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8.5.09

SÃO PAULO - O advogado de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, Roberto Podval, diz que o casal não forneceu sangue para exame de DNA quando foi preso no ano passado, logo após a morte de Isabella. Nesta quinta-feira, Podval pediu à Justiça uma nova análise laboratorial e disse que não é possível relacionar o sangue dos dois aos objetos encontrados no apartamento da família onde ocorreu o crime, na Vila Mazzei, zona norte de São Paulo.
- Eles disseram que não tiraram sangue. Informaram que fizeram apenas uma coleta de urina, pois não tinha agulha para exame de sangue no Instituto de Criminalística. E se o sangue não é dos dois toda a investigação deve ser colocada em xeque - disse o criminalista.
Podval assumiu a defesa do casal no mês passado. Ele já sofreu sua primeira derrota ao ter negado o pedido de anulação do processo contra o casal. Podval disse que somente na semana passada se reuniu pela primeira vez com Alexandre e Anna Carolina. O advogado disse que não há terno de coleta de sangue no processo. Apesar disso, um dos laudos do Instituto de Criminalística apontaria 1 ml de sangue colhido dos dois para indicar a coincidência do perfil genético com o sangue encontrado na calça de Anna Carolina e na cadeirinha do carro.
A tentativa de mostrar que o casal não coletou sangue já foi feita pelo advogado Marco Polo Levorin, que estava à frente do caso. Podval disse, no entanto, que o pedido de Levorin acabou se perdendo no meio do processo, mas seria um ponto importantíssimo para provar a inocência dos dois, que estão presos há um ano em penitenciárias de Tremembé, a 140 quilômetros de São Paulo.
- Há uma dezena de pontos para serem esclarecidos antes do julgamento. Alexandre e Anna Carolina não podem ir à júri popular tão rapidamente - disse.
Podval entregou o pedido de um novo exame de sangue ao juiz Maurício Fossen, da 2ª Vara Criminal do Fórum de Santana, que direcionou o caso para o promotor Francisco Cembranelli, responsável pela acusação. O promotor disse que vai analisar o pedido, mas já adiantou que a coleta ou não do sangue é apenas um fragmento de toda uma prova contra Alexandre e Anna Carolina. Segundo ele, os próprios réus já admitiram que forneceram o sangue para análise em outros momentos.
Cembranelli acredita que o júri popular ocorra no segundo semestre no Fórum da Barra Funda, zona oeste de São Paulo. Segundo a polícia, Isabella foi estrangulada pela madrasta e arremessada do 6ª andar do edifício London pelo pai, que cortou a rede de proteção da janela do quarto dos filhos. O casal nega o assassinato. O promotor afirma que os advogados tentam fazer com que o caso caia no esquecimento.
A decisão de levar o casal a julgamento foi anunciada em outubro do ano passado pelo juiz Maurício Fossem e confirmada em março pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. Em seu parecer, o desembargador Luís Soares de Mello afirmou que acabar com o processo, como queriam os advogados do casal, é um contra-senso próximo da aberração. Disse ainda que os dois devem permanecer presos, pois a prisão é necessária para manter a ordem pública e a credibilidade da Justiça.
Fonte: O Globo

Todas as reinvidicações da nova defesa caso Isabella já foram feitas em algum momento do processo. O novo advogado somente tenta atrasar o júri popular; não traz nenhuma novidade; não alega nada novo. As amostras do sangue do casal forma colhidas no começo da investigação e comparadas exaustivamente com as amostras encontradas na cena do crime. Os leitores podem até rever a resposta dada à levorin sobre essa questão:
TJ PRIMEIRA INSTANCIA001.08.002241-4/00 -
INSTRUÇAO CRIMINAL
15/12/2008
Quando do oferecimento de suas razões em recurso de Apelação interposto pelos I. Drs. Defensores dos réus contra decisão proferida por este Juízo, que indeferiu pedido de liberdade provisória formulado pelos mesmos, o N. Causídicos chegaram a declarar, de forma expressa e categórica, em mais de uma ocasião – como bem lembrado pelo nobre representante do Ministério Público às fls. 4058 – que durante as investigações, os réus “PERMITIRAM” a coleta de sangue deles, querendo, com isso, demonstrar que estavam colaborando para a instrução do feito. Como podem, agora, virem novamente em Juízo para afirmarem exatamente o contrário e, o que é mais sintomático, alegar que se trata de fato novo ? (..........) como já ressaltado, não se trata de fato novo, mas de informação que há muito já constava dos autos, não adquirindo esta característica tão somente porque tal situação teria sido veiculada através de reportagem jornalística, a qual, diga-se de passagem, foi subscrita por jornalista que supostamente pertenceria à equipe da assistente técnica Delma Gama e Narici, que foi contratada pelos próprios réus, como mencionado pelo Dr. Promotor de Justiça em suas contra-razões deste recurso (fls. 4057).
Até quando teremos que esperar para que a justiça seja feita? Até quando a defesa dos Nardonis utilizará destes artifícios, que , embora legais, só trazem mais sofrimento a todos? Ana Carolina de Oliveira teve sua vida alterada tragicamente e os culpados demorarão quanto tempo para receberem a sentença???????????

JUSTIÇA JÁ!

JÚRI POPULAR AGORA!
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SÃO PAULO - O advogado de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, Roberto Podval, diz que o casal não forneceu sangue para exame de DNA quando foi preso no ano passado, logo após a morte de Isabella. Nesta quinta-feira, Podval pediu à Justiça uma nova análise laboratorial e disse que não é possível relacionar o sangue dos dois aos objetos encontrados no apartamento da família onde ocorreu o crime, na Vila Mazzei, zona norte de São Paulo.
- Eles disseram que não tiraram sangue. Informaram que fizeram apenas uma coleta de urina, pois não tinha agulha para exame de sangue no Instituto de Criminalística. E se o sangue não é dos dois toda a investigação deve ser colocada em xeque - disse o criminalista.
Podval assumiu a defesa do casal no mês passado. Ele já sofreu sua primeira derrota ao ter negado o pedido de anulação do processo contra o casal. Podval disse que somente na semana passada se reuniu pela primeira vez com Alexandre e Anna Carolina. O advogado disse que não há terno de coleta de sangue no processo. Apesar disso, um dos laudos do Instituto de Criminalística apontaria 1 ml de sangue colhido dos dois para indicar a coincidência do perfil genético com o sangue encontrado na calça de Anna Carolina e na cadeirinha do carro.
A tentativa de mostrar que o casal não coletou sangue já foi feita pelo advogado Marco Polo Levorin, que estava à frente do caso. Podval disse, no entanto, que o pedido de Levorin acabou se perdendo no meio do processo, mas seria um ponto importantíssimo para provar a inocência dos dois, que estão presos há um ano em penitenciárias de Tremembé, a 140 quilômetros de São Paulo.
- Há uma dezena de pontos para serem esclarecidos antes do julgamento. Alexandre e Anna Carolina não podem ir à júri popular tão rapidamente - disse.
Podval entregou o pedido de um novo exame de sangue ao juiz Maurício Fossen, da 2ª Vara Criminal do Fórum de Santana, que direcionou o caso para o promotor Francisco Cembranelli, responsável pela acusação. O promotor disse que vai analisar o pedido, mas já adiantou que a coleta ou não do sangue é apenas um fragmento de toda uma prova contra Alexandre e Anna Carolina. Segundo ele, os próprios réus já admitiram que forneceram o sangue para análise em outros momentos.
Cembranelli acredita que o júri popular ocorra no segundo semestre no Fórum da Barra Funda, zona oeste de São Paulo. Segundo a polícia, Isabella foi estrangulada pela madrasta e arremessada do 6ª andar do edifício London pelo pai, que cortou a rede de proteção da janela do quarto dos filhos. O casal nega o assassinato. O promotor afirma que os advogados tentam fazer com que o caso caia no esquecimento.
A decisão de levar o casal a julgamento foi anunciada em outubro do ano passado pelo juiz Maurício Fossem e confirmada em março pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. Em seu parecer, o desembargador Luís Soares de Mello afirmou que acabar com o processo, como queriam os advogados do casal, é um contra-senso próximo da aberração. Disse ainda que os dois devem permanecer presos, pois a prisão é necessária para manter a ordem pública e a credibilidade da Justiça.
Fonte: O Globo

Todas as reinvidicações da nova defesa caso Isabella já foram feitas em algum momento do processo. O novo advogado somente tenta atrasar o júri popular; não traz nenhuma novidade; não alega nada novo. As amostras do sangue do casal forma colhidas no começo da investigação e comparadas exaustivamente com as amostras encontradas na cena do crime. Os leitores podem até rever a resposta dada à levorin sobre essa questão:
TJ PRIMEIRA INSTANCIA001.08.002241-4/00 -
INSTRUÇAO CRIMINAL
15/12/2008
Quando do oferecimento de suas razões em recurso de Apelação interposto pelos I. Drs. Defensores dos réus contra decisão proferida por este Juízo, que indeferiu pedido de liberdade provisória formulado pelos mesmos, o N. Causídicos chegaram a declarar, de forma expressa e categórica, em mais de uma ocasião – como bem lembrado pelo nobre representante do Ministério Público às fls. 4058 – que durante as investigações, os réus “PERMITIRAM” a coleta de sangue deles, querendo, com isso, demonstrar que estavam colaborando para a instrução do feito. Como podem, agora, virem novamente em Juízo para afirmarem exatamente o contrário e, o que é mais sintomático, alegar que se trata de fato novo ? (..........) como já ressaltado, não se trata de fato novo, mas de informação que há muito já constava dos autos, não adquirindo esta característica tão somente porque tal situação teria sido veiculada através de reportagem jornalística, a qual, diga-se de passagem, foi subscrita por jornalista que supostamente pertenceria à equipe da assistente técnica Delma Gama e Narici, que foi contratada pelos próprios réus, como mencionado pelo Dr. Promotor de Justiça em suas contra-razões deste recurso (fls. 4057).
Até quando teremos que esperar para que a justiça seja feita? Até quando a defesa dos Nardonis utilizará destes artifícios, que , embora legais, só trazem mais sofrimento a todos? Ana Carolina de Oliveira teve sua vida alterada tragicamente e os culpados demorarão quanto tempo para receberem a sentença???????????

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- Eles disseram que não tiraram sangue. Informaram que fizeram apenas uma coleta de urina, pois não tinha agulha para exame de sangue no Instituto de Criminalística. E se o sangue não é dos dois toda a investigação deve ser colocada em xeque - disse o criminalista.
Podval assumiu a defesa do casal no mês passado. Ele já sofreu sua primeira derrota ao ter negado o pedido de anulação do processo contra o casal. Podval disse que somente na semana passada se reuniu pela primeira vez com Alexandre e Anna Carolina. O advogado disse que não há terno de coleta de sangue no processo. Apesar disso, um dos laudos do Instituto de Criminalística apontaria 1 ml de sangue colhido dos dois para indicar a coincidência do perfil genético com o sangue encontrado na calça de Anna Carolina e na cadeirinha do carro.
A tentativa de mostrar que o casal não coletou sangue já foi feita pelo advogado Marco Polo Levorin, que estava à frente do caso. Podval disse, no entanto, que o pedido de Levorin acabou se perdendo no meio do processo, mas seria um ponto importantíssimo para provar a inocência dos dois, que estão presos há um ano em penitenciárias de Tremembé, a 140 quilômetros de São Paulo.
- Há uma dezena de pontos para serem esclarecidos antes do julgamento. Alexandre e Anna Carolina não podem ir à júri popular tão rapidamente - disse.
Podval entregou o pedido de um novo exame de sangue ao juiz Maurício Fossen, da 2ª Vara Criminal do Fórum de Santana, que direcionou o caso para o promotor Francisco Cembranelli, responsável pela acusação. O promotor disse que vai analisar o pedido, mas já adiantou que a coleta ou não do sangue é apenas um fragmento de toda uma prova contra Alexandre e Anna Carolina. Segundo ele, os próprios réus já admitiram que forneceram o sangue para análise em outros momentos.
Cembranelli acredita que o júri popular ocorra no segundo semestre no Fórum da Barra Funda, zona oeste de São Paulo. Segundo a polícia, Isabella foi estrangulada pela madrasta e arremessada do 6ª andar do edifício London pelo pai, que cortou a rede de proteção da janela do quarto dos filhos. O casal nega o assassinato. O promotor afirma que os advogados tentam fazer com que o caso caia no esquecimento.
A decisão de levar o casal a julgamento foi anunciada em outubro do ano passado pelo juiz Maurício Fossem e confirmada em março pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. Em seu parecer, o desembargador Luís Soares de Mello afirmou que acabar com o processo, como queriam os advogados do casal, é um contra-senso próximo da aberração. Disse ainda que os dois devem permanecer presos, pois a prisão é necessária para manter a ordem pública e a credibilidade da Justiça.
Fonte: O Globo

Todas as reinvidicações da nova defesa caso Isabella já foram feitas em algum momento do processo. O novo advogado somente tenta atrasar o júri popular; não traz nenhuma novidade; não alega nada novo. As amostras do sangue do casal forma colhidas no começo da investigação e comparadas exaustivamente com as amostras encontradas na cena do crime. Os leitores podem até rever a resposta dada à levorin sobre essa questão:
TJ PRIMEIRA INSTANCIA001.08.002241-4/00 -
INSTRUÇAO CRIMINAL
15/12/2008
Quando do oferecimento de suas razões em recurso de Apelação interposto pelos I. Drs. Defensores dos réus contra decisão proferida por este Juízo, que indeferiu pedido de liberdade provisória formulado pelos mesmos, o N. Causídicos chegaram a declarar, de forma expressa e categórica, em mais de uma ocasião – como bem lembrado pelo nobre representante do Ministério Público às fls. 4058 – que durante as investigações, os réus “PERMITIRAM” a coleta de sangue deles, querendo, com isso, demonstrar que estavam colaborando para a instrução do feito. Como podem, agora, virem novamente em Juízo para afirmarem exatamente o contrário e, o que é mais sintomático, alegar que se trata de fato novo ? (..........) como já ressaltado, não se trata de fato novo, mas de informação que há muito já constava dos autos, não adquirindo esta característica tão somente porque tal situação teria sido veiculada através de reportagem jornalística, a qual, diga-se de passagem, foi subscrita por jornalista que supostamente pertenceria à equipe da assistente técnica Delma Gama e Narici, que foi contratada pelos próprios réus, como mencionado pelo Dr. Promotor de Justiça em suas contra-razões deste recurso (fls. 4057).
Até quando teremos que esperar para que a justiça seja feita? Até quando a defesa dos Nardonis utilizará destes artifícios, que , embora legais, só trazem mais sofrimento a todos? Ana Carolina de Oliveira teve sua vida alterada tragicamente e os culpados demorarão quanto tempo para receberem a sentença???????????

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- Eles disseram que não tiraram sangue. Informaram que fizeram apenas uma coleta de urina, pois não tinha agulha para exame de sangue no Instituto de Criminalística. E se o sangue não é dos dois toda a investigação deve ser colocada em xeque - disse o criminalista.
Podval assumiu a defesa do casal no mês passado. Ele já sofreu sua primeira derrota ao ter negado o pedido de anulação do processo contra o casal. Podval disse que somente na semana passada se reuniu pela primeira vez com Alexandre e Anna Carolina. O advogado disse que não há terno de coleta de sangue no processo. Apesar disso, um dos laudos do Instituto de Criminalística apontaria 1 ml de sangue colhido dos dois para indicar a coincidência do perfil genético com o sangue encontrado na calça de Anna Carolina e na cadeirinha do carro.
A tentativa de mostrar que o casal não coletou sangue já foi feita pelo advogado Marco Polo Levorin, que estava à frente do caso. Podval disse, no entanto, que o pedido de Levorin acabou se perdendo no meio do processo, mas seria um ponto importantíssimo para provar a inocência dos dois, que estão presos há um ano em penitenciárias de Tremembé, a 140 quilômetros de São Paulo.
- Há uma dezena de pontos para serem esclarecidos antes do julgamento. Alexandre e Anna Carolina não podem ir à júri popular tão rapidamente - disse.
Podval entregou o pedido de um novo exame de sangue ao juiz Maurício Fossen, da 2ª Vara Criminal do Fórum de Santana, que direcionou o caso para o promotor Francisco Cembranelli, responsável pela acusação. O promotor disse que vai analisar o pedido, mas já adiantou que a coleta ou não do sangue é apenas um fragmento de toda uma prova contra Alexandre e Anna Carolina. Segundo ele, os próprios réus já admitiram que forneceram o sangue para análise em outros momentos.
Cembranelli acredita que o júri popular ocorra no segundo semestre no Fórum da Barra Funda, zona oeste de São Paulo. Segundo a polícia, Isabella foi estrangulada pela madrasta e arremessada do 6ª andar do edifício London pelo pai, que cortou a rede de proteção da janela do quarto dos filhos. O casal nega o assassinato. O promotor afirma que os advogados tentam fazer com que o caso caia no esquecimento.
A decisão de levar o casal a julgamento foi anunciada em outubro do ano passado pelo juiz Maurício Fossem e confirmada em março pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. Em seu parecer, o desembargador Luís Soares de Mello afirmou que acabar com o processo, como queriam os advogados do casal, é um contra-senso próximo da aberração. Disse ainda que os dois devem permanecer presos, pois a prisão é necessária para manter a ordem pública e a credibilidade da Justiça.
Fonte: O Globo

Todas as reinvidicações da nova defesa caso Isabella já foram feitas em algum momento do processo. O novo advogado somente tenta atrasar o júri popular; não traz nenhuma novidade; não alega nada novo. As amostras do sangue do casal forma colhidas no começo da investigação e comparadas exaustivamente com as amostras encontradas na cena do crime. Os leitores podem até rever a resposta dada à levorin sobre essa questão:
TJ PRIMEIRA INSTANCIA001.08.002241-4/00 -
INSTRUÇAO CRIMINAL
15/12/2008
Quando do oferecimento de suas razões em recurso de Apelação interposto pelos I. Drs. Defensores dos réus contra decisão proferida por este Juízo, que indeferiu pedido de liberdade provisória formulado pelos mesmos, o N. Causídicos chegaram a declarar, de forma expressa e categórica, em mais de uma ocasião – como bem lembrado pelo nobre representante do Ministério Público às fls. 4058 – que durante as investigações, os réus “PERMITIRAM” a coleta de sangue deles, querendo, com isso, demonstrar que estavam colaborando para a instrução do feito. Como podem, agora, virem novamente em Juízo para afirmarem exatamente o contrário e, o que é mais sintomático, alegar que se trata de fato novo ? (..........) como já ressaltado, não se trata de fato novo, mas de informação que há muito já constava dos autos, não adquirindo esta característica tão somente porque tal situação teria sido veiculada através de reportagem jornalística, a qual, diga-se de passagem, foi subscrita por jornalista que supostamente pertenceria à equipe da assistente técnica Delma Gama e Narici, que foi contratada pelos próprios réus, como mencionado pelo Dr. Promotor de Justiça em suas contra-razões deste recurso (fls. 4057).
Até quando teremos que esperar para que a justiça seja feita? Até quando a defesa dos Nardonis utilizará destes artifícios, que , embora legais, só trazem mais sofrimento a todos? Ana Carolina de Oliveira teve sua vida alterada tragicamente e os culpados demorarão quanto tempo para receberem a sentença???????????

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SÃO PAULO - O advogado de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, Roberto Podval, diz que o casal não forneceu sangue para exame de DNA quando foi preso no ano passado, logo após a morte de Isabella. Nesta quinta-feira, Podval pediu à Justiça uma nova análise laboratorial e disse que não é possível relacionar o sangue dos dois aos objetos encontrados no apartamento da família onde ocorreu o crime, na Vila Mazzei, zona norte de São Paulo.
- Eles disseram que não tiraram sangue. Informaram que fizeram apenas uma coleta de urina, pois não tinha agulha para exame de sangue no Instituto de Criminalística. E se o sangue não é dos dois toda a investigação deve ser colocada em xeque - disse o criminalista.
Podval assumiu a defesa do casal no mês passado. Ele já sofreu sua primeira derrota ao ter negado o pedido de anulação do processo contra o casal. Podval disse que somente na semana passada se reuniu pela primeira vez com Alexandre e Anna Carolina. O advogado disse que não há terno de coleta de sangue no processo. Apesar disso, um dos laudos do Instituto de Criminalística apontaria 1 ml de sangue colhido dos dois para indicar a coincidência do perfil genético com o sangue encontrado na calça de Anna Carolina e na cadeirinha do carro.
A tentativa de mostrar que o casal não coletou sangue já foi feita pelo advogado Marco Polo Levorin, que estava à frente do caso. Podval disse, no entanto, que o pedido de Levorin acabou se perdendo no meio do processo, mas seria um ponto importantíssimo para provar a inocência dos dois, que estão presos há um ano em penitenciárias de Tremembé, a 140 quilômetros de São Paulo.
- Há uma dezena de pontos para serem esclarecidos antes do julgamento. Alexandre e Anna Carolina não podem ir à júri popular tão rapidamente - disse.
Podval entregou o pedido de um novo exame de sangue ao juiz Maurício Fossen, da 2ª Vara Criminal do Fórum de Santana, que direcionou o caso para o promotor Francisco Cembranelli, responsável pela acusação. O promotor disse que vai analisar o pedido, mas já adiantou que a coleta ou não do sangue é apenas um fragmento de toda uma prova contra Alexandre e Anna Carolina. Segundo ele, os próprios réus já admitiram que forneceram o sangue para análise em outros momentos.
Cembranelli acredita que o júri popular ocorra no segundo semestre no Fórum da Barra Funda, zona oeste de São Paulo. Segundo a polícia, Isabella foi estrangulada pela madrasta e arremessada do 6ª andar do edifício London pelo pai, que cortou a rede de proteção da janela do quarto dos filhos. O casal nega o assassinato. O promotor afirma que os advogados tentam fazer com que o caso caia no esquecimento.
A decisão de levar o casal a julgamento foi anunciada em outubro do ano passado pelo juiz Maurício Fossem e confirmada em março pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. Em seu parecer, o desembargador Luís Soares de Mello afirmou que acabar com o processo, como queriam os advogados do casal, é um contra-senso próximo da aberração. Disse ainda que os dois devem permanecer presos, pois a prisão é necessária para manter a ordem pública e a credibilidade da Justiça.
Fonte: O Globo

Todas as reinvidicações da nova defesa caso Isabella já foram feitas em algum momento do processo. O novo advogado somente tenta atrasar o júri popular; não traz nenhuma novidade; não alega nada novo. As amostras do sangue do casal forma colhidas no começo da investigação e comparadas exaustivamente com as amostras encontradas na cena do crime. Os leitores podem até rever a resposta dada à levorin sobre essa questão:
TJ PRIMEIRA INSTANCIA001.08.002241-4/00 -
INSTRUÇAO CRIMINAL
15/12/2008
Quando do oferecimento de suas razões em recurso de Apelação interposto pelos I. Drs. Defensores dos réus contra decisão proferida por este Juízo, que indeferiu pedido de liberdade provisória formulado pelos mesmos, o N. Causídicos chegaram a declarar, de forma expressa e categórica, em mais de uma ocasião – como bem lembrado pelo nobre representante do Ministério Público às fls. 4058 – que durante as investigações, os réus “PERMITIRAM” a coleta de sangue deles, querendo, com isso, demonstrar que estavam colaborando para a instrução do feito. Como podem, agora, virem novamente em Juízo para afirmarem exatamente o contrário e, o que é mais sintomático, alegar que se trata de fato novo ? (..........) como já ressaltado, não se trata de fato novo, mas de informação que há muito já constava dos autos, não adquirindo esta característica tão somente porque tal situação teria sido veiculada através de reportagem jornalística, a qual, diga-se de passagem, foi subscrita por jornalista que supostamente pertenceria à equipe da assistente técnica Delma Gama e Narici, que foi contratada pelos próprios réus, como mencionado pelo Dr. Promotor de Justiça em suas contra-razões deste recurso (fls. 4057).
Até quando teremos que esperar para que a justiça seja feita? Até quando a defesa dos Nardonis utilizará destes artifícios, que , embora legais, só trazem mais sofrimento a todos? Ana Carolina de Oliveira teve sua vida alterada tragicamente e os culpados demorarão quanto tempo para receberem a sentença???????????

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- Eles disseram que não tiraram sangue. Informaram que fizeram apenas uma coleta de urina, pois não tinha agulha para exame de sangue no Instituto de Criminalística. E se o sangue não é dos dois toda a investigação deve ser colocada em xeque - disse o criminalista.
Podval assumiu a defesa do casal no mês passado. Ele já sofreu sua primeira derrota ao ter negado o pedido de anulação do processo contra o casal. Podval disse que somente na semana passada se reuniu pela primeira vez com Alexandre e Anna Carolina. O advogado disse que não há terno de coleta de sangue no processo. Apesar disso, um dos laudos do Instituto de Criminalística apontaria 1 ml de sangue colhido dos dois para indicar a coincidência do perfil genético com o sangue encontrado na calça de Anna Carolina e na cadeirinha do carro.
A tentativa de mostrar que o casal não coletou sangue já foi feita pelo advogado Marco Polo Levorin, que estava à frente do caso. Podval disse, no entanto, que o pedido de Levorin acabou se perdendo no meio do processo, mas seria um ponto importantíssimo para provar a inocência dos dois, que estão presos há um ano em penitenciárias de Tremembé, a 140 quilômetros de São Paulo.
- Há uma dezena de pontos para serem esclarecidos antes do julgamento. Alexandre e Anna Carolina não podem ir à júri popular tão rapidamente - disse.
Podval entregou o pedido de um novo exame de sangue ao juiz Maurício Fossen, da 2ª Vara Criminal do Fórum de Santana, que direcionou o caso para o promotor Francisco Cembranelli, responsável pela acusação. O promotor disse que vai analisar o pedido, mas já adiantou que a coleta ou não do sangue é apenas um fragmento de toda uma prova contra Alexandre e Anna Carolina. Segundo ele, os próprios réus já admitiram que forneceram o sangue para análise em outros momentos.
Cembranelli acredita que o júri popular ocorra no segundo semestre no Fórum da Barra Funda, zona oeste de São Paulo. Segundo a polícia, Isabella foi estrangulada pela madrasta e arremessada do 6ª andar do edifício London pelo pai, que cortou a rede de proteção da janela do quarto dos filhos. O casal nega o assassinato. O promotor afirma que os advogados tentam fazer com que o caso caia no esquecimento.
A decisão de levar o casal a julgamento foi anunciada em outubro do ano passado pelo juiz Maurício Fossem e confirmada em março pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. Em seu parecer, o desembargador Luís Soares de Mello afirmou que acabar com o processo, como queriam os advogados do casal, é um contra-senso próximo da aberração. Disse ainda que os dois devem permanecer presos, pois a prisão é necessária para manter a ordem pública e a credibilidade da Justiça.
Fonte: O Globo

Todas as reinvidicações da nova defesa caso Isabella já foram feitas em algum momento do processo. O novo advogado somente tenta atrasar o júri popular; não traz nenhuma novidade; não alega nada novo. As amostras do sangue do casal forma colhidas no começo da investigação e comparadas exaustivamente com as amostras encontradas na cena do crime. Os leitores podem até rever a resposta dada à levorin sobre essa questão:
TJ PRIMEIRA INSTANCIA001.08.002241-4/00 -
INSTRUÇAO CRIMINAL
15/12/2008
Quando do oferecimento de suas razões em recurso de Apelação interposto pelos I. Drs. Defensores dos réus contra decisão proferida por este Juízo, que indeferiu pedido de liberdade provisória formulado pelos mesmos, o N. Causídicos chegaram a declarar, de forma expressa e categórica, em mais de uma ocasião – como bem lembrado pelo nobre representante do Ministério Público às fls. 4058 – que durante as investigações, os réus “PERMITIRAM” a coleta de sangue deles, querendo, com isso, demonstrar que estavam colaborando para a instrução do feito. Como podem, agora, virem novamente em Juízo para afirmarem exatamente o contrário e, o que é mais sintomático, alegar que se trata de fato novo ? (..........) como já ressaltado, não se trata de fato novo, mas de informação que há muito já constava dos autos, não adquirindo esta característica tão somente porque tal situação teria sido veiculada através de reportagem jornalística, a qual, diga-se de passagem, foi subscrita por jornalista que supostamente pertenceria à equipe da assistente técnica Delma Gama e Narici, que foi contratada pelos próprios réus, como mencionado pelo Dr. Promotor de Justiça em suas contra-razões deste recurso (fls. 4057).
Até quando teremos que esperar para que a justiça seja feita? Até quando a defesa dos Nardonis utilizará destes artifícios, que , embora legais, só trazem mais sofrimento a todos? Ana Carolina de Oliveira teve sua vida alterada tragicamente e os culpados demorarão quanto tempo para receberem a sentença???????????

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MACEIÓ - Edivan de Melo Almeida, de 18 anos, um dos suspeitos de ter participado do assalto em que um bebê foi arrastado pelo carro por cerca de 400 metros, na Ponta Verde, em Maceió, foi assassinado na noite desta quinta-feira, no bairro Canaã com tiros de pistola. Além de Edivan, o irmão dele P.I.M de 13 anos, também foi vítima dos disparos e morreu.
De acordo com o delegado Valdir Silva de Carvalho, que apura os assassinatos dos dois irmãos, a Polícia Civil já estava investigando a participação do jovem no assalto do qual foi vítima a família do bebê.
- Ele era um dos principais suspeitos desse crime. Além disso, era considerado o maior ladrão de carros de Maceió. Numa das vezes em que foi preso, ele estava com seis carros roubados na porta de casa. Só na Delegacia da Criança e do Adolescente ele responde a três inquéritos, dois por roubo e um por tráfico de drogas - disse o delegado.
Ainda segundo o delegado, Zeriavan Hipólito de Almeida, pai dos dois jovens assassinados, confirmou à polícia que o autor dos disparos era o traficante conhecido como 'Aranha'.
- O Edivan pode ter sido morto porque, há pouco tempo, assassinou dois integrantes da gangue do 'Aranha'. Também há suspeita de dívidas com traficantes - acrescentou Carvalho.
Edivan de Melo Almeida e o irmão P.I.M.A. foram executados na porta de casa com mais de 20 tiros, na Rua Água Branca, no Conjunto Canaã, bairro do Tabuleiro do Martins, periferia de Maceió.
A mãe dos jovens, que estava na residência quando os crimes aconteceram, conseguiu fugir do local com o filho mais novo, uma criança ainda de colo e o outro irmão das vítimas, que tem 17 anos. O pai deles, Zeriavan Hipólito, também escapou da morte porque estava trabalhando no momento dos assassinatos.
Segundo informações colhidas pelo 5º Batalhão da PM, há três meses, um outro irmão deles também perdeu a vida pelo mesmo motivo.
O pequeno Gabriel, de apenas quatro meses, foi arrastado por cerca de 400 metros, dentro da cadeirinha de bebê que ficou presa na porta do carro, depois que homens armados renderam Renata Dowell, mãe da criança, num assalto que aconteceu no último dia 23, na Rua Hélio Pradines, Ponta Verde.
Ao anunciar o roubo, os bandidos não perceberam que o bebê ficou no banco de trás do Renault Clio, de cor prata e placa. A cadeirinha ficou presa na porta do veículo pelo cinto de segurança.
Assustados com a situação, depois que um motoqueiro informou que o bebê estava preso ao carro, a quadrilha abandou o automóvel minutos depois.
Gabriel foi internado num hospital particular e passou por avaliação de um pediatra e de um neurocirurgião, devido à pancada na cabeça. Ela sofreu arranhões no rosto e no braço.


O Globo On Line
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MACEIÓ - Edivan de Melo Almeida, de 18 anos, um dos suspeitos de ter participado do assalto em que um bebê foi arrastado pelo carro por cerca de 400 metros, na Ponta Verde, em Maceió, foi assassinado na noite desta quinta-feira, no bairro Canaã com tiros de pistola. Além de Edivan, o irmão dele P.I.M de 13 anos, também foi vítima dos disparos e morreu.
De acordo com o delegado Valdir Silva de Carvalho, que apura os assassinatos dos dois irmãos, a Polícia Civil já estava investigando a participação do jovem no assalto do qual foi vítima a família do bebê.
- Ele era um dos principais suspeitos desse crime. Além disso, era considerado o maior ladrão de carros de Maceió. Numa das vezes em que foi preso, ele estava com seis carros roubados na porta de casa. Só na Delegacia da Criança e do Adolescente ele responde a três inquéritos, dois por roubo e um por tráfico de drogas - disse o delegado.
Ainda segundo o delegado, Zeriavan Hipólito de Almeida, pai dos dois jovens assassinados, confirmou à polícia que o autor dos disparos era o traficante conhecido como 'Aranha'.
- O Edivan pode ter sido morto porque, há pouco tempo, assassinou dois integrantes da gangue do 'Aranha'. Também há suspeita de dívidas com traficantes - acrescentou Carvalho.
Edivan de Melo Almeida e o irmão P.I.M.A. foram executados na porta de casa com mais de 20 tiros, na Rua Água Branca, no Conjunto Canaã, bairro do Tabuleiro do Martins, periferia de Maceió.
A mãe dos jovens, que estava na residência quando os crimes aconteceram, conseguiu fugir do local com o filho mais novo, uma criança ainda de colo e o outro irmão das vítimas, que tem 17 anos. O pai deles, Zeriavan Hipólito, também escapou da morte porque estava trabalhando no momento dos assassinatos.
Segundo informações colhidas pelo 5º Batalhão da PM, há três meses, um outro irmão deles também perdeu a vida pelo mesmo motivo.
O pequeno Gabriel, de apenas quatro meses, foi arrastado por cerca de 400 metros, dentro da cadeirinha de bebê que ficou presa na porta do carro, depois que homens armados renderam Renata Dowell, mãe da criança, num assalto que aconteceu no último dia 23, na Rua Hélio Pradines, Ponta Verde.
Ao anunciar o roubo, os bandidos não perceberam que o bebê ficou no banco de trás do Renault Clio, de cor prata e placa. A cadeirinha ficou presa na porta do veículo pelo cinto de segurança.
Assustados com a situação, depois que um motoqueiro informou que o bebê estava preso ao carro, a quadrilha abandou o automóvel minutos depois.
Gabriel foi internado num hospital particular e passou por avaliação de um pediatra e de um neurocirurgião, devido à pancada na cabeça. Ela sofreu arranhões no rosto e no braço.


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MACEIÓ - Edivan de Melo Almeida, de 18 anos, um dos suspeitos de ter participado do assalto em que um bebê foi arrastado pelo carro por cerca de 400 metros, na Ponta Verde, em Maceió, foi assassinado na noite desta quinta-feira, no bairro Canaã com tiros de pistola. Além de Edivan, o irmão dele P.I.M de 13 anos, também foi vítima dos disparos e morreu.
De acordo com o delegado Valdir Silva de Carvalho, que apura os assassinatos dos dois irmãos, a Polícia Civil já estava investigando a participação do jovem no assalto do qual foi vítima a família do bebê.
- Ele era um dos principais suspeitos desse crime. Além disso, era considerado o maior ladrão de carros de Maceió. Numa das vezes em que foi preso, ele estava com seis carros roubados na porta de casa. Só na Delegacia da Criança e do Adolescente ele responde a três inquéritos, dois por roubo e um por tráfico de drogas - disse o delegado.
Ainda segundo o delegado, Zeriavan Hipólito de Almeida, pai dos dois jovens assassinados, confirmou à polícia que o autor dos disparos era o traficante conhecido como 'Aranha'.
- O Edivan pode ter sido morto porque, há pouco tempo, assassinou dois integrantes da gangue do 'Aranha'. Também há suspeita de dívidas com traficantes - acrescentou Carvalho.
Edivan de Melo Almeida e o irmão P.I.M.A. foram executados na porta de casa com mais de 20 tiros, na Rua Água Branca, no Conjunto Canaã, bairro do Tabuleiro do Martins, periferia de Maceió.
A mãe dos jovens, que estava na residência quando os crimes aconteceram, conseguiu fugir do local com o filho mais novo, uma criança ainda de colo e o outro irmão das vítimas, que tem 17 anos. O pai deles, Zeriavan Hipólito, também escapou da morte porque estava trabalhando no momento dos assassinatos.
Segundo informações colhidas pelo 5º Batalhão da PM, há três meses, um outro irmão deles também perdeu a vida pelo mesmo motivo.
O pequeno Gabriel, de apenas quatro meses, foi arrastado por cerca de 400 metros, dentro da cadeirinha de bebê que ficou presa na porta do carro, depois que homens armados renderam Renata Dowell, mãe da criança, num assalto que aconteceu no último dia 23, na Rua Hélio Pradines, Ponta Verde.
Ao anunciar o roubo, os bandidos não perceberam que o bebê ficou no banco de trás do Renault Clio, de cor prata e placa. A cadeirinha ficou presa na porta do veículo pelo cinto de segurança.
Assustados com a situação, depois que um motoqueiro informou que o bebê estava preso ao carro, a quadrilha abandou o automóvel minutos depois.
Gabriel foi internado num hospital particular e passou por avaliação de um pediatra e de um neurocirurgião, devido à pancada na cabeça. Ela sofreu arranhões no rosto e no braço.


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MACEIÓ - Edivan de Melo Almeida, de 18 anos, um dos suspeitos de ter participado do assalto em que um bebê foi arrastado pelo carro por cerca de 400 metros, na Ponta Verde, em Maceió, foi assassinado na noite desta quinta-feira, no bairro Canaã com tiros de pistola. Além de Edivan, o irmão dele P.I.M de 13 anos, também foi vítima dos disparos e morreu.
De acordo com o delegado Valdir Silva de Carvalho, que apura os assassinatos dos dois irmãos, a Polícia Civil já estava investigando a participação do jovem no assalto do qual foi vítima a família do bebê.
- Ele era um dos principais suspeitos desse crime. Além disso, era considerado o maior ladrão de carros de Maceió. Numa das vezes em que foi preso, ele estava com seis carros roubados na porta de casa. Só na Delegacia da Criança e do Adolescente ele responde a três inquéritos, dois por roubo e um por tráfico de drogas - disse o delegado.
Ainda segundo o delegado, Zeriavan Hipólito de Almeida, pai dos dois jovens assassinados, confirmou à polícia que o autor dos disparos era o traficante conhecido como 'Aranha'.
- O Edivan pode ter sido morto porque, há pouco tempo, assassinou dois integrantes da gangue do 'Aranha'. Também há suspeita de dívidas com traficantes - acrescentou Carvalho.
Edivan de Melo Almeida e o irmão P.I.M.A. foram executados na porta de casa com mais de 20 tiros, na Rua Água Branca, no Conjunto Canaã, bairro do Tabuleiro do Martins, periferia de Maceió.
A mãe dos jovens, que estava na residência quando os crimes aconteceram, conseguiu fugir do local com o filho mais novo, uma criança ainda de colo e o outro irmão das vítimas, que tem 17 anos. O pai deles, Zeriavan Hipólito, também escapou da morte porque estava trabalhando no momento dos assassinatos.
Segundo informações colhidas pelo 5º Batalhão da PM, há três meses, um outro irmão deles também perdeu a vida pelo mesmo motivo.
O pequeno Gabriel, de apenas quatro meses, foi arrastado por cerca de 400 metros, dentro da cadeirinha de bebê que ficou presa na porta do carro, depois que homens armados renderam Renata Dowell, mãe da criança, num assalto que aconteceu no último dia 23, na Rua Hélio Pradines, Ponta Verde.
Ao anunciar o roubo, os bandidos não perceberam que o bebê ficou no banco de trás do Renault Clio, de cor prata e placa. A cadeirinha ficou presa na porta do veículo pelo cinto de segurança.
Assustados com a situação, depois que um motoqueiro informou que o bebê estava preso ao carro, a quadrilha abandou o automóvel minutos depois.
Gabriel foi internado num hospital particular e passou por avaliação de um pediatra e de um neurocirurgião, devido à pancada na cabeça. Ela sofreu arranhões no rosto e no braço.


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MACEIÓ - Edivan de Melo Almeida, de 18 anos, um dos suspeitos de ter participado do assalto em que um bebê foi arrastado pelo carro por cerca de 400 metros, na Ponta Verde, em Maceió, foi assassinado na noite desta quinta-feira, no bairro Canaã com tiros de pistola. Além de Edivan, o irmão dele P.I.M de 13 anos, também foi vítima dos disparos e morreu.
De acordo com o delegado Valdir Silva de Carvalho, que apura os assassinatos dos dois irmãos, a Polícia Civil já estava investigando a participação do jovem no assalto do qual foi vítima a família do bebê.
- Ele era um dos principais suspeitos desse crime. Além disso, era considerado o maior ladrão de carros de Maceió. Numa das vezes em que foi preso, ele estava com seis carros roubados na porta de casa. Só na Delegacia da Criança e do Adolescente ele responde a três inquéritos, dois por roubo e um por tráfico de drogas - disse o delegado.
Ainda segundo o delegado, Zeriavan Hipólito de Almeida, pai dos dois jovens assassinados, confirmou à polícia que o autor dos disparos era o traficante conhecido como 'Aranha'.
- O Edivan pode ter sido morto porque, há pouco tempo, assassinou dois integrantes da gangue do 'Aranha'. Também há suspeita de dívidas com traficantes - acrescentou Carvalho.
Edivan de Melo Almeida e o irmão P.I.M.A. foram executados na porta de casa com mais de 20 tiros, na Rua Água Branca, no Conjunto Canaã, bairro do Tabuleiro do Martins, periferia de Maceió.
A mãe dos jovens, que estava na residência quando os crimes aconteceram, conseguiu fugir do local com o filho mais novo, uma criança ainda de colo e o outro irmão das vítimas, que tem 17 anos. O pai deles, Zeriavan Hipólito, também escapou da morte porque estava trabalhando no momento dos assassinatos.
Segundo informações colhidas pelo 5º Batalhão da PM, há três meses, um outro irmão deles também perdeu a vida pelo mesmo motivo.
O pequeno Gabriel, de apenas quatro meses, foi arrastado por cerca de 400 metros, dentro da cadeirinha de bebê que ficou presa na porta do carro, depois que homens armados renderam Renata Dowell, mãe da criança, num assalto que aconteceu no último dia 23, na Rua Hélio Pradines, Ponta Verde.
Ao anunciar o roubo, os bandidos não perceberam que o bebê ficou no banco de trás do Renault Clio, de cor prata e placa. A cadeirinha ficou presa na porta do veículo pelo cinto de segurança.
Assustados com a situação, depois que um motoqueiro informou que o bebê estava preso ao carro, a quadrilha abandou o automóvel minutos depois.
Gabriel foi internado num hospital particular e passou por avaliação de um pediatra e de um neurocirurgião, devido à pancada na cabeça. Ela sofreu arranhões no rosto e no braço.


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MACEIÓ - Edivan de Melo Almeida, de 18 anos, um dos suspeitos de ter participado do assalto em que um bebê foi arrastado pelo carro por cerca de 400 metros, na Ponta Verde, em Maceió, foi assassinado na noite desta quinta-feira, no bairro Canaã com tiros de pistola. Além de Edivan, o irmão dele P.I.M de 13 anos, também foi vítima dos disparos e morreu.
De acordo com o delegado Valdir Silva de Carvalho, que apura os assassinatos dos dois irmãos, a Polícia Civil já estava investigando a participação do jovem no assalto do qual foi vítima a família do bebê.
- Ele era um dos principais suspeitos desse crime. Além disso, era considerado o maior ladrão de carros de Maceió. Numa das vezes em que foi preso, ele estava com seis carros roubados na porta de casa. Só na Delegacia da Criança e do Adolescente ele responde a três inquéritos, dois por roubo e um por tráfico de drogas - disse o delegado.
Ainda segundo o delegado, Zeriavan Hipólito de Almeida, pai dos dois jovens assassinados, confirmou à polícia que o autor dos disparos era o traficante conhecido como 'Aranha'.
- O Edivan pode ter sido morto porque, há pouco tempo, assassinou dois integrantes da gangue do 'Aranha'. Também há suspeita de dívidas com traficantes - acrescentou Carvalho.
Edivan de Melo Almeida e o irmão P.I.M.A. foram executados na porta de casa com mais de 20 tiros, na Rua Água Branca, no Conjunto Canaã, bairro do Tabuleiro do Martins, periferia de Maceió.
A mãe dos jovens, que estava na residência quando os crimes aconteceram, conseguiu fugir do local com o filho mais novo, uma criança ainda de colo e o outro irmão das vítimas, que tem 17 anos. O pai deles, Zeriavan Hipólito, também escapou da morte porque estava trabalhando no momento dos assassinatos.
Segundo informações colhidas pelo 5º Batalhão da PM, há três meses, um outro irmão deles também perdeu a vida pelo mesmo motivo.
O pequeno Gabriel, de apenas quatro meses, foi arrastado por cerca de 400 metros, dentro da cadeirinha de bebê que ficou presa na porta do carro, depois que homens armados renderam Renata Dowell, mãe da criança, num assalto que aconteceu no último dia 23, na Rua Hélio Pradines, Ponta Verde.
Ao anunciar o roubo, os bandidos não perceberam que o bebê ficou no banco de trás do Renault Clio, de cor prata e placa. A cadeirinha ficou presa na porta do veículo pelo cinto de segurança.
Assustados com a situação, depois que um motoqueiro informou que o bebê estava preso ao carro, a quadrilha abandou o automóvel minutos depois.
Gabriel foi internado num hospital particular e passou por avaliação de um pediatra e de um neurocirurgião, devido à pancada na cabeça. Ela sofreu arranhões no rosto e no braço.


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São Paulo - Os condomínios também serão alvos da fiscalização, conforme anunciou ontem o secretário de Estado da Justiça, Luiz Antônio Marrey. "Se houver denúncia (sobre o descumprimento), os fiscais poderão entrar nesses empreendimentos", afirmou. Isso porque, sancionada a lei antifumo, fica proibido o uso do cigarro em áreas comuns e fechadas dos edifícios residenciais e comerciais. Não será mais possível fumar nos salões e no hall.
"Como temos agora os 90 dias para as adequações, o trabalho será de encaminhar circulares aos condomínios e orientar que os prédios anexem adesivos informativos", afirmou Ana Paula Pellegrino, diretora da Adbens, empresa que administra 130 condomínios na capital paulista. No Estado, segundo o Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi), existem 40 mil condomínios residenciais e comerciais. "A grande dúvida que fica com relação a esta lei é para quem vai a multa em caso de infração", diz o vice-diretor da entidade, Hubert Gebara.
"O condomínio não pode receber a pena em dinheiro, por causa de um condômino infrator. Fora que o síndico não tem poder de polícia para afirmar quem foi que descumpriu a nova regra." Por isso, na avaliação de Gebara, o ideal é que a proibição de fumar em áreas coletivas e fechadas faça parte do regimento interno do prédio. Assim, da mesma forma que é proibido ao visitante usar a piscina, pois pode render multa, o síndico poderá multar o condômino que desrespeitar a lei antifumo.
O que já está definido é que durante as blitze de fiscalização os fumantes não precisarão ser detidos com a bituca para render multa. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, indícios serão suficientes para a aplicação da autuação, como presença de cinzeiros e ausência de placas informativas sobre a restrição. Além disso, os fiscais contarão com 15 aparelhos que detectam a presença de partículas do cigarro no ambiente. Os "fumômetros" ainda serão comprados. São equipamentos parecidos com os usados para avaliar a concentração de poluentes. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


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São Paulo - Os condomínios também serão alvos da fiscalização, conforme anunciou ontem o secretário de Estado da Justiça, Luiz Antônio Marrey. "Se houver denúncia (sobre o descumprimento), os fiscais poderão entrar nesses empreendimentos", afirmou. Isso porque, sancionada a lei antifumo, fica proibido o uso do cigarro em áreas comuns e fechadas dos edifícios residenciais e comerciais. Não será mais possível fumar nos salões e no hall.
"Como temos agora os 90 dias para as adequações, o trabalho será de encaminhar circulares aos condomínios e orientar que os prédios anexem adesivos informativos", afirmou Ana Paula Pellegrino, diretora da Adbens, empresa que administra 130 condomínios na capital paulista. No Estado, segundo o Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi), existem 40 mil condomínios residenciais e comerciais. "A grande dúvida que fica com relação a esta lei é para quem vai a multa em caso de infração", diz o vice-diretor da entidade, Hubert Gebara.
"O condomínio não pode receber a pena em dinheiro, por causa de um condômino infrator. Fora que o síndico não tem poder de polícia para afirmar quem foi que descumpriu a nova regra." Por isso, na avaliação de Gebara, o ideal é que a proibição de fumar em áreas coletivas e fechadas faça parte do regimento interno do prédio. Assim, da mesma forma que é proibido ao visitante usar a piscina, pois pode render multa, o síndico poderá multar o condômino que desrespeitar a lei antifumo.
O que já está definido é que durante as blitze de fiscalização os fumantes não precisarão ser detidos com a bituca para render multa. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, indícios serão suficientes para a aplicação da autuação, como presença de cinzeiros e ausência de placas informativas sobre a restrição. Além disso, os fiscais contarão com 15 aparelhos que detectam a presença de partículas do cigarro no ambiente. Os "fumômetros" ainda serão comprados. São equipamentos parecidos com os usados para avaliar a concentração de poluentes. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


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São Paulo - Os condomínios também serão alvos da fiscalização, conforme anunciou ontem o secretário de Estado da Justiça, Luiz Antônio Marrey. "Se houver denúncia (sobre o descumprimento), os fiscais poderão entrar nesses empreendimentos", afirmou. Isso porque, sancionada a lei antifumo, fica proibido o uso do cigarro em áreas comuns e fechadas dos edifícios residenciais e comerciais. Não será mais possível fumar nos salões e no hall.
"Como temos agora os 90 dias para as adequações, o trabalho será de encaminhar circulares aos condomínios e orientar que os prédios anexem adesivos informativos", afirmou Ana Paula Pellegrino, diretora da Adbens, empresa que administra 130 condomínios na capital paulista. No Estado, segundo o Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi), existem 40 mil condomínios residenciais e comerciais. "A grande dúvida que fica com relação a esta lei é para quem vai a multa em caso de infração", diz o vice-diretor da entidade, Hubert Gebara.
"O condomínio não pode receber a pena em dinheiro, por causa de um condômino infrator. Fora que o síndico não tem poder de polícia para afirmar quem foi que descumpriu a nova regra." Por isso, na avaliação de Gebara, o ideal é que a proibição de fumar em áreas coletivas e fechadas faça parte do regimento interno do prédio. Assim, da mesma forma que é proibido ao visitante usar a piscina, pois pode render multa, o síndico poderá multar o condômino que desrespeitar a lei antifumo.
O que já está definido é que durante as blitze de fiscalização os fumantes não precisarão ser detidos com a bituca para render multa. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, indícios serão suficientes para a aplicação da autuação, como presença de cinzeiros e ausência de placas informativas sobre a restrição. Além disso, os fiscais contarão com 15 aparelhos que detectam a presença de partículas do cigarro no ambiente. Os "fumômetros" ainda serão comprados. São equipamentos parecidos com os usados para avaliar a concentração de poluentes. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


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São Paulo - Os condomínios também serão alvos da fiscalização, conforme anunciou ontem o secretário de Estado da Justiça, Luiz Antônio Marrey. "Se houver denúncia (sobre o descumprimento), os fiscais poderão entrar nesses empreendimentos", afirmou. Isso porque, sancionada a lei antifumo, fica proibido o uso do cigarro em áreas comuns e fechadas dos edifícios residenciais e comerciais. Não será mais possível fumar nos salões e no hall.
"Como temos agora os 90 dias para as adequações, o trabalho será de encaminhar circulares aos condomínios e orientar que os prédios anexem adesivos informativos", afirmou Ana Paula Pellegrino, diretora da Adbens, empresa que administra 130 condomínios na capital paulista. No Estado, segundo o Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi), existem 40 mil condomínios residenciais e comerciais. "A grande dúvida que fica com relação a esta lei é para quem vai a multa em caso de infração", diz o vice-diretor da entidade, Hubert Gebara.
"O condomínio não pode receber a pena em dinheiro, por causa de um condômino infrator. Fora que o síndico não tem poder de polícia para afirmar quem foi que descumpriu a nova regra." Por isso, na avaliação de Gebara, o ideal é que a proibição de fumar em áreas coletivas e fechadas faça parte do regimento interno do prédio. Assim, da mesma forma que é proibido ao visitante usar a piscina, pois pode render multa, o síndico poderá multar o condômino que desrespeitar a lei antifumo.
O que já está definido é que durante as blitze de fiscalização os fumantes não precisarão ser detidos com a bituca para render multa. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, indícios serão suficientes para a aplicação da autuação, como presença de cinzeiros e ausência de placas informativas sobre a restrição. Além disso, os fiscais contarão com 15 aparelhos que detectam a presença de partículas do cigarro no ambiente. Os "fumômetros" ainda serão comprados. São equipamentos parecidos com os usados para avaliar a concentração de poluentes. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


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"Como temos agora os 90 dias para as adequações, o trabalho será de encaminhar circulares aos condomínios e orientar que os prédios anexem adesivos informativos", afirmou Ana Paula Pellegrino, diretora da Adbens, empresa que administra 130 condomínios na capital paulista. No Estado, segundo o Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi), existem 40 mil condomínios residenciais e comerciais. "A grande dúvida que fica com relação a esta lei é para quem vai a multa em caso de infração", diz o vice-diretor da entidade, Hubert Gebara.
"O condomínio não pode receber a pena em dinheiro, por causa de um condômino infrator. Fora que o síndico não tem poder de polícia para afirmar quem foi que descumpriu a nova regra." Por isso, na avaliação de Gebara, o ideal é que a proibição de fumar em áreas coletivas e fechadas faça parte do regimento interno do prédio. Assim, da mesma forma que é proibido ao visitante usar a piscina, pois pode render multa, o síndico poderá multar o condômino que desrespeitar a lei antifumo.
O que já está definido é que durante as blitze de fiscalização os fumantes não precisarão ser detidos com a bituca para render multa. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, indícios serão suficientes para a aplicação da autuação, como presença de cinzeiros e ausência de placas informativas sobre a restrição. Além disso, os fiscais contarão com 15 aparelhos que detectam a presença de partículas do cigarro no ambiente. Os "fumômetros" ainda serão comprados. São equipamentos parecidos com os usados para avaliar a concentração de poluentes. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


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São Paulo - Os condomínios também serão alvos da fiscalização, conforme anunciou ontem o secretário de Estado da Justiça, Luiz Antônio Marrey. "Se houver denúncia (sobre o descumprimento), os fiscais poderão entrar nesses empreendimentos", afirmou. Isso porque, sancionada a lei antifumo, fica proibido o uso do cigarro em áreas comuns e fechadas dos edifícios residenciais e comerciais. Não será mais possível fumar nos salões e no hall.
"Como temos agora os 90 dias para as adequações, o trabalho será de encaminhar circulares aos condomínios e orientar que os prédios anexem adesivos informativos", afirmou Ana Paula Pellegrino, diretora da Adbens, empresa que administra 130 condomínios na capital paulista. No Estado, segundo o Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi), existem 40 mil condomínios residenciais e comerciais. "A grande dúvida que fica com relação a esta lei é para quem vai a multa em caso de infração", diz o vice-diretor da entidade, Hubert Gebara.
"O condomínio não pode receber a pena em dinheiro, por causa de um condômino infrator. Fora que o síndico não tem poder de polícia para afirmar quem foi que descumpriu a nova regra." Por isso, na avaliação de Gebara, o ideal é que a proibição de fumar em áreas coletivas e fechadas faça parte do regimento interno do prédio. Assim, da mesma forma que é proibido ao visitante usar a piscina, pois pode render multa, o síndico poderá multar o condômino que desrespeitar a lei antifumo.
O que já está definido é que durante as blitze de fiscalização os fumantes não precisarão ser detidos com a bituca para render multa. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, indícios serão suficientes para a aplicação da autuação, como presença de cinzeiros e ausência de placas informativas sobre a restrição. Além disso, os fiscais contarão com 15 aparelhos que detectam a presença de partículas do cigarro no ambiente. Os "fumômetros" ainda serão comprados. São equipamentos parecidos com os usados para avaliar a concentração de poluentes. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


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Dois jovens em recuperação contam sobre os riscos de depender do crack

Imagine que você tem uma vida extra. Você poderia extrapolar todos seus limites e recomeçar tudo, com moderação. Só que você não é personagem de videogame. Os estudantes Ana* e Fábio* descobriram isso a tempo. Pararam de usar crack antes do jogo terminar. Aluna de colégio particular da Capital, ela está há cinco meses limpa. Ele estuda em colégio público e está internado há 15 dias, em uma clínica de Porto Alegre. Os dois aceitaram responder a perguntas do Kzuka, por e-mail, para contar por que não vale a pena entrar nessa.

Kzuka – Quando você experimentou o crack, tinha noção do seu alto poder de destruição?
Ana* – Sim, quando experimentei, todo mundo dizia isso, mas não levei muito em conta. Hoje, acho que até contou ser uma droga com mais poder de destruição, assim, eu seria mais eu. “Comigo o bicho não pega”, pensei. Fábio* – Quando usei pela primeira vez, eu não sabia que fazia tão mal. Quando fui perceber, já estava viciado. Daí, fui saber a quantidade de porcaria que tem na pedra, gasolina, esmalte, cimento...

Kzk – Como a droga lhe foi apresentada? Seus amigos usam ou usavam?
Ana* – Eu tinha bebido e tava de olho no guri que me apresentou. Acho que isso diz tudo.
Fábio* – Fumava maconha diariamente. Um dia, resolvi misturar com a pedra porque me disseram que era melhor. Estava na casa de um amigo e saí para comprar. Virou diário o uso, fora de controle. Quase todos meus amigos usam, mas fumo sozinho. Eles ficam na rua, eu não. Acho que é por vergonha, medo de que meu pai me pegasse ou soubessem que eu era um drogado.

Kzk – Quando você experimentou drogas pela primeira vez? E álcool?
Ana* – Álcool com 12 ou 13. Maconha com 15. Aos 15 e 16, eu mandava ver cerveja nas festas.
Fábio* – O crack eu comecei em 2008, mas, o álcool foi há muito tempo, aos 11 anos. O primeiro porre foi aos 14 anos.

Kzk – Como você se sente hoje?
Ana* – Hoje, sei que poderia ter perdido o trem da vida. A sorte esteve do meu lado. Tô viva. Fisicamente, tô recuperada. Psicologicamente, ainda é difícil. Quando bate a fissura, ninguém me aguenta.
Fábio* – Quando eu usava a droga, me sentia bem. Resolvi um monte de problemas, me sentia legal. Depois, eu fiquei muito mal, muito fraco, comecei a destruir a família, eu mesmo. Agora que eu tô me tratando, tô me sentindo muito melhor, me recuperando.

Kzk – Como estão os estudos, chegou a interrompê-los? No colégio, sabem da sua situação?
Ana* – Atrasei a 3ª série do Ensino Médio, ano que usei crack. Matava muita aula no final, mas, este ano, sei que vou passar. Se meus pais não tivessem contado na escola sobre o crack, acho que só saberiam que eu usei drogas, e até aí, muita gente usa. Meus pais “botaram na roda”. Fiquei muito revoltada. Agora, acho que foi bom.
Fábio* – Eu não interrompi os estudos, só agora para me tratar. Mas piorei muito na escola. Quando usava drogas, as notas baixaram, não queria estudar. A escola sabe que eu tô me tratando, porque o pai levou um atestado, mas só alguns amigos meus sabem.

Kzk – Como se deu o início do tratamento?
Ana* – Meus pais me levaram nuns quantos psicólogos e eu não aceitava. Diziam que era pra me internar à força. Como a Amy Winehouse, eu dizia “No, no and no”. Um amigo me levou pro grupo de Narcóticos Anônimos e deu certo.
Fábio* – Minha mãe me aconselhou. Depois que eles souberam, conversaram comigo, daí eu pensei bastante e resolvi me internar.

Kzk – Como seus pais ficaram sabendo que você usava a droga?
Ana* – Meus pais dizem que foi um telefonema anônimo, mas eu negava, negava, negava. Até que não deu mais pra negar...
Fábio* – Eu escondia deles. Quando eu tava usando maconha, eles souberam por causa do cheiro e dos olhos vermelhos. Com o crack, começou a sumir coisas de casa. Eu tava levando dinheiro, calçados, roupa.

Kzk – O que diria para jovens da sua idade que nunca experimentaram crack? E para quem usa outras drogas e bebe exageradamente nas festas?
Ana* – Nunca cheguem nessa parada. Atrasa tudo. Atrasa a vida. A ceva ou outra bebida com álcool qualquer é uma roubada. Teria muito pra dizer, mas cada um cuida ou descuida da sua própria vida.
Fábio* – Eu diria que não é bom. Pensem duas vezes antes de usar. O cara perde o controle, pode achar que é forte, mas sempre perde o controle, destrói a pessoa, a família. A droga é muito ruim. Quando tu usa uma droga por bastante tempo, tu quer usar outra. Então, não usem nenhuma droga. Tu não precisas encher a cara para curtir uma festa, se consegue fazer isso numa boa.

*Os nomes foram alterados para presevar a identidade dos jovens

Marcela Donini


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Dois jovens em recuperação contam sobre os riscos de depender do crack

Imagine que você tem uma vida extra. Você poderia extrapolar todos seus limites e recomeçar tudo, com moderação. Só que você não é personagem de videogame. Os estudantes Ana* e Fábio* descobriram isso a tempo. Pararam de usar crack antes do jogo terminar. Aluna de colégio particular da Capital, ela está há cinco meses limpa. Ele estuda em colégio público e está internado há 15 dias, em uma clínica de Porto Alegre. Os dois aceitaram responder a perguntas do Kzuka, por e-mail, para contar por que não vale a pena entrar nessa.

Kzuka – Quando você experimentou o crack, tinha noção do seu alto poder de destruição?
Ana* – Sim, quando experimentei, todo mundo dizia isso, mas não levei muito em conta. Hoje, acho que até contou ser uma droga com mais poder de destruição, assim, eu seria mais eu. “Comigo o bicho não pega”, pensei. Fábio* – Quando usei pela primeira vez, eu não sabia que fazia tão mal. Quando fui perceber, já estava viciado. Daí, fui saber a quantidade de porcaria que tem na pedra, gasolina, esmalte, cimento...

Kzk – Como a droga lhe foi apresentada? Seus amigos usam ou usavam?
Ana* – Eu tinha bebido e tava de olho no guri que me apresentou. Acho que isso diz tudo.
Fábio* – Fumava maconha diariamente. Um dia, resolvi misturar com a pedra porque me disseram que era melhor. Estava na casa de um amigo e saí para comprar. Virou diário o uso, fora de controle. Quase todos meus amigos usam, mas fumo sozinho. Eles ficam na rua, eu não. Acho que é por vergonha, medo de que meu pai me pegasse ou soubessem que eu era um drogado.

Kzk – Quando você experimentou drogas pela primeira vez? E álcool?
Ana* – Álcool com 12 ou 13. Maconha com 15. Aos 15 e 16, eu mandava ver cerveja nas festas.
Fábio* – O crack eu comecei em 2008, mas, o álcool foi há muito tempo, aos 11 anos. O primeiro porre foi aos 14 anos.

Kzk – Como você se sente hoje?
Ana* – Hoje, sei que poderia ter perdido o trem da vida. A sorte esteve do meu lado. Tô viva. Fisicamente, tô recuperada. Psicologicamente, ainda é difícil. Quando bate a fissura, ninguém me aguenta.
Fábio* – Quando eu usava a droga, me sentia bem. Resolvi um monte de problemas, me sentia legal. Depois, eu fiquei muito mal, muito fraco, comecei a destruir a família, eu mesmo. Agora que eu tô me tratando, tô me sentindo muito melhor, me recuperando.

Kzk – Como estão os estudos, chegou a interrompê-los? No colégio, sabem da sua situação?
Ana* – Atrasei a 3ª série do Ensino Médio, ano que usei crack. Matava muita aula no final, mas, este ano, sei que vou passar. Se meus pais não tivessem contado na escola sobre o crack, acho que só saberiam que eu usei drogas, e até aí, muita gente usa. Meus pais “botaram na roda”. Fiquei muito revoltada. Agora, acho que foi bom.
Fábio* – Eu não interrompi os estudos, só agora para me tratar. Mas piorei muito na escola. Quando usava drogas, as notas baixaram, não queria estudar. A escola sabe que eu tô me tratando, porque o pai levou um atestado, mas só alguns amigos meus sabem.

Kzk – Como se deu o início do tratamento?
Ana* – Meus pais me levaram nuns quantos psicólogos e eu não aceitava. Diziam que era pra me internar à força. Como a Amy Winehouse, eu dizia “No, no and no”. Um amigo me levou pro grupo de Narcóticos Anônimos e deu certo.
Fábio* – Minha mãe me aconselhou. Depois que eles souberam, conversaram comigo, daí eu pensei bastante e resolvi me internar.

Kzk – Como seus pais ficaram sabendo que você usava a droga?
Ana* – Meus pais dizem que foi um telefonema anônimo, mas eu negava, negava, negava. Até que não deu mais pra negar...
Fábio* – Eu escondia deles. Quando eu tava usando maconha, eles souberam por causa do cheiro e dos olhos vermelhos. Com o crack, começou a sumir coisas de casa. Eu tava levando dinheiro, calçados, roupa.

Kzk – O que diria para jovens da sua idade que nunca experimentaram crack? E para quem usa outras drogas e bebe exageradamente nas festas?
Ana* – Nunca cheguem nessa parada. Atrasa tudo. Atrasa a vida. A ceva ou outra bebida com álcool qualquer é uma roubada. Teria muito pra dizer, mas cada um cuida ou descuida da sua própria vida.
Fábio* – Eu diria que não é bom. Pensem duas vezes antes de usar. O cara perde o controle, pode achar que é forte, mas sempre perde o controle, destrói a pessoa, a família. A droga é muito ruim. Quando tu usa uma droga por bastante tempo, tu quer usar outra. Então, não usem nenhuma droga. Tu não precisas encher a cara para curtir uma festa, se consegue fazer isso numa boa.

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Marcela Donini


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Dois jovens em recuperação contam sobre os riscos de depender do crack

Imagine que você tem uma vida extra. Você poderia extrapolar todos seus limites e recomeçar tudo, com moderação. Só que você não é personagem de videogame. Os estudantes Ana* e Fábio* descobriram isso a tempo. Pararam de usar crack antes do jogo terminar. Aluna de colégio particular da Capital, ela está há cinco meses limpa. Ele estuda em colégio público e está internado há 15 dias, em uma clínica de Porto Alegre. Os dois aceitaram responder a perguntas do Kzuka, por e-mail, para contar por que não vale a pena entrar nessa.

Kzuka – Quando você experimentou o crack, tinha noção do seu alto poder de destruição?
Ana* – Sim, quando experimentei, todo mundo dizia isso, mas não levei muito em conta. Hoje, acho que até contou ser uma droga com mais poder de destruição, assim, eu seria mais eu. “Comigo o bicho não pega”, pensei. Fábio* – Quando usei pela primeira vez, eu não sabia que fazia tão mal. Quando fui perceber, já estava viciado. Daí, fui saber a quantidade de porcaria que tem na pedra, gasolina, esmalte, cimento...

Kzk – Como a droga lhe foi apresentada? Seus amigos usam ou usavam?
Ana* – Eu tinha bebido e tava de olho no guri que me apresentou. Acho que isso diz tudo.
Fábio* – Fumava maconha diariamente. Um dia, resolvi misturar com a pedra porque me disseram que era melhor. Estava na casa de um amigo e saí para comprar. Virou diário o uso, fora de controle. Quase todos meus amigos usam, mas fumo sozinho. Eles ficam na rua, eu não. Acho que é por vergonha, medo de que meu pai me pegasse ou soubessem que eu era um drogado.

Kzk – Quando você experimentou drogas pela primeira vez? E álcool?
Ana* – Álcool com 12 ou 13. Maconha com 15. Aos 15 e 16, eu mandava ver cerveja nas festas.
Fábio* – O crack eu comecei em 2008, mas, o álcool foi há muito tempo, aos 11 anos. O primeiro porre foi aos 14 anos.

Kzk – Como você se sente hoje?
Ana* – Hoje, sei que poderia ter perdido o trem da vida. A sorte esteve do meu lado. Tô viva. Fisicamente, tô recuperada. Psicologicamente, ainda é difícil. Quando bate a fissura, ninguém me aguenta.
Fábio* – Quando eu usava a droga, me sentia bem. Resolvi um monte de problemas, me sentia legal. Depois, eu fiquei muito mal, muito fraco, comecei a destruir a família, eu mesmo. Agora que eu tô me tratando, tô me sentindo muito melhor, me recuperando.

Kzk – Como estão os estudos, chegou a interrompê-los? No colégio, sabem da sua situação?
Ana* – Atrasei a 3ª série do Ensino Médio, ano que usei crack. Matava muita aula no final, mas, este ano, sei que vou passar. Se meus pais não tivessem contado na escola sobre o crack, acho que só saberiam que eu usei drogas, e até aí, muita gente usa. Meus pais “botaram na roda”. Fiquei muito revoltada. Agora, acho que foi bom.
Fábio* – Eu não interrompi os estudos, só agora para me tratar. Mas piorei muito na escola. Quando usava drogas, as notas baixaram, não queria estudar. A escola sabe que eu tô me tratando, porque o pai levou um atestado, mas só alguns amigos meus sabem.

Kzk – Como se deu o início do tratamento?
Ana* – Meus pais me levaram nuns quantos psicólogos e eu não aceitava. Diziam que era pra me internar à força. Como a Amy Winehouse, eu dizia “No, no and no”. Um amigo me levou pro grupo de Narcóticos Anônimos e deu certo.
Fábio* – Minha mãe me aconselhou. Depois que eles souberam, conversaram comigo, daí eu pensei bastante e resolvi me internar.

Kzk – Como seus pais ficaram sabendo que você usava a droga?
Ana* – Meus pais dizem que foi um telefonema anônimo, mas eu negava, negava, negava. Até que não deu mais pra negar...
Fábio* – Eu escondia deles. Quando eu tava usando maconha, eles souberam por causa do cheiro e dos olhos vermelhos. Com o crack, começou a sumir coisas de casa. Eu tava levando dinheiro, calçados, roupa.

Kzk – O que diria para jovens da sua idade que nunca experimentaram crack? E para quem usa outras drogas e bebe exageradamente nas festas?
Ana* – Nunca cheguem nessa parada. Atrasa tudo. Atrasa a vida. A ceva ou outra bebida com álcool qualquer é uma roubada. Teria muito pra dizer, mas cada um cuida ou descuida da sua própria vida.
Fábio* – Eu diria que não é bom. Pensem duas vezes antes de usar. O cara perde o controle, pode achar que é forte, mas sempre perde o controle, destrói a pessoa, a família. A droga é muito ruim. Quando tu usa uma droga por bastante tempo, tu quer usar outra. Então, não usem nenhuma droga. Tu não precisas encher a cara para curtir uma festa, se consegue fazer isso numa boa.

*Os nomes foram alterados para presevar a identidade dos jovens

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Dois jovens em recuperação contam sobre os riscos de depender do crack

Imagine que você tem uma vida extra. Você poderia extrapolar todos seus limites e recomeçar tudo, com moderação. Só que você não é personagem de videogame. Os estudantes Ana* e Fábio* descobriram isso a tempo. Pararam de usar crack antes do jogo terminar. Aluna de colégio particular da Capital, ela está há cinco meses limpa. Ele estuda em colégio público e está internado há 15 dias, em uma clínica de Porto Alegre. Os dois aceitaram responder a perguntas do Kzuka, por e-mail, para contar por que não vale a pena entrar nessa.

Kzuka – Quando você experimentou o crack, tinha noção do seu alto poder de destruição?
Ana* – Sim, quando experimentei, todo mundo dizia isso, mas não levei muito em conta. Hoje, acho que até contou ser uma droga com mais poder de destruição, assim, eu seria mais eu. “Comigo o bicho não pega”, pensei. Fábio* – Quando usei pela primeira vez, eu não sabia que fazia tão mal. Quando fui perceber, já estava viciado. Daí, fui saber a quantidade de porcaria que tem na pedra, gasolina, esmalte, cimento...

Kzk – Como a droga lhe foi apresentada? Seus amigos usam ou usavam?
Ana* – Eu tinha bebido e tava de olho no guri que me apresentou. Acho que isso diz tudo.
Fábio* – Fumava maconha diariamente. Um dia, resolvi misturar com a pedra porque me disseram que era melhor. Estava na casa de um amigo e saí para comprar. Virou diário o uso, fora de controle. Quase todos meus amigos usam, mas fumo sozinho. Eles ficam na rua, eu não. Acho que é por vergonha, medo de que meu pai me pegasse ou soubessem que eu era um drogado.

Kzk – Quando você experimentou drogas pela primeira vez? E álcool?
Ana* – Álcool com 12 ou 13. Maconha com 15. Aos 15 e 16, eu mandava ver cerveja nas festas.
Fábio* – O crack eu comecei em 2008, mas, o álcool foi há muito tempo, aos 11 anos. O primeiro porre foi aos 14 anos.

Kzk – Como você se sente hoje?
Ana* – Hoje, sei que poderia ter perdido o trem da vida. A sorte esteve do meu lado. Tô viva. Fisicamente, tô recuperada. Psicologicamente, ainda é difícil. Quando bate a fissura, ninguém me aguenta.
Fábio* – Quando eu usava a droga, me sentia bem. Resolvi um monte de problemas, me sentia legal. Depois, eu fiquei muito mal, muito fraco, comecei a destruir a família, eu mesmo. Agora que eu tô me tratando, tô me sentindo muito melhor, me recuperando.

Kzk – Como estão os estudos, chegou a interrompê-los? No colégio, sabem da sua situação?
Ana* – Atrasei a 3ª série do Ensino Médio, ano que usei crack. Matava muita aula no final, mas, este ano, sei que vou passar. Se meus pais não tivessem contado na escola sobre o crack, acho que só saberiam que eu usei drogas, e até aí, muita gente usa. Meus pais “botaram na roda”. Fiquei muito revoltada. Agora, acho que foi bom.
Fábio* – Eu não interrompi os estudos, só agora para me tratar. Mas piorei muito na escola. Quando usava drogas, as notas baixaram, não queria estudar. A escola sabe que eu tô me tratando, porque o pai levou um atestado, mas só alguns amigos meus sabem.

Kzk – Como se deu o início do tratamento?
Ana* – Meus pais me levaram nuns quantos psicólogos e eu não aceitava. Diziam que era pra me internar à força. Como a Amy Winehouse, eu dizia “No, no and no”. Um amigo me levou pro grupo de Narcóticos Anônimos e deu certo.
Fábio* – Minha mãe me aconselhou. Depois que eles souberam, conversaram comigo, daí eu pensei bastante e resolvi me internar.

Kzk – Como seus pais ficaram sabendo que você usava a droga?
Ana* – Meus pais dizem que foi um telefonema anônimo, mas eu negava, negava, negava. Até que não deu mais pra negar...
Fábio* – Eu escondia deles. Quando eu tava usando maconha, eles souberam por causa do cheiro e dos olhos vermelhos. Com o crack, começou a sumir coisas de casa. Eu tava levando dinheiro, calçados, roupa.

Kzk – O que diria para jovens da sua idade que nunca experimentaram crack? E para quem usa outras drogas e bebe exageradamente nas festas?
Ana* – Nunca cheguem nessa parada. Atrasa tudo. Atrasa a vida. A ceva ou outra bebida com álcool qualquer é uma roubada. Teria muito pra dizer, mas cada um cuida ou descuida da sua própria vida.
Fábio* – Eu diria que não é bom. Pensem duas vezes antes de usar. O cara perde o controle, pode achar que é forte, mas sempre perde o controle, destrói a pessoa, a família. A droga é muito ruim. Quando tu usa uma droga por bastante tempo, tu quer usar outra. Então, não usem nenhuma droga. Tu não precisas encher a cara para curtir uma festa, se consegue fazer isso numa boa.

*Os nomes foram alterados para presevar a identidade dos jovens

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Dois jovens em recuperação contam sobre os riscos de depender do crack

Imagine que você tem uma vida extra. Você poderia extrapolar todos seus limites e recomeçar tudo, com moderação. Só que você não é personagem de videogame. Os estudantes Ana* e Fábio* descobriram isso a tempo. Pararam de usar crack antes do jogo terminar. Aluna de colégio particular da Capital, ela está há cinco meses limpa. Ele estuda em colégio público e está internado há 15 dias, em uma clínica de Porto Alegre. Os dois aceitaram responder a perguntas do Kzuka, por e-mail, para contar por que não vale a pena entrar nessa.

Kzuka – Quando você experimentou o crack, tinha noção do seu alto poder de destruição?
Ana* – Sim, quando experimentei, todo mundo dizia isso, mas não levei muito em conta. Hoje, acho que até contou ser uma droga com mais poder de destruição, assim, eu seria mais eu. “Comigo o bicho não pega”, pensei. Fábio* – Quando usei pela primeira vez, eu não sabia que fazia tão mal. Quando fui perceber, já estava viciado. Daí, fui saber a quantidade de porcaria que tem na pedra, gasolina, esmalte, cimento...

Kzk – Como a droga lhe foi apresentada? Seus amigos usam ou usavam?
Ana* – Eu tinha bebido e tava de olho no guri que me apresentou. Acho que isso diz tudo.
Fábio* – Fumava maconha diariamente. Um dia, resolvi misturar com a pedra porque me disseram que era melhor. Estava na casa de um amigo e saí para comprar. Virou diário o uso, fora de controle. Quase todos meus amigos usam, mas fumo sozinho. Eles ficam na rua, eu não. Acho que é por vergonha, medo de que meu pai me pegasse ou soubessem que eu era um drogado.

Kzk – Quando você experimentou drogas pela primeira vez? E álcool?
Ana* – Álcool com 12 ou 13. Maconha com 15. Aos 15 e 16, eu mandava ver cerveja nas festas.
Fábio* – O crack eu comecei em 2008, mas, o álcool foi há muito tempo, aos 11 anos. O primeiro porre foi aos 14 anos.

Kzk – Como você se sente hoje?
Ana* – Hoje, sei que poderia ter perdido o trem da vida. A sorte esteve do meu lado. Tô viva. Fisicamente, tô recuperada. Psicologicamente, ainda é difícil. Quando bate a fissura, ninguém me aguenta.
Fábio* – Quando eu usava a droga, me sentia bem. Resolvi um monte de problemas, me sentia legal. Depois, eu fiquei muito mal, muito fraco, comecei a destruir a família, eu mesmo. Agora que eu tô me tratando, tô me sentindo muito melhor, me recuperando.

Kzk – Como estão os estudos, chegou a interrompê-los? No colégio, sabem da sua situação?
Ana* – Atrasei a 3ª série do Ensino Médio, ano que usei crack. Matava muita aula no final, mas, este ano, sei que vou passar. Se meus pais não tivessem contado na escola sobre o crack, acho que só saberiam que eu usei drogas, e até aí, muita gente usa. Meus pais “botaram na roda”. Fiquei muito revoltada. Agora, acho que foi bom.
Fábio* – Eu não interrompi os estudos, só agora para me tratar. Mas piorei muito na escola. Quando usava drogas, as notas baixaram, não queria estudar. A escola sabe que eu tô me tratando, porque o pai levou um atestado, mas só alguns amigos meus sabem.

Kzk – Como se deu o início do tratamento?
Ana* – Meus pais me levaram nuns quantos psicólogos e eu não aceitava. Diziam que era pra me internar à força. Como a Amy Winehouse, eu dizia “No, no and no”. Um amigo me levou pro grupo de Narcóticos Anônimos e deu certo.
Fábio* – Minha mãe me aconselhou. Depois que eles souberam, conversaram comigo, daí eu pensei bastante e resolvi me internar.

Kzk – Como seus pais ficaram sabendo que você usava a droga?
Ana* – Meus pais dizem que foi um telefonema anônimo, mas eu negava, negava, negava. Até que não deu mais pra negar...
Fábio* – Eu escondia deles. Quando eu tava usando maconha, eles souberam por causa do cheiro e dos olhos vermelhos. Com o crack, começou a sumir coisas de casa. Eu tava levando dinheiro, calçados, roupa.

Kzk – O que diria para jovens da sua idade que nunca experimentaram crack? E para quem usa outras drogas e bebe exageradamente nas festas?
Ana* – Nunca cheguem nessa parada. Atrasa tudo. Atrasa a vida. A ceva ou outra bebida com álcool qualquer é uma roubada. Teria muito pra dizer, mas cada um cuida ou descuida da sua própria vida.
Fábio* – Eu diria que não é bom. Pensem duas vezes antes de usar. O cara perde o controle, pode achar que é forte, mas sempre perde o controle, destrói a pessoa, a família. A droga é muito ruim. Quando tu usa uma droga por bastante tempo, tu quer usar outra. Então, não usem nenhuma droga. Tu não precisas encher a cara para curtir uma festa, se consegue fazer isso numa boa.

*Os nomes foram alterados para presevar a identidade dos jovens

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Dois jovens em recuperação contam sobre os riscos de depender do crack

Imagine que você tem uma vida extra. Você poderia extrapolar todos seus limites e recomeçar tudo, com moderação. Só que você não é personagem de videogame. Os estudantes Ana* e Fábio* descobriram isso a tempo. Pararam de usar crack antes do jogo terminar. Aluna de colégio particular da Capital, ela está há cinco meses limpa. Ele estuda em colégio público e está internado há 15 dias, em uma clínica de Porto Alegre. Os dois aceitaram responder a perguntas do Kzuka, por e-mail, para contar por que não vale a pena entrar nessa.

Kzuka – Quando você experimentou o crack, tinha noção do seu alto poder de destruição?
Ana* – Sim, quando experimentei, todo mundo dizia isso, mas não levei muito em conta. Hoje, acho que até contou ser uma droga com mais poder de destruição, assim, eu seria mais eu. “Comigo o bicho não pega”, pensei. Fábio* – Quando usei pela primeira vez, eu não sabia que fazia tão mal. Quando fui perceber, já estava viciado. Daí, fui saber a quantidade de porcaria que tem na pedra, gasolina, esmalte, cimento...

Kzk – Como a droga lhe foi apresentada? Seus amigos usam ou usavam?
Ana* – Eu tinha bebido e tava de olho no guri que me apresentou. Acho que isso diz tudo.
Fábio* – Fumava maconha diariamente. Um dia, resolvi misturar com a pedra porque me disseram que era melhor. Estava na casa de um amigo e saí para comprar. Virou diário o uso, fora de controle. Quase todos meus amigos usam, mas fumo sozinho. Eles ficam na rua, eu não. Acho que é por vergonha, medo de que meu pai me pegasse ou soubessem que eu era um drogado.

Kzk – Quando você experimentou drogas pela primeira vez? E álcool?
Ana* – Álcool com 12 ou 13. Maconha com 15. Aos 15 e 16, eu mandava ver cerveja nas festas.
Fábio* – O crack eu comecei em 2008, mas, o álcool foi há muito tempo, aos 11 anos. O primeiro porre foi aos 14 anos.

Kzk – Como você se sente hoje?
Ana* – Hoje, sei que poderia ter perdido o trem da vida. A sorte esteve do meu lado. Tô viva. Fisicamente, tô recuperada. Psicologicamente, ainda é difícil. Quando bate a fissura, ninguém me aguenta.
Fábio* – Quando eu usava a droga, me sentia bem. Resolvi um monte de problemas, me sentia legal. Depois, eu fiquei muito mal, muito fraco, comecei a destruir a família, eu mesmo. Agora que eu tô me tratando, tô me sentindo muito melhor, me recuperando.

Kzk – Como estão os estudos, chegou a interrompê-los? No colégio, sabem da sua situação?
Ana* – Atrasei a 3ª série do Ensino Médio, ano que usei crack. Matava muita aula no final, mas, este ano, sei que vou passar. Se meus pais não tivessem contado na escola sobre o crack, acho que só saberiam que eu usei drogas, e até aí, muita gente usa. Meus pais “botaram na roda”. Fiquei muito revoltada. Agora, acho que foi bom.
Fábio* – Eu não interrompi os estudos, só agora para me tratar. Mas piorei muito na escola. Quando usava drogas, as notas baixaram, não queria estudar. A escola sabe que eu tô me tratando, porque o pai levou um atestado, mas só alguns amigos meus sabem.

Kzk – Como se deu o início do tratamento?
Ana* – Meus pais me levaram nuns quantos psicólogos e eu não aceitava. Diziam que era pra me internar à força. Como a Amy Winehouse, eu dizia “No, no and no”. Um amigo me levou pro grupo de Narcóticos Anônimos e deu certo.
Fábio* – Minha mãe me aconselhou. Depois que eles souberam, conversaram comigo, daí eu pensei bastante e resolvi me internar.

Kzk – Como seus pais ficaram sabendo que você usava a droga?
Ana* – Meus pais dizem que foi um telefonema anônimo, mas eu negava, negava, negava. Até que não deu mais pra negar...
Fábio* – Eu escondia deles. Quando eu tava usando maconha, eles souberam por causa do cheiro e dos olhos vermelhos. Com o crack, começou a sumir coisas de casa. Eu tava levando dinheiro, calçados, roupa.

Kzk – O que diria para jovens da sua idade que nunca experimentaram crack? E para quem usa outras drogas e bebe exageradamente nas festas?
Ana* – Nunca cheguem nessa parada. Atrasa tudo. Atrasa a vida. A ceva ou outra bebida com álcool qualquer é uma roubada. Teria muito pra dizer, mas cada um cuida ou descuida da sua própria vida.
Fábio* – Eu diria que não é bom. Pensem duas vezes antes de usar. O cara perde o controle, pode achar que é forte, mas sempre perde o controle, destrói a pessoa, a família. A droga é muito ruim. Quando tu usa uma droga por bastante tempo, tu quer usar outra. Então, não usem nenhuma droga. Tu não precisas encher a cara para curtir uma festa, se consegue fazer isso numa boa.

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Gêmea de jovem morta pela família conta que irmã levava pauladas, era apedrejada e sequer podia usar o banheiro

Rio - O novo depoimento de Ana Paula Silva Magalhães revelou detalhes assombrosos das sessões de tortura sofridas pela irmã gêmea dela, Suzana Magalhães, morta pela mãe e pelo tio na semana passada. O relato, feito quarta-feira à noite, chocou os policiais da 25ª DP (Engenho Novo). Ana Paula contou que a irmã apanhava constantemente da mãe, Maria Glória Silva Magalhães, e que levava pauladas e era apedrejada pelo tio, Sílvio da Costa Silva. Ontem, os acusados foram submetidos a acareação.
“Tenho 20 anos de profissão e nunca vi um caso tão bárbaro. E a frieza deles impressiona ainda mais”, disse a delegada Adriana Belém. Ana Paula afirma que também era agredida e que nunca revelou as brutalidades porque tinha medo.
Segundo ela, a tortura começou por ordem da entidade Ciganinha, que Vera Regina da Rocha César, mulher de Sílvio, incorporava. A alegação era de que Suzana iria “desgraçar” a família com a revelação de que era violentada pelo tio.
A gêmea contou que Suzana era obrigada a passar o dia sentada em um banco ou de pé, contra a parede. Quando a jovem adormecia, Sílvio jogava pedras contra ela. A moça só podia beber água com hora marcada, tinha que usar luvas, meias e touca e fazia todas as tarefas domésticas. Também era proibida de ir ao banheiro — urina e fezes eram despejadas numa garrafa plástica. Muitas vezes, no entanto, nem esse objeto podia utilizar. Ainda segundo Ana Paula, Suzana era violentada pelo tio quando a mulher dele saía de casa.
O pai das gêmeas disse ontem que Ana Paula começou tratamento psicológico e que ainda está abalada. “ Temo que ela entre em um trauma profundo se a mãe sair da prisão”.

Detalhes da sentença de morte e do dia do crime
O relato de Ana Paula revelou que a sentença de morte da irmã foi decretada em 3 de abril, após ritual. Na tarde do dia 27, a mãe contou como seria o crime: Sílvio daria 30 comprimidos de calmante, cinco de remédio para diabete, vinho e cocaína. Ana Paula disse que, ao sair para a escola, viu Sílvio entrar na casa.
Horas mais tarde, Ana Paula teve que ir para a casa de Vera, onde também estava a mãe. Como Sílvio estava demorando, Glória foi encontrá-lo e, na volta, confirmou a morte de Suzana. Em ritual naquela noite, o tio contou que a jovem não morreu ao ingerir o coquetel dado por ele. Por isso, Sílvio teria asfixiado a moça.
Pela primeira vez após a prisão, os três acusados se encontraram ontem. Vera não falou. Glória negou os maus-tratos e voltou a dizer que Suzana se drogava. Ela reafirmou que, numa briga, empurrou a filha, que bateu a cabeça na parede. Sílvio admitiu participar de rituais, mas negou o crime. Advogado de Glória, Gelson Ortiz vai alegar legítima defesa: “A filha agredia a mãe”.


O DIA ONLINE
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Gêmea de jovem morta pela família conta que irmã levava pauladas, era apedrejada e sequer podia usar o banheiro

Rio - O novo depoimento de Ana Paula Silva Magalhães revelou detalhes assombrosos das sessões de tortura sofridas pela irmã gêmea dela, Suzana Magalhães, morta pela mãe e pelo tio na semana passada. O relato, feito quarta-feira à noite, chocou os policiais da 25ª DP (Engenho Novo). Ana Paula contou que a irmã apanhava constantemente da mãe, Maria Glória Silva Magalhães, e que levava pauladas e era apedrejada pelo tio, Sílvio da Costa Silva. Ontem, os acusados foram submetidos a acareação.
“Tenho 20 anos de profissão e nunca vi um caso tão bárbaro. E a frieza deles impressiona ainda mais”, disse a delegada Adriana Belém. Ana Paula afirma que também era agredida e que nunca revelou as brutalidades porque tinha medo.
Segundo ela, a tortura começou por ordem da entidade Ciganinha, que Vera Regina da Rocha César, mulher de Sílvio, incorporava. A alegação era de que Suzana iria “desgraçar” a família com a revelação de que era violentada pelo tio.
A gêmea contou que Suzana era obrigada a passar o dia sentada em um banco ou de pé, contra a parede. Quando a jovem adormecia, Sílvio jogava pedras contra ela. A moça só podia beber água com hora marcada, tinha que usar luvas, meias e touca e fazia todas as tarefas domésticas. Também era proibida de ir ao banheiro — urina e fezes eram despejadas numa garrafa plástica. Muitas vezes, no entanto, nem esse objeto podia utilizar. Ainda segundo Ana Paula, Suzana era violentada pelo tio quando a mulher dele saía de casa.
O pai das gêmeas disse ontem que Ana Paula começou tratamento psicológico e que ainda está abalada. “ Temo que ela entre em um trauma profundo se a mãe sair da prisão”.

Detalhes da sentença de morte e do dia do crime
O relato de Ana Paula revelou que a sentença de morte da irmã foi decretada em 3 de abril, após ritual. Na tarde do dia 27, a mãe contou como seria o crime: Sílvio daria 30 comprimidos de calmante, cinco de remédio para diabete, vinho e cocaína. Ana Paula disse que, ao sair para a escola, viu Sílvio entrar na casa.
Horas mais tarde, Ana Paula teve que ir para a casa de Vera, onde também estava a mãe. Como Sílvio estava demorando, Glória foi encontrá-lo e, na volta, confirmou a morte de Suzana. Em ritual naquela noite, o tio contou que a jovem não morreu ao ingerir o coquetel dado por ele. Por isso, Sílvio teria asfixiado a moça.
Pela primeira vez após a prisão, os três acusados se encontraram ontem. Vera não falou. Glória negou os maus-tratos e voltou a dizer que Suzana se drogava. Ela reafirmou que, numa briga, empurrou a filha, que bateu a cabeça na parede. Sílvio admitiu participar de rituais, mas negou o crime. Advogado de Glória, Gelson Ortiz vai alegar legítima defesa: “A filha agredia a mãe”.


O DIA ONLINE
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Gêmea de jovem morta pela família conta que irmã levava pauladas, era apedrejada e sequer podia usar o banheiro

Rio - O novo depoimento de Ana Paula Silva Magalhães revelou detalhes assombrosos das sessões de tortura sofridas pela irmã gêmea dela, Suzana Magalhães, morta pela mãe e pelo tio na semana passada. O relato, feito quarta-feira à noite, chocou os policiais da 25ª DP (Engenho Novo). Ana Paula contou que a irmã apanhava constantemente da mãe, Maria Glória Silva Magalhães, e que levava pauladas e era apedrejada pelo tio, Sílvio da Costa Silva. Ontem, os acusados foram submetidos a acareação.
“Tenho 20 anos de profissão e nunca vi um caso tão bárbaro. E a frieza deles impressiona ainda mais”, disse a delegada Adriana Belém. Ana Paula afirma que também era agredida e que nunca revelou as brutalidades porque tinha medo.
Segundo ela, a tortura começou por ordem da entidade Ciganinha, que Vera Regina da Rocha César, mulher de Sílvio, incorporava. A alegação era de que Suzana iria “desgraçar” a família com a revelação de que era violentada pelo tio.
A gêmea contou que Suzana era obrigada a passar o dia sentada em um banco ou de pé, contra a parede. Quando a jovem adormecia, Sílvio jogava pedras contra ela. A moça só podia beber água com hora marcada, tinha que usar luvas, meias e touca e fazia todas as tarefas domésticas. Também era proibida de ir ao banheiro — urina e fezes eram despejadas numa garrafa plástica. Muitas vezes, no entanto, nem esse objeto podia utilizar. Ainda segundo Ana Paula, Suzana era violentada pelo tio quando a mulher dele saía de casa.
O pai das gêmeas disse ontem que Ana Paula começou tratamento psicológico e que ainda está abalada. “ Temo que ela entre em um trauma profundo se a mãe sair da prisão”.

Detalhes da sentença de morte e do dia do crime
O relato de Ana Paula revelou que a sentença de morte da irmã foi decretada em 3 de abril, após ritual. Na tarde do dia 27, a mãe contou como seria o crime: Sílvio daria 30 comprimidos de calmante, cinco de remédio para diabete, vinho e cocaína. Ana Paula disse que, ao sair para a escola, viu Sílvio entrar na casa.
Horas mais tarde, Ana Paula teve que ir para a casa de Vera, onde também estava a mãe. Como Sílvio estava demorando, Glória foi encontrá-lo e, na volta, confirmou a morte de Suzana. Em ritual naquela noite, o tio contou que a jovem não morreu ao ingerir o coquetel dado por ele. Por isso, Sílvio teria asfixiado a moça.
Pela primeira vez após a prisão, os três acusados se encontraram ontem. Vera não falou. Glória negou os maus-tratos e voltou a dizer que Suzana se drogava. Ela reafirmou que, numa briga, empurrou a filha, que bateu a cabeça na parede. Sílvio admitiu participar de rituais, mas negou o crime. Advogado de Glória, Gelson Ortiz vai alegar legítima defesa: “A filha agredia a mãe”.


O DIA ONLINE
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Gêmea de jovem morta pela família conta que irmã levava pauladas, era apedrejada e sequer podia usar o banheiro

Rio - O novo depoimento de Ana Paula Silva Magalhães revelou detalhes assombrosos das sessões de tortura sofridas pela irmã gêmea dela, Suzana Magalhães, morta pela mãe e pelo tio na semana passada. O relato, feito quarta-feira à noite, chocou os policiais da 25ª DP (Engenho Novo). Ana Paula contou que a irmã apanhava constantemente da mãe, Maria Glória Silva Magalhães, e que levava pauladas e era apedrejada pelo tio, Sílvio da Costa Silva. Ontem, os acusados foram submetidos a acareação.
“Tenho 20 anos de profissão e nunca vi um caso tão bárbaro. E a frieza deles impressiona ainda mais”, disse a delegada Adriana Belém. Ana Paula afirma que também era agredida e que nunca revelou as brutalidades porque tinha medo.
Segundo ela, a tortura começou por ordem da entidade Ciganinha, que Vera Regina da Rocha César, mulher de Sílvio, incorporava. A alegação era de que Suzana iria “desgraçar” a família com a revelação de que era violentada pelo tio.
A gêmea contou que Suzana era obrigada a passar o dia sentada em um banco ou de pé, contra a parede. Quando a jovem adormecia, Sílvio jogava pedras contra ela. A moça só podia beber água com hora marcada, tinha que usar luvas, meias e touca e fazia todas as tarefas domésticas. Também era proibida de ir ao banheiro — urina e fezes eram despejadas numa garrafa plástica. Muitas vezes, no entanto, nem esse objeto podia utilizar. Ainda segundo Ana Paula, Suzana era violentada pelo tio quando a mulher dele saía de casa.
O pai das gêmeas disse ontem que Ana Paula começou tratamento psicológico e que ainda está abalada. “ Temo que ela entre em um trauma profundo se a mãe sair da prisão”.

Detalhes da sentença de morte e do dia do crime
O relato de Ana Paula revelou que a sentença de morte da irmã foi decretada em 3 de abril, após ritual. Na tarde do dia 27, a mãe contou como seria o crime: Sílvio daria 30 comprimidos de calmante, cinco de remédio para diabete, vinho e cocaína. Ana Paula disse que, ao sair para a escola, viu Sílvio entrar na casa.
Horas mais tarde, Ana Paula teve que ir para a casa de Vera, onde também estava a mãe. Como Sílvio estava demorando, Glória foi encontrá-lo e, na volta, confirmou a morte de Suzana. Em ritual naquela noite, o tio contou que a jovem não morreu ao ingerir o coquetel dado por ele. Por isso, Sílvio teria asfixiado a moça.
Pela primeira vez após a prisão, os três acusados se encontraram ontem. Vera não falou. Glória negou os maus-tratos e voltou a dizer que Suzana se drogava. Ela reafirmou que, numa briga, empurrou a filha, que bateu a cabeça na parede. Sílvio admitiu participar de rituais, mas negou o crime. Advogado de Glória, Gelson Ortiz vai alegar legítima defesa: “A filha agredia a mãe”.


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Gêmea de jovem morta pela família conta que irmã levava pauladas, era apedrejada e sequer podia usar o banheiro

Rio - O novo depoimento de Ana Paula Silva Magalhães revelou detalhes assombrosos das sessões de tortura sofridas pela irmã gêmea dela, Suzana Magalhães, morta pela mãe e pelo tio na semana passada. O relato, feito quarta-feira à noite, chocou os policiais da 25ª DP (Engenho Novo). Ana Paula contou que a irmã apanhava constantemente da mãe, Maria Glória Silva Magalhães, e que levava pauladas e era apedrejada pelo tio, Sílvio da Costa Silva. Ontem, os acusados foram submetidos a acareação.
“Tenho 20 anos de profissão e nunca vi um caso tão bárbaro. E a frieza deles impressiona ainda mais”, disse a delegada Adriana Belém. Ana Paula afirma que também era agredida e que nunca revelou as brutalidades porque tinha medo.
Segundo ela, a tortura começou por ordem da entidade Ciganinha, que Vera Regina da Rocha César, mulher de Sílvio, incorporava. A alegação era de que Suzana iria “desgraçar” a família com a revelação de que era violentada pelo tio.
A gêmea contou que Suzana era obrigada a passar o dia sentada em um banco ou de pé, contra a parede. Quando a jovem adormecia, Sílvio jogava pedras contra ela. A moça só podia beber água com hora marcada, tinha que usar luvas, meias e touca e fazia todas as tarefas domésticas. Também era proibida de ir ao banheiro — urina e fezes eram despejadas numa garrafa plástica. Muitas vezes, no entanto, nem esse objeto podia utilizar. Ainda segundo Ana Paula, Suzana era violentada pelo tio quando a mulher dele saía de casa.
O pai das gêmeas disse ontem que Ana Paula começou tratamento psicológico e que ainda está abalada. “ Temo que ela entre em um trauma profundo se a mãe sair da prisão”.

Detalhes da sentença de morte e do dia do crime
O relato de Ana Paula revelou que a sentença de morte da irmã foi decretada em 3 de abril, após ritual. Na tarde do dia 27, a mãe contou como seria o crime: Sílvio daria 30 comprimidos de calmante, cinco de remédio para diabete, vinho e cocaína. Ana Paula disse que, ao sair para a escola, viu Sílvio entrar na casa.
Horas mais tarde, Ana Paula teve que ir para a casa de Vera, onde também estava a mãe. Como Sílvio estava demorando, Glória foi encontrá-lo e, na volta, confirmou a morte de Suzana. Em ritual naquela noite, o tio contou que a jovem não morreu ao ingerir o coquetel dado por ele. Por isso, Sílvio teria asfixiado a moça.
Pela primeira vez após a prisão, os três acusados se encontraram ontem. Vera não falou. Glória negou os maus-tratos e voltou a dizer que Suzana se drogava. Ela reafirmou que, numa briga, empurrou a filha, que bateu a cabeça na parede. Sílvio admitiu participar de rituais, mas negou o crime. Advogado de Glória, Gelson Ortiz vai alegar legítima defesa: “A filha agredia a mãe”.


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Gêmea de jovem morta pela família conta que irmã levava pauladas, era apedrejada e sequer podia usar o banheiro

Rio - O novo depoimento de Ana Paula Silva Magalhães revelou detalhes assombrosos das sessões de tortura sofridas pela irmã gêmea dela, Suzana Magalhães, morta pela mãe e pelo tio na semana passada. O relato, feito quarta-feira à noite, chocou os policiais da 25ª DP (Engenho Novo). Ana Paula contou que a irmã apanhava constantemente da mãe, Maria Glória Silva Magalhães, e que levava pauladas e era apedrejada pelo tio, Sílvio da Costa Silva. Ontem, os acusados foram submetidos a acareação.
“Tenho 20 anos de profissão e nunca vi um caso tão bárbaro. E a frieza deles impressiona ainda mais”, disse a delegada Adriana Belém. Ana Paula afirma que também era agredida e que nunca revelou as brutalidades porque tinha medo.
Segundo ela, a tortura começou por ordem da entidade Ciganinha, que Vera Regina da Rocha César, mulher de Sílvio, incorporava. A alegação era de que Suzana iria “desgraçar” a família com a revelação de que era violentada pelo tio.
A gêmea contou que Suzana era obrigada a passar o dia sentada em um banco ou de pé, contra a parede. Quando a jovem adormecia, Sílvio jogava pedras contra ela. A moça só podia beber água com hora marcada, tinha que usar luvas, meias e touca e fazia todas as tarefas domésticas. Também era proibida de ir ao banheiro — urina e fezes eram despejadas numa garrafa plástica. Muitas vezes, no entanto, nem esse objeto podia utilizar. Ainda segundo Ana Paula, Suzana era violentada pelo tio quando a mulher dele saía de casa.
O pai das gêmeas disse ontem que Ana Paula começou tratamento psicológico e que ainda está abalada. “ Temo que ela entre em um trauma profundo se a mãe sair da prisão”.

Detalhes da sentença de morte e do dia do crime
O relato de Ana Paula revelou que a sentença de morte da irmã foi decretada em 3 de abril, após ritual. Na tarde do dia 27, a mãe contou como seria o crime: Sílvio daria 30 comprimidos de calmante, cinco de remédio para diabete, vinho e cocaína. Ana Paula disse que, ao sair para a escola, viu Sílvio entrar na casa.
Horas mais tarde, Ana Paula teve que ir para a casa de Vera, onde também estava a mãe. Como Sílvio estava demorando, Glória foi encontrá-lo e, na volta, confirmou a morte de Suzana. Em ritual naquela noite, o tio contou que a jovem não morreu ao ingerir o coquetel dado por ele. Por isso, Sílvio teria asfixiado a moça.
Pela primeira vez após a prisão, os três acusados se encontraram ontem. Vera não falou. Glória negou os maus-tratos e voltou a dizer que Suzana se drogava. Ela reafirmou que, numa briga, empurrou a filha, que bateu a cabeça na parede. Sílvio admitiu participar de rituais, mas negou o crime. Advogado de Glória, Gelson Ortiz vai alegar legítima defesa: “A filha agredia a mãe”.


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Relatório da FAO afirma que equipamento abandonado constitui cerca de 10% dos resíduos marinhos

WASHINGTON - Um relatório da ONU divulgado nesta semana afirma que redes e equipamentos de pesca abandonados ou perdidos estão ameaçando a população de peixes e outros animais marinhos.
O relatório da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês) e do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) afirma que o equipamento abandonado ou perdido constitui cerca de 10% (640 mil toneladas) dos resíduos marinhos.
O transporte comercial marítimo é o principal responsável pelo abandono, perda ou descarte destes materiais em mar aberto. Nas áreas costeiras, os principais responsáveis estão localizados em terra.
O estudo feito pelas duas organizações da ONU afirma que o problema está piorando devido ao aumento na escala de operações de pesca no mundo e devido à introdução de equipamentos que alta durabilidade, fabricados com materiais sintéticos.
O relatório afirma que entre os maiores impactos deste problema estão a captura contínua de peixes, conhecida como "pesca fantasma", e outros animais como tartarugas, aves e mamíferos marinhos, que ficam presos e morrem nas redes.
Além disso, estes equipamentos também podem causar alterações do ambiente e do solo marinho e o aumento dos riscos para navegação, com acidentes ou danos a embarcações.
"A quantidade de equipamento de pesca que vai para o ambiente marinho vai continuar se acumulando e os impactos nos ecossistemas marinhos vão piorar se a comunidade internacional não tomar medidas eficazes para resolver o problema (...). As estratégias para enfrentar o problema devem abordar várias frentes, incluindo prevenção, diminuição e medidas curativas", afirmou Ichiro Nomura, subdiretor geral de Pesca e Agricultura da FAO.

Proibição
As redes de arrastão mal operadas eram as principais responsáveis pelos danos da pesca fantasma, segundo as organizações da ONU, mas uma proibição do seu uso em 1992 reduziu seu impacto negativo.
Atualmente as redes mais problemáticas são as que ficam ancoradas no solo marinho e presas a flutuadores que ficam na superfície. Elas formam uma parede vertical que pode medir entre 600 e 10 mil metros de largura.
Se este tipo de rede é perdido ou abandonado, poderá continuar pescando sem supervisão durante meses, às vezes anos, matando indiscriminadamente peixes e outras espécies de animais.
As armadilhas também são responsáveis por parte da pesca fantasma, pois muitas se perdem devido a furacões.
Estima-se que, em um total de 500 mil armadilhas para caranguejos instaladas na baía de Chesapeake, Estados Unidos, 150 mil são perdidas por ano, por exemplo.
"Existem muitos 'fantasmas no mecanismo do ambiente marinho' desde sobrepesca e acidificação (...) ao aumento de 'zonas mortas', sem oxigênio (...). O equipamento de pesca abandonado e perdido é parte deste conjunto de problemas que devem ser enfrentados com urgência e em conjunto se quisermos manter a produtividade de nossos oceanos e mares para este e para as futuras gerações", afirmou Achim Steiner, subsecretário da ONU e diretor executivo da Pnuma.

Soluções
O relatório da FAO/Pnuma também faz uma série de recomendações para enfrentar o problema dos equipamentos perdidos ou descartados, como incentivos financeiros para estimular pescadores a relatar perda de equipamentos ou trazer equipamentos velhos ou danificados de volta à terra.
As organizações também propõem o uso de rótulos de identificação nos equipamentos e o uso de novas tecnologias para pesca como uso de imagens do fundo do mar para ajudar na pesca, ao invés do uso de redes verticais.
Também é possível melhorar os sistemas de coleta, descarte e reciclagem dos equipamentos de pesca e melhorar o sistema de notificação de equipamentos perdidos nos oceanos.
Segundo o estudo das organizações da ONU o total de resíduos lançados nos oceanos, por ano, foi estimado em cerca de 6,4 milhões de toneladas - desse montante, 5,6 milhões (ou 88%) vêm de barcos mercantes.
Estima-se também que cerca de 8 milhões de itens de lixo são jogados nos oceanos e mares todos os dias, dos quais 5 milhões (63%) são resíduos sólidos jogados ou perdidos por barcos.
Atualmente as estimativas afirmam que mais de 13 mil objetos de lixo plástico estão flutuando em cada quilômetros quadrado de oceano.


O Estadão
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Relatório da FAO afirma que equipamento abandonado constitui cerca de 10% dos resíduos marinhos

WASHINGTON - Um relatório da ONU divulgado nesta semana afirma que redes e equipamentos de pesca abandonados ou perdidos estão ameaçando a população de peixes e outros animais marinhos.
O relatório da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês) e do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) afirma que o equipamento abandonado ou perdido constitui cerca de 10% (640 mil toneladas) dos resíduos marinhos.
O transporte comercial marítimo é o principal responsável pelo abandono, perda ou descarte destes materiais em mar aberto. Nas áreas costeiras, os principais responsáveis estão localizados em terra.
O estudo feito pelas duas organizações da ONU afirma que o problema está piorando devido ao aumento na escala de operações de pesca no mundo e devido à introdução de equipamentos que alta durabilidade, fabricados com materiais sintéticos.
O relatório afirma que entre os maiores impactos deste problema estão a captura contínua de peixes, conhecida como "pesca fantasma", e outros animais como tartarugas, aves e mamíferos marinhos, que ficam presos e morrem nas redes.
Além disso, estes equipamentos também podem causar alterações do ambiente e do solo marinho e o aumento dos riscos para navegação, com acidentes ou danos a embarcações.
"A quantidade de equipamento de pesca que vai para o ambiente marinho vai continuar se acumulando e os impactos nos ecossistemas marinhos vão piorar se a comunidade internacional não tomar medidas eficazes para resolver o problema (...). As estratégias para enfrentar o problema devem abordar várias frentes, incluindo prevenção, diminuição e medidas curativas", afirmou Ichiro Nomura, subdiretor geral de Pesca e Agricultura da FAO.

Proibição
As redes de arrastão mal operadas eram as principais responsáveis pelos danos da pesca fantasma, segundo as organizações da ONU, mas uma proibição do seu uso em 1992 reduziu seu impacto negativo.
Atualmente as redes mais problemáticas são as que ficam ancoradas no solo marinho e presas a flutuadores que ficam na superfície. Elas formam uma parede vertical que pode medir entre 600 e 10 mil metros de largura.
Se este tipo de rede é perdido ou abandonado, poderá continuar pescando sem supervisão durante meses, às vezes anos, matando indiscriminadamente peixes e outras espécies de animais.
As armadilhas também são responsáveis por parte da pesca fantasma, pois muitas se perdem devido a furacões.
Estima-se que, em um total de 500 mil armadilhas para caranguejos instaladas na baía de Chesapeake, Estados Unidos, 150 mil são perdidas por ano, por exemplo.
"Existem muitos 'fantasmas no mecanismo do ambiente marinho' desde sobrepesca e acidificação (...) ao aumento de 'zonas mortas', sem oxigênio (...). O equipamento de pesca abandonado e perdido é parte deste conjunto de problemas que devem ser enfrentados com urgência e em conjunto se quisermos manter a produtividade de nossos oceanos e mares para este e para as futuras gerações", afirmou Achim Steiner, subsecretário da ONU e diretor executivo da Pnuma.

Soluções
O relatório da FAO/Pnuma também faz uma série de recomendações para enfrentar o problema dos equipamentos perdidos ou descartados, como incentivos financeiros para estimular pescadores a relatar perda de equipamentos ou trazer equipamentos velhos ou danificados de volta à terra.
As organizações também propõem o uso de rótulos de identificação nos equipamentos e o uso de novas tecnologias para pesca como uso de imagens do fundo do mar para ajudar na pesca, ao invés do uso de redes verticais.
Também é possível melhorar os sistemas de coleta, descarte e reciclagem dos equipamentos de pesca e melhorar o sistema de notificação de equipamentos perdidos nos oceanos.
Segundo o estudo das organizações da ONU o total de resíduos lançados nos oceanos, por ano, foi estimado em cerca de 6,4 milhões de toneladas - desse montante, 5,6 milhões (ou 88%) vêm de barcos mercantes.
Estima-se também que cerca de 8 milhões de itens de lixo são jogados nos oceanos e mares todos os dias, dos quais 5 milhões (63%) são resíduos sólidos jogados ou perdidos por barcos.
Atualmente as estimativas afirmam que mais de 13 mil objetos de lixo plástico estão flutuando em cada quilômetros quadrado de oceano.


O Estadão
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Relatório da FAO afirma que equipamento abandonado constitui cerca de 10% dos resíduos marinhos

WASHINGTON - Um relatório da ONU divulgado nesta semana afirma que redes e equipamentos de pesca abandonados ou perdidos estão ameaçando a população de peixes e outros animais marinhos.
O relatório da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês) e do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) afirma que o equipamento abandonado ou perdido constitui cerca de 10% (640 mil toneladas) dos resíduos marinhos.
O transporte comercial marítimo é o principal responsável pelo abandono, perda ou descarte destes materiais em mar aberto. Nas áreas costeiras, os principais responsáveis estão localizados em terra.
O estudo feito pelas duas organizações da ONU afirma que o problema está piorando devido ao aumento na escala de operações de pesca no mundo e devido à introdução de equipamentos que alta durabilidade, fabricados com materiais sintéticos.
O relatório afirma que entre os maiores impactos deste problema estão a captura contínua de peixes, conhecida como "pesca fantasma", e outros animais como tartarugas, aves e mamíferos marinhos, que ficam presos e morrem nas redes.
Além disso, estes equipamentos também podem causar alterações do ambiente e do solo marinho e o aumento dos riscos para navegação, com acidentes ou danos a embarcações.
"A quantidade de equipamento de pesca que vai para o ambiente marinho vai continuar se acumulando e os impactos nos ecossistemas marinhos vão piorar se a comunidade internacional não tomar medidas eficazes para resolver o problema (...). As estratégias para enfrentar o problema devem abordar várias frentes, incluindo prevenção, diminuição e medidas curativas", afirmou Ichiro Nomura, subdiretor geral de Pesca e Agricultura da FAO.

Proibição
As redes de arrastão mal operadas eram as principais responsáveis pelos danos da pesca fantasma, segundo as organizações da ONU, mas uma proibição do seu uso em 1992 reduziu seu impacto negativo.
Atualmente as redes mais problemáticas são as que ficam ancoradas no solo marinho e presas a flutuadores que ficam na superfície. Elas formam uma parede vertical que pode medir entre 600 e 10 mil metros de largura.
Se este tipo de rede é perdido ou abandonado, poderá continuar pescando sem supervisão durante meses, às vezes anos, matando indiscriminadamente peixes e outras espécies de animais.
As armadilhas também são responsáveis por parte da pesca fantasma, pois muitas se perdem devido a furacões.
Estima-se que, em um total de 500 mil armadilhas para caranguejos instaladas na baía de Chesapeake, Estados Unidos, 150 mil são perdidas por ano, por exemplo.
"Existem muitos 'fantasmas no mecanismo do ambiente marinho' desde sobrepesca e acidificação (...) ao aumento de 'zonas mortas', sem oxigênio (...). O equipamento de pesca abandonado e perdido é parte deste conjunto de problemas que devem ser enfrentados com urgência e em conjunto se quisermos manter a produtividade de nossos oceanos e mares para este e para as futuras gerações", afirmou Achim Steiner, subsecretário da ONU e diretor executivo da Pnuma.

Soluções
O relatório da FAO/Pnuma também faz uma série de recomendações para enfrentar o problema dos equipamentos perdidos ou descartados, como incentivos financeiros para estimular pescadores a relatar perda de equipamentos ou trazer equipamentos velhos ou danificados de volta à terra.
As organizações também propõem o uso de rótulos de identificação nos equipamentos e o uso de novas tecnologias para pesca como uso de imagens do fundo do mar para ajudar na pesca, ao invés do uso de redes verticais.
Também é possível melhorar os sistemas de coleta, descarte e reciclagem dos equipamentos de pesca e melhorar o sistema de notificação de equipamentos perdidos nos oceanos.
Segundo o estudo das organizações da ONU o total de resíduos lançados nos oceanos, por ano, foi estimado em cerca de 6,4 milhões de toneladas - desse montante, 5,6 milhões (ou 88%) vêm de barcos mercantes.
Estima-se também que cerca de 8 milhões de itens de lixo são jogados nos oceanos e mares todos os dias, dos quais 5 milhões (63%) são resíduos sólidos jogados ou perdidos por barcos.
Atualmente as estimativas afirmam que mais de 13 mil objetos de lixo plástico estão flutuando em cada quilômetros quadrado de oceano.


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Relatório da FAO afirma que equipamento abandonado constitui cerca de 10% dos resíduos marinhos

WASHINGTON - Um relatório da ONU divulgado nesta semana afirma que redes e equipamentos de pesca abandonados ou perdidos estão ameaçando a população de peixes e outros animais marinhos.
O relatório da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês) e do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) afirma que o equipamento abandonado ou perdido constitui cerca de 10% (640 mil toneladas) dos resíduos marinhos.
O transporte comercial marítimo é o principal responsável pelo abandono, perda ou descarte destes materiais em mar aberto. Nas áreas costeiras, os principais responsáveis estão localizados em terra.
O estudo feito pelas duas organizações da ONU afirma que o problema está piorando devido ao aumento na escala de operações de pesca no mundo e devido à introdução de equipamentos que alta durabilidade, fabricados com materiais sintéticos.
O relatório afirma que entre os maiores impactos deste problema estão a captura contínua de peixes, conhecida como "pesca fantasma", e outros animais como tartarugas, aves e mamíferos marinhos, que ficam presos e morrem nas redes.
Além disso, estes equipamentos também podem causar alterações do ambiente e do solo marinho e o aumento dos riscos para navegação, com acidentes ou danos a embarcações.
"A quantidade de equipamento de pesca que vai para o ambiente marinho vai continuar se acumulando e os impactos nos ecossistemas marinhos vão piorar se a comunidade internacional não tomar medidas eficazes para resolver o problema (...). As estratégias para enfrentar o problema devem abordar várias frentes, incluindo prevenção, diminuição e medidas curativas", afirmou Ichiro Nomura, subdiretor geral de Pesca e Agricultura da FAO.

Proibição
As redes de arrastão mal operadas eram as principais responsáveis pelos danos da pesca fantasma, segundo as organizações da ONU, mas uma proibição do seu uso em 1992 reduziu seu impacto negativo.
Atualmente as redes mais problemáticas são as que ficam ancoradas no solo marinho e presas a flutuadores que ficam na superfície. Elas formam uma parede vertical que pode medir entre 600 e 10 mil metros de largura.
Se este tipo de rede é perdido ou abandonado, poderá continuar pescando sem supervisão durante meses, às vezes anos, matando indiscriminadamente peixes e outras espécies de animais.
As armadilhas também são responsáveis por parte da pesca fantasma, pois muitas se perdem devido a furacões.
Estima-se que, em um total de 500 mil armadilhas para caranguejos instaladas na baía de Chesapeake, Estados Unidos, 150 mil são perdidas por ano, por exemplo.
"Existem muitos 'fantasmas no mecanismo do ambiente marinho' desde sobrepesca e acidificação (...) ao aumento de 'zonas mortas', sem oxigênio (...). O equipamento de pesca abandonado e perdido é parte deste conjunto de problemas que devem ser enfrentados com urgência e em conjunto se quisermos manter a produtividade de nossos oceanos e mares para este e para as futuras gerações", afirmou Achim Steiner, subsecretário da ONU e diretor executivo da Pnuma.

Soluções
O relatório da FAO/Pnuma também faz uma série de recomendações para enfrentar o problema dos equipamentos perdidos ou descartados, como incentivos financeiros para estimular pescadores a relatar perda de equipamentos ou trazer equipamentos velhos ou danificados de volta à terra.
As organizações também propõem o uso de rótulos de identificação nos equipamentos e o uso de novas tecnologias para pesca como uso de imagens do fundo do mar para ajudar na pesca, ao invés do uso de redes verticais.
Também é possível melhorar os sistemas de coleta, descarte e reciclagem dos equipamentos de pesca e melhorar o sistema de notificação de equipamentos perdidos nos oceanos.
Segundo o estudo das organizações da ONU o total de resíduos lançados nos oceanos, por ano, foi estimado em cerca de 6,4 milhões de toneladas - desse montante, 5,6 milhões (ou 88%) vêm de barcos mercantes.
Estima-se também que cerca de 8 milhões de itens de lixo são jogados nos oceanos e mares todos os dias, dos quais 5 milhões (63%) são resíduos sólidos jogados ou perdidos por barcos.
Atualmente as estimativas afirmam que mais de 13 mil objetos de lixo plástico estão flutuando em cada quilômetros quadrado de oceano.


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Relatório da FAO afirma que equipamento abandonado constitui cerca de 10% dos resíduos marinhos

WASHINGTON - Um relatório da ONU divulgado nesta semana afirma que redes e equipamentos de pesca abandonados ou perdidos estão ameaçando a população de peixes e outros animais marinhos.
O relatório da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês) e do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) afirma que o equipamento abandonado ou perdido constitui cerca de 10% (640 mil toneladas) dos resíduos marinhos.
O transporte comercial marítimo é o principal responsável pelo abandono, perda ou descarte destes materiais em mar aberto. Nas áreas costeiras, os principais responsáveis estão localizados em terra.
O estudo feito pelas duas organizações da ONU afirma que o problema está piorando devido ao aumento na escala de operações de pesca no mundo e devido à introdução de equipamentos que alta durabilidade, fabricados com materiais sintéticos.
O relatório afirma que entre os maiores impactos deste problema estão a captura contínua de peixes, conhecida como "pesca fantasma", e outros animais como tartarugas, aves e mamíferos marinhos, que ficam presos e morrem nas redes.
Além disso, estes equipamentos também podem causar alterações do ambiente e do solo marinho e o aumento dos riscos para navegação, com acidentes ou danos a embarcações.
"A quantidade de equipamento de pesca que vai para o ambiente marinho vai continuar se acumulando e os impactos nos ecossistemas marinhos vão piorar se a comunidade internacional não tomar medidas eficazes para resolver o problema (...). As estratégias para enfrentar o problema devem abordar várias frentes, incluindo prevenção, diminuição e medidas curativas", afirmou Ichiro Nomura, subdiretor geral de Pesca e Agricultura da FAO.

Proibição
As redes de arrastão mal operadas eram as principais responsáveis pelos danos da pesca fantasma, segundo as organizações da ONU, mas uma proibição do seu uso em 1992 reduziu seu impacto negativo.
Atualmente as redes mais problemáticas são as que ficam ancoradas no solo marinho e presas a flutuadores que ficam na superfície. Elas formam uma parede vertical que pode medir entre 600 e 10 mil metros de largura.
Se este tipo de rede é perdido ou abandonado, poderá continuar pescando sem supervisão durante meses, às vezes anos, matando indiscriminadamente peixes e outras espécies de animais.
As armadilhas também são responsáveis por parte da pesca fantasma, pois muitas se perdem devido a furacões.
Estima-se que, em um total de 500 mil armadilhas para caranguejos instaladas na baía de Chesapeake, Estados Unidos, 150 mil são perdidas por ano, por exemplo.
"Existem muitos 'fantasmas no mecanismo do ambiente marinho' desde sobrepesca e acidificação (...) ao aumento de 'zonas mortas', sem oxigênio (...). O equipamento de pesca abandonado e perdido é parte deste conjunto de problemas que devem ser enfrentados com urgência e em conjunto se quisermos manter a produtividade de nossos oceanos e mares para este e para as futuras gerações", afirmou Achim Steiner, subsecretário da ONU e diretor executivo da Pnuma.

Soluções
O relatório da FAO/Pnuma também faz uma série de recomendações para enfrentar o problema dos equipamentos perdidos ou descartados, como incentivos financeiros para estimular pescadores a relatar perda de equipamentos ou trazer equipamentos velhos ou danificados de volta à terra.
As organizações também propõem o uso de rótulos de identificação nos equipamentos e o uso de novas tecnologias para pesca como uso de imagens do fundo do mar para ajudar na pesca, ao invés do uso de redes verticais.
Também é possível melhorar os sistemas de coleta, descarte e reciclagem dos equipamentos de pesca e melhorar o sistema de notificação de equipamentos perdidos nos oceanos.
Segundo o estudo das organizações da ONU o total de resíduos lançados nos oceanos, por ano, foi estimado em cerca de 6,4 milhões de toneladas - desse montante, 5,6 milhões (ou 88%) vêm de barcos mercantes.
Estima-se também que cerca de 8 milhões de itens de lixo são jogados nos oceanos e mares todos os dias, dos quais 5 milhões (63%) são resíduos sólidos jogados ou perdidos por barcos.
Atualmente as estimativas afirmam que mais de 13 mil objetos de lixo plástico estão flutuando em cada quilômetros quadrado de oceano.


O Estadão
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Relatório da FAO afirma que equipamento abandonado constitui cerca de 10% dos resíduos marinhos

WASHINGTON - Um relatório da ONU divulgado nesta semana afirma que redes e equipamentos de pesca abandonados ou perdidos estão ameaçando a população de peixes e outros animais marinhos.
O relatório da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês) e do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) afirma que o equipamento abandonado ou perdido constitui cerca de 10% (640 mil toneladas) dos resíduos marinhos.
O transporte comercial marítimo é o principal responsável pelo abandono, perda ou descarte destes materiais em mar aberto. Nas áreas costeiras, os principais responsáveis estão localizados em terra.
O estudo feito pelas duas organizações da ONU afirma que o problema está piorando devido ao aumento na escala de operações de pesca no mundo e devido à introdução de equipamentos que alta durabilidade, fabricados com materiais sintéticos.
O relatório afirma que entre os maiores impactos deste problema estão a captura contínua de peixes, conhecida como "pesca fantasma", e outros animais como tartarugas, aves e mamíferos marinhos, que ficam presos e morrem nas redes.
Além disso, estes equipamentos também podem causar alterações do ambiente e do solo marinho e o aumento dos riscos para navegação, com acidentes ou danos a embarcações.
"A quantidade de equipamento de pesca que vai para o ambiente marinho vai continuar se acumulando e os impactos nos ecossistemas marinhos vão piorar se a comunidade internacional não tomar medidas eficazes para resolver o problema (...). As estratégias para enfrentar o problema devem abordar várias frentes, incluindo prevenção, diminuição e medidas curativas", afirmou Ichiro Nomura, subdiretor geral de Pesca e Agricultura da FAO.

Proibição
As redes de arrastão mal operadas eram as principais responsáveis pelos danos da pesca fantasma, segundo as organizações da ONU, mas uma proibição do seu uso em 1992 reduziu seu impacto negativo.
Atualmente as redes mais problemáticas são as que ficam ancoradas no solo marinho e presas a flutuadores que ficam na superfície. Elas formam uma parede vertical que pode medir entre 600 e 10 mil metros de largura.
Se este tipo de rede é perdido ou abandonado, poderá continuar pescando sem supervisão durante meses, às vezes anos, matando indiscriminadamente peixes e outras espécies de animais.
As armadilhas também são responsáveis por parte da pesca fantasma, pois muitas se perdem devido a furacões.
Estima-se que, em um total de 500 mil armadilhas para caranguejos instaladas na baía de Chesapeake, Estados Unidos, 150 mil são perdidas por ano, por exemplo.
"Existem muitos 'fantasmas no mecanismo do ambiente marinho' desde sobrepesca e acidificação (...) ao aumento de 'zonas mortas', sem oxigênio (...). O equipamento de pesca abandonado e perdido é parte deste conjunto de problemas que devem ser enfrentados com urgência e em conjunto se quisermos manter a produtividade de nossos oceanos e mares para este e para as futuras gerações", afirmou Achim Steiner, subsecretário da ONU e diretor executivo da Pnuma.

Soluções
O relatório da FAO/Pnuma também faz uma série de recomendações para enfrentar o problema dos equipamentos perdidos ou descartados, como incentivos financeiros para estimular pescadores a relatar perda de equipamentos ou trazer equipamentos velhos ou danificados de volta à terra.
As organizações também propõem o uso de rótulos de identificação nos equipamentos e o uso de novas tecnologias para pesca como uso de imagens do fundo do mar para ajudar na pesca, ao invés do uso de redes verticais.
Também é possível melhorar os sistemas de coleta, descarte e reciclagem dos equipamentos de pesca e melhorar o sistema de notificação de equipamentos perdidos nos oceanos.
Segundo o estudo das organizações da ONU o total de resíduos lançados nos oceanos, por ano, foi estimado em cerca de 6,4 milhões de toneladas - desse montante, 5,6 milhões (ou 88%) vêm de barcos mercantes.
Estima-se também que cerca de 8 milhões de itens de lixo são jogados nos oceanos e mares todos os dias, dos quais 5 milhões (63%) são resíduos sólidos jogados ou perdidos por barcos.
Atualmente as estimativas afirmam que mais de 13 mil objetos de lixo plástico estão flutuando em cada quilômetros quadrado de oceano.


O Estadão
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PARIS - O processo mental de somar e subtrair utiliza o mesmo circuito cerebral que controla o movimento dos olhos para a direita ou a esquerda, segundo pesquisadores franceses. A descoberta indica que o cálculo mental "recicla" um antigo sistema neuronal, originariamente dedicado a visualizar e compreender o espaço físico, para poder realizar esta tarefa mais complicada.
A explicação neurobiológica é que atividades como a escrita e a matemática são recentes demais para que a seleção natural dedique mecanismos cerebrais específicos, afirma um estudo publicado na "Science". André Knops, do Instituto Nacional da Saúde e da Pesquisa Médica da França, e cientistas utilizaram dados de ressonâncias magnéticas para ensinar um software a prever a direção da movimentação do olhar de várias pessoas, para a direita ou a esquerda, com base na atividade neuronal do cérebro.
Os pesquisadores pediram aos indivíduos para realizar cálculos mentais -somas ou subtrações -, e comprovaram que o programa podia prever que exercício tinham realizado, só com base no registro da atividade cerebral. As pessoas estudadas pelo computador resolveram os problemas matemáticos usando números e outros símbolos e conjuntos de pontos, mas, em todos os casos, o movimento do olho para a direita foi relacionado com a soma, enquanto para a esquerda significava subtração.
A exceção foram os participantes árabes, que leem da direita para a esquerda tanto números quanto palavras, e nos quais aconteceu o contrário, disse Knops.
O estudo confirma que o desenvolvimento da matemática nos humanos não provém de uma nova parte "matemática" do cérebro, mas usa uma já existente para codificar as operações aritméticas.
Neste caso, o circuito que já tinha sido desenvolvido para os movimentos espaciais à esquerda e à direita demonstrou ser adequado para subtrair e somar números.
Os resultados da pesquisa podem servir para adaptar melhor a aprendizagem da matemática às características dos processos mentais implicados, acrescentou.
No entanto, segundo o cientista, já há provas sólidas de que pelo menos a divisão e a multiplicação dependem de diferentes tipos de representação que não estão tão ligados à dimensão esquerda-direita.
"Neste caso, parece desempenhar um papel mais importante recorrer a dados pertencentes à memória de longo prazo", explicou.


O Globo On Line
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PARIS - O processo mental de somar e subtrair utiliza o mesmo circuito cerebral que controla o movimento dos olhos para a direita ou a esquerda, segundo pesquisadores franceses. A descoberta indica que o cálculo mental "recicla" um antigo sistema neuronal, originariamente dedicado a visualizar e compreender o espaço físico, para poder realizar esta tarefa mais complicada.
A explicação neurobiológica é que atividades como a escrita e a matemática são recentes demais para que a seleção natural dedique mecanismos cerebrais específicos, afirma um estudo publicado na "Science". André Knops, do Instituto Nacional da Saúde e da Pesquisa Médica da França, e cientistas utilizaram dados de ressonâncias magnéticas para ensinar um software a prever a direção da movimentação do olhar de várias pessoas, para a direita ou a esquerda, com base na atividade neuronal do cérebro.
Os pesquisadores pediram aos indivíduos para realizar cálculos mentais -somas ou subtrações -, e comprovaram que o programa podia prever que exercício tinham realizado, só com base no registro da atividade cerebral. As pessoas estudadas pelo computador resolveram os problemas matemáticos usando números e outros símbolos e conjuntos de pontos, mas, em todos os casos, o movimento do olho para a direita foi relacionado com a soma, enquanto para a esquerda significava subtração.
A exceção foram os participantes árabes, que leem da direita para a esquerda tanto números quanto palavras, e nos quais aconteceu o contrário, disse Knops.
O estudo confirma que o desenvolvimento da matemática nos humanos não provém de uma nova parte "matemática" do cérebro, mas usa uma já existente para codificar as operações aritméticas.
Neste caso, o circuito que já tinha sido desenvolvido para os movimentos espaciais à esquerda e à direita demonstrou ser adequado para subtrair e somar números.
Os resultados da pesquisa podem servir para adaptar melhor a aprendizagem da matemática às características dos processos mentais implicados, acrescentou.
No entanto, segundo o cientista, já há provas sólidas de que pelo menos a divisão e a multiplicação dependem de diferentes tipos de representação que não estão tão ligados à dimensão esquerda-direita.
"Neste caso, parece desempenhar um papel mais importante recorrer a dados pertencentes à memória de longo prazo", explicou.


O Globo On Line
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PARIS - O processo mental de somar e subtrair utiliza o mesmo circuito cerebral que controla o movimento dos olhos para a direita ou a esquerda, segundo pesquisadores franceses. A descoberta indica que o cálculo mental "recicla" um antigo sistema neuronal, originariamente dedicado a visualizar e compreender o espaço físico, para poder realizar esta tarefa mais complicada.
A explicação neurobiológica é que atividades como a escrita e a matemática são recentes demais para que a seleção natural dedique mecanismos cerebrais específicos, afirma um estudo publicado na "Science". André Knops, do Instituto Nacional da Saúde e da Pesquisa Médica da França, e cientistas utilizaram dados de ressonâncias magnéticas para ensinar um software a prever a direção da movimentação do olhar de várias pessoas, para a direita ou a esquerda, com base na atividade neuronal do cérebro.
Os pesquisadores pediram aos indivíduos para realizar cálculos mentais -somas ou subtrações -, e comprovaram que o programa podia prever que exercício tinham realizado, só com base no registro da atividade cerebral. As pessoas estudadas pelo computador resolveram os problemas matemáticos usando números e outros símbolos e conjuntos de pontos, mas, em todos os casos, o movimento do olho para a direita foi relacionado com a soma, enquanto para a esquerda significava subtração.
A exceção foram os participantes árabes, que leem da direita para a esquerda tanto números quanto palavras, e nos quais aconteceu o contrário, disse Knops.
O estudo confirma que o desenvolvimento da matemática nos humanos não provém de uma nova parte "matemática" do cérebro, mas usa uma já existente para codificar as operações aritméticas.
Neste caso, o circuito que já tinha sido desenvolvido para os movimentos espaciais à esquerda e à direita demonstrou ser adequado para subtrair e somar números.
Os resultados da pesquisa podem servir para adaptar melhor a aprendizagem da matemática às características dos processos mentais implicados, acrescentou.
No entanto, segundo o cientista, já há provas sólidas de que pelo menos a divisão e a multiplicação dependem de diferentes tipos de representação que não estão tão ligados à dimensão esquerda-direita.
"Neste caso, parece desempenhar um papel mais importante recorrer a dados pertencentes à memória de longo prazo", explicou.


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PARIS - O processo mental de somar e subtrair utiliza o mesmo circuito cerebral que controla o movimento dos olhos para a direita ou a esquerda, segundo pesquisadores franceses. A descoberta indica que o cálculo mental "recicla" um antigo sistema neuronal, originariamente dedicado a visualizar e compreender o espaço físico, para poder realizar esta tarefa mais complicada.
A explicação neurobiológica é que atividades como a escrita e a matemática são recentes demais para que a seleção natural dedique mecanismos cerebrais específicos, afirma um estudo publicado na "Science". André Knops, do Instituto Nacional da Saúde e da Pesquisa Médica da França, e cientistas utilizaram dados de ressonâncias magnéticas para ensinar um software a prever a direção da movimentação do olhar de várias pessoas, para a direita ou a esquerda, com base na atividade neuronal do cérebro.
Os pesquisadores pediram aos indivíduos para realizar cálculos mentais -somas ou subtrações -, e comprovaram que o programa podia prever que exercício tinham realizado, só com base no registro da atividade cerebral. As pessoas estudadas pelo computador resolveram os problemas matemáticos usando números e outros símbolos e conjuntos de pontos, mas, em todos os casos, o movimento do olho para a direita foi relacionado com a soma, enquanto para a esquerda significava subtração.
A exceção foram os participantes árabes, que leem da direita para a esquerda tanto números quanto palavras, e nos quais aconteceu o contrário, disse Knops.
O estudo confirma que o desenvolvimento da matemática nos humanos não provém de uma nova parte "matemática" do cérebro, mas usa uma já existente para codificar as operações aritméticas.
Neste caso, o circuito que já tinha sido desenvolvido para os movimentos espaciais à esquerda e à direita demonstrou ser adequado para subtrair e somar números.
Os resultados da pesquisa podem servir para adaptar melhor a aprendizagem da matemática às características dos processos mentais implicados, acrescentou.
No entanto, segundo o cientista, já há provas sólidas de que pelo menos a divisão e a multiplicação dependem de diferentes tipos de representação que não estão tão ligados à dimensão esquerda-direita.
"Neste caso, parece desempenhar um papel mais importante recorrer a dados pertencentes à memória de longo prazo", explicou.


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A explicação neurobiológica é que atividades como a escrita e a matemática são recentes demais para que a seleção natural dedique mecanismos cerebrais específicos, afirma um estudo publicado na "Science". André Knops, do Instituto Nacional da Saúde e da Pesquisa Médica da França, e cientistas utilizaram dados de ressonâncias magnéticas para ensinar um software a prever a direção da movimentação do olhar de várias pessoas, para a direita ou a esquerda, com base na atividade neuronal do cérebro.
Os pesquisadores pediram aos indivíduos para realizar cálculos mentais -somas ou subtrações -, e comprovaram que o programa podia prever que exercício tinham realizado, só com base no registro da atividade cerebral. As pessoas estudadas pelo computador resolveram os problemas matemáticos usando números e outros símbolos e conjuntos de pontos, mas, em todos os casos, o movimento do olho para a direita foi relacionado com a soma, enquanto para a esquerda significava subtração.
A exceção foram os participantes árabes, que leem da direita para a esquerda tanto números quanto palavras, e nos quais aconteceu o contrário, disse Knops.
O estudo confirma que o desenvolvimento da matemática nos humanos não provém de uma nova parte "matemática" do cérebro, mas usa uma já existente para codificar as operações aritméticas.
Neste caso, o circuito que já tinha sido desenvolvido para os movimentos espaciais à esquerda e à direita demonstrou ser adequado para subtrair e somar números.
Os resultados da pesquisa podem servir para adaptar melhor a aprendizagem da matemática às características dos processos mentais implicados, acrescentou.
No entanto, segundo o cientista, já há provas sólidas de que pelo menos a divisão e a multiplicação dependem de diferentes tipos de representação que não estão tão ligados à dimensão esquerda-direita.
"Neste caso, parece desempenhar um papel mais importante recorrer a dados pertencentes à memória de longo prazo", explicou.


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A explicação neurobiológica é que atividades como a escrita e a matemática são recentes demais para que a seleção natural dedique mecanismos cerebrais específicos, afirma um estudo publicado na "Science". André Knops, do Instituto Nacional da Saúde e da Pesquisa Médica da França, e cientistas utilizaram dados de ressonâncias magnéticas para ensinar um software a prever a direção da movimentação do olhar de várias pessoas, para a direita ou a esquerda, com base na atividade neuronal do cérebro.
Os pesquisadores pediram aos indivíduos para realizar cálculos mentais -somas ou subtrações -, e comprovaram que o programa podia prever que exercício tinham realizado, só com base no registro da atividade cerebral. As pessoas estudadas pelo computador resolveram os problemas matemáticos usando números e outros símbolos e conjuntos de pontos, mas, em todos os casos, o movimento do olho para a direita foi relacionado com a soma, enquanto para a esquerda significava subtração.
A exceção foram os participantes árabes, que leem da direita para a esquerda tanto números quanto palavras, e nos quais aconteceu o contrário, disse Knops.
O estudo confirma que o desenvolvimento da matemática nos humanos não provém de uma nova parte "matemática" do cérebro, mas usa uma já existente para codificar as operações aritméticas.
Neste caso, o circuito que já tinha sido desenvolvido para os movimentos espaciais à esquerda e à direita demonstrou ser adequado para subtrair e somar números.
Os resultados da pesquisa podem servir para adaptar melhor a aprendizagem da matemática às características dos processos mentais implicados, acrescentou.
No entanto, segundo o cientista, já há provas sólidas de que pelo menos a divisão e a multiplicação dependem de diferentes tipos de representação que não estão tão ligados à dimensão esquerda-direita.
"Neste caso, parece desempenhar um papel mais importante recorrer a dados pertencentes à memória de longo prazo", explicou.


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A organização por uma discoteca de Granada de um "leilão" de adolescentes em uma matinê provocou polêmica na Espanha.
"Se você está solteira, seja leiloada. Se está solteiro dispute!", afirma um panfleto da discoteca Granada 10, publicado pela imprensa espanhola.
A procuradoria de menores iniciou uma investigação preliminar depois de tomar conhecimento da organização do panfleto, considerada "lamentável, intolerável e imprópria de um mundo civilizado" pela ministra da Igualdade, Bibiana Aido.
No dia 25 de abril, a Granada 10, um antigo cinema da cidade andaluza transformada em discoteca, os jovens receberam cédula de dinheiro do jogo Monopoly (similar ao Banco Imobiliário) para fazer as ofertas no leilão.
As adolescentes voluntárias deveriam passar por testes, como danças, e desfilar no palco.
A discoteca oferecia ainda ao vencedor de cada leilão uma bebida sem álcool e um espaço reservado para passar alguns minutos com a menina leiloada.


Folha Online
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:53  comentar

A organização por uma discoteca de Granada de um "leilão" de adolescentes em uma matinê provocou polêmica na Espanha.
"Se você está solteira, seja leiloada. Se está solteiro dispute!", afirma um panfleto da discoteca Granada 10, publicado pela imprensa espanhola.
A procuradoria de menores iniciou uma investigação preliminar depois de tomar conhecimento da organização do panfleto, considerada "lamentável, intolerável e imprópria de um mundo civilizado" pela ministra da Igualdade, Bibiana Aido.
No dia 25 de abril, a Granada 10, um antigo cinema da cidade andaluza transformada em discoteca, os jovens receberam cédula de dinheiro do jogo Monopoly (similar ao Banco Imobiliário) para fazer as ofertas no leilão.
As adolescentes voluntárias deveriam passar por testes, como danças, e desfilar no palco.
A discoteca oferecia ainda ao vencedor de cada leilão uma bebida sem álcool e um espaço reservado para passar alguns minutos com a menina leiloada.


Folha Online
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A organização por uma discoteca de Granada de um "leilão" de adolescentes em uma matinê provocou polêmica na Espanha.
"Se você está solteira, seja leiloada. Se está solteiro dispute!", afirma um panfleto da discoteca Granada 10, publicado pela imprensa espanhola.
A procuradoria de menores iniciou uma investigação preliminar depois de tomar conhecimento da organização do panfleto, considerada "lamentável, intolerável e imprópria de um mundo civilizado" pela ministra da Igualdade, Bibiana Aido.
No dia 25 de abril, a Granada 10, um antigo cinema da cidade andaluza transformada em discoteca, os jovens receberam cédula de dinheiro do jogo Monopoly (similar ao Banco Imobiliário) para fazer as ofertas no leilão.
As adolescentes voluntárias deveriam passar por testes, como danças, e desfilar no palco.
A discoteca oferecia ainda ao vencedor de cada leilão uma bebida sem álcool e um espaço reservado para passar alguns minutos com a menina leiloada.


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A organização por uma discoteca de Granada de um "leilão" de adolescentes em uma matinê provocou polêmica na Espanha.
"Se você está solteira, seja leiloada. Se está solteiro dispute!", afirma um panfleto da discoteca Granada 10, publicado pela imprensa espanhola.
A procuradoria de menores iniciou uma investigação preliminar depois de tomar conhecimento da organização do panfleto, considerada "lamentável, intolerável e imprópria de um mundo civilizado" pela ministra da Igualdade, Bibiana Aido.
No dia 25 de abril, a Granada 10, um antigo cinema da cidade andaluza transformada em discoteca, os jovens receberam cédula de dinheiro do jogo Monopoly (similar ao Banco Imobiliário) para fazer as ofertas no leilão.
As adolescentes voluntárias deveriam passar por testes, como danças, e desfilar no palco.
A discoteca oferecia ainda ao vencedor de cada leilão uma bebida sem álcool e um espaço reservado para passar alguns minutos com a menina leiloada.


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A organização por uma discoteca de Granada de um "leilão" de adolescentes em uma matinê provocou polêmica na Espanha.
"Se você está solteira, seja leiloada. Se está solteiro dispute!", afirma um panfleto da discoteca Granada 10, publicado pela imprensa espanhola.
A procuradoria de menores iniciou uma investigação preliminar depois de tomar conhecimento da organização do panfleto, considerada "lamentável, intolerável e imprópria de um mundo civilizado" pela ministra da Igualdade, Bibiana Aido.
No dia 25 de abril, a Granada 10, um antigo cinema da cidade andaluza transformada em discoteca, os jovens receberam cédula de dinheiro do jogo Monopoly (similar ao Banco Imobiliário) para fazer as ofertas no leilão.
As adolescentes voluntárias deveriam passar por testes, como danças, e desfilar no palco.
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A organização por uma discoteca de Granada de um "leilão" de adolescentes em uma matinê provocou polêmica na Espanha.
"Se você está solteira, seja leiloada. Se está solteiro dispute!", afirma um panfleto da discoteca Granada 10, publicado pela imprensa espanhola.
A procuradoria de menores iniciou uma investigação preliminar depois de tomar conhecimento da organização do panfleto, considerada "lamentável, intolerável e imprópria de um mundo civilizado" pela ministra da Igualdade, Bibiana Aido.
No dia 25 de abril, a Granada 10, um antigo cinema da cidade andaluza transformada em discoteca, os jovens receberam cédula de dinheiro do jogo Monopoly (similar ao Banco Imobiliário) para fazer as ofertas no leilão.
As adolescentes voluntárias deveriam passar por testes, como danças, e desfilar no palco.
A discoteca oferecia ainda ao vencedor de cada leilão uma bebida sem álcool e um espaço reservado para passar alguns minutos com a menina leiloada.


Folha Online
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Acusado de 33 anos armazenava e distribuía conteúdo pornográfico envolvendo menores pelo Limewire, diz MPF de Sorocaba.

O Ministério Público Federal (MPF) de Sorocaba oficializou nesta quinta-feira (07/05) a denúncia contra J.R.S, de 33 anos, por pornografia infantil.
A denúncia faz parte da Operação Carrossel, iniciada pela Polícia Federal em dezembro de 2007 contra a divulgação pela internet e armazenamento digital de conteúdo pedófilo. A segunda fase da operação foi iniciada em setembro de 2008.
Segundo o MPF, o acusado usava o programa Limewire para divulgar conteúdos eróticos e pornográficos envolvendo menores, como comprovou a perícia feita em 3 computadores apreendidos em sua casa.
Antes dessa denúncia, o MPF de São Paulo já havia oficializado cinco denúncias contra acusados de pedofilia, sendo uma delas contra um oficial da justiça estadual de São Paulo.
A divulgação e armazenamento de conteúdo pornográfico envolvendo menores pode resultar em pena de até 8 anos de reclusão.


Por Redação do IDG Now!
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Acusado de 33 anos armazenava e distribuía conteúdo pornográfico envolvendo menores pelo Limewire, diz MPF de Sorocaba.

O Ministério Público Federal (MPF) de Sorocaba oficializou nesta quinta-feira (07/05) a denúncia contra J.R.S, de 33 anos, por pornografia infantil.
A denúncia faz parte da Operação Carrossel, iniciada pela Polícia Federal em dezembro de 2007 contra a divulgação pela internet e armazenamento digital de conteúdo pedófilo. A segunda fase da operação foi iniciada em setembro de 2008.
Segundo o MPF, o acusado usava o programa Limewire para divulgar conteúdos eróticos e pornográficos envolvendo menores, como comprovou a perícia feita em 3 computadores apreendidos em sua casa.
Antes dessa denúncia, o MPF de São Paulo já havia oficializado cinco denúncias contra acusados de pedofilia, sendo uma delas contra um oficial da justiça estadual de São Paulo.
A divulgação e armazenamento de conteúdo pornográfico envolvendo menores pode resultar em pena de até 8 anos de reclusão.


Por Redação do IDG Now!
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Acusado de 33 anos armazenava e distribuía conteúdo pornográfico envolvendo menores pelo Limewire, diz MPF de Sorocaba.

O Ministério Público Federal (MPF) de Sorocaba oficializou nesta quinta-feira (07/05) a denúncia contra J.R.S, de 33 anos, por pornografia infantil.
A denúncia faz parte da Operação Carrossel, iniciada pela Polícia Federal em dezembro de 2007 contra a divulgação pela internet e armazenamento digital de conteúdo pedófilo. A segunda fase da operação foi iniciada em setembro de 2008.
Segundo o MPF, o acusado usava o programa Limewire para divulgar conteúdos eróticos e pornográficos envolvendo menores, como comprovou a perícia feita em 3 computadores apreendidos em sua casa.
Antes dessa denúncia, o MPF de São Paulo já havia oficializado cinco denúncias contra acusados de pedofilia, sendo uma delas contra um oficial da justiça estadual de São Paulo.
A divulgação e armazenamento de conteúdo pornográfico envolvendo menores pode resultar em pena de até 8 anos de reclusão.


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Acusado de 33 anos armazenava e distribuía conteúdo pornográfico envolvendo menores pelo Limewire, diz MPF de Sorocaba.

O Ministério Público Federal (MPF) de Sorocaba oficializou nesta quinta-feira (07/05) a denúncia contra J.R.S, de 33 anos, por pornografia infantil.
A denúncia faz parte da Operação Carrossel, iniciada pela Polícia Federal em dezembro de 2007 contra a divulgação pela internet e armazenamento digital de conteúdo pedófilo. A segunda fase da operação foi iniciada em setembro de 2008.
Segundo o MPF, o acusado usava o programa Limewire para divulgar conteúdos eróticos e pornográficos envolvendo menores, como comprovou a perícia feita em 3 computadores apreendidos em sua casa.
Antes dessa denúncia, o MPF de São Paulo já havia oficializado cinco denúncias contra acusados de pedofilia, sendo uma delas contra um oficial da justiça estadual de São Paulo.
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Acusado de 33 anos armazenava e distribuía conteúdo pornográfico envolvendo menores pelo Limewire, diz MPF de Sorocaba.

O Ministério Público Federal (MPF) de Sorocaba oficializou nesta quinta-feira (07/05) a denúncia contra J.R.S, de 33 anos, por pornografia infantil.
A denúncia faz parte da Operação Carrossel, iniciada pela Polícia Federal em dezembro de 2007 contra a divulgação pela internet e armazenamento digital de conteúdo pedófilo. A segunda fase da operação foi iniciada em setembro de 2008.
Segundo o MPF, o acusado usava o programa Limewire para divulgar conteúdos eróticos e pornográficos envolvendo menores, como comprovou a perícia feita em 3 computadores apreendidos em sua casa.
Antes dessa denúncia, o MPF de São Paulo já havia oficializado cinco denúncias contra acusados de pedofilia, sendo uma delas contra um oficial da justiça estadual de São Paulo.
A divulgação e armazenamento de conteúdo pornográfico envolvendo menores pode resultar em pena de até 8 anos de reclusão.


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Acusado de 33 anos armazenava e distribuía conteúdo pornográfico envolvendo menores pelo Limewire, diz MPF de Sorocaba.

O Ministério Público Federal (MPF) de Sorocaba oficializou nesta quinta-feira (07/05) a denúncia contra J.R.S, de 33 anos, por pornografia infantil.
A denúncia faz parte da Operação Carrossel, iniciada pela Polícia Federal em dezembro de 2007 contra a divulgação pela internet e armazenamento digital de conteúdo pedófilo. A segunda fase da operação foi iniciada em setembro de 2008.
Segundo o MPF, o acusado usava o programa Limewire para divulgar conteúdos eróticos e pornográficos envolvendo menores, como comprovou a perícia feita em 3 computadores apreendidos em sua casa.
Antes dessa denúncia, o MPF de São Paulo já havia oficializado cinco denúncias contra acusados de pedofilia, sendo uma delas contra um oficial da justiça estadual de São Paulo.
A divulgação e armazenamento de conteúdo pornográfico envolvendo menores pode resultar em pena de até 8 anos de reclusão.


Por Redação do IDG Now!
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Um tribunal federal americano condenou nesta quinta-feira um ex-soldado de 23 anos por violentar e matar uma adolescente iraquiana, antes de assassinar a família da jovem, informaram fontes judiciais.
Steven Dale Green foi considerado culpado de 17 acusações, incluindo estupro, homicídio e obstrução da Justiça, revelou um funcionário de um tribunal do Kentucky. Ele pode enfrentar a pena de morte quando a fase de definição da pena do seu julgamento for aberta na próxima segunda-feira, em um caso incomum de condenação por um tribunal civil por um crime em uma zona de guerra.
Green foi julgado por um tribunal federal porque tinha sido desligado do Exército por "distúrbios de personalidade" antes de ser acusado pelos crimes no Iraque. O advogado de defesa Darren Wolff, falando depois do julgamento, disse que a defesa nunca negou o envolvimento de Green nos crimes.
"Este veredicto é uma surpresa para nós? Não. O objetivo tem sido sempre o de salvar a vida de nosso cliente", disse Wolff. "E agora vamos para a fase mais importante, que é a fase de definição da pena, e vamos para alcançar esse objetivo."
Green foi o líder de uma batida em uma casa no sul de Bagdá, em março de 2006, na qual a menina iraquiana, de 14 anos foi violentada por ele e por pelo menos dois outros soldados. O próprio Green levou a adolescente e sua família para um quarto, onde executou todos, antes de incendiar a casa para encobrir o crime.
O assassinato da família, que foi inicialmente atribuído a milícianas iraquianas, provocou indignação no Iraque e nos EUA.
Outros três soldados que participaram do ataque foram condenados a penas próximas a cem anos de prisão por um tribunal militar, e um quarto, que ficou de vigia, foi sentenciado a cinco anos de prisão. Segundo a promotoria, eles planejaram o ataque durante um jogo de cartas.
Os EUA invadiram o Iraque em março de 2003, alegando que o país possuía armas de destruição em massa, e desde então mantém militares no território iraquiano. As supostas armas jamais foram encontradas.

Folha de São Paulo
Com France Presse e Associated Press
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:22  comentar


Um tribunal federal americano condenou nesta quinta-feira um ex-soldado de 23 anos por violentar e matar uma adolescente iraquiana, antes de assassinar a família da jovem, informaram fontes judiciais.
Steven Dale Green foi considerado culpado de 17 acusações, incluindo estupro, homicídio e obstrução da Justiça, revelou um funcionário de um tribunal do Kentucky. Ele pode enfrentar a pena de morte quando a fase de definição da pena do seu julgamento for aberta na próxima segunda-feira, em um caso incomum de condenação por um tribunal civil por um crime em uma zona de guerra.
Green foi julgado por um tribunal federal porque tinha sido desligado do Exército por "distúrbios de personalidade" antes de ser acusado pelos crimes no Iraque. O advogado de defesa Darren Wolff, falando depois do julgamento, disse que a defesa nunca negou o envolvimento de Green nos crimes.
"Este veredicto é uma surpresa para nós? Não. O objetivo tem sido sempre o de salvar a vida de nosso cliente", disse Wolff. "E agora vamos para a fase mais importante, que é a fase de definição da pena, e vamos para alcançar esse objetivo."
Green foi o líder de uma batida em uma casa no sul de Bagdá, em março de 2006, na qual a menina iraquiana, de 14 anos foi violentada por ele e por pelo menos dois outros soldados. O próprio Green levou a adolescente e sua família para um quarto, onde executou todos, antes de incendiar a casa para encobrir o crime.
O assassinato da família, que foi inicialmente atribuído a milícianas iraquianas, provocou indignação no Iraque e nos EUA.
Outros três soldados que participaram do ataque foram condenados a penas próximas a cem anos de prisão por um tribunal militar, e um quarto, que ficou de vigia, foi sentenciado a cinco anos de prisão. Segundo a promotoria, eles planejaram o ataque durante um jogo de cartas.
Os EUA invadiram o Iraque em março de 2003, alegando que o país possuía armas de destruição em massa, e desde então mantém militares no território iraquiano. As supostas armas jamais foram encontradas.

Folha de São Paulo
Com France Presse e Associated Press
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Um tribunal federal americano condenou nesta quinta-feira um ex-soldado de 23 anos por violentar e matar uma adolescente iraquiana, antes de assassinar a família da jovem, informaram fontes judiciais.
Steven Dale Green foi considerado culpado de 17 acusações, incluindo estupro, homicídio e obstrução da Justiça, revelou um funcionário de um tribunal do Kentucky. Ele pode enfrentar a pena de morte quando a fase de definição da pena do seu julgamento for aberta na próxima segunda-feira, em um caso incomum de condenação por um tribunal civil por um crime em uma zona de guerra.
Green foi julgado por um tribunal federal porque tinha sido desligado do Exército por "distúrbios de personalidade" antes de ser acusado pelos crimes no Iraque. O advogado de defesa Darren Wolff, falando depois do julgamento, disse que a defesa nunca negou o envolvimento de Green nos crimes.
"Este veredicto é uma surpresa para nós? Não. O objetivo tem sido sempre o de salvar a vida de nosso cliente", disse Wolff. "E agora vamos para a fase mais importante, que é a fase de definição da pena, e vamos para alcançar esse objetivo."
Green foi o líder de uma batida em uma casa no sul de Bagdá, em março de 2006, na qual a menina iraquiana, de 14 anos foi violentada por ele e por pelo menos dois outros soldados. O próprio Green levou a adolescente e sua família para um quarto, onde executou todos, antes de incendiar a casa para encobrir o crime.
O assassinato da família, que foi inicialmente atribuído a milícianas iraquianas, provocou indignação no Iraque e nos EUA.
Outros três soldados que participaram do ataque foram condenados a penas próximas a cem anos de prisão por um tribunal militar, e um quarto, que ficou de vigia, foi sentenciado a cinco anos de prisão. Segundo a promotoria, eles planejaram o ataque durante um jogo de cartas.
Os EUA invadiram o Iraque em março de 2003, alegando que o país possuía armas de destruição em massa, e desde então mantém militares no território iraquiano. As supostas armas jamais foram encontradas.

Folha de São Paulo
Com France Presse e Associated Press
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Um tribunal federal americano condenou nesta quinta-feira um ex-soldado de 23 anos por violentar e matar uma adolescente iraquiana, antes de assassinar a família da jovem, informaram fontes judiciais.
Steven Dale Green foi considerado culpado de 17 acusações, incluindo estupro, homicídio e obstrução da Justiça, revelou um funcionário de um tribunal do Kentucky. Ele pode enfrentar a pena de morte quando a fase de definição da pena do seu julgamento for aberta na próxima segunda-feira, em um caso incomum de condenação por um tribunal civil por um crime em uma zona de guerra.
Green foi julgado por um tribunal federal porque tinha sido desligado do Exército por "distúrbios de personalidade" antes de ser acusado pelos crimes no Iraque. O advogado de defesa Darren Wolff, falando depois do julgamento, disse que a defesa nunca negou o envolvimento de Green nos crimes.
"Este veredicto é uma surpresa para nós? Não. O objetivo tem sido sempre o de salvar a vida de nosso cliente", disse Wolff. "E agora vamos para a fase mais importante, que é a fase de definição da pena, e vamos para alcançar esse objetivo."
Green foi o líder de uma batida em uma casa no sul de Bagdá, em março de 2006, na qual a menina iraquiana, de 14 anos foi violentada por ele e por pelo menos dois outros soldados. O próprio Green levou a adolescente e sua família para um quarto, onde executou todos, antes de incendiar a casa para encobrir o crime.
O assassinato da família, que foi inicialmente atribuído a milícianas iraquianas, provocou indignação no Iraque e nos EUA.
Outros três soldados que participaram do ataque foram condenados a penas próximas a cem anos de prisão por um tribunal militar, e um quarto, que ficou de vigia, foi sentenciado a cinco anos de prisão. Segundo a promotoria, eles planejaram o ataque durante um jogo de cartas.
Os EUA invadiram o Iraque em março de 2003, alegando que o país possuía armas de destruição em massa, e desde então mantém militares no território iraquiano. As supostas armas jamais foram encontradas.

Folha de São Paulo
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Um tribunal federal americano condenou nesta quinta-feira um ex-soldado de 23 anos por violentar e matar uma adolescente iraquiana, antes de assassinar a família da jovem, informaram fontes judiciais.
Steven Dale Green foi considerado culpado de 17 acusações, incluindo estupro, homicídio e obstrução da Justiça, revelou um funcionário de um tribunal do Kentucky. Ele pode enfrentar a pena de morte quando a fase de definição da pena do seu julgamento for aberta na próxima segunda-feira, em um caso incomum de condenação por um tribunal civil por um crime em uma zona de guerra.
Green foi julgado por um tribunal federal porque tinha sido desligado do Exército por "distúrbios de personalidade" antes de ser acusado pelos crimes no Iraque. O advogado de defesa Darren Wolff, falando depois do julgamento, disse que a defesa nunca negou o envolvimento de Green nos crimes.
"Este veredicto é uma surpresa para nós? Não. O objetivo tem sido sempre o de salvar a vida de nosso cliente", disse Wolff. "E agora vamos para a fase mais importante, que é a fase de definição da pena, e vamos para alcançar esse objetivo."
Green foi o líder de uma batida em uma casa no sul de Bagdá, em março de 2006, na qual a menina iraquiana, de 14 anos foi violentada por ele e por pelo menos dois outros soldados. O próprio Green levou a adolescente e sua família para um quarto, onde executou todos, antes de incendiar a casa para encobrir o crime.
O assassinato da família, que foi inicialmente atribuído a milícianas iraquianas, provocou indignação no Iraque e nos EUA.
Outros três soldados que participaram do ataque foram condenados a penas próximas a cem anos de prisão por um tribunal militar, e um quarto, que ficou de vigia, foi sentenciado a cinco anos de prisão. Segundo a promotoria, eles planejaram o ataque durante um jogo de cartas.
Os EUA invadiram o Iraque em março de 2003, alegando que o país possuía armas de destruição em massa, e desde então mantém militares no território iraquiano. As supostas armas jamais foram encontradas.

Folha de São Paulo
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Um tribunal federal americano condenou nesta quinta-feira um ex-soldado de 23 anos por violentar e matar uma adolescente iraquiana, antes de assassinar a família da jovem, informaram fontes judiciais.
Steven Dale Green foi considerado culpado de 17 acusações, incluindo estupro, homicídio e obstrução da Justiça, revelou um funcionário de um tribunal do Kentucky. Ele pode enfrentar a pena de morte quando a fase de definição da pena do seu julgamento for aberta na próxima segunda-feira, em um caso incomum de condenação por um tribunal civil por um crime em uma zona de guerra.
Green foi julgado por um tribunal federal porque tinha sido desligado do Exército por "distúrbios de personalidade" antes de ser acusado pelos crimes no Iraque. O advogado de defesa Darren Wolff, falando depois do julgamento, disse que a defesa nunca negou o envolvimento de Green nos crimes.
"Este veredicto é uma surpresa para nós? Não. O objetivo tem sido sempre o de salvar a vida de nosso cliente", disse Wolff. "E agora vamos para a fase mais importante, que é a fase de definição da pena, e vamos para alcançar esse objetivo."
Green foi o líder de uma batida em uma casa no sul de Bagdá, em março de 2006, na qual a menina iraquiana, de 14 anos foi violentada por ele e por pelo menos dois outros soldados. O próprio Green levou a adolescente e sua família para um quarto, onde executou todos, antes de incendiar a casa para encobrir o crime.
O assassinato da família, que foi inicialmente atribuído a milícianas iraquianas, provocou indignação no Iraque e nos EUA.
Outros três soldados que participaram do ataque foram condenados a penas próximas a cem anos de prisão por um tribunal militar, e um quarto, que ficou de vigia, foi sentenciado a cinco anos de prisão. Segundo a promotoria, eles planejaram o ataque durante um jogo de cartas.
Os EUA invadiram o Iraque em março de 2003, alegando que o país possuía armas de destruição em massa, e desde então mantém militares no território iraquiano. As supostas armas jamais foram encontradas.

Folha de São Paulo
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Apesar de previstas no Código de Trânsito Brasileiro, sancionado há quase 12 anos e em vigor há 11, as multas a pedestres até hoje não podem ser aplicadas no país.
Segundo o Contran (Conselho Nacional de Trânsito), responsável por estabelecer as normas para fiscalizar as infrações, não existe prazo para que as multas sejam cobradas, já que nunca se encontrou uma forma de fazer isso.
Assim, os fiscais não podem autuar quem está a pé. O código proíbe os pedestres de, entre outras coisas, andar nas pistas, exceto para cruzá-las; e atravessar a rua em cruzamento, salvo quando houver sinalização para esse fim.
Em uma hora, a Folha flagrou cerca de 360 infrações de pedestres no movimentado encontro entre as avenidas Ipiranga e São João, no centro de São Paulo.
A reportagem observou o trânsito no local das 16h15 às 17h15 de uma terça-feira. O cruzamento é o terceiro com mais atropelamentos de São Paulo, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego. Os dois mais perigosos são, pela ordem, o da avenida do Estado com a Santos Dumont e o da avenida Brigadeiro Luís Antônio com a Paulista.
Das pessoas flagradas, 63% atravessaram com o sinal vermelho para elas. Outros 21% se arriscaram atravessando em local proibido.
Durante o período em que a reportagem permaneceu no local, um agente da CET ordenava o trânsito e dava informações. Em duas ocasiões, o fiscal usou o apito para orientar quem estava a pé. Nenhum dos pedestres, porém, chegou a ser parado.

Atropelamentos

Uma análise qualitativa de 72 casos feita por um grupo mantido pela CET apontou que 83% dos atropelamentos de 2008 ocorreram fora da faixa e da calçada.
Segundo o órgão, 7.602 pessoas foram atropeladas na cidade, com 658 mortes.
Entre os que passavam pelo cruzamento visitado pela Folha, alguns afirmaram desconhecer a lei. Outros, não.
"Saber a gente sabe, mas não tem jeito", comentou uma pedestre, que não quis se identificar. "Mas, também, como vão fazer para multar?", questionou ela.
Um rapaz que atravessou o cruzamento na diagonal não via risco de ficar no meio do tráfego de carros entre as duas ruas caso algum semáforo abrisse. "Trabalho aqui há cinco anos, já calculei o tempo dos sinais", contou.

Multas

No ano passado, a CET emitiu 4.679.954 multas a motoristas na cidade. Ao longo de um ano, se só os pedestres infratores observados pela Folha durante uma hora fossem multados por dia, o número de multas seria de 130.670, ou 2,8% de todas as notificadas no ano passado.
Os pedestres que descumprem as regras do código cometem infração leve. Caso a lei tivesse sido regulamentada, teriam que pagar 50% do valor da multa de quem comete o mesmo tipo de infração estando de carro, ou R$ 26,60.
A CET afirma que não pode multar pedestres porque o artigo do código que trata desse assunto não foi regulamentado. O Contran diz que não estuda retomar o tema agora.


POR VITOR MORENO
Colaboração para a Folha de S.Paulo
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:18  comentar


Apesar de previstas no Código de Trânsito Brasileiro, sancionado há quase 12 anos e em vigor há 11, as multas a pedestres até hoje não podem ser aplicadas no país.
Segundo o Contran (Conselho Nacional de Trânsito), responsável por estabelecer as normas para fiscalizar as infrações, não existe prazo para que as multas sejam cobradas, já que nunca se encontrou uma forma de fazer isso.
Assim, os fiscais não podem autuar quem está a pé. O código proíbe os pedestres de, entre outras coisas, andar nas pistas, exceto para cruzá-las; e atravessar a rua em cruzamento, salvo quando houver sinalização para esse fim.
Em uma hora, a Folha flagrou cerca de 360 infrações de pedestres no movimentado encontro entre as avenidas Ipiranga e São João, no centro de São Paulo.
A reportagem observou o trânsito no local das 16h15 às 17h15 de uma terça-feira. O cruzamento é o terceiro com mais atropelamentos de São Paulo, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego. Os dois mais perigosos são, pela ordem, o da avenida do Estado com a Santos Dumont e o da avenida Brigadeiro Luís Antônio com a Paulista.
Das pessoas flagradas, 63% atravessaram com o sinal vermelho para elas. Outros 21% se arriscaram atravessando em local proibido.
Durante o período em que a reportagem permaneceu no local, um agente da CET ordenava o trânsito e dava informações. Em duas ocasiões, o fiscal usou o apito para orientar quem estava a pé. Nenhum dos pedestres, porém, chegou a ser parado.

Atropelamentos

Uma análise qualitativa de 72 casos feita por um grupo mantido pela CET apontou que 83% dos atropelamentos de 2008 ocorreram fora da faixa e da calçada.
Segundo o órgão, 7.602 pessoas foram atropeladas na cidade, com 658 mortes.
Entre os que passavam pelo cruzamento visitado pela Folha, alguns afirmaram desconhecer a lei. Outros, não.
"Saber a gente sabe, mas não tem jeito", comentou uma pedestre, que não quis se identificar. "Mas, também, como vão fazer para multar?", questionou ela.
Um rapaz que atravessou o cruzamento na diagonal não via risco de ficar no meio do tráfego de carros entre as duas ruas caso algum semáforo abrisse. "Trabalho aqui há cinco anos, já calculei o tempo dos sinais", contou.

Multas

No ano passado, a CET emitiu 4.679.954 multas a motoristas na cidade. Ao longo de um ano, se só os pedestres infratores observados pela Folha durante uma hora fossem multados por dia, o número de multas seria de 130.670, ou 2,8% de todas as notificadas no ano passado.
Os pedestres que descumprem as regras do código cometem infração leve. Caso a lei tivesse sido regulamentada, teriam que pagar 50% do valor da multa de quem comete o mesmo tipo de infração estando de carro, ou R$ 26,60.
A CET afirma que não pode multar pedestres porque o artigo do código que trata desse assunto não foi regulamentado. O Contran diz que não estuda retomar o tema agora.


POR VITOR MORENO
Colaboração para a Folha de S.Paulo
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Apesar de previstas no Código de Trânsito Brasileiro, sancionado há quase 12 anos e em vigor há 11, as multas a pedestres até hoje não podem ser aplicadas no país.
Segundo o Contran (Conselho Nacional de Trânsito), responsável por estabelecer as normas para fiscalizar as infrações, não existe prazo para que as multas sejam cobradas, já que nunca se encontrou uma forma de fazer isso.
Assim, os fiscais não podem autuar quem está a pé. O código proíbe os pedestres de, entre outras coisas, andar nas pistas, exceto para cruzá-las; e atravessar a rua em cruzamento, salvo quando houver sinalização para esse fim.
Em uma hora, a Folha flagrou cerca de 360 infrações de pedestres no movimentado encontro entre as avenidas Ipiranga e São João, no centro de São Paulo.
A reportagem observou o trânsito no local das 16h15 às 17h15 de uma terça-feira. O cruzamento é o terceiro com mais atropelamentos de São Paulo, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego. Os dois mais perigosos são, pela ordem, o da avenida do Estado com a Santos Dumont e o da avenida Brigadeiro Luís Antônio com a Paulista.
Das pessoas flagradas, 63% atravessaram com o sinal vermelho para elas. Outros 21% se arriscaram atravessando em local proibido.
Durante o período em que a reportagem permaneceu no local, um agente da CET ordenava o trânsito e dava informações. Em duas ocasiões, o fiscal usou o apito para orientar quem estava a pé. Nenhum dos pedestres, porém, chegou a ser parado.

Atropelamentos

Uma análise qualitativa de 72 casos feita por um grupo mantido pela CET apontou que 83% dos atropelamentos de 2008 ocorreram fora da faixa e da calçada.
Segundo o órgão, 7.602 pessoas foram atropeladas na cidade, com 658 mortes.
Entre os que passavam pelo cruzamento visitado pela Folha, alguns afirmaram desconhecer a lei. Outros, não.
"Saber a gente sabe, mas não tem jeito", comentou uma pedestre, que não quis se identificar. "Mas, também, como vão fazer para multar?", questionou ela.
Um rapaz que atravessou o cruzamento na diagonal não via risco de ficar no meio do tráfego de carros entre as duas ruas caso algum semáforo abrisse. "Trabalho aqui há cinco anos, já calculei o tempo dos sinais", contou.

Multas

No ano passado, a CET emitiu 4.679.954 multas a motoristas na cidade. Ao longo de um ano, se só os pedestres infratores observados pela Folha durante uma hora fossem multados por dia, o número de multas seria de 130.670, ou 2,8% de todas as notificadas no ano passado.
Os pedestres que descumprem as regras do código cometem infração leve. Caso a lei tivesse sido regulamentada, teriam que pagar 50% do valor da multa de quem comete o mesmo tipo de infração estando de carro, ou R$ 26,60.
A CET afirma que não pode multar pedestres porque o artigo do código que trata desse assunto não foi regulamentado. O Contran diz que não estuda retomar o tema agora.


POR VITOR MORENO
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Apesar de previstas no Código de Trânsito Brasileiro, sancionado há quase 12 anos e em vigor há 11, as multas a pedestres até hoje não podem ser aplicadas no país.
Segundo o Contran (Conselho Nacional de Trânsito), responsável por estabelecer as normas para fiscalizar as infrações, não existe prazo para que as multas sejam cobradas, já que nunca se encontrou uma forma de fazer isso.
Assim, os fiscais não podem autuar quem está a pé. O código proíbe os pedestres de, entre outras coisas, andar nas pistas, exceto para cruzá-las; e atravessar a rua em cruzamento, salvo quando houver sinalização para esse fim.
Em uma hora, a Folha flagrou cerca de 360 infrações de pedestres no movimentado encontro entre as avenidas Ipiranga e São João, no centro de São Paulo.
A reportagem observou o trânsito no local das 16h15 às 17h15 de uma terça-feira. O cruzamento é o terceiro com mais atropelamentos de São Paulo, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego. Os dois mais perigosos são, pela ordem, o da avenida do Estado com a Santos Dumont e o da avenida Brigadeiro Luís Antônio com a Paulista.
Das pessoas flagradas, 63% atravessaram com o sinal vermelho para elas. Outros 21% se arriscaram atravessando em local proibido.
Durante o período em que a reportagem permaneceu no local, um agente da CET ordenava o trânsito e dava informações. Em duas ocasiões, o fiscal usou o apito para orientar quem estava a pé. Nenhum dos pedestres, porém, chegou a ser parado.

Atropelamentos

Uma análise qualitativa de 72 casos feita por um grupo mantido pela CET apontou que 83% dos atropelamentos de 2008 ocorreram fora da faixa e da calçada.
Segundo o órgão, 7.602 pessoas foram atropeladas na cidade, com 658 mortes.
Entre os que passavam pelo cruzamento visitado pela Folha, alguns afirmaram desconhecer a lei. Outros, não.
"Saber a gente sabe, mas não tem jeito", comentou uma pedestre, que não quis se identificar. "Mas, também, como vão fazer para multar?", questionou ela.
Um rapaz que atravessou o cruzamento na diagonal não via risco de ficar no meio do tráfego de carros entre as duas ruas caso algum semáforo abrisse. "Trabalho aqui há cinco anos, já calculei o tempo dos sinais", contou.

Multas

No ano passado, a CET emitiu 4.679.954 multas a motoristas na cidade. Ao longo de um ano, se só os pedestres infratores observados pela Folha durante uma hora fossem multados por dia, o número de multas seria de 130.670, ou 2,8% de todas as notificadas no ano passado.
Os pedestres que descumprem as regras do código cometem infração leve. Caso a lei tivesse sido regulamentada, teriam que pagar 50% do valor da multa de quem comete o mesmo tipo de infração estando de carro, ou R$ 26,60.
A CET afirma que não pode multar pedestres porque o artigo do código que trata desse assunto não foi regulamentado. O Contran diz que não estuda retomar o tema agora.


POR VITOR MORENO
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Apesar de previstas no Código de Trânsito Brasileiro, sancionado há quase 12 anos e em vigor há 11, as multas a pedestres até hoje não podem ser aplicadas no país.
Segundo o Contran (Conselho Nacional de Trânsito), responsável por estabelecer as normas para fiscalizar as infrações, não existe prazo para que as multas sejam cobradas, já que nunca se encontrou uma forma de fazer isso.
Assim, os fiscais não podem autuar quem está a pé. O código proíbe os pedestres de, entre outras coisas, andar nas pistas, exceto para cruzá-las; e atravessar a rua em cruzamento, salvo quando houver sinalização para esse fim.
Em uma hora, a Folha flagrou cerca de 360 infrações de pedestres no movimentado encontro entre as avenidas Ipiranga e São João, no centro de São Paulo.
A reportagem observou o trânsito no local das 16h15 às 17h15 de uma terça-feira. O cruzamento é o terceiro com mais atropelamentos de São Paulo, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego. Os dois mais perigosos são, pela ordem, o da avenida do Estado com a Santos Dumont e o da avenida Brigadeiro Luís Antônio com a Paulista.
Das pessoas flagradas, 63% atravessaram com o sinal vermelho para elas. Outros 21% se arriscaram atravessando em local proibido.
Durante o período em que a reportagem permaneceu no local, um agente da CET ordenava o trânsito e dava informações. Em duas ocasiões, o fiscal usou o apito para orientar quem estava a pé. Nenhum dos pedestres, porém, chegou a ser parado.

Atropelamentos

Uma análise qualitativa de 72 casos feita por um grupo mantido pela CET apontou que 83% dos atropelamentos de 2008 ocorreram fora da faixa e da calçada.
Segundo o órgão, 7.602 pessoas foram atropeladas na cidade, com 658 mortes.
Entre os que passavam pelo cruzamento visitado pela Folha, alguns afirmaram desconhecer a lei. Outros, não.
"Saber a gente sabe, mas não tem jeito", comentou uma pedestre, que não quis se identificar. "Mas, também, como vão fazer para multar?", questionou ela.
Um rapaz que atravessou o cruzamento na diagonal não via risco de ficar no meio do tráfego de carros entre as duas ruas caso algum semáforo abrisse. "Trabalho aqui há cinco anos, já calculei o tempo dos sinais", contou.

Multas

No ano passado, a CET emitiu 4.679.954 multas a motoristas na cidade. Ao longo de um ano, se só os pedestres infratores observados pela Folha durante uma hora fossem multados por dia, o número de multas seria de 130.670, ou 2,8% de todas as notificadas no ano passado.
Os pedestres que descumprem as regras do código cometem infração leve. Caso a lei tivesse sido regulamentada, teriam que pagar 50% do valor da multa de quem comete o mesmo tipo de infração estando de carro, ou R$ 26,60.
A CET afirma que não pode multar pedestres porque o artigo do código que trata desse assunto não foi regulamentado. O Contran diz que não estuda retomar o tema agora.


POR VITOR MORENO
Colaboração para a Folha de S.Paulo
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Apesar de previstas no Código de Trânsito Brasileiro, sancionado há quase 12 anos e em vigor há 11, as multas a pedestres até hoje não podem ser aplicadas no país.
Segundo o Contran (Conselho Nacional de Trânsito), responsável por estabelecer as normas para fiscalizar as infrações, não existe prazo para que as multas sejam cobradas, já que nunca se encontrou uma forma de fazer isso.
Assim, os fiscais não podem autuar quem está a pé. O código proíbe os pedestres de, entre outras coisas, andar nas pistas, exceto para cruzá-las; e atravessar a rua em cruzamento, salvo quando houver sinalização para esse fim.
Em uma hora, a Folha flagrou cerca de 360 infrações de pedestres no movimentado encontro entre as avenidas Ipiranga e São João, no centro de São Paulo.
A reportagem observou o trânsito no local das 16h15 às 17h15 de uma terça-feira. O cruzamento é o terceiro com mais atropelamentos de São Paulo, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego. Os dois mais perigosos são, pela ordem, o da avenida do Estado com a Santos Dumont e o da avenida Brigadeiro Luís Antônio com a Paulista.
Das pessoas flagradas, 63% atravessaram com o sinal vermelho para elas. Outros 21% se arriscaram atravessando em local proibido.
Durante o período em que a reportagem permaneceu no local, um agente da CET ordenava o trânsito e dava informações. Em duas ocasiões, o fiscal usou o apito para orientar quem estava a pé. Nenhum dos pedestres, porém, chegou a ser parado.

Atropelamentos

Uma análise qualitativa de 72 casos feita por um grupo mantido pela CET apontou que 83% dos atropelamentos de 2008 ocorreram fora da faixa e da calçada.
Segundo o órgão, 7.602 pessoas foram atropeladas na cidade, com 658 mortes.
Entre os que passavam pelo cruzamento visitado pela Folha, alguns afirmaram desconhecer a lei. Outros, não.
"Saber a gente sabe, mas não tem jeito", comentou uma pedestre, que não quis se identificar. "Mas, também, como vão fazer para multar?", questionou ela.
Um rapaz que atravessou o cruzamento na diagonal não via risco de ficar no meio do tráfego de carros entre as duas ruas caso algum semáforo abrisse. "Trabalho aqui há cinco anos, já calculei o tempo dos sinais", contou.

Multas

No ano passado, a CET emitiu 4.679.954 multas a motoristas na cidade. Ao longo de um ano, se só os pedestres infratores observados pela Folha durante uma hora fossem multados por dia, o número de multas seria de 130.670, ou 2,8% de todas as notificadas no ano passado.
Os pedestres que descumprem as regras do código cometem infração leve. Caso a lei tivesse sido regulamentada, teriam que pagar 50% do valor da multa de quem comete o mesmo tipo de infração estando de carro, ou R$ 26,60.
A CET afirma que não pode multar pedestres porque o artigo do código que trata desse assunto não foi regulamentado. O Contran diz que não estuda retomar o tema agora.


POR VITOR MORENO
Colaboração para a Folha de S.Paulo
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Uma súbita invasão de tarântulas está assustando os moradores das cidades de Bowen e Townsville, em Queensland, na Austrália.
Os aracnídeos, considerados a maior espécie de aranhas na Austrália e conhecidos também pela capacidade de caçar e comer pássaros, costumam viver ao ar livre, mas estão entrando em casas e se instalando principalmente nos banheiros.
BBC Brasil
Invasão de tarântulas está assustando cidades australianas; aracnídeos são a maior espécie de aranhas na Austrália
Brendan Stent, da Associação de Tarântulas da Austrália, disse em entrevista ao jornal "Townsville Bulletin" que o número fora do comum dos animais nessas cidades se deve a uma combinação das chuvas fora de época com a temporada de acasalamento das aranhas.

Macho segue a fêmea
"As fêmeas se abrigam dentro das casas primeiro, e logo os machos também vão. Não é comum ver tantas assim mas, devido às chuvas, elas não sabem o que fazer, então entram para procurar abrigo e comida", disse a controladora de pestes de Bowen, Debra Geiszler.
No entanto, Geiszler disse que as aranhas não permanecem nas casas, pois estão sempre em movimento.
Apesar de não ser letal em humanos, o veneno da picada de tarântula pode ameaçar a vida de cães e gatos.
"As aranhas mais maduras podem atacar [humanos] e, como resultado, causar vômito por algumas horas", disse ela.
Mesmo sendo comum em algumas cidades de Queensland, Geiszler disse que as pessoas costumam se assustar ao vê-las devido à aparência agressiva. "Nessa temporada, temos recebido bastante telefonemas para retirá-las das casas."
Não apenas as tarântulas, mas todos os tipos de aranhas são consideradas pestes na região. "Se alguém telefona, nós imediatamente vamos remover as aranhas. Mas, infelizmente, as pessoas as matam antes, porque ficam com medo."
"Nós sugerimos que as pessoas que trabalham em jardins usem luvas, roupas e sapatos apropriados para prevenir qualquer ataque dos aracnídeos", acrescentou.


POR GIOVANA VITOLA
da BBC Brasil, em Sydney
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link do postPor anjoseguerreiros, às 17:15  comentar


Uma súbita invasão de tarântulas está assustando os moradores das cidades de Bowen e Townsville, em Queensland, na Austrália.
Os aracnídeos, considerados a maior espécie de aranhas na Austrália e conhecidos também pela capacidade de caçar e comer pássaros, costumam viver ao ar livre, mas estão entrando em casas e se instalando principalmente nos banheiros.
BBC Brasil
Invasão de tarântulas está assustando cidades australianas; aracnídeos são a maior espécie de aranhas na Austrália
Brendan Stent, da Associação de Tarântulas da Austrália, disse em entrevista ao jornal "Townsville Bulletin" que o número fora do comum dos animais nessas cidades se deve a uma combinação das chuvas fora de época com a temporada de acasalamento das aranhas.

Macho segue a fêmea
"As fêmeas se abrigam dentro das casas primeiro, e logo os machos também vão. Não é comum ver tantas assim mas, devido às chuvas, elas não sabem o que fazer, então entram para procurar abrigo e comida", disse a controladora de pestes de Bowen, Debra Geiszler.
No entanto, Geiszler disse que as aranhas não permanecem nas casas, pois estão sempre em movimento.
Apesar de não ser letal em humanos, o veneno da picada de tarântula pode ameaçar a vida de cães e gatos.
"As aranhas mais maduras podem atacar [humanos] e, como resultado, causar vômito por algumas horas", disse ela.
Mesmo sendo comum em algumas cidades de Queensland, Geiszler disse que as pessoas costumam se assustar ao vê-las devido à aparência agressiva. "Nessa temporada, temos recebido bastante telefonemas para retirá-las das casas."
Não apenas as tarântulas, mas todos os tipos de aranhas são consideradas pestes na região. "Se alguém telefona, nós imediatamente vamos remover as aranhas. Mas, infelizmente, as pessoas as matam antes, porque ficam com medo."
"Nós sugerimos que as pessoas que trabalham em jardins usem luvas, roupas e sapatos apropriados para prevenir qualquer ataque dos aracnídeos", acrescentou.


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Uma súbita invasão de tarântulas está assustando os moradores das cidades de Bowen e Townsville, em Queensland, na Austrália.
Os aracnídeos, considerados a maior espécie de aranhas na Austrália e conhecidos também pela capacidade de caçar e comer pássaros, costumam viver ao ar livre, mas estão entrando em casas e se instalando principalmente nos banheiros.
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Invasão de tarântulas está assustando cidades australianas; aracnídeos são a maior espécie de aranhas na Austrália
Brendan Stent, da Associação de Tarântulas da Austrália, disse em entrevista ao jornal "Townsville Bulletin" que o número fora do comum dos animais nessas cidades se deve a uma combinação das chuvas fora de época com a temporada de acasalamento das aranhas.

Macho segue a fêmea
"As fêmeas se abrigam dentro das casas primeiro, e logo os machos também vão. Não é comum ver tantas assim mas, devido às chuvas, elas não sabem o que fazer, então entram para procurar abrigo e comida", disse a controladora de pestes de Bowen, Debra Geiszler.
No entanto, Geiszler disse que as aranhas não permanecem nas casas, pois estão sempre em movimento.
Apesar de não ser letal em humanos, o veneno da picada de tarântula pode ameaçar a vida de cães e gatos.
"As aranhas mais maduras podem atacar [humanos] e, como resultado, causar vômito por algumas horas", disse ela.
Mesmo sendo comum em algumas cidades de Queensland, Geiszler disse que as pessoas costumam se assustar ao vê-las devido à aparência agressiva. "Nessa temporada, temos recebido bastante telefonemas para retirá-las das casas."
Não apenas as tarântulas, mas todos os tipos de aranhas são consideradas pestes na região. "Se alguém telefona, nós imediatamente vamos remover as aranhas. Mas, infelizmente, as pessoas as matam antes, porque ficam com medo."
"Nós sugerimos que as pessoas que trabalham em jardins usem luvas, roupas e sapatos apropriados para prevenir qualquer ataque dos aracnídeos", acrescentou.


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Uma súbita invasão de tarântulas está assustando os moradores das cidades de Bowen e Townsville, em Queensland, na Austrália.
Os aracnídeos, considerados a maior espécie de aranhas na Austrália e conhecidos também pela capacidade de caçar e comer pássaros, costumam viver ao ar livre, mas estão entrando em casas e se instalando principalmente nos banheiros.
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Invasão de tarântulas está assustando cidades australianas; aracnídeos são a maior espécie de aranhas na Austrália
Brendan Stent, da Associação de Tarântulas da Austrália, disse em entrevista ao jornal "Townsville Bulletin" que o número fora do comum dos animais nessas cidades se deve a uma combinação das chuvas fora de época com a temporada de acasalamento das aranhas.

Macho segue a fêmea
"As fêmeas se abrigam dentro das casas primeiro, e logo os machos também vão. Não é comum ver tantas assim mas, devido às chuvas, elas não sabem o que fazer, então entram para procurar abrigo e comida", disse a controladora de pestes de Bowen, Debra Geiszler.
No entanto, Geiszler disse que as aranhas não permanecem nas casas, pois estão sempre em movimento.
Apesar de não ser letal em humanos, o veneno da picada de tarântula pode ameaçar a vida de cães e gatos.
"As aranhas mais maduras podem atacar [humanos] e, como resultado, causar vômito por algumas horas", disse ela.
Mesmo sendo comum em algumas cidades de Queensland, Geiszler disse que as pessoas costumam se assustar ao vê-las devido à aparência agressiva. "Nessa temporada, temos recebido bastante telefonemas para retirá-las das casas."
Não apenas as tarântulas, mas todos os tipos de aranhas são consideradas pestes na região. "Se alguém telefona, nós imediatamente vamos remover as aranhas. Mas, infelizmente, as pessoas as matam antes, porque ficam com medo."
"Nós sugerimos que as pessoas que trabalham em jardins usem luvas, roupas e sapatos apropriados para prevenir qualquer ataque dos aracnídeos", acrescentou.


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Brendan Stent, da Associação de Tarântulas da Austrália, disse em entrevista ao jornal "Townsville Bulletin" que o número fora do comum dos animais nessas cidades se deve a uma combinação das chuvas fora de época com a temporada de acasalamento das aranhas.

Macho segue a fêmea
"As fêmeas se abrigam dentro das casas primeiro, e logo os machos também vão. Não é comum ver tantas assim mas, devido às chuvas, elas não sabem o que fazer, então entram para procurar abrigo e comida", disse a controladora de pestes de Bowen, Debra Geiszler.
No entanto, Geiszler disse que as aranhas não permanecem nas casas, pois estão sempre em movimento.
Apesar de não ser letal em humanos, o veneno da picada de tarântula pode ameaçar a vida de cães e gatos.
"As aranhas mais maduras podem atacar [humanos] e, como resultado, causar vômito por algumas horas", disse ela.
Mesmo sendo comum em algumas cidades de Queensland, Geiszler disse que as pessoas costumam se assustar ao vê-las devido à aparência agressiva. "Nessa temporada, temos recebido bastante telefonemas para retirá-las das casas."
Não apenas as tarântulas, mas todos os tipos de aranhas são consideradas pestes na região. "Se alguém telefona, nós imediatamente vamos remover as aranhas. Mas, infelizmente, as pessoas as matam antes, porque ficam com medo."
"Nós sugerimos que as pessoas que trabalham em jardins usem luvas, roupas e sapatos apropriados para prevenir qualquer ataque dos aracnídeos", acrescentou.


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Invasão de tarântulas está assustando cidades australianas; aracnídeos são a maior espécie de aranhas na Austrália
Brendan Stent, da Associação de Tarântulas da Austrália, disse em entrevista ao jornal "Townsville Bulletin" que o número fora do comum dos animais nessas cidades se deve a uma combinação das chuvas fora de época com a temporada de acasalamento das aranhas.

Macho segue a fêmea
"As fêmeas se abrigam dentro das casas primeiro, e logo os machos também vão. Não é comum ver tantas assim mas, devido às chuvas, elas não sabem o que fazer, então entram para procurar abrigo e comida", disse a controladora de pestes de Bowen, Debra Geiszler.
No entanto, Geiszler disse que as aranhas não permanecem nas casas, pois estão sempre em movimento.
Apesar de não ser letal em humanos, o veneno da picada de tarântula pode ameaçar a vida de cães e gatos.
"As aranhas mais maduras podem atacar [humanos] e, como resultado, causar vômito por algumas horas", disse ela.
Mesmo sendo comum em algumas cidades de Queensland, Geiszler disse que as pessoas costumam se assustar ao vê-las devido à aparência agressiva. "Nessa temporada, temos recebido bastante telefonemas para retirá-las das casas."
Não apenas as tarântulas, mas todos os tipos de aranhas são consideradas pestes na região. "Se alguém telefona, nós imediatamente vamos remover as aranhas. Mas, infelizmente, as pessoas as matam antes, porque ficam com medo."
"Nós sugerimos que as pessoas que trabalham em jardins usem luvas, roupas e sapatos apropriados para prevenir qualquer ataque dos aracnídeos", acrescentou.


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Defesa do casal Nardoni quer novo exame de DNA

São Paulo - O criminalista Roberto Podval, que defende o casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, quer que a Justiça determine que os laudos de DNA sobre a presença de sangue do casal em objetos e no apartamento do casal sejam refeitos. A alegação de Podval é de que o sangue examinado pelos peritos não era de seus clientes. “Eles não forneceram o material sanguíneo utilizado como parâmetro de confronto (exame de DNA) com as amostras coligidas no apartamento e nas roupas ali encontradas”, afirmou o criminalista.
O promotor de Justiça Francisco José Cembranelli, responsável pela acusação, disse ontem que ainda não havia tomado conhecimento do pedido de concessão da medida cautelar feito pela defesa. Disse que a matéria “é antiga e já havia sido suscitada pela defesa em novembro”. “A ideia da defesa é criar uma dúvida sobre os laudos periciais. Eu não esperava que eles ficassem de braços cruzados, vendo a acusação trabalhar”, afirmou. A reportagem procurou o Instituto de Criminalística (IC), mas não localizou a direção.
A defesa do casal Nardoni, acusado de atirar pela janela do prédio a menina Isabella, de 5 anos, tem por base a alegação da falta do termo de coleta de sangue no processo contra o casal. Também se apresentou cópia de declarações dos réus, afirmando que em nenhum momento os peritos retiraram sangue para fazer o confronto. Segundo Podval, apesar disso, o laudo constatou a coincidência do perfil genético dos materiais biológicos examinados, determinando que eles pertenciam à madrasta e ao pai de Isabella.
As supostas amostras de sangue de Anna Carolina coincidiram com o sangue achado na calça que ela vestia e na cadeira de transporte de criança no carro do casal. Já o suposto sangue de Alexandre “apresentou característica de uma mistura compatível com material biológico proveniente de dois ou mais contribuintes, sendo um deles, necessariamente um homem”. Podval juntou os laudos e declarações de peritos criminais que teriam admitido não ter achado as guias de recolhimento do sangue de seus clientes. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (AE)

Todas as reinvidicações da nova defesa co caso Isabella já foram feitas em algum momento do processo. O novo advogado somente tenta atrasar o júri popular; não traz nenhuma novidade; não alega nada novo. As amostras do sangue do casal forma colhidas no começo da investigação e comparadas exaustivamente com as amostras encontradas na cena do crime.
Até quando teremos que esperar para que a justiça seja feita? Até quando a defesa dos Nardonis utilizará destes artifícios, que , embora legais, só trazem mais sofrimento a todos? Ana Carolina de Oliveira teve sua vida alterada tragicamente e os culpados demorarão quanto tempo para receberem a sentença???????????

JUSTIÇA JÁ!

JÚRI POPULAR AGORA!
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Uma americana de 61 anos foi indiciada na quinta-feira pela Justiça da Flórida por esconder o corpo da mãe em casa por seis anos e continuar recebendo benefícios no nome dela.

Penelope Sharon Jordan vivia numa casa fornecida pelo governo em nome da mãe, Timmie Jordan, na cidade de Sebastian.
Em março, uma busca policial na casa encontrou o corpo mumificado de Timmie em um dos quartos.
A polícia havia sido chamada por vizinhos, que reclamavam da sujeira provocada pelos gatos criados na casa.
Segundo disse Penelope na época, a mãe, nascida em 1913, estava morta havia seis anos.
Ela argumentou não ter comunicado a morte da mãe por não ter condições de pagar as despesas do funeral.
A Justiça da Flórida indiciou-a por "fraude e roubo de recursos públicos" por "esconder a morte de sua mãe e evitar informar o fato para continuar recebendo tanto os benefícios de seguridade social quanto a pensão militar de sua mãe".
Segundo a Justiça, Penelope Jordan teria recebido US$ 238 mil em pagamentos de benefícios indevidos entre janeiro de 2003 e março de 2009.


BBC Brasil
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Uma americana de 61 anos foi indiciada na quinta-feira pela Justiça da Flórida por esconder o corpo da mãe em casa por seis anos e continuar recebendo benefícios no nome dela.

Penelope Sharon Jordan vivia numa casa fornecida pelo governo em nome da mãe, Timmie Jordan, na cidade de Sebastian.
Em março, uma busca policial na casa encontrou o corpo mumificado de Timmie em um dos quartos.
A polícia havia sido chamada por vizinhos, que reclamavam da sujeira provocada pelos gatos criados na casa.
Segundo disse Penelope na época, a mãe, nascida em 1913, estava morta havia seis anos.
Ela argumentou não ter comunicado a morte da mãe por não ter condições de pagar as despesas do funeral.
A Justiça da Flórida indiciou-a por "fraude e roubo de recursos públicos" por "esconder a morte de sua mãe e evitar informar o fato para continuar recebendo tanto os benefícios de seguridade social quanto a pensão militar de sua mãe".
Segundo a Justiça, Penelope Jordan teria recebido US$ 238 mil em pagamentos de benefícios indevidos entre janeiro de 2003 e março de 2009.


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Uma americana de 61 anos foi indiciada na quinta-feira pela Justiça da Flórida por esconder o corpo da mãe em casa por seis anos e continuar recebendo benefícios no nome dela.

Penelope Sharon Jordan vivia numa casa fornecida pelo governo em nome da mãe, Timmie Jordan, na cidade de Sebastian.
Em março, uma busca policial na casa encontrou o corpo mumificado de Timmie em um dos quartos.
A polícia havia sido chamada por vizinhos, que reclamavam da sujeira provocada pelos gatos criados na casa.
Segundo disse Penelope na época, a mãe, nascida em 1913, estava morta havia seis anos.
Ela argumentou não ter comunicado a morte da mãe por não ter condições de pagar as despesas do funeral.
A Justiça da Flórida indiciou-a por "fraude e roubo de recursos públicos" por "esconder a morte de sua mãe e evitar informar o fato para continuar recebendo tanto os benefícios de seguridade social quanto a pensão militar de sua mãe".
Segundo a Justiça, Penelope Jordan teria recebido US$ 238 mil em pagamentos de benefícios indevidos entre janeiro de 2003 e março de 2009.


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Uma americana de 61 anos foi indiciada na quinta-feira pela Justiça da Flórida por esconder o corpo da mãe em casa por seis anos e continuar recebendo benefícios no nome dela.

Penelope Sharon Jordan vivia numa casa fornecida pelo governo em nome da mãe, Timmie Jordan, na cidade de Sebastian.
Em março, uma busca policial na casa encontrou o corpo mumificado de Timmie em um dos quartos.
A polícia havia sido chamada por vizinhos, que reclamavam da sujeira provocada pelos gatos criados na casa.
Segundo disse Penelope na época, a mãe, nascida em 1913, estava morta havia seis anos.
Ela argumentou não ter comunicado a morte da mãe por não ter condições de pagar as despesas do funeral.
A Justiça da Flórida indiciou-a por "fraude e roubo de recursos públicos" por "esconder a morte de sua mãe e evitar informar o fato para continuar recebendo tanto os benefícios de seguridade social quanto a pensão militar de sua mãe".
Segundo a Justiça, Penelope Jordan teria recebido US$ 238 mil em pagamentos de benefícios indevidos entre janeiro de 2003 e março de 2009.


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Uma americana de 61 anos foi indiciada na quinta-feira pela Justiça da Flórida por esconder o corpo da mãe em casa por seis anos e continuar recebendo benefícios no nome dela.

Penelope Sharon Jordan vivia numa casa fornecida pelo governo em nome da mãe, Timmie Jordan, na cidade de Sebastian.
Em março, uma busca policial na casa encontrou o corpo mumificado de Timmie em um dos quartos.
A polícia havia sido chamada por vizinhos, que reclamavam da sujeira provocada pelos gatos criados na casa.
Segundo disse Penelope na época, a mãe, nascida em 1913, estava morta havia seis anos.
Ela argumentou não ter comunicado a morte da mãe por não ter condições de pagar as despesas do funeral.
A Justiça da Flórida indiciou-a por "fraude e roubo de recursos públicos" por "esconder a morte de sua mãe e evitar informar o fato para continuar recebendo tanto os benefícios de seguridade social quanto a pensão militar de sua mãe".
Segundo a Justiça, Penelope Jordan teria recebido US$ 238 mil em pagamentos de benefícios indevidos entre janeiro de 2003 e março de 2009.


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Uma americana de 61 anos foi indiciada na quinta-feira pela Justiça da Flórida por esconder o corpo da mãe em casa por seis anos e continuar recebendo benefícios no nome dela.

Penelope Sharon Jordan vivia numa casa fornecida pelo governo em nome da mãe, Timmie Jordan, na cidade de Sebastian.
Em março, uma busca policial na casa encontrou o corpo mumificado de Timmie em um dos quartos.
A polícia havia sido chamada por vizinhos, que reclamavam da sujeira provocada pelos gatos criados na casa.
Segundo disse Penelope na época, a mãe, nascida em 1913, estava morta havia seis anos.
Ela argumentou não ter comunicado a morte da mãe por não ter condições de pagar as despesas do funeral.
A Justiça da Flórida indiciou-a por "fraude e roubo de recursos públicos" por "esconder a morte de sua mãe e evitar informar o fato para continuar recebendo tanto os benefícios de seguridade social quanto a pensão militar de sua mãe".
Segundo a Justiça, Penelope Jordan teria recebido US$ 238 mil em pagamentos de benefícios indevidos entre janeiro de 2003 e março de 2009.


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Rio - Policiais militares do 12º BPM (Niterói) apreenderam esta madrugada um menor de 15 anos acusado de ser um dos chefes do tráfico de drogas na favela Coronel Leôncio, na Engenhoca, em Niterói. Os PMs foram até a comunidade para tentar reprimir o tráfico local.Com a chegada do efetivo, os bandidos reagiram dando início a uma troca de tiros. Ninguém foi ferido, mas o menor foi pego. Com ele foi apreendida uma pistola calibre 45, de fabricação espanhola. Segundo os policiais, o adolescente é conhecido por sua periculosidade dentro da favela. O menor foi encaminhado para a Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente (DPCA-Niterói).


O DIA ON LINE
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Rio - Policiais militares do 12º BPM (Niterói) apreenderam esta madrugada um menor de 15 anos acusado de ser um dos chefes do tráfico de drogas na favela Coronel Leôncio, na Engenhoca, em Niterói. Os PMs foram até a comunidade para tentar reprimir o tráfico local.Com a chegada do efetivo, os bandidos reagiram dando início a uma troca de tiros. Ninguém foi ferido, mas o menor foi pego. Com ele foi apreendida uma pistola calibre 45, de fabricação espanhola. Segundo os policiais, o adolescente é conhecido por sua periculosidade dentro da favela. O menor foi encaminhado para a Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente (DPCA-Niterói).


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Amazonas - A enchente dos rios no Amazonas causou, além dos prejuízos materiais, a suspensão de aulas nas redes pública e particular de ensino. A estimativa é de que, em pelo menos 43 municípios em situação mais crítica, cerca de 300 mil estudantes tiveram as aulas suspensas, segundo informou o secretário de Educação do Estado, Gedeão Amorim.
Os maiores problemas são a dificuldade de transportar os alunos de suas comunidades para as escolas, o que é feito normalmente em barcos alugados pelas prefeituras locais, e a inundação dos prédios. Em municípios como Canutama, no rio Juruá, as duas escolas estaduais foram usadas para abrigar pessoas desalojadas.
No município do Careiro da Várzea, a 20 km de Manaus, três das seis escolas situadas na zona rural pararam suas atividades e deixaram cerca de 1,2 mil alunos sem aula, incluindo ensinos médio e fundamental, além da educação de jovens e adultos (EJA). A Escola Estadual Coronel Fiúza, que tem 800 alunos e fica na sede do município, também deverá suspender as aulas a partir do dia 15 deste mês, como informou o diretor da unidade, Raimundo Holanda.
A água do rio Solimões, que invadiu mais de 80% da cidade, está a menos de 50 m do prédio da escola. "Os alunos têm dificuldade de vir para a aula. Por isso deveremos parar também. Tudo está sendo decidido em conjunto com os pais", explicou o diretor. Em Anamã e Barreirinha, todas as 10 escolas públicas estão alagadas. A Secretaria de Educação do Amazonas também resolveu suspender o programa de ensino à distância, que atende 15 mil alunos. Pelo menos um terço das 524 salas de aula ficou com o funcionamento prejudicado pela cheia.
"Nós temos antenas que recebem a programação das aulas por satélite simplesmente entrando em processo de submersão. As estradas estão alagadas, os alunos começaram a ter problemas de locomoção e teve o aparecimento de animais peçonhentos", explicou Gedeão Amorim. Apesar de algumas informações vindas do interior darem conta de que algumas calhas de rio começaram a sinalizar a parada no processo de enchente, a maior preocupação agora, segundo o secretário de Educação, é com o calendário escolar. "Nós teremos o trabalho de reorganizar todo o calendário porque paralisamos as aulas por muito tempo. E ainda não temos a dimensão exata do problema", finalizou. Há pouco mais de 45 dias, o governo do Estado decretou situação de emergência em todos os 61 municípios do interior, entre os quais 43 deles são considerados os mais críticos.

Foram cadastradas pelas comissões municipais de Defesa Civil pouco mais de 33,9 mil famílias, o que totaliza mais de 184 mil pessoas atingidas pela enchente. Na terça-feira, o governo do Estado começou a distribuir cartões magnéticos denominados SOS Enchente que dão direito a R$ 300 como forma de ajuda a quem foi prejudicado com a cheia. A previsão da coordenação da distribuição dos cartões é de que até a próxima terça-feira, dia 12, cerca de 16,5 mil famílias tenham recebido o benefício.


O DIA ON LINE
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Amazonas - A enchente dos rios no Amazonas causou, além dos prejuízos materiais, a suspensão de aulas nas redes pública e particular de ensino. A estimativa é de que, em pelo menos 43 municípios em situação mais crítica, cerca de 300 mil estudantes tiveram as aulas suspensas, segundo informou o secretário de Educação do Estado, Gedeão Amorim.
Os maiores problemas são a dificuldade de transportar os alunos de suas comunidades para as escolas, o que é feito normalmente em barcos alugados pelas prefeituras locais, e a inundação dos prédios. Em municípios como Canutama, no rio Juruá, as duas escolas estaduais foram usadas para abrigar pessoas desalojadas.
No município do Careiro da Várzea, a 20 km de Manaus, três das seis escolas situadas na zona rural pararam suas atividades e deixaram cerca de 1,2 mil alunos sem aula, incluindo ensinos médio e fundamental, além da educação de jovens e adultos (EJA). A Escola Estadual Coronel Fiúza, que tem 800 alunos e fica na sede do município, também deverá suspender as aulas a partir do dia 15 deste mês, como informou o diretor da unidade, Raimundo Holanda.
A água do rio Solimões, que invadiu mais de 80% da cidade, está a menos de 50 m do prédio da escola. "Os alunos têm dificuldade de vir para a aula. Por isso deveremos parar também. Tudo está sendo decidido em conjunto com os pais", explicou o diretor. Em Anamã e Barreirinha, todas as 10 escolas públicas estão alagadas. A Secretaria de Educação do Amazonas também resolveu suspender o programa de ensino à distância, que atende 15 mil alunos. Pelo menos um terço das 524 salas de aula ficou com o funcionamento prejudicado pela cheia.
"Nós temos antenas que recebem a programação das aulas por satélite simplesmente entrando em processo de submersão. As estradas estão alagadas, os alunos começaram a ter problemas de locomoção e teve o aparecimento de animais peçonhentos", explicou Gedeão Amorim. Apesar de algumas informações vindas do interior darem conta de que algumas calhas de rio começaram a sinalizar a parada no processo de enchente, a maior preocupação agora, segundo o secretário de Educação, é com o calendário escolar. "Nós teremos o trabalho de reorganizar todo o calendário porque paralisamos as aulas por muito tempo. E ainda não temos a dimensão exata do problema", finalizou. Há pouco mais de 45 dias, o governo do Estado decretou situação de emergência em todos os 61 municípios do interior, entre os quais 43 deles são considerados os mais críticos.

Foram cadastradas pelas comissões municipais de Defesa Civil pouco mais de 33,9 mil famílias, o que totaliza mais de 184 mil pessoas atingidas pela enchente. Na terça-feira, o governo do Estado começou a distribuir cartões magnéticos denominados SOS Enchente que dão direito a R$ 300 como forma de ajuda a quem foi prejudicado com a cheia. A previsão da coordenação da distribuição dos cartões é de que até a próxima terça-feira, dia 12, cerca de 16,5 mil famílias tenham recebido o benefício.


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Amazonas - A enchente dos rios no Amazonas causou, além dos prejuízos materiais, a suspensão de aulas nas redes pública e particular de ensino. A estimativa é de que, em pelo menos 43 municípios em situação mais crítica, cerca de 300 mil estudantes tiveram as aulas suspensas, segundo informou o secretário de Educação do Estado, Gedeão Amorim.
Os maiores problemas são a dificuldade de transportar os alunos de suas comunidades para as escolas, o que é feito normalmente em barcos alugados pelas prefeituras locais, e a inundação dos prédios. Em municípios como Canutama, no rio Juruá, as duas escolas estaduais foram usadas para abrigar pessoas desalojadas.
No município do Careiro da Várzea, a 20 km de Manaus, três das seis escolas situadas na zona rural pararam suas atividades e deixaram cerca de 1,2 mil alunos sem aula, incluindo ensinos médio e fundamental, além da educação de jovens e adultos (EJA). A Escola Estadual Coronel Fiúza, que tem 800 alunos e fica na sede do município, também deverá suspender as aulas a partir do dia 15 deste mês, como informou o diretor da unidade, Raimundo Holanda.
A água do rio Solimões, que invadiu mais de 80% da cidade, está a menos de 50 m do prédio da escola. "Os alunos têm dificuldade de vir para a aula. Por isso deveremos parar também. Tudo está sendo decidido em conjunto com os pais", explicou o diretor. Em Anamã e Barreirinha, todas as 10 escolas públicas estão alagadas. A Secretaria de Educação do Amazonas também resolveu suspender o programa de ensino à distância, que atende 15 mil alunos. Pelo menos um terço das 524 salas de aula ficou com o funcionamento prejudicado pela cheia.
"Nós temos antenas que recebem a programação das aulas por satélite simplesmente entrando em processo de submersão. As estradas estão alagadas, os alunos começaram a ter problemas de locomoção e teve o aparecimento de animais peçonhentos", explicou Gedeão Amorim. Apesar de algumas informações vindas do interior darem conta de que algumas calhas de rio começaram a sinalizar a parada no processo de enchente, a maior preocupação agora, segundo o secretário de Educação, é com o calendário escolar. "Nós teremos o trabalho de reorganizar todo o calendário porque paralisamos as aulas por muito tempo. E ainda não temos a dimensão exata do problema", finalizou. Há pouco mais de 45 dias, o governo do Estado decretou situação de emergência em todos os 61 municípios do interior, entre os quais 43 deles são considerados os mais críticos.

Foram cadastradas pelas comissões municipais de Defesa Civil pouco mais de 33,9 mil famílias, o que totaliza mais de 184 mil pessoas atingidas pela enchente. Na terça-feira, o governo do Estado começou a distribuir cartões magnéticos denominados SOS Enchente que dão direito a R$ 300 como forma de ajuda a quem foi prejudicado com a cheia. A previsão da coordenação da distribuição dos cartões é de que até a próxima terça-feira, dia 12, cerca de 16,5 mil famílias tenham recebido o benefício.


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Amazonas - A enchente dos rios no Amazonas causou, além dos prejuízos materiais, a suspensão de aulas nas redes pública e particular de ensino. A estimativa é de que, em pelo menos 43 municípios em situação mais crítica, cerca de 300 mil estudantes tiveram as aulas suspensas, segundo informou o secretário de Educação do Estado, Gedeão Amorim.
Os maiores problemas são a dificuldade de transportar os alunos de suas comunidades para as escolas, o que é feito normalmente em barcos alugados pelas prefeituras locais, e a inundação dos prédios. Em municípios como Canutama, no rio Juruá, as duas escolas estaduais foram usadas para abrigar pessoas desalojadas.
No município do Careiro da Várzea, a 20 km de Manaus, três das seis escolas situadas na zona rural pararam suas atividades e deixaram cerca de 1,2 mil alunos sem aula, incluindo ensinos médio e fundamental, além da educação de jovens e adultos (EJA). A Escola Estadual Coronel Fiúza, que tem 800 alunos e fica na sede do município, também deverá suspender as aulas a partir do dia 15 deste mês, como informou o diretor da unidade, Raimundo Holanda.
A água do rio Solimões, que invadiu mais de 80% da cidade, está a menos de 50 m do prédio da escola. "Os alunos têm dificuldade de vir para a aula. Por isso deveremos parar também. Tudo está sendo decidido em conjunto com os pais", explicou o diretor. Em Anamã e Barreirinha, todas as 10 escolas públicas estão alagadas. A Secretaria de Educação do Amazonas também resolveu suspender o programa de ensino à distância, que atende 15 mil alunos. Pelo menos um terço das 524 salas de aula ficou com o funcionamento prejudicado pela cheia.
"Nós temos antenas que recebem a programação das aulas por satélite simplesmente entrando em processo de submersão. As estradas estão alagadas, os alunos começaram a ter problemas de locomoção e teve o aparecimento de animais peçonhentos", explicou Gedeão Amorim. Apesar de algumas informações vindas do interior darem conta de que algumas calhas de rio começaram a sinalizar a parada no processo de enchente, a maior preocupação agora, segundo o secretário de Educação, é com o calendário escolar. "Nós teremos o trabalho de reorganizar todo o calendário porque paralisamos as aulas por muito tempo. E ainda não temos a dimensão exata do problema", finalizou. Há pouco mais de 45 dias, o governo do Estado decretou situação de emergência em todos os 61 municípios do interior, entre os quais 43 deles são considerados os mais críticos.

Foram cadastradas pelas comissões municipais de Defesa Civil pouco mais de 33,9 mil famílias, o que totaliza mais de 184 mil pessoas atingidas pela enchente. Na terça-feira, o governo do Estado começou a distribuir cartões magnéticos denominados SOS Enchente que dão direito a R$ 300 como forma de ajuda a quem foi prejudicado com a cheia. A previsão da coordenação da distribuição dos cartões é de que até a próxima terça-feira, dia 12, cerca de 16,5 mil famílias tenham recebido o benefício.


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Amazonas - A enchente dos rios no Amazonas causou, além dos prejuízos materiais, a suspensão de aulas nas redes pública e particular de ensino. A estimativa é de que, em pelo menos 43 municípios em situação mais crítica, cerca de 300 mil estudantes tiveram as aulas suspensas, segundo informou o secretário de Educação do Estado, Gedeão Amorim.
Os maiores problemas são a dificuldade de transportar os alunos de suas comunidades para as escolas, o que é feito normalmente em barcos alugados pelas prefeituras locais, e a inundação dos prédios. Em municípios como Canutama, no rio Juruá, as duas escolas estaduais foram usadas para abrigar pessoas desalojadas.
No município do Careiro da Várzea, a 20 km de Manaus, três das seis escolas situadas na zona rural pararam suas atividades e deixaram cerca de 1,2 mil alunos sem aula, incluindo ensinos médio e fundamental, além da educação de jovens e adultos (EJA). A Escola Estadual Coronel Fiúza, que tem 800 alunos e fica na sede do município, também deverá suspender as aulas a partir do dia 15 deste mês, como informou o diretor da unidade, Raimundo Holanda.
A água do rio Solimões, que invadiu mais de 80% da cidade, está a menos de 50 m do prédio da escola. "Os alunos têm dificuldade de vir para a aula. Por isso deveremos parar também. Tudo está sendo decidido em conjunto com os pais", explicou o diretor. Em Anamã e Barreirinha, todas as 10 escolas públicas estão alagadas. A Secretaria de Educação do Amazonas também resolveu suspender o programa de ensino à distância, que atende 15 mil alunos. Pelo menos um terço das 524 salas de aula ficou com o funcionamento prejudicado pela cheia.
"Nós temos antenas que recebem a programação das aulas por satélite simplesmente entrando em processo de submersão. As estradas estão alagadas, os alunos começaram a ter problemas de locomoção e teve o aparecimento de animais peçonhentos", explicou Gedeão Amorim. Apesar de algumas informações vindas do interior darem conta de que algumas calhas de rio começaram a sinalizar a parada no processo de enchente, a maior preocupação agora, segundo o secretário de Educação, é com o calendário escolar. "Nós teremos o trabalho de reorganizar todo o calendário porque paralisamos as aulas por muito tempo. E ainda não temos a dimensão exata do problema", finalizou. Há pouco mais de 45 dias, o governo do Estado decretou situação de emergência em todos os 61 municípios do interior, entre os quais 43 deles são considerados os mais críticos.

Foram cadastradas pelas comissões municipais de Defesa Civil pouco mais de 33,9 mil famílias, o que totaliza mais de 184 mil pessoas atingidas pela enchente. Na terça-feira, o governo do Estado começou a distribuir cartões magnéticos denominados SOS Enchente que dão direito a R$ 300 como forma de ajuda a quem foi prejudicado com a cheia. A previsão da coordenação da distribuição dos cartões é de que até a próxima terça-feira, dia 12, cerca de 16,5 mil famílias tenham recebido o benefício.


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Amazonas - A enchente dos rios no Amazonas causou, além dos prejuízos materiais, a suspensão de aulas nas redes pública e particular de ensino. A estimativa é de que, em pelo menos 43 municípios em situação mais crítica, cerca de 300 mil estudantes tiveram as aulas suspensas, segundo informou o secretário de Educação do Estado, Gedeão Amorim.
Os maiores problemas são a dificuldade de transportar os alunos de suas comunidades para as escolas, o que é feito normalmente em barcos alugados pelas prefeituras locais, e a inundação dos prédios. Em municípios como Canutama, no rio Juruá, as duas escolas estaduais foram usadas para abrigar pessoas desalojadas.
No município do Careiro da Várzea, a 20 km de Manaus, três das seis escolas situadas na zona rural pararam suas atividades e deixaram cerca de 1,2 mil alunos sem aula, incluindo ensinos médio e fundamental, além da educação de jovens e adultos (EJA). A Escola Estadual Coronel Fiúza, que tem 800 alunos e fica na sede do município, também deverá suspender as aulas a partir do dia 15 deste mês, como informou o diretor da unidade, Raimundo Holanda.
A água do rio Solimões, que invadiu mais de 80% da cidade, está a menos de 50 m do prédio da escola. "Os alunos têm dificuldade de vir para a aula. Por isso deveremos parar também. Tudo está sendo decidido em conjunto com os pais", explicou o diretor. Em Anamã e Barreirinha, todas as 10 escolas públicas estão alagadas. A Secretaria de Educação do Amazonas também resolveu suspender o programa de ensino à distância, que atende 15 mil alunos. Pelo menos um terço das 524 salas de aula ficou com o funcionamento prejudicado pela cheia.
"Nós temos antenas que recebem a programação das aulas por satélite simplesmente entrando em processo de submersão. As estradas estão alagadas, os alunos começaram a ter problemas de locomoção e teve o aparecimento de animais peçonhentos", explicou Gedeão Amorim. Apesar de algumas informações vindas do interior darem conta de que algumas calhas de rio começaram a sinalizar a parada no processo de enchente, a maior preocupação agora, segundo o secretário de Educação, é com o calendário escolar. "Nós teremos o trabalho de reorganizar todo o calendário porque paralisamos as aulas por muito tempo. E ainda não temos a dimensão exata do problema", finalizou. Há pouco mais de 45 dias, o governo do Estado decretou situação de emergência em todos os 61 municípios do interior, entre os quais 43 deles são considerados os mais críticos.

Foram cadastradas pelas comissões municipais de Defesa Civil pouco mais de 33,9 mil famílias, o que totaliza mais de 184 mil pessoas atingidas pela enchente. Na terça-feira, o governo do Estado começou a distribuir cartões magnéticos denominados SOS Enchente que dão direito a R$ 300 como forma de ajuda a quem foi prejudicado com a cheia. A previsão da coordenação da distribuição dos cartões é de que até a próxima terça-feira, dia 12, cerca de 16,5 mil famílias tenham recebido o benefício.


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Mohammed Santos será julgado dia 14 de maio pela morte de Cara Marie.Namorada, que ficou grávida em visita íntima, diz que sofre preconceito

O jovem Mohammed D'Ali Carvalho dos Santos, 21 anos, acusado de matar e esquartejar a jovem inglesa Cara Marie Burke em julho de 2008, em Goiânia, virou pai em 23 de março deste ano. Ele engravidou a namorada, uma cabeleireira de 20 anos, durante uma das visitas íntimas no Núcleo de Custódia de Aparecida de Goiânia (GO).
A criança nasceu prematura, após cerca de sete meses de gravidez, em uma maternidade particular na capital goiana. Segundo a namorada de Mohammed, que prefere não ser identificada, o pai viu o filho pela primeira vez no começo de abril, durante uma das visitas.
Ela contou que namora Mohammed desde abril de 2008, três meses antes do assassinato da jovem inglesa. "Não tenho envolvimento com o que aconteceu, mas estou pagando com o preconceito das pessoas. Já tentei arrumar emprego, mas não consigo, as pessoas ficam me olhando e comentando pelas costas. Quando descobrem que sou namorada dele [Mohammed], desistem de me dar a vaga. Isso já aconteceu duas vezes."
A cabeleireira é uma das testemunhas de defesa de Mohammed no julgamento, marcado para quinta-feira (14), no 1º Tribunal do Júri de Goiânia. O caso será julgado pelo juiz Jesseir Coelho de Alcântara, da 1ª Vara Criminal da capital goiana.
Com dificuldades financeiras, ela conta que a mãe de Mohammed, Ivany Carvalho dos Santos, que ajuda a criar o bebê. "Ela manda dinheiro para comprar o que meu filho precisa", disse a jovem. A criança não será levada para o tribunal no dia do julgamento e ficará com a mãe da cabeleireira.

Família
A tia de Mohammed, Jane Lucia Souza, 39 anos, disse que a família está ansiosa pelo julgamento. O irmão dele, Bruce Lee, que mora em São Paulo com a mulher, deve desembarcar em Goiânia no começo da próxima semana para acompanhar o júri. "O irmão dele [Mohammed] também vai prestar depoimento."
Segundo Jane, a mãe do acusado não vai acompanhar
o julgamento. A família não informa o paradeiro de Ivany.

Julgamento
Segundo o Tribunal de Justiça (TJ) de Goiás, Alcântara justificou a decisão pelo júri com base na materialidade do crime e na existência de indícios suficientes para determinar a autoria do homicídio.
De acordo com o TJ, o magistrado manteve as qualificadoras do crime como o motivo fútil, uma vez que há indícios de que o crime foi cometido porque a jovem inglesa havia ameaçado contar à mãe de Mohammed e a um policial militar, que ele usava drogas. Segundo Alcântara, isso deve dificultar a defesa do réu, pois ele ainda teria atacado a vítima quando ela estava ao telefone, impedindo sua defesa".
Os laudos periciais no local da morte e o exame cadavérico sustentam, segundo o juiz, a destruição e ocultação de cadáver. O magistrado, no entanto, não acatou a acusação de corrupção ativa, supostamente cometida pelo réu contra policiais militares que o prenderam.

Denúncia
Alcântara recebeu, em 15 de setembro, a denúncia formulada pelo Ministério Público (MP) contra Mohammed e Cristiano Cardoso Silva. Mohammed é acusado de homicídio qualificado (motivo fútil e utilizando-se de emboscada), destruição e ocultação de cadáver, enquanto Cristiano responde apenas por ocultação de cadáver.
A denúncia indica que a motivação de Mohammed seria o temor de que Cara não cumprisse acordo de casamento feito na Inglaterra, onde eles se conheceram. Com o objetivo de obter sua cidadania inglesa, ele propôs a Cara pagar sua passagem para o Brasil, desde que se casasse com ele.
Mohammed está preso desde 31 de julho de 2008. Segundo a polícia, ele confessou o assassinato. A última parte do corpo da vítima, esquartejado pelo assassino, foi encontrada em 4 de agosto do ano passado.


Portal G1
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Mohammed Santos será julgado dia 14 de maio pela morte de Cara Marie.Namorada, que ficou grávida em visita íntima, diz que sofre preconceito

O jovem Mohammed D'Ali Carvalho dos Santos, 21 anos, acusado de matar e esquartejar a jovem inglesa Cara Marie Burke em julho de 2008, em Goiânia, virou pai em 23 de março deste ano. Ele engravidou a namorada, uma cabeleireira de 20 anos, durante uma das visitas íntimas no Núcleo de Custódia de Aparecida de Goiânia (GO).
A criança nasceu prematura, após cerca de sete meses de gravidez, em uma maternidade particular na capital goiana. Segundo a namorada de Mohammed, que prefere não ser identificada, o pai viu o filho pela primeira vez no começo de abril, durante uma das visitas.
Ela contou que namora Mohammed desde abril de 2008, três meses antes do assassinato da jovem inglesa. "Não tenho envolvimento com o que aconteceu, mas estou pagando com o preconceito das pessoas. Já tentei arrumar emprego, mas não consigo, as pessoas ficam me olhando e comentando pelas costas. Quando descobrem que sou namorada dele [Mohammed], desistem de me dar a vaga. Isso já aconteceu duas vezes."
A cabeleireira é uma das testemunhas de defesa de Mohammed no julgamento, marcado para quinta-feira (14), no 1º Tribunal do Júri de Goiânia. O caso será julgado pelo juiz Jesseir Coelho de Alcântara, da 1ª Vara Criminal da capital goiana.
Com dificuldades financeiras, ela conta que a mãe de Mohammed, Ivany Carvalho dos Santos, que ajuda a criar o bebê. "Ela manda dinheiro para comprar o que meu filho precisa", disse a jovem. A criança não será levada para o tribunal no dia do julgamento e ficará com a mãe da cabeleireira.

Família
A tia de Mohammed, Jane Lucia Souza, 39 anos, disse que a família está ansiosa pelo julgamento. O irmão dele, Bruce Lee, que mora em São Paulo com a mulher, deve desembarcar em Goiânia no começo da próxima semana para acompanhar o júri. "O irmão dele [Mohammed] também vai prestar depoimento."
Segundo Jane, a mãe do acusado não vai acompanhar
o julgamento. A família não informa o paradeiro de Ivany.

Julgamento
Segundo o Tribunal de Justiça (TJ) de Goiás, Alcântara justificou a decisão pelo júri com base na materialidade do crime e na existência de indícios suficientes para determinar a autoria do homicídio.
De acordo com o TJ, o magistrado manteve as qualificadoras do crime como o motivo fútil, uma vez que há indícios de que o crime foi cometido porque a jovem inglesa havia ameaçado contar à mãe de Mohammed e a um policial militar, que ele usava drogas. Segundo Alcântara, isso deve dificultar a defesa do réu, pois ele ainda teria atacado a vítima quando ela estava ao telefone, impedindo sua defesa".
Os laudos periciais no local da morte e o exame cadavérico sustentam, segundo o juiz, a destruição e ocultação de cadáver. O magistrado, no entanto, não acatou a acusação de corrupção ativa, supostamente cometida pelo réu contra policiais militares que o prenderam.

Denúncia
Alcântara recebeu, em 15 de setembro, a denúncia formulada pelo Ministério Público (MP) contra Mohammed e Cristiano Cardoso Silva. Mohammed é acusado de homicídio qualificado (motivo fútil e utilizando-se de emboscada), destruição e ocultação de cadáver, enquanto Cristiano responde apenas por ocultação de cadáver.
A denúncia indica que a motivação de Mohammed seria o temor de que Cara não cumprisse acordo de casamento feito na Inglaterra, onde eles se conheceram. Com o objetivo de obter sua cidadania inglesa, ele propôs a Cara pagar sua passagem para o Brasil, desde que se casasse com ele.
Mohammed está preso desde 31 de julho de 2008. Segundo a polícia, ele confessou o assassinato. A última parte do corpo da vítima, esquartejado pelo assassino, foi encontrada em 4 de agosto do ano passado.


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O jovem Mohammed D'Ali Carvalho dos Santos, 21 anos, acusado de matar e esquartejar a jovem inglesa Cara Marie Burke em julho de 2008, em Goiânia, virou pai em 23 de março deste ano. Ele engravidou a namorada, uma cabeleireira de 20 anos, durante uma das visitas íntimas no Núcleo de Custódia de Aparecida de Goiânia (GO).
A criança nasceu prematura, após cerca de sete meses de gravidez, em uma maternidade particular na capital goiana. Segundo a namorada de Mohammed, que prefere não ser identificada, o pai viu o filho pela primeira vez no começo de abril, durante uma das visitas.
Ela contou que namora Mohammed desde abril de 2008, três meses antes do assassinato da jovem inglesa. "Não tenho envolvimento com o que aconteceu, mas estou pagando com o preconceito das pessoas. Já tentei arrumar emprego, mas não consigo, as pessoas ficam me olhando e comentando pelas costas. Quando descobrem que sou namorada dele [Mohammed], desistem de me dar a vaga. Isso já aconteceu duas vezes."
A cabeleireira é uma das testemunhas de defesa de Mohammed no julgamento, marcado para quinta-feira (14), no 1º Tribunal do Júri de Goiânia. O caso será julgado pelo juiz Jesseir Coelho de Alcântara, da 1ª Vara Criminal da capital goiana.
Com dificuldades financeiras, ela conta que a mãe de Mohammed, Ivany Carvalho dos Santos, que ajuda a criar o bebê. "Ela manda dinheiro para comprar o que meu filho precisa", disse a jovem. A criança não será levada para o tribunal no dia do julgamento e ficará com a mãe da cabeleireira.

Família
A tia de Mohammed, Jane Lucia Souza, 39 anos, disse que a família está ansiosa pelo julgamento. O irmão dele, Bruce Lee, que mora em São Paulo com a mulher, deve desembarcar em Goiânia no começo da próxima semana para acompanhar o júri. "O irmão dele [Mohammed] também vai prestar depoimento."
Segundo Jane, a mãe do acusado não vai acompanhar
o julgamento. A família não informa o paradeiro de Ivany.

Julgamento
Segundo o Tribunal de Justiça (TJ) de Goiás, Alcântara justificou a decisão pelo júri com base na materialidade do crime e na existência de indícios suficientes para determinar a autoria do homicídio.
De acordo com o TJ, o magistrado manteve as qualificadoras do crime como o motivo fútil, uma vez que há indícios de que o crime foi cometido porque a jovem inglesa havia ameaçado contar à mãe de Mohammed e a um policial militar, que ele usava drogas. Segundo Alcântara, isso deve dificultar a defesa do réu, pois ele ainda teria atacado a vítima quando ela estava ao telefone, impedindo sua defesa".
Os laudos periciais no local da morte e o exame cadavérico sustentam, segundo o juiz, a destruição e ocultação de cadáver. O magistrado, no entanto, não acatou a acusação de corrupção ativa, supostamente cometida pelo réu contra policiais militares que o prenderam.

Denúncia
Alcântara recebeu, em 15 de setembro, a denúncia formulada pelo Ministério Público (MP) contra Mohammed e Cristiano Cardoso Silva. Mohammed é acusado de homicídio qualificado (motivo fútil e utilizando-se de emboscada), destruição e ocultação de cadáver, enquanto Cristiano responde apenas por ocultação de cadáver.
A denúncia indica que a motivação de Mohammed seria o temor de que Cara não cumprisse acordo de casamento feito na Inglaterra, onde eles se conheceram. Com o objetivo de obter sua cidadania inglesa, ele propôs a Cara pagar sua passagem para o Brasil, desde que se casasse com ele.
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A criança nasceu prematura, após cerca de sete meses de gravidez, em uma maternidade particular na capital goiana. Segundo a namorada de Mohammed, que prefere não ser identificada, o pai viu o filho pela primeira vez no começo de abril, durante uma das visitas.
Ela contou que namora Mohammed desde abril de 2008, três meses antes do assassinato da jovem inglesa. "Não tenho envolvimento com o que aconteceu, mas estou pagando com o preconceito das pessoas. Já tentei arrumar emprego, mas não consigo, as pessoas ficam me olhando e comentando pelas costas. Quando descobrem que sou namorada dele [Mohammed], desistem de me dar a vaga. Isso já aconteceu duas vezes."
A cabeleireira é uma das testemunhas de defesa de Mohammed no julgamento, marcado para quinta-feira (14), no 1º Tribunal do Júri de Goiânia. O caso será julgado pelo juiz Jesseir Coelho de Alcântara, da 1ª Vara Criminal da capital goiana.
Com dificuldades financeiras, ela conta que a mãe de Mohammed, Ivany Carvalho dos Santos, que ajuda a criar o bebê. "Ela manda dinheiro para comprar o que meu filho precisa", disse a jovem. A criança não será levada para o tribunal no dia do julgamento e ficará com a mãe da cabeleireira.

Família
A tia de Mohammed, Jane Lucia Souza, 39 anos, disse que a família está ansiosa pelo julgamento. O irmão dele, Bruce Lee, que mora em São Paulo com a mulher, deve desembarcar em Goiânia no começo da próxima semana para acompanhar o júri. "O irmão dele [Mohammed] também vai prestar depoimento."
Segundo Jane, a mãe do acusado não vai acompanhar
o julgamento. A família não informa o paradeiro de Ivany.

Julgamento
Segundo o Tribunal de Justiça (TJ) de Goiás, Alcântara justificou a decisão pelo júri com base na materialidade do crime e na existência de indícios suficientes para determinar a autoria do homicídio.
De acordo com o TJ, o magistrado manteve as qualificadoras do crime como o motivo fútil, uma vez que há indícios de que o crime foi cometido porque a jovem inglesa havia ameaçado contar à mãe de Mohammed e a um policial militar, que ele usava drogas. Segundo Alcântara, isso deve dificultar a defesa do réu, pois ele ainda teria atacado a vítima quando ela estava ao telefone, impedindo sua defesa".
Os laudos periciais no local da morte e o exame cadavérico sustentam, segundo o juiz, a destruição e ocultação de cadáver. O magistrado, no entanto, não acatou a acusação de corrupção ativa, supostamente cometida pelo réu contra policiais militares que o prenderam.

Denúncia
Alcântara recebeu, em 15 de setembro, a denúncia formulada pelo Ministério Público (MP) contra Mohammed e Cristiano Cardoso Silva. Mohammed é acusado de homicídio qualificado (motivo fútil e utilizando-se de emboscada), destruição e ocultação de cadáver, enquanto Cristiano responde apenas por ocultação de cadáver.
A denúncia indica que a motivação de Mohammed seria o temor de que Cara não cumprisse acordo de casamento feito na Inglaterra, onde eles se conheceram. Com o objetivo de obter sua cidadania inglesa, ele propôs a Cara pagar sua passagem para o Brasil, desde que se casasse com ele.
Mohammed está preso desde 31 de julho de 2008. Segundo a polícia, ele confessou o assassinato. A última parte do corpo da vítima, esquartejado pelo assassino, foi encontrada em 4 de agosto do ano passado.


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A criança nasceu prematura, após cerca de sete meses de gravidez, em uma maternidade particular na capital goiana. Segundo a namorada de Mohammed, que prefere não ser identificada, o pai viu o filho pela primeira vez no começo de abril, durante uma das visitas.
Ela contou que namora Mohammed desde abril de 2008, três meses antes do assassinato da jovem inglesa. "Não tenho envolvimento com o que aconteceu, mas estou pagando com o preconceito das pessoas. Já tentei arrumar emprego, mas não consigo, as pessoas ficam me olhando e comentando pelas costas. Quando descobrem que sou namorada dele [Mohammed], desistem de me dar a vaga. Isso já aconteceu duas vezes."
A cabeleireira é uma das testemunhas de defesa de Mohammed no julgamento, marcado para quinta-feira (14), no 1º Tribunal do Júri de Goiânia. O caso será julgado pelo juiz Jesseir Coelho de Alcântara, da 1ª Vara Criminal da capital goiana.
Com dificuldades financeiras, ela conta que a mãe de Mohammed, Ivany Carvalho dos Santos, que ajuda a criar o bebê. "Ela manda dinheiro para comprar o que meu filho precisa", disse a jovem. A criança não será levada para o tribunal no dia do julgamento e ficará com a mãe da cabeleireira.

Família
A tia de Mohammed, Jane Lucia Souza, 39 anos, disse que a família está ansiosa pelo julgamento. O irmão dele, Bruce Lee, que mora em São Paulo com a mulher, deve desembarcar em Goiânia no começo da próxima semana para acompanhar o júri. "O irmão dele [Mohammed] também vai prestar depoimento."
Segundo Jane, a mãe do acusado não vai acompanhar
o julgamento. A família não informa o paradeiro de Ivany.

Julgamento
Segundo o Tribunal de Justiça (TJ) de Goiás, Alcântara justificou a decisão pelo júri com base na materialidade do crime e na existência de indícios suficientes para determinar a autoria do homicídio.
De acordo com o TJ, o magistrado manteve as qualificadoras do crime como o motivo fútil, uma vez que há indícios de que o crime foi cometido porque a jovem inglesa havia ameaçado contar à mãe de Mohammed e a um policial militar, que ele usava drogas. Segundo Alcântara, isso deve dificultar a defesa do réu, pois ele ainda teria atacado a vítima quando ela estava ao telefone, impedindo sua defesa".
Os laudos periciais no local da morte e o exame cadavérico sustentam, segundo o juiz, a destruição e ocultação de cadáver. O magistrado, no entanto, não acatou a acusação de corrupção ativa, supostamente cometida pelo réu contra policiais militares que o prenderam.

Denúncia
Alcântara recebeu, em 15 de setembro, a denúncia formulada pelo Ministério Público (MP) contra Mohammed e Cristiano Cardoso Silva. Mohammed é acusado de homicídio qualificado (motivo fútil e utilizando-se de emboscada), destruição e ocultação de cadáver, enquanto Cristiano responde apenas por ocultação de cadáver.
A denúncia indica que a motivação de Mohammed seria o temor de que Cara não cumprisse acordo de casamento feito na Inglaterra, onde eles se conheceram. Com o objetivo de obter sua cidadania inglesa, ele propôs a Cara pagar sua passagem para o Brasil, desde que se casasse com ele.
Mohammed está preso desde 31 de julho de 2008. Segundo a polícia, ele confessou o assassinato. A última parte do corpo da vítima, esquartejado pelo assassino, foi encontrada em 4 de agosto do ano passado.


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O jovem Mohammed D'Ali Carvalho dos Santos, 21 anos, acusado de matar e esquartejar a jovem inglesa Cara Marie Burke em julho de 2008, em Goiânia, virou pai em 23 de março deste ano. Ele engravidou a namorada, uma cabeleireira de 20 anos, durante uma das visitas íntimas no Núcleo de Custódia de Aparecida de Goiânia (GO).
A criança nasceu prematura, após cerca de sete meses de gravidez, em uma maternidade particular na capital goiana. Segundo a namorada de Mohammed, que prefere não ser identificada, o pai viu o filho pela primeira vez no começo de abril, durante uma das visitas.
Ela contou que namora Mohammed desde abril de 2008, três meses antes do assassinato da jovem inglesa. "Não tenho envolvimento com o que aconteceu, mas estou pagando com o preconceito das pessoas. Já tentei arrumar emprego, mas não consigo, as pessoas ficam me olhando e comentando pelas costas. Quando descobrem que sou namorada dele [Mohammed], desistem de me dar a vaga. Isso já aconteceu duas vezes."
A cabeleireira é uma das testemunhas de defesa de Mohammed no julgamento, marcado para quinta-feira (14), no 1º Tribunal do Júri de Goiânia. O caso será julgado pelo juiz Jesseir Coelho de Alcântara, da 1ª Vara Criminal da capital goiana.
Com dificuldades financeiras, ela conta que a mãe de Mohammed, Ivany Carvalho dos Santos, que ajuda a criar o bebê. "Ela manda dinheiro para comprar o que meu filho precisa", disse a jovem. A criança não será levada para o tribunal no dia do julgamento e ficará com a mãe da cabeleireira.

Família
A tia de Mohammed, Jane Lucia Souza, 39 anos, disse que a família está ansiosa pelo julgamento. O irmão dele, Bruce Lee, que mora em São Paulo com a mulher, deve desembarcar em Goiânia no começo da próxima semana para acompanhar o júri. "O irmão dele [Mohammed] também vai prestar depoimento."
Segundo Jane, a mãe do acusado não vai acompanhar
o julgamento. A família não informa o paradeiro de Ivany.

Julgamento
Segundo o Tribunal de Justiça (TJ) de Goiás, Alcântara justificou a decisão pelo júri com base na materialidade do crime e na existência de indícios suficientes para determinar a autoria do homicídio.
De acordo com o TJ, o magistrado manteve as qualificadoras do crime como o motivo fútil, uma vez que há indícios de que o crime foi cometido porque a jovem inglesa havia ameaçado contar à mãe de Mohammed e a um policial militar, que ele usava drogas. Segundo Alcântara, isso deve dificultar a defesa do réu, pois ele ainda teria atacado a vítima quando ela estava ao telefone, impedindo sua defesa".
Os laudos periciais no local da morte e o exame cadavérico sustentam, segundo o juiz, a destruição e ocultação de cadáver. O magistrado, no entanto, não acatou a acusação de corrupção ativa, supostamente cometida pelo réu contra policiais militares que o prenderam.

Denúncia
Alcântara recebeu, em 15 de setembro, a denúncia formulada pelo Ministério Público (MP) contra Mohammed e Cristiano Cardoso Silva. Mohammed é acusado de homicídio qualificado (motivo fútil e utilizando-se de emboscada), destruição e ocultação de cadáver, enquanto Cristiano responde apenas por ocultação de cadáver.
A denúncia indica que a motivação de Mohammed seria o temor de que Cara não cumprisse acordo de casamento feito na Inglaterra, onde eles se conheceram. Com o objetivo de obter sua cidadania inglesa, ele propôs a Cara pagar sua passagem para o Brasil, desde que se casasse com ele.
Mohammed está preso desde 31 de julho de 2008. Segundo a polícia, ele confessou o assassinato. A última parte do corpo da vítima, esquartejado pelo assassino, foi encontrada em 4 de agosto do ano passado.


Portal G1
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Rio - O Imperador já é rubro-negro. O atacante Adriano foi apresentado na tarde desta quinta-feira na Gávea e vestiu a camisa do Flamengo após 8 anos. Como ainda não sabe qual número irá usar - a torcida que vai escolher - o atacante vestiu uma camisa com um ponto de interrogação e mostrou que estava arrepiado para Kléber Leite. Sorridente e visivelmente feliz, Adriano falou que está de volta para tentar reconquistar sua felicidade.
"Voltei para minha casa porque foi de onde saí, onde fui criado. Voltei para tentar reconquistar minha felicidade e estou muito feliz de estar ao lado dessas pessoas que me viram crescer no futebol. Sempre tive vontade de voltar ao clube. Qual jogador não quer vestir a camisa do Flamengo? Comecei no Flamengo com 7 anos e hoje quando vesti a camisa me senti que como se tivesse 7 anos de novo", disse o atacante, que pode reestrear pelo clube no dia 30 de maio, contra o Atlético-PR, no Maracanã.

"É claro que tudo pode acontecer, mas a ideia inicial é essa", disse o vice-presidente de futebol, Kléber Leite.


O DIA ON LINE
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"Voltei para minha casa porque foi de onde saí, onde fui criado. Voltei para tentar reconquistar minha felicidade e estou muito feliz de estar ao lado dessas pessoas que me viram crescer no futebol. Sempre tive vontade de voltar ao clube. Qual jogador não quer vestir a camisa do Flamengo? Comecei no Flamengo com 7 anos e hoje quando vesti a camisa me senti que como se tivesse 7 anos de novo", disse o atacante, que pode reestrear pelo clube no dia 30 de maio, contra o Atlético-PR, no Maracanã.

"É claro que tudo pode acontecer, mas a ideia inicial é essa", disse o vice-presidente de futebol, Kléber Leite.


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"Voltei para minha casa porque foi de onde saí, onde fui criado. Voltei para tentar reconquistar minha felicidade e estou muito feliz de estar ao lado dessas pessoas que me viram crescer no futebol. Sempre tive vontade de voltar ao clube. Qual jogador não quer vestir a camisa do Flamengo? Comecei no Flamengo com 7 anos e hoje quando vesti a camisa me senti que como se tivesse 7 anos de novo", disse o atacante, que pode reestrear pelo clube no dia 30 de maio, contra o Atlético-PR, no Maracanã.

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"Voltei para minha casa porque foi de onde saí, onde fui criado. Voltei para tentar reconquistar minha felicidade e estou muito feliz de estar ao lado dessas pessoas que me viram crescer no futebol. Sempre tive vontade de voltar ao clube. Qual jogador não quer vestir a camisa do Flamengo? Comecei no Flamengo com 7 anos e hoje quando vesti a camisa me senti que como se tivesse 7 anos de novo", disse o atacante, que pode reestrear pelo clube no dia 30 de maio, contra o Atlético-PR, no Maracanã.

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"Voltei para minha casa porque foi de onde saí, onde fui criado. Voltei para tentar reconquistar minha felicidade e estou muito feliz de estar ao lado dessas pessoas que me viram crescer no futebol. Sempre tive vontade de voltar ao clube. Qual jogador não quer vestir a camisa do Flamengo? Comecei no Flamengo com 7 anos e hoje quando vesti a camisa me senti que como se tivesse 7 anos de novo", disse o atacante, que pode reestrear pelo clube no dia 30 de maio, contra o Atlético-PR, no Maracanã.

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O vírus que provocou apreensão no mundo inteiro desembarcou no Brasil – o Ministério da Saúde confirmou os primeiros quatro casos de gripe suína no país, dois em São Paulo, um no Rio de Janeiro e outro em Minas Gerais. A Argentina também confirmou seu primeiro caso, de uma turista que retornou recentemente do México.
Mas não há motivo algum para temer uma grande epidemia no Brasil (veja mais informações sobre a doença e sobre como se prevenir na página ao lado). Para começar, todos os pacientes brasileiros contraíram o vírus A H1N1 no Exterior, três no México e um nos Estados Unidos. Além disso, todos passam bem. Dos quatro, três, inclusive, já receberam alta. Conforme os médicos, não há mais risco de eles infectarem outras pessoas. Apenas um paciente permanece internado, no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF), zona norte do Rio, mas reage bem ao tratamento. Segundo o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, não há evidências de que o vírus circule no país.
Conforme o ministério, 93 casos suspeitos ou em monitoramento tiveram testes negativos para a doença. Outros 15 exames estão em análise, e os resultados devem sair ainda hoje.
– O que muda na nossa estratégia a partir dessa informação? Nada – tranquilizou Temporão, garantindo que todas as medidas necessárias para conter a doença vêm sendo tomadas, como rastreamento, monitoramento e tratamento dos possíveis doentes.
O ministro também disse que “não há sentido” em usar máscara ou comprar antigripais:
– O recado é claro: fiquem tranquilos. Os sistemas de vigilância estão funcionando, e o poder público está com a situação sob controle.

Conforme ministro, os resultados saíram mais rápido do que o previsto
Os quatro casos da doença no Brasil só puderam ser confirmados após a chegada dos EUA dos kits para a realização de testes. Os três laboratórios aptos a fazer os exames pediram um prazo de até 72 horas para isso, mas conseguiram entregar os resultados poucas horas depois.
– Como eles tiveram tempo para estudar os protocolos e fazer todos os preparativos para o manejamento dos kits, enquanto esperavam a chegada do material, os primeiros resultados saíram mais rápido que o previsto – explicou Temporão.
Em Genebra, na Suíça, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que, caso venha a se transformar em pandemia – uma epidemia global –, a gripe suína poderia atingir cerca de 2 bilhões de pessoas, ou quase um terço da população do planeta. Porém, isso não significa, necessariamente, que a maioria das pessoas sofrerá sintomas graves. Para muitos, parecerá mais uma gripe comum.
– Esse número de 2 bilhões de infectados não é uma previsão. É um estimativa razoável do que uma epidemia global pode causar, levando em conta as experiências do passado e o potencial de uma pandemia de influenza – afirmou Keiji Fukuda, vice-diretor da OMS.
Pelo balanço da organização, são agora 2.371 casos de contaminação pelo vírus em 24 países – esse total ainda não incluía Brasil e Argentina. Também estão confirmadas 44 mortes provocadas pela doença, 42 no México e duas nos Estados Unidos. O México, epicentro da epidemia, registra 1.112 casos, e os EUA, o segundo colocado, 896.

Brasília
ZERO HORA
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O vírus que provocou apreensão no mundo inteiro desembarcou no Brasil – o Ministério da Saúde confirmou os primeiros quatro casos de gripe suína no país, dois em São Paulo, um no Rio de Janeiro e outro em Minas Gerais. A Argentina também confirmou seu primeiro caso, de uma turista que retornou recentemente do México.
Mas não há motivo algum para temer uma grande epidemia no Brasil (veja mais informações sobre a doença e sobre como se prevenir na página ao lado). Para começar, todos os pacientes brasileiros contraíram o vírus A H1N1 no Exterior, três no México e um nos Estados Unidos. Além disso, todos passam bem. Dos quatro, três, inclusive, já receberam alta. Conforme os médicos, não há mais risco de eles infectarem outras pessoas. Apenas um paciente permanece internado, no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF), zona norte do Rio, mas reage bem ao tratamento. Segundo o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, não há evidências de que o vírus circule no país.
Conforme o ministério, 93 casos suspeitos ou em monitoramento tiveram testes negativos para a doença. Outros 15 exames estão em análise, e os resultados devem sair ainda hoje.
– O que muda na nossa estratégia a partir dessa informação? Nada – tranquilizou Temporão, garantindo que todas as medidas necessárias para conter a doença vêm sendo tomadas, como rastreamento, monitoramento e tratamento dos possíveis doentes.
O ministro também disse que “não há sentido” em usar máscara ou comprar antigripais:
– O recado é claro: fiquem tranquilos. Os sistemas de vigilância estão funcionando, e o poder público está com a situação sob controle.

Conforme ministro, os resultados saíram mais rápido do que o previsto
Os quatro casos da doença no Brasil só puderam ser confirmados após a chegada dos EUA dos kits para a realização de testes. Os três laboratórios aptos a fazer os exames pediram um prazo de até 72 horas para isso, mas conseguiram entregar os resultados poucas horas depois.
– Como eles tiveram tempo para estudar os protocolos e fazer todos os preparativos para o manejamento dos kits, enquanto esperavam a chegada do material, os primeiros resultados saíram mais rápido que o previsto – explicou Temporão.
Em Genebra, na Suíça, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que, caso venha a se transformar em pandemia – uma epidemia global –, a gripe suína poderia atingir cerca de 2 bilhões de pessoas, ou quase um terço da população do planeta. Porém, isso não significa, necessariamente, que a maioria das pessoas sofrerá sintomas graves. Para muitos, parecerá mais uma gripe comum.
– Esse número de 2 bilhões de infectados não é uma previsão. É um estimativa razoável do que uma epidemia global pode causar, levando em conta as experiências do passado e o potencial de uma pandemia de influenza – afirmou Keiji Fukuda, vice-diretor da OMS.
Pelo balanço da organização, são agora 2.371 casos de contaminação pelo vírus em 24 países – esse total ainda não incluía Brasil e Argentina. Também estão confirmadas 44 mortes provocadas pela doença, 42 no México e duas nos Estados Unidos. O México, epicentro da epidemia, registra 1.112 casos, e os EUA, o segundo colocado, 896.

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O vírus que provocou apreensão no mundo inteiro desembarcou no Brasil – o Ministério da Saúde confirmou os primeiros quatro casos de gripe suína no país, dois em São Paulo, um no Rio de Janeiro e outro em Minas Gerais. A Argentina também confirmou seu primeiro caso, de uma turista que retornou recentemente do México.
Mas não há motivo algum para temer uma grande epidemia no Brasil (veja mais informações sobre a doença e sobre como se prevenir na página ao lado). Para começar, todos os pacientes brasileiros contraíram o vírus A H1N1 no Exterior, três no México e um nos Estados Unidos. Além disso, todos passam bem. Dos quatro, três, inclusive, já receberam alta. Conforme os médicos, não há mais risco de eles infectarem outras pessoas. Apenas um paciente permanece internado, no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF), zona norte do Rio, mas reage bem ao tratamento. Segundo o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, não há evidências de que o vírus circule no país.
Conforme o ministério, 93 casos suspeitos ou em monitoramento tiveram testes negativos para a doença. Outros 15 exames estão em análise, e os resultados devem sair ainda hoje.
– O que muda na nossa estratégia a partir dessa informação? Nada – tranquilizou Temporão, garantindo que todas as medidas necessárias para conter a doença vêm sendo tomadas, como rastreamento, monitoramento e tratamento dos possíveis doentes.
O ministro também disse que “não há sentido” em usar máscara ou comprar antigripais:
– O recado é claro: fiquem tranquilos. Os sistemas de vigilância estão funcionando, e o poder público está com a situação sob controle.

Conforme ministro, os resultados saíram mais rápido do que o previsto
Os quatro casos da doença no Brasil só puderam ser confirmados após a chegada dos EUA dos kits para a realização de testes. Os três laboratórios aptos a fazer os exames pediram um prazo de até 72 horas para isso, mas conseguiram entregar os resultados poucas horas depois.
– Como eles tiveram tempo para estudar os protocolos e fazer todos os preparativos para o manejamento dos kits, enquanto esperavam a chegada do material, os primeiros resultados saíram mais rápido que o previsto – explicou Temporão.
Em Genebra, na Suíça, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que, caso venha a se transformar em pandemia – uma epidemia global –, a gripe suína poderia atingir cerca de 2 bilhões de pessoas, ou quase um terço da população do planeta. Porém, isso não significa, necessariamente, que a maioria das pessoas sofrerá sintomas graves. Para muitos, parecerá mais uma gripe comum.
– Esse número de 2 bilhões de infectados não é uma previsão. É um estimativa razoável do que uma epidemia global pode causar, levando em conta as experiências do passado e o potencial de uma pandemia de influenza – afirmou Keiji Fukuda, vice-diretor da OMS.
Pelo balanço da organização, são agora 2.371 casos de contaminação pelo vírus em 24 países – esse total ainda não incluía Brasil e Argentina. Também estão confirmadas 44 mortes provocadas pela doença, 42 no México e duas nos Estados Unidos. O México, epicentro da epidemia, registra 1.112 casos, e os EUA, o segundo colocado, 896.

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O vírus que provocou apreensão no mundo inteiro desembarcou no Brasil – o Ministério da Saúde confirmou os primeiros quatro casos de gripe suína no país, dois em São Paulo, um no Rio de Janeiro e outro em Minas Gerais. A Argentina também confirmou seu primeiro caso, de uma turista que retornou recentemente do México.
Mas não há motivo algum para temer uma grande epidemia no Brasil (veja mais informações sobre a doença e sobre como se prevenir na página ao lado). Para começar, todos os pacientes brasileiros contraíram o vírus A H1N1 no Exterior, três no México e um nos Estados Unidos. Além disso, todos passam bem. Dos quatro, três, inclusive, já receberam alta. Conforme os médicos, não há mais risco de eles infectarem outras pessoas. Apenas um paciente permanece internado, no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF), zona norte do Rio, mas reage bem ao tratamento. Segundo o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, não há evidências de que o vírus circule no país.
Conforme o ministério, 93 casos suspeitos ou em monitoramento tiveram testes negativos para a doença. Outros 15 exames estão em análise, e os resultados devem sair ainda hoje.
– O que muda na nossa estratégia a partir dessa informação? Nada – tranquilizou Temporão, garantindo que todas as medidas necessárias para conter a doença vêm sendo tomadas, como rastreamento, monitoramento e tratamento dos possíveis doentes.
O ministro também disse que “não há sentido” em usar máscara ou comprar antigripais:
– O recado é claro: fiquem tranquilos. Os sistemas de vigilância estão funcionando, e o poder público está com a situação sob controle.

Conforme ministro, os resultados saíram mais rápido do que o previsto
Os quatro casos da doença no Brasil só puderam ser confirmados após a chegada dos EUA dos kits para a realização de testes. Os três laboratórios aptos a fazer os exames pediram um prazo de até 72 horas para isso, mas conseguiram entregar os resultados poucas horas depois.
– Como eles tiveram tempo para estudar os protocolos e fazer todos os preparativos para o manejamento dos kits, enquanto esperavam a chegada do material, os primeiros resultados saíram mais rápido que o previsto – explicou Temporão.
Em Genebra, na Suíça, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que, caso venha a se transformar em pandemia – uma epidemia global –, a gripe suína poderia atingir cerca de 2 bilhões de pessoas, ou quase um terço da população do planeta. Porém, isso não significa, necessariamente, que a maioria das pessoas sofrerá sintomas graves. Para muitos, parecerá mais uma gripe comum.
– Esse número de 2 bilhões de infectados não é uma previsão. É um estimativa razoável do que uma epidemia global pode causar, levando em conta as experiências do passado e o potencial de uma pandemia de influenza – afirmou Keiji Fukuda, vice-diretor da OMS.
Pelo balanço da organização, são agora 2.371 casos de contaminação pelo vírus em 24 países – esse total ainda não incluía Brasil e Argentina. Também estão confirmadas 44 mortes provocadas pela doença, 42 no México e duas nos Estados Unidos. O México, epicentro da epidemia, registra 1.112 casos, e os EUA, o segundo colocado, 896.

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O vírus que provocou apreensão no mundo inteiro desembarcou no Brasil – o Ministério da Saúde confirmou os primeiros quatro casos de gripe suína no país, dois em São Paulo, um no Rio de Janeiro e outro em Minas Gerais. A Argentina também confirmou seu primeiro caso, de uma turista que retornou recentemente do México.
Mas não há motivo algum para temer uma grande epidemia no Brasil (veja mais informações sobre a doença e sobre como se prevenir na página ao lado). Para começar, todos os pacientes brasileiros contraíram o vírus A H1N1 no Exterior, três no México e um nos Estados Unidos. Além disso, todos passam bem. Dos quatro, três, inclusive, já receberam alta. Conforme os médicos, não há mais risco de eles infectarem outras pessoas. Apenas um paciente permanece internado, no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF), zona norte do Rio, mas reage bem ao tratamento. Segundo o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, não há evidências de que o vírus circule no país.
Conforme o ministério, 93 casos suspeitos ou em monitoramento tiveram testes negativos para a doença. Outros 15 exames estão em análise, e os resultados devem sair ainda hoje.
– O que muda na nossa estratégia a partir dessa informação? Nada – tranquilizou Temporão, garantindo que todas as medidas necessárias para conter a doença vêm sendo tomadas, como rastreamento, monitoramento e tratamento dos possíveis doentes.
O ministro também disse que “não há sentido” em usar máscara ou comprar antigripais:
– O recado é claro: fiquem tranquilos. Os sistemas de vigilância estão funcionando, e o poder público está com a situação sob controle.

Conforme ministro, os resultados saíram mais rápido do que o previsto
Os quatro casos da doença no Brasil só puderam ser confirmados após a chegada dos EUA dos kits para a realização de testes. Os três laboratórios aptos a fazer os exames pediram um prazo de até 72 horas para isso, mas conseguiram entregar os resultados poucas horas depois.
– Como eles tiveram tempo para estudar os protocolos e fazer todos os preparativos para o manejamento dos kits, enquanto esperavam a chegada do material, os primeiros resultados saíram mais rápido que o previsto – explicou Temporão.
Em Genebra, na Suíça, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que, caso venha a se transformar em pandemia – uma epidemia global –, a gripe suína poderia atingir cerca de 2 bilhões de pessoas, ou quase um terço da população do planeta. Porém, isso não significa, necessariamente, que a maioria das pessoas sofrerá sintomas graves. Para muitos, parecerá mais uma gripe comum.
– Esse número de 2 bilhões de infectados não é uma previsão. É um estimativa razoável do que uma epidemia global pode causar, levando em conta as experiências do passado e o potencial de uma pandemia de influenza – afirmou Keiji Fukuda, vice-diretor da OMS.
Pelo balanço da organização, são agora 2.371 casos de contaminação pelo vírus em 24 países – esse total ainda não incluía Brasil e Argentina. Também estão confirmadas 44 mortes provocadas pela doença, 42 no México e duas nos Estados Unidos. O México, epicentro da epidemia, registra 1.112 casos, e os EUA, o segundo colocado, 896.

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Mas não há motivo algum para temer uma grande epidemia no Brasil (veja mais informações sobre a doença e sobre como se prevenir na página ao lado). Para começar, todos os pacientes brasileiros contraíram o vírus A H1N1 no Exterior, três no México e um nos Estados Unidos. Além disso, todos passam bem. Dos quatro, três, inclusive, já receberam alta. Conforme os médicos, não há mais risco de eles infectarem outras pessoas. Apenas um paciente permanece internado, no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF), zona norte do Rio, mas reage bem ao tratamento. Segundo o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, não há evidências de que o vírus circule no país.
Conforme o ministério, 93 casos suspeitos ou em monitoramento tiveram testes negativos para a doença. Outros 15 exames estão em análise, e os resultados devem sair ainda hoje.
– O que muda na nossa estratégia a partir dessa informação? Nada – tranquilizou Temporão, garantindo que todas as medidas necessárias para conter a doença vêm sendo tomadas, como rastreamento, monitoramento e tratamento dos possíveis doentes.
O ministro também disse que “não há sentido” em usar máscara ou comprar antigripais:
– O recado é claro: fiquem tranquilos. Os sistemas de vigilância estão funcionando, e o poder público está com a situação sob controle.

Conforme ministro, os resultados saíram mais rápido do que o previsto
Os quatro casos da doença no Brasil só puderam ser confirmados após a chegada dos EUA dos kits para a realização de testes. Os três laboratórios aptos a fazer os exames pediram um prazo de até 72 horas para isso, mas conseguiram entregar os resultados poucas horas depois.
– Como eles tiveram tempo para estudar os protocolos e fazer todos os preparativos para o manejamento dos kits, enquanto esperavam a chegada do material, os primeiros resultados saíram mais rápido que o previsto – explicou Temporão.
Em Genebra, na Suíça, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que, caso venha a se transformar em pandemia – uma epidemia global –, a gripe suína poderia atingir cerca de 2 bilhões de pessoas, ou quase um terço da população do planeta. Porém, isso não significa, necessariamente, que a maioria das pessoas sofrerá sintomas graves. Para muitos, parecerá mais uma gripe comum.
– Esse número de 2 bilhões de infectados não é uma previsão. É um estimativa razoável do que uma epidemia global pode causar, levando em conta as experiências do passado e o potencial de uma pandemia de influenza – afirmou Keiji Fukuda, vice-diretor da OMS.
Pelo balanço da organização, são agora 2.371 casos de contaminação pelo vírus em 24 países – esse total ainda não incluía Brasil e Argentina. Também estão confirmadas 44 mortes provocadas pela doença, 42 no México e duas nos Estados Unidos. O México, epicentro da epidemia, registra 1.112 casos, e os EUA, o segundo colocado, 896.

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Famílias brasileiras com crianças estão aproveitando a oferta de benefícios feita por vilarejos da zona rural da Espanha que correm o risco de desaparecer por causa da falta de habitantes jovens.


A brasileira Camille (de amarelo, à dir.) é uma das imigrantes da escola em Lorcha

Pelo menos 15 pequenos municípios espanhóis ofereceram ou estão oferecendo casa, emprego e até dinheiro a famílias de imigrantes para tentar repovoar suas ruas. O governo diz que pelo menos 2.648 municípios enfrentam o mesmo problema de falta de população jovem e que, por isso, ganharam o nome de "cidades-fantasmas".
Em Lorcha, vilarejo de 735 habitantes encravado em uma montanha do leste da Espanha, as paranaenses Adelle, de 8 anos, e Camille, de 10, além de outros sete equatorianos, ajudaram a manter aberta a única escola local. Sem esses alunos imigrantes, as 24 crianças nascidas na cidade precisariam percorrer 18 km até a escola mais próxima.
A Prefeitura de Lorcha deu à mãe das meninas, Sônia Regina Matos Farias, uma casa grátis e um emprego de faxineira a 7 euros por hora (cerca de R$ 21).
"É necessário oferecer algo convincente. Quem vem para cá chega para ocupar nossos vazios. Só pedimos que sejam jovens e com filhos porque senão esses lugarejos estarão condenados ao esquecimento", disse à BBC Brasil o prefeito de Lorcha, Guillermo Moratal.

Idéia
Em Ayódar, no litoral mediterrâneo, outras duas crianças brasileiras, Fernanda, de 11 anos, e Luana, de 6, ajudaram a evitar o fechamento da escola local.
Elas pertencem a um grupo de quatro famílias eleitas entre 182 candidatas, aceitando a proposta de ajudar a repovoar a aldeia de 238 habitantes em troca de casa, trabalho e um cheque de mil euros (aproximadamente R$ 3 mil).
A primeira "cidade-fantasma" a lançar uma oferta para repovoar suas ruas foi Aguaviva, no centro-leste do país, que, em 2000, ofereceu passagens aéreas, refeitório para as crianças, aluguel subsidiado e emprego para os pais. Em seis anos, a cidade ganhou 150 novos moradores, todos imigrantes
O sucesso da ideia levou outras prefeituras a lançar propostas semelhantes através da imprensa.
Hoje, cerca de 80% dos municípios com problemas de envelhecimento da população e falta de jovens estão recebendo famílias imigrantes.
O município de Ponga, no noroeste da Espanha, chegou a oferecer 6 mil euros (cerca de R$ 18 mil) por cada família com ao menos cinco filhos, mais um extra de 3 mil euros (aproximadamente R$ 9 mil) por cada criança nascida na cidade, com um contrato de permanência na aldeia por cinco anos.

Frustração
Segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística, os menores em idade escolar nascidos em outros países já ocupam 8,4% do total de vagas dos colégios públicos espanhóis, dez vezes mais do que há uma década."Graças aos imigrantes, está sendo possível frear o esvaziamento de muitas cidades da zona rural espanhola", disse à BBC Brasil José Luis Sáenz, porta-voz do Centro de Estudos para a Despovoação de Áreas Rurais.
Ele, no entanto, alerta que as prefeituras precisam ser prudentes. "Todo mundo se interessa pelas ofertas, mas as características das aldeias-fantasmas a meio e longo prazo não são levadas em consideração. Em muitos casos os acordos acabam em frustrações."
Sáenz lembra que em muitas localidades, há problemas para se conectar à internet e conseguir cobertura de celular e pouco transporte público para cidades maiores. Além disso, muitas não têm áreas de lazer, perspectiva de empregos melhores, e escolas de formação profissional e nível superior.
"O que recomendamos às prefeituras é escolher pessoas sem estudos, para evitar maiores frustrações", completou Sáenz.
O prefeito de Ayórdar, Ramón Balaguer, concorda. "Procuramos imigrantes não por preferência, mas por necessidade. Um espanhol quer ficar na sua profissão, enquanto um estrangeiro se conforma com ter um trabalho e outros benefícios a mais, nesses tempos".
A última oferta das aldeias-fantasmas anunciada na passada terça-feira na imprensa espanhola é a de Monreal de Ariza, no centro-leste. A Prefeitura dá casa a famílias com filhos pequenos, mas não garante empregos.




BBC Brasil
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Famílias brasileiras com crianças estão aproveitando a oferta de benefícios feita por vilarejos da zona rural da Espanha que correm o risco de desaparecer por causa da falta de habitantes jovens.


A brasileira Camille (de amarelo, à dir.) é uma das imigrantes da escola em Lorcha

Pelo menos 15 pequenos municípios espanhóis ofereceram ou estão oferecendo casa, emprego e até dinheiro a famílias de imigrantes para tentar repovoar suas ruas. O governo diz que pelo menos 2.648 municípios enfrentam o mesmo problema de falta de população jovem e que, por isso, ganharam o nome de "cidades-fantasmas".
Em Lorcha, vilarejo de 735 habitantes encravado em uma montanha do leste da Espanha, as paranaenses Adelle, de 8 anos, e Camille, de 10, além de outros sete equatorianos, ajudaram a manter aberta a única escola local. Sem esses alunos imigrantes, as 24 crianças nascidas na cidade precisariam percorrer 18 km até a escola mais próxima.
A Prefeitura de Lorcha deu à mãe das meninas, Sônia Regina Matos Farias, uma casa grátis e um emprego de faxineira a 7 euros por hora (cerca de R$ 21).
"É necessário oferecer algo convincente. Quem vem para cá chega para ocupar nossos vazios. Só pedimos que sejam jovens e com filhos porque senão esses lugarejos estarão condenados ao esquecimento", disse à BBC Brasil o prefeito de Lorcha, Guillermo Moratal.

Idéia
Em Ayódar, no litoral mediterrâneo, outras duas crianças brasileiras, Fernanda, de 11 anos, e Luana, de 6, ajudaram a evitar o fechamento da escola local.
Elas pertencem a um grupo de quatro famílias eleitas entre 182 candidatas, aceitando a proposta de ajudar a repovoar a aldeia de 238 habitantes em troca de casa, trabalho e um cheque de mil euros (aproximadamente R$ 3 mil).
A primeira "cidade-fantasma" a lançar uma oferta para repovoar suas ruas foi Aguaviva, no centro-leste do país, que, em 2000, ofereceu passagens aéreas, refeitório para as crianças, aluguel subsidiado e emprego para os pais. Em seis anos, a cidade ganhou 150 novos moradores, todos imigrantes
O sucesso da ideia levou outras prefeituras a lançar propostas semelhantes através da imprensa.
Hoje, cerca de 80% dos municípios com problemas de envelhecimento da população e falta de jovens estão recebendo famílias imigrantes.
O município de Ponga, no noroeste da Espanha, chegou a oferecer 6 mil euros (cerca de R$ 18 mil) por cada família com ao menos cinco filhos, mais um extra de 3 mil euros (aproximadamente R$ 9 mil) por cada criança nascida na cidade, com um contrato de permanência na aldeia por cinco anos.

Frustração
Segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística, os menores em idade escolar nascidos em outros países já ocupam 8,4% do total de vagas dos colégios públicos espanhóis, dez vezes mais do que há uma década."Graças aos imigrantes, está sendo possível frear o esvaziamento de muitas cidades da zona rural espanhola", disse à BBC Brasil José Luis Sáenz, porta-voz do Centro de Estudos para a Despovoação de Áreas Rurais.
Ele, no entanto, alerta que as prefeituras precisam ser prudentes. "Todo mundo se interessa pelas ofertas, mas as características das aldeias-fantasmas a meio e longo prazo não são levadas em consideração. Em muitos casos os acordos acabam em frustrações."
Sáenz lembra que em muitas localidades, há problemas para se conectar à internet e conseguir cobertura de celular e pouco transporte público para cidades maiores. Além disso, muitas não têm áreas de lazer, perspectiva de empregos melhores, e escolas de formação profissional e nível superior.
"O que recomendamos às prefeituras é escolher pessoas sem estudos, para evitar maiores frustrações", completou Sáenz.
O prefeito de Ayórdar, Ramón Balaguer, concorda. "Procuramos imigrantes não por preferência, mas por necessidade. Um espanhol quer ficar na sua profissão, enquanto um estrangeiro se conforma com ter um trabalho e outros benefícios a mais, nesses tempos".
A última oferta das aldeias-fantasmas anunciada na passada terça-feira na imprensa espanhola é a de Monreal de Ariza, no centro-leste. A Prefeitura dá casa a famílias com filhos pequenos, mas não garante empregos.




BBC Brasil
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Famílias brasileiras com crianças estão aproveitando a oferta de benefícios feita por vilarejos da zona rural da Espanha que correm o risco de desaparecer por causa da falta de habitantes jovens.


A brasileira Camille (de amarelo, à dir.) é uma das imigrantes da escola em Lorcha

Pelo menos 15 pequenos municípios espanhóis ofereceram ou estão oferecendo casa, emprego e até dinheiro a famílias de imigrantes para tentar repovoar suas ruas. O governo diz que pelo menos 2.648 municípios enfrentam o mesmo problema de falta de população jovem e que, por isso, ganharam o nome de "cidades-fantasmas".
Em Lorcha, vilarejo de 735 habitantes encravado em uma montanha do leste da Espanha, as paranaenses Adelle, de 8 anos, e Camille, de 10, além de outros sete equatorianos, ajudaram a manter aberta a única escola local. Sem esses alunos imigrantes, as 24 crianças nascidas na cidade precisariam percorrer 18 km até a escola mais próxima.
A Prefeitura de Lorcha deu à mãe das meninas, Sônia Regina Matos Farias, uma casa grátis e um emprego de faxineira a 7 euros por hora (cerca de R$ 21).
"É necessário oferecer algo convincente. Quem vem para cá chega para ocupar nossos vazios. Só pedimos que sejam jovens e com filhos porque senão esses lugarejos estarão condenados ao esquecimento", disse à BBC Brasil o prefeito de Lorcha, Guillermo Moratal.

Idéia
Em Ayódar, no litoral mediterrâneo, outras duas crianças brasileiras, Fernanda, de 11 anos, e Luana, de 6, ajudaram a evitar o fechamento da escola local.
Elas pertencem a um grupo de quatro famílias eleitas entre 182 candidatas, aceitando a proposta de ajudar a repovoar a aldeia de 238 habitantes em troca de casa, trabalho e um cheque de mil euros (aproximadamente R$ 3 mil).
A primeira "cidade-fantasma" a lançar uma oferta para repovoar suas ruas foi Aguaviva, no centro-leste do país, que, em 2000, ofereceu passagens aéreas, refeitório para as crianças, aluguel subsidiado e emprego para os pais. Em seis anos, a cidade ganhou 150 novos moradores, todos imigrantes
O sucesso da ideia levou outras prefeituras a lançar propostas semelhantes através da imprensa.
Hoje, cerca de 80% dos municípios com problemas de envelhecimento da população e falta de jovens estão recebendo famílias imigrantes.
O município de Ponga, no noroeste da Espanha, chegou a oferecer 6 mil euros (cerca de R$ 18 mil) por cada família com ao menos cinco filhos, mais um extra de 3 mil euros (aproximadamente R$ 9 mil) por cada criança nascida na cidade, com um contrato de permanência na aldeia por cinco anos.

Frustração
Segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística, os menores em idade escolar nascidos em outros países já ocupam 8,4% do total de vagas dos colégios públicos espanhóis, dez vezes mais do que há uma década."Graças aos imigrantes, está sendo possível frear o esvaziamento de muitas cidades da zona rural espanhola", disse à BBC Brasil José Luis Sáenz, porta-voz do Centro de Estudos para a Despovoação de Áreas Rurais.
Ele, no entanto, alerta que as prefeituras precisam ser prudentes. "Todo mundo se interessa pelas ofertas, mas as características das aldeias-fantasmas a meio e longo prazo não são levadas em consideração. Em muitos casos os acordos acabam em frustrações."
Sáenz lembra que em muitas localidades, há problemas para se conectar à internet e conseguir cobertura de celular e pouco transporte público para cidades maiores. Além disso, muitas não têm áreas de lazer, perspectiva de empregos melhores, e escolas de formação profissional e nível superior.
"O que recomendamos às prefeituras é escolher pessoas sem estudos, para evitar maiores frustrações", completou Sáenz.
O prefeito de Ayórdar, Ramón Balaguer, concorda. "Procuramos imigrantes não por preferência, mas por necessidade. Um espanhol quer ficar na sua profissão, enquanto um estrangeiro se conforma com ter um trabalho e outros benefícios a mais, nesses tempos".
A última oferta das aldeias-fantasmas anunciada na passada terça-feira na imprensa espanhola é a de Monreal de Ariza, no centro-leste. A Prefeitura dá casa a famílias com filhos pequenos, mas não garante empregos.




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Famílias brasileiras com crianças estão aproveitando a oferta de benefícios feita por vilarejos da zona rural da Espanha que correm o risco de desaparecer por causa da falta de habitantes jovens.


A brasileira Camille (de amarelo, à dir.) é uma das imigrantes da escola em Lorcha

Pelo menos 15 pequenos municípios espanhóis ofereceram ou estão oferecendo casa, emprego e até dinheiro a famílias de imigrantes para tentar repovoar suas ruas. O governo diz que pelo menos 2.648 municípios enfrentam o mesmo problema de falta de população jovem e que, por isso, ganharam o nome de "cidades-fantasmas".
Em Lorcha, vilarejo de 735 habitantes encravado em uma montanha do leste da Espanha, as paranaenses Adelle, de 8 anos, e Camille, de 10, além de outros sete equatorianos, ajudaram a manter aberta a única escola local. Sem esses alunos imigrantes, as 24 crianças nascidas na cidade precisariam percorrer 18 km até a escola mais próxima.
A Prefeitura de Lorcha deu à mãe das meninas, Sônia Regina Matos Farias, uma casa grátis e um emprego de faxineira a 7 euros por hora (cerca de R$ 21).
"É necessário oferecer algo convincente. Quem vem para cá chega para ocupar nossos vazios. Só pedimos que sejam jovens e com filhos porque senão esses lugarejos estarão condenados ao esquecimento", disse à BBC Brasil o prefeito de Lorcha, Guillermo Moratal.

Idéia
Em Ayódar, no litoral mediterrâneo, outras duas crianças brasileiras, Fernanda, de 11 anos, e Luana, de 6, ajudaram a evitar o fechamento da escola local.
Elas pertencem a um grupo de quatro famílias eleitas entre 182 candidatas, aceitando a proposta de ajudar a repovoar a aldeia de 238 habitantes em troca de casa, trabalho e um cheque de mil euros (aproximadamente R$ 3 mil).
A primeira "cidade-fantasma" a lançar uma oferta para repovoar suas ruas foi Aguaviva, no centro-leste do país, que, em 2000, ofereceu passagens aéreas, refeitório para as crianças, aluguel subsidiado e emprego para os pais. Em seis anos, a cidade ganhou 150 novos moradores, todos imigrantes
O sucesso da ideia levou outras prefeituras a lançar propostas semelhantes através da imprensa.
Hoje, cerca de 80% dos municípios com problemas de envelhecimento da população e falta de jovens estão recebendo famílias imigrantes.
O município de Ponga, no noroeste da Espanha, chegou a oferecer 6 mil euros (cerca de R$ 18 mil) por cada família com ao menos cinco filhos, mais um extra de 3 mil euros (aproximadamente R$ 9 mil) por cada criança nascida na cidade, com um contrato de permanência na aldeia por cinco anos.

Frustração
Segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística, os menores em idade escolar nascidos em outros países já ocupam 8,4% do total de vagas dos colégios públicos espanhóis, dez vezes mais do que há uma década."Graças aos imigrantes, está sendo possível frear o esvaziamento de muitas cidades da zona rural espanhola", disse à BBC Brasil José Luis Sáenz, porta-voz do Centro de Estudos para a Despovoação de Áreas Rurais.
Ele, no entanto, alerta que as prefeituras precisam ser prudentes. "Todo mundo se interessa pelas ofertas, mas as características das aldeias-fantasmas a meio e longo prazo não são levadas em consideração. Em muitos casos os acordos acabam em frustrações."
Sáenz lembra que em muitas localidades, há problemas para se conectar à internet e conseguir cobertura de celular e pouco transporte público para cidades maiores. Além disso, muitas não têm áreas de lazer, perspectiva de empregos melhores, e escolas de formação profissional e nível superior.
"O que recomendamos às prefeituras é escolher pessoas sem estudos, para evitar maiores frustrações", completou Sáenz.
O prefeito de Ayórdar, Ramón Balaguer, concorda. "Procuramos imigrantes não por preferência, mas por necessidade. Um espanhol quer ficar na sua profissão, enquanto um estrangeiro se conforma com ter um trabalho e outros benefícios a mais, nesses tempos".
A última oferta das aldeias-fantasmas anunciada na passada terça-feira na imprensa espanhola é a de Monreal de Ariza, no centro-leste. A Prefeitura dá casa a famílias com filhos pequenos, mas não garante empregos.




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Famílias brasileiras com crianças estão aproveitando a oferta de benefícios feita por vilarejos da zona rural da Espanha que correm o risco de desaparecer por causa da falta de habitantes jovens.


A brasileira Camille (de amarelo, à dir.) é uma das imigrantes da escola em Lorcha

Pelo menos 15 pequenos municípios espanhóis ofereceram ou estão oferecendo casa, emprego e até dinheiro a famílias de imigrantes para tentar repovoar suas ruas. O governo diz que pelo menos 2.648 municípios enfrentam o mesmo problema de falta de população jovem e que, por isso, ganharam o nome de "cidades-fantasmas".
Em Lorcha, vilarejo de 735 habitantes encravado em uma montanha do leste da Espanha, as paranaenses Adelle, de 8 anos, e Camille, de 10, além de outros sete equatorianos, ajudaram a manter aberta a única escola local. Sem esses alunos imigrantes, as 24 crianças nascidas na cidade precisariam percorrer 18 km até a escola mais próxima.
A Prefeitura de Lorcha deu à mãe das meninas, Sônia Regina Matos Farias, uma casa grátis e um emprego de faxineira a 7 euros por hora (cerca de R$ 21).
"É necessário oferecer algo convincente. Quem vem para cá chega para ocupar nossos vazios. Só pedimos que sejam jovens e com filhos porque senão esses lugarejos estarão condenados ao esquecimento", disse à BBC Brasil o prefeito de Lorcha, Guillermo Moratal.

Idéia
Em Ayódar, no litoral mediterrâneo, outras duas crianças brasileiras, Fernanda, de 11 anos, e Luana, de 6, ajudaram a evitar o fechamento da escola local.
Elas pertencem a um grupo de quatro famílias eleitas entre 182 candidatas, aceitando a proposta de ajudar a repovoar a aldeia de 238 habitantes em troca de casa, trabalho e um cheque de mil euros (aproximadamente R$ 3 mil).
A primeira "cidade-fantasma" a lançar uma oferta para repovoar suas ruas foi Aguaviva, no centro-leste do país, que, em 2000, ofereceu passagens aéreas, refeitório para as crianças, aluguel subsidiado e emprego para os pais. Em seis anos, a cidade ganhou 150 novos moradores, todos imigrantes
O sucesso da ideia levou outras prefeituras a lançar propostas semelhantes através da imprensa.
Hoje, cerca de 80% dos municípios com problemas de envelhecimento da população e falta de jovens estão recebendo famílias imigrantes.
O município de Ponga, no noroeste da Espanha, chegou a oferecer 6 mil euros (cerca de R$ 18 mil) por cada família com ao menos cinco filhos, mais um extra de 3 mil euros (aproximadamente R$ 9 mil) por cada criança nascida na cidade, com um contrato de permanência na aldeia por cinco anos.

Frustração
Segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística, os menores em idade escolar nascidos em outros países já ocupam 8,4% do total de vagas dos colégios públicos espanhóis, dez vezes mais do que há uma década."Graças aos imigrantes, está sendo possível frear o esvaziamento de muitas cidades da zona rural espanhola", disse à BBC Brasil José Luis Sáenz, porta-voz do Centro de Estudos para a Despovoação de Áreas Rurais.
Ele, no entanto, alerta que as prefeituras precisam ser prudentes. "Todo mundo se interessa pelas ofertas, mas as características das aldeias-fantasmas a meio e longo prazo não são levadas em consideração. Em muitos casos os acordos acabam em frustrações."
Sáenz lembra que em muitas localidades, há problemas para se conectar à internet e conseguir cobertura de celular e pouco transporte público para cidades maiores. Além disso, muitas não têm áreas de lazer, perspectiva de empregos melhores, e escolas de formação profissional e nível superior.
"O que recomendamos às prefeituras é escolher pessoas sem estudos, para evitar maiores frustrações", completou Sáenz.
O prefeito de Ayórdar, Ramón Balaguer, concorda. "Procuramos imigrantes não por preferência, mas por necessidade. Um espanhol quer ficar na sua profissão, enquanto um estrangeiro se conforma com ter um trabalho e outros benefícios a mais, nesses tempos".
A última oferta das aldeias-fantasmas anunciada na passada terça-feira na imprensa espanhola é a de Monreal de Ariza, no centro-leste. A Prefeitura dá casa a famílias com filhos pequenos, mas não garante empregos.




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A brasileira Camille (de amarelo, à dir.) é uma das imigrantes da escola em Lorcha

Pelo menos 15 pequenos municípios espanhóis ofereceram ou estão oferecendo casa, emprego e até dinheiro a famílias de imigrantes para tentar repovoar suas ruas. O governo diz que pelo menos 2.648 municípios enfrentam o mesmo problema de falta de população jovem e que, por isso, ganharam o nome de "cidades-fantasmas".
Em Lorcha, vilarejo de 735 habitantes encravado em uma montanha do leste da Espanha, as paranaenses Adelle, de 8 anos, e Camille, de 10, além de outros sete equatorianos, ajudaram a manter aberta a única escola local. Sem esses alunos imigrantes, as 24 crianças nascidas na cidade precisariam percorrer 18 km até a escola mais próxima.
A Prefeitura de Lorcha deu à mãe das meninas, Sônia Regina Matos Farias, uma casa grátis e um emprego de faxineira a 7 euros por hora (cerca de R$ 21).
"É necessário oferecer algo convincente. Quem vem para cá chega para ocupar nossos vazios. Só pedimos que sejam jovens e com filhos porque senão esses lugarejos estarão condenados ao esquecimento", disse à BBC Brasil o prefeito de Lorcha, Guillermo Moratal.

Idéia
Em Ayódar, no litoral mediterrâneo, outras duas crianças brasileiras, Fernanda, de 11 anos, e Luana, de 6, ajudaram a evitar o fechamento da escola local.
Elas pertencem a um grupo de quatro famílias eleitas entre 182 candidatas, aceitando a proposta de ajudar a repovoar a aldeia de 238 habitantes em troca de casa, trabalho e um cheque de mil euros (aproximadamente R$ 3 mil).
A primeira "cidade-fantasma" a lançar uma oferta para repovoar suas ruas foi Aguaviva, no centro-leste do país, que, em 2000, ofereceu passagens aéreas, refeitório para as crianças, aluguel subsidiado e emprego para os pais. Em seis anos, a cidade ganhou 150 novos moradores, todos imigrantes
O sucesso da ideia levou outras prefeituras a lançar propostas semelhantes através da imprensa.
Hoje, cerca de 80% dos municípios com problemas de envelhecimento da população e falta de jovens estão recebendo famílias imigrantes.
O município de Ponga, no noroeste da Espanha, chegou a oferecer 6 mil euros (cerca de R$ 18 mil) por cada família com ao menos cinco filhos, mais um extra de 3 mil euros (aproximadamente R$ 9 mil) por cada criança nascida na cidade, com um contrato de permanência na aldeia por cinco anos.

Frustração
Segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística, os menores em idade escolar nascidos em outros países já ocupam 8,4% do total de vagas dos colégios públicos espanhóis, dez vezes mais do que há uma década."Graças aos imigrantes, está sendo possível frear o esvaziamento de muitas cidades da zona rural espanhola", disse à BBC Brasil José Luis Sáenz, porta-voz do Centro de Estudos para a Despovoação de Áreas Rurais.
Ele, no entanto, alerta que as prefeituras precisam ser prudentes. "Todo mundo se interessa pelas ofertas, mas as características das aldeias-fantasmas a meio e longo prazo não são levadas em consideração. Em muitos casos os acordos acabam em frustrações."
Sáenz lembra que em muitas localidades, há problemas para se conectar à internet e conseguir cobertura de celular e pouco transporte público para cidades maiores. Além disso, muitas não têm áreas de lazer, perspectiva de empregos melhores, e escolas de formação profissional e nível superior.
"O que recomendamos às prefeituras é escolher pessoas sem estudos, para evitar maiores frustrações", completou Sáenz.
O prefeito de Ayórdar, Ramón Balaguer, concorda. "Procuramos imigrantes não por preferência, mas por necessidade. Um espanhol quer ficar na sua profissão, enquanto um estrangeiro se conforma com ter um trabalho e outros benefícios a mais, nesses tempos".
A última oferta das aldeias-fantasmas anunciada na passada terça-feira na imprensa espanhola é a de Monreal de Ariza, no centro-leste. A Prefeitura dá casa a famílias com filhos pequenos, mas não garante empregos.




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SÃO PAULO -Uma menina de 10 anos, caiu do terceiro andar de um prédio residencial no Itaim Paulista, Zona Leste de São Paulo, na noite desta quinta-feira. E.J.S estava na casa de uma amiga da mesma idade e teria se desequilibrado enquanto brincava de pular sobre a cama, caindo de uma altura de cerca de 10 metros. Erica sofreu traumatismo craniano e afundamento de face.
A queda ocorreu por volta das 21h50m. A menina despencou da janela de um dos quartos do apartamento 31, no bloco 3 do Condomínio Tibúrcio II, na Rua Tibúrcio de Souza. Antes de cair no chão, a menina bateu contra uma luminária do prédio, que teria ajudado a amortecer a queda. Os pais e um irmão da amiga de Erica estavam no apartamento no momento do acidente. O porteiro acionou o Corpo de Bombeiros, que levou a menina até o hospital. Ela permanece internada em estado grave no Hospital Santa Marcelina, de Itaquera, também na Zona Leste.


O Globo On Line
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SÃO PAULO -Uma menina de 10 anos, caiu do terceiro andar de um prédio residencial no Itaim Paulista, Zona Leste de São Paulo, na noite desta quinta-feira. E.J.S estava na casa de uma amiga da mesma idade e teria se desequilibrado enquanto brincava de pular sobre a cama, caindo de uma altura de cerca de 10 metros. Erica sofreu traumatismo craniano e afundamento de face.
A queda ocorreu por volta das 21h50m. A menina despencou da janela de um dos quartos do apartamento 31, no bloco 3 do Condomínio Tibúrcio II, na Rua Tibúrcio de Souza. Antes de cair no chão, a menina bateu contra uma luminária do prédio, que teria ajudado a amortecer a queda. Os pais e um irmão da amiga de Erica estavam no apartamento no momento do acidente. O porteiro acionou o Corpo de Bombeiros, que levou a menina até o hospital. Ela permanece internada em estado grave no Hospital Santa Marcelina, de Itaquera, também na Zona Leste.


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SÃO PAULO -Uma menina de 10 anos, caiu do terceiro andar de um prédio residencial no Itaim Paulista, Zona Leste de São Paulo, na noite desta quinta-feira. E.J.S estava na casa de uma amiga da mesma idade e teria se desequilibrado enquanto brincava de pular sobre a cama, caindo de uma altura de cerca de 10 metros. Erica sofreu traumatismo craniano e afundamento de face.
A queda ocorreu por volta das 21h50m. A menina despencou da janela de um dos quartos do apartamento 31, no bloco 3 do Condomínio Tibúrcio II, na Rua Tibúrcio de Souza. Antes de cair no chão, a menina bateu contra uma luminária do prédio, que teria ajudado a amortecer a queda. Os pais e um irmão da amiga de Erica estavam no apartamento no momento do acidente. O porteiro acionou o Corpo de Bombeiros, que levou a menina até o hospital. Ela permanece internada em estado grave no Hospital Santa Marcelina, de Itaquera, também na Zona Leste.


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A queda ocorreu por volta das 21h50m. A menina despencou da janela de um dos quartos do apartamento 31, no bloco 3 do Condomínio Tibúrcio II, na Rua Tibúrcio de Souza. Antes de cair no chão, a menina bateu contra uma luminária do prédio, que teria ajudado a amortecer a queda. Os pais e um irmão da amiga de Erica estavam no apartamento no momento do acidente. O porteiro acionou o Corpo de Bombeiros, que levou a menina até o hospital. Ela permanece internada em estado grave no Hospital Santa Marcelina, de Itaquera, também na Zona Leste.


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A queda ocorreu por volta das 21h50m. A menina despencou da janela de um dos quartos do apartamento 31, no bloco 3 do Condomínio Tibúrcio II, na Rua Tibúrcio de Souza. Antes de cair no chão, a menina bateu contra uma luminária do prédio, que teria ajudado a amortecer a queda. Os pais e um irmão da amiga de Erica estavam no apartamento no momento do acidente. O porteiro acionou o Corpo de Bombeiros, que levou a menina até o hospital. Ela permanece internada em estado grave no Hospital Santa Marcelina, de Itaquera, também na Zona Leste.


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SÃO PAULO -Uma menina de 10 anos, caiu do terceiro andar de um prédio residencial no Itaim Paulista, Zona Leste de São Paulo, na noite desta quinta-feira. E.J.S estava na casa de uma amiga da mesma idade e teria se desequilibrado enquanto brincava de pular sobre a cama, caindo de uma altura de cerca de 10 metros. Erica sofreu traumatismo craniano e afundamento de face.
A queda ocorreu por volta das 21h50m. A menina despencou da janela de um dos quartos do apartamento 31, no bloco 3 do Condomínio Tibúrcio II, na Rua Tibúrcio de Souza. Antes de cair no chão, a menina bateu contra uma luminária do prédio, que teria ajudado a amortecer a queda. Os pais e um irmão da amiga de Erica estavam no apartamento no momento do acidente. O porteiro acionou o Corpo de Bombeiros, que levou a menina até o hospital. Ela permanece internada em estado grave no Hospital Santa Marcelina, de Itaquera, também na Zona Leste.


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Diagnósticos do quadro em crianças aumentaram 40 vezes entre 1994 e 2003. Pesquisadores apontam possíveis exageros em alguns casos.


O número de crianças e adolescentes norte-americanos em tratamento para transtorno bipolar aumentou 40 vezes entre 1994 e 2003, como relatam pesquisadores no estudo mais abrangente já feito sobre o controverso diagnóstico.
Segundo especialistas, é quase certo que o número tenha aumentado desde 2003.
Muitos especialistas defendem a tese de que a elevação seria reflexo de uma situação em que os médicos estariam aplicando o diagnóstico às crianças de modo mais incisivo e não acham que a ocorrência do transtorno tenha aumentado.
Contudo, a magnitude do aumento surpreendeu muitos psiquiatras. Segundo eles, é provável que isso intensifique a discussão sobre a validade do diagnóstico, que sacudiu a psiquiatra infantil.
O transtorno bipolar se caracteriza por oscilações extremas de humor. Até relativamente pouco tempo, achava-se que ele surgia quase exclusivamente na fase adulta. No entanto, na década de 90, os psiquiatras começaram a procurar com mais atenção pelos sintomas em pacientes mais jovens.
Alguns especialistas afirmam que a maior conscientização, comprovada no aumento do número de diagnósticos, permite que as crianças portadoras do transtorno obtenham o devido tratamento.
Outros dizem que o transtorno bipolar é falso positivo, ou seja, incorretamente diagnosticado quando não está presente. O termo bipolar, como afirmam os críticos, tornou-se o diagnóstico da ordem do dia, um conceito vago aplicado a quase toda criança de personalidade explosiva e agressiva.
Após a classificação das crianças, acrescentam os especialistas, elas são medicadas com remédios psiquiátricos fortes com poucos benefícios comprovados em crianças e com possíveis efeitos colaterais graves como ganho rápido de peso.
No estudo, pesquisadores de Nova York, Maryland e Madri analisaram uma pesquisa do Centro Nacional de Estatísticas em Saúde referente às consultas no consultório, focada em médicos em práticas particulares ou em grupo. Os pesquisadores calcularam a quantidade de consultas em que os médicos registraram o diagnóstico de transtorno bipolar e descobriram que eles aumentaram, de 20.000 em 1994 para 800.000 em 2003, cerca de 1%.
A difusão do diagnóstico representa prosperidade para os fabricantes de remédios, ressaltam alguns psiquiatras, porque os tratamentos, em geral, incluem remédios que podem ser de três a cinco vezes mais caros do que os receitados para outras doenças como depressão ou ansiedade.
“Acho que o aumento demonstra que a área está amadurecendo em se tratando da identificação do transtorno bipolar em crianças, mas a enorme polêmica reflete o fato de que não amadurecemos o suficiente”, declarou John March, diretor de psiquiatria infantil e adolescente da faculdade de medicina da Universidade de Duke, que não participou da pesquisa.
“Do ponto de vista do desenvolvimento”, explicou March, “simplesmente não sabemos com qual precisão podemos diagnosticar o transtorno bipolar ou se aqueles que são diagnosticados aos 5, 6 ou 7 anos serão adultos portadores da doença. Esse rótulo pode ou não refletir a realidade.”
A maioria das crianças enquadradas no diagnóstico não desenvolve as características clássicas do transtorno bipolar em adultos como a mania, como descobriram os pesquisadores. Elas têm muito mais probabilidade de se tornarem depressivas.
O aumento torna o transtorno mais comum entre as crianças do que a depressão clínica, segundo os autores. Os psiquiatras fizeram quase 90% dos diagnósticos, e dois terços dos pacientes mais novos eram meninos, como mostra o estudo, publicado na edição de setembro do Archives of General Psychiatry. Cerca de metade dos pacientes foi identificada como portadora de outras complicações mentais, com mais freqüência o transtorno do déficit de atenção.
Os tratamentos para crianças quase sempre incluem remédios. Cerca de metade recebeu medicamentos antipsicóticos como o Risperdal da Janssen ou o Seroquel da AstraZeneca, ambos desenvolvidos para o tratamento da esquizofrenia. Um terço foi receitado com os chamados estabilizadores de humor, com mais freqüência o remédio para epilepsia Depakote. Antidepressivos e estimulantes também eram comuns. A maioria das crianças tomou uma combinação de dois ou mais remédios e quatro em cada 10 foram tratadas com psicoterapia.

Maio 7, 2009 por Ana


Benedict Carey Do ‘New York Times’ em PORTAL G
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Diagnósticos do quadro em crianças aumentaram 40 vezes entre 1994 e 2003. Pesquisadores apontam possíveis exageros em alguns casos.


O número de crianças e adolescentes norte-americanos em tratamento para transtorno bipolar aumentou 40 vezes entre 1994 e 2003, como relatam pesquisadores no estudo mais abrangente já feito sobre o controverso diagnóstico.
Segundo especialistas, é quase certo que o número tenha aumentado desde 2003.
Muitos especialistas defendem a tese de que a elevação seria reflexo de uma situação em que os médicos estariam aplicando o diagnóstico às crianças de modo mais incisivo e não acham que a ocorrência do transtorno tenha aumentado.
Contudo, a magnitude do aumento surpreendeu muitos psiquiatras. Segundo eles, é provável que isso intensifique a discussão sobre a validade do diagnóstico, que sacudiu a psiquiatra infantil.
O transtorno bipolar se caracteriza por oscilações extremas de humor. Até relativamente pouco tempo, achava-se que ele surgia quase exclusivamente na fase adulta. No entanto, na década de 90, os psiquiatras começaram a procurar com mais atenção pelos sintomas em pacientes mais jovens.
Alguns especialistas afirmam que a maior conscientização, comprovada no aumento do número de diagnósticos, permite que as crianças portadoras do transtorno obtenham o devido tratamento.
Outros dizem que o transtorno bipolar é falso positivo, ou seja, incorretamente diagnosticado quando não está presente. O termo bipolar, como afirmam os críticos, tornou-se o diagnóstico da ordem do dia, um conceito vago aplicado a quase toda criança de personalidade explosiva e agressiva.
Após a classificação das crianças, acrescentam os especialistas, elas são medicadas com remédios psiquiátricos fortes com poucos benefícios comprovados em crianças e com possíveis efeitos colaterais graves como ganho rápido de peso.
No estudo, pesquisadores de Nova York, Maryland e Madri analisaram uma pesquisa do Centro Nacional de Estatísticas em Saúde referente às consultas no consultório, focada em médicos em práticas particulares ou em grupo. Os pesquisadores calcularam a quantidade de consultas em que os médicos registraram o diagnóstico de transtorno bipolar e descobriram que eles aumentaram, de 20.000 em 1994 para 800.000 em 2003, cerca de 1%.
A difusão do diagnóstico representa prosperidade para os fabricantes de remédios, ressaltam alguns psiquiatras, porque os tratamentos, em geral, incluem remédios que podem ser de três a cinco vezes mais caros do que os receitados para outras doenças como depressão ou ansiedade.
“Acho que o aumento demonstra que a área está amadurecendo em se tratando da identificação do transtorno bipolar em crianças, mas a enorme polêmica reflete o fato de que não amadurecemos o suficiente”, declarou John March, diretor de psiquiatria infantil e adolescente da faculdade de medicina da Universidade de Duke, que não participou da pesquisa.
“Do ponto de vista do desenvolvimento”, explicou March, “simplesmente não sabemos com qual precisão podemos diagnosticar o transtorno bipolar ou se aqueles que são diagnosticados aos 5, 6 ou 7 anos serão adultos portadores da doença. Esse rótulo pode ou não refletir a realidade.”
A maioria das crianças enquadradas no diagnóstico não desenvolve as características clássicas do transtorno bipolar em adultos como a mania, como descobriram os pesquisadores. Elas têm muito mais probabilidade de se tornarem depressivas.
O aumento torna o transtorno mais comum entre as crianças do que a depressão clínica, segundo os autores. Os psiquiatras fizeram quase 90% dos diagnósticos, e dois terços dos pacientes mais novos eram meninos, como mostra o estudo, publicado na edição de setembro do Archives of General Psychiatry. Cerca de metade dos pacientes foi identificada como portadora de outras complicações mentais, com mais freqüência o transtorno do déficit de atenção.
Os tratamentos para crianças quase sempre incluem remédios. Cerca de metade recebeu medicamentos antipsicóticos como o Risperdal da Janssen ou o Seroquel da AstraZeneca, ambos desenvolvidos para o tratamento da esquizofrenia. Um terço foi receitado com os chamados estabilizadores de humor, com mais freqüência o remédio para epilepsia Depakote. Antidepressivos e estimulantes também eram comuns. A maioria das crianças tomou uma combinação de dois ou mais remédios e quatro em cada 10 foram tratadas com psicoterapia.

Maio 7, 2009 por Ana


Benedict Carey Do ‘New York Times’ em PORTAL G
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Diagnósticos do quadro em crianças aumentaram 40 vezes entre 1994 e 2003. Pesquisadores apontam possíveis exageros em alguns casos.


O número de crianças e adolescentes norte-americanos em tratamento para transtorno bipolar aumentou 40 vezes entre 1994 e 2003, como relatam pesquisadores no estudo mais abrangente já feito sobre o controverso diagnóstico.
Segundo especialistas, é quase certo que o número tenha aumentado desde 2003.
Muitos especialistas defendem a tese de que a elevação seria reflexo de uma situação em que os médicos estariam aplicando o diagnóstico às crianças de modo mais incisivo e não acham que a ocorrência do transtorno tenha aumentado.
Contudo, a magnitude do aumento surpreendeu muitos psiquiatras. Segundo eles, é provável que isso intensifique a discussão sobre a validade do diagnóstico, que sacudiu a psiquiatra infantil.
O transtorno bipolar se caracteriza por oscilações extremas de humor. Até relativamente pouco tempo, achava-se que ele surgia quase exclusivamente na fase adulta. No entanto, na década de 90, os psiquiatras começaram a procurar com mais atenção pelos sintomas em pacientes mais jovens.
Alguns especialistas afirmam que a maior conscientização, comprovada no aumento do número de diagnósticos, permite que as crianças portadoras do transtorno obtenham o devido tratamento.
Outros dizem que o transtorno bipolar é falso positivo, ou seja, incorretamente diagnosticado quando não está presente. O termo bipolar, como afirmam os críticos, tornou-se o diagnóstico da ordem do dia, um conceito vago aplicado a quase toda criança de personalidade explosiva e agressiva.
Após a classificação das crianças, acrescentam os especialistas, elas são medicadas com remédios psiquiátricos fortes com poucos benefícios comprovados em crianças e com possíveis efeitos colaterais graves como ganho rápido de peso.
No estudo, pesquisadores de Nova York, Maryland e Madri analisaram uma pesquisa do Centro Nacional de Estatísticas em Saúde referente às consultas no consultório, focada em médicos em práticas particulares ou em grupo. Os pesquisadores calcularam a quantidade de consultas em que os médicos registraram o diagnóstico de transtorno bipolar e descobriram que eles aumentaram, de 20.000 em 1994 para 800.000 em 2003, cerca de 1%.
A difusão do diagnóstico representa prosperidade para os fabricantes de remédios, ressaltam alguns psiquiatras, porque os tratamentos, em geral, incluem remédios que podem ser de três a cinco vezes mais caros do que os receitados para outras doenças como depressão ou ansiedade.
“Acho que o aumento demonstra que a área está amadurecendo em se tratando da identificação do transtorno bipolar em crianças, mas a enorme polêmica reflete o fato de que não amadurecemos o suficiente”, declarou John March, diretor de psiquiatria infantil e adolescente da faculdade de medicina da Universidade de Duke, que não participou da pesquisa.
“Do ponto de vista do desenvolvimento”, explicou March, “simplesmente não sabemos com qual precisão podemos diagnosticar o transtorno bipolar ou se aqueles que são diagnosticados aos 5, 6 ou 7 anos serão adultos portadores da doença. Esse rótulo pode ou não refletir a realidade.”
A maioria das crianças enquadradas no diagnóstico não desenvolve as características clássicas do transtorno bipolar em adultos como a mania, como descobriram os pesquisadores. Elas têm muito mais probabilidade de se tornarem depressivas.
O aumento torna o transtorno mais comum entre as crianças do que a depressão clínica, segundo os autores. Os psiquiatras fizeram quase 90% dos diagnósticos, e dois terços dos pacientes mais novos eram meninos, como mostra o estudo, publicado na edição de setembro do Archives of General Psychiatry. Cerca de metade dos pacientes foi identificada como portadora de outras complicações mentais, com mais freqüência o transtorno do déficit de atenção.
Os tratamentos para crianças quase sempre incluem remédios. Cerca de metade recebeu medicamentos antipsicóticos como o Risperdal da Janssen ou o Seroquel da AstraZeneca, ambos desenvolvidos para o tratamento da esquizofrenia. Um terço foi receitado com os chamados estabilizadores de humor, com mais freqüência o remédio para epilepsia Depakote. Antidepressivos e estimulantes também eram comuns. A maioria das crianças tomou uma combinação de dois ou mais remédios e quatro em cada 10 foram tratadas com psicoterapia.

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O número de crianças e adolescentes norte-americanos em tratamento para transtorno bipolar aumentou 40 vezes entre 1994 e 2003, como relatam pesquisadores no estudo mais abrangente já feito sobre o controverso diagnóstico.
Segundo especialistas, é quase certo que o número tenha aumentado desde 2003.
Muitos especialistas defendem a tese de que a elevação seria reflexo de uma situação em que os médicos estariam aplicando o diagnóstico às crianças de modo mais incisivo e não acham que a ocorrência do transtorno tenha aumentado.
Contudo, a magnitude do aumento surpreendeu muitos psiquiatras. Segundo eles, é provável que isso intensifique a discussão sobre a validade do diagnóstico, que sacudiu a psiquiatra infantil.
O transtorno bipolar se caracteriza por oscilações extremas de humor. Até relativamente pouco tempo, achava-se que ele surgia quase exclusivamente na fase adulta. No entanto, na década de 90, os psiquiatras começaram a procurar com mais atenção pelos sintomas em pacientes mais jovens.
Alguns especialistas afirmam que a maior conscientização, comprovada no aumento do número de diagnósticos, permite que as crianças portadoras do transtorno obtenham o devido tratamento.
Outros dizem que o transtorno bipolar é falso positivo, ou seja, incorretamente diagnosticado quando não está presente. O termo bipolar, como afirmam os críticos, tornou-se o diagnóstico da ordem do dia, um conceito vago aplicado a quase toda criança de personalidade explosiva e agressiva.
Após a classificação das crianças, acrescentam os especialistas, elas são medicadas com remédios psiquiátricos fortes com poucos benefícios comprovados em crianças e com possíveis efeitos colaterais graves como ganho rápido de peso.
No estudo, pesquisadores de Nova York, Maryland e Madri analisaram uma pesquisa do Centro Nacional de Estatísticas em Saúde referente às consultas no consultório, focada em médicos em práticas particulares ou em grupo. Os pesquisadores calcularam a quantidade de consultas em que os médicos registraram o diagnóstico de transtorno bipolar e descobriram que eles aumentaram, de 20.000 em 1994 para 800.000 em 2003, cerca de 1%.
A difusão do diagnóstico representa prosperidade para os fabricantes de remédios, ressaltam alguns psiquiatras, porque os tratamentos, em geral, incluem remédios que podem ser de três a cinco vezes mais caros do que os receitados para outras doenças como depressão ou ansiedade.
“Acho que o aumento demonstra que a área está amadurecendo em se tratando da identificação do transtorno bipolar em crianças, mas a enorme polêmica reflete o fato de que não amadurecemos o suficiente”, declarou John March, diretor de psiquiatria infantil e adolescente da faculdade de medicina da Universidade de Duke, que não participou da pesquisa.
“Do ponto de vista do desenvolvimento”, explicou March, “simplesmente não sabemos com qual precisão podemos diagnosticar o transtorno bipolar ou se aqueles que são diagnosticados aos 5, 6 ou 7 anos serão adultos portadores da doença. Esse rótulo pode ou não refletir a realidade.”
A maioria das crianças enquadradas no diagnóstico não desenvolve as características clássicas do transtorno bipolar em adultos como a mania, como descobriram os pesquisadores. Elas têm muito mais probabilidade de se tornarem depressivas.
O aumento torna o transtorno mais comum entre as crianças do que a depressão clínica, segundo os autores. Os psiquiatras fizeram quase 90% dos diagnósticos, e dois terços dos pacientes mais novos eram meninos, como mostra o estudo, publicado na edição de setembro do Archives of General Psychiatry. Cerca de metade dos pacientes foi identificada como portadora de outras complicações mentais, com mais freqüência o transtorno do déficit de atenção.
Os tratamentos para crianças quase sempre incluem remédios. Cerca de metade recebeu medicamentos antipsicóticos como o Risperdal da Janssen ou o Seroquel da AstraZeneca, ambos desenvolvidos para o tratamento da esquizofrenia. Um terço foi receitado com os chamados estabilizadores de humor, com mais freqüência o remédio para epilepsia Depakote. Antidepressivos e estimulantes também eram comuns. A maioria das crianças tomou uma combinação de dois ou mais remédios e quatro em cada 10 foram tratadas com psicoterapia.

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O número de crianças e adolescentes norte-americanos em tratamento para transtorno bipolar aumentou 40 vezes entre 1994 e 2003, como relatam pesquisadores no estudo mais abrangente já feito sobre o controverso diagnóstico.
Segundo especialistas, é quase certo que o número tenha aumentado desde 2003.
Muitos especialistas defendem a tese de que a elevação seria reflexo de uma situação em que os médicos estariam aplicando o diagnóstico às crianças de modo mais incisivo e não acham que a ocorrência do transtorno tenha aumentado.
Contudo, a magnitude do aumento surpreendeu muitos psiquiatras. Segundo eles, é provável que isso intensifique a discussão sobre a validade do diagnóstico, que sacudiu a psiquiatra infantil.
O transtorno bipolar se caracteriza por oscilações extremas de humor. Até relativamente pouco tempo, achava-se que ele surgia quase exclusivamente na fase adulta. No entanto, na década de 90, os psiquiatras começaram a procurar com mais atenção pelos sintomas em pacientes mais jovens.
Alguns especialistas afirmam que a maior conscientização, comprovada no aumento do número de diagnósticos, permite que as crianças portadoras do transtorno obtenham o devido tratamento.
Outros dizem que o transtorno bipolar é falso positivo, ou seja, incorretamente diagnosticado quando não está presente. O termo bipolar, como afirmam os críticos, tornou-se o diagnóstico da ordem do dia, um conceito vago aplicado a quase toda criança de personalidade explosiva e agressiva.
Após a classificação das crianças, acrescentam os especialistas, elas são medicadas com remédios psiquiátricos fortes com poucos benefícios comprovados em crianças e com possíveis efeitos colaterais graves como ganho rápido de peso.
No estudo, pesquisadores de Nova York, Maryland e Madri analisaram uma pesquisa do Centro Nacional de Estatísticas em Saúde referente às consultas no consultório, focada em médicos em práticas particulares ou em grupo. Os pesquisadores calcularam a quantidade de consultas em que os médicos registraram o diagnóstico de transtorno bipolar e descobriram que eles aumentaram, de 20.000 em 1994 para 800.000 em 2003, cerca de 1%.
A difusão do diagnóstico representa prosperidade para os fabricantes de remédios, ressaltam alguns psiquiatras, porque os tratamentos, em geral, incluem remédios que podem ser de três a cinco vezes mais caros do que os receitados para outras doenças como depressão ou ansiedade.
“Acho que o aumento demonstra que a área está amadurecendo em se tratando da identificação do transtorno bipolar em crianças, mas a enorme polêmica reflete o fato de que não amadurecemos o suficiente”, declarou John March, diretor de psiquiatria infantil e adolescente da faculdade de medicina da Universidade de Duke, que não participou da pesquisa.
“Do ponto de vista do desenvolvimento”, explicou March, “simplesmente não sabemos com qual precisão podemos diagnosticar o transtorno bipolar ou se aqueles que são diagnosticados aos 5, 6 ou 7 anos serão adultos portadores da doença. Esse rótulo pode ou não refletir a realidade.”
A maioria das crianças enquadradas no diagnóstico não desenvolve as características clássicas do transtorno bipolar em adultos como a mania, como descobriram os pesquisadores. Elas têm muito mais probabilidade de se tornarem depressivas.
O aumento torna o transtorno mais comum entre as crianças do que a depressão clínica, segundo os autores. Os psiquiatras fizeram quase 90% dos diagnósticos, e dois terços dos pacientes mais novos eram meninos, como mostra o estudo, publicado na edição de setembro do Archives of General Psychiatry. Cerca de metade dos pacientes foi identificada como portadora de outras complicações mentais, com mais freqüência o transtorno do déficit de atenção.
Os tratamentos para crianças quase sempre incluem remédios. Cerca de metade recebeu medicamentos antipsicóticos como o Risperdal da Janssen ou o Seroquel da AstraZeneca, ambos desenvolvidos para o tratamento da esquizofrenia. Um terço foi receitado com os chamados estabilizadores de humor, com mais freqüência o remédio para epilepsia Depakote. Antidepressivos e estimulantes também eram comuns. A maioria das crianças tomou uma combinação de dois ou mais remédios e quatro em cada 10 foram tratadas com psicoterapia.

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O número de crianças e adolescentes norte-americanos em tratamento para transtorno bipolar aumentou 40 vezes entre 1994 e 2003, como relatam pesquisadores no estudo mais abrangente já feito sobre o controverso diagnóstico.
Segundo especialistas, é quase certo que o número tenha aumentado desde 2003.
Muitos especialistas defendem a tese de que a elevação seria reflexo de uma situação em que os médicos estariam aplicando o diagnóstico às crianças de modo mais incisivo e não acham que a ocorrência do transtorno tenha aumentado.
Contudo, a magnitude do aumento surpreendeu muitos psiquiatras. Segundo eles, é provável que isso intensifique a discussão sobre a validade do diagnóstico, que sacudiu a psiquiatra infantil.
O transtorno bipolar se caracteriza por oscilações extremas de humor. Até relativamente pouco tempo, achava-se que ele surgia quase exclusivamente na fase adulta. No entanto, na década de 90, os psiquiatras começaram a procurar com mais atenção pelos sintomas em pacientes mais jovens.
Alguns especialistas afirmam que a maior conscientização, comprovada no aumento do número de diagnósticos, permite que as crianças portadoras do transtorno obtenham o devido tratamento.
Outros dizem que o transtorno bipolar é falso positivo, ou seja, incorretamente diagnosticado quando não está presente. O termo bipolar, como afirmam os críticos, tornou-se o diagnóstico da ordem do dia, um conceito vago aplicado a quase toda criança de personalidade explosiva e agressiva.
Após a classificação das crianças, acrescentam os especialistas, elas são medicadas com remédios psiquiátricos fortes com poucos benefícios comprovados em crianças e com possíveis efeitos colaterais graves como ganho rápido de peso.
No estudo, pesquisadores de Nova York, Maryland e Madri analisaram uma pesquisa do Centro Nacional de Estatísticas em Saúde referente às consultas no consultório, focada em médicos em práticas particulares ou em grupo. Os pesquisadores calcularam a quantidade de consultas em que os médicos registraram o diagnóstico de transtorno bipolar e descobriram que eles aumentaram, de 20.000 em 1994 para 800.000 em 2003, cerca de 1%.
A difusão do diagnóstico representa prosperidade para os fabricantes de remédios, ressaltam alguns psiquiatras, porque os tratamentos, em geral, incluem remédios que podem ser de três a cinco vezes mais caros do que os receitados para outras doenças como depressão ou ansiedade.
“Acho que o aumento demonstra que a área está amadurecendo em se tratando da identificação do transtorno bipolar em crianças, mas a enorme polêmica reflete o fato de que não amadurecemos o suficiente”, declarou John March, diretor de psiquiatria infantil e adolescente da faculdade de medicina da Universidade de Duke, que não participou da pesquisa.
“Do ponto de vista do desenvolvimento”, explicou March, “simplesmente não sabemos com qual precisão podemos diagnosticar o transtorno bipolar ou se aqueles que são diagnosticados aos 5, 6 ou 7 anos serão adultos portadores da doença. Esse rótulo pode ou não refletir a realidade.”
A maioria das crianças enquadradas no diagnóstico não desenvolve as características clássicas do transtorno bipolar em adultos como a mania, como descobriram os pesquisadores. Elas têm muito mais probabilidade de se tornarem depressivas.
O aumento torna o transtorno mais comum entre as crianças do que a depressão clínica, segundo os autores. Os psiquiatras fizeram quase 90% dos diagnósticos, e dois terços dos pacientes mais novos eram meninos, como mostra o estudo, publicado na edição de setembro do Archives of General Psychiatry. Cerca de metade dos pacientes foi identificada como portadora de outras complicações mentais, com mais freqüência o transtorno do déficit de atenção.
Os tratamentos para crianças quase sempre incluem remédios. Cerca de metade recebeu medicamentos antipsicóticos como o Risperdal da Janssen ou o Seroquel da AstraZeneca, ambos desenvolvidos para o tratamento da esquizofrenia. Um terço foi receitado com os chamados estabilizadores de humor, com mais freqüência o remédio para epilepsia Depakote. Antidepressivos e estimulantes também eram comuns. A maioria das crianças tomou uma combinação de dois ou mais remédios e quatro em cada 10 foram tratadas com psicoterapia.

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A defesa do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá afirmou à Justiça na quinta-feira que o sangue encontrado pela perícia no apartamento do casal não é dos dois. O casal Nardoni está preso acusado de matar a filha de 5 anos de Alexandre, Isabella, em 29 de março de 2008. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.
Segundo o jornal, o advogado Roberto Podval apresentou uma petição ao juiz Maurício Fossen no qual requer que seja autorizado um exame de DNA no sangue armazenado para determinar se é ou não do casal.
A Folha afirmou também que o casal já havia pedido o exame, mas a informação ficou "perdida" no processo. "Vamos provar que tem alguma coisa errada, mas muito errada com toda a investigação", disse o advogado ao jornal.

O promotor Francisco Cembranelli disse que avaliará o pedido de exame, mas que o sangue é apenas uma parte de toda a prova pericial.



Redação Terra
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:34  comentar

A defesa do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá afirmou à Justiça na quinta-feira que o sangue encontrado pela perícia no apartamento do casal não é dos dois. O casal Nardoni está preso acusado de matar a filha de 5 anos de Alexandre, Isabella, em 29 de março de 2008. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.
Segundo o jornal, o advogado Roberto Podval apresentou uma petição ao juiz Maurício Fossen no qual requer que seja autorizado um exame de DNA no sangue armazenado para determinar se é ou não do casal.
A Folha afirmou também que o casal já havia pedido o exame, mas a informação ficou "perdida" no processo. "Vamos provar que tem alguma coisa errada, mas muito errada com toda a investigação", disse o advogado ao jornal.

O promotor Francisco Cembranelli disse que avaliará o pedido de exame, mas que o sangue é apenas uma parte de toda a prova pericial.



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A defesa do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá afirmou à Justiça na quinta-feira que o sangue encontrado pela perícia no apartamento do casal não é dos dois. O casal Nardoni está preso acusado de matar a filha de 5 anos de Alexandre, Isabella, em 29 de março de 2008. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.
Segundo o jornal, o advogado Roberto Podval apresentou uma petição ao juiz Maurício Fossen no qual requer que seja autorizado um exame de DNA no sangue armazenado para determinar se é ou não do casal.
A Folha afirmou também que o casal já havia pedido o exame, mas a informação ficou "perdida" no processo. "Vamos provar que tem alguma coisa errada, mas muito errada com toda a investigação", disse o advogado ao jornal.

O promotor Francisco Cembranelli disse que avaliará o pedido de exame, mas que o sangue é apenas uma parte de toda a prova pericial.



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A defesa do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá afirmou à Justiça na quinta-feira que o sangue encontrado pela perícia no apartamento do casal não é dos dois. O casal Nardoni está preso acusado de matar a filha de 5 anos de Alexandre, Isabella, em 29 de março de 2008. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.
Segundo o jornal, o advogado Roberto Podval apresentou uma petição ao juiz Maurício Fossen no qual requer que seja autorizado um exame de DNA no sangue armazenado para determinar se é ou não do casal.
A Folha afirmou também que o casal já havia pedido o exame, mas a informação ficou "perdida" no processo. "Vamos provar que tem alguma coisa errada, mas muito errada com toda a investigação", disse o advogado ao jornal.

O promotor Francisco Cembranelli disse que avaliará o pedido de exame, mas que o sangue é apenas uma parte de toda a prova pericial.



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A defesa do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá afirmou à Justiça na quinta-feira que o sangue encontrado pela perícia no apartamento do casal não é dos dois. O casal Nardoni está preso acusado de matar a filha de 5 anos de Alexandre, Isabella, em 29 de março de 2008. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.
Segundo o jornal, o advogado Roberto Podval apresentou uma petição ao juiz Maurício Fossen no qual requer que seja autorizado um exame de DNA no sangue armazenado para determinar se é ou não do casal.
A Folha afirmou também que o casal já havia pedido o exame, mas a informação ficou "perdida" no processo. "Vamos provar que tem alguma coisa errada, mas muito errada com toda a investigação", disse o advogado ao jornal.

O promotor Francisco Cembranelli disse que avaliará o pedido de exame, mas que o sangue é apenas uma parte de toda a prova pericial.



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A defesa do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá afirmou à Justiça na quinta-feira que o sangue encontrado pela perícia no apartamento do casal não é dos dois. O casal Nardoni está preso acusado de matar a filha de 5 anos de Alexandre, Isabella, em 29 de março de 2008. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.
Segundo o jornal, o advogado Roberto Podval apresentou uma petição ao juiz Maurício Fossen no qual requer que seja autorizado um exame de DNA no sangue armazenado para determinar se é ou não do casal.
A Folha afirmou também que o casal já havia pedido o exame, mas a informação ficou "perdida" no processo. "Vamos provar que tem alguma coisa errada, mas muito errada com toda a investigação", disse o advogado ao jornal.

O promotor Francisco Cembranelli disse que avaliará o pedido de exame, mas que o sangue é apenas uma parte de toda a prova pericial.



Redação Terra
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Uma pesquisa liderada por cientistas da Universidade de Radboud, Holanda, sugere que as pessoas tendem a consumir álcool quando veem pessoas bebendo em filmes ou em comerciais enquanto assistem à TV.

Os pesquisadores monitoraram o comportamento de 80 jovens enquanto eles assistiam televisão e descobriram que os que viam mais referências a bebidas alcoólicas bebiam duas vezes mais do que os que não as viam.
"Nosso estudo mostra claramente que mostrar bebidas alcoólicas em filmes e propagandas não apenas afeta as atitudes das pessoas e as regras para bebida na sociedade, mas pode funcionar como uma sugestão que afeta o desejo e o subsequente consumo de bebida", afirmou o pesquisador que liderou o estudo Rutger Engels.
A pesquisa foi publicada na revista especializada Alcohol and Alcoholism.

Bebida na geladeira
A equipe de cientistas dividiu os 80 jovens, com idades entre 18 e 29 anos, em quatro grupos.
O primeiro grupo assistiu ao filme American Pie - A Primeira Vez é Inesquecível, um filme com muitas referências ao consumo de bebidas alcoólicas, e também assistiu às propagandas de bebidas que interrompiam o filme.
O segundo grupo assistiu ao mesmo longa sem interrupções de propagandas.
O terceiro grupo assistiu ao filme 40 Dias e 40 Noites, longa que tem menos referências a bebidas alcoólicas, interrompido por propagandas de bebidas.
O grupo final assistiu ao mesmo longa, mas sem as interrupções.
Durante a exibição os participantes tinham acesso a uma geladeira que continha cerveja, pequenas garrafas de vinho e refrigerantes.
Os que assistiram American Pie - A Primeira Vez é Inesquecível com as propagandas de bebidas consumiram quase três garrafas de bebidas alcoólicas, em comparação a 1,5 garrafa consumida por aqueles que assistiram 40 Dias e 40 Noites sem as propagandas de bebidas.
De acordo com o pesquisador Rutger Engels as descobertas da pesquisa sugerem que existem razões para restringir as propagandas e introduzir mensagens de alerta em filmes.
Mas Engels acrescentou que são necessários mais estudos para estabelecer as implicações das propagandas e referências a bebidas em filmes sobre o consumo de álcool a longo prazo.
O diretor-executivo da organização britânica Alcohol Concern, Don Shenker, disse que o estudo reforça a necessidade de se restringir ainda mais a propaganda de bebidas alcoólicas ou de se considerar sua proibição definitiva.
"Infelizmente a propaganda e promoção de bebidas alcoólicas em filmes e na televisão geralmente apresenta o ato de beber apenas como um ritual social positivo e não mostra os danos potenciais que a bebida pode causar", afirmou.
Normas da União Europeia determinam que os anúncios de bebidas veiculados nos países do bloco não podem promover o consumo usando crianças ou mostrar a bebida como uma ferramenta para sucesso social ou sexual.
A propaganda também não pode encorajar o excesso de bebida.


BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:18  comentar

Uma pesquisa liderada por cientistas da Universidade de Radboud, Holanda, sugere que as pessoas tendem a consumir álcool quando veem pessoas bebendo em filmes ou em comerciais enquanto assistem à TV.

Os pesquisadores monitoraram o comportamento de 80 jovens enquanto eles assistiam televisão e descobriram que os que viam mais referências a bebidas alcoólicas bebiam duas vezes mais do que os que não as viam.
"Nosso estudo mostra claramente que mostrar bebidas alcoólicas em filmes e propagandas não apenas afeta as atitudes das pessoas e as regras para bebida na sociedade, mas pode funcionar como uma sugestão que afeta o desejo e o subsequente consumo de bebida", afirmou o pesquisador que liderou o estudo Rutger Engels.
A pesquisa foi publicada na revista especializada Alcohol and Alcoholism.

Bebida na geladeira
A equipe de cientistas dividiu os 80 jovens, com idades entre 18 e 29 anos, em quatro grupos.
O primeiro grupo assistiu ao filme American Pie - A Primeira Vez é Inesquecível, um filme com muitas referências ao consumo de bebidas alcoólicas, e também assistiu às propagandas de bebidas que interrompiam o filme.
O segundo grupo assistiu ao mesmo longa sem interrupções de propagandas.
O terceiro grupo assistiu ao filme 40 Dias e 40 Noites, longa que tem menos referências a bebidas alcoólicas, interrompido por propagandas de bebidas.
O grupo final assistiu ao mesmo longa, mas sem as interrupções.
Durante a exibição os participantes tinham acesso a uma geladeira que continha cerveja, pequenas garrafas de vinho e refrigerantes.
Os que assistiram American Pie - A Primeira Vez é Inesquecível com as propagandas de bebidas consumiram quase três garrafas de bebidas alcoólicas, em comparação a 1,5 garrafa consumida por aqueles que assistiram 40 Dias e 40 Noites sem as propagandas de bebidas.
De acordo com o pesquisador Rutger Engels as descobertas da pesquisa sugerem que existem razões para restringir as propagandas e introduzir mensagens de alerta em filmes.
Mas Engels acrescentou que são necessários mais estudos para estabelecer as implicações das propagandas e referências a bebidas em filmes sobre o consumo de álcool a longo prazo.
O diretor-executivo da organização britânica Alcohol Concern, Don Shenker, disse que o estudo reforça a necessidade de se restringir ainda mais a propaganda de bebidas alcoólicas ou de se considerar sua proibição definitiva.
"Infelizmente a propaganda e promoção de bebidas alcoólicas em filmes e na televisão geralmente apresenta o ato de beber apenas como um ritual social positivo e não mostra os danos potenciais que a bebida pode causar", afirmou.
Normas da União Europeia determinam que os anúncios de bebidas veiculados nos países do bloco não podem promover o consumo usando crianças ou mostrar a bebida como uma ferramenta para sucesso social ou sexual.
A propaganda também não pode encorajar o excesso de bebida.


BBC Brasil
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Uma pesquisa liderada por cientistas da Universidade de Radboud, Holanda, sugere que as pessoas tendem a consumir álcool quando veem pessoas bebendo em filmes ou em comerciais enquanto assistem à TV.

Os pesquisadores monitoraram o comportamento de 80 jovens enquanto eles assistiam televisão e descobriram que os que viam mais referências a bebidas alcoólicas bebiam duas vezes mais do que os que não as viam.
"Nosso estudo mostra claramente que mostrar bebidas alcoólicas em filmes e propagandas não apenas afeta as atitudes das pessoas e as regras para bebida na sociedade, mas pode funcionar como uma sugestão que afeta o desejo e o subsequente consumo de bebida", afirmou o pesquisador que liderou o estudo Rutger Engels.
A pesquisa foi publicada na revista especializada Alcohol and Alcoholism.

Bebida na geladeira
A equipe de cientistas dividiu os 80 jovens, com idades entre 18 e 29 anos, em quatro grupos.
O primeiro grupo assistiu ao filme American Pie - A Primeira Vez é Inesquecível, um filme com muitas referências ao consumo de bebidas alcoólicas, e também assistiu às propagandas de bebidas que interrompiam o filme.
O segundo grupo assistiu ao mesmo longa sem interrupções de propagandas.
O terceiro grupo assistiu ao filme 40 Dias e 40 Noites, longa que tem menos referências a bebidas alcoólicas, interrompido por propagandas de bebidas.
O grupo final assistiu ao mesmo longa, mas sem as interrupções.
Durante a exibição os participantes tinham acesso a uma geladeira que continha cerveja, pequenas garrafas de vinho e refrigerantes.
Os que assistiram American Pie - A Primeira Vez é Inesquecível com as propagandas de bebidas consumiram quase três garrafas de bebidas alcoólicas, em comparação a 1,5 garrafa consumida por aqueles que assistiram 40 Dias e 40 Noites sem as propagandas de bebidas.
De acordo com o pesquisador Rutger Engels as descobertas da pesquisa sugerem que existem razões para restringir as propagandas e introduzir mensagens de alerta em filmes.
Mas Engels acrescentou que são necessários mais estudos para estabelecer as implicações das propagandas e referências a bebidas em filmes sobre o consumo de álcool a longo prazo.
O diretor-executivo da organização britânica Alcohol Concern, Don Shenker, disse que o estudo reforça a necessidade de se restringir ainda mais a propaganda de bebidas alcoólicas ou de se considerar sua proibição definitiva.
"Infelizmente a propaganda e promoção de bebidas alcoólicas em filmes e na televisão geralmente apresenta o ato de beber apenas como um ritual social positivo e não mostra os danos potenciais que a bebida pode causar", afirmou.
Normas da União Europeia determinam que os anúncios de bebidas veiculados nos países do bloco não podem promover o consumo usando crianças ou mostrar a bebida como uma ferramenta para sucesso social ou sexual.
A propaganda também não pode encorajar o excesso de bebida.


BBC Brasil
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Uma pesquisa liderada por cientistas da Universidade de Radboud, Holanda, sugere que as pessoas tendem a consumir álcool quando veem pessoas bebendo em filmes ou em comerciais enquanto assistem à TV.

Os pesquisadores monitoraram o comportamento de 80 jovens enquanto eles assistiam televisão e descobriram que os que viam mais referências a bebidas alcoólicas bebiam duas vezes mais do que os que não as viam.
"Nosso estudo mostra claramente que mostrar bebidas alcoólicas em filmes e propagandas não apenas afeta as atitudes das pessoas e as regras para bebida na sociedade, mas pode funcionar como uma sugestão que afeta o desejo e o subsequente consumo de bebida", afirmou o pesquisador que liderou o estudo Rutger Engels.
A pesquisa foi publicada na revista especializada Alcohol and Alcoholism.

Bebida na geladeira
A equipe de cientistas dividiu os 80 jovens, com idades entre 18 e 29 anos, em quatro grupos.
O primeiro grupo assistiu ao filme American Pie - A Primeira Vez é Inesquecível, um filme com muitas referências ao consumo de bebidas alcoólicas, e também assistiu às propagandas de bebidas que interrompiam o filme.
O segundo grupo assistiu ao mesmo longa sem interrupções de propagandas.
O terceiro grupo assistiu ao filme 40 Dias e 40 Noites, longa que tem menos referências a bebidas alcoólicas, interrompido por propagandas de bebidas.
O grupo final assistiu ao mesmo longa, mas sem as interrupções.
Durante a exibição os participantes tinham acesso a uma geladeira que continha cerveja, pequenas garrafas de vinho e refrigerantes.
Os que assistiram American Pie - A Primeira Vez é Inesquecível com as propagandas de bebidas consumiram quase três garrafas de bebidas alcoólicas, em comparação a 1,5 garrafa consumida por aqueles que assistiram 40 Dias e 40 Noites sem as propagandas de bebidas.
De acordo com o pesquisador Rutger Engels as descobertas da pesquisa sugerem que existem razões para restringir as propagandas e introduzir mensagens de alerta em filmes.
Mas Engels acrescentou que são necessários mais estudos para estabelecer as implicações das propagandas e referências a bebidas em filmes sobre o consumo de álcool a longo prazo.
O diretor-executivo da organização britânica Alcohol Concern, Don Shenker, disse que o estudo reforça a necessidade de se restringir ainda mais a propaganda de bebidas alcoólicas ou de se considerar sua proibição definitiva.
"Infelizmente a propaganda e promoção de bebidas alcoólicas em filmes e na televisão geralmente apresenta o ato de beber apenas como um ritual social positivo e não mostra os danos potenciais que a bebida pode causar", afirmou.
Normas da União Europeia determinam que os anúncios de bebidas veiculados nos países do bloco não podem promover o consumo usando crianças ou mostrar a bebida como uma ferramenta para sucesso social ou sexual.
A propaganda também não pode encorajar o excesso de bebida.


BBC Brasil
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Uma pesquisa liderada por cientistas da Universidade de Radboud, Holanda, sugere que as pessoas tendem a consumir álcool quando veem pessoas bebendo em filmes ou em comerciais enquanto assistem à TV.

Os pesquisadores monitoraram o comportamento de 80 jovens enquanto eles assistiam televisão e descobriram que os que viam mais referências a bebidas alcoólicas bebiam duas vezes mais do que os que não as viam.
"Nosso estudo mostra claramente que mostrar bebidas alcoólicas em filmes e propagandas não apenas afeta as atitudes das pessoas e as regras para bebida na sociedade, mas pode funcionar como uma sugestão que afeta o desejo e o subsequente consumo de bebida", afirmou o pesquisador que liderou o estudo Rutger Engels.
A pesquisa foi publicada na revista especializada Alcohol and Alcoholism.

Bebida na geladeira
A equipe de cientistas dividiu os 80 jovens, com idades entre 18 e 29 anos, em quatro grupos.
O primeiro grupo assistiu ao filme American Pie - A Primeira Vez é Inesquecível, um filme com muitas referências ao consumo de bebidas alcoólicas, e também assistiu às propagandas de bebidas que interrompiam o filme.
O segundo grupo assistiu ao mesmo longa sem interrupções de propagandas.
O terceiro grupo assistiu ao filme 40 Dias e 40 Noites, longa que tem menos referências a bebidas alcoólicas, interrompido por propagandas de bebidas.
O grupo final assistiu ao mesmo longa, mas sem as interrupções.
Durante a exibição os participantes tinham acesso a uma geladeira que continha cerveja, pequenas garrafas de vinho e refrigerantes.
Os que assistiram American Pie - A Primeira Vez é Inesquecível com as propagandas de bebidas consumiram quase três garrafas de bebidas alcoólicas, em comparação a 1,5 garrafa consumida por aqueles que assistiram 40 Dias e 40 Noites sem as propagandas de bebidas.
De acordo com o pesquisador Rutger Engels as descobertas da pesquisa sugerem que existem razões para restringir as propagandas e introduzir mensagens de alerta em filmes.
Mas Engels acrescentou que são necessários mais estudos para estabelecer as implicações das propagandas e referências a bebidas em filmes sobre o consumo de álcool a longo prazo.
O diretor-executivo da organização britânica Alcohol Concern, Don Shenker, disse que o estudo reforça a necessidade de se restringir ainda mais a propaganda de bebidas alcoólicas ou de se considerar sua proibição definitiva.
"Infelizmente a propaganda e promoção de bebidas alcoólicas em filmes e na televisão geralmente apresenta o ato de beber apenas como um ritual social positivo e não mostra os danos potenciais que a bebida pode causar", afirmou.
Normas da União Europeia determinam que os anúncios de bebidas veiculados nos países do bloco não podem promover o consumo usando crianças ou mostrar a bebida como uma ferramenta para sucesso social ou sexual.
A propaganda também não pode encorajar o excesso de bebida.


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Uma pesquisa liderada por cientistas da Universidade de Radboud, Holanda, sugere que as pessoas tendem a consumir álcool quando veem pessoas bebendo em filmes ou em comerciais enquanto assistem à TV.

Os pesquisadores monitoraram o comportamento de 80 jovens enquanto eles assistiam televisão e descobriram que os que viam mais referências a bebidas alcoólicas bebiam duas vezes mais do que os que não as viam.
"Nosso estudo mostra claramente que mostrar bebidas alcoólicas em filmes e propagandas não apenas afeta as atitudes das pessoas e as regras para bebida na sociedade, mas pode funcionar como uma sugestão que afeta o desejo e o subsequente consumo de bebida", afirmou o pesquisador que liderou o estudo Rutger Engels.
A pesquisa foi publicada na revista especializada Alcohol and Alcoholism.

Bebida na geladeira
A equipe de cientistas dividiu os 80 jovens, com idades entre 18 e 29 anos, em quatro grupos.
O primeiro grupo assistiu ao filme American Pie - A Primeira Vez é Inesquecível, um filme com muitas referências ao consumo de bebidas alcoólicas, e também assistiu às propagandas de bebidas que interrompiam o filme.
O segundo grupo assistiu ao mesmo longa sem interrupções de propagandas.
O terceiro grupo assistiu ao filme 40 Dias e 40 Noites, longa que tem menos referências a bebidas alcoólicas, interrompido por propagandas de bebidas.
O grupo final assistiu ao mesmo longa, mas sem as interrupções.
Durante a exibição os participantes tinham acesso a uma geladeira que continha cerveja, pequenas garrafas de vinho e refrigerantes.
Os que assistiram American Pie - A Primeira Vez é Inesquecível com as propagandas de bebidas consumiram quase três garrafas de bebidas alcoólicas, em comparação a 1,5 garrafa consumida por aqueles que assistiram 40 Dias e 40 Noites sem as propagandas de bebidas.
De acordo com o pesquisador Rutger Engels as descobertas da pesquisa sugerem que existem razões para restringir as propagandas e introduzir mensagens de alerta em filmes.
Mas Engels acrescentou que são necessários mais estudos para estabelecer as implicações das propagandas e referências a bebidas em filmes sobre o consumo de álcool a longo prazo.
O diretor-executivo da organização britânica Alcohol Concern, Don Shenker, disse que o estudo reforça a necessidade de se restringir ainda mais a propaganda de bebidas alcoólicas ou de se considerar sua proibição definitiva.
"Infelizmente a propaganda e promoção de bebidas alcoólicas em filmes e na televisão geralmente apresenta o ato de beber apenas como um ritual social positivo e não mostra os danos potenciais que a bebida pode causar", afirmou.
Normas da União Europeia determinam que os anúncios de bebidas veiculados nos países do bloco não podem promover o consumo usando crianças ou mostrar a bebida como uma ferramenta para sucesso social ou sexual.
A propaganda também não pode encorajar o excesso de bebida.


BBC Brasil
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Brasília - A Comissão de Educação do Senado aprovou hoje (5) projeto de lei que reserva 10% das vagas de creches e pré-escolas públicas para crianças portadoras de necessidades especiais. No caso das instituições privadas, o projeto reserva uma cota de 5% das vagas para estabelecimentos com mais de 200 alunos. A matéria será apreciada agora pelo plenário do Senado.
O projeto é de autoria da senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE) e foi relatado por Flávio Arns (PT-PR). No parecer, o relator ressaltou que cabe ao Estado garantir a educação infantil, em creche e pré-escola, às crianças até 5 anos de idade. O parlamentar disse ainda que esse atendimento deve ser feito preferencialmente pela rede pública de ensino.
Arns acrescentou que o atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, “de preferência na rede regular de ensino”, e a execução de programas de prevenção e atendimento especializado aos portadores de deficiência física, sensorial ou mental, com o objetivo de promover a assistência integral dessas crianças, também são deveres do Estado


Agência Brasil
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Brasília - A Comissão de Educação do Senado aprovou hoje (5) projeto de lei que reserva 10% das vagas de creches e pré-escolas públicas para crianças portadoras de necessidades especiais. No caso das instituições privadas, o projeto reserva uma cota de 5% das vagas para estabelecimentos com mais de 200 alunos. A matéria será apreciada agora pelo plenário do Senado.
O projeto é de autoria da senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE) e foi relatado por Flávio Arns (PT-PR). No parecer, o relator ressaltou que cabe ao Estado garantir a educação infantil, em creche e pré-escola, às crianças até 5 anos de idade. O parlamentar disse ainda que esse atendimento deve ser feito preferencialmente pela rede pública de ensino.
Arns acrescentou que o atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, “de preferência na rede regular de ensino”, e a execução de programas de prevenção e atendimento especializado aos portadores de deficiência física, sensorial ou mental, com o objetivo de promover a assistência integral dessas crianças, também são deveres do Estado


Agência Brasil
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Brasília - A Comissão de Educação do Senado aprovou hoje (5) projeto de lei que reserva 10% das vagas de creches e pré-escolas públicas para crianças portadoras de necessidades especiais. No caso das instituições privadas, o projeto reserva uma cota de 5% das vagas para estabelecimentos com mais de 200 alunos. A matéria será apreciada agora pelo plenário do Senado.
O projeto é de autoria da senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE) e foi relatado por Flávio Arns (PT-PR). No parecer, o relator ressaltou que cabe ao Estado garantir a educação infantil, em creche e pré-escola, às crianças até 5 anos de idade. O parlamentar disse ainda que esse atendimento deve ser feito preferencialmente pela rede pública de ensino.
Arns acrescentou que o atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, “de preferência na rede regular de ensino”, e a execução de programas de prevenção e atendimento especializado aos portadores de deficiência física, sensorial ou mental, com o objetivo de promover a assistência integral dessas crianças, também são deveres do Estado


Agência Brasil
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O projeto é de autoria da senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE) e foi relatado por Flávio Arns (PT-PR). No parecer, o relator ressaltou que cabe ao Estado garantir a educação infantil, em creche e pré-escola, às crianças até 5 anos de idade. O parlamentar disse ainda que esse atendimento deve ser feito preferencialmente pela rede pública de ensino.
Arns acrescentou que o atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, “de preferência na rede regular de ensino”, e a execução de programas de prevenção e atendimento especializado aos portadores de deficiência física, sensorial ou mental, com o objetivo de promover a assistência integral dessas crianças, também são deveres do Estado


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O projeto é de autoria da senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE) e foi relatado por Flávio Arns (PT-PR). No parecer, o relator ressaltou que cabe ao Estado garantir a educação infantil, em creche e pré-escola, às crianças até 5 anos de idade. O parlamentar disse ainda que esse atendimento deve ser feito preferencialmente pela rede pública de ensino.
Arns acrescentou que o atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, “de preferência na rede regular de ensino”, e a execução de programas de prevenção e atendimento especializado aos portadores de deficiência física, sensorial ou mental, com o objetivo de promover a assistência integral dessas crianças, também são deveres do Estado


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O projeto é de autoria da senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE) e foi relatado por Flávio Arns (PT-PR). No parecer, o relator ressaltou que cabe ao Estado garantir a educação infantil, em creche e pré-escola, às crianças até 5 anos de idade. O parlamentar disse ainda que esse atendimento deve ser feito preferencialmente pela rede pública de ensino.
Arns acrescentou que o atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, “de preferência na rede regular de ensino”, e a execução de programas de prevenção e atendimento especializado aos portadores de deficiência física, sensorial ou mental, com o objetivo de promover a assistência integral dessas crianças, também são deveres do Estado


Agência Brasil
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Como precaução contra a gripe suína, o Afeganistão decidiu colocar em quarentena o único porco que se tem conhecimento que exista no país, segundo funcionários do zoológico da capital do país, Cabul.
Por motivos religiosos, a carne de porco e seus derivados são ilegais no país muçulmano.
O porco, chamado Khanzir, foi dado de presente ao Afeganistão pela China em 2002.
No zoológico de Cabul, ele era mantido ao lado de bodes e veados, mas visitantes manifestaram temores de que ele pudesse ser vetor do vírus H1N1 - o que levou à decisão de isolar o animal.

Companheira
O diretor do zoológico, Aziz Saqib, disse que Khanzir se encontra forte e saudável.
"O único motivo que nos levou a movê-lo é que os afegãos não sabem muito sobre a gripe suína e quando veem um porco, ficam preocupado e acham que vão ficar doentes", disse ele.
Apesar do isolamento, Saqib disse que o porco vai ser mantido em um local maior e mais arejado. Ele disse ainda esperar que a quarentena dure poucos dias apenas.
Reconhecendo o fato de que Khanzir é solitário, Saqib disse ter esperança de encontrar uma companhia feminina para o animal.
Mas o diretor reconhece que a tarefa é atualmente difícil, por causa da gripe.
"Esses são tempos perigosos e difíceis para conseguirmos uma porca para nosso porco", disse ele.


BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:39  comentar


Como precaução contra a gripe suína, o Afeganistão decidiu colocar em quarentena o único porco que se tem conhecimento que exista no país, segundo funcionários do zoológico da capital do país, Cabul.
Por motivos religiosos, a carne de porco e seus derivados são ilegais no país muçulmano.
O porco, chamado Khanzir, foi dado de presente ao Afeganistão pela China em 2002.
No zoológico de Cabul, ele era mantido ao lado de bodes e veados, mas visitantes manifestaram temores de que ele pudesse ser vetor do vírus H1N1 - o que levou à decisão de isolar o animal.

Companheira
O diretor do zoológico, Aziz Saqib, disse que Khanzir se encontra forte e saudável.
"O único motivo que nos levou a movê-lo é que os afegãos não sabem muito sobre a gripe suína e quando veem um porco, ficam preocupado e acham que vão ficar doentes", disse ele.
Apesar do isolamento, Saqib disse que o porco vai ser mantido em um local maior e mais arejado. Ele disse ainda esperar que a quarentena dure poucos dias apenas.
Reconhecendo o fato de que Khanzir é solitário, Saqib disse ter esperança de encontrar uma companhia feminina para o animal.
Mas o diretor reconhece que a tarefa é atualmente difícil, por causa da gripe.
"Esses são tempos perigosos e difíceis para conseguirmos uma porca para nosso porco", disse ele.


BBC Brasil
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Como precaução contra a gripe suína, o Afeganistão decidiu colocar em quarentena o único porco que se tem conhecimento que exista no país, segundo funcionários do zoológico da capital do país, Cabul.
Por motivos religiosos, a carne de porco e seus derivados são ilegais no país muçulmano.
O porco, chamado Khanzir, foi dado de presente ao Afeganistão pela China em 2002.
No zoológico de Cabul, ele era mantido ao lado de bodes e veados, mas visitantes manifestaram temores de que ele pudesse ser vetor do vírus H1N1 - o que levou à decisão de isolar o animal.

Companheira
O diretor do zoológico, Aziz Saqib, disse que Khanzir se encontra forte e saudável.
"O único motivo que nos levou a movê-lo é que os afegãos não sabem muito sobre a gripe suína e quando veem um porco, ficam preocupado e acham que vão ficar doentes", disse ele.
Apesar do isolamento, Saqib disse que o porco vai ser mantido em um local maior e mais arejado. Ele disse ainda esperar que a quarentena dure poucos dias apenas.
Reconhecendo o fato de que Khanzir é solitário, Saqib disse ter esperança de encontrar uma companhia feminina para o animal.
Mas o diretor reconhece que a tarefa é atualmente difícil, por causa da gripe.
"Esses são tempos perigosos e difíceis para conseguirmos uma porca para nosso porco", disse ele.


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Como precaução contra a gripe suína, o Afeganistão decidiu colocar em quarentena o único porco que se tem conhecimento que exista no país, segundo funcionários do zoológico da capital do país, Cabul.
Por motivos religiosos, a carne de porco e seus derivados são ilegais no país muçulmano.
O porco, chamado Khanzir, foi dado de presente ao Afeganistão pela China em 2002.
No zoológico de Cabul, ele era mantido ao lado de bodes e veados, mas visitantes manifestaram temores de que ele pudesse ser vetor do vírus H1N1 - o que levou à decisão de isolar o animal.

Companheira
O diretor do zoológico, Aziz Saqib, disse que Khanzir se encontra forte e saudável.
"O único motivo que nos levou a movê-lo é que os afegãos não sabem muito sobre a gripe suína e quando veem um porco, ficam preocupado e acham que vão ficar doentes", disse ele.
Apesar do isolamento, Saqib disse que o porco vai ser mantido em um local maior e mais arejado. Ele disse ainda esperar que a quarentena dure poucos dias apenas.
Reconhecendo o fato de que Khanzir é solitário, Saqib disse ter esperança de encontrar uma companhia feminina para o animal.
Mas o diretor reconhece que a tarefa é atualmente difícil, por causa da gripe.
"Esses são tempos perigosos e difíceis para conseguirmos uma porca para nosso porco", disse ele.


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Como precaução contra a gripe suína, o Afeganistão decidiu colocar em quarentena o único porco que se tem conhecimento que exista no país, segundo funcionários do zoológico da capital do país, Cabul.
Por motivos religiosos, a carne de porco e seus derivados são ilegais no país muçulmano.
O porco, chamado Khanzir, foi dado de presente ao Afeganistão pela China em 2002.
No zoológico de Cabul, ele era mantido ao lado de bodes e veados, mas visitantes manifestaram temores de que ele pudesse ser vetor do vírus H1N1 - o que levou à decisão de isolar o animal.

Companheira
O diretor do zoológico, Aziz Saqib, disse que Khanzir se encontra forte e saudável.
"O único motivo que nos levou a movê-lo é que os afegãos não sabem muito sobre a gripe suína e quando veem um porco, ficam preocupado e acham que vão ficar doentes", disse ele.
Apesar do isolamento, Saqib disse que o porco vai ser mantido em um local maior e mais arejado. Ele disse ainda esperar que a quarentena dure poucos dias apenas.
Reconhecendo o fato de que Khanzir é solitário, Saqib disse ter esperança de encontrar uma companhia feminina para o animal.
Mas o diretor reconhece que a tarefa é atualmente difícil, por causa da gripe.
"Esses são tempos perigosos e difíceis para conseguirmos uma porca para nosso porco", disse ele.


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Como precaução contra a gripe suína, o Afeganistão decidiu colocar em quarentena o único porco que se tem conhecimento que exista no país, segundo funcionários do zoológico da capital do país, Cabul.
Por motivos religiosos, a carne de porco e seus derivados são ilegais no país muçulmano.
O porco, chamado Khanzir, foi dado de presente ao Afeganistão pela China em 2002.
No zoológico de Cabul, ele era mantido ao lado de bodes e veados, mas visitantes manifestaram temores de que ele pudesse ser vetor do vírus H1N1 - o que levou à decisão de isolar o animal.

Companheira
O diretor do zoológico, Aziz Saqib, disse que Khanzir se encontra forte e saudável.
"O único motivo que nos levou a movê-lo é que os afegãos não sabem muito sobre a gripe suína e quando veem um porco, ficam preocupado e acham que vão ficar doentes", disse ele.
Apesar do isolamento, Saqib disse que o porco vai ser mantido em um local maior e mais arejado. Ele disse ainda esperar que a quarentena dure poucos dias apenas.
Reconhecendo o fato de que Khanzir é solitário, Saqib disse ter esperança de encontrar uma companhia feminina para o animal.
Mas o diretor reconhece que a tarefa é atualmente difícil, por causa da gripe.
"Esses são tempos perigosos e difíceis para conseguirmos uma porca para nosso porco", disse ele.


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Um casal de turistas americanos, arrependido por ter levado embora uma pedra do Coliseu, o monumento mais importante de Roma, resolveu devolver o "suvenir" para as autoridades romanas, acompanhado de um pedido de desculpas.

"Deveríamos ter feito isso muito antes, mas pedimos desculpas e devolvemos o que pegamos no Coliseu 25 anos atrás, para que volte ao lugar ao qual pertence", escreveu o casal.
A carta anônima chegou a Roma dentro de uma caixa de papelão, juntamente com um pequeno pedaço de travertino - um tipo de pedra muito usado na cidade desde a antiguidade para a construção de palácios, casas e monumentos.
O pacote foi enviado da cidade de Greensboro, no Estado da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, para a secretaria regional de promoção turística de Roma.
"O casal deve ter ficado com receio de possíveis repercussões legais", disse Federica Alatri, presidente da secretaria de Promoção Turística, ao jornal La Repubblica.

Satisfação
No texto da carta, divulgado pelos jornais italianos, a mulher escreve que ficou com remorso nesses 25 anos.
"É uma pedra que peguei como recordação com meu marido. Ao longo dos anos, pensei que se todos os visitantes daquele belíssimo monumento levassem um pedaço, não sobraria nada. Nosso gesto foi egoísta e superficial."
Segundo Federica Alatri, nunca houve um caso parecido na cidade.
"Este é um caso sem precedentes que nos deixa muito satisfeitos. Nos sentimos confortados pelo senso de responsabilidade que esta pessoa mostrou."
Segundo a descrição dos jornais, a pedra devolvida é pequena e caberia dentro de um bolso. Agora ela está sendo examinada pela superintendência arqueológica de Roma, que deve estabelecer sua autenticidade.
Se ficar comprovado que a pedra é mesmo do Coliseu, o caso vai ser usado como exemplo para todos os turistas.
"Se o texto da carta for verdadeiro, vamos reproduzi-lo ao lado dos monumentos e nos guias turísticos da cidade para explicar aos turistas quanto é errado levar para casa certas lembranças" disse Claudio Mancini, secretário regional do Turismo.
O Coliseu é um dos monumentos mais visitados no mundo. Foi construído entre os anos de 72 e 80 d.C. pela dinastia Flavia no local que antes era ocupado pela casa do imperador Nero, conhecido por martirizar os cristãos e incendiar Roma.
O anfiteatro, considerado como o maior da antiguidade romana, recebia até 70 mil pessoas que lá assistiam a lutas de gladiadores e à caça de animais selvagens.



BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:23  comentar




Um casal de turistas americanos, arrependido por ter levado embora uma pedra do Coliseu, o monumento mais importante de Roma, resolveu devolver o "suvenir" para as autoridades romanas, acompanhado de um pedido de desculpas.

"Deveríamos ter feito isso muito antes, mas pedimos desculpas e devolvemos o que pegamos no Coliseu 25 anos atrás, para que volte ao lugar ao qual pertence", escreveu o casal.
A carta anônima chegou a Roma dentro de uma caixa de papelão, juntamente com um pequeno pedaço de travertino - um tipo de pedra muito usado na cidade desde a antiguidade para a construção de palácios, casas e monumentos.
O pacote foi enviado da cidade de Greensboro, no Estado da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, para a secretaria regional de promoção turística de Roma.
"O casal deve ter ficado com receio de possíveis repercussões legais", disse Federica Alatri, presidente da secretaria de Promoção Turística, ao jornal La Repubblica.

Satisfação
No texto da carta, divulgado pelos jornais italianos, a mulher escreve que ficou com remorso nesses 25 anos.
"É uma pedra que peguei como recordação com meu marido. Ao longo dos anos, pensei que se todos os visitantes daquele belíssimo monumento levassem um pedaço, não sobraria nada. Nosso gesto foi egoísta e superficial."
Segundo Federica Alatri, nunca houve um caso parecido na cidade.
"Este é um caso sem precedentes que nos deixa muito satisfeitos. Nos sentimos confortados pelo senso de responsabilidade que esta pessoa mostrou."
Segundo a descrição dos jornais, a pedra devolvida é pequena e caberia dentro de um bolso. Agora ela está sendo examinada pela superintendência arqueológica de Roma, que deve estabelecer sua autenticidade.
Se ficar comprovado que a pedra é mesmo do Coliseu, o caso vai ser usado como exemplo para todos os turistas.
"Se o texto da carta for verdadeiro, vamos reproduzi-lo ao lado dos monumentos e nos guias turísticos da cidade para explicar aos turistas quanto é errado levar para casa certas lembranças" disse Claudio Mancini, secretário regional do Turismo.
O Coliseu é um dos monumentos mais visitados no mundo. Foi construído entre os anos de 72 e 80 d.C. pela dinastia Flavia no local que antes era ocupado pela casa do imperador Nero, conhecido por martirizar os cristãos e incendiar Roma.
O anfiteatro, considerado como o maior da antiguidade romana, recebia até 70 mil pessoas que lá assistiam a lutas de gladiadores e à caça de animais selvagens.



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Um casal de turistas americanos, arrependido por ter levado embora uma pedra do Coliseu, o monumento mais importante de Roma, resolveu devolver o "suvenir" para as autoridades romanas, acompanhado de um pedido de desculpas.

"Deveríamos ter feito isso muito antes, mas pedimos desculpas e devolvemos o que pegamos no Coliseu 25 anos atrás, para que volte ao lugar ao qual pertence", escreveu o casal.
A carta anônima chegou a Roma dentro de uma caixa de papelão, juntamente com um pequeno pedaço de travertino - um tipo de pedra muito usado na cidade desde a antiguidade para a construção de palácios, casas e monumentos.
O pacote foi enviado da cidade de Greensboro, no Estado da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, para a secretaria regional de promoção turística de Roma.
"O casal deve ter ficado com receio de possíveis repercussões legais", disse Federica Alatri, presidente da secretaria de Promoção Turística, ao jornal La Repubblica.

Satisfação
No texto da carta, divulgado pelos jornais italianos, a mulher escreve que ficou com remorso nesses 25 anos.
"É uma pedra que peguei como recordação com meu marido. Ao longo dos anos, pensei que se todos os visitantes daquele belíssimo monumento levassem um pedaço, não sobraria nada. Nosso gesto foi egoísta e superficial."
Segundo Federica Alatri, nunca houve um caso parecido na cidade.
"Este é um caso sem precedentes que nos deixa muito satisfeitos. Nos sentimos confortados pelo senso de responsabilidade que esta pessoa mostrou."
Segundo a descrição dos jornais, a pedra devolvida é pequena e caberia dentro de um bolso. Agora ela está sendo examinada pela superintendência arqueológica de Roma, que deve estabelecer sua autenticidade.
Se ficar comprovado que a pedra é mesmo do Coliseu, o caso vai ser usado como exemplo para todos os turistas.
"Se o texto da carta for verdadeiro, vamos reproduzi-lo ao lado dos monumentos e nos guias turísticos da cidade para explicar aos turistas quanto é errado levar para casa certas lembranças" disse Claudio Mancini, secretário regional do Turismo.
O Coliseu é um dos monumentos mais visitados no mundo. Foi construído entre os anos de 72 e 80 d.C. pela dinastia Flavia no local que antes era ocupado pela casa do imperador Nero, conhecido por martirizar os cristãos e incendiar Roma.
O anfiteatro, considerado como o maior da antiguidade romana, recebia até 70 mil pessoas que lá assistiam a lutas de gladiadores e à caça de animais selvagens.



BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:23  comentar




Um casal de turistas americanos, arrependido por ter levado embora uma pedra do Coliseu, o monumento mais importante de Roma, resolveu devolver o "suvenir" para as autoridades romanas, acompanhado de um pedido de desculpas.

"Deveríamos ter feito isso muito antes, mas pedimos desculpas e devolvemos o que pegamos no Coliseu 25 anos atrás, para que volte ao lugar ao qual pertence", escreveu o casal.
A carta anônima chegou a Roma dentro de uma caixa de papelão, juntamente com um pequeno pedaço de travertino - um tipo de pedra muito usado na cidade desde a antiguidade para a construção de palácios, casas e monumentos.
O pacote foi enviado da cidade de Greensboro, no Estado da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, para a secretaria regional de promoção turística de Roma.
"O casal deve ter ficado com receio de possíveis repercussões legais", disse Federica Alatri, presidente da secretaria de Promoção Turística, ao jornal La Repubblica.

Satisfação
No texto da carta, divulgado pelos jornais italianos, a mulher escreve que ficou com remorso nesses 25 anos.
"É uma pedra que peguei como recordação com meu marido. Ao longo dos anos, pensei que se todos os visitantes daquele belíssimo monumento levassem um pedaço, não sobraria nada. Nosso gesto foi egoísta e superficial."
Segundo Federica Alatri, nunca houve um caso parecido na cidade.
"Este é um caso sem precedentes que nos deixa muito satisfeitos. Nos sentimos confortados pelo senso de responsabilidade que esta pessoa mostrou."
Segundo a descrição dos jornais, a pedra devolvida é pequena e caberia dentro de um bolso. Agora ela está sendo examinada pela superintendência arqueológica de Roma, que deve estabelecer sua autenticidade.
Se ficar comprovado que a pedra é mesmo do Coliseu, o caso vai ser usado como exemplo para todos os turistas.
"Se o texto da carta for verdadeiro, vamos reproduzi-lo ao lado dos monumentos e nos guias turísticos da cidade para explicar aos turistas quanto é errado levar para casa certas lembranças" disse Claudio Mancini, secretário regional do Turismo.
O Coliseu é um dos monumentos mais visitados no mundo. Foi construído entre os anos de 72 e 80 d.C. pela dinastia Flavia no local que antes era ocupado pela casa do imperador Nero, conhecido por martirizar os cristãos e incendiar Roma.
O anfiteatro, considerado como o maior da antiguidade romana, recebia até 70 mil pessoas que lá assistiam a lutas de gladiadores e à caça de animais selvagens.



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Um casal de turistas americanos, arrependido por ter levado embora uma pedra do Coliseu, o monumento mais importante de Roma, resolveu devolver o "suvenir" para as autoridades romanas, acompanhado de um pedido de desculpas.

"Deveríamos ter feito isso muito antes, mas pedimos desculpas e devolvemos o que pegamos no Coliseu 25 anos atrás, para que volte ao lugar ao qual pertence", escreveu o casal.
A carta anônima chegou a Roma dentro de uma caixa de papelão, juntamente com um pequeno pedaço de travertino - um tipo de pedra muito usado na cidade desde a antiguidade para a construção de palácios, casas e monumentos.
O pacote foi enviado da cidade de Greensboro, no Estado da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, para a secretaria regional de promoção turística de Roma.
"O casal deve ter ficado com receio de possíveis repercussões legais", disse Federica Alatri, presidente da secretaria de Promoção Turística, ao jornal La Repubblica.

Satisfação
No texto da carta, divulgado pelos jornais italianos, a mulher escreve que ficou com remorso nesses 25 anos.
"É uma pedra que peguei como recordação com meu marido. Ao longo dos anos, pensei que se todos os visitantes daquele belíssimo monumento levassem um pedaço, não sobraria nada. Nosso gesto foi egoísta e superficial."
Segundo Federica Alatri, nunca houve um caso parecido na cidade.
"Este é um caso sem precedentes que nos deixa muito satisfeitos. Nos sentimos confortados pelo senso de responsabilidade que esta pessoa mostrou."
Segundo a descrição dos jornais, a pedra devolvida é pequena e caberia dentro de um bolso. Agora ela está sendo examinada pela superintendência arqueológica de Roma, que deve estabelecer sua autenticidade.
Se ficar comprovado que a pedra é mesmo do Coliseu, o caso vai ser usado como exemplo para todos os turistas.
"Se o texto da carta for verdadeiro, vamos reproduzi-lo ao lado dos monumentos e nos guias turísticos da cidade para explicar aos turistas quanto é errado levar para casa certas lembranças" disse Claudio Mancini, secretário regional do Turismo.
O Coliseu é um dos monumentos mais visitados no mundo. Foi construído entre os anos de 72 e 80 d.C. pela dinastia Flavia no local que antes era ocupado pela casa do imperador Nero, conhecido por martirizar os cristãos e incendiar Roma.
O anfiteatro, considerado como o maior da antiguidade romana, recebia até 70 mil pessoas que lá assistiam a lutas de gladiadores e à caça de animais selvagens.



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Um casal de turistas americanos, arrependido por ter levado embora uma pedra do Coliseu, o monumento mais importante de Roma, resolveu devolver o "suvenir" para as autoridades romanas, acompanhado de um pedido de desculpas.

"Deveríamos ter feito isso muito antes, mas pedimos desculpas e devolvemos o que pegamos no Coliseu 25 anos atrás, para que volte ao lugar ao qual pertence", escreveu o casal.
A carta anônima chegou a Roma dentro de uma caixa de papelão, juntamente com um pequeno pedaço de travertino - um tipo de pedra muito usado na cidade desde a antiguidade para a construção de palácios, casas e monumentos.
O pacote foi enviado da cidade de Greensboro, no Estado da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, para a secretaria regional de promoção turística de Roma.
"O casal deve ter ficado com receio de possíveis repercussões legais", disse Federica Alatri, presidente da secretaria de Promoção Turística, ao jornal La Repubblica.

Satisfação
No texto da carta, divulgado pelos jornais italianos, a mulher escreve que ficou com remorso nesses 25 anos.
"É uma pedra que peguei como recordação com meu marido. Ao longo dos anos, pensei que se todos os visitantes daquele belíssimo monumento levassem um pedaço, não sobraria nada. Nosso gesto foi egoísta e superficial."
Segundo Federica Alatri, nunca houve um caso parecido na cidade.
"Este é um caso sem precedentes que nos deixa muito satisfeitos. Nos sentimos confortados pelo senso de responsabilidade que esta pessoa mostrou."
Segundo a descrição dos jornais, a pedra devolvida é pequena e caberia dentro de um bolso. Agora ela está sendo examinada pela superintendência arqueológica de Roma, que deve estabelecer sua autenticidade.
Se ficar comprovado que a pedra é mesmo do Coliseu, o caso vai ser usado como exemplo para todos os turistas.
"Se o texto da carta for verdadeiro, vamos reproduzi-lo ao lado dos monumentos e nos guias turísticos da cidade para explicar aos turistas quanto é errado levar para casa certas lembranças" disse Claudio Mancini, secretário regional do Turismo.
O Coliseu é um dos monumentos mais visitados no mundo. Foi construído entre os anos de 72 e 80 d.C. pela dinastia Flavia no local que antes era ocupado pela casa do imperador Nero, conhecido por martirizar os cristãos e incendiar Roma.
O anfiteatro, considerado como o maior da antiguidade romana, recebia até 70 mil pessoas que lá assistiam a lutas de gladiadores e à caça de animais selvagens.



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colaboradores: carmen e maria celia

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