que isso é crime, que está previsto no Código Penal e no Estatuto da Criança e do Adolescente – disse o coordenador da WCF Brasil, entidade que integra a comissão intersetorial.
Em todo o país estão previstas atividades como distribuição de panfletos em hotéis, táxis e locais turísticos. Em Recife, Fortaleza, Salvador, Belém, Belo Horizonte e Porto Alegre será exibido o filme Cinderelas, Lobos e Príncipes, que mostra a realidade de milhares de crianças e adolescentes submetidos à exploração sexual.
Levantamento realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome mostra que as regiões Sul e Sudeste contam com uma estrutura melhor de atendimentos às crianças vítimas da pedofilia. Dos 2,4 mil abrigos existentes no país para acolher essas crianças, 1.360 estão no Sul e Sudeste.

Por Redação, com ABr - de Brasília


Jornal Correio do Brasil
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A Comissão Intersetorial de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes promoverá nesta segunda-feira atividades em todo o país para alertar a sociedade contra Por Redação, com ABr - de Brasília. As ações farão parte do Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que tem como objetivo sensibilizar e mobilizar população, governos e mídia para esse problema. Como parte das atividades, as entidades governamentais e não governamentais que integram a comissão iniciam campanha de esclarecimento que terá como slogan “Negociar Sexo com Crianças e Adolescentes é Crime. Denuncie”. O coordenador de campanhas da Childhood Brasil (Instituto WCF Brasil), Itamar Gonçalves, afirmou, em entrevista à Rádio Nacional, que a campanha deste ano se concentrará nos abusos praticados contra menores nas rodovias brasileiras.
– Este ano, com muita intensidade, nós queremos destacar que há essa situação de exploração de adolescentes e de crianças nas estradas brasileiras, em espaços privados. Nós queremos dar visibilidade para essa situação de violência e dizer que isso é crime, que está previsto no Código Penal e no Estatuto da Criança e do Adolescente – disse o coordenador da WCF Brasil, entidade que integra a comissão intersetorial.
Em todo o país estão previstas atividades como distribuição de panfletos em hotéis, táxis e locais turísticos. Em Recife, Fortaleza, Salvador, Belém, Belo Horizonte e Porto Alegre será exibido o filme Cinderelas, Lobos e Príncipes, que mostra a realidade de milhares de crianças e adolescentes submetidos à exploração sexual.
Levantamento realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome mostra que as regiões Sul e Sudeste contam com uma estrutura melhor de atendimentos às crianças vítimas da pedofilia. Dos 2,4 mil abrigos existentes no país para acolher essas crianças, 1.360 estão no Sul e Sudeste.

Por Redação, com ABr - de Brasília


Jornal Correio do Brasil
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A Comissão Intersetorial de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes promoverá nesta segunda-feira atividades em todo o país para alertar a sociedade contra Por Redação, com ABr - de Brasília. As ações farão parte do Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que tem como objetivo sensibilizar e mobilizar população, governos e mídia para esse problema. Como parte das atividades, as entidades governamentais e não governamentais que integram a comissão iniciam campanha de esclarecimento que terá como slogan “Negociar Sexo com Crianças e Adolescentes é Crime. Denuncie”. O coordenador de campanhas da Childhood Brasil (Instituto WCF Brasil), Itamar Gonçalves, afirmou, em entrevista à Rádio Nacional, que a campanha deste ano se concentrará nos abusos praticados contra menores nas rodovias brasileiras.
– Este ano, com muita intensidade, nós queremos destacar que há essa situação de exploração de adolescentes e de crianças nas estradas brasileiras, em espaços privados. Nós queremos dar visibilidade para essa situação de violência e dizer que isso é crime, que está previsto no Código Penal e no Estatuto da Criança e do Adolescente – disse o coordenador da WCF Brasil, entidade que integra a comissão intersetorial.
Em todo o país estão previstas atividades como distribuição de panfletos em hotéis, táxis e locais turísticos. Em Recife, Fortaleza, Salvador, Belém, Belo Horizonte e Porto Alegre será exibido o filme Cinderelas, Lobos e Príncipes, que mostra a realidade de milhares de crianças e adolescentes submetidos à exploração sexual.
Levantamento realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome mostra que as regiões Sul e Sudeste contam com uma estrutura melhor de atendimentos às crianças vítimas da pedofilia. Dos 2,4 mil abrigos existentes no país para acolher essas crianças, 1.360 estão no Sul e Sudeste.

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A Comissão Intersetorial de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes promoverá nesta segunda-feira atividades em todo o país para alertar a sociedade contra Por Redação, com ABr - de Brasília. As ações farão parte do Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que tem como objetivo sensibilizar e mobilizar população, governos e mídia para esse problema. Como parte das atividades, as entidades governamentais e não governamentais que integram a comissão iniciam campanha de esclarecimento que terá como slogan “Negociar Sexo com Crianças e Adolescentes é Crime. Denuncie”. O coordenador de campanhas da Childhood Brasil (Instituto WCF Brasil), Itamar Gonçalves, afirmou, em entrevista à Rádio Nacional, que a campanha deste ano se concentrará nos abusos praticados contra menores nas rodovias brasileiras.
– Este ano, com muita intensidade, nós queremos destacar que há essa situação de exploração de adolescentes e de crianças nas estradas brasileiras, em espaços privados. Nós queremos dar visibilidade para essa situação de violência e dizer que isso é crime, que está previsto no Código Penal e no Estatuto da Criança e do Adolescente – disse o coordenador da WCF Brasil, entidade que integra a comissão intersetorial.
Em todo o país estão previstas atividades como distribuição de panfletos em hotéis, táxis e locais turísticos. Em Recife, Fortaleza, Salvador, Belém, Belo Horizonte e Porto Alegre será exibido o filme Cinderelas, Lobos e Príncipes, que mostra a realidade de milhares de crianças e adolescentes submetidos à exploração sexual.
Levantamento realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome mostra que as regiões Sul e Sudeste contam com uma estrutura melhor de atendimentos às crianças vítimas da pedofilia. Dos 2,4 mil abrigos existentes no país para acolher essas crianças, 1.360 estão no Sul e Sudeste.

Por Redação, com ABr - de Brasília


Jornal Correio do Brasil
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A Comissão Intersetorial de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes promoverá nesta segunda-feira atividades em todo o país para alertar a sociedade contra Por Redação, com ABr - de Brasília. As ações farão parte do Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que tem como objetivo sensibilizar e mobilizar população, governos e mídia para esse problema. Como parte das atividades, as entidades governamentais e não governamentais que integram a comissão iniciam campanha de esclarecimento que terá como slogan “Negociar Sexo com Crianças e Adolescentes é Crime. Denuncie”. O coordenador de campanhas da Childhood Brasil (Instituto WCF Brasil), Itamar Gonçalves, afirmou, em entrevista à Rádio Nacional, que a campanha deste ano se concentrará nos abusos praticados contra menores nas rodovias brasileiras.
– Este ano, com muita intensidade, nós queremos destacar que há essa situação de exploração de adolescentes e de crianças nas estradas brasileiras, em espaços privados. Nós queremos dar visibilidade para essa situação de violência e dizer que isso é crime, que está previsto no Código Penal e no Estatuto da Criança e do Adolescente – disse o coordenador da WCF Brasil, entidade que integra a comissão intersetorial.
Em todo o país estão previstas atividades como distribuição de panfletos em hotéis, táxis e locais turísticos. Em Recife, Fortaleza, Salvador, Belém, Belo Horizonte e Porto Alegre será exibido o filme Cinderelas, Lobos e Príncipes, que mostra a realidade de milhares de crianças e adolescentes submetidos à exploração sexual.
Levantamento realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome mostra que as regiões Sul e Sudeste contam com uma estrutura melhor de atendimentos às crianças vítimas da pedofilia. Dos 2,4 mil abrigos existentes no país para acolher essas crianças, 1.360 estão no Sul e Sudeste.

Por Redação, com ABr - de Brasília


Jornal Correio do Brasil
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Em 2009 o Disque Denúncia já recebeu 464 denúncias; o caso de maior repercussão foi o da menina de Alagoinha
Nesta segunda-feira (18) é comemorado o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes. Para lembrar a data, policiais civis da Gerência de Polícia da Criança e Adolescente (GPCA) realizarão, a partir das 7h30, uma panfletagem na Praça do Derby, no Recife. A ação será voltada para sensibilizar a população sobre a importância de denunciar os crimes sexuais praticados contra menores.
De acordo com a GPCA, os policiais entregarão materiais informativos contendo orientações sobre os locais e as maneiras de denunciar um ato criminoso. Na ocasião, os policiais também esclarecerão dúvidas da população sobre o tema, estimulando denúncias dos abusos sexuais.
De acordo com o Disque Denúncia, até 14 de maio de 2009, foram recebidas 464 denúncias de abuso sexual contra a criança e adolescente. Em 2008, foram 505 denúncias ligações denunciando esse tipo de violência. Naquele ano, 37% dos agressores tinham parentesco com a vítima e 78% das crianças e adolescentes que sofriam abuso eram meninas.
O caso de maior repercussão na opinião pública em 2009 foi o da menina de Alagoinha (foto), 9 anos, estuprada pelo padrasto.

Da Redação do pe360graus.com

MAS, NÓS QUEREMOS SABER: E O CASO DE ARAPIRINA?

Seis meninas, com idades entre 6 e 9 anos, relataram às mães terem sofrido abuso sexual na cidade de Araripina (PE), a 684 km de Recife, por pelo menos um ano. O acusado foi Jaílson Alves Bezerra, 38 anos, apicultor e ex-motorista do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil em Araripina,marido da dona da escola onde as meninas estudavam
De acordo com a Delegacia que acompanha o caso, Lívia Pires, os crimes aconteciam na casa do acusado.Ele está com a prisão decretada, mas, segundo as autoridades locais, encontra-se foragido.Contudo, nós recebemos várias denúncias de que o criminoso está abrigado em casa de parentes ( veja os depoimentos abaixo)


Anônimo disse...
Em Arapina também foi preso um conselheiro tutelar que abusou de uma menina de anos, agora vem mais este caso profano e meu Deus crianças, escolas,filha, sobrinhas que jogo sujo. Araripianos tomem uma providência e rápido,no caminho que vai Araripina não vai ser a terra da Moleca sem vergonha, mais sim dos homens sem vergonha. Tá na hora da polícia acordar...
28 de Abril de 2009 20:20
Anônimo disse...
Esse caso esta tendo uma grande repercussão, por isso acredita-se que será feito justiça, precisamos é perder o medo e denunciar, so assim conseguiremos combater a pedofia, está no ECA, devemos denunciar mesmo quando há suspeitas e nesse caso parece que o sujeito foi longe mesmo.
28 de Abril de 2009 20:38



Anônimo disse...
´´E importante denunciar esse tipo de crime so assim conseguiremos vencer e dar um basta nesses agressores, parabéns,segurem firmes na mão de Deus porque como educadoras, mães e pessoasda comunidade fizeram a coisa certa. Deus as iluminem. Ãnimo Deus é mais.
28 de Abril de 2009 23:11

FAÇAM A COISA CERTA NÃO DEIXEM ESSE ABUSO SEXUAL CAIR NO ESQUECIMENTO, PARA NÃO DAR OUSADIA A OUTROS PILANTRAS,PRENDAM QUEM TIVER QUE PRENDEREM E INDICIEM COMO CÚMPLICE QUEM REALMENTE É, POIS O QUE TEM DE "GENTINHA" DANDO COBERTURA A ESSE BANDIDO NÃO ESTÁ NO GIBI.
30 de Abril de 2009 00:35

O abuso das crianças do sertão do araripe é uma vergonha nacional, mas a vergonha maior é para Araripina, onde está o conselho tutelar? E o prefeito? E a polícia? E os Araripianos estão dormindo porque? Chega gente dê um basta nessa situação, é obrigação da polícia, investigar e correr atrás desse bandido, a esposa dele sabe onde ele está, pois foi ela mesma que levou as roupas dele, para ele fugir...
1 de Maio de 2009 19:12

Anônimo disse...
Fico surpreso com esses fatos embora eles já estejam virando uma moda, ainda que maldita, é preciso combater. Quem colocar os olhos nesse sujeito não se torne cúmplice denuncie. pois o que ele fez com várias crianças inclusive com a própria filha terá efeitos negativos amanhã, sem contar que ele pode abusar da minha filha e da sua também.Denuncie
1 de Maio de 2009 22:50
Anônimo disse...
Queremos justiça e não podemos mais fingir que não estamos vendo as coisas acontecerem, Nascente não pode ficar imóvel, digam não a pedófilia, digam não a esse bandido que dilacerou a vida de tantas pessoas, sejam solidários e denunciem qualquer informação a respeito desse sujeito.
2 de Maio de 2009 08:00


Geanilde disse...
Maria Célia e Carmem
Fico feliz que existam pessoas como vocês solidáios a nossa causa, sou mãe de uma dessas garotas, e além de lutar pelas nossas filhas precisamos lutar por outras que foram vítimas do mesmo agressor, porém os pais são fracos (covardes o suficiente) para não denuncia-lo pois usam a desculpa de não expor suas filhas, quando na verdade eles querem mesmo é não expor a proprietária da escola e não querem perder o quebra galho (bico) que fazem por lá, e infelismente acabam se tornando cúmplice de um bandido inescrupuloso que não teve consideração a ninguém , e assim na suaq santa ignorância esses pais estão privando suas filhas de terem um tratamento psicológico que mnimisaria o impacto desse acontecimento na vida delas para o futuro. O meu muitíssimo obrigado a Deus por vocês estarem nessa luta. Deus há de recompensá-las e há de ser feito justiça. Obrigada. Geanilde.
2 de Maio de 2009 08:11

Anônimo disse...
Nascente está virando palco de filmes de terror, onde ja se viu, crianças serem abusadas pelo próprio dono da escola onde estudavam e as autoridades não tomam nenhuma providência, o que estão esperando, a polícia de Araripina é mais lenta do que em qualquer lugar ppois um caso desses, já era pra ter sido resolvido, mas enquanto eles dormem os " os inocentes" tem seus encontros furtivos na c alada da noite e a esposinha, coitadinha, inocentinha,burriiiiiiiiiiiinha, precisa viajar constantemente para espairecer. Oh, céus ate quando? até quando???????????????????
2 de Maio de 2009 19:46

Anônimo disse...
Hoje fiquei sabendo que a esposinha, inocentinha, coitadinha está tão triste que necessita está em contato com o bandido inocentinho, depois de tê-lo escondido na casa de familiares. E a polícia? A polícia não está nem aí? Se estivesse ele também estaria atrás das grades. Fazer o que a polícia é cega, surda e burra...
3 de Maio de 2009 19:03

Anônimo disse...
DENUNCIAR EIS A QUESTÃO: MAS DO QUE ADIANTA? AS MÃES FORAM LÁ E DENUNCIARAM O ABUSO DAS FILHAS, PORÉM A POLÍCIA SE PREOCUPA MAIS EM COAGI-LAS DO QUE EM CAPTURAR O BANDIDO. o QUE ESTÁ ACONTECENDO PORQUE ALGUNS POLICIAIS DA CIVIL ESTÃO QUERENDO INVERTER O JOGO PRECIONANDO AS MÃES, qUE INTERESSES ROLAM POR BAIXO DOS PANOS. sERÁ GRAMA VERDINHA? COM CERTEZA.
3 de Maio de 2009 21:40

Anônimo disse...
Hoje foi que percebi esse espaço e fico feliz, porque vejo a luta desenreada das mães tentando, buscando, implorando,para que haja justiça a suas filhas e assisto ao descaso da polícia intrigado, quem já se vil tanta frieza da polícia num caso desses? É amigo isso é Araripina. Como já disseram antes essa é uma terra sem lei. E agora constatamos isso infelismente.
3 de Maio de 2009 21:54

Anônimo disse...
Em araripina acada dia surge um abuso sexual praticado por pessoas fora de suspeita, no entanto parece que estamos de mãos atadas,pois nada conseguimos fazer, pois infelismente a sociedade se comove diante do caso mas na hora da ação os pais ficam sosinhos e a pr´ppria polícia não tem feito bem a sua parte.
4 de Maio de 2009 19:21

Anônimo disse...
Precisamos mudar o rumo dos acontecimentos em Araripina, tá na hora de dá um basta nessa situação ridícula que já foi longe demais, cheeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeega! Prendam esse bandido.
4 de Maio de 2009 20:05

Anônimo disse...
mais um dia chega próximo ao seu final e alguns integrantes da polícia sabem onde o Jailson se encontra, porém estão protegendo-o. estranho não era o outro lado que devia sentir essa proteção?
5 de Maio de 2009 22:42

Anônimo disse...
Gostaria de ver a justiça sendo feita em casos como esse, essas crianças sofreram uma pressão psicológica muito grande e o indivíduo continua sorrindo por aí com se nada tivesse acontecido, é lamentável, mas a nossa esperança é o que nos mantém de pé, porque acreditamos que ainda existem pessoas comprometidas e que não se corromperá diante do dinheiro e dos bens materiais.
07 de maio de 2009

Anônimo disse...
A esperança vai sendo minada aos poucos e aí so nos resta a fé em Deus, que tem um, tempo pra tudo, pois a justiça humana é muito falha. Que pena alguns policiais se deixam corromper por tão pouco e o sentido da farda que vestem já se perdeu em meio a deslealdade e impunidade mas quem sabe de repente alguém se manifesta e um lapso de bom senso e justiça venha a fazer a diferença... Vamos aguardar, tem outro jeito?
12 de Maio de 2009 19:59

Anônimo disse...
Ser paciente eis a questão, enquanto somos passivos os bandidos escarnecem de nós... Jailson está escondido no terreno do patr~ao dele e a polícia não faz nada? Até quando teremos que esperar? que lei é essa que oprime inocentes e protege bandidos?
17 de Maio de 2009 18:48
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Em 2009 o Disque Denúncia já recebeu 464 denúncias; o caso de maior repercussão foi o da menina de Alagoinha
Nesta segunda-feira (18) é comemorado o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes. Para lembrar a data, policiais civis da Gerência de Polícia da Criança e Adolescente (GPCA) realizarão, a partir das 7h30, uma panfletagem na Praça do Derby, no Recife. A ação será voltada para sensibilizar a população sobre a importância de denunciar os crimes sexuais praticados contra menores.
De acordo com a GPCA, os policiais entregarão materiais informativos contendo orientações sobre os locais e as maneiras de denunciar um ato criminoso. Na ocasião, os policiais também esclarecerão dúvidas da população sobre o tema, estimulando denúncias dos abusos sexuais.
De acordo com o Disque Denúncia, até 14 de maio de 2009, foram recebidas 464 denúncias de abuso sexual contra a criança e adolescente. Em 2008, foram 505 denúncias ligações denunciando esse tipo de violência. Naquele ano, 37% dos agressores tinham parentesco com a vítima e 78% das crianças e adolescentes que sofriam abuso eram meninas.
O caso de maior repercussão na opinião pública em 2009 foi o da menina de Alagoinha (foto), 9 anos, estuprada pelo padrasto.

Da Redação do pe360graus.com

MAS, NÓS QUEREMOS SABER: E O CASO DE ARAPIRINA?

Seis meninas, com idades entre 6 e 9 anos, relataram às mães terem sofrido abuso sexual na cidade de Araripina (PE), a 684 km de Recife, por pelo menos um ano. O acusado foi Jaílson Alves Bezerra, 38 anos, apicultor e ex-motorista do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil em Araripina,marido da dona da escola onde as meninas estudavam
De acordo com a Delegacia que acompanha o caso, Lívia Pires, os crimes aconteciam na casa do acusado.Ele está com a prisão decretada, mas, segundo as autoridades locais, encontra-se foragido.Contudo, nós recebemos várias denúncias de que o criminoso está abrigado em casa de parentes ( veja os depoimentos abaixo)


Anônimo disse...
Em Arapina também foi preso um conselheiro tutelar que abusou de uma menina de anos, agora vem mais este caso profano e meu Deus crianças, escolas,filha, sobrinhas que jogo sujo. Araripianos tomem uma providência e rápido,no caminho que vai Araripina não vai ser a terra da Moleca sem vergonha, mais sim dos homens sem vergonha. Tá na hora da polícia acordar...
28 de Abril de 2009 20:20
Anônimo disse...
Esse caso esta tendo uma grande repercussão, por isso acredita-se que será feito justiça, precisamos é perder o medo e denunciar, so assim conseguiremos combater a pedofia, está no ECA, devemos denunciar mesmo quando há suspeitas e nesse caso parece que o sujeito foi longe mesmo.
28 de Abril de 2009 20:38



Anônimo disse...
´´E importante denunciar esse tipo de crime so assim conseguiremos vencer e dar um basta nesses agressores, parabéns,segurem firmes na mão de Deus porque como educadoras, mães e pessoasda comunidade fizeram a coisa certa. Deus as iluminem. Ãnimo Deus é mais.
28 de Abril de 2009 23:11

FAÇAM A COISA CERTA NÃO DEIXEM ESSE ABUSO SEXUAL CAIR NO ESQUECIMENTO, PARA NÃO DAR OUSADIA A OUTROS PILANTRAS,PRENDAM QUEM TIVER QUE PRENDEREM E INDICIEM COMO CÚMPLICE QUEM REALMENTE É, POIS O QUE TEM DE "GENTINHA" DANDO COBERTURA A ESSE BANDIDO NÃO ESTÁ NO GIBI.
30 de Abril de 2009 00:35

O abuso das crianças do sertão do araripe é uma vergonha nacional, mas a vergonha maior é para Araripina, onde está o conselho tutelar? E o prefeito? E a polícia? E os Araripianos estão dormindo porque? Chega gente dê um basta nessa situação, é obrigação da polícia, investigar e correr atrás desse bandido, a esposa dele sabe onde ele está, pois foi ela mesma que levou as roupas dele, para ele fugir...
1 de Maio de 2009 19:12

Anônimo disse...
Fico surpreso com esses fatos embora eles já estejam virando uma moda, ainda que maldita, é preciso combater. Quem colocar os olhos nesse sujeito não se torne cúmplice denuncie. pois o que ele fez com várias crianças inclusive com a própria filha terá efeitos negativos amanhã, sem contar que ele pode abusar da minha filha e da sua também.Denuncie
1 de Maio de 2009 22:50
Anônimo disse...
Queremos justiça e não podemos mais fingir que não estamos vendo as coisas acontecerem, Nascente não pode ficar imóvel, digam não a pedófilia, digam não a esse bandido que dilacerou a vida de tantas pessoas, sejam solidários e denunciem qualquer informação a respeito desse sujeito.
2 de Maio de 2009 08:00


Geanilde disse...
Maria Célia e Carmem
Fico feliz que existam pessoas como vocês solidáios a nossa causa, sou mãe de uma dessas garotas, e além de lutar pelas nossas filhas precisamos lutar por outras que foram vítimas do mesmo agressor, porém os pais são fracos (covardes o suficiente) para não denuncia-lo pois usam a desculpa de não expor suas filhas, quando na verdade eles querem mesmo é não expor a proprietária da escola e não querem perder o quebra galho (bico) que fazem por lá, e infelismente acabam se tornando cúmplice de um bandido inescrupuloso que não teve consideração a ninguém , e assim na suaq santa ignorância esses pais estão privando suas filhas de terem um tratamento psicológico que mnimisaria o impacto desse acontecimento na vida delas para o futuro. O meu muitíssimo obrigado a Deus por vocês estarem nessa luta. Deus há de recompensá-las e há de ser feito justiça. Obrigada. Geanilde.
2 de Maio de 2009 08:11

Anônimo disse...
Nascente está virando palco de filmes de terror, onde ja se viu, crianças serem abusadas pelo próprio dono da escola onde estudavam e as autoridades não tomam nenhuma providência, o que estão esperando, a polícia de Araripina é mais lenta do que em qualquer lugar ppois um caso desses, já era pra ter sido resolvido, mas enquanto eles dormem os " os inocentes" tem seus encontros furtivos na c alada da noite e a esposinha, coitadinha, inocentinha,burriiiiiiiiiiiinha, precisa viajar constantemente para espairecer. Oh, céus ate quando? até quando???????????????????
2 de Maio de 2009 19:46

Anônimo disse...
Hoje fiquei sabendo que a esposinha, inocentinha, coitadinha está tão triste que necessita está em contato com o bandido inocentinho, depois de tê-lo escondido na casa de familiares. E a polícia? A polícia não está nem aí? Se estivesse ele também estaria atrás das grades. Fazer o que a polícia é cega, surda e burra...
3 de Maio de 2009 19:03

Anônimo disse...
DENUNCIAR EIS A QUESTÃO: MAS DO QUE ADIANTA? AS MÃES FORAM LÁ E DENUNCIARAM O ABUSO DAS FILHAS, PORÉM A POLÍCIA SE PREOCUPA MAIS EM COAGI-LAS DO QUE EM CAPTURAR O BANDIDO. o QUE ESTÁ ACONTECENDO PORQUE ALGUNS POLICIAIS DA CIVIL ESTÃO QUERENDO INVERTER O JOGO PRECIONANDO AS MÃES, qUE INTERESSES ROLAM POR BAIXO DOS PANOS. sERÁ GRAMA VERDINHA? COM CERTEZA.
3 de Maio de 2009 21:40

Anônimo disse...
Hoje foi que percebi esse espaço e fico feliz, porque vejo a luta desenreada das mães tentando, buscando, implorando,para que haja justiça a suas filhas e assisto ao descaso da polícia intrigado, quem já se vil tanta frieza da polícia num caso desses? É amigo isso é Araripina. Como já disseram antes essa é uma terra sem lei. E agora constatamos isso infelismente.
3 de Maio de 2009 21:54

Anônimo disse...
Em araripina acada dia surge um abuso sexual praticado por pessoas fora de suspeita, no entanto parece que estamos de mãos atadas,pois nada conseguimos fazer, pois infelismente a sociedade se comove diante do caso mas na hora da ação os pais ficam sosinhos e a pr´ppria polícia não tem feito bem a sua parte.
4 de Maio de 2009 19:21

Anônimo disse...
Precisamos mudar o rumo dos acontecimentos em Araripina, tá na hora de dá um basta nessa situação ridícula que já foi longe demais, cheeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeega! Prendam esse bandido.
4 de Maio de 2009 20:05

Anônimo disse...
mais um dia chega próximo ao seu final e alguns integrantes da polícia sabem onde o Jailson se encontra, porém estão protegendo-o. estranho não era o outro lado que devia sentir essa proteção?
5 de Maio de 2009 22:42

Anônimo disse...
Gostaria de ver a justiça sendo feita em casos como esse, essas crianças sofreram uma pressão psicológica muito grande e o indivíduo continua sorrindo por aí com se nada tivesse acontecido, é lamentável, mas a nossa esperança é o que nos mantém de pé, porque acreditamos que ainda existem pessoas comprometidas e que não se corromperá diante do dinheiro e dos bens materiais.
07 de maio de 2009

Anônimo disse...
A esperança vai sendo minada aos poucos e aí so nos resta a fé em Deus, que tem um, tempo pra tudo, pois a justiça humana é muito falha. Que pena alguns policiais se deixam corromper por tão pouco e o sentido da farda que vestem já se perdeu em meio a deslealdade e impunidade mas quem sabe de repente alguém se manifesta e um lapso de bom senso e justiça venha a fazer a diferença... Vamos aguardar, tem outro jeito?
12 de Maio de 2009 19:59

Anônimo disse...
Ser paciente eis a questão, enquanto somos passivos os bandidos escarnecem de nós... Jailson está escondido no terreno do patr~ao dele e a polícia não faz nada? Até quando teremos que esperar? que lei é essa que oprime inocentes e protege bandidos?
17 de Maio de 2009 18:48
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Em 2009 o Disque Denúncia já recebeu 464 denúncias; o caso de maior repercussão foi o da menina de Alagoinha
Nesta segunda-feira (18) é comemorado o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes. Para lembrar a data, policiais civis da Gerência de Polícia da Criança e Adolescente (GPCA) realizarão, a partir das 7h30, uma panfletagem na Praça do Derby, no Recife. A ação será voltada para sensibilizar a população sobre a importância de denunciar os crimes sexuais praticados contra menores.
De acordo com a GPCA, os policiais entregarão materiais informativos contendo orientações sobre os locais e as maneiras de denunciar um ato criminoso. Na ocasião, os policiais também esclarecerão dúvidas da população sobre o tema, estimulando denúncias dos abusos sexuais.
De acordo com o Disque Denúncia, até 14 de maio de 2009, foram recebidas 464 denúncias de abuso sexual contra a criança e adolescente. Em 2008, foram 505 denúncias ligações denunciando esse tipo de violência. Naquele ano, 37% dos agressores tinham parentesco com a vítima e 78% das crianças e adolescentes que sofriam abuso eram meninas.
O caso de maior repercussão na opinião pública em 2009 foi o da menina de Alagoinha (foto), 9 anos, estuprada pelo padrasto.

Da Redação do pe360graus.com

MAS, NÓS QUEREMOS SABER: E O CASO DE ARAPIRINA?

Seis meninas, com idades entre 6 e 9 anos, relataram às mães terem sofrido abuso sexual na cidade de Araripina (PE), a 684 km de Recife, por pelo menos um ano. O acusado foi Jaílson Alves Bezerra, 38 anos, apicultor e ex-motorista do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil em Araripina,marido da dona da escola onde as meninas estudavam
De acordo com a Delegacia que acompanha o caso, Lívia Pires, os crimes aconteciam na casa do acusado.Ele está com a prisão decretada, mas, segundo as autoridades locais, encontra-se foragido.Contudo, nós recebemos várias denúncias de que o criminoso está abrigado em casa de parentes ( veja os depoimentos abaixo)


Anônimo disse...
Em Arapina também foi preso um conselheiro tutelar que abusou de uma menina de anos, agora vem mais este caso profano e meu Deus crianças, escolas,filha, sobrinhas que jogo sujo. Araripianos tomem uma providência e rápido,no caminho que vai Araripina não vai ser a terra da Moleca sem vergonha, mais sim dos homens sem vergonha. Tá na hora da polícia acordar...
28 de Abril de 2009 20:20
Anônimo disse...
Esse caso esta tendo uma grande repercussão, por isso acredita-se que será feito justiça, precisamos é perder o medo e denunciar, so assim conseguiremos combater a pedofia, está no ECA, devemos denunciar mesmo quando há suspeitas e nesse caso parece que o sujeito foi longe mesmo.
28 de Abril de 2009 20:38



Anônimo disse...
´´E importante denunciar esse tipo de crime so assim conseguiremos vencer e dar um basta nesses agressores, parabéns,segurem firmes na mão de Deus porque como educadoras, mães e pessoasda comunidade fizeram a coisa certa. Deus as iluminem. Ãnimo Deus é mais.
28 de Abril de 2009 23:11

FAÇAM A COISA CERTA NÃO DEIXEM ESSE ABUSO SEXUAL CAIR NO ESQUECIMENTO, PARA NÃO DAR OUSADIA A OUTROS PILANTRAS,PRENDAM QUEM TIVER QUE PRENDEREM E INDICIEM COMO CÚMPLICE QUEM REALMENTE É, POIS O QUE TEM DE "GENTINHA" DANDO COBERTURA A ESSE BANDIDO NÃO ESTÁ NO GIBI.
30 de Abril de 2009 00:35

O abuso das crianças do sertão do araripe é uma vergonha nacional, mas a vergonha maior é para Araripina, onde está o conselho tutelar? E o prefeito? E a polícia? E os Araripianos estão dormindo porque? Chega gente dê um basta nessa situação, é obrigação da polícia, investigar e correr atrás desse bandido, a esposa dele sabe onde ele está, pois foi ela mesma que levou as roupas dele, para ele fugir...
1 de Maio de 2009 19:12

Anônimo disse...
Fico surpreso com esses fatos embora eles já estejam virando uma moda, ainda que maldita, é preciso combater. Quem colocar os olhos nesse sujeito não se torne cúmplice denuncie. pois o que ele fez com várias crianças inclusive com a própria filha terá efeitos negativos amanhã, sem contar que ele pode abusar da minha filha e da sua também.Denuncie
1 de Maio de 2009 22:50
Anônimo disse...
Queremos justiça e não podemos mais fingir que não estamos vendo as coisas acontecerem, Nascente não pode ficar imóvel, digam não a pedófilia, digam não a esse bandido que dilacerou a vida de tantas pessoas, sejam solidários e denunciem qualquer informação a respeito desse sujeito.
2 de Maio de 2009 08:00


Geanilde disse...
Maria Célia e Carmem
Fico feliz que existam pessoas como vocês solidáios a nossa causa, sou mãe de uma dessas garotas, e além de lutar pelas nossas filhas precisamos lutar por outras que foram vítimas do mesmo agressor, porém os pais são fracos (covardes o suficiente) para não denuncia-lo pois usam a desculpa de não expor suas filhas, quando na verdade eles querem mesmo é não expor a proprietária da escola e não querem perder o quebra galho (bico) que fazem por lá, e infelismente acabam se tornando cúmplice de um bandido inescrupuloso que não teve consideração a ninguém , e assim na suaq santa ignorância esses pais estão privando suas filhas de terem um tratamento psicológico que mnimisaria o impacto desse acontecimento na vida delas para o futuro. O meu muitíssimo obrigado a Deus por vocês estarem nessa luta. Deus há de recompensá-las e há de ser feito justiça. Obrigada. Geanilde.
2 de Maio de 2009 08:11

Anônimo disse...
Nascente está virando palco de filmes de terror, onde ja se viu, crianças serem abusadas pelo próprio dono da escola onde estudavam e as autoridades não tomam nenhuma providência, o que estão esperando, a polícia de Araripina é mais lenta do que em qualquer lugar ppois um caso desses, já era pra ter sido resolvido, mas enquanto eles dormem os " os inocentes" tem seus encontros furtivos na c alada da noite e a esposinha, coitadinha, inocentinha,burriiiiiiiiiiiinha, precisa viajar constantemente para espairecer. Oh, céus ate quando? até quando???????????????????
2 de Maio de 2009 19:46

Anônimo disse...
Hoje fiquei sabendo que a esposinha, inocentinha, coitadinha está tão triste que necessita está em contato com o bandido inocentinho, depois de tê-lo escondido na casa de familiares. E a polícia? A polícia não está nem aí? Se estivesse ele também estaria atrás das grades. Fazer o que a polícia é cega, surda e burra...
3 de Maio de 2009 19:03

Anônimo disse...
DENUNCIAR EIS A QUESTÃO: MAS DO QUE ADIANTA? AS MÃES FORAM LÁ E DENUNCIARAM O ABUSO DAS FILHAS, PORÉM A POLÍCIA SE PREOCUPA MAIS EM COAGI-LAS DO QUE EM CAPTURAR O BANDIDO. o QUE ESTÁ ACONTECENDO PORQUE ALGUNS POLICIAIS DA CIVIL ESTÃO QUERENDO INVERTER O JOGO PRECIONANDO AS MÃES, qUE INTERESSES ROLAM POR BAIXO DOS PANOS. sERÁ GRAMA VERDINHA? COM CERTEZA.
3 de Maio de 2009 21:40

Anônimo disse...
Hoje foi que percebi esse espaço e fico feliz, porque vejo a luta desenreada das mães tentando, buscando, implorando,para que haja justiça a suas filhas e assisto ao descaso da polícia intrigado, quem já se vil tanta frieza da polícia num caso desses? É amigo isso é Araripina. Como já disseram antes essa é uma terra sem lei. E agora constatamos isso infelismente.
3 de Maio de 2009 21:54

Anônimo disse...
Em araripina acada dia surge um abuso sexual praticado por pessoas fora de suspeita, no entanto parece que estamos de mãos atadas,pois nada conseguimos fazer, pois infelismente a sociedade se comove diante do caso mas na hora da ação os pais ficam sosinhos e a pr´ppria polícia não tem feito bem a sua parte.
4 de Maio de 2009 19:21

Anônimo disse...
Precisamos mudar o rumo dos acontecimentos em Araripina, tá na hora de dá um basta nessa situação ridícula que já foi longe demais, cheeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeega! Prendam esse bandido.
4 de Maio de 2009 20:05

Anônimo disse...
mais um dia chega próximo ao seu final e alguns integrantes da polícia sabem onde o Jailson se encontra, porém estão protegendo-o. estranho não era o outro lado que devia sentir essa proteção?
5 de Maio de 2009 22:42

Anônimo disse...
Gostaria de ver a justiça sendo feita em casos como esse, essas crianças sofreram uma pressão psicológica muito grande e o indivíduo continua sorrindo por aí com se nada tivesse acontecido, é lamentável, mas a nossa esperança é o que nos mantém de pé, porque acreditamos que ainda existem pessoas comprometidas e que não se corromperá diante do dinheiro e dos bens materiais.
07 de maio de 2009

Anônimo disse...
A esperança vai sendo minada aos poucos e aí so nos resta a fé em Deus, que tem um, tempo pra tudo, pois a justiça humana é muito falha. Que pena alguns policiais se deixam corromper por tão pouco e o sentido da farda que vestem já se perdeu em meio a deslealdade e impunidade mas quem sabe de repente alguém se manifesta e um lapso de bom senso e justiça venha a fazer a diferença... Vamos aguardar, tem outro jeito?
12 de Maio de 2009 19:59

Anônimo disse...
Ser paciente eis a questão, enquanto somos passivos os bandidos escarnecem de nós... Jailson está escondido no terreno do patr~ao dele e a polícia não faz nada? Até quando teremos que esperar? que lei é essa que oprime inocentes e protege bandidos?
17 de Maio de 2009 18:48
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:00  ver comentários (5) comentar

Em 2009 o Disque Denúncia já recebeu 464 denúncias; o caso de maior repercussão foi o da menina de Alagoinha
Nesta segunda-feira (18) é comemorado o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes. Para lembrar a data, policiais civis da Gerência de Polícia da Criança e Adolescente (GPCA) realizarão, a partir das 7h30, uma panfletagem na Praça do Derby, no Recife. A ação será voltada para sensibilizar a população sobre a importância de denunciar os crimes sexuais praticados contra menores.
De acordo com a GPCA, os policiais entregarão materiais informativos contendo orientações sobre os locais e as maneiras de denunciar um ato criminoso. Na ocasião, os policiais também esclarecerão dúvidas da população sobre o tema, estimulando denúncias dos abusos sexuais.
De acordo com o Disque Denúncia, até 14 de maio de 2009, foram recebidas 464 denúncias de abuso sexual contra a criança e adolescente. Em 2008, foram 505 denúncias ligações denunciando esse tipo de violência. Naquele ano, 37% dos agressores tinham parentesco com a vítima e 78% das crianças e adolescentes que sofriam abuso eram meninas.
O caso de maior repercussão na opinião pública em 2009 foi o da menina de Alagoinha (foto), 9 anos, estuprada pelo padrasto.

Da Redação do pe360graus.com

MAS, NÓS QUEREMOS SABER: E O CASO DE ARAPIRINA?

Seis meninas, com idades entre 6 e 9 anos, relataram às mães terem sofrido abuso sexual na cidade de Araripina (PE), a 684 km de Recife, por pelo menos um ano. O acusado foi Jaílson Alves Bezerra, 38 anos, apicultor e ex-motorista do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil em Araripina,marido da dona da escola onde as meninas estudavam
De acordo com a Delegacia que acompanha o caso, Lívia Pires, os crimes aconteciam na casa do acusado.Ele está com a prisão decretada, mas, segundo as autoridades locais, encontra-se foragido.Contudo, nós recebemos várias denúncias de que o criminoso está abrigado em casa de parentes ( veja os depoimentos abaixo)


Anônimo disse...
Em Arapina também foi preso um conselheiro tutelar que abusou de uma menina de anos, agora vem mais este caso profano e meu Deus crianças, escolas,filha, sobrinhas que jogo sujo. Araripianos tomem uma providência e rápido,no caminho que vai Araripina não vai ser a terra da Moleca sem vergonha, mais sim dos homens sem vergonha. Tá na hora da polícia acordar...
28 de Abril de 2009 20:20
Anônimo disse...
Esse caso esta tendo uma grande repercussão, por isso acredita-se que será feito justiça, precisamos é perder o medo e denunciar, so assim conseguiremos combater a pedofia, está no ECA, devemos denunciar mesmo quando há suspeitas e nesse caso parece que o sujeito foi longe mesmo.
28 de Abril de 2009 20:38



Anônimo disse...
´´E importante denunciar esse tipo de crime so assim conseguiremos vencer e dar um basta nesses agressores, parabéns,segurem firmes na mão de Deus porque como educadoras, mães e pessoasda comunidade fizeram a coisa certa. Deus as iluminem. Ãnimo Deus é mais.
28 de Abril de 2009 23:11

FAÇAM A COISA CERTA NÃO DEIXEM ESSE ABUSO SEXUAL CAIR NO ESQUECIMENTO, PARA NÃO DAR OUSADIA A OUTROS PILANTRAS,PRENDAM QUEM TIVER QUE PRENDEREM E INDICIEM COMO CÚMPLICE QUEM REALMENTE É, POIS O QUE TEM DE "GENTINHA" DANDO COBERTURA A ESSE BANDIDO NÃO ESTÁ NO GIBI.
30 de Abril de 2009 00:35

O abuso das crianças do sertão do araripe é uma vergonha nacional, mas a vergonha maior é para Araripina, onde está o conselho tutelar? E o prefeito? E a polícia? E os Araripianos estão dormindo porque? Chega gente dê um basta nessa situação, é obrigação da polícia, investigar e correr atrás desse bandido, a esposa dele sabe onde ele está, pois foi ela mesma que levou as roupas dele, para ele fugir...
1 de Maio de 2009 19:12

Anônimo disse...
Fico surpreso com esses fatos embora eles já estejam virando uma moda, ainda que maldita, é preciso combater. Quem colocar os olhos nesse sujeito não se torne cúmplice denuncie. pois o que ele fez com várias crianças inclusive com a própria filha terá efeitos negativos amanhã, sem contar que ele pode abusar da minha filha e da sua também.Denuncie
1 de Maio de 2009 22:50
Anônimo disse...
Queremos justiça e não podemos mais fingir que não estamos vendo as coisas acontecerem, Nascente não pode ficar imóvel, digam não a pedófilia, digam não a esse bandido que dilacerou a vida de tantas pessoas, sejam solidários e denunciem qualquer informação a respeito desse sujeito.
2 de Maio de 2009 08:00


Geanilde disse...
Maria Célia e Carmem
Fico feliz que existam pessoas como vocês solidáios a nossa causa, sou mãe de uma dessas garotas, e além de lutar pelas nossas filhas precisamos lutar por outras que foram vítimas do mesmo agressor, porém os pais são fracos (covardes o suficiente) para não denuncia-lo pois usam a desculpa de não expor suas filhas, quando na verdade eles querem mesmo é não expor a proprietária da escola e não querem perder o quebra galho (bico) que fazem por lá, e infelismente acabam se tornando cúmplice de um bandido inescrupuloso que não teve consideração a ninguém , e assim na suaq santa ignorância esses pais estão privando suas filhas de terem um tratamento psicológico que mnimisaria o impacto desse acontecimento na vida delas para o futuro. O meu muitíssimo obrigado a Deus por vocês estarem nessa luta. Deus há de recompensá-las e há de ser feito justiça. Obrigada. Geanilde.
2 de Maio de 2009 08:11

Anônimo disse...
Nascente está virando palco de filmes de terror, onde ja se viu, crianças serem abusadas pelo próprio dono da escola onde estudavam e as autoridades não tomam nenhuma providência, o que estão esperando, a polícia de Araripina é mais lenta do que em qualquer lugar ppois um caso desses, já era pra ter sido resolvido, mas enquanto eles dormem os " os inocentes" tem seus encontros furtivos na c alada da noite e a esposinha, coitadinha, inocentinha,burriiiiiiiiiiiinha, precisa viajar constantemente para espairecer. Oh, céus ate quando? até quando???????????????????
2 de Maio de 2009 19:46

Anônimo disse...
Hoje fiquei sabendo que a esposinha, inocentinha, coitadinha está tão triste que necessita está em contato com o bandido inocentinho, depois de tê-lo escondido na casa de familiares. E a polícia? A polícia não está nem aí? Se estivesse ele também estaria atrás das grades. Fazer o que a polícia é cega, surda e burra...
3 de Maio de 2009 19:03

Anônimo disse...
DENUNCIAR EIS A QUESTÃO: MAS DO QUE ADIANTA? AS MÃES FORAM LÁ E DENUNCIARAM O ABUSO DAS FILHAS, PORÉM A POLÍCIA SE PREOCUPA MAIS EM COAGI-LAS DO QUE EM CAPTURAR O BANDIDO. o QUE ESTÁ ACONTECENDO PORQUE ALGUNS POLICIAIS DA CIVIL ESTÃO QUERENDO INVERTER O JOGO PRECIONANDO AS MÃES, qUE INTERESSES ROLAM POR BAIXO DOS PANOS. sERÁ GRAMA VERDINHA? COM CERTEZA.
3 de Maio de 2009 21:40

Anônimo disse...
Hoje foi que percebi esse espaço e fico feliz, porque vejo a luta desenreada das mães tentando, buscando, implorando,para que haja justiça a suas filhas e assisto ao descaso da polícia intrigado, quem já se vil tanta frieza da polícia num caso desses? É amigo isso é Araripina. Como já disseram antes essa é uma terra sem lei. E agora constatamos isso infelismente.
3 de Maio de 2009 21:54

Anônimo disse...
Em araripina acada dia surge um abuso sexual praticado por pessoas fora de suspeita, no entanto parece que estamos de mãos atadas,pois nada conseguimos fazer, pois infelismente a sociedade se comove diante do caso mas na hora da ação os pais ficam sosinhos e a pr´ppria polícia não tem feito bem a sua parte.
4 de Maio de 2009 19:21

Anônimo disse...
Precisamos mudar o rumo dos acontecimentos em Araripina, tá na hora de dá um basta nessa situação ridícula que já foi longe demais, cheeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeega! Prendam esse bandido.
4 de Maio de 2009 20:05

Anônimo disse...
mais um dia chega próximo ao seu final e alguns integrantes da polícia sabem onde o Jailson se encontra, porém estão protegendo-o. estranho não era o outro lado que devia sentir essa proteção?
5 de Maio de 2009 22:42

Anônimo disse...
Gostaria de ver a justiça sendo feita em casos como esse, essas crianças sofreram uma pressão psicológica muito grande e o indivíduo continua sorrindo por aí com se nada tivesse acontecido, é lamentável, mas a nossa esperança é o que nos mantém de pé, porque acreditamos que ainda existem pessoas comprometidas e que não se corromperá diante do dinheiro e dos bens materiais.
07 de maio de 2009

Anônimo disse...
A esperança vai sendo minada aos poucos e aí so nos resta a fé em Deus, que tem um, tempo pra tudo, pois a justiça humana é muito falha. Que pena alguns policiais se deixam corromper por tão pouco e o sentido da farda que vestem já se perdeu em meio a deslealdade e impunidade mas quem sabe de repente alguém se manifesta e um lapso de bom senso e justiça venha a fazer a diferença... Vamos aguardar, tem outro jeito?
12 de Maio de 2009 19:59

Anônimo disse...
Ser paciente eis a questão, enquanto somos passivos os bandidos escarnecem de nós... Jailson está escondido no terreno do patr~ao dele e a polícia não faz nada? Até quando teremos que esperar? que lei é essa que oprime inocentes e protege bandidos?
17 de Maio de 2009 18:48
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:00  ver comentários (2) comentar

Em 2009 o Disque Denúncia já recebeu 464 denúncias; o caso de maior repercussão foi o da menina de Alagoinha
Nesta segunda-feira (18) é comemorado o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes. Para lembrar a data, policiais civis da Gerência de Polícia da Criança e Adolescente (GPCA) realizarão, a partir das 7h30, uma panfletagem na Praça do Derby, no Recife. A ação será voltada para sensibilizar a população sobre a importância de denunciar os crimes sexuais praticados contra menores.
De acordo com a GPCA, os policiais entregarão materiais informativos contendo orientações sobre os locais e as maneiras de denunciar um ato criminoso. Na ocasião, os policiais também esclarecerão dúvidas da população sobre o tema, estimulando denúncias dos abusos sexuais.
De acordo com o Disque Denúncia, até 14 de maio de 2009, foram recebidas 464 denúncias de abuso sexual contra a criança e adolescente. Em 2008, foram 505 denúncias ligações denunciando esse tipo de violência. Naquele ano, 37% dos agressores tinham parentesco com a vítima e 78% das crianças e adolescentes que sofriam abuso eram meninas.
O caso de maior repercussão na opinião pública em 2009 foi o da menina de Alagoinha (foto), 9 anos, estuprada pelo padrasto.

Da Redação do pe360graus.com

MAS, NÓS QUEREMOS SABER: E O CASO DE ARAPIRINA?

Seis meninas, com idades entre 6 e 9 anos, relataram às mães terem sofrido abuso sexual na cidade de Araripina (PE), a 684 km de Recife, por pelo menos um ano. O acusado foi Jaílson Alves Bezerra, 38 anos, apicultor e ex-motorista do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil em Araripina,marido da dona da escola onde as meninas estudavam
De acordo com a Delegacia que acompanha o caso, Lívia Pires, os crimes aconteciam na casa do acusado.Ele está com a prisão decretada, mas, segundo as autoridades locais, encontra-se foragido.Contudo, nós recebemos várias denúncias de que o criminoso está abrigado em casa de parentes ( veja os depoimentos abaixo)


Anônimo disse...
Em Arapina também foi preso um conselheiro tutelar que abusou de uma menina de anos, agora vem mais este caso profano e meu Deus crianças, escolas,filha, sobrinhas que jogo sujo. Araripianos tomem uma providência e rápido,no caminho que vai Araripina não vai ser a terra da Moleca sem vergonha, mais sim dos homens sem vergonha. Tá na hora da polícia acordar...
28 de Abril de 2009 20:20
Anônimo disse...
Esse caso esta tendo uma grande repercussão, por isso acredita-se que será feito justiça, precisamos é perder o medo e denunciar, so assim conseguiremos combater a pedofia, está no ECA, devemos denunciar mesmo quando há suspeitas e nesse caso parece que o sujeito foi longe mesmo.
28 de Abril de 2009 20:38



Anônimo disse...
´´E importante denunciar esse tipo de crime so assim conseguiremos vencer e dar um basta nesses agressores, parabéns,segurem firmes na mão de Deus porque como educadoras, mães e pessoasda comunidade fizeram a coisa certa. Deus as iluminem. Ãnimo Deus é mais.
28 de Abril de 2009 23:11

FAÇAM A COISA CERTA NÃO DEIXEM ESSE ABUSO SEXUAL CAIR NO ESQUECIMENTO, PARA NÃO DAR OUSADIA A OUTROS PILANTRAS,PRENDAM QUEM TIVER QUE PRENDEREM E INDICIEM COMO CÚMPLICE QUEM REALMENTE É, POIS O QUE TEM DE "GENTINHA" DANDO COBERTURA A ESSE BANDIDO NÃO ESTÁ NO GIBI.
30 de Abril de 2009 00:35

O abuso das crianças do sertão do araripe é uma vergonha nacional, mas a vergonha maior é para Araripina, onde está o conselho tutelar? E o prefeito? E a polícia? E os Araripianos estão dormindo porque? Chega gente dê um basta nessa situação, é obrigação da polícia, investigar e correr atrás desse bandido, a esposa dele sabe onde ele está, pois foi ela mesma que levou as roupas dele, para ele fugir...
1 de Maio de 2009 19:12

Anônimo disse...
Fico surpreso com esses fatos embora eles já estejam virando uma moda, ainda que maldita, é preciso combater. Quem colocar os olhos nesse sujeito não se torne cúmplice denuncie. pois o que ele fez com várias crianças inclusive com a própria filha terá efeitos negativos amanhã, sem contar que ele pode abusar da minha filha e da sua também.Denuncie
1 de Maio de 2009 22:50
Anônimo disse...
Queremos justiça e não podemos mais fingir que não estamos vendo as coisas acontecerem, Nascente não pode ficar imóvel, digam não a pedófilia, digam não a esse bandido que dilacerou a vida de tantas pessoas, sejam solidários e denunciem qualquer informação a respeito desse sujeito.
2 de Maio de 2009 08:00


Geanilde disse...
Maria Célia e Carmem
Fico feliz que existam pessoas como vocês solidáios a nossa causa, sou mãe de uma dessas garotas, e além de lutar pelas nossas filhas precisamos lutar por outras que foram vítimas do mesmo agressor, porém os pais são fracos (covardes o suficiente) para não denuncia-lo pois usam a desculpa de não expor suas filhas, quando na verdade eles querem mesmo é não expor a proprietária da escola e não querem perder o quebra galho (bico) que fazem por lá, e infelismente acabam se tornando cúmplice de um bandido inescrupuloso que não teve consideração a ninguém , e assim na suaq santa ignorância esses pais estão privando suas filhas de terem um tratamento psicológico que mnimisaria o impacto desse acontecimento na vida delas para o futuro. O meu muitíssimo obrigado a Deus por vocês estarem nessa luta. Deus há de recompensá-las e há de ser feito justiça. Obrigada. Geanilde.
2 de Maio de 2009 08:11

Anônimo disse...
Nascente está virando palco de filmes de terror, onde ja se viu, crianças serem abusadas pelo próprio dono da escola onde estudavam e as autoridades não tomam nenhuma providência, o que estão esperando, a polícia de Araripina é mais lenta do que em qualquer lugar ppois um caso desses, já era pra ter sido resolvido, mas enquanto eles dormem os " os inocentes" tem seus encontros furtivos na c alada da noite e a esposinha, coitadinha, inocentinha,burriiiiiiiiiiiinha, precisa viajar constantemente para espairecer. Oh, céus ate quando? até quando???????????????????
2 de Maio de 2009 19:46

Anônimo disse...
Hoje fiquei sabendo que a esposinha, inocentinha, coitadinha está tão triste que necessita está em contato com o bandido inocentinho, depois de tê-lo escondido na casa de familiares. E a polícia? A polícia não está nem aí? Se estivesse ele também estaria atrás das grades. Fazer o que a polícia é cega, surda e burra...
3 de Maio de 2009 19:03

Anônimo disse...
DENUNCIAR EIS A QUESTÃO: MAS DO QUE ADIANTA? AS MÃES FORAM LÁ E DENUNCIARAM O ABUSO DAS FILHAS, PORÉM A POLÍCIA SE PREOCUPA MAIS EM COAGI-LAS DO QUE EM CAPTURAR O BANDIDO. o QUE ESTÁ ACONTECENDO PORQUE ALGUNS POLICIAIS DA CIVIL ESTÃO QUERENDO INVERTER O JOGO PRECIONANDO AS MÃES, qUE INTERESSES ROLAM POR BAIXO DOS PANOS. sERÁ GRAMA VERDINHA? COM CERTEZA.
3 de Maio de 2009 21:40

Anônimo disse...
Hoje foi que percebi esse espaço e fico feliz, porque vejo a luta desenreada das mães tentando, buscando, implorando,para que haja justiça a suas filhas e assisto ao descaso da polícia intrigado, quem já se vil tanta frieza da polícia num caso desses? É amigo isso é Araripina. Como já disseram antes essa é uma terra sem lei. E agora constatamos isso infelismente.
3 de Maio de 2009 21:54

Anônimo disse...
Em araripina acada dia surge um abuso sexual praticado por pessoas fora de suspeita, no entanto parece que estamos de mãos atadas,pois nada conseguimos fazer, pois infelismente a sociedade se comove diante do caso mas na hora da ação os pais ficam sosinhos e a pr´ppria polícia não tem feito bem a sua parte.
4 de Maio de 2009 19:21

Anônimo disse...
Precisamos mudar o rumo dos acontecimentos em Araripina, tá na hora de dá um basta nessa situação ridícula que já foi longe demais, cheeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeega! Prendam esse bandido.
4 de Maio de 2009 20:05

Anônimo disse...
mais um dia chega próximo ao seu final e alguns integrantes da polícia sabem onde o Jailson se encontra, porém estão protegendo-o. estranho não era o outro lado que devia sentir essa proteção?
5 de Maio de 2009 22:42

Anônimo disse...
Gostaria de ver a justiça sendo feita em casos como esse, essas crianças sofreram uma pressão psicológica muito grande e o indivíduo continua sorrindo por aí com se nada tivesse acontecido, é lamentável, mas a nossa esperança é o que nos mantém de pé, porque acreditamos que ainda existem pessoas comprometidas e que não se corromperá diante do dinheiro e dos bens materiais.
07 de maio de 2009

Anônimo disse...
A esperança vai sendo minada aos poucos e aí so nos resta a fé em Deus, que tem um, tempo pra tudo, pois a justiça humana é muito falha. Que pena alguns policiais se deixam corromper por tão pouco e o sentido da farda que vestem já se perdeu em meio a deslealdade e impunidade mas quem sabe de repente alguém se manifesta e um lapso de bom senso e justiça venha a fazer a diferença... Vamos aguardar, tem outro jeito?
12 de Maio de 2009 19:59

Anônimo disse...
Ser paciente eis a questão, enquanto somos passivos os bandidos escarnecem de nós... Jailson está escondido no terreno do patr~ao dele e a polícia não faz nada? Até quando teremos que esperar? que lei é essa que oprime inocentes e protege bandidos?
17 de Maio de 2009 18:48
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Hoje (18/05) é o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A data foi escolhida por ser o dia da morte da menina Araceli Santos, de apenas oito anos, que foi raptada, drogada, estuprada, morta e carbonizada por jovens de classe média alta de Vitória (ES). Apesar de sua natureza hedionda, o crime prescreveu impune. Instituído pela Lei Federal nº. 9970/00, o dia tem como objetivo mobilizar a sociedade brasileira e convocá-la para engajar-se nesta luta.
Sabe-se que todos os dias, centenas de crianças são abusadas sexualmente e, quase sempre em seus próprios lares, por pessoas em quem confiam. Essa invasão do corpo, da vontade e da auto-estima deixa marcas profundas, ainda que invisíveis. Da mesma forma, em diferentes lugares do País, crianças e adolescentes são explorados sexualmente em bares, hotéis, restaurantes, postos de gasolina, pensões e pousadas. São quase sempre meninas, empurradas pela pobreza extrema para um comércio covarde que explora corpos e rouba a infância.
Dalka Ferrari, psicóloga e coordenadora da clínica psicológica do Instituto Sedes Sapientiae, descreve os danos causados por quem sofreu abuso sexual: “Quanto mais nova a pessoa, mais graves são as conseqüências, que podem ser mudanças bruscas de comportamento no sono, na alimentação, ou outras”. Ela explica que não há meios de fazer a pessoa abusada parar de conviver com a lembrança: “A terapia faz com que a pessoa viva sem essa ansiedade, mas sempre vai haver os sintomas”.
Abuso e exploração sexual são duas coisas diferentes. A exploração sexual acontece quando o adulto utiliza a criança ou a (o) adolescente para fins comerciais, por meio de relação sexual, manipulação ou indução a participação em shows eróticos, fotografias e filmes. Já o abuso sexual é uma situação que pode incluir carícias, pornografia, assédio sexual e manipulação da genitália, em que a criança ou a (o) adolescente é usada (o) para a gratificação sexual do adulto por meio de uma relação de poder.
Infelizmente há poucos dados sobre abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes no Brasil e no mundo. O abuso sexual, por exemplo, é cercado de tabus e do silêncio das vítimas. Lauro Monteiro Filho, secretário executivo da Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência (Abrapia) faz uma alerta aos pais: “Acredite no que lhe diz sua filha ou filho, por mais absurdo que lhe pareça. A auto-estima preservada e confiança nos pais podem impedir a maioria das situações de abuso sexual”.
explica Dra. Rachel Niskier Sanchez, da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

Nos últimos seis anos, o Sistema Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual Infanto-Juvenil, monitorado pela Abrapia, recebeu mais de quatro mil denúncias. Desse total, 3.328 eram de exploração sexual infanto-juvenil. Já para os casos de abuso sexual, os dados mostram que, entre fevereiro de 1997 e janeiro de 2003, o número de denúncias foi maior na região Sudeste, que teve 1.377 denúncias (46%). O Rio de Janeiro é o estado onde esse percentual é maior, chegando a 21,5%, o que equivale a 1.052 denúncias. Em seguida está a região Nordeste, com 28% das denúncias.

Para tentar diminuir a onda de abusos, a Câmara dos Deputados aprovou medidas contra a produção de pornografia que envolva menores de 18 anos e a punição de estabelecimentos que hospedem crianças e adolescentes em hotéis sem autorização, com multa ou até seu fechamento. Outra mudança proposta é dar maior rigor às penas, passando o abuso sexual de crime contra costumes, para crime contra a pessoa.
Como denunciar casos de violência sexual?
É preciso romper com o pacto de silêncio que encobre as situações de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes. Esta é a única forma de ajudar essas meninas e meninos. Em caso de suspeita de violência sexual infanto-juvenil deve-se recorrer a:
Conselhos Tutelares - foram criados para zelar pelo cumprimento dos direitos de crianças e adolescentes. A eles cabe receber a notificação e analisar a procedência de cada caso, visitando as famílias. Se for confirmada a ocorrência, o Conselho deve levar a situação ao conhecimento do Ministério Público.
Varas da Infância e da Juventude - em municípios onde não há Conselhos Tutelares, as Varas da Infância e da Juventude podem receber as denúncias. Outros órgãos que também estão preparados para ajudar são as Delegacias de Proteção à Criança e ao Adolescente e as Delegacias da Mulher.


LIGUE 100 - DENUNCIE O ABUSO

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:32  comentar

Hoje (18/05) é o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A data foi escolhida por ser o dia da morte da menina Araceli Santos, de apenas oito anos, que foi raptada, drogada, estuprada, morta e carbonizada por jovens de classe média alta de Vitória (ES). Apesar de sua natureza hedionda, o crime prescreveu impune. Instituído pela Lei Federal nº. 9970/00, o dia tem como objetivo mobilizar a sociedade brasileira e convocá-la para engajar-se nesta luta.
Sabe-se que todos os dias, centenas de crianças são abusadas sexualmente e, quase sempre em seus próprios lares, por pessoas em quem confiam. Essa invasão do corpo, da vontade e da auto-estima deixa marcas profundas, ainda que invisíveis. Da mesma forma, em diferentes lugares do País, crianças e adolescentes são explorados sexualmente em bares, hotéis, restaurantes, postos de gasolina, pensões e pousadas. São quase sempre meninas, empurradas pela pobreza extrema para um comércio covarde que explora corpos e rouba a infância.
Dalka Ferrari, psicóloga e coordenadora da clínica psicológica do Instituto Sedes Sapientiae, descreve os danos causados por quem sofreu abuso sexual: “Quanto mais nova a pessoa, mais graves são as conseqüências, que podem ser mudanças bruscas de comportamento no sono, na alimentação, ou outras”. Ela explica que não há meios de fazer a pessoa abusada parar de conviver com a lembrança: “A terapia faz com que a pessoa viva sem essa ansiedade, mas sempre vai haver os sintomas”.
Abuso e exploração sexual são duas coisas diferentes. A exploração sexual acontece quando o adulto utiliza a criança ou a (o) adolescente para fins comerciais, por meio de relação sexual, manipulação ou indução a participação em shows eróticos, fotografias e filmes. Já o abuso sexual é uma situação que pode incluir carícias, pornografia, assédio sexual e manipulação da genitália, em que a criança ou a (o) adolescente é usada (o) para a gratificação sexual do adulto por meio de uma relação de poder.
Infelizmente há poucos dados sobre abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes no Brasil e no mundo. O abuso sexual, por exemplo, é cercado de tabus e do silêncio das vítimas. Lauro Monteiro Filho, secretário executivo da Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência (Abrapia) faz uma alerta aos pais: “Acredite no que lhe diz sua filha ou filho, por mais absurdo que lhe pareça. A auto-estima preservada e confiança nos pais podem impedir a maioria das situações de abuso sexual”.
explica Dra. Rachel Niskier Sanchez, da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

Nos últimos seis anos, o Sistema Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual Infanto-Juvenil, monitorado pela Abrapia, recebeu mais de quatro mil denúncias. Desse total, 3.328 eram de exploração sexual infanto-juvenil. Já para os casos de abuso sexual, os dados mostram que, entre fevereiro de 1997 e janeiro de 2003, o número de denúncias foi maior na região Sudeste, que teve 1.377 denúncias (46%). O Rio de Janeiro é o estado onde esse percentual é maior, chegando a 21,5%, o que equivale a 1.052 denúncias. Em seguida está a região Nordeste, com 28% das denúncias.

Para tentar diminuir a onda de abusos, a Câmara dos Deputados aprovou medidas contra a produção de pornografia que envolva menores de 18 anos e a punição de estabelecimentos que hospedem crianças e adolescentes em hotéis sem autorização, com multa ou até seu fechamento. Outra mudança proposta é dar maior rigor às penas, passando o abuso sexual de crime contra costumes, para crime contra a pessoa.
Como denunciar casos de violência sexual?
É preciso romper com o pacto de silêncio que encobre as situações de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes. Esta é a única forma de ajudar essas meninas e meninos. Em caso de suspeita de violência sexual infanto-juvenil deve-se recorrer a:
Conselhos Tutelares - foram criados para zelar pelo cumprimento dos direitos de crianças e adolescentes. A eles cabe receber a notificação e analisar a procedência de cada caso, visitando as famílias. Se for confirmada a ocorrência, o Conselho deve levar a situação ao conhecimento do Ministério Público.
Varas da Infância e da Juventude - em municípios onde não há Conselhos Tutelares, as Varas da Infância e da Juventude podem receber as denúncias. Outros órgãos que também estão preparados para ajudar são as Delegacias de Proteção à Criança e ao Adolescente e as Delegacias da Mulher.


LIGUE 100 - DENUNCIE O ABUSO

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Hoje (18/05) é o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A data foi escolhida por ser o dia da morte da menina Araceli Santos, de apenas oito anos, que foi raptada, drogada, estuprada, morta e carbonizada por jovens de classe média alta de Vitória (ES). Apesar de sua natureza hedionda, o crime prescreveu impune. Instituído pela Lei Federal nº. 9970/00, o dia tem como objetivo mobilizar a sociedade brasileira e convocá-la para engajar-se nesta luta.
Sabe-se que todos os dias, centenas de crianças são abusadas sexualmente e, quase sempre em seus próprios lares, por pessoas em quem confiam. Essa invasão do corpo, da vontade e da auto-estima deixa marcas profundas, ainda que invisíveis. Da mesma forma, em diferentes lugares do País, crianças e adolescentes são explorados sexualmente em bares, hotéis, restaurantes, postos de gasolina, pensões e pousadas. São quase sempre meninas, empurradas pela pobreza extrema para um comércio covarde que explora corpos e rouba a infância.
Dalka Ferrari, psicóloga e coordenadora da clínica psicológica do Instituto Sedes Sapientiae, descreve os danos causados por quem sofreu abuso sexual: “Quanto mais nova a pessoa, mais graves são as conseqüências, que podem ser mudanças bruscas de comportamento no sono, na alimentação, ou outras”. Ela explica que não há meios de fazer a pessoa abusada parar de conviver com a lembrança: “A terapia faz com que a pessoa viva sem essa ansiedade, mas sempre vai haver os sintomas”.
Abuso e exploração sexual são duas coisas diferentes. A exploração sexual acontece quando o adulto utiliza a criança ou a (o) adolescente para fins comerciais, por meio de relação sexual, manipulação ou indução a participação em shows eróticos, fotografias e filmes. Já o abuso sexual é uma situação que pode incluir carícias, pornografia, assédio sexual e manipulação da genitália, em que a criança ou a (o) adolescente é usada (o) para a gratificação sexual do adulto por meio de uma relação de poder.
Infelizmente há poucos dados sobre abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes no Brasil e no mundo. O abuso sexual, por exemplo, é cercado de tabus e do silêncio das vítimas. Lauro Monteiro Filho, secretário executivo da Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência (Abrapia) faz uma alerta aos pais: “Acredite no que lhe diz sua filha ou filho, por mais absurdo que lhe pareça. A auto-estima preservada e confiança nos pais podem impedir a maioria das situações de abuso sexual”.
explica Dra. Rachel Niskier Sanchez, da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

Nos últimos seis anos, o Sistema Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual Infanto-Juvenil, monitorado pela Abrapia, recebeu mais de quatro mil denúncias. Desse total, 3.328 eram de exploração sexual infanto-juvenil. Já para os casos de abuso sexual, os dados mostram que, entre fevereiro de 1997 e janeiro de 2003, o número de denúncias foi maior na região Sudeste, que teve 1.377 denúncias (46%). O Rio de Janeiro é o estado onde esse percentual é maior, chegando a 21,5%, o que equivale a 1.052 denúncias. Em seguida está a região Nordeste, com 28% das denúncias.

Para tentar diminuir a onda de abusos, a Câmara dos Deputados aprovou medidas contra a produção de pornografia que envolva menores de 18 anos e a punição de estabelecimentos que hospedem crianças e adolescentes em hotéis sem autorização, com multa ou até seu fechamento. Outra mudança proposta é dar maior rigor às penas, passando o abuso sexual de crime contra costumes, para crime contra a pessoa.
Como denunciar casos de violência sexual?
É preciso romper com o pacto de silêncio que encobre as situações de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes. Esta é a única forma de ajudar essas meninas e meninos. Em caso de suspeita de violência sexual infanto-juvenil deve-se recorrer a:
Conselhos Tutelares - foram criados para zelar pelo cumprimento dos direitos de crianças e adolescentes. A eles cabe receber a notificação e analisar a procedência de cada caso, visitando as famílias. Se for confirmada a ocorrência, o Conselho deve levar a situação ao conhecimento do Ministério Público.
Varas da Infância e da Juventude - em municípios onde não há Conselhos Tutelares, as Varas da Infância e da Juventude podem receber as denúncias. Outros órgãos que também estão preparados para ajudar são as Delegacias de Proteção à Criança e ao Adolescente e as Delegacias da Mulher.


LIGUE 100 - DENUNCIE O ABUSO

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Hoje (18/05) é o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A data foi escolhida por ser o dia da morte da menina Araceli Santos, de apenas oito anos, que foi raptada, drogada, estuprada, morta e carbonizada por jovens de classe média alta de Vitória (ES). Apesar de sua natureza hedionda, o crime prescreveu impune. Instituído pela Lei Federal nº. 9970/00, o dia tem como objetivo mobilizar a sociedade brasileira e convocá-la para engajar-se nesta luta.
Sabe-se que todos os dias, centenas de crianças são abusadas sexualmente e, quase sempre em seus próprios lares, por pessoas em quem confiam. Essa invasão do corpo, da vontade e da auto-estima deixa marcas profundas, ainda que invisíveis. Da mesma forma, em diferentes lugares do País, crianças e adolescentes são explorados sexualmente em bares, hotéis, restaurantes, postos de gasolina, pensões e pousadas. São quase sempre meninas, empurradas pela pobreza extrema para um comércio covarde que explora corpos e rouba a infância.
Dalka Ferrari, psicóloga e coordenadora da clínica psicológica do Instituto Sedes Sapientiae, descreve os danos causados por quem sofreu abuso sexual: “Quanto mais nova a pessoa, mais graves são as conseqüências, que podem ser mudanças bruscas de comportamento no sono, na alimentação, ou outras”. Ela explica que não há meios de fazer a pessoa abusada parar de conviver com a lembrança: “A terapia faz com que a pessoa viva sem essa ansiedade, mas sempre vai haver os sintomas”.
Abuso e exploração sexual são duas coisas diferentes. A exploração sexual acontece quando o adulto utiliza a criança ou a (o) adolescente para fins comerciais, por meio de relação sexual, manipulação ou indução a participação em shows eróticos, fotografias e filmes. Já o abuso sexual é uma situação que pode incluir carícias, pornografia, assédio sexual e manipulação da genitália, em que a criança ou a (o) adolescente é usada (o) para a gratificação sexual do adulto por meio de uma relação de poder.
Infelizmente há poucos dados sobre abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes no Brasil e no mundo. O abuso sexual, por exemplo, é cercado de tabus e do silêncio das vítimas. Lauro Monteiro Filho, secretário executivo da Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência (Abrapia) faz uma alerta aos pais: “Acredite no que lhe diz sua filha ou filho, por mais absurdo que lhe pareça. A auto-estima preservada e confiança nos pais podem impedir a maioria das situações de abuso sexual”.
explica Dra. Rachel Niskier Sanchez, da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

Nos últimos seis anos, o Sistema Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual Infanto-Juvenil, monitorado pela Abrapia, recebeu mais de quatro mil denúncias. Desse total, 3.328 eram de exploração sexual infanto-juvenil. Já para os casos de abuso sexual, os dados mostram que, entre fevereiro de 1997 e janeiro de 2003, o número de denúncias foi maior na região Sudeste, que teve 1.377 denúncias (46%). O Rio de Janeiro é o estado onde esse percentual é maior, chegando a 21,5%, o que equivale a 1.052 denúncias. Em seguida está a região Nordeste, com 28% das denúncias.

Para tentar diminuir a onda de abusos, a Câmara dos Deputados aprovou medidas contra a produção de pornografia que envolva menores de 18 anos e a punição de estabelecimentos que hospedem crianças e adolescentes em hotéis sem autorização, com multa ou até seu fechamento. Outra mudança proposta é dar maior rigor às penas, passando o abuso sexual de crime contra costumes, para crime contra a pessoa.
Como denunciar casos de violência sexual?
É preciso romper com o pacto de silêncio que encobre as situações de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes. Esta é a única forma de ajudar essas meninas e meninos. Em caso de suspeita de violência sexual infanto-juvenil deve-se recorrer a:
Conselhos Tutelares - foram criados para zelar pelo cumprimento dos direitos de crianças e adolescentes. A eles cabe receber a notificação e analisar a procedência de cada caso, visitando as famílias. Se for confirmada a ocorrência, o Conselho deve levar a situação ao conhecimento do Ministério Público.
Varas da Infância e da Juventude - em municípios onde não há Conselhos Tutelares, as Varas da Infância e da Juventude podem receber as denúncias. Outros órgãos que também estão preparados para ajudar são as Delegacias de Proteção à Criança e ao Adolescente e as Delegacias da Mulher.


LIGUE 100 - DENUNCIE O ABUSO

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Hoje (18/05) é o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A data foi escolhida por ser o dia da morte da menina Araceli Santos, de apenas oito anos, que foi raptada, drogada, estuprada, morta e carbonizada por jovens de classe média alta de Vitória (ES). Apesar de sua natureza hedionda, o crime prescreveu impune. Instituído pela Lei Federal nº. 9970/00, o dia tem como objetivo mobilizar a sociedade brasileira e convocá-la para engajar-se nesta luta.
Sabe-se que todos os dias, centenas de crianças são abusadas sexualmente e, quase sempre em seus próprios lares, por pessoas em quem confiam. Essa invasão do corpo, da vontade e da auto-estima deixa marcas profundas, ainda que invisíveis. Da mesma forma, em diferentes lugares do País, crianças e adolescentes são explorados sexualmente em bares, hotéis, restaurantes, postos de gasolina, pensões e pousadas. São quase sempre meninas, empurradas pela pobreza extrema para um comércio covarde que explora corpos e rouba a infância.
Dalka Ferrari, psicóloga e coordenadora da clínica psicológica do Instituto Sedes Sapientiae, descreve os danos causados por quem sofreu abuso sexual: “Quanto mais nova a pessoa, mais graves são as conseqüências, que podem ser mudanças bruscas de comportamento no sono, na alimentação, ou outras”. Ela explica que não há meios de fazer a pessoa abusada parar de conviver com a lembrança: “A terapia faz com que a pessoa viva sem essa ansiedade, mas sempre vai haver os sintomas”.
Abuso e exploração sexual são duas coisas diferentes. A exploração sexual acontece quando o adulto utiliza a criança ou a (o) adolescente para fins comerciais, por meio de relação sexual, manipulação ou indução a participação em shows eróticos, fotografias e filmes. Já o abuso sexual é uma situação que pode incluir carícias, pornografia, assédio sexual e manipulação da genitália, em que a criança ou a (o) adolescente é usada (o) para a gratificação sexual do adulto por meio de uma relação de poder.
Infelizmente há poucos dados sobre abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes no Brasil e no mundo. O abuso sexual, por exemplo, é cercado de tabus e do silêncio das vítimas. Lauro Monteiro Filho, secretário executivo da Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência (Abrapia) faz uma alerta aos pais: “Acredite no que lhe diz sua filha ou filho, por mais absurdo que lhe pareça. A auto-estima preservada e confiança nos pais podem impedir a maioria das situações de abuso sexual”.
explica Dra. Rachel Niskier Sanchez, da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

Nos últimos seis anos, o Sistema Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual Infanto-Juvenil, monitorado pela Abrapia, recebeu mais de quatro mil denúncias. Desse total, 3.328 eram de exploração sexual infanto-juvenil. Já para os casos de abuso sexual, os dados mostram que, entre fevereiro de 1997 e janeiro de 2003, o número de denúncias foi maior na região Sudeste, que teve 1.377 denúncias (46%). O Rio de Janeiro é o estado onde esse percentual é maior, chegando a 21,5%, o que equivale a 1.052 denúncias. Em seguida está a região Nordeste, com 28% das denúncias.

Para tentar diminuir a onda de abusos, a Câmara dos Deputados aprovou medidas contra a produção de pornografia que envolva menores de 18 anos e a punição de estabelecimentos que hospedem crianças e adolescentes em hotéis sem autorização, com multa ou até seu fechamento. Outra mudança proposta é dar maior rigor às penas, passando o abuso sexual de crime contra costumes, para crime contra a pessoa.
Como denunciar casos de violência sexual?
É preciso romper com o pacto de silêncio que encobre as situações de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes. Esta é a única forma de ajudar essas meninas e meninos. Em caso de suspeita de violência sexual infanto-juvenil deve-se recorrer a:
Conselhos Tutelares - foram criados para zelar pelo cumprimento dos direitos de crianças e adolescentes. A eles cabe receber a notificação e analisar a procedência de cada caso, visitando as famílias. Se for confirmada a ocorrência, o Conselho deve levar a situação ao conhecimento do Ministério Público.
Varas da Infância e da Juventude - em municípios onde não há Conselhos Tutelares, as Varas da Infância e da Juventude podem receber as denúncias. Outros órgãos que também estão preparados para ajudar são as Delegacias de Proteção à Criança e ao Adolescente e as Delegacias da Mulher.


LIGUE 100 - DENUNCIE O ABUSO

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O CRM (Conselho Regional de Medicina) do Estado de São Paulo está colhendo o depoimento das mulheres que denunciaram Roger Abdelmassih (foto), 65, especialista em fertilização in vitro, por abuso sexual à Delegacia da Mulher e ao MP (Ministério Público) do Estado de São Paulo. Até agora, o Conselho ouviu 30 ex-pacientes do médico.
O CRM está solicitando às mulheres que não moram em São Paulo fax ou carta assinada com o relato da denúncia. Mais de 60 ex-pacientes afirmam que foram vítimas do médico.
Há pelo menos uma acusação de estupro. Segundo o MP, as denúncias incluem “manipulação peniana”.
O MP aguarda o encerramento inquérito policial para denunciar (acusar formalmente) o médico à Justiça. Os advogados de Abdelmassih estão preparando uma defesa para apresentá-la às autoridades.
As investigações do CRM independem dos procedimentos policiais.
O Conselho tem sido criticado por uma suposta negligência em relação às denúncias ao especialista. “O CRM não vai fazer nada! Eu pago pra ver”, afirma uma ex-paciente.
Mas outra ex-paciente que recentemente esteve em contato com o Conselho teve a impressão de que a sindicância 12067/2009 aberta pela entidade, referente ao caso, está cercando o médico por todos os lados, não se restringindo, portanto, ao assédio sexual, que por si só já é grave, mas é difícil de se comprovar.
Essa ex-paciente acredita que, diante da gravidade do que já foi apurado, o CRM cassará a licença de Roger Abdelmassih para exercer a medicina. “Se for menos do que isso, significará que tudo acabou em pizza.”
Um médico que também atua no setor de fertilização em laboratório comenta que, como é quase certo que Abdelmassih será condenado pela Justiça, o CRM terá de puni-lo antes, para não ficar desmoralizado.
Há denúncias de manipulação antiética e ilegal de óvulos. Existem relatos de que o médico comprava no exterior óvulos de mulheres jovens para vendê-los em sua clínica.
Algumas mulheres suspeitam que, sem saber, receberam implantes de óvulos que não eram os seus. Algumas delas estariam providenciando exame de DNA em seus filhos.
Algumas informações estariam sendo mantidas sob sigilo para preservar mães e filhos.
Roger Abdelmassih afirma que em 20 anos a sua clínica atendeu mais de 20 mil casais e que proporcionou o nascimento de 7.500 crianças, o que, segundo o ele, deixou os seus colegas com inveja.
Durante esse tempo, ele se destacou no noticiário por assegurar que a sua clínica obtém elevada taxa de êxito nas fertilizações, acima da média, e por ter como clientes pessoas famosas e ricas, entre elas artistas e jornalistas da Globo.
Uma conhecida jornalista que deixou a Globo teria sido atacada pelo médico há pouco tempo, antes de as denúncias de abuso sairem na imprensa. Ela se nega a falar sobre o assunto.

Fonte: Blog do Paulo Lopes
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O CRM (Conselho Regional de Medicina) do Estado de São Paulo está colhendo o depoimento das mulheres que denunciaram Roger Abdelmassih (foto), 65, especialista em fertilização in vitro, por abuso sexual à Delegacia da Mulher e ao MP (Ministério Público) do Estado de São Paulo. Até agora, o Conselho ouviu 30 ex-pacientes do médico.
O CRM está solicitando às mulheres que não moram em São Paulo fax ou carta assinada com o relato da denúncia. Mais de 60 ex-pacientes afirmam que foram vítimas do médico.
Há pelo menos uma acusação de estupro. Segundo o MP, as denúncias incluem “manipulação peniana”.
O MP aguarda o encerramento inquérito policial para denunciar (acusar formalmente) o médico à Justiça. Os advogados de Abdelmassih estão preparando uma defesa para apresentá-la às autoridades.
As investigações do CRM independem dos procedimentos policiais.
O Conselho tem sido criticado por uma suposta negligência em relação às denúncias ao especialista. “O CRM não vai fazer nada! Eu pago pra ver”, afirma uma ex-paciente.
Mas outra ex-paciente que recentemente esteve em contato com o Conselho teve a impressão de que a sindicância 12067/2009 aberta pela entidade, referente ao caso, está cercando o médico por todos os lados, não se restringindo, portanto, ao assédio sexual, que por si só já é grave, mas é difícil de se comprovar.
Essa ex-paciente acredita que, diante da gravidade do que já foi apurado, o CRM cassará a licença de Roger Abdelmassih para exercer a medicina. “Se for menos do que isso, significará que tudo acabou em pizza.”
Um médico que também atua no setor de fertilização em laboratório comenta que, como é quase certo que Abdelmassih será condenado pela Justiça, o CRM terá de puni-lo antes, para não ficar desmoralizado.
Há denúncias de manipulação antiética e ilegal de óvulos. Existem relatos de que o médico comprava no exterior óvulos de mulheres jovens para vendê-los em sua clínica.
Algumas mulheres suspeitam que, sem saber, receberam implantes de óvulos que não eram os seus. Algumas delas estariam providenciando exame de DNA em seus filhos.
Algumas informações estariam sendo mantidas sob sigilo para preservar mães e filhos.
Roger Abdelmassih afirma que em 20 anos a sua clínica atendeu mais de 20 mil casais e que proporcionou o nascimento de 7.500 crianças, o que, segundo o ele, deixou os seus colegas com inveja.
Durante esse tempo, ele se destacou no noticiário por assegurar que a sua clínica obtém elevada taxa de êxito nas fertilizações, acima da média, e por ter como clientes pessoas famosas e ricas, entre elas artistas e jornalistas da Globo.
Uma conhecida jornalista que deixou a Globo teria sido atacada pelo médico há pouco tempo, antes de as denúncias de abuso sairem na imprensa. Ela se nega a falar sobre o assunto.

Fonte: Blog do Paulo Lopes
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O CRM (Conselho Regional de Medicina) do Estado de São Paulo está colhendo o depoimento das mulheres que denunciaram Roger Abdelmassih (foto), 65, especialista em fertilização in vitro, por abuso sexual à Delegacia da Mulher e ao MP (Ministério Público) do Estado de São Paulo. Até agora, o Conselho ouviu 30 ex-pacientes do médico.
O CRM está solicitando às mulheres que não moram em São Paulo fax ou carta assinada com o relato da denúncia. Mais de 60 ex-pacientes afirmam que foram vítimas do médico.
Há pelo menos uma acusação de estupro. Segundo o MP, as denúncias incluem “manipulação peniana”.
O MP aguarda o encerramento inquérito policial para denunciar (acusar formalmente) o médico à Justiça. Os advogados de Abdelmassih estão preparando uma defesa para apresentá-la às autoridades.
As investigações do CRM independem dos procedimentos policiais.
O Conselho tem sido criticado por uma suposta negligência em relação às denúncias ao especialista. “O CRM não vai fazer nada! Eu pago pra ver”, afirma uma ex-paciente.
Mas outra ex-paciente que recentemente esteve em contato com o Conselho teve a impressão de que a sindicância 12067/2009 aberta pela entidade, referente ao caso, está cercando o médico por todos os lados, não se restringindo, portanto, ao assédio sexual, que por si só já é grave, mas é difícil de se comprovar.
Essa ex-paciente acredita que, diante da gravidade do que já foi apurado, o CRM cassará a licença de Roger Abdelmassih para exercer a medicina. “Se for menos do que isso, significará que tudo acabou em pizza.”
Um médico que também atua no setor de fertilização em laboratório comenta que, como é quase certo que Abdelmassih será condenado pela Justiça, o CRM terá de puni-lo antes, para não ficar desmoralizado.
Há denúncias de manipulação antiética e ilegal de óvulos. Existem relatos de que o médico comprava no exterior óvulos de mulheres jovens para vendê-los em sua clínica.
Algumas mulheres suspeitam que, sem saber, receberam implantes de óvulos que não eram os seus. Algumas delas estariam providenciando exame de DNA em seus filhos.
Algumas informações estariam sendo mantidas sob sigilo para preservar mães e filhos.
Roger Abdelmassih afirma que em 20 anos a sua clínica atendeu mais de 20 mil casais e que proporcionou o nascimento de 7.500 crianças, o que, segundo o ele, deixou os seus colegas com inveja.
Durante esse tempo, ele se destacou no noticiário por assegurar que a sua clínica obtém elevada taxa de êxito nas fertilizações, acima da média, e por ter como clientes pessoas famosas e ricas, entre elas artistas e jornalistas da Globo.
Uma conhecida jornalista que deixou a Globo teria sido atacada pelo médico há pouco tempo, antes de as denúncias de abuso sairem na imprensa. Ela se nega a falar sobre o assunto.

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O CRM (Conselho Regional de Medicina) do Estado de São Paulo está colhendo o depoimento das mulheres que denunciaram Roger Abdelmassih (foto), 65, especialista em fertilização in vitro, por abuso sexual à Delegacia da Mulher e ao MP (Ministério Público) do Estado de São Paulo. Até agora, o Conselho ouviu 30 ex-pacientes do médico.
O CRM está solicitando às mulheres que não moram em São Paulo fax ou carta assinada com o relato da denúncia. Mais de 60 ex-pacientes afirmam que foram vítimas do médico.
Há pelo menos uma acusação de estupro. Segundo o MP, as denúncias incluem “manipulação peniana”.
O MP aguarda o encerramento inquérito policial para denunciar (acusar formalmente) o médico à Justiça. Os advogados de Abdelmassih estão preparando uma defesa para apresentá-la às autoridades.
As investigações do CRM independem dos procedimentos policiais.
O Conselho tem sido criticado por uma suposta negligência em relação às denúncias ao especialista. “O CRM não vai fazer nada! Eu pago pra ver”, afirma uma ex-paciente.
Mas outra ex-paciente que recentemente esteve em contato com o Conselho teve a impressão de que a sindicância 12067/2009 aberta pela entidade, referente ao caso, está cercando o médico por todos os lados, não se restringindo, portanto, ao assédio sexual, que por si só já é grave, mas é difícil de se comprovar.
Essa ex-paciente acredita que, diante da gravidade do que já foi apurado, o CRM cassará a licença de Roger Abdelmassih para exercer a medicina. “Se for menos do que isso, significará que tudo acabou em pizza.”
Um médico que também atua no setor de fertilização em laboratório comenta que, como é quase certo que Abdelmassih será condenado pela Justiça, o CRM terá de puni-lo antes, para não ficar desmoralizado.
Há denúncias de manipulação antiética e ilegal de óvulos. Existem relatos de que o médico comprava no exterior óvulos de mulheres jovens para vendê-los em sua clínica.
Algumas mulheres suspeitam que, sem saber, receberam implantes de óvulos que não eram os seus. Algumas delas estariam providenciando exame de DNA em seus filhos.
Algumas informações estariam sendo mantidas sob sigilo para preservar mães e filhos.
Roger Abdelmassih afirma que em 20 anos a sua clínica atendeu mais de 20 mil casais e que proporcionou o nascimento de 7.500 crianças, o que, segundo o ele, deixou os seus colegas com inveja.
Durante esse tempo, ele se destacou no noticiário por assegurar que a sua clínica obtém elevada taxa de êxito nas fertilizações, acima da média, e por ter como clientes pessoas famosas e ricas, entre elas artistas e jornalistas da Globo.
Uma conhecida jornalista que deixou a Globo teria sido atacada pelo médico há pouco tempo, antes de as denúncias de abuso sairem na imprensa. Ela se nega a falar sobre o assunto.

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O CRM (Conselho Regional de Medicina) do Estado de São Paulo está colhendo o depoimento das mulheres que denunciaram Roger Abdelmassih (foto), 65, especialista em fertilização in vitro, por abuso sexual à Delegacia da Mulher e ao MP (Ministério Público) do Estado de São Paulo. Até agora, o Conselho ouviu 30 ex-pacientes do médico.
O CRM está solicitando às mulheres que não moram em São Paulo fax ou carta assinada com o relato da denúncia. Mais de 60 ex-pacientes afirmam que foram vítimas do médico.
Há pelo menos uma acusação de estupro. Segundo o MP, as denúncias incluem “manipulação peniana”.
O MP aguarda o encerramento inquérito policial para denunciar (acusar formalmente) o médico à Justiça. Os advogados de Abdelmassih estão preparando uma defesa para apresentá-la às autoridades.
As investigações do CRM independem dos procedimentos policiais.
O Conselho tem sido criticado por uma suposta negligência em relação às denúncias ao especialista. “O CRM não vai fazer nada! Eu pago pra ver”, afirma uma ex-paciente.
Mas outra ex-paciente que recentemente esteve em contato com o Conselho teve a impressão de que a sindicância 12067/2009 aberta pela entidade, referente ao caso, está cercando o médico por todos os lados, não se restringindo, portanto, ao assédio sexual, que por si só já é grave, mas é difícil de se comprovar.
Essa ex-paciente acredita que, diante da gravidade do que já foi apurado, o CRM cassará a licença de Roger Abdelmassih para exercer a medicina. “Se for menos do que isso, significará que tudo acabou em pizza.”
Um médico que também atua no setor de fertilização em laboratório comenta que, como é quase certo que Abdelmassih será condenado pela Justiça, o CRM terá de puni-lo antes, para não ficar desmoralizado.
Há denúncias de manipulação antiética e ilegal de óvulos. Existem relatos de que o médico comprava no exterior óvulos de mulheres jovens para vendê-los em sua clínica.
Algumas mulheres suspeitam que, sem saber, receberam implantes de óvulos que não eram os seus. Algumas delas estariam providenciando exame de DNA em seus filhos.
Algumas informações estariam sendo mantidas sob sigilo para preservar mães e filhos.
Roger Abdelmassih afirma que em 20 anos a sua clínica atendeu mais de 20 mil casais e que proporcionou o nascimento de 7.500 crianças, o que, segundo o ele, deixou os seus colegas com inveja.
Durante esse tempo, ele se destacou no noticiário por assegurar que a sua clínica obtém elevada taxa de êxito nas fertilizações, acima da média, e por ter como clientes pessoas famosas e ricas, entre elas artistas e jornalistas da Globo.
Uma conhecida jornalista que deixou a Globo teria sido atacada pelo médico há pouco tempo, antes de as denúncias de abuso sairem na imprensa. Ela se nega a falar sobre o assunto.

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O número de denúncias das cidades da região feitas para o Disque 100, serviço do governo federal que recebe informações de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes, cresceu em 71% de 2007 para 2008. No total foram 342 registros em 2007, contra 585 no ano seguinte. O maior número aparece em São Bernardo (193), seguido por Santo André (160) e Diadema (108).
Desde 2003 sob coordenação do poder público, o Disque 100 é um serviço de discagem direta e gratuita disponível para todos os Estados brasileiros. Os casos são encaminhados aos conselhos tutelares e varas da Infância e Juventude.
Para o integrante do Conanda (Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente), Ariel de Castro Alves, a repercussão da morte de Isabella Nardoni (em março do ano passado) e dos irmãos esquartejados de Ribeirão Pires (setembro do ano passado) gerou uma sensibilização da sociedade sobre a violência contra crianças. "Mesmo assim, o Disque 100 ainda é uma ferramenta pouco conhecida. Os municípios precisam fortalecer os trabalhos para dar mais visibilidade às formas de denúncia. Os casos revelados são só a ponta do iceberg do problema."
A psicóloga e coordenadora do Crami (Centro Regional de Atenção aos Maus Tratos na Infância do ABCD), Ligia Vezzaro Caravieri, lembra que a fragilidade da criança e o histórico de pais são fatores predominantes para a violência sexual. "A maioria dos casos são com crianças de 7 anos, geralmente filhos de pais que foram violentados em suas infâncias."
O Disque 100 funciona diariamente das 8h às 22h, inclusive aos fins de semana e feriados. As ligações são sigilosas.

Por:Vanessa Fajardo e Kelly Zucatelli para o Diário do Grande ABC

LIGUE 100
TODAS AS PESSOAS QUE DESCONFIEM OU QUE TENHAM CONHECIMENTO DE VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA MENINOS E MENINAS TEM O DEVER DE DENUNCIAR.
ALÉM DO DISQUE-DENÚNCIA, SOB A RESPONSABILIDADE DA SECRETARIA ESPECIAL DE DIREITOS HUMANOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, AS DENÚNCIAS PODEM SER ENCAMINHADAS AOS CONSELHOS TUTELARES, AO MINISTÉRIO PÚBLICO, À DELEGACIA DOS DIREITOS DA CRIANÇA E ADOLESCENTE, AO JUIZADO DA INFÃNCIA, OAB, SECRETARIA DA SAÚDE, POLÍCIA MILITAR E DELEGACIAS DE POLÍCIA.
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O número de denúncias das cidades da região feitas para o Disque 100, serviço do governo federal que recebe informações de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes, cresceu em 71% de 2007 para 2008. No total foram 342 registros em 2007, contra 585 no ano seguinte. O maior número aparece em São Bernardo (193), seguido por Santo André (160) e Diadema (108).
Desde 2003 sob coordenação do poder público, o Disque 100 é um serviço de discagem direta e gratuita disponível para todos os Estados brasileiros. Os casos são encaminhados aos conselhos tutelares e varas da Infância e Juventude.
Para o integrante do Conanda (Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente), Ariel de Castro Alves, a repercussão da morte de Isabella Nardoni (em março do ano passado) e dos irmãos esquartejados de Ribeirão Pires (setembro do ano passado) gerou uma sensibilização da sociedade sobre a violência contra crianças. "Mesmo assim, o Disque 100 ainda é uma ferramenta pouco conhecida. Os municípios precisam fortalecer os trabalhos para dar mais visibilidade às formas de denúncia. Os casos revelados são só a ponta do iceberg do problema."
A psicóloga e coordenadora do Crami (Centro Regional de Atenção aos Maus Tratos na Infância do ABCD), Ligia Vezzaro Caravieri, lembra que a fragilidade da criança e o histórico de pais são fatores predominantes para a violência sexual. "A maioria dos casos são com crianças de 7 anos, geralmente filhos de pais que foram violentados em suas infâncias."
O Disque 100 funciona diariamente das 8h às 22h, inclusive aos fins de semana e feriados. As ligações são sigilosas.

Por:Vanessa Fajardo e Kelly Zucatelli para o Diário do Grande ABC

LIGUE 100
TODAS AS PESSOAS QUE DESCONFIEM OU QUE TENHAM CONHECIMENTO DE VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA MENINOS E MENINAS TEM O DEVER DE DENUNCIAR.
ALÉM DO DISQUE-DENÚNCIA, SOB A RESPONSABILIDADE DA SECRETARIA ESPECIAL DE DIREITOS HUMANOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, AS DENÚNCIAS PODEM SER ENCAMINHADAS AOS CONSELHOS TUTELARES, AO MINISTÉRIO PÚBLICO, À DELEGACIA DOS DIREITOS DA CRIANÇA E ADOLESCENTE, AO JUIZADO DA INFÃNCIA, OAB, SECRETARIA DA SAÚDE, POLÍCIA MILITAR E DELEGACIAS DE POLÍCIA.
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:43  comentar

O número de denúncias das cidades da região feitas para o Disque 100, serviço do governo federal que recebe informações de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes, cresceu em 71% de 2007 para 2008. No total foram 342 registros em 2007, contra 585 no ano seguinte. O maior número aparece em São Bernardo (193), seguido por Santo André (160) e Diadema (108).
Desde 2003 sob coordenação do poder público, o Disque 100 é um serviço de discagem direta e gratuita disponível para todos os Estados brasileiros. Os casos são encaminhados aos conselhos tutelares e varas da Infância e Juventude.
Para o integrante do Conanda (Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente), Ariel de Castro Alves, a repercussão da morte de Isabella Nardoni (em março do ano passado) e dos irmãos esquartejados de Ribeirão Pires (setembro do ano passado) gerou uma sensibilização da sociedade sobre a violência contra crianças. "Mesmo assim, o Disque 100 ainda é uma ferramenta pouco conhecida. Os municípios precisam fortalecer os trabalhos para dar mais visibilidade às formas de denúncia. Os casos revelados são só a ponta do iceberg do problema."
A psicóloga e coordenadora do Crami (Centro Regional de Atenção aos Maus Tratos na Infância do ABCD), Ligia Vezzaro Caravieri, lembra que a fragilidade da criança e o histórico de pais são fatores predominantes para a violência sexual. "A maioria dos casos são com crianças de 7 anos, geralmente filhos de pais que foram violentados em suas infâncias."
O Disque 100 funciona diariamente das 8h às 22h, inclusive aos fins de semana e feriados. As ligações são sigilosas.

Por:Vanessa Fajardo e Kelly Zucatelli para o Diário do Grande ABC

LIGUE 100
TODAS AS PESSOAS QUE DESCONFIEM OU QUE TENHAM CONHECIMENTO DE VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA MENINOS E MENINAS TEM O DEVER DE DENUNCIAR.
ALÉM DO DISQUE-DENÚNCIA, SOB A RESPONSABILIDADE DA SECRETARIA ESPECIAL DE DIREITOS HUMANOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, AS DENÚNCIAS PODEM SER ENCAMINHADAS AOS CONSELHOS TUTELARES, AO MINISTÉRIO PÚBLICO, À DELEGACIA DOS DIREITOS DA CRIANÇA E ADOLESCENTE, AO JUIZADO DA INFÃNCIA, OAB, SECRETARIA DA SAÚDE, POLÍCIA MILITAR E DELEGACIAS DE POLÍCIA.
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O número de denúncias das cidades da região feitas para o Disque 100, serviço do governo federal que recebe informações de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes, cresceu em 71% de 2007 para 2008. No total foram 342 registros em 2007, contra 585 no ano seguinte. O maior número aparece em São Bernardo (193), seguido por Santo André (160) e Diadema (108).
Desde 2003 sob coordenação do poder público, o Disque 100 é um serviço de discagem direta e gratuita disponível para todos os Estados brasileiros. Os casos são encaminhados aos conselhos tutelares e varas da Infância e Juventude.
Para o integrante do Conanda (Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente), Ariel de Castro Alves, a repercussão da morte de Isabella Nardoni (em março do ano passado) e dos irmãos esquartejados de Ribeirão Pires (setembro do ano passado) gerou uma sensibilização da sociedade sobre a violência contra crianças. "Mesmo assim, o Disque 100 ainda é uma ferramenta pouco conhecida. Os municípios precisam fortalecer os trabalhos para dar mais visibilidade às formas de denúncia. Os casos revelados são só a ponta do iceberg do problema."
A psicóloga e coordenadora do Crami (Centro Regional de Atenção aos Maus Tratos na Infância do ABCD), Ligia Vezzaro Caravieri, lembra que a fragilidade da criança e o histórico de pais são fatores predominantes para a violência sexual. "A maioria dos casos são com crianças de 7 anos, geralmente filhos de pais que foram violentados em suas infâncias."
O Disque 100 funciona diariamente das 8h às 22h, inclusive aos fins de semana e feriados. As ligações são sigilosas.

Por:Vanessa Fajardo e Kelly Zucatelli para o Diário do Grande ABC

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O número de denúncias das cidades da região feitas para o Disque 100, serviço do governo federal que recebe informações de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes, cresceu em 71% de 2007 para 2008. No total foram 342 registros em 2007, contra 585 no ano seguinte. O maior número aparece em São Bernardo (193), seguido por Santo André (160) e Diadema (108).
Desde 2003 sob coordenação do poder público, o Disque 100 é um serviço de discagem direta e gratuita disponível para todos os Estados brasileiros. Os casos são encaminhados aos conselhos tutelares e varas da Infância e Juventude.
Para o integrante do Conanda (Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente), Ariel de Castro Alves, a repercussão da morte de Isabella Nardoni (em março do ano passado) e dos irmãos esquartejados de Ribeirão Pires (setembro do ano passado) gerou uma sensibilização da sociedade sobre a violência contra crianças. "Mesmo assim, o Disque 100 ainda é uma ferramenta pouco conhecida. Os municípios precisam fortalecer os trabalhos para dar mais visibilidade às formas de denúncia. Os casos revelados são só a ponta do iceberg do problema."
A psicóloga e coordenadora do Crami (Centro Regional de Atenção aos Maus Tratos na Infância do ABCD), Ligia Vezzaro Caravieri, lembra que a fragilidade da criança e o histórico de pais são fatores predominantes para a violência sexual. "A maioria dos casos são com crianças de 7 anos, geralmente filhos de pais que foram violentados em suas infâncias."
O Disque 100 funciona diariamente das 8h às 22h, inclusive aos fins de semana e feriados. As ligações são sigilosas.

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