notícias atuais sobre saúde, violência,justiça,cidadania,educação, cultura,direitos humanos,ecologia, variedades,comportamento
13.5.09
CURITIBA - Boletim oficial dos socorristas que atenderam o acidente em Curitiba envolvendo o deputado estadual pelo Paraná Fernando Ribas Carli Filho (PSB-PR) aponta que o parlamentar apresentava "hálito etílico" na hora do acidente. O bombeiro que atendeu a ocorrência registrou no boletim que o deputado apresentava "sinais clínicos de agitação e hálito etílico""
Testemunha entrevistada nesta quarta-feira pela TV RPC, afiliada da Rede Globo, contou que os bombeiros diziam que Carli Filho estava visivelmente alcoolizado. No momento do acidente, ocorrido no último dia 7, o velocímetro do carro do deputado acusava 190 quilômetros por hora.
- Ele não dizia coisa com coisa - afirmou a testemunha.
A mãe de um dos jovens mortos no acidente, Cristiane Yared, não se diz surpresa com o boletim:
- Nenhuma pessoa em sã consciência podia dirigir com aquela velocidade.
Além disso, Carli Filho acumula 30 multas de trânsito, sendo 23 delas por excesso de velocidade. Sem autorização para dirigir desde julho do ano passado, quando a carteira de habilitação foi suspensa por ter ultrapassado 20 pontos, o deputado possui um total de 130 pontos.
O advogado da família dos rapazes mortos, Elias Mattar Assad, protocolou no início da tarde desta quarta-feira na Assembléia Legislativa do Paraná pedido para abertura de processo para cassação do mandado de Carli Filho, alegando quebra de decoro parlamentar. Em último boletim médico divulgado pelo Hospital Albert Einstein, onde o deputado está internado, Carli Filho está consciente e deve se submeter a uma cirurgia plástica para corrigir as deformações da boca e da face causadas pelo acidente.

Foro privilegiado
O novo responsável pelas investigações do acidente é o desembargador do Tribunal de Justiça do Paraná Miguel Tomas Pessoa Filho. O TJ assumiu as investigações porque o parlamentar tem foro privilegiado.
Três das multas que o deputado recebeu foram consideradas gravíssimas, por exceder em mais de 50% a velocidade máxima da via. Seis multas foram na mesma via onde ocorreu o acidente.
Segundo a assessoria de imprensa do tribunal, Pessoa Filho foi escolhido por meio de um sorteio eletrônico - mesmo critério que é utilizado para a distribuição de processos aos desembargadores do TJ.
Ainda devem ser acrescentados ao processo laudos do Instituto de Criminalística sobre o local do acidente, que já foram solicitados pelo delegado. As imagens dos radares da rua onde ocorreu a batida e das vias próximas já foram anexadas ao inquérito encaminhado ao TJ. Segundo informações da Agência Estadual de Notícias, o delegado também recebeu imagens da câmera de vigilância do posto de combustível que fica próximo ao local da colisão.
A análise da dosagem alcoólica seria feita com base em material colhido pelos médicos do hospital para exames de praxe no pronto-socorro. O Hospital Evangélico, no entanto, afirma que o sangue colhido foi descartado após exames, como costume.
A coleta de sangue para o exame de dosagem alcóolica não teria sido requisitada pela delegacia responsável pelo caso porque o parlamentar estava inconsciente, internado na UTI e recebido medicamento intravenoso. Segundo uma fonte da Secretaria de Segurança Pública do Estado, esse seria o procedimento normal.
No Rio Grande do Sul, os exames de dosagem alcoólica e toxicológicos são requisitados sempre que há acidentes de trânsito envolvendo vítimas. No caso do motorista estar em estado grave, médicos e policiais negociam a possibilidade da coleta do material para exames.
O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 22:08  comentar

CURITIBA - Boletim oficial dos socorristas que atenderam o acidente em Curitiba envolvendo o deputado estadual pelo Paraná Fernando Ribas Carli Filho (PSB-PR) aponta que o parlamentar apresentava "hálito etílico" na hora do acidente. O bombeiro que atendeu a ocorrência registrou no boletim que o deputado apresentava "sinais clínicos de agitação e hálito etílico""
Testemunha entrevistada nesta quarta-feira pela TV RPC, afiliada da Rede Globo, contou que os bombeiros diziam que Carli Filho estava visivelmente alcoolizado. No momento do acidente, ocorrido no último dia 7, o velocímetro do carro do deputado acusava 190 quilômetros por hora.
- Ele não dizia coisa com coisa - afirmou a testemunha.
A mãe de um dos jovens mortos no acidente, Cristiane Yared, não se diz surpresa com o boletim:
- Nenhuma pessoa em sã consciência podia dirigir com aquela velocidade.
Além disso, Carli Filho acumula 30 multas de trânsito, sendo 23 delas por excesso de velocidade. Sem autorização para dirigir desde julho do ano passado, quando a carteira de habilitação foi suspensa por ter ultrapassado 20 pontos, o deputado possui um total de 130 pontos.
O advogado da família dos rapazes mortos, Elias Mattar Assad, protocolou no início da tarde desta quarta-feira na Assembléia Legislativa do Paraná pedido para abertura de processo para cassação do mandado de Carli Filho, alegando quebra de decoro parlamentar. Em último boletim médico divulgado pelo Hospital Albert Einstein, onde o deputado está internado, Carli Filho está consciente e deve se submeter a uma cirurgia plástica para corrigir as deformações da boca e da face causadas pelo acidente.

Foro privilegiado
O novo responsável pelas investigações do acidente é o desembargador do Tribunal de Justiça do Paraná Miguel Tomas Pessoa Filho. O TJ assumiu as investigações porque o parlamentar tem foro privilegiado.
Três das multas que o deputado recebeu foram consideradas gravíssimas, por exceder em mais de 50% a velocidade máxima da via. Seis multas foram na mesma via onde ocorreu o acidente.
Segundo a assessoria de imprensa do tribunal, Pessoa Filho foi escolhido por meio de um sorteio eletrônico - mesmo critério que é utilizado para a distribuição de processos aos desembargadores do TJ.
Ainda devem ser acrescentados ao processo laudos do Instituto de Criminalística sobre o local do acidente, que já foram solicitados pelo delegado. As imagens dos radares da rua onde ocorreu a batida e das vias próximas já foram anexadas ao inquérito encaminhado ao TJ. Segundo informações da Agência Estadual de Notícias, o delegado também recebeu imagens da câmera de vigilância do posto de combustível que fica próximo ao local da colisão.
A análise da dosagem alcoólica seria feita com base em material colhido pelos médicos do hospital para exames de praxe no pronto-socorro. O Hospital Evangélico, no entanto, afirma que o sangue colhido foi descartado após exames, como costume.
A coleta de sangue para o exame de dosagem alcóolica não teria sido requisitada pela delegacia responsável pelo caso porque o parlamentar estava inconsciente, internado na UTI e recebido medicamento intravenoso. Segundo uma fonte da Secretaria de Segurança Pública do Estado, esse seria o procedimento normal.
No Rio Grande do Sul, os exames de dosagem alcoólica e toxicológicos são requisitados sempre que há acidentes de trânsito envolvendo vítimas. No caso do motorista estar em estado grave, médicos e policiais negociam a possibilidade da coleta do material para exames.
O Globo On Line
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CURITIBA - Boletim oficial dos socorristas que atenderam o acidente em Curitiba envolvendo o deputado estadual pelo Paraná Fernando Ribas Carli Filho (PSB-PR) aponta que o parlamentar apresentava "hálito etílico" na hora do acidente. O bombeiro que atendeu a ocorrência registrou no boletim que o deputado apresentava "sinais clínicos de agitação e hálito etílico""
Testemunha entrevistada nesta quarta-feira pela TV RPC, afiliada da Rede Globo, contou que os bombeiros diziam que Carli Filho estava visivelmente alcoolizado. No momento do acidente, ocorrido no último dia 7, o velocímetro do carro do deputado acusava 190 quilômetros por hora.
- Ele não dizia coisa com coisa - afirmou a testemunha.
A mãe de um dos jovens mortos no acidente, Cristiane Yared, não se diz surpresa com o boletim:
- Nenhuma pessoa em sã consciência podia dirigir com aquela velocidade.
Além disso, Carli Filho acumula 30 multas de trânsito, sendo 23 delas por excesso de velocidade. Sem autorização para dirigir desde julho do ano passado, quando a carteira de habilitação foi suspensa por ter ultrapassado 20 pontos, o deputado possui um total de 130 pontos.
O advogado da família dos rapazes mortos, Elias Mattar Assad, protocolou no início da tarde desta quarta-feira na Assembléia Legislativa do Paraná pedido para abertura de processo para cassação do mandado de Carli Filho, alegando quebra de decoro parlamentar. Em último boletim médico divulgado pelo Hospital Albert Einstein, onde o deputado está internado, Carli Filho está consciente e deve se submeter a uma cirurgia plástica para corrigir as deformações da boca e da face causadas pelo acidente.

Foro privilegiado
O novo responsável pelas investigações do acidente é o desembargador do Tribunal de Justiça do Paraná Miguel Tomas Pessoa Filho. O TJ assumiu as investigações porque o parlamentar tem foro privilegiado.
Três das multas que o deputado recebeu foram consideradas gravíssimas, por exceder em mais de 50% a velocidade máxima da via. Seis multas foram na mesma via onde ocorreu o acidente.
Segundo a assessoria de imprensa do tribunal, Pessoa Filho foi escolhido por meio de um sorteio eletrônico - mesmo critério que é utilizado para a distribuição de processos aos desembargadores do TJ.
Ainda devem ser acrescentados ao processo laudos do Instituto de Criminalística sobre o local do acidente, que já foram solicitados pelo delegado. As imagens dos radares da rua onde ocorreu a batida e das vias próximas já foram anexadas ao inquérito encaminhado ao TJ. Segundo informações da Agência Estadual de Notícias, o delegado também recebeu imagens da câmera de vigilância do posto de combustível que fica próximo ao local da colisão.
A análise da dosagem alcoólica seria feita com base em material colhido pelos médicos do hospital para exames de praxe no pronto-socorro. O Hospital Evangélico, no entanto, afirma que o sangue colhido foi descartado após exames, como costume.
A coleta de sangue para o exame de dosagem alcóolica não teria sido requisitada pela delegacia responsável pelo caso porque o parlamentar estava inconsciente, internado na UTI e recebido medicamento intravenoso. Segundo uma fonte da Secretaria de Segurança Pública do Estado, esse seria o procedimento normal.
No Rio Grande do Sul, os exames de dosagem alcoólica e toxicológicos são requisitados sempre que há acidentes de trânsito envolvendo vítimas. No caso do motorista estar em estado grave, médicos e policiais negociam a possibilidade da coleta do material para exames.
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Testemunha entrevistada nesta quarta-feira pela TV RPC, afiliada da Rede Globo, contou que os bombeiros diziam que Carli Filho estava visivelmente alcoolizado. No momento do acidente, ocorrido no último dia 7, o velocímetro do carro do deputado acusava 190 quilômetros por hora.
- Ele não dizia coisa com coisa - afirmou a testemunha.
A mãe de um dos jovens mortos no acidente, Cristiane Yared, não se diz surpresa com o boletim:
- Nenhuma pessoa em sã consciência podia dirigir com aquela velocidade.
Além disso, Carli Filho acumula 30 multas de trânsito, sendo 23 delas por excesso de velocidade. Sem autorização para dirigir desde julho do ano passado, quando a carteira de habilitação foi suspensa por ter ultrapassado 20 pontos, o deputado possui um total de 130 pontos.
O advogado da família dos rapazes mortos, Elias Mattar Assad, protocolou no início da tarde desta quarta-feira na Assembléia Legislativa do Paraná pedido para abertura de processo para cassação do mandado de Carli Filho, alegando quebra de decoro parlamentar. Em último boletim médico divulgado pelo Hospital Albert Einstein, onde o deputado está internado, Carli Filho está consciente e deve se submeter a uma cirurgia plástica para corrigir as deformações da boca e da face causadas pelo acidente.

Foro privilegiado
O novo responsável pelas investigações do acidente é o desembargador do Tribunal de Justiça do Paraná Miguel Tomas Pessoa Filho. O TJ assumiu as investigações porque o parlamentar tem foro privilegiado.
Três das multas que o deputado recebeu foram consideradas gravíssimas, por exceder em mais de 50% a velocidade máxima da via. Seis multas foram na mesma via onde ocorreu o acidente.
Segundo a assessoria de imprensa do tribunal, Pessoa Filho foi escolhido por meio de um sorteio eletrônico - mesmo critério que é utilizado para a distribuição de processos aos desembargadores do TJ.
Ainda devem ser acrescentados ao processo laudos do Instituto de Criminalística sobre o local do acidente, que já foram solicitados pelo delegado. As imagens dos radares da rua onde ocorreu a batida e das vias próximas já foram anexadas ao inquérito encaminhado ao TJ. Segundo informações da Agência Estadual de Notícias, o delegado também recebeu imagens da câmera de vigilância do posto de combustível que fica próximo ao local da colisão.
A análise da dosagem alcoólica seria feita com base em material colhido pelos médicos do hospital para exames de praxe no pronto-socorro. O Hospital Evangélico, no entanto, afirma que o sangue colhido foi descartado após exames, como costume.
A coleta de sangue para o exame de dosagem alcóolica não teria sido requisitada pela delegacia responsável pelo caso porque o parlamentar estava inconsciente, internado na UTI e recebido medicamento intravenoso. Segundo uma fonte da Secretaria de Segurança Pública do Estado, esse seria o procedimento normal.
No Rio Grande do Sul, os exames de dosagem alcoólica e toxicológicos são requisitados sempre que há acidentes de trânsito envolvendo vítimas. No caso do motorista estar em estado grave, médicos e policiais negociam a possibilidade da coleta do material para exames.
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CURITIBA - Boletim oficial dos socorristas que atenderam o acidente em Curitiba envolvendo o deputado estadual pelo Paraná Fernando Ribas Carli Filho (PSB-PR) aponta que o parlamentar apresentava "hálito etílico" na hora do acidente. O bombeiro que atendeu a ocorrência registrou no boletim que o deputado apresentava "sinais clínicos de agitação e hálito etílico""
Testemunha entrevistada nesta quarta-feira pela TV RPC, afiliada da Rede Globo, contou que os bombeiros diziam que Carli Filho estava visivelmente alcoolizado. No momento do acidente, ocorrido no último dia 7, o velocímetro do carro do deputado acusava 190 quilômetros por hora.
- Ele não dizia coisa com coisa - afirmou a testemunha.
A mãe de um dos jovens mortos no acidente, Cristiane Yared, não se diz surpresa com o boletim:
- Nenhuma pessoa em sã consciência podia dirigir com aquela velocidade.
Além disso, Carli Filho acumula 30 multas de trânsito, sendo 23 delas por excesso de velocidade. Sem autorização para dirigir desde julho do ano passado, quando a carteira de habilitação foi suspensa por ter ultrapassado 20 pontos, o deputado possui um total de 130 pontos.
O advogado da família dos rapazes mortos, Elias Mattar Assad, protocolou no início da tarde desta quarta-feira na Assembléia Legislativa do Paraná pedido para abertura de processo para cassação do mandado de Carli Filho, alegando quebra de decoro parlamentar. Em último boletim médico divulgado pelo Hospital Albert Einstein, onde o deputado está internado, Carli Filho está consciente e deve se submeter a uma cirurgia plástica para corrigir as deformações da boca e da face causadas pelo acidente.

Foro privilegiado
O novo responsável pelas investigações do acidente é o desembargador do Tribunal de Justiça do Paraná Miguel Tomas Pessoa Filho. O TJ assumiu as investigações porque o parlamentar tem foro privilegiado.
Três das multas que o deputado recebeu foram consideradas gravíssimas, por exceder em mais de 50% a velocidade máxima da via. Seis multas foram na mesma via onde ocorreu o acidente.
Segundo a assessoria de imprensa do tribunal, Pessoa Filho foi escolhido por meio de um sorteio eletrônico - mesmo critério que é utilizado para a distribuição de processos aos desembargadores do TJ.
Ainda devem ser acrescentados ao processo laudos do Instituto de Criminalística sobre o local do acidente, que já foram solicitados pelo delegado. As imagens dos radares da rua onde ocorreu a batida e das vias próximas já foram anexadas ao inquérito encaminhado ao TJ. Segundo informações da Agência Estadual de Notícias, o delegado também recebeu imagens da câmera de vigilância do posto de combustível que fica próximo ao local da colisão.
A análise da dosagem alcoólica seria feita com base em material colhido pelos médicos do hospital para exames de praxe no pronto-socorro. O Hospital Evangélico, no entanto, afirma que o sangue colhido foi descartado após exames, como costume.
A coleta de sangue para o exame de dosagem alcóolica não teria sido requisitada pela delegacia responsável pelo caso porque o parlamentar estava inconsciente, internado na UTI e recebido medicamento intravenoso. Segundo uma fonte da Secretaria de Segurança Pública do Estado, esse seria o procedimento normal.
No Rio Grande do Sul, os exames de dosagem alcoólica e toxicológicos são requisitados sempre que há acidentes de trânsito envolvendo vítimas. No caso do motorista estar em estado grave, médicos e policiais negociam a possibilidade da coleta do material para exames.
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Empresa estaria capturando imagens sobre muros de residências.Novas medidas do Google Street View não convenceram ativistas.

O Google informou que deverá fotografar novamente as imagens do Japão de seu serviço de mapas fotográficos, o Street View, com ângulos de câmera mais baixos, devido a reclamações de invasão de privacidade.
O Street View, que oferece uma visão de 360 graus das ruas ao redor do mundo usando fotos tiradas de veículos da companhia em movimento, já tem sofrido com reclamações de invasão de privacidade em outros países, como a Grécia, e ativistas vêm tentando acabar com o serviço no Japão.
A empresa afirmou, em declaração oficial nesta quarta-feira (13), que irá baixar as câmeras nos carros cerca de 40 centímetros, após receber reclamações de que estariam capturando imagens sobre os muros de residências.
"Certamente é um fato sobre o qual temos tido preocupações", afirmou Yoshito Funabashi, um porta-voz da sede da Google em Tóquio. "Pensamos no que poderíamos fazer, como empresa, e tentamos ser responsáveis".

Imagens delicadas
A Google também disse que tem desfocado placas de carro nas fotos, com tem feito na Europa, mas as novas medidas não convenceram ativistas japoneses.
"Eles estão apenas tentando se safar no nível tecnológico...A questão é, podemos permitir que eles fotografem de forma não-seletiva?" disse Yasuhiko Tajima, um professor de direito constitucional na Universidade de Sophia em Tóquio.
O regulador de questões de privacidade no Reino Unido recusou pedidos para fechar o Street View no país, onde as inquietações vão desde imagens mostrando alguém vomitando na porta de um pub até relatos na mídia de que uma mulher teria pedido divórcio após ver uma imagem do carro de seu marido em frente à casa de outra mulher.
Tanto o Google Maps quanto outro serviço de mapeamento, o Google Earth, receberam críticas em alguns países por disponibilizar imagens de locais delicados, como bases militares.


Portal G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 21:49  comentar

Empresa estaria capturando imagens sobre muros de residências.Novas medidas do Google Street View não convenceram ativistas.

O Google informou que deverá fotografar novamente as imagens do Japão de seu serviço de mapas fotográficos, o Street View, com ângulos de câmera mais baixos, devido a reclamações de invasão de privacidade.
O Street View, que oferece uma visão de 360 graus das ruas ao redor do mundo usando fotos tiradas de veículos da companhia em movimento, já tem sofrido com reclamações de invasão de privacidade em outros países, como a Grécia, e ativistas vêm tentando acabar com o serviço no Japão.
A empresa afirmou, em declaração oficial nesta quarta-feira (13), que irá baixar as câmeras nos carros cerca de 40 centímetros, após receber reclamações de que estariam capturando imagens sobre os muros de residências.
"Certamente é um fato sobre o qual temos tido preocupações", afirmou Yoshito Funabashi, um porta-voz da sede da Google em Tóquio. "Pensamos no que poderíamos fazer, como empresa, e tentamos ser responsáveis".

Imagens delicadas
A Google também disse que tem desfocado placas de carro nas fotos, com tem feito na Europa, mas as novas medidas não convenceram ativistas japoneses.
"Eles estão apenas tentando se safar no nível tecnológico...A questão é, podemos permitir que eles fotografem de forma não-seletiva?" disse Yasuhiko Tajima, um professor de direito constitucional na Universidade de Sophia em Tóquio.
O regulador de questões de privacidade no Reino Unido recusou pedidos para fechar o Street View no país, onde as inquietações vão desde imagens mostrando alguém vomitando na porta de um pub até relatos na mídia de que uma mulher teria pedido divórcio após ver uma imagem do carro de seu marido em frente à casa de outra mulher.
Tanto o Google Maps quanto outro serviço de mapeamento, o Google Earth, receberam críticas em alguns países por disponibilizar imagens de locais delicados, como bases militares.


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Empresa estaria capturando imagens sobre muros de residências.Novas medidas do Google Street View não convenceram ativistas.

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O Street View, que oferece uma visão de 360 graus das ruas ao redor do mundo usando fotos tiradas de veículos da companhia em movimento, já tem sofrido com reclamações de invasão de privacidade em outros países, como a Grécia, e ativistas vêm tentando acabar com o serviço no Japão.
A empresa afirmou, em declaração oficial nesta quarta-feira (13), que irá baixar as câmeras nos carros cerca de 40 centímetros, após receber reclamações de que estariam capturando imagens sobre os muros de residências.
"Certamente é um fato sobre o qual temos tido preocupações", afirmou Yoshito Funabashi, um porta-voz da sede da Google em Tóquio. "Pensamos no que poderíamos fazer, como empresa, e tentamos ser responsáveis".

Imagens delicadas
A Google também disse que tem desfocado placas de carro nas fotos, com tem feito na Europa, mas as novas medidas não convenceram ativistas japoneses.
"Eles estão apenas tentando se safar no nível tecnológico...A questão é, podemos permitir que eles fotografem de forma não-seletiva?" disse Yasuhiko Tajima, um professor de direito constitucional na Universidade de Sophia em Tóquio.
O regulador de questões de privacidade no Reino Unido recusou pedidos para fechar o Street View no país, onde as inquietações vão desde imagens mostrando alguém vomitando na porta de um pub até relatos na mídia de que uma mulher teria pedido divórcio após ver uma imagem do carro de seu marido em frente à casa de outra mulher.
Tanto o Google Maps quanto outro serviço de mapeamento, o Google Earth, receberam críticas em alguns países por disponibilizar imagens de locais delicados, como bases militares.


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Empresa estaria capturando imagens sobre muros de residências.Novas medidas do Google Street View não convenceram ativistas.

O Google informou que deverá fotografar novamente as imagens do Japão de seu serviço de mapas fotográficos, o Street View, com ângulos de câmera mais baixos, devido a reclamações de invasão de privacidade.
O Street View, que oferece uma visão de 360 graus das ruas ao redor do mundo usando fotos tiradas de veículos da companhia em movimento, já tem sofrido com reclamações de invasão de privacidade em outros países, como a Grécia, e ativistas vêm tentando acabar com o serviço no Japão.
A empresa afirmou, em declaração oficial nesta quarta-feira (13), que irá baixar as câmeras nos carros cerca de 40 centímetros, após receber reclamações de que estariam capturando imagens sobre os muros de residências.
"Certamente é um fato sobre o qual temos tido preocupações", afirmou Yoshito Funabashi, um porta-voz da sede da Google em Tóquio. "Pensamos no que poderíamos fazer, como empresa, e tentamos ser responsáveis".

Imagens delicadas
A Google também disse que tem desfocado placas de carro nas fotos, com tem feito na Europa, mas as novas medidas não convenceram ativistas japoneses.
"Eles estão apenas tentando se safar no nível tecnológico...A questão é, podemos permitir que eles fotografem de forma não-seletiva?" disse Yasuhiko Tajima, um professor de direito constitucional na Universidade de Sophia em Tóquio.
O regulador de questões de privacidade no Reino Unido recusou pedidos para fechar o Street View no país, onde as inquietações vão desde imagens mostrando alguém vomitando na porta de um pub até relatos na mídia de que uma mulher teria pedido divórcio após ver uma imagem do carro de seu marido em frente à casa de outra mulher.
Tanto o Google Maps quanto outro serviço de mapeamento, o Google Earth, receberam críticas em alguns países por disponibilizar imagens de locais delicados, como bases militares.


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Empresa estaria capturando imagens sobre muros de residências.Novas medidas do Google Street View não convenceram ativistas.

O Google informou que deverá fotografar novamente as imagens do Japão de seu serviço de mapas fotográficos, o Street View, com ângulos de câmera mais baixos, devido a reclamações de invasão de privacidade.
O Street View, que oferece uma visão de 360 graus das ruas ao redor do mundo usando fotos tiradas de veículos da companhia em movimento, já tem sofrido com reclamações de invasão de privacidade em outros países, como a Grécia, e ativistas vêm tentando acabar com o serviço no Japão.
A empresa afirmou, em declaração oficial nesta quarta-feira (13), que irá baixar as câmeras nos carros cerca de 40 centímetros, após receber reclamações de que estariam capturando imagens sobre os muros de residências.
"Certamente é um fato sobre o qual temos tido preocupações", afirmou Yoshito Funabashi, um porta-voz da sede da Google em Tóquio. "Pensamos no que poderíamos fazer, como empresa, e tentamos ser responsáveis".

Imagens delicadas
A Google também disse que tem desfocado placas de carro nas fotos, com tem feito na Europa, mas as novas medidas não convenceram ativistas japoneses.
"Eles estão apenas tentando se safar no nível tecnológico...A questão é, podemos permitir que eles fotografem de forma não-seletiva?" disse Yasuhiko Tajima, um professor de direito constitucional na Universidade de Sophia em Tóquio.
O regulador de questões de privacidade no Reino Unido recusou pedidos para fechar o Street View no país, onde as inquietações vão desde imagens mostrando alguém vomitando na porta de um pub até relatos na mídia de que uma mulher teria pedido divórcio após ver uma imagem do carro de seu marido em frente à casa de outra mulher.
Tanto o Google Maps quanto outro serviço de mapeamento, o Google Earth, receberam críticas em alguns países por disponibilizar imagens de locais delicados, como bases militares.


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Assim como muitos outros brasileiros, o matogrossense Itamar Rodrigues dos Santos veio para a Espanha há cerca de três anos com a intenção de buscar uma vida melhor para ele e sua família.

Durante este tempo, ele trabalhou como operário de construção, fazendo empreitas e, muitas vezes, contratado por outros empreiteiros.
Depois de levar alguns golpes e perder boa parte de suas economias, Itamar acabou recorrendo à Organização Internacional para a Migração para conseguir voltar para casa.
No último dia 9, ele, a mulher e as duas filhas voltaram para o Brasil, onde Itamar pretendia trabalhar no campo. Ele contou sua história à BBC Brasil.
"Vim para cá buscar uma vida melhor para minha família, como a maioria dos brasileiros, mas agora a questão do trabalho ficou meio complicada.
Escolhi a Espanha porque o cunhado do cunhado da minha mulher tinha um conhecido que estava trazendo gente para cá, dizendo que tinha uma empresa aqui oferecendo contratos de três anos com salário fixo. Vim num grupo com mais umas oito pessoas.
Mas o coiote desapareceu, nem no aeroporto foi buscar a gente. Pegou o dinheiro da gente no Brasil e sumiu, nunca mais ninguém viu.
No Brasil eu trabalhava com gado, mas aqui, sempre trabalhei na construção.
No começo foi muito difícil encontrar emprego, porque eu não conhecia ninguém. Quinze dias depois, encontrei um brasileiro que me deu serviço. Trabalhei 25 dias com ele, mas só recebi por três dias. Pelo menos, com o trabalho fui conhecendo outras pessoas, que acabaram me arrumando outros trabalhos.
Sempre estive ilegal aqui, nunca tive documentos. Fui preso quatro vezes por causa disso. Tenho quatro cartas de expulsão, mas recorri e consegui resolver tudo.
O último serviço que fiz foi no dia 25 de janeiro. Antes, sempre que terminava um serviço já tinha outro começando, um orçamento.
Decidi voltar, um pouco, por causa da saudade da família, mas também, porque só a mulher trabalhando, é complicado. Não sei se é machista, mas me sinto um pouco acanhado. Passamos três meses, só ela trabalhando. Para mim, lá é melhor. Vamos trabalhar os dois juntos, cabeça para cima e tocar o barco.
Ainda não tenho um plano, tenho que chegar lá para ver. Temos que chegar lá, esfriar a cabeça um pouquinho... vamos ver. Mas a idéia é trabalhar no campo.
Consegui juntar um dinheirinho aqui, só que num dos trabalhos, os donos da empresa ficaram me devendo 5 mil euros. Eu tive que pagar as pessoas que eu tinha contratado, então, tive que usar minhas economias. Perdi dinheiro em outro contrato também.
Cheguei a levar o caso para a Justiça, mas como não tenho documentos, perdi. Se você vai a uma delegacia fazer uma denúncia, te pedem o passaporte e, se vêem que você está ilegal, você vai preso.
Ultimamente, vinha sentindo mais preconceito por ser ilegal. Quando fazia um orçamento, me perguntavam se eu tinha firma, papéis. Você diz que não e eles ficam com medo, porque se você contratar um ilegal aqui, pode pagar uma multa alta. Ao mesmo tempo, nós, como ilegais, podemos fazer um preço mais barato, pois não pagamos impostos, então, os outros empreiteiros ficam meio assim...
A vinda para cá foi uma escola que nunca tive. Aprendi muito, a gente aprende a dar valor ao que tem em volta, ao que tem no país, aos amigos, à família, porque você chegar a um país em que não conhece ninguém, em que não fala o idioma, é complicado.
Se não tivesse a crise e eu não tivesse perdido o emprego, eu ficava. Eu já não tenho mais futuro mesmo, o meu negócio é trabalhar. Mas eu penso demais no futuro das minhas filhas. Se eu ficasse aqui mais uns 10 anos, para elas, já estaria tranqüilo. Elas teriam um estudo bom, que no Brasil não posso dar, e poderiam fazer uma faculdade. No Brasil, não.
Meu conselho hoje, para quem está no Brasil, é: se você tem o seu emprego, sua casinha, ou se está pagando sua casinha e tem um salário que dá para segurar o dia a dia, o meu conselho é: fique aí. Não vem não porque, agora, se você acha que no Brasil está ruim, eu falo para você que aqui está pior. Eu passei três anos e sei."


BBC Brasil
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Assim como muitos outros brasileiros, o matogrossense Itamar Rodrigues dos Santos veio para a Espanha há cerca de três anos com a intenção de buscar uma vida melhor para ele e sua família.

Durante este tempo, ele trabalhou como operário de construção, fazendo empreitas e, muitas vezes, contratado por outros empreiteiros.
Depois de levar alguns golpes e perder boa parte de suas economias, Itamar acabou recorrendo à Organização Internacional para a Migração para conseguir voltar para casa.
No último dia 9, ele, a mulher e as duas filhas voltaram para o Brasil, onde Itamar pretendia trabalhar no campo. Ele contou sua história à BBC Brasil.
"Vim para cá buscar uma vida melhor para minha família, como a maioria dos brasileiros, mas agora a questão do trabalho ficou meio complicada.
Escolhi a Espanha porque o cunhado do cunhado da minha mulher tinha um conhecido que estava trazendo gente para cá, dizendo que tinha uma empresa aqui oferecendo contratos de três anos com salário fixo. Vim num grupo com mais umas oito pessoas.
Mas o coiote desapareceu, nem no aeroporto foi buscar a gente. Pegou o dinheiro da gente no Brasil e sumiu, nunca mais ninguém viu.
No Brasil eu trabalhava com gado, mas aqui, sempre trabalhei na construção.
No começo foi muito difícil encontrar emprego, porque eu não conhecia ninguém. Quinze dias depois, encontrei um brasileiro que me deu serviço. Trabalhei 25 dias com ele, mas só recebi por três dias. Pelo menos, com o trabalho fui conhecendo outras pessoas, que acabaram me arrumando outros trabalhos.
Sempre estive ilegal aqui, nunca tive documentos. Fui preso quatro vezes por causa disso. Tenho quatro cartas de expulsão, mas recorri e consegui resolver tudo.
O último serviço que fiz foi no dia 25 de janeiro. Antes, sempre que terminava um serviço já tinha outro começando, um orçamento.
Decidi voltar, um pouco, por causa da saudade da família, mas também, porque só a mulher trabalhando, é complicado. Não sei se é machista, mas me sinto um pouco acanhado. Passamos três meses, só ela trabalhando. Para mim, lá é melhor. Vamos trabalhar os dois juntos, cabeça para cima e tocar o barco.
Ainda não tenho um plano, tenho que chegar lá para ver. Temos que chegar lá, esfriar a cabeça um pouquinho... vamos ver. Mas a idéia é trabalhar no campo.
Consegui juntar um dinheirinho aqui, só que num dos trabalhos, os donos da empresa ficaram me devendo 5 mil euros. Eu tive que pagar as pessoas que eu tinha contratado, então, tive que usar minhas economias. Perdi dinheiro em outro contrato também.
Cheguei a levar o caso para a Justiça, mas como não tenho documentos, perdi. Se você vai a uma delegacia fazer uma denúncia, te pedem o passaporte e, se vêem que você está ilegal, você vai preso.
Ultimamente, vinha sentindo mais preconceito por ser ilegal. Quando fazia um orçamento, me perguntavam se eu tinha firma, papéis. Você diz que não e eles ficam com medo, porque se você contratar um ilegal aqui, pode pagar uma multa alta. Ao mesmo tempo, nós, como ilegais, podemos fazer um preço mais barato, pois não pagamos impostos, então, os outros empreiteiros ficam meio assim...
A vinda para cá foi uma escola que nunca tive. Aprendi muito, a gente aprende a dar valor ao que tem em volta, ao que tem no país, aos amigos, à família, porque você chegar a um país em que não conhece ninguém, em que não fala o idioma, é complicado.
Se não tivesse a crise e eu não tivesse perdido o emprego, eu ficava. Eu já não tenho mais futuro mesmo, o meu negócio é trabalhar. Mas eu penso demais no futuro das minhas filhas. Se eu ficasse aqui mais uns 10 anos, para elas, já estaria tranqüilo. Elas teriam um estudo bom, que no Brasil não posso dar, e poderiam fazer uma faculdade. No Brasil, não.
Meu conselho hoje, para quem está no Brasil, é: se você tem o seu emprego, sua casinha, ou se está pagando sua casinha e tem um salário que dá para segurar o dia a dia, o meu conselho é: fique aí. Não vem não porque, agora, se você acha que no Brasil está ruim, eu falo para você que aqui está pior. Eu passei três anos e sei."


BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 21:37  comentar

Assim como muitos outros brasileiros, o matogrossense Itamar Rodrigues dos Santos veio para a Espanha há cerca de três anos com a intenção de buscar uma vida melhor para ele e sua família.

Durante este tempo, ele trabalhou como operário de construção, fazendo empreitas e, muitas vezes, contratado por outros empreiteiros.
Depois de levar alguns golpes e perder boa parte de suas economias, Itamar acabou recorrendo à Organização Internacional para a Migração para conseguir voltar para casa.
No último dia 9, ele, a mulher e as duas filhas voltaram para o Brasil, onde Itamar pretendia trabalhar no campo. Ele contou sua história à BBC Brasil.
"Vim para cá buscar uma vida melhor para minha família, como a maioria dos brasileiros, mas agora a questão do trabalho ficou meio complicada.
Escolhi a Espanha porque o cunhado do cunhado da minha mulher tinha um conhecido que estava trazendo gente para cá, dizendo que tinha uma empresa aqui oferecendo contratos de três anos com salário fixo. Vim num grupo com mais umas oito pessoas.
Mas o coiote desapareceu, nem no aeroporto foi buscar a gente. Pegou o dinheiro da gente no Brasil e sumiu, nunca mais ninguém viu.
No Brasil eu trabalhava com gado, mas aqui, sempre trabalhei na construção.
No começo foi muito difícil encontrar emprego, porque eu não conhecia ninguém. Quinze dias depois, encontrei um brasileiro que me deu serviço. Trabalhei 25 dias com ele, mas só recebi por três dias. Pelo menos, com o trabalho fui conhecendo outras pessoas, que acabaram me arrumando outros trabalhos.
Sempre estive ilegal aqui, nunca tive documentos. Fui preso quatro vezes por causa disso. Tenho quatro cartas de expulsão, mas recorri e consegui resolver tudo.
O último serviço que fiz foi no dia 25 de janeiro. Antes, sempre que terminava um serviço já tinha outro começando, um orçamento.
Decidi voltar, um pouco, por causa da saudade da família, mas também, porque só a mulher trabalhando, é complicado. Não sei se é machista, mas me sinto um pouco acanhado. Passamos três meses, só ela trabalhando. Para mim, lá é melhor. Vamos trabalhar os dois juntos, cabeça para cima e tocar o barco.
Ainda não tenho um plano, tenho que chegar lá para ver. Temos que chegar lá, esfriar a cabeça um pouquinho... vamos ver. Mas a idéia é trabalhar no campo.
Consegui juntar um dinheirinho aqui, só que num dos trabalhos, os donos da empresa ficaram me devendo 5 mil euros. Eu tive que pagar as pessoas que eu tinha contratado, então, tive que usar minhas economias. Perdi dinheiro em outro contrato também.
Cheguei a levar o caso para a Justiça, mas como não tenho documentos, perdi. Se você vai a uma delegacia fazer uma denúncia, te pedem o passaporte e, se vêem que você está ilegal, você vai preso.
Ultimamente, vinha sentindo mais preconceito por ser ilegal. Quando fazia um orçamento, me perguntavam se eu tinha firma, papéis. Você diz que não e eles ficam com medo, porque se você contratar um ilegal aqui, pode pagar uma multa alta. Ao mesmo tempo, nós, como ilegais, podemos fazer um preço mais barato, pois não pagamos impostos, então, os outros empreiteiros ficam meio assim...
A vinda para cá foi uma escola que nunca tive. Aprendi muito, a gente aprende a dar valor ao que tem em volta, ao que tem no país, aos amigos, à família, porque você chegar a um país em que não conhece ninguém, em que não fala o idioma, é complicado.
Se não tivesse a crise e eu não tivesse perdido o emprego, eu ficava. Eu já não tenho mais futuro mesmo, o meu negócio é trabalhar. Mas eu penso demais no futuro das minhas filhas. Se eu ficasse aqui mais uns 10 anos, para elas, já estaria tranqüilo. Elas teriam um estudo bom, que no Brasil não posso dar, e poderiam fazer uma faculdade. No Brasil, não.
Meu conselho hoje, para quem está no Brasil, é: se você tem o seu emprego, sua casinha, ou se está pagando sua casinha e tem um salário que dá para segurar o dia a dia, o meu conselho é: fique aí. Não vem não porque, agora, se você acha que no Brasil está ruim, eu falo para você que aqui está pior. Eu passei três anos e sei."


BBC Brasil
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Assim como muitos outros brasileiros, o matogrossense Itamar Rodrigues dos Santos veio para a Espanha há cerca de três anos com a intenção de buscar uma vida melhor para ele e sua família.

Durante este tempo, ele trabalhou como operário de construção, fazendo empreitas e, muitas vezes, contratado por outros empreiteiros.
Depois de levar alguns golpes e perder boa parte de suas economias, Itamar acabou recorrendo à Organização Internacional para a Migração para conseguir voltar para casa.
No último dia 9, ele, a mulher e as duas filhas voltaram para o Brasil, onde Itamar pretendia trabalhar no campo. Ele contou sua história à BBC Brasil.
"Vim para cá buscar uma vida melhor para minha família, como a maioria dos brasileiros, mas agora a questão do trabalho ficou meio complicada.
Escolhi a Espanha porque o cunhado do cunhado da minha mulher tinha um conhecido que estava trazendo gente para cá, dizendo que tinha uma empresa aqui oferecendo contratos de três anos com salário fixo. Vim num grupo com mais umas oito pessoas.
Mas o coiote desapareceu, nem no aeroporto foi buscar a gente. Pegou o dinheiro da gente no Brasil e sumiu, nunca mais ninguém viu.
No Brasil eu trabalhava com gado, mas aqui, sempre trabalhei na construção.
No começo foi muito difícil encontrar emprego, porque eu não conhecia ninguém. Quinze dias depois, encontrei um brasileiro que me deu serviço. Trabalhei 25 dias com ele, mas só recebi por três dias. Pelo menos, com o trabalho fui conhecendo outras pessoas, que acabaram me arrumando outros trabalhos.
Sempre estive ilegal aqui, nunca tive documentos. Fui preso quatro vezes por causa disso. Tenho quatro cartas de expulsão, mas recorri e consegui resolver tudo.
O último serviço que fiz foi no dia 25 de janeiro. Antes, sempre que terminava um serviço já tinha outro começando, um orçamento.
Decidi voltar, um pouco, por causa da saudade da família, mas também, porque só a mulher trabalhando, é complicado. Não sei se é machista, mas me sinto um pouco acanhado. Passamos três meses, só ela trabalhando. Para mim, lá é melhor. Vamos trabalhar os dois juntos, cabeça para cima e tocar o barco.
Ainda não tenho um plano, tenho que chegar lá para ver. Temos que chegar lá, esfriar a cabeça um pouquinho... vamos ver. Mas a idéia é trabalhar no campo.
Consegui juntar um dinheirinho aqui, só que num dos trabalhos, os donos da empresa ficaram me devendo 5 mil euros. Eu tive que pagar as pessoas que eu tinha contratado, então, tive que usar minhas economias. Perdi dinheiro em outro contrato também.
Cheguei a levar o caso para a Justiça, mas como não tenho documentos, perdi. Se você vai a uma delegacia fazer uma denúncia, te pedem o passaporte e, se vêem que você está ilegal, você vai preso.
Ultimamente, vinha sentindo mais preconceito por ser ilegal. Quando fazia um orçamento, me perguntavam se eu tinha firma, papéis. Você diz que não e eles ficam com medo, porque se você contratar um ilegal aqui, pode pagar uma multa alta. Ao mesmo tempo, nós, como ilegais, podemos fazer um preço mais barato, pois não pagamos impostos, então, os outros empreiteiros ficam meio assim...
A vinda para cá foi uma escola que nunca tive. Aprendi muito, a gente aprende a dar valor ao que tem em volta, ao que tem no país, aos amigos, à família, porque você chegar a um país em que não conhece ninguém, em que não fala o idioma, é complicado.
Se não tivesse a crise e eu não tivesse perdido o emprego, eu ficava. Eu já não tenho mais futuro mesmo, o meu negócio é trabalhar. Mas eu penso demais no futuro das minhas filhas. Se eu ficasse aqui mais uns 10 anos, para elas, já estaria tranqüilo. Elas teriam um estudo bom, que no Brasil não posso dar, e poderiam fazer uma faculdade. No Brasil, não.
Meu conselho hoje, para quem está no Brasil, é: se você tem o seu emprego, sua casinha, ou se está pagando sua casinha e tem um salário que dá para segurar o dia a dia, o meu conselho é: fique aí. Não vem não porque, agora, se você acha que no Brasil está ruim, eu falo para você que aqui está pior. Eu passei três anos e sei."


BBC Brasil
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Assim como muitos outros brasileiros, o matogrossense Itamar Rodrigues dos Santos veio para a Espanha há cerca de três anos com a intenção de buscar uma vida melhor para ele e sua família.

Durante este tempo, ele trabalhou como operário de construção, fazendo empreitas e, muitas vezes, contratado por outros empreiteiros.
Depois de levar alguns golpes e perder boa parte de suas economias, Itamar acabou recorrendo à Organização Internacional para a Migração para conseguir voltar para casa.
No último dia 9, ele, a mulher e as duas filhas voltaram para o Brasil, onde Itamar pretendia trabalhar no campo. Ele contou sua história à BBC Brasil.
"Vim para cá buscar uma vida melhor para minha família, como a maioria dos brasileiros, mas agora a questão do trabalho ficou meio complicada.
Escolhi a Espanha porque o cunhado do cunhado da minha mulher tinha um conhecido que estava trazendo gente para cá, dizendo que tinha uma empresa aqui oferecendo contratos de três anos com salário fixo. Vim num grupo com mais umas oito pessoas.
Mas o coiote desapareceu, nem no aeroporto foi buscar a gente. Pegou o dinheiro da gente no Brasil e sumiu, nunca mais ninguém viu.
No Brasil eu trabalhava com gado, mas aqui, sempre trabalhei na construção.
No começo foi muito difícil encontrar emprego, porque eu não conhecia ninguém. Quinze dias depois, encontrei um brasileiro que me deu serviço. Trabalhei 25 dias com ele, mas só recebi por três dias. Pelo menos, com o trabalho fui conhecendo outras pessoas, que acabaram me arrumando outros trabalhos.
Sempre estive ilegal aqui, nunca tive documentos. Fui preso quatro vezes por causa disso. Tenho quatro cartas de expulsão, mas recorri e consegui resolver tudo.
O último serviço que fiz foi no dia 25 de janeiro. Antes, sempre que terminava um serviço já tinha outro começando, um orçamento.
Decidi voltar, um pouco, por causa da saudade da família, mas também, porque só a mulher trabalhando, é complicado. Não sei se é machista, mas me sinto um pouco acanhado. Passamos três meses, só ela trabalhando. Para mim, lá é melhor. Vamos trabalhar os dois juntos, cabeça para cima e tocar o barco.
Ainda não tenho um plano, tenho que chegar lá para ver. Temos que chegar lá, esfriar a cabeça um pouquinho... vamos ver. Mas a idéia é trabalhar no campo.
Consegui juntar um dinheirinho aqui, só que num dos trabalhos, os donos da empresa ficaram me devendo 5 mil euros. Eu tive que pagar as pessoas que eu tinha contratado, então, tive que usar minhas economias. Perdi dinheiro em outro contrato também.
Cheguei a levar o caso para a Justiça, mas como não tenho documentos, perdi. Se você vai a uma delegacia fazer uma denúncia, te pedem o passaporte e, se vêem que você está ilegal, você vai preso.
Ultimamente, vinha sentindo mais preconceito por ser ilegal. Quando fazia um orçamento, me perguntavam se eu tinha firma, papéis. Você diz que não e eles ficam com medo, porque se você contratar um ilegal aqui, pode pagar uma multa alta. Ao mesmo tempo, nós, como ilegais, podemos fazer um preço mais barato, pois não pagamos impostos, então, os outros empreiteiros ficam meio assim...
A vinda para cá foi uma escola que nunca tive. Aprendi muito, a gente aprende a dar valor ao que tem em volta, ao que tem no país, aos amigos, à família, porque você chegar a um país em que não conhece ninguém, em que não fala o idioma, é complicado.
Se não tivesse a crise e eu não tivesse perdido o emprego, eu ficava. Eu já não tenho mais futuro mesmo, o meu negócio é trabalhar. Mas eu penso demais no futuro das minhas filhas. Se eu ficasse aqui mais uns 10 anos, para elas, já estaria tranqüilo. Elas teriam um estudo bom, que no Brasil não posso dar, e poderiam fazer uma faculdade. No Brasil, não.
Meu conselho hoje, para quem está no Brasil, é: se você tem o seu emprego, sua casinha, ou se está pagando sua casinha e tem um salário que dá para segurar o dia a dia, o meu conselho é: fique aí. Não vem não porque, agora, se você acha que no Brasil está ruim, eu falo para você que aqui está pior. Eu passei três anos e sei."


BBC Brasil
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Paul House sofre de esclerose múltipla e usa uma cadeira de rodas

O americano Paul House foi inocentado dos crimes de estupro e assassinato, 22 anos depois de ter sido condenado à morte no Estado americano do Tennessee.
Nesta terça-feira, a promotoria do Estado suspendeu as acusações contra House depois que a Suprema Corte americana questionou, em 2006, as provas que levaram à sua condenação.
Por cinco votos a quatro, a Corte decidiu, na ocasião, que House tinha direito a uma nova audiência, e novos testes de DNA e o depoimento de novas testemunhas mostraram que outra pessoa seria responsável pelo crime.
O suspeito foi liberado em 2008, para aguardar a nova audiência em liberdade. A decisão da promotoria nesta terça inocentou House por completo das acusações.
House, que sofre de esclerose múltipla e usa uma cadeira de rodas, estava cumprindo pena em liberdade condicional por um crime de natureza sexual em 1985, quando a dona de casa Carolyn Muncey foi assassinada.
Muncey era casada com um amigo de House e foi encontrada morta, depois de ter sido estuprada. Na ocasião, House mentiu sobre seu álibi, afirmando que estava em casa na hora do crime.
A perícia ainda encontrou amostras do sangue da vítima na calça do suspeito, mas depois concluiu-se que a contaminação poderia ter ocorrido no próprio laboratório da polícia.
Os novos exames de DNA mostraram que o sêmen encontrado na calcinha da vítima era, na verdade, do marido dela.
O sangue sob as unhas da vítima e as pontas de cigarro encontradas perto do local do crime também não pertenciam ao acusado.
Segundo o Innocence Project, uma organização ligada à Yeshiva University em Nova York que tenta isentar de culpa prisioneiros condenados erroneamente com base em novas provas de DNA, o caso "é uma lembrança profunda de que nosso sistema de Justiça precisa dar a todas as pessoas todas as oportunidades razoáveis para provar sua inocência".
O Innocence Project prestou assessoria à defesa de Paul House nas questões relacionadas a provas de DNA.
Segundo a imprensa americana, o caso pode abrir precedentes para outros prisioneiros que questionam as provas que levaram às suas condenações.

BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 21:26  comentar


Paul House sofre de esclerose múltipla e usa uma cadeira de rodas

O americano Paul House foi inocentado dos crimes de estupro e assassinato, 22 anos depois de ter sido condenado à morte no Estado americano do Tennessee.
Nesta terça-feira, a promotoria do Estado suspendeu as acusações contra House depois que a Suprema Corte americana questionou, em 2006, as provas que levaram à sua condenação.
Por cinco votos a quatro, a Corte decidiu, na ocasião, que House tinha direito a uma nova audiência, e novos testes de DNA e o depoimento de novas testemunhas mostraram que outra pessoa seria responsável pelo crime.
O suspeito foi liberado em 2008, para aguardar a nova audiência em liberdade. A decisão da promotoria nesta terça inocentou House por completo das acusações.
House, que sofre de esclerose múltipla e usa uma cadeira de rodas, estava cumprindo pena em liberdade condicional por um crime de natureza sexual em 1985, quando a dona de casa Carolyn Muncey foi assassinada.
Muncey era casada com um amigo de House e foi encontrada morta, depois de ter sido estuprada. Na ocasião, House mentiu sobre seu álibi, afirmando que estava em casa na hora do crime.
A perícia ainda encontrou amostras do sangue da vítima na calça do suspeito, mas depois concluiu-se que a contaminação poderia ter ocorrido no próprio laboratório da polícia.
Os novos exames de DNA mostraram que o sêmen encontrado na calcinha da vítima era, na verdade, do marido dela.
O sangue sob as unhas da vítima e as pontas de cigarro encontradas perto do local do crime também não pertenciam ao acusado.
Segundo o Innocence Project, uma organização ligada à Yeshiva University em Nova York que tenta isentar de culpa prisioneiros condenados erroneamente com base em novas provas de DNA, o caso "é uma lembrança profunda de que nosso sistema de Justiça precisa dar a todas as pessoas todas as oportunidades razoáveis para provar sua inocência".
O Innocence Project prestou assessoria à defesa de Paul House nas questões relacionadas a provas de DNA.
Segundo a imprensa americana, o caso pode abrir precedentes para outros prisioneiros que questionam as provas que levaram às suas condenações.

BBC Brasil
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Paul House sofre de esclerose múltipla e usa uma cadeira de rodas

O americano Paul House foi inocentado dos crimes de estupro e assassinato, 22 anos depois de ter sido condenado à morte no Estado americano do Tennessee.
Nesta terça-feira, a promotoria do Estado suspendeu as acusações contra House depois que a Suprema Corte americana questionou, em 2006, as provas que levaram à sua condenação.
Por cinco votos a quatro, a Corte decidiu, na ocasião, que House tinha direito a uma nova audiência, e novos testes de DNA e o depoimento de novas testemunhas mostraram que outra pessoa seria responsável pelo crime.
O suspeito foi liberado em 2008, para aguardar a nova audiência em liberdade. A decisão da promotoria nesta terça inocentou House por completo das acusações.
House, que sofre de esclerose múltipla e usa uma cadeira de rodas, estava cumprindo pena em liberdade condicional por um crime de natureza sexual em 1985, quando a dona de casa Carolyn Muncey foi assassinada.
Muncey era casada com um amigo de House e foi encontrada morta, depois de ter sido estuprada. Na ocasião, House mentiu sobre seu álibi, afirmando que estava em casa na hora do crime.
A perícia ainda encontrou amostras do sangue da vítima na calça do suspeito, mas depois concluiu-se que a contaminação poderia ter ocorrido no próprio laboratório da polícia.
Os novos exames de DNA mostraram que o sêmen encontrado na calcinha da vítima era, na verdade, do marido dela.
O sangue sob as unhas da vítima e as pontas de cigarro encontradas perto do local do crime também não pertenciam ao acusado.
Segundo o Innocence Project, uma organização ligada à Yeshiva University em Nova York que tenta isentar de culpa prisioneiros condenados erroneamente com base em novas provas de DNA, o caso "é uma lembrança profunda de que nosso sistema de Justiça precisa dar a todas as pessoas todas as oportunidades razoáveis para provar sua inocência".
O Innocence Project prestou assessoria à defesa de Paul House nas questões relacionadas a provas de DNA.
Segundo a imprensa americana, o caso pode abrir precedentes para outros prisioneiros que questionam as provas que levaram às suas condenações.

BBC Brasil
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Paul House sofre de esclerose múltipla e usa uma cadeira de rodas

O americano Paul House foi inocentado dos crimes de estupro e assassinato, 22 anos depois de ter sido condenado à morte no Estado americano do Tennessee.
Nesta terça-feira, a promotoria do Estado suspendeu as acusações contra House depois que a Suprema Corte americana questionou, em 2006, as provas que levaram à sua condenação.
Por cinco votos a quatro, a Corte decidiu, na ocasião, que House tinha direito a uma nova audiência, e novos testes de DNA e o depoimento de novas testemunhas mostraram que outra pessoa seria responsável pelo crime.
O suspeito foi liberado em 2008, para aguardar a nova audiência em liberdade. A decisão da promotoria nesta terça inocentou House por completo das acusações.
House, que sofre de esclerose múltipla e usa uma cadeira de rodas, estava cumprindo pena em liberdade condicional por um crime de natureza sexual em 1985, quando a dona de casa Carolyn Muncey foi assassinada.
Muncey era casada com um amigo de House e foi encontrada morta, depois de ter sido estuprada. Na ocasião, House mentiu sobre seu álibi, afirmando que estava em casa na hora do crime.
A perícia ainda encontrou amostras do sangue da vítima na calça do suspeito, mas depois concluiu-se que a contaminação poderia ter ocorrido no próprio laboratório da polícia.
Os novos exames de DNA mostraram que o sêmen encontrado na calcinha da vítima era, na verdade, do marido dela.
O sangue sob as unhas da vítima e as pontas de cigarro encontradas perto do local do crime também não pertenciam ao acusado.
Segundo o Innocence Project, uma organização ligada à Yeshiva University em Nova York que tenta isentar de culpa prisioneiros condenados erroneamente com base em novas provas de DNA, o caso "é uma lembrança profunda de que nosso sistema de Justiça precisa dar a todas as pessoas todas as oportunidades razoáveis para provar sua inocência".
O Innocence Project prestou assessoria à defesa de Paul House nas questões relacionadas a provas de DNA.
Segundo a imprensa americana, o caso pode abrir precedentes para outros prisioneiros que questionam as provas que levaram às suas condenações.

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Paul House sofre de esclerose múltipla e usa uma cadeira de rodas

O americano Paul House foi inocentado dos crimes de estupro e assassinato, 22 anos depois de ter sido condenado à morte no Estado americano do Tennessee.
Nesta terça-feira, a promotoria do Estado suspendeu as acusações contra House depois que a Suprema Corte americana questionou, em 2006, as provas que levaram à sua condenação.
Por cinco votos a quatro, a Corte decidiu, na ocasião, que House tinha direito a uma nova audiência, e novos testes de DNA e o depoimento de novas testemunhas mostraram que outra pessoa seria responsável pelo crime.
O suspeito foi liberado em 2008, para aguardar a nova audiência em liberdade. A decisão da promotoria nesta terça inocentou House por completo das acusações.
House, que sofre de esclerose múltipla e usa uma cadeira de rodas, estava cumprindo pena em liberdade condicional por um crime de natureza sexual em 1985, quando a dona de casa Carolyn Muncey foi assassinada.
Muncey era casada com um amigo de House e foi encontrada morta, depois de ter sido estuprada. Na ocasião, House mentiu sobre seu álibi, afirmando que estava em casa na hora do crime.
A perícia ainda encontrou amostras do sangue da vítima na calça do suspeito, mas depois concluiu-se que a contaminação poderia ter ocorrido no próprio laboratório da polícia.
Os novos exames de DNA mostraram que o sêmen encontrado na calcinha da vítima era, na verdade, do marido dela.
O sangue sob as unhas da vítima e as pontas de cigarro encontradas perto do local do crime também não pertenciam ao acusado.
Segundo o Innocence Project, uma organização ligada à Yeshiva University em Nova York que tenta isentar de culpa prisioneiros condenados erroneamente com base em novas provas de DNA, o caso "é uma lembrança profunda de que nosso sistema de Justiça precisa dar a todas as pessoas todas as oportunidades razoáveis para provar sua inocência".
O Innocence Project prestou assessoria à defesa de Paul House nas questões relacionadas a provas de DNA.
Segundo a imprensa americana, o caso pode abrir precedentes para outros prisioneiros que questionam as provas que levaram às suas condenações.

BBC Brasil
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SÃO PAULO - Um protesto na Penha, zona leste de São Paulo, causa transtornos aos moradores do bairro e ao trânsito de São Paulo na noite desta quarta-feira. Ônibus e um caminhão-baú foram queimados, houve tiroteio e pânico entre motoristas que seguiam pela Marginal Tietê, uma das principais vias da cidade.
A manifestação teve início por volta das 18h15m, na Avenida Gabriela Mistral, que termina no Viaduto Imigrante Nordestino, que divide a Marginal Tietê e a Rodovia Ayrton Senna. Os organizadores do protesto queimaram dois ônibus, o caminhão-baú e interditaram parte da pista da Marginal Tietê. De acordo com a Polícia Militar, a manifestação ocorreu após a prisão de um traficante nesta tarde.
Houve corre-corre, tiroteio e incursão da Polícia Militar nas ruas do bairro. Nove equipes do Corpo de Bombeiros estão no local para tentar conter as chamas. Na Marginal Tietê, por conta do bloqueio, há 15 km de congestionamento, até a Ponte Júlio de Mesquita Neto. Pouco antes das 19h20m, a cidade tinha 140 km de vias congestionadas. Motoristas que seguiam no sentido da Rodovia Ayrton Senna deram marcha à ré na pista quando viram o tumulto.
Na versão de moradores do local, a polícia fazia uma operação durante a tarde à procura de traficantes. Um grupo de jovens jogava futebol num campo no local e um deles foi flagrado fumando um cigarro de maconha. O jovem foi preso e isso causou a revolta do grupo que promoveu a manifestação. Segundo os moradores, o rapaz nada tem a ver com traficantes.
Ainda não há informações sobre vítimas. A gasolina de um ônibus queimado vazou e labaredas se espalharam por uma das ruas. O fogo quase atingiu um posto de gasolina e chegou a alcançar a fiação elétrica da rua. De acordo com a Eletropaulo, várias residência da Penha estão às escuras e ainda não há previsão para a normalização do abastecimento.
Um helicóptero da Polícia Militar sobrevoa a região à procura de manifestantes.

Cidade Tiradentes
A noite da última quarta-feira foi de violência em Cidade Tiradentes , também na zona leste de São Paulo. Moradores fizeram um protesto contra a desocupação de 80 famílias, determinada pela Prefeitura por conta de um deslizamento de terra que teria sido causado por um aterro irregular, feito pelo dono de uma borracharia na vizinhança.
No protesto, os moradores colocaram fogo na borracharia e em um ônibus que estava quebrado, parado nas imediações. Ruas foram interditadas e os manifestantes incendiaram pneus de borracha.
O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 21:11  comentar

SÃO PAULO - Um protesto na Penha, zona leste de São Paulo, causa transtornos aos moradores do bairro e ao trânsito de São Paulo na noite desta quarta-feira. Ônibus e um caminhão-baú foram queimados, houve tiroteio e pânico entre motoristas que seguiam pela Marginal Tietê, uma das principais vias da cidade.
A manifestação teve início por volta das 18h15m, na Avenida Gabriela Mistral, que termina no Viaduto Imigrante Nordestino, que divide a Marginal Tietê e a Rodovia Ayrton Senna. Os organizadores do protesto queimaram dois ônibus, o caminhão-baú e interditaram parte da pista da Marginal Tietê. De acordo com a Polícia Militar, a manifestação ocorreu após a prisão de um traficante nesta tarde.
Houve corre-corre, tiroteio e incursão da Polícia Militar nas ruas do bairro. Nove equipes do Corpo de Bombeiros estão no local para tentar conter as chamas. Na Marginal Tietê, por conta do bloqueio, há 15 km de congestionamento, até a Ponte Júlio de Mesquita Neto. Pouco antes das 19h20m, a cidade tinha 140 km de vias congestionadas. Motoristas que seguiam no sentido da Rodovia Ayrton Senna deram marcha à ré na pista quando viram o tumulto.
Na versão de moradores do local, a polícia fazia uma operação durante a tarde à procura de traficantes. Um grupo de jovens jogava futebol num campo no local e um deles foi flagrado fumando um cigarro de maconha. O jovem foi preso e isso causou a revolta do grupo que promoveu a manifestação. Segundo os moradores, o rapaz nada tem a ver com traficantes.
Ainda não há informações sobre vítimas. A gasolina de um ônibus queimado vazou e labaredas se espalharam por uma das ruas. O fogo quase atingiu um posto de gasolina e chegou a alcançar a fiação elétrica da rua. De acordo com a Eletropaulo, várias residência da Penha estão às escuras e ainda não há previsão para a normalização do abastecimento.
Um helicóptero da Polícia Militar sobrevoa a região à procura de manifestantes.

Cidade Tiradentes
A noite da última quarta-feira foi de violência em Cidade Tiradentes , também na zona leste de São Paulo. Moradores fizeram um protesto contra a desocupação de 80 famílias, determinada pela Prefeitura por conta de um deslizamento de terra que teria sido causado por um aterro irregular, feito pelo dono de uma borracharia na vizinhança.
No protesto, os moradores colocaram fogo na borracharia e em um ônibus que estava quebrado, parado nas imediações. Ruas foram interditadas e os manifestantes incendiaram pneus de borracha.
O Globo On Line
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SÃO PAULO - Um protesto na Penha, zona leste de São Paulo, causa transtornos aos moradores do bairro e ao trânsito de São Paulo na noite desta quarta-feira. Ônibus e um caminhão-baú foram queimados, houve tiroteio e pânico entre motoristas que seguiam pela Marginal Tietê, uma das principais vias da cidade.
A manifestação teve início por volta das 18h15m, na Avenida Gabriela Mistral, que termina no Viaduto Imigrante Nordestino, que divide a Marginal Tietê e a Rodovia Ayrton Senna. Os organizadores do protesto queimaram dois ônibus, o caminhão-baú e interditaram parte da pista da Marginal Tietê. De acordo com a Polícia Militar, a manifestação ocorreu após a prisão de um traficante nesta tarde.
Houve corre-corre, tiroteio e incursão da Polícia Militar nas ruas do bairro. Nove equipes do Corpo de Bombeiros estão no local para tentar conter as chamas. Na Marginal Tietê, por conta do bloqueio, há 15 km de congestionamento, até a Ponte Júlio de Mesquita Neto. Pouco antes das 19h20m, a cidade tinha 140 km de vias congestionadas. Motoristas que seguiam no sentido da Rodovia Ayrton Senna deram marcha à ré na pista quando viram o tumulto.
Na versão de moradores do local, a polícia fazia uma operação durante a tarde à procura de traficantes. Um grupo de jovens jogava futebol num campo no local e um deles foi flagrado fumando um cigarro de maconha. O jovem foi preso e isso causou a revolta do grupo que promoveu a manifestação. Segundo os moradores, o rapaz nada tem a ver com traficantes.
Ainda não há informações sobre vítimas. A gasolina de um ônibus queimado vazou e labaredas se espalharam por uma das ruas. O fogo quase atingiu um posto de gasolina e chegou a alcançar a fiação elétrica da rua. De acordo com a Eletropaulo, várias residência da Penha estão às escuras e ainda não há previsão para a normalização do abastecimento.
Um helicóptero da Polícia Militar sobrevoa a região à procura de manifestantes.

Cidade Tiradentes
A noite da última quarta-feira foi de violência em Cidade Tiradentes , também na zona leste de São Paulo. Moradores fizeram um protesto contra a desocupação de 80 famílias, determinada pela Prefeitura por conta de um deslizamento de terra que teria sido causado por um aterro irregular, feito pelo dono de uma borracharia na vizinhança.
No protesto, os moradores colocaram fogo na borracharia e em um ônibus que estava quebrado, parado nas imediações. Ruas foram interditadas e os manifestantes incendiaram pneus de borracha.
O Globo On Line
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SÃO PAULO - Um protesto na Penha, zona leste de São Paulo, causa transtornos aos moradores do bairro e ao trânsito de São Paulo na noite desta quarta-feira. Ônibus e um caminhão-baú foram queimados, houve tiroteio e pânico entre motoristas que seguiam pela Marginal Tietê, uma das principais vias da cidade.
A manifestação teve início por volta das 18h15m, na Avenida Gabriela Mistral, que termina no Viaduto Imigrante Nordestino, que divide a Marginal Tietê e a Rodovia Ayrton Senna. Os organizadores do protesto queimaram dois ônibus, o caminhão-baú e interditaram parte da pista da Marginal Tietê. De acordo com a Polícia Militar, a manifestação ocorreu após a prisão de um traficante nesta tarde.
Houve corre-corre, tiroteio e incursão da Polícia Militar nas ruas do bairro. Nove equipes do Corpo de Bombeiros estão no local para tentar conter as chamas. Na Marginal Tietê, por conta do bloqueio, há 15 km de congestionamento, até a Ponte Júlio de Mesquita Neto. Pouco antes das 19h20m, a cidade tinha 140 km de vias congestionadas. Motoristas que seguiam no sentido da Rodovia Ayrton Senna deram marcha à ré na pista quando viram o tumulto.
Na versão de moradores do local, a polícia fazia uma operação durante a tarde à procura de traficantes. Um grupo de jovens jogava futebol num campo no local e um deles foi flagrado fumando um cigarro de maconha. O jovem foi preso e isso causou a revolta do grupo que promoveu a manifestação. Segundo os moradores, o rapaz nada tem a ver com traficantes.
Ainda não há informações sobre vítimas. A gasolina de um ônibus queimado vazou e labaredas se espalharam por uma das ruas. O fogo quase atingiu um posto de gasolina e chegou a alcançar a fiação elétrica da rua. De acordo com a Eletropaulo, várias residência da Penha estão às escuras e ainda não há previsão para a normalização do abastecimento.
Um helicóptero da Polícia Militar sobrevoa a região à procura de manifestantes.

Cidade Tiradentes
A noite da última quarta-feira foi de violência em Cidade Tiradentes , também na zona leste de São Paulo. Moradores fizeram um protesto contra a desocupação de 80 famílias, determinada pela Prefeitura por conta de um deslizamento de terra que teria sido causado por um aterro irregular, feito pelo dono de uma borracharia na vizinhança.
No protesto, os moradores colocaram fogo na borracharia e em um ônibus que estava quebrado, parado nas imediações. Ruas foram interditadas e os manifestantes incendiaram pneus de borracha.
O Globo On Line
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SÃO PAULO - Um protesto na Penha, zona leste de São Paulo, causa transtornos aos moradores do bairro e ao trânsito de São Paulo na noite desta quarta-feira. Ônibus e um caminhão-baú foram queimados, houve tiroteio e pânico entre motoristas que seguiam pela Marginal Tietê, uma das principais vias da cidade.
A manifestação teve início por volta das 18h15m, na Avenida Gabriela Mistral, que termina no Viaduto Imigrante Nordestino, que divide a Marginal Tietê e a Rodovia Ayrton Senna. Os organizadores do protesto queimaram dois ônibus, o caminhão-baú e interditaram parte da pista da Marginal Tietê. De acordo com a Polícia Militar, a manifestação ocorreu após a prisão de um traficante nesta tarde.
Houve corre-corre, tiroteio e incursão da Polícia Militar nas ruas do bairro. Nove equipes do Corpo de Bombeiros estão no local para tentar conter as chamas. Na Marginal Tietê, por conta do bloqueio, há 15 km de congestionamento, até a Ponte Júlio de Mesquita Neto. Pouco antes das 19h20m, a cidade tinha 140 km de vias congestionadas. Motoristas que seguiam no sentido da Rodovia Ayrton Senna deram marcha à ré na pista quando viram o tumulto.
Na versão de moradores do local, a polícia fazia uma operação durante a tarde à procura de traficantes. Um grupo de jovens jogava futebol num campo no local e um deles foi flagrado fumando um cigarro de maconha. O jovem foi preso e isso causou a revolta do grupo que promoveu a manifestação. Segundo os moradores, o rapaz nada tem a ver com traficantes.
Ainda não há informações sobre vítimas. A gasolina de um ônibus queimado vazou e labaredas se espalharam por uma das ruas. O fogo quase atingiu um posto de gasolina e chegou a alcançar a fiação elétrica da rua. De acordo com a Eletropaulo, várias residência da Penha estão às escuras e ainda não há previsão para a normalização do abastecimento.
Um helicóptero da Polícia Militar sobrevoa a região à procura de manifestantes.

Cidade Tiradentes
A noite da última quarta-feira foi de violência em Cidade Tiradentes , também na zona leste de São Paulo. Moradores fizeram um protesto contra a desocupação de 80 famílias, determinada pela Prefeitura por conta de um deslizamento de terra que teria sido causado por um aterro irregular, feito pelo dono de uma borracharia na vizinhança.
No protesto, os moradores colocaram fogo na borracharia e em um ônibus que estava quebrado, parado nas imediações. Ruas foram interditadas e os manifestantes incendiaram pneus de borracha.
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Brasília - Se o ritmo de redução da população analfabeta permanecer o mesmo dos últimos anos, o Brasil ainda levará algumas décadas para se livrar de um problema que hoje atinge um em cada dez brasileiros: o analfabetismo. No ano 2000, na Conferência Mundial de Educação, em Dacar (Senegal), o Brasil assinou junto com 128 países um pacto para melhorar a qualidade do ensino. Entre as metas estabelecidas, está reduzir pela metade a taxa de analfabetismo no País até 2015, chegando ao percentual de 6,7%.
Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2007 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela que 14 milhões de analfabetos vivem hoje no País. O contingente representa 10% da população com mais de 15 anos. Se em 15 anos o percentual de pessoas que não sabem ler e escrever caiu de 32%, em 1992, para 10%, em 2007, nos últimos anos o ritmo de queda está praticamente estagnado. De 2005 para 2006, a redução foi de 0,7% e de 2006 para 2007, de 0,4%.
Para a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), responsável por monitorar o compromisso Educação para Todos, firmado durante a Conferência Mundial de Educação, vai ser muito difícil o Brasil atingir a meta esperada para 2015. "Isso exigiria um esforço muito maior do que o que está sendo feito. A gente espera que o Brasil consiga atingir a meta, mas acho que isso ainda vai permanecer no reino dos desafios", diz o especialista em educação de jovens e adultos da Unesco, Timothy Ireland.
A principal estratégia do Ministério da Educação (Mec) para reduzir o problema é o programa Brasil Alfabetizado, que dá apoio técnico e financeiro para que municípios e estados criem turmas de jovens e adultos. A meta é atender 2,2 milhões de pessoas em 2009.
"O programa é muito complexo de implementar, não é simples. Isso porque você precisa mobilizar o analfabeto, criar condições de formar o alfabetizador. É um público difícil e as razões para isso estão na história que ele traz. Em geral, o analfabeto tem muito pouca confiança na sua capacidade de aprender", afirma o secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Mec, André Lázaro.
Na opinião de especialistas, o analfabetismo também potencializa e multiplica situações de exclusão, além de submeter as pessoas a constrangimentos e a situações de preconceito.
Por não saber ler, a aposentada Áurea Freitas de Souza, 85 anos, conta que precisa de ajuda em tarefas simples do dia a dia, como ler receitas de comidas, de remédios e pagar contas."Quem não sabe ler nem escrever está na escuridão, fora do mundo. Parece que não existe", resume a moradora do Rio de Janeiro
A aposentada criou suas próprias estratégias para driblar as dificuldades decorrentes do analfabetismo. Para pegar ônibus, por exemplo, ela aprendeu a identificar as letras do destino ou os números do veículo. Quando precisa ir ao banco pagar uma conta, sai de casa com o dinheiro contado.
Além de alfabetizar aqueles que não tiveram acesso ao ensino, para encerrar o ciclo do analfabetismo é preciso trabalhar também na outra ponta: garantir a qualidade da educação para que a escola não produza novos analfabetos.
Para o pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Marcelo Medeiros, esse problema é ainda mais grave. "Ainda que essas crianças não sejam analfabetas completas, mas funcionais, elas saem da escola sem capacidade de letramento, sem capacidade de dominar os textos. Isso é preocupante e é sinal do mau funcionamento do sistema de ensino", alerta.
Os especialistas entrevistados pela Agência Brasil acreditam que os motivos para a persistência do problema estão ligados a campanhas de mobilização ineficazes, à má qualidade do ensino público como um todo e à falta de oferta de cursos de educação de jovens e adultos para que os alfabetizados possam continuar os estudos.
Além de políticas ineficazes, falta consciência social sobre o problema, na avaliação da especialista da USP. "Há uma certa invisibilidade desse tema, como se pudéssemos passar à margem de 14 milhões de brasileiros. Não é um problema residual, nem um problema do passado. É um problema que se repete a cada dia", alerta Maria Clara.
Série de matérias especiais produzidas pela Agência Brasil mostra quais são os principais gargalos desse problema e possíveis soluções para que o país supere o analfabetismo.



O DIA ONLINE
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Brasília - Se o ritmo de redução da população analfabeta permanecer o mesmo dos últimos anos, o Brasil ainda levará algumas décadas para se livrar de um problema que hoje atinge um em cada dez brasileiros: o analfabetismo. No ano 2000, na Conferência Mundial de Educação, em Dacar (Senegal), o Brasil assinou junto com 128 países um pacto para melhorar a qualidade do ensino. Entre as metas estabelecidas, está reduzir pela metade a taxa de analfabetismo no País até 2015, chegando ao percentual de 6,7%.
Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2007 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela que 14 milhões de analfabetos vivem hoje no País. O contingente representa 10% da população com mais de 15 anos. Se em 15 anos o percentual de pessoas que não sabem ler e escrever caiu de 32%, em 1992, para 10%, em 2007, nos últimos anos o ritmo de queda está praticamente estagnado. De 2005 para 2006, a redução foi de 0,7% e de 2006 para 2007, de 0,4%.
Para a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), responsável por monitorar o compromisso Educação para Todos, firmado durante a Conferência Mundial de Educação, vai ser muito difícil o Brasil atingir a meta esperada para 2015. "Isso exigiria um esforço muito maior do que o que está sendo feito. A gente espera que o Brasil consiga atingir a meta, mas acho que isso ainda vai permanecer no reino dos desafios", diz o especialista em educação de jovens e adultos da Unesco, Timothy Ireland.
A principal estratégia do Ministério da Educação (Mec) para reduzir o problema é o programa Brasil Alfabetizado, que dá apoio técnico e financeiro para que municípios e estados criem turmas de jovens e adultos. A meta é atender 2,2 milhões de pessoas em 2009.
"O programa é muito complexo de implementar, não é simples. Isso porque você precisa mobilizar o analfabeto, criar condições de formar o alfabetizador. É um público difícil e as razões para isso estão na história que ele traz. Em geral, o analfabeto tem muito pouca confiança na sua capacidade de aprender", afirma o secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Mec, André Lázaro.
Na opinião de especialistas, o analfabetismo também potencializa e multiplica situações de exclusão, além de submeter as pessoas a constrangimentos e a situações de preconceito.
Por não saber ler, a aposentada Áurea Freitas de Souza, 85 anos, conta que precisa de ajuda em tarefas simples do dia a dia, como ler receitas de comidas, de remédios e pagar contas."Quem não sabe ler nem escrever está na escuridão, fora do mundo. Parece que não existe", resume a moradora do Rio de Janeiro
A aposentada criou suas próprias estratégias para driblar as dificuldades decorrentes do analfabetismo. Para pegar ônibus, por exemplo, ela aprendeu a identificar as letras do destino ou os números do veículo. Quando precisa ir ao banco pagar uma conta, sai de casa com o dinheiro contado.
Além de alfabetizar aqueles que não tiveram acesso ao ensino, para encerrar o ciclo do analfabetismo é preciso trabalhar também na outra ponta: garantir a qualidade da educação para que a escola não produza novos analfabetos.
Para o pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Marcelo Medeiros, esse problema é ainda mais grave. "Ainda que essas crianças não sejam analfabetas completas, mas funcionais, elas saem da escola sem capacidade de letramento, sem capacidade de dominar os textos. Isso é preocupante e é sinal do mau funcionamento do sistema de ensino", alerta.
Os especialistas entrevistados pela Agência Brasil acreditam que os motivos para a persistência do problema estão ligados a campanhas de mobilização ineficazes, à má qualidade do ensino público como um todo e à falta de oferta de cursos de educação de jovens e adultos para que os alfabetizados possam continuar os estudos.
Além de políticas ineficazes, falta consciência social sobre o problema, na avaliação da especialista da USP. "Há uma certa invisibilidade desse tema, como se pudéssemos passar à margem de 14 milhões de brasileiros. Não é um problema residual, nem um problema do passado. É um problema que se repete a cada dia", alerta Maria Clara.
Série de matérias especiais produzidas pela Agência Brasil mostra quais são os principais gargalos desse problema e possíveis soluções para que o país supere o analfabetismo.



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Brasília - Se o ritmo de redução da população analfabeta permanecer o mesmo dos últimos anos, o Brasil ainda levará algumas décadas para se livrar de um problema que hoje atinge um em cada dez brasileiros: o analfabetismo. No ano 2000, na Conferência Mundial de Educação, em Dacar (Senegal), o Brasil assinou junto com 128 países um pacto para melhorar a qualidade do ensino. Entre as metas estabelecidas, está reduzir pela metade a taxa de analfabetismo no País até 2015, chegando ao percentual de 6,7%.
Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2007 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela que 14 milhões de analfabetos vivem hoje no País. O contingente representa 10% da população com mais de 15 anos. Se em 15 anos o percentual de pessoas que não sabem ler e escrever caiu de 32%, em 1992, para 10%, em 2007, nos últimos anos o ritmo de queda está praticamente estagnado. De 2005 para 2006, a redução foi de 0,7% e de 2006 para 2007, de 0,4%.
Para a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), responsável por monitorar o compromisso Educação para Todos, firmado durante a Conferência Mundial de Educação, vai ser muito difícil o Brasil atingir a meta esperada para 2015. "Isso exigiria um esforço muito maior do que o que está sendo feito. A gente espera que o Brasil consiga atingir a meta, mas acho que isso ainda vai permanecer no reino dos desafios", diz o especialista em educação de jovens e adultos da Unesco, Timothy Ireland.
A principal estratégia do Ministério da Educação (Mec) para reduzir o problema é o programa Brasil Alfabetizado, que dá apoio técnico e financeiro para que municípios e estados criem turmas de jovens e adultos. A meta é atender 2,2 milhões de pessoas em 2009.
"O programa é muito complexo de implementar, não é simples. Isso porque você precisa mobilizar o analfabeto, criar condições de formar o alfabetizador. É um público difícil e as razões para isso estão na história que ele traz. Em geral, o analfabeto tem muito pouca confiança na sua capacidade de aprender", afirma o secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Mec, André Lázaro.
Na opinião de especialistas, o analfabetismo também potencializa e multiplica situações de exclusão, além de submeter as pessoas a constrangimentos e a situações de preconceito.
Por não saber ler, a aposentada Áurea Freitas de Souza, 85 anos, conta que precisa de ajuda em tarefas simples do dia a dia, como ler receitas de comidas, de remédios e pagar contas."Quem não sabe ler nem escrever está na escuridão, fora do mundo. Parece que não existe", resume a moradora do Rio de Janeiro
A aposentada criou suas próprias estratégias para driblar as dificuldades decorrentes do analfabetismo. Para pegar ônibus, por exemplo, ela aprendeu a identificar as letras do destino ou os números do veículo. Quando precisa ir ao banco pagar uma conta, sai de casa com o dinheiro contado.
Além de alfabetizar aqueles que não tiveram acesso ao ensino, para encerrar o ciclo do analfabetismo é preciso trabalhar também na outra ponta: garantir a qualidade da educação para que a escola não produza novos analfabetos.
Para o pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Marcelo Medeiros, esse problema é ainda mais grave. "Ainda que essas crianças não sejam analfabetas completas, mas funcionais, elas saem da escola sem capacidade de letramento, sem capacidade de dominar os textos. Isso é preocupante e é sinal do mau funcionamento do sistema de ensino", alerta.
Os especialistas entrevistados pela Agência Brasil acreditam que os motivos para a persistência do problema estão ligados a campanhas de mobilização ineficazes, à má qualidade do ensino público como um todo e à falta de oferta de cursos de educação de jovens e adultos para que os alfabetizados possam continuar os estudos.
Além de políticas ineficazes, falta consciência social sobre o problema, na avaliação da especialista da USP. "Há uma certa invisibilidade desse tema, como se pudéssemos passar à margem de 14 milhões de brasileiros. Não é um problema residual, nem um problema do passado. É um problema que se repete a cada dia", alerta Maria Clara.
Série de matérias especiais produzidas pela Agência Brasil mostra quais são os principais gargalos desse problema e possíveis soluções para que o país supere o analfabetismo.



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Brasília - Se o ritmo de redução da população analfabeta permanecer o mesmo dos últimos anos, o Brasil ainda levará algumas décadas para se livrar de um problema que hoje atinge um em cada dez brasileiros: o analfabetismo. No ano 2000, na Conferência Mundial de Educação, em Dacar (Senegal), o Brasil assinou junto com 128 países um pacto para melhorar a qualidade do ensino. Entre as metas estabelecidas, está reduzir pela metade a taxa de analfabetismo no País até 2015, chegando ao percentual de 6,7%.
Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2007 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela que 14 milhões de analfabetos vivem hoje no País. O contingente representa 10% da população com mais de 15 anos. Se em 15 anos o percentual de pessoas que não sabem ler e escrever caiu de 32%, em 1992, para 10%, em 2007, nos últimos anos o ritmo de queda está praticamente estagnado. De 2005 para 2006, a redução foi de 0,7% e de 2006 para 2007, de 0,4%.
Para a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), responsável por monitorar o compromisso Educação para Todos, firmado durante a Conferência Mundial de Educação, vai ser muito difícil o Brasil atingir a meta esperada para 2015. "Isso exigiria um esforço muito maior do que o que está sendo feito. A gente espera que o Brasil consiga atingir a meta, mas acho que isso ainda vai permanecer no reino dos desafios", diz o especialista em educação de jovens e adultos da Unesco, Timothy Ireland.
A principal estratégia do Ministério da Educação (Mec) para reduzir o problema é o programa Brasil Alfabetizado, que dá apoio técnico e financeiro para que municípios e estados criem turmas de jovens e adultos. A meta é atender 2,2 milhões de pessoas em 2009.
"O programa é muito complexo de implementar, não é simples. Isso porque você precisa mobilizar o analfabeto, criar condições de formar o alfabetizador. É um público difícil e as razões para isso estão na história que ele traz. Em geral, o analfabeto tem muito pouca confiança na sua capacidade de aprender", afirma o secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Mec, André Lázaro.
Na opinião de especialistas, o analfabetismo também potencializa e multiplica situações de exclusão, além de submeter as pessoas a constrangimentos e a situações de preconceito.
Por não saber ler, a aposentada Áurea Freitas de Souza, 85 anos, conta que precisa de ajuda em tarefas simples do dia a dia, como ler receitas de comidas, de remédios e pagar contas."Quem não sabe ler nem escrever está na escuridão, fora do mundo. Parece que não existe", resume a moradora do Rio de Janeiro
A aposentada criou suas próprias estratégias para driblar as dificuldades decorrentes do analfabetismo. Para pegar ônibus, por exemplo, ela aprendeu a identificar as letras do destino ou os números do veículo. Quando precisa ir ao banco pagar uma conta, sai de casa com o dinheiro contado.
Além de alfabetizar aqueles que não tiveram acesso ao ensino, para encerrar o ciclo do analfabetismo é preciso trabalhar também na outra ponta: garantir a qualidade da educação para que a escola não produza novos analfabetos.
Para o pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Marcelo Medeiros, esse problema é ainda mais grave. "Ainda que essas crianças não sejam analfabetas completas, mas funcionais, elas saem da escola sem capacidade de letramento, sem capacidade de dominar os textos. Isso é preocupante e é sinal do mau funcionamento do sistema de ensino", alerta.
Os especialistas entrevistados pela Agência Brasil acreditam que os motivos para a persistência do problema estão ligados a campanhas de mobilização ineficazes, à má qualidade do ensino público como um todo e à falta de oferta de cursos de educação de jovens e adultos para que os alfabetizados possam continuar os estudos.
Além de políticas ineficazes, falta consciência social sobre o problema, na avaliação da especialista da USP. "Há uma certa invisibilidade desse tema, como se pudéssemos passar à margem de 14 milhões de brasileiros. Não é um problema residual, nem um problema do passado. É um problema que se repete a cada dia", alerta Maria Clara.
Série de matérias especiais produzidas pela Agência Brasil mostra quais são os principais gargalos desse problema e possíveis soluções para que o país supere o analfabetismo.



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Brasília - Se o ritmo de redução da população analfabeta permanecer o mesmo dos últimos anos, o Brasil ainda levará algumas décadas para se livrar de um problema que hoje atinge um em cada dez brasileiros: o analfabetismo. No ano 2000, na Conferência Mundial de Educação, em Dacar (Senegal), o Brasil assinou junto com 128 países um pacto para melhorar a qualidade do ensino. Entre as metas estabelecidas, está reduzir pela metade a taxa de analfabetismo no País até 2015, chegando ao percentual de 6,7%.
Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2007 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela que 14 milhões de analfabetos vivem hoje no País. O contingente representa 10% da população com mais de 15 anos. Se em 15 anos o percentual de pessoas que não sabem ler e escrever caiu de 32%, em 1992, para 10%, em 2007, nos últimos anos o ritmo de queda está praticamente estagnado. De 2005 para 2006, a redução foi de 0,7% e de 2006 para 2007, de 0,4%.
Para a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), responsável por monitorar o compromisso Educação para Todos, firmado durante a Conferência Mundial de Educação, vai ser muito difícil o Brasil atingir a meta esperada para 2015. "Isso exigiria um esforço muito maior do que o que está sendo feito. A gente espera que o Brasil consiga atingir a meta, mas acho que isso ainda vai permanecer no reino dos desafios", diz o especialista em educação de jovens e adultos da Unesco, Timothy Ireland.
A principal estratégia do Ministério da Educação (Mec) para reduzir o problema é o programa Brasil Alfabetizado, que dá apoio técnico e financeiro para que municípios e estados criem turmas de jovens e adultos. A meta é atender 2,2 milhões de pessoas em 2009.
"O programa é muito complexo de implementar, não é simples. Isso porque você precisa mobilizar o analfabeto, criar condições de formar o alfabetizador. É um público difícil e as razões para isso estão na história que ele traz. Em geral, o analfabeto tem muito pouca confiança na sua capacidade de aprender", afirma o secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Mec, André Lázaro.
Na opinião de especialistas, o analfabetismo também potencializa e multiplica situações de exclusão, além de submeter as pessoas a constrangimentos e a situações de preconceito.
Por não saber ler, a aposentada Áurea Freitas de Souza, 85 anos, conta que precisa de ajuda em tarefas simples do dia a dia, como ler receitas de comidas, de remédios e pagar contas."Quem não sabe ler nem escrever está na escuridão, fora do mundo. Parece que não existe", resume a moradora do Rio de Janeiro
A aposentada criou suas próprias estratégias para driblar as dificuldades decorrentes do analfabetismo. Para pegar ônibus, por exemplo, ela aprendeu a identificar as letras do destino ou os números do veículo. Quando precisa ir ao banco pagar uma conta, sai de casa com o dinheiro contado.
Além de alfabetizar aqueles que não tiveram acesso ao ensino, para encerrar o ciclo do analfabetismo é preciso trabalhar também na outra ponta: garantir a qualidade da educação para que a escola não produza novos analfabetos.
Para o pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Marcelo Medeiros, esse problema é ainda mais grave. "Ainda que essas crianças não sejam analfabetas completas, mas funcionais, elas saem da escola sem capacidade de letramento, sem capacidade de dominar os textos. Isso é preocupante e é sinal do mau funcionamento do sistema de ensino", alerta.
Os especialistas entrevistados pela Agência Brasil acreditam que os motivos para a persistência do problema estão ligados a campanhas de mobilização ineficazes, à má qualidade do ensino público como um todo e à falta de oferta de cursos de educação de jovens e adultos para que os alfabetizados possam continuar os estudos.
Além de políticas ineficazes, falta consciência social sobre o problema, na avaliação da especialista da USP. "Há uma certa invisibilidade desse tema, como se pudéssemos passar à margem de 14 milhões de brasileiros. Não é um problema residual, nem um problema do passado. É um problema que se repete a cada dia", alerta Maria Clara.
Série de matérias especiais produzidas pela Agência Brasil mostra quais são os principais gargalos desse problema e possíveis soluções para que o país supere o analfabetismo.



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Uma manifestação lembra nesta quarta-feira os policiais militares mortos no Rio de Janeiro. Na praia de Ipanema (zona sul), um varal exibe cerca de 70 uniformes de PMs manchados de vermelho e com furos --representando os tiros.

Segundo ONG Rio de Paz, o número equivale ao total de PMs mortos em dois anos e quatro meses. A Polícia Militar do Rio completa 200 anos hoje.
Na última segunda (11), a mesma ONG cobriu com 17 mil pedras brancas as escadarias da Assembleia Legislativa do Rio, no centro da cidade, para simbolizar o número de mortes violentas no Estado nos últimos dois anos e quatro meses.

Folha Online
link do postPor anjoseguerreiros, às 19:25  comentar

Uma manifestação lembra nesta quarta-feira os policiais militares mortos no Rio de Janeiro. Na praia de Ipanema (zona sul), um varal exibe cerca de 70 uniformes de PMs manchados de vermelho e com furos --representando os tiros.

Segundo ONG Rio de Paz, o número equivale ao total de PMs mortos em dois anos e quatro meses. A Polícia Militar do Rio completa 200 anos hoje.
Na última segunda (11), a mesma ONG cobriu com 17 mil pedras brancas as escadarias da Assembleia Legislativa do Rio, no centro da cidade, para simbolizar o número de mortes violentas no Estado nos últimos dois anos e quatro meses.

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Uma manifestação lembra nesta quarta-feira os policiais militares mortos no Rio de Janeiro. Na praia de Ipanema (zona sul), um varal exibe cerca de 70 uniformes de PMs manchados de vermelho e com furos --representando os tiros.

Segundo ONG Rio de Paz, o número equivale ao total de PMs mortos em dois anos e quatro meses. A Polícia Militar do Rio completa 200 anos hoje.
Na última segunda (11), a mesma ONG cobriu com 17 mil pedras brancas as escadarias da Assembleia Legislativa do Rio, no centro da cidade, para simbolizar o número de mortes violentas no Estado nos últimos dois anos e quatro meses.

Folha Online
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Uma manifestação lembra nesta quarta-feira os policiais militares mortos no Rio de Janeiro. Na praia de Ipanema (zona sul), um varal exibe cerca de 70 uniformes de PMs manchados de vermelho e com furos --representando os tiros.

Segundo ONG Rio de Paz, o número equivale ao total de PMs mortos em dois anos e quatro meses. A Polícia Militar do Rio completa 200 anos hoje.
Na última segunda (11), a mesma ONG cobriu com 17 mil pedras brancas as escadarias da Assembleia Legislativa do Rio, no centro da cidade, para simbolizar o número de mortes violentas no Estado nos últimos dois anos e quatro meses.

Folha Online
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Uma manifestação lembra nesta quarta-feira os policiais militares mortos no Rio de Janeiro. Na praia de Ipanema (zona sul), um varal exibe cerca de 70 uniformes de PMs manchados de vermelho e com furos --representando os tiros.

Segundo ONG Rio de Paz, o número equivale ao total de PMs mortos em dois anos e quatro meses. A Polícia Militar do Rio completa 200 anos hoje.
Na última segunda (11), a mesma ONG cobriu com 17 mil pedras brancas as escadarias da Assembleia Legislativa do Rio, no centro da cidade, para simbolizar o número de mortes violentas no Estado nos últimos dois anos e quatro meses.

Folha Online
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CURITIBA - O Juizado Especial Criminal em Cascavel condenou um casal por ter abandonado um cão vira-latas, que acabou morrendo à míngua. Atílio Dallagnol e Marlene Dallagnol, responsáveis pelo abandono do cão Urso, foram multados em um salário mínimo (R$ 465) a ser depositado em favor do Conselho da Comunidade e obrigados a ressarcir R$ 500 à Associação Cidadã de Proteção aos Animais (Acipa), que bancou os gastos veterinários na tentativa de recuperar o cachorro abandonado pela família.
O promotor Ângelo Mazzucchi Santana Ferreira disse que esse tipo de condenação não acontece com mais frequência porque não há em Cascavel um centro de zoonoses.
O casal foi denunciado pela ONG Acipa por maus tratos, com base na Lei 9.605/98, que tipifica os crimes ambientais, entre os quais os maus-tratos a animais domésticos.
O caso de Urso, que comoveu os voluntários da Acipa, começou no fim de dezembro, quando uma mulher ligou para a entidade denunciando o abandono de um cão pela família vizinha, durante uma mudança. Havia quase dois meses o cachorro permanecia no terreno e definhava por falta de cuidados, por mais que ela lhe desse comida e água sempre que podia. No dia 29 de dezembro de 2008, a tesoureira da Acipa, Laurenice Veloso, foi ao local para atender ao chamado.
- O bichinho estava que era pele e osso. Nunca vi um cachorrinho com olhos tão tristes - conta.
Laurenice conta ter se informado sobre o novo endereço dos antigos donos e foi até o local.
- Os antigos donos me atenderam. Mostrei o cachorro à mulher e perguntei se ela o conhecia. Ela respondeu que sim, que o cão era dela e aproximou-se. Ela tentou justificar o abandono dizendo que o tinha doado para um pedreiro da construção ao lado, depois que iam todos os dias para alimentá-lo, por fim, acabou falando que o pobre Urso foi deixado para trás porque tinha pulado o muro e saído com uma cachorrinha. Eu disse aos antigos donos do Urso que prestaria atendimento veterinário e registraria boletim de ocorrência, denunciando-os por maus-tratos - diz Laurenice.
Segundo ela, Urso ficou internado numa Clínica Veterinária de 29 de dezembro de 2008 até 20 de janeiro de 2009, "com um quadro severo de pneumonia, desidratação e desnutrição".
Ao receber alta da Clínica, Urso foi adotado por Laurenice. Embora tenha melhorado o aspecto geral, Urso acabou sofrendo complicações de saúde e sequelas de uma cinomose paralisaram o movimento dos membros. Com o quadro agravado e irreversível, Urso foi submetido a eutanásia em 19 de fevereiro, na mesma clínica veterinária onde esteve internado.
- Foi um sofrimento. Acompanhei o Urso até o último momento. As pessoas devem ser mais responsáveis com seus bichinhos de estimação - diz Laurenice.
O casal Atílio e Marlene Dallagnol não foi encontrado ontem no novo endereço para falar sobre o assunto.


O Globo On Line
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link do postPor anjoseguerreiros, às 19:03  comentar

CURITIBA - O Juizado Especial Criminal em Cascavel condenou um casal por ter abandonado um cão vira-latas, que acabou morrendo à míngua. Atílio Dallagnol e Marlene Dallagnol, responsáveis pelo abandono do cão Urso, foram multados em um salário mínimo (R$ 465) a ser depositado em favor do Conselho da Comunidade e obrigados a ressarcir R$ 500 à Associação Cidadã de Proteção aos Animais (Acipa), que bancou os gastos veterinários na tentativa de recuperar o cachorro abandonado pela família.
O promotor Ângelo Mazzucchi Santana Ferreira disse que esse tipo de condenação não acontece com mais frequência porque não há em Cascavel um centro de zoonoses.
O casal foi denunciado pela ONG Acipa por maus tratos, com base na Lei 9.605/98, que tipifica os crimes ambientais, entre os quais os maus-tratos a animais domésticos.
O caso de Urso, que comoveu os voluntários da Acipa, começou no fim de dezembro, quando uma mulher ligou para a entidade denunciando o abandono de um cão pela família vizinha, durante uma mudança. Havia quase dois meses o cachorro permanecia no terreno e definhava por falta de cuidados, por mais que ela lhe desse comida e água sempre que podia. No dia 29 de dezembro de 2008, a tesoureira da Acipa, Laurenice Veloso, foi ao local para atender ao chamado.
- O bichinho estava que era pele e osso. Nunca vi um cachorrinho com olhos tão tristes - conta.
Laurenice conta ter se informado sobre o novo endereço dos antigos donos e foi até o local.
- Os antigos donos me atenderam. Mostrei o cachorro à mulher e perguntei se ela o conhecia. Ela respondeu que sim, que o cão era dela e aproximou-se. Ela tentou justificar o abandono dizendo que o tinha doado para um pedreiro da construção ao lado, depois que iam todos os dias para alimentá-lo, por fim, acabou falando que o pobre Urso foi deixado para trás porque tinha pulado o muro e saído com uma cachorrinha. Eu disse aos antigos donos do Urso que prestaria atendimento veterinário e registraria boletim de ocorrência, denunciando-os por maus-tratos - diz Laurenice.
Segundo ela, Urso ficou internado numa Clínica Veterinária de 29 de dezembro de 2008 até 20 de janeiro de 2009, "com um quadro severo de pneumonia, desidratação e desnutrição".
Ao receber alta da Clínica, Urso foi adotado por Laurenice. Embora tenha melhorado o aspecto geral, Urso acabou sofrendo complicações de saúde e sequelas de uma cinomose paralisaram o movimento dos membros. Com o quadro agravado e irreversível, Urso foi submetido a eutanásia em 19 de fevereiro, na mesma clínica veterinária onde esteve internado.
- Foi um sofrimento. Acompanhei o Urso até o último momento. As pessoas devem ser mais responsáveis com seus bichinhos de estimação - diz Laurenice.
O casal Atílio e Marlene Dallagnol não foi encontrado ontem no novo endereço para falar sobre o assunto.


O Globo On Line
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CURITIBA - O Juizado Especial Criminal em Cascavel condenou um casal por ter abandonado um cão vira-latas, que acabou morrendo à míngua. Atílio Dallagnol e Marlene Dallagnol, responsáveis pelo abandono do cão Urso, foram multados em um salário mínimo (R$ 465) a ser depositado em favor do Conselho da Comunidade e obrigados a ressarcir R$ 500 à Associação Cidadã de Proteção aos Animais (Acipa), que bancou os gastos veterinários na tentativa de recuperar o cachorro abandonado pela família.
O promotor Ângelo Mazzucchi Santana Ferreira disse que esse tipo de condenação não acontece com mais frequência porque não há em Cascavel um centro de zoonoses.
O casal foi denunciado pela ONG Acipa por maus tratos, com base na Lei 9.605/98, que tipifica os crimes ambientais, entre os quais os maus-tratos a animais domésticos.
O caso de Urso, que comoveu os voluntários da Acipa, começou no fim de dezembro, quando uma mulher ligou para a entidade denunciando o abandono de um cão pela família vizinha, durante uma mudança. Havia quase dois meses o cachorro permanecia no terreno e definhava por falta de cuidados, por mais que ela lhe desse comida e água sempre que podia. No dia 29 de dezembro de 2008, a tesoureira da Acipa, Laurenice Veloso, foi ao local para atender ao chamado.
- O bichinho estava que era pele e osso. Nunca vi um cachorrinho com olhos tão tristes - conta.
Laurenice conta ter se informado sobre o novo endereço dos antigos donos e foi até o local.
- Os antigos donos me atenderam. Mostrei o cachorro à mulher e perguntei se ela o conhecia. Ela respondeu que sim, que o cão era dela e aproximou-se. Ela tentou justificar o abandono dizendo que o tinha doado para um pedreiro da construção ao lado, depois que iam todos os dias para alimentá-lo, por fim, acabou falando que o pobre Urso foi deixado para trás porque tinha pulado o muro e saído com uma cachorrinha. Eu disse aos antigos donos do Urso que prestaria atendimento veterinário e registraria boletim de ocorrência, denunciando-os por maus-tratos - diz Laurenice.
Segundo ela, Urso ficou internado numa Clínica Veterinária de 29 de dezembro de 2008 até 20 de janeiro de 2009, "com um quadro severo de pneumonia, desidratação e desnutrição".
Ao receber alta da Clínica, Urso foi adotado por Laurenice. Embora tenha melhorado o aspecto geral, Urso acabou sofrendo complicações de saúde e sequelas de uma cinomose paralisaram o movimento dos membros. Com o quadro agravado e irreversível, Urso foi submetido a eutanásia em 19 de fevereiro, na mesma clínica veterinária onde esteve internado.
- Foi um sofrimento. Acompanhei o Urso até o último momento. As pessoas devem ser mais responsáveis com seus bichinhos de estimação - diz Laurenice.
O casal Atílio e Marlene Dallagnol não foi encontrado ontem no novo endereço para falar sobre o assunto.


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CURITIBA - O Juizado Especial Criminal em Cascavel condenou um casal por ter abandonado um cão vira-latas, que acabou morrendo à míngua. Atílio Dallagnol e Marlene Dallagnol, responsáveis pelo abandono do cão Urso, foram multados em um salário mínimo (R$ 465) a ser depositado em favor do Conselho da Comunidade e obrigados a ressarcir R$ 500 à Associação Cidadã de Proteção aos Animais (Acipa), que bancou os gastos veterinários na tentativa de recuperar o cachorro abandonado pela família.
O promotor Ângelo Mazzucchi Santana Ferreira disse que esse tipo de condenação não acontece com mais frequência porque não há em Cascavel um centro de zoonoses.
O casal foi denunciado pela ONG Acipa por maus tratos, com base na Lei 9.605/98, que tipifica os crimes ambientais, entre os quais os maus-tratos a animais domésticos.
O caso de Urso, que comoveu os voluntários da Acipa, começou no fim de dezembro, quando uma mulher ligou para a entidade denunciando o abandono de um cão pela família vizinha, durante uma mudança. Havia quase dois meses o cachorro permanecia no terreno e definhava por falta de cuidados, por mais que ela lhe desse comida e água sempre que podia. No dia 29 de dezembro de 2008, a tesoureira da Acipa, Laurenice Veloso, foi ao local para atender ao chamado.
- O bichinho estava que era pele e osso. Nunca vi um cachorrinho com olhos tão tristes - conta.
Laurenice conta ter se informado sobre o novo endereço dos antigos donos e foi até o local.
- Os antigos donos me atenderam. Mostrei o cachorro à mulher e perguntei se ela o conhecia. Ela respondeu que sim, que o cão era dela e aproximou-se. Ela tentou justificar o abandono dizendo que o tinha doado para um pedreiro da construção ao lado, depois que iam todos os dias para alimentá-lo, por fim, acabou falando que o pobre Urso foi deixado para trás porque tinha pulado o muro e saído com uma cachorrinha. Eu disse aos antigos donos do Urso que prestaria atendimento veterinário e registraria boletim de ocorrência, denunciando-os por maus-tratos - diz Laurenice.
Segundo ela, Urso ficou internado numa Clínica Veterinária de 29 de dezembro de 2008 até 20 de janeiro de 2009, "com um quadro severo de pneumonia, desidratação e desnutrição".
Ao receber alta da Clínica, Urso foi adotado por Laurenice. Embora tenha melhorado o aspecto geral, Urso acabou sofrendo complicações de saúde e sequelas de uma cinomose paralisaram o movimento dos membros. Com o quadro agravado e irreversível, Urso foi submetido a eutanásia em 19 de fevereiro, na mesma clínica veterinária onde esteve internado.
- Foi um sofrimento. Acompanhei o Urso até o último momento. As pessoas devem ser mais responsáveis com seus bichinhos de estimação - diz Laurenice.
O casal Atílio e Marlene Dallagnol não foi encontrado ontem no novo endereço para falar sobre o assunto.


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CURITIBA - O Juizado Especial Criminal em Cascavel condenou um casal por ter abandonado um cão vira-latas, que acabou morrendo à míngua. Atílio Dallagnol e Marlene Dallagnol, responsáveis pelo abandono do cão Urso, foram multados em um salário mínimo (R$ 465) a ser depositado em favor do Conselho da Comunidade e obrigados a ressarcir R$ 500 à Associação Cidadã de Proteção aos Animais (Acipa), que bancou os gastos veterinários na tentativa de recuperar o cachorro abandonado pela família.
O promotor Ângelo Mazzucchi Santana Ferreira disse que esse tipo de condenação não acontece com mais frequência porque não há em Cascavel um centro de zoonoses.
O casal foi denunciado pela ONG Acipa por maus tratos, com base na Lei 9.605/98, que tipifica os crimes ambientais, entre os quais os maus-tratos a animais domésticos.
O caso de Urso, que comoveu os voluntários da Acipa, começou no fim de dezembro, quando uma mulher ligou para a entidade denunciando o abandono de um cão pela família vizinha, durante uma mudança. Havia quase dois meses o cachorro permanecia no terreno e definhava por falta de cuidados, por mais que ela lhe desse comida e água sempre que podia. No dia 29 de dezembro de 2008, a tesoureira da Acipa, Laurenice Veloso, foi ao local para atender ao chamado.
- O bichinho estava que era pele e osso. Nunca vi um cachorrinho com olhos tão tristes - conta.
Laurenice conta ter se informado sobre o novo endereço dos antigos donos e foi até o local.
- Os antigos donos me atenderam. Mostrei o cachorro à mulher e perguntei se ela o conhecia. Ela respondeu que sim, que o cão era dela e aproximou-se. Ela tentou justificar o abandono dizendo que o tinha doado para um pedreiro da construção ao lado, depois que iam todos os dias para alimentá-lo, por fim, acabou falando que o pobre Urso foi deixado para trás porque tinha pulado o muro e saído com uma cachorrinha. Eu disse aos antigos donos do Urso que prestaria atendimento veterinário e registraria boletim de ocorrência, denunciando-os por maus-tratos - diz Laurenice.
Segundo ela, Urso ficou internado numa Clínica Veterinária de 29 de dezembro de 2008 até 20 de janeiro de 2009, "com um quadro severo de pneumonia, desidratação e desnutrição".
Ao receber alta da Clínica, Urso foi adotado por Laurenice. Embora tenha melhorado o aspecto geral, Urso acabou sofrendo complicações de saúde e sequelas de uma cinomose paralisaram o movimento dos membros. Com o quadro agravado e irreversível, Urso foi submetido a eutanásia em 19 de fevereiro, na mesma clínica veterinária onde esteve internado.
- Foi um sofrimento. Acompanhei o Urso até o último momento. As pessoas devem ser mais responsáveis com seus bichinhos de estimação - diz Laurenice.
O casal Atílio e Marlene Dallagnol não foi encontrado ontem no novo endereço para falar sobre o assunto.


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Mulheres ainda são minoria em cursos de Jogos Digitais

Elas estão entrando em um ambiente masculino e cheio de obstáculos. São as primeiras gamers profissionais gaúchas, meninas apaixonadas por videogames dispostas a abrir espaço em um mercado gigante que já fatura mais que as indústrias de cinema e discos juntas. No curso de Jogos Digitais da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) são oito, entre 177 alunos. No Centro Universitário Feevale, formam um grupo de sete, entre 80 estudantes. O percentual reduzido não intimida as gurias. Ao escolherem a graduação, que exige lógica, matemática, programação e arte, elas só precisam de paciência para provar que também sabem jogar, encarando desafios com os colegas. Conheça o trabalho das equipes baixando os jogos Dr. Deng e do Johan, o galo ninja, produzidos nas universidades.


ZERO HORA
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Mulheres ainda são minoria em cursos de Jogos Digitais

Elas estão entrando em um ambiente masculino e cheio de obstáculos. São as primeiras gamers profissionais gaúchas, meninas apaixonadas por videogames dispostas a abrir espaço em um mercado gigante que já fatura mais que as indústrias de cinema e discos juntas. No curso de Jogos Digitais da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) são oito, entre 177 alunos. No Centro Universitário Feevale, formam um grupo de sete, entre 80 estudantes. O percentual reduzido não intimida as gurias. Ao escolherem a graduação, que exige lógica, matemática, programação e arte, elas só precisam de paciência para provar que também sabem jogar, encarando desafios com os colegas. Conheça o trabalho das equipes baixando os jogos Dr. Deng e do Johan, o galo ninja, produzidos nas universidades.


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Mulheres ainda são minoria em cursos de Jogos Digitais

Elas estão entrando em um ambiente masculino e cheio de obstáculos. São as primeiras gamers profissionais gaúchas, meninas apaixonadas por videogames dispostas a abrir espaço em um mercado gigante que já fatura mais que as indústrias de cinema e discos juntas. No curso de Jogos Digitais da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) são oito, entre 177 alunos. No Centro Universitário Feevale, formam um grupo de sete, entre 80 estudantes. O percentual reduzido não intimida as gurias. Ao escolherem a graduação, que exige lógica, matemática, programação e arte, elas só precisam de paciência para provar que também sabem jogar, encarando desafios com os colegas. Conheça o trabalho das equipes baixando os jogos Dr. Deng e do Johan, o galo ninja, produzidos nas universidades.


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Elas estão entrando em um ambiente masculino e cheio de obstáculos. São as primeiras gamers profissionais gaúchas, meninas apaixonadas por videogames dispostas a abrir espaço em um mercado gigante que já fatura mais que as indústrias de cinema e discos juntas. No curso de Jogos Digitais da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) são oito, entre 177 alunos. No Centro Universitário Feevale, formam um grupo de sete, entre 80 estudantes. O percentual reduzido não intimida as gurias. Ao escolherem a graduação, que exige lógica, matemática, programação e arte, elas só precisam de paciência para provar que também sabem jogar, encarando desafios com os colegas. Conheça o trabalho das equipes baixando os jogos Dr. Deng e do Johan, o galo ninja, produzidos nas universidades.


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Mulheres ainda são minoria em cursos de Jogos Digitais

Elas estão entrando em um ambiente masculino e cheio de obstáculos. São as primeiras gamers profissionais gaúchas, meninas apaixonadas por videogames dispostas a abrir espaço em um mercado gigante que já fatura mais que as indústrias de cinema e discos juntas. No curso de Jogos Digitais da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) são oito, entre 177 alunos. No Centro Universitário Feevale, formam um grupo de sete, entre 80 estudantes. O percentual reduzido não intimida as gurias. Ao escolherem a graduação, que exige lógica, matemática, programação e arte, elas só precisam de paciência para provar que também sabem jogar, encarando desafios com os colegas. Conheça o trabalho das equipes baixando os jogos Dr. Deng e do Johan, o galo ninja, produzidos nas universidades.


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Localizada na zona rural de Rio Claro, a escola municipal professor Dennizard França Machado, em Batovi, ajuda os alunos a manterem os primeiros contatos com a informática.
Com supervisão de professores, o laboratório disponibiliza cinco computadores para serem usados pelos estudantes de todas as turmas da Educação Infantil e Ensino Fundamental.
"A maioria dos alunos é de moradores de sítios e filhos de funcionários de olarias e cerâmicas sem acesso a computadores em casa", explica a diretora Edilene Loureiro Santo Antônio.
Incorporadas ao processo didático desenvolvido na escola, as atividades com os computadores acontecem cada dia com uma classe. Cada sala tem uma hora para utilizar os equipamentos.
Alunos do Pré I, II e III - na faixa etária dos quatro aos seis anos - são incentivados a brincarem com as cores, utilizando programas de edição de imagens e afins.
Além do aspecto lúdico, as brincadeiras com as crianças do Ensino Fundamental também têm o objetivo de desenvolver a coordenação motora das crianças.
Já os estudantes da primeira a quarta séries do Ensino Fundamental usam os equipamentos para atividades com números e exercícios simultâneos de uso da língua portuguesa e de digitação.
Mas também há espaço para brincadeiras ao computador no Ensino Fundamental, todas educativas, como o uso de computadores para disputas de jogo da memória e outros de viés didático.
"Com o uso da informática, os alunos demonstram ânimo e motivação", salienta a diretora da escola. "Alguns têm certa dificuldade inicial, o que é comum, mas experiência é muito válida".
A escola Professor Dennizard França Machado fica na avenida dois, número 19, em Batovi, e tem 102 alunos. Todas as classes funcionam no período da tarde.


Canal Rio Claro Notícias
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:05  comentar

Localizada na zona rural de Rio Claro, a escola municipal professor Dennizard França Machado, em Batovi, ajuda os alunos a manterem os primeiros contatos com a informática.
Com supervisão de professores, o laboratório disponibiliza cinco computadores para serem usados pelos estudantes de todas as turmas da Educação Infantil e Ensino Fundamental.
"A maioria dos alunos é de moradores de sítios e filhos de funcionários de olarias e cerâmicas sem acesso a computadores em casa", explica a diretora Edilene Loureiro Santo Antônio.
Incorporadas ao processo didático desenvolvido na escola, as atividades com os computadores acontecem cada dia com uma classe. Cada sala tem uma hora para utilizar os equipamentos.
Alunos do Pré I, II e III - na faixa etária dos quatro aos seis anos - são incentivados a brincarem com as cores, utilizando programas de edição de imagens e afins.
Além do aspecto lúdico, as brincadeiras com as crianças do Ensino Fundamental também têm o objetivo de desenvolver a coordenação motora das crianças.
Já os estudantes da primeira a quarta séries do Ensino Fundamental usam os equipamentos para atividades com números e exercícios simultâneos de uso da língua portuguesa e de digitação.
Mas também há espaço para brincadeiras ao computador no Ensino Fundamental, todas educativas, como o uso de computadores para disputas de jogo da memória e outros de viés didático.
"Com o uso da informática, os alunos demonstram ânimo e motivação", salienta a diretora da escola. "Alguns têm certa dificuldade inicial, o que é comum, mas experiência é muito válida".
A escola Professor Dennizard França Machado fica na avenida dois, número 19, em Batovi, e tem 102 alunos. Todas as classes funcionam no período da tarde.


Canal Rio Claro Notícias
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Localizada na zona rural de Rio Claro, a escola municipal professor Dennizard França Machado, em Batovi, ajuda os alunos a manterem os primeiros contatos com a informática.
Com supervisão de professores, o laboratório disponibiliza cinco computadores para serem usados pelos estudantes de todas as turmas da Educação Infantil e Ensino Fundamental.
"A maioria dos alunos é de moradores de sítios e filhos de funcionários de olarias e cerâmicas sem acesso a computadores em casa", explica a diretora Edilene Loureiro Santo Antônio.
Incorporadas ao processo didático desenvolvido na escola, as atividades com os computadores acontecem cada dia com uma classe. Cada sala tem uma hora para utilizar os equipamentos.
Alunos do Pré I, II e III - na faixa etária dos quatro aos seis anos - são incentivados a brincarem com as cores, utilizando programas de edição de imagens e afins.
Além do aspecto lúdico, as brincadeiras com as crianças do Ensino Fundamental também têm o objetivo de desenvolver a coordenação motora das crianças.
Já os estudantes da primeira a quarta séries do Ensino Fundamental usam os equipamentos para atividades com números e exercícios simultâneos de uso da língua portuguesa e de digitação.
Mas também há espaço para brincadeiras ao computador no Ensino Fundamental, todas educativas, como o uso de computadores para disputas de jogo da memória e outros de viés didático.
"Com o uso da informática, os alunos demonstram ânimo e motivação", salienta a diretora da escola. "Alguns têm certa dificuldade inicial, o que é comum, mas experiência é muito válida".
A escola Professor Dennizard França Machado fica na avenida dois, número 19, em Batovi, e tem 102 alunos. Todas as classes funcionam no período da tarde.


Canal Rio Claro Notícias
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Com supervisão de professores, o laboratório disponibiliza cinco computadores para serem usados pelos estudantes de todas as turmas da Educação Infantil e Ensino Fundamental.
"A maioria dos alunos é de moradores de sítios e filhos de funcionários de olarias e cerâmicas sem acesso a computadores em casa", explica a diretora Edilene Loureiro Santo Antônio.
Incorporadas ao processo didático desenvolvido na escola, as atividades com os computadores acontecem cada dia com uma classe. Cada sala tem uma hora para utilizar os equipamentos.
Alunos do Pré I, II e III - na faixa etária dos quatro aos seis anos - são incentivados a brincarem com as cores, utilizando programas de edição de imagens e afins.
Além do aspecto lúdico, as brincadeiras com as crianças do Ensino Fundamental também têm o objetivo de desenvolver a coordenação motora das crianças.
Já os estudantes da primeira a quarta séries do Ensino Fundamental usam os equipamentos para atividades com números e exercícios simultâneos de uso da língua portuguesa e de digitação.
Mas também há espaço para brincadeiras ao computador no Ensino Fundamental, todas educativas, como o uso de computadores para disputas de jogo da memória e outros de viés didático.
"Com o uso da informática, os alunos demonstram ânimo e motivação", salienta a diretora da escola. "Alguns têm certa dificuldade inicial, o que é comum, mas experiência é muito válida".
A escola Professor Dennizard França Machado fica na avenida dois, número 19, em Batovi, e tem 102 alunos. Todas as classes funcionam no período da tarde.


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Com supervisão de professores, o laboratório disponibiliza cinco computadores para serem usados pelos estudantes de todas as turmas da Educação Infantil e Ensino Fundamental.
"A maioria dos alunos é de moradores de sítios e filhos de funcionários de olarias e cerâmicas sem acesso a computadores em casa", explica a diretora Edilene Loureiro Santo Antônio.
Incorporadas ao processo didático desenvolvido na escola, as atividades com os computadores acontecem cada dia com uma classe. Cada sala tem uma hora para utilizar os equipamentos.
Alunos do Pré I, II e III - na faixa etária dos quatro aos seis anos - são incentivados a brincarem com as cores, utilizando programas de edição de imagens e afins.
Além do aspecto lúdico, as brincadeiras com as crianças do Ensino Fundamental também têm o objetivo de desenvolver a coordenação motora das crianças.
Já os estudantes da primeira a quarta séries do Ensino Fundamental usam os equipamentos para atividades com números e exercícios simultâneos de uso da língua portuguesa e de digitação.
Mas também há espaço para brincadeiras ao computador no Ensino Fundamental, todas educativas, como o uso de computadores para disputas de jogo da memória e outros de viés didático.
"Com o uso da informática, os alunos demonstram ânimo e motivação", salienta a diretora da escola. "Alguns têm certa dificuldade inicial, o que é comum, mas experiência é muito válida".
A escola Professor Dennizard França Machado fica na avenida dois, número 19, em Batovi, e tem 102 alunos. Todas as classes funcionam no período da tarde.


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As mulheres com maior habilidade para identificar e expressar os próprios sentimentos e perceber os de outras pessoas têm mais orgasmos, sugeriu um estudo realizado com gêmeos na Grã-Bretanha.

Os pesquisadores do King's College de Londres entregaram a 2.035 mulheres pertencentes a grupos de gêmeas, com idades entre 18 e 83 anos, questionários para saber detalhes sobre seu comportamento sexual e desempenho na cama. Havia ainda perguntas com o objetivo de testar sua "inteligência emocional".
Até um terço das mulheres achavam difícil ou impossível atingir o clímax durante o sexo.
"Inteligência emocional parece ter um impacto direto na função sexual das mulheres ao influenciar a habilidade delas para comunicar suas expectativas e desejos sexuais ao parceiro", disse Andrea Burri, líder do estudo.
O diretor do Departamento de Pesquisa com Gêmeos do King's College de Londres e co-autor da pesquisa, Tim Spector, disse: "Inteligência emocional é uma vantagem em vários aspectos da vida, inclusive no quarto."
"Este estudo vai ajudar muito no desenvolvimento de terapias cognitivas e comportamentais para melhorar a vida sexual das mulheres", acrescentou.
A pesquisa foi publicada em The Journal of Sexual Medicine.


BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:29  comentar

As mulheres com maior habilidade para identificar e expressar os próprios sentimentos e perceber os de outras pessoas têm mais orgasmos, sugeriu um estudo realizado com gêmeos na Grã-Bretanha.

Os pesquisadores do King's College de Londres entregaram a 2.035 mulheres pertencentes a grupos de gêmeas, com idades entre 18 e 83 anos, questionários para saber detalhes sobre seu comportamento sexual e desempenho na cama. Havia ainda perguntas com o objetivo de testar sua "inteligência emocional".
Até um terço das mulheres achavam difícil ou impossível atingir o clímax durante o sexo.
"Inteligência emocional parece ter um impacto direto na função sexual das mulheres ao influenciar a habilidade delas para comunicar suas expectativas e desejos sexuais ao parceiro", disse Andrea Burri, líder do estudo.
O diretor do Departamento de Pesquisa com Gêmeos do King's College de Londres e co-autor da pesquisa, Tim Spector, disse: "Inteligência emocional é uma vantagem em vários aspectos da vida, inclusive no quarto."
"Este estudo vai ajudar muito no desenvolvimento de terapias cognitivas e comportamentais para melhorar a vida sexual das mulheres", acrescentou.
A pesquisa foi publicada em The Journal of Sexual Medicine.


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Os pesquisadores do King's College de Londres entregaram a 2.035 mulheres pertencentes a grupos de gêmeas, com idades entre 18 e 83 anos, questionários para saber detalhes sobre seu comportamento sexual e desempenho na cama. Havia ainda perguntas com o objetivo de testar sua "inteligência emocional".
Até um terço das mulheres achavam difícil ou impossível atingir o clímax durante o sexo.
"Inteligência emocional parece ter um impacto direto na função sexual das mulheres ao influenciar a habilidade delas para comunicar suas expectativas e desejos sexuais ao parceiro", disse Andrea Burri, líder do estudo.
O diretor do Departamento de Pesquisa com Gêmeos do King's College de Londres e co-autor da pesquisa, Tim Spector, disse: "Inteligência emocional é uma vantagem em vários aspectos da vida, inclusive no quarto."
"Este estudo vai ajudar muito no desenvolvimento de terapias cognitivas e comportamentais para melhorar a vida sexual das mulheres", acrescentou.
A pesquisa foi publicada em The Journal of Sexual Medicine.


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Os pesquisadores do King's College de Londres entregaram a 2.035 mulheres pertencentes a grupos de gêmeas, com idades entre 18 e 83 anos, questionários para saber detalhes sobre seu comportamento sexual e desempenho na cama. Havia ainda perguntas com o objetivo de testar sua "inteligência emocional".
Até um terço das mulheres achavam difícil ou impossível atingir o clímax durante o sexo.
"Inteligência emocional parece ter um impacto direto na função sexual das mulheres ao influenciar a habilidade delas para comunicar suas expectativas e desejos sexuais ao parceiro", disse Andrea Burri, líder do estudo.
O diretor do Departamento de Pesquisa com Gêmeos do King's College de Londres e co-autor da pesquisa, Tim Spector, disse: "Inteligência emocional é uma vantagem em vários aspectos da vida, inclusive no quarto."
"Este estudo vai ajudar muito no desenvolvimento de terapias cognitivas e comportamentais para melhorar a vida sexual das mulheres", acrescentou.
A pesquisa foi publicada em The Journal of Sexual Medicine.


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As mulheres com maior habilidade para identificar e expressar os próprios sentimentos e perceber os de outras pessoas têm mais orgasmos, sugeriu um estudo realizado com gêmeos na Grã-Bretanha.

Os pesquisadores do King's College de Londres entregaram a 2.035 mulheres pertencentes a grupos de gêmeas, com idades entre 18 e 83 anos, questionários para saber detalhes sobre seu comportamento sexual e desempenho na cama. Havia ainda perguntas com o objetivo de testar sua "inteligência emocional".
Até um terço das mulheres achavam difícil ou impossível atingir o clímax durante o sexo.
"Inteligência emocional parece ter um impacto direto na função sexual das mulheres ao influenciar a habilidade delas para comunicar suas expectativas e desejos sexuais ao parceiro", disse Andrea Burri, líder do estudo.
O diretor do Departamento de Pesquisa com Gêmeos do King's College de Londres e co-autor da pesquisa, Tim Spector, disse: "Inteligência emocional é uma vantagem em vários aspectos da vida, inclusive no quarto."
"Este estudo vai ajudar muito no desenvolvimento de terapias cognitivas e comportamentais para melhorar a vida sexual das mulheres", acrescentou.
A pesquisa foi publicada em The Journal of Sexual Medicine.


BBC Brasil
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SÃO PAULO - Um advogado de 60 anos, que conseguiu escapar de um sequestro, morreu de infarto no meio da rua nesta madrugada no Alto da Lapa, zona oeste de São Paulo. Ademar Boaventura Michels, de uma tradicional família de Diadema, foi levado por sequestradores no dia 27 de abril, há cerca de duas semanas, quando chegava para trabalhar em seu escritório. Dois carros encostaram no local e o advogado foi colocado em um deles.
Nesta madrugada, Michels chegou sozinho a uma guarita de segurança na Avenida Diógenes Ribeiro de Lima e pediu ajuda ao vigia Manuel João da Silva. A polícia demorou quase uma hora para chegar. Neste intervalo, estressado, sentado na calçada, o advogado passou mal, sofreu um infarto e morreu.
- Ele deveria estar acelerado, o coração acelerado. Infelizmente, chegou no local, o vigia deu segurança, deu água para ele, chamou a polícia. Agora, a gente fica no "se", se a polícia tivesse chegado a tempo meu pai poderia estar ao meu lado aqui - afirmou Lauro Michels Neto, um dos filhos do advogado.
A polícia não sabe se o advogado fugiu do cativeiro ou foi libertado pelos sequestradores.
O vigia afirmou que o advogado estava agitado, apavorado e se remexia muito. Ademar Michels foi chefe de gabinete da Prefeitura de Diadema durante 10 anos e será enterrado nesta tarde. A polícia informou que vai verificar se houve mesmo atraso no atendimento da ocorrência e qual o motivo.


O Globo On Line
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SÃO PAULO - Um advogado de 60 anos, que conseguiu escapar de um sequestro, morreu de infarto no meio da rua nesta madrugada no Alto da Lapa, zona oeste de São Paulo. Ademar Boaventura Michels, de uma tradicional família de Diadema, foi levado por sequestradores no dia 27 de abril, há cerca de duas semanas, quando chegava para trabalhar em seu escritório. Dois carros encostaram no local e o advogado foi colocado em um deles.
Nesta madrugada, Michels chegou sozinho a uma guarita de segurança na Avenida Diógenes Ribeiro de Lima e pediu ajuda ao vigia Manuel João da Silva. A polícia demorou quase uma hora para chegar. Neste intervalo, estressado, sentado na calçada, o advogado passou mal, sofreu um infarto e morreu.
- Ele deveria estar acelerado, o coração acelerado. Infelizmente, chegou no local, o vigia deu segurança, deu água para ele, chamou a polícia. Agora, a gente fica no "se", se a polícia tivesse chegado a tempo meu pai poderia estar ao meu lado aqui - afirmou Lauro Michels Neto, um dos filhos do advogado.
A polícia não sabe se o advogado fugiu do cativeiro ou foi libertado pelos sequestradores.
O vigia afirmou que o advogado estava agitado, apavorado e se remexia muito. Ademar Michels foi chefe de gabinete da Prefeitura de Diadema durante 10 anos e será enterrado nesta tarde. A polícia informou que vai verificar se houve mesmo atraso no atendimento da ocorrência e qual o motivo.


O Globo On Line
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SÃO PAULO - Um advogado de 60 anos, que conseguiu escapar de um sequestro, morreu de infarto no meio da rua nesta madrugada no Alto da Lapa, zona oeste de São Paulo. Ademar Boaventura Michels, de uma tradicional família de Diadema, foi levado por sequestradores no dia 27 de abril, há cerca de duas semanas, quando chegava para trabalhar em seu escritório. Dois carros encostaram no local e o advogado foi colocado em um deles.
Nesta madrugada, Michels chegou sozinho a uma guarita de segurança na Avenida Diógenes Ribeiro de Lima e pediu ajuda ao vigia Manuel João da Silva. A polícia demorou quase uma hora para chegar. Neste intervalo, estressado, sentado na calçada, o advogado passou mal, sofreu um infarto e morreu.
- Ele deveria estar acelerado, o coração acelerado. Infelizmente, chegou no local, o vigia deu segurança, deu água para ele, chamou a polícia. Agora, a gente fica no "se", se a polícia tivesse chegado a tempo meu pai poderia estar ao meu lado aqui - afirmou Lauro Michels Neto, um dos filhos do advogado.
A polícia não sabe se o advogado fugiu do cativeiro ou foi libertado pelos sequestradores.
O vigia afirmou que o advogado estava agitado, apavorado e se remexia muito. Ademar Michels foi chefe de gabinete da Prefeitura de Diadema durante 10 anos e será enterrado nesta tarde. A polícia informou que vai verificar se houve mesmo atraso no atendimento da ocorrência e qual o motivo.


O Globo On Line
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SÃO PAULO - Um advogado de 60 anos, que conseguiu escapar de um sequestro, morreu de infarto no meio da rua nesta madrugada no Alto da Lapa, zona oeste de São Paulo. Ademar Boaventura Michels, de uma tradicional família de Diadema, foi levado por sequestradores no dia 27 de abril, há cerca de duas semanas, quando chegava para trabalhar em seu escritório. Dois carros encostaram no local e o advogado foi colocado em um deles.
Nesta madrugada, Michels chegou sozinho a uma guarita de segurança na Avenida Diógenes Ribeiro de Lima e pediu ajuda ao vigia Manuel João da Silva. A polícia demorou quase uma hora para chegar. Neste intervalo, estressado, sentado na calçada, o advogado passou mal, sofreu um infarto e morreu.
- Ele deveria estar acelerado, o coração acelerado. Infelizmente, chegou no local, o vigia deu segurança, deu água para ele, chamou a polícia. Agora, a gente fica no "se", se a polícia tivesse chegado a tempo meu pai poderia estar ao meu lado aqui - afirmou Lauro Michels Neto, um dos filhos do advogado.
A polícia não sabe se o advogado fugiu do cativeiro ou foi libertado pelos sequestradores.
O vigia afirmou que o advogado estava agitado, apavorado e se remexia muito. Ademar Michels foi chefe de gabinete da Prefeitura de Diadema durante 10 anos e será enterrado nesta tarde. A polícia informou que vai verificar se houve mesmo atraso no atendimento da ocorrência e qual o motivo.


O Globo On Line
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SÃO PAULO - Um advogado de 60 anos, que conseguiu escapar de um sequestro, morreu de infarto no meio da rua nesta madrugada no Alto da Lapa, zona oeste de São Paulo. Ademar Boaventura Michels, de uma tradicional família de Diadema, foi levado por sequestradores no dia 27 de abril, há cerca de duas semanas, quando chegava para trabalhar em seu escritório. Dois carros encostaram no local e o advogado foi colocado em um deles.
Nesta madrugada, Michels chegou sozinho a uma guarita de segurança na Avenida Diógenes Ribeiro de Lima e pediu ajuda ao vigia Manuel João da Silva. A polícia demorou quase uma hora para chegar. Neste intervalo, estressado, sentado na calçada, o advogado passou mal, sofreu um infarto e morreu.
- Ele deveria estar acelerado, o coração acelerado. Infelizmente, chegou no local, o vigia deu segurança, deu água para ele, chamou a polícia. Agora, a gente fica no "se", se a polícia tivesse chegado a tempo meu pai poderia estar ao meu lado aqui - afirmou Lauro Michels Neto, um dos filhos do advogado.
A polícia não sabe se o advogado fugiu do cativeiro ou foi libertado pelos sequestradores.
O vigia afirmou que o advogado estava agitado, apavorado e se remexia muito. Ademar Michels foi chefe de gabinete da Prefeitura de Diadema durante 10 anos e será enterrado nesta tarde. A polícia informou que vai verificar se houve mesmo atraso no atendimento da ocorrência e qual o motivo.


O Globo On Line
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O presidente do conselho do Museu do Holocausto Yad Vashem, em Jerusalém, rabino Meir Lau, se disse "desapontado" com o discurso feito pelo papa Bento 16 na instituição israelense nesta segunda-feira.

Para Meir Lau, ex-Grão Rabino de Israel e sobrevivente do Holocausto, o líder da Igreja Católica "perdeu um momento histórico" em seu discurso, que fez parte da visita oficial de cinco dias do pontífice a Israel e aos territórios palestinos.
"Houve algumas coisas que não foram mencionadas no discurso do papa", declarou Lau, "ele não mencionou o número exato das vítimas do Holocausto e, diferentemente de seu antecessor (o papa João Paulo 2º, que visitou Jerusalém em 2000), que disse a palavra ‘assassinados', o papa atual disse que as vítimas ‘foram mortas'".
Meir Lau também disse que "o papa anterior mencionou que os assassinos foram os nazistas, e, no caso de hoje (segunda-feira), não foi dito quem foram os assassinos, não se mencionou nem os nazistas e nem os alemães".
O maior site de notícias de Israel, o Ynet, resumiu a visita do papa ao Museu do Holocausto com as palavras "acabou mal".
Em seu discurso, o papa Bento 16 condenou a negação do Holocausto e pediu que "os nomes destas vítimas nunca pereçam, que seu sofrimento nunca seja negado, depreciado ou esquecido".

Governo israelense
O governo de Israel, no entanto, parece não concordar com a posição do Museu do Holocausto.
"Não costumamos criticar visitas tão importantes como o papa Bento 16", disse à BBC Brasil o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel, Yossi Levy.
"Do nosso ponto de vista, a visita do papa é um dos eventos mais importantes da história de Israel e das relações entre as religiões judaica e cristã", disse o porta-voz.
"Não costumamos ‘dar notas' a nossas visitas, principalmente visitas tão importantes".
"A própria visita do líder da Igreja Católica a Israel e ao Museu do Holocausto representa uma mensagem da maior importância, e temos todo o interesse em continuar o diálogo com o Vaticano", afirmou o porta-voz da chancelaria israelense.
"(O museu) Yad Vashem fala em seu próprio nome, e não em nome do governo israelense", acrescentou Yossi Levy.

Vaticano
O Vaticano também rejeitou as críticas do Museu do Holocausto ao discurso de Bento 16.
"O discurso de Sua Santidade foi abrangente e muito emocionante. Eu, que não sou judeu, fiquei emocionado", disse à BBC Brasil o porta-voz do Vaticano em Israel, Wadi Abu Nassar.
"Penso que as palavras matar e assassinar são semelhantes, acho que o papa deve ser respeitado, seu discurso foi muito claro, e não há necessidade de mais esclarecimentos", concluiu Abu Nassar.


BBC Brasil
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O presidente do conselho do Museu do Holocausto Yad Vashem, em Jerusalém, rabino Meir Lau, se disse "desapontado" com o discurso feito pelo papa Bento 16 na instituição israelense nesta segunda-feira.

Para Meir Lau, ex-Grão Rabino de Israel e sobrevivente do Holocausto, o líder da Igreja Católica "perdeu um momento histórico" em seu discurso, que fez parte da visita oficial de cinco dias do pontífice a Israel e aos territórios palestinos.
"Houve algumas coisas que não foram mencionadas no discurso do papa", declarou Lau, "ele não mencionou o número exato das vítimas do Holocausto e, diferentemente de seu antecessor (o papa João Paulo 2º, que visitou Jerusalém em 2000), que disse a palavra ‘assassinados', o papa atual disse que as vítimas ‘foram mortas'".
Meir Lau também disse que "o papa anterior mencionou que os assassinos foram os nazistas, e, no caso de hoje (segunda-feira), não foi dito quem foram os assassinos, não se mencionou nem os nazistas e nem os alemães".
O maior site de notícias de Israel, o Ynet, resumiu a visita do papa ao Museu do Holocausto com as palavras "acabou mal".
Em seu discurso, o papa Bento 16 condenou a negação do Holocausto e pediu que "os nomes destas vítimas nunca pereçam, que seu sofrimento nunca seja negado, depreciado ou esquecido".

Governo israelense
O governo de Israel, no entanto, parece não concordar com a posição do Museu do Holocausto.
"Não costumamos criticar visitas tão importantes como o papa Bento 16", disse à BBC Brasil o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel, Yossi Levy.
"Do nosso ponto de vista, a visita do papa é um dos eventos mais importantes da história de Israel e das relações entre as religiões judaica e cristã", disse o porta-voz.
"Não costumamos ‘dar notas' a nossas visitas, principalmente visitas tão importantes".
"A própria visita do líder da Igreja Católica a Israel e ao Museu do Holocausto representa uma mensagem da maior importância, e temos todo o interesse em continuar o diálogo com o Vaticano", afirmou o porta-voz da chancelaria israelense.
"(O museu) Yad Vashem fala em seu próprio nome, e não em nome do governo israelense", acrescentou Yossi Levy.

Vaticano
O Vaticano também rejeitou as críticas do Museu do Holocausto ao discurso de Bento 16.
"O discurso de Sua Santidade foi abrangente e muito emocionante. Eu, que não sou judeu, fiquei emocionado", disse à BBC Brasil o porta-voz do Vaticano em Israel, Wadi Abu Nassar.
"Penso que as palavras matar e assassinar são semelhantes, acho que o papa deve ser respeitado, seu discurso foi muito claro, e não há necessidade de mais esclarecimentos", concluiu Abu Nassar.


BBC Brasil
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O presidente do conselho do Museu do Holocausto Yad Vashem, em Jerusalém, rabino Meir Lau, se disse "desapontado" com o discurso feito pelo papa Bento 16 na instituição israelense nesta segunda-feira.

Para Meir Lau, ex-Grão Rabino de Israel e sobrevivente do Holocausto, o líder da Igreja Católica "perdeu um momento histórico" em seu discurso, que fez parte da visita oficial de cinco dias do pontífice a Israel e aos territórios palestinos.
"Houve algumas coisas que não foram mencionadas no discurso do papa", declarou Lau, "ele não mencionou o número exato das vítimas do Holocausto e, diferentemente de seu antecessor (o papa João Paulo 2º, que visitou Jerusalém em 2000), que disse a palavra ‘assassinados', o papa atual disse que as vítimas ‘foram mortas'".
Meir Lau também disse que "o papa anterior mencionou que os assassinos foram os nazistas, e, no caso de hoje (segunda-feira), não foi dito quem foram os assassinos, não se mencionou nem os nazistas e nem os alemães".
O maior site de notícias de Israel, o Ynet, resumiu a visita do papa ao Museu do Holocausto com as palavras "acabou mal".
Em seu discurso, o papa Bento 16 condenou a negação do Holocausto e pediu que "os nomes destas vítimas nunca pereçam, que seu sofrimento nunca seja negado, depreciado ou esquecido".

Governo israelense
O governo de Israel, no entanto, parece não concordar com a posição do Museu do Holocausto.
"Não costumamos criticar visitas tão importantes como o papa Bento 16", disse à BBC Brasil o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel, Yossi Levy.
"Do nosso ponto de vista, a visita do papa é um dos eventos mais importantes da história de Israel e das relações entre as religiões judaica e cristã", disse o porta-voz.
"Não costumamos ‘dar notas' a nossas visitas, principalmente visitas tão importantes".
"A própria visita do líder da Igreja Católica a Israel e ao Museu do Holocausto representa uma mensagem da maior importância, e temos todo o interesse em continuar o diálogo com o Vaticano", afirmou o porta-voz da chancelaria israelense.
"(O museu) Yad Vashem fala em seu próprio nome, e não em nome do governo israelense", acrescentou Yossi Levy.

Vaticano
O Vaticano também rejeitou as críticas do Museu do Holocausto ao discurso de Bento 16.
"O discurso de Sua Santidade foi abrangente e muito emocionante. Eu, que não sou judeu, fiquei emocionado", disse à BBC Brasil o porta-voz do Vaticano em Israel, Wadi Abu Nassar.
"Penso que as palavras matar e assassinar são semelhantes, acho que o papa deve ser respeitado, seu discurso foi muito claro, e não há necessidade de mais esclarecimentos", concluiu Abu Nassar.


BBC Brasil
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O presidente do conselho do Museu do Holocausto Yad Vashem, em Jerusalém, rabino Meir Lau, se disse "desapontado" com o discurso feito pelo papa Bento 16 na instituição israelense nesta segunda-feira.

Para Meir Lau, ex-Grão Rabino de Israel e sobrevivente do Holocausto, o líder da Igreja Católica "perdeu um momento histórico" em seu discurso, que fez parte da visita oficial de cinco dias do pontífice a Israel e aos territórios palestinos.
"Houve algumas coisas que não foram mencionadas no discurso do papa", declarou Lau, "ele não mencionou o número exato das vítimas do Holocausto e, diferentemente de seu antecessor (o papa João Paulo 2º, que visitou Jerusalém em 2000), que disse a palavra ‘assassinados', o papa atual disse que as vítimas ‘foram mortas'".
Meir Lau também disse que "o papa anterior mencionou que os assassinos foram os nazistas, e, no caso de hoje (segunda-feira), não foi dito quem foram os assassinos, não se mencionou nem os nazistas e nem os alemães".
O maior site de notícias de Israel, o Ynet, resumiu a visita do papa ao Museu do Holocausto com as palavras "acabou mal".
Em seu discurso, o papa Bento 16 condenou a negação do Holocausto e pediu que "os nomes destas vítimas nunca pereçam, que seu sofrimento nunca seja negado, depreciado ou esquecido".

Governo israelense
O governo de Israel, no entanto, parece não concordar com a posição do Museu do Holocausto.
"Não costumamos criticar visitas tão importantes como o papa Bento 16", disse à BBC Brasil o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel, Yossi Levy.
"Do nosso ponto de vista, a visita do papa é um dos eventos mais importantes da história de Israel e das relações entre as religiões judaica e cristã", disse o porta-voz.
"Não costumamos ‘dar notas' a nossas visitas, principalmente visitas tão importantes".
"A própria visita do líder da Igreja Católica a Israel e ao Museu do Holocausto representa uma mensagem da maior importância, e temos todo o interesse em continuar o diálogo com o Vaticano", afirmou o porta-voz da chancelaria israelense.
"(O museu) Yad Vashem fala em seu próprio nome, e não em nome do governo israelense", acrescentou Yossi Levy.

Vaticano
O Vaticano também rejeitou as críticas do Museu do Holocausto ao discurso de Bento 16.
"O discurso de Sua Santidade foi abrangente e muito emocionante. Eu, que não sou judeu, fiquei emocionado", disse à BBC Brasil o porta-voz do Vaticano em Israel, Wadi Abu Nassar.
"Penso que as palavras matar e assassinar são semelhantes, acho que o papa deve ser respeitado, seu discurso foi muito claro, e não há necessidade de mais esclarecimentos", concluiu Abu Nassar.


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O presidente do conselho do Museu do Holocausto Yad Vashem, em Jerusalém, rabino Meir Lau, se disse "desapontado" com o discurso feito pelo papa Bento 16 na instituição israelense nesta segunda-feira.

Para Meir Lau, ex-Grão Rabino de Israel e sobrevivente do Holocausto, o líder da Igreja Católica "perdeu um momento histórico" em seu discurso, que fez parte da visita oficial de cinco dias do pontífice a Israel e aos territórios palestinos.
"Houve algumas coisas que não foram mencionadas no discurso do papa", declarou Lau, "ele não mencionou o número exato das vítimas do Holocausto e, diferentemente de seu antecessor (o papa João Paulo 2º, que visitou Jerusalém em 2000), que disse a palavra ‘assassinados', o papa atual disse que as vítimas ‘foram mortas'".
Meir Lau também disse que "o papa anterior mencionou que os assassinos foram os nazistas, e, no caso de hoje (segunda-feira), não foi dito quem foram os assassinos, não se mencionou nem os nazistas e nem os alemães".
O maior site de notícias de Israel, o Ynet, resumiu a visita do papa ao Museu do Holocausto com as palavras "acabou mal".
Em seu discurso, o papa Bento 16 condenou a negação do Holocausto e pediu que "os nomes destas vítimas nunca pereçam, que seu sofrimento nunca seja negado, depreciado ou esquecido".

Governo israelense
O governo de Israel, no entanto, parece não concordar com a posição do Museu do Holocausto.
"Não costumamos criticar visitas tão importantes como o papa Bento 16", disse à BBC Brasil o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel, Yossi Levy.
"Do nosso ponto de vista, a visita do papa é um dos eventos mais importantes da história de Israel e das relações entre as religiões judaica e cristã", disse o porta-voz.
"Não costumamos ‘dar notas' a nossas visitas, principalmente visitas tão importantes".
"A própria visita do líder da Igreja Católica a Israel e ao Museu do Holocausto representa uma mensagem da maior importância, e temos todo o interesse em continuar o diálogo com o Vaticano", afirmou o porta-voz da chancelaria israelense.
"(O museu) Yad Vashem fala em seu próprio nome, e não em nome do governo israelense", acrescentou Yossi Levy.

Vaticano
O Vaticano também rejeitou as críticas do Museu do Holocausto ao discurso de Bento 16.
"O discurso de Sua Santidade foi abrangente e muito emocionante. Eu, que não sou judeu, fiquei emocionado", disse à BBC Brasil o porta-voz do Vaticano em Israel, Wadi Abu Nassar.
"Penso que as palavras matar e assassinar são semelhantes, acho que o papa deve ser respeitado, seu discurso foi muito claro, e não há necessidade de mais esclarecimentos", concluiu Abu Nassar.


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Hoje é dia de vigília pela Amazônia. Ela será assim: vão se reunir três comissões no Senado a partir do fim da tarde para ouvir representantes do movimento "Amazônia para Sempre", e mais organizações de defesa da Amazônia, cientistas e ambientalistas.
O movimento começou há mais de ano, quando os atores Christiane Torloni, Victor Fasano e Juca de Oliveira recolheram 1,1 milhão de assinaturas para entregar ao presidente Lula um pedido de proteção da Floresta Amazônica. Eles ainda não conseguiram audiência e vão fazer essa vigília no Senado.
A hora não podia ser mais apropriada: existem várias iniciativas no governo e no Congresso que ameaçam a Amazônia. Uma delas é da senadora Katia Abreu, da Confederação Nacional da Agricultura que é autora de projeto de lei que anula o Plano Nacional de Combate ao Desmatamento.
A MP-422 autoriza o governo a passar para mãos privadas áreas de até 1,5 mil hectares sem licitação. A MP-458 quer legalizar áreas que foram griladas. Há 18 outros projetos de decreto legislativo ameaçadores.
Como se isso não bastasse, o BNDES tem aumentado a concessão de empréstimos para empresas do setor pecuário que enfrentam denúncias de desmatamento ilegal. O perigo aumenta, é hora mesmo de fazer uma vigília pela Amazônia.
Além do desmatamento, há uma preocupação com a emissão de gases do efeito estufa. É um problema imenso no Brasil. A destruição da Amazônia, o desmatamento e a queima da floresta são responsáveis por 70% de toda a emissão brasileira desses gases.

A principal razão pela qual o governo não consegue impedir o desmatamento é a falta de respeito à lei no país. Ela é generalizada na Amazônia.

Miriam Leitão


BOM DIA BRASIL

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Hoje é dia de vigília pela Amazônia. Ela será assim: vão se reunir três comissões no Senado a partir do fim da tarde para ouvir representantes do movimento "Amazônia para Sempre", e mais organizações de defesa da Amazônia, cientistas e ambientalistas.
O movimento começou há mais de ano, quando os atores Christiane Torloni, Victor Fasano e Juca de Oliveira recolheram 1,1 milhão de assinaturas para entregar ao presidente Lula um pedido de proteção da Floresta Amazônica. Eles ainda não conseguiram audiência e vão fazer essa vigília no Senado.
A hora não podia ser mais apropriada: existem várias iniciativas no governo e no Congresso que ameaçam a Amazônia. Uma delas é da senadora Katia Abreu, da Confederação Nacional da Agricultura que é autora de projeto de lei que anula o Plano Nacional de Combate ao Desmatamento.
A MP-422 autoriza o governo a passar para mãos privadas áreas de até 1,5 mil hectares sem licitação. A MP-458 quer legalizar áreas que foram griladas. Há 18 outros projetos de decreto legislativo ameaçadores.
Como se isso não bastasse, o BNDES tem aumentado a concessão de empréstimos para empresas do setor pecuário que enfrentam denúncias de desmatamento ilegal. O perigo aumenta, é hora mesmo de fazer uma vigília pela Amazônia.
Além do desmatamento, há uma preocupação com a emissão de gases do efeito estufa. É um problema imenso no Brasil. A destruição da Amazônia, o desmatamento e a queima da floresta são responsáveis por 70% de toda a emissão brasileira desses gases.

A principal razão pela qual o governo não consegue impedir o desmatamento é a falta de respeito à lei no país. Ela é generalizada na Amazônia.

Miriam Leitão


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Hoje é dia de vigília pela Amazônia. Ela será assim: vão se reunir três comissões no Senado a partir do fim da tarde para ouvir representantes do movimento "Amazônia para Sempre", e mais organizações de defesa da Amazônia, cientistas e ambientalistas.
O movimento começou há mais de ano, quando os atores Christiane Torloni, Victor Fasano e Juca de Oliveira recolheram 1,1 milhão de assinaturas para entregar ao presidente Lula um pedido de proteção da Floresta Amazônica. Eles ainda não conseguiram audiência e vão fazer essa vigília no Senado.
A hora não podia ser mais apropriada: existem várias iniciativas no governo e no Congresso que ameaçam a Amazônia. Uma delas é da senadora Katia Abreu, da Confederação Nacional da Agricultura que é autora de projeto de lei que anula o Plano Nacional de Combate ao Desmatamento.
A MP-422 autoriza o governo a passar para mãos privadas áreas de até 1,5 mil hectares sem licitação. A MP-458 quer legalizar áreas que foram griladas. Há 18 outros projetos de decreto legislativo ameaçadores.
Como se isso não bastasse, o BNDES tem aumentado a concessão de empréstimos para empresas do setor pecuário que enfrentam denúncias de desmatamento ilegal. O perigo aumenta, é hora mesmo de fazer uma vigília pela Amazônia.
Além do desmatamento, há uma preocupação com a emissão de gases do efeito estufa. É um problema imenso no Brasil. A destruição da Amazônia, o desmatamento e a queima da floresta são responsáveis por 70% de toda a emissão brasileira desses gases.

A principal razão pela qual o governo não consegue impedir o desmatamento é a falta de respeito à lei no país. Ela é generalizada na Amazônia.

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Hoje é dia de vigília pela Amazônia. Ela será assim: vão se reunir três comissões no Senado a partir do fim da tarde para ouvir representantes do movimento "Amazônia para Sempre", e mais organizações de defesa da Amazônia, cientistas e ambientalistas.
O movimento começou há mais de ano, quando os atores Christiane Torloni, Victor Fasano e Juca de Oliveira recolheram 1,1 milhão de assinaturas para entregar ao presidente Lula um pedido de proteção da Floresta Amazônica. Eles ainda não conseguiram audiência e vão fazer essa vigília no Senado.
A hora não podia ser mais apropriada: existem várias iniciativas no governo e no Congresso que ameaçam a Amazônia. Uma delas é da senadora Katia Abreu, da Confederação Nacional da Agricultura que é autora de projeto de lei que anula o Plano Nacional de Combate ao Desmatamento.
A MP-422 autoriza o governo a passar para mãos privadas áreas de até 1,5 mil hectares sem licitação. A MP-458 quer legalizar áreas que foram griladas. Há 18 outros projetos de decreto legislativo ameaçadores.
Como se isso não bastasse, o BNDES tem aumentado a concessão de empréstimos para empresas do setor pecuário que enfrentam denúncias de desmatamento ilegal. O perigo aumenta, é hora mesmo de fazer uma vigília pela Amazônia.
Além do desmatamento, há uma preocupação com a emissão de gases do efeito estufa. É um problema imenso no Brasil. A destruição da Amazônia, o desmatamento e a queima da floresta são responsáveis por 70% de toda a emissão brasileira desses gases.

A principal razão pela qual o governo não consegue impedir o desmatamento é a falta de respeito à lei no país. Ela é generalizada na Amazônia.

Miriam Leitão


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Hoje é dia de vigília pela Amazônia. Ela será assim: vão se reunir três comissões no Senado a partir do fim da tarde para ouvir representantes do movimento "Amazônia para Sempre", e mais organizações de defesa da Amazônia, cientistas e ambientalistas.
O movimento começou há mais de ano, quando os atores Christiane Torloni, Victor Fasano e Juca de Oliveira recolheram 1,1 milhão de assinaturas para entregar ao presidente Lula um pedido de proteção da Floresta Amazônica. Eles ainda não conseguiram audiência e vão fazer essa vigília no Senado.
A hora não podia ser mais apropriada: existem várias iniciativas no governo e no Congresso que ameaçam a Amazônia. Uma delas é da senadora Katia Abreu, da Confederação Nacional da Agricultura que é autora de projeto de lei que anula o Plano Nacional de Combate ao Desmatamento.
A MP-422 autoriza o governo a passar para mãos privadas áreas de até 1,5 mil hectares sem licitação. A MP-458 quer legalizar áreas que foram griladas. Há 18 outros projetos de decreto legislativo ameaçadores.
Como se isso não bastasse, o BNDES tem aumentado a concessão de empréstimos para empresas do setor pecuário que enfrentam denúncias de desmatamento ilegal. O perigo aumenta, é hora mesmo de fazer uma vigília pela Amazônia.
Além do desmatamento, há uma preocupação com a emissão de gases do efeito estufa. É um problema imenso no Brasil. A destruição da Amazônia, o desmatamento e a queima da floresta são responsáveis por 70% de toda a emissão brasileira desses gases.

A principal razão pela qual o governo não consegue impedir o desmatamento é a falta de respeito à lei no país. Ela é generalizada na Amazônia.

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RIO - Um homem foi espancado até a morte após ser acusado de molestar uma menina de 12 anos em São Gonçalo. De acordo com a polícia, Carlos Eduardo Brás, de 27 anos, foi linchado por moradores de uma rua em Guaxindiba.
Segundo informações de policiais do 7º BPM, ele foi agredido, com pedradas e pauladas depois de tentar violentar uma jovem de 12 anos. O caso foi registrado na 74ª DP, em Alcântara.


O Globo On Line
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RIO - Um homem foi espancado até a morte após ser acusado de molestar uma menina de 12 anos em São Gonçalo. De acordo com a polícia, Carlos Eduardo Brás, de 27 anos, foi linchado por moradores de uma rua em Guaxindiba.
Segundo informações de policiais do 7º BPM, ele foi agredido, com pedradas e pauladas depois de tentar violentar uma jovem de 12 anos. O caso foi registrado na 74ª DP, em Alcântara.


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RIO - Um homem foi espancado até a morte após ser acusado de molestar uma menina de 12 anos em São Gonçalo. De acordo com a polícia, Carlos Eduardo Brás, de 27 anos, foi linchado por moradores de uma rua em Guaxindiba.
Segundo informações de policiais do 7º BPM, ele foi agredido, com pedradas e pauladas depois de tentar violentar uma jovem de 12 anos. O caso foi registrado na 74ª DP, em Alcântara.


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RIO - Um homem foi espancado até a morte após ser acusado de molestar uma menina de 12 anos em São Gonçalo. De acordo com a polícia, Carlos Eduardo Brás, de 27 anos, foi linchado por moradores de uma rua em Guaxindiba.
Segundo informações de policiais do 7º BPM, ele foi agredido, com pedradas e pauladas depois de tentar violentar uma jovem de 12 anos. O caso foi registrado na 74ª DP, em Alcântara.


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RIO - Um homem foi espancado até a morte após ser acusado de molestar uma menina de 12 anos em São Gonçalo. De acordo com a polícia, Carlos Eduardo Brás, de 27 anos, foi linchado por moradores de uma rua em Guaxindiba.
Segundo informações de policiais do 7º BPM, ele foi agredido, com pedradas e pauladas depois de tentar violentar uma jovem de 12 anos. O caso foi registrado na 74ª DP, em Alcântara.


O Globo On Line
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O cérebro de uma criança com autismo apresenta alterações no corpo caloso, amígdala e cerebelo

Um método para diagnosticar o autismo por meio de exame de imagem está sendo desenvolvido pelo Instituto Fernandes Figueira, da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz). Atualmente, não há nenhum teste específico para o autismo. O diagnóstico é clínico, com base na observação dos sintomas.

Os pesquisadores utilizam o eletroencefalograma computadorizado para fazer uma varredura cerebral. O exame amplia e mede as correntes eletromagnéticas no cérebro em diversas frequências (de 3 a 27 hertz) e permite verificar as ligações entre os grupos de neurônios.
Segundo o neurologista infantil Adaílton Tadeu Alves de Pontes, um dos coordenadores da pesquisa, as imagens obtidas com o mapeamento são comparadas com as do cérebro de uma criança sem o problema.
"Verificamos a relação de uma área com outra e percebemos que as crianças com autismo tiveram uma resposta diminuída no hemisfério cerebral direito em relação ao esquerdo, ou seja, há uma deficiência de ativação no hemisfério direito".
Pontes explica que o hemisfério direito está associado às funções socioafetivas, emocionais, de empatia e de percepção do contexto e compreensão social, enquanto o hemisfério esquerdo é mais relacionado com o cálculo e o raciocínio.
O próximo passo, segundo ele, é ampliar a amostra de crianças analisadas, incluindo autistas com inteligência normal e outros com problemas de linguagem, por exemplo. Por fim, haverá uma comparação dessas crianças com outras que possuam patologias neuropsiquiátricas diferentes -para saber como funciona a resposta cerebral nesses casos.
Pesquisas anteriores com cérebros de autistas já encontraram desequilíbrios em neurotransmissores (substâncias químicas que ajudam as células nervosas a se comunicarem) que poderiam explicar o comportamento do autista.
Outros trabalhos encontraram irregularidades nas próprias estruturas do cérebro, como no corpo caloso (que facilita a comunicação entre os dois hemisférios do cérebro), na amígdala (que afeta o comportamento social e emocional) e no cerebelo (envolvido com as atividades motoras, o equilíbrio e a coordenação).
Na avaliação do neurologista José Geraldo Speciali, da USP de Ribeirão Preto, caso a eficácia do eletroencefalograma no diagnóstico do autismo seja confirmada, será "uma ótima notícia" porque hoje o autismo é descoberto tardiamente. "Porém, ainda não sabemos se o diagnóstico e a intervenção precoces mudarão o curso da doença", observa.
Para o médico Luiz Celso Vilanova, chefe do departamento de neurologista infantil da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a pesquisa da Fiocruz é mais uma que tenta encontrar um marcador biológico para o diagnóstico do autismo, mas dificilmente chegará a uma resposta positiva.
"Ela pode trazer novas contribuições, mas outros trabalhos, com métodos até mais sofisticados como a ressonância magnética e o PET scan, não conseguiram definir um quadro que sirva de marcador independente", diz o médico.
Segundo ele, a limitação é da própria medicina. "No passado, essas crianças eram classificadas como psicóticas. Existem algumas evidências de alterações de natureza biológica e cerebral, mas nada que nos ajude no diagnóstico."
Hoje, o diagnóstico ocorre por volta dos três anos de idade, e o tratamento é basicamente comportamental (psicólogos e fonoaudiólogos, por exemplo). Medicamentos são usados para controlar sintomas específicos, como a agressividade.


BOL Notícias
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:15  comentar

O cérebro de uma criança com autismo apresenta alterações no corpo caloso, amígdala e cerebelo

Um método para diagnosticar o autismo por meio de exame de imagem está sendo desenvolvido pelo Instituto Fernandes Figueira, da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz). Atualmente, não há nenhum teste específico para o autismo. O diagnóstico é clínico, com base na observação dos sintomas.

Os pesquisadores utilizam o eletroencefalograma computadorizado para fazer uma varredura cerebral. O exame amplia e mede as correntes eletromagnéticas no cérebro em diversas frequências (de 3 a 27 hertz) e permite verificar as ligações entre os grupos de neurônios.
Segundo o neurologista infantil Adaílton Tadeu Alves de Pontes, um dos coordenadores da pesquisa, as imagens obtidas com o mapeamento são comparadas com as do cérebro de uma criança sem o problema.
"Verificamos a relação de uma área com outra e percebemos que as crianças com autismo tiveram uma resposta diminuída no hemisfério cerebral direito em relação ao esquerdo, ou seja, há uma deficiência de ativação no hemisfério direito".
Pontes explica que o hemisfério direito está associado às funções socioafetivas, emocionais, de empatia e de percepção do contexto e compreensão social, enquanto o hemisfério esquerdo é mais relacionado com o cálculo e o raciocínio.
O próximo passo, segundo ele, é ampliar a amostra de crianças analisadas, incluindo autistas com inteligência normal e outros com problemas de linguagem, por exemplo. Por fim, haverá uma comparação dessas crianças com outras que possuam patologias neuropsiquiátricas diferentes -para saber como funciona a resposta cerebral nesses casos.
Pesquisas anteriores com cérebros de autistas já encontraram desequilíbrios em neurotransmissores (substâncias químicas que ajudam as células nervosas a se comunicarem) que poderiam explicar o comportamento do autista.
Outros trabalhos encontraram irregularidades nas próprias estruturas do cérebro, como no corpo caloso (que facilita a comunicação entre os dois hemisférios do cérebro), na amígdala (que afeta o comportamento social e emocional) e no cerebelo (envolvido com as atividades motoras, o equilíbrio e a coordenação).
Na avaliação do neurologista José Geraldo Speciali, da USP de Ribeirão Preto, caso a eficácia do eletroencefalograma no diagnóstico do autismo seja confirmada, será "uma ótima notícia" porque hoje o autismo é descoberto tardiamente. "Porém, ainda não sabemos se o diagnóstico e a intervenção precoces mudarão o curso da doença", observa.
Para o médico Luiz Celso Vilanova, chefe do departamento de neurologista infantil da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a pesquisa da Fiocruz é mais uma que tenta encontrar um marcador biológico para o diagnóstico do autismo, mas dificilmente chegará a uma resposta positiva.
"Ela pode trazer novas contribuições, mas outros trabalhos, com métodos até mais sofisticados como a ressonância magnética e o PET scan, não conseguiram definir um quadro que sirva de marcador independente", diz o médico.
Segundo ele, a limitação é da própria medicina. "No passado, essas crianças eram classificadas como psicóticas. Existem algumas evidências de alterações de natureza biológica e cerebral, mas nada que nos ajude no diagnóstico."
Hoje, o diagnóstico ocorre por volta dos três anos de idade, e o tratamento é basicamente comportamental (psicólogos e fonoaudiólogos, por exemplo). Medicamentos são usados para controlar sintomas específicos, como a agressividade.


BOL Notícias
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O cérebro de uma criança com autismo apresenta alterações no corpo caloso, amígdala e cerebelo

Um método para diagnosticar o autismo por meio de exame de imagem está sendo desenvolvido pelo Instituto Fernandes Figueira, da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz). Atualmente, não há nenhum teste específico para o autismo. O diagnóstico é clínico, com base na observação dos sintomas.

Os pesquisadores utilizam o eletroencefalograma computadorizado para fazer uma varredura cerebral. O exame amplia e mede as correntes eletromagnéticas no cérebro em diversas frequências (de 3 a 27 hertz) e permite verificar as ligações entre os grupos de neurônios.
Segundo o neurologista infantil Adaílton Tadeu Alves de Pontes, um dos coordenadores da pesquisa, as imagens obtidas com o mapeamento são comparadas com as do cérebro de uma criança sem o problema.
"Verificamos a relação de uma área com outra e percebemos que as crianças com autismo tiveram uma resposta diminuída no hemisfério cerebral direito em relação ao esquerdo, ou seja, há uma deficiência de ativação no hemisfério direito".
Pontes explica que o hemisfério direito está associado às funções socioafetivas, emocionais, de empatia e de percepção do contexto e compreensão social, enquanto o hemisfério esquerdo é mais relacionado com o cálculo e o raciocínio.
O próximo passo, segundo ele, é ampliar a amostra de crianças analisadas, incluindo autistas com inteligência normal e outros com problemas de linguagem, por exemplo. Por fim, haverá uma comparação dessas crianças com outras que possuam patologias neuropsiquiátricas diferentes -para saber como funciona a resposta cerebral nesses casos.
Pesquisas anteriores com cérebros de autistas já encontraram desequilíbrios em neurotransmissores (substâncias químicas que ajudam as células nervosas a se comunicarem) que poderiam explicar o comportamento do autista.
Outros trabalhos encontraram irregularidades nas próprias estruturas do cérebro, como no corpo caloso (que facilita a comunicação entre os dois hemisférios do cérebro), na amígdala (que afeta o comportamento social e emocional) e no cerebelo (envolvido com as atividades motoras, o equilíbrio e a coordenação).
Na avaliação do neurologista José Geraldo Speciali, da USP de Ribeirão Preto, caso a eficácia do eletroencefalograma no diagnóstico do autismo seja confirmada, será "uma ótima notícia" porque hoje o autismo é descoberto tardiamente. "Porém, ainda não sabemos se o diagnóstico e a intervenção precoces mudarão o curso da doença", observa.
Para o médico Luiz Celso Vilanova, chefe do departamento de neurologista infantil da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a pesquisa da Fiocruz é mais uma que tenta encontrar um marcador biológico para o diagnóstico do autismo, mas dificilmente chegará a uma resposta positiva.
"Ela pode trazer novas contribuições, mas outros trabalhos, com métodos até mais sofisticados como a ressonância magnética e o PET scan, não conseguiram definir um quadro que sirva de marcador independente", diz o médico.
Segundo ele, a limitação é da própria medicina. "No passado, essas crianças eram classificadas como psicóticas. Existem algumas evidências de alterações de natureza biológica e cerebral, mas nada que nos ajude no diagnóstico."
Hoje, o diagnóstico ocorre por volta dos três anos de idade, e o tratamento é basicamente comportamental (psicólogos e fonoaudiólogos, por exemplo). Medicamentos são usados para controlar sintomas específicos, como a agressividade.


BOL Notícias
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O cérebro de uma criança com autismo apresenta alterações no corpo caloso, amígdala e cerebelo

Um método para diagnosticar o autismo por meio de exame de imagem está sendo desenvolvido pelo Instituto Fernandes Figueira, da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz). Atualmente, não há nenhum teste específico para o autismo. O diagnóstico é clínico, com base na observação dos sintomas.

Os pesquisadores utilizam o eletroencefalograma computadorizado para fazer uma varredura cerebral. O exame amplia e mede as correntes eletromagnéticas no cérebro em diversas frequências (de 3 a 27 hertz) e permite verificar as ligações entre os grupos de neurônios.
Segundo o neurologista infantil Adaílton Tadeu Alves de Pontes, um dos coordenadores da pesquisa, as imagens obtidas com o mapeamento são comparadas com as do cérebro de uma criança sem o problema.
"Verificamos a relação de uma área com outra e percebemos que as crianças com autismo tiveram uma resposta diminuída no hemisfério cerebral direito em relação ao esquerdo, ou seja, há uma deficiência de ativação no hemisfério direito".
Pontes explica que o hemisfério direito está associado às funções socioafetivas, emocionais, de empatia e de percepção do contexto e compreensão social, enquanto o hemisfério esquerdo é mais relacionado com o cálculo e o raciocínio.
O próximo passo, segundo ele, é ampliar a amostra de crianças analisadas, incluindo autistas com inteligência normal e outros com problemas de linguagem, por exemplo. Por fim, haverá uma comparação dessas crianças com outras que possuam patologias neuropsiquiátricas diferentes -para saber como funciona a resposta cerebral nesses casos.
Pesquisas anteriores com cérebros de autistas já encontraram desequilíbrios em neurotransmissores (substâncias químicas que ajudam as células nervosas a se comunicarem) que poderiam explicar o comportamento do autista.
Outros trabalhos encontraram irregularidades nas próprias estruturas do cérebro, como no corpo caloso (que facilita a comunicação entre os dois hemisférios do cérebro), na amígdala (que afeta o comportamento social e emocional) e no cerebelo (envolvido com as atividades motoras, o equilíbrio e a coordenação).
Na avaliação do neurologista José Geraldo Speciali, da USP de Ribeirão Preto, caso a eficácia do eletroencefalograma no diagnóstico do autismo seja confirmada, será "uma ótima notícia" porque hoje o autismo é descoberto tardiamente. "Porém, ainda não sabemos se o diagnóstico e a intervenção precoces mudarão o curso da doença", observa.
Para o médico Luiz Celso Vilanova, chefe do departamento de neurologista infantil da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a pesquisa da Fiocruz é mais uma que tenta encontrar um marcador biológico para o diagnóstico do autismo, mas dificilmente chegará a uma resposta positiva.
"Ela pode trazer novas contribuições, mas outros trabalhos, com métodos até mais sofisticados como a ressonância magnética e o PET scan, não conseguiram definir um quadro que sirva de marcador independente", diz o médico.
Segundo ele, a limitação é da própria medicina. "No passado, essas crianças eram classificadas como psicóticas. Existem algumas evidências de alterações de natureza biológica e cerebral, mas nada que nos ajude no diagnóstico."
Hoje, o diagnóstico ocorre por volta dos três anos de idade, e o tratamento é basicamente comportamental (psicólogos e fonoaudiólogos, por exemplo). Medicamentos são usados para controlar sintomas específicos, como a agressividade.


BOL Notícias
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O cérebro de uma criança com autismo apresenta alterações no corpo caloso, amígdala e cerebelo

Um método para diagnosticar o autismo por meio de exame de imagem está sendo desenvolvido pelo Instituto Fernandes Figueira, da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz). Atualmente, não há nenhum teste específico para o autismo. O diagnóstico é clínico, com base na observação dos sintomas.

Os pesquisadores utilizam o eletroencefalograma computadorizado para fazer uma varredura cerebral. O exame amplia e mede as correntes eletromagnéticas no cérebro em diversas frequências (de 3 a 27 hertz) e permite verificar as ligações entre os grupos de neurônios.
Segundo o neurologista infantil Adaílton Tadeu Alves de Pontes, um dos coordenadores da pesquisa, as imagens obtidas com o mapeamento são comparadas com as do cérebro de uma criança sem o problema.
"Verificamos a relação de uma área com outra e percebemos que as crianças com autismo tiveram uma resposta diminuída no hemisfério cerebral direito em relação ao esquerdo, ou seja, há uma deficiência de ativação no hemisfério direito".
Pontes explica que o hemisfério direito está associado às funções socioafetivas, emocionais, de empatia e de percepção do contexto e compreensão social, enquanto o hemisfério esquerdo é mais relacionado com o cálculo e o raciocínio.
O próximo passo, segundo ele, é ampliar a amostra de crianças analisadas, incluindo autistas com inteligência normal e outros com problemas de linguagem, por exemplo. Por fim, haverá uma comparação dessas crianças com outras que possuam patologias neuropsiquiátricas diferentes -para saber como funciona a resposta cerebral nesses casos.
Pesquisas anteriores com cérebros de autistas já encontraram desequilíbrios em neurotransmissores (substâncias químicas que ajudam as células nervosas a se comunicarem) que poderiam explicar o comportamento do autista.
Outros trabalhos encontraram irregularidades nas próprias estruturas do cérebro, como no corpo caloso (que facilita a comunicação entre os dois hemisférios do cérebro), na amígdala (que afeta o comportamento social e emocional) e no cerebelo (envolvido com as atividades motoras, o equilíbrio e a coordenação).
Na avaliação do neurologista José Geraldo Speciali, da USP de Ribeirão Preto, caso a eficácia do eletroencefalograma no diagnóstico do autismo seja confirmada, será "uma ótima notícia" porque hoje o autismo é descoberto tardiamente. "Porém, ainda não sabemos se o diagnóstico e a intervenção precoces mudarão o curso da doença", observa.
Para o médico Luiz Celso Vilanova, chefe do departamento de neurologista infantil da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a pesquisa da Fiocruz é mais uma que tenta encontrar um marcador biológico para o diagnóstico do autismo, mas dificilmente chegará a uma resposta positiva.
"Ela pode trazer novas contribuições, mas outros trabalhos, com métodos até mais sofisticados como a ressonância magnética e o PET scan, não conseguiram definir um quadro que sirva de marcador independente", diz o médico.
Segundo ele, a limitação é da própria medicina. "No passado, essas crianças eram classificadas como psicóticas. Existem algumas evidências de alterações de natureza biológica e cerebral, mas nada que nos ajude no diagnóstico."
Hoje, o diagnóstico ocorre por volta dos três anos de idade, e o tratamento é basicamente comportamental (psicólogos e fonoaudiólogos, por exemplo). Medicamentos são usados para controlar sintomas específicos, como a agressividade.


BOL Notícias
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O site de buscas de internet Google vai lançar uma aplicação que permite que os usuários de telefone celular identifiquem planetas e galáxias.

Astrônomos amadores poderão distinguir Mercúrio de Marte ao apontarem a câmera de seu celular para o céu e apertarem um botão.
O software que a Google vai adotar chama-se Star Droid e usa GPS (Global Positionin System - o sistema de localização por satélite) para identificar a posição do usuário e compará-la a mapas do céu. Ele aponta automaticamente nomes de estrelas e planetas que podem ser vistos através da tela do celular.
A aplicação permitirá também que se conheça a distância do corpo celeste e sua posição em uma constelação.
Os astrônomos esperam que a tecnologia da Google, que poderá ser baixada gratuitamente da internet, ajude a inspirar e a educar uma nova geração interessada nos mistérios do espaço.
"Parece que esta novidade pode ser realmente útil para ajudar as pessoas a aprender sobre o que estão observando", disse Carolin Crawford, do Instituto de Astronomia da Universidade de Cambridge, ao jornal britânico The Sunday Times.
"Será interessante ver o quanto a câmera dos celulares poderá pegar. O céu, à noite, é muito cheio. Vênus pode aparecer brilhante no espaço mas muitas estrelas aparecem bem apagadas e pode ser difícil para a câmera captar."
O Google já oferece aos usuários mapas do espaço através do Google Sky. A data para o lançamento de Star Droid ainda não foi anunciada.


BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:49  comentar

O site de buscas de internet Google vai lançar uma aplicação que permite que os usuários de telefone celular identifiquem planetas e galáxias.

Astrônomos amadores poderão distinguir Mercúrio de Marte ao apontarem a câmera de seu celular para o céu e apertarem um botão.
O software que a Google vai adotar chama-se Star Droid e usa GPS (Global Positionin System - o sistema de localização por satélite) para identificar a posição do usuário e compará-la a mapas do céu. Ele aponta automaticamente nomes de estrelas e planetas que podem ser vistos através da tela do celular.
A aplicação permitirá também que se conheça a distância do corpo celeste e sua posição em uma constelação.
Os astrônomos esperam que a tecnologia da Google, que poderá ser baixada gratuitamente da internet, ajude a inspirar e a educar uma nova geração interessada nos mistérios do espaço.
"Parece que esta novidade pode ser realmente útil para ajudar as pessoas a aprender sobre o que estão observando", disse Carolin Crawford, do Instituto de Astronomia da Universidade de Cambridge, ao jornal britânico The Sunday Times.
"Será interessante ver o quanto a câmera dos celulares poderá pegar. O céu, à noite, é muito cheio. Vênus pode aparecer brilhante no espaço mas muitas estrelas aparecem bem apagadas e pode ser difícil para a câmera captar."
O Google já oferece aos usuários mapas do espaço através do Google Sky. A data para o lançamento de Star Droid ainda não foi anunciada.


BBC Brasil
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O site de buscas de internet Google vai lançar uma aplicação que permite que os usuários de telefone celular identifiquem planetas e galáxias.

Astrônomos amadores poderão distinguir Mercúrio de Marte ao apontarem a câmera de seu celular para o céu e apertarem um botão.
O software que a Google vai adotar chama-se Star Droid e usa GPS (Global Positionin System - o sistema de localização por satélite) para identificar a posição do usuário e compará-la a mapas do céu. Ele aponta automaticamente nomes de estrelas e planetas que podem ser vistos através da tela do celular.
A aplicação permitirá também que se conheça a distância do corpo celeste e sua posição em uma constelação.
Os astrônomos esperam que a tecnologia da Google, que poderá ser baixada gratuitamente da internet, ajude a inspirar e a educar uma nova geração interessada nos mistérios do espaço.
"Parece que esta novidade pode ser realmente útil para ajudar as pessoas a aprender sobre o que estão observando", disse Carolin Crawford, do Instituto de Astronomia da Universidade de Cambridge, ao jornal britânico The Sunday Times.
"Será interessante ver o quanto a câmera dos celulares poderá pegar. O céu, à noite, é muito cheio. Vênus pode aparecer brilhante no espaço mas muitas estrelas aparecem bem apagadas e pode ser difícil para a câmera captar."
O Google já oferece aos usuários mapas do espaço através do Google Sky. A data para o lançamento de Star Droid ainda não foi anunciada.


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Astrônomos amadores poderão distinguir Mercúrio de Marte ao apontarem a câmera de seu celular para o céu e apertarem um botão.
O software que a Google vai adotar chama-se Star Droid e usa GPS (Global Positionin System - o sistema de localização por satélite) para identificar a posição do usuário e compará-la a mapas do céu. Ele aponta automaticamente nomes de estrelas e planetas que podem ser vistos através da tela do celular.
A aplicação permitirá também que se conheça a distância do corpo celeste e sua posição em uma constelação.
Os astrônomos esperam que a tecnologia da Google, que poderá ser baixada gratuitamente da internet, ajude a inspirar e a educar uma nova geração interessada nos mistérios do espaço.
"Parece que esta novidade pode ser realmente útil para ajudar as pessoas a aprender sobre o que estão observando", disse Carolin Crawford, do Instituto de Astronomia da Universidade de Cambridge, ao jornal britânico The Sunday Times.
"Será interessante ver o quanto a câmera dos celulares poderá pegar. O céu, à noite, é muito cheio. Vênus pode aparecer brilhante no espaço mas muitas estrelas aparecem bem apagadas e pode ser difícil para a câmera captar."
O Google já oferece aos usuários mapas do espaço através do Google Sky. A data para o lançamento de Star Droid ainda não foi anunciada.


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O site de buscas de internet Google vai lançar uma aplicação que permite que os usuários de telefone celular identifiquem planetas e galáxias.

Astrônomos amadores poderão distinguir Mercúrio de Marte ao apontarem a câmera de seu celular para o céu e apertarem um botão.
O software que a Google vai adotar chama-se Star Droid e usa GPS (Global Positionin System - o sistema de localização por satélite) para identificar a posição do usuário e compará-la a mapas do céu. Ele aponta automaticamente nomes de estrelas e planetas que podem ser vistos através da tela do celular.
A aplicação permitirá também que se conheça a distância do corpo celeste e sua posição em uma constelação.
Os astrônomos esperam que a tecnologia da Google, que poderá ser baixada gratuitamente da internet, ajude a inspirar e a educar uma nova geração interessada nos mistérios do espaço.
"Parece que esta novidade pode ser realmente útil para ajudar as pessoas a aprender sobre o que estão observando", disse Carolin Crawford, do Instituto de Astronomia da Universidade de Cambridge, ao jornal britânico The Sunday Times.
"Será interessante ver o quanto a câmera dos celulares poderá pegar. O céu, à noite, é muito cheio. Vênus pode aparecer brilhante no espaço mas muitas estrelas aparecem bem apagadas e pode ser difícil para a câmera captar."
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BBC Brasil
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A perspectiva da foto tem o objetivo de ilustrar que o acesso à cultura pode trazer mudanças. Por isso, na parte mais ao fundo da imagem podemos perceber que há lixo jogado, representando uma vida desordenada e sem sentido que é deixada para trás. O jovem da foto é um convite para que se criem condições para a promoção de uma cultura da paz fundamentada na justiça social. A foto em preto e branco realça a característica da cena retratada, dando emoção ao momento captado e enfocando a seriedade, o que leva à reflexão sobre o conteúdo. Deixar apenas o livro colorido tem como objetivo destacar a leitura e a cultura como forma de combate à violência. Criação: Ana Paula Couto, Bianca U. Trava, Fernando R. Moretti, Nathália Bellan, Luis Gustavo Cavalcante.Modelo: Adauto H. Cavalcante.

Fraternidade e Segurança Pública. Esse é o tema da Campanha da Fraternidade da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, CNBB, com o lema “A paz é fruto da Justiça” (Is 32,17). Debater sobre a segurança pública é o foco da Campanha da Fraternidade de 2009, para mostrar às pessoas que é possível a cultura da paz: na família, na sua comunidade e na sociedade em que vivemos. O objetivo é o empenho na construção da justiça social e da segurança para todos.

Falar de violência não é difícil, pois os números dela no Brasil são alarmantes. Conforme pesquisa da OEI (Organização dos Estados Ibero-Americanos), divulgada em 2007, para cada grupo de 100 mil pessoas, 27 morrem assassinadas. Tratando-se da faixa etária entre 20 e 24 anos, o quadro se torna ainda mais preocupante, chegando aos 64,9 homicídios. O estudo situa o Brasil na 4ª posição dos países mais violentos de um total de 84 pesquisados. Quando falamos em violência, logo pensamos no ato de agressão física, aquela que tem o objetivo de ferir, deixando ou não marcas evidentes. Mas essa não é a única forma de violência.
E é sobre isso que a Campanha deste ano quer nos alertar, nos mostrar a realidade, a triste realidade de que existem muitos tipos de violência, quais muitas vezes nem percebemos. Entre os vários tipos de violência, a psicológica ou a agressão emocional é tão ou mais prejudicial que a física, pois se caracteriza por rejeição, discriminação, humilhação, desrespeito e, muitas vezes, punições exageradas. Um exemplo é a diferença entre as classes sociais: os ricos tornam-se cada vez mais ricos à custa dos pobres, cada vez mais pobres. Ela é determinada por valores sociais, culturais, econômicos, políticos e morais de uma sociedade, gerando muitos conflitos pessoais, que fazem a pessoa sentir-se diferente por perceber que sua realidade está muito distante da ideal, criando então o conflito entre a possibilidade e a realidade em que vive. Surgem, a partir das diferenças encontradas dentro de si, conseqüências para a sociedade no que diz respeito à violência e à insegurança. Quando se tornam casos de anomalias, muitas pessoas procuram fugir de seus conflitos, com desvios no comportamento sexual, no alcoolismo e no uso de drogas, gerando comportamentos criminosos graves, como assassinatos, linchamentos, assaltos, tráfico de drogas, tiroteios e corrupção, além do desrespeito às normas de conduta sociais estabelecidas pelos códigos legais.

Basicamente, existem três tipos de violência: a estrutural, a física e a simbólica.

Violência estrutural: baseada principalmente na discriminação social.
Violência física: é facilmente perceptível, pela visualização e por sua materialidade
Violência simbólica: é menos perceptível, ocorre por meio de situações, constrangimentos, ameaças e humilhações.

As diversas formas de violência abordadas pela CF 2009

A violência no meio familiar
Acidentes domésticos;maus-tratos intencionais ou causados por negligência ou descuido;excesso na punição física ou simbólica;brigas entre casais;violência contra a mulher;agressão aos filhos;alcoolismo e outros tipos de dependência química;pedofilia e abuso sexual;violência contra as pessoas idosas.

A violência contra nascituro e sua mãe
Atentados contra a vida de inocentes começam antes mesmo de seu nascimento. Muitos traumas e desvios de comportamento são provenientes de maus-tratos, rejeição, subnutrição, medicação inadequada e tantas outras formas de agressão ou de descaso. A violência do aborto nega a uma criança o direito de viver quando ela ainda não pode se fazer ouvir e, nos casos em que se obtém autorização judicial para realizar aborto de fetos que apresentam malformações, embora isto seja ilegal, pratica-se o aborto eugenético: recusa em aceitar os “imperfeitos”.

A violência e os grupos sociais
A convivência entre os diferentes grupos sociais nem sempre é pacífica. As diferenças existentes entre os grupos podem variar desde questões religiosas ou ideológicas até formas de compreensão do mundo. Os grupos sociais radicais, incapazes de um diálogo que tenha por objetivo a construção do bem comum, não colaboram com a segurança pública, constituindo-se, muitas vezes, constituem numa grave ameaça para ela.

A violência do racismo
Uma das formas mais cruéis de racismo é a negação de sua existência quando ele existe de fato e é indisfarçável. Não somente o racismo individual, nas relações interpessoais e sociais, mas principalmente o racismo estrutural, refletido nas barreiras da educação e do emprego.

A violência no campo
O maior crescimento da violência é verificado em relação ao número de famílias expulsas da sua terra pelo poder privado. Sem justiça no campo, não pode existir segurança. Sem segurança no campo, a sociedade estará sempre ameaçada, pois ficará marcada pelo medo e pela violência.

A violência contra os povos indígenas
Violência contra o patrimônio indígena;violência contra a pessoa praticada por particulares e agentes do poder público;violências provocadas por omissões do poder público;violências contra povos indígenas isolados e de pouco contato.

A violência no trânsito
A violência no trânsito causa mais mortes do que muitas guerras no exterior. Com a edição recente da lei nº 11.705, conhecida como a “Lei de Tolerância Zero”, de junho de 2008, e a intensificação da fiscalização, abriu-se a perspectiva de que a violência no trânsito e os acidentes diminuam consideravelmente. Mas para que isso ocorra, é imprescindível que todos tenham plena consciência de que o álcool inibe os reflexos do condutor em situações que exigem rápido reflexo.

A violência contra a natureza
A exploração econômica sem critérios, a depredação da natureza, a situação em que se encontram as florestas, a poluição dos rios e das águas em geral, a contaminação do ar, a extinção de espécies vegetais e animais são resultantes da ação predatória dos seres humanos. Todos – governos, empresas e cidadãos – com suas atitudes cotidianas, são responsáveis pelo futuro do planeta.

A violência contra os defensores de direitos humanos
Há pessoas de boa vontade que lutam para diminuir a violência. Estão organizadas em diferentes frentes de atuação com o mapeamento e denúncia de trabalho escravo, do tráfico de pessoas, da exploração sexual de menores, entre outras causas.

A violência policial e a violência contra os policiais
Os policiais, com freqüência, vivem em um universo violento, seja na realização de trabalhos comunitários, seja na luta contra a violência. Muitos ainda são causas dela, chegando a atitudes extremadas, inclusive provocando a morte de pessoas inocentes. Por outro lado, os policiais em geral sofrem com a violência: além de serem vítimas da ação de bandidos, padecem outro tipo de vitimização.

Pressupostos da cultura de paz
O Texto-base da CF 2009 diz que “em um clima difuso de concórdia e de respeito à justiça, pode amadurecer a verdadeira cultura de paz, cuja proposta está alicerçada nos seguintes pressupostos:
– o respeito à vida e à sua dignidade;
– a prática da não-violência em todas as suas formas (física, sexual, psicológica, econômica e social);
– a prática da generosidade para terminar com a exclusão, a injustiça e a opressão política e econômica;
– a defesa da liberdade de expressão e da diversidade cultural;
– a promoção do consumo responsável e de um desenvolvimento econômico que preze o equilíbrio no uso dos recursos naturais do planeta;
– a plena participação das mulheres na vida social e o respeito aos valores democráticos.


SOCIEDADE VICENTE PALOTTI

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A perspectiva da foto tem o objetivo de ilustrar que o acesso à cultura pode trazer mudanças. Por isso, na parte mais ao fundo da imagem podemos perceber que há lixo jogado, representando uma vida desordenada e sem sentido que é deixada para trás. O jovem da foto é um convite para que se criem condições para a promoção de uma cultura da paz fundamentada na justiça social. A foto em preto e branco realça a característica da cena retratada, dando emoção ao momento captado e enfocando a seriedade, o que leva à reflexão sobre o conteúdo. Deixar apenas o livro colorido tem como objetivo destacar a leitura e a cultura como forma de combate à violência. Criação: Ana Paula Couto, Bianca U. Trava, Fernando R. Moretti, Nathália Bellan, Luis Gustavo Cavalcante.Modelo: Adauto H. Cavalcante.

Fraternidade e Segurança Pública. Esse é o tema da Campanha da Fraternidade da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, CNBB, com o lema “A paz é fruto da Justiça” (Is 32,17). Debater sobre a segurança pública é o foco da Campanha da Fraternidade de 2009, para mostrar às pessoas que é possível a cultura da paz: na família, na sua comunidade e na sociedade em que vivemos. O objetivo é o empenho na construção da justiça social e da segurança para todos.

Falar de violência não é difícil, pois os números dela no Brasil são alarmantes. Conforme pesquisa da OEI (Organização dos Estados Ibero-Americanos), divulgada em 2007, para cada grupo de 100 mil pessoas, 27 morrem assassinadas. Tratando-se da faixa etária entre 20 e 24 anos, o quadro se torna ainda mais preocupante, chegando aos 64,9 homicídios. O estudo situa o Brasil na 4ª posição dos países mais violentos de um total de 84 pesquisados. Quando falamos em violência, logo pensamos no ato de agressão física, aquela que tem o objetivo de ferir, deixando ou não marcas evidentes. Mas essa não é a única forma de violência.
E é sobre isso que a Campanha deste ano quer nos alertar, nos mostrar a realidade, a triste realidade de que existem muitos tipos de violência, quais muitas vezes nem percebemos. Entre os vários tipos de violência, a psicológica ou a agressão emocional é tão ou mais prejudicial que a física, pois se caracteriza por rejeição, discriminação, humilhação, desrespeito e, muitas vezes, punições exageradas. Um exemplo é a diferença entre as classes sociais: os ricos tornam-se cada vez mais ricos à custa dos pobres, cada vez mais pobres. Ela é determinada por valores sociais, culturais, econômicos, políticos e morais de uma sociedade, gerando muitos conflitos pessoais, que fazem a pessoa sentir-se diferente por perceber que sua realidade está muito distante da ideal, criando então o conflito entre a possibilidade e a realidade em que vive. Surgem, a partir das diferenças encontradas dentro de si, conseqüências para a sociedade no que diz respeito à violência e à insegurança. Quando se tornam casos de anomalias, muitas pessoas procuram fugir de seus conflitos, com desvios no comportamento sexual, no alcoolismo e no uso de drogas, gerando comportamentos criminosos graves, como assassinatos, linchamentos, assaltos, tráfico de drogas, tiroteios e corrupção, além do desrespeito às normas de conduta sociais estabelecidas pelos códigos legais.

Basicamente, existem três tipos de violência: a estrutural, a física e a simbólica.

Violência estrutural: baseada principalmente na discriminação social.
Violência física: é facilmente perceptível, pela visualização e por sua materialidade
Violência simbólica: é menos perceptível, ocorre por meio de situações, constrangimentos, ameaças e humilhações.

As diversas formas de violência abordadas pela CF 2009

A violência no meio familiar
Acidentes domésticos;maus-tratos intencionais ou causados por negligência ou descuido;excesso na punição física ou simbólica;brigas entre casais;violência contra a mulher;agressão aos filhos;alcoolismo e outros tipos de dependência química;pedofilia e abuso sexual;violência contra as pessoas idosas.

A violência contra nascituro e sua mãe
Atentados contra a vida de inocentes começam antes mesmo de seu nascimento. Muitos traumas e desvios de comportamento são provenientes de maus-tratos, rejeição, subnutrição, medicação inadequada e tantas outras formas de agressão ou de descaso. A violência do aborto nega a uma criança o direito de viver quando ela ainda não pode se fazer ouvir e, nos casos em que se obtém autorização judicial para realizar aborto de fetos que apresentam malformações, embora isto seja ilegal, pratica-se o aborto eugenético: recusa em aceitar os “imperfeitos”.

A violência e os grupos sociais
A convivência entre os diferentes grupos sociais nem sempre é pacífica. As diferenças existentes entre os grupos podem variar desde questões religiosas ou ideológicas até formas de compreensão do mundo. Os grupos sociais radicais, incapazes de um diálogo que tenha por objetivo a construção do bem comum, não colaboram com a segurança pública, constituindo-se, muitas vezes, constituem numa grave ameaça para ela.

A violência do racismo
Uma das formas mais cruéis de racismo é a negação de sua existência quando ele existe de fato e é indisfarçável. Não somente o racismo individual, nas relações interpessoais e sociais, mas principalmente o racismo estrutural, refletido nas barreiras da educação e do emprego.

A violência no campo
O maior crescimento da violência é verificado em relação ao número de famílias expulsas da sua terra pelo poder privado. Sem justiça no campo, não pode existir segurança. Sem segurança no campo, a sociedade estará sempre ameaçada, pois ficará marcada pelo medo e pela violência.

A violência contra os povos indígenas
Violência contra o patrimônio indígena;violência contra a pessoa praticada por particulares e agentes do poder público;violências provocadas por omissões do poder público;violências contra povos indígenas isolados e de pouco contato.

A violência no trânsito
A violência no trânsito causa mais mortes do que muitas guerras no exterior. Com a edição recente da lei nº 11.705, conhecida como a “Lei de Tolerância Zero”, de junho de 2008, e a intensificação da fiscalização, abriu-se a perspectiva de que a violência no trânsito e os acidentes diminuam consideravelmente. Mas para que isso ocorra, é imprescindível que todos tenham plena consciência de que o álcool inibe os reflexos do condutor em situações que exigem rápido reflexo.

A violência contra a natureza
A exploração econômica sem critérios, a depredação da natureza, a situação em que se encontram as florestas, a poluição dos rios e das águas em geral, a contaminação do ar, a extinção de espécies vegetais e animais são resultantes da ação predatória dos seres humanos. Todos – governos, empresas e cidadãos – com suas atitudes cotidianas, são responsáveis pelo futuro do planeta.

A violência contra os defensores de direitos humanos
Há pessoas de boa vontade que lutam para diminuir a violência. Estão organizadas em diferentes frentes de atuação com o mapeamento e denúncia de trabalho escravo, do tráfico de pessoas, da exploração sexual de menores, entre outras causas.

A violência policial e a violência contra os policiais
Os policiais, com freqüência, vivem em um universo violento, seja na realização de trabalhos comunitários, seja na luta contra a violência. Muitos ainda são causas dela, chegando a atitudes extremadas, inclusive provocando a morte de pessoas inocentes. Por outro lado, os policiais em geral sofrem com a violência: além de serem vítimas da ação de bandidos, padecem outro tipo de vitimização.

Pressupostos da cultura de paz
O Texto-base da CF 2009 diz que “em um clima difuso de concórdia e de respeito à justiça, pode amadurecer a verdadeira cultura de paz, cuja proposta está alicerçada nos seguintes pressupostos:
– o respeito à vida e à sua dignidade;
– a prática da não-violência em todas as suas formas (física, sexual, psicológica, econômica e social);
– a prática da generosidade para terminar com a exclusão, a injustiça e a opressão política e econômica;
– a defesa da liberdade de expressão e da diversidade cultural;
– a promoção do consumo responsável e de um desenvolvimento econômico que preze o equilíbrio no uso dos recursos naturais do planeta;
– a plena participação das mulheres na vida social e o respeito aos valores democráticos.


SOCIEDADE VICENTE PALOTTI

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A perspectiva da foto tem o objetivo de ilustrar que o acesso à cultura pode trazer mudanças. Por isso, na parte mais ao fundo da imagem podemos perceber que há lixo jogado, representando uma vida desordenada e sem sentido que é deixada para trás. O jovem da foto é um convite para que se criem condições para a promoção de uma cultura da paz fundamentada na justiça social. A foto em preto e branco realça a característica da cena retratada, dando emoção ao momento captado e enfocando a seriedade, o que leva à reflexão sobre o conteúdo. Deixar apenas o livro colorido tem como objetivo destacar a leitura e a cultura como forma de combate à violência. Criação: Ana Paula Couto, Bianca U. Trava, Fernando R. Moretti, Nathália Bellan, Luis Gustavo Cavalcante.Modelo: Adauto H. Cavalcante.

Fraternidade e Segurança Pública. Esse é o tema da Campanha da Fraternidade da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, CNBB, com o lema “A paz é fruto da Justiça” (Is 32,17). Debater sobre a segurança pública é o foco da Campanha da Fraternidade de 2009, para mostrar às pessoas que é possível a cultura da paz: na família, na sua comunidade e na sociedade em que vivemos. O objetivo é o empenho na construção da justiça social e da segurança para todos.

Falar de violência não é difícil, pois os números dela no Brasil são alarmantes. Conforme pesquisa da OEI (Organização dos Estados Ibero-Americanos), divulgada em 2007, para cada grupo de 100 mil pessoas, 27 morrem assassinadas. Tratando-se da faixa etária entre 20 e 24 anos, o quadro se torna ainda mais preocupante, chegando aos 64,9 homicídios. O estudo situa o Brasil na 4ª posição dos países mais violentos de um total de 84 pesquisados. Quando falamos em violência, logo pensamos no ato de agressão física, aquela que tem o objetivo de ferir, deixando ou não marcas evidentes. Mas essa não é a única forma de violência.
E é sobre isso que a Campanha deste ano quer nos alertar, nos mostrar a realidade, a triste realidade de que existem muitos tipos de violência, quais muitas vezes nem percebemos. Entre os vários tipos de violência, a psicológica ou a agressão emocional é tão ou mais prejudicial que a física, pois se caracteriza por rejeição, discriminação, humilhação, desrespeito e, muitas vezes, punições exageradas. Um exemplo é a diferença entre as classes sociais: os ricos tornam-se cada vez mais ricos à custa dos pobres, cada vez mais pobres. Ela é determinada por valores sociais, culturais, econômicos, políticos e morais de uma sociedade, gerando muitos conflitos pessoais, que fazem a pessoa sentir-se diferente por perceber que sua realidade está muito distante da ideal, criando então o conflito entre a possibilidade e a realidade em que vive. Surgem, a partir das diferenças encontradas dentro de si, conseqüências para a sociedade no que diz respeito à violência e à insegurança. Quando se tornam casos de anomalias, muitas pessoas procuram fugir de seus conflitos, com desvios no comportamento sexual, no alcoolismo e no uso de drogas, gerando comportamentos criminosos graves, como assassinatos, linchamentos, assaltos, tráfico de drogas, tiroteios e corrupção, além do desrespeito às normas de conduta sociais estabelecidas pelos códigos legais.

Basicamente, existem três tipos de violência: a estrutural, a física e a simbólica.

Violência estrutural: baseada principalmente na discriminação social.
Violência física: é facilmente perceptível, pela visualização e por sua materialidade
Violência simbólica: é menos perceptível, ocorre por meio de situações, constrangimentos, ameaças e humilhações.

As diversas formas de violência abordadas pela CF 2009

A violência no meio familiar
Acidentes domésticos;maus-tratos intencionais ou causados por negligência ou descuido;excesso na punição física ou simbólica;brigas entre casais;violência contra a mulher;agressão aos filhos;alcoolismo e outros tipos de dependência química;pedofilia e abuso sexual;violência contra as pessoas idosas.

A violência contra nascituro e sua mãe
Atentados contra a vida de inocentes começam antes mesmo de seu nascimento. Muitos traumas e desvios de comportamento são provenientes de maus-tratos, rejeição, subnutrição, medicação inadequada e tantas outras formas de agressão ou de descaso. A violência do aborto nega a uma criança o direito de viver quando ela ainda não pode se fazer ouvir e, nos casos em que se obtém autorização judicial para realizar aborto de fetos que apresentam malformações, embora isto seja ilegal, pratica-se o aborto eugenético: recusa em aceitar os “imperfeitos”.

A violência e os grupos sociais
A convivência entre os diferentes grupos sociais nem sempre é pacífica. As diferenças existentes entre os grupos podem variar desde questões religiosas ou ideológicas até formas de compreensão do mundo. Os grupos sociais radicais, incapazes de um diálogo que tenha por objetivo a construção do bem comum, não colaboram com a segurança pública, constituindo-se, muitas vezes, constituem numa grave ameaça para ela.

A violência do racismo
Uma das formas mais cruéis de racismo é a negação de sua existência quando ele existe de fato e é indisfarçável. Não somente o racismo individual, nas relações interpessoais e sociais, mas principalmente o racismo estrutural, refletido nas barreiras da educação e do emprego.

A violência no campo
O maior crescimento da violência é verificado em relação ao número de famílias expulsas da sua terra pelo poder privado. Sem justiça no campo, não pode existir segurança. Sem segurança no campo, a sociedade estará sempre ameaçada, pois ficará marcada pelo medo e pela violência.

A violência contra os povos indígenas
Violência contra o patrimônio indígena;violência contra a pessoa praticada por particulares e agentes do poder público;violências provocadas por omissões do poder público;violências contra povos indígenas isolados e de pouco contato.

A violência no trânsito
A violência no trânsito causa mais mortes do que muitas guerras no exterior. Com a edição recente da lei nº 11.705, conhecida como a “Lei de Tolerância Zero”, de junho de 2008, e a intensificação da fiscalização, abriu-se a perspectiva de que a violência no trânsito e os acidentes diminuam consideravelmente. Mas para que isso ocorra, é imprescindível que todos tenham plena consciência de que o álcool inibe os reflexos do condutor em situações que exigem rápido reflexo.

A violência contra a natureza
A exploração econômica sem critérios, a depredação da natureza, a situação em que se encontram as florestas, a poluição dos rios e das águas em geral, a contaminação do ar, a extinção de espécies vegetais e animais são resultantes da ação predatória dos seres humanos. Todos – governos, empresas e cidadãos – com suas atitudes cotidianas, são responsáveis pelo futuro do planeta.

A violência contra os defensores de direitos humanos
Há pessoas de boa vontade que lutam para diminuir a violência. Estão organizadas em diferentes frentes de atuação com o mapeamento e denúncia de trabalho escravo, do tráfico de pessoas, da exploração sexual de menores, entre outras causas.

A violência policial e a violência contra os policiais
Os policiais, com freqüência, vivem em um universo violento, seja na realização de trabalhos comunitários, seja na luta contra a violência. Muitos ainda são causas dela, chegando a atitudes extremadas, inclusive provocando a morte de pessoas inocentes. Por outro lado, os policiais em geral sofrem com a violência: além de serem vítimas da ação de bandidos, padecem outro tipo de vitimização.

Pressupostos da cultura de paz
O Texto-base da CF 2009 diz que “em um clima difuso de concórdia e de respeito à justiça, pode amadurecer a verdadeira cultura de paz, cuja proposta está alicerçada nos seguintes pressupostos:
– o respeito à vida e à sua dignidade;
– a prática da não-violência em todas as suas formas (física, sexual, psicológica, econômica e social);
– a prática da generosidade para terminar com a exclusão, a injustiça e a opressão política e econômica;
– a defesa da liberdade de expressão e da diversidade cultural;
– a promoção do consumo responsável e de um desenvolvimento econômico que preze o equilíbrio no uso dos recursos naturais do planeta;
– a plena participação das mulheres na vida social e o respeito aos valores democráticos.


SOCIEDADE VICENTE PALOTTI

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A perspectiva da foto tem o objetivo de ilustrar que o acesso à cultura pode trazer mudanças. Por isso, na parte mais ao fundo da imagem podemos perceber que há lixo jogado, representando uma vida desordenada e sem sentido que é deixada para trás. O jovem da foto é um convite para que se criem condições para a promoção de uma cultura da paz fundamentada na justiça social. A foto em preto e branco realça a característica da cena retratada, dando emoção ao momento captado e enfocando a seriedade, o que leva à reflexão sobre o conteúdo. Deixar apenas o livro colorido tem como objetivo destacar a leitura e a cultura como forma de combate à violência. Criação: Ana Paula Couto, Bianca U. Trava, Fernando R. Moretti, Nathália Bellan, Luis Gustavo Cavalcante.Modelo: Adauto H. Cavalcante.

Fraternidade e Segurança Pública. Esse é o tema da Campanha da Fraternidade da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, CNBB, com o lema “A paz é fruto da Justiça” (Is 32,17). Debater sobre a segurança pública é o foco da Campanha da Fraternidade de 2009, para mostrar às pessoas que é possível a cultura da paz: na família, na sua comunidade e na sociedade em que vivemos. O objetivo é o empenho na construção da justiça social e da segurança para todos.

Falar de violência não é difícil, pois os números dela no Brasil são alarmantes. Conforme pesquisa da OEI (Organização dos Estados Ibero-Americanos), divulgada em 2007, para cada grupo de 100 mil pessoas, 27 morrem assassinadas. Tratando-se da faixa etária entre 20 e 24 anos, o quadro se torna ainda mais preocupante, chegando aos 64,9 homicídios. O estudo situa o Brasil na 4ª posição dos países mais violentos de um total de 84 pesquisados. Quando falamos em violência, logo pensamos no ato de agressão física, aquela que tem o objetivo de ferir, deixando ou não marcas evidentes. Mas essa não é a única forma de violência.
E é sobre isso que a Campanha deste ano quer nos alertar, nos mostrar a realidade, a triste realidade de que existem muitos tipos de violência, quais muitas vezes nem percebemos. Entre os vários tipos de violência, a psicológica ou a agressão emocional é tão ou mais prejudicial que a física, pois se caracteriza por rejeição, discriminação, humilhação, desrespeito e, muitas vezes, punições exageradas. Um exemplo é a diferença entre as classes sociais: os ricos tornam-se cada vez mais ricos à custa dos pobres, cada vez mais pobres. Ela é determinada por valores sociais, culturais, econômicos, políticos e morais de uma sociedade, gerando muitos conflitos pessoais, que fazem a pessoa sentir-se diferente por perceber que sua realidade está muito distante da ideal, criando então o conflito entre a possibilidade e a realidade em que vive. Surgem, a partir das diferenças encontradas dentro de si, conseqüências para a sociedade no que diz respeito à violência e à insegurança. Quando se tornam casos de anomalias, muitas pessoas procuram fugir de seus conflitos, com desvios no comportamento sexual, no alcoolismo e no uso de drogas, gerando comportamentos criminosos graves, como assassinatos, linchamentos, assaltos, tráfico de drogas, tiroteios e corrupção, além do desrespeito às normas de conduta sociais estabelecidas pelos códigos legais.

Basicamente, existem três tipos de violência: a estrutural, a física e a simbólica.

Violência estrutural: baseada principalmente na discriminação social.
Violência física: é facilmente perceptível, pela visualização e por sua materialidade
Violência simbólica: é menos perceptível, ocorre por meio de situações, constrangimentos, ameaças e humilhações.

As diversas formas de violência abordadas pela CF 2009

A violência no meio familiar
Acidentes domésticos;maus-tratos intencionais ou causados por negligência ou descuido;excesso na punição física ou simbólica;brigas entre casais;violência contra a mulher;agressão aos filhos;alcoolismo e outros tipos de dependência química;pedofilia e abuso sexual;violência contra as pessoas idosas.

A violência contra nascituro e sua mãe
Atentados contra a vida de inocentes começam antes mesmo de seu nascimento. Muitos traumas e desvios de comportamento são provenientes de maus-tratos, rejeição, subnutrição, medicação inadequada e tantas outras formas de agressão ou de descaso. A violência do aborto nega a uma criança o direito de viver quando ela ainda não pode se fazer ouvir e, nos casos em que se obtém autorização judicial para realizar aborto de fetos que apresentam malformações, embora isto seja ilegal, pratica-se o aborto eugenético: recusa em aceitar os “imperfeitos”.

A violência e os grupos sociais
A convivência entre os diferentes grupos sociais nem sempre é pacífica. As diferenças existentes entre os grupos podem variar desde questões religiosas ou ideológicas até formas de compreensão do mundo. Os grupos sociais radicais, incapazes de um diálogo que tenha por objetivo a construção do bem comum, não colaboram com a segurança pública, constituindo-se, muitas vezes, constituem numa grave ameaça para ela.

A violência do racismo
Uma das formas mais cruéis de racismo é a negação de sua existência quando ele existe de fato e é indisfarçável. Não somente o racismo individual, nas relações interpessoais e sociais, mas principalmente o racismo estrutural, refletido nas barreiras da educação e do emprego.

A violência no campo
O maior crescimento da violência é verificado em relação ao número de famílias expulsas da sua terra pelo poder privado. Sem justiça no campo, não pode existir segurança. Sem segurança no campo, a sociedade estará sempre ameaçada, pois ficará marcada pelo medo e pela violência.

A violência contra os povos indígenas
Violência contra o patrimônio indígena;violência contra a pessoa praticada por particulares e agentes do poder público;violências provocadas por omissões do poder público;violências contra povos indígenas isolados e de pouco contato.

A violência no trânsito
A violência no trânsito causa mais mortes do que muitas guerras no exterior. Com a edição recente da lei nº 11.705, conhecida como a “Lei de Tolerância Zero”, de junho de 2008, e a intensificação da fiscalização, abriu-se a perspectiva de que a violência no trânsito e os acidentes diminuam consideravelmente. Mas para que isso ocorra, é imprescindível que todos tenham plena consciência de que o álcool inibe os reflexos do condutor em situações que exigem rápido reflexo.

A violência contra a natureza
A exploração econômica sem critérios, a depredação da natureza, a situação em que se encontram as florestas, a poluição dos rios e das águas em geral, a contaminação do ar, a extinção de espécies vegetais e animais são resultantes da ação predatória dos seres humanos. Todos – governos, empresas e cidadãos – com suas atitudes cotidianas, são responsáveis pelo futuro do planeta.

A violência contra os defensores de direitos humanos
Há pessoas de boa vontade que lutam para diminuir a violência. Estão organizadas em diferentes frentes de atuação com o mapeamento e denúncia de trabalho escravo, do tráfico de pessoas, da exploração sexual de menores, entre outras causas.

A violência policial e a violência contra os policiais
Os policiais, com freqüência, vivem em um universo violento, seja na realização de trabalhos comunitários, seja na luta contra a violência. Muitos ainda são causas dela, chegando a atitudes extremadas, inclusive provocando a morte de pessoas inocentes. Por outro lado, os policiais em geral sofrem com a violência: além de serem vítimas da ação de bandidos, padecem outro tipo de vitimização.

Pressupostos da cultura de paz
O Texto-base da CF 2009 diz que “em um clima difuso de concórdia e de respeito à justiça, pode amadurecer a verdadeira cultura de paz, cuja proposta está alicerçada nos seguintes pressupostos:
– o respeito à vida e à sua dignidade;
– a prática da não-violência em todas as suas formas (física, sexual, psicológica, econômica e social);
– a prática da generosidade para terminar com a exclusão, a injustiça e a opressão política e econômica;
– a defesa da liberdade de expressão e da diversidade cultural;
– a promoção do consumo responsável e de um desenvolvimento econômico que preze o equilíbrio no uso dos recursos naturais do planeta;
– a plena participação das mulheres na vida social e o respeito aos valores democráticos.


SOCIEDADE VICENTE PALOTTI

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A perspectiva da foto tem o objetivo de ilustrar que o acesso à cultura pode trazer mudanças. Por isso, na parte mais ao fundo da imagem podemos perceber que há lixo jogado, representando uma vida desordenada e sem sentido que é deixada para trás. O jovem da foto é um convite para que se criem condições para a promoção de uma cultura da paz fundamentada na justiça social. A foto em preto e branco realça a característica da cena retratada, dando emoção ao momento captado e enfocando a seriedade, o que leva à reflexão sobre o conteúdo. Deixar apenas o livro colorido tem como objetivo destacar a leitura e a cultura como forma de combate à violência. Criação: Ana Paula Couto, Bianca U. Trava, Fernando R. Moretti, Nathália Bellan, Luis Gustavo Cavalcante.Modelo: Adauto H. Cavalcante.

Fraternidade e Segurança Pública. Esse é o tema da Campanha da Fraternidade da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, CNBB, com o lema “A paz é fruto da Justiça” (Is 32,17). Debater sobre a segurança pública é o foco da Campanha da Fraternidade de 2009, para mostrar às pessoas que é possível a cultura da paz: na família, na sua comunidade e na sociedade em que vivemos. O objetivo é o empenho na construção da justiça social e da segurança para todos.

Falar de violência não é difícil, pois os números dela no Brasil são alarmantes. Conforme pesquisa da OEI (Organização dos Estados Ibero-Americanos), divulgada em 2007, para cada grupo de 100 mil pessoas, 27 morrem assassinadas. Tratando-se da faixa etária entre 20 e 24 anos, o quadro se torna ainda mais preocupante, chegando aos 64,9 homicídios. O estudo situa o Brasil na 4ª posição dos países mais violentos de um total de 84 pesquisados. Quando falamos em violência, logo pensamos no ato de agressão física, aquela que tem o objetivo de ferir, deixando ou não marcas evidentes. Mas essa não é a única forma de violência.
E é sobre isso que a Campanha deste ano quer nos alertar, nos mostrar a realidade, a triste realidade de que existem muitos tipos de violência, quais muitas vezes nem percebemos. Entre os vários tipos de violência, a psicológica ou a agressão emocional é tão ou mais prejudicial que a física, pois se caracteriza por rejeição, discriminação, humilhação, desrespeito e, muitas vezes, punições exageradas. Um exemplo é a diferença entre as classes sociais: os ricos tornam-se cada vez mais ricos à custa dos pobres, cada vez mais pobres. Ela é determinada por valores sociais, culturais, econômicos, políticos e morais de uma sociedade, gerando muitos conflitos pessoais, que fazem a pessoa sentir-se diferente por perceber que sua realidade está muito distante da ideal, criando então o conflito entre a possibilidade e a realidade em que vive. Surgem, a partir das diferenças encontradas dentro de si, conseqüências para a sociedade no que diz respeito à violência e à insegurança. Quando se tornam casos de anomalias, muitas pessoas procuram fugir de seus conflitos, com desvios no comportamento sexual, no alcoolismo e no uso de drogas, gerando comportamentos criminosos graves, como assassinatos, linchamentos, assaltos, tráfico de drogas, tiroteios e corrupção, além do desrespeito às normas de conduta sociais estabelecidas pelos códigos legais.

Basicamente, existem três tipos de violência: a estrutural, a física e a simbólica.

Violência estrutural: baseada principalmente na discriminação social.
Violência física: é facilmente perceptível, pela visualização e por sua materialidade
Violência simbólica: é menos perceptível, ocorre por meio de situações, constrangimentos, ameaças e humilhações.

As diversas formas de violência abordadas pela CF 2009

A violência no meio familiar
Acidentes domésticos;maus-tratos intencionais ou causados por negligência ou descuido;excesso na punição física ou simbólica;brigas entre casais;violência contra a mulher;agressão aos filhos;alcoolismo e outros tipos de dependência química;pedofilia e abuso sexual;violência contra as pessoas idosas.

A violência contra nascituro e sua mãe
Atentados contra a vida de inocentes começam antes mesmo de seu nascimento. Muitos traumas e desvios de comportamento são provenientes de maus-tratos, rejeição, subnutrição, medicação inadequada e tantas outras formas de agressão ou de descaso. A violência do aborto nega a uma criança o direito de viver quando ela ainda não pode se fazer ouvir e, nos casos em que se obtém autorização judicial para realizar aborto de fetos que apresentam malformações, embora isto seja ilegal, pratica-se o aborto eugenético: recusa em aceitar os “imperfeitos”.

A violência e os grupos sociais
A convivência entre os diferentes grupos sociais nem sempre é pacífica. As diferenças existentes entre os grupos podem variar desde questões religiosas ou ideológicas até formas de compreensão do mundo. Os grupos sociais radicais, incapazes de um diálogo que tenha por objetivo a construção do bem comum, não colaboram com a segurança pública, constituindo-se, muitas vezes, constituem numa grave ameaça para ela.

A violência do racismo
Uma das formas mais cruéis de racismo é a negação de sua existência quando ele existe de fato e é indisfarçável. Não somente o racismo individual, nas relações interpessoais e sociais, mas principalmente o racismo estrutural, refletido nas barreiras da educação e do emprego.

A violência no campo
O maior crescimento da violência é verificado em relação ao número de famílias expulsas da sua terra pelo poder privado. Sem justiça no campo, não pode existir segurança. Sem segurança no campo, a sociedade estará sempre ameaçada, pois ficará marcada pelo medo e pela violência.

A violência contra os povos indígenas
Violência contra o patrimônio indígena;violência contra a pessoa praticada por particulares e agentes do poder público;violências provocadas por omissões do poder público;violências contra povos indígenas isolados e de pouco contato.

A violência no trânsito
A violência no trânsito causa mais mortes do que muitas guerras no exterior. Com a edição recente da lei nº 11.705, conhecida como a “Lei de Tolerância Zero”, de junho de 2008, e a intensificação da fiscalização, abriu-se a perspectiva de que a violência no trânsito e os acidentes diminuam consideravelmente. Mas para que isso ocorra, é imprescindível que todos tenham plena consciência de que o álcool inibe os reflexos do condutor em situações que exigem rápido reflexo.

A violência contra a natureza
A exploração econômica sem critérios, a depredação da natureza, a situação em que se encontram as florestas, a poluição dos rios e das águas em geral, a contaminação do ar, a extinção de espécies vegetais e animais são resultantes da ação predatória dos seres humanos. Todos – governos, empresas e cidadãos – com suas atitudes cotidianas, são responsáveis pelo futuro do planeta.

A violência contra os defensores de direitos humanos
Há pessoas de boa vontade que lutam para diminuir a violência. Estão organizadas em diferentes frentes de atuação com o mapeamento e denúncia de trabalho escravo, do tráfico de pessoas, da exploração sexual de menores, entre outras causas.

A violência policial e a violência contra os policiais
Os policiais, com freqüência, vivem em um universo violento, seja na realização de trabalhos comunitários, seja na luta contra a violência. Muitos ainda são causas dela, chegando a atitudes extremadas, inclusive provocando a morte de pessoas inocentes. Por outro lado, os policiais em geral sofrem com a violência: além de serem vítimas da ação de bandidos, padecem outro tipo de vitimização.

Pressupostos da cultura de paz
O Texto-base da CF 2009 diz que “em um clima difuso de concórdia e de respeito à justiça, pode amadurecer a verdadeira cultura de paz, cuja proposta está alicerçada nos seguintes pressupostos:
– o respeito à vida e à sua dignidade;
– a prática da não-violência em todas as suas formas (física, sexual, psicológica, econômica e social);
– a prática da generosidade para terminar com a exclusão, a injustiça e a opressão política e econômica;
– a defesa da liberdade de expressão e da diversidade cultural;
– a promoção do consumo responsável e de um desenvolvimento econômico que preze o equilíbrio no uso dos recursos naturais do planeta;
– a plena participação das mulheres na vida social e o respeito aos valores democráticos.


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Também conhecida pela sigla em inglês PAS ou SAP em português, é o termo proposto por Richard Gardner em 1985 para a situação em que a mãe ou o pai de uma criança a treina para romper os laços afetivos com o outro genitor, criando fortes sentimentos de ansiedade e temor em relação ao outro genitor.
Os casos mais freqüentes da Síndrome da Alienação Parental estão associados a situações onde a ruptura da vida conjugal gera, em um dos genitores, uma tendência vingativa muito grande. Quando este não consegue elaborar adequadamente o luto da separação, desencadeia um processo de destruição, vingança, desmoralização e descrédito do ex-cônjuge. Neste processo vingativo, o filho é utilizado como instrumento da agressividade direcionada ao parceiro. Isto é a síndrome de alienação parental: programar uma criança para que odeie o genitor.

O GENITOR ALIENANTE

- Exclui o outro genitor da vida dos filhos
- Não comunica ao outro genitor fatos importantes relacionados à vida dos filhos
(escola, médico, comemorações, etc.).
- Toma decisões importantes sobre a vida dos filhos, sem prévia consulta ao outro
cônjuge (por exemplo: escolha ou mudança de escola, de pediatra, etc.).
- Transmite seu desagrado diante da manifestação de contentamento externada pela criança em estar com o outro genitor.
- Interfere nas visitas
- Ataca a relação entre filho e o outrogenitor
- Controla excessivamente os horários de visita.
- Recorda à criança, com insistência,motivos ou fatos ocorridos que levem ao estranhamento com o outro genitor.
- Transforma a criança em espiã da vida do ex-cônjuge.
- Emite falsas acusações de abuso sexual,uso de drogas e álcool.
- Organiza diversas atividades para o dia de visitas, de modo a torná-las desinteressantes ou mesmo inibí-la.
- Não permite que a criança esteja com o genitor alienado em ocasiões outras que
não aquelas prévia e expressamente estipuladas.
- Obriga a criança a optar entre a mãe ou o pai, fazendo-a tomar partido no conflito.
- Quebra, esconde ou cuida mal dos presentes que o genitor alienado dá ao
filho.
- Sugere à criança que o outro genitor é pessoa perigosa
- Faz comentários desairosos sobre presentes ou roupas compradas pelo outro genitor ou mesmo sobre o gênero do lazer que ele oferece ao filho.
- Critica a competência profissional e a situação financeira do ex-cônjuge.
- Denigre a imagem do outro genitor

A CRIANÇA ALIENADA

- Apresenta um sentimento constante de raiva e ódio contra o genitor alienado e sua família.
- Se recusa a dar atenção, visitar, ou se comunicar com o outro genitor.
- Guarda sentimentos e crenças negativas sobre o outro genitor, que são inconsequentes, exageradas ou inverossímeis com a realidade.

CRIANÇAS VÍTIMAS DE SAP SÃO
MAIS PROPENSAS A:

- Apresentar distúrbios psicológicos como depressão, ansiedade e pânico
- Utilizar drogas e álcool como forma de aliviar a dor e culpa da alienação
- Cometer suicídio
- Apresentar baixa auto-estima. Não conseguir uma relação estável,quando adultas.
- Possuir problemas de gênero, em função da desqualificação do genitor atacado.

Orientação
A síndrome da alienação parental é um tema bastante discutido internacionalmente e,
atualmente, no Brasil
Pesquise na internet e livrarias pelo termo “alienação parental ”.
É crescente o número de profissionais atuando para combater esta violência.
A informação sobre a SAP é muito importante para garantir às crianças e
adolescentes o direito ao desenvolvimento saudável, ao convívio familiar e a participação de ambos os genitores em sua vida.
Também é possível encontrar vários sites sobre o assunto, bem como alguns livros.
Busque compreender seu filho e proteja-o de discussões ou situações tensas com o outro genitor.
Busque auxílio psicológico e, se necessário, jurídico para tratar o problema. Não espere que uma situação de SAP desapareça sozinha.
A Alienação Parental não é um problema somente dos genitores separados. É um problema social, que, silenciosamente, traz conseqüências nefastas para as gerações
futuras.

O MUNDO NO COMBATE A SAP
www.apase.org.br
www.pailegal.net www.alienacaoparental.com.br
www.paisporjustica.com
www.fact.on.ca www.paawareness.org
www.splitntwo.com www.mcp-ge.org
www.sos-papai.org www.amordepapa.org

FONTE: Alienação Parental

Você pode ler mais à respeito na Revista Isto É de 26/11/2008
"Famílias Dilaceradas" por Claudia Jordão(Veja o resumo do texto abaixo)

Pais e mães que mentem, caluniam e tramam com o objetivo de afastar o filho do ex-parceiro sempre existiram. A diferença é que, agora, há um termo que dá nome a essa prática: alienação parental. Cunhada em 1985, nos Estados Unidos, pelo psicanalista Richard Gardner, a expressão é comum nos consultórios de psicologia e psiquiatria e, há quatro anos, começou a aparecer em processos de disputa de guarda nos tribunais brasileiros. Inspirados em decisões tomadas nos EUA, advogados e juízes começam a usar o termo como argumento para regulamentar visitas e inverter guardas. “Se comprovada a alienação, através de documentos ou testemunhos, quem trama para afastar pai de filho está sujeito a sanções, como multa e perda de guarda”, diz a psicóloga e advogada Alexandra Ullmann. São as mesmas penalidades previstas no projeto de lei 4.053/2008 que tramita na Câmara e pune mães, pais e demais familiares alienadores – também sujeitos a processo criminal por abuso psicológico.
A alienação parental consiste em programar uma criança para que, depois da separação, odeie um dos pais. Geralmente é praticada por quem possui a guarda do filho. Para isso, a pessoa lança mão de artifícios baixos, como dificultar o contato da criança com o ex-parceiro, falar mal e contar mentiras. Em casos extremos, mas não tão raros, a criança é estimulada pelo guardião a acreditar que apanhou ou sofreu abuso sexual. “É a maneira mais rápida e eficiente de afastar a criança do ex-cônjugue”, diz a desembargadora aposentada Maria Berenice Dias, uma das maiores especialistas no assunto. “Afinal, que juiz vai correr o risco de, na dúvida, não interromper o contato da criança com o acusado?” Segundo ela, nesses casos, testes psicológicos mostram que não houve crime em 30% das vezes. A investigação é complexa e o processo lento por isso a criança permanece anos afastada do pai, tempo suficiente para que os vínculos sejam quebrados. “Quando há falsa acusação de abuso, a criança sofre tanto quanto se tivesse sofrido a violência de fato”, afirma a psicóloga Andreia Calçada, autora de livros sobre o tema.
Quando um casamento chega ao fim, o ex-casal precisa ter claro que a separação é entre eles. Separar a criança do pai ou da mãe é puni-la por algo que ela não tem culpa. “Não existe filho triste de pais separados, existe filho triste de pais que brigam”, diz o advogado Rodrigo da Cunha Pereira.

ESSE TEMA FOI SUGERIDO POR NOSSA QUERIDA LEITORA CELIA FERNANDES RUIZ
SUGIRA VOCÊ TAMBÉM QUAL O ASSUNTO QUE GOSTARIA DE LER, ATRAVÉS DE NOSSOS E-MAILS
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:09  comentar


Também conhecida pela sigla em inglês PAS ou SAP em português, é o termo proposto por Richard Gardner em 1985 para a situação em que a mãe ou o pai de uma criança a treina para romper os laços afetivos com o outro genitor, criando fortes sentimentos de ansiedade e temor em relação ao outro genitor.
Os casos mais freqüentes da Síndrome da Alienação Parental estão associados a situações onde a ruptura da vida conjugal gera, em um dos genitores, uma tendência vingativa muito grande. Quando este não consegue elaborar adequadamente o luto da separação, desencadeia um processo de destruição, vingança, desmoralização e descrédito do ex-cônjuge. Neste processo vingativo, o filho é utilizado como instrumento da agressividade direcionada ao parceiro. Isto é a síndrome de alienação parental: programar uma criança para que odeie o genitor.

O GENITOR ALIENANTE

- Exclui o outro genitor da vida dos filhos
- Não comunica ao outro genitor fatos importantes relacionados à vida dos filhos
(escola, médico, comemorações, etc.).
- Toma decisões importantes sobre a vida dos filhos, sem prévia consulta ao outro
cônjuge (por exemplo: escolha ou mudança de escola, de pediatra, etc.).
- Transmite seu desagrado diante da manifestação de contentamento externada pela criança em estar com o outro genitor.
- Interfere nas visitas
- Ataca a relação entre filho e o outrogenitor
- Controla excessivamente os horários de visita.
- Recorda à criança, com insistência,motivos ou fatos ocorridos que levem ao estranhamento com o outro genitor.
- Transforma a criança em espiã da vida do ex-cônjuge.
- Emite falsas acusações de abuso sexual,uso de drogas e álcool.
- Organiza diversas atividades para o dia de visitas, de modo a torná-las desinteressantes ou mesmo inibí-la.
- Não permite que a criança esteja com o genitor alienado em ocasiões outras que
não aquelas prévia e expressamente estipuladas.
- Obriga a criança a optar entre a mãe ou o pai, fazendo-a tomar partido no conflito.
- Quebra, esconde ou cuida mal dos presentes que o genitor alienado dá ao
filho.
- Sugere à criança que o outro genitor é pessoa perigosa
- Faz comentários desairosos sobre presentes ou roupas compradas pelo outro genitor ou mesmo sobre o gênero do lazer que ele oferece ao filho.
- Critica a competência profissional e a situação financeira do ex-cônjuge.
- Denigre a imagem do outro genitor

A CRIANÇA ALIENADA

- Apresenta um sentimento constante de raiva e ódio contra o genitor alienado e sua família.
- Se recusa a dar atenção, visitar, ou se comunicar com o outro genitor.
- Guarda sentimentos e crenças negativas sobre o outro genitor, que são inconsequentes, exageradas ou inverossímeis com a realidade.

CRIANÇAS VÍTIMAS DE SAP SÃO
MAIS PROPENSAS A:

- Apresentar distúrbios psicológicos como depressão, ansiedade e pânico
- Utilizar drogas e álcool como forma de aliviar a dor e culpa da alienação
- Cometer suicídio
- Apresentar baixa auto-estima. Não conseguir uma relação estável,quando adultas.
- Possuir problemas de gênero, em função da desqualificação do genitor atacado.

Orientação
A síndrome da alienação parental é um tema bastante discutido internacionalmente e,
atualmente, no Brasil
Pesquise na internet e livrarias pelo termo “alienação parental ”.
É crescente o número de profissionais atuando para combater esta violência.
A informação sobre a SAP é muito importante para garantir às crianças e
adolescentes o direito ao desenvolvimento saudável, ao convívio familiar e a participação de ambos os genitores em sua vida.
Também é possível encontrar vários sites sobre o assunto, bem como alguns livros.
Busque compreender seu filho e proteja-o de discussões ou situações tensas com o outro genitor.
Busque auxílio psicológico e, se necessário, jurídico para tratar o problema. Não espere que uma situação de SAP desapareça sozinha.
A Alienação Parental não é um problema somente dos genitores separados. É um problema social, que, silenciosamente, traz conseqüências nefastas para as gerações
futuras.

O MUNDO NO COMBATE A SAP
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www.sos-papai.org www.amordepapa.org

FONTE: Alienação Parental

Você pode ler mais à respeito na Revista Isto É de 26/11/2008
"Famílias Dilaceradas" por Claudia Jordão(Veja o resumo do texto abaixo)

Pais e mães que mentem, caluniam e tramam com o objetivo de afastar o filho do ex-parceiro sempre existiram. A diferença é que, agora, há um termo que dá nome a essa prática: alienação parental. Cunhada em 1985, nos Estados Unidos, pelo psicanalista Richard Gardner, a expressão é comum nos consultórios de psicologia e psiquiatria e, há quatro anos, começou a aparecer em processos de disputa de guarda nos tribunais brasileiros. Inspirados em decisões tomadas nos EUA, advogados e juízes começam a usar o termo como argumento para regulamentar visitas e inverter guardas. “Se comprovada a alienação, através de documentos ou testemunhos, quem trama para afastar pai de filho está sujeito a sanções, como multa e perda de guarda”, diz a psicóloga e advogada Alexandra Ullmann. São as mesmas penalidades previstas no projeto de lei 4.053/2008 que tramita na Câmara e pune mães, pais e demais familiares alienadores – também sujeitos a processo criminal por abuso psicológico.
A alienação parental consiste em programar uma criança para que, depois da separação, odeie um dos pais. Geralmente é praticada por quem possui a guarda do filho. Para isso, a pessoa lança mão de artifícios baixos, como dificultar o contato da criança com o ex-parceiro, falar mal e contar mentiras. Em casos extremos, mas não tão raros, a criança é estimulada pelo guardião a acreditar que apanhou ou sofreu abuso sexual. “É a maneira mais rápida e eficiente de afastar a criança do ex-cônjugue”, diz a desembargadora aposentada Maria Berenice Dias, uma das maiores especialistas no assunto. “Afinal, que juiz vai correr o risco de, na dúvida, não interromper o contato da criança com o acusado?” Segundo ela, nesses casos, testes psicológicos mostram que não houve crime em 30% das vezes. A investigação é complexa e o processo lento por isso a criança permanece anos afastada do pai, tempo suficiente para que os vínculos sejam quebrados. “Quando há falsa acusação de abuso, a criança sofre tanto quanto se tivesse sofrido a violência de fato”, afirma a psicóloga Andreia Calçada, autora de livros sobre o tema.
Quando um casamento chega ao fim, o ex-casal precisa ter claro que a separação é entre eles. Separar a criança do pai ou da mãe é puni-la por algo que ela não tem culpa. “Não existe filho triste de pais separados, existe filho triste de pais que brigam”, diz o advogado Rodrigo da Cunha Pereira.

ESSE TEMA FOI SUGERIDO POR NOSSA QUERIDA LEITORA CELIA FERNANDES RUIZ
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Também conhecida pela sigla em inglês PAS ou SAP em português, é o termo proposto por Richard Gardner em 1985 para a situação em que a mãe ou o pai de uma criança a treina para romper os laços afetivos com o outro genitor, criando fortes sentimentos de ansiedade e temor em relação ao outro genitor.
Os casos mais freqüentes da Síndrome da Alienação Parental estão associados a situações onde a ruptura da vida conjugal gera, em um dos genitores, uma tendência vingativa muito grande. Quando este não consegue elaborar adequadamente o luto da separação, desencadeia um processo de destruição, vingança, desmoralização e descrédito do ex-cônjuge. Neste processo vingativo, o filho é utilizado como instrumento da agressividade direcionada ao parceiro. Isto é a síndrome de alienação parental: programar uma criança para que odeie o genitor.

O GENITOR ALIENANTE

- Exclui o outro genitor da vida dos filhos
- Não comunica ao outro genitor fatos importantes relacionados à vida dos filhos
(escola, médico, comemorações, etc.).
- Toma decisões importantes sobre a vida dos filhos, sem prévia consulta ao outro
cônjuge (por exemplo: escolha ou mudança de escola, de pediatra, etc.).
- Transmite seu desagrado diante da manifestação de contentamento externada pela criança em estar com o outro genitor.
- Interfere nas visitas
- Ataca a relação entre filho e o outrogenitor
- Controla excessivamente os horários de visita.
- Recorda à criança, com insistência,motivos ou fatos ocorridos que levem ao estranhamento com o outro genitor.
- Transforma a criança em espiã da vida do ex-cônjuge.
- Emite falsas acusações de abuso sexual,uso de drogas e álcool.
- Organiza diversas atividades para o dia de visitas, de modo a torná-las desinteressantes ou mesmo inibí-la.
- Não permite que a criança esteja com o genitor alienado em ocasiões outras que
não aquelas prévia e expressamente estipuladas.
- Obriga a criança a optar entre a mãe ou o pai, fazendo-a tomar partido no conflito.
- Quebra, esconde ou cuida mal dos presentes que o genitor alienado dá ao
filho.
- Sugere à criança que o outro genitor é pessoa perigosa
- Faz comentários desairosos sobre presentes ou roupas compradas pelo outro genitor ou mesmo sobre o gênero do lazer que ele oferece ao filho.
- Critica a competência profissional e a situação financeira do ex-cônjuge.
- Denigre a imagem do outro genitor

A CRIANÇA ALIENADA

- Apresenta um sentimento constante de raiva e ódio contra o genitor alienado e sua família.
- Se recusa a dar atenção, visitar, ou se comunicar com o outro genitor.
- Guarda sentimentos e crenças negativas sobre o outro genitor, que são inconsequentes, exageradas ou inverossímeis com a realidade.

CRIANÇAS VÍTIMAS DE SAP SÃO
MAIS PROPENSAS A:

- Apresentar distúrbios psicológicos como depressão, ansiedade e pânico
- Utilizar drogas e álcool como forma de aliviar a dor e culpa da alienação
- Cometer suicídio
- Apresentar baixa auto-estima. Não conseguir uma relação estável,quando adultas.
- Possuir problemas de gênero, em função da desqualificação do genitor atacado.

Orientação
A síndrome da alienação parental é um tema bastante discutido internacionalmente e,
atualmente, no Brasil
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É crescente o número de profissionais atuando para combater esta violência.
A informação sobre a SAP é muito importante para garantir às crianças e
adolescentes o direito ao desenvolvimento saudável, ao convívio familiar e a participação de ambos os genitores em sua vida.
Também é possível encontrar vários sites sobre o assunto, bem como alguns livros.
Busque compreender seu filho e proteja-o de discussões ou situações tensas com o outro genitor.
Busque auxílio psicológico e, se necessário, jurídico para tratar o problema. Não espere que uma situação de SAP desapareça sozinha.
A Alienação Parental não é um problema somente dos genitores separados. É um problema social, que, silenciosamente, traz conseqüências nefastas para as gerações
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FONTE: Alienação Parental

Você pode ler mais à respeito na Revista Isto É de 26/11/2008
"Famílias Dilaceradas" por Claudia Jordão(Veja o resumo do texto abaixo)

Pais e mães que mentem, caluniam e tramam com o objetivo de afastar o filho do ex-parceiro sempre existiram. A diferença é que, agora, há um termo que dá nome a essa prática: alienação parental. Cunhada em 1985, nos Estados Unidos, pelo psicanalista Richard Gardner, a expressão é comum nos consultórios de psicologia e psiquiatria e, há quatro anos, começou a aparecer em processos de disputa de guarda nos tribunais brasileiros. Inspirados em decisões tomadas nos EUA, advogados e juízes começam a usar o termo como argumento para regulamentar visitas e inverter guardas. “Se comprovada a alienação, através de documentos ou testemunhos, quem trama para afastar pai de filho está sujeito a sanções, como multa e perda de guarda”, diz a psicóloga e advogada Alexandra Ullmann. São as mesmas penalidades previstas no projeto de lei 4.053/2008 que tramita na Câmara e pune mães, pais e demais familiares alienadores – também sujeitos a processo criminal por abuso psicológico.
A alienação parental consiste em programar uma criança para que, depois da separação, odeie um dos pais. Geralmente é praticada por quem possui a guarda do filho. Para isso, a pessoa lança mão de artifícios baixos, como dificultar o contato da criança com o ex-parceiro, falar mal e contar mentiras. Em casos extremos, mas não tão raros, a criança é estimulada pelo guardião a acreditar que apanhou ou sofreu abuso sexual. “É a maneira mais rápida e eficiente de afastar a criança do ex-cônjugue”, diz a desembargadora aposentada Maria Berenice Dias, uma das maiores especialistas no assunto. “Afinal, que juiz vai correr o risco de, na dúvida, não interromper o contato da criança com o acusado?” Segundo ela, nesses casos, testes psicológicos mostram que não houve crime em 30% das vezes. A investigação é complexa e o processo lento por isso a criança permanece anos afastada do pai, tempo suficiente para que os vínculos sejam quebrados. “Quando há falsa acusação de abuso, a criança sofre tanto quanto se tivesse sofrido a violência de fato”, afirma a psicóloga Andreia Calçada, autora de livros sobre o tema.
Quando um casamento chega ao fim, o ex-casal precisa ter claro que a separação é entre eles. Separar a criança do pai ou da mãe é puni-la por algo que ela não tem culpa. “Não existe filho triste de pais separados, existe filho triste de pais que brigam”, diz o advogado Rodrigo da Cunha Pereira.

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Também conhecida pela sigla em inglês PAS ou SAP em português, é o termo proposto por Richard Gardner em 1985 para a situação em que a mãe ou o pai de uma criança a treina para romper os laços afetivos com o outro genitor, criando fortes sentimentos de ansiedade e temor em relação ao outro genitor.
Os casos mais freqüentes da Síndrome da Alienação Parental estão associados a situações onde a ruptura da vida conjugal gera, em um dos genitores, uma tendência vingativa muito grande. Quando este não consegue elaborar adequadamente o luto da separação, desencadeia um processo de destruição, vingança, desmoralização e descrédito do ex-cônjuge. Neste processo vingativo, o filho é utilizado como instrumento da agressividade direcionada ao parceiro. Isto é a síndrome de alienação parental: programar uma criança para que odeie o genitor.

O GENITOR ALIENANTE

- Exclui o outro genitor da vida dos filhos
- Não comunica ao outro genitor fatos importantes relacionados à vida dos filhos
(escola, médico, comemorações, etc.).
- Toma decisões importantes sobre a vida dos filhos, sem prévia consulta ao outro
cônjuge (por exemplo: escolha ou mudança de escola, de pediatra, etc.).
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- Obriga a criança a optar entre a mãe ou o pai, fazendo-a tomar partido no conflito.
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- Sugere à criança que o outro genitor é pessoa perigosa
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A CRIANÇA ALIENADA

- Apresenta um sentimento constante de raiva e ódio contra o genitor alienado e sua família.
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CRIANÇAS VÍTIMAS DE SAP SÃO
MAIS PROPENSAS A:

- Apresentar distúrbios psicológicos como depressão, ansiedade e pânico
- Utilizar drogas e álcool como forma de aliviar a dor e culpa da alienação
- Cometer suicídio
- Apresentar baixa auto-estima. Não conseguir uma relação estável,quando adultas.
- Possuir problemas de gênero, em função da desqualificação do genitor atacado.

Orientação
A síndrome da alienação parental é um tema bastante discutido internacionalmente e,
atualmente, no Brasil
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É crescente o número de profissionais atuando para combater esta violência.
A informação sobre a SAP é muito importante para garantir às crianças e
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Também é possível encontrar vários sites sobre o assunto, bem como alguns livros.
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futuras.

O MUNDO NO COMBATE A SAP
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Você pode ler mais à respeito na Revista Isto É de 26/11/2008
"Famílias Dilaceradas" por Claudia Jordão(Veja o resumo do texto abaixo)

Pais e mães que mentem, caluniam e tramam com o objetivo de afastar o filho do ex-parceiro sempre existiram. A diferença é que, agora, há um termo que dá nome a essa prática: alienação parental. Cunhada em 1985, nos Estados Unidos, pelo psicanalista Richard Gardner, a expressão é comum nos consultórios de psicologia e psiquiatria e, há quatro anos, começou a aparecer em processos de disputa de guarda nos tribunais brasileiros. Inspirados em decisões tomadas nos EUA, advogados e juízes começam a usar o termo como argumento para regulamentar visitas e inverter guardas. “Se comprovada a alienação, através de documentos ou testemunhos, quem trama para afastar pai de filho está sujeito a sanções, como multa e perda de guarda”, diz a psicóloga e advogada Alexandra Ullmann. São as mesmas penalidades previstas no projeto de lei 4.053/2008 que tramita na Câmara e pune mães, pais e demais familiares alienadores – também sujeitos a processo criminal por abuso psicológico.
A alienação parental consiste em programar uma criança para que, depois da separação, odeie um dos pais. Geralmente é praticada por quem possui a guarda do filho. Para isso, a pessoa lança mão de artifícios baixos, como dificultar o contato da criança com o ex-parceiro, falar mal e contar mentiras. Em casos extremos, mas não tão raros, a criança é estimulada pelo guardião a acreditar que apanhou ou sofreu abuso sexual. “É a maneira mais rápida e eficiente de afastar a criança do ex-cônjugue”, diz a desembargadora aposentada Maria Berenice Dias, uma das maiores especialistas no assunto. “Afinal, que juiz vai correr o risco de, na dúvida, não interromper o contato da criança com o acusado?” Segundo ela, nesses casos, testes psicológicos mostram que não houve crime em 30% das vezes. A investigação é complexa e o processo lento por isso a criança permanece anos afastada do pai, tempo suficiente para que os vínculos sejam quebrados. “Quando há falsa acusação de abuso, a criança sofre tanto quanto se tivesse sofrido a violência de fato”, afirma a psicóloga Andreia Calçada, autora de livros sobre o tema.
Quando um casamento chega ao fim, o ex-casal precisa ter claro que a separação é entre eles. Separar a criança do pai ou da mãe é puni-la por algo que ela não tem culpa. “Não existe filho triste de pais separados, existe filho triste de pais que brigam”, diz o advogado Rodrigo da Cunha Pereira.

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Também conhecida pela sigla em inglês PAS ou SAP em português, é o termo proposto por Richard Gardner em 1985 para a situação em que a mãe ou o pai de uma criança a treina para romper os laços afetivos com o outro genitor, criando fortes sentimentos de ansiedade e temor em relação ao outro genitor.
Os casos mais freqüentes da Síndrome da Alienação Parental estão associados a situações onde a ruptura da vida conjugal gera, em um dos genitores, uma tendência vingativa muito grande. Quando este não consegue elaborar adequadamente o luto da separação, desencadeia um processo de destruição, vingança, desmoralização e descrédito do ex-cônjuge. Neste processo vingativo, o filho é utilizado como instrumento da agressividade direcionada ao parceiro. Isto é a síndrome de alienação parental: programar uma criança para que odeie o genitor.

O GENITOR ALIENANTE

- Exclui o outro genitor da vida dos filhos
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- Sugere à criança que o outro genitor é pessoa perigosa
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A CRIANÇA ALIENADA

- Apresenta um sentimento constante de raiva e ódio contra o genitor alienado e sua família.
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Também é possível encontrar vários sites sobre o assunto, bem como alguns livros.
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FONTE: Alienação Parental

Você pode ler mais à respeito na Revista Isto É de 26/11/2008
"Famílias Dilaceradas" por Claudia Jordão(Veja o resumo do texto abaixo)

Pais e mães que mentem, caluniam e tramam com o objetivo de afastar o filho do ex-parceiro sempre existiram. A diferença é que, agora, há um termo que dá nome a essa prática: alienação parental. Cunhada em 1985, nos Estados Unidos, pelo psicanalista Richard Gardner, a expressão é comum nos consultórios de psicologia e psiquiatria e, há quatro anos, começou a aparecer em processos de disputa de guarda nos tribunais brasileiros. Inspirados em decisões tomadas nos EUA, advogados e juízes começam a usar o termo como argumento para regulamentar visitas e inverter guardas. “Se comprovada a alienação, através de documentos ou testemunhos, quem trama para afastar pai de filho está sujeito a sanções, como multa e perda de guarda”, diz a psicóloga e advogada Alexandra Ullmann. São as mesmas penalidades previstas no projeto de lei 4.053/2008 que tramita na Câmara e pune mães, pais e demais familiares alienadores – também sujeitos a processo criminal por abuso psicológico.
A alienação parental consiste em programar uma criança para que, depois da separação, odeie um dos pais. Geralmente é praticada por quem possui a guarda do filho. Para isso, a pessoa lança mão de artifícios baixos, como dificultar o contato da criança com o ex-parceiro, falar mal e contar mentiras. Em casos extremos, mas não tão raros, a criança é estimulada pelo guardião a acreditar que apanhou ou sofreu abuso sexual. “É a maneira mais rápida e eficiente de afastar a criança do ex-cônjugue”, diz a desembargadora aposentada Maria Berenice Dias, uma das maiores especialistas no assunto. “Afinal, que juiz vai correr o risco de, na dúvida, não interromper o contato da criança com o acusado?” Segundo ela, nesses casos, testes psicológicos mostram que não houve crime em 30% das vezes. A investigação é complexa e o processo lento por isso a criança permanece anos afastada do pai, tempo suficiente para que os vínculos sejam quebrados. “Quando há falsa acusação de abuso, a criança sofre tanto quanto se tivesse sofrido a violência de fato”, afirma a psicóloga Andreia Calçada, autora de livros sobre o tema.
Quando um casamento chega ao fim, o ex-casal precisa ter claro que a separação é entre eles. Separar a criança do pai ou da mãe é puni-la por algo que ela não tem culpa. “Não existe filho triste de pais separados, existe filho triste de pais que brigam”, diz o advogado Rodrigo da Cunha Pereira.

ESSE TEMA FOI SUGERIDO POR NOSSA QUERIDA LEITORA CELIA FERNANDES RUIZ
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Documento foi entregue ao juiz pelos advogados de Mohammed Santos.
Ele será julgado nesta quinta (14) por matar Cara Marie em julho de 2008.


Os advogados Carlos Trajano de Souza e Odair Menezes, que representam o jovem Mohammed D'Ali Carvalho dos Santos, 21 anos, acusado de matar e esquartejar a jovem inglesa Cara Marie Burke, em junho de 2008, vão alegar que o réu confesso é portador de transtorno de personalidade anti-social, perturbação de saúde mental e dependência química. Eles pediram que o juiz Jesseir Coelho de Alcântara, presidente do 1° Tribunal do Júri de Goiânia, juntasse os laudos ao processo.
Mohammed será julgado no Tribunal do Júri de Goiânia, nesta quinta-feira (14), por matar e esquartejar a vítima. Em razão do laudo médico, os advogados do réu alegam que o jovem precisa de tratamento multidisciplinar, com psiquiatra e psicólogo, desenvolvido por terapeuta familiar e em ambulatório.
Segundo o Tribunal de Justiça de Goiânia, a avaliação considerou que Mohammed sofreu perdas irreparáveis ao longo de sua vida, como a morte do pai, aos 2 anos, e a ausência da mãe, ocupada com trabalhos na Inglaterra para sustentar dois filhos.
Os advogados informaram ainda, por meio do laudo psicológico, que Mohammed esfaqueou as pernas do irmão mais velho, Bruce Lee, quando tinha 10 anos. Aos 15, ele se tornou dependente de drogas, consumindo altas doses de cocaína. A tese dos advogados de defesa é provar que a desestrutura familiar alterou a personalidade do réu.
Segundo o TJ, em entrevista realizada na terça-feira (5) no Núcleo de Custódia da Agência Prisional de Goiás, Mohammed demonstrou ter alucinações, potencial para agressividade e prejuízos afetivos. Ele teria escrito que deseja “pagar” pelo crime cometido e cuidar de sua família. “Queria que essas pessoas que falam que eu sou um psicopata convivessem comigo pelo menos um pouco, só para ver que não sou esse monstro que estão falando”, disse o réu durante a avaliação psicológica.
Mohammed será julgado sob as qualificadoras do crime como o motivo fútil, uma vez que a jovem inglesa teria ameaçado contar à mãe do réu e a um policial militar que ele usava drogas. Segundo o juiz, outro agravante seria o ataque enquanto a vítima estava ao telefone.
A promotoria também deve usar os laudos periciais sobre a morte da jovem inglesa e o fato de ter ocorrido destruição e ocultação de cadáver.
Mohammed não responderá pela acusação inicial do Ministério Público de corrupção ativa, supostamente cometida pelo réu contra policiais militares que o prenderam.

Namoro e filho

Cara Marie Burke e Mohammed D'Ali chegaram a viver juntos, sem qualquer relacionamento amoroso, até a vítima se mudar para outro bairro, em Goiânia. A garota estaria com medo de Mohammed por causa do envolvimento com drogas.
Antes do crime, Mohammed namorava com uma cabeleireira de 20 anos. O relacionamento continuou mesmo após a prisão dele. A fidelidade do namoro fez o réu virar pai ainda na carceragem. No dia 23 de março deste ano, a jovem deu à luz um bebê prematuro, de sete meses, em uma maternidade particular na capital goiana.
A cabeleireira, que prefere não ser identificada, disse que ficou grávida durante uma das visitas íntimas ao namorado. "Não tenho envolvimento com o que aconteceu, mas estou pagando com o preconceito das pessoas. Já tentei arrumar emprego, mas não consigo, as pessoas ficam me olhando e comentando pelas costas. Quando descobrem que sou namorada dele [Mohammed], desistem de me dar a vaga. Isso já aconteceu duas vezes."
Ela será uma das testemunhas de defesa de Mohammed no julgamento. O irmão do acusado, Bruce Lee, que vive atualmente em São Paulo, também deve ser convocado pelos advogados de defesa. A mãe do réu, Ivany Carvalho dos Santos, não vai acompanhar o júri. A família não informa seu paradeiro.

Por Glauco Araújo
Do G1, em São Paulo
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Documento foi entregue ao juiz pelos advogados de Mohammed Santos.
Ele será julgado nesta quinta (14) por matar Cara Marie em julho de 2008.


Os advogados Carlos Trajano de Souza e Odair Menezes, que representam o jovem Mohammed D'Ali Carvalho dos Santos, 21 anos, acusado de matar e esquartejar a jovem inglesa Cara Marie Burke, em junho de 2008, vão alegar que o réu confesso é portador de transtorno de personalidade anti-social, perturbação de saúde mental e dependência química. Eles pediram que o juiz Jesseir Coelho de Alcântara, presidente do 1° Tribunal do Júri de Goiânia, juntasse os laudos ao processo.
Mohammed será julgado no Tribunal do Júri de Goiânia, nesta quinta-feira (14), por matar e esquartejar a vítima. Em razão do laudo médico, os advogados do réu alegam que o jovem precisa de tratamento multidisciplinar, com psiquiatra e psicólogo, desenvolvido por terapeuta familiar e em ambulatório.
Segundo o Tribunal de Justiça de Goiânia, a avaliação considerou que Mohammed sofreu perdas irreparáveis ao longo de sua vida, como a morte do pai, aos 2 anos, e a ausência da mãe, ocupada com trabalhos na Inglaterra para sustentar dois filhos.
Os advogados informaram ainda, por meio do laudo psicológico, que Mohammed esfaqueou as pernas do irmão mais velho, Bruce Lee, quando tinha 10 anos. Aos 15, ele se tornou dependente de drogas, consumindo altas doses de cocaína. A tese dos advogados de defesa é provar que a desestrutura familiar alterou a personalidade do réu.
Segundo o TJ, em entrevista realizada na terça-feira (5) no Núcleo de Custódia da Agência Prisional de Goiás, Mohammed demonstrou ter alucinações, potencial para agressividade e prejuízos afetivos. Ele teria escrito que deseja “pagar” pelo crime cometido e cuidar de sua família. “Queria que essas pessoas que falam que eu sou um psicopata convivessem comigo pelo menos um pouco, só para ver que não sou esse monstro que estão falando”, disse o réu durante a avaliação psicológica.
Mohammed será julgado sob as qualificadoras do crime como o motivo fútil, uma vez que a jovem inglesa teria ameaçado contar à mãe do réu e a um policial militar que ele usava drogas. Segundo o juiz, outro agravante seria o ataque enquanto a vítima estava ao telefone.
A promotoria também deve usar os laudos periciais sobre a morte da jovem inglesa e o fato de ter ocorrido destruição e ocultação de cadáver.
Mohammed não responderá pela acusação inicial do Ministério Público de corrupção ativa, supostamente cometida pelo réu contra policiais militares que o prenderam.

Namoro e filho

Cara Marie Burke e Mohammed D'Ali chegaram a viver juntos, sem qualquer relacionamento amoroso, até a vítima se mudar para outro bairro, em Goiânia. A garota estaria com medo de Mohammed por causa do envolvimento com drogas.
Antes do crime, Mohammed namorava com uma cabeleireira de 20 anos. O relacionamento continuou mesmo após a prisão dele. A fidelidade do namoro fez o réu virar pai ainda na carceragem. No dia 23 de março deste ano, a jovem deu à luz um bebê prematuro, de sete meses, em uma maternidade particular na capital goiana.
A cabeleireira, que prefere não ser identificada, disse que ficou grávida durante uma das visitas íntimas ao namorado. "Não tenho envolvimento com o que aconteceu, mas estou pagando com o preconceito das pessoas. Já tentei arrumar emprego, mas não consigo, as pessoas ficam me olhando e comentando pelas costas. Quando descobrem que sou namorada dele [Mohammed], desistem de me dar a vaga. Isso já aconteceu duas vezes."
Ela será uma das testemunhas de defesa de Mohammed no julgamento. O irmão do acusado, Bruce Lee, que vive atualmente em São Paulo, também deve ser convocado pelos advogados de defesa. A mãe do réu, Ivany Carvalho dos Santos, não vai acompanhar o júri. A família não informa seu paradeiro.

Por Glauco Araújo
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Documento foi entregue ao juiz pelos advogados de Mohammed Santos.
Ele será julgado nesta quinta (14) por matar Cara Marie em julho de 2008.


Os advogados Carlos Trajano de Souza e Odair Menezes, que representam o jovem Mohammed D'Ali Carvalho dos Santos, 21 anos, acusado de matar e esquartejar a jovem inglesa Cara Marie Burke, em junho de 2008, vão alegar que o réu confesso é portador de transtorno de personalidade anti-social, perturbação de saúde mental e dependência química. Eles pediram que o juiz Jesseir Coelho de Alcântara, presidente do 1° Tribunal do Júri de Goiânia, juntasse os laudos ao processo.
Mohammed será julgado no Tribunal do Júri de Goiânia, nesta quinta-feira (14), por matar e esquartejar a vítima. Em razão do laudo médico, os advogados do réu alegam que o jovem precisa de tratamento multidisciplinar, com psiquiatra e psicólogo, desenvolvido por terapeuta familiar e em ambulatório.
Segundo o Tribunal de Justiça de Goiânia, a avaliação considerou que Mohammed sofreu perdas irreparáveis ao longo de sua vida, como a morte do pai, aos 2 anos, e a ausência da mãe, ocupada com trabalhos na Inglaterra para sustentar dois filhos.
Os advogados informaram ainda, por meio do laudo psicológico, que Mohammed esfaqueou as pernas do irmão mais velho, Bruce Lee, quando tinha 10 anos. Aos 15, ele se tornou dependente de drogas, consumindo altas doses de cocaína. A tese dos advogados de defesa é provar que a desestrutura familiar alterou a personalidade do réu.
Segundo o TJ, em entrevista realizada na terça-feira (5) no Núcleo de Custódia da Agência Prisional de Goiás, Mohammed demonstrou ter alucinações, potencial para agressividade e prejuízos afetivos. Ele teria escrito que deseja “pagar” pelo crime cometido e cuidar de sua família. “Queria que essas pessoas que falam que eu sou um psicopata convivessem comigo pelo menos um pouco, só para ver que não sou esse monstro que estão falando”, disse o réu durante a avaliação psicológica.
Mohammed será julgado sob as qualificadoras do crime como o motivo fútil, uma vez que a jovem inglesa teria ameaçado contar à mãe do réu e a um policial militar que ele usava drogas. Segundo o juiz, outro agravante seria o ataque enquanto a vítima estava ao telefone.
A promotoria também deve usar os laudos periciais sobre a morte da jovem inglesa e o fato de ter ocorrido destruição e ocultação de cadáver.
Mohammed não responderá pela acusação inicial do Ministério Público de corrupção ativa, supostamente cometida pelo réu contra policiais militares que o prenderam.

Namoro e filho

Cara Marie Burke e Mohammed D'Ali chegaram a viver juntos, sem qualquer relacionamento amoroso, até a vítima se mudar para outro bairro, em Goiânia. A garota estaria com medo de Mohammed por causa do envolvimento com drogas.
Antes do crime, Mohammed namorava com uma cabeleireira de 20 anos. O relacionamento continuou mesmo após a prisão dele. A fidelidade do namoro fez o réu virar pai ainda na carceragem. No dia 23 de março deste ano, a jovem deu à luz um bebê prematuro, de sete meses, em uma maternidade particular na capital goiana.
A cabeleireira, que prefere não ser identificada, disse que ficou grávida durante uma das visitas íntimas ao namorado. "Não tenho envolvimento com o que aconteceu, mas estou pagando com o preconceito das pessoas. Já tentei arrumar emprego, mas não consigo, as pessoas ficam me olhando e comentando pelas costas. Quando descobrem que sou namorada dele [Mohammed], desistem de me dar a vaga. Isso já aconteceu duas vezes."
Ela será uma das testemunhas de defesa de Mohammed no julgamento. O irmão do acusado, Bruce Lee, que vive atualmente em São Paulo, também deve ser convocado pelos advogados de defesa. A mãe do réu, Ivany Carvalho dos Santos, não vai acompanhar o júri. A família não informa seu paradeiro.

Por Glauco Araújo
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Documento foi entregue ao juiz pelos advogados de Mohammed Santos.
Ele será julgado nesta quinta (14) por matar Cara Marie em julho de 2008.


Os advogados Carlos Trajano de Souza e Odair Menezes, que representam o jovem Mohammed D'Ali Carvalho dos Santos, 21 anos, acusado de matar e esquartejar a jovem inglesa Cara Marie Burke, em junho de 2008, vão alegar que o réu confesso é portador de transtorno de personalidade anti-social, perturbação de saúde mental e dependência química. Eles pediram que o juiz Jesseir Coelho de Alcântara, presidente do 1° Tribunal do Júri de Goiânia, juntasse os laudos ao processo.
Mohammed será julgado no Tribunal do Júri de Goiânia, nesta quinta-feira (14), por matar e esquartejar a vítima. Em razão do laudo médico, os advogados do réu alegam que o jovem precisa de tratamento multidisciplinar, com psiquiatra e psicólogo, desenvolvido por terapeuta familiar e em ambulatório.
Segundo o Tribunal de Justiça de Goiânia, a avaliação considerou que Mohammed sofreu perdas irreparáveis ao longo de sua vida, como a morte do pai, aos 2 anos, e a ausência da mãe, ocupada com trabalhos na Inglaterra para sustentar dois filhos.
Os advogados informaram ainda, por meio do laudo psicológico, que Mohammed esfaqueou as pernas do irmão mais velho, Bruce Lee, quando tinha 10 anos. Aos 15, ele se tornou dependente de drogas, consumindo altas doses de cocaína. A tese dos advogados de defesa é provar que a desestrutura familiar alterou a personalidade do réu.
Segundo o TJ, em entrevista realizada na terça-feira (5) no Núcleo de Custódia da Agência Prisional de Goiás, Mohammed demonstrou ter alucinações, potencial para agressividade e prejuízos afetivos. Ele teria escrito que deseja “pagar” pelo crime cometido e cuidar de sua família. “Queria que essas pessoas que falam que eu sou um psicopata convivessem comigo pelo menos um pouco, só para ver que não sou esse monstro que estão falando”, disse o réu durante a avaliação psicológica.
Mohammed será julgado sob as qualificadoras do crime como o motivo fútil, uma vez que a jovem inglesa teria ameaçado contar à mãe do réu e a um policial militar que ele usava drogas. Segundo o juiz, outro agravante seria o ataque enquanto a vítima estava ao telefone.
A promotoria também deve usar os laudos periciais sobre a morte da jovem inglesa e o fato de ter ocorrido destruição e ocultação de cadáver.
Mohammed não responderá pela acusação inicial do Ministério Público de corrupção ativa, supostamente cometida pelo réu contra policiais militares que o prenderam.

Namoro e filho

Cara Marie Burke e Mohammed D'Ali chegaram a viver juntos, sem qualquer relacionamento amoroso, até a vítima se mudar para outro bairro, em Goiânia. A garota estaria com medo de Mohammed por causa do envolvimento com drogas.
Antes do crime, Mohammed namorava com uma cabeleireira de 20 anos. O relacionamento continuou mesmo após a prisão dele. A fidelidade do namoro fez o réu virar pai ainda na carceragem. No dia 23 de março deste ano, a jovem deu à luz um bebê prematuro, de sete meses, em uma maternidade particular na capital goiana.
A cabeleireira, que prefere não ser identificada, disse que ficou grávida durante uma das visitas íntimas ao namorado. "Não tenho envolvimento com o que aconteceu, mas estou pagando com o preconceito das pessoas. Já tentei arrumar emprego, mas não consigo, as pessoas ficam me olhando e comentando pelas costas. Quando descobrem que sou namorada dele [Mohammed], desistem de me dar a vaga. Isso já aconteceu duas vezes."
Ela será uma das testemunhas de defesa de Mohammed no julgamento. O irmão do acusado, Bruce Lee, que vive atualmente em São Paulo, também deve ser convocado pelos advogados de defesa. A mãe do réu, Ivany Carvalho dos Santos, não vai acompanhar o júri. A família não informa seu paradeiro.

Por Glauco Araújo
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Documento foi entregue ao juiz pelos advogados de Mohammed Santos.
Ele será julgado nesta quinta (14) por matar Cara Marie em julho de 2008.


Os advogados Carlos Trajano de Souza e Odair Menezes, que representam o jovem Mohammed D'Ali Carvalho dos Santos, 21 anos, acusado de matar e esquartejar a jovem inglesa Cara Marie Burke, em junho de 2008, vão alegar que o réu confesso é portador de transtorno de personalidade anti-social, perturbação de saúde mental e dependência química. Eles pediram que o juiz Jesseir Coelho de Alcântara, presidente do 1° Tribunal do Júri de Goiânia, juntasse os laudos ao processo.
Mohammed será julgado no Tribunal do Júri de Goiânia, nesta quinta-feira (14), por matar e esquartejar a vítima. Em razão do laudo médico, os advogados do réu alegam que o jovem precisa de tratamento multidisciplinar, com psiquiatra e psicólogo, desenvolvido por terapeuta familiar e em ambulatório.
Segundo o Tribunal de Justiça de Goiânia, a avaliação considerou que Mohammed sofreu perdas irreparáveis ao longo de sua vida, como a morte do pai, aos 2 anos, e a ausência da mãe, ocupada com trabalhos na Inglaterra para sustentar dois filhos.
Os advogados informaram ainda, por meio do laudo psicológico, que Mohammed esfaqueou as pernas do irmão mais velho, Bruce Lee, quando tinha 10 anos. Aos 15, ele se tornou dependente de drogas, consumindo altas doses de cocaína. A tese dos advogados de defesa é provar que a desestrutura familiar alterou a personalidade do réu.
Segundo o TJ, em entrevista realizada na terça-feira (5) no Núcleo de Custódia da Agência Prisional de Goiás, Mohammed demonstrou ter alucinações, potencial para agressividade e prejuízos afetivos. Ele teria escrito que deseja “pagar” pelo crime cometido e cuidar de sua família. “Queria que essas pessoas que falam que eu sou um psicopata convivessem comigo pelo menos um pouco, só para ver que não sou esse monstro que estão falando”, disse o réu durante a avaliação psicológica.
Mohammed será julgado sob as qualificadoras do crime como o motivo fútil, uma vez que a jovem inglesa teria ameaçado contar à mãe do réu e a um policial militar que ele usava drogas. Segundo o juiz, outro agravante seria o ataque enquanto a vítima estava ao telefone.
A promotoria também deve usar os laudos periciais sobre a morte da jovem inglesa e o fato de ter ocorrido destruição e ocultação de cadáver.
Mohammed não responderá pela acusação inicial do Ministério Público de corrupção ativa, supostamente cometida pelo réu contra policiais militares que o prenderam.

Namoro e filho

Cara Marie Burke e Mohammed D'Ali chegaram a viver juntos, sem qualquer relacionamento amoroso, até a vítima se mudar para outro bairro, em Goiânia. A garota estaria com medo de Mohammed por causa do envolvimento com drogas.
Antes do crime, Mohammed namorava com uma cabeleireira de 20 anos. O relacionamento continuou mesmo após a prisão dele. A fidelidade do namoro fez o réu virar pai ainda na carceragem. No dia 23 de março deste ano, a jovem deu à luz um bebê prematuro, de sete meses, em uma maternidade particular na capital goiana.
A cabeleireira, que prefere não ser identificada, disse que ficou grávida durante uma das visitas íntimas ao namorado. "Não tenho envolvimento com o que aconteceu, mas estou pagando com o preconceito das pessoas. Já tentei arrumar emprego, mas não consigo, as pessoas ficam me olhando e comentando pelas costas. Quando descobrem que sou namorada dele [Mohammed], desistem de me dar a vaga. Isso já aconteceu duas vezes."
Ela será uma das testemunhas de defesa de Mohammed no julgamento. O irmão do acusado, Bruce Lee, que vive atualmente em São Paulo, também deve ser convocado pelos advogados de defesa. A mãe do réu, Ivany Carvalho dos Santos, não vai acompanhar o júri. A família não informa seu paradeiro.

Por Glauco Araújo
Do G1, em São Paulo
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Cor do cartão corresponde ao grau de cuidado do morador na prevenção.
Projeto é desenvolvido pelo Centro de Controle de Zoonoses.

Do G1, em São Paulo, com informações da TV Integração

O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Uberlândia (MG) começou a utilizar um sistema diferente para evitar a proliferação do mosquito da dengue. Cartões coloridos são distribuídos para a população de acordo com o grau de risco de infestação. Moradores de residências com maior risco recebem cartão vermelho.
O sistema de cartões coloridos para orientar e identificar moradores, de acordo com o grau de cuidado na prevenção da dengue, foi implantado há menos de dois meses em Uberlândia. Além de advertir, serve como ferramenta para os agentes do CCZ.
“Há um efeito psicológico”, afirma José Humberto Arruda, coordenador do programa de Combate à Dengue. “O cartão vermelho, por exemplo, faz com que o morador se sinta advertido e, muitas vezes, até na obrigação de fazer algo para que o próximo cartão seja verde”.
A regra é simples e lembra o que ocorre com as luzes dos semáforos. O cartão verde significa que a situação é normal na residência e não há pontos com possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti. Se o morador receber um cartão amarelo, significa que ele deve ter atenção e redobrar os cuidados. Caso o cartão seja vermelho, os moradores são orientados a agir contra o mosquito transmissor da dengue.
Desde o início do ano, Uberlândia registrou 60 casos de dengue. Apesar do trabalho preventivo, cenas como a de caixas d’água destampadas são comuns. Os agentes do CCZ vedam, em média, 30 caixas por dia na cidade.
Na garagem do mecânico José Eustáquio, por exemplo, há risco iminente. Ele recebeu um cartão amarelo por causa das várias samambaias no local, com pratos sem areia e sem furos para escoar a água.
Depois de contrair dengue por duas vezes, a dona-de-casa Maria Martins resolveu não facilitar. A limpeza em sua casa é feita com muito cuidado e atenção.
Em 2009, em Minas Gerais, já foram notificados 39.828 casos de dengue clássica e confirmados 32 de febre hemorrágica, segundo a Secretaria Estadual de Saúde.
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Cor do cartão corresponde ao grau de cuidado do morador na prevenção.
Projeto é desenvolvido pelo Centro de Controle de Zoonoses.

Do G1, em São Paulo, com informações da TV Integração

O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Uberlândia (MG) começou a utilizar um sistema diferente para evitar a proliferação do mosquito da dengue. Cartões coloridos são distribuídos para a população de acordo com o grau de risco de infestação. Moradores de residências com maior risco recebem cartão vermelho.
O sistema de cartões coloridos para orientar e identificar moradores, de acordo com o grau de cuidado na prevenção da dengue, foi implantado há menos de dois meses em Uberlândia. Além de advertir, serve como ferramenta para os agentes do CCZ.
“Há um efeito psicológico”, afirma José Humberto Arruda, coordenador do programa de Combate à Dengue. “O cartão vermelho, por exemplo, faz com que o morador se sinta advertido e, muitas vezes, até na obrigação de fazer algo para que o próximo cartão seja verde”.
A regra é simples e lembra o que ocorre com as luzes dos semáforos. O cartão verde significa que a situação é normal na residência e não há pontos com possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti. Se o morador receber um cartão amarelo, significa que ele deve ter atenção e redobrar os cuidados. Caso o cartão seja vermelho, os moradores são orientados a agir contra o mosquito transmissor da dengue.
Desde o início do ano, Uberlândia registrou 60 casos de dengue. Apesar do trabalho preventivo, cenas como a de caixas d’água destampadas são comuns. Os agentes do CCZ vedam, em média, 30 caixas por dia na cidade.
Na garagem do mecânico José Eustáquio, por exemplo, há risco iminente. Ele recebeu um cartão amarelo por causa das várias samambaias no local, com pratos sem areia e sem furos para escoar a água.
Depois de contrair dengue por duas vezes, a dona-de-casa Maria Martins resolveu não facilitar. A limpeza em sua casa é feita com muito cuidado e atenção.
Em 2009, em Minas Gerais, já foram notificados 39.828 casos de dengue clássica e confirmados 32 de febre hemorrágica, segundo a Secretaria Estadual de Saúde.
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Cor do cartão corresponde ao grau de cuidado do morador na prevenção.
Projeto é desenvolvido pelo Centro de Controle de Zoonoses.

Do G1, em São Paulo, com informações da TV Integração

O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Uberlândia (MG) começou a utilizar um sistema diferente para evitar a proliferação do mosquito da dengue. Cartões coloridos são distribuídos para a população de acordo com o grau de risco de infestação. Moradores de residências com maior risco recebem cartão vermelho.
O sistema de cartões coloridos para orientar e identificar moradores, de acordo com o grau de cuidado na prevenção da dengue, foi implantado há menos de dois meses em Uberlândia. Além de advertir, serve como ferramenta para os agentes do CCZ.
“Há um efeito psicológico”, afirma José Humberto Arruda, coordenador do programa de Combate à Dengue. “O cartão vermelho, por exemplo, faz com que o morador se sinta advertido e, muitas vezes, até na obrigação de fazer algo para que o próximo cartão seja verde”.
A regra é simples e lembra o que ocorre com as luzes dos semáforos. O cartão verde significa que a situação é normal na residência e não há pontos com possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti. Se o morador receber um cartão amarelo, significa que ele deve ter atenção e redobrar os cuidados. Caso o cartão seja vermelho, os moradores são orientados a agir contra o mosquito transmissor da dengue.
Desde o início do ano, Uberlândia registrou 60 casos de dengue. Apesar do trabalho preventivo, cenas como a de caixas d’água destampadas são comuns. Os agentes do CCZ vedam, em média, 30 caixas por dia na cidade.
Na garagem do mecânico José Eustáquio, por exemplo, há risco iminente. Ele recebeu um cartão amarelo por causa das várias samambaias no local, com pratos sem areia e sem furos para escoar a água.
Depois de contrair dengue por duas vezes, a dona-de-casa Maria Martins resolveu não facilitar. A limpeza em sua casa é feita com muito cuidado e atenção.
Em 2009, em Minas Gerais, já foram notificados 39.828 casos de dengue clássica e confirmados 32 de febre hemorrágica, segundo a Secretaria Estadual de Saúde.
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O sistema de cartões coloridos para orientar e identificar moradores, de acordo com o grau de cuidado na prevenção da dengue, foi implantado há menos de dois meses em Uberlândia. Além de advertir, serve como ferramenta para os agentes do CCZ.
“Há um efeito psicológico”, afirma José Humberto Arruda, coordenador do programa de Combate à Dengue. “O cartão vermelho, por exemplo, faz com que o morador se sinta advertido e, muitas vezes, até na obrigação de fazer algo para que o próximo cartão seja verde”.
A regra é simples e lembra o que ocorre com as luzes dos semáforos. O cartão verde significa que a situação é normal na residência e não há pontos com possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti. Se o morador receber um cartão amarelo, significa que ele deve ter atenção e redobrar os cuidados. Caso o cartão seja vermelho, os moradores são orientados a agir contra o mosquito transmissor da dengue.
Desde o início do ano, Uberlândia registrou 60 casos de dengue. Apesar do trabalho preventivo, cenas como a de caixas d’água destampadas são comuns. Os agentes do CCZ vedam, em média, 30 caixas por dia na cidade.
Na garagem do mecânico José Eustáquio, por exemplo, há risco iminente. Ele recebeu um cartão amarelo por causa das várias samambaias no local, com pratos sem areia e sem furos para escoar a água.
Depois de contrair dengue por duas vezes, a dona-de-casa Maria Martins resolveu não facilitar. A limpeza em sua casa é feita com muito cuidado e atenção.
Em 2009, em Minas Gerais, já foram notificados 39.828 casos de dengue clássica e confirmados 32 de febre hemorrágica, segundo a Secretaria Estadual de Saúde.
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Cor do cartão corresponde ao grau de cuidado do morador na prevenção.
Projeto é desenvolvido pelo Centro de Controle de Zoonoses.

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O sistema de cartões coloridos para orientar e identificar moradores, de acordo com o grau de cuidado na prevenção da dengue, foi implantado há menos de dois meses em Uberlândia. Além de advertir, serve como ferramenta para os agentes do CCZ.
“Há um efeito psicológico”, afirma José Humberto Arruda, coordenador do programa de Combate à Dengue. “O cartão vermelho, por exemplo, faz com que o morador se sinta advertido e, muitas vezes, até na obrigação de fazer algo para que o próximo cartão seja verde”.
A regra é simples e lembra o que ocorre com as luzes dos semáforos. O cartão verde significa que a situação é normal na residência e não há pontos com possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti. Se o morador receber um cartão amarelo, significa que ele deve ter atenção e redobrar os cuidados. Caso o cartão seja vermelho, os moradores são orientados a agir contra o mosquito transmissor da dengue.
Desde o início do ano, Uberlândia registrou 60 casos de dengue. Apesar do trabalho preventivo, cenas como a de caixas d’água destampadas são comuns. Os agentes do CCZ vedam, em média, 30 caixas por dia na cidade.
Na garagem do mecânico José Eustáquio, por exemplo, há risco iminente. Ele recebeu um cartão amarelo por causa das várias samambaias no local, com pratos sem areia e sem furos para escoar a água.
Depois de contrair dengue por duas vezes, a dona-de-casa Maria Martins resolveu não facilitar. A limpeza em sua casa é feita com muito cuidado e atenção.
Em 2009, em Minas Gerais, já foram notificados 39.828 casos de dengue clássica e confirmados 32 de febre hemorrágica, segundo a Secretaria Estadual de Saúde.
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Pesquisa com 4.200 estudantes entre 14 e 19 anos mostra que 27% já usaram a pílula do dia seguinte. Desses, 78% o fizeram de forma errada: tomaram o remédio antes do ato sexual ou ao notar o atraso da menstruação, por exemplo.
A pílula -que impede a fertilização do óvulo pelo espermatozoide- deve ser prescrita pelo médico e usada até 72 horas após o ato sexual desprotegido. O método contraceptivo é oferecido pelo SUS.
O estudo, feito em 76 escolas estaduais de 44 municípios de Pernambuco e publicado em periódico científico da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), revelou ainda que 35% dos alunos nunca haviam recebido informações sobre o método contraceptivo de emergência. E, entre os que receberam, a principal fonte foram os amigos.
Para o ginecologista Nilson Roberto de Melo, presidente da Febrasgo (federação das sociedades de ginecologia e obstetrícia), o alto índice de desconhecimento sobre a pílula não surpreende: "É até esperado. Muitos jovens usam a contracepção de emergência de forma errada porque não recebem informações apropriadas."
Segundo as pesquisadoras e autoras do estudo, Maria Suely de Araújo e Laura Olinda Fernandes Costa, da Universidade de Pernambuco, quatro em cada dez entrevistados (44%) já tinham iniciado a vida sexual - 30,9% entre os 13 e os 14 anos.
Entre os que mantêm relações sexuais, 60% dos rapazes e 24% das moças contaram ter tido três ou mais parceiros. A maioria diz ter usado camisinha na última relação sexual.
Os amigos foram mais citados como fontes de informação sobre a contracepção de emergência do que os profissionais de saúde e os professores.
"Os adolescentes recorreram aos amigos, provavelmente não preparados para isso, e podem ter recebido informações deformadas. O fato mais preocupante, porém, é a baixa participação dos profissionais de saúde como agentes de informação", dizem as pesquisadoras.
Elas verificaram também que os jovens consideram monótonas e desinteressantes as palestras realizadas nos serviços de saúde. "Há necessidade de desenvolver programas de educação sexual e reprodutiva efetivamente voltados para os adolescentes, numa linguagem mais próxima à sua realidade".
Nilson de Melo, da Febrasgo, concorda: "As políticas sexuais e reprodutivas do sistema de saúde não são focadas no jovem, o que é um erro porque a taxa de fecundidade cai em todas as faixas etárias, exceto na adolescência. É um público que merece mais atenção."

São Paulo

Em São Paulo, dados parciais de um estudo que está sendo desenvolvido pela Faculdade de Saúde Pública da USP também revela o desconhecimento dos adolescentes em relação à pílula do dia seguinte: menos de 20% deles sabem que o método deve ser usado em caso de emergência, por exemplo.
Segundo a pesquisadora Ana Maria Lefevre, uma das coordenadoras do estudo, os jovens ainda fazem a "maior confusão na utilização da pílula". Lefevre também não se surpreendeu com os dados da pesquisa da Universidade de Pernambuco.
"No nosso estudo, teve menino achando que a pílula é abortiva, outros que pensam que é para vir a menstruação e existe até quem acredite que ela sirva para engravidar."
A pesquisa da USP ouviu 300 adolescentes paulistas entre 12 e 20 anos e 60 profissionais da saúde para investigar a percepção desse público sobre o método. Para 8,3% dos profissionais entrevistados ela serve como abortivo. "Há influência de muitas questões, inclusive religiosas, intervindo nas opiniões e decisões", explica Lefevre.
O estudo também revelou que a grande maioria dos jovens entrevistados é a favor da pílula, mas eles também não conhecem bem seu funcionamento. Para 30% dos homens e 45,26% das mulheres entrevistados ela serve simplesmente para evitar uma gravidez.
Apenas 17,14% deles e 13,36% delas dizem que esse método só deve ser usado em situações de emergência.
Para o ginecologista Nilson de Melo, muitas adolescentes têm usado a pílula de emergência como um contraceptivo comum. "Um dos efeitos colaterais mais comuns é a alteração no ciclo menstrual." Ou seja, fica quase impossível calcular o período fértil.
Outros sintomas são dor de cabeça, sensibilidade nos seios, náuseas e vômitos.

POR CLÁUDIA COLLUCCI
da Folha de S.Paulo
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Pesquisa com 4.200 estudantes entre 14 e 19 anos mostra que 27% já usaram a pílula do dia seguinte. Desses, 78% o fizeram de forma errada: tomaram o remédio antes do ato sexual ou ao notar o atraso da menstruação, por exemplo.
A pílula -que impede a fertilização do óvulo pelo espermatozoide- deve ser prescrita pelo médico e usada até 72 horas após o ato sexual desprotegido. O método contraceptivo é oferecido pelo SUS.
O estudo, feito em 76 escolas estaduais de 44 municípios de Pernambuco e publicado em periódico científico da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), revelou ainda que 35% dos alunos nunca haviam recebido informações sobre o método contraceptivo de emergência. E, entre os que receberam, a principal fonte foram os amigos.
Para o ginecologista Nilson Roberto de Melo, presidente da Febrasgo (federação das sociedades de ginecologia e obstetrícia), o alto índice de desconhecimento sobre a pílula não surpreende: "É até esperado. Muitos jovens usam a contracepção de emergência de forma errada porque não recebem informações apropriadas."
Segundo as pesquisadoras e autoras do estudo, Maria Suely de Araújo e Laura Olinda Fernandes Costa, da Universidade de Pernambuco, quatro em cada dez entrevistados (44%) já tinham iniciado a vida sexual - 30,9% entre os 13 e os 14 anos.
Entre os que mantêm relações sexuais, 60% dos rapazes e 24% das moças contaram ter tido três ou mais parceiros. A maioria diz ter usado camisinha na última relação sexual.
Os amigos foram mais citados como fontes de informação sobre a contracepção de emergência do que os profissionais de saúde e os professores.
"Os adolescentes recorreram aos amigos, provavelmente não preparados para isso, e podem ter recebido informações deformadas. O fato mais preocupante, porém, é a baixa participação dos profissionais de saúde como agentes de informação", dizem as pesquisadoras.
Elas verificaram também que os jovens consideram monótonas e desinteressantes as palestras realizadas nos serviços de saúde. "Há necessidade de desenvolver programas de educação sexual e reprodutiva efetivamente voltados para os adolescentes, numa linguagem mais próxima à sua realidade".
Nilson de Melo, da Febrasgo, concorda: "As políticas sexuais e reprodutivas do sistema de saúde não são focadas no jovem, o que é um erro porque a taxa de fecundidade cai em todas as faixas etárias, exceto na adolescência. É um público que merece mais atenção."

São Paulo

Em São Paulo, dados parciais de um estudo que está sendo desenvolvido pela Faculdade de Saúde Pública da USP também revela o desconhecimento dos adolescentes em relação à pílula do dia seguinte: menos de 20% deles sabem que o método deve ser usado em caso de emergência, por exemplo.
Segundo a pesquisadora Ana Maria Lefevre, uma das coordenadoras do estudo, os jovens ainda fazem a "maior confusão na utilização da pílula". Lefevre também não se surpreendeu com os dados da pesquisa da Universidade de Pernambuco.
"No nosso estudo, teve menino achando que a pílula é abortiva, outros que pensam que é para vir a menstruação e existe até quem acredite que ela sirva para engravidar."
A pesquisa da USP ouviu 300 adolescentes paulistas entre 12 e 20 anos e 60 profissionais da saúde para investigar a percepção desse público sobre o método. Para 8,3% dos profissionais entrevistados ela serve como abortivo. "Há influência de muitas questões, inclusive religiosas, intervindo nas opiniões e decisões", explica Lefevre.
O estudo também revelou que a grande maioria dos jovens entrevistados é a favor da pílula, mas eles também não conhecem bem seu funcionamento. Para 30% dos homens e 45,26% das mulheres entrevistados ela serve simplesmente para evitar uma gravidez.
Apenas 17,14% deles e 13,36% delas dizem que esse método só deve ser usado em situações de emergência.
Para o ginecologista Nilson de Melo, muitas adolescentes têm usado a pílula de emergência como um contraceptivo comum. "Um dos efeitos colaterais mais comuns é a alteração no ciclo menstrual." Ou seja, fica quase impossível calcular o período fértil.
Outros sintomas são dor de cabeça, sensibilidade nos seios, náuseas e vômitos.

POR CLÁUDIA COLLUCCI
da Folha de S.Paulo
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Pesquisa com 4.200 estudantes entre 14 e 19 anos mostra que 27% já usaram a pílula do dia seguinte. Desses, 78% o fizeram de forma errada: tomaram o remédio antes do ato sexual ou ao notar o atraso da menstruação, por exemplo.
A pílula -que impede a fertilização do óvulo pelo espermatozoide- deve ser prescrita pelo médico e usada até 72 horas após o ato sexual desprotegido. O método contraceptivo é oferecido pelo SUS.
O estudo, feito em 76 escolas estaduais de 44 municípios de Pernambuco e publicado em periódico científico da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), revelou ainda que 35% dos alunos nunca haviam recebido informações sobre o método contraceptivo de emergência. E, entre os que receberam, a principal fonte foram os amigos.
Para o ginecologista Nilson Roberto de Melo, presidente da Febrasgo (federação das sociedades de ginecologia e obstetrícia), o alto índice de desconhecimento sobre a pílula não surpreende: "É até esperado. Muitos jovens usam a contracepção de emergência de forma errada porque não recebem informações apropriadas."
Segundo as pesquisadoras e autoras do estudo, Maria Suely de Araújo e Laura Olinda Fernandes Costa, da Universidade de Pernambuco, quatro em cada dez entrevistados (44%) já tinham iniciado a vida sexual - 30,9% entre os 13 e os 14 anos.
Entre os que mantêm relações sexuais, 60% dos rapazes e 24% das moças contaram ter tido três ou mais parceiros. A maioria diz ter usado camisinha na última relação sexual.
Os amigos foram mais citados como fontes de informação sobre a contracepção de emergência do que os profissionais de saúde e os professores.
"Os adolescentes recorreram aos amigos, provavelmente não preparados para isso, e podem ter recebido informações deformadas. O fato mais preocupante, porém, é a baixa participação dos profissionais de saúde como agentes de informação", dizem as pesquisadoras.
Elas verificaram também que os jovens consideram monótonas e desinteressantes as palestras realizadas nos serviços de saúde. "Há necessidade de desenvolver programas de educação sexual e reprodutiva efetivamente voltados para os adolescentes, numa linguagem mais próxima à sua realidade".
Nilson de Melo, da Febrasgo, concorda: "As políticas sexuais e reprodutivas do sistema de saúde não são focadas no jovem, o que é um erro porque a taxa de fecundidade cai em todas as faixas etárias, exceto na adolescência. É um público que merece mais atenção."

São Paulo

Em São Paulo, dados parciais de um estudo que está sendo desenvolvido pela Faculdade de Saúde Pública da USP também revela o desconhecimento dos adolescentes em relação à pílula do dia seguinte: menos de 20% deles sabem que o método deve ser usado em caso de emergência, por exemplo.
Segundo a pesquisadora Ana Maria Lefevre, uma das coordenadoras do estudo, os jovens ainda fazem a "maior confusão na utilização da pílula". Lefevre também não se surpreendeu com os dados da pesquisa da Universidade de Pernambuco.
"No nosso estudo, teve menino achando que a pílula é abortiva, outros que pensam que é para vir a menstruação e existe até quem acredite que ela sirva para engravidar."
A pesquisa da USP ouviu 300 adolescentes paulistas entre 12 e 20 anos e 60 profissionais da saúde para investigar a percepção desse público sobre o método. Para 8,3% dos profissionais entrevistados ela serve como abortivo. "Há influência de muitas questões, inclusive religiosas, intervindo nas opiniões e decisões", explica Lefevre.
O estudo também revelou que a grande maioria dos jovens entrevistados é a favor da pílula, mas eles também não conhecem bem seu funcionamento. Para 30% dos homens e 45,26% das mulheres entrevistados ela serve simplesmente para evitar uma gravidez.
Apenas 17,14% deles e 13,36% delas dizem que esse método só deve ser usado em situações de emergência.
Para o ginecologista Nilson de Melo, muitas adolescentes têm usado a pílula de emergência como um contraceptivo comum. "Um dos efeitos colaterais mais comuns é a alteração no ciclo menstrual." Ou seja, fica quase impossível calcular o período fértil.
Outros sintomas são dor de cabeça, sensibilidade nos seios, náuseas e vômitos.

POR CLÁUDIA COLLUCCI
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Pesquisa com 4.200 estudantes entre 14 e 19 anos mostra que 27% já usaram a pílula do dia seguinte. Desses, 78% o fizeram de forma errada: tomaram o remédio antes do ato sexual ou ao notar o atraso da menstruação, por exemplo.
A pílula -que impede a fertilização do óvulo pelo espermatozoide- deve ser prescrita pelo médico e usada até 72 horas após o ato sexual desprotegido. O método contraceptivo é oferecido pelo SUS.
O estudo, feito em 76 escolas estaduais de 44 municípios de Pernambuco e publicado em periódico científico da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), revelou ainda que 35% dos alunos nunca haviam recebido informações sobre o método contraceptivo de emergência. E, entre os que receberam, a principal fonte foram os amigos.
Para o ginecologista Nilson Roberto de Melo, presidente da Febrasgo (federação das sociedades de ginecologia e obstetrícia), o alto índice de desconhecimento sobre a pílula não surpreende: "É até esperado. Muitos jovens usam a contracepção de emergência de forma errada porque não recebem informações apropriadas."
Segundo as pesquisadoras e autoras do estudo, Maria Suely de Araújo e Laura Olinda Fernandes Costa, da Universidade de Pernambuco, quatro em cada dez entrevistados (44%) já tinham iniciado a vida sexual - 30,9% entre os 13 e os 14 anos.
Entre os que mantêm relações sexuais, 60% dos rapazes e 24% das moças contaram ter tido três ou mais parceiros. A maioria diz ter usado camisinha na última relação sexual.
Os amigos foram mais citados como fontes de informação sobre a contracepção de emergência do que os profissionais de saúde e os professores.
"Os adolescentes recorreram aos amigos, provavelmente não preparados para isso, e podem ter recebido informações deformadas. O fato mais preocupante, porém, é a baixa participação dos profissionais de saúde como agentes de informação", dizem as pesquisadoras.
Elas verificaram também que os jovens consideram monótonas e desinteressantes as palestras realizadas nos serviços de saúde. "Há necessidade de desenvolver programas de educação sexual e reprodutiva efetivamente voltados para os adolescentes, numa linguagem mais próxima à sua realidade".
Nilson de Melo, da Febrasgo, concorda: "As políticas sexuais e reprodutivas do sistema de saúde não são focadas no jovem, o que é um erro porque a taxa de fecundidade cai em todas as faixas etárias, exceto na adolescência. É um público que merece mais atenção."

São Paulo

Em São Paulo, dados parciais de um estudo que está sendo desenvolvido pela Faculdade de Saúde Pública da USP também revela o desconhecimento dos adolescentes em relação à pílula do dia seguinte: menos de 20% deles sabem que o método deve ser usado em caso de emergência, por exemplo.
Segundo a pesquisadora Ana Maria Lefevre, uma das coordenadoras do estudo, os jovens ainda fazem a "maior confusão na utilização da pílula". Lefevre também não se surpreendeu com os dados da pesquisa da Universidade de Pernambuco.
"No nosso estudo, teve menino achando que a pílula é abortiva, outros que pensam que é para vir a menstruação e existe até quem acredite que ela sirva para engravidar."
A pesquisa da USP ouviu 300 adolescentes paulistas entre 12 e 20 anos e 60 profissionais da saúde para investigar a percepção desse público sobre o método. Para 8,3% dos profissionais entrevistados ela serve como abortivo. "Há influência de muitas questões, inclusive religiosas, intervindo nas opiniões e decisões", explica Lefevre.
O estudo também revelou que a grande maioria dos jovens entrevistados é a favor da pílula, mas eles também não conhecem bem seu funcionamento. Para 30% dos homens e 45,26% das mulheres entrevistados ela serve simplesmente para evitar uma gravidez.
Apenas 17,14% deles e 13,36% delas dizem que esse método só deve ser usado em situações de emergência.
Para o ginecologista Nilson de Melo, muitas adolescentes têm usado a pílula de emergência como um contraceptivo comum. "Um dos efeitos colaterais mais comuns é a alteração no ciclo menstrual." Ou seja, fica quase impossível calcular o período fértil.
Outros sintomas são dor de cabeça, sensibilidade nos seios, náuseas e vômitos.

POR CLÁUDIA COLLUCCI
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Pesquisa com 4.200 estudantes entre 14 e 19 anos mostra que 27% já usaram a pílula do dia seguinte. Desses, 78% o fizeram de forma errada: tomaram o remédio antes do ato sexual ou ao notar o atraso da menstruação, por exemplo.
A pílula -que impede a fertilização do óvulo pelo espermatozoide- deve ser prescrita pelo médico e usada até 72 horas após o ato sexual desprotegido. O método contraceptivo é oferecido pelo SUS.
O estudo, feito em 76 escolas estaduais de 44 municípios de Pernambuco e publicado em periódico científico da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), revelou ainda que 35% dos alunos nunca haviam recebido informações sobre o método contraceptivo de emergência. E, entre os que receberam, a principal fonte foram os amigos.
Para o ginecologista Nilson Roberto de Melo, presidente da Febrasgo (federação das sociedades de ginecologia e obstetrícia), o alto índice de desconhecimento sobre a pílula não surpreende: "É até esperado. Muitos jovens usam a contracepção de emergência de forma errada porque não recebem informações apropriadas."
Segundo as pesquisadoras e autoras do estudo, Maria Suely de Araújo e Laura Olinda Fernandes Costa, da Universidade de Pernambuco, quatro em cada dez entrevistados (44%) já tinham iniciado a vida sexual - 30,9% entre os 13 e os 14 anos.
Entre os que mantêm relações sexuais, 60% dos rapazes e 24% das moças contaram ter tido três ou mais parceiros. A maioria diz ter usado camisinha na última relação sexual.
Os amigos foram mais citados como fontes de informação sobre a contracepção de emergência do que os profissionais de saúde e os professores.
"Os adolescentes recorreram aos amigos, provavelmente não preparados para isso, e podem ter recebido informações deformadas. O fato mais preocupante, porém, é a baixa participação dos profissionais de saúde como agentes de informação", dizem as pesquisadoras.
Elas verificaram também que os jovens consideram monótonas e desinteressantes as palestras realizadas nos serviços de saúde. "Há necessidade de desenvolver programas de educação sexual e reprodutiva efetivamente voltados para os adolescentes, numa linguagem mais próxima à sua realidade".
Nilson de Melo, da Febrasgo, concorda: "As políticas sexuais e reprodutivas do sistema de saúde não são focadas no jovem, o que é um erro porque a taxa de fecundidade cai em todas as faixas etárias, exceto na adolescência. É um público que merece mais atenção."

São Paulo

Em São Paulo, dados parciais de um estudo que está sendo desenvolvido pela Faculdade de Saúde Pública da USP também revela o desconhecimento dos adolescentes em relação à pílula do dia seguinte: menos de 20% deles sabem que o método deve ser usado em caso de emergência, por exemplo.
Segundo a pesquisadora Ana Maria Lefevre, uma das coordenadoras do estudo, os jovens ainda fazem a "maior confusão na utilização da pílula". Lefevre também não se surpreendeu com os dados da pesquisa da Universidade de Pernambuco.
"No nosso estudo, teve menino achando que a pílula é abortiva, outros que pensam que é para vir a menstruação e existe até quem acredite que ela sirva para engravidar."
A pesquisa da USP ouviu 300 adolescentes paulistas entre 12 e 20 anos e 60 profissionais da saúde para investigar a percepção desse público sobre o método. Para 8,3% dos profissionais entrevistados ela serve como abortivo. "Há influência de muitas questões, inclusive religiosas, intervindo nas opiniões e decisões", explica Lefevre.
O estudo também revelou que a grande maioria dos jovens entrevistados é a favor da pílula, mas eles também não conhecem bem seu funcionamento. Para 30% dos homens e 45,26% das mulheres entrevistados ela serve simplesmente para evitar uma gravidez.
Apenas 17,14% deles e 13,36% delas dizem que esse método só deve ser usado em situações de emergência.
Para o ginecologista Nilson de Melo, muitas adolescentes têm usado a pílula de emergência como um contraceptivo comum. "Um dos efeitos colaterais mais comuns é a alteração no ciclo menstrual." Ou seja, fica quase impossível calcular o período fértil.
Outros sintomas são dor de cabeça, sensibilidade nos seios, náuseas e vômitos.

POR CLÁUDIA COLLUCCI
da Folha de S.Paulo
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A costureira Vera Lúcia dos Reis, 46, levou um susto quando descobriu que seu filho Deleon de Oliveira, 22, tinha uma namorada -e mais ainda quando ele contou que tinha tido uma relação sexual. O jovem tem deficiência mental, e Vera diz que o via como "uma eterna criança". "Nem imaginava que ele sabia o que era sexo", afirma.
Foi quando ela pediu à Avape (Associação para Valorização e Promoção de Excepcionais), onde ele é atendido, que o incluísse em um novo projeto: um grupo de sexualidade para deficientes intelectuais.
A psicóloga Denise Teixeira, coordenadora, usa dinâmicas, música e expressão corporal para abordar o tema entre os 18 participantes (foto).
Bonecos e materiais de silicone ajudam na abordagem de sistemas reprodutores, anticoncepcionais e doenças sexualmente transmissíveis. "A abstração é algo complexo para eles. Eles precisam de coisas concretas, têm de pegar para aprender", conta Teixeira, que descobriu que a maioria já tinha tido relação sexual, mas ninguém sabia colocar a camisinha.
O sexo na deficiência intelectual é um tema delicado. "Fisicamente, eles têm desenvolvimento normal. Têm as mesmas necessidades que nós", diz. Uma pesquisa da Avape com 145 pais mostrou que 70% deles não orientam os filhos sobre o assunto. Sem informação, eles ficam vulneráveis a assédio e abuso. Alguns deles contaram experiências do tipo nas reuniões.
Também é trabalhada a afetividade. "Quando eles descobrem o prazer, passam a buscá-lo não importa como, com quem ou onde. Tentamos resgatar o respeito por eles e pelos outros."
Uma vez por mês, há uma reunião com os pais. O conselho de Teixeira para quem tem um filho deficiente intelectual é que converse sobre o assunto. Se os pais não se sentirem à vontade, devem procurar um profissional que os auxilie. "O que não pode é negar o tema", afirma.

POR FLÁVIA MANTOVANI
da Folha de S.Paulo

AVAPE - Associação para Valorização e Promoção dos Excepcionais
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:30  comentar


A costureira Vera Lúcia dos Reis, 46, levou um susto quando descobriu que seu filho Deleon de Oliveira, 22, tinha uma namorada -e mais ainda quando ele contou que tinha tido uma relação sexual. O jovem tem deficiência mental, e Vera diz que o via como "uma eterna criança". "Nem imaginava que ele sabia o que era sexo", afirma.
Foi quando ela pediu à Avape (Associação para Valorização e Promoção de Excepcionais), onde ele é atendido, que o incluísse em um novo projeto: um grupo de sexualidade para deficientes intelectuais.
A psicóloga Denise Teixeira, coordenadora, usa dinâmicas, música e expressão corporal para abordar o tema entre os 18 participantes (foto).
Bonecos e materiais de silicone ajudam na abordagem de sistemas reprodutores, anticoncepcionais e doenças sexualmente transmissíveis. "A abstração é algo complexo para eles. Eles precisam de coisas concretas, têm de pegar para aprender", conta Teixeira, que descobriu que a maioria já tinha tido relação sexual, mas ninguém sabia colocar a camisinha.
O sexo na deficiência intelectual é um tema delicado. "Fisicamente, eles têm desenvolvimento normal. Têm as mesmas necessidades que nós", diz. Uma pesquisa da Avape com 145 pais mostrou que 70% deles não orientam os filhos sobre o assunto. Sem informação, eles ficam vulneráveis a assédio e abuso. Alguns deles contaram experiências do tipo nas reuniões.
Também é trabalhada a afetividade. "Quando eles descobrem o prazer, passam a buscá-lo não importa como, com quem ou onde. Tentamos resgatar o respeito por eles e pelos outros."
Uma vez por mês, há uma reunião com os pais. O conselho de Teixeira para quem tem um filho deficiente intelectual é que converse sobre o assunto. Se os pais não se sentirem à vontade, devem procurar um profissional que os auxilie. "O que não pode é negar o tema", afirma.

POR FLÁVIA MANTOVANI
da Folha de S.Paulo

AVAPE - Associação para Valorização e Promoção dos Excepcionais
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A costureira Vera Lúcia dos Reis, 46, levou um susto quando descobriu que seu filho Deleon de Oliveira, 22, tinha uma namorada -e mais ainda quando ele contou que tinha tido uma relação sexual. O jovem tem deficiência mental, e Vera diz que o via como "uma eterna criança". "Nem imaginava que ele sabia o que era sexo", afirma.
Foi quando ela pediu à Avape (Associação para Valorização e Promoção de Excepcionais), onde ele é atendido, que o incluísse em um novo projeto: um grupo de sexualidade para deficientes intelectuais.
A psicóloga Denise Teixeira, coordenadora, usa dinâmicas, música e expressão corporal para abordar o tema entre os 18 participantes (foto).
Bonecos e materiais de silicone ajudam na abordagem de sistemas reprodutores, anticoncepcionais e doenças sexualmente transmissíveis. "A abstração é algo complexo para eles. Eles precisam de coisas concretas, têm de pegar para aprender", conta Teixeira, que descobriu que a maioria já tinha tido relação sexual, mas ninguém sabia colocar a camisinha.
O sexo na deficiência intelectual é um tema delicado. "Fisicamente, eles têm desenvolvimento normal. Têm as mesmas necessidades que nós", diz. Uma pesquisa da Avape com 145 pais mostrou que 70% deles não orientam os filhos sobre o assunto. Sem informação, eles ficam vulneráveis a assédio e abuso. Alguns deles contaram experiências do tipo nas reuniões.
Também é trabalhada a afetividade. "Quando eles descobrem o prazer, passam a buscá-lo não importa como, com quem ou onde. Tentamos resgatar o respeito por eles e pelos outros."
Uma vez por mês, há uma reunião com os pais. O conselho de Teixeira para quem tem um filho deficiente intelectual é que converse sobre o assunto. Se os pais não se sentirem à vontade, devem procurar um profissional que os auxilie. "O que não pode é negar o tema", afirma.

POR FLÁVIA MANTOVANI
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A costureira Vera Lúcia dos Reis, 46, levou um susto quando descobriu que seu filho Deleon de Oliveira, 22, tinha uma namorada -e mais ainda quando ele contou que tinha tido uma relação sexual. O jovem tem deficiência mental, e Vera diz que o via como "uma eterna criança". "Nem imaginava que ele sabia o que era sexo", afirma.
Foi quando ela pediu à Avape (Associação para Valorização e Promoção de Excepcionais), onde ele é atendido, que o incluísse em um novo projeto: um grupo de sexualidade para deficientes intelectuais.
A psicóloga Denise Teixeira, coordenadora, usa dinâmicas, música e expressão corporal para abordar o tema entre os 18 participantes (foto).
Bonecos e materiais de silicone ajudam na abordagem de sistemas reprodutores, anticoncepcionais e doenças sexualmente transmissíveis. "A abstração é algo complexo para eles. Eles precisam de coisas concretas, têm de pegar para aprender", conta Teixeira, que descobriu que a maioria já tinha tido relação sexual, mas ninguém sabia colocar a camisinha.
O sexo na deficiência intelectual é um tema delicado. "Fisicamente, eles têm desenvolvimento normal. Têm as mesmas necessidades que nós", diz. Uma pesquisa da Avape com 145 pais mostrou que 70% deles não orientam os filhos sobre o assunto. Sem informação, eles ficam vulneráveis a assédio e abuso. Alguns deles contaram experiências do tipo nas reuniões.
Também é trabalhada a afetividade. "Quando eles descobrem o prazer, passam a buscá-lo não importa como, com quem ou onde. Tentamos resgatar o respeito por eles e pelos outros."
Uma vez por mês, há uma reunião com os pais. O conselho de Teixeira para quem tem um filho deficiente intelectual é que converse sobre o assunto. Se os pais não se sentirem à vontade, devem procurar um profissional que os auxilie. "O que não pode é negar o tema", afirma.

POR FLÁVIA MANTOVANI
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A costureira Vera Lúcia dos Reis, 46, levou um susto quando descobriu que seu filho Deleon de Oliveira, 22, tinha uma namorada -e mais ainda quando ele contou que tinha tido uma relação sexual. O jovem tem deficiência mental, e Vera diz que o via como "uma eterna criança". "Nem imaginava que ele sabia o que era sexo", afirma.
Foi quando ela pediu à Avape (Associação para Valorização e Promoção de Excepcionais), onde ele é atendido, que o incluísse em um novo projeto: um grupo de sexualidade para deficientes intelectuais.
A psicóloga Denise Teixeira, coordenadora, usa dinâmicas, música e expressão corporal para abordar o tema entre os 18 participantes (foto).
Bonecos e materiais de silicone ajudam na abordagem de sistemas reprodutores, anticoncepcionais e doenças sexualmente transmissíveis. "A abstração é algo complexo para eles. Eles precisam de coisas concretas, têm de pegar para aprender", conta Teixeira, que descobriu que a maioria já tinha tido relação sexual, mas ninguém sabia colocar a camisinha.
O sexo na deficiência intelectual é um tema delicado. "Fisicamente, eles têm desenvolvimento normal. Têm as mesmas necessidades que nós", diz. Uma pesquisa da Avape com 145 pais mostrou que 70% deles não orientam os filhos sobre o assunto. Sem informação, eles ficam vulneráveis a assédio e abuso. Alguns deles contaram experiências do tipo nas reuniões.
Também é trabalhada a afetividade. "Quando eles descobrem o prazer, passam a buscá-lo não importa como, com quem ou onde. Tentamos resgatar o respeito por eles e pelos outros."
Uma vez por mês, há uma reunião com os pais. O conselho de Teixeira para quem tem um filho deficiente intelectual é que converse sobre o assunto. Se os pais não se sentirem à vontade, devem procurar um profissional que os auxilie. "O que não pode é negar o tema", afirma.

POR FLÁVIA MANTOVANI
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AVAPE - Associação para Valorização e Promoção dos Excepcionais
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Quase um terço dos estudos sobre câncer publicados nos principais periódicos do mundo apresentam conflitos de interesse, segundo uma pesquisa publicada nesta semana na edição on-line do "Cancer". Foram avaliados 1.534 artigos divulgados em revistas como "New England Journal of Medicine", "Jama" e "Lancet" em 2006.
Desses trabalhos, 17% eram patrocinados por indústrias farmacêuticas e 12% tinham um funcionário entre os autores --e traziam mais resultados positivos. Estima-se que no Brasil os números sejam maiores porque os estudos clínicos são bancados pela indústria.
Para Reshma Jagsi, autora da pesquisa e professora de radio-oncologia da Universidade de Michigan (EUA), declarar os conflitos não é suficiente. Ela acredita que os pesquisadores vão, consciente ou inconscientemente, enviesar as análises.
No Brasil, estudos clínicos devem ser patrocinados pelo contratante --normalmente a indústria interessada no desenvolvimento da droga, diz o pesquisador Ricardo Bretani, presidente da Fundação Antônio Prudente (mantenedora do hospital A.C. Camargo) e do Conselho Técnico-Administrativo da Fapesp.
Hoje, os estudos em câncer são focados no desenvolvimento de novas drogas e, por isso, é uma das áreas que apresentam estudos patrocinados.
Para o oncologista Paulo Hoff, diretor clínico do Instituto do Câncer Octavio Frias de Oliveira, os conflitos não implicam necessariamente uma pesquisa tendenciosa.
Para que os trabalhos sejam publicados em periódicos renomados, é preciso que passem pela revisão por pares --quando o estudo é avaliado por outros especialistas isentos.
Para evitar comprometimento prejudicial, os contratos de pesquisa devem contar com uma cláusula que prevê a publicação dos resultados mesmo que sejam negativos. O pesquisador também deve deixar claro o tipo de conflito existente na pesquisa. "O conflito só é aceitável dentro de alguns limites. Receber dinheiro para pesquisa é aceitável, mas ganhar uma viagem internacional com a família, não", compara Hoff.
Para Jagsi, é preciso pressionar as instituições públicas para aumentar os fundos para estudos na área médica. "Pesquisadores teriam mais alternativas, e a pesquisa poderia ser desatada, ao menos em alguns aspectos, dos nós da indústria", disse à Folha.

POR JULLIANE SILVEIRA
da Folha de S.Paulo
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Quase um terço dos estudos sobre câncer publicados nos principais periódicos do mundo apresentam conflitos de interesse, segundo uma pesquisa publicada nesta semana na edição on-line do "Cancer". Foram avaliados 1.534 artigos divulgados em revistas como "New England Journal of Medicine", "Jama" e "Lancet" em 2006.
Desses trabalhos, 17% eram patrocinados por indústrias farmacêuticas e 12% tinham um funcionário entre os autores --e traziam mais resultados positivos. Estima-se que no Brasil os números sejam maiores porque os estudos clínicos são bancados pela indústria.
Para Reshma Jagsi, autora da pesquisa e professora de radio-oncologia da Universidade de Michigan (EUA), declarar os conflitos não é suficiente. Ela acredita que os pesquisadores vão, consciente ou inconscientemente, enviesar as análises.
No Brasil, estudos clínicos devem ser patrocinados pelo contratante --normalmente a indústria interessada no desenvolvimento da droga, diz o pesquisador Ricardo Bretani, presidente da Fundação Antônio Prudente (mantenedora do hospital A.C. Camargo) e do Conselho Técnico-Administrativo da Fapesp.
Hoje, os estudos em câncer são focados no desenvolvimento de novas drogas e, por isso, é uma das áreas que apresentam estudos patrocinados.
Para o oncologista Paulo Hoff, diretor clínico do Instituto do Câncer Octavio Frias de Oliveira, os conflitos não implicam necessariamente uma pesquisa tendenciosa.
Para que os trabalhos sejam publicados em periódicos renomados, é preciso que passem pela revisão por pares --quando o estudo é avaliado por outros especialistas isentos.
Para evitar comprometimento prejudicial, os contratos de pesquisa devem contar com uma cláusula que prevê a publicação dos resultados mesmo que sejam negativos. O pesquisador também deve deixar claro o tipo de conflito existente na pesquisa. "O conflito só é aceitável dentro de alguns limites. Receber dinheiro para pesquisa é aceitável, mas ganhar uma viagem internacional com a família, não", compara Hoff.
Para Jagsi, é preciso pressionar as instituições públicas para aumentar os fundos para estudos na área médica. "Pesquisadores teriam mais alternativas, e a pesquisa poderia ser desatada, ao menos em alguns aspectos, dos nós da indústria", disse à Folha.

POR JULLIANE SILVEIRA
da Folha de S.Paulo
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Quase um terço dos estudos sobre câncer publicados nos principais periódicos do mundo apresentam conflitos de interesse, segundo uma pesquisa publicada nesta semana na edição on-line do "Cancer". Foram avaliados 1.534 artigos divulgados em revistas como "New England Journal of Medicine", "Jama" e "Lancet" em 2006.
Desses trabalhos, 17% eram patrocinados por indústrias farmacêuticas e 12% tinham um funcionário entre os autores --e traziam mais resultados positivos. Estima-se que no Brasil os números sejam maiores porque os estudos clínicos são bancados pela indústria.
Para Reshma Jagsi, autora da pesquisa e professora de radio-oncologia da Universidade de Michigan (EUA), declarar os conflitos não é suficiente. Ela acredita que os pesquisadores vão, consciente ou inconscientemente, enviesar as análises.
No Brasil, estudos clínicos devem ser patrocinados pelo contratante --normalmente a indústria interessada no desenvolvimento da droga, diz o pesquisador Ricardo Bretani, presidente da Fundação Antônio Prudente (mantenedora do hospital A.C. Camargo) e do Conselho Técnico-Administrativo da Fapesp.
Hoje, os estudos em câncer são focados no desenvolvimento de novas drogas e, por isso, é uma das áreas que apresentam estudos patrocinados.
Para o oncologista Paulo Hoff, diretor clínico do Instituto do Câncer Octavio Frias de Oliveira, os conflitos não implicam necessariamente uma pesquisa tendenciosa.
Para que os trabalhos sejam publicados em periódicos renomados, é preciso que passem pela revisão por pares --quando o estudo é avaliado por outros especialistas isentos.
Para evitar comprometimento prejudicial, os contratos de pesquisa devem contar com uma cláusula que prevê a publicação dos resultados mesmo que sejam negativos. O pesquisador também deve deixar claro o tipo de conflito existente na pesquisa. "O conflito só é aceitável dentro de alguns limites. Receber dinheiro para pesquisa é aceitável, mas ganhar uma viagem internacional com a família, não", compara Hoff.
Para Jagsi, é preciso pressionar as instituições públicas para aumentar os fundos para estudos na área médica. "Pesquisadores teriam mais alternativas, e a pesquisa poderia ser desatada, ao menos em alguns aspectos, dos nós da indústria", disse à Folha.

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Quase um terço dos estudos sobre câncer publicados nos principais periódicos do mundo apresentam conflitos de interesse, segundo uma pesquisa publicada nesta semana na edição on-line do "Cancer". Foram avaliados 1.534 artigos divulgados em revistas como "New England Journal of Medicine", "Jama" e "Lancet" em 2006.
Desses trabalhos, 17% eram patrocinados por indústrias farmacêuticas e 12% tinham um funcionário entre os autores --e traziam mais resultados positivos. Estima-se que no Brasil os números sejam maiores porque os estudos clínicos são bancados pela indústria.
Para Reshma Jagsi, autora da pesquisa e professora de radio-oncologia da Universidade de Michigan (EUA), declarar os conflitos não é suficiente. Ela acredita que os pesquisadores vão, consciente ou inconscientemente, enviesar as análises.
No Brasil, estudos clínicos devem ser patrocinados pelo contratante --normalmente a indústria interessada no desenvolvimento da droga, diz o pesquisador Ricardo Bretani, presidente da Fundação Antônio Prudente (mantenedora do hospital A.C. Camargo) e do Conselho Técnico-Administrativo da Fapesp.
Hoje, os estudos em câncer são focados no desenvolvimento de novas drogas e, por isso, é uma das áreas que apresentam estudos patrocinados.
Para o oncologista Paulo Hoff, diretor clínico do Instituto do Câncer Octavio Frias de Oliveira, os conflitos não implicam necessariamente uma pesquisa tendenciosa.
Para que os trabalhos sejam publicados em periódicos renomados, é preciso que passem pela revisão por pares --quando o estudo é avaliado por outros especialistas isentos.
Para evitar comprometimento prejudicial, os contratos de pesquisa devem contar com uma cláusula que prevê a publicação dos resultados mesmo que sejam negativos. O pesquisador também deve deixar claro o tipo de conflito existente na pesquisa. "O conflito só é aceitável dentro de alguns limites. Receber dinheiro para pesquisa é aceitável, mas ganhar uma viagem internacional com a família, não", compara Hoff.
Para Jagsi, é preciso pressionar as instituições públicas para aumentar os fundos para estudos na área médica. "Pesquisadores teriam mais alternativas, e a pesquisa poderia ser desatada, ao menos em alguns aspectos, dos nós da indústria", disse à Folha.

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Quase um terço dos estudos sobre câncer publicados nos principais periódicos do mundo apresentam conflitos de interesse, segundo uma pesquisa publicada nesta semana na edição on-line do "Cancer". Foram avaliados 1.534 artigos divulgados em revistas como "New England Journal of Medicine", "Jama" e "Lancet" em 2006.
Desses trabalhos, 17% eram patrocinados por indústrias farmacêuticas e 12% tinham um funcionário entre os autores --e traziam mais resultados positivos. Estima-se que no Brasil os números sejam maiores porque os estudos clínicos são bancados pela indústria.
Para Reshma Jagsi, autora da pesquisa e professora de radio-oncologia da Universidade de Michigan (EUA), declarar os conflitos não é suficiente. Ela acredita que os pesquisadores vão, consciente ou inconscientemente, enviesar as análises.
No Brasil, estudos clínicos devem ser patrocinados pelo contratante --normalmente a indústria interessada no desenvolvimento da droga, diz o pesquisador Ricardo Bretani, presidente da Fundação Antônio Prudente (mantenedora do hospital A.C. Camargo) e do Conselho Técnico-Administrativo da Fapesp.
Hoje, os estudos em câncer são focados no desenvolvimento de novas drogas e, por isso, é uma das áreas que apresentam estudos patrocinados.
Para o oncologista Paulo Hoff, diretor clínico do Instituto do Câncer Octavio Frias de Oliveira, os conflitos não implicam necessariamente uma pesquisa tendenciosa.
Para que os trabalhos sejam publicados em periódicos renomados, é preciso que passem pela revisão por pares --quando o estudo é avaliado por outros especialistas isentos.
Para evitar comprometimento prejudicial, os contratos de pesquisa devem contar com uma cláusula que prevê a publicação dos resultados mesmo que sejam negativos. O pesquisador também deve deixar claro o tipo de conflito existente na pesquisa. "O conflito só é aceitável dentro de alguns limites. Receber dinheiro para pesquisa é aceitável, mas ganhar uma viagem internacional com a família, não", compara Hoff.
Para Jagsi, é preciso pressionar as instituições públicas para aumentar os fundos para estudos na área médica. "Pesquisadores teriam mais alternativas, e a pesquisa poderia ser desatada, ao menos em alguns aspectos, dos nós da indústria", disse à Folha.

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Um peixe do Aquário do Zoológico de Londres foi anestesiado e submetido a uma operação para a retirada de um tumor benigno.
Prudence, da espécie leatherjacket espinhoso (Chaetodermis penicilligerus) ficou na mesa de operações durante uma hora, e foi mantido úmido durante todo o procedimento.
Esta espécie de peixe é originária das costas de Austrália e Malásia, e pode atingir até 31 centímetros de comprimento.
O Zoológico informa que Prudence já voltou ao seu aquário, onde se recupera rapidamente.

Fonte: BBC Brasil
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Um peixe do Aquário do Zoológico de Londres foi anestesiado e submetido a uma operação para a retirada de um tumor benigno.
Prudence, da espécie leatherjacket espinhoso (Chaetodermis penicilligerus) ficou na mesa de operações durante uma hora, e foi mantido úmido durante todo o procedimento.
Esta espécie de peixe é originária das costas de Austrália e Malásia, e pode atingir até 31 centímetros de comprimento.
O Zoológico informa que Prudence já voltou ao seu aquário, onde se recupera rapidamente.

Fonte: BBC Brasil
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Um peixe do Aquário do Zoológico de Londres foi anestesiado e submetido a uma operação para a retirada de um tumor benigno.
Prudence, da espécie leatherjacket espinhoso (Chaetodermis penicilligerus) ficou na mesa de operações durante uma hora, e foi mantido úmido durante todo o procedimento.
Esta espécie de peixe é originária das costas de Austrália e Malásia, e pode atingir até 31 centímetros de comprimento.
O Zoológico informa que Prudence já voltou ao seu aquário, onde se recupera rapidamente.

Fonte: BBC Brasil
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Um peixe do Aquário do Zoológico de Londres foi anestesiado e submetido a uma operação para a retirada de um tumor benigno.
Prudence, da espécie leatherjacket espinhoso (Chaetodermis penicilligerus) ficou na mesa de operações durante uma hora, e foi mantido úmido durante todo o procedimento.
Esta espécie de peixe é originária das costas de Austrália e Malásia, e pode atingir até 31 centímetros de comprimento.
O Zoológico informa que Prudence já voltou ao seu aquário, onde se recupera rapidamente.

Fonte: BBC Brasil
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Um peixe do Aquário do Zoológico de Londres foi anestesiado e submetido a uma operação para a retirada de um tumor benigno.
Prudence, da espécie leatherjacket espinhoso (Chaetodermis penicilligerus) ficou na mesa de operações durante uma hora, e foi mantido úmido durante todo o procedimento.
Esta espécie de peixe é originária das costas de Austrália e Malásia, e pode atingir até 31 centímetros de comprimento.
O Zoológico informa que Prudence já voltou ao seu aquário, onde se recupera rapidamente.

Fonte: BBC Brasil
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As mulheres são mais resistentes a infecções do que os homens graças à ação de hormônios sobre seus sistemas imunológicos, segundo afirma um estudo de pesquisadores canadenses.
O estudo indicou que a produção de estrogênio pelas mulheres pode ter um efeito benéfico sobre a resposta do organismo a agentes causadores de infecções.
Segundo a pesquisa, publicada na última edição da revista especializada Proceedings of the National Academy of Sciences, o estrogênio naturalmente produzido pelas mulheres bloqueia uma enzima chamada Caspase-12.
A ausência da enzima bloquearia, por sua vez, o processo inflamatório.
"Os resultados mostram que as mulheres têm uma resposta mais forte a inflamações do que os homens", comenta a coordenadora do estudo, Maya Saleh, da Faculdade de Medicina da Universidade McGill, de Montreal, no Canadá.

Gene

O estudo foi realizado com camundongos que não têm o gene responsável pela produção da enzima Caspase-12, tornando-os altamente resistentes a infecções.
O gene foi então implantado em um grupo de camundongos machos e fêmeas, mas apenas os machos se tornaram mais suscetíveis a infecções.
Os pesquisadores acreditam que, por se tratar de um gene humano, os efeitos verificados nos camundongos seriam os mesmos em seres humanos.
Para Saleh, essa característica específica do sexo feminino poderia ser o resultado de uma evolução para proteger o papel reprodutivo das mulheres.
Segundo a pesquisa, hormônios sintéticos geraram resultados semelhantes ao estrogênio produzido naturalmente.
Isso poderia abrir a possibilidade do desenvolvimento de terapias especiais para fortalecer o sistema imunológico, mas pelo fato de estar ligado a um hormônio feminino, poderia impedir sua utilização por homens.

Fonte: BBCBrasil
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As mulheres são mais resistentes a infecções do que os homens graças à ação de hormônios sobre seus sistemas imunológicos, segundo afirma um estudo de pesquisadores canadenses.
O estudo indicou que a produção de estrogênio pelas mulheres pode ter um efeito benéfico sobre a resposta do organismo a agentes causadores de infecções.
Segundo a pesquisa, publicada na última edição da revista especializada Proceedings of the National Academy of Sciences, o estrogênio naturalmente produzido pelas mulheres bloqueia uma enzima chamada Caspase-12.
A ausência da enzima bloquearia, por sua vez, o processo inflamatório.
"Os resultados mostram que as mulheres têm uma resposta mais forte a inflamações do que os homens", comenta a coordenadora do estudo, Maya Saleh, da Faculdade de Medicina da Universidade McGill, de Montreal, no Canadá.

Gene

O estudo foi realizado com camundongos que não têm o gene responsável pela produção da enzima Caspase-12, tornando-os altamente resistentes a infecções.
O gene foi então implantado em um grupo de camundongos machos e fêmeas, mas apenas os machos se tornaram mais suscetíveis a infecções.
Os pesquisadores acreditam que, por se tratar de um gene humano, os efeitos verificados nos camundongos seriam os mesmos em seres humanos.
Para Saleh, essa característica específica do sexo feminino poderia ser o resultado de uma evolução para proteger o papel reprodutivo das mulheres.
Segundo a pesquisa, hormônios sintéticos geraram resultados semelhantes ao estrogênio produzido naturalmente.
Isso poderia abrir a possibilidade do desenvolvimento de terapias especiais para fortalecer o sistema imunológico, mas pelo fato de estar ligado a um hormônio feminino, poderia impedir sua utilização por homens.

Fonte: BBCBrasil
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As mulheres são mais resistentes a infecções do que os homens graças à ação de hormônios sobre seus sistemas imunológicos, segundo afirma um estudo de pesquisadores canadenses.
O estudo indicou que a produção de estrogênio pelas mulheres pode ter um efeito benéfico sobre a resposta do organismo a agentes causadores de infecções.
Segundo a pesquisa, publicada na última edição da revista especializada Proceedings of the National Academy of Sciences, o estrogênio naturalmente produzido pelas mulheres bloqueia uma enzima chamada Caspase-12.
A ausência da enzima bloquearia, por sua vez, o processo inflamatório.
"Os resultados mostram que as mulheres têm uma resposta mais forte a inflamações do que os homens", comenta a coordenadora do estudo, Maya Saleh, da Faculdade de Medicina da Universidade McGill, de Montreal, no Canadá.

Gene

O estudo foi realizado com camundongos que não têm o gene responsável pela produção da enzima Caspase-12, tornando-os altamente resistentes a infecções.
O gene foi então implantado em um grupo de camundongos machos e fêmeas, mas apenas os machos se tornaram mais suscetíveis a infecções.
Os pesquisadores acreditam que, por se tratar de um gene humano, os efeitos verificados nos camundongos seriam os mesmos em seres humanos.
Para Saleh, essa característica específica do sexo feminino poderia ser o resultado de uma evolução para proteger o papel reprodutivo das mulheres.
Segundo a pesquisa, hormônios sintéticos geraram resultados semelhantes ao estrogênio produzido naturalmente.
Isso poderia abrir a possibilidade do desenvolvimento de terapias especiais para fortalecer o sistema imunológico, mas pelo fato de estar ligado a um hormônio feminino, poderia impedir sua utilização por homens.

Fonte: BBCBrasil
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As mulheres são mais resistentes a infecções do que os homens graças à ação de hormônios sobre seus sistemas imunológicos, segundo afirma um estudo de pesquisadores canadenses.
O estudo indicou que a produção de estrogênio pelas mulheres pode ter um efeito benéfico sobre a resposta do organismo a agentes causadores de infecções.
Segundo a pesquisa, publicada na última edição da revista especializada Proceedings of the National Academy of Sciences, o estrogênio naturalmente produzido pelas mulheres bloqueia uma enzima chamada Caspase-12.
A ausência da enzima bloquearia, por sua vez, o processo inflamatório.
"Os resultados mostram que as mulheres têm uma resposta mais forte a inflamações do que os homens", comenta a coordenadora do estudo, Maya Saleh, da Faculdade de Medicina da Universidade McGill, de Montreal, no Canadá.

Gene

O estudo foi realizado com camundongos que não têm o gene responsável pela produção da enzima Caspase-12, tornando-os altamente resistentes a infecções.
O gene foi então implantado em um grupo de camundongos machos e fêmeas, mas apenas os machos se tornaram mais suscetíveis a infecções.
Os pesquisadores acreditam que, por se tratar de um gene humano, os efeitos verificados nos camundongos seriam os mesmos em seres humanos.
Para Saleh, essa característica específica do sexo feminino poderia ser o resultado de uma evolução para proteger o papel reprodutivo das mulheres.
Segundo a pesquisa, hormônios sintéticos geraram resultados semelhantes ao estrogênio produzido naturalmente.
Isso poderia abrir a possibilidade do desenvolvimento de terapias especiais para fortalecer o sistema imunológico, mas pelo fato de estar ligado a um hormônio feminino, poderia impedir sua utilização por homens.

Fonte: BBCBrasil
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As mulheres são mais resistentes a infecções do que os homens graças à ação de hormônios sobre seus sistemas imunológicos, segundo afirma um estudo de pesquisadores canadenses.
O estudo indicou que a produção de estrogênio pelas mulheres pode ter um efeito benéfico sobre a resposta do organismo a agentes causadores de infecções.
Segundo a pesquisa, publicada na última edição da revista especializada Proceedings of the National Academy of Sciences, o estrogênio naturalmente produzido pelas mulheres bloqueia uma enzima chamada Caspase-12.
A ausência da enzima bloquearia, por sua vez, o processo inflamatório.
"Os resultados mostram que as mulheres têm uma resposta mais forte a inflamações do que os homens", comenta a coordenadora do estudo, Maya Saleh, da Faculdade de Medicina da Universidade McGill, de Montreal, no Canadá.

Gene

O estudo foi realizado com camundongos que não têm o gene responsável pela produção da enzima Caspase-12, tornando-os altamente resistentes a infecções.
O gene foi então implantado em um grupo de camundongos machos e fêmeas, mas apenas os machos se tornaram mais suscetíveis a infecções.
Os pesquisadores acreditam que, por se tratar de um gene humano, os efeitos verificados nos camundongos seriam os mesmos em seres humanos.
Para Saleh, essa característica específica do sexo feminino poderia ser o resultado de uma evolução para proteger o papel reprodutivo das mulheres.
Segundo a pesquisa, hormônios sintéticos geraram resultados semelhantes ao estrogênio produzido naturalmente.
Isso poderia abrir a possibilidade do desenvolvimento de terapias especiais para fortalecer o sistema imunológico, mas pelo fato de estar ligado a um hormônio feminino, poderia impedir sua utilização por homens.

Fonte: BBCBrasil
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Militar dos EUA mata cinco companheiros a tiros

Em um incidente que expõe o problema do estresse relacionado à guerra, um militar americano matou ontem a tiros cinco companheiros de armas na base de Camp Liberty, perto do aeroporto internacional de Bagdá, no Iraque.
O ataque ocorreu em uma clínica de atendimento psicológico montada dentro do quartel. No local, soldados podem buscar ajuda de psicólogos para problemas pessoais ou para lidar com a tensão dos combates. O nome e a patente do atirador, que está detido, não foram divulgados. Ninguém mais ficou ferido, e os detalhes do incidente, assim como os motivos do ataque, não foram divulgados pelo Pentágono.
Em Washington, o presidente dos EUA, Barack Obama, lamentou o incidente. Seu porta-voz, Robert Gibbs, qualificou de “tragédia terrível” as mortes. Ataques contra oficiais e sargentos não eram incomuns durante a Guerra do Vietnã (1965-1975), período em que o moral das tropas americanas estava muito baixo. Nas atuais guerras no Afeganistão e no Iraque, porém, esse tipo de incidente é raro. Em 2003, o sargento do exército americano Hasan Akbar foi condenado à morte por matar dois oficiais no Kuwait, pouco antes da invasão do Iraque.
Segundo a Reuters, o soldado foi acusado formalmente pelos cinco homicídios nesta terça-feira, informaram as Forças Armadas dos Estados Unidos em um comunicado.
A nota disse que o sargento John Russel, do 54o Batalhão de Engenharia, com base em Bamberg, na Alemanha, é o suspeito de abrir fogo na base Camp Liberty, perto do aeroporto de Bagdá, na segunda-feira. O principal chefe militar dos EUA sugeriu que o incidente pode ter sido deflagrado por estresse.
"O suspeito...sargento John Russel está indiciado com cinco especificações de homicídio e uma de agressão em circunstâncias agravantes", informa o comunicado, acrescentando que ele está sob custódia da polícia militar.
"Um total de cinco militares foram mortos ontem. Dois eram funcionários da 55 Companhia Médica no Liberty Combat Stress Control Center", diz o documento.
Os outros três eram soldados alistados no Exército que estavam no centro naquele momento, acrescentou.
Segundo reportagem do jornal americano "The New York Times", que cita o pai do sargento, Wilburn Russell, o sargento havia entrado no Exército por ser uma carreira com estabilidade, mas foi à falência por uma hipoteca de US$ 1.500 mensais.
O almirante Mike Mullen, chefe do Estado-Maior Conjunto dos EUA, disse na segunda-feira que o incidente colocava em evidência a necessidade de redobrar os esforços para lidar de forma efetiva com o estresse e o risco da mobilização múltipla de soldados.
"Uma investigação adicional, uma AR-15/16, está sendo conduzida para supervisionar as regras e os procedimentos dos serviços de saúde comportamental oferecidos no Iraque", disse o comunicado.
"Esse indivíduo suspeito foi detido diante da clínica pouco depois de os tiros serem ouvidos", declarou o general-de-divisão David Perkins, porta-voz das forças norte-americanas no Iraque, acrescentando que seu comandante havia determinado mais cedo que seria melhor que se retirassem a arma dele.
"Isso incluirá um exame sobre como o incidente ocorreu. Também examinaremos as medidas tomadas para ver se podemos reduzir a possibilidade de outro evento semelhante no futuro", afirmou ele.
De acordo com a BBC,este foi o incidente mais violento envolvendo tropas dos Estados Unidos no Iraque desde 10 de abril, quando cinco soldados foram mortos em um atentado suicida na cidade de Mosul.
"Toda vez que perdemos um de nós, isso nos afeta a todos", disse o porta-voz militar John Robinson.
Os militares americanos devem deixar o Iraque em agosto de 2010.
Esta não foi a primeira vez que um soldado americano abriu fogo contra colegas.
Um militar foi condenado à morte em 2005 após matar dois oficiais e ferir 14 pessoas em uma base no Kuwait.
Segundo reportagem do jornal americano "The New York Times", que cita o pai do sargento, Wilburn Russell, o sargento havia entrado no Exército por ser uma carreira com estabilidade, mas foi à falência por uma hipoteca de US$ 1.500 mensais.



Fonte: BBC Brasil
O Globo
Reuters

Foto: Francisco Figueiredo
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Militar dos EUA mata cinco companheiros a tiros

Em um incidente que expõe o problema do estresse relacionado à guerra, um militar americano matou ontem a tiros cinco companheiros de armas na base de Camp Liberty, perto do aeroporto internacional de Bagdá, no Iraque.
O ataque ocorreu em uma clínica de atendimento psicológico montada dentro do quartel. No local, soldados podem buscar ajuda de psicólogos para problemas pessoais ou para lidar com a tensão dos combates. O nome e a patente do atirador, que está detido, não foram divulgados. Ninguém mais ficou ferido, e os detalhes do incidente, assim como os motivos do ataque, não foram divulgados pelo Pentágono.
Em Washington, o presidente dos EUA, Barack Obama, lamentou o incidente. Seu porta-voz, Robert Gibbs, qualificou de “tragédia terrível” as mortes. Ataques contra oficiais e sargentos não eram incomuns durante a Guerra do Vietnã (1965-1975), período em que o moral das tropas americanas estava muito baixo. Nas atuais guerras no Afeganistão e no Iraque, porém, esse tipo de incidente é raro. Em 2003, o sargento do exército americano Hasan Akbar foi condenado à morte por matar dois oficiais no Kuwait, pouco antes da invasão do Iraque.
Segundo a Reuters, o soldado foi acusado formalmente pelos cinco homicídios nesta terça-feira, informaram as Forças Armadas dos Estados Unidos em um comunicado.
A nota disse que o sargento John Russel, do 54o Batalhão de Engenharia, com base em Bamberg, na Alemanha, é o suspeito de abrir fogo na base Camp Liberty, perto do aeroporto de Bagdá, na segunda-feira. O principal chefe militar dos EUA sugeriu que o incidente pode ter sido deflagrado por estresse.
"O suspeito...sargento John Russel está indiciado com cinco especificações de homicídio e uma de agressão em circunstâncias agravantes", informa o comunicado, acrescentando que ele está sob custódia da polícia militar.
"Um total de cinco militares foram mortos ontem. Dois eram funcionários da 55 Companhia Médica no Liberty Combat Stress Control Center", diz o documento.
Os outros três eram soldados alistados no Exército que estavam no centro naquele momento, acrescentou.
Segundo reportagem do jornal americano "The New York Times", que cita o pai do sargento, Wilburn Russell, o sargento havia entrado no Exército por ser uma carreira com estabilidade, mas foi à falência por uma hipoteca de US$ 1.500 mensais.
O almirante Mike Mullen, chefe do Estado-Maior Conjunto dos EUA, disse na segunda-feira que o incidente colocava em evidência a necessidade de redobrar os esforços para lidar de forma efetiva com o estresse e o risco da mobilização múltipla de soldados.
"Uma investigação adicional, uma AR-15/16, está sendo conduzida para supervisionar as regras e os procedimentos dos serviços de saúde comportamental oferecidos no Iraque", disse o comunicado.
"Esse indivíduo suspeito foi detido diante da clínica pouco depois de os tiros serem ouvidos", declarou o general-de-divisão David Perkins, porta-voz das forças norte-americanas no Iraque, acrescentando que seu comandante havia determinado mais cedo que seria melhor que se retirassem a arma dele.
"Isso incluirá um exame sobre como o incidente ocorreu. Também examinaremos as medidas tomadas para ver se podemos reduzir a possibilidade de outro evento semelhante no futuro", afirmou ele.
De acordo com a BBC,este foi o incidente mais violento envolvendo tropas dos Estados Unidos no Iraque desde 10 de abril, quando cinco soldados foram mortos em um atentado suicida na cidade de Mosul.
"Toda vez que perdemos um de nós, isso nos afeta a todos", disse o porta-voz militar John Robinson.
Os militares americanos devem deixar o Iraque em agosto de 2010.
Esta não foi a primeira vez que um soldado americano abriu fogo contra colegas.
Um militar foi condenado à morte em 2005 após matar dois oficiais e ferir 14 pessoas em uma base no Kuwait.
Segundo reportagem do jornal americano "The New York Times", que cita o pai do sargento, Wilburn Russell, o sargento havia entrado no Exército por ser uma carreira com estabilidade, mas foi à falência por uma hipoteca de US$ 1.500 mensais.



Fonte: BBC Brasil
O Globo
Reuters

Foto: Francisco Figueiredo
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Militar dos EUA mata cinco companheiros a tiros

Em um incidente que expõe o problema do estresse relacionado à guerra, um militar americano matou ontem a tiros cinco companheiros de armas na base de Camp Liberty, perto do aeroporto internacional de Bagdá, no Iraque.
O ataque ocorreu em uma clínica de atendimento psicológico montada dentro do quartel. No local, soldados podem buscar ajuda de psicólogos para problemas pessoais ou para lidar com a tensão dos combates. O nome e a patente do atirador, que está detido, não foram divulgados. Ninguém mais ficou ferido, e os detalhes do incidente, assim como os motivos do ataque, não foram divulgados pelo Pentágono.
Em Washington, o presidente dos EUA, Barack Obama, lamentou o incidente. Seu porta-voz, Robert Gibbs, qualificou de “tragédia terrível” as mortes. Ataques contra oficiais e sargentos não eram incomuns durante a Guerra do Vietnã (1965-1975), período em que o moral das tropas americanas estava muito baixo. Nas atuais guerras no Afeganistão e no Iraque, porém, esse tipo de incidente é raro. Em 2003, o sargento do exército americano Hasan Akbar foi condenado à morte por matar dois oficiais no Kuwait, pouco antes da invasão do Iraque.
Segundo a Reuters, o soldado foi acusado formalmente pelos cinco homicídios nesta terça-feira, informaram as Forças Armadas dos Estados Unidos em um comunicado.
A nota disse que o sargento John Russel, do 54o Batalhão de Engenharia, com base em Bamberg, na Alemanha, é o suspeito de abrir fogo na base Camp Liberty, perto do aeroporto de Bagdá, na segunda-feira. O principal chefe militar dos EUA sugeriu que o incidente pode ter sido deflagrado por estresse.
"O suspeito...sargento John Russel está indiciado com cinco especificações de homicídio e uma de agressão em circunstâncias agravantes", informa o comunicado, acrescentando que ele está sob custódia da polícia militar.
"Um total de cinco militares foram mortos ontem. Dois eram funcionários da 55 Companhia Médica no Liberty Combat Stress Control Center", diz o documento.
Os outros três eram soldados alistados no Exército que estavam no centro naquele momento, acrescentou.
Segundo reportagem do jornal americano "The New York Times", que cita o pai do sargento, Wilburn Russell, o sargento havia entrado no Exército por ser uma carreira com estabilidade, mas foi à falência por uma hipoteca de US$ 1.500 mensais.
O almirante Mike Mullen, chefe do Estado-Maior Conjunto dos EUA, disse na segunda-feira que o incidente colocava em evidência a necessidade de redobrar os esforços para lidar de forma efetiva com o estresse e o risco da mobilização múltipla de soldados.
"Uma investigação adicional, uma AR-15/16, está sendo conduzida para supervisionar as regras e os procedimentos dos serviços de saúde comportamental oferecidos no Iraque", disse o comunicado.
"Esse indivíduo suspeito foi detido diante da clínica pouco depois de os tiros serem ouvidos", declarou o general-de-divisão David Perkins, porta-voz das forças norte-americanas no Iraque, acrescentando que seu comandante havia determinado mais cedo que seria melhor que se retirassem a arma dele.
"Isso incluirá um exame sobre como o incidente ocorreu. Também examinaremos as medidas tomadas para ver se podemos reduzir a possibilidade de outro evento semelhante no futuro", afirmou ele.
De acordo com a BBC,este foi o incidente mais violento envolvendo tropas dos Estados Unidos no Iraque desde 10 de abril, quando cinco soldados foram mortos em um atentado suicida na cidade de Mosul.
"Toda vez que perdemos um de nós, isso nos afeta a todos", disse o porta-voz militar John Robinson.
Os militares americanos devem deixar o Iraque em agosto de 2010.
Esta não foi a primeira vez que um soldado americano abriu fogo contra colegas.
Um militar foi condenado à morte em 2005 após matar dois oficiais e ferir 14 pessoas em uma base no Kuwait.
Segundo reportagem do jornal americano "The New York Times", que cita o pai do sargento, Wilburn Russell, o sargento havia entrado no Exército por ser uma carreira com estabilidade, mas foi à falência por uma hipoteca de US$ 1.500 mensais.



Fonte: BBC Brasil
O Globo
Reuters

Foto: Francisco Figueiredo
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Militar dos EUA mata cinco companheiros a tiros

Em um incidente que expõe o problema do estresse relacionado à guerra, um militar americano matou ontem a tiros cinco companheiros de armas na base de Camp Liberty, perto do aeroporto internacional de Bagdá, no Iraque.
O ataque ocorreu em uma clínica de atendimento psicológico montada dentro do quartel. No local, soldados podem buscar ajuda de psicólogos para problemas pessoais ou para lidar com a tensão dos combates. O nome e a patente do atirador, que está detido, não foram divulgados. Ninguém mais ficou ferido, e os detalhes do incidente, assim como os motivos do ataque, não foram divulgados pelo Pentágono.
Em Washington, o presidente dos EUA, Barack Obama, lamentou o incidente. Seu porta-voz, Robert Gibbs, qualificou de “tragédia terrível” as mortes. Ataques contra oficiais e sargentos não eram incomuns durante a Guerra do Vietnã (1965-1975), período em que o moral das tropas americanas estava muito baixo. Nas atuais guerras no Afeganistão e no Iraque, porém, esse tipo de incidente é raro. Em 2003, o sargento do exército americano Hasan Akbar foi condenado à morte por matar dois oficiais no Kuwait, pouco antes da invasão do Iraque.
Segundo a Reuters, o soldado foi acusado formalmente pelos cinco homicídios nesta terça-feira, informaram as Forças Armadas dos Estados Unidos em um comunicado.
A nota disse que o sargento John Russel, do 54o Batalhão de Engenharia, com base em Bamberg, na Alemanha, é o suspeito de abrir fogo na base Camp Liberty, perto do aeroporto de Bagdá, na segunda-feira. O principal chefe militar dos EUA sugeriu que o incidente pode ter sido deflagrado por estresse.
"O suspeito...sargento John Russel está indiciado com cinco especificações de homicídio e uma de agressão em circunstâncias agravantes", informa o comunicado, acrescentando que ele está sob custódia da polícia militar.
"Um total de cinco militares foram mortos ontem. Dois eram funcionários da 55 Companhia Médica no Liberty Combat Stress Control Center", diz o documento.
Os outros três eram soldados alistados no Exército que estavam no centro naquele momento, acrescentou.
Segundo reportagem do jornal americano "The New York Times", que cita o pai do sargento, Wilburn Russell, o sargento havia entrado no Exército por ser uma carreira com estabilidade, mas foi à falência por uma hipoteca de US$ 1.500 mensais.
O almirante Mike Mullen, chefe do Estado-Maior Conjunto dos EUA, disse na segunda-feira que o incidente colocava em evidência a necessidade de redobrar os esforços para lidar de forma efetiva com o estresse e o risco da mobilização múltipla de soldados.
"Uma investigação adicional, uma AR-15/16, está sendo conduzida para supervisionar as regras e os procedimentos dos serviços de saúde comportamental oferecidos no Iraque", disse o comunicado.
"Esse indivíduo suspeito foi detido diante da clínica pouco depois de os tiros serem ouvidos", declarou o general-de-divisão David Perkins, porta-voz das forças norte-americanas no Iraque, acrescentando que seu comandante havia determinado mais cedo que seria melhor que se retirassem a arma dele.
"Isso incluirá um exame sobre como o incidente ocorreu. Também examinaremos as medidas tomadas para ver se podemos reduzir a possibilidade de outro evento semelhante no futuro", afirmou ele.
De acordo com a BBC,este foi o incidente mais violento envolvendo tropas dos Estados Unidos no Iraque desde 10 de abril, quando cinco soldados foram mortos em um atentado suicida na cidade de Mosul.
"Toda vez que perdemos um de nós, isso nos afeta a todos", disse o porta-voz militar John Robinson.
Os militares americanos devem deixar o Iraque em agosto de 2010.
Esta não foi a primeira vez que um soldado americano abriu fogo contra colegas.
Um militar foi condenado à morte em 2005 após matar dois oficiais e ferir 14 pessoas em uma base no Kuwait.
Segundo reportagem do jornal americano "The New York Times", que cita o pai do sargento, Wilburn Russell, o sargento havia entrado no Exército por ser uma carreira com estabilidade, mas foi à falência por uma hipoteca de US$ 1.500 mensais.



Fonte: BBC Brasil
O Globo
Reuters

Foto: Francisco Figueiredo
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Militar dos EUA mata cinco companheiros a tiros

Em um incidente que expõe o problema do estresse relacionado à guerra, um militar americano matou ontem a tiros cinco companheiros de armas na base de Camp Liberty, perto do aeroporto internacional de Bagdá, no Iraque.
O ataque ocorreu em uma clínica de atendimento psicológico montada dentro do quartel. No local, soldados podem buscar ajuda de psicólogos para problemas pessoais ou para lidar com a tensão dos combates. O nome e a patente do atirador, que está detido, não foram divulgados. Ninguém mais ficou ferido, e os detalhes do incidente, assim como os motivos do ataque, não foram divulgados pelo Pentágono.
Em Washington, o presidente dos EUA, Barack Obama, lamentou o incidente. Seu porta-voz, Robert Gibbs, qualificou de “tragédia terrível” as mortes. Ataques contra oficiais e sargentos não eram incomuns durante a Guerra do Vietnã (1965-1975), período em que o moral das tropas americanas estava muito baixo. Nas atuais guerras no Afeganistão e no Iraque, porém, esse tipo de incidente é raro. Em 2003, o sargento do exército americano Hasan Akbar foi condenado à morte por matar dois oficiais no Kuwait, pouco antes da invasão do Iraque.
Segundo a Reuters, o soldado foi acusado formalmente pelos cinco homicídios nesta terça-feira, informaram as Forças Armadas dos Estados Unidos em um comunicado.
A nota disse que o sargento John Russel, do 54o Batalhão de Engenharia, com base em Bamberg, na Alemanha, é o suspeito de abrir fogo na base Camp Liberty, perto do aeroporto de Bagdá, na segunda-feira. O principal chefe militar dos EUA sugeriu que o incidente pode ter sido deflagrado por estresse.
"O suspeito...sargento John Russel está indiciado com cinco especificações de homicídio e uma de agressão em circunstâncias agravantes", informa o comunicado, acrescentando que ele está sob custódia da polícia militar.
"Um total de cinco militares foram mortos ontem. Dois eram funcionários da 55 Companhia Médica no Liberty Combat Stress Control Center", diz o documento.
Os outros três eram soldados alistados no Exército que estavam no centro naquele momento, acrescentou.
Segundo reportagem do jornal americano "The New York Times", que cita o pai do sargento, Wilburn Russell, o sargento havia entrado no Exército por ser uma carreira com estabilidade, mas foi à falência por uma hipoteca de US$ 1.500 mensais.
O almirante Mike Mullen, chefe do Estado-Maior Conjunto dos EUA, disse na segunda-feira que o incidente colocava em evidência a necessidade de redobrar os esforços para lidar de forma efetiva com o estresse e o risco da mobilização múltipla de soldados.
"Uma investigação adicional, uma AR-15/16, está sendo conduzida para supervisionar as regras e os procedimentos dos serviços de saúde comportamental oferecidos no Iraque", disse o comunicado.
"Esse indivíduo suspeito foi detido diante da clínica pouco depois de os tiros serem ouvidos", declarou o general-de-divisão David Perkins, porta-voz das forças norte-americanas no Iraque, acrescentando que seu comandante havia determinado mais cedo que seria melhor que se retirassem a arma dele.
"Isso incluirá um exame sobre como o incidente ocorreu. Também examinaremos as medidas tomadas para ver se podemos reduzir a possibilidade de outro evento semelhante no futuro", afirmou ele.
De acordo com a BBC,este foi o incidente mais violento envolvendo tropas dos Estados Unidos no Iraque desde 10 de abril, quando cinco soldados foram mortos em um atentado suicida na cidade de Mosul.
"Toda vez que perdemos um de nós, isso nos afeta a todos", disse o porta-voz militar John Robinson.
Os militares americanos devem deixar o Iraque em agosto de 2010.
Esta não foi a primeira vez que um soldado americano abriu fogo contra colegas.
Um militar foi condenado à morte em 2005 após matar dois oficiais e ferir 14 pessoas em uma base no Kuwait.
Segundo reportagem do jornal americano "The New York Times", que cita o pai do sargento, Wilburn Russell, o sargento havia entrado no Exército por ser uma carreira com estabilidade, mas foi à falência por uma hipoteca de US$ 1.500 mensais.



Fonte: BBC Brasil
O Globo
Reuters

Foto: Francisco Figueiredo
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BRASÍLIA - O Ministério da Educação anunciou nesta terça-feira o cancelamento de 143 bolsas do programa Universidade para Todos (ProUni), que oferece vagas em instituições privadas em troca de isenções fiscais. As medidas foram tomadas depois que o Tribunal de Contas da União (TCU) detectou irregularidades envolvendo cerca de 30 mil bolsistas, o equivalente a 8% do total de 384 mil contemplados. O TCU descobriu que 1.700 estudantes têm carros novos, sendo 39 modelos de luxo. O corte anunciado pelo MEC atinge 30 estudantes que tême carros de luxo, 10 com renda pessoal superior a R$ 100 mil por ano e 103 que estavam matriculados também em universidades federais.
Também nesta terça-feira, o ministro da Educação, Fernando Haddad, assinou convênio com a Receita Federal para fiscalizar a renda e o patrimônio dos bolsistas do ProUni. O programa foi criado em 2004 e não previa esse tipo de cruzamento de dados. A responsabilidade de checar as informações prestadas pelos alunos cabia exclusivamente às instituições de ensino. De imediato, o MEC vai checar a situação de 315 alunos com renda pessoal entre R$ 50 mil e R$ 100 mil por ano.
O ministério decidiu manter no programa oito bolsistas que aparecem como donos de carros luxuosos. Segundo a secretária de Educação Superior, Maria Paula Dallari Bucci, eles comprovaram estar dentro do critério econômico: renda de até um salário mínimo e meio por pessoa (R$ 697,50) para bolsas integrais e três salários mínimos (R$ 1.395) para bolsas parciais. Há casos de uma deficiente física, um taxista e de uma pessoa que emprestou o CPF para que parentes como nome sujo na praça pudessem adquirir os veículos importados.
O ministério constatou que 74 instituições que recebem isenções fiscais estão oferecendo 10 mil bolsas a menos do que deveriam. Elas terão que assinar termo de compromisso e matricular 20% a mais de bolsistas para compensar a irregularidade. Desse total, 22 instituições já demonstraram interesse em assinar o termo.
O ministério concluiu que, na verdade, o número correto de bolsistas com carros de luxo é 38 e não 39. Isso porque um dos veículos pertenceria ao coordenador de um curso, que preencheu equivocamente o formulário.

Fonte: O Estado de São Paulo

MEC retira bolsa de 30 alunos que teriam carros de luxo

O Ministério da Educação (MEC) cancelou o benefício de 143 pessoas cadastradas no Programa Universidade para Todos (Prouni). Os estudantes não se enquadrariam nos critérios do programa. Desses beneficiados, 30 possuiriam carros de luxo, 10 teriam rendimento anual superior a R$ 100 mil e 103 estariam matriculados em alguma universidade federal. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.
Entre os irregulares, estariam 39 donos de carros de luxo. O MEC, contudo, aceitou as justificativas de nove desses. De acordo com o jornal, o ministério afirmou que havia casos como o de um aluno que usava o carro como táxi e de um deficiente físico que comprou o carro, que é adaptado, com benefícios fiscais.
O TCU afirmou ter identificado ainda 17 estudantes com renda acima de R$ 100 mil anuais, mas o MEC aceitou a justificativa de sete deles, já que o programa não fixa um limite de renda para a permanência no ProUni, apenas para a entrada.

Redação Terra
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BRASÍLIA - O Ministério da Educação anunciou nesta terça-feira o cancelamento de 143 bolsas do programa Universidade para Todos (ProUni), que oferece vagas em instituições privadas em troca de isenções fiscais. As medidas foram tomadas depois que o Tribunal de Contas da União (TCU) detectou irregularidades envolvendo cerca de 30 mil bolsistas, o equivalente a 8% do total de 384 mil contemplados. O TCU descobriu que 1.700 estudantes têm carros novos, sendo 39 modelos de luxo. O corte anunciado pelo MEC atinge 30 estudantes que tême carros de luxo, 10 com renda pessoal superior a R$ 100 mil por ano e 103 que estavam matriculados também em universidades federais.
Também nesta terça-feira, o ministro da Educação, Fernando Haddad, assinou convênio com a Receita Federal para fiscalizar a renda e o patrimônio dos bolsistas do ProUni. O programa foi criado em 2004 e não previa esse tipo de cruzamento de dados. A responsabilidade de checar as informações prestadas pelos alunos cabia exclusivamente às instituições de ensino. De imediato, o MEC vai checar a situação de 315 alunos com renda pessoal entre R$ 50 mil e R$ 100 mil por ano.
O ministério decidiu manter no programa oito bolsistas que aparecem como donos de carros luxuosos. Segundo a secretária de Educação Superior, Maria Paula Dallari Bucci, eles comprovaram estar dentro do critério econômico: renda de até um salário mínimo e meio por pessoa (R$ 697,50) para bolsas integrais e três salários mínimos (R$ 1.395) para bolsas parciais. Há casos de uma deficiente física, um taxista e de uma pessoa que emprestou o CPF para que parentes como nome sujo na praça pudessem adquirir os veículos importados.
O ministério constatou que 74 instituições que recebem isenções fiscais estão oferecendo 10 mil bolsas a menos do que deveriam. Elas terão que assinar termo de compromisso e matricular 20% a mais de bolsistas para compensar a irregularidade. Desse total, 22 instituições já demonstraram interesse em assinar o termo.
O ministério concluiu que, na verdade, o número correto de bolsistas com carros de luxo é 38 e não 39. Isso porque um dos veículos pertenceria ao coordenador de um curso, que preencheu equivocamente o formulário.

Fonte: O Estado de São Paulo

MEC retira bolsa de 30 alunos que teriam carros de luxo

O Ministério da Educação (MEC) cancelou o benefício de 143 pessoas cadastradas no Programa Universidade para Todos (Prouni). Os estudantes não se enquadrariam nos critérios do programa. Desses beneficiados, 30 possuiriam carros de luxo, 10 teriam rendimento anual superior a R$ 100 mil e 103 estariam matriculados em alguma universidade federal. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.
Entre os irregulares, estariam 39 donos de carros de luxo. O MEC, contudo, aceitou as justificativas de nove desses. De acordo com o jornal, o ministério afirmou que havia casos como o de um aluno que usava o carro como táxi e de um deficiente físico que comprou o carro, que é adaptado, com benefícios fiscais.
O TCU afirmou ter identificado ainda 17 estudantes com renda acima de R$ 100 mil anuais, mas o MEC aceitou a justificativa de sete deles, já que o programa não fixa um limite de renda para a permanência no ProUni, apenas para a entrada.

Redação Terra
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BRASÍLIA - O Ministério da Educação anunciou nesta terça-feira o cancelamento de 143 bolsas do programa Universidade para Todos (ProUni), que oferece vagas em instituições privadas em troca de isenções fiscais. As medidas foram tomadas depois que o Tribunal de Contas da União (TCU) detectou irregularidades envolvendo cerca de 30 mil bolsistas, o equivalente a 8% do total de 384 mil contemplados. O TCU descobriu que 1.700 estudantes têm carros novos, sendo 39 modelos de luxo. O corte anunciado pelo MEC atinge 30 estudantes que tême carros de luxo, 10 com renda pessoal superior a R$ 100 mil por ano e 103 que estavam matriculados também em universidades federais.
Também nesta terça-feira, o ministro da Educação, Fernando Haddad, assinou convênio com a Receita Federal para fiscalizar a renda e o patrimônio dos bolsistas do ProUni. O programa foi criado em 2004 e não previa esse tipo de cruzamento de dados. A responsabilidade de checar as informações prestadas pelos alunos cabia exclusivamente às instituições de ensino. De imediato, o MEC vai checar a situação de 315 alunos com renda pessoal entre R$ 50 mil e R$ 100 mil por ano.
O ministério decidiu manter no programa oito bolsistas que aparecem como donos de carros luxuosos. Segundo a secretária de Educação Superior, Maria Paula Dallari Bucci, eles comprovaram estar dentro do critério econômico: renda de até um salário mínimo e meio por pessoa (R$ 697,50) para bolsas integrais e três salários mínimos (R$ 1.395) para bolsas parciais. Há casos de uma deficiente física, um taxista e de uma pessoa que emprestou o CPF para que parentes como nome sujo na praça pudessem adquirir os veículos importados.
O ministério constatou que 74 instituições que recebem isenções fiscais estão oferecendo 10 mil bolsas a menos do que deveriam. Elas terão que assinar termo de compromisso e matricular 20% a mais de bolsistas para compensar a irregularidade. Desse total, 22 instituições já demonstraram interesse em assinar o termo.
O ministério concluiu que, na verdade, o número correto de bolsistas com carros de luxo é 38 e não 39. Isso porque um dos veículos pertenceria ao coordenador de um curso, que preencheu equivocamente o formulário.

Fonte: O Estado de São Paulo

MEC retira bolsa de 30 alunos que teriam carros de luxo

O Ministério da Educação (MEC) cancelou o benefício de 143 pessoas cadastradas no Programa Universidade para Todos (Prouni). Os estudantes não se enquadrariam nos critérios do programa. Desses beneficiados, 30 possuiriam carros de luxo, 10 teriam rendimento anual superior a R$ 100 mil e 103 estariam matriculados em alguma universidade federal. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.
Entre os irregulares, estariam 39 donos de carros de luxo. O MEC, contudo, aceitou as justificativas de nove desses. De acordo com o jornal, o ministério afirmou que havia casos como o de um aluno que usava o carro como táxi e de um deficiente físico que comprou o carro, que é adaptado, com benefícios fiscais.
O TCU afirmou ter identificado ainda 17 estudantes com renda acima de R$ 100 mil anuais, mas o MEC aceitou a justificativa de sete deles, já que o programa não fixa um limite de renda para a permanência no ProUni, apenas para a entrada.

Redação Terra
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BRASÍLIA - O Ministério da Educação anunciou nesta terça-feira o cancelamento de 143 bolsas do programa Universidade para Todos (ProUni), que oferece vagas em instituições privadas em troca de isenções fiscais. As medidas foram tomadas depois que o Tribunal de Contas da União (TCU) detectou irregularidades envolvendo cerca de 30 mil bolsistas, o equivalente a 8% do total de 384 mil contemplados. O TCU descobriu que 1.700 estudantes têm carros novos, sendo 39 modelos de luxo. O corte anunciado pelo MEC atinge 30 estudantes que tême carros de luxo, 10 com renda pessoal superior a R$ 100 mil por ano e 103 que estavam matriculados também em universidades federais.
Também nesta terça-feira, o ministro da Educação, Fernando Haddad, assinou convênio com a Receita Federal para fiscalizar a renda e o patrimônio dos bolsistas do ProUni. O programa foi criado em 2004 e não previa esse tipo de cruzamento de dados. A responsabilidade de checar as informações prestadas pelos alunos cabia exclusivamente às instituições de ensino. De imediato, o MEC vai checar a situação de 315 alunos com renda pessoal entre R$ 50 mil e R$ 100 mil por ano.
O ministério decidiu manter no programa oito bolsistas que aparecem como donos de carros luxuosos. Segundo a secretária de Educação Superior, Maria Paula Dallari Bucci, eles comprovaram estar dentro do critério econômico: renda de até um salário mínimo e meio por pessoa (R$ 697,50) para bolsas integrais e três salários mínimos (R$ 1.395) para bolsas parciais. Há casos de uma deficiente física, um taxista e de uma pessoa que emprestou o CPF para que parentes como nome sujo na praça pudessem adquirir os veículos importados.
O ministério constatou que 74 instituições que recebem isenções fiscais estão oferecendo 10 mil bolsas a menos do que deveriam. Elas terão que assinar termo de compromisso e matricular 20% a mais de bolsistas para compensar a irregularidade. Desse total, 22 instituições já demonstraram interesse em assinar o termo.
O ministério concluiu que, na verdade, o número correto de bolsistas com carros de luxo é 38 e não 39. Isso porque um dos veículos pertenceria ao coordenador de um curso, que preencheu equivocamente o formulário.

Fonte: O Estado de São Paulo

MEC retira bolsa de 30 alunos que teriam carros de luxo

O Ministério da Educação (MEC) cancelou o benefício de 143 pessoas cadastradas no Programa Universidade para Todos (Prouni). Os estudantes não se enquadrariam nos critérios do programa. Desses beneficiados, 30 possuiriam carros de luxo, 10 teriam rendimento anual superior a R$ 100 mil e 103 estariam matriculados em alguma universidade federal. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.
Entre os irregulares, estariam 39 donos de carros de luxo. O MEC, contudo, aceitou as justificativas de nove desses. De acordo com o jornal, o ministério afirmou que havia casos como o de um aluno que usava o carro como táxi e de um deficiente físico que comprou o carro, que é adaptado, com benefícios fiscais.
O TCU afirmou ter identificado ainda 17 estudantes com renda acima de R$ 100 mil anuais, mas o MEC aceitou a justificativa de sete deles, já que o programa não fixa um limite de renda para a permanência no ProUni, apenas para a entrada.

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BRASÍLIA - O Ministério da Educação anunciou nesta terça-feira o cancelamento de 143 bolsas do programa Universidade para Todos (ProUni), que oferece vagas em instituições privadas em troca de isenções fiscais. As medidas foram tomadas depois que o Tribunal de Contas da União (TCU) detectou irregularidades envolvendo cerca de 30 mil bolsistas, o equivalente a 8% do total de 384 mil contemplados. O TCU descobriu que 1.700 estudantes têm carros novos, sendo 39 modelos de luxo. O corte anunciado pelo MEC atinge 30 estudantes que tême carros de luxo, 10 com renda pessoal superior a R$ 100 mil por ano e 103 que estavam matriculados também em universidades federais.
Também nesta terça-feira, o ministro da Educação, Fernando Haddad, assinou convênio com a Receita Federal para fiscalizar a renda e o patrimônio dos bolsistas do ProUni. O programa foi criado em 2004 e não previa esse tipo de cruzamento de dados. A responsabilidade de checar as informações prestadas pelos alunos cabia exclusivamente às instituições de ensino. De imediato, o MEC vai checar a situação de 315 alunos com renda pessoal entre R$ 50 mil e R$ 100 mil por ano.
O ministério decidiu manter no programa oito bolsistas que aparecem como donos de carros luxuosos. Segundo a secretária de Educação Superior, Maria Paula Dallari Bucci, eles comprovaram estar dentro do critério econômico: renda de até um salário mínimo e meio por pessoa (R$ 697,50) para bolsas integrais e três salários mínimos (R$ 1.395) para bolsas parciais. Há casos de uma deficiente física, um taxista e de uma pessoa que emprestou o CPF para que parentes como nome sujo na praça pudessem adquirir os veículos importados.
O ministério constatou que 74 instituições que recebem isenções fiscais estão oferecendo 10 mil bolsas a menos do que deveriam. Elas terão que assinar termo de compromisso e matricular 20% a mais de bolsistas para compensar a irregularidade. Desse total, 22 instituições já demonstraram interesse em assinar o termo.
O ministério concluiu que, na verdade, o número correto de bolsistas com carros de luxo é 38 e não 39. Isso porque um dos veículos pertenceria ao coordenador de um curso, que preencheu equivocamente o formulário.

Fonte: O Estado de São Paulo

MEC retira bolsa de 30 alunos que teriam carros de luxo

O Ministério da Educação (MEC) cancelou o benefício de 143 pessoas cadastradas no Programa Universidade para Todos (Prouni). Os estudantes não se enquadrariam nos critérios do programa. Desses beneficiados, 30 possuiriam carros de luxo, 10 teriam rendimento anual superior a R$ 100 mil e 103 estariam matriculados em alguma universidade federal. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.
Entre os irregulares, estariam 39 donos de carros de luxo. O MEC, contudo, aceitou as justificativas de nove desses. De acordo com o jornal, o ministério afirmou que havia casos como o de um aluno que usava o carro como táxi e de um deficiente físico que comprou o carro, que é adaptado, com benefícios fiscais.
O TCU afirmou ter identificado ainda 17 estudantes com renda acima de R$ 100 mil anuais, mas o MEC aceitou a justificativa de sete deles, já que o programa não fixa um limite de renda para a permanência no ProUni, apenas para a entrada.

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Especialistas garantem: pessoas que vivem uma relação estável e de cumplicidade têm a saúde fortalecida

Rio - Um relacionamento estável e de cumplicidade só faz bem. E não apenas ao coração, mas à saúde como um todo, garantem especialistas. Fortalecimento do sistema imunológico, maior fluxo sanguíneo, diminuição da ansiedade e do estresse, aumento na autoestima, melhora do sono e até mais viço na pele e nos cabelos são benefícios do amor.
“Quando estamos apaixonados, nosso organismo passa por diversas alterações neuroquímicas, relacionadas, principalmente, com a serotonina e a norepinefrina, que são neurotransmissores ligados aos transtornos do humor. Níveis aumentados dessas substâncias nos deixam mais confiantes, com maior energia vital. Essas alterações também nos ajudam a ter um melhor convívio social e profissional. Portanto, namorar é preciso”, destaca o psiquiatra Ervin Cotrik, do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
A psicóloga Valésia Vilela ainda reforça: uma troca afetiva saudável — com respeito, cumplicidade e vida sexual regular e prazerosa — é a receita perfeita para a melhor qualidade da saúde física e mental. “Casais que conseguem desenvolver relacionamentos estáveis, com graus elevados de intimidade e afetividade, tornam-se pessoas mais saudáveis, alegres e produtivas. Isso ocorre porque as pessoas têm sua autoestima fortalecida, o que lhes possibilita uma visão de mundo mais positiva”, acrescenta a especialista.
Pesquisas recentes desenvolvidas pelo Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos (HHS) relacionadas à saúde e ao casamento revelam que pessoas casadas vão menos a consultas médicas e permanecem menos tempo em hospitais.
Há três anos com o analista de sistemas Bruno Novaes, 29 anos, a atriz Raquel Nunes, 28, garante que sua saúde e disposição só melhoraram depois do casamento. “Quando você tem um amor verdadeiro, tranquilo, a vida fica melhor em todos os aspectos. Depois que casei, a ansiedade diminuiu e passei a me sentir mais calma, disposta e segura para encarar os desafios. Os problemas também ficam pequenos, e não caio mais doente com frequência. Amar é mesmo um santo remédio!”, brinca a atriz, que interpreta a Olímpia, da série ‘A Lei e o Crime’, na Record
Estudo da Universidade de Virgínia, nos Estados Unidos, comprova o que muitos já sabem na prática: o toque da pessoa amada reduz o estresse. Na pesquisa, imagens mostraram imediato aumento da atividade cerebral de 16 mulheres, nas regiões de dor e medo, quando foram avisadas de que receberiam leve descarga elétrica. Mas quando os maridos seguraram suas mãos, o exame mostrou calmaria na massa cinzenta.
Estudo da Universidade de Virgínia, nos Estados Unidos, comprova o que muitos já sabem na prática: o toque da pessoa amada reduz o estresse. Na pesquisa, imagens mostraram imediato aumento da atividade cerebral de 16 mulheres, nas regiões de dor e medo, quando foram avisadas de que receberiam leve descarga elétrica. Mas quando os maridos seguraram suas mãos, o exame mostrou calmaria na massa cinzenta.

Pesquisa: toque faz bem

POR GISLANDIA GOVERNO , RIO DE JANEIRO


O DIA ONLINE
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Especialistas garantem: pessoas que vivem uma relação estável e de cumplicidade têm a saúde fortalecida

Rio - Um relacionamento estável e de cumplicidade só faz bem. E não apenas ao coração, mas à saúde como um todo, garantem especialistas. Fortalecimento do sistema imunológico, maior fluxo sanguíneo, diminuição da ansiedade e do estresse, aumento na autoestima, melhora do sono e até mais viço na pele e nos cabelos são benefícios do amor.
“Quando estamos apaixonados, nosso organismo passa por diversas alterações neuroquímicas, relacionadas, principalmente, com a serotonina e a norepinefrina, que são neurotransmissores ligados aos transtornos do humor. Níveis aumentados dessas substâncias nos deixam mais confiantes, com maior energia vital. Essas alterações também nos ajudam a ter um melhor convívio social e profissional. Portanto, namorar é preciso”, destaca o psiquiatra Ervin Cotrik, do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
A psicóloga Valésia Vilela ainda reforça: uma troca afetiva saudável — com respeito, cumplicidade e vida sexual regular e prazerosa — é a receita perfeita para a melhor qualidade da saúde física e mental. “Casais que conseguem desenvolver relacionamentos estáveis, com graus elevados de intimidade e afetividade, tornam-se pessoas mais saudáveis, alegres e produtivas. Isso ocorre porque as pessoas têm sua autoestima fortalecida, o que lhes possibilita uma visão de mundo mais positiva”, acrescenta a especialista.
Pesquisas recentes desenvolvidas pelo Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos (HHS) relacionadas à saúde e ao casamento revelam que pessoas casadas vão menos a consultas médicas e permanecem menos tempo em hospitais.
Há três anos com o analista de sistemas Bruno Novaes, 29 anos, a atriz Raquel Nunes, 28, garante que sua saúde e disposição só melhoraram depois do casamento. “Quando você tem um amor verdadeiro, tranquilo, a vida fica melhor em todos os aspectos. Depois que casei, a ansiedade diminuiu e passei a me sentir mais calma, disposta e segura para encarar os desafios. Os problemas também ficam pequenos, e não caio mais doente com frequência. Amar é mesmo um santo remédio!”, brinca a atriz, que interpreta a Olímpia, da série ‘A Lei e o Crime’, na Record
Estudo da Universidade de Virgínia, nos Estados Unidos, comprova o que muitos já sabem na prática: o toque da pessoa amada reduz o estresse. Na pesquisa, imagens mostraram imediato aumento da atividade cerebral de 16 mulheres, nas regiões de dor e medo, quando foram avisadas de que receberiam leve descarga elétrica. Mas quando os maridos seguraram suas mãos, o exame mostrou calmaria na massa cinzenta.
Estudo da Universidade de Virgínia, nos Estados Unidos, comprova o que muitos já sabem na prática: o toque da pessoa amada reduz o estresse. Na pesquisa, imagens mostraram imediato aumento da atividade cerebral de 16 mulheres, nas regiões de dor e medo, quando foram avisadas de que receberiam leve descarga elétrica. Mas quando os maridos seguraram suas mãos, o exame mostrou calmaria na massa cinzenta.

Pesquisa: toque faz bem

POR GISLANDIA GOVERNO , RIO DE JANEIRO


O DIA ONLINE
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:45  comentar

Especialistas garantem: pessoas que vivem uma relação estável e de cumplicidade têm a saúde fortalecida

Rio - Um relacionamento estável e de cumplicidade só faz bem. E não apenas ao coração, mas à saúde como um todo, garantem especialistas. Fortalecimento do sistema imunológico, maior fluxo sanguíneo, diminuição da ansiedade e do estresse, aumento na autoestima, melhora do sono e até mais viço na pele e nos cabelos são benefícios do amor.
“Quando estamos apaixonados, nosso organismo passa por diversas alterações neuroquímicas, relacionadas, principalmente, com a serotonina e a norepinefrina, que são neurotransmissores ligados aos transtornos do humor. Níveis aumentados dessas substâncias nos deixam mais confiantes, com maior energia vital. Essas alterações também nos ajudam a ter um melhor convívio social e profissional. Portanto, namorar é preciso”, destaca o psiquiatra Ervin Cotrik, do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
A psicóloga Valésia Vilela ainda reforça: uma troca afetiva saudável — com respeito, cumplicidade e vida sexual regular e prazerosa — é a receita perfeita para a melhor qualidade da saúde física e mental. “Casais que conseguem desenvolver relacionamentos estáveis, com graus elevados de intimidade e afetividade, tornam-se pessoas mais saudáveis, alegres e produtivas. Isso ocorre porque as pessoas têm sua autoestima fortalecida, o que lhes possibilita uma visão de mundo mais positiva”, acrescenta a especialista.
Pesquisas recentes desenvolvidas pelo Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos (HHS) relacionadas à saúde e ao casamento revelam que pessoas casadas vão menos a consultas médicas e permanecem menos tempo em hospitais.
Há três anos com o analista de sistemas Bruno Novaes, 29 anos, a atriz Raquel Nunes, 28, garante que sua saúde e disposição só melhoraram depois do casamento. “Quando você tem um amor verdadeiro, tranquilo, a vida fica melhor em todos os aspectos. Depois que casei, a ansiedade diminuiu e passei a me sentir mais calma, disposta e segura para encarar os desafios. Os problemas também ficam pequenos, e não caio mais doente com frequência. Amar é mesmo um santo remédio!”, brinca a atriz, que interpreta a Olímpia, da série ‘A Lei e o Crime’, na Record
Estudo da Universidade de Virgínia, nos Estados Unidos, comprova o que muitos já sabem na prática: o toque da pessoa amada reduz o estresse. Na pesquisa, imagens mostraram imediato aumento da atividade cerebral de 16 mulheres, nas regiões de dor e medo, quando foram avisadas de que receberiam leve descarga elétrica. Mas quando os maridos seguraram suas mãos, o exame mostrou calmaria na massa cinzenta.
Estudo da Universidade de Virgínia, nos Estados Unidos, comprova o que muitos já sabem na prática: o toque da pessoa amada reduz o estresse. Na pesquisa, imagens mostraram imediato aumento da atividade cerebral de 16 mulheres, nas regiões de dor e medo, quando foram avisadas de que receberiam leve descarga elétrica. Mas quando os maridos seguraram suas mãos, o exame mostrou calmaria na massa cinzenta.

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Especialistas garantem: pessoas que vivem uma relação estável e de cumplicidade têm a saúde fortalecida

Rio - Um relacionamento estável e de cumplicidade só faz bem. E não apenas ao coração, mas à saúde como um todo, garantem especialistas. Fortalecimento do sistema imunológico, maior fluxo sanguíneo, diminuição da ansiedade e do estresse, aumento na autoestima, melhora do sono e até mais viço na pele e nos cabelos são benefícios do amor.
“Quando estamos apaixonados, nosso organismo passa por diversas alterações neuroquímicas, relacionadas, principalmente, com a serotonina e a norepinefrina, que são neurotransmissores ligados aos transtornos do humor. Níveis aumentados dessas substâncias nos deixam mais confiantes, com maior energia vital. Essas alterações também nos ajudam a ter um melhor convívio social e profissional. Portanto, namorar é preciso”, destaca o psiquiatra Ervin Cotrik, do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
A psicóloga Valésia Vilela ainda reforça: uma troca afetiva saudável — com respeito, cumplicidade e vida sexual regular e prazerosa — é a receita perfeita para a melhor qualidade da saúde física e mental. “Casais que conseguem desenvolver relacionamentos estáveis, com graus elevados de intimidade e afetividade, tornam-se pessoas mais saudáveis, alegres e produtivas. Isso ocorre porque as pessoas têm sua autoestima fortalecida, o que lhes possibilita uma visão de mundo mais positiva”, acrescenta a especialista.
Pesquisas recentes desenvolvidas pelo Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos (HHS) relacionadas à saúde e ao casamento revelam que pessoas casadas vão menos a consultas médicas e permanecem menos tempo em hospitais.
Há três anos com o analista de sistemas Bruno Novaes, 29 anos, a atriz Raquel Nunes, 28, garante que sua saúde e disposição só melhoraram depois do casamento. “Quando você tem um amor verdadeiro, tranquilo, a vida fica melhor em todos os aspectos. Depois que casei, a ansiedade diminuiu e passei a me sentir mais calma, disposta e segura para encarar os desafios. Os problemas também ficam pequenos, e não caio mais doente com frequência. Amar é mesmo um santo remédio!”, brinca a atriz, que interpreta a Olímpia, da série ‘A Lei e o Crime’, na Record
Estudo da Universidade de Virgínia, nos Estados Unidos, comprova o que muitos já sabem na prática: o toque da pessoa amada reduz o estresse. Na pesquisa, imagens mostraram imediato aumento da atividade cerebral de 16 mulheres, nas regiões de dor e medo, quando foram avisadas de que receberiam leve descarga elétrica. Mas quando os maridos seguraram suas mãos, o exame mostrou calmaria na massa cinzenta.
Estudo da Universidade de Virgínia, nos Estados Unidos, comprova o que muitos já sabem na prática: o toque da pessoa amada reduz o estresse. Na pesquisa, imagens mostraram imediato aumento da atividade cerebral de 16 mulheres, nas regiões de dor e medo, quando foram avisadas de que receberiam leve descarga elétrica. Mas quando os maridos seguraram suas mãos, o exame mostrou calmaria na massa cinzenta.

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Rio - Um relacionamento estável e de cumplicidade só faz bem. E não apenas ao coração, mas à saúde como um todo, garantem especialistas. Fortalecimento do sistema imunológico, maior fluxo sanguíneo, diminuição da ansiedade e do estresse, aumento na autoestima, melhora do sono e até mais viço na pele e nos cabelos são benefícios do amor.
“Quando estamos apaixonados, nosso organismo passa por diversas alterações neuroquímicas, relacionadas, principalmente, com a serotonina e a norepinefrina, que são neurotransmissores ligados aos transtornos do humor. Níveis aumentados dessas substâncias nos deixam mais confiantes, com maior energia vital. Essas alterações também nos ajudam a ter um melhor convívio social e profissional. Portanto, namorar é preciso”, destaca o psiquiatra Ervin Cotrik, do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
A psicóloga Valésia Vilela ainda reforça: uma troca afetiva saudável — com respeito, cumplicidade e vida sexual regular e prazerosa — é a receita perfeita para a melhor qualidade da saúde física e mental. “Casais que conseguem desenvolver relacionamentos estáveis, com graus elevados de intimidade e afetividade, tornam-se pessoas mais saudáveis, alegres e produtivas. Isso ocorre porque as pessoas têm sua autoestima fortalecida, o que lhes possibilita uma visão de mundo mais positiva”, acrescenta a especialista.
Pesquisas recentes desenvolvidas pelo Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos (HHS) relacionadas à saúde e ao casamento revelam que pessoas casadas vão menos a consultas médicas e permanecem menos tempo em hospitais.
Há três anos com o analista de sistemas Bruno Novaes, 29 anos, a atriz Raquel Nunes, 28, garante que sua saúde e disposição só melhoraram depois do casamento. “Quando você tem um amor verdadeiro, tranquilo, a vida fica melhor em todos os aspectos. Depois que casei, a ansiedade diminuiu e passei a me sentir mais calma, disposta e segura para encarar os desafios. Os problemas também ficam pequenos, e não caio mais doente com frequência. Amar é mesmo um santo remédio!”, brinca a atriz, que interpreta a Olímpia, da série ‘A Lei e o Crime’, na Record
Estudo da Universidade de Virgínia, nos Estados Unidos, comprova o que muitos já sabem na prática: o toque da pessoa amada reduz o estresse. Na pesquisa, imagens mostraram imediato aumento da atividade cerebral de 16 mulheres, nas regiões de dor e medo, quando foram avisadas de que receberiam leve descarga elétrica. Mas quando os maridos seguraram suas mãos, o exame mostrou calmaria na massa cinzenta.
Estudo da Universidade de Virgínia, nos Estados Unidos, comprova o que muitos já sabem na prática: o toque da pessoa amada reduz o estresse. Na pesquisa, imagens mostraram imediato aumento da atividade cerebral de 16 mulheres, nas regiões de dor e medo, quando foram avisadas de que receberiam leve descarga elétrica. Mas quando os maridos seguraram suas mãos, o exame mostrou calmaria na massa cinzenta.

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O Museu de Arte Islâmica do Catar exibe obras de diferentes religiões e culturas, como este prato pintado, da Turquia, datado de 1600 a 1610.

O Museu de Arte Islâmica do Catar exibe obras de diferentes religiões e culturas, promovendo a tolerância e aproximação entre o mundo islâmico e outras civilizações.

Embora tenha sido construído para exaltar a arte islâmica em diferentes períodos da História, o museu vem exibindo diversas coleções que representam fés distintas pelo mundo.
A última exibição, intitulada Além das Fronteiras: arte islâmica através das culturas, reuniu obras de seu acervo e de outros museus pelo mundo que mostraram a influência islâmica em outras civilizações.
Segundo a direção da instituição, a ideia é fazer com que o museu se torne uma ponte para a construção de confiança e cooperação entre diversas comunidades e fés religiosas.

Educação
O museu custou US$300 milhões e foi construído numa ilha artificial localizada a 60 metros da costa de Doha, capital do Catar.
A ideia de construir um museu foi do Emir do Catar, o xeique Hamad bin Khalifa al-Thani, e sua esposa Mozah bint Nasser al-Missned.
A própria Mozah é enviada especial da UNESCO para a Educação desde 2003, e é ativa no projeto Aliança de Civilizações das Nações Unidas, que realizou sua segunda conferência há mais de um mês em Istambul, na Turquia, reunindo representantes de diversos povos e culturas para combater a discriminação, o racismo e construir confiança entre as fés religiosas.

Beleza sem religião
De acordo com Mayasa bint Hamad al-Thani, filha do emir e que dirige o órgão responsável pela administração dos museus do Catar, exibições como Além das Fronteiras refletem a diversidade cultural do mundo islâmico.
"Isto reafirma a noção de que beleza não conhece religião ou fronteiras políticas", disse ela ao site oficial do museu.
A coleção permanente do museu inclui manuscritos, livros, cerâmicas, trabalhos em metal e madeira, tapetes, tecidos e invenções científicas do mundo islâmico.
Inaugurado em novembro de 2008 com um show de fogos de artíficio para cerca de 1.000 convidados, o museu foi projetado pelo renomado arquiteto chinês-americano I. M. Pei, que foi convencido a sair da aposentadoria para completar o projeto que durou quatro anos.
Pei conhecia pouco sobre cultura islâmica e teve que viajar por diversos países muçulmanos para aprender e pesquisar sobre os aspectos da vida islâmica.
De acordo com o museu, o próprio Emir do Catar começou a colecionar arte islâmica no início da década de 90, doando depois toda sua coleção para o novo museu.
Desde então, ele vem autorizando a compra de diversas coleções pelo mundo, da Espanha até a Ásia Central e Índia, cobrindo um período do século 7 ao 19.
BBC Brasil
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O Museu de Arte Islâmica do Catar exibe obras de diferentes religiões e culturas, como este prato pintado, da Turquia, datado de 1600 a 1610.

O Museu de Arte Islâmica do Catar exibe obras de diferentes religiões e culturas, promovendo a tolerância e aproximação entre o mundo islâmico e outras civilizações.

Embora tenha sido construído para exaltar a arte islâmica em diferentes períodos da História, o museu vem exibindo diversas coleções que representam fés distintas pelo mundo.
A última exibição, intitulada Além das Fronteiras: arte islâmica através das culturas, reuniu obras de seu acervo e de outros museus pelo mundo que mostraram a influência islâmica em outras civilizações.
Segundo a direção da instituição, a ideia é fazer com que o museu se torne uma ponte para a construção de confiança e cooperação entre diversas comunidades e fés religiosas.

Educação
O museu custou US$300 milhões e foi construído numa ilha artificial localizada a 60 metros da costa de Doha, capital do Catar.
A ideia de construir um museu foi do Emir do Catar, o xeique Hamad bin Khalifa al-Thani, e sua esposa Mozah bint Nasser al-Missned.
A própria Mozah é enviada especial da UNESCO para a Educação desde 2003, e é ativa no projeto Aliança de Civilizações das Nações Unidas, que realizou sua segunda conferência há mais de um mês em Istambul, na Turquia, reunindo representantes de diversos povos e culturas para combater a discriminação, o racismo e construir confiança entre as fés religiosas.

Beleza sem religião
De acordo com Mayasa bint Hamad al-Thani, filha do emir e que dirige o órgão responsável pela administração dos museus do Catar, exibições como Além das Fronteiras refletem a diversidade cultural do mundo islâmico.
"Isto reafirma a noção de que beleza não conhece religião ou fronteiras políticas", disse ela ao site oficial do museu.
A coleção permanente do museu inclui manuscritos, livros, cerâmicas, trabalhos em metal e madeira, tapetes, tecidos e invenções científicas do mundo islâmico.
Inaugurado em novembro de 2008 com um show de fogos de artíficio para cerca de 1.000 convidados, o museu foi projetado pelo renomado arquiteto chinês-americano I. M. Pei, que foi convencido a sair da aposentadoria para completar o projeto que durou quatro anos.
Pei conhecia pouco sobre cultura islâmica e teve que viajar por diversos países muçulmanos para aprender e pesquisar sobre os aspectos da vida islâmica.
De acordo com o museu, o próprio Emir do Catar começou a colecionar arte islâmica no início da década de 90, doando depois toda sua coleção para o novo museu.
Desde então, ele vem autorizando a compra de diversas coleções pelo mundo, da Espanha até a Ásia Central e Índia, cobrindo um período do século 7 ao 19.
BBC Brasil
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O Museu de Arte Islâmica do Catar exibe obras de diferentes religiões e culturas, como este prato pintado, da Turquia, datado de 1600 a 1610.

O Museu de Arte Islâmica do Catar exibe obras de diferentes religiões e culturas, promovendo a tolerância e aproximação entre o mundo islâmico e outras civilizações.

Embora tenha sido construído para exaltar a arte islâmica em diferentes períodos da História, o museu vem exibindo diversas coleções que representam fés distintas pelo mundo.
A última exibição, intitulada Além das Fronteiras: arte islâmica através das culturas, reuniu obras de seu acervo e de outros museus pelo mundo que mostraram a influência islâmica em outras civilizações.
Segundo a direção da instituição, a ideia é fazer com que o museu se torne uma ponte para a construção de confiança e cooperação entre diversas comunidades e fés religiosas.

Educação
O museu custou US$300 milhões e foi construído numa ilha artificial localizada a 60 metros da costa de Doha, capital do Catar.
A ideia de construir um museu foi do Emir do Catar, o xeique Hamad bin Khalifa al-Thani, e sua esposa Mozah bint Nasser al-Missned.
A própria Mozah é enviada especial da UNESCO para a Educação desde 2003, e é ativa no projeto Aliança de Civilizações das Nações Unidas, que realizou sua segunda conferência há mais de um mês em Istambul, na Turquia, reunindo representantes de diversos povos e culturas para combater a discriminação, o racismo e construir confiança entre as fés religiosas.

Beleza sem religião
De acordo com Mayasa bint Hamad al-Thani, filha do emir e que dirige o órgão responsável pela administração dos museus do Catar, exibições como Além das Fronteiras refletem a diversidade cultural do mundo islâmico.
"Isto reafirma a noção de que beleza não conhece religião ou fronteiras políticas", disse ela ao site oficial do museu.
A coleção permanente do museu inclui manuscritos, livros, cerâmicas, trabalhos em metal e madeira, tapetes, tecidos e invenções científicas do mundo islâmico.
Inaugurado em novembro de 2008 com um show de fogos de artíficio para cerca de 1.000 convidados, o museu foi projetado pelo renomado arquiteto chinês-americano I. M. Pei, que foi convencido a sair da aposentadoria para completar o projeto que durou quatro anos.
Pei conhecia pouco sobre cultura islâmica e teve que viajar por diversos países muçulmanos para aprender e pesquisar sobre os aspectos da vida islâmica.
De acordo com o museu, o próprio Emir do Catar começou a colecionar arte islâmica no início da década de 90, doando depois toda sua coleção para o novo museu.
Desde então, ele vem autorizando a compra de diversas coleções pelo mundo, da Espanha até a Ásia Central e Índia, cobrindo um período do século 7 ao 19.
BBC Brasil
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O Museu de Arte Islâmica do Catar exibe obras de diferentes religiões e culturas, como este prato pintado, da Turquia, datado de 1600 a 1610.

O Museu de Arte Islâmica do Catar exibe obras de diferentes religiões e culturas, promovendo a tolerância e aproximação entre o mundo islâmico e outras civilizações.

Embora tenha sido construído para exaltar a arte islâmica em diferentes períodos da História, o museu vem exibindo diversas coleções que representam fés distintas pelo mundo.
A última exibição, intitulada Além das Fronteiras: arte islâmica através das culturas, reuniu obras de seu acervo e de outros museus pelo mundo que mostraram a influência islâmica em outras civilizações.
Segundo a direção da instituição, a ideia é fazer com que o museu se torne uma ponte para a construção de confiança e cooperação entre diversas comunidades e fés religiosas.

Educação
O museu custou US$300 milhões e foi construído numa ilha artificial localizada a 60 metros da costa de Doha, capital do Catar.
A ideia de construir um museu foi do Emir do Catar, o xeique Hamad bin Khalifa al-Thani, e sua esposa Mozah bint Nasser al-Missned.
A própria Mozah é enviada especial da UNESCO para a Educação desde 2003, e é ativa no projeto Aliança de Civilizações das Nações Unidas, que realizou sua segunda conferência há mais de um mês em Istambul, na Turquia, reunindo representantes de diversos povos e culturas para combater a discriminação, o racismo e construir confiança entre as fés religiosas.

Beleza sem religião
De acordo com Mayasa bint Hamad al-Thani, filha do emir e que dirige o órgão responsável pela administração dos museus do Catar, exibições como Além das Fronteiras refletem a diversidade cultural do mundo islâmico.
"Isto reafirma a noção de que beleza não conhece religião ou fronteiras políticas", disse ela ao site oficial do museu.
A coleção permanente do museu inclui manuscritos, livros, cerâmicas, trabalhos em metal e madeira, tapetes, tecidos e invenções científicas do mundo islâmico.
Inaugurado em novembro de 2008 com um show de fogos de artíficio para cerca de 1.000 convidados, o museu foi projetado pelo renomado arquiteto chinês-americano I. M. Pei, que foi convencido a sair da aposentadoria para completar o projeto que durou quatro anos.
Pei conhecia pouco sobre cultura islâmica e teve que viajar por diversos países muçulmanos para aprender e pesquisar sobre os aspectos da vida islâmica.
De acordo com o museu, o próprio Emir do Catar começou a colecionar arte islâmica no início da década de 90, doando depois toda sua coleção para o novo museu.
Desde então, ele vem autorizando a compra de diversas coleções pelo mundo, da Espanha até a Ásia Central e Índia, cobrindo um período do século 7 ao 19.
BBC Brasil
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O Museu de Arte Islâmica do Catar exibe obras de diferentes religiões e culturas, como este prato pintado, da Turquia, datado de 1600 a 1610.

O Museu de Arte Islâmica do Catar exibe obras de diferentes religiões e culturas, promovendo a tolerância e aproximação entre o mundo islâmico e outras civilizações.

Embora tenha sido construído para exaltar a arte islâmica em diferentes períodos da História, o museu vem exibindo diversas coleções que representam fés distintas pelo mundo.
A última exibição, intitulada Além das Fronteiras: arte islâmica através das culturas, reuniu obras de seu acervo e de outros museus pelo mundo que mostraram a influência islâmica em outras civilizações.
Segundo a direção da instituição, a ideia é fazer com que o museu se torne uma ponte para a construção de confiança e cooperação entre diversas comunidades e fés religiosas.

Educação
O museu custou US$300 milhões e foi construído numa ilha artificial localizada a 60 metros da costa de Doha, capital do Catar.
A ideia de construir um museu foi do Emir do Catar, o xeique Hamad bin Khalifa al-Thani, e sua esposa Mozah bint Nasser al-Missned.
A própria Mozah é enviada especial da UNESCO para a Educação desde 2003, e é ativa no projeto Aliança de Civilizações das Nações Unidas, que realizou sua segunda conferência há mais de um mês em Istambul, na Turquia, reunindo representantes de diversos povos e culturas para combater a discriminação, o racismo e construir confiança entre as fés religiosas.

Beleza sem religião
De acordo com Mayasa bint Hamad al-Thani, filha do emir e que dirige o órgão responsável pela administração dos museus do Catar, exibições como Além das Fronteiras refletem a diversidade cultural do mundo islâmico.
"Isto reafirma a noção de que beleza não conhece religião ou fronteiras políticas", disse ela ao site oficial do museu.
A coleção permanente do museu inclui manuscritos, livros, cerâmicas, trabalhos em metal e madeira, tapetes, tecidos e invenções científicas do mundo islâmico.
Inaugurado em novembro de 2008 com um show de fogos de artíficio para cerca de 1.000 convidados, o museu foi projetado pelo renomado arquiteto chinês-americano I. M. Pei, que foi convencido a sair da aposentadoria para completar o projeto que durou quatro anos.
Pei conhecia pouco sobre cultura islâmica e teve que viajar por diversos países muçulmanos para aprender e pesquisar sobre os aspectos da vida islâmica.
De acordo com o museu, o próprio Emir do Catar começou a colecionar arte islâmica no início da década de 90, doando depois toda sua coleção para o novo museu.
Desde então, ele vem autorizando a compra de diversas coleções pelo mundo, da Espanha até a Ásia Central e Índia, cobrindo um período do século 7 ao 19.
BBC Brasil
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Um porta-voz do Vaticano negou nesta terça-feira que o papa Bento 16 tenha participado da Juventude Hitlerista quando era um jovem adolescente na Alemanha, na década de 40.
"O papa nunca esteve na juventude hitlerista, nunca, nunca, nunca", disse Federico Lombardi, falando durante o segundo dia de visita do sumo pontífice à Terra Santa.
Lombardi procurou diferenciar a divisão antiaérea à qual o papa foi afiliado na época da 2° Guerra Mundial com a Juventude Hitlerista, classificada por ele como "uma corporação de fanáticos voluntários ideológicos do Nazismo".
As declarações de Lombardi parecem contradizer as memórias de Bento 16, publicadas em 1997.
"Como seminarista, fui registrado na Juventude Hitlerista. Assim que saí do seminário, nunca voltei", disse ele.

Holocausto
O correspondente da BBC em Jerusalém Tim Franks disse que o Vaticano parece estar trazendo à tona uma polêmica que já estava adormecida.
Políticos israelenses já vinham criticando Bento 16, acusando-o de não ter condenado o suficiente o Holocausto durante seu discurso na segunda-feira, o primeiro dia de visita à Israel e os territórios palestinos.
Nesta terça-feira em Jerusalém, o papa se tornou o primeiro pontífice a visitar o Domo da Rocha, que está entre os principais monumentos do Islamismo, do Judaísmo e do Cristianismo, e depois foi ao Muro das Lamentações, um dos locais mais sagrados para os judeus.
"Hoje tenho a oportunidade de repetir que a Igreja Católica está definitivamente comprometida com uma reconciliação genuína e duradoura entre cristãos e judeus", disse ele.
Pouco depois, durante uma missa, o papa disse que o fato de que tantos cristãos deixaram a região é uma "realidade trágica". "Na Terra Santa há lugar para todos", disse ele.


BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:23  comentar

Um porta-voz do Vaticano negou nesta terça-feira que o papa Bento 16 tenha participado da Juventude Hitlerista quando era um jovem adolescente na Alemanha, na década de 40.
"O papa nunca esteve na juventude hitlerista, nunca, nunca, nunca", disse Federico Lombardi, falando durante o segundo dia de visita do sumo pontífice à Terra Santa.
Lombardi procurou diferenciar a divisão antiaérea à qual o papa foi afiliado na época da 2° Guerra Mundial com a Juventude Hitlerista, classificada por ele como "uma corporação de fanáticos voluntários ideológicos do Nazismo".
As declarações de Lombardi parecem contradizer as memórias de Bento 16, publicadas em 1997.
"Como seminarista, fui registrado na Juventude Hitlerista. Assim que saí do seminário, nunca voltei", disse ele.

Holocausto
O correspondente da BBC em Jerusalém Tim Franks disse que o Vaticano parece estar trazendo à tona uma polêmica que já estava adormecida.
Políticos israelenses já vinham criticando Bento 16, acusando-o de não ter condenado o suficiente o Holocausto durante seu discurso na segunda-feira, o primeiro dia de visita à Israel e os territórios palestinos.
Nesta terça-feira em Jerusalém, o papa se tornou o primeiro pontífice a visitar o Domo da Rocha, que está entre os principais monumentos do Islamismo, do Judaísmo e do Cristianismo, e depois foi ao Muro das Lamentações, um dos locais mais sagrados para os judeus.
"Hoje tenho a oportunidade de repetir que a Igreja Católica está definitivamente comprometida com uma reconciliação genuína e duradoura entre cristãos e judeus", disse ele.
Pouco depois, durante uma missa, o papa disse que o fato de que tantos cristãos deixaram a região é uma "realidade trágica". "Na Terra Santa há lugar para todos", disse ele.


BBC Brasil
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Um porta-voz do Vaticano negou nesta terça-feira que o papa Bento 16 tenha participado da Juventude Hitlerista quando era um jovem adolescente na Alemanha, na década de 40.
"O papa nunca esteve na juventude hitlerista, nunca, nunca, nunca", disse Federico Lombardi, falando durante o segundo dia de visita do sumo pontífice à Terra Santa.
Lombardi procurou diferenciar a divisão antiaérea à qual o papa foi afiliado na época da 2° Guerra Mundial com a Juventude Hitlerista, classificada por ele como "uma corporação de fanáticos voluntários ideológicos do Nazismo".
As declarações de Lombardi parecem contradizer as memórias de Bento 16, publicadas em 1997.
"Como seminarista, fui registrado na Juventude Hitlerista. Assim que saí do seminário, nunca voltei", disse ele.

Holocausto
O correspondente da BBC em Jerusalém Tim Franks disse que o Vaticano parece estar trazendo à tona uma polêmica que já estava adormecida.
Políticos israelenses já vinham criticando Bento 16, acusando-o de não ter condenado o suficiente o Holocausto durante seu discurso na segunda-feira, o primeiro dia de visita à Israel e os territórios palestinos.
Nesta terça-feira em Jerusalém, o papa se tornou o primeiro pontífice a visitar o Domo da Rocha, que está entre os principais monumentos do Islamismo, do Judaísmo e do Cristianismo, e depois foi ao Muro das Lamentações, um dos locais mais sagrados para os judeus.
"Hoje tenho a oportunidade de repetir que a Igreja Católica está definitivamente comprometida com uma reconciliação genuína e duradoura entre cristãos e judeus", disse ele.
Pouco depois, durante uma missa, o papa disse que o fato de que tantos cristãos deixaram a região é uma "realidade trágica". "Na Terra Santa há lugar para todos", disse ele.


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Um porta-voz do Vaticano negou nesta terça-feira que o papa Bento 16 tenha participado da Juventude Hitlerista quando era um jovem adolescente na Alemanha, na década de 40.
"O papa nunca esteve na juventude hitlerista, nunca, nunca, nunca", disse Federico Lombardi, falando durante o segundo dia de visita do sumo pontífice à Terra Santa.
Lombardi procurou diferenciar a divisão antiaérea à qual o papa foi afiliado na época da 2° Guerra Mundial com a Juventude Hitlerista, classificada por ele como "uma corporação de fanáticos voluntários ideológicos do Nazismo".
As declarações de Lombardi parecem contradizer as memórias de Bento 16, publicadas em 1997.
"Como seminarista, fui registrado na Juventude Hitlerista. Assim que saí do seminário, nunca voltei", disse ele.

Holocausto
O correspondente da BBC em Jerusalém Tim Franks disse que o Vaticano parece estar trazendo à tona uma polêmica que já estava adormecida.
Políticos israelenses já vinham criticando Bento 16, acusando-o de não ter condenado o suficiente o Holocausto durante seu discurso na segunda-feira, o primeiro dia de visita à Israel e os territórios palestinos.
Nesta terça-feira em Jerusalém, o papa se tornou o primeiro pontífice a visitar o Domo da Rocha, que está entre os principais monumentos do Islamismo, do Judaísmo e do Cristianismo, e depois foi ao Muro das Lamentações, um dos locais mais sagrados para os judeus.
"Hoje tenho a oportunidade de repetir que a Igreja Católica está definitivamente comprometida com uma reconciliação genuína e duradoura entre cristãos e judeus", disse ele.
Pouco depois, durante uma missa, o papa disse que o fato de que tantos cristãos deixaram a região é uma "realidade trágica". "Na Terra Santa há lugar para todos", disse ele.


BBC Brasil
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Um porta-voz do Vaticano negou nesta terça-feira que o papa Bento 16 tenha participado da Juventude Hitlerista quando era um jovem adolescente na Alemanha, na década de 40.
"O papa nunca esteve na juventude hitlerista, nunca, nunca, nunca", disse Federico Lombardi, falando durante o segundo dia de visita do sumo pontífice à Terra Santa.
Lombardi procurou diferenciar a divisão antiaérea à qual o papa foi afiliado na época da 2° Guerra Mundial com a Juventude Hitlerista, classificada por ele como "uma corporação de fanáticos voluntários ideológicos do Nazismo".
As declarações de Lombardi parecem contradizer as memórias de Bento 16, publicadas em 1997.
"Como seminarista, fui registrado na Juventude Hitlerista. Assim que saí do seminário, nunca voltei", disse ele.

Holocausto
O correspondente da BBC em Jerusalém Tim Franks disse que o Vaticano parece estar trazendo à tona uma polêmica que já estava adormecida.
Políticos israelenses já vinham criticando Bento 16, acusando-o de não ter condenado o suficiente o Holocausto durante seu discurso na segunda-feira, o primeiro dia de visita à Israel e os territórios palestinos.
Nesta terça-feira em Jerusalém, o papa se tornou o primeiro pontífice a visitar o Domo da Rocha, que está entre os principais monumentos do Islamismo, do Judaísmo e do Cristianismo, e depois foi ao Muro das Lamentações, um dos locais mais sagrados para os judeus.
"Hoje tenho a oportunidade de repetir que a Igreja Católica está definitivamente comprometida com uma reconciliação genuína e duradoura entre cristãos e judeus", disse ele.
Pouco depois, durante uma missa, o papa disse que o fato de que tantos cristãos deixaram a região é uma "realidade trágica". "Na Terra Santa há lugar para todos", disse ele.


BBC Brasil
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colaboradores: carmen e maria celia

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