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11.5.09
O site Live Science publicou uma lista com as dez tecnologias que, segundo eles, realmente revolucionaram o mundo. As citações vão desde inventos como o avião, que levou o homem a romper distâncias, à "mágica" realizada pelo cartão de crédito, que com sua tarja e dados criptografados converte um simples movimento em dinheiro.

Da internet à borracha, da eletricidade ao Raio-x, confira algumas das descobertas e criações desenvolvidas e usadas pela humanidade.


1 - Internet
A maioria de nós deve se lembrar de década de 90, quando era preciso primeiro ouvir aquele barulhinho do sinal do dial-up da internet discada antes de poder começar a redigir as primeiras linhas. A tecnologia por trás da web começou a entrar em vigor nos anos 80, mas não ganhou um público significativo até a criação da "world wide web", ou o primeiro 'www', liberado pelo laboratório suíço CERN em 1991. E o resto, depois disso, virou história, agora documentada na própria internet.

2 - O avião
Com as devidas desculpas aos balonistas e pára-quedistas dos tempos de 1800, mas foram os irmãos Wright que puseram o mundo sobre asas, em 1903. O feito deles é amplamente discutido, e o brasileiro Santos Dumont está entre os indicados ao posto de "pai da aviação". Desde ajudar a ir de um continente a outro, o que agora leva algumas horas, em vez de semanas ou mesmo meses, o vôo transformou o mundo em um só - sendo isso bom em alguns aspectos ou ruim em outros.

3 - A energia nuclear
Na década de 1930, um punhado de brilhantes físicos descobriu como uma parte minúscula de átomo de urânio pode produzir energia de uma inimaginável magnitude. A descoberta levaria diretamente à bomba nuclear e à guerra, o que mudaria o mundo. Mas a energia nuclear, no entanto, não deve ser somente relacionada à destruição. Para quem ama ou odeia a idéia, é preciso reconhecer que a descoberta trouxe benefícios à ciência nuclear.

4 - A eletricidade
Ninguém tem muita certeza sobre os detalhes da história que envolve relâmpagos e raios, mas a verdade é que Benjamin Franklin fez parte da equipe que se esforçou para desvendar o mistério da eletricidade no século XVIII, juntamente com outras grandes mentes, como Thomas Edison, Tesla e Volta.

Era uma vez uma enorme sala, onde havia um imenso computador, cujo poder nem se compara ao de um laptop. A história hoje é diferente. Vivemos em uma época em que, graças ao microprocessador, minúsculo coração de seu desktop ou laptop e que vem em tamanhos cada vez menores, conseguimos simultaneamente diversas tarefas e com muito mais poder.

6 - O Raio-X
Imagine se você fosse contar a alguém de séculos passados que pode olhar dentro dele sem abri-lo ou cortá-lo. Você certamente seria tachado de bruxo ou mágico. É pela possibilidade de fazer isso que a tecnologia do Raio-X abriu caminho para a descoberta de doenças escondidas sob a pele.

7 - A borracha
De repente, algo escorreu de uma árvore, como um xarope, e descobriu-se que o látex é muito importante. O produto foi encontrado pela primeira vez no Novo Mundo pelos navegadores europeus, mas se tornou uma mercadoria ainda mais quente com o advento do automóvel e hoje em dia movimenta a indústria automobilística, que consome praticamente 70% de toda a produção mundial de borracha.

8 - O ferro fundido
A Idade de Ferro começou em momentos diferentes em todo o mundo, iniciando-se por volta de 1200 a.C., e trouxe grandes mudanças para nossos dias. Tanto a agricultura como a guerra se tornaram mais fáceis com os instrumentos desenvolvidos com a utilização do ferro fundido. A disponibilidade do minério em muitas partes do mundo beneficiou e tornou independentes os assentamentos populacionais que essas ferramentas tornaram possíveis.

9 - A pólvora
Imagine o alquimista descobrindo um composto misto enquanto buscava a vida eterna e, de repente, quase morrer. Foi o que ocorreu com cientistas chineses que descobriram no século VIII o que ocorre com a combinação de enxofre, salitre e carvão. Não demorou muito tempo para que a pólvora começasse a ser usada como arma. A partir daí, então, a guerra não seria mais a mesma.

10 - O cartão magnético
É difícil imaginar fazer serviços de banco, compras ou viagens sem que se tenha em mãos um cartão de crédito. Inventada pela empresa IBM na década de 1960 para um sistema de segurança dos Estados Unidos, encomendado pelo governo, a faixa que repassa os dados criptografados sob a forma de minúsculos ímãs é agora uma das tecnologias mais universais sobre a terra.


Redação Terra
link do postPor anjoseguerreiros, às 20:45  comentar

O site Live Science publicou uma lista com as dez tecnologias que, segundo eles, realmente revolucionaram o mundo. As citações vão desde inventos como o avião, que levou o homem a romper distâncias, à "mágica" realizada pelo cartão de crédito, que com sua tarja e dados criptografados converte um simples movimento em dinheiro.

Da internet à borracha, da eletricidade ao Raio-x, confira algumas das descobertas e criações desenvolvidas e usadas pela humanidade.


1 - Internet
A maioria de nós deve se lembrar de década de 90, quando era preciso primeiro ouvir aquele barulhinho do sinal do dial-up da internet discada antes de poder começar a redigir as primeiras linhas. A tecnologia por trás da web começou a entrar em vigor nos anos 80, mas não ganhou um público significativo até a criação da "world wide web", ou o primeiro 'www', liberado pelo laboratório suíço CERN em 1991. E o resto, depois disso, virou história, agora documentada na própria internet.

2 - O avião
Com as devidas desculpas aos balonistas e pára-quedistas dos tempos de 1800, mas foram os irmãos Wright que puseram o mundo sobre asas, em 1903. O feito deles é amplamente discutido, e o brasileiro Santos Dumont está entre os indicados ao posto de "pai da aviação". Desde ajudar a ir de um continente a outro, o que agora leva algumas horas, em vez de semanas ou mesmo meses, o vôo transformou o mundo em um só - sendo isso bom em alguns aspectos ou ruim em outros.

3 - A energia nuclear
Na década de 1930, um punhado de brilhantes físicos descobriu como uma parte minúscula de átomo de urânio pode produzir energia de uma inimaginável magnitude. A descoberta levaria diretamente à bomba nuclear e à guerra, o que mudaria o mundo. Mas a energia nuclear, no entanto, não deve ser somente relacionada à destruição. Para quem ama ou odeia a idéia, é preciso reconhecer que a descoberta trouxe benefícios à ciência nuclear.

4 - A eletricidade
Ninguém tem muita certeza sobre os detalhes da história que envolve relâmpagos e raios, mas a verdade é que Benjamin Franklin fez parte da equipe que se esforçou para desvendar o mistério da eletricidade no século XVIII, juntamente com outras grandes mentes, como Thomas Edison, Tesla e Volta.

Era uma vez uma enorme sala, onde havia um imenso computador, cujo poder nem se compara ao de um laptop. A história hoje é diferente. Vivemos em uma época em que, graças ao microprocessador, minúsculo coração de seu desktop ou laptop e que vem em tamanhos cada vez menores, conseguimos simultaneamente diversas tarefas e com muito mais poder.

6 - O Raio-X
Imagine se você fosse contar a alguém de séculos passados que pode olhar dentro dele sem abri-lo ou cortá-lo. Você certamente seria tachado de bruxo ou mágico. É pela possibilidade de fazer isso que a tecnologia do Raio-X abriu caminho para a descoberta de doenças escondidas sob a pele.

7 - A borracha
De repente, algo escorreu de uma árvore, como um xarope, e descobriu-se que o látex é muito importante. O produto foi encontrado pela primeira vez no Novo Mundo pelos navegadores europeus, mas se tornou uma mercadoria ainda mais quente com o advento do automóvel e hoje em dia movimenta a indústria automobilística, que consome praticamente 70% de toda a produção mundial de borracha.

8 - O ferro fundido
A Idade de Ferro começou em momentos diferentes em todo o mundo, iniciando-se por volta de 1200 a.C., e trouxe grandes mudanças para nossos dias. Tanto a agricultura como a guerra se tornaram mais fáceis com os instrumentos desenvolvidos com a utilização do ferro fundido. A disponibilidade do minério em muitas partes do mundo beneficiou e tornou independentes os assentamentos populacionais que essas ferramentas tornaram possíveis.

9 - A pólvora
Imagine o alquimista descobrindo um composto misto enquanto buscava a vida eterna e, de repente, quase morrer. Foi o que ocorreu com cientistas chineses que descobriram no século VIII o que ocorre com a combinação de enxofre, salitre e carvão. Não demorou muito tempo para que a pólvora começasse a ser usada como arma. A partir daí, então, a guerra não seria mais a mesma.

10 - O cartão magnético
É difícil imaginar fazer serviços de banco, compras ou viagens sem que se tenha em mãos um cartão de crédito. Inventada pela empresa IBM na década de 1960 para um sistema de segurança dos Estados Unidos, encomendado pelo governo, a faixa que repassa os dados criptografados sob a forma de minúsculos ímãs é agora uma das tecnologias mais universais sobre a terra.


Redação Terra
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O site Live Science publicou uma lista com as dez tecnologias que, segundo eles, realmente revolucionaram o mundo. As citações vão desde inventos como o avião, que levou o homem a romper distâncias, à "mágica" realizada pelo cartão de crédito, que com sua tarja e dados criptografados converte um simples movimento em dinheiro.

Da internet à borracha, da eletricidade ao Raio-x, confira algumas das descobertas e criações desenvolvidas e usadas pela humanidade.


1 - Internet
A maioria de nós deve se lembrar de década de 90, quando era preciso primeiro ouvir aquele barulhinho do sinal do dial-up da internet discada antes de poder começar a redigir as primeiras linhas. A tecnologia por trás da web começou a entrar em vigor nos anos 80, mas não ganhou um público significativo até a criação da "world wide web", ou o primeiro 'www', liberado pelo laboratório suíço CERN em 1991. E o resto, depois disso, virou história, agora documentada na própria internet.

2 - O avião
Com as devidas desculpas aos balonistas e pára-quedistas dos tempos de 1800, mas foram os irmãos Wright que puseram o mundo sobre asas, em 1903. O feito deles é amplamente discutido, e o brasileiro Santos Dumont está entre os indicados ao posto de "pai da aviação". Desde ajudar a ir de um continente a outro, o que agora leva algumas horas, em vez de semanas ou mesmo meses, o vôo transformou o mundo em um só - sendo isso bom em alguns aspectos ou ruim em outros.

3 - A energia nuclear
Na década de 1930, um punhado de brilhantes físicos descobriu como uma parte minúscula de átomo de urânio pode produzir energia de uma inimaginável magnitude. A descoberta levaria diretamente à bomba nuclear e à guerra, o que mudaria o mundo. Mas a energia nuclear, no entanto, não deve ser somente relacionada à destruição. Para quem ama ou odeia a idéia, é preciso reconhecer que a descoberta trouxe benefícios à ciência nuclear.

4 - A eletricidade
Ninguém tem muita certeza sobre os detalhes da história que envolve relâmpagos e raios, mas a verdade é que Benjamin Franklin fez parte da equipe que se esforçou para desvendar o mistério da eletricidade no século XVIII, juntamente com outras grandes mentes, como Thomas Edison, Tesla e Volta.

Era uma vez uma enorme sala, onde havia um imenso computador, cujo poder nem se compara ao de um laptop. A história hoje é diferente. Vivemos em uma época em que, graças ao microprocessador, minúsculo coração de seu desktop ou laptop e que vem em tamanhos cada vez menores, conseguimos simultaneamente diversas tarefas e com muito mais poder.

6 - O Raio-X
Imagine se você fosse contar a alguém de séculos passados que pode olhar dentro dele sem abri-lo ou cortá-lo. Você certamente seria tachado de bruxo ou mágico. É pela possibilidade de fazer isso que a tecnologia do Raio-X abriu caminho para a descoberta de doenças escondidas sob a pele.

7 - A borracha
De repente, algo escorreu de uma árvore, como um xarope, e descobriu-se que o látex é muito importante. O produto foi encontrado pela primeira vez no Novo Mundo pelos navegadores europeus, mas se tornou uma mercadoria ainda mais quente com o advento do automóvel e hoje em dia movimenta a indústria automobilística, que consome praticamente 70% de toda a produção mundial de borracha.

8 - O ferro fundido
A Idade de Ferro começou em momentos diferentes em todo o mundo, iniciando-se por volta de 1200 a.C., e trouxe grandes mudanças para nossos dias. Tanto a agricultura como a guerra se tornaram mais fáceis com os instrumentos desenvolvidos com a utilização do ferro fundido. A disponibilidade do minério em muitas partes do mundo beneficiou e tornou independentes os assentamentos populacionais que essas ferramentas tornaram possíveis.

9 - A pólvora
Imagine o alquimista descobrindo um composto misto enquanto buscava a vida eterna e, de repente, quase morrer. Foi o que ocorreu com cientistas chineses que descobriram no século VIII o que ocorre com a combinação de enxofre, salitre e carvão. Não demorou muito tempo para que a pólvora começasse a ser usada como arma. A partir daí, então, a guerra não seria mais a mesma.

10 - O cartão magnético
É difícil imaginar fazer serviços de banco, compras ou viagens sem que se tenha em mãos um cartão de crédito. Inventada pela empresa IBM na década de 1960 para um sistema de segurança dos Estados Unidos, encomendado pelo governo, a faixa que repassa os dados criptografados sob a forma de minúsculos ímãs é agora uma das tecnologias mais universais sobre a terra.


Redação Terra
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O site Live Science publicou uma lista com as dez tecnologias que, segundo eles, realmente revolucionaram o mundo. As citações vão desde inventos como o avião, que levou o homem a romper distâncias, à "mágica" realizada pelo cartão de crédito, que com sua tarja e dados criptografados converte um simples movimento em dinheiro.

Da internet à borracha, da eletricidade ao Raio-x, confira algumas das descobertas e criações desenvolvidas e usadas pela humanidade.


1 - Internet
A maioria de nós deve se lembrar de década de 90, quando era preciso primeiro ouvir aquele barulhinho do sinal do dial-up da internet discada antes de poder começar a redigir as primeiras linhas. A tecnologia por trás da web começou a entrar em vigor nos anos 80, mas não ganhou um público significativo até a criação da "world wide web", ou o primeiro 'www', liberado pelo laboratório suíço CERN em 1991. E o resto, depois disso, virou história, agora documentada na própria internet.

2 - O avião
Com as devidas desculpas aos balonistas e pára-quedistas dos tempos de 1800, mas foram os irmãos Wright que puseram o mundo sobre asas, em 1903. O feito deles é amplamente discutido, e o brasileiro Santos Dumont está entre os indicados ao posto de "pai da aviação". Desde ajudar a ir de um continente a outro, o que agora leva algumas horas, em vez de semanas ou mesmo meses, o vôo transformou o mundo em um só - sendo isso bom em alguns aspectos ou ruim em outros.

3 - A energia nuclear
Na década de 1930, um punhado de brilhantes físicos descobriu como uma parte minúscula de átomo de urânio pode produzir energia de uma inimaginável magnitude. A descoberta levaria diretamente à bomba nuclear e à guerra, o que mudaria o mundo. Mas a energia nuclear, no entanto, não deve ser somente relacionada à destruição. Para quem ama ou odeia a idéia, é preciso reconhecer que a descoberta trouxe benefícios à ciência nuclear.

4 - A eletricidade
Ninguém tem muita certeza sobre os detalhes da história que envolve relâmpagos e raios, mas a verdade é que Benjamin Franklin fez parte da equipe que se esforçou para desvendar o mistério da eletricidade no século XVIII, juntamente com outras grandes mentes, como Thomas Edison, Tesla e Volta.

Era uma vez uma enorme sala, onde havia um imenso computador, cujo poder nem se compara ao de um laptop. A história hoje é diferente. Vivemos em uma época em que, graças ao microprocessador, minúsculo coração de seu desktop ou laptop e que vem em tamanhos cada vez menores, conseguimos simultaneamente diversas tarefas e com muito mais poder.

6 - O Raio-X
Imagine se você fosse contar a alguém de séculos passados que pode olhar dentro dele sem abri-lo ou cortá-lo. Você certamente seria tachado de bruxo ou mágico. É pela possibilidade de fazer isso que a tecnologia do Raio-X abriu caminho para a descoberta de doenças escondidas sob a pele.

7 - A borracha
De repente, algo escorreu de uma árvore, como um xarope, e descobriu-se que o látex é muito importante. O produto foi encontrado pela primeira vez no Novo Mundo pelos navegadores europeus, mas se tornou uma mercadoria ainda mais quente com o advento do automóvel e hoje em dia movimenta a indústria automobilística, que consome praticamente 70% de toda a produção mundial de borracha.

8 - O ferro fundido
A Idade de Ferro começou em momentos diferentes em todo o mundo, iniciando-se por volta de 1200 a.C., e trouxe grandes mudanças para nossos dias. Tanto a agricultura como a guerra se tornaram mais fáceis com os instrumentos desenvolvidos com a utilização do ferro fundido. A disponibilidade do minério em muitas partes do mundo beneficiou e tornou independentes os assentamentos populacionais que essas ferramentas tornaram possíveis.

9 - A pólvora
Imagine o alquimista descobrindo um composto misto enquanto buscava a vida eterna e, de repente, quase morrer. Foi o que ocorreu com cientistas chineses que descobriram no século VIII o que ocorre com a combinação de enxofre, salitre e carvão. Não demorou muito tempo para que a pólvora começasse a ser usada como arma. A partir daí, então, a guerra não seria mais a mesma.

10 - O cartão magnético
É difícil imaginar fazer serviços de banco, compras ou viagens sem que se tenha em mãos um cartão de crédito. Inventada pela empresa IBM na década de 1960 para um sistema de segurança dos Estados Unidos, encomendado pelo governo, a faixa que repassa os dados criptografados sob a forma de minúsculos ímãs é agora uma das tecnologias mais universais sobre a terra.


Redação Terra
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O site Live Science publicou uma lista com as dez tecnologias que, segundo eles, realmente revolucionaram o mundo. As citações vão desde inventos como o avião, que levou o homem a romper distâncias, à "mágica" realizada pelo cartão de crédito, que com sua tarja e dados criptografados converte um simples movimento em dinheiro.

Da internet à borracha, da eletricidade ao Raio-x, confira algumas das descobertas e criações desenvolvidas e usadas pela humanidade.


1 - Internet
A maioria de nós deve se lembrar de década de 90, quando era preciso primeiro ouvir aquele barulhinho do sinal do dial-up da internet discada antes de poder começar a redigir as primeiras linhas. A tecnologia por trás da web começou a entrar em vigor nos anos 80, mas não ganhou um público significativo até a criação da "world wide web", ou o primeiro 'www', liberado pelo laboratório suíço CERN em 1991. E o resto, depois disso, virou história, agora documentada na própria internet.

2 - O avião
Com as devidas desculpas aos balonistas e pára-quedistas dos tempos de 1800, mas foram os irmãos Wright que puseram o mundo sobre asas, em 1903. O feito deles é amplamente discutido, e o brasileiro Santos Dumont está entre os indicados ao posto de "pai da aviação". Desde ajudar a ir de um continente a outro, o que agora leva algumas horas, em vez de semanas ou mesmo meses, o vôo transformou o mundo em um só - sendo isso bom em alguns aspectos ou ruim em outros.

3 - A energia nuclear
Na década de 1930, um punhado de brilhantes físicos descobriu como uma parte minúscula de átomo de urânio pode produzir energia de uma inimaginável magnitude. A descoberta levaria diretamente à bomba nuclear e à guerra, o que mudaria o mundo. Mas a energia nuclear, no entanto, não deve ser somente relacionada à destruição. Para quem ama ou odeia a idéia, é preciso reconhecer que a descoberta trouxe benefícios à ciência nuclear.

4 - A eletricidade
Ninguém tem muita certeza sobre os detalhes da história que envolve relâmpagos e raios, mas a verdade é que Benjamin Franklin fez parte da equipe que se esforçou para desvendar o mistério da eletricidade no século XVIII, juntamente com outras grandes mentes, como Thomas Edison, Tesla e Volta.

Era uma vez uma enorme sala, onde havia um imenso computador, cujo poder nem se compara ao de um laptop. A história hoje é diferente. Vivemos em uma época em que, graças ao microprocessador, minúsculo coração de seu desktop ou laptop e que vem em tamanhos cada vez menores, conseguimos simultaneamente diversas tarefas e com muito mais poder.

6 - O Raio-X
Imagine se você fosse contar a alguém de séculos passados que pode olhar dentro dele sem abri-lo ou cortá-lo. Você certamente seria tachado de bruxo ou mágico. É pela possibilidade de fazer isso que a tecnologia do Raio-X abriu caminho para a descoberta de doenças escondidas sob a pele.

7 - A borracha
De repente, algo escorreu de uma árvore, como um xarope, e descobriu-se que o látex é muito importante. O produto foi encontrado pela primeira vez no Novo Mundo pelos navegadores europeus, mas se tornou uma mercadoria ainda mais quente com o advento do automóvel e hoje em dia movimenta a indústria automobilística, que consome praticamente 70% de toda a produção mundial de borracha.

8 - O ferro fundido
A Idade de Ferro começou em momentos diferentes em todo o mundo, iniciando-se por volta de 1200 a.C., e trouxe grandes mudanças para nossos dias. Tanto a agricultura como a guerra se tornaram mais fáceis com os instrumentos desenvolvidos com a utilização do ferro fundido. A disponibilidade do minério em muitas partes do mundo beneficiou e tornou independentes os assentamentos populacionais que essas ferramentas tornaram possíveis.

9 - A pólvora
Imagine o alquimista descobrindo um composto misto enquanto buscava a vida eterna e, de repente, quase morrer. Foi o que ocorreu com cientistas chineses que descobriram no século VIII o que ocorre com a combinação de enxofre, salitre e carvão. Não demorou muito tempo para que a pólvora começasse a ser usada como arma. A partir daí, então, a guerra não seria mais a mesma.

10 - O cartão magnético
É difícil imaginar fazer serviços de banco, compras ou viagens sem que se tenha em mãos um cartão de crédito. Inventada pela empresa IBM na década de 1960 para um sistema de segurança dos Estados Unidos, encomendado pelo governo, a faixa que repassa os dados criptografados sob a forma de minúsculos ímãs é agora uma das tecnologias mais universais sobre a terra.


Redação Terra
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Um relatório divulgado esta semana pelo Pew Hispanic Center, nos Estados Unidos, destaca que o número de filhos de imigrantes em situação irregular nascidos nos país aumentou de 2,7 milhões em 2003 para 4 milhões em 2008.

A constatação do estudo, considerado por jornais americanos como a investigação mais completa sobre imigração ilegal já realizada no país, pode fomentar a polêmica em torno das regras de imigração nos EUA, uma vez que qualquer criança nascida nos Estados Unidos tem direito à cidadania americana.
"Os resultados complicam a dificuldade já existente de criar políticas para lidar com esta população. Se podemos encaixar pessoas em categorias como 'legal' ou 'ilegal', o mesmo não pode ser feito com famílias", disse Jeffery Passel, um dos autores do estudo.
O relatório Um retrato dos imigrantes não autorizados nos Estados Unidos apontou que a expansão no número de nascimentos se deve, entre outros motivos, ao fato de que a maioria dos imigrantes ilegais é considerada jovem em comparação com a população americana em geral, e tem mais tendência de se casar e ter filhos.
A sondagem, que analisou estatísticas do censo de março de 2008, mostrou que 47% dos lares ocupados por imigrantes ilegais são formados por casais com crianças, um índice superior aos 35% de domicílios ocupados por imigrantes legais com filhos e 21% no caso das residências de casais americanos com crianças.
Outro destaque do trabalho sugere que o índice de pobreza entre filhos de imigrantes ilegais é quase duas vezes maior do que entre os filhos de imigrantes regulares e três vezes maior do que entre filhos de cidadãos americanos.

Ocupação geográfica
Atualmente há 11,9 milhões de imigrantes ilegais no país, segundo estimativas do centro de pesquisa - 10,4 milhões de adultos e 1,5 milhão de crianças nascidas em seus países de origem. Eles compõem 4% do total da população americana e 5,4% da força de trabalho.
O Pew Hispanic Center ainda mostrou que cerca de 76% dos imigrantes irregulares são de procedência hispânica, sendo que a maioria, 59%, são mexicanos. Os sul-americanos respondem por 7% do total de imigrantes irregulares.
A ocupação geográfica da população imigratória sem documentação também foi outro destaque do relatório.
Segundo o estudo, a entrada de imigrantes ilegais nos Estados considerados historicamente como as destinações preferidas dos estrangeiros diminuiu nos últimos anos.
Apesar de Estados como Califórnia, Flórida, Illinois e Nova Jérsei continuarem atraindo imigrantes sem documentação, outras federações, como Geórgia e Norte Carolina, passaram a acolher grande número de estrangeiros.
A Califórnia continua sendo o Estado que mais abriga ilegais (2,7 milhões).
Os estudo foi divulgado em meio à polêmica sobre a informação, divulgada na semana passada pelo jornal americano The New York Times, de que o presidente Barack Obama quer relançar, ainda este ano, as discussões sobre a reforma nas leis de imigração.
Segundo o jornal, uma nova legislação poderia abrir caminho para a legalização de quase 12 milhões de imigrantes ilegais.
A reforma da lei de imigração é uma das promessas de campanha de Obama, mas críticos dizem que o lançamento do debate este ano pode ser prejudicial para o presidente, em um ano em que ele deveria ter como prioridade combater a crise
financeira que assola o país.



BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 20:30  comentar

Um relatório divulgado esta semana pelo Pew Hispanic Center, nos Estados Unidos, destaca que o número de filhos de imigrantes em situação irregular nascidos nos país aumentou de 2,7 milhões em 2003 para 4 milhões em 2008.

A constatação do estudo, considerado por jornais americanos como a investigação mais completa sobre imigração ilegal já realizada no país, pode fomentar a polêmica em torno das regras de imigração nos EUA, uma vez que qualquer criança nascida nos Estados Unidos tem direito à cidadania americana.
"Os resultados complicam a dificuldade já existente de criar políticas para lidar com esta população. Se podemos encaixar pessoas em categorias como 'legal' ou 'ilegal', o mesmo não pode ser feito com famílias", disse Jeffery Passel, um dos autores do estudo.
O relatório Um retrato dos imigrantes não autorizados nos Estados Unidos apontou que a expansão no número de nascimentos se deve, entre outros motivos, ao fato de que a maioria dos imigrantes ilegais é considerada jovem em comparação com a população americana em geral, e tem mais tendência de se casar e ter filhos.
A sondagem, que analisou estatísticas do censo de março de 2008, mostrou que 47% dos lares ocupados por imigrantes ilegais são formados por casais com crianças, um índice superior aos 35% de domicílios ocupados por imigrantes legais com filhos e 21% no caso das residências de casais americanos com crianças.
Outro destaque do trabalho sugere que o índice de pobreza entre filhos de imigrantes ilegais é quase duas vezes maior do que entre os filhos de imigrantes regulares e três vezes maior do que entre filhos de cidadãos americanos.

Ocupação geográfica
Atualmente há 11,9 milhões de imigrantes ilegais no país, segundo estimativas do centro de pesquisa - 10,4 milhões de adultos e 1,5 milhão de crianças nascidas em seus países de origem. Eles compõem 4% do total da população americana e 5,4% da força de trabalho.
O Pew Hispanic Center ainda mostrou que cerca de 76% dos imigrantes irregulares são de procedência hispânica, sendo que a maioria, 59%, são mexicanos. Os sul-americanos respondem por 7% do total de imigrantes irregulares.
A ocupação geográfica da população imigratória sem documentação também foi outro destaque do relatório.
Segundo o estudo, a entrada de imigrantes ilegais nos Estados considerados historicamente como as destinações preferidas dos estrangeiros diminuiu nos últimos anos.
Apesar de Estados como Califórnia, Flórida, Illinois e Nova Jérsei continuarem atraindo imigrantes sem documentação, outras federações, como Geórgia e Norte Carolina, passaram a acolher grande número de estrangeiros.
A Califórnia continua sendo o Estado que mais abriga ilegais (2,7 milhões).
Os estudo foi divulgado em meio à polêmica sobre a informação, divulgada na semana passada pelo jornal americano The New York Times, de que o presidente Barack Obama quer relançar, ainda este ano, as discussões sobre a reforma nas leis de imigração.
Segundo o jornal, uma nova legislação poderia abrir caminho para a legalização de quase 12 milhões de imigrantes ilegais.
A reforma da lei de imigração é uma das promessas de campanha de Obama, mas críticos dizem que o lançamento do debate este ano pode ser prejudicial para o presidente, em um ano em que ele deveria ter como prioridade combater a crise
financeira que assola o país.



BBC Brasil
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Um relatório divulgado esta semana pelo Pew Hispanic Center, nos Estados Unidos, destaca que o número de filhos de imigrantes em situação irregular nascidos nos país aumentou de 2,7 milhões em 2003 para 4 milhões em 2008.

A constatação do estudo, considerado por jornais americanos como a investigação mais completa sobre imigração ilegal já realizada no país, pode fomentar a polêmica em torno das regras de imigração nos EUA, uma vez que qualquer criança nascida nos Estados Unidos tem direito à cidadania americana.
"Os resultados complicam a dificuldade já existente de criar políticas para lidar com esta população. Se podemos encaixar pessoas em categorias como 'legal' ou 'ilegal', o mesmo não pode ser feito com famílias", disse Jeffery Passel, um dos autores do estudo.
O relatório Um retrato dos imigrantes não autorizados nos Estados Unidos apontou que a expansão no número de nascimentos se deve, entre outros motivos, ao fato de que a maioria dos imigrantes ilegais é considerada jovem em comparação com a população americana em geral, e tem mais tendência de se casar e ter filhos.
A sondagem, que analisou estatísticas do censo de março de 2008, mostrou que 47% dos lares ocupados por imigrantes ilegais são formados por casais com crianças, um índice superior aos 35% de domicílios ocupados por imigrantes legais com filhos e 21% no caso das residências de casais americanos com crianças.
Outro destaque do trabalho sugere que o índice de pobreza entre filhos de imigrantes ilegais é quase duas vezes maior do que entre os filhos de imigrantes regulares e três vezes maior do que entre filhos de cidadãos americanos.

Ocupação geográfica
Atualmente há 11,9 milhões de imigrantes ilegais no país, segundo estimativas do centro de pesquisa - 10,4 milhões de adultos e 1,5 milhão de crianças nascidas em seus países de origem. Eles compõem 4% do total da população americana e 5,4% da força de trabalho.
O Pew Hispanic Center ainda mostrou que cerca de 76% dos imigrantes irregulares são de procedência hispânica, sendo que a maioria, 59%, são mexicanos. Os sul-americanos respondem por 7% do total de imigrantes irregulares.
A ocupação geográfica da população imigratória sem documentação também foi outro destaque do relatório.
Segundo o estudo, a entrada de imigrantes ilegais nos Estados considerados historicamente como as destinações preferidas dos estrangeiros diminuiu nos últimos anos.
Apesar de Estados como Califórnia, Flórida, Illinois e Nova Jérsei continuarem atraindo imigrantes sem documentação, outras federações, como Geórgia e Norte Carolina, passaram a acolher grande número de estrangeiros.
A Califórnia continua sendo o Estado que mais abriga ilegais (2,7 milhões).
Os estudo foi divulgado em meio à polêmica sobre a informação, divulgada na semana passada pelo jornal americano The New York Times, de que o presidente Barack Obama quer relançar, ainda este ano, as discussões sobre a reforma nas leis de imigração.
Segundo o jornal, uma nova legislação poderia abrir caminho para a legalização de quase 12 milhões de imigrantes ilegais.
A reforma da lei de imigração é uma das promessas de campanha de Obama, mas críticos dizem que o lançamento do debate este ano pode ser prejudicial para o presidente, em um ano em que ele deveria ter como prioridade combater a crise
financeira que assola o país.



BBC Brasil
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Um relatório divulgado esta semana pelo Pew Hispanic Center, nos Estados Unidos, destaca que o número de filhos de imigrantes em situação irregular nascidos nos país aumentou de 2,7 milhões em 2003 para 4 milhões em 2008.

A constatação do estudo, considerado por jornais americanos como a investigação mais completa sobre imigração ilegal já realizada no país, pode fomentar a polêmica em torno das regras de imigração nos EUA, uma vez que qualquer criança nascida nos Estados Unidos tem direito à cidadania americana.
"Os resultados complicam a dificuldade já existente de criar políticas para lidar com esta população. Se podemos encaixar pessoas em categorias como 'legal' ou 'ilegal', o mesmo não pode ser feito com famílias", disse Jeffery Passel, um dos autores do estudo.
O relatório Um retrato dos imigrantes não autorizados nos Estados Unidos apontou que a expansão no número de nascimentos se deve, entre outros motivos, ao fato de que a maioria dos imigrantes ilegais é considerada jovem em comparação com a população americana em geral, e tem mais tendência de se casar e ter filhos.
A sondagem, que analisou estatísticas do censo de março de 2008, mostrou que 47% dos lares ocupados por imigrantes ilegais são formados por casais com crianças, um índice superior aos 35% de domicílios ocupados por imigrantes legais com filhos e 21% no caso das residências de casais americanos com crianças.
Outro destaque do trabalho sugere que o índice de pobreza entre filhos de imigrantes ilegais é quase duas vezes maior do que entre os filhos de imigrantes regulares e três vezes maior do que entre filhos de cidadãos americanos.

Ocupação geográfica
Atualmente há 11,9 milhões de imigrantes ilegais no país, segundo estimativas do centro de pesquisa - 10,4 milhões de adultos e 1,5 milhão de crianças nascidas em seus países de origem. Eles compõem 4% do total da população americana e 5,4% da força de trabalho.
O Pew Hispanic Center ainda mostrou que cerca de 76% dos imigrantes irregulares são de procedência hispânica, sendo que a maioria, 59%, são mexicanos. Os sul-americanos respondem por 7% do total de imigrantes irregulares.
A ocupação geográfica da população imigratória sem documentação também foi outro destaque do relatório.
Segundo o estudo, a entrada de imigrantes ilegais nos Estados considerados historicamente como as destinações preferidas dos estrangeiros diminuiu nos últimos anos.
Apesar de Estados como Califórnia, Flórida, Illinois e Nova Jérsei continuarem atraindo imigrantes sem documentação, outras federações, como Geórgia e Norte Carolina, passaram a acolher grande número de estrangeiros.
A Califórnia continua sendo o Estado que mais abriga ilegais (2,7 milhões).
Os estudo foi divulgado em meio à polêmica sobre a informação, divulgada na semana passada pelo jornal americano The New York Times, de que o presidente Barack Obama quer relançar, ainda este ano, as discussões sobre a reforma nas leis de imigração.
Segundo o jornal, uma nova legislação poderia abrir caminho para a legalização de quase 12 milhões de imigrantes ilegais.
A reforma da lei de imigração é uma das promessas de campanha de Obama, mas críticos dizem que o lançamento do debate este ano pode ser prejudicial para o presidente, em um ano em que ele deveria ter como prioridade combater a crise
financeira que assola o país.



BBC Brasil
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Um relatório divulgado esta semana pelo Pew Hispanic Center, nos Estados Unidos, destaca que o número de filhos de imigrantes em situação irregular nascidos nos país aumentou de 2,7 milhões em 2003 para 4 milhões em 2008.

A constatação do estudo, considerado por jornais americanos como a investigação mais completa sobre imigração ilegal já realizada no país, pode fomentar a polêmica em torno das regras de imigração nos EUA, uma vez que qualquer criança nascida nos Estados Unidos tem direito à cidadania americana.
"Os resultados complicam a dificuldade já existente de criar políticas para lidar com esta população. Se podemos encaixar pessoas em categorias como 'legal' ou 'ilegal', o mesmo não pode ser feito com famílias", disse Jeffery Passel, um dos autores do estudo.
O relatório Um retrato dos imigrantes não autorizados nos Estados Unidos apontou que a expansão no número de nascimentos se deve, entre outros motivos, ao fato de que a maioria dos imigrantes ilegais é considerada jovem em comparação com a população americana em geral, e tem mais tendência de se casar e ter filhos.
A sondagem, que analisou estatísticas do censo de março de 2008, mostrou que 47% dos lares ocupados por imigrantes ilegais são formados por casais com crianças, um índice superior aos 35% de domicílios ocupados por imigrantes legais com filhos e 21% no caso das residências de casais americanos com crianças.
Outro destaque do trabalho sugere que o índice de pobreza entre filhos de imigrantes ilegais é quase duas vezes maior do que entre os filhos de imigrantes regulares e três vezes maior do que entre filhos de cidadãos americanos.

Ocupação geográfica
Atualmente há 11,9 milhões de imigrantes ilegais no país, segundo estimativas do centro de pesquisa - 10,4 milhões de adultos e 1,5 milhão de crianças nascidas em seus países de origem. Eles compõem 4% do total da população americana e 5,4% da força de trabalho.
O Pew Hispanic Center ainda mostrou que cerca de 76% dos imigrantes irregulares são de procedência hispânica, sendo que a maioria, 59%, são mexicanos. Os sul-americanos respondem por 7% do total de imigrantes irregulares.
A ocupação geográfica da população imigratória sem documentação também foi outro destaque do relatório.
Segundo o estudo, a entrada de imigrantes ilegais nos Estados considerados historicamente como as destinações preferidas dos estrangeiros diminuiu nos últimos anos.
Apesar de Estados como Califórnia, Flórida, Illinois e Nova Jérsei continuarem atraindo imigrantes sem documentação, outras federações, como Geórgia e Norte Carolina, passaram a acolher grande número de estrangeiros.
A Califórnia continua sendo o Estado que mais abriga ilegais (2,7 milhões).
Os estudo foi divulgado em meio à polêmica sobre a informação, divulgada na semana passada pelo jornal americano The New York Times, de que o presidente Barack Obama quer relançar, ainda este ano, as discussões sobre a reforma nas leis de imigração.
Segundo o jornal, uma nova legislação poderia abrir caminho para a legalização de quase 12 milhões de imigrantes ilegais.
A reforma da lei de imigração é uma das promessas de campanha de Obama, mas críticos dizem que o lançamento do debate este ano pode ser prejudicial para o presidente, em um ano em que ele deveria ter como prioridade combater a crise
financeira que assola o país.



BBC Brasil
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Ideia é economizar 12 litros de água, uma descarga diária.Campanha é chamariz para discutir problemas de desperdício.

Uma ONG ambientalista brasileira está lançando uma campanha no mínimo inusitada. Para reduzir o desperdício de água, eles encorajam as pessoas a fazerem xixi durante o banho.
Pelas contas da SOS Mata Atlântica, dá para economizar em média 12 litros de água diários (o equivalente a uma descarga) ao adotar essa prática.
Claro, se levarmos em conta que o banho demore um minuto a mais, com um tempo extra para o xixi, e o chuveiro ficar ligado nesse período, lá se vão cerca de 9 litros de água a mais pelo ralo. Resultado final: economia de 3 litros.
Isso, entretanto, nem é tão importante. "O que a gente quer é provocar, é mexer com a consciência das pessoas", afirma Malu Ribeiro, coordenadora da rede das águas da SOS Mata Atlântica.
A campanha tem um site, www.xixinobanho.org.br, em que podem ser encontrados muitos dados a respeito do desperdício de água. E, segundo Ribeiro, a resposta das pessoas tem se dado principalmente via internet, levando em conta o lado humorístico da campanha. "Essa reação inicial das pessoas, 'mas isso não é nojento?', está sendo muito bacana", diz
O lado publicitário da campanha foi planejado pela agência F/Nazca e tem como "garoto-propaganda" um sapo. "Usamos o sapo porque ele é um bicho que só consegue viver onde tem água limpa. Se a água está contaminada, ele morre", afirma Ribeiro
A escolha mostra também a preocupação da ONG em não causar um problema de saúde pública. "A gente fez todas as perguntas possíveis aos especialistas, para ter a certeza de que não estaríamos expondo as pessoas a nenhum risco."

Questões de saúde
Claro, em circunstâncias ideias, o melhor seria não ter de fazer xixi no banho para economizar água. O biomédico Roberto Figueiredo, mais conhecido como Dr. Bactéria, prefere separar as duas coisas.
"No meu entendimento, cada local tem a sua função. O chuveiro é um local para tomar banho, e a privada é um local que possui a sua função específica", diz Figueiredo. "Não devemos misturar as coisas, pois o ato de urinar no piso do chuveiro pode acarretar, tendo em vista a possibilidade de um não-enxague adequado, em um crescimento de microrganismos, alguns que poderiam levar a possíveis aparecimentos de doenças de pele -- principalmente porque, no momento do banho, a pele pode estar mais fragilizada."
A temperatura do banho também influencia nisso. Com água mais quente, como a maioria das pessoas costuma tomar seu banho, a pele fica mais exposta.
"Como eu disse, queremos chamar a atenção para o problema, que ocorre porque usamos água tratada para dar descarga", diz Ribeiro. "Claro que o ideal seria que houvesse um sistema nas casas em que a água usada no banho fosse redirecionada para dar a descarga. Mas como convencer as pessoas a fazerem uma reforma em sua casa e quebrarem os encanamentos para fazer algo assim? Estamos usando essa ideia bem-humorada para mostrar a situação."
De todo modo, apesar dos problemas apontados por Figueiredo, os riscos são mínimos. E, para levá-lo a zero, a SOS Mata Atlântica faz recomendações adicionais. "É importante que o xixi aconteça no começo do banho, pois aí toda a água do banho fará o enxague adequado do piso e impedirá qualquer problema", afirma Ribeiro.
"Outra coisa importante é que não estamos recomendando isso para banheiros públicos. Estamos falando das pessoas fazerem isso em sua própria casa, no seu próprio banheiro. É impossível uma pessoa ser contaminada pela sua própria urina", destaca a ambientalista.
A campanha deve culminar com um evento, entre os dias 22 e 24 de maio, na marquise do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, sobre esse e outros temas relacionados à proteção ambiental.


Portal G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:27  comentar

Ideia é economizar 12 litros de água, uma descarga diária.Campanha é chamariz para discutir problemas de desperdício.

Uma ONG ambientalista brasileira está lançando uma campanha no mínimo inusitada. Para reduzir o desperdício de água, eles encorajam as pessoas a fazerem xixi durante o banho.
Pelas contas da SOS Mata Atlântica, dá para economizar em média 12 litros de água diários (o equivalente a uma descarga) ao adotar essa prática.
Claro, se levarmos em conta que o banho demore um minuto a mais, com um tempo extra para o xixi, e o chuveiro ficar ligado nesse período, lá se vão cerca de 9 litros de água a mais pelo ralo. Resultado final: economia de 3 litros.
Isso, entretanto, nem é tão importante. "O que a gente quer é provocar, é mexer com a consciência das pessoas", afirma Malu Ribeiro, coordenadora da rede das águas da SOS Mata Atlântica.
A campanha tem um site, www.xixinobanho.org.br, em que podem ser encontrados muitos dados a respeito do desperdício de água. E, segundo Ribeiro, a resposta das pessoas tem se dado principalmente via internet, levando em conta o lado humorístico da campanha. "Essa reação inicial das pessoas, 'mas isso não é nojento?', está sendo muito bacana", diz
O lado publicitário da campanha foi planejado pela agência F/Nazca e tem como "garoto-propaganda" um sapo. "Usamos o sapo porque ele é um bicho que só consegue viver onde tem água limpa. Se a água está contaminada, ele morre", afirma Ribeiro
A escolha mostra também a preocupação da ONG em não causar um problema de saúde pública. "A gente fez todas as perguntas possíveis aos especialistas, para ter a certeza de que não estaríamos expondo as pessoas a nenhum risco."

Questões de saúde
Claro, em circunstâncias ideias, o melhor seria não ter de fazer xixi no banho para economizar água. O biomédico Roberto Figueiredo, mais conhecido como Dr. Bactéria, prefere separar as duas coisas.
"No meu entendimento, cada local tem a sua função. O chuveiro é um local para tomar banho, e a privada é um local que possui a sua função específica", diz Figueiredo. "Não devemos misturar as coisas, pois o ato de urinar no piso do chuveiro pode acarretar, tendo em vista a possibilidade de um não-enxague adequado, em um crescimento de microrganismos, alguns que poderiam levar a possíveis aparecimentos de doenças de pele -- principalmente porque, no momento do banho, a pele pode estar mais fragilizada."
A temperatura do banho também influencia nisso. Com água mais quente, como a maioria das pessoas costuma tomar seu banho, a pele fica mais exposta.
"Como eu disse, queremos chamar a atenção para o problema, que ocorre porque usamos água tratada para dar descarga", diz Ribeiro. "Claro que o ideal seria que houvesse um sistema nas casas em que a água usada no banho fosse redirecionada para dar a descarga. Mas como convencer as pessoas a fazerem uma reforma em sua casa e quebrarem os encanamentos para fazer algo assim? Estamos usando essa ideia bem-humorada para mostrar a situação."
De todo modo, apesar dos problemas apontados por Figueiredo, os riscos são mínimos. E, para levá-lo a zero, a SOS Mata Atlântica faz recomendações adicionais. "É importante que o xixi aconteça no começo do banho, pois aí toda a água do banho fará o enxague adequado do piso e impedirá qualquer problema", afirma Ribeiro.
"Outra coisa importante é que não estamos recomendando isso para banheiros públicos. Estamos falando das pessoas fazerem isso em sua própria casa, no seu próprio banheiro. É impossível uma pessoa ser contaminada pela sua própria urina", destaca a ambientalista.
A campanha deve culminar com um evento, entre os dias 22 e 24 de maio, na marquise do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, sobre esse e outros temas relacionados à proteção ambiental.


Portal G1
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Ideia é economizar 12 litros de água, uma descarga diária.Campanha é chamariz para discutir problemas de desperdício.

Uma ONG ambientalista brasileira está lançando uma campanha no mínimo inusitada. Para reduzir o desperdício de água, eles encorajam as pessoas a fazerem xixi durante o banho.
Pelas contas da SOS Mata Atlântica, dá para economizar em média 12 litros de água diários (o equivalente a uma descarga) ao adotar essa prática.
Claro, se levarmos em conta que o banho demore um minuto a mais, com um tempo extra para o xixi, e o chuveiro ficar ligado nesse período, lá se vão cerca de 9 litros de água a mais pelo ralo. Resultado final: economia de 3 litros.
Isso, entretanto, nem é tão importante. "O que a gente quer é provocar, é mexer com a consciência das pessoas", afirma Malu Ribeiro, coordenadora da rede das águas da SOS Mata Atlântica.
A campanha tem um site, www.xixinobanho.org.br, em que podem ser encontrados muitos dados a respeito do desperdício de água. E, segundo Ribeiro, a resposta das pessoas tem se dado principalmente via internet, levando em conta o lado humorístico da campanha. "Essa reação inicial das pessoas, 'mas isso não é nojento?', está sendo muito bacana", diz
O lado publicitário da campanha foi planejado pela agência F/Nazca e tem como "garoto-propaganda" um sapo. "Usamos o sapo porque ele é um bicho que só consegue viver onde tem água limpa. Se a água está contaminada, ele morre", afirma Ribeiro
A escolha mostra também a preocupação da ONG em não causar um problema de saúde pública. "A gente fez todas as perguntas possíveis aos especialistas, para ter a certeza de que não estaríamos expondo as pessoas a nenhum risco."

Questões de saúde
Claro, em circunstâncias ideias, o melhor seria não ter de fazer xixi no banho para economizar água. O biomédico Roberto Figueiredo, mais conhecido como Dr. Bactéria, prefere separar as duas coisas.
"No meu entendimento, cada local tem a sua função. O chuveiro é um local para tomar banho, e a privada é um local que possui a sua função específica", diz Figueiredo. "Não devemos misturar as coisas, pois o ato de urinar no piso do chuveiro pode acarretar, tendo em vista a possibilidade de um não-enxague adequado, em um crescimento de microrganismos, alguns que poderiam levar a possíveis aparecimentos de doenças de pele -- principalmente porque, no momento do banho, a pele pode estar mais fragilizada."
A temperatura do banho também influencia nisso. Com água mais quente, como a maioria das pessoas costuma tomar seu banho, a pele fica mais exposta.
"Como eu disse, queremos chamar a atenção para o problema, que ocorre porque usamos água tratada para dar descarga", diz Ribeiro. "Claro que o ideal seria que houvesse um sistema nas casas em que a água usada no banho fosse redirecionada para dar a descarga. Mas como convencer as pessoas a fazerem uma reforma em sua casa e quebrarem os encanamentos para fazer algo assim? Estamos usando essa ideia bem-humorada para mostrar a situação."
De todo modo, apesar dos problemas apontados por Figueiredo, os riscos são mínimos. E, para levá-lo a zero, a SOS Mata Atlântica faz recomendações adicionais. "É importante que o xixi aconteça no começo do banho, pois aí toda a água do banho fará o enxague adequado do piso e impedirá qualquer problema", afirma Ribeiro.
"Outra coisa importante é que não estamos recomendando isso para banheiros públicos. Estamos falando das pessoas fazerem isso em sua própria casa, no seu próprio banheiro. É impossível uma pessoa ser contaminada pela sua própria urina", destaca a ambientalista.
A campanha deve culminar com um evento, entre os dias 22 e 24 de maio, na marquise do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, sobre esse e outros temas relacionados à proteção ambiental.


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Ideia é economizar 12 litros de água, uma descarga diária.Campanha é chamariz para discutir problemas de desperdício.

Uma ONG ambientalista brasileira está lançando uma campanha no mínimo inusitada. Para reduzir o desperdício de água, eles encorajam as pessoas a fazerem xixi durante o banho.
Pelas contas da SOS Mata Atlântica, dá para economizar em média 12 litros de água diários (o equivalente a uma descarga) ao adotar essa prática.
Claro, se levarmos em conta que o banho demore um minuto a mais, com um tempo extra para o xixi, e o chuveiro ficar ligado nesse período, lá se vão cerca de 9 litros de água a mais pelo ralo. Resultado final: economia de 3 litros.
Isso, entretanto, nem é tão importante. "O que a gente quer é provocar, é mexer com a consciência das pessoas", afirma Malu Ribeiro, coordenadora da rede das águas da SOS Mata Atlântica.
A campanha tem um site, www.xixinobanho.org.br, em que podem ser encontrados muitos dados a respeito do desperdício de água. E, segundo Ribeiro, a resposta das pessoas tem se dado principalmente via internet, levando em conta o lado humorístico da campanha. "Essa reação inicial das pessoas, 'mas isso não é nojento?', está sendo muito bacana", diz
O lado publicitário da campanha foi planejado pela agência F/Nazca e tem como "garoto-propaganda" um sapo. "Usamos o sapo porque ele é um bicho que só consegue viver onde tem água limpa. Se a água está contaminada, ele morre", afirma Ribeiro
A escolha mostra também a preocupação da ONG em não causar um problema de saúde pública. "A gente fez todas as perguntas possíveis aos especialistas, para ter a certeza de que não estaríamos expondo as pessoas a nenhum risco."

Questões de saúde
Claro, em circunstâncias ideias, o melhor seria não ter de fazer xixi no banho para economizar água. O biomédico Roberto Figueiredo, mais conhecido como Dr. Bactéria, prefere separar as duas coisas.
"No meu entendimento, cada local tem a sua função. O chuveiro é um local para tomar banho, e a privada é um local que possui a sua função específica", diz Figueiredo. "Não devemos misturar as coisas, pois o ato de urinar no piso do chuveiro pode acarretar, tendo em vista a possibilidade de um não-enxague adequado, em um crescimento de microrganismos, alguns que poderiam levar a possíveis aparecimentos de doenças de pele -- principalmente porque, no momento do banho, a pele pode estar mais fragilizada."
A temperatura do banho também influencia nisso. Com água mais quente, como a maioria das pessoas costuma tomar seu banho, a pele fica mais exposta.
"Como eu disse, queremos chamar a atenção para o problema, que ocorre porque usamos água tratada para dar descarga", diz Ribeiro. "Claro que o ideal seria que houvesse um sistema nas casas em que a água usada no banho fosse redirecionada para dar a descarga. Mas como convencer as pessoas a fazerem uma reforma em sua casa e quebrarem os encanamentos para fazer algo assim? Estamos usando essa ideia bem-humorada para mostrar a situação."
De todo modo, apesar dos problemas apontados por Figueiredo, os riscos são mínimos. E, para levá-lo a zero, a SOS Mata Atlântica faz recomendações adicionais. "É importante que o xixi aconteça no começo do banho, pois aí toda a água do banho fará o enxague adequado do piso e impedirá qualquer problema", afirma Ribeiro.
"Outra coisa importante é que não estamos recomendando isso para banheiros públicos. Estamos falando das pessoas fazerem isso em sua própria casa, no seu próprio banheiro. É impossível uma pessoa ser contaminada pela sua própria urina", destaca a ambientalista.
A campanha deve culminar com um evento, entre os dias 22 e 24 de maio, na marquise do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, sobre esse e outros temas relacionados à proteção ambiental.


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Ideia é economizar 12 litros de água, uma descarga diária.Campanha é chamariz para discutir problemas de desperdício.

Uma ONG ambientalista brasileira está lançando uma campanha no mínimo inusitada. Para reduzir o desperdício de água, eles encorajam as pessoas a fazerem xixi durante o banho.
Pelas contas da SOS Mata Atlântica, dá para economizar em média 12 litros de água diários (o equivalente a uma descarga) ao adotar essa prática.
Claro, se levarmos em conta que o banho demore um minuto a mais, com um tempo extra para o xixi, e o chuveiro ficar ligado nesse período, lá se vão cerca de 9 litros de água a mais pelo ralo. Resultado final: economia de 3 litros.
Isso, entretanto, nem é tão importante. "O que a gente quer é provocar, é mexer com a consciência das pessoas", afirma Malu Ribeiro, coordenadora da rede das águas da SOS Mata Atlântica.
A campanha tem um site, www.xixinobanho.org.br, em que podem ser encontrados muitos dados a respeito do desperdício de água. E, segundo Ribeiro, a resposta das pessoas tem se dado principalmente via internet, levando em conta o lado humorístico da campanha. "Essa reação inicial das pessoas, 'mas isso não é nojento?', está sendo muito bacana", diz
O lado publicitário da campanha foi planejado pela agência F/Nazca e tem como "garoto-propaganda" um sapo. "Usamos o sapo porque ele é um bicho que só consegue viver onde tem água limpa. Se a água está contaminada, ele morre", afirma Ribeiro
A escolha mostra também a preocupação da ONG em não causar um problema de saúde pública. "A gente fez todas as perguntas possíveis aos especialistas, para ter a certeza de que não estaríamos expondo as pessoas a nenhum risco."

Questões de saúde
Claro, em circunstâncias ideias, o melhor seria não ter de fazer xixi no banho para economizar água. O biomédico Roberto Figueiredo, mais conhecido como Dr. Bactéria, prefere separar as duas coisas.
"No meu entendimento, cada local tem a sua função. O chuveiro é um local para tomar banho, e a privada é um local que possui a sua função específica", diz Figueiredo. "Não devemos misturar as coisas, pois o ato de urinar no piso do chuveiro pode acarretar, tendo em vista a possibilidade de um não-enxague adequado, em um crescimento de microrganismos, alguns que poderiam levar a possíveis aparecimentos de doenças de pele -- principalmente porque, no momento do banho, a pele pode estar mais fragilizada."
A temperatura do banho também influencia nisso. Com água mais quente, como a maioria das pessoas costuma tomar seu banho, a pele fica mais exposta.
"Como eu disse, queremos chamar a atenção para o problema, que ocorre porque usamos água tratada para dar descarga", diz Ribeiro. "Claro que o ideal seria que houvesse um sistema nas casas em que a água usada no banho fosse redirecionada para dar a descarga. Mas como convencer as pessoas a fazerem uma reforma em sua casa e quebrarem os encanamentos para fazer algo assim? Estamos usando essa ideia bem-humorada para mostrar a situação."
De todo modo, apesar dos problemas apontados por Figueiredo, os riscos são mínimos. E, para levá-lo a zero, a SOS Mata Atlântica faz recomendações adicionais. "É importante que o xixi aconteça no começo do banho, pois aí toda a água do banho fará o enxague adequado do piso e impedirá qualquer problema", afirma Ribeiro.
"Outra coisa importante é que não estamos recomendando isso para banheiros públicos. Estamos falando das pessoas fazerem isso em sua própria casa, no seu próprio banheiro. É impossível uma pessoa ser contaminada pela sua própria urina", destaca a ambientalista.
A campanha deve culminar com um evento, entre os dias 22 e 24 de maio, na marquise do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, sobre esse e outros temas relacionados à proteção ambiental.


Portal G1
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A polícia espanhola prendeu nesta sexta-feira uma quadrilha internacional acusada de prostituir mulheres brasileiras no sul do país. Segundo os detetives, em pouco mais de dois anos, a organização lucrou cerca de R$ 40 milhões com o tráfico de pessoas.

A polícia realizou uma batida na madrugada de quinta para sexta-feira na cidade de Almeria, que resultou na prisão de 48 pessoas - 31 prostitutas e 17 espanhóis acusados de pertencer à quadrilha, entre eles, um gerente de banco.
Segundo a polícia, a quadrilha controlava sete prostíbulos e 13 empresas responsáveis pela lavagem de dinheiro. Ao todo, 35 imóveis estavam registrados sob o nome de membros da gangue.
A Polícia Federal do Brasil participou das investigações para comprovar a origem das vítimas. Das 31 prostitutas, 27 são brasileiras. As outras quatro são russas.
As brasileiras detidas serão deportadas por estarem ilegalmente no país.

Investimentos imobiliários
Também colaboraram na operação as polícias de França e Rússia, já que, segundo os detetives, as mulheres exerciam a prostituição na Espanha e depois eram enviadas para outros locais da Europa.
A polícia informou que a quadrilha era comandada por três espanhóis: um casal e um gerente de banco, responsável pelo assessoramento financeiro para lavagem de dinheiro.
Com o esquema, os acusados teriam supostamente lavado ao menos 12 milhões de euros (cerca de R$ 36 milhões) entre 2007 e 2008 através de empresas falsas.
A operação policial ainda impediu que a quadrilha concluísse dois acordos de investimento imobiliário que estavam já assinados: a construção de três mansões na ilha de Tenerife e a compra de um hotel em Almeria.
Participaram da batida policial 80 detetives que revistaram 17 locais, incluindo prostíbulos e casas dos acusados, onde foram apreendidos 70 mil euros em dinheiro (cerca de R$ 200 mil), joias, seis revólveres e munição.
Os detidos foram indiciados por crimes de exploração sexual de estrangeiras, lavagem de dinheiro, posse ilegal de armas, formação de quadrilha e delitos contra a imigração ilegal e contra os direitos dos trabalhadores.
Se condenados, eles podem pegar entre 12 e 30 anos de cadeia.


BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:15  comentar

A polícia espanhola prendeu nesta sexta-feira uma quadrilha internacional acusada de prostituir mulheres brasileiras no sul do país. Segundo os detetives, em pouco mais de dois anos, a organização lucrou cerca de R$ 40 milhões com o tráfico de pessoas.

A polícia realizou uma batida na madrugada de quinta para sexta-feira na cidade de Almeria, que resultou na prisão de 48 pessoas - 31 prostitutas e 17 espanhóis acusados de pertencer à quadrilha, entre eles, um gerente de banco.
Segundo a polícia, a quadrilha controlava sete prostíbulos e 13 empresas responsáveis pela lavagem de dinheiro. Ao todo, 35 imóveis estavam registrados sob o nome de membros da gangue.
A Polícia Federal do Brasil participou das investigações para comprovar a origem das vítimas. Das 31 prostitutas, 27 são brasileiras. As outras quatro são russas.
As brasileiras detidas serão deportadas por estarem ilegalmente no país.

Investimentos imobiliários
Também colaboraram na operação as polícias de França e Rússia, já que, segundo os detetives, as mulheres exerciam a prostituição na Espanha e depois eram enviadas para outros locais da Europa.
A polícia informou que a quadrilha era comandada por três espanhóis: um casal e um gerente de banco, responsável pelo assessoramento financeiro para lavagem de dinheiro.
Com o esquema, os acusados teriam supostamente lavado ao menos 12 milhões de euros (cerca de R$ 36 milhões) entre 2007 e 2008 através de empresas falsas.
A operação policial ainda impediu que a quadrilha concluísse dois acordos de investimento imobiliário que estavam já assinados: a construção de três mansões na ilha de Tenerife e a compra de um hotel em Almeria.
Participaram da batida policial 80 detetives que revistaram 17 locais, incluindo prostíbulos e casas dos acusados, onde foram apreendidos 70 mil euros em dinheiro (cerca de R$ 200 mil), joias, seis revólveres e munição.
Os detidos foram indiciados por crimes de exploração sexual de estrangeiras, lavagem de dinheiro, posse ilegal de armas, formação de quadrilha e delitos contra a imigração ilegal e contra os direitos dos trabalhadores.
Se condenados, eles podem pegar entre 12 e 30 anos de cadeia.


BBC Brasil
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A polícia espanhola prendeu nesta sexta-feira uma quadrilha internacional acusada de prostituir mulheres brasileiras no sul do país. Segundo os detetives, em pouco mais de dois anos, a organização lucrou cerca de R$ 40 milhões com o tráfico de pessoas.

A polícia realizou uma batida na madrugada de quinta para sexta-feira na cidade de Almeria, que resultou na prisão de 48 pessoas - 31 prostitutas e 17 espanhóis acusados de pertencer à quadrilha, entre eles, um gerente de banco.
Segundo a polícia, a quadrilha controlava sete prostíbulos e 13 empresas responsáveis pela lavagem de dinheiro. Ao todo, 35 imóveis estavam registrados sob o nome de membros da gangue.
A Polícia Federal do Brasil participou das investigações para comprovar a origem das vítimas. Das 31 prostitutas, 27 são brasileiras. As outras quatro são russas.
As brasileiras detidas serão deportadas por estarem ilegalmente no país.

Investimentos imobiliários
Também colaboraram na operação as polícias de França e Rússia, já que, segundo os detetives, as mulheres exerciam a prostituição na Espanha e depois eram enviadas para outros locais da Europa.
A polícia informou que a quadrilha era comandada por três espanhóis: um casal e um gerente de banco, responsável pelo assessoramento financeiro para lavagem de dinheiro.
Com o esquema, os acusados teriam supostamente lavado ao menos 12 milhões de euros (cerca de R$ 36 milhões) entre 2007 e 2008 através de empresas falsas.
A operação policial ainda impediu que a quadrilha concluísse dois acordos de investimento imobiliário que estavam já assinados: a construção de três mansões na ilha de Tenerife e a compra de um hotel em Almeria.
Participaram da batida policial 80 detetives que revistaram 17 locais, incluindo prostíbulos e casas dos acusados, onde foram apreendidos 70 mil euros em dinheiro (cerca de R$ 200 mil), joias, seis revólveres e munição.
Os detidos foram indiciados por crimes de exploração sexual de estrangeiras, lavagem de dinheiro, posse ilegal de armas, formação de quadrilha e delitos contra a imigração ilegal e contra os direitos dos trabalhadores.
Se condenados, eles podem pegar entre 12 e 30 anos de cadeia.


BBC Brasil
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A polícia espanhola prendeu nesta sexta-feira uma quadrilha internacional acusada de prostituir mulheres brasileiras no sul do país. Segundo os detetives, em pouco mais de dois anos, a organização lucrou cerca de R$ 40 milhões com o tráfico de pessoas.

A polícia realizou uma batida na madrugada de quinta para sexta-feira na cidade de Almeria, que resultou na prisão de 48 pessoas - 31 prostitutas e 17 espanhóis acusados de pertencer à quadrilha, entre eles, um gerente de banco.
Segundo a polícia, a quadrilha controlava sete prostíbulos e 13 empresas responsáveis pela lavagem de dinheiro. Ao todo, 35 imóveis estavam registrados sob o nome de membros da gangue.
A Polícia Federal do Brasil participou das investigações para comprovar a origem das vítimas. Das 31 prostitutas, 27 são brasileiras. As outras quatro são russas.
As brasileiras detidas serão deportadas por estarem ilegalmente no país.

Investimentos imobiliários
Também colaboraram na operação as polícias de França e Rússia, já que, segundo os detetives, as mulheres exerciam a prostituição na Espanha e depois eram enviadas para outros locais da Europa.
A polícia informou que a quadrilha era comandada por três espanhóis: um casal e um gerente de banco, responsável pelo assessoramento financeiro para lavagem de dinheiro.
Com o esquema, os acusados teriam supostamente lavado ao menos 12 milhões de euros (cerca de R$ 36 milhões) entre 2007 e 2008 através de empresas falsas.
A operação policial ainda impediu que a quadrilha concluísse dois acordos de investimento imobiliário que estavam já assinados: a construção de três mansões na ilha de Tenerife e a compra de um hotel em Almeria.
Participaram da batida policial 80 detetives que revistaram 17 locais, incluindo prostíbulos e casas dos acusados, onde foram apreendidos 70 mil euros em dinheiro (cerca de R$ 200 mil), joias, seis revólveres e munição.
Os detidos foram indiciados por crimes de exploração sexual de estrangeiras, lavagem de dinheiro, posse ilegal de armas, formação de quadrilha e delitos contra a imigração ilegal e contra os direitos dos trabalhadores.
Se condenados, eles podem pegar entre 12 e 30 anos de cadeia.


BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:15  comentar

A polícia espanhola prendeu nesta sexta-feira uma quadrilha internacional acusada de prostituir mulheres brasileiras no sul do país. Segundo os detetives, em pouco mais de dois anos, a organização lucrou cerca de R$ 40 milhões com o tráfico de pessoas.

A polícia realizou uma batida na madrugada de quinta para sexta-feira na cidade de Almeria, que resultou na prisão de 48 pessoas - 31 prostitutas e 17 espanhóis acusados de pertencer à quadrilha, entre eles, um gerente de banco.
Segundo a polícia, a quadrilha controlava sete prostíbulos e 13 empresas responsáveis pela lavagem de dinheiro. Ao todo, 35 imóveis estavam registrados sob o nome de membros da gangue.
A Polícia Federal do Brasil participou das investigações para comprovar a origem das vítimas. Das 31 prostitutas, 27 são brasileiras. As outras quatro são russas.
As brasileiras detidas serão deportadas por estarem ilegalmente no país.

Investimentos imobiliários
Também colaboraram na operação as polícias de França e Rússia, já que, segundo os detetives, as mulheres exerciam a prostituição na Espanha e depois eram enviadas para outros locais da Europa.
A polícia informou que a quadrilha era comandada por três espanhóis: um casal e um gerente de banco, responsável pelo assessoramento financeiro para lavagem de dinheiro.
Com o esquema, os acusados teriam supostamente lavado ao menos 12 milhões de euros (cerca de R$ 36 milhões) entre 2007 e 2008 através de empresas falsas.
A operação policial ainda impediu que a quadrilha concluísse dois acordos de investimento imobiliário que estavam já assinados: a construção de três mansões na ilha de Tenerife e a compra de um hotel em Almeria.
Participaram da batida policial 80 detetives que revistaram 17 locais, incluindo prostíbulos e casas dos acusados, onde foram apreendidos 70 mil euros em dinheiro (cerca de R$ 200 mil), joias, seis revólveres e munição.
Os detidos foram indiciados por crimes de exploração sexual de estrangeiras, lavagem de dinheiro, posse ilegal de armas, formação de quadrilha e delitos contra a imigração ilegal e contra os direitos dos trabalhadores.
Se condenados, eles podem pegar entre 12 e 30 anos de cadeia.


BBC Brasil
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Casal levou três anos para criar a melancia em forma de coração.Fruta foi colocada à venda em loja de departamentos de Fukuoka.

O agricultor japonês Hiroichi Kimura e sua mulher, que moram em Kumamoto (Japão), inventaram uma melancia em forma de coração. A criação podia ser encontrada para o Dia das Mães em uma loja de departamentos de Fukuoka.
O agricultor japonês Hiroichi Kimura e sua mulher, que moram em Kumamoto (Japão), inventaram uma melancia em forma de coração. A criação podia ser encontrada para o Dia das Mães em uma loja de departamentos de Fukuoka.
Segundo o jornal "Asahi Shimbun", o casal levou três anos para criar com perfeição a melancia em formato de coração. Eles disseram que a fruta simboliza sua paixão pela agricultura e o amor que um sente pelo outro.
O periódico japonês destaca ainda que o casal Kimura produziu, pela primeira vez, 20 melancias especiais neste ano, sendo que cinco delas foram colocadas à venda na loja de Fukuoka por 15.750 ienes cada uma (cerca de R$ 334).
Portal G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:30  comentar

Casal levou três anos para criar a melancia em forma de coração.Fruta foi colocada à venda em loja de departamentos de Fukuoka.

O agricultor japonês Hiroichi Kimura e sua mulher, que moram em Kumamoto (Japão), inventaram uma melancia em forma de coração. A criação podia ser encontrada para o Dia das Mães em uma loja de departamentos de Fukuoka.
O agricultor japonês Hiroichi Kimura e sua mulher, que moram em Kumamoto (Japão), inventaram uma melancia em forma de coração. A criação podia ser encontrada para o Dia das Mães em uma loja de departamentos de Fukuoka.
Segundo o jornal "Asahi Shimbun", o casal levou três anos para criar com perfeição a melancia em formato de coração. Eles disseram que a fruta simboliza sua paixão pela agricultura e o amor que um sente pelo outro.
O periódico japonês destaca ainda que o casal Kimura produziu, pela primeira vez, 20 melancias especiais neste ano, sendo que cinco delas foram colocadas à venda na loja de Fukuoka por 15.750 ienes cada uma (cerca de R$ 334).
Portal G1
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Casal levou três anos para criar a melancia em forma de coração.Fruta foi colocada à venda em loja de departamentos de Fukuoka.

O agricultor japonês Hiroichi Kimura e sua mulher, que moram em Kumamoto (Japão), inventaram uma melancia em forma de coração. A criação podia ser encontrada para o Dia das Mães em uma loja de departamentos de Fukuoka.
O agricultor japonês Hiroichi Kimura e sua mulher, que moram em Kumamoto (Japão), inventaram uma melancia em forma de coração. A criação podia ser encontrada para o Dia das Mães em uma loja de departamentos de Fukuoka.
Segundo o jornal "Asahi Shimbun", o casal levou três anos para criar com perfeição a melancia em formato de coração. Eles disseram que a fruta simboliza sua paixão pela agricultura e o amor que um sente pelo outro.
O periódico japonês destaca ainda que o casal Kimura produziu, pela primeira vez, 20 melancias especiais neste ano, sendo que cinco delas foram colocadas à venda na loja de Fukuoka por 15.750 ienes cada uma (cerca de R$ 334).
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Casal levou três anos para criar a melancia em forma de coração.Fruta foi colocada à venda em loja de departamentos de Fukuoka.

O agricultor japonês Hiroichi Kimura e sua mulher, que moram em Kumamoto (Japão), inventaram uma melancia em forma de coração. A criação podia ser encontrada para o Dia das Mães em uma loja de departamentos de Fukuoka.
O agricultor japonês Hiroichi Kimura e sua mulher, que moram em Kumamoto (Japão), inventaram uma melancia em forma de coração. A criação podia ser encontrada para o Dia das Mães em uma loja de departamentos de Fukuoka.
Segundo o jornal "Asahi Shimbun", o casal levou três anos para criar com perfeição a melancia em formato de coração. Eles disseram que a fruta simboliza sua paixão pela agricultura e o amor que um sente pelo outro.
O periódico japonês destaca ainda que o casal Kimura produziu, pela primeira vez, 20 melancias especiais neste ano, sendo que cinco delas foram colocadas à venda na loja de Fukuoka por 15.750 ienes cada uma (cerca de R$ 334).
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Casal levou três anos para criar a melancia em forma de coração.Fruta foi colocada à venda em loja de departamentos de Fukuoka.

O agricultor japonês Hiroichi Kimura e sua mulher, que moram em Kumamoto (Japão), inventaram uma melancia em forma de coração. A criação podia ser encontrada para o Dia das Mães em uma loja de departamentos de Fukuoka.
O agricultor japonês Hiroichi Kimura e sua mulher, que moram em Kumamoto (Japão), inventaram uma melancia em forma de coração. A criação podia ser encontrada para o Dia das Mães em uma loja de departamentos de Fukuoka.
Segundo o jornal "Asahi Shimbun", o casal levou três anos para criar com perfeição a melancia em formato de coração. Eles disseram que a fruta simboliza sua paixão pela agricultura e o amor que um sente pelo outro.
O periódico japonês destaca ainda que o casal Kimura produziu, pela primeira vez, 20 melancias especiais neste ano, sendo que cinco delas foram colocadas à venda na loja de Fukuoka por 15.750 ienes cada uma (cerca de R$ 334).
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Incidente ocorreu na base Camp Liberty, próximo ao aeroporto.Duas pessoas ficaram feridas, e o agressor está detido.

Incidente ocorreu na base Camp Liberty, próximo ao aeroporto.Duas pessoas ficaram feridas, e o agressor está detido.
Um soldado norte-americano abriu fogo contra colegas na base Camp Liberty, em Bagdá, nesta segunda-feira (11), provocando cinco mortes, segundo o comando norte-americano.
O incidente ocorreu por volta das 14h locais (8h de Brasília) na base, que fica a 10 km do centro de Bagdá e próximo ao aeroporto da cidade.
Duas pessoas ficaram feridas. O agressor é mantido sob custódia, e o comando disse que vai investigar o caso. Ele deve ser indiciado ainda nesta segunda-feira.
As autoridades revelaram que o tiroteio ocorreu em uma clínica onde militares eram levados para tratar do estresse provocado pelos combates ou por questões pessoais. Ainda não está claro se as vítimas são todas militares.
"É certamente um evento inesperado e trágico", disse Bryan Whitman, porta-voz do Pentágono. "Toda vez que perdemos um dos nossos, isso afeta a todos", disse John Robinson, porta-voz das forças dos EUA em Bagdá.
O presidente Barack Obama disse que está "chocado" com o incidente e pediu uma investigação rigorosa.
Até hoje, 4,292 mil soldados dos Estados Unidos morreram em território iraquiano desde o início da invasão, em março de 2003. Em 10 de abril, outros cinco soldados americanos morreram quando um suicida conseguiu burlar a segurança e entrar com um caminhão com explosivos dentro de uma base militar conjunta dos Estados Unidos e do Exército iraquiano.


Portal G1
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Incidente ocorreu na base Camp Liberty, próximo ao aeroporto.Duas pessoas ficaram feridas, e o agressor está detido.

Incidente ocorreu na base Camp Liberty, próximo ao aeroporto.Duas pessoas ficaram feridas, e o agressor está detido.
Um soldado norte-americano abriu fogo contra colegas na base Camp Liberty, em Bagdá, nesta segunda-feira (11), provocando cinco mortes, segundo o comando norte-americano.
O incidente ocorreu por volta das 14h locais (8h de Brasília) na base, que fica a 10 km do centro de Bagdá e próximo ao aeroporto da cidade.
Duas pessoas ficaram feridas. O agressor é mantido sob custódia, e o comando disse que vai investigar o caso. Ele deve ser indiciado ainda nesta segunda-feira.
As autoridades revelaram que o tiroteio ocorreu em uma clínica onde militares eram levados para tratar do estresse provocado pelos combates ou por questões pessoais. Ainda não está claro se as vítimas são todas militares.
"É certamente um evento inesperado e trágico", disse Bryan Whitman, porta-voz do Pentágono. "Toda vez que perdemos um dos nossos, isso afeta a todos", disse John Robinson, porta-voz das forças dos EUA em Bagdá.
O presidente Barack Obama disse que está "chocado" com o incidente e pediu uma investigação rigorosa.
Até hoje, 4,292 mil soldados dos Estados Unidos morreram em território iraquiano desde o início da invasão, em março de 2003. Em 10 de abril, outros cinco soldados americanos morreram quando um suicida conseguiu burlar a segurança e entrar com um caminhão com explosivos dentro de uma base militar conjunta dos Estados Unidos e do Exército iraquiano.


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Incidente ocorreu na base Camp Liberty, próximo ao aeroporto.Duas pessoas ficaram feridas, e o agressor está detido.

Incidente ocorreu na base Camp Liberty, próximo ao aeroporto.Duas pessoas ficaram feridas, e o agressor está detido.
Um soldado norte-americano abriu fogo contra colegas na base Camp Liberty, em Bagdá, nesta segunda-feira (11), provocando cinco mortes, segundo o comando norte-americano.
O incidente ocorreu por volta das 14h locais (8h de Brasília) na base, que fica a 10 km do centro de Bagdá e próximo ao aeroporto da cidade.
Duas pessoas ficaram feridas. O agressor é mantido sob custódia, e o comando disse que vai investigar o caso. Ele deve ser indiciado ainda nesta segunda-feira.
As autoridades revelaram que o tiroteio ocorreu em uma clínica onde militares eram levados para tratar do estresse provocado pelos combates ou por questões pessoais. Ainda não está claro se as vítimas são todas militares.
"É certamente um evento inesperado e trágico", disse Bryan Whitman, porta-voz do Pentágono. "Toda vez que perdemos um dos nossos, isso afeta a todos", disse John Robinson, porta-voz das forças dos EUA em Bagdá.
O presidente Barack Obama disse que está "chocado" com o incidente e pediu uma investigação rigorosa.
Até hoje, 4,292 mil soldados dos Estados Unidos morreram em território iraquiano desde o início da invasão, em março de 2003. Em 10 de abril, outros cinco soldados americanos morreram quando um suicida conseguiu burlar a segurança e entrar com um caminhão com explosivos dentro de uma base militar conjunta dos Estados Unidos e do Exército iraquiano.


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Incidente ocorreu na base Camp Liberty, próximo ao aeroporto.Duas pessoas ficaram feridas, e o agressor está detido.

Incidente ocorreu na base Camp Liberty, próximo ao aeroporto.Duas pessoas ficaram feridas, e o agressor está detido.
Um soldado norte-americano abriu fogo contra colegas na base Camp Liberty, em Bagdá, nesta segunda-feira (11), provocando cinco mortes, segundo o comando norte-americano.
O incidente ocorreu por volta das 14h locais (8h de Brasília) na base, que fica a 10 km do centro de Bagdá e próximo ao aeroporto da cidade.
Duas pessoas ficaram feridas. O agressor é mantido sob custódia, e o comando disse que vai investigar o caso. Ele deve ser indiciado ainda nesta segunda-feira.
As autoridades revelaram que o tiroteio ocorreu em uma clínica onde militares eram levados para tratar do estresse provocado pelos combates ou por questões pessoais. Ainda não está claro se as vítimas são todas militares.
"É certamente um evento inesperado e trágico", disse Bryan Whitman, porta-voz do Pentágono. "Toda vez que perdemos um dos nossos, isso afeta a todos", disse John Robinson, porta-voz das forças dos EUA em Bagdá.
O presidente Barack Obama disse que está "chocado" com o incidente e pediu uma investigação rigorosa.
Até hoje, 4,292 mil soldados dos Estados Unidos morreram em território iraquiano desde o início da invasão, em março de 2003. Em 10 de abril, outros cinco soldados americanos morreram quando um suicida conseguiu burlar a segurança e entrar com um caminhão com explosivos dentro de uma base militar conjunta dos Estados Unidos e do Exército iraquiano.


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Incidente ocorreu na base Camp Liberty, próximo ao aeroporto.Duas pessoas ficaram feridas, e o agressor está detido.

Incidente ocorreu na base Camp Liberty, próximo ao aeroporto.Duas pessoas ficaram feridas, e o agressor está detido.
Um soldado norte-americano abriu fogo contra colegas na base Camp Liberty, em Bagdá, nesta segunda-feira (11), provocando cinco mortes, segundo o comando norte-americano.
O incidente ocorreu por volta das 14h locais (8h de Brasília) na base, que fica a 10 km do centro de Bagdá e próximo ao aeroporto da cidade.
Duas pessoas ficaram feridas. O agressor é mantido sob custódia, e o comando disse que vai investigar o caso. Ele deve ser indiciado ainda nesta segunda-feira.
As autoridades revelaram que o tiroteio ocorreu em uma clínica onde militares eram levados para tratar do estresse provocado pelos combates ou por questões pessoais. Ainda não está claro se as vítimas são todas militares.
"É certamente um evento inesperado e trágico", disse Bryan Whitman, porta-voz do Pentágono. "Toda vez que perdemos um dos nossos, isso afeta a todos", disse John Robinson, porta-voz das forças dos EUA em Bagdá.
O presidente Barack Obama disse que está "chocado" com o incidente e pediu uma investigação rigorosa.
Até hoje, 4,292 mil soldados dos Estados Unidos morreram em território iraquiano desde o início da invasão, em março de 2003. Em 10 de abril, outros cinco soldados americanos morreram quando um suicida conseguiu burlar a segurança e entrar com um caminhão com explosivos dentro de uma base militar conjunta dos Estados Unidos e do Exército iraquiano.


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O Guia de Uso Responsável da Internet contém várias dicas para evitar, principalmente, crimes virtuais

A ONG Comitê para a Democratização da Informática (CDI) lançou no último sábado (09), em Belo Horizonte (MG), uma cartilha para orientar pais e jovens a utilizar, sem riscos, a internet. O Guia de Uso Responsável da Internet foi divulgado durante gincana entre escolas de informática mantidas pela ONG em cidades mineiras. O documento elaborado pela instituição contém várias dicas para evitar, principalmente, crimes virtuais, e foi elaborada por especialistas em segurança na rede mundial de computadores. Segundo a coordenadora pedagógica do CDI, Cristiane Mendonça, a organização tem 26 escolas de informática e cidadania em Minas Gerais. “Sabemos que os pais têm dúvidas de como orientar os filhos no uso da internet e queremos evitar que eles caiam em ciladas", afirma. O conteúdo do material possui orientações tanto para crianças quanto para adultos sobre o risco de abuso sexual de meninos e meninas, e, também, como identificar e não cometer um crime virtual. O comitê atua há 14 anos e já promoveu a inclusão digital de aproximadamente 21 mil pessoas no estado. A cartilha também está sendo lançada em outros estados do País e está disponível aqui: Guia Uso responsável da InternetFonte: O Tempo (MG)
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link do postPor anjoseguerreiros, às 14:10  comentar


O Guia de Uso Responsável da Internet contém várias dicas para evitar, principalmente, crimes virtuais

A ONG Comitê para a Democratização da Informática (CDI) lançou no último sábado (09), em Belo Horizonte (MG), uma cartilha para orientar pais e jovens a utilizar, sem riscos, a internet. O Guia de Uso Responsável da Internet foi divulgado durante gincana entre escolas de informática mantidas pela ONG em cidades mineiras. O documento elaborado pela instituição contém várias dicas para evitar, principalmente, crimes virtuais, e foi elaborada por especialistas em segurança na rede mundial de computadores. Segundo a coordenadora pedagógica do CDI, Cristiane Mendonça, a organização tem 26 escolas de informática e cidadania em Minas Gerais. “Sabemos que os pais têm dúvidas de como orientar os filhos no uso da internet e queremos evitar que eles caiam em ciladas", afirma. O conteúdo do material possui orientações tanto para crianças quanto para adultos sobre o risco de abuso sexual de meninos e meninas, e, também, como identificar e não cometer um crime virtual. O comitê atua há 14 anos e já promoveu a inclusão digital de aproximadamente 21 mil pessoas no estado. A cartilha também está sendo lançada em outros estados do País e está disponível aqui: Guia Uso responsável da InternetFonte: O Tempo (MG)
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O Guia de Uso Responsável da Internet contém várias dicas para evitar, principalmente, crimes virtuais

A ONG Comitê para a Democratização da Informática (CDI) lançou no último sábado (09), em Belo Horizonte (MG), uma cartilha para orientar pais e jovens a utilizar, sem riscos, a internet. O Guia de Uso Responsável da Internet foi divulgado durante gincana entre escolas de informática mantidas pela ONG em cidades mineiras. O documento elaborado pela instituição contém várias dicas para evitar, principalmente, crimes virtuais, e foi elaborada por especialistas em segurança na rede mundial de computadores. Segundo a coordenadora pedagógica do CDI, Cristiane Mendonça, a organização tem 26 escolas de informática e cidadania em Minas Gerais. “Sabemos que os pais têm dúvidas de como orientar os filhos no uso da internet e queremos evitar que eles caiam em ciladas", afirma. O conteúdo do material possui orientações tanto para crianças quanto para adultos sobre o risco de abuso sexual de meninos e meninas, e, também, como identificar e não cometer um crime virtual. O comitê atua há 14 anos e já promoveu a inclusão digital de aproximadamente 21 mil pessoas no estado. A cartilha também está sendo lançada em outros estados do País e está disponível aqui: Guia Uso responsável da InternetFonte: O Tempo (MG)
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A ONG Comitê para a Democratização da Informática (CDI) lançou no último sábado (09), em Belo Horizonte (MG), uma cartilha para orientar pais e jovens a utilizar, sem riscos, a internet. O Guia de Uso Responsável da Internet foi divulgado durante gincana entre escolas de informática mantidas pela ONG em cidades mineiras. O documento elaborado pela instituição contém várias dicas para evitar, principalmente, crimes virtuais, e foi elaborada por especialistas em segurança na rede mundial de computadores. Segundo a coordenadora pedagógica do CDI, Cristiane Mendonça, a organização tem 26 escolas de informática e cidadania em Minas Gerais. “Sabemos que os pais têm dúvidas de como orientar os filhos no uso da internet e queremos evitar que eles caiam em ciladas", afirma. O conteúdo do material possui orientações tanto para crianças quanto para adultos sobre o risco de abuso sexual de meninos e meninas, e, também, como identificar e não cometer um crime virtual. O comitê atua há 14 anos e já promoveu a inclusão digital de aproximadamente 21 mil pessoas no estado. A cartilha também está sendo lançada em outros estados do País e está disponível aqui: Guia Uso responsável da InternetFonte: O Tempo (MG)
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A ONG Comitê para a Democratização da Informática (CDI) lançou no último sábado (09), em Belo Horizonte (MG), uma cartilha para orientar pais e jovens a utilizar, sem riscos, a internet. O Guia de Uso Responsável da Internet foi divulgado durante gincana entre escolas de informática mantidas pela ONG em cidades mineiras. O documento elaborado pela instituição contém várias dicas para evitar, principalmente, crimes virtuais, e foi elaborada por especialistas em segurança na rede mundial de computadores. Segundo a coordenadora pedagógica do CDI, Cristiane Mendonça, a organização tem 26 escolas de informática e cidadania em Minas Gerais. “Sabemos que os pais têm dúvidas de como orientar os filhos no uso da internet e queremos evitar que eles caiam em ciladas", afirma. O conteúdo do material possui orientações tanto para crianças quanto para adultos sobre o risco de abuso sexual de meninos e meninas, e, também, como identificar e não cometer um crime virtual. O comitê atua há 14 anos e já promoveu a inclusão digital de aproximadamente 21 mil pessoas no estado. A cartilha também está sendo lançada em outros estados do País e está disponível aqui: Guia Uso responsável da InternetFonte: O Tempo (MG)
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MACEIÓ - Um bebê de três meses teve os olhos, os lábios e a genitália colados em Maceió, Alagoas. A criança deu entrada no pronto-socorro do Tabuleiro na madrugada desta desta segunda-feira. Segundo informações médicas, a criança apresentava resíduos de cola instantânea nas pálpebras, nos lábios, na genitália e em parte da coxa. O bebê foi atendido, liberado em seguida e passa bem.
Em depoimento à polícia, o pai do bebê, Adelmo Expedito da Silva, disse que sua filha foi seqüestrada pela adolescente M.V. de 14 anos. Ele afirmou que depois de ter colado partes do corpo do bebê, a jovem abandonou a criança na porta de uma casa, próximo de sua residência.
Policiais do 5º Batalhão encontraram a menina L.K.S.S. no Conjunto Denisson Menezes, no Tabuleiro do Martins.
A adolescente M.V., segundo a Polícia, teria sequestrado e colado a criança como vingança, já que teve um caso com o pai da criança. Quando souberam da violência, moradores vizinhos à casa da jovem chegaram a espancá-la. Ela se recusou a receber atendimento médico e foi levada para Delegacia da Criança (Jacintinho).


O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:02  comentar

MACEIÓ - Um bebê de três meses teve os olhos, os lábios e a genitália colados em Maceió, Alagoas. A criança deu entrada no pronto-socorro do Tabuleiro na madrugada desta desta segunda-feira. Segundo informações médicas, a criança apresentava resíduos de cola instantânea nas pálpebras, nos lábios, na genitália e em parte da coxa. O bebê foi atendido, liberado em seguida e passa bem.
Em depoimento à polícia, o pai do bebê, Adelmo Expedito da Silva, disse que sua filha foi seqüestrada pela adolescente M.V. de 14 anos. Ele afirmou que depois de ter colado partes do corpo do bebê, a jovem abandonou a criança na porta de uma casa, próximo de sua residência.
Policiais do 5º Batalhão encontraram a menina L.K.S.S. no Conjunto Denisson Menezes, no Tabuleiro do Martins.
A adolescente M.V., segundo a Polícia, teria sequestrado e colado a criança como vingança, já que teve um caso com o pai da criança. Quando souberam da violência, moradores vizinhos à casa da jovem chegaram a espancá-la. Ela se recusou a receber atendimento médico e foi levada para Delegacia da Criança (Jacintinho).


O Globo On Line
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MACEIÓ - Um bebê de três meses teve os olhos, os lábios e a genitália colados em Maceió, Alagoas. A criança deu entrada no pronto-socorro do Tabuleiro na madrugada desta desta segunda-feira. Segundo informações médicas, a criança apresentava resíduos de cola instantânea nas pálpebras, nos lábios, na genitália e em parte da coxa. O bebê foi atendido, liberado em seguida e passa bem.
Em depoimento à polícia, o pai do bebê, Adelmo Expedito da Silva, disse que sua filha foi seqüestrada pela adolescente M.V. de 14 anos. Ele afirmou que depois de ter colado partes do corpo do bebê, a jovem abandonou a criança na porta de uma casa, próximo de sua residência.
Policiais do 5º Batalhão encontraram a menina L.K.S.S. no Conjunto Denisson Menezes, no Tabuleiro do Martins.
A adolescente M.V., segundo a Polícia, teria sequestrado e colado a criança como vingança, já que teve um caso com o pai da criança. Quando souberam da violência, moradores vizinhos à casa da jovem chegaram a espancá-la. Ela se recusou a receber atendimento médico e foi levada para Delegacia da Criança (Jacintinho).


O Globo On Line
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MACEIÓ - Um bebê de três meses teve os olhos, os lábios e a genitália colados em Maceió, Alagoas. A criança deu entrada no pronto-socorro do Tabuleiro na madrugada desta desta segunda-feira. Segundo informações médicas, a criança apresentava resíduos de cola instantânea nas pálpebras, nos lábios, na genitália e em parte da coxa. O bebê foi atendido, liberado em seguida e passa bem.
Em depoimento à polícia, o pai do bebê, Adelmo Expedito da Silva, disse que sua filha foi seqüestrada pela adolescente M.V. de 14 anos. Ele afirmou que depois de ter colado partes do corpo do bebê, a jovem abandonou a criança na porta de uma casa, próximo de sua residência.
Policiais do 5º Batalhão encontraram a menina L.K.S.S. no Conjunto Denisson Menezes, no Tabuleiro do Martins.
A adolescente M.V., segundo a Polícia, teria sequestrado e colado a criança como vingança, já que teve um caso com o pai da criança. Quando souberam da violência, moradores vizinhos à casa da jovem chegaram a espancá-la. Ela se recusou a receber atendimento médico e foi levada para Delegacia da Criança (Jacintinho).


O Globo On Line
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MACEIÓ - Um bebê de três meses teve os olhos, os lábios e a genitália colados em Maceió, Alagoas. A criança deu entrada no pronto-socorro do Tabuleiro na madrugada desta desta segunda-feira. Segundo informações médicas, a criança apresentava resíduos de cola instantânea nas pálpebras, nos lábios, na genitália e em parte da coxa. O bebê foi atendido, liberado em seguida e passa bem.
Em depoimento à polícia, o pai do bebê, Adelmo Expedito da Silva, disse que sua filha foi seqüestrada pela adolescente M.V. de 14 anos. Ele afirmou que depois de ter colado partes do corpo do bebê, a jovem abandonou a criança na porta de uma casa, próximo de sua residência.
Policiais do 5º Batalhão encontraram a menina L.K.S.S. no Conjunto Denisson Menezes, no Tabuleiro do Martins.
A adolescente M.V., segundo a Polícia, teria sequestrado e colado a criança como vingança, já que teve um caso com o pai da criança. Quando souberam da violência, moradores vizinhos à casa da jovem chegaram a espancá-la. Ela se recusou a receber atendimento médico e foi levada para Delegacia da Criança (Jacintinho).


O Globo On Line
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Cresce interesse por criança maior
Adotantes mudam comportamento e aumento da procura por crianças acima de 4 anos leva a Vara de Adoção de Curitiba a criar um curso preparatório para esse público


De repente, adotar uma criança com mais idade deixou de ser problema. Pretendentes à adoção já não querem apenas bebês e passaram a se interessar também por meninos e meninas maiores de 4 anos. O comportamento de fingir perante a sociedade que a criança adotada é filho biológico tem sido posto de lado. E o interesse pela adoção tardia (como é chamada a opção por crianças acima de 4 anos) cresceu tanto que a Vara de Adoção de Curitiba teve de criar um curso preparatório exclusivo para esse público.
De acordo com a assistente social da Vara de Adoção de Curitiba, Salma Corrêa, o quadro começou a mudar e a tomar esses contornos há cinco anos. Não há números específicos sobre a adoção tardia. Sabe-se, contudo, que a demanda cresceu tanto que a Vara de Adoção promove dois cursos por ano, com 20 casais cada, em média, para preparar os pretendentes que vão receber uma criança já com história e perfil comportamental definidos.
Cada criança devolvida à Vara de Adoção de Curitiba era como se uma batalha tivesse sido perdida. Casais levavam uma criança para casa e durante o tempo de guarda provisória os problemas surgiam. Não raro, a convivência acabava por destruir a expectativas de todos e, mais uma vez, a criança voltava para o abrigo com a sensação de abandono. Em 2007, os técnicos da Vara de Adoção se deram conta que precisavam fazer alguma coisa para mudar a situação.
Não são raras as histórias de pretendentes que se se inscreveram no CNA para adotar bebês e crianças pequenas e, após frequentarem cursos, palestras e conhecer a realidade das crianças que moram em abrigos, perdem o medo do desconhecido e gradativamente vão aumentando a idade do filho a ser adotado. O bancário Gino Rafael Oaida, 47 anos, e a esposa dele, a analista de sistemas Eliete Oaida, 38 anos, são exemplo disso.
Há três anos, com uma filha biológica então com 7 anos, Eliete e Gino resolveram que aumentariam a família adotando uma irmã para Daphne. Decidiram que o ideal era uma criança que tivesse uma idade semelhante à dela, para que pudessem ser companheiras. Resolveram se candidatar à adoção de uma criança entre 4 e 6 anos. Fizeram o curso específico para adoção tardia na Vara de Adoção de Curitiba, ficaram mais confiantes e ampliaram a idade até 8 anos. Eis que apareceu Sidinéia, então com 9 anos. Não hesitaram. “Na primeira visita eu já olhei para ela e pensei ‘é minha’”, conta Eliete.
Hoje, Sidinéia Alves Machado está prestes a passar a ser chamada de Débora Oaida – o processo de adoção está concluído e a família Oaida aguarda apenas a assinatura da juíza. Os Oaida a conhecem há pouco tempo – não mais que seis meses –, mas a família já não sabe viver sem ela. “Ela é uma menina que já passou por um mal tempo antes de ir para o abrigo. Eu admiro ela”, diz a mãe adotiva.
A família Oaida faz parte do novo perfil de adotantes. “Hoje, adotar está se tornando algo natural, uma outra maneira de ter filho. Não é mais uma temeridade se todos ficam sabendo que o filho é adotado”, explica Salma. De acordo com os técnicos da Vara de Adoção de Curitiba, os pretendentes que se interessam por adotar crianças maiores, normalmente, são os solteiros, casais mais velhos, os que já têm filho biológico ou tiveram experiências próximas positivas relacionadas à adoção.

Fonte: Gazeta do Povo
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Cresce interesse por criança maior
Adotantes mudam comportamento e aumento da procura por crianças acima de 4 anos leva a Vara de Adoção de Curitiba a criar um curso preparatório para esse público


De repente, adotar uma criança com mais idade deixou de ser problema. Pretendentes à adoção já não querem apenas bebês e passaram a se interessar também por meninos e meninas maiores de 4 anos. O comportamento de fingir perante a sociedade que a criança adotada é filho biológico tem sido posto de lado. E o interesse pela adoção tardia (como é chamada a opção por crianças acima de 4 anos) cresceu tanto que a Vara de Adoção de Curitiba teve de criar um curso preparatório exclusivo para esse público.
De acordo com a assistente social da Vara de Adoção de Curitiba, Salma Corrêa, o quadro começou a mudar e a tomar esses contornos há cinco anos. Não há números específicos sobre a adoção tardia. Sabe-se, contudo, que a demanda cresceu tanto que a Vara de Adoção promove dois cursos por ano, com 20 casais cada, em média, para preparar os pretendentes que vão receber uma criança já com história e perfil comportamental definidos.
Cada criança devolvida à Vara de Adoção de Curitiba era como se uma batalha tivesse sido perdida. Casais levavam uma criança para casa e durante o tempo de guarda provisória os problemas surgiam. Não raro, a convivência acabava por destruir a expectativas de todos e, mais uma vez, a criança voltava para o abrigo com a sensação de abandono. Em 2007, os técnicos da Vara de Adoção se deram conta que precisavam fazer alguma coisa para mudar a situação.
Não são raras as histórias de pretendentes que se se inscreveram no CNA para adotar bebês e crianças pequenas e, após frequentarem cursos, palestras e conhecer a realidade das crianças que moram em abrigos, perdem o medo do desconhecido e gradativamente vão aumentando a idade do filho a ser adotado. O bancário Gino Rafael Oaida, 47 anos, e a esposa dele, a analista de sistemas Eliete Oaida, 38 anos, são exemplo disso.
Há três anos, com uma filha biológica então com 7 anos, Eliete e Gino resolveram que aumentariam a família adotando uma irmã para Daphne. Decidiram que o ideal era uma criança que tivesse uma idade semelhante à dela, para que pudessem ser companheiras. Resolveram se candidatar à adoção de uma criança entre 4 e 6 anos. Fizeram o curso específico para adoção tardia na Vara de Adoção de Curitiba, ficaram mais confiantes e ampliaram a idade até 8 anos. Eis que apareceu Sidinéia, então com 9 anos. Não hesitaram. “Na primeira visita eu já olhei para ela e pensei ‘é minha’”, conta Eliete.
Hoje, Sidinéia Alves Machado está prestes a passar a ser chamada de Débora Oaida – o processo de adoção está concluído e a família Oaida aguarda apenas a assinatura da juíza. Os Oaida a conhecem há pouco tempo – não mais que seis meses –, mas a família já não sabe viver sem ela. “Ela é uma menina que já passou por um mal tempo antes de ir para o abrigo. Eu admiro ela”, diz a mãe adotiva.
A família Oaida faz parte do novo perfil de adotantes. “Hoje, adotar está se tornando algo natural, uma outra maneira de ter filho. Não é mais uma temeridade se todos ficam sabendo que o filho é adotado”, explica Salma. De acordo com os técnicos da Vara de Adoção de Curitiba, os pretendentes que se interessam por adotar crianças maiores, normalmente, são os solteiros, casais mais velhos, os que já têm filho biológico ou tiveram experiências próximas positivas relacionadas à adoção.

Fonte: Gazeta do Povo
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Cresce interesse por criança maior
Adotantes mudam comportamento e aumento da procura por crianças acima de 4 anos leva a Vara de Adoção de Curitiba a criar um curso preparatório para esse público


De repente, adotar uma criança com mais idade deixou de ser problema. Pretendentes à adoção já não querem apenas bebês e passaram a se interessar também por meninos e meninas maiores de 4 anos. O comportamento de fingir perante a sociedade que a criança adotada é filho biológico tem sido posto de lado. E o interesse pela adoção tardia (como é chamada a opção por crianças acima de 4 anos) cresceu tanto que a Vara de Adoção de Curitiba teve de criar um curso preparatório exclusivo para esse público.
De acordo com a assistente social da Vara de Adoção de Curitiba, Salma Corrêa, o quadro começou a mudar e a tomar esses contornos há cinco anos. Não há números específicos sobre a adoção tardia. Sabe-se, contudo, que a demanda cresceu tanto que a Vara de Adoção promove dois cursos por ano, com 20 casais cada, em média, para preparar os pretendentes que vão receber uma criança já com história e perfil comportamental definidos.
Cada criança devolvida à Vara de Adoção de Curitiba era como se uma batalha tivesse sido perdida. Casais levavam uma criança para casa e durante o tempo de guarda provisória os problemas surgiam. Não raro, a convivência acabava por destruir a expectativas de todos e, mais uma vez, a criança voltava para o abrigo com a sensação de abandono. Em 2007, os técnicos da Vara de Adoção se deram conta que precisavam fazer alguma coisa para mudar a situação.
Não são raras as histórias de pretendentes que se se inscreveram no CNA para adotar bebês e crianças pequenas e, após frequentarem cursos, palestras e conhecer a realidade das crianças que moram em abrigos, perdem o medo do desconhecido e gradativamente vão aumentando a idade do filho a ser adotado. O bancário Gino Rafael Oaida, 47 anos, e a esposa dele, a analista de sistemas Eliete Oaida, 38 anos, são exemplo disso.
Há três anos, com uma filha biológica então com 7 anos, Eliete e Gino resolveram que aumentariam a família adotando uma irmã para Daphne. Decidiram que o ideal era uma criança que tivesse uma idade semelhante à dela, para que pudessem ser companheiras. Resolveram se candidatar à adoção de uma criança entre 4 e 6 anos. Fizeram o curso específico para adoção tardia na Vara de Adoção de Curitiba, ficaram mais confiantes e ampliaram a idade até 8 anos. Eis que apareceu Sidinéia, então com 9 anos. Não hesitaram. “Na primeira visita eu já olhei para ela e pensei ‘é minha’”, conta Eliete.
Hoje, Sidinéia Alves Machado está prestes a passar a ser chamada de Débora Oaida – o processo de adoção está concluído e a família Oaida aguarda apenas a assinatura da juíza. Os Oaida a conhecem há pouco tempo – não mais que seis meses –, mas a família já não sabe viver sem ela. “Ela é uma menina que já passou por um mal tempo antes de ir para o abrigo. Eu admiro ela”, diz a mãe adotiva.
A família Oaida faz parte do novo perfil de adotantes. “Hoje, adotar está se tornando algo natural, uma outra maneira de ter filho. Não é mais uma temeridade se todos ficam sabendo que o filho é adotado”, explica Salma. De acordo com os técnicos da Vara de Adoção de Curitiba, os pretendentes que se interessam por adotar crianças maiores, normalmente, são os solteiros, casais mais velhos, os que já têm filho biológico ou tiveram experiências próximas positivas relacionadas à adoção.

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Adotantes mudam comportamento e aumento da procura por crianças acima de 4 anos leva a Vara de Adoção de Curitiba a criar um curso preparatório para esse público


De repente, adotar uma criança com mais idade deixou de ser problema. Pretendentes à adoção já não querem apenas bebês e passaram a se interessar também por meninos e meninas maiores de 4 anos. O comportamento de fingir perante a sociedade que a criança adotada é filho biológico tem sido posto de lado. E o interesse pela adoção tardia (como é chamada a opção por crianças acima de 4 anos) cresceu tanto que a Vara de Adoção de Curitiba teve de criar um curso preparatório exclusivo para esse público.
De acordo com a assistente social da Vara de Adoção de Curitiba, Salma Corrêa, o quadro começou a mudar e a tomar esses contornos há cinco anos. Não há números específicos sobre a adoção tardia. Sabe-se, contudo, que a demanda cresceu tanto que a Vara de Adoção promove dois cursos por ano, com 20 casais cada, em média, para preparar os pretendentes que vão receber uma criança já com história e perfil comportamental definidos.
Cada criança devolvida à Vara de Adoção de Curitiba era como se uma batalha tivesse sido perdida. Casais levavam uma criança para casa e durante o tempo de guarda provisória os problemas surgiam. Não raro, a convivência acabava por destruir a expectativas de todos e, mais uma vez, a criança voltava para o abrigo com a sensação de abandono. Em 2007, os técnicos da Vara de Adoção se deram conta que precisavam fazer alguma coisa para mudar a situação.
Não são raras as histórias de pretendentes que se se inscreveram no CNA para adotar bebês e crianças pequenas e, após frequentarem cursos, palestras e conhecer a realidade das crianças que moram em abrigos, perdem o medo do desconhecido e gradativamente vão aumentando a idade do filho a ser adotado. O bancário Gino Rafael Oaida, 47 anos, e a esposa dele, a analista de sistemas Eliete Oaida, 38 anos, são exemplo disso.
Há três anos, com uma filha biológica então com 7 anos, Eliete e Gino resolveram que aumentariam a família adotando uma irmã para Daphne. Decidiram que o ideal era uma criança que tivesse uma idade semelhante à dela, para que pudessem ser companheiras. Resolveram se candidatar à adoção de uma criança entre 4 e 6 anos. Fizeram o curso específico para adoção tardia na Vara de Adoção de Curitiba, ficaram mais confiantes e ampliaram a idade até 8 anos. Eis que apareceu Sidinéia, então com 9 anos. Não hesitaram. “Na primeira visita eu já olhei para ela e pensei ‘é minha’”, conta Eliete.
Hoje, Sidinéia Alves Machado está prestes a passar a ser chamada de Débora Oaida – o processo de adoção está concluído e a família Oaida aguarda apenas a assinatura da juíza. Os Oaida a conhecem há pouco tempo – não mais que seis meses –, mas a família já não sabe viver sem ela. “Ela é uma menina que já passou por um mal tempo antes de ir para o abrigo. Eu admiro ela”, diz a mãe adotiva.
A família Oaida faz parte do novo perfil de adotantes. “Hoje, adotar está se tornando algo natural, uma outra maneira de ter filho. Não é mais uma temeridade se todos ficam sabendo que o filho é adotado”, explica Salma. De acordo com os técnicos da Vara de Adoção de Curitiba, os pretendentes que se interessam por adotar crianças maiores, normalmente, são os solteiros, casais mais velhos, os que já têm filho biológico ou tiveram experiências próximas positivas relacionadas à adoção.

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Adotantes mudam comportamento e aumento da procura por crianças acima de 4 anos leva a Vara de Adoção de Curitiba a criar um curso preparatório para esse público


De repente, adotar uma criança com mais idade deixou de ser problema. Pretendentes à adoção já não querem apenas bebês e passaram a se interessar também por meninos e meninas maiores de 4 anos. O comportamento de fingir perante a sociedade que a criança adotada é filho biológico tem sido posto de lado. E o interesse pela adoção tardia (como é chamada a opção por crianças acima de 4 anos) cresceu tanto que a Vara de Adoção de Curitiba teve de criar um curso preparatório exclusivo para esse público.
De acordo com a assistente social da Vara de Adoção de Curitiba, Salma Corrêa, o quadro começou a mudar e a tomar esses contornos há cinco anos. Não há números específicos sobre a adoção tardia. Sabe-se, contudo, que a demanda cresceu tanto que a Vara de Adoção promove dois cursos por ano, com 20 casais cada, em média, para preparar os pretendentes que vão receber uma criança já com história e perfil comportamental definidos.
Cada criança devolvida à Vara de Adoção de Curitiba era como se uma batalha tivesse sido perdida. Casais levavam uma criança para casa e durante o tempo de guarda provisória os problemas surgiam. Não raro, a convivência acabava por destruir a expectativas de todos e, mais uma vez, a criança voltava para o abrigo com a sensação de abandono. Em 2007, os técnicos da Vara de Adoção se deram conta que precisavam fazer alguma coisa para mudar a situação.
Não são raras as histórias de pretendentes que se se inscreveram no CNA para adotar bebês e crianças pequenas e, após frequentarem cursos, palestras e conhecer a realidade das crianças que moram em abrigos, perdem o medo do desconhecido e gradativamente vão aumentando a idade do filho a ser adotado. O bancário Gino Rafael Oaida, 47 anos, e a esposa dele, a analista de sistemas Eliete Oaida, 38 anos, são exemplo disso.
Há três anos, com uma filha biológica então com 7 anos, Eliete e Gino resolveram que aumentariam a família adotando uma irmã para Daphne. Decidiram que o ideal era uma criança que tivesse uma idade semelhante à dela, para que pudessem ser companheiras. Resolveram se candidatar à adoção de uma criança entre 4 e 6 anos. Fizeram o curso específico para adoção tardia na Vara de Adoção de Curitiba, ficaram mais confiantes e ampliaram a idade até 8 anos. Eis que apareceu Sidinéia, então com 9 anos. Não hesitaram. “Na primeira visita eu já olhei para ela e pensei ‘é minha’”, conta Eliete.
Hoje, Sidinéia Alves Machado está prestes a passar a ser chamada de Débora Oaida – o processo de adoção está concluído e a família Oaida aguarda apenas a assinatura da juíza. Os Oaida a conhecem há pouco tempo – não mais que seis meses –, mas a família já não sabe viver sem ela. “Ela é uma menina que já passou por um mal tempo antes de ir para o abrigo. Eu admiro ela”, diz a mãe adotiva.
A família Oaida faz parte do novo perfil de adotantes. “Hoje, adotar está se tornando algo natural, uma outra maneira de ter filho. Não é mais uma temeridade se todos ficam sabendo que o filho é adotado”, explica Salma. De acordo com os técnicos da Vara de Adoção de Curitiba, os pretendentes que se interessam por adotar crianças maiores, normalmente, são os solteiros, casais mais velhos, os que já têm filho biológico ou tiveram experiências próximas positivas relacionadas à adoção.

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Na primeira noite da ação em Rondonópolis 15 são levados para casa
Circuito MT com informações 24Horas News e Primeira Hora
11/05/2009 08:51

Na primeira noite de validade do chamado "Toque de Recolher", realizada em Rondonópolis na noite de sexta (08.05), a Polícia Militar acompanhou até em casa 15 menores. A determinação para tal ação foi da juíza da 6ª Vara Cível, Joseane Quinto.
Assim como em outras cidades brasileiras, em Rondonópolis menores de 18 anos, que se encontram desacompanhados dos pais, devem encontrar-se em casa até às 23h. A medida, realizada na sexta, teve como respaldo do comandante do 5º Batalhão da Polícia Militar, tenente-coronel Pery Taborelli, que promteu "limpar a cidade" da violência em pouco tempo.
A determinação da 6ª Vara Cível é que crianças até 12 anos não devem ficar na rua a partir das 19h, exceto nos casos em que estes estejam acompanhados dos pais e/ou responsáveis. Entre 12 e 16 anos incompletos não é permitido ficar na rua após às 21h, a não ser também, que estejam acompanhados dos pais e/ou responsáveis. No caso de adolescentes entre 16 e 18 anos estes são obrigados à estar em casa até às 22h, com exeção daqueles que estudam no período nortuno que podem chegar em casa até às 23h. Aquele que descumprir a determinação será encaminhado até sua residência pela Polícia ou terá seus pais convocados para buscá-lo.
A intenção da Polícia Militar, com esta ação, é conseguir, com o apoio da Justiça, fazer com que o índice de criminalidade em Rondonópolis reduza, assim como a participação de menores em ações ilegais.
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Na primeira noite da ação em Rondonópolis 15 são levados para casa
Circuito MT com informações 24Horas News e Primeira Hora
11/05/2009 08:51

Na primeira noite de validade do chamado "Toque de Recolher", realizada em Rondonópolis na noite de sexta (08.05), a Polícia Militar acompanhou até em casa 15 menores. A determinação para tal ação foi da juíza da 6ª Vara Cível, Joseane Quinto.
Assim como em outras cidades brasileiras, em Rondonópolis menores de 18 anos, que se encontram desacompanhados dos pais, devem encontrar-se em casa até às 23h. A medida, realizada na sexta, teve como respaldo do comandante do 5º Batalhão da Polícia Militar, tenente-coronel Pery Taborelli, que promteu "limpar a cidade" da violência em pouco tempo.
A determinação da 6ª Vara Cível é que crianças até 12 anos não devem ficar na rua a partir das 19h, exceto nos casos em que estes estejam acompanhados dos pais e/ou responsáveis. Entre 12 e 16 anos incompletos não é permitido ficar na rua após às 21h, a não ser também, que estejam acompanhados dos pais e/ou responsáveis. No caso de adolescentes entre 16 e 18 anos estes são obrigados à estar em casa até às 22h, com exeção daqueles que estudam no período nortuno que podem chegar em casa até às 23h. Aquele que descumprir a determinação será encaminhado até sua residência pela Polícia ou terá seus pais convocados para buscá-lo.
A intenção da Polícia Militar, com esta ação, é conseguir, com o apoio da Justiça, fazer com que o índice de criminalidade em Rondonópolis reduza, assim como a participação de menores em ações ilegais.
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Na primeira noite da ação em Rondonópolis 15 são levados para casa
Circuito MT com informações 24Horas News e Primeira Hora
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Na primeira noite de validade do chamado "Toque de Recolher", realizada em Rondonópolis na noite de sexta (08.05), a Polícia Militar acompanhou até em casa 15 menores. A determinação para tal ação foi da juíza da 6ª Vara Cível, Joseane Quinto.
Assim como em outras cidades brasileiras, em Rondonópolis menores de 18 anos, que se encontram desacompanhados dos pais, devem encontrar-se em casa até às 23h. A medida, realizada na sexta, teve como respaldo do comandante do 5º Batalhão da Polícia Militar, tenente-coronel Pery Taborelli, que promteu "limpar a cidade" da violência em pouco tempo.
A determinação da 6ª Vara Cível é que crianças até 12 anos não devem ficar na rua a partir das 19h, exceto nos casos em que estes estejam acompanhados dos pais e/ou responsáveis. Entre 12 e 16 anos incompletos não é permitido ficar na rua após às 21h, a não ser também, que estejam acompanhados dos pais e/ou responsáveis. No caso de adolescentes entre 16 e 18 anos estes são obrigados à estar em casa até às 22h, com exeção daqueles que estudam no período nortuno que podem chegar em casa até às 23h. Aquele que descumprir a determinação será encaminhado até sua residência pela Polícia ou terá seus pais convocados para buscá-lo.
A intenção da Polícia Militar, com esta ação, é conseguir, com o apoio da Justiça, fazer com que o índice de criminalidade em Rondonópolis reduza, assim como a participação de menores em ações ilegais.
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Na primeira noite de validade do chamado "Toque de Recolher", realizada em Rondonópolis na noite de sexta (08.05), a Polícia Militar acompanhou até em casa 15 menores. A determinação para tal ação foi da juíza da 6ª Vara Cível, Joseane Quinto.
Assim como em outras cidades brasileiras, em Rondonópolis menores de 18 anos, que se encontram desacompanhados dos pais, devem encontrar-se em casa até às 23h. A medida, realizada na sexta, teve como respaldo do comandante do 5º Batalhão da Polícia Militar, tenente-coronel Pery Taborelli, que promteu "limpar a cidade" da violência em pouco tempo.
A determinação da 6ª Vara Cível é que crianças até 12 anos não devem ficar na rua a partir das 19h, exceto nos casos em que estes estejam acompanhados dos pais e/ou responsáveis. Entre 12 e 16 anos incompletos não é permitido ficar na rua após às 21h, a não ser também, que estejam acompanhados dos pais e/ou responsáveis. No caso de adolescentes entre 16 e 18 anos estes são obrigados à estar em casa até às 22h, com exeção daqueles que estudam no período nortuno que podem chegar em casa até às 23h. Aquele que descumprir a determinação será encaminhado até sua residência pela Polícia ou terá seus pais convocados para buscá-lo.
A intenção da Polícia Militar, com esta ação, é conseguir, com o apoio da Justiça, fazer com que o índice de criminalidade em Rondonópolis reduza, assim como a participação de menores em ações ilegais.
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Circuito MT com informações 24Horas News e Primeira Hora
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Na primeira noite de validade do chamado "Toque de Recolher", realizada em Rondonópolis na noite de sexta (08.05), a Polícia Militar acompanhou até em casa 15 menores. A determinação para tal ação foi da juíza da 6ª Vara Cível, Joseane Quinto.
Assim como em outras cidades brasileiras, em Rondonópolis menores de 18 anos, que se encontram desacompanhados dos pais, devem encontrar-se em casa até às 23h. A medida, realizada na sexta, teve como respaldo do comandante do 5º Batalhão da Polícia Militar, tenente-coronel Pery Taborelli, que promteu "limpar a cidade" da violência em pouco tempo.
A determinação da 6ª Vara Cível é que crianças até 12 anos não devem ficar na rua a partir das 19h, exceto nos casos em que estes estejam acompanhados dos pais e/ou responsáveis. Entre 12 e 16 anos incompletos não é permitido ficar na rua após às 21h, a não ser também, que estejam acompanhados dos pais e/ou responsáveis. No caso de adolescentes entre 16 e 18 anos estes são obrigados à estar em casa até às 22h, com exeção daqueles que estudam no período nortuno que podem chegar em casa até às 23h. Aquele que descumprir a determinação será encaminhado até sua residência pela Polícia ou terá seus pais convocados para buscá-lo.
A intenção da Polícia Militar, com esta ação, é conseguir, com o apoio da Justiça, fazer com que o índice de criminalidade em Rondonópolis reduza, assim como a participação de menores em ações ilegais.
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Creche ou colégio? Para escolher, os pais devem priorizar o desenvolvimento das crianças

Aquela ideia de que o colégio é um ambiente de ensino focado no estudo, com pouca diversão e sem personalidade está cada vez mais ultrapassada.
A cada ano, instituições aperfeiçoam estruturas e criam novos modelos pedagógicos para deixar a sala de aula mais afetuosa, os pais mais tranquilos e as crianças cada vez mais à vontade. Com as novas concepções, até os bebês podem estudar em grandes redes de ensino – e se divertir. Mas, o que os pais devem levar em consideração? É melhor matricular os pequenos em uma creche ou em um colégio?
A administradora de empresas Simone Buksztejn Menda, por exemplo, sempre sonhou em ver o filho, Renato, de um ano e sete meses, estudando no mesmo lugar onde passou parte da infância e da adolescência. Mas, quando o bebê completou cinco meses, ele foi direto para a creche.
– Me assustava o fato de ele ingressar tão cedo, e sabia que na creche as crianças são tratadas mais como bebês – conta.
Uma reforma na área da Educação Infantil do colégio onde estudava e uma visita ao local mudaram a percepção de Simone. Mesmo sabendo que perto da área de crianças pequenas estariam os estudantes dos ensinos Fundamental e Médio – um medo comum dos pais –, a mamãe pensou e transferiu o menino.
– Na creche, a turma teria uma troca de professora. Se ele ficasse lá, passaria por uma adaptação. Então, percebi que era o momento de mudar – afirma.
A decisão, entretanto, não foi tão rápida assim. Ela foi a última mãe a fazer a matrícula do filho e chegou a receber um telefonema da diretora para saber se realmente queria matriculá-lo. Hoje, Simone se orgulha em ver o desenvolvimento do filho, que ficou mais independente e comunicativo.
Escolher a melhor instituição para as crianças é uma tarefa desafiadora que exige paciência. Em geral, o projeto pedagógico e as instalações são pré-requisitos na hora da decisão. Quem opta por um colégio, vai encontrar propostas maiores, com avaliações mais regulares e muitas vezes focadas na continuidade da criança na instituição.
– É preciso ter olhar atento à faixa etária e saber quais competências serão desenvolvidas. O colégio precisa marcar uma identidade, ter jogos pedagógicos, contato permanente com ambiente letrado. Além disso, para oferecer uma boa Educação Infantil, a instituição não deve apenas colocar uma sala a mais no colégio. É preciso um ambiente propício para o desenvolvimento – explica Mônica Timm de Carvalho, especialista em gestão empresarial e diretora do Colégio Israelita.
Nas escolas pequenas (creches), os projetos pedagógicos precisam ser mais ousados, mais específicos, as relações são mais individualizadas, as crianças podem permanecer em turno integral e os pais conseguem com facilidade o contato com professores, diretores e profissionais de apoio. Mas, quando chega a hora de ingressar no Ensino Fundamental, é preciso se despedir.
– As creches são as sementes. Os colégios grandes, as árvores. Instituições pequenas se organizam nas relações afetivas dos primeiros anos de vida, e os ambientes microculturais têm a ver com este período – diz Valesca Leal, uma das diretoras da Escola de Educação Infantil Caracol.
Seja qual for a escolha dos pais, é preciso que a família se identifique com a instituição. Além disso, o importante é saber que, seja qual for a decisão, o ingresso em uma instituição é, antes de tudo, o início de uma vida social e de uma educação que será construída aos poucos. Mas para sempre.


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Creche ou colégio? Para escolher, os pais devem priorizar o desenvolvimento das crianças

Aquela ideia de que o colégio é um ambiente de ensino focado no estudo, com pouca diversão e sem personalidade está cada vez mais ultrapassada.
A cada ano, instituições aperfeiçoam estruturas e criam novos modelos pedagógicos para deixar a sala de aula mais afetuosa, os pais mais tranquilos e as crianças cada vez mais à vontade. Com as novas concepções, até os bebês podem estudar em grandes redes de ensino – e se divertir. Mas, o que os pais devem levar em consideração? É melhor matricular os pequenos em uma creche ou em um colégio?
A administradora de empresas Simone Buksztejn Menda, por exemplo, sempre sonhou em ver o filho, Renato, de um ano e sete meses, estudando no mesmo lugar onde passou parte da infância e da adolescência. Mas, quando o bebê completou cinco meses, ele foi direto para a creche.
– Me assustava o fato de ele ingressar tão cedo, e sabia que na creche as crianças são tratadas mais como bebês – conta.
Uma reforma na área da Educação Infantil do colégio onde estudava e uma visita ao local mudaram a percepção de Simone. Mesmo sabendo que perto da área de crianças pequenas estariam os estudantes dos ensinos Fundamental e Médio – um medo comum dos pais –, a mamãe pensou e transferiu o menino.
– Na creche, a turma teria uma troca de professora. Se ele ficasse lá, passaria por uma adaptação. Então, percebi que era o momento de mudar – afirma.
A decisão, entretanto, não foi tão rápida assim. Ela foi a última mãe a fazer a matrícula do filho e chegou a receber um telefonema da diretora para saber se realmente queria matriculá-lo. Hoje, Simone se orgulha em ver o desenvolvimento do filho, que ficou mais independente e comunicativo.
Escolher a melhor instituição para as crianças é uma tarefa desafiadora que exige paciência. Em geral, o projeto pedagógico e as instalações são pré-requisitos na hora da decisão. Quem opta por um colégio, vai encontrar propostas maiores, com avaliações mais regulares e muitas vezes focadas na continuidade da criança na instituição.
– É preciso ter olhar atento à faixa etária e saber quais competências serão desenvolvidas. O colégio precisa marcar uma identidade, ter jogos pedagógicos, contato permanente com ambiente letrado. Além disso, para oferecer uma boa Educação Infantil, a instituição não deve apenas colocar uma sala a mais no colégio. É preciso um ambiente propício para o desenvolvimento – explica Mônica Timm de Carvalho, especialista em gestão empresarial e diretora do Colégio Israelita.
Nas escolas pequenas (creches), os projetos pedagógicos precisam ser mais ousados, mais específicos, as relações são mais individualizadas, as crianças podem permanecer em turno integral e os pais conseguem com facilidade o contato com professores, diretores e profissionais de apoio. Mas, quando chega a hora de ingressar no Ensino Fundamental, é preciso se despedir.
– As creches são as sementes. Os colégios grandes, as árvores. Instituições pequenas se organizam nas relações afetivas dos primeiros anos de vida, e os ambientes microculturais têm a ver com este período – diz Valesca Leal, uma das diretoras da Escola de Educação Infantil Caracol.
Seja qual for a escolha dos pais, é preciso que a família se identifique com a instituição. Além disso, o importante é saber que, seja qual for a decisão, o ingresso em uma instituição é, antes de tudo, o início de uma vida social e de uma educação que será construída aos poucos. Mas para sempre.


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Creche ou colégio? Para escolher, os pais devem priorizar o desenvolvimento das crianças

Aquela ideia de que o colégio é um ambiente de ensino focado no estudo, com pouca diversão e sem personalidade está cada vez mais ultrapassada.
A cada ano, instituições aperfeiçoam estruturas e criam novos modelos pedagógicos para deixar a sala de aula mais afetuosa, os pais mais tranquilos e as crianças cada vez mais à vontade. Com as novas concepções, até os bebês podem estudar em grandes redes de ensino – e se divertir. Mas, o que os pais devem levar em consideração? É melhor matricular os pequenos em uma creche ou em um colégio?
A administradora de empresas Simone Buksztejn Menda, por exemplo, sempre sonhou em ver o filho, Renato, de um ano e sete meses, estudando no mesmo lugar onde passou parte da infância e da adolescência. Mas, quando o bebê completou cinco meses, ele foi direto para a creche.
– Me assustava o fato de ele ingressar tão cedo, e sabia que na creche as crianças são tratadas mais como bebês – conta.
Uma reforma na área da Educação Infantil do colégio onde estudava e uma visita ao local mudaram a percepção de Simone. Mesmo sabendo que perto da área de crianças pequenas estariam os estudantes dos ensinos Fundamental e Médio – um medo comum dos pais –, a mamãe pensou e transferiu o menino.
– Na creche, a turma teria uma troca de professora. Se ele ficasse lá, passaria por uma adaptação. Então, percebi que era o momento de mudar – afirma.
A decisão, entretanto, não foi tão rápida assim. Ela foi a última mãe a fazer a matrícula do filho e chegou a receber um telefonema da diretora para saber se realmente queria matriculá-lo. Hoje, Simone se orgulha em ver o desenvolvimento do filho, que ficou mais independente e comunicativo.
Escolher a melhor instituição para as crianças é uma tarefa desafiadora que exige paciência. Em geral, o projeto pedagógico e as instalações são pré-requisitos na hora da decisão. Quem opta por um colégio, vai encontrar propostas maiores, com avaliações mais regulares e muitas vezes focadas na continuidade da criança na instituição.
– É preciso ter olhar atento à faixa etária e saber quais competências serão desenvolvidas. O colégio precisa marcar uma identidade, ter jogos pedagógicos, contato permanente com ambiente letrado. Além disso, para oferecer uma boa Educação Infantil, a instituição não deve apenas colocar uma sala a mais no colégio. É preciso um ambiente propício para o desenvolvimento – explica Mônica Timm de Carvalho, especialista em gestão empresarial e diretora do Colégio Israelita.
Nas escolas pequenas (creches), os projetos pedagógicos precisam ser mais ousados, mais específicos, as relações são mais individualizadas, as crianças podem permanecer em turno integral e os pais conseguem com facilidade o contato com professores, diretores e profissionais de apoio. Mas, quando chega a hora de ingressar no Ensino Fundamental, é preciso se despedir.
– As creches são as sementes. Os colégios grandes, as árvores. Instituições pequenas se organizam nas relações afetivas dos primeiros anos de vida, e os ambientes microculturais têm a ver com este período – diz Valesca Leal, uma das diretoras da Escola de Educação Infantil Caracol.
Seja qual for a escolha dos pais, é preciso que a família se identifique com a instituição. Além disso, o importante é saber que, seja qual for a decisão, o ingresso em uma instituição é, antes de tudo, o início de uma vida social e de uma educação que será construída aos poucos. Mas para sempre.


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Creche ou colégio? Para escolher, os pais devem priorizar o desenvolvimento das crianças

Aquela ideia de que o colégio é um ambiente de ensino focado no estudo, com pouca diversão e sem personalidade está cada vez mais ultrapassada.
A cada ano, instituições aperfeiçoam estruturas e criam novos modelos pedagógicos para deixar a sala de aula mais afetuosa, os pais mais tranquilos e as crianças cada vez mais à vontade. Com as novas concepções, até os bebês podem estudar em grandes redes de ensino – e se divertir. Mas, o que os pais devem levar em consideração? É melhor matricular os pequenos em uma creche ou em um colégio?
A administradora de empresas Simone Buksztejn Menda, por exemplo, sempre sonhou em ver o filho, Renato, de um ano e sete meses, estudando no mesmo lugar onde passou parte da infância e da adolescência. Mas, quando o bebê completou cinco meses, ele foi direto para a creche.
– Me assustava o fato de ele ingressar tão cedo, e sabia que na creche as crianças são tratadas mais como bebês – conta.
Uma reforma na área da Educação Infantil do colégio onde estudava e uma visita ao local mudaram a percepção de Simone. Mesmo sabendo que perto da área de crianças pequenas estariam os estudantes dos ensinos Fundamental e Médio – um medo comum dos pais –, a mamãe pensou e transferiu o menino.
– Na creche, a turma teria uma troca de professora. Se ele ficasse lá, passaria por uma adaptação. Então, percebi que era o momento de mudar – afirma.
A decisão, entretanto, não foi tão rápida assim. Ela foi a última mãe a fazer a matrícula do filho e chegou a receber um telefonema da diretora para saber se realmente queria matriculá-lo. Hoje, Simone se orgulha em ver o desenvolvimento do filho, que ficou mais independente e comunicativo.
Escolher a melhor instituição para as crianças é uma tarefa desafiadora que exige paciência. Em geral, o projeto pedagógico e as instalações são pré-requisitos na hora da decisão. Quem opta por um colégio, vai encontrar propostas maiores, com avaliações mais regulares e muitas vezes focadas na continuidade da criança na instituição.
– É preciso ter olhar atento à faixa etária e saber quais competências serão desenvolvidas. O colégio precisa marcar uma identidade, ter jogos pedagógicos, contato permanente com ambiente letrado. Além disso, para oferecer uma boa Educação Infantil, a instituição não deve apenas colocar uma sala a mais no colégio. É preciso um ambiente propício para o desenvolvimento – explica Mônica Timm de Carvalho, especialista em gestão empresarial e diretora do Colégio Israelita.
Nas escolas pequenas (creches), os projetos pedagógicos precisam ser mais ousados, mais específicos, as relações são mais individualizadas, as crianças podem permanecer em turno integral e os pais conseguem com facilidade o contato com professores, diretores e profissionais de apoio. Mas, quando chega a hora de ingressar no Ensino Fundamental, é preciso se despedir.
– As creches são as sementes. Os colégios grandes, as árvores. Instituições pequenas se organizam nas relações afetivas dos primeiros anos de vida, e os ambientes microculturais têm a ver com este período – diz Valesca Leal, uma das diretoras da Escola de Educação Infantil Caracol.
Seja qual for a escolha dos pais, é preciso que a família se identifique com a instituição. Além disso, o importante é saber que, seja qual for a decisão, o ingresso em uma instituição é, antes de tudo, o início de uma vida social e de uma educação que será construída aos poucos. Mas para sempre.


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Creche ou colégio? Para escolher, os pais devem priorizar o desenvolvimento das crianças

Aquela ideia de que o colégio é um ambiente de ensino focado no estudo, com pouca diversão e sem personalidade está cada vez mais ultrapassada.
A cada ano, instituições aperfeiçoam estruturas e criam novos modelos pedagógicos para deixar a sala de aula mais afetuosa, os pais mais tranquilos e as crianças cada vez mais à vontade. Com as novas concepções, até os bebês podem estudar em grandes redes de ensino – e se divertir. Mas, o que os pais devem levar em consideração? É melhor matricular os pequenos em uma creche ou em um colégio?
A administradora de empresas Simone Buksztejn Menda, por exemplo, sempre sonhou em ver o filho, Renato, de um ano e sete meses, estudando no mesmo lugar onde passou parte da infância e da adolescência. Mas, quando o bebê completou cinco meses, ele foi direto para a creche.
– Me assustava o fato de ele ingressar tão cedo, e sabia que na creche as crianças são tratadas mais como bebês – conta.
Uma reforma na área da Educação Infantil do colégio onde estudava e uma visita ao local mudaram a percepção de Simone. Mesmo sabendo que perto da área de crianças pequenas estariam os estudantes dos ensinos Fundamental e Médio – um medo comum dos pais –, a mamãe pensou e transferiu o menino.
– Na creche, a turma teria uma troca de professora. Se ele ficasse lá, passaria por uma adaptação. Então, percebi que era o momento de mudar – afirma.
A decisão, entretanto, não foi tão rápida assim. Ela foi a última mãe a fazer a matrícula do filho e chegou a receber um telefonema da diretora para saber se realmente queria matriculá-lo. Hoje, Simone se orgulha em ver o desenvolvimento do filho, que ficou mais independente e comunicativo.
Escolher a melhor instituição para as crianças é uma tarefa desafiadora que exige paciência. Em geral, o projeto pedagógico e as instalações são pré-requisitos na hora da decisão. Quem opta por um colégio, vai encontrar propostas maiores, com avaliações mais regulares e muitas vezes focadas na continuidade da criança na instituição.
– É preciso ter olhar atento à faixa etária e saber quais competências serão desenvolvidas. O colégio precisa marcar uma identidade, ter jogos pedagógicos, contato permanente com ambiente letrado. Além disso, para oferecer uma boa Educação Infantil, a instituição não deve apenas colocar uma sala a mais no colégio. É preciso um ambiente propício para o desenvolvimento – explica Mônica Timm de Carvalho, especialista em gestão empresarial e diretora do Colégio Israelita.
Nas escolas pequenas (creches), os projetos pedagógicos precisam ser mais ousados, mais específicos, as relações são mais individualizadas, as crianças podem permanecer em turno integral e os pais conseguem com facilidade o contato com professores, diretores e profissionais de apoio. Mas, quando chega a hora de ingressar no Ensino Fundamental, é preciso se despedir.
– As creches são as sementes. Os colégios grandes, as árvores. Instituições pequenas se organizam nas relações afetivas dos primeiros anos de vida, e os ambientes microculturais têm a ver com este período – diz Valesca Leal, uma das diretoras da Escola de Educação Infantil Caracol.
Seja qual for a escolha dos pais, é preciso que a família se identifique com a instituição. Além disso, o importante é saber que, seja qual for a decisão, o ingresso em uma instituição é, antes de tudo, o início de uma vida social e de uma educação que será construída aos poucos. Mas para sempre.


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Uma nova guerra entre Israel e países árabes ou islâmicos poderá ocorrer em 12 a 18 meses se não houver progressos nas negociações de paz para o Oriente Médio, segundo afirma o rei Abdullah, da Jordânia, em entrevista publicada nesta segunda-feira pelo diário britânico The Times.

Abdullah disse estar participando da elaboração de um plano de paz americano para a região, que prevê uma ambiciosa "solução de 57 Estados", com o envolvimento de todos os 57 membros da Organização da Conferência Islâmica.
Segundo ele, o plano inclui propostas para resolver as disputas de Israel com a Síria e com o Líbano.
O rei da Jordânia advertiu que se Israel adiar a solução de dois Estados, com a criação do Estado palestino, ou se não houver uma clara visão dos Estados Unidos sobre o que deve ocorrer neste ano, a "tremenda credibilidade" do presidente americano, Barack Obama, no mundo árabe evaporaria da noite para o dia.
"Se adiarmos nossas negociações de paz, haverá um novo conflito entre árabes ou muçulmanos e Israel nos próximos 12 a 18 meses", afirmou Abdullah.

Debates
Os comentários do rei da Jordânia foram feitos antes dos debates sobre o Oriente Médio no Conselho de Segurança da ONU, nesta segunda-feira.
Um encontro de ministros das Relações Exteriores deve reforçar o apoio do conselho ao processo de paz na região.
Espera-se também que os Estados Unidos apresentem em breve seu plano de paz para a região em uma série de encontros e eventos programados para as próximas semanas.
Na semana que vem, o premiê de Israel, Binyamin Netanyahu, se reúne com Obama na Casa Branca. Os líderes palestino e egípcio também foram convidados para encontros separados em Washington.
No início de junho, o presidente americano visita o Egito, onde deve fazer um grande discurso sobre as relações dos Estados Unidos com o mundo islâmico.

Sinais claros
Em sua entrevista ao Times, o rei Abdullah disse que todos os olhos devem estar "voltados para Washington".
"Se não houver sinais claros nem direções claras para todos nós, haverá um sentimento de que é apenas mais um governo americano que vai nos desapontar", afirmou.
Segundo ele, a "solução de 57 Estados" significaria não somente israelenses e palestinos sentando à mesa de negociações, mas "israelenses sentando com palestinos, israelenses sentando com sírios, israelenses sentando com libaneses".
Segundo o Times, o plano americano poderia oferecer vistos de entrada a Israel para todos os países árabes, o direito da companhia aérea israelense El Al de sobrevoar territórios árabes e o reconhecimento de Israel por todos os membros da Organização da Conferência Islâmica.
Atualmente, a Jordânia e o Egito são os únicos países árabes que reconhecem a existência de Israel e mantêm relações diplomáticas com o Estado judeu.
O plano de paz exigiria de Israel a interrupção da construção e da expansão de assentamentos judaicos e a retirada dos territórios ocupados desde 1967.
O direito de retorno dos refugiados palestinos e o futuro de Jerusalém seriam discutidos nas negociações para o acordo.
Netanyahu não endossou o estabelecimento de um Estado palestino. Seu ministro das Relações Exteriores, Avigdor Lieberman, já afirmou que o processo de paz entre Israel e palestinos está em um "túnel sem saída".
No lugar da solução de dois Estados apoiada pelos Estados Unidos e pela União Europeia, Netanyahu propõe um processo de paz "de três vias", que inclui exigências de progressos nas áreas política, econômica e de segurança.
Apesar disso, o rei Abdullah se diz confiante. "Não devemos jogar a toalha só porque há um governo de direita em Israel", disse.


BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:27  comentar

Uma nova guerra entre Israel e países árabes ou islâmicos poderá ocorrer em 12 a 18 meses se não houver progressos nas negociações de paz para o Oriente Médio, segundo afirma o rei Abdullah, da Jordânia, em entrevista publicada nesta segunda-feira pelo diário britânico The Times.

Abdullah disse estar participando da elaboração de um plano de paz americano para a região, que prevê uma ambiciosa "solução de 57 Estados", com o envolvimento de todos os 57 membros da Organização da Conferência Islâmica.
Segundo ele, o plano inclui propostas para resolver as disputas de Israel com a Síria e com o Líbano.
O rei da Jordânia advertiu que se Israel adiar a solução de dois Estados, com a criação do Estado palestino, ou se não houver uma clara visão dos Estados Unidos sobre o que deve ocorrer neste ano, a "tremenda credibilidade" do presidente americano, Barack Obama, no mundo árabe evaporaria da noite para o dia.
"Se adiarmos nossas negociações de paz, haverá um novo conflito entre árabes ou muçulmanos e Israel nos próximos 12 a 18 meses", afirmou Abdullah.

Debates
Os comentários do rei da Jordânia foram feitos antes dos debates sobre o Oriente Médio no Conselho de Segurança da ONU, nesta segunda-feira.
Um encontro de ministros das Relações Exteriores deve reforçar o apoio do conselho ao processo de paz na região.
Espera-se também que os Estados Unidos apresentem em breve seu plano de paz para a região em uma série de encontros e eventos programados para as próximas semanas.
Na semana que vem, o premiê de Israel, Binyamin Netanyahu, se reúne com Obama na Casa Branca. Os líderes palestino e egípcio também foram convidados para encontros separados em Washington.
No início de junho, o presidente americano visita o Egito, onde deve fazer um grande discurso sobre as relações dos Estados Unidos com o mundo islâmico.

Sinais claros
Em sua entrevista ao Times, o rei Abdullah disse que todos os olhos devem estar "voltados para Washington".
"Se não houver sinais claros nem direções claras para todos nós, haverá um sentimento de que é apenas mais um governo americano que vai nos desapontar", afirmou.
Segundo ele, a "solução de 57 Estados" significaria não somente israelenses e palestinos sentando à mesa de negociações, mas "israelenses sentando com palestinos, israelenses sentando com sírios, israelenses sentando com libaneses".
Segundo o Times, o plano americano poderia oferecer vistos de entrada a Israel para todos os países árabes, o direito da companhia aérea israelense El Al de sobrevoar territórios árabes e o reconhecimento de Israel por todos os membros da Organização da Conferência Islâmica.
Atualmente, a Jordânia e o Egito são os únicos países árabes que reconhecem a existência de Israel e mantêm relações diplomáticas com o Estado judeu.
O plano de paz exigiria de Israel a interrupção da construção e da expansão de assentamentos judaicos e a retirada dos territórios ocupados desde 1967.
O direito de retorno dos refugiados palestinos e o futuro de Jerusalém seriam discutidos nas negociações para o acordo.
Netanyahu não endossou o estabelecimento de um Estado palestino. Seu ministro das Relações Exteriores, Avigdor Lieberman, já afirmou que o processo de paz entre Israel e palestinos está em um "túnel sem saída".
No lugar da solução de dois Estados apoiada pelos Estados Unidos e pela União Europeia, Netanyahu propõe um processo de paz "de três vias", que inclui exigências de progressos nas áreas política, econômica e de segurança.
Apesar disso, o rei Abdullah se diz confiante. "Não devemos jogar a toalha só porque há um governo de direita em Israel", disse.


BBC Brasil
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Uma nova guerra entre Israel e países árabes ou islâmicos poderá ocorrer em 12 a 18 meses se não houver progressos nas negociações de paz para o Oriente Médio, segundo afirma o rei Abdullah, da Jordânia, em entrevista publicada nesta segunda-feira pelo diário britânico The Times.

Abdullah disse estar participando da elaboração de um plano de paz americano para a região, que prevê uma ambiciosa "solução de 57 Estados", com o envolvimento de todos os 57 membros da Organização da Conferência Islâmica.
Segundo ele, o plano inclui propostas para resolver as disputas de Israel com a Síria e com o Líbano.
O rei da Jordânia advertiu que se Israel adiar a solução de dois Estados, com a criação do Estado palestino, ou se não houver uma clara visão dos Estados Unidos sobre o que deve ocorrer neste ano, a "tremenda credibilidade" do presidente americano, Barack Obama, no mundo árabe evaporaria da noite para o dia.
"Se adiarmos nossas negociações de paz, haverá um novo conflito entre árabes ou muçulmanos e Israel nos próximos 12 a 18 meses", afirmou Abdullah.

Debates
Os comentários do rei da Jordânia foram feitos antes dos debates sobre o Oriente Médio no Conselho de Segurança da ONU, nesta segunda-feira.
Um encontro de ministros das Relações Exteriores deve reforçar o apoio do conselho ao processo de paz na região.
Espera-se também que os Estados Unidos apresentem em breve seu plano de paz para a região em uma série de encontros e eventos programados para as próximas semanas.
Na semana que vem, o premiê de Israel, Binyamin Netanyahu, se reúne com Obama na Casa Branca. Os líderes palestino e egípcio também foram convidados para encontros separados em Washington.
No início de junho, o presidente americano visita o Egito, onde deve fazer um grande discurso sobre as relações dos Estados Unidos com o mundo islâmico.

Sinais claros
Em sua entrevista ao Times, o rei Abdullah disse que todos os olhos devem estar "voltados para Washington".
"Se não houver sinais claros nem direções claras para todos nós, haverá um sentimento de que é apenas mais um governo americano que vai nos desapontar", afirmou.
Segundo ele, a "solução de 57 Estados" significaria não somente israelenses e palestinos sentando à mesa de negociações, mas "israelenses sentando com palestinos, israelenses sentando com sírios, israelenses sentando com libaneses".
Segundo o Times, o plano americano poderia oferecer vistos de entrada a Israel para todos os países árabes, o direito da companhia aérea israelense El Al de sobrevoar territórios árabes e o reconhecimento de Israel por todos os membros da Organização da Conferência Islâmica.
Atualmente, a Jordânia e o Egito são os únicos países árabes que reconhecem a existência de Israel e mantêm relações diplomáticas com o Estado judeu.
O plano de paz exigiria de Israel a interrupção da construção e da expansão de assentamentos judaicos e a retirada dos territórios ocupados desde 1967.
O direito de retorno dos refugiados palestinos e o futuro de Jerusalém seriam discutidos nas negociações para o acordo.
Netanyahu não endossou o estabelecimento de um Estado palestino. Seu ministro das Relações Exteriores, Avigdor Lieberman, já afirmou que o processo de paz entre Israel e palestinos está em um "túnel sem saída".
No lugar da solução de dois Estados apoiada pelos Estados Unidos e pela União Europeia, Netanyahu propõe um processo de paz "de três vias", que inclui exigências de progressos nas áreas política, econômica e de segurança.
Apesar disso, o rei Abdullah se diz confiante. "Não devemos jogar a toalha só porque há um governo de direita em Israel", disse.


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Uma nova guerra entre Israel e países árabes ou islâmicos poderá ocorrer em 12 a 18 meses se não houver progressos nas negociações de paz para o Oriente Médio, segundo afirma o rei Abdullah, da Jordânia, em entrevista publicada nesta segunda-feira pelo diário britânico The Times.

Abdullah disse estar participando da elaboração de um plano de paz americano para a região, que prevê uma ambiciosa "solução de 57 Estados", com o envolvimento de todos os 57 membros da Organização da Conferência Islâmica.
Segundo ele, o plano inclui propostas para resolver as disputas de Israel com a Síria e com o Líbano.
O rei da Jordânia advertiu que se Israel adiar a solução de dois Estados, com a criação do Estado palestino, ou se não houver uma clara visão dos Estados Unidos sobre o que deve ocorrer neste ano, a "tremenda credibilidade" do presidente americano, Barack Obama, no mundo árabe evaporaria da noite para o dia.
"Se adiarmos nossas negociações de paz, haverá um novo conflito entre árabes ou muçulmanos e Israel nos próximos 12 a 18 meses", afirmou Abdullah.

Debates
Os comentários do rei da Jordânia foram feitos antes dos debates sobre o Oriente Médio no Conselho de Segurança da ONU, nesta segunda-feira.
Um encontro de ministros das Relações Exteriores deve reforçar o apoio do conselho ao processo de paz na região.
Espera-se também que os Estados Unidos apresentem em breve seu plano de paz para a região em uma série de encontros e eventos programados para as próximas semanas.
Na semana que vem, o premiê de Israel, Binyamin Netanyahu, se reúne com Obama na Casa Branca. Os líderes palestino e egípcio também foram convidados para encontros separados em Washington.
No início de junho, o presidente americano visita o Egito, onde deve fazer um grande discurso sobre as relações dos Estados Unidos com o mundo islâmico.

Sinais claros
Em sua entrevista ao Times, o rei Abdullah disse que todos os olhos devem estar "voltados para Washington".
"Se não houver sinais claros nem direções claras para todos nós, haverá um sentimento de que é apenas mais um governo americano que vai nos desapontar", afirmou.
Segundo ele, a "solução de 57 Estados" significaria não somente israelenses e palestinos sentando à mesa de negociações, mas "israelenses sentando com palestinos, israelenses sentando com sírios, israelenses sentando com libaneses".
Segundo o Times, o plano americano poderia oferecer vistos de entrada a Israel para todos os países árabes, o direito da companhia aérea israelense El Al de sobrevoar territórios árabes e o reconhecimento de Israel por todos os membros da Organização da Conferência Islâmica.
Atualmente, a Jordânia e o Egito são os únicos países árabes que reconhecem a existência de Israel e mantêm relações diplomáticas com o Estado judeu.
O plano de paz exigiria de Israel a interrupção da construção e da expansão de assentamentos judaicos e a retirada dos territórios ocupados desde 1967.
O direito de retorno dos refugiados palestinos e o futuro de Jerusalém seriam discutidos nas negociações para o acordo.
Netanyahu não endossou o estabelecimento de um Estado palestino. Seu ministro das Relações Exteriores, Avigdor Lieberman, já afirmou que o processo de paz entre Israel e palestinos está em um "túnel sem saída".
No lugar da solução de dois Estados apoiada pelos Estados Unidos e pela União Europeia, Netanyahu propõe um processo de paz "de três vias", que inclui exigências de progressos nas áreas política, econômica e de segurança.
Apesar disso, o rei Abdullah se diz confiante. "Não devemos jogar a toalha só porque há um governo de direita em Israel", disse.


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Uma nova guerra entre Israel e países árabes ou islâmicos poderá ocorrer em 12 a 18 meses se não houver progressos nas negociações de paz para o Oriente Médio, segundo afirma o rei Abdullah, da Jordânia, em entrevista publicada nesta segunda-feira pelo diário britânico The Times.

Abdullah disse estar participando da elaboração de um plano de paz americano para a região, que prevê uma ambiciosa "solução de 57 Estados", com o envolvimento de todos os 57 membros da Organização da Conferência Islâmica.
Segundo ele, o plano inclui propostas para resolver as disputas de Israel com a Síria e com o Líbano.
O rei da Jordânia advertiu que se Israel adiar a solução de dois Estados, com a criação do Estado palestino, ou se não houver uma clara visão dos Estados Unidos sobre o que deve ocorrer neste ano, a "tremenda credibilidade" do presidente americano, Barack Obama, no mundo árabe evaporaria da noite para o dia.
"Se adiarmos nossas negociações de paz, haverá um novo conflito entre árabes ou muçulmanos e Israel nos próximos 12 a 18 meses", afirmou Abdullah.

Debates
Os comentários do rei da Jordânia foram feitos antes dos debates sobre o Oriente Médio no Conselho de Segurança da ONU, nesta segunda-feira.
Um encontro de ministros das Relações Exteriores deve reforçar o apoio do conselho ao processo de paz na região.
Espera-se também que os Estados Unidos apresentem em breve seu plano de paz para a região em uma série de encontros e eventos programados para as próximas semanas.
Na semana que vem, o premiê de Israel, Binyamin Netanyahu, se reúne com Obama na Casa Branca. Os líderes palestino e egípcio também foram convidados para encontros separados em Washington.
No início de junho, o presidente americano visita o Egito, onde deve fazer um grande discurso sobre as relações dos Estados Unidos com o mundo islâmico.

Sinais claros
Em sua entrevista ao Times, o rei Abdullah disse que todos os olhos devem estar "voltados para Washington".
"Se não houver sinais claros nem direções claras para todos nós, haverá um sentimento de que é apenas mais um governo americano que vai nos desapontar", afirmou.
Segundo ele, a "solução de 57 Estados" significaria não somente israelenses e palestinos sentando à mesa de negociações, mas "israelenses sentando com palestinos, israelenses sentando com sírios, israelenses sentando com libaneses".
Segundo o Times, o plano americano poderia oferecer vistos de entrada a Israel para todos os países árabes, o direito da companhia aérea israelense El Al de sobrevoar territórios árabes e o reconhecimento de Israel por todos os membros da Organização da Conferência Islâmica.
Atualmente, a Jordânia e o Egito são os únicos países árabes que reconhecem a existência de Israel e mantêm relações diplomáticas com o Estado judeu.
O plano de paz exigiria de Israel a interrupção da construção e da expansão de assentamentos judaicos e a retirada dos territórios ocupados desde 1967.
O direito de retorno dos refugiados palestinos e o futuro de Jerusalém seriam discutidos nas negociações para o acordo.
Netanyahu não endossou o estabelecimento de um Estado palestino. Seu ministro das Relações Exteriores, Avigdor Lieberman, já afirmou que o processo de paz entre Israel e palestinos está em um "túnel sem saída".
No lugar da solução de dois Estados apoiada pelos Estados Unidos e pela União Europeia, Netanyahu propõe um processo de paz "de três vias", que inclui exigências de progressos nas áreas política, econômica e de segurança.
Apesar disso, o rei Abdullah se diz confiante. "Não devemos jogar a toalha só porque há um governo de direita em Israel", disse.


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A Nasa divulgou a foto de uma nebulosa com um "olho", uma das últimas imagens capturadas por uma câmera do telescópio Hubble que está sendo desativada em uma missão que começa nesta segunda-feira.
A nova missão da Nasa, que será levada ao espaço em um ônibus espacial Atlantis, tem o objetivo de aumentar a potência do telescópio, colocado em órbita em 1990, e prolongar o seu funcionamento pelo menos até 2014.
A foto da nebulosa Kohoutek 4-55 divulgada nesta segunda-feira foi tirada pela câmera planetária grande angular número dois (WFPC2) no dia 4 de maio. A câmera será desativada e substituída pela nova câmera grande angular número três (WFC3), que poderá fazer imagens mais nítidas com uma gama maior de cores.
"A WFC2 (...) vai poder tirar (fotos) em um espectro muito amplo de comprimentos de onda, de infravermelho a ultravioleta", disse o astronauta John Grunsfeld à BBC.
O equipamento permitirá aos astrônomos realizar novos estudos da chamada matéria escura do espaço (matéria que não emite luz e cuja existência é inferida pela sua influência gravitacional na matéria luminosa) e a buscar galáxias mais remotas que estavam fora da visão do Hubble até agora.
Sete astronautas participam da missão de onze dias, que deverá incluir cinco caminhadas pelo espaço. O ônibus espacial, com lançamento marcado nesta segunda-feira em Cabo Canaveral, na Flórida, deverá se aproximar do Hubble, agarrar o telescópio com seu braço robótico e trazê-lo para uma plataforma de onde os astronautas poderão trabalhar.
Os demais reparos incluem a substituição de giroscópios, baterias e uma unidade que armazena e transmite dados para a Terra.
"Nossa carga de trabalho será muito grande", disse Grunsfeld. "Não vai haver tempo para dar uma respirada e olhar em volta."
"Depois que o trabalho no Hubble estiver terminado, a Atlantis vai fazer com que o telescópio atinja uma altitude maior para garantir que ele aguente o puxão da gravidade da Terra pelo restante de sua vida útil."
A Nasa planeja lançar por volta de 2014 o telescópio James Webb, para suceder ao Hubble. Seu principal objetivo será buscar as primeiras galáxias e objetos luminosos formados depois do Big Bang e determinar como as galáxias evoluíram de sua formação até agora.


BBC Brasil
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A Nasa divulgou a foto de uma nebulosa com um "olho", uma das últimas imagens capturadas por uma câmera do telescópio Hubble que está sendo desativada em uma missão que começa nesta segunda-feira.
A nova missão da Nasa, que será levada ao espaço em um ônibus espacial Atlantis, tem o objetivo de aumentar a potência do telescópio, colocado em órbita em 1990, e prolongar o seu funcionamento pelo menos até 2014.
A foto da nebulosa Kohoutek 4-55 divulgada nesta segunda-feira foi tirada pela câmera planetária grande angular número dois (WFPC2) no dia 4 de maio. A câmera será desativada e substituída pela nova câmera grande angular número três (WFC3), que poderá fazer imagens mais nítidas com uma gama maior de cores.
"A WFC2 (...) vai poder tirar (fotos) em um espectro muito amplo de comprimentos de onda, de infravermelho a ultravioleta", disse o astronauta John Grunsfeld à BBC.
O equipamento permitirá aos astrônomos realizar novos estudos da chamada matéria escura do espaço (matéria que não emite luz e cuja existência é inferida pela sua influência gravitacional na matéria luminosa) e a buscar galáxias mais remotas que estavam fora da visão do Hubble até agora.
Sete astronautas participam da missão de onze dias, que deverá incluir cinco caminhadas pelo espaço. O ônibus espacial, com lançamento marcado nesta segunda-feira em Cabo Canaveral, na Flórida, deverá se aproximar do Hubble, agarrar o telescópio com seu braço robótico e trazê-lo para uma plataforma de onde os astronautas poderão trabalhar.
Os demais reparos incluem a substituição de giroscópios, baterias e uma unidade que armazena e transmite dados para a Terra.
"Nossa carga de trabalho será muito grande", disse Grunsfeld. "Não vai haver tempo para dar uma respirada e olhar em volta."
"Depois que o trabalho no Hubble estiver terminado, a Atlantis vai fazer com que o telescópio atinja uma altitude maior para garantir que ele aguente o puxão da gravidade da Terra pelo restante de sua vida útil."
A Nasa planeja lançar por volta de 2014 o telescópio James Webb, para suceder ao Hubble. Seu principal objetivo será buscar as primeiras galáxias e objetos luminosos formados depois do Big Bang e determinar como as galáxias evoluíram de sua formação até agora.


BBC Brasil
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A Nasa divulgou a foto de uma nebulosa com um "olho", uma das últimas imagens capturadas por uma câmera do telescópio Hubble que está sendo desativada em uma missão que começa nesta segunda-feira.
A nova missão da Nasa, que será levada ao espaço em um ônibus espacial Atlantis, tem o objetivo de aumentar a potência do telescópio, colocado em órbita em 1990, e prolongar o seu funcionamento pelo menos até 2014.
A foto da nebulosa Kohoutek 4-55 divulgada nesta segunda-feira foi tirada pela câmera planetária grande angular número dois (WFPC2) no dia 4 de maio. A câmera será desativada e substituída pela nova câmera grande angular número três (WFC3), que poderá fazer imagens mais nítidas com uma gama maior de cores.
"A WFC2 (...) vai poder tirar (fotos) em um espectro muito amplo de comprimentos de onda, de infravermelho a ultravioleta", disse o astronauta John Grunsfeld à BBC.
O equipamento permitirá aos astrônomos realizar novos estudos da chamada matéria escura do espaço (matéria que não emite luz e cuja existência é inferida pela sua influência gravitacional na matéria luminosa) e a buscar galáxias mais remotas que estavam fora da visão do Hubble até agora.
Sete astronautas participam da missão de onze dias, que deverá incluir cinco caminhadas pelo espaço. O ônibus espacial, com lançamento marcado nesta segunda-feira em Cabo Canaveral, na Flórida, deverá se aproximar do Hubble, agarrar o telescópio com seu braço robótico e trazê-lo para uma plataforma de onde os astronautas poderão trabalhar.
Os demais reparos incluem a substituição de giroscópios, baterias e uma unidade que armazena e transmite dados para a Terra.
"Nossa carga de trabalho será muito grande", disse Grunsfeld. "Não vai haver tempo para dar uma respirada e olhar em volta."
"Depois que o trabalho no Hubble estiver terminado, a Atlantis vai fazer com que o telescópio atinja uma altitude maior para garantir que ele aguente o puxão da gravidade da Terra pelo restante de sua vida útil."
A Nasa planeja lançar por volta de 2014 o telescópio James Webb, para suceder ao Hubble. Seu principal objetivo será buscar as primeiras galáxias e objetos luminosos formados depois do Big Bang e determinar como as galáxias evoluíram de sua formação até agora.


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A Nasa divulgou a foto de uma nebulosa com um "olho", uma das últimas imagens capturadas por uma câmera do telescópio Hubble que está sendo desativada em uma missão que começa nesta segunda-feira.
A nova missão da Nasa, que será levada ao espaço em um ônibus espacial Atlantis, tem o objetivo de aumentar a potência do telescópio, colocado em órbita em 1990, e prolongar o seu funcionamento pelo menos até 2014.
A foto da nebulosa Kohoutek 4-55 divulgada nesta segunda-feira foi tirada pela câmera planetária grande angular número dois (WFPC2) no dia 4 de maio. A câmera será desativada e substituída pela nova câmera grande angular número três (WFC3), que poderá fazer imagens mais nítidas com uma gama maior de cores.
"A WFC2 (...) vai poder tirar (fotos) em um espectro muito amplo de comprimentos de onda, de infravermelho a ultravioleta", disse o astronauta John Grunsfeld à BBC.
O equipamento permitirá aos astrônomos realizar novos estudos da chamada matéria escura do espaço (matéria que não emite luz e cuja existência é inferida pela sua influência gravitacional na matéria luminosa) e a buscar galáxias mais remotas que estavam fora da visão do Hubble até agora.
Sete astronautas participam da missão de onze dias, que deverá incluir cinco caminhadas pelo espaço. O ônibus espacial, com lançamento marcado nesta segunda-feira em Cabo Canaveral, na Flórida, deverá se aproximar do Hubble, agarrar o telescópio com seu braço robótico e trazê-lo para uma plataforma de onde os astronautas poderão trabalhar.
Os demais reparos incluem a substituição de giroscópios, baterias e uma unidade que armazena e transmite dados para a Terra.
"Nossa carga de trabalho será muito grande", disse Grunsfeld. "Não vai haver tempo para dar uma respirada e olhar em volta."
"Depois que o trabalho no Hubble estiver terminado, a Atlantis vai fazer com que o telescópio atinja uma altitude maior para garantir que ele aguente o puxão da gravidade da Terra pelo restante de sua vida útil."
A Nasa planeja lançar por volta de 2014 o telescópio James Webb, para suceder ao Hubble. Seu principal objetivo será buscar as primeiras galáxias e objetos luminosos formados depois do Big Bang e determinar como as galáxias evoluíram de sua formação até agora.


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A Nasa divulgou a foto de uma nebulosa com um "olho", uma das últimas imagens capturadas por uma câmera do telescópio Hubble que está sendo desativada em uma missão que começa nesta segunda-feira.
A nova missão da Nasa, que será levada ao espaço em um ônibus espacial Atlantis, tem o objetivo de aumentar a potência do telescópio, colocado em órbita em 1990, e prolongar o seu funcionamento pelo menos até 2014.
A foto da nebulosa Kohoutek 4-55 divulgada nesta segunda-feira foi tirada pela câmera planetária grande angular número dois (WFPC2) no dia 4 de maio. A câmera será desativada e substituída pela nova câmera grande angular número três (WFC3), que poderá fazer imagens mais nítidas com uma gama maior de cores.
"A WFC2 (...) vai poder tirar (fotos) em um espectro muito amplo de comprimentos de onda, de infravermelho a ultravioleta", disse o astronauta John Grunsfeld à BBC.
O equipamento permitirá aos astrônomos realizar novos estudos da chamada matéria escura do espaço (matéria que não emite luz e cuja existência é inferida pela sua influência gravitacional na matéria luminosa) e a buscar galáxias mais remotas que estavam fora da visão do Hubble até agora.
Sete astronautas participam da missão de onze dias, que deverá incluir cinco caminhadas pelo espaço. O ônibus espacial, com lançamento marcado nesta segunda-feira em Cabo Canaveral, na Flórida, deverá se aproximar do Hubble, agarrar o telescópio com seu braço robótico e trazê-lo para uma plataforma de onde os astronautas poderão trabalhar.
Os demais reparos incluem a substituição de giroscópios, baterias e uma unidade que armazena e transmite dados para a Terra.
"Nossa carga de trabalho será muito grande", disse Grunsfeld. "Não vai haver tempo para dar uma respirada e olhar em volta."
"Depois que o trabalho no Hubble estiver terminado, a Atlantis vai fazer com que o telescópio atinja uma altitude maior para garantir que ele aguente o puxão da gravidade da Terra pelo restante de sua vida útil."
A Nasa planeja lançar por volta de 2014 o telescópio James Webb, para suceder ao Hubble. Seu principal objetivo será buscar as primeiras galáxias e objetos luminosos formados depois do Big Bang e determinar como as galáxias evoluíram de sua formação até agora.


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Um orangotango de 62 quilos provocou o fechamento de um zoológico na Austrália neste domingo após conseguir escapar da jaula.

De acordo com o depoimento do diretor do zoológico à agência de notícias australiana AAP, a fêmea Karta, de 27 anos, conseguiu desativar o circuito elétrico que cerca sua jaula usando uma vareta.
Em seguida, o primata empilhou tocos de madeira, grama e raízes de plantas para escalar a cerca e alcançar o outro lado, uma área ainda protegida, porém a poucos metros de distância do público.
Um dos visitantes do zoológico foi quem lançou o alerta. Uma equipe de veterinários foi enviada imediatamente ao local ficando a postos com armas carregadas com tranquilizantes. Os veterinários, no entanto, não precisaram usar as armas.
"Eu acho que quando ela chegou lá, percebeu que estava fazendo coisa errada. Então ela se pendurou na cerca e pulou de volta à jaula", disse o diretor do zoológico, Peter Whitehead, à AAP.
"Ela é uma animal astuto", completou Whitehead.
O zoológico permaneceu fechado durante todo o dia por questões de segurança.
Segundo biólogos, orangotangos tem um nível de inteligência comparável ao das crianças.


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Um orangotango de 62 quilos provocou o fechamento de um zoológico na Austrália neste domingo após conseguir escapar da jaula.

De acordo com o depoimento do diretor do zoológico à agência de notícias australiana AAP, a fêmea Karta, de 27 anos, conseguiu desativar o circuito elétrico que cerca sua jaula usando uma vareta.
Em seguida, o primata empilhou tocos de madeira, grama e raízes de plantas para escalar a cerca e alcançar o outro lado, uma área ainda protegida, porém a poucos metros de distância do público.
Um dos visitantes do zoológico foi quem lançou o alerta. Uma equipe de veterinários foi enviada imediatamente ao local ficando a postos com armas carregadas com tranquilizantes. Os veterinários, no entanto, não precisaram usar as armas.
"Eu acho que quando ela chegou lá, percebeu que estava fazendo coisa errada. Então ela se pendurou na cerca e pulou de volta à jaula", disse o diretor do zoológico, Peter Whitehead, à AAP.
"Ela é uma animal astuto", completou Whitehead.
O zoológico permaneceu fechado durante todo o dia por questões de segurança.
Segundo biólogos, orangotangos tem um nível de inteligência comparável ao das crianças.


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De acordo com o depoimento do diretor do zoológico à agência de notícias australiana AAP, a fêmea Karta, de 27 anos, conseguiu desativar o circuito elétrico que cerca sua jaula usando uma vareta.
Em seguida, o primata empilhou tocos de madeira, grama e raízes de plantas para escalar a cerca e alcançar o outro lado, uma área ainda protegida, porém a poucos metros de distância do público.
Um dos visitantes do zoológico foi quem lançou o alerta. Uma equipe de veterinários foi enviada imediatamente ao local ficando a postos com armas carregadas com tranquilizantes. Os veterinários, no entanto, não precisaram usar as armas.
"Eu acho que quando ela chegou lá, percebeu que estava fazendo coisa errada. Então ela se pendurou na cerca e pulou de volta à jaula", disse o diretor do zoológico, Peter Whitehead, à AAP.
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Em seguida, o primata empilhou tocos de madeira, grama e raízes de plantas para escalar a cerca e alcançar o outro lado, uma área ainda protegida, porém a poucos metros de distância do público.
Um dos visitantes do zoológico foi quem lançou o alerta. Uma equipe de veterinários foi enviada imediatamente ao local ficando a postos com armas carregadas com tranquilizantes. Os veterinários, no entanto, não precisaram usar as armas.
"Eu acho que quando ela chegou lá, percebeu que estava fazendo coisa errada. Então ela se pendurou na cerca e pulou de volta à jaula", disse o diretor do zoológico, Peter Whitehead, à AAP.
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De acordo com o depoimento do diretor do zoológico à agência de notícias australiana AAP, a fêmea Karta, de 27 anos, conseguiu desativar o circuito elétrico que cerca sua jaula usando uma vareta.
Em seguida, o primata empilhou tocos de madeira, grama e raízes de plantas para escalar a cerca e alcançar o outro lado, uma área ainda protegida, porém a poucos metros de distância do público.
Um dos visitantes do zoológico foi quem lançou o alerta. Uma equipe de veterinários foi enviada imediatamente ao local ficando a postos com armas carregadas com tranquilizantes. Os veterinários, no entanto, não precisaram usar as armas.
"Eu acho que quando ela chegou lá, percebeu que estava fazendo coisa errada. Então ela se pendurou na cerca e pulou de volta à jaula", disse o diretor do zoológico, Peter Whitehead, à AAP.
"Ela é uma animal astuto", completou Whitehead.
O zoológico permaneceu fechado durante todo o dia por questões de segurança.
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CUIABÁ - O Pantanal mato-grossense passa, este ano, pelo período mais seco dos últimos 35 anos e as mudanças climáticas podem tornar este tipo de fenômeno mais recorrente nas próximas décadas. O alerta é do pesquisador da Embrapa Pantanal, Ivan Bergier.
- Este ano será bastante atípico. Vai ser realmente seco. Já temos detectados focos de incêndio e a incidência de queimadas deve ser alta até o fim do ano - afirmou Bergier.
Entre 1974 e 2008 o nível do Rio Paraguai se manteve sempre alto, na faixa entre 3 metros e 5 metros. Este ano a projeção dos especialistas é de que fique abaixo dos 3 metros. A última seca prolongada na região ocorreu entre os anos de 1963 e 1973. Não é possível afirmar que vá se repetir um ciclo parecido, diz o pesquisador da Embrapa. O prognóstico indica até um aumento de chuva na região até 2050. Entretanto, também não permite descartar a preocupação com novas situações atípicas.
- Agora estamos tendo um ano muito seco e daqui para frente é uma incógnita. Pode haver manutenção de níveis máximos, mas as mudanças climáticas podem ter outros efeitos aqui [no Pantanal] como o aumento da ocorrência de eventos extremos - disse.
As chuvas acima da média histórica no Norte e Nordeste estão relacionadas, segundo Bergier, ao fenômeno La Niña, que amplifica as chuvas naquelas regiões e, ao mesmo tempo, torna o clima mais seco na Região Sul. As causas da seca no Pantanal ainda não estão claramente detectadas.
- Ainda não temos uma explicação consistente. Pode ter relação com erupção vulcânica, mas ainda não existe um fenômeno compreensível para explicar esse período de seca - afirmou Bergier.



O Globo On Line
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CUIABÁ - O Pantanal mato-grossense passa, este ano, pelo período mais seco dos últimos 35 anos e as mudanças climáticas podem tornar este tipo de fenômeno mais recorrente nas próximas décadas. O alerta é do pesquisador da Embrapa Pantanal, Ivan Bergier.
- Este ano será bastante atípico. Vai ser realmente seco. Já temos detectados focos de incêndio e a incidência de queimadas deve ser alta até o fim do ano - afirmou Bergier.
Entre 1974 e 2008 o nível do Rio Paraguai se manteve sempre alto, na faixa entre 3 metros e 5 metros. Este ano a projeção dos especialistas é de que fique abaixo dos 3 metros. A última seca prolongada na região ocorreu entre os anos de 1963 e 1973. Não é possível afirmar que vá se repetir um ciclo parecido, diz o pesquisador da Embrapa. O prognóstico indica até um aumento de chuva na região até 2050. Entretanto, também não permite descartar a preocupação com novas situações atípicas.
- Agora estamos tendo um ano muito seco e daqui para frente é uma incógnita. Pode haver manutenção de níveis máximos, mas as mudanças climáticas podem ter outros efeitos aqui [no Pantanal] como o aumento da ocorrência de eventos extremos - disse.
As chuvas acima da média histórica no Norte e Nordeste estão relacionadas, segundo Bergier, ao fenômeno La Niña, que amplifica as chuvas naquelas regiões e, ao mesmo tempo, torna o clima mais seco na Região Sul. As causas da seca no Pantanal ainda não estão claramente detectadas.
- Ainda não temos uma explicação consistente. Pode ter relação com erupção vulcânica, mas ainda não existe um fenômeno compreensível para explicar esse período de seca - afirmou Bergier.



O Globo On Line
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CUIABÁ - O Pantanal mato-grossense passa, este ano, pelo período mais seco dos últimos 35 anos e as mudanças climáticas podem tornar este tipo de fenômeno mais recorrente nas próximas décadas. O alerta é do pesquisador da Embrapa Pantanal, Ivan Bergier.
- Este ano será bastante atípico. Vai ser realmente seco. Já temos detectados focos de incêndio e a incidência de queimadas deve ser alta até o fim do ano - afirmou Bergier.
Entre 1974 e 2008 o nível do Rio Paraguai se manteve sempre alto, na faixa entre 3 metros e 5 metros. Este ano a projeção dos especialistas é de que fique abaixo dos 3 metros. A última seca prolongada na região ocorreu entre os anos de 1963 e 1973. Não é possível afirmar que vá se repetir um ciclo parecido, diz o pesquisador da Embrapa. O prognóstico indica até um aumento de chuva na região até 2050. Entretanto, também não permite descartar a preocupação com novas situações atípicas.
- Agora estamos tendo um ano muito seco e daqui para frente é uma incógnita. Pode haver manutenção de níveis máximos, mas as mudanças climáticas podem ter outros efeitos aqui [no Pantanal] como o aumento da ocorrência de eventos extremos - disse.
As chuvas acima da média histórica no Norte e Nordeste estão relacionadas, segundo Bergier, ao fenômeno La Niña, que amplifica as chuvas naquelas regiões e, ao mesmo tempo, torna o clima mais seco na Região Sul. As causas da seca no Pantanal ainda não estão claramente detectadas.
- Ainda não temos uma explicação consistente. Pode ter relação com erupção vulcânica, mas ainda não existe um fenômeno compreensível para explicar esse período de seca - afirmou Bergier.



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CUIABÁ - O Pantanal mato-grossense passa, este ano, pelo período mais seco dos últimos 35 anos e as mudanças climáticas podem tornar este tipo de fenômeno mais recorrente nas próximas décadas. O alerta é do pesquisador da Embrapa Pantanal, Ivan Bergier.
- Este ano será bastante atípico. Vai ser realmente seco. Já temos detectados focos de incêndio e a incidência de queimadas deve ser alta até o fim do ano - afirmou Bergier.
Entre 1974 e 2008 o nível do Rio Paraguai se manteve sempre alto, na faixa entre 3 metros e 5 metros. Este ano a projeção dos especialistas é de que fique abaixo dos 3 metros. A última seca prolongada na região ocorreu entre os anos de 1963 e 1973. Não é possível afirmar que vá se repetir um ciclo parecido, diz o pesquisador da Embrapa. O prognóstico indica até um aumento de chuva na região até 2050. Entretanto, também não permite descartar a preocupação com novas situações atípicas.
- Agora estamos tendo um ano muito seco e daqui para frente é uma incógnita. Pode haver manutenção de níveis máximos, mas as mudanças climáticas podem ter outros efeitos aqui [no Pantanal] como o aumento da ocorrência de eventos extremos - disse.
As chuvas acima da média histórica no Norte e Nordeste estão relacionadas, segundo Bergier, ao fenômeno La Niña, que amplifica as chuvas naquelas regiões e, ao mesmo tempo, torna o clima mais seco na Região Sul. As causas da seca no Pantanal ainda não estão claramente detectadas.
- Ainda não temos uma explicação consistente. Pode ter relação com erupção vulcânica, mas ainda não existe um fenômeno compreensível para explicar esse período de seca - afirmou Bergier.



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- Este ano será bastante atípico. Vai ser realmente seco. Já temos detectados focos de incêndio e a incidência de queimadas deve ser alta até o fim do ano - afirmou Bergier.
Entre 1974 e 2008 o nível do Rio Paraguai se manteve sempre alto, na faixa entre 3 metros e 5 metros. Este ano a projeção dos especialistas é de que fique abaixo dos 3 metros. A última seca prolongada na região ocorreu entre os anos de 1963 e 1973. Não é possível afirmar que vá se repetir um ciclo parecido, diz o pesquisador da Embrapa. O prognóstico indica até um aumento de chuva na região até 2050. Entretanto, também não permite descartar a preocupação com novas situações atípicas.
- Agora estamos tendo um ano muito seco e daqui para frente é uma incógnita. Pode haver manutenção de níveis máximos, mas as mudanças climáticas podem ter outros efeitos aqui [no Pantanal] como o aumento da ocorrência de eventos extremos - disse.
As chuvas acima da média histórica no Norte e Nordeste estão relacionadas, segundo Bergier, ao fenômeno La Niña, que amplifica as chuvas naquelas regiões e, ao mesmo tempo, torna o clima mais seco na Região Sul. As causas da seca no Pantanal ainda não estão claramente detectadas.
- Ainda não temos uma explicação consistente. Pode ter relação com erupção vulcânica, mas ainda não existe um fenômeno compreensível para explicar esse período de seca - afirmou Bergier.



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RIO - A ONG Rio de Paz promoverá um protesto nesta manhã nas escadarias da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). Os manifestantes vão espalhar 17 mil pedras brancas entre 6h e 19h para simbolizar o número de mortes violentas no estado nos últimos 28 meses. A ONG pede ajuda ao legislativo para reduzir o número de vítimas da violência. Para lembrar os casos de pessoas desaparecidas nos últimos 28 meses, 11 mil pedrinhas brancas serão derramadas das escadarias às 7h30m. Está prevista, ainda, uma homenagem aos policiais militares assassinados, às 10h.


O Globo On Line
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O jovem Tony diz que ama a família e a namorada, mas se mata

Tony Silva de Oliveira (foto), 20, tinha senso de humor. Ele começou assim a carta de suicida: “Bom, acho que 90% das pessoas que se matam escrevem uma carta para as pessoas que amam, e eu não vou ser diferente”.
Em mais de 400 palavras e reticências ele escreveu que amava o pai, a mãe, o irmão, a tia, a namorada e os amigos.
À namorada, deixou um recado: “Você [...] é muito mais do que sonhei. Eu queria muito construir uma vida com você”.
Ao pai: “Acho que você nunca pensou que ia acabar assim, né, [mas] infelizmente acabou”.
Para a mãe: “Sempre te admirei sua garra, sua força, persistência. Desculpe-me, mãe, por que não querer mais viver.”
Ele escreveu que já tinha tentado se matar por três vezes. “Que droga, será que nem para isso eu sirvo!”
Na quarta vez ele conseguiu o que queria.
Era por volta do meio dia de 7 de maio, na quarta-feira passada, quando o corpo dele foi encontrado ao lado de uma espingarda calibre 28.
A notícia correu rápido por Água Boa, cidade do Mato Grosso onde mora a família do rapaz. Ela tem 18 mil habitantes e fica a 730 km da capital, Cuiabá.
Embora seja pouco noticiado pela grande imprensa (trata-se de um tabu), o suicídio é um problema que se agravou nos últimos anos, inclusive entre os jovens.

O Mapa da Violência do Ministério da Justiça mostra que o suicídio entre as pessoas na faixa de 15 a 25 anos subiu de 4 por 100 mil habitantes em 2000 para 4,7 em 2005. Em relação aos não jovens, o aumento foi de 3,6 para 4,5.
Em países da Europa e da Ásia, a incidência maior de suicídio ocorre entre os adultos, que são, em tese, mais propícios ao pessimismo.
Uma das causas do suicídio de jovens é a imaturidade que superestima problemas que são momentâneos, como quase todos.
No caso do Tony, ele escreveu que a sua vida estava ótima, mas, acrescentou, a felicidade veio junto com pesadelos. Não disse do que se tratava; a família deve saber. Apenas ressaltou: “Nunca imaginei sofrer tanto com comentários maldosos e desconfiança! Não quero mais viver. Para mim, acabou aqui.”
Se tivesse desistido na terceira tentativa do suicídio, Tony descobriria que o sofrimento é inerente à vida e que, mesmo assim e que até por causa disso, vale a pena viver.

Fonte: Paulo Lopes

A tentativa de suicídio ou o suicídio em si não têm uma causa específica, mas sim um conjunto de factores que actuam com transtornos emocionais importantes.

Sinais de alerta:
• Crise de identidade;
• Baixa auto-estima.
• Distúrbios psiquiátricos (depressão);
• Crises familiares (separação dos pais, violência doméstica, doença grave ou morte);
• Falta de apoio no meio familiar;
• Perda de um familiar ou amigo querido;
• Crise disciplinar com os pais ou na escola;
• Situações de desapontamento, rejeição ou humilhação;
• Relacionamento acabado;
• Fracasso em actividades valorizadas pelo(a) jovem.
• Exposição ao suicídio (televisão, família, comunidade, Internet);
• Suicídio recente de amigos ou familiares;
• Falta de esperança;
• Abuso físico, sexual e drogas;
• Gravidez indesejada;

Comportamentos na escola: Baixo rendimento, pouca concentração;
 Alterações de humor e comportamentos;
 Abordagem de temas sobre a morte;
 Perda de interesse em actividades antes admiradas;

Comportamento interpessoal: Abandono das relações habituais, mudanças repentinas nas relações, evita envolvimento com amigos e encontros sociais.
 Os adolescentes que apresentam um quadro depressivo devem ser observados com atenção, principalmente se demonstram algumas atitudes acima descritas. Esta súbita alegria pode ser devida ao facto de concluírem que não têm outra saída e que encontraram a solução para os seus problemas – o suicídio

Fonte: Suicídio Não é Solução

Ligue 140 ou acesse
Centro de Valorização da Vida
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O que dizem as pesquisas mais recentes sobre nosso poder para aumentar a capacidade intelectual

Alguns dos melhores cérebros da ciência têm se dedicado a estudar a inteligência humana. Suas pesquisas giram em torno das origens de nossa capacidade mental e de aproveitar esse potencial. Algumas descobertas indicam que a capacidade mental depende muito das condições sociais e pode ser apromorada com educação e, talvez, com exercícios. Só não espere nenhuma droga miraculosa para aumentar o poder do cérebro. O que dizem as investigações mais recentes:



1. O que é inteligência?

A questão é debatida desde 1904, quando o psicólogo inglês Charles Spearman, (1863-1945) se propôs a medir a inteligência. Ele demonstrou, por um método estatístico, que existem correlações entre os resultados de diferentes testes mentais feitos pela mesma pessoa. Essa relação poderia ser atribuída à capacidade mental dela. Em 1905, Alfred Binet desenvolveu um teste para medir esse fator que, depois de muitas modificações, resultou nos testes do quociente de inteligência (QI ). Cem anos mais tarde, o fator g ainda traz muito assunto a ser discutido.
Certos pesquisadores fazem uma distinção entre tipos de inteligência. O psicólogo americano Robert Sternberg estabeleceu, empiricamente, a existência de três formas de inteligência que todos nós expressamos de forma mais ou menos pronunciada: a analítica (escolar), a criativa (capacidade de se adaptar à novidade), e a prática (capacidade de aplicar seus conhecimentos). O mais famoso defensor de várias inteligências é o psicólogo americano Howard Gardner

2. A inteligência é inata ou adquirida?

“Se a hereditariedade define os limites da inteligência, o meio determina a abrangência desses limites.” Esta é a conclusão de Erik Turkheimer, professor de psicologia da universidade de Virginia, mundialmente reconhecido por suas pesquisas sobre a inteligência de gêmeos. Os primeiros estudos, conduzidos nos anos 90, mostraram que os resultados de QI obtidos por gêmeos verdadeiros, do mesmo genótipo, eram mais similares do que os dos gêmeos com DNA diferente. Isso confirmou a origem genética da inteligência.
Foi então que Erik Turkheimer pesquisou dados de 60 mil crianças, acompanhadas desde o seu nascimento até os oito anos de idade, grande parte de minorias étnicas e de famílias pobres. O QI deles foi medido aos sete anos. O resultado foi que, se o QI de gêmeos com pais abastados pode ser atribuído à genética, entre as famílias mais pobres, o quociente de gêmeos idênticos variava tanto como se fossem falsos gêmeos. Conclusão de Turkheimer: “Em um meio difícil, o potencial genético das crianças não tem oportunidade de se expressar plenamente. As famílias abonadas, por sua vez, podem dar o estímulo mental necessário aos genes para que construam o circuito cerebral da inteligência.” Isto significa que o dinheiro faz um bom lar? Não, , responde o autor. “Mas é um fator importante que permite aos pais dedicar tempo e energia, e dispor de meios para estimular as crianças mentalmente.”
De acordo com a noção da inteligência herdada, outros estudos mostraram que o QI de crianças adotadas está mais próximo ao dos pais biológicos. No entanto, mais uma vez os pesquisadores, dentre os quais Michel Duyme, da Universidade de Montpellier, na França, revelaram parcialidade. As famílias pobres raras vezes estão em condições de adotar, assim, as investigações se concentraram apenas em famílias adotivas abastadas. Duyme tem compilado os dados de milhares de adoções na França e novamente o meio desempenhou o seu papel perturbador. As crianças de famílias abastadas passadas para famílias igualmente abonadas apresentaram um QI de 119,6 em média. Mas quando eram adotadas por famílias modestas, o QI médio caiu 12 pontos. E vice-versa. As crianças de famílias modestas acolhidas por uma família das mesmas condições apresentaram um QI de 92,4, enquanto que aquelas colocadas em uma família abastada o QI obtido se elevou para 103,6.

3. O QI de crianças carentes pode ser melhorado?

Sim. Se o ambiente é tão importante para o desabrochar dos potenciais genéticos da criança, então um enriquecimento de seu meio pode ajudá-la a melhorar. Craig T. Ramey, da Universidade de Georgetown, em Washington, apresentou os resultados de uma experiência de intervenção precoce junto a crianças depois de seu nascimento: o Abecedarian Project. Cento e onze crianças americanas provenientes de meios desfavorecidos, foram divididos em dois grupos e acompanhados durante 21 anos. Dos 0 aos 5 anos de idade, todos receberam uma alimentação ótima, o suporte dos serviços sociais e cuidados com a saúde. Em contrapartida, um só grupo foi beneficiado com atividades pré-escolares, 5 dias por semana, 50 semanas por ano, sob a forma de jogos, portanto, estimulando o desenvolvimento cognitivo, social, emocional e, sobretudo, da linguagem. Resultado: aos 4 anos, 95% das crianças do grupo beneficiado atingiram valores de QI normal nesta idade contra apenas 45% do grupo controlado.
Esse efeito persistiu ao longo do tempo. Aos 15 anos, 48% do grupo sem assistência foi colocado em um curso de educação especializada, em comparação a 12% do grupo beneficiado. Aos 21 anos, os jovens beneficiados continuam apresentando pontos de QI mais altos do que os outros, como quando eram crianças. Além disso, cumpriram mais anos de estudo, conseguiram mais empregos em período integral, consomem menos drogas e sofrem menos de depressão.
Craig Ramey obteve o mesmo resultado com um projeto similar visando crianças que nasceram prematuramente. Em um universo de 985 crianças, os testes de QI aos 3 anos mostram diferença entre um grupo que recebeu estímulos especiais e outro, que apenas teve cuidados de saúde.

4. Existe ginástica para o cérebro?

Pode ser. Michael Merzenich, neurobiólogo da Universidade da Califórnia, apresenta o resultado obtido com testes do programa de ginástica cerebral que sua sociedade, Posit Science, vende ao preço de 395 dólares. São programas de computador com atividades intelectuais. Dentre 182 usuários idosos, 93% viram sua capacidade cognitiva melhorar, segundo ele.
Timothy Salthouse, professor no Laboratório de Idade e Cognição, da Universidade de Virgínia, é mais comedido a respeito. Após uma revisão de testes similares conduzidos por seu laboratório e por outros, ele conclui: “Existem poucas provas científicas para confirmar que um suplemento de atividades estimulantes modifiquem a taxa de envelhecimento do cérebro.

5. Estamos ficando cada vez mais inteligentes?

Há um século, constata-se que nos países industrializados as gerações ganham três pontos de QI a cada dez anos. Essa é a conclusão de James Flynn, da Universidade de Otago (Nova Zelândia). Certos psicólogos alegam que esse fenômeno se deve à melhora da alimentação, outros, a uma elevação do nível de instrução.
Em abril de 2008, os pesquisadores Thomas W. Teasdale e David R. Owen publicaram os resultados de testes cognitivos feitos com jovens dinamarqueses por ocasião de sua incorporação no exército em 1988, 1998 e 2004. Resultado: os 25 mil recrutas de 1998 obtiveram um resultado 2 pontos superior ao dos 33 mil testados em 1988, seguindo a lógica de Flynn. Mas os 23 mil recrutas de 2004, em contraposição, atingiram um valor inferior aos de 1998, caindo para o nível de 1988.
Essa regressão foi igualmente observada nas fileiras norueguesas. Segundo Teasdale e Owen, esse recuo proviria de alterações do sistema educacional dinamarquês, que passou a ser menos dirigido à resolução de problemas lógicos e à rapidez. Eles também apontam como causa a integração de um maior número de imigrantes que - conforme mostram outros estudos - costumam obter resultados inferiores aos dos dinamarqueses natos. Mas como logo virá uma segunda geração de imigrantes igualando as condições, esse efeito sobre o efeito Flynn poderá se atenuar.

Elena Sender e Hervé Ratel/Sciences et Avenir


ÉPOCA
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O que dizem as pesquisas mais recentes sobre nosso poder para aumentar a capacidade intelectual

Alguns dos melhores cérebros da ciência têm se dedicado a estudar a inteligência humana. Suas pesquisas giram em torno das origens de nossa capacidade mental e de aproveitar esse potencial. Algumas descobertas indicam que a capacidade mental depende muito das condições sociais e pode ser apromorada com educação e, talvez, com exercícios. Só não espere nenhuma droga miraculosa para aumentar o poder do cérebro. O que dizem as investigações mais recentes:



1. O que é inteligência?

A questão é debatida desde 1904, quando o psicólogo inglês Charles Spearman, (1863-1945) se propôs a medir a inteligência. Ele demonstrou, por um método estatístico, que existem correlações entre os resultados de diferentes testes mentais feitos pela mesma pessoa. Essa relação poderia ser atribuída à capacidade mental dela. Em 1905, Alfred Binet desenvolveu um teste para medir esse fator que, depois de muitas modificações, resultou nos testes do quociente de inteligência (QI ). Cem anos mais tarde, o fator g ainda traz muito assunto a ser discutido.
Certos pesquisadores fazem uma distinção entre tipos de inteligência. O psicólogo americano Robert Sternberg estabeleceu, empiricamente, a existência de três formas de inteligência que todos nós expressamos de forma mais ou menos pronunciada: a analítica (escolar), a criativa (capacidade de se adaptar à novidade), e a prática (capacidade de aplicar seus conhecimentos). O mais famoso defensor de várias inteligências é o psicólogo americano Howard Gardner

2. A inteligência é inata ou adquirida?

“Se a hereditariedade define os limites da inteligência, o meio determina a abrangência desses limites.” Esta é a conclusão de Erik Turkheimer, professor de psicologia da universidade de Virginia, mundialmente reconhecido por suas pesquisas sobre a inteligência de gêmeos. Os primeiros estudos, conduzidos nos anos 90, mostraram que os resultados de QI obtidos por gêmeos verdadeiros, do mesmo genótipo, eram mais similares do que os dos gêmeos com DNA diferente. Isso confirmou a origem genética da inteligência.
Foi então que Erik Turkheimer pesquisou dados de 60 mil crianças, acompanhadas desde o seu nascimento até os oito anos de idade, grande parte de minorias étnicas e de famílias pobres. O QI deles foi medido aos sete anos. O resultado foi que, se o QI de gêmeos com pais abastados pode ser atribuído à genética, entre as famílias mais pobres, o quociente de gêmeos idênticos variava tanto como se fossem falsos gêmeos. Conclusão de Turkheimer: “Em um meio difícil, o potencial genético das crianças não tem oportunidade de se expressar plenamente. As famílias abonadas, por sua vez, podem dar o estímulo mental necessário aos genes para que construam o circuito cerebral da inteligência.” Isto significa que o dinheiro faz um bom lar? Não, , responde o autor. “Mas é um fator importante que permite aos pais dedicar tempo e energia, e dispor de meios para estimular as crianças mentalmente.”
De acordo com a noção da inteligência herdada, outros estudos mostraram que o QI de crianças adotadas está mais próximo ao dos pais biológicos. No entanto, mais uma vez os pesquisadores, dentre os quais Michel Duyme, da Universidade de Montpellier, na França, revelaram parcialidade. As famílias pobres raras vezes estão em condições de adotar, assim, as investigações se concentraram apenas em famílias adotivas abastadas. Duyme tem compilado os dados de milhares de adoções na França e novamente o meio desempenhou o seu papel perturbador. As crianças de famílias abastadas passadas para famílias igualmente abonadas apresentaram um QI de 119,6 em média. Mas quando eram adotadas por famílias modestas, o QI médio caiu 12 pontos. E vice-versa. As crianças de famílias modestas acolhidas por uma família das mesmas condições apresentaram um QI de 92,4, enquanto que aquelas colocadas em uma família abastada o QI obtido se elevou para 103,6.

3. O QI de crianças carentes pode ser melhorado?

Sim. Se o ambiente é tão importante para o desabrochar dos potenciais genéticos da criança, então um enriquecimento de seu meio pode ajudá-la a melhorar. Craig T. Ramey, da Universidade de Georgetown, em Washington, apresentou os resultados de uma experiência de intervenção precoce junto a crianças depois de seu nascimento: o Abecedarian Project. Cento e onze crianças americanas provenientes de meios desfavorecidos, foram divididos em dois grupos e acompanhados durante 21 anos. Dos 0 aos 5 anos de idade, todos receberam uma alimentação ótima, o suporte dos serviços sociais e cuidados com a saúde. Em contrapartida, um só grupo foi beneficiado com atividades pré-escolares, 5 dias por semana, 50 semanas por ano, sob a forma de jogos, portanto, estimulando o desenvolvimento cognitivo, social, emocional e, sobretudo, da linguagem. Resultado: aos 4 anos, 95% das crianças do grupo beneficiado atingiram valores de QI normal nesta idade contra apenas 45% do grupo controlado.
Esse efeito persistiu ao longo do tempo. Aos 15 anos, 48% do grupo sem assistência foi colocado em um curso de educação especializada, em comparação a 12% do grupo beneficiado. Aos 21 anos, os jovens beneficiados continuam apresentando pontos de QI mais altos do que os outros, como quando eram crianças. Além disso, cumpriram mais anos de estudo, conseguiram mais empregos em período integral, consomem menos drogas e sofrem menos de depressão.
Craig Ramey obteve o mesmo resultado com um projeto similar visando crianças que nasceram prematuramente. Em um universo de 985 crianças, os testes de QI aos 3 anos mostram diferença entre um grupo que recebeu estímulos especiais e outro, que apenas teve cuidados de saúde.

4. Existe ginástica para o cérebro?

Pode ser. Michael Merzenich, neurobiólogo da Universidade da Califórnia, apresenta o resultado obtido com testes do programa de ginástica cerebral que sua sociedade, Posit Science, vende ao preço de 395 dólares. São programas de computador com atividades intelectuais. Dentre 182 usuários idosos, 93% viram sua capacidade cognitiva melhorar, segundo ele.
Timothy Salthouse, professor no Laboratório de Idade e Cognição, da Universidade de Virgínia, é mais comedido a respeito. Após uma revisão de testes similares conduzidos por seu laboratório e por outros, ele conclui: “Existem poucas provas científicas para confirmar que um suplemento de atividades estimulantes modifiquem a taxa de envelhecimento do cérebro.

5. Estamos ficando cada vez mais inteligentes?

Há um século, constata-se que nos países industrializados as gerações ganham três pontos de QI a cada dez anos. Essa é a conclusão de James Flynn, da Universidade de Otago (Nova Zelândia). Certos psicólogos alegam que esse fenômeno se deve à melhora da alimentação, outros, a uma elevação do nível de instrução.
Em abril de 2008, os pesquisadores Thomas W. Teasdale e David R. Owen publicaram os resultados de testes cognitivos feitos com jovens dinamarqueses por ocasião de sua incorporação no exército em 1988, 1998 e 2004. Resultado: os 25 mil recrutas de 1998 obtiveram um resultado 2 pontos superior ao dos 33 mil testados em 1988, seguindo a lógica de Flynn. Mas os 23 mil recrutas de 2004, em contraposição, atingiram um valor inferior aos de 1998, caindo para o nível de 1988.
Essa regressão foi igualmente observada nas fileiras norueguesas. Segundo Teasdale e Owen, esse recuo proviria de alterações do sistema educacional dinamarquês, que passou a ser menos dirigido à resolução de problemas lógicos e à rapidez. Eles também apontam como causa a integração de um maior número de imigrantes que - conforme mostram outros estudos - costumam obter resultados inferiores aos dos dinamarqueses natos. Mas como logo virá uma segunda geração de imigrantes igualando as condições, esse efeito sobre o efeito Flynn poderá se atenuar.

Elena Sender e Hervé Ratel/Sciences et Avenir


ÉPOCA
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O que dizem as pesquisas mais recentes sobre nosso poder para aumentar a capacidade intelectual

Alguns dos melhores cérebros da ciência têm se dedicado a estudar a inteligência humana. Suas pesquisas giram em torno das origens de nossa capacidade mental e de aproveitar esse potencial. Algumas descobertas indicam que a capacidade mental depende muito das condições sociais e pode ser apromorada com educação e, talvez, com exercícios. Só não espere nenhuma droga miraculosa para aumentar o poder do cérebro. O que dizem as investigações mais recentes:



1. O que é inteligência?

A questão é debatida desde 1904, quando o psicólogo inglês Charles Spearman, (1863-1945) se propôs a medir a inteligência. Ele demonstrou, por um método estatístico, que existem correlações entre os resultados de diferentes testes mentais feitos pela mesma pessoa. Essa relação poderia ser atribuída à capacidade mental dela. Em 1905, Alfred Binet desenvolveu um teste para medir esse fator que, depois de muitas modificações, resultou nos testes do quociente de inteligência (QI ). Cem anos mais tarde, o fator g ainda traz muito assunto a ser discutido.
Certos pesquisadores fazem uma distinção entre tipos de inteligência. O psicólogo americano Robert Sternberg estabeleceu, empiricamente, a existência de três formas de inteligência que todos nós expressamos de forma mais ou menos pronunciada: a analítica (escolar), a criativa (capacidade de se adaptar à novidade), e a prática (capacidade de aplicar seus conhecimentos). O mais famoso defensor de várias inteligências é o psicólogo americano Howard Gardner

2. A inteligência é inata ou adquirida?

“Se a hereditariedade define os limites da inteligência, o meio determina a abrangência desses limites.” Esta é a conclusão de Erik Turkheimer, professor de psicologia da universidade de Virginia, mundialmente reconhecido por suas pesquisas sobre a inteligência de gêmeos. Os primeiros estudos, conduzidos nos anos 90, mostraram que os resultados de QI obtidos por gêmeos verdadeiros, do mesmo genótipo, eram mais similares do que os dos gêmeos com DNA diferente. Isso confirmou a origem genética da inteligência.
Foi então que Erik Turkheimer pesquisou dados de 60 mil crianças, acompanhadas desde o seu nascimento até os oito anos de idade, grande parte de minorias étnicas e de famílias pobres. O QI deles foi medido aos sete anos. O resultado foi que, se o QI de gêmeos com pais abastados pode ser atribuído à genética, entre as famílias mais pobres, o quociente de gêmeos idênticos variava tanto como se fossem falsos gêmeos. Conclusão de Turkheimer: “Em um meio difícil, o potencial genético das crianças não tem oportunidade de se expressar plenamente. As famílias abonadas, por sua vez, podem dar o estímulo mental necessário aos genes para que construam o circuito cerebral da inteligência.” Isto significa que o dinheiro faz um bom lar? Não, , responde o autor. “Mas é um fator importante que permite aos pais dedicar tempo e energia, e dispor de meios para estimular as crianças mentalmente.”
De acordo com a noção da inteligência herdada, outros estudos mostraram que o QI de crianças adotadas está mais próximo ao dos pais biológicos. No entanto, mais uma vez os pesquisadores, dentre os quais Michel Duyme, da Universidade de Montpellier, na França, revelaram parcialidade. As famílias pobres raras vezes estão em condições de adotar, assim, as investigações se concentraram apenas em famílias adotivas abastadas. Duyme tem compilado os dados de milhares de adoções na França e novamente o meio desempenhou o seu papel perturbador. As crianças de famílias abastadas passadas para famílias igualmente abonadas apresentaram um QI de 119,6 em média. Mas quando eram adotadas por famílias modestas, o QI médio caiu 12 pontos. E vice-versa. As crianças de famílias modestas acolhidas por uma família das mesmas condições apresentaram um QI de 92,4, enquanto que aquelas colocadas em uma família abastada o QI obtido se elevou para 103,6.

3. O QI de crianças carentes pode ser melhorado?

Sim. Se o ambiente é tão importante para o desabrochar dos potenciais genéticos da criança, então um enriquecimento de seu meio pode ajudá-la a melhorar. Craig T. Ramey, da Universidade de Georgetown, em Washington, apresentou os resultados de uma experiência de intervenção precoce junto a crianças depois de seu nascimento: o Abecedarian Project. Cento e onze crianças americanas provenientes de meios desfavorecidos, foram divididos em dois grupos e acompanhados durante 21 anos. Dos 0 aos 5 anos de idade, todos receberam uma alimentação ótima, o suporte dos serviços sociais e cuidados com a saúde. Em contrapartida, um só grupo foi beneficiado com atividades pré-escolares, 5 dias por semana, 50 semanas por ano, sob a forma de jogos, portanto, estimulando o desenvolvimento cognitivo, social, emocional e, sobretudo, da linguagem. Resultado: aos 4 anos, 95% das crianças do grupo beneficiado atingiram valores de QI normal nesta idade contra apenas 45% do grupo controlado.
Esse efeito persistiu ao longo do tempo. Aos 15 anos, 48% do grupo sem assistência foi colocado em um curso de educação especializada, em comparação a 12% do grupo beneficiado. Aos 21 anos, os jovens beneficiados continuam apresentando pontos de QI mais altos do que os outros, como quando eram crianças. Além disso, cumpriram mais anos de estudo, conseguiram mais empregos em período integral, consomem menos drogas e sofrem menos de depressão.
Craig Ramey obteve o mesmo resultado com um projeto similar visando crianças que nasceram prematuramente. Em um universo de 985 crianças, os testes de QI aos 3 anos mostram diferença entre um grupo que recebeu estímulos especiais e outro, que apenas teve cuidados de saúde.

4. Existe ginástica para o cérebro?

Pode ser. Michael Merzenich, neurobiólogo da Universidade da Califórnia, apresenta o resultado obtido com testes do programa de ginástica cerebral que sua sociedade, Posit Science, vende ao preço de 395 dólares. São programas de computador com atividades intelectuais. Dentre 182 usuários idosos, 93% viram sua capacidade cognitiva melhorar, segundo ele.
Timothy Salthouse, professor no Laboratório de Idade e Cognição, da Universidade de Virgínia, é mais comedido a respeito. Após uma revisão de testes similares conduzidos por seu laboratório e por outros, ele conclui: “Existem poucas provas científicas para confirmar que um suplemento de atividades estimulantes modifiquem a taxa de envelhecimento do cérebro.

5. Estamos ficando cada vez mais inteligentes?

Há um século, constata-se que nos países industrializados as gerações ganham três pontos de QI a cada dez anos. Essa é a conclusão de James Flynn, da Universidade de Otago (Nova Zelândia). Certos psicólogos alegam que esse fenômeno se deve à melhora da alimentação, outros, a uma elevação do nível de instrução.
Em abril de 2008, os pesquisadores Thomas W. Teasdale e David R. Owen publicaram os resultados de testes cognitivos feitos com jovens dinamarqueses por ocasião de sua incorporação no exército em 1988, 1998 e 2004. Resultado: os 25 mil recrutas de 1998 obtiveram um resultado 2 pontos superior ao dos 33 mil testados em 1988, seguindo a lógica de Flynn. Mas os 23 mil recrutas de 2004, em contraposição, atingiram um valor inferior aos de 1998, caindo para o nível de 1988.
Essa regressão foi igualmente observada nas fileiras norueguesas. Segundo Teasdale e Owen, esse recuo proviria de alterações do sistema educacional dinamarquês, que passou a ser menos dirigido à resolução de problemas lógicos e à rapidez. Eles também apontam como causa a integração de um maior número de imigrantes que - conforme mostram outros estudos - costumam obter resultados inferiores aos dos dinamarqueses natos. Mas como logo virá uma segunda geração de imigrantes igualando as condições, esse efeito sobre o efeito Flynn poderá se atenuar.

Elena Sender e Hervé Ratel/Sciences et Avenir


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O que dizem as pesquisas mais recentes sobre nosso poder para aumentar a capacidade intelectual

Alguns dos melhores cérebros da ciência têm se dedicado a estudar a inteligência humana. Suas pesquisas giram em torno das origens de nossa capacidade mental e de aproveitar esse potencial. Algumas descobertas indicam que a capacidade mental depende muito das condições sociais e pode ser apromorada com educação e, talvez, com exercícios. Só não espere nenhuma droga miraculosa para aumentar o poder do cérebro. O que dizem as investigações mais recentes:



1. O que é inteligência?

A questão é debatida desde 1904, quando o psicólogo inglês Charles Spearman, (1863-1945) se propôs a medir a inteligência. Ele demonstrou, por um método estatístico, que existem correlações entre os resultados de diferentes testes mentais feitos pela mesma pessoa. Essa relação poderia ser atribuída à capacidade mental dela. Em 1905, Alfred Binet desenvolveu um teste para medir esse fator que, depois de muitas modificações, resultou nos testes do quociente de inteligência (QI ). Cem anos mais tarde, o fator g ainda traz muito assunto a ser discutido.
Certos pesquisadores fazem uma distinção entre tipos de inteligência. O psicólogo americano Robert Sternberg estabeleceu, empiricamente, a existência de três formas de inteligência que todos nós expressamos de forma mais ou menos pronunciada: a analítica (escolar), a criativa (capacidade de se adaptar à novidade), e a prática (capacidade de aplicar seus conhecimentos). O mais famoso defensor de várias inteligências é o psicólogo americano Howard Gardner

2. A inteligência é inata ou adquirida?

“Se a hereditariedade define os limites da inteligência, o meio determina a abrangência desses limites.” Esta é a conclusão de Erik Turkheimer, professor de psicologia da universidade de Virginia, mundialmente reconhecido por suas pesquisas sobre a inteligência de gêmeos. Os primeiros estudos, conduzidos nos anos 90, mostraram que os resultados de QI obtidos por gêmeos verdadeiros, do mesmo genótipo, eram mais similares do que os dos gêmeos com DNA diferente. Isso confirmou a origem genética da inteligência.
Foi então que Erik Turkheimer pesquisou dados de 60 mil crianças, acompanhadas desde o seu nascimento até os oito anos de idade, grande parte de minorias étnicas e de famílias pobres. O QI deles foi medido aos sete anos. O resultado foi que, se o QI de gêmeos com pais abastados pode ser atribuído à genética, entre as famílias mais pobres, o quociente de gêmeos idênticos variava tanto como se fossem falsos gêmeos. Conclusão de Turkheimer: “Em um meio difícil, o potencial genético das crianças não tem oportunidade de se expressar plenamente. As famílias abonadas, por sua vez, podem dar o estímulo mental necessário aos genes para que construam o circuito cerebral da inteligência.” Isto significa que o dinheiro faz um bom lar? Não, , responde o autor. “Mas é um fator importante que permite aos pais dedicar tempo e energia, e dispor de meios para estimular as crianças mentalmente.”
De acordo com a noção da inteligência herdada, outros estudos mostraram que o QI de crianças adotadas está mais próximo ao dos pais biológicos. No entanto, mais uma vez os pesquisadores, dentre os quais Michel Duyme, da Universidade de Montpellier, na França, revelaram parcialidade. As famílias pobres raras vezes estão em condições de adotar, assim, as investigações se concentraram apenas em famílias adotivas abastadas. Duyme tem compilado os dados de milhares de adoções na França e novamente o meio desempenhou o seu papel perturbador. As crianças de famílias abastadas passadas para famílias igualmente abonadas apresentaram um QI de 119,6 em média. Mas quando eram adotadas por famílias modestas, o QI médio caiu 12 pontos. E vice-versa. As crianças de famílias modestas acolhidas por uma família das mesmas condições apresentaram um QI de 92,4, enquanto que aquelas colocadas em uma família abastada o QI obtido se elevou para 103,6.

3. O QI de crianças carentes pode ser melhorado?

Sim. Se o ambiente é tão importante para o desabrochar dos potenciais genéticos da criança, então um enriquecimento de seu meio pode ajudá-la a melhorar. Craig T. Ramey, da Universidade de Georgetown, em Washington, apresentou os resultados de uma experiência de intervenção precoce junto a crianças depois de seu nascimento: o Abecedarian Project. Cento e onze crianças americanas provenientes de meios desfavorecidos, foram divididos em dois grupos e acompanhados durante 21 anos. Dos 0 aos 5 anos de idade, todos receberam uma alimentação ótima, o suporte dos serviços sociais e cuidados com a saúde. Em contrapartida, um só grupo foi beneficiado com atividades pré-escolares, 5 dias por semana, 50 semanas por ano, sob a forma de jogos, portanto, estimulando o desenvolvimento cognitivo, social, emocional e, sobretudo, da linguagem. Resultado: aos 4 anos, 95% das crianças do grupo beneficiado atingiram valores de QI normal nesta idade contra apenas 45% do grupo controlado.
Esse efeito persistiu ao longo do tempo. Aos 15 anos, 48% do grupo sem assistência foi colocado em um curso de educação especializada, em comparação a 12% do grupo beneficiado. Aos 21 anos, os jovens beneficiados continuam apresentando pontos de QI mais altos do que os outros, como quando eram crianças. Além disso, cumpriram mais anos de estudo, conseguiram mais empregos em período integral, consomem menos drogas e sofrem menos de depressão.
Craig Ramey obteve o mesmo resultado com um projeto similar visando crianças que nasceram prematuramente. Em um universo de 985 crianças, os testes de QI aos 3 anos mostram diferença entre um grupo que recebeu estímulos especiais e outro, que apenas teve cuidados de saúde.

4. Existe ginástica para o cérebro?

Pode ser. Michael Merzenich, neurobiólogo da Universidade da Califórnia, apresenta o resultado obtido com testes do programa de ginástica cerebral que sua sociedade, Posit Science, vende ao preço de 395 dólares. São programas de computador com atividades intelectuais. Dentre 182 usuários idosos, 93% viram sua capacidade cognitiva melhorar, segundo ele.
Timothy Salthouse, professor no Laboratório de Idade e Cognição, da Universidade de Virgínia, é mais comedido a respeito. Após uma revisão de testes similares conduzidos por seu laboratório e por outros, ele conclui: “Existem poucas provas científicas para confirmar que um suplemento de atividades estimulantes modifiquem a taxa de envelhecimento do cérebro.

5. Estamos ficando cada vez mais inteligentes?

Há um século, constata-se que nos países industrializados as gerações ganham três pontos de QI a cada dez anos. Essa é a conclusão de James Flynn, da Universidade de Otago (Nova Zelândia). Certos psicólogos alegam que esse fenômeno se deve à melhora da alimentação, outros, a uma elevação do nível de instrução.
Em abril de 2008, os pesquisadores Thomas W. Teasdale e David R. Owen publicaram os resultados de testes cognitivos feitos com jovens dinamarqueses por ocasião de sua incorporação no exército em 1988, 1998 e 2004. Resultado: os 25 mil recrutas de 1998 obtiveram um resultado 2 pontos superior ao dos 33 mil testados em 1988, seguindo a lógica de Flynn. Mas os 23 mil recrutas de 2004, em contraposição, atingiram um valor inferior aos de 1998, caindo para o nível de 1988.
Essa regressão foi igualmente observada nas fileiras norueguesas. Segundo Teasdale e Owen, esse recuo proviria de alterações do sistema educacional dinamarquês, que passou a ser menos dirigido à resolução de problemas lógicos e à rapidez. Eles também apontam como causa a integração de um maior número de imigrantes que - conforme mostram outros estudos - costumam obter resultados inferiores aos dos dinamarqueses natos. Mas como logo virá uma segunda geração de imigrantes igualando as condições, esse efeito sobre o efeito Flynn poderá se atenuar.

Elena Sender e Hervé Ratel/Sciences et Avenir


ÉPOCA
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O que dizem as pesquisas mais recentes sobre nosso poder para aumentar a capacidade intelectual

Alguns dos melhores cérebros da ciência têm se dedicado a estudar a inteligência humana. Suas pesquisas giram em torno das origens de nossa capacidade mental e de aproveitar esse potencial. Algumas descobertas indicam que a capacidade mental depende muito das condições sociais e pode ser apromorada com educação e, talvez, com exercícios. Só não espere nenhuma droga miraculosa para aumentar o poder do cérebro. O que dizem as investigações mais recentes:



1. O que é inteligência?

A questão é debatida desde 1904, quando o psicólogo inglês Charles Spearman, (1863-1945) se propôs a medir a inteligência. Ele demonstrou, por um método estatístico, que existem correlações entre os resultados de diferentes testes mentais feitos pela mesma pessoa. Essa relação poderia ser atribuída à capacidade mental dela. Em 1905, Alfred Binet desenvolveu um teste para medir esse fator que, depois de muitas modificações, resultou nos testes do quociente de inteligência (QI ). Cem anos mais tarde, o fator g ainda traz muito assunto a ser discutido.
Certos pesquisadores fazem uma distinção entre tipos de inteligência. O psicólogo americano Robert Sternberg estabeleceu, empiricamente, a existência de três formas de inteligência que todos nós expressamos de forma mais ou menos pronunciada: a analítica (escolar), a criativa (capacidade de se adaptar à novidade), e a prática (capacidade de aplicar seus conhecimentos). O mais famoso defensor de várias inteligências é o psicólogo americano Howard Gardner

2. A inteligência é inata ou adquirida?

“Se a hereditariedade define os limites da inteligência, o meio determina a abrangência desses limites.” Esta é a conclusão de Erik Turkheimer, professor de psicologia da universidade de Virginia, mundialmente reconhecido por suas pesquisas sobre a inteligência de gêmeos. Os primeiros estudos, conduzidos nos anos 90, mostraram que os resultados de QI obtidos por gêmeos verdadeiros, do mesmo genótipo, eram mais similares do que os dos gêmeos com DNA diferente. Isso confirmou a origem genética da inteligência.
Foi então que Erik Turkheimer pesquisou dados de 60 mil crianças, acompanhadas desde o seu nascimento até os oito anos de idade, grande parte de minorias étnicas e de famílias pobres. O QI deles foi medido aos sete anos. O resultado foi que, se o QI de gêmeos com pais abastados pode ser atribuído à genética, entre as famílias mais pobres, o quociente de gêmeos idênticos variava tanto como se fossem falsos gêmeos. Conclusão de Turkheimer: “Em um meio difícil, o potencial genético das crianças não tem oportunidade de se expressar plenamente. As famílias abonadas, por sua vez, podem dar o estímulo mental necessário aos genes para que construam o circuito cerebral da inteligência.” Isto significa que o dinheiro faz um bom lar? Não, , responde o autor. “Mas é um fator importante que permite aos pais dedicar tempo e energia, e dispor de meios para estimular as crianças mentalmente.”
De acordo com a noção da inteligência herdada, outros estudos mostraram que o QI de crianças adotadas está mais próximo ao dos pais biológicos. No entanto, mais uma vez os pesquisadores, dentre os quais Michel Duyme, da Universidade de Montpellier, na França, revelaram parcialidade. As famílias pobres raras vezes estão em condições de adotar, assim, as investigações se concentraram apenas em famílias adotivas abastadas. Duyme tem compilado os dados de milhares de adoções na França e novamente o meio desempenhou o seu papel perturbador. As crianças de famílias abastadas passadas para famílias igualmente abonadas apresentaram um QI de 119,6 em média. Mas quando eram adotadas por famílias modestas, o QI médio caiu 12 pontos. E vice-versa. As crianças de famílias modestas acolhidas por uma família das mesmas condições apresentaram um QI de 92,4, enquanto que aquelas colocadas em uma família abastada o QI obtido se elevou para 103,6.

3. O QI de crianças carentes pode ser melhorado?

Sim. Se o ambiente é tão importante para o desabrochar dos potenciais genéticos da criança, então um enriquecimento de seu meio pode ajudá-la a melhorar. Craig T. Ramey, da Universidade de Georgetown, em Washington, apresentou os resultados de uma experiência de intervenção precoce junto a crianças depois de seu nascimento: o Abecedarian Project. Cento e onze crianças americanas provenientes de meios desfavorecidos, foram divididos em dois grupos e acompanhados durante 21 anos. Dos 0 aos 5 anos de idade, todos receberam uma alimentação ótima, o suporte dos serviços sociais e cuidados com a saúde. Em contrapartida, um só grupo foi beneficiado com atividades pré-escolares, 5 dias por semana, 50 semanas por ano, sob a forma de jogos, portanto, estimulando o desenvolvimento cognitivo, social, emocional e, sobretudo, da linguagem. Resultado: aos 4 anos, 95% das crianças do grupo beneficiado atingiram valores de QI normal nesta idade contra apenas 45% do grupo controlado.
Esse efeito persistiu ao longo do tempo. Aos 15 anos, 48% do grupo sem assistência foi colocado em um curso de educação especializada, em comparação a 12% do grupo beneficiado. Aos 21 anos, os jovens beneficiados continuam apresentando pontos de QI mais altos do que os outros, como quando eram crianças. Além disso, cumpriram mais anos de estudo, conseguiram mais empregos em período integral, consomem menos drogas e sofrem menos de depressão.
Craig Ramey obteve o mesmo resultado com um projeto similar visando crianças que nasceram prematuramente. Em um universo de 985 crianças, os testes de QI aos 3 anos mostram diferença entre um grupo que recebeu estímulos especiais e outro, que apenas teve cuidados de saúde.

4. Existe ginástica para o cérebro?

Pode ser. Michael Merzenich, neurobiólogo da Universidade da Califórnia, apresenta o resultado obtido com testes do programa de ginástica cerebral que sua sociedade, Posit Science, vende ao preço de 395 dólares. São programas de computador com atividades intelectuais. Dentre 182 usuários idosos, 93% viram sua capacidade cognitiva melhorar, segundo ele.
Timothy Salthouse, professor no Laboratório de Idade e Cognição, da Universidade de Virgínia, é mais comedido a respeito. Após uma revisão de testes similares conduzidos por seu laboratório e por outros, ele conclui: “Existem poucas provas científicas para confirmar que um suplemento de atividades estimulantes modifiquem a taxa de envelhecimento do cérebro.

5. Estamos ficando cada vez mais inteligentes?

Há um século, constata-se que nos países industrializados as gerações ganham três pontos de QI a cada dez anos. Essa é a conclusão de James Flynn, da Universidade de Otago (Nova Zelândia). Certos psicólogos alegam que esse fenômeno se deve à melhora da alimentação, outros, a uma elevação do nível de instrução.
Em abril de 2008, os pesquisadores Thomas W. Teasdale e David R. Owen publicaram os resultados de testes cognitivos feitos com jovens dinamarqueses por ocasião de sua incorporação no exército em 1988, 1998 e 2004. Resultado: os 25 mil recrutas de 1998 obtiveram um resultado 2 pontos superior ao dos 33 mil testados em 1988, seguindo a lógica de Flynn. Mas os 23 mil recrutas de 2004, em contraposição, atingiram um valor inferior aos de 1998, caindo para o nível de 1988.
Essa regressão foi igualmente observada nas fileiras norueguesas. Segundo Teasdale e Owen, esse recuo proviria de alterações do sistema educacional dinamarquês, que passou a ser menos dirigido à resolução de problemas lógicos e à rapidez. Eles também apontam como causa a integração de um maior número de imigrantes que - conforme mostram outros estudos - costumam obter resultados inferiores aos dos dinamarqueses natos. Mas como logo virá uma segunda geração de imigrantes igualando as condições, esse efeito sobre o efeito Flynn poderá se atenuar.

Elena Sender e Hervé Ratel/Sciences et Avenir


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colaboradores: carmen e maria celia

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