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14.5.09

Terminou agora o interrogatório de Mohammed d’Ali. Com respostas monossilábicas e demonstrando apatia, Mohammed confirmou ao juiz Jesseir ao início do interrogatório ter matado e esquartejado a inglesa Cara Marie Burke, além de ocultar o cadáver dela. Ele disse que a mala preta e a faca usada no crime eram dele e que conheceu a vítima em Londres, na casa de um amigo, conhecido como Dudu. Segundo o réu, os dois eram amigos e, quando chegaram no Brasil, não namoraram nem tiveram relacionamento sexual. De braços cruzados, Mohammed disse que Cara saiu da Inglaterra com 16 anos e usava maconha e cocaína. No Brasil, o réu disse que Cara morou um mês com ele em um apartamento no Setor Universitário, e depois se mudou para o Jardim Novo Mundo, onde arrumou um namorado. Mohammed disse que Cara furtava celulares e bicicletas em Londres para comprar roupas “e fazer bagunça na rua”. À época do crime, Cara já morava em outro setor e o crime se deu após ela pedir a Mohammed para voltar a morar com ele. Pedido aceito, ele a chamou para ir a sua casa e ao chegar, a inglesa lhe pediu dinheiro emprestado ao que ele negou dizendo-lhe que não era seu pai e, em seguida, jogou 50 gramas de cocaína em cima da mesa. Diante disso, ela o criticou dizendo que ele não tinha dinheiro para lhe emprestar, mas tinha para comprar drogas. Cara teria avisado Mohammed que contaria o fato para a mãe dele e que chamaria um amigo da Rotam para buscar a droga e dar-lhe o dinheiro correspondente a ela. “Então eu liguei o som alto para atrapalhar a ligação, mas nem deu tempo porque quando ela foi ao telefone eu peguei a faca que estava usando para cortar o pó e enfiei nela”, comentou. Ele disse que já estava usando sob efeito do crack havia quatro dias e, somente algum tempo depois, se deu conta de que havia matado Cara. “Com uma das mãos eu tapei a boca dela e, com a outra, segurava a faca. Ela tocou na faca duas vezes, eu cheguei a morder o braço dela e ela a soltou”, detalhou.Questionado pelo juiz, não soube precisar quantas facadas deu em Cara “Só saí distribuindo pelo corpo”. Após matar a vítima, ele tomou banho e, em seguida, colocou o corpo da inglesa no banheiro e saiu de casa em direção à festa de uma amiga, no Setor Santo Hilário, onde permaneceu até as 10 horas da manhã do dia seguinteEle assumiu que, antes de ir para a festa, tirou fotos do corpo da vítima pelo seu aparelho celular. Depois de sair da festa, voltou para casa e começou a pensar em como faria para tirar o corpo de Cara de sua residência, ocasião em que decidiu que a esquartejaria. “Fui a um supermercado e comprei uma faca. Cortei primeiro a cabeça, depois os braços e, por fim, as pernas”, relatou. Mohammed afirmou que tinha duas malas em casa, as quais utilizou para colocar os membros e cabeça da vítima. Pegou primeiramente uma das malas, onde colocou membros e cabeça de Cara e, com o carro emprestado por um amigo, dirigiu-se ao Corrego Sozinha, onde a jogou. Em seguida, voltou ao apartamento e pegou a outra mala, que estava com o tronco da vítima, e a levou para o mesmo lugar. Ninguém descobririaMohammed assumiu para o juiz que pensava que ninguém descobriria o crime, haja vista que depois que voltou ao apartamento, o lavou com água, desifetante e água sanitária. Ele disse ainda que não contou o crime para ninguém. Em seguida lembrou a morte do pai. “Dizem que arrancaram as partes dele também, os olhos. Fiquei desgostoso da vida porque não tinha meu pai e minha mãe nunca estava em casa”.Sorrindo muito, Mohammed relatou em inglês, a pedido do juiz, o diálogo que teve com Cara a respeito da droga pouco antes de matá-la, além de afirmar que a mãe envia de Londres R$ 4 mil mensais para ele. Disse estar arrependido do crime e que está se sentindo melhor sem o uso de drogas. “Na hora é tudo muito bom, mas depois vem a depressão”, afirmou.ConversaO promotor Milton Marcolino, representante do MP, leu uma conversa que Mohammed teve com um amigo, de nome Abraham de Londres, via internet. Segundo descrição, no diálogo o réu chegou a falar :”Mano, eu matei essa puta em meu quintal, mas não acharam as partes porque eu as joguei num rio”. Na mesma conversa, Abraham informou a Mohammed que os jornais londrinos já estavam noticiando o fato e intitulando-o como “o crime do ano”, mas que ainda não se sabia quem era o culpado. “Mano ela não acreditou no que eu era capaz de fazer com uma pessoa. Você precisa ver como ela ficou linda sem braços, pernas e cabeças. Eu estou feliz porque estou vivo e ainda não fui preso”, acrescentou. Ainda durante a conversa Abraham disse que Mohammed “era doido” e que não deveria ter ido tão longe com a garota. O amigo pediu ainda que o réu deixasse o Brasil para não ser pego pela polícia.Implorando para Mohammed não mentir, a defesa perguntou se o réu se lembra de alguma coisa que o pai dele fez. “Só de ele colocando o relógio no meu braço e passeando comigo no carro de polícia. Toda vez que meu pai chegava, ele ligava a sirene e dava volta comigo no carro.” Quanto aos animais que criava, Mohammed disse que gostava de colocar o seu cachorro para brigar com outros. E afirmou: “eu pegava gatos na rua, amarrava o pescoço no alto do muro, fazia o cachorro alcançar o gato até o momento em que, tendo alcançado, o pit bull arrancava o pescoço do gato.” Quando isso acontecia, a “brincadeira” acabava com receio de o irmão brigar com ele. Perguntado pela defesa se cometeu outras crueldades desse tipo, Mohammed deu uma gargalhada e, questionado sobre o porquê do sorriso, respondeu: ”É que eu não acho nada horripilante”.Mohammed disse que chegou a falar para o irmão que quando a mãe deles morresse, ele o mataria. O estudante começou a roubar aos 15 anos para usar drogas e “ir para o frevo”. Em relação à ausência da mãe, que mora em Londres, Mohammed disse: “Acho que ela manda dinheiro para mim como foma de compensar a falta dela, mas em vez disso eu prefiro a presença dela.” Ao final do interrogatório, Mohammed disse que tem vontade de se tratar e afirmou ter consciência de que, caso condenado, esse tratamento poderia ser realizado estando ele recluso.

Acompanhe o julgamento pelo Diário da Manhã de Goiânia:http://www.dm.tv/
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Terminou agora o interrogatório de Mohammed d’Ali. Com respostas monossilábicas e demonstrando apatia, Mohammed confirmou ao juiz Jesseir ao início do interrogatório ter matado e esquartejado a inglesa Cara Marie Burke, além de ocultar o cadáver dela. Ele disse que a mala preta e a faca usada no crime eram dele e que conheceu a vítima em Londres, na casa de um amigo, conhecido como Dudu. Segundo o réu, os dois eram amigos e, quando chegaram no Brasil, não namoraram nem tiveram relacionamento sexual. De braços cruzados, Mohammed disse que Cara saiu da Inglaterra com 16 anos e usava maconha e cocaína. No Brasil, o réu disse que Cara morou um mês com ele em um apartamento no Setor Universitário, e depois se mudou para o Jardim Novo Mundo, onde arrumou um namorado. Mohammed disse que Cara furtava celulares e bicicletas em Londres para comprar roupas “e fazer bagunça na rua”. À época do crime, Cara já morava em outro setor e o crime se deu após ela pedir a Mohammed para voltar a morar com ele. Pedido aceito, ele a chamou para ir a sua casa e ao chegar, a inglesa lhe pediu dinheiro emprestado ao que ele negou dizendo-lhe que não era seu pai e, em seguida, jogou 50 gramas de cocaína em cima da mesa. Diante disso, ela o criticou dizendo que ele não tinha dinheiro para lhe emprestar, mas tinha para comprar drogas. Cara teria avisado Mohammed que contaria o fato para a mãe dele e que chamaria um amigo da Rotam para buscar a droga e dar-lhe o dinheiro correspondente a ela. “Então eu liguei o som alto para atrapalhar a ligação, mas nem deu tempo porque quando ela foi ao telefone eu peguei a faca que estava usando para cortar o pó e enfiei nela”, comentou. Ele disse que já estava usando sob efeito do crack havia quatro dias e, somente algum tempo depois, se deu conta de que havia matado Cara. “Com uma das mãos eu tapei a boca dela e, com a outra, segurava a faca. Ela tocou na faca duas vezes, eu cheguei a morder o braço dela e ela a soltou”, detalhou.Questionado pelo juiz, não soube precisar quantas facadas deu em Cara “Só saí distribuindo pelo corpo”. Após matar a vítima, ele tomou banho e, em seguida, colocou o corpo da inglesa no banheiro e saiu de casa em direção à festa de uma amiga, no Setor Santo Hilário, onde permaneceu até as 10 horas da manhã do dia seguinteEle assumiu que, antes de ir para a festa, tirou fotos do corpo da vítima pelo seu aparelho celular. Depois de sair da festa, voltou para casa e começou a pensar em como faria para tirar o corpo de Cara de sua residência, ocasião em que decidiu que a esquartejaria. “Fui a um supermercado e comprei uma faca. Cortei primeiro a cabeça, depois os braços e, por fim, as pernas”, relatou. Mohammed afirmou que tinha duas malas em casa, as quais utilizou para colocar os membros e cabeça da vítima. Pegou primeiramente uma das malas, onde colocou membros e cabeça de Cara e, com o carro emprestado por um amigo, dirigiu-se ao Corrego Sozinha, onde a jogou. Em seguida, voltou ao apartamento e pegou a outra mala, que estava com o tronco da vítima, e a levou para o mesmo lugar. Ninguém descobririaMohammed assumiu para o juiz que pensava que ninguém descobriria o crime, haja vista que depois que voltou ao apartamento, o lavou com água, desifetante e água sanitária. Ele disse ainda que não contou o crime para ninguém. Em seguida lembrou a morte do pai. “Dizem que arrancaram as partes dele também, os olhos. Fiquei desgostoso da vida porque não tinha meu pai e minha mãe nunca estava em casa”.Sorrindo muito, Mohammed relatou em inglês, a pedido do juiz, o diálogo que teve com Cara a respeito da droga pouco antes de matá-la, além de afirmar que a mãe envia de Londres R$ 4 mil mensais para ele. Disse estar arrependido do crime e que está se sentindo melhor sem o uso de drogas. “Na hora é tudo muito bom, mas depois vem a depressão”, afirmou.ConversaO promotor Milton Marcolino, representante do MP, leu uma conversa que Mohammed teve com um amigo, de nome Abraham de Londres, via internet. Segundo descrição, no diálogo o réu chegou a falar :”Mano, eu matei essa puta em meu quintal, mas não acharam as partes porque eu as joguei num rio”. Na mesma conversa, Abraham informou a Mohammed que os jornais londrinos já estavam noticiando o fato e intitulando-o como “o crime do ano”, mas que ainda não se sabia quem era o culpado. “Mano ela não acreditou no que eu era capaz de fazer com uma pessoa. Você precisa ver como ela ficou linda sem braços, pernas e cabeças. Eu estou feliz porque estou vivo e ainda não fui preso”, acrescentou. Ainda durante a conversa Abraham disse que Mohammed “era doido” e que não deveria ter ido tão longe com a garota. O amigo pediu ainda que o réu deixasse o Brasil para não ser pego pela polícia.Implorando para Mohammed não mentir, a defesa perguntou se o réu se lembra de alguma coisa que o pai dele fez. “Só de ele colocando o relógio no meu braço e passeando comigo no carro de polícia. Toda vez que meu pai chegava, ele ligava a sirene e dava volta comigo no carro.” Quanto aos animais que criava, Mohammed disse que gostava de colocar o seu cachorro para brigar com outros. E afirmou: “eu pegava gatos na rua, amarrava o pescoço no alto do muro, fazia o cachorro alcançar o gato até o momento em que, tendo alcançado, o pit bull arrancava o pescoço do gato.” Quando isso acontecia, a “brincadeira” acabava com receio de o irmão brigar com ele. Perguntado pela defesa se cometeu outras crueldades desse tipo, Mohammed deu uma gargalhada e, questionado sobre o porquê do sorriso, respondeu: ”É que eu não acho nada horripilante”.Mohammed disse que chegou a falar para o irmão que quando a mãe deles morresse, ele o mataria. O estudante começou a roubar aos 15 anos para usar drogas e “ir para o frevo”. Em relação à ausência da mãe, que mora em Londres, Mohammed disse: “Acho que ela manda dinheiro para mim como foma de compensar a falta dela, mas em vez disso eu prefiro a presença dela.” Ao final do interrogatório, Mohammed disse que tem vontade de se tratar e afirmou ter consciência de que, caso condenado, esse tratamento poderia ser realizado estando ele recluso.

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Terminou agora o interrogatório de Mohammed d’Ali. Com respostas monossilábicas e demonstrando apatia, Mohammed confirmou ao juiz Jesseir ao início do interrogatório ter matado e esquartejado a inglesa Cara Marie Burke, além de ocultar o cadáver dela. Ele disse que a mala preta e a faca usada no crime eram dele e que conheceu a vítima em Londres, na casa de um amigo, conhecido como Dudu. Segundo o réu, os dois eram amigos e, quando chegaram no Brasil, não namoraram nem tiveram relacionamento sexual. De braços cruzados, Mohammed disse que Cara saiu da Inglaterra com 16 anos e usava maconha e cocaína. No Brasil, o réu disse que Cara morou um mês com ele em um apartamento no Setor Universitário, e depois se mudou para o Jardim Novo Mundo, onde arrumou um namorado. Mohammed disse que Cara furtava celulares e bicicletas em Londres para comprar roupas “e fazer bagunça na rua”. À época do crime, Cara já morava em outro setor e o crime se deu após ela pedir a Mohammed para voltar a morar com ele. Pedido aceito, ele a chamou para ir a sua casa e ao chegar, a inglesa lhe pediu dinheiro emprestado ao que ele negou dizendo-lhe que não era seu pai e, em seguida, jogou 50 gramas de cocaína em cima da mesa. Diante disso, ela o criticou dizendo que ele não tinha dinheiro para lhe emprestar, mas tinha para comprar drogas. Cara teria avisado Mohammed que contaria o fato para a mãe dele e que chamaria um amigo da Rotam para buscar a droga e dar-lhe o dinheiro correspondente a ela. “Então eu liguei o som alto para atrapalhar a ligação, mas nem deu tempo porque quando ela foi ao telefone eu peguei a faca que estava usando para cortar o pó e enfiei nela”, comentou. Ele disse que já estava usando sob efeito do crack havia quatro dias e, somente algum tempo depois, se deu conta de que havia matado Cara. “Com uma das mãos eu tapei a boca dela e, com a outra, segurava a faca. Ela tocou na faca duas vezes, eu cheguei a morder o braço dela e ela a soltou”, detalhou.Questionado pelo juiz, não soube precisar quantas facadas deu em Cara “Só saí distribuindo pelo corpo”. Após matar a vítima, ele tomou banho e, em seguida, colocou o corpo da inglesa no banheiro e saiu de casa em direção à festa de uma amiga, no Setor Santo Hilário, onde permaneceu até as 10 horas da manhã do dia seguinteEle assumiu que, antes de ir para a festa, tirou fotos do corpo da vítima pelo seu aparelho celular. Depois de sair da festa, voltou para casa e começou a pensar em como faria para tirar o corpo de Cara de sua residência, ocasião em que decidiu que a esquartejaria. “Fui a um supermercado e comprei uma faca. Cortei primeiro a cabeça, depois os braços e, por fim, as pernas”, relatou. Mohammed afirmou que tinha duas malas em casa, as quais utilizou para colocar os membros e cabeça da vítima. Pegou primeiramente uma das malas, onde colocou membros e cabeça de Cara e, com o carro emprestado por um amigo, dirigiu-se ao Corrego Sozinha, onde a jogou. Em seguida, voltou ao apartamento e pegou a outra mala, que estava com o tronco da vítima, e a levou para o mesmo lugar. Ninguém descobririaMohammed assumiu para o juiz que pensava que ninguém descobriria o crime, haja vista que depois que voltou ao apartamento, o lavou com água, desifetante e água sanitária. Ele disse ainda que não contou o crime para ninguém. Em seguida lembrou a morte do pai. “Dizem que arrancaram as partes dele também, os olhos. Fiquei desgostoso da vida porque não tinha meu pai e minha mãe nunca estava em casa”.Sorrindo muito, Mohammed relatou em inglês, a pedido do juiz, o diálogo que teve com Cara a respeito da droga pouco antes de matá-la, além de afirmar que a mãe envia de Londres R$ 4 mil mensais para ele. Disse estar arrependido do crime e que está se sentindo melhor sem o uso de drogas. “Na hora é tudo muito bom, mas depois vem a depressão”, afirmou.ConversaO promotor Milton Marcolino, representante do MP, leu uma conversa que Mohammed teve com um amigo, de nome Abraham de Londres, via internet. Segundo descrição, no diálogo o réu chegou a falar :”Mano, eu matei essa puta em meu quintal, mas não acharam as partes porque eu as joguei num rio”. Na mesma conversa, Abraham informou a Mohammed que os jornais londrinos já estavam noticiando o fato e intitulando-o como “o crime do ano”, mas que ainda não se sabia quem era o culpado. “Mano ela não acreditou no que eu era capaz de fazer com uma pessoa. Você precisa ver como ela ficou linda sem braços, pernas e cabeças. Eu estou feliz porque estou vivo e ainda não fui preso”, acrescentou. Ainda durante a conversa Abraham disse que Mohammed “era doido” e que não deveria ter ido tão longe com a garota. O amigo pediu ainda que o réu deixasse o Brasil para não ser pego pela polícia.Implorando para Mohammed não mentir, a defesa perguntou se o réu se lembra de alguma coisa que o pai dele fez. “Só de ele colocando o relógio no meu braço e passeando comigo no carro de polícia. Toda vez que meu pai chegava, ele ligava a sirene e dava volta comigo no carro.” Quanto aos animais que criava, Mohammed disse que gostava de colocar o seu cachorro para brigar com outros. E afirmou: “eu pegava gatos na rua, amarrava o pescoço no alto do muro, fazia o cachorro alcançar o gato até o momento em que, tendo alcançado, o pit bull arrancava o pescoço do gato.” Quando isso acontecia, a “brincadeira” acabava com receio de o irmão brigar com ele. Perguntado pela defesa se cometeu outras crueldades desse tipo, Mohammed deu uma gargalhada e, questionado sobre o porquê do sorriso, respondeu: ”É que eu não acho nada horripilante”.Mohammed disse que chegou a falar para o irmão que quando a mãe deles morresse, ele o mataria. O estudante começou a roubar aos 15 anos para usar drogas e “ir para o frevo”. Em relação à ausência da mãe, que mora em Londres, Mohammed disse: “Acho que ela manda dinheiro para mim como foma de compensar a falta dela, mas em vez disso eu prefiro a presença dela.” Ao final do interrogatório, Mohammed disse que tem vontade de se tratar e afirmou ter consciência de que, caso condenado, esse tratamento poderia ser realizado estando ele recluso.

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Terminou agora o interrogatório de Mohammed d’Ali. Com respostas monossilábicas e demonstrando apatia, Mohammed confirmou ao juiz Jesseir ao início do interrogatório ter matado e esquartejado a inglesa Cara Marie Burke, além de ocultar o cadáver dela. Ele disse que a mala preta e a faca usada no crime eram dele e que conheceu a vítima em Londres, na casa de um amigo, conhecido como Dudu. Segundo o réu, os dois eram amigos e, quando chegaram no Brasil, não namoraram nem tiveram relacionamento sexual. De braços cruzados, Mohammed disse que Cara saiu da Inglaterra com 16 anos e usava maconha e cocaína. No Brasil, o réu disse que Cara morou um mês com ele em um apartamento no Setor Universitário, e depois se mudou para o Jardim Novo Mundo, onde arrumou um namorado. Mohammed disse que Cara furtava celulares e bicicletas em Londres para comprar roupas “e fazer bagunça na rua”. À época do crime, Cara já morava em outro setor e o crime se deu após ela pedir a Mohammed para voltar a morar com ele. Pedido aceito, ele a chamou para ir a sua casa e ao chegar, a inglesa lhe pediu dinheiro emprestado ao que ele negou dizendo-lhe que não era seu pai e, em seguida, jogou 50 gramas de cocaína em cima da mesa. Diante disso, ela o criticou dizendo que ele não tinha dinheiro para lhe emprestar, mas tinha para comprar drogas. Cara teria avisado Mohammed que contaria o fato para a mãe dele e que chamaria um amigo da Rotam para buscar a droga e dar-lhe o dinheiro correspondente a ela. “Então eu liguei o som alto para atrapalhar a ligação, mas nem deu tempo porque quando ela foi ao telefone eu peguei a faca que estava usando para cortar o pó e enfiei nela”, comentou. Ele disse que já estava usando sob efeito do crack havia quatro dias e, somente algum tempo depois, se deu conta de que havia matado Cara. “Com uma das mãos eu tapei a boca dela e, com a outra, segurava a faca. Ela tocou na faca duas vezes, eu cheguei a morder o braço dela e ela a soltou”, detalhou.Questionado pelo juiz, não soube precisar quantas facadas deu em Cara “Só saí distribuindo pelo corpo”. Após matar a vítima, ele tomou banho e, em seguida, colocou o corpo da inglesa no banheiro e saiu de casa em direção à festa de uma amiga, no Setor Santo Hilário, onde permaneceu até as 10 horas da manhã do dia seguinteEle assumiu que, antes de ir para a festa, tirou fotos do corpo da vítima pelo seu aparelho celular. Depois de sair da festa, voltou para casa e começou a pensar em como faria para tirar o corpo de Cara de sua residência, ocasião em que decidiu que a esquartejaria. “Fui a um supermercado e comprei uma faca. Cortei primeiro a cabeça, depois os braços e, por fim, as pernas”, relatou. Mohammed afirmou que tinha duas malas em casa, as quais utilizou para colocar os membros e cabeça da vítima. Pegou primeiramente uma das malas, onde colocou membros e cabeça de Cara e, com o carro emprestado por um amigo, dirigiu-se ao Corrego Sozinha, onde a jogou. Em seguida, voltou ao apartamento e pegou a outra mala, que estava com o tronco da vítima, e a levou para o mesmo lugar. Ninguém descobririaMohammed assumiu para o juiz que pensava que ninguém descobriria o crime, haja vista que depois que voltou ao apartamento, o lavou com água, desifetante e água sanitária. Ele disse ainda que não contou o crime para ninguém. Em seguida lembrou a morte do pai. “Dizem que arrancaram as partes dele também, os olhos. Fiquei desgostoso da vida porque não tinha meu pai e minha mãe nunca estava em casa”.Sorrindo muito, Mohammed relatou em inglês, a pedido do juiz, o diálogo que teve com Cara a respeito da droga pouco antes de matá-la, além de afirmar que a mãe envia de Londres R$ 4 mil mensais para ele. Disse estar arrependido do crime e que está se sentindo melhor sem o uso de drogas. “Na hora é tudo muito bom, mas depois vem a depressão”, afirmou.ConversaO promotor Milton Marcolino, representante do MP, leu uma conversa que Mohammed teve com um amigo, de nome Abraham de Londres, via internet. Segundo descrição, no diálogo o réu chegou a falar :”Mano, eu matei essa puta em meu quintal, mas não acharam as partes porque eu as joguei num rio”. Na mesma conversa, Abraham informou a Mohammed que os jornais londrinos já estavam noticiando o fato e intitulando-o como “o crime do ano”, mas que ainda não se sabia quem era o culpado. “Mano ela não acreditou no que eu era capaz de fazer com uma pessoa. Você precisa ver como ela ficou linda sem braços, pernas e cabeças. Eu estou feliz porque estou vivo e ainda não fui preso”, acrescentou. Ainda durante a conversa Abraham disse que Mohammed “era doido” e que não deveria ter ido tão longe com a garota. O amigo pediu ainda que o réu deixasse o Brasil para não ser pego pela polícia.Implorando para Mohammed não mentir, a defesa perguntou se o réu se lembra de alguma coisa que o pai dele fez. “Só de ele colocando o relógio no meu braço e passeando comigo no carro de polícia. Toda vez que meu pai chegava, ele ligava a sirene e dava volta comigo no carro.” Quanto aos animais que criava, Mohammed disse que gostava de colocar o seu cachorro para brigar com outros. E afirmou: “eu pegava gatos na rua, amarrava o pescoço no alto do muro, fazia o cachorro alcançar o gato até o momento em que, tendo alcançado, o pit bull arrancava o pescoço do gato.” Quando isso acontecia, a “brincadeira” acabava com receio de o irmão brigar com ele. Perguntado pela defesa se cometeu outras crueldades desse tipo, Mohammed deu uma gargalhada e, questionado sobre o porquê do sorriso, respondeu: ”É que eu não acho nada horripilante”.Mohammed disse que chegou a falar para o irmão que quando a mãe deles morresse, ele o mataria. O estudante começou a roubar aos 15 anos para usar drogas e “ir para o frevo”. Em relação à ausência da mãe, que mora em Londres, Mohammed disse: “Acho que ela manda dinheiro para mim como foma de compensar a falta dela, mas em vez disso eu prefiro a presença dela.” Ao final do interrogatório, Mohammed disse que tem vontade de se tratar e afirmou ter consciência de que, caso condenado, esse tratamento poderia ser realizado estando ele recluso.

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Terminou agora o interrogatório de Mohammed d’Ali. Com respostas monossilábicas e demonstrando apatia, Mohammed confirmou ao juiz Jesseir ao início do interrogatório ter matado e esquartejado a inglesa Cara Marie Burke, além de ocultar o cadáver dela. Ele disse que a mala preta e a faca usada no crime eram dele e que conheceu a vítima em Londres, na casa de um amigo, conhecido como Dudu. Segundo o réu, os dois eram amigos e, quando chegaram no Brasil, não namoraram nem tiveram relacionamento sexual. De braços cruzados, Mohammed disse que Cara saiu da Inglaterra com 16 anos e usava maconha e cocaína. No Brasil, o réu disse que Cara morou um mês com ele em um apartamento no Setor Universitário, e depois se mudou para o Jardim Novo Mundo, onde arrumou um namorado. Mohammed disse que Cara furtava celulares e bicicletas em Londres para comprar roupas “e fazer bagunça na rua”. À época do crime, Cara já morava em outro setor e o crime se deu após ela pedir a Mohammed para voltar a morar com ele. Pedido aceito, ele a chamou para ir a sua casa e ao chegar, a inglesa lhe pediu dinheiro emprestado ao que ele negou dizendo-lhe que não era seu pai e, em seguida, jogou 50 gramas de cocaína em cima da mesa. Diante disso, ela o criticou dizendo que ele não tinha dinheiro para lhe emprestar, mas tinha para comprar drogas. Cara teria avisado Mohammed que contaria o fato para a mãe dele e que chamaria um amigo da Rotam para buscar a droga e dar-lhe o dinheiro correspondente a ela. “Então eu liguei o som alto para atrapalhar a ligação, mas nem deu tempo porque quando ela foi ao telefone eu peguei a faca que estava usando para cortar o pó e enfiei nela”, comentou. Ele disse que já estava usando sob efeito do crack havia quatro dias e, somente algum tempo depois, se deu conta de que havia matado Cara. “Com uma das mãos eu tapei a boca dela e, com a outra, segurava a faca. Ela tocou na faca duas vezes, eu cheguei a morder o braço dela e ela a soltou”, detalhou.Questionado pelo juiz, não soube precisar quantas facadas deu em Cara “Só saí distribuindo pelo corpo”. Após matar a vítima, ele tomou banho e, em seguida, colocou o corpo da inglesa no banheiro e saiu de casa em direção à festa de uma amiga, no Setor Santo Hilário, onde permaneceu até as 10 horas da manhã do dia seguinteEle assumiu que, antes de ir para a festa, tirou fotos do corpo da vítima pelo seu aparelho celular. Depois de sair da festa, voltou para casa e começou a pensar em como faria para tirar o corpo de Cara de sua residência, ocasião em que decidiu que a esquartejaria. “Fui a um supermercado e comprei uma faca. Cortei primeiro a cabeça, depois os braços e, por fim, as pernas”, relatou. Mohammed afirmou que tinha duas malas em casa, as quais utilizou para colocar os membros e cabeça da vítima. Pegou primeiramente uma das malas, onde colocou membros e cabeça de Cara e, com o carro emprestado por um amigo, dirigiu-se ao Corrego Sozinha, onde a jogou. Em seguida, voltou ao apartamento e pegou a outra mala, que estava com o tronco da vítima, e a levou para o mesmo lugar. Ninguém descobririaMohammed assumiu para o juiz que pensava que ninguém descobriria o crime, haja vista que depois que voltou ao apartamento, o lavou com água, desifetante e água sanitária. Ele disse ainda que não contou o crime para ninguém. Em seguida lembrou a morte do pai. “Dizem que arrancaram as partes dele também, os olhos. Fiquei desgostoso da vida porque não tinha meu pai e minha mãe nunca estava em casa”.Sorrindo muito, Mohammed relatou em inglês, a pedido do juiz, o diálogo que teve com Cara a respeito da droga pouco antes de matá-la, além de afirmar que a mãe envia de Londres R$ 4 mil mensais para ele. Disse estar arrependido do crime e que está se sentindo melhor sem o uso de drogas. “Na hora é tudo muito bom, mas depois vem a depressão”, afirmou.ConversaO promotor Milton Marcolino, representante do MP, leu uma conversa que Mohammed teve com um amigo, de nome Abraham de Londres, via internet. Segundo descrição, no diálogo o réu chegou a falar :”Mano, eu matei essa puta em meu quintal, mas não acharam as partes porque eu as joguei num rio”. Na mesma conversa, Abraham informou a Mohammed que os jornais londrinos já estavam noticiando o fato e intitulando-o como “o crime do ano”, mas que ainda não se sabia quem era o culpado. “Mano ela não acreditou no que eu era capaz de fazer com uma pessoa. Você precisa ver como ela ficou linda sem braços, pernas e cabeças. Eu estou feliz porque estou vivo e ainda não fui preso”, acrescentou. Ainda durante a conversa Abraham disse que Mohammed “era doido” e que não deveria ter ido tão longe com a garota. O amigo pediu ainda que o réu deixasse o Brasil para não ser pego pela polícia.Implorando para Mohammed não mentir, a defesa perguntou se o réu se lembra de alguma coisa que o pai dele fez. “Só de ele colocando o relógio no meu braço e passeando comigo no carro de polícia. Toda vez que meu pai chegava, ele ligava a sirene e dava volta comigo no carro.” Quanto aos animais que criava, Mohammed disse que gostava de colocar o seu cachorro para brigar com outros. E afirmou: “eu pegava gatos na rua, amarrava o pescoço no alto do muro, fazia o cachorro alcançar o gato até o momento em que, tendo alcançado, o pit bull arrancava o pescoço do gato.” Quando isso acontecia, a “brincadeira” acabava com receio de o irmão brigar com ele. Perguntado pela defesa se cometeu outras crueldades desse tipo, Mohammed deu uma gargalhada e, questionado sobre o porquê do sorriso, respondeu: ”É que eu não acho nada horripilante”.Mohammed disse que chegou a falar para o irmão que quando a mãe deles morresse, ele o mataria. O estudante começou a roubar aos 15 anos para usar drogas e “ir para o frevo”. Em relação à ausência da mãe, que mora em Londres, Mohammed disse: “Acho que ela manda dinheiro para mim como foma de compensar a falta dela, mas em vez disso eu prefiro a presença dela.” Ao final do interrogatório, Mohammed disse que tem vontade de se tratar e afirmou ter consciência de que, caso condenado, esse tratamento poderia ser realizado estando ele recluso.

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Pesquisa mostra que reciclagem emprega crianças

SÃO PAULO - As empresas de reciclagem são as maiores empregadoras de mão de obra infantil, diz um estudo encomendado pela Fundação Telefônica, com 5,6 mil crianças e adolescentes de 17 municípios paulistas - a capital foi excluída. Entre eles, 3,7 mil disseram ter algum tipo de trabalho, dos quais 70,8% nas ruas e/ou semáforos, entre malabares, flanelinhas e vendedores. A maioria (77,9%), porém, passa dias e noites catando lixo, uma das piores formas de trabalho infantil. Desses, 56,5% têm entre 5 e 9 anos.
"O fato de a maioria exercer uma atividade tão insalubre quanto catar lixo e de começar tão jovens nos surpreendeu", diz a responsável pela pesquisa, Vera Masagão Ribeiro, coordenadora de programas da ONG Ação Educativa. Os irmãos M.L., de 11 anos, A.L., de 13, e M.L., de 14, não conheceram infância sem trabalho. A mãe morreu, em 1999, e eles foram morar com a avó, aposentada por invalidez e com renda mensal de um salário mínimo. Sem alternativa, os três foram para a rua trabalhar como catadores. "O juizado de menores vivia vindo aqui, mas o que eles queriam que eu fizesse?", diz a avó A.M.S, de 57 anos. "Eu não tenho como sustentá-los." Ela recebe R$ 120 do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil. Já era previsto que o trabalho infantil fosse apontado pelo levantamento, mas os pesquisadores não esperavam índice tão alto: 67%. A legislação brasileira proíbe o trabalho a menores de 14 anos. Jovem entre 14 e 16 anos pode trabalhar como aprendiz; entre 16 e 18 anos o trabalho é permitido, mas são vetadas atividades insalubres e degradantes - revirar o lixo nas ruas está entre elas. Vera defende a formalização do trabalho de catadores pelos municípios. "Quanto mais formal a atividade, menos chance terá de empregar mão de obra infantil", diz.

Fonte: O Estado de S. Paulo.
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Pesquisa mostra que reciclagem emprega crianças

SÃO PAULO - As empresas de reciclagem são as maiores empregadoras de mão de obra infantil, diz um estudo encomendado pela Fundação Telefônica, com 5,6 mil crianças e adolescentes de 17 municípios paulistas - a capital foi excluída. Entre eles, 3,7 mil disseram ter algum tipo de trabalho, dos quais 70,8% nas ruas e/ou semáforos, entre malabares, flanelinhas e vendedores. A maioria (77,9%), porém, passa dias e noites catando lixo, uma das piores formas de trabalho infantil. Desses, 56,5% têm entre 5 e 9 anos.
"O fato de a maioria exercer uma atividade tão insalubre quanto catar lixo e de começar tão jovens nos surpreendeu", diz a responsável pela pesquisa, Vera Masagão Ribeiro, coordenadora de programas da ONG Ação Educativa. Os irmãos M.L., de 11 anos, A.L., de 13, e M.L., de 14, não conheceram infância sem trabalho. A mãe morreu, em 1999, e eles foram morar com a avó, aposentada por invalidez e com renda mensal de um salário mínimo. Sem alternativa, os três foram para a rua trabalhar como catadores. "O juizado de menores vivia vindo aqui, mas o que eles queriam que eu fizesse?", diz a avó A.M.S, de 57 anos. "Eu não tenho como sustentá-los." Ela recebe R$ 120 do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil. Já era previsto que o trabalho infantil fosse apontado pelo levantamento, mas os pesquisadores não esperavam índice tão alto: 67%. A legislação brasileira proíbe o trabalho a menores de 14 anos. Jovem entre 14 e 16 anos pode trabalhar como aprendiz; entre 16 e 18 anos o trabalho é permitido, mas são vetadas atividades insalubres e degradantes - revirar o lixo nas ruas está entre elas. Vera defende a formalização do trabalho de catadores pelos municípios. "Quanto mais formal a atividade, menos chance terá de empregar mão de obra infantil", diz.

Fonte: O Estado de S. Paulo.
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Pesquisa mostra que reciclagem emprega crianças

SÃO PAULO - As empresas de reciclagem são as maiores empregadoras de mão de obra infantil, diz um estudo encomendado pela Fundação Telefônica, com 5,6 mil crianças e adolescentes de 17 municípios paulistas - a capital foi excluída. Entre eles, 3,7 mil disseram ter algum tipo de trabalho, dos quais 70,8% nas ruas e/ou semáforos, entre malabares, flanelinhas e vendedores. A maioria (77,9%), porém, passa dias e noites catando lixo, uma das piores formas de trabalho infantil. Desses, 56,5% têm entre 5 e 9 anos.
"O fato de a maioria exercer uma atividade tão insalubre quanto catar lixo e de começar tão jovens nos surpreendeu", diz a responsável pela pesquisa, Vera Masagão Ribeiro, coordenadora de programas da ONG Ação Educativa. Os irmãos M.L., de 11 anos, A.L., de 13, e M.L., de 14, não conheceram infância sem trabalho. A mãe morreu, em 1999, e eles foram morar com a avó, aposentada por invalidez e com renda mensal de um salário mínimo. Sem alternativa, os três foram para a rua trabalhar como catadores. "O juizado de menores vivia vindo aqui, mas o que eles queriam que eu fizesse?", diz a avó A.M.S, de 57 anos. "Eu não tenho como sustentá-los." Ela recebe R$ 120 do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil. Já era previsto que o trabalho infantil fosse apontado pelo levantamento, mas os pesquisadores não esperavam índice tão alto: 67%. A legislação brasileira proíbe o trabalho a menores de 14 anos. Jovem entre 14 e 16 anos pode trabalhar como aprendiz; entre 16 e 18 anos o trabalho é permitido, mas são vetadas atividades insalubres e degradantes - revirar o lixo nas ruas está entre elas. Vera defende a formalização do trabalho de catadores pelos municípios. "Quanto mais formal a atividade, menos chance terá de empregar mão de obra infantil", diz.

Fonte: O Estado de S. Paulo.
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SÃO PAULO - As empresas de reciclagem são as maiores empregadoras de mão de obra infantil, diz um estudo encomendado pela Fundação Telefônica, com 5,6 mil crianças e adolescentes de 17 municípios paulistas - a capital foi excluída. Entre eles, 3,7 mil disseram ter algum tipo de trabalho, dos quais 70,8% nas ruas e/ou semáforos, entre malabares, flanelinhas e vendedores. A maioria (77,9%), porém, passa dias e noites catando lixo, uma das piores formas de trabalho infantil. Desses, 56,5% têm entre 5 e 9 anos.
"O fato de a maioria exercer uma atividade tão insalubre quanto catar lixo e de começar tão jovens nos surpreendeu", diz a responsável pela pesquisa, Vera Masagão Ribeiro, coordenadora de programas da ONG Ação Educativa. Os irmãos M.L., de 11 anos, A.L., de 13, e M.L., de 14, não conheceram infância sem trabalho. A mãe morreu, em 1999, e eles foram morar com a avó, aposentada por invalidez e com renda mensal de um salário mínimo. Sem alternativa, os três foram para a rua trabalhar como catadores. "O juizado de menores vivia vindo aqui, mas o que eles queriam que eu fizesse?", diz a avó A.M.S, de 57 anos. "Eu não tenho como sustentá-los." Ela recebe R$ 120 do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil. Já era previsto que o trabalho infantil fosse apontado pelo levantamento, mas os pesquisadores não esperavam índice tão alto: 67%. A legislação brasileira proíbe o trabalho a menores de 14 anos. Jovem entre 14 e 16 anos pode trabalhar como aprendiz; entre 16 e 18 anos o trabalho é permitido, mas são vetadas atividades insalubres e degradantes - revirar o lixo nas ruas está entre elas. Vera defende a formalização do trabalho de catadores pelos municípios. "Quanto mais formal a atividade, menos chance terá de empregar mão de obra infantil", diz.

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SÃO PAULO - As empresas de reciclagem são as maiores empregadoras de mão de obra infantil, diz um estudo encomendado pela Fundação Telefônica, com 5,6 mil crianças e adolescentes de 17 municípios paulistas - a capital foi excluída. Entre eles, 3,7 mil disseram ter algum tipo de trabalho, dos quais 70,8% nas ruas e/ou semáforos, entre malabares, flanelinhas e vendedores. A maioria (77,9%), porém, passa dias e noites catando lixo, uma das piores formas de trabalho infantil. Desses, 56,5% têm entre 5 e 9 anos.
"O fato de a maioria exercer uma atividade tão insalubre quanto catar lixo e de começar tão jovens nos surpreendeu", diz a responsável pela pesquisa, Vera Masagão Ribeiro, coordenadora de programas da ONG Ação Educativa. Os irmãos M.L., de 11 anos, A.L., de 13, e M.L., de 14, não conheceram infância sem trabalho. A mãe morreu, em 1999, e eles foram morar com a avó, aposentada por invalidez e com renda mensal de um salário mínimo. Sem alternativa, os três foram para a rua trabalhar como catadores. "O juizado de menores vivia vindo aqui, mas o que eles queriam que eu fizesse?", diz a avó A.M.S, de 57 anos. "Eu não tenho como sustentá-los." Ela recebe R$ 120 do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil. Já era previsto que o trabalho infantil fosse apontado pelo levantamento, mas os pesquisadores não esperavam índice tão alto: 67%. A legislação brasileira proíbe o trabalho a menores de 14 anos. Jovem entre 14 e 16 anos pode trabalhar como aprendiz; entre 16 e 18 anos o trabalho é permitido, mas são vetadas atividades insalubres e degradantes - revirar o lixo nas ruas está entre elas. Vera defende a formalização do trabalho de catadores pelos municípios. "Quanto mais formal a atividade, menos chance terá de empregar mão de obra infantil", diz.

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SÃO PAULO - A Justiça de São Paulo pode decidir a qualquer momento se Suzane Von Richthofen terá direito a deixar a penitenciária feminina Santa Maria Eufrásia Pelletier, em Tremembé, cidade no interior de São Paulo, e cumprir o restante de sua pena de 39 anos de prisão em regime semiaberto. Uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) nesta quarta-feira beneficiou a jovem, condenada por participar do assassinato com barras de ferro de seus pais, Marisia e Manfred Von Richthofen, em 2002, em São Paulo, na casa em que a família vivia no bairro do Campo Belo. Além de Suzane, participaram do crime seu ex-namorado Daniel e o irmão dele, Cristian Cravinhos.
O ministro Og Fernandes, do STJ, determinou que a Justiça paulista faça novo cálculo de remissão da pena da jovem. Pela decisão do STJ, os dias remidos (como é chamado o benefício da redução de pena) devem ser somados à pena já cumprida. A cada três dias trabalhados dentro da penitenciária, Suzane tem direito a um dia remido. Até dezembro, a ré tinha 334 dias remidos, que somados aos 6 anos de prisão já são suficientes para pedir a progressão ao regime semiaberto. De acordo com o Código Penal, todo réu passa a ter direito ao regime semiaberto após cumprir um sexto da pena - no caso de Suzane seis anos e meio.
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ) contava a pena de Suzane de forma diferente. Os dias remidos eram descontados do total da pena de 39 anos. A defesa da jovem contestava essa metodologia e entrou com o pedido de mudança no STJ.
Em novembro de 2007, o Tribunal de Justiça negou a anulação do julgamento, como pediam os advogados, mas reduziu em seis meses a condenação inicial - de 39 anos e seis meses. Os seis meses eram referente ao crime de fraude processual, já que eles alteraram a cena do crime e retiraram valores da casa para tentar simular um latrocínio. Para os desembargadores do TJ, esse crime estava prescrito quando foi julgado, em julho de 2006.
- Com a decisão do STJ, agora só dependemos da juíza agora. Além do pedido de progressão, feito em dezembro, ela ainda tem em mãos atestado de boa conduta carcerária, os elementos necessários para que Suzane mude para o regime semiaberto, onde ela trabalharia fora durante o dia e voltaria para dormir na prisão - diz o advogado e ex-tutor de Suzane, Denivaldo Barni.
A decisão sobre o futuro de Suzane está nas mãos da juíza da 1ª Vara de Execuções Criminais de Taubaté, a 134 km de São Paulo. Em dezembro, segundo o advogado Denivaldo Barni, Suzane já poderia ser beneficiada se não fosse a fórmula utilizada pelo TJ de SP.
Suzane Von Richthofen e irmãos Cristian e Daniel Cravinhos foram condenados pelos crimes de homicídio triplamente qualificado e furto. Suzane e Daniel chegaram a comparecer ao enterro de Manfred e Marísia, mas foram presos dias depois do crime. Daniel e Cristian confessaram que mataram o casal que dormia com golpes de barra de ferro. Suzane planejou o crime.
Assim que a decisão da juíza for tomada, Suzane Von Richthofen deverá ser transferida da penitenciária feminina de Taubaté para outro presídio do estado de São Paulo onde haja o regime semi-aberto. Logo após tomar a decisão, segundo Denivaldo Barni, a juíza deve oficializar a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), que aguardará a abertura de uma vaga para fazer a transferência da jovem.


O Globo On Line
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SÃO PAULO - A Justiça de São Paulo pode decidir a qualquer momento se Suzane Von Richthofen terá direito a deixar a penitenciária feminina Santa Maria Eufrásia Pelletier, em Tremembé, cidade no interior de São Paulo, e cumprir o restante de sua pena de 39 anos de prisão em regime semiaberto. Uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) nesta quarta-feira beneficiou a jovem, condenada por participar do assassinato com barras de ferro de seus pais, Marisia e Manfred Von Richthofen, em 2002, em São Paulo, na casa em que a família vivia no bairro do Campo Belo. Além de Suzane, participaram do crime seu ex-namorado Daniel e o irmão dele, Cristian Cravinhos.
O ministro Og Fernandes, do STJ, determinou que a Justiça paulista faça novo cálculo de remissão da pena da jovem. Pela decisão do STJ, os dias remidos (como é chamado o benefício da redução de pena) devem ser somados à pena já cumprida. A cada três dias trabalhados dentro da penitenciária, Suzane tem direito a um dia remido. Até dezembro, a ré tinha 334 dias remidos, que somados aos 6 anos de prisão já são suficientes para pedir a progressão ao regime semiaberto. De acordo com o Código Penal, todo réu passa a ter direito ao regime semiaberto após cumprir um sexto da pena - no caso de Suzane seis anos e meio.
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ) contava a pena de Suzane de forma diferente. Os dias remidos eram descontados do total da pena de 39 anos. A defesa da jovem contestava essa metodologia e entrou com o pedido de mudança no STJ.
Em novembro de 2007, o Tribunal de Justiça negou a anulação do julgamento, como pediam os advogados, mas reduziu em seis meses a condenação inicial - de 39 anos e seis meses. Os seis meses eram referente ao crime de fraude processual, já que eles alteraram a cena do crime e retiraram valores da casa para tentar simular um latrocínio. Para os desembargadores do TJ, esse crime estava prescrito quando foi julgado, em julho de 2006.
- Com a decisão do STJ, agora só dependemos da juíza agora. Além do pedido de progressão, feito em dezembro, ela ainda tem em mãos atestado de boa conduta carcerária, os elementos necessários para que Suzane mude para o regime semiaberto, onde ela trabalharia fora durante o dia e voltaria para dormir na prisão - diz o advogado e ex-tutor de Suzane, Denivaldo Barni.
A decisão sobre o futuro de Suzane está nas mãos da juíza da 1ª Vara de Execuções Criminais de Taubaté, a 134 km de São Paulo. Em dezembro, segundo o advogado Denivaldo Barni, Suzane já poderia ser beneficiada se não fosse a fórmula utilizada pelo TJ de SP.
Suzane Von Richthofen e irmãos Cristian e Daniel Cravinhos foram condenados pelos crimes de homicídio triplamente qualificado e furto. Suzane e Daniel chegaram a comparecer ao enterro de Manfred e Marísia, mas foram presos dias depois do crime. Daniel e Cristian confessaram que mataram o casal que dormia com golpes de barra de ferro. Suzane planejou o crime.
Assim que a decisão da juíza for tomada, Suzane Von Richthofen deverá ser transferida da penitenciária feminina de Taubaté para outro presídio do estado de São Paulo onde haja o regime semi-aberto. Logo após tomar a decisão, segundo Denivaldo Barni, a juíza deve oficializar a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), que aguardará a abertura de uma vaga para fazer a transferência da jovem.


O Globo On Line
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O ministro Og Fernandes, do STJ, determinou que a Justiça paulista faça novo cálculo de remissão da pena da jovem. Pela decisão do STJ, os dias remidos (como é chamado o benefício da redução de pena) devem ser somados à pena já cumprida. A cada três dias trabalhados dentro da penitenciária, Suzane tem direito a um dia remido. Até dezembro, a ré tinha 334 dias remidos, que somados aos 6 anos de prisão já são suficientes para pedir a progressão ao regime semiaberto. De acordo com o Código Penal, todo réu passa a ter direito ao regime semiaberto após cumprir um sexto da pena - no caso de Suzane seis anos e meio.
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ) contava a pena de Suzane de forma diferente. Os dias remidos eram descontados do total da pena de 39 anos. A defesa da jovem contestava essa metodologia e entrou com o pedido de mudança no STJ.
Em novembro de 2007, o Tribunal de Justiça negou a anulação do julgamento, como pediam os advogados, mas reduziu em seis meses a condenação inicial - de 39 anos e seis meses. Os seis meses eram referente ao crime de fraude processual, já que eles alteraram a cena do crime e retiraram valores da casa para tentar simular um latrocínio. Para os desembargadores do TJ, esse crime estava prescrito quando foi julgado, em julho de 2006.
- Com a decisão do STJ, agora só dependemos da juíza agora. Além do pedido de progressão, feito em dezembro, ela ainda tem em mãos atestado de boa conduta carcerária, os elementos necessários para que Suzane mude para o regime semiaberto, onde ela trabalharia fora durante o dia e voltaria para dormir na prisão - diz o advogado e ex-tutor de Suzane, Denivaldo Barni.
A decisão sobre o futuro de Suzane está nas mãos da juíza da 1ª Vara de Execuções Criminais de Taubaté, a 134 km de São Paulo. Em dezembro, segundo o advogado Denivaldo Barni, Suzane já poderia ser beneficiada se não fosse a fórmula utilizada pelo TJ de SP.
Suzane Von Richthofen e irmãos Cristian e Daniel Cravinhos foram condenados pelos crimes de homicídio triplamente qualificado e furto. Suzane e Daniel chegaram a comparecer ao enterro de Manfred e Marísia, mas foram presos dias depois do crime. Daniel e Cristian confessaram que mataram o casal que dormia com golpes de barra de ferro. Suzane planejou o crime.
Assim que a decisão da juíza for tomada, Suzane Von Richthofen deverá ser transferida da penitenciária feminina de Taubaté para outro presídio do estado de São Paulo onde haja o regime semi-aberto. Logo após tomar a decisão, segundo Denivaldo Barni, a juíza deve oficializar a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), que aguardará a abertura de uma vaga para fazer a transferência da jovem.


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O ministro Og Fernandes, do STJ, determinou que a Justiça paulista faça novo cálculo de remissão da pena da jovem. Pela decisão do STJ, os dias remidos (como é chamado o benefício da redução de pena) devem ser somados à pena já cumprida. A cada três dias trabalhados dentro da penitenciária, Suzane tem direito a um dia remido. Até dezembro, a ré tinha 334 dias remidos, que somados aos 6 anos de prisão já são suficientes para pedir a progressão ao regime semiaberto. De acordo com o Código Penal, todo réu passa a ter direito ao regime semiaberto após cumprir um sexto da pena - no caso de Suzane seis anos e meio.
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ) contava a pena de Suzane de forma diferente. Os dias remidos eram descontados do total da pena de 39 anos. A defesa da jovem contestava essa metodologia e entrou com o pedido de mudança no STJ.
Em novembro de 2007, o Tribunal de Justiça negou a anulação do julgamento, como pediam os advogados, mas reduziu em seis meses a condenação inicial - de 39 anos e seis meses. Os seis meses eram referente ao crime de fraude processual, já que eles alteraram a cena do crime e retiraram valores da casa para tentar simular um latrocínio. Para os desembargadores do TJ, esse crime estava prescrito quando foi julgado, em julho de 2006.
- Com a decisão do STJ, agora só dependemos da juíza agora. Além do pedido de progressão, feito em dezembro, ela ainda tem em mãos atestado de boa conduta carcerária, os elementos necessários para que Suzane mude para o regime semiaberto, onde ela trabalharia fora durante o dia e voltaria para dormir na prisão - diz o advogado e ex-tutor de Suzane, Denivaldo Barni.
A decisão sobre o futuro de Suzane está nas mãos da juíza da 1ª Vara de Execuções Criminais de Taubaté, a 134 km de São Paulo. Em dezembro, segundo o advogado Denivaldo Barni, Suzane já poderia ser beneficiada se não fosse a fórmula utilizada pelo TJ de SP.
Suzane Von Richthofen e irmãos Cristian e Daniel Cravinhos foram condenados pelos crimes de homicídio triplamente qualificado e furto. Suzane e Daniel chegaram a comparecer ao enterro de Manfred e Marísia, mas foram presos dias depois do crime. Daniel e Cristian confessaram que mataram o casal que dormia com golpes de barra de ferro. Suzane planejou o crime.
Assim que a decisão da juíza for tomada, Suzane Von Richthofen deverá ser transferida da penitenciária feminina de Taubaté para outro presídio do estado de São Paulo onde haja o regime semi-aberto. Logo após tomar a decisão, segundo Denivaldo Barni, a juíza deve oficializar a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), que aguardará a abertura de uma vaga para fazer a transferência da jovem.


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O ministro Og Fernandes, do STJ, determinou que a Justiça paulista faça novo cálculo de remissão da pena da jovem. Pela decisão do STJ, os dias remidos (como é chamado o benefício da redução de pena) devem ser somados à pena já cumprida. A cada três dias trabalhados dentro da penitenciária, Suzane tem direito a um dia remido. Até dezembro, a ré tinha 334 dias remidos, que somados aos 6 anos de prisão já são suficientes para pedir a progressão ao regime semiaberto. De acordo com o Código Penal, todo réu passa a ter direito ao regime semiaberto após cumprir um sexto da pena - no caso de Suzane seis anos e meio.
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ) contava a pena de Suzane de forma diferente. Os dias remidos eram descontados do total da pena de 39 anos. A defesa da jovem contestava essa metodologia e entrou com o pedido de mudança no STJ.
Em novembro de 2007, o Tribunal de Justiça negou a anulação do julgamento, como pediam os advogados, mas reduziu em seis meses a condenação inicial - de 39 anos e seis meses. Os seis meses eram referente ao crime de fraude processual, já que eles alteraram a cena do crime e retiraram valores da casa para tentar simular um latrocínio. Para os desembargadores do TJ, esse crime estava prescrito quando foi julgado, em julho de 2006.
- Com a decisão do STJ, agora só dependemos da juíza agora. Além do pedido de progressão, feito em dezembro, ela ainda tem em mãos atestado de boa conduta carcerária, os elementos necessários para que Suzane mude para o regime semiaberto, onde ela trabalharia fora durante o dia e voltaria para dormir na prisão - diz o advogado e ex-tutor de Suzane, Denivaldo Barni.
A decisão sobre o futuro de Suzane está nas mãos da juíza da 1ª Vara de Execuções Criminais de Taubaté, a 134 km de São Paulo. Em dezembro, segundo o advogado Denivaldo Barni, Suzane já poderia ser beneficiada se não fosse a fórmula utilizada pelo TJ de SP.
Suzane Von Richthofen e irmãos Cristian e Daniel Cravinhos foram condenados pelos crimes de homicídio triplamente qualificado e furto. Suzane e Daniel chegaram a comparecer ao enterro de Manfred e Marísia, mas foram presos dias depois do crime. Daniel e Cristian confessaram que mataram o casal que dormia com golpes de barra de ferro. Suzane planejou o crime.
Assim que a decisão da juíza for tomada, Suzane Von Richthofen deverá ser transferida da penitenciária feminina de Taubaté para outro presídio do estado de São Paulo onde haja o regime semi-aberto. Logo após tomar a decisão, segundo Denivaldo Barni, a juíza deve oficializar a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), que aguardará a abertura de uma vaga para fazer a transferência da jovem.


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Ao iniciar a vida reprodutiva, aos 13 anos, Gabriela Kaplan soube que seria uma mulher diferente. Na primeira menstruação, foi internada com uma grave hemorragia que a obrigaria a fazer transfusões sanguíneas a cada ciclo menstrual durante toda a adolescência. O pai, tipo O positivo, era o seu doador.
Gabriela, 36, publicitária de São Paulo, tem deficiência do fator 10, uma doença hereditária rara que dificulta a coagulação sanguínea e a predispõe a graves hemorragias. Sem controle, essa "prima" da hemofilia pode matar. E foi justamente esse argumento usado por médicos para tentar persuadir Gabriela a desistir da gravidez.
Para quem desde a infância já brincava de ser mãe da irmã caçula, nove anos mais nova, o prognóstico médico foi um duro golpe. "Fiquei sem chão."
Mas Gabriela não desistiu. Pesquisou e encontrou uma dupla de médicos --o hematologista e imunologista Nelson Hamerschlak e o obstetra Renato Kalil-- que topou o desafio de acompanhá-la na gravidez.
"A literatura médica é muito pobre sobre essa doença e vários colegas acharam melhor convencê-la a desistir da gravidez. Foi quase um ano de conversas, de aconselhamento e cumplicidade entre eu, ela e o marido. Queria ter certeza de que era aquilo mesmo que eles queriam", diz Hamerschlak.
Em 2006, fazendo uma busca na literatura internacional, os médicos encontraram oito casos iguais aos de Gabriela em que as mulheres haviam conseguido ter seus bebês. No Brasil, não havia situações relatadas.
"Eles me alertaram que seria uma gravidez arriscada, especialmente entre a 20ª e a 25ª semana, mas que era um risco controlado", lembra Gabriela.
Em março de 2006, a arquiteta engravidou naturalmente. Nas primeiras 22 semanas, fazia ultrassons semanais. Depois, a cada 15 dias. "Tinha tanta certeza de que tudo ocorreria bem que fiquei supertranquila, nem enjoo tive. Até na hora do parto, na 39ª semana de gestação, estava bem, serena."
Kalil, por sua vez, não estava nada tranquilo. "No pré-natal, esperava que ela tivesse um abortamento --ocorrência frequente nessa doença. No parto, tinha medo que ela sofresse uma hemorragia incontrolável. Fiz a cesárea muito rápido, como se não quisesse dar tempo de o vaso [sanguíneo] saber que estava sendo operado."
Antes do parto, Gabriela recebeu um complexo protrombínico --medicação que evita a hemorragia. "O sangramento durante o parto foi zero, sucesso total", conta Hamerschlak.
Uma equipe de oito médicos, entre obstetras, anestesistas, hematologistas e cirurgiões-vasculares, estava no centro cirúrgico do hospital Albert Einstein, no momento em que Sofia nasceu, no dia 5 de dezembro de 2006. Outros sete especialistas esperavam no corredor para agir em uma situação de emergência.
"Foi um alívio quando tudo terminou bem", lembra Kalil. Mal ele sabia que a sensação de alívio duraria pouco. Meses depois, Gabriela procurou novamente os médicos dizendo que queria ter um segundo bebê. "Eu disse que ela era louca, que já tinha uma filha e que não deveria correr novamente o risco de morrer no parto."
Mas Gabriela estava decidida. "Já saí da maternidade querendo um outro filho. Quando olhei para a Sofia pela primeira vez, tive a certeza sobre minha missão nesta vida. Vim para ser mãe. É maravilhoso."
Em 2008, quando Sofia completou um ano e quatro meses, Gabriela engravidou de Lara. Enfrentou alguns sustos, como na oitava semana de gestação, quando sofreu um descolamento da placenta. Depois disso, a gestação seguiu normal.
Em janeiro deste ano, a caminho da maternidade, bateu o medo. "Fiquei apreensiva. Pensei: "Será que devia estar correndo novamente o risco de morrer no parto. E se acontecer alguma coisa, o que será da minha filha?", lembra.
Novamente, os cuidados se repetiram --complexo protrombínico antes e após o parto-- e a cesárea transcorreu sem problemas. Agora, Kalil e Hamerschlak preparam um artigo em que vão relatar o caso de Gabriela em uma revista médica internacional.
"Foi muito gratificante, mas chega de tensão. Falei para ela [Gabriela]: "Não quero te ver mais grávida!'", brinca Kalil.
Gabriela nem discute. "Se pudesse teria um monte de filhos, mas duas está mais do que bom", diz. Nenhuma das meninas herdou a doença da mãe.

CLÁUDIA COLLUCCI


Folha Online
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Ao iniciar a vida reprodutiva, aos 13 anos, Gabriela Kaplan soube que seria uma mulher diferente. Na primeira menstruação, foi internada com uma grave hemorragia que a obrigaria a fazer transfusões sanguíneas a cada ciclo menstrual durante toda a adolescência. O pai, tipo O positivo, era o seu doador.
Gabriela, 36, publicitária de São Paulo, tem deficiência do fator 10, uma doença hereditária rara que dificulta a coagulação sanguínea e a predispõe a graves hemorragias. Sem controle, essa "prima" da hemofilia pode matar. E foi justamente esse argumento usado por médicos para tentar persuadir Gabriela a desistir da gravidez.
Para quem desde a infância já brincava de ser mãe da irmã caçula, nove anos mais nova, o prognóstico médico foi um duro golpe. "Fiquei sem chão."
Mas Gabriela não desistiu. Pesquisou e encontrou uma dupla de médicos --o hematologista e imunologista Nelson Hamerschlak e o obstetra Renato Kalil-- que topou o desafio de acompanhá-la na gravidez.
"A literatura médica é muito pobre sobre essa doença e vários colegas acharam melhor convencê-la a desistir da gravidez. Foi quase um ano de conversas, de aconselhamento e cumplicidade entre eu, ela e o marido. Queria ter certeza de que era aquilo mesmo que eles queriam", diz Hamerschlak.
Em 2006, fazendo uma busca na literatura internacional, os médicos encontraram oito casos iguais aos de Gabriela em que as mulheres haviam conseguido ter seus bebês. No Brasil, não havia situações relatadas.
"Eles me alertaram que seria uma gravidez arriscada, especialmente entre a 20ª e a 25ª semana, mas que era um risco controlado", lembra Gabriela.
Em março de 2006, a arquiteta engravidou naturalmente. Nas primeiras 22 semanas, fazia ultrassons semanais. Depois, a cada 15 dias. "Tinha tanta certeza de que tudo ocorreria bem que fiquei supertranquila, nem enjoo tive. Até na hora do parto, na 39ª semana de gestação, estava bem, serena."
Kalil, por sua vez, não estava nada tranquilo. "No pré-natal, esperava que ela tivesse um abortamento --ocorrência frequente nessa doença. No parto, tinha medo que ela sofresse uma hemorragia incontrolável. Fiz a cesárea muito rápido, como se não quisesse dar tempo de o vaso [sanguíneo] saber que estava sendo operado."
Antes do parto, Gabriela recebeu um complexo protrombínico --medicação que evita a hemorragia. "O sangramento durante o parto foi zero, sucesso total", conta Hamerschlak.
Uma equipe de oito médicos, entre obstetras, anestesistas, hematologistas e cirurgiões-vasculares, estava no centro cirúrgico do hospital Albert Einstein, no momento em que Sofia nasceu, no dia 5 de dezembro de 2006. Outros sete especialistas esperavam no corredor para agir em uma situação de emergência.
"Foi um alívio quando tudo terminou bem", lembra Kalil. Mal ele sabia que a sensação de alívio duraria pouco. Meses depois, Gabriela procurou novamente os médicos dizendo que queria ter um segundo bebê. "Eu disse que ela era louca, que já tinha uma filha e que não deveria correr novamente o risco de morrer no parto."
Mas Gabriela estava decidida. "Já saí da maternidade querendo um outro filho. Quando olhei para a Sofia pela primeira vez, tive a certeza sobre minha missão nesta vida. Vim para ser mãe. É maravilhoso."
Em 2008, quando Sofia completou um ano e quatro meses, Gabriela engravidou de Lara. Enfrentou alguns sustos, como na oitava semana de gestação, quando sofreu um descolamento da placenta. Depois disso, a gestação seguiu normal.
Em janeiro deste ano, a caminho da maternidade, bateu o medo. "Fiquei apreensiva. Pensei: "Será que devia estar correndo novamente o risco de morrer no parto. E se acontecer alguma coisa, o que será da minha filha?", lembra.
Novamente, os cuidados se repetiram --complexo protrombínico antes e após o parto-- e a cesárea transcorreu sem problemas. Agora, Kalil e Hamerschlak preparam um artigo em que vão relatar o caso de Gabriela em uma revista médica internacional.
"Foi muito gratificante, mas chega de tensão. Falei para ela [Gabriela]: "Não quero te ver mais grávida!'", brinca Kalil.
Gabriela nem discute. "Se pudesse teria um monte de filhos, mas duas está mais do que bom", diz. Nenhuma das meninas herdou a doença da mãe.

CLÁUDIA COLLUCCI


Folha Online
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Ao iniciar a vida reprodutiva, aos 13 anos, Gabriela Kaplan soube que seria uma mulher diferente. Na primeira menstruação, foi internada com uma grave hemorragia que a obrigaria a fazer transfusões sanguíneas a cada ciclo menstrual durante toda a adolescência. O pai, tipo O positivo, era o seu doador.
Gabriela, 36, publicitária de São Paulo, tem deficiência do fator 10, uma doença hereditária rara que dificulta a coagulação sanguínea e a predispõe a graves hemorragias. Sem controle, essa "prima" da hemofilia pode matar. E foi justamente esse argumento usado por médicos para tentar persuadir Gabriela a desistir da gravidez.
Para quem desde a infância já brincava de ser mãe da irmã caçula, nove anos mais nova, o prognóstico médico foi um duro golpe. "Fiquei sem chão."
Mas Gabriela não desistiu. Pesquisou e encontrou uma dupla de médicos --o hematologista e imunologista Nelson Hamerschlak e o obstetra Renato Kalil-- que topou o desafio de acompanhá-la na gravidez.
"A literatura médica é muito pobre sobre essa doença e vários colegas acharam melhor convencê-la a desistir da gravidez. Foi quase um ano de conversas, de aconselhamento e cumplicidade entre eu, ela e o marido. Queria ter certeza de que era aquilo mesmo que eles queriam", diz Hamerschlak.
Em 2006, fazendo uma busca na literatura internacional, os médicos encontraram oito casos iguais aos de Gabriela em que as mulheres haviam conseguido ter seus bebês. No Brasil, não havia situações relatadas.
"Eles me alertaram que seria uma gravidez arriscada, especialmente entre a 20ª e a 25ª semana, mas que era um risco controlado", lembra Gabriela.
Em março de 2006, a arquiteta engravidou naturalmente. Nas primeiras 22 semanas, fazia ultrassons semanais. Depois, a cada 15 dias. "Tinha tanta certeza de que tudo ocorreria bem que fiquei supertranquila, nem enjoo tive. Até na hora do parto, na 39ª semana de gestação, estava bem, serena."
Kalil, por sua vez, não estava nada tranquilo. "No pré-natal, esperava que ela tivesse um abortamento --ocorrência frequente nessa doença. No parto, tinha medo que ela sofresse uma hemorragia incontrolável. Fiz a cesárea muito rápido, como se não quisesse dar tempo de o vaso [sanguíneo] saber que estava sendo operado."
Antes do parto, Gabriela recebeu um complexo protrombínico --medicação que evita a hemorragia. "O sangramento durante o parto foi zero, sucesso total", conta Hamerschlak.
Uma equipe de oito médicos, entre obstetras, anestesistas, hematologistas e cirurgiões-vasculares, estava no centro cirúrgico do hospital Albert Einstein, no momento em que Sofia nasceu, no dia 5 de dezembro de 2006. Outros sete especialistas esperavam no corredor para agir em uma situação de emergência.
"Foi um alívio quando tudo terminou bem", lembra Kalil. Mal ele sabia que a sensação de alívio duraria pouco. Meses depois, Gabriela procurou novamente os médicos dizendo que queria ter um segundo bebê. "Eu disse que ela era louca, que já tinha uma filha e que não deveria correr novamente o risco de morrer no parto."
Mas Gabriela estava decidida. "Já saí da maternidade querendo um outro filho. Quando olhei para a Sofia pela primeira vez, tive a certeza sobre minha missão nesta vida. Vim para ser mãe. É maravilhoso."
Em 2008, quando Sofia completou um ano e quatro meses, Gabriela engravidou de Lara. Enfrentou alguns sustos, como na oitava semana de gestação, quando sofreu um descolamento da placenta. Depois disso, a gestação seguiu normal.
Em janeiro deste ano, a caminho da maternidade, bateu o medo. "Fiquei apreensiva. Pensei: "Será que devia estar correndo novamente o risco de morrer no parto. E se acontecer alguma coisa, o que será da minha filha?", lembra.
Novamente, os cuidados se repetiram --complexo protrombínico antes e após o parto-- e a cesárea transcorreu sem problemas. Agora, Kalil e Hamerschlak preparam um artigo em que vão relatar o caso de Gabriela em uma revista médica internacional.
"Foi muito gratificante, mas chega de tensão. Falei para ela [Gabriela]: "Não quero te ver mais grávida!'", brinca Kalil.
Gabriela nem discute. "Se pudesse teria um monte de filhos, mas duas está mais do que bom", diz. Nenhuma das meninas herdou a doença da mãe.

CLÁUDIA COLLUCCI


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Ao iniciar a vida reprodutiva, aos 13 anos, Gabriela Kaplan soube que seria uma mulher diferente. Na primeira menstruação, foi internada com uma grave hemorragia que a obrigaria a fazer transfusões sanguíneas a cada ciclo menstrual durante toda a adolescência. O pai, tipo O positivo, era o seu doador.
Gabriela, 36, publicitária de São Paulo, tem deficiência do fator 10, uma doença hereditária rara que dificulta a coagulação sanguínea e a predispõe a graves hemorragias. Sem controle, essa "prima" da hemofilia pode matar. E foi justamente esse argumento usado por médicos para tentar persuadir Gabriela a desistir da gravidez.
Para quem desde a infância já brincava de ser mãe da irmã caçula, nove anos mais nova, o prognóstico médico foi um duro golpe. "Fiquei sem chão."
Mas Gabriela não desistiu. Pesquisou e encontrou uma dupla de médicos --o hematologista e imunologista Nelson Hamerschlak e o obstetra Renato Kalil-- que topou o desafio de acompanhá-la na gravidez.
"A literatura médica é muito pobre sobre essa doença e vários colegas acharam melhor convencê-la a desistir da gravidez. Foi quase um ano de conversas, de aconselhamento e cumplicidade entre eu, ela e o marido. Queria ter certeza de que era aquilo mesmo que eles queriam", diz Hamerschlak.
Em 2006, fazendo uma busca na literatura internacional, os médicos encontraram oito casos iguais aos de Gabriela em que as mulheres haviam conseguido ter seus bebês. No Brasil, não havia situações relatadas.
"Eles me alertaram que seria uma gravidez arriscada, especialmente entre a 20ª e a 25ª semana, mas que era um risco controlado", lembra Gabriela.
Em março de 2006, a arquiteta engravidou naturalmente. Nas primeiras 22 semanas, fazia ultrassons semanais. Depois, a cada 15 dias. "Tinha tanta certeza de que tudo ocorreria bem que fiquei supertranquila, nem enjoo tive. Até na hora do parto, na 39ª semana de gestação, estava bem, serena."
Kalil, por sua vez, não estava nada tranquilo. "No pré-natal, esperava que ela tivesse um abortamento --ocorrência frequente nessa doença. No parto, tinha medo que ela sofresse uma hemorragia incontrolável. Fiz a cesárea muito rápido, como se não quisesse dar tempo de o vaso [sanguíneo] saber que estava sendo operado."
Antes do parto, Gabriela recebeu um complexo protrombínico --medicação que evita a hemorragia. "O sangramento durante o parto foi zero, sucesso total", conta Hamerschlak.
Uma equipe de oito médicos, entre obstetras, anestesistas, hematologistas e cirurgiões-vasculares, estava no centro cirúrgico do hospital Albert Einstein, no momento em que Sofia nasceu, no dia 5 de dezembro de 2006. Outros sete especialistas esperavam no corredor para agir em uma situação de emergência.
"Foi um alívio quando tudo terminou bem", lembra Kalil. Mal ele sabia que a sensação de alívio duraria pouco. Meses depois, Gabriela procurou novamente os médicos dizendo que queria ter um segundo bebê. "Eu disse que ela era louca, que já tinha uma filha e que não deveria correr novamente o risco de morrer no parto."
Mas Gabriela estava decidida. "Já saí da maternidade querendo um outro filho. Quando olhei para a Sofia pela primeira vez, tive a certeza sobre minha missão nesta vida. Vim para ser mãe. É maravilhoso."
Em 2008, quando Sofia completou um ano e quatro meses, Gabriela engravidou de Lara. Enfrentou alguns sustos, como na oitava semana de gestação, quando sofreu um descolamento da placenta. Depois disso, a gestação seguiu normal.
Em janeiro deste ano, a caminho da maternidade, bateu o medo. "Fiquei apreensiva. Pensei: "Será que devia estar correndo novamente o risco de morrer no parto. E se acontecer alguma coisa, o que será da minha filha?", lembra.
Novamente, os cuidados se repetiram --complexo protrombínico antes e após o parto-- e a cesárea transcorreu sem problemas. Agora, Kalil e Hamerschlak preparam um artigo em que vão relatar o caso de Gabriela em uma revista médica internacional.
"Foi muito gratificante, mas chega de tensão. Falei para ela [Gabriela]: "Não quero te ver mais grávida!'", brinca Kalil.
Gabriela nem discute. "Se pudesse teria um monte de filhos, mas duas está mais do que bom", diz. Nenhuma das meninas herdou a doença da mãe.

CLÁUDIA COLLUCCI


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Ao iniciar a vida reprodutiva, aos 13 anos, Gabriela Kaplan soube que seria uma mulher diferente. Na primeira menstruação, foi internada com uma grave hemorragia que a obrigaria a fazer transfusões sanguíneas a cada ciclo menstrual durante toda a adolescência. O pai, tipo O positivo, era o seu doador.
Gabriela, 36, publicitária de São Paulo, tem deficiência do fator 10, uma doença hereditária rara que dificulta a coagulação sanguínea e a predispõe a graves hemorragias. Sem controle, essa "prima" da hemofilia pode matar. E foi justamente esse argumento usado por médicos para tentar persuadir Gabriela a desistir da gravidez.
Para quem desde a infância já brincava de ser mãe da irmã caçula, nove anos mais nova, o prognóstico médico foi um duro golpe. "Fiquei sem chão."
Mas Gabriela não desistiu. Pesquisou e encontrou uma dupla de médicos --o hematologista e imunologista Nelson Hamerschlak e o obstetra Renato Kalil-- que topou o desafio de acompanhá-la na gravidez.
"A literatura médica é muito pobre sobre essa doença e vários colegas acharam melhor convencê-la a desistir da gravidez. Foi quase um ano de conversas, de aconselhamento e cumplicidade entre eu, ela e o marido. Queria ter certeza de que era aquilo mesmo que eles queriam", diz Hamerschlak.
Em 2006, fazendo uma busca na literatura internacional, os médicos encontraram oito casos iguais aos de Gabriela em que as mulheres haviam conseguido ter seus bebês. No Brasil, não havia situações relatadas.
"Eles me alertaram que seria uma gravidez arriscada, especialmente entre a 20ª e a 25ª semana, mas que era um risco controlado", lembra Gabriela.
Em março de 2006, a arquiteta engravidou naturalmente. Nas primeiras 22 semanas, fazia ultrassons semanais. Depois, a cada 15 dias. "Tinha tanta certeza de que tudo ocorreria bem que fiquei supertranquila, nem enjoo tive. Até na hora do parto, na 39ª semana de gestação, estava bem, serena."
Kalil, por sua vez, não estava nada tranquilo. "No pré-natal, esperava que ela tivesse um abortamento --ocorrência frequente nessa doença. No parto, tinha medo que ela sofresse uma hemorragia incontrolável. Fiz a cesárea muito rápido, como se não quisesse dar tempo de o vaso [sanguíneo] saber que estava sendo operado."
Antes do parto, Gabriela recebeu um complexo protrombínico --medicação que evita a hemorragia. "O sangramento durante o parto foi zero, sucesso total", conta Hamerschlak.
Uma equipe de oito médicos, entre obstetras, anestesistas, hematologistas e cirurgiões-vasculares, estava no centro cirúrgico do hospital Albert Einstein, no momento em que Sofia nasceu, no dia 5 de dezembro de 2006. Outros sete especialistas esperavam no corredor para agir em uma situação de emergência.
"Foi um alívio quando tudo terminou bem", lembra Kalil. Mal ele sabia que a sensação de alívio duraria pouco. Meses depois, Gabriela procurou novamente os médicos dizendo que queria ter um segundo bebê. "Eu disse que ela era louca, que já tinha uma filha e que não deveria correr novamente o risco de morrer no parto."
Mas Gabriela estava decidida. "Já saí da maternidade querendo um outro filho. Quando olhei para a Sofia pela primeira vez, tive a certeza sobre minha missão nesta vida. Vim para ser mãe. É maravilhoso."
Em 2008, quando Sofia completou um ano e quatro meses, Gabriela engravidou de Lara. Enfrentou alguns sustos, como na oitava semana de gestação, quando sofreu um descolamento da placenta. Depois disso, a gestação seguiu normal.
Em janeiro deste ano, a caminho da maternidade, bateu o medo. "Fiquei apreensiva. Pensei: "Será que devia estar correndo novamente o risco de morrer no parto. E se acontecer alguma coisa, o que será da minha filha?", lembra.
Novamente, os cuidados se repetiram --complexo protrombínico antes e após o parto-- e a cesárea transcorreu sem problemas. Agora, Kalil e Hamerschlak preparam um artigo em que vão relatar o caso de Gabriela em uma revista médica internacional.
"Foi muito gratificante, mas chega de tensão. Falei para ela [Gabriela]: "Não quero te ver mais grávida!'", brinca Kalil.
Gabriela nem discute. "Se pudesse teria um monte de filhos, mas duas está mais do que bom", diz. Nenhuma das meninas herdou a doença da mãe.

CLÁUDIA COLLUCCI


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Declaração foi feita por Bruce Lee durante julgamento de Mohammed D'Ali.O jovem é acusado de matar e esquartejar jovem inglesa em julho de 2008.

Em depoimento no Tribunal do Júri de Goiânia, Bruce Lee dos Santos, irmão de Mohammed D'Ali Carvalho dos Santos, de 21 anos, disse, nesta quinta-feira (14), que o réu tentou matá-lo na adolescência. “Ele vendeu uma moto e comprou um revólver para me matar. Tenho medo dele porque meu irmão não sabe controlar o sentimento de raiva”. Foi dessa maneira que o acusado de matar e esquartejar a jovem Cara Marie Burke, em julho de 2008, foi descrito pelo irmão mais velho.
Segundo Bruce Lee, a morte do pai, que foi esquartejado quando o acusado tinha cerca de 2 anos, provocou um sentimento de revolta em Mohammed durante a infância e juventude. “Ele jogava pedra em viaturas policiais, pois ficou com a imagem de que o pai nunca mais voltaria para casa. Meu pai [que era policial] costumava colocá-lo no carro de polícia para brincar depois do trabalho.”
O rapaz disse ainda que Mohammed costuma praticar atos violentos contra animais. “Eu já vi ele colocando álcool e ateando fogo na cabeça de ratos, mas já soube que ele fazia isso também com gatos”. Bruce Lee informou durante o depoimento que Mohammed chegou a criar cachorros para participar de rinhas. “Ele já criou pit bull para brigar.”
O irmão do réu lembrou também de violências do irmão contra ele. “Meu irmão me esfaqueou quando ele tinha cerca de 9 anos. Fiquei com uma marca abaixo do joelho da perna esquerda. Em outra ocasião, ele me esfaqueou na barriga por eu ter separado uma briga dele com a namorada.”
Ainda na infância de Mohammed, segundo Bruce Lee, o réu chegou a levar uma arma para a escola em que estudava. “Quando frequentava o Educandário Paranaíba, meu irmão levou um revólver calibre 32 ou calibre 38”.
Em 2003, ainda de acordo com Bruce Lee, Mohammed teria atirado em uma pessoa, mas ele estaria respondendo pela tentative de homicídio. “Estou respondendo a esta acusação, mas foi meu irmão que atirou naquela pessoa.”
Bruce Lee disse ainda que a mãe, Ivany, que mora em Londres, envia mensalmente a quantia de R$ 4 mil para o sustento de Mohammed. Questionado pelo promotor Milton Marcolino sobre mensagens trocadas entre ele e o réu, por meio de cellular, sobre o aluguel de um helicóptero, Bruce Lee afirmou desconhecer o fato. Segundo o representante do Ministério Público, a aeronave teria sido usada para Mohammed encontrar com a mãe.

Depoimentos
"O pai dele foi esquartejado", disse Jane Lúcia Souza Oliveira, tia de Mohammed durante depoimento na manhã desta quinta-feira (14). Ela é uma das testemunhas de defesa do réu e afirmou que o sobrinho (por afinidade) sempre foi uma criança problemática.
"O pai dele, que era policial, saiu para pescar e nunca mais voltou. O corpo foi encontrado esquartejado. Até hoje o crime não foi resolvido. Naquela época, Mohammed tinha apenas 2 anos", disse a tia.
Jane afirmou ainda que o sobrinho nunca teve um comportamento normal, mesmo antes do consumo de drogas. "Ele já foi internado em uma instituição para menores infratores. Já fugiu da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital, pulando do segundo andar do prédio apenas de avental hospitalar. Ele só conseguiu um táxi ao pular na frente de um."
A tia disse que Mohammed chegou a comprar um revólver e o levava para a escola. "Ele chegou a agredir professores e colegas de classe." O promotor Milton Marcolino questionou a tia por ela não nunca ter ido a uma reunião de pais da escola e, por isso, não ter como saber com exatidão sobre essas agressões. Neste momento, Mohammed começou a sorrir.

O julgamento
O julgamento começou, por volta das 9h, com a leitura da acusação feita pelo Ministério Público. O texto fala sobre como o réu conheceu a vítima Cara Marie Burke, na Inglaterra, e sobre como o crime foi cometido, a golpes de faca. Em seguida, o corpo da jovem inglesa foi esquartejado e jogado em vários pontos de Goiânia e de Bonfinópolis.
A denúncia ainda fala sobre a crueldade exercida pelo acusado, que levou o corpo da vítima para o box do banheiro de seu apartamento, tirou uma fotografia da vítima, foi a uma festa e mostrou a foto para amigos. Ele ainda saiu para comprar uma faca profissional para que o corpo pudesse ser esquartejado. Uma nova foto foi feita pelo celular do réu e, mais uma vez, a imagem da vítima morta foi apresentada para amigos do acusado.

Policial
O tenente-coronel Cláudio de Oliveira Silva, da Ronda Tática Ostensiva Metropolitana (Rotam), foi o primeiro a ser ouvido pelo magistrado. Ele afirma que gravou uma conversa com Mohammed, na qual o acusado teria oferecido R$ 70 mil para ser solto, sendo R$ 50 mil à vista.
O juiz chegou a pedir silêncio ao plenário, avisando que poderá esvaziá-lo caso haja manifestações. Esse tipo de problema ocorreu quando o advogado de defesa fazia perguntas para o tenente.
O segundo a ser ouvido no julgamento foi o porteiro do prédio onde ocorreu o crime, Domingos Leal da Silva. Ele disse que os moradores costumavam reclamar do som alto vindo do apartamento do réu, mas que nunca viu brigas no local. Silva afirmou ainda que viu Mohammed arrastando uma mala preta no dia 29 de junho de 2008. Ele viu o rapaz indo para a garagem e voltando, horas depois, a pé.
Os advogados Carlos Trajano de Souza e Odair Menezes, que representam o jovem Mohammed, já disseram que vão alegar que o réu confesso é portador de transtorno de personalidade antissocial, perturbação de saúde mental e dependência química.

Namorada
O juiz também ouviu a cabeleireira Helen de Matos Victória, 19 anos, namorada de Mohammed, que disse que ele tem distúrbios de comportamento. Segundo ela, o réu muda de humor constantemente. Ela informou que soube, depois da prisão dele, que o namorado consumia crack, cocaína e cheirava gás de cozinha. Neste momento, ela não se conteve e começou a rir, provocando a mesma reação no público presente.
O juiz também ouviu a cabeleireira Helen de Matos Victória, 19 anos, namorada de Mohammed, que disse que ele tem distúrbios de comportamento. Segundo ela, o réu muda de humor constantemente. Ela informou que soube, depois da prisão dele, que o namorado consumia crack, cocaína e cheirava gás de cozinha. Neste momento, ela não se conteve e começou a rir, provocando a mesma reação no público presente.

Filho e preconceito
Cara Marie Burke e Mohammed D'Ali chegaram a viver juntos, sem qualquer relacionamento amoroso, até a vítima se mudar para outro bairro, em Goiânia. A garota estaria com medo de Mohammed por causa do envolvimento com drogas.
Antes do crime, Mohammed começou a namorar com Helen e o relacionamento continuou mesmo após a prisão dele. A fidelidade do namoro fez o réu virar pai ainda na carceragem. No dia 23 de março deste ano, a jovem deu à luz um bebê prematuro, de sete meses, em uma maternidade particular na capital goiana.
A cabeleireira disse que ficou grávida durante uma das visitas íntimas ao namorado. "Não tenho envolvimento com o que aconteceu, mas estou pagando com o preconceito das pessoas. Já tentei arrumar emprego, mas não consigo, as pessoas ficam me olhando e comentando pelas costas. Quando descobrem que sou namorada dele [Mohammed], desistem de me dar a vaga. Isso já aconteceu duas vezes."

Ela é uma das testemunhas de defesa de Mohammed no julgamento.

O magistrado
O juiz Jesseir Coelho de Alcântara, da 1ª Vara Criminal da capital goiana, é o responsável pelo julgamento. Mohammed chegou ao Tribunal de Justiça algemado e escoltado por seis policiais militares. Durante o julgamento, deve permanecer sem algemas.
Mohammed estava preso no Núcleo de Custódia de Aparecida de Goiânia desde 31 de julho do ano passado. Ele será julgado sob as qualificadoras do crime como o motivo fútil, uma vez que a jovem inglesa teria ameaçado contar à mãe do réu e a um policial militar que ele usava drogas. Segundo o juiz, outro agravante seria o ataque enquanto a vítima estava ao telefone.
Mais de 300 pessoas acompanham o julgamento e outras centenas esperam do lado de fora para poder entrar no plenário. Por volta das 6h, os interessados faziam fila no fórum. Todos passaram pelo detector de metais antes de entrar no local.
Quatro mulheres e três homens compõem o Corpo de Sentença. A defesa fez três recusas no sorteio feito pelo magistrado e o Ministério Público rejeitou apenas um dos sorteados. Os jurados devem permanecer isolados e incomunicáveis.


Portal G1
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Declaração foi feita por Bruce Lee durante julgamento de Mohammed D'Ali.O jovem é acusado de matar e esquartejar jovem inglesa em julho de 2008.

Em depoimento no Tribunal do Júri de Goiânia, Bruce Lee dos Santos, irmão de Mohammed D'Ali Carvalho dos Santos, de 21 anos, disse, nesta quinta-feira (14), que o réu tentou matá-lo na adolescência. “Ele vendeu uma moto e comprou um revólver para me matar. Tenho medo dele porque meu irmão não sabe controlar o sentimento de raiva”. Foi dessa maneira que o acusado de matar e esquartejar a jovem Cara Marie Burke, em julho de 2008, foi descrito pelo irmão mais velho.
Segundo Bruce Lee, a morte do pai, que foi esquartejado quando o acusado tinha cerca de 2 anos, provocou um sentimento de revolta em Mohammed durante a infância e juventude. “Ele jogava pedra em viaturas policiais, pois ficou com a imagem de que o pai nunca mais voltaria para casa. Meu pai [que era policial] costumava colocá-lo no carro de polícia para brincar depois do trabalho.”
O rapaz disse ainda que Mohammed costuma praticar atos violentos contra animais. “Eu já vi ele colocando álcool e ateando fogo na cabeça de ratos, mas já soube que ele fazia isso também com gatos”. Bruce Lee informou durante o depoimento que Mohammed chegou a criar cachorros para participar de rinhas. “Ele já criou pit bull para brigar.”
O irmão do réu lembrou também de violências do irmão contra ele. “Meu irmão me esfaqueou quando ele tinha cerca de 9 anos. Fiquei com uma marca abaixo do joelho da perna esquerda. Em outra ocasião, ele me esfaqueou na barriga por eu ter separado uma briga dele com a namorada.”
Ainda na infância de Mohammed, segundo Bruce Lee, o réu chegou a levar uma arma para a escola em que estudava. “Quando frequentava o Educandário Paranaíba, meu irmão levou um revólver calibre 32 ou calibre 38”.
Em 2003, ainda de acordo com Bruce Lee, Mohammed teria atirado em uma pessoa, mas ele estaria respondendo pela tentative de homicídio. “Estou respondendo a esta acusação, mas foi meu irmão que atirou naquela pessoa.”
Bruce Lee disse ainda que a mãe, Ivany, que mora em Londres, envia mensalmente a quantia de R$ 4 mil para o sustento de Mohammed. Questionado pelo promotor Milton Marcolino sobre mensagens trocadas entre ele e o réu, por meio de cellular, sobre o aluguel de um helicóptero, Bruce Lee afirmou desconhecer o fato. Segundo o representante do Ministério Público, a aeronave teria sido usada para Mohammed encontrar com a mãe.

Depoimentos
"O pai dele foi esquartejado", disse Jane Lúcia Souza Oliveira, tia de Mohammed durante depoimento na manhã desta quinta-feira (14). Ela é uma das testemunhas de defesa do réu e afirmou que o sobrinho (por afinidade) sempre foi uma criança problemática.
"O pai dele, que era policial, saiu para pescar e nunca mais voltou. O corpo foi encontrado esquartejado. Até hoje o crime não foi resolvido. Naquela época, Mohammed tinha apenas 2 anos", disse a tia.
Jane afirmou ainda que o sobrinho nunca teve um comportamento normal, mesmo antes do consumo de drogas. "Ele já foi internado em uma instituição para menores infratores. Já fugiu da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital, pulando do segundo andar do prédio apenas de avental hospitalar. Ele só conseguiu um táxi ao pular na frente de um."
A tia disse que Mohammed chegou a comprar um revólver e o levava para a escola. "Ele chegou a agredir professores e colegas de classe." O promotor Milton Marcolino questionou a tia por ela não nunca ter ido a uma reunião de pais da escola e, por isso, não ter como saber com exatidão sobre essas agressões. Neste momento, Mohammed começou a sorrir.

O julgamento
O julgamento começou, por volta das 9h, com a leitura da acusação feita pelo Ministério Público. O texto fala sobre como o réu conheceu a vítima Cara Marie Burke, na Inglaterra, e sobre como o crime foi cometido, a golpes de faca. Em seguida, o corpo da jovem inglesa foi esquartejado e jogado em vários pontos de Goiânia e de Bonfinópolis.
A denúncia ainda fala sobre a crueldade exercida pelo acusado, que levou o corpo da vítima para o box do banheiro de seu apartamento, tirou uma fotografia da vítima, foi a uma festa e mostrou a foto para amigos. Ele ainda saiu para comprar uma faca profissional para que o corpo pudesse ser esquartejado. Uma nova foto foi feita pelo celular do réu e, mais uma vez, a imagem da vítima morta foi apresentada para amigos do acusado.

Policial
O tenente-coronel Cláudio de Oliveira Silva, da Ronda Tática Ostensiva Metropolitana (Rotam), foi o primeiro a ser ouvido pelo magistrado. Ele afirma que gravou uma conversa com Mohammed, na qual o acusado teria oferecido R$ 70 mil para ser solto, sendo R$ 50 mil à vista.
O juiz chegou a pedir silêncio ao plenário, avisando que poderá esvaziá-lo caso haja manifestações. Esse tipo de problema ocorreu quando o advogado de defesa fazia perguntas para o tenente.
O segundo a ser ouvido no julgamento foi o porteiro do prédio onde ocorreu o crime, Domingos Leal da Silva. Ele disse que os moradores costumavam reclamar do som alto vindo do apartamento do réu, mas que nunca viu brigas no local. Silva afirmou ainda que viu Mohammed arrastando uma mala preta no dia 29 de junho de 2008. Ele viu o rapaz indo para a garagem e voltando, horas depois, a pé.
Os advogados Carlos Trajano de Souza e Odair Menezes, que representam o jovem Mohammed, já disseram que vão alegar que o réu confesso é portador de transtorno de personalidade antissocial, perturbação de saúde mental e dependência química.

Namorada
O juiz também ouviu a cabeleireira Helen de Matos Victória, 19 anos, namorada de Mohammed, que disse que ele tem distúrbios de comportamento. Segundo ela, o réu muda de humor constantemente. Ela informou que soube, depois da prisão dele, que o namorado consumia crack, cocaína e cheirava gás de cozinha. Neste momento, ela não se conteve e começou a rir, provocando a mesma reação no público presente.
O juiz também ouviu a cabeleireira Helen de Matos Victória, 19 anos, namorada de Mohammed, que disse que ele tem distúrbios de comportamento. Segundo ela, o réu muda de humor constantemente. Ela informou que soube, depois da prisão dele, que o namorado consumia crack, cocaína e cheirava gás de cozinha. Neste momento, ela não se conteve e começou a rir, provocando a mesma reação no público presente.

Filho e preconceito
Cara Marie Burke e Mohammed D'Ali chegaram a viver juntos, sem qualquer relacionamento amoroso, até a vítima se mudar para outro bairro, em Goiânia. A garota estaria com medo de Mohammed por causa do envolvimento com drogas.
Antes do crime, Mohammed começou a namorar com Helen e o relacionamento continuou mesmo após a prisão dele. A fidelidade do namoro fez o réu virar pai ainda na carceragem. No dia 23 de março deste ano, a jovem deu à luz um bebê prematuro, de sete meses, em uma maternidade particular na capital goiana.
A cabeleireira disse que ficou grávida durante uma das visitas íntimas ao namorado. "Não tenho envolvimento com o que aconteceu, mas estou pagando com o preconceito das pessoas. Já tentei arrumar emprego, mas não consigo, as pessoas ficam me olhando e comentando pelas costas. Quando descobrem que sou namorada dele [Mohammed], desistem de me dar a vaga. Isso já aconteceu duas vezes."

Ela é uma das testemunhas de defesa de Mohammed no julgamento.

O magistrado
O juiz Jesseir Coelho de Alcântara, da 1ª Vara Criminal da capital goiana, é o responsável pelo julgamento. Mohammed chegou ao Tribunal de Justiça algemado e escoltado por seis policiais militares. Durante o julgamento, deve permanecer sem algemas.
Mohammed estava preso no Núcleo de Custódia de Aparecida de Goiânia desde 31 de julho do ano passado. Ele será julgado sob as qualificadoras do crime como o motivo fútil, uma vez que a jovem inglesa teria ameaçado contar à mãe do réu e a um policial militar que ele usava drogas. Segundo o juiz, outro agravante seria o ataque enquanto a vítima estava ao telefone.
Mais de 300 pessoas acompanham o julgamento e outras centenas esperam do lado de fora para poder entrar no plenário. Por volta das 6h, os interessados faziam fila no fórum. Todos passaram pelo detector de metais antes de entrar no local.
Quatro mulheres e três homens compõem o Corpo de Sentença. A defesa fez três recusas no sorteio feito pelo magistrado e o Ministério Público rejeitou apenas um dos sorteados. Os jurados devem permanecer isolados e incomunicáveis.


Portal G1
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Declaração foi feita por Bruce Lee durante julgamento de Mohammed D'Ali.O jovem é acusado de matar e esquartejar jovem inglesa em julho de 2008.

Em depoimento no Tribunal do Júri de Goiânia, Bruce Lee dos Santos, irmão de Mohammed D'Ali Carvalho dos Santos, de 21 anos, disse, nesta quinta-feira (14), que o réu tentou matá-lo na adolescência. “Ele vendeu uma moto e comprou um revólver para me matar. Tenho medo dele porque meu irmão não sabe controlar o sentimento de raiva”. Foi dessa maneira que o acusado de matar e esquartejar a jovem Cara Marie Burke, em julho de 2008, foi descrito pelo irmão mais velho.
Segundo Bruce Lee, a morte do pai, que foi esquartejado quando o acusado tinha cerca de 2 anos, provocou um sentimento de revolta em Mohammed durante a infância e juventude. “Ele jogava pedra em viaturas policiais, pois ficou com a imagem de que o pai nunca mais voltaria para casa. Meu pai [que era policial] costumava colocá-lo no carro de polícia para brincar depois do trabalho.”
O rapaz disse ainda que Mohammed costuma praticar atos violentos contra animais. “Eu já vi ele colocando álcool e ateando fogo na cabeça de ratos, mas já soube que ele fazia isso também com gatos”. Bruce Lee informou durante o depoimento que Mohammed chegou a criar cachorros para participar de rinhas. “Ele já criou pit bull para brigar.”
O irmão do réu lembrou também de violências do irmão contra ele. “Meu irmão me esfaqueou quando ele tinha cerca de 9 anos. Fiquei com uma marca abaixo do joelho da perna esquerda. Em outra ocasião, ele me esfaqueou na barriga por eu ter separado uma briga dele com a namorada.”
Ainda na infância de Mohammed, segundo Bruce Lee, o réu chegou a levar uma arma para a escola em que estudava. “Quando frequentava o Educandário Paranaíba, meu irmão levou um revólver calibre 32 ou calibre 38”.
Em 2003, ainda de acordo com Bruce Lee, Mohammed teria atirado em uma pessoa, mas ele estaria respondendo pela tentative de homicídio. “Estou respondendo a esta acusação, mas foi meu irmão que atirou naquela pessoa.”
Bruce Lee disse ainda que a mãe, Ivany, que mora em Londres, envia mensalmente a quantia de R$ 4 mil para o sustento de Mohammed. Questionado pelo promotor Milton Marcolino sobre mensagens trocadas entre ele e o réu, por meio de cellular, sobre o aluguel de um helicóptero, Bruce Lee afirmou desconhecer o fato. Segundo o representante do Ministério Público, a aeronave teria sido usada para Mohammed encontrar com a mãe.

Depoimentos
"O pai dele foi esquartejado", disse Jane Lúcia Souza Oliveira, tia de Mohammed durante depoimento na manhã desta quinta-feira (14). Ela é uma das testemunhas de defesa do réu e afirmou que o sobrinho (por afinidade) sempre foi uma criança problemática.
"O pai dele, que era policial, saiu para pescar e nunca mais voltou. O corpo foi encontrado esquartejado. Até hoje o crime não foi resolvido. Naquela época, Mohammed tinha apenas 2 anos", disse a tia.
Jane afirmou ainda que o sobrinho nunca teve um comportamento normal, mesmo antes do consumo de drogas. "Ele já foi internado em uma instituição para menores infratores. Já fugiu da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital, pulando do segundo andar do prédio apenas de avental hospitalar. Ele só conseguiu um táxi ao pular na frente de um."
A tia disse que Mohammed chegou a comprar um revólver e o levava para a escola. "Ele chegou a agredir professores e colegas de classe." O promotor Milton Marcolino questionou a tia por ela não nunca ter ido a uma reunião de pais da escola e, por isso, não ter como saber com exatidão sobre essas agressões. Neste momento, Mohammed começou a sorrir.

O julgamento
O julgamento começou, por volta das 9h, com a leitura da acusação feita pelo Ministério Público. O texto fala sobre como o réu conheceu a vítima Cara Marie Burke, na Inglaterra, e sobre como o crime foi cometido, a golpes de faca. Em seguida, o corpo da jovem inglesa foi esquartejado e jogado em vários pontos de Goiânia e de Bonfinópolis.
A denúncia ainda fala sobre a crueldade exercida pelo acusado, que levou o corpo da vítima para o box do banheiro de seu apartamento, tirou uma fotografia da vítima, foi a uma festa e mostrou a foto para amigos. Ele ainda saiu para comprar uma faca profissional para que o corpo pudesse ser esquartejado. Uma nova foto foi feita pelo celular do réu e, mais uma vez, a imagem da vítima morta foi apresentada para amigos do acusado.

Policial
O tenente-coronel Cláudio de Oliveira Silva, da Ronda Tática Ostensiva Metropolitana (Rotam), foi o primeiro a ser ouvido pelo magistrado. Ele afirma que gravou uma conversa com Mohammed, na qual o acusado teria oferecido R$ 70 mil para ser solto, sendo R$ 50 mil à vista.
O juiz chegou a pedir silêncio ao plenário, avisando que poderá esvaziá-lo caso haja manifestações. Esse tipo de problema ocorreu quando o advogado de defesa fazia perguntas para o tenente.
O segundo a ser ouvido no julgamento foi o porteiro do prédio onde ocorreu o crime, Domingos Leal da Silva. Ele disse que os moradores costumavam reclamar do som alto vindo do apartamento do réu, mas que nunca viu brigas no local. Silva afirmou ainda que viu Mohammed arrastando uma mala preta no dia 29 de junho de 2008. Ele viu o rapaz indo para a garagem e voltando, horas depois, a pé.
Os advogados Carlos Trajano de Souza e Odair Menezes, que representam o jovem Mohammed, já disseram que vão alegar que o réu confesso é portador de transtorno de personalidade antissocial, perturbação de saúde mental e dependência química.

Namorada
O juiz também ouviu a cabeleireira Helen de Matos Victória, 19 anos, namorada de Mohammed, que disse que ele tem distúrbios de comportamento. Segundo ela, o réu muda de humor constantemente. Ela informou que soube, depois da prisão dele, que o namorado consumia crack, cocaína e cheirava gás de cozinha. Neste momento, ela não se conteve e começou a rir, provocando a mesma reação no público presente.
O juiz também ouviu a cabeleireira Helen de Matos Victória, 19 anos, namorada de Mohammed, que disse que ele tem distúrbios de comportamento. Segundo ela, o réu muda de humor constantemente. Ela informou que soube, depois da prisão dele, que o namorado consumia crack, cocaína e cheirava gás de cozinha. Neste momento, ela não se conteve e começou a rir, provocando a mesma reação no público presente.

Filho e preconceito
Cara Marie Burke e Mohammed D'Ali chegaram a viver juntos, sem qualquer relacionamento amoroso, até a vítima se mudar para outro bairro, em Goiânia. A garota estaria com medo de Mohammed por causa do envolvimento com drogas.
Antes do crime, Mohammed começou a namorar com Helen e o relacionamento continuou mesmo após a prisão dele. A fidelidade do namoro fez o réu virar pai ainda na carceragem. No dia 23 de março deste ano, a jovem deu à luz um bebê prematuro, de sete meses, em uma maternidade particular na capital goiana.
A cabeleireira disse que ficou grávida durante uma das visitas íntimas ao namorado. "Não tenho envolvimento com o que aconteceu, mas estou pagando com o preconceito das pessoas. Já tentei arrumar emprego, mas não consigo, as pessoas ficam me olhando e comentando pelas costas. Quando descobrem que sou namorada dele [Mohammed], desistem de me dar a vaga. Isso já aconteceu duas vezes."

Ela é uma das testemunhas de defesa de Mohammed no julgamento.

O magistrado
O juiz Jesseir Coelho de Alcântara, da 1ª Vara Criminal da capital goiana, é o responsável pelo julgamento. Mohammed chegou ao Tribunal de Justiça algemado e escoltado por seis policiais militares. Durante o julgamento, deve permanecer sem algemas.
Mohammed estava preso no Núcleo de Custódia de Aparecida de Goiânia desde 31 de julho do ano passado. Ele será julgado sob as qualificadoras do crime como o motivo fútil, uma vez que a jovem inglesa teria ameaçado contar à mãe do réu e a um policial militar que ele usava drogas. Segundo o juiz, outro agravante seria o ataque enquanto a vítima estava ao telefone.
Mais de 300 pessoas acompanham o julgamento e outras centenas esperam do lado de fora para poder entrar no plenário. Por volta das 6h, os interessados faziam fila no fórum. Todos passaram pelo detector de metais antes de entrar no local.
Quatro mulheres e três homens compõem o Corpo de Sentença. A defesa fez três recusas no sorteio feito pelo magistrado e o Ministério Público rejeitou apenas um dos sorteados. Os jurados devem permanecer isolados e incomunicáveis.


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Declaração foi feita por Bruce Lee durante julgamento de Mohammed D'Ali.O jovem é acusado de matar e esquartejar jovem inglesa em julho de 2008.

Em depoimento no Tribunal do Júri de Goiânia, Bruce Lee dos Santos, irmão de Mohammed D'Ali Carvalho dos Santos, de 21 anos, disse, nesta quinta-feira (14), que o réu tentou matá-lo na adolescência. “Ele vendeu uma moto e comprou um revólver para me matar. Tenho medo dele porque meu irmão não sabe controlar o sentimento de raiva”. Foi dessa maneira que o acusado de matar e esquartejar a jovem Cara Marie Burke, em julho de 2008, foi descrito pelo irmão mais velho.
Segundo Bruce Lee, a morte do pai, que foi esquartejado quando o acusado tinha cerca de 2 anos, provocou um sentimento de revolta em Mohammed durante a infância e juventude. “Ele jogava pedra em viaturas policiais, pois ficou com a imagem de que o pai nunca mais voltaria para casa. Meu pai [que era policial] costumava colocá-lo no carro de polícia para brincar depois do trabalho.”
O rapaz disse ainda que Mohammed costuma praticar atos violentos contra animais. “Eu já vi ele colocando álcool e ateando fogo na cabeça de ratos, mas já soube que ele fazia isso também com gatos”. Bruce Lee informou durante o depoimento que Mohammed chegou a criar cachorros para participar de rinhas. “Ele já criou pit bull para brigar.”
O irmão do réu lembrou também de violências do irmão contra ele. “Meu irmão me esfaqueou quando ele tinha cerca de 9 anos. Fiquei com uma marca abaixo do joelho da perna esquerda. Em outra ocasião, ele me esfaqueou na barriga por eu ter separado uma briga dele com a namorada.”
Ainda na infância de Mohammed, segundo Bruce Lee, o réu chegou a levar uma arma para a escola em que estudava. “Quando frequentava o Educandário Paranaíba, meu irmão levou um revólver calibre 32 ou calibre 38”.
Em 2003, ainda de acordo com Bruce Lee, Mohammed teria atirado em uma pessoa, mas ele estaria respondendo pela tentative de homicídio. “Estou respondendo a esta acusação, mas foi meu irmão que atirou naquela pessoa.”
Bruce Lee disse ainda que a mãe, Ivany, que mora em Londres, envia mensalmente a quantia de R$ 4 mil para o sustento de Mohammed. Questionado pelo promotor Milton Marcolino sobre mensagens trocadas entre ele e o réu, por meio de cellular, sobre o aluguel de um helicóptero, Bruce Lee afirmou desconhecer o fato. Segundo o representante do Ministério Público, a aeronave teria sido usada para Mohammed encontrar com a mãe.

Depoimentos
"O pai dele foi esquartejado", disse Jane Lúcia Souza Oliveira, tia de Mohammed durante depoimento na manhã desta quinta-feira (14). Ela é uma das testemunhas de defesa do réu e afirmou que o sobrinho (por afinidade) sempre foi uma criança problemática.
"O pai dele, que era policial, saiu para pescar e nunca mais voltou. O corpo foi encontrado esquartejado. Até hoje o crime não foi resolvido. Naquela época, Mohammed tinha apenas 2 anos", disse a tia.
Jane afirmou ainda que o sobrinho nunca teve um comportamento normal, mesmo antes do consumo de drogas. "Ele já foi internado em uma instituição para menores infratores. Já fugiu da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital, pulando do segundo andar do prédio apenas de avental hospitalar. Ele só conseguiu um táxi ao pular na frente de um."
A tia disse que Mohammed chegou a comprar um revólver e o levava para a escola. "Ele chegou a agredir professores e colegas de classe." O promotor Milton Marcolino questionou a tia por ela não nunca ter ido a uma reunião de pais da escola e, por isso, não ter como saber com exatidão sobre essas agressões. Neste momento, Mohammed começou a sorrir.

O julgamento
O julgamento começou, por volta das 9h, com a leitura da acusação feita pelo Ministério Público. O texto fala sobre como o réu conheceu a vítima Cara Marie Burke, na Inglaterra, e sobre como o crime foi cometido, a golpes de faca. Em seguida, o corpo da jovem inglesa foi esquartejado e jogado em vários pontos de Goiânia e de Bonfinópolis.
A denúncia ainda fala sobre a crueldade exercida pelo acusado, que levou o corpo da vítima para o box do banheiro de seu apartamento, tirou uma fotografia da vítima, foi a uma festa e mostrou a foto para amigos. Ele ainda saiu para comprar uma faca profissional para que o corpo pudesse ser esquartejado. Uma nova foto foi feita pelo celular do réu e, mais uma vez, a imagem da vítima morta foi apresentada para amigos do acusado.

Policial
O tenente-coronel Cláudio de Oliveira Silva, da Ronda Tática Ostensiva Metropolitana (Rotam), foi o primeiro a ser ouvido pelo magistrado. Ele afirma que gravou uma conversa com Mohammed, na qual o acusado teria oferecido R$ 70 mil para ser solto, sendo R$ 50 mil à vista.
O juiz chegou a pedir silêncio ao plenário, avisando que poderá esvaziá-lo caso haja manifestações. Esse tipo de problema ocorreu quando o advogado de defesa fazia perguntas para o tenente.
O segundo a ser ouvido no julgamento foi o porteiro do prédio onde ocorreu o crime, Domingos Leal da Silva. Ele disse que os moradores costumavam reclamar do som alto vindo do apartamento do réu, mas que nunca viu brigas no local. Silva afirmou ainda que viu Mohammed arrastando uma mala preta no dia 29 de junho de 2008. Ele viu o rapaz indo para a garagem e voltando, horas depois, a pé.
Os advogados Carlos Trajano de Souza e Odair Menezes, que representam o jovem Mohammed, já disseram que vão alegar que o réu confesso é portador de transtorno de personalidade antissocial, perturbação de saúde mental e dependência química.

Namorada
O juiz também ouviu a cabeleireira Helen de Matos Victória, 19 anos, namorada de Mohammed, que disse que ele tem distúrbios de comportamento. Segundo ela, o réu muda de humor constantemente. Ela informou que soube, depois da prisão dele, que o namorado consumia crack, cocaína e cheirava gás de cozinha. Neste momento, ela não se conteve e começou a rir, provocando a mesma reação no público presente.
O juiz também ouviu a cabeleireira Helen de Matos Victória, 19 anos, namorada de Mohammed, que disse que ele tem distúrbios de comportamento. Segundo ela, o réu muda de humor constantemente. Ela informou que soube, depois da prisão dele, que o namorado consumia crack, cocaína e cheirava gás de cozinha. Neste momento, ela não se conteve e começou a rir, provocando a mesma reação no público presente.

Filho e preconceito
Cara Marie Burke e Mohammed D'Ali chegaram a viver juntos, sem qualquer relacionamento amoroso, até a vítima se mudar para outro bairro, em Goiânia. A garota estaria com medo de Mohammed por causa do envolvimento com drogas.
Antes do crime, Mohammed começou a namorar com Helen e o relacionamento continuou mesmo após a prisão dele. A fidelidade do namoro fez o réu virar pai ainda na carceragem. No dia 23 de março deste ano, a jovem deu à luz um bebê prematuro, de sete meses, em uma maternidade particular na capital goiana.
A cabeleireira disse que ficou grávida durante uma das visitas íntimas ao namorado. "Não tenho envolvimento com o que aconteceu, mas estou pagando com o preconceito das pessoas. Já tentei arrumar emprego, mas não consigo, as pessoas ficam me olhando e comentando pelas costas. Quando descobrem que sou namorada dele [Mohammed], desistem de me dar a vaga. Isso já aconteceu duas vezes."

Ela é uma das testemunhas de defesa de Mohammed no julgamento.

O magistrado
O juiz Jesseir Coelho de Alcântara, da 1ª Vara Criminal da capital goiana, é o responsável pelo julgamento. Mohammed chegou ao Tribunal de Justiça algemado e escoltado por seis policiais militares. Durante o julgamento, deve permanecer sem algemas.
Mohammed estava preso no Núcleo de Custódia de Aparecida de Goiânia desde 31 de julho do ano passado. Ele será julgado sob as qualificadoras do crime como o motivo fútil, uma vez que a jovem inglesa teria ameaçado contar à mãe do réu e a um policial militar que ele usava drogas. Segundo o juiz, outro agravante seria o ataque enquanto a vítima estava ao telefone.
Mais de 300 pessoas acompanham o julgamento e outras centenas esperam do lado de fora para poder entrar no plenário. Por volta das 6h, os interessados faziam fila no fórum. Todos passaram pelo detector de metais antes de entrar no local.
Quatro mulheres e três homens compõem o Corpo de Sentença. A defesa fez três recusas no sorteio feito pelo magistrado e o Ministério Público rejeitou apenas um dos sorteados. Os jurados devem permanecer isolados e incomunicáveis.


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Declaração foi feita por Bruce Lee durante julgamento de Mohammed D'Ali.O jovem é acusado de matar e esquartejar jovem inglesa em julho de 2008.

Em depoimento no Tribunal do Júri de Goiânia, Bruce Lee dos Santos, irmão de Mohammed D'Ali Carvalho dos Santos, de 21 anos, disse, nesta quinta-feira (14), que o réu tentou matá-lo na adolescência. “Ele vendeu uma moto e comprou um revólver para me matar. Tenho medo dele porque meu irmão não sabe controlar o sentimento de raiva”. Foi dessa maneira que o acusado de matar e esquartejar a jovem Cara Marie Burke, em julho de 2008, foi descrito pelo irmão mais velho.
Segundo Bruce Lee, a morte do pai, que foi esquartejado quando o acusado tinha cerca de 2 anos, provocou um sentimento de revolta em Mohammed durante a infância e juventude. “Ele jogava pedra em viaturas policiais, pois ficou com a imagem de que o pai nunca mais voltaria para casa. Meu pai [que era policial] costumava colocá-lo no carro de polícia para brincar depois do trabalho.”
O rapaz disse ainda que Mohammed costuma praticar atos violentos contra animais. “Eu já vi ele colocando álcool e ateando fogo na cabeça de ratos, mas já soube que ele fazia isso também com gatos”. Bruce Lee informou durante o depoimento que Mohammed chegou a criar cachorros para participar de rinhas. “Ele já criou pit bull para brigar.”
O irmão do réu lembrou também de violências do irmão contra ele. “Meu irmão me esfaqueou quando ele tinha cerca de 9 anos. Fiquei com uma marca abaixo do joelho da perna esquerda. Em outra ocasião, ele me esfaqueou na barriga por eu ter separado uma briga dele com a namorada.”
Ainda na infância de Mohammed, segundo Bruce Lee, o réu chegou a levar uma arma para a escola em que estudava. “Quando frequentava o Educandário Paranaíba, meu irmão levou um revólver calibre 32 ou calibre 38”.
Em 2003, ainda de acordo com Bruce Lee, Mohammed teria atirado em uma pessoa, mas ele estaria respondendo pela tentative de homicídio. “Estou respondendo a esta acusação, mas foi meu irmão que atirou naquela pessoa.”
Bruce Lee disse ainda que a mãe, Ivany, que mora em Londres, envia mensalmente a quantia de R$ 4 mil para o sustento de Mohammed. Questionado pelo promotor Milton Marcolino sobre mensagens trocadas entre ele e o réu, por meio de cellular, sobre o aluguel de um helicóptero, Bruce Lee afirmou desconhecer o fato. Segundo o representante do Ministério Público, a aeronave teria sido usada para Mohammed encontrar com a mãe.

Depoimentos
"O pai dele foi esquartejado", disse Jane Lúcia Souza Oliveira, tia de Mohammed durante depoimento na manhã desta quinta-feira (14). Ela é uma das testemunhas de defesa do réu e afirmou que o sobrinho (por afinidade) sempre foi uma criança problemática.
"O pai dele, que era policial, saiu para pescar e nunca mais voltou. O corpo foi encontrado esquartejado. Até hoje o crime não foi resolvido. Naquela época, Mohammed tinha apenas 2 anos", disse a tia.
Jane afirmou ainda que o sobrinho nunca teve um comportamento normal, mesmo antes do consumo de drogas. "Ele já foi internado em uma instituição para menores infratores. Já fugiu da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital, pulando do segundo andar do prédio apenas de avental hospitalar. Ele só conseguiu um táxi ao pular na frente de um."
A tia disse que Mohammed chegou a comprar um revólver e o levava para a escola. "Ele chegou a agredir professores e colegas de classe." O promotor Milton Marcolino questionou a tia por ela não nunca ter ido a uma reunião de pais da escola e, por isso, não ter como saber com exatidão sobre essas agressões. Neste momento, Mohammed começou a sorrir.

O julgamento
O julgamento começou, por volta das 9h, com a leitura da acusação feita pelo Ministério Público. O texto fala sobre como o réu conheceu a vítima Cara Marie Burke, na Inglaterra, e sobre como o crime foi cometido, a golpes de faca. Em seguida, o corpo da jovem inglesa foi esquartejado e jogado em vários pontos de Goiânia e de Bonfinópolis.
A denúncia ainda fala sobre a crueldade exercida pelo acusado, que levou o corpo da vítima para o box do banheiro de seu apartamento, tirou uma fotografia da vítima, foi a uma festa e mostrou a foto para amigos. Ele ainda saiu para comprar uma faca profissional para que o corpo pudesse ser esquartejado. Uma nova foto foi feita pelo celular do réu e, mais uma vez, a imagem da vítima morta foi apresentada para amigos do acusado.

Policial
O tenente-coronel Cláudio de Oliveira Silva, da Ronda Tática Ostensiva Metropolitana (Rotam), foi o primeiro a ser ouvido pelo magistrado. Ele afirma que gravou uma conversa com Mohammed, na qual o acusado teria oferecido R$ 70 mil para ser solto, sendo R$ 50 mil à vista.
O juiz chegou a pedir silêncio ao plenário, avisando que poderá esvaziá-lo caso haja manifestações. Esse tipo de problema ocorreu quando o advogado de defesa fazia perguntas para o tenente.
O segundo a ser ouvido no julgamento foi o porteiro do prédio onde ocorreu o crime, Domingos Leal da Silva. Ele disse que os moradores costumavam reclamar do som alto vindo do apartamento do réu, mas que nunca viu brigas no local. Silva afirmou ainda que viu Mohammed arrastando uma mala preta no dia 29 de junho de 2008. Ele viu o rapaz indo para a garagem e voltando, horas depois, a pé.
Os advogados Carlos Trajano de Souza e Odair Menezes, que representam o jovem Mohammed, já disseram que vão alegar que o réu confesso é portador de transtorno de personalidade antissocial, perturbação de saúde mental e dependência química.

Namorada
O juiz também ouviu a cabeleireira Helen de Matos Victória, 19 anos, namorada de Mohammed, que disse que ele tem distúrbios de comportamento. Segundo ela, o réu muda de humor constantemente. Ela informou que soube, depois da prisão dele, que o namorado consumia crack, cocaína e cheirava gás de cozinha. Neste momento, ela não se conteve e começou a rir, provocando a mesma reação no público presente.
O juiz também ouviu a cabeleireira Helen de Matos Victória, 19 anos, namorada de Mohammed, que disse que ele tem distúrbios de comportamento. Segundo ela, o réu muda de humor constantemente. Ela informou que soube, depois da prisão dele, que o namorado consumia crack, cocaína e cheirava gás de cozinha. Neste momento, ela não se conteve e começou a rir, provocando a mesma reação no público presente.

Filho e preconceito
Cara Marie Burke e Mohammed D'Ali chegaram a viver juntos, sem qualquer relacionamento amoroso, até a vítima se mudar para outro bairro, em Goiânia. A garota estaria com medo de Mohammed por causa do envolvimento com drogas.
Antes do crime, Mohammed começou a namorar com Helen e o relacionamento continuou mesmo após a prisão dele. A fidelidade do namoro fez o réu virar pai ainda na carceragem. No dia 23 de março deste ano, a jovem deu à luz um bebê prematuro, de sete meses, em uma maternidade particular na capital goiana.
A cabeleireira disse que ficou grávida durante uma das visitas íntimas ao namorado. "Não tenho envolvimento com o que aconteceu, mas estou pagando com o preconceito das pessoas. Já tentei arrumar emprego, mas não consigo, as pessoas ficam me olhando e comentando pelas costas. Quando descobrem que sou namorada dele [Mohammed], desistem de me dar a vaga. Isso já aconteceu duas vezes."

Ela é uma das testemunhas de defesa de Mohammed no julgamento.

O magistrado
O juiz Jesseir Coelho de Alcântara, da 1ª Vara Criminal da capital goiana, é o responsável pelo julgamento. Mohammed chegou ao Tribunal de Justiça algemado e escoltado por seis policiais militares. Durante o julgamento, deve permanecer sem algemas.
Mohammed estava preso no Núcleo de Custódia de Aparecida de Goiânia desde 31 de julho do ano passado. Ele será julgado sob as qualificadoras do crime como o motivo fútil, uma vez que a jovem inglesa teria ameaçado contar à mãe do réu e a um policial militar que ele usava drogas. Segundo o juiz, outro agravante seria o ataque enquanto a vítima estava ao telefone.
Mais de 300 pessoas acompanham o julgamento e outras centenas esperam do lado de fora para poder entrar no plenário. Por volta das 6h, os interessados faziam fila no fórum. Todos passaram pelo detector de metais antes de entrar no local.
Quatro mulheres e três homens compõem o Corpo de Sentença. A defesa fez três recusas no sorteio feito pelo magistrado e o Ministério Público rejeitou apenas um dos sorteados. Os jurados devem permanecer isolados e incomunicáveis.


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A presidente da Comissão de Educação e Cultura, deputada Maria do Rosário (PT-RS), convidou os representantes do movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros) a participar das conferências municipais de educação, a serem realizadas até o fim de junho, e das estaduais, no próximo semestre. Segundo a deputada, só essa participação poderá garantir a abordagem da diversidade no próximo Plano Nacional de Educação, que entrará em vigor em 2011.


RÁDIO DO MORENO
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:47  comentar

A presidente da Comissão de Educação e Cultura, deputada Maria do Rosário (PT-RS), convidou os representantes do movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros) a participar das conferências municipais de educação, a serem realizadas até o fim de junho, e das estaduais, no próximo semestre. Segundo a deputada, só essa participação poderá garantir a abordagem da diversidade no próximo Plano Nacional de Educação, que entrará em vigor em 2011.


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A presidente da Comissão de Educação e Cultura, deputada Maria do Rosário (PT-RS), convidou os representantes do movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros) a participar das conferências municipais de educação, a serem realizadas até o fim de junho, e das estaduais, no próximo semestre. Segundo a deputada, só essa participação poderá garantir a abordagem da diversidade no próximo Plano Nacional de Educação, que entrará em vigor em 2011.


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A presidente da Comissão de Educação e Cultura, deputada Maria do Rosário (PT-RS), convidou os representantes do movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros) a participar das conferências municipais de educação, a serem realizadas até o fim de junho, e das estaduais, no próximo semestre. Segundo a deputada, só essa participação poderá garantir a abordagem da diversidade no próximo Plano Nacional de Educação, que entrará em vigor em 2011.


RÁDIO DO MORENO
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Mobilização por JUSTIÇA no caso do assassinato do professor Gustavo Burchardt por Policiais Militares

Caso Burchardt: um caso de abuso de força e violência policial Data: 15 de julho de 2003

1. Gustavo Burchardt, brasileiro, casado e pai de dois filhos, professor de educação física, “primário e de bons antecedentes”, foi injustamente morto pela Polícia Militar na cidade de Porto Alegre.
2. Diante dos fatos e da grande repercussão na mídia, houve reconstituição do crime pelo Instituto Geral de Perícias (IGP) e investigação policial que apontou os autores do homicídio.
3. Foram acusados os PMs Ronaldo Freitas Garcia e Fabio Rosa Dorneles pela prática do delito de homicídio qualificado (incursos nas sanções do artigo 121, § 2º, IV, na forma do artigo 29, do CP).
4. Após discussão sobre o pagamento de uma compra feita na filial da farmácia Panvel da rua Silva Só, um funcionário da loja de conveniência am/pm, que fica ao lado da farmácia, ligou para o 190, informando um suposto assalto, que efetivamente não aconteceu. Os fatos ocorreram no dia 15 de julho de 2003, por volta das 2h45min, e desencadearam a perseguição que teve início na rua Silva Só e término do entroncamento da av. Ipiranga com a rua Jacinto Gomes, em Porto Alegre.
5. Na ocasião, os denunciados agindo em conjunto, fazendo o uso de revólver, calibre 38, mataram Gustavo Burchardt ao desferirem tiros que lhe atingiram nas regiões escapular esquerda e a região lateral do pescoço, à direita - conforme provado no processo. PORÉM, OUTRO FATO GRAVÍSSIMO FOI A TENTATIVA DE OCULTAÇÃO DOS DISPAROS POR PARTE DOS PMs, QUE ENCAMINHARAM GUSTAVO AO HOSPITAL DE PRONTO SOCORRO (HPS) COMO VÍTIMA DE ACIDENTE DE TRÂNSITO

Os PMs também omitiram os disparos no primeiro registro da ocorrência feito na delegacia. Três horas e meia depois, voltaram atrás e fizeram um adendo à ocorrência.

6. Após a devida instrução criminal, por entender que existem provas, o Ministério Público requereu a pronúncia dos réus, o que foi reiterado pela Assistência à Acusação.
7. Em sentença, o juiz pronunciou apenas Ronaldo de Freitas Garcia pelo art. 121, § 2º, inciso IV do Código Penal. Em recurso ao Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul, a Assistência de Acusação obteve êxito na pronúncia, também, do co-acusado Fabio Rosa Dorneles.
8. Em julgamento realizado em 15/12/2005, a 3ª Câmara do TJRS, confirmou a acusação por unanimidade e ordenou que fossem levados ao Júri Popular.
9. Após os recursos interpostos pelas defesas dos réus, foi designado o dia 09/04/2009 às 9h, para a realização do julgamento dos réus. Contudo, em virtude da renúncia da defesa do réu Ronaldo de Freitas Garcia na semana do julgamento, foi requerida a transferência do Julgamento, deferida pelo Juízo da 1ª Vara do Júri de Porto Alegre/RS.
10. Foi designado então, o dia 25/06/2009 às 9h, para realização do julgamento dos réus pelo Júri Popular, na Primeira Vara do Júri de Porto Alegre, segundo andar do Foro Central.
Nosso apelo aos amigos:
A execução de Gustavo Burchardt não pode ser vista como um caso isolado, como mais um número nas estatísticas de violência e abuso da força praticados por maus policiais em nosso país.
Crimes como este dizem respeito a todos nós, cidadãos. Pois a violência que apartou nossa família e destrói tantas outras, infelizmente, pode afetar a qualquer um, a qualquer momento. Por isso o seu apoio é tão importante.
Nossa mobilização visa pressionar as autoridades para que os autores deste crime sejam efetivamente levados à julgamento e condenados pela atrocidade que cometeram.


JUSTIÇA POR GUSTAVO
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Mobilização por JUSTIÇA no caso do assassinato do professor Gustavo Burchardt por Policiais Militares

Caso Burchardt: um caso de abuso de força e violência policial Data: 15 de julho de 2003

1. Gustavo Burchardt, brasileiro, casado e pai de dois filhos, professor de educação física, “primário e de bons antecedentes”, foi injustamente morto pela Polícia Militar na cidade de Porto Alegre.
2. Diante dos fatos e da grande repercussão na mídia, houve reconstituição do crime pelo Instituto Geral de Perícias (IGP) e investigação policial que apontou os autores do homicídio.
3. Foram acusados os PMs Ronaldo Freitas Garcia e Fabio Rosa Dorneles pela prática do delito de homicídio qualificado (incursos nas sanções do artigo 121, § 2º, IV, na forma do artigo 29, do CP).
4. Após discussão sobre o pagamento de uma compra feita na filial da farmácia Panvel da rua Silva Só, um funcionário da loja de conveniência am/pm, que fica ao lado da farmácia, ligou para o 190, informando um suposto assalto, que efetivamente não aconteceu. Os fatos ocorreram no dia 15 de julho de 2003, por volta das 2h45min, e desencadearam a perseguição que teve início na rua Silva Só e término do entroncamento da av. Ipiranga com a rua Jacinto Gomes, em Porto Alegre.
5. Na ocasião, os denunciados agindo em conjunto, fazendo o uso de revólver, calibre 38, mataram Gustavo Burchardt ao desferirem tiros que lhe atingiram nas regiões escapular esquerda e a região lateral do pescoço, à direita - conforme provado no processo. PORÉM, OUTRO FATO GRAVÍSSIMO FOI A TENTATIVA DE OCULTAÇÃO DOS DISPAROS POR PARTE DOS PMs, QUE ENCAMINHARAM GUSTAVO AO HOSPITAL DE PRONTO SOCORRO (HPS) COMO VÍTIMA DE ACIDENTE DE TRÂNSITO

Os PMs também omitiram os disparos no primeiro registro da ocorrência feito na delegacia. Três horas e meia depois, voltaram atrás e fizeram um adendo à ocorrência.

6. Após a devida instrução criminal, por entender que existem provas, o Ministério Público requereu a pronúncia dos réus, o que foi reiterado pela Assistência à Acusação.
7. Em sentença, o juiz pronunciou apenas Ronaldo de Freitas Garcia pelo art. 121, § 2º, inciso IV do Código Penal. Em recurso ao Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul, a Assistência de Acusação obteve êxito na pronúncia, também, do co-acusado Fabio Rosa Dorneles.
8. Em julgamento realizado em 15/12/2005, a 3ª Câmara do TJRS, confirmou a acusação por unanimidade e ordenou que fossem levados ao Júri Popular.
9. Após os recursos interpostos pelas defesas dos réus, foi designado o dia 09/04/2009 às 9h, para a realização do julgamento dos réus. Contudo, em virtude da renúncia da defesa do réu Ronaldo de Freitas Garcia na semana do julgamento, foi requerida a transferência do Julgamento, deferida pelo Juízo da 1ª Vara do Júri de Porto Alegre/RS.
10. Foi designado então, o dia 25/06/2009 às 9h, para realização do julgamento dos réus pelo Júri Popular, na Primeira Vara do Júri de Porto Alegre, segundo andar do Foro Central.
Nosso apelo aos amigos:
A execução de Gustavo Burchardt não pode ser vista como um caso isolado, como mais um número nas estatísticas de violência e abuso da força praticados por maus policiais em nosso país.
Crimes como este dizem respeito a todos nós, cidadãos. Pois a violência que apartou nossa família e destrói tantas outras, infelizmente, pode afetar a qualquer um, a qualquer momento. Por isso o seu apoio é tão importante.
Nossa mobilização visa pressionar as autoridades para que os autores deste crime sejam efetivamente levados à julgamento e condenados pela atrocidade que cometeram.


JUSTIÇA POR GUSTAVO
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Mobilização por JUSTIÇA no caso do assassinato do professor Gustavo Burchardt por Policiais Militares

Caso Burchardt: um caso de abuso de força e violência policial Data: 15 de julho de 2003

1. Gustavo Burchardt, brasileiro, casado e pai de dois filhos, professor de educação física, “primário e de bons antecedentes”, foi injustamente morto pela Polícia Militar na cidade de Porto Alegre.
2. Diante dos fatos e da grande repercussão na mídia, houve reconstituição do crime pelo Instituto Geral de Perícias (IGP) e investigação policial que apontou os autores do homicídio.
3. Foram acusados os PMs Ronaldo Freitas Garcia e Fabio Rosa Dorneles pela prática do delito de homicídio qualificado (incursos nas sanções do artigo 121, § 2º, IV, na forma do artigo 29, do CP).
4. Após discussão sobre o pagamento de uma compra feita na filial da farmácia Panvel da rua Silva Só, um funcionário da loja de conveniência am/pm, que fica ao lado da farmácia, ligou para o 190, informando um suposto assalto, que efetivamente não aconteceu. Os fatos ocorreram no dia 15 de julho de 2003, por volta das 2h45min, e desencadearam a perseguição que teve início na rua Silva Só e término do entroncamento da av. Ipiranga com a rua Jacinto Gomes, em Porto Alegre.
5. Na ocasião, os denunciados agindo em conjunto, fazendo o uso de revólver, calibre 38, mataram Gustavo Burchardt ao desferirem tiros que lhe atingiram nas regiões escapular esquerda e a região lateral do pescoço, à direita - conforme provado no processo. PORÉM, OUTRO FATO GRAVÍSSIMO FOI A TENTATIVA DE OCULTAÇÃO DOS DISPAROS POR PARTE DOS PMs, QUE ENCAMINHARAM GUSTAVO AO HOSPITAL DE PRONTO SOCORRO (HPS) COMO VÍTIMA DE ACIDENTE DE TRÂNSITO

Os PMs também omitiram os disparos no primeiro registro da ocorrência feito na delegacia. Três horas e meia depois, voltaram atrás e fizeram um adendo à ocorrência.

6. Após a devida instrução criminal, por entender que existem provas, o Ministério Público requereu a pronúncia dos réus, o que foi reiterado pela Assistência à Acusação.
7. Em sentença, o juiz pronunciou apenas Ronaldo de Freitas Garcia pelo art. 121, § 2º, inciso IV do Código Penal. Em recurso ao Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul, a Assistência de Acusação obteve êxito na pronúncia, também, do co-acusado Fabio Rosa Dorneles.
8. Em julgamento realizado em 15/12/2005, a 3ª Câmara do TJRS, confirmou a acusação por unanimidade e ordenou que fossem levados ao Júri Popular.
9. Após os recursos interpostos pelas defesas dos réus, foi designado o dia 09/04/2009 às 9h, para a realização do julgamento dos réus. Contudo, em virtude da renúncia da defesa do réu Ronaldo de Freitas Garcia na semana do julgamento, foi requerida a transferência do Julgamento, deferida pelo Juízo da 1ª Vara do Júri de Porto Alegre/RS.
10. Foi designado então, o dia 25/06/2009 às 9h, para realização do julgamento dos réus pelo Júri Popular, na Primeira Vara do Júri de Porto Alegre, segundo andar do Foro Central.
Nosso apelo aos amigos:
A execução de Gustavo Burchardt não pode ser vista como um caso isolado, como mais um número nas estatísticas de violência e abuso da força praticados por maus policiais em nosso país.
Crimes como este dizem respeito a todos nós, cidadãos. Pois a violência que apartou nossa família e destrói tantas outras, infelizmente, pode afetar a qualquer um, a qualquer momento. Por isso o seu apoio é tão importante.
Nossa mobilização visa pressionar as autoridades para que os autores deste crime sejam efetivamente levados à julgamento e condenados pela atrocidade que cometeram.


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Caso Burchardt: um caso de abuso de força e violência policial Data: 15 de julho de 2003

1. Gustavo Burchardt, brasileiro, casado e pai de dois filhos, professor de educação física, “primário e de bons antecedentes”, foi injustamente morto pela Polícia Militar na cidade de Porto Alegre.
2. Diante dos fatos e da grande repercussão na mídia, houve reconstituição do crime pelo Instituto Geral de Perícias (IGP) e investigação policial que apontou os autores do homicídio.
3. Foram acusados os PMs Ronaldo Freitas Garcia e Fabio Rosa Dorneles pela prática do delito de homicídio qualificado (incursos nas sanções do artigo 121, § 2º, IV, na forma do artigo 29, do CP).
4. Após discussão sobre o pagamento de uma compra feita na filial da farmácia Panvel da rua Silva Só, um funcionário da loja de conveniência am/pm, que fica ao lado da farmácia, ligou para o 190, informando um suposto assalto, que efetivamente não aconteceu. Os fatos ocorreram no dia 15 de julho de 2003, por volta das 2h45min, e desencadearam a perseguição que teve início na rua Silva Só e término do entroncamento da av. Ipiranga com a rua Jacinto Gomes, em Porto Alegre.
5. Na ocasião, os denunciados agindo em conjunto, fazendo o uso de revólver, calibre 38, mataram Gustavo Burchardt ao desferirem tiros que lhe atingiram nas regiões escapular esquerda e a região lateral do pescoço, à direita - conforme provado no processo. PORÉM, OUTRO FATO GRAVÍSSIMO FOI A TENTATIVA DE OCULTAÇÃO DOS DISPAROS POR PARTE DOS PMs, QUE ENCAMINHARAM GUSTAVO AO HOSPITAL DE PRONTO SOCORRO (HPS) COMO VÍTIMA DE ACIDENTE DE TRÂNSITO

Os PMs também omitiram os disparos no primeiro registro da ocorrência feito na delegacia. Três horas e meia depois, voltaram atrás e fizeram um adendo à ocorrência.

6. Após a devida instrução criminal, por entender que existem provas, o Ministério Público requereu a pronúncia dos réus, o que foi reiterado pela Assistência à Acusação.
7. Em sentença, o juiz pronunciou apenas Ronaldo de Freitas Garcia pelo art. 121, § 2º, inciso IV do Código Penal. Em recurso ao Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul, a Assistência de Acusação obteve êxito na pronúncia, também, do co-acusado Fabio Rosa Dorneles.
8. Em julgamento realizado em 15/12/2005, a 3ª Câmara do TJRS, confirmou a acusação por unanimidade e ordenou que fossem levados ao Júri Popular.
9. Após os recursos interpostos pelas defesas dos réus, foi designado o dia 09/04/2009 às 9h, para a realização do julgamento dos réus. Contudo, em virtude da renúncia da defesa do réu Ronaldo de Freitas Garcia na semana do julgamento, foi requerida a transferência do Julgamento, deferida pelo Juízo da 1ª Vara do Júri de Porto Alegre/RS.
10. Foi designado então, o dia 25/06/2009 às 9h, para realização do julgamento dos réus pelo Júri Popular, na Primeira Vara do Júri de Porto Alegre, segundo andar do Foro Central.
Nosso apelo aos amigos:
A execução de Gustavo Burchardt não pode ser vista como um caso isolado, como mais um número nas estatísticas de violência e abuso da força praticados por maus policiais em nosso país.
Crimes como este dizem respeito a todos nós, cidadãos. Pois a violência que apartou nossa família e destrói tantas outras, infelizmente, pode afetar a qualquer um, a qualquer momento. Por isso o seu apoio é tão importante.
Nossa mobilização visa pressionar as autoridades para que os autores deste crime sejam efetivamente levados à julgamento e condenados pela atrocidade que cometeram.


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Caso Burchardt: um caso de abuso de força e violência policial Data: 15 de julho de 2003

1. Gustavo Burchardt, brasileiro, casado e pai de dois filhos, professor de educação física, “primário e de bons antecedentes”, foi injustamente morto pela Polícia Militar na cidade de Porto Alegre.
2. Diante dos fatos e da grande repercussão na mídia, houve reconstituição do crime pelo Instituto Geral de Perícias (IGP) e investigação policial que apontou os autores do homicídio.
3. Foram acusados os PMs Ronaldo Freitas Garcia e Fabio Rosa Dorneles pela prática do delito de homicídio qualificado (incursos nas sanções do artigo 121, § 2º, IV, na forma do artigo 29, do CP).
4. Após discussão sobre o pagamento de uma compra feita na filial da farmácia Panvel da rua Silva Só, um funcionário da loja de conveniência am/pm, que fica ao lado da farmácia, ligou para o 190, informando um suposto assalto, que efetivamente não aconteceu. Os fatos ocorreram no dia 15 de julho de 2003, por volta das 2h45min, e desencadearam a perseguição que teve início na rua Silva Só e término do entroncamento da av. Ipiranga com a rua Jacinto Gomes, em Porto Alegre.
5. Na ocasião, os denunciados agindo em conjunto, fazendo o uso de revólver, calibre 38, mataram Gustavo Burchardt ao desferirem tiros que lhe atingiram nas regiões escapular esquerda e a região lateral do pescoço, à direita - conforme provado no processo. PORÉM, OUTRO FATO GRAVÍSSIMO FOI A TENTATIVA DE OCULTAÇÃO DOS DISPAROS POR PARTE DOS PMs, QUE ENCAMINHARAM GUSTAVO AO HOSPITAL DE PRONTO SOCORRO (HPS) COMO VÍTIMA DE ACIDENTE DE TRÂNSITO

Os PMs também omitiram os disparos no primeiro registro da ocorrência feito na delegacia. Três horas e meia depois, voltaram atrás e fizeram um adendo à ocorrência.

6. Após a devida instrução criminal, por entender que existem provas, o Ministério Público requereu a pronúncia dos réus, o que foi reiterado pela Assistência à Acusação.
7. Em sentença, o juiz pronunciou apenas Ronaldo de Freitas Garcia pelo art. 121, § 2º, inciso IV do Código Penal. Em recurso ao Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul, a Assistência de Acusação obteve êxito na pronúncia, também, do co-acusado Fabio Rosa Dorneles.
8. Em julgamento realizado em 15/12/2005, a 3ª Câmara do TJRS, confirmou a acusação por unanimidade e ordenou que fossem levados ao Júri Popular.
9. Após os recursos interpostos pelas defesas dos réus, foi designado o dia 09/04/2009 às 9h, para a realização do julgamento dos réus. Contudo, em virtude da renúncia da defesa do réu Ronaldo de Freitas Garcia na semana do julgamento, foi requerida a transferência do Julgamento, deferida pelo Juízo da 1ª Vara do Júri de Porto Alegre/RS.
10. Foi designado então, o dia 25/06/2009 às 9h, para realização do julgamento dos réus pelo Júri Popular, na Primeira Vara do Júri de Porto Alegre, segundo andar do Foro Central.
Nosso apelo aos amigos:
A execução de Gustavo Burchardt não pode ser vista como um caso isolado, como mais um número nas estatísticas de violência e abuso da força praticados por maus policiais em nosso país.
Crimes como este dizem respeito a todos nós, cidadãos. Pois a violência que apartou nossa família e destrói tantas outras, infelizmente, pode afetar a qualquer um, a qualquer momento. Por isso o seu apoio é tão importante.
Nossa mobilização visa pressionar as autoridades para que os autores deste crime sejam efetivamente levados à julgamento e condenados pela atrocidade que cometeram.


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SALVADOR - A Secretaria de Saúde da Bahia está em alerta com o crescimento de casos de meningite tipo C, a forma mais grave da doença, no estado. Segundo dados da Sesab, o aumento é de 65% em relação ao mesmo período do ano passado. Cinco pessoas morreram por causa da doença em menos de uma semana no estado. De acordo com o último boletim divulgado pela Secretaria de Saúde, já foram confirmados 309 casos na Bahia e 41 pessoas morreram, nove delas em Salvador.
Uma criança de apenas um ano morreu no último fim de semana com suspeita de meningite, em Vitória da Conquista, na região sudoeste do estado. Segundo os médicos, a morte de Nicole Santos de Jesus foi provocada por meningite meningocócica. A família da menina diz que ela começou a sangrar pelo nariz e foi levada para o Hospital Geral de Vitória da Conquista. Dois dias após apresentar os sintomas, Nicole morreu.
A meningite tipo C é a forma mais grave da doença, evolui rapidamente e pode causar a morte em algumas horas. É transmitida por uma bactéria levada pelo ar ou pelo contato com a pessoa doente.A doença é caracterizada por febre alta, náuseas e vômito, letargia, intolerância à luz e rigidez do pescoço. A prevenção é a vacina.
Segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde da Bahia, dez casos de meningite foram confirmados em Vitória da Conquista nos primeiros meses deste ano, a maioria do tipo viral. De acordo com a secretaria, todos os pacientes são levados para o Hospital Geral de Vitória da Conquista.
A unidade de saúde é referência para os casos de meningite. Dois pacientes estão internados na área de isolamento do hospital, e segundo os médicos, passam bem.
Ainda de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o número de casos registrado em Conquista até o momento está dentro da média anual, que é de 23 casos. Em 2008, duas pessoas morreram com a doença. Este ano uma morte foi registrada.


O Globo On Line
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SALVADOR - A Secretaria de Saúde da Bahia está em alerta com o crescimento de casos de meningite tipo C, a forma mais grave da doença, no estado. Segundo dados da Sesab, o aumento é de 65% em relação ao mesmo período do ano passado. Cinco pessoas morreram por causa da doença em menos de uma semana no estado. De acordo com o último boletim divulgado pela Secretaria de Saúde, já foram confirmados 309 casos na Bahia e 41 pessoas morreram, nove delas em Salvador.
Uma criança de apenas um ano morreu no último fim de semana com suspeita de meningite, em Vitória da Conquista, na região sudoeste do estado. Segundo os médicos, a morte de Nicole Santos de Jesus foi provocada por meningite meningocócica. A família da menina diz que ela começou a sangrar pelo nariz e foi levada para o Hospital Geral de Vitória da Conquista. Dois dias após apresentar os sintomas, Nicole morreu.
A meningite tipo C é a forma mais grave da doença, evolui rapidamente e pode causar a morte em algumas horas. É transmitida por uma bactéria levada pelo ar ou pelo contato com a pessoa doente.A doença é caracterizada por febre alta, náuseas e vômito, letargia, intolerância à luz e rigidez do pescoço. A prevenção é a vacina.
Segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde da Bahia, dez casos de meningite foram confirmados em Vitória da Conquista nos primeiros meses deste ano, a maioria do tipo viral. De acordo com a secretaria, todos os pacientes são levados para o Hospital Geral de Vitória da Conquista.
A unidade de saúde é referência para os casos de meningite. Dois pacientes estão internados na área de isolamento do hospital, e segundo os médicos, passam bem.
Ainda de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o número de casos registrado em Conquista até o momento está dentro da média anual, que é de 23 casos. Em 2008, duas pessoas morreram com a doença. Este ano uma morte foi registrada.


O Globo On Line
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SALVADOR - A Secretaria de Saúde da Bahia está em alerta com o crescimento de casos de meningite tipo C, a forma mais grave da doença, no estado. Segundo dados da Sesab, o aumento é de 65% em relação ao mesmo período do ano passado. Cinco pessoas morreram por causa da doença em menos de uma semana no estado. De acordo com o último boletim divulgado pela Secretaria de Saúde, já foram confirmados 309 casos na Bahia e 41 pessoas morreram, nove delas em Salvador.
Uma criança de apenas um ano morreu no último fim de semana com suspeita de meningite, em Vitória da Conquista, na região sudoeste do estado. Segundo os médicos, a morte de Nicole Santos de Jesus foi provocada por meningite meningocócica. A família da menina diz que ela começou a sangrar pelo nariz e foi levada para o Hospital Geral de Vitória da Conquista. Dois dias após apresentar os sintomas, Nicole morreu.
A meningite tipo C é a forma mais grave da doença, evolui rapidamente e pode causar a morte em algumas horas. É transmitida por uma bactéria levada pelo ar ou pelo contato com a pessoa doente.A doença é caracterizada por febre alta, náuseas e vômito, letargia, intolerância à luz e rigidez do pescoço. A prevenção é a vacina.
Segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde da Bahia, dez casos de meningite foram confirmados em Vitória da Conquista nos primeiros meses deste ano, a maioria do tipo viral. De acordo com a secretaria, todos os pacientes são levados para o Hospital Geral de Vitória da Conquista.
A unidade de saúde é referência para os casos de meningite. Dois pacientes estão internados na área de isolamento do hospital, e segundo os médicos, passam bem.
Ainda de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o número de casos registrado em Conquista até o momento está dentro da média anual, que é de 23 casos. Em 2008, duas pessoas morreram com a doença. Este ano uma morte foi registrada.


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Uma criança de apenas um ano morreu no último fim de semana com suspeita de meningite, em Vitória da Conquista, na região sudoeste do estado. Segundo os médicos, a morte de Nicole Santos de Jesus foi provocada por meningite meningocócica. A família da menina diz que ela começou a sangrar pelo nariz e foi levada para o Hospital Geral de Vitória da Conquista. Dois dias após apresentar os sintomas, Nicole morreu.
A meningite tipo C é a forma mais grave da doença, evolui rapidamente e pode causar a morte em algumas horas. É transmitida por uma bactéria levada pelo ar ou pelo contato com a pessoa doente.A doença é caracterizada por febre alta, náuseas e vômito, letargia, intolerância à luz e rigidez do pescoço. A prevenção é a vacina.
Segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde da Bahia, dez casos de meningite foram confirmados em Vitória da Conquista nos primeiros meses deste ano, a maioria do tipo viral. De acordo com a secretaria, todos os pacientes são levados para o Hospital Geral de Vitória da Conquista.
A unidade de saúde é referência para os casos de meningite. Dois pacientes estão internados na área de isolamento do hospital, e segundo os médicos, passam bem.
Ainda de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o número de casos registrado em Conquista até o momento está dentro da média anual, que é de 23 casos. Em 2008, duas pessoas morreram com a doença. Este ano uma morte foi registrada.


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Uma criança de apenas um ano morreu no último fim de semana com suspeita de meningite, em Vitória da Conquista, na região sudoeste do estado. Segundo os médicos, a morte de Nicole Santos de Jesus foi provocada por meningite meningocócica. A família da menina diz que ela começou a sangrar pelo nariz e foi levada para o Hospital Geral de Vitória da Conquista. Dois dias após apresentar os sintomas, Nicole morreu.
A meningite tipo C é a forma mais grave da doença, evolui rapidamente e pode causar a morte em algumas horas. É transmitida por uma bactéria levada pelo ar ou pelo contato com a pessoa doente.A doença é caracterizada por febre alta, náuseas e vômito, letargia, intolerância à luz e rigidez do pescoço. A prevenção é a vacina.
Segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde da Bahia, dez casos de meningite foram confirmados em Vitória da Conquista nos primeiros meses deste ano, a maioria do tipo viral. De acordo com a secretaria, todos os pacientes são levados para o Hospital Geral de Vitória da Conquista.
A unidade de saúde é referência para os casos de meningite. Dois pacientes estão internados na área de isolamento do hospital, e segundo os médicos, passam bem.
Ainda de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o número de casos registrado em Conquista até o momento está dentro da média anual, que é de 23 casos. Em 2008, duas pessoas morreram com a doença. Este ano uma morte foi registrada.


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A diretora de comunicação social da Alerj, minha amiga Fernanda Pedrosa, me passou uma notícita triste que espero não ser motivo de piada, mas é digna do blog Page Not Found, com notícias bizarras, do campeão de audiência Fernando Moreira, do site do GLOBO.
A íntegra da nota, que vc não vai achar em nenhum lugar da internet é a seguinte:

"AGRESSÃO A MULHER REGISTRADA COMO MAUS TRATOS A ANIMAL CHOCA COMISSÃO "

Um caso de violência contra a mulher mobilizou, nesta quinta-feira (07/05), a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Assembleia Legislativa do Rio, presidida pela deputada Inês Pandeló (PT). Uma semana após receber denúncia, deputados ouviram os delegados que eram, há quatro meses, titular e adjunto da 71ª Delegacia Policial, em Itaboraí, Região Metropolitana do Rio, José Emanuel Abud e Wilson de Almeida Silva, e registraram como "maus tratos a animais silvestres" a ocorrência em que uma mulher foi obrigada pelo marido a manter relações sexuais com um cão. "É um absurdo que tratem o animal como vítima e não a mulher. Com certeza o delegado não conhece a Lei Maria da Penha (Lei 11.340/06), que diz, em seu artigo sete, que a violência física, entendida como qualquer conduta que ofenda a integridade ou a saúde corporal, é uma forma de violência doméstica e familiar contra o sexo feminino", acusou Pandeló.
Questionados pela comissão, os delegados se defenderam. De acordo com Silva, o caso não poderia ser qualificado como "estupro" porque a relação não envolveu diretamente um homem e uma mulher. "Por isso, decidimos por qualificá-lo como 'constrangimento ilegal' e 'maus tratos aos animais silvestres'. Nesse último caso, nossa ideia foi a de punir mais severamente o marido", revelou o então delegado adjunto, chocando a comissão. Titular na época do fato, Abud justificou-se dizendo ainda ter ocorrido um "equívoco" por parte do policial que operou o sistema de computador da delegacia no registro da ocorrência. "O policial escreveu a expressão 'maus tratos aos animais silvestres' antes de 'constrangimento ilegal'. Por isso, o sistema não associou o caso à Lei Maria da Penha, já que não havia as figuras de uma mulher e um homem envolvidas", assegurou. Mas, segundo Abud, o erro não alteraria o procedimento adotado pela polícia: "A meu ver tratamos o caso como deveria. Só o qualificamos como 'maus tratos aos animais silvestres' para agravar a situação do homem", argumentou.
Para a presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil seção Rio (OAB-RJ), Margarida Pressburger, o tratamento do caso seria bem diferente se ele tivesse sido enquadrado na Lei Maria da Penha. "A norma dá proteção e um tratamento diferenciado às mulheres, que vêm sendo ridicularizadas e menosprezadas nas delegacias. Neste caso, ela poderia ter solicitado o seu afastamento do companheiro", explicou. Os delegados comentaram que a mulher, que não esteve na audiência e foi chamada pelo nome fictício de "Joana D'Arc", não reclamou do tratamento dado pela delegacia e que, durante uma segunda audiência, pediu para que a queixa contra o marido fosse retirada. Ela, no entanto, negou que o abuso, que ocorreu há quatro meses, tenha sido consentido. Para a deputada Pandeló, a vítima não reclamou por desconhecer que seu caso poderia ter tido um registro diferente. "Escolher o delito de maus tratos aos animais como o primeiro no boletim de ocorrência tirou a força da mulher de prosseguir com o caso. Ela perdeu a coragem que demorou quatro meses para ter, e creio que isso tenha interferido", analisou a parlamentar.
Atualmente, "Joana D'Arc" vive na casa de seu marido com os dois filhos e eles têm acompanhamento especial do Conselho Tutelar de Itaboraí. A mãe da mulher chegou a levá-la com os dois netos para morarem com ela, mas o marido foi buscar a mulher de volta e, depois, fez com que ela retornasse à delegacia para registrar queixa de cárcere privado contra a mãe.
"Essa história tem contornos absurdos e precisamos levar as investigações à diante para que casos assim não voltem a acontecer e para que as mulheres tenham, cada vez mais, consciência de seus direitos e do que diz a Lei Maria da Penha", lembrou Pandeló. Também participaram da reunião a diretora da Divisão de Polícia de Atendimento à Mulher, delegada Martha Rocha; a superintendente dos Direitos da Mulher do Governo do estado, Cecília Soares; o diretor da Corregedoria Geral Unificada da Secretaria de Estado de Segurança Pública, delegado José Luiz Coutinho; a secretária de Assistência Social de Itaboraí, Rosália Marins, e a coordenadora da Mulher da Prefeitura de Itaboraí, Jussara Florinda, além da vice-presidente da comissão, deputada Alice Tamborindeguy (PSDB), da deputada Sula do Carmo (PMDB), membro efetivo, e do deputado Sabino (PSC)."

Obviamente que o marido deveria responder à Lei Maria da Penha, a mulher deveria receber apoio psicológico e os policias deveriam saber que cachorro não é animal silvestre.


REPÓRTER DE CRIME
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:52  comentar

A diretora de comunicação social da Alerj, minha amiga Fernanda Pedrosa, me passou uma notícita triste que espero não ser motivo de piada, mas é digna do blog Page Not Found, com notícias bizarras, do campeão de audiência Fernando Moreira, do site do GLOBO.
A íntegra da nota, que vc não vai achar em nenhum lugar da internet é a seguinte:

"AGRESSÃO A MULHER REGISTRADA COMO MAUS TRATOS A ANIMAL CHOCA COMISSÃO "

Um caso de violência contra a mulher mobilizou, nesta quinta-feira (07/05), a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Assembleia Legislativa do Rio, presidida pela deputada Inês Pandeló (PT). Uma semana após receber denúncia, deputados ouviram os delegados que eram, há quatro meses, titular e adjunto da 71ª Delegacia Policial, em Itaboraí, Região Metropolitana do Rio, José Emanuel Abud e Wilson de Almeida Silva, e registraram como "maus tratos a animais silvestres" a ocorrência em que uma mulher foi obrigada pelo marido a manter relações sexuais com um cão. "É um absurdo que tratem o animal como vítima e não a mulher. Com certeza o delegado não conhece a Lei Maria da Penha (Lei 11.340/06), que diz, em seu artigo sete, que a violência física, entendida como qualquer conduta que ofenda a integridade ou a saúde corporal, é uma forma de violência doméstica e familiar contra o sexo feminino", acusou Pandeló.
Questionados pela comissão, os delegados se defenderam. De acordo com Silva, o caso não poderia ser qualificado como "estupro" porque a relação não envolveu diretamente um homem e uma mulher. "Por isso, decidimos por qualificá-lo como 'constrangimento ilegal' e 'maus tratos aos animais silvestres'. Nesse último caso, nossa ideia foi a de punir mais severamente o marido", revelou o então delegado adjunto, chocando a comissão. Titular na época do fato, Abud justificou-se dizendo ainda ter ocorrido um "equívoco" por parte do policial que operou o sistema de computador da delegacia no registro da ocorrência. "O policial escreveu a expressão 'maus tratos aos animais silvestres' antes de 'constrangimento ilegal'. Por isso, o sistema não associou o caso à Lei Maria da Penha, já que não havia as figuras de uma mulher e um homem envolvidas", assegurou. Mas, segundo Abud, o erro não alteraria o procedimento adotado pela polícia: "A meu ver tratamos o caso como deveria. Só o qualificamos como 'maus tratos aos animais silvestres' para agravar a situação do homem", argumentou.
Para a presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil seção Rio (OAB-RJ), Margarida Pressburger, o tratamento do caso seria bem diferente se ele tivesse sido enquadrado na Lei Maria da Penha. "A norma dá proteção e um tratamento diferenciado às mulheres, que vêm sendo ridicularizadas e menosprezadas nas delegacias. Neste caso, ela poderia ter solicitado o seu afastamento do companheiro", explicou. Os delegados comentaram que a mulher, que não esteve na audiência e foi chamada pelo nome fictício de "Joana D'Arc", não reclamou do tratamento dado pela delegacia e que, durante uma segunda audiência, pediu para que a queixa contra o marido fosse retirada. Ela, no entanto, negou que o abuso, que ocorreu há quatro meses, tenha sido consentido. Para a deputada Pandeló, a vítima não reclamou por desconhecer que seu caso poderia ter tido um registro diferente. "Escolher o delito de maus tratos aos animais como o primeiro no boletim de ocorrência tirou a força da mulher de prosseguir com o caso. Ela perdeu a coragem que demorou quatro meses para ter, e creio que isso tenha interferido", analisou a parlamentar.
Atualmente, "Joana D'Arc" vive na casa de seu marido com os dois filhos e eles têm acompanhamento especial do Conselho Tutelar de Itaboraí. A mãe da mulher chegou a levá-la com os dois netos para morarem com ela, mas o marido foi buscar a mulher de volta e, depois, fez com que ela retornasse à delegacia para registrar queixa de cárcere privado contra a mãe.
"Essa história tem contornos absurdos e precisamos levar as investigações à diante para que casos assim não voltem a acontecer e para que as mulheres tenham, cada vez mais, consciência de seus direitos e do que diz a Lei Maria da Penha", lembrou Pandeló. Também participaram da reunião a diretora da Divisão de Polícia de Atendimento à Mulher, delegada Martha Rocha; a superintendente dos Direitos da Mulher do Governo do estado, Cecília Soares; o diretor da Corregedoria Geral Unificada da Secretaria de Estado de Segurança Pública, delegado José Luiz Coutinho; a secretária de Assistência Social de Itaboraí, Rosália Marins, e a coordenadora da Mulher da Prefeitura de Itaboraí, Jussara Florinda, além da vice-presidente da comissão, deputada Alice Tamborindeguy (PSDB), da deputada Sula do Carmo (PMDB), membro efetivo, e do deputado Sabino (PSC)."

Obviamente que o marido deveria responder à Lei Maria da Penha, a mulher deveria receber apoio psicológico e os policias deveriam saber que cachorro não é animal silvestre.


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A diretora de comunicação social da Alerj, minha amiga Fernanda Pedrosa, me passou uma notícita triste que espero não ser motivo de piada, mas é digna do blog Page Not Found, com notícias bizarras, do campeão de audiência Fernando Moreira, do site do GLOBO.
A íntegra da nota, que vc não vai achar em nenhum lugar da internet é a seguinte:

"AGRESSÃO A MULHER REGISTRADA COMO MAUS TRATOS A ANIMAL CHOCA COMISSÃO "

Um caso de violência contra a mulher mobilizou, nesta quinta-feira (07/05), a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Assembleia Legislativa do Rio, presidida pela deputada Inês Pandeló (PT). Uma semana após receber denúncia, deputados ouviram os delegados que eram, há quatro meses, titular e adjunto da 71ª Delegacia Policial, em Itaboraí, Região Metropolitana do Rio, José Emanuel Abud e Wilson de Almeida Silva, e registraram como "maus tratos a animais silvestres" a ocorrência em que uma mulher foi obrigada pelo marido a manter relações sexuais com um cão. "É um absurdo que tratem o animal como vítima e não a mulher. Com certeza o delegado não conhece a Lei Maria da Penha (Lei 11.340/06), que diz, em seu artigo sete, que a violência física, entendida como qualquer conduta que ofenda a integridade ou a saúde corporal, é uma forma de violência doméstica e familiar contra o sexo feminino", acusou Pandeló.
Questionados pela comissão, os delegados se defenderam. De acordo com Silva, o caso não poderia ser qualificado como "estupro" porque a relação não envolveu diretamente um homem e uma mulher. "Por isso, decidimos por qualificá-lo como 'constrangimento ilegal' e 'maus tratos aos animais silvestres'. Nesse último caso, nossa ideia foi a de punir mais severamente o marido", revelou o então delegado adjunto, chocando a comissão. Titular na época do fato, Abud justificou-se dizendo ainda ter ocorrido um "equívoco" por parte do policial que operou o sistema de computador da delegacia no registro da ocorrência. "O policial escreveu a expressão 'maus tratos aos animais silvestres' antes de 'constrangimento ilegal'. Por isso, o sistema não associou o caso à Lei Maria da Penha, já que não havia as figuras de uma mulher e um homem envolvidas", assegurou. Mas, segundo Abud, o erro não alteraria o procedimento adotado pela polícia: "A meu ver tratamos o caso como deveria. Só o qualificamos como 'maus tratos aos animais silvestres' para agravar a situação do homem", argumentou.
Para a presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil seção Rio (OAB-RJ), Margarida Pressburger, o tratamento do caso seria bem diferente se ele tivesse sido enquadrado na Lei Maria da Penha. "A norma dá proteção e um tratamento diferenciado às mulheres, que vêm sendo ridicularizadas e menosprezadas nas delegacias. Neste caso, ela poderia ter solicitado o seu afastamento do companheiro", explicou. Os delegados comentaram que a mulher, que não esteve na audiência e foi chamada pelo nome fictício de "Joana D'Arc", não reclamou do tratamento dado pela delegacia e que, durante uma segunda audiência, pediu para que a queixa contra o marido fosse retirada. Ela, no entanto, negou que o abuso, que ocorreu há quatro meses, tenha sido consentido. Para a deputada Pandeló, a vítima não reclamou por desconhecer que seu caso poderia ter tido um registro diferente. "Escolher o delito de maus tratos aos animais como o primeiro no boletim de ocorrência tirou a força da mulher de prosseguir com o caso. Ela perdeu a coragem que demorou quatro meses para ter, e creio que isso tenha interferido", analisou a parlamentar.
Atualmente, "Joana D'Arc" vive na casa de seu marido com os dois filhos e eles têm acompanhamento especial do Conselho Tutelar de Itaboraí. A mãe da mulher chegou a levá-la com os dois netos para morarem com ela, mas o marido foi buscar a mulher de volta e, depois, fez com que ela retornasse à delegacia para registrar queixa de cárcere privado contra a mãe.
"Essa história tem contornos absurdos e precisamos levar as investigações à diante para que casos assim não voltem a acontecer e para que as mulheres tenham, cada vez mais, consciência de seus direitos e do que diz a Lei Maria da Penha", lembrou Pandeló. Também participaram da reunião a diretora da Divisão de Polícia de Atendimento à Mulher, delegada Martha Rocha; a superintendente dos Direitos da Mulher do Governo do estado, Cecília Soares; o diretor da Corregedoria Geral Unificada da Secretaria de Estado de Segurança Pública, delegado José Luiz Coutinho; a secretária de Assistência Social de Itaboraí, Rosália Marins, e a coordenadora da Mulher da Prefeitura de Itaboraí, Jussara Florinda, além da vice-presidente da comissão, deputada Alice Tamborindeguy (PSDB), da deputada Sula do Carmo (PMDB), membro efetivo, e do deputado Sabino (PSC)."

Obviamente que o marido deveria responder à Lei Maria da Penha, a mulher deveria receber apoio psicológico e os policias deveriam saber que cachorro não é animal silvestre.


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A diretora de comunicação social da Alerj, minha amiga Fernanda Pedrosa, me passou uma notícita triste que espero não ser motivo de piada, mas é digna do blog Page Not Found, com notícias bizarras, do campeão de audiência Fernando Moreira, do site do GLOBO.
A íntegra da nota, que vc não vai achar em nenhum lugar da internet é a seguinte:

"AGRESSÃO A MULHER REGISTRADA COMO MAUS TRATOS A ANIMAL CHOCA COMISSÃO "

Um caso de violência contra a mulher mobilizou, nesta quinta-feira (07/05), a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Assembleia Legislativa do Rio, presidida pela deputada Inês Pandeló (PT). Uma semana após receber denúncia, deputados ouviram os delegados que eram, há quatro meses, titular e adjunto da 71ª Delegacia Policial, em Itaboraí, Região Metropolitana do Rio, José Emanuel Abud e Wilson de Almeida Silva, e registraram como "maus tratos a animais silvestres" a ocorrência em que uma mulher foi obrigada pelo marido a manter relações sexuais com um cão. "É um absurdo que tratem o animal como vítima e não a mulher. Com certeza o delegado não conhece a Lei Maria da Penha (Lei 11.340/06), que diz, em seu artigo sete, que a violência física, entendida como qualquer conduta que ofenda a integridade ou a saúde corporal, é uma forma de violência doméstica e familiar contra o sexo feminino", acusou Pandeló.
Questionados pela comissão, os delegados se defenderam. De acordo com Silva, o caso não poderia ser qualificado como "estupro" porque a relação não envolveu diretamente um homem e uma mulher. "Por isso, decidimos por qualificá-lo como 'constrangimento ilegal' e 'maus tratos aos animais silvestres'. Nesse último caso, nossa ideia foi a de punir mais severamente o marido", revelou o então delegado adjunto, chocando a comissão. Titular na época do fato, Abud justificou-se dizendo ainda ter ocorrido um "equívoco" por parte do policial que operou o sistema de computador da delegacia no registro da ocorrência. "O policial escreveu a expressão 'maus tratos aos animais silvestres' antes de 'constrangimento ilegal'. Por isso, o sistema não associou o caso à Lei Maria da Penha, já que não havia as figuras de uma mulher e um homem envolvidas", assegurou. Mas, segundo Abud, o erro não alteraria o procedimento adotado pela polícia: "A meu ver tratamos o caso como deveria. Só o qualificamos como 'maus tratos aos animais silvestres' para agravar a situação do homem", argumentou.
Para a presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil seção Rio (OAB-RJ), Margarida Pressburger, o tratamento do caso seria bem diferente se ele tivesse sido enquadrado na Lei Maria da Penha. "A norma dá proteção e um tratamento diferenciado às mulheres, que vêm sendo ridicularizadas e menosprezadas nas delegacias. Neste caso, ela poderia ter solicitado o seu afastamento do companheiro", explicou. Os delegados comentaram que a mulher, que não esteve na audiência e foi chamada pelo nome fictício de "Joana D'Arc", não reclamou do tratamento dado pela delegacia e que, durante uma segunda audiência, pediu para que a queixa contra o marido fosse retirada. Ela, no entanto, negou que o abuso, que ocorreu há quatro meses, tenha sido consentido. Para a deputada Pandeló, a vítima não reclamou por desconhecer que seu caso poderia ter tido um registro diferente. "Escolher o delito de maus tratos aos animais como o primeiro no boletim de ocorrência tirou a força da mulher de prosseguir com o caso. Ela perdeu a coragem que demorou quatro meses para ter, e creio que isso tenha interferido", analisou a parlamentar.
Atualmente, "Joana D'Arc" vive na casa de seu marido com os dois filhos e eles têm acompanhamento especial do Conselho Tutelar de Itaboraí. A mãe da mulher chegou a levá-la com os dois netos para morarem com ela, mas o marido foi buscar a mulher de volta e, depois, fez com que ela retornasse à delegacia para registrar queixa de cárcere privado contra a mãe.
"Essa história tem contornos absurdos e precisamos levar as investigações à diante para que casos assim não voltem a acontecer e para que as mulheres tenham, cada vez mais, consciência de seus direitos e do que diz a Lei Maria da Penha", lembrou Pandeló. Também participaram da reunião a diretora da Divisão de Polícia de Atendimento à Mulher, delegada Martha Rocha; a superintendente dos Direitos da Mulher do Governo do estado, Cecília Soares; o diretor da Corregedoria Geral Unificada da Secretaria de Estado de Segurança Pública, delegado José Luiz Coutinho; a secretária de Assistência Social de Itaboraí, Rosália Marins, e a coordenadora da Mulher da Prefeitura de Itaboraí, Jussara Florinda, além da vice-presidente da comissão, deputada Alice Tamborindeguy (PSDB), da deputada Sula do Carmo (PMDB), membro efetivo, e do deputado Sabino (PSC)."

Obviamente que o marido deveria responder à Lei Maria da Penha, a mulher deveria receber apoio psicológico e os policias deveriam saber que cachorro não é animal silvestre.


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A diretora de comunicação social da Alerj, minha amiga Fernanda Pedrosa, me passou uma notícita triste que espero não ser motivo de piada, mas é digna do blog Page Not Found, com notícias bizarras, do campeão de audiência Fernando Moreira, do site do GLOBO.
A íntegra da nota, que vc não vai achar em nenhum lugar da internet é a seguinte:

"AGRESSÃO A MULHER REGISTRADA COMO MAUS TRATOS A ANIMAL CHOCA COMISSÃO "

Um caso de violência contra a mulher mobilizou, nesta quinta-feira (07/05), a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Assembleia Legislativa do Rio, presidida pela deputada Inês Pandeló (PT). Uma semana após receber denúncia, deputados ouviram os delegados que eram, há quatro meses, titular e adjunto da 71ª Delegacia Policial, em Itaboraí, Região Metropolitana do Rio, José Emanuel Abud e Wilson de Almeida Silva, e registraram como "maus tratos a animais silvestres" a ocorrência em que uma mulher foi obrigada pelo marido a manter relações sexuais com um cão. "É um absurdo que tratem o animal como vítima e não a mulher. Com certeza o delegado não conhece a Lei Maria da Penha (Lei 11.340/06), que diz, em seu artigo sete, que a violência física, entendida como qualquer conduta que ofenda a integridade ou a saúde corporal, é uma forma de violência doméstica e familiar contra o sexo feminino", acusou Pandeló.
Questionados pela comissão, os delegados se defenderam. De acordo com Silva, o caso não poderia ser qualificado como "estupro" porque a relação não envolveu diretamente um homem e uma mulher. "Por isso, decidimos por qualificá-lo como 'constrangimento ilegal' e 'maus tratos aos animais silvestres'. Nesse último caso, nossa ideia foi a de punir mais severamente o marido", revelou o então delegado adjunto, chocando a comissão. Titular na época do fato, Abud justificou-se dizendo ainda ter ocorrido um "equívoco" por parte do policial que operou o sistema de computador da delegacia no registro da ocorrência. "O policial escreveu a expressão 'maus tratos aos animais silvestres' antes de 'constrangimento ilegal'. Por isso, o sistema não associou o caso à Lei Maria da Penha, já que não havia as figuras de uma mulher e um homem envolvidas", assegurou. Mas, segundo Abud, o erro não alteraria o procedimento adotado pela polícia: "A meu ver tratamos o caso como deveria. Só o qualificamos como 'maus tratos aos animais silvestres' para agravar a situação do homem", argumentou.
Para a presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil seção Rio (OAB-RJ), Margarida Pressburger, o tratamento do caso seria bem diferente se ele tivesse sido enquadrado na Lei Maria da Penha. "A norma dá proteção e um tratamento diferenciado às mulheres, que vêm sendo ridicularizadas e menosprezadas nas delegacias. Neste caso, ela poderia ter solicitado o seu afastamento do companheiro", explicou. Os delegados comentaram que a mulher, que não esteve na audiência e foi chamada pelo nome fictício de "Joana D'Arc", não reclamou do tratamento dado pela delegacia e que, durante uma segunda audiência, pediu para que a queixa contra o marido fosse retirada. Ela, no entanto, negou que o abuso, que ocorreu há quatro meses, tenha sido consentido. Para a deputada Pandeló, a vítima não reclamou por desconhecer que seu caso poderia ter tido um registro diferente. "Escolher o delito de maus tratos aos animais como o primeiro no boletim de ocorrência tirou a força da mulher de prosseguir com o caso. Ela perdeu a coragem que demorou quatro meses para ter, e creio que isso tenha interferido", analisou a parlamentar.
Atualmente, "Joana D'Arc" vive na casa de seu marido com os dois filhos e eles têm acompanhamento especial do Conselho Tutelar de Itaboraí. A mãe da mulher chegou a levá-la com os dois netos para morarem com ela, mas o marido foi buscar a mulher de volta e, depois, fez com que ela retornasse à delegacia para registrar queixa de cárcere privado contra a mãe.
"Essa história tem contornos absurdos e precisamos levar as investigações à diante para que casos assim não voltem a acontecer e para que as mulheres tenham, cada vez mais, consciência de seus direitos e do que diz a Lei Maria da Penha", lembrou Pandeló. Também participaram da reunião a diretora da Divisão de Polícia de Atendimento à Mulher, delegada Martha Rocha; a superintendente dos Direitos da Mulher do Governo do estado, Cecília Soares; o diretor da Corregedoria Geral Unificada da Secretaria de Estado de Segurança Pública, delegado José Luiz Coutinho; a secretária de Assistência Social de Itaboraí, Rosália Marins, e a coordenadora da Mulher da Prefeitura de Itaboraí, Jussara Florinda, além da vice-presidente da comissão, deputada Alice Tamborindeguy (PSDB), da deputada Sula do Carmo (PMDB), membro efetivo, e do deputado Sabino (PSC)."

Obviamente que o marido deveria responder à Lei Maria da Penha, a mulher deveria receber apoio psicológico e os policias deveriam saber que cachorro não é animal silvestre.


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O Arquivo Secreto do Vaticano anunciou que irá publicar cópias da carta de 1530 em que nobres e religiosos ingleses pedem ao papa para anular o casamento do rei inglês Henrique 8° com Catarina de Aragão para que ele pudesse se casar com Ana Bolena.

O documento original, arquivado no Vaticano com o nome de "Causa Anglica - O atribulado caso matrimonial de Henrique 8°", contribuiu para desencadear o cisma entre a Igreja Anglicana e a Igreja Católica.
O original e um fac-símile, a partir do qual serão feitas outras cópias, foram apresentados para a imprensa na última terça-feira, na sede do Arquivo Secreto do Vaticano.
O lançamento oficial das cópias do documento está marcado para o dia 24 de junho, durante as comemorações dos 500 anos da ascensão de Henrique 8º ao trono da Inglaterra.
O texto é considerado uma das páginas fundamentais da história inglesa. Nele, 85 nobres e religiosos ingleses se dirigem ao papa Clemente 7° pedindo a anulação do casamento do rei com Catarina de Aragão, a primeira das seis esposas de Henrique 8°.
Para se casar com Catarina, o rei da Inglaterra, que subiu ao trono em 1509, já tinha pedido uma autorização especial do pontífice, porque ela era viúva de seu irmão.

Cópias
A primeira cópia da carta vai ser dada ao papa Bento 16, que deve visitar a Inglaterra até o final do ano. As demais publicações serão vendidos a museus, institutos de cultura e colecionadores privados.
Os interessados deverão desembolsar cerca de R$ 130 mil para comprar uma das cópias e, provavelmente, comprometer-se a expô-la a um público mais amplo.
Até agora, o documento podia ser visto apenas por chefes de Estado ou outras autoridades em visita oficial ao Vaticano.Segundo o diretor do Arquivo Secreto do Vaticano, monsenhor Sergio Pagano, o dinheiro arrecadado com as vendas vai ser usado para restaurar parte do acervo da instituição, um dos mais ricos do mundo.

Cisma
A carta ao papa foi redigida em duas cópias, ambas assinadas pelos nobres e religiosos com os tradicionais lacres. Uma delas está no Arquivo Secreto Vaticano e a outra no arquivo Nacional de Kew, na Inglaterra.
Um trecho do documento, publicado pela imprensa italiana, mostra que os nobres ingleses já previam a possibilidade de que uma resposta negativa do papa pudesse agravar a situação já delicada da Igreja Católica na Inglaterra.
"Mas se (o papa) não quiser fazê-lo (anular o casamento de Henrique 8º), menosprezando as exigências dos ingleses, eles se sentiriam autorizados a resolver a questão sozinhos e procurariam soluções em outro lugar. A causa do rei é a causa deles. Se (o papa) não intervir ou demorar a agir, a condição deles se tornará mais grave, mas não irresoluta: os remédios extremos são sempre os mais desagradáveis. Mas o doente quer sobretudo sarar", diz o documento.
O cisma entre os anglicanos e a Igreja Católica ocorreria quatro anos mais tarde, em 1534.

Conservação
Segundo os técnicos da editora que vai publicar as cópias para a Santa Sé, o texto de propriedade do Vaticano está em excelentes condições."No pergaminho (do Vaticano) estão pendurados lacres magnificamente conservados, enquanto o documento que ficou na Inglaterra está em estado de conservação precário. Em algumas partes chega a ser ilegível e não há nenhum lacre", diz um comunicado da editora.
O pergaminho com os 85 lacres, emoldurados em metal e unidos por uma fita de algodão e seda de 40 metros de comprimento, pesa 2,5 kg.

Arquivo secreto
No Arquivo Secreto Vaticano, criado em 1610, são conservados mais de 2 milhões de documentos relativos a 800 anos de história, em um espaço de 85 quilômetros de prateleiras.Usado sobretudo pelo papa e pela Cúria romana, o arquivo secreto foi aberto aos estudiosos e pesquisadores a partir de 1881.
Além de documentos sobre a história cristã, o arquivo possui importante material sobre a história dos vários países.


BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:24  comentar

O Arquivo Secreto do Vaticano anunciou que irá publicar cópias da carta de 1530 em que nobres e religiosos ingleses pedem ao papa para anular o casamento do rei inglês Henrique 8° com Catarina de Aragão para que ele pudesse se casar com Ana Bolena.

O documento original, arquivado no Vaticano com o nome de "Causa Anglica - O atribulado caso matrimonial de Henrique 8°", contribuiu para desencadear o cisma entre a Igreja Anglicana e a Igreja Católica.
O original e um fac-símile, a partir do qual serão feitas outras cópias, foram apresentados para a imprensa na última terça-feira, na sede do Arquivo Secreto do Vaticano.
O lançamento oficial das cópias do documento está marcado para o dia 24 de junho, durante as comemorações dos 500 anos da ascensão de Henrique 8º ao trono da Inglaterra.
O texto é considerado uma das páginas fundamentais da história inglesa. Nele, 85 nobres e religiosos ingleses se dirigem ao papa Clemente 7° pedindo a anulação do casamento do rei com Catarina de Aragão, a primeira das seis esposas de Henrique 8°.
Para se casar com Catarina, o rei da Inglaterra, que subiu ao trono em 1509, já tinha pedido uma autorização especial do pontífice, porque ela era viúva de seu irmão.

Cópias
A primeira cópia da carta vai ser dada ao papa Bento 16, que deve visitar a Inglaterra até o final do ano. As demais publicações serão vendidos a museus, institutos de cultura e colecionadores privados.
Os interessados deverão desembolsar cerca de R$ 130 mil para comprar uma das cópias e, provavelmente, comprometer-se a expô-la a um público mais amplo.
Até agora, o documento podia ser visto apenas por chefes de Estado ou outras autoridades em visita oficial ao Vaticano.Segundo o diretor do Arquivo Secreto do Vaticano, monsenhor Sergio Pagano, o dinheiro arrecadado com as vendas vai ser usado para restaurar parte do acervo da instituição, um dos mais ricos do mundo.

Cisma
A carta ao papa foi redigida em duas cópias, ambas assinadas pelos nobres e religiosos com os tradicionais lacres. Uma delas está no Arquivo Secreto Vaticano e a outra no arquivo Nacional de Kew, na Inglaterra.
Um trecho do documento, publicado pela imprensa italiana, mostra que os nobres ingleses já previam a possibilidade de que uma resposta negativa do papa pudesse agravar a situação já delicada da Igreja Católica na Inglaterra.
"Mas se (o papa) não quiser fazê-lo (anular o casamento de Henrique 8º), menosprezando as exigências dos ingleses, eles se sentiriam autorizados a resolver a questão sozinhos e procurariam soluções em outro lugar. A causa do rei é a causa deles. Se (o papa) não intervir ou demorar a agir, a condição deles se tornará mais grave, mas não irresoluta: os remédios extremos são sempre os mais desagradáveis. Mas o doente quer sobretudo sarar", diz o documento.
O cisma entre os anglicanos e a Igreja Católica ocorreria quatro anos mais tarde, em 1534.

Conservação
Segundo os técnicos da editora que vai publicar as cópias para a Santa Sé, o texto de propriedade do Vaticano está em excelentes condições."No pergaminho (do Vaticano) estão pendurados lacres magnificamente conservados, enquanto o documento que ficou na Inglaterra está em estado de conservação precário. Em algumas partes chega a ser ilegível e não há nenhum lacre", diz um comunicado da editora.
O pergaminho com os 85 lacres, emoldurados em metal e unidos por uma fita de algodão e seda de 40 metros de comprimento, pesa 2,5 kg.

Arquivo secreto
No Arquivo Secreto Vaticano, criado em 1610, são conservados mais de 2 milhões de documentos relativos a 800 anos de história, em um espaço de 85 quilômetros de prateleiras.Usado sobretudo pelo papa e pela Cúria romana, o arquivo secreto foi aberto aos estudiosos e pesquisadores a partir de 1881.
Além de documentos sobre a história cristã, o arquivo possui importante material sobre a história dos vários países.


BBC Brasil
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O Arquivo Secreto do Vaticano anunciou que irá publicar cópias da carta de 1530 em que nobres e religiosos ingleses pedem ao papa para anular o casamento do rei inglês Henrique 8° com Catarina de Aragão para que ele pudesse se casar com Ana Bolena.

O documento original, arquivado no Vaticano com o nome de "Causa Anglica - O atribulado caso matrimonial de Henrique 8°", contribuiu para desencadear o cisma entre a Igreja Anglicana e a Igreja Católica.
O original e um fac-símile, a partir do qual serão feitas outras cópias, foram apresentados para a imprensa na última terça-feira, na sede do Arquivo Secreto do Vaticano.
O lançamento oficial das cópias do documento está marcado para o dia 24 de junho, durante as comemorações dos 500 anos da ascensão de Henrique 8º ao trono da Inglaterra.
O texto é considerado uma das páginas fundamentais da história inglesa. Nele, 85 nobres e religiosos ingleses se dirigem ao papa Clemente 7° pedindo a anulação do casamento do rei com Catarina de Aragão, a primeira das seis esposas de Henrique 8°.
Para se casar com Catarina, o rei da Inglaterra, que subiu ao trono em 1509, já tinha pedido uma autorização especial do pontífice, porque ela era viúva de seu irmão.

Cópias
A primeira cópia da carta vai ser dada ao papa Bento 16, que deve visitar a Inglaterra até o final do ano. As demais publicações serão vendidos a museus, institutos de cultura e colecionadores privados.
Os interessados deverão desembolsar cerca de R$ 130 mil para comprar uma das cópias e, provavelmente, comprometer-se a expô-la a um público mais amplo.
Até agora, o documento podia ser visto apenas por chefes de Estado ou outras autoridades em visita oficial ao Vaticano.Segundo o diretor do Arquivo Secreto do Vaticano, monsenhor Sergio Pagano, o dinheiro arrecadado com as vendas vai ser usado para restaurar parte do acervo da instituição, um dos mais ricos do mundo.

Cisma
A carta ao papa foi redigida em duas cópias, ambas assinadas pelos nobres e religiosos com os tradicionais lacres. Uma delas está no Arquivo Secreto Vaticano e a outra no arquivo Nacional de Kew, na Inglaterra.
Um trecho do documento, publicado pela imprensa italiana, mostra que os nobres ingleses já previam a possibilidade de que uma resposta negativa do papa pudesse agravar a situação já delicada da Igreja Católica na Inglaterra.
"Mas se (o papa) não quiser fazê-lo (anular o casamento de Henrique 8º), menosprezando as exigências dos ingleses, eles se sentiriam autorizados a resolver a questão sozinhos e procurariam soluções em outro lugar. A causa do rei é a causa deles. Se (o papa) não intervir ou demorar a agir, a condição deles se tornará mais grave, mas não irresoluta: os remédios extremos são sempre os mais desagradáveis. Mas o doente quer sobretudo sarar", diz o documento.
O cisma entre os anglicanos e a Igreja Católica ocorreria quatro anos mais tarde, em 1534.

Conservação
Segundo os técnicos da editora que vai publicar as cópias para a Santa Sé, o texto de propriedade do Vaticano está em excelentes condições."No pergaminho (do Vaticano) estão pendurados lacres magnificamente conservados, enquanto o documento que ficou na Inglaterra está em estado de conservação precário. Em algumas partes chega a ser ilegível e não há nenhum lacre", diz um comunicado da editora.
O pergaminho com os 85 lacres, emoldurados em metal e unidos por uma fita de algodão e seda de 40 metros de comprimento, pesa 2,5 kg.

Arquivo secreto
No Arquivo Secreto Vaticano, criado em 1610, são conservados mais de 2 milhões de documentos relativos a 800 anos de história, em um espaço de 85 quilômetros de prateleiras.Usado sobretudo pelo papa e pela Cúria romana, o arquivo secreto foi aberto aos estudiosos e pesquisadores a partir de 1881.
Além de documentos sobre a história cristã, o arquivo possui importante material sobre a história dos vários países.


BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:24  comentar

O Arquivo Secreto do Vaticano anunciou que irá publicar cópias da carta de 1530 em que nobres e religiosos ingleses pedem ao papa para anular o casamento do rei inglês Henrique 8° com Catarina de Aragão para que ele pudesse se casar com Ana Bolena.

O documento original, arquivado no Vaticano com o nome de "Causa Anglica - O atribulado caso matrimonial de Henrique 8°", contribuiu para desencadear o cisma entre a Igreja Anglicana e a Igreja Católica.
O original e um fac-símile, a partir do qual serão feitas outras cópias, foram apresentados para a imprensa na última terça-feira, na sede do Arquivo Secreto do Vaticano.
O lançamento oficial das cópias do documento está marcado para o dia 24 de junho, durante as comemorações dos 500 anos da ascensão de Henrique 8º ao trono da Inglaterra.
O texto é considerado uma das páginas fundamentais da história inglesa. Nele, 85 nobres e religiosos ingleses se dirigem ao papa Clemente 7° pedindo a anulação do casamento do rei com Catarina de Aragão, a primeira das seis esposas de Henrique 8°.
Para se casar com Catarina, o rei da Inglaterra, que subiu ao trono em 1509, já tinha pedido uma autorização especial do pontífice, porque ela era viúva de seu irmão.

Cópias
A primeira cópia da carta vai ser dada ao papa Bento 16, que deve visitar a Inglaterra até o final do ano. As demais publicações serão vendidos a museus, institutos de cultura e colecionadores privados.
Os interessados deverão desembolsar cerca de R$ 130 mil para comprar uma das cópias e, provavelmente, comprometer-se a expô-la a um público mais amplo.
Até agora, o documento podia ser visto apenas por chefes de Estado ou outras autoridades em visita oficial ao Vaticano.Segundo o diretor do Arquivo Secreto do Vaticano, monsenhor Sergio Pagano, o dinheiro arrecadado com as vendas vai ser usado para restaurar parte do acervo da instituição, um dos mais ricos do mundo.

Cisma
A carta ao papa foi redigida em duas cópias, ambas assinadas pelos nobres e religiosos com os tradicionais lacres. Uma delas está no Arquivo Secreto Vaticano e a outra no arquivo Nacional de Kew, na Inglaterra.
Um trecho do documento, publicado pela imprensa italiana, mostra que os nobres ingleses já previam a possibilidade de que uma resposta negativa do papa pudesse agravar a situação já delicada da Igreja Católica na Inglaterra.
"Mas se (o papa) não quiser fazê-lo (anular o casamento de Henrique 8º), menosprezando as exigências dos ingleses, eles se sentiriam autorizados a resolver a questão sozinhos e procurariam soluções em outro lugar. A causa do rei é a causa deles. Se (o papa) não intervir ou demorar a agir, a condição deles se tornará mais grave, mas não irresoluta: os remédios extremos são sempre os mais desagradáveis. Mas o doente quer sobretudo sarar", diz o documento.
O cisma entre os anglicanos e a Igreja Católica ocorreria quatro anos mais tarde, em 1534.

Conservação
Segundo os técnicos da editora que vai publicar as cópias para a Santa Sé, o texto de propriedade do Vaticano está em excelentes condições."No pergaminho (do Vaticano) estão pendurados lacres magnificamente conservados, enquanto o documento que ficou na Inglaterra está em estado de conservação precário. Em algumas partes chega a ser ilegível e não há nenhum lacre", diz um comunicado da editora.
O pergaminho com os 85 lacres, emoldurados em metal e unidos por uma fita de algodão e seda de 40 metros de comprimento, pesa 2,5 kg.

Arquivo secreto
No Arquivo Secreto Vaticano, criado em 1610, são conservados mais de 2 milhões de documentos relativos a 800 anos de história, em um espaço de 85 quilômetros de prateleiras.Usado sobretudo pelo papa e pela Cúria romana, o arquivo secreto foi aberto aos estudiosos e pesquisadores a partir de 1881.
Além de documentos sobre a história cristã, o arquivo possui importante material sobre a história dos vários países.


BBC Brasil
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O Arquivo Secreto do Vaticano anunciou que irá publicar cópias da carta de 1530 em que nobres e religiosos ingleses pedem ao papa para anular o casamento do rei inglês Henrique 8° com Catarina de Aragão para que ele pudesse se casar com Ana Bolena.

O documento original, arquivado no Vaticano com o nome de "Causa Anglica - O atribulado caso matrimonial de Henrique 8°", contribuiu para desencadear o cisma entre a Igreja Anglicana e a Igreja Católica.
O original e um fac-símile, a partir do qual serão feitas outras cópias, foram apresentados para a imprensa na última terça-feira, na sede do Arquivo Secreto do Vaticano.
O lançamento oficial das cópias do documento está marcado para o dia 24 de junho, durante as comemorações dos 500 anos da ascensão de Henrique 8º ao trono da Inglaterra.
O texto é considerado uma das páginas fundamentais da história inglesa. Nele, 85 nobres e religiosos ingleses se dirigem ao papa Clemente 7° pedindo a anulação do casamento do rei com Catarina de Aragão, a primeira das seis esposas de Henrique 8°.
Para se casar com Catarina, o rei da Inglaterra, que subiu ao trono em 1509, já tinha pedido uma autorização especial do pontífice, porque ela era viúva de seu irmão.

Cópias
A primeira cópia da carta vai ser dada ao papa Bento 16, que deve visitar a Inglaterra até o final do ano. As demais publicações serão vendidos a museus, institutos de cultura e colecionadores privados.
Os interessados deverão desembolsar cerca de R$ 130 mil para comprar uma das cópias e, provavelmente, comprometer-se a expô-la a um público mais amplo.
Até agora, o documento podia ser visto apenas por chefes de Estado ou outras autoridades em visita oficial ao Vaticano.Segundo o diretor do Arquivo Secreto do Vaticano, monsenhor Sergio Pagano, o dinheiro arrecadado com as vendas vai ser usado para restaurar parte do acervo da instituição, um dos mais ricos do mundo.

Cisma
A carta ao papa foi redigida em duas cópias, ambas assinadas pelos nobres e religiosos com os tradicionais lacres. Uma delas está no Arquivo Secreto Vaticano e a outra no arquivo Nacional de Kew, na Inglaterra.
Um trecho do documento, publicado pela imprensa italiana, mostra que os nobres ingleses já previam a possibilidade de que uma resposta negativa do papa pudesse agravar a situação já delicada da Igreja Católica na Inglaterra.
"Mas se (o papa) não quiser fazê-lo (anular o casamento de Henrique 8º), menosprezando as exigências dos ingleses, eles se sentiriam autorizados a resolver a questão sozinhos e procurariam soluções em outro lugar. A causa do rei é a causa deles. Se (o papa) não intervir ou demorar a agir, a condição deles se tornará mais grave, mas não irresoluta: os remédios extremos são sempre os mais desagradáveis. Mas o doente quer sobretudo sarar", diz o documento.
O cisma entre os anglicanos e a Igreja Católica ocorreria quatro anos mais tarde, em 1534.

Conservação
Segundo os técnicos da editora que vai publicar as cópias para a Santa Sé, o texto de propriedade do Vaticano está em excelentes condições."No pergaminho (do Vaticano) estão pendurados lacres magnificamente conservados, enquanto o documento que ficou na Inglaterra está em estado de conservação precário. Em algumas partes chega a ser ilegível e não há nenhum lacre", diz um comunicado da editora.
O pergaminho com os 85 lacres, emoldurados em metal e unidos por uma fita de algodão e seda de 40 metros de comprimento, pesa 2,5 kg.

Arquivo secreto
No Arquivo Secreto Vaticano, criado em 1610, são conservados mais de 2 milhões de documentos relativos a 800 anos de história, em um espaço de 85 quilômetros de prateleiras.Usado sobretudo pelo papa e pela Cúria romana, o arquivo secreto foi aberto aos estudiosos e pesquisadores a partir de 1881.
Além de documentos sobre a história cristã, o arquivo possui importante material sobre a história dos vários países.


BBC Brasil
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Usando uma máquina digital, Munish Bansal criou álbum com mais de 8 mil fotos
Munish Bansal registrou de um jeito inusitado o crescimento de sua filha: desde que Suman nasceu, em 1996, Bansal bate pelo menos uma foto diária da menina. Nesses 13 anos acumulou mais de 8 mil imagens digitais de Suman, e também do filho mais novo, Jay, de dez anos. "Agora eu tenho milhares e milhares de fotos das minhas crianças em cada estágio de suas vidas", disse o orgulhoso pai ao jornal britânico Daily Mail.
Bater essas fotos não é exatamente a maior diversão das crianças. "Não pretendo deixar meu pai fazer isso para sempre", afirmou Suman. Bansel sabe que as fotos deixam os filhos envergonhados, mas espera manter o hábito pelo menos até que eles tenham idade para morar sozinhos. "Tenho esperança de que um dia ambos apreciem o que eu fiz", disse. As fotos incluem momentos emblemáticos da infância de Suman e Jay, como o começo da escola, ou quando eles andaram e falaram pela primeira vez.

ÉPOCA
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:13  comentar

Usando uma máquina digital, Munish Bansal criou álbum com mais de 8 mil fotos
Munish Bansal registrou de um jeito inusitado o crescimento de sua filha: desde que Suman nasceu, em 1996, Bansal bate pelo menos uma foto diária da menina. Nesses 13 anos acumulou mais de 8 mil imagens digitais de Suman, e também do filho mais novo, Jay, de dez anos. "Agora eu tenho milhares e milhares de fotos das minhas crianças em cada estágio de suas vidas", disse o orgulhoso pai ao jornal britânico Daily Mail.
Bater essas fotos não é exatamente a maior diversão das crianças. "Não pretendo deixar meu pai fazer isso para sempre", afirmou Suman. Bansel sabe que as fotos deixam os filhos envergonhados, mas espera manter o hábito pelo menos até que eles tenham idade para morar sozinhos. "Tenho esperança de que um dia ambos apreciem o que eu fiz", disse. As fotos incluem momentos emblemáticos da infância de Suman e Jay, como o começo da escola, ou quando eles andaram e falaram pela primeira vez.

ÉPOCA
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Usando uma máquina digital, Munish Bansal criou álbum com mais de 8 mil fotos
Munish Bansal registrou de um jeito inusitado o crescimento de sua filha: desde que Suman nasceu, em 1996, Bansal bate pelo menos uma foto diária da menina. Nesses 13 anos acumulou mais de 8 mil imagens digitais de Suman, e também do filho mais novo, Jay, de dez anos. "Agora eu tenho milhares e milhares de fotos das minhas crianças em cada estágio de suas vidas", disse o orgulhoso pai ao jornal britânico Daily Mail.
Bater essas fotos não é exatamente a maior diversão das crianças. "Não pretendo deixar meu pai fazer isso para sempre", afirmou Suman. Bansel sabe que as fotos deixam os filhos envergonhados, mas espera manter o hábito pelo menos até que eles tenham idade para morar sozinhos. "Tenho esperança de que um dia ambos apreciem o que eu fiz", disse. As fotos incluem momentos emblemáticos da infância de Suman e Jay, como o começo da escola, ou quando eles andaram e falaram pela primeira vez.

ÉPOCA
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Munish Bansal registrou de um jeito inusitado o crescimento de sua filha: desde que Suman nasceu, em 1996, Bansal bate pelo menos uma foto diária da menina. Nesses 13 anos acumulou mais de 8 mil imagens digitais de Suman, e também do filho mais novo, Jay, de dez anos. "Agora eu tenho milhares e milhares de fotos das minhas crianças em cada estágio de suas vidas", disse o orgulhoso pai ao jornal britânico Daily Mail.
Bater essas fotos não é exatamente a maior diversão das crianças. "Não pretendo deixar meu pai fazer isso para sempre", afirmou Suman. Bansel sabe que as fotos deixam os filhos envergonhados, mas espera manter o hábito pelo menos até que eles tenham idade para morar sozinhos. "Tenho esperança de que um dia ambos apreciem o que eu fiz", disse. As fotos incluem momentos emblemáticos da infância de Suman e Jay, como o começo da escola, ou quando eles andaram e falaram pela primeira vez.

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Munish Bansal registrou de um jeito inusitado o crescimento de sua filha: desde que Suman nasceu, em 1996, Bansal bate pelo menos uma foto diária da menina. Nesses 13 anos acumulou mais de 8 mil imagens digitais de Suman, e também do filho mais novo, Jay, de dez anos. "Agora eu tenho milhares e milhares de fotos das minhas crianças em cada estágio de suas vidas", disse o orgulhoso pai ao jornal britânico Daily Mail.
Bater essas fotos não é exatamente a maior diversão das crianças. "Não pretendo deixar meu pai fazer isso para sempre", afirmou Suman. Bansel sabe que as fotos deixam os filhos envergonhados, mas espera manter o hábito pelo menos até que eles tenham idade para morar sozinhos. "Tenho esperança de que um dia ambos apreciem o que eu fiz", disse. As fotos incluem momentos emblemáticos da infância de Suman e Jay, como o começo da escola, ou quando eles andaram e falaram pela primeira vez.

ÉPOCA
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Criança que fará 1 ano na sexta (15) teve traumatismo craniano. Vândalos atearam fogo em dois ônibus e um caminhão na quarta (13).

Uma bebê, que completa 1 ano nesta sexta-feira (15), estava internada na manhã desta quinta (14) no Hospital Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo, com traumatismo craniano. Ela se machucou depois de ter sido jogada pela janela de um ônibus por manifestantes que invadiram e atearam fogo no veículo. A menina foi vítima de agressores que protestavam na Favela do Tiquatira na noite da quarta (13). A manifestação ocorreu após a prisão de suspeitos de portarem drogas, informou a Polícia Militar.
“A mãe foi expulsa primeiro e, como teve que descer rápido, só teve tempo de apanhar a filha de 5 anos. Quando desceu, a mãe caiu e foi pisoteada. Começou a gritar pela outra filha e um criminoso jogou o bebê pela janela”, disse ao G1 o tenente-coronel Eduardo Spósito, que comandou o trabalho da PM. Segundo ele, o bebê caiu com a cabeça no asfalto.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, nesta manhã a criança estava em observação e seu quadro era estável. Não havia, porém, previsão de alta. O bebê, a irmã e a mãe dele deram entrada no hospital por volta das 20h da quarta. Elas estavam dentro de um dos ônibus incendiados na Avenida Gabriela Mistral.
A secretaria informou ainda que a criança de 5 anos não sofreu ferimentos, Ela passou por avaliação médica e teve alta ainda na quarta. A mãe das crianças, de 24 anos, sofreu escoriações no braço direito e também teve alta na quarta.
De acordo com o depoimento prestado pelo motorista do ônibus e registrado no boletim de ocorrência no 10º Distrito Policial, na Penha, as duas irmãs foram jogadas no assoalho do veículo pelos agressores, quando eles invadiram o ônibus e empurraram as pessoas, forçando as vítimas a saírem.
A manifestação deixou pelo menos 11 vítimas, de acordo com a Secretaria da Segurança Pública. Entre elas, ainda segundo a secretaria, quatro pessoas se feriram, sendo dois PMs e duas crianças. O tenente-coronel da PM informou, no entanto, que pelo menos seis pessoas se feriram: a mãe e as duas crianças e três policiais militares. Dois deles foram atingidos por pedradas na cabeça e o terceiro, na canela.

Roubo
O tenente-coronel Spósito contou que os criminosos roubaram algumas pessoas que estavam dentro do ônibus antes de forçá-los a descer. Pelo menos sete vítimas, ainda segundo o oficial, prestaram queixa de objetos roubados. “A partir do momento que não queriam mais roubar, começaram a expulsar as pessoas do ônibus, de forma violenta”, disse.


Portal G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:55  comentar

Criança que fará 1 ano na sexta (15) teve traumatismo craniano. Vândalos atearam fogo em dois ônibus e um caminhão na quarta (13).

Uma bebê, que completa 1 ano nesta sexta-feira (15), estava internada na manhã desta quinta (14) no Hospital Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo, com traumatismo craniano. Ela se machucou depois de ter sido jogada pela janela de um ônibus por manifestantes que invadiram e atearam fogo no veículo. A menina foi vítima de agressores que protestavam na Favela do Tiquatira na noite da quarta (13). A manifestação ocorreu após a prisão de suspeitos de portarem drogas, informou a Polícia Militar.
“A mãe foi expulsa primeiro e, como teve que descer rápido, só teve tempo de apanhar a filha de 5 anos. Quando desceu, a mãe caiu e foi pisoteada. Começou a gritar pela outra filha e um criminoso jogou o bebê pela janela”, disse ao G1 o tenente-coronel Eduardo Spósito, que comandou o trabalho da PM. Segundo ele, o bebê caiu com a cabeça no asfalto.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, nesta manhã a criança estava em observação e seu quadro era estável. Não havia, porém, previsão de alta. O bebê, a irmã e a mãe dele deram entrada no hospital por volta das 20h da quarta. Elas estavam dentro de um dos ônibus incendiados na Avenida Gabriela Mistral.
A secretaria informou ainda que a criança de 5 anos não sofreu ferimentos, Ela passou por avaliação médica e teve alta ainda na quarta. A mãe das crianças, de 24 anos, sofreu escoriações no braço direito e também teve alta na quarta.
De acordo com o depoimento prestado pelo motorista do ônibus e registrado no boletim de ocorrência no 10º Distrito Policial, na Penha, as duas irmãs foram jogadas no assoalho do veículo pelos agressores, quando eles invadiram o ônibus e empurraram as pessoas, forçando as vítimas a saírem.
A manifestação deixou pelo menos 11 vítimas, de acordo com a Secretaria da Segurança Pública. Entre elas, ainda segundo a secretaria, quatro pessoas se feriram, sendo dois PMs e duas crianças. O tenente-coronel da PM informou, no entanto, que pelo menos seis pessoas se feriram: a mãe e as duas crianças e três policiais militares. Dois deles foram atingidos por pedradas na cabeça e o terceiro, na canela.

Roubo
O tenente-coronel Spósito contou que os criminosos roubaram algumas pessoas que estavam dentro do ônibus antes de forçá-los a descer. Pelo menos sete vítimas, ainda segundo o oficial, prestaram queixa de objetos roubados. “A partir do momento que não queriam mais roubar, começaram a expulsar as pessoas do ônibus, de forma violenta”, disse.


Portal G1
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Criança que fará 1 ano na sexta (15) teve traumatismo craniano. Vândalos atearam fogo em dois ônibus e um caminhão na quarta (13).

Uma bebê, que completa 1 ano nesta sexta-feira (15), estava internada na manhã desta quinta (14) no Hospital Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo, com traumatismo craniano. Ela se machucou depois de ter sido jogada pela janela de um ônibus por manifestantes que invadiram e atearam fogo no veículo. A menina foi vítima de agressores que protestavam na Favela do Tiquatira na noite da quarta (13). A manifestação ocorreu após a prisão de suspeitos de portarem drogas, informou a Polícia Militar.
“A mãe foi expulsa primeiro e, como teve que descer rápido, só teve tempo de apanhar a filha de 5 anos. Quando desceu, a mãe caiu e foi pisoteada. Começou a gritar pela outra filha e um criminoso jogou o bebê pela janela”, disse ao G1 o tenente-coronel Eduardo Spósito, que comandou o trabalho da PM. Segundo ele, o bebê caiu com a cabeça no asfalto.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, nesta manhã a criança estava em observação e seu quadro era estável. Não havia, porém, previsão de alta. O bebê, a irmã e a mãe dele deram entrada no hospital por volta das 20h da quarta. Elas estavam dentro de um dos ônibus incendiados na Avenida Gabriela Mistral.
A secretaria informou ainda que a criança de 5 anos não sofreu ferimentos, Ela passou por avaliação médica e teve alta ainda na quarta. A mãe das crianças, de 24 anos, sofreu escoriações no braço direito e também teve alta na quarta.
De acordo com o depoimento prestado pelo motorista do ônibus e registrado no boletim de ocorrência no 10º Distrito Policial, na Penha, as duas irmãs foram jogadas no assoalho do veículo pelos agressores, quando eles invadiram o ônibus e empurraram as pessoas, forçando as vítimas a saírem.
A manifestação deixou pelo menos 11 vítimas, de acordo com a Secretaria da Segurança Pública. Entre elas, ainda segundo a secretaria, quatro pessoas se feriram, sendo dois PMs e duas crianças. O tenente-coronel da PM informou, no entanto, que pelo menos seis pessoas se feriram: a mãe e as duas crianças e três policiais militares. Dois deles foram atingidos por pedradas na cabeça e o terceiro, na canela.

Roubo
O tenente-coronel Spósito contou que os criminosos roubaram algumas pessoas que estavam dentro do ônibus antes de forçá-los a descer. Pelo menos sete vítimas, ainda segundo o oficial, prestaram queixa de objetos roubados. “A partir do momento que não queriam mais roubar, começaram a expulsar as pessoas do ônibus, de forma violenta”, disse.


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Criança que fará 1 ano na sexta (15) teve traumatismo craniano. Vândalos atearam fogo em dois ônibus e um caminhão na quarta (13).

Uma bebê, que completa 1 ano nesta sexta-feira (15), estava internada na manhã desta quinta (14) no Hospital Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo, com traumatismo craniano. Ela se machucou depois de ter sido jogada pela janela de um ônibus por manifestantes que invadiram e atearam fogo no veículo. A menina foi vítima de agressores que protestavam na Favela do Tiquatira na noite da quarta (13). A manifestação ocorreu após a prisão de suspeitos de portarem drogas, informou a Polícia Militar.
“A mãe foi expulsa primeiro e, como teve que descer rápido, só teve tempo de apanhar a filha de 5 anos. Quando desceu, a mãe caiu e foi pisoteada. Começou a gritar pela outra filha e um criminoso jogou o bebê pela janela”, disse ao G1 o tenente-coronel Eduardo Spósito, que comandou o trabalho da PM. Segundo ele, o bebê caiu com a cabeça no asfalto.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, nesta manhã a criança estava em observação e seu quadro era estável. Não havia, porém, previsão de alta. O bebê, a irmã e a mãe dele deram entrada no hospital por volta das 20h da quarta. Elas estavam dentro de um dos ônibus incendiados na Avenida Gabriela Mistral.
A secretaria informou ainda que a criança de 5 anos não sofreu ferimentos, Ela passou por avaliação médica e teve alta ainda na quarta. A mãe das crianças, de 24 anos, sofreu escoriações no braço direito e também teve alta na quarta.
De acordo com o depoimento prestado pelo motorista do ônibus e registrado no boletim de ocorrência no 10º Distrito Policial, na Penha, as duas irmãs foram jogadas no assoalho do veículo pelos agressores, quando eles invadiram o ônibus e empurraram as pessoas, forçando as vítimas a saírem.
A manifestação deixou pelo menos 11 vítimas, de acordo com a Secretaria da Segurança Pública. Entre elas, ainda segundo a secretaria, quatro pessoas se feriram, sendo dois PMs e duas crianças. O tenente-coronel da PM informou, no entanto, que pelo menos seis pessoas se feriram: a mãe e as duas crianças e três policiais militares. Dois deles foram atingidos por pedradas na cabeça e o terceiro, na canela.

Roubo
O tenente-coronel Spósito contou que os criminosos roubaram algumas pessoas que estavam dentro do ônibus antes de forçá-los a descer. Pelo menos sete vítimas, ainda segundo o oficial, prestaram queixa de objetos roubados. “A partir do momento que não queriam mais roubar, começaram a expulsar as pessoas do ônibus, de forma violenta”, disse.


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Criança que fará 1 ano na sexta (15) teve traumatismo craniano. Vândalos atearam fogo em dois ônibus e um caminhão na quarta (13).

Uma bebê, que completa 1 ano nesta sexta-feira (15), estava internada na manhã desta quinta (14) no Hospital Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo, com traumatismo craniano. Ela se machucou depois de ter sido jogada pela janela de um ônibus por manifestantes que invadiram e atearam fogo no veículo. A menina foi vítima de agressores que protestavam na Favela do Tiquatira na noite da quarta (13). A manifestação ocorreu após a prisão de suspeitos de portarem drogas, informou a Polícia Militar.
“A mãe foi expulsa primeiro e, como teve que descer rápido, só teve tempo de apanhar a filha de 5 anos. Quando desceu, a mãe caiu e foi pisoteada. Começou a gritar pela outra filha e um criminoso jogou o bebê pela janela”, disse ao G1 o tenente-coronel Eduardo Spósito, que comandou o trabalho da PM. Segundo ele, o bebê caiu com a cabeça no asfalto.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, nesta manhã a criança estava em observação e seu quadro era estável. Não havia, porém, previsão de alta. O bebê, a irmã e a mãe dele deram entrada no hospital por volta das 20h da quarta. Elas estavam dentro de um dos ônibus incendiados na Avenida Gabriela Mistral.
A secretaria informou ainda que a criança de 5 anos não sofreu ferimentos, Ela passou por avaliação médica e teve alta ainda na quarta. A mãe das crianças, de 24 anos, sofreu escoriações no braço direito e também teve alta na quarta.
De acordo com o depoimento prestado pelo motorista do ônibus e registrado no boletim de ocorrência no 10º Distrito Policial, na Penha, as duas irmãs foram jogadas no assoalho do veículo pelos agressores, quando eles invadiram o ônibus e empurraram as pessoas, forçando as vítimas a saírem.
A manifestação deixou pelo menos 11 vítimas, de acordo com a Secretaria da Segurança Pública. Entre elas, ainda segundo a secretaria, quatro pessoas se feriram, sendo dois PMs e duas crianças. O tenente-coronel da PM informou, no entanto, que pelo menos seis pessoas se feriram: a mãe e as duas crianças e três policiais militares. Dois deles foram atingidos por pedradas na cabeça e o terceiro, na canela.

Roubo
O tenente-coronel Spósito contou que os criminosos roubaram algumas pessoas que estavam dentro do ônibus antes de forçá-los a descer. Pelo menos sete vítimas, ainda segundo o oficial, prestaram queixa de objetos roubados. “A partir do momento que não queriam mais roubar, começaram a expulsar as pessoas do ônibus, de forma violenta”, disse.


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FLORIANÓPOLIS - A Polícia Militar Ambiental soltou, na manhã desta quinta-feira, os últimos pinguins que apareceram sujos de óleo no ano passado em praias de Santa Catarina. Os 10 pinguins que foram soltos próximo à Ilha do Xavier, na costa leste da Ilha de Santa Catarina, estavam há cerca de nove meses em tratamento no Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) da Polícia Ambiental, no bairro Rio Vermelho, em Florianópolis.
Os pinguins foram soltos em uma região por onde passa uma corrente marítima que segue para o sul. Mais de 200 deles já haviam sido devolvidos ao mar no ano passado. Outros 10 pinguins que ainda estavam em tratamento serão encaminhados ao zoológico de Gramado (RS). Segundo o sargento Marcelo Duarte, o zoológico tem um projeto de educação ambiental e o Ibama autorizou a Polícia Ambiental a liberar os pinguins para a instituição.
Esta foi a primeira vez que a Polícia Ambiental manteve pinguins em seu centro de triagem durante o verão. Marcelo explicou que os animais chegam ao Brasil no inverno, trazidos por correntes de águas frias, e retornam para a Antártica a partir de setembro, com as correntes quentes. Este ano, eles devem começar a aparecer nas praias no mês de junho. O sargento também agradeceu aos voluntários e às organizações que ajudaram no tratamento dos animais.


O Globo On Line
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FLORIANÓPOLIS - A Polícia Militar Ambiental soltou, na manhã desta quinta-feira, os últimos pinguins que apareceram sujos de óleo no ano passado em praias de Santa Catarina. Os 10 pinguins que foram soltos próximo à Ilha do Xavier, na costa leste da Ilha de Santa Catarina, estavam há cerca de nove meses em tratamento no Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) da Polícia Ambiental, no bairro Rio Vermelho, em Florianópolis.
Os pinguins foram soltos em uma região por onde passa uma corrente marítima que segue para o sul. Mais de 200 deles já haviam sido devolvidos ao mar no ano passado. Outros 10 pinguins que ainda estavam em tratamento serão encaminhados ao zoológico de Gramado (RS). Segundo o sargento Marcelo Duarte, o zoológico tem um projeto de educação ambiental e o Ibama autorizou a Polícia Ambiental a liberar os pinguins para a instituição.
Esta foi a primeira vez que a Polícia Ambiental manteve pinguins em seu centro de triagem durante o verão. Marcelo explicou que os animais chegam ao Brasil no inverno, trazidos por correntes de águas frias, e retornam para a Antártica a partir de setembro, com as correntes quentes. Este ano, eles devem começar a aparecer nas praias no mês de junho. O sargento também agradeceu aos voluntários e às organizações que ajudaram no tratamento dos animais.


O Globo On Line
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FLORIANÓPOLIS - A Polícia Militar Ambiental soltou, na manhã desta quinta-feira, os últimos pinguins que apareceram sujos de óleo no ano passado em praias de Santa Catarina. Os 10 pinguins que foram soltos próximo à Ilha do Xavier, na costa leste da Ilha de Santa Catarina, estavam há cerca de nove meses em tratamento no Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) da Polícia Ambiental, no bairro Rio Vermelho, em Florianópolis.
Os pinguins foram soltos em uma região por onde passa uma corrente marítima que segue para o sul. Mais de 200 deles já haviam sido devolvidos ao mar no ano passado. Outros 10 pinguins que ainda estavam em tratamento serão encaminhados ao zoológico de Gramado (RS). Segundo o sargento Marcelo Duarte, o zoológico tem um projeto de educação ambiental e o Ibama autorizou a Polícia Ambiental a liberar os pinguins para a instituição.
Esta foi a primeira vez que a Polícia Ambiental manteve pinguins em seu centro de triagem durante o verão. Marcelo explicou que os animais chegam ao Brasil no inverno, trazidos por correntes de águas frias, e retornam para a Antártica a partir de setembro, com as correntes quentes. Este ano, eles devem começar a aparecer nas praias no mês de junho. O sargento também agradeceu aos voluntários e às organizações que ajudaram no tratamento dos animais.


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FLORIANÓPOLIS - A Polícia Militar Ambiental soltou, na manhã desta quinta-feira, os últimos pinguins que apareceram sujos de óleo no ano passado em praias de Santa Catarina. Os 10 pinguins que foram soltos próximo à Ilha do Xavier, na costa leste da Ilha de Santa Catarina, estavam há cerca de nove meses em tratamento no Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) da Polícia Ambiental, no bairro Rio Vermelho, em Florianópolis.
Os pinguins foram soltos em uma região por onde passa uma corrente marítima que segue para o sul. Mais de 200 deles já haviam sido devolvidos ao mar no ano passado. Outros 10 pinguins que ainda estavam em tratamento serão encaminhados ao zoológico de Gramado (RS). Segundo o sargento Marcelo Duarte, o zoológico tem um projeto de educação ambiental e o Ibama autorizou a Polícia Ambiental a liberar os pinguins para a instituição.
Esta foi a primeira vez que a Polícia Ambiental manteve pinguins em seu centro de triagem durante o verão. Marcelo explicou que os animais chegam ao Brasil no inverno, trazidos por correntes de águas frias, e retornam para a Antártica a partir de setembro, com as correntes quentes. Este ano, eles devem começar a aparecer nas praias no mês de junho. O sargento também agradeceu aos voluntários e às organizações que ajudaram no tratamento dos animais.


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FLORIANÓPOLIS - A Polícia Militar Ambiental soltou, na manhã desta quinta-feira, os últimos pinguins que apareceram sujos de óleo no ano passado em praias de Santa Catarina. Os 10 pinguins que foram soltos próximo à Ilha do Xavier, na costa leste da Ilha de Santa Catarina, estavam há cerca de nove meses em tratamento no Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) da Polícia Ambiental, no bairro Rio Vermelho, em Florianópolis.
Os pinguins foram soltos em uma região por onde passa uma corrente marítima que segue para o sul. Mais de 200 deles já haviam sido devolvidos ao mar no ano passado. Outros 10 pinguins que ainda estavam em tratamento serão encaminhados ao zoológico de Gramado (RS). Segundo o sargento Marcelo Duarte, o zoológico tem um projeto de educação ambiental e o Ibama autorizou a Polícia Ambiental a liberar os pinguins para a instituição.
Esta foi a primeira vez que a Polícia Ambiental manteve pinguins em seu centro de triagem durante o verão. Marcelo explicou que os animais chegam ao Brasil no inverno, trazidos por correntes de águas frias, e retornam para a Antártica a partir de setembro, com as correntes quentes. Este ano, eles devem começar a aparecer nas praias no mês de junho. O sargento também agradeceu aos voluntários e às organizações que ajudaram no tratamento dos animais.


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Pequim (China) - Uma chinesa de 16 anos sobreviveu a queda do sexto andar de um prédio graças a um urso de pelúcia que amorteceu o impacto. O acidente ocorreu na cidade de Wuhan, capital da província de Hubei.Segundo o jornal Wuhan Wanbao, a menina caiu do banheiro quando confundiu a janela com a porta. Ela passa bem e está sob os cuidado dos pais.
Em julho de 2007, um bebê de 10 meses em Xangai sobreviveu a uma queda do oitavo andar ao cair nos galhos de uma árvore. Em abril de 2004, uma mulher que caiu do sexto andar sobreviveu graças a uma pilha de lixo que tinha sido deixada em frente ao prédio em que morava.



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Pequim (China) - Uma chinesa de 16 anos sobreviveu a queda do sexto andar de um prédio graças a um urso de pelúcia que amorteceu o impacto. O acidente ocorreu na cidade de Wuhan, capital da província de Hubei.Segundo o jornal Wuhan Wanbao, a menina caiu do banheiro quando confundiu a janela com a porta. Ela passa bem e está sob os cuidado dos pais.
Em julho de 2007, um bebê de 10 meses em Xangai sobreviveu a uma queda do oitavo andar ao cair nos galhos de uma árvore. Em abril de 2004, uma mulher que caiu do sexto andar sobreviveu graças a uma pilha de lixo que tinha sido deixada em frente ao prédio em que morava.



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Em julho de 2007, um bebê de 10 meses em Xangai sobreviveu a uma queda do oitavo andar ao cair nos galhos de uma árvore. Em abril de 2004, uma mulher que caiu do sexto andar sobreviveu graças a uma pilha de lixo que tinha sido deixada em frente ao prédio em que morava.



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Em julho de 2007, um bebê de 10 meses em Xangai sobreviveu a uma queda do oitavo andar ao cair nos galhos de uma árvore. Em abril de 2004, uma mulher que caiu do sexto andar sobreviveu graças a uma pilha de lixo que tinha sido deixada em frente ao prédio em que morava.



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Em julho de 2007, um bebê de 10 meses em Xangai sobreviveu a uma queda do oitavo andar ao cair nos galhos de uma árvore. Em abril de 2004, uma mulher que caiu do sexto andar sobreviveu graças a uma pilha de lixo que tinha sido deixada em frente ao prédio em que morava.



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TÓQUIO - O número de jovens com menos de 30 anos que se suicidaram no Japão em 2008 alcançou o recorde de 4.850, informou nesta quinta-feira a polícia local.
Em 2008, 32.249 pessoas se mataram no Japão, uma baixa de 2,6% em com relação aos números do ano anterior, mas ainda acima do objetivo do governo, que luta para descer baixo da linha de 30 mil as mortes por suicídio por ano, segundo a agência local Kyodo.
O grupo dos jovens foi o único que mostrou uma alta em relação ao ano anterior, com 3.438 mortes, 3,9% a mais que em 2007, enquanto os casos de suicídio entre menores de 20 anos subiram 11,5%, para 611 casos.
Segundo a polícia japonesa, a principal motivação para os suicídios foi a depressão, com 6.490 casos, seguida por dores físicas, com 5.128, e as dívidas, com 1.733.
A taxa de suicídios foi de 25,3 para cada 100 mil habitantes, o que coloca ao Japão entre os dez países do mundo com mais casos.
O suicídio é a sexta maior causa de morte no Japão, onde não está associado a um tabu social, como em muitos outros países, e é visto ainda como uma maneira honrosa de acabar com a vida.


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TÓQUIO - O número de jovens com menos de 30 anos que se suicidaram no Japão em 2008 alcançou o recorde de 4.850, informou nesta quinta-feira a polícia local.
Em 2008, 32.249 pessoas se mataram no Japão, uma baixa de 2,6% em com relação aos números do ano anterior, mas ainda acima do objetivo do governo, que luta para descer baixo da linha de 30 mil as mortes por suicídio por ano, segundo a agência local Kyodo.
O grupo dos jovens foi o único que mostrou uma alta em relação ao ano anterior, com 3.438 mortes, 3,9% a mais que em 2007, enquanto os casos de suicídio entre menores de 20 anos subiram 11,5%, para 611 casos.
Segundo a polícia japonesa, a principal motivação para os suicídios foi a depressão, com 6.490 casos, seguida por dores físicas, com 5.128, e as dívidas, com 1.733.
A taxa de suicídios foi de 25,3 para cada 100 mil habitantes, o que coloca ao Japão entre os dez países do mundo com mais casos.
O suicídio é a sexta maior causa de morte no Japão, onde não está associado a um tabu social, como em muitos outros países, e é visto ainda como uma maneira honrosa de acabar com a vida.


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TÓQUIO - O número de jovens com menos de 30 anos que se suicidaram no Japão em 2008 alcançou o recorde de 4.850, informou nesta quinta-feira a polícia local.
Em 2008, 32.249 pessoas se mataram no Japão, uma baixa de 2,6% em com relação aos números do ano anterior, mas ainda acima do objetivo do governo, que luta para descer baixo da linha de 30 mil as mortes por suicídio por ano, segundo a agência local Kyodo.
O grupo dos jovens foi o único que mostrou uma alta em relação ao ano anterior, com 3.438 mortes, 3,9% a mais que em 2007, enquanto os casos de suicídio entre menores de 20 anos subiram 11,5%, para 611 casos.
Segundo a polícia japonesa, a principal motivação para os suicídios foi a depressão, com 6.490 casos, seguida por dores físicas, com 5.128, e as dívidas, com 1.733.
A taxa de suicídios foi de 25,3 para cada 100 mil habitantes, o que coloca ao Japão entre os dez países do mundo com mais casos.
O suicídio é a sexta maior causa de morte no Japão, onde não está associado a um tabu social, como em muitos outros países, e é visto ainda como uma maneira honrosa de acabar com a vida.


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TÓQUIO - O número de jovens com menos de 30 anos que se suicidaram no Japão em 2008 alcançou o recorde de 4.850, informou nesta quinta-feira a polícia local.
Em 2008, 32.249 pessoas se mataram no Japão, uma baixa de 2,6% em com relação aos números do ano anterior, mas ainda acima do objetivo do governo, que luta para descer baixo da linha de 30 mil as mortes por suicídio por ano, segundo a agência local Kyodo.
O grupo dos jovens foi o único que mostrou uma alta em relação ao ano anterior, com 3.438 mortes, 3,9% a mais que em 2007, enquanto os casos de suicídio entre menores de 20 anos subiram 11,5%, para 611 casos.
Segundo a polícia japonesa, a principal motivação para os suicídios foi a depressão, com 6.490 casos, seguida por dores físicas, com 5.128, e as dívidas, com 1.733.
A taxa de suicídios foi de 25,3 para cada 100 mil habitantes, o que coloca ao Japão entre os dez países do mundo com mais casos.
O suicídio é a sexta maior causa de morte no Japão, onde não está associado a um tabu social, como em muitos outros países, e é visto ainda como uma maneira honrosa de acabar com a vida.


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TÓQUIO - O número de jovens com menos de 30 anos que se suicidaram no Japão em 2008 alcançou o recorde de 4.850, informou nesta quinta-feira a polícia local.
Em 2008, 32.249 pessoas se mataram no Japão, uma baixa de 2,6% em com relação aos números do ano anterior, mas ainda acima do objetivo do governo, que luta para descer baixo da linha de 30 mil as mortes por suicídio por ano, segundo a agência local Kyodo.
O grupo dos jovens foi o único que mostrou uma alta em relação ao ano anterior, com 3.438 mortes, 3,9% a mais que em 2007, enquanto os casos de suicídio entre menores de 20 anos subiram 11,5%, para 611 casos.
Segundo a polícia japonesa, a principal motivação para os suicídios foi a depressão, com 6.490 casos, seguida por dores físicas, com 5.128, e as dívidas, com 1.733.
A taxa de suicídios foi de 25,3 para cada 100 mil habitantes, o que coloca ao Japão entre os dez países do mundo com mais casos.
O suicídio é a sexta maior causa de morte no Japão, onde não está associado a um tabu social, como em muitos outros países, e é visto ainda como uma maneira honrosa de acabar com a vida.


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PORTO ALEGRE - A psiquiatra e professora universitária Michele Kaners, 31 anos, que ganhou na Justiça de Porto Alegre o direito de registrar com o nome de duas mães os gêmeos gerados por inseminação artificial em Santa Catarina, afirmou em entrevista ao jornal Zero Hora que a sociedade terá de criar denominações novas para pais e mães homossexuais no futuro, assim como surgiram, no passado, as definições de madrasta e padrasto.
O juiz da 8ª Vara de Família de Porto Alegre, Cairo Madruga, garantiu à Michele e Carla Regina Cumiotto, 37 anos, moradoras de Blumenau, em Santa Catarina, o direito de registrar como filhos de ambas os gêmeos nascidos por inseminação artificial há dois anos e gerados por uma delas. Considerada rara no país, a sentença pode abrir novos caminhos a um assunto ainda polêmico.
- A gente abriu uma via para outros casais, que muitas vezes não têm coragem de ter filhos, de assumir uma posição por causa de uma série de entraves que ainda existem. A nomeação é uma delas. Madrasta e padrasto foram inventados por uma necessidade. No futuro, vamos ter de criar denominações para pais e mães homossexuais. Lá em casa, a Carla é a mami e eu sou a pami - afirmou Michele ao jornal.
Perguntada sobre o motivo de as duas terem ido à Justiça para conseguir a filiação das crianças, Michele explicou que elas não queriam a possibilidade de adoção, a primeira a ser cogitada.
- Mas me pareceu completamente impossível adotar filhos que já eram meus. Na verdade, essas crianças foram geradas por um desejo do casal - disse ela.
A vitória das mulheres de Santa Catarina se contrapõe à do casal de mulheres que tenta na Justiça paulista dar o nome de duas mães também a gêmeos . A Justiça de São Paulo negou, em decisão liminar, pedido para registrar os gêmeos nascidos dia 29 de abril com os nomes das duas como mães . As crianças são filhas de Adriana Tito Maciel, 26 anos, e Munira Kalil El Ourra, 27 anos. Elas moram juntas há dois anos. Os bebês nasceram da inseminação dos óvulos de Munira com o espermatozoide de um doador anônimo. Os embriões foram então implantados no útero de Adriana, que gerou as crianças.
Michele afirma que a decisão do juiz de Porto Alegre, com o tempo, se tornará normal.
- Com o tempo vai se tornar comum. Eu diria que é inevitável, com esse procedente. Isso vai ajudar não só casais homossexuais, pois há muitas crianças hoje sendo criadas por avós, padrastos. A realidade é muito diversa, e a Justiça vai ter de olhar para isso. Só não pode cair na questão ideológica. Isso é um direito e não uma apologia - afirmou.
Juntas há 11 anos, Michele e Carla decidiram pela inseminação artificial. Carla deu à luz um menino e uma menina em 2007.
Desde então, surgiu o impasse do registro das crianças. A partir da decisão da Justiça, as duas crianças passam a ter os sobrenomes de ambas.


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PORTO ALEGRE - A psiquiatra e professora universitária Michele Kaners, 31 anos, que ganhou na Justiça de Porto Alegre o direito de registrar com o nome de duas mães os gêmeos gerados por inseminação artificial em Santa Catarina, afirmou em entrevista ao jornal Zero Hora que a sociedade terá de criar denominações novas para pais e mães homossexuais no futuro, assim como surgiram, no passado, as definições de madrasta e padrasto.
O juiz da 8ª Vara de Família de Porto Alegre, Cairo Madruga, garantiu à Michele e Carla Regina Cumiotto, 37 anos, moradoras de Blumenau, em Santa Catarina, o direito de registrar como filhos de ambas os gêmeos nascidos por inseminação artificial há dois anos e gerados por uma delas. Considerada rara no país, a sentença pode abrir novos caminhos a um assunto ainda polêmico.
- A gente abriu uma via para outros casais, que muitas vezes não têm coragem de ter filhos, de assumir uma posição por causa de uma série de entraves que ainda existem. A nomeação é uma delas. Madrasta e padrasto foram inventados por uma necessidade. No futuro, vamos ter de criar denominações para pais e mães homossexuais. Lá em casa, a Carla é a mami e eu sou a pami - afirmou Michele ao jornal.
Perguntada sobre o motivo de as duas terem ido à Justiça para conseguir a filiação das crianças, Michele explicou que elas não queriam a possibilidade de adoção, a primeira a ser cogitada.
- Mas me pareceu completamente impossível adotar filhos que já eram meus. Na verdade, essas crianças foram geradas por um desejo do casal - disse ela.
A vitória das mulheres de Santa Catarina se contrapõe à do casal de mulheres que tenta na Justiça paulista dar o nome de duas mães também a gêmeos . A Justiça de São Paulo negou, em decisão liminar, pedido para registrar os gêmeos nascidos dia 29 de abril com os nomes das duas como mães . As crianças são filhas de Adriana Tito Maciel, 26 anos, e Munira Kalil El Ourra, 27 anos. Elas moram juntas há dois anos. Os bebês nasceram da inseminação dos óvulos de Munira com o espermatozoide de um doador anônimo. Os embriões foram então implantados no útero de Adriana, que gerou as crianças.
Michele afirma que a decisão do juiz de Porto Alegre, com o tempo, se tornará normal.
- Com o tempo vai se tornar comum. Eu diria que é inevitável, com esse procedente. Isso vai ajudar não só casais homossexuais, pois há muitas crianças hoje sendo criadas por avós, padrastos. A realidade é muito diversa, e a Justiça vai ter de olhar para isso. Só não pode cair na questão ideológica. Isso é um direito e não uma apologia - afirmou.
Juntas há 11 anos, Michele e Carla decidiram pela inseminação artificial. Carla deu à luz um menino e uma menina em 2007.
Desde então, surgiu o impasse do registro das crianças. A partir da decisão da Justiça, as duas crianças passam a ter os sobrenomes de ambas.


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PORTO ALEGRE - A psiquiatra e professora universitária Michele Kaners, 31 anos, que ganhou na Justiça de Porto Alegre o direito de registrar com o nome de duas mães os gêmeos gerados por inseminação artificial em Santa Catarina, afirmou em entrevista ao jornal Zero Hora que a sociedade terá de criar denominações novas para pais e mães homossexuais no futuro, assim como surgiram, no passado, as definições de madrasta e padrasto.
O juiz da 8ª Vara de Família de Porto Alegre, Cairo Madruga, garantiu à Michele e Carla Regina Cumiotto, 37 anos, moradoras de Blumenau, em Santa Catarina, o direito de registrar como filhos de ambas os gêmeos nascidos por inseminação artificial há dois anos e gerados por uma delas. Considerada rara no país, a sentença pode abrir novos caminhos a um assunto ainda polêmico.
- A gente abriu uma via para outros casais, que muitas vezes não têm coragem de ter filhos, de assumir uma posição por causa de uma série de entraves que ainda existem. A nomeação é uma delas. Madrasta e padrasto foram inventados por uma necessidade. No futuro, vamos ter de criar denominações para pais e mães homossexuais. Lá em casa, a Carla é a mami e eu sou a pami - afirmou Michele ao jornal.
Perguntada sobre o motivo de as duas terem ido à Justiça para conseguir a filiação das crianças, Michele explicou que elas não queriam a possibilidade de adoção, a primeira a ser cogitada.
- Mas me pareceu completamente impossível adotar filhos que já eram meus. Na verdade, essas crianças foram geradas por um desejo do casal - disse ela.
A vitória das mulheres de Santa Catarina se contrapõe à do casal de mulheres que tenta na Justiça paulista dar o nome de duas mães também a gêmeos . A Justiça de São Paulo negou, em decisão liminar, pedido para registrar os gêmeos nascidos dia 29 de abril com os nomes das duas como mães . As crianças são filhas de Adriana Tito Maciel, 26 anos, e Munira Kalil El Ourra, 27 anos. Elas moram juntas há dois anos. Os bebês nasceram da inseminação dos óvulos de Munira com o espermatozoide de um doador anônimo. Os embriões foram então implantados no útero de Adriana, que gerou as crianças.
Michele afirma que a decisão do juiz de Porto Alegre, com o tempo, se tornará normal.
- Com o tempo vai se tornar comum. Eu diria que é inevitável, com esse procedente. Isso vai ajudar não só casais homossexuais, pois há muitas crianças hoje sendo criadas por avós, padrastos. A realidade é muito diversa, e a Justiça vai ter de olhar para isso. Só não pode cair na questão ideológica. Isso é um direito e não uma apologia - afirmou.
Juntas há 11 anos, Michele e Carla decidiram pela inseminação artificial. Carla deu à luz um menino e uma menina em 2007.
Desde então, surgiu o impasse do registro das crianças. A partir da decisão da Justiça, as duas crianças passam a ter os sobrenomes de ambas.


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PORTO ALEGRE - A psiquiatra e professora universitária Michele Kaners, 31 anos, que ganhou na Justiça de Porto Alegre o direito de registrar com o nome de duas mães os gêmeos gerados por inseminação artificial em Santa Catarina, afirmou em entrevista ao jornal Zero Hora que a sociedade terá de criar denominações novas para pais e mães homossexuais no futuro, assim como surgiram, no passado, as definições de madrasta e padrasto.
O juiz da 8ª Vara de Família de Porto Alegre, Cairo Madruga, garantiu à Michele e Carla Regina Cumiotto, 37 anos, moradoras de Blumenau, em Santa Catarina, o direito de registrar como filhos de ambas os gêmeos nascidos por inseminação artificial há dois anos e gerados por uma delas. Considerada rara no país, a sentença pode abrir novos caminhos a um assunto ainda polêmico.
- A gente abriu uma via para outros casais, que muitas vezes não têm coragem de ter filhos, de assumir uma posição por causa de uma série de entraves que ainda existem. A nomeação é uma delas. Madrasta e padrasto foram inventados por uma necessidade. No futuro, vamos ter de criar denominações para pais e mães homossexuais. Lá em casa, a Carla é a mami e eu sou a pami - afirmou Michele ao jornal.
Perguntada sobre o motivo de as duas terem ido à Justiça para conseguir a filiação das crianças, Michele explicou que elas não queriam a possibilidade de adoção, a primeira a ser cogitada.
- Mas me pareceu completamente impossível adotar filhos que já eram meus. Na verdade, essas crianças foram geradas por um desejo do casal - disse ela.
A vitória das mulheres de Santa Catarina se contrapõe à do casal de mulheres que tenta na Justiça paulista dar o nome de duas mães também a gêmeos . A Justiça de São Paulo negou, em decisão liminar, pedido para registrar os gêmeos nascidos dia 29 de abril com os nomes das duas como mães . As crianças são filhas de Adriana Tito Maciel, 26 anos, e Munira Kalil El Ourra, 27 anos. Elas moram juntas há dois anos. Os bebês nasceram da inseminação dos óvulos de Munira com o espermatozoide de um doador anônimo. Os embriões foram então implantados no útero de Adriana, que gerou as crianças.
Michele afirma que a decisão do juiz de Porto Alegre, com o tempo, se tornará normal.
- Com o tempo vai se tornar comum. Eu diria que é inevitável, com esse procedente. Isso vai ajudar não só casais homossexuais, pois há muitas crianças hoje sendo criadas por avós, padrastos. A realidade é muito diversa, e a Justiça vai ter de olhar para isso. Só não pode cair na questão ideológica. Isso é um direito e não uma apologia - afirmou.
Juntas há 11 anos, Michele e Carla decidiram pela inseminação artificial. Carla deu à luz um menino e uma menina em 2007.
Desde então, surgiu o impasse do registro das crianças. A partir da decisão da Justiça, as duas crianças passam a ter os sobrenomes de ambas.


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PORTO ALEGRE - A psiquiatra e professora universitária Michele Kaners, 31 anos, que ganhou na Justiça de Porto Alegre o direito de registrar com o nome de duas mães os gêmeos gerados por inseminação artificial em Santa Catarina, afirmou em entrevista ao jornal Zero Hora que a sociedade terá de criar denominações novas para pais e mães homossexuais no futuro, assim como surgiram, no passado, as definições de madrasta e padrasto.
O juiz da 8ª Vara de Família de Porto Alegre, Cairo Madruga, garantiu à Michele e Carla Regina Cumiotto, 37 anos, moradoras de Blumenau, em Santa Catarina, o direito de registrar como filhos de ambas os gêmeos nascidos por inseminação artificial há dois anos e gerados por uma delas. Considerada rara no país, a sentença pode abrir novos caminhos a um assunto ainda polêmico.
- A gente abriu uma via para outros casais, que muitas vezes não têm coragem de ter filhos, de assumir uma posição por causa de uma série de entraves que ainda existem. A nomeação é uma delas. Madrasta e padrasto foram inventados por uma necessidade. No futuro, vamos ter de criar denominações para pais e mães homossexuais. Lá em casa, a Carla é a mami e eu sou a pami - afirmou Michele ao jornal.
Perguntada sobre o motivo de as duas terem ido à Justiça para conseguir a filiação das crianças, Michele explicou que elas não queriam a possibilidade de adoção, a primeira a ser cogitada.
- Mas me pareceu completamente impossível adotar filhos que já eram meus. Na verdade, essas crianças foram geradas por um desejo do casal - disse ela.
A vitória das mulheres de Santa Catarina se contrapõe à do casal de mulheres que tenta na Justiça paulista dar o nome de duas mães também a gêmeos . A Justiça de São Paulo negou, em decisão liminar, pedido para registrar os gêmeos nascidos dia 29 de abril com os nomes das duas como mães . As crianças são filhas de Adriana Tito Maciel, 26 anos, e Munira Kalil El Ourra, 27 anos. Elas moram juntas há dois anos. Os bebês nasceram da inseminação dos óvulos de Munira com o espermatozoide de um doador anônimo. Os embriões foram então implantados no útero de Adriana, que gerou as crianças.
Michele afirma que a decisão do juiz de Porto Alegre, com o tempo, se tornará normal.
- Com o tempo vai se tornar comum. Eu diria que é inevitável, com esse procedente. Isso vai ajudar não só casais homossexuais, pois há muitas crianças hoje sendo criadas por avós, padrastos. A realidade é muito diversa, e a Justiça vai ter de olhar para isso. Só não pode cair na questão ideológica. Isso é um direito e não uma apologia - afirmou.
Juntas há 11 anos, Michele e Carla decidiram pela inseminação artificial. Carla deu à luz um menino e uma menina em 2007.
Desde então, surgiu o impasse do registro das crianças. A partir da decisão da Justiça, as duas crianças passam a ter os sobrenomes de ambas.


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O governo do Sri Lanka rejeita os apelos internacionais por uma trégua humanitária, no combate aos rebeldes tâmeis. A situação na zona de guerra é cada vez mais tensa. Nesta quinta-feira, os médicos abandonaram o único hospital que atendia os civis feridos na área dos combates.
Os médicos e funcionários da saúde deixaram o hospital após o prédio ser bombareado por dois dias seguidos. Testemunhas relataram cenas de horror e disseram que é possível ouvir à distância, o grito dos pacientes que não conseguiram deixar o hospital, implorando por água e comida.
Na quarta-feira a ONU e os Estados Unidos pediram que o governo suspenda temporariamente os ataques na área nordeste do país, onde os rebeldes do grupo Tigres do Tamil estão confinados, para permitir a saída dos 20 mil civis presos no fogo cruzado. O governo cingalês interpretou o pedido como interferência externa, e garantiu que não vai ceder às pressões.


BAND NEWS
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O governo do Sri Lanka rejeita os apelos internacionais por uma trégua humanitária, no combate aos rebeldes tâmeis. A situação na zona de guerra é cada vez mais tensa. Nesta quinta-feira, os médicos abandonaram o único hospital que atendia os civis feridos na área dos combates.
Os médicos e funcionários da saúde deixaram o hospital após o prédio ser bombareado por dois dias seguidos. Testemunhas relataram cenas de horror e disseram que é possível ouvir à distância, o grito dos pacientes que não conseguiram deixar o hospital, implorando por água e comida.
Na quarta-feira a ONU e os Estados Unidos pediram que o governo suspenda temporariamente os ataques na área nordeste do país, onde os rebeldes do grupo Tigres do Tamil estão confinados, para permitir a saída dos 20 mil civis presos no fogo cruzado. O governo cingalês interpretou o pedido como interferência externa, e garantiu que não vai ceder às pressões.


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O governo do Sri Lanka rejeita os apelos internacionais por uma trégua humanitária, no combate aos rebeldes tâmeis. A situação na zona de guerra é cada vez mais tensa. Nesta quinta-feira, os médicos abandonaram o único hospital que atendia os civis feridos na área dos combates.
Os médicos e funcionários da saúde deixaram o hospital após o prédio ser bombareado por dois dias seguidos. Testemunhas relataram cenas de horror e disseram que é possível ouvir à distância, o grito dos pacientes que não conseguiram deixar o hospital, implorando por água e comida.
Na quarta-feira a ONU e os Estados Unidos pediram que o governo suspenda temporariamente os ataques na área nordeste do país, onde os rebeldes do grupo Tigres do Tamil estão confinados, para permitir a saída dos 20 mil civis presos no fogo cruzado. O governo cingalês interpretou o pedido como interferência externa, e garantiu que não vai ceder às pressões.


BAND NEWS
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:18  comentar

O governo do Sri Lanka rejeita os apelos internacionais por uma trégua humanitária, no combate aos rebeldes tâmeis. A situação na zona de guerra é cada vez mais tensa. Nesta quinta-feira, os médicos abandonaram o único hospital que atendia os civis feridos na área dos combates.
Os médicos e funcionários da saúde deixaram o hospital após o prédio ser bombareado por dois dias seguidos. Testemunhas relataram cenas de horror e disseram que é possível ouvir à distância, o grito dos pacientes que não conseguiram deixar o hospital, implorando por água e comida.
Na quarta-feira a ONU e os Estados Unidos pediram que o governo suspenda temporariamente os ataques na área nordeste do país, onde os rebeldes do grupo Tigres do Tamil estão confinados, para permitir a saída dos 20 mil civis presos no fogo cruzado. O governo cingalês interpretou o pedido como interferência externa, e garantiu que não vai ceder às pressões.


BAND NEWS
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O governo do Sri Lanka rejeita os apelos internacionais por uma trégua humanitária, no combate aos rebeldes tâmeis. A situação na zona de guerra é cada vez mais tensa. Nesta quinta-feira, os médicos abandonaram o único hospital que atendia os civis feridos na área dos combates.
Os médicos e funcionários da saúde deixaram o hospital após o prédio ser bombareado por dois dias seguidos. Testemunhas relataram cenas de horror e disseram que é possível ouvir à distância, o grito dos pacientes que não conseguiram deixar o hospital, implorando por água e comida.
Na quarta-feira a ONU e os Estados Unidos pediram que o governo suspenda temporariamente os ataques na área nordeste do país, onde os rebeldes do grupo Tigres do Tamil estão confinados, para permitir a saída dos 20 mil civis presos no fogo cruzado. O governo cingalês interpretou o pedido como interferência externa, e garantiu que não vai ceder às pressões.


BAND NEWS
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A casa do ator mirim Azharuddin Mohammed Ismail, que atuou no filme Quem quer ser um milionário?, vencedor de oito Oscar neste ano, foi destruída nesta quinta-feira pelas autoridades de Mumbai, na Índia.
Testemunhas disseram que a polícia agrediu o menino com um pedaço de bambu antes de expulsá-lo da casa. As autoridades de Mumbai acusam o menino e a sua família de ocupar ilegalmente um terreno que seria de propriedade do governo.
A família vivia em um casebre feito de plástico e bambus em uma favela em Bandra East, em Mumbai.
A mãe do menino, Shamim Ismail, disse não saber o que vai acontecer agora. "Nossa casa foi destruída pelas autoridades. Não recebemos nenhuma acomodação alternativa. Mais cedo, as autoridades haviam dito que nos dariam uma casa. Mas eu não acredito que isso vai acontecer", disse ela à BBC.
Um dos representantes da prefeitura presente na demolição da casa, Uma Shankar Mistry, disse à BBC que as autoridades destruíram apenas casebres ilegais e temporários que haviam sido construídos recentemente na favela. Ele disse que as casas estavam ocupando uma área que será transformada em um parque público.
Em Quem quer ser um milionário? , Azharuddin Mohammed Ismail interpreta o papel de Salim quando criança. Salim é irmão de Jamal Malik, o protagonista do filme, vivido por Dev Patel.


O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:43  comentar

A casa do ator mirim Azharuddin Mohammed Ismail, que atuou no filme Quem quer ser um milionário?, vencedor de oito Oscar neste ano, foi destruída nesta quinta-feira pelas autoridades de Mumbai, na Índia.
Testemunhas disseram que a polícia agrediu o menino com um pedaço de bambu antes de expulsá-lo da casa. As autoridades de Mumbai acusam o menino e a sua família de ocupar ilegalmente um terreno que seria de propriedade do governo.
A família vivia em um casebre feito de plástico e bambus em uma favela em Bandra East, em Mumbai.
A mãe do menino, Shamim Ismail, disse não saber o que vai acontecer agora. "Nossa casa foi destruída pelas autoridades. Não recebemos nenhuma acomodação alternativa. Mais cedo, as autoridades haviam dito que nos dariam uma casa. Mas eu não acredito que isso vai acontecer", disse ela à BBC.
Um dos representantes da prefeitura presente na demolição da casa, Uma Shankar Mistry, disse à BBC que as autoridades destruíram apenas casebres ilegais e temporários que haviam sido construídos recentemente na favela. Ele disse que as casas estavam ocupando uma área que será transformada em um parque público.
Em Quem quer ser um milionário? , Azharuddin Mohammed Ismail interpreta o papel de Salim quando criança. Salim é irmão de Jamal Malik, o protagonista do filme, vivido por Dev Patel.


O Globo On Line
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A casa do ator mirim Azharuddin Mohammed Ismail, que atuou no filme Quem quer ser um milionário?, vencedor de oito Oscar neste ano, foi destruída nesta quinta-feira pelas autoridades de Mumbai, na Índia.
Testemunhas disseram que a polícia agrediu o menino com um pedaço de bambu antes de expulsá-lo da casa. As autoridades de Mumbai acusam o menino e a sua família de ocupar ilegalmente um terreno que seria de propriedade do governo.
A família vivia em um casebre feito de plástico e bambus em uma favela em Bandra East, em Mumbai.
A mãe do menino, Shamim Ismail, disse não saber o que vai acontecer agora. "Nossa casa foi destruída pelas autoridades. Não recebemos nenhuma acomodação alternativa. Mais cedo, as autoridades haviam dito que nos dariam uma casa. Mas eu não acredito que isso vai acontecer", disse ela à BBC.
Um dos representantes da prefeitura presente na demolição da casa, Uma Shankar Mistry, disse à BBC que as autoridades destruíram apenas casebres ilegais e temporários que haviam sido construídos recentemente na favela. Ele disse que as casas estavam ocupando uma área que será transformada em um parque público.
Em Quem quer ser um milionário? , Azharuddin Mohammed Ismail interpreta o papel de Salim quando criança. Salim é irmão de Jamal Malik, o protagonista do filme, vivido por Dev Patel.


O Globo On Line
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A casa do ator mirim Azharuddin Mohammed Ismail, que atuou no filme Quem quer ser um milionário?, vencedor de oito Oscar neste ano, foi destruída nesta quinta-feira pelas autoridades de Mumbai, na Índia.
Testemunhas disseram que a polícia agrediu o menino com um pedaço de bambu antes de expulsá-lo da casa. As autoridades de Mumbai acusam o menino e a sua família de ocupar ilegalmente um terreno que seria de propriedade do governo.
A família vivia em um casebre feito de plástico e bambus em uma favela em Bandra East, em Mumbai.
A mãe do menino, Shamim Ismail, disse não saber o que vai acontecer agora. "Nossa casa foi destruída pelas autoridades. Não recebemos nenhuma acomodação alternativa. Mais cedo, as autoridades haviam dito que nos dariam uma casa. Mas eu não acredito que isso vai acontecer", disse ela à BBC.
Um dos representantes da prefeitura presente na demolição da casa, Uma Shankar Mistry, disse à BBC que as autoridades destruíram apenas casebres ilegais e temporários que haviam sido construídos recentemente na favela. Ele disse que as casas estavam ocupando uma área que será transformada em um parque público.
Em Quem quer ser um milionário? , Azharuddin Mohammed Ismail interpreta o papel de Salim quando criança. Salim é irmão de Jamal Malik, o protagonista do filme, vivido por Dev Patel.


O Globo On Line
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A casa do ator mirim Azharuddin Mohammed Ismail, que atuou no filme Quem quer ser um milionário?, vencedor de oito Oscar neste ano, foi destruída nesta quinta-feira pelas autoridades de Mumbai, na Índia.
Testemunhas disseram que a polícia agrediu o menino com um pedaço de bambu antes de expulsá-lo da casa. As autoridades de Mumbai acusam o menino e a sua família de ocupar ilegalmente um terreno que seria de propriedade do governo.
A família vivia em um casebre feito de plástico e bambus em uma favela em Bandra East, em Mumbai.
A mãe do menino, Shamim Ismail, disse não saber o que vai acontecer agora. "Nossa casa foi destruída pelas autoridades. Não recebemos nenhuma acomodação alternativa. Mais cedo, as autoridades haviam dito que nos dariam uma casa. Mas eu não acredito que isso vai acontecer", disse ela à BBC.
Um dos representantes da prefeitura presente na demolição da casa, Uma Shankar Mistry, disse à BBC que as autoridades destruíram apenas casebres ilegais e temporários que haviam sido construídos recentemente na favela. Ele disse que as casas estavam ocupando uma área que será transformada em um parque público.
Em Quem quer ser um milionário? , Azharuddin Mohammed Ismail interpreta o papel de Salim quando criança. Salim é irmão de Jamal Malik, o protagonista do filme, vivido por Dev Patel.


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Um recém-nascido foi encontrado abandonado em uma sacola na noite de ontem em uma viela no Jardim Itapark, em Mauá, na Grande São Paulo. O menino, que mede cerca de 50 centímetros e pesa 3,4 quilos, foi achado por um policial militar de folga que chegava em casa. A família do policial deu banho, amamentou e cuidou da criança até a chegada da Polícia Militar, que levou o bebê até o Hospital Nardini. Segundo a equipe médica, a criança está bem e não corre nenhum perigo.
O cabo da PM do 30º Batalhão Haroldo Balbino Vasconcelos, de 46 anos, contou que chegava em casa de carro por volta das 20h30 quando viu uma sacola branca de papelão, de uma marca de grife, largada na viela ao lado da sua residência. Ele chamou a sua mulher, a manicure Maria Pereira da Cruz Vasconcelos, de 41 anos. Os dois foram olhar o que havia na sacola, forrada com um xale branco, e encontraram o bebê, que usava uma camiseta de manga comprida e uma calça brancas, meia rosa e uma fralda descartável.
A criança estava suja e com a boca roxa de frio. O casal levou-a para casa, deu banho e roupas limpas e acionou a PM. Uma filha do policial, de 18 anos e mãe de um menino de apenas 2 meses, amamentou o bebê abandonado. "Estou bem agradecido por ter achado essa criança", disse o PM. "Daqui para a frente ela pode ter um futuro decente", avaliou.
Além das duas filhas biológicas, de 17 e 18 anos, o policial e a mulher têm um menino que foi adotado ainda bebê e hoje tem 2 anos e meio. Questionado se adotaria a criança abandonada ao lado da sua casa, Vasconcelos respondeu: "Se eu não tivesse essa minha, eu adotava". A mulher do policial escolheu um nome para a criança. "Sempre gostei de três nomes: Mateus, Rodrigo e Eduardo. O Mateus é o meu filho, daí escolhi agora Eduardo", explicou Maria.
Mas, no hospital Nardini, o garoto ganhou mais um nome e está sendo chamado de Vitor Eduardo. Uma enfermeira tinha resolvido chamá-lo de Vitório, mas um consenso entre a equipe que participou do socorro do bebê resolveu mudar o nome para Vitor. De acordo com a pediatra Laysa Lira, a criança - quem tem entre 7 e 10 dias - apresenta um bom estado geral de saúde, sem lesões ou fraturas.
"Pedi que ele ficasse em observação por pelo menos 24 horas e daí amanhã (hoje) o Conselho Tutelar provavelmente recolhe", explicou a médica. Depois de recolhido, o bebê deve ser encaminhado a um abrigo para adoção. O caso foi registrado como abandono de incapaz no 1º Distrito Policial de Mauá. Durante a madrugada, a PM de Mauá recebeu uma ligação de uma mulher que se identificava como mãe do bebê abandonado e afirmava que se apresentaria na delegacia, mas até o final da madrugada ela não compareceu ao Distrito Policial.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:51  comentar

Um recém-nascido foi encontrado abandonado em uma sacola na noite de ontem em uma viela no Jardim Itapark, em Mauá, na Grande São Paulo. O menino, que mede cerca de 50 centímetros e pesa 3,4 quilos, foi achado por um policial militar de folga que chegava em casa. A família do policial deu banho, amamentou e cuidou da criança até a chegada da Polícia Militar, que levou o bebê até o Hospital Nardini. Segundo a equipe médica, a criança está bem e não corre nenhum perigo.
O cabo da PM do 30º Batalhão Haroldo Balbino Vasconcelos, de 46 anos, contou que chegava em casa de carro por volta das 20h30 quando viu uma sacola branca de papelão, de uma marca de grife, largada na viela ao lado da sua residência. Ele chamou a sua mulher, a manicure Maria Pereira da Cruz Vasconcelos, de 41 anos. Os dois foram olhar o que havia na sacola, forrada com um xale branco, e encontraram o bebê, que usava uma camiseta de manga comprida e uma calça brancas, meia rosa e uma fralda descartável.
A criança estava suja e com a boca roxa de frio. O casal levou-a para casa, deu banho e roupas limpas e acionou a PM. Uma filha do policial, de 18 anos e mãe de um menino de apenas 2 meses, amamentou o bebê abandonado. "Estou bem agradecido por ter achado essa criança", disse o PM. "Daqui para a frente ela pode ter um futuro decente", avaliou.
Além das duas filhas biológicas, de 17 e 18 anos, o policial e a mulher têm um menino que foi adotado ainda bebê e hoje tem 2 anos e meio. Questionado se adotaria a criança abandonada ao lado da sua casa, Vasconcelos respondeu: "Se eu não tivesse essa minha, eu adotava". A mulher do policial escolheu um nome para a criança. "Sempre gostei de três nomes: Mateus, Rodrigo e Eduardo. O Mateus é o meu filho, daí escolhi agora Eduardo", explicou Maria.
Mas, no hospital Nardini, o garoto ganhou mais um nome e está sendo chamado de Vitor Eduardo. Uma enfermeira tinha resolvido chamá-lo de Vitório, mas um consenso entre a equipe que participou do socorro do bebê resolveu mudar o nome para Vitor. De acordo com a pediatra Laysa Lira, a criança - quem tem entre 7 e 10 dias - apresenta um bom estado geral de saúde, sem lesões ou fraturas.
"Pedi que ele ficasse em observação por pelo menos 24 horas e daí amanhã (hoje) o Conselho Tutelar provavelmente recolhe", explicou a médica. Depois de recolhido, o bebê deve ser encaminhado a um abrigo para adoção. O caso foi registrado como abandono de incapaz no 1º Distrito Policial de Mauá. Durante a madrugada, a PM de Mauá recebeu uma ligação de uma mulher que se identificava como mãe do bebê abandonado e afirmava que se apresentaria na delegacia, mas até o final da madrugada ela não compareceu ao Distrito Policial.


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Um recém-nascido foi encontrado abandonado em uma sacola na noite de ontem em uma viela no Jardim Itapark, em Mauá, na Grande São Paulo. O menino, que mede cerca de 50 centímetros e pesa 3,4 quilos, foi achado por um policial militar de folga que chegava em casa. A família do policial deu banho, amamentou e cuidou da criança até a chegada da Polícia Militar, que levou o bebê até o Hospital Nardini. Segundo a equipe médica, a criança está bem e não corre nenhum perigo.
O cabo da PM do 30º Batalhão Haroldo Balbino Vasconcelos, de 46 anos, contou que chegava em casa de carro por volta das 20h30 quando viu uma sacola branca de papelão, de uma marca de grife, largada na viela ao lado da sua residência. Ele chamou a sua mulher, a manicure Maria Pereira da Cruz Vasconcelos, de 41 anos. Os dois foram olhar o que havia na sacola, forrada com um xale branco, e encontraram o bebê, que usava uma camiseta de manga comprida e uma calça brancas, meia rosa e uma fralda descartável.
A criança estava suja e com a boca roxa de frio. O casal levou-a para casa, deu banho e roupas limpas e acionou a PM. Uma filha do policial, de 18 anos e mãe de um menino de apenas 2 meses, amamentou o bebê abandonado. "Estou bem agradecido por ter achado essa criança", disse o PM. "Daqui para a frente ela pode ter um futuro decente", avaliou.
Além das duas filhas biológicas, de 17 e 18 anos, o policial e a mulher têm um menino que foi adotado ainda bebê e hoje tem 2 anos e meio. Questionado se adotaria a criança abandonada ao lado da sua casa, Vasconcelos respondeu: "Se eu não tivesse essa minha, eu adotava". A mulher do policial escolheu um nome para a criança. "Sempre gostei de três nomes: Mateus, Rodrigo e Eduardo. O Mateus é o meu filho, daí escolhi agora Eduardo", explicou Maria.
Mas, no hospital Nardini, o garoto ganhou mais um nome e está sendo chamado de Vitor Eduardo. Uma enfermeira tinha resolvido chamá-lo de Vitório, mas um consenso entre a equipe que participou do socorro do bebê resolveu mudar o nome para Vitor. De acordo com a pediatra Laysa Lira, a criança - quem tem entre 7 e 10 dias - apresenta um bom estado geral de saúde, sem lesões ou fraturas.
"Pedi que ele ficasse em observação por pelo menos 24 horas e daí amanhã (hoje) o Conselho Tutelar provavelmente recolhe", explicou a médica. Depois de recolhido, o bebê deve ser encaminhado a um abrigo para adoção. O caso foi registrado como abandono de incapaz no 1º Distrito Policial de Mauá. Durante a madrugada, a PM de Mauá recebeu uma ligação de uma mulher que se identificava como mãe do bebê abandonado e afirmava que se apresentaria na delegacia, mas até o final da madrugada ela não compareceu ao Distrito Policial.


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Um recém-nascido foi encontrado abandonado em uma sacola na noite de ontem em uma viela no Jardim Itapark, em Mauá, na Grande São Paulo. O menino, que mede cerca de 50 centímetros e pesa 3,4 quilos, foi achado por um policial militar de folga que chegava em casa. A família do policial deu banho, amamentou e cuidou da criança até a chegada da Polícia Militar, que levou o bebê até o Hospital Nardini. Segundo a equipe médica, a criança está bem e não corre nenhum perigo.
O cabo da PM do 30º Batalhão Haroldo Balbino Vasconcelos, de 46 anos, contou que chegava em casa de carro por volta das 20h30 quando viu uma sacola branca de papelão, de uma marca de grife, largada na viela ao lado da sua residência. Ele chamou a sua mulher, a manicure Maria Pereira da Cruz Vasconcelos, de 41 anos. Os dois foram olhar o que havia na sacola, forrada com um xale branco, e encontraram o bebê, que usava uma camiseta de manga comprida e uma calça brancas, meia rosa e uma fralda descartável.
A criança estava suja e com a boca roxa de frio. O casal levou-a para casa, deu banho e roupas limpas e acionou a PM. Uma filha do policial, de 18 anos e mãe de um menino de apenas 2 meses, amamentou o bebê abandonado. "Estou bem agradecido por ter achado essa criança", disse o PM. "Daqui para a frente ela pode ter um futuro decente", avaliou.
Além das duas filhas biológicas, de 17 e 18 anos, o policial e a mulher têm um menino que foi adotado ainda bebê e hoje tem 2 anos e meio. Questionado se adotaria a criança abandonada ao lado da sua casa, Vasconcelos respondeu: "Se eu não tivesse essa minha, eu adotava". A mulher do policial escolheu um nome para a criança. "Sempre gostei de três nomes: Mateus, Rodrigo e Eduardo. O Mateus é o meu filho, daí escolhi agora Eduardo", explicou Maria.
Mas, no hospital Nardini, o garoto ganhou mais um nome e está sendo chamado de Vitor Eduardo. Uma enfermeira tinha resolvido chamá-lo de Vitório, mas um consenso entre a equipe que participou do socorro do bebê resolveu mudar o nome para Vitor. De acordo com a pediatra Laysa Lira, a criança - quem tem entre 7 e 10 dias - apresenta um bom estado geral de saúde, sem lesões ou fraturas.
"Pedi que ele ficasse em observação por pelo menos 24 horas e daí amanhã (hoje) o Conselho Tutelar provavelmente recolhe", explicou a médica. Depois de recolhido, o bebê deve ser encaminhado a um abrigo para adoção. O caso foi registrado como abandono de incapaz no 1º Distrito Policial de Mauá. Durante a madrugada, a PM de Mauá recebeu uma ligação de uma mulher que se identificava como mãe do bebê abandonado e afirmava que se apresentaria na delegacia, mas até o final da madrugada ela não compareceu ao Distrito Policial.


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Um recém-nascido foi encontrado abandonado em uma sacola na noite de ontem em uma viela no Jardim Itapark, em Mauá, na Grande São Paulo. O menino, que mede cerca de 50 centímetros e pesa 3,4 quilos, foi achado por um policial militar de folga que chegava em casa. A família do policial deu banho, amamentou e cuidou da criança até a chegada da Polícia Militar, que levou o bebê até o Hospital Nardini. Segundo a equipe médica, a criança está bem e não corre nenhum perigo.
O cabo da PM do 30º Batalhão Haroldo Balbino Vasconcelos, de 46 anos, contou que chegava em casa de carro por volta das 20h30 quando viu uma sacola branca de papelão, de uma marca de grife, largada na viela ao lado da sua residência. Ele chamou a sua mulher, a manicure Maria Pereira da Cruz Vasconcelos, de 41 anos. Os dois foram olhar o que havia na sacola, forrada com um xale branco, e encontraram o bebê, que usava uma camiseta de manga comprida e uma calça brancas, meia rosa e uma fralda descartável.
A criança estava suja e com a boca roxa de frio. O casal levou-a para casa, deu banho e roupas limpas e acionou a PM. Uma filha do policial, de 18 anos e mãe de um menino de apenas 2 meses, amamentou o bebê abandonado. "Estou bem agradecido por ter achado essa criança", disse o PM. "Daqui para a frente ela pode ter um futuro decente", avaliou.
Além das duas filhas biológicas, de 17 e 18 anos, o policial e a mulher têm um menino que foi adotado ainda bebê e hoje tem 2 anos e meio. Questionado se adotaria a criança abandonada ao lado da sua casa, Vasconcelos respondeu: "Se eu não tivesse essa minha, eu adotava". A mulher do policial escolheu um nome para a criança. "Sempre gostei de três nomes: Mateus, Rodrigo e Eduardo. O Mateus é o meu filho, daí escolhi agora Eduardo", explicou Maria.
Mas, no hospital Nardini, o garoto ganhou mais um nome e está sendo chamado de Vitor Eduardo. Uma enfermeira tinha resolvido chamá-lo de Vitório, mas um consenso entre a equipe que participou do socorro do bebê resolveu mudar o nome para Vitor. De acordo com a pediatra Laysa Lira, a criança - quem tem entre 7 e 10 dias - apresenta um bom estado geral de saúde, sem lesões ou fraturas.
"Pedi que ele ficasse em observação por pelo menos 24 horas e daí amanhã (hoje) o Conselho Tutelar provavelmente recolhe", explicou a médica. Depois de recolhido, o bebê deve ser encaminhado a um abrigo para adoção. O caso foi registrado como abandono de incapaz no 1º Distrito Policial de Mauá. Durante a madrugada, a PM de Mauá recebeu uma ligação de uma mulher que se identificava como mãe do bebê abandonado e afirmava que se apresentaria na delegacia, mas até o final da madrugada ela não compareceu ao Distrito Policial.


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Objeto que mede apenas 6 cm vem de caverna no sudoeste da Alemanha.Figura de marfim de mamute pode ter servido como amuleto de fertilidade.

O pessoal não estava nem aí para a ditadura da magreza no Paleolítico, a julgar pelo físico cheinho (para dizer o mínimo) das mulheres representadas pelos artistas de 40 mil anos atrás. Essa é a idade do que parece ser a mais antiga escultura feita por mãos humanas, encontrada na Alemanha, e que retrata um corpo feminino de formas volumosas e estilizadas.
O achado foi descrito por Nicholas J. Conard, da Universidade de Tübingen, em artigo na edição desta semana da revista científica britânica "Nature". Trata-se de mais um clássico golpe de sorte arqueológico: os caquinhos de marfim de mamute lanoso (seis pedaços no total) que compõem a figura foram encontrados, em parte, espalhados durante a escavação e, em parte, peneirados de sedimentos com a ajuda de água. A figura pequenina (veja a foto acima para ter uma ideia da escala) ainda está incompleta, mas Conard conseguiu remontar a estatueta com bom grau de segurança mesmo assim.
Não é a primeira vez que a caverna de Hohle Fels, na Suábia (sudoeste da Alemanha), deixa os arqueólogos de boca aberta. Em 2003, o próprio Conard, com outros colegas, tinha apresentado o que então eram as mais antigas esculturas do mundo -- animais como cavalos e aves --, com idade estimada de 33 mil anos. Agora, eles parecem ter se superado
A mera antiguidade da estatueta é importante sem dúvida, embora haja algum grau de incerteza em relação à datação, que foi feita por materiais orgânicos -- carvão, por exemplo -- associados ao objeto. O que realmente intriga qualquer um são as características da obra, que antecipam em até 10 mil anos uma "mania" dos artistas do Paleolítico Superior, a produção de pequenas "Vênus gordinhas".

Excesso de gostosura
Em comum com essas obras bem posteriores, a "Vênus de Hohle Fels" tem as características sexuais muito exageradas, como o busto volumoso "escapando" das mãos, a barriga nem um pouco sarada e a ênfase na vagina -- o escultor primitivo se deu ao trabalho de representar até os grandes lábios da vulva.
Por outro lado, fora a óbvia espessura, os membros não têm muitos detalhes, e a figura praticamente não conta com uma cabeça -- ela parece ter sido transformada num simples anel com buraco, o que leva o arqueólogo alemão a sugerir que a estatueta era carregada. Como um amuleto, talvez?
Essa é a grande questão. Muitas teorias sobre a arte do Paleolítico apostam que as "Vênus gordinhas" são "ídolos de fertilidade", formas de cultuar a figura feminina exagerando seus atributos sexuais. Como os caçadores-coletores da Idade do Gelo não sabiam escrever -- embora, sendo humanos anatomicamente modernos, certamente fossem capazes de falar --, a ideia provavelmente continuará sendo apenas um palpite bem formulado.


Portal G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:39  comentar

Objeto que mede apenas 6 cm vem de caverna no sudoeste da Alemanha.Figura de marfim de mamute pode ter servido como amuleto de fertilidade.

O pessoal não estava nem aí para a ditadura da magreza no Paleolítico, a julgar pelo físico cheinho (para dizer o mínimo) das mulheres representadas pelos artistas de 40 mil anos atrás. Essa é a idade do que parece ser a mais antiga escultura feita por mãos humanas, encontrada na Alemanha, e que retrata um corpo feminino de formas volumosas e estilizadas.
O achado foi descrito por Nicholas J. Conard, da Universidade de Tübingen, em artigo na edição desta semana da revista científica britânica "Nature". Trata-se de mais um clássico golpe de sorte arqueológico: os caquinhos de marfim de mamute lanoso (seis pedaços no total) que compõem a figura foram encontrados, em parte, espalhados durante a escavação e, em parte, peneirados de sedimentos com a ajuda de água. A figura pequenina (veja a foto acima para ter uma ideia da escala) ainda está incompleta, mas Conard conseguiu remontar a estatueta com bom grau de segurança mesmo assim.
Não é a primeira vez que a caverna de Hohle Fels, na Suábia (sudoeste da Alemanha), deixa os arqueólogos de boca aberta. Em 2003, o próprio Conard, com outros colegas, tinha apresentado o que então eram as mais antigas esculturas do mundo -- animais como cavalos e aves --, com idade estimada de 33 mil anos. Agora, eles parecem ter se superado
A mera antiguidade da estatueta é importante sem dúvida, embora haja algum grau de incerteza em relação à datação, que foi feita por materiais orgânicos -- carvão, por exemplo -- associados ao objeto. O que realmente intriga qualquer um são as características da obra, que antecipam em até 10 mil anos uma "mania" dos artistas do Paleolítico Superior, a produção de pequenas "Vênus gordinhas".

Excesso de gostosura
Em comum com essas obras bem posteriores, a "Vênus de Hohle Fels" tem as características sexuais muito exageradas, como o busto volumoso "escapando" das mãos, a barriga nem um pouco sarada e a ênfase na vagina -- o escultor primitivo se deu ao trabalho de representar até os grandes lábios da vulva.
Por outro lado, fora a óbvia espessura, os membros não têm muitos detalhes, e a figura praticamente não conta com uma cabeça -- ela parece ter sido transformada num simples anel com buraco, o que leva o arqueólogo alemão a sugerir que a estatueta era carregada. Como um amuleto, talvez?
Essa é a grande questão. Muitas teorias sobre a arte do Paleolítico apostam que as "Vênus gordinhas" são "ídolos de fertilidade", formas de cultuar a figura feminina exagerando seus atributos sexuais. Como os caçadores-coletores da Idade do Gelo não sabiam escrever -- embora, sendo humanos anatomicamente modernos, certamente fossem capazes de falar --, a ideia provavelmente continuará sendo apenas um palpite bem formulado.


Portal G1
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Objeto que mede apenas 6 cm vem de caverna no sudoeste da Alemanha.Figura de marfim de mamute pode ter servido como amuleto de fertilidade.

O pessoal não estava nem aí para a ditadura da magreza no Paleolítico, a julgar pelo físico cheinho (para dizer o mínimo) das mulheres representadas pelos artistas de 40 mil anos atrás. Essa é a idade do que parece ser a mais antiga escultura feita por mãos humanas, encontrada na Alemanha, e que retrata um corpo feminino de formas volumosas e estilizadas.
O achado foi descrito por Nicholas J. Conard, da Universidade de Tübingen, em artigo na edição desta semana da revista científica britânica "Nature". Trata-se de mais um clássico golpe de sorte arqueológico: os caquinhos de marfim de mamute lanoso (seis pedaços no total) que compõem a figura foram encontrados, em parte, espalhados durante a escavação e, em parte, peneirados de sedimentos com a ajuda de água. A figura pequenina (veja a foto acima para ter uma ideia da escala) ainda está incompleta, mas Conard conseguiu remontar a estatueta com bom grau de segurança mesmo assim.
Não é a primeira vez que a caverna de Hohle Fels, na Suábia (sudoeste da Alemanha), deixa os arqueólogos de boca aberta. Em 2003, o próprio Conard, com outros colegas, tinha apresentado o que então eram as mais antigas esculturas do mundo -- animais como cavalos e aves --, com idade estimada de 33 mil anos. Agora, eles parecem ter se superado
A mera antiguidade da estatueta é importante sem dúvida, embora haja algum grau de incerteza em relação à datação, que foi feita por materiais orgânicos -- carvão, por exemplo -- associados ao objeto. O que realmente intriga qualquer um são as características da obra, que antecipam em até 10 mil anos uma "mania" dos artistas do Paleolítico Superior, a produção de pequenas "Vênus gordinhas".

Excesso de gostosura
Em comum com essas obras bem posteriores, a "Vênus de Hohle Fels" tem as características sexuais muito exageradas, como o busto volumoso "escapando" das mãos, a barriga nem um pouco sarada e a ênfase na vagina -- o escultor primitivo se deu ao trabalho de representar até os grandes lábios da vulva.
Por outro lado, fora a óbvia espessura, os membros não têm muitos detalhes, e a figura praticamente não conta com uma cabeça -- ela parece ter sido transformada num simples anel com buraco, o que leva o arqueólogo alemão a sugerir que a estatueta era carregada. Como um amuleto, talvez?
Essa é a grande questão. Muitas teorias sobre a arte do Paleolítico apostam que as "Vênus gordinhas" são "ídolos de fertilidade", formas de cultuar a figura feminina exagerando seus atributos sexuais. Como os caçadores-coletores da Idade do Gelo não sabiam escrever -- embora, sendo humanos anatomicamente modernos, certamente fossem capazes de falar --, a ideia provavelmente continuará sendo apenas um palpite bem formulado.


Portal G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:39  comentar

Objeto que mede apenas 6 cm vem de caverna no sudoeste da Alemanha.Figura de marfim de mamute pode ter servido como amuleto de fertilidade.

O pessoal não estava nem aí para a ditadura da magreza no Paleolítico, a julgar pelo físico cheinho (para dizer o mínimo) das mulheres representadas pelos artistas de 40 mil anos atrás. Essa é a idade do que parece ser a mais antiga escultura feita por mãos humanas, encontrada na Alemanha, e que retrata um corpo feminino de formas volumosas e estilizadas.
O achado foi descrito por Nicholas J. Conard, da Universidade de Tübingen, em artigo na edição desta semana da revista científica britânica "Nature". Trata-se de mais um clássico golpe de sorte arqueológico: os caquinhos de marfim de mamute lanoso (seis pedaços no total) que compõem a figura foram encontrados, em parte, espalhados durante a escavação e, em parte, peneirados de sedimentos com a ajuda de água. A figura pequenina (veja a foto acima para ter uma ideia da escala) ainda está incompleta, mas Conard conseguiu remontar a estatueta com bom grau de segurança mesmo assim.
Não é a primeira vez que a caverna de Hohle Fels, na Suábia (sudoeste da Alemanha), deixa os arqueólogos de boca aberta. Em 2003, o próprio Conard, com outros colegas, tinha apresentado o que então eram as mais antigas esculturas do mundo -- animais como cavalos e aves --, com idade estimada de 33 mil anos. Agora, eles parecem ter se superado
A mera antiguidade da estatueta é importante sem dúvida, embora haja algum grau de incerteza em relação à datação, que foi feita por materiais orgânicos -- carvão, por exemplo -- associados ao objeto. O que realmente intriga qualquer um são as características da obra, que antecipam em até 10 mil anos uma "mania" dos artistas do Paleolítico Superior, a produção de pequenas "Vênus gordinhas".

Excesso de gostosura
Em comum com essas obras bem posteriores, a "Vênus de Hohle Fels" tem as características sexuais muito exageradas, como o busto volumoso "escapando" das mãos, a barriga nem um pouco sarada e a ênfase na vagina -- o escultor primitivo se deu ao trabalho de representar até os grandes lábios da vulva.
Por outro lado, fora a óbvia espessura, os membros não têm muitos detalhes, e a figura praticamente não conta com uma cabeça -- ela parece ter sido transformada num simples anel com buraco, o que leva o arqueólogo alemão a sugerir que a estatueta era carregada. Como um amuleto, talvez?
Essa é a grande questão. Muitas teorias sobre a arte do Paleolítico apostam que as "Vênus gordinhas" são "ídolos de fertilidade", formas de cultuar a figura feminina exagerando seus atributos sexuais. Como os caçadores-coletores da Idade do Gelo não sabiam escrever -- embora, sendo humanos anatomicamente modernos, certamente fossem capazes de falar --, a ideia provavelmente continuará sendo apenas um palpite bem formulado.


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Objeto que mede apenas 6 cm vem de caverna no sudoeste da Alemanha.Figura de marfim de mamute pode ter servido como amuleto de fertilidade.

O pessoal não estava nem aí para a ditadura da magreza no Paleolítico, a julgar pelo físico cheinho (para dizer o mínimo) das mulheres representadas pelos artistas de 40 mil anos atrás. Essa é a idade do que parece ser a mais antiga escultura feita por mãos humanas, encontrada na Alemanha, e que retrata um corpo feminino de formas volumosas e estilizadas.
O achado foi descrito por Nicholas J. Conard, da Universidade de Tübingen, em artigo na edição desta semana da revista científica britânica "Nature". Trata-se de mais um clássico golpe de sorte arqueológico: os caquinhos de marfim de mamute lanoso (seis pedaços no total) que compõem a figura foram encontrados, em parte, espalhados durante a escavação e, em parte, peneirados de sedimentos com a ajuda de água. A figura pequenina (veja a foto acima para ter uma ideia da escala) ainda está incompleta, mas Conard conseguiu remontar a estatueta com bom grau de segurança mesmo assim.
Não é a primeira vez que a caverna de Hohle Fels, na Suábia (sudoeste da Alemanha), deixa os arqueólogos de boca aberta. Em 2003, o próprio Conard, com outros colegas, tinha apresentado o que então eram as mais antigas esculturas do mundo -- animais como cavalos e aves --, com idade estimada de 33 mil anos. Agora, eles parecem ter se superado
A mera antiguidade da estatueta é importante sem dúvida, embora haja algum grau de incerteza em relação à datação, que foi feita por materiais orgânicos -- carvão, por exemplo -- associados ao objeto. O que realmente intriga qualquer um são as características da obra, que antecipam em até 10 mil anos uma "mania" dos artistas do Paleolítico Superior, a produção de pequenas "Vênus gordinhas".

Excesso de gostosura
Em comum com essas obras bem posteriores, a "Vênus de Hohle Fels" tem as características sexuais muito exageradas, como o busto volumoso "escapando" das mãos, a barriga nem um pouco sarada e a ênfase na vagina -- o escultor primitivo se deu ao trabalho de representar até os grandes lábios da vulva.
Por outro lado, fora a óbvia espessura, os membros não têm muitos detalhes, e a figura praticamente não conta com uma cabeça -- ela parece ter sido transformada num simples anel com buraco, o que leva o arqueólogo alemão a sugerir que a estatueta era carregada. Como um amuleto, talvez?
Essa é a grande questão. Muitas teorias sobre a arte do Paleolítico apostam que as "Vênus gordinhas" são "ídolos de fertilidade", formas de cultuar a figura feminina exagerando seus atributos sexuais. Como os caçadores-coletores da Idade do Gelo não sabiam escrever -- embora, sendo humanos anatomicamente modernos, certamente fossem capazes de falar --, a ideia provavelmente continuará sendo apenas um palpite bem formulado.


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BRASÍLIA - Foi adiada para a próxima quarta-feira a votação do relatório do deputado Antônio Roberto (PV-MG) na comissão especial que discute o Estatuto de Igualdade Racial. Segundo o presidente da comissão, deputado Carlos Santana (PT-RJ), as votações em plenário terminariam muito tarde e não daria tempo de discutir o assunto ainda nesta quarta. A sessão foi suspensa.
Antes da suspensão, o clima era tenso durante os debates sobre do relatório de Antônio Roberto. Parlamentares do DEM, contra importantes itens do texto, tentavam obstruir a votação.
- Não concordamos com cotas por cor nas escolas, no trabalho - afirmou o deputado Onix Lorenzoni (DEM-RS).
O deputado Abelardo Lupion (DEM-PR) disse que o projeto tem pelo menos nove pontos que precisam ser discutidos. Um deles seria o artigo 35, que prevê que 10% das reservas do país sejam destinadas aos quilombos. O Estatuto também determina que programas de TV e peças publicitárias tenham no mínimo 20% de atores e figurantes negros. (Você concorda com cotas para programas de TV e publicidade?)
O deputado Vicentinho (PT-SP) disse que os negros não querem privilégio, somente igualdade de condições. Segundo ele, os negros não podem ser julgados pela cor da pele, mas sim pela competência.
- A escravidão é o maior crime contra a população negra. E esse crime não será pago nem com esse estatuto - disse.
O Estatuto da Igualdade Racial prevê a criação de cotas para negros nas universidades federais de acordo com o percentual de negros em cada estado. O projeto também torna obrigatório o ensino de história geral e história da população negra do Brasil no ensino fundamental e médio.
- O preconceito ainda é grande no Brasil e o preconceito inconstitucional é ainda mais inaceitável - disse o relator.


O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:29  comentar

BRASÍLIA - Foi adiada para a próxima quarta-feira a votação do relatório do deputado Antônio Roberto (PV-MG) na comissão especial que discute o Estatuto de Igualdade Racial. Segundo o presidente da comissão, deputado Carlos Santana (PT-RJ), as votações em plenário terminariam muito tarde e não daria tempo de discutir o assunto ainda nesta quarta. A sessão foi suspensa.
Antes da suspensão, o clima era tenso durante os debates sobre do relatório de Antônio Roberto. Parlamentares do DEM, contra importantes itens do texto, tentavam obstruir a votação.
- Não concordamos com cotas por cor nas escolas, no trabalho - afirmou o deputado Onix Lorenzoni (DEM-RS).
O deputado Abelardo Lupion (DEM-PR) disse que o projeto tem pelo menos nove pontos que precisam ser discutidos. Um deles seria o artigo 35, que prevê que 10% das reservas do país sejam destinadas aos quilombos. O Estatuto também determina que programas de TV e peças publicitárias tenham no mínimo 20% de atores e figurantes negros. (Você concorda com cotas para programas de TV e publicidade?)
O deputado Vicentinho (PT-SP) disse que os negros não querem privilégio, somente igualdade de condições. Segundo ele, os negros não podem ser julgados pela cor da pele, mas sim pela competência.
- A escravidão é o maior crime contra a população negra. E esse crime não será pago nem com esse estatuto - disse.
O Estatuto da Igualdade Racial prevê a criação de cotas para negros nas universidades federais de acordo com o percentual de negros em cada estado. O projeto também torna obrigatório o ensino de história geral e história da população negra do Brasil no ensino fundamental e médio.
- O preconceito ainda é grande no Brasil e o preconceito inconstitucional é ainda mais inaceitável - disse o relator.


O Globo On Line
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BRASÍLIA - Foi adiada para a próxima quarta-feira a votação do relatório do deputado Antônio Roberto (PV-MG) na comissão especial que discute o Estatuto de Igualdade Racial. Segundo o presidente da comissão, deputado Carlos Santana (PT-RJ), as votações em plenário terminariam muito tarde e não daria tempo de discutir o assunto ainda nesta quarta. A sessão foi suspensa.
Antes da suspensão, o clima era tenso durante os debates sobre do relatório de Antônio Roberto. Parlamentares do DEM, contra importantes itens do texto, tentavam obstruir a votação.
- Não concordamos com cotas por cor nas escolas, no trabalho - afirmou o deputado Onix Lorenzoni (DEM-RS).
O deputado Abelardo Lupion (DEM-PR) disse que o projeto tem pelo menos nove pontos que precisam ser discutidos. Um deles seria o artigo 35, que prevê que 10% das reservas do país sejam destinadas aos quilombos. O Estatuto também determina que programas de TV e peças publicitárias tenham no mínimo 20% de atores e figurantes negros. (Você concorda com cotas para programas de TV e publicidade?)
O deputado Vicentinho (PT-SP) disse que os negros não querem privilégio, somente igualdade de condições. Segundo ele, os negros não podem ser julgados pela cor da pele, mas sim pela competência.
- A escravidão é o maior crime contra a população negra. E esse crime não será pago nem com esse estatuto - disse.
O Estatuto da Igualdade Racial prevê a criação de cotas para negros nas universidades federais de acordo com o percentual de negros em cada estado. O projeto também torna obrigatório o ensino de história geral e história da população negra do Brasil no ensino fundamental e médio.
- O preconceito ainda é grande no Brasil e o preconceito inconstitucional é ainda mais inaceitável - disse o relator.


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Antes da suspensão, o clima era tenso durante os debates sobre do relatório de Antônio Roberto. Parlamentares do DEM, contra importantes itens do texto, tentavam obstruir a votação.
- Não concordamos com cotas por cor nas escolas, no trabalho - afirmou o deputado Onix Lorenzoni (DEM-RS).
O deputado Abelardo Lupion (DEM-PR) disse que o projeto tem pelo menos nove pontos que precisam ser discutidos. Um deles seria o artigo 35, que prevê que 10% das reservas do país sejam destinadas aos quilombos. O Estatuto também determina que programas de TV e peças publicitárias tenham no mínimo 20% de atores e figurantes negros. (Você concorda com cotas para programas de TV e publicidade?)
O deputado Vicentinho (PT-SP) disse que os negros não querem privilégio, somente igualdade de condições. Segundo ele, os negros não podem ser julgados pela cor da pele, mas sim pela competência.
- A escravidão é o maior crime contra a população negra. E esse crime não será pago nem com esse estatuto - disse.
O Estatuto da Igualdade Racial prevê a criação de cotas para negros nas universidades federais de acordo com o percentual de negros em cada estado. O projeto também torna obrigatório o ensino de história geral e história da população negra do Brasil no ensino fundamental e médio.
- O preconceito ainda é grande no Brasil e o preconceito inconstitucional é ainda mais inaceitável - disse o relator.


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BRASÍLIA - Foi adiada para a próxima quarta-feira a votação do relatório do deputado Antônio Roberto (PV-MG) na comissão especial que discute o Estatuto de Igualdade Racial. Segundo o presidente da comissão, deputado Carlos Santana (PT-RJ), as votações em plenário terminariam muito tarde e não daria tempo de discutir o assunto ainda nesta quarta. A sessão foi suspensa.
Antes da suspensão, o clima era tenso durante os debates sobre do relatório de Antônio Roberto. Parlamentares do DEM, contra importantes itens do texto, tentavam obstruir a votação.
- Não concordamos com cotas por cor nas escolas, no trabalho - afirmou o deputado Onix Lorenzoni (DEM-RS).
O deputado Abelardo Lupion (DEM-PR) disse que o projeto tem pelo menos nove pontos que precisam ser discutidos. Um deles seria o artigo 35, que prevê que 10% das reservas do país sejam destinadas aos quilombos. O Estatuto também determina que programas de TV e peças publicitárias tenham no mínimo 20% de atores e figurantes negros. (Você concorda com cotas para programas de TV e publicidade?)
O deputado Vicentinho (PT-SP) disse que os negros não querem privilégio, somente igualdade de condições. Segundo ele, os negros não podem ser julgados pela cor da pele, mas sim pela competência.
- A escravidão é o maior crime contra a população negra. E esse crime não será pago nem com esse estatuto - disse.
O Estatuto da Igualdade Racial prevê a criação de cotas para negros nas universidades federais de acordo com o percentual de negros em cada estado. O projeto também torna obrigatório o ensino de história geral e história da população negra do Brasil no ensino fundamental e médio.
- O preconceito ainda é grande no Brasil e o preconceito inconstitucional é ainda mais inaceitável - disse o relator.


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