notícias atuais sobre saúde, violência,justiça,cidadania,educação, cultura,direitos humanos,ecologia, variedades,comportamento
10.5.09

Para refletir

Ponho-me a refletir com frequência sobre as mulheres que entregam seus filhos para adoção e que pertencem aos setores sociais marginalizados.Quando estamos diante dessas mulheres e suas famílias, conhecemos pouco, porque lhe escutamos pouco, e perguntamos mal. Muitas vezes a pergunta já vem com um julgamento negativo antecipado. Não conhecemos o que pensam e sentem porque não lhe damos tempo para que se expressem como gostariam. O destino de uma mulher que entrega um filho para adoção, é o de desaparecer, não apenas da vida de sua prole, mas também da sua própria história.
A história dessas mulheres revela um papel paradoxal. Enquanto existem como mulheres grávidas (por sua história e sua situação), constituem uma denúncia de desamparo, e por outro lado, o produto que resulta dessa situação, a criança, atrai o amparo de uma instituição. E para que a adoção possa existir é preciso que essa mulher autorize a si mesma, perante a lei, a entrega do seu filho. Do mesmo modo que a lei determina a guarda e a adoção, esse trâmite a exclui novamente, como ser humano que não lhe foi dado o direito de escolha pela própria condição de vida.
Essa dinâmica revela a cegueira social, que ao omitir a existência dessas mulheres como pessoas, as enquadra na posição de provedoras de filhos para outros, como se houvesse a obrigação do cumprimento de uma tarefa social óbvia. A persistência desse mecanismo de "naturalização" do ato de entrega de uma criança, sem exercer um pensamento crítico acerca do que essa situação indica, leva a uma atitude de indiferença ou de adesão aos preconceitos que estas mulheres suscitam em que não faz o devido esforço para compreender as razões desse ato.
É inegável que muitas dessas mulheres criariam seus filhos de forma inadequada, em função daquilo que não aprenderam quando eram crianças.Outras, em consequência de sua ignorância, preconceitos, e também em função de suas personalidades, podem recorrer à violência contra suas proles, e podem ser excessivamente submissas à vontade do homem. Frente a essa questão da entrega de um filho para adoção, falta com certeza uma mediação psico-social e econômica que se responsabilize pela mãe e pelo filho.
A verdade é que a maioria dos profissionais e funcionários que lidam com essas mães, estimulam e esperam que elas entreguem seus filhos o mais rápido possível, para que sejam adotados por uma "boa família", não levando em consideração outros aspectos como saúde, violência, trabalho, etc., como prova contundente de exclusão dos benefícios técnicos - administrativos (dos apoios previdenciários,de ajudas de custo, de orientação e apoio médico, e principalmente, de um planejamento familiar responsável, para que essas mulheres possam gerar menos filhos e criá-los dentro das condições básicas).O direito dessas mulheres é sempre violado ao lhes ter sido cerceada a possibilidade de manter com elas seus filhos, privando-as das políticas assistenciais adequadas, reduzindo-as e definindo-as apenas pelo seu funcionamento biológico.
Essas mulheres vivem numa cultura de silêncio que as oprimiu desde pequenas, quando tiveram que aprender a calar-se frente a todas as violências.
As mulheres que entregam seus filhos para adoção, ignoradas pela estatística não atendida pelos serviços públicos, muitas vezes temidas pelos adotantes, denegridas por uma certa moral, incompreendidas por numerosos profissionais, exploradas por certas almas caridosas, estão presentes de forma irreversível em nossa sociedade.Necessitam da nossa atenção, respeito, da nossa escuta humilde, e acima de tudo, da nossa capacidade de entendimento e ajuda, para que a dor da decisão de separar uma vida gerada em suas entranhas seja mais respeitada e compreendida, possibilitando a essas mulheres a liberdade de manifestarem, sem constrangimento, o seu não desejo de maternar, como fator também relevante na sua decisão.
Não cabe portanto julgamento moral, e sim, reconhecer que há mulheres também que não se dispõem a ser mães, circunstancialmente, daquela criança ou mesmo por opção definitiva. É importante respeitar tais decisões, e nesses casos, tomar todas as providências necessárias para assegurar o direito da criança ser acolhida por pessoas capazes de amá-la e protegê-la. Aproveito a oportunidade para agradecer as grandes mestras Eva, Silvia e Beatriz, pelos pronunciamentos tão importantes em relação ao tema e que nos despertam para a responsabilidade da adoção no Brasil e exterior.
Abraços com carinho aos colegas de comunidade
Sanny

*Sanny Lemos é Assistente de Prevenção Social, atuando na Vara da Infância e Juventude de Feira de Santana
Texto extraído do site "Comunidades Virtuais de Aprendizagem"

Foto: Carlos Eduardo Fernandes
link do postPor anjoseguerreiros, às 19:56  ver comentários (4) comentar


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Ponho-me a refletir com frequência sobre as mulheres que entregam seus filhos para adoção e que pertencem aos setores sociais marginalizados.Quando estamos diante dessas mulheres e suas famílias, conhecemos pouco, porque lhe escutamos pouco, e perguntamos mal. Muitas vezes a pergunta já vem com um julgamento negativo antecipado. Não conhecemos o que pensam e sentem porque não lhe damos tempo para que se expressem como gostariam. O destino de uma mulher que entrega um filho para adoção, é o de desaparecer, não apenas da vida de sua prole, mas também da sua própria história.
A história dessas mulheres revela um papel paradoxal. Enquanto existem como mulheres grávidas (por sua história e sua situação), constituem uma denúncia de desamparo, e por outro lado, o produto que resulta dessa situação, a criança, atrai o amparo de uma instituição. E para que a adoção possa existir é preciso que essa mulher autorize a si mesma, perante a lei, a entrega do seu filho. Do mesmo modo que a lei determina a guarda e a adoção, esse trâmite a exclui novamente, como ser humano que não lhe foi dado o direito de escolha pela própria condição de vida.
Essa dinâmica revela a cegueira social, que ao omitir a existência dessas mulheres como pessoas, as enquadra na posição de provedoras de filhos para outros, como se houvesse a obrigação do cumprimento de uma tarefa social óbvia. A persistência desse mecanismo de "naturalização" do ato de entrega de uma criança, sem exercer um pensamento crítico acerca do que essa situação indica, leva a uma atitude de indiferença ou de adesão aos preconceitos que estas mulheres suscitam em que não faz o devido esforço para compreender as razões desse ato.
É inegável que muitas dessas mulheres criariam seus filhos de forma inadequada, em função daquilo que não aprenderam quando eram crianças.Outras, em consequência de sua ignorância, preconceitos, e também em função de suas personalidades, podem recorrer à violência contra suas proles, e podem ser excessivamente submissas à vontade do homem. Frente a essa questão da entrega de um filho para adoção, falta com certeza uma mediação psico-social e econômica que se responsabilize pela mãe e pelo filho.
A verdade é que a maioria dos profissionais e funcionários que lidam com essas mães, estimulam e esperam que elas entreguem seus filhos o mais rápido possível, para que sejam adotados por uma "boa família", não levando em consideração outros aspectos como saúde, violência, trabalho, etc., como prova contundente de exclusão dos benefícios técnicos - administrativos (dos apoios previdenciários,de ajudas de custo, de orientação e apoio médico, e principalmente, de um planejamento familiar responsável, para que essas mulheres possam gerar menos filhos e criá-los dentro das condições básicas).O direito dessas mulheres é sempre violado ao lhes ter sido cerceada a possibilidade de manter com elas seus filhos, privando-as das políticas assistenciais adequadas, reduzindo-as e definindo-as apenas pelo seu funcionamento biológico.
Essas mulheres vivem numa cultura de silêncio que as oprimiu desde pequenas, quando tiveram que aprender a calar-se frente a todas as violências.
As mulheres que entregam seus filhos para adoção, ignoradas pela estatística não atendida pelos serviços públicos, muitas vezes temidas pelos adotantes, denegridas por uma certa moral, incompreendidas por numerosos profissionais, exploradas por certas almas caridosas, estão presentes de forma irreversível em nossa sociedade.Necessitam da nossa atenção, respeito, da nossa escuta humilde, e acima de tudo, da nossa capacidade de entendimento e ajuda, para que a dor da decisão de separar uma vida gerada em suas entranhas seja mais respeitada e compreendida, possibilitando a essas mulheres a liberdade de manifestarem, sem constrangimento, o seu não desejo de maternar, como fator também relevante na sua decisão.
Não cabe portanto julgamento moral, e sim, reconhecer que há mulheres também que não se dispõem a ser mães, circunstancialmente, daquela criança ou mesmo por opção definitiva. É importante respeitar tais decisões, e nesses casos, tomar todas as providências necessárias para assegurar o direito da criança ser acolhida por pessoas capazes de amá-la e protegê-la. Aproveito a oportunidade para agradecer as grandes mestras Eva, Silvia e Beatriz, pelos pronunciamentos tão importantes em relação ao tema e que nos despertam para a responsabilidade da adoção no Brasil e exterior.
Abraços com carinho aos colegas de comunidade
Sanny

*Sanny Lemos é Assistente de Prevenção Social, atuando na Vara da Infância e Juventude de Feira de Santana
Texto extraído do site "Comunidades Virtuais de Aprendizagem"

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Ponho-me a refletir com frequência sobre as mulheres que entregam seus filhos para adoção e que pertencem aos setores sociais marginalizados.Quando estamos diante dessas mulheres e suas famílias, conhecemos pouco, porque lhe escutamos pouco, e perguntamos mal. Muitas vezes a pergunta já vem com um julgamento negativo antecipado. Não conhecemos o que pensam e sentem porque não lhe damos tempo para que se expressem como gostariam. O destino de uma mulher que entrega um filho para adoção, é o de desaparecer, não apenas da vida de sua prole, mas também da sua própria história.
A história dessas mulheres revela um papel paradoxal. Enquanto existem como mulheres grávidas (por sua história e sua situação), constituem uma denúncia de desamparo, e por outro lado, o produto que resulta dessa situação, a criança, atrai o amparo de uma instituição. E para que a adoção possa existir é preciso que essa mulher autorize a si mesma, perante a lei, a entrega do seu filho. Do mesmo modo que a lei determina a guarda e a adoção, esse trâmite a exclui novamente, como ser humano que não lhe foi dado o direito de escolha pela própria condição de vida.
Essa dinâmica revela a cegueira social, que ao omitir a existência dessas mulheres como pessoas, as enquadra na posição de provedoras de filhos para outros, como se houvesse a obrigação do cumprimento de uma tarefa social óbvia. A persistência desse mecanismo de "naturalização" do ato de entrega de uma criança, sem exercer um pensamento crítico acerca do que essa situação indica, leva a uma atitude de indiferença ou de adesão aos preconceitos que estas mulheres suscitam em que não faz o devido esforço para compreender as razões desse ato.
É inegável que muitas dessas mulheres criariam seus filhos de forma inadequada, em função daquilo que não aprenderam quando eram crianças.Outras, em consequência de sua ignorância, preconceitos, e também em função de suas personalidades, podem recorrer à violência contra suas proles, e podem ser excessivamente submissas à vontade do homem. Frente a essa questão da entrega de um filho para adoção, falta com certeza uma mediação psico-social e econômica que se responsabilize pela mãe e pelo filho.
A verdade é que a maioria dos profissionais e funcionários que lidam com essas mães, estimulam e esperam que elas entreguem seus filhos o mais rápido possível, para que sejam adotados por uma "boa família", não levando em consideração outros aspectos como saúde, violência, trabalho, etc., como prova contundente de exclusão dos benefícios técnicos - administrativos (dos apoios previdenciários,de ajudas de custo, de orientação e apoio médico, e principalmente, de um planejamento familiar responsável, para que essas mulheres possam gerar menos filhos e criá-los dentro das condições básicas).O direito dessas mulheres é sempre violado ao lhes ter sido cerceada a possibilidade de manter com elas seus filhos, privando-as das políticas assistenciais adequadas, reduzindo-as e definindo-as apenas pelo seu funcionamento biológico.
Essas mulheres vivem numa cultura de silêncio que as oprimiu desde pequenas, quando tiveram que aprender a calar-se frente a todas as violências.
As mulheres que entregam seus filhos para adoção, ignoradas pela estatística não atendida pelos serviços públicos, muitas vezes temidas pelos adotantes, denegridas por uma certa moral, incompreendidas por numerosos profissionais, exploradas por certas almas caridosas, estão presentes de forma irreversível em nossa sociedade.Necessitam da nossa atenção, respeito, da nossa escuta humilde, e acima de tudo, da nossa capacidade de entendimento e ajuda, para que a dor da decisão de separar uma vida gerada em suas entranhas seja mais respeitada e compreendida, possibilitando a essas mulheres a liberdade de manifestarem, sem constrangimento, o seu não desejo de maternar, como fator também relevante na sua decisão.
Não cabe portanto julgamento moral, e sim, reconhecer que há mulheres também que não se dispõem a ser mães, circunstancialmente, daquela criança ou mesmo por opção definitiva. É importante respeitar tais decisões, e nesses casos, tomar todas as providências necessárias para assegurar o direito da criança ser acolhida por pessoas capazes de amá-la e protegê-la. Aproveito a oportunidade para agradecer as grandes mestras Eva, Silvia e Beatriz, pelos pronunciamentos tão importantes em relação ao tema e que nos despertam para a responsabilidade da adoção no Brasil e exterior.
Abraços com carinho aos colegas de comunidade
Sanny

*Sanny Lemos é Assistente de Prevenção Social, atuando na Vara da Infância e Juventude de Feira de Santana
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Ponho-me a refletir com frequência sobre as mulheres que entregam seus filhos para adoção e que pertencem aos setores sociais marginalizados.Quando estamos diante dessas mulheres e suas famílias, conhecemos pouco, porque lhe escutamos pouco, e perguntamos mal. Muitas vezes a pergunta já vem com um julgamento negativo antecipado. Não conhecemos o que pensam e sentem porque não lhe damos tempo para que se expressem como gostariam. O destino de uma mulher que entrega um filho para adoção, é o de desaparecer, não apenas da vida de sua prole, mas também da sua própria história.
A história dessas mulheres revela um papel paradoxal. Enquanto existem como mulheres grávidas (por sua história e sua situação), constituem uma denúncia de desamparo, e por outro lado, o produto que resulta dessa situação, a criança, atrai o amparo de uma instituição. E para que a adoção possa existir é preciso que essa mulher autorize a si mesma, perante a lei, a entrega do seu filho. Do mesmo modo que a lei determina a guarda e a adoção, esse trâmite a exclui novamente, como ser humano que não lhe foi dado o direito de escolha pela própria condição de vida.
Essa dinâmica revela a cegueira social, que ao omitir a existência dessas mulheres como pessoas, as enquadra na posição de provedoras de filhos para outros, como se houvesse a obrigação do cumprimento de uma tarefa social óbvia. A persistência desse mecanismo de "naturalização" do ato de entrega de uma criança, sem exercer um pensamento crítico acerca do que essa situação indica, leva a uma atitude de indiferença ou de adesão aos preconceitos que estas mulheres suscitam em que não faz o devido esforço para compreender as razões desse ato.
É inegável que muitas dessas mulheres criariam seus filhos de forma inadequada, em função daquilo que não aprenderam quando eram crianças.Outras, em consequência de sua ignorância, preconceitos, e também em função de suas personalidades, podem recorrer à violência contra suas proles, e podem ser excessivamente submissas à vontade do homem. Frente a essa questão da entrega de um filho para adoção, falta com certeza uma mediação psico-social e econômica que se responsabilize pela mãe e pelo filho.
A verdade é que a maioria dos profissionais e funcionários que lidam com essas mães, estimulam e esperam que elas entreguem seus filhos o mais rápido possível, para que sejam adotados por uma "boa família", não levando em consideração outros aspectos como saúde, violência, trabalho, etc., como prova contundente de exclusão dos benefícios técnicos - administrativos (dos apoios previdenciários,de ajudas de custo, de orientação e apoio médico, e principalmente, de um planejamento familiar responsável, para que essas mulheres possam gerar menos filhos e criá-los dentro das condições básicas).O direito dessas mulheres é sempre violado ao lhes ter sido cerceada a possibilidade de manter com elas seus filhos, privando-as das políticas assistenciais adequadas, reduzindo-as e definindo-as apenas pelo seu funcionamento biológico.
Essas mulheres vivem numa cultura de silêncio que as oprimiu desde pequenas, quando tiveram que aprender a calar-se frente a todas as violências.
As mulheres que entregam seus filhos para adoção, ignoradas pela estatística não atendida pelos serviços públicos, muitas vezes temidas pelos adotantes, denegridas por uma certa moral, incompreendidas por numerosos profissionais, exploradas por certas almas caridosas, estão presentes de forma irreversível em nossa sociedade.Necessitam da nossa atenção, respeito, da nossa escuta humilde, e acima de tudo, da nossa capacidade de entendimento e ajuda, para que a dor da decisão de separar uma vida gerada em suas entranhas seja mais respeitada e compreendida, possibilitando a essas mulheres a liberdade de manifestarem, sem constrangimento, o seu não desejo de maternar, como fator também relevante na sua decisão.
Não cabe portanto julgamento moral, e sim, reconhecer que há mulheres também que não se dispõem a ser mães, circunstancialmente, daquela criança ou mesmo por opção definitiva. É importante respeitar tais decisões, e nesses casos, tomar todas as providências necessárias para assegurar o direito da criança ser acolhida por pessoas capazes de amá-la e protegê-la. Aproveito a oportunidade para agradecer as grandes mestras Eva, Silvia e Beatriz, pelos pronunciamentos tão importantes em relação ao tema e que nos despertam para a responsabilidade da adoção no Brasil e exterior.
Abraços com carinho aos colegas de comunidade
Sanny

*Sanny Lemos é Assistente de Prevenção Social, atuando na Vara da Infância e Juventude de Feira de Santana
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Ponho-me a refletir com frequência sobre as mulheres que entregam seus filhos para adoção e que pertencem aos setores sociais marginalizados.Quando estamos diante dessas mulheres e suas famílias, conhecemos pouco, porque lhe escutamos pouco, e perguntamos mal. Muitas vezes a pergunta já vem com um julgamento negativo antecipado. Não conhecemos o que pensam e sentem porque não lhe damos tempo para que se expressem como gostariam. O destino de uma mulher que entrega um filho para adoção, é o de desaparecer, não apenas da vida de sua prole, mas também da sua própria história.
A história dessas mulheres revela um papel paradoxal. Enquanto existem como mulheres grávidas (por sua história e sua situação), constituem uma denúncia de desamparo, e por outro lado, o produto que resulta dessa situação, a criança, atrai o amparo de uma instituição. E para que a adoção possa existir é preciso que essa mulher autorize a si mesma, perante a lei, a entrega do seu filho. Do mesmo modo que a lei determina a guarda e a adoção, esse trâmite a exclui novamente, como ser humano que não lhe foi dado o direito de escolha pela própria condição de vida.
Essa dinâmica revela a cegueira social, que ao omitir a existência dessas mulheres como pessoas, as enquadra na posição de provedoras de filhos para outros, como se houvesse a obrigação do cumprimento de uma tarefa social óbvia. A persistência desse mecanismo de "naturalização" do ato de entrega de uma criança, sem exercer um pensamento crítico acerca do que essa situação indica, leva a uma atitude de indiferença ou de adesão aos preconceitos que estas mulheres suscitam em que não faz o devido esforço para compreender as razões desse ato.
É inegável que muitas dessas mulheres criariam seus filhos de forma inadequada, em função daquilo que não aprenderam quando eram crianças.Outras, em consequência de sua ignorância, preconceitos, e também em função de suas personalidades, podem recorrer à violência contra suas proles, e podem ser excessivamente submissas à vontade do homem. Frente a essa questão da entrega de um filho para adoção, falta com certeza uma mediação psico-social e econômica que se responsabilize pela mãe e pelo filho.
A verdade é que a maioria dos profissionais e funcionários que lidam com essas mães, estimulam e esperam que elas entreguem seus filhos o mais rápido possível, para que sejam adotados por uma "boa família", não levando em consideração outros aspectos como saúde, violência, trabalho, etc., como prova contundente de exclusão dos benefícios técnicos - administrativos (dos apoios previdenciários,de ajudas de custo, de orientação e apoio médico, e principalmente, de um planejamento familiar responsável, para que essas mulheres possam gerar menos filhos e criá-los dentro das condições básicas).O direito dessas mulheres é sempre violado ao lhes ter sido cerceada a possibilidade de manter com elas seus filhos, privando-as das políticas assistenciais adequadas, reduzindo-as e definindo-as apenas pelo seu funcionamento biológico.
Essas mulheres vivem numa cultura de silêncio que as oprimiu desde pequenas, quando tiveram que aprender a calar-se frente a todas as violências.
As mulheres que entregam seus filhos para adoção, ignoradas pela estatística não atendida pelos serviços públicos, muitas vezes temidas pelos adotantes, denegridas por uma certa moral, incompreendidas por numerosos profissionais, exploradas por certas almas caridosas, estão presentes de forma irreversível em nossa sociedade.Necessitam da nossa atenção, respeito, da nossa escuta humilde, e acima de tudo, da nossa capacidade de entendimento e ajuda, para que a dor da decisão de separar uma vida gerada em suas entranhas seja mais respeitada e compreendida, possibilitando a essas mulheres a liberdade de manifestarem, sem constrangimento, o seu não desejo de maternar, como fator também relevante na sua decisão.
Não cabe portanto julgamento moral, e sim, reconhecer que há mulheres também que não se dispõem a ser mães, circunstancialmente, daquela criança ou mesmo por opção definitiva. É importante respeitar tais decisões, e nesses casos, tomar todas as providências necessárias para assegurar o direito da criança ser acolhida por pessoas capazes de amá-la e protegê-la. Aproveito a oportunidade para agradecer as grandes mestras Eva, Silvia e Beatriz, pelos pronunciamentos tão importantes em relação ao tema e que nos despertam para a responsabilidade da adoção no Brasil e exterior.
Abraços com carinho aos colegas de comunidade
Sanny

*Sanny Lemos é Assistente de Prevenção Social, atuando na Vara da Infância e Juventude de Feira de Santana
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RIO - O estresse, o desemprego ou a perda de uma pessoa querida podem detonar o comportamento compulsivo, explica o psicanalista Elias Abdalla-Filho, da Federação Brasileira de Psicanálise. Na semana passada, o terapeuta foi um dos coordenadores do Congresso Brasileiro de Psicanálise, que entre os temas abordados discutiu o aumento das compulsões nos grandes centros urbanos. Em entrevista ao site do Globo, o especialista esclarece os pontos principais do distúrbio que atinge 3% da população.

O que caracteriza uma compulsão e quais as mais comuns?
Uma compulsão é caracterizada basicamente por um comportamento repetitivo que foge ao controle de seu portador e que, se impedido, provoca alto nível de ansiedade. A compulsão não pode ser confundida com a obsessão, que se refere a pensamentos repetitivos. As compulsões mais comuns estão ligadas ao consumo de álcool e drogas (lícitas ou ilícitas), alimentos, compras, sexo, jogo e trabalho.

Quem sofre mais de compulsões?
Depende do tipo de compulsão. Enquanto o consumo compulsivo de drogas é mais frequente em homens, outros hábitos podem ser mais frequentes entre as mulheres. Estudos mostram que o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), uma das diversas possibilidades de manifestação de atos compulsivos, é menos encontrado em negros do que em brancos, embora não se saiba até onde a dificuldade de acesso aos sistemas de saúde pelos primeiros podem estar influenciando nas estatísticas.

As compulsões estão aumentando?
Hoje em dia tem-se um leque maior de "objetos" que podem ser alvos de compulsão que não existiam no passado. Isso aliado, à cultura atual, pode colaborar para uma maior detecção de comportamentos compulsivos. É o caso do uso de máquinas (internet, jogos eletrônicos), bem como de exercícios físicos em academias. Fatores estressores de forma geral podem desencadear comportamentos compulsivos ou recidivar compulsões que estavam, até então, sob controle.

Pessoas com compulsões têm mais tendência a depressão, ansiedade e outros distúrbios de comportamento?
Sim, existe o que chamamos de comorbidade, que é a coexistência de transtornos mentais. Embora nem toda pessoa com atos compulsivos desenvolva necessariamente algum outro transtorno mental, os compulsivos têm uma probabilidade maior de desenvolver ansiedade ou depressão, quando comparados a pessoas emocionalmente estáveis. O fator genético pode funcionar como predisponente, mas não como causa única de uma compulsão.

Quais os tratamentos indicados?
O ideal é associar medicamentos à psicoterapia. Sob o rótulo de "terapias alternativas" existe um número incalculável de procedimentos que fogem ao controle de estudos científicos.

Existem compulsões mais fáceis de tratar?
As compulsões de atos socialmente aceitos ou até mesmo estimulados pela sociedade, como compras por exemplo, podem ter um limite tênue com o que pode ser considerado normal. O mecanismo psíquico chamado "negação" é muito comum como recurso de defesa que uma pessoa adota para não ter que se ver necessitando de ajuda psíquica. Não se fala em compulsões mais fáceis ou difíceis de tratamento, mas pessoas com maior ou menor disposição para se tratar. Não há como um tratamento funcionar quando não se tem um interesse do paciente em realizá-lo.


O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:53  comentar

RIO - O estresse, o desemprego ou a perda de uma pessoa querida podem detonar o comportamento compulsivo, explica o psicanalista Elias Abdalla-Filho, da Federação Brasileira de Psicanálise. Na semana passada, o terapeuta foi um dos coordenadores do Congresso Brasileiro de Psicanálise, que entre os temas abordados discutiu o aumento das compulsões nos grandes centros urbanos. Em entrevista ao site do Globo, o especialista esclarece os pontos principais do distúrbio que atinge 3% da população.

O que caracteriza uma compulsão e quais as mais comuns?
Uma compulsão é caracterizada basicamente por um comportamento repetitivo que foge ao controle de seu portador e que, se impedido, provoca alto nível de ansiedade. A compulsão não pode ser confundida com a obsessão, que se refere a pensamentos repetitivos. As compulsões mais comuns estão ligadas ao consumo de álcool e drogas (lícitas ou ilícitas), alimentos, compras, sexo, jogo e trabalho.

Quem sofre mais de compulsões?
Depende do tipo de compulsão. Enquanto o consumo compulsivo de drogas é mais frequente em homens, outros hábitos podem ser mais frequentes entre as mulheres. Estudos mostram que o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), uma das diversas possibilidades de manifestação de atos compulsivos, é menos encontrado em negros do que em brancos, embora não se saiba até onde a dificuldade de acesso aos sistemas de saúde pelos primeiros podem estar influenciando nas estatísticas.

As compulsões estão aumentando?
Hoje em dia tem-se um leque maior de "objetos" que podem ser alvos de compulsão que não existiam no passado. Isso aliado, à cultura atual, pode colaborar para uma maior detecção de comportamentos compulsivos. É o caso do uso de máquinas (internet, jogos eletrônicos), bem como de exercícios físicos em academias. Fatores estressores de forma geral podem desencadear comportamentos compulsivos ou recidivar compulsões que estavam, até então, sob controle.

Pessoas com compulsões têm mais tendência a depressão, ansiedade e outros distúrbios de comportamento?
Sim, existe o que chamamos de comorbidade, que é a coexistência de transtornos mentais. Embora nem toda pessoa com atos compulsivos desenvolva necessariamente algum outro transtorno mental, os compulsivos têm uma probabilidade maior de desenvolver ansiedade ou depressão, quando comparados a pessoas emocionalmente estáveis. O fator genético pode funcionar como predisponente, mas não como causa única de uma compulsão.

Quais os tratamentos indicados?
O ideal é associar medicamentos à psicoterapia. Sob o rótulo de "terapias alternativas" existe um número incalculável de procedimentos que fogem ao controle de estudos científicos.

Existem compulsões mais fáceis de tratar?
As compulsões de atos socialmente aceitos ou até mesmo estimulados pela sociedade, como compras por exemplo, podem ter um limite tênue com o que pode ser considerado normal. O mecanismo psíquico chamado "negação" é muito comum como recurso de defesa que uma pessoa adota para não ter que se ver necessitando de ajuda psíquica. Não se fala em compulsões mais fáceis ou difíceis de tratamento, mas pessoas com maior ou menor disposição para se tratar. Não há como um tratamento funcionar quando não se tem um interesse do paciente em realizá-lo.


O Globo On Line
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RIO - O estresse, o desemprego ou a perda de uma pessoa querida podem detonar o comportamento compulsivo, explica o psicanalista Elias Abdalla-Filho, da Federação Brasileira de Psicanálise. Na semana passada, o terapeuta foi um dos coordenadores do Congresso Brasileiro de Psicanálise, que entre os temas abordados discutiu o aumento das compulsões nos grandes centros urbanos. Em entrevista ao site do Globo, o especialista esclarece os pontos principais do distúrbio que atinge 3% da população.

O que caracteriza uma compulsão e quais as mais comuns?
Uma compulsão é caracterizada basicamente por um comportamento repetitivo que foge ao controle de seu portador e que, se impedido, provoca alto nível de ansiedade. A compulsão não pode ser confundida com a obsessão, que se refere a pensamentos repetitivos. As compulsões mais comuns estão ligadas ao consumo de álcool e drogas (lícitas ou ilícitas), alimentos, compras, sexo, jogo e trabalho.

Quem sofre mais de compulsões?
Depende do tipo de compulsão. Enquanto o consumo compulsivo de drogas é mais frequente em homens, outros hábitos podem ser mais frequentes entre as mulheres. Estudos mostram que o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), uma das diversas possibilidades de manifestação de atos compulsivos, é menos encontrado em negros do que em brancos, embora não se saiba até onde a dificuldade de acesso aos sistemas de saúde pelos primeiros podem estar influenciando nas estatísticas.

As compulsões estão aumentando?
Hoje em dia tem-se um leque maior de "objetos" que podem ser alvos de compulsão que não existiam no passado. Isso aliado, à cultura atual, pode colaborar para uma maior detecção de comportamentos compulsivos. É o caso do uso de máquinas (internet, jogos eletrônicos), bem como de exercícios físicos em academias. Fatores estressores de forma geral podem desencadear comportamentos compulsivos ou recidivar compulsões que estavam, até então, sob controle.

Pessoas com compulsões têm mais tendência a depressão, ansiedade e outros distúrbios de comportamento?
Sim, existe o que chamamos de comorbidade, que é a coexistência de transtornos mentais. Embora nem toda pessoa com atos compulsivos desenvolva necessariamente algum outro transtorno mental, os compulsivos têm uma probabilidade maior de desenvolver ansiedade ou depressão, quando comparados a pessoas emocionalmente estáveis. O fator genético pode funcionar como predisponente, mas não como causa única de uma compulsão.

Quais os tratamentos indicados?
O ideal é associar medicamentos à psicoterapia. Sob o rótulo de "terapias alternativas" existe um número incalculável de procedimentos que fogem ao controle de estudos científicos.

Existem compulsões mais fáceis de tratar?
As compulsões de atos socialmente aceitos ou até mesmo estimulados pela sociedade, como compras por exemplo, podem ter um limite tênue com o que pode ser considerado normal. O mecanismo psíquico chamado "negação" é muito comum como recurso de defesa que uma pessoa adota para não ter que se ver necessitando de ajuda psíquica. Não se fala em compulsões mais fáceis ou difíceis de tratamento, mas pessoas com maior ou menor disposição para se tratar. Não há como um tratamento funcionar quando não se tem um interesse do paciente em realizá-lo.


O Globo On Line
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RIO - O estresse, o desemprego ou a perda de uma pessoa querida podem detonar o comportamento compulsivo, explica o psicanalista Elias Abdalla-Filho, da Federação Brasileira de Psicanálise. Na semana passada, o terapeuta foi um dos coordenadores do Congresso Brasileiro de Psicanálise, que entre os temas abordados discutiu o aumento das compulsões nos grandes centros urbanos. Em entrevista ao site do Globo, o especialista esclarece os pontos principais do distúrbio que atinge 3% da população.

O que caracteriza uma compulsão e quais as mais comuns?
Uma compulsão é caracterizada basicamente por um comportamento repetitivo que foge ao controle de seu portador e que, se impedido, provoca alto nível de ansiedade. A compulsão não pode ser confundida com a obsessão, que se refere a pensamentos repetitivos. As compulsões mais comuns estão ligadas ao consumo de álcool e drogas (lícitas ou ilícitas), alimentos, compras, sexo, jogo e trabalho.

Quem sofre mais de compulsões?
Depende do tipo de compulsão. Enquanto o consumo compulsivo de drogas é mais frequente em homens, outros hábitos podem ser mais frequentes entre as mulheres. Estudos mostram que o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), uma das diversas possibilidades de manifestação de atos compulsivos, é menos encontrado em negros do que em brancos, embora não se saiba até onde a dificuldade de acesso aos sistemas de saúde pelos primeiros podem estar influenciando nas estatísticas.

As compulsões estão aumentando?
Hoje em dia tem-se um leque maior de "objetos" que podem ser alvos de compulsão que não existiam no passado. Isso aliado, à cultura atual, pode colaborar para uma maior detecção de comportamentos compulsivos. É o caso do uso de máquinas (internet, jogos eletrônicos), bem como de exercícios físicos em academias. Fatores estressores de forma geral podem desencadear comportamentos compulsivos ou recidivar compulsões que estavam, até então, sob controle.

Pessoas com compulsões têm mais tendência a depressão, ansiedade e outros distúrbios de comportamento?
Sim, existe o que chamamos de comorbidade, que é a coexistência de transtornos mentais. Embora nem toda pessoa com atos compulsivos desenvolva necessariamente algum outro transtorno mental, os compulsivos têm uma probabilidade maior de desenvolver ansiedade ou depressão, quando comparados a pessoas emocionalmente estáveis. O fator genético pode funcionar como predisponente, mas não como causa única de uma compulsão.

Quais os tratamentos indicados?
O ideal é associar medicamentos à psicoterapia. Sob o rótulo de "terapias alternativas" existe um número incalculável de procedimentos que fogem ao controle de estudos científicos.

Existem compulsões mais fáceis de tratar?
As compulsões de atos socialmente aceitos ou até mesmo estimulados pela sociedade, como compras por exemplo, podem ter um limite tênue com o que pode ser considerado normal. O mecanismo psíquico chamado "negação" é muito comum como recurso de defesa que uma pessoa adota para não ter que se ver necessitando de ajuda psíquica. Não se fala em compulsões mais fáceis ou difíceis de tratamento, mas pessoas com maior ou menor disposição para se tratar. Não há como um tratamento funcionar quando não se tem um interesse do paciente em realizá-lo.


O Globo On Line
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RIO - O estresse, o desemprego ou a perda de uma pessoa querida podem detonar o comportamento compulsivo, explica o psicanalista Elias Abdalla-Filho, da Federação Brasileira de Psicanálise. Na semana passada, o terapeuta foi um dos coordenadores do Congresso Brasileiro de Psicanálise, que entre os temas abordados discutiu o aumento das compulsões nos grandes centros urbanos. Em entrevista ao site do Globo, o especialista esclarece os pontos principais do distúrbio que atinge 3% da população.

O que caracteriza uma compulsão e quais as mais comuns?
Uma compulsão é caracterizada basicamente por um comportamento repetitivo que foge ao controle de seu portador e que, se impedido, provoca alto nível de ansiedade. A compulsão não pode ser confundida com a obsessão, que se refere a pensamentos repetitivos. As compulsões mais comuns estão ligadas ao consumo de álcool e drogas (lícitas ou ilícitas), alimentos, compras, sexo, jogo e trabalho.

Quem sofre mais de compulsões?
Depende do tipo de compulsão. Enquanto o consumo compulsivo de drogas é mais frequente em homens, outros hábitos podem ser mais frequentes entre as mulheres. Estudos mostram que o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), uma das diversas possibilidades de manifestação de atos compulsivos, é menos encontrado em negros do que em brancos, embora não se saiba até onde a dificuldade de acesso aos sistemas de saúde pelos primeiros podem estar influenciando nas estatísticas.

As compulsões estão aumentando?
Hoje em dia tem-se um leque maior de "objetos" que podem ser alvos de compulsão que não existiam no passado. Isso aliado, à cultura atual, pode colaborar para uma maior detecção de comportamentos compulsivos. É o caso do uso de máquinas (internet, jogos eletrônicos), bem como de exercícios físicos em academias. Fatores estressores de forma geral podem desencadear comportamentos compulsivos ou recidivar compulsões que estavam, até então, sob controle.

Pessoas com compulsões têm mais tendência a depressão, ansiedade e outros distúrbios de comportamento?
Sim, existe o que chamamos de comorbidade, que é a coexistência de transtornos mentais. Embora nem toda pessoa com atos compulsivos desenvolva necessariamente algum outro transtorno mental, os compulsivos têm uma probabilidade maior de desenvolver ansiedade ou depressão, quando comparados a pessoas emocionalmente estáveis. O fator genético pode funcionar como predisponente, mas não como causa única de uma compulsão.

Quais os tratamentos indicados?
O ideal é associar medicamentos à psicoterapia. Sob o rótulo de "terapias alternativas" existe um número incalculável de procedimentos que fogem ao controle de estudos científicos.

Existem compulsões mais fáceis de tratar?
As compulsões de atos socialmente aceitos ou até mesmo estimulados pela sociedade, como compras por exemplo, podem ter um limite tênue com o que pode ser considerado normal. O mecanismo psíquico chamado "negação" é muito comum como recurso de defesa que uma pessoa adota para não ter que se ver necessitando de ajuda psíquica. Não se fala em compulsões mais fáceis ou difíceis de tratamento, mas pessoas com maior ou menor disposição para se tratar. Não há como um tratamento funcionar quando não se tem um interesse do paciente em realizá-lo.


O Globo On Line
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SÃO PAULO - O juiz da Vara de Infância e Juventude Iasin Issa Ahmed arquivou no último dia 16 de março o processo que apura furto de carros, desacato à autoridade e atentado ao pudor contra F.R.A., um menino de 12 anos. Ele coleciona 11 passagens pela polícia, a maioria por furtos de veículos. O juiz diz que tentou mudar o rumo dessa história, mas sem ajuda da família do garoto e sem respaldo na Lei não pôde encaminhá- lo para internação.
Até agosto do ano passado, F.R.A. já tinha ido sete vezes para a delegacia. Mesmo assim, ele não pôde ser levado para a Fundação Casa (antiga Febem) porque ainda não tinha completado 12 anos, idade mínima para internação, segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Em janeiro, depois de mais furtos, o caso foi levado à Vara da Infância e Juventude de Santo Amaro, em São Paulo. Uma comissão formada em conjunto com o Ministério Público tentou buscar um caminho possível. Um tratamento psiquiátrico e a inclusão da família em programas assistenciais eram as alternativas mais viáveis.
O juiz Iasin Issa Ahmed marcou três audiências. Uma Kombi foi à casa da família buscá-los, mas o menino só foi encontrado no dia da terceira audiência.
- Ele disse que da casa ninguém ia sair. Os pais obedeceram - lembrou o juiz, que arquivou o caso sem poder interná-lo, já que não se tratam de crimes considerados graves.
- Fiz o possível para mudar o rumo dessa história, mas não consegui.
Na última segunda-feira, o garoto aprontou mais uma. Foi detido em Diadema, no ABC, ao tentar furtar o carro de um sargento. Após prestar depoimento, deixou a delegacia com a mãe, que tem antecedentes criminais. A ocorrência está na Vara da Infância e Juventude de Diadema.
- Eu me coloquei à disposição. Medidas sociais foram adotadas, mas nenhuma surtiu efeito. Fiz tudo que estava ao meu alcance. Mas não deu certo por falta de colaboração dos pais e do próprio menino.
O juiz conta que buscou ajuda em programas assistenciais para fortalecer o vínculo com a família.
- Os pais me disseram que ele tem fascinação por carros. Tentei até colocá-lo em uma escola de kart, mas não consegui apoio - conta o juiz.
- Até ele completar 18, temos que agir de acordo com a lei. Internações só ocorrem em crimes praticados com violência ou grave ameaça. Não é o caso - diz.
Na Rua Ubirajara, na Vila Joaniza, onde o menino mora, ele ganhou o apelido de celebridade. F.R.A. frequentou a sala de aula entre 2003 e 2005. Não passou da 1ª série, mas todos lembram dele por lá. Aos 8 anos, ameaçou uma professora.
- Quando eu crescer, vou te dar um tiro - teria dito.
Aos 9, parou de estudar e aprendeu a andar de moto.
Na rua onde moram seus pais, poucos se atrevem a falar dele.
- O moleque é zica - contou um rapaz, que aparentava ter 18 anos.
Em seguida, interrompeu a conversa:
- Não escreve nada. Depois, ele fica sabendo e se revolta.
TRISTE FIM!!!!

O Globo On Line
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SÃO PAULO - O juiz da Vara de Infância e Juventude Iasin Issa Ahmed arquivou no último dia 16 de março o processo que apura furto de carros, desacato à autoridade e atentado ao pudor contra F.R.A., um menino de 12 anos. Ele coleciona 11 passagens pela polícia, a maioria por furtos de veículos. O juiz diz que tentou mudar o rumo dessa história, mas sem ajuda da família do garoto e sem respaldo na Lei não pôde encaminhá- lo para internação.
Até agosto do ano passado, F.R.A. já tinha ido sete vezes para a delegacia. Mesmo assim, ele não pôde ser levado para a Fundação Casa (antiga Febem) porque ainda não tinha completado 12 anos, idade mínima para internação, segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Em janeiro, depois de mais furtos, o caso foi levado à Vara da Infância e Juventude de Santo Amaro, em São Paulo. Uma comissão formada em conjunto com o Ministério Público tentou buscar um caminho possível. Um tratamento psiquiátrico e a inclusão da família em programas assistenciais eram as alternativas mais viáveis.
O juiz Iasin Issa Ahmed marcou três audiências. Uma Kombi foi à casa da família buscá-los, mas o menino só foi encontrado no dia da terceira audiência.
- Ele disse que da casa ninguém ia sair. Os pais obedeceram - lembrou o juiz, que arquivou o caso sem poder interná-lo, já que não se tratam de crimes considerados graves.
- Fiz o possível para mudar o rumo dessa história, mas não consegui.
Na última segunda-feira, o garoto aprontou mais uma. Foi detido em Diadema, no ABC, ao tentar furtar o carro de um sargento. Após prestar depoimento, deixou a delegacia com a mãe, que tem antecedentes criminais. A ocorrência está na Vara da Infância e Juventude de Diadema.
- Eu me coloquei à disposição. Medidas sociais foram adotadas, mas nenhuma surtiu efeito. Fiz tudo que estava ao meu alcance. Mas não deu certo por falta de colaboração dos pais e do próprio menino.
O juiz conta que buscou ajuda em programas assistenciais para fortalecer o vínculo com a família.
- Os pais me disseram que ele tem fascinação por carros. Tentei até colocá-lo em uma escola de kart, mas não consegui apoio - conta o juiz.
- Até ele completar 18, temos que agir de acordo com a lei. Internações só ocorrem em crimes praticados com violência ou grave ameaça. Não é o caso - diz.
Na Rua Ubirajara, na Vila Joaniza, onde o menino mora, ele ganhou o apelido de celebridade. F.R.A. frequentou a sala de aula entre 2003 e 2005. Não passou da 1ª série, mas todos lembram dele por lá. Aos 8 anos, ameaçou uma professora.
- Quando eu crescer, vou te dar um tiro - teria dito.
Aos 9, parou de estudar e aprendeu a andar de moto.
Na rua onde moram seus pais, poucos se atrevem a falar dele.
- O moleque é zica - contou um rapaz, que aparentava ter 18 anos.
Em seguida, interrompeu a conversa:
- Não escreve nada. Depois, ele fica sabendo e se revolta.
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SÃO PAULO - O juiz da Vara de Infância e Juventude Iasin Issa Ahmed arquivou no último dia 16 de março o processo que apura furto de carros, desacato à autoridade e atentado ao pudor contra F.R.A., um menino de 12 anos. Ele coleciona 11 passagens pela polícia, a maioria por furtos de veículos. O juiz diz que tentou mudar o rumo dessa história, mas sem ajuda da família do garoto e sem respaldo na Lei não pôde encaminhá- lo para internação.
Até agosto do ano passado, F.R.A. já tinha ido sete vezes para a delegacia. Mesmo assim, ele não pôde ser levado para a Fundação Casa (antiga Febem) porque ainda não tinha completado 12 anos, idade mínima para internação, segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Em janeiro, depois de mais furtos, o caso foi levado à Vara da Infância e Juventude de Santo Amaro, em São Paulo. Uma comissão formada em conjunto com o Ministério Público tentou buscar um caminho possível. Um tratamento psiquiátrico e a inclusão da família em programas assistenciais eram as alternativas mais viáveis.
O juiz Iasin Issa Ahmed marcou três audiências. Uma Kombi foi à casa da família buscá-los, mas o menino só foi encontrado no dia da terceira audiência.
- Ele disse que da casa ninguém ia sair. Os pais obedeceram - lembrou o juiz, que arquivou o caso sem poder interná-lo, já que não se tratam de crimes considerados graves.
- Fiz o possível para mudar o rumo dessa história, mas não consegui.
Na última segunda-feira, o garoto aprontou mais uma. Foi detido em Diadema, no ABC, ao tentar furtar o carro de um sargento. Após prestar depoimento, deixou a delegacia com a mãe, que tem antecedentes criminais. A ocorrência está na Vara da Infância e Juventude de Diadema.
- Eu me coloquei à disposição. Medidas sociais foram adotadas, mas nenhuma surtiu efeito. Fiz tudo que estava ao meu alcance. Mas não deu certo por falta de colaboração dos pais e do próprio menino.
O juiz conta que buscou ajuda em programas assistenciais para fortalecer o vínculo com a família.
- Os pais me disseram que ele tem fascinação por carros. Tentei até colocá-lo em uma escola de kart, mas não consegui apoio - conta o juiz.
- Até ele completar 18, temos que agir de acordo com a lei. Internações só ocorrem em crimes praticados com violência ou grave ameaça. Não é o caso - diz.
Na Rua Ubirajara, na Vila Joaniza, onde o menino mora, ele ganhou o apelido de celebridade. F.R.A. frequentou a sala de aula entre 2003 e 2005. Não passou da 1ª série, mas todos lembram dele por lá. Aos 8 anos, ameaçou uma professora.
- Quando eu crescer, vou te dar um tiro - teria dito.
Aos 9, parou de estudar e aprendeu a andar de moto.
Na rua onde moram seus pais, poucos se atrevem a falar dele.
- O moleque é zica - contou um rapaz, que aparentava ter 18 anos.
Em seguida, interrompeu a conversa:
- Não escreve nada. Depois, ele fica sabendo e se revolta.
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SÃO PAULO - O juiz da Vara de Infância e Juventude Iasin Issa Ahmed arquivou no último dia 16 de março o processo que apura furto de carros, desacato à autoridade e atentado ao pudor contra F.R.A., um menino de 12 anos. Ele coleciona 11 passagens pela polícia, a maioria por furtos de veículos. O juiz diz que tentou mudar o rumo dessa história, mas sem ajuda da família do garoto e sem respaldo na Lei não pôde encaminhá- lo para internação.
Até agosto do ano passado, F.R.A. já tinha ido sete vezes para a delegacia. Mesmo assim, ele não pôde ser levado para a Fundação Casa (antiga Febem) porque ainda não tinha completado 12 anos, idade mínima para internação, segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Em janeiro, depois de mais furtos, o caso foi levado à Vara da Infância e Juventude de Santo Amaro, em São Paulo. Uma comissão formada em conjunto com o Ministério Público tentou buscar um caminho possível. Um tratamento psiquiátrico e a inclusão da família em programas assistenciais eram as alternativas mais viáveis.
O juiz Iasin Issa Ahmed marcou três audiências. Uma Kombi foi à casa da família buscá-los, mas o menino só foi encontrado no dia da terceira audiência.
- Ele disse que da casa ninguém ia sair. Os pais obedeceram - lembrou o juiz, que arquivou o caso sem poder interná-lo, já que não se tratam de crimes considerados graves.
- Fiz o possível para mudar o rumo dessa história, mas não consegui.
Na última segunda-feira, o garoto aprontou mais uma. Foi detido em Diadema, no ABC, ao tentar furtar o carro de um sargento. Após prestar depoimento, deixou a delegacia com a mãe, que tem antecedentes criminais. A ocorrência está na Vara da Infância e Juventude de Diadema.
- Eu me coloquei à disposição. Medidas sociais foram adotadas, mas nenhuma surtiu efeito. Fiz tudo que estava ao meu alcance. Mas não deu certo por falta de colaboração dos pais e do próprio menino.
O juiz conta que buscou ajuda em programas assistenciais para fortalecer o vínculo com a família.
- Os pais me disseram que ele tem fascinação por carros. Tentei até colocá-lo em uma escola de kart, mas não consegui apoio - conta o juiz.
- Até ele completar 18, temos que agir de acordo com a lei. Internações só ocorrem em crimes praticados com violência ou grave ameaça. Não é o caso - diz.
Na Rua Ubirajara, na Vila Joaniza, onde o menino mora, ele ganhou o apelido de celebridade. F.R.A. frequentou a sala de aula entre 2003 e 2005. Não passou da 1ª série, mas todos lembram dele por lá. Aos 8 anos, ameaçou uma professora.
- Quando eu crescer, vou te dar um tiro - teria dito.
Aos 9, parou de estudar e aprendeu a andar de moto.
Na rua onde moram seus pais, poucos se atrevem a falar dele.
- O moleque é zica - contou um rapaz, que aparentava ter 18 anos.
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Até agosto do ano passado, F.R.A. já tinha ido sete vezes para a delegacia. Mesmo assim, ele não pôde ser levado para a Fundação Casa (antiga Febem) porque ainda não tinha completado 12 anos, idade mínima para internação, segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Em janeiro, depois de mais furtos, o caso foi levado à Vara da Infância e Juventude de Santo Amaro, em São Paulo. Uma comissão formada em conjunto com o Ministério Público tentou buscar um caminho possível. Um tratamento psiquiátrico e a inclusão da família em programas assistenciais eram as alternativas mais viáveis.
O juiz Iasin Issa Ahmed marcou três audiências. Uma Kombi foi à casa da família buscá-los, mas o menino só foi encontrado no dia da terceira audiência.
- Ele disse que da casa ninguém ia sair. Os pais obedeceram - lembrou o juiz, que arquivou o caso sem poder interná-lo, já que não se tratam de crimes considerados graves.
- Fiz o possível para mudar o rumo dessa história, mas não consegui.
Na última segunda-feira, o garoto aprontou mais uma. Foi detido em Diadema, no ABC, ao tentar furtar o carro de um sargento. Após prestar depoimento, deixou a delegacia com a mãe, que tem antecedentes criminais. A ocorrência está na Vara da Infância e Juventude de Diadema.
- Eu me coloquei à disposição. Medidas sociais foram adotadas, mas nenhuma surtiu efeito. Fiz tudo que estava ao meu alcance. Mas não deu certo por falta de colaboração dos pais e do próprio menino.
O juiz conta que buscou ajuda em programas assistenciais para fortalecer o vínculo com a família.
- Os pais me disseram que ele tem fascinação por carros. Tentei até colocá-lo em uma escola de kart, mas não consegui apoio - conta o juiz.
- Até ele completar 18, temos que agir de acordo com a lei. Internações só ocorrem em crimes praticados com violência ou grave ameaça. Não é o caso - diz.
Na Rua Ubirajara, na Vila Joaniza, onde o menino mora, ele ganhou o apelido de celebridade. F.R.A. frequentou a sala de aula entre 2003 e 2005. Não passou da 1ª série, mas todos lembram dele por lá. Aos 8 anos, ameaçou uma professora.
- Quando eu crescer, vou te dar um tiro - teria dito.
Aos 9, parou de estudar e aprendeu a andar de moto.
Na rua onde moram seus pais, poucos se atrevem a falar dele.
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VITÓRIA - Um golfinho fêmea doente, encontrado no dia 28 de abril na praia de Santa Mônica, em Guarapari, no Espírito Santo, precisa de doações de medicamentos para se recuperar. O animal está instalado na sede do Planet Sub, em Guarapari, onde é monitorado por uma equipe do Instituto Orca. O órgão, que não recebe ajuda governamental e nem particular, precisa de dois tipos de antibióticos para continuar o tratamento do golfinho.
O presidente do Instituto Orca Lupércio Barbosa informou que Ada, nome dado ao golfinho fêmea, foi encontrada na arrebentação da praia de Santa Mônica durante a noite do dia 28 de abril. O animal estava fraco e não conseguia voltar para o alto mar.
Ada foi levada para um tanque utilizado pelo Instituto Orca dentro do Planet Sub e submetida a exames. As avaliações apontaram que não havia nenhum ferimento externo, mas que o golfinho pode estar com alguma infecção.
Para controlar a infecção enquanto ainda não há um diagnóstico preciso do animal, Ada está sendo medicada com Amicacina 500g, um antibiótico encontrado apenas em hospitais e distribuidoras. O Hospital da Polícia Militar (HPM) fez uma doação de oito ampolas para o tratamento nesta sexta-feira , mas o golfinho precisa de quatro ampolas a cada dia.
Ada apresentou melhora ao longo dos dias em que utilizou o remédio, mas devido à falta do medicamento, corre risco de piorar novamente caso não consiga novas doações.
O presidente do Instituto Orca disse que o animal precisa dos antibióticos Amicacina 500g e Cefotaxima 1g. Os dois medicamentos poderão controlar a infecção, enquanto o órgão busca formas de realizar exames de ultrassom, radiografia e tomografia em Ada.
O presidente do instituto pede ainda que as pessoas façam doações de peixes como tainhas, cavalinhas e espadas para alimentar o golfinho. Os peixes devem estar inteiros e frescos.
As pessoas interessadas em doar os medicamentos ou os peixes, devem entregar as doações no próprio Planet Sub, localizado no Clube Siribeira, em Guarapari, ou então na sede do Instituto Orca. O órgão fica localizado na rua São Paulo, nº23, no bairro Praia da Costa, em Vila Velha.


O Globo On Line
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O presidente do Instituto Orca Lupércio Barbosa informou que Ada, nome dado ao golfinho fêmea, foi encontrada na arrebentação da praia de Santa Mônica durante a noite do dia 28 de abril. O animal estava fraco e não conseguia voltar para o alto mar.
Ada foi levada para um tanque utilizado pelo Instituto Orca dentro do Planet Sub e submetida a exames. As avaliações apontaram que não havia nenhum ferimento externo, mas que o golfinho pode estar com alguma infecção.
Para controlar a infecção enquanto ainda não há um diagnóstico preciso do animal, Ada está sendo medicada com Amicacina 500g, um antibiótico encontrado apenas em hospitais e distribuidoras. O Hospital da Polícia Militar (HPM) fez uma doação de oito ampolas para o tratamento nesta sexta-feira , mas o golfinho precisa de quatro ampolas a cada dia.
Ada apresentou melhora ao longo dos dias em que utilizou o remédio, mas devido à falta do medicamento, corre risco de piorar novamente caso não consiga novas doações.
O presidente do Instituto Orca disse que o animal precisa dos antibióticos Amicacina 500g e Cefotaxima 1g. Os dois medicamentos poderão controlar a infecção, enquanto o órgão busca formas de realizar exames de ultrassom, radiografia e tomografia em Ada.
O presidente do instituto pede ainda que as pessoas façam doações de peixes como tainhas, cavalinhas e espadas para alimentar o golfinho. Os peixes devem estar inteiros e frescos.
As pessoas interessadas em doar os medicamentos ou os peixes, devem entregar as doações no próprio Planet Sub, localizado no Clube Siribeira, em Guarapari, ou então na sede do Instituto Orca. O órgão fica localizado na rua São Paulo, nº23, no bairro Praia da Costa, em Vila Velha.


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VITÓRIA - Um golfinho fêmea doente, encontrado no dia 28 de abril na praia de Santa Mônica, em Guarapari, no Espírito Santo, precisa de doações de medicamentos para se recuperar. O animal está instalado na sede do Planet Sub, em Guarapari, onde é monitorado por uma equipe do Instituto Orca. O órgão, que não recebe ajuda governamental e nem particular, precisa de dois tipos de antibióticos para continuar o tratamento do golfinho.
O presidente do Instituto Orca Lupércio Barbosa informou que Ada, nome dado ao golfinho fêmea, foi encontrada na arrebentação da praia de Santa Mônica durante a noite do dia 28 de abril. O animal estava fraco e não conseguia voltar para o alto mar.
Ada foi levada para um tanque utilizado pelo Instituto Orca dentro do Planet Sub e submetida a exames. As avaliações apontaram que não havia nenhum ferimento externo, mas que o golfinho pode estar com alguma infecção.
Para controlar a infecção enquanto ainda não há um diagnóstico preciso do animal, Ada está sendo medicada com Amicacina 500g, um antibiótico encontrado apenas em hospitais e distribuidoras. O Hospital da Polícia Militar (HPM) fez uma doação de oito ampolas para o tratamento nesta sexta-feira , mas o golfinho precisa de quatro ampolas a cada dia.
Ada apresentou melhora ao longo dos dias em que utilizou o remédio, mas devido à falta do medicamento, corre risco de piorar novamente caso não consiga novas doações.
O presidente do Instituto Orca disse que o animal precisa dos antibióticos Amicacina 500g e Cefotaxima 1g. Os dois medicamentos poderão controlar a infecção, enquanto o órgão busca formas de realizar exames de ultrassom, radiografia e tomografia em Ada.
O presidente do instituto pede ainda que as pessoas façam doações de peixes como tainhas, cavalinhas e espadas para alimentar o golfinho. Os peixes devem estar inteiros e frescos.
As pessoas interessadas em doar os medicamentos ou os peixes, devem entregar as doações no próprio Planet Sub, localizado no Clube Siribeira, em Guarapari, ou então na sede do Instituto Orca. O órgão fica localizado na rua São Paulo, nº23, no bairro Praia da Costa, em Vila Velha.


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VITÓRIA - Um golfinho fêmea doente, encontrado no dia 28 de abril na praia de Santa Mônica, em Guarapari, no Espírito Santo, precisa de doações de medicamentos para se recuperar. O animal está instalado na sede do Planet Sub, em Guarapari, onde é monitorado por uma equipe do Instituto Orca. O órgão, que não recebe ajuda governamental e nem particular, precisa de dois tipos de antibióticos para continuar o tratamento do golfinho.
O presidente do Instituto Orca Lupércio Barbosa informou que Ada, nome dado ao golfinho fêmea, foi encontrada na arrebentação da praia de Santa Mônica durante a noite do dia 28 de abril. O animal estava fraco e não conseguia voltar para o alto mar.
Ada foi levada para um tanque utilizado pelo Instituto Orca dentro do Planet Sub e submetida a exames. As avaliações apontaram que não havia nenhum ferimento externo, mas que o golfinho pode estar com alguma infecção.
Para controlar a infecção enquanto ainda não há um diagnóstico preciso do animal, Ada está sendo medicada com Amicacina 500g, um antibiótico encontrado apenas em hospitais e distribuidoras. O Hospital da Polícia Militar (HPM) fez uma doação de oito ampolas para o tratamento nesta sexta-feira , mas o golfinho precisa de quatro ampolas a cada dia.
Ada apresentou melhora ao longo dos dias em que utilizou o remédio, mas devido à falta do medicamento, corre risco de piorar novamente caso não consiga novas doações.
O presidente do Instituto Orca disse que o animal precisa dos antibióticos Amicacina 500g e Cefotaxima 1g. Os dois medicamentos poderão controlar a infecção, enquanto o órgão busca formas de realizar exames de ultrassom, radiografia e tomografia em Ada.
O presidente do instituto pede ainda que as pessoas façam doações de peixes como tainhas, cavalinhas e espadas para alimentar o golfinho. Os peixes devem estar inteiros e frescos.
As pessoas interessadas em doar os medicamentos ou os peixes, devem entregar as doações no próprio Planet Sub, localizado no Clube Siribeira, em Guarapari, ou então na sede do Instituto Orca. O órgão fica localizado na rua São Paulo, nº23, no bairro Praia da Costa, em Vila Velha.


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VITÓRIA - Um golfinho fêmea doente, encontrado no dia 28 de abril na praia de Santa Mônica, em Guarapari, no Espírito Santo, precisa de doações de medicamentos para se recuperar. O animal está instalado na sede do Planet Sub, em Guarapari, onde é monitorado por uma equipe do Instituto Orca. O órgão, que não recebe ajuda governamental e nem particular, precisa de dois tipos de antibióticos para continuar o tratamento do golfinho.
O presidente do Instituto Orca Lupércio Barbosa informou que Ada, nome dado ao golfinho fêmea, foi encontrada na arrebentação da praia de Santa Mônica durante a noite do dia 28 de abril. O animal estava fraco e não conseguia voltar para o alto mar.
Ada foi levada para um tanque utilizado pelo Instituto Orca dentro do Planet Sub e submetida a exames. As avaliações apontaram que não havia nenhum ferimento externo, mas que o golfinho pode estar com alguma infecção.
Para controlar a infecção enquanto ainda não há um diagnóstico preciso do animal, Ada está sendo medicada com Amicacina 500g, um antibiótico encontrado apenas em hospitais e distribuidoras. O Hospital da Polícia Militar (HPM) fez uma doação de oito ampolas para o tratamento nesta sexta-feira , mas o golfinho precisa de quatro ampolas a cada dia.
Ada apresentou melhora ao longo dos dias em que utilizou o remédio, mas devido à falta do medicamento, corre risco de piorar novamente caso não consiga novas doações.
O presidente do Instituto Orca disse que o animal precisa dos antibióticos Amicacina 500g e Cefotaxima 1g. Os dois medicamentos poderão controlar a infecção, enquanto o órgão busca formas de realizar exames de ultrassom, radiografia e tomografia em Ada.
O presidente do instituto pede ainda que as pessoas façam doações de peixes como tainhas, cavalinhas e espadas para alimentar o golfinho. Os peixes devem estar inteiros e frescos.
As pessoas interessadas em doar os medicamentos ou os peixes, devem entregar as doações no próprio Planet Sub, localizado no Clube Siribeira, em Guarapari, ou então na sede do Instituto Orca. O órgão fica localizado na rua São Paulo, nº23, no bairro Praia da Costa, em Vila Velha.


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Rio Mearim subiu mais de seis metros acima do nível normal.Em todo o Maranhão, nove pessoas morreram em decorrência das chuvas.

O município de Trizidela do Vale, a cerca de 280 quilômetros de São Luis, é um dos que mais sofre com as chuvas que atingem a região. Cerca de 90% dos pouco mais de 18 mil moradores da cidade foram atingidos pelas enchentes, segundo a Defesa Civil do Maranhão. Uma pessoa morreu.
O rio Mearim, que passa pela cidade, já subiu mais de seis metros acima do nível normal, desde o início das fortes chuvas que atingem a região desde abril. Com isso, as águas já cobriram agências bancárias, postos dos Correios, cemitério, farmácias, telefones públicos e postes de eletricidade.
Apesar do número alto de desalojados e desabrigados, o medo de saques levou muita gente a não abandonar suas casas, segundo a Agência Brasil. Os que tiveram que deixar suas casa voltam todos os dias para a entrada da cidade, na beira da ponte que separa o município da cidade de Pedreiras, alugam uma canoa e vão para os locais onde moravam e tomam conhecimento dos danos causados pela cheia.
Os desabrigados lotam as escolas da cidade de Pedreiras. Eles recebem cestas básicas e kits dormitórios distribuídos pela Defesa Civil. Em todo o estado, nove pessoas já morreram e aproximadamente 200 mil foram afetadas pelas enchentes.
Neste domingo, um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) chegou a São Luís carregado com 6 toneladas de medicamentos e 8 toneladas de alimentos para as vítimas das enchentes no Maranhão. As doações chegaram de São Paulo e serão enviadas para as vítimas das chuvas no interior do estado. Esse foi o quarto avião da FAB que pousou em São Luís neste fim de semana

Portal G1
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Rio Mearim subiu mais de seis metros acima do nível normal.Em todo o Maranhão, nove pessoas morreram em decorrência das chuvas.

O município de Trizidela do Vale, a cerca de 280 quilômetros de São Luis, é um dos que mais sofre com as chuvas que atingem a região. Cerca de 90% dos pouco mais de 18 mil moradores da cidade foram atingidos pelas enchentes, segundo a Defesa Civil do Maranhão. Uma pessoa morreu.
O rio Mearim, que passa pela cidade, já subiu mais de seis metros acima do nível normal, desde o início das fortes chuvas que atingem a região desde abril. Com isso, as águas já cobriram agências bancárias, postos dos Correios, cemitério, farmácias, telefones públicos e postes de eletricidade.
Apesar do número alto de desalojados e desabrigados, o medo de saques levou muita gente a não abandonar suas casas, segundo a Agência Brasil. Os que tiveram que deixar suas casa voltam todos os dias para a entrada da cidade, na beira da ponte que separa o município da cidade de Pedreiras, alugam uma canoa e vão para os locais onde moravam e tomam conhecimento dos danos causados pela cheia.
Os desabrigados lotam as escolas da cidade de Pedreiras. Eles recebem cestas básicas e kits dormitórios distribuídos pela Defesa Civil. Em todo o estado, nove pessoas já morreram e aproximadamente 200 mil foram afetadas pelas enchentes.
Neste domingo, um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) chegou a São Luís carregado com 6 toneladas de medicamentos e 8 toneladas de alimentos para as vítimas das enchentes no Maranhão. As doações chegaram de São Paulo e serão enviadas para as vítimas das chuvas no interior do estado. Esse foi o quarto avião da FAB que pousou em São Luís neste fim de semana

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Rio Mearim subiu mais de seis metros acima do nível normal.Em todo o Maranhão, nove pessoas morreram em decorrência das chuvas.

O município de Trizidela do Vale, a cerca de 280 quilômetros de São Luis, é um dos que mais sofre com as chuvas que atingem a região. Cerca de 90% dos pouco mais de 18 mil moradores da cidade foram atingidos pelas enchentes, segundo a Defesa Civil do Maranhão. Uma pessoa morreu.
O rio Mearim, que passa pela cidade, já subiu mais de seis metros acima do nível normal, desde o início das fortes chuvas que atingem a região desde abril. Com isso, as águas já cobriram agências bancárias, postos dos Correios, cemitério, farmácias, telefones públicos e postes de eletricidade.
Apesar do número alto de desalojados e desabrigados, o medo de saques levou muita gente a não abandonar suas casas, segundo a Agência Brasil. Os que tiveram que deixar suas casa voltam todos os dias para a entrada da cidade, na beira da ponte que separa o município da cidade de Pedreiras, alugam uma canoa e vão para os locais onde moravam e tomam conhecimento dos danos causados pela cheia.
Os desabrigados lotam as escolas da cidade de Pedreiras. Eles recebem cestas básicas e kits dormitórios distribuídos pela Defesa Civil. Em todo o estado, nove pessoas já morreram e aproximadamente 200 mil foram afetadas pelas enchentes.
Neste domingo, um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) chegou a São Luís carregado com 6 toneladas de medicamentos e 8 toneladas de alimentos para as vítimas das enchentes no Maranhão. As doações chegaram de São Paulo e serão enviadas para as vítimas das chuvas no interior do estado. Esse foi o quarto avião da FAB que pousou em São Luís neste fim de semana

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Rio Mearim subiu mais de seis metros acima do nível normal.Em todo o Maranhão, nove pessoas morreram em decorrência das chuvas.

O município de Trizidela do Vale, a cerca de 280 quilômetros de São Luis, é um dos que mais sofre com as chuvas que atingem a região. Cerca de 90% dos pouco mais de 18 mil moradores da cidade foram atingidos pelas enchentes, segundo a Defesa Civil do Maranhão. Uma pessoa morreu.
O rio Mearim, que passa pela cidade, já subiu mais de seis metros acima do nível normal, desde o início das fortes chuvas que atingem a região desde abril. Com isso, as águas já cobriram agências bancárias, postos dos Correios, cemitério, farmácias, telefones públicos e postes de eletricidade.
Apesar do número alto de desalojados e desabrigados, o medo de saques levou muita gente a não abandonar suas casas, segundo a Agência Brasil. Os que tiveram que deixar suas casa voltam todos os dias para a entrada da cidade, na beira da ponte que separa o município da cidade de Pedreiras, alugam uma canoa e vão para os locais onde moravam e tomam conhecimento dos danos causados pela cheia.
Os desabrigados lotam as escolas da cidade de Pedreiras. Eles recebem cestas básicas e kits dormitórios distribuídos pela Defesa Civil. Em todo o estado, nove pessoas já morreram e aproximadamente 200 mil foram afetadas pelas enchentes.
Neste domingo, um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) chegou a São Luís carregado com 6 toneladas de medicamentos e 8 toneladas de alimentos para as vítimas das enchentes no Maranhão. As doações chegaram de São Paulo e serão enviadas para as vítimas das chuvas no interior do estado. Esse foi o quarto avião da FAB que pousou em São Luís neste fim de semana

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Rio Mearim subiu mais de seis metros acima do nível normal.Em todo o Maranhão, nove pessoas morreram em decorrência das chuvas.

O município de Trizidela do Vale, a cerca de 280 quilômetros de São Luis, é um dos que mais sofre com as chuvas que atingem a região. Cerca de 90% dos pouco mais de 18 mil moradores da cidade foram atingidos pelas enchentes, segundo a Defesa Civil do Maranhão. Uma pessoa morreu.
O rio Mearim, que passa pela cidade, já subiu mais de seis metros acima do nível normal, desde o início das fortes chuvas que atingem a região desde abril. Com isso, as águas já cobriram agências bancárias, postos dos Correios, cemitério, farmácias, telefones públicos e postes de eletricidade.
Apesar do número alto de desalojados e desabrigados, o medo de saques levou muita gente a não abandonar suas casas, segundo a Agência Brasil. Os que tiveram que deixar suas casa voltam todos os dias para a entrada da cidade, na beira da ponte que separa o município da cidade de Pedreiras, alugam uma canoa e vão para os locais onde moravam e tomam conhecimento dos danos causados pela cheia.
Os desabrigados lotam as escolas da cidade de Pedreiras. Eles recebem cestas básicas e kits dormitórios distribuídos pela Defesa Civil. Em todo o estado, nove pessoas já morreram e aproximadamente 200 mil foram afetadas pelas enchentes.
Neste domingo, um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) chegou a São Luís carregado com 6 toneladas de medicamentos e 8 toneladas de alimentos para as vítimas das enchentes no Maranhão. As doações chegaram de São Paulo e serão enviadas para as vítimas das chuvas no interior do estado. Esse foi o quarto avião da FAB que pousou em São Luís neste fim de semana

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Após roubo, ela conta que vai passar o Dia das Mães com a família.Trio levou filho dela por mais de 400m em cadeirinha pendurada em carro

"Ainda tenho medo de sair de casa. Vou passar o domingo com minha mãe", disse Renata Jobim, mãe do bebê Gabriel, de 3 meses, que foi arrastado pelo carro da família em um assalto em Maceió, em 23 de abril deste ano. Ela não pretende comemorar o primeiro Dia das Mães dela fora de seu apartamento na capital alagoana.
"O máximo que vai dar para fazer é ir até a casa de minha mãe, que mora bem pertinho de nós", disse Renata. Ela ainda lembra dos momentos difíceis vividos após ver o filho pendurado do lado de fora do carro, sentado na cadeirinha de bebê, perto da roda do veículo.
A arquiteta se preparava para sair de casa com o filho, quando foi abordada por três rapazes, que pediram o carro. Ela estava acompanhada da mãe e tentou tirar o filho com a cadeirinha, mas não teve tempo. Um dos criminosos, que assumiu o volante, acelerou o veículo e a criança ficou pendurada do lado de fora.
"Eu cheguei a pensar besteira naquele dia, mas, felizmente, hoje posso passar o Dia das Mães com meu filho e ao lado da minha mãe", afirmou a arquiteta, que ainda não retormou à rotina profissional, já que sua licença maternidade já acabou. "Estou me virando em casa mesmo."
Renata disse que o filho só saiu de casa para ir ao médico. "Precisava fazer o acompanhamento do ferimento no bracinho dele. Era difícil fazer o curativo porque ele chorava de dor. Fora isso, tivemos a rotina de ir à delegacia, prestar depoimento, fazer exames no IML."

Ferimentos
Logo após o assalto, o menino e o carro foram abandonados na avenida da orla de Maceió, cerca de 400 metros do local da abordagem.
O bebê sofreu escoriações no braço esquerdo, passou por uma tomografia na Santa Casa de Misericórdia de Maceió, mas o exame não constatou problemas neurológicos. Segundo médicos que atenderam a criança, a estrutura da cadeirinha evitou ferimentos graves.

Brinquedos e visitas
Ela afirmou que o filho está se alimentando bem, mas ainda enfrenta um pouco de dificuldades quando dorme. "Ele acorda, às vezes, um pouco assustado. A médica nos disse que ele não deverá gravar na memória o que aconteceu, apenas terá lembrança de ter sido chacoalhado."
"O que nos ajudou a superar os primeiros momentos após o ocorrido foram as visitas de amigos e parentes. O apartamento estava sempre cheio e era ruim quando todos voltavam para suas casas. Muita gente deu presentes para o Gabriel. Foi bom para relaxar e distrair a cabecinha dele", disse Renata.


Portal G1
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Após roubo, ela conta que vai passar o Dia das Mães com a família.Trio levou filho dela por mais de 400m em cadeirinha pendurada em carro

"Ainda tenho medo de sair de casa. Vou passar o domingo com minha mãe", disse Renata Jobim, mãe do bebê Gabriel, de 3 meses, que foi arrastado pelo carro da família em um assalto em Maceió, em 23 de abril deste ano. Ela não pretende comemorar o primeiro Dia das Mães dela fora de seu apartamento na capital alagoana.
"O máximo que vai dar para fazer é ir até a casa de minha mãe, que mora bem pertinho de nós", disse Renata. Ela ainda lembra dos momentos difíceis vividos após ver o filho pendurado do lado de fora do carro, sentado na cadeirinha de bebê, perto da roda do veículo.
A arquiteta se preparava para sair de casa com o filho, quando foi abordada por três rapazes, que pediram o carro. Ela estava acompanhada da mãe e tentou tirar o filho com a cadeirinha, mas não teve tempo. Um dos criminosos, que assumiu o volante, acelerou o veículo e a criança ficou pendurada do lado de fora.
"Eu cheguei a pensar besteira naquele dia, mas, felizmente, hoje posso passar o Dia das Mães com meu filho e ao lado da minha mãe", afirmou a arquiteta, que ainda não retormou à rotina profissional, já que sua licença maternidade já acabou. "Estou me virando em casa mesmo."
Renata disse que o filho só saiu de casa para ir ao médico. "Precisava fazer o acompanhamento do ferimento no bracinho dele. Era difícil fazer o curativo porque ele chorava de dor. Fora isso, tivemos a rotina de ir à delegacia, prestar depoimento, fazer exames no IML."

Ferimentos
Logo após o assalto, o menino e o carro foram abandonados na avenida da orla de Maceió, cerca de 400 metros do local da abordagem.
O bebê sofreu escoriações no braço esquerdo, passou por uma tomografia na Santa Casa de Misericórdia de Maceió, mas o exame não constatou problemas neurológicos. Segundo médicos que atenderam a criança, a estrutura da cadeirinha evitou ferimentos graves.

Brinquedos e visitas
Ela afirmou que o filho está se alimentando bem, mas ainda enfrenta um pouco de dificuldades quando dorme. "Ele acorda, às vezes, um pouco assustado. A médica nos disse que ele não deverá gravar na memória o que aconteceu, apenas terá lembrança de ter sido chacoalhado."
"O que nos ajudou a superar os primeiros momentos após o ocorrido foram as visitas de amigos e parentes. O apartamento estava sempre cheio e era ruim quando todos voltavam para suas casas. Muita gente deu presentes para o Gabriel. Foi bom para relaxar e distrair a cabecinha dele", disse Renata.


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Após roubo, ela conta que vai passar o Dia das Mães com a família.Trio levou filho dela por mais de 400m em cadeirinha pendurada em carro

"Ainda tenho medo de sair de casa. Vou passar o domingo com minha mãe", disse Renata Jobim, mãe do bebê Gabriel, de 3 meses, que foi arrastado pelo carro da família em um assalto em Maceió, em 23 de abril deste ano. Ela não pretende comemorar o primeiro Dia das Mães dela fora de seu apartamento na capital alagoana.
"O máximo que vai dar para fazer é ir até a casa de minha mãe, que mora bem pertinho de nós", disse Renata. Ela ainda lembra dos momentos difíceis vividos após ver o filho pendurado do lado de fora do carro, sentado na cadeirinha de bebê, perto da roda do veículo.
A arquiteta se preparava para sair de casa com o filho, quando foi abordada por três rapazes, que pediram o carro. Ela estava acompanhada da mãe e tentou tirar o filho com a cadeirinha, mas não teve tempo. Um dos criminosos, que assumiu o volante, acelerou o veículo e a criança ficou pendurada do lado de fora.
"Eu cheguei a pensar besteira naquele dia, mas, felizmente, hoje posso passar o Dia das Mães com meu filho e ao lado da minha mãe", afirmou a arquiteta, que ainda não retormou à rotina profissional, já que sua licença maternidade já acabou. "Estou me virando em casa mesmo."
Renata disse que o filho só saiu de casa para ir ao médico. "Precisava fazer o acompanhamento do ferimento no bracinho dele. Era difícil fazer o curativo porque ele chorava de dor. Fora isso, tivemos a rotina de ir à delegacia, prestar depoimento, fazer exames no IML."

Ferimentos
Logo após o assalto, o menino e o carro foram abandonados na avenida da orla de Maceió, cerca de 400 metros do local da abordagem.
O bebê sofreu escoriações no braço esquerdo, passou por uma tomografia na Santa Casa de Misericórdia de Maceió, mas o exame não constatou problemas neurológicos. Segundo médicos que atenderam a criança, a estrutura da cadeirinha evitou ferimentos graves.

Brinquedos e visitas
Ela afirmou que o filho está se alimentando bem, mas ainda enfrenta um pouco de dificuldades quando dorme. "Ele acorda, às vezes, um pouco assustado. A médica nos disse que ele não deverá gravar na memória o que aconteceu, apenas terá lembrança de ter sido chacoalhado."
"O que nos ajudou a superar os primeiros momentos após o ocorrido foram as visitas de amigos e parentes. O apartamento estava sempre cheio e era ruim quando todos voltavam para suas casas. Muita gente deu presentes para o Gabriel. Foi bom para relaxar e distrair a cabecinha dele", disse Renata.


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Após roubo, ela conta que vai passar o Dia das Mães com a família.Trio levou filho dela por mais de 400m em cadeirinha pendurada em carro

"Ainda tenho medo de sair de casa. Vou passar o domingo com minha mãe", disse Renata Jobim, mãe do bebê Gabriel, de 3 meses, que foi arrastado pelo carro da família em um assalto em Maceió, em 23 de abril deste ano. Ela não pretende comemorar o primeiro Dia das Mães dela fora de seu apartamento na capital alagoana.
"O máximo que vai dar para fazer é ir até a casa de minha mãe, que mora bem pertinho de nós", disse Renata. Ela ainda lembra dos momentos difíceis vividos após ver o filho pendurado do lado de fora do carro, sentado na cadeirinha de bebê, perto da roda do veículo.
A arquiteta se preparava para sair de casa com o filho, quando foi abordada por três rapazes, que pediram o carro. Ela estava acompanhada da mãe e tentou tirar o filho com a cadeirinha, mas não teve tempo. Um dos criminosos, que assumiu o volante, acelerou o veículo e a criança ficou pendurada do lado de fora.
"Eu cheguei a pensar besteira naquele dia, mas, felizmente, hoje posso passar o Dia das Mães com meu filho e ao lado da minha mãe", afirmou a arquiteta, que ainda não retormou à rotina profissional, já que sua licença maternidade já acabou. "Estou me virando em casa mesmo."
Renata disse que o filho só saiu de casa para ir ao médico. "Precisava fazer o acompanhamento do ferimento no bracinho dele. Era difícil fazer o curativo porque ele chorava de dor. Fora isso, tivemos a rotina de ir à delegacia, prestar depoimento, fazer exames no IML."

Ferimentos
Logo após o assalto, o menino e o carro foram abandonados na avenida da orla de Maceió, cerca de 400 metros do local da abordagem.
O bebê sofreu escoriações no braço esquerdo, passou por uma tomografia na Santa Casa de Misericórdia de Maceió, mas o exame não constatou problemas neurológicos. Segundo médicos que atenderam a criança, a estrutura da cadeirinha evitou ferimentos graves.

Brinquedos e visitas
Ela afirmou que o filho está se alimentando bem, mas ainda enfrenta um pouco de dificuldades quando dorme. "Ele acorda, às vezes, um pouco assustado. A médica nos disse que ele não deverá gravar na memória o que aconteceu, apenas terá lembrança de ter sido chacoalhado."
"O que nos ajudou a superar os primeiros momentos após o ocorrido foram as visitas de amigos e parentes. O apartamento estava sempre cheio e era ruim quando todos voltavam para suas casas. Muita gente deu presentes para o Gabriel. Foi bom para relaxar e distrair a cabecinha dele", disse Renata.


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Após roubo, ela conta que vai passar o Dia das Mães com a família.Trio levou filho dela por mais de 400m em cadeirinha pendurada em carro

"Ainda tenho medo de sair de casa. Vou passar o domingo com minha mãe", disse Renata Jobim, mãe do bebê Gabriel, de 3 meses, que foi arrastado pelo carro da família em um assalto em Maceió, em 23 de abril deste ano. Ela não pretende comemorar o primeiro Dia das Mães dela fora de seu apartamento na capital alagoana.
"O máximo que vai dar para fazer é ir até a casa de minha mãe, que mora bem pertinho de nós", disse Renata. Ela ainda lembra dos momentos difíceis vividos após ver o filho pendurado do lado de fora do carro, sentado na cadeirinha de bebê, perto da roda do veículo.
A arquiteta se preparava para sair de casa com o filho, quando foi abordada por três rapazes, que pediram o carro. Ela estava acompanhada da mãe e tentou tirar o filho com a cadeirinha, mas não teve tempo. Um dos criminosos, que assumiu o volante, acelerou o veículo e a criança ficou pendurada do lado de fora.
"Eu cheguei a pensar besteira naquele dia, mas, felizmente, hoje posso passar o Dia das Mães com meu filho e ao lado da minha mãe", afirmou a arquiteta, que ainda não retormou à rotina profissional, já que sua licença maternidade já acabou. "Estou me virando em casa mesmo."
Renata disse que o filho só saiu de casa para ir ao médico. "Precisava fazer o acompanhamento do ferimento no bracinho dele. Era difícil fazer o curativo porque ele chorava de dor. Fora isso, tivemos a rotina de ir à delegacia, prestar depoimento, fazer exames no IML."

Ferimentos
Logo após o assalto, o menino e o carro foram abandonados na avenida da orla de Maceió, cerca de 400 metros do local da abordagem.
O bebê sofreu escoriações no braço esquerdo, passou por uma tomografia na Santa Casa de Misericórdia de Maceió, mas o exame não constatou problemas neurológicos. Segundo médicos que atenderam a criança, a estrutura da cadeirinha evitou ferimentos graves.

Brinquedos e visitas
Ela afirmou que o filho está se alimentando bem, mas ainda enfrenta um pouco de dificuldades quando dorme. "Ele acorda, às vezes, um pouco assustado. A médica nos disse que ele não deverá gravar na memória o que aconteceu, apenas terá lembrança de ter sido chacoalhado."
"O que nos ajudou a superar os primeiros momentos após o ocorrido foram as visitas de amigos e parentes. O apartamento estava sempre cheio e era ruim quando todos voltavam para suas casas. Muita gente deu presentes para o Gabriel. Foi bom para relaxar e distrair a cabecinha dele", disse Renata.


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SÃO PAULO - O envolvimento de menores com o crime caiu 55% em Fernandópolis, no interior de São Paulo. O resultado faz parte de um levantamento da Delegacia Seccional da cidade que atribui os baixos números de violência a uma medida da justiça implantada no município há quatro anos, o toque de recolher. Medida foi adotada em outras três cidades do interior de SP
No rosto de dona de casa Zulmira Belai, hoje um sorriso. Mas há 5 anos, era só choro. Isso porque o filho, quando tinha 12 anos, começou a usar drogas e a se envolver em crimes. Depois de ser preso e ficar internado em uma clínica de dependentes químicos, Fernando sabe do sofrimento que causou a mãe. E hoje ele entende importância de ter uma vida diferente.
O jovem faz parte do levantamento do Juizado da Infância e Juventude de Fernandópolis, que realiza um trabalho de prevenção com crianças e adolescentes. É o chamado toque de recolher.
A decisão judicial que começou a valer em 2005, proíbe que menores de 18 anos fiquem nas ruas desacompanhados de um responsável depois das 23h. Quatro anos depois do início da medida o balanço é positivo. A redução no número de ocorrências envolvendo adolescentes foi de 55%.
No ano em que o toque de recolher foi criado, a polícia registrou 378 atos infracionais envolvendo menores. Em 2008, foram 268. Para o juiz da Infância e Juventude Evandro Pelarin, que implantou a medida, a queda no índice de criminalidade envolvendo menores está ligada a uma série de ações desenvolvidas na cidade.
Para que seja cumprida a ordem do juiz, equipes do Conselho Tutelar, policiais civis e militares percorrem os principais pontos de movimentação na cidade em busca de menores em situação de risco. Nas 40 operações já realizadas, cerca de 300 adolescentes foram apreendidos. No início, as fiscalizações chegaram a recolher 50 menores nas ruas. Na última blitz foram três.


O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:51  comentar

SÃO PAULO - O envolvimento de menores com o crime caiu 55% em Fernandópolis, no interior de São Paulo. O resultado faz parte de um levantamento da Delegacia Seccional da cidade que atribui os baixos números de violência a uma medida da justiça implantada no município há quatro anos, o toque de recolher. Medida foi adotada em outras três cidades do interior de SP
No rosto de dona de casa Zulmira Belai, hoje um sorriso. Mas há 5 anos, era só choro. Isso porque o filho, quando tinha 12 anos, começou a usar drogas e a se envolver em crimes. Depois de ser preso e ficar internado em uma clínica de dependentes químicos, Fernando sabe do sofrimento que causou a mãe. E hoje ele entende importância de ter uma vida diferente.
O jovem faz parte do levantamento do Juizado da Infância e Juventude de Fernandópolis, que realiza um trabalho de prevenção com crianças e adolescentes. É o chamado toque de recolher.
A decisão judicial que começou a valer em 2005, proíbe que menores de 18 anos fiquem nas ruas desacompanhados de um responsável depois das 23h. Quatro anos depois do início da medida o balanço é positivo. A redução no número de ocorrências envolvendo adolescentes foi de 55%.
No ano em que o toque de recolher foi criado, a polícia registrou 378 atos infracionais envolvendo menores. Em 2008, foram 268. Para o juiz da Infância e Juventude Evandro Pelarin, que implantou a medida, a queda no índice de criminalidade envolvendo menores está ligada a uma série de ações desenvolvidas na cidade.
Para que seja cumprida a ordem do juiz, equipes do Conselho Tutelar, policiais civis e militares percorrem os principais pontos de movimentação na cidade em busca de menores em situação de risco. Nas 40 operações já realizadas, cerca de 300 adolescentes foram apreendidos. No início, as fiscalizações chegaram a recolher 50 menores nas ruas. Na última blitz foram três.


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SÃO PAULO - O envolvimento de menores com o crime caiu 55% em Fernandópolis, no interior de São Paulo. O resultado faz parte de um levantamento da Delegacia Seccional da cidade que atribui os baixos números de violência a uma medida da justiça implantada no município há quatro anos, o toque de recolher. Medida foi adotada em outras três cidades do interior de SP
No rosto de dona de casa Zulmira Belai, hoje um sorriso. Mas há 5 anos, era só choro. Isso porque o filho, quando tinha 12 anos, começou a usar drogas e a se envolver em crimes. Depois de ser preso e ficar internado em uma clínica de dependentes químicos, Fernando sabe do sofrimento que causou a mãe. E hoje ele entende importância de ter uma vida diferente.
O jovem faz parte do levantamento do Juizado da Infância e Juventude de Fernandópolis, que realiza um trabalho de prevenção com crianças e adolescentes. É o chamado toque de recolher.
A decisão judicial que começou a valer em 2005, proíbe que menores de 18 anos fiquem nas ruas desacompanhados de um responsável depois das 23h. Quatro anos depois do início da medida o balanço é positivo. A redução no número de ocorrências envolvendo adolescentes foi de 55%.
No ano em que o toque de recolher foi criado, a polícia registrou 378 atos infracionais envolvendo menores. Em 2008, foram 268. Para o juiz da Infância e Juventude Evandro Pelarin, que implantou a medida, a queda no índice de criminalidade envolvendo menores está ligada a uma série de ações desenvolvidas na cidade.
Para que seja cumprida a ordem do juiz, equipes do Conselho Tutelar, policiais civis e militares percorrem os principais pontos de movimentação na cidade em busca de menores em situação de risco. Nas 40 operações já realizadas, cerca de 300 adolescentes foram apreendidos. No início, as fiscalizações chegaram a recolher 50 menores nas ruas. Na última blitz foram três.


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SÃO PAULO - O envolvimento de menores com o crime caiu 55% em Fernandópolis, no interior de São Paulo. O resultado faz parte de um levantamento da Delegacia Seccional da cidade que atribui os baixos números de violência a uma medida da justiça implantada no município há quatro anos, o toque de recolher. Medida foi adotada em outras três cidades do interior de SP
No rosto de dona de casa Zulmira Belai, hoje um sorriso. Mas há 5 anos, era só choro. Isso porque o filho, quando tinha 12 anos, começou a usar drogas e a se envolver em crimes. Depois de ser preso e ficar internado em uma clínica de dependentes químicos, Fernando sabe do sofrimento que causou a mãe. E hoje ele entende importância de ter uma vida diferente.
O jovem faz parte do levantamento do Juizado da Infância e Juventude de Fernandópolis, que realiza um trabalho de prevenção com crianças e adolescentes. É o chamado toque de recolher.
A decisão judicial que começou a valer em 2005, proíbe que menores de 18 anos fiquem nas ruas desacompanhados de um responsável depois das 23h. Quatro anos depois do início da medida o balanço é positivo. A redução no número de ocorrências envolvendo adolescentes foi de 55%.
No ano em que o toque de recolher foi criado, a polícia registrou 378 atos infracionais envolvendo menores. Em 2008, foram 268. Para o juiz da Infância e Juventude Evandro Pelarin, que implantou a medida, a queda no índice de criminalidade envolvendo menores está ligada a uma série de ações desenvolvidas na cidade.
Para que seja cumprida a ordem do juiz, equipes do Conselho Tutelar, policiais civis e militares percorrem os principais pontos de movimentação na cidade em busca de menores em situação de risco. Nas 40 operações já realizadas, cerca de 300 adolescentes foram apreendidos. No início, as fiscalizações chegaram a recolher 50 menores nas ruas. Na última blitz foram três.


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SÃO PAULO - O envolvimento de menores com o crime caiu 55% em Fernandópolis, no interior de São Paulo. O resultado faz parte de um levantamento da Delegacia Seccional da cidade que atribui os baixos números de violência a uma medida da justiça implantada no município há quatro anos, o toque de recolher. Medida foi adotada em outras três cidades do interior de SP
No rosto de dona de casa Zulmira Belai, hoje um sorriso. Mas há 5 anos, era só choro. Isso porque o filho, quando tinha 12 anos, começou a usar drogas e a se envolver em crimes. Depois de ser preso e ficar internado em uma clínica de dependentes químicos, Fernando sabe do sofrimento que causou a mãe. E hoje ele entende importância de ter uma vida diferente.
O jovem faz parte do levantamento do Juizado da Infância e Juventude de Fernandópolis, que realiza um trabalho de prevenção com crianças e adolescentes. É o chamado toque de recolher.
A decisão judicial que começou a valer em 2005, proíbe que menores de 18 anos fiquem nas ruas desacompanhados de um responsável depois das 23h. Quatro anos depois do início da medida o balanço é positivo. A redução no número de ocorrências envolvendo adolescentes foi de 55%.
No ano em que o toque de recolher foi criado, a polícia registrou 378 atos infracionais envolvendo menores. Em 2008, foram 268. Para o juiz da Infância e Juventude Evandro Pelarin, que implantou a medida, a queda no índice de criminalidade envolvendo menores está ligada a uma série de ações desenvolvidas na cidade.
Para que seja cumprida a ordem do juiz, equipes do Conselho Tutelar, policiais civis e militares percorrem os principais pontos de movimentação na cidade em busca de menores em situação de risco. Nas 40 operações já realizadas, cerca de 300 adolescentes foram apreendidos. No início, as fiscalizações chegaram a recolher 50 menores nas ruas. Na última blitz foram três.


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Riscos de várias doenças são reduzidos em quem teve filho
Conheça os benefícios para o corpo de quem é mãe


Na semana do Dia das Mães o que não faltam são depoimentos e declarações sobre as maravilhas da maternidade. Mas além das alegrias, a gravidez também pode proteger seu corpo contra o câncer de mama e outras doenças ligadas ao ciclo hormonal e à menstruação. O ginecologista Júlio Bernardi explica: “A mulher não foi feita para menstruar tanto. Ela foi feita para estar grávida e amamentar.”
Hoje em dia as mulheres menstruam até dez vezes mais que suas avós e bisavós, por dois fatores. O primeiro é que antigamente elas tinham a menarca (a primeira menstruação) mais tarde, por volta dos 17 anos -- hoje há muitos casos de meninas menstruando antes mesmo dos 11 anos. O segundo é que as mulheres modernas demoram mais para engravidar e têm menos filhos. A mulher não menstrua nem durante a gravidez nem durante o aleitamento. No passado, era comum elas emendarem os períodos de nove meses de gravidez e de até dois anos de aleitamento com uma nova gestação.
Apesar das mudanças de comportamento, o organismo feminino ainda funciona à moda antiga. Com isso, doenças ligadas à menstruação, que antes eram raras, agora são mais frequentes. É o caso da endometriose, uma doença que surge pela presença do tecido que reveste o interior do útero em outras partes do sistema reprodutor feminino. Sem tratamento, a endometriose causa dores e pode até levar à infertilidade.
Quando a mulher está grávida e amamentando, ela deixa de menstruar por vários meses. Isso, é claro, reduz as chances de se ter uma endometriose. E também diminui o risco de desenvolvimento de miomas, pequenos tumores benignos que surgem no útero e que causam dor intensa e aumento do fluxo menstrual.
O câncer de mama também é ligado à menstruação, mas por outros motivos. Durante o ciclo menstrual, os níveis dos hormônios femininos progesterona e estrogênio variam. Essa variação está ligada a um risco maior de câncer de mama. Durante a gravidez e a amamentação, o organismo da mulher fica “imerso” em uma quantidade constante de hormônios, o que, segundos os médicos, oferece um fator de proteção.
“Isso não quer dizer que mães não têm câncer de mama. Elas podem ter sim. Mas elas tem uma chance menor em comparação com as mulheres que nunca foram mães”, explica Júlio Bernardi.

Lado mental

Além dos benefícios físicos, há também os psicológicos, de acordo com o médico. “Uma mulher na quinta década de vida, entre os 40 e 50 anos, que não tenha tido filhos por qualquer que seja o motivo tem mais chances de desenvolver alterações de humor e transtornos de ansiedade”, diz Bernardi.
De fato, segundo ele, a maior parte dos benefícios da maternidade está no lado mental. “As mães geralmente tem muitas coisas para resolver e se preocupar com seus filhos e isso acaba tendo um efeito positivo na cabeça”, afirma.
Por isso, o ginecologista acredita: “Como observador eu posso afirmar com certeza: tenha filhos, por que vale a pena”. Mas, sempre, com acompanhamento de seu médico

Fonte: G1
Foto: Cristiano Martins Silva
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Riscos de várias doenças são reduzidos em quem teve filho
Conheça os benefícios para o corpo de quem é mãe


Na semana do Dia das Mães o que não faltam são depoimentos e declarações sobre as maravilhas da maternidade. Mas além das alegrias, a gravidez também pode proteger seu corpo contra o câncer de mama e outras doenças ligadas ao ciclo hormonal e à menstruação. O ginecologista Júlio Bernardi explica: “A mulher não foi feita para menstruar tanto. Ela foi feita para estar grávida e amamentar.”
Hoje em dia as mulheres menstruam até dez vezes mais que suas avós e bisavós, por dois fatores. O primeiro é que antigamente elas tinham a menarca (a primeira menstruação) mais tarde, por volta dos 17 anos -- hoje há muitos casos de meninas menstruando antes mesmo dos 11 anos. O segundo é que as mulheres modernas demoram mais para engravidar e têm menos filhos. A mulher não menstrua nem durante a gravidez nem durante o aleitamento. No passado, era comum elas emendarem os períodos de nove meses de gravidez e de até dois anos de aleitamento com uma nova gestação.
Apesar das mudanças de comportamento, o organismo feminino ainda funciona à moda antiga. Com isso, doenças ligadas à menstruação, que antes eram raras, agora são mais frequentes. É o caso da endometriose, uma doença que surge pela presença do tecido que reveste o interior do útero em outras partes do sistema reprodutor feminino. Sem tratamento, a endometriose causa dores e pode até levar à infertilidade.
Quando a mulher está grávida e amamentando, ela deixa de menstruar por vários meses. Isso, é claro, reduz as chances de se ter uma endometriose. E também diminui o risco de desenvolvimento de miomas, pequenos tumores benignos que surgem no útero e que causam dor intensa e aumento do fluxo menstrual.
O câncer de mama também é ligado à menstruação, mas por outros motivos. Durante o ciclo menstrual, os níveis dos hormônios femininos progesterona e estrogênio variam. Essa variação está ligada a um risco maior de câncer de mama. Durante a gravidez e a amamentação, o organismo da mulher fica “imerso” em uma quantidade constante de hormônios, o que, segundos os médicos, oferece um fator de proteção.
“Isso não quer dizer que mães não têm câncer de mama. Elas podem ter sim. Mas elas tem uma chance menor em comparação com as mulheres que nunca foram mães”, explica Júlio Bernardi.

Lado mental

Além dos benefícios físicos, há também os psicológicos, de acordo com o médico. “Uma mulher na quinta década de vida, entre os 40 e 50 anos, que não tenha tido filhos por qualquer que seja o motivo tem mais chances de desenvolver alterações de humor e transtornos de ansiedade”, diz Bernardi.
De fato, segundo ele, a maior parte dos benefícios da maternidade está no lado mental. “As mães geralmente tem muitas coisas para resolver e se preocupar com seus filhos e isso acaba tendo um efeito positivo na cabeça”, afirma.
Por isso, o ginecologista acredita: “Como observador eu posso afirmar com certeza: tenha filhos, por que vale a pena”. Mas, sempre, com acompanhamento de seu médico

Fonte: G1
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Riscos de várias doenças são reduzidos em quem teve filho
Conheça os benefícios para o corpo de quem é mãe


Na semana do Dia das Mães o que não faltam são depoimentos e declarações sobre as maravilhas da maternidade. Mas além das alegrias, a gravidez também pode proteger seu corpo contra o câncer de mama e outras doenças ligadas ao ciclo hormonal e à menstruação. O ginecologista Júlio Bernardi explica: “A mulher não foi feita para menstruar tanto. Ela foi feita para estar grávida e amamentar.”
Hoje em dia as mulheres menstruam até dez vezes mais que suas avós e bisavós, por dois fatores. O primeiro é que antigamente elas tinham a menarca (a primeira menstruação) mais tarde, por volta dos 17 anos -- hoje há muitos casos de meninas menstruando antes mesmo dos 11 anos. O segundo é que as mulheres modernas demoram mais para engravidar e têm menos filhos. A mulher não menstrua nem durante a gravidez nem durante o aleitamento. No passado, era comum elas emendarem os períodos de nove meses de gravidez e de até dois anos de aleitamento com uma nova gestação.
Apesar das mudanças de comportamento, o organismo feminino ainda funciona à moda antiga. Com isso, doenças ligadas à menstruação, que antes eram raras, agora são mais frequentes. É o caso da endometriose, uma doença que surge pela presença do tecido que reveste o interior do útero em outras partes do sistema reprodutor feminino. Sem tratamento, a endometriose causa dores e pode até levar à infertilidade.
Quando a mulher está grávida e amamentando, ela deixa de menstruar por vários meses. Isso, é claro, reduz as chances de se ter uma endometriose. E também diminui o risco de desenvolvimento de miomas, pequenos tumores benignos que surgem no útero e que causam dor intensa e aumento do fluxo menstrual.
O câncer de mama também é ligado à menstruação, mas por outros motivos. Durante o ciclo menstrual, os níveis dos hormônios femininos progesterona e estrogênio variam. Essa variação está ligada a um risco maior de câncer de mama. Durante a gravidez e a amamentação, o organismo da mulher fica “imerso” em uma quantidade constante de hormônios, o que, segundos os médicos, oferece um fator de proteção.
“Isso não quer dizer que mães não têm câncer de mama. Elas podem ter sim. Mas elas tem uma chance menor em comparação com as mulheres que nunca foram mães”, explica Júlio Bernardi.

Lado mental

Além dos benefícios físicos, há também os psicológicos, de acordo com o médico. “Uma mulher na quinta década de vida, entre os 40 e 50 anos, que não tenha tido filhos por qualquer que seja o motivo tem mais chances de desenvolver alterações de humor e transtornos de ansiedade”, diz Bernardi.
De fato, segundo ele, a maior parte dos benefícios da maternidade está no lado mental. “As mães geralmente tem muitas coisas para resolver e se preocupar com seus filhos e isso acaba tendo um efeito positivo na cabeça”, afirma.
Por isso, o ginecologista acredita: “Como observador eu posso afirmar com certeza: tenha filhos, por que vale a pena”. Mas, sempre, com acompanhamento de seu médico

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Riscos de várias doenças são reduzidos em quem teve filho
Conheça os benefícios para o corpo de quem é mãe


Na semana do Dia das Mães o que não faltam são depoimentos e declarações sobre as maravilhas da maternidade. Mas além das alegrias, a gravidez também pode proteger seu corpo contra o câncer de mama e outras doenças ligadas ao ciclo hormonal e à menstruação. O ginecologista Júlio Bernardi explica: “A mulher não foi feita para menstruar tanto. Ela foi feita para estar grávida e amamentar.”
Hoje em dia as mulheres menstruam até dez vezes mais que suas avós e bisavós, por dois fatores. O primeiro é que antigamente elas tinham a menarca (a primeira menstruação) mais tarde, por volta dos 17 anos -- hoje há muitos casos de meninas menstruando antes mesmo dos 11 anos. O segundo é que as mulheres modernas demoram mais para engravidar e têm menos filhos. A mulher não menstrua nem durante a gravidez nem durante o aleitamento. No passado, era comum elas emendarem os períodos de nove meses de gravidez e de até dois anos de aleitamento com uma nova gestação.
Apesar das mudanças de comportamento, o organismo feminino ainda funciona à moda antiga. Com isso, doenças ligadas à menstruação, que antes eram raras, agora são mais frequentes. É o caso da endometriose, uma doença que surge pela presença do tecido que reveste o interior do útero em outras partes do sistema reprodutor feminino. Sem tratamento, a endometriose causa dores e pode até levar à infertilidade.
Quando a mulher está grávida e amamentando, ela deixa de menstruar por vários meses. Isso, é claro, reduz as chances de se ter uma endometriose. E também diminui o risco de desenvolvimento de miomas, pequenos tumores benignos que surgem no útero e que causam dor intensa e aumento do fluxo menstrual.
O câncer de mama também é ligado à menstruação, mas por outros motivos. Durante o ciclo menstrual, os níveis dos hormônios femininos progesterona e estrogênio variam. Essa variação está ligada a um risco maior de câncer de mama. Durante a gravidez e a amamentação, o organismo da mulher fica “imerso” em uma quantidade constante de hormônios, o que, segundos os médicos, oferece um fator de proteção.
“Isso não quer dizer que mães não têm câncer de mama. Elas podem ter sim. Mas elas tem uma chance menor em comparação com as mulheres que nunca foram mães”, explica Júlio Bernardi.

Lado mental

Além dos benefícios físicos, há também os psicológicos, de acordo com o médico. “Uma mulher na quinta década de vida, entre os 40 e 50 anos, que não tenha tido filhos por qualquer que seja o motivo tem mais chances de desenvolver alterações de humor e transtornos de ansiedade”, diz Bernardi.
De fato, segundo ele, a maior parte dos benefícios da maternidade está no lado mental. “As mães geralmente tem muitas coisas para resolver e se preocupar com seus filhos e isso acaba tendo um efeito positivo na cabeça”, afirma.
Por isso, o ginecologista acredita: “Como observador eu posso afirmar com certeza: tenha filhos, por que vale a pena”. Mas, sempre, com acompanhamento de seu médico

Fonte: G1
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Riscos de várias doenças são reduzidos em quem teve filho
Conheça os benefícios para o corpo de quem é mãe


Na semana do Dia das Mães o que não faltam são depoimentos e declarações sobre as maravilhas da maternidade. Mas além das alegrias, a gravidez também pode proteger seu corpo contra o câncer de mama e outras doenças ligadas ao ciclo hormonal e à menstruação. O ginecologista Júlio Bernardi explica: “A mulher não foi feita para menstruar tanto. Ela foi feita para estar grávida e amamentar.”
Hoje em dia as mulheres menstruam até dez vezes mais que suas avós e bisavós, por dois fatores. O primeiro é que antigamente elas tinham a menarca (a primeira menstruação) mais tarde, por volta dos 17 anos -- hoje há muitos casos de meninas menstruando antes mesmo dos 11 anos. O segundo é que as mulheres modernas demoram mais para engravidar e têm menos filhos. A mulher não menstrua nem durante a gravidez nem durante o aleitamento. No passado, era comum elas emendarem os períodos de nove meses de gravidez e de até dois anos de aleitamento com uma nova gestação.
Apesar das mudanças de comportamento, o organismo feminino ainda funciona à moda antiga. Com isso, doenças ligadas à menstruação, que antes eram raras, agora são mais frequentes. É o caso da endometriose, uma doença que surge pela presença do tecido que reveste o interior do útero em outras partes do sistema reprodutor feminino. Sem tratamento, a endometriose causa dores e pode até levar à infertilidade.
Quando a mulher está grávida e amamentando, ela deixa de menstruar por vários meses. Isso, é claro, reduz as chances de se ter uma endometriose. E também diminui o risco de desenvolvimento de miomas, pequenos tumores benignos que surgem no útero e que causam dor intensa e aumento do fluxo menstrual.
O câncer de mama também é ligado à menstruação, mas por outros motivos. Durante o ciclo menstrual, os níveis dos hormônios femininos progesterona e estrogênio variam. Essa variação está ligada a um risco maior de câncer de mama. Durante a gravidez e a amamentação, o organismo da mulher fica “imerso” em uma quantidade constante de hormônios, o que, segundos os médicos, oferece um fator de proteção.
“Isso não quer dizer que mães não têm câncer de mama. Elas podem ter sim. Mas elas tem uma chance menor em comparação com as mulheres que nunca foram mães”, explica Júlio Bernardi.

Lado mental

Além dos benefícios físicos, há também os psicológicos, de acordo com o médico. “Uma mulher na quinta década de vida, entre os 40 e 50 anos, que não tenha tido filhos por qualquer que seja o motivo tem mais chances de desenvolver alterações de humor e transtornos de ansiedade”, diz Bernardi.
De fato, segundo ele, a maior parte dos benefícios da maternidade está no lado mental. “As mães geralmente tem muitas coisas para resolver e se preocupar com seus filhos e isso acaba tendo um efeito positivo na cabeça”, afirma.
Por isso, o ginecologista acredita: “Como observador eu posso afirmar com certeza: tenha filhos, por que vale a pena”. Mas, sempre, com acompanhamento de seu médico

Fonte: G1
Foto: Cristiano Martins Silva
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Nesta foto, ela estava com 21 anos e eu com apenas cinco. Assim foi a minha vida como filho único até nascer meu irmão, quando eu já tinha 12 anos.
Aproveitei a chegada do guri pra me liberar, e lembro bem de minha madrinha, à pedido dela, me procurando nos campos de futebol onde eu me refugiava jogando peladas e sonhando um dia me transformar num nada modesto atacante do rubro-negro pelotense.
Mas o tempo passou, e o incentivo dos meus pais era de estudar e seguir a vida universitária numa faculdade. Convivi com meu irmão em casa por mais nove anos e vim morar em Porto Alegre para estudar jornalismo na UFRGS. Nos últimos trinta anos, costumei passar fins de semanas e uns dias das minhas férias em casa com eles.
Lembro bem que meus pais me ajudavam como podiam no período em que comecei a morar na Capital. Embora os custos fossem baixos, aquela graninha a mais sempre aparecia num depósito da Caixa Econômica Federal, numa agência que ficava em frente ao Café Haiti, ali per to das lojas Renner no Centro.
Foram tempos dificeis, mas muito saborosos de lembrar. O que os pais, e principalmente as mães fazem para ajudar a vida dos filhos não tem comparação.
Houve um período em que, já formado em jornalismo, eu parei de produzir teatro e acabei fazendo um estágio de seis meses numa rádio de Porto Alegre. Conheci ali algumas pessoas do mundo do jornalismo esportivo. Vi o Sergio Boaz começar a carreira na época como plantão esportivo, acompanhei o Claudio Cabral nos seus debates e comentários inteligentes, e a bondade do meu conterrâneo xavante João Garcia. Tudo aquilo era comandado de forma espetacular pelo hoje consagrado narrador Pedro Ernesto Denardin, da Rádio Gaúcha.
Era o ano de 1985 e, enquanto as diretas davam errado, o presidente Tancredo Neves era eleito pelo Congresso e deixava o seu lugar para o vice José Sarney. Uma das únicas alegrias que tive naquele ano foi a do Brasil ter conquistado o terceiro lugar do campeonato brasileiro da série A e um ano depois, tudo ter sido esquecido pela cúpula do futebol brasileiro que criava ali o Clube dos 13.
1985 pra mim foi um ano difícil. A recessão econômica continuava e não havia oferta de emprego nas redações e em vários setores da comunicação. Não conseguia manter a renda principalmente naquela segundo semestre. Lembro, e não tenho a menor vergonha de dizer, que diversas vezes eu ia almoçar ou jantar à convite na casa do amigo Germano Maraschin, que me ajudou a economizar o que eu nem tinha no bolso.
Eu já estava estudando Publicidade e Propaganda na Ufrgs, e nas férias de verão me fui de mala e cuia para casa em Pelotas. No fim do Carnaval, fui convidado pelo então prefeito de Pelotas, Bernardo de Souza, para trabalhar no Theatro Sete de Abril. Começava ali talvez um momento de reação. Cheguei a me empolgar com a ideia e sempre fui muito grato e ele pela lembrança num momento importante da minha vida.
Mas num belo dia, entre vindas e vindas, surgiu a oportunidade de fazer um free-lancer por sugestão do amigo Germano numa das maiores agências de propaganda do país na época, a MPM Propaganda. Mas o período era de incertezas e aquele sonho acabou se tornando dúvida porque eles não haviam decidido a necessidade de substituir as férias de um funcionário. Voltei a Pelotas relutando em encarar a volta para a terra e trabalhar perto de casa.
Foi aí que ela, minha mãe, com 45 anos na época me disse:
_ Meu filho. Eu sei que tu pensas em trabalhar como jornalista em Porto Alegre e não queres voltar a viver em Pelotas. Quando a gente sai para conquistar um objetivo, temos de ser persistentes e lutarmos com absoluta garra até as últimas consequências para conquistar os nossos sonhos.
E me passou às mãos uma quantia em dinheiro que dava para sobreviver por um período de três meses na Capital. Emocionado, perguntei de onde ela tinha tirado todo aquela grana, já que não era uma época de vacas gordas.
_ Empenhei meu anel de brilhante que teu pai me deu na Caixa Econômica Federal _ disse ela.
No mesmo dia, viajei a Porto Alegre e quando abri a porta de casa, um recado da MPM Propaganda me chamava para realizar um free-lancer no mês de março de 1986, bem no começo do Plano Cruzado do presidente José Sarney.
Enquanto a economia do país ganhava impulso, uma mulher jovem entregava o único anel de brilhante num balcão de um banco para ajudar o filho a construir o começo da vida profissional.

Conto esta história, pessoal, íntima, como forma de homenagear minha mãe. E todas aquelas que fazem o que fazem para que os filhos se sintam confortados. Pra dizer pra vocês que a minha mãe é a minha fortaleza, de onde eu tiro as forças para travar a batalha que enfrento agora.

Raul Ferreira

Perfil
O jornalista Raul Ferreira, 52 anos, editor-chefe do Teledomingo da RBS TV, descobriu em março que terá de enfrentar o tratamento de um carcinoma epidermoide moderadamente diferenciado, um tumor originado na amígdala. Neste blog, ele divide com leitores sua luta:
— Sempre tive muita fé de que as barreiras existem para serem superadas. E começo esta batalha como todas que tive na minha vida, pensando só em vencer.

Blog Na Luta pela Vida

Zero Hora online

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Nesta foto, ela estava com 21 anos e eu com apenas cinco. Assim foi a minha vida como filho único até nascer meu irmão, quando eu já tinha 12 anos.
Aproveitei a chegada do guri pra me liberar, e lembro bem de minha madrinha, à pedido dela, me procurando nos campos de futebol onde eu me refugiava jogando peladas e sonhando um dia me transformar num nada modesto atacante do rubro-negro pelotense.
Mas o tempo passou, e o incentivo dos meus pais era de estudar e seguir a vida universitária numa faculdade. Convivi com meu irmão em casa por mais nove anos e vim morar em Porto Alegre para estudar jornalismo na UFRGS. Nos últimos trinta anos, costumei passar fins de semanas e uns dias das minhas férias em casa com eles.
Lembro bem que meus pais me ajudavam como podiam no período em que comecei a morar na Capital. Embora os custos fossem baixos, aquela graninha a mais sempre aparecia num depósito da Caixa Econômica Federal, numa agência que ficava em frente ao Café Haiti, ali per to das lojas Renner no Centro.
Foram tempos dificeis, mas muito saborosos de lembrar. O que os pais, e principalmente as mães fazem para ajudar a vida dos filhos não tem comparação.
Houve um período em que, já formado em jornalismo, eu parei de produzir teatro e acabei fazendo um estágio de seis meses numa rádio de Porto Alegre. Conheci ali algumas pessoas do mundo do jornalismo esportivo. Vi o Sergio Boaz começar a carreira na época como plantão esportivo, acompanhei o Claudio Cabral nos seus debates e comentários inteligentes, e a bondade do meu conterrâneo xavante João Garcia. Tudo aquilo era comandado de forma espetacular pelo hoje consagrado narrador Pedro Ernesto Denardin, da Rádio Gaúcha.
Era o ano de 1985 e, enquanto as diretas davam errado, o presidente Tancredo Neves era eleito pelo Congresso e deixava o seu lugar para o vice José Sarney. Uma das únicas alegrias que tive naquele ano foi a do Brasil ter conquistado o terceiro lugar do campeonato brasileiro da série A e um ano depois, tudo ter sido esquecido pela cúpula do futebol brasileiro que criava ali o Clube dos 13.
1985 pra mim foi um ano difícil. A recessão econômica continuava e não havia oferta de emprego nas redações e em vários setores da comunicação. Não conseguia manter a renda principalmente naquela segundo semestre. Lembro, e não tenho a menor vergonha de dizer, que diversas vezes eu ia almoçar ou jantar à convite na casa do amigo Germano Maraschin, que me ajudou a economizar o que eu nem tinha no bolso.
Eu já estava estudando Publicidade e Propaganda na Ufrgs, e nas férias de verão me fui de mala e cuia para casa em Pelotas. No fim do Carnaval, fui convidado pelo então prefeito de Pelotas, Bernardo de Souza, para trabalhar no Theatro Sete de Abril. Começava ali talvez um momento de reação. Cheguei a me empolgar com a ideia e sempre fui muito grato e ele pela lembrança num momento importante da minha vida.
Mas num belo dia, entre vindas e vindas, surgiu a oportunidade de fazer um free-lancer por sugestão do amigo Germano numa das maiores agências de propaganda do país na época, a MPM Propaganda. Mas o período era de incertezas e aquele sonho acabou se tornando dúvida porque eles não haviam decidido a necessidade de substituir as férias de um funcionário. Voltei a Pelotas relutando em encarar a volta para a terra e trabalhar perto de casa.
Foi aí que ela, minha mãe, com 45 anos na época me disse:
_ Meu filho. Eu sei que tu pensas em trabalhar como jornalista em Porto Alegre e não queres voltar a viver em Pelotas. Quando a gente sai para conquistar um objetivo, temos de ser persistentes e lutarmos com absoluta garra até as últimas consequências para conquistar os nossos sonhos.
E me passou às mãos uma quantia em dinheiro que dava para sobreviver por um período de três meses na Capital. Emocionado, perguntei de onde ela tinha tirado todo aquela grana, já que não era uma época de vacas gordas.
_ Empenhei meu anel de brilhante que teu pai me deu na Caixa Econômica Federal _ disse ela.
No mesmo dia, viajei a Porto Alegre e quando abri a porta de casa, um recado da MPM Propaganda me chamava para realizar um free-lancer no mês de março de 1986, bem no começo do Plano Cruzado do presidente José Sarney.
Enquanto a economia do país ganhava impulso, uma mulher jovem entregava o único anel de brilhante num balcão de um banco para ajudar o filho a construir o começo da vida profissional.

Conto esta história, pessoal, íntima, como forma de homenagear minha mãe. E todas aquelas que fazem o que fazem para que os filhos se sintam confortados. Pra dizer pra vocês que a minha mãe é a minha fortaleza, de onde eu tiro as forças para travar a batalha que enfrento agora.

Raul Ferreira

Perfil
O jornalista Raul Ferreira, 52 anos, editor-chefe do Teledomingo da RBS TV, descobriu em março que terá de enfrentar o tratamento de um carcinoma epidermoide moderadamente diferenciado, um tumor originado na amígdala. Neste blog, ele divide com leitores sua luta:
— Sempre tive muita fé de que as barreiras existem para serem superadas. E começo esta batalha como todas que tive na minha vida, pensando só em vencer.

Blog Na Luta pela Vida

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Nesta foto, ela estava com 21 anos e eu com apenas cinco. Assim foi a minha vida como filho único até nascer meu irmão, quando eu já tinha 12 anos.
Aproveitei a chegada do guri pra me liberar, e lembro bem de minha madrinha, à pedido dela, me procurando nos campos de futebol onde eu me refugiava jogando peladas e sonhando um dia me transformar num nada modesto atacante do rubro-negro pelotense.
Mas o tempo passou, e o incentivo dos meus pais era de estudar e seguir a vida universitária numa faculdade. Convivi com meu irmão em casa por mais nove anos e vim morar em Porto Alegre para estudar jornalismo na UFRGS. Nos últimos trinta anos, costumei passar fins de semanas e uns dias das minhas férias em casa com eles.
Lembro bem que meus pais me ajudavam como podiam no período em que comecei a morar na Capital. Embora os custos fossem baixos, aquela graninha a mais sempre aparecia num depósito da Caixa Econômica Federal, numa agência que ficava em frente ao Café Haiti, ali per to das lojas Renner no Centro.
Foram tempos dificeis, mas muito saborosos de lembrar. O que os pais, e principalmente as mães fazem para ajudar a vida dos filhos não tem comparação.
Houve um período em que, já formado em jornalismo, eu parei de produzir teatro e acabei fazendo um estágio de seis meses numa rádio de Porto Alegre. Conheci ali algumas pessoas do mundo do jornalismo esportivo. Vi o Sergio Boaz começar a carreira na época como plantão esportivo, acompanhei o Claudio Cabral nos seus debates e comentários inteligentes, e a bondade do meu conterrâneo xavante João Garcia. Tudo aquilo era comandado de forma espetacular pelo hoje consagrado narrador Pedro Ernesto Denardin, da Rádio Gaúcha.
Era o ano de 1985 e, enquanto as diretas davam errado, o presidente Tancredo Neves era eleito pelo Congresso e deixava o seu lugar para o vice José Sarney. Uma das únicas alegrias que tive naquele ano foi a do Brasil ter conquistado o terceiro lugar do campeonato brasileiro da série A e um ano depois, tudo ter sido esquecido pela cúpula do futebol brasileiro que criava ali o Clube dos 13.
1985 pra mim foi um ano difícil. A recessão econômica continuava e não havia oferta de emprego nas redações e em vários setores da comunicação. Não conseguia manter a renda principalmente naquela segundo semestre. Lembro, e não tenho a menor vergonha de dizer, que diversas vezes eu ia almoçar ou jantar à convite na casa do amigo Germano Maraschin, que me ajudou a economizar o que eu nem tinha no bolso.
Eu já estava estudando Publicidade e Propaganda na Ufrgs, e nas férias de verão me fui de mala e cuia para casa em Pelotas. No fim do Carnaval, fui convidado pelo então prefeito de Pelotas, Bernardo de Souza, para trabalhar no Theatro Sete de Abril. Começava ali talvez um momento de reação. Cheguei a me empolgar com a ideia e sempre fui muito grato e ele pela lembrança num momento importante da minha vida.
Mas num belo dia, entre vindas e vindas, surgiu a oportunidade de fazer um free-lancer por sugestão do amigo Germano numa das maiores agências de propaganda do país na época, a MPM Propaganda. Mas o período era de incertezas e aquele sonho acabou se tornando dúvida porque eles não haviam decidido a necessidade de substituir as férias de um funcionário. Voltei a Pelotas relutando em encarar a volta para a terra e trabalhar perto de casa.
Foi aí que ela, minha mãe, com 45 anos na época me disse:
_ Meu filho. Eu sei que tu pensas em trabalhar como jornalista em Porto Alegre e não queres voltar a viver em Pelotas. Quando a gente sai para conquistar um objetivo, temos de ser persistentes e lutarmos com absoluta garra até as últimas consequências para conquistar os nossos sonhos.
E me passou às mãos uma quantia em dinheiro que dava para sobreviver por um período de três meses na Capital. Emocionado, perguntei de onde ela tinha tirado todo aquela grana, já que não era uma época de vacas gordas.
_ Empenhei meu anel de brilhante que teu pai me deu na Caixa Econômica Federal _ disse ela.
No mesmo dia, viajei a Porto Alegre e quando abri a porta de casa, um recado da MPM Propaganda me chamava para realizar um free-lancer no mês de março de 1986, bem no começo do Plano Cruzado do presidente José Sarney.
Enquanto a economia do país ganhava impulso, uma mulher jovem entregava o único anel de brilhante num balcão de um banco para ajudar o filho a construir o começo da vida profissional.

Conto esta história, pessoal, íntima, como forma de homenagear minha mãe. E todas aquelas que fazem o que fazem para que os filhos se sintam confortados. Pra dizer pra vocês que a minha mãe é a minha fortaleza, de onde eu tiro as forças para travar a batalha que enfrento agora.

Raul Ferreira

Perfil
O jornalista Raul Ferreira, 52 anos, editor-chefe do Teledomingo da RBS TV, descobriu em março que terá de enfrentar o tratamento de um carcinoma epidermoide moderadamente diferenciado, um tumor originado na amígdala. Neste blog, ele divide com leitores sua luta:
— Sempre tive muita fé de que as barreiras existem para serem superadas. E começo esta batalha como todas que tive na minha vida, pensando só em vencer.

Blog Na Luta pela Vida

Zero Hora online

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Nesta foto, ela estava com 21 anos e eu com apenas cinco. Assim foi a minha vida como filho único até nascer meu irmão, quando eu já tinha 12 anos.
Aproveitei a chegada do guri pra me liberar, e lembro bem de minha madrinha, à pedido dela, me procurando nos campos de futebol onde eu me refugiava jogando peladas e sonhando um dia me transformar num nada modesto atacante do rubro-negro pelotense.
Mas o tempo passou, e o incentivo dos meus pais era de estudar e seguir a vida universitária numa faculdade. Convivi com meu irmão em casa por mais nove anos e vim morar em Porto Alegre para estudar jornalismo na UFRGS. Nos últimos trinta anos, costumei passar fins de semanas e uns dias das minhas férias em casa com eles.
Lembro bem que meus pais me ajudavam como podiam no período em que comecei a morar na Capital. Embora os custos fossem baixos, aquela graninha a mais sempre aparecia num depósito da Caixa Econômica Federal, numa agência que ficava em frente ao Café Haiti, ali per to das lojas Renner no Centro.
Foram tempos dificeis, mas muito saborosos de lembrar. O que os pais, e principalmente as mães fazem para ajudar a vida dos filhos não tem comparação.
Houve um período em que, já formado em jornalismo, eu parei de produzir teatro e acabei fazendo um estágio de seis meses numa rádio de Porto Alegre. Conheci ali algumas pessoas do mundo do jornalismo esportivo. Vi o Sergio Boaz começar a carreira na época como plantão esportivo, acompanhei o Claudio Cabral nos seus debates e comentários inteligentes, e a bondade do meu conterrâneo xavante João Garcia. Tudo aquilo era comandado de forma espetacular pelo hoje consagrado narrador Pedro Ernesto Denardin, da Rádio Gaúcha.
Era o ano de 1985 e, enquanto as diretas davam errado, o presidente Tancredo Neves era eleito pelo Congresso e deixava o seu lugar para o vice José Sarney. Uma das únicas alegrias que tive naquele ano foi a do Brasil ter conquistado o terceiro lugar do campeonato brasileiro da série A e um ano depois, tudo ter sido esquecido pela cúpula do futebol brasileiro que criava ali o Clube dos 13.
1985 pra mim foi um ano difícil. A recessão econômica continuava e não havia oferta de emprego nas redações e em vários setores da comunicação. Não conseguia manter a renda principalmente naquela segundo semestre. Lembro, e não tenho a menor vergonha de dizer, que diversas vezes eu ia almoçar ou jantar à convite na casa do amigo Germano Maraschin, que me ajudou a economizar o que eu nem tinha no bolso.
Eu já estava estudando Publicidade e Propaganda na Ufrgs, e nas férias de verão me fui de mala e cuia para casa em Pelotas. No fim do Carnaval, fui convidado pelo então prefeito de Pelotas, Bernardo de Souza, para trabalhar no Theatro Sete de Abril. Começava ali talvez um momento de reação. Cheguei a me empolgar com a ideia e sempre fui muito grato e ele pela lembrança num momento importante da minha vida.
Mas num belo dia, entre vindas e vindas, surgiu a oportunidade de fazer um free-lancer por sugestão do amigo Germano numa das maiores agências de propaganda do país na época, a MPM Propaganda. Mas o período era de incertezas e aquele sonho acabou se tornando dúvida porque eles não haviam decidido a necessidade de substituir as férias de um funcionário. Voltei a Pelotas relutando em encarar a volta para a terra e trabalhar perto de casa.
Foi aí que ela, minha mãe, com 45 anos na época me disse:
_ Meu filho. Eu sei que tu pensas em trabalhar como jornalista em Porto Alegre e não queres voltar a viver em Pelotas. Quando a gente sai para conquistar um objetivo, temos de ser persistentes e lutarmos com absoluta garra até as últimas consequências para conquistar os nossos sonhos.
E me passou às mãos uma quantia em dinheiro que dava para sobreviver por um período de três meses na Capital. Emocionado, perguntei de onde ela tinha tirado todo aquela grana, já que não era uma época de vacas gordas.
_ Empenhei meu anel de brilhante que teu pai me deu na Caixa Econômica Federal _ disse ela.
No mesmo dia, viajei a Porto Alegre e quando abri a porta de casa, um recado da MPM Propaganda me chamava para realizar um free-lancer no mês de março de 1986, bem no começo do Plano Cruzado do presidente José Sarney.
Enquanto a economia do país ganhava impulso, uma mulher jovem entregava o único anel de brilhante num balcão de um banco para ajudar o filho a construir o começo da vida profissional.

Conto esta história, pessoal, íntima, como forma de homenagear minha mãe. E todas aquelas que fazem o que fazem para que os filhos se sintam confortados. Pra dizer pra vocês que a minha mãe é a minha fortaleza, de onde eu tiro as forças para travar a batalha que enfrento agora.

Raul Ferreira

Perfil
O jornalista Raul Ferreira, 52 anos, editor-chefe do Teledomingo da RBS TV, descobriu em março que terá de enfrentar o tratamento de um carcinoma epidermoide moderadamente diferenciado, um tumor originado na amígdala. Neste blog, ele divide com leitores sua luta:
— Sempre tive muita fé de que as barreiras existem para serem superadas. E começo esta batalha como todas que tive na minha vida, pensando só em vencer.

Blog Na Luta pela Vida

Zero Hora online

link do postPor anjoseguerreiros, às 14:27  comentar

Nesta foto, ela estava com 21 anos e eu com apenas cinco. Assim foi a minha vida como filho único até nascer meu irmão, quando eu já tinha 12 anos.
Aproveitei a chegada do guri pra me liberar, e lembro bem de minha madrinha, à pedido dela, me procurando nos campos de futebol onde eu me refugiava jogando peladas e sonhando um dia me transformar num nada modesto atacante do rubro-negro pelotense.
Mas o tempo passou, e o incentivo dos meus pais era de estudar e seguir a vida universitária numa faculdade. Convivi com meu irmão em casa por mais nove anos e vim morar em Porto Alegre para estudar jornalismo na UFRGS. Nos últimos trinta anos, costumei passar fins de semanas e uns dias das minhas férias em casa com eles.
Lembro bem que meus pais me ajudavam como podiam no período em que comecei a morar na Capital. Embora os custos fossem baixos, aquela graninha a mais sempre aparecia num depósito da Caixa Econômica Federal, numa agência que ficava em frente ao Café Haiti, ali per to das lojas Renner no Centro.
Foram tempos dificeis, mas muito saborosos de lembrar. O que os pais, e principalmente as mães fazem para ajudar a vida dos filhos não tem comparação.
Houve um período em que, já formado em jornalismo, eu parei de produzir teatro e acabei fazendo um estágio de seis meses numa rádio de Porto Alegre. Conheci ali algumas pessoas do mundo do jornalismo esportivo. Vi o Sergio Boaz começar a carreira na época como plantão esportivo, acompanhei o Claudio Cabral nos seus debates e comentários inteligentes, e a bondade do meu conterrâneo xavante João Garcia. Tudo aquilo era comandado de forma espetacular pelo hoje consagrado narrador Pedro Ernesto Denardin, da Rádio Gaúcha.
Era o ano de 1985 e, enquanto as diretas davam errado, o presidente Tancredo Neves era eleito pelo Congresso e deixava o seu lugar para o vice José Sarney. Uma das únicas alegrias que tive naquele ano foi a do Brasil ter conquistado o terceiro lugar do campeonato brasileiro da série A e um ano depois, tudo ter sido esquecido pela cúpula do futebol brasileiro que criava ali o Clube dos 13.
1985 pra mim foi um ano difícil. A recessão econômica continuava e não havia oferta de emprego nas redações e em vários setores da comunicação. Não conseguia manter a renda principalmente naquela segundo semestre. Lembro, e não tenho a menor vergonha de dizer, que diversas vezes eu ia almoçar ou jantar à convite na casa do amigo Germano Maraschin, que me ajudou a economizar o que eu nem tinha no bolso.
Eu já estava estudando Publicidade e Propaganda na Ufrgs, e nas férias de verão me fui de mala e cuia para casa em Pelotas. No fim do Carnaval, fui convidado pelo então prefeito de Pelotas, Bernardo de Souza, para trabalhar no Theatro Sete de Abril. Começava ali talvez um momento de reação. Cheguei a me empolgar com a ideia e sempre fui muito grato e ele pela lembrança num momento importante da minha vida.
Mas num belo dia, entre vindas e vindas, surgiu a oportunidade de fazer um free-lancer por sugestão do amigo Germano numa das maiores agências de propaganda do país na época, a MPM Propaganda. Mas o período era de incertezas e aquele sonho acabou se tornando dúvida porque eles não haviam decidido a necessidade de substituir as férias de um funcionário. Voltei a Pelotas relutando em encarar a volta para a terra e trabalhar perto de casa.
Foi aí que ela, minha mãe, com 45 anos na época me disse:
_ Meu filho. Eu sei que tu pensas em trabalhar como jornalista em Porto Alegre e não queres voltar a viver em Pelotas. Quando a gente sai para conquistar um objetivo, temos de ser persistentes e lutarmos com absoluta garra até as últimas consequências para conquistar os nossos sonhos.
E me passou às mãos uma quantia em dinheiro que dava para sobreviver por um período de três meses na Capital. Emocionado, perguntei de onde ela tinha tirado todo aquela grana, já que não era uma época de vacas gordas.
_ Empenhei meu anel de brilhante que teu pai me deu na Caixa Econômica Federal _ disse ela.
No mesmo dia, viajei a Porto Alegre e quando abri a porta de casa, um recado da MPM Propaganda me chamava para realizar um free-lancer no mês de março de 1986, bem no começo do Plano Cruzado do presidente José Sarney.
Enquanto a economia do país ganhava impulso, uma mulher jovem entregava o único anel de brilhante num balcão de um banco para ajudar o filho a construir o começo da vida profissional.

Conto esta história, pessoal, íntima, como forma de homenagear minha mãe. E todas aquelas que fazem o que fazem para que os filhos se sintam confortados. Pra dizer pra vocês que a minha mãe é a minha fortaleza, de onde eu tiro as forças para travar a batalha que enfrento agora.

Raul Ferreira

Perfil
O jornalista Raul Ferreira, 52 anos, editor-chefe do Teledomingo da RBS TV, descobriu em março que terá de enfrentar o tratamento de um carcinoma epidermoide moderadamente diferenciado, um tumor originado na amígdala. Neste blog, ele divide com leitores sua luta:
— Sempre tive muita fé de que as barreiras existem para serem superadas. E começo esta batalha como todas que tive na minha vida, pensando só em vencer.

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Do trio, 2 estudaram em escolas privadas e uma na Escola Técnica de Química de Nilópolis

Rio - Das cinco primeiras colocações no Enem 2008, três têm estudantes do Estado do Rio: uma de escola federal e dois de particular. No ranking das 100 melhores escolas, 87 são particulares, 12 federais e uma estadual, o CAp da Uerj. Dois colégios públicos e mais cinco particulares do estado estão entre os 20 melhores do Brasil, num universo de 26.664 escolas.
A aluna mais bem colocada no Enem da rede pública do Rio foi Rafaela da Silva Menezes, 18 anos, que ficou em 5º lugar na disputa com 2,9 milhões de estudantes em todo o Brasil. Com 96,8125 pontos na prova, a moradora de Paracambi completou o Ensino Médio no Cefet-Química de Nilópolis, sétima melhor pública do estado e 38ª do País. Atualmente, ela cursa o primeiro período de Biofísica na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Apesar de ter entrado na faculdade pelo vestibular (foi terceira colocada no curso), não esquece a emoção de quando recebeu o resultado do Enem.


LER ATENTAMENTE É ESSENCIAL
“Eu não esperava, foi uma surpresa. Todo mundo na minha cidade, que é pequena, soube e vinha me cumprimentar na rua. Mas o maior mérito é da escola, onde o ensino é melhor que nas escolas públicas normais, sem dúvida”, explica. Para Rafaela, o segredo do seu sucesso é o tempo dedicado ao estudo: “Vinha me preparando há anos. Não me desesperei”.
Terceiro colocado no ranking brasileiro com 97,62 pontos, Thales Whately, 20 anos, estudou no Colégio Salesiano de Resende, no Sul Fluminense, e hoje cursa Medicina na Uerj. Ele dá uma dica simples para quem vai fazer a prova este ano: “Tem de ler bastante. A leitura no Enem é fundamental. A prova é muito longa, e a maioria das pessoas não tem paciência de ler tudo. Acho que isso faz a diferença”.
Rafaela concorda: “A leitura é muito importante para o Enem, que tem muita interpretação de texto. É diferente do vestibular, que exige muito estudo”. O carioca Gabriel de Castro Michele, ex-aluno do colégio PH, fez 97,16 pontos. Ele ficou em quarto lugar no ranking nacional e obteve a segunda melhor colocação entre os estudantes fluminenses. Ao todo, 25 estudantes de todo o País empataram nas cinco primeiras colocações.

Vagas da Unirio serão só pelo Enem
A disputa pelas 2.733 vagas da Unirio será feita pelo Enem. A universidade, que há dois anos reserva 50% das vagas para os melhores colocados no exame, foi a primeira federal do Rio a aderir à nova seleção proposta pelo MEC. O Enem será utilizado como etapa única para acesso aos 21 cursos de graduação da Unirio.
A UFRJ anunciou ontem que é favorável à adoção do novo Enem na primeira fase do vestibular. A nota das provas objetivas do exame serviria para a convocação dos candidatos à segunda etapa, que manteria o atual modelo de provas discursivas. A Universidade Federal Rural
também se mostrou favorável ao novo exame. A decisão final de ambas caberá aos conselhos universitários. A UFF debateu o tema ontem, mas ainda não chegou a um consenso.


O DIA ONLINE
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Do trio, 2 estudaram em escolas privadas e uma na Escola Técnica de Química de Nilópolis

Rio - Das cinco primeiras colocações no Enem 2008, três têm estudantes do Estado do Rio: uma de escola federal e dois de particular. No ranking das 100 melhores escolas, 87 são particulares, 12 federais e uma estadual, o CAp da Uerj. Dois colégios públicos e mais cinco particulares do estado estão entre os 20 melhores do Brasil, num universo de 26.664 escolas.
A aluna mais bem colocada no Enem da rede pública do Rio foi Rafaela da Silva Menezes, 18 anos, que ficou em 5º lugar na disputa com 2,9 milhões de estudantes em todo o Brasil. Com 96,8125 pontos na prova, a moradora de Paracambi completou o Ensino Médio no Cefet-Química de Nilópolis, sétima melhor pública do estado e 38ª do País. Atualmente, ela cursa o primeiro período de Biofísica na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Apesar de ter entrado na faculdade pelo vestibular (foi terceira colocada no curso), não esquece a emoção de quando recebeu o resultado do Enem.


LER ATENTAMENTE É ESSENCIAL
“Eu não esperava, foi uma surpresa. Todo mundo na minha cidade, que é pequena, soube e vinha me cumprimentar na rua. Mas o maior mérito é da escola, onde o ensino é melhor que nas escolas públicas normais, sem dúvida”, explica. Para Rafaela, o segredo do seu sucesso é o tempo dedicado ao estudo: “Vinha me preparando há anos. Não me desesperei”.
Terceiro colocado no ranking brasileiro com 97,62 pontos, Thales Whately, 20 anos, estudou no Colégio Salesiano de Resende, no Sul Fluminense, e hoje cursa Medicina na Uerj. Ele dá uma dica simples para quem vai fazer a prova este ano: “Tem de ler bastante. A leitura no Enem é fundamental. A prova é muito longa, e a maioria das pessoas não tem paciência de ler tudo. Acho que isso faz a diferença”.
Rafaela concorda: “A leitura é muito importante para o Enem, que tem muita interpretação de texto. É diferente do vestibular, que exige muito estudo”. O carioca Gabriel de Castro Michele, ex-aluno do colégio PH, fez 97,16 pontos. Ele ficou em quarto lugar no ranking nacional e obteve a segunda melhor colocação entre os estudantes fluminenses. Ao todo, 25 estudantes de todo o País empataram nas cinco primeiras colocações.

Vagas da Unirio serão só pelo Enem
A disputa pelas 2.733 vagas da Unirio será feita pelo Enem. A universidade, que há dois anos reserva 50% das vagas para os melhores colocados no exame, foi a primeira federal do Rio a aderir à nova seleção proposta pelo MEC. O Enem será utilizado como etapa única para acesso aos 21 cursos de graduação da Unirio.
A UFRJ anunciou ontem que é favorável à adoção do novo Enem na primeira fase do vestibular. A nota das provas objetivas do exame serviria para a convocação dos candidatos à segunda etapa, que manteria o atual modelo de provas discursivas. A Universidade Federal Rural
também se mostrou favorável ao novo exame. A decisão final de ambas caberá aos conselhos universitários. A UFF debateu o tema ontem, mas ainda não chegou a um consenso.


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Do trio, 2 estudaram em escolas privadas e uma na Escola Técnica de Química de Nilópolis

Rio - Das cinco primeiras colocações no Enem 2008, três têm estudantes do Estado do Rio: uma de escola federal e dois de particular. No ranking das 100 melhores escolas, 87 são particulares, 12 federais e uma estadual, o CAp da Uerj. Dois colégios públicos e mais cinco particulares do estado estão entre os 20 melhores do Brasil, num universo de 26.664 escolas.
A aluna mais bem colocada no Enem da rede pública do Rio foi Rafaela da Silva Menezes, 18 anos, que ficou em 5º lugar na disputa com 2,9 milhões de estudantes em todo o Brasil. Com 96,8125 pontos na prova, a moradora de Paracambi completou o Ensino Médio no Cefet-Química de Nilópolis, sétima melhor pública do estado e 38ª do País. Atualmente, ela cursa o primeiro período de Biofísica na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Apesar de ter entrado na faculdade pelo vestibular (foi terceira colocada no curso), não esquece a emoção de quando recebeu o resultado do Enem.


LER ATENTAMENTE É ESSENCIAL
“Eu não esperava, foi uma surpresa. Todo mundo na minha cidade, que é pequena, soube e vinha me cumprimentar na rua. Mas o maior mérito é da escola, onde o ensino é melhor que nas escolas públicas normais, sem dúvida”, explica. Para Rafaela, o segredo do seu sucesso é o tempo dedicado ao estudo: “Vinha me preparando há anos. Não me desesperei”.
Terceiro colocado no ranking brasileiro com 97,62 pontos, Thales Whately, 20 anos, estudou no Colégio Salesiano de Resende, no Sul Fluminense, e hoje cursa Medicina na Uerj. Ele dá uma dica simples para quem vai fazer a prova este ano: “Tem de ler bastante. A leitura no Enem é fundamental. A prova é muito longa, e a maioria das pessoas não tem paciência de ler tudo. Acho que isso faz a diferença”.
Rafaela concorda: “A leitura é muito importante para o Enem, que tem muita interpretação de texto. É diferente do vestibular, que exige muito estudo”. O carioca Gabriel de Castro Michele, ex-aluno do colégio PH, fez 97,16 pontos. Ele ficou em quarto lugar no ranking nacional e obteve a segunda melhor colocação entre os estudantes fluminenses. Ao todo, 25 estudantes de todo o País empataram nas cinco primeiras colocações.

Vagas da Unirio serão só pelo Enem
A disputa pelas 2.733 vagas da Unirio será feita pelo Enem. A universidade, que há dois anos reserva 50% das vagas para os melhores colocados no exame, foi a primeira federal do Rio a aderir à nova seleção proposta pelo MEC. O Enem será utilizado como etapa única para acesso aos 21 cursos de graduação da Unirio.
A UFRJ anunciou ontem que é favorável à adoção do novo Enem na primeira fase do vestibular. A nota das provas objetivas do exame serviria para a convocação dos candidatos à segunda etapa, que manteria o atual modelo de provas discursivas. A Universidade Federal Rural
também se mostrou favorável ao novo exame. A decisão final de ambas caberá aos conselhos universitários. A UFF debateu o tema ontem, mas ainda não chegou a um consenso.


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Do trio, 2 estudaram em escolas privadas e uma na Escola Técnica de Química de Nilópolis

Rio - Das cinco primeiras colocações no Enem 2008, três têm estudantes do Estado do Rio: uma de escola federal e dois de particular. No ranking das 100 melhores escolas, 87 são particulares, 12 federais e uma estadual, o CAp da Uerj. Dois colégios públicos e mais cinco particulares do estado estão entre os 20 melhores do Brasil, num universo de 26.664 escolas.
A aluna mais bem colocada no Enem da rede pública do Rio foi Rafaela da Silva Menezes, 18 anos, que ficou em 5º lugar na disputa com 2,9 milhões de estudantes em todo o Brasil. Com 96,8125 pontos na prova, a moradora de Paracambi completou o Ensino Médio no Cefet-Química de Nilópolis, sétima melhor pública do estado e 38ª do País. Atualmente, ela cursa o primeiro período de Biofísica na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Apesar de ter entrado na faculdade pelo vestibular (foi terceira colocada no curso), não esquece a emoção de quando recebeu o resultado do Enem.


LER ATENTAMENTE É ESSENCIAL
“Eu não esperava, foi uma surpresa. Todo mundo na minha cidade, que é pequena, soube e vinha me cumprimentar na rua. Mas o maior mérito é da escola, onde o ensino é melhor que nas escolas públicas normais, sem dúvida”, explica. Para Rafaela, o segredo do seu sucesso é o tempo dedicado ao estudo: “Vinha me preparando há anos. Não me desesperei”.
Terceiro colocado no ranking brasileiro com 97,62 pontos, Thales Whately, 20 anos, estudou no Colégio Salesiano de Resende, no Sul Fluminense, e hoje cursa Medicina na Uerj. Ele dá uma dica simples para quem vai fazer a prova este ano: “Tem de ler bastante. A leitura no Enem é fundamental. A prova é muito longa, e a maioria das pessoas não tem paciência de ler tudo. Acho que isso faz a diferença”.
Rafaela concorda: “A leitura é muito importante para o Enem, que tem muita interpretação de texto. É diferente do vestibular, que exige muito estudo”. O carioca Gabriel de Castro Michele, ex-aluno do colégio PH, fez 97,16 pontos. Ele ficou em quarto lugar no ranking nacional e obteve a segunda melhor colocação entre os estudantes fluminenses. Ao todo, 25 estudantes de todo o País empataram nas cinco primeiras colocações.

Vagas da Unirio serão só pelo Enem
A disputa pelas 2.733 vagas da Unirio será feita pelo Enem. A universidade, que há dois anos reserva 50% das vagas para os melhores colocados no exame, foi a primeira federal do Rio a aderir à nova seleção proposta pelo MEC. O Enem será utilizado como etapa única para acesso aos 21 cursos de graduação da Unirio.
A UFRJ anunciou ontem que é favorável à adoção do novo Enem na primeira fase do vestibular. A nota das provas objetivas do exame serviria para a convocação dos candidatos à segunda etapa, que manteria o atual modelo de provas discursivas. A Universidade Federal Rural
também se mostrou favorável ao novo exame. A decisão final de ambas caberá aos conselhos universitários. A UFF debateu o tema ontem, mas ainda não chegou a um consenso.


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Do trio, 2 estudaram em escolas privadas e uma na Escola Técnica de Química de Nilópolis

Rio - Das cinco primeiras colocações no Enem 2008, três têm estudantes do Estado do Rio: uma de escola federal e dois de particular. No ranking das 100 melhores escolas, 87 são particulares, 12 federais e uma estadual, o CAp da Uerj. Dois colégios públicos e mais cinco particulares do estado estão entre os 20 melhores do Brasil, num universo de 26.664 escolas.
A aluna mais bem colocada no Enem da rede pública do Rio foi Rafaela da Silva Menezes, 18 anos, que ficou em 5º lugar na disputa com 2,9 milhões de estudantes em todo o Brasil. Com 96,8125 pontos na prova, a moradora de Paracambi completou o Ensino Médio no Cefet-Química de Nilópolis, sétima melhor pública do estado e 38ª do País. Atualmente, ela cursa o primeiro período de Biofísica na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Apesar de ter entrado na faculdade pelo vestibular (foi terceira colocada no curso), não esquece a emoção de quando recebeu o resultado do Enem.


LER ATENTAMENTE É ESSENCIAL
“Eu não esperava, foi uma surpresa. Todo mundo na minha cidade, que é pequena, soube e vinha me cumprimentar na rua. Mas o maior mérito é da escola, onde o ensino é melhor que nas escolas públicas normais, sem dúvida”, explica. Para Rafaela, o segredo do seu sucesso é o tempo dedicado ao estudo: “Vinha me preparando há anos. Não me desesperei”.
Terceiro colocado no ranking brasileiro com 97,62 pontos, Thales Whately, 20 anos, estudou no Colégio Salesiano de Resende, no Sul Fluminense, e hoje cursa Medicina na Uerj. Ele dá uma dica simples para quem vai fazer a prova este ano: “Tem de ler bastante. A leitura no Enem é fundamental. A prova é muito longa, e a maioria das pessoas não tem paciência de ler tudo. Acho que isso faz a diferença”.
Rafaela concorda: “A leitura é muito importante para o Enem, que tem muita interpretação de texto. É diferente do vestibular, que exige muito estudo”. O carioca Gabriel de Castro Michele, ex-aluno do colégio PH, fez 97,16 pontos. Ele ficou em quarto lugar no ranking nacional e obteve a segunda melhor colocação entre os estudantes fluminenses. Ao todo, 25 estudantes de todo o País empataram nas cinco primeiras colocações.

Vagas da Unirio serão só pelo Enem
A disputa pelas 2.733 vagas da Unirio será feita pelo Enem. A universidade, que há dois anos reserva 50% das vagas para os melhores colocados no exame, foi a primeira federal do Rio a aderir à nova seleção proposta pelo MEC. O Enem será utilizado como etapa única para acesso aos 21 cursos de graduação da Unirio.
A UFRJ anunciou ontem que é favorável à adoção do novo Enem na primeira fase do vestibular. A nota das provas objetivas do exame serviria para a convocação dos candidatos à segunda etapa, que manteria o atual modelo de provas discursivas. A Universidade Federal Rural
também se mostrou favorável ao novo exame. A decisão final de ambas caberá aos conselhos universitários. A UFF debateu o tema ontem, mas ainda não chegou a um consenso.


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RIO - Na primeira etapa da visita a Terra Santa, o Papa Bento XVI pediu que a dignidade da mulher seja respeitada no Oriente Médio e não seja considerada somente sob o aspecto da exploração e do lucro. O pedido foi feito durante uma missa em Amã, capital da Jordânia.
Milhares de católicos assistiram à missa rezada pelo papa no ultimo evento de que participou na capital da Jordânia. A visita à Jordânia, onde apenas 6% da população é cristã, tinha o objetivo de unir as pessoas que seguem o papa em toda a região, onde são minoria.
Neste domingo, o papa segue ainda para o Rio Jordão, para visitar o local reconhecido pelo Vaticano como sendo onde Jesus foi batizado. Localizado na fronteira entre Israel e a Jordania, o rio foi o ponto escolhido para a construção de duas novas igrejas cristãs.
Na segunda-feira, Bento XVI dará continuidade a sua viagem pelo Oriente Médio, deixando a Jordânia, primeiro país árabe que visitou em seu papado, e seguindo para Israel, onde deve visitar também a comunidade palestina.



O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:46  comentar

RIO - Na primeira etapa da visita a Terra Santa, o Papa Bento XVI pediu que a dignidade da mulher seja respeitada no Oriente Médio e não seja considerada somente sob o aspecto da exploração e do lucro. O pedido foi feito durante uma missa em Amã, capital da Jordânia.
Milhares de católicos assistiram à missa rezada pelo papa no ultimo evento de que participou na capital da Jordânia. A visita à Jordânia, onde apenas 6% da população é cristã, tinha o objetivo de unir as pessoas que seguem o papa em toda a região, onde são minoria.
Neste domingo, o papa segue ainda para o Rio Jordão, para visitar o local reconhecido pelo Vaticano como sendo onde Jesus foi batizado. Localizado na fronteira entre Israel e a Jordania, o rio foi o ponto escolhido para a construção de duas novas igrejas cristãs.
Na segunda-feira, Bento XVI dará continuidade a sua viagem pelo Oriente Médio, deixando a Jordânia, primeiro país árabe que visitou em seu papado, e seguindo para Israel, onde deve visitar também a comunidade palestina.



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RIO - Na primeira etapa da visita a Terra Santa, o Papa Bento XVI pediu que a dignidade da mulher seja respeitada no Oriente Médio e não seja considerada somente sob o aspecto da exploração e do lucro. O pedido foi feito durante uma missa em Amã, capital da Jordânia.
Milhares de católicos assistiram à missa rezada pelo papa no ultimo evento de que participou na capital da Jordânia. A visita à Jordânia, onde apenas 6% da população é cristã, tinha o objetivo de unir as pessoas que seguem o papa em toda a região, onde são minoria.
Neste domingo, o papa segue ainda para o Rio Jordão, para visitar o local reconhecido pelo Vaticano como sendo onde Jesus foi batizado. Localizado na fronteira entre Israel e a Jordania, o rio foi o ponto escolhido para a construção de duas novas igrejas cristãs.
Na segunda-feira, Bento XVI dará continuidade a sua viagem pelo Oriente Médio, deixando a Jordânia, primeiro país árabe que visitou em seu papado, e seguindo para Israel, onde deve visitar também a comunidade palestina.



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RIO - Na primeira etapa da visita a Terra Santa, o Papa Bento XVI pediu que a dignidade da mulher seja respeitada no Oriente Médio e não seja considerada somente sob o aspecto da exploração e do lucro. O pedido foi feito durante uma missa em Amã, capital da Jordânia.
Milhares de católicos assistiram à missa rezada pelo papa no ultimo evento de que participou na capital da Jordânia. A visita à Jordânia, onde apenas 6% da população é cristã, tinha o objetivo de unir as pessoas que seguem o papa em toda a região, onde são minoria.
Neste domingo, o papa segue ainda para o Rio Jordão, para visitar o local reconhecido pelo Vaticano como sendo onde Jesus foi batizado. Localizado na fronteira entre Israel e a Jordania, o rio foi o ponto escolhido para a construção de duas novas igrejas cristãs.
Na segunda-feira, Bento XVI dará continuidade a sua viagem pelo Oriente Médio, deixando a Jordânia, primeiro país árabe que visitou em seu papado, e seguindo para Israel, onde deve visitar também a comunidade palestina.



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RIO - Na primeira etapa da visita a Terra Santa, o Papa Bento XVI pediu que a dignidade da mulher seja respeitada no Oriente Médio e não seja considerada somente sob o aspecto da exploração e do lucro. O pedido foi feito durante uma missa em Amã, capital da Jordânia.
Milhares de católicos assistiram à missa rezada pelo papa no ultimo evento de que participou na capital da Jordânia. A visita à Jordânia, onde apenas 6% da população é cristã, tinha o objetivo de unir as pessoas que seguem o papa em toda a região, onde são minoria.
Neste domingo, o papa segue ainda para o Rio Jordão, para visitar o local reconhecido pelo Vaticano como sendo onde Jesus foi batizado. Localizado na fronteira entre Israel e a Jordania, o rio foi o ponto escolhido para a construção de duas novas igrejas cristãs.
Na segunda-feira, Bento XVI dará continuidade a sua viagem pelo Oriente Médio, deixando a Jordânia, primeiro país árabe que visitou em seu papado, e seguindo para Israel, onde deve visitar também a comunidade palestina.



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Jornalista português, radicado em Fortaleza, mostra como a maioria dos países homenageia as mães mundo afora

Hoje em dia, celebramos o Dia da Mãe ou, como diz-se aqui, no Brasil, o Dia das Mães, com pouco ou nenhum conhecimento de como foi a sua gênese e evolução ao longo dos tempos. E, num relance, afigura-se pertinente e imperativo um breve olhar sobre a História .

As mais antigas celebrações do Dia da Mãe remontam às comemorações primaveris da Grécia Antiga, em honra de Rhea, mulher de Cronos e Mãe dos Deuses. Em Roma, as festas comemorativas eram dedicadas a Cybele, a Mãe dos Deuses romanos, e as cerimônias em sua homenagem começaram por volta de 250 anos antes do nascimento de Cristo.

No século XVII, a Inglaterra celebrava no quarto domingo de Quaresma (40 dias antes da Páscoa) um dia a que chamavam “Domingo da Mãe”, que pretendia homenagear todas as mães inglesas. Neste período, a maior parte da classe baixa inglesa trabalhava longe de casa e vivia com os patrões.

À medida que o Cristianismo se espalhou pela Europa passou a homenagear-se a “Igreja Mãe” - a força espiritual que lhes dava vida e os protegia do mal. Ao longo dos tempos a festa da Igreja foi-se confundindo com a celebração do Domingo da Mãe.

Nos Estados Unidos, a comemoração de um dia dedicado às mães foi sugerida, pela primeira vez, em 1872 por Julia Ward Howe, como gesto de união contra a crueldade da guerra e, principalmente, por um dia dedicado à paz.

A maioria das fontes é unânime acerca da ideia da criação de um Dia da Mãe. A ideia partiu da norte-americana Anna Jarvis, que em 1904, quando a sua mãe morreu, chamou a atenção na igreja de Grafton para um dia especialmente dedicado a todas as mães. Três anos depois, a 10 de Maio de 1907, foi celebrado o primeiro Dia da Mãe, na igreja de Grafton, reunindo praticamente a família e os amigos.

Nessa ocasião, Anna Jarvis enviou à igreja 500 cravos brancos, que deviam ser ostentados por todos e simbolizavam as virtudes da maternidade. Ao longo dos anos ela enviou mais de 10 mil cravos à igreja de Grafton, sendo os vermelhos para mães ainda vivas e os brancos para as já desaparecidas, no que hoje é considerado como símbolos de pureza, força e resistência das mães.

Atenta a aceitação geral, Anna Jarvis e suas apoiantes começaram a escrever a pessoas influentes, tais como políticos, ministros e homens de negócios com o intuito de estabelecer um Dia da Mãe a nível nacional, o que daria a elas o justo estatuto de suporte da família e da nação.

A campanha foi de tal forma bem sucedida que, em 1914, nos Estados Unidos, o presidente Woodrow Wilson declarou oficialmente e a nível nacional o segundo domingo de Maio como o Dia da Mãe.

Em Portugal, até há alguns anos atrás, o Dia da Mãe era comemorado a 8 de Dezembro, Dia da Imaculada Conceição, sua Padroeira. Atualmente, é celebrado no primeiro domingo de Maio, em homenagem a Maria, Mãe de Jesus Cristo.

Também, na Lituânia, Hungria, Cabo Verde, África do Sul, Espanha e Suécia, o Dia da Mãe é celebrado no primeiro domingo de Maio.

O Dia da Mãe, ou como diz-se no Brasil, o Dia das Mães é, por decreto assinado pelo presidente Getúlio Vargas, comemorado no segundo domingo de Maio, tal como na Austrália, Bélgica, China, Dinamarca, Alemanha, Estónia, Finlândia, Grécia, Itália, Japão, Canadá, Países Baixos, Nova Zelândia, Áustria, Peru, Suiça, Formosa, Turquia, Estados Unidos da América e Venezuela.

Curiosamente, o Dia da Mãe deixou de ser celebrado em Israel, passando a existir o dia da Família que se celebra em Fevereiro, enquanto na Palestina e no Líbano se comemora no primeiro dia da primavera.

Na Iugoslávia, o Dia da Mãe é comemorado duas semanas antes do Natal.


Paulo M. A. Martins. Jornalista


O Povo online
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Jornalista português, radicado em Fortaleza, mostra como a maioria dos países homenageia as mães mundo afora

Hoje em dia, celebramos o Dia da Mãe ou, como diz-se aqui, no Brasil, o Dia das Mães, com pouco ou nenhum conhecimento de como foi a sua gênese e evolução ao longo dos tempos. E, num relance, afigura-se pertinente e imperativo um breve olhar sobre a História .

As mais antigas celebrações do Dia da Mãe remontam às comemorações primaveris da Grécia Antiga, em honra de Rhea, mulher de Cronos e Mãe dos Deuses. Em Roma, as festas comemorativas eram dedicadas a Cybele, a Mãe dos Deuses romanos, e as cerimônias em sua homenagem começaram por volta de 250 anos antes do nascimento de Cristo.

No século XVII, a Inglaterra celebrava no quarto domingo de Quaresma (40 dias antes da Páscoa) um dia a que chamavam “Domingo da Mãe”, que pretendia homenagear todas as mães inglesas. Neste período, a maior parte da classe baixa inglesa trabalhava longe de casa e vivia com os patrões.

À medida que o Cristianismo se espalhou pela Europa passou a homenagear-se a “Igreja Mãe” - a força espiritual que lhes dava vida e os protegia do mal. Ao longo dos tempos a festa da Igreja foi-se confundindo com a celebração do Domingo da Mãe.

Nos Estados Unidos, a comemoração de um dia dedicado às mães foi sugerida, pela primeira vez, em 1872 por Julia Ward Howe, como gesto de união contra a crueldade da guerra e, principalmente, por um dia dedicado à paz.

A maioria das fontes é unânime acerca da ideia da criação de um Dia da Mãe. A ideia partiu da norte-americana Anna Jarvis, que em 1904, quando a sua mãe morreu, chamou a atenção na igreja de Grafton para um dia especialmente dedicado a todas as mães. Três anos depois, a 10 de Maio de 1907, foi celebrado o primeiro Dia da Mãe, na igreja de Grafton, reunindo praticamente a família e os amigos.

Nessa ocasião, Anna Jarvis enviou à igreja 500 cravos brancos, que deviam ser ostentados por todos e simbolizavam as virtudes da maternidade. Ao longo dos anos ela enviou mais de 10 mil cravos à igreja de Grafton, sendo os vermelhos para mães ainda vivas e os brancos para as já desaparecidas, no que hoje é considerado como símbolos de pureza, força e resistência das mães.

Atenta a aceitação geral, Anna Jarvis e suas apoiantes começaram a escrever a pessoas influentes, tais como políticos, ministros e homens de negócios com o intuito de estabelecer um Dia da Mãe a nível nacional, o que daria a elas o justo estatuto de suporte da família e da nação.

A campanha foi de tal forma bem sucedida que, em 1914, nos Estados Unidos, o presidente Woodrow Wilson declarou oficialmente e a nível nacional o segundo domingo de Maio como o Dia da Mãe.

Em Portugal, até há alguns anos atrás, o Dia da Mãe era comemorado a 8 de Dezembro, Dia da Imaculada Conceição, sua Padroeira. Atualmente, é celebrado no primeiro domingo de Maio, em homenagem a Maria, Mãe de Jesus Cristo.

Também, na Lituânia, Hungria, Cabo Verde, África do Sul, Espanha e Suécia, o Dia da Mãe é celebrado no primeiro domingo de Maio.

O Dia da Mãe, ou como diz-se no Brasil, o Dia das Mães é, por decreto assinado pelo presidente Getúlio Vargas, comemorado no segundo domingo de Maio, tal como na Austrália, Bélgica, China, Dinamarca, Alemanha, Estónia, Finlândia, Grécia, Itália, Japão, Canadá, Países Baixos, Nova Zelândia, Áustria, Peru, Suiça, Formosa, Turquia, Estados Unidos da América e Venezuela.

Curiosamente, o Dia da Mãe deixou de ser celebrado em Israel, passando a existir o dia da Família que se celebra em Fevereiro, enquanto na Palestina e no Líbano se comemora no primeiro dia da primavera.

Na Iugoslávia, o Dia da Mãe é comemorado duas semanas antes do Natal.


Paulo M. A. Martins. Jornalista


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Jornalista português, radicado em Fortaleza, mostra como a maioria dos países homenageia as mães mundo afora

Hoje em dia, celebramos o Dia da Mãe ou, como diz-se aqui, no Brasil, o Dia das Mães, com pouco ou nenhum conhecimento de como foi a sua gênese e evolução ao longo dos tempos. E, num relance, afigura-se pertinente e imperativo um breve olhar sobre a História .

As mais antigas celebrações do Dia da Mãe remontam às comemorações primaveris da Grécia Antiga, em honra de Rhea, mulher de Cronos e Mãe dos Deuses. Em Roma, as festas comemorativas eram dedicadas a Cybele, a Mãe dos Deuses romanos, e as cerimônias em sua homenagem começaram por volta de 250 anos antes do nascimento de Cristo.

No século XVII, a Inglaterra celebrava no quarto domingo de Quaresma (40 dias antes da Páscoa) um dia a que chamavam “Domingo da Mãe”, que pretendia homenagear todas as mães inglesas. Neste período, a maior parte da classe baixa inglesa trabalhava longe de casa e vivia com os patrões.

À medida que o Cristianismo se espalhou pela Europa passou a homenagear-se a “Igreja Mãe” - a força espiritual que lhes dava vida e os protegia do mal. Ao longo dos tempos a festa da Igreja foi-se confundindo com a celebração do Domingo da Mãe.

Nos Estados Unidos, a comemoração de um dia dedicado às mães foi sugerida, pela primeira vez, em 1872 por Julia Ward Howe, como gesto de união contra a crueldade da guerra e, principalmente, por um dia dedicado à paz.

A maioria das fontes é unânime acerca da ideia da criação de um Dia da Mãe. A ideia partiu da norte-americana Anna Jarvis, que em 1904, quando a sua mãe morreu, chamou a atenção na igreja de Grafton para um dia especialmente dedicado a todas as mães. Três anos depois, a 10 de Maio de 1907, foi celebrado o primeiro Dia da Mãe, na igreja de Grafton, reunindo praticamente a família e os amigos.

Nessa ocasião, Anna Jarvis enviou à igreja 500 cravos brancos, que deviam ser ostentados por todos e simbolizavam as virtudes da maternidade. Ao longo dos anos ela enviou mais de 10 mil cravos à igreja de Grafton, sendo os vermelhos para mães ainda vivas e os brancos para as já desaparecidas, no que hoje é considerado como símbolos de pureza, força e resistência das mães.

Atenta a aceitação geral, Anna Jarvis e suas apoiantes começaram a escrever a pessoas influentes, tais como políticos, ministros e homens de negócios com o intuito de estabelecer um Dia da Mãe a nível nacional, o que daria a elas o justo estatuto de suporte da família e da nação.

A campanha foi de tal forma bem sucedida que, em 1914, nos Estados Unidos, o presidente Woodrow Wilson declarou oficialmente e a nível nacional o segundo domingo de Maio como o Dia da Mãe.

Em Portugal, até há alguns anos atrás, o Dia da Mãe era comemorado a 8 de Dezembro, Dia da Imaculada Conceição, sua Padroeira. Atualmente, é celebrado no primeiro domingo de Maio, em homenagem a Maria, Mãe de Jesus Cristo.

Também, na Lituânia, Hungria, Cabo Verde, África do Sul, Espanha e Suécia, o Dia da Mãe é celebrado no primeiro domingo de Maio.

O Dia da Mãe, ou como diz-se no Brasil, o Dia das Mães é, por decreto assinado pelo presidente Getúlio Vargas, comemorado no segundo domingo de Maio, tal como na Austrália, Bélgica, China, Dinamarca, Alemanha, Estónia, Finlândia, Grécia, Itália, Japão, Canadá, Países Baixos, Nova Zelândia, Áustria, Peru, Suiça, Formosa, Turquia, Estados Unidos da América e Venezuela.

Curiosamente, o Dia da Mãe deixou de ser celebrado em Israel, passando a existir o dia da Família que se celebra em Fevereiro, enquanto na Palestina e no Líbano se comemora no primeiro dia da primavera.

Na Iugoslávia, o Dia da Mãe é comemorado duas semanas antes do Natal.


Paulo M. A. Martins. Jornalista


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Jornalista português, radicado em Fortaleza, mostra como a maioria dos países homenageia as mães mundo afora

Hoje em dia, celebramos o Dia da Mãe ou, como diz-se aqui, no Brasil, o Dia das Mães, com pouco ou nenhum conhecimento de como foi a sua gênese e evolução ao longo dos tempos. E, num relance, afigura-se pertinente e imperativo um breve olhar sobre a História .

As mais antigas celebrações do Dia da Mãe remontam às comemorações primaveris da Grécia Antiga, em honra de Rhea, mulher de Cronos e Mãe dos Deuses. Em Roma, as festas comemorativas eram dedicadas a Cybele, a Mãe dos Deuses romanos, e as cerimônias em sua homenagem começaram por volta de 250 anos antes do nascimento de Cristo.

No século XVII, a Inglaterra celebrava no quarto domingo de Quaresma (40 dias antes da Páscoa) um dia a que chamavam “Domingo da Mãe”, que pretendia homenagear todas as mães inglesas. Neste período, a maior parte da classe baixa inglesa trabalhava longe de casa e vivia com os patrões.

À medida que o Cristianismo se espalhou pela Europa passou a homenagear-se a “Igreja Mãe” - a força espiritual que lhes dava vida e os protegia do mal. Ao longo dos tempos a festa da Igreja foi-se confundindo com a celebração do Domingo da Mãe.

Nos Estados Unidos, a comemoração de um dia dedicado às mães foi sugerida, pela primeira vez, em 1872 por Julia Ward Howe, como gesto de união contra a crueldade da guerra e, principalmente, por um dia dedicado à paz.

A maioria das fontes é unânime acerca da ideia da criação de um Dia da Mãe. A ideia partiu da norte-americana Anna Jarvis, que em 1904, quando a sua mãe morreu, chamou a atenção na igreja de Grafton para um dia especialmente dedicado a todas as mães. Três anos depois, a 10 de Maio de 1907, foi celebrado o primeiro Dia da Mãe, na igreja de Grafton, reunindo praticamente a família e os amigos.

Nessa ocasião, Anna Jarvis enviou à igreja 500 cravos brancos, que deviam ser ostentados por todos e simbolizavam as virtudes da maternidade. Ao longo dos anos ela enviou mais de 10 mil cravos à igreja de Grafton, sendo os vermelhos para mães ainda vivas e os brancos para as já desaparecidas, no que hoje é considerado como símbolos de pureza, força e resistência das mães.

Atenta a aceitação geral, Anna Jarvis e suas apoiantes começaram a escrever a pessoas influentes, tais como políticos, ministros e homens de negócios com o intuito de estabelecer um Dia da Mãe a nível nacional, o que daria a elas o justo estatuto de suporte da família e da nação.

A campanha foi de tal forma bem sucedida que, em 1914, nos Estados Unidos, o presidente Woodrow Wilson declarou oficialmente e a nível nacional o segundo domingo de Maio como o Dia da Mãe.

Em Portugal, até há alguns anos atrás, o Dia da Mãe era comemorado a 8 de Dezembro, Dia da Imaculada Conceição, sua Padroeira. Atualmente, é celebrado no primeiro domingo de Maio, em homenagem a Maria, Mãe de Jesus Cristo.

Também, na Lituânia, Hungria, Cabo Verde, África do Sul, Espanha e Suécia, o Dia da Mãe é celebrado no primeiro domingo de Maio.

O Dia da Mãe, ou como diz-se no Brasil, o Dia das Mães é, por decreto assinado pelo presidente Getúlio Vargas, comemorado no segundo domingo de Maio, tal como na Austrália, Bélgica, China, Dinamarca, Alemanha, Estónia, Finlândia, Grécia, Itália, Japão, Canadá, Países Baixos, Nova Zelândia, Áustria, Peru, Suiça, Formosa, Turquia, Estados Unidos da América e Venezuela.

Curiosamente, o Dia da Mãe deixou de ser celebrado em Israel, passando a existir o dia da Família que se celebra em Fevereiro, enquanto na Palestina e no Líbano se comemora no primeiro dia da primavera.

Na Iugoslávia, o Dia da Mãe é comemorado duas semanas antes do Natal.


Paulo M. A. Martins. Jornalista


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Hoje em dia, celebramos o Dia da Mãe ou, como diz-se aqui, no Brasil, o Dia das Mães, com pouco ou nenhum conhecimento de como foi a sua gênese e evolução ao longo dos tempos. E, num relance, afigura-se pertinente e imperativo um breve olhar sobre a História .

As mais antigas celebrações do Dia da Mãe remontam às comemorações primaveris da Grécia Antiga, em honra de Rhea, mulher de Cronos e Mãe dos Deuses. Em Roma, as festas comemorativas eram dedicadas a Cybele, a Mãe dos Deuses romanos, e as cerimônias em sua homenagem começaram por volta de 250 anos antes do nascimento de Cristo.

No século XVII, a Inglaterra celebrava no quarto domingo de Quaresma (40 dias antes da Páscoa) um dia a que chamavam “Domingo da Mãe”, que pretendia homenagear todas as mães inglesas. Neste período, a maior parte da classe baixa inglesa trabalhava longe de casa e vivia com os patrões.

À medida que o Cristianismo se espalhou pela Europa passou a homenagear-se a “Igreja Mãe” - a força espiritual que lhes dava vida e os protegia do mal. Ao longo dos tempos a festa da Igreja foi-se confundindo com a celebração do Domingo da Mãe.

Nos Estados Unidos, a comemoração de um dia dedicado às mães foi sugerida, pela primeira vez, em 1872 por Julia Ward Howe, como gesto de união contra a crueldade da guerra e, principalmente, por um dia dedicado à paz.

A maioria das fontes é unânime acerca da ideia da criação de um Dia da Mãe. A ideia partiu da norte-americana Anna Jarvis, que em 1904, quando a sua mãe morreu, chamou a atenção na igreja de Grafton para um dia especialmente dedicado a todas as mães. Três anos depois, a 10 de Maio de 1907, foi celebrado o primeiro Dia da Mãe, na igreja de Grafton, reunindo praticamente a família e os amigos.

Nessa ocasião, Anna Jarvis enviou à igreja 500 cravos brancos, que deviam ser ostentados por todos e simbolizavam as virtudes da maternidade. Ao longo dos anos ela enviou mais de 10 mil cravos à igreja de Grafton, sendo os vermelhos para mães ainda vivas e os brancos para as já desaparecidas, no que hoje é considerado como símbolos de pureza, força e resistência das mães.

Atenta a aceitação geral, Anna Jarvis e suas apoiantes começaram a escrever a pessoas influentes, tais como políticos, ministros e homens de negócios com o intuito de estabelecer um Dia da Mãe a nível nacional, o que daria a elas o justo estatuto de suporte da família e da nação.

A campanha foi de tal forma bem sucedida que, em 1914, nos Estados Unidos, o presidente Woodrow Wilson declarou oficialmente e a nível nacional o segundo domingo de Maio como o Dia da Mãe.

Em Portugal, até há alguns anos atrás, o Dia da Mãe era comemorado a 8 de Dezembro, Dia da Imaculada Conceição, sua Padroeira. Atualmente, é celebrado no primeiro domingo de Maio, em homenagem a Maria, Mãe de Jesus Cristo.

Também, na Lituânia, Hungria, Cabo Verde, África do Sul, Espanha e Suécia, o Dia da Mãe é celebrado no primeiro domingo de Maio.

O Dia da Mãe, ou como diz-se no Brasil, o Dia das Mães é, por decreto assinado pelo presidente Getúlio Vargas, comemorado no segundo domingo de Maio, tal como na Austrália, Bélgica, China, Dinamarca, Alemanha, Estónia, Finlândia, Grécia, Itália, Japão, Canadá, Países Baixos, Nova Zelândia, Áustria, Peru, Suiça, Formosa, Turquia, Estados Unidos da América e Venezuela.

Curiosamente, o Dia da Mãe deixou de ser celebrado em Israel, passando a existir o dia da Família que se celebra em Fevereiro, enquanto na Palestina e no Líbano se comemora no primeiro dia da primavera.

Na Iugoslávia, o Dia da Mãe é comemorado duas semanas antes do Natal.


Paulo M. A. Martins. Jornalista


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São Paulo - O Ministério da Saúde anunciou a prorrogação até o dia 29 de maio da campanha nacional de vacinação de idosos, que terminaria hoje, já que não foi atingida a meta nacional. Até agora foi vacinada 57,61% da população idosa. O objetivo é imunizar 80% dos brasileiros com 60 anos ou mais, o que representa 15,5 milhões de pessoas, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A campanha foi lançada no dia 25 de abril.
A vacinação não se enquadra nos casos de medicação preventiva de gripe que poderiam interferir no combate à gripe suína. O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, tem alertado a população para o risco de a automedicação contra a gripe comum esconder sintomas da Influenza A (H1N1), a gripe suína, retardando um eventual tratamento.
Segundo o infectologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Dr. Gustavo Johanson, apesar de os sintomas das gripes serem parecidos, o princípio da medicação - no caso da gripe comum, a vacina - é muito diferente e permite que sintomas da gripe suína apareçam mesmo depois da imunização. Só não devem se vacinar alérgicos à proteína de ovo. Pessoas com deficiência na produção de anticorpos devem consultar um médico.


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São Paulo - O Ministério da Saúde anunciou a prorrogação até o dia 29 de maio da campanha nacional de vacinação de idosos, que terminaria hoje, já que não foi atingida a meta nacional. Até agora foi vacinada 57,61% da população idosa. O objetivo é imunizar 80% dos brasileiros com 60 anos ou mais, o que representa 15,5 milhões de pessoas, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A campanha foi lançada no dia 25 de abril.
A vacinação não se enquadra nos casos de medicação preventiva de gripe que poderiam interferir no combate à gripe suína. O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, tem alertado a população para o risco de a automedicação contra a gripe comum esconder sintomas da Influenza A (H1N1), a gripe suína, retardando um eventual tratamento.
Segundo o infectologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Dr. Gustavo Johanson, apesar de os sintomas das gripes serem parecidos, o princípio da medicação - no caso da gripe comum, a vacina - é muito diferente e permite que sintomas da gripe suína apareçam mesmo depois da imunização. Só não devem se vacinar alérgicos à proteína de ovo. Pessoas com deficiência na produção de anticorpos devem consultar um médico.


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São Paulo - O Ministério da Saúde anunciou a prorrogação até o dia 29 de maio da campanha nacional de vacinação de idosos, que terminaria hoje, já que não foi atingida a meta nacional. Até agora foi vacinada 57,61% da população idosa. O objetivo é imunizar 80% dos brasileiros com 60 anos ou mais, o que representa 15,5 milhões de pessoas, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A campanha foi lançada no dia 25 de abril.
A vacinação não se enquadra nos casos de medicação preventiva de gripe que poderiam interferir no combate à gripe suína. O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, tem alertado a população para o risco de a automedicação contra a gripe comum esconder sintomas da Influenza A (H1N1), a gripe suína, retardando um eventual tratamento.
Segundo o infectologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Dr. Gustavo Johanson, apesar de os sintomas das gripes serem parecidos, o princípio da medicação - no caso da gripe comum, a vacina - é muito diferente e permite que sintomas da gripe suína apareçam mesmo depois da imunização. Só não devem se vacinar alérgicos à proteína de ovo. Pessoas com deficiência na produção de anticorpos devem consultar um médico.


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São Paulo - O Ministério da Saúde anunciou a prorrogação até o dia 29 de maio da campanha nacional de vacinação de idosos, que terminaria hoje, já que não foi atingida a meta nacional. Até agora foi vacinada 57,61% da população idosa. O objetivo é imunizar 80% dos brasileiros com 60 anos ou mais, o que representa 15,5 milhões de pessoas, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A campanha foi lançada no dia 25 de abril.
A vacinação não se enquadra nos casos de medicação preventiva de gripe que poderiam interferir no combate à gripe suína. O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, tem alertado a população para o risco de a automedicação contra a gripe comum esconder sintomas da Influenza A (H1N1), a gripe suína, retardando um eventual tratamento.
Segundo o infectologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Dr. Gustavo Johanson, apesar de os sintomas das gripes serem parecidos, o princípio da medicação - no caso da gripe comum, a vacina - é muito diferente e permite que sintomas da gripe suína apareçam mesmo depois da imunização. Só não devem se vacinar alérgicos à proteína de ovo. Pessoas com deficiência na produção de anticorpos devem consultar um médico.


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São Paulo - O Ministério da Saúde anunciou a prorrogação até o dia 29 de maio da campanha nacional de vacinação de idosos, que terminaria hoje, já que não foi atingida a meta nacional. Até agora foi vacinada 57,61% da população idosa. O objetivo é imunizar 80% dos brasileiros com 60 anos ou mais, o que representa 15,5 milhões de pessoas, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A campanha foi lançada no dia 25 de abril.
A vacinação não se enquadra nos casos de medicação preventiva de gripe que poderiam interferir no combate à gripe suína. O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, tem alertado a população para o risco de a automedicação contra a gripe comum esconder sintomas da Influenza A (H1N1), a gripe suína, retardando um eventual tratamento.
Segundo o infectologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Dr. Gustavo Johanson, apesar de os sintomas das gripes serem parecidos, o princípio da medicação - no caso da gripe comum, a vacina - é muito diferente e permite que sintomas da gripe suína apareçam mesmo depois da imunização. Só não devem se vacinar alérgicos à proteína de ovo. Pessoas com deficiência na produção de anticorpos devem consultar um médico.


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Mais e mais pessoas estão tomando drogas para aumentar a concentração e tentar ficar mais inteligentes. Que consequências isso pode ter?

Maurício não é um workaholic. Engenheiro de 40 anos, gerente de uma seguradora, ele acredita que a esta altura da vida tem direito a aproveitar suas horas livres nas baladas, viagens, leituras, esportes e namoros. É por isso que ele toma Ritalina, um remédio indicado para portadores de síndrome de deficit de atenção (TDAH). Maurício não sofre de deficit de atenção. Mas diz que, quando toma a droga, sua capacidade de concentração aumenta e ele trabalha seis horas sem intervalos. “Sou chefe de 40 funcionários e preciso funcionar a qualquer custo.”
Maurício (o nome é fictício, para proteger sua identidade) diz tomar Ritalina apenas uma vez por semana, quando seus prazos para a entrega de relatórios apertam. Ele afirma que a droga o ajuda a encarar planilhas recheadas de números, elaborar relatórios com rapidez e falar com desinibição em reuniões. “Como me recuso a trabalhar mais de nove horas por dia, preciso render mais nesse tempo.” Ritalina é um remédio de tarja negra. Deveria ser consumido apenas por pessoas que precisam dele e têm uma receita médica para provar isso. Mas conseguir a receita não é muito difícil. Maurício obteve a sua de um amigo psiquiatra. Outros usuários pesquisam os sintomas conhecidos do deficit de atenção, marcam consulta com um psiquiatra e dizem sentir aquilo. Alguns compram cartelas de amigos. Ou pela internet.
A Ritalina – que atua como um estimulante do sistema nervoso central está longe de ser a única droga usada para incrementar a eficiência do cérebro. Há milênios o ser humano testa receitas de vários tipos. Entre aquelas em voga hoje está o Gingko biloba (uma erva de origem chinesa que supostamente melhora a circulação de sangue no cérebro e a transmissão de impulsos entre os neurônios), a cafeína (um estimulante que melhora a concentração), a nicotina e diversas anfetaminas. Também vem ganhando adeptos no mundo um estimulante genericamente conhecido como modafinil, desenvolvido para tratar narcolepsia (uma sensação de sonolência exagerada). O modafinil, assim como o café, restaura o desempenho cognitivo em pessoas com sinais de fadiga.
Segundo uma recente pesquisa da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, cientistas de diversos laboratórios estão trabalhando em mais de 600 drogas para distúrbios neurológicos. A maioria delas deverá ser reprovada pelos órgãos reguladores de saúde, mas é provável que muitas estejam em farmácias do mundo inteiro nos próximos anos. Cada uma dessas drogas mexe com algum dos processos químicos que regulam a atenção, a percepção, o aprendizado, a memória recente, a memória de fundo, a capacidade de tomar decisões, a linguagem. Espera-se que, com elas, pacientes com deficiências como Alzheimer, demência ou deficit de atenção consigam levar uma vida mais próxima do normal. Mas remédios desse tipo costumam atrair um mercado bem além do seu público-alvo original.

“O uso das drogas psicoativas por indivíduos saudáveis vai se tornar um evento crescente em nossa vida”, disse o pesquisador Gabriel Horn, que liderou a pesquisa de Cambridge. Foi o que aconteceu, por exemplo, com o Viagra e seus congêneres.
Andres Vera. Com Danilo Soares
ÉPOCA
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:47  comentar

Mais e mais pessoas estão tomando drogas para aumentar a concentração e tentar ficar mais inteligentes. Que consequências isso pode ter?

Maurício não é um workaholic. Engenheiro de 40 anos, gerente de uma seguradora, ele acredita que a esta altura da vida tem direito a aproveitar suas horas livres nas baladas, viagens, leituras, esportes e namoros. É por isso que ele toma Ritalina, um remédio indicado para portadores de síndrome de deficit de atenção (TDAH). Maurício não sofre de deficit de atenção. Mas diz que, quando toma a droga, sua capacidade de concentração aumenta e ele trabalha seis horas sem intervalos. “Sou chefe de 40 funcionários e preciso funcionar a qualquer custo.”
Maurício (o nome é fictício, para proteger sua identidade) diz tomar Ritalina apenas uma vez por semana, quando seus prazos para a entrega de relatórios apertam. Ele afirma que a droga o ajuda a encarar planilhas recheadas de números, elaborar relatórios com rapidez e falar com desinibição em reuniões. “Como me recuso a trabalhar mais de nove horas por dia, preciso render mais nesse tempo.” Ritalina é um remédio de tarja negra. Deveria ser consumido apenas por pessoas que precisam dele e têm uma receita médica para provar isso. Mas conseguir a receita não é muito difícil. Maurício obteve a sua de um amigo psiquiatra. Outros usuários pesquisam os sintomas conhecidos do deficit de atenção, marcam consulta com um psiquiatra e dizem sentir aquilo. Alguns compram cartelas de amigos. Ou pela internet.
A Ritalina – que atua como um estimulante do sistema nervoso central está longe de ser a única droga usada para incrementar a eficiência do cérebro. Há milênios o ser humano testa receitas de vários tipos. Entre aquelas em voga hoje está o Gingko biloba (uma erva de origem chinesa que supostamente melhora a circulação de sangue no cérebro e a transmissão de impulsos entre os neurônios), a cafeína (um estimulante que melhora a concentração), a nicotina e diversas anfetaminas. Também vem ganhando adeptos no mundo um estimulante genericamente conhecido como modafinil, desenvolvido para tratar narcolepsia (uma sensação de sonolência exagerada). O modafinil, assim como o café, restaura o desempenho cognitivo em pessoas com sinais de fadiga.
Segundo uma recente pesquisa da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, cientistas de diversos laboratórios estão trabalhando em mais de 600 drogas para distúrbios neurológicos. A maioria delas deverá ser reprovada pelos órgãos reguladores de saúde, mas é provável que muitas estejam em farmácias do mundo inteiro nos próximos anos. Cada uma dessas drogas mexe com algum dos processos químicos que regulam a atenção, a percepção, o aprendizado, a memória recente, a memória de fundo, a capacidade de tomar decisões, a linguagem. Espera-se que, com elas, pacientes com deficiências como Alzheimer, demência ou deficit de atenção consigam levar uma vida mais próxima do normal. Mas remédios desse tipo costumam atrair um mercado bem além do seu público-alvo original.

“O uso das drogas psicoativas por indivíduos saudáveis vai se tornar um evento crescente em nossa vida”, disse o pesquisador Gabriel Horn, que liderou a pesquisa de Cambridge. Foi o que aconteceu, por exemplo, com o Viagra e seus congêneres.
Andres Vera. Com Danilo Soares
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Mais e mais pessoas estão tomando drogas para aumentar a concentração e tentar ficar mais inteligentes. Que consequências isso pode ter?

Maurício não é um workaholic. Engenheiro de 40 anos, gerente de uma seguradora, ele acredita que a esta altura da vida tem direito a aproveitar suas horas livres nas baladas, viagens, leituras, esportes e namoros. É por isso que ele toma Ritalina, um remédio indicado para portadores de síndrome de deficit de atenção (TDAH). Maurício não sofre de deficit de atenção. Mas diz que, quando toma a droga, sua capacidade de concentração aumenta e ele trabalha seis horas sem intervalos. “Sou chefe de 40 funcionários e preciso funcionar a qualquer custo.”
Maurício (o nome é fictício, para proteger sua identidade) diz tomar Ritalina apenas uma vez por semana, quando seus prazos para a entrega de relatórios apertam. Ele afirma que a droga o ajuda a encarar planilhas recheadas de números, elaborar relatórios com rapidez e falar com desinibição em reuniões. “Como me recuso a trabalhar mais de nove horas por dia, preciso render mais nesse tempo.” Ritalina é um remédio de tarja negra. Deveria ser consumido apenas por pessoas que precisam dele e têm uma receita médica para provar isso. Mas conseguir a receita não é muito difícil. Maurício obteve a sua de um amigo psiquiatra. Outros usuários pesquisam os sintomas conhecidos do deficit de atenção, marcam consulta com um psiquiatra e dizem sentir aquilo. Alguns compram cartelas de amigos. Ou pela internet.
A Ritalina – que atua como um estimulante do sistema nervoso central está longe de ser a única droga usada para incrementar a eficiência do cérebro. Há milênios o ser humano testa receitas de vários tipos. Entre aquelas em voga hoje está o Gingko biloba (uma erva de origem chinesa que supostamente melhora a circulação de sangue no cérebro e a transmissão de impulsos entre os neurônios), a cafeína (um estimulante que melhora a concentração), a nicotina e diversas anfetaminas. Também vem ganhando adeptos no mundo um estimulante genericamente conhecido como modafinil, desenvolvido para tratar narcolepsia (uma sensação de sonolência exagerada). O modafinil, assim como o café, restaura o desempenho cognitivo em pessoas com sinais de fadiga.
Segundo uma recente pesquisa da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, cientistas de diversos laboratórios estão trabalhando em mais de 600 drogas para distúrbios neurológicos. A maioria delas deverá ser reprovada pelos órgãos reguladores de saúde, mas é provável que muitas estejam em farmácias do mundo inteiro nos próximos anos. Cada uma dessas drogas mexe com algum dos processos químicos que regulam a atenção, a percepção, o aprendizado, a memória recente, a memória de fundo, a capacidade de tomar decisões, a linguagem. Espera-se que, com elas, pacientes com deficiências como Alzheimer, demência ou deficit de atenção consigam levar uma vida mais próxima do normal. Mas remédios desse tipo costumam atrair um mercado bem além do seu público-alvo original.

“O uso das drogas psicoativas por indivíduos saudáveis vai se tornar um evento crescente em nossa vida”, disse o pesquisador Gabriel Horn, que liderou a pesquisa de Cambridge. Foi o que aconteceu, por exemplo, com o Viagra e seus congêneres.
Andres Vera. Com Danilo Soares
ÉPOCA
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:47  comentar

Mais e mais pessoas estão tomando drogas para aumentar a concentração e tentar ficar mais inteligentes. Que consequências isso pode ter?

Maurício não é um workaholic. Engenheiro de 40 anos, gerente de uma seguradora, ele acredita que a esta altura da vida tem direito a aproveitar suas horas livres nas baladas, viagens, leituras, esportes e namoros. É por isso que ele toma Ritalina, um remédio indicado para portadores de síndrome de deficit de atenção (TDAH). Maurício não sofre de deficit de atenção. Mas diz que, quando toma a droga, sua capacidade de concentração aumenta e ele trabalha seis horas sem intervalos. “Sou chefe de 40 funcionários e preciso funcionar a qualquer custo.”
Maurício (o nome é fictício, para proteger sua identidade) diz tomar Ritalina apenas uma vez por semana, quando seus prazos para a entrega de relatórios apertam. Ele afirma que a droga o ajuda a encarar planilhas recheadas de números, elaborar relatórios com rapidez e falar com desinibição em reuniões. “Como me recuso a trabalhar mais de nove horas por dia, preciso render mais nesse tempo.” Ritalina é um remédio de tarja negra. Deveria ser consumido apenas por pessoas que precisam dele e têm uma receita médica para provar isso. Mas conseguir a receita não é muito difícil. Maurício obteve a sua de um amigo psiquiatra. Outros usuários pesquisam os sintomas conhecidos do deficit de atenção, marcam consulta com um psiquiatra e dizem sentir aquilo. Alguns compram cartelas de amigos. Ou pela internet.
A Ritalina – que atua como um estimulante do sistema nervoso central está longe de ser a única droga usada para incrementar a eficiência do cérebro. Há milênios o ser humano testa receitas de vários tipos. Entre aquelas em voga hoje está o Gingko biloba (uma erva de origem chinesa que supostamente melhora a circulação de sangue no cérebro e a transmissão de impulsos entre os neurônios), a cafeína (um estimulante que melhora a concentração), a nicotina e diversas anfetaminas. Também vem ganhando adeptos no mundo um estimulante genericamente conhecido como modafinil, desenvolvido para tratar narcolepsia (uma sensação de sonolência exagerada). O modafinil, assim como o café, restaura o desempenho cognitivo em pessoas com sinais de fadiga.
Segundo uma recente pesquisa da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, cientistas de diversos laboratórios estão trabalhando em mais de 600 drogas para distúrbios neurológicos. A maioria delas deverá ser reprovada pelos órgãos reguladores de saúde, mas é provável que muitas estejam em farmácias do mundo inteiro nos próximos anos. Cada uma dessas drogas mexe com algum dos processos químicos que regulam a atenção, a percepção, o aprendizado, a memória recente, a memória de fundo, a capacidade de tomar decisões, a linguagem. Espera-se que, com elas, pacientes com deficiências como Alzheimer, demência ou deficit de atenção consigam levar uma vida mais próxima do normal. Mas remédios desse tipo costumam atrair um mercado bem além do seu público-alvo original.

“O uso das drogas psicoativas por indivíduos saudáveis vai se tornar um evento crescente em nossa vida”, disse o pesquisador Gabriel Horn, que liderou a pesquisa de Cambridge. Foi o que aconteceu, por exemplo, com o Viagra e seus congêneres.
Andres Vera. Com Danilo Soares
ÉPOCA
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Mais e mais pessoas estão tomando drogas para aumentar a concentração e tentar ficar mais inteligentes. Que consequências isso pode ter?

Maurício não é um workaholic. Engenheiro de 40 anos, gerente de uma seguradora, ele acredita que a esta altura da vida tem direito a aproveitar suas horas livres nas baladas, viagens, leituras, esportes e namoros. É por isso que ele toma Ritalina, um remédio indicado para portadores de síndrome de deficit de atenção (TDAH). Maurício não sofre de deficit de atenção. Mas diz que, quando toma a droga, sua capacidade de concentração aumenta e ele trabalha seis horas sem intervalos. “Sou chefe de 40 funcionários e preciso funcionar a qualquer custo.”
Maurício (o nome é fictício, para proteger sua identidade) diz tomar Ritalina apenas uma vez por semana, quando seus prazos para a entrega de relatórios apertam. Ele afirma que a droga o ajuda a encarar planilhas recheadas de números, elaborar relatórios com rapidez e falar com desinibição em reuniões. “Como me recuso a trabalhar mais de nove horas por dia, preciso render mais nesse tempo.” Ritalina é um remédio de tarja negra. Deveria ser consumido apenas por pessoas que precisam dele e têm uma receita médica para provar isso. Mas conseguir a receita não é muito difícil. Maurício obteve a sua de um amigo psiquiatra. Outros usuários pesquisam os sintomas conhecidos do deficit de atenção, marcam consulta com um psiquiatra e dizem sentir aquilo. Alguns compram cartelas de amigos. Ou pela internet.
A Ritalina – que atua como um estimulante do sistema nervoso central está longe de ser a única droga usada para incrementar a eficiência do cérebro. Há milênios o ser humano testa receitas de vários tipos. Entre aquelas em voga hoje está o Gingko biloba (uma erva de origem chinesa que supostamente melhora a circulação de sangue no cérebro e a transmissão de impulsos entre os neurônios), a cafeína (um estimulante que melhora a concentração), a nicotina e diversas anfetaminas. Também vem ganhando adeptos no mundo um estimulante genericamente conhecido como modafinil, desenvolvido para tratar narcolepsia (uma sensação de sonolência exagerada). O modafinil, assim como o café, restaura o desempenho cognitivo em pessoas com sinais de fadiga.
Segundo uma recente pesquisa da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, cientistas de diversos laboratórios estão trabalhando em mais de 600 drogas para distúrbios neurológicos. A maioria delas deverá ser reprovada pelos órgãos reguladores de saúde, mas é provável que muitas estejam em farmácias do mundo inteiro nos próximos anos. Cada uma dessas drogas mexe com algum dos processos químicos que regulam a atenção, a percepção, o aprendizado, a memória recente, a memória de fundo, a capacidade de tomar decisões, a linguagem. Espera-se que, com elas, pacientes com deficiências como Alzheimer, demência ou deficit de atenção consigam levar uma vida mais próxima do normal. Mas remédios desse tipo costumam atrair um mercado bem além do seu público-alvo original.

“O uso das drogas psicoativas por indivíduos saudáveis vai se tornar um evento crescente em nossa vida”, disse o pesquisador Gabriel Horn, que liderou a pesquisa de Cambridge. Foi o que aconteceu, por exemplo, com o Viagra e seus congêneres.
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Às mães que ainda trazem seus filhos no ventre

Às que amamentam no aconchego de seu colo

Às que em sua árdua tarefa de educar sabem dizer um NÃO por amor

Às que são mães pelo coração e sentimento

Às que felizes teem seus filhos ao seu redor

E às que choram a perda dos seus


Ao amor eterno e incondicional de todas nessa Missão Divina, nossa homenagem no dia de hoje


Maria Célia e Carmen
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:24  comentar

Às mães que ainda trazem seus filhos no ventre

Às que amamentam no aconchego de seu colo

Às que em sua árdua tarefa de educar sabem dizer um NÃO por amor

Às que são mães pelo coração e sentimento

Às que felizes teem seus filhos ao seu redor

E às que choram a perda dos seus


Ao amor eterno e incondicional de todas nessa Missão Divina, nossa homenagem no dia de hoje


Maria Célia e Carmen
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Às mães que ainda trazem seus filhos no ventre

Às que amamentam no aconchego de seu colo

Às que em sua árdua tarefa de educar sabem dizer um NÃO por amor

Às que são mães pelo coração e sentimento

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E às que choram a perda dos seus


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Às que são mães pelo coração e sentimento

Às que felizes teem seus filhos ao seu redor

E às que choram a perda dos seus


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Às mães que ainda trazem seus filhos no ventre

Às que amamentam no aconchego de seu colo

Às que em sua árdua tarefa de educar sabem dizer um NÃO por amor

Às que são mães pelo coração e sentimento

Às que felizes teem seus filhos ao seu redor

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Maria Célia e Carmen
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