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16.5.09
Vitória - O uso de contêineres como celas foi um dos fatores que motivaram o Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP) a solicitar ao procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza, que apresente um pedido de intervenção federal no Espírito Santo. O presídio de contêineres se localiza no bairro Novo Horizonte, no município de Serra, região metropolitana de Vitória. A unidade tem capacidade para abrigar 144 presos, mas, na última sexta-feira (15), de acordo com o diretor da unidade, Robson de Assis, havia 306 internos.
A situação encontrada pela Agência Brasil não difere muito da relatada pelo presidente do CNPCP, Sérgio Salomão Shecaira, no documento encaminhado ao procurador. Shecaira visitou os presídios capixabas nos dias 15 e 16 de abril e o que viu está expresso no documento encaminhado ao procurador na semana passada.
No relatório de 12 páginas, assinado por Shecaira, há detalhes sobre a precária condição em que se encontram os presos da unidade, que no dia da visita tinha quase 400 pessoas.
“Cada contêiner tinha cerca de 40 presos. O local é absolutamente insalubre. A temperatura no verão passa de 45 graus, segundo vários depoimentos. Não há qualquer atividade laboral. Não há médico. Não há advogado. Não há defensoria. Não há privacidade alguma. As visitas semanais são feitas através de uma grade farpada. São fatos comuns as crianças se cortarem ao tentar pegar na mão dos detentos por entre as grades. Não há visita íntima”, destaca o relatório encaminhado ao procurador.
Shecaira também relatou o “rio de esgoto” que corre entre as fileiras de dez contêineres empilhados e cobertos com uma estrutura metálica. Na sexta-feira (15), quando a Agência Brasil esteve no presídio, observou que o esgoto corria na pequena área destinada ao banho de sol dos internos. “Na água preta e fétida encontravam-se insetos, larvas, roedores, garrafas de refrigerantes, restos de marmitas, restos de comida, sujeiras de todos os tipos. A profundidade daquele rio de fezes e dejetos chegava a 40 centímetros, aproximadamente”, diz o documento.
“Poucas vezes na história, seres humanos foram submetidos a tanto desrespeito. Vencendo a repugnância do odor, aproximamo-nos dos presos. Novas denúncias de comida podre e de violências. Encontramos um preso com um tiro no olho e outro com marcas de bala na barriga. Marcas de balas na parte externa dos contêineres são comuns. A promiscuidade impera”, destaca o relatório.
Shecaira também apontou, no documento enviado ao Ministério Público Federal, a decisão tomada pela administração penitenciária do Espírito Santo de reativar uma cela semelhante, também feita com contêineres, só que sem janelas, apelidada de “cela micro-ondas”. Essa cela possui apenas uma abertura, pela qual os agentes podem passar as marmitas com comida, e a ventilação é levada por um único cano. “Tal contêiner, sem janelas, foi desativado por decisão judicial. A reativação da “cela micro-ondas”, com 23 presos, foi feita em descumprimento às ordens judiciais”, destaca Shecaira no relatório.

Luciana Lima /Enviada especial


Agencia Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 20:40  comentar

Vitória - O uso de contêineres como celas foi um dos fatores que motivaram o Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP) a solicitar ao procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza, que apresente um pedido de intervenção federal no Espírito Santo. O presídio de contêineres se localiza no bairro Novo Horizonte, no município de Serra, região metropolitana de Vitória. A unidade tem capacidade para abrigar 144 presos, mas, na última sexta-feira (15), de acordo com o diretor da unidade, Robson de Assis, havia 306 internos.
A situação encontrada pela Agência Brasil não difere muito da relatada pelo presidente do CNPCP, Sérgio Salomão Shecaira, no documento encaminhado ao procurador. Shecaira visitou os presídios capixabas nos dias 15 e 16 de abril e o que viu está expresso no documento encaminhado ao procurador na semana passada.
No relatório de 12 páginas, assinado por Shecaira, há detalhes sobre a precária condição em que se encontram os presos da unidade, que no dia da visita tinha quase 400 pessoas.
“Cada contêiner tinha cerca de 40 presos. O local é absolutamente insalubre. A temperatura no verão passa de 45 graus, segundo vários depoimentos. Não há qualquer atividade laboral. Não há médico. Não há advogado. Não há defensoria. Não há privacidade alguma. As visitas semanais são feitas através de uma grade farpada. São fatos comuns as crianças se cortarem ao tentar pegar na mão dos detentos por entre as grades. Não há visita íntima”, destaca o relatório encaminhado ao procurador.
Shecaira também relatou o “rio de esgoto” que corre entre as fileiras de dez contêineres empilhados e cobertos com uma estrutura metálica. Na sexta-feira (15), quando a Agência Brasil esteve no presídio, observou que o esgoto corria na pequena área destinada ao banho de sol dos internos. “Na água preta e fétida encontravam-se insetos, larvas, roedores, garrafas de refrigerantes, restos de marmitas, restos de comida, sujeiras de todos os tipos. A profundidade daquele rio de fezes e dejetos chegava a 40 centímetros, aproximadamente”, diz o documento.
“Poucas vezes na história, seres humanos foram submetidos a tanto desrespeito. Vencendo a repugnância do odor, aproximamo-nos dos presos. Novas denúncias de comida podre e de violências. Encontramos um preso com um tiro no olho e outro com marcas de bala na barriga. Marcas de balas na parte externa dos contêineres são comuns. A promiscuidade impera”, destaca o relatório.
Shecaira também apontou, no documento enviado ao Ministério Público Federal, a decisão tomada pela administração penitenciária do Espírito Santo de reativar uma cela semelhante, também feita com contêineres, só que sem janelas, apelidada de “cela micro-ondas”. Essa cela possui apenas uma abertura, pela qual os agentes podem passar as marmitas com comida, e a ventilação é levada por um único cano. “Tal contêiner, sem janelas, foi desativado por decisão judicial. A reativação da “cela micro-ondas”, com 23 presos, foi feita em descumprimento às ordens judiciais”, destaca Shecaira no relatório.

Luciana Lima /Enviada especial


Agencia Brasil
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Vitória - O uso de contêineres como celas foi um dos fatores que motivaram o Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP) a solicitar ao procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza, que apresente um pedido de intervenção federal no Espírito Santo. O presídio de contêineres se localiza no bairro Novo Horizonte, no município de Serra, região metropolitana de Vitória. A unidade tem capacidade para abrigar 144 presos, mas, na última sexta-feira (15), de acordo com o diretor da unidade, Robson de Assis, havia 306 internos.
A situação encontrada pela Agência Brasil não difere muito da relatada pelo presidente do CNPCP, Sérgio Salomão Shecaira, no documento encaminhado ao procurador. Shecaira visitou os presídios capixabas nos dias 15 e 16 de abril e o que viu está expresso no documento encaminhado ao procurador na semana passada.
No relatório de 12 páginas, assinado por Shecaira, há detalhes sobre a precária condição em que se encontram os presos da unidade, que no dia da visita tinha quase 400 pessoas.
“Cada contêiner tinha cerca de 40 presos. O local é absolutamente insalubre. A temperatura no verão passa de 45 graus, segundo vários depoimentos. Não há qualquer atividade laboral. Não há médico. Não há advogado. Não há defensoria. Não há privacidade alguma. As visitas semanais são feitas através de uma grade farpada. São fatos comuns as crianças se cortarem ao tentar pegar na mão dos detentos por entre as grades. Não há visita íntima”, destaca o relatório encaminhado ao procurador.
Shecaira também relatou o “rio de esgoto” que corre entre as fileiras de dez contêineres empilhados e cobertos com uma estrutura metálica. Na sexta-feira (15), quando a Agência Brasil esteve no presídio, observou que o esgoto corria na pequena área destinada ao banho de sol dos internos. “Na água preta e fétida encontravam-se insetos, larvas, roedores, garrafas de refrigerantes, restos de marmitas, restos de comida, sujeiras de todos os tipos. A profundidade daquele rio de fezes e dejetos chegava a 40 centímetros, aproximadamente”, diz o documento.
“Poucas vezes na história, seres humanos foram submetidos a tanto desrespeito. Vencendo a repugnância do odor, aproximamo-nos dos presos. Novas denúncias de comida podre e de violências. Encontramos um preso com um tiro no olho e outro com marcas de bala na barriga. Marcas de balas na parte externa dos contêineres são comuns. A promiscuidade impera”, destaca o relatório.
Shecaira também apontou, no documento enviado ao Ministério Público Federal, a decisão tomada pela administração penitenciária do Espírito Santo de reativar uma cela semelhante, também feita com contêineres, só que sem janelas, apelidada de “cela micro-ondas”. Essa cela possui apenas uma abertura, pela qual os agentes podem passar as marmitas com comida, e a ventilação é levada por um único cano. “Tal contêiner, sem janelas, foi desativado por decisão judicial. A reativação da “cela micro-ondas”, com 23 presos, foi feita em descumprimento às ordens judiciais”, destaca Shecaira no relatório.

Luciana Lima /Enviada especial


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A situação encontrada pela Agência Brasil não difere muito da relatada pelo presidente do CNPCP, Sérgio Salomão Shecaira, no documento encaminhado ao procurador. Shecaira visitou os presídios capixabas nos dias 15 e 16 de abril e o que viu está expresso no documento encaminhado ao procurador na semana passada.
No relatório de 12 páginas, assinado por Shecaira, há detalhes sobre a precária condição em que se encontram os presos da unidade, que no dia da visita tinha quase 400 pessoas.
“Cada contêiner tinha cerca de 40 presos. O local é absolutamente insalubre. A temperatura no verão passa de 45 graus, segundo vários depoimentos. Não há qualquer atividade laboral. Não há médico. Não há advogado. Não há defensoria. Não há privacidade alguma. As visitas semanais são feitas através de uma grade farpada. São fatos comuns as crianças se cortarem ao tentar pegar na mão dos detentos por entre as grades. Não há visita íntima”, destaca o relatório encaminhado ao procurador.
Shecaira também relatou o “rio de esgoto” que corre entre as fileiras de dez contêineres empilhados e cobertos com uma estrutura metálica. Na sexta-feira (15), quando a Agência Brasil esteve no presídio, observou que o esgoto corria na pequena área destinada ao banho de sol dos internos. “Na água preta e fétida encontravam-se insetos, larvas, roedores, garrafas de refrigerantes, restos de marmitas, restos de comida, sujeiras de todos os tipos. A profundidade daquele rio de fezes e dejetos chegava a 40 centímetros, aproximadamente”, diz o documento.
“Poucas vezes na história, seres humanos foram submetidos a tanto desrespeito. Vencendo a repugnância do odor, aproximamo-nos dos presos. Novas denúncias de comida podre e de violências. Encontramos um preso com um tiro no olho e outro com marcas de bala na barriga. Marcas de balas na parte externa dos contêineres são comuns. A promiscuidade impera”, destaca o relatório.
Shecaira também apontou, no documento enviado ao Ministério Público Federal, a decisão tomada pela administração penitenciária do Espírito Santo de reativar uma cela semelhante, também feita com contêineres, só que sem janelas, apelidada de “cela micro-ondas”. Essa cela possui apenas uma abertura, pela qual os agentes podem passar as marmitas com comida, e a ventilação é levada por um único cano. “Tal contêiner, sem janelas, foi desativado por decisão judicial. A reativação da “cela micro-ondas”, com 23 presos, foi feita em descumprimento às ordens judiciais”, destaca Shecaira no relatório.

Luciana Lima /Enviada especial


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Vitória - O uso de contêineres como celas foi um dos fatores que motivaram o Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP) a solicitar ao procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza, que apresente um pedido de intervenção federal no Espírito Santo. O presídio de contêineres se localiza no bairro Novo Horizonte, no município de Serra, região metropolitana de Vitória. A unidade tem capacidade para abrigar 144 presos, mas, na última sexta-feira (15), de acordo com o diretor da unidade, Robson de Assis, havia 306 internos.
A situação encontrada pela Agência Brasil não difere muito da relatada pelo presidente do CNPCP, Sérgio Salomão Shecaira, no documento encaminhado ao procurador. Shecaira visitou os presídios capixabas nos dias 15 e 16 de abril e o que viu está expresso no documento encaminhado ao procurador na semana passada.
No relatório de 12 páginas, assinado por Shecaira, há detalhes sobre a precária condição em que se encontram os presos da unidade, que no dia da visita tinha quase 400 pessoas.
“Cada contêiner tinha cerca de 40 presos. O local é absolutamente insalubre. A temperatura no verão passa de 45 graus, segundo vários depoimentos. Não há qualquer atividade laboral. Não há médico. Não há advogado. Não há defensoria. Não há privacidade alguma. As visitas semanais são feitas através de uma grade farpada. São fatos comuns as crianças se cortarem ao tentar pegar na mão dos detentos por entre as grades. Não há visita íntima”, destaca o relatório encaminhado ao procurador.
Shecaira também relatou o “rio de esgoto” que corre entre as fileiras de dez contêineres empilhados e cobertos com uma estrutura metálica. Na sexta-feira (15), quando a Agência Brasil esteve no presídio, observou que o esgoto corria na pequena área destinada ao banho de sol dos internos. “Na água preta e fétida encontravam-se insetos, larvas, roedores, garrafas de refrigerantes, restos de marmitas, restos de comida, sujeiras de todos os tipos. A profundidade daquele rio de fezes e dejetos chegava a 40 centímetros, aproximadamente”, diz o documento.
“Poucas vezes na história, seres humanos foram submetidos a tanto desrespeito. Vencendo a repugnância do odor, aproximamo-nos dos presos. Novas denúncias de comida podre e de violências. Encontramos um preso com um tiro no olho e outro com marcas de bala na barriga. Marcas de balas na parte externa dos contêineres são comuns. A promiscuidade impera”, destaca o relatório.
Shecaira também apontou, no documento enviado ao Ministério Público Federal, a decisão tomada pela administração penitenciária do Espírito Santo de reativar uma cela semelhante, também feita com contêineres, só que sem janelas, apelidada de “cela micro-ondas”. Essa cela possui apenas uma abertura, pela qual os agentes podem passar as marmitas com comida, e a ventilação é levada por um único cano. “Tal contêiner, sem janelas, foi desativado por decisão judicial. A reativação da “cela micro-ondas”, com 23 presos, foi feita em descumprimento às ordens judiciais”, destaca Shecaira no relatório.

Luciana Lima /Enviada especial


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CURITIBA e SÃO PAULO - O Instituto Médico Legal (IML) do Paraná já está de posse da amostra de sangue do deputado Fernando Ribas Carli Filho (PSB) colhida no momento em que ele deu entrada no pronto-socorro do Hospital Evangélico, pouco depois do acidente que causou a morte de duas pessoas em Curitiba. O material passará por exames de dosagem alcoólica para determinar se o parlamentar estava bêbado no momento da colisão, conforme afirmam testemunhas e o boletim médico do Corpo de Bombeiros.
Segundo o último boletim médico divulgado nesta sexta-feira pelo Hospital Albert Einstein, em São Paulo, Carli Filho foi operado durante 14 horas na última quinta-feira, para corrigir fraturas no crânio e na face. Ele voltou a ser internado na UTI para observação, até que seu quadro clínico seja considerado totalmente estável.
Nesta sexta-feira, a Comissão de Ética da Assembleia Legislativa do Paraná informou que pode instalar na segunda-feira o processo de cassação do mandato do deputado por quebra de decoro parlamentar. Segundo Pedro Ivo Ilkiv (PT), presidente da Comissão, o início dos trabalhos depende apenas de um parecer jurídico da Corregedoria da Casa. Carli Filho é acusado de dirigir embriagado, dirigir em alta velocidade e causar acidente com a morte de dois jovens em Curitiba. Garçons disseram que o deputado deixou o restaurante onde jantou antes da colisão embriagado e que a mesa na qual estava consumiu quatro garrafas de vinho.
- Caracterizada a quebra de decoro, vamos atuar sem corporativismo, em cima da legalidade e em busca de justiça. A imagem dos políticos está como um todo abalada. Essa é mais uma a passar uma imagem ruim dos políticos e temos de agir com seriedade - afirmou Ilkiv.
Quatro partidos estão representados na Comissão de Ética da Assembléia Legislativa paranaense: PT, PSDB, DEM e PMDB, este último com dois representantes. Segundo Ilkiv, o pedido de cassação protocolado pelos advogados da família Yared, de um dos jovens mortos no acidente, foi encaminhado à Corregedoria, que na segunda-feira deve apresentar sua avaliação à Comissão de Ética e à Mesa Executiva. O PSB, partido do deputado, também já admite discutir sua expulsão.
- Não pode haver pre-julgamento. Vamos discutir, com base na análise jurídica, se o caso se encaixa ou não como quebra de decoro. Não há corporativismo nesta discussão - afirmou o deputado.
Os parlamentares paranaenses estão pressionados pela opinião pública. Eles estão recebendo centenas de e-mails e pedidos para que se posicionem a favor da cassação de Carli Filho.
Segundo informações do Portal RPC e da Gazeta do Povo, o advogado Elias Mattar Assad, que representa Gilmar e Cristhiane Yared, pais de Gilmar Rafael Souza Yared, protocolou ainda um pedido de revogação da licença de 60 dias que foi concedida ao deputado Carli Filho. Ele afirma que a licença só poderia ser dada se fosse votada em plenário e obtivesse a aprovação da maioria dos deputados. O advogado também pediu exames médicos que comprovem o estado de saúde do deputado e a necessidade da licença. "Como se está pondo em dúvida os boletins médicos divulgados até agora, estou requerendo a comprovação da saúde dele e cobrando respostas sobre o atropelo do regimento na licença que foi concedida."
Também começa a ser aventada a possibilidade de Carli Filho renunciar ao cargo, para evitar um processo de cassação e o desgaste político da Assembleia paranaense.


O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 20:03  comentar

CURITIBA e SÃO PAULO - O Instituto Médico Legal (IML) do Paraná já está de posse da amostra de sangue do deputado Fernando Ribas Carli Filho (PSB) colhida no momento em que ele deu entrada no pronto-socorro do Hospital Evangélico, pouco depois do acidente que causou a morte de duas pessoas em Curitiba. O material passará por exames de dosagem alcoólica para determinar se o parlamentar estava bêbado no momento da colisão, conforme afirmam testemunhas e o boletim médico do Corpo de Bombeiros.
Segundo o último boletim médico divulgado nesta sexta-feira pelo Hospital Albert Einstein, em São Paulo, Carli Filho foi operado durante 14 horas na última quinta-feira, para corrigir fraturas no crânio e na face. Ele voltou a ser internado na UTI para observação, até que seu quadro clínico seja considerado totalmente estável.
Nesta sexta-feira, a Comissão de Ética da Assembleia Legislativa do Paraná informou que pode instalar na segunda-feira o processo de cassação do mandato do deputado por quebra de decoro parlamentar. Segundo Pedro Ivo Ilkiv (PT), presidente da Comissão, o início dos trabalhos depende apenas de um parecer jurídico da Corregedoria da Casa. Carli Filho é acusado de dirigir embriagado, dirigir em alta velocidade e causar acidente com a morte de dois jovens em Curitiba. Garçons disseram que o deputado deixou o restaurante onde jantou antes da colisão embriagado e que a mesa na qual estava consumiu quatro garrafas de vinho.
- Caracterizada a quebra de decoro, vamos atuar sem corporativismo, em cima da legalidade e em busca de justiça. A imagem dos políticos está como um todo abalada. Essa é mais uma a passar uma imagem ruim dos políticos e temos de agir com seriedade - afirmou Ilkiv.
Quatro partidos estão representados na Comissão de Ética da Assembléia Legislativa paranaense: PT, PSDB, DEM e PMDB, este último com dois representantes. Segundo Ilkiv, o pedido de cassação protocolado pelos advogados da família Yared, de um dos jovens mortos no acidente, foi encaminhado à Corregedoria, que na segunda-feira deve apresentar sua avaliação à Comissão de Ética e à Mesa Executiva. O PSB, partido do deputado, também já admite discutir sua expulsão.
- Não pode haver pre-julgamento. Vamos discutir, com base na análise jurídica, se o caso se encaixa ou não como quebra de decoro. Não há corporativismo nesta discussão - afirmou o deputado.
Os parlamentares paranaenses estão pressionados pela opinião pública. Eles estão recebendo centenas de e-mails e pedidos para que se posicionem a favor da cassação de Carli Filho.
Segundo informações do Portal RPC e da Gazeta do Povo, o advogado Elias Mattar Assad, que representa Gilmar e Cristhiane Yared, pais de Gilmar Rafael Souza Yared, protocolou ainda um pedido de revogação da licença de 60 dias que foi concedida ao deputado Carli Filho. Ele afirma que a licença só poderia ser dada se fosse votada em plenário e obtivesse a aprovação da maioria dos deputados. O advogado também pediu exames médicos que comprovem o estado de saúde do deputado e a necessidade da licença. "Como se está pondo em dúvida os boletins médicos divulgados até agora, estou requerendo a comprovação da saúde dele e cobrando respostas sobre o atropelo do regimento na licença que foi concedida."
Também começa a ser aventada a possibilidade de Carli Filho renunciar ao cargo, para evitar um processo de cassação e o desgaste político da Assembleia paranaense.


O Globo On Line
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Segundo o último boletim médico divulgado nesta sexta-feira pelo Hospital Albert Einstein, em São Paulo, Carli Filho foi operado durante 14 horas na última quinta-feira, para corrigir fraturas no crânio e na face. Ele voltou a ser internado na UTI para observação, até que seu quadro clínico seja considerado totalmente estável.
Nesta sexta-feira, a Comissão de Ética da Assembleia Legislativa do Paraná informou que pode instalar na segunda-feira o processo de cassação do mandato do deputado por quebra de decoro parlamentar. Segundo Pedro Ivo Ilkiv (PT), presidente da Comissão, o início dos trabalhos depende apenas de um parecer jurídico da Corregedoria da Casa. Carli Filho é acusado de dirigir embriagado, dirigir em alta velocidade e causar acidente com a morte de dois jovens em Curitiba. Garçons disseram que o deputado deixou o restaurante onde jantou antes da colisão embriagado e que a mesa na qual estava consumiu quatro garrafas de vinho.
- Caracterizada a quebra de decoro, vamos atuar sem corporativismo, em cima da legalidade e em busca de justiça. A imagem dos políticos está como um todo abalada. Essa é mais uma a passar uma imagem ruim dos políticos e temos de agir com seriedade - afirmou Ilkiv.
Quatro partidos estão representados na Comissão de Ética da Assembléia Legislativa paranaense: PT, PSDB, DEM e PMDB, este último com dois representantes. Segundo Ilkiv, o pedido de cassação protocolado pelos advogados da família Yared, de um dos jovens mortos no acidente, foi encaminhado à Corregedoria, que na segunda-feira deve apresentar sua avaliação à Comissão de Ética e à Mesa Executiva. O PSB, partido do deputado, também já admite discutir sua expulsão.
- Não pode haver pre-julgamento. Vamos discutir, com base na análise jurídica, se o caso se encaixa ou não como quebra de decoro. Não há corporativismo nesta discussão - afirmou o deputado.
Os parlamentares paranaenses estão pressionados pela opinião pública. Eles estão recebendo centenas de e-mails e pedidos para que se posicionem a favor da cassação de Carli Filho.
Segundo informações do Portal RPC e da Gazeta do Povo, o advogado Elias Mattar Assad, que representa Gilmar e Cristhiane Yared, pais de Gilmar Rafael Souza Yared, protocolou ainda um pedido de revogação da licença de 60 dias que foi concedida ao deputado Carli Filho. Ele afirma que a licença só poderia ser dada se fosse votada em plenário e obtivesse a aprovação da maioria dos deputados. O advogado também pediu exames médicos que comprovem o estado de saúde do deputado e a necessidade da licença. "Como se está pondo em dúvida os boletins médicos divulgados até agora, estou requerendo a comprovação da saúde dele e cobrando respostas sobre o atropelo do regimento na licença que foi concedida."
Também começa a ser aventada a possibilidade de Carli Filho renunciar ao cargo, para evitar um processo de cassação e o desgaste político da Assembleia paranaense.


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Segundo o último boletim médico divulgado nesta sexta-feira pelo Hospital Albert Einstein, em São Paulo, Carli Filho foi operado durante 14 horas na última quinta-feira, para corrigir fraturas no crânio e na face. Ele voltou a ser internado na UTI para observação, até que seu quadro clínico seja considerado totalmente estável.
Nesta sexta-feira, a Comissão de Ética da Assembleia Legislativa do Paraná informou que pode instalar na segunda-feira o processo de cassação do mandato do deputado por quebra de decoro parlamentar. Segundo Pedro Ivo Ilkiv (PT), presidente da Comissão, o início dos trabalhos depende apenas de um parecer jurídico da Corregedoria da Casa. Carli Filho é acusado de dirigir embriagado, dirigir em alta velocidade e causar acidente com a morte de dois jovens em Curitiba. Garçons disseram que o deputado deixou o restaurante onde jantou antes da colisão embriagado e que a mesa na qual estava consumiu quatro garrafas de vinho.
- Caracterizada a quebra de decoro, vamos atuar sem corporativismo, em cima da legalidade e em busca de justiça. A imagem dos políticos está como um todo abalada. Essa é mais uma a passar uma imagem ruim dos políticos e temos de agir com seriedade - afirmou Ilkiv.
Quatro partidos estão representados na Comissão de Ética da Assembléia Legislativa paranaense: PT, PSDB, DEM e PMDB, este último com dois representantes. Segundo Ilkiv, o pedido de cassação protocolado pelos advogados da família Yared, de um dos jovens mortos no acidente, foi encaminhado à Corregedoria, que na segunda-feira deve apresentar sua avaliação à Comissão de Ética e à Mesa Executiva. O PSB, partido do deputado, também já admite discutir sua expulsão.
- Não pode haver pre-julgamento. Vamos discutir, com base na análise jurídica, se o caso se encaixa ou não como quebra de decoro. Não há corporativismo nesta discussão - afirmou o deputado.
Os parlamentares paranaenses estão pressionados pela opinião pública. Eles estão recebendo centenas de e-mails e pedidos para que se posicionem a favor da cassação de Carli Filho.
Segundo informações do Portal RPC e da Gazeta do Povo, o advogado Elias Mattar Assad, que representa Gilmar e Cristhiane Yared, pais de Gilmar Rafael Souza Yared, protocolou ainda um pedido de revogação da licença de 60 dias que foi concedida ao deputado Carli Filho. Ele afirma que a licença só poderia ser dada se fosse votada em plenário e obtivesse a aprovação da maioria dos deputados. O advogado também pediu exames médicos que comprovem o estado de saúde do deputado e a necessidade da licença. "Como se está pondo em dúvida os boletins médicos divulgados até agora, estou requerendo a comprovação da saúde dele e cobrando respostas sobre o atropelo do regimento na licença que foi concedida."
Também começa a ser aventada a possibilidade de Carli Filho renunciar ao cargo, para evitar um processo de cassação e o desgaste político da Assembleia paranaense.


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CURITIBA e SÃO PAULO - O Instituto Médico Legal (IML) do Paraná já está de posse da amostra de sangue do deputado Fernando Ribas Carli Filho (PSB) colhida no momento em que ele deu entrada no pronto-socorro do Hospital Evangélico, pouco depois do acidente que causou a morte de duas pessoas em Curitiba. O material passará por exames de dosagem alcoólica para determinar se o parlamentar estava bêbado no momento da colisão, conforme afirmam testemunhas e o boletim médico do Corpo de Bombeiros.
Segundo o último boletim médico divulgado nesta sexta-feira pelo Hospital Albert Einstein, em São Paulo, Carli Filho foi operado durante 14 horas na última quinta-feira, para corrigir fraturas no crânio e na face. Ele voltou a ser internado na UTI para observação, até que seu quadro clínico seja considerado totalmente estável.
Nesta sexta-feira, a Comissão de Ética da Assembleia Legislativa do Paraná informou que pode instalar na segunda-feira o processo de cassação do mandato do deputado por quebra de decoro parlamentar. Segundo Pedro Ivo Ilkiv (PT), presidente da Comissão, o início dos trabalhos depende apenas de um parecer jurídico da Corregedoria da Casa. Carli Filho é acusado de dirigir embriagado, dirigir em alta velocidade e causar acidente com a morte de dois jovens em Curitiba. Garçons disseram que o deputado deixou o restaurante onde jantou antes da colisão embriagado e que a mesa na qual estava consumiu quatro garrafas de vinho.
- Caracterizada a quebra de decoro, vamos atuar sem corporativismo, em cima da legalidade e em busca de justiça. A imagem dos políticos está como um todo abalada. Essa é mais uma a passar uma imagem ruim dos políticos e temos de agir com seriedade - afirmou Ilkiv.
Quatro partidos estão representados na Comissão de Ética da Assembléia Legislativa paranaense: PT, PSDB, DEM e PMDB, este último com dois representantes. Segundo Ilkiv, o pedido de cassação protocolado pelos advogados da família Yared, de um dos jovens mortos no acidente, foi encaminhado à Corregedoria, que na segunda-feira deve apresentar sua avaliação à Comissão de Ética e à Mesa Executiva. O PSB, partido do deputado, também já admite discutir sua expulsão.
- Não pode haver pre-julgamento. Vamos discutir, com base na análise jurídica, se o caso se encaixa ou não como quebra de decoro. Não há corporativismo nesta discussão - afirmou o deputado.
Os parlamentares paranaenses estão pressionados pela opinião pública. Eles estão recebendo centenas de e-mails e pedidos para que se posicionem a favor da cassação de Carli Filho.
Segundo informações do Portal RPC e da Gazeta do Povo, o advogado Elias Mattar Assad, que representa Gilmar e Cristhiane Yared, pais de Gilmar Rafael Souza Yared, protocolou ainda um pedido de revogação da licença de 60 dias que foi concedida ao deputado Carli Filho. Ele afirma que a licença só poderia ser dada se fosse votada em plenário e obtivesse a aprovação da maioria dos deputados. O advogado também pediu exames médicos que comprovem o estado de saúde do deputado e a necessidade da licença. "Como se está pondo em dúvida os boletins médicos divulgados até agora, estou requerendo a comprovação da saúde dele e cobrando respostas sobre o atropelo do regimento na licença que foi concedida."
Também começa a ser aventada a possibilidade de Carli Filho renunciar ao cargo, para evitar um processo de cassação e o desgaste político da Assembleia paranaense.


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SÃO PAULO - Um homem acusado de abusar sexualmente de três menores - de 7, 11 e 14 anos - foi preso em São Sebastião, no Distrito Federal. Os abusos supostamente cometidos por Djalma Luiz Pereira, de 44 anos, começaram há três meses, segundo a polícia.
No celular de Pereira, a polícia encontrou fotos da menina mais nova nua e em situação pornográfica.
Em 1996, Djalma foi condenado a 29 anos por duplo homicídio. Cumpriu parte da pena e estava em regime domiciliar. Agora, vai responde por atentado violento ao pudor e pedofilia.


O Globo On Line
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SÃO PAULO - Um homem acusado de abusar sexualmente de três menores - de 7, 11 e 14 anos - foi preso em São Sebastião, no Distrito Federal. Os abusos supostamente cometidos por Djalma Luiz Pereira, de 44 anos, começaram há três meses, segundo a polícia.
No celular de Pereira, a polícia encontrou fotos da menina mais nova nua e em situação pornográfica.
Em 1996, Djalma foi condenado a 29 anos por duplo homicídio. Cumpriu parte da pena e estava em regime domiciliar. Agora, vai responde por atentado violento ao pudor e pedofilia.


O Globo On Line
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SÃO PAULO - Um homem acusado de abusar sexualmente de três menores - de 7, 11 e 14 anos - foi preso em São Sebastião, no Distrito Federal. Os abusos supostamente cometidos por Djalma Luiz Pereira, de 44 anos, começaram há três meses, segundo a polícia.
No celular de Pereira, a polícia encontrou fotos da menina mais nova nua e em situação pornográfica.
Em 1996, Djalma foi condenado a 29 anos por duplo homicídio. Cumpriu parte da pena e estava em regime domiciliar. Agora, vai responde por atentado violento ao pudor e pedofilia.


O Globo On Line
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SÃO PAULO - Um homem acusado de abusar sexualmente de três menores - de 7, 11 e 14 anos - foi preso em São Sebastião, no Distrito Federal. Os abusos supostamente cometidos por Djalma Luiz Pereira, de 44 anos, começaram há três meses, segundo a polícia.
No celular de Pereira, a polícia encontrou fotos da menina mais nova nua e em situação pornográfica.
Em 1996, Djalma foi condenado a 29 anos por duplo homicídio. Cumpriu parte da pena e estava em regime domiciliar. Agora, vai responde por atentado violento ao pudor e pedofilia.


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SÃO PAULO - Um homem acusado de abusar sexualmente de três menores - de 7, 11 e 14 anos - foi preso em São Sebastião, no Distrito Federal. Os abusos supostamente cometidos por Djalma Luiz Pereira, de 44 anos, começaram há três meses, segundo a polícia.
No celular de Pereira, a polícia encontrou fotos da menina mais nova nua e em situação pornográfica.
Em 1996, Djalma foi condenado a 29 anos por duplo homicídio. Cumpriu parte da pena e estava em regime domiciliar. Agora, vai responde por atentado violento ao pudor e pedofilia.


O Globo On Line
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Três carcereiros americanos foram demitidos e dois outros pediram demissão depois que 40 crianças receberam choques elétricos na Flórida.
Os incidentes ocorreram em duas prisões no mês passado, durante um dia em que os pais levam os filhos para seus locais de trabalho.
Em um dos casos, um grupo de crianças foi orientado a dar as mãos em uma roda e uma delas recebeu um choque com uma arma de choques. A corrente elétrica passou então por todas as crianças.
Ninguém ficou seriamente ferido, mas uma autoridade da área prisional disse que o incidente era "imperdoável".
No segundo caso, as crianças receberam choques individualmente.
Todas as crianças envolvidas, com idades entre cinco e 17 anos, eram filhas de funcionários do Departamento Prisional da Flórida.
A arma de choques é um equipamento usado para paralisar alguém temporariamente sem a necessidade do uso de armas de fogo.


Folha Online
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Três carcereiros americanos foram demitidos e dois outros pediram demissão depois que 40 crianças receberam choques elétricos na Flórida.
Os incidentes ocorreram em duas prisões no mês passado, durante um dia em que os pais levam os filhos para seus locais de trabalho.
Em um dos casos, um grupo de crianças foi orientado a dar as mãos em uma roda e uma delas recebeu um choque com uma arma de choques. A corrente elétrica passou então por todas as crianças.
Ninguém ficou seriamente ferido, mas uma autoridade da área prisional disse que o incidente era "imperdoável".
No segundo caso, as crianças receberam choques individualmente.
Todas as crianças envolvidas, com idades entre cinco e 17 anos, eram filhas de funcionários do Departamento Prisional da Flórida.
A arma de choques é um equipamento usado para paralisar alguém temporariamente sem a necessidade do uso de armas de fogo.


Folha Online
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Três carcereiros americanos foram demitidos e dois outros pediram demissão depois que 40 crianças receberam choques elétricos na Flórida.
Os incidentes ocorreram em duas prisões no mês passado, durante um dia em que os pais levam os filhos para seus locais de trabalho.
Em um dos casos, um grupo de crianças foi orientado a dar as mãos em uma roda e uma delas recebeu um choque com uma arma de choques. A corrente elétrica passou então por todas as crianças.
Ninguém ficou seriamente ferido, mas uma autoridade da área prisional disse que o incidente era "imperdoável".
No segundo caso, as crianças receberam choques individualmente.
Todas as crianças envolvidas, com idades entre cinco e 17 anos, eram filhas de funcionários do Departamento Prisional da Flórida.
A arma de choques é um equipamento usado para paralisar alguém temporariamente sem a necessidade do uso de armas de fogo.


Folha Online
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Três carcereiros americanos foram demitidos e dois outros pediram demissão depois que 40 crianças receberam choques elétricos na Flórida.
Os incidentes ocorreram em duas prisões no mês passado, durante um dia em que os pais levam os filhos para seus locais de trabalho.
Em um dos casos, um grupo de crianças foi orientado a dar as mãos em uma roda e uma delas recebeu um choque com uma arma de choques. A corrente elétrica passou então por todas as crianças.
Ninguém ficou seriamente ferido, mas uma autoridade da área prisional disse que o incidente era "imperdoável".
No segundo caso, as crianças receberam choques individualmente.
Todas as crianças envolvidas, com idades entre cinco e 17 anos, eram filhas de funcionários do Departamento Prisional da Flórida.
A arma de choques é um equipamento usado para paralisar alguém temporariamente sem a necessidade do uso de armas de fogo.


Folha Online
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Três carcereiros americanos foram demitidos e dois outros pediram demissão depois que 40 crianças receberam choques elétricos na Flórida.
Os incidentes ocorreram em duas prisões no mês passado, durante um dia em que os pais levam os filhos para seus locais de trabalho.
Em um dos casos, um grupo de crianças foi orientado a dar as mãos em uma roda e uma delas recebeu um choque com uma arma de choques. A corrente elétrica passou então por todas as crianças.
Ninguém ficou seriamente ferido, mas uma autoridade da área prisional disse que o incidente era "imperdoável".
No segundo caso, as crianças receberam choques individualmente.
Todas as crianças envolvidas, com idades entre cinco e 17 anos, eram filhas de funcionários do Departamento Prisional da Flórida.
A arma de choques é um equipamento usado para paralisar alguém temporariamente sem a necessidade do uso de armas de fogo.


Folha Online
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Washington, 16 mai (EFE).- Uma série de tremores, o mais intenso com 5,9 graus de magnitude na escala aberta de Richter, atingiu hoje o sul do Alasca, nas proximidades da ilha Kodiak, informou o Instituto Geológico dos Estados Unidos no Colorado.
O abalo mais forte ocorreu por volta de 15h22 (de Brasília), centenas de quilômetros a sudeste de Kodiak, um centro turístico no golfo do Alasca no qual moram 14 mil pessoas.
O epicentro foi localizado a 12 quilômetros de profundidade e cerca de 560 quilômetros da principal cidade do estado, Anchorage.
Antes e depois do terremoto houve uma série de tremores, de magnitudes de 5,0 ou superior.
Até o momento, não foram reportados danos devido ao movimento sísmico.


link do postPor anjoseguerreiros, às 19:17  comentar

Washington, 16 mai (EFE).- Uma série de tremores, o mais intenso com 5,9 graus de magnitude na escala aberta de Richter, atingiu hoje o sul do Alasca, nas proximidades da ilha Kodiak, informou o Instituto Geológico dos Estados Unidos no Colorado.
O abalo mais forte ocorreu por volta de 15h22 (de Brasília), centenas de quilômetros a sudeste de Kodiak, um centro turístico no golfo do Alasca no qual moram 14 mil pessoas.
O epicentro foi localizado a 12 quilômetros de profundidade e cerca de 560 quilômetros da principal cidade do estado, Anchorage.
Antes e depois do terremoto houve uma série de tremores, de magnitudes de 5,0 ou superior.
Até o momento, não foram reportados danos devido ao movimento sísmico.


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Washington, 16 mai (EFE).- Uma série de tremores, o mais intenso com 5,9 graus de magnitude na escala aberta de Richter, atingiu hoje o sul do Alasca, nas proximidades da ilha Kodiak, informou o Instituto Geológico dos Estados Unidos no Colorado.
O abalo mais forte ocorreu por volta de 15h22 (de Brasília), centenas de quilômetros a sudeste de Kodiak, um centro turístico no golfo do Alasca no qual moram 14 mil pessoas.
O epicentro foi localizado a 12 quilômetros de profundidade e cerca de 560 quilômetros da principal cidade do estado, Anchorage.
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Até o momento, não foram reportados danos devido ao movimento sísmico.


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Washington, 16 mai (EFE).- Uma série de tremores, o mais intenso com 5,9 graus de magnitude na escala aberta de Richter, atingiu hoje o sul do Alasca, nas proximidades da ilha Kodiak, informou o Instituto Geológico dos Estados Unidos no Colorado.
O abalo mais forte ocorreu por volta de 15h22 (de Brasília), centenas de quilômetros a sudeste de Kodiak, um centro turístico no golfo do Alasca no qual moram 14 mil pessoas.
O epicentro foi localizado a 12 quilômetros de profundidade e cerca de 560 quilômetros da principal cidade do estado, Anchorage.
Antes e depois do terremoto houve uma série de tremores, de magnitudes de 5,0 ou superior.
Até o momento, não foram reportados danos devido ao movimento sísmico.


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Washington, 16 mai (EFE).- Uma série de tremores, o mais intenso com 5,9 graus de magnitude na escala aberta de Richter, atingiu hoje o sul do Alasca, nas proximidades da ilha Kodiak, informou o Instituto Geológico dos Estados Unidos no Colorado.
O abalo mais forte ocorreu por volta de 15h22 (de Brasília), centenas de quilômetros a sudeste de Kodiak, um centro turístico no golfo do Alasca no qual moram 14 mil pessoas.
O epicentro foi localizado a 12 quilômetros de profundidade e cerca de 560 quilômetros da principal cidade do estado, Anchorage.
Antes e depois do terremoto houve uma série de tremores, de magnitudes de 5,0 ou superior.
Até o momento, não foram reportados danos devido ao movimento sísmico.


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Brasileiro fica no lugar mais alto do pódio no salto. Mais cedo, ele já havia vencido no solo

Com dois saltos difíceis e bem executados, o brasileiro Diego Hipólito conquistou a medalha de ouro no salto, na etapa de Glasgow da Copa do Mundo de Ginástica. Foi o segundo ouro deste sábado para Diego, que, mais cedo, havia vencido no solo. Com um segundo salto muito bom e uma chegada praticamente perfeita, o ginasta levou 16.012 de nota e comemorou bastante.


Portal G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 19:08  comentar

Brasileiro fica no lugar mais alto do pódio no salto. Mais cedo, ele já havia vencido no solo

Com dois saltos difíceis e bem executados, o brasileiro Diego Hipólito conquistou a medalha de ouro no salto, na etapa de Glasgow da Copa do Mundo de Ginástica. Foi o segundo ouro deste sábado para Diego, que, mais cedo, havia vencido no solo. Com um segundo salto muito bom e uma chegada praticamente perfeita, o ginasta levou 16.012 de nota e comemorou bastante.


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Brasileiro fica no lugar mais alto do pódio no salto. Mais cedo, ele já havia vencido no solo

Com dois saltos difíceis e bem executados, o brasileiro Diego Hipólito conquistou a medalha de ouro no salto, na etapa de Glasgow da Copa do Mundo de Ginástica. Foi o segundo ouro deste sábado para Diego, que, mais cedo, havia vencido no solo. Com um segundo salto muito bom e uma chegada praticamente perfeita, o ginasta levou 16.012 de nota e comemorou bastante.


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Brasileiro fica no lugar mais alto do pódio no salto. Mais cedo, ele já havia vencido no solo

Com dois saltos difíceis e bem executados, o brasileiro Diego Hipólito conquistou a medalha de ouro no salto, na etapa de Glasgow da Copa do Mundo de Ginástica. Foi o segundo ouro deste sábado para Diego, que, mais cedo, havia vencido no solo. Com um segundo salto muito bom e uma chegada praticamente perfeita, o ginasta levou 16.012 de nota e comemorou bastante.


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Brasileiro fica no lugar mais alto do pódio no salto. Mais cedo, ele já havia vencido no solo

Com dois saltos difíceis e bem executados, o brasileiro Diego Hipólito conquistou a medalha de ouro no salto, na etapa de Glasgow da Copa do Mundo de Ginástica. Foi o segundo ouro deste sábado para Diego, que, mais cedo, havia vencido no solo. Com um segundo salto muito bom e uma chegada praticamente perfeita, o ginasta levou 16.012 de nota e comemorou bastante.


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Adultos entusiastas do ciberespaço apostam na conversa para instruir. 'Alguém precisa mostras às crianças quais os caminhos seguros', diz mãe.

No último Natal, Enzo e Giorgio Nunes da Silva ganharam de presente dois notebooks -- um para cada irmão --, que usam em sua casa equipada com conexão sem fio à internet, em São Paulo. O que torna a história curiosa não é necessariamente o presente, mas sim a idade deles: Enzo acaba de completar nove anos, e Giorgio tem seis.
O mais velho aprendeu a usar comunicadores instantâneos simultaneamente à alfabetização -- hoje, ele também é adepto serviço de microblog Twitter. Giorgio é mais interessado em imagens: usa o Flickr, cria apresentações de fotos e gosta de fazer desenhos no Paint Brush. Tudo sempre acompanhados dos pais Samantha Shiraishi, 36, e Guilherme Nunes da Silva, 37, também entusiastas do ciberespaço.
“É preciso fazer um trabalho de orientação. Vejo a internet como um mundo virtual no qual muitas crianças entram abandonadas, sem alguém que lhes dê a mão para mostrar quais os caminhos seguros”, compara Samantha. Jornalista, blogueira e consultora de projetos de mídias sociais, ela é coordenadora do site Mãe com Filhos, que “desmitifica a web 2.0 para as mães 1.0”, com ela mesma define.
Em sua casa, o uso da web é controlado. Apesar do fácil acesso aos notebooks, os filhos têm hora para navegar e não devem entrar em sites com conteúdo inadequado: YouTube somente com a supervisão dos pais, e no Orkut seus perfis ilustrados por personagens de desenho animado só podem adicionar parentes. O Twitter de Enzo funciona como uma ferramenta pessoal de texto (está bloqueado e o garoto não segue outros usuários), e a mãe coloca no blog de Giorgio os vídeos do YouTube que ele está liberado para assistir.
Conversas entre pais e filhos sobre as vantagens e os perigos da internet, além da criação de regras de uso para o computador (sites permitidos, proibidos, horário de acesso) já fazem parte do “pacote” de educação de pais antenados, que querem ensinar as crianças como navegar de forma segura.

Na conversa
A advogada Flavia Penido, 40, também adota o controle baseado na conversa para orientar o filho Leoncio, 12. “Não adianta simplesmente proibir. Se ele não conseguir acessar algum site do meu computador, poderá entrar nessa página quando estiver na casa do amigo. Por isso, os pais devem explicar por que aquele conteúdo é inadequado, em vez de simplesmente impedir o acesso.”
Flavia, também blogueira, defende que a criança conquista sua liberdade com o tempo, suas atitudes e maturidade. “Criança não deve ter privacidade: tenho a senha do messenger do meu filho, caso eu queira entrar para ler suas conversas”, conta, revelando detalhes de um acordo feito entre as duas partes.
"Há muito tempo, no entanto, não monitoro seu messenger. Acredito que os pais conseguem perceber, observando a postura do filho, se existe algo errado acontecendo”, afirma a mãe, que frequentemente encontra o comunicador de Leoncio aberto. “Se ele tivesse algo a esconder, certamente fecharia tudo.”
Na casa da advogada, o computador fica em um ambiente comum e os diversos temas relacionados ao ciberespaço são tratados de forma aberta, como aconselham os especialistas ouvidos pelo G1.

Alternativas
Rodrigo Toledo, 37, segue a mesma cartilha das mães dessa reportagem para orientar sua filha, Ana Carolina, 8: conversar, expor os perigos da web, limitar o acesso a alguns sites e estar sempre presente, para que ela possa tirar dúvidas durante a navegação.
“Quando ela está on-line, falo para me perguntar sobre páginas desconhecidas”, diz o advogado e blogueiro, que trabalha em casa. “Se considero algum site inadequado, explico o motivo pelo qual ela não deve entrar e tento sempre apresentar uma nota alternativa”, diz o pai, que é contra o uso do Orkut por parte das crianças.
Atento às opções que podem ser exploradas, Rodrigo apresentou para Ana Carolina a Wikipedia – que ela só acessa após consultá-lo sobre os temas – e as ferramentas de mapas do Google, que a garota usa para visitar a virtualmente a Disney, a Itália e outras regiões. “Funciona como uma aula de geografia, para lugares aonde nem sempre podemos ir”, compara.Rodrigo acredita que o fato de trabalhar em casa facilita a educação digital de sua filha – ele usa um Mac e ela, o Macbook do pai. “Se eu ficasse fora o dia inteiro seria mais difícil. Ela continuaria tendo a supervisão de um adulto para acessar a web, mas acho que faltaria tanta conversa, que é a parte principal desse processo de educação.”


Portal G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:56  comentar

Adultos entusiastas do ciberespaço apostam na conversa para instruir. 'Alguém precisa mostras às crianças quais os caminhos seguros', diz mãe.

No último Natal, Enzo e Giorgio Nunes da Silva ganharam de presente dois notebooks -- um para cada irmão --, que usam em sua casa equipada com conexão sem fio à internet, em São Paulo. O que torna a história curiosa não é necessariamente o presente, mas sim a idade deles: Enzo acaba de completar nove anos, e Giorgio tem seis.
O mais velho aprendeu a usar comunicadores instantâneos simultaneamente à alfabetização -- hoje, ele também é adepto serviço de microblog Twitter. Giorgio é mais interessado em imagens: usa o Flickr, cria apresentações de fotos e gosta de fazer desenhos no Paint Brush. Tudo sempre acompanhados dos pais Samantha Shiraishi, 36, e Guilherme Nunes da Silva, 37, também entusiastas do ciberespaço.
“É preciso fazer um trabalho de orientação. Vejo a internet como um mundo virtual no qual muitas crianças entram abandonadas, sem alguém que lhes dê a mão para mostrar quais os caminhos seguros”, compara Samantha. Jornalista, blogueira e consultora de projetos de mídias sociais, ela é coordenadora do site Mãe com Filhos, que “desmitifica a web 2.0 para as mães 1.0”, com ela mesma define.
Em sua casa, o uso da web é controlado. Apesar do fácil acesso aos notebooks, os filhos têm hora para navegar e não devem entrar em sites com conteúdo inadequado: YouTube somente com a supervisão dos pais, e no Orkut seus perfis ilustrados por personagens de desenho animado só podem adicionar parentes. O Twitter de Enzo funciona como uma ferramenta pessoal de texto (está bloqueado e o garoto não segue outros usuários), e a mãe coloca no blog de Giorgio os vídeos do YouTube que ele está liberado para assistir.
Conversas entre pais e filhos sobre as vantagens e os perigos da internet, além da criação de regras de uso para o computador (sites permitidos, proibidos, horário de acesso) já fazem parte do “pacote” de educação de pais antenados, que querem ensinar as crianças como navegar de forma segura.

Na conversa
A advogada Flavia Penido, 40, também adota o controle baseado na conversa para orientar o filho Leoncio, 12. “Não adianta simplesmente proibir. Se ele não conseguir acessar algum site do meu computador, poderá entrar nessa página quando estiver na casa do amigo. Por isso, os pais devem explicar por que aquele conteúdo é inadequado, em vez de simplesmente impedir o acesso.”
Flavia, também blogueira, defende que a criança conquista sua liberdade com o tempo, suas atitudes e maturidade. “Criança não deve ter privacidade: tenho a senha do messenger do meu filho, caso eu queira entrar para ler suas conversas”, conta, revelando detalhes de um acordo feito entre as duas partes.
"Há muito tempo, no entanto, não monitoro seu messenger. Acredito que os pais conseguem perceber, observando a postura do filho, se existe algo errado acontecendo”, afirma a mãe, que frequentemente encontra o comunicador de Leoncio aberto. “Se ele tivesse algo a esconder, certamente fecharia tudo.”
Na casa da advogada, o computador fica em um ambiente comum e os diversos temas relacionados ao ciberespaço são tratados de forma aberta, como aconselham os especialistas ouvidos pelo G1.

Alternativas
Rodrigo Toledo, 37, segue a mesma cartilha das mães dessa reportagem para orientar sua filha, Ana Carolina, 8: conversar, expor os perigos da web, limitar o acesso a alguns sites e estar sempre presente, para que ela possa tirar dúvidas durante a navegação.
“Quando ela está on-line, falo para me perguntar sobre páginas desconhecidas”, diz o advogado e blogueiro, que trabalha em casa. “Se considero algum site inadequado, explico o motivo pelo qual ela não deve entrar e tento sempre apresentar uma nota alternativa”, diz o pai, que é contra o uso do Orkut por parte das crianças.
Atento às opções que podem ser exploradas, Rodrigo apresentou para Ana Carolina a Wikipedia – que ela só acessa após consultá-lo sobre os temas – e as ferramentas de mapas do Google, que a garota usa para visitar a virtualmente a Disney, a Itália e outras regiões. “Funciona como uma aula de geografia, para lugares aonde nem sempre podemos ir”, compara.Rodrigo acredita que o fato de trabalhar em casa facilita a educação digital de sua filha – ele usa um Mac e ela, o Macbook do pai. “Se eu ficasse fora o dia inteiro seria mais difícil. Ela continuaria tendo a supervisão de um adulto para acessar a web, mas acho que faltaria tanta conversa, que é a parte principal desse processo de educação.”


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Adultos entusiastas do ciberespaço apostam na conversa para instruir. 'Alguém precisa mostras às crianças quais os caminhos seguros', diz mãe.

No último Natal, Enzo e Giorgio Nunes da Silva ganharam de presente dois notebooks -- um para cada irmão --, que usam em sua casa equipada com conexão sem fio à internet, em São Paulo. O que torna a história curiosa não é necessariamente o presente, mas sim a idade deles: Enzo acaba de completar nove anos, e Giorgio tem seis.
O mais velho aprendeu a usar comunicadores instantâneos simultaneamente à alfabetização -- hoje, ele também é adepto serviço de microblog Twitter. Giorgio é mais interessado em imagens: usa o Flickr, cria apresentações de fotos e gosta de fazer desenhos no Paint Brush. Tudo sempre acompanhados dos pais Samantha Shiraishi, 36, e Guilherme Nunes da Silva, 37, também entusiastas do ciberespaço.
“É preciso fazer um trabalho de orientação. Vejo a internet como um mundo virtual no qual muitas crianças entram abandonadas, sem alguém que lhes dê a mão para mostrar quais os caminhos seguros”, compara Samantha. Jornalista, blogueira e consultora de projetos de mídias sociais, ela é coordenadora do site Mãe com Filhos, que “desmitifica a web 2.0 para as mães 1.0”, com ela mesma define.
Em sua casa, o uso da web é controlado. Apesar do fácil acesso aos notebooks, os filhos têm hora para navegar e não devem entrar em sites com conteúdo inadequado: YouTube somente com a supervisão dos pais, e no Orkut seus perfis ilustrados por personagens de desenho animado só podem adicionar parentes. O Twitter de Enzo funciona como uma ferramenta pessoal de texto (está bloqueado e o garoto não segue outros usuários), e a mãe coloca no blog de Giorgio os vídeos do YouTube que ele está liberado para assistir.
Conversas entre pais e filhos sobre as vantagens e os perigos da internet, além da criação de regras de uso para o computador (sites permitidos, proibidos, horário de acesso) já fazem parte do “pacote” de educação de pais antenados, que querem ensinar as crianças como navegar de forma segura.

Na conversa
A advogada Flavia Penido, 40, também adota o controle baseado na conversa para orientar o filho Leoncio, 12. “Não adianta simplesmente proibir. Se ele não conseguir acessar algum site do meu computador, poderá entrar nessa página quando estiver na casa do amigo. Por isso, os pais devem explicar por que aquele conteúdo é inadequado, em vez de simplesmente impedir o acesso.”
Flavia, também blogueira, defende que a criança conquista sua liberdade com o tempo, suas atitudes e maturidade. “Criança não deve ter privacidade: tenho a senha do messenger do meu filho, caso eu queira entrar para ler suas conversas”, conta, revelando detalhes de um acordo feito entre as duas partes.
"Há muito tempo, no entanto, não monitoro seu messenger. Acredito que os pais conseguem perceber, observando a postura do filho, se existe algo errado acontecendo”, afirma a mãe, que frequentemente encontra o comunicador de Leoncio aberto. “Se ele tivesse algo a esconder, certamente fecharia tudo.”
Na casa da advogada, o computador fica em um ambiente comum e os diversos temas relacionados ao ciberespaço são tratados de forma aberta, como aconselham os especialistas ouvidos pelo G1.

Alternativas
Rodrigo Toledo, 37, segue a mesma cartilha das mães dessa reportagem para orientar sua filha, Ana Carolina, 8: conversar, expor os perigos da web, limitar o acesso a alguns sites e estar sempre presente, para que ela possa tirar dúvidas durante a navegação.
“Quando ela está on-line, falo para me perguntar sobre páginas desconhecidas”, diz o advogado e blogueiro, que trabalha em casa. “Se considero algum site inadequado, explico o motivo pelo qual ela não deve entrar e tento sempre apresentar uma nota alternativa”, diz o pai, que é contra o uso do Orkut por parte das crianças.
Atento às opções que podem ser exploradas, Rodrigo apresentou para Ana Carolina a Wikipedia – que ela só acessa após consultá-lo sobre os temas – e as ferramentas de mapas do Google, que a garota usa para visitar a virtualmente a Disney, a Itália e outras regiões. “Funciona como uma aula de geografia, para lugares aonde nem sempre podemos ir”, compara.Rodrigo acredita que o fato de trabalhar em casa facilita a educação digital de sua filha – ele usa um Mac e ela, o Macbook do pai. “Se eu ficasse fora o dia inteiro seria mais difícil. Ela continuaria tendo a supervisão de um adulto para acessar a web, mas acho que faltaria tanta conversa, que é a parte principal desse processo de educação.”


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No último Natal, Enzo e Giorgio Nunes da Silva ganharam de presente dois notebooks -- um para cada irmão --, que usam em sua casa equipada com conexão sem fio à internet, em São Paulo. O que torna a história curiosa não é necessariamente o presente, mas sim a idade deles: Enzo acaba de completar nove anos, e Giorgio tem seis.
O mais velho aprendeu a usar comunicadores instantâneos simultaneamente à alfabetização -- hoje, ele também é adepto serviço de microblog Twitter. Giorgio é mais interessado em imagens: usa o Flickr, cria apresentações de fotos e gosta de fazer desenhos no Paint Brush. Tudo sempre acompanhados dos pais Samantha Shiraishi, 36, e Guilherme Nunes da Silva, 37, também entusiastas do ciberespaço.
“É preciso fazer um trabalho de orientação. Vejo a internet como um mundo virtual no qual muitas crianças entram abandonadas, sem alguém que lhes dê a mão para mostrar quais os caminhos seguros”, compara Samantha. Jornalista, blogueira e consultora de projetos de mídias sociais, ela é coordenadora do site Mãe com Filhos, que “desmitifica a web 2.0 para as mães 1.0”, com ela mesma define.
Em sua casa, o uso da web é controlado. Apesar do fácil acesso aos notebooks, os filhos têm hora para navegar e não devem entrar em sites com conteúdo inadequado: YouTube somente com a supervisão dos pais, e no Orkut seus perfis ilustrados por personagens de desenho animado só podem adicionar parentes. O Twitter de Enzo funciona como uma ferramenta pessoal de texto (está bloqueado e o garoto não segue outros usuários), e a mãe coloca no blog de Giorgio os vídeos do YouTube que ele está liberado para assistir.
Conversas entre pais e filhos sobre as vantagens e os perigos da internet, além da criação de regras de uso para o computador (sites permitidos, proibidos, horário de acesso) já fazem parte do “pacote” de educação de pais antenados, que querem ensinar as crianças como navegar de forma segura.

Na conversa
A advogada Flavia Penido, 40, também adota o controle baseado na conversa para orientar o filho Leoncio, 12. “Não adianta simplesmente proibir. Se ele não conseguir acessar algum site do meu computador, poderá entrar nessa página quando estiver na casa do amigo. Por isso, os pais devem explicar por que aquele conteúdo é inadequado, em vez de simplesmente impedir o acesso.”
Flavia, também blogueira, defende que a criança conquista sua liberdade com o tempo, suas atitudes e maturidade. “Criança não deve ter privacidade: tenho a senha do messenger do meu filho, caso eu queira entrar para ler suas conversas”, conta, revelando detalhes de um acordo feito entre as duas partes.
"Há muito tempo, no entanto, não monitoro seu messenger. Acredito que os pais conseguem perceber, observando a postura do filho, se existe algo errado acontecendo”, afirma a mãe, que frequentemente encontra o comunicador de Leoncio aberto. “Se ele tivesse algo a esconder, certamente fecharia tudo.”
Na casa da advogada, o computador fica em um ambiente comum e os diversos temas relacionados ao ciberespaço são tratados de forma aberta, como aconselham os especialistas ouvidos pelo G1.

Alternativas
Rodrigo Toledo, 37, segue a mesma cartilha das mães dessa reportagem para orientar sua filha, Ana Carolina, 8: conversar, expor os perigos da web, limitar o acesso a alguns sites e estar sempre presente, para que ela possa tirar dúvidas durante a navegação.
“Quando ela está on-line, falo para me perguntar sobre páginas desconhecidas”, diz o advogado e blogueiro, que trabalha em casa. “Se considero algum site inadequado, explico o motivo pelo qual ela não deve entrar e tento sempre apresentar uma nota alternativa”, diz o pai, que é contra o uso do Orkut por parte das crianças.
Atento às opções que podem ser exploradas, Rodrigo apresentou para Ana Carolina a Wikipedia – que ela só acessa após consultá-lo sobre os temas – e as ferramentas de mapas do Google, que a garota usa para visitar a virtualmente a Disney, a Itália e outras regiões. “Funciona como uma aula de geografia, para lugares aonde nem sempre podemos ir”, compara.Rodrigo acredita que o fato de trabalhar em casa facilita a educação digital de sua filha – ele usa um Mac e ela, o Macbook do pai. “Se eu ficasse fora o dia inteiro seria mais difícil. Ela continuaria tendo a supervisão de um adulto para acessar a web, mas acho que faltaria tanta conversa, que é a parte principal desse processo de educação.”


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Adultos entusiastas do ciberespaço apostam na conversa para instruir. 'Alguém precisa mostras às crianças quais os caminhos seguros', diz mãe.

No último Natal, Enzo e Giorgio Nunes da Silva ganharam de presente dois notebooks -- um para cada irmão --, que usam em sua casa equipada com conexão sem fio à internet, em São Paulo. O que torna a história curiosa não é necessariamente o presente, mas sim a idade deles: Enzo acaba de completar nove anos, e Giorgio tem seis.
O mais velho aprendeu a usar comunicadores instantâneos simultaneamente à alfabetização -- hoje, ele também é adepto serviço de microblog Twitter. Giorgio é mais interessado em imagens: usa o Flickr, cria apresentações de fotos e gosta de fazer desenhos no Paint Brush. Tudo sempre acompanhados dos pais Samantha Shiraishi, 36, e Guilherme Nunes da Silva, 37, também entusiastas do ciberespaço.
“É preciso fazer um trabalho de orientação. Vejo a internet como um mundo virtual no qual muitas crianças entram abandonadas, sem alguém que lhes dê a mão para mostrar quais os caminhos seguros”, compara Samantha. Jornalista, blogueira e consultora de projetos de mídias sociais, ela é coordenadora do site Mãe com Filhos, que “desmitifica a web 2.0 para as mães 1.0”, com ela mesma define.
Em sua casa, o uso da web é controlado. Apesar do fácil acesso aos notebooks, os filhos têm hora para navegar e não devem entrar em sites com conteúdo inadequado: YouTube somente com a supervisão dos pais, e no Orkut seus perfis ilustrados por personagens de desenho animado só podem adicionar parentes. O Twitter de Enzo funciona como uma ferramenta pessoal de texto (está bloqueado e o garoto não segue outros usuários), e a mãe coloca no blog de Giorgio os vídeos do YouTube que ele está liberado para assistir.
Conversas entre pais e filhos sobre as vantagens e os perigos da internet, além da criação de regras de uso para o computador (sites permitidos, proibidos, horário de acesso) já fazem parte do “pacote” de educação de pais antenados, que querem ensinar as crianças como navegar de forma segura.

Na conversa
A advogada Flavia Penido, 40, também adota o controle baseado na conversa para orientar o filho Leoncio, 12. “Não adianta simplesmente proibir. Se ele não conseguir acessar algum site do meu computador, poderá entrar nessa página quando estiver na casa do amigo. Por isso, os pais devem explicar por que aquele conteúdo é inadequado, em vez de simplesmente impedir o acesso.”
Flavia, também blogueira, defende que a criança conquista sua liberdade com o tempo, suas atitudes e maturidade. “Criança não deve ter privacidade: tenho a senha do messenger do meu filho, caso eu queira entrar para ler suas conversas”, conta, revelando detalhes de um acordo feito entre as duas partes.
"Há muito tempo, no entanto, não monitoro seu messenger. Acredito que os pais conseguem perceber, observando a postura do filho, se existe algo errado acontecendo”, afirma a mãe, que frequentemente encontra o comunicador de Leoncio aberto. “Se ele tivesse algo a esconder, certamente fecharia tudo.”
Na casa da advogada, o computador fica em um ambiente comum e os diversos temas relacionados ao ciberespaço são tratados de forma aberta, como aconselham os especialistas ouvidos pelo G1.

Alternativas
Rodrigo Toledo, 37, segue a mesma cartilha das mães dessa reportagem para orientar sua filha, Ana Carolina, 8: conversar, expor os perigos da web, limitar o acesso a alguns sites e estar sempre presente, para que ela possa tirar dúvidas durante a navegação.
“Quando ela está on-line, falo para me perguntar sobre páginas desconhecidas”, diz o advogado e blogueiro, que trabalha em casa. “Se considero algum site inadequado, explico o motivo pelo qual ela não deve entrar e tento sempre apresentar uma nota alternativa”, diz o pai, que é contra o uso do Orkut por parte das crianças.
Atento às opções que podem ser exploradas, Rodrigo apresentou para Ana Carolina a Wikipedia – que ela só acessa após consultá-lo sobre os temas – e as ferramentas de mapas do Google, que a garota usa para visitar a virtualmente a Disney, a Itália e outras regiões. “Funciona como uma aula de geografia, para lugares aonde nem sempre podemos ir”, compara.Rodrigo acredita que o fato de trabalhar em casa facilita a educação digital de sua filha – ele usa um Mac e ela, o Macbook do pai. “Se eu ficasse fora o dia inteiro seria mais difícil. Ela continuaria tendo a supervisão de um adulto para acessar a web, mas acho que faltaria tanta conversa, que é a parte principal desse processo de educação.”


Portal G1
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Um novo estudo sugere que uma infecção viral que afeta mais de 60% dos adultos em todo o mundo pode ser uma das causas de pressão arterial alta.
Em experiências com ratos de laboratório, os pesquisadores do Centro Médico Beth Israel Deaconess, nos Estados Unidos, descobriram que o vírus citomegalovírus ou CMV também causa o endurecimento das artérias - o que pode levar a doenças coronárias e paradas cardíacas.
Os cientistas disseram que a descoberta pode abrir caminho para novos tratamentos para pressão alta, inclusive com a possibilidade de uma vacina.
A pressão alta - ou hipertensão - é conhecida como 'a morte silenciosa' porque não apresenta sintomas óbvios e até 30% das pessoas com o problema nem sabem que são afetadas por ele.
Na maioria dos casos, as causas da hipertensão são desconhecidas. Mas o estudo sugere que um vírus comum pode ser uma causa desse mal.
O vírus CMV causa a mononucleose (uma síndrome caracterizada por mal-estar, dor-de-cabeça, febre, dor-de-garganta, aumento de gânglios), também conhecida como "doença do beijo", porque pode ser transmitido pela saliva.

Tratamento alternativo
Por volta dos 40 anos de idade, a maioria dos adultos nos Estados Unidos já estariam infectados com o vírus. Isso pode ser uma ameaça à vida das pessoas com sistema imunológico debilitado.
Durante as experiências com ratos envolvendo diferentes dietas, os pesquisadores notaram que o vírus intensificou a ação de uma enzima diretamente ligada à elevação da pressão sanguínea.
"Isto dá uma forte sugestão de que a infecção com CMV e uma dieta rica em colesterol podem estar trabalhando juntos para causar arteriosclerose", disse "Clyde Crumpacker, co-autor da pesquisa.
Até o momento, a hipertensão vem sendo tratada com remédios e mudanças no estilo de vida e na dieta do indivíduo.
Mas esta pesquisa sugere que alguns casos de pressão alta poderiam ser tratados com medicamentos antivirais ou uma vacina contra o citomegalovírus.


O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:49  comentar

Um novo estudo sugere que uma infecção viral que afeta mais de 60% dos adultos em todo o mundo pode ser uma das causas de pressão arterial alta.
Em experiências com ratos de laboratório, os pesquisadores do Centro Médico Beth Israel Deaconess, nos Estados Unidos, descobriram que o vírus citomegalovírus ou CMV também causa o endurecimento das artérias - o que pode levar a doenças coronárias e paradas cardíacas.
Os cientistas disseram que a descoberta pode abrir caminho para novos tratamentos para pressão alta, inclusive com a possibilidade de uma vacina.
A pressão alta - ou hipertensão - é conhecida como 'a morte silenciosa' porque não apresenta sintomas óbvios e até 30% das pessoas com o problema nem sabem que são afetadas por ele.
Na maioria dos casos, as causas da hipertensão são desconhecidas. Mas o estudo sugere que um vírus comum pode ser uma causa desse mal.
O vírus CMV causa a mononucleose (uma síndrome caracterizada por mal-estar, dor-de-cabeça, febre, dor-de-garganta, aumento de gânglios), também conhecida como "doença do beijo", porque pode ser transmitido pela saliva.

Tratamento alternativo
Por volta dos 40 anos de idade, a maioria dos adultos nos Estados Unidos já estariam infectados com o vírus. Isso pode ser uma ameaça à vida das pessoas com sistema imunológico debilitado.
Durante as experiências com ratos envolvendo diferentes dietas, os pesquisadores notaram que o vírus intensificou a ação de uma enzima diretamente ligada à elevação da pressão sanguínea.
"Isto dá uma forte sugestão de que a infecção com CMV e uma dieta rica em colesterol podem estar trabalhando juntos para causar arteriosclerose", disse "Clyde Crumpacker, co-autor da pesquisa.
Até o momento, a hipertensão vem sendo tratada com remédios e mudanças no estilo de vida e na dieta do indivíduo.
Mas esta pesquisa sugere que alguns casos de pressão alta poderiam ser tratados com medicamentos antivirais ou uma vacina contra o citomegalovírus.


O Globo On Line
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Um novo estudo sugere que uma infecção viral que afeta mais de 60% dos adultos em todo o mundo pode ser uma das causas de pressão arterial alta.
Em experiências com ratos de laboratório, os pesquisadores do Centro Médico Beth Israel Deaconess, nos Estados Unidos, descobriram que o vírus citomegalovírus ou CMV também causa o endurecimento das artérias - o que pode levar a doenças coronárias e paradas cardíacas.
Os cientistas disseram que a descoberta pode abrir caminho para novos tratamentos para pressão alta, inclusive com a possibilidade de uma vacina.
A pressão alta - ou hipertensão - é conhecida como 'a morte silenciosa' porque não apresenta sintomas óbvios e até 30% das pessoas com o problema nem sabem que são afetadas por ele.
Na maioria dos casos, as causas da hipertensão são desconhecidas. Mas o estudo sugere que um vírus comum pode ser uma causa desse mal.
O vírus CMV causa a mononucleose (uma síndrome caracterizada por mal-estar, dor-de-cabeça, febre, dor-de-garganta, aumento de gânglios), também conhecida como "doença do beijo", porque pode ser transmitido pela saliva.

Tratamento alternativo
Por volta dos 40 anos de idade, a maioria dos adultos nos Estados Unidos já estariam infectados com o vírus. Isso pode ser uma ameaça à vida das pessoas com sistema imunológico debilitado.
Durante as experiências com ratos envolvendo diferentes dietas, os pesquisadores notaram que o vírus intensificou a ação de uma enzima diretamente ligada à elevação da pressão sanguínea.
"Isto dá uma forte sugestão de que a infecção com CMV e uma dieta rica em colesterol podem estar trabalhando juntos para causar arteriosclerose", disse "Clyde Crumpacker, co-autor da pesquisa.
Até o momento, a hipertensão vem sendo tratada com remédios e mudanças no estilo de vida e na dieta do indivíduo.
Mas esta pesquisa sugere que alguns casos de pressão alta poderiam ser tratados com medicamentos antivirais ou uma vacina contra o citomegalovírus.


O Globo On Line
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Um novo estudo sugere que uma infecção viral que afeta mais de 60% dos adultos em todo o mundo pode ser uma das causas de pressão arterial alta.
Em experiências com ratos de laboratório, os pesquisadores do Centro Médico Beth Israel Deaconess, nos Estados Unidos, descobriram que o vírus citomegalovírus ou CMV também causa o endurecimento das artérias - o que pode levar a doenças coronárias e paradas cardíacas.
Os cientistas disseram que a descoberta pode abrir caminho para novos tratamentos para pressão alta, inclusive com a possibilidade de uma vacina.
A pressão alta - ou hipertensão - é conhecida como 'a morte silenciosa' porque não apresenta sintomas óbvios e até 30% das pessoas com o problema nem sabem que são afetadas por ele.
Na maioria dos casos, as causas da hipertensão são desconhecidas. Mas o estudo sugere que um vírus comum pode ser uma causa desse mal.
O vírus CMV causa a mononucleose (uma síndrome caracterizada por mal-estar, dor-de-cabeça, febre, dor-de-garganta, aumento de gânglios), também conhecida como "doença do beijo", porque pode ser transmitido pela saliva.

Tratamento alternativo
Por volta dos 40 anos de idade, a maioria dos adultos nos Estados Unidos já estariam infectados com o vírus. Isso pode ser uma ameaça à vida das pessoas com sistema imunológico debilitado.
Durante as experiências com ratos envolvendo diferentes dietas, os pesquisadores notaram que o vírus intensificou a ação de uma enzima diretamente ligada à elevação da pressão sanguínea.
"Isto dá uma forte sugestão de que a infecção com CMV e uma dieta rica em colesterol podem estar trabalhando juntos para causar arteriosclerose", disse "Clyde Crumpacker, co-autor da pesquisa.
Até o momento, a hipertensão vem sendo tratada com remédios e mudanças no estilo de vida e na dieta do indivíduo.
Mas esta pesquisa sugere que alguns casos de pressão alta poderiam ser tratados com medicamentos antivirais ou uma vacina contra o citomegalovírus.


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Um novo estudo sugere que uma infecção viral que afeta mais de 60% dos adultos em todo o mundo pode ser uma das causas de pressão arterial alta.
Em experiências com ratos de laboratório, os pesquisadores do Centro Médico Beth Israel Deaconess, nos Estados Unidos, descobriram que o vírus citomegalovírus ou CMV também causa o endurecimento das artérias - o que pode levar a doenças coronárias e paradas cardíacas.
Os cientistas disseram que a descoberta pode abrir caminho para novos tratamentos para pressão alta, inclusive com a possibilidade de uma vacina.
A pressão alta - ou hipertensão - é conhecida como 'a morte silenciosa' porque não apresenta sintomas óbvios e até 30% das pessoas com o problema nem sabem que são afetadas por ele.
Na maioria dos casos, as causas da hipertensão são desconhecidas. Mas o estudo sugere que um vírus comum pode ser uma causa desse mal.
O vírus CMV causa a mononucleose (uma síndrome caracterizada por mal-estar, dor-de-cabeça, febre, dor-de-garganta, aumento de gânglios), também conhecida como "doença do beijo", porque pode ser transmitido pela saliva.

Tratamento alternativo
Por volta dos 40 anos de idade, a maioria dos adultos nos Estados Unidos já estariam infectados com o vírus. Isso pode ser uma ameaça à vida das pessoas com sistema imunológico debilitado.
Durante as experiências com ratos envolvendo diferentes dietas, os pesquisadores notaram que o vírus intensificou a ação de uma enzima diretamente ligada à elevação da pressão sanguínea.
"Isto dá uma forte sugestão de que a infecção com CMV e uma dieta rica em colesterol podem estar trabalhando juntos para causar arteriosclerose", disse "Clyde Crumpacker, co-autor da pesquisa.
Até o momento, a hipertensão vem sendo tratada com remédios e mudanças no estilo de vida e na dieta do indivíduo.
Mas esta pesquisa sugere que alguns casos de pressão alta poderiam ser tratados com medicamentos antivirais ou uma vacina contra o citomegalovírus.


O Globo On Line
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Os combates entre o Exército do Paquistão e militantes do Talebã no vale de Swat, no noroeste do país, forçaram milhares de pessoas a deixar a região. Entre elas, está uma menina que está escrevendo um diário para a BBC sob o nome de Gul Makai. Abaixo, ela conta a sua experiência em depoimento a Abdul Hai Kakar, correspondente do Serviço Urdu da BBC na cidade paquistanesa de Peshawar.
Eu não deixei para trás só o Swat, mas também a minha identidade e a minha vida.
Na noite de terça-feira que nós ouvimos o som de artilharia pesada por todo lado. Nós todos deitamos no chão.
Nós achamos que a troca de fogo era entre o Talebã e o Exército.
A nossa casa fica perto do prédio que também serve de quartel do Exército na área. Quando há combates lá, nossa casa é atingida. É inevitável.
A minha família decidiu sair do Swat no dia seguinte. Nós recolhemos suprimentos para a viagem.
Nessa hora chegou a notícia de que tinha sido imposto um toque de recolher em Mingora. Nós ficamos presos por três dias.
Finalmente, quando o toque de recolher foi relaxado, nós colocamos as nossas coisas no carro e saímos da cidade.
Eu fiquei muito triste porque tivemos que deixar para trás a minha mochila da escola, com todos os meus livros.
Eu recitei versos do Corão e dei um sopro nele, para que ficasse protegido nos combates entre o Exército e o Talebã.
Uma grande multidão, como uma enxurrada de gente, estava andando nas estradas. Alguns estavam descalços, outros sem dupatta (um lenço que as mulheres usam). Alguns levavam pacotes e outros não carregavam nada.
Nós pensamos no início que a nossa situação era terrível, mas ficamos gratos depois de ver a cena nas estradas.
Eu vi gente que não tinha dinheiro tentando achar um jeito de sair de Mingora.

'Talebã do trânsito'
Quando eu estava deixando Mingora, eu vi o Talebã na área de Qamber.
Eles estavam dizendo às pessoas que passassem em fila. Elas atendiam imediatamente às ordens do Talebã.
O meu amigo e eu apelidamos estes membros do Talebã de "talebãs do trânsito".
Durante a viagem, o meu irmão estava muito bravo porque teve que deixar as galinhas dele para trás. Ele tinha insistido em trazê-las conosco mas a nossa mãe disse que elas morreriam no caminho.
Nós chegamos a Nowshera via Peshawar e depois fomos de carro por Mansehra para chegar a Bisham. Em Bisham o Exército impediu que seguíssemos adiante.
A minha avó estava muito doente e chorava de dor. Depois de muitos apelos, o Exército acabou permitindo que nós continuássemos a viagem.
Nós deixamos a área a pé e, depois de caminhar por um tempo, conseguimos tomar um ônibus. Agora estamos a caminho de Shangla.

'Bala na barriga'
Nós estamos em Shangla no momento, mas quando ouvimos sobre as condições das pessoas nos campos (de refugiados), nós agradecemos a Deus por estarmos vivendo com tanto conforto.
Eu tenho certeza de que a guerra não pode continuar para sempre e que um dia eu vou poder voltar e recuperar a minha vida e a minha identidade.
Não apoio nem o Talebã e nem o Exército - ambos estão nos tratando com crueldade.
O Talebã nos destruiu e o Exército está matando o nosso povo.
Quando nós estávamos deixando Mingora, uma das minhas parentes foi baleada na barriga quando estava levando os filhos dela para a cozinha para protegê-los do tiroteio.
O meu primo me disse que o Talebã tentou impedir no empurrão que mulheres de burka fossem para a estação rodoviária.
Várias delas caíram no chão.
O Talebã deveria parar de fazer isso porque, depois da implementação da Sharia (lei islâmica), as exigências deles foram atendidas. Por que eles estão fazendo isso agora?"


BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:26  comentar

Os combates entre o Exército do Paquistão e militantes do Talebã no vale de Swat, no noroeste do país, forçaram milhares de pessoas a deixar a região. Entre elas, está uma menina que está escrevendo um diário para a BBC sob o nome de Gul Makai. Abaixo, ela conta a sua experiência em depoimento a Abdul Hai Kakar, correspondente do Serviço Urdu da BBC na cidade paquistanesa de Peshawar.
Eu não deixei para trás só o Swat, mas também a minha identidade e a minha vida.
Na noite de terça-feira que nós ouvimos o som de artilharia pesada por todo lado. Nós todos deitamos no chão.
Nós achamos que a troca de fogo era entre o Talebã e o Exército.
A nossa casa fica perto do prédio que também serve de quartel do Exército na área. Quando há combates lá, nossa casa é atingida. É inevitável.
A minha família decidiu sair do Swat no dia seguinte. Nós recolhemos suprimentos para a viagem.
Nessa hora chegou a notícia de que tinha sido imposto um toque de recolher em Mingora. Nós ficamos presos por três dias.
Finalmente, quando o toque de recolher foi relaxado, nós colocamos as nossas coisas no carro e saímos da cidade.
Eu fiquei muito triste porque tivemos que deixar para trás a minha mochila da escola, com todos os meus livros.
Eu recitei versos do Corão e dei um sopro nele, para que ficasse protegido nos combates entre o Exército e o Talebã.
Uma grande multidão, como uma enxurrada de gente, estava andando nas estradas. Alguns estavam descalços, outros sem dupatta (um lenço que as mulheres usam). Alguns levavam pacotes e outros não carregavam nada.
Nós pensamos no início que a nossa situação era terrível, mas ficamos gratos depois de ver a cena nas estradas.
Eu vi gente que não tinha dinheiro tentando achar um jeito de sair de Mingora.

'Talebã do trânsito'
Quando eu estava deixando Mingora, eu vi o Talebã na área de Qamber.
Eles estavam dizendo às pessoas que passassem em fila. Elas atendiam imediatamente às ordens do Talebã.
O meu amigo e eu apelidamos estes membros do Talebã de "talebãs do trânsito".
Durante a viagem, o meu irmão estava muito bravo porque teve que deixar as galinhas dele para trás. Ele tinha insistido em trazê-las conosco mas a nossa mãe disse que elas morreriam no caminho.
Nós chegamos a Nowshera via Peshawar e depois fomos de carro por Mansehra para chegar a Bisham. Em Bisham o Exército impediu que seguíssemos adiante.
A minha avó estava muito doente e chorava de dor. Depois de muitos apelos, o Exército acabou permitindo que nós continuássemos a viagem.
Nós deixamos a área a pé e, depois de caminhar por um tempo, conseguimos tomar um ônibus. Agora estamos a caminho de Shangla.

'Bala na barriga'
Nós estamos em Shangla no momento, mas quando ouvimos sobre as condições das pessoas nos campos (de refugiados), nós agradecemos a Deus por estarmos vivendo com tanto conforto.
Eu tenho certeza de que a guerra não pode continuar para sempre e que um dia eu vou poder voltar e recuperar a minha vida e a minha identidade.
Não apoio nem o Talebã e nem o Exército - ambos estão nos tratando com crueldade.
O Talebã nos destruiu e o Exército está matando o nosso povo.
Quando nós estávamos deixando Mingora, uma das minhas parentes foi baleada na barriga quando estava levando os filhos dela para a cozinha para protegê-los do tiroteio.
O meu primo me disse que o Talebã tentou impedir no empurrão que mulheres de burka fossem para a estação rodoviária.
Várias delas caíram no chão.
O Talebã deveria parar de fazer isso porque, depois da implementação da Sharia (lei islâmica), as exigências deles foram atendidas. Por que eles estão fazendo isso agora?"


BBC Brasil
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Os combates entre o Exército do Paquistão e militantes do Talebã no vale de Swat, no noroeste do país, forçaram milhares de pessoas a deixar a região. Entre elas, está uma menina que está escrevendo um diário para a BBC sob o nome de Gul Makai. Abaixo, ela conta a sua experiência em depoimento a Abdul Hai Kakar, correspondente do Serviço Urdu da BBC na cidade paquistanesa de Peshawar.
Eu não deixei para trás só o Swat, mas também a minha identidade e a minha vida.
Na noite de terça-feira que nós ouvimos o som de artilharia pesada por todo lado. Nós todos deitamos no chão.
Nós achamos que a troca de fogo era entre o Talebã e o Exército.
A nossa casa fica perto do prédio que também serve de quartel do Exército na área. Quando há combates lá, nossa casa é atingida. É inevitável.
A minha família decidiu sair do Swat no dia seguinte. Nós recolhemos suprimentos para a viagem.
Nessa hora chegou a notícia de que tinha sido imposto um toque de recolher em Mingora. Nós ficamos presos por três dias.
Finalmente, quando o toque de recolher foi relaxado, nós colocamos as nossas coisas no carro e saímos da cidade.
Eu fiquei muito triste porque tivemos que deixar para trás a minha mochila da escola, com todos os meus livros.
Eu recitei versos do Corão e dei um sopro nele, para que ficasse protegido nos combates entre o Exército e o Talebã.
Uma grande multidão, como uma enxurrada de gente, estava andando nas estradas. Alguns estavam descalços, outros sem dupatta (um lenço que as mulheres usam). Alguns levavam pacotes e outros não carregavam nada.
Nós pensamos no início que a nossa situação era terrível, mas ficamos gratos depois de ver a cena nas estradas.
Eu vi gente que não tinha dinheiro tentando achar um jeito de sair de Mingora.

'Talebã do trânsito'
Quando eu estava deixando Mingora, eu vi o Talebã na área de Qamber.
Eles estavam dizendo às pessoas que passassem em fila. Elas atendiam imediatamente às ordens do Talebã.
O meu amigo e eu apelidamos estes membros do Talebã de "talebãs do trânsito".
Durante a viagem, o meu irmão estava muito bravo porque teve que deixar as galinhas dele para trás. Ele tinha insistido em trazê-las conosco mas a nossa mãe disse que elas morreriam no caminho.
Nós chegamos a Nowshera via Peshawar e depois fomos de carro por Mansehra para chegar a Bisham. Em Bisham o Exército impediu que seguíssemos adiante.
A minha avó estava muito doente e chorava de dor. Depois de muitos apelos, o Exército acabou permitindo que nós continuássemos a viagem.
Nós deixamos a área a pé e, depois de caminhar por um tempo, conseguimos tomar um ônibus. Agora estamos a caminho de Shangla.

'Bala na barriga'
Nós estamos em Shangla no momento, mas quando ouvimos sobre as condições das pessoas nos campos (de refugiados), nós agradecemos a Deus por estarmos vivendo com tanto conforto.
Eu tenho certeza de que a guerra não pode continuar para sempre e que um dia eu vou poder voltar e recuperar a minha vida e a minha identidade.
Não apoio nem o Talebã e nem o Exército - ambos estão nos tratando com crueldade.
O Talebã nos destruiu e o Exército está matando o nosso povo.
Quando nós estávamos deixando Mingora, uma das minhas parentes foi baleada na barriga quando estava levando os filhos dela para a cozinha para protegê-los do tiroteio.
O meu primo me disse que o Talebã tentou impedir no empurrão que mulheres de burka fossem para a estação rodoviária.
Várias delas caíram no chão.
O Talebã deveria parar de fazer isso porque, depois da implementação da Sharia (lei islâmica), as exigências deles foram atendidas. Por que eles estão fazendo isso agora?"


BBC Brasil
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Os combates entre o Exército do Paquistão e militantes do Talebã no vale de Swat, no noroeste do país, forçaram milhares de pessoas a deixar a região. Entre elas, está uma menina que está escrevendo um diário para a BBC sob o nome de Gul Makai. Abaixo, ela conta a sua experiência em depoimento a Abdul Hai Kakar, correspondente do Serviço Urdu da BBC na cidade paquistanesa de Peshawar.
Eu não deixei para trás só o Swat, mas também a minha identidade e a minha vida.
Na noite de terça-feira que nós ouvimos o som de artilharia pesada por todo lado. Nós todos deitamos no chão.
Nós achamos que a troca de fogo era entre o Talebã e o Exército.
A nossa casa fica perto do prédio que também serve de quartel do Exército na área. Quando há combates lá, nossa casa é atingida. É inevitável.
A minha família decidiu sair do Swat no dia seguinte. Nós recolhemos suprimentos para a viagem.
Nessa hora chegou a notícia de que tinha sido imposto um toque de recolher em Mingora. Nós ficamos presos por três dias.
Finalmente, quando o toque de recolher foi relaxado, nós colocamos as nossas coisas no carro e saímos da cidade.
Eu fiquei muito triste porque tivemos que deixar para trás a minha mochila da escola, com todos os meus livros.
Eu recitei versos do Corão e dei um sopro nele, para que ficasse protegido nos combates entre o Exército e o Talebã.
Uma grande multidão, como uma enxurrada de gente, estava andando nas estradas. Alguns estavam descalços, outros sem dupatta (um lenço que as mulheres usam). Alguns levavam pacotes e outros não carregavam nada.
Nós pensamos no início que a nossa situação era terrível, mas ficamos gratos depois de ver a cena nas estradas.
Eu vi gente que não tinha dinheiro tentando achar um jeito de sair de Mingora.

'Talebã do trânsito'
Quando eu estava deixando Mingora, eu vi o Talebã na área de Qamber.
Eles estavam dizendo às pessoas que passassem em fila. Elas atendiam imediatamente às ordens do Talebã.
O meu amigo e eu apelidamos estes membros do Talebã de "talebãs do trânsito".
Durante a viagem, o meu irmão estava muito bravo porque teve que deixar as galinhas dele para trás. Ele tinha insistido em trazê-las conosco mas a nossa mãe disse que elas morreriam no caminho.
Nós chegamos a Nowshera via Peshawar e depois fomos de carro por Mansehra para chegar a Bisham. Em Bisham o Exército impediu que seguíssemos adiante.
A minha avó estava muito doente e chorava de dor. Depois de muitos apelos, o Exército acabou permitindo que nós continuássemos a viagem.
Nós deixamos a área a pé e, depois de caminhar por um tempo, conseguimos tomar um ônibus. Agora estamos a caminho de Shangla.

'Bala na barriga'
Nós estamos em Shangla no momento, mas quando ouvimos sobre as condições das pessoas nos campos (de refugiados), nós agradecemos a Deus por estarmos vivendo com tanto conforto.
Eu tenho certeza de que a guerra não pode continuar para sempre e que um dia eu vou poder voltar e recuperar a minha vida e a minha identidade.
Não apoio nem o Talebã e nem o Exército - ambos estão nos tratando com crueldade.
O Talebã nos destruiu e o Exército está matando o nosso povo.
Quando nós estávamos deixando Mingora, uma das minhas parentes foi baleada na barriga quando estava levando os filhos dela para a cozinha para protegê-los do tiroteio.
O meu primo me disse que o Talebã tentou impedir no empurrão que mulheres de burka fossem para a estação rodoviária.
Várias delas caíram no chão.
O Talebã deveria parar de fazer isso porque, depois da implementação da Sharia (lei islâmica), as exigências deles foram atendidas. Por que eles estão fazendo isso agora?"


BBC Brasil
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Os combates entre o Exército do Paquistão e militantes do Talebã no vale de Swat, no noroeste do país, forçaram milhares de pessoas a deixar a região. Entre elas, está uma menina que está escrevendo um diário para a BBC sob o nome de Gul Makai. Abaixo, ela conta a sua experiência em depoimento a Abdul Hai Kakar, correspondente do Serviço Urdu da BBC na cidade paquistanesa de Peshawar.
Eu não deixei para trás só o Swat, mas também a minha identidade e a minha vida.
Na noite de terça-feira que nós ouvimos o som de artilharia pesada por todo lado. Nós todos deitamos no chão.
Nós achamos que a troca de fogo era entre o Talebã e o Exército.
A nossa casa fica perto do prédio que também serve de quartel do Exército na área. Quando há combates lá, nossa casa é atingida. É inevitável.
A minha família decidiu sair do Swat no dia seguinte. Nós recolhemos suprimentos para a viagem.
Nessa hora chegou a notícia de que tinha sido imposto um toque de recolher em Mingora. Nós ficamos presos por três dias.
Finalmente, quando o toque de recolher foi relaxado, nós colocamos as nossas coisas no carro e saímos da cidade.
Eu fiquei muito triste porque tivemos que deixar para trás a minha mochila da escola, com todos os meus livros.
Eu recitei versos do Corão e dei um sopro nele, para que ficasse protegido nos combates entre o Exército e o Talebã.
Uma grande multidão, como uma enxurrada de gente, estava andando nas estradas. Alguns estavam descalços, outros sem dupatta (um lenço que as mulheres usam). Alguns levavam pacotes e outros não carregavam nada.
Nós pensamos no início que a nossa situação era terrível, mas ficamos gratos depois de ver a cena nas estradas.
Eu vi gente que não tinha dinheiro tentando achar um jeito de sair de Mingora.

'Talebã do trânsito'
Quando eu estava deixando Mingora, eu vi o Talebã na área de Qamber.
Eles estavam dizendo às pessoas que passassem em fila. Elas atendiam imediatamente às ordens do Talebã.
O meu amigo e eu apelidamos estes membros do Talebã de "talebãs do trânsito".
Durante a viagem, o meu irmão estava muito bravo porque teve que deixar as galinhas dele para trás. Ele tinha insistido em trazê-las conosco mas a nossa mãe disse que elas morreriam no caminho.
Nós chegamos a Nowshera via Peshawar e depois fomos de carro por Mansehra para chegar a Bisham. Em Bisham o Exército impediu que seguíssemos adiante.
A minha avó estava muito doente e chorava de dor. Depois de muitos apelos, o Exército acabou permitindo que nós continuássemos a viagem.
Nós deixamos a área a pé e, depois de caminhar por um tempo, conseguimos tomar um ônibus. Agora estamos a caminho de Shangla.

'Bala na barriga'
Nós estamos em Shangla no momento, mas quando ouvimos sobre as condições das pessoas nos campos (de refugiados), nós agradecemos a Deus por estarmos vivendo com tanto conforto.
Eu tenho certeza de que a guerra não pode continuar para sempre e que um dia eu vou poder voltar e recuperar a minha vida e a minha identidade.
Não apoio nem o Talebã e nem o Exército - ambos estão nos tratando com crueldade.
O Talebã nos destruiu e o Exército está matando o nosso povo.
Quando nós estávamos deixando Mingora, uma das minhas parentes foi baleada na barriga quando estava levando os filhos dela para a cozinha para protegê-los do tiroteio.
O meu primo me disse que o Talebã tentou impedir no empurrão que mulheres de burka fossem para a estação rodoviária.
Várias delas caíram no chão.
O Talebã deveria parar de fazer isso porque, depois da implementação da Sharia (lei islâmica), as exigências deles foram atendidas. Por que eles estão fazendo isso agora?"


BBC Brasil
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As discussões entre os casais, se realizadas de maneira construtiva, podem trazer resultados positivos para as crianças. Entenda

Você toma um cuidado enorme para nunca discutir com seu companheiro na frente do seu filho, certo? Talvez também se culpe toda vez que escapa uma pequena briga na presença da criança. Saiba que, ao contrário do que se pensa, um conflito pode não ser tão prejudicial assim para os pequenos.
Pesquisadores da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, avaliaram 235 famílias com crianças entre 5 e 7 anos durante três anos. Para o estudo, foi analisado o comportamento dos casais durante um conflito, e os cientistas classificaram os argumentos como destrutivo ou construtivo. O resultado da pesquisa sugere que é benéfico para a criança verem os pais resolverem os problemas construtivamente.
Mas existe mesmo algum benefício de as crianças verem os pais discutirem? Sim, desde que exista bom senso. Segundo Rita Calegari, psicóloga infantil do Hospital São Camilo (SP), há um senso comum de os pais nunca brigarem na frente dos filhos como forma de protegê-los, mas muitas vezes essa não é a melhor solução. “Se o clima entre o casal não está bom, as crianças vão perceber. Por mais que nada seja falado, elas sentem a distância um do outro, o silêncio, a mudança no clima da casa”, diz.
Quando os pais brigam, se a discussão for saudável, em que cada um expõe seu ponto de vista para chegar a um ponto em comum, sem agressões físicas ou ofensas dirigidas, ela pode agregar valores para a criança. Afinal, é no ambiente doméstico que ela aprende a se relacionar, a lidar com conflitos, frustrações e diferenças. “Os pais educam por meio do exemplo. Se a criança presencia uma discussão e depois vê os pais fazerem as pazes, se desculpando, ela entende que é normal ficar bravo e não concordar com outra pessoa, mas que é fundamental haver respeito”, afirma Rita.
Com isso, ela percebe que as relações humanas são permeadas por conflitos, mesmo entre pessoas que se amam. Isso elimina aquele estigma de que só briga quem se odeia.

Bom senso
A criança não precisa ficar assistindo às brigas dos pais como se estivesse numa sala de aula. É importante explicar para ela o que está acontecendo, e, principalmente, que ela não tem culpa alguma por aquela situação. “Os pais devem ser intérpretes para os filhos, mas nunca devem esconder”, diz Rita.
Além disso, não é tudo que deve ser falado na frente das crianças. Se esse tipo de conversa for inevitável, nunca peça para o seu filho sair da sala, por exemplo, para você e seu marido discutirem. São vocês que devem se retirar. “É importante dizer que os pais vão conversar, mas que ela pode entrar no quarto a hora que quiser”, afirma Rita.

É preciso maturidade. Discussão é diferente de uma guerra, que, se presenciada pela criança, pode gerar um sentimento de ansiedade e medo. Por isso, se perceber que o conflito chegou num nível em que você e seu marido perderam a capacidade de negociar, de entrar num acordo, é hora de ter um mediador entre vocês, seja um amigo, um parente ou um profissional.

Ana Paula Pontes


Revista Crescer
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As discussões entre os casais, se realizadas de maneira construtiva, podem trazer resultados positivos para as crianças. Entenda

Você toma um cuidado enorme para nunca discutir com seu companheiro na frente do seu filho, certo? Talvez também se culpe toda vez que escapa uma pequena briga na presença da criança. Saiba que, ao contrário do que se pensa, um conflito pode não ser tão prejudicial assim para os pequenos.
Pesquisadores da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, avaliaram 235 famílias com crianças entre 5 e 7 anos durante três anos. Para o estudo, foi analisado o comportamento dos casais durante um conflito, e os cientistas classificaram os argumentos como destrutivo ou construtivo. O resultado da pesquisa sugere que é benéfico para a criança verem os pais resolverem os problemas construtivamente.
Mas existe mesmo algum benefício de as crianças verem os pais discutirem? Sim, desde que exista bom senso. Segundo Rita Calegari, psicóloga infantil do Hospital São Camilo (SP), há um senso comum de os pais nunca brigarem na frente dos filhos como forma de protegê-los, mas muitas vezes essa não é a melhor solução. “Se o clima entre o casal não está bom, as crianças vão perceber. Por mais que nada seja falado, elas sentem a distância um do outro, o silêncio, a mudança no clima da casa”, diz.
Quando os pais brigam, se a discussão for saudável, em que cada um expõe seu ponto de vista para chegar a um ponto em comum, sem agressões físicas ou ofensas dirigidas, ela pode agregar valores para a criança. Afinal, é no ambiente doméstico que ela aprende a se relacionar, a lidar com conflitos, frustrações e diferenças. “Os pais educam por meio do exemplo. Se a criança presencia uma discussão e depois vê os pais fazerem as pazes, se desculpando, ela entende que é normal ficar bravo e não concordar com outra pessoa, mas que é fundamental haver respeito”, afirma Rita.
Com isso, ela percebe que as relações humanas são permeadas por conflitos, mesmo entre pessoas que se amam. Isso elimina aquele estigma de que só briga quem se odeia.

Bom senso
A criança não precisa ficar assistindo às brigas dos pais como se estivesse numa sala de aula. É importante explicar para ela o que está acontecendo, e, principalmente, que ela não tem culpa alguma por aquela situação. “Os pais devem ser intérpretes para os filhos, mas nunca devem esconder”, diz Rita.
Além disso, não é tudo que deve ser falado na frente das crianças. Se esse tipo de conversa for inevitável, nunca peça para o seu filho sair da sala, por exemplo, para você e seu marido discutirem. São vocês que devem se retirar. “É importante dizer que os pais vão conversar, mas que ela pode entrar no quarto a hora que quiser”, afirma Rita.

É preciso maturidade. Discussão é diferente de uma guerra, que, se presenciada pela criança, pode gerar um sentimento de ansiedade e medo. Por isso, se perceber que o conflito chegou num nível em que você e seu marido perderam a capacidade de negociar, de entrar num acordo, é hora de ter um mediador entre vocês, seja um amigo, um parente ou um profissional.

Ana Paula Pontes


Revista Crescer
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As discussões entre os casais, se realizadas de maneira construtiva, podem trazer resultados positivos para as crianças. Entenda

Você toma um cuidado enorme para nunca discutir com seu companheiro na frente do seu filho, certo? Talvez também se culpe toda vez que escapa uma pequena briga na presença da criança. Saiba que, ao contrário do que se pensa, um conflito pode não ser tão prejudicial assim para os pequenos.
Pesquisadores da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, avaliaram 235 famílias com crianças entre 5 e 7 anos durante três anos. Para o estudo, foi analisado o comportamento dos casais durante um conflito, e os cientistas classificaram os argumentos como destrutivo ou construtivo. O resultado da pesquisa sugere que é benéfico para a criança verem os pais resolverem os problemas construtivamente.
Mas existe mesmo algum benefício de as crianças verem os pais discutirem? Sim, desde que exista bom senso. Segundo Rita Calegari, psicóloga infantil do Hospital São Camilo (SP), há um senso comum de os pais nunca brigarem na frente dos filhos como forma de protegê-los, mas muitas vezes essa não é a melhor solução. “Se o clima entre o casal não está bom, as crianças vão perceber. Por mais que nada seja falado, elas sentem a distância um do outro, o silêncio, a mudança no clima da casa”, diz.
Quando os pais brigam, se a discussão for saudável, em que cada um expõe seu ponto de vista para chegar a um ponto em comum, sem agressões físicas ou ofensas dirigidas, ela pode agregar valores para a criança. Afinal, é no ambiente doméstico que ela aprende a se relacionar, a lidar com conflitos, frustrações e diferenças. “Os pais educam por meio do exemplo. Se a criança presencia uma discussão e depois vê os pais fazerem as pazes, se desculpando, ela entende que é normal ficar bravo e não concordar com outra pessoa, mas que é fundamental haver respeito”, afirma Rita.
Com isso, ela percebe que as relações humanas são permeadas por conflitos, mesmo entre pessoas que se amam. Isso elimina aquele estigma de que só briga quem se odeia.

Bom senso
A criança não precisa ficar assistindo às brigas dos pais como se estivesse numa sala de aula. É importante explicar para ela o que está acontecendo, e, principalmente, que ela não tem culpa alguma por aquela situação. “Os pais devem ser intérpretes para os filhos, mas nunca devem esconder”, diz Rita.
Além disso, não é tudo que deve ser falado na frente das crianças. Se esse tipo de conversa for inevitável, nunca peça para o seu filho sair da sala, por exemplo, para você e seu marido discutirem. São vocês que devem se retirar. “É importante dizer que os pais vão conversar, mas que ela pode entrar no quarto a hora que quiser”, afirma Rita.

É preciso maturidade. Discussão é diferente de uma guerra, que, se presenciada pela criança, pode gerar um sentimento de ansiedade e medo. Por isso, se perceber que o conflito chegou num nível em que você e seu marido perderam a capacidade de negociar, de entrar num acordo, é hora de ter um mediador entre vocês, seja um amigo, um parente ou um profissional.

Ana Paula Pontes


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As discussões entre os casais, se realizadas de maneira construtiva, podem trazer resultados positivos para as crianças. Entenda

Você toma um cuidado enorme para nunca discutir com seu companheiro na frente do seu filho, certo? Talvez também se culpe toda vez que escapa uma pequena briga na presença da criança. Saiba que, ao contrário do que se pensa, um conflito pode não ser tão prejudicial assim para os pequenos.
Pesquisadores da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, avaliaram 235 famílias com crianças entre 5 e 7 anos durante três anos. Para o estudo, foi analisado o comportamento dos casais durante um conflito, e os cientistas classificaram os argumentos como destrutivo ou construtivo. O resultado da pesquisa sugere que é benéfico para a criança verem os pais resolverem os problemas construtivamente.
Mas existe mesmo algum benefício de as crianças verem os pais discutirem? Sim, desde que exista bom senso. Segundo Rita Calegari, psicóloga infantil do Hospital São Camilo (SP), há um senso comum de os pais nunca brigarem na frente dos filhos como forma de protegê-los, mas muitas vezes essa não é a melhor solução. “Se o clima entre o casal não está bom, as crianças vão perceber. Por mais que nada seja falado, elas sentem a distância um do outro, o silêncio, a mudança no clima da casa”, diz.
Quando os pais brigam, se a discussão for saudável, em que cada um expõe seu ponto de vista para chegar a um ponto em comum, sem agressões físicas ou ofensas dirigidas, ela pode agregar valores para a criança. Afinal, é no ambiente doméstico que ela aprende a se relacionar, a lidar com conflitos, frustrações e diferenças. “Os pais educam por meio do exemplo. Se a criança presencia uma discussão e depois vê os pais fazerem as pazes, se desculpando, ela entende que é normal ficar bravo e não concordar com outra pessoa, mas que é fundamental haver respeito”, afirma Rita.
Com isso, ela percebe que as relações humanas são permeadas por conflitos, mesmo entre pessoas que se amam. Isso elimina aquele estigma de que só briga quem se odeia.

Bom senso
A criança não precisa ficar assistindo às brigas dos pais como se estivesse numa sala de aula. É importante explicar para ela o que está acontecendo, e, principalmente, que ela não tem culpa alguma por aquela situação. “Os pais devem ser intérpretes para os filhos, mas nunca devem esconder”, diz Rita.
Além disso, não é tudo que deve ser falado na frente das crianças. Se esse tipo de conversa for inevitável, nunca peça para o seu filho sair da sala, por exemplo, para você e seu marido discutirem. São vocês que devem se retirar. “É importante dizer que os pais vão conversar, mas que ela pode entrar no quarto a hora que quiser”, afirma Rita.

É preciso maturidade. Discussão é diferente de uma guerra, que, se presenciada pela criança, pode gerar um sentimento de ansiedade e medo. Por isso, se perceber que o conflito chegou num nível em que você e seu marido perderam a capacidade de negociar, de entrar num acordo, é hora de ter um mediador entre vocês, seja um amigo, um parente ou um profissional.

Ana Paula Pontes


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As discussões entre os casais, se realizadas de maneira construtiva, podem trazer resultados positivos para as crianças. Entenda

Você toma um cuidado enorme para nunca discutir com seu companheiro na frente do seu filho, certo? Talvez também se culpe toda vez que escapa uma pequena briga na presença da criança. Saiba que, ao contrário do que se pensa, um conflito pode não ser tão prejudicial assim para os pequenos.
Pesquisadores da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, avaliaram 235 famílias com crianças entre 5 e 7 anos durante três anos. Para o estudo, foi analisado o comportamento dos casais durante um conflito, e os cientistas classificaram os argumentos como destrutivo ou construtivo. O resultado da pesquisa sugere que é benéfico para a criança verem os pais resolverem os problemas construtivamente.
Mas existe mesmo algum benefício de as crianças verem os pais discutirem? Sim, desde que exista bom senso. Segundo Rita Calegari, psicóloga infantil do Hospital São Camilo (SP), há um senso comum de os pais nunca brigarem na frente dos filhos como forma de protegê-los, mas muitas vezes essa não é a melhor solução. “Se o clima entre o casal não está bom, as crianças vão perceber. Por mais que nada seja falado, elas sentem a distância um do outro, o silêncio, a mudança no clima da casa”, diz.
Quando os pais brigam, se a discussão for saudável, em que cada um expõe seu ponto de vista para chegar a um ponto em comum, sem agressões físicas ou ofensas dirigidas, ela pode agregar valores para a criança. Afinal, é no ambiente doméstico que ela aprende a se relacionar, a lidar com conflitos, frustrações e diferenças. “Os pais educam por meio do exemplo. Se a criança presencia uma discussão e depois vê os pais fazerem as pazes, se desculpando, ela entende que é normal ficar bravo e não concordar com outra pessoa, mas que é fundamental haver respeito”, afirma Rita.
Com isso, ela percebe que as relações humanas são permeadas por conflitos, mesmo entre pessoas que se amam. Isso elimina aquele estigma de que só briga quem se odeia.

Bom senso
A criança não precisa ficar assistindo às brigas dos pais como se estivesse numa sala de aula. É importante explicar para ela o que está acontecendo, e, principalmente, que ela não tem culpa alguma por aquela situação. “Os pais devem ser intérpretes para os filhos, mas nunca devem esconder”, diz Rita.
Além disso, não é tudo que deve ser falado na frente das crianças. Se esse tipo de conversa for inevitável, nunca peça para o seu filho sair da sala, por exemplo, para você e seu marido discutirem. São vocês que devem se retirar. “É importante dizer que os pais vão conversar, mas que ela pode entrar no quarto a hora que quiser”, afirma Rita.

É preciso maturidade. Discussão é diferente de uma guerra, que, se presenciada pela criança, pode gerar um sentimento de ansiedade e medo. Por isso, se perceber que o conflito chegou num nível em que você e seu marido perderam a capacidade de negociar, de entrar num acordo, é hora de ter um mediador entre vocês, seja um amigo, um parente ou um profissional.

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Corpo de garota de 13 anos foi encontrado em povoado.Outras nove crianças seguem desaparecidas; equipes fazem buscas.

Uma criança de 13 anos morreu e outras nove estão desaparecidas na cidade de Coelho Neto, distante 385 quilômetros de São Luís.
Segundo informações da Defesa Civil, a adolescente seguia para a escola com as outras crianças quando foi levada pela correnteza do Rio Parnaíba, na entrada do município. O corpo dela foi encontrado no povoado de Buenos Aires. Com a garota, subiu para dez o numero de mortos em razão das chuvas em todo o Maranhão.
"A cidade está muito preocupada com esse episódio e pode haver mais mortes", afirmou o prefeito de Coelho Neto, Soliney Silva. Pelo menos 50 pessoas estão realizando buscas pelas crianças desaparecidas com a ajuda de canoas e barcos.
A situação na cidade é crítica. Choveu nas últimas 14 horas de forma ininterrupta. Cerca de 150 casas desabaram e três mil pessoas que vivem às margens do Parnaíba estão desabrigadas. Cerca de dois quilômetros da cidade estão encobertos pelas águas do rio. O prefeito já decretou situação de emergência.
Pelos dados da Defesa Civil Estadual, em todo o Maranhão, 92 mil pessoas estão desabrigadas ou desalojadas, 87 municípios já decretaram situação de emergência e 237 mil moradores já foram afetados pelas chuvas no Maranhão.


Portal G1
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Corpo de garota de 13 anos foi encontrado em povoado.Outras nove crianças seguem desaparecidas; equipes fazem buscas.

Uma criança de 13 anos morreu e outras nove estão desaparecidas na cidade de Coelho Neto, distante 385 quilômetros de São Luís.
Segundo informações da Defesa Civil, a adolescente seguia para a escola com as outras crianças quando foi levada pela correnteza do Rio Parnaíba, na entrada do município. O corpo dela foi encontrado no povoado de Buenos Aires. Com a garota, subiu para dez o numero de mortos em razão das chuvas em todo o Maranhão.
"A cidade está muito preocupada com esse episódio e pode haver mais mortes", afirmou o prefeito de Coelho Neto, Soliney Silva. Pelo menos 50 pessoas estão realizando buscas pelas crianças desaparecidas com a ajuda de canoas e barcos.
A situação na cidade é crítica. Choveu nas últimas 14 horas de forma ininterrupta. Cerca de 150 casas desabaram e três mil pessoas que vivem às margens do Parnaíba estão desabrigadas. Cerca de dois quilômetros da cidade estão encobertos pelas águas do rio. O prefeito já decretou situação de emergência.
Pelos dados da Defesa Civil Estadual, em todo o Maranhão, 92 mil pessoas estão desabrigadas ou desalojadas, 87 municípios já decretaram situação de emergência e 237 mil moradores já foram afetados pelas chuvas no Maranhão.


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Corpo de garota de 13 anos foi encontrado em povoado.Outras nove crianças seguem desaparecidas; equipes fazem buscas.

Uma criança de 13 anos morreu e outras nove estão desaparecidas na cidade de Coelho Neto, distante 385 quilômetros de São Luís.
Segundo informações da Defesa Civil, a adolescente seguia para a escola com as outras crianças quando foi levada pela correnteza do Rio Parnaíba, na entrada do município. O corpo dela foi encontrado no povoado de Buenos Aires. Com a garota, subiu para dez o numero de mortos em razão das chuvas em todo o Maranhão.
"A cidade está muito preocupada com esse episódio e pode haver mais mortes", afirmou o prefeito de Coelho Neto, Soliney Silva. Pelo menos 50 pessoas estão realizando buscas pelas crianças desaparecidas com a ajuda de canoas e barcos.
A situação na cidade é crítica. Choveu nas últimas 14 horas de forma ininterrupta. Cerca de 150 casas desabaram e três mil pessoas que vivem às margens do Parnaíba estão desabrigadas. Cerca de dois quilômetros da cidade estão encobertos pelas águas do rio. O prefeito já decretou situação de emergência.
Pelos dados da Defesa Civil Estadual, em todo o Maranhão, 92 mil pessoas estão desabrigadas ou desalojadas, 87 municípios já decretaram situação de emergência e 237 mil moradores já foram afetados pelas chuvas no Maranhão.


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Corpo de garota de 13 anos foi encontrado em povoado.Outras nove crianças seguem desaparecidas; equipes fazem buscas.

Uma criança de 13 anos morreu e outras nove estão desaparecidas na cidade de Coelho Neto, distante 385 quilômetros de São Luís.
Segundo informações da Defesa Civil, a adolescente seguia para a escola com as outras crianças quando foi levada pela correnteza do Rio Parnaíba, na entrada do município. O corpo dela foi encontrado no povoado de Buenos Aires. Com a garota, subiu para dez o numero de mortos em razão das chuvas em todo o Maranhão.
"A cidade está muito preocupada com esse episódio e pode haver mais mortes", afirmou o prefeito de Coelho Neto, Soliney Silva. Pelo menos 50 pessoas estão realizando buscas pelas crianças desaparecidas com a ajuda de canoas e barcos.
A situação na cidade é crítica. Choveu nas últimas 14 horas de forma ininterrupta. Cerca de 150 casas desabaram e três mil pessoas que vivem às margens do Parnaíba estão desabrigadas. Cerca de dois quilômetros da cidade estão encobertos pelas águas do rio. O prefeito já decretou situação de emergência.
Pelos dados da Defesa Civil Estadual, em todo o Maranhão, 92 mil pessoas estão desabrigadas ou desalojadas, 87 municípios já decretaram situação de emergência e 237 mil moradores já foram afetados pelas chuvas no Maranhão.


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Corpo de garota de 13 anos foi encontrado em povoado.Outras nove crianças seguem desaparecidas; equipes fazem buscas.

Uma criança de 13 anos morreu e outras nove estão desaparecidas na cidade de Coelho Neto, distante 385 quilômetros de São Luís.
Segundo informações da Defesa Civil, a adolescente seguia para a escola com as outras crianças quando foi levada pela correnteza do Rio Parnaíba, na entrada do município. O corpo dela foi encontrado no povoado de Buenos Aires. Com a garota, subiu para dez o numero de mortos em razão das chuvas em todo o Maranhão.
"A cidade está muito preocupada com esse episódio e pode haver mais mortes", afirmou o prefeito de Coelho Neto, Soliney Silva. Pelo menos 50 pessoas estão realizando buscas pelas crianças desaparecidas com a ajuda de canoas e barcos.
A situação na cidade é crítica. Choveu nas últimas 14 horas de forma ininterrupta. Cerca de 150 casas desabaram e três mil pessoas que vivem às margens do Parnaíba estão desabrigadas. Cerca de dois quilômetros da cidade estão encobertos pelas águas do rio. O prefeito já decretou situação de emergência.
Pelos dados da Defesa Civil Estadual, em todo o Maranhão, 92 mil pessoas estão desabrigadas ou desalojadas, 87 municípios já decretaram situação de emergência e 237 mil moradores já foram afetados pelas chuvas no Maranhão.


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RIO - O Rio de Janeiro apareceu mais uma vez como cenário de uma série de TV americana. No 20º episódio da quinta temporada de House, a cidade tem uma participação que, apesar de pequena, mostra que o desconhecimento dos americanos sobre o Rio continua em alta. A série, conhecida por mostrar casos de difícil diagnóstico com base científica, cometeu uma gafe.
O episódio "Simples Assim", exibido no Brasil pela TV a cabo, mostra o drama de uma paciente que morre depois de contrair leishmaniose visceral quando visitava o Rio. A doença, transmitida por insetos, é causada por parasitas e pode levar à morte. Apesar de ocorrer no mundo todo, tem maior incidência em áreas próximas a florestas. No Brasil, ano passado, foram registrados 3.303 casos. Nenhum deles no Estado do Rio.
Em 2002, um episódio da série "Os Simpsons" mostrou macacos e ratos nas ruas do Rio e uma população sexualmente agressiva. Homer foi sequestrado e Bart, engolido por uma jiboia.


O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:42  comentar

RIO - O Rio de Janeiro apareceu mais uma vez como cenário de uma série de TV americana. No 20º episódio da quinta temporada de House, a cidade tem uma participação que, apesar de pequena, mostra que o desconhecimento dos americanos sobre o Rio continua em alta. A série, conhecida por mostrar casos de difícil diagnóstico com base científica, cometeu uma gafe.
O episódio "Simples Assim", exibido no Brasil pela TV a cabo, mostra o drama de uma paciente que morre depois de contrair leishmaniose visceral quando visitava o Rio. A doença, transmitida por insetos, é causada por parasitas e pode levar à morte. Apesar de ocorrer no mundo todo, tem maior incidência em áreas próximas a florestas. No Brasil, ano passado, foram registrados 3.303 casos. Nenhum deles no Estado do Rio.
Em 2002, um episódio da série "Os Simpsons" mostrou macacos e ratos nas ruas do Rio e uma população sexualmente agressiva. Homer foi sequestrado e Bart, engolido por uma jiboia.


O Globo On Line
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RIO - O Rio de Janeiro apareceu mais uma vez como cenário de uma série de TV americana. No 20º episódio da quinta temporada de House, a cidade tem uma participação que, apesar de pequena, mostra que o desconhecimento dos americanos sobre o Rio continua em alta. A série, conhecida por mostrar casos de difícil diagnóstico com base científica, cometeu uma gafe.
O episódio "Simples Assim", exibido no Brasil pela TV a cabo, mostra o drama de uma paciente que morre depois de contrair leishmaniose visceral quando visitava o Rio. A doença, transmitida por insetos, é causada por parasitas e pode levar à morte. Apesar de ocorrer no mundo todo, tem maior incidência em áreas próximas a florestas. No Brasil, ano passado, foram registrados 3.303 casos. Nenhum deles no Estado do Rio.
Em 2002, um episódio da série "Os Simpsons" mostrou macacos e ratos nas ruas do Rio e uma população sexualmente agressiva. Homer foi sequestrado e Bart, engolido por uma jiboia.


O Globo On Line
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RIO - O Rio de Janeiro apareceu mais uma vez como cenário de uma série de TV americana. No 20º episódio da quinta temporada de House, a cidade tem uma participação que, apesar de pequena, mostra que o desconhecimento dos americanos sobre o Rio continua em alta. A série, conhecida por mostrar casos de difícil diagnóstico com base científica, cometeu uma gafe.
O episódio "Simples Assim", exibido no Brasil pela TV a cabo, mostra o drama de uma paciente que morre depois de contrair leishmaniose visceral quando visitava o Rio. A doença, transmitida por insetos, é causada por parasitas e pode levar à morte. Apesar de ocorrer no mundo todo, tem maior incidência em áreas próximas a florestas. No Brasil, ano passado, foram registrados 3.303 casos. Nenhum deles no Estado do Rio.
Em 2002, um episódio da série "Os Simpsons" mostrou macacos e ratos nas ruas do Rio e uma população sexualmente agressiva. Homer foi sequestrado e Bart, engolido por uma jiboia.


O Globo On Line
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RIO - O Rio de Janeiro apareceu mais uma vez como cenário de uma série de TV americana. No 20º episódio da quinta temporada de House, a cidade tem uma participação que, apesar de pequena, mostra que o desconhecimento dos americanos sobre o Rio continua em alta. A série, conhecida por mostrar casos de difícil diagnóstico com base científica, cometeu uma gafe.
O episódio "Simples Assim", exibido no Brasil pela TV a cabo, mostra o drama de uma paciente que morre depois de contrair leishmaniose visceral quando visitava o Rio. A doença, transmitida por insetos, é causada por parasitas e pode levar à morte. Apesar de ocorrer no mundo todo, tem maior incidência em áreas próximas a florestas. No Brasil, ano passado, foram registrados 3.303 casos. Nenhum deles no Estado do Rio.
Em 2002, um episódio da série "Os Simpsons" mostrou macacos e ratos nas ruas do Rio e uma população sexualmente agressiva. Homer foi sequestrado e Bart, engolido por uma jiboia.


O Globo On Line
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Crianças esmerilhando os mais diversos instrumentos em rocks pesados já estão entre os principais clássicos do YouTube.

Nesse quesito, um dos melhores é o menino japonês Yuto Miyazawa, de nove anos. O petiz se apresentou no programa da Ellen DeGeneres com uma guitarra maior que ele e não teve dúvidas quando a apresentadora perguntou quem eram seus ídolos: Ozzy Osbourne e Randy Rhoads, guitarrista nos dois primeiros discos-solo de Ozzy, morto em um acidente de avião em 1982.

Tudo no vídeo é muito bom. Desde Ellen fingindo entender japonês até a excitação de Yuto ao anunciar que vai tocar "Ozzy Osbourne, Crazy Train!". Mas bom mesmo é ele tocando (e cantando! o trecho da letra está lááá embaixo). E no final ainda tem uma GRANDE surpresa pro garoto. Confiram:

Nine-year-old Guitar Player "Yuto Miyazawa" on ellen 2009-may-11

A música é do primeiro disco solo de Ozzy, Blizzard of Ozz, de 1980. Randy participou dessa gravação e também do segundo album do Princípe das Trevas, Diary of a Madman, de 1981.

Em Cartaz na Web
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Crianças esmerilhando os mais diversos instrumentos em rocks pesados já estão entre os principais clássicos do YouTube.

Nesse quesito, um dos melhores é o menino japonês Yuto Miyazawa, de nove anos. O petiz se apresentou no programa da Ellen DeGeneres com uma guitarra maior que ele e não teve dúvidas quando a apresentadora perguntou quem eram seus ídolos: Ozzy Osbourne e Randy Rhoads, guitarrista nos dois primeiros discos-solo de Ozzy, morto em um acidente de avião em 1982.

Tudo no vídeo é muito bom. Desde Ellen fingindo entender japonês até a excitação de Yuto ao anunciar que vai tocar "Ozzy Osbourne, Crazy Train!". Mas bom mesmo é ele tocando (e cantando! o trecho da letra está lááá embaixo). E no final ainda tem uma GRANDE surpresa pro garoto. Confiram:

Nine-year-old Guitar Player "Yuto Miyazawa" on ellen 2009-may-11

A música é do primeiro disco solo de Ozzy, Blizzard of Ozz, de 1980. Randy participou dessa gravação e também do segundo album do Princípe das Trevas, Diary of a Madman, de 1981.

Em Cartaz na Web
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Crianças esmerilhando os mais diversos instrumentos em rocks pesados já estão entre os principais clássicos do YouTube.

Nesse quesito, um dos melhores é o menino japonês Yuto Miyazawa, de nove anos. O petiz se apresentou no programa da Ellen DeGeneres com uma guitarra maior que ele e não teve dúvidas quando a apresentadora perguntou quem eram seus ídolos: Ozzy Osbourne e Randy Rhoads, guitarrista nos dois primeiros discos-solo de Ozzy, morto em um acidente de avião em 1982.

Tudo no vídeo é muito bom. Desde Ellen fingindo entender japonês até a excitação de Yuto ao anunciar que vai tocar "Ozzy Osbourne, Crazy Train!". Mas bom mesmo é ele tocando (e cantando! o trecho da letra está lááá embaixo). E no final ainda tem uma GRANDE surpresa pro garoto. Confiram:

Nine-year-old Guitar Player "Yuto Miyazawa" on ellen 2009-may-11

A música é do primeiro disco solo de Ozzy, Blizzard of Ozz, de 1980. Randy participou dessa gravação e também do segundo album do Princípe das Trevas, Diary of a Madman, de 1981.

Em Cartaz na Web
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Crianças esmerilhando os mais diversos instrumentos em rocks pesados já estão entre os principais clássicos do YouTube.

Nesse quesito, um dos melhores é o menino japonês Yuto Miyazawa, de nove anos. O petiz se apresentou no programa da Ellen DeGeneres com uma guitarra maior que ele e não teve dúvidas quando a apresentadora perguntou quem eram seus ídolos: Ozzy Osbourne e Randy Rhoads, guitarrista nos dois primeiros discos-solo de Ozzy, morto em um acidente de avião em 1982.

Tudo no vídeo é muito bom. Desde Ellen fingindo entender japonês até a excitação de Yuto ao anunciar que vai tocar "Ozzy Osbourne, Crazy Train!". Mas bom mesmo é ele tocando (e cantando! o trecho da letra está lááá embaixo). E no final ainda tem uma GRANDE surpresa pro garoto. Confiram:

Nine-year-old Guitar Player "Yuto Miyazawa" on ellen 2009-may-11

A música é do primeiro disco solo de Ozzy, Blizzard of Ozz, de 1980. Randy participou dessa gravação e também do segundo album do Princípe das Trevas, Diary of a Madman, de 1981.

Em Cartaz na Web
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:26  comentar

Crianças esmerilhando os mais diversos instrumentos em rocks pesados já estão entre os principais clássicos do YouTube.

Nesse quesito, um dos melhores é o menino japonês Yuto Miyazawa, de nove anos. O petiz se apresentou no programa da Ellen DeGeneres com uma guitarra maior que ele e não teve dúvidas quando a apresentadora perguntou quem eram seus ídolos: Ozzy Osbourne e Randy Rhoads, guitarrista nos dois primeiros discos-solo de Ozzy, morto em um acidente de avião em 1982.

Tudo no vídeo é muito bom. Desde Ellen fingindo entender japonês até a excitação de Yuto ao anunciar que vai tocar "Ozzy Osbourne, Crazy Train!". Mas bom mesmo é ele tocando (e cantando! o trecho da letra está lááá embaixo). E no final ainda tem uma GRANDE surpresa pro garoto. Confiram:

Nine-year-old Guitar Player "Yuto Miyazawa" on ellen 2009-may-11

A música é do primeiro disco solo de Ozzy, Blizzard of Ozz, de 1980. Randy participou dessa gravação e também do segundo album do Princípe das Trevas, Diary of a Madman, de 1981.

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colaboradores: carmen e maria celia

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