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15.5.09
Um projeto de lei bem intencionado tem causado polêmica na Câmara dos Representantes do Congresso Americano: trata-se do "Ato de prevenção ao cyberbullying", proposto por Linda Sanchez (Democratas, Califórnia), trazendo no seu título a lembrança do caso trágico da menina Megan Meier, que aos 13 anos e 11 meses de idade se suicidou por enforcamento após ser moralmente assediada na rede social MySpace em 2006.
O assédio implacável foi perpetrado por um suposto rapaz de 16 anos de nome "Josh", que na verdade era um pseudônimo utilizado por Lori Drew, mãe de uma vizinha de Megan. As investigações revelaram que os atos premeditados de causar constrangimento e humilhação a Megan foram motivados pelo desejo de retaliação por uma suposta fofoca que ela teria promovido em detrimento da filha de Drew. Em maio de 2008, um júri federal concluiu pelo indiciamento de Lori Drew, mas se deparou com um problema: não havia legislação para punir o assédio online, e a condenação foi imposta com base apenas em três delitos (menores) de acesso não autorizado a computadores para obter informações com o propósito de provocar aflição emocional, e um delito de conspiração criminal.
Segundo a especialista americana Parry Aftab, autora e mantenedora do portal "StopCyberbullying.org", o "cyberbullying" acontece quando uma criança, pré-adolescente ou adolescente é atormentada, ameaçada, assediada, humilhada, embaraçada ou alvejada de outra forma por uma outra criança, pré-adolescente ou adolescente usando a internet, tecnologias digitais ou telefones celulares. É preciso que haja um menor em ambos os lados, ou pelo menos tenha sido instigado por um menor contra outro menor. Uma vez que um adulto esteja envolvido, o ato passa a ser caracterizado como "cyber-harassment" (ciber-assédio) ou "cyberstalking".
Os métodos usados são limitados apenas pela imaginação do menor, e pelo grau de acesso à tecnologia. E o agente perpetrador do cyberbullying de um dado momento pode vir a ser a vítima num outro momento. A bem da verdade, o ato de "bullying", embora reprovável, não é incomum nas escolas: através de um apelido, uma denominação jocosa, uma atitude às vezes preconceituosa, uma criança ou um adolescente se vê alvo de gozação, de importúnio, e até de humilhação perante seus pares.
Com o alcance, o fator amplificador, e a sensação de anonimidade (e consequente impunidade) que a internet proporciona, o cyberbullying pode ter efeitos extremamente traumáticos sobre a vítima, sem falar no fato de que não cessa no momento em que a vítima deixa a escola. Além disso, há que se levar em conta o fato de que, em geral, o jovem não se sente completamente à vontade para dialogar com os pais sobre um problema que enfrenta na sua vida cibernética. Em decorrência do choque de gerações ("nativos digitais" versus "imigrantes", ou ignorantes, "digitais") a tendência é que o jovem se feche no "seu mundo", sobre o qual os pais "pouco ou nada entendem".
Normalmente, cyberbullying não é uma comunicação que acontece apenas uma vez, a menos que envolva uma ameaça de morte ou de danos físicos sérios. Em geral, o jovem reconhece quando o caso é sério, enquanto que os pais tendem a se assustar mais com a linguagem muitas vezes bastante chula com que os ataques são perpetrados.
Atualmente, nos EUA o cyberbullying pode chegar ao nível de um indiciamento por delito de ciber-assédio, ou, se a criança for suficientemente jovem, pode resultar no indiciamento por delinquência juvenil. A maior parte do tempo o cyberbullying não chega a esse ponto, embora os pais da vítima normalmente procurem forçar uma condenação criminal do perpetrador. Tipicamente, o resultado é a perda da conta no provedor de serviços de internet ou de mensagem instantânea, com base na violação dos termos de serviço. Em alguns casos, se for comprovado algum tipo de roubo de identidade ou violação de senhas, a condenação pode ser bem mais séria, inclusive com base em lei federal.
Quando as escolas tentam se engajar punindo os envolvidos em atos de cyberbullying que aconteceram fora dos seus limites e dos horários escolares, frequentemente são processadas por excesso de autoridade e violação dos direitos de liberdade de expressão do aluno, e geralmente perdem uma eventual disputa judicial. Ao que tudo indica, o melhor caminho é mesmo a parceria com os pais em programas de educação e esclarecimento dos jovens sobre a convivência no ciberespaço.
Em função de sua possível violação da chamada Primeira Emenda da Constituição americana (que garante a liberdade de expressão), o "Megan Meier Cyberbullying Prevention Act" de Linda Sanchez, que caracteriza como crime punível com multa e até dois anos de prisão transmitir por meios eletrônicos "com a intenção de coagir, intimidar, assediar, ou causar estresse emocional substancial a uma pessoa (.) apoiar comportamento severo, repetido, e hostil," está sendo avaliado por especialistas como inconstitucional: Eugene Volokh, professor da Universidade da Califórnia em Los Angeles, e coordenador do blog "Volokh Conspiracy," diz que, se a lei passar no Congresso, deverá ser derrubada nas cortes.
Inconstitucionalidade à parte, a proposta de lei enumera alguns dados preocupantes:
1) Oitenta por cento de crianças e jovens de 2 a 17 anos vivem numa casa onde elas próprias ou seus pais têm acesso à internet;
2) Jovens que criam conteúdo na internet e usam redes sociais são alvos mais prováveis do cyberbullying;
3) A comunicação eletrônica dá a sensação de anonimidade ao perpetrador e dá chance a uma distribuição pública ampla, com potencial para torná-la severamente perigosa e cruel com o jovem;
4) Vitimizações online estão associadas a estresse emocional e outros problemas psicológicos, incluindo depressão;
5) O cyberbullying pode causar danos psicológicos, incluindo depressão, impactar negativamente o desempenho acadêmico, a segurança, e o bem-estar de crianças na escola; forçar crianças a mudar de escola; e em alguns casos levar a comportamento violento extremo, incluindo assassinato e suicídio;
6) Sessenta por cento dos profissionais de saúde mental que responderam ao levantamento 'Survey of Internet Mental Health Issues' relatam ter tratado pelo menos um paciente com uma experiência problemática na internet nos últimos cinco anos; 54% desses clientes tinham 18 anos de idade ou menos.
O esforço para minimizar os percalços decorrentes do aprendizado necessário a essa nova convivência (cibernética) devem vir de todos os que têm contribuição a dar: legisladores, educadores, família, meios de comunicação etc. Cada um faça sua parte!

Este artigo foi escrito por um leitor do Globo.

Ruy de Queiroz é professor associado do Centro de Informática da UFPE



O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 19:32  comentar

Um projeto de lei bem intencionado tem causado polêmica na Câmara dos Representantes do Congresso Americano: trata-se do "Ato de prevenção ao cyberbullying", proposto por Linda Sanchez (Democratas, Califórnia), trazendo no seu título a lembrança do caso trágico da menina Megan Meier, que aos 13 anos e 11 meses de idade se suicidou por enforcamento após ser moralmente assediada na rede social MySpace em 2006.
O assédio implacável foi perpetrado por um suposto rapaz de 16 anos de nome "Josh", que na verdade era um pseudônimo utilizado por Lori Drew, mãe de uma vizinha de Megan. As investigações revelaram que os atos premeditados de causar constrangimento e humilhação a Megan foram motivados pelo desejo de retaliação por uma suposta fofoca que ela teria promovido em detrimento da filha de Drew. Em maio de 2008, um júri federal concluiu pelo indiciamento de Lori Drew, mas se deparou com um problema: não havia legislação para punir o assédio online, e a condenação foi imposta com base apenas em três delitos (menores) de acesso não autorizado a computadores para obter informações com o propósito de provocar aflição emocional, e um delito de conspiração criminal.
Segundo a especialista americana Parry Aftab, autora e mantenedora do portal "StopCyberbullying.org", o "cyberbullying" acontece quando uma criança, pré-adolescente ou adolescente é atormentada, ameaçada, assediada, humilhada, embaraçada ou alvejada de outra forma por uma outra criança, pré-adolescente ou adolescente usando a internet, tecnologias digitais ou telefones celulares. É preciso que haja um menor em ambos os lados, ou pelo menos tenha sido instigado por um menor contra outro menor. Uma vez que um adulto esteja envolvido, o ato passa a ser caracterizado como "cyber-harassment" (ciber-assédio) ou "cyberstalking".
Os métodos usados são limitados apenas pela imaginação do menor, e pelo grau de acesso à tecnologia. E o agente perpetrador do cyberbullying de um dado momento pode vir a ser a vítima num outro momento. A bem da verdade, o ato de "bullying", embora reprovável, não é incomum nas escolas: através de um apelido, uma denominação jocosa, uma atitude às vezes preconceituosa, uma criança ou um adolescente se vê alvo de gozação, de importúnio, e até de humilhação perante seus pares.
Com o alcance, o fator amplificador, e a sensação de anonimidade (e consequente impunidade) que a internet proporciona, o cyberbullying pode ter efeitos extremamente traumáticos sobre a vítima, sem falar no fato de que não cessa no momento em que a vítima deixa a escola. Além disso, há que se levar em conta o fato de que, em geral, o jovem não se sente completamente à vontade para dialogar com os pais sobre um problema que enfrenta na sua vida cibernética. Em decorrência do choque de gerações ("nativos digitais" versus "imigrantes", ou ignorantes, "digitais") a tendência é que o jovem se feche no "seu mundo", sobre o qual os pais "pouco ou nada entendem".
Normalmente, cyberbullying não é uma comunicação que acontece apenas uma vez, a menos que envolva uma ameaça de morte ou de danos físicos sérios. Em geral, o jovem reconhece quando o caso é sério, enquanto que os pais tendem a se assustar mais com a linguagem muitas vezes bastante chula com que os ataques são perpetrados.
Atualmente, nos EUA o cyberbullying pode chegar ao nível de um indiciamento por delito de ciber-assédio, ou, se a criança for suficientemente jovem, pode resultar no indiciamento por delinquência juvenil. A maior parte do tempo o cyberbullying não chega a esse ponto, embora os pais da vítima normalmente procurem forçar uma condenação criminal do perpetrador. Tipicamente, o resultado é a perda da conta no provedor de serviços de internet ou de mensagem instantânea, com base na violação dos termos de serviço. Em alguns casos, se for comprovado algum tipo de roubo de identidade ou violação de senhas, a condenação pode ser bem mais séria, inclusive com base em lei federal.
Quando as escolas tentam se engajar punindo os envolvidos em atos de cyberbullying que aconteceram fora dos seus limites e dos horários escolares, frequentemente são processadas por excesso de autoridade e violação dos direitos de liberdade de expressão do aluno, e geralmente perdem uma eventual disputa judicial. Ao que tudo indica, o melhor caminho é mesmo a parceria com os pais em programas de educação e esclarecimento dos jovens sobre a convivência no ciberespaço.
Em função de sua possível violação da chamada Primeira Emenda da Constituição americana (que garante a liberdade de expressão), o "Megan Meier Cyberbullying Prevention Act" de Linda Sanchez, que caracteriza como crime punível com multa e até dois anos de prisão transmitir por meios eletrônicos "com a intenção de coagir, intimidar, assediar, ou causar estresse emocional substancial a uma pessoa (.) apoiar comportamento severo, repetido, e hostil," está sendo avaliado por especialistas como inconstitucional: Eugene Volokh, professor da Universidade da Califórnia em Los Angeles, e coordenador do blog "Volokh Conspiracy," diz que, se a lei passar no Congresso, deverá ser derrubada nas cortes.
Inconstitucionalidade à parte, a proposta de lei enumera alguns dados preocupantes:
1) Oitenta por cento de crianças e jovens de 2 a 17 anos vivem numa casa onde elas próprias ou seus pais têm acesso à internet;
2) Jovens que criam conteúdo na internet e usam redes sociais são alvos mais prováveis do cyberbullying;
3) A comunicação eletrônica dá a sensação de anonimidade ao perpetrador e dá chance a uma distribuição pública ampla, com potencial para torná-la severamente perigosa e cruel com o jovem;
4) Vitimizações online estão associadas a estresse emocional e outros problemas psicológicos, incluindo depressão;
5) O cyberbullying pode causar danos psicológicos, incluindo depressão, impactar negativamente o desempenho acadêmico, a segurança, e o bem-estar de crianças na escola; forçar crianças a mudar de escola; e em alguns casos levar a comportamento violento extremo, incluindo assassinato e suicídio;
6) Sessenta por cento dos profissionais de saúde mental que responderam ao levantamento 'Survey of Internet Mental Health Issues' relatam ter tratado pelo menos um paciente com uma experiência problemática na internet nos últimos cinco anos; 54% desses clientes tinham 18 anos de idade ou menos.
O esforço para minimizar os percalços decorrentes do aprendizado necessário a essa nova convivência (cibernética) devem vir de todos os que têm contribuição a dar: legisladores, educadores, família, meios de comunicação etc. Cada um faça sua parte!

Este artigo foi escrito por um leitor do Globo.

Ruy de Queiroz é professor associado do Centro de Informática da UFPE



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Um projeto de lei bem intencionado tem causado polêmica na Câmara dos Representantes do Congresso Americano: trata-se do "Ato de prevenção ao cyberbullying", proposto por Linda Sanchez (Democratas, Califórnia), trazendo no seu título a lembrança do caso trágico da menina Megan Meier, que aos 13 anos e 11 meses de idade se suicidou por enforcamento após ser moralmente assediada na rede social MySpace em 2006.
O assédio implacável foi perpetrado por um suposto rapaz de 16 anos de nome "Josh", que na verdade era um pseudônimo utilizado por Lori Drew, mãe de uma vizinha de Megan. As investigações revelaram que os atos premeditados de causar constrangimento e humilhação a Megan foram motivados pelo desejo de retaliação por uma suposta fofoca que ela teria promovido em detrimento da filha de Drew. Em maio de 2008, um júri federal concluiu pelo indiciamento de Lori Drew, mas se deparou com um problema: não havia legislação para punir o assédio online, e a condenação foi imposta com base apenas em três delitos (menores) de acesso não autorizado a computadores para obter informações com o propósito de provocar aflição emocional, e um delito de conspiração criminal.
Segundo a especialista americana Parry Aftab, autora e mantenedora do portal "StopCyberbullying.org", o "cyberbullying" acontece quando uma criança, pré-adolescente ou adolescente é atormentada, ameaçada, assediada, humilhada, embaraçada ou alvejada de outra forma por uma outra criança, pré-adolescente ou adolescente usando a internet, tecnologias digitais ou telefones celulares. É preciso que haja um menor em ambos os lados, ou pelo menos tenha sido instigado por um menor contra outro menor. Uma vez que um adulto esteja envolvido, o ato passa a ser caracterizado como "cyber-harassment" (ciber-assédio) ou "cyberstalking".
Os métodos usados são limitados apenas pela imaginação do menor, e pelo grau de acesso à tecnologia. E o agente perpetrador do cyberbullying de um dado momento pode vir a ser a vítima num outro momento. A bem da verdade, o ato de "bullying", embora reprovável, não é incomum nas escolas: através de um apelido, uma denominação jocosa, uma atitude às vezes preconceituosa, uma criança ou um adolescente se vê alvo de gozação, de importúnio, e até de humilhação perante seus pares.
Com o alcance, o fator amplificador, e a sensação de anonimidade (e consequente impunidade) que a internet proporciona, o cyberbullying pode ter efeitos extremamente traumáticos sobre a vítima, sem falar no fato de que não cessa no momento em que a vítima deixa a escola. Além disso, há que se levar em conta o fato de que, em geral, o jovem não se sente completamente à vontade para dialogar com os pais sobre um problema que enfrenta na sua vida cibernética. Em decorrência do choque de gerações ("nativos digitais" versus "imigrantes", ou ignorantes, "digitais") a tendência é que o jovem se feche no "seu mundo", sobre o qual os pais "pouco ou nada entendem".
Normalmente, cyberbullying não é uma comunicação que acontece apenas uma vez, a menos que envolva uma ameaça de morte ou de danos físicos sérios. Em geral, o jovem reconhece quando o caso é sério, enquanto que os pais tendem a se assustar mais com a linguagem muitas vezes bastante chula com que os ataques são perpetrados.
Atualmente, nos EUA o cyberbullying pode chegar ao nível de um indiciamento por delito de ciber-assédio, ou, se a criança for suficientemente jovem, pode resultar no indiciamento por delinquência juvenil. A maior parte do tempo o cyberbullying não chega a esse ponto, embora os pais da vítima normalmente procurem forçar uma condenação criminal do perpetrador. Tipicamente, o resultado é a perda da conta no provedor de serviços de internet ou de mensagem instantânea, com base na violação dos termos de serviço. Em alguns casos, se for comprovado algum tipo de roubo de identidade ou violação de senhas, a condenação pode ser bem mais séria, inclusive com base em lei federal.
Quando as escolas tentam se engajar punindo os envolvidos em atos de cyberbullying que aconteceram fora dos seus limites e dos horários escolares, frequentemente são processadas por excesso de autoridade e violação dos direitos de liberdade de expressão do aluno, e geralmente perdem uma eventual disputa judicial. Ao que tudo indica, o melhor caminho é mesmo a parceria com os pais em programas de educação e esclarecimento dos jovens sobre a convivência no ciberespaço.
Em função de sua possível violação da chamada Primeira Emenda da Constituição americana (que garante a liberdade de expressão), o "Megan Meier Cyberbullying Prevention Act" de Linda Sanchez, que caracteriza como crime punível com multa e até dois anos de prisão transmitir por meios eletrônicos "com a intenção de coagir, intimidar, assediar, ou causar estresse emocional substancial a uma pessoa (.) apoiar comportamento severo, repetido, e hostil," está sendo avaliado por especialistas como inconstitucional: Eugene Volokh, professor da Universidade da Califórnia em Los Angeles, e coordenador do blog "Volokh Conspiracy," diz que, se a lei passar no Congresso, deverá ser derrubada nas cortes.
Inconstitucionalidade à parte, a proposta de lei enumera alguns dados preocupantes:
1) Oitenta por cento de crianças e jovens de 2 a 17 anos vivem numa casa onde elas próprias ou seus pais têm acesso à internet;
2) Jovens que criam conteúdo na internet e usam redes sociais são alvos mais prováveis do cyberbullying;
3) A comunicação eletrônica dá a sensação de anonimidade ao perpetrador e dá chance a uma distribuição pública ampla, com potencial para torná-la severamente perigosa e cruel com o jovem;
4) Vitimizações online estão associadas a estresse emocional e outros problemas psicológicos, incluindo depressão;
5) O cyberbullying pode causar danos psicológicos, incluindo depressão, impactar negativamente o desempenho acadêmico, a segurança, e o bem-estar de crianças na escola; forçar crianças a mudar de escola; e em alguns casos levar a comportamento violento extremo, incluindo assassinato e suicídio;
6) Sessenta por cento dos profissionais de saúde mental que responderam ao levantamento 'Survey of Internet Mental Health Issues' relatam ter tratado pelo menos um paciente com uma experiência problemática na internet nos últimos cinco anos; 54% desses clientes tinham 18 anos de idade ou menos.
O esforço para minimizar os percalços decorrentes do aprendizado necessário a essa nova convivência (cibernética) devem vir de todos os que têm contribuição a dar: legisladores, educadores, família, meios de comunicação etc. Cada um faça sua parte!

Este artigo foi escrito por um leitor do Globo.

Ruy de Queiroz é professor associado do Centro de Informática da UFPE



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Um projeto de lei bem intencionado tem causado polêmica na Câmara dos Representantes do Congresso Americano: trata-se do "Ato de prevenção ao cyberbullying", proposto por Linda Sanchez (Democratas, Califórnia), trazendo no seu título a lembrança do caso trágico da menina Megan Meier, que aos 13 anos e 11 meses de idade se suicidou por enforcamento após ser moralmente assediada na rede social MySpace em 2006.
O assédio implacável foi perpetrado por um suposto rapaz de 16 anos de nome "Josh", que na verdade era um pseudônimo utilizado por Lori Drew, mãe de uma vizinha de Megan. As investigações revelaram que os atos premeditados de causar constrangimento e humilhação a Megan foram motivados pelo desejo de retaliação por uma suposta fofoca que ela teria promovido em detrimento da filha de Drew. Em maio de 2008, um júri federal concluiu pelo indiciamento de Lori Drew, mas se deparou com um problema: não havia legislação para punir o assédio online, e a condenação foi imposta com base apenas em três delitos (menores) de acesso não autorizado a computadores para obter informações com o propósito de provocar aflição emocional, e um delito de conspiração criminal.
Segundo a especialista americana Parry Aftab, autora e mantenedora do portal "StopCyberbullying.org", o "cyberbullying" acontece quando uma criança, pré-adolescente ou adolescente é atormentada, ameaçada, assediada, humilhada, embaraçada ou alvejada de outra forma por uma outra criança, pré-adolescente ou adolescente usando a internet, tecnologias digitais ou telefones celulares. É preciso que haja um menor em ambos os lados, ou pelo menos tenha sido instigado por um menor contra outro menor. Uma vez que um adulto esteja envolvido, o ato passa a ser caracterizado como "cyber-harassment" (ciber-assédio) ou "cyberstalking".
Os métodos usados são limitados apenas pela imaginação do menor, e pelo grau de acesso à tecnologia. E o agente perpetrador do cyberbullying de um dado momento pode vir a ser a vítima num outro momento. A bem da verdade, o ato de "bullying", embora reprovável, não é incomum nas escolas: através de um apelido, uma denominação jocosa, uma atitude às vezes preconceituosa, uma criança ou um adolescente se vê alvo de gozação, de importúnio, e até de humilhação perante seus pares.
Com o alcance, o fator amplificador, e a sensação de anonimidade (e consequente impunidade) que a internet proporciona, o cyberbullying pode ter efeitos extremamente traumáticos sobre a vítima, sem falar no fato de que não cessa no momento em que a vítima deixa a escola. Além disso, há que se levar em conta o fato de que, em geral, o jovem não se sente completamente à vontade para dialogar com os pais sobre um problema que enfrenta na sua vida cibernética. Em decorrência do choque de gerações ("nativos digitais" versus "imigrantes", ou ignorantes, "digitais") a tendência é que o jovem se feche no "seu mundo", sobre o qual os pais "pouco ou nada entendem".
Normalmente, cyberbullying não é uma comunicação que acontece apenas uma vez, a menos que envolva uma ameaça de morte ou de danos físicos sérios. Em geral, o jovem reconhece quando o caso é sério, enquanto que os pais tendem a se assustar mais com a linguagem muitas vezes bastante chula com que os ataques são perpetrados.
Atualmente, nos EUA o cyberbullying pode chegar ao nível de um indiciamento por delito de ciber-assédio, ou, se a criança for suficientemente jovem, pode resultar no indiciamento por delinquência juvenil. A maior parte do tempo o cyberbullying não chega a esse ponto, embora os pais da vítima normalmente procurem forçar uma condenação criminal do perpetrador. Tipicamente, o resultado é a perda da conta no provedor de serviços de internet ou de mensagem instantânea, com base na violação dos termos de serviço. Em alguns casos, se for comprovado algum tipo de roubo de identidade ou violação de senhas, a condenação pode ser bem mais séria, inclusive com base em lei federal.
Quando as escolas tentam se engajar punindo os envolvidos em atos de cyberbullying que aconteceram fora dos seus limites e dos horários escolares, frequentemente são processadas por excesso de autoridade e violação dos direitos de liberdade de expressão do aluno, e geralmente perdem uma eventual disputa judicial. Ao que tudo indica, o melhor caminho é mesmo a parceria com os pais em programas de educação e esclarecimento dos jovens sobre a convivência no ciberespaço.
Em função de sua possível violação da chamada Primeira Emenda da Constituição americana (que garante a liberdade de expressão), o "Megan Meier Cyberbullying Prevention Act" de Linda Sanchez, que caracteriza como crime punível com multa e até dois anos de prisão transmitir por meios eletrônicos "com a intenção de coagir, intimidar, assediar, ou causar estresse emocional substancial a uma pessoa (.) apoiar comportamento severo, repetido, e hostil," está sendo avaliado por especialistas como inconstitucional: Eugene Volokh, professor da Universidade da Califórnia em Los Angeles, e coordenador do blog "Volokh Conspiracy," diz que, se a lei passar no Congresso, deverá ser derrubada nas cortes.
Inconstitucionalidade à parte, a proposta de lei enumera alguns dados preocupantes:
1) Oitenta por cento de crianças e jovens de 2 a 17 anos vivem numa casa onde elas próprias ou seus pais têm acesso à internet;
2) Jovens que criam conteúdo na internet e usam redes sociais são alvos mais prováveis do cyberbullying;
3) A comunicação eletrônica dá a sensação de anonimidade ao perpetrador e dá chance a uma distribuição pública ampla, com potencial para torná-la severamente perigosa e cruel com o jovem;
4) Vitimizações online estão associadas a estresse emocional e outros problemas psicológicos, incluindo depressão;
5) O cyberbullying pode causar danos psicológicos, incluindo depressão, impactar negativamente o desempenho acadêmico, a segurança, e o bem-estar de crianças na escola; forçar crianças a mudar de escola; e em alguns casos levar a comportamento violento extremo, incluindo assassinato e suicídio;
6) Sessenta por cento dos profissionais de saúde mental que responderam ao levantamento 'Survey of Internet Mental Health Issues' relatam ter tratado pelo menos um paciente com uma experiência problemática na internet nos últimos cinco anos; 54% desses clientes tinham 18 anos de idade ou menos.
O esforço para minimizar os percalços decorrentes do aprendizado necessário a essa nova convivência (cibernética) devem vir de todos os que têm contribuição a dar: legisladores, educadores, família, meios de comunicação etc. Cada um faça sua parte!

Este artigo foi escrito por um leitor do Globo.

Ruy de Queiroz é professor associado do Centro de Informática da UFPE



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Um projeto de lei bem intencionado tem causado polêmica na Câmara dos Representantes do Congresso Americano: trata-se do "Ato de prevenção ao cyberbullying", proposto por Linda Sanchez (Democratas, Califórnia), trazendo no seu título a lembrança do caso trágico da menina Megan Meier, que aos 13 anos e 11 meses de idade se suicidou por enforcamento após ser moralmente assediada na rede social MySpace em 2006.
O assédio implacável foi perpetrado por um suposto rapaz de 16 anos de nome "Josh", que na verdade era um pseudônimo utilizado por Lori Drew, mãe de uma vizinha de Megan. As investigações revelaram que os atos premeditados de causar constrangimento e humilhação a Megan foram motivados pelo desejo de retaliação por uma suposta fofoca que ela teria promovido em detrimento da filha de Drew. Em maio de 2008, um júri federal concluiu pelo indiciamento de Lori Drew, mas se deparou com um problema: não havia legislação para punir o assédio online, e a condenação foi imposta com base apenas em três delitos (menores) de acesso não autorizado a computadores para obter informações com o propósito de provocar aflição emocional, e um delito de conspiração criminal.
Segundo a especialista americana Parry Aftab, autora e mantenedora do portal "StopCyberbullying.org", o "cyberbullying" acontece quando uma criança, pré-adolescente ou adolescente é atormentada, ameaçada, assediada, humilhada, embaraçada ou alvejada de outra forma por uma outra criança, pré-adolescente ou adolescente usando a internet, tecnologias digitais ou telefones celulares. É preciso que haja um menor em ambos os lados, ou pelo menos tenha sido instigado por um menor contra outro menor. Uma vez que um adulto esteja envolvido, o ato passa a ser caracterizado como "cyber-harassment" (ciber-assédio) ou "cyberstalking".
Os métodos usados são limitados apenas pela imaginação do menor, e pelo grau de acesso à tecnologia. E o agente perpetrador do cyberbullying de um dado momento pode vir a ser a vítima num outro momento. A bem da verdade, o ato de "bullying", embora reprovável, não é incomum nas escolas: através de um apelido, uma denominação jocosa, uma atitude às vezes preconceituosa, uma criança ou um adolescente se vê alvo de gozação, de importúnio, e até de humilhação perante seus pares.
Com o alcance, o fator amplificador, e a sensação de anonimidade (e consequente impunidade) que a internet proporciona, o cyberbullying pode ter efeitos extremamente traumáticos sobre a vítima, sem falar no fato de que não cessa no momento em que a vítima deixa a escola. Além disso, há que se levar em conta o fato de que, em geral, o jovem não se sente completamente à vontade para dialogar com os pais sobre um problema que enfrenta na sua vida cibernética. Em decorrência do choque de gerações ("nativos digitais" versus "imigrantes", ou ignorantes, "digitais") a tendência é que o jovem se feche no "seu mundo", sobre o qual os pais "pouco ou nada entendem".
Normalmente, cyberbullying não é uma comunicação que acontece apenas uma vez, a menos que envolva uma ameaça de morte ou de danos físicos sérios. Em geral, o jovem reconhece quando o caso é sério, enquanto que os pais tendem a se assustar mais com a linguagem muitas vezes bastante chula com que os ataques são perpetrados.
Atualmente, nos EUA o cyberbullying pode chegar ao nível de um indiciamento por delito de ciber-assédio, ou, se a criança for suficientemente jovem, pode resultar no indiciamento por delinquência juvenil. A maior parte do tempo o cyberbullying não chega a esse ponto, embora os pais da vítima normalmente procurem forçar uma condenação criminal do perpetrador. Tipicamente, o resultado é a perda da conta no provedor de serviços de internet ou de mensagem instantânea, com base na violação dos termos de serviço. Em alguns casos, se for comprovado algum tipo de roubo de identidade ou violação de senhas, a condenação pode ser bem mais séria, inclusive com base em lei federal.
Quando as escolas tentam se engajar punindo os envolvidos em atos de cyberbullying que aconteceram fora dos seus limites e dos horários escolares, frequentemente são processadas por excesso de autoridade e violação dos direitos de liberdade de expressão do aluno, e geralmente perdem uma eventual disputa judicial. Ao que tudo indica, o melhor caminho é mesmo a parceria com os pais em programas de educação e esclarecimento dos jovens sobre a convivência no ciberespaço.
Em função de sua possível violação da chamada Primeira Emenda da Constituição americana (que garante a liberdade de expressão), o "Megan Meier Cyberbullying Prevention Act" de Linda Sanchez, que caracteriza como crime punível com multa e até dois anos de prisão transmitir por meios eletrônicos "com a intenção de coagir, intimidar, assediar, ou causar estresse emocional substancial a uma pessoa (.) apoiar comportamento severo, repetido, e hostil," está sendo avaliado por especialistas como inconstitucional: Eugene Volokh, professor da Universidade da Califórnia em Los Angeles, e coordenador do blog "Volokh Conspiracy," diz que, se a lei passar no Congresso, deverá ser derrubada nas cortes.
Inconstitucionalidade à parte, a proposta de lei enumera alguns dados preocupantes:
1) Oitenta por cento de crianças e jovens de 2 a 17 anos vivem numa casa onde elas próprias ou seus pais têm acesso à internet;
2) Jovens que criam conteúdo na internet e usam redes sociais são alvos mais prováveis do cyberbullying;
3) A comunicação eletrônica dá a sensação de anonimidade ao perpetrador e dá chance a uma distribuição pública ampla, com potencial para torná-la severamente perigosa e cruel com o jovem;
4) Vitimizações online estão associadas a estresse emocional e outros problemas psicológicos, incluindo depressão;
5) O cyberbullying pode causar danos psicológicos, incluindo depressão, impactar negativamente o desempenho acadêmico, a segurança, e o bem-estar de crianças na escola; forçar crianças a mudar de escola; e em alguns casos levar a comportamento violento extremo, incluindo assassinato e suicídio;
6) Sessenta por cento dos profissionais de saúde mental que responderam ao levantamento 'Survey of Internet Mental Health Issues' relatam ter tratado pelo menos um paciente com uma experiência problemática na internet nos últimos cinco anos; 54% desses clientes tinham 18 anos de idade ou menos.
O esforço para minimizar os percalços decorrentes do aprendizado necessário a essa nova convivência (cibernética) devem vir de todos os que têm contribuição a dar: legisladores, educadores, família, meios de comunicação etc. Cada um faça sua parte!

Este artigo foi escrito por um leitor do Globo.

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ITAITUBA (PA) - O peruano César S. S. foi preso, nesta sexta-feira, no Distrito de Miritituba, em Itaituba, sudoeste do Pará. Ele é acusado de abusar sexualmente de duas meninas. César estava com mandado de prisão preventiva decretado desde esta quinta-feira. César teria abusado sexualmente de uma jovem de 16 anos e outra de 11 anos, filhas da companheira dele. Segundo a delegada Flávia Leal, a menina de 16 anos está grávida de cinco meses.
A polícia chegou ao acusado depois de uma denúncia de um pescador. Ele reconheceu o peruano pois fotos do acusado foram divulgadas na imprensa de Itaituba. O pescador viu César fugindo de canoa pelo rio Tapajós e avisou a polícia.
Policiais de plantão no distrito de Miritituba seguiram pela margem direita do rio Tapajós. César ainda tentou escapar, mas foi cercado pela polícia e conduzido a 19ª Seccional de Itaituba.
O acusado confessou que manteve relações sexuais com a menina de 16 anos, mas nega que tenha praticado o crime contra a criança de 11 anos. O peruano afirmou também que vive ilegalmente há quatro anos no Brasil, por isso tentou fugir da polícia.
De acordo com a delegada, César é foragido da Polícia de São Paulo, também por crime de pedofilia.
- Eu já paguei por esse crime - afirmou o acusado.


O Globo On Line
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ITAITUBA (PA) - O peruano César S. S. foi preso, nesta sexta-feira, no Distrito de Miritituba, em Itaituba, sudoeste do Pará. Ele é acusado de abusar sexualmente de duas meninas. César estava com mandado de prisão preventiva decretado desde esta quinta-feira. César teria abusado sexualmente de uma jovem de 16 anos e outra de 11 anos, filhas da companheira dele. Segundo a delegada Flávia Leal, a menina de 16 anos está grávida de cinco meses.
A polícia chegou ao acusado depois de uma denúncia de um pescador. Ele reconheceu o peruano pois fotos do acusado foram divulgadas na imprensa de Itaituba. O pescador viu César fugindo de canoa pelo rio Tapajós e avisou a polícia.
Policiais de plantão no distrito de Miritituba seguiram pela margem direita do rio Tapajós. César ainda tentou escapar, mas foi cercado pela polícia e conduzido a 19ª Seccional de Itaituba.
O acusado confessou que manteve relações sexuais com a menina de 16 anos, mas nega que tenha praticado o crime contra a criança de 11 anos. O peruano afirmou também que vive ilegalmente há quatro anos no Brasil, por isso tentou fugir da polícia.
De acordo com a delegada, César é foragido da Polícia de São Paulo, também por crime de pedofilia.
- Eu já paguei por esse crime - afirmou o acusado.


O Globo On Line
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ITAITUBA (PA) - O peruano César S. S. foi preso, nesta sexta-feira, no Distrito de Miritituba, em Itaituba, sudoeste do Pará. Ele é acusado de abusar sexualmente de duas meninas. César estava com mandado de prisão preventiva decretado desde esta quinta-feira. César teria abusado sexualmente de uma jovem de 16 anos e outra de 11 anos, filhas da companheira dele. Segundo a delegada Flávia Leal, a menina de 16 anos está grávida de cinco meses.
A polícia chegou ao acusado depois de uma denúncia de um pescador. Ele reconheceu o peruano pois fotos do acusado foram divulgadas na imprensa de Itaituba. O pescador viu César fugindo de canoa pelo rio Tapajós e avisou a polícia.
Policiais de plantão no distrito de Miritituba seguiram pela margem direita do rio Tapajós. César ainda tentou escapar, mas foi cercado pela polícia e conduzido a 19ª Seccional de Itaituba.
O acusado confessou que manteve relações sexuais com a menina de 16 anos, mas nega que tenha praticado o crime contra a criança de 11 anos. O peruano afirmou também que vive ilegalmente há quatro anos no Brasil, por isso tentou fugir da polícia.
De acordo com a delegada, César é foragido da Polícia de São Paulo, também por crime de pedofilia.
- Eu já paguei por esse crime - afirmou o acusado.


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A polícia chegou ao acusado depois de uma denúncia de um pescador. Ele reconheceu o peruano pois fotos do acusado foram divulgadas na imprensa de Itaituba. O pescador viu César fugindo de canoa pelo rio Tapajós e avisou a polícia.
Policiais de plantão no distrito de Miritituba seguiram pela margem direita do rio Tapajós. César ainda tentou escapar, mas foi cercado pela polícia e conduzido a 19ª Seccional de Itaituba.
O acusado confessou que manteve relações sexuais com a menina de 16 anos, mas nega que tenha praticado o crime contra a criança de 11 anos. O peruano afirmou também que vive ilegalmente há quatro anos no Brasil, por isso tentou fugir da polícia.
De acordo com a delegada, César é foragido da Polícia de São Paulo, também por crime de pedofilia.
- Eu já paguei por esse crime - afirmou o acusado.


O Globo On Line
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A polícia chegou ao acusado depois de uma denúncia de um pescador. Ele reconheceu o peruano pois fotos do acusado foram divulgadas na imprensa de Itaituba. O pescador viu César fugindo de canoa pelo rio Tapajós e avisou a polícia.
Policiais de plantão no distrito de Miritituba seguiram pela margem direita do rio Tapajós. César ainda tentou escapar, mas foi cercado pela polícia e conduzido a 19ª Seccional de Itaituba.
O acusado confessou que manteve relações sexuais com a menina de 16 anos, mas nega que tenha praticado o crime contra a criança de 11 anos. O peruano afirmou também que vive ilegalmente há quatro anos no Brasil, por isso tentou fugir da polícia.
De acordo com a delegada, César é foragido da Polícia de São Paulo, também por crime de pedofilia.
- Eu já paguei por esse crime - afirmou o acusado.


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Borracheiro acusado de pedofilia em Catanduva é condenado a quase 12 anos de prisão

SÃO PAULO. O borracheiro José Barra Nova de Melo, de 47 anos, foi condenado ontem a 11 anos, 10 meses e 15 dias de prisão por crimes de pedofilia em Catanduva. Conhecido como "Zé da Pipa", o borracheiro é acusado de abusar sexualmente de crianças do bairro Jardim Alpino, na periferia da cidade. Barra Nova, que alegava inocência desde sua prisão, em janeiro, admitiu à Justiça ter feito sexo oral em uma das crianças, mas negou os outros crimes.
O sobrinho do borracheiro, William Melo, de 19 anos, foi condenado a 7 anos e 6 meses por ter participado dos crimes, segundo as vítimas, que são crianças entre 5 anos e 11 anos. Este foi o primeiro processo julgado no escândalo da pedofilia em Catanduva. O Ministério Público deve apresentar à Justiça o resultado da segundo investigação sobre o caso, que foi aberta depois de denúncia publicada pelo GLOBO, em fevereiro passado, de que as famílias das vítimas haviam denunciado mais suspeitos e um número maior de crianças supostamente abusadas.
No segundo processo que deverá ser instaurado na Justiça da cidade, o Ministério Público poderá acusar novamente Barra Nova e William, apresentando mais vítimas. As crianças afirmaram ter sido abusadas não só na casa do borracheiro, mas levadas para outros locais, como uma casa de classe média alta, no bairro Bosque. Embora os suspeitos tivessem usado outros nomes para lidar com as crianças, as investigações levaram ao médico endocrinologista Rodrigo Brida Gonçalves e ao empresário José Emmanuel Volpon Diogo, que também é fazendeiro criador de gado. Os dois tiveram prisão provisória decretada, mas obtveram habeas-corpus e estão em liberdade. Volpon Diago e Gonçalves disseram ser inocentes.
O juiz Celso Mazitelli Neto, da 1ª Vara Criminal de Catanduva, foi quem condenou os dois acusados. O julgamento ocorreu em quatro meses; e a sessão de ontem foi determinada depois de seis horas de audiência com as vítimas, as testemunhas e os suspeitos.
- A sociedade tem de ver o resultado. Reclama-se muito da impunidade, de que a Justiça está longe. Então, o julgamento tem o saldo mais positivo possível, com a maior transparência_ disse o juiz em entrevista por telefone.
Mazitelli Neto afirmou que o julgamento é "a primeira resposta" do Judiciário às denúncias, lembrando que o outro processo será conduzido pela juíza Sueli Juarez Alonso, da Vara da Infância e Juventude.
Barra Nova deve continuar preso, pois teve prisão preventiva decretada pela juíza Sueli Alonso no decorrer do segundo inquérito. Já William, que ficou detido em prisão provisória, poderá recorrer da sentença em liberdade. Isso de acordo com a nova norma do Supremo Tribunal Federal, que prevê liberdade para os acusados até que o julgamento seja feito em última instância, o chamado "transitado em julgado".
O Ministério Público não divulgou o número de crianças que constam como vítimas no segundo inquérito, mas dezenas de pais e crianças foram ouvidos pela polícia. Em fevereiro, as famílias denunciaram ainda ao GLOBO que não receberam a atenção adequada da polícia e do poder público. Os casos de pedofilia na cidade chamaram a atenção da CPI da Pedofilia do Senado, que em março instaurou uma sessão na Catanduva para ouvir vítimas e suspeitos. Com as denúncias de falta de apoio do poder público, o caso também interessou à Secretaria Nacional de Direitos Humanos, da Presidência da República, que mandou uma equipe à cidade para saber que tratamento as famílias das vítimas estavam recebendo da prefeitura.
A prefeitura informou que ofereceu apoio médico e psicológico às crianças, além de uma cesta básica por mês já que algumas mães perderam ou deixaram o emprego para cuidar dos filhos depois das denúncias.
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Borracheiro acusado de pedofilia em Catanduva é condenado a quase 12 anos de prisão

SÃO PAULO. O borracheiro José Barra Nova de Melo, de 47 anos, foi condenado ontem a 11 anos, 10 meses e 15 dias de prisão por crimes de pedofilia em Catanduva. Conhecido como "Zé da Pipa", o borracheiro é acusado de abusar sexualmente de crianças do bairro Jardim Alpino, na periferia da cidade. Barra Nova, que alegava inocência desde sua prisão, em janeiro, admitiu à Justiça ter feito sexo oral em uma das crianças, mas negou os outros crimes.
O sobrinho do borracheiro, William Melo, de 19 anos, foi condenado a 7 anos e 6 meses por ter participado dos crimes, segundo as vítimas, que são crianças entre 5 anos e 11 anos. Este foi o primeiro processo julgado no escândalo da pedofilia em Catanduva. O Ministério Público deve apresentar à Justiça o resultado da segundo investigação sobre o caso, que foi aberta depois de denúncia publicada pelo GLOBO, em fevereiro passado, de que as famílias das vítimas haviam denunciado mais suspeitos e um número maior de crianças supostamente abusadas.
No segundo processo que deverá ser instaurado na Justiça da cidade, o Ministério Público poderá acusar novamente Barra Nova e William, apresentando mais vítimas. As crianças afirmaram ter sido abusadas não só na casa do borracheiro, mas levadas para outros locais, como uma casa de classe média alta, no bairro Bosque. Embora os suspeitos tivessem usado outros nomes para lidar com as crianças, as investigações levaram ao médico endocrinologista Rodrigo Brida Gonçalves e ao empresário José Emmanuel Volpon Diogo, que também é fazendeiro criador de gado. Os dois tiveram prisão provisória decretada, mas obtveram habeas-corpus e estão em liberdade. Volpon Diago e Gonçalves disseram ser inocentes.
O juiz Celso Mazitelli Neto, da 1ª Vara Criminal de Catanduva, foi quem condenou os dois acusados. O julgamento ocorreu em quatro meses; e a sessão de ontem foi determinada depois de seis horas de audiência com as vítimas, as testemunhas e os suspeitos.
- A sociedade tem de ver o resultado. Reclama-se muito da impunidade, de que a Justiça está longe. Então, o julgamento tem o saldo mais positivo possível, com a maior transparência_ disse o juiz em entrevista por telefone.
Mazitelli Neto afirmou que o julgamento é "a primeira resposta" do Judiciário às denúncias, lembrando que o outro processo será conduzido pela juíza Sueli Juarez Alonso, da Vara da Infância e Juventude.
Barra Nova deve continuar preso, pois teve prisão preventiva decretada pela juíza Sueli Alonso no decorrer do segundo inquérito. Já William, que ficou detido em prisão provisória, poderá recorrer da sentença em liberdade. Isso de acordo com a nova norma do Supremo Tribunal Federal, que prevê liberdade para os acusados até que o julgamento seja feito em última instância, o chamado "transitado em julgado".
O Ministério Público não divulgou o número de crianças que constam como vítimas no segundo inquérito, mas dezenas de pais e crianças foram ouvidos pela polícia. Em fevereiro, as famílias denunciaram ainda ao GLOBO que não receberam a atenção adequada da polícia e do poder público. Os casos de pedofilia na cidade chamaram a atenção da CPI da Pedofilia do Senado, que em março instaurou uma sessão na Catanduva para ouvir vítimas e suspeitos. Com as denúncias de falta de apoio do poder público, o caso também interessou à Secretaria Nacional de Direitos Humanos, da Presidência da República, que mandou uma equipe à cidade para saber que tratamento as famílias das vítimas estavam recebendo da prefeitura.
A prefeitura informou que ofereceu apoio médico e psicológico às crianças, além de uma cesta básica por mês já que algumas mães perderam ou deixaram o emprego para cuidar dos filhos depois das denúncias.
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O sobrinho do borracheiro, William Melo, de 19 anos, foi condenado a 7 anos e 6 meses por ter participado dos crimes, segundo as vítimas, que são crianças entre 5 anos e 11 anos. Este foi o primeiro processo julgado no escândalo da pedofilia em Catanduva. O Ministério Público deve apresentar à Justiça o resultado da segundo investigação sobre o caso, que foi aberta depois de denúncia publicada pelo GLOBO, em fevereiro passado, de que as famílias das vítimas haviam denunciado mais suspeitos e um número maior de crianças supostamente abusadas.
No segundo processo que deverá ser instaurado na Justiça da cidade, o Ministério Público poderá acusar novamente Barra Nova e William, apresentando mais vítimas. As crianças afirmaram ter sido abusadas não só na casa do borracheiro, mas levadas para outros locais, como uma casa de classe média alta, no bairro Bosque. Embora os suspeitos tivessem usado outros nomes para lidar com as crianças, as investigações levaram ao médico endocrinologista Rodrigo Brida Gonçalves e ao empresário José Emmanuel Volpon Diogo, que também é fazendeiro criador de gado. Os dois tiveram prisão provisória decretada, mas obtveram habeas-corpus e estão em liberdade. Volpon Diago e Gonçalves disseram ser inocentes.
O juiz Celso Mazitelli Neto, da 1ª Vara Criminal de Catanduva, foi quem condenou os dois acusados. O julgamento ocorreu em quatro meses; e a sessão de ontem foi determinada depois de seis horas de audiência com as vítimas, as testemunhas e os suspeitos.
- A sociedade tem de ver o resultado. Reclama-se muito da impunidade, de que a Justiça está longe. Então, o julgamento tem o saldo mais positivo possível, com a maior transparência_ disse o juiz em entrevista por telefone.
Mazitelli Neto afirmou que o julgamento é "a primeira resposta" do Judiciário às denúncias, lembrando que o outro processo será conduzido pela juíza Sueli Juarez Alonso, da Vara da Infância e Juventude.
Barra Nova deve continuar preso, pois teve prisão preventiva decretada pela juíza Sueli Alonso no decorrer do segundo inquérito. Já William, que ficou detido em prisão provisória, poderá recorrer da sentença em liberdade. Isso de acordo com a nova norma do Supremo Tribunal Federal, que prevê liberdade para os acusados até que o julgamento seja feito em última instância, o chamado "transitado em julgado".
O Ministério Público não divulgou o número de crianças que constam como vítimas no segundo inquérito, mas dezenas de pais e crianças foram ouvidos pela polícia. Em fevereiro, as famílias denunciaram ainda ao GLOBO que não receberam a atenção adequada da polícia e do poder público. Os casos de pedofilia na cidade chamaram a atenção da CPI da Pedofilia do Senado, que em março instaurou uma sessão na Catanduva para ouvir vítimas e suspeitos. Com as denúncias de falta de apoio do poder público, o caso também interessou à Secretaria Nacional de Direitos Humanos, da Presidência da República, que mandou uma equipe à cidade para saber que tratamento as famílias das vítimas estavam recebendo da prefeitura.
A prefeitura informou que ofereceu apoio médico e psicológico às crianças, além de uma cesta básica por mês já que algumas mães perderam ou deixaram o emprego para cuidar dos filhos depois das denúncias.
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SÃO PAULO. O borracheiro José Barra Nova de Melo, de 47 anos, foi condenado ontem a 11 anos, 10 meses e 15 dias de prisão por crimes de pedofilia em Catanduva. Conhecido como "Zé da Pipa", o borracheiro é acusado de abusar sexualmente de crianças do bairro Jardim Alpino, na periferia da cidade. Barra Nova, que alegava inocência desde sua prisão, em janeiro, admitiu à Justiça ter feito sexo oral em uma das crianças, mas negou os outros crimes.
O sobrinho do borracheiro, William Melo, de 19 anos, foi condenado a 7 anos e 6 meses por ter participado dos crimes, segundo as vítimas, que são crianças entre 5 anos e 11 anos. Este foi o primeiro processo julgado no escândalo da pedofilia em Catanduva. O Ministério Público deve apresentar à Justiça o resultado da segundo investigação sobre o caso, que foi aberta depois de denúncia publicada pelo GLOBO, em fevereiro passado, de que as famílias das vítimas haviam denunciado mais suspeitos e um número maior de crianças supostamente abusadas.
No segundo processo que deverá ser instaurado na Justiça da cidade, o Ministério Público poderá acusar novamente Barra Nova e William, apresentando mais vítimas. As crianças afirmaram ter sido abusadas não só na casa do borracheiro, mas levadas para outros locais, como uma casa de classe média alta, no bairro Bosque. Embora os suspeitos tivessem usado outros nomes para lidar com as crianças, as investigações levaram ao médico endocrinologista Rodrigo Brida Gonçalves e ao empresário José Emmanuel Volpon Diogo, que também é fazendeiro criador de gado. Os dois tiveram prisão provisória decretada, mas obtveram habeas-corpus e estão em liberdade. Volpon Diago e Gonçalves disseram ser inocentes.
O juiz Celso Mazitelli Neto, da 1ª Vara Criminal de Catanduva, foi quem condenou os dois acusados. O julgamento ocorreu em quatro meses; e a sessão de ontem foi determinada depois de seis horas de audiência com as vítimas, as testemunhas e os suspeitos.
- A sociedade tem de ver o resultado. Reclama-se muito da impunidade, de que a Justiça está longe. Então, o julgamento tem o saldo mais positivo possível, com a maior transparência_ disse o juiz em entrevista por telefone.
Mazitelli Neto afirmou que o julgamento é "a primeira resposta" do Judiciário às denúncias, lembrando que o outro processo será conduzido pela juíza Sueli Juarez Alonso, da Vara da Infância e Juventude.
Barra Nova deve continuar preso, pois teve prisão preventiva decretada pela juíza Sueli Alonso no decorrer do segundo inquérito. Já William, que ficou detido em prisão provisória, poderá recorrer da sentença em liberdade. Isso de acordo com a nova norma do Supremo Tribunal Federal, que prevê liberdade para os acusados até que o julgamento seja feito em última instância, o chamado "transitado em julgado".
O Ministério Público não divulgou o número de crianças que constam como vítimas no segundo inquérito, mas dezenas de pais e crianças foram ouvidos pela polícia. Em fevereiro, as famílias denunciaram ainda ao GLOBO que não receberam a atenção adequada da polícia e do poder público. Os casos de pedofilia na cidade chamaram a atenção da CPI da Pedofilia do Senado, que em março instaurou uma sessão na Catanduva para ouvir vítimas e suspeitos. Com as denúncias de falta de apoio do poder público, o caso também interessou à Secretaria Nacional de Direitos Humanos, da Presidência da República, que mandou uma equipe à cidade para saber que tratamento as famílias das vítimas estavam recebendo da prefeitura.
A prefeitura informou que ofereceu apoio médico e psicológico às crianças, além de uma cesta básica por mês já que algumas mães perderam ou deixaram o emprego para cuidar dos filhos depois das denúncias.
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Borracheiro acusado de pedofilia em Catanduva é condenado a quase 12 anos de prisão

SÃO PAULO. O borracheiro José Barra Nova de Melo, de 47 anos, foi condenado ontem a 11 anos, 10 meses e 15 dias de prisão por crimes de pedofilia em Catanduva. Conhecido como "Zé da Pipa", o borracheiro é acusado de abusar sexualmente de crianças do bairro Jardim Alpino, na periferia da cidade. Barra Nova, que alegava inocência desde sua prisão, em janeiro, admitiu à Justiça ter feito sexo oral em uma das crianças, mas negou os outros crimes.
O sobrinho do borracheiro, William Melo, de 19 anos, foi condenado a 7 anos e 6 meses por ter participado dos crimes, segundo as vítimas, que são crianças entre 5 anos e 11 anos. Este foi o primeiro processo julgado no escândalo da pedofilia em Catanduva. O Ministério Público deve apresentar à Justiça o resultado da segundo investigação sobre o caso, que foi aberta depois de denúncia publicada pelo GLOBO, em fevereiro passado, de que as famílias das vítimas haviam denunciado mais suspeitos e um número maior de crianças supostamente abusadas.
No segundo processo que deverá ser instaurado na Justiça da cidade, o Ministério Público poderá acusar novamente Barra Nova e William, apresentando mais vítimas. As crianças afirmaram ter sido abusadas não só na casa do borracheiro, mas levadas para outros locais, como uma casa de classe média alta, no bairro Bosque. Embora os suspeitos tivessem usado outros nomes para lidar com as crianças, as investigações levaram ao médico endocrinologista Rodrigo Brida Gonçalves e ao empresário José Emmanuel Volpon Diogo, que também é fazendeiro criador de gado. Os dois tiveram prisão provisória decretada, mas obtveram habeas-corpus e estão em liberdade. Volpon Diago e Gonçalves disseram ser inocentes.
O juiz Celso Mazitelli Neto, da 1ª Vara Criminal de Catanduva, foi quem condenou os dois acusados. O julgamento ocorreu em quatro meses; e a sessão de ontem foi determinada depois de seis horas de audiência com as vítimas, as testemunhas e os suspeitos.
- A sociedade tem de ver o resultado. Reclama-se muito da impunidade, de que a Justiça está longe. Então, o julgamento tem o saldo mais positivo possível, com a maior transparência_ disse o juiz em entrevista por telefone.
Mazitelli Neto afirmou que o julgamento é "a primeira resposta" do Judiciário às denúncias, lembrando que o outro processo será conduzido pela juíza Sueli Juarez Alonso, da Vara da Infância e Juventude.
Barra Nova deve continuar preso, pois teve prisão preventiva decretada pela juíza Sueli Alonso no decorrer do segundo inquérito. Já William, que ficou detido em prisão provisória, poderá recorrer da sentença em liberdade. Isso de acordo com a nova norma do Supremo Tribunal Federal, que prevê liberdade para os acusados até que o julgamento seja feito em última instância, o chamado "transitado em julgado".
O Ministério Público não divulgou o número de crianças que constam como vítimas no segundo inquérito, mas dezenas de pais e crianças foram ouvidos pela polícia. Em fevereiro, as famílias denunciaram ainda ao GLOBO que não receberam a atenção adequada da polícia e do poder público. Os casos de pedofilia na cidade chamaram a atenção da CPI da Pedofilia do Senado, que em março instaurou uma sessão na Catanduva para ouvir vítimas e suspeitos. Com as denúncias de falta de apoio do poder público, o caso também interessou à Secretaria Nacional de Direitos Humanos, da Presidência da República, que mandou uma equipe à cidade para saber que tratamento as famílias das vítimas estavam recebendo da prefeitura.
A prefeitura informou que ofereceu apoio médico e psicológico às crianças, além de uma cesta básica por mês já que algumas mães perderam ou deixaram o emprego para cuidar dos filhos depois das denúncias.
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O jornal Online ROL (ALGUÉM CONHECE?) publicou um artigo, que me deixou, no mínimo enojada, mas como o "direito" é respeitar o "direito" dos outros; a liberdade de expressão; aceitar a desigualdade de opinião, vou simplesmente repassar o talentoso artigo do sr. Carlos Terra,( seria amigo do outro Antoonio Carlos Prado????????). Não vou me me furtar ,no entanto, de deixar claro minha opinião à respeito. Se o que ele escreveu, realmente reflete o que ele pensa; espero não ver o resto!
Faço questão de publicar a foto do digníssimo senhor , para que o nosso leitor manifeste sua opinião, quando encontrá-lo pessoalmente.
Ressalto também, as "pérolas" do texto e conservo o português, que não chega a ser de acordo, nem com a ortografia antiga e nem com as novas regras, porque na verdade, nem deve ser português.

O caráter dos Nardoni - Carlos da Terra - (parte 1) - Carlos da Terra
Escrito por Carlos da Terra
sexta, 15 maio 2009
Partindo do pressuposto a que me convenci desde o início do caso Isabella, de que os Nardoni foram vítimas de um destino e uma trama cruel, ponho-me a refletir sobre a grandeza dessa sofrida família.
O jovem casal, ele advogado e ela uma estudante de direito, tiveram seu rumo alterado violentamente por uma trama macabra e por uma injustiça do sistema.
Não tenho a menor dúvida sobre isso e fico pensando como esse casal tem, ainda, forças para manter-se digno.
Sofrendo a privação dos outros dois filhos que atendiam prontamente como o faziam também com Isabella, é notória a grandeza de seus caráteres quando, até hoje, não se acusaram mutuamente como costumam fazer os bandidos e assassinos.
Eles se mantêm unidos.
E eles sabem, bem como o pai deles sabe, que seria muito mais cômodo e prático se eles mentissem e assumissem esse hediondo crime.
Para eles, seria muito melhor porque, todos sabemos, e eles sabem mais ainda que “quem atira uma criança pela janela, ou é demente ou é um criminoso muito cruel”.
No caso deles, que têm um passado ilibado até aquele momento, e que inclusive a Carolina tomava remédios psiquiátricos, facilmente eles seriam considerados “dementes”.( alguém entendeu esse parágrafo?)
Nessa condição a Carolina iria para uma confortável clínica de tratamento e poderia ainda continuar a ver seus dois filhos, crianças. Isso seria possível porque se argumenta terem eles (os cônjuges) um nível econômico razoável; classe média.
Então porque, o casal, que é instruído justamente nessa área não confessou o crime?
O casal não confessou porque não cometeu o crime; apenas por isso.Mas fica também evidenciado a coragem desse casal e a confiança que ele tem na justiça e na verdade.
Apontaremos, em textos futuros, importantes indícios da inocência evidente do casal e da postura magnífica também dos outros membros da família Nardoni.

Maria Josefina comentou:

"Trabalhei por varios anos,em creche e em escolas municipais,vivendo a realidade,observando ,absorvendo aprendendo e sentindo.
A uma grande falta de amor carinho pelas crianças de todos:familia,escolas,todos os seres que de uma forma ou de outra tem contato com as crianças,que começam a frquentar as creches a partir dos tres meses de idade. Como fica o emocional dessa criança,sem aconhego materno,sem a segurança do aconhego familiar,para se desenvolver?
A medida que cresce a insegurança aumenta,por que não há amor,não há carinho.Aquele abraço,estou com saudade de voce,fica pertinho da mamae,são frases que não se houve, é muito raro de ver um gesto de carinho por parte dos envolvidos com a criança.Num periodo fundamental para desenvolver o emocional da criança,não ha interesse de ninguém,é claro que tem familia que se preucupam (toda regra tem exeção ),mas...a maioria,a massa é assim..falta de amor,carinho e interesse pelo serzinho que floresce.
Os valores devem fazer parte da vida de todos os seres desde o ventre materno e regado com cuidados pela vida toda.
Começa no ventre materno,vai para a familia,para a comunidade.
Se todos se responsabilizarem pelas suas atitudes ,cada um no seu espaço respeitando o outro.Tudo floreçe naturalmente,se acriança tiver valores bem definidos...sabera na adolecençia separar oque é certo e errado,não deixando se levar por influençias de midia e modismos.
Educação não é jogo de empurra empurra é responsabilidade de todos".
Dona Maria Josefina que me perdoe, mas seu texto contém tantos erros, que me faz perguntar: qual era sua função nas creches??????????)


Carlos da Terra respondeu: (não entendi porque; já que parece que o comentário foi retirado de outra postagem)

"Querida Maria Josefina...

Seu comentário, muito importante, nos faz ver a importância do pronunciamento do Papa, ainda que muitos discordem.
Na verdade a educação carece mesmo de tudo o que você disse, mas ainda bem que existem umas poucas pessoas que fazem esse trabalho com amor, como você!

Parabéns pelo trabalho e pelo comentário".(diga-se de passagem que foi o único...)


Infelizmente eu não encontrei nehum espaço para comentário, mas aguardo ansiosamente, a continuação de um texto tão comovente............pela sua pobreza....
Sinceramente, Isabella não merecia isso!


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O jornal Online ROL (ALGUÉM CONHECE?) publicou um artigo, que me deixou, no mínimo enojada, mas como o "direito" é respeitar o "direito" dos outros; a liberdade de expressão; aceitar a desigualdade de opinião, vou simplesmente repassar o talentoso artigo do sr. Carlos Terra,( seria amigo do outro Antoonio Carlos Prado????????). Não vou me me furtar ,no entanto, de deixar claro minha opinião à respeito. Se o que ele escreveu, realmente reflete o que ele pensa; espero não ver o resto!
Faço questão de publicar a foto do digníssimo senhor , para que o nosso leitor manifeste sua opinião, quando encontrá-lo pessoalmente.
Ressalto também, as "pérolas" do texto e conservo o português, que não chega a ser de acordo, nem com a ortografia antiga e nem com as novas regras, porque na verdade, nem deve ser português.

O caráter dos Nardoni - Carlos da Terra - (parte 1) - Carlos da Terra
Escrito por Carlos da Terra
sexta, 15 maio 2009
Partindo do pressuposto a que me convenci desde o início do caso Isabella, de que os Nardoni foram vítimas de um destino e uma trama cruel, ponho-me a refletir sobre a grandeza dessa sofrida família.
O jovem casal, ele advogado e ela uma estudante de direito, tiveram seu rumo alterado violentamente por uma trama macabra e por uma injustiça do sistema.
Não tenho a menor dúvida sobre isso e fico pensando como esse casal tem, ainda, forças para manter-se digno.
Sofrendo a privação dos outros dois filhos que atendiam prontamente como o faziam também com Isabella, é notória a grandeza de seus caráteres quando, até hoje, não se acusaram mutuamente como costumam fazer os bandidos e assassinos.
Eles se mantêm unidos.
E eles sabem, bem como o pai deles sabe, que seria muito mais cômodo e prático se eles mentissem e assumissem esse hediondo crime.
Para eles, seria muito melhor porque, todos sabemos, e eles sabem mais ainda que “quem atira uma criança pela janela, ou é demente ou é um criminoso muito cruel”.
No caso deles, que têm um passado ilibado até aquele momento, e que inclusive a Carolina tomava remédios psiquiátricos, facilmente eles seriam considerados “dementes”.( alguém entendeu esse parágrafo?)
Nessa condição a Carolina iria para uma confortável clínica de tratamento e poderia ainda continuar a ver seus dois filhos, crianças. Isso seria possível porque se argumenta terem eles (os cônjuges) um nível econômico razoável; classe média.
Então porque, o casal, que é instruído justamente nessa área não confessou o crime?
O casal não confessou porque não cometeu o crime; apenas por isso.Mas fica também evidenciado a coragem desse casal e a confiança que ele tem na justiça e na verdade.
Apontaremos, em textos futuros, importantes indícios da inocência evidente do casal e da postura magnífica também dos outros membros da família Nardoni.

Maria Josefina comentou:

"Trabalhei por varios anos,em creche e em escolas municipais,vivendo a realidade,observando ,absorvendo aprendendo e sentindo.
A uma grande falta de amor carinho pelas crianças de todos:familia,escolas,todos os seres que de uma forma ou de outra tem contato com as crianças,que começam a frquentar as creches a partir dos tres meses de idade. Como fica o emocional dessa criança,sem aconhego materno,sem a segurança do aconhego familiar,para se desenvolver?
A medida que cresce a insegurança aumenta,por que não há amor,não há carinho.Aquele abraço,estou com saudade de voce,fica pertinho da mamae,são frases que não se houve, é muito raro de ver um gesto de carinho por parte dos envolvidos com a criança.Num periodo fundamental para desenvolver o emocional da criança,não ha interesse de ninguém,é claro que tem familia que se preucupam (toda regra tem exeção ),mas...a maioria,a massa é assim..falta de amor,carinho e interesse pelo serzinho que floresce.
Os valores devem fazer parte da vida de todos os seres desde o ventre materno e regado com cuidados pela vida toda.
Começa no ventre materno,vai para a familia,para a comunidade.
Se todos se responsabilizarem pelas suas atitudes ,cada um no seu espaço respeitando o outro.Tudo floreçe naturalmente,se acriança tiver valores bem definidos...sabera na adolecençia separar oque é certo e errado,não deixando se levar por influençias de midia e modismos.
Educação não é jogo de empurra empurra é responsabilidade de todos".
Dona Maria Josefina que me perdoe, mas seu texto contém tantos erros, que me faz perguntar: qual era sua função nas creches??????????)


Carlos da Terra respondeu: (não entendi porque; já que parece que o comentário foi retirado de outra postagem)

"Querida Maria Josefina...

Seu comentário, muito importante, nos faz ver a importância do pronunciamento do Papa, ainda que muitos discordem.
Na verdade a educação carece mesmo de tudo o que você disse, mas ainda bem que existem umas poucas pessoas que fazem esse trabalho com amor, como você!

Parabéns pelo trabalho e pelo comentário".(diga-se de passagem que foi o único...)


Infelizmente eu não encontrei nehum espaço para comentário, mas aguardo ansiosamente, a continuação de um texto tão comovente............pela sua pobreza....
Sinceramente, Isabella não merecia isso!


link do postPor anjoseguerreiros, às 16:59  ver comentários (3) comentar

O jornal Online ROL (ALGUÉM CONHECE?) publicou um artigo, que me deixou, no mínimo enojada, mas como o "direito" é respeitar o "direito" dos outros; a liberdade de expressão; aceitar a desigualdade de opinião, vou simplesmente repassar o talentoso artigo do sr. Carlos Terra,( seria amigo do outro Antoonio Carlos Prado????????). Não vou me me furtar ,no entanto, de deixar claro minha opinião à respeito. Se o que ele escreveu, realmente reflete o que ele pensa; espero não ver o resto!
Faço questão de publicar a foto do digníssimo senhor , para que o nosso leitor manifeste sua opinião, quando encontrá-lo pessoalmente.
Ressalto também, as "pérolas" do texto e conservo o português, que não chega a ser de acordo, nem com a ortografia antiga e nem com as novas regras, porque na verdade, nem deve ser português.

O caráter dos Nardoni - Carlos da Terra - (parte 1) - Carlos da Terra
Escrito por Carlos da Terra
sexta, 15 maio 2009
Partindo do pressuposto a que me convenci desde o início do caso Isabella, de que os Nardoni foram vítimas de um destino e uma trama cruel, ponho-me a refletir sobre a grandeza dessa sofrida família.
O jovem casal, ele advogado e ela uma estudante de direito, tiveram seu rumo alterado violentamente por uma trama macabra e por uma injustiça do sistema.
Não tenho a menor dúvida sobre isso e fico pensando como esse casal tem, ainda, forças para manter-se digno.
Sofrendo a privação dos outros dois filhos que atendiam prontamente como o faziam também com Isabella, é notória a grandeza de seus caráteres quando, até hoje, não se acusaram mutuamente como costumam fazer os bandidos e assassinos.
Eles se mantêm unidos.
E eles sabem, bem como o pai deles sabe, que seria muito mais cômodo e prático se eles mentissem e assumissem esse hediondo crime.
Para eles, seria muito melhor porque, todos sabemos, e eles sabem mais ainda que “quem atira uma criança pela janela, ou é demente ou é um criminoso muito cruel”.
No caso deles, que têm um passado ilibado até aquele momento, e que inclusive a Carolina tomava remédios psiquiátricos, facilmente eles seriam considerados “dementes”.( alguém entendeu esse parágrafo?)
Nessa condição a Carolina iria para uma confortável clínica de tratamento e poderia ainda continuar a ver seus dois filhos, crianças. Isso seria possível porque se argumenta terem eles (os cônjuges) um nível econômico razoável; classe média.
Então porque, o casal, que é instruído justamente nessa área não confessou o crime?
O casal não confessou porque não cometeu o crime; apenas por isso.Mas fica também evidenciado a coragem desse casal e a confiança que ele tem na justiça e na verdade.
Apontaremos, em textos futuros, importantes indícios da inocência evidente do casal e da postura magnífica também dos outros membros da família Nardoni.

Maria Josefina comentou:

"Trabalhei por varios anos,em creche e em escolas municipais,vivendo a realidade,observando ,absorvendo aprendendo e sentindo.
A uma grande falta de amor carinho pelas crianças de todos:familia,escolas,todos os seres que de uma forma ou de outra tem contato com as crianças,que começam a frquentar as creches a partir dos tres meses de idade. Como fica o emocional dessa criança,sem aconhego materno,sem a segurança do aconhego familiar,para se desenvolver?
A medida que cresce a insegurança aumenta,por que não há amor,não há carinho.Aquele abraço,estou com saudade de voce,fica pertinho da mamae,são frases que não se houve, é muito raro de ver um gesto de carinho por parte dos envolvidos com a criança.Num periodo fundamental para desenvolver o emocional da criança,não ha interesse de ninguém,é claro que tem familia que se preucupam (toda regra tem exeção ),mas...a maioria,a massa é assim..falta de amor,carinho e interesse pelo serzinho que floresce.
Os valores devem fazer parte da vida de todos os seres desde o ventre materno e regado com cuidados pela vida toda.
Começa no ventre materno,vai para a familia,para a comunidade.
Se todos se responsabilizarem pelas suas atitudes ,cada um no seu espaço respeitando o outro.Tudo floreçe naturalmente,se acriança tiver valores bem definidos...sabera na adolecençia separar oque é certo e errado,não deixando se levar por influençias de midia e modismos.
Educação não é jogo de empurra empurra é responsabilidade de todos".
Dona Maria Josefina que me perdoe, mas seu texto contém tantos erros, que me faz perguntar: qual era sua função nas creches??????????)


Carlos da Terra respondeu: (não entendi porque; já que parece que o comentário foi retirado de outra postagem)

"Querida Maria Josefina...

Seu comentário, muito importante, nos faz ver a importância do pronunciamento do Papa, ainda que muitos discordem.
Na verdade a educação carece mesmo de tudo o que você disse, mas ainda bem que existem umas poucas pessoas que fazem esse trabalho com amor, como você!

Parabéns pelo trabalho e pelo comentário".(diga-se de passagem que foi o único...)


Infelizmente eu não encontrei nehum espaço para comentário, mas aguardo ansiosamente, a continuação de um texto tão comovente............pela sua pobreza....
Sinceramente, Isabella não merecia isso!


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O jornal Online ROL (ALGUÉM CONHECE?) publicou um artigo, que me deixou, no mínimo enojada, mas como o "direito" é respeitar o "direito" dos outros; a liberdade de expressão; aceitar a desigualdade de opinião, vou simplesmente repassar o talentoso artigo do sr. Carlos Terra,( seria amigo do outro Antoonio Carlos Prado????????). Não vou me me furtar ,no entanto, de deixar claro minha opinião à respeito. Se o que ele escreveu, realmente reflete o que ele pensa; espero não ver o resto!
Faço questão de publicar a foto do digníssimo senhor , para que o nosso leitor manifeste sua opinião, quando encontrá-lo pessoalmente.
Ressalto também, as "pérolas" do texto e conservo o português, que não chega a ser de acordo, nem com a ortografia antiga e nem com as novas regras, porque na verdade, nem deve ser português.

O caráter dos Nardoni - Carlos da Terra - (parte 1) - Carlos da Terra
Escrito por Carlos da Terra
sexta, 15 maio 2009
Partindo do pressuposto a que me convenci desde o início do caso Isabella, de que os Nardoni foram vítimas de um destino e uma trama cruel, ponho-me a refletir sobre a grandeza dessa sofrida família.
O jovem casal, ele advogado e ela uma estudante de direito, tiveram seu rumo alterado violentamente por uma trama macabra e por uma injustiça do sistema.
Não tenho a menor dúvida sobre isso e fico pensando como esse casal tem, ainda, forças para manter-se digno.
Sofrendo a privação dos outros dois filhos que atendiam prontamente como o faziam também com Isabella, é notória a grandeza de seus caráteres quando, até hoje, não se acusaram mutuamente como costumam fazer os bandidos e assassinos.
Eles se mantêm unidos.
E eles sabem, bem como o pai deles sabe, que seria muito mais cômodo e prático se eles mentissem e assumissem esse hediondo crime.
Para eles, seria muito melhor porque, todos sabemos, e eles sabem mais ainda que “quem atira uma criança pela janela, ou é demente ou é um criminoso muito cruel”.
No caso deles, que têm um passado ilibado até aquele momento, e que inclusive a Carolina tomava remédios psiquiátricos, facilmente eles seriam considerados “dementes”.( alguém entendeu esse parágrafo?)
Nessa condição a Carolina iria para uma confortável clínica de tratamento e poderia ainda continuar a ver seus dois filhos, crianças. Isso seria possível porque se argumenta terem eles (os cônjuges) um nível econômico razoável; classe média.
Então porque, o casal, que é instruído justamente nessa área não confessou o crime?
O casal não confessou porque não cometeu o crime; apenas por isso.Mas fica também evidenciado a coragem desse casal e a confiança que ele tem na justiça e na verdade.
Apontaremos, em textos futuros, importantes indícios da inocência evidente do casal e da postura magnífica também dos outros membros da família Nardoni.

Maria Josefina comentou:

"Trabalhei por varios anos,em creche e em escolas municipais,vivendo a realidade,observando ,absorvendo aprendendo e sentindo.
A uma grande falta de amor carinho pelas crianças de todos:familia,escolas,todos os seres que de uma forma ou de outra tem contato com as crianças,que começam a frquentar as creches a partir dos tres meses de idade. Como fica o emocional dessa criança,sem aconhego materno,sem a segurança do aconhego familiar,para se desenvolver?
A medida que cresce a insegurança aumenta,por que não há amor,não há carinho.Aquele abraço,estou com saudade de voce,fica pertinho da mamae,são frases que não se houve, é muito raro de ver um gesto de carinho por parte dos envolvidos com a criança.Num periodo fundamental para desenvolver o emocional da criança,não ha interesse de ninguém,é claro que tem familia que se preucupam (toda regra tem exeção ),mas...a maioria,a massa é assim..falta de amor,carinho e interesse pelo serzinho que floresce.
Os valores devem fazer parte da vida de todos os seres desde o ventre materno e regado com cuidados pela vida toda.
Começa no ventre materno,vai para a familia,para a comunidade.
Se todos se responsabilizarem pelas suas atitudes ,cada um no seu espaço respeitando o outro.Tudo floreçe naturalmente,se acriança tiver valores bem definidos...sabera na adolecençia separar oque é certo e errado,não deixando se levar por influençias de midia e modismos.
Educação não é jogo de empurra empurra é responsabilidade de todos".
Dona Maria Josefina que me perdoe, mas seu texto contém tantos erros, que me faz perguntar: qual era sua função nas creches??????????)


Carlos da Terra respondeu: (não entendi porque; já que parece que o comentário foi retirado de outra postagem)

"Querida Maria Josefina...

Seu comentário, muito importante, nos faz ver a importância do pronunciamento do Papa, ainda que muitos discordem.
Na verdade a educação carece mesmo de tudo o que você disse, mas ainda bem que existem umas poucas pessoas que fazem esse trabalho com amor, como você!

Parabéns pelo trabalho e pelo comentário".(diga-se de passagem que foi o único...)


Infelizmente eu não encontrei nehum espaço para comentário, mas aguardo ansiosamente, a continuação de um texto tão comovente............pela sua pobreza....
Sinceramente, Isabella não merecia isso!


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O jornal Online ROL (ALGUÉM CONHECE?) publicou um artigo, que me deixou, no mínimo enojada, mas como o "direito" é respeitar o "direito" dos outros; a liberdade de expressão; aceitar a desigualdade de opinião, vou simplesmente repassar o talentoso artigo do sr. Carlos Terra,( seria amigo do outro Antoonio Carlos Prado????????). Não vou me me furtar ,no entanto, de deixar claro minha opinião à respeito. Se o que ele escreveu, realmente reflete o que ele pensa; espero não ver o resto!
Faço questão de publicar a foto do digníssimo senhor , para que o nosso leitor manifeste sua opinião, quando encontrá-lo pessoalmente.
Ressalto também, as "pérolas" do texto e conservo o português, que não chega a ser de acordo, nem com a ortografia antiga e nem com as novas regras, porque na verdade, nem deve ser português.

O caráter dos Nardoni - Carlos da Terra - (parte 1) - Carlos da Terra
Escrito por Carlos da Terra
sexta, 15 maio 2009
Partindo do pressuposto a que me convenci desde o início do caso Isabella, de que os Nardoni foram vítimas de um destino e uma trama cruel, ponho-me a refletir sobre a grandeza dessa sofrida família.
O jovem casal, ele advogado e ela uma estudante de direito, tiveram seu rumo alterado violentamente por uma trama macabra e por uma injustiça do sistema.
Não tenho a menor dúvida sobre isso e fico pensando como esse casal tem, ainda, forças para manter-se digno.
Sofrendo a privação dos outros dois filhos que atendiam prontamente como o faziam também com Isabella, é notória a grandeza de seus caráteres quando, até hoje, não se acusaram mutuamente como costumam fazer os bandidos e assassinos.
Eles se mantêm unidos.
E eles sabem, bem como o pai deles sabe, que seria muito mais cômodo e prático se eles mentissem e assumissem esse hediondo crime.
Para eles, seria muito melhor porque, todos sabemos, e eles sabem mais ainda que “quem atira uma criança pela janela, ou é demente ou é um criminoso muito cruel”.
No caso deles, que têm um passado ilibado até aquele momento, e que inclusive a Carolina tomava remédios psiquiátricos, facilmente eles seriam considerados “dementes”.( alguém entendeu esse parágrafo?)
Nessa condição a Carolina iria para uma confortável clínica de tratamento e poderia ainda continuar a ver seus dois filhos, crianças. Isso seria possível porque se argumenta terem eles (os cônjuges) um nível econômico razoável; classe média.
Então porque, o casal, que é instruído justamente nessa área não confessou o crime?
O casal não confessou porque não cometeu o crime; apenas por isso.Mas fica também evidenciado a coragem desse casal e a confiança que ele tem na justiça e na verdade.
Apontaremos, em textos futuros, importantes indícios da inocência evidente do casal e da postura magnífica também dos outros membros da família Nardoni.

Maria Josefina comentou:

"Trabalhei por varios anos,em creche e em escolas municipais,vivendo a realidade,observando ,absorvendo aprendendo e sentindo.
A uma grande falta de amor carinho pelas crianças de todos:familia,escolas,todos os seres que de uma forma ou de outra tem contato com as crianças,que começam a frquentar as creches a partir dos tres meses de idade. Como fica o emocional dessa criança,sem aconhego materno,sem a segurança do aconhego familiar,para se desenvolver?
A medida que cresce a insegurança aumenta,por que não há amor,não há carinho.Aquele abraço,estou com saudade de voce,fica pertinho da mamae,são frases que não se houve, é muito raro de ver um gesto de carinho por parte dos envolvidos com a criança.Num periodo fundamental para desenvolver o emocional da criança,não ha interesse de ninguém,é claro que tem familia que se preucupam (toda regra tem exeção ),mas...a maioria,a massa é assim..falta de amor,carinho e interesse pelo serzinho que floresce.
Os valores devem fazer parte da vida de todos os seres desde o ventre materno e regado com cuidados pela vida toda.
Começa no ventre materno,vai para a familia,para a comunidade.
Se todos se responsabilizarem pelas suas atitudes ,cada um no seu espaço respeitando o outro.Tudo floreçe naturalmente,se acriança tiver valores bem definidos...sabera na adolecençia separar oque é certo e errado,não deixando se levar por influençias de midia e modismos.
Educação não é jogo de empurra empurra é responsabilidade de todos".
Dona Maria Josefina que me perdoe, mas seu texto contém tantos erros, que me faz perguntar: qual era sua função nas creches??????????)


Carlos da Terra respondeu: (não entendi porque; já que parece que o comentário foi retirado de outra postagem)

"Querida Maria Josefina...

Seu comentário, muito importante, nos faz ver a importância do pronunciamento do Papa, ainda que muitos discordem.
Na verdade a educação carece mesmo de tudo o que você disse, mas ainda bem que existem umas poucas pessoas que fazem esse trabalho com amor, como você!

Parabéns pelo trabalho e pelo comentário".(diga-se de passagem que foi o único...)


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Sinceramente, Isabella não merecia isso!


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Um homem de 46 anos foi preso na noite de quinta-feira (14) por suspeita de abusar sexualmente da sobrinha de 17 anos que morava com ele no bairro do Butantã, zona oeste de São Paulo.

Segundo a Polícia Militar, a adolescente compareceu à sede da 3º Companhia da PM e relatou os abusos que, de acordo com ela, aconteciam desde os nove anos, quando foi trazida de Minas para São PaA adolescente afirmou que, além de sofrer abusos sexuais, era agredida e mantida em cárcere privado, afirmou a PM. ulo para morar com o tio.
A polícia foi até a residência onde a garota morava, mas o suspeito não foi localizado. De acordo com a PM, a tia da adolescente foi levada para a delegacia e usou o telefone para convencer o suspeito a comparecer ao 51º DP (Butantã), onde foi preso


Folha Online
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:48  comentar

Um homem de 46 anos foi preso na noite de quinta-feira (14) por suspeita de abusar sexualmente da sobrinha de 17 anos que morava com ele no bairro do Butantã, zona oeste de São Paulo.

Segundo a Polícia Militar, a adolescente compareceu à sede da 3º Companhia da PM e relatou os abusos que, de acordo com ela, aconteciam desde os nove anos, quando foi trazida de Minas para São PaA adolescente afirmou que, além de sofrer abusos sexuais, era agredida e mantida em cárcere privado, afirmou a PM. ulo para morar com o tio.
A polícia foi até a residência onde a garota morava, mas o suspeito não foi localizado. De acordo com a PM, a tia da adolescente foi levada para a delegacia e usou o telefone para convencer o suspeito a comparecer ao 51º DP (Butantã), onde foi preso


Folha Online
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Um homem de 46 anos foi preso na noite de quinta-feira (14) por suspeita de abusar sexualmente da sobrinha de 17 anos que morava com ele no bairro do Butantã, zona oeste de São Paulo.

Segundo a Polícia Militar, a adolescente compareceu à sede da 3º Companhia da PM e relatou os abusos que, de acordo com ela, aconteciam desde os nove anos, quando foi trazida de Minas para São PaA adolescente afirmou que, além de sofrer abusos sexuais, era agredida e mantida em cárcere privado, afirmou a PM. ulo para morar com o tio.
A polícia foi até a residência onde a garota morava, mas o suspeito não foi localizado. De acordo com a PM, a tia da adolescente foi levada para a delegacia e usou o telefone para convencer o suspeito a comparecer ao 51º DP (Butantã), onde foi preso


Folha Online
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Um homem de 46 anos foi preso na noite de quinta-feira (14) por suspeita de abusar sexualmente da sobrinha de 17 anos que morava com ele no bairro do Butantã, zona oeste de São Paulo.

Segundo a Polícia Militar, a adolescente compareceu à sede da 3º Companhia da PM e relatou os abusos que, de acordo com ela, aconteciam desde os nove anos, quando foi trazida de Minas para São PaA adolescente afirmou que, além de sofrer abusos sexuais, era agredida e mantida em cárcere privado, afirmou a PM. ulo para morar com o tio.
A polícia foi até a residência onde a garota morava, mas o suspeito não foi localizado. De acordo com a PM, a tia da adolescente foi levada para a delegacia e usou o telefone para convencer o suspeito a comparecer ao 51º DP (Butantã), onde foi preso


Folha Online
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Um homem de 46 anos foi preso na noite de quinta-feira (14) por suspeita de abusar sexualmente da sobrinha de 17 anos que morava com ele no bairro do Butantã, zona oeste de São Paulo.

Segundo a Polícia Militar, a adolescente compareceu à sede da 3º Companhia da PM e relatou os abusos que, de acordo com ela, aconteciam desde os nove anos, quando foi trazida de Minas para São PaA adolescente afirmou que, além de sofrer abusos sexuais, era agredida e mantida em cárcere privado, afirmou a PM. ulo para morar com o tio.
A polícia foi até a residência onde a garota morava, mas o suspeito não foi localizado. De acordo com a PM, a tia da adolescente foi levada para a delegacia e usou o telefone para convencer o suspeito a comparecer ao 51º DP (Butantã), onde foi preso


Folha Online
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Um fenômeno da física quântica previsto por Albert Einstein em 1935 e comprovado experimentalmente só na década de 1980 foi objeto agora de um estudo sobre sua ocorrência em condições reais, fora das lousas dos teóricos e dos ambientes assépticos dos laboratórios. Em artigo na revista "Science", um grupo da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) descreve a dinâmica do emaranhamento, uma espécie de "telepatia" entre partículas.
De tão bizarra, a existência real do emaranhamento na verdade tinha sido descartada por Einstein, que postulou o fenômeno para tentar provar que a física quântica estava errada.
Experimentos feitos desde a década de 1980, porém, mostraram que, de fato, duas partículas podem permanecer emaranhadas, mesmo estando separadas por grandes distâncias.
O estranho do fenômeno é que, quando uma dessas partículas é observada e adota uma certa característica (velocidade ou orientação), a outra instantaneamente assume a mesma forma, como se estivesse sabendo o que aconteceu com sua companheira, mesmo que estejam a quilômetros de distância uma da outra.
Na tentativa de zombar do emaranhamento, Einstein o chamou de "ação fantasmagórica à distância", mas a teoria que o embasa se mostrou correta no fim.
O que cientistas não sabiam era como o emaranhamento se comporta na realidade. A ideia da "telepatia" foi confirmada no plano teórico e em experimentos que mostravam casos muito especiais. Não se sabia, porém, o quanto isso era válido para situações reais, nas quais o ambiente pode perturbar e destruir o estado emaranhado.
É como conhecer a lei da inércia, que prevê movimento perpétuo, mas constatar que a realidade não é bem assim. "Se você dá um peteleco numa bola, ela acaba parando por causa do atrito do chão e do ar", diz Luiz Davidovich, do Laboratório de Óptica Quântica da UFRJ, um dos autores do estudo. "Sabendo o atrito, a gente descreve a dinâmica do movimento da bola. Será que a gente conseguiria ter uma equação para o emaranhamento assim como a da dinâmica no tempo da velocidade de uma bola?"
Para lidar com essa questão, os pesquisadores elaboraram um experimento para emaranhar fótons (partículas de luz) emitidos por um aparelho de laser. Conduzindo experimentos e enquadrando --os em equações, os pesquisadores conseguiram criar uma lei mais geral para prever como um sistema de partículas emaranhado perde o emaranhamento, da mesma forma que uma bola perde seu movimento no atrito.
"Nós ampliamos uma lei que diz como processos quânticos como o emaranhamento são afetados quando existe esse tipo de ruído", diz Oscar Jiménez, autor principal do estudo.
Este é o segundo trabalho que o grupo da UFRJ publica na "Science", depois de ter emplacado também um na "Nature". As duas revistas são as mais disputadas do mundo para artigos científicos. Sem equipamentos de última geração, os brasileiros têm conseguido publicar artigos de alto impacto.
E não se pode dizer que esse campo de trabalho não tenha concorrência: o emaranhamento está na base da proposta dos chamados computadores quânticos, máquinas ainda em fase de projeto que poderão um dia realizar cálculos impraticáveis para a informática atual.
Questionado sobre o segredo desse sucesso, Davidovich diz que é preciso "ter muita imaginação". Essa criatividade, agora, está turbinada por uma nova máquina de laser, que permite experimentos mais ousados.


Folha Online
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link do postPor anjoseguerreiros, às 12:31  comentar

Um fenômeno da física quântica previsto por Albert Einstein em 1935 e comprovado experimentalmente só na década de 1980 foi objeto agora de um estudo sobre sua ocorrência em condições reais, fora das lousas dos teóricos e dos ambientes assépticos dos laboratórios. Em artigo na revista "Science", um grupo da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) descreve a dinâmica do emaranhamento, uma espécie de "telepatia" entre partículas.
De tão bizarra, a existência real do emaranhamento na verdade tinha sido descartada por Einstein, que postulou o fenômeno para tentar provar que a física quântica estava errada.
Experimentos feitos desde a década de 1980, porém, mostraram que, de fato, duas partículas podem permanecer emaranhadas, mesmo estando separadas por grandes distâncias.
O estranho do fenômeno é que, quando uma dessas partículas é observada e adota uma certa característica (velocidade ou orientação), a outra instantaneamente assume a mesma forma, como se estivesse sabendo o que aconteceu com sua companheira, mesmo que estejam a quilômetros de distância uma da outra.
Na tentativa de zombar do emaranhamento, Einstein o chamou de "ação fantasmagórica à distância", mas a teoria que o embasa se mostrou correta no fim.
O que cientistas não sabiam era como o emaranhamento se comporta na realidade. A ideia da "telepatia" foi confirmada no plano teórico e em experimentos que mostravam casos muito especiais. Não se sabia, porém, o quanto isso era válido para situações reais, nas quais o ambiente pode perturbar e destruir o estado emaranhado.
É como conhecer a lei da inércia, que prevê movimento perpétuo, mas constatar que a realidade não é bem assim. "Se você dá um peteleco numa bola, ela acaba parando por causa do atrito do chão e do ar", diz Luiz Davidovich, do Laboratório de Óptica Quântica da UFRJ, um dos autores do estudo. "Sabendo o atrito, a gente descreve a dinâmica do movimento da bola. Será que a gente conseguiria ter uma equação para o emaranhamento assim como a da dinâmica no tempo da velocidade de uma bola?"
Para lidar com essa questão, os pesquisadores elaboraram um experimento para emaranhar fótons (partículas de luz) emitidos por um aparelho de laser. Conduzindo experimentos e enquadrando --os em equações, os pesquisadores conseguiram criar uma lei mais geral para prever como um sistema de partículas emaranhado perde o emaranhamento, da mesma forma que uma bola perde seu movimento no atrito.
"Nós ampliamos uma lei que diz como processos quânticos como o emaranhamento são afetados quando existe esse tipo de ruído", diz Oscar Jiménez, autor principal do estudo.
Este é o segundo trabalho que o grupo da UFRJ publica na "Science", depois de ter emplacado também um na "Nature". As duas revistas são as mais disputadas do mundo para artigos científicos. Sem equipamentos de última geração, os brasileiros têm conseguido publicar artigos de alto impacto.
E não se pode dizer que esse campo de trabalho não tenha concorrência: o emaranhamento está na base da proposta dos chamados computadores quânticos, máquinas ainda em fase de projeto que poderão um dia realizar cálculos impraticáveis para a informática atual.
Questionado sobre o segredo desse sucesso, Davidovich diz que é preciso "ter muita imaginação". Essa criatividade, agora, está turbinada por uma nova máquina de laser, que permite experimentos mais ousados.


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Um fenômeno da física quântica previsto por Albert Einstein em 1935 e comprovado experimentalmente só na década de 1980 foi objeto agora de um estudo sobre sua ocorrência em condições reais, fora das lousas dos teóricos e dos ambientes assépticos dos laboratórios. Em artigo na revista "Science", um grupo da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) descreve a dinâmica do emaranhamento, uma espécie de "telepatia" entre partículas.
De tão bizarra, a existência real do emaranhamento na verdade tinha sido descartada por Einstein, que postulou o fenômeno para tentar provar que a física quântica estava errada.
Experimentos feitos desde a década de 1980, porém, mostraram que, de fato, duas partículas podem permanecer emaranhadas, mesmo estando separadas por grandes distâncias.
O estranho do fenômeno é que, quando uma dessas partículas é observada e adota uma certa característica (velocidade ou orientação), a outra instantaneamente assume a mesma forma, como se estivesse sabendo o que aconteceu com sua companheira, mesmo que estejam a quilômetros de distância uma da outra.
Na tentativa de zombar do emaranhamento, Einstein o chamou de "ação fantasmagórica à distância", mas a teoria que o embasa se mostrou correta no fim.
O que cientistas não sabiam era como o emaranhamento se comporta na realidade. A ideia da "telepatia" foi confirmada no plano teórico e em experimentos que mostravam casos muito especiais. Não se sabia, porém, o quanto isso era válido para situações reais, nas quais o ambiente pode perturbar e destruir o estado emaranhado.
É como conhecer a lei da inércia, que prevê movimento perpétuo, mas constatar que a realidade não é bem assim. "Se você dá um peteleco numa bola, ela acaba parando por causa do atrito do chão e do ar", diz Luiz Davidovich, do Laboratório de Óptica Quântica da UFRJ, um dos autores do estudo. "Sabendo o atrito, a gente descreve a dinâmica do movimento da bola. Será que a gente conseguiria ter uma equação para o emaranhamento assim como a da dinâmica no tempo da velocidade de uma bola?"
Para lidar com essa questão, os pesquisadores elaboraram um experimento para emaranhar fótons (partículas de luz) emitidos por um aparelho de laser. Conduzindo experimentos e enquadrando --os em equações, os pesquisadores conseguiram criar uma lei mais geral para prever como um sistema de partículas emaranhado perde o emaranhamento, da mesma forma que uma bola perde seu movimento no atrito.
"Nós ampliamos uma lei que diz como processos quânticos como o emaranhamento são afetados quando existe esse tipo de ruído", diz Oscar Jiménez, autor principal do estudo.
Este é o segundo trabalho que o grupo da UFRJ publica na "Science", depois de ter emplacado também um na "Nature". As duas revistas são as mais disputadas do mundo para artigos científicos. Sem equipamentos de última geração, os brasileiros têm conseguido publicar artigos de alto impacto.
E não se pode dizer que esse campo de trabalho não tenha concorrência: o emaranhamento está na base da proposta dos chamados computadores quânticos, máquinas ainda em fase de projeto que poderão um dia realizar cálculos impraticáveis para a informática atual.
Questionado sobre o segredo desse sucesso, Davidovich diz que é preciso "ter muita imaginação". Essa criatividade, agora, está turbinada por uma nova máquina de laser, que permite experimentos mais ousados.


Folha Online
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link do postPor anjoseguerreiros, às 12:31  comentar

Um fenômeno da física quântica previsto por Albert Einstein em 1935 e comprovado experimentalmente só na década de 1980 foi objeto agora de um estudo sobre sua ocorrência em condições reais, fora das lousas dos teóricos e dos ambientes assépticos dos laboratórios. Em artigo na revista "Science", um grupo da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) descreve a dinâmica do emaranhamento, uma espécie de "telepatia" entre partículas.
De tão bizarra, a existência real do emaranhamento na verdade tinha sido descartada por Einstein, que postulou o fenômeno para tentar provar que a física quântica estava errada.
Experimentos feitos desde a década de 1980, porém, mostraram que, de fato, duas partículas podem permanecer emaranhadas, mesmo estando separadas por grandes distâncias.
O estranho do fenômeno é que, quando uma dessas partículas é observada e adota uma certa característica (velocidade ou orientação), a outra instantaneamente assume a mesma forma, como se estivesse sabendo o que aconteceu com sua companheira, mesmo que estejam a quilômetros de distância uma da outra.
Na tentativa de zombar do emaranhamento, Einstein o chamou de "ação fantasmagórica à distância", mas a teoria que o embasa se mostrou correta no fim.
O que cientistas não sabiam era como o emaranhamento se comporta na realidade. A ideia da "telepatia" foi confirmada no plano teórico e em experimentos que mostravam casos muito especiais. Não se sabia, porém, o quanto isso era válido para situações reais, nas quais o ambiente pode perturbar e destruir o estado emaranhado.
É como conhecer a lei da inércia, que prevê movimento perpétuo, mas constatar que a realidade não é bem assim. "Se você dá um peteleco numa bola, ela acaba parando por causa do atrito do chão e do ar", diz Luiz Davidovich, do Laboratório de Óptica Quântica da UFRJ, um dos autores do estudo. "Sabendo o atrito, a gente descreve a dinâmica do movimento da bola. Será que a gente conseguiria ter uma equação para o emaranhamento assim como a da dinâmica no tempo da velocidade de uma bola?"
Para lidar com essa questão, os pesquisadores elaboraram um experimento para emaranhar fótons (partículas de luz) emitidos por um aparelho de laser. Conduzindo experimentos e enquadrando --os em equações, os pesquisadores conseguiram criar uma lei mais geral para prever como um sistema de partículas emaranhado perde o emaranhamento, da mesma forma que uma bola perde seu movimento no atrito.
"Nós ampliamos uma lei que diz como processos quânticos como o emaranhamento são afetados quando existe esse tipo de ruído", diz Oscar Jiménez, autor principal do estudo.
Este é o segundo trabalho que o grupo da UFRJ publica na "Science", depois de ter emplacado também um na "Nature". As duas revistas são as mais disputadas do mundo para artigos científicos. Sem equipamentos de última geração, os brasileiros têm conseguido publicar artigos de alto impacto.
E não se pode dizer que esse campo de trabalho não tenha concorrência: o emaranhamento está na base da proposta dos chamados computadores quânticos, máquinas ainda em fase de projeto que poderão um dia realizar cálculos impraticáveis para a informática atual.
Questionado sobre o segredo desse sucesso, Davidovich diz que é preciso "ter muita imaginação". Essa criatividade, agora, está turbinada por uma nova máquina de laser, que permite experimentos mais ousados.


Folha Online
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Um fenômeno da física quântica previsto por Albert Einstein em 1935 e comprovado experimentalmente só na década de 1980 foi objeto agora de um estudo sobre sua ocorrência em condições reais, fora das lousas dos teóricos e dos ambientes assépticos dos laboratórios. Em artigo na revista "Science", um grupo da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) descreve a dinâmica do emaranhamento, uma espécie de "telepatia" entre partículas.
De tão bizarra, a existência real do emaranhamento na verdade tinha sido descartada por Einstein, que postulou o fenômeno para tentar provar que a física quântica estava errada.
Experimentos feitos desde a década de 1980, porém, mostraram que, de fato, duas partículas podem permanecer emaranhadas, mesmo estando separadas por grandes distâncias.
O estranho do fenômeno é que, quando uma dessas partículas é observada e adota uma certa característica (velocidade ou orientação), a outra instantaneamente assume a mesma forma, como se estivesse sabendo o que aconteceu com sua companheira, mesmo que estejam a quilômetros de distância uma da outra.
Na tentativa de zombar do emaranhamento, Einstein o chamou de "ação fantasmagórica à distância", mas a teoria que o embasa se mostrou correta no fim.
O que cientistas não sabiam era como o emaranhamento se comporta na realidade. A ideia da "telepatia" foi confirmada no plano teórico e em experimentos que mostravam casos muito especiais. Não se sabia, porém, o quanto isso era válido para situações reais, nas quais o ambiente pode perturbar e destruir o estado emaranhado.
É como conhecer a lei da inércia, que prevê movimento perpétuo, mas constatar que a realidade não é bem assim. "Se você dá um peteleco numa bola, ela acaba parando por causa do atrito do chão e do ar", diz Luiz Davidovich, do Laboratório de Óptica Quântica da UFRJ, um dos autores do estudo. "Sabendo o atrito, a gente descreve a dinâmica do movimento da bola. Será que a gente conseguiria ter uma equação para o emaranhamento assim como a da dinâmica no tempo da velocidade de uma bola?"
Para lidar com essa questão, os pesquisadores elaboraram um experimento para emaranhar fótons (partículas de luz) emitidos por um aparelho de laser. Conduzindo experimentos e enquadrando --os em equações, os pesquisadores conseguiram criar uma lei mais geral para prever como um sistema de partículas emaranhado perde o emaranhamento, da mesma forma que uma bola perde seu movimento no atrito.
"Nós ampliamos uma lei que diz como processos quânticos como o emaranhamento são afetados quando existe esse tipo de ruído", diz Oscar Jiménez, autor principal do estudo.
Este é o segundo trabalho que o grupo da UFRJ publica na "Science", depois de ter emplacado também um na "Nature". As duas revistas são as mais disputadas do mundo para artigos científicos. Sem equipamentos de última geração, os brasileiros têm conseguido publicar artigos de alto impacto.
E não se pode dizer que esse campo de trabalho não tenha concorrência: o emaranhamento está na base da proposta dos chamados computadores quânticos, máquinas ainda em fase de projeto que poderão um dia realizar cálculos impraticáveis para a informática atual.
Questionado sobre o segredo desse sucesso, Davidovich diz que é preciso "ter muita imaginação". Essa criatividade, agora, está turbinada por uma nova máquina de laser, que permite experimentos mais ousados.


Folha Online
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Uma passageira suicida que tentou abrir a porta de um avião durante o voo, a cerca de 10 mil metros de altura, poderia ter causado uma catástrofe, de acordo com a promotoria em um tribunal de Edimburgo.

Uma comissária percebeu a intenção da passageira, Ann Gilmour, de 47 anos, e impediu que ela abrisse a porta do avião da Air France, que havia partido de Paris com destino a Edimburgo.
No tribunal de Edimburgo, Gilmour se declarou culpada da acusação de colocar em risco a vida dos passageiros e da tripulação do avião de forma imprudente e negligente.
A acusada permanece detida e sua sentença deverá ser ditada até o fim do mês.
O avião da Air France havia deixado o aeroporto Charles de Gaulle na manhã de 7 de janeiro, com cerca de 100 passageiros a bordo, dois pilotos e dois tripulantes.
Segundo o promotor Alasdair MacLeod, "por volta de 11h30 da manhã, o avião voava a aproximadamente 10 mil metros de altura, no meio da viagem entre Paris e Edimburgo".
"Naquela hora, uma tripulante viu a acusada parada em frente a uma porta externa do avião."

Porta destrancada
Gilmour ficou olhando para a porta antes de segurar a maçaneta e puxá-la, disse MacLeod. Ela foi afastada do local por uma comissária, que disse que a porta não estava trancada e poderia ter sido aberta.
Segundo o promotor, uma luz ainda acendeu na cabine dos pilotos, indicando que alguém havia mexido numa das portas externas do avião. O piloto Guillaume Charvieux entrou em contato com o controle de tráfego aéreo quando soube do ocorrido.
Gilmour foi levada para um assento perto da janela, longe das portas, onde foi obrigada a ficar sentada até o fim do voo.
A acusada foi presa ao chegar ao aeroporto de Edimburgo. Aos prantos, ela disse aos policiais que queria abrir a porta para se jogar do avião e se matar, e que ela não se importava com as consequências para os outros passageiros.
Segundo a promotoria, o piloto Charvieux acredita que a cabine poderia ter se "despressurizado de forma explosiva", causando uma "catástrofe", já que a temperatura interna iria cair para menos 50º Celsius.
Gilmour sofre de transtorno de personalidade borderline (limítrofe) e tomava remédios para depressão e ansiedade na época do incidente, mas psiquiatras avaliaram que ela está em condições de comparecer ao tribunal.
O advogado de defesa de Gilmour, Ronnie Renucci, alega que um avião pousou em segurança depois de um incidente semelhante no Canadá, no mês passado, quando um homem abriu a porta e pulou de uma altura de cerca de 7 mil metros.


BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:16  comentar

Uma passageira suicida que tentou abrir a porta de um avião durante o voo, a cerca de 10 mil metros de altura, poderia ter causado uma catástrofe, de acordo com a promotoria em um tribunal de Edimburgo.

Uma comissária percebeu a intenção da passageira, Ann Gilmour, de 47 anos, e impediu que ela abrisse a porta do avião da Air France, que havia partido de Paris com destino a Edimburgo.
No tribunal de Edimburgo, Gilmour se declarou culpada da acusação de colocar em risco a vida dos passageiros e da tripulação do avião de forma imprudente e negligente.
A acusada permanece detida e sua sentença deverá ser ditada até o fim do mês.
O avião da Air France havia deixado o aeroporto Charles de Gaulle na manhã de 7 de janeiro, com cerca de 100 passageiros a bordo, dois pilotos e dois tripulantes.
Segundo o promotor Alasdair MacLeod, "por volta de 11h30 da manhã, o avião voava a aproximadamente 10 mil metros de altura, no meio da viagem entre Paris e Edimburgo".
"Naquela hora, uma tripulante viu a acusada parada em frente a uma porta externa do avião."

Porta destrancada
Gilmour ficou olhando para a porta antes de segurar a maçaneta e puxá-la, disse MacLeod. Ela foi afastada do local por uma comissária, que disse que a porta não estava trancada e poderia ter sido aberta.
Segundo o promotor, uma luz ainda acendeu na cabine dos pilotos, indicando que alguém havia mexido numa das portas externas do avião. O piloto Guillaume Charvieux entrou em contato com o controle de tráfego aéreo quando soube do ocorrido.
Gilmour foi levada para um assento perto da janela, longe das portas, onde foi obrigada a ficar sentada até o fim do voo.
A acusada foi presa ao chegar ao aeroporto de Edimburgo. Aos prantos, ela disse aos policiais que queria abrir a porta para se jogar do avião e se matar, e que ela não se importava com as consequências para os outros passageiros.
Segundo a promotoria, o piloto Charvieux acredita que a cabine poderia ter se "despressurizado de forma explosiva", causando uma "catástrofe", já que a temperatura interna iria cair para menos 50º Celsius.
Gilmour sofre de transtorno de personalidade borderline (limítrofe) e tomava remédios para depressão e ansiedade na época do incidente, mas psiquiatras avaliaram que ela está em condições de comparecer ao tribunal.
O advogado de defesa de Gilmour, Ronnie Renucci, alega que um avião pousou em segurança depois de um incidente semelhante no Canadá, no mês passado, quando um homem abriu a porta e pulou de uma altura de cerca de 7 mil metros.


BBC Brasil
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Uma passageira suicida que tentou abrir a porta de um avião durante o voo, a cerca de 10 mil metros de altura, poderia ter causado uma catástrofe, de acordo com a promotoria em um tribunal de Edimburgo.

Uma comissária percebeu a intenção da passageira, Ann Gilmour, de 47 anos, e impediu que ela abrisse a porta do avião da Air France, que havia partido de Paris com destino a Edimburgo.
No tribunal de Edimburgo, Gilmour se declarou culpada da acusação de colocar em risco a vida dos passageiros e da tripulação do avião de forma imprudente e negligente.
A acusada permanece detida e sua sentença deverá ser ditada até o fim do mês.
O avião da Air France havia deixado o aeroporto Charles de Gaulle na manhã de 7 de janeiro, com cerca de 100 passageiros a bordo, dois pilotos e dois tripulantes.
Segundo o promotor Alasdair MacLeod, "por volta de 11h30 da manhã, o avião voava a aproximadamente 10 mil metros de altura, no meio da viagem entre Paris e Edimburgo".
"Naquela hora, uma tripulante viu a acusada parada em frente a uma porta externa do avião."

Porta destrancada
Gilmour ficou olhando para a porta antes de segurar a maçaneta e puxá-la, disse MacLeod. Ela foi afastada do local por uma comissária, que disse que a porta não estava trancada e poderia ter sido aberta.
Segundo o promotor, uma luz ainda acendeu na cabine dos pilotos, indicando que alguém havia mexido numa das portas externas do avião. O piloto Guillaume Charvieux entrou em contato com o controle de tráfego aéreo quando soube do ocorrido.
Gilmour foi levada para um assento perto da janela, longe das portas, onde foi obrigada a ficar sentada até o fim do voo.
A acusada foi presa ao chegar ao aeroporto de Edimburgo. Aos prantos, ela disse aos policiais que queria abrir a porta para se jogar do avião e se matar, e que ela não se importava com as consequências para os outros passageiros.
Segundo a promotoria, o piloto Charvieux acredita que a cabine poderia ter se "despressurizado de forma explosiva", causando uma "catástrofe", já que a temperatura interna iria cair para menos 50º Celsius.
Gilmour sofre de transtorno de personalidade borderline (limítrofe) e tomava remédios para depressão e ansiedade na época do incidente, mas psiquiatras avaliaram que ela está em condições de comparecer ao tribunal.
O advogado de defesa de Gilmour, Ronnie Renucci, alega que um avião pousou em segurança depois de um incidente semelhante no Canadá, no mês passado, quando um homem abriu a porta e pulou de uma altura de cerca de 7 mil metros.


BBC Brasil
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Uma passageira suicida que tentou abrir a porta de um avião durante o voo, a cerca de 10 mil metros de altura, poderia ter causado uma catástrofe, de acordo com a promotoria em um tribunal de Edimburgo.

Uma comissária percebeu a intenção da passageira, Ann Gilmour, de 47 anos, e impediu que ela abrisse a porta do avião da Air France, que havia partido de Paris com destino a Edimburgo.
No tribunal de Edimburgo, Gilmour se declarou culpada da acusação de colocar em risco a vida dos passageiros e da tripulação do avião de forma imprudente e negligente.
A acusada permanece detida e sua sentença deverá ser ditada até o fim do mês.
O avião da Air France havia deixado o aeroporto Charles de Gaulle na manhã de 7 de janeiro, com cerca de 100 passageiros a bordo, dois pilotos e dois tripulantes.
Segundo o promotor Alasdair MacLeod, "por volta de 11h30 da manhã, o avião voava a aproximadamente 10 mil metros de altura, no meio da viagem entre Paris e Edimburgo".
"Naquela hora, uma tripulante viu a acusada parada em frente a uma porta externa do avião."

Porta destrancada
Gilmour ficou olhando para a porta antes de segurar a maçaneta e puxá-la, disse MacLeod. Ela foi afastada do local por uma comissária, que disse que a porta não estava trancada e poderia ter sido aberta.
Segundo o promotor, uma luz ainda acendeu na cabine dos pilotos, indicando que alguém havia mexido numa das portas externas do avião. O piloto Guillaume Charvieux entrou em contato com o controle de tráfego aéreo quando soube do ocorrido.
Gilmour foi levada para um assento perto da janela, longe das portas, onde foi obrigada a ficar sentada até o fim do voo.
A acusada foi presa ao chegar ao aeroporto de Edimburgo. Aos prantos, ela disse aos policiais que queria abrir a porta para se jogar do avião e se matar, e que ela não se importava com as consequências para os outros passageiros.
Segundo a promotoria, o piloto Charvieux acredita que a cabine poderia ter se "despressurizado de forma explosiva", causando uma "catástrofe", já que a temperatura interna iria cair para menos 50º Celsius.
Gilmour sofre de transtorno de personalidade borderline (limítrofe) e tomava remédios para depressão e ansiedade na época do incidente, mas psiquiatras avaliaram que ela está em condições de comparecer ao tribunal.
O advogado de defesa de Gilmour, Ronnie Renucci, alega que um avião pousou em segurança depois de um incidente semelhante no Canadá, no mês passado, quando um homem abriu a porta e pulou de uma altura de cerca de 7 mil metros.


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Uma passageira suicida que tentou abrir a porta de um avião durante o voo, a cerca de 10 mil metros de altura, poderia ter causado uma catástrofe, de acordo com a promotoria em um tribunal de Edimburgo.

Uma comissária percebeu a intenção da passageira, Ann Gilmour, de 47 anos, e impediu que ela abrisse a porta do avião da Air France, que havia partido de Paris com destino a Edimburgo.
No tribunal de Edimburgo, Gilmour se declarou culpada da acusação de colocar em risco a vida dos passageiros e da tripulação do avião de forma imprudente e negligente.
A acusada permanece detida e sua sentença deverá ser ditada até o fim do mês.
O avião da Air France havia deixado o aeroporto Charles de Gaulle na manhã de 7 de janeiro, com cerca de 100 passageiros a bordo, dois pilotos e dois tripulantes.
Segundo o promotor Alasdair MacLeod, "por volta de 11h30 da manhã, o avião voava a aproximadamente 10 mil metros de altura, no meio da viagem entre Paris e Edimburgo".
"Naquela hora, uma tripulante viu a acusada parada em frente a uma porta externa do avião."

Porta destrancada
Gilmour ficou olhando para a porta antes de segurar a maçaneta e puxá-la, disse MacLeod. Ela foi afastada do local por uma comissária, que disse que a porta não estava trancada e poderia ter sido aberta.
Segundo o promotor, uma luz ainda acendeu na cabine dos pilotos, indicando que alguém havia mexido numa das portas externas do avião. O piloto Guillaume Charvieux entrou em contato com o controle de tráfego aéreo quando soube do ocorrido.
Gilmour foi levada para um assento perto da janela, longe das portas, onde foi obrigada a ficar sentada até o fim do voo.
A acusada foi presa ao chegar ao aeroporto de Edimburgo. Aos prantos, ela disse aos policiais que queria abrir a porta para se jogar do avião e se matar, e que ela não se importava com as consequências para os outros passageiros.
Segundo a promotoria, o piloto Charvieux acredita que a cabine poderia ter se "despressurizado de forma explosiva", causando uma "catástrofe", já que a temperatura interna iria cair para menos 50º Celsius.
Gilmour sofre de transtorno de personalidade borderline (limítrofe) e tomava remédios para depressão e ansiedade na época do incidente, mas psiquiatras avaliaram que ela está em condições de comparecer ao tribunal.
O advogado de defesa de Gilmour, Ronnie Renucci, alega que um avião pousou em segurança depois de um incidente semelhante no Canadá, no mês passado, quando um homem abriu a porta e pulou de uma altura de cerca de 7 mil metros.


BBC Brasil
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A transferência foi acompanhada por forte esquema de segurança.Ele passou a noite na delegacia da Core.

O ex-PM Ricardo Teixeira da Cruz, o Batman, preso na noite de quarta (13),
embarcou em um avião da FAB por volta das 10h da manhã desta sexta-feira (15) em direção ao Presídio de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul.
Ele deixou a sede da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), no Centro do Rio, às 8h10 e foi levado para o Aeroporto Santos Dumont. A operação de transferência foi acompanhada por forte esquema de segurança organizado pela Polícia Civil. O suspeito passou a noite na sede da Core.
Na mesma penitenciária para onde ele foi levado estão presos o ex-vereador Jerônimo Guimarães, o Jerominho, e seu irmão, o ex-deputado Natalino Guimarães, acusados de chefiar a milícia conhecida como Liga da Justiça, juntamente com o ex-PM. O traficante de drogas Fernandinho Beira-Mar também está detido no local.

Depoimento
Segundo informações iniciais da polícia, Batman negou todas as acusações durante depoimento prestado na sede da Core. Ele é acusado de vários homicídios, formação de quadrilha e do atentado, em agosto de 2007, contra o sargento da PM Francisco César Silva Oliveira, o Chico Bala, e sua família, em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos.
O ex-PM admitiu ter envolvimento com milícias durante o depoimento. Ele foi autuado em flagrante pelo porte das armas encontradas na casa onde foi preso, em Paciência, na Zona Oeste.

Apreensão de documentos
Segundo Turnowski, a prisão de Batman é, na verdade, o início de uma grande operação de combate às milícias. Na casa do ex-PM foram apreendidos documentos, que segundo o chefe de Polícia, poderão ajudar a desmembrar a quadrilha. Entre esses documentos está uma lista, com nomes e valores de pessoas ligadas à quadrilha. “Há nomes inclusive de pessoas que já figuram nos inquéritos sobre milícias. Agora, vamos cruzar esses nomes, checar os apelidos, juntar os valores para identificarmos todos. Quem deve, que tome cuidado”, disse Turnovski, que montou a Missão Suporte há cerca de um mês. Segundo policiais, Batman passou a noite numa sala da Core, vigiado por vários policiais. Embora tenha recebido uma muda de roupas, o preso preferiu continuar com a roupa que usava no momento da prisão. O delegado Rodrigo Oliveira, que participou da operação de captura do ex-PM, disse que toda a operação foi muito rápida. “Não levamos mais que dez minutos entre a rendição e a prisão dele. Ele foi transportado num helicóptero, que desceu num campinho de futebol perto da casa”, contou o delegado que elogiou a atuação de toda a equipe.


Portal G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:46  comentar

A transferência foi acompanhada por forte esquema de segurança.Ele passou a noite na delegacia da Core.

O ex-PM Ricardo Teixeira da Cruz, o Batman, preso na noite de quarta (13),
embarcou em um avião da FAB por volta das 10h da manhã desta sexta-feira (15) em direção ao Presídio de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul.
Ele deixou a sede da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), no Centro do Rio, às 8h10 e foi levado para o Aeroporto Santos Dumont. A operação de transferência foi acompanhada por forte esquema de segurança organizado pela Polícia Civil. O suspeito passou a noite na sede da Core.
Na mesma penitenciária para onde ele foi levado estão presos o ex-vereador Jerônimo Guimarães, o Jerominho, e seu irmão, o ex-deputado Natalino Guimarães, acusados de chefiar a milícia conhecida como Liga da Justiça, juntamente com o ex-PM. O traficante de drogas Fernandinho Beira-Mar também está detido no local.

Depoimento
Segundo informações iniciais da polícia, Batman negou todas as acusações durante depoimento prestado na sede da Core. Ele é acusado de vários homicídios, formação de quadrilha e do atentado, em agosto de 2007, contra o sargento da PM Francisco César Silva Oliveira, o Chico Bala, e sua família, em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos.
O ex-PM admitiu ter envolvimento com milícias durante o depoimento. Ele foi autuado em flagrante pelo porte das armas encontradas na casa onde foi preso, em Paciência, na Zona Oeste.

Apreensão de documentos
Segundo Turnowski, a prisão de Batman é, na verdade, o início de uma grande operação de combate às milícias. Na casa do ex-PM foram apreendidos documentos, que segundo o chefe de Polícia, poderão ajudar a desmembrar a quadrilha. Entre esses documentos está uma lista, com nomes e valores de pessoas ligadas à quadrilha. “Há nomes inclusive de pessoas que já figuram nos inquéritos sobre milícias. Agora, vamos cruzar esses nomes, checar os apelidos, juntar os valores para identificarmos todos. Quem deve, que tome cuidado”, disse Turnovski, que montou a Missão Suporte há cerca de um mês. Segundo policiais, Batman passou a noite numa sala da Core, vigiado por vários policiais. Embora tenha recebido uma muda de roupas, o preso preferiu continuar com a roupa que usava no momento da prisão. O delegado Rodrigo Oliveira, que participou da operação de captura do ex-PM, disse que toda a operação foi muito rápida. “Não levamos mais que dez minutos entre a rendição e a prisão dele. Ele foi transportado num helicóptero, que desceu num campinho de futebol perto da casa”, contou o delegado que elogiou a atuação de toda a equipe.


Portal G1
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A transferência foi acompanhada por forte esquema de segurança.Ele passou a noite na delegacia da Core.

O ex-PM Ricardo Teixeira da Cruz, o Batman, preso na noite de quarta (13),
embarcou em um avião da FAB por volta das 10h da manhã desta sexta-feira (15) em direção ao Presídio de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul.
Ele deixou a sede da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), no Centro do Rio, às 8h10 e foi levado para o Aeroporto Santos Dumont. A operação de transferência foi acompanhada por forte esquema de segurança organizado pela Polícia Civil. O suspeito passou a noite na sede da Core.
Na mesma penitenciária para onde ele foi levado estão presos o ex-vereador Jerônimo Guimarães, o Jerominho, e seu irmão, o ex-deputado Natalino Guimarães, acusados de chefiar a milícia conhecida como Liga da Justiça, juntamente com o ex-PM. O traficante de drogas Fernandinho Beira-Mar também está detido no local.

Depoimento
Segundo informações iniciais da polícia, Batman negou todas as acusações durante depoimento prestado na sede da Core. Ele é acusado de vários homicídios, formação de quadrilha e do atentado, em agosto de 2007, contra o sargento da PM Francisco César Silva Oliveira, o Chico Bala, e sua família, em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos.
O ex-PM admitiu ter envolvimento com milícias durante o depoimento. Ele foi autuado em flagrante pelo porte das armas encontradas na casa onde foi preso, em Paciência, na Zona Oeste.

Apreensão de documentos
Segundo Turnowski, a prisão de Batman é, na verdade, o início de uma grande operação de combate às milícias. Na casa do ex-PM foram apreendidos documentos, que segundo o chefe de Polícia, poderão ajudar a desmembrar a quadrilha. Entre esses documentos está uma lista, com nomes e valores de pessoas ligadas à quadrilha. “Há nomes inclusive de pessoas que já figuram nos inquéritos sobre milícias. Agora, vamos cruzar esses nomes, checar os apelidos, juntar os valores para identificarmos todos. Quem deve, que tome cuidado”, disse Turnovski, que montou a Missão Suporte há cerca de um mês. Segundo policiais, Batman passou a noite numa sala da Core, vigiado por vários policiais. Embora tenha recebido uma muda de roupas, o preso preferiu continuar com a roupa que usava no momento da prisão. O delegado Rodrigo Oliveira, que participou da operação de captura do ex-PM, disse que toda a operação foi muito rápida. “Não levamos mais que dez minutos entre a rendição e a prisão dele. Ele foi transportado num helicóptero, que desceu num campinho de futebol perto da casa”, contou o delegado que elogiou a atuação de toda a equipe.


Portal G1
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A transferência foi acompanhada por forte esquema de segurança.Ele passou a noite na delegacia da Core.

O ex-PM Ricardo Teixeira da Cruz, o Batman, preso na noite de quarta (13),
embarcou em um avião da FAB por volta das 10h da manhã desta sexta-feira (15) em direção ao Presídio de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul.
Ele deixou a sede da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), no Centro do Rio, às 8h10 e foi levado para o Aeroporto Santos Dumont. A operação de transferência foi acompanhada por forte esquema de segurança organizado pela Polícia Civil. O suspeito passou a noite na sede da Core.
Na mesma penitenciária para onde ele foi levado estão presos o ex-vereador Jerônimo Guimarães, o Jerominho, e seu irmão, o ex-deputado Natalino Guimarães, acusados de chefiar a milícia conhecida como Liga da Justiça, juntamente com o ex-PM. O traficante de drogas Fernandinho Beira-Mar também está detido no local.

Depoimento
Segundo informações iniciais da polícia, Batman negou todas as acusações durante depoimento prestado na sede da Core. Ele é acusado de vários homicídios, formação de quadrilha e do atentado, em agosto de 2007, contra o sargento da PM Francisco César Silva Oliveira, o Chico Bala, e sua família, em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos.
O ex-PM admitiu ter envolvimento com milícias durante o depoimento. Ele foi autuado em flagrante pelo porte das armas encontradas na casa onde foi preso, em Paciência, na Zona Oeste.

Apreensão de documentos
Segundo Turnowski, a prisão de Batman é, na verdade, o início de uma grande operação de combate às milícias. Na casa do ex-PM foram apreendidos documentos, que segundo o chefe de Polícia, poderão ajudar a desmembrar a quadrilha. Entre esses documentos está uma lista, com nomes e valores de pessoas ligadas à quadrilha. “Há nomes inclusive de pessoas que já figuram nos inquéritos sobre milícias. Agora, vamos cruzar esses nomes, checar os apelidos, juntar os valores para identificarmos todos. Quem deve, que tome cuidado”, disse Turnovski, que montou a Missão Suporte há cerca de um mês. Segundo policiais, Batman passou a noite numa sala da Core, vigiado por vários policiais. Embora tenha recebido uma muda de roupas, o preso preferiu continuar com a roupa que usava no momento da prisão. O delegado Rodrigo Oliveira, que participou da operação de captura do ex-PM, disse que toda a operação foi muito rápida. “Não levamos mais que dez minutos entre a rendição e a prisão dele. Ele foi transportado num helicóptero, que desceu num campinho de futebol perto da casa”, contou o delegado que elogiou a atuação de toda a equipe.


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A transferência foi acompanhada por forte esquema de segurança.Ele passou a noite na delegacia da Core.

O ex-PM Ricardo Teixeira da Cruz, o Batman, preso na noite de quarta (13),
embarcou em um avião da FAB por volta das 10h da manhã desta sexta-feira (15) em direção ao Presídio de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul.
Ele deixou a sede da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), no Centro do Rio, às 8h10 e foi levado para o Aeroporto Santos Dumont. A operação de transferência foi acompanhada por forte esquema de segurança organizado pela Polícia Civil. O suspeito passou a noite na sede da Core.
Na mesma penitenciária para onde ele foi levado estão presos o ex-vereador Jerônimo Guimarães, o Jerominho, e seu irmão, o ex-deputado Natalino Guimarães, acusados de chefiar a milícia conhecida como Liga da Justiça, juntamente com o ex-PM. O traficante de drogas Fernandinho Beira-Mar também está detido no local.

Depoimento
Segundo informações iniciais da polícia, Batman negou todas as acusações durante depoimento prestado na sede da Core. Ele é acusado de vários homicídios, formação de quadrilha e do atentado, em agosto de 2007, contra o sargento da PM Francisco César Silva Oliveira, o Chico Bala, e sua família, em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos.
O ex-PM admitiu ter envolvimento com milícias durante o depoimento. Ele foi autuado em flagrante pelo porte das armas encontradas na casa onde foi preso, em Paciência, na Zona Oeste.

Apreensão de documentos
Segundo Turnowski, a prisão de Batman é, na verdade, o início de uma grande operação de combate às milícias. Na casa do ex-PM foram apreendidos documentos, que segundo o chefe de Polícia, poderão ajudar a desmembrar a quadrilha. Entre esses documentos está uma lista, com nomes e valores de pessoas ligadas à quadrilha. “Há nomes inclusive de pessoas que já figuram nos inquéritos sobre milícias. Agora, vamos cruzar esses nomes, checar os apelidos, juntar os valores para identificarmos todos. Quem deve, que tome cuidado”, disse Turnovski, que montou a Missão Suporte há cerca de um mês. Segundo policiais, Batman passou a noite numa sala da Core, vigiado por vários policiais. Embora tenha recebido uma muda de roupas, o preso preferiu continuar com a roupa que usava no momento da prisão. O delegado Rodrigo Oliveira, que participou da operação de captura do ex-PM, disse que toda a operação foi muito rápida. “Não levamos mais que dez minutos entre a rendição e a prisão dele. Ele foi transportado num helicóptero, que desceu num campinho de futebol perto da casa”, contou o delegado que elogiou a atuação de toda a equipe.


Portal G1
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RIO - A nova campanha publicitária da rede americana Burger King veiculada na Inglaterra pode tirar muito carioca do sério. Entre os cartazes que divulgam a nova promoção está a seguinte frase: "One way ticket to Rio not necessary. You'll feel like you´re robbing us" (algo como "Não é necessário uma passagem só de ida para o Rio. Você vai sentir como se estivesse nos roubando"). De acordo com sites ingleses especializados em marketing, a idéia do cartaz é fazer uma brincadeira com a história do inglês Ronald Biggs, de 79 anos, que em 1963 participou do roubo do trem pagador britânico - conhecido como 'Great train robbery'. Biggs se refugiou no Rio de Janeiro, onde viveu por cerca de 30 anos, até retornar para a Inglaterra, em 2001. O vice-presidente da comissão de Turismo da Assembléia Legislativa do Rio, Glauco Lopes (PSDB), considerou a propaganda de mau gosto.
- Acho muito ruim fazer essa associação com a imagem do Rio, que vai sediar a Copa do Mundo de 2014 e está lutando pelas Olimpíadas de 2016. Não sei se a intenção é essa, mas a propaganda pode ser intepretada de várias maneiras, e isso prejudica o Rio - afirmou.
O deputado disse ainda que pretende propor que a comissão peça uma explicação à embaixada britânica no Brasil:
- Acho que cabe pedir um esclarecimento melhor sobre a campanha. É importante também que isso seja feito em conjunto com o município do Rio e a Riotur.
A campanha chamou a atenção do brasileiro Bruno Natal, que fotografou o cartaz para o seu blog:
"Tá brabo...Se bem que essa fama de terra sem lei, onde nada tem maiores consequências, na verdade não é só do Rio, é do país todo", escreveu.
Em entrevista ao GLOBO, Natal explicou que a foto foi tirada em Londres, na Shoreditch High Street, há menos de uma semana.
- O cartaz estava num abrigo de ônibus, e nem tinha Burguer King ali perto - contou
Procurados, representantes da rede Burger King em São Paulo informaram que apenas os responsáveis pela empresa na Europa poderiam falar sobre o assunto. A reportagem tentou contato com o escritório sediado na Suíça, mas até o fechamento da edição não obteve resposta. No ano passado, o presidente mundial da Burger King, John Chidsey, anunciou que iria investir R$ 50 milhões para abrir 44 novas lojas no país até o fim deste ano. No Rio, a rede anunciou mais duas lojas. Imagem do Rio será prejudicada pela campanha do Burger King?
Em fevereiro deste ano, uma r campanha publicitária da rede de lojas italiana Relish causou polêmica no Brasil e na Itália . Na Itália, as fotos que mostravam duas mulheres sendo revistadas de forma abusiva por homens vestidos como policiais militares em Ipanema, na Zona Sul do Rio, causou alvoroço em Nápoles, onde foi veiculada em outdoors. Organizações feministas e até a prefeitura da cidade se manifestaram contra as fotos. Já no Brasil, o secretário Especial de Turismo e presidente da Riotur, Antonio Pedro Figueira de Mello, repudiou veementemente a propaganda e disse que esse tipo de publicidade desrespeita não só a corporação da Polícia Militar como compromete a imagem do Rio de Janeiro. A PM considerou a campanha de mau gosto. O governador Sérgio Cabral, no entanto, considerou a polêmica uma tolice .
Em nota, a Relish divulgou se desculpando pela propaganda . A grife afirmou que "não teve intenção de transformar as fotos em um incidente diplomático entre Itália e Brasil", e disse que eles estavam arrependidos de terem causado uma reação negativa, reforçando que a campanha representava uma situação ficcional com falsos policiais, interpretados por dois atores usando falsos uniformes.



O Globo On Line
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RIO - A nova campanha publicitária da rede americana Burger King veiculada na Inglaterra pode tirar muito carioca do sério. Entre os cartazes que divulgam a nova promoção está a seguinte frase: "One way ticket to Rio not necessary. You'll feel like you´re robbing us" (algo como "Não é necessário uma passagem só de ida para o Rio. Você vai sentir como se estivesse nos roubando"). De acordo com sites ingleses especializados em marketing, a idéia do cartaz é fazer uma brincadeira com a história do inglês Ronald Biggs, de 79 anos, que em 1963 participou do roubo do trem pagador britânico - conhecido como 'Great train robbery'. Biggs se refugiou no Rio de Janeiro, onde viveu por cerca de 30 anos, até retornar para a Inglaterra, em 2001. O vice-presidente da comissão de Turismo da Assembléia Legislativa do Rio, Glauco Lopes (PSDB), considerou a propaganda de mau gosto.
- Acho muito ruim fazer essa associação com a imagem do Rio, que vai sediar a Copa do Mundo de 2014 e está lutando pelas Olimpíadas de 2016. Não sei se a intenção é essa, mas a propaganda pode ser intepretada de várias maneiras, e isso prejudica o Rio - afirmou.
O deputado disse ainda que pretende propor que a comissão peça uma explicação à embaixada britânica no Brasil:
- Acho que cabe pedir um esclarecimento melhor sobre a campanha. É importante também que isso seja feito em conjunto com o município do Rio e a Riotur.
A campanha chamou a atenção do brasileiro Bruno Natal, que fotografou o cartaz para o seu blog:
"Tá brabo...Se bem que essa fama de terra sem lei, onde nada tem maiores consequências, na verdade não é só do Rio, é do país todo", escreveu.
Em entrevista ao GLOBO, Natal explicou que a foto foi tirada em Londres, na Shoreditch High Street, há menos de uma semana.
- O cartaz estava num abrigo de ônibus, e nem tinha Burguer King ali perto - contou
Procurados, representantes da rede Burger King em São Paulo informaram que apenas os responsáveis pela empresa na Europa poderiam falar sobre o assunto. A reportagem tentou contato com o escritório sediado na Suíça, mas até o fechamento da edição não obteve resposta. No ano passado, o presidente mundial da Burger King, John Chidsey, anunciou que iria investir R$ 50 milhões para abrir 44 novas lojas no país até o fim deste ano. No Rio, a rede anunciou mais duas lojas. Imagem do Rio será prejudicada pela campanha do Burger King?
Em fevereiro deste ano, uma r campanha publicitária da rede de lojas italiana Relish causou polêmica no Brasil e na Itália . Na Itália, as fotos que mostravam duas mulheres sendo revistadas de forma abusiva por homens vestidos como policiais militares em Ipanema, na Zona Sul do Rio, causou alvoroço em Nápoles, onde foi veiculada em outdoors. Organizações feministas e até a prefeitura da cidade se manifestaram contra as fotos. Já no Brasil, o secretário Especial de Turismo e presidente da Riotur, Antonio Pedro Figueira de Mello, repudiou veementemente a propaganda e disse que esse tipo de publicidade desrespeita não só a corporação da Polícia Militar como compromete a imagem do Rio de Janeiro. A PM considerou a campanha de mau gosto. O governador Sérgio Cabral, no entanto, considerou a polêmica uma tolice .
Em nota, a Relish divulgou se desculpando pela propaganda . A grife afirmou que "não teve intenção de transformar as fotos em um incidente diplomático entre Itália e Brasil", e disse que eles estavam arrependidos de terem causado uma reação negativa, reforçando que a campanha representava uma situação ficcional com falsos policiais, interpretados por dois atores usando falsos uniformes.



O Globo On Line
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RIO - A nova campanha publicitária da rede americana Burger King veiculada na Inglaterra pode tirar muito carioca do sério. Entre os cartazes que divulgam a nova promoção está a seguinte frase: "One way ticket to Rio not necessary. You'll feel like you´re robbing us" (algo como "Não é necessário uma passagem só de ida para o Rio. Você vai sentir como se estivesse nos roubando"). De acordo com sites ingleses especializados em marketing, a idéia do cartaz é fazer uma brincadeira com a história do inglês Ronald Biggs, de 79 anos, que em 1963 participou do roubo do trem pagador britânico - conhecido como 'Great train robbery'. Biggs se refugiou no Rio de Janeiro, onde viveu por cerca de 30 anos, até retornar para a Inglaterra, em 2001. O vice-presidente da comissão de Turismo da Assembléia Legislativa do Rio, Glauco Lopes (PSDB), considerou a propaganda de mau gosto.
- Acho muito ruim fazer essa associação com a imagem do Rio, que vai sediar a Copa do Mundo de 2014 e está lutando pelas Olimpíadas de 2016. Não sei se a intenção é essa, mas a propaganda pode ser intepretada de várias maneiras, e isso prejudica o Rio - afirmou.
O deputado disse ainda que pretende propor que a comissão peça uma explicação à embaixada britânica no Brasil:
- Acho que cabe pedir um esclarecimento melhor sobre a campanha. É importante também que isso seja feito em conjunto com o município do Rio e a Riotur.
A campanha chamou a atenção do brasileiro Bruno Natal, que fotografou o cartaz para o seu blog:
"Tá brabo...Se bem que essa fama de terra sem lei, onde nada tem maiores consequências, na verdade não é só do Rio, é do país todo", escreveu.
Em entrevista ao GLOBO, Natal explicou que a foto foi tirada em Londres, na Shoreditch High Street, há menos de uma semana.
- O cartaz estava num abrigo de ônibus, e nem tinha Burguer King ali perto - contou
Procurados, representantes da rede Burger King em São Paulo informaram que apenas os responsáveis pela empresa na Europa poderiam falar sobre o assunto. A reportagem tentou contato com o escritório sediado na Suíça, mas até o fechamento da edição não obteve resposta. No ano passado, o presidente mundial da Burger King, John Chidsey, anunciou que iria investir R$ 50 milhões para abrir 44 novas lojas no país até o fim deste ano. No Rio, a rede anunciou mais duas lojas. Imagem do Rio será prejudicada pela campanha do Burger King?
Em fevereiro deste ano, uma r campanha publicitária da rede de lojas italiana Relish causou polêmica no Brasil e na Itália . Na Itália, as fotos que mostravam duas mulheres sendo revistadas de forma abusiva por homens vestidos como policiais militares em Ipanema, na Zona Sul do Rio, causou alvoroço em Nápoles, onde foi veiculada em outdoors. Organizações feministas e até a prefeitura da cidade se manifestaram contra as fotos. Já no Brasil, o secretário Especial de Turismo e presidente da Riotur, Antonio Pedro Figueira de Mello, repudiou veementemente a propaganda e disse que esse tipo de publicidade desrespeita não só a corporação da Polícia Militar como compromete a imagem do Rio de Janeiro. A PM considerou a campanha de mau gosto. O governador Sérgio Cabral, no entanto, considerou a polêmica uma tolice .
Em nota, a Relish divulgou se desculpando pela propaganda . A grife afirmou que "não teve intenção de transformar as fotos em um incidente diplomático entre Itália e Brasil", e disse que eles estavam arrependidos de terem causado uma reação negativa, reforçando que a campanha representava uma situação ficcional com falsos policiais, interpretados por dois atores usando falsos uniformes.



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RIO - A nova campanha publicitária da rede americana Burger King veiculada na Inglaterra pode tirar muito carioca do sério. Entre os cartazes que divulgam a nova promoção está a seguinte frase: "One way ticket to Rio not necessary. You'll feel like you´re robbing us" (algo como "Não é necessário uma passagem só de ida para o Rio. Você vai sentir como se estivesse nos roubando"). De acordo com sites ingleses especializados em marketing, a idéia do cartaz é fazer uma brincadeira com a história do inglês Ronald Biggs, de 79 anos, que em 1963 participou do roubo do trem pagador britânico - conhecido como 'Great train robbery'. Biggs se refugiou no Rio de Janeiro, onde viveu por cerca de 30 anos, até retornar para a Inglaterra, em 2001. O vice-presidente da comissão de Turismo da Assembléia Legislativa do Rio, Glauco Lopes (PSDB), considerou a propaganda de mau gosto.
- Acho muito ruim fazer essa associação com a imagem do Rio, que vai sediar a Copa do Mundo de 2014 e está lutando pelas Olimpíadas de 2016. Não sei se a intenção é essa, mas a propaganda pode ser intepretada de várias maneiras, e isso prejudica o Rio - afirmou.
O deputado disse ainda que pretende propor que a comissão peça uma explicação à embaixada britânica no Brasil:
- Acho que cabe pedir um esclarecimento melhor sobre a campanha. É importante também que isso seja feito em conjunto com o município do Rio e a Riotur.
A campanha chamou a atenção do brasileiro Bruno Natal, que fotografou o cartaz para o seu blog:
"Tá brabo...Se bem que essa fama de terra sem lei, onde nada tem maiores consequências, na verdade não é só do Rio, é do país todo", escreveu.
Em entrevista ao GLOBO, Natal explicou que a foto foi tirada em Londres, na Shoreditch High Street, há menos de uma semana.
- O cartaz estava num abrigo de ônibus, e nem tinha Burguer King ali perto - contou
Procurados, representantes da rede Burger King em São Paulo informaram que apenas os responsáveis pela empresa na Europa poderiam falar sobre o assunto. A reportagem tentou contato com o escritório sediado na Suíça, mas até o fechamento da edição não obteve resposta. No ano passado, o presidente mundial da Burger King, John Chidsey, anunciou que iria investir R$ 50 milhões para abrir 44 novas lojas no país até o fim deste ano. No Rio, a rede anunciou mais duas lojas. Imagem do Rio será prejudicada pela campanha do Burger King?
Em fevereiro deste ano, uma r campanha publicitária da rede de lojas italiana Relish causou polêmica no Brasil e na Itália . Na Itália, as fotos que mostravam duas mulheres sendo revistadas de forma abusiva por homens vestidos como policiais militares em Ipanema, na Zona Sul do Rio, causou alvoroço em Nápoles, onde foi veiculada em outdoors. Organizações feministas e até a prefeitura da cidade se manifestaram contra as fotos. Já no Brasil, o secretário Especial de Turismo e presidente da Riotur, Antonio Pedro Figueira de Mello, repudiou veementemente a propaganda e disse que esse tipo de publicidade desrespeita não só a corporação da Polícia Militar como compromete a imagem do Rio de Janeiro. A PM considerou a campanha de mau gosto. O governador Sérgio Cabral, no entanto, considerou a polêmica uma tolice .
Em nota, a Relish divulgou se desculpando pela propaganda . A grife afirmou que "não teve intenção de transformar as fotos em um incidente diplomático entre Itália e Brasil", e disse que eles estavam arrependidos de terem causado uma reação negativa, reforçando que a campanha representava uma situação ficcional com falsos policiais, interpretados por dois atores usando falsos uniformes.



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- Acho muito ruim fazer essa associação com a imagem do Rio, que vai sediar a Copa do Mundo de 2014 e está lutando pelas Olimpíadas de 2016. Não sei se a intenção é essa, mas a propaganda pode ser intepretada de várias maneiras, e isso prejudica o Rio - afirmou.
O deputado disse ainda que pretende propor que a comissão peça uma explicação à embaixada britânica no Brasil:
- Acho que cabe pedir um esclarecimento melhor sobre a campanha. É importante também que isso seja feito em conjunto com o município do Rio e a Riotur.
A campanha chamou a atenção do brasileiro Bruno Natal, que fotografou o cartaz para o seu blog:
"Tá brabo...Se bem que essa fama de terra sem lei, onde nada tem maiores consequências, na verdade não é só do Rio, é do país todo", escreveu.
Em entrevista ao GLOBO, Natal explicou que a foto foi tirada em Londres, na Shoreditch High Street, há menos de uma semana.
- O cartaz estava num abrigo de ônibus, e nem tinha Burguer King ali perto - contou
Procurados, representantes da rede Burger King em São Paulo informaram que apenas os responsáveis pela empresa na Europa poderiam falar sobre o assunto. A reportagem tentou contato com o escritório sediado na Suíça, mas até o fechamento da edição não obteve resposta. No ano passado, o presidente mundial da Burger King, John Chidsey, anunciou que iria investir R$ 50 milhões para abrir 44 novas lojas no país até o fim deste ano. No Rio, a rede anunciou mais duas lojas. Imagem do Rio será prejudicada pela campanha do Burger King?
Em fevereiro deste ano, uma r campanha publicitária da rede de lojas italiana Relish causou polêmica no Brasil e na Itália . Na Itália, as fotos que mostravam duas mulheres sendo revistadas de forma abusiva por homens vestidos como policiais militares em Ipanema, na Zona Sul do Rio, causou alvoroço em Nápoles, onde foi veiculada em outdoors. Organizações feministas e até a prefeitura da cidade se manifestaram contra as fotos. Já no Brasil, o secretário Especial de Turismo e presidente da Riotur, Antonio Pedro Figueira de Mello, repudiou veementemente a propaganda e disse que esse tipo de publicidade desrespeita não só a corporação da Polícia Militar como compromete a imagem do Rio de Janeiro. A PM considerou a campanha de mau gosto. O governador Sérgio Cabral, no entanto, considerou a polêmica uma tolice .
Em nota, a Relish divulgou se desculpando pela propaganda . A grife afirmou que "não teve intenção de transformar as fotos em um incidente diplomático entre Itália e Brasil", e disse que eles estavam arrependidos de terem causado uma reação negativa, reforçando que a campanha representava uma situação ficcional com falsos policiais, interpretados por dois atores usando falsos uniformes.



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Em comparação com crianças maiores, aquelas abaixo de dois anos de idade apresentam maior risco de desenvolver lesões após traumatismo craniano. Entretanto, não parece razoável solicitar radiografia ou tomografia computadorizada (TC) de crânio para todas as crianças dessa faixa etária com traumatismo craniano. Schutzman e colaboradores fazem uma revisão da literatura sobre trauma craniano em crianças e propõem um conjunto de diretrizes para a avaliação e investigação desses pacientes.
O traumatismo craniano leve é definido como o trauma fechado envolvendo o couro cabeludo, crânio ou cérebro, no qual a pessoa permanece consciente ou desperta facilmente. Os autores não incluíram crianças com história prévia de lesões cranianas ou com suspeita de abuso.
O estudo englobou a revisão de 404 artigos sobre traumatismo craniano em crianças obtidos através de pesquisa no MEDLINE. O grupo de especialistas responsáveis pelo estudo incluiu quatro pediatras especialistas em emergência, um médico de emergência com experiência em trauma craniano pediátrico, dois neurocirurgiões pediátricos, um neuro-radiologista pediátrico e um pediatra geral. Cada um desses membros era médico acadêmico com dedicação integral e reconhecimento nacional em trauma craniano pediátrico. Os dados foram revisados para determinar diretrizes para a abordagem desses pacientes. Nos casos em que não houvesse dados suficientes, utilizou-se o consenso dos especialistas.
As lesões intracranianas agudas geralmente podem ser diagnosticadas com o uso da tomografia computadorizada (TC). Em crianças mais jovens com traumatismo craniano leve, a incidência de lesões intracranianas (hematoma, contusão ou edema cerebral) é menor que 6%. Entre as condições que estão muitas vezes associadas a lesões intracranianas, destacam-se a fratura do crânio, alterações no nível de consciência, achados neurológicos focais, edema de couro cabeludo e idade mais jovem. Vômitos e perda da consciência não são parâmetros que podem ser utilizados como sugestivos de lesão intracraniana. Quanto mais jovem for a criança, maior a probabilidade de ocorrerem lesões intracranianas assintomáticas. Entre as condições acima, a fratura do crânio é o sinal que demonstra maior relação com a existência de lesões intracranianas. Deve-se suspeitar de fratura em crianças mais jovens e naquelas com hematoma de couro cabeludo (sensibilidade: 80 a 100%). Em crianças com fratura do crânio, podem ser identificadas lesões intracranianas em 15 a 30% dos casos. Nos casos de crianças com trauma leve e TC normal, nenhum caso demonstrou piora clínica posteriormente.
Os autores concluem que (1) a solicitação de radiografia ou tomografia de crânio deve ser liberal em crianças abaixo de 2 anos de idade, (2) quanto maior o número de sinais e sintomas associados, maior a probabilidade do médico solicitar exames de imagem, e (3) quanto maior a energia do trauma e mais relevantes os achados do exame físico, maior o risco de haver lesões intracranianas.
Os pacientes de risco elevado (crianças menores de 3 meses de idade, com rebaixamento do nível de consciência, alterações neurológicas, afundamento ou fratura da base do crânio, fratura craniana aguda, fontanelas abauladas ou irritabilidade) devem realizar TC. Segundo os especialistas, crianças apresentando convulsões, vômitos progressivos ou perda de consciência também devem realizar TC, embora a literatura não demonstre que esses fatores estejam isoladamente associados com um maior risco de lesão intracraniana.
Os pacientes de risco intermediário podem ser mantidos em observação clínica ou realizar TC, enquanto aqueles de baixo risco devem ser mantidos em observação para a identificação de sinais e sintomas sugestivos de lesão intracraniana. A categoria de risco intermediário inclui crianças com três ou mais episódios de vômito (um número maior coloca a criança na categoria de alto risco), perda transitória da consciência, irritabilidade, alterações do comportamento ou com fratura de crânio há mais de 24 horas. Quando não for solicitada TC de crânio, a criança deve ser mantida em observação clínica durante pelo menos seis horas. Com o aparecimento de outros sinais ou sintomas, deve-se solicitar a TC de crânio. Excetuando-se os casos onde há suspeita de abuso ou negligência, não é necessário solicitar radiografia de crânio.
Outra categoria de risco intermediário inclui as crianças que, após o exame físico, receberam a hipótese diagnóstica de fratura do crânio ou aquelas com mecanismo de lesão desconhecido. Nesses casos, pode ser necessário manter os pacientes em observação ou solicitar radiografia ou tomografia de crânio, ou ainda empregar todos esses métodos de avaliação. No casos sintomáticos, deve-se realizar tomografia de crânio. As diretrizes propostas estão resumidas em um algoritmo encontrado no artigo original.

Dra. Elisabete Almeida - drabetty@lincx.com.br


Schutzman SA, et al. Evaluation and management of children younger than two years old with apparently minor head trauma: proposed guidelines. Pediatrics May 2001;107:983-93.

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Em comparação com crianças maiores, aquelas abaixo de dois anos de idade apresentam maior risco de desenvolver lesões após traumatismo craniano. Entretanto, não parece razoável solicitar radiografia ou tomografia computadorizada (TC) de crânio para todas as crianças dessa faixa etária com traumatismo craniano. Schutzman e colaboradores fazem uma revisão da literatura sobre trauma craniano em crianças e propõem um conjunto de diretrizes para a avaliação e investigação desses pacientes.
O traumatismo craniano leve é definido como o trauma fechado envolvendo o couro cabeludo, crânio ou cérebro, no qual a pessoa permanece consciente ou desperta facilmente. Os autores não incluíram crianças com história prévia de lesões cranianas ou com suspeita de abuso.
O estudo englobou a revisão de 404 artigos sobre traumatismo craniano em crianças obtidos através de pesquisa no MEDLINE. O grupo de especialistas responsáveis pelo estudo incluiu quatro pediatras especialistas em emergência, um médico de emergência com experiência em trauma craniano pediátrico, dois neurocirurgiões pediátricos, um neuro-radiologista pediátrico e um pediatra geral. Cada um desses membros era médico acadêmico com dedicação integral e reconhecimento nacional em trauma craniano pediátrico. Os dados foram revisados para determinar diretrizes para a abordagem desses pacientes. Nos casos em que não houvesse dados suficientes, utilizou-se o consenso dos especialistas.
As lesões intracranianas agudas geralmente podem ser diagnosticadas com o uso da tomografia computadorizada (TC). Em crianças mais jovens com traumatismo craniano leve, a incidência de lesões intracranianas (hematoma, contusão ou edema cerebral) é menor que 6%. Entre as condições que estão muitas vezes associadas a lesões intracranianas, destacam-se a fratura do crânio, alterações no nível de consciência, achados neurológicos focais, edema de couro cabeludo e idade mais jovem. Vômitos e perda da consciência não são parâmetros que podem ser utilizados como sugestivos de lesão intracraniana. Quanto mais jovem for a criança, maior a probabilidade de ocorrerem lesões intracranianas assintomáticas. Entre as condições acima, a fratura do crânio é o sinal que demonstra maior relação com a existência de lesões intracranianas. Deve-se suspeitar de fratura em crianças mais jovens e naquelas com hematoma de couro cabeludo (sensibilidade: 80 a 100%). Em crianças com fratura do crânio, podem ser identificadas lesões intracranianas em 15 a 30% dos casos. Nos casos de crianças com trauma leve e TC normal, nenhum caso demonstrou piora clínica posteriormente.
Os autores concluem que (1) a solicitação de radiografia ou tomografia de crânio deve ser liberal em crianças abaixo de 2 anos de idade, (2) quanto maior o número de sinais e sintomas associados, maior a probabilidade do médico solicitar exames de imagem, e (3) quanto maior a energia do trauma e mais relevantes os achados do exame físico, maior o risco de haver lesões intracranianas.
Os pacientes de risco elevado (crianças menores de 3 meses de idade, com rebaixamento do nível de consciência, alterações neurológicas, afundamento ou fratura da base do crânio, fratura craniana aguda, fontanelas abauladas ou irritabilidade) devem realizar TC. Segundo os especialistas, crianças apresentando convulsões, vômitos progressivos ou perda de consciência também devem realizar TC, embora a literatura não demonstre que esses fatores estejam isoladamente associados com um maior risco de lesão intracraniana.
Os pacientes de risco intermediário podem ser mantidos em observação clínica ou realizar TC, enquanto aqueles de baixo risco devem ser mantidos em observação para a identificação de sinais e sintomas sugestivos de lesão intracraniana. A categoria de risco intermediário inclui crianças com três ou mais episódios de vômito (um número maior coloca a criança na categoria de alto risco), perda transitória da consciência, irritabilidade, alterações do comportamento ou com fratura de crânio há mais de 24 horas. Quando não for solicitada TC de crânio, a criança deve ser mantida em observação clínica durante pelo menos seis horas. Com o aparecimento de outros sinais ou sintomas, deve-se solicitar a TC de crânio. Excetuando-se os casos onde há suspeita de abuso ou negligência, não é necessário solicitar radiografia de crânio.
Outra categoria de risco intermediário inclui as crianças que, após o exame físico, receberam a hipótese diagnóstica de fratura do crânio ou aquelas com mecanismo de lesão desconhecido. Nesses casos, pode ser necessário manter os pacientes em observação ou solicitar radiografia ou tomografia de crânio, ou ainda empregar todos esses métodos de avaliação. No casos sintomáticos, deve-se realizar tomografia de crânio. As diretrizes propostas estão resumidas em um algoritmo encontrado no artigo original.

Dra. Elisabete Almeida - drabetty@lincx.com.br


Schutzman SA, et al. Evaluation and management of children younger than two years old with apparently minor head trauma: proposed guidelines. Pediatrics May 2001;107:983-93.

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Em comparação com crianças maiores, aquelas abaixo de dois anos de idade apresentam maior risco de desenvolver lesões após traumatismo craniano. Entretanto, não parece razoável solicitar radiografia ou tomografia computadorizada (TC) de crânio para todas as crianças dessa faixa etária com traumatismo craniano. Schutzman e colaboradores fazem uma revisão da literatura sobre trauma craniano em crianças e propõem um conjunto de diretrizes para a avaliação e investigação desses pacientes.
O traumatismo craniano leve é definido como o trauma fechado envolvendo o couro cabeludo, crânio ou cérebro, no qual a pessoa permanece consciente ou desperta facilmente. Os autores não incluíram crianças com história prévia de lesões cranianas ou com suspeita de abuso.
O estudo englobou a revisão de 404 artigos sobre traumatismo craniano em crianças obtidos através de pesquisa no MEDLINE. O grupo de especialistas responsáveis pelo estudo incluiu quatro pediatras especialistas em emergência, um médico de emergência com experiência em trauma craniano pediátrico, dois neurocirurgiões pediátricos, um neuro-radiologista pediátrico e um pediatra geral. Cada um desses membros era médico acadêmico com dedicação integral e reconhecimento nacional em trauma craniano pediátrico. Os dados foram revisados para determinar diretrizes para a abordagem desses pacientes. Nos casos em que não houvesse dados suficientes, utilizou-se o consenso dos especialistas.
As lesões intracranianas agudas geralmente podem ser diagnosticadas com o uso da tomografia computadorizada (TC). Em crianças mais jovens com traumatismo craniano leve, a incidência de lesões intracranianas (hematoma, contusão ou edema cerebral) é menor que 6%. Entre as condições que estão muitas vezes associadas a lesões intracranianas, destacam-se a fratura do crânio, alterações no nível de consciência, achados neurológicos focais, edema de couro cabeludo e idade mais jovem. Vômitos e perda da consciência não são parâmetros que podem ser utilizados como sugestivos de lesão intracraniana. Quanto mais jovem for a criança, maior a probabilidade de ocorrerem lesões intracranianas assintomáticas. Entre as condições acima, a fratura do crânio é o sinal que demonstra maior relação com a existência de lesões intracranianas. Deve-se suspeitar de fratura em crianças mais jovens e naquelas com hematoma de couro cabeludo (sensibilidade: 80 a 100%). Em crianças com fratura do crânio, podem ser identificadas lesões intracranianas em 15 a 30% dos casos. Nos casos de crianças com trauma leve e TC normal, nenhum caso demonstrou piora clínica posteriormente.
Os autores concluem que (1) a solicitação de radiografia ou tomografia de crânio deve ser liberal em crianças abaixo de 2 anos de idade, (2) quanto maior o número de sinais e sintomas associados, maior a probabilidade do médico solicitar exames de imagem, e (3) quanto maior a energia do trauma e mais relevantes os achados do exame físico, maior o risco de haver lesões intracranianas.
Os pacientes de risco elevado (crianças menores de 3 meses de idade, com rebaixamento do nível de consciência, alterações neurológicas, afundamento ou fratura da base do crânio, fratura craniana aguda, fontanelas abauladas ou irritabilidade) devem realizar TC. Segundo os especialistas, crianças apresentando convulsões, vômitos progressivos ou perda de consciência também devem realizar TC, embora a literatura não demonstre que esses fatores estejam isoladamente associados com um maior risco de lesão intracraniana.
Os pacientes de risco intermediário podem ser mantidos em observação clínica ou realizar TC, enquanto aqueles de baixo risco devem ser mantidos em observação para a identificação de sinais e sintomas sugestivos de lesão intracraniana. A categoria de risco intermediário inclui crianças com três ou mais episódios de vômito (um número maior coloca a criança na categoria de alto risco), perda transitória da consciência, irritabilidade, alterações do comportamento ou com fratura de crânio há mais de 24 horas. Quando não for solicitada TC de crânio, a criança deve ser mantida em observação clínica durante pelo menos seis horas. Com o aparecimento de outros sinais ou sintomas, deve-se solicitar a TC de crânio. Excetuando-se os casos onde há suspeita de abuso ou negligência, não é necessário solicitar radiografia de crânio.
Outra categoria de risco intermediário inclui as crianças que, após o exame físico, receberam a hipótese diagnóstica de fratura do crânio ou aquelas com mecanismo de lesão desconhecido. Nesses casos, pode ser necessário manter os pacientes em observação ou solicitar radiografia ou tomografia de crânio, ou ainda empregar todos esses métodos de avaliação. No casos sintomáticos, deve-se realizar tomografia de crânio. As diretrizes propostas estão resumidas em um algoritmo encontrado no artigo original.

Dra. Elisabete Almeida - drabetty@lincx.com.br


Schutzman SA, et al. Evaluation and management of children younger than two years old with apparently minor head trauma: proposed guidelines. Pediatrics May 2001;107:983-93.

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link do postPor anjoseguerreiros, às 08:10  comentar

Em comparação com crianças maiores, aquelas abaixo de dois anos de idade apresentam maior risco de desenvolver lesões após traumatismo craniano. Entretanto, não parece razoável solicitar radiografia ou tomografia computadorizada (TC) de crânio para todas as crianças dessa faixa etária com traumatismo craniano. Schutzman e colaboradores fazem uma revisão da literatura sobre trauma craniano em crianças e propõem um conjunto de diretrizes para a avaliação e investigação desses pacientes.
O traumatismo craniano leve é definido como o trauma fechado envolvendo o couro cabeludo, crânio ou cérebro, no qual a pessoa permanece consciente ou desperta facilmente. Os autores não incluíram crianças com história prévia de lesões cranianas ou com suspeita de abuso.
O estudo englobou a revisão de 404 artigos sobre traumatismo craniano em crianças obtidos através de pesquisa no MEDLINE. O grupo de especialistas responsáveis pelo estudo incluiu quatro pediatras especialistas em emergência, um médico de emergência com experiência em trauma craniano pediátrico, dois neurocirurgiões pediátricos, um neuro-radiologista pediátrico e um pediatra geral. Cada um desses membros era médico acadêmico com dedicação integral e reconhecimento nacional em trauma craniano pediátrico. Os dados foram revisados para determinar diretrizes para a abordagem desses pacientes. Nos casos em que não houvesse dados suficientes, utilizou-se o consenso dos especialistas.
As lesões intracranianas agudas geralmente podem ser diagnosticadas com o uso da tomografia computadorizada (TC). Em crianças mais jovens com traumatismo craniano leve, a incidência de lesões intracranianas (hematoma, contusão ou edema cerebral) é menor que 6%. Entre as condições que estão muitas vezes associadas a lesões intracranianas, destacam-se a fratura do crânio, alterações no nível de consciência, achados neurológicos focais, edema de couro cabeludo e idade mais jovem. Vômitos e perda da consciência não são parâmetros que podem ser utilizados como sugestivos de lesão intracraniana. Quanto mais jovem for a criança, maior a probabilidade de ocorrerem lesões intracranianas assintomáticas. Entre as condições acima, a fratura do crânio é o sinal que demonstra maior relação com a existência de lesões intracranianas. Deve-se suspeitar de fratura em crianças mais jovens e naquelas com hematoma de couro cabeludo (sensibilidade: 80 a 100%). Em crianças com fratura do crânio, podem ser identificadas lesões intracranianas em 15 a 30% dos casos. Nos casos de crianças com trauma leve e TC normal, nenhum caso demonstrou piora clínica posteriormente.
Os autores concluem que (1) a solicitação de radiografia ou tomografia de crânio deve ser liberal em crianças abaixo de 2 anos de idade, (2) quanto maior o número de sinais e sintomas associados, maior a probabilidade do médico solicitar exames de imagem, e (3) quanto maior a energia do trauma e mais relevantes os achados do exame físico, maior o risco de haver lesões intracranianas.
Os pacientes de risco elevado (crianças menores de 3 meses de idade, com rebaixamento do nível de consciência, alterações neurológicas, afundamento ou fratura da base do crânio, fratura craniana aguda, fontanelas abauladas ou irritabilidade) devem realizar TC. Segundo os especialistas, crianças apresentando convulsões, vômitos progressivos ou perda de consciência também devem realizar TC, embora a literatura não demonstre que esses fatores estejam isoladamente associados com um maior risco de lesão intracraniana.
Os pacientes de risco intermediário podem ser mantidos em observação clínica ou realizar TC, enquanto aqueles de baixo risco devem ser mantidos em observação para a identificação de sinais e sintomas sugestivos de lesão intracraniana. A categoria de risco intermediário inclui crianças com três ou mais episódios de vômito (um número maior coloca a criança na categoria de alto risco), perda transitória da consciência, irritabilidade, alterações do comportamento ou com fratura de crânio há mais de 24 horas. Quando não for solicitada TC de crânio, a criança deve ser mantida em observação clínica durante pelo menos seis horas. Com o aparecimento de outros sinais ou sintomas, deve-se solicitar a TC de crânio. Excetuando-se os casos onde há suspeita de abuso ou negligência, não é necessário solicitar radiografia de crânio.
Outra categoria de risco intermediário inclui as crianças que, após o exame físico, receberam a hipótese diagnóstica de fratura do crânio ou aquelas com mecanismo de lesão desconhecido. Nesses casos, pode ser necessário manter os pacientes em observação ou solicitar radiografia ou tomografia de crânio, ou ainda empregar todos esses métodos de avaliação. No casos sintomáticos, deve-se realizar tomografia de crânio. As diretrizes propostas estão resumidas em um algoritmo encontrado no artigo original.

Dra. Elisabete Almeida - drabetty@lincx.com.br


Schutzman SA, et al. Evaluation and management of children younger than two years old with apparently minor head trauma: proposed guidelines. Pediatrics May 2001;107:983-93.

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Em comparação com crianças maiores, aquelas abaixo de dois anos de idade apresentam maior risco de desenvolver lesões após traumatismo craniano. Entretanto, não parece razoável solicitar radiografia ou tomografia computadorizada (TC) de crânio para todas as crianças dessa faixa etária com traumatismo craniano. Schutzman e colaboradores fazem uma revisão da literatura sobre trauma craniano em crianças e propõem um conjunto de diretrizes para a avaliação e investigação desses pacientes.
O traumatismo craniano leve é definido como o trauma fechado envolvendo o couro cabeludo, crânio ou cérebro, no qual a pessoa permanece consciente ou desperta facilmente. Os autores não incluíram crianças com história prévia de lesões cranianas ou com suspeita de abuso.
O estudo englobou a revisão de 404 artigos sobre traumatismo craniano em crianças obtidos através de pesquisa no MEDLINE. O grupo de especialistas responsáveis pelo estudo incluiu quatro pediatras especialistas em emergência, um médico de emergência com experiência em trauma craniano pediátrico, dois neurocirurgiões pediátricos, um neuro-radiologista pediátrico e um pediatra geral. Cada um desses membros era médico acadêmico com dedicação integral e reconhecimento nacional em trauma craniano pediátrico. Os dados foram revisados para determinar diretrizes para a abordagem desses pacientes. Nos casos em que não houvesse dados suficientes, utilizou-se o consenso dos especialistas.
As lesões intracranianas agudas geralmente podem ser diagnosticadas com o uso da tomografia computadorizada (TC). Em crianças mais jovens com traumatismo craniano leve, a incidência de lesões intracranianas (hematoma, contusão ou edema cerebral) é menor que 6%. Entre as condições que estão muitas vezes associadas a lesões intracranianas, destacam-se a fratura do crânio, alterações no nível de consciência, achados neurológicos focais, edema de couro cabeludo e idade mais jovem. Vômitos e perda da consciência não são parâmetros que podem ser utilizados como sugestivos de lesão intracraniana. Quanto mais jovem for a criança, maior a probabilidade de ocorrerem lesões intracranianas assintomáticas. Entre as condições acima, a fratura do crânio é o sinal que demonstra maior relação com a existência de lesões intracranianas. Deve-se suspeitar de fratura em crianças mais jovens e naquelas com hematoma de couro cabeludo (sensibilidade: 80 a 100%). Em crianças com fratura do crânio, podem ser identificadas lesões intracranianas em 15 a 30% dos casos. Nos casos de crianças com trauma leve e TC normal, nenhum caso demonstrou piora clínica posteriormente.
Os autores concluem que (1) a solicitação de radiografia ou tomografia de crânio deve ser liberal em crianças abaixo de 2 anos de idade, (2) quanto maior o número de sinais e sintomas associados, maior a probabilidade do médico solicitar exames de imagem, e (3) quanto maior a energia do trauma e mais relevantes os achados do exame físico, maior o risco de haver lesões intracranianas.
Os pacientes de risco elevado (crianças menores de 3 meses de idade, com rebaixamento do nível de consciência, alterações neurológicas, afundamento ou fratura da base do crânio, fratura craniana aguda, fontanelas abauladas ou irritabilidade) devem realizar TC. Segundo os especialistas, crianças apresentando convulsões, vômitos progressivos ou perda de consciência também devem realizar TC, embora a literatura não demonstre que esses fatores estejam isoladamente associados com um maior risco de lesão intracraniana.
Os pacientes de risco intermediário podem ser mantidos em observação clínica ou realizar TC, enquanto aqueles de baixo risco devem ser mantidos em observação para a identificação de sinais e sintomas sugestivos de lesão intracraniana. A categoria de risco intermediário inclui crianças com três ou mais episódios de vômito (um número maior coloca a criança na categoria de alto risco), perda transitória da consciência, irritabilidade, alterações do comportamento ou com fratura de crânio há mais de 24 horas. Quando não for solicitada TC de crânio, a criança deve ser mantida em observação clínica durante pelo menos seis horas. Com o aparecimento de outros sinais ou sintomas, deve-se solicitar a TC de crânio. Excetuando-se os casos onde há suspeita de abuso ou negligência, não é necessário solicitar radiografia de crânio.
Outra categoria de risco intermediário inclui as crianças que, após o exame físico, receberam a hipótese diagnóstica de fratura do crânio ou aquelas com mecanismo de lesão desconhecido. Nesses casos, pode ser necessário manter os pacientes em observação ou solicitar radiografia ou tomografia de crânio, ou ainda empregar todos esses métodos de avaliação. No casos sintomáticos, deve-se realizar tomografia de crânio. As diretrizes propostas estão resumidas em um algoritmo encontrado no artigo original.

Dra. Elisabete Almeida - drabetty@lincx.com.br


Schutzman SA, et al. Evaluation and management of children younger than two years old with apparently minor head trauma: proposed guidelines. Pediatrics May 2001;107:983-93.

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SORRISO PARA A FOTO

Na Carolina do Sul, Estados Unidos, um instituto de preservação de espécies ameaçadas, o Institute of Greatly Endangered and Rare Species, está se tornando famoso por promover amizades inusitadas de orangotangos - há pouco mais de um mês, dois filhotes de leopardos foram fotografados abraçados com um desses animais. Desta vez, o flagrante de coleguismo aconteceu com um cachorro.
Passeio sobre elefante, descanso na grama, um mergulhinho na piscina…o orangotango, Suryia, e o cão, Roscoe, são companheiros em todas as atividades. Segundo o jornal The Sun, a repercussão da amizade inusitada foi tanta que os animais foram convidados a participar do programa de TV da norte-americana Oprah Winfrey (que comanda um famoso talk show nos Estados Unidos), em um quadro chamado “Amazing Animal Friendship” (ou “Amizade Animal Maravilhosa”, na tradução para o português).
“Encontramos Roscoe enquanto caminhávamos na mata próxima ao instituto. Ele estava bem magro e parecia meio perdido. Então, fomos alimentá-lo e passamos a tomar conta dele”, afirma o doutor Bhagavan Antle, fundador do instituto. “Assim que Suryia o viu, correu ao encontro dele e logo começaram a brincar”, diz.
Ainda de acordo com Antle, a amizade é ainda mais incomum porque, geralmente, cães têm medo dos primatas.

Mariana


GLOBO RURAL
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SORRISO PARA A FOTO

Na Carolina do Sul, Estados Unidos, um instituto de preservação de espécies ameaçadas, o Institute of Greatly Endangered and Rare Species, está se tornando famoso por promover amizades inusitadas de orangotangos - há pouco mais de um mês, dois filhotes de leopardos foram fotografados abraçados com um desses animais. Desta vez, o flagrante de coleguismo aconteceu com um cachorro.
Passeio sobre elefante, descanso na grama, um mergulhinho na piscina…o orangotango, Suryia, e o cão, Roscoe, são companheiros em todas as atividades. Segundo o jornal The Sun, a repercussão da amizade inusitada foi tanta que os animais foram convidados a participar do programa de TV da norte-americana Oprah Winfrey (que comanda um famoso talk show nos Estados Unidos), em um quadro chamado “Amazing Animal Friendship” (ou “Amizade Animal Maravilhosa”, na tradução para o português).
“Encontramos Roscoe enquanto caminhávamos na mata próxima ao instituto. Ele estava bem magro e parecia meio perdido. Então, fomos alimentá-lo e passamos a tomar conta dele”, afirma o doutor Bhagavan Antle, fundador do instituto. “Assim que Suryia o viu, correu ao encontro dele e logo começaram a brincar”, diz.
Ainda de acordo com Antle, a amizade é ainda mais incomum porque, geralmente, cães têm medo dos primatas.

Mariana


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Na Carolina do Sul, Estados Unidos, um instituto de preservação de espécies ameaçadas, o Institute of Greatly Endangered and Rare Species, está se tornando famoso por promover amizades inusitadas de orangotangos - há pouco mais de um mês, dois filhotes de leopardos foram fotografados abraçados com um desses animais. Desta vez, o flagrante de coleguismo aconteceu com um cachorro.
Passeio sobre elefante, descanso na grama, um mergulhinho na piscina…o orangotango, Suryia, e o cão, Roscoe, são companheiros em todas as atividades. Segundo o jornal The Sun, a repercussão da amizade inusitada foi tanta que os animais foram convidados a participar do programa de TV da norte-americana Oprah Winfrey (que comanda um famoso talk show nos Estados Unidos), em um quadro chamado “Amazing Animal Friendship” (ou “Amizade Animal Maravilhosa”, na tradução para o português).
“Encontramos Roscoe enquanto caminhávamos na mata próxima ao instituto. Ele estava bem magro e parecia meio perdido. Então, fomos alimentá-lo e passamos a tomar conta dele”, afirma o doutor Bhagavan Antle, fundador do instituto. “Assim que Suryia o viu, correu ao encontro dele e logo começaram a brincar”, diz.
Ainda de acordo com Antle, a amizade é ainda mais incomum porque, geralmente, cães têm medo dos primatas.

Mariana


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Na Carolina do Sul, Estados Unidos, um instituto de preservação de espécies ameaçadas, o Institute of Greatly Endangered and Rare Species, está se tornando famoso por promover amizades inusitadas de orangotangos - há pouco mais de um mês, dois filhotes de leopardos foram fotografados abraçados com um desses animais. Desta vez, o flagrante de coleguismo aconteceu com um cachorro.
Passeio sobre elefante, descanso na grama, um mergulhinho na piscina…o orangotango, Suryia, e o cão, Roscoe, são companheiros em todas as atividades. Segundo o jornal The Sun, a repercussão da amizade inusitada foi tanta que os animais foram convidados a participar do programa de TV da norte-americana Oprah Winfrey (que comanda um famoso talk show nos Estados Unidos), em um quadro chamado “Amazing Animal Friendship” (ou “Amizade Animal Maravilhosa”, na tradução para o português).
“Encontramos Roscoe enquanto caminhávamos na mata próxima ao instituto. Ele estava bem magro e parecia meio perdido. Então, fomos alimentá-lo e passamos a tomar conta dele”, afirma o doutor Bhagavan Antle, fundador do instituto. “Assim que Suryia o viu, correu ao encontro dele e logo começaram a brincar”, diz.
Ainda de acordo com Antle, a amizade é ainda mais incomum porque, geralmente, cães têm medo dos primatas.

Mariana


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Na Carolina do Sul, Estados Unidos, um instituto de preservação de espécies ameaçadas, o Institute of Greatly Endangered and Rare Species, está se tornando famoso por promover amizades inusitadas de orangotangos - há pouco mais de um mês, dois filhotes de leopardos foram fotografados abraçados com um desses animais. Desta vez, o flagrante de coleguismo aconteceu com um cachorro.
Passeio sobre elefante, descanso na grama, um mergulhinho na piscina…o orangotango, Suryia, e o cão, Roscoe, são companheiros em todas as atividades. Segundo o jornal The Sun, a repercussão da amizade inusitada foi tanta que os animais foram convidados a participar do programa de TV da norte-americana Oprah Winfrey (que comanda um famoso talk show nos Estados Unidos), em um quadro chamado “Amazing Animal Friendship” (ou “Amizade Animal Maravilhosa”, na tradução para o português).
“Encontramos Roscoe enquanto caminhávamos na mata próxima ao instituto. Ele estava bem magro e parecia meio perdido. Então, fomos alimentá-lo e passamos a tomar conta dele”, afirma o doutor Bhagavan Antle, fundador do instituto. “Assim que Suryia o viu, correu ao encontro dele e logo começaram a brincar”, diz.
Ainda de acordo com Antle, a amizade é ainda mais incomum porque, geralmente, cães têm medo dos primatas.

Mariana


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O julgamento de Mohammed D'Ali Carvalho dos Santos, condenado a 21 anos de prisão pelo assassinato da britânica Cara Marie Burke em Goiânia, no ano passado, foi destaque na imprensa britânica nesta sexta-feira.

No ano passado, o jovem assassinou a ex-namorada a facadas e esquartejou o corpo, que jogou em dois rios de Goiânia, num crime descrito como "bárbaro" pela promotoria.
O diário britânico The Guardian destaca o histórico de violência e uso de drogas do réu, e a morte de seu pai, quando ele tinha apenas dois anos de idade.
O pai do jovem, que era policial, foi morto de forma violenta e o corpo dele encontrado sem as pernas, os olhos e os órgãos genitais.
O Guardian ainda destaca uma entrevista dada por Mohammed D'Ali Carvalho dos Santos ao jornal pouco depois de ter cometido o assassinato, em que ele dizia não se lembrar de ter cometido o crime, mas admitiu ter "lembranças de tê-la cortado".
"Ele atribuiu suas ações ao vício de drogas que, segundo ele, foi adquirido quando ele morava em Londres com sua mãe. Ele disse que começou a usar crack em festas ilegais em Londres, em 2007", diz o Guardian.
O julgamento também foi notícia no diário britânico The Times, que destaca as fotografias do corpo da vítima tiradas pelo réu.
"Santos falou sem emoção em resposta às perguntas do promotor, rindo quando o juiz pediu que ele descrevesse em inglês a conversa que teve com Burke pouco antes de assassiná-la", diz o jornal.
Vários jornais destacaram também o argumento usado pela promotoria de que o crime teria sido motivado pela recusa da vítima em se casar com o réu, que queria obter um visto para poder viver na Grã-Bretanha.


BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:46  comentar

O julgamento de Mohammed D'Ali Carvalho dos Santos, condenado a 21 anos de prisão pelo assassinato da britânica Cara Marie Burke em Goiânia, no ano passado, foi destaque na imprensa britânica nesta sexta-feira.

No ano passado, o jovem assassinou a ex-namorada a facadas e esquartejou o corpo, que jogou em dois rios de Goiânia, num crime descrito como "bárbaro" pela promotoria.
O diário britânico The Guardian destaca o histórico de violência e uso de drogas do réu, e a morte de seu pai, quando ele tinha apenas dois anos de idade.
O pai do jovem, que era policial, foi morto de forma violenta e o corpo dele encontrado sem as pernas, os olhos e os órgãos genitais.
O Guardian ainda destaca uma entrevista dada por Mohammed D'Ali Carvalho dos Santos ao jornal pouco depois de ter cometido o assassinato, em que ele dizia não se lembrar de ter cometido o crime, mas admitiu ter "lembranças de tê-la cortado".
"Ele atribuiu suas ações ao vício de drogas que, segundo ele, foi adquirido quando ele morava em Londres com sua mãe. Ele disse que começou a usar crack em festas ilegais em Londres, em 2007", diz o Guardian.
O julgamento também foi notícia no diário britânico The Times, que destaca as fotografias do corpo da vítima tiradas pelo réu.
"Santos falou sem emoção em resposta às perguntas do promotor, rindo quando o juiz pediu que ele descrevesse em inglês a conversa que teve com Burke pouco antes de assassiná-la", diz o jornal.
Vários jornais destacaram também o argumento usado pela promotoria de que o crime teria sido motivado pela recusa da vítima em se casar com o réu, que queria obter um visto para poder viver na Grã-Bretanha.


BBC Brasil
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O julgamento de Mohammed D'Ali Carvalho dos Santos, condenado a 21 anos de prisão pelo assassinato da britânica Cara Marie Burke em Goiânia, no ano passado, foi destaque na imprensa britânica nesta sexta-feira.

No ano passado, o jovem assassinou a ex-namorada a facadas e esquartejou o corpo, que jogou em dois rios de Goiânia, num crime descrito como "bárbaro" pela promotoria.
O diário britânico The Guardian destaca o histórico de violência e uso de drogas do réu, e a morte de seu pai, quando ele tinha apenas dois anos de idade.
O pai do jovem, que era policial, foi morto de forma violenta e o corpo dele encontrado sem as pernas, os olhos e os órgãos genitais.
O Guardian ainda destaca uma entrevista dada por Mohammed D'Ali Carvalho dos Santos ao jornal pouco depois de ter cometido o assassinato, em que ele dizia não se lembrar de ter cometido o crime, mas admitiu ter "lembranças de tê-la cortado".
"Ele atribuiu suas ações ao vício de drogas que, segundo ele, foi adquirido quando ele morava em Londres com sua mãe. Ele disse que começou a usar crack em festas ilegais em Londres, em 2007", diz o Guardian.
O julgamento também foi notícia no diário britânico The Times, que destaca as fotografias do corpo da vítima tiradas pelo réu.
"Santos falou sem emoção em resposta às perguntas do promotor, rindo quando o juiz pediu que ele descrevesse em inglês a conversa que teve com Burke pouco antes de assassiná-la", diz o jornal.
Vários jornais destacaram também o argumento usado pela promotoria de que o crime teria sido motivado pela recusa da vítima em se casar com o réu, que queria obter um visto para poder viver na Grã-Bretanha.


BBC Brasil
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O julgamento de Mohammed D'Ali Carvalho dos Santos, condenado a 21 anos de prisão pelo assassinato da britânica Cara Marie Burke em Goiânia, no ano passado, foi destaque na imprensa britânica nesta sexta-feira.

No ano passado, o jovem assassinou a ex-namorada a facadas e esquartejou o corpo, que jogou em dois rios de Goiânia, num crime descrito como "bárbaro" pela promotoria.
O diário britânico The Guardian destaca o histórico de violência e uso de drogas do réu, e a morte de seu pai, quando ele tinha apenas dois anos de idade.
O pai do jovem, que era policial, foi morto de forma violenta e o corpo dele encontrado sem as pernas, os olhos e os órgãos genitais.
O Guardian ainda destaca uma entrevista dada por Mohammed D'Ali Carvalho dos Santos ao jornal pouco depois de ter cometido o assassinato, em que ele dizia não se lembrar de ter cometido o crime, mas admitiu ter "lembranças de tê-la cortado".
"Ele atribuiu suas ações ao vício de drogas que, segundo ele, foi adquirido quando ele morava em Londres com sua mãe. Ele disse que começou a usar crack em festas ilegais em Londres, em 2007", diz o Guardian.
O julgamento também foi notícia no diário britânico The Times, que destaca as fotografias do corpo da vítima tiradas pelo réu.
"Santos falou sem emoção em resposta às perguntas do promotor, rindo quando o juiz pediu que ele descrevesse em inglês a conversa que teve com Burke pouco antes de assassiná-la", diz o jornal.
Vários jornais destacaram também o argumento usado pela promotoria de que o crime teria sido motivado pela recusa da vítima em se casar com o réu, que queria obter um visto para poder viver na Grã-Bretanha.


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O julgamento de Mohammed D'Ali Carvalho dos Santos, condenado a 21 anos de prisão pelo assassinato da britânica Cara Marie Burke em Goiânia, no ano passado, foi destaque na imprensa britânica nesta sexta-feira.

No ano passado, o jovem assassinou a ex-namorada a facadas e esquartejou o corpo, que jogou em dois rios de Goiânia, num crime descrito como "bárbaro" pela promotoria.
O diário britânico The Guardian destaca o histórico de violência e uso de drogas do réu, e a morte de seu pai, quando ele tinha apenas dois anos de idade.
O pai do jovem, que era policial, foi morto de forma violenta e o corpo dele encontrado sem as pernas, os olhos e os órgãos genitais.
O Guardian ainda destaca uma entrevista dada por Mohammed D'Ali Carvalho dos Santos ao jornal pouco depois de ter cometido o assassinato, em que ele dizia não se lembrar de ter cometido o crime, mas admitiu ter "lembranças de tê-la cortado".
"Ele atribuiu suas ações ao vício de drogas que, segundo ele, foi adquirido quando ele morava em Londres com sua mãe. Ele disse que começou a usar crack em festas ilegais em Londres, em 2007", diz o Guardian.
O julgamento também foi notícia no diário britânico The Times, que destaca as fotografias do corpo da vítima tiradas pelo réu.
"Santos falou sem emoção em resposta às perguntas do promotor, rindo quando o juiz pediu que ele descrevesse em inglês a conversa que teve com Burke pouco antes de assassiná-la", diz o jornal.
Vários jornais destacaram também o argumento usado pela promotoria de que o crime teria sido motivado pela recusa da vítima em se casar com o réu, que queria obter um visto para poder viver na Grã-Bretanha.


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O diretor de operações do Comitê Internacional da Cruz Vermelha, Pierre Krahenbuhl, disse nesta quinta-feira que seus funcionários no Sri Lanka estão testemunhando uma "catástrofe humana inimaginável" na área dos confrontos entre o Exército e os rebeldes do grupo Tigres de Libertação da Pátria Tâmil.
"Nenhuma organização humanitária pode ajudá-los nas atuais circunstâncias", completou Krahenbuhl.
A organização diz que o navio Green Ocean, que leva ajuda humanitária para os civis, não consegue chegar à costa nordeste do país há três dias por causa dos confrontos. Outro navio, do Programa Alimentar Mundial, também está à espera de acesso para conseguir entregar ajuda na zona de conflito, disse o comitê.
Segundo o correspondente da BBC no Sri Lanka Charles Haviland, há informações de que os funcionários do último hospital ainda em funcionamento na zona de guerra abandonaram o local, alvo de bombardeios constantes nos últimos dias, deixando para trás cerca de 400 feridos em estado grave e cem cadáveres.
No entanto, essa informação, fornecida por um agente de saúde que não quis se identificar, não pôde ser confirmada de forma independente, disse Haviland.
A Organização das Nações Unidas (ONU) afirma que há cerca de 50 mil civis presos nas zonas de conflito. Esse número, porém, não é confirmado pelo governo do Sri Lanka.

Fuga
O governo rejeitou pedidos internacionais para interromper sua ofensiva contra o grupo rebelde. A justificativa é que uma pausa daria tempo aos rebeldes para se recuperar.
Um porta-voz do Exército, Udaya Nanayakkara, disse à BBC que aeronaves não-tripuladas sobrevoando a zona de conflito gravaram imagens de mais de 2 mil civis atravessando uma lagoa para escapar dos confrontos e chegar a áreas controladas pelo governo.
"Há muitas pessoas atravessando (a lagoa), e (os rebeldes) atiraram contra elas. Quatro pessoas foram mortas, e 14 ficaram feridas", disse Nanayakkara.
As informações do Exército, no entanto, não podem ser confirmadas de maneira independente. Os rebeldes não se pronunciaram sobre o episódio. Governo e rebeldes trocam acusações sobre mortes de civis.
Com o agravamento da crise, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, enviou seu chefe de gabinete, Vijay Nambiar, de volta ao Sri Lanka para pedir maior proteção aos civis presos nas áreas de confronto.
Nesta quinta-feira, a Grã-Bretanha, do qual o Sri Lanka foi colônia no passado, disse que apoia uma investigação sobre possíveis crimes de guerra cometidos nas zonas de conflito.
O Conselho de Segurança da ONU pediu ao governo e aos rebeldes que garantam a segurança dos civis. O conselho manifestou "grande preocupação" com o agravamento da crise na região.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, também pediu que o Exército interrompa os ataques a áreas de civis e que os rebeldes abandonem as armas.
Calcula-se que cerca de 200 mil civis estejam em campos de deslocados mantidos pelo governo.


BBC Brasil
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O diretor de operações do Comitê Internacional da Cruz Vermelha, Pierre Krahenbuhl, disse nesta quinta-feira que seus funcionários no Sri Lanka estão testemunhando uma "catástrofe humana inimaginável" na área dos confrontos entre o Exército e os rebeldes do grupo Tigres de Libertação da Pátria Tâmil.
"Nenhuma organização humanitária pode ajudá-los nas atuais circunstâncias", completou Krahenbuhl.
A organização diz que o navio Green Ocean, que leva ajuda humanitária para os civis, não consegue chegar à costa nordeste do país há três dias por causa dos confrontos. Outro navio, do Programa Alimentar Mundial, também está à espera de acesso para conseguir entregar ajuda na zona de conflito, disse o comitê.
Segundo o correspondente da BBC no Sri Lanka Charles Haviland, há informações de que os funcionários do último hospital ainda em funcionamento na zona de guerra abandonaram o local, alvo de bombardeios constantes nos últimos dias, deixando para trás cerca de 400 feridos em estado grave e cem cadáveres.
No entanto, essa informação, fornecida por um agente de saúde que não quis se identificar, não pôde ser confirmada de forma independente, disse Haviland.
A Organização das Nações Unidas (ONU) afirma que há cerca de 50 mil civis presos nas zonas de conflito. Esse número, porém, não é confirmado pelo governo do Sri Lanka.

Fuga
O governo rejeitou pedidos internacionais para interromper sua ofensiva contra o grupo rebelde. A justificativa é que uma pausa daria tempo aos rebeldes para se recuperar.
Um porta-voz do Exército, Udaya Nanayakkara, disse à BBC que aeronaves não-tripuladas sobrevoando a zona de conflito gravaram imagens de mais de 2 mil civis atravessando uma lagoa para escapar dos confrontos e chegar a áreas controladas pelo governo.
"Há muitas pessoas atravessando (a lagoa), e (os rebeldes) atiraram contra elas. Quatro pessoas foram mortas, e 14 ficaram feridas", disse Nanayakkara.
As informações do Exército, no entanto, não podem ser confirmadas de maneira independente. Os rebeldes não se pronunciaram sobre o episódio. Governo e rebeldes trocam acusações sobre mortes de civis.
Com o agravamento da crise, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, enviou seu chefe de gabinete, Vijay Nambiar, de volta ao Sri Lanka para pedir maior proteção aos civis presos nas áreas de confronto.
Nesta quinta-feira, a Grã-Bretanha, do qual o Sri Lanka foi colônia no passado, disse que apoia uma investigação sobre possíveis crimes de guerra cometidos nas zonas de conflito.
O Conselho de Segurança da ONU pediu ao governo e aos rebeldes que garantam a segurança dos civis. O conselho manifestou "grande preocupação" com o agravamento da crise na região.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, também pediu que o Exército interrompa os ataques a áreas de civis e que os rebeldes abandonem as armas.
Calcula-se que cerca de 200 mil civis estejam em campos de deslocados mantidos pelo governo.


BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:40  comentar

O diretor de operações do Comitê Internacional da Cruz Vermelha, Pierre Krahenbuhl, disse nesta quinta-feira que seus funcionários no Sri Lanka estão testemunhando uma "catástrofe humana inimaginável" na área dos confrontos entre o Exército e os rebeldes do grupo Tigres de Libertação da Pátria Tâmil.
"Nenhuma organização humanitária pode ajudá-los nas atuais circunstâncias", completou Krahenbuhl.
A organização diz que o navio Green Ocean, que leva ajuda humanitária para os civis, não consegue chegar à costa nordeste do país há três dias por causa dos confrontos. Outro navio, do Programa Alimentar Mundial, também está à espera de acesso para conseguir entregar ajuda na zona de conflito, disse o comitê.
Segundo o correspondente da BBC no Sri Lanka Charles Haviland, há informações de que os funcionários do último hospital ainda em funcionamento na zona de guerra abandonaram o local, alvo de bombardeios constantes nos últimos dias, deixando para trás cerca de 400 feridos em estado grave e cem cadáveres.
No entanto, essa informação, fornecida por um agente de saúde que não quis se identificar, não pôde ser confirmada de forma independente, disse Haviland.
A Organização das Nações Unidas (ONU) afirma que há cerca de 50 mil civis presos nas zonas de conflito. Esse número, porém, não é confirmado pelo governo do Sri Lanka.

Fuga
O governo rejeitou pedidos internacionais para interromper sua ofensiva contra o grupo rebelde. A justificativa é que uma pausa daria tempo aos rebeldes para se recuperar.
Um porta-voz do Exército, Udaya Nanayakkara, disse à BBC que aeronaves não-tripuladas sobrevoando a zona de conflito gravaram imagens de mais de 2 mil civis atravessando uma lagoa para escapar dos confrontos e chegar a áreas controladas pelo governo.
"Há muitas pessoas atravessando (a lagoa), e (os rebeldes) atiraram contra elas. Quatro pessoas foram mortas, e 14 ficaram feridas", disse Nanayakkara.
As informações do Exército, no entanto, não podem ser confirmadas de maneira independente. Os rebeldes não se pronunciaram sobre o episódio. Governo e rebeldes trocam acusações sobre mortes de civis.
Com o agravamento da crise, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, enviou seu chefe de gabinete, Vijay Nambiar, de volta ao Sri Lanka para pedir maior proteção aos civis presos nas áreas de confronto.
Nesta quinta-feira, a Grã-Bretanha, do qual o Sri Lanka foi colônia no passado, disse que apoia uma investigação sobre possíveis crimes de guerra cometidos nas zonas de conflito.
O Conselho de Segurança da ONU pediu ao governo e aos rebeldes que garantam a segurança dos civis. O conselho manifestou "grande preocupação" com o agravamento da crise na região.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, também pediu que o Exército interrompa os ataques a áreas de civis e que os rebeldes abandonem as armas.
Calcula-se que cerca de 200 mil civis estejam em campos de deslocados mantidos pelo governo.


BBC Brasil
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O diretor de operações do Comitê Internacional da Cruz Vermelha, Pierre Krahenbuhl, disse nesta quinta-feira que seus funcionários no Sri Lanka estão testemunhando uma "catástrofe humana inimaginável" na área dos confrontos entre o Exército e os rebeldes do grupo Tigres de Libertação da Pátria Tâmil.
"Nenhuma organização humanitária pode ajudá-los nas atuais circunstâncias", completou Krahenbuhl.
A organização diz que o navio Green Ocean, que leva ajuda humanitária para os civis, não consegue chegar à costa nordeste do país há três dias por causa dos confrontos. Outro navio, do Programa Alimentar Mundial, também está à espera de acesso para conseguir entregar ajuda na zona de conflito, disse o comitê.
Segundo o correspondente da BBC no Sri Lanka Charles Haviland, há informações de que os funcionários do último hospital ainda em funcionamento na zona de guerra abandonaram o local, alvo de bombardeios constantes nos últimos dias, deixando para trás cerca de 400 feridos em estado grave e cem cadáveres.
No entanto, essa informação, fornecida por um agente de saúde que não quis se identificar, não pôde ser confirmada de forma independente, disse Haviland.
A Organização das Nações Unidas (ONU) afirma que há cerca de 50 mil civis presos nas zonas de conflito. Esse número, porém, não é confirmado pelo governo do Sri Lanka.

Fuga
O governo rejeitou pedidos internacionais para interromper sua ofensiva contra o grupo rebelde. A justificativa é que uma pausa daria tempo aos rebeldes para se recuperar.
Um porta-voz do Exército, Udaya Nanayakkara, disse à BBC que aeronaves não-tripuladas sobrevoando a zona de conflito gravaram imagens de mais de 2 mil civis atravessando uma lagoa para escapar dos confrontos e chegar a áreas controladas pelo governo.
"Há muitas pessoas atravessando (a lagoa), e (os rebeldes) atiraram contra elas. Quatro pessoas foram mortas, e 14 ficaram feridas", disse Nanayakkara.
As informações do Exército, no entanto, não podem ser confirmadas de maneira independente. Os rebeldes não se pronunciaram sobre o episódio. Governo e rebeldes trocam acusações sobre mortes de civis.
Com o agravamento da crise, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, enviou seu chefe de gabinete, Vijay Nambiar, de volta ao Sri Lanka para pedir maior proteção aos civis presos nas áreas de confronto.
Nesta quinta-feira, a Grã-Bretanha, do qual o Sri Lanka foi colônia no passado, disse que apoia uma investigação sobre possíveis crimes de guerra cometidos nas zonas de conflito.
O Conselho de Segurança da ONU pediu ao governo e aos rebeldes que garantam a segurança dos civis. O conselho manifestou "grande preocupação" com o agravamento da crise na região.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, também pediu que o Exército interrompa os ataques a áreas de civis e que os rebeldes abandonem as armas.
Calcula-se que cerca de 200 mil civis estejam em campos de deslocados mantidos pelo governo.


BBC Brasil
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O diretor de operações do Comitê Internacional da Cruz Vermelha, Pierre Krahenbuhl, disse nesta quinta-feira que seus funcionários no Sri Lanka estão testemunhando uma "catástrofe humana inimaginável" na área dos confrontos entre o Exército e os rebeldes do grupo Tigres de Libertação da Pátria Tâmil.
"Nenhuma organização humanitária pode ajudá-los nas atuais circunstâncias", completou Krahenbuhl.
A organização diz que o navio Green Ocean, que leva ajuda humanitária para os civis, não consegue chegar à costa nordeste do país há três dias por causa dos confrontos. Outro navio, do Programa Alimentar Mundial, também está à espera de acesso para conseguir entregar ajuda na zona de conflito, disse o comitê.
Segundo o correspondente da BBC no Sri Lanka Charles Haviland, há informações de que os funcionários do último hospital ainda em funcionamento na zona de guerra abandonaram o local, alvo de bombardeios constantes nos últimos dias, deixando para trás cerca de 400 feridos em estado grave e cem cadáveres.
No entanto, essa informação, fornecida por um agente de saúde que não quis se identificar, não pôde ser confirmada de forma independente, disse Haviland.
A Organização das Nações Unidas (ONU) afirma que há cerca de 50 mil civis presos nas zonas de conflito. Esse número, porém, não é confirmado pelo governo do Sri Lanka.

Fuga
O governo rejeitou pedidos internacionais para interromper sua ofensiva contra o grupo rebelde. A justificativa é que uma pausa daria tempo aos rebeldes para se recuperar.
Um porta-voz do Exército, Udaya Nanayakkara, disse à BBC que aeronaves não-tripuladas sobrevoando a zona de conflito gravaram imagens de mais de 2 mil civis atravessando uma lagoa para escapar dos confrontos e chegar a áreas controladas pelo governo.
"Há muitas pessoas atravessando (a lagoa), e (os rebeldes) atiraram contra elas. Quatro pessoas foram mortas, e 14 ficaram feridas", disse Nanayakkara.
As informações do Exército, no entanto, não podem ser confirmadas de maneira independente. Os rebeldes não se pronunciaram sobre o episódio. Governo e rebeldes trocam acusações sobre mortes de civis.
Com o agravamento da crise, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, enviou seu chefe de gabinete, Vijay Nambiar, de volta ao Sri Lanka para pedir maior proteção aos civis presos nas áreas de confronto.
Nesta quinta-feira, a Grã-Bretanha, do qual o Sri Lanka foi colônia no passado, disse que apoia uma investigação sobre possíveis crimes de guerra cometidos nas zonas de conflito.
O Conselho de Segurança da ONU pediu ao governo e aos rebeldes que garantam a segurança dos civis. O conselho manifestou "grande preocupação" com o agravamento da crise na região.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, também pediu que o Exército interrompa os ataques a áreas de civis e que os rebeldes abandonem as armas.
Calcula-se que cerca de 200 mil civis estejam em campos de deslocados mantidos pelo governo.


BBC Brasil
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GOIÂNIA - Após mais de 15 horas de julgamento, o 1º Tribunal do Júri de Goiânia condenou Mohammed D'Ali Carvalho dos Santos a 21 anos de prisão. A decisão cabe recurso, mas a defesa alegou que não pretende apelar da decisão. No depoimento de quase duas horas, Mohammed, de 20 anos, confirmou ter matado e esquartejado a adolescente britânica Cara Marie Burke, de 17 anos, em julho do ano passado. Ele alegou que agiu sob efeito de drogas, como cocaína e crack, que usou por quatro dias seguidos. O réu, que chegou a sorrir várias vezes durante o depoimento, disse que estava arrependido, e contou detalhes do crime.
- Gostava dela como uma irmã - disse ao juiz Jesseir Coelho de Alcântara, que presidiu o Júri.
Mohammed foi julgado por homicídio qualificado por motivo fútil, uso de recurso que impossibilitou a defesa da vítima, destruição e ocultação de cadáver. A pena só não foi mais alta porque o acusado era réu primário e tinha menos de 21 anos. Não foi levado em conta pedido da defesa para que ele fosse considerado semi-imputável. De acordo com laudos periciais - um da Junta Oficial do Tribunal de Justiça e outro da própria defesa - Mohammed tem distúrbios mentais e personalidade antissocial.
- Ele tem baixa capacidade de entendimento e isso o classifica como semi-imputável pela legislação - afirmou o advogado Carlos Trajano.
A tese foi contestada pelo promotor Nilton Marcolino.
- Não há que se falar em surto. Ele planejou o crime e tinha plena consciência do que fazia. Ele é mau e não louco - afirmou.
A avaliação feita em Mohammed a pedido da defesa, no dia 7 de maio, considerou fatos como a perda do pai ainda na infância e o histórico de agressividade do jovem, como quando aos dez anos, ele feriu com uma faca o irmão mais velho, Bruce Lee dos Santos. De acordo com o TJ, a avaliação oficial, realizada em fevereiro, concluiu que a desestrutura familiar alterou a personalidade do estudante. A defesa reivindicou que ele receba "tratamento multidisciplinar, psiquiátrico e psicológico".
No último dia 23 de março, Mohammed virou pai na prisão. Ele engravidou a namorada, uma cabeleireira de 20 anos, durante uma das visitas íntimas no Núcleo de Custódia de Aparecida de Goiânia (GO). A criança nasceu prematura, após cerca de sete meses de gravidez, em uma maternidade particular na capital goiana. Segundo a namorada de Mohammed, que prefere não ser identificada, o pai viu o filho pela primeira vez no começo de abril, durante uma das visitas.
Nenhum familiar da adolescente inglesa veio ao Brasil acompanhar o julgamento que mobilizou centenas de curiosos e a imprensa internacional. Filas se formaram desde as 6 horas da manhã na porta do tribunal e muitas pessoas assistiram do lado de fora a transmissão feita ao vivo pela rádio Justiça. No auditório, as cadeiras e corredores ficaram lotados pelo público. Da família de Mohammed, o irmão Bruce Lee e a tia Jane de Souza foram arrolados como testemunhas de defesa. A mãe dele, Ivany dos Santos, acompanha o caso da Inglaterra.
Foram ouvidas quatro testemunhas de defesa e duas de acusação. O primeiro a depor foi o policial Cláudio da Silva, que afirmou que Mohammed tentou subornar sua equipe oferecendo R$ 70 mil para evitar a prisão. Pela defesa, o depoimento que mais chamou a atenção foi o da namorada do rapaz, Hellen de Matos Vitória, 20, que reafirmou que Mohammed tem problemas mentais, mas disse que ele "quer mudar". - Ele tem um filho para criar- disse Hellen ao juiz. O filho do casal, que se chama Gabriel, nasceu em 23 de março deste ano. Ela ficou grávida durante uma visita íntima a Mohammed no presídio.
O crime ocorreu na tarde do dia 26 de julho de 2008, em um apartamento de classe média na região leste da capital goiana. Cara Burke foi morta a facadas e depois teve a cabeça e os membros decepados. O tronco foi colocado em uma mala de viagem e jogado às margens do Rio Meio Ponte, em Goiânia. Cabeça, braços e pernas foram jogados no Ribeirão Sozinha, próximo à cidade de Bonfinópolis, a 33 quilômetros da capital. O Instituto Médico Legal identificou a garota com base nas impressões digitais.
Mohammed contou que conheceu Cara Burke na Inglaterra. Ela teria vindo ao Brasil para se casar com ele para ajudá-lo a conseguir cidadania inglesa. Segundo testemunhas, os dois chegaram a morar juntos em Goiânia, mas sem envolvimento amoroso. A jovem teria ameaçado contar à mãe dele e à polícia que ele era usuário de drogas. Durante uma discussão, Mohammed aumentou o volume do som e a esfaqueou pelas costas. Depois colocou o corpo no banheiro e foi a uma festa, onde mostrou fotos da jovem morta tiradas pelo celular. No dia seguinte, ele esquartejou e escondeu o corpo numa mala e sacolas plásticas.


O Globo On Line
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GOIÂNIA - Após mais de 15 horas de julgamento, o 1º Tribunal do Júri de Goiânia condenou Mohammed D'Ali Carvalho dos Santos a 21 anos de prisão. A decisão cabe recurso, mas a defesa alegou que não pretende apelar da decisão. No depoimento de quase duas horas, Mohammed, de 20 anos, confirmou ter matado e esquartejado a adolescente britânica Cara Marie Burke, de 17 anos, em julho do ano passado. Ele alegou que agiu sob efeito de drogas, como cocaína e crack, que usou por quatro dias seguidos. O réu, que chegou a sorrir várias vezes durante o depoimento, disse que estava arrependido, e contou detalhes do crime.
- Gostava dela como uma irmã - disse ao juiz Jesseir Coelho de Alcântara, que presidiu o Júri.
Mohammed foi julgado por homicídio qualificado por motivo fútil, uso de recurso que impossibilitou a defesa da vítima, destruição e ocultação de cadáver. A pena só não foi mais alta porque o acusado era réu primário e tinha menos de 21 anos. Não foi levado em conta pedido da defesa para que ele fosse considerado semi-imputável. De acordo com laudos periciais - um da Junta Oficial do Tribunal de Justiça e outro da própria defesa - Mohammed tem distúrbios mentais e personalidade antissocial.
- Ele tem baixa capacidade de entendimento e isso o classifica como semi-imputável pela legislação - afirmou o advogado Carlos Trajano.
A tese foi contestada pelo promotor Nilton Marcolino.
- Não há que se falar em surto. Ele planejou o crime e tinha plena consciência do que fazia. Ele é mau e não louco - afirmou.
A avaliação feita em Mohammed a pedido da defesa, no dia 7 de maio, considerou fatos como a perda do pai ainda na infância e o histórico de agressividade do jovem, como quando aos dez anos, ele feriu com uma faca o irmão mais velho, Bruce Lee dos Santos. De acordo com o TJ, a avaliação oficial, realizada em fevereiro, concluiu que a desestrutura familiar alterou a personalidade do estudante. A defesa reivindicou que ele receba "tratamento multidisciplinar, psiquiátrico e psicológico".
No último dia 23 de março, Mohammed virou pai na prisão. Ele engravidou a namorada, uma cabeleireira de 20 anos, durante uma das visitas íntimas no Núcleo de Custódia de Aparecida de Goiânia (GO). A criança nasceu prematura, após cerca de sete meses de gravidez, em uma maternidade particular na capital goiana. Segundo a namorada de Mohammed, que prefere não ser identificada, o pai viu o filho pela primeira vez no começo de abril, durante uma das visitas.
Nenhum familiar da adolescente inglesa veio ao Brasil acompanhar o julgamento que mobilizou centenas de curiosos e a imprensa internacional. Filas se formaram desde as 6 horas da manhã na porta do tribunal e muitas pessoas assistiram do lado de fora a transmissão feita ao vivo pela rádio Justiça. No auditório, as cadeiras e corredores ficaram lotados pelo público. Da família de Mohammed, o irmão Bruce Lee e a tia Jane de Souza foram arrolados como testemunhas de defesa. A mãe dele, Ivany dos Santos, acompanha o caso da Inglaterra.
Foram ouvidas quatro testemunhas de defesa e duas de acusação. O primeiro a depor foi o policial Cláudio da Silva, que afirmou que Mohammed tentou subornar sua equipe oferecendo R$ 70 mil para evitar a prisão. Pela defesa, o depoimento que mais chamou a atenção foi o da namorada do rapaz, Hellen de Matos Vitória, 20, que reafirmou que Mohammed tem problemas mentais, mas disse que ele "quer mudar". - Ele tem um filho para criar- disse Hellen ao juiz. O filho do casal, que se chama Gabriel, nasceu em 23 de março deste ano. Ela ficou grávida durante uma visita íntima a Mohammed no presídio.
O crime ocorreu na tarde do dia 26 de julho de 2008, em um apartamento de classe média na região leste da capital goiana. Cara Burke foi morta a facadas e depois teve a cabeça e os membros decepados. O tronco foi colocado em uma mala de viagem e jogado às margens do Rio Meio Ponte, em Goiânia. Cabeça, braços e pernas foram jogados no Ribeirão Sozinha, próximo à cidade de Bonfinópolis, a 33 quilômetros da capital. O Instituto Médico Legal identificou a garota com base nas impressões digitais.
Mohammed contou que conheceu Cara Burke na Inglaterra. Ela teria vindo ao Brasil para se casar com ele para ajudá-lo a conseguir cidadania inglesa. Segundo testemunhas, os dois chegaram a morar juntos em Goiânia, mas sem envolvimento amoroso. A jovem teria ameaçado contar à mãe dele e à polícia que ele era usuário de drogas. Durante uma discussão, Mohammed aumentou o volume do som e a esfaqueou pelas costas. Depois colocou o corpo no banheiro e foi a uma festa, onde mostrou fotos da jovem morta tiradas pelo celular. No dia seguinte, ele esquartejou e escondeu o corpo numa mala e sacolas plásticas.


O Globo On Line
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GOIÂNIA - Após mais de 15 horas de julgamento, o 1º Tribunal do Júri de Goiânia condenou Mohammed D'Ali Carvalho dos Santos a 21 anos de prisão. A decisão cabe recurso, mas a defesa alegou que não pretende apelar da decisão. No depoimento de quase duas horas, Mohammed, de 20 anos, confirmou ter matado e esquartejado a adolescente britânica Cara Marie Burke, de 17 anos, em julho do ano passado. Ele alegou que agiu sob efeito de drogas, como cocaína e crack, que usou por quatro dias seguidos. O réu, que chegou a sorrir várias vezes durante o depoimento, disse que estava arrependido, e contou detalhes do crime.
- Gostava dela como uma irmã - disse ao juiz Jesseir Coelho de Alcântara, que presidiu o Júri.
Mohammed foi julgado por homicídio qualificado por motivo fútil, uso de recurso que impossibilitou a defesa da vítima, destruição e ocultação de cadáver. A pena só não foi mais alta porque o acusado era réu primário e tinha menos de 21 anos. Não foi levado em conta pedido da defesa para que ele fosse considerado semi-imputável. De acordo com laudos periciais - um da Junta Oficial do Tribunal de Justiça e outro da própria defesa - Mohammed tem distúrbios mentais e personalidade antissocial.
- Ele tem baixa capacidade de entendimento e isso o classifica como semi-imputável pela legislação - afirmou o advogado Carlos Trajano.
A tese foi contestada pelo promotor Nilton Marcolino.
- Não há que se falar em surto. Ele planejou o crime e tinha plena consciência do que fazia. Ele é mau e não louco - afirmou.
A avaliação feita em Mohammed a pedido da defesa, no dia 7 de maio, considerou fatos como a perda do pai ainda na infância e o histórico de agressividade do jovem, como quando aos dez anos, ele feriu com uma faca o irmão mais velho, Bruce Lee dos Santos. De acordo com o TJ, a avaliação oficial, realizada em fevereiro, concluiu que a desestrutura familiar alterou a personalidade do estudante. A defesa reivindicou que ele receba "tratamento multidisciplinar, psiquiátrico e psicológico".
No último dia 23 de março, Mohammed virou pai na prisão. Ele engravidou a namorada, uma cabeleireira de 20 anos, durante uma das visitas íntimas no Núcleo de Custódia de Aparecida de Goiânia (GO). A criança nasceu prematura, após cerca de sete meses de gravidez, em uma maternidade particular na capital goiana. Segundo a namorada de Mohammed, que prefere não ser identificada, o pai viu o filho pela primeira vez no começo de abril, durante uma das visitas.
Nenhum familiar da adolescente inglesa veio ao Brasil acompanhar o julgamento que mobilizou centenas de curiosos e a imprensa internacional. Filas se formaram desde as 6 horas da manhã na porta do tribunal e muitas pessoas assistiram do lado de fora a transmissão feita ao vivo pela rádio Justiça. No auditório, as cadeiras e corredores ficaram lotados pelo público. Da família de Mohammed, o irmão Bruce Lee e a tia Jane de Souza foram arrolados como testemunhas de defesa. A mãe dele, Ivany dos Santos, acompanha o caso da Inglaterra.
Foram ouvidas quatro testemunhas de defesa e duas de acusação. O primeiro a depor foi o policial Cláudio da Silva, que afirmou que Mohammed tentou subornar sua equipe oferecendo R$ 70 mil para evitar a prisão. Pela defesa, o depoimento que mais chamou a atenção foi o da namorada do rapaz, Hellen de Matos Vitória, 20, que reafirmou que Mohammed tem problemas mentais, mas disse que ele "quer mudar". - Ele tem um filho para criar- disse Hellen ao juiz. O filho do casal, que se chama Gabriel, nasceu em 23 de março deste ano. Ela ficou grávida durante uma visita íntima a Mohammed no presídio.
O crime ocorreu na tarde do dia 26 de julho de 2008, em um apartamento de classe média na região leste da capital goiana. Cara Burke foi morta a facadas e depois teve a cabeça e os membros decepados. O tronco foi colocado em uma mala de viagem e jogado às margens do Rio Meio Ponte, em Goiânia. Cabeça, braços e pernas foram jogados no Ribeirão Sozinha, próximo à cidade de Bonfinópolis, a 33 quilômetros da capital. O Instituto Médico Legal identificou a garota com base nas impressões digitais.
Mohammed contou que conheceu Cara Burke na Inglaterra. Ela teria vindo ao Brasil para se casar com ele para ajudá-lo a conseguir cidadania inglesa. Segundo testemunhas, os dois chegaram a morar juntos em Goiânia, mas sem envolvimento amoroso. A jovem teria ameaçado contar à mãe dele e à polícia que ele era usuário de drogas. Durante uma discussão, Mohammed aumentou o volume do som e a esfaqueou pelas costas. Depois colocou o corpo no banheiro e foi a uma festa, onde mostrou fotos da jovem morta tiradas pelo celular. No dia seguinte, ele esquartejou e escondeu o corpo numa mala e sacolas plásticas.


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GOIÂNIA - Após mais de 15 horas de julgamento, o 1º Tribunal do Júri de Goiânia condenou Mohammed D'Ali Carvalho dos Santos a 21 anos de prisão. A decisão cabe recurso, mas a defesa alegou que não pretende apelar da decisão. No depoimento de quase duas horas, Mohammed, de 20 anos, confirmou ter matado e esquartejado a adolescente britânica Cara Marie Burke, de 17 anos, em julho do ano passado. Ele alegou que agiu sob efeito de drogas, como cocaína e crack, que usou por quatro dias seguidos. O réu, que chegou a sorrir várias vezes durante o depoimento, disse que estava arrependido, e contou detalhes do crime.
- Gostava dela como uma irmã - disse ao juiz Jesseir Coelho de Alcântara, que presidiu o Júri.
Mohammed foi julgado por homicídio qualificado por motivo fútil, uso de recurso que impossibilitou a defesa da vítima, destruição e ocultação de cadáver. A pena só não foi mais alta porque o acusado era réu primário e tinha menos de 21 anos. Não foi levado em conta pedido da defesa para que ele fosse considerado semi-imputável. De acordo com laudos periciais - um da Junta Oficial do Tribunal de Justiça e outro da própria defesa - Mohammed tem distúrbios mentais e personalidade antissocial.
- Ele tem baixa capacidade de entendimento e isso o classifica como semi-imputável pela legislação - afirmou o advogado Carlos Trajano.
A tese foi contestada pelo promotor Nilton Marcolino.
- Não há que se falar em surto. Ele planejou o crime e tinha plena consciência do que fazia. Ele é mau e não louco - afirmou.
A avaliação feita em Mohammed a pedido da defesa, no dia 7 de maio, considerou fatos como a perda do pai ainda na infância e o histórico de agressividade do jovem, como quando aos dez anos, ele feriu com uma faca o irmão mais velho, Bruce Lee dos Santos. De acordo com o TJ, a avaliação oficial, realizada em fevereiro, concluiu que a desestrutura familiar alterou a personalidade do estudante. A defesa reivindicou que ele receba "tratamento multidisciplinar, psiquiátrico e psicológico".
No último dia 23 de março, Mohammed virou pai na prisão. Ele engravidou a namorada, uma cabeleireira de 20 anos, durante uma das visitas íntimas no Núcleo de Custódia de Aparecida de Goiânia (GO). A criança nasceu prematura, após cerca de sete meses de gravidez, em uma maternidade particular na capital goiana. Segundo a namorada de Mohammed, que prefere não ser identificada, o pai viu o filho pela primeira vez no começo de abril, durante uma das visitas.
Nenhum familiar da adolescente inglesa veio ao Brasil acompanhar o julgamento que mobilizou centenas de curiosos e a imprensa internacional. Filas se formaram desde as 6 horas da manhã na porta do tribunal e muitas pessoas assistiram do lado de fora a transmissão feita ao vivo pela rádio Justiça. No auditório, as cadeiras e corredores ficaram lotados pelo público. Da família de Mohammed, o irmão Bruce Lee e a tia Jane de Souza foram arrolados como testemunhas de defesa. A mãe dele, Ivany dos Santos, acompanha o caso da Inglaterra.
Foram ouvidas quatro testemunhas de defesa e duas de acusação. O primeiro a depor foi o policial Cláudio da Silva, que afirmou que Mohammed tentou subornar sua equipe oferecendo R$ 70 mil para evitar a prisão. Pela defesa, o depoimento que mais chamou a atenção foi o da namorada do rapaz, Hellen de Matos Vitória, 20, que reafirmou que Mohammed tem problemas mentais, mas disse que ele "quer mudar". - Ele tem um filho para criar- disse Hellen ao juiz. O filho do casal, que se chama Gabriel, nasceu em 23 de março deste ano. Ela ficou grávida durante uma visita íntima a Mohammed no presídio.
O crime ocorreu na tarde do dia 26 de julho de 2008, em um apartamento de classe média na região leste da capital goiana. Cara Burke foi morta a facadas e depois teve a cabeça e os membros decepados. O tronco foi colocado em uma mala de viagem e jogado às margens do Rio Meio Ponte, em Goiânia. Cabeça, braços e pernas foram jogados no Ribeirão Sozinha, próximo à cidade de Bonfinópolis, a 33 quilômetros da capital. O Instituto Médico Legal identificou a garota com base nas impressões digitais.
Mohammed contou que conheceu Cara Burke na Inglaterra. Ela teria vindo ao Brasil para se casar com ele para ajudá-lo a conseguir cidadania inglesa. Segundo testemunhas, os dois chegaram a morar juntos em Goiânia, mas sem envolvimento amoroso. A jovem teria ameaçado contar à mãe dele e à polícia que ele era usuário de drogas. Durante uma discussão, Mohammed aumentou o volume do som e a esfaqueou pelas costas. Depois colocou o corpo no banheiro e foi a uma festa, onde mostrou fotos da jovem morta tiradas pelo celular. No dia seguinte, ele esquartejou e escondeu o corpo numa mala e sacolas plásticas.


O Globo On Line
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GOIÂNIA - Após mais de 15 horas de julgamento, o 1º Tribunal do Júri de Goiânia condenou Mohammed D'Ali Carvalho dos Santos a 21 anos de prisão. A decisão cabe recurso, mas a defesa alegou que não pretende apelar da decisão. No depoimento de quase duas horas, Mohammed, de 20 anos, confirmou ter matado e esquartejado a adolescente britânica Cara Marie Burke, de 17 anos, em julho do ano passado. Ele alegou que agiu sob efeito de drogas, como cocaína e crack, que usou por quatro dias seguidos. O réu, que chegou a sorrir várias vezes durante o depoimento, disse que estava arrependido, e contou detalhes do crime.
- Gostava dela como uma irmã - disse ao juiz Jesseir Coelho de Alcântara, que presidiu o Júri.
Mohammed foi julgado por homicídio qualificado por motivo fútil, uso de recurso que impossibilitou a defesa da vítima, destruição e ocultação de cadáver. A pena só não foi mais alta porque o acusado era réu primário e tinha menos de 21 anos. Não foi levado em conta pedido da defesa para que ele fosse considerado semi-imputável. De acordo com laudos periciais - um da Junta Oficial do Tribunal de Justiça e outro da própria defesa - Mohammed tem distúrbios mentais e personalidade antissocial.
- Ele tem baixa capacidade de entendimento e isso o classifica como semi-imputável pela legislação - afirmou o advogado Carlos Trajano.
A tese foi contestada pelo promotor Nilton Marcolino.
- Não há que se falar em surto. Ele planejou o crime e tinha plena consciência do que fazia. Ele é mau e não louco - afirmou.
A avaliação feita em Mohammed a pedido da defesa, no dia 7 de maio, considerou fatos como a perda do pai ainda na infância e o histórico de agressividade do jovem, como quando aos dez anos, ele feriu com uma faca o irmão mais velho, Bruce Lee dos Santos. De acordo com o TJ, a avaliação oficial, realizada em fevereiro, concluiu que a desestrutura familiar alterou a personalidade do estudante. A defesa reivindicou que ele receba "tratamento multidisciplinar, psiquiátrico e psicológico".
No último dia 23 de março, Mohammed virou pai na prisão. Ele engravidou a namorada, uma cabeleireira de 20 anos, durante uma das visitas íntimas no Núcleo de Custódia de Aparecida de Goiânia (GO). A criança nasceu prematura, após cerca de sete meses de gravidez, em uma maternidade particular na capital goiana. Segundo a namorada de Mohammed, que prefere não ser identificada, o pai viu o filho pela primeira vez no começo de abril, durante uma das visitas.
Nenhum familiar da adolescente inglesa veio ao Brasil acompanhar o julgamento que mobilizou centenas de curiosos e a imprensa internacional. Filas se formaram desde as 6 horas da manhã na porta do tribunal e muitas pessoas assistiram do lado de fora a transmissão feita ao vivo pela rádio Justiça. No auditório, as cadeiras e corredores ficaram lotados pelo público. Da família de Mohammed, o irmão Bruce Lee e a tia Jane de Souza foram arrolados como testemunhas de defesa. A mãe dele, Ivany dos Santos, acompanha o caso da Inglaterra.
Foram ouvidas quatro testemunhas de defesa e duas de acusação. O primeiro a depor foi o policial Cláudio da Silva, que afirmou que Mohammed tentou subornar sua equipe oferecendo R$ 70 mil para evitar a prisão. Pela defesa, o depoimento que mais chamou a atenção foi o da namorada do rapaz, Hellen de Matos Vitória, 20, que reafirmou que Mohammed tem problemas mentais, mas disse que ele "quer mudar". - Ele tem um filho para criar- disse Hellen ao juiz. O filho do casal, que se chama Gabriel, nasceu em 23 de março deste ano. Ela ficou grávida durante uma visita íntima a Mohammed no presídio.
O crime ocorreu na tarde do dia 26 de julho de 2008, em um apartamento de classe média na região leste da capital goiana. Cara Burke foi morta a facadas e depois teve a cabeça e os membros decepados. O tronco foi colocado em uma mala de viagem e jogado às margens do Rio Meio Ponte, em Goiânia. Cabeça, braços e pernas foram jogados no Ribeirão Sozinha, próximo à cidade de Bonfinópolis, a 33 quilômetros da capital. O Instituto Médico Legal identificou a garota com base nas impressões digitais.
Mohammed contou que conheceu Cara Burke na Inglaterra. Ela teria vindo ao Brasil para se casar com ele para ajudá-lo a conseguir cidadania inglesa. Segundo testemunhas, os dois chegaram a morar juntos em Goiânia, mas sem envolvimento amoroso. A jovem teria ameaçado contar à mãe dele e à polícia que ele era usuário de drogas. Durante uma discussão, Mohammed aumentou o volume do som e a esfaqueou pelas costas. Depois colocou o corpo no banheiro e foi a uma festa, onde mostrou fotos da jovem morta tiradas pelo celular. No dia seguinte, ele esquartejou e escondeu o corpo numa mala e sacolas plásticas.


O Globo On Line
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colaboradores: carmen e maria celia

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