notícias atuais sobre saúde, violência,justiça,cidadania,educação, cultura,direitos humanos,ecologia, variedades,comportamento
12.5.09

Ele estava despido junto a um adolescente, dentro de um carro.
Um filipino que teria intermediado a relação também foi detido.


Da EFE
Um médico australiano da Organização Mundial da Saúde (OMS) foi detido nas Filipinas por suspeitas de ter abusado sexualmente de uma criança de 12 anos, informou nesta terça-feira (12) a polícia local.
O médico, de 47 anos, cuja identidade não foi revelada, foi surpreendido na sexta-feira (8) quando estava nu e junto a um adolescente, dentro de um carro estacionado em Makati, distrito financeiro da capital.
A OMS confirmou que o médico trabalha para seu escritório regional em Manila, e reiterou que condena qualquer tipo de exploração infantil.
Até 2006, a legislação filipina punia a pedofilia com a pena de morte, mas agora impõe uma pena máxima de prisão perpétua e multa de até 5 milhões de pesos (mais de US$ 105 mil).
Segundo dados de várias ONGs, cerca de 300 mil adolescentes de ambos os sexos exercem a prostituição nas Filipinas, apesar dos esforços das autoridades de combater o problema.
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Ele estava despido junto a um adolescente, dentro de um carro.
Um filipino que teria intermediado a relação também foi detido.


Da EFE
Um médico australiano da Organização Mundial da Saúde (OMS) foi detido nas Filipinas por suspeitas de ter abusado sexualmente de uma criança de 12 anos, informou nesta terça-feira (12) a polícia local.
O médico, de 47 anos, cuja identidade não foi revelada, foi surpreendido na sexta-feira (8) quando estava nu e junto a um adolescente, dentro de um carro estacionado em Makati, distrito financeiro da capital.
A OMS confirmou que o médico trabalha para seu escritório regional em Manila, e reiterou que condena qualquer tipo de exploração infantil.
Até 2006, a legislação filipina punia a pedofilia com a pena de morte, mas agora impõe uma pena máxima de prisão perpétua e multa de até 5 milhões de pesos (mais de US$ 105 mil).
Segundo dados de várias ONGs, cerca de 300 mil adolescentes de ambos os sexos exercem a prostituição nas Filipinas, apesar dos esforços das autoridades de combater o problema.
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Ele estava despido junto a um adolescente, dentro de um carro.
Um filipino que teria intermediado a relação também foi detido.


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O médico, de 47 anos, cuja identidade não foi revelada, foi surpreendido na sexta-feira (8) quando estava nu e junto a um adolescente, dentro de um carro estacionado em Makati, distrito financeiro da capital.
A OMS confirmou que o médico trabalha para seu escritório regional em Manila, e reiterou que condena qualquer tipo de exploração infantil.
Até 2006, a legislação filipina punia a pedofilia com a pena de morte, mas agora impõe uma pena máxima de prisão perpétua e multa de até 5 milhões de pesos (mais de US$ 105 mil).
Segundo dados de várias ONGs, cerca de 300 mil adolescentes de ambos os sexos exercem a prostituição nas Filipinas, apesar dos esforços das autoridades de combater o problema.
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O médico, de 47 anos, cuja identidade não foi revelada, foi surpreendido na sexta-feira (8) quando estava nu e junto a um adolescente, dentro de um carro estacionado em Makati, distrito financeiro da capital.
A OMS confirmou que o médico trabalha para seu escritório regional em Manila, e reiterou que condena qualquer tipo de exploração infantil.
Até 2006, a legislação filipina punia a pedofilia com a pena de morte, mas agora impõe uma pena máxima de prisão perpétua e multa de até 5 milhões de pesos (mais de US$ 105 mil).
Segundo dados de várias ONGs, cerca de 300 mil adolescentes de ambos os sexos exercem a prostituição nas Filipinas, apesar dos esforços das autoridades de combater o problema.
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Ele estava despido junto a um adolescente, dentro de um carro.
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Um médico australiano da Organização Mundial da Saúde (OMS) foi detido nas Filipinas por suspeitas de ter abusado sexualmente de uma criança de 12 anos, informou nesta terça-feira (12) a polícia local.
O médico, de 47 anos, cuja identidade não foi revelada, foi surpreendido na sexta-feira (8) quando estava nu e junto a um adolescente, dentro de um carro estacionado em Makati, distrito financeiro da capital.
A OMS confirmou que o médico trabalha para seu escritório regional em Manila, e reiterou que condena qualquer tipo de exploração infantil.
Até 2006, a legislação filipina punia a pedofilia com a pena de morte, mas agora impõe uma pena máxima de prisão perpétua e multa de até 5 milhões de pesos (mais de US$ 105 mil).
Segundo dados de várias ONGs, cerca de 300 mil adolescentes de ambos os sexos exercem a prostituição nas Filipinas, apesar dos esforços das autoridades de combater o problema.
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Meninas não tinham o direito de estudar durante o regime do Talibã
As autoridades do Afeganistão estão investigando a possibilidade de que cerca de 90 meninas que estudam em uma escola do país tenham sido envenenadas deliberadamente com gás.
As garotas apresentaram dor de cabeça, crises de vômito e tontura após uma forte fumaça envolveu a escola na província de Kapisa, ao norte da capital afegã, Cabul.
Segundo a polícia, nenhuma delas corre risco de morrer.
Amostras do sangue das meninas foram enviadas a uma base militar americana no país para testes, mas os militares ainda não sabem dizer que tipo de gás as envenenou.

Casos parecidos

Este foi o terceiro incidente do gênero envolvendo estudantes afegãs nos últimos meses.
Na segunda-feira, cerca de sessenta meninas estudantes foram tratadas com sintomas de envenenamento numa província vizinha. Em 26 de abril, ocorreu um episódio semelhante.
No ano passado, aumentaram os ataques contra escolas que aceitam meninas no Afeganistão.
Eles costumam ocorrer no sul e leste do país, áreas onde a insurgência do Talebã vem ganhando terreno.
Na província de Candahar, considerada berço do Talebã, um grupo de meninas teve ácido atirado em seus rostos no ano passado.
A presença de meninas foi proibida em escolas durante o governo do Talebã no Afeganistão, entre 1996 e 2001.

Fonte:BBCBrasil
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Meninas não tinham o direito de estudar durante o regime do Talibã
As autoridades do Afeganistão estão investigando a possibilidade de que cerca de 90 meninas que estudam em uma escola do país tenham sido envenenadas deliberadamente com gás.
As garotas apresentaram dor de cabeça, crises de vômito e tontura após uma forte fumaça envolveu a escola na província de Kapisa, ao norte da capital afegã, Cabul.
Segundo a polícia, nenhuma delas corre risco de morrer.
Amostras do sangue das meninas foram enviadas a uma base militar americana no país para testes, mas os militares ainda não sabem dizer que tipo de gás as envenenou.

Casos parecidos

Este foi o terceiro incidente do gênero envolvendo estudantes afegãs nos últimos meses.
Na segunda-feira, cerca de sessenta meninas estudantes foram tratadas com sintomas de envenenamento numa província vizinha. Em 26 de abril, ocorreu um episódio semelhante.
No ano passado, aumentaram os ataques contra escolas que aceitam meninas no Afeganistão.
Eles costumam ocorrer no sul e leste do país, áreas onde a insurgência do Talebã vem ganhando terreno.
Na província de Candahar, considerada berço do Talebã, um grupo de meninas teve ácido atirado em seus rostos no ano passado.
A presença de meninas foi proibida em escolas durante o governo do Talebã no Afeganistão, entre 1996 e 2001.

Fonte:BBCBrasil
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Meninas não tinham o direito de estudar durante o regime do Talibã
As autoridades do Afeganistão estão investigando a possibilidade de que cerca de 90 meninas que estudam em uma escola do país tenham sido envenenadas deliberadamente com gás.
As garotas apresentaram dor de cabeça, crises de vômito e tontura após uma forte fumaça envolveu a escola na província de Kapisa, ao norte da capital afegã, Cabul.
Segundo a polícia, nenhuma delas corre risco de morrer.
Amostras do sangue das meninas foram enviadas a uma base militar americana no país para testes, mas os militares ainda não sabem dizer que tipo de gás as envenenou.

Casos parecidos

Este foi o terceiro incidente do gênero envolvendo estudantes afegãs nos últimos meses.
Na segunda-feira, cerca de sessenta meninas estudantes foram tratadas com sintomas de envenenamento numa província vizinha. Em 26 de abril, ocorreu um episódio semelhante.
No ano passado, aumentaram os ataques contra escolas que aceitam meninas no Afeganistão.
Eles costumam ocorrer no sul e leste do país, áreas onde a insurgência do Talebã vem ganhando terreno.
Na província de Candahar, considerada berço do Talebã, um grupo de meninas teve ácido atirado em seus rostos no ano passado.
A presença de meninas foi proibida em escolas durante o governo do Talebã no Afeganistão, entre 1996 e 2001.

Fonte:BBCBrasil
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Meninas não tinham o direito de estudar durante o regime do Talibã
As autoridades do Afeganistão estão investigando a possibilidade de que cerca de 90 meninas que estudam em uma escola do país tenham sido envenenadas deliberadamente com gás.
As garotas apresentaram dor de cabeça, crises de vômito e tontura após uma forte fumaça envolveu a escola na província de Kapisa, ao norte da capital afegã, Cabul.
Segundo a polícia, nenhuma delas corre risco de morrer.
Amostras do sangue das meninas foram enviadas a uma base militar americana no país para testes, mas os militares ainda não sabem dizer que tipo de gás as envenenou.

Casos parecidos

Este foi o terceiro incidente do gênero envolvendo estudantes afegãs nos últimos meses.
Na segunda-feira, cerca de sessenta meninas estudantes foram tratadas com sintomas de envenenamento numa província vizinha. Em 26 de abril, ocorreu um episódio semelhante.
No ano passado, aumentaram os ataques contra escolas que aceitam meninas no Afeganistão.
Eles costumam ocorrer no sul e leste do país, áreas onde a insurgência do Talebã vem ganhando terreno.
Na província de Candahar, considerada berço do Talebã, um grupo de meninas teve ácido atirado em seus rostos no ano passado.
A presença de meninas foi proibida em escolas durante o governo do Talebã no Afeganistão, entre 1996 e 2001.

Fonte:BBCBrasil
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Meninas não tinham o direito de estudar durante o regime do Talibã
As autoridades do Afeganistão estão investigando a possibilidade de que cerca de 90 meninas que estudam em uma escola do país tenham sido envenenadas deliberadamente com gás.
As garotas apresentaram dor de cabeça, crises de vômito e tontura após uma forte fumaça envolveu a escola na província de Kapisa, ao norte da capital afegã, Cabul.
Segundo a polícia, nenhuma delas corre risco de morrer.
Amostras do sangue das meninas foram enviadas a uma base militar americana no país para testes, mas os militares ainda não sabem dizer que tipo de gás as envenenou.

Casos parecidos

Este foi o terceiro incidente do gênero envolvendo estudantes afegãs nos últimos meses.
Na segunda-feira, cerca de sessenta meninas estudantes foram tratadas com sintomas de envenenamento numa província vizinha. Em 26 de abril, ocorreu um episódio semelhante.
No ano passado, aumentaram os ataques contra escolas que aceitam meninas no Afeganistão.
Eles costumam ocorrer no sul e leste do país, áreas onde a insurgência do Talebã vem ganhando terreno.
Na província de Candahar, considerada berço do Talebã, um grupo de meninas teve ácido atirado em seus rostos no ano passado.
A presença de meninas foi proibida em escolas durante o governo do Talebã no Afeganistão, entre 1996 e 2001.

Fonte:BBCBrasil
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Em entrevista exclusiva à BBC, o presidente do Sudão, Omar Al-Bashir, afirmou que o número de pessoas que já morreram no conflito em Darfur é "menos de um décimo do que tem sido dito".

Falando no programa HardTalk, do canal de TV BBC World, Bashir disse que a cifra de 300 mil mortos no conflito na região no oeste sudanês, estimada pela ONU, foi inventada e é parte de uma campanha contra o seu governo.
O presidente sudanês também disse que as acusações são uma tentativa neocolonialista de se apropriar do Sudão.
Essa foi a primeira entrevista do líder sudanês a um canal de TV desde que o Tribunal Criminal Internacional emitiu um mandato de prisão contra ele, em 4 de março, por crimes de guerra e crimes contra a humanidade.

"Insurgência"

Bashir também voltar a negar as alegações feitas pela ONU e pela comunidade internacional de que seus militares tenham cometido crimes contra a população civil de Darfur.
"Desafio qualquer um a me mostrar evidência provando que o Exército sudanês atacou e matou civis em Darfur."
Para Bashir, os relatos sobre a região de Darfur não seriam verdadeiros e que o que ocorre na região "é uma insurgência. O Estado tem a responsabilidade de combater os rebeldes".
"Nunca combatemos ou matamos nossos cidadãos", completou.
O conflito em Darfur - região pouco desenvolvida, mas rica em petróleo no oeste sudanês - começou no início de 2003, quando milícias árabes e tropas do governo lançaram violentas campanhas contra grupos rebeldes negros.
Além dos cerca de 300 mil mortos, a ONU calcula que mais de dois milhões de pessoas tenham sido obrigadas a deixar suas casas em Darfur nesses seis anos.

Fonte: BBC Brasil
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Em entrevista exclusiva à BBC, o presidente do Sudão, Omar Al-Bashir, afirmou que o número de pessoas que já morreram no conflito em Darfur é "menos de um décimo do que tem sido dito".

Falando no programa HardTalk, do canal de TV BBC World, Bashir disse que a cifra de 300 mil mortos no conflito na região no oeste sudanês, estimada pela ONU, foi inventada e é parte de uma campanha contra o seu governo.
O presidente sudanês também disse que as acusações são uma tentativa neocolonialista de se apropriar do Sudão.
Essa foi a primeira entrevista do líder sudanês a um canal de TV desde que o Tribunal Criminal Internacional emitiu um mandato de prisão contra ele, em 4 de março, por crimes de guerra e crimes contra a humanidade.

"Insurgência"

Bashir também voltar a negar as alegações feitas pela ONU e pela comunidade internacional de que seus militares tenham cometido crimes contra a população civil de Darfur.
"Desafio qualquer um a me mostrar evidência provando que o Exército sudanês atacou e matou civis em Darfur."
Para Bashir, os relatos sobre a região de Darfur não seriam verdadeiros e que o que ocorre na região "é uma insurgência. O Estado tem a responsabilidade de combater os rebeldes".
"Nunca combatemos ou matamos nossos cidadãos", completou.
O conflito em Darfur - região pouco desenvolvida, mas rica em petróleo no oeste sudanês - começou no início de 2003, quando milícias árabes e tropas do governo lançaram violentas campanhas contra grupos rebeldes negros.
Além dos cerca de 300 mil mortos, a ONU calcula que mais de dois milhões de pessoas tenham sido obrigadas a deixar suas casas em Darfur nesses seis anos.

Fonte: BBC Brasil
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Em entrevista exclusiva à BBC, o presidente do Sudão, Omar Al-Bashir, afirmou que o número de pessoas que já morreram no conflito em Darfur é "menos de um décimo do que tem sido dito".

Falando no programa HardTalk, do canal de TV BBC World, Bashir disse que a cifra de 300 mil mortos no conflito na região no oeste sudanês, estimada pela ONU, foi inventada e é parte de uma campanha contra o seu governo.
O presidente sudanês também disse que as acusações são uma tentativa neocolonialista de se apropriar do Sudão.
Essa foi a primeira entrevista do líder sudanês a um canal de TV desde que o Tribunal Criminal Internacional emitiu um mandato de prisão contra ele, em 4 de março, por crimes de guerra e crimes contra a humanidade.

"Insurgência"

Bashir também voltar a negar as alegações feitas pela ONU e pela comunidade internacional de que seus militares tenham cometido crimes contra a população civil de Darfur.
"Desafio qualquer um a me mostrar evidência provando que o Exército sudanês atacou e matou civis em Darfur."
Para Bashir, os relatos sobre a região de Darfur não seriam verdadeiros e que o que ocorre na região "é uma insurgência. O Estado tem a responsabilidade de combater os rebeldes".
"Nunca combatemos ou matamos nossos cidadãos", completou.
O conflito em Darfur - região pouco desenvolvida, mas rica em petróleo no oeste sudanês - começou no início de 2003, quando milícias árabes e tropas do governo lançaram violentas campanhas contra grupos rebeldes negros.
Além dos cerca de 300 mil mortos, a ONU calcula que mais de dois milhões de pessoas tenham sido obrigadas a deixar suas casas em Darfur nesses seis anos.

Fonte: BBC Brasil
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Em entrevista exclusiva à BBC, o presidente do Sudão, Omar Al-Bashir, afirmou que o número de pessoas que já morreram no conflito em Darfur é "menos de um décimo do que tem sido dito".

Falando no programa HardTalk, do canal de TV BBC World, Bashir disse que a cifra de 300 mil mortos no conflito na região no oeste sudanês, estimada pela ONU, foi inventada e é parte de uma campanha contra o seu governo.
O presidente sudanês também disse que as acusações são uma tentativa neocolonialista de se apropriar do Sudão.
Essa foi a primeira entrevista do líder sudanês a um canal de TV desde que o Tribunal Criminal Internacional emitiu um mandato de prisão contra ele, em 4 de março, por crimes de guerra e crimes contra a humanidade.

"Insurgência"

Bashir também voltar a negar as alegações feitas pela ONU e pela comunidade internacional de que seus militares tenham cometido crimes contra a população civil de Darfur.
"Desafio qualquer um a me mostrar evidência provando que o Exército sudanês atacou e matou civis em Darfur."
Para Bashir, os relatos sobre a região de Darfur não seriam verdadeiros e que o que ocorre na região "é uma insurgência. O Estado tem a responsabilidade de combater os rebeldes".
"Nunca combatemos ou matamos nossos cidadãos", completou.
O conflito em Darfur - região pouco desenvolvida, mas rica em petróleo no oeste sudanês - começou no início de 2003, quando milícias árabes e tropas do governo lançaram violentas campanhas contra grupos rebeldes negros.
Além dos cerca de 300 mil mortos, a ONU calcula que mais de dois milhões de pessoas tenham sido obrigadas a deixar suas casas em Darfur nesses seis anos.

Fonte: BBC Brasil
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Em entrevista exclusiva à BBC, o presidente do Sudão, Omar Al-Bashir, afirmou que o número de pessoas que já morreram no conflito em Darfur é "menos de um décimo do que tem sido dito".

Falando no programa HardTalk, do canal de TV BBC World, Bashir disse que a cifra de 300 mil mortos no conflito na região no oeste sudanês, estimada pela ONU, foi inventada e é parte de uma campanha contra o seu governo.
O presidente sudanês também disse que as acusações são uma tentativa neocolonialista de se apropriar do Sudão.
Essa foi a primeira entrevista do líder sudanês a um canal de TV desde que o Tribunal Criminal Internacional emitiu um mandato de prisão contra ele, em 4 de março, por crimes de guerra e crimes contra a humanidade.

"Insurgência"

Bashir também voltar a negar as alegações feitas pela ONU e pela comunidade internacional de que seus militares tenham cometido crimes contra a população civil de Darfur.
"Desafio qualquer um a me mostrar evidência provando que o Exército sudanês atacou e matou civis em Darfur."
Para Bashir, os relatos sobre a região de Darfur não seriam verdadeiros e que o que ocorre na região "é uma insurgência. O Estado tem a responsabilidade de combater os rebeldes".
"Nunca combatemos ou matamos nossos cidadãos", completou.
O conflito em Darfur - região pouco desenvolvida, mas rica em petróleo no oeste sudanês - começou no início de 2003, quando milícias árabes e tropas do governo lançaram violentas campanhas contra grupos rebeldes negros.
Além dos cerca de 300 mil mortos, a ONU calcula que mais de dois milhões de pessoas tenham sido obrigadas a deixar suas casas em Darfur nesses seis anos.

Fonte: BBC Brasil
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Além de reduzir o percentual de brasileiros que não sabem ler e escrever (10%), o país tem o desafio de combater o chamado analfabetismo funcional, que atinge 25% da população com mais de 15 anos, de acordo com a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Há diversos conceitos para classificar o analfabeto funcional. Para a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), é o indivíduo com menos de quatro anos de estudo completos.
O analfabeto funcional, em geral, lê e escreve frases simples, mas não é capaz de interpretar textos e colocar idéias no papel.
“De certa forma, eu avalio que é um problema maior do que o analfabetismo absoluto, porque este vem sendo reduzido. Mas o analfabetismo funcional só cresce”, avalia a diretora executiva do Instituto Paulo Montenegro (IPM), Ana Lúcia Lima.
O IPM, que é um braço do Ibope, criou em 2001 o Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), em parceria com a organização não governamental Ação Educativa. O índice mede os níveis de analfabetismo funcional na população entre 15 e 64 anos. Para isso, de dois em dois anos, são aplicados testes e questionários a cerca de 2 mil pessoas em todas as regiões do país.
O Inaf divide a população em quatro níveis, de acordo com suas habilidades em letramento e matemática: analfabetismo, alfabetismo rudimentar, alfabetismo básico e alfabetismo pleno. Segundo o Inaf de 2007, 7% dos brasileiros são analfabetos e 21% têm habilidades rudimentares, ou seja, são capazes de localizar uma informação explícita em textos curtos, mas não conseguem compreender textos, tirar conclusões ou ler números na casa dos milhões.
Os testes do Inaf simulam atividades do dia a dia como interpretação de uma notícia de jornal, leitura de um anúncio de emprego ou cálculos de percentuais simples. “Essa avaliação é para mostrar justamente como está a nossa sociedade em termos do principal legado que a escola deixa: a capacidade de o sujeito transitar pela cultura escrita com autonomia”, explica a pesquisadora Vera Masagão, da ONG Ação Educativa.
Apesar de dominar minimamente a escrita, a leitura e a matemática, o analfabeto funcional tem limitações que dificultam atividades simples do cotidiano, além de prejudicar a sua inserção no mercado de trabalho e em outras esferas.
Foi a necessidade de “aprender a ler e escrever direito” que levou a empregada doméstica Marileia Ferreira, 34 anos, a retomar os estudos, depois de passar muitos anos afastada da sala de aula. Ela havia frequentado a escola quando era criança, no interior do Maranhão, e hoje está matriculada em uma turma de educação de jovens e adultos no Distrito Federal.
“Eu chegava a chorar de decepção. Eu estava na parada e não conseguia ler a placa do ônibus. Tinha muita vergonha, mas hoje melhorei e já leio bastante. Fico muito feliz por isso”, conta a moradora da cidade de Santa Maria, no Entorno de Brasília.
Para o presidente da Ação Educativa, Sérgio Haddad, o analfabetismo funcional é um fenômeno novo, que se deve, principalmente, à baixa qualidade do ensino público.
“Esse é um fenômeno recente porque antes não existia o direito à escola. Ou seja, antes as pessoas não passavam pela escola, agora elas passam, mas a qualidade é tão ruim que, na verdade, elas passam e não adquirem os conhecimentos necessários. Elas têm noções de leitura e escrita, mas não o suficiente para utilizar no seu cotidiano”, critica.
Na avaliação dele, é preciso encerrar o problema com a garantia de educação de qualidade para que as crianças e os jovens saiam da escola com domínio pleno da leitura e da escrita. “Precisamos melhorar bastante a qualidade da escola para que não se produzam mais analfabetos funcionais como a gente vem fazendo. A torneira continua vazando”, acredita.
Além da falta de qualidade do ensino, a pesquisadora Vera Masagão aponta o baixo número de anos de estudo da população como fator determinante para o analfabetismo funcional.
“A maioria das pessoas está saindo da escola sem completar sequer o ensino fundamental. Para o sujeito ser um usuário da leitura e da escrita, entender alguma coisa, não basta o beabá. Ele precisa se socializar nesse universo de cultura escrita e para isso é necessária uma escolarização mais alongada.”
Para a diretora executiva do Instituto Paulo Montenegro, alfabetizar as crianças atualmente é mais difícil do que há 20 anos. "O acesso [ao ensino] está garantindo, mas tem a questão da qualidade. Essas pessoas que estão entrando agora na escola são frutos de famílias que não tiveram essa oportunidade, por isso o desafio da escola é ainda maior. O déficit já vem da origem”, observa.
Ana Lúcia defende que a redução dos índices de analfabetismo funcional é essencial para “cuidar das próximas gerações”.

Amanda Cieglinski
Agência Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 21:05  comentar


Além de reduzir o percentual de brasileiros que não sabem ler e escrever (10%), o país tem o desafio de combater o chamado analfabetismo funcional, que atinge 25% da população com mais de 15 anos, de acordo com a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Há diversos conceitos para classificar o analfabeto funcional. Para a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), é o indivíduo com menos de quatro anos de estudo completos.
O analfabeto funcional, em geral, lê e escreve frases simples, mas não é capaz de interpretar textos e colocar idéias no papel.
“De certa forma, eu avalio que é um problema maior do que o analfabetismo absoluto, porque este vem sendo reduzido. Mas o analfabetismo funcional só cresce”, avalia a diretora executiva do Instituto Paulo Montenegro (IPM), Ana Lúcia Lima.
O IPM, que é um braço do Ibope, criou em 2001 o Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), em parceria com a organização não governamental Ação Educativa. O índice mede os níveis de analfabetismo funcional na população entre 15 e 64 anos. Para isso, de dois em dois anos, são aplicados testes e questionários a cerca de 2 mil pessoas em todas as regiões do país.
O Inaf divide a população em quatro níveis, de acordo com suas habilidades em letramento e matemática: analfabetismo, alfabetismo rudimentar, alfabetismo básico e alfabetismo pleno. Segundo o Inaf de 2007, 7% dos brasileiros são analfabetos e 21% têm habilidades rudimentares, ou seja, são capazes de localizar uma informação explícita em textos curtos, mas não conseguem compreender textos, tirar conclusões ou ler números na casa dos milhões.
Os testes do Inaf simulam atividades do dia a dia como interpretação de uma notícia de jornal, leitura de um anúncio de emprego ou cálculos de percentuais simples. “Essa avaliação é para mostrar justamente como está a nossa sociedade em termos do principal legado que a escola deixa: a capacidade de o sujeito transitar pela cultura escrita com autonomia”, explica a pesquisadora Vera Masagão, da ONG Ação Educativa.
Apesar de dominar minimamente a escrita, a leitura e a matemática, o analfabeto funcional tem limitações que dificultam atividades simples do cotidiano, além de prejudicar a sua inserção no mercado de trabalho e em outras esferas.
Foi a necessidade de “aprender a ler e escrever direito” que levou a empregada doméstica Marileia Ferreira, 34 anos, a retomar os estudos, depois de passar muitos anos afastada da sala de aula. Ela havia frequentado a escola quando era criança, no interior do Maranhão, e hoje está matriculada em uma turma de educação de jovens e adultos no Distrito Federal.
“Eu chegava a chorar de decepção. Eu estava na parada e não conseguia ler a placa do ônibus. Tinha muita vergonha, mas hoje melhorei e já leio bastante. Fico muito feliz por isso”, conta a moradora da cidade de Santa Maria, no Entorno de Brasília.
Para o presidente da Ação Educativa, Sérgio Haddad, o analfabetismo funcional é um fenômeno novo, que se deve, principalmente, à baixa qualidade do ensino público.
“Esse é um fenômeno recente porque antes não existia o direito à escola. Ou seja, antes as pessoas não passavam pela escola, agora elas passam, mas a qualidade é tão ruim que, na verdade, elas passam e não adquirem os conhecimentos necessários. Elas têm noções de leitura e escrita, mas não o suficiente para utilizar no seu cotidiano”, critica.
Na avaliação dele, é preciso encerrar o problema com a garantia de educação de qualidade para que as crianças e os jovens saiam da escola com domínio pleno da leitura e da escrita. “Precisamos melhorar bastante a qualidade da escola para que não se produzam mais analfabetos funcionais como a gente vem fazendo. A torneira continua vazando”, acredita.
Além da falta de qualidade do ensino, a pesquisadora Vera Masagão aponta o baixo número de anos de estudo da população como fator determinante para o analfabetismo funcional.
“A maioria das pessoas está saindo da escola sem completar sequer o ensino fundamental. Para o sujeito ser um usuário da leitura e da escrita, entender alguma coisa, não basta o beabá. Ele precisa se socializar nesse universo de cultura escrita e para isso é necessária uma escolarização mais alongada.”
Para a diretora executiva do Instituto Paulo Montenegro, alfabetizar as crianças atualmente é mais difícil do que há 20 anos. "O acesso [ao ensino] está garantindo, mas tem a questão da qualidade. Essas pessoas que estão entrando agora na escola são frutos de famílias que não tiveram essa oportunidade, por isso o desafio da escola é ainda maior. O déficit já vem da origem”, observa.
Ana Lúcia defende que a redução dos índices de analfabetismo funcional é essencial para “cuidar das próximas gerações”.

Amanda Cieglinski
Agência Brasil
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Além de reduzir o percentual de brasileiros que não sabem ler e escrever (10%), o país tem o desafio de combater o chamado analfabetismo funcional, que atinge 25% da população com mais de 15 anos, de acordo com a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Há diversos conceitos para classificar o analfabeto funcional. Para a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), é o indivíduo com menos de quatro anos de estudo completos.
O analfabeto funcional, em geral, lê e escreve frases simples, mas não é capaz de interpretar textos e colocar idéias no papel.
“De certa forma, eu avalio que é um problema maior do que o analfabetismo absoluto, porque este vem sendo reduzido. Mas o analfabetismo funcional só cresce”, avalia a diretora executiva do Instituto Paulo Montenegro (IPM), Ana Lúcia Lima.
O IPM, que é um braço do Ibope, criou em 2001 o Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), em parceria com a organização não governamental Ação Educativa. O índice mede os níveis de analfabetismo funcional na população entre 15 e 64 anos. Para isso, de dois em dois anos, são aplicados testes e questionários a cerca de 2 mil pessoas em todas as regiões do país.
O Inaf divide a população em quatro níveis, de acordo com suas habilidades em letramento e matemática: analfabetismo, alfabetismo rudimentar, alfabetismo básico e alfabetismo pleno. Segundo o Inaf de 2007, 7% dos brasileiros são analfabetos e 21% têm habilidades rudimentares, ou seja, são capazes de localizar uma informação explícita em textos curtos, mas não conseguem compreender textos, tirar conclusões ou ler números na casa dos milhões.
Os testes do Inaf simulam atividades do dia a dia como interpretação de uma notícia de jornal, leitura de um anúncio de emprego ou cálculos de percentuais simples. “Essa avaliação é para mostrar justamente como está a nossa sociedade em termos do principal legado que a escola deixa: a capacidade de o sujeito transitar pela cultura escrita com autonomia”, explica a pesquisadora Vera Masagão, da ONG Ação Educativa.
Apesar de dominar minimamente a escrita, a leitura e a matemática, o analfabeto funcional tem limitações que dificultam atividades simples do cotidiano, além de prejudicar a sua inserção no mercado de trabalho e em outras esferas.
Foi a necessidade de “aprender a ler e escrever direito” que levou a empregada doméstica Marileia Ferreira, 34 anos, a retomar os estudos, depois de passar muitos anos afastada da sala de aula. Ela havia frequentado a escola quando era criança, no interior do Maranhão, e hoje está matriculada em uma turma de educação de jovens e adultos no Distrito Federal.
“Eu chegava a chorar de decepção. Eu estava na parada e não conseguia ler a placa do ônibus. Tinha muita vergonha, mas hoje melhorei e já leio bastante. Fico muito feliz por isso”, conta a moradora da cidade de Santa Maria, no Entorno de Brasília.
Para o presidente da Ação Educativa, Sérgio Haddad, o analfabetismo funcional é um fenômeno novo, que se deve, principalmente, à baixa qualidade do ensino público.
“Esse é um fenômeno recente porque antes não existia o direito à escola. Ou seja, antes as pessoas não passavam pela escola, agora elas passam, mas a qualidade é tão ruim que, na verdade, elas passam e não adquirem os conhecimentos necessários. Elas têm noções de leitura e escrita, mas não o suficiente para utilizar no seu cotidiano”, critica.
Na avaliação dele, é preciso encerrar o problema com a garantia de educação de qualidade para que as crianças e os jovens saiam da escola com domínio pleno da leitura e da escrita. “Precisamos melhorar bastante a qualidade da escola para que não se produzam mais analfabetos funcionais como a gente vem fazendo. A torneira continua vazando”, acredita.
Além da falta de qualidade do ensino, a pesquisadora Vera Masagão aponta o baixo número de anos de estudo da população como fator determinante para o analfabetismo funcional.
“A maioria das pessoas está saindo da escola sem completar sequer o ensino fundamental. Para o sujeito ser um usuário da leitura e da escrita, entender alguma coisa, não basta o beabá. Ele precisa se socializar nesse universo de cultura escrita e para isso é necessária uma escolarização mais alongada.”
Para a diretora executiva do Instituto Paulo Montenegro, alfabetizar as crianças atualmente é mais difícil do que há 20 anos. "O acesso [ao ensino] está garantindo, mas tem a questão da qualidade. Essas pessoas que estão entrando agora na escola são frutos de famílias que não tiveram essa oportunidade, por isso o desafio da escola é ainda maior. O déficit já vem da origem”, observa.
Ana Lúcia defende que a redução dos índices de analfabetismo funcional é essencial para “cuidar das próximas gerações”.

Amanda Cieglinski
Agência Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 21:05  comentar


Além de reduzir o percentual de brasileiros que não sabem ler e escrever (10%), o país tem o desafio de combater o chamado analfabetismo funcional, que atinge 25% da população com mais de 15 anos, de acordo com a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Há diversos conceitos para classificar o analfabeto funcional. Para a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), é o indivíduo com menos de quatro anos de estudo completos.
O analfabeto funcional, em geral, lê e escreve frases simples, mas não é capaz de interpretar textos e colocar idéias no papel.
“De certa forma, eu avalio que é um problema maior do que o analfabetismo absoluto, porque este vem sendo reduzido. Mas o analfabetismo funcional só cresce”, avalia a diretora executiva do Instituto Paulo Montenegro (IPM), Ana Lúcia Lima.
O IPM, que é um braço do Ibope, criou em 2001 o Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), em parceria com a organização não governamental Ação Educativa. O índice mede os níveis de analfabetismo funcional na população entre 15 e 64 anos. Para isso, de dois em dois anos, são aplicados testes e questionários a cerca de 2 mil pessoas em todas as regiões do país.
O Inaf divide a população em quatro níveis, de acordo com suas habilidades em letramento e matemática: analfabetismo, alfabetismo rudimentar, alfabetismo básico e alfabetismo pleno. Segundo o Inaf de 2007, 7% dos brasileiros são analfabetos e 21% têm habilidades rudimentares, ou seja, são capazes de localizar uma informação explícita em textos curtos, mas não conseguem compreender textos, tirar conclusões ou ler números na casa dos milhões.
Os testes do Inaf simulam atividades do dia a dia como interpretação de uma notícia de jornal, leitura de um anúncio de emprego ou cálculos de percentuais simples. “Essa avaliação é para mostrar justamente como está a nossa sociedade em termos do principal legado que a escola deixa: a capacidade de o sujeito transitar pela cultura escrita com autonomia”, explica a pesquisadora Vera Masagão, da ONG Ação Educativa.
Apesar de dominar minimamente a escrita, a leitura e a matemática, o analfabeto funcional tem limitações que dificultam atividades simples do cotidiano, além de prejudicar a sua inserção no mercado de trabalho e em outras esferas.
Foi a necessidade de “aprender a ler e escrever direito” que levou a empregada doméstica Marileia Ferreira, 34 anos, a retomar os estudos, depois de passar muitos anos afastada da sala de aula. Ela havia frequentado a escola quando era criança, no interior do Maranhão, e hoje está matriculada em uma turma de educação de jovens e adultos no Distrito Federal.
“Eu chegava a chorar de decepção. Eu estava na parada e não conseguia ler a placa do ônibus. Tinha muita vergonha, mas hoje melhorei e já leio bastante. Fico muito feliz por isso”, conta a moradora da cidade de Santa Maria, no Entorno de Brasília.
Para o presidente da Ação Educativa, Sérgio Haddad, o analfabetismo funcional é um fenômeno novo, que se deve, principalmente, à baixa qualidade do ensino público.
“Esse é um fenômeno recente porque antes não existia o direito à escola. Ou seja, antes as pessoas não passavam pela escola, agora elas passam, mas a qualidade é tão ruim que, na verdade, elas passam e não adquirem os conhecimentos necessários. Elas têm noções de leitura e escrita, mas não o suficiente para utilizar no seu cotidiano”, critica.
Na avaliação dele, é preciso encerrar o problema com a garantia de educação de qualidade para que as crianças e os jovens saiam da escola com domínio pleno da leitura e da escrita. “Precisamos melhorar bastante a qualidade da escola para que não se produzam mais analfabetos funcionais como a gente vem fazendo. A torneira continua vazando”, acredita.
Além da falta de qualidade do ensino, a pesquisadora Vera Masagão aponta o baixo número de anos de estudo da população como fator determinante para o analfabetismo funcional.
“A maioria das pessoas está saindo da escola sem completar sequer o ensino fundamental. Para o sujeito ser um usuário da leitura e da escrita, entender alguma coisa, não basta o beabá. Ele precisa se socializar nesse universo de cultura escrita e para isso é necessária uma escolarização mais alongada.”
Para a diretora executiva do Instituto Paulo Montenegro, alfabetizar as crianças atualmente é mais difícil do que há 20 anos. "O acesso [ao ensino] está garantindo, mas tem a questão da qualidade. Essas pessoas que estão entrando agora na escola são frutos de famílias que não tiveram essa oportunidade, por isso o desafio da escola é ainda maior. O déficit já vem da origem”, observa.
Ana Lúcia defende que a redução dos índices de analfabetismo funcional é essencial para “cuidar das próximas gerações”.

Amanda Cieglinski
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Além de reduzir o percentual de brasileiros que não sabem ler e escrever (10%), o país tem o desafio de combater o chamado analfabetismo funcional, que atinge 25% da população com mais de 15 anos, de acordo com a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Há diversos conceitos para classificar o analfabeto funcional. Para a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), é o indivíduo com menos de quatro anos de estudo completos.
O analfabeto funcional, em geral, lê e escreve frases simples, mas não é capaz de interpretar textos e colocar idéias no papel.
“De certa forma, eu avalio que é um problema maior do que o analfabetismo absoluto, porque este vem sendo reduzido. Mas o analfabetismo funcional só cresce”, avalia a diretora executiva do Instituto Paulo Montenegro (IPM), Ana Lúcia Lima.
O IPM, que é um braço do Ibope, criou em 2001 o Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), em parceria com a organização não governamental Ação Educativa. O índice mede os níveis de analfabetismo funcional na população entre 15 e 64 anos. Para isso, de dois em dois anos, são aplicados testes e questionários a cerca de 2 mil pessoas em todas as regiões do país.
O Inaf divide a população em quatro níveis, de acordo com suas habilidades em letramento e matemática: analfabetismo, alfabetismo rudimentar, alfabetismo básico e alfabetismo pleno. Segundo o Inaf de 2007, 7% dos brasileiros são analfabetos e 21% têm habilidades rudimentares, ou seja, são capazes de localizar uma informação explícita em textos curtos, mas não conseguem compreender textos, tirar conclusões ou ler números na casa dos milhões.
Os testes do Inaf simulam atividades do dia a dia como interpretação de uma notícia de jornal, leitura de um anúncio de emprego ou cálculos de percentuais simples. “Essa avaliação é para mostrar justamente como está a nossa sociedade em termos do principal legado que a escola deixa: a capacidade de o sujeito transitar pela cultura escrita com autonomia”, explica a pesquisadora Vera Masagão, da ONG Ação Educativa.
Apesar de dominar minimamente a escrita, a leitura e a matemática, o analfabeto funcional tem limitações que dificultam atividades simples do cotidiano, além de prejudicar a sua inserção no mercado de trabalho e em outras esferas.
Foi a necessidade de “aprender a ler e escrever direito” que levou a empregada doméstica Marileia Ferreira, 34 anos, a retomar os estudos, depois de passar muitos anos afastada da sala de aula. Ela havia frequentado a escola quando era criança, no interior do Maranhão, e hoje está matriculada em uma turma de educação de jovens e adultos no Distrito Federal.
“Eu chegava a chorar de decepção. Eu estava na parada e não conseguia ler a placa do ônibus. Tinha muita vergonha, mas hoje melhorei e já leio bastante. Fico muito feliz por isso”, conta a moradora da cidade de Santa Maria, no Entorno de Brasília.
Para o presidente da Ação Educativa, Sérgio Haddad, o analfabetismo funcional é um fenômeno novo, que se deve, principalmente, à baixa qualidade do ensino público.
“Esse é um fenômeno recente porque antes não existia o direito à escola. Ou seja, antes as pessoas não passavam pela escola, agora elas passam, mas a qualidade é tão ruim que, na verdade, elas passam e não adquirem os conhecimentos necessários. Elas têm noções de leitura e escrita, mas não o suficiente para utilizar no seu cotidiano”, critica.
Na avaliação dele, é preciso encerrar o problema com a garantia de educação de qualidade para que as crianças e os jovens saiam da escola com domínio pleno da leitura e da escrita. “Precisamos melhorar bastante a qualidade da escola para que não se produzam mais analfabetos funcionais como a gente vem fazendo. A torneira continua vazando”, acredita.
Além da falta de qualidade do ensino, a pesquisadora Vera Masagão aponta o baixo número de anos de estudo da população como fator determinante para o analfabetismo funcional.
“A maioria das pessoas está saindo da escola sem completar sequer o ensino fundamental. Para o sujeito ser um usuário da leitura e da escrita, entender alguma coisa, não basta o beabá. Ele precisa se socializar nesse universo de cultura escrita e para isso é necessária uma escolarização mais alongada.”
Para a diretora executiva do Instituto Paulo Montenegro, alfabetizar as crianças atualmente é mais difícil do que há 20 anos. "O acesso [ao ensino] está garantindo, mas tem a questão da qualidade. Essas pessoas que estão entrando agora na escola são frutos de famílias que não tiveram essa oportunidade, por isso o desafio da escola é ainda maior. O déficit já vem da origem”, observa.
Ana Lúcia defende que a redução dos índices de analfabetismo funcional é essencial para “cuidar das próximas gerações”.

Amanda Cieglinski
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O vício dos pais gera um nível de desorganização familiar muito grande, levando meninos e meninas cada vez mais novos à dependência química

Crianças a partir de seis anos de idade já participam de grupos de recuperação no Centro de Prevenção e Tratamento de Toxicômacos de Vitória (CPTT). Segundo profissionais que lidam com esses pacientes no dia a dia, alguns deles experimentaram drogas como o crack e tornaram-se dependentes por conta do vício dos pais. O psicólogo do CPTT, Walter Molulo, explica que muitas dessas crianças estão num ambiente onde a droga, em especial o crack, gera um nível de desorganização familiar muito grande. “O crack tem faixas etárias de uso variadas, incluindo pais, mães que acabam introduzindo a criança que está nesse ambiente nesse tipo de vício", revela. As crianças e os adolescentes atendidos no CPTT raramente chegam espontaneamente ao Centro. É comum que sejam encaminhadas por determinação Judicial, pelo Conselho Tutelar, por meio dos serviços de Saúde, da escola e pelas equipes de abordagem de rua da Secretaria de Ação Social. Nos últimos 12 meses, 175 crianças e adolescentes passaram pelo acolhimento no CPTT. Neste ano, foram 55, sendo que, desses, dez tinham menos de 12 anos. O acolhimento é primeiro contato do paciente com o Centro, e a partir desse encontro definem-se as estratégias de trabalho. Meninas e meninos em situação de rua também são levados pela Secretaria de Ação Social para receber tratamento no CPTT. Por conta das dificuldades para manter essas crianças no tratamento, e pela necessidade de acompanhamento, as equipes de trabalho do Centro planejam mudar a forma de trabalho. A ideia é passar a atender garotos e garotas diretamente nos abrigos ou até mesmo na rua, a partir do mapeamento das áreas onde costumam ficar.

Fonte: Andi
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O vício dos pais gera um nível de desorganização familiar muito grande, levando meninos e meninas cada vez mais novos à dependência química

Crianças a partir de seis anos de idade já participam de grupos de recuperação no Centro de Prevenção e Tratamento de Toxicômacos de Vitória (CPTT). Segundo profissionais que lidam com esses pacientes no dia a dia, alguns deles experimentaram drogas como o crack e tornaram-se dependentes por conta do vício dos pais. O psicólogo do CPTT, Walter Molulo, explica que muitas dessas crianças estão num ambiente onde a droga, em especial o crack, gera um nível de desorganização familiar muito grande. “O crack tem faixas etárias de uso variadas, incluindo pais, mães que acabam introduzindo a criança que está nesse ambiente nesse tipo de vício", revela. As crianças e os adolescentes atendidos no CPTT raramente chegam espontaneamente ao Centro. É comum que sejam encaminhadas por determinação Judicial, pelo Conselho Tutelar, por meio dos serviços de Saúde, da escola e pelas equipes de abordagem de rua da Secretaria de Ação Social. Nos últimos 12 meses, 175 crianças e adolescentes passaram pelo acolhimento no CPTT. Neste ano, foram 55, sendo que, desses, dez tinham menos de 12 anos. O acolhimento é primeiro contato do paciente com o Centro, e a partir desse encontro definem-se as estratégias de trabalho. Meninas e meninos em situação de rua também são levados pela Secretaria de Ação Social para receber tratamento no CPTT. Por conta das dificuldades para manter essas crianças no tratamento, e pela necessidade de acompanhamento, as equipes de trabalho do Centro planejam mudar a forma de trabalho. A ideia é passar a atender garotos e garotas diretamente nos abrigos ou até mesmo na rua, a partir do mapeamento das áreas onde costumam ficar.

Fonte: Andi
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O vício dos pais gera um nível de desorganização familiar muito grande, levando meninos e meninas cada vez mais novos à dependência química

Crianças a partir de seis anos de idade já participam de grupos de recuperação no Centro de Prevenção e Tratamento de Toxicômacos de Vitória (CPTT). Segundo profissionais que lidam com esses pacientes no dia a dia, alguns deles experimentaram drogas como o crack e tornaram-se dependentes por conta do vício dos pais. O psicólogo do CPTT, Walter Molulo, explica que muitas dessas crianças estão num ambiente onde a droga, em especial o crack, gera um nível de desorganização familiar muito grande. “O crack tem faixas etárias de uso variadas, incluindo pais, mães que acabam introduzindo a criança que está nesse ambiente nesse tipo de vício", revela. As crianças e os adolescentes atendidos no CPTT raramente chegam espontaneamente ao Centro. É comum que sejam encaminhadas por determinação Judicial, pelo Conselho Tutelar, por meio dos serviços de Saúde, da escola e pelas equipes de abordagem de rua da Secretaria de Ação Social. Nos últimos 12 meses, 175 crianças e adolescentes passaram pelo acolhimento no CPTT. Neste ano, foram 55, sendo que, desses, dez tinham menos de 12 anos. O acolhimento é primeiro contato do paciente com o Centro, e a partir desse encontro definem-se as estratégias de trabalho. Meninas e meninos em situação de rua também são levados pela Secretaria de Ação Social para receber tratamento no CPTT. Por conta das dificuldades para manter essas crianças no tratamento, e pela necessidade de acompanhamento, as equipes de trabalho do Centro planejam mudar a forma de trabalho. A ideia é passar a atender garotos e garotas diretamente nos abrigos ou até mesmo na rua, a partir do mapeamento das áreas onde costumam ficar.

Fonte: Andi
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O vício dos pais gera um nível de desorganização familiar muito grande, levando meninos e meninas cada vez mais novos à dependência química

Crianças a partir de seis anos de idade já participam de grupos de recuperação no Centro de Prevenção e Tratamento de Toxicômacos de Vitória (CPTT). Segundo profissionais que lidam com esses pacientes no dia a dia, alguns deles experimentaram drogas como o crack e tornaram-se dependentes por conta do vício dos pais. O psicólogo do CPTT, Walter Molulo, explica que muitas dessas crianças estão num ambiente onde a droga, em especial o crack, gera um nível de desorganização familiar muito grande. “O crack tem faixas etárias de uso variadas, incluindo pais, mães que acabam introduzindo a criança que está nesse ambiente nesse tipo de vício", revela. As crianças e os adolescentes atendidos no CPTT raramente chegam espontaneamente ao Centro. É comum que sejam encaminhadas por determinação Judicial, pelo Conselho Tutelar, por meio dos serviços de Saúde, da escola e pelas equipes de abordagem de rua da Secretaria de Ação Social. Nos últimos 12 meses, 175 crianças e adolescentes passaram pelo acolhimento no CPTT. Neste ano, foram 55, sendo que, desses, dez tinham menos de 12 anos. O acolhimento é primeiro contato do paciente com o Centro, e a partir desse encontro definem-se as estratégias de trabalho. Meninas e meninos em situação de rua também são levados pela Secretaria de Ação Social para receber tratamento no CPTT. Por conta das dificuldades para manter essas crianças no tratamento, e pela necessidade de acompanhamento, as equipes de trabalho do Centro planejam mudar a forma de trabalho. A ideia é passar a atender garotos e garotas diretamente nos abrigos ou até mesmo na rua, a partir do mapeamento das áreas onde costumam ficar.

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O vício dos pais gera um nível de desorganização familiar muito grande, levando meninos e meninas cada vez mais novos à dependência química

Crianças a partir de seis anos de idade já participam de grupos de recuperação no Centro de Prevenção e Tratamento de Toxicômacos de Vitória (CPTT). Segundo profissionais que lidam com esses pacientes no dia a dia, alguns deles experimentaram drogas como o crack e tornaram-se dependentes por conta do vício dos pais. O psicólogo do CPTT, Walter Molulo, explica que muitas dessas crianças estão num ambiente onde a droga, em especial o crack, gera um nível de desorganização familiar muito grande. “O crack tem faixas etárias de uso variadas, incluindo pais, mães que acabam introduzindo a criança que está nesse ambiente nesse tipo de vício", revela. As crianças e os adolescentes atendidos no CPTT raramente chegam espontaneamente ao Centro. É comum que sejam encaminhadas por determinação Judicial, pelo Conselho Tutelar, por meio dos serviços de Saúde, da escola e pelas equipes de abordagem de rua da Secretaria de Ação Social. Nos últimos 12 meses, 175 crianças e adolescentes passaram pelo acolhimento no CPTT. Neste ano, foram 55, sendo que, desses, dez tinham menos de 12 anos. O acolhimento é primeiro contato do paciente com o Centro, e a partir desse encontro definem-se as estratégias de trabalho. Meninas e meninos em situação de rua também são levados pela Secretaria de Ação Social para receber tratamento no CPTT. Por conta das dificuldades para manter essas crianças no tratamento, e pela necessidade de acompanhamento, as equipes de trabalho do Centro planejam mudar a forma de trabalho. A ideia é passar a atender garotos e garotas diretamente nos abrigos ou até mesmo na rua, a partir do mapeamento das áreas onde costumam ficar.

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A gravidez é uma das fases mais aguardadas na vida da maioria das mulheres, mas também é um período de mudanças complexas no corpo, na mente e nos hábitos da futura mamãe, exigindo cuidados dobrados

Muita gente não sabe, mas durante o período de gestação os cuidados com a higiene oral são fundamentais e a visita ao dentista se torna essencial para um bom desenvolvimento do bebê.
Problemas originados na boca podem ter conseqüências sérias. "Uma infecção que tem início na boca pode se espalhar para o resto do corpo e prejudicar o bebê. Além disso, estudos comprovam que as gestantes com algum problema na gengiva têm maior propensão a dar à luz a bebês prematuros e abaixo do peso normal”, revela Dr. Anderson Bernal, especialista em dentística e prevenção oral.
Segundo ele, as alterações nos hormônios, no organismo e até nos hábitos alimentares, deixam as grávidas mais propícias a problemas de cáries, ao aumento da placa bacteriana, principal causa da gengivite, entre outros. Os vômitos freqüentes durante os primeiros meses da gestação, também podem ser prejudiciais, pois desequilibram o meio bucal, podendo causar descalcificação na estrutura dental (perda de cálcio).
"Manter os dentes sempre limpos, principalmente na área em que a gengiva e os dentes se encontram reduz significativamente ou até evitam a gengivite durante a gravidez. Além disso, substituir os doces por alimentos integrais tais como queijo, verduras e frutas frescas podem ajudar a prevenir as cáries”, explica Dr. Anderson.
O dentista garante que o ideal para uma gravidez saudável é procurar um dentista antes de engravidar e resolver problemas bucais, uma vez que tratamentos dentários não são aconselháveis durante os três primeiros e três últimos meses de gestação, afinal, em muitos casos, a anestesia deve ser evitada.
"O atendimento durante a gravidez envolve procedimentos como aplicação de flúor (profilaxia), de acordo com as necessidades da futura mamãe, remoção de irritações locais que possam agredir a gengiva, e até o aconselhamento preventivo para a saúde bucal da mãe e do bebê” Finaliza Dr. Anderson Bernal.
O dentista aproveita para dar dicas para as futuras mamães manterem uma boa saúde bucal durante a gravidez:

- Evitar comer fora de hora;
- Evitar o consumo excessivo de doces. Se for impossível, procurar ingeri-los somente logo após as refeições;
- Escovar religiosamente os dentes e passar fio dental após as refeições e fazer bochechos com anti-séptico bucal sem álcool;
- Sempre escovar os dentes após enjôos e vômitos, evitando as cáries e complicações como pulpites (inflamações na polpa do dente);
- Visitar seu dentista regularmente durante a gravidez. Ele poderá orientá-la melhor quanto a algumas medidas preventivas como o uso de flúor.

Redação
eAgora.com.br
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A gravidez é uma das fases mais aguardadas na vida da maioria das mulheres, mas também é um período de mudanças complexas no corpo, na mente e nos hábitos da futura mamãe, exigindo cuidados dobrados

Muita gente não sabe, mas durante o período de gestação os cuidados com a higiene oral são fundamentais e a visita ao dentista se torna essencial para um bom desenvolvimento do bebê.
Problemas originados na boca podem ter conseqüências sérias. "Uma infecção que tem início na boca pode se espalhar para o resto do corpo e prejudicar o bebê. Além disso, estudos comprovam que as gestantes com algum problema na gengiva têm maior propensão a dar à luz a bebês prematuros e abaixo do peso normal”, revela Dr. Anderson Bernal, especialista em dentística e prevenção oral.
Segundo ele, as alterações nos hormônios, no organismo e até nos hábitos alimentares, deixam as grávidas mais propícias a problemas de cáries, ao aumento da placa bacteriana, principal causa da gengivite, entre outros. Os vômitos freqüentes durante os primeiros meses da gestação, também podem ser prejudiciais, pois desequilibram o meio bucal, podendo causar descalcificação na estrutura dental (perda de cálcio).
"Manter os dentes sempre limpos, principalmente na área em que a gengiva e os dentes se encontram reduz significativamente ou até evitam a gengivite durante a gravidez. Além disso, substituir os doces por alimentos integrais tais como queijo, verduras e frutas frescas podem ajudar a prevenir as cáries”, explica Dr. Anderson.
O dentista garante que o ideal para uma gravidez saudável é procurar um dentista antes de engravidar e resolver problemas bucais, uma vez que tratamentos dentários não são aconselháveis durante os três primeiros e três últimos meses de gestação, afinal, em muitos casos, a anestesia deve ser evitada.
"O atendimento durante a gravidez envolve procedimentos como aplicação de flúor (profilaxia), de acordo com as necessidades da futura mamãe, remoção de irritações locais que possam agredir a gengiva, e até o aconselhamento preventivo para a saúde bucal da mãe e do bebê” Finaliza Dr. Anderson Bernal.
O dentista aproveita para dar dicas para as futuras mamães manterem uma boa saúde bucal durante a gravidez:

- Evitar comer fora de hora;
- Evitar o consumo excessivo de doces. Se for impossível, procurar ingeri-los somente logo após as refeições;
- Escovar religiosamente os dentes e passar fio dental após as refeições e fazer bochechos com anti-séptico bucal sem álcool;
- Sempre escovar os dentes após enjôos e vômitos, evitando as cáries e complicações como pulpites (inflamações na polpa do dente);
- Visitar seu dentista regularmente durante a gravidez. Ele poderá orientá-la melhor quanto a algumas medidas preventivas como o uso de flúor.

Redação
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A gravidez é uma das fases mais aguardadas na vida da maioria das mulheres, mas também é um período de mudanças complexas no corpo, na mente e nos hábitos da futura mamãe, exigindo cuidados dobrados

Muita gente não sabe, mas durante o período de gestação os cuidados com a higiene oral são fundamentais e a visita ao dentista se torna essencial para um bom desenvolvimento do bebê.
Problemas originados na boca podem ter conseqüências sérias. "Uma infecção que tem início na boca pode se espalhar para o resto do corpo e prejudicar o bebê. Além disso, estudos comprovam que as gestantes com algum problema na gengiva têm maior propensão a dar à luz a bebês prematuros e abaixo do peso normal”, revela Dr. Anderson Bernal, especialista em dentística e prevenção oral.
Segundo ele, as alterações nos hormônios, no organismo e até nos hábitos alimentares, deixam as grávidas mais propícias a problemas de cáries, ao aumento da placa bacteriana, principal causa da gengivite, entre outros. Os vômitos freqüentes durante os primeiros meses da gestação, também podem ser prejudiciais, pois desequilibram o meio bucal, podendo causar descalcificação na estrutura dental (perda de cálcio).
"Manter os dentes sempre limpos, principalmente na área em que a gengiva e os dentes se encontram reduz significativamente ou até evitam a gengivite durante a gravidez. Além disso, substituir os doces por alimentos integrais tais como queijo, verduras e frutas frescas podem ajudar a prevenir as cáries”, explica Dr. Anderson.
O dentista garante que o ideal para uma gravidez saudável é procurar um dentista antes de engravidar e resolver problemas bucais, uma vez que tratamentos dentários não são aconselháveis durante os três primeiros e três últimos meses de gestação, afinal, em muitos casos, a anestesia deve ser evitada.
"O atendimento durante a gravidez envolve procedimentos como aplicação de flúor (profilaxia), de acordo com as necessidades da futura mamãe, remoção de irritações locais que possam agredir a gengiva, e até o aconselhamento preventivo para a saúde bucal da mãe e do bebê” Finaliza Dr. Anderson Bernal.
O dentista aproveita para dar dicas para as futuras mamães manterem uma boa saúde bucal durante a gravidez:

- Evitar comer fora de hora;
- Evitar o consumo excessivo de doces. Se for impossível, procurar ingeri-los somente logo após as refeições;
- Escovar religiosamente os dentes e passar fio dental após as refeições e fazer bochechos com anti-séptico bucal sem álcool;
- Sempre escovar os dentes após enjôos e vômitos, evitando as cáries e complicações como pulpites (inflamações na polpa do dente);
- Visitar seu dentista regularmente durante a gravidez. Ele poderá orientá-la melhor quanto a algumas medidas preventivas como o uso de flúor.

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A gravidez é uma das fases mais aguardadas na vida da maioria das mulheres, mas também é um período de mudanças complexas no corpo, na mente e nos hábitos da futura mamãe, exigindo cuidados dobrados

Muita gente não sabe, mas durante o período de gestação os cuidados com a higiene oral são fundamentais e a visita ao dentista se torna essencial para um bom desenvolvimento do bebê.
Problemas originados na boca podem ter conseqüências sérias. "Uma infecção que tem início na boca pode se espalhar para o resto do corpo e prejudicar o bebê. Além disso, estudos comprovam que as gestantes com algum problema na gengiva têm maior propensão a dar à luz a bebês prematuros e abaixo do peso normal”, revela Dr. Anderson Bernal, especialista em dentística e prevenção oral.
Segundo ele, as alterações nos hormônios, no organismo e até nos hábitos alimentares, deixam as grávidas mais propícias a problemas de cáries, ao aumento da placa bacteriana, principal causa da gengivite, entre outros. Os vômitos freqüentes durante os primeiros meses da gestação, também podem ser prejudiciais, pois desequilibram o meio bucal, podendo causar descalcificação na estrutura dental (perda de cálcio).
"Manter os dentes sempre limpos, principalmente na área em que a gengiva e os dentes se encontram reduz significativamente ou até evitam a gengivite durante a gravidez. Além disso, substituir os doces por alimentos integrais tais como queijo, verduras e frutas frescas podem ajudar a prevenir as cáries”, explica Dr. Anderson.
O dentista garante que o ideal para uma gravidez saudável é procurar um dentista antes de engravidar e resolver problemas bucais, uma vez que tratamentos dentários não são aconselháveis durante os três primeiros e três últimos meses de gestação, afinal, em muitos casos, a anestesia deve ser evitada.
"O atendimento durante a gravidez envolve procedimentos como aplicação de flúor (profilaxia), de acordo com as necessidades da futura mamãe, remoção de irritações locais que possam agredir a gengiva, e até o aconselhamento preventivo para a saúde bucal da mãe e do bebê” Finaliza Dr. Anderson Bernal.
O dentista aproveita para dar dicas para as futuras mamães manterem uma boa saúde bucal durante a gravidez:

- Evitar comer fora de hora;
- Evitar o consumo excessivo de doces. Se for impossível, procurar ingeri-los somente logo após as refeições;
- Escovar religiosamente os dentes e passar fio dental após as refeições e fazer bochechos com anti-séptico bucal sem álcool;
- Sempre escovar os dentes após enjôos e vômitos, evitando as cáries e complicações como pulpites (inflamações na polpa do dente);
- Visitar seu dentista regularmente durante a gravidez. Ele poderá orientá-la melhor quanto a algumas medidas preventivas como o uso de flúor.

Redação
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A gravidez é uma das fases mais aguardadas na vida da maioria das mulheres, mas também é um período de mudanças complexas no corpo, na mente e nos hábitos da futura mamãe, exigindo cuidados dobrados

Muita gente não sabe, mas durante o período de gestação os cuidados com a higiene oral são fundamentais e a visita ao dentista se torna essencial para um bom desenvolvimento do bebê.
Problemas originados na boca podem ter conseqüências sérias. "Uma infecção que tem início na boca pode se espalhar para o resto do corpo e prejudicar o bebê. Além disso, estudos comprovam que as gestantes com algum problema na gengiva têm maior propensão a dar à luz a bebês prematuros e abaixo do peso normal”, revela Dr. Anderson Bernal, especialista em dentística e prevenção oral.
Segundo ele, as alterações nos hormônios, no organismo e até nos hábitos alimentares, deixam as grávidas mais propícias a problemas de cáries, ao aumento da placa bacteriana, principal causa da gengivite, entre outros. Os vômitos freqüentes durante os primeiros meses da gestação, também podem ser prejudiciais, pois desequilibram o meio bucal, podendo causar descalcificação na estrutura dental (perda de cálcio).
"Manter os dentes sempre limpos, principalmente na área em que a gengiva e os dentes se encontram reduz significativamente ou até evitam a gengivite durante a gravidez. Além disso, substituir os doces por alimentos integrais tais como queijo, verduras e frutas frescas podem ajudar a prevenir as cáries”, explica Dr. Anderson.
O dentista garante que o ideal para uma gravidez saudável é procurar um dentista antes de engravidar e resolver problemas bucais, uma vez que tratamentos dentários não são aconselháveis durante os três primeiros e três últimos meses de gestação, afinal, em muitos casos, a anestesia deve ser evitada.
"O atendimento durante a gravidez envolve procedimentos como aplicação de flúor (profilaxia), de acordo com as necessidades da futura mamãe, remoção de irritações locais que possam agredir a gengiva, e até o aconselhamento preventivo para a saúde bucal da mãe e do bebê” Finaliza Dr. Anderson Bernal.
O dentista aproveita para dar dicas para as futuras mamães manterem uma boa saúde bucal durante a gravidez:

- Evitar comer fora de hora;
- Evitar o consumo excessivo de doces. Se for impossível, procurar ingeri-los somente logo após as refeições;
- Escovar religiosamente os dentes e passar fio dental após as refeições e fazer bochechos com anti-séptico bucal sem álcool;
- Sempre escovar os dentes após enjôos e vômitos, evitando as cáries e complicações como pulpites (inflamações na polpa do dente);
- Visitar seu dentista regularmente durante a gravidez. Ele poderá orientá-la melhor quanto a algumas medidas preventivas como o uso de flúor.

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Justiça autoriza anulação de casamento para esposa de pedófilo

O Tribunal de Justiça do Rio concedeu o direito de anulação de casamento para uma mulher que descobriu, após cerca de um mês de matrimônio, que o marido era pedófilo. A esposa flagrou o marido abusando sexualmente de uma menina de 4 anos, vizinha do casal. O marido dela foi preso pelo crime.
A sentença foi publicada no site do TJ na última segunda-feira (11). A mãe da criança, vítima do abuso, afirmou na ação que a o pedófilo tinha o hábito de brincar com a sua filha e que, inclusive, a menina sofre com a prisão do criminoso.
A relatora do processo, desembargadora Teresa de Andrade Castro Neves, disse que "os pedófilos, como doentes que são, necessitam de cuidados porque creem que estão fazendo bem para as crianças".

Fonte: G1
Foto: Paulo César
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Justiça autoriza anulação de casamento para esposa de pedófilo

O Tribunal de Justiça do Rio concedeu o direito de anulação de casamento para uma mulher que descobriu, após cerca de um mês de matrimônio, que o marido era pedófilo. A esposa flagrou o marido abusando sexualmente de uma menina de 4 anos, vizinha do casal. O marido dela foi preso pelo crime.
A sentença foi publicada no site do TJ na última segunda-feira (11). A mãe da criança, vítima do abuso, afirmou na ação que a o pedófilo tinha o hábito de brincar com a sua filha e que, inclusive, a menina sofre com a prisão do criminoso.
A relatora do processo, desembargadora Teresa de Andrade Castro Neves, disse que "os pedófilos, como doentes que são, necessitam de cuidados porque creem que estão fazendo bem para as crianças".

Fonte: G1
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Justiça autoriza anulação de casamento para esposa de pedófilo

O Tribunal de Justiça do Rio concedeu o direito de anulação de casamento para uma mulher que descobriu, após cerca de um mês de matrimônio, que o marido era pedófilo. A esposa flagrou o marido abusando sexualmente de uma menina de 4 anos, vizinha do casal. O marido dela foi preso pelo crime.
A sentença foi publicada no site do TJ na última segunda-feira (11). A mãe da criança, vítima do abuso, afirmou na ação que a o pedófilo tinha o hábito de brincar com a sua filha e que, inclusive, a menina sofre com a prisão do criminoso.
A relatora do processo, desembargadora Teresa de Andrade Castro Neves, disse que "os pedófilos, como doentes que são, necessitam de cuidados porque creem que estão fazendo bem para as crianças".

Fonte: G1
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Justiça autoriza anulação de casamento para esposa de pedófilo

O Tribunal de Justiça do Rio concedeu o direito de anulação de casamento para uma mulher que descobriu, após cerca de um mês de matrimônio, que o marido era pedófilo. A esposa flagrou o marido abusando sexualmente de uma menina de 4 anos, vizinha do casal. O marido dela foi preso pelo crime.
A sentença foi publicada no site do TJ na última segunda-feira (11). A mãe da criança, vítima do abuso, afirmou na ação que a o pedófilo tinha o hábito de brincar com a sua filha e que, inclusive, a menina sofre com a prisão do criminoso.
A relatora do processo, desembargadora Teresa de Andrade Castro Neves, disse que "os pedófilos, como doentes que são, necessitam de cuidados porque creem que estão fazendo bem para as crianças".

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Justiça autoriza anulação de casamento para esposa de pedófilo

O Tribunal de Justiça do Rio concedeu o direito de anulação de casamento para uma mulher que descobriu, após cerca de um mês de matrimônio, que o marido era pedófilo. A esposa flagrou o marido abusando sexualmente de uma menina de 4 anos, vizinha do casal. O marido dela foi preso pelo crime.
A sentença foi publicada no site do TJ na última segunda-feira (11). A mãe da criança, vítima do abuso, afirmou na ação que a o pedófilo tinha o hábito de brincar com a sua filha e que, inclusive, a menina sofre com a prisão do criminoso.
A relatora do processo, desembargadora Teresa de Andrade Castro Neves, disse que "os pedófilos, como doentes que são, necessitam de cuidados porque creem que estão fazendo bem para as crianças".

Fonte: G1
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Chances são de 1 em 150 mil, diz entidade que ajuda pais de gêmeos.Mãe confessa que ainda confunde Alfie, Zak e Sebastian.

A britânica Emma Spooner, de 38 anos, deu à luz trigêmeos idênticos em 8 de abril no Hospital Universitário Norfolk e Norwich, no Reino Unido. Alfie, Sebastian e Zak nasceram de cesariana planejada.
O nascimento de trigêmeos idênticos ocorre quando um óvulo fertilizado reparte-se, formando três embriões separados.
A Multiple Births Foundation, entidade londrina que se propõe a ajudar os pais de gêmeos, calcula que a chance de nascimento de trigêmeos idênticos é de uma a pelo menos cada 150 mil casos. "É maravilhoso. Faz a gente se sentir especial", disse Emma ao jornal britânico "Daily Telegraph". Segundo ela, a família tem um histórico de gêmeos, mas esse foi o primeiro caso de trigêmeos. Ela admitiu ao jornal que ainda tem dificuldades em distinguir os bebês e que os está vestindo com cores diferentes para não se confundir.


Portal G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 20:17  comentar

Chances são de 1 em 150 mil, diz entidade que ajuda pais de gêmeos.Mãe confessa que ainda confunde Alfie, Zak e Sebastian.

A britânica Emma Spooner, de 38 anos, deu à luz trigêmeos idênticos em 8 de abril no Hospital Universitário Norfolk e Norwich, no Reino Unido. Alfie, Sebastian e Zak nasceram de cesariana planejada.
O nascimento de trigêmeos idênticos ocorre quando um óvulo fertilizado reparte-se, formando três embriões separados.
A Multiple Births Foundation, entidade londrina que se propõe a ajudar os pais de gêmeos, calcula que a chance de nascimento de trigêmeos idênticos é de uma a pelo menos cada 150 mil casos. "É maravilhoso. Faz a gente se sentir especial", disse Emma ao jornal britânico "Daily Telegraph". Segundo ela, a família tem um histórico de gêmeos, mas esse foi o primeiro caso de trigêmeos. Ela admitiu ao jornal que ainda tem dificuldades em distinguir os bebês e que os está vestindo com cores diferentes para não se confundir.


Portal G1
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Chances são de 1 em 150 mil, diz entidade que ajuda pais de gêmeos.Mãe confessa que ainda confunde Alfie, Zak e Sebastian.

A britânica Emma Spooner, de 38 anos, deu à luz trigêmeos idênticos em 8 de abril no Hospital Universitário Norfolk e Norwich, no Reino Unido. Alfie, Sebastian e Zak nasceram de cesariana planejada.
O nascimento de trigêmeos idênticos ocorre quando um óvulo fertilizado reparte-se, formando três embriões separados.
A Multiple Births Foundation, entidade londrina que se propõe a ajudar os pais de gêmeos, calcula que a chance de nascimento de trigêmeos idênticos é de uma a pelo menos cada 150 mil casos. "É maravilhoso. Faz a gente se sentir especial", disse Emma ao jornal britânico "Daily Telegraph". Segundo ela, a família tem um histórico de gêmeos, mas esse foi o primeiro caso de trigêmeos. Ela admitiu ao jornal que ainda tem dificuldades em distinguir os bebês e que os está vestindo com cores diferentes para não se confundir.


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A britânica Emma Spooner, de 38 anos, deu à luz trigêmeos idênticos em 8 de abril no Hospital Universitário Norfolk e Norwich, no Reino Unido. Alfie, Sebastian e Zak nasceram de cesariana planejada.
O nascimento de trigêmeos idênticos ocorre quando um óvulo fertilizado reparte-se, formando três embriões separados.
A Multiple Births Foundation, entidade londrina que se propõe a ajudar os pais de gêmeos, calcula que a chance de nascimento de trigêmeos idênticos é de uma a pelo menos cada 150 mil casos. "É maravilhoso. Faz a gente se sentir especial", disse Emma ao jornal britânico "Daily Telegraph". Segundo ela, a família tem um histórico de gêmeos, mas esse foi o primeiro caso de trigêmeos. Ela admitiu ao jornal que ainda tem dificuldades em distinguir os bebês e que os está vestindo com cores diferentes para não se confundir.


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Chances são de 1 em 150 mil, diz entidade que ajuda pais de gêmeos.Mãe confessa que ainda confunde Alfie, Zak e Sebastian.

A britânica Emma Spooner, de 38 anos, deu à luz trigêmeos idênticos em 8 de abril no Hospital Universitário Norfolk e Norwich, no Reino Unido. Alfie, Sebastian e Zak nasceram de cesariana planejada.
O nascimento de trigêmeos idênticos ocorre quando um óvulo fertilizado reparte-se, formando três embriões separados.
A Multiple Births Foundation, entidade londrina que se propõe a ajudar os pais de gêmeos, calcula que a chance de nascimento de trigêmeos idênticos é de uma a pelo menos cada 150 mil casos. "É maravilhoso. Faz a gente se sentir especial", disse Emma ao jornal britânico "Daily Telegraph". Segundo ela, a família tem um histórico de gêmeos, mas esse foi o primeiro caso de trigêmeos. Ela admitiu ao jornal que ainda tem dificuldades em distinguir os bebês e que os está vestindo com cores diferentes para não se confundir.


Portal G1
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RIO - O reverendo Alberto Cutié, o padre católico romano e celebridade de televisão nos EUA que foi flagrado por tablóides beijando uma mulher , disse que estava dividido entre dois amores: a igreja e sua namorada.
Em entrevista na segunda-feira à CBS, padre Cutié disse estar num relacionamento há dois anos com a mulher, identificada nas reportagens como Ruhama Buni Canellis, de 35 anos, uma mãe divorciada moradora de Miami Beach.
- Acho que quando você ama alguém, você não diz simplesmente adeus - disse Cutié.
Por causa do episódio na areia, Cutié foi dispensado de suas atividades na paróquia de St. Francis De Sales, em Miami, e nas emissoras Radio Paz e Radio Peace. O padre pediu desculpas em uma mensagem no site, dizendo querer pedir perdão caso suas ações tenham causado dor e tristeza, e assegurou que o seu serviço e a sua dedicação a Deus permanecem intactos.
A situação de Cutié inspirou debate entre a população local, de maioria latina, onde grandes igrejas e clubes de striptease disputam atenção. Segundo o "New York Times", uma pesquisa realizada na semana passada apontou que 74% dos católicos do condado de Miami-Dade são contra a política da Igreja de proibir religiosas de ter relações sexuais, com uma margem de erro de cinco pontos percentuais para mais ou para menos.
Mas o próprio Cutié não tem tanta certeza do que fazer. Ele se revela hesitante sobre a ideia de abandonar uma política iniciada na Idade Média. Na entrevista à CBS, o padre disse ser a favor da possibilidade escolha entre o celibato e o casamento, mas também disse achar o voto um "bom comprometimento com Deus".
Durante a entrevista ele pediu desculpas novamente, dizendo que esse foi o primeiro e único relacionamento que teve enquanto padre e que sabia que não havia agido corretamente.
- Fui motivado por amor por alguém, por um coisa boa, um saudável e bom desejo no meu coração. Ao mesmo tempo, eu preciso tomar decisões. E não deveria estar fazendo-as em público, mas foi exatamente isso que aconteceu.


O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 19:59  comentar

RIO - O reverendo Alberto Cutié, o padre católico romano e celebridade de televisão nos EUA que foi flagrado por tablóides beijando uma mulher , disse que estava dividido entre dois amores: a igreja e sua namorada.
Em entrevista na segunda-feira à CBS, padre Cutié disse estar num relacionamento há dois anos com a mulher, identificada nas reportagens como Ruhama Buni Canellis, de 35 anos, uma mãe divorciada moradora de Miami Beach.
- Acho que quando você ama alguém, você não diz simplesmente adeus - disse Cutié.
Por causa do episódio na areia, Cutié foi dispensado de suas atividades na paróquia de St. Francis De Sales, em Miami, e nas emissoras Radio Paz e Radio Peace. O padre pediu desculpas em uma mensagem no site, dizendo querer pedir perdão caso suas ações tenham causado dor e tristeza, e assegurou que o seu serviço e a sua dedicação a Deus permanecem intactos.
A situação de Cutié inspirou debate entre a população local, de maioria latina, onde grandes igrejas e clubes de striptease disputam atenção. Segundo o "New York Times", uma pesquisa realizada na semana passada apontou que 74% dos católicos do condado de Miami-Dade são contra a política da Igreja de proibir religiosas de ter relações sexuais, com uma margem de erro de cinco pontos percentuais para mais ou para menos.
Mas o próprio Cutié não tem tanta certeza do que fazer. Ele se revela hesitante sobre a ideia de abandonar uma política iniciada na Idade Média. Na entrevista à CBS, o padre disse ser a favor da possibilidade escolha entre o celibato e o casamento, mas também disse achar o voto um "bom comprometimento com Deus".
Durante a entrevista ele pediu desculpas novamente, dizendo que esse foi o primeiro e único relacionamento que teve enquanto padre e que sabia que não havia agido corretamente.
- Fui motivado por amor por alguém, por um coisa boa, um saudável e bom desejo no meu coração. Ao mesmo tempo, eu preciso tomar decisões. E não deveria estar fazendo-as em público, mas foi exatamente isso que aconteceu.


O Globo On Line
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RIO - O reverendo Alberto Cutié, o padre católico romano e celebridade de televisão nos EUA que foi flagrado por tablóides beijando uma mulher , disse que estava dividido entre dois amores: a igreja e sua namorada.
Em entrevista na segunda-feira à CBS, padre Cutié disse estar num relacionamento há dois anos com a mulher, identificada nas reportagens como Ruhama Buni Canellis, de 35 anos, uma mãe divorciada moradora de Miami Beach.
- Acho que quando você ama alguém, você não diz simplesmente adeus - disse Cutié.
Por causa do episódio na areia, Cutié foi dispensado de suas atividades na paróquia de St. Francis De Sales, em Miami, e nas emissoras Radio Paz e Radio Peace. O padre pediu desculpas em uma mensagem no site, dizendo querer pedir perdão caso suas ações tenham causado dor e tristeza, e assegurou que o seu serviço e a sua dedicação a Deus permanecem intactos.
A situação de Cutié inspirou debate entre a população local, de maioria latina, onde grandes igrejas e clubes de striptease disputam atenção. Segundo o "New York Times", uma pesquisa realizada na semana passada apontou que 74% dos católicos do condado de Miami-Dade são contra a política da Igreja de proibir religiosas de ter relações sexuais, com uma margem de erro de cinco pontos percentuais para mais ou para menos.
Mas o próprio Cutié não tem tanta certeza do que fazer. Ele se revela hesitante sobre a ideia de abandonar uma política iniciada na Idade Média. Na entrevista à CBS, o padre disse ser a favor da possibilidade escolha entre o celibato e o casamento, mas também disse achar o voto um "bom comprometimento com Deus".
Durante a entrevista ele pediu desculpas novamente, dizendo que esse foi o primeiro e único relacionamento que teve enquanto padre e que sabia que não havia agido corretamente.
- Fui motivado por amor por alguém, por um coisa boa, um saudável e bom desejo no meu coração. Ao mesmo tempo, eu preciso tomar decisões. E não deveria estar fazendo-as em público, mas foi exatamente isso que aconteceu.


O Globo On Line
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RIO - O reverendo Alberto Cutié, o padre católico romano e celebridade de televisão nos EUA que foi flagrado por tablóides beijando uma mulher , disse que estava dividido entre dois amores: a igreja e sua namorada.
Em entrevista na segunda-feira à CBS, padre Cutié disse estar num relacionamento há dois anos com a mulher, identificada nas reportagens como Ruhama Buni Canellis, de 35 anos, uma mãe divorciada moradora de Miami Beach.
- Acho que quando você ama alguém, você não diz simplesmente adeus - disse Cutié.
Por causa do episódio na areia, Cutié foi dispensado de suas atividades na paróquia de St. Francis De Sales, em Miami, e nas emissoras Radio Paz e Radio Peace. O padre pediu desculpas em uma mensagem no site, dizendo querer pedir perdão caso suas ações tenham causado dor e tristeza, e assegurou que o seu serviço e a sua dedicação a Deus permanecem intactos.
A situação de Cutié inspirou debate entre a população local, de maioria latina, onde grandes igrejas e clubes de striptease disputam atenção. Segundo o "New York Times", uma pesquisa realizada na semana passada apontou que 74% dos católicos do condado de Miami-Dade são contra a política da Igreja de proibir religiosas de ter relações sexuais, com uma margem de erro de cinco pontos percentuais para mais ou para menos.
Mas o próprio Cutié não tem tanta certeza do que fazer. Ele se revela hesitante sobre a ideia de abandonar uma política iniciada na Idade Média. Na entrevista à CBS, o padre disse ser a favor da possibilidade escolha entre o celibato e o casamento, mas também disse achar o voto um "bom comprometimento com Deus".
Durante a entrevista ele pediu desculpas novamente, dizendo que esse foi o primeiro e único relacionamento que teve enquanto padre e que sabia que não havia agido corretamente.
- Fui motivado por amor por alguém, por um coisa boa, um saudável e bom desejo no meu coração. Ao mesmo tempo, eu preciso tomar decisões. E não deveria estar fazendo-as em público, mas foi exatamente isso que aconteceu.


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RIO - O reverendo Alberto Cutié, o padre católico romano e celebridade de televisão nos EUA que foi flagrado por tablóides beijando uma mulher , disse que estava dividido entre dois amores: a igreja e sua namorada.
Em entrevista na segunda-feira à CBS, padre Cutié disse estar num relacionamento há dois anos com a mulher, identificada nas reportagens como Ruhama Buni Canellis, de 35 anos, uma mãe divorciada moradora de Miami Beach.
- Acho que quando você ama alguém, você não diz simplesmente adeus - disse Cutié.
Por causa do episódio na areia, Cutié foi dispensado de suas atividades na paróquia de St. Francis De Sales, em Miami, e nas emissoras Radio Paz e Radio Peace. O padre pediu desculpas em uma mensagem no site, dizendo querer pedir perdão caso suas ações tenham causado dor e tristeza, e assegurou que o seu serviço e a sua dedicação a Deus permanecem intactos.
A situação de Cutié inspirou debate entre a população local, de maioria latina, onde grandes igrejas e clubes de striptease disputam atenção. Segundo o "New York Times", uma pesquisa realizada na semana passada apontou que 74% dos católicos do condado de Miami-Dade são contra a política da Igreja de proibir religiosas de ter relações sexuais, com uma margem de erro de cinco pontos percentuais para mais ou para menos.
Mas o próprio Cutié não tem tanta certeza do que fazer. Ele se revela hesitante sobre a ideia de abandonar uma política iniciada na Idade Média. Na entrevista à CBS, o padre disse ser a favor da possibilidade escolha entre o celibato e o casamento, mas também disse achar o voto um "bom comprometimento com Deus".
Durante a entrevista ele pediu desculpas novamente, dizendo que esse foi o primeiro e único relacionamento que teve enquanto padre e que sabia que não havia agido corretamente.
- Fui motivado por amor por alguém, por um coisa boa, um saudável e bom desejo no meu coração. Ao mesmo tempo, eu preciso tomar decisões. E não deveria estar fazendo-as em público, mas foi exatamente isso que aconteceu.


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Reconstituição da morte da ex-mulher do suspeito foi feita nesta terça.Ana Cláudia da Silva foi morta com 14 facadas na Zona Sul de SP.

O advogado José Beraldo, assistente de acusação no caso do ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista, disse na manhã desta terça-feira (12) que irá convocar os jogadores Fábio Costa, goleiro do Santos, e Ronaldo, atacante do Corinthians, para depor no julgamento de Janken. O ex-jogador é suspeito de matar a ex-mulher Ana Cláudia Melo da Silva em 22 de março. Anteriormente, a acusação havia citado apenas a intenção de convocar o goleiro do Santos para depor, pois o número dele estava registrado no telefone celular da jovem. Dias após o assassinato de Ana Cláudia, Costa chegou a dar uma entrevista coletiva afirmando que não tinha um relacionamento amoroso com ela.
Ele disse que, em 2005, quando jogava no Corinthians, conheceu a ex-mulher de Janken. Ele a apontou como uma torcedora fanática do clube paulistano. Segundo ele, sua única relação com a moça ocorreu durante a distribuição de autógrafo na beira do gramado.
A intenção de convocar Ronaldo foi anunciada nesta manhã. “Quero ouvi-lo no plenário do júri para mostrar a lisura e a integridade [de Ana Cláudia]. Inclusive, aquele beijo é um beijo de fã, um beijo carinhoso, um beijo respeitoso”, disse José Beraldo, em referência ao beijo que o jogador teria dado em Ana Cláudia após a partida do Corinthians x Santos, no estádio do Pacaembu, no dia 22 de março.
De acordo com o advogado, o depoimento de Ronaldo seria importante para mostrar que Ana Cláudia era apenas “uma menina que gostava de futebol”, mas que não era “Maria chuteira”.
As afirmações do advogado foram feitas durante a reconstituição da morte de Ana Cláudia, no apartamento na Zona Sul de São Paulo em que morava com o filho, o irmão e um amigo.

Reconstituição
A reconstituição do crime, feita de acordo com a versão do ex-jogador, começou por volta das 10h30 e acabou às 13h25. Ana Cláudia foi morta no dia 22 de março com 14 facadas, segundo a polícia. Entretanto, o assistente da acusação disse nesta manhã que ela teria sofrido 23 facadas. “Quatro no pescoço, dez na mão direita, oito na mão esquerda e uma forte no abdome”, afirmou
Ainda de acordo com o advogado, a acusação pretende que Janken responda pelos crimes de homicídio duplamente qualificado - motivo fútil e sem possibilidade de defesa da vítima -, subtração de menor e furto, por ele ter levado R$ 500 da residência da ex-mulher ao fugir. Segundo a defesa, foi Ana Cláudia quem tentou atacar Janken com uma faca e o rapaz agiu em legítima defesa.
Por meio da assessoria de imprensa, o Corinthians informou que o jogador Ronaldo "não conhece e nunca teve contato" com a ex-mulher de Janken.


Portal G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:33  ver comentários (1) comentar

Reconstituição da morte da ex-mulher do suspeito foi feita nesta terça.Ana Cláudia da Silva foi morta com 14 facadas na Zona Sul de SP.

O advogado José Beraldo, assistente de acusação no caso do ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista, disse na manhã desta terça-feira (12) que irá convocar os jogadores Fábio Costa, goleiro do Santos, e Ronaldo, atacante do Corinthians, para depor no julgamento de Janken. O ex-jogador é suspeito de matar a ex-mulher Ana Cláudia Melo da Silva em 22 de março. Anteriormente, a acusação havia citado apenas a intenção de convocar o goleiro do Santos para depor, pois o número dele estava registrado no telefone celular da jovem. Dias após o assassinato de Ana Cláudia, Costa chegou a dar uma entrevista coletiva afirmando que não tinha um relacionamento amoroso com ela.
Ele disse que, em 2005, quando jogava no Corinthians, conheceu a ex-mulher de Janken. Ele a apontou como uma torcedora fanática do clube paulistano. Segundo ele, sua única relação com a moça ocorreu durante a distribuição de autógrafo na beira do gramado.
A intenção de convocar Ronaldo foi anunciada nesta manhã. “Quero ouvi-lo no plenário do júri para mostrar a lisura e a integridade [de Ana Cláudia]. Inclusive, aquele beijo é um beijo de fã, um beijo carinhoso, um beijo respeitoso”, disse José Beraldo, em referência ao beijo que o jogador teria dado em Ana Cláudia após a partida do Corinthians x Santos, no estádio do Pacaembu, no dia 22 de março.
De acordo com o advogado, o depoimento de Ronaldo seria importante para mostrar que Ana Cláudia era apenas “uma menina que gostava de futebol”, mas que não era “Maria chuteira”.
As afirmações do advogado foram feitas durante a reconstituição da morte de Ana Cláudia, no apartamento na Zona Sul de São Paulo em que morava com o filho, o irmão e um amigo.

Reconstituição
A reconstituição do crime, feita de acordo com a versão do ex-jogador, começou por volta das 10h30 e acabou às 13h25. Ana Cláudia foi morta no dia 22 de março com 14 facadas, segundo a polícia. Entretanto, o assistente da acusação disse nesta manhã que ela teria sofrido 23 facadas. “Quatro no pescoço, dez na mão direita, oito na mão esquerda e uma forte no abdome”, afirmou
Ainda de acordo com o advogado, a acusação pretende que Janken responda pelos crimes de homicídio duplamente qualificado - motivo fútil e sem possibilidade de defesa da vítima -, subtração de menor e furto, por ele ter levado R$ 500 da residência da ex-mulher ao fugir. Segundo a defesa, foi Ana Cláudia quem tentou atacar Janken com uma faca e o rapaz agiu em legítima defesa.
Por meio da assessoria de imprensa, o Corinthians informou que o jogador Ronaldo "não conhece e nunca teve contato" com a ex-mulher de Janken.


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Reconstituição da morte da ex-mulher do suspeito foi feita nesta terça.Ana Cláudia da Silva foi morta com 14 facadas na Zona Sul de SP.

O advogado José Beraldo, assistente de acusação no caso do ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista, disse na manhã desta terça-feira (12) que irá convocar os jogadores Fábio Costa, goleiro do Santos, e Ronaldo, atacante do Corinthians, para depor no julgamento de Janken. O ex-jogador é suspeito de matar a ex-mulher Ana Cláudia Melo da Silva em 22 de março. Anteriormente, a acusação havia citado apenas a intenção de convocar o goleiro do Santos para depor, pois o número dele estava registrado no telefone celular da jovem. Dias após o assassinato de Ana Cláudia, Costa chegou a dar uma entrevista coletiva afirmando que não tinha um relacionamento amoroso com ela.
Ele disse que, em 2005, quando jogava no Corinthians, conheceu a ex-mulher de Janken. Ele a apontou como uma torcedora fanática do clube paulistano. Segundo ele, sua única relação com a moça ocorreu durante a distribuição de autógrafo na beira do gramado.
A intenção de convocar Ronaldo foi anunciada nesta manhã. “Quero ouvi-lo no plenário do júri para mostrar a lisura e a integridade [de Ana Cláudia]. Inclusive, aquele beijo é um beijo de fã, um beijo carinhoso, um beijo respeitoso”, disse José Beraldo, em referência ao beijo que o jogador teria dado em Ana Cláudia após a partida do Corinthians x Santos, no estádio do Pacaembu, no dia 22 de março.
De acordo com o advogado, o depoimento de Ronaldo seria importante para mostrar que Ana Cláudia era apenas “uma menina que gostava de futebol”, mas que não era “Maria chuteira”.
As afirmações do advogado foram feitas durante a reconstituição da morte de Ana Cláudia, no apartamento na Zona Sul de São Paulo em que morava com o filho, o irmão e um amigo.

Reconstituição
A reconstituição do crime, feita de acordo com a versão do ex-jogador, começou por volta das 10h30 e acabou às 13h25. Ana Cláudia foi morta no dia 22 de março com 14 facadas, segundo a polícia. Entretanto, o assistente da acusação disse nesta manhã que ela teria sofrido 23 facadas. “Quatro no pescoço, dez na mão direita, oito na mão esquerda e uma forte no abdome”, afirmou
Ainda de acordo com o advogado, a acusação pretende que Janken responda pelos crimes de homicídio duplamente qualificado - motivo fútil e sem possibilidade de defesa da vítima -, subtração de menor e furto, por ele ter levado R$ 500 da residência da ex-mulher ao fugir. Segundo a defesa, foi Ana Cláudia quem tentou atacar Janken com uma faca e o rapaz agiu em legítima defesa.
Por meio da assessoria de imprensa, o Corinthians informou que o jogador Ronaldo "não conhece e nunca teve contato" com a ex-mulher de Janken.


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Reconstituição da morte da ex-mulher do suspeito foi feita nesta terça.Ana Cláudia da Silva foi morta com 14 facadas na Zona Sul de SP.

O advogado José Beraldo, assistente de acusação no caso do ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista, disse na manhã desta terça-feira (12) que irá convocar os jogadores Fábio Costa, goleiro do Santos, e Ronaldo, atacante do Corinthians, para depor no julgamento de Janken. O ex-jogador é suspeito de matar a ex-mulher Ana Cláudia Melo da Silva em 22 de março. Anteriormente, a acusação havia citado apenas a intenção de convocar o goleiro do Santos para depor, pois o número dele estava registrado no telefone celular da jovem. Dias após o assassinato de Ana Cláudia, Costa chegou a dar uma entrevista coletiva afirmando que não tinha um relacionamento amoroso com ela.
Ele disse que, em 2005, quando jogava no Corinthians, conheceu a ex-mulher de Janken. Ele a apontou como uma torcedora fanática do clube paulistano. Segundo ele, sua única relação com a moça ocorreu durante a distribuição de autógrafo na beira do gramado.
A intenção de convocar Ronaldo foi anunciada nesta manhã. “Quero ouvi-lo no plenário do júri para mostrar a lisura e a integridade [de Ana Cláudia]. Inclusive, aquele beijo é um beijo de fã, um beijo carinhoso, um beijo respeitoso”, disse José Beraldo, em referência ao beijo que o jogador teria dado em Ana Cláudia após a partida do Corinthians x Santos, no estádio do Pacaembu, no dia 22 de março.
De acordo com o advogado, o depoimento de Ronaldo seria importante para mostrar que Ana Cláudia era apenas “uma menina que gostava de futebol”, mas que não era “Maria chuteira”.
As afirmações do advogado foram feitas durante a reconstituição da morte de Ana Cláudia, no apartamento na Zona Sul de São Paulo em que morava com o filho, o irmão e um amigo.

Reconstituição
A reconstituição do crime, feita de acordo com a versão do ex-jogador, começou por volta das 10h30 e acabou às 13h25. Ana Cláudia foi morta no dia 22 de março com 14 facadas, segundo a polícia. Entretanto, o assistente da acusação disse nesta manhã que ela teria sofrido 23 facadas. “Quatro no pescoço, dez na mão direita, oito na mão esquerda e uma forte no abdome”, afirmou
Ainda de acordo com o advogado, a acusação pretende que Janken responda pelos crimes de homicídio duplamente qualificado - motivo fútil e sem possibilidade de defesa da vítima -, subtração de menor e furto, por ele ter levado R$ 500 da residência da ex-mulher ao fugir. Segundo a defesa, foi Ana Cláudia quem tentou atacar Janken com uma faca e o rapaz agiu em legítima defesa.
Por meio da assessoria de imprensa, o Corinthians informou que o jogador Ronaldo "não conhece e nunca teve contato" com a ex-mulher de Janken.


Portal G1
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Reconstituição da morte da ex-mulher do suspeito foi feita nesta terça.Ana Cláudia da Silva foi morta com 14 facadas na Zona Sul de SP.

O advogado José Beraldo, assistente de acusação no caso do ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista, disse na manhã desta terça-feira (12) que irá convocar os jogadores Fábio Costa, goleiro do Santos, e Ronaldo, atacante do Corinthians, para depor no julgamento de Janken. O ex-jogador é suspeito de matar a ex-mulher Ana Cláudia Melo da Silva em 22 de março. Anteriormente, a acusação havia citado apenas a intenção de convocar o goleiro do Santos para depor, pois o número dele estava registrado no telefone celular da jovem. Dias após o assassinato de Ana Cláudia, Costa chegou a dar uma entrevista coletiva afirmando que não tinha um relacionamento amoroso com ela.
Ele disse que, em 2005, quando jogava no Corinthians, conheceu a ex-mulher de Janken. Ele a apontou como uma torcedora fanática do clube paulistano. Segundo ele, sua única relação com a moça ocorreu durante a distribuição de autógrafo na beira do gramado.
A intenção de convocar Ronaldo foi anunciada nesta manhã. “Quero ouvi-lo no plenário do júri para mostrar a lisura e a integridade [de Ana Cláudia]. Inclusive, aquele beijo é um beijo de fã, um beijo carinhoso, um beijo respeitoso”, disse José Beraldo, em referência ao beijo que o jogador teria dado em Ana Cláudia após a partida do Corinthians x Santos, no estádio do Pacaembu, no dia 22 de março.
De acordo com o advogado, o depoimento de Ronaldo seria importante para mostrar que Ana Cláudia era apenas “uma menina que gostava de futebol”, mas que não era “Maria chuteira”.
As afirmações do advogado foram feitas durante a reconstituição da morte de Ana Cláudia, no apartamento na Zona Sul de São Paulo em que morava com o filho, o irmão e um amigo.

Reconstituição
A reconstituição do crime, feita de acordo com a versão do ex-jogador, começou por volta das 10h30 e acabou às 13h25. Ana Cláudia foi morta no dia 22 de março com 14 facadas, segundo a polícia. Entretanto, o assistente da acusação disse nesta manhã que ela teria sofrido 23 facadas. “Quatro no pescoço, dez na mão direita, oito na mão esquerda e uma forte no abdome”, afirmou
Ainda de acordo com o advogado, a acusação pretende que Janken responda pelos crimes de homicídio duplamente qualificado - motivo fútil e sem possibilidade de defesa da vítima -, subtração de menor e furto, por ele ter levado R$ 500 da residência da ex-mulher ao fugir. Segundo a defesa, foi Ana Cláudia quem tentou atacar Janken com uma faca e o rapaz agiu em legítima defesa.
Por meio da assessoria de imprensa, o Corinthians informou que o jogador Ronaldo "não conhece e nunca teve contato" com a ex-mulher de Janken.


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Objetivo da medida é descobrir a velocidade do carro do político.Detran do Paraná informou que ele estava com habilitação suspensa.


A Diretoria de Trânsito (Diretran) da Urbanização de Curitiba S.A. (Urbs) entregou à polícia, nesta terça-feira (12), as imagens gravadas por radares que ficam próximos ao local onde o carro dirigido pelo deputado Fernando Ribas Carli Filho (PSB) se chocou com outro veículo. No acidente, ocorrido na madrugada de quinta-feira (7) na capital paranaense, dois jovens morreram. O delegado Armando Braga de Moraes, da Delegacia de Delitos de Trânsito (Dedetran), havia solicitado as gravações nesta segunda-feira (11). O material deverá servir para apurar a velocidade do carro dirigido pelo deputado. O policial não foi encontrado nesta terça-feira para comentar o caso. A Secretaria Estadual da Segurança Pública informou que ainda não tinha detalhes sobre as imagens recebidas.

Sem habilitação
O deputado já havia ultrapassado a quantidade de pontos da carteira de habilitação por causa de multas por excesso de velocidade e não deveria estar ao volante quando se envolveu no acidente. Ele é o único sobrevivente da colisão com outro veículo onde estavam os jovens Gilmar Rafael Souza Yared e Carlos Murilo de Almeida, que morreram no local.
A relação de multas sofridas pelo político chega a 30 desde 2003, mas 22 delas foram cometidas depois que Carli Filho assumiu o cargo de deputado. As infrações somam 130 pontos. No formulário do Departamento de Trânsito (Detran-PR), a carteira de Carli Filho está em situação irregular. Ele não recorreu de sete infrações e não poderia dirigir desde julho do ano passado.
Em três das multas, ele foi pego pelo radar com 50% acima da velocidade permitida, o que é considerado como infração gravíssima. Cinco delas foram registradas na avenida Monsenhor Ivo Zanlorenzi, mesmo local do acidente de quinta-feira, mas em datas anteriores.
A assessoria do Detran não informou o andamento dos processos envolvendo o deputado. Segundo o órgão, se o motorista não devolver a habilitação, a única chance da irregularidade ser descoberta é por meio de blitze e fiscalizações.
O deputado foi levado para o Hospital Albert Einsten, onde deve passar por uma cirurgia para reconstrução dos ossos do rosto.
O carro onde estavam as vítimas que morreram na colisão ficou completamente destruído, sem teto e sem uma das portas. O veículo do deputado também ficou destruído.
Por meio da assessoria, o também deputado estadual Plauto Miró (DEM), tio de Carli Filho, declarou que a família não irá se pronunciar sobre o assunto e vai aguardar o andamento do inquérito que investiga o caso.
O G1 entrou em contato com o gabinete do deputado em Curitiba (PR), que informou que o assessor de imprensa está em São Paulo com o deputado e "incomunicável" - o celular teria sido roubado. A reportagem deixou recado e aguarda resposta.
A pedido do advogado Elias Mattar Assad, que representa as famílias das vítimas, a Procuradoria Geral de Justiça nomeou o promotor Rodrigo Chemim para acompanhar o inquérito policial. "Várias pessoas que viram o acidente já se prontificaram a prestar depoimento. Não temos dúvidas sobre o excesso de velocidade", disse o advogado.


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A Diretoria de Trânsito (Diretran) da Urbanização de Curitiba S.A. (Urbs) entregou à polícia, nesta terça-feira (12), as imagens gravadas por radares que ficam próximos ao local onde o carro dirigido pelo deputado Fernando Ribas Carli Filho (PSB) se chocou com outro veículo. No acidente, ocorrido na madrugada de quinta-feira (7) na capital paranaense, dois jovens morreram. O delegado Armando Braga de Moraes, da Delegacia de Delitos de Trânsito (Dedetran), havia solicitado as gravações nesta segunda-feira (11). O material deverá servir para apurar a velocidade do carro dirigido pelo deputado. O policial não foi encontrado nesta terça-feira para comentar o caso. A Secretaria Estadual da Segurança Pública informou que ainda não tinha detalhes sobre as imagens recebidas.

Sem habilitação
O deputado já havia ultrapassado a quantidade de pontos da carteira de habilitação por causa de multas por excesso de velocidade e não deveria estar ao volante quando se envolveu no acidente. Ele é o único sobrevivente da colisão com outro veículo onde estavam os jovens Gilmar Rafael Souza Yared e Carlos Murilo de Almeida, que morreram no local.
A relação de multas sofridas pelo político chega a 30 desde 2003, mas 22 delas foram cometidas depois que Carli Filho assumiu o cargo de deputado. As infrações somam 130 pontos. No formulário do Departamento de Trânsito (Detran-PR), a carteira de Carli Filho está em situação irregular. Ele não recorreu de sete infrações e não poderia dirigir desde julho do ano passado.
Em três das multas, ele foi pego pelo radar com 50% acima da velocidade permitida, o que é considerado como infração gravíssima. Cinco delas foram registradas na avenida Monsenhor Ivo Zanlorenzi, mesmo local do acidente de quinta-feira, mas em datas anteriores.
A assessoria do Detran não informou o andamento dos processos envolvendo o deputado. Segundo o órgão, se o motorista não devolver a habilitação, a única chance da irregularidade ser descoberta é por meio de blitze e fiscalizações.
O deputado foi levado para o Hospital Albert Einsten, onde deve passar por uma cirurgia para reconstrução dos ossos do rosto.
O carro onde estavam as vítimas que morreram na colisão ficou completamente destruído, sem teto e sem uma das portas. O veículo do deputado também ficou destruído.
Por meio da assessoria, o também deputado estadual Plauto Miró (DEM), tio de Carli Filho, declarou que a família não irá se pronunciar sobre o assunto e vai aguardar o andamento do inquérito que investiga o caso.
O G1 entrou em contato com o gabinete do deputado em Curitiba (PR), que informou que o assessor de imprensa está em São Paulo com o deputado e "incomunicável" - o celular teria sido roubado. A reportagem deixou recado e aguarda resposta.
A pedido do advogado Elias Mattar Assad, que representa as famílias das vítimas, a Procuradoria Geral de Justiça nomeou o promotor Rodrigo Chemim para acompanhar o inquérito policial. "Várias pessoas que viram o acidente já se prontificaram a prestar depoimento. Não temos dúvidas sobre o excesso de velocidade", disse o advogado.


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A Diretoria de Trânsito (Diretran) da Urbanização de Curitiba S.A. (Urbs) entregou à polícia, nesta terça-feira (12), as imagens gravadas por radares que ficam próximos ao local onde o carro dirigido pelo deputado Fernando Ribas Carli Filho (PSB) se chocou com outro veículo. No acidente, ocorrido na madrugada de quinta-feira (7) na capital paranaense, dois jovens morreram. O delegado Armando Braga de Moraes, da Delegacia de Delitos de Trânsito (Dedetran), havia solicitado as gravações nesta segunda-feira (11). O material deverá servir para apurar a velocidade do carro dirigido pelo deputado. O policial não foi encontrado nesta terça-feira para comentar o caso. A Secretaria Estadual da Segurança Pública informou que ainda não tinha detalhes sobre as imagens recebidas.

Sem habilitação
O deputado já havia ultrapassado a quantidade de pontos da carteira de habilitação por causa de multas por excesso de velocidade e não deveria estar ao volante quando se envolveu no acidente. Ele é o único sobrevivente da colisão com outro veículo onde estavam os jovens Gilmar Rafael Souza Yared e Carlos Murilo de Almeida, que morreram no local.
A relação de multas sofridas pelo político chega a 30 desde 2003, mas 22 delas foram cometidas depois que Carli Filho assumiu o cargo de deputado. As infrações somam 130 pontos. No formulário do Departamento de Trânsito (Detran-PR), a carteira de Carli Filho está em situação irregular. Ele não recorreu de sete infrações e não poderia dirigir desde julho do ano passado.
Em três das multas, ele foi pego pelo radar com 50% acima da velocidade permitida, o que é considerado como infração gravíssima. Cinco delas foram registradas na avenida Monsenhor Ivo Zanlorenzi, mesmo local do acidente de quinta-feira, mas em datas anteriores.
A assessoria do Detran não informou o andamento dos processos envolvendo o deputado. Segundo o órgão, se o motorista não devolver a habilitação, a única chance da irregularidade ser descoberta é por meio de blitze e fiscalizações.
O deputado foi levado para o Hospital Albert Einsten, onde deve passar por uma cirurgia para reconstrução dos ossos do rosto.
O carro onde estavam as vítimas que morreram na colisão ficou completamente destruído, sem teto e sem uma das portas. O veículo do deputado também ficou destruído.
Por meio da assessoria, o também deputado estadual Plauto Miró (DEM), tio de Carli Filho, declarou que a família não irá se pronunciar sobre o assunto e vai aguardar o andamento do inquérito que investiga o caso.
O G1 entrou em contato com o gabinete do deputado em Curitiba (PR), que informou que o assessor de imprensa está em São Paulo com o deputado e "incomunicável" - o celular teria sido roubado. A reportagem deixou recado e aguarda resposta.
A pedido do advogado Elias Mattar Assad, que representa as famílias das vítimas, a Procuradoria Geral de Justiça nomeou o promotor Rodrigo Chemim para acompanhar o inquérito policial. "Várias pessoas que viram o acidente já se prontificaram a prestar depoimento. Não temos dúvidas sobre o excesso de velocidade", disse o advogado.


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Sem habilitação
O deputado já havia ultrapassado a quantidade de pontos da carteira de habilitação por causa de multas por excesso de velocidade e não deveria estar ao volante quando se envolveu no acidente. Ele é o único sobrevivente da colisão com outro veículo onde estavam os jovens Gilmar Rafael Souza Yared e Carlos Murilo de Almeida, que morreram no local.
A relação de multas sofridas pelo político chega a 30 desde 2003, mas 22 delas foram cometidas depois que Carli Filho assumiu o cargo de deputado. As infrações somam 130 pontos. No formulário do Departamento de Trânsito (Detran-PR), a carteira de Carli Filho está em situação irregular. Ele não recorreu de sete infrações e não poderia dirigir desde julho do ano passado.
Em três das multas, ele foi pego pelo radar com 50% acima da velocidade permitida, o que é considerado como infração gravíssima. Cinco delas foram registradas na avenida Monsenhor Ivo Zanlorenzi, mesmo local do acidente de quinta-feira, mas em datas anteriores.
A assessoria do Detran não informou o andamento dos processos envolvendo o deputado. Segundo o órgão, se o motorista não devolver a habilitação, a única chance da irregularidade ser descoberta é por meio de blitze e fiscalizações.
O deputado foi levado para o Hospital Albert Einsten, onde deve passar por uma cirurgia para reconstrução dos ossos do rosto.
O carro onde estavam as vítimas que morreram na colisão ficou completamente destruído, sem teto e sem uma das portas. O veículo do deputado também ficou destruído.
Por meio da assessoria, o também deputado estadual Plauto Miró (DEM), tio de Carli Filho, declarou que a família não irá se pronunciar sobre o assunto e vai aguardar o andamento do inquérito que investiga o caso.
O G1 entrou em contato com o gabinete do deputado em Curitiba (PR), que informou que o assessor de imprensa está em São Paulo com o deputado e "incomunicável" - o celular teria sido roubado. A reportagem deixou recado e aguarda resposta.
A pedido do advogado Elias Mattar Assad, que representa as famílias das vítimas, a Procuradoria Geral de Justiça nomeou o promotor Rodrigo Chemim para acompanhar o inquérito policial. "Várias pessoas que viram o acidente já se prontificaram a prestar depoimento. Não temos dúvidas sobre o excesso de velocidade", disse o advogado.


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Sem habilitação
O deputado já havia ultrapassado a quantidade de pontos da carteira de habilitação por causa de multas por excesso de velocidade e não deveria estar ao volante quando se envolveu no acidente. Ele é o único sobrevivente da colisão com outro veículo onde estavam os jovens Gilmar Rafael Souza Yared e Carlos Murilo de Almeida, que morreram no local.
A relação de multas sofridas pelo político chega a 30 desde 2003, mas 22 delas foram cometidas depois que Carli Filho assumiu o cargo de deputado. As infrações somam 130 pontos. No formulário do Departamento de Trânsito (Detran-PR), a carteira de Carli Filho está em situação irregular. Ele não recorreu de sete infrações e não poderia dirigir desde julho do ano passado.
Em três das multas, ele foi pego pelo radar com 50% acima da velocidade permitida, o que é considerado como infração gravíssima. Cinco delas foram registradas na avenida Monsenhor Ivo Zanlorenzi, mesmo local do acidente de quinta-feira, mas em datas anteriores.
A assessoria do Detran não informou o andamento dos processos envolvendo o deputado. Segundo o órgão, se o motorista não devolver a habilitação, a única chance da irregularidade ser descoberta é por meio de blitze e fiscalizações.
O deputado foi levado para o Hospital Albert Einsten, onde deve passar por uma cirurgia para reconstrução dos ossos do rosto.
O carro onde estavam as vítimas que morreram na colisão ficou completamente destruído, sem teto e sem uma das portas. O veículo do deputado também ficou destruído.
Por meio da assessoria, o também deputado estadual Plauto Miró (DEM), tio de Carli Filho, declarou que a família não irá se pronunciar sobre o assunto e vai aguardar o andamento do inquérito que investiga o caso.
O G1 entrou em contato com o gabinete do deputado em Curitiba (PR), que informou que o assessor de imprensa está em São Paulo com o deputado e "incomunicável" - o celular teria sido roubado. A reportagem deixou recado e aguarda resposta.
A pedido do advogado Elias Mattar Assad, que representa as famílias das vítimas, a Procuradoria Geral de Justiça nomeou o promotor Rodrigo Chemim para acompanhar o inquérito policial. "Várias pessoas que viram o acidente já se prontificaram a prestar depoimento. Não temos dúvidas sobre o excesso de velocidade", disse o advogado.


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RIO - O presidente Lula sancionou, nesta segunda-feira, a Lei 11.935 que obriga os planos de saúde a cobrir despesas com planejamento familiar, incluindo não só os métodos de contracepção, como laqueadura das trompas e vasectomia, mas também a concepção. A nova legislação foi publicada nesta terça-feira, no Diário Oficial.
A nova lei, aprovada no Senado em março, prevê que o planejamento familiar será coberto como um todo. Anteriormente, o plano só cobria o uso de DIU, a laqueadura e a vasectomia. Agora a concepção também, ou seja, a fertilização, a fecundidade da mulher ou do homem estarão protegido pelos planos de saúde.
Há quase um ano, a Agência Nacional de Saúde Suplementar ampliou o rol dos procedimentos médicos que deveriam ser cobertos pelos planos. Vasectomia, laqueadura e DIU estão na lista.
O projeto, de autoria do deputado Geraldo Resende (PMDB-MS), que é médico, modifica a lei 9.656/98, que dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência à saúde. A atual legislação, já modificada pela Medida Provisória 2.177-44/01, estabelece como obrigatória, entre outras medidas, a cobertura nos casos de emergência quando esta implicar risco imediato de vida ou de lesões irreparáveis para o paciente, caracterizado em declaração do médico assistente, bem como a urgência em casos de acidentes pessoais ou de complicações no processo gestacional.


O Globo On Line
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RIO - O presidente Lula sancionou, nesta segunda-feira, a Lei 11.935 que obriga os planos de saúde a cobrir despesas com planejamento familiar, incluindo não só os métodos de contracepção, como laqueadura das trompas e vasectomia, mas também a concepção. A nova legislação foi publicada nesta terça-feira, no Diário Oficial.
A nova lei, aprovada no Senado em março, prevê que o planejamento familiar será coberto como um todo. Anteriormente, o plano só cobria o uso de DIU, a laqueadura e a vasectomia. Agora a concepção também, ou seja, a fertilização, a fecundidade da mulher ou do homem estarão protegido pelos planos de saúde.
Há quase um ano, a Agência Nacional de Saúde Suplementar ampliou o rol dos procedimentos médicos que deveriam ser cobertos pelos planos. Vasectomia, laqueadura e DIU estão na lista.
O projeto, de autoria do deputado Geraldo Resende (PMDB-MS), que é médico, modifica a lei 9.656/98, que dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência à saúde. A atual legislação, já modificada pela Medida Provisória 2.177-44/01, estabelece como obrigatória, entre outras medidas, a cobertura nos casos de emergência quando esta implicar risco imediato de vida ou de lesões irreparáveis para o paciente, caracterizado em declaração do médico assistente, bem como a urgência em casos de acidentes pessoais ou de complicações no processo gestacional.


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RIO - O presidente Lula sancionou, nesta segunda-feira, a Lei 11.935 que obriga os planos de saúde a cobrir despesas com planejamento familiar, incluindo não só os métodos de contracepção, como laqueadura das trompas e vasectomia, mas também a concepção. A nova legislação foi publicada nesta terça-feira, no Diário Oficial.
A nova lei, aprovada no Senado em março, prevê que o planejamento familiar será coberto como um todo. Anteriormente, o plano só cobria o uso de DIU, a laqueadura e a vasectomia. Agora a concepção também, ou seja, a fertilização, a fecundidade da mulher ou do homem estarão protegido pelos planos de saúde.
Há quase um ano, a Agência Nacional de Saúde Suplementar ampliou o rol dos procedimentos médicos que deveriam ser cobertos pelos planos. Vasectomia, laqueadura e DIU estão na lista.
O projeto, de autoria do deputado Geraldo Resende (PMDB-MS), que é médico, modifica a lei 9.656/98, que dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência à saúde. A atual legislação, já modificada pela Medida Provisória 2.177-44/01, estabelece como obrigatória, entre outras medidas, a cobertura nos casos de emergência quando esta implicar risco imediato de vida ou de lesões irreparáveis para o paciente, caracterizado em declaração do médico assistente, bem como a urgência em casos de acidentes pessoais ou de complicações no processo gestacional.


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A nova lei, aprovada no Senado em março, prevê que o planejamento familiar será coberto como um todo. Anteriormente, o plano só cobria o uso de DIU, a laqueadura e a vasectomia. Agora a concepção também, ou seja, a fertilização, a fecundidade da mulher ou do homem estarão protegido pelos planos de saúde.
Há quase um ano, a Agência Nacional de Saúde Suplementar ampliou o rol dos procedimentos médicos que deveriam ser cobertos pelos planos. Vasectomia, laqueadura e DIU estão na lista.
O projeto, de autoria do deputado Geraldo Resende (PMDB-MS), que é médico, modifica a lei 9.656/98, que dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência à saúde. A atual legislação, já modificada pela Medida Provisória 2.177-44/01, estabelece como obrigatória, entre outras medidas, a cobertura nos casos de emergência quando esta implicar risco imediato de vida ou de lesões irreparáveis para o paciente, caracterizado em declaração do médico assistente, bem como a urgência em casos de acidentes pessoais ou de complicações no processo gestacional.


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A nova lei, aprovada no Senado em março, prevê que o planejamento familiar será coberto como um todo. Anteriormente, o plano só cobria o uso de DIU, a laqueadura e a vasectomia. Agora a concepção também, ou seja, a fertilização, a fecundidade da mulher ou do homem estarão protegido pelos planos de saúde.
Há quase um ano, a Agência Nacional de Saúde Suplementar ampliou o rol dos procedimentos médicos que deveriam ser cobertos pelos planos. Vasectomia, laqueadura e DIU estão na lista.
O projeto, de autoria do deputado Geraldo Resende (PMDB-MS), que é médico, modifica a lei 9.656/98, que dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência à saúde. A atual legislação, já modificada pela Medida Provisória 2.177-44/01, estabelece como obrigatória, entre outras medidas, a cobertura nos casos de emergência quando esta implicar risco imediato de vida ou de lesões irreparáveis para o paciente, caracterizado em declaração do médico assistente, bem como a urgência em casos de acidentes pessoais ou de complicações no processo gestacional.


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Arábia Saudita - Um juiz saudita provocou comoção ao afirmar que os homens têm o direito de agredir suas mulheres se elas gastarem demais. A afirmação foi feita recentemente durante um congresso sobre violência doméstica, na Arábia Saudita, informa a rede de TV americana CNN
Para o juiz Hamad al-Razine, se as mulheres gastam a maior parte do dinheiro em roupas, os maridos têm o direito de agredí-las com "uma bofetada". As mulheres presentes no evento protestaram imediatamente.
Al-Razine disse que pretendia esclarecer que o aumento da violência doméstica não é responsabilidade apenas dos homens. Segundo o juiz, as mulheres contribuem para a violência "com seu insolente comportamento", mas nada se diz a respeito disso.
A violência doméstica foi tratada como tabu no país durante muito tempo, mas, ultimamente, o tema tem recebido mais atenção.


TERRA NOTÍCIAS
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Arábia Saudita - Um juiz saudita provocou comoção ao afirmar que os homens têm o direito de agredir suas mulheres se elas gastarem demais. A afirmação foi feita recentemente durante um congresso sobre violência doméstica, na Arábia Saudita, informa a rede de TV americana CNN
Para o juiz Hamad al-Razine, se as mulheres gastam a maior parte do dinheiro em roupas, os maridos têm o direito de agredí-las com "uma bofetada". As mulheres presentes no evento protestaram imediatamente.
Al-Razine disse que pretendia esclarecer que o aumento da violência doméstica não é responsabilidade apenas dos homens. Segundo o juiz, as mulheres contribuem para a violência "com seu insolente comportamento", mas nada se diz a respeito disso.
A violência doméstica foi tratada como tabu no país durante muito tempo, mas, ultimamente, o tema tem recebido mais atenção.


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Para o juiz Hamad al-Razine, se as mulheres gastam a maior parte do dinheiro em roupas, os maridos têm o direito de agredí-las com "uma bofetada". As mulheres presentes no evento protestaram imediatamente.
Al-Razine disse que pretendia esclarecer que o aumento da violência doméstica não é responsabilidade apenas dos homens. Segundo o juiz, as mulheres contribuem para a violência "com seu insolente comportamento", mas nada se diz a respeito disso.
A violência doméstica foi tratada como tabu no país durante muito tempo, mas, ultimamente, o tema tem recebido mais atenção.


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Arábia Saudita - Um juiz saudita provocou comoção ao afirmar que os homens têm o direito de agredir suas mulheres se elas gastarem demais. A afirmação foi feita recentemente durante um congresso sobre violência doméstica, na Arábia Saudita, informa a rede de TV americana CNN
Para o juiz Hamad al-Razine, se as mulheres gastam a maior parte do dinheiro em roupas, os maridos têm o direito de agredí-las com "uma bofetada". As mulheres presentes no evento protestaram imediatamente.
Al-Razine disse que pretendia esclarecer que o aumento da violência doméstica não é responsabilidade apenas dos homens. Segundo o juiz, as mulheres contribuem para a violência "com seu insolente comportamento", mas nada se diz a respeito disso.
A violência doméstica foi tratada como tabu no país durante muito tempo, mas, ultimamente, o tema tem recebido mais atenção.


TERRA NOTÍCIAS
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:42  comentar

Arábia Saudita - Um juiz saudita provocou comoção ao afirmar que os homens têm o direito de agredir suas mulheres se elas gastarem demais. A afirmação foi feita recentemente durante um congresso sobre violência doméstica, na Arábia Saudita, informa a rede de TV americana CNN
Para o juiz Hamad al-Razine, se as mulheres gastam a maior parte do dinheiro em roupas, os maridos têm o direito de agredí-las com "uma bofetada". As mulheres presentes no evento protestaram imediatamente.
Al-Razine disse que pretendia esclarecer que o aumento da violência doméstica não é responsabilidade apenas dos homens. Segundo o juiz, as mulheres contribuem para a violência "com seu insolente comportamento", mas nada se diz a respeito disso.
A violência doméstica foi tratada como tabu no país durante muito tempo, mas, ultimamente, o tema tem recebido mais atenção.


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RIO - A Justiça do Rio decidiu por unanimidade aceitar recurso da família do jovem Daniel Duque, morto no ano passado em frente à boate Baronneti, em Ipanema. O PM que atirou no jovem será julgado novamente. Ele irá a júri popular em data ainda não definida.


O Globo On Line
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RIO - A Justiça do Rio decidiu por unanimidade aceitar recurso da família do jovem Daniel Duque, morto no ano passado em frente à boate Baronneti, em Ipanema. O PM que atirou no jovem será julgado novamente. Ele irá a júri popular em data ainda não definida.


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RIO - A Justiça do Rio decidiu por unanimidade aceitar recurso da família do jovem Daniel Duque, morto no ano passado em frente à boate Baronneti, em Ipanema. O PM que atirou no jovem será julgado novamente. Ele irá a júri popular em data ainda não definida.


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RIO - A Justiça do Rio decidiu por unanimidade aceitar recurso da família do jovem Daniel Duque, morto no ano passado em frente à boate Baronneti, em Ipanema. O PM que atirou no jovem será julgado novamente. Ele irá a júri popular em data ainda não definida.


O Globo On Line
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RIO - A Justiça do Rio decidiu por unanimidade aceitar recurso da família do jovem Daniel Duque, morto no ano passado em frente à boate Baronneti, em Ipanema. O PM que atirou no jovem será julgado novamente. Ele irá a júri popular em data ainda não definida.


O Globo On Line
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Koresh Mouzuni, de 12 anos, apresentou candidatura para "impedir a matança de crianças no mundo". Ele propõe comprar o Havaí, Estado onde Barack Obama nasceu, e mandar os israelenses para lá.

O garoto Koresh Mouzuni, de 12 anos, anunciou nesta terça-feira (12) que vai tentar concorrer ao cargo de presidente do Irã nas eleições marcadas para 12 junho. Mostrando desenvoltura, Mouzuni concedeu entrevistas falando sobre suas propostas e deixou claro que, assim como o atual presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, aposta em uma plataforma antissemita para conquistar os eleitores. De acordo com o site israelense Ynet, Mouzuni tem como principal objetivo, se for eleito, “impedir a matança de crianças no mundo, como a que está ocorrendo na Faixa de Gaza”, o território de maioria palestina controlado por Israel. Nesta terça, os repórteres que cobriam a entrega das candidaturas no Ministério do Interior, em Teerã, ficaram surpresos com juventude do garoto, mas o trataram como um candidato comum. Quando perguntado sobre o que faria em relação à Israel, o garoto transpareceu sua orientação. “Eu vou comprar o Havaí, o lugar de nascimento de Obama, dos Estados Unidos e vender para os israelenses irem morar lá – assim não vão matar crianças em Gaza”, afirmou.
O garoto, único candidato a apresentar um programa de governo, ainda mostrou habilidade ao lidar com os jornalistas. Um deles questionou Mouzuni sobre o “bolo amarelo”, uma das fases do processo de enriquecimento de urânio, a base da energia nuclear e do polêmico projeto de armas atômicas do Irã. “Um presidente não precisa conhecer tudo sobre energia nuclear e saber enriquecer urânio sozinho”, disse o garoto. “O presidente precisa saber como administrar as coisas”. Mouzuni ainda comentou sobre a possível formação de seu gabinete, e rechaçou a possibilidade de nomear o pai. “Meu primeiro vice será Ahmadinejad”.

Todos os candidatos à Presidência do Irã devem passar pelo crivo do Conselho dos Guardiães da Revolução. É esse grupo que define quem pode ou não concorrer e que decidirá se a candidatura de Mouzuni é válida.
REDAÇÃO ÉPOCA
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:54  comentar

Koresh Mouzuni, de 12 anos, apresentou candidatura para "impedir a matança de crianças no mundo". Ele propõe comprar o Havaí, Estado onde Barack Obama nasceu, e mandar os israelenses para lá.

O garoto Koresh Mouzuni, de 12 anos, anunciou nesta terça-feira (12) que vai tentar concorrer ao cargo de presidente do Irã nas eleições marcadas para 12 junho. Mostrando desenvoltura, Mouzuni concedeu entrevistas falando sobre suas propostas e deixou claro que, assim como o atual presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, aposta em uma plataforma antissemita para conquistar os eleitores. De acordo com o site israelense Ynet, Mouzuni tem como principal objetivo, se for eleito, “impedir a matança de crianças no mundo, como a que está ocorrendo na Faixa de Gaza”, o território de maioria palestina controlado por Israel. Nesta terça, os repórteres que cobriam a entrega das candidaturas no Ministério do Interior, em Teerã, ficaram surpresos com juventude do garoto, mas o trataram como um candidato comum. Quando perguntado sobre o que faria em relação à Israel, o garoto transpareceu sua orientação. “Eu vou comprar o Havaí, o lugar de nascimento de Obama, dos Estados Unidos e vender para os israelenses irem morar lá – assim não vão matar crianças em Gaza”, afirmou.
O garoto, único candidato a apresentar um programa de governo, ainda mostrou habilidade ao lidar com os jornalistas. Um deles questionou Mouzuni sobre o “bolo amarelo”, uma das fases do processo de enriquecimento de urânio, a base da energia nuclear e do polêmico projeto de armas atômicas do Irã. “Um presidente não precisa conhecer tudo sobre energia nuclear e saber enriquecer urânio sozinho”, disse o garoto. “O presidente precisa saber como administrar as coisas”. Mouzuni ainda comentou sobre a possível formação de seu gabinete, e rechaçou a possibilidade de nomear o pai. “Meu primeiro vice será Ahmadinejad”.

Todos os candidatos à Presidência do Irã devem passar pelo crivo do Conselho dos Guardiães da Revolução. É esse grupo que define quem pode ou não concorrer e que decidirá se a candidatura de Mouzuni é válida.
REDAÇÃO ÉPOCA
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Koresh Mouzuni, de 12 anos, apresentou candidatura para "impedir a matança de crianças no mundo". Ele propõe comprar o Havaí, Estado onde Barack Obama nasceu, e mandar os israelenses para lá.

O garoto Koresh Mouzuni, de 12 anos, anunciou nesta terça-feira (12) que vai tentar concorrer ao cargo de presidente do Irã nas eleições marcadas para 12 junho. Mostrando desenvoltura, Mouzuni concedeu entrevistas falando sobre suas propostas e deixou claro que, assim como o atual presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, aposta em uma plataforma antissemita para conquistar os eleitores. De acordo com o site israelense Ynet, Mouzuni tem como principal objetivo, se for eleito, “impedir a matança de crianças no mundo, como a que está ocorrendo na Faixa de Gaza”, o território de maioria palestina controlado por Israel. Nesta terça, os repórteres que cobriam a entrega das candidaturas no Ministério do Interior, em Teerã, ficaram surpresos com juventude do garoto, mas o trataram como um candidato comum. Quando perguntado sobre o que faria em relação à Israel, o garoto transpareceu sua orientação. “Eu vou comprar o Havaí, o lugar de nascimento de Obama, dos Estados Unidos e vender para os israelenses irem morar lá – assim não vão matar crianças em Gaza”, afirmou.
O garoto, único candidato a apresentar um programa de governo, ainda mostrou habilidade ao lidar com os jornalistas. Um deles questionou Mouzuni sobre o “bolo amarelo”, uma das fases do processo de enriquecimento de urânio, a base da energia nuclear e do polêmico projeto de armas atômicas do Irã. “Um presidente não precisa conhecer tudo sobre energia nuclear e saber enriquecer urânio sozinho”, disse o garoto. “O presidente precisa saber como administrar as coisas”. Mouzuni ainda comentou sobre a possível formação de seu gabinete, e rechaçou a possibilidade de nomear o pai. “Meu primeiro vice será Ahmadinejad”.

Todos os candidatos à Presidência do Irã devem passar pelo crivo do Conselho dos Guardiães da Revolução. É esse grupo que define quem pode ou não concorrer e que decidirá se a candidatura de Mouzuni é válida.
REDAÇÃO ÉPOCA
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Koresh Mouzuni, de 12 anos, apresentou candidatura para "impedir a matança de crianças no mundo". Ele propõe comprar o Havaí, Estado onde Barack Obama nasceu, e mandar os israelenses para lá.

O garoto Koresh Mouzuni, de 12 anos, anunciou nesta terça-feira (12) que vai tentar concorrer ao cargo de presidente do Irã nas eleições marcadas para 12 junho. Mostrando desenvoltura, Mouzuni concedeu entrevistas falando sobre suas propostas e deixou claro que, assim como o atual presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, aposta em uma plataforma antissemita para conquistar os eleitores. De acordo com o site israelense Ynet, Mouzuni tem como principal objetivo, se for eleito, “impedir a matança de crianças no mundo, como a que está ocorrendo na Faixa de Gaza”, o território de maioria palestina controlado por Israel. Nesta terça, os repórteres que cobriam a entrega das candidaturas no Ministério do Interior, em Teerã, ficaram surpresos com juventude do garoto, mas o trataram como um candidato comum. Quando perguntado sobre o que faria em relação à Israel, o garoto transpareceu sua orientação. “Eu vou comprar o Havaí, o lugar de nascimento de Obama, dos Estados Unidos e vender para os israelenses irem morar lá – assim não vão matar crianças em Gaza”, afirmou.
O garoto, único candidato a apresentar um programa de governo, ainda mostrou habilidade ao lidar com os jornalistas. Um deles questionou Mouzuni sobre o “bolo amarelo”, uma das fases do processo de enriquecimento de urânio, a base da energia nuclear e do polêmico projeto de armas atômicas do Irã. “Um presidente não precisa conhecer tudo sobre energia nuclear e saber enriquecer urânio sozinho”, disse o garoto. “O presidente precisa saber como administrar as coisas”. Mouzuni ainda comentou sobre a possível formação de seu gabinete, e rechaçou a possibilidade de nomear o pai. “Meu primeiro vice será Ahmadinejad”.

Todos os candidatos à Presidência do Irã devem passar pelo crivo do Conselho dos Guardiães da Revolução. É esse grupo que define quem pode ou não concorrer e que decidirá se a candidatura de Mouzuni é válida.
REDAÇÃO ÉPOCA
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Koresh Mouzuni, de 12 anos, apresentou candidatura para "impedir a matança de crianças no mundo". Ele propõe comprar o Havaí, Estado onde Barack Obama nasceu, e mandar os israelenses para lá.

O garoto Koresh Mouzuni, de 12 anos, anunciou nesta terça-feira (12) que vai tentar concorrer ao cargo de presidente do Irã nas eleições marcadas para 12 junho. Mostrando desenvoltura, Mouzuni concedeu entrevistas falando sobre suas propostas e deixou claro que, assim como o atual presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, aposta em uma plataforma antissemita para conquistar os eleitores. De acordo com o site israelense Ynet, Mouzuni tem como principal objetivo, se for eleito, “impedir a matança de crianças no mundo, como a que está ocorrendo na Faixa de Gaza”, o território de maioria palestina controlado por Israel. Nesta terça, os repórteres que cobriam a entrega das candidaturas no Ministério do Interior, em Teerã, ficaram surpresos com juventude do garoto, mas o trataram como um candidato comum. Quando perguntado sobre o que faria em relação à Israel, o garoto transpareceu sua orientação. “Eu vou comprar o Havaí, o lugar de nascimento de Obama, dos Estados Unidos e vender para os israelenses irem morar lá – assim não vão matar crianças em Gaza”, afirmou.
O garoto, único candidato a apresentar um programa de governo, ainda mostrou habilidade ao lidar com os jornalistas. Um deles questionou Mouzuni sobre o “bolo amarelo”, uma das fases do processo de enriquecimento de urânio, a base da energia nuclear e do polêmico projeto de armas atômicas do Irã. “Um presidente não precisa conhecer tudo sobre energia nuclear e saber enriquecer urânio sozinho”, disse o garoto. “O presidente precisa saber como administrar as coisas”. Mouzuni ainda comentou sobre a possível formação de seu gabinete, e rechaçou a possibilidade de nomear o pai. “Meu primeiro vice será Ahmadinejad”.

Todos os candidatos à Presidência do Irã devem passar pelo crivo do Conselho dos Guardiães da Revolução. É esse grupo que define quem pode ou não concorrer e que decidirá se a candidatura de Mouzuni é válida.
REDAÇÃO ÉPOCA
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O ucraniano John Demjanjuk, acusado de ser um criminoso de guerra nazista, foi deportado dos Estados Unidos nesta segunda-feira e enviado para a Alemanha, onde deve ser julgado.

Demjanjuk, que tem 89 anos, é acusado de ter participado do massacre de cerca de 29 mil judeus enquanto trabalhava como guarda no campo de concentração de Sobibor, na Polônia, durante a Segunda Guerra Mundial.
Ele nega as acusações e alega ter sido capturado pelos alemães na Ucrânia, tendo sido mantido como prisioneiro de guerra pelos nazistas.
Demjanjuk embarcou em um avião para a Alemanha na noite desta segunda-feira.
Horas antes, agentes da imigração dos Estados Unidos foram até a casa onde ele morava e o levaram, em sua cadeira de rodas, até um prédio do governo em Cleveland, Ohio, de onde ele foi levado para o aeroporto.
Desde que foi indiciado por autoridades alemãs, no último mês de março, Demjanjuk lutava para não ser extraditado para o país, alegando que sua saúde era muito frágil para que ele fosse deportado.
Na última quinta-feira, a Suprema Corte dos EUA rejeitou um pedido de Demjanjuk para que ela interviesse no caso.Em abril, ele chegou a ser levado de sua casa por agentes federais dos EUA, mas uma ordem judicial que suspendia sua deportação foi concedida.
A autorização para que ele fosse deportado foi dada, no início deste mês, por uma banca de três juízes de Ohio, que afirmaram que o processo de extradição poderia seguir se fossem tomados os cuidados necessários com a saúde do acusado.

Passado
Demjanjuk chegou aos Estados Unidos em 1952 como refugiado de guerra. Ele fixou-se em Cleveland, Ohio, onde trabalhou em uma fábrica de automóveis.
Em 1988, ele foi extraditado e condenado à morte em Israel por crimes contra a humanidade, depois que um grupo de sobreviventes do Holocausto o identificou como "Ivan, o Terrível", um guarda do campo de concentração de Treblinka conhecido por seu sadismo.
Mas a decisão foi revogada em 1993 pela Suprema Corte israelense, que concluiu que existiam dúvidas sobre se Demjanjuk era mesmo um guarda de Treblinka. O acusado voltou, então, aos Estados Unidos.
Em 2002, um juiz americano de imigração decidiu que existiam evidências suficientes de que Demjanjuk foi um guarda em campos nazistas e retirou sua cidadania.
Em 2005, outro juiz determinou que ele poderia ser deportado para a Alemanha, Polônia ou Ucrânia.
No último mês de março, ele foi indiciado por autoridades alemãs por sua suposta participação na morte de 29 mil pessoas em 1943.


BBC Brasil
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O ucraniano John Demjanjuk, acusado de ser um criminoso de guerra nazista, foi deportado dos Estados Unidos nesta segunda-feira e enviado para a Alemanha, onde deve ser julgado.

Demjanjuk, que tem 89 anos, é acusado de ter participado do massacre de cerca de 29 mil judeus enquanto trabalhava como guarda no campo de concentração de Sobibor, na Polônia, durante a Segunda Guerra Mundial.
Ele nega as acusações e alega ter sido capturado pelos alemães na Ucrânia, tendo sido mantido como prisioneiro de guerra pelos nazistas.
Demjanjuk embarcou em um avião para a Alemanha na noite desta segunda-feira.
Horas antes, agentes da imigração dos Estados Unidos foram até a casa onde ele morava e o levaram, em sua cadeira de rodas, até um prédio do governo em Cleveland, Ohio, de onde ele foi levado para o aeroporto.
Desde que foi indiciado por autoridades alemãs, no último mês de março, Demjanjuk lutava para não ser extraditado para o país, alegando que sua saúde era muito frágil para que ele fosse deportado.
Na última quinta-feira, a Suprema Corte dos EUA rejeitou um pedido de Demjanjuk para que ela interviesse no caso.Em abril, ele chegou a ser levado de sua casa por agentes federais dos EUA, mas uma ordem judicial que suspendia sua deportação foi concedida.
A autorização para que ele fosse deportado foi dada, no início deste mês, por uma banca de três juízes de Ohio, que afirmaram que o processo de extradição poderia seguir se fossem tomados os cuidados necessários com a saúde do acusado.

Passado
Demjanjuk chegou aos Estados Unidos em 1952 como refugiado de guerra. Ele fixou-se em Cleveland, Ohio, onde trabalhou em uma fábrica de automóveis.
Em 1988, ele foi extraditado e condenado à morte em Israel por crimes contra a humanidade, depois que um grupo de sobreviventes do Holocausto o identificou como "Ivan, o Terrível", um guarda do campo de concentração de Treblinka conhecido por seu sadismo.
Mas a decisão foi revogada em 1993 pela Suprema Corte israelense, que concluiu que existiam dúvidas sobre se Demjanjuk era mesmo um guarda de Treblinka. O acusado voltou, então, aos Estados Unidos.
Em 2002, um juiz americano de imigração decidiu que existiam evidências suficientes de que Demjanjuk foi um guarda em campos nazistas e retirou sua cidadania.
Em 2005, outro juiz determinou que ele poderia ser deportado para a Alemanha, Polônia ou Ucrânia.
No último mês de março, ele foi indiciado por autoridades alemãs por sua suposta participação na morte de 29 mil pessoas em 1943.


BBC Brasil
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O ucraniano John Demjanjuk, acusado de ser um criminoso de guerra nazista, foi deportado dos Estados Unidos nesta segunda-feira e enviado para a Alemanha, onde deve ser julgado.

Demjanjuk, que tem 89 anos, é acusado de ter participado do massacre de cerca de 29 mil judeus enquanto trabalhava como guarda no campo de concentração de Sobibor, na Polônia, durante a Segunda Guerra Mundial.
Ele nega as acusações e alega ter sido capturado pelos alemães na Ucrânia, tendo sido mantido como prisioneiro de guerra pelos nazistas.
Demjanjuk embarcou em um avião para a Alemanha na noite desta segunda-feira.
Horas antes, agentes da imigração dos Estados Unidos foram até a casa onde ele morava e o levaram, em sua cadeira de rodas, até um prédio do governo em Cleveland, Ohio, de onde ele foi levado para o aeroporto.
Desde que foi indiciado por autoridades alemãs, no último mês de março, Demjanjuk lutava para não ser extraditado para o país, alegando que sua saúde era muito frágil para que ele fosse deportado.
Na última quinta-feira, a Suprema Corte dos EUA rejeitou um pedido de Demjanjuk para que ela interviesse no caso.Em abril, ele chegou a ser levado de sua casa por agentes federais dos EUA, mas uma ordem judicial que suspendia sua deportação foi concedida.
A autorização para que ele fosse deportado foi dada, no início deste mês, por uma banca de três juízes de Ohio, que afirmaram que o processo de extradição poderia seguir se fossem tomados os cuidados necessários com a saúde do acusado.

Passado
Demjanjuk chegou aos Estados Unidos em 1952 como refugiado de guerra. Ele fixou-se em Cleveland, Ohio, onde trabalhou em uma fábrica de automóveis.
Em 1988, ele foi extraditado e condenado à morte em Israel por crimes contra a humanidade, depois que um grupo de sobreviventes do Holocausto o identificou como "Ivan, o Terrível", um guarda do campo de concentração de Treblinka conhecido por seu sadismo.
Mas a decisão foi revogada em 1993 pela Suprema Corte israelense, que concluiu que existiam dúvidas sobre se Demjanjuk era mesmo um guarda de Treblinka. O acusado voltou, então, aos Estados Unidos.
Em 2002, um juiz americano de imigração decidiu que existiam evidências suficientes de que Demjanjuk foi um guarda em campos nazistas e retirou sua cidadania.
Em 2005, outro juiz determinou que ele poderia ser deportado para a Alemanha, Polônia ou Ucrânia.
No último mês de março, ele foi indiciado por autoridades alemãs por sua suposta participação na morte de 29 mil pessoas em 1943.


BBC Brasil
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O ucraniano John Demjanjuk, acusado de ser um criminoso de guerra nazista, foi deportado dos Estados Unidos nesta segunda-feira e enviado para a Alemanha, onde deve ser julgado.

Demjanjuk, que tem 89 anos, é acusado de ter participado do massacre de cerca de 29 mil judeus enquanto trabalhava como guarda no campo de concentração de Sobibor, na Polônia, durante a Segunda Guerra Mundial.
Ele nega as acusações e alega ter sido capturado pelos alemães na Ucrânia, tendo sido mantido como prisioneiro de guerra pelos nazistas.
Demjanjuk embarcou em um avião para a Alemanha na noite desta segunda-feira.
Horas antes, agentes da imigração dos Estados Unidos foram até a casa onde ele morava e o levaram, em sua cadeira de rodas, até um prédio do governo em Cleveland, Ohio, de onde ele foi levado para o aeroporto.
Desde que foi indiciado por autoridades alemãs, no último mês de março, Demjanjuk lutava para não ser extraditado para o país, alegando que sua saúde era muito frágil para que ele fosse deportado.
Na última quinta-feira, a Suprema Corte dos EUA rejeitou um pedido de Demjanjuk para que ela interviesse no caso.Em abril, ele chegou a ser levado de sua casa por agentes federais dos EUA, mas uma ordem judicial que suspendia sua deportação foi concedida.
A autorização para que ele fosse deportado foi dada, no início deste mês, por uma banca de três juízes de Ohio, que afirmaram que o processo de extradição poderia seguir se fossem tomados os cuidados necessários com a saúde do acusado.

Passado
Demjanjuk chegou aos Estados Unidos em 1952 como refugiado de guerra. Ele fixou-se em Cleveland, Ohio, onde trabalhou em uma fábrica de automóveis.
Em 1988, ele foi extraditado e condenado à morte em Israel por crimes contra a humanidade, depois que um grupo de sobreviventes do Holocausto o identificou como "Ivan, o Terrível", um guarda do campo de concentração de Treblinka conhecido por seu sadismo.
Mas a decisão foi revogada em 1993 pela Suprema Corte israelense, que concluiu que existiam dúvidas sobre se Demjanjuk era mesmo um guarda de Treblinka. O acusado voltou, então, aos Estados Unidos.
Em 2002, um juiz americano de imigração decidiu que existiam evidências suficientes de que Demjanjuk foi um guarda em campos nazistas e retirou sua cidadania.
Em 2005, outro juiz determinou que ele poderia ser deportado para a Alemanha, Polônia ou Ucrânia.
No último mês de março, ele foi indiciado por autoridades alemãs por sua suposta participação na morte de 29 mil pessoas em 1943.


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O ucraniano John Demjanjuk, acusado de ser um criminoso de guerra nazista, foi deportado dos Estados Unidos nesta segunda-feira e enviado para a Alemanha, onde deve ser julgado.

Demjanjuk, que tem 89 anos, é acusado de ter participado do massacre de cerca de 29 mil judeus enquanto trabalhava como guarda no campo de concentração de Sobibor, na Polônia, durante a Segunda Guerra Mundial.
Ele nega as acusações e alega ter sido capturado pelos alemães na Ucrânia, tendo sido mantido como prisioneiro de guerra pelos nazistas.
Demjanjuk embarcou em um avião para a Alemanha na noite desta segunda-feira.
Horas antes, agentes da imigração dos Estados Unidos foram até a casa onde ele morava e o levaram, em sua cadeira de rodas, até um prédio do governo em Cleveland, Ohio, de onde ele foi levado para o aeroporto.
Desde que foi indiciado por autoridades alemãs, no último mês de março, Demjanjuk lutava para não ser extraditado para o país, alegando que sua saúde era muito frágil para que ele fosse deportado.
Na última quinta-feira, a Suprema Corte dos EUA rejeitou um pedido de Demjanjuk para que ela interviesse no caso.Em abril, ele chegou a ser levado de sua casa por agentes federais dos EUA, mas uma ordem judicial que suspendia sua deportação foi concedida.
A autorização para que ele fosse deportado foi dada, no início deste mês, por uma banca de três juízes de Ohio, que afirmaram que o processo de extradição poderia seguir se fossem tomados os cuidados necessários com a saúde do acusado.

Passado
Demjanjuk chegou aos Estados Unidos em 1952 como refugiado de guerra. Ele fixou-se em Cleveland, Ohio, onde trabalhou em uma fábrica de automóveis.
Em 1988, ele foi extraditado e condenado à morte em Israel por crimes contra a humanidade, depois que um grupo de sobreviventes do Holocausto o identificou como "Ivan, o Terrível", um guarda do campo de concentração de Treblinka conhecido por seu sadismo.
Mas a decisão foi revogada em 1993 pela Suprema Corte israelense, que concluiu que existiam dúvidas sobre se Demjanjuk era mesmo um guarda de Treblinka. O acusado voltou, então, aos Estados Unidos.
Em 2002, um juiz americano de imigração decidiu que existiam evidências suficientes de que Demjanjuk foi um guarda em campos nazistas e retirou sua cidadania.
Em 2005, outro juiz determinou que ele poderia ser deportado para a Alemanha, Polônia ou Ucrânia.
No último mês de março, ele foi indiciado por autoridades alemãs por sua suposta participação na morte de 29 mil pessoas em 1943.


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Bagncoc (Tailândia) - Dois cidadãos suecos e um britânico foram detidos nesta terça-feira pela polícia da Tailândia acusados de crime de pedofilia, depois que a Interpol advertiu os corpos de segurança tailandeses sobre a presença deles no país.
Os suecos Karl Erik Berglund, 60 anos, e Lars Anders Ellerman, 65 anos, e o britânico George Stanley Gibbs, 67 anos, foram detidos na cidade litorânea de Pattaya, cerca de 160 km ao sudeste de Bangcoc, aonde viajaram em um voo organizado da Suécia, segundo a Interpol.
Em outubro de 2007, a polícia tailandesa deteve nos arredores de Bangcoc o então pedófilo mais procurado pela Interpol, o canadense Christopher Neil, ligado a pelo menos 12 casos no Camboja, Tailândia e Vietnã.
Neil foi condenado por um tribunal tailandês em 2008 a três anos de prisão por corrupção de menores e a outros 39 meses por abuso de dois menores, e posse de fotografias e vídeos pornográficos com suas vítimas.



O DIA ONLINE
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Bagncoc (Tailândia) - Dois cidadãos suecos e um britânico foram detidos nesta terça-feira pela polícia da Tailândia acusados de crime de pedofilia, depois que a Interpol advertiu os corpos de segurança tailandeses sobre a presença deles no país.
Os suecos Karl Erik Berglund, 60 anos, e Lars Anders Ellerman, 65 anos, e o britânico George Stanley Gibbs, 67 anos, foram detidos na cidade litorânea de Pattaya, cerca de 160 km ao sudeste de Bangcoc, aonde viajaram em um voo organizado da Suécia, segundo a Interpol.
Em outubro de 2007, a polícia tailandesa deteve nos arredores de Bangcoc o então pedófilo mais procurado pela Interpol, o canadense Christopher Neil, ligado a pelo menos 12 casos no Camboja, Tailândia e Vietnã.
Neil foi condenado por um tribunal tailandês em 2008 a três anos de prisão por corrupção de menores e a outros 39 meses por abuso de dois menores, e posse de fotografias e vídeos pornográficos com suas vítimas.



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Bagncoc (Tailândia) - Dois cidadãos suecos e um britânico foram detidos nesta terça-feira pela polícia da Tailândia acusados de crime de pedofilia, depois que a Interpol advertiu os corpos de segurança tailandeses sobre a presença deles no país.
Os suecos Karl Erik Berglund, 60 anos, e Lars Anders Ellerman, 65 anos, e o britânico George Stanley Gibbs, 67 anos, foram detidos na cidade litorânea de Pattaya, cerca de 160 km ao sudeste de Bangcoc, aonde viajaram em um voo organizado da Suécia, segundo a Interpol.
Em outubro de 2007, a polícia tailandesa deteve nos arredores de Bangcoc o então pedófilo mais procurado pela Interpol, o canadense Christopher Neil, ligado a pelo menos 12 casos no Camboja, Tailândia e Vietnã.
Neil foi condenado por um tribunal tailandês em 2008 a três anos de prisão por corrupção de menores e a outros 39 meses por abuso de dois menores, e posse de fotografias e vídeos pornográficos com suas vítimas.



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Bagncoc (Tailândia) - Dois cidadãos suecos e um britânico foram detidos nesta terça-feira pela polícia da Tailândia acusados de crime de pedofilia, depois que a Interpol advertiu os corpos de segurança tailandeses sobre a presença deles no país.
Os suecos Karl Erik Berglund, 60 anos, e Lars Anders Ellerman, 65 anos, e o britânico George Stanley Gibbs, 67 anos, foram detidos na cidade litorânea de Pattaya, cerca de 160 km ao sudeste de Bangcoc, aonde viajaram em um voo organizado da Suécia, segundo a Interpol.
Em outubro de 2007, a polícia tailandesa deteve nos arredores de Bangcoc o então pedófilo mais procurado pela Interpol, o canadense Christopher Neil, ligado a pelo menos 12 casos no Camboja, Tailândia e Vietnã.
Neil foi condenado por um tribunal tailandês em 2008 a três anos de prisão por corrupção de menores e a outros 39 meses por abuso de dois menores, e posse de fotografias e vídeos pornográficos com suas vítimas.



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Bagncoc (Tailândia) - Dois cidadãos suecos e um britânico foram detidos nesta terça-feira pela polícia da Tailândia acusados de crime de pedofilia, depois que a Interpol advertiu os corpos de segurança tailandeses sobre a presença deles no país.
Os suecos Karl Erik Berglund, 60 anos, e Lars Anders Ellerman, 65 anos, e o britânico George Stanley Gibbs, 67 anos, foram detidos na cidade litorânea de Pattaya, cerca de 160 km ao sudeste de Bangcoc, aonde viajaram em um voo organizado da Suécia, segundo a Interpol.
Em outubro de 2007, a polícia tailandesa deteve nos arredores de Bangcoc o então pedófilo mais procurado pela Interpol, o canadense Christopher Neil, ligado a pelo menos 12 casos no Camboja, Tailândia e Vietnã.
Neil foi condenado por um tribunal tailandês em 2008 a três anos de prisão por corrupção de menores e a outros 39 meses por abuso de dois menores, e posse de fotografias e vídeos pornográficos com suas vítimas.



O DIA ONLINE
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O governo de Botsuana, no sul da África, anunciou que pretende realizar cirurgias de circuncisão em 460 mil homens nos próximos cinco anos para tentar diminuir os casos de Aids no país.
O Ministério da Saúde se baseou em estudos realizados em vários países africanos, como África do Sul, Quênia e Uganda, que apontaram que os riscos de contaminação são até 50% menores em homens que já passaram pela intervenção.
Campanhas no rádio e na televisão tentam encorajar os homens a visitarem hospitais para realizar a circuncisão. Em 2007, a Organização Mundial de Saúde (OMS) já havia recomendado o procedimento no combate à Aids.
Segundo a OMS, isso poderia evitar três milhões de mortes nos próximos 20 anos na África Subsaariana, onde vivem 25 milhões infectados, quase dois terços do total do planeta.

Eficácia
Mas a OMS ressalta que, embora a cirurgia seja eficaz para reduzir os riscos de contrair AIDS, ela não impede a contaminação.
Janet Mwambona, que comanda o projeto do Ministério da Saúde de Botsuana, reconhece que a medida, por si só, não é suficiente para frear a epidemia de Aids no país.
"Apesar de termos tido várias ações para combater o vírus HIV, continuamos com altas taxas de contaminação, o que significa que a mudança de comportamento das pessoas é o ponto central para resolver a questão", disse Mwambona.
Botsuana foi o primeiro país da África a disponibilizar medicamentos retrovirais no sistema público de saúde, mas mesmo assim não teve uma redução significativa nos casos de Aids. O país está entre os melhores do continente em quesitos como renda per capita e alfabetização, mas ainda sofre com uma grave epidemia do vírus HIV.
São 300 mil infectados, cerca de 15% da população. Entre os adultos, a taxa sobe para 24%, a segunda maior em todo o mundo, atrás apenas da Suazilândia, de acordo com dados das Nações Unidas.



BBC Brasil
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O governo de Botsuana, no sul da África, anunciou que pretende realizar cirurgias de circuncisão em 460 mil homens nos próximos cinco anos para tentar diminuir os casos de Aids no país.
O Ministério da Saúde se baseou em estudos realizados em vários países africanos, como África do Sul, Quênia e Uganda, que apontaram que os riscos de contaminação são até 50% menores em homens que já passaram pela intervenção.
Campanhas no rádio e na televisão tentam encorajar os homens a visitarem hospitais para realizar a circuncisão. Em 2007, a Organização Mundial de Saúde (OMS) já havia recomendado o procedimento no combate à Aids.
Segundo a OMS, isso poderia evitar três milhões de mortes nos próximos 20 anos na África Subsaariana, onde vivem 25 milhões infectados, quase dois terços do total do planeta.

Eficácia
Mas a OMS ressalta que, embora a cirurgia seja eficaz para reduzir os riscos de contrair AIDS, ela não impede a contaminação.
Janet Mwambona, que comanda o projeto do Ministério da Saúde de Botsuana, reconhece que a medida, por si só, não é suficiente para frear a epidemia de Aids no país.
"Apesar de termos tido várias ações para combater o vírus HIV, continuamos com altas taxas de contaminação, o que significa que a mudança de comportamento das pessoas é o ponto central para resolver a questão", disse Mwambona.
Botsuana foi o primeiro país da África a disponibilizar medicamentos retrovirais no sistema público de saúde, mas mesmo assim não teve uma redução significativa nos casos de Aids. O país está entre os melhores do continente em quesitos como renda per capita e alfabetização, mas ainda sofre com uma grave epidemia do vírus HIV.
São 300 mil infectados, cerca de 15% da população. Entre os adultos, a taxa sobe para 24%, a segunda maior em todo o mundo, atrás apenas da Suazilândia, de acordo com dados das Nações Unidas.



BBC Brasil
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O governo de Botsuana, no sul da África, anunciou que pretende realizar cirurgias de circuncisão em 460 mil homens nos próximos cinco anos para tentar diminuir os casos de Aids no país.
O Ministério da Saúde se baseou em estudos realizados em vários países africanos, como África do Sul, Quênia e Uganda, que apontaram que os riscos de contaminação são até 50% menores em homens que já passaram pela intervenção.
Campanhas no rádio e na televisão tentam encorajar os homens a visitarem hospitais para realizar a circuncisão. Em 2007, a Organização Mundial de Saúde (OMS) já havia recomendado o procedimento no combate à Aids.
Segundo a OMS, isso poderia evitar três milhões de mortes nos próximos 20 anos na África Subsaariana, onde vivem 25 milhões infectados, quase dois terços do total do planeta.

Eficácia
Mas a OMS ressalta que, embora a cirurgia seja eficaz para reduzir os riscos de contrair AIDS, ela não impede a contaminação.
Janet Mwambona, que comanda o projeto do Ministério da Saúde de Botsuana, reconhece que a medida, por si só, não é suficiente para frear a epidemia de Aids no país.
"Apesar de termos tido várias ações para combater o vírus HIV, continuamos com altas taxas de contaminação, o que significa que a mudança de comportamento das pessoas é o ponto central para resolver a questão", disse Mwambona.
Botsuana foi o primeiro país da África a disponibilizar medicamentos retrovirais no sistema público de saúde, mas mesmo assim não teve uma redução significativa nos casos de Aids. O país está entre os melhores do continente em quesitos como renda per capita e alfabetização, mas ainda sofre com uma grave epidemia do vírus HIV.
São 300 mil infectados, cerca de 15% da população. Entre os adultos, a taxa sobe para 24%, a segunda maior em todo o mundo, atrás apenas da Suazilândia, de acordo com dados das Nações Unidas.



BBC Brasil
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O governo de Botsuana, no sul da África, anunciou que pretende realizar cirurgias de circuncisão em 460 mil homens nos próximos cinco anos para tentar diminuir os casos de Aids no país.
O Ministério da Saúde se baseou em estudos realizados em vários países africanos, como África do Sul, Quênia e Uganda, que apontaram que os riscos de contaminação são até 50% menores em homens que já passaram pela intervenção.
Campanhas no rádio e na televisão tentam encorajar os homens a visitarem hospitais para realizar a circuncisão. Em 2007, a Organização Mundial de Saúde (OMS) já havia recomendado o procedimento no combate à Aids.
Segundo a OMS, isso poderia evitar três milhões de mortes nos próximos 20 anos na África Subsaariana, onde vivem 25 milhões infectados, quase dois terços do total do planeta.

Eficácia
Mas a OMS ressalta que, embora a cirurgia seja eficaz para reduzir os riscos de contrair AIDS, ela não impede a contaminação.
Janet Mwambona, que comanda o projeto do Ministério da Saúde de Botsuana, reconhece que a medida, por si só, não é suficiente para frear a epidemia de Aids no país.
"Apesar de termos tido várias ações para combater o vírus HIV, continuamos com altas taxas de contaminação, o que significa que a mudança de comportamento das pessoas é o ponto central para resolver a questão", disse Mwambona.
Botsuana foi o primeiro país da África a disponibilizar medicamentos retrovirais no sistema público de saúde, mas mesmo assim não teve uma redução significativa nos casos de Aids. O país está entre os melhores do continente em quesitos como renda per capita e alfabetização, mas ainda sofre com uma grave epidemia do vírus HIV.
São 300 mil infectados, cerca de 15% da população. Entre os adultos, a taxa sobe para 24%, a segunda maior em todo o mundo, atrás apenas da Suazilândia, de acordo com dados das Nações Unidas.



BBC Brasil
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O governo de Botsuana, no sul da África, anunciou que pretende realizar cirurgias de circuncisão em 460 mil homens nos próximos cinco anos para tentar diminuir os casos de Aids no país.
O Ministério da Saúde se baseou em estudos realizados em vários países africanos, como África do Sul, Quênia e Uganda, que apontaram que os riscos de contaminação são até 50% menores em homens que já passaram pela intervenção.
Campanhas no rádio e na televisão tentam encorajar os homens a visitarem hospitais para realizar a circuncisão. Em 2007, a Organização Mundial de Saúde (OMS) já havia recomendado o procedimento no combate à Aids.
Segundo a OMS, isso poderia evitar três milhões de mortes nos próximos 20 anos na África Subsaariana, onde vivem 25 milhões infectados, quase dois terços do total do planeta.

Eficácia
Mas a OMS ressalta que, embora a cirurgia seja eficaz para reduzir os riscos de contrair AIDS, ela não impede a contaminação.
Janet Mwambona, que comanda o projeto do Ministério da Saúde de Botsuana, reconhece que a medida, por si só, não é suficiente para frear a epidemia de Aids no país.
"Apesar de termos tido várias ações para combater o vírus HIV, continuamos com altas taxas de contaminação, o que significa que a mudança de comportamento das pessoas é o ponto central para resolver a questão", disse Mwambona.
Botsuana foi o primeiro país da África a disponibilizar medicamentos retrovirais no sistema público de saúde, mas mesmo assim não teve uma redução significativa nos casos de Aids. O país está entre os melhores do continente em quesitos como renda per capita e alfabetização, mas ainda sofre com uma grave epidemia do vírus HIV.
São 300 mil infectados, cerca de 15% da população. Entre os adultos, a taxa sobe para 24%, a segunda maior em todo o mundo, atrás apenas da Suazilândia, de acordo com dados das Nações Unidas.



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Fazer a limpeza da casa e a higiene pessoal podem ser sinônimos de muito desperdício de luz e água. Mas isso pode ser evitado com algumas medidas simples.

Isso é o que mostra o livro "Como Combater o Aquecimento Global"

Leia abaixo trecho retirado do livro.

- Lave a louça com cuidado. Lavar a louça à mão da maneira correta certamente consome menos energia que usar a lava-louça - especialmente se houver poucos pratos sujos. Em vez de lavar a louça em água corrente, tampe a pia ou use uma bacia. Para utilizar menos água na lavagem, instale um aerador na torneira da pia da cozinha.

-Deixe as panelas incrustadas de restos em água com sabão antes de lavá-las ou de colocá-las na lava-louça - assim você vai utilizar menos água e energia para limpá-las.

- Escolha uma lava-louça eficiente, do tamanho certo para seu estilo de vida. Vem aí o modelo com sensor que detecta a quantidade de sujeira da louça e ajusta a quantidade de água e energia necessárias.

- Mantenha a sujeira fora de casa. Tente plantar árvores ou uma cerca viva entre sua casa e a rua - as plantas irão reter boa parte da poeira antes que ela atinja a sua casa.

- Use esponjas e panos reutilizáveis ou trapos em vez de toalhas de papel.

- Tente usar panos de microfibra, que, quando molhados, retêm e absorvem a poeira e a sujeira, sem a necessidade de outros produtos.

- Use materiais que ajam sob baixas temperaturas, como produtos para limpar o chão que não precisem de água quente.

- Opte por produtos concentrados para diminuir o impacto da produção, do transporte e do empacotamento dos materiais de limpeza.

- Troque a banheira pelo chuveiro Um banho de banheira gasta em média 80 litros de água, enquanto uma chuveirada rápida de cinco minutos utiliza cerca de 30 litros. Deixe a banheira para ocasiões especiais - pingue na água algumas gotas de óleo aromático, sirva-se um copo de vinho (orgânico) e coloque música suave. E, se puder, economize água dividindo a banheira

- Tome banhos mais rápidos Se você passa muito mais do que cinco minutos no banho, logo vai gastar a mesma quantidade de água que consumiria em um banho de banheira. Controle o tempo no chuveiro.

Autora: Joanna Yarrow


Folha Online

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Fazer a limpeza da casa e a higiene pessoal podem ser sinônimos de muito desperdício de luz e água. Mas isso pode ser evitado com algumas medidas simples.

Isso é o que mostra o livro "Como Combater o Aquecimento Global"

Leia abaixo trecho retirado do livro.

- Lave a louça com cuidado. Lavar a louça à mão da maneira correta certamente consome menos energia que usar a lava-louça - especialmente se houver poucos pratos sujos. Em vez de lavar a louça em água corrente, tampe a pia ou use uma bacia. Para utilizar menos água na lavagem, instale um aerador na torneira da pia da cozinha.

-Deixe as panelas incrustadas de restos em água com sabão antes de lavá-las ou de colocá-las na lava-louça - assim você vai utilizar menos água e energia para limpá-las.

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- Mantenha a sujeira fora de casa. Tente plantar árvores ou uma cerca viva entre sua casa e a rua - as plantas irão reter boa parte da poeira antes que ela atinja a sua casa.

- Use esponjas e panos reutilizáveis ou trapos em vez de toalhas de papel.

- Tente usar panos de microfibra, que, quando molhados, retêm e absorvem a poeira e a sujeira, sem a necessidade de outros produtos.

- Use materiais que ajam sob baixas temperaturas, como produtos para limpar o chão que não precisem de água quente.

- Opte por produtos concentrados para diminuir o impacto da produção, do transporte e do empacotamento dos materiais de limpeza.

- Troque a banheira pelo chuveiro Um banho de banheira gasta em média 80 litros de água, enquanto uma chuveirada rápida de cinco minutos utiliza cerca de 30 litros. Deixe a banheira para ocasiões especiais - pingue na água algumas gotas de óleo aromático, sirva-se um copo de vinho (orgânico) e coloque música suave. E, se puder, economize água dividindo a banheira

- Tome banhos mais rápidos Se você passa muito mais do que cinco minutos no banho, logo vai gastar a mesma quantidade de água que consumiria em um banho de banheira. Controle o tempo no chuveiro.

Autora: Joanna Yarrow


Folha Online

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Fazer a limpeza da casa e a higiene pessoal podem ser sinônimos de muito desperdício de luz e água. Mas isso pode ser evitado com algumas medidas simples.

Isso é o que mostra o livro "Como Combater o Aquecimento Global"

Leia abaixo trecho retirado do livro.

- Lave a louça com cuidado. Lavar a louça à mão da maneira correta certamente consome menos energia que usar a lava-louça - especialmente se houver poucos pratos sujos. Em vez de lavar a louça em água corrente, tampe a pia ou use uma bacia. Para utilizar menos água na lavagem, instale um aerador na torneira da pia da cozinha.

-Deixe as panelas incrustadas de restos em água com sabão antes de lavá-las ou de colocá-las na lava-louça - assim você vai utilizar menos água e energia para limpá-las.

- Escolha uma lava-louça eficiente, do tamanho certo para seu estilo de vida. Vem aí o modelo com sensor que detecta a quantidade de sujeira da louça e ajusta a quantidade de água e energia necessárias.

- Mantenha a sujeira fora de casa. Tente plantar árvores ou uma cerca viva entre sua casa e a rua - as plantas irão reter boa parte da poeira antes que ela atinja a sua casa.

- Use esponjas e panos reutilizáveis ou trapos em vez de toalhas de papel.

- Tente usar panos de microfibra, que, quando molhados, retêm e absorvem a poeira e a sujeira, sem a necessidade de outros produtos.

- Use materiais que ajam sob baixas temperaturas, como produtos para limpar o chão que não precisem de água quente.

- Opte por produtos concentrados para diminuir o impacto da produção, do transporte e do empacotamento dos materiais de limpeza.

- Troque a banheira pelo chuveiro Um banho de banheira gasta em média 80 litros de água, enquanto uma chuveirada rápida de cinco minutos utiliza cerca de 30 litros. Deixe a banheira para ocasiões especiais - pingue na água algumas gotas de óleo aromático, sirva-se um copo de vinho (orgânico) e coloque música suave. E, se puder, economize água dividindo a banheira

- Tome banhos mais rápidos Se você passa muito mais do que cinco minutos no banho, logo vai gastar a mesma quantidade de água que consumiria em um banho de banheira. Controle o tempo no chuveiro.

Autora: Joanna Yarrow


Folha Online

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Isso é o que mostra o livro "Como Combater o Aquecimento Global"

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- Escolha uma lava-louça eficiente, do tamanho certo para seu estilo de vida. Vem aí o modelo com sensor que detecta a quantidade de sujeira da louça e ajusta a quantidade de água e energia necessárias.

- Mantenha a sujeira fora de casa. Tente plantar árvores ou uma cerca viva entre sua casa e a rua - as plantas irão reter boa parte da poeira antes que ela atinja a sua casa.

- Use esponjas e panos reutilizáveis ou trapos em vez de toalhas de papel.

- Tente usar panos de microfibra, que, quando molhados, retêm e absorvem a poeira e a sujeira, sem a necessidade de outros produtos.

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- Troque a banheira pelo chuveiro Um banho de banheira gasta em média 80 litros de água, enquanto uma chuveirada rápida de cinco minutos utiliza cerca de 30 litros. Deixe a banheira para ocasiões especiais - pingue na água algumas gotas de óleo aromático, sirva-se um copo de vinho (orgânico) e coloque música suave. E, se puder, economize água dividindo a banheira

- Tome banhos mais rápidos Se você passa muito mais do que cinco minutos no banho, logo vai gastar a mesma quantidade de água que consumiria em um banho de banheira. Controle o tempo no chuveiro.

Autora: Joanna Yarrow


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Fazer a limpeza da casa e a higiene pessoal podem ser sinônimos de muito desperdício de luz e água. Mas isso pode ser evitado com algumas medidas simples.

Isso é o que mostra o livro "Como Combater o Aquecimento Global"

Leia abaixo trecho retirado do livro.

- Lave a louça com cuidado. Lavar a louça à mão da maneira correta certamente consome menos energia que usar a lava-louça - especialmente se houver poucos pratos sujos. Em vez de lavar a louça em água corrente, tampe a pia ou use uma bacia. Para utilizar menos água na lavagem, instale um aerador na torneira da pia da cozinha.

-Deixe as panelas incrustadas de restos em água com sabão antes de lavá-las ou de colocá-las na lava-louça - assim você vai utilizar menos água e energia para limpá-las.

- Escolha uma lava-louça eficiente, do tamanho certo para seu estilo de vida. Vem aí o modelo com sensor que detecta a quantidade de sujeira da louça e ajusta a quantidade de água e energia necessárias.

- Mantenha a sujeira fora de casa. Tente plantar árvores ou uma cerca viva entre sua casa e a rua - as plantas irão reter boa parte da poeira antes que ela atinja a sua casa.

- Use esponjas e panos reutilizáveis ou trapos em vez de toalhas de papel.

- Tente usar panos de microfibra, que, quando molhados, retêm e absorvem a poeira e a sujeira, sem a necessidade de outros produtos.

- Use materiais que ajam sob baixas temperaturas, como produtos para limpar o chão que não precisem de água quente.

- Opte por produtos concentrados para diminuir o impacto da produção, do transporte e do empacotamento dos materiais de limpeza.

- Troque a banheira pelo chuveiro Um banho de banheira gasta em média 80 litros de água, enquanto uma chuveirada rápida de cinco minutos utiliza cerca de 30 litros. Deixe a banheira para ocasiões especiais - pingue na água algumas gotas de óleo aromático, sirva-se um copo de vinho (orgânico) e coloque música suave. E, se puder, economize água dividindo a banheira

- Tome banhos mais rápidos Se você passa muito mais do que cinco minutos no banho, logo vai gastar a mesma quantidade de água que consumiria em um banho de banheira. Controle o tempo no chuveiro.

Autora: Joanna Yarrow


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SÃO PAULO - Um comerciante de Pindamonhangaba, no Vale da Paraíba encontrou seus sequestradores em um ônibus após conseguir fugir do cativeiro em Cruzeiro, na mesma região. Ele conseguiu avisar a polícia e prender os suspeitos. Segundo o boletim de ocorrência, registrado no 1º DP de Cruzeiro, o plano inicial feito por três pessoas, entre eles uma menor, de 14 anos, que teria um suposto envolvimento com a vítima, era o de um sequestro relâmpago contra o comerciante.
Após sequestrarem a vítima em Pindamonhangaba, os acusados Edson Moreira da Silva e de Carlos Cesar Florentino dos Santos, junto com a menor, foram para a cidade de Cruzeiro, para fazer saques em bancos. Na cidade, um dos bancos estava com o caixa eletrônico quebrado e o outro já não estava funcionando por ter passado das 22 horas. Como não conseguiram retirar o dinheiro, os três resolveram então deixar o homem em uma residência usada para consumo de drogas.
Foi acertado o pagamento de R$ 100,00 para o grupo que estava na casa para mantê-lo preso em um dos quartos, além do pagamento de outros R$ 50,00 para a dona do imóvel, para que ela servisse o café da manhã para o comerciante e oferecesse um dinheiro para que ele tomasse um ônibus de volta para a casa. Segundo o boletim, as pessoas ficaram durante toda a noite consumindo drogas, o que facilitou a fuga da vítima. Rapidamente o homem foi para a rodoviária e conseguiu uma passagem para sua cidade.
No caminho, o trio de acusados, que estava com o cartão do banco e a senha da vítima, entrou no ônibus. De acordo com a polícia, o comerciante abaixou a cabeça para não ser reconhecido e, ao chegar ao município de Cachoeira Paulista, desceu no terminal e avisou a polícia. Foi feito um cerco na Rodovia Presidente Dutra, e na cidade de Lorena o ônibus foi parado. A polícia encontrou os três suspeitos dormindo no fundo do coletivo. Eles acabaram levando os policiais até o cativeiro. O comerciante reconheceu os suspeitos e 12 pessoas foram presas, entre eles três menores.


O Estadão
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SÃO PAULO - Um comerciante de Pindamonhangaba, no Vale da Paraíba encontrou seus sequestradores em um ônibus após conseguir fugir do cativeiro em Cruzeiro, na mesma região. Ele conseguiu avisar a polícia e prender os suspeitos. Segundo o boletim de ocorrência, registrado no 1º DP de Cruzeiro, o plano inicial feito por três pessoas, entre eles uma menor, de 14 anos, que teria um suposto envolvimento com a vítima, era o de um sequestro relâmpago contra o comerciante.
Após sequestrarem a vítima em Pindamonhangaba, os acusados Edson Moreira da Silva e de Carlos Cesar Florentino dos Santos, junto com a menor, foram para a cidade de Cruzeiro, para fazer saques em bancos. Na cidade, um dos bancos estava com o caixa eletrônico quebrado e o outro já não estava funcionando por ter passado das 22 horas. Como não conseguiram retirar o dinheiro, os três resolveram então deixar o homem em uma residência usada para consumo de drogas.
Foi acertado o pagamento de R$ 100,00 para o grupo que estava na casa para mantê-lo preso em um dos quartos, além do pagamento de outros R$ 50,00 para a dona do imóvel, para que ela servisse o café da manhã para o comerciante e oferecesse um dinheiro para que ele tomasse um ônibus de volta para a casa. Segundo o boletim, as pessoas ficaram durante toda a noite consumindo drogas, o que facilitou a fuga da vítima. Rapidamente o homem foi para a rodoviária e conseguiu uma passagem para sua cidade.
No caminho, o trio de acusados, que estava com o cartão do banco e a senha da vítima, entrou no ônibus. De acordo com a polícia, o comerciante abaixou a cabeça para não ser reconhecido e, ao chegar ao município de Cachoeira Paulista, desceu no terminal e avisou a polícia. Foi feito um cerco na Rodovia Presidente Dutra, e na cidade de Lorena o ônibus foi parado. A polícia encontrou os três suspeitos dormindo no fundo do coletivo. Eles acabaram levando os policiais até o cativeiro. O comerciante reconheceu os suspeitos e 12 pessoas foram presas, entre eles três menores.


O Estadão
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SÃO PAULO - Um comerciante de Pindamonhangaba, no Vale da Paraíba encontrou seus sequestradores em um ônibus após conseguir fugir do cativeiro em Cruzeiro, na mesma região. Ele conseguiu avisar a polícia e prender os suspeitos. Segundo o boletim de ocorrência, registrado no 1º DP de Cruzeiro, o plano inicial feito por três pessoas, entre eles uma menor, de 14 anos, que teria um suposto envolvimento com a vítima, era o de um sequestro relâmpago contra o comerciante.
Após sequestrarem a vítima em Pindamonhangaba, os acusados Edson Moreira da Silva e de Carlos Cesar Florentino dos Santos, junto com a menor, foram para a cidade de Cruzeiro, para fazer saques em bancos. Na cidade, um dos bancos estava com o caixa eletrônico quebrado e o outro já não estava funcionando por ter passado das 22 horas. Como não conseguiram retirar o dinheiro, os três resolveram então deixar o homem em uma residência usada para consumo de drogas.
Foi acertado o pagamento de R$ 100,00 para o grupo que estava na casa para mantê-lo preso em um dos quartos, além do pagamento de outros R$ 50,00 para a dona do imóvel, para que ela servisse o café da manhã para o comerciante e oferecesse um dinheiro para que ele tomasse um ônibus de volta para a casa. Segundo o boletim, as pessoas ficaram durante toda a noite consumindo drogas, o que facilitou a fuga da vítima. Rapidamente o homem foi para a rodoviária e conseguiu uma passagem para sua cidade.
No caminho, o trio de acusados, que estava com o cartão do banco e a senha da vítima, entrou no ônibus. De acordo com a polícia, o comerciante abaixou a cabeça para não ser reconhecido e, ao chegar ao município de Cachoeira Paulista, desceu no terminal e avisou a polícia. Foi feito um cerco na Rodovia Presidente Dutra, e na cidade de Lorena o ônibus foi parado. A polícia encontrou os três suspeitos dormindo no fundo do coletivo. Eles acabaram levando os policiais até o cativeiro. O comerciante reconheceu os suspeitos e 12 pessoas foram presas, entre eles três menores.


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SÃO PAULO - Um comerciante de Pindamonhangaba, no Vale da Paraíba encontrou seus sequestradores em um ônibus após conseguir fugir do cativeiro em Cruzeiro, na mesma região. Ele conseguiu avisar a polícia e prender os suspeitos. Segundo o boletim de ocorrência, registrado no 1º DP de Cruzeiro, o plano inicial feito por três pessoas, entre eles uma menor, de 14 anos, que teria um suposto envolvimento com a vítima, era o de um sequestro relâmpago contra o comerciante.
Após sequestrarem a vítima em Pindamonhangaba, os acusados Edson Moreira da Silva e de Carlos Cesar Florentino dos Santos, junto com a menor, foram para a cidade de Cruzeiro, para fazer saques em bancos. Na cidade, um dos bancos estava com o caixa eletrônico quebrado e o outro já não estava funcionando por ter passado das 22 horas. Como não conseguiram retirar o dinheiro, os três resolveram então deixar o homem em uma residência usada para consumo de drogas.
Foi acertado o pagamento de R$ 100,00 para o grupo que estava na casa para mantê-lo preso em um dos quartos, além do pagamento de outros R$ 50,00 para a dona do imóvel, para que ela servisse o café da manhã para o comerciante e oferecesse um dinheiro para que ele tomasse um ônibus de volta para a casa. Segundo o boletim, as pessoas ficaram durante toda a noite consumindo drogas, o que facilitou a fuga da vítima. Rapidamente o homem foi para a rodoviária e conseguiu uma passagem para sua cidade.
No caminho, o trio de acusados, que estava com o cartão do banco e a senha da vítima, entrou no ônibus. De acordo com a polícia, o comerciante abaixou a cabeça para não ser reconhecido e, ao chegar ao município de Cachoeira Paulista, desceu no terminal e avisou a polícia. Foi feito um cerco na Rodovia Presidente Dutra, e na cidade de Lorena o ônibus foi parado. A polícia encontrou os três suspeitos dormindo no fundo do coletivo. Eles acabaram levando os policiais até o cativeiro. O comerciante reconheceu os suspeitos e 12 pessoas foram presas, entre eles três menores.


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SÃO PAULO - Um comerciante de Pindamonhangaba, no Vale da Paraíba encontrou seus sequestradores em um ônibus após conseguir fugir do cativeiro em Cruzeiro, na mesma região. Ele conseguiu avisar a polícia e prender os suspeitos. Segundo o boletim de ocorrência, registrado no 1º DP de Cruzeiro, o plano inicial feito por três pessoas, entre eles uma menor, de 14 anos, que teria um suposto envolvimento com a vítima, era o de um sequestro relâmpago contra o comerciante.
Após sequestrarem a vítima em Pindamonhangaba, os acusados Edson Moreira da Silva e de Carlos Cesar Florentino dos Santos, junto com a menor, foram para a cidade de Cruzeiro, para fazer saques em bancos. Na cidade, um dos bancos estava com o caixa eletrônico quebrado e o outro já não estava funcionando por ter passado das 22 horas. Como não conseguiram retirar o dinheiro, os três resolveram então deixar o homem em uma residência usada para consumo de drogas.
Foi acertado o pagamento de R$ 100,00 para o grupo que estava na casa para mantê-lo preso em um dos quartos, além do pagamento de outros R$ 50,00 para a dona do imóvel, para que ela servisse o café da manhã para o comerciante e oferecesse um dinheiro para que ele tomasse um ônibus de volta para a casa. Segundo o boletim, as pessoas ficaram durante toda a noite consumindo drogas, o que facilitou a fuga da vítima. Rapidamente o homem foi para a rodoviária e conseguiu uma passagem para sua cidade.
No caminho, o trio de acusados, que estava com o cartão do banco e a senha da vítima, entrou no ônibus. De acordo com a polícia, o comerciante abaixou a cabeça para não ser reconhecido e, ao chegar ao município de Cachoeira Paulista, desceu no terminal e avisou a polícia. Foi feito um cerco na Rodovia Presidente Dutra, e na cidade de Lorena o ônibus foi parado. A polícia encontrou os três suspeitos dormindo no fundo do coletivo. Eles acabaram levando os policiais até o cativeiro. O comerciante reconheceu os suspeitos e 12 pessoas foram presas, entre eles três menores.


O Estadão
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Mães de crianças nascidas por erro em anticoncepcional ainda lutam por indenização

Rio - Evelyn, Emily, Lara e Caio têm em comum o fato de serem irmãos gêmeos de 10 anos. O presente de aniversário que seus pais mais queriam ainda não chegou. Há uma década, as duas mães, Paloma Ribeiro Trepin, 33, e Roselane Alves Vieira, lutam na Justiça contra o laboratório Schering do Brasil para ter direito à indenização pela gravidez não planejada. Vítimas da pílula de farinha, como ficou conhecido na época o lote falsificado do anticoncepcional Microvlar, elas viram nesses 10 anos o padrão de vida da família despencar. Em todo o País, cerca de 200 mulheres engravidaram usando a “pílula da fertilidade”, mas só 10% ganharam na Justiça pensão para os filhos até a maioridade. Das duas, apenas Roselane venceu nos tribunais, mas o laboratório recorreu.
A gestação em dobro pegou de surpresa as duas moradores de Volta Redonda, no Sul Fluminense. De um dia para o outro foram obrigadas a se desfazer de bens para bancar a maternidade múltipla. “Quando engravidei, trabalhava como professora primária, já tinha dois filhos, de 15 e 12 anos, e tinha acabado de terminar um namoro”, recorda Paloma. O carro recém financiado teve que ser vendido para aumentar a casa para a chegada de Evelyn e Emily. O amor pelas gêmeas não tirou dela a preocupação com o futuro das meninas. Durante cinco anos, o laboratório pagou pensão para as filhas de Paloma, mas em março de 2004 a empresa recorreu e o benefício foi suspenso por decisão da Justiça. “Minha vida virou de cabeça para baixo. As meninas estudavam em uma escola particular, onde tinham aulas de natação, balé, inglês. Sem dinheiro, tive que transferi-las para escola pública, onde estão até hoje”, revolta-se Paloma. Ela largou o emprego para cuidar das crianças e foi forçada a alugar a casa e se mudar para outra menor. A perda financeira veio acompanhada de muito preconceito. “Nunca fiquei triste porque minha mãe não planejou a gravidez. Eu ficava muito chateada porque as pessoas nos apontavam nas ruas como as meninas das pílulas de farinha”, diz Emily.

A alegria pela chegada do casal de gêmeos, Lara e Caio, veio seguida de mudanças na rotina de Roselane. Na época, ela já tinha um filho de 9 anos e havia acabado de montar um salão de beleza. “Estava endividada. Com a gravidez, não podia mais lidar com produtos químicos. Vendi o salão, a casa, num bairro bom de Volta Redonda, e nos mudamos para a casa dos meus pais, onde moramos até hoje. É exaustivo. Essa história precisa de um final feliz”, desabafa Roselane, que, como Paloma, também sentiu a cobrança dos filhos. “Meu filho reclamava, dizendo que eu não queria eles. Na época não estava nos planos. Mas hoje não imagino minha vida sem os dois”, diz.

Não há revolta entre os filhos, que evitam tocar no assunto. “Ainda bem que ela tomou o remédio errado, porque senão a gente não teria nascido”, afirma Caio. A Justiça condenou a Schering a pagar um salário mínimo (R$ 465) mensal para Lara e Caio do nascimento até os 18 anos, retroativo com juros e correção monetária e mais R$ 15 mil para Roselane por danos morais. “É o reconhecimento do erro. A fraude foi comprovada e não houve reparação”, critica o advogado de Roselana, Davi Moura. Mesmo após o escândalo, o Microvlar continua sendo uma das pílulas mais consumidas no País, usada por 1,5 milhão de mulheres.



O DIA ONLINE
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Mães de crianças nascidas por erro em anticoncepcional ainda lutam por indenização

Rio - Evelyn, Emily, Lara e Caio têm em comum o fato de serem irmãos gêmeos de 10 anos. O presente de aniversário que seus pais mais queriam ainda não chegou. Há uma década, as duas mães, Paloma Ribeiro Trepin, 33, e Roselane Alves Vieira, lutam na Justiça contra o laboratório Schering do Brasil para ter direito à indenização pela gravidez não planejada. Vítimas da pílula de farinha, como ficou conhecido na época o lote falsificado do anticoncepcional Microvlar, elas viram nesses 10 anos o padrão de vida da família despencar. Em todo o País, cerca de 200 mulheres engravidaram usando a “pílula da fertilidade”, mas só 10% ganharam na Justiça pensão para os filhos até a maioridade. Das duas, apenas Roselane venceu nos tribunais, mas o laboratório recorreu.
A gestação em dobro pegou de surpresa as duas moradores de Volta Redonda, no Sul Fluminense. De um dia para o outro foram obrigadas a se desfazer de bens para bancar a maternidade múltipla. “Quando engravidei, trabalhava como professora primária, já tinha dois filhos, de 15 e 12 anos, e tinha acabado de terminar um namoro”, recorda Paloma. O carro recém financiado teve que ser vendido para aumentar a casa para a chegada de Evelyn e Emily. O amor pelas gêmeas não tirou dela a preocupação com o futuro das meninas. Durante cinco anos, o laboratório pagou pensão para as filhas de Paloma, mas em março de 2004 a empresa recorreu e o benefício foi suspenso por decisão da Justiça. “Minha vida virou de cabeça para baixo. As meninas estudavam em uma escola particular, onde tinham aulas de natação, balé, inglês. Sem dinheiro, tive que transferi-las para escola pública, onde estão até hoje”, revolta-se Paloma. Ela largou o emprego para cuidar das crianças e foi forçada a alugar a casa e se mudar para outra menor. A perda financeira veio acompanhada de muito preconceito. “Nunca fiquei triste porque minha mãe não planejou a gravidez. Eu ficava muito chateada porque as pessoas nos apontavam nas ruas como as meninas das pílulas de farinha”, diz Emily.

A alegria pela chegada do casal de gêmeos, Lara e Caio, veio seguida de mudanças na rotina de Roselane. Na época, ela já tinha um filho de 9 anos e havia acabado de montar um salão de beleza. “Estava endividada. Com a gravidez, não podia mais lidar com produtos químicos. Vendi o salão, a casa, num bairro bom de Volta Redonda, e nos mudamos para a casa dos meus pais, onde moramos até hoje. É exaustivo. Essa história precisa de um final feliz”, desabafa Roselane, que, como Paloma, também sentiu a cobrança dos filhos. “Meu filho reclamava, dizendo que eu não queria eles. Na época não estava nos planos. Mas hoje não imagino minha vida sem os dois”, diz.

Não há revolta entre os filhos, que evitam tocar no assunto. “Ainda bem que ela tomou o remédio errado, porque senão a gente não teria nascido”, afirma Caio. A Justiça condenou a Schering a pagar um salário mínimo (R$ 465) mensal para Lara e Caio do nascimento até os 18 anos, retroativo com juros e correção monetária e mais R$ 15 mil para Roselane por danos morais. “É o reconhecimento do erro. A fraude foi comprovada e não houve reparação”, critica o advogado de Roselana, Davi Moura. Mesmo após o escândalo, o Microvlar continua sendo uma das pílulas mais consumidas no País, usada por 1,5 milhão de mulheres.



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A gestação em dobro pegou de surpresa as duas moradores de Volta Redonda, no Sul Fluminense. De um dia para o outro foram obrigadas a se desfazer de bens para bancar a maternidade múltipla. “Quando engravidei, trabalhava como professora primária, já tinha dois filhos, de 15 e 12 anos, e tinha acabado de terminar um namoro”, recorda Paloma. O carro recém financiado teve que ser vendido para aumentar a casa para a chegada de Evelyn e Emily. O amor pelas gêmeas não tirou dela a preocupação com o futuro das meninas. Durante cinco anos, o laboratório pagou pensão para as filhas de Paloma, mas em março de 2004 a empresa recorreu e o benefício foi suspenso por decisão da Justiça. “Minha vida virou de cabeça para baixo. As meninas estudavam em uma escola particular, onde tinham aulas de natação, balé, inglês. Sem dinheiro, tive que transferi-las para escola pública, onde estão até hoje”, revolta-se Paloma. Ela largou o emprego para cuidar das crianças e foi forçada a alugar a casa e se mudar para outra menor. A perda financeira veio acompanhada de muito preconceito. “Nunca fiquei triste porque minha mãe não planejou a gravidez. Eu ficava muito chateada porque as pessoas nos apontavam nas ruas como as meninas das pílulas de farinha”, diz Emily.

A alegria pela chegada do casal de gêmeos, Lara e Caio, veio seguida de mudanças na rotina de Roselane. Na época, ela já tinha um filho de 9 anos e havia acabado de montar um salão de beleza. “Estava endividada. Com a gravidez, não podia mais lidar com produtos químicos. Vendi o salão, a casa, num bairro bom de Volta Redonda, e nos mudamos para a casa dos meus pais, onde moramos até hoje. É exaustivo. Essa história precisa de um final feliz”, desabafa Roselane, que, como Paloma, também sentiu a cobrança dos filhos. “Meu filho reclamava, dizendo que eu não queria eles. Na época não estava nos planos. Mas hoje não imagino minha vida sem os dois”, diz.

Não há revolta entre os filhos, que evitam tocar no assunto. “Ainda bem que ela tomou o remédio errado, porque senão a gente não teria nascido”, afirma Caio. A Justiça condenou a Schering a pagar um salário mínimo (R$ 465) mensal para Lara e Caio do nascimento até os 18 anos, retroativo com juros e correção monetária e mais R$ 15 mil para Roselane por danos morais. “É o reconhecimento do erro. A fraude foi comprovada e não houve reparação”, critica o advogado de Roselana, Davi Moura. Mesmo após o escândalo, o Microvlar continua sendo uma das pílulas mais consumidas no País, usada por 1,5 milhão de mulheres.



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Rio - Evelyn, Emily, Lara e Caio têm em comum o fato de serem irmãos gêmeos de 10 anos. O presente de aniversário que seus pais mais queriam ainda não chegou. Há uma década, as duas mães, Paloma Ribeiro Trepin, 33, e Roselane Alves Vieira, lutam na Justiça contra o laboratório Schering do Brasil para ter direito à indenização pela gravidez não planejada. Vítimas da pílula de farinha, como ficou conhecido na época o lote falsificado do anticoncepcional Microvlar, elas viram nesses 10 anos o padrão de vida da família despencar. Em todo o País, cerca de 200 mulheres engravidaram usando a “pílula da fertilidade”, mas só 10% ganharam na Justiça pensão para os filhos até a maioridade. Das duas, apenas Roselane venceu nos tribunais, mas o laboratório recorreu.
A gestação em dobro pegou de surpresa as duas moradores de Volta Redonda, no Sul Fluminense. De um dia para o outro foram obrigadas a se desfazer de bens para bancar a maternidade múltipla. “Quando engravidei, trabalhava como professora primária, já tinha dois filhos, de 15 e 12 anos, e tinha acabado de terminar um namoro”, recorda Paloma. O carro recém financiado teve que ser vendido para aumentar a casa para a chegada de Evelyn e Emily. O amor pelas gêmeas não tirou dela a preocupação com o futuro das meninas. Durante cinco anos, o laboratório pagou pensão para as filhas de Paloma, mas em março de 2004 a empresa recorreu e o benefício foi suspenso por decisão da Justiça. “Minha vida virou de cabeça para baixo. As meninas estudavam em uma escola particular, onde tinham aulas de natação, balé, inglês. Sem dinheiro, tive que transferi-las para escola pública, onde estão até hoje”, revolta-se Paloma. Ela largou o emprego para cuidar das crianças e foi forçada a alugar a casa e se mudar para outra menor. A perda financeira veio acompanhada de muito preconceito. “Nunca fiquei triste porque minha mãe não planejou a gravidez. Eu ficava muito chateada porque as pessoas nos apontavam nas ruas como as meninas das pílulas de farinha”, diz Emily.

A alegria pela chegada do casal de gêmeos, Lara e Caio, veio seguida de mudanças na rotina de Roselane. Na época, ela já tinha um filho de 9 anos e havia acabado de montar um salão de beleza. “Estava endividada. Com a gravidez, não podia mais lidar com produtos químicos. Vendi o salão, a casa, num bairro bom de Volta Redonda, e nos mudamos para a casa dos meus pais, onde moramos até hoje. É exaustivo. Essa história precisa de um final feliz”, desabafa Roselane, que, como Paloma, também sentiu a cobrança dos filhos. “Meu filho reclamava, dizendo que eu não queria eles. Na época não estava nos planos. Mas hoje não imagino minha vida sem os dois”, diz.

Não há revolta entre os filhos, que evitam tocar no assunto. “Ainda bem que ela tomou o remédio errado, porque senão a gente não teria nascido”, afirma Caio. A Justiça condenou a Schering a pagar um salário mínimo (R$ 465) mensal para Lara e Caio do nascimento até os 18 anos, retroativo com juros e correção monetária e mais R$ 15 mil para Roselane por danos morais. “É o reconhecimento do erro. A fraude foi comprovada e não houve reparação”, critica o advogado de Roselana, Davi Moura. Mesmo após o escândalo, o Microvlar continua sendo uma das pílulas mais consumidas no País, usada por 1,5 milhão de mulheres.



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Mães de crianças nascidas por erro em anticoncepcional ainda lutam por indenização

Rio - Evelyn, Emily, Lara e Caio têm em comum o fato de serem irmãos gêmeos de 10 anos. O presente de aniversário que seus pais mais queriam ainda não chegou. Há uma década, as duas mães, Paloma Ribeiro Trepin, 33, e Roselane Alves Vieira, lutam na Justiça contra o laboratório Schering do Brasil para ter direito à indenização pela gravidez não planejada. Vítimas da pílula de farinha, como ficou conhecido na época o lote falsificado do anticoncepcional Microvlar, elas viram nesses 10 anos o padrão de vida da família despencar. Em todo o País, cerca de 200 mulheres engravidaram usando a “pílula da fertilidade”, mas só 10% ganharam na Justiça pensão para os filhos até a maioridade. Das duas, apenas Roselane venceu nos tribunais, mas o laboratório recorreu.
A gestação em dobro pegou de surpresa as duas moradores de Volta Redonda, no Sul Fluminense. De um dia para o outro foram obrigadas a se desfazer de bens para bancar a maternidade múltipla. “Quando engravidei, trabalhava como professora primária, já tinha dois filhos, de 15 e 12 anos, e tinha acabado de terminar um namoro”, recorda Paloma. O carro recém financiado teve que ser vendido para aumentar a casa para a chegada de Evelyn e Emily. O amor pelas gêmeas não tirou dela a preocupação com o futuro das meninas. Durante cinco anos, o laboratório pagou pensão para as filhas de Paloma, mas em março de 2004 a empresa recorreu e o benefício foi suspenso por decisão da Justiça. “Minha vida virou de cabeça para baixo. As meninas estudavam em uma escola particular, onde tinham aulas de natação, balé, inglês. Sem dinheiro, tive que transferi-las para escola pública, onde estão até hoje”, revolta-se Paloma. Ela largou o emprego para cuidar das crianças e foi forçada a alugar a casa e se mudar para outra menor. A perda financeira veio acompanhada de muito preconceito. “Nunca fiquei triste porque minha mãe não planejou a gravidez. Eu ficava muito chateada porque as pessoas nos apontavam nas ruas como as meninas das pílulas de farinha”, diz Emily.

A alegria pela chegada do casal de gêmeos, Lara e Caio, veio seguida de mudanças na rotina de Roselane. Na época, ela já tinha um filho de 9 anos e havia acabado de montar um salão de beleza. “Estava endividada. Com a gravidez, não podia mais lidar com produtos químicos. Vendi o salão, a casa, num bairro bom de Volta Redonda, e nos mudamos para a casa dos meus pais, onde moramos até hoje. É exaustivo. Essa história precisa de um final feliz”, desabafa Roselane, que, como Paloma, também sentiu a cobrança dos filhos. “Meu filho reclamava, dizendo que eu não queria eles. Na época não estava nos planos. Mas hoje não imagino minha vida sem os dois”, diz.

Não há revolta entre os filhos, que evitam tocar no assunto. “Ainda bem que ela tomou o remédio errado, porque senão a gente não teria nascido”, afirma Caio. A Justiça condenou a Schering a pagar um salário mínimo (R$ 465) mensal para Lara e Caio do nascimento até os 18 anos, retroativo com juros e correção monetária e mais R$ 15 mil para Roselane por danos morais. “É o reconhecimento do erro. A fraude foi comprovada e não houve reparação”, critica o advogado de Roselana, Davi Moura. Mesmo após o escândalo, o Microvlar continua sendo uma das pílulas mais consumidas no País, usada por 1,5 milhão de mulheres.



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São Paulo - Os retratos falados de três dos suspeitos de terem participado do roubo de quatro quadros em uma mansão na região dos Jardins, região nobre na Zona Oeste da capital paulista, foi divulgado pela Polícia Civil na manhã desta terça-feira. Entre as telas roubadas estão os quadros "O Cangaceiro" e "Retrato de Maria", de Candido Portinari, uma pintura de Tarsila do Amaral ("Figura em Azul"), além de uma obra de Orlando Teruz.
As imagens foram feitas a partir das informações fornecidas pelos funcionários da casa que foram rendidos durante o assalto na manhã do domingo. Anteriormente, a Secretaria de Segurança Pública chegou a afirmar que só divulgaria as imagens em um momento oportuno para não atrapalhar as investigações.

O crime
De acordo com a Polícia Civil, os assaltantes chegaram à residência, que pertence à ex-mulher do magnata Henry Maksoud, portando um vaso de flores e alegaram que seria uma entrega de Dia das Mães. Então renderam as seis pessoas que se encontravam no local: a dona da casa, a nora e quatro empregados.
Os assaltantes ficaram na casa por cerca de uma hora e trinta minutos e, antes de deixar a residência, ainda teriam feito um lanche. Inicialmente, o delegado Celso Damasceno, do 78° Distrito Policial (Jardins), afirmou não acreditar que se trata de especialistas em roubos de quadros famosos.
Os depoimentos dos reféns divergem sobre o número de criminosos, mas a quadrilha tinha pelo menos dez homens fortemente armados. Eles invadiram a residência da rua Estados Unidos, por volta das 9h deste domingo. As obras não possuíam seguro. Além dos quadros, os assaltantes levaram jóias e dinheiro.


O DIA ONLINE
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:55  comentar

São Paulo - Os retratos falados de três dos suspeitos de terem participado do roubo de quatro quadros em uma mansão na região dos Jardins, região nobre na Zona Oeste da capital paulista, foi divulgado pela Polícia Civil na manhã desta terça-feira. Entre as telas roubadas estão os quadros "O Cangaceiro" e "Retrato de Maria", de Candido Portinari, uma pintura de Tarsila do Amaral ("Figura em Azul"), além de uma obra de Orlando Teruz.
As imagens foram feitas a partir das informações fornecidas pelos funcionários da casa que foram rendidos durante o assalto na manhã do domingo. Anteriormente, a Secretaria de Segurança Pública chegou a afirmar que só divulgaria as imagens em um momento oportuno para não atrapalhar as investigações.

O crime
De acordo com a Polícia Civil, os assaltantes chegaram à residência, que pertence à ex-mulher do magnata Henry Maksoud, portando um vaso de flores e alegaram que seria uma entrega de Dia das Mães. Então renderam as seis pessoas que se encontravam no local: a dona da casa, a nora e quatro empregados.
Os assaltantes ficaram na casa por cerca de uma hora e trinta minutos e, antes de deixar a residência, ainda teriam feito um lanche. Inicialmente, o delegado Celso Damasceno, do 78° Distrito Policial (Jardins), afirmou não acreditar que se trata de especialistas em roubos de quadros famosos.
Os depoimentos dos reféns divergem sobre o número de criminosos, mas a quadrilha tinha pelo menos dez homens fortemente armados. Eles invadiram a residência da rua Estados Unidos, por volta das 9h deste domingo. As obras não possuíam seguro. Além dos quadros, os assaltantes levaram jóias e dinheiro.


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As imagens foram feitas a partir das informações fornecidas pelos funcionários da casa que foram rendidos durante o assalto na manhã do domingo. Anteriormente, a Secretaria de Segurança Pública chegou a afirmar que só divulgaria as imagens em um momento oportuno para não atrapalhar as investigações.

O crime
De acordo com a Polícia Civil, os assaltantes chegaram à residência, que pertence à ex-mulher do magnata Henry Maksoud, portando um vaso de flores e alegaram que seria uma entrega de Dia das Mães. Então renderam as seis pessoas que se encontravam no local: a dona da casa, a nora e quatro empregados.
Os assaltantes ficaram na casa por cerca de uma hora e trinta minutos e, antes de deixar a residência, ainda teriam feito um lanche. Inicialmente, o delegado Celso Damasceno, do 78° Distrito Policial (Jardins), afirmou não acreditar que se trata de especialistas em roubos de quadros famosos.
Os depoimentos dos reféns divergem sobre o número de criminosos, mas a quadrilha tinha pelo menos dez homens fortemente armados. Eles invadiram a residência da rua Estados Unidos, por volta das 9h deste domingo. As obras não possuíam seguro. Além dos quadros, os assaltantes levaram jóias e dinheiro.


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As imagens foram feitas a partir das informações fornecidas pelos funcionários da casa que foram rendidos durante o assalto na manhã do domingo. Anteriormente, a Secretaria de Segurança Pública chegou a afirmar que só divulgaria as imagens em um momento oportuno para não atrapalhar as investigações.

O crime
De acordo com a Polícia Civil, os assaltantes chegaram à residência, que pertence à ex-mulher do magnata Henry Maksoud, portando um vaso de flores e alegaram que seria uma entrega de Dia das Mães. Então renderam as seis pessoas que se encontravam no local: a dona da casa, a nora e quatro empregados.
Os assaltantes ficaram na casa por cerca de uma hora e trinta minutos e, antes de deixar a residência, ainda teriam feito um lanche. Inicialmente, o delegado Celso Damasceno, do 78° Distrito Policial (Jardins), afirmou não acreditar que se trata de especialistas em roubos de quadros famosos.
Os depoimentos dos reféns divergem sobre o número de criminosos, mas a quadrilha tinha pelo menos dez homens fortemente armados. Eles invadiram a residência da rua Estados Unidos, por volta das 9h deste domingo. As obras não possuíam seguro. Além dos quadros, os assaltantes levaram jóias e dinheiro.


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As imagens foram feitas a partir das informações fornecidas pelos funcionários da casa que foram rendidos durante o assalto na manhã do domingo. Anteriormente, a Secretaria de Segurança Pública chegou a afirmar que só divulgaria as imagens em um momento oportuno para não atrapalhar as investigações.

O crime
De acordo com a Polícia Civil, os assaltantes chegaram à residência, que pertence à ex-mulher do magnata Henry Maksoud, portando um vaso de flores e alegaram que seria uma entrega de Dia das Mães. Então renderam as seis pessoas que se encontravam no local: a dona da casa, a nora e quatro empregados.
Os assaltantes ficaram na casa por cerca de uma hora e trinta minutos e, antes de deixar a residência, ainda teriam feito um lanche. Inicialmente, o delegado Celso Damasceno, do 78° Distrito Policial (Jardins), afirmou não acreditar que se trata de especialistas em roubos de quadros famosos.
Os depoimentos dos reféns divergem sobre o número de criminosos, mas a quadrilha tinha pelo menos dez homens fortemente armados. Eles invadiram a residência da rua Estados Unidos, por volta das 9h deste domingo. As obras não possuíam seguro. Além dos quadros, os assaltantes levaram jóias e dinheiro.


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Um estudo envolvendo cientistas de vários países demonstrou que o vírus da Aids, HIV, está evoluindo rapidamente para driblar respostas imunológicas do organismo.

O trabalho, publicado pela revista científica Nature, sugere que, como acontece com o vírus da gripe, eventuais vacinas contra o HIV terão de ser constantemente atualizadas.
Os pesquisadores demonstraram que o HIV é capaz de se adaptar rapidamente para neutralizar moléculas do sistema imunológico controladas por genes conhecidos como Antígenos de Histocompatibilidade Humana (Human Leucocyte Antigen, HLA, na sigla em inglês).
O vírus já matou 25 milhões de pessoas no mundo e outras 33 milhões estão infectadas.
Mas o HIV não mata as pessoas com a mesma rapidez. Em média, sem tratamento, uma pessoa vive com o vírus durante dez anos antes de desenvolver a Aids.
Algumas desenvolvem a doença após 12 meses e outras após 20 anos.
O progresso da infecção está vinculado ao gene HLA, que controla a produção de importantes moléculas do sistema imunológico.
Seres humanos possuem quantidades diferentes do gene HLA e, mesmo variações mínimas, podem ter grande impacto sobre quão rapidamente a Aids se desenvolverá.
Os pesquisadores examinaram sequências genéticas do HIV e genes HLA em mais de 2.800 pacientes em vários países, entre eles, Grã-Bretanha, Austrália, África do Sul, Canadá e Japão.
Eles constataram que mutações que permitem que o HIV neutralize o efeito de um determinado gene HLA são mais frequentes em populações onde há grande incidência desse gene específico.
Por exemplo, uma forma do gene HLA chamada B*51 é particularmente efetiva em controlar o HIV - a menos que o vírus esteja equipado com uma mutação genética "de escape".

Japão
Em seus estudos, os pesquisadores constataram que, no Japão, onde o gene B*51 é bastante comum, dois terços da população infectada é portadora de uma variante do HIV equipada com a mutação.
Na Grã-Bretanha, por outro lado, onde o gene é muito menos comum, entre 15 e 25% dos pacientes são portadores do HIV que sofreu a mutação.
O responsável pelo estudo, Philip Goulder, da Universidade de Oxford, disse que resultados semelhantes foram vistos em cada tipo de gene HLA estudado.
"Isto mostra que o HIV é extremamente ágil em se adaptar às respostas imunológicas das populações", disse Goulder.
"Isto é evolução em alta velocidade que estamos vendo em um período de apenas duas décadas".
"A tentação é achar que isso é uma má notícia, que esses resultados significam que o vírus está ganhando a batalha".
"Não é necessariamente o caso. Pode ser que, da mesma forma, à medida em que o vírus muda, respostas imunológicas diferentes entrem em ação e sejam mais efetivas".
"A implicação é que, uma vez que tenhamos descoberto uma vacina efetiva, ela tenha de ser alterada frequentemente para acompanhar o vírus em evolução, assim como fazemos hoje com a vacina da gripe."


BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:26  comentar

Um estudo envolvendo cientistas de vários países demonstrou que o vírus da Aids, HIV, está evoluindo rapidamente para driblar respostas imunológicas do organismo.

O trabalho, publicado pela revista científica Nature, sugere que, como acontece com o vírus da gripe, eventuais vacinas contra o HIV terão de ser constantemente atualizadas.
Os pesquisadores demonstraram que o HIV é capaz de se adaptar rapidamente para neutralizar moléculas do sistema imunológico controladas por genes conhecidos como Antígenos de Histocompatibilidade Humana (Human Leucocyte Antigen, HLA, na sigla em inglês).
O vírus já matou 25 milhões de pessoas no mundo e outras 33 milhões estão infectadas.
Mas o HIV não mata as pessoas com a mesma rapidez. Em média, sem tratamento, uma pessoa vive com o vírus durante dez anos antes de desenvolver a Aids.
Algumas desenvolvem a doença após 12 meses e outras após 20 anos.
O progresso da infecção está vinculado ao gene HLA, que controla a produção de importantes moléculas do sistema imunológico.
Seres humanos possuem quantidades diferentes do gene HLA e, mesmo variações mínimas, podem ter grande impacto sobre quão rapidamente a Aids se desenvolverá.
Os pesquisadores examinaram sequências genéticas do HIV e genes HLA em mais de 2.800 pacientes em vários países, entre eles, Grã-Bretanha, Austrália, África do Sul, Canadá e Japão.
Eles constataram que mutações que permitem que o HIV neutralize o efeito de um determinado gene HLA são mais frequentes em populações onde há grande incidência desse gene específico.
Por exemplo, uma forma do gene HLA chamada B*51 é particularmente efetiva em controlar o HIV - a menos que o vírus esteja equipado com uma mutação genética "de escape".

Japão
Em seus estudos, os pesquisadores constataram que, no Japão, onde o gene B*51 é bastante comum, dois terços da população infectada é portadora de uma variante do HIV equipada com a mutação.
Na Grã-Bretanha, por outro lado, onde o gene é muito menos comum, entre 15 e 25% dos pacientes são portadores do HIV que sofreu a mutação.
O responsável pelo estudo, Philip Goulder, da Universidade de Oxford, disse que resultados semelhantes foram vistos em cada tipo de gene HLA estudado.
"Isto mostra que o HIV é extremamente ágil em se adaptar às respostas imunológicas das populações", disse Goulder.
"Isto é evolução em alta velocidade que estamos vendo em um período de apenas duas décadas".
"A tentação é achar que isso é uma má notícia, que esses resultados significam que o vírus está ganhando a batalha".
"Não é necessariamente o caso. Pode ser que, da mesma forma, à medida em que o vírus muda, respostas imunológicas diferentes entrem em ação e sejam mais efetivas".
"A implicação é que, uma vez que tenhamos descoberto uma vacina efetiva, ela tenha de ser alterada frequentemente para acompanhar o vírus em evolução, assim como fazemos hoje com a vacina da gripe."


BBC Brasil
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Um estudo envolvendo cientistas de vários países demonstrou que o vírus da Aids, HIV, está evoluindo rapidamente para driblar respostas imunológicas do organismo.

O trabalho, publicado pela revista científica Nature, sugere que, como acontece com o vírus da gripe, eventuais vacinas contra o HIV terão de ser constantemente atualizadas.
Os pesquisadores demonstraram que o HIV é capaz de se adaptar rapidamente para neutralizar moléculas do sistema imunológico controladas por genes conhecidos como Antígenos de Histocompatibilidade Humana (Human Leucocyte Antigen, HLA, na sigla em inglês).
O vírus já matou 25 milhões de pessoas no mundo e outras 33 milhões estão infectadas.
Mas o HIV não mata as pessoas com a mesma rapidez. Em média, sem tratamento, uma pessoa vive com o vírus durante dez anos antes de desenvolver a Aids.
Algumas desenvolvem a doença após 12 meses e outras após 20 anos.
O progresso da infecção está vinculado ao gene HLA, que controla a produção de importantes moléculas do sistema imunológico.
Seres humanos possuem quantidades diferentes do gene HLA e, mesmo variações mínimas, podem ter grande impacto sobre quão rapidamente a Aids se desenvolverá.
Os pesquisadores examinaram sequências genéticas do HIV e genes HLA em mais de 2.800 pacientes em vários países, entre eles, Grã-Bretanha, Austrália, África do Sul, Canadá e Japão.
Eles constataram que mutações que permitem que o HIV neutralize o efeito de um determinado gene HLA são mais frequentes em populações onde há grande incidência desse gene específico.
Por exemplo, uma forma do gene HLA chamada B*51 é particularmente efetiva em controlar o HIV - a menos que o vírus esteja equipado com uma mutação genética "de escape".

Japão
Em seus estudos, os pesquisadores constataram que, no Japão, onde o gene B*51 é bastante comum, dois terços da população infectada é portadora de uma variante do HIV equipada com a mutação.
Na Grã-Bretanha, por outro lado, onde o gene é muito menos comum, entre 15 e 25% dos pacientes são portadores do HIV que sofreu a mutação.
O responsável pelo estudo, Philip Goulder, da Universidade de Oxford, disse que resultados semelhantes foram vistos em cada tipo de gene HLA estudado.
"Isto mostra que o HIV é extremamente ágil em se adaptar às respostas imunológicas das populações", disse Goulder.
"Isto é evolução em alta velocidade que estamos vendo em um período de apenas duas décadas".
"A tentação é achar que isso é uma má notícia, que esses resultados significam que o vírus está ganhando a batalha".
"Não é necessariamente o caso. Pode ser que, da mesma forma, à medida em que o vírus muda, respostas imunológicas diferentes entrem em ação e sejam mais efetivas".
"A implicação é que, uma vez que tenhamos descoberto uma vacina efetiva, ela tenha de ser alterada frequentemente para acompanhar o vírus em evolução, assim como fazemos hoje com a vacina da gripe."


BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:26  comentar

Um estudo envolvendo cientistas de vários países demonstrou que o vírus da Aids, HIV, está evoluindo rapidamente para driblar respostas imunológicas do organismo.

O trabalho, publicado pela revista científica Nature, sugere que, como acontece com o vírus da gripe, eventuais vacinas contra o HIV terão de ser constantemente atualizadas.
Os pesquisadores demonstraram que o HIV é capaz de se adaptar rapidamente para neutralizar moléculas do sistema imunológico controladas por genes conhecidos como Antígenos de Histocompatibilidade Humana (Human Leucocyte Antigen, HLA, na sigla em inglês).
O vírus já matou 25 milhões de pessoas no mundo e outras 33 milhões estão infectadas.
Mas o HIV não mata as pessoas com a mesma rapidez. Em média, sem tratamento, uma pessoa vive com o vírus durante dez anos antes de desenvolver a Aids.
Algumas desenvolvem a doença após 12 meses e outras após 20 anos.
O progresso da infecção está vinculado ao gene HLA, que controla a produção de importantes moléculas do sistema imunológico.
Seres humanos possuem quantidades diferentes do gene HLA e, mesmo variações mínimas, podem ter grande impacto sobre quão rapidamente a Aids se desenvolverá.
Os pesquisadores examinaram sequências genéticas do HIV e genes HLA em mais de 2.800 pacientes em vários países, entre eles, Grã-Bretanha, Austrália, África do Sul, Canadá e Japão.
Eles constataram que mutações que permitem que o HIV neutralize o efeito de um determinado gene HLA são mais frequentes em populações onde há grande incidência desse gene específico.
Por exemplo, uma forma do gene HLA chamada B*51 é particularmente efetiva em controlar o HIV - a menos que o vírus esteja equipado com uma mutação genética "de escape".

Japão
Em seus estudos, os pesquisadores constataram que, no Japão, onde o gene B*51 é bastante comum, dois terços da população infectada é portadora de uma variante do HIV equipada com a mutação.
Na Grã-Bretanha, por outro lado, onde o gene é muito menos comum, entre 15 e 25% dos pacientes são portadores do HIV que sofreu a mutação.
O responsável pelo estudo, Philip Goulder, da Universidade de Oxford, disse que resultados semelhantes foram vistos em cada tipo de gene HLA estudado.
"Isto mostra que o HIV é extremamente ágil em se adaptar às respostas imunológicas das populações", disse Goulder.
"Isto é evolução em alta velocidade que estamos vendo em um período de apenas duas décadas".
"A tentação é achar que isso é uma má notícia, que esses resultados significam que o vírus está ganhando a batalha".
"Não é necessariamente o caso. Pode ser que, da mesma forma, à medida em que o vírus muda, respostas imunológicas diferentes entrem em ação e sejam mais efetivas".
"A implicação é que, uma vez que tenhamos descoberto uma vacina efetiva, ela tenha de ser alterada frequentemente para acompanhar o vírus em evolução, assim como fazemos hoje com a vacina da gripe."


BBC Brasil
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Um estudo envolvendo cientistas de vários países demonstrou que o vírus da Aids, HIV, está evoluindo rapidamente para driblar respostas imunológicas do organismo.

O trabalho, publicado pela revista científica Nature, sugere que, como acontece com o vírus da gripe, eventuais vacinas contra o HIV terão de ser constantemente atualizadas.
Os pesquisadores demonstraram que o HIV é capaz de se adaptar rapidamente para neutralizar moléculas do sistema imunológico controladas por genes conhecidos como Antígenos de Histocompatibilidade Humana (Human Leucocyte Antigen, HLA, na sigla em inglês).
O vírus já matou 25 milhões de pessoas no mundo e outras 33 milhões estão infectadas.
Mas o HIV não mata as pessoas com a mesma rapidez. Em média, sem tratamento, uma pessoa vive com o vírus durante dez anos antes de desenvolver a Aids.
Algumas desenvolvem a doença após 12 meses e outras após 20 anos.
O progresso da infecção está vinculado ao gene HLA, que controla a produção de importantes moléculas do sistema imunológico.
Seres humanos possuem quantidades diferentes do gene HLA e, mesmo variações mínimas, podem ter grande impacto sobre quão rapidamente a Aids se desenvolverá.
Os pesquisadores examinaram sequências genéticas do HIV e genes HLA em mais de 2.800 pacientes em vários países, entre eles, Grã-Bretanha, Austrália, África do Sul, Canadá e Japão.
Eles constataram que mutações que permitem que o HIV neutralize o efeito de um determinado gene HLA são mais frequentes em populações onde há grande incidência desse gene específico.
Por exemplo, uma forma do gene HLA chamada B*51 é particularmente efetiva em controlar o HIV - a menos que o vírus esteja equipado com uma mutação genética "de escape".

Japão
Em seus estudos, os pesquisadores constataram que, no Japão, onde o gene B*51 é bastante comum, dois terços da população infectada é portadora de uma variante do HIV equipada com a mutação.
Na Grã-Bretanha, por outro lado, onde o gene é muito menos comum, entre 15 e 25% dos pacientes são portadores do HIV que sofreu a mutação.
O responsável pelo estudo, Philip Goulder, da Universidade de Oxford, disse que resultados semelhantes foram vistos em cada tipo de gene HLA estudado.
"Isto mostra que o HIV é extremamente ágil em se adaptar às respostas imunológicas das populações", disse Goulder.
"Isto é evolução em alta velocidade que estamos vendo em um período de apenas duas décadas".
"A tentação é achar que isso é uma má notícia, que esses resultados significam que o vírus está ganhando a batalha".
"Não é necessariamente o caso. Pode ser que, da mesma forma, à medida em que o vírus muda, respostas imunológicas diferentes entrem em ação e sejam mais efetivas".
"A implicação é que, uma vez que tenhamos descoberto uma vacina efetiva, ela tenha de ser alterada frequentemente para acompanhar o vírus em evolução, assim como fazemos hoje com a vacina da gripe."


BBC Brasil
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Jerusalém, 12 mai (EFE).- A imprensa de Israel comentou hoje o discurso do papa Bento XVI no monumento às vítimas do Holocausto, e criticou o pontífice por não usar palavras como "perdão" ou "remorso" em suas palavras.

O diário "Ha'aretz", o mais progressista e o segundo mais influente do país, disse que Bento XVI "não lembrou a responsabilidade dos nazistas no Holocausto", o que considera importante, levando em conta a origem alemã do papa e seu passado na juventude hitlerista e na Wermacht, as forças armadas do Terceiro Reich.
O Museu do Holocausto foi a segunda parada do pontífice após sua chegada ontem a Israel e, talvez, a mais importante de toda a sua peregrinação, devido à comoção que desperta neste país o genocídio de seis milhões de judeus nas mãos dos nazistas.
O jornal "Yedioth Ahronoth", o de maior tiragem em Israel, comentou que Bento XVI "perdeu uma oportunidade ao não pedir perdão ao povo judeu" pelo Holocausto.
Já o diário "Maariv", jornal mais conservador e o segundo maior em vendas no Estado judeu, comentou que "o menino da juventude hitlerista e o soldado da Wermacht não lembrou os nazistas nem lamentou (o Holocausto)".
O ainda mais conservador "Jerusalem Post" afirmou que o papa "não mostrou sinais de remorso" ao "não pedir perdão em seu discurso no Museu do Holocausto".
As críticas ao discurso de Bento XVI também estiveram presentes nas emissoras de TV de Israel.
O "Canal 2" falou de "frustração" e "decepção" pelo discurso, enquanto o "Canal 1" destacou que o discurso era "leve demais" para alguém que "justifica seu passado nazista dizendo que todos eram membros da juventude hitlerista". EFE

Fonte: G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:36  comentar


Jerusalém, 12 mai (EFE).- A imprensa de Israel comentou hoje o discurso do papa Bento XVI no monumento às vítimas do Holocausto, e criticou o pontífice por não usar palavras como "perdão" ou "remorso" em suas palavras.

O diário "Ha'aretz", o mais progressista e o segundo mais influente do país, disse que Bento XVI "não lembrou a responsabilidade dos nazistas no Holocausto", o que considera importante, levando em conta a origem alemã do papa e seu passado na juventude hitlerista e na Wermacht, as forças armadas do Terceiro Reich.
O Museu do Holocausto foi a segunda parada do pontífice após sua chegada ontem a Israel e, talvez, a mais importante de toda a sua peregrinação, devido à comoção que desperta neste país o genocídio de seis milhões de judeus nas mãos dos nazistas.
O jornal "Yedioth Ahronoth", o de maior tiragem em Israel, comentou que Bento XVI "perdeu uma oportunidade ao não pedir perdão ao povo judeu" pelo Holocausto.
Já o diário "Maariv", jornal mais conservador e o segundo maior em vendas no Estado judeu, comentou que "o menino da juventude hitlerista e o soldado da Wermacht não lembrou os nazistas nem lamentou (o Holocausto)".
O ainda mais conservador "Jerusalem Post" afirmou que o papa "não mostrou sinais de remorso" ao "não pedir perdão em seu discurso no Museu do Holocausto".
As críticas ao discurso de Bento XVI também estiveram presentes nas emissoras de TV de Israel.
O "Canal 2" falou de "frustração" e "decepção" pelo discurso, enquanto o "Canal 1" destacou que o discurso era "leve demais" para alguém que "justifica seu passado nazista dizendo que todos eram membros da juventude hitlerista". EFE

Fonte: G1
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Jerusalém, 12 mai (EFE).- A imprensa de Israel comentou hoje o discurso do papa Bento XVI no monumento às vítimas do Holocausto, e criticou o pontífice por não usar palavras como "perdão" ou "remorso" em suas palavras.

O diário "Ha'aretz", o mais progressista e o segundo mais influente do país, disse que Bento XVI "não lembrou a responsabilidade dos nazistas no Holocausto", o que considera importante, levando em conta a origem alemã do papa e seu passado na juventude hitlerista e na Wermacht, as forças armadas do Terceiro Reich.
O Museu do Holocausto foi a segunda parada do pontífice após sua chegada ontem a Israel e, talvez, a mais importante de toda a sua peregrinação, devido à comoção que desperta neste país o genocídio de seis milhões de judeus nas mãos dos nazistas.
O jornal "Yedioth Ahronoth", o de maior tiragem em Israel, comentou que Bento XVI "perdeu uma oportunidade ao não pedir perdão ao povo judeu" pelo Holocausto.
Já o diário "Maariv", jornal mais conservador e o segundo maior em vendas no Estado judeu, comentou que "o menino da juventude hitlerista e o soldado da Wermacht não lembrou os nazistas nem lamentou (o Holocausto)".
O ainda mais conservador "Jerusalem Post" afirmou que o papa "não mostrou sinais de remorso" ao "não pedir perdão em seu discurso no Museu do Holocausto".
As críticas ao discurso de Bento XVI também estiveram presentes nas emissoras de TV de Israel.
O "Canal 2" falou de "frustração" e "decepção" pelo discurso, enquanto o "Canal 1" destacou que o discurso era "leve demais" para alguém que "justifica seu passado nazista dizendo que todos eram membros da juventude hitlerista". EFE

Fonte: G1
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Jerusalém, 12 mai (EFE).- A imprensa de Israel comentou hoje o discurso do papa Bento XVI no monumento às vítimas do Holocausto, e criticou o pontífice por não usar palavras como "perdão" ou "remorso" em suas palavras.

O diário "Ha'aretz", o mais progressista e o segundo mais influente do país, disse que Bento XVI "não lembrou a responsabilidade dos nazistas no Holocausto", o que considera importante, levando em conta a origem alemã do papa e seu passado na juventude hitlerista e na Wermacht, as forças armadas do Terceiro Reich.
O Museu do Holocausto foi a segunda parada do pontífice após sua chegada ontem a Israel e, talvez, a mais importante de toda a sua peregrinação, devido à comoção que desperta neste país o genocídio de seis milhões de judeus nas mãos dos nazistas.
O jornal "Yedioth Ahronoth", o de maior tiragem em Israel, comentou que Bento XVI "perdeu uma oportunidade ao não pedir perdão ao povo judeu" pelo Holocausto.
Já o diário "Maariv", jornal mais conservador e o segundo maior em vendas no Estado judeu, comentou que "o menino da juventude hitlerista e o soldado da Wermacht não lembrou os nazistas nem lamentou (o Holocausto)".
O ainda mais conservador "Jerusalem Post" afirmou que o papa "não mostrou sinais de remorso" ao "não pedir perdão em seu discurso no Museu do Holocausto".
As críticas ao discurso de Bento XVI também estiveram presentes nas emissoras de TV de Israel.
O "Canal 2" falou de "frustração" e "decepção" pelo discurso, enquanto o "Canal 1" destacou que o discurso era "leve demais" para alguém que "justifica seu passado nazista dizendo que todos eram membros da juventude hitlerista". EFE

Fonte: G1
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Jerusalém, 12 mai (EFE).- A imprensa de Israel comentou hoje o discurso do papa Bento XVI no monumento às vítimas do Holocausto, e criticou o pontífice por não usar palavras como "perdão" ou "remorso" em suas palavras.

O diário "Ha'aretz", o mais progressista e o segundo mais influente do país, disse que Bento XVI "não lembrou a responsabilidade dos nazistas no Holocausto", o que considera importante, levando em conta a origem alemã do papa e seu passado na juventude hitlerista e na Wermacht, as forças armadas do Terceiro Reich.
O Museu do Holocausto foi a segunda parada do pontífice após sua chegada ontem a Israel e, talvez, a mais importante de toda a sua peregrinação, devido à comoção que desperta neste país o genocídio de seis milhões de judeus nas mãos dos nazistas.
O jornal "Yedioth Ahronoth", o de maior tiragem em Israel, comentou que Bento XVI "perdeu uma oportunidade ao não pedir perdão ao povo judeu" pelo Holocausto.
Já o diário "Maariv", jornal mais conservador e o segundo maior em vendas no Estado judeu, comentou que "o menino da juventude hitlerista e o soldado da Wermacht não lembrou os nazistas nem lamentou (o Holocausto)".
O ainda mais conservador "Jerusalem Post" afirmou que o papa "não mostrou sinais de remorso" ao "não pedir perdão em seu discurso no Museu do Holocausto".
As críticas ao discurso de Bento XVI também estiveram presentes nas emissoras de TV de Israel.
O "Canal 2" falou de "frustração" e "decepção" pelo discurso, enquanto o "Canal 1" destacou que o discurso era "leve demais" para alguém que "justifica seu passado nazista dizendo que todos eram membros da juventude hitlerista". EFE

Fonte: G1
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A perita que participa, na manhã desta terça-feira (12), da reconstituição da morte da jovem Ana Cláudia Melo da Silva, ex-mulher do ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista, é a mesma que participou da reconstituição do caso Isabella Nardoni. A informação foi passada por Mauro Otávio Nassif, um dos advogados do ex-jogador.

Segundo Nassif, a perita irá fazer a reprodução fotográfica da reconstituição. Por volta das 11h15, ela conversava com Janken Evangelista, dentro do apartamento no quarto andar do edifício de número 912 da Avenida do Cursino – na Zona Sul de São Paulo -, para fechar os detalhes da reconstituição. A perita teria solicitado ainda que apenas um advogado, de defesa e acusação, além do promotor de Justiça e do delegado responsável pelo caso assistissem ao trabalho. Um fotógrafo e um desenhista também participam da reconstituição.
A previsão, de acordo com Nassif, é de que a reconstituição demore cerca de uma hora e os profissionais vão remontar o crime como teria ocorrido de acordo com a versão de Janken. Não há testemunhas do crime no caso. Apenas o filho do casal estava no local no momento do crime, mas ele não foi listado para depor.
O crime ocorreu no dia 22 de março no apartamento em que a jovem morava com o filho, o irmão e um amigo. Ela foi morta com 14 facadas. Segundo a polícia, o jogador confessou o crime após ser preso. A reconstituição foi solicitada pelo Ministério Público do estado de São Paulo.

Sem algemas

O advogado informou ainda que Janken está sem algemas e veste uma camisa branca. Ele chegou ao prédio às 10h25, mas a imprensa não conseguiu avistá-lo. Três carros da polícia entraram correndo no estacionamento e o ex-jogador veio abaixado na parte de trás de um deles.
Uma investigadora irá representar Ana Cláudia durante a reconstituição. Ainda segundo Nassif, após a reconstituição dentro do apartamento, a perícia deverá realizar a reconstituição de Janken no elevador e na parte externa do prédio, durante sua saída do local. Peritos vão posteriormente produzir um laudo sobre a reconstituição. Esse documento irá embasar a promotoria para acusar Janken e denunciá-lo à Justiça.

Fonte: G1
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A perita que participa, na manhã desta terça-feira (12), da reconstituição da morte da jovem Ana Cláudia Melo da Silva, ex-mulher do ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista, é a mesma que participou da reconstituição do caso Isabella Nardoni. A informação foi passada por Mauro Otávio Nassif, um dos advogados do ex-jogador.

Segundo Nassif, a perita irá fazer a reprodução fotográfica da reconstituição. Por volta das 11h15, ela conversava com Janken Evangelista, dentro do apartamento no quarto andar do edifício de número 912 da Avenida do Cursino – na Zona Sul de São Paulo -, para fechar os detalhes da reconstituição. A perita teria solicitado ainda que apenas um advogado, de defesa e acusação, além do promotor de Justiça e do delegado responsável pelo caso assistissem ao trabalho. Um fotógrafo e um desenhista também participam da reconstituição.
A previsão, de acordo com Nassif, é de que a reconstituição demore cerca de uma hora e os profissionais vão remontar o crime como teria ocorrido de acordo com a versão de Janken. Não há testemunhas do crime no caso. Apenas o filho do casal estava no local no momento do crime, mas ele não foi listado para depor.
O crime ocorreu no dia 22 de março no apartamento em que a jovem morava com o filho, o irmão e um amigo. Ela foi morta com 14 facadas. Segundo a polícia, o jogador confessou o crime após ser preso. A reconstituição foi solicitada pelo Ministério Público do estado de São Paulo.

Sem algemas

O advogado informou ainda que Janken está sem algemas e veste uma camisa branca. Ele chegou ao prédio às 10h25, mas a imprensa não conseguiu avistá-lo. Três carros da polícia entraram correndo no estacionamento e o ex-jogador veio abaixado na parte de trás de um deles.
Uma investigadora irá representar Ana Cláudia durante a reconstituição. Ainda segundo Nassif, após a reconstituição dentro do apartamento, a perícia deverá realizar a reconstituição de Janken no elevador e na parte externa do prédio, durante sua saída do local. Peritos vão posteriormente produzir um laudo sobre a reconstituição. Esse documento irá embasar a promotoria para acusar Janken e denunciá-lo à Justiça.

Fonte: G1
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A perita que participa, na manhã desta terça-feira (12), da reconstituição da morte da jovem Ana Cláudia Melo da Silva, ex-mulher do ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista, é a mesma que participou da reconstituição do caso Isabella Nardoni. A informação foi passada por Mauro Otávio Nassif, um dos advogados do ex-jogador.

Segundo Nassif, a perita irá fazer a reprodução fotográfica da reconstituição. Por volta das 11h15, ela conversava com Janken Evangelista, dentro do apartamento no quarto andar do edifício de número 912 da Avenida do Cursino – na Zona Sul de São Paulo -, para fechar os detalhes da reconstituição. A perita teria solicitado ainda que apenas um advogado, de defesa e acusação, além do promotor de Justiça e do delegado responsável pelo caso assistissem ao trabalho. Um fotógrafo e um desenhista também participam da reconstituição.
A previsão, de acordo com Nassif, é de que a reconstituição demore cerca de uma hora e os profissionais vão remontar o crime como teria ocorrido de acordo com a versão de Janken. Não há testemunhas do crime no caso. Apenas o filho do casal estava no local no momento do crime, mas ele não foi listado para depor.
O crime ocorreu no dia 22 de março no apartamento em que a jovem morava com o filho, o irmão e um amigo. Ela foi morta com 14 facadas. Segundo a polícia, o jogador confessou o crime após ser preso. A reconstituição foi solicitada pelo Ministério Público do estado de São Paulo.

Sem algemas

O advogado informou ainda que Janken está sem algemas e veste uma camisa branca. Ele chegou ao prédio às 10h25, mas a imprensa não conseguiu avistá-lo. Três carros da polícia entraram correndo no estacionamento e o ex-jogador veio abaixado na parte de trás de um deles.
Uma investigadora irá representar Ana Cláudia durante a reconstituição. Ainda segundo Nassif, após a reconstituição dentro do apartamento, a perícia deverá realizar a reconstituição de Janken no elevador e na parte externa do prédio, durante sua saída do local. Peritos vão posteriormente produzir um laudo sobre a reconstituição. Esse documento irá embasar a promotoria para acusar Janken e denunciá-lo à Justiça.

Fonte: G1
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A perita que participa, na manhã desta terça-feira (12), da reconstituição da morte da jovem Ana Cláudia Melo da Silva, ex-mulher do ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista, é a mesma que participou da reconstituição do caso Isabella Nardoni. A informação foi passada por Mauro Otávio Nassif, um dos advogados do ex-jogador.

Segundo Nassif, a perita irá fazer a reprodução fotográfica da reconstituição. Por volta das 11h15, ela conversava com Janken Evangelista, dentro do apartamento no quarto andar do edifício de número 912 da Avenida do Cursino – na Zona Sul de São Paulo -, para fechar os detalhes da reconstituição. A perita teria solicitado ainda que apenas um advogado, de defesa e acusação, além do promotor de Justiça e do delegado responsável pelo caso assistissem ao trabalho. Um fotógrafo e um desenhista também participam da reconstituição.
A previsão, de acordo com Nassif, é de que a reconstituição demore cerca de uma hora e os profissionais vão remontar o crime como teria ocorrido de acordo com a versão de Janken. Não há testemunhas do crime no caso. Apenas o filho do casal estava no local no momento do crime, mas ele não foi listado para depor.
O crime ocorreu no dia 22 de março no apartamento em que a jovem morava com o filho, o irmão e um amigo. Ela foi morta com 14 facadas. Segundo a polícia, o jogador confessou o crime após ser preso. A reconstituição foi solicitada pelo Ministério Público do estado de São Paulo.

Sem algemas

O advogado informou ainda que Janken está sem algemas e veste uma camisa branca. Ele chegou ao prédio às 10h25, mas a imprensa não conseguiu avistá-lo. Três carros da polícia entraram correndo no estacionamento e o ex-jogador veio abaixado na parte de trás de um deles.
Uma investigadora irá representar Ana Cláudia durante a reconstituição. Ainda segundo Nassif, após a reconstituição dentro do apartamento, a perícia deverá realizar a reconstituição de Janken no elevador e na parte externa do prédio, durante sua saída do local. Peritos vão posteriormente produzir um laudo sobre a reconstituição. Esse documento irá embasar a promotoria para acusar Janken e denunciá-lo à Justiça.

Fonte: G1
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A perita que participa, na manhã desta terça-feira (12), da reconstituição da morte da jovem Ana Cláudia Melo da Silva, ex-mulher do ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista, é a mesma que participou da reconstituição do caso Isabella Nardoni. A informação foi passada por Mauro Otávio Nassif, um dos advogados do ex-jogador.

Segundo Nassif, a perita irá fazer a reprodução fotográfica da reconstituição. Por volta das 11h15, ela conversava com Janken Evangelista, dentro do apartamento no quarto andar do edifício de número 912 da Avenida do Cursino – na Zona Sul de São Paulo -, para fechar os detalhes da reconstituição. A perita teria solicitado ainda que apenas um advogado, de defesa e acusação, além do promotor de Justiça e do delegado responsável pelo caso assistissem ao trabalho. Um fotógrafo e um desenhista também participam da reconstituição.
A previsão, de acordo com Nassif, é de que a reconstituição demore cerca de uma hora e os profissionais vão remontar o crime como teria ocorrido de acordo com a versão de Janken. Não há testemunhas do crime no caso. Apenas o filho do casal estava no local no momento do crime, mas ele não foi listado para depor.
O crime ocorreu no dia 22 de março no apartamento em que a jovem morava com o filho, o irmão e um amigo. Ela foi morta com 14 facadas. Segundo a polícia, o jogador confessou o crime após ser preso. A reconstituição foi solicitada pelo Ministério Público do estado de São Paulo.

Sem algemas

O advogado informou ainda que Janken está sem algemas e veste uma camisa branca. Ele chegou ao prédio às 10h25, mas a imprensa não conseguiu avistá-lo. Três carros da polícia entraram correndo no estacionamento e o ex-jogador veio abaixado na parte de trás de um deles.
Uma investigadora irá representar Ana Cláudia durante a reconstituição. Ainda segundo Nassif, após a reconstituição dentro do apartamento, a perícia deverá realizar a reconstituição de Janken no elevador e na parte externa do prédio, durante sua saída do local. Peritos vão posteriormente produzir um laudo sobre a reconstituição. Esse documento irá embasar a promotoria para acusar Janken e denunciá-lo à Justiça.

Fonte: G1
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O jovem Tony diz que ama a família e a namorada, mas se mata

Tony Silva de Oliveira (foto), 20, tinha senso de humor. Ele começou assim a carta de suicida: “Bom, acho que 90% das pessoas que se matam escrevem uma carta para as pessoas que amam, e eu não vou ser diferente”.
Em mais de 400 palavras e reticências ele escreveu que amava o pai, a mãe, o irmão, a tia, a namorada e os amigos.
À namorada, deixou um recado: “Você [...] é muito mais do que sonhei. Eu queria muito construir uma vida com você”.
Ao pai: “Acho que você nunca pensou que ia acabar assim, né, [mas] infelizmente acabou”.
Para a mãe: “Sempre te admirei sua garra, sua força, persistência. Desculpe-me, mãe, por que não querer mais viver.”
Ele escreveu que já tinha tentado se matar por três vezes. “Que droga, será que nem para isso eu sirvo!”
Na quarta vez ele conseguiu o que queria.
Era por volta do meio dia de 7 de maio, na quarta-feira passada, quando o corpo dele foi encontrado ao lado de uma espingarda calibre 28.
A notícia correu rápido por Água Boa, cidade do Mato Grosso onde mora a família do rapaz. Ela tem 18 mil habitantes e fica a 730 km da capital, Cuiabá.
Embora seja pouco noticiado pela grande imprensa (trata-se de um tabu), o suicídio é um problema que se agravou nos últimos anos, inclusive entre os jovens.

O Mapa da Violência do Ministério da Justiça mostra que o suicídio entre as pessoas na faixa de 15 a 25 anos subiu de 4 por 100 mil habitantes em 2000 para 4,7 em 2005. Em relação aos não jovens, o aumento foi de 3,6 para 4,5.
Em países da Europa e da Ásia, a incidência maior de suicídio ocorre entre os adultos, que são, em tese, mais propícios ao pessimismo.
Uma das causas do suicídio de jovens é a imaturidade que superestima problemas que são momentâneos, como quase todos.
No caso do Tony, ele escreveu que a sua vida estava ótima, mas, acrescentou, a felicidade veio junto com pesadelos. Não disse do que se tratava; a família deve saber. Apenas ressaltou: “Nunca imaginei sofrer tanto com comentários maldosos e desconfiança! Não quero mais viver. Para mim, acabou aqui.”
Se tivesse desistido na terceira tentativa do suicídio, Tony descobriria que o sofrimento é inerente à vida e que, mesmo assim e que até por causa disso, vale a pena viver.

Fonte: Paulo Lopes

A tentativa de suicídio ou o suicídio em si não têm uma causa específica, mas sim um conjunto de factores que actuam com transtornos emocionais importantes.

Sinais de alerta:
• Crise de identidade;
• Baixa auto-estima.
• Distúrbios psiquiátricos (depressão);
• Crises familiares (separação dos pais, violência doméstica, doença grave ou morte);
• Falta de apoio no meio familiar;
• Perda de um familiar ou amigo querido;
• Crise disciplinar com os pais ou na escola;
• Situações de desapontamento, rejeição ou humilhação;
• Relacionamento acabado;
• Fracasso em actividades valorizadas pelo(a) jovem.
• Exposição ao suicídio (televisão, família, comunidade, Internet);
• Suicídio recente de amigos ou familiares;
• Falta de esperança;
• Abuso físico, sexual e drogas;
• Gravidez indesejada;

Comportamentos na escola: Baixo rendimento, pouca concentração;
 Alterações de humor e comportamentos;
 Abordagem de temas sobre a morte;
 Perda de interesse em actividades antes admiradas;

Comportamento interpessoal: Abandono das relações habituais, mudanças repentinas nas relações, evita envolvimento com amigos e encontros sociais.
 Os adolescentes que apresentam um quadro depressivo devem ser observados com atenção, principalmente se demonstram algumas atitudes acima descritas. Esta súbita alegria pode ser devida ao facto de concluírem que não têm outra saída e que encontraram a solução para os seus problemas – o suicídio

Fonte: Suicídio Não é Solução

Ligue 141 ou acesse
Centro de Valorização da Vida
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O jovem Tony diz que ama a família e a namorada, mas se mata

Tony Silva de Oliveira (foto), 20, tinha senso de humor. Ele começou assim a carta de suicida: “Bom, acho que 90% das pessoas que se matam escrevem uma carta para as pessoas que amam, e eu não vou ser diferente”.
Em mais de 400 palavras e reticências ele escreveu que amava o pai, a mãe, o irmão, a tia, a namorada e os amigos.
À namorada, deixou um recado: “Você [...] é muito mais do que sonhei. Eu queria muito construir uma vida com você”.
Ao pai: “Acho que você nunca pensou que ia acabar assim, né, [mas] infelizmente acabou”.
Para a mãe: “Sempre te admirei sua garra, sua força, persistência. Desculpe-me, mãe, por que não querer mais viver.”
Ele escreveu que já tinha tentado se matar por três vezes. “Que droga, será que nem para isso eu sirvo!”
Na quarta vez ele conseguiu o que queria.
Era por volta do meio dia de 7 de maio, na quarta-feira passada, quando o corpo dele foi encontrado ao lado de uma espingarda calibre 28.
A notícia correu rápido por Água Boa, cidade do Mato Grosso onde mora a família do rapaz. Ela tem 18 mil habitantes e fica a 730 km da capital, Cuiabá.
Embora seja pouco noticiado pela grande imprensa (trata-se de um tabu), o suicídio é um problema que se agravou nos últimos anos, inclusive entre os jovens.

O Mapa da Violência do Ministério da Justiça mostra que o suicídio entre as pessoas na faixa de 15 a 25 anos subiu de 4 por 100 mil habitantes em 2000 para 4,7 em 2005. Em relação aos não jovens, o aumento foi de 3,6 para 4,5.
Em países da Europa e da Ásia, a incidência maior de suicídio ocorre entre os adultos, que são, em tese, mais propícios ao pessimismo.
Uma das causas do suicídio de jovens é a imaturidade que superestima problemas que são momentâneos, como quase todos.
No caso do Tony, ele escreveu que a sua vida estava ótima, mas, acrescentou, a felicidade veio junto com pesadelos. Não disse do que se tratava; a família deve saber. Apenas ressaltou: “Nunca imaginei sofrer tanto com comentários maldosos e desconfiança! Não quero mais viver. Para mim, acabou aqui.”
Se tivesse desistido na terceira tentativa do suicídio, Tony descobriria que o sofrimento é inerente à vida e que, mesmo assim e que até por causa disso, vale a pena viver.

Fonte: Paulo Lopes

A tentativa de suicídio ou o suicídio em si não têm uma causa específica, mas sim um conjunto de factores que actuam com transtornos emocionais importantes.

Sinais de alerta:
• Crise de identidade;
• Baixa auto-estima.
• Distúrbios psiquiátricos (depressão);
• Crises familiares (separação dos pais, violência doméstica, doença grave ou morte);
• Falta de apoio no meio familiar;
• Perda de um familiar ou amigo querido;
• Crise disciplinar com os pais ou na escola;
• Situações de desapontamento, rejeição ou humilhação;
• Relacionamento acabado;
• Fracasso em actividades valorizadas pelo(a) jovem.
• Exposição ao suicídio (televisão, família, comunidade, Internet);
• Suicídio recente de amigos ou familiares;
• Falta de esperança;
• Abuso físico, sexual e drogas;
• Gravidez indesejada;

Comportamentos na escola: Baixo rendimento, pouca concentração;
 Alterações de humor e comportamentos;
 Abordagem de temas sobre a morte;
 Perda de interesse em actividades antes admiradas;

Comportamento interpessoal: Abandono das relações habituais, mudanças repentinas nas relações, evita envolvimento com amigos e encontros sociais.
 Os adolescentes que apresentam um quadro depressivo devem ser observados com atenção, principalmente se demonstram algumas atitudes acima descritas. Esta súbita alegria pode ser devida ao facto de concluírem que não têm outra saída e que encontraram a solução para os seus problemas – o suicídio

Fonte: Suicídio Não é Solução

Ligue 141 ou acesse
Centro de Valorização da Vida
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O jovem Tony diz que ama a família e a namorada, mas se mata

Tony Silva de Oliveira (foto), 20, tinha senso de humor. Ele começou assim a carta de suicida: “Bom, acho que 90% das pessoas que se matam escrevem uma carta para as pessoas que amam, e eu não vou ser diferente”.
Em mais de 400 palavras e reticências ele escreveu que amava o pai, a mãe, o irmão, a tia, a namorada e os amigos.
À namorada, deixou um recado: “Você [...] é muito mais do que sonhei. Eu queria muito construir uma vida com você”.
Ao pai: “Acho que você nunca pensou que ia acabar assim, né, [mas] infelizmente acabou”.
Para a mãe: “Sempre te admirei sua garra, sua força, persistência. Desculpe-me, mãe, por que não querer mais viver.”
Ele escreveu que já tinha tentado se matar por três vezes. “Que droga, será que nem para isso eu sirvo!”
Na quarta vez ele conseguiu o que queria.
Era por volta do meio dia de 7 de maio, na quarta-feira passada, quando o corpo dele foi encontrado ao lado de uma espingarda calibre 28.
A notícia correu rápido por Água Boa, cidade do Mato Grosso onde mora a família do rapaz. Ela tem 18 mil habitantes e fica a 730 km da capital, Cuiabá.
Embora seja pouco noticiado pela grande imprensa (trata-se de um tabu), o suicídio é um problema que se agravou nos últimos anos, inclusive entre os jovens.

O Mapa da Violência do Ministério da Justiça mostra que o suicídio entre as pessoas na faixa de 15 a 25 anos subiu de 4 por 100 mil habitantes em 2000 para 4,7 em 2005. Em relação aos não jovens, o aumento foi de 3,6 para 4,5.
Em países da Europa e da Ásia, a incidência maior de suicídio ocorre entre os adultos, que são, em tese, mais propícios ao pessimismo.
Uma das causas do suicídio de jovens é a imaturidade que superestima problemas que são momentâneos, como quase todos.
No caso do Tony, ele escreveu que a sua vida estava ótima, mas, acrescentou, a felicidade veio junto com pesadelos. Não disse do que se tratava; a família deve saber. Apenas ressaltou: “Nunca imaginei sofrer tanto com comentários maldosos e desconfiança! Não quero mais viver. Para mim, acabou aqui.”
Se tivesse desistido na terceira tentativa do suicídio, Tony descobriria que o sofrimento é inerente à vida e que, mesmo assim e que até por causa disso, vale a pena viver.

Fonte: Paulo Lopes

A tentativa de suicídio ou o suicídio em si não têm uma causa específica, mas sim um conjunto de factores que actuam com transtornos emocionais importantes.

Sinais de alerta:
• Crise de identidade;
• Baixa auto-estima.
• Distúrbios psiquiátricos (depressão);
• Crises familiares (separação dos pais, violência doméstica, doença grave ou morte);
• Falta de apoio no meio familiar;
• Perda de um familiar ou amigo querido;
• Crise disciplinar com os pais ou na escola;
• Situações de desapontamento, rejeição ou humilhação;
• Relacionamento acabado;
• Fracasso em actividades valorizadas pelo(a) jovem.
• Exposição ao suicídio (televisão, família, comunidade, Internet);
• Suicídio recente de amigos ou familiares;
• Falta de esperança;
• Abuso físico, sexual e drogas;
• Gravidez indesejada;

Comportamentos na escola: Baixo rendimento, pouca concentração;
 Alterações de humor e comportamentos;
 Abordagem de temas sobre a morte;
 Perda de interesse em actividades antes admiradas;

Comportamento interpessoal: Abandono das relações habituais, mudanças repentinas nas relações, evita envolvimento com amigos e encontros sociais.
 Os adolescentes que apresentam um quadro depressivo devem ser observados com atenção, principalmente se demonstram algumas atitudes acima descritas. Esta súbita alegria pode ser devida ao facto de concluírem que não têm outra saída e que encontraram a solução para os seus problemas – o suicídio

Fonte: Suicídio Não é Solução

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O jovem Tony diz que ama a família e a namorada, mas se mata

Tony Silva de Oliveira (foto), 20, tinha senso de humor. Ele começou assim a carta de suicida: “Bom, acho que 90% das pessoas que se matam escrevem uma carta para as pessoas que amam, e eu não vou ser diferente”.
Em mais de 400 palavras e reticências ele escreveu que amava o pai, a mãe, o irmão, a tia, a namorada e os amigos.
À namorada, deixou um recado: “Você [...] é muito mais do que sonhei. Eu queria muito construir uma vida com você”.
Ao pai: “Acho que você nunca pensou que ia acabar assim, né, [mas] infelizmente acabou”.
Para a mãe: “Sempre te admirei sua garra, sua força, persistência. Desculpe-me, mãe, por que não querer mais viver.”
Ele escreveu que já tinha tentado se matar por três vezes. “Que droga, será que nem para isso eu sirvo!”
Na quarta vez ele conseguiu o que queria.
Era por volta do meio dia de 7 de maio, na quarta-feira passada, quando o corpo dele foi encontrado ao lado de uma espingarda calibre 28.
A notícia correu rápido por Água Boa, cidade do Mato Grosso onde mora a família do rapaz. Ela tem 18 mil habitantes e fica a 730 km da capital, Cuiabá.
Embora seja pouco noticiado pela grande imprensa (trata-se de um tabu), o suicídio é um problema que se agravou nos últimos anos, inclusive entre os jovens.

O Mapa da Violência do Ministério da Justiça mostra que o suicídio entre as pessoas na faixa de 15 a 25 anos subiu de 4 por 100 mil habitantes em 2000 para 4,7 em 2005. Em relação aos não jovens, o aumento foi de 3,6 para 4,5.
Em países da Europa e da Ásia, a incidência maior de suicídio ocorre entre os adultos, que são, em tese, mais propícios ao pessimismo.
Uma das causas do suicídio de jovens é a imaturidade que superestima problemas que são momentâneos, como quase todos.
No caso do Tony, ele escreveu que a sua vida estava ótima, mas, acrescentou, a felicidade veio junto com pesadelos. Não disse do que se tratava; a família deve saber. Apenas ressaltou: “Nunca imaginei sofrer tanto com comentários maldosos e desconfiança! Não quero mais viver. Para mim, acabou aqui.”
Se tivesse desistido na terceira tentativa do suicídio, Tony descobriria que o sofrimento é inerente à vida e que, mesmo assim e que até por causa disso, vale a pena viver.

Fonte: Paulo Lopes

A tentativa de suicídio ou o suicídio em si não têm uma causa específica, mas sim um conjunto de factores que actuam com transtornos emocionais importantes.

Sinais de alerta:
• Crise de identidade;
• Baixa auto-estima.
• Distúrbios psiquiátricos (depressão);
• Crises familiares (separação dos pais, violência doméstica, doença grave ou morte);
• Falta de apoio no meio familiar;
• Perda de um familiar ou amigo querido;
• Crise disciplinar com os pais ou na escola;
• Situações de desapontamento, rejeição ou humilhação;
• Relacionamento acabado;
• Fracasso em actividades valorizadas pelo(a) jovem.
• Exposição ao suicídio (televisão, família, comunidade, Internet);
• Suicídio recente de amigos ou familiares;
• Falta de esperança;
• Abuso físico, sexual e drogas;
• Gravidez indesejada;

Comportamentos na escola: Baixo rendimento, pouca concentração;
 Alterações de humor e comportamentos;
 Abordagem de temas sobre a morte;
 Perda de interesse em actividades antes admiradas;

Comportamento interpessoal: Abandono das relações habituais, mudanças repentinas nas relações, evita envolvimento com amigos e encontros sociais.
 Os adolescentes que apresentam um quadro depressivo devem ser observados com atenção, principalmente se demonstram algumas atitudes acima descritas. Esta súbita alegria pode ser devida ao facto de concluírem que não têm outra saída e que encontraram a solução para os seus problemas – o suicídio

Fonte: Suicídio Não é Solução

Ligue 141 ou acesse
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O jovem Tony diz que ama a família e a namorada, mas se mata

Tony Silva de Oliveira (foto), 20, tinha senso de humor. Ele começou assim a carta de suicida: “Bom, acho que 90% das pessoas que se matam escrevem uma carta para as pessoas que amam, e eu não vou ser diferente”.
Em mais de 400 palavras e reticências ele escreveu que amava o pai, a mãe, o irmão, a tia, a namorada e os amigos.
À namorada, deixou um recado: “Você [...] é muito mais do que sonhei. Eu queria muito construir uma vida com você”.
Ao pai: “Acho que você nunca pensou que ia acabar assim, né, [mas] infelizmente acabou”.
Para a mãe: “Sempre te admirei sua garra, sua força, persistência. Desculpe-me, mãe, por que não querer mais viver.”
Ele escreveu que já tinha tentado se matar por três vezes. “Que droga, será que nem para isso eu sirvo!”
Na quarta vez ele conseguiu o que queria.
Era por volta do meio dia de 7 de maio, na quarta-feira passada, quando o corpo dele foi encontrado ao lado de uma espingarda calibre 28.
A notícia correu rápido por Água Boa, cidade do Mato Grosso onde mora a família do rapaz. Ela tem 18 mil habitantes e fica a 730 km da capital, Cuiabá.
Embora seja pouco noticiado pela grande imprensa (trata-se de um tabu), o suicídio é um problema que se agravou nos últimos anos, inclusive entre os jovens.

O Mapa da Violência do Ministério da Justiça mostra que o suicídio entre as pessoas na faixa de 15 a 25 anos subiu de 4 por 100 mil habitantes em 2000 para 4,7 em 2005. Em relação aos não jovens, o aumento foi de 3,6 para 4,5.
Em países da Europa e da Ásia, a incidência maior de suicídio ocorre entre os adultos, que são, em tese, mais propícios ao pessimismo.
Uma das causas do suicídio de jovens é a imaturidade que superestima problemas que são momentâneos, como quase todos.
No caso do Tony, ele escreveu que a sua vida estava ótima, mas, acrescentou, a felicidade veio junto com pesadelos. Não disse do que se tratava; a família deve saber. Apenas ressaltou: “Nunca imaginei sofrer tanto com comentários maldosos e desconfiança! Não quero mais viver. Para mim, acabou aqui.”
Se tivesse desistido na terceira tentativa do suicídio, Tony descobriria que o sofrimento é inerente à vida e que, mesmo assim e que até por causa disso, vale a pena viver.

Fonte: Paulo Lopes

A tentativa de suicídio ou o suicídio em si não têm uma causa específica, mas sim um conjunto de factores que actuam com transtornos emocionais importantes.

Sinais de alerta:
• Crise de identidade;
• Baixa auto-estima.
• Distúrbios psiquiátricos (depressão);
• Crises familiares (separação dos pais, violência doméstica, doença grave ou morte);
• Falta de apoio no meio familiar;
• Perda de um familiar ou amigo querido;
• Crise disciplinar com os pais ou na escola;
• Situações de desapontamento, rejeição ou humilhação;
• Relacionamento acabado;
• Fracasso em actividades valorizadas pelo(a) jovem.
• Exposição ao suicídio (televisão, família, comunidade, Internet);
• Suicídio recente de amigos ou familiares;
• Falta de esperança;
• Abuso físico, sexual e drogas;
• Gravidez indesejada;

Comportamentos na escola: Baixo rendimento, pouca concentração;
 Alterações de humor e comportamentos;
 Abordagem de temas sobre a morte;
 Perda de interesse em actividades antes admiradas;

Comportamento interpessoal: Abandono das relações habituais, mudanças repentinas nas relações, evita envolvimento com amigos e encontros sociais.
 Os adolescentes que apresentam um quadro depressivo devem ser observados com atenção, principalmente se demonstram algumas atitudes acima descritas. Esta súbita alegria pode ser devida ao facto de concluírem que não têm outra saída e que encontraram a solução para os seus problemas – o suicídio

Fonte: Suicídio Não é Solução

Ligue 141 ou acesse
Centro de Valorização da Vida
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Empregador que burlar lei terá de pagar todos os direitos trabalhistas da adolescente e multa que pode chegar a R$ 2.012

O trabalho doméstico está proibido no Brasil para menores de 18 anos. A proibição vale desde o dia 12 de setembro, quando entrou em vigor o decreto nº 6.481, que lista as piores formas de trabalho infantil. Antes do decreto, era legal a contratação – desde que registrada em carteira – de maiores de 16 anos e menores de 18 para exercer serviços domésticos.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), existem, em todo país, cerca de 410 mil crianças e adolescentes que trabalham como domésticas, ou seja, 8% do trabalho infantil no Brasil.
Empregadores que forem flagrados descumprindo a lei serão obrigados a pagar todos os direitos trabalhistas da adolescente e uma multa que pode chegar a R$ 2.012. Além disso, o patrão ainda pode ter problemas na esfera criminal, caso o Ministério Público do Trabalho ajuíze ação por crime contra a organização do trabalho.

Fonte: Folha de S. Paulo
Andi

Veja aonde entra a atividade doméstica, na lista das piores formas de Trabalho Infantil

*Item Descrição dos Trabalhos Prováveis Riscos Ocupacionais Prováveis Repercussões à Saúde

67. Em lavanderias industriais
Exposição a solventes, cloro, sabões, detergentes, calor e movimentos repetitivos Polineurites; dermatoses ocupacionais; blefarites; conjuntivites; intermação; fadiga e queimaduras

68. Em tinturarias e estamparias
Exposição a solventes, corantes, pigmentos metálicos, calor e umidade Hipotireoidismo; anemias; polineuropatias; encefalopatias; hipertensão arterial; arritmia cardíaca; insuficiência renal; infertilidade masculina; queimaduras; intermação e depressão do Sistema Nervoso Central.

69. Em esgotos
Esforços físicos intensos; exposição a produtos químicos utilizados nos processos de tratamento de esgoto, tais como cloro, ozônio, sulfeto de hidrogênio e outros; riscos biológicos; espaços confinados e riscos de explosões
Afecções músculo-esqueléticas(bursites, tendinites, dorsalgias, sinovites, tenossinovites); escolioses; disfunção olfativa; alcoolismo; asma; bronquite; lesões oculares; dermatites; dermatoses; asfixia; salmoneloses; leptospirose e disfunções olfativas

70. Na coleta, seleção e beneficiamento de lixo
Esforços físicos intensos; exposição aos riscos físicos, químicos e biológicos; exposição a poeiras tóxicas, calor; movimentos repetitivos; posições antiergonômicas Afecções músculo-esqueléticas(bursites, tendinites, dorsalgias, sinovites, tenossinovites); ferimentos; lacerações; intermações; resfriados; DORT/LER; deformidades da coluna vertebral; infecções respiratórias; piodermites; desidratação; dermatoses ocupacionais; dermatites de contato; alcoolismo e disfunções olfativas

71. Em cemitérios
Esforços físicos intensos; calor; riscos biológicos (bactérias, fungos, ratos e outros animais, inclusive peçonhentos); risco de acidentes e estresse psíquico Afecções músculo-esqueléticas(bursites, tendinites, dorsalgias, sinovites, tenossinovites); ferimentos; contusões; dermatoses ocupacionais; ansiedade; alcoolismo; desidratação; câncer de pele; neurose profissional e ansiedade

72. Em serviços externos, que impliquem em manuseio e porte de valores que coloquem em risco a sua segurança (Office-boys, mensageiros, contínuos)
Acidentes de trânsito e exposição à violência Traumatismos; ferimentos; ansiedade e estresse
73. Em ruas e outros logradouros públicos (comércio ambulante, guardador de carros, guardas mirins, guias turísticos, transporte de pessoas ou animais, entre outros) Exposição à violência, drogas, assédio sexual e tráfico de pessoas; exposição à radiação solar, chuva e frio; acidentes de trânsito; atropelamento Ferimentos e comprometimento do desenvolvimento afetivo; dependência química; doenças sexualmente transmissíveis; atividade sexual precoce; gravidez indesejada; queimaduras na pele; envelhecimento precoce; câncer de pele; desidratação; doenças respiratórias; hipertemia; traumatismos; ferimentos

74. Em artesanato
Levantamento e transporte de peso; manutenção de posturas inadequadas; movimentos repetitivos; acidentes com instrumentos pérfuro-cortantes; corpos estranhos; jornadas excessivas
Fadiga física; dores musculares nos membros e coluna vertebral; lesões e deformidades ostemusculares; comprometimento do desenvolvimento psicomotor; DORT/LER; ferimentos; mutilações; ferimentos nos olhos; fadiga; estresse; distúrbios do sono

75. De cuidado e vigilância de crianças, de pessoas idosas ou doentes
Esforços físicos intensos; violência física, psicológica e abuso sexual; longas jornadas; trabalho noturno; isolamento; posições antiergonômicas; exposição a riscos biológicos. Afecções músculo-esqueléticas(bursites, tendinites, dorsalgias, sinovites, tenossinovites); DORT/LER; ansiedade; alterações na vida familiar; síndrome do esgotamento profissional; neurose profissional; fadiga física; transtornos do ciclo vigília-sono; depressão e doenças transmissíveis.

para ler o documento na íntegra clique aqui
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Empregador que burlar lei terá de pagar todos os direitos trabalhistas da adolescente e multa que pode chegar a R$ 2.012

O trabalho doméstico está proibido no Brasil para menores de 18 anos. A proibição vale desde o dia 12 de setembro, quando entrou em vigor o decreto nº 6.481, que lista as piores formas de trabalho infantil. Antes do decreto, era legal a contratação – desde que registrada em carteira – de maiores de 16 anos e menores de 18 para exercer serviços domésticos.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), existem, em todo país, cerca de 410 mil crianças e adolescentes que trabalham como domésticas, ou seja, 8% do trabalho infantil no Brasil.
Empregadores que forem flagrados descumprindo a lei serão obrigados a pagar todos os direitos trabalhistas da adolescente e uma multa que pode chegar a R$ 2.012. Além disso, o patrão ainda pode ter problemas na esfera criminal, caso o Ministério Público do Trabalho ajuíze ação por crime contra a organização do trabalho.

Fonte: Folha de S. Paulo
Andi

Veja aonde entra a atividade doméstica, na lista das piores formas de Trabalho Infantil

*Item Descrição dos Trabalhos Prováveis Riscos Ocupacionais Prováveis Repercussões à Saúde

67. Em lavanderias industriais
Exposição a solventes, cloro, sabões, detergentes, calor e movimentos repetitivos Polineurites; dermatoses ocupacionais; blefarites; conjuntivites; intermação; fadiga e queimaduras

68. Em tinturarias e estamparias
Exposição a solventes, corantes, pigmentos metálicos, calor e umidade Hipotireoidismo; anemias; polineuropatias; encefalopatias; hipertensão arterial; arritmia cardíaca; insuficiência renal; infertilidade masculina; queimaduras; intermação e depressão do Sistema Nervoso Central.

69. Em esgotos
Esforços físicos intensos; exposição a produtos químicos utilizados nos processos de tratamento de esgoto, tais como cloro, ozônio, sulfeto de hidrogênio e outros; riscos biológicos; espaços confinados e riscos de explosões
Afecções músculo-esqueléticas(bursites, tendinites, dorsalgias, sinovites, tenossinovites); escolioses; disfunção olfativa; alcoolismo; asma; bronquite; lesões oculares; dermatites; dermatoses; asfixia; salmoneloses; leptospirose e disfunções olfativas

70. Na coleta, seleção e beneficiamento de lixo
Esforços físicos intensos; exposição aos riscos físicos, químicos e biológicos; exposição a poeiras tóxicas, calor; movimentos repetitivos; posições antiergonômicas Afecções músculo-esqueléticas(bursites, tendinites, dorsalgias, sinovites, tenossinovites); ferimentos; lacerações; intermações; resfriados; DORT/LER; deformidades da coluna vertebral; infecções respiratórias; piodermites; desidratação; dermatoses ocupacionais; dermatites de contato; alcoolismo e disfunções olfativas

71. Em cemitérios
Esforços físicos intensos; calor; riscos biológicos (bactérias, fungos, ratos e outros animais, inclusive peçonhentos); risco de acidentes e estresse psíquico Afecções músculo-esqueléticas(bursites, tendinites, dorsalgias, sinovites, tenossinovites); ferimentos; contusões; dermatoses ocupacionais; ansiedade; alcoolismo; desidratação; câncer de pele; neurose profissional e ansiedade

72. Em serviços externos, que impliquem em manuseio e porte de valores que coloquem em risco a sua segurança (Office-boys, mensageiros, contínuos)
Acidentes de trânsito e exposição à violência Traumatismos; ferimentos; ansiedade e estresse
73. Em ruas e outros logradouros públicos (comércio ambulante, guardador de carros, guardas mirins, guias turísticos, transporte de pessoas ou animais, entre outros) Exposição à violência, drogas, assédio sexual e tráfico de pessoas; exposição à radiação solar, chuva e frio; acidentes de trânsito; atropelamento Ferimentos e comprometimento do desenvolvimento afetivo; dependência química; doenças sexualmente transmissíveis; atividade sexual precoce; gravidez indesejada; queimaduras na pele; envelhecimento precoce; câncer de pele; desidratação; doenças respiratórias; hipertemia; traumatismos; ferimentos

74. Em artesanato
Levantamento e transporte de peso; manutenção de posturas inadequadas; movimentos repetitivos; acidentes com instrumentos pérfuro-cortantes; corpos estranhos; jornadas excessivas
Fadiga física; dores musculares nos membros e coluna vertebral; lesões e deformidades ostemusculares; comprometimento do desenvolvimento psicomotor; DORT/LER; ferimentos; mutilações; ferimentos nos olhos; fadiga; estresse; distúrbios do sono

75. De cuidado e vigilância de crianças, de pessoas idosas ou doentes
Esforços físicos intensos; violência física, psicológica e abuso sexual; longas jornadas; trabalho noturno; isolamento; posições antiergonômicas; exposição a riscos biológicos. Afecções músculo-esqueléticas(bursites, tendinites, dorsalgias, sinovites, tenossinovites); DORT/LER; ansiedade; alterações na vida familiar; síndrome do esgotamento profissional; neurose profissional; fadiga física; transtornos do ciclo vigília-sono; depressão e doenças transmissíveis.

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Empregador que burlar lei terá de pagar todos os direitos trabalhistas da adolescente e multa que pode chegar a R$ 2.012

O trabalho doméstico está proibido no Brasil para menores de 18 anos. A proibição vale desde o dia 12 de setembro, quando entrou em vigor o decreto nº 6.481, que lista as piores formas de trabalho infantil. Antes do decreto, era legal a contratação – desde que registrada em carteira – de maiores de 16 anos e menores de 18 para exercer serviços domésticos.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), existem, em todo país, cerca de 410 mil crianças e adolescentes que trabalham como domésticas, ou seja, 8% do trabalho infantil no Brasil.
Empregadores que forem flagrados descumprindo a lei serão obrigados a pagar todos os direitos trabalhistas da adolescente e uma multa que pode chegar a R$ 2.012. Além disso, o patrão ainda pode ter problemas na esfera criminal, caso o Ministério Público do Trabalho ajuíze ação por crime contra a organização do trabalho.

Fonte: Folha de S. Paulo
Andi

Veja aonde entra a atividade doméstica, na lista das piores formas de Trabalho Infantil

*Item Descrição dos Trabalhos Prováveis Riscos Ocupacionais Prováveis Repercussões à Saúde

67. Em lavanderias industriais
Exposição a solventes, cloro, sabões, detergentes, calor e movimentos repetitivos Polineurites; dermatoses ocupacionais; blefarites; conjuntivites; intermação; fadiga e queimaduras

68. Em tinturarias e estamparias
Exposição a solventes, corantes, pigmentos metálicos, calor e umidade Hipotireoidismo; anemias; polineuropatias; encefalopatias; hipertensão arterial; arritmia cardíaca; insuficiência renal; infertilidade masculina; queimaduras; intermação e depressão do Sistema Nervoso Central.

69. Em esgotos
Esforços físicos intensos; exposição a produtos químicos utilizados nos processos de tratamento de esgoto, tais como cloro, ozônio, sulfeto de hidrogênio e outros; riscos biológicos; espaços confinados e riscos de explosões
Afecções músculo-esqueléticas(bursites, tendinites, dorsalgias, sinovites, tenossinovites); escolioses; disfunção olfativa; alcoolismo; asma; bronquite; lesões oculares; dermatites; dermatoses; asfixia; salmoneloses; leptospirose e disfunções olfativas

70. Na coleta, seleção e beneficiamento de lixo
Esforços físicos intensos; exposição aos riscos físicos, químicos e biológicos; exposição a poeiras tóxicas, calor; movimentos repetitivos; posições antiergonômicas Afecções músculo-esqueléticas(bursites, tendinites, dorsalgias, sinovites, tenossinovites); ferimentos; lacerações; intermações; resfriados; DORT/LER; deformidades da coluna vertebral; infecções respiratórias; piodermites; desidratação; dermatoses ocupacionais; dermatites de contato; alcoolismo e disfunções olfativas

71. Em cemitérios
Esforços físicos intensos; calor; riscos biológicos (bactérias, fungos, ratos e outros animais, inclusive peçonhentos); risco de acidentes e estresse psíquico Afecções músculo-esqueléticas(bursites, tendinites, dorsalgias, sinovites, tenossinovites); ferimentos; contusões; dermatoses ocupacionais; ansiedade; alcoolismo; desidratação; câncer de pele; neurose profissional e ansiedade

72. Em serviços externos, que impliquem em manuseio e porte de valores que coloquem em risco a sua segurança (Office-boys, mensageiros, contínuos)
Acidentes de trânsito e exposição à violência Traumatismos; ferimentos; ansiedade e estresse
73. Em ruas e outros logradouros públicos (comércio ambulante, guardador de carros, guardas mirins, guias turísticos, transporte de pessoas ou animais, entre outros) Exposição à violência, drogas, assédio sexual e tráfico de pessoas; exposição à radiação solar, chuva e frio; acidentes de trânsito; atropelamento Ferimentos e comprometimento do desenvolvimento afetivo; dependência química; doenças sexualmente transmissíveis; atividade sexual precoce; gravidez indesejada; queimaduras na pele; envelhecimento precoce; câncer de pele; desidratação; doenças respiratórias; hipertemia; traumatismos; ferimentos

74. Em artesanato
Levantamento e transporte de peso; manutenção de posturas inadequadas; movimentos repetitivos; acidentes com instrumentos pérfuro-cortantes; corpos estranhos; jornadas excessivas
Fadiga física; dores musculares nos membros e coluna vertebral; lesões e deformidades ostemusculares; comprometimento do desenvolvimento psicomotor; DORT/LER; ferimentos; mutilações; ferimentos nos olhos; fadiga; estresse; distúrbios do sono

75. De cuidado e vigilância de crianças, de pessoas idosas ou doentes
Esforços físicos intensos; violência física, psicológica e abuso sexual; longas jornadas; trabalho noturno; isolamento; posições antiergonômicas; exposição a riscos biológicos. Afecções músculo-esqueléticas(bursites, tendinites, dorsalgias, sinovites, tenossinovites); DORT/LER; ansiedade; alterações na vida familiar; síndrome do esgotamento profissional; neurose profissional; fadiga física; transtornos do ciclo vigília-sono; depressão e doenças transmissíveis.

para ler o documento na íntegra clique aqui
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Empregador que burlar lei terá de pagar todos os direitos trabalhistas da adolescente e multa que pode chegar a R$ 2.012

O trabalho doméstico está proibido no Brasil para menores de 18 anos. A proibição vale desde o dia 12 de setembro, quando entrou em vigor o decreto nº 6.481, que lista as piores formas de trabalho infantil. Antes do decreto, era legal a contratação – desde que registrada em carteira – de maiores de 16 anos e menores de 18 para exercer serviços domésticos.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), existem, em todo país, cerca de 410 mil crianças e adolescentes que trabalham como domésticas, ou seja, 8% do trabalho infantil no Brasil.
Empregadores que forem flagrados descumprindo a lei serão obrigados a pagar todos os direitos trabalhistas da adolescente e uma multa que pode chegar a R$ 2.012. Além disso, o patrão ainda pode ter problemas na esfera criminal, caso o Ministério Público do Trabalho ajuíze ação por crime contra a organização do trabalho.

Fonte: Folha de S. Paulo
Andi

Veja aonde entra a atividade doméstica, na lista das piores formas de Trabalho Infantil

*Item Descrição dos Trabalhos Prováveis Riscos Ocupacionais Prováveis Repercussões à Saúde

67. Em lavanderias industriais
Exposição a solventes, cloro, sabões, detergentes, calor e movimentos repetitivos Polineurites; dermatoses ocupacionais; blefarites; conjuntivites; intermação; fadiga e queimaduras

68. Em tinturarias e estamparias
Exposição a solventes, corantes, pigmentos metálicos, calor e umidade Hipotireoidismo; anemias; polineuropatias; encefalopatias; hipertensão arterial; arritmia cardíaca; insuficiência renal; infertilidade masculina; queimaduras; intermação e depressão do Sistema Nervoso Central.

69. Em esgotos
Esforços físicos intensos; exposição a produtos químicos utilizados nos processos de tratamento de esgoto, tais como cloro, ozônio, sulfeto de hidrogênio e outros; riscos biológicos; espaços confinados e riscos de explosões
Afecções músculo-esqueléticas(bursites, tendinites, dorsalgias, sinovites, tenossinovites); escolioses; disfunção olfativa; alcoolismo; asma; bronquite; lesões oculares; dermatites; dermatoses; asfixia; salmoneloses; leptospirose e disfunções olfativas

70. Na coleta, seleção e beneficiamento de lixo
Esforços físicos intensos; exposição aos riscos físicos, químicos e biológicos; exposição a poeiras tóxicas, calor; movimentos repetitivos; posições antiergonômicas Afecções músculo-esqueléticas(bursites, tendinites, dorsalgias, sinovites, tenossinovites); ferimentos; lacerações; intermações; resfriados; DORT/LER; deformidades da coluna vertebral; infecções respiratórias; piodermites; desidratação; dermatoses ocupacionais; dermatites de contato; alcoolismo e disfunções olfativas

71. Em cemitérios
Esforços físicos intensos; calor; riscos biológicos (bactérias, fungos, ratos e outros animais, inclusive peçonhentos); risco de acidentes e estresse psíquico Afecções músculo-esqueléticas(bursites, tendinites, dorsalgias, sinovites, tenossinovites); ferimentos; contusões; dermatoses ocupacionais; ansiedade; alcoolismo; desidratação; câncer de pele; neurose profissional e ansiedade

72. Em serviços externos, que impliquem em manuseio e porte de valores que coloquem em risco a sua segurança (Office-boys, mensageiros, contínuos)
Acidentes de trânsito e exposição à violência Traumatismos; ferimentos; ansiedade e estresse
73. Em ruas e outros logradouros públicos (comércio ambulante, guardador de carros, guardas mirins, guias turísticos, transporte de pessoas ou animais, entre outros) Exposição à violência, drogas, assédio sexual e tráfico de pessoas; exposição à radiação solar, chuva e frio; acidentes de trânsito; atropelamento Ferimentos e comprometimento do desenvolvimento afetivo; dependência química; doenças sexualmente transmissíveis; atividade sexual precoce; gravidez indesejada; queimaduras na pele; envelhecimento precoce; câncer de pele; desidratação; doenças respiratórias; hipertemia; traumatismos; ferimentos

74. Em artesanato
Levantamento e transporte de peso; manutenção de posturas inadequadas; movimentos repetitivos; acidentes com instrumentos pérfuro-cortantes; corpos estranhos; jornadas excessivas
Fadiga física; dores musculares nos membros e coluna vertebral; lesões e deformidades ostemusculares; comprometimento do desenvolvimento psicomotor; DORT/LER; ferimentos; mutilações; ferimentos nos olhos; fadiga; estresse; distúrbios do sono

75. De cuidado e vigilância de crianças, de pessoas idosas ou doentes
Esforços físicos intensos; violência física, psicológica e abuso sexual; longas jornadas; trabalho noturno; isolamento; posições antiergonômicas; exposição a riscos biológicos. Afecções músculo-esqueléticas(bursites, tendinites, dorsalgias, sinovites, tenossinovites); DORT/LER; ansiedade; alterações na vida familiar; síndrome do esgotamento profissional; neurose profissional; fadiga física; transtornos do ciclo vigília-sono; depressão e doenças transmissíveis.

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Empregador que burlar lei terá de pagar todos os direitos trabalhistas da adolescente e multa que pode chegar a R$ 2.012

O trabalho doméstico está proibido no Brasil para menores de 18 anos. A proibição vale desde o dia 12 de setembro, quando entrou em vigor o decreto nº 6.481, que lista as piores formas de trabalho infantil. Antes do decreto, era legal a contratação – desde que registrada em carteira – de maiores de 16 anos e menores de 18 para exercer serviços domésticos.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), existem, em todo país, cerca de 410 mil crianças e adolescentes que trabalham como domésticas, ou seja, 8% do trabalho infantil no Brasil.
Empregadores que forem flagrados descumprindo a lei serão obrigados a pagar todos os direitos trabalhistas da adolescente e uma multa que pode chegar a R$ 2.012. Além disso, o patrão ainda pode ter problemas na esfera criminal, caso o Ministério Público do Trabalho ajuíze ação por crime contra a organização do trabalho.

Fonte: Folha de S. Paulo
Andi

Veja aonde entra a atividade doméstica, na lista das piores formas de Trabalho Infantil

*Item Descrição dos Trabalhos Prováveis Riscos Ocupacionais Prováveis Repercussões à Saúde

67. Em lavanderias industriais
Exposição a solventes, cloro, sabões, detergentes, calor e movimentos repetitivos Polineurites; dermatoses ocupacionais; blefarites; conjuntivites; intermação; fadiga e queimaduras

68. Em tinturarias e estamparias
Exposição a solventes, corantes, pigmentos metálicos, calor e umidade Hipotireoidismo; anemias; polineuropatias; encefalopatias; hipertensão arterial; arritmia cardíaca; insuficiência renal; infertilidade masculina; queimaduras; intermação e depressão do Sistema Nervoso Central.

69. Em esgotos
Esforços físicos intensos; exposição a produtos químicos utilizados nos processos de tratamento de esgoto, tais como cloro, ozônio, sulfeto de hidrogênio e outros; riscos biológicos; espaços confinados e riscos de explosões
Afecções músculo-esqueléticas(bursites, tendinites, dorsalgias, sinovites, tenossinovites); escolioses; disfunção olfativa; alcoolismo; asma; bronquite; lesões oculares; dermatites; dermatoses; asfixia; salmoneloses; leptospirose e disfunções olfativas

70. Na coleta, seleção e beneficiamento de lixo
Esforços físicos intensos; exposição aos riscos físicos, químicos e biológicos; exposição a poeiras tóxicas, calor; movimentos repetitivos; posições antiergonômicas Afecções músculo-esqueléticas(bursites, tendinites, dorsalgias, sinovites, tenossinovites); ferimentos; lacerações; intermações; resfriados; DORT/LER; deformidades da coluna vertebral; infecções respiratórias; piodermites; desidratação; dermatoses ocupacionais; dermatites de contato; alcoolismo e disfunções olfativas

71. Em cemitérios
Esforços físicos intensos; calor; riscos biológicos (bactérias, fungos, ratos e outros animais, inclusive peçonhentos); risco de acidentes e estresse psíquico Afecções músculo-esqueléticas(bursites, tendinites, dorsalgias, sinovites, tenossinovites); ferimentos; contusões; dermatoses ocupacionais; ansiedade; alcoolismo; desidratação; câncer de pele; neurose profissional e ansiedade

72. Em serviços externos, que impliquem em manuseio e porte de valores que coloquem em risco a sua segurança (Office-boys, mensageiros, contínuos)
Acidentes de trânsito e exposição à violência Traumatismos; ferimentos; ansiedade e estresse
73. Em ruas e outros logradouros públicos (comércio ambulante, guardador de carros, guardas mirins, guias turísticos, transporte de pessoas ou animais, entre outros) Exposição à violência, drogas, assédio sexual e tráfico de pessoas; exposição à radiação solar, chuva e frio; acidentes de trânsito; atropelamento Ferimentos e comprometimento do desenvolvimento afetivo; dependência química; doenças sexualmente transmissíveis; atividade sexual precoce; gravidez indesejada; queimaduras na pele; envelhecimento precoce; câncer de pele; desidratação; doenças respiratórias; hipertemia; traumatismos; ferimentos

74. Em artesanato
Levantamento e transporte de peso; manutenção de posturas inadequadas; movimentos repetitivos; acidentes com instrumentos pérfuro-cortantes; corpos estranhos; jornadas excessivas
Fadiga física; dores musculares nos membros e coluna vertebral; lesões e deformidades ostemusculares; comprometimento do desenvolvimento psicomotor; DORT/LER; ferimentos; mutilações; ferimentos nos olhos; fadiga; estresse; distúrbios do sono

75. De cuidado e vigilância de crianças, de pessoas idosas ou doentes
Esforços físicos intensos; violência física, psicológica e abuso sexual; longas jornadas; trabalho noturno; isolamento; posições antiergonômicas; exposição a riscos biológicos. Afecções músculo-esqueléticas(bursites, tendinites, dorsalgias, sinovites, tenossinovites); DORT/LER; ansiedade; alterações na vida familiar; síndrome do esgotamento profissional; neurose profissional; fadiga física; transtornos do ciclo vigília-sono; depressão e doenças transmissíveis.

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Ele tomou arma de policial e efetuou 3 tiros



Alagoas

Um homem, identificado como Edilson Nascimento da Silva, 28, tomou a arma de um policial, efetuou três disparos e fugiu da Delegacia Municipal de Boca da Mata, onde estava preso acusado de estupro. O fato ocorreu na manhã desta terça-feira (12).Ele era o único acusado de estuprar a menor D.C.S., de 17 anos, que se encontrava na cadeia. A vítima foi atacada por quatro homens na noite deste domingo (10), naquele município, distante 72 quilômetros de Maceió. Depois de ser rendida sob a mira de revólveres, ela foi levada para um matagal e estuprada. A menor chegou acompanhada pelos pais e tios ao Instituto Médico Legal (IML) onde fez exame de corpo de delito.A adolescente, segundo o tenente PM Veloso, da 1ª Companhia de São Miguel, estava na porta de casa, na Rua Augusto Quintela, quando os criminosos se aproximaram, apontaram as armas e já a empurraram para um carro utilizado na ação.No matagal, os quatro abusaram sexualmente de D.C.S., que, muito machucada teve de ser levada para atendimento no Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió. No início desta manhã, policiais da 1ª Companhia conseguiram prender Edilson Nascimento da Silva, 28. Ele é natural da cidade, mas chegou há pouco mais de um mês de Minas Gerais, onde cumpriu pena por tráfico. Ele vive em regime condicional. Após a prisão, ele foi levado para a Delegacia Regional de São Miguel dos Campos, onde foi autuado em flagrante e transferido para Boca da Mata.A polícia também já sabe quem são os outros três criminosos, mas prefere não adiantar os nomes para não atrapalhar a captura. Sabe-se que um estudou com ela e o outro trabalhava com o pai da vítima na usina.


gazetaweb.com
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Ele tomou arma de policial e efetuou 3 tiros



Alagoas

Um homem, identificado como Edilson Nascimento da Silva, 28, tomou a arma de um policial, efetuou três disparos e fugiu da Delegacia Municipal de Boca da Mata, onde estava preso acusado de estupro. O fato ocorreu na manhã desta terça-feira (12).Ele era o único acusado de estuprar a menor D.C.S., de 17 anos, que se encontrava na cadeia. A vítima foi atacada por quatro homens na noite deste domingo (10), naquele município, distante 72 quilômetros de Maceió. Depois de ser rendida sob a mira de revólveres, ela foi levada para um matagal e estuprada. A menor chegou acompanhada pelos pais e tios ao Instituto Médico Legal (IML) onde fez exame de corpo de delito.A adolescente, segundo o tenente PM Veloso, da 1ª Companhia de São Miguel, estava na porta de casa, na Rua Augusto Quintela, quando os criminosos se aproximaram, apontaram as armas e já a empurraram para um carro utilizado na ação.No matagal, os quatro abusaram sexualmente de D.C.S., que, muito machucada teve de ser levada para atendimento no Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió. No início desta manhã, policiais da 1ª Companhia conseguiram prender Edilson Nascimento da Silva, 28. Ele é natural da cidade, mas chegou há pouco mais de um mês de Minas Gerais, onde cumpriu pena por tráfico. Ele vive em regime condicional. Após a prisão, ele foi levado para a Delegacia Regional de São Miguel dos Campos, onde foi autuado em flagrante e transferido para Boca da Mata.A polícia também já sabe quem são os outros três criminosos, mas prefere não adiantar os nomes para não atrapalhar a captura. Sabe-se que um estudou com ela e o outro trabalhava com o pai da vítima na usina.


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Ele tomou arma de policial e efetuou 3 tiros



Alagoas

Um homem, identificado como Edilson Nascimento da Silva, 28, tomou a arma de um policial, efetuou três disparos e fugiu da Delegacia Municipal de Boca da Mata, onde estava preso acusado de estupro. O fato ocorreu na manhã desta terça-feira (12).Ele era o único acusado de estuprar a menor D.C.S., de 17 anos, que se encontrava na cadeia. A vítima foi atacada por quatro homens na noite deste domingo (10), naquele município, distante 72 quilômetros de Maceió. Depois de ser rendida sob a mira de revólveres, ela foi levada para um matagal e estuprada. A menor chegou acompanhada pelos pais e tios ao Instituto Médico Legal (IML) onde fez exame de corpo de delito.A adolescente, segundo o tenente PM Veloso, da 1ª Companhia de São Miguel, estava na porta de casa, na Rua Augusto Quintela, quando os criminosos se aproximaram, apontaram as armas e já a empurraram para um carro utilizado na ação.No matagal, os quatro abusaram sexualmente de D.C.S., que, muito machucada teve de ser levada para atendimento no Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió. No início desta manhã, policiais da 1ª Companhia conseguiram prender Edilson Nascimento da Silva, 28. Ele é natural da cidade, mas chegou há pouco mais de um mês de Minas Gerais, onde cumpriu pena por tráfico. Ele vive em regime condicional. Após a prisão, ele foi levado para a Delegacia Regional de São Miguel dos Campos, onde foi autuado em flagrante e transferido para Boca da Mata.A polícia também já sabe quem são os outros três criminosos, mas prefere não adiantar os nomes para não atrapalhar a captura. Sabe-se que um estudou com ela e o outro trabalhava com o pai da vítima na usina.


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Alagoas

Um homem, identificado como Edilson Nascimento da Silva, 28, tomou a arma de um policial, efetuou três disparos e fugiu da Delegacia Municipal de Boca da Mata, onde estava preso acusado de estupro. O fato ocorreu na manhã desta terça-feira (12).Ele era o único acusado de estuprar a menor D.C.S., de 17 anos, que se encontrava na cadeia. A vítima foi atacada por quatro homens na noite deste domingo (10), naquele município, distante 72 quilômetros de Maceió. Depois de ser rendida sob a mira de revólveres, ela foi levada para um matagal e estuprada. A menor chegou acompanhada pelos pais e tios ao Instituto Médico Legal (IML) onde fez exame de corpo de delito.A adolescente, segundo o tenente PM Veloso, da 1ª Companhia de São Miguel, estava na porta de casa, na Rua Augusto Quintela, quando os criminosos se aproximaram, apontaram as armas e já a empurraram para um carro utilizado na ação.No matagal, os quatro abusaram sexualmente de D.C.S., que, muito machucada teve de ser levada para atendimento no Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió. No início desta manhã, policiais da 1ª Companhia conseguiram prender Edilson Nascimento da Silva, 28. Ele é natural da cidade, mas chegou há pouco mais de um mês de Minas Gerais, onde cumpriu pena por tráfico. Ele vive em regime condicional. Após a prisão, ele foi levado para a Delegacia Regional de São Miguel dos Campos, onde foi autuado em flagrante e transferido para Boca da Mata.A polícia também já sabe quem são os outros três criminosos, mas prefere não adiantar os nomes para não atrapalhar a captura. Sabe-se que um estudou com ela e o outro trabalhava com o pai da vítima na usina.


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SÃO PAULO - A polícia de Murutinga do Sul, na região de Araçatuba, procura uma mulher que está foragida, suspeita de homicídio. Josiane de Souza Cortês, 22, teria atropelado e matado duas mulheres neste fim de semana por ciúmes.
De acordo com a polícia, Silvia Cristiane da Costa e a mãe dela, Aparecida Mariano, caminhavam pela estrada que dá acesso ao acampamento Dois Irmãos, quando foram atropeladas por um caminhão. As duas morreram no hospital. Segundo testemunhas, Josiane já teria ameaçado Silvia várias vezes por causa de um relacionamento entre o ex-marido dela e a vítima.


O Globo On Line
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De acordo com a polícia, Silvia Cristiane da Costa e a mãe dela, Aparecida Mariano, caminhavam pela estrada que dá acesso ao acampamento Dois Irmãos, quando foram atropeladas por um caminhão. As duas morreram no hospital. Segundo testemunhas, Josiane já teria ameaçado Silvia várias vezes por causa de um relacionamento entre o ex-marido dela e a vítima.


O Globo On Line
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SÃO PAULO - A polícia de Murutinga do Sul, na região de Araçatuba, procura uma mulher que está foragida, suspeita de homicídio. Josiane de Souza Cortês, 22, teria atropelado e matado duas mulheres neste fim de semana por ciúmes.
De acordo com a polícia, Silvia Cristiane da Costa e a mãe dela, Aparecida Mariano, caminhavam pela estrada que dá acesso ao acampamento Dois Irmãos, quando foram atropeladas por um caminhão. As duas morreram no hospital. Segundo testemunhas, Josiane já teria ameaçado Silvia várias vezes por causa de um relacionamento entre o ex-marido dela e a vítima.


O Globo On Line
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SÃO PAULO - A polícia de Murutinga do Sul, na região de Araçatuba, procura uma mulher que está foragida, suspeita de homicídio. Josiane de Souza Cortês, 22, teria atropelado e matado duas mulheres neste fim de semana por ciúmes.
De acordo com a polícia, Silvia Cristiane da Costa e a mãe dela, Aparecida Mariano, caminhavam pela estrada que dá acesso ao acampamento Dois Irmãos, quando foram atropeladas por um caminhão. As duas morreram no hospital. Segundo testemunhas, Josiane já teria ameaçado Silvia várias vezes por causa de um relacionamento entre o ex-marido dela e a vítima.


O Globo On Line
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SÃO PAULO - A polícia de Murutinga do Sul, na região de Araçatuba, procura uma mulher que está foragida, suspeita de homicídio. Josiane de Souza Cortês, 22, teria atropelado e matado duas mulheres neste fim de semana por ciúmes.
De acordo com a polícia, Silvia Cristiane da Costa e a mãe dela, Aparecida Mariano, caminhavam pela estrada que dá acesso ao acampamento Dois Irmãos, quando foram atropeladas por um caminhão. As duas morreram no hospital. Segundo testemunhas, Josiane já teria ameaçado Silvia várias vezes por causa de um relacionamento entre o ex-marido dela e a vítima.


O Globo On Line
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Jackson deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Droga contra câncer em teste": Perdi os meus pais com essa doença e agora que sei dessa possibilidade coloco aqui informação coletada num site de plantas curativas, (para saber qual a planta digite AVELOZ no google imagens)lembrando que a planta é venenosa e todo cuidado é pouco, mas...

AVELOZ ou AVELÓS:Planta com características curativas do vários tipos de câncer.Retirar o leite das folhas ou do caule e colocar 7 (sete) gotas em um litro de agua e tomar um cálice 3 vezes ao dia.

Tomar bastante cuidado com crianças, pois ela é altamente TÓXICA e se tiver contato com os olhos poderá cegar.


Nome científico: Euphordia - Tiru -Calli


Postado por Jackson no blog Anjos e Guerreiros em 11 de Maio de 2009 07:41
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:40  comentar

Jackson deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Droga contra câncer em teste": Perdi os meus pais com essa doença e agora que sei dessa possibilidade coloco aqui informação coletada num site de plantas curativas, (para saber qual a planta digite AVELOZ no google imagens)lembrando que a planta é venenosa e todo cuidado é pouco, mas...

AVELOZ ou AVELÓS:Planta com características curativas do vários tipos de câncer.Retirar o leite das folhas ou do caule e colocar 7 (sete) gotas em um litro de agua e tomar um cálice 3 vezes ao dia.

Tomar bastante cuidado com crianças, pois ela é altamente TÓXICA e se tiver contato com os olhos poderá cegar.


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AVELOZ ou AVELÓS:Planta com características curativas do vários tipos de câncer.Retirar o leite das folhas ou do caule e colocar 7 (sete) gotas em um litro de agua e tomar um cálice 3 vezes ao dia.

Tomar bastante cuidado com crianças, pois ela é altamente TÓXICA e se tiver contato com os olhos poderá cegar.


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AVELOZ ou AVELÓS:Planta com características curativas do vários tipos de câncer.Retirar o leite das folhas ou do caule e colocar 7 (sete) gotas em um litro de agua e tomar um cálice 3 vezes ao dia.

Tomar bastante cuidado com crianças, pois ela é altamente TÓXICA e se tiver contato com os olhos poderá cegar.


Nome científico: Euphordia - Tiru -Calli


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AVELOZ ou AVELÓS:Planta com características curativas do vários tipos de câncer.Retirar o leite das folhas ou do caule e colocar 7 (sete) gotas em um litro de agua e tomar um cálice 3 vezes ao dia.

Tomar bastante cuidado com crianças, pois ela é altamente TÓXICA e se tiver contato com os olhos poderá cegar.


Nome científico: Euphordia - Tiru -Calli


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Homem, que é suspeito de ter 7 filhos com a filha, negou abusos. Investigações começaram há seis meses, diz secretário.

Um argentino de 65 anos está sendo acusado de ter violentado sexualmente a filha por mais de 25 anos e de ter 7 filhos com ela. Armando Lucero, porém, negou todas as acusações antes de entrar na Corte.
As investigações começaram há seis meses, quando um dos outros 13 filhos de Lucero fez a denúncia a policiais. Segundo os investigadores, o argentino teria violentado a filha Paola, hoje com 35 anos, desde que ela tinha 8.
Paola afirma que teve sete filhos com o próprio pai. O pai/avô está sendo acusado de “abuso sexual agravado pelo vínculo”.
Na Justiça, Paola admitiu que sofreu abusos e que não contou nada antes para a polícia porque o pai a ameaçava. Segundo o jornal “Clarin”, ela mudou de ideia após o pai ter ameaçado fazer o mesmo que fez com ela com uma de suas filhas/netas.
“Trabalhamos em segredo em respeito ao assunto e porque esperávamos que a vítima fizesse a denúncia junto à Justiça juntamente com seus sete filhos”, afirmou o secretário da Segurança de Mendoza, Carlos Ciurca, ao canal 9. “Ainda não finalizamos as investigações, mas acreditamos que agora é o início e a pior parte”, completou.
O secretário contou ainda que o primeiro filho nasceu aos 17 anos. A polícia ainda investiga para saber se outras filhas de Lucero também sofreram abusos do pai, que teve 14 filhos oficiais em dois casamentos.
Exames de DNA serão feitos para constatar a paternidade das sete crianças. A mãe de Paola também será denunciada por suposta cumplicidade.
O caso argentino lembra o de Josef Fritzl, que recebeu o apelido de ‘monstro de Amstetten’. O austríaco manteve a filha presa por 24 anos e teve com ela sete filhos. Em março, ele foi condenado à prisão perpétua. Além dos abusos, ele ainda foi acusado de assassinato.


Portal G1
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Homem, que é suspeito de ter 7 filhos com a filha, negou abusos. Investigações começaram há seis meses, diz secretário.

Um argentino de 65 anos está sendo acusado de ter violentado sexualmente a filha por mais de 25 anos e de ter 7 filhos com ela. Armando Lucero, porém, negou todas as acusações antes de entrar na Corte.
As investigações começaram há seis meses, quando um dos outros 13 filhos de Lucero fez a denúncia a policiais. Segundo os investigadores, o argentino teria violentado a filha Paola, hoje com 35 anos, desde que ela tinha 8.
Paola afirma que teve sete filhos com o próprio pai. O pai/avô está sendo acusado de “abuso sexual agravado pelo vínculo”.
Na Justiça, Paola admitiu que sofreu abusos e que não contou nada antes para a polícia porque o pai a ameaçava. Segundo o jornal “Clarin”, ela mudou de ideia após o pai ter ameaçado fazer o mesmo que fez com ela com uma de suas filhas/netas.
“Trabalhamos em segredo em respeito ao assunto e porque esperávamos que a vítima fizesse a denúncia junto à Justiça juntamente com seus sete filhos”, afirmou o secretário da Segurança de Mendoza, Carlos Ciurca, ao canal 9. “Ainda não finalizamos as investigações, mas acreditamos que agora é o início e a pior parte”, completou.
O secretário contou ainda que o primeiro filho nasceu aos 17 anos. A polícia ainda investiga para saber se outras filhas de Lucero também sofreram abusos do pai, que teve 14 filhos oficiais em dois casamentos.
Exames de DNA serão feitos para constatar a paternidade das sete crianças. A mãe de Paola também será denunciada por suposta cumplicidade.
O caso argentino lembra o de Josef Fritzl, que recebeu o apelido de ‘monstro de Amstetten’. O austríaco manteve a filha presa por 24 anos e teve com ela sete filhos. Em março, ele foi condenado à prisão perpétua. Além dos abusos, ele ainda foi acusado de assassinato.


Portal G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:28  comentar

Homem, que é suspeito de ter 7 filhos com a filha, negou abusos. Investigações começaram há seis meses, diz secretário.

Um argentino de 65 anos está sendo acusado de ter violentado sexualmente a filha por mais de 25 anos e de ter 7 filhos com ela. Armando Lucero, porém, negou todas as acusações antes de entrar na Corte.
As investigações começaram há seis meses, quando um dos outros 13 filhos de Lucero fez a denúncia a policiais. Segundo os investigadores, o argentino teria violentado a filha Paola, hoje com 35 anos, desde que ela tinha 8.
Paola afirma que teve sete filhos com o próprio pai. O pai/avô está sendo acusado de “abuso sexual agravado pelo vínculo”.
Na Justiça, Paola admitiu que sofreu abusos e que não contou nada antes para a polícia porque o pai a ameaçava. Segundo o jornal “Clarin”, ela mudou de ideia após o pai ter ameaçado fazer o mesmo que fez com ela com uma de suas filhas/netas.
“Trabalhamos em segredo em respeito ao assunto e porque esperávamos que a vítima fizesse a denúncia junto à Justiça juntamente com seus sete filhos”, afirmou o secretário da Segurança de Mendoza, Carlos Ciurca, ao canal 9. “Ainda não finalizamos as investigações, mas acreditamos que agora é o início e a pior parte”, completou.
O secretário contou ainda que o primeiro filho nasceu aos 17 anos. A polícia ainda investiga para saber se outras filhas de Lucero também sofreram abusos do pai, que teve 14 filhos oficiais em dois casamentos.
Exames de DNA serão feitos para constatar a paternidade das sete crianças. A mãe de Paola também será denunciada por suposta cumplicidade.
O caso argentino lembra o de Josef Fritzl, que recebeu o apelido de ‘monstro de Amstetten’. O austríaco manteve a filha presa por 24 anos e teve com ela sete filhos. Em março, ele foi condenado à prisão perpétua. Além dos abusos, ele ainda foi acusado de assassinato.


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Homem, que é suspeito de ter 7 filhos com a filha, negou abusos. Investigações começaram há seis meses, diz secretário.

Um argentino de 65 anos está sendo acusado de ter violentado sexualmente a filha por mais de 25 anos e de ter 7 filhos com ela. Armando Lucero, porém, negou todas as acusações antes de entrar na Corte.
As investigações começaram há seis meses, quando um dos outros 13 filhos de Lucero fez a denúncia a policiais. Segundo os investigadores, o argentino teria violentado a filha Paola, hoje com 35 anos, desde que ela tinha 8.
Paola afirma que teve sete filhos com o próprio pai. O pai/avô está sendo acusado de “abuso sexual agravado pelo vínculo”.
Na Justiça, Paola admitiu que sofreu abusos e que não contou nada antes para a polícia porque o pai a ameaçava. Segundo o jornal “Clarin”, ela mudou de ideia após o pai ter ameaçado fazer o mesmo que fez com ela com uma de suas filhas/netas.
“Trabalhamos em segredo em respeito ao assunto e porque esperávamos que a vítima fizesse a denúncia junto à Justiça juntamente com seus sete filhos”, afirmou o secretário da Segurança de Mendoza, Carlos Ciurca, ao canal 9. “Ainda não finalizamos as investigações, mas acreditamos que agora é o início e a pior parte”, completou.
O secretário contou ainda que o primeiro filho nasceu aos 17 anos. A polícia ainda investiga para saber se outras filhas de Lucero também sofreram abusos do pai, que teve 14 filhos oficiais em dois casamentos.
Exames de DNA serão feitos para constatar a paternidade das sete crianças. A mãe de Paola também será denunciada por suposta cumplicidade.
O caso argentino lembra o de Josef Fritzl, que recebeu o apelido de ‘monstro de Amstetten’. O austríaco manteve a filha presa por 24 anos e teve com ela sete filhos. Em março, ele foi condenado à prisão perpétua. Além dos abusos, ele ainda foi acusado de assassinato.


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Homem, que é suspeito de ter 7 filhos com a filha, negou abusos. Investigações começaram há seis meses, diz secretário.

Um argentino de 65 anos está sendo acusado de ter violentado sexualmente a filha por mais de 25 anos e de ter 7 filhos com ela. Armando Lucero, porém, negou todas as acusações antes de entrar na Corte.
As investigações começaram há seis meses, quando um dos outros 13 filhos de Lucero fez a denúncia a policiais. Segundo os investigadores, o argentino teria violentado a filha Paola, hoje com 35 anos, desde que ela tinha 8.
Paola afirma que teve sete filhos com o próprio pai. O pai/avô está sendo acusado de “abuso sexual agravado pelo vínculo”.
Na Justiça, Paola admitiu que sofreu abusos e que não contou nada antes para a polícia porque o pai a ameaçava. Segundo o jornal “Clarin”, ela mudou de ideia após o pai ter ameaçado fazer o mesmo que fez com ela com uma de suas filhas/netas.
“Trabalhamos em segredo em respeito ao assunto e porque esperávamos que a vítima fizesse a denúncia junto à Justiça juntamente com seus sete filhos”, afirmou o secretário da Segurança de Mendoza, Carlos Ciurca, ao canal 9. “Ainda não finalizamos as investigações, mas acreditamos que agora é o início e a pior parte”, completou.
O secretário contou ainda que o primeiro filho nasceu aos 17 anos. A polícia ainda investiga para saber se outras filhas de Lucero também sofreram abusos do pai, que teve 14 filhos oficiais em dois casamentos.
Exames de DNA serão feitos para constatar a paternidade das sete crianças. A mãe de Paola também será denunciada por suposta cumplicidade.
O caso argentino lembra o de Josef Fritzl, que recebeu o apelido de ‘monstro de Amstetten’. O austríaco manteve a filha presa por 24 anos e teve com ela sete filhos. Em março, ele foi condenado à prisão perpétua. Além dos abusos, ele ainda foi acusado de assassinato.


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Professora de 23 anos contará pela rede toda a evolução de sua primeira gravidez.

Uma professora americana de 23 anos decidiu expor na internet toda a evolução de sua primeira gravidez, incluindo o trabalho de parto, que deverá ser transmitido por meio de uma webcam.
A americana Lynsee (apenas seu primeiro nome foi divulgado), que está grávida de quatro meses, fez um acordo com o MomsLikeMe.com, site de relacionamentos para conectar mães da região de Minneapolis, para transmitir as imagens do parto. Com a identidade LMattson, ela também criou um perfil no site para relatar cada passo da gravidez até o "grande dia", esperado para novembro. Para Lynsee e o marido, Anders, o blog e a transmissão online do parto servirá como recordação para o bebê. Além disso, eles esperam ajudar a responder questões de outros casais que estejam passando pelo mesmo processo que eles, esperando seus primeiros filhos. "Tentarei colocar atualizações diárias, na linha 'como estou me sentindo hoje' ou 'questão do dia', colocar algumas fotos, e talvez acompanhar como minha barriga está crescendo", diz Lynsee.


Portal G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:18  comentar

Professora de 23 anos contará pela rede toda a evolução de sua primeira gravidez.

Uma professora americana de 23 anos decidiu expor na internet toda a evolução de sua primeira gravidez, incluindo o trabalho de parto, que deverá ser transmitido por meio de uma webcam.
A americana Lynsee (apenas seu primeiro nome foi divulgado), que está grávida de quatro meses, fez um acordo com o MomsLikeMe.com, site de relacionamentos para conectar mães da região de Minneapolis, para transmitir as imagens do parto. Com a identidade LMattson, ela também criou um perfil no site para relatar cada passo da gravidez até o "grande dia", esperado para novembro. Para Lynsee e o marido, Anders, o blog e a transmissão online do parto servirá como recordação para o bebê. Além disso, eles esperam ajudar a responder questões de outros casais que estejam passando pelo mesmo processo que eles, esperando seus primeiros filhos. "Tentarei colocar atualizações diárias, na linha 'como estou me sentindo hoje' ou 'questão do dia', colocar algumas fotos, e talvez acompanhar como minha barriga está crescendo", diz Lynsee.


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Uma professora americana de 23 anos decidiu expor na internet toda a evolução de sua primeira gravidez, incluindo o trabalho de parto, que deverá ser transmitido por meio de uma webcam.
A americana Lynsee (apenas seu primeiro nome foi divulgado), que está grávida de quatro meses, fez um acordo com o MomsLikeMe.com, site de relacionamentos para conectar mães da região de Minneapolis, para transmitir as imagens do parto. Com a identidade LMattson, ela também criou um perfil no site para relatar cada passo da gravidez até o "grande dia", esperado para novembro. Para Lynsee e o marido, Anders, o blog e a transmissão online do parto servirá como recordação para o bebê. Além disso, eles esperam ajudar a responder questões de outros casais que estejam passando pelo mesmo processo que eles, esperando seus primeiros filhos. "Tentarei colocar atualizações diárias, na linha 'como estou me sentindo hoje' ou 'questão do dia', colocar algumas fotos, e talvez acompanhar como minha barriga está crescendo", diz Lynsee.


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Uma professora americana de 23 anos decidiu expor na internet toda a evolução de sua primeira gravidez, incluindo o trabalho de parto, que deverá ser transmitido por meio de uma webcam.
A americana Lynsee (apenas seu primeiro nome foi divulgado), que está grávida de quatro meses, fez um acordo com o MomsLikeMe.com, site de relacionamentos para conectar mães da região de Minneapolis, para transmitir as imagens do parto. Com a identidade LMattson, ela também criou um perfil no site para relatar cada passo da gravidez até o "grande dia", esperado para novembro. Para Lynsee e o marido, Anders, o blog e a transmissão online do parto servirá como recordação para o bebê. Além disso, eles esperam ajudar a responder questões de outros casais que estejam passando pelo mesmo processo que eles, esperando seus primeiros filhos. "Tentarei colocar atualizações diárias, na linha 'como estou me sentindo hoje' ou 'questão do dia', colocar algumas fotos, e talvez acompanhar como minha barriga está crescendo", diz Lynsee.


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Uma professora americana de 23 anos decidiu expor na internet toda a evolução de sua primeira gravidez, incluindo o trabalho de parto, que deverá ser transmitido por meio de uma webcam.
A americana Lynsee (apenas seu primeiro nome foi divulgado), que está grávida de quatro meses, fez um acordo com o MomsLikeMe.com, site de relacionamentos para conectar mães da região de Minneapolis, para transmitir as imagens do parto. Com a identidade LMattson, ela também criou um perfil no site para relatar cada passo da gravidez até o "grande dia", esperado para novembro. Para Lynsee e o marido, Anders, o blog e a transmissão online do parto servirá como recordação para o bebê. Além disso, eles esperam ajudar a responder questões de outros casais que estejam passando pelo mesmo processo que eles, esperando seus primeiros filhos. "Tentarei colocar atualizações diárias, na linha 'como estou me sentindo hoje' ou 'questão do dia', colocar algumas fotos, e talvez acompanhar como minha barriga está crescendo", diz Lynsee.


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TEERÃ - A jornalista iraniano-americana Roxana Saberi, solta da prisão na segunda-feira após uma corte de apelação iraniana reduzir sua sentença de oito anos para um período de dois anos e , automaticamente, suspender a pena, se disse muito feliz por estar livre e ter reencontrado seus pais. Acusada de espionagem por Teerã, a mulher agradeceu a todos que a ajudaram deixar a cadeia depois de ficar presa por quatro meses.
Em uma entrevista em Teerã pela primeira vez desde deixar a prisão, a repórter de 32 anos afirmou que não tem nenhum plano específico neste momento, mas que faz questão de ficar com sua família.
Aparentemente mais magra, porém disposta, ela disse:
- Estou muito feliz por ter sido solta e ter reencontrado meu pai e minha mãe. Sou muito grata a todos que me conheciam ou não e me ajudaram a sair - completou.
Roxana Saberi, cuja mãe é japonesa, trabalhou como repórter para uma série de empresas jornalísticas, entre elas a BBC, a NPR (rádio pública americana) e a Fox News. Originalmente, a jornalista foi acusada de comprar álcool (crime considerado mais leve) e mais tarde de trabalhar como jornalista sem a credencial adequada.
Em menos de duas semanas, no entanto, surgiram as acusações de espionagem e ela foi julgada pela Corte Revolucionária e condenada a oito anos de prisão. Com nacionalidade iraniana e americana, Saberi passou seis anos no Irã estudando e colhendo informações para escrever um livro.
No cárcere, Roxana chegou a fazer greve de fome. Debilitada, ela precisou ser levada a um hospital, conforme relato do pai. O governo iraniano nega.
A repórter será proibida de fazer qualquer trabalho jornalístico no país por cinco anos.


O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:59  comentar

TEERÃ - A jornalista iraniano-americana Roxana Saberi, solta da prisão na segunda-feira após uma corte de apelação iraniana reduzir sua sentença de oito anos para um período de dois anos e , automaticamente, suspender a pena, se disse muito feliz por estar livre e ter reencontrado seus pais. Acusada de espionagem por Teerã, a mulher agradeceu a todos que a ajudaram deixar a cadeia depois de ficar presa por quatro meses.
Em uma entrevista em Teerã pela primeira vez desde deixar a prisão, a repórter de 32 anos afirmou que não tem nenhum plano específico neste momento, mas que faz questão de ficar com sua família.
Aparentemente mais magra, porém disposta, ela disse:
- Estou muito feliz por ter sido solta e ter reencontrado meu pai e minha mãe. Sou muito grata a todos que me conheciam ou não e me ajudaram a sair - completou.
Roxana Saberi, cuja mãe é japonesa, trabalhou como repórter para uma série de empresas jornalísticas, entre elas a BBC, a NPR (rádio pública americana) e a Fox News. Originalmente, a jornalista foi acusada de comprar álcool (crime considerado mais leve) e mais tarde de trabalhar como jornalista sem a credencial adequada.
Em menos de duas semanas, no entanto, surgiram as acusações de espionagem e ela foi julgada pela Corte Revolucionária e condenada a oito anos de prisão. Com nacionalidade iraniana e americana, Saberi passou seis anos no Irã estudando e colhendo informações para escrever um livro.
No cárcere, Roxana chegou a fazer greve de fome. Debilitada, ela precisou ser levada a um hospital, conforme relato do pai. O governo iraniano nega.
A repórter será proibida de fazer qualquer trabalho jornalístico no país por cinco anos.


O Globo On Line
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TEERÃ - A jornalista iraniano-americana Roxana Saberi, solta da prisão na segunda-feira após uma corte de apelação iraniana reduzir sua sentença de oito anos para um período de dois anos e , automaticamente, suspender a pena, se disse muito feliz por estar livre e ter reencontrado seus pais. Acusada de espionagem por Teerã, a mulher agradeceu a todos que a ajudaram deixar a cadeia depois de ficar presa por quatro meses.
Em uma entrevista em Teerã pela primeira vez desde deixar a prisão, a repórter de 32 anos afirmou que não tem nenhum plano específico neste momento, mas que faz questão de ficar com sua família.
Aparentemente mais magra, porém disposta, ela disse:
- Estou muito feliz por ter sido solta e ter reencontrado meu pai e minha mãe. Sou muito grata a todos que me conheciam ou não e me ajudaram a sair - completou.
Roxana Saberi, cuja mãe é japonesa, trabalhou como repórter para uma série de empresas jornalísticas, entre elas a BBC, a NPR (rádio pública americana) e a Fox News. Originalmente, a jornalista foi acusada de comprar álcool (crime considerado mais leve) e mais tarde de trabalhar como jornalista sem a credencial adequada.
Em menos de duas semanas, no entanto, surgiram as acusações de espionagem e ela foi julgada pela Corte Revolucionária e condenada a oito anos de prisão. Com nacionalidade iraniana e americana, Saberi passou seis anos no Irã estudando e colhendo informações para escrever um livro.
No cárcere, Roxana chegou a fazer greve de fome. Debilitada, ela precisou ser levada a um hospital, conforme relato do pai. O governo iraniano nega.
A repórter será proibida de fazer qualquer trabalho jornalístico no país por cinco anos.


O Globo On Line
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TEERÃ - A jornalista iraniano-americana Roxana Saberi, solta da prisão na segunda-feira após uma corte de apelação iraniana reduzir sua sentença de oito anos para um período de dois anos e , automaticamente, suspender a pena, se disse muito feliz por estar livre e ter reencontrado seus pais. Acusada de espionagem por Teerã, a mulher agradeceu a todos que a ajudaram deixar a cadeia depois de ficar presa por quatro meses.
Em uma entrevista em Teerã pela primeira vez desde deixar a prisão, a repórter de 32 anos afirmou que não tem nenhum plano específico neste momento, mas que faz questão de ficar com sua família.
Aparentemente mais magra, porém disposta, ela disse:
- Estou muito feliz por ter sido solta e ter reencontrado meu pai e minha mãe. Sou muito grata a todos que me conheciam ou não e me ajudaram a sair - completou.
Roxana Saberi, cuja mãe é japonesa, trabalhou como repórter para uma série de empresas jornalísticas, entre elas a BBC, a NPR (rádio pública americana) e a Fox News. Originalmente, a jornalista foi acusada de comprar álcool (crime considerado mais leve) e mais tarde de trabalhar como jornalista sem a credencial adequada.
Em menos de duas semanas, no entanto, surgiram as acusações de espionagem e ela foi julgada pela Corte Revolucionária e condenada a oito anos de prisão. Com nacionalidade iraniana e americana, Saberi passou seis anos no Irã estudando e colhendo informações para escrever um livro.
No cárcere, Roxana chegou a fazer greve de fome. Debilitada, ela precisou ser levada a um hospital, conforme relato do pai. O governo iraniano nega.
A repórter será proibida de fazer qualquer trabalho jornalístico no país por cinco anos.


O Globo On Line
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TEERÃ - A jornalista iraniano-americana Roxana Saberi, solta da prisão na segunda-feira após uma corte de apelação iraniana reduzir sua sentença de oito anos para um período de dois anos e , automaticamente, suspender a pena, se disse muito feliz por estar livre e ter reencontrado seus pais. Acusada de espionagem por Teerã, a mulher agradeceu a todos que a ajudaram deixar a cadeia depois de ficar presa por quatro meses.
Em uma entrevista em Teerã pela primeira vez desde deixar a prisão, a repórter de 32 anos afirmou que não tem nenhum plano específico neste momento, mas que faz questão de ficar com sua família.
Aparentemente mais magra, porém disposta, ela disse:
- Estou muito feliz por ter sido solta e ter reencontrado meu pai e minha mãe. Sou muito grata a todos que me conheciam ou não e me ajudaram a sair - completou.
Roxana Saberi, cuja mãe é japonesa, trabalhou como repórter para uma série de empresas jornalísticas, entre elas a BBC, a NPR (rádio pública americana) e a Fox News. Originalmente, a jornalista foi acusada de comprar álcool (crime considerado mais leve) e mais tarde de trabalhar como jornalista sem a credencial adequada.
Em menos de duas semanas, no entanto, surgiram as acusações de espionagem e ela foi julgada pela Corte Revolucionária e condenada a oito anos de prisão. Com nacionalidade iraniana e americana, Saberi passou seis anos no Irã estudando e colhendo informações para escrever um livro.
No cárcere, Roxana chegou a fazer greve de fome. Debilitada, ela precisou ser levada a um hospital, conforme relato do pai. O governo iraniano nega.
A repórter será proibida de fazer qualquer trabalho jornalístico no país por cinco anos.


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Os imigrantes brasileiros e peruanos no Japão que aceitarem um pacote do governo de US$ 3 mil para voltarem ao seu país de origem poderão regressar em três anos ao Japão.

A mudança no pacote oferecido pelo governo japonês foi anunciada nesta segunda-feira. O prazo para poder retornar ao Japão, antes indefinido, foi estipulado agora em três anos.
O Japão resolveu definir este período depois de receber várias críticas, inclusive do governo brasileiro.
"Para corrigir o mal-entendido, decidimos determinar o prazo limite para retorno ao Japão em três anos para aqueles que usaram o auxílio", disse à imprensa o porta-voz do governo, Takeo Kawamura.
Os que pegarem o dinheiro do governo vão poder retornar ao Japão com o visto de trabalho partir de 2012. Segundo o Ministério da Justiça, os critérios na hora de conceder este visto especial para descendentes de japoneses serão os mesmos.
"O governo reconheceu que a medida causou um impacto negativo para o Japão", comemorou o sindicalista e ativista social Francisco Freitas.
"Afinal, ele não pode simplesmente dar o dinheiro e proibir o trabalhador de poder voltar ao país."
Desde que começou a vigorar a medida, em 1º de abril, 1.095 pessoas já se inscreveram para solicitar o dinheiro.
Além dos US$ 3 mil, cada dependente recebe um adicional de US$ 2 mil.
Para ter acesso a esse dinheiro, o candidato tem de estar desempregado, não pode ter patrimônio no Japão e precisa ter entrado no país antes do dia 31 de março deste ano.


Críticas
Na semana passada, o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, entregou ao embaixador japonês no Brasil, Ken Shimanouchi, uma carta de protesto contra esta iniciativa do governo do Japão.
"Acontece uma crise e a primeira coisa que se faz é criar um mecanismo, dentro outras muitas medidas corretas, que diz que para você voltar para seu país o Japão dá a passagem, mas você só voltará no dia que o Japão achar conveniente", comentou à imprensa.
"Ou seja, nós só servimos para construir? Para dar nossa mão-de-obra? Na hora que aperta o calo, nós somos os primeiros a ouvir: pode voltar para casa."
No entanto, apesar da mudança no texto, a medida ainda é vista com cautela por alguns líderes da comunidade brasileira no Japão. O sociólogo e professor da Universidade Musashi, Angelo Ishi, diz que é preciso ficar atento para o próximo passo das autoridades.
"Precisamos saber se o governo japonês vai realmente manter o visto especial para nikkeis, pois há vários projetos em discussão no Parlamento que propõem o fim dele", comentou o acadêmico.
Ishi participou recentemente de um debate sobre os brasileiros no Japão na televisão Asahi, no qual o parlamentar japonês Taro Kono, que já foi vice-ministro da Justiça, chegou a afirmar novamente que foi um erro do Japão ter criado este visto especial.
Em 2006, quando Kono exercia o cargo no ministério, ele chegou a afirmar que a vinda dos imigrantes brasileiros ao Japão foi um "fracasso".
"Uma idéia comum em discussão entre os políticos é exigir o conhecimento do idioma japonês para a liberação do visto", contou Ishi. "De todo jeito, não deixa de ser uma vitória esse recuo do governo japonês".


BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:46  comentar

Os imigrantes brasileiros e peruanos no Japão que aceitarem um pacote do governo de US$ 3 mil para voltarem ao seu país de origem poderão regressar em três anos ao Japão.

A mudança no pacote oferecido pelo governo japonês foi anunciada nesta segunda-feira. O prazo para poder retornar ao Japão, antes indefinido, foi estipulado agora em três anos.
O Japão resolveu definir este período depois de receber várias críticas, inclusive do governo brasileiro.
"Para corrigir o mal-entendido, decidimos determinar o prazo limite para retorno ao Japão em três anos para aqueles que usaram o auxílio", disse à imprensa o porta-voz do governo, Takeo Kawamura.
Os que pegarem o dinheiro do governo vão poder retornar ao Japão com o visto de trabalho partir de 2012. Segundo o Ministério da Justiça, os critérios na hora de conceder este visto especial para descendentes de japoneses serão os mesmos.
"O governo reconheceu que a medida causou um impacto negativo para o Japão", comemorou o sindicalista e ativista social Francisco Freitas.
"Afinal, ele não pode simplesmente dar o dinheiro e proibir o trabalhador de poder voltar ao país."
Desde que começou a vigorar a medida, em 1º de abril, 1.095 pessoas já se inscreveram para solicitar o dinheiro.
Além dos US$ 3 mil, cada dependente recebe um adicional de US$ 2 mil.
Para ter acesso a esse dinheiro, o candidato tem de estar desempregado, não pode ter patrimônio no Japão e precisa ter entrado no país antes do dia 31 de março deste ano.


Críticas
Na semana passada, o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, entregou ao embaixador japonês no Brasil, Ken Shimanouchi, uma carta de protesto contra esta iniciativa do governo do Japão.
"Acontece uma crise e a primeira coisa que se faz é criar um mecanismo, dentro outras muitas medidas corretas, que diz que para você voltar para seu país o Japão dá a passagem, mas você só voltará no dia que o Japão achar conveniente", comentou à imprensa.
"Ou seja, nós só servimos para construir? Para dar nossa mão-de-obra? Na hora que aperta o calo, nós somos os primeiros a ouvir: pode voltar para casa."
No entanto, apesar da mudança no texto, a medida ainda é vista com cautela por alguns líderes da comunidade brasileira no Japão. O sociólogo e professor da Universidade Musashi, Angelo Ishi, diz que é preciso ficar atento para o próximo passo das autoridades.
"Precisamos saber se o governo japonês vai realmente manter o visto especial para nikkeis, pois há vários projetos em discussão no Parlamento que propõem o fim dele", comentou o acadêmico.
Ishi participou recentemente de um debate sobre os brasileiros no Japão na televisão Asahi, no qual o parlamentar japonês Taro Kono, que já foi vice-ministro da Justiça, chegou a afirmar novamente que foi um erro do Japão ter criado este visto especial.
Em 2006, quando Kono exercia o cargo no ministério, ele chegou a afirmar que a vinda dos imigrantes brasileiros ao Japão foi um "fracasso".
"Uma idéia comum em discussão entre os políticos é exigir o conhecimento do idioma japonês para a liberação do visto", contou Ishi. "De todo jeito, não deixa de ser uma vitória esse recuo do governo japonês".


BBC Brasil
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Os imigrantes brasileiros e peruanos no Japão que aceitarem um pacote do governo de US$ 3 mil para voltarem ao seu país de origem poderão regressar em três anos ao Japão.

A mudança no pacote oferecido pelo governo japonês foi anunciada nesta segunda-feira. O prazo para poder retornar ao Japão, antes indefinido, foi estipulado agora em três anos.
O Japão resolveu definir este período depois de receber várias críticas, inclusive do governo brasileiro.
"Para corrigir o mal-entendido, decidimos determinar o prazo limite para retorno ao Japão em três anos para aqueles que usaram o auxílio", disse à imprensa o porta-voz do governo, Takeo Kawamura.
Os que pegarem o dinheiro do governo vão poder retornar ao Japão com o visto de trabalho partir de 2012. Segundo o Ministério da Justiça, os critérios na hora de conceder este visto especial para descendentes de japoneses serão os mesmos.
"O governo reconheceu que a medida causou um impacto negativo para o Japão", comemorou o sindicalista e ativista social Francisco Freitas.
"Afinal, ele não pode simplesmente dar o dinheiro e proibir o trabalhador de poder voltar ao país."
Desde que começou a vigorar a medida, em 1º de abril, 1.095 pessoas já se inscreveram para solicitar o dinheiro.
Além dos US$ 3 mil, cada dependente recebe um adicional de US$ 2 mil.
Para ter acesso a esse dinheiro, o candidato tem de estar desempregado, não pode ter patrimônio no Japão e precisa ter entrado no país antes do dia 31 de março deste ano.


Críticas
Na semana passada, o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, entregou ao embaixador japonês no Brasil, Ken Shimanouchi, uma carta de protesto contra esta iniciativa do governo do Japão.
"Acontece uma crise e a primeira coisa que se faz é criar um mecanismo, dentro outras muitas medidas corretas, que diz que para você voltar para seu país o Japão dá a passagem, mas você só voltará no dia que o Japão achar conveniente", comentou à imprensa.
"Ou seja, nós só servimos para construir? Para dar nossa mão-de-obra? Na hora que aperta o calo, nós somos os primeiros a ouvir: pode voltar para casa."
No entanto, apesar da mudança no texto, a medida ainda é vista com cautela por alguns líderes da comunidade brasileira no Japão. O sociólogo e professor da Universidade Musashi, Angelo Ishi, diz que é preciso ficar atento para o próximo passo das autoridades.
"Precisamos saber se o governo japonês vai realmente manter o visto especial para nikkeis, pois há vários projetos em discussão no Parlamento que propõem o fim dele", comentou o acadêmico.
Ishi participou recentemente de um debate sobre os brasileiros no Japão na televisão Asahi, no qual o parlamentar japonês Taro Kono, que já foi vice-ministro da Justiça, chegou a afirmar novamente que foi um erro do Japão ter criado este visto especial.
Em 2006, quando Kono exercia o cargo no ministério, ele chegou a afirmar que a vinda dos imigrantes brasileiros ao Japão foi um "fracasso".
"Uma idéia comum em discussão entre os políticos é exigir o conhecimento do idioma japonês para a liberação do visto", contou Ishi. "De todo jeito, não deixa de ser uma vitória esse recuo do governo japonês".


BBC Brasil
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Os imigrantes brasileiros e peruanos no Japão que aceitarem um pacote do governo de US$ 3 mil para voltarem ao seu país de origem poderão regressar em três anos ao Japão.

A mudança no pacote oferecido pelo governo japonês foi anunciada nesta segunda-feira. O prazo para poder retornar ao Japão, antes indefinido, foi estipulado agora em três anos.
O Japão resolveu definir este período depois de receber várias críticas, inclusive do governo brasileiro.
"Para corrigir o mal-entendido, decidimos determinar o prazo limite para retorno ao Japão em três anos para aqueles que usaram o auxílio", disse à imprensa o porta-voz do governo, Takeo Kawamura.
Os que pegarem o dinheiro do governo vão poder retornar ao Japão com o visto de trabalho partir de 2012. Segundo o Ministério da Justiça, os critérios na hora de conceder este visto especial para descendentes de japoneses serão os mesmos.
"O governo reconheceu que a medida causou um impacto negativo para o Japão", comemorou o sindicalista e ativista social Francisco Freitas.
"Afinal, ele não pode simplesmente dar o dinheiro e proibir o trabalhador de poder voltar ao país."
Desde que começou a vigorar a medida, em 1º de abril, 1.095 pessoas já se inscreveram para solicitar o dinheiro.
Além dos US$ 3 mil, cada dependente recebe um adicional de US$ 2 mil.
Para ter acesso a esse dinheiro, o candidato tem de estar desempregado, não pode ter patrimônio no Japão e precisa ter entrado no país antes do dia 31 de março deste ano.


Críticas
Na semana passada, o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, entregou ao embaixador japonês no Brasil, Ken Shimanouchi, uma carta de protesto contra esta iniciativa do governo do Japão.
"Acontece uma crise e a primeira coisa que se faz é criar um mecanismo, dentro outras muitas medidas corretas, que diz que para você voltar para seu país o Japão dá a passagem, mas você só voltará no dia que o Japão achar conveniente", comentou à imprensa.
"Ou seja, nós só servimos para construir? Para dar nossa mão-de-obra? Na hora que aperta o calo, nós somos os primeiros a ouvir: pode voltar para casa."
No entanto, apesar da mudança no texto, a medida ainda é vista com cautela por alguns líderes da comunidade brasileira no Japão. O sociólogo e professor da Universidade Musashi, Angelo Ishi, diz que é preciso ficar atento para o próximo passo das autoridades.
"Precisamos saber se o governo japonês vai realmente manter o visto especial para nikkeis, pois há vários projetos em discussão no Parlamento que propõem o fim dele", comentou o acadêmico.
Ishi participou recentemente de um debate sobre os brasileiros no Japão na televisão Asahi, no qual o parlamentar japonês Taro Kono, que já foi vice-ministro da Justiça, chegou a afirmar novamente que foi um erro do Japão ter criado este visto especial.
Em 2006, quando Kono exercia o cargo no ministério, ele chegou a afirmar que a vinda dos imigrantes brasileiros ao Japão foi um "fracasso".
"Uma idéia comum em discussão entre os políticos é exigir o conhecimento do idioma japonês para a liberação do visto", contou Ishi. "De todo jeito, não deixa de ser uma vitória esse recuo do governo japonês".


BBC Brasil
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Os imigrantes brasileiros e peruanos no Japão que aceitarem um pacote do governo de US$ 3 mil para voltarem ao seu país de origem poderão regressar em três anos ao Japão.

A mudança no pacote oferecido pelo governo japonês foi anunciada nesta segunda-feira. O prazo para poder retornar ao Japão, antes indefinido, foi estipulado agora em três anos.
O Japão resolveu definir este período depois de receber várias críticas, inclusive do governo brasileiro.
"Para corrigir o mal-entendido, decidimos determinar o prazo limite para retorno ao Japão em três anos para aqueles que usaram o auxílio", disse à imprensa o porta-voz do governo, Takeo Kawamura.
Os que pegarem o dinheiro do governo vão poder retornar ao Japão com o visto de trabalho partir de 2012. Segundo o Ministério da Justiça, os critérios na hora de conceder este visto especial para descendentes de japoneses serão os mesmos.
"O governo reconheceu que a medida causou um impacto negativo para o Japão", comemorou o sindicalista e ativista social Francisco Freitas.
"Afinal, ele não pode simplesmente dar o dinheiro e proibir o trabalhador de poder voltar ao país."
Desde que começou a vigorar a medida, em 1º de abril, 1.095 pessoas já se inscreveram para solicitar o dinheiro.
Além dos US$ 3 mil, cada dependente recebe um adicional de US$ 2 mil.
Para ter acesso a esse dinheiro, o candidato tem de estar desempregado, não pode ter patrimônio no Japão e precisa ter entrado no país antes do dia 31 de março deste ano.


Críticas
Na semana passada, o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, entregou ao embaixador japonês no Brasil, Ken Shimanouchi, uma carta de protesto contra esta iniciativa do governo do Japão.
"Acontece uma crise e a primeira coisa que se faz é criar um mecanismo, dentro outras muitas medidas corretas, que diz que para você voltar para seu país o Japão dá a passagem, mas você só voltará no dia que o Japão achar conveniente", comentou à imprensa.
"Ou seja, nós só servimos para construir? Para dar nossa mão-de-obra? Na hora que aperta o calo, nós somos os primeiros a ouvir: pode voltar para casa."
No entanto, apesar da mudança no texto, a medida ainda é vista com cautela por alguns líderes da comunidade brasileira no Japão. O sociólogo e professor da Universidade Musashi, Angelo Ishi, diz que é preciso ficar atento para o próximo passo das autoridades.
"Precisamos saber se o governo japonês vai realmente manter o visto especial para nikkeis, pois há vários projetos em discussão no Parlamento que propõem o fim dele", comentou o acadêmico.
Ishi participou recentemente de um debate sobre os brasileiros no Japão na televisão Asahi, no qual o parlamentar japonês Taro Kono, que já foi vice-ministro da Justiça, chegou a afirmar novamente que foi um erro do Japão ter criado este visto especial.
Em 2006, quando Kono exercia o cargo no ministério, ele chegou a afirmar que a vinda dos imigrantes brasileiros ao Japão foi um "fracasso".
"Uma idéia comum em discussão entre os políticos é exigir o conhecimento do idioma japonês para a liberação do visto", contou Ishi. "De todo jeito, não deixa de ser uma vitória esse recuo do governo japonês".


BBC Brasil
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Um estudo que avaliou a eficácia da acupuntura para tratamento de dor nas costas concluiu que ela não consegue ser melhor do que uma forma falsa desse tratamento, na qual as pessoas são submetidas apenas a picadas superficiais em pontos aleatórios do corpo. O trabalho, porém, trouxe uma revelação surpreendente: as duas formas de acupuntura, a verdadeira e a simulada, parecem ser mais eficazes do que o "atendimento usual" que pacientes de lombalgia costumam receber.
Os resultados do teste clínico estão na edição de ontem da revista "Archives of Internal Medicine", da Associação Médica Americana. Com 638 voluntários, é um dos maiores ensaios já feitos para testar se a acupuntura funciona para valer.
Para avaliar a eficácia de um remédio que vem na forma de comprimidos, o que médicos fazem é comparar seu efeito ao de um placebo --uma pílula de farinha sem nenhuma substância relevante. O problema da acupuntura é que é difícil alguém fingir que está aplicando agulhas num paciente sem que ele perceba que não está sendo espetado. Só nos últimos anos é que cientistas têm usado a acupuntura simulada --um tipo de "agulha placebo"-- para isso.
No estudo publicado ontem, Daniel Cherkin, do Centro para Estudos da Saúde, de Seattle (EUA), e seus coautores explicam como é essa estratégia.
"Desenvolvemos uma técnica de acupuntura simulada usando um palito de dentes no tubo de suporte da agulha, que se mostrou capaz de passar por acupuntura com credibilidade em pacientes de lombalgia sem experiência de tratamento com acupuntura", escrevem Cherkin e colegas. "O acupunturista pressiona o palito gentilmente, torcendo-o um pouco para simular uma agulha de acupuntura se agarrando à pele."
Para distanciar o tratamento ainda mais da acupuntura real, os cientistas aplicaram o palito de dentes em pontos longe das regiões tidas como corretas por acupunturistas profissionais.
Ninguém percebeu a diferença e, surpresa ou não, o palito de dentes teve a mesma eficácia da agulha verdadeira. Mas susto maior veio quando os dados sobre "atendimento usual" aos pacientes entraram na conta.
Após oito semanas, 60% dos pacientes sob acupuntura real ou simulada tiveram certa melhora, mas só 39% dos outros voluntários relataram progresso. Estes últimos, porém, não passaram por nenhum "atendimento relacionado ao estudo", só pelo tratamento que o médico de cada um indicava ("em geral remédios, cuidados primários e idas à fisioterapia").
Se, por um lado, a acupuntura real não se saiu melhor do que palitos de dentes, por outro, o teste sugere que autoridades de saúde pública deem um passo atrás para saber o que o "atendimento usual" tem reservado a quem tem lombalgia.


FOLHAONLINE
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Um estudo que avaliou a eficácia da acupuntura para tratamento de dor nas costas concluiu que ela não consegue ser melhor do que uma forma falsa desse tratamento, na qual as pessoas são submetidas apenas a picadas superficiais em pontos aleatórios do corpo. O trabalho, porém, trouxe uma revelação surpreendente: as duas formas de acupuntura, a verdadeira e a simulada, parecem ser mais eficazes do que o "atendimento usual" que pacientes de lombalgia costumam receber.
Os resultados do teste clínico estão na edição de ontem da revista "Archives of Internal Medicine", da Associação Médica Americana. Com 638 voluntários, é um dos maiores ensaios já feitos para testar se a acupuntura funciona para valer.
Para avaliar a eficácia de um remédio que vem na forma de comprimidos, o que médicos fazem é comparar seu efeito ao de um placebo --uma pílula de farinha sem nenhuma substância relevante. O problema da acupuntura é que é difícil alguém fingir que está aplicando agulhas num paciente sem que ele perceba que não está sendo espetado. Só nos últimos anos é que cientistas têm usado a acupuntura simulada --um tipo de "agulha placebo"-- para isso.
No estudo publicado ontem, Daniel Cherkin, do Centro para Estudos da Saúde, de Seattle (EUA), e seus coautores explicam como é essa estratégia.
"Desenvolvemos uma técnica de acupuntura simulada usando um palito de dentes no tubo de suporte da agulha, que se mostrou capaz de passar por acupuntura com credibilidade em pacientes de lombalgia sem experiência de tratamento com acupuntura", escrevem Cherkin e colegas. "O acupunturista pressiona o palito gentilmente, torcendo-o um pouco para simular uma agulha de acupuntura se agarrando à pele."
Para distanciar o tratamento ainda mais da acupuntura real, os cientistas aplicaram o palito de dentes em pontos longe das regiões tidas como corretas por acupunturistas profissionais.
Ninguém percebeu a diferença e, surpresa ou não, o palito de dentes teve a mesma eficácia da agulha verdadeira. Mas susto maior veio quando os dados sobre "atendimento usual" aos pacientes entraram na conta.
Após oito semanas, 60% dos pacientes sob acupuntura real ou simulada tiveram certa melhora, mas só 39% dos outros voluntários relataram progresso. Estes últimos, porém, não passaram por nenhum "atendimento relacionado ao estudo", só pelo tratamento que o médico de cada um indicava ("em geral remédios, cuidados primários e idas à fisioterapia").
Se, por um lado, a acupuntura real não se saiu melhor do que palitos de dentes, por outro, o teste sugere que autoridades de saúde pública deem um passo atrás para saber o que o "atendimento usual" tem reservado a quem tem lombalgia.


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Um estudo que avaliou a eficácia da acupuntura para tratamento de dor nas costas concluiu que ela não consegue ser melhor do que uma forma falsa desse tratamento, na qual as pessoas são submetidas apenas a picadas superficiais em pontos aleatórios do corpo. O trabalho, porém, trouxe uma revelação surpreendente: as duas formas de acupuntura, a verdadeira e a simulada, parecem ser mais eficazes do que o "atendimento usual" que pacientes de lombalgia costumam receber.
Os resultados do teste clínico estão na edição de ontem da revista "Archives of Internal Medicine", da Associação Médica Americana. Com 638 voluntários, é um dos maiores ensaios já feitos para testar se a acupuntura funciona para valer.
Para avaliar a eficácia de um remédio que vem na forma de comprimidos, o que médicos fazem é comparar seu efeito ao de um placebo --uma pílula de farinha sem nenhuma substância relevante. O problema da acupuntura é que é difícil alguém fingir que está aplicando agulhas num paciente sem que ele perceba que não está sendo espetado. Só nos últimos anos é que cientistas têm usado a acupuntura simulada --um tipo de "agulha placebo"-- para isso.
No estudo publicado ontem, Daniel Cherkin, do Centro para Estudos da Saúde, de Seattle (EUA), e seus coautores explicam como é essa estratégia.
"Desenvolvemos uma técnica de acupuntura simulada usando um palito de dentes no tubo de suporte da agulha, que se mostrou capaz de passar por acupuntura com credibilidade em pacientes de lombalgia sem experiência de tratamento com acupuntura", escrevem Cherkin e colegas. "O acupunturista pressiona o palito gentilmente, torcendo-o um pouco para simular uma agulha de acupuntura se agarrando à pele."
Para distanciar o tratamento ainda mais da acupuntura real, os cientistas aplicaram o palito de dentes em pontos longe das regiões tidas como corretas por acupunturistas profissionais.
Ninguém percebeu a diferença e, surpresa ou não, o palito de dentes teve a mesma eficácia da agulha verdadeira. Mas susto maior veio quando os dados sobre "atendimento usual" aos pacientes entraram na conta.
Após oito semanas, 60% dos pacientes sob acupuntura real ou simulada tiveram certa melhora, mas só 39% dos outros voluntários relataram progresso. Estes últimos, porém, não passaram por nenhum "atendimento relacionado ao estudo", só pelo tratamento que o médico de cada um indicava ("em geral remédios, cuidados primários e idas à fisioterapia").
Se, por um lado, a acupuntura real não se saiu melhor do que palitos de dentes, por outro, o teste sugere que autoridades de saúde pública deem um passo atrás para saber o que o "atendimento usual" tem reservado a quem tem lombalgia.


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Um estudo que avaliou a eficácia da acupuntura para tratamento de dor nas costas concluiu que ela não consegue ser melhor do que uma forma falsa desse tratamento, na qual as pessoas são submetidas apenas a picadas superficiais em pontos aleatórios do corpo. O trabalho, porém, trouxe uma revelação surpreendente: as duas formas de acupuntura, a verdadeira e a simulada, parecem ser mais eficazes do que o "atendimento usual" que pacientes de lombalgia costumam receber.
Os resultados do teste clínico estão na edição de ontem da revista "Archives of Internal Medicine", da Associação Médica Americana. Com 638 voluntários, é um dos maiores ensaios já feitos para testar se a acupuntura funciona para valer.
Para avaliar a eficácia de um remédio que vem na forma de comprimidos, o que médicos fazem é comparar seu efeito ao de um placebo --uma pílula de farinha sem nenhuma substância relevante. O problema da acupuntura é que é difícil alguém fingir que está aplicando agulhas num paciente sem que ele perceba que não está sendo espetado. Só nos últimos anos é que cientistas têm usado a acupuntura simulada --um tipo de "agulha placebo"-- para isso.
No estudo publicado ontem, Daniel Cherkin, do Centro para Estudos da Saúde, de Seattle (EUA), e seus coautores explicam como é essa estratégia.
"Desenvolvemos uma técnica de acupuntura simulada usando um palito de dentes no tubo de suporte da agulha, que se mostrou capaz de passar por acupuntura com credibilidade em pacientes de lombalgia sem experiência de tratamento com acupuntura", escrevem Cherkin e colegas. "O acupunturista pressiona o palito gentilmente, torcendo-o um pouco para simular uma agulha de acupuntura se agarrando à pele."
Para distanciar o tratamento ainda mais da acupuntura real, os cientistas aplicaram o palito de dentes em pontos longe das regiões tidas como corretas por acupunturistas profissionais.
Ninguém percebeu a diferença e, surpresa ou não, o palito de dentes teve a mesma eficácia da agulha verdadeira. Mas susto maior veio quando os dados sobre "atendimento usual" aos pacientes entraram na conta.
Após oito semanas, 60% dos pacientes sob acupuntura real ou simulada tiveram certa melhora, mas só 39% dos outros voluntários relataram progresso. Estes últimos, porém, não passaram por nenhum "atendimento relacionado ao estudo", só pelo tratamento que o médico de cada um indicava ("em geral remédios, cuidados primários e idas à fisioterapia").
Se, por um lado, a acupuntura real não se saiu melhor do que palitos de dentes, por outro, o teste sugere que autoridades de saúde pública deem um passo atrás para saber o que o "atendimento usual" tem reservado a quem tem lombalgia.


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Um estudo que avaliou a eficácia da acupuntura para tratamento de dor nas costas concluiu que ela não consegue ser melhor do que uma forma falsa desse tratamento, na qual as pessoas são submetidas apenas a picadas superficiais em pontos aleatórios do corpo. O trabalho, porém, trouxe uma revelação surpreendente: as duas formas de acupuntura, a verdadeira e a simulada, parecem ser mais eficazes do que o "atendimento usual" que pacientes de lombalgia costumam receber.
Os resultados do teste clínico estão na edição de ontem da revista "Archives of Internal Medicine", da Associação Médica Americana. Com 638 voluntários, é um dos maiores ensaios já feitos para testar se a acupuntura funciona para valer.
Para avaliar a eficácia de um remédio que vem na forma de comprimidos, o que médicos fazem é comparar seu efeito ao de um placebo --uma pílula de farinha sem nenhuma substância relevante. O problema da acupuntura é que é difícil alguém fingir que está aplicando agulhas num paciente sem que ele perceba que não está sendo espetado. Só nos últimos anos é que cientistas têm usado a acupuntura simulada --um tipo de "agulha placebo"-- para isso.
No estudo publicado ontem, Daniel Cherkin, do Centro para Estudos da Saúde, de Seattle (EUA), e seus coautores explicam como é essa estratégia.
"Desenvolvemos uma técnica de acupuntura simulada usando um palito de dentes no tubo de suporte da agulha, que se mostrou capaz de passar por acupuntura com credibilidade em pacientes de lombalgia sem experiência de tratamento com acupuntura", escrevem Cherkin e colegas. "O acupunturista pressiona o palito gentilmente, torcendo-o um pouco para simular uma agulha de acupuntura se agarrando à pele."
Para distanciar o tratamento ainda mais da acupuntura real, os cientistas aplicaram o palito de dentes em pontos longe das regiões tidas como corretas por acupunturistas profissionais.
Ninguém percebeu a diferença e, surpresa ou não, o palito de dentes teve a mesma eficácia da agulha verdadeira. Mas susto maior veio quando os dados sobre "atendimento usual" aos pacientes entraram na conta.
Após oito semanas, 60% dos pacientes sob acupuntura real ou simulada tiveram certa melhora, mas só 39% dos outros voluntários relataram progresso. Estes últimos, porém, não passaram por nenhum "atendimento relacionado ao estudo", só pelo tratamento que o médico de cada um indicava ("em geral remédios, cuidados primários e idas à fisioterapia").
Se, por um lado, a acupuntura real não se saiu melhor do que palitos de dentes, por outro, o teste sugere que autoridades de saúde pública deem um passo atrás para saber o que o "atendimento usual" tem reservado a quem tem lombalgia.


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Identificar personalidades egocêntricas e tentar resolver desentendimentos sem envolver os filhos é a melhor atitude

Nos últimos tempos, a violência tem estado mais presente dentro de casa. Diariamente, os veículos de comunicação divulgam casos de agressão, maus-tratos e até assassinatos, principalmente de crianças. Os abusos partem de pais, padrastos, madrastas e até avós - que habitualmente eram tidos como generosos com os netos.
Para o psicólogo, terapeuta familiar e diretor da Escola VinculoVida, Sebastião Alves de Souza, muitas vezes esses casos de violência são causados por conflitos e crises não resolvidos entre os casais que transformam filhos em vítimas de retaliações e de vinganças: "Crianças e adolescentes inocentes morrem e sofrem agressões físicas de alto grau de perversidade por conta de distúrbios emocionais e psíquicos que emergem na relação conjugal".
De um ano para cá, o caso que mais chamou a atenção da opinião pública foi o da família Nardoni, cujo pai e a madrasta teriam matado a pequena Isabella ao atirá-la pela janela do apartamento. Até hoje o casal não foi julgado, mas não há outros suspeitos. Mais recentemente, um pai em Goiânia roubou um avião, sequestrou a filha Penélope, de 5 anos, provocou queda da aeronave e consequente morte de ambos. Em São Paulo, um professor de Direito de 39 anos matou o filho de cinco e suicidou-se em seguida.
Em todos esses casos, houve antecedentes de embates entre os pais - geralmente por ciúme ou pela guarda dos menores."Crianças e adolescentes são envolvidos nos conflitos entre pai e mãe e se tornam vítimas de agressões físicas, maus-tratos de toda espécie, abusos sexuais, sequestros e homicídios. Disputas de guarda e partilhas de bens materiais são usadas como desculpas para retaliações por um dos pais e quem sofre com as consequências de atos impensados e perversos são os filhos", salienta Souza.
O psicólogo lembra de outro motivo para desentendimentos: "Novas formações familiares, em que os pais trazem, para a convivência do casal, filhos de outros casamentos, tornam a vida de crianças e adolescentes conflituosa. A adaptação a novos hábitos, somada a rancores entre os ex-cônjuges e a não aceitação, pelos filhos, da madrasta ou do padrasto, culmina em situações bastante complexas. Este não é um padrão ou regra, pois nem toda família recasada é um desastre".
Souza explica que o ato extremo de tirar a vida de inocentes pode ser considerado uma psicopatia em alto grau. Deixa sequelas emocionais e psíquicas permanentes em quem sobrevive. "A mãe ou o pai que fica vivo carrega a culpa de não ter percebido que convivia com alguém afetado por sérios problemas emocionais e psiquiátricos", ressalta.
Personalidade agressiva - O terapeuta explica que nem sempre é fácil ao leigo identificar a personalidade agressiva, já que ela pode ser guardada no subconsciente por toda uma vida. Porém, estudos indicam que a força de vida e o instinto de morte convivem no organismo dos seres vivos, principalmente dos seres humanos. "Quem controla o instinto de morte é o sentido de vida e o instinto de conservação. Porém, em indivíduos com certas características de personalidade, o instinto de morte gera a pulsão de agressividade, que opera, muitas vezes, em silêncio. Essa pulsão só pode ser reconhecida quando a pessoa age em direção ao mundo externo, geralmente contra outros seres humanos", explica.
Pessoas que não controlam a pulsão agressiva e autodestrutiva são indivíduos narcisistas que supervalorizam seu eu. 7"Essas pessoas se consideram onipotentes e se sentem o próprio deus, com plenos direitos sobre sua vida e a de terceiros", observa. "O narcisismo, de certa forma, as protege do eu mas, quando se veem frustradas ou humilhadas, a proteção narcisista se rompe e cria brechas. Surge o surto psicótico provisório e afloram sentimentos de inveja e destrutividade", ilustra o terapeuta.
Souza enxerga, nesses casos, a idealização da morte como solução para todos os problemas: "A banalização da vida numa sociedade competitiva e cheia de impunidades gera nos pais total insanidade mental, na qual os sentidos de vida e de morte se igualam - morrer e matar ou viver são duas facetas da mesma moeda", analisa.
Para evitar situações extremas, Souza sugere que o cônjuge perceba em seu par comportamentos de isolamento social e afetivo: "Devem-se observar eventuais reações explosivas e exageradas para fatos irrelevantes, além de onipotência, arrogância e egocentrismo. Esses indivíduos se comportam vingativamente, guardam rancor por muito tempo ou reagem intensamente em situações nas quais se sintam frustrados, vencidos ou perseguidos por tudo e todos. Geralmente desenvolvem profissões que lhes conferem autonomia e se escondem atrás de uma racionalidade patológica. São pessoas que não admitem perdas, seja no campo pessoal, emocional ou profissional".
Na opinião do terapeuta, a solução para famílias e casais é, diante de conflitos ou crises não resolvidas, fazer a distinção entre o que é a vida e o que é a morte. "Enquanto isso não ocorrer, quem irá pagar o preço são crianças e adolescentes inocentes", conclui.


O SERRANO

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Identificar personalidades egocêntricas e tentar resolver desentendimentos sem envolver os filhos é a melhor atitude

Nos últimos tempos, a violência tem estado mais presente dentro de casa. Diariamente, os veículos de comunicação divulgam casos de agressão, maus-tratos e até assassinatos, principalmente de crianças. Os abusos partem de pais, padrastos, madrastas e até avós - que habitualmente eram tidos como generosos com os netos.
Para o psicólogo, terapeuta familiar e diretor da Escola VinculoVida, Sebastião Alves de Souza, muitas vezes esses casos de violência são causados por conflitos e crises não resolvidos entre os casais que transformam filhos em vítimas de retaliações e de vinganças: "Crianças e adolescentes inocentes morrem e sofrem agressões físicas de alto grau de perversidade por conta de distúrbios emocionais e psíquicos que emergem na relação conjugal".
De um ano para cá, o caso que mais chamou a atenção da opinião pública foi o da família Nardoni, cujo pai e a madrasta teriam matado a pequena Isabella ao atirá-la pela janela do apartamento. Até hoje o casal não foi julgado, mas não há outros suspeitos. Mais recentemente, um pai em Goiânia roubou um avião, sequestrou a filha Penélope, de 5 anos, provocou queda da aeronave e consequente morte de ambos. Em São Paulo, um professor de Direito de 39 anos matou o filho de cinco e suicidou-se em seguida.
Em todos esses casos, houve antecedentes de embates entre os pais - geralmente por ciúme ou pela guarda dos menores."Crianças e adolescentes são envolvidos nos conflitos entre pai e mãe e se tornam vítimas de agressões físicas, maus-tratos de toda espécie, abusos sexuais, sequestros e homicídios. Disputas de guarda e partilhas de bens materiais são usadas como desculpas para retaliações por um dos pais e quem sofre com as consequências de atos impensados e perversos são os filhos", salienta Souza.
O psicólogo lembra de outro motivo para desentendimentos: "Novas formações familiares, em que os pais trazem, para a convivência do casal, filhos de outros casamentos, tornam a vida de crianças e adolescentes conflituosa. A adaptação a novos hábitos, somada a rancores entre os ex-cônjuges e a não aceitação, pelos filhos, da madrasta ou do padrasto, culmina em situações bastante complexas. Este não é um padrão ou regra, pois nem toda família recasada é um desastre".
Souza explica que o ato extremo de tirar a vida de inocentes pode ser considerado uma psicopatia em alto grau. Deixa sequelas emocionais e psíquicas permanentes em quem sobrevive. "A mãe ou o pai que fica vivo carrega a culpa de não ter percebido que convivia com alguém afetado por sérios problemas emocionais e psiquiátricos", ressalta.
Personalidade agressiva - O terapeuta explica que nem sempre é fácil ao leigo identificar a personalidade agressiva, já que ela pode ser guardada no subconsciente por toda uma vida. Porém, estudos indicam que a força de vida e o instinto de morte convivem no organismo dos seres vivos, principalmente dos seres humanos. "Quem controla o instinto de morte é o sentido de vida e o instinto de conservação. Porém, em indivíduos com certas características de personalidade, o instinto de morte gera a pulsão de agressividade, que opera, muitas vezes, em silêncio. Essa pulsão só pode ser reconhecida quando a pessoa age em direção ao mundo externo, geralmente contra outros seres humanos", explica.
Pessoas que não controlam a pulsão agressiva e autodestrutiva são indivíduos narcisistas que supervalorizam seu eu. 7"Essas pessoas se consideram onipotentes e se sentem o próprio deus, com plenos direitos sobre sua vida e a de terceiros", observa. "O narcisismo, de certa forma, as protege do eu mas, quando se veem frustradas ou humilhadas, a proteção narcisista se rompe e cria brechas. Surge o surto psicótico provisório e afloram sentimentos de inveja e destrutividade", ilustra o terapeuta.
Souza enxerga, nesses casos, a idealização da morte como solução para todos os problemas: "A banalização da vida numa sociedade competitiva e cheia de impunidades gera nos pais total insanidade mental, na qual os sentidos de vida e de morte se igualam - morrer e matar ou viver são duas facetas da mesma moeda", analisa.
Para evitar situações extremas, Souza sugere que o cônjuge perceba em seu par comportamentos de isolamento social e afetivo: "Devem-se observar eventuais reações explosivas e exageradas para fatos irrelevantes, além de onipotência, arrogância e egocentrismo. Esses indivíduos se comportam vingativamente, guardam rancor por muito tempo ou reagem intensamente em situações nas quais se sintam frustrados, vencidos ou perseguidos por tudo e todos. Geralmente desenvolvem profissões que lhes conferem autonomia e se escondem atrás de uma racionalidade patológica. São pessoas que não admitem perdas, seja no campo pessoal, emocional ou profissional".
Na opinião do terapeuta, a solução para famílias e casais é, diante de conflitos ou crises não resolvidas, fazer a distinção entre o que é a vida e o que é a morte. "Enquanto isso não ocorrer, quem irá pagar o preço são crianças e adolescentes inocentes", conclui.


O SERRANO

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Identificar personalidades egocêntricas e tentar resolver desentendimentos sem envolver os filhos é a melhor atitude

Nos últimos tempos, a violência tem estado mais presente dentro de casa. Diariamente, os veículos de comunicação divulgam casos de agressão, maus-tratos e até assassinatos, principalmente de crianças. Os abusos partem de pais, padrastos, madrastas e até avós - que habitualmente eram tidos como generosos com os netos.
Para o psicólogo, terapeuta familiar e diretor da Escola VinculoVida, Sebastião Alves de Souza, muitas vezes esses casos de violência são causados por conflitos e crises não resolvidos entre os casais que transformam filhos em vítimas de retaliações e de vinganças: "Crianças e adolescentes inocentes morrem e sofrem agressões físicas de alto grau de perversidade por conta de distúrbios emocionais e psíquicos que emergem na relação conjugal".
De um ano para cá, o caso que mais chamou a atenção da opinião pública foi o da família Nardoni, cujo pai e a madrasta teriam matado a pequena Isabella ao atirá-la pela janela do apartamento. Até hoje o casal não foi julgado, mas não há outros suspeitos. Mais recentemente, um pai em Goiânia roubou um avião, sequestrou a filha Penélope, de 5 anos, provocou queda da aeronave e consequente morte de ambos. Em São Paulo, um professor de Direito de 39 anos matou o filho de cinco e suicidou-se em seguida.
Em todos esses casos, houve antecedentes de embates entre os pais - geralmente por ciúme ou pela guarda dos menores."Crianças e adolescentes são envolvidos nos conflitos entre pai e mãe e se tornam vítimas de agressões físicas, maus-tratos de toda espécie, abusos sexuais, sequestros e homicídios. Disputas de guarda e partilhas de bens materiais são usadas como desculpas para retaliações por um dos pais e quem sofre com as consequências de atos impensados e perversos são os filhos", salienta Souza.
O psicólogo lembra de outro motivo para desentendimentos: "Novas formações familiares, em que os pais trazem, para a convivência do casal, filhos de outros casamentos, tornam a vida de crianças e adolescentes conflituosa. A adaptação a novos hábitos, somada a rancores entre os ex-cônjuges e a não aceitação, pelos filhos, da madrasta ou do padrasto, culmina em situações bastante complexas. Este não é um padrão ou regra, pois nem toda família recasada é um desastre".
Souza explica que o ato extremo de tirar a vida de inocentes pode ser considerado uma psicopatia em alto grau. Deixa sequelas emocionais e psíquicas permanentes em quem sobrevive. "A mãe ou o pai que fica vivo carrega a culpa de não ter percebido que convivia com alguém afetado por sérios problemas emocionais e psiquiátricos", ressalta.
Personalidade agressiva - O terapeuta explica que nem sempre é fácil ao leigo identificar a personalidade agressiva, já que ela pode ser guardada no subconsciente por toda uma vida. Porém, estudos indicam que a força de vida e o instinto de morte convivem no organismo dos seres vivos, principalmente dos seres humanos. "Quem controla o instinto de morte é o sentido de vida e o instinto de conservação. Porém, em indivíduos com certas características de personalidade, o instinto de morte gera a pulsão de agressividade, que opera, muitas vezes, em silêncio. Essa pulsão só pode ser reconhecida quando a pessoa age em direção ao mundo externo, geralmente contra outros seres humanos", explica.
Pessoas que não controlam a pulsão agressiva e autodestrutiva são indivíduos narcisistas que supervalorizam seu eu. 7"Essas pessoas se consideram onipotentes e se sentem o próprio deus, com plenos direitos sobre sua vida e a de terceiros", observa. "O narcisismo, de certa forma, as protege do eu mas, quando se veem frustradas ou humilhadas, a proteção narcisista se rompe e cria brechas. Surge o surto psicótico provisório e afloram sentimentos de inveja e destrutividade", ilustra o terapeuta.
Souza enxerga, nesses casos, a idealização da morte como solução para todos os problemas: "A banalização da vida numa sociedade competitiva e cheia de impunidades gera nos pais total insanidade mental, na qual os sentidos de vida e de morte se igualam - morrer e matar ou viver são duas facetas da mesma moeda", analisa.
Para evitar situações extremas, Souza sugere que o cônjuge perceba em seu par comportamentos de isolamento social e afetivo: "Devem-se observar eventuais reações explosivas e exageradas para fatos irrelevantes, além de onipotência, arrogância e egocentrismo. Esses indivíduos se comportam vingativamente, guardam rancor por muito tempo ou reagem intensamente em situações nas quais se sintam frustrados, vencidos ou perseguidos por tudo e todos. Geralmente desenvolvem profissões que lhes conferem autonomia e se escondem atrás de uma racionalidade patológica. São pessoas que não admitem perdas, seja no campo pessoal, emocional ou profissional".
Na opinião do terapeuta, a solução para famílias e casais é, diante de conflitos ou crises não resolvidas, fazer a distinção entre o que é a vida e o que é a morte. "Enquanto isso não ocorrer, quem irá pagar o preço são crianças e adolescentes inocentes", conclui.


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Identificar personalidades egocêntricas e tentar resolver desentendimentos sem envolver os filhos é a melhor atitude

Nos últimos tempos, a violência tem estado mais presente dentro de casa. Diariamente, os veículos de comunicação divulgam casos de agressão, maus-tratos e até assassinatos, principalmente de crianças. Os abusos partem de pais, padrastos, madrastas e até avós - que habitualmente eram tidos como generosos com os netos.
Para o psicólogo, terapeuta familiar e diretor da Escola VinculoVida, Sebastião Alves de Souza, muitas vezes esses casos de violência são causados por conflitos e crises não resolvidos entre os casais que transformam filhos em vítimas de retaliações e de vinganças: "Crianças e adolescentes inocentes morrem e sofrem agressões físicas de alto grau de perversidade por conta de distúrbios emocionais e psíquicos que emergem na relação conjugal".
De um ano para cá, o caso que mais chamou a atenção da opinião pública foi o da família Nardoni, cujo pai e a madrasta teriam matado a pequena Isabella ao atirá-la pela janela do apartamento. Até hoje o casal não foi julgado, mas não há outros suspeitos. Mais recentemente, um pai em Goiânia roubou um avião, sequestrou a filha Penélope, de 5 anos, provocou queda da aeronave e consequente morte de ambos. Em São Paulo, um professor de Direito de 39 anos matou o filho de cinco e suicidou-se em seguida.
Em todos esses casos, houve antecedentes de embates entre os pais - geralmente por ciúme ou pela guarda dos menores."Crianças e adolescentes são envolvidos nos conflitos entre pai e mãe e se tornam vítimas de agressões físicas, maus-tratos de toda espécie, abusos sexuais, sequestros e homicídios. Disputas de guarda e partilhas de bens materiais são usadas como desculpas para retaliações por um dos pais e quem sofre com as consequências de atos impensados e perversos são os filhos", salienta Souza.
O psicólogo lembra de outro motivo para desentendimentos: "Novas formações familiares, em que os pais trazem, para a convivência do casal, filhos de outros casamentos, tornam a vida de crianças e adolescentes conflituosa. A adaptação a novos hábitos, somada a rancores entre os ex-cônjuges e a não aceitação, pelos filhos, da madrasta ou do padrasto, culmina em situações bastante complexas. Este não é um padrão ou regra, pois nem toda família recasada é um desastre".
Souza explica que o ato extremo de tirar a vida de inocentes pode ser considerado uma psicopatia em alto grau. Deixa sequelas emocionais e psíquicas permanentes em quem sobrevive. "A mãe ou o pai que fica vivo carrega a culpa de não ter percebido que convivia com alguém afetado por sérios problemas emocionais e psiquiátricos", ressalta.
Personalidade agressiva - O terapeuta explica que nem sempre é fácil ao leigo identificar a personalidade agressiva, já que ela pode ser guardada no subconsciente por toda uma vida. Porém, estudos indicam que a força de vida e o instinto de morte convivem no organismo dos seres vivos, principalmente dos seres humanos. "Quem controla o instinto de morte é o sentido de vida e o instinto de conservação. Porém, em indivíduos com certas características de personalidade, o instinto de morte gera a pulsão de agressividade, que opera, muitas vezes, em silêncio. Essa pulsão só pode ser reconhecida quando a pessoa age em direção ao mundo externo, geralmente contra outros seres humanos", explica.
Pessoas que não controlam a pulsão agressiva e autodestrutiva são indivíduos narcisistas que supervalorizam seu eu. 7"Essas pessoas se consideram onipotentes e se sentem o próprio deus, com plenos direitos sobre sua vida e a de terceiros", observa. "O narcisismo, de certa forma, as protege do eu mas, quando se veem frustradas ou humilhadas, a proteção narcisista se rompe e cria brechas. Surge o surto psicótico provisório e afloram sentimentos de inveja e destrutividade", ilustra o terapeuta.
Souza enxerga, nesses casos, a idealização da morte como solução para todos os problemas: "A banalização da vida numa sociedade competitiva e cheia de impunidades gera nos pais total insanidade mental, na qual os sentidos de vida e de morte se igualam - morrer e matar ou viver são duas facetas da mesma moeda", analisa.
Para evitar situações extremas, Souza sugere que o cônjuge perceba em seu par comportamentos de isolamento social e afetivo: "Devem-se observar eventuais reações explosivas e exageradas para fatos irrelevantes, além de onipotência, arrogância e egocentrismo. Esses indivíduos se comportam vingativamente, guardam rancor por muito tempo ou reagem intensamente em situações nas quais se sintam frustrados, vencidos ou perseguidos por tudo e todos. Geralmente desenvolvem profissões que lhes conferem autonomia e se escondem atrás de uma racionalidade patológica. São pessoas que não admitem perdas, seja no campo pessoal, emocional ou profissional".
Na opinião do terapeuta, a solução para famílias e casais é, diante de conflitos ou crises não resolvidas, fazer a distinção entre o que é a vida e o que é a morte. "Enquanto isso não ocorrer, quem irá pagar o preço são crianças e adolescentes inocentes", conclui.


O SERRANO

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Identificar personalidades egocêntricas e tentar resolver desentendimentos sem envolver os filhos é a melhor atitude

Nos últimos tempos, a violência tem estado mais presente dentro de casa. Diariamente, os veículos de comunicação divulgam casos de agressão, maus-tratos e até assassinatos, principalmente de crianças. Os abusos partem de pais, padrastos, madrastas e até avós - que habitualmente eram tidos como generosos com os netos.
Para o psicólogo, terapeuta familiar e diretor da Escola VinculoVida, Sebastião Alves de Souza, muitas vezes esses casos de violência são causados por conflitos e crises não resolvidos entre os casais que transformam filhos em vítimas de retaliações e de vinganças: "Crianças e adolescentes inocentes morrem e sofrem agressões físicas de alto grau de perversidade por conta de distúrbios emocionais e psíquicos que emergem na relação conjugal".
De um ano para cá, o caso que mais chamou a atenção da opinião pública foi o da família Nardoni, cujo pai e a madrasta teriam matado a pequena Isabella ao atirá-la pela janela do apartamento. Até hoje o casal não foi julgado, mas não há outros suspeitos. Mais recentemente, um pai em Goiânia roubou um avião, sequestrou a filha Penélope, de 5 anos, provocou queda da aeronave e consequente morte de ambos. Em São Paulo, um professor de Direito de 39 anos matou o filho de cinco e suicidou-se em seguida.
Em todos esses casos, houve antecedentes de embates entre os pais - geralmente por ciúme ou pela guarda dos menores."Crianças e adolescentes são envolvidos nos conflitos entre pai e mãe e se tornam vítimas de agressões físicas, maus-tratos de toda espécie, abusos sexuais, sequestros e homicídios. Disputas de guarda e partilhas de bens materiais são usadas como desculpas para retaliações por um dos pais e quem sofre com as consequências de atos impensados e perversos são os filhos", salienta Souza.
O psicólogo lembra de outro motivo para desentendimentos: "Novas formações familiares, em que os pais trazem, para a convivência do casal, filhos de outros casamentos, tornam a vida de crianças e adolescentes conflituosa. A adaptação a novos hábitos, somada a rancores entre os ex-cônjuges e a não aceitação, pelos filhos, da madrasta ou do padrasto, culmina em situações bastante complexas. Este não é um padrão ou regra, pois nem toda família recasada é um desastre".
Souza explica que o ato extremo de tirar a vida de inocentes pode ser considerado uma psicopatia em alto grau. Deixa sequelas emocionais e psíquicas permanentes em quem sobrevive. "A mãe ou o pai que fica vivo carrega a culpa de não ter percebido que convivia com alguém afetado por sérios problemas emocionais e psiquiátricos", ressalta.
Personalidade agressiva - O terapeuta explica que nem sempre é fácil ao leigo identificar a personalidade agressiva, já que ela pode ser guardada no subconsciente por toda uma vida. Porém, estudos indicam que a força de vida e o instinto de morte convivem no organismo dos seres vivos, principalmente dos seres humanos. "Quem controla o instinto de morte é o sentido de vida e o instinto de conservação. Porém, em indivíduos com certas características de personalidade, o instinto de morte gera a pulsão de agressividade, que opera, muitas vezes, em silêncio. Essa pulsão só pode ser reconhecida quando a pessoa age em direção ao mundo externo, geralmente contra outros seres humanos", explica.
Pessoas que não controlam a pulsão agressiva e autodestrutiva são indivíduos narcisistas que supervalorizam seu eu. 7"Essas pessoas se consideram onipotentes e se sentem o próprio deus, com plenos direitos sobre sua vida e a de terceiros", observa. "O narcisismo, de certa forma, as protege do eu mas, quando se veem frustradas ou humilhadas, a proteção narcisista se rompe e cria brechas. Surge o surto psicótico provisório e afloram sentimentos de inveja e destrutividade", ilustra o terapeuta.
Souza enxerga, nesses casos, a idealização da morte como solução para todos os problemas: "A banalização da vida numa sociedade competitiva e cheia de impunidades gera nos pais total insanidade mental, na qual os sentidos de vida e de morte se igualam - morrer e matar ou viver são duas facetas da mesma moeda", analisa.
Para evitar situações extremas, Souza sugere que o cônjuge perceba em seu par comportamentos de isolamento social e afetivo: "Devem-se observar eventuais reações explosivas e exageradas para fatos irrelevantes, além de onipotência, arrogância e egocentrismo. Esses indivíduos se comportam vingativamente, guardam rancor por muito tempo ou reagem intensamente em situações nas quais se sintam frustrados, vencidos ou perseguidos por tudo e todos. Geralmente desenvolvem profissões que lhes conferem autonomia e se escondem atrás de uma racionalidade patológica. São pessoas que não admitem perdas, seja no campo pessoal, emocional ou profissional".
Na opinião do terapeuta, a solução para famílias e casais é, diante de conflitos ou crises não resolvidas, fazer a distinção entre o que é a vida e o que é a morte. "Enquanto isso não ocorrer, quem irá pagar o preço são crianças e adolescentes inocentes", conclui.


O SERRANO

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