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6.5.09
Você já deve ter ouvido falar que o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil disse que os métodos utilizados pelas autoridades americanas, para transferir a guarda de Sean Goldman para o pai biológico, são "ofensivos e atentatórios à soberania do Estado brasileiro".
Mais importante do que saber o que pensam autoridades do Brasil ou dos EUA é conhecer um pouco mais sobre o Direito Internacional. Caso a 16ª Vara da Justiça Federal do Rio de Janeiro decida retornar o menino aos EUA, como prevê a Convenção de Haia, o debate sobre a guarda definitiva recomeçará em Nova Jersey.

Foi para tirar as dúvidas sobre o direito internacional que convidei o Dr. William Smith Kaku, professor de cursos de especialização, advogado licenciado, educador e pesquisador interdisciplinar em Ciências Humanas e Sociais. Prof. Kaku é especialista na área de Direito e Relações Internacionais e tem experiência legal em temas globais, como a União Européia, Mercosul, Processos Sociais de Solução de Controvérsias, Direitos Fundamentais, entre outros.

Mestrado e doutorado pela Universidade Federal de Santa Catarina, Prof. Kaku tem vasto conhecimento técnico sobre leis e tratados. Para oferecer a íntegra desse conhecimento, o blog vai dividir a entrevista em duas partes.

Na primeira, o professor explica o sentido da palavra “sequestro” para o direito internacional, bem como o papel da presidência da República no assunto e as consequências que o Brasil pode sofrer se escolher não cumprir leis internacionais.

Na segunda parte, o professor fala mais abertamente sobre o caso Goldman, esclarece se a Convenção de Haia pode mesmo “ser interpretada nos países signatários,” e diz se há a possibilidade, ao final do processor, de o pai biológico processar o país que reteve o seu filho indevidamente.

Quais consequências no cenário internacional o Brasil pode sofrer ao não retornar em 6 semanas, como diz a Convenção de Haia, uma criança retida indevidamente em seu solo?
O Brasil é signatário da “Convenção sobre Aspectos Civis do Sequestro Internacional de Crianças”, norma internacional estabelecida em Haia, Holanda, no ano de 1980, internalizada e ratificada pelo Brasil no ano de 2000, portanto, a norma em referência é também norma de direito interno brasileiro. Trata-se de norma de cooperação jurisdicional internacional, estabelecendo uma legislação única e comum procedimental para todos os Estados que aderiram à convenção – Estados-partes –, voltada fundamentalmente para resolver uniformemente os casos cada vez mais comuns de deslocamento indevido de menores para locais estrangeiros distantes de suas residências habituais. Em seu art. 11 está previsto que uma Autoridade Nacional – judicial ou administrativa –, tão logo tenha conhecimento formal que um menor retirado indevidamente de seu país e residência de origem se encontra em seu território jurisdicional, tem 6 semanas para tomar uma providência definitiva e satisfatória no sentido de devolver o menor ao seu país e residência de origem. No caso desse prazo não ser cumprido, deve a referida Autoridade Nacional ser questionada formalmente pelo(s) interessado(s) para explicar o porquê da não tomada de uma decisão definitiva para resolver a questão do menor, enfim, as razões da demora em devolver o menor. Se for verificado que não houve adoção das razoáveis e necessárias medidas de urgência para devolver o menor retido indevidamente em solo de jurisdição dessa Autoridade, então o Estado fica sujeito a ser responsabilizado juridicamente no plano interno – doméstico – e também no plano internacional. É importante frisar que a responsabilização internacional é a busca da condenação do Estado – no caso concreto, do Brasil – por violação ou descumprimento de norma internacional e que pode inclusive redundar, conforme as circunstâncias, em futura denúncia ou afastamento do Estado brasileiro como parte da referida Convenção.

Embora o nome da Convenção inclua a palavra “sequestro,” o senhor acha que não é muito forte chamar de “sequestradora” uma mãe que volta para o seu país levando o filho sem o consentimento do pai? Por que, do ponto de vista legal, a palavra sequestro foi incluída na Convenção?
Para responder a essa questão, é necessário compreender uma particularidade dos documentos – normas, tratados, convenções, protocolos etc . – internacionais. Tais documentos são elaborados para serem adotados e cumpridos uniformemente por vários e diferentes Estados nacionais presentes no mundo, e que queiram voluntariamente aderir a tais regras, cada qual por entender que essas regras comuns previstas são de seu interesse interno e internacional; enfim, a cooperação internacional prevista lhe beneficia mais do que lhe prejudica, e assim eles aderem ao documento. Mas justamente por serem documentos a ser adotados e aplicados por vários Estados – cada qual com sua cultura linguística diversa –, devem ser elaborados e construídos com uma linguagem que seja de entendimento comum para todos os seus membros, e regra geral o seu teor é depois retraduzido com a utilização de expressões que acabam diferindo de um país para outro devido às suas particularidades lingüísticas locais e específicas. Regra geral, os documentos internacionais são elaborados em uma ou mais línguas oficias e concluídos em seu escopo final de acordo – conforme – com o entendimento comum linguístico dessa(s) língua(s) oficial(is). Posteriormente os demais Estados que adotam uma língua própria e diversa da adotada no documento final acabam retraduzindo o teor do conteúdo da melhor forma possível dentro de seu ordenamento jurídico interno, mas sempre conforme a finalidade central da norma internacional. No Brasil, a expressão “sequestro" utilizada para identificar a Convenção não é aquela presente no Código Penal brasileiro, mas é retraduzida como “(a) deslocamento ilegal de uma criança de seu país e/ou (b) a sua retenção indevida em outro local que não a da sua residência de origem.” Sobre isso, clique aqui par aver o sitio eletrônico do Supremo Tribunal Federal – corte constitucional do Brasil – onde um grupo de estudos e pesquisa se desenvolveu em torno do tema. E é assim que deve ser lida e entendida a expressão no direito interno brasileiro, por falta de outra expressão da língua portuguesa que melhor retraduza o espírito e finalidade última da norma internacional.

Qual é o papel do presidente da República em assegurar que o país que ele(a) dirige cumpra a Convenção de Haia?
A Presidência da República no Brasil representa a Chefia de Estado e Chefia do Governo, neste último caso o mais alto representante do Poder Executivo federal do país. Como a Alta Autoridade brasileira para cumprimento da Convenção está localizada na estrutura do Poder Executivo federal, mais especificamente no Ministério da Justiça, o Poder Executivo federal é quem deve cumprir fielmente as obrigações jurídico-administrativas decorrentes do tratado, sendo que cabe ao Poder Judiciário brasileiro a afirmação legal ou jurídica – no âmbito do território brasileiro – do que está previsto no documento internacional mencionado. No caso específico, é o Poder Executivo federal que sempre responde pelo correto ou incorreto cumprimento da “Convenção sobre Aspectos Civis do Sequestro Internacional de Crianças” ou Convenção de Haia como aqui está sendo tratado, mas na parte que lhe toca como obrigação ou responsabilidade decorrente da Convenção, ou seja, especificamente aqui mencionamos a atuação da referida Alta Autoridade interna.

Em termos gerais, qual é a imagem que o Brasil tem hoje no mundo no que diz respeito ao direito internacional, e ao direito de família?
O Brasil, ao longo da história tem se mostrado um partícipe importante dos foros internacionais, contribuindo para a construção do direito internacional em diferentes setores ou matérias. Isso é devido a uma tradição diplomática bastante atuante nas negociações que constroem as relações internacionais e o direito daí decorrente. Observa-se que na esfera dos direitos humanos o Brasil tem sofrido denúncias no âmbito da Comissão Interamericana de Direitos Humanos e condenações no âmbito da Corte Interamericana de Direitos Humanos, sendo de se reconhecer falhas de atuação nesse campo. No âmbito de sua legislação interna, não só no direito de família, mas em diferentes outros ramos especializados do direito, uma legislação muito avançada foi construída, mas sofre do problema da materialização desses direitos, ou seja, a efetivação ou concretização real desses direitos na vida cotidiana de seus destinatários ainda é um desejo não realizado e causa de muita frustração social.


fonte:Brasil com Z
link do postPor anjoseguerreiros, às 21:46  comentar

Você já deve ter ouvido falar que o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil disse que os métodos utilizados pelas autoridades americanas, para transferir a guarda de Sean Goldman para o pai biológico, são "ofensivos e atentatórios à soberania do Estado brasileiro".
Mais importante do que saber o que pensam autoridades do Brasil ou dos EUA é conhecer um pouco mais sobre o Direito Internacional. Caso a 16ª Vara da Justiça Federal do Rio de Janeiro decida retornar o menino aos EUA, como prevê a Convenção de Haia, o debate sobre a guarda definitiva recomeçará em Nova Jersey.

Foi para tirar as dúvidas sobre o direito internacional que convidei o Dr. William Smith Kaku, professor de cursos de especialização, advogado licenciado, educador e pesquisador interdisciplinar em Ciências Humanas e Sociais. Prof. Kaku é especialista na área de Direito e Relações Internacionais e tem experiência legal em temas globais, como a União Européia, Mercosul, Processos Sociais de Solução de Controvérsias, Direitos Fundamentais, entre outros.

Mestrado e doutorado pela Universidade Federal de Santa Catarina, Prof. Kaku tem vasto conhecimento técnico sobre leis e tratados. Para oferecer a íntegra desse conhecimento, o blog vai dividir a entrevista em duas partes.

Na primeira, o professor explica o sentido da palavra “sequestro” para o direito internacional, bem como o papel da presidência da República no assunto e as consequências que o Brasil pode sofrer se escolher não cumprir leis internacionais.

Na segunda parte, o professor fala mais abertamente sobre o caso Goldman, esclarece se a Convenção de Haia pode mesmo “ser interpretada nos países signatários,” e diz se há a possibilidade, ao final do processor, de o pai biológico processar o país que reteve o seu filho indevidamente.

Quais consequências no cenário internacional o Brasil pode sofrer ao não retornar em 6 semanas, como diz a Convenção de Haia, uma criança retida indevidamente em seu solo?
O Brasil é signatário da “Convenção sobre Aspectos Civis do Sequestro Internacional de Crianças”, norma internacional estabelecida em Haia, Holanda, no ano de 1980, internalizada e ratificada pelo Brasil no ano de 2000, portanto, a norma em referência é também norma de direito interno brasileiro. Trata-se de norma de cooperação jurisdicional internacional, estabelecendo uma legislação única e comum procedimental para todos os Estados que aderiram à convenção – Estados-partes –, voltada fundamentalmente para resolver uniformemente os casos cada vez mais comuns de deslocamento indevido de menores para locais estrangeiros distantes de suas residências habituais. Em seu art. 11 está previsto que uma Autoridade Nacional – judicial ou administrativa –, tão logo tenha conhecimento formal que um menor retirado indevidamente de seu país e residência de origem se encontra em seu território jurisdicional, tem 6 semanas para tomar uma providência definitiva e satisfatória no sentido de devolver o menor ao seu país e residência de origem. No caso desse prazo não ser cumprido, deve a referida Autoridade Nacional ser questionada formalmente pelo(s) interessado(s) para explicar o porquê da não tomada de uma decisão definitiva para resolver a questão do menor, enfim, as razões da demora em devolver o menor. Se for verificado que não houve adoção das razoáveis e necessárias medidas de urgência para devolver o menor retido indevidamente em solo de jurisdição dessa Autoridade, então o Estado fica sujeito a ser responsabilizado juridicamente no plano interno – doméstico – e também no plano internacional. É importante frisar que a responsabilização internacional é a busca da condenação do Estado – no caso concreto, do Brasil – por violação ou descumprimento de norma internacional e que pode inclusive redundar, conforme as circunstâncias, em futura denúncia ou afastamento do Estado brasileiro como parte da referida Convenção.

Embora o nome da Convenção inclua a palavra “sequestro,” o senhor acha que não é muito forte chamar de “sequestradora” uma mãe que volta para o seu país levando o filho sem o consentimento do pai? Por que, do ponto de vista legal, a palavra sequestro foi incluída na Convenção?
Para responder a essa questão, é necessário compreender uma particularidade dos documentos – normas, tratados, convenções, protocolos etc . – internacionais. Tais documentos são elaborados para serem adotados e cumpridos uniformemente por vários e diferentes Estados nacionais presentes no mundo, e que queiram voluntariamente aderir a tais regras, cada qual por entender que essas regras comuns previstas são de seu interesse interno e internacional; enfim, a cooperação internacional prevista lhe beneficia mais do que lhe prejudica, e assim eles aderem ao documento. Mas justamente por serem documentos a ser adotados e aplicados por vários Estados – cada qual com sua cultura linguística diversa –, devem ser elaborados e construídos com uma linguagem que seja de entendimento comum para todos os seus membros, e regra geral o seu teor é depois retraduzido com a utilização de expressões que acabam diferindo de um país para outro devido às suas particularidades lingüísticas locais e específicas. Regra geral, os documentos internacionais são elaborados em uma ou mais línguas oficias e concluídos em seu escopo final de acordo – conforme – com o entendimento comum linguístico dessa(s) língua(s) oficial(is). Posteriormente os demais Estados que adotam uma língua própria e diversa da adotada no documento final acabam retraduzindo o teor do conteúdo da melhor forma possível dentro de seu ordenamento jurídico interno, mas sempre conforme a finalidade central da norma internacional. No Brasil, a expressão “sequestro" utilizada para identificar a Convenção não é aquela presente no Código Penal brasileiro, mas é retraduzida como “(a) deslocamento ilegal de uma criança de seu país e/ou (b) a sua retenção indevida em outro local que não a da sua residência de origem.” Sobre isso, clique aqui par aver o sitio eletrônico do Supremo Tribunal Federal – corte constitucional do Brasil – onde um grupo de estudos e pesquisa se desenvolveu em torno do tema. E é assim que deve ser lida e entendida a expressão no direito interno brasileiro, por falta de outra expressão da língua portuguesa que melhor retraduza o espírito e finalidade última da norma internacional.

Qual é o papel do presidente da República em assegurar que o país que ele(a) dirige cumpra a Convenção de Haia?
A Presidência da República no Brasil representa a Chefia de Estado e Chefia do Governo, neste último caso o mais alto representante do Poder Executivo federal do país. Como a Alta Autoridade brasileira para cumprimento da Convenção está localizada na estrutura do Poder Executivo federal, mais especificamente no Ministério da Justiça, o Poder Executivo federal é quem deve cumprir fielmente as obrigações jurídico-administrativas decorrentes do tratado, sendo que cabe ao Poder Judiciário brasileiro a afirmação legal ou jurídica – no âmbito do território brasileiro – do que está previsto no documento internacional mencionado. No caso específico, é o Poder Executivo federal que sempre responde pelo correto ou incorreto cumprimento da “Convenção sobre Aspectos Civis do Sequestro Internacional de Crianças” ou Convenção de Haia como aqui está sendo tratado, mas na parte que lhe toca como obrigação ou responsabilidade decorrente da Convenção, ou seja, especificamente aqui mencionamos a atuação da referida Alta Autoridade interna.

Em termos gerais, qual é a imagem que o Brasil tem hoje no mundo no que diz respeito ao direito internacional, e ao direito de família?
O Brasil, ao longo da história tem se mostrado um partícipe importante dos foros internacionais, contribuindo para a construção do direito internacional em diferentes setores ou matérias. Isso é devido a uma tradição diplomática bastante atuante nas negociações que constroem as relações internacionais e o direito daí decorrente. Observa-se que na esfera dos direitos humanos o Brasil tem sofrido denúncias no âmbito da Comissão Interamericana de Direitos Humanos e condenações no âmbito da Corte Interamericana de Direitos Humanos, sendo de se reconhecer falhas de atuação nesse campo. No âmbito de sua legislação interna, não só no direito de família, mas em diferentes outros ramos especializados do direito, uma legislação muito avançada foi construída, mas sofre do problema da materialização desses direitos, ou seja, a efetivação ou concretização real desses direitos na vida cotidiana de seus destinatários ainda é um desejo não realizado e causa de muita frustração social.


fonte:Brasil com Z
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Você já deve ter ouvido falar que o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil disse que os métodos utilizados pelas autoridades americanas, para transferir a guarda de Sean Goldman para o pai biológico, são "ofensivos e atentatórios à soberania do Estado brasileiro".
Mais importante do que saber o que pensam autoridades do Brasil ou dos EUA é conhecer um pouco mais sobre o Direito Internacional. Caso a 16ª Vara da Justiça Federal do Rio de Janeiro decida retornar o menino aos EUA, como prevê a Convenção de Haia, o debate sobre a guarda definitiva recomeçará em Nova Jersey.

Foi para tirar as dúvidas sobre o direito internacional que convidei o Dr. William Smith Kaku, professor de cursos de especialização, advogado licenciado, educador e pesquisador interdisciplinar em Ciências Humanas e Sociais. Prof. Kaku é especialista na área de Direito e Relações Internacionais e tem experiência legal em temas globais, como a União Européia, Mercosul, Processos Sociais de Solução de Controvérsias, Direitos Fundamentais, entre outros.

Mestrado e doutorado pela Universidade Federal de Santa Catarina, Prof. Kaku tem vasto conhecimento técnico sobre leis e tratados. Para oferecer a íntegra desse conhecimento, o blog vai dividir a entrevista em duas partes.

Na primeira, o professor explica o sentido da palavra “sequestro” para o direito internacional, bem como o papel da presidência da República no assunto e as consequências que o Brasil pode sofrer se escolher não cumprir leis internacionais.

Na segunda parte, o professor fala mais abertamente sobre o caso Goldman, esclarece se a Convenção de Haia pode mesmo “ser interpretada nos países signatários,” e diz se há a possibilidade, ao final do processor, de o pai biológico processar o país que reteve o seu filho indevidamente.

Quais consequências no cenário internacional o Brasil pode sofrer ao não retornar em 6 semanas, como diz a Convenção de Haia, uma criança retida indevidamente em seu solo?
O Brasil é signatário da “Convenção sobre Aspectos Civis do Sequestro Internacional de Crianças”, norma internacional estabelecida em Haia, Holanda, no ano de 1980, internalizada e ratificada pelo Brasil no ano de 2000, portanto, a norma em referência é também norma de direito interno brasileiro. Trata-se de norma de cooperação jurisdicional internacional, estabelecendo uma legislação única e comum procedimental para todos os Estados que aderiram à convenção – Estados-partes –, voltada fundamentalmente para resolver uniformemente os casos cada vez mais comuns de deslocamento indevido de menores para locais estrangeiros distantes de suas residências habituais. Em seu art. 11 está previsto que uma Autoridade Nacional – judicial ou administrativa –, tão logo tenha conhecimento formal que um menor retirado indevidamente de seu país e residência de origem se encontra em seu território jurisdicional, tem 6 semanas para tomar uma providência definitiva e satisfatória no sentido de devolver o menor ao seu país e residência de origem. No caso desse prazo não ser cumprido, deve a referida Autoridade Nacional ser questionada formalmente pelo(s) interessado(s) para explicar o porquê da não tomada de uma decisão definitiva para resolver a questão do menor, enfim, as razões da demora em devolver o menor. Se for verificado que não houve adoção das razoáveis e necessárias medidas de urgência para devolver o menor retido indevidamente em solo de jurisdição dessa Autoridade, então o Estado fica sujeito a ser responsabilizado juridicamente no plano interno – doméstico – e também no plano internacional. É importante frisar que a responsabilização internacional é a busca da condenação do Estado – no caso concreto, do Brasil – por violação ou descumprimento de norma internacional e que pode inclusive redundar, conforme as circunstâncias, em futura denúncia ou afastamento do Estado brasileiro como parte da referida Convenção.

Embora o nome da Convenção inclua a palavra “sequestro,” o senhor acha que não é muito forte chamar de “sequestradora” uma mãe que volta para o seu país levando o filho sem o consentimento do pai? Por que, do ponto de vista legal, a palavra sequestro foi incluída na Convenção?
Para responder a essa questão, é necessário compreender uma particularidade dos documentos – normas, tratados, convenções, protocolos etc . – internacionais. Tais documentos são elaborados para serem adotados e cumpridos uniformemente por vários e diferentes Estados nacionais presentes no mundo, e que queiram voluntariamente aderir a tais regras, cada qual por entender que essas regras comuns previstas são de seu interesse interno e internacional; enfim, a cooperação internacional prevista lhe beneficia mais do que lhe prejudica, e assim eles aderem ao documento. Mas justamente por serem documentos a ser adotados e aplicados por vários Estados – cada qual com sua cultura linguística diversa –, devem ser elaborados e construídos com uma linguagem que seja de entendimento comum para todos os seus membros, e regra geral o seu teor é depois retraduzido com a utilização de expressões que acabam diferindo de um país para outro devido às suas particularidades lingüísticas locais e específicas. Regra geral, os documentos internacionais são elaborados em uma ou mais línguas oficias e concluídos em seu escopo final de acordo – conforme – com o entendimento comum linguístico dessa(s) língua(s) oficial(is). Posteriormente os demais Estados que adotam uma língua própria e diversa da adotada no documento final acabam retraduzindo o teor do conteúdo da melhor forma possível dentro de seu ordenamento jurídico interno, mas sempre conforme a finalidade central da norma internacional. No Brasil, a expressão “sequestro" utilizada para identificar a Convenção não é aquela presente no Código Penal brasileiro, mas é retraduzida como “(a) deslocamento ilegal de uma criança de seu país e/ou (b) a sua retenção indevida em outro local que não a da sua residência de origem.” Sobre isso, clique aqui par aver o sitio eletrônico do Supremo Tribunal Federal – corte constitucional do Brasil – onde um grupo de estudos e pesquisa se desenvolveu em torno do tema. E é assim que deve ser lida e entendida a expressão no direito interno brasileiro, por falta de outra expressão da língua portuguesa que melhor retraduza o espírito e finalidade última da norma internacional.

Qual é o papel do presidente da República em assegurar que o país que ele(a) dirige cumpra a Convenção de Haia?
A Presidência da República no Brasil representa a Chefia de Estado e Chefia do Governo, neste último caso o mais alto representante do Poder Executivo federal do país. Como a Alta Autoridade brasileira para cumprimento da Convenção está localizada na estrutura do Poder Executivo federal, mais especificamente no Ministério da Justiça, o Poder Executivo federal é quem deve cumprir fielmente as obrigações jurídico-administrativas decorrentes do tratado, sendo que cabe ao Poder Judiciário brasileiro a afirmação legal ou jurídica – no âmbito do território brasileiro – do que está previsto no documento internacional mencionado. No caso específico, é o Poder Executivo federal que sempre responde pelo correto ou incorreto cumprimento da “Convenção sobre Aspectos Civis do Sequestro Internacional de Crianças” ou Convenção de Haia como aqui está sendo tratado, mas na parte que lhe toca como obrigação ou responsabilidade decorrente da Convenção, ou seja, especificamente aqui mencionamos a atuação da referida Alta Autoridade interna.

Em termos gerais, qual é a imagem que o Brasil tem hoje no mundo no que diz respeito ao direito internacional, e ao direito de família?
O Brasil, ao longo da história tem se mostrado um partícipe importante dos foros internacionais, contribuindo para a construção do direito internacional em diferentes setores ou matérias. Isso é devido a uma tradição diplomática bastante atuante nas negociações que constroem as relações internacionais e o direito daí decorrente. Observa-se que na esfera dos direitos humanos o Brasil tem sofrido denúncias no âmbito da Comissão Interamericana de Direitos Humanos e condenações no âmbito da Corte Interamericana de Direitos Humanos, sendo de se reconhecer falhas de atuação nesse campo. No âmbito de sua legislação interna, não só no direito de família, mas em diferentes outros ramos especializados do direito, uma legislação muito avançada foi construída, mas sofre do problema da materialização desses direitos, ou seja, a efetivação ou concretização real desses direitos na vida cotidiana de seus destinatários ainda é um desejo não realizado e causa de muita frustração social.


fonte:Brasil com Z
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Você já deve ter ouvido falar que o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil disse que os métodos utilizados pelas autoridades americanas, para transferir a guarda de Sean Goldman para o pai biológico, são "ofensivos e atentatórios à soberania do Estado brasileiro".
Mais importante do que saber o que pensam autoridades do Brasil ou dos EUA é conhecer um pouco mais sobre o Direito Internacional. Caso a 16ª Vara da Justiça Federal do Rio de Janeiro decida retornar o menino aos EUA, como prevê a Convenção de Haia, o debate sobre a guarda definitiva recomeçará em Nova Jersey.

Foi para tirar as dúvidas sobre o direito internacional que convidei o Dr. William Smith Kaku, professor de cursos de especialização, advogado licenciado, educador e pesquisador interdisciplinar em Ciências Humanas e Sociais. Prof. Kaku é especialista na área de Direito e Relações Internacionais e tem experiência legal em temas globais, como a União Européia, Mercosul, Processos Sociais de Solução de Controvérsias, Direitos Fundamentais, entre outros.

Mestrado e doutorado pela Universidade Federal de Santa Catarina, Prof. Kaku tem vasto conhecimento técnico sobre leis e tratados. Para oferecer a íntegra desse conhecimento, o blog vai dividir a entrevista em duas partes.

Na primeira, o professor explica o sentido da palavra “sequestro” para o direito internacional, bem como o papel da presidência da República no assunto e as consequências que o Brasil pode sofrer se escolher não cumprir leis internacionais.

Na segunda parte, o professor fala mais abertamente sobre o caso Goldman, esclarece se a Convenção de Haia pode mesmo “ser interpretada nos países signatários,” e diz se há a possibilidade, ao final do processor, de o pai biológico processar o país que reteve o seu filho indevidamente.

Quais consequências no cenário internacional o Brasil pode sofrer ao não retornar em 6 semanas, como diz a Convenção de Haia, uma criança retida indevidamente em seu solo?
O Brasil é signatário da “Convenção sobre Aspectos Civis do Sequestro Internacional de Crianças”, norma internacional estabelecida em Haia, Holanda, no ano de 1980, internalizada e ratificada pelo Brasil no ano de 2000, portanto, a norma em referência é também norma de direito interno brasileiro. Trata-se de norma de cooperação jurisdicional internacional, estabelecendo uma legislação única e comum procedimental para todos os Estados que aderiram à convenção – Estados-partes –, voltada fundamentalmente para resolver uniformemente os casos cada vez mais comuns de deslocamento indevido de menores para locais estrangeiros distantes de suas residências habituais. Em seu art. 11 está previsto que uma Autoridade Nacional – judicial ou administrativa –, tão logo tenha conhecimento formal que um menor retirado indevidamente de seu país e residência de origem se encontra em seu território jurisdicional, tem 6 semanas para tomar uma providência definitiva e satisfatória no sentido de devolver o menor ao seu país e residência de origem. No caso desse prazo não ser cumprido, deve a referida Autoridade Nacional ser questionada formalmente pelo(s) interessado(s) para explicar o porquê da não tomada de uma decisão definitiva para resolver a questão do menor, enfim, as razões da demora em devolver o menor. Se for verificado que não houve adoção das razoáveis e necessárias medidas de urgência para devolver o menor retido indevidamente em solo de jurisdição dessa Autoridade, então o Estado fica sujeito a ser responsabilizado juridicamente no plano interno – doméstico – e também no plano internacional. É importante frisar que a responsabilização internacional é a busca da condenação do Estado – no caso concreto, do Brasil – por violação ou descumprimento de norma internacional e que pode inclusive redundar, conforme as circunstâncias, em futura denúncia ou afastamento do Estado brasileiro como parte da referida Convenção.

Embora o nome da Convenção inclua a palavra “sequestro,” o senhor acha que não é muito forte chamar de “sequestradora” uma mãe que volta para o seu país levando o filho sem o consentimento do pai? Por que, do ponto de vista legal, a palavra sequestro foi incluída na Convenção?
Para responder a essa questão, é necessário compreender uma particularidade dos documentos – normas, tratados, convenções, protocolos etc . – internacionais. Tais documentos são elaborados para serem adotados e cumpridos uniformemente por vários e diferentes Estados nacionais presentes no mundo, e que queiram voluntariamente aderir a tais regras, cada qual por entender que essas regras comuns previstas são de seu interesse interno e internacional; enfim, a cooperação internacional prevista lhe beneficia mais do que lhe prejudica, e assim eles aderem ao documento. Mas justamente por serem documentos a ser adotados e aplicados por vários Estados – cada qual com sua cultura linguística diversa –, devem ser elaborados e construídos com uma linguagem que seja de entendimento comum para todos os seus membros, e regra geral o seu teor é depois retraduzido com a utilização de expressões que acabam diferindo de um país para outro devido às suas particularidades lingüísticas locais e específicas. Regra geral, os documentos internacionais são elaborados em uma ou mais línguas oficias e concluídos em seu escopo final de acordo – conforme – com o entendimento comum linguístico dessa(s) língua(s) oficial(is). Posteriormente os demais Estados que adotam uma língua própria e diversa da adotada no documento final acabam retraduzindo o teor do conteúdo da melhor forma possível dentro de seu ordenamento jurídico interno, mas sempre conforme a finalidade central da norma internacional. No Brasil, a expressão “sequestro" utilizada para identificar a Convenção não é aquela presente no Código Penal brasileiro, mas é retraduzida como “(a) deslocamento ilegal de uma criança de seu país e/ou (b) a sua retenção indevida em outro local que não a da sua residência de origem.” Sobre isso, clique aqui par aver o sitio eletrônico do Supremo Tribunal Federal – corte constitucional do Brasil – onde um grupo de estudos e pesquisa se desenvolveu em torno do tema. E é assim que deve ser lida e entendida a expressão no direito interno brasileiro, por falta de outra expressão da língua portuguesa que melhor retraduza o espírito e finalidade última da norma internacional.

Qual é o papel do presidente da República em assegurar que o país que ele(a) dirige cumpra a Convenção de Haia?
A Presidência da República no Brasil representa a Chefia de Estado e Chefia do Governo, neste último caso o mais alto representante do Poder Executivo federal do país. Como a Alta Autoridade brasileira para cumprimento da Convenção está localizada na estrutura do Poder Executivo federal, mais especificamente no Ministério da Justiça, o Poder Executivo federal é quem deve cumprir fielmente as obrigações jurídico-administrativas decorrentes do tratado, sendo que cabe ao Poder Judiciário brasileiro a afirmação legal ou jurídica – no âmbito do território brasileiro – do que está previsto no documento internacional mencionado. No caso específico, é o Poder Executivo federal que sempre responde pelo correto ou incorreto cumprimento da “Convenção sobre Aspectos Civis do Sequestro Internacional de Crianças” ou Convenção de Haia como aqui está sendo tratado, mas na parte que lhe toca como obrigação ou responsabilidade decorrente da Convenção, ou seja, especificamente aqui mencionamos a atuação da referida Alta Autoridade interna.

Em termos gerais, qual é a imagem que o Brasil tem hoje no mundo no que diz respeito ao direito internacional, e ao direito de família?
O Brasil, ao longo da história tem se mostrado um partícipe importante dos foros internacionais, contribuindo para a construção do direito internacional em diferentes setores ou matérias. Isso é devido a uma tradição diplomática bastante atuante nas negociações que constroem as relações internacionais e o direito daí decorrente. Observa-se que na esfera dos direitos humanos o Brasil tem sofrido denúncias no âmbito da Comissão Interamericana de Direitos Humanos e condenações no âmbito da Corte Interamericana de Direitos Humanos, sendo de se reconhecer falhas de atuação nesse campo. No âmbito de sua legislação interna, não só no direito de família, mas em diferentes outros ramos especializados do direito, uma legislação muito avançada foi construída, mas sofre do problema da materialização desses direitos, ou seja, a efetivação ou concretização real desses direitos na vida cotidiana de seus destinatários ainda é um desejo não realizado e causa de muita frustração social.


fonte:Brasil com Z
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Você já deve ter ouvido falar que o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil disse que os métodos utilizados pelas autoridades americanas, para transferir a guarda de Sean Goldman para o pai biológico, são "ofensivos e atentatórios à soberania do Estado brasileiro".
Mais importante do que saber o que pensam autoridades do Brasil ou dos EUA é conhecer um pouco mais sobre o Direito Internacional. Caso a 16ª Vara da Justiça Federal do Rio de Janeiro decida retornar o menino aos EUA, como prevê a Convenção de Haia, o debate sobre a guarda definitiva recomeçará em Nova Jersey.

Foi para tirar as dúvidas sobre o direito internacional que convidei o Dr. William Smith Kaku, professor de cursos de especialização, advogado licenciado, educador e pesquisador interdisciplinar em Ciências Humanas e Sociais. Prof. Kaku é especialista na área de Direito e Relações Internacionais e tem experiência legal em temas globais, como a União Européia, Mercosul, Processos Sociais de Solução de Controvérsias, Direitos Fundamentais, entre outros.

Mestrado e doutorado pela Universidade Federal de Santa Catarina, Prof. Kaku tem vasto conhecimento técnico sobre leis e tratados. Para oferecer a íntegra desse conhecimento, o blog vai dividir a entrevista em duas partes.

Na primeira, o professor explica o sentido da palavra “sequestro” para o direito internacional, bem como o papel da presidência da República no assunto e as consequências que o Brasil pode sofrer se escolher não cumprir leis internacionais.

Na segunda parte, o professor fala mais abertamente sobre o caso Goldman, esclarece se a Convenção de Haia pode mesmo “ser interpretada nos países signatários,” e diz se há a possibilidade, ao final do processor, de o pai biológico processar o país que reteve o seu filho indevidamente.

Quais consequências no cenário internacional o Brasil pode sofrer ao não retornar em 6 semanas, como diz a Convenção de Haia, uma criança retida indevidamente em seu solo?
O Brasil é signatário da “Convenção sobre Aspectos Civis do Sequestro Internacional de Crianças”, norma internacional estabelecida em Haia, Holanda, no ano de 1980, internalizada e ratificada pelo Brasil no ano de 2000, portanto, a norma em referência é também norma de direito interno brasileiro. Trata-se de norma de cooperação jurisdicional internacional, estabelecendo uma legislação única e comum procedimental para todos os Estados que aderiram à convenção – Estados-partes –, voltada fundamentalmente para resolver uniformemente os casos cada vez mais comuns de deslocamento indevido de menores para locais estrangeiros distantes de suas residências habituais. Em seu art. 11 está previsto que uma Autoridade Nacional – judicial ou administrativa –, tão logo tenha conhecimento formal que um menor retirado indevidamente de seu país e residência de origem se encontra em seu território jurisdicional, tem 6 semanas para tomar uma providência definitiva e satisfatória no sentido de devolver o menor ao seu país e residência de origem. No caso desse prazo não ser cumprido, deve a referida Autoridade Nacional ser questionada formalmente pelo(s) interessado(s) para explicar o porquê da não tomada de uma decisão definitiva para resolver a questão do menor, enfim, as razões da demora em devolver o menor. Se for verificado que não houve adoção das razoáveis e necessárias medidas de urgência para devolver o menor retido indevidamente em solo de jurisdição dessa Autoridade, então o Estado fica sujeito a ser responsabilizado juridicamente no plano interno – doméstico – e também no plano internacional. É importante frisar que a responsabilização internacional é a busca da condenação do Estado – no caso concreto, do Brasil – por violação ou descumprimento de norma internacional e que pode inclusive redundar, conforme as circunstâncias, em futura denúncia ou afastamento do Estado brasileiro como parte da referida Convenção.

Embora o nome da Convenção inclua a palavra “sequestro,” o senhor acha que não é muito forte chamar de “sequestradora” uma mãe que volta para o seu país levando o filho sem o consentimento do pai? Por que, do ponto de vista legal, a palavra sequestro foi incluída na Convenção?
Para responder a essa questão, é necessário compreender uma particularidade dos documentos – normas, tratados, convenções, protocolos etc . – internacionais. Tais documentos são elaborados para serem adotados e cumpridos uniformemente por vários e diferentes Estados nacionais presentes no mundo, e que queiram voluntariamente aderir a tais regras, cada qual por entender que essas regras comuns previstas são de seu interesse interno e internacional; enfim, a cooperação internacional prevista lhe beneficia mais do que lhe prejudica, e assim eles aderem ao documento. Mas justamente por serem documentos a ser adotados e aplicados por vários Estados – cada qual com sua cultura linguística diversa –, devem ser elaborados e construídos com uma linguagem que seja de entendimento comum para todos os seus membros, e regra geral o seu teor é depois retraduzido com a utilização de expressões que acabam diferindo de um país para outro devido às suas particularidades lingüísticas locais e específicas. Regra geral, os documentos internacionais são elaborados em uma ou mais línguas oficias e concluídos em seu escopo final de acordo – conforme – com o entendimento comum linguístico dessa(s) língua(s) oficial(is). Posteriormente os demais Estados que adotam uma língua própria e diversa da adotada no documento final acabam retraduzindo o teor do conteúdo da melhor forma possível dentro de seu ordenamento jurídico interno, mas sempre conforme a finalidade central da norma internacional. No Brasil, a expressão “sequestro" utilizada para identificar a Convenção não é aquela presente no Código Penal brasileiro, mas é retraduzida como “(a) deslocamento ilegal de uma criança de seu país e/ou (b) a sua retenção indevida em outro local que não a da sua residência de origem.” Sobre isso, clique aqui par aver o sitio eletrônico do Supremo Tribunal Federal – corte constitucional do Brasil – onde um grupo de estudos e pesquisa se desenvolveu em torno do tema. E é assim que deve ser lida e entendida a expressão no direito interno brasileiro, por falta de outra expressão da língua portuguesa que melhor retraduza o espírito e finalidade última da norma internacional.

Qual é o papel do presidente da República em assegurar que o país que ele(a) dirige cumpra a Convenção de Haia?
A Presidência da República no Brasil representa a Chefia de Estado e Chefia do Governo, neste último caso o mais alto representante do Poder Executivo federal do país. Como a Alta Autoridade brasileira para cumprimento da Convenção está localizada na estrutura do Poder Executivo federal, mais especificamente no Ministério da Justiça, o Poder Executivo federal é quem deve cumprir fielmente as obrigações jurídico-administrativas decorrentes do tratado, sendo que cabe ao Poder Judiciário brasileiro a afirmação legal ou jurídica – no âmbito do território brasileiro – do que está previsto no documento internacional mencionado. No caso específico, é o Poder Executivo federal que sempre responde pelo correto ou incorreto cumprimento da “Convenção sobre Aspectos Civis do Sequestro Internacional de Crianças” ou Convenção de Haia como aqui está sendo tratado, mas na parte que lhe toca como obrigação ou responsabilidade decorrente da Convenção, ou seja, especificamente aqui mencionamos a atuação da referida Alta Autoridade interna.

Em termos gerais, qual é a imagem que o Brasil tem hoje no mundo no que diz respeito ao direito internacional, e ao direito de família?
O Brasil, ao longo da história tem se mostrado um partícipe importante dos foros internacionais, contribuindo para a construção do direito internacional em diferentes setores ou matérias. Isso é devido a uma tradição diplomática bastante atuante nas negociações que constroem as relações internacionais e o direito daí decorrente. Observa-se que na esfera dos direitos humanos o Brasil tem sofrido denúncias no âmbito da Comissão Interamericana de Direitos Humanos e condenações no âmbito da Corte Interamericana de Direitos Humanos, sendo de se reconhecer falhas de atuação nesse campo. No âmbito de sua legislação interna, não só no direito de família, mas em diferentes outros ramos especializados do direito, uma legislação muito avançada foi construída, mas sofre do problema da materialização desses direitos, ou seja, a efetivação ou concretização real desses direitos na vida cotidiana de seus destinatários ainda é um desejo não realizado e causa de muita frustração social.


fonte:Brasil com Z
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Você já deve ter ouvido falar que o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil disse que os métodos utilizados pelas autoridades americanas, para transferir a guarda de Sean Goldman para o pai biológico, são "ofensivos e atentatórios à soberania do Estado brasileiro".
Mais importante do que saber o que pensam autoridades do Brasil ou dos EUA é conhecer um pouco mais sobre o Direito Internacional. Caso a 16ª Vara da Justiça Federal do Rio de Janeiro decida retornar o menino aos EUA, como prevê a Convenção de Haia, o debate sobre a guarda definitiva recomeçará em Nova Jersey.

Foi para tirar as dúvidas sobre o direito internacional que convidei o Dr. William Smith Kaku, professor de cursos de especialização, advogado licenciado, educador e pesquisador interdisciplinar em Ciências Humanas e Sociais. Prof. Kaku é especialista na área de Direito e Relações Internacionais e tem experiência legal em temas globais, como a União Européia, Mercosul, Processos Sociais de Solução de Controvérsias, Direitos Fundamentais, entre outros.

Mestrado e doutorado pela Universidade Federal de Santa Catarina, Prof. Kaku tem vasto conhecimento técnico sobre leis e tratados. Para oferecer a íntegra desse conhecimento, o blog vai dividir a entrevista em duas partes.

Na primeira, o professor explica o sentido da palavra “sequestro” para o direito internacional, bem como o papel da presidência da República no assunto e as consequências que o Brasil pode sofrer se escolher não cumprir leis internacionais.

Na segunda parte, o professor fala mais abertamente sobre o caso Goldman, esclarece se a Convenção de Haia pode mesmo “ser interpretada nos países signatários,” e diz se há a possibilidade, ao final do processor, de o pai biológico processar o país que reteve o seu filho indevidamente.

Quais consequências no cenário internacional o Brasil pode sofrer ao não retornar em 6 semanas, como diz a Convenção de Haia, uma criança retida indevidamente em seu solo?
O Brasil é signatário da “Convenção sobre Aspectos Civis do Sequestro Internacional de Crianças”, norma internacional estabelecida em Haia, Holanda, no ano de 1980, internalizada e ratificada pelo Brasil no ano de 2000, portanto, a norma em referência é também norma de direito interno brasileiro. Trata-se de norma de cooperação jurisdicional internacional, estabelecendo uma legislação única e comum procedimental para todos os Estados que aderiram à convenção – Estados-partes –, voltada fundamentalmente para resolver uniformemente os casos cada vez mais comuns de deslocamento indevido de menores para locais estrangeiros distantes de suas residências habituais. Em seu art. 11 está previsto que uma Autoridade Nacional – judicial ou administrativa –, tão logo tenha conhecimento formal que um menor retirado indevidamente de seu país e residência de origem se encontra em seu território jurisdicional, tem 6 semanas para tomar uma providência definitiva e satisfatória no sentido de devolver o menor ao seu país e residência de origem. No caso desse prazo não ser cumprido, deve a referida Autoridade Nacional ser questionada formalmente pelo(s) interessado(s) para explicar o porquê da não tomada de uma decisão definitiva para resolver a questão do menor, enfim, as razões da demora em devolver o menor. Se for verificado que não houve adoção das razoáveis e necessárias medidas de urgência para devolver o menor retido indevidamente em solo de jurisdição dessa Autoridade, então o Estado fica sujeito a ser responsabilizado juridicamente no plano interno – doméstico – e também no plano internacional. É importante frisar que a responsabilização internacional é a busca da condenação do Estado – no caso concreto, do Brasil – por violação ou descumprimento de norma internacional e que pode inclusive redundar, conforme as circunstâncias, em futura denúncia ou afastamento do Estado brasileiro como parte da referida Convenção.

Embora o nome da Convenção inclua a palavra “sequestro,” o senhor acha que não é muito forte chamar de “sequestradora” uma mãe que volta para o seu país levando o filho sem o consentimento do pai? Por que, do ponto de vista legal, a palavra sequestro foi incluída na Convenção?
Para responder a essa questão, é necessário compreender uma particularidade dos documentos – normas, tratados, convenções, protocolos etc . – internacionais. Tais documentos são elaborados para serem adotados e cumpridos uniformemente por vários e diferentes Estados nacionais presentes no mundo, e que queiram voluntariamente aderir a tais regras, cada qual por entender que essas regras comuns previstas são de seu interesse interno e internacional; enfim, a cooperação internacional prevista lhe beneficia mais do que lhe prejudica, e assim eles aderem ao documento. Mas justamente por serem documentos a ser adotados e aplicados por vários Estados – cada qual com sua cultura linguística diversa –, devem ser elaborados e construídos com uma linguagem que seja de entendimento comum para todos os seus membros, e regra geral o seu teor é depois retraduzido com a utilização de expressões que acabam diferindo de um país para outro devido às suas particularidades lingüísticas locais e específicas. Regra geral, os documentos internacionais são elaborados em uma ou mais línguas oficias e concluídos em seu escopo final de acordo – conforme – com o entendimento comum linguístico dessa(s) língua(s) oficial(is). Posteriormente os demais Estados que adotam uma língua própria e diversa da adotada no documento final acabam retraduzindo o teor do conteúdo da melhor forma possível dentro de seu ordenamento jurídico interno, mas sempre conforme a finalidade central da norma internacional. No Brasil, a expressão “sequestro" utilizada para identificar a Convenção não é aquela presente no Código Penal brasileiro, mas é retraduzida como “(a) deslocamento ilegal de uma criança de seu país e/ou (b) a sua retenção indevida em outro local que não a da sua residência de origem.” Sobre isso, clique aqui par aver o sitio eletrônico do Supremo Tribunal Federal – corte constitucional do Brasil – onde um grupo de estudos e pesquisa se desenvolveu em torno do tema. E é assim que deve ser lida e entendida a expressão no direito interno brasileiro, por falta de outra expressão da língua portuguesa que melhor retraduza o espírito e finalidade última da norma internacional.

Qual é o papel do presidente da República em assegurar que o país que ele(a) dirige cumpra a Convenção de Haia?
A Presidência da República no Brasil representa a Chefia de Estado e Chefia do Governo, neste último caso o mais alto representante do Poder Executivo federal do país. Como a Alta Autoridade brasileira para cumprimento da Convenção está localizada na estrutura do Poder Executivo federal, mais especificamente no Ministério da Justiça, o Poder Executivo federal é quem deve cumprir fielmente as obrigações jurídico-administrativas decorrentes do tratado, sendo que cabe ao Poder Judiciário brasileiro a afirmação legal ou jurídica – no âmbito do território brasileiro – do que está previsto no documento internacional mencionado. No caso específico, é o Poder Executivo federal que sempre responde pelo correto ou incorreto cumprimento da “Convenção sobre Aspectos Civis do Sequestro Internacional de Crianças” ou Convenção de Haia como aqui está sendo tratado, mas na parte que lhe toca como obrigação ou responsabilidade decorrente da Convenção, ou seja, especificamente aqui mencionamos a atuação da referida Alta Autoridade interna.

Em termos gerais, qual é a imagem que o Brasil tem hoje no mundo no que diz respeito ao direito internacional, e ao direito de família?
O Brasil, ao longo da história tem se mostrado um partícipe importante dos foros internacionais, contribuindo para a construção do direito internacional em diferentes setores ou matérias. Isso é devido a uma tradição diplomática bastante atuante nas negociações que constroem as relações internacionais e o direito daí decorrente. Observa-se que na esfera dos direitos humanos o Brasil tem sofrido denúncias no âmbito da Comissão Interamericana de Direitos Humanos e condenações no âmbito da Corte Interamericana de Direitos Humanos, sendo de se reconhecer falhas de atuação nesse campo. No âmbito de sua legislação interna, não só no direito de família, mas em diferentes outros ramos especializados do direito, uma legislação muito avançada foi construída, mas sofre do problema da materialização desses direitos, ou seja, a efetivação ou concretização real desses direitos na vida cotidiana de seus destinatários ainda é um desejo não realizado e causa de muita frustração social.


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Os canais de TV americanos estão usando estas fotos para identificar 2 dos 3 lutadores de Jiu-Jistu que agrediram dois brasucas, um dele está em coma induzido no hospital em Boston.

O comportamento agressivo dos ‘pitboys,’ garotos que já infernizaram a classe média do Rio de Janeiro, se repetiu em Massachusetts no fim de semana.
Três lutadores de Jiu-Jitsu agrediram dois brasileiros durante um confronto após o show da banda Jamil e Uma Noites, em Revere, a 1h da manhã de segunda-feira.
Segundo testemunhas, as vítimas estavam num McDonald’s da Rota 9, em Chelsea, quando Bruno da Costa, 23, deu um soco no rosto de Felipe Soares, de 22 anos. O rapaz caiu desacordado. Quando um outro rapaz tentou interceder, Iury Debs, de 25 anos, o acertou na parte de trás da cabeça. Com os dois rapazes caídos, os três agressores os chutaram diversas vezes.
Soares foi levado ao Whidden Memorial Hospital, mas os médicos pediram a sua transferência para o Massachusetts General Hospital, onde passou por uma cirurgia, foi diagnosticado com traumatismo craniano e continua em coma induzido na UTI.
A segunda vítima foi levada para o hospital Whidden, onde foi submetido à cirurgia reconstrutiva para colar a mandíbula no local original.
Bruno da Costa e Iury Debs, de Everett, e Diego Santos, 23, de Lynn, foram reconhecidos por fotos apresentadas a testemunhas. Eles tiveram os passaportes confiscados e não podem deixar Massachsusetts até que sejam julgados.
A promotora distrital Jennifer Lindade pediu que o juiz James LaMothe estipulasse a fiança de US$ 50 mil para cada jovem, mas LaMothe fixou em US$ 2.500 cada.
“Ele está muito machucado e não está sentindo as pernas,” teria dito Danúbia Soares, a irmã de Felipe, segundo o semanário “O Jornal Brasileiro.”
Embora algumas testemunhas tenham dito que a confusão começou no Club Lido, local do show do Jamil em Revere, o segurança da casa, Cesário Souza, negou tudo para “O Jornal Brasileiro.” O semanário também noticiou que os três agressores já teriam sido expulsos de uma academia em Somerville.
Na página de ‘Filipe Lipe’ no Orkut, muitas mensagens de apoio a Soares.
“Eu passo no hospital tdOos os dias para t v, ainda nao toh acreditandOo.”
Ou: “Estamos torcendo e orando pela sua melhora... Confie em Deus que tudo da certo.... God Bless U..”
O julgamento dos ‘pitboys’ está marcado para iniciar no dia 10 de junho.


fonte:Brasil com Z
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O comportamento agressivo dos ‘pitboys,’ garotos que já infernizaram a classe média do Rio de Janeiro, se repetiu em Massachusetts no fim de semana.
Três lutadores de Jiu-Jitsu agrediram dois brasileiros durante um confronto após o show da banda Jamil e Uma Noites, em Revere, a 1h da manhã de segunda-feira.
Segundo testemunhas, as vítimas estavam num McDonald’s da Rota 9, em Chelsea, quando Bruno da Costa, 23, deu um soco no rosto de Felipe Soares, de 22 anos. O rapaz caiu desacordado. Quando um outro rapaz tentou interceder, Iury Debs, de 25 anos, o acertou na parte de trás da cabeça. Com os dois rapazes caídos, os três agressores os chutaram diversas vezes.
Soares foi levado ao Whidden Memorial Hospital, mas os médicos pediram a sua transferência para o Massachusetts General Hospital, onde passou por uma cirurgia, foi diagnosticado com traumatismo craniano e continua em coma induzido na UTI.
A segunda vítima foi levada para o hospital Whidden, onde foi submetido à cirurgia reconstrutiva para colar a mandíbula no local original.
Bruno da Costa e Iury Debs, de Everett, e Diego Santos, 23, de Lynn, foram reconhecidos por fotos apresentadas a testemunhas. Eles tiveram os passaportes confiscados e não podem deixar Massachsusetts até que sejam julgados.
A promotora distrital Jennifer Lindade pediu que o juiz James LaMothe estipulasse a fiança de US$ 50 mil para cada jovem, mas LaMothe fixou em US$ 2.500 cada.
“Ele está muito machucado e não está sentindo as pernas,” teria dito Danúbia Soares, a irmã de Felipe, segundo o semanário “O Jornal Brasileiro.”
Embora algumas testemunhas tenham dito que a confusão começou no Club Lido, local do show do Jamil em Revere, o segurança da casa, Cesário Souza, negou tudo para “O Jornal Brasileiro.” O semanário também noticiou que os três agressores já teriam sido expulsos de uma academia em Somerville.
Na página de ‘Filipe Lipe’ no Orkut, muitas mensagens de apoio a Soares.
“Eu passo no hospital tdOos os dias para t v, ainda nao toh acreditandOo.”
Ou: “Estamos torcendo e orando pela sua melhora... Confie em Deus que tudo da certo.... God Bless U..”
O julgamento dos ‘pitboys’ está marcado para iniciar no dia 10 de junho.


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O comportamento agressivo dos ‘pitboys,’ garotos que já infernizaram a classe média do Rio de Janeiro, se repetiu em Massachusetts no fim de semana.
Três lutadores de Jiu-Jitsu agrediram dois brasileiros durante um confronto após o show da banda Jamil e Uma Noites, em Revere, a 1h da manhã de segunda-feira.
Segundo testemunhas, as vítimas estavam num McDonald’s da Rota 9, em Chelsea, quando Bruno da Costa, 23, deu um soco no rosto de Felipe Soares, de 22 anos. O rapaz caiu desacordado. Quando um outro rapaz tentou interceder, Iury Debs, de 25 anos, o acertou na parte de trás da cabeça. Com os dois rapazes caídos, os três agressores os chutaram diversas vezes.
Soares foi levado ao Whidden Memorial Hospital, mas os médicos pediram a sua transferência para o Massachusetts General Hospital, onde passou por uma cirurgia, foi diagnosticado com traumatismo craniano e continua em coma induzido na UTI.
A segunda vítima foi levada para o hospital Whidden, onde foi submetido à cirurgia reconstrutiva para colar a mandíbula no local original.
Bruno da Costa e Iury Debs, de Everett, e Diego Santos, 23, de Lynn, foram reconhecidos por fotos apresentadas a testemunhas. Eles tiveram os passaportes confiscados e não podem deixar Massachsusetts até que sejam julgados.
A promotora distrital Jennifer Lindade pediu que o juiz James LaMothe estipulasse a fiança de US$ 50 mil para cada jovem, mas LaMothe fixou em US$ 2.500 cada.
“Ele está muito machucado e não está sentindo as pernas,” teria dito Danúbia Soares, a irmã de Felipe, segundo o semanário “O Jornal Brasileiro.”
Embora algumas testemunhas tenham dito que a confusão começou no Club Lido, local do show do Jamil em Revere, o segurança da casa, Cesário Souza, negou tudo para “O Jornal Brasileiro.” O semanário também noticiou que os três agressores já teriam sido expulsos de uma academia em Somerville.
Na página de ‘Filipe Lipe’ no Orkut, muitas mensagens de apoio a Soares.
“Eu passo no hospital tdOos os dias para t v, ainda nao toh acreditandOo.”
Ou: “Estamos torcendo e orando pela sua melhora... Confie em Deus que tudo da certo.... God Bless U..”
O julgamento dos ‘pitboys’ está marcado para iniciar no dia 10 de junho.


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O comportamento agressivo dos ‘pitboys,’ garotos que já infernizaram a classe média do Rio de Janeiro, se repetiu em Massachusetts no fim de semana.
Três lutadores de Jiu-Jitsu agrediram dois brasileiros durante um confronto após o show da banda Jamil e Uma Noites, em Revere, a 1h da manhã de segunda-feira.
Segundo testemunhas, as vítimas estavam num McDonald’s da Rota 9, em Chelsea, quando Bruno da Costa, 23, deu um soco no rosto de Felipe Soares, de 22 anos. O rapaz caiu desacordado. Quando um outro rapaz tentou interceder, Iury Debs, de 25 anos, o acertou na parte de trás da cabeça. Com os dois rapazes caídos, os três agressores os chutaram diversas vezes.
Soares foi levado ao Whidden Memorial Hospital, mas os médicos pediram a sua transferência para o Massachusetts General Hospital, onde passou por uma cirurgia, foi diagnosticado com traumatismo craniano e continua em coma induzido na UTI.
A segunda vítima foi levada para o hospital Whidden, onde foi submetido à cirurgia reconstrutiva para colar a mandíbula no local original.
Bruno da Costa e Iury Debs, de Everett, e Diego Santos, 23, de Lynn, foram reconhecidos por fotos apresentadas a testemunhas. Eles tiveram os passaportes confiscados e não podem deixar Massachsusetts até que sejam julgados.
A promotora distrital Jennifer Lindade pediu que o juiz James LaMothe estipulasse a fiança de US$ 50 mil para cada jovem, mas LaMothe fixou em US$ 2.500 cada.
“Ele está muito machucado e não está sentindo as pernas,” teria dito Danúbia Soares, a irmã de Felipe, segundo o semanário “O Jornal Brasileiro.”
Embora algumas testemunhas tenham dito que a confusão começou no Club Lido, local do show do Jamil em Revere, o segurança da casa, Cesário Souza, negou tudo para “O Jornal Brasileiro.” O semanário também noticiou que os três agressores já teriam sido expulsos de uma academia em Somerville.
Na página de ‘Filipe Lipe’ no Orkut, muitas mensagens de apoio a Soares.
“Eu passo no hospital tdOos os dias para t v, ainda nao toh acreditandOo.”
Ou: “Estamos torcendo e orando pela sua melhora... Confie em Deus que tudo da certo.... God Bless U..”
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O comportamento agressivo dos ‘pitboys,’ garotos que já infernizaram a classe média do Rio de Janeiro, se repetiu em Massachusetts no fim de semana.
Três lutadores de Jiu-Jitsu agrediram dois brasileiros durante um confronto após o show da banda Jamil e Uma Noites, em Revere, a 1h da manhã de segunda-feira.
Segundo testemunhas, as vítimas estavam num McDonald’s da Rota 9, em Chelsea, quando Bruno da Costa, 23, deu um soco no rosto de Felipe Soares, de 22 anos. O rapaz caiu desacordado. Quando um outro rapaz tentou interceder, Iury Debs, de 25 anos, o acertou na parte de trás da cabeça. Com os dois rapazes caídos, os três agressores os chutaram diversas vezes.
Soares foi levado ao Whidden Memorial Hospital, mas os médicos pediram a sua transferência para o Massachusetts General Hospital, onde passou por uma cirurgia, foi diagnosticado com traumatismo craniano e continua em coma induzido na UTI.
A segunda vítima foi levada para o hospital Whidden, onde foi submetido à cirurgia reconstrutiva para colar a mandíbula no local original.
Bruno da Costa e Iury Debs, de Everett, e Diego Santos, 23, de Lynn, foram reconhecidos por fotos apresentadas a testemunhas. Eles tiveram os passaportes confiscados e não podem deixar Massachsusetts até que sejam julgados.
A promotora distrital Jennifer Lindade pediu que o juiz James LaMothe estipulasse a fiança de US$ 50 mil para cada jovem, mas LaMothe fixou em US$ 2.500 cada.
“Ele está muito machucado e não está sentindo as pernas,” teria dito Danúbia Soares, a irmã de Felipe, segundo o semanário “O Jornal Brasileiro.”
Embora algumas testemunhas tenham dito que a confusão começou no Club Lido, local do show do Jamil em Revere, o segurança da casa, Cesário Souza, negou tudo para “O Jornal Brasileiro.” O semanário também noticiou que os três agressores já teriam sido expulsos de uma academia em Somerville.
Na página de ‘Filipe Lipe’ no Orkut, muitas mensagens de apoio a Soares.
“Eu passo no hospital tdOos os dias para t v, ainda nao toh acreditandOo.”
Ou: “Estamos torcendo e orando pela sua melhora... Confie em Deus que tudo da certo.... God Bless U..”
O julgamento dos ‘pitboys’ está marcado para iniciar no dia 10 de junho.


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O comportamento agressivo dos ‘pitboys,’ garotos que já infernizaram a classe média do Rio de Janeiro, se repetiu em Massachusetts no fim de semana.
Três lutadores de Jiu-Jitsu agrediram dois brasileiros durante um confronto após o show da banda Jamil e Uma Noites, em Revere, a 1h da manhã de segunda-feira.
Segundo testemunhas, as vítimas estavam num McDonald’s da Rota 9, em Chelsea, quando Bruno da Costa, 23, deu um soco no rosto de Felipe Soares, de 22 anos. O rapaz caiu desacordado. Quando um outro rapaz tentou interceder, Iury Debs, de 25 anos, o acertou na parte de trás da cabeça. Com os dois rapazes caídos, os três agressores os chutaram diversas vezes.
Soares foi levado ao Whidden Memorial Hospital, mas os médicos pediram a sua transferência para o Massachusetts General Hospital, onde passou por uma cirurgia, foi diagnosticado com traumatismo craniano e continua em coma induzido na UTI.
A segunda vítima foi levada para o hospital Whidden, onde foi submetido à cirurgia reconstrutiva para colar a mandíbula no local original.
Bruno da Costa e Iury Debs, de Everett, e Diego Santos, 23, de Lynn, foram reconhecidos por fotos apresentadas a testemunhas. Eles tiveram os passaportes confiscados e não podem deixar Massachsusetts até que sejam julgados.
A promotora distrital Jennifer Lindade pediu que o juiz James LaMothe estipulasse a fiança de US$ 50 mil para cada jovem, mas LaMothe fixou em US$ 2.500 cada.
“Ele está muito machucado e não está sentindo as pernas,” teria dito Danúbia Soares, a irmã de Felipe, segundo o semanário “O Jornal Brasileiro.”
Embora algumas testemunhas tenham dito que a confusão começou no Club Lido, local do show do Jamil em Revere, o segurança da casa, Cesário Souza, negou tudo para “O Jornal Brasileiro.” O semanário também noticiou que os três agressores já teriam sido expulsos de uma academia em Somerville.
Na página de ‘Filipe Lipe’ no Orkut, muitas mensagens de apoio a Soares.
“Eu passo no hospital tdOos os dias para t v, ainda nao toh acreditandOo.”
Ou: “Estamos torcendo e orando pela sua melhora... Confie em Deus que tudo da certo.... God Bless U..”
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Caso de pedofilia de Catanduva é o maior presenciado pelo Senador

O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da pedofilia, Senador Magno Malta, afirmou que independentemente da posição do Tribunal de Justiça de São Paulo, em julgar por unanimidade a ordem definitiva dos habeas corpus dos averiguados no caso de pedofilia de Catanduva, José Emanuel Volpon Diogo e Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, serão ouvidos na CPI.
Com exclusividade a reportagem do Notícia da Manhã conversou com o senador na tarde de quarta-feira, dia 6.
Na quinta-feira, dia 7, será definido a data para o retorno da CPI, em Catanduva.“A comissão depende do posicionamento dos delegados que estão cuidando do caso. Acredito que até o final da tarde de quinta-feira terei um posicionamento a respeito”, disse o senador.
Recentemente a sala usada para reconhecimentos da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Catanduva recebeu algumas modificações para receber todas as crianças, vítimas de pedofilia, que serão acompanhadas pelos psicólogos, Ministério Público e advogados.
Os averiguados José Emanuel Volpon Diogo e Wagner Rodrigo Brida Gonçalves passarão por novo reconhecimento em Catanduva e deverão ser ouvidos em Brasília, pela CPI.“Nós vamos acompanhar o reconhecimento em Catanduva e as oitivas com os averiguados, serão feitas em Brasília. Vou definir a data e reeditar para a Polícia Federal”, explicou Malta.
Com relação ao posicionamento do Tribunal de Justiça, o senador alegou que a CPI nada têm haver com o tribunal e os averiguados serão convocados coercitivamente.“Eu lamento a posição do tribunal, porque aqueles que são considerados pequenos estão presos. Tenha certeza que a CPI irá cumprir o seu papel. Não imagine que o caso vai encerrar sem o depoimento deles”, alegou o senador.
“Um dos maiores casos de pedofilia no País que já acompanhei foi em Catanduva”, afirmou Magno Malta
O senador Magno Malta afirmou que diante de tantos casos de pedofilia que já acompanhou no País, Catanduva foi o que mais lhe chamou a atenção, devido ao número de vítimas.
“Todos os casos merecem ser atendidos com responsabilidade, mas o de Catanduva, devido as barbaridades que acompanhei nas declarações das vítimas, envolvendo problemas psicológicos nas famílias, é o maior que já vi. Não tenho dúvida que todos os culpados pagarão pelos erros”, disse o senador.
Habeas corpus
Conforme divulgado na edição de quarta-feira, dia 6, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo julgou na segunda-feira, dia 4, os habeas corpus dos averiguados no caso de pedofilia de Catanduva, José Emanuel Volpon Diogo e Wagner Rodrigo Brida Gonçalves.Os habeas corpus foram impetrados pelos advogados José Luís de Oliveira Lima e Adriano Salles Vani.
A ordem foi concedida por votação unânime e os acórdãos serão publicados para jurisprudência.
Para os advogados três pontos foram fundamentais, o reconhecimento, a liminar e a concessão da ordem.


Por Marcelo Ono
Portal de Notícias
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Caso de pedofilia de Catanduva é o maior presenciado pelo Senador

O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da pedofilia, Senador Magno Malta, afirmou que independentemente da posição do Tribunal de Justiça de São Paulo, em julgar por unanimidade a ordem definitiva dos habeas corpus dos averiguados no caso de pedofilia de Catanduva, José Emanuel Volpon Diogo e Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, serão ouvidos na CPI.
Com exclusividade a reportagem do Notícia da Manhã conversou com o senador na tarde de quarta-feira, dia 6.
Na quinta-feira, dia 7, será definido a data para o retorno da CPI, em Catanduva.“A comissão depende do posicionamento dos delegados que estão cuidando do caso. Acredito que até o final da tarde de quinta-feira terei um posicionamento a respeito”, disse o senador.
Recentemente a sala usada para reconhecimentos da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Catanduva recebeu algumas modificações para receber todas as crianças, vítimas de pedofilia, que serão acompanhadas pelos psicólogos, Ministério Público e advogados.
Os averiguados José Emanuel Volpon Diogo e Wagner Rodrigo Brida Gonçalves passarão por novo reconhecimento em Catanduva e deverão ser ouvidos em Brasília, pela CPI.“Nós vamos acompanhar o reconhecimento em Catanduva e as oitivas com os averiguados, serão feitas em Brasília. Vou definir a data e reeditar para a Polícia Federal”, explicou Malta.
Com relação ao posicionamento do Tribunal de Justiça, o senador alegou que a CPI nada têm haver com o tribunal e os averiguados serão convocados coercitivamente.“Eu lamento a posição do tribunal, porque aqueles que são considerados pequenos estão presos. Tenha certeza que a CPI irá cumprir o seu papel. Não imagine que o caso vai encerrar sem o depoimento deles”, alegou o senador.
“Um dos maiores casos de pedofilia no País que já acompanhei foi em Catanduva”, afirmou Magno Malta
O senador Magno Malta afirmou que diante de tantos casos de pedofilia que já acompanhou no País, Catanduva foi o que mais lhe chamou a atenção, devido ao número de vítimas.
“Todos os casos merecem ser atendidos com responsabilidade, mas o de Catanduva, devido as barbaridades que acompanhei nas declarações das vítimas, envolvendo problemas psicológicos nas famílias, é o maior que já vi. Não tenho dúvida que todos os culpados pagarão pelos erros”, disse o senador.
Habeas corpus
Conforme divulgado na edição de quarta-feira, dia 6, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo julgou na segunda-feira, dia 4, os habeas corpus dos averiguados no caso de pedofilia de Catanduva, José Emanuel Volpon Diogo e Wagner Rodrigo Brida Gonçalves.Os habeas corpus foram impetrados pelos advogados José Luís de Oliveira Lima e Adriano Salles Vani.
A ordem foi concedida por votação unânime e os acórdãos serão publicados para jurisprudência.
Para os advogados três pontos foram fundamentais, o reconhecimento, a liminar e a concessão da ordem.


Por Marcelo Ono
Portal de Notícias
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Caso de pedofilia de Catanduva é o maior presenciado pelo Senador

O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da pedofilia, Senador Magno Malta, afirmou que independentemente da posição do Tribunal de Justiça de São Paulo, em julgar por unanimidade a ordem definitiva dos habeas corpus dos averiguados no caso de pedofilia de Catanduva, José Emanuel Volpon Diogo e Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, serão ouvidos na CPI.
Com exclusividade a reportagem do Notícia da Manhã conversou com o senador na tarde de quarta-feira, dia 6.
Na quinta-feira, dia 7, será definido a data para o retorno da CPI, em Catanduva.“A comissão depende do posicionamento dos delegados que estão cuidando do caso. Acredito que até o final da tarde de quinta-feira terei um posicionamento a respeito”, disse o senador.
Recentemente a sala usada para reconhecimentos da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Catanduva recebeu algumas modificações para receber todas as crianças, vítimas de pedofilia, que serão acompanhadas pelos psicólogos, Ministério Público e advogados.
Os averiguados José Emanuel Volpon Diogo e Wagner Rodrigo Brida Gonçalves passarão por novo reconhecimento em Catanduva e deverão ser ouvidos em Brasília, pela CPI.“Nós vamos acompanhar o reconhecimento em Catanduva e as oitivas com os averiguados, serão feitas em Brasília. Vou definir a data e reeditar para a Polícia Federal”, explicou Malta.
Com relação ao posicionamento do Tribunal de Justiça, o senador alegou que a CPI nada têm haver com o tribunal e os averiguados serão convocados coercitivamente.“Eu lamento a posição do tribunal, porque aqueles que são considerados pequenos estão presos. Tenha certeza que a CPI irá cumprir o seu papel. Não imagine que o caso vai encerrar sem o depoimento deles”, alegou o senador.
“Um dos maiores casos de pedofilia no País que já acompanhei foi em Catanduva”, afirmou Magno Malta
O senador Magno Malta afirmou que diante de tantos casos de pedofilia que já acompanhou no País, Catanduva foi o que mais lhe chamou a atenção, devido ao número de vítimas.
“Todos os casos merecem ser atendidos com responsabilidade, mas o de Catanduva, devido as barbaridades que acompanhei nas declarações das vítimas, envolvendo problemas psicológicos nas famílias, é o maior que já vi. Não tenho dúvida que todos os culpados pagarão pelos erros”, disse o senador.
Habeas corpus
Conforme divulgado na edição de quarta-feira, dia 6, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo julgou na segunda-feira, dia 4, os habeas corpus dos averiguados no caso de pedofilia de Catanduva, José Emanuel Volpon Diogo e Wagner Rodrigo Brida Gonçalves.Os habeas corpus foram impetrados pelos advogados José Luís de Oliveira Lima e Adriano Salles Vani.
A ordem foi concedida por votação unânime e os acórdãos serão publicados para jurisprudência.
Para os advogados três pontos foram fundamentais, o reconhecimento, a liminar e a concessão da ordem.


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Caso de pedofilia de Catanduva é o maior presenciado pelo Senador

O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da pedofilia, Senador Magno Malta, afirmou que independentemente da posição do Tribunal de Justiça de São Paulo, em julgar por unanimidade a ordem definitiva dos habeas corpus dos averiguados no caso de pedofilia de Catanduva, José Emanuel Volpon Diogo e Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, serão ouvidos na CPI.
Com exclusividade a reportagem do Notícia da Manhã conversou com o senador na tarde de quarta-feira, dia 6.
Na quinta-feira, dia 7, será definido a data para o retorno da CPI, em Catanduva.“A comissão depende do posicionamento dos delegados que estão cuidando do caso. Acredito que até o final da tarde de quinta-feira terei um posicionamento a respeito”, disse o senador.
Recentemente a sala usada para reconhecimentos da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Catanduva recebeu algumas modificações para receber todas as crianças, vítimas de pedofilia, que serão acompanhadas pelos psicólogos, Ministério Público e advogados.
Os averiguados José Emanuel Volpon Diogo e Wagner Rodrigo Brida Gonçalves passarão por novo reconhecimento em Catanduva e deverão ser ouvidos em Brasília, pela CPI.“Nós vamos acompanhar o reconhecimento em Catanduva e as oitivas com os averiguados, serão feitas em Brasília. Vou definir a data e reeditar para a Polícia Federal”, explicou Malta.
Com relação ao posicionamento do Tribunal de Justiça, o senador alegou que a CPI nada têm haver com o tribunal e os averiguados serão convocados coercitivamente.“Eu lamento a posição do tribunal, porque aqueles que são considerados pequenos estão presos. Tenha certeza que a CPI irá cumprir o seu papel. Não imagine que o caso vai encerrar sem o depoimento deles”, alegou o senador.
“Um dos maiores casos de pedofilia no País que já acompanhei foi em Catanduva”, afirmou Magno Malta
O senador Magno Malta afirmou que diante de tantos casos de pedofilia que já acompanhou no País, Catanduva foi o que mais lhe chamou a atenção, devido ao número de vítimas.
“Todos os casos merecem ser atendidos com responsabilidade, mas o de Catanduva, devido as barbaridades que acompanhei nas declarações das vítimas, envolvendo problemas psicológicos nas famílias, é o maior que já vi. Não tenho dúvida que todos os culpados pagarão pelos erros”, disse o senador.
Habeas corpus
Conforme divulgado na edição de quarta-feira, dia 6, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo julgou na segunda-feira, dia 4, os habeas corpus dos averiguados no caso de pedofilia de Catanduva, José Emanuel Volpon Diogo e Wagner Rodrigo Brida Gonçalves.Os habeas corpus foram impetrados pelos advogados José Luís de Oliveira Lima e Adriano Salles Vani.
A ordem foi concedida por votação unânime e os acórdãos serão publicados para jurisprudência.
Para os advogados três pontos foram fundamentais, o reconhecimento, a liminar e a concessão da ordem.


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Caso de pedofilia de Catanduva é o maior presenciado pelo Senador

O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da pedofilia, Senador Magno Malta, afirmou que independentemente da posição do Tribunal de Justiça de São Paulo, em julgar por unanimidade a ordem definitiva dos habeas corpus dos averiguados no caso de pedofilia de Catanduva, José Emanuel Volpon Diogo e Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, serão ouvidos na CPI.
Com exclusividade a reportagem do Notícia da Manhã conversou com o senador na tarde de quarta-feira, dia 6.
Na quinta-feira, dia 7, será definido a data para o retorno da CPI, em Catanduva.“A comissão depende do posicionamento dos delegados que estão cuidando do caso. Acredito que até o final da tarde de quinta-feira terei um posicionamento a respeito”, disse o senador.
Recentemente a sala usada para reconhecimentos da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Catanduva recebeu algumas modificações para receber todas as crianças, vítimas de pedofilia, que serão acompanhadas pelos psicólogos, Ministério Público e advogados.
Os averiguados José Emanuel Volpon Diogo e Wagner Rodrigo Brida Gonçalves passarão por novo reconhecimento em Catanduva e deverão ser ouvidos em Brasília, pela CPI.“Nós vamos acompanhar o reconhecimento em Catanduva e as oitivas com os averiguados, serão feitas em Brasília. Vou definir a data e reeditar para a Polícia Federal”, explicou Malta.
Com relação ao posicionamento do Tribunal de Justiça, o senador alegou que a CPI nada têm haver com o tribunal e os averiguados serão convocados coercitivamente.“Eu lamento a posição do tribunal, porque aqueles que são considerados pequenos estão presos. Tenha certeza que a CPI irá cumprir o seu papel. Não imagine que o caso vai encerrar sem o depoimento deles”, alegou o senador.
“Um dos maiores casos de pedofilia no País que já acompanhei foi em Catanduva”, afirmou Magno Malta
O senador Magno Malta afirmou que diante de tantos casos de pedofilia que já acompanhou no País, Catanduva foi o que mais lhe chamou a atenção, devido ao número de vítimas.
“Todos os casos merecem ser atendidos com responsabilidade, mas o de Catanduva, devido as barbaridades que acompanhei nas declarações das vítimas, envolvendo problemas psicológicos nas famílias, é o maior que já vi. Não tenho dúvida que todos os culpados pagarão pelos erros”, disse o senador.
Habeas corpus
Conforme divulgado na edição de quarta-feira, dia 6, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo julgou na segunda-feira, dia 4, os habeas corpus dos averiguados no caso de pedofilia de Catanduva, José Emanuel Volpon Diogo e Wagner Rodrigo Brida Gonçalves.Os habeas corpus foram impetrados pelos advogados José Luís de Oliveira Lima e Adriano Salles Vani.
A ordem foi concedida por votação unânime e os acórdãos serão publicados para jurisprudência.
Para os advogados três pontos foram fundamentais, o reconhecimento, a liminar e a concessão da ordem.


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Caso de pedofilia de Catanduva é o maior presenciado pelo Senador

O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da pedofilia, Senador Magno Malta, afirmou que independentemente da posição do Tribunal de Justiça de São Paulo, em julgar por unanimidade a ordem definitiva dos habeas corpus dos averiguados no caso de pedofilia de Catanduva, José Emanuel Volpon Diogo e Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, serão ouvidos na CPI.
Com exclusividade a reportagem do Notícia da Manhã conversou com o senador na tarde de quarta-feira, dia 6.
Na quinta-feira, dia 7, será definido a data para o retorno da CPI, em Catanduva.“A comissão depende do posicionamento dos delegados que estão cuidando do caso. Acredito que até o final da tarde de quinta-feira terei um posicionamento a respeito”, disse o senador.
Recentemente a sala usada para reconhecimentos da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Catanduva recebeu algumas modificações para receber todas as crianças, vítimas de pedofilia, que serão acompanhadas pelos psicólogos, Ministério Público e advogados.
Os averiguados José Emanuel Volpon Diogo e Wagner Rodrigo Brida Gonçalves passarão por novo reconhecimento em Catanduva e deverão ser ouvidos em Brasília, pela CPI.“Nós vamos acompanhar o reconhecimento em Catanduva e as oitivas com os averiguados, serão feitas em Brasília. Vou definir a data e reeditar para a Polícia Federal”, explicou Malta.
Com relação ao posicionamento do Tribunal de Justiça, o senador alegou que a CPI nada têm haver com o tribunal e os averiguados serão convocados coercitivamente.“Eu lamento a posição do tribunal, porque aqueles que são considerados pequenos estão presos. Tenha certeza que a CPI irá cumprir o seu papel. Não imagine que o caso vai encerrar sem o depoimento deles”, alegou o senador.
“Um dos maiores casos de pedofilia no País que já acompanhei foi em Catanduva”, afirmou Magno Malta
O senador Magno Malta afirmou que diante de tantos casos de pedofilia que já acompanhou no País, Catanduva foi o que mais lhe chamou a atenção, devido ao número de vítimas.
“Todos os casos merecem ser atendidos com responsabilidade, mas o de Catanduva, devido as barbaridades que acompanhei nas declarações das vítimas, envolvendo problemas psicológicos nas famílias, é o maior que já vi. Não tenho dúvida que todos os culpados pagarão pelos erros”, disse o senador.
Habeas corpus
Conforme divulgado na edição de quarta-feira, dia 6, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo julgou na segunda-feira, dia 4, os habeas corpus dos averiguados no caso de pedofilia de Catanduva, José Emanuel Volpon Diogo e Wagner Rodrigo Brida Gonçalves.Os habeas corpus foram impetrados pelos advogados José Luís de Oliveira Lima e Adriano Salles Vani.
A ordem foi concedida por votação unânime e os acórdãos serão publicados para jurisprudência.
Para os advogados três pontos foram fundamentais, o reconhecimento, a liminar e a concessão da ordem.


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O “Toque de recolher”, instituído pelo juiz Fernando Antônio de Lima em Ilha Solteira no último dia 20 de abril, pode ir parar na justiça. O Conselho Federal dos Direitos da Criança e do Adolescente já emitiu parecer contrário a medida. Mesmo caminho deve tomar o Conselho Estadual.
As reações dos Conselhos Estadual e Federal são atribuídas, principalmente, a repercussão que a adoção do Toque de recolher em Ilha Solteira ganhou na mídia nacional. Todas as grandes redes de televisão, além de jornais, sites e revistas, abriram espaço para o assunto em amplas reportagens.
Acontece que, em muitos veículos, o assunto foi distorcido. Em alguns, por exemplo mostravam imagens de Fernandópolis, onde os menores flagrados fora do horário estabelecido pelo “Toque de Recolher” eram colocados em viaturas policiais, como se fossem de Ilha Solteira, onde isso nunca ocorreu. Os menores, aqui, são transportados em veículos do Conselho Tutelar ou pertencentes a Prefeitura de Ilha Solteira. Além disso, muitas reportagens ainda abordam o interior como um local seguro. “Estamos acompanhando a mídia e as discussões referentes ao "Toque de Recolher" e a forma como está sendo mostrada é, no mínimo, equivocada, devido à ausência de compreensão da proposta e desconsideração à elaboração prévia e os resultados positivos já obtidos”, disse o presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, Elias Lopes Vieira.
Elias está em São Paulo, onde participa de reunião do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente. No encontro ele não só está defendendo a adoção do Toque de recolher, como solicitando que o órgão não tome nenhuma decisão antes de conhecer a realidade de Ilha Solteira e os resultados da iniciativa.

Fonte: A Voz do Povo
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O “Toque de recolher”, instituído pelo juiz Fernando Antônio de Lima em Ilha Solteira no último dia 20 de abril, pode ir parar na justiça. O Conselho Federal dos Direitos da Criança e do Adolescente já emitiu parecer contrário a medida. Mesmo caminho deve tomar o Conselho Estadual.
As reações dos Conselhos Estadual e Federal são atribuídas, principalmente, a repercussão que a adoção do Toque de recolher em Ilha Solteira ganhou na mídia nacional. Todas as grandes redes de televisão, além de jornais, sites e revistas, abriram espaço para o assunto em amplas reportagens.
Acontece que, em muitos veículos, o assunto foi distorcido. Em alguns, por exemplo mostravam imagens de Fernandópolis, onde os menores flagrados fora do horário estabelecido pelo “Toque de Recolher” eram colocados em viaturas policiais, como se fossem de Ilha Solteira, onde isso nunca ocorreu. Os menores, aqui, são transportados em veículos do Conselho Tutelar ou pertencentes a Prefeitura de Ilha Solteira. Além disso, muitas reportagens ainda abordam o interior como um local seguro. “Estamos acompanhando a mídia e as discussões referentes ao "Toque de Recolher" e a forma como está sendo mostrada é, no mínimo, equivocada, devido à ausência de compreensão da proposta e desconsideração à elaboração prévia e os resultados positivos já obtidos”, disse o presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, Elias Lopes Vieira.
Elias está em São Paulo, onde participa de reunião do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente. No encontro ele não só está defendendo a adoção do Toque de recolher, como solicitando que o órgão não tome nenhuma decisão antes de conhecer a realidade de Ilha Solteira e os resultados da iniciativa.

Fonte: A Voz do Povo
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O “Toque de recolher”, instituído pelo juiz Fernando Antônio de Lima em Ilha Solteira no último dia 20 de abril, pode ir parar na justiça. O Conselho Federal dos Direitos da Criança e do Adolescente já emitiu parecer contrário a medida. Mesmo caminho deve tomar o Conselho Estadual.
As reações dos Conselhos Estadual e Federal são atribuídas, principalmente, a repercussão que a adoção do Toque de recolher em Ilha Solteira ganhou na mídia nacional. Todas as grandes redes de televisão, além de jornais, sites e revistas, abriram espaço para o assunto em amplas reportagens.
Acontece que, em muitos veículos, o assunto foi distorcido. Em alguns, por exemplo mostravam imagens de Fernandópolis, onde os menores flagrados fora do horário estabelecido pelo “Toque de Recolher” eram colocados em viaturas policiais, como se fossem de Ilha Solteira, onde isso nunca ocorreu. Os menores, aqui, são transportados em veículos do Conselho Tutelar ou pertencentes a Prefeitura de Ilha Solteira. Além disso, muitas reportagens ainda abordam o interior como um local seguro. “Estamos acompanhando a mídia e as discussões referentes ao "Toque de Recolher" e a forma como está sendo mostrada é, no mínimo, equivocada, devido à ausência de compreensão da proposta e desconsideração à elaboração prévia e os resultados positivos já obtidos”, disse o presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, Elias Lopes Vieira.
Elias está em São Paulo, onde participa de reunião do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente. No encontro ele não só está defendendo a adoção do Toque de recolher, como solicitando que o órgão não tome nenhuma decisão antes de conhecer a realidade de Ilha Solteira e os resultados da iniciativa.

Fonte: A Voz do Povo
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O “Toque de recolher”, instituído pelo juiz Fernando Antônio de Lima em Ilha Solteira no último dia 20 de abril, pode ir parar na justiça. O Conselho Federal dos Direitos da Criança e do Adolescente já emitiu parecer contrário a medida. Mesmo caminho deve tomar o Conselho Estadual.
As reações dos Conselhos Estadual e Federal são atribuídas, principalmente, a repercussão que a adoção do Toque de recolher em Ilha Solteira ganhou na mídia nacional. Todas as grandes redes de televisão, além de jornais, sites e revistas, abriram espaço para o assunto em amplas reportagens.
Acontece que, em muitos veículos, o assunto foi distorcido. Em alguns, por exemplo mostravam imagens de Fernandópolis, onde os menores flagrados fora do horário estabelecido pelo “Toque de Recolher” eram colocados em viaturas policiais, como se fossem de Ilha Solteira, onde isso nunca ocorreu. Os menores, aqui, são transportados em veículos do Conselho Tutelar ou pertencentes a Prefeitura de Ilha Solteira. Além disso, muitas reportagens ainda abordam o interior como um local seguro. “Estamos acompanhando a mídia e as discussões referentes ao "Toque de Recolher" e a forma como está sendo mostrada é, no mínimo, equivocada, devido à ausência de compreensão da proposta e desconsideração à elaboração prévia e os resultados positivos já obtidos”, disse o presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, Elias Lopes Vieira.
Elias está em São Paulo, onde participa de reunião do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente. No encontro ele não só está defendendo a adoção do Toque de recolher, como solicitando que o órgão não tome nenhuma decisão antes de conhecer a realidade de Ilha Solteira e os resultados da iniciativa.

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As reações dos Conselhos Estadual e Federal são atribuídas, principalmente, a repercussão que a adoção do Toque de recolher em Ilha Solteira ganhou na mídia nacional. Todas as grandes redes de televisão, além de jornais, sites e revistas, abriram espaço para o assunto em amplas reportagens.
Acontece que, em muitos veículos, o assunto foi distorcido. Em alguns, por exemplo mostravam imagens de Fernandópolis, onde os menores flagrados fora do horário estabelecido pelo “Toque de Recolher” eram colocados em viaturas policiais, como se fossem de Ilha Solteira, onde isso nunca ocorreu. Os menores, aqui, são transportados em veículos do Conselho Tutelar ou pertencentes a Prefeitura de Ilha Solteira. Além disso, muitas reportagens ainda abordam o interior como um local seguro. “Estamos acompanhando a mídia e as discussões referentes ao "Toque de Recolher" e a forma como está sendo mostrada é, no mínimo, equivocada, devido à ausência de compreensão da proposta e desconsideração à elaboração prévia e os resultados positivos já obtidos”, disse o presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, Elias Lopes Vieira.
Elias está em São Paulo, onde participa de reunião do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente. No encontro ele não só está defendendo a adoção do Toque de recolher, como solicitando que o órgão não tome nenhuma decisão antes de conhecer a realidade de Ilha Solteira e os resultados da iniciativa.

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O “Toque de recolher”, instituído pelo juiz Fernando Antônio de Lima em Ilha Solteira no último dia 20 de abril, pode ir parar na justiça. O Conselho Federal dos Direitos da Criança e do Adolescente já emitiu parecer contrário a medida. Mesmo caminho deve tomar o Conselho Estadual.
As reações dos Conselhos Estadual e Federal são atribuídas, principalmente, a repercussão que a adoção do Toque de recolher em Ilha Solteira ganhou na mídia nacional. Todas as grandes redes de televisão, além de jornais, sites e revistas, abriram espaço para o assunto em amplas reportagens.
Acontece que, em muitos veículos, o assunto foi distorcido. Em alguns, por exemplo mostravam imagens de Fernandópolis, onde os menores flagrados fora do horário estabelecido pelo “Toque de Recolher” eram colocados em viaturas policiais, como se fossem de Ilha Solteira, onde isso nunca ocorreu. Os menores, aqui, são transportados em veículos do Conselho Tutelar ou pertencentes a Prefeitura de Ilha Solteira. Além disso, muitas reportagens ainda abordam o interior como um local seguro. “Estamos acompanhando a mídia e as discussões referentes ao "Toque de Recolher" e a forma como está sendo mostrada é, no mínimo, equivocada, devido à ausência de compreensão da proposta e desconsideração à elaboração prévia e os resultados positivos já obtidos”, disse o presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, Elias Lopes Vieira.
Elias está em São Paulo, onde participa de reunião do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente. No encontro ele não só está defendendo a adoção do Toque de recolher, como solicitando que o órgão não tome nenhuma decisão antes de conhecer a realidade de Ilha Solteira e os resultados da iniciativa.

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Fitoterápicos

Se utilizados incorretamente, ou em doses inadequadas, os compostos medicinais podem se tornar inócuos e até mesmo tóxicos para a saúde.Utilizar espécies vegetais como forma de tratamento não é tão simples como aparenta. Apesar de alternativos, os fitoterápicos não deixam de ser medicamentos e, por isso, devem ser prescritos por um profissional qualificado.Existem casos de compostos desta categoria cujo uso é livre, ou seja, podem ser adquiridos sem a prescrição médica. Mas a automedicação não é recomendada, pois pode acarretar problemas relativos à toxidade do elemento, com prejuízos para rins e fígados, principalmente.Segundo Maria Izabel Lamounier de Vasconcelos, nutricionista que trabalha em parceria com o Ganep no desenvolvimento de projetos especiais, diferentemente do que segue a crença popular, o uso de plantas medicinais não é isento de risco."Todo profissional que indicar um fitoterápico precisa ter pleno conhecimento do princípio ativo, ação, efeitos e, principalmente, contra-indicações”.De olho na regulamentaçãoA regulamentação vigente é outro detalhe importante; deve ser consultada periodicamente. Recentemente a Agência Nacional de Vigilância Sanitária publicou nova lista de fitoterápicos, determinando quais estão isentos de prescrição médica."Esta nova lista é bastante abrangente, mas há um grande número de plantas que ainda não foram incluídas. A normatização é imprescindível para garantir a qualidade dos produtos. Periodicamente surgem novos estudos sobre plantas medicinais utilizadas em todas as partes do mundo, há milhares para o tratamento de doenças por meio de mecanismos muitas vezes desconhecidos”.Mesmo em casos de medicamentos fitoterápicos isentos da necessidade de prescrição médica, todo cuidado é pouco. Uma orientação profissional é imprescindível para evitar problemas sérios."Todo princípio ativo terapêutico é benéfico, se utilizado para o fim indicado, sob a forma e quantidade adequadas. A dosagem inferior faz do produto irrelevante. Por outro lado, se for superior, pode tornar-se tóxico”, alerta Maria Izabel.
RedaçãoeAgora.com.br
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Fitoterápicos

Se utilizados incorretamente, ou em doses inadequadas, os compostos medicinais podem se tornar inócuos e até mesmo tóxicos para a saúde.Utilizar espécies vegetais como forma de tratamento não é tão simples como aparenta. Apesar de alternativos, os fitoterápicos não deixam de ser medicamentos e, por isso, devem ser prescritos por um profissional qualificado.Existem casos de compostos desta categoria cujo uso é livre, ou seja, podem ser adquiridos sem a prescrição médica. Mas a automedicação não é recomendada, pois pode acarretar problemas relativos à toxidade do elemento, com prejuízos para rins e fígados, principalmente.Segundo Maria Izabel Lamounier de Vasconcelos, nutricionista que trabalha em parceria com o Ganep no desenvolvimento de projetos especiais, diferentemente do que segue a crença popular, o uso de plantas medicinais não é isento de risco."Todo profissional que indicar um fitoterápico precisa ter pleno conhecimento do princípio ativo, ação, efeitos e, principalmente, contra-indicações”.De olho na regulamentaçãoA regulamentação vigente é outro detalhe importante; deve ser consultada periodicamente. Recentemente a Agência Nacional de Vigilância Sanitária publicou nova lista de fitoterápicos, determinando quais estão isentos de prescrição médica."Esta nova lista é bastante abrangente, mas há um grande número de plantas que ainda não foram incluídas. A normatização é imprescindível para garantir a qualidade dos produtos. Periodicamente surgem novos estudos sobre plantas medicinais utilizadas em todas as partes do mundo, há milhares para o tratamento de doenças por meio de mecanismos muitas vezes desconhecidos”.Mesmo em casos de medicamentos fitoterápicos isentos da necessidade de prescrição médica, todo cuidado é pouco. Uma orientação profissional é imprescindível para evitar problemas sérios."Todo princípio ativo terapêutico é benéfico, se utilizado para o fim indicado, sob a forma e quantidade adequadas. A dosagem inferior faz do produto irrelevante. Por outro lado, se for superior, pode tornar-se tóxico”, alerta Maria Izabel.
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Fitoterápicos

Se utilizados incorretamente, ou em doses inadequadas, os compostos medicinais podem se tornar inócuos e até mesmo tóxicos para a saúde.Utilizar espécies vegetais como forma de tratamento não é tão simples como aparenta. Apesar de alternativos, os fitoterápicos não deixam de ser medicamentos e, por isso, devem ser prescritos por um profissional qualificado.Existem casos de compostos desta categoria cujo uso é livre, ou seja, podem ser adquiridos sem a prescrição médica. Mas a automedicação não é recomendada, pois pode acarretar problemas relativos à toxidade do elemento, com prejuízos para rins e fígados, principalmente.Segundo Maria Izabel Lamounier de Vasconcelos, nutricionista que trabalha em parceria com o Ganep no desenvolvimento de projetos especiais, diferentemente do que segue a crença popular, o uso de plantas medicinais não é isento de risco."Todo profissional que indicar um fitoterápico precisa ter pleno conhecimento do princípio ativo, ação, efeitos e, principalmente, contra-indicações”.De olho na regulamentaçãoA regulamentação vigente é outro detalhe importante; deve ser consultada periodicamente. Recentemente a Agência Nacional de Vigilância Sanitária publicou nova lista de fitoterápicos, determinando quais estão isentos de prescrição médica."Esta nova lista é bastante abrangente, mas há um grande número de plantas que ainda não foram incluídas. A normatização é imprescindível para garantir a qualidade dos produtos. Periodicamente surgem novos estudos sobre plantas medicinais utilizadas em todas as partes do mundo, há milhares para o tratamento de doenças por meio de mecanismos muitas vezes desconhecidos”.Mesmo em casos de medicamentos fitoterápicos isentos da necessidade de prescrição médica, todo cuidado é pouco. Uma orientação profissional é imprescindível para evitar problemas sérios."Todo princípio ativo terapêutico é benéfico, se utilizado para o fim indicado, sob a forma e quantidade adequadas. A dosagem inferior faz do produto irrelevante. Por outro lado, se for superior, pode tornar-se tóxico”, alerta Maria Izabel.
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Fitoterápicos

Se utilizados incorretamente, ou em doses inadequadas, os compostos medicinais podem se tornar inócuos e até mesmo tóxicos para a saúde.Utilizar espécies vegetais como forma de tratamento não é tão simples como aparenta. Apesar de alternativos, os fitoterápicos não deixam de ser medicamentos e, por isso, devem ser prescritos por um profissional qualificado.Existem casos de compostos desta categoria cujo uso é livre, ou seja, podem ser adquiridos sem a prescrição médica. Mas a automedicação não é recomendada, pois pode acarretar problemas relativos à toxidade do elemento, com prejuízos para rins e fígados, principalmente.Segundo Maria Izabel Lamounier de Vasconcelos, nutricionista que trabalha em parceria com o Ganep no desenvolvimento de projetos especiais, diferentemente do que segue a crença popular, o uso de plantas medicinais não é isento de risco."Todo profissional que indicar um fitoterápico precisa ter pleno conhecimento do princípio ativo, ação, efeitos e, principalmente, contra-indicações”.De olho na regulamentaçãoA regulamentação vigente é outro detalhe importante; deve ser consultada periodicamente. Recentemente a Agência Nacional de Vigilância Sanitária publicou nova lista de fitoterápicos, determinando quais estão isentos de prescrição médica."Esta nova lista é bastante abrangente, mas há um grande número de plantas que ainda não foram incluídas. A normatização é imprescindível para garantir a qualidade dos produtos. Periodicamente surgem novos estudos sobre plantas medicinais utilizadas em todas as partes do mundo, há milhares para o tratamento de doenças por meio de mecanismos muitas vezes desconhecidos”.Mesmo em casos de medicamentos fitoterápicos isentos da necessidade de prescrição médica, todo cuidado é pouco. Uma orientação profissional é imprescindível para evitar problemas sérios."Todo princípio ativo terapêutico é benéfico, se utilizado para o fim indicado, sob a forma e quantidade adequadas. A dosagem inferior faz do produto irrelevante. Por outro lado, se for superior, pode tornar-se tóxico”, alerta Maria Izabel.
RedaçãoeAgora.com.br
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Fitoterápicos

Se utilizados incorretamente, ou em doses inadequadas, os compostos medicinais podem se tornar inócuos e até mesmo tóxicos para a saúde.Utilizar espécies vegetais como forma de tratamento não é tão simples como aparenta. Apesar de alternativos, os fitoterápicos não deixam de ser medicamentos e, por isso, devem ser prescritos por um profissional qualificado.Existem casos de compostos desta categoria cujo uso é livre, ou seja, podem ser adquiridos sem a prescrição médica. Mas a automedicação não é recomendada, pois pode acarretar problemas relativos à toxidade do elemento, com prejuízos para rins e fígados, principalmente.Segundo Maria Izabel Lamounier de Vasconcelos, nutricionista que trabalha em parceria com o Ganep no desenvolvimento de projetos especiais, diferentemente do que segue a crença popular, o uso de plantas medicinais não é isento de risco."Todo profissional que indicar um fitoterápico precisa ter pleno conhecimento do princípio ativo, ação, efeitos e, principalmente, contra-indicações”.De olho na regulamentaçãoA regulamentação vigente é outro detalhe importante; deve ser consultada periodicamente. Recentemente a Agência Nacional de Vigilância Sanitária publicou nova lista de fitoterápicos, determinando quais estão isentos de prescrição médica."Esta nova lista é bastante abrangente, mas há um grande número de plantas que ainda não foram incluídas. A normatização é imprescindível para garantir a qualidade dos produtos. Periodicamente surgem novos estudos sobre plantas medicinais utilizadas em todas as partes do mundo, há milhares para o tratamento de doenças por meio de mecanismos muitas vezes desconhecidos”.Mesmo em casos de medicamentos fitoterápicos isentos da necessidade de prescrição médica, todo cuidado é pouco. Uma orientação profissional é imprescindível para evitar problemas sérios."Todo princípio ativo terapêutico é benéfico, se utilizado para o fim indicado, sob a forma e quantidade adequadas. A dosagem inferior faz do produto irrelevante. Por outro lado, se for superior, pode tornar-se tóxico”, alerta Maria Izabel.
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Se utilizados incorretamente, ou em doses inadequadas, os compostos medicinais podem se tornar inócuos e até mesmo tóxicos para a saúde.Utilizar espécies vegetais como forma de tratamento não é tão simples como aparenta. Apesar de alternativos, os fitoterápicos não deixam de ser medicamentos e, por isso, devem ser prescritos por um profissional qualificado.Existem casos de compostos desta categoria cujo uso é livre, ou seja, podem ser adquiridos sem a prescrição médica. Mas a automedicação não é recomendada, pois pode acarretar problemas relativos à toxidade do elemento, com prejuízos para rins e fígados, principalmente.Segundo Maria Izabel Lamounier de Vasconcelos, nutricionista que trabalha em parceria com o Ganep no desenvolvimento de projetos especiais, diferentemente do que segue a crença popular, o uso de plantas medicinais não é isento de risco."Todo profissional que indicar um fitoterápico precisa ter pleno conhecimento do princípio ativo, ação, efeitos e, principalmente, contra-indicações”.De olho na regulamentaçãoA regulamentação vigente é outro detalhe importante; deve ser consultada periodicamente. Recentemente a Agência Nacional de Vigilância Sanitária publicou nova lista de fitoterápicos, determinando quais estão isentos de prescrição médica."Esta nova lista é bastante abrangente, mas há um grande número de plantas que ainda não foram incluídas. A normatização é imprescindível para garantir a qualidade dos produtos. Periodicamente surgem novos estudos sobre plantas medicinais utilizadas em todas as partes do mundo, há milhares para o tratamento de doenças por meio de mecanismos muitas vezes desconhecidos”.Mesmo em casos de medicamentos fitoterápicos isentos da necessidade de prescrição médica, todo cuidado é pouco. Uma orientação profissional é imprescindível para evitar problemas sérios."Todo princípio ativo terapêutico é benéfico, se utilizado para o fim indicado, sob a forma e quantidade adequadas. A dosagem inferior faz do produto irrelevante. Por outro lado, se for superior, pode tornar-se tóxico”, alerta Maria Izabel.
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BELO HORIZONTE - A Polícia Civil investiga um crime brutal em Uberlândia, a 556 quilômetros de Belo Horizonte. O corpo de uma adolescente de 12 anos, desaparecida desde o último fim de semana, foi encontrado dentro de uma caçamba de lixo. Uma mulher suspeita foi presa.
O corpo de Jenifer Aparecida dos Santos, de 12 anos, foi encontrado esquartejado e queimado, no fim da tarde desta segunda-feira, no lixo do estacionamento da rodoviária de Uberlândia. A adolescente estava desaparecida desde o último sábado. Segundo parentes, ela foi vista pela última vez na calçada em frente de casa, com o sobrinho de seis meses no colo.
O bebê foi achado no domingo em uma rua do bairro Chácaras Tubalinas, sem roupa e com a cabeça raspada. Mas Jenifer não foi encontrada. Segundo a polícia, a suspeita do crime é uma vizinha da família.
A Polícia Civil chegou ao corpo da adolescente depois de descobrir que a vizinha suspeita teria ido de táxi para a rodoviária. Pelo circuito interno de câmeras, a polícia constatou depois que, ao invés de embarcar em um ônibus, como havia dito para o primeiro taxista, a mulher voltou e pegou um outro táxi.
- Antes de ir até o destino que ela determinou ao taxista, ela pediu que ele parasse no lixo e ali depositou um saco plástico, que, agora verificando, teria parte do corpo da adolescente. Inicialmente, a motivação do crime seria roubar esse bebê. Como o crime foi praticado e essa adolescente tinha conhecimento, o motivo provavelmente foi esconder o delito - disse a delegada Lia Valecchi.
O pai da adolescente foi ao local e reconheceu o corpo.
- Estou sendo forte, mas a vida acaba. Minha vida acabou - disse Aparício de Oliveira, pai de Jenifer.
A polícia ainda não tem pistas da mulher suspeita de cometer o crime.



fonte: O Globo On Line
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BELO HORIZONTE - A Polícia Civil investiga um crime brutal em Uberlândia, a 556 quilômetros de Belo Horizonte. O corpo de uma adolescente de 12 anos, desaparecida desde o último fim de semana, foi encontrado dentro de uma caçamba de lixo. Uma mulher suspeita foi presa.
O corpo de Jenifer Aparecida dos Santos, de 12 anos, foi encontrado esquartejado e queimado, no fim da tarde desta segunda-feira, no lixo do estacionamento da rodoviária de Uberlândia. A adolescente estava desaparecida desde o último sábado. Segundo parentes, ela foi vista pela última vez na calçada em frente de casa, com o sobrinho de seis meses no colo.
O bebê foi achado no domingo em uma rua do bairro Chácaras Tubalinas, sem roupa e com a cabeça raspada. Mas Jenifer não foi encontrada. Segundo a polícia, a suspeita do crime é uma vizinha da família.
A Polícia Civil chegou ao corpo da adolescente depois de descobrir que a vizinha suspeita teria ido de táxi para a rodoviária. Pelo circuito interno de câmeras, a polícia constatou depois que, ao invés de embarcar em um ônibus, como havia dito para o primeiro taxista, a mulher voltou e pegou um outro táxi.
- Antes de ir até o destino que ela determinou ao taxista, ela pediu que ele parasse no lixo e ali depositou um saco plástico, que, agora verificando, teria parte do corpo da adolescente. Inicialmente, a motivação do crime seria roubar esse bebê. Como o crime foi praticado e essa adolescente tinha conhecimento, o motivo provavelmente foi esconder o delito - disse a delegada Lia Valecchi.
O pai da adolescente foi ao local e reconheceu o corpo.
- Estou sendo forte, mas a vida acaba. Minha vida acabou - disse Aparício de Oliveira, pai de Jenifer.
A polícia ainda não tem pistas da mulher suspeita de cometer o crime.



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BELO HORIZONTE - A Polícia Civil investiga um crime brutal em Uberlândia, a 556 quilômetros de Belo Horizonte. O corpo de uma adolescente de 12 anos, desaparecida desde o último fim de semana, foi encontrado dentro de uma caçamba de lixo. Uma mulher suspeita foi presa.
O corpo de Jenifer Aparecida dos Santos, de 12 anos, foi encontrado esquartejado e queimado, no fim da tarde desta segunda-feira, no lixo do estacionamento da rodoviária de Uberlândia. A adolescente estava desaparecida desde o último sábado. Segundo parentes, ela foi vista pela última vez na calçada em frente de casa, com o sobrinho de seis meses no colo.
O bebê foi achado no domingo em uma rua do bairro Chácaras Tubalinas, sem roupa e com a cabeça raspada. Mas Jenifer não foi encontrada. Segundo a polícia, a suspeita do crime é uma vizinha da família.
A Polícia Civil chegou ao corpo da adolescente depois de descobrir que a vizinha suspeita teria ido de táxi para a rodoviária. Pelo circuito interno de câmeras, a polícia constatou depois que, ao invés de embarcar em um ônibus, como havia dito para o primeiro taxista, a mulher voltou e pegou um outro táxi.
- Antes de ir até o destino que ela determinou ao taxista, ela pediu que ele parasse no lixo e ali depositou um saco plástico, que, agora verificando, teria parte do corpo da adolescente. Inicialmente, a motivação do crime seria roubar esse bebê. Como o crime foi praticado e essa adolescente tinha conhecimento, o motivo provavelmente foi esconder o delito - disse a delegada Lia Valecchi.
O pai da adolescente foi ao local e reconheceu o corpo.
- Estou sendo forte, mas a vida acaba. Minha vida acabou - disse Aparício de Oliveira, pai de Jenifer.
A polícia ainda não tem pistas da mulher suspeita de cometer o crime.



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BELO HORIZONTE - A Polícia Civil investiga um crime brutal em Uberlândia, a 556 quilômetros de Belo Horizonte. O corpo de uma adolescente de 12 anos, desaparecida desde o último fim de semana, foi encontrado dentro de uma caçamba de lixo. Uma mulher suspeita foi presa.
O corpo de Jenifer Aparecida dos Santos, de 12 anos, foi encontrado esquartejado e queimado, no fim da tarde desta segunda-feira, no lixo do estacionamento da rodoviária de Uberlândia. A adolescente estava desaparecida desde o último sábado. Segundo parentes, ela foi vista pela última vez na calçada em frente de casa, com o sobrinho de seis meses no colo.
O bebê foi achado no domingo em uma rua do bairro Chácaras Tubalinas, sem roupa e com a cabeça raspada. Mas Jenifer não foi encontrada. Segundo a polícia, a suspeita do crime é uma vizinha da família.
A Polícia Civil chegou ao corpo da adolescente depois de descobrir que a vizinha suspeita teria ido de táxi para a rodoviária. Pelo circuito interno de câmeras, a polícia constatou depois que, ao invés de embarcar em um ônibus, como havia dito para o primeiro taxista, a mulher voltou e pegou um outro táxi.
- Antes de ir até o destino que ela determinou ao taxista, ela pediu que ele parasse no lixo e ali depositou um saco plástico, que, agora verificando, teria parte do corpo da adolescente. Inicialmente, a motivação do crime seria roubar esse bebê. Como o crime foi praticado e essa adolescente tinha conhecimento, o motivo provavelmente foi esconder o delito - disse a delegada Lia Valecchi.
O pai da adolescente foi ao local e reconheceu o corpo.
- Estou sendo forte, mas a vida acaba. Minha vida acabou - disse Aparício de Oliveira, pai de Jenifer.
A polícia ainda não tem pistas da mulher suspeita de cometer o crime.



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BELO HORIZONTE - A Polícia Civil investiga um crime brutal em Uberlândia, a 556 quilômetros de Belo Horizonte. O corpo de uma adolescente de 12 anos, desaparecida desde o último fim de semana, foi encontrado dentro de uma caçamba de lixo. Uma mulher suspeita foi presa.
O corpo de Jenifer Aparecida dos Santos, de 12 anos, foi encontrado esquartejado e queimado, no fim da tarde desta segunda-feira, no lixo do estacionamento da rodoviária de Uberlândia. A adolescente estava desaparecida desde o último sábado. Segundo parentes, ela foi vista pela última vez na calçada em frente de casa, com o sobrinho de seis meses no colo.
O bebê foi achado no domingo em uma rua do bairro Chácaras Tubalinas, sem roupa e com a cabeça raspada. Mas Jenifer não foi encontrada. Segundo a polícia, a suspeita do crime é uma vizinha da família.
A Polícia Civil chegou ao corpo da adolescente depois de descobrir que a vizinha suspeita teria ido de táxi para a rodoviária. Pelo circuito interno de câmeras, a polícia constatou depois que, ao invés de embarcar em um ônibus, como havia dito para o primeiro taxista, a mulher voltou e pegou um outro táxi.
- Antes de ir até o destino que ela determinou ao taxista, ela pediu que ele parasse no lixo e ali depositou um saco plástico, que, agora verificando, teria parte do corpo da adolescente. Inicialmente, a motivação do crime seria roubar esse bebê. Como o crime foi praticado e essa adolescente tinha conhecimento, o motivo provavelmente foi esconder o delito - disse a delegada Lia Valecchi.
O pai da adolescente foi ao local e reconheceu o corpo.
- Estou sendo forte, mas a vida acaba. Minha vida acabou - disse Aparício de Oliveira, pai de Jenifer.
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BELO HORIZONTE - A Polícia Civil investiga um crime brutal em Uberlândia, a 556 quilômetros de Belo Horizonte. O corpo de uma adolescente de 12 anos, desaparecida desde o último fim de semana, foi encontrado dentro de uma caçamba de lixo. Uma mulher suspeita foi presa.
O corpo de Jenifer Aparecida dos Santos, de 12 anos, foi encontrado esquartejado e queimado, no fim da tarde desta segunda-feira, no lixo do estacionamento da rodoviária de Uberlândia. A adolescente estava desaparecida desde o último sábado. Segundo parentes, ela foi vista pela última vez na calçada em frente de casa, com o sobrinho de seis meses no colo.
O bebê foi achado no domingo em uma rua do bairro Chácaras Tubalinas, sem roupa e com a cabeça raspada. Mas Jenifer não foi encontrada. Segundo a polícia, a suspeita do crime é uma vizinha da família.
A Polícia Civil chegou ao corpo da adolescente depois de descobrir que a vizinha suspeita teria ido de táxi para a rodoviária. Pelo circuito interno de câmeras, a polícia constatou depois que, ao invés de embarcar em um ônibus, como havia dito para o primeiro taxista, a mulher voltou e pegou um outro táxi.
- Antes de ir até o destino que ela determinou ao taxista, ela pediu que ele parasse no lixo e ali depositou um saco plástico, que, agora verificando, teria parte do corpo da adolescente. Inicialmente, a motivação do crime seria roubar esse bebê. Como o crime foi praticado e essa adolescente tinha conhecimento, o motivo provavelmente foi esconder o delito - disse a delegada Lia Valecchi.
O pai da adolescente foi ao local e reconheceu o corpo.
- Estou sendo forte, mas a vida acaba. Minha vida acabou - disse Aparício de Oliveira, pai de Jenifer.
A polícia ainda não tem pistas da mulher suspeita de cometer o crime.



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RIO - Museus da Europa e de outros cantos do mundo celebram o Dia Internacional do Museu no terceiro fim de semana de maio. Em 30 anos desde que foi criada, a iniciativa vem ganhando adeptos em países da Europa, Ásia e das Américas. Entrada franca, horário de visitação estendido e transporte público integrado gratuito, são alguns dos atrativos para chamar o público, além de uma programação especialmente elaborada para a ocasião.
O Dia Internacional do Museu foi criado em 1977 pelo Icom (Conselho Internacional de Museus, na sigla em inglês) sob a data sugerida de 18 de maio (ou dia próximo) para disseminar o conhecimento do papel dos museus no desenvolvimento da sociedade. Todo ano, o evento tem um tema. Em 2007, o Icom celebrou a "Herança mundial" e, no ano passado, incluiu as comemorações da data no primeiro evento em museus virtuais no The Tech Museum of Innovation , no Second Life. Já na vida real, o evento de 2008 teve número recorde de participantes, com mais de 20 mil museus em 90 países.
Este ano, com o tema 'Museus e turismo', as instituições vão priorizar o turismo sustentável, mostrando como acervos culturais podem beneficiar o relacionamento entre as comunidades anfitriãs e os visitantes. Museus e centros culturais vão abrigar concursos, oficinas, conferências, apresentações, além de ficarem abertas noite e dia oferecendo tours especiais sobre seus acervos e a localidade.
No Canadá, Montreal dedica o último domingo de maio (31/5) ao tema, celebrando a arte, história e as ciências. Cerca de trinta museus na cidade abrirão suas portas gratuitamente, com oferta integrada de transporte público. Na América Central, a Guatemala dedica o mês de maio aos museus com uma vasta programação em diversos estabelecimentos.
Desde 2001 a Europa promove a Noite dos Museus, com instituições participantes dos 39 países signatários da convenção cultural do Conselho da Europa. Por isso, o sábado 16 de maio (mais próximo do dia 18 de maio, seguindo a indicação do Icom), foi adotado para celebrar a Noite dos Museus no continente.
Em Paris, o Louvre vai abrir no sábado, 16 de maio, com entrada gratuita das 19h à meia-noite. O Museu Picasso também prolonga sua visitação. Da mesma forma, o Centre Georges Pompidou abre suas portas até 1h do dia 17 para os visitantes apreciarem o acervo do museu, com mais de 1.300 obras de arte moderna. Mesmo com o horário de visitação estendido, os museus costumam impor um limite para a entrada, que varia conforme a instituição. Por isso, é recomendável checar os horários para visitação.
A República Tcheca abre as portas dos museus em Brno no dia 16 de maio e estende a programação em diversas cidades até o mês seguinte. Praga centraliza as atenções, com sua Noite Branca, no dia 20 de junho .
O Irã também participa do evento, com dez museus sendo inaugurados ou reabertos no dia 18 de maio. Entre eles o museu marinho de Bushehr; o Museu de Artesanato em Lorestan; o Yazdan-Panah, em Qom; e Saltmen, em Zanjan.
Na China, mais de 30 museus e organizações culturais de Pequim, Guangdong, Macau e Hong Kong vão celebrar a ocasião no fim de semana de 16 e 17 de maio. A programação de Hong Kong e Kowloon se destaca, com a 'parada-desfile' de carros 'Museums on the go", que vai percorrer os pontos turísticos e áreas comerciais da região, promovendo os museus da cidade, no domingo.
Informações adicionais sobre a programação, no site do Icom .


fonte:O Globo On Line
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RIO - Museus da Europa e de outros cantos do mundo celebram o Dia Internacional do Museu no terceiro fim de semana de maio. Em 30 anos desde que foi criada, a iniciativa vem ganhando adeptos em países da Europa, Ásia e das Américas. Entrada franca, horário de visitação estendido e transporte público integrado gratuito, são alguns dos atrativos para chamar o público, além de uma programação especialmente elaborada para a ocasião.
O Dia Internacional do Museu foi criado em 1977 pelo Icom (Conselho Internacional de Museus, na sigla em inglês) sob a data sugerida de 18 de maio (ou dia próximo) para disseminar o conhecimento do papel dos museus no desenvolvimento da sociedade. Todo ano, o evento tem um tema. Em 2007, o Icom celebrou a "Herança mundial" e, no ano passado, incluiu as comemorações da data no primeiro evento em museus virtuais no The Tech Museum of Innovation , no Second Life. Já na vida real, o evento de 2008 teve número recorde de participantes, com mais de 20 mil museus em 90 países.
Este ano, com o tema 'Museus e turismo', as instituições vão priorizar o turismo sustentável, mostrando como acervos culturais podem beneficiar o relacionamento entre as comunidades anfitriãs e os visitantes. Museus e centros culturais vão abrigar concursos, oficinas, conferências, apresentações, além de ficarem abertas noite e dia oferecendo tours especiais sobre seus acervos e a localidade.
No Canadá, Montreal dedica o último domingo de maio (31/5) ao tema, celebrando a arte, história e as ciências. Cerca de trinta museus na cidade abrirão suas portas gratuitamente, com oferta integrada de transporte público. Na América Central, a Guatemala dedica o mês de maio aos museus com uma vasta programação em diversos estabelecimentos.
Desde 2001 a Europa promove a Noite dos Museus, com instituições participantes dos 39 países signatários da convenção cultural do Conselho da Europa. Por isso, o sábado 16 de maio (mais próximo do dia 18 de maio, seguindo a indicação do Icom), foi adotado para celebrar a Noite dos Museus no continente.
Em Paris, o Louvre vai abrir no sábado, 16 de maio, com entrada gratuita das 19h à meia-noite. O Museu Picasso também prolonga sua visitação. Da mesma forma, o Centre Georges Pompidou abre suas portas até 1h do dia 17 para os visitantes apreciarem o acervo do museu, com mais de 1.300 obras de arte moderna. Mesmo com o horário de visitação estendido, os museus costumam impor um limite para a entrada, que varia conforme a instituição. Por isso, é recomendável checar os horários para visitação.
A República Tcheca abre as portas dos museus em Brno no dia 16 de maio e estende a programação em diversas cidades até o mês seguinte. Praga centraliza as atenções, com sua Noite Branca, no dia 20 de junho .
O Irã também participa do evento, com dez museus sendo inaugurados ou reabertos no dia 18 de maio. Entre eles o museu marinho de Bushehr; o Museu de Artesanato em Lorestan; o Yazdan-Panah, em Qom; e Saltmen, em Zanjan.
Na China, mais de 30 museus e organizações culturais de Pequim, Guangdong, Macau e Hong Kong vão celebrar a ocasião no fim de semana de 16 e 17 de maio. A programação de Hong Kong e Kowloon se destaca, com a 'parada-desfile' de carros 'Museums on the go", que vai percorrer os pontos turísticos e áreas comerciais da região, promovendo os museus da cidade, no domingo.
Informações adicionais sobre a programação, no site do Icom .


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RIO - Museus da Europa e de outros cantos do mundo celebram o Dia Internacional do Museu no terceiro fim de semana de maio. Em 30 anos desde que foi criada, a iniciativa vem ganhando adeptos em países da Europa, Ásia e das Américas. Entrada franca, horário de visitação estendido e transporte público integrado gratuito, são alguns dos atrativos para chamar o público, além de uma programação especialmente elaborada para a ocasião.
O Dia Internacional do Museu foi criado em 1977 pelo Icom (Conselho Internacional de Museus, na sigla em inglês) sob a data sugerida de 18 de maio (ou dia próximo) para disseminar o conhecimento do papel dos museus no desenvolvimento da sociedade. Todo ano, o evento tem um tema. Em 2007, o Icom celebrou a "Herança mundial" e, no ano passado, incluiu as comemorações da data no primeiro evento em museus virtuais no The Tech Museum of Innovation , no Second Life. Já na vida real, o evento de 2008 teve número recorde de participantes, com mais de 20 mil museus em 90 países.
Este ano, com o tema 'Museus e turismo', as instituições vão priorizar o turismo sustentável, mostrando como acervos culturais podem beneficiar o relacionamento entre as comunidades anfitriãs e os visitantes. Museus e centros culturais vão abrigar concursos, oficinas, conferências, apresentações, além de ficarem abertas noite e dia oferecendo tours especiais sobre seus acervos e a localidade.
No Canadá, Montreal dedica o último domingo de maio (31/5) ao tema, celebrando a arte, história e as ciências. Cerca de trinta museus na cidade abrirão suas portas gratuitamente, com oferta integrada de transporte público. Na América Central, a Guatemala dedica o mês de maio aos museus com uma vasta programação em diversos estabelecimentos.
Desde 2001 a Europa promove a Noite dos Museus, com instituições participantes dos 39 países signatários da convenção cultural do Conselho da Europa. Por isso, o sábado 16 de maio (mais próximo do dia 18 de maio, seguindo a indicação do Icom), foi adotado para celebrar a Noite dos Museus no continente.
Em Paris, o Louvre vai abrir no sábado, 16 de maio, com entrada gratuita das 19h à meia-noite. O Museu Picasso também prolonga sua visitação. Da mesma forma, o Centre Georges Pompidou abre suas portas até 1h do dia 17 para os visitantes apreciarem o acervo do museu, com mais de 1.300 obras de arte moderna. Mesmo com o horário de visitação estendido, os museus costumam impor um limite para a entrada, que varia conforme a instituição. Por isso, é recomendável checar os horários para visitação.
A República Tcheca abre as portas dos museus em Brno no dia 16 de maio e estende a programação em diversas cidades até o mês seguinte. Praga centraliza as atenções, com sua Noite Branca, no dia 20 de junho .
O Irã também participa do evento, com dez museus sendo inaugurados ou reabertos no dia 18 de maio. Entre eles o museu marinho de Bushehr; o Museu de Artesanato em Lorestan; o Yazdan-Panah, em Qom; e Saltmen, em Zanjan.
Na China, mais de 30 museus e organizações culturais de Pequim, Guangdong, Macau e Hong Kong vão celebrar a ocasião no fim de semana de 16 e 17 de maio. A programação de Hong Kong e Kowloon se destaca, com a 'parada-desfile' de carros 'Museums on the go", que vai percorrer os pontos turísticos e áreas comerciais da região, promovendo os museus da cidade, no domingo.
Informações adicionais sobre a programação, no site do Icom .


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RIO - Museus da Europa e de outros cantos do mundo celebram o Dia Internacional do Museu no terceiro fim de semana de maio. Em 30 anos desde que foi criada, a iniciativa vem ganhando adeptos em países da Europa, Ásia e das Américas. Entrada franca, horário de visitação estendido e transporte público integrado gratuito, são alguns dos atrativos para chamar o público, além de uma programação especialmente elaborada para a ocasião.
O Dia Internacional do Museu foi criado em 1977 pelo Icom (Conselho Internacional de Museus, na sigla em inglês) sob a data sugerida de 18 de maio (ou dia próximo) para disseminar o conhecimento do papel dos museus no desenvolvimento da sociedade. Todo ano, o evento tem um tema. Em 2007, o Icom celebrou a "Herança mundial" e, no ano passado, incluiu as comemorações da data no primeiro evento em museus virtuais no The Tech Museum of Innovation , no Second Life. Já na vida real, o evento de 2008 teve número recorde de participantes, com mais de 20 mil museus em 90 países.
Este ano, com o tema 'Museus e turismo', as instituições vão priorizar o turismo sustentável, mostrando como acervos culturais podem beneficiar o relacionamento entre as comunidades anfitriãs e os visitantes. Museus e centros culturais vão abrigar concursos, oficinas, conferências, apresentações, além de ficarem abertas noite e dia oferecendo tours especiais sobre seus acervos e a localidade.
No Canadá, Montreal dedica o último domingo de maio (31/5) ao tema, celebrando a arte, história e as ciências. Cerca de trinta museus na cidade abrirão suas portas gratuitamente, com oferta integrada de transporte público. Na América Central, a Guatemala dedica o mês de maio aos museus com uma vasta programação em diversos estabelecimentos.
Desde 2001 a Europa promove a Noite dos Museus, com instituições participantes dos 39 países signatários da convenção cultural do Conselho da Europa. Por isso, o sábado 16 de maio (mais próximo do dia 18 de maio, seguindo a indicação do Icom), foi adotado para celebrar a Noite dos Museus no continente.
Em Paris, o Louvre vai abrir no sábado, 16 de maio, com entrada gratuita das 19h à meia-noite. O Museu Picasso também prolonga sua visitação. Da mesma forma, o Centre Georges Pompidou abre suas portas até 1h do dia 17 para os visitantes apreciarem o acervo do museu, com mais de 1.300 obras de arte moderna. Mesmo com o horário de visitação estendido, os museus costumam impor um limite para a entrada, que varia conforme a instituição. Por isso, é recomendável checar os horários para visitação.
A República Tcheca abre as portas dos museus em Brno no dia 16 de maio e estende a programação em diversas cidades até o mês seguinte. Praga centraliza as atenções, com sua Noite Branca, no dia 20 de junho .
O Irã também participa do evento, com dez museus sendo inaugurados ou reabertos no dia 18 de maio. Entre eles o museu marinho de Bushehr; o Museu de Artesanato em Lorestan; o Yazdan-Panah, em Qom; e Saltmen, em Zanjan.
Na China, mais de 30 museus e organizações culturais de Pequim, Guangdong, Macau e Hong Kong vão celebrar a ocasião no fim de semana de 16 e 17 de maio. A programação de Hong Kong e Kowloon se destaca, com a 'parada-desfile' de carros 'Museums on the go", que vai percorrer os pontos turísticos e áreas comerciais da região, promovendo os museus da cidade, no domingo.
Informações adicionais sobre a programação, no site do Icom .


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RIO - Museus da Europa e de outros cantos do mundo celebram o Dia Internacional do Museu no terceiro fim de semana de maio. Em 30 anos desde que foi criada, a iniciativa vem ganhando adeptos em países da Europa, Ásia e das Américas. Entrada franca, horário de visitação estendido e transporte público integrado gratuito, são alguns dos atrativos para chamar o público, além de uma programação especialmente elaborada para a ocasião.
O Dia Internacional do Museu foi criado em 1977 pelo Icom (Conselho Internacional de Museus, na sigla em inglês) sob a data sugerida de 18 de maio (ou dia próximo) para disseminar o conhecimento do papel dos museus no desenvolvimento da sociedade. Todo ano, o evento tem um tema. Em 2007, o Icom celebrou a "Herança mundial" e, no ano passado, incluiu as comemorações da data no primeiro evento em museus virtuais no The Tech Museum of Innovation , no Second Life. Já na vida real, o evento de 2008 teve número recorde de participantes, com mais de 20 mil museus em 90 países.
Este ano, com o tema 'Museus e turismo', as instituições vão priorizar o turismo sustentável, mostrando como acervos culturais podem beneficiar o relacionamento entre as comunidades anfitriãs e os visitantes. Museus e centros culturais vão abrigar concursos, oficinas, conferências, apresentações, além de ficarem abertas noite e dia oferecendo tours especiais sobre seus acervos e a localidade.
No Canadá, Montreal dedica o último domingo de maio (31/5) ao tema, celebrando a arte, história e as ciências. Cerca de trinta museus na cidade abrirão suas portas gratuitamente, com oferta integrada de transporte público. Na América Central, a Guatemala dedica o mês de maio aos museus com uma vasta programação em diversos estabelecimentos.
Desde 2001 a Europa promove a Noite dos Museus, com instituições participantes dos 39 países signatários da convenção cultural do Conselho da Europa. Por isso, o sábado 16 de maio (mais próximo do dia 18 de maio, seguindo a indicação do Icom), foi adotado para celebrar a Noite dos Museus no continente.
Em Paris, o Louvre vai abrir no sábado, 16 de maio, com entrada gratuita das 19h à meia-noite. O Museu Picasso também prolonga sua visitação. Da mesma forma, o Centre Georges Pompidou abre suas portas até 1h do dia 17 para os visitantes apreciarem o acervo do museu, com mais de 1.300 obras de arte moderna. Mesmo com o horário de visitação estendido, os museus costumam impor um limite para a entrada, que varia conforme a instituição. Por isso, é recomendável checar os horários para visitação.
A República Tcheca abre as portas dos museus em Brno no dia 16 de maio e estende a programação em diversas cidades até o mês seguinte. Praga centraliza as atenções, com sua Noite Branca, no dia 20 de junho .
O Irã também participa do evento, com dez museus sendo inaugurados ou reabertos no dia 18 de maio. Entre eles o museu marinho de Bushehr; o Museu de Artesanato em Lorestan; o Yazdan-Panah, em Qom; e Saltmen, em Zanjan.
Na China, mais de 30 museus e organizações culturais de Pequim, Guangdong, Macau e Hong Kong vão celebrar a ocasião no fim de semana de 16 e 17 de maio. A programação de Hong Kong e Kowloon se destaca, com a 'parada-desfile' de carros 'Museums on the go", que vai percorrer os pontos turísticos e áreas comerciais da região, promovendo os museus da cidade, no domingo.
Informações adicionais sobre a programação, no site do Icom .


fonte:O Globo On Line
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link do postPor anjoseguerreiros, às 18:13  comentar

RIO - Museus da Europa e de outros cantos do mundo celebram o Dia Internacional do Museu no terceiro fim de semana de maio. Em 30 anos desde que foi criada, a iniciativa vem ganhando adeptos em países da Europa, Ásia e das Américas. Entrada franca, horário de visitação estendido e transporte público integrado gratuito, são alguns dos atrativos para chamar o público, além de uma programação especialmente elaborada para a ocasião.
O Dia Internacional do Museu foi criado em 1977 pelo Icom (Conselho Internacional de Museus, na sigla em inglês) sob a data sugerida de 18 de maio (ou dia próximo) para disseminar o conhecimento do papel dos museus no desenvolvimento da sociedade. Todo ano, o evento tem um tema. Em 2007, o Icom celebrou a "Herança mundial" e, no ano passado, incluiu as comemorações da data no primeiro evento em museus virtuais no The Tech Museum of Innovation , no Second Life. Já na vida real, o evento de 2008 teve número recorde de participantes, com mais de 20 mil museus em 90 países.
Este ano, com o tema 'Museus e turismo', as instituições vão priorizar o turismo sustentável, mostrando como acervos culturais podem beneficiar o relacionamento entre as comunidades anfitriãs e os visitantes. Museus e centros culturais vão abrigar concursos, oficinas, conferências, apresentações, além de ficarem abertas noite e dia oferecendo tours especiais sobre seus acervos e a localidade.
No Canadá, Montreal dedica o último domingo de maio (31/5) ao tema, celebrando a arte, história e as ciências. Cerca de trinta museus na cidade abrirão suas portas gratuitamente, com oferta integrada de transporte público. Na América Central, a Guatemala dedica o mês de maio aos museus com uma vasta programação em diversos estabelecimentos.
Desde 2001 a Europa promove a Noite dos Museus, com instituições participantes dos 39 países signatários da convenção cultural do Conselho da Europa. Por isso, o sábado 16 de maio (mais próximo do dia 18 de maio, seguindo a indicação do Icom), foi adotado para celebrar a Noite dos Museus no continente.
Em Paris, o Louvre vai abrir no sábado, 16 de maio, com entrada gratuita das 19h à meia-noite. O Museu Picasso também prolonga sua visitação. Da mesma forma, o Centre Georges Pompidou abre suas portas até 1h do dia 17 para os visitantes apreciarem o acervo do museu, com mais de 1.300 obras de arte moderna. Mesmo com o horário de visitação estendido, os museus costumam impor um limite para a entrada, que varia conforme a instituição. Por isso, é recomendável checar os horários para visitação.
A República Tcheca abre as portas dos museus em Brno no dia 16 de maio e estende a programação em diversas cidades até o mês seguinte. Praga centraliza as atenções, com sua Noite Branca, no dia 20 de junho .
O Irã também participa do evento, com dez museus sendo inaugurados ou reabertos no dia 18 de maio. Entre eles o museu marinho de Bushehr; o Museu de Artesanato em Lorestan; o Yazdan-Panah, em Qom; e Saltmen, em Zanjan.
Na China, mais de 30 museus e organizações culturais de Pequim, Guangdong, Macau e Hong Kong vão celebrar a ocasião no fim de semana de 16 e 17 de maio. A programação de Hong Kong e Kowloon se destaca, com a 'parada-desfile' de carros 'Museums on the go", que vai percorrer os pontos turísticos e áreas comerciais da região, promovendo os museus da cidade, no domingo.
Informações adicionais sobre a programação, no site do Icom .


fonte:O Globo On Line
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A crise econômica no Japão, além de deixar vários imigrantes brasileiros sem emprego, tem tirado as crianças das salas de aula.

Segundo levantamento da Associação das Escolas Brasileiras no Japão (AEBJ), pelo menos 1.300 estudantes dos 10 mil que estavam matriculados nas cerca de 90 instituições de ensino brasileiras não estão indo à escola.
"Muitos voltaram para o Brasil e uma pequena parcela foi para as escolas japonesas, mas ainda há um grande número de crianças que está em casa, com os pais, esperando para ver qual será a decisão da família", conta Julieta Yoshimura, presidente da AEBJ.
O governo japonês se mostrou preocupado com a situação da educação dos estrangeiros e prometeu ajuda por meio de um comitê. Criado no começo do ano, o grupo tem a missão de buscar soluções para os problemas dos imigrantes, entre eles brasileiros, gerados a partir da crise.
Uma das medidas do Ministério da Educação, divulgada pela imprensa japonesa nesta segunda-feira, é pedir aos governos das províncias urgência no reconhecimento das escolas brasileiras.
Hoje, das cerca de 90 existentes, apenas cinco são reconhecidas pelos governos locais como instituições de ensino. As demais são tratadas como um comércio, não tendo assim benefícios escolares, como isenção ou abatimento de impostos, direito a passe escolar e a doação de empresas.
"No começo do ano nos reunimos com representantes do governo e pedimos justamente o auxílio às escolas brasileiras e a flexibilização no ingresso dos alunos brasileiros no sistema japonês de ensino", contou Patrícia Côrtes, diplomata responsável pelo setor de Comunidade da Embaixada do Brasil em Tóquio.
Segundo a Kyodo News, fontes do Ministério da Educação disseram que o ministro Ryu Shionoya vai pedir que as províncias eliminem alguns critérios de reconhecimento destas escolas. Nesta segunda-feira, ele se encontrou com a comunidade brasileira da cidade de Hamamatsu e ouviu os pedidos dos dekasseguis.
Entre as sugestões de Shionoya estão a eliminação de algumas cláusulas, como a necessidade de ter um prédio próprio e também uma reserva financeira.

Medida sem efeito
No entanto, para a presidente da AEBJ, a medida do governo não vai resolver o problema. "Na verdade, não vai fazer nem diferença nesse momento de crise, pois a ajuda que as escolas teriam caso fossem reconhecidas é pouca", diz Julieta.
"O problema é que os pais, sem emprego, não têm dinheiro para pagar a mensalidade e, mesmo que as escolas ofereçam bolsas de estudo, as crianças não têm condições de frequentar a sala de aula, pois há o custo do transporte e da alimentação", detalha a educadora.
"A atual situação é tão crítica que a família prefere ficar dentro de casa para não ter gasto nenhum", completou.

Evasão escolar
Edilson Kinjo, da Associação Amigos do Brasil, uma organização sem fins lucrativos que trabalha com a questão da educação, fez um levantamento nas escolas brasileiras da província de Gifu entre novembro de 2008 e janeiro deste ano.
"Dos que estão fora do sistema educacional, 35% estão na faixa dos 12 aos 17 anos", afirma. "Com o agravamento da crise, mais crianças devem abandonar os estudos", prevê.
Hoje, segundo o relatório da AEBJ, as escolas brasileiras amargam uma queda média de 50% no número de alunos.
Mauricio Yamashita, diretor do Colégio Dom Bosco, de Komaki, província de Aichi, diz que neste ano letivo cerca de 85 alunos não renovaram a matrícula.
"Para continuar com a escola tivemos de reduzir os gastos, cortamos professores e atividades extra-curriculares", conta o diretor, que agora também exerce a função de motorista e faz o transporte escolar.
Josélia Longatto, diretora da Escola Comunitária Paulo Freire, implantou a mensalidade de acordo com a renda familiar para evitar a evasão escolar.
"Se a renda é zero, a mensalidade é gratuita", exemplifica a diretora, que também dá aulas e ajuda na limpeza da escola, localizada em Toyota, onde moram 3 mil brasileiros.
"Os professores ainda aceitaram um corte no salário, mas tudo isso pensando nessas crianças", diz.

Ewerthon Tobace


De Tóquio para a BBC Brasil

link do postPor anjoseguerreiros, às 16:37  comentar

A crise econômica no Japão, além de deixar vários imigrantes brasileiros sem emprego, tem tirado as crianças das salas de aula.

Segundo levantamento da Associação das Escolas Brasileiras no Japão (AEBJ), pelo menos 1.300 estudantes dos 10 mil que estavam matriculados nas cerca de 90 instituições de ensino brasileiras não estão indo à escola.
"Muitos voltaram para o Brasil e uma pequena parcela foi para as escolas japonesas, mas ainda há um grande número de crianças que está em casa, com os pais, esperando para ver qual será a decisão da família", conta Julieta Yoshimura, presidente da AEBJ.
O governo japonês se mostrou preocupado com a situação da educação dos estrangeiros e prometeu ajuda por meio de um comitê. Criado no começo do ano, o grupo tem a missão de buscar soluções para os problemas dos imigrantes, entre eles brasileiros, gerados a partir da crise.
Uma das medidas do Ministério da Educação, divulgada pela imprensa japonesa nesta segunda-feira, é pedir aos governos das províncias urgência no reconhecimento das escolas brasileiras.
Hoje, das cerca de 90 existentes, apenas cinco são reconhecidas pelos governos locais como instituições de ensino. As demais são tratadas como um comércio, não tendo assim benefícios escolares, como isenção ou abatimento de impostos, direito a passe escolar e a doação de empresas.
"No começo do ano nos reunimos com representantes do governo e pedimos justamente o auxílio às escolas brasileiras e a flexibilização no ingresso dos alunos brasileiros no sistema japonês de ensino", contou Patrícia Côrtes, diplomata responsável pelo setor de Comunidade da Embaixada do Brasil em Tóquio.
Segundo a Kyodo News, fontes do Ministério da Educação disseram que o ministro Ryu Shionoya vai pedir que as províncias eliminem alguns critérios de reconhecimento destas escolas. Nesta segunda-feira, ele se encontrou com a comunidade brasileira da cidade de Hamamatsu e ouviu os pedidos dos dekasseguis.
Entre as sugestões de Shionoya estão a eliminação de algumas cláusulas, como a necessidade de ter um prédio próprio e também uma reserva financeira.

Medida sem efeito
No entanto, para a presidente da AEBJ, a medida do governo não vai resolver o problema. "Na verdade, não vai fazer nem diferença nesse momento de crise, pois a ajuda que as escolas teriam caso fossem reconhecidas é pouca", diz Julieta.
"O problema é que os pais, sem emprego, não têm dinheiro para pagar a mensalidade e, mesmo que as escolas ofereçam bolsas de estudo, as crianças não têm condições de frequentar a sala de aula, pois há o custo do transporte e da alimentação", detalha a educadora.
"A atual situação é tão crítica que a família prefere ficar dentro de casa para não ter gasto nenhum", completou.

Evasão escolar
Edilson Kinjo, da Associação Amigos do Brasil, uma organização sem fins lucrativos que trabalha com a questão da educação, fez um levantamento nas escolas brasileiras da província de Gifu entre novembro de 2008 e janeiro deste ano.
"Dos que estão fora do sistema educacional, 35% estão na faixa dos 12 aos 17 anos", afirma. "Com o agravamento da crise, mais crianças devem abandonar os estudos", prevê.
Hoje, segundo o relatório da AEBJ, as escolas brasileiras amargam uma queda média de 50% no número de alunos.
Mauricio Yamashita, diretor do Colégio Dom Bosco, de Komaki, província de Aichi, diz que neste ano letivo cerca de 85 alunos não renovaram a matrícula.
"Para continuar com a escola tivemos de reduzir os gastos, cortamos professores e atividades extra-curriculares", conta o diretor, que agora também exerce a função de motorista e faz o transporte escolar.
Josélia Longatto, diretora da Escola Comunitária Paulo Freire, implantou a mensalidade de acordo com a renda familiar para evitar a evasão escolar.
"Se a renda é zero, a mensalidade é gratuita", exemplifica a diretora, que também dá aulas e ajuda na limpeza da escola, localizada em Toyota, onde moram 3 mil brasileiros.
"Os professores ainda aceitaram um corte no salário, mas tudo isso pensando nessas crianças", diz.

Ewerthon Tobace


De Tóquio para a BBC Brasil

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A crise econômica no Japão, além de deixar vários imigrantes brasileiros sem emprego, tem tirado as crianças das salas de aula.

Segundo levantamento da Associação das Escolas Brasileiras no Japão (AEBJ), pelo menos 1.300 estudantes dos 10 mil que estavam matriculados nas cerca de 90 instituições de ensino brasileiras não estão indo à escola.
"Muitos voltaram para o Brasil e uma pequena parcela foi para as escolas japonesas, mas ainda há um grande número de crianças que está em casa, com os pais, esperando para ver qual será a decisão da família", conta Julieta Yoshimura, presidente da AEBJ.
O governo japonês se mostrou preocupado com a situação da educação dos estrangeiros e prometeu ajuda por meio de um comitê. Criado no começo do ano, o grupo tem a missão de buscar soluções para os problemas dos imigrantes, entre eles brasileiros, gerados a partir da crise.
Uma das medidas do Ministério da Educação, divulgada pela imprensa japonesa nesta segunda-feira, é pedir aos governos das províncias urgência no reconhecimento das escolas brasileiras.
Hoje, das cerca de 90 existentes, apenas cinco são reconhecidas pelos governos locais como instituições de ensino. As demais são tratadas como um comércio, não tendo assim benefícios escolares, como isenção ou abatimento de impostos, direito a passe escolar e a doação de empresas.
"No começo do ano nos reunimos com representantes do governo e pedimos justamente o auxílio às escolas brasileiras e a flexibilização no ingresso dos alunos brasileiros no sistema japonês de ensino", contou Patrícia Côrtes, diplomata responsável pelo setor de Comunidade da Embaixada do Brasil em Tóquio.
Segundo a Kyodo News, fontes do Ministério da Educação disseram que o ministro Ryu Shionoya vai pedir que as províncias eliminem alguns critérios de reconhecimento destas escolas. Nesta segunda-feira, ele se encontrou com a comunidade brasileira da cidade de Hamamatsu e ouviu os pedidos dos dekasseguis.
Entre as sugestões de Shionoya estão a eliminação de algumas cláusulas, como a necessidade de ter um prédio próprio e também uma reserva financeira.

Medida sem efeito
No entanto, para a presidente da AEBJ, a medida do governo não vai resolver o problema. "Na verdade, não vai fazer nem diferença nesse momento de crise, pois a ajuda que as escolas teriam caso fossem reconhecidas é pouca", diz Julieta.
"O problema é que os pais, sem emprego, não têm dinheiro para pagar a mensalidade e, mesmo que as escolas ofereçam bolsas de estudo, as crianças não têm condições de frequentar a sala de aula, pois há o custo do transporte e da alimentação", detalha a educadora.
"A atual situação é tão crítica que a família prefere ficar dentro de casa para não ter gasto nenhum", completou.

Evasão escolar
Edilson Kinjo, da Associação Amigos do Brasil, uma organização sem fins lucrativos que trabalha com a questão da educação, fez um levantamento nas escolas brasileiras da província de Gifu entre novembro de 2008 e janeiro deste ano.
"Dos que estão fora do sistema educacional, 35% estão na faixa dos 12 aos 17 anos", afirma. "Com o agravamento da crise, mais crianças devem abandonar os estudos", prevê.
Hoje, segundo o relatório da AEBJ, as escolas brasileiras amargam uma queda média de 50% no número de alunos.
Mauricio Yamashita, diretor do Colégio Dom Bosco, de Komaki, província de Aichi, diz que neste ano letivo cerca de 85 alunos não renovaram a matrícula.
"Para continuar com a escola tivemos de reduzir os gastos, cortamos professores e atividades extra-curriculares", conta o diretor, que agora também exerce a função de motorista e faz o transporte escolar.
Josélia Longatto, diretora da Escola Comunitária Paulo Freire, implantou a mensalidade de acordo com a renda familiar para evitar a evasão escolar.
"Se a renda é zero, a mensalidade é gratuita", exemplifica a diretora, que também dá aulas e ajuda na limpeza da escola, localizada em Toyota, onde moram 3 mil brasileiros.
"Os professores ainda aceitaram um corte no salário, mas tudo isso pensando nessas crianças", diz.

Ewerthon Tobace


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A crise econômica no Japão, além de deixar vários imigrantes brasileiros sem emprego, tem tirado as crianças das salas de aula.

Segundo levantamento da Associação das Escolas Brasileiras no Japão (AEBJ), pelo menos 1.300 estudantes dos 10 mil que estavam matriculados nas cerca de 90 instituições de ensino brasileiras não estão indo à escola.
"Muitos voltaram para o Brasil e uma pequena parcela foi para as escolas japonesas, mas ainda há um grande número de crianças que está em casa, com os pais, esperando para ver qual será a decisão da família", conta Julieta Yoshimura, presidente da AEBJ.
O governo japonês se mostrou preocupado com a situação da educação dos estrangeiros e prometeu ajuda por meio de um comitê. Criado no começo do ano, o grupo tem a missão de buscar soluções para os problemas dos imigrantes, entre eles brasileiros, gerados a partir da crise.
Uma das medidas do Ministério da Educação, divulgada pela imprensa japonesa nesta segunda-feira, é pedir aos governos das províncias urgência no reconhecimento das escolas brasileiras.
Hoje, das cerca de 90 existentes, apenas cinco são reconhecidas pelos governos locais como instituições de ensino. As demais são tratadas como um comércio, não tendo assim benefícios escolares, como isenção ou abatimento de impostos, direito a passe escolar e a doação de empresas.
"No começo do ano nos reunimos com representantes do governo e pedimos justamente o auxílio às escolas brasileiras e a flexibilização no ingresso dos alunos brasileiros no sistema japonês de ensino", contou Patrícia Côrtes, diplomata responsável pelo setor de Comunidade da Embaixada do Brasil em Tóquio.
Segundo a Kyodo News, fontes do Ministério da Educação disseram que o ministro Ryu Shionoya vai pedir que as províncias eliminem alguns critérios de reconhecimento destas escolas. Nesta segunda-feira, ele se encontrou com a comunidade brasileira da cidade de Hamamatsu e ouviu os pedidos dos dekasseguis.
Entre as sugestões de Shionoya estão a eliminação de algumas cláusulas, como a necessidade de ter um prédio próprio e também uma reserva financeira.

Medida sem efeito
No entanto, para a presidente da AEBJ, a medida do governo não vai resolver o problema. "Na verdade, não vai fazer nem diferença nesse momento de crise, pois a ajuda que as escolas teriam caso fossem reconhecidas é pouca", diz Julieta.
"O problema é que os pais, sem emprego, não têm dinheiro para pagar a mensalidade e, mesmo que as escolas ofereçam bolsas de estudo, as crianças não têm condições de frequentar a sala de aula, pois há o custo do transporte e da alimentação", detalha a educadora.
"A atual situação é tão crítica que a família prefere ficar dentro de casa para não ter gasto nenhum", completou.

Evasão escolar
Edilson Kinjo, da Associação Amigos do Brasil, uma organização sem fins lucrativos que trabalha com a questão da educação, fez um levantamento nas escolas brasileiras da província de Gifu entre novembro de 2008 e janeiro deste ano.
"Dos que estão fora do sistema educacional, 35% estão na faixa dos 12 aos 17 anos", afirma. "Com o agravamento da crise, mais crianças devem abandonar os estudos", prevê.
Hoje, segundo o relatório da AEBJ, as escolas brasileiras amargam uma queda média de 50% no número de alunos.
Mauricio Yamashita, diretor do Colégio Dom Bosco, de Komaki, província de Aichi, diz que neste ano letivo cerca de 85 alunos não renovaram a matrícula.
"Para continuar com a escola tivemos de reduzir os gastos, cortamos professores e atividades extra-curriculares", conta o diretor, que agora também exerce a função de motorista e faz o transporte escolar.
Josélia Longatto, diretora da Escola Comunitária Paulo Freire, implantou a mensalidade de acordo com a renda familiar para evitar a evasão escolar.
"Se a renda é zero, a mensalidade é gratuita", exemplifica a diretora, que também dá aulas e ajuda na limpeza da escola, localizada em Toyota, onde moram 3 mil brasileiros.
"Os professores ainda aceitaram um corte no salário, mas tudo isso pensando nessas crianças", diz.

Ewerthon Tobace


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A crise econômica no Japão, além de deixar vários imigrantes brasileiros sem emprego, tem tirado as crianças das salas de aula.

Segundo levantamento da Associação das Escolas Brasileiras no Japão (AEBJ), pelo menos 1.300 estudantes dos 10 mil que estavam matriculados nas cerca de 90 instituições de ensino brasileiras não estão indo à escola.
"Muitos voltaram para o Brasil e uma pequena parcela foi para as escolas japonesas, mas ainda há um grande número de crianças que está em casa, com os pais, esperando para ver qual será a decisão da família", conta Julieta Yoshimura, presidente da AEBJ.
O governo japonês se mostrou preocupado com a situação da educação dos estrangeiros e prometeu ajuda por meio de um comitê. Criado no começo do ano, o grupo tem a missão de buscar soluções para os problemas dos imigrantes, entre eles brasileiros, gerados a partir da crise.
Uma das medidas do Ministério da Educação, divulgada pela imprensa japonesa nesta segunda-feira, é pedir aos governos das províncias urgência no reconhecimento das escolas brasileiras.
Hoje, das cerca de 90 existentes, apenas cinco são reconhecidas pelos governos locais como instituições de ensino. As demais são tratadas como um comércio, não tendo assim benefícios escolares, como isenção ou abatimento de impostos, direito a passe escolar e a doação de empresas.
"No começo do ano nos reunimos com representantes do governo e pedimos justamente o auxílio às escolas brasileiras e a flexibilização no ingresso dos alunos brasileiros no sistema japonês de ensino", contou Patrícia Côrtes, diplomata responsável pelo setor de Comunidade da Embaixada do Brasil em Tóquio.
Segundo a Kyodo News, fontes do Ministério da Educação disseram que o ministro Ryu Shionoya vai pedir que as províncias eliminem alguns critérios de reconhecimento destas escolas. Nesta segunda-feira, ele se encontrou com a comunidade brasileira da cidade de Hamamatsu e ouviu os pedidos dos dekasseguis.
Entre as sugestões de Shionoya estão a eliminação de algumas cláusulas, como a necessidade de ter um prédio próprio e também uma reserva financeira.

Medida sem efeito
No entanto, para a presidente da AEBJ, a medida do governo não vai resolver o problema. "Na verdade, não vai fazer nem diferença nesse momento de crise, pois a ajuda que as escolas teriam caso fossem reconhecidas é pouca", diz Julieta.
"O problema é que os pais, sem emprego, não têm dinheiro para pagar a mensalidade e, mesmo que as escolas ofereçam bolsas de estudo, as crianças não têm condições de frequentar a sala de aula, pois há o custo do transporte e da alimentação", detalha a educadora.
"A atual situação é tão crítica que a família prefere ficar dentro de casa para não ter gasto nenhum", completou.

Evasão escolar
Edilson Kinjo, da Associação Amigos do Brasil, uma organização sem fins lucrativos que trabalha com a questão da educação, fez um levantamento nas escolas brasileiras da província de Gifu entre novembro de 2008 e janeiro deste ano.
"Dos que estão fora do sistema educacional, 35% estão na faixa dos 12 aos 17 anos", afirma. "Com o agravamento da crise, mais crianças devem abandonar os estudos", prevê.
Hoje, segundo o relatório da AEBJ, as escolas brasileiras amargam uma queda média de 50% no número de alunos.
Mauricio Yamashita, diretor do Colégio Dom Bosco, de Komaki, província de Aichi, diz que neste ano letivo cerca de 85 alunos não renovaram a matrícula.
"Para continuar com a escola tivemos de reduzir os gastos, cortamos professores e atividades extra-curriculares", conta o diretor, que agora também exerce a função de motorista e faz o transporte escolar.
Josélia Longatto, diretora da Escola Comunitária Paulo Freire, implantou a mensalidade de acordo com a renda familiar para evitar a evasão escolar.
"Se a renda é zero, a mensalidade é gratuita", exemplifica a diretora, que também dá aulas e ajuda na limpeza da escola, localizada em Toyota, onde moram 3 mil brasileiros.
"Os professores ainda aceitaram um corte no salário, mas tudo isso pensando nessas crianças", diz.

Ewerthon Tobace


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A crise econômica no Japão, além de deixar vários imigrantes brasileiros sem emprego, tem tirado as crianças das salas de aula.

Segundo levantamento da Associação das Escolas Brasileiras no Japão (AEBJ), pelo menos 1.300 estudantes dos 10 mil que estavam matriculados nas cerca de 90 instituições de ensino brasileiras não estão indo à escola.
"Muitos voltaram para o Brasil e uma pequena parcela foi para as escolas japonesas, mas ainda há um grande número de crianças que está em casa, com os pais, esperando para ver qual será a decisão da família", conta Julieta Yoshimura, presidente da AEBJ.
O governo japonês se mostrou preocupado com a situação da educação dos estrangeiros e prometeu ajuda por meio de um comitê. Criado no começo do ano, o grupo tem a missão de buscar soluções para os problemas dos imigrantes, entre eles brasileiros, gerados a partir da crise.
Uma das medidas do Ministério da Educação, divulgada pela imprensa japonesa nesta segunda-feira, é pedir aos governos das províncias urgência no reconhecimento das escolas brasileiras.
Hoje, das cerca de 90 existentes, apenas cinco são reconhecidas pelos governos locais como instituições de ensino. As demais são tratadas como um comércio, não tendo assim benefícios escolares, como isenção ou abatimento de impostos, direito a passe escolar e a doação de empresas.
"No começo do ano nos reunimos com representantes do governo e pedimos justamente o auxílio às escolas brasileiras e a flexibilização no ingresso dos alunos brasileiros no sistema japonês de ensino", contou Patrícia Côrtes, diplomata responsável pelo setor de Comunidade da Embaixada do Brasil em Tóquio.
Segundo a Kyodo News, fontes do Ministério da Educação disseram que o ministro Ryu Shionoya vai pedir que as províncias eliminem alguns critérios de reconhecimento destas escolas. Nesta segunda-feira, ele se encontrou com a comunidade brasileira da cidade de Hamamatsu e ouviu os pedidos dos dekasseguis.
Entre as sugestões de Shionoya estão a eliminação de algumas cláusulas, como a necessidade de ter um prédio próprio e também uma reserva financeira.

Medida sem efeito
No entanto, para a presidente da AEBJ, a medida do governo não vai resolver o problema. "Na verdade, não vai fazer nem diferença nesse momento de crise, pois a ajuda que as escolas teriam caso fossem reconhecidas é pouca", diz Julieta.
"O problema é que os pais, sem emprego, não têm dinheiro para pagar a mensalidade e, mesmo que as escolas ofereçam bolsas de estudo, as crianças não têm condições de frequentar a sala de aula, pois há o custo do transporte e da alimentação", detalha a educadora.
"A atual situação é tão crítica que a família prefere ficar dentro de casa para não ter gasto nenhum", completou.

Evasão escolar
Edilson Kinjo, da Associação Amigos do Brasil, uma organização sem fins lucrativos que trabalha com a questão da educação, fez um levantamento nas escolas brasileiras da província de Gifu entre novembro de 2008 e janeiro deste ano.
"Dos que estão fora do sistema educacional, 35% estão na faixa dos 12 aos 17 anos", afirma. "Com o agravamento da crise, mais crianças devem abandonar os estudos", prevê.
Hoje, segundo o relatório da AEBJ, as escolas brasileiras amargam uma queda média de 50% no número de alunos.
Mauricio Yamashita, diretor do Colégio Dom Bosco, de Komaki, província de Aichi, diz que neste ano letivo cerca de 85 alunos não renovaram a matrícula.
"Para continuar com a escola tivemos de reduzir os gastos, cortamos professores e atividades extra-curriculares", conta o diretor, que agora também exerce a função de motorista e faz o transporte escolar.
Josélia Longatto, diretora da Escola Comunitária Paulo Freire, implantou a mensalidade de acordo com a renda familiar para evitar a evasão escolar.
"Se a renda é zero, a mensalidade é gratuita", exemplifica a diretora, que também dá aulas e ajuda na limpeza da escola, localizada em Toyota, onde moram 3 mil brasileiros.
"Os professores ainda aceitaram um corte no salário, mas tudo isso pensando nessas crianças", diz.

Ewerthon Tobace


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O governo da Itália deu início a negociações com o Ministério das Relações Exteriores do Brasil para tentar contornar o que considera um entrave na legislação brasileira que tem dificultado a expulsão de brasileiros ilegais sem documentos de identificação
As autoridades de imigração na Itália têm reclamado de que, ao receberem uma ordem de expulsão, brasileiros sem documento precisam de uma autorização do consulado brasileiro para embarcar de volta ao Brasil. No entanto, para ter validade, a autorização precisa ser assinada pelo próprio interessado.
"De fato, a pessoa só pode ser expulsa se ela mesma concordar. Em alguns casos não há consenso e se o cidadão não assinar a tal autorização, a ordem de expulsão não pode ser aplicada", disse à BBC Brasil Carlo Schillaci, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Itália.
Fontes que não quiseram ser identificadas disseram à BBC Brasil que muitos brasileiros ilegais preferem ficar sem documentos na Itália para não serem identificados e expulsos. Alguns chegariam, inclusive, a enviar seus passaportes de volta ao Brasil pelo correio assim que chegam ao país, disseram as mesmas fontes.
A situação levou o ministro do Interior da Itália, Roberto Maroni, a declarar recentemente que "há um problema com o Brasil".

Centro de expulsão
Quando são descobertos pela polícia italiana, os cidadãos ilegais recebem uma notificação para deixar o país por conta própria.
Caso seja pego uma segunda vez, sem documento, o imigrante é levado ao Centro de Identificação e Expulsão (CIE), onde permanece até no máximo dois meses. Durante esse prazo, se obtiver a autorização de retorno ao Brasil, é repatriado. Caso contrário, é posto em liberdade, o que abre caminho para que muitos continuem em território italiano.
O Ministério do Interior da Itália está reivindicando a extensão em até seis meses da permanência dos irregulares nos Centros de Identificação e Expulsão para desestimular estrangeiros e permanecerem no país sem documentação.
Segundo dados do ministério, em 2008 a polícia italiana notificou 1.264 brasileiros que estavam de forma irregular no país. Destes, apenas 544 foram efetivamente expulsos.
"O número (de expulsos) poderia ter sido bem maior se não houvesse a norma que exige o consenso de quem deve ser expulso", disse à BBC Brasil Felice Colombrino, da assessoria de imprensa do Ministério do Interior.
Em 2007, o número de cidadãos brasileiros repatriados foi de 642.
A maioria dos irregulares que são repatriados, segundo o ministério, se concentra na região centro-norte do país. "E um bom percentual é de travestis", informou Colombrino.
Procurados pela BBC Brasil, a Embaixada e o Consulado brasileiros na Itália não se pronunciaram sobre o assunto.
Incêndio
Muitos brasileiros abordados pela polícia italiana não têm documento de nenhum tipo. Eles são levados aos CIEs onde esperam ser identificados e receber a autorização de retorno ao Brasil para, em seguida, serem repatriados.
As autoridades italianas decidiram abrir uma negociação com o Brasil após um incêndio ocorrido num centro para imigrantes irregulares de Milão em fevereiro, em que alguns brasileiros ilegais estiveram envolvidos.
Segundo a polícia italiana, dez travestis brasileiros teriam participado de um protesto contra as péssimas condições de higiene do local. Três deles teriam ateado fogo em colchões, dando inicio ao incêndio. Alguns deles tinham mandatos de expulsão não cumpridos, informou a polícia.
"Depois de Battisti, o Brasil cria problemas com as repatriações", escreveu o jornal Il Tempo, logo após o incêndio, fazendo referência ao caso do ativista político de extrema esquerda, acusado de homicídio na Itália e preso no Brasil.
Cesare Battisti obteve asilo político no Brasil e aguarda a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre o pedido de extradição feito pela Itália.
Segundo o Ministério das Relações Exteriores da Itália, as negociações com a diplomacia brasileira sobre as expulsões dos irregulares não fazem referência ao caso do incêndio ou ao caso de Battisti.
"Cada coisa no seu campo. Não há nenhuma relação, pois são duas coisas totalmente diferentes", disse à BBC Brasil Carlo Schillaci.
Outros países, além do Brasil, têm legislações que dificultam a repatriação de cidadãos que estão irregulares na Itália.
"Cada país tem suas limitações. A Tunísia, por exemplo, prevê que não podem ser repatriados mais de sete cidadãos de uma vez. Há outros casos de legislações que tendem a limitar as expulsões. Isso não é justificável, mas pode ser compreensível. Como o Brasil, há outros países que preveem o consenso", afirmou Colombrino à BBC Brasil.
fonte:BBC Brasil
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O governo da Itália deu início a negociações com o Ministério das Relações Exteriores do Brasil para tentar contornar o que considera um entrave na legislação brasileira que tem dificultado a expulsão de brasileiros ilegais sem documentos de identificação
As autoridades de imigração na Itália têm reclamado de que, ao receberem uma ordem de expulsão, brasileiros sem documento precisam de uma autorização do consulado brasileiro para embarcar de volta ao Brasil. No entanto, para ter validade, a autorização precisa ser assinada pelo próprio interessado.
"De fato, a pessoa só pode ser expulsa se ela mesma concordar. Em alguns casos não há consenso e se o cidadão não assinar a tal autorização, a ordem de expulsão não pode ser aplicada", disse à BBC Brasil Carlo Schillaci, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Itália.
Fontes que não quiseram ser identificadas disseram à BBC Brasil que muitos brasileiros ilegais preferem ficar sem documentos na Itália para não serem identificados e expulsos. Alguns chegariam, inclusive, a enviar seus passaportes de volta ao Brasil pelo correio assim que chegam ao país, disseram as mesmas fontes.
A situação levou o ministro do Interior da Itália, Roberto Maroni, a declarar recentemente que "há um problema com o Brasil".

Centro de expulsão
Quando são descobertos pela polícia italiana, os cidadãos ilegais recebem uma notificação para deixar o país por conta própria.
Caso seja pego uma segunda vez, sem documento, o imigrante é levado ao Centro de Identificação e Expulsão (CIE), onde permanece até no máximo dois meses. Durante esse prazo, se obtiver a autorização de retorno ao Brasil, é repatriado. Caso contrário, é posto em liberdade, o que abre caminho para que muitos continuem em território italiano.
O Ministério do Interior da Itália está reivindicando a extensão em até seis meses da permanência dos irregulares nos Centros de Identificação e Expulsão para desestimular estrangeiros e permanecerem no país sem documentação.
Segundo dados do ministério, em 2008 a polícia italiana notificou 1.264 brasileiros que estavam de forma irregular no país. Destes, apenas 544 foram efetivamente expulsos.
"O número (de expulsos) poderia ter sido bem maior se não houvesse a norma que exige o consenso de quem deve ser expulso", disse à BBC Brasil Felice Colombrino, da assessoria de imprensa do Ministério do Interior.
Em 2007, o número de cidadãos brasileiros repatriados foi de 642.
A maioria dos irregulares que são repatriados, segundo o ministério, se concentra na região centro-norte do país. "E um bom percentual é de travestis", informou Colombrino.
Procurados pela BBC Brasil, a Embaixada e o Consulado brasileiros na Itália não se pronunciaram sobre o assunto.
Incêndio
Muitos brasileiros abordados pela polícia italiana não têm documento de nenhum tipo. Eles são levados aos CIEs onde esperam ser identificados e receber a autorização de retorno ao Brasil para, em seguida, serem repatriados.
As autoridades italianas decidiram abrir uma negociação com o Brasil após um incêndio ocorrido num centro para imigrantes irregulares de Milão em fevereiro, em que alguns brasileiros ilegais estiveram envolvidos.
Segundo a polícia italiana, dez travestis brasileiros teriam participado de um protesto contra as péssimas condições de higiene do local. Três deles teriam ateado fogo em colchões, dando inicio ao incêndio. Alguns deles tinham mandatos de expulsão não cumpridos, informou a polícia.
"Depois de Battisti, o Brasil cria problemas com as repatriações", escreveu o jornal Il Tempo, logo após o incêndio, fazendo referência ao caso do ativista político de extrema esquerda, acusado de homicídio na Itália e preso no Brasil.
Cesare Battisti obteve asilo político no Brasil e aguarda a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre o pedido de extradição feito pela Itália.
Segundo o Ministério das Relações Exteriores da Itália, as negociações com a diplomacia brasileira sobre as expulsões dos irregulares não fazem referência ao caso do incêndio ou ao caso de Battisti.
"Cada coisa no seu campo. Não há nenhuma relação, pois são duas coisas totalmente diferentes", disse à BBC Brasil Carlo Schillaci.
Outros países, além do Brasil, têm legislações que dificultam a repatriação de cidadãos que estão irregulares na Itália.
"Cada país tem suas limitações. A Tunísia, por exemplo, prevê que não podem ser repatriados mais de sete cidadãos de uma vez. Há outros casos de legislações que tendem a limitar as expulsões. Isso não é justificável, mas pode ser compreensível. Como o Brasil, há outros países que preveem o consenso", afirmou Colombrino à BBC Brasil.
fonte:BBC Brasil
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O governo da Itália deu início a negociações com o Ministério das Relações Exteriores do Brasil para tentar contornar o que considera um entrave na legislação brasileira que tem dificultado a expulsão de brasileiros ilegais sem documentos de identificação
As autoridades de imigração na Itália têm reclamado de que, ao receberem uma ordem de expulsão, brasileiros sem documento precisam de uma autorização do consulado brasileiro para embarcar de volta ao Brasil. No entanto, para ter validade, a autorização precisa ser assinada pelo próprio interessado.
"De fato, a pessoa só pode ser expulsa se ela mesma concordar. Em alguns casos não há consenso e se o cidadão não assinar a tal autorização, a ordem de expulsão não pode ser aplicada", disse à BBC Brasil Carlo Schillaci, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Itália.
Fontes que não quiseram ser identificadas disseram à BBC Brasil que muitos brasileiros ilegais preferem ficar sem documentos na Itália para não serem identificados e expulsos. Alguns chegariam, inclusive, a enviar seus passaportes de volta ao Brasil pelo correio assim que chegam ao país, disseram as mesmas fontes.
A situação levou o ministro do Interior da Itália, Roberto Maroni, a declarar recentemente que "há um problema com o Brasil".

Centro de expulsão
Quando são descobertos pela polícia italiana, os cidadãos ilegais recebem uma notificação para deixar o país por conta própria.
Caso seja pego uma segunda vez, sem documento, o imigrante é levado ao Centro de Identificação e Expulsão (CIE), onde permanece até no máximo dois meses. Durante esse prazo, se obtiver a autorização de retorno ao Brasil, é repatriado. Caso contrário, é posto em liberdade, o que abre caminho para que muitos continuem em território italiano.
O Ministério do Interior da Itália está reivindicando a extensão em até seis meses da permanência dos irregulares nos Centros de Identificação e Expulsão para desestimular estrangeiros e permanecerem no país sem documentação.
Segundo dados do ministério, em 2008 a polícia italiana notificou 1.264 brasileiros que estavam de forma irregular no país. Destes, apenas 544 foram efetivamente expulsos.
"O número (de expulsos) poderia ter sido bem maior se não houvesse a norma que exige o consenso de quem deve ser expulso", disse à BBC Brasil Felice Colombrino, da assessoria de imprensa do Ministério do Interior.
Em 2007, o número de cidadãos brasileiros repatriados foi de 642.
A maioria dos irregulares que são repatriados, segundo o ministério, se concentra na região centro-norte do país. "E um bom percentual é de travestis", informou Colombrino.
Procurados pela BBC Brasil, a Embaixada e o Consulado brasileiros na Itália não se pronunciaram sobre o assunto.
Incêndio
Muitos brasileiros abordados pela polícia italiana não têm documento de nenhum tipo. Eles são levados aos CIEs onde esperam ser identificados e receber a autorização de retorno ao Brasil para, em seguida, serem repatriados.
As autoridades italianas decidiram abrir uma negociação com o Brasil após um incêndio ocorrido num centro para imigrantes irregulares de Milão em fevereiro, em que alguns brasileiros ilegais estiveram envolvidos.
Segundo a polícia italiana, dez travestis brasileiros teriam participado de um protesto contra as péssimas condições de higiene do local. Três deles teriam ateado fogo em colchões, dando inicio ao incêndio. Alguns deles tinham mandatos de expulsão não cumpridos, informou a polícia.
"Depois de Battisti, o Brasil cria problemas com as repatriações", escreveu o jornal Il Tempo, logo após o incêndio, fazendo referência ao caso do ativista político de extrema esquerda, acusado de homicídio na Itália e preso no Brasil.
Cesare Battisti obteve asilo político no Brasil e aguarda a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre o pedido de extradição feito pela Itália.
Segundo o Ministério das Relações Exteriores da Itália, as negociações com a diplomacia brasileira sobre as expulsões dos irregulares não fazem referência ao caso do incêndio ou ao caso de Battisti.
"Cada coisa no seu campo. Não há nenhuma relação, pois são duas coisas totalmente diferentes", disse à BBC Brasil Carlo Schillaci.
Outros países, além do Brasil, têm legislações que dificultam a repatriação de cidadãos que estão irregulares na Itália.
"Cada país tem suas limitações. A Tunísia, por exemplo, prevê que não podem ser repatriados mais de sete cidadãos de uma vez. Há outros casos de legislações que tendem a limitar as expulsões. Isso não é justificável, mas pode ser compreensível. Como o Brasil, há outros países que preveem o consenso", afirmou Colombrino à BBC Brasil.
fonte:BBC Brasil
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O governo da Itália deu início a negociações com o Ministério das Relações Exteriores do Brasil para tentar contornar o que considera um entrave na legislação brasileira que tem dificultado a expulsão de brasileiros ilegais sem documentos de identificação
As autoridades de imigração na Itália têm reclamado de que, ao receberem uma ordem de expulsão, brasileiros sem documento precisam de uma autorização do consulado brasileiro para embarcar de volta ao Brasil. No entanto, para ter validade, a autorização precisa ser assinada pelo próprio interessado.
"De fato, a pessoa só pode ser expulsa se ela mesma concordar. Em alguns casos não há consenso e se o cidadão não assinar a tal autorização, a ordem de expulsão não pode ser aplicada", disse à BBC Brasil Carlo Schillaci, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Itália.
Fontes que não quiseram ser identificadas disseram à BBC Brasil que muitos brasileiros ilegais preferem ficar sem documentos na Itália para não serem identificados e expulsos. Alguns chegariam, inclusive, a enviar seus passaportes de volta ao Brasil pelo correio assim que chegam ao país, disseram as mesmas fontes.
A situação levou o ministro do Interior da Itália, Roberto Maroni, a declarar recentemente que "há um problema com o Brasil".

Centro de expulsão
Quando são descobertos pela polícia italiana, os cidadãos ilegais recebem uma notificação para deixar o país por conta própria.
Caso seja pego uma segunda vez, sem documento, o imigrante é levado ao Centro de Identificação e Expulsão (CIE), onde permanece até no máximo dois meses. Durante esse prazo, se obtiver a autorização de retorno ao Brasil, é repatriado. Caso contrário, é posto em liberdade, o que abre caminho para que muitos continuem em território italiano.
O Ministério do Interior da Itália está reivindicando a extensão em até seis meses da permanência dos irregulares nos Centros de Identificação e Expulsão para desestimular estrangeiros e permanecerem no país sem documentação.
Segundo dados do ministério, em 2008 a polícia italiana notificou 1.264 brasileiros que estavam de forma irregular no país. Destes, apenas 544 foram efetivamente expulsos.
"O número (de expulsos) poderia ter sido bem maior se não houvesse a norma que exige o consenso de quem deve ser expulso", disse à BBC Brasil Felice Colombrino, da assessoria de imprensa do Ministério do Interior.
Em 2007, o número de cidadãos brasileiros repatriados foi de 642.
A maioria dos irregulares que são repatriados, segundo o ministério, se concentra na região centro-norte do país. "E um bom percentual é de travestis", informou Colombrino.
Procurados pela BBC Brasil, a Embaixada e o Consulado brasileiros na Itália não se pronunciaram sobre o assunto.
Incêndio
Muitos brasileiros abordados pela polícia italiana não têm documento de nenhum tipo. Eles são levados aos CIEs onde esperam ser identificados e receber a autorização de retorno ao Brasil para, em seguida, serem repatriados.
As autoridades italianas decidiram abrir uma negociação com o Brasil após um incêndio ocorrido num centro para imigrantes irregulares de Milão em fevereiro, em que alguns brasileiros ilegais estiveram envolvidos.
Segundo a polícia italiana, dez travestis brasileiros teriam participado de um protesto contra as péssimas condições de higiene do local. Três deles teriam ateado fogo em colchões, dando inicio ao incêndio. Alguns deles tinham mandatos de expulsão não cumpridos, informou a polícia.
"Depois de Battisti, o Brasil cria problemas com as repatriações", escreveu o jornal Il Tempo, logo após o incêndio, fazendo referência ao caso do ativista político de extrema esquerda, acusado de homicídio na Itália e preso no Brasil.
Cesare Battisti obteve asilo político no Brasil e aguarda a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre o pedido de extradição feito pela Itália.
Segundo o Ministério das Relações Exteriores da Itália, as negociações com a diplomacia brasileira sobre as expulsões dos irregulares não fazem referência ao caso do incêndio ou ao caso de Battisti.
"Cada coisa no seu campo. Não há nenhuma relação, pois são duas coisas totalmente diferentes", disse à BBC Brasil Carlo Schillaci.
Outros países, além do Brasil, têm legislações que dificultam a repatriação de cidadãos que estão irregulares na Itália.
"Cada país tem suas limitações. A Tunísia, por exemplo, prevê que não podem ser repatriados mais de sete cidadãos de uma vez. Há outros casos de legislações que tendem a limitar as expulsões. Isso não é justificável, mas pode ser compreensível. Como o Brasil, há outros países que preveem o consenso", afirmou Colombrino à BBC Brasil.
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O governo da Itália deu início a negociações com o Ministério das Relações Exteriores do Brasil para tentar contornar o que considera um entrave na legislação brasileira que tem dificultado a expulsão de brasileiros ilegais sem documentos de identificação
As autoridades de imigração na Itália têm reclamado de que, ao receberem uma ordem de expulsão, brasileiros sem documento precisam de uma autorização do consulado brasileiro para embarcar de volta ao Brasil. No entanto, para ter validade, a autorização precisa ser assinada pelo próprio interessado.
"De fato, a pessoa só pode ser expulsa se ela mesma concordar. Em alguns casos não há consenso e se o cidadão não assinar a tal autorização, a ordem de expulsão não pode ser aplicada", disse à BBC Brasil Carlo Schillaci, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Itália.
Fontes que não quiseram ser identificadas disseram à BBC Brasil que muitos brasileiros ilegais preferem ficar sem documentos na Itália para não serem identificados e expulsos. Alguns chegariam, inclusive, a enviar seus passaportes de volta ao Brasil pelo correio assim que chegam ao país, disseram as mesmas fontes.
A situação levou o ministro do Interior da Itália, Roberto Maroni, a declarar recentemente que "há um problema com o Brasil".

Centro de expulsão
Quando são descobertos pela polícia italiana, os cidadãos ilegais recebem uma notificação para deixar o país por conta própria.
Caso seja pego uma segunda vez, sem documento, o imigrante é levado ao Centro de Identificação e Expulsão (CIE), onde permanece até no máximo dois meses. Durante esse prazo, se obtiver a autorização de retorno ao Brasil, é repatriado. Caso contrário, é posto em liberdade, o que abre caminho para que muitos continuem em território italiano.
O Ministério do Interior da Itália está reivindicando a extensão em até seis meses da permanência dos irregulares nos Centros de Identificação e Expulsão para desestimular estrangeiros e permanecerem no país sem documentação.
Segundo dados do ministério, em 2008 a polícia italiana notificou 1.264 brasileiros que estavam de forma irregular no país. Destes, apenas 544 foram efetivamente expulsos.
"O número (de expulsos) poderia ter sido bem maior se não houvesse a norma que exige o consenso de quem deve ser expulso", disse à BBC Brasil Felice Colombrino, da assessoria de imprensa do Ministério do Interior.
Em 2007, o número de cidadãos brasileiros repatriados foi de 642.
A maioria dos irregulares que são repatriados, segundo o ministério, se concentra na região centro-norte do país. "E um bom percentual é de travestis", informou Colombrino.
Procurados pela BBC Brasil, a Embaixada e o Consulado brasileiros na Itália não se pronunciaram sobre o assunto.
Incêndio
Muitos brasileiros abordados pela polícia italiana não têm documento de nenhum tipo. Eles são levados aos CIEs onde esperam ser identificados e receber a autorização de retorno ao Brasil para, em seguida, serem repatriados.
As autoridades italianas decidiram abrir uma negociação com o Brasil após um incêndio ocorrido num centro para imigrantes irregulares de Milão em fevereiro, em que alguns brasileiros ilegais estiveram envolvidos.
Segundo a polícia italiana, dez travestis brasileiros teriam participado de um protesto contra as péssimas condições de higiene do local. Três deles teriam ateado fogo em colchões, dando inicio ao incêndio. Alguns deles tinham mandatos de expulsão não cumpridos, informou a polícia.
"Depois de Battisti, o Brasil cria problemas com as repatriações", escreveu o jornal Il Tempo, logo após o incêndio, fazendo referência ao caso do ativista político de extrema esquerda, acusado de homicídio na Itália e preso no Brasil.
Cesare Battisti obteve asilo político no Brasil e aguarda a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre o pedido de extradição feito pela Itália.
Segundo o Ministério das Relações Exteriores da Itália, as negociações com a diplomacia brasileira sobre as expulsões dos irregulares não fazem referência ao caso do incêndio ou ao caso de Battisti.
"Cada coisa no seu campo. Não há nenhuma relação, pois são duas coisas totalmente diferentes", disse à BBC Brasil Carlo Schillaci.
Outros países, além do Brasil, têm legislações que dificultam a repatriação de cidadãos que estão irregulares na Itália.
"Cada país tem suas limitações. A Tunísia, por exemplo, prevê que não podem ser repatriados mais de sete cidadãos de uma vez. Há outros casos de legislações que tendem a limitar as expulsões. Isso não é justificável, mas pode ser compreensível. Como o Brasil, há outros países que preveem o consenso", afirmou Colombrino à BBC Brasil.
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O governo da Itália deu início a negociações com o Ministério das Relações Exteriores do Brasil para tentar contornar o que considera um entrave na legislação brasileira que tem dificultado a expulsão de brasileiros ilegais sem documentos de identificação
As autoridades de imigração na Itália têm reclamado de que, ao receberem uma ordem de expulsão, brasileiros sem documento precisam de uma autorização do consulado brasileiro para embarcar de volta ao Brasil. No entanto, para ter validade, a autorização precisa ser assinada pelo próprio interessado.
"De fato, a pessoa só pode ser expulsa se ela mesma concordar. Em alguns casos não há consenso e se o cidadão não assinar a tal autorização, a ordem de expulsão não pode ser aplicada", disse à BBC Brasil Carlo Schillaci, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Itália.
Fontes que não quiseram ser identificadas disseram à BBC Brasil que muitos brasileiros ilegais preferem ficar sem documentos na Itália para não serem identificados e expulsos. Alguns chegariam, inclusive, a enviar seus passaportes de volta ao Brasil pelo correio assim que chegam ao país, disseram as mesmas fontes.
A situação levou o ministro do Interior da Itália, Roberto Maroni, a declarar recentemente que "há um problema com o Brasil".

Centro de expulsão
Quando são descobertos pela polícia italiana, os cidadãos ilegais recebem uma notificação para deixar o país por conta própria.
Caso seja pego uma segunda vez, sem documento, o imigrante é levado ao Centro de Identificação e Expulsão (CIE), onde permanece até no máximo dois meses. Durante esse prazo, se obtiver a autorização de retorno ao Brasil, é repatriado. Caso contrário, é posto em liberdade, o que abre caminho para que muitos continuem em território italiano.
O Ministério do Interior da Itália está reivindicando a extensão em até seis meses da permanência dos irregulares nos Centros de Identificação e Expulsão para desestimular estrangeiros e permanecerem no país sem documentação.
Segundo dados do ministério, em 2008 a polícia italiana notificou 1.264 brasileiros que estavam de forma irregular no país. Destes, apenas 544 foram efetivamente expulsos.
"O número (de expulsos) poderia ter sido bem maior se não houvesse a norma que exige o consenso de quem deve ser expulso", disse à BBC Brasil Felice Colombrino, da assessoria de imprensa do Ministério do Interior.
Em 2007, o número de cidadãos brasileiros repatriados foi de 642.
A maioria dos irregulares que são repatriados, segundo o ministério, se concentra na região centro-norte do país. "E um bom percentual é de travestis", informou Colombrino.
Procurados pela BBC Brasil, a Embaixada e o Consulado brasileiros na Itália não se pronunciaram sobre o assunto.
Incêndio
Muitos brasileiros abordados pela polícia italiana não têm documento de nenhum tipo. Eles são levados aos CIEs onde esperam ser identificados e receber a autorização de retorno ao Brasil para, em seguida, serem repatriados.
As autoridades italianas decidiram abrir uma negociação com o Brasil após um incêndio ocorrido num centro para imigrantes irregulares de Milão em fevereiro, em que alguns brasileiros ilegais estiveram envolvidos.
Segundo a polícia italiana, dez travestis brasileiros teriam participado de um protesto contra as péssimas condições de higiene do local. Três deles teriam ateado fogo em colchões, dando inicio ao incêndio. Alguns deles tinham mandatos de expulsão não cumpridos, informou a polícia.
"Depois de Battisti, o Brasil cria problemas com as repatriações", escreveu o jornal Il Tempo, logo após o incêndio, fazendo referência ao caso do ativista político de extrema esquerda, acusado de homicídio na Itália e preso no Brasil.
Cesare Battisti obteve asilo político no Brasil e aguarda a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre o pedido de extradição feito pela Itália.
Segundo o Ministério das Relações Exteriores da Itália, as negociações com a diplomacia brasileira sobre as expulsões dos irregulares não fazem referência ao caso do incêndio ou ao caso de Battisti.
"Cada coisa no seu campo. Não há nenhuma relação, pois são duas coisas totalmente diferentes", disse à BBC Brasil Carlo Schillaci.
Outros países, além do Brasil, têm legislações que dificultam a repatriação de cidadãos que estão irregulares na Itália.
"Cada país tem suas limitações. A Tunísia, por exemplo, prevê que não podem ser repatriados mais de sete cidadãos de uma vez. Há outros casos de legislações que tendem a limitar as expulsões. Isso não é justificável, mas pode ser compreensível. Como o Brasil, há outros países que preveem o consenso", afirmou Colombrino à BBC Brasil.
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RIO - Policiais encontraram mais de 200 quilos de maconha em tablete no forro do telhado de uma creche durante uma operação na Ladeira dos Tabajaras, em Copacabana, Zona Sul da cidade. Quando uma equipe chegou ao local, no início da manhã desta quarta-feira, encontrou as crianças dormindo numa sala da creche Ria Sônia Cipriniano e a droga no forro do telhado. Não houve confrontos com traficantes na comunidade.
A Secretaria Municipal de Educação do Rio (SME) informou que determinou a abertura de uma sindicância para apurar os fatos ocorridos na creche. De acordo com SME, o acesso ao telhado da creche, que tem 134 crianças, pode ser feito pelo morro, nos fundos da unidade. No momento a creche funciona normalmente.
Cerca de cem policiais da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) participaram da ação na comunidade e no Morro dos Cabritos. Policiais do 19º BPM (Copacabana), que ocupam o Cabritos e os Tabajaras há mais de um mês, também estão no local.
Na terça-feira, um homem foi baleado durante uma troca de tiros entre policiais do 19º BPM (Copacabana), na Ladeira dos Tabajaras. O ferido, segundo a polícia, é traficante. Ele foi baleado na perna e levado para o Hospital Miguel Couto, na Gávea. Com ele foi apreendida uma pistola 9mm.
No mês passado, quatro supostos bandidos foram mortos e outras duas pessoas ficaram feridas durante um confronto entre traficantes e policiais na Ladeira dos Tabajaras. Os moradores da região entraram em pânico. Na ocasião, policiais do 19º BPM (Copacabana) e do 6º BPM (Tijuca) faziam operação no local, por volta das 10h30m, quando encontraram um grupo de traficantes.
Durante o tiroteio, em abril, os policiais apreenderam um fuzil G-3, 13 pistolas, granadas e farta munição. As armas foram levadas para a quadra da escola de samba Vila Rica, no alto da Tabajaras. A região da Ladeira dos Tabajaras estava ocupada pela PM desde uma invasão de traficantes da Rocinha à comunidade , em março.


fonte:O Globo On Line
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RIO - Policiais encontraram mais de 200 quilos de maconha em tablete no forro do telhado de uma creche durante uma operação na Ladeira dos Tabajaras, em Copacabana, Zona Sul da cidade. Quando uma equipe chegou ao local, no início da manhã desta quarta-feira, encontrou as crianças dormindo numa sala da creche Ria Sônia Cipriniano e a droga no forro do telhado. Não houve confrontos com traficantes na comunidade.
A Secretaria Municipal de Educação do Rio (SME) informou que determinou a abertura de uma sindicância para apurar os fatos ocorridos na creche. De acordo com SME, o acesso ao telhado da creche, que tem 134 crianças, pode ser feito pelo morro, nos fundos da unidade. No momento a creche funciona normalmente.
Cerca de cem policiais da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) participaram da ação na comunidade e no Morro dos Cabritos. Policiais do 19º BPM (Copacabana), que ocupam o Cabritos e os Tabajaras há mais de um mês, também estão no local.
Na terça-feira, um homem foi baleado durante uma troca de tiros entre policiais do 19º BPM (Copacabana), na Ladeira dos Tabajaras. O ferido, segundo a polícia, é traficante. Ele foi baleado na perna e levado para o Hospital Miguel Couto, na Gávea. Com ele foi apreendida uma pistola 9mm.
No mês passado, quatro supostos bandidos foram mortos e outras duas pessoas ficaram feridas durante um confronto entre traficantes e policiais na Ladeira dos Tabajaras. Os moradores da região entraram em pânico. Na ocasião, policiais do 19º BPM (Copacabana) e do 6º BPM (Tijuca) faziam operação no local, por volta das 10h30m, quando encontraram um grupo de traficantes.
Durante o tiroteio, em abril, os policiais apreenderam um fuzil G-3, 13 pistolas, granadas e farta munição. As armas foram levadas para a quadra da escola de samba Vila Rica, no alto da Tabajaras. A região da Ladeira dos Tabajaras estava ocupada pela PM desde uma invasão de traficantes da Rocinha à comunidade , em março.


fonte:O Globo On Line
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RIO - Policiais encontraram mais de 200 quilos de maconha em tablete no forro do telhado de uma creche durante uma operação na Ladeira dos Tabajaras, em Copacabana, Zona Sul da cidade. Quando uma equipe chegou ao local, no início da manhã desta quarta-feira, encontrou as crianças dormindo numa sala da creche Ria Sônia Cipriniano e a droga no forro do telhado. Não houve confrontos com traficantes na comunidade.
A Secretaria Municipal de Educação do Rio (SME) informou que determinou a abertura de uma sindicância para apurar os fatos ocorridos na creche. De acordo com SME, o acesso ao telhado da creche, que tem 134 crianças, pode ser feito pelo morro, nos fundos da unidade. No momento a creche funciona normalmente.
Cerca de cem policiais da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) participaram da ação na comunidade e no Morro dos Cabritos. Policiais do 19º BPM (Copacabana), que ocupam o Cabritos e os Tabajaras há mais de um mês, também estão no local.
Na terça-feira, um homem foi baleado durante uma troca de tiros entre policiais do 19º BPM (Copacabana), na Ladeira dos Tabajaras. O ferido, segundo a polícia, é traficante. Ele foi baleado na perna e levado para o Hospital Miguel Couto, na Gávea. Com ele foi apreendida uma pistola 9mm.
No mês passado, quatro supostos bandidos foram mortos e outras duas pessoas ficaram feridas durante um confronto entre traficantes e policiais na Ladeira dos Tabajaras. Os moradores da região entraram em pânico. Na ocasião, policiais do 19º BPM (Copacabana) e do 6º BPM (Tijuca) faziam operação no local, por volta das 10h30m, quando encontraram um grupo de traficantes.
Durante o tiroteio, em abril, os policiais apreenderam um fuzil G-3, 13 pistolas, granadas e farta munição. As armas foram levadas para a quadra da escola de samba Vila Rica, no alto da Tabajaras. A região da Ladeira dos Tabajaras estava ocupada pela PM desde uma invasão de traficantes da Rocinha à comunidade , em março.


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RIO - Policiais encontraram mais de 200 quilos de maconha em tablete no forro do telhado de uma creche durante uma operação na Ladeira dos Tabajaras, em Copacabana, Zona Sul da cidade. Quando uma equipe chegou ao local, no início da manhã desta quarta-feira, encontrou as crianças dormindo numa sala da creche Ria Sônia Cipriniano e a droga no forro do telhado. Não houve confrontos com traficantes na comunidade.
A Secretaria Municipal de Educação do Rio (SME) informou que determinou a abertura de uma sindicância para apurar os fatos ocorridos na creche. De acordo com SME, o acesso ao telhado da creche, que tem 134 crianças, pode ser feito pelo morro, nos fundos da unidade. No momento a creche funciona normalmente.
Cerca de cem policiais da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) participaram da ação na comunidade e no Morro dos Cabritos. Policiais do 19º BPM (Copacabana), que ocupam o Cabritos e os Tabajaras há mais de um mês, também estão no local.
Na terça-feira, um homem foi baleado durante uma troca de tiros entre policiais do 19º BPM (Copacabana), na Ladeira dos Tabajaras. O ferido, segundo a polícia, é traficante. Ele foi baleado na perna e levado para o Hospital Miguel Couto, na Gávea. Com ele foi apreendida uma pistola 9mm.
No mês passado, quatro supostos bandidos foram mortos e outras duas pessoas ficaram feridas durante um confronto entre traficantes e policiais na Ladeira dos Tabajaras. Os moradores da região entraram em pânico. Na ocasião, policiais do 19º BPM (Copacabana) e do 6º BPM (Tijuca) faziam operação no local, por volta das 10h30m, quando encontraram um grupo de traficantes.
Durante o tiroteio, em abril, os policiais apreenderam um fuzil G-3, 13 pistolas, granadas e farta munição. As armas foram levadas para a quadra da escola de samba Vila Rica, no alto da Tabajaras. A região da Ladeira dos Tabajaras estava ocupada pela PM desde uma invasão de traficantes da Rocinha à comunidade , em março.


fonte:O Globo On Line
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RIO - Policiais encontraram mais de 200 quilos de maconha em tablete no forro do telhado de uma creche durante uma operação na Ladeira dos Tabajaras, em Copacabana, Zona Sul da cidade. Quando uma equipe chegou ao local, no início da manhã desta quarta-feira, encontrou as crianças dormindo numa sala da creche Ria Sônia Cipriniano e a droga no forro do telhado. Não houve confrontos com traficantes na comunidade.
A Secretaria Municipal de Educação do Rio (SME) informou que determinou a abertura de uma sindicância para apurar os fatos ocorridos na creche. De acordo com SME, o acesso ao telhado da creche, que tem 134 crianças, pode ser feito pelo morro, nos fundos da unidade. No momento a creche funciona normalmente.
Cerca de cem policiais da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) participaram da ação na comunidade e no Morro dos Cabritos. Policiais do 19º BPM (Copacabana), que ocupam o Cabritos e os Tabajaras há mais de um mês, também estão no local.
Na terça-feira, um homem foi baleado durante uma troca de tiros entre policiais do 19º BPM (Copacabana), na Ladeira dos Tabajaras. O ferido, segundo a polícia, é traficante. Ele foi baleado na perna e levado para o Hospital Miguel Couto, na Gávea. Com ele foi apreendida uma pistola 9mm.
No mês passado, quatro supostos bandidos foram mortos e outras duas pessoas ficaram feridas durante um confronto entre traficantes e policiais na Ladeira dos Tabajaras. Os moradores da região entraram em pânico. Na ocasião, policiais do 19º BPM (Copacabana) e do 6º BPM (Tijuca) faziam operação no local, por volta das 10h30m, quando encontraram um grupo de traficantes.
Durante o tiroteio, em abril, os policiais apreenderam um fuzil G-3, 13 pistolas, granadas e farta munição. As armas foram levadas para a quadra da escola de samba Vila Rica, no alto da Tabajaras. A região da Ladeira dos Tabajaras estava ocupada pela PM desde uma invasão de traficantes da Rocinha à comunidade , em março.


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RIO - Policiais encontraram mais de 200 quilos de maconha em tablete no forro do telhado de uma creche durante uma operação na Ladeira dos Tabajaras, em Copacabana, Zona Sul da cidade. Quando uma equipe chegou ao local, no início da manhã desta quarta-feira, encontrou as crianças dormindo numa sala da creche Ria Sônia Cipriniano e a droga no forro do telhado. Não houve confrontos com traficantes na comunidade.
A Secretaria Municipal de Educação do Rio (SME) informou que determinou a abertura de uma sindicância para apurar os fatos ocorridos na creche. De acordo com SME, o acesso ao telhado da creche, que tem 134 crianças, pode ser feito pelo morro, nos fundos da unidade. No momento a creche funciona normalmente.
Cerca de cem policiais da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) participaram da ação na comunidade e no Morro dos Cabritos. Policiais do 19º BPM (Copacabana), que ocupam o Cabritos e os Tabajaras há mais de um mês, também estão no local.
Na terça-feira, um homem foi baleado durante uma troca de tiros entre policiais do 19º BPM (Copacabana), na Ladeira dos Tabajaras. O ferido, segundo a polícia, é traficante. Ele foi baleado na perna e levado para o Hospital Miguel Couto, na Gávea. Com ele foi apreendida uma pistola 9mm.
No mês passado, quatro supostos bandidos foram mortos e outras duas pessoas ficaram feridas durante um confronto entre traficantes e policiais na Ladeira dos Tabajaras. Os moradores da região entraram em pânico. Na ocasião, policiais do 19º BPM (Copacabana) e do 6º BPM (Tijuca) faziam operação no local, por volta das 10h30m, quando encontraram um grupo de traficantes.
Durante o tiroteio, em abril, os policiais apreenderam um fuzil G-3, 13 pistolas, granadas e farta munição. As armas foram levadas para a quadra da escola de samba Vila Rica, no alto da Tabajaras. A região da Ladeira dos Tabajaras estava ocupada pela PM desde uma invasão de traficantes da Rocinha à comunidade , em março.


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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta manhã projeto de lei que proíbe a comercialização de tintas em aerossol para pessoas com menos de 18 anos. O texto que veio da Câmara não foi alterado na comissão. Agora, tem de ser apreciado em plenário.
De acordo com o projeto, as tintas em spray só poderão ser vendidas a maiores de 18 anos mediante apresentação de documento de identidade. Além disso, toda nota fiscal emitida deve ter a identificação do comprador. O projeto prevê ainda a obrigatoriedade da inscrição nos vasilhames das frases "Pichação é crime" e "Proibida a venda a menores de 18 anos".
O comerciante que for flagrado vendendo tintas em spray a menores de 18 anos serão enquadrados na Lei de Crimes Ambientais, que estabelece penas que vão desde advertência até apreensão ou destruição dos produtos usados na infração e suspensão parcial ou total das atividades do estabelecimento.

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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta manhã projeto de lei que proíbe a comercialização de tintas em aerossol para pessoas com menos de 18 anos. O texto que veio da Câmara não foi alterado na comissão. Agora, tem de ser apreciado em plenário.
De acordo com o projeto, as tintas em spray só poderão ser vendidas a maiores de 18 anos mediante apresentação de documento de identidade. Além disso, toda nota fiscal emitida deve ter a identificação do comprador. O projeto prevê ainda a obrigatoriedade da inscrição nos vasilhames das frases "Pichação é crime" e "Proibida a venda a menores de 18 anos".
O comerciante que for flagrado vendendo tintas em spray a menores de 18 anos serão enquadrados na Lei de Crimes Ambientais, que estabelece penas que vão desde advertência até apreensão ou destruição dos produtos usados na infração e suspensão parcial ou total das atividades do estabelecimento.

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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta manhã projeto de lei que proíbe a comercialização de tintas em aerossol para pessoas com menos de 18 anos. O texto que veio da Câmara não foi alterado na comissão. Agora, tem de ser apreciado em plenário.
De acordo com o projeto, as tintas em spray só poderão ser vendidas a maiores de 18 anos mediante apresentação de documento de identidade. Além disso, toda nota fiscal emitida deve ter a identificação do comprador. O projeto prevê ainda a obrigatoriedade da inscrição nos vasilhames das frases "Pichação é crime" e "Proibida a venda a menores de 18 anos".
O comerciante que for flagrado vendendo tintas em spray a menores de 18 anos serão enquadrados na Lei de Crimes Ambientais, que estabelece penas que vão desde advertência até apreensão ou destruição dos produtos usados na infração e suspensão parcial ou total das atividades do estabelecimento.

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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta manhã projeto de lei que proíbe a comercialização de tintas em aerossol para pessoas com menos de 18 anos. O texto que veio da Câmara não foi alterado na comissão. Agora, tem de ser apreciado em plenário.
De acordo com o projeto, as tintas em spray só poderão ser vendidas a maiores de 18 anos mediante apresentação de documento de identidade. Além disso, toda nota fiscal emitida deve ter a identificação do comprador. O projeto prevê ainda a obrigatoriedade da inscrição nos vasilhames das frases "Pichação é crime" e "Proibida a venda a menores de 18 anos".
O comerciante que for flagrado vendendo tintas em spray a menores de 18 anos serão enquadrados na Lei de Crimes Ambientais, que estabelece penas que vão desde advertência até apreensão ou destruição dos produtos usados na infração e suspensão parcial ou total das atividades do estabelecimento.

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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta manhã projeto de lei que proíbe a comercialização de tintas em aerossol para pessoas com menos de 18 anos. O texto que veio da Câmara não foi alterado na comissão. Agora, tem de ser apreciado em plenário.
De acordo com o projeto, as tintas em spray só poderão ser vendidas a maiores de 18 anos mediante apresentação de documento de identidade. Além disso, toda nota fiscal emitida deve ter a identificação do comprador. O projeto prevê ainda a obrigatoriedade da inscrição nos vasilhames das frases "Pichação é crime" e "Proibida a venda a menores de 18 anos".
O comerciante que for flagrado vendendo tintas em spray a menores de 18 anos serão enquadrados na Lei de Crimes Ambientais, que estabelece penas que vão desde advertência até apreensão ou destruição dos produtos usados na infração e suspensão parcial ou total das atividades do estabelecimento.

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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta manhã projeto de lei que proíbe a comercialização de tintas em aerossol para pessoas com menos de 18 anos. O texto que veio da Câmara não foi alterado na comissão. Agora, tem de ser apreciado em plenário.
De acordo com o projeto, as tintas em spray só poderão ser vendidas a maiores de 18 anos mediante apresentação de documento de identidade. Além disso, toda nota fiscal emitida deve ter a identificação do comprador. O projeto prevê ainda a obrigatoriedade da inscrição nos vasilhames das frases "Pichação é crime" e "Proibida a venda a menores de 18 anos".
O comerciante que for flagrado vendendo tintas em spray a menores de 18 anos serão enquadrados na Lei de Crimes Ambientais, que estabelece penas que vão desde advertência até apreensão ou destruição dos produtos usados na infração e suspensão parcial ou total das atividades do estabelecimento.

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CANBERRA (Reuters) - Um britânico que trabalha como arrecadador de verbas humanitárias conseguiu na quarta-feira o "melhor emprego do mundo" - o de zelador numa ilha tropical australiana - após uma inovadora campanha de marketing que ilustrou o poder da mídia social.
Ben Southall, 34 anos, foi selecionado entre os 16 finalistas de um divulgadíssimo concurso organizado pela empresa de turismo do Estado de Queensland, que recebeu quase 34,7 mil inscrições por vídeo, de quase 200 países, e superou todas as expectativas na promoção do turismo local.
A descrição do emprego: explorar as ilhas da Grande Barreira de Corais durante seis meses e relatar o que vê via blogs, foto-diário, vídeos e entrevistas. Se estiver a fim, o escolhido também pode alimentar peixes, recolher a correspondência e limpar a piscina - e ganhar o equivalente a 110 mil dólares pelo trabalho.
Falando a uma TV depois da escolha, Southall disse que vencer o concurso foi "uma extrema honra". "Espero que possa dar conta do recado como todos estão esperando, tomara que minha natação esteja à altura, e estou ansioso por todas as novas funções e responsabilidades que a tarefa envolve", disse ele, que contou que em breve terá a companhia da sua namorada canadense na ilha.
A campanha feita pelas autoridades turísticas de Queensland mostrou o potencial de sites como YouTube e Facebook.
"Esta é provavelmente a primeira vez que uma campanha obteve esse alcance com tão pouco gasto publicitário, a não ser alguns anúncios de emprego estrategicamente postados mundo afora", disse o analista de marketing australiano Tim Burrowes.
"Isso tudo foi o poder das pessoas passando as coisas adiante, principalmente pelo YouTube. A principal lição a ser tirada aqui é que se você tem uma ideia original, excitante, que faça as pessoas falarem, você não precisa de enormes gastos publicitários."
A campanha começou em janeiro, com uma publicidade em que a empresa de turismo exaltava os prazeres de um emprego que mais parecem férias pagas. Em poucos dias, a campanha se tornou um dos itens mais populares da Internet, e a vaga difundiu-se por redes de relacionamento social.


fonte: O Globo On Line
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CANBERRA (Reuters) - Um britânico que trabalha como arrecadador de verbas humanitárias conseguiu na quarta-feira o "melhor emprego do mundo" - o de zelador numa ilha tropical australiana - após uma inovadora campanha de marketing que ilustrou o poder da mídia social.
Ben Southall, 34 anos, foi selecionado entre os 16 finalistas de um divulgadíssimo concurso organizado pela empresa de turismo do Estado de Queensland, que recebeu quase 34,7 mil inscrições por vídeo, de quase 200 países, e superou todas as expectativas na promoção do turismo local.
A descrição do emprego: explorar as ilhas da Grande Barreira de Corais durante seis meses e relatar o que vê via blogs, foto-diário, vídeos e entrevistas. Se estiver a fim, o escolhido também pode alimentar peixes, recolher a correspondência e limpar a piscina - e ganhar o equivalente a 110 mil dólares pelo trabalho.
Falando a uma TV depois da escolha, Southall disse que vencer o concurso foi "uma extrema honra". "Espero que possa dar conta do recado como todos estão esperando, tomara que minha natação esteja à altura, e estou ansioso por todas as novas funções e responsabilidades que a tarefa envolve", disse ele, que contou que em breve terá a companhia da sua namorada canadense na ilha.
A campanha feita pelas autoridades turísticas de Queensland mostrou o potencial de sites como YouTube e Facebook.
"Esta é provavelmente a primeira vez que uma campanha obteve esse alcance com tão pouco gasto publicitário, a não ser alguns anúncios de emprego estrategicamente postados mundo afora", disse o analista de marketing australiano Tim Burrowes.
"Isso tudo foi o poder das pessoas passando as coisas adiante, principalmente pelo YouTube. A principal lição a ser tirada aqui é que se você tem uma ideia original, excitante, que faça as pessoas falarem, você não precisa de enormes gastos publicitários."
A campanha começou em janeiro, com uma publicidade em que a empresa de turismo exaltava os prazeres de um emprego que mais parecem férias pagas. Em poucos dias, a campanha se tornou um dos itens mais populares da Internet, e a vaga difundiu-se por redes de relacionamento social.


fonte: O Globo On Line
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CANBERRA (Reuters) - Um britânico que trabalha como arrecadador de verbas humanitárias conseguiu na quarta-feira o "melhor emprego do mundo" - o de zelador numa ilha tropical australiana - após uma inovadora campanha de marketing que ilustrou o poder da mídia social.
Ben Southall, 34 anos, foi selecionado entre os 16 finalistas de um divulgadíssimo concurso organizado pela empresa de turismo do Estado de Queensland, que recebeu quase 34,7 mil inscrições por vídeo, de quase 200 países, e superou todas as expectativas na promoção do turismo local.
A descrição do emprego: explorar as ilhas da Grande Barreira de Corais durante seis meses e relatar o que vê via blogs, foto-diário, vídeos e entrevistas. Se estiver a fim, o escolhido também pode alimentar peixes, recolher a correspondência e limpar a piscina - e ganhar o equivalente a 110 mil dólares pelo trabalho.
Falando a uma TV depois da escolha, Southall disse que vencer o concurso foi "uma extrema honra". "Espero que possa dar conta do recado como todos estão esperando, tomara que minha natação esteja à altura, e estou ansioso por todas as novas funções e responsabilidades que a tarefa envolve", disse ele, que contou que em breve terá a companhia da sua namorada canadense na ilha.
A campanha feita pelas autoridades turísticas de Queensland mostrou o potencial de sites como YouTube e Facebook.
"Esta é provavelmente a primeira vez que uma campanha obteve esse alcance com tão pouco gasto publicitário, a não ser alguns anúncios de emprego estrategicamente postados mundo afora", disse o analista de marketing australiano Tim Burrowes.
"Isso tudo foi o poder das pessoas passando as coisas adiante, principalmente pelo YouTube. A principal lição a ser tirada aqui é que se você tem uma ideia original, excitante, que faça as pessoas falarem, você não precisa de enormes gastos publicitários."
A campanha começou em janeiro, com uma publicidade em que a empresa de turismo exaltava os prazeres de um emprego que mais parecem férias pagas. Em poucos dias, a campanha se tornou um dos itens mais populares da Internet, e a vaga difundiu-se por redes de relacionamento social.


fonte: O Globo On Line
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CANBERRA (Reuters) - Um britânico que trabalha como arrecadador de verbas humanitárias conseguiu na quarta-feira o "melhor emprego do mundo" - o de zelador numa ilha tropical australiana - após uma inovadora campanha de marketing que ilustrou o poder da mídia social.
Ben Southall, 34 anos, foi selecionado entre os 16 finalistas de um divulgadíssimo concurso organizado pela empresa de turismo do Estado de Queensland, que recebeu quase 34,7 mil inscrições por vídeo, de quase 200 países, e superou todas as expectativas na promoção do turismo local.
A descrição do emprego: explorar as ilhas da Grande Barreira de Corais durante seis meses e relatar o que vê via blogs, foto-diário, vídeos e entrevistas. Se estiver a fim, o escolhido também pode alimentar peixes, recolher a correspondência e limpar a piscina - e ganhar o equivalente a 110 mil dólares pelo trabalho.
Falando a uma TV depois da escolha, Southall disse que vencer o concurso foi "uma extrema honra". "Espero que possa dar conta do recado como todos estão esperando, tomara que minha natação esteja à altura, e estou ansioso por todas as novas funções e responsabilidades que a tarefa envolve", disse ele, que contou que em breve terá a companhia da sua namorada canadense na ilha.
A campanha feita pelas autoridades turísticas de Queensland mostrou o potencial de sites como YouTube e Facebook.
"Esta é provavelmente a primeira vez que uma campanha obteve esse alcance com tão pouco gasto publicitário, a não ser alguns anúncios de emprego estrategicamente postados mundo afora", disse o analista de marketing australiano Tim Burrowes.
"Isso tudo foi o poder das pessoas passando as coisas adiante, principalmente pelo YouTube. A principal lição a ser tirada aqui é que se você tem uma ideia original, excitante, que faça as pessoas falarem, você não precisa de enormes gastos publicitários."
A campanha começou em janeiro, com uma publicidade em que a empresa de turismo exaltava os prazeres de um emprego que mais parecem férias pagas. Em poucos dias, a campanha se tornou um dos itens mais populares da Internet, e a vaga difundiu-se por redes de relacionamento social.


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CANBERRA (Reuters) - Um britânico que trabalha como arrecadador de verbas humanitárias conseguiu na quarta-feira o "melhor emprego do mundo" - o de zelador numa ilha tropical australiana - após uma inovadora campanha de marketing que ilustrou o poder da mídia social.
Ben Southall, 34 anos, foi selecionado entre os 16 finalistas de um divulgadíssimo concurso organizado pela empresa de turismo do Estado de Queensland, que recebeu quase 34,7 mil inscrições por vídeo, de quase 200 países, e superou todas as expectativas na promoção do turismo local.
A descrição do emprego: explorar as ilhas da Grande Barreira de Corais durante seis meses e relatar o que vê via blogs, foto-diário, vídeos e entrevistas. Se estiver a fim, o escolhido também pode alimentar peixes, recolher a correspondência e limpar a piscina - e ganhar o equivalente a 110 mil dólares pelo trabalho.
Falando a uma TV depois da escolha, Southall disse que vencer o concurso foi "uma extrema honra". "Espero que possa dar conta do recado como todos estão esperando, tomara que minha natação esteja à altura, e estou ansioso por todas as novas funções e responsabilidades que a tarefa envolve", disse ele, que contou que em breve terá a companhia da sua namorada canadense na ilha.
A campanha feita pelas autoridades turísticas de Queensland mostrou o potencial de sites como YouTube e Facebook.
"Esta é provavelmente a primeira vez que uma campanha obteve esse alcance com tão pouco gasto publicitário, a não ser alguns anúncios de emprego estrategicamente postados mundo afora", disse o analista de marketing australiano Tim Burrowes.
"Isso tudo foi o poder das pessoas passando as coisas adiante, principalmente pelo YouTube. A principal lição a ser tirada aqui é que se você tem uma ideia original, excitante, que faça as pessoas falarem, você não precisa de enormes gastos publicitários."
A campanha começou em janeiro, com uma publicidade em que a empresa de turismo exaltava os prazeres de um emprego que mais parecem férias pagas. Em poucos dias, a campanha se tornou um dos itens mais populares da Internet, e a vaga difundiu-se por redes de relacionamento social.


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CANBERRA (Reuters) - Um britânico que trabalha como arrecadador de verbas humanitárias conseguiu na quarta-feira o "melhor emprego do mundo" - o de zelador numa ilha tropical australiana - após uma inovadora campanha de marketing que ilustrou o poder da mídia social.
Ben Southall, 34 anos, foi selecionado entre os 16 finalistas de um divulgadíssimo concurso organizado pela empresa de turismo do Estado de Queensland, que recebeu quase 34,7 mil inscrições por vídeo, de quase 200 países, e superou todas as expectativas na promoção do turismo local.
A descrição do emprego: explorar as ilhas da Grande Barreira de Corais durante seis meses e relatar o que vê via blogs, foto-diário, vídeos e entrevistas. Se estiver a fim, o escolhido também pode alimentar peixes, recolher a correspondência e limpar a piscina - e ganhar o equivalente a 110 mil dólares pelo trabalho.
Falando a uma TV depois da escolha, Southall disse que vencer o concurso foi "uma extrema honra". "Espero que possa dar conta do recado como todos estão esperando, tomara que minha natação esteja à altura, e estou ansioso por todas as novas funções e responsabilidades que a tarefa envolve", disse ele, que contou que em breve terá a companhia da sua namorada canadense na ilha.
A campanha feita pelas autoridades turísticas de Queensland mostrou o potencial de sites como YouTube e Facebook.
"Esta é provavelmente a primeira vez que uma campanha obteve esse alcance com tão pouco gasto publicitário, a não ser alguns anúncios de emprego estrategicamente postados mundo afora", disse o analista de marketing australiano Tim Burrowes.
"Isso tudo foi o poder das pessoas passando as coisas adiante, principalmente pelo YouTube. A principal lição a ser tirada aqui é que se você tem uma ideia original, excitante, que faça as pessoas falarem, você não precisa de enormes gastos publicitários."
A campanha começou em janeiro, com uma publicidade em que a empresa de turismo exaltava os prazeres de um emprego que mais parecem férias pagas. Em poucos dias, a campanha se tornou um dos itens mais populares da Internet, e a vaga difundiu-se por redes de relacionamento social.


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Bebê de 3 meses tem diagnóstico de meningite e está internado no Rio.Cantora está ao lado do filho e, agora, mais tranquila após tratamento.

O pai da cantora Cláudia Leitte disse que a notícia de que o neto Davi, de 3 meses, estava com meningite foi um choque para a família. Segundo Cláudio de Oliveira Inácio, a tranquilidade veio após a notícia de que o bebê - que está internado num hospital da Zona Sul do Rio – está reagindo bem ao tratamento, segundo a assessoria da cantora.
"Neste momento, estamos com uma certa tranquilidade. No primeiro momento foi um choque, porque o nome da doença assusta", contou Claudio, que embarca na noite desta terça-feira (5) para o Rio. "Ele está recebendo muito carinho e amor".

Claudia passou a noite em claro ao lado do filho.
“Ela passou a noite com ele, não dormiu um segundo. Só no final da manhã descansou no hospital mesmo”, contou seu assessor, Paulo Roberto Sampaio, acrescentando: “Ele está respondendo bem ao tratamento. A família está mais tranquila. Claudia também está mais tranquila, depois de toda a tensão pela manhã”.

Como um rapazinho
Paulo Roberto contou que Davi teve um dia tranquilo e, segundo a avó, “está se comportando como um rapazinho”. O bebê só mama no peito e pesa mais de 8 kg.
"Ele puxou ao avô neste aspecto, é muito forte", disse Claudio de Oliveira. Segundo o assessor, a mãe da cantora, Ilna Leite, veio para o Rio ainda na noite de segunda-feira (4). Claudia Leitte cancelou os compromissos desta terça e de quarta-feira (6). A agenda de shows para o fim de semana, no entanto, ainda está mantida, segundo o assessor.
O diagnóstico de meningite foi confirmado na manhã desta terça pela assessoria do Hospital Copa D'Or, onde o bebê está internado no CTI pediátrico. O tipo de meningite, no entanto, ainda não foi confirmado. Davi passou por exames mas, até o início da noite desta terça, os resultados ainda não tinham sido divulgados.

Bebê está mamando
O boletim médico divulgado na manhã desta terça informou que o bebê estava tomando antiobiótico intravenoso, além de estar no soro e também mamando. Ainda não há previsão de alta. Um novo boletim deve ser liberado na manhã desta quarta.
Segundo a assessoria, o bebê deu entrada no hospital na noite de segunda (4) com febre e alguns pontos vermelhos espalhados pelo corpo. Por precaução, Claudia decidiu levar o menino para o hospital, acreditando que poderia se tratar de uma virose.
No domingo (3), a cantora fez um show em Campo Grande, na Zona Oeste da cidade .


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:22  comentar

Bebê de 3 meses tem diagnóstico de meningite e está internado no Rio.Cantora está ao lado do filho e, agora, mais tranquila após tratamento.

O pai da cantora Cláudia Leitte disse que a notícia de que o neto Davi, de 3 meses, estava com meningite foi um choque para a família. Segundo Cláudio de Oliveira Inácio, a tranquilidade veio após a notícia de que o bebê - que está internado num hospital da Zona Sul do Rio – está reagindo bem ao tratamento, segundo a assessoria da cantora.
"Neste momento, estamos com uma certa tranquilidade. No primeiro momento foi um choque, porque o nome da doença assusta", contou Claudio, que embarca na noite desta terça-feira (5) para o Rio. "Ele está recebendo muito carinho e amor".

Claudia passou a noite em claro ao lado do filho.
“Ela passou a noite com ele, não dormiu um segundo. Só no final da manhã descansou no hospital mesmo”, contou seu assessor, Paulo Roberto Sampaio, acrescentando: “Ele está respondendo bem ao tratamento. A família está mais tranquila. Claudia também está mais tranquila, depois de toda a tensão pela manhã”.

Como um rapazinho
Paulo Roberto contou que Davi teve um dia tranquilo e, segundo a avó, “está se comportando como um rapazinho”. O bebê só mama no peito e pesa mais de 8 kg.
"Ele puxou ao avô neste aspecto, é muito forte", disse Claudio de Oliveira. Segundo o assessor, a mãe da cantora, Ilna Leite, veio para o Rio ainda na noite de segunda-feira (4). Claudia Leitte cancelou os compromissos desta terça e de quarta-feira (6). A agenda de shows para o fim de semana, no entanto, ainda está mantida, segundo o assessor.
O diagnóstico de meningite foi confirmado na manhã desta terça pela assessoria do Hospital Copa D'Or, onde o bebê está internado no CTI pediátrico. O tipo de meningite, no entanto, ainda não foi confirmado. Davi passou por exames mas, até o início da noite desta terça, os resultados ainda não tinham sido divulgados.

Bebê está mamando
O boletim médico divulgado na manhã desta terça informou que o bebê estava tomando antiobiótico intravenoso, além de estar no soro e também mamando. Ainda não há previsão de alta. Um novo boletim deve ser liberado na manhã desta quarta.
Segundo a assessoria, o bebê deu entrada no hospital na noite de segunda (4) com febre e alguns pontos vermelhos espalhados pelo corpo. Por precaução, Claudia decidiu levar o menino para o hospital, acreditando que poderia se tratar de uma virose.
No domingo (3), a cantora fez um show em Campo Grande, na Zona Oeste da cidade .


fonte:G1
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Bebê de 3 meses tem diagnóstico de meningite e está internado no Rio.Cantora está ao lado do filho e, agora, mais tranquila após tratamento.

O pai da cantora Cláudia Leitte disse que a notícia de que o neto Davi, de 3 meses, estava com meningite foi um choque para a família. Segundo Cláudio de Oliveira Inácio, a tranquilidade veio após a notícia de que o bebê - que está internado num hospital da Zona Sul do Rio – está reagindo bem ao tratamento, segundo a assessoria da cantora.
"Neste momento, estamos com uma certa tranquilidade. No primeiro momento foi um choque, porque o nome da doença assusta", contou Claudio, que embarca na noite desta terça-feira (5) para o Rio. "Ele está recebendo muito carinho e amor".

Claudia passou a noite em claro ao lado do filho.
“Ela passou a noite com ele, não dormiu um segundo. Só no final da manhã descansou no hospital mesmo”, contou seu assessor, Paulo Roberto Sampaio, acrescentando: “Ele está respondendo bem ao tratamento. A família está mais tranquila. Claudia também está mais tranquila, depois de toda a tensão pela manhã”.

Como um rapazinho
Paulo Roberto contou que Davi teve um dia tranquilo e, segundo a avó, “está se comportando como um rapazinho”. O bebê só mama no peito e pesa mais de 8 kg.
"Ele puxou ao avô neste aspecto, é muito forte", disse Claudio de Oliveira. Segundo o assessor, a mãe da cantora, Ilna Leite, veio para o Rio ainda na noite de segunda-feira (4). Claudia Leitte cancelou os compromissos desta terça e de quarta-feira (6). A agenda de shows para o fim de semana, no entanto, ainda está mantida, segundo o assessor.
O diagnóstico de meningite foi confirmado na manhã desta terça pela assessoria do Hospital Copa D'Or, onde o bebê está internado no CTI pediátrico. O tipo de meningite, no entanto, ainda não foi confirmado. Davi passou por exames mas, até o início da noite desta terça, os resultados ainda não tinham sido divulgados.

Bebê está mamando
O boletim médico divulgado na manhã desta terça informou que o bebê estava tomando antiobiótico intravenoso, além de estar no soro e também mamando. Ainda não há previsão de alta. Um novo boletim deve ser liberado na manhã desta quarta.
Segundo a assessoria, o bebê deu entrada no hospital na noite de segunda (4) com febre e alguns pontos vermelhos espalhados pelo corpo. Por precaução, Claudia decidiu levar o menino para o hospital, acreditando que poderia se tratar de uma virose.
No domingo (3), a cantora fez um show em Campo Grande, na Zona Oeste da cidade .


fonte:G1
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Bebê de 3 meses tem diagnóstico de meningite e está internado no Rio.Cantora está ao lado do filho e, agora, mais tranquila após tratamento.

O pai da cantora Cláudia Leitte disse que a notícia de que o neto Davi, de 3 meses, estava com meningite foi um choque para a família. Segundo Cláudio de Oliveira Inácio, a tranquilidade veio após a notícia de que o bebê - que está internado num hospital da Zona Sul do Rio – está reagindo bem ao tratamento, segundo a assessoria da cantora.
"Neste momento, estamos com uma certa tranquilidade. No primeiro momento foi um choque, porque o nome da doença assusta", contou Claudio, que embarca na noite desta terça-feira (5) para o Rio. "Ele está recebendo muito carinho e amor".

Claudia passou a noite em claro ao lado do filho.
“Ela passou a noite com ele, não dormiu um segundo. Só no final da manhã descansou no hospital mesmo”, contou seu assessor, Paulo Roberto Sampaio, acrescentando: “Ele está respondendo bem ao tratamento. A família está mais tranquila. Claudia também está mais tranquila, depois de toda a tensão pela manhã”.

Como um rapazinho
Paulo Roberto contou que Davi teve um dia tranquilo e, segundo a avó, “está se comportando como um rapazinho”. O bebê só mama no peito e pesa mais de 8 kg.
"Ele puxou ao avô neste aspecto, é muito forte", disse Claudio de Oliveira. Segundo o assessor, a mãe da cantora, Ilna Leite, veio para o Rio ainda na noite de segunda-feira (4). Claudia Leitte cancelou os compromissos desta terça e de quarta-feira (6). A agenda de shows para o fim de semana, no entanto, ainda está mantida, segundo o assessor.
O diagnóstico de meningite foi confirmado na manhã desta terça pela assessoria do Hospital Copa D'Or, onde o bebê está internado no CTI pediátrico. O tipo de meningite, no entanto, ainda não foi confirmado. Davi passou por exames mas, até o início da noite desta terça, os resultados ainda não tinham sido divulgados.

Bebê está mamando
O boletim médico divulgado na manhã desta terça informou que o bebê estava tomando antiobiótico intravenoso, além de estar no soro e também mamando. Ainda não há previsão de alta. Um novo boletim deve ser liberado na manhã desta quarta.
Segundo a assessoria, o bebê deu entrada no hospital na noite de segunda (4) com febre e alguns pontos vermelhos espalhados pelo corpo. Por precaução, Claudia decidiu levar o menino para o hospital, acreditando que poderia se tratar de uma virose.
No domingo (3), a cantora fez um show em Campo Grande, na Zona Oeste da cidade .


fonte:G1
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Bebê de 3 meses tem diagnóstico de meningite e está internado no Rio.Cantora está ao lado do filho e, agora, mais tranquila após tratamento.

O pai da cantora Cláudia Leitte disse que a notícia de que o neto Davi, de 3 meses, estava com meningite foi um choque para a família. Segundo Cláudio de Oliveira Inácio, a tranquilidade veio após a notícia de que o bebê - que está internado num hospital da Zona Sul do Rio – está reagindo bem ao tratamento, segundo a assessoria da cantora.
"Neste momento, estamos com uma certa tranquilidade. No primeiro momento foi um choque, porque o nome da doença assusta", contou Claudio, que embarca na noite desta terça-feira (5) para o Rio. "Ele está recebendo muito carinho e amor".

Claudia passou a noite em claro ao lado do filho.
“Ela passou a noite com ele, não dormiu um segundo. Só no final da manhã descansou no hospital mesmo”, contou seu assessor, Paulo Roberto Sampaio, acrescentando: “Ele está respondendo bem ao tratamento. A família está mais tranquila. Claudia também está mais tranquila, depois de toda a tensão pela manhã”.

Como um rapazinho
Paulo Roberto contou que Davi teve um dia tranquilo e, segundo a avó, “está se comportando como um rapazinho”. O bebê só mama no peito e pesa mais de 8 kg.
"Ele puxou ao avô neste aspecto, é muito forte", disse Claudio de Oliveira. Segundo o assessor, a mãe da cantora, Ilna Leite, veio para o Rio ainda na noite de segunda-feira (4). Claudia Leitte cancelou os compromissos desta terça e de quarta-feira (6). A agenda de shows para o fim de semana, no entanto, ainda está mantida, segundo o assessor.
O diagnóstico de meningite foi confirmado na manhã desta terça pela assessoria do Hospital Copa D'Or, onde o bebê está internado no CTI pediátrico. O tipo de meningite, no entanto, ainda não foi confirmado. Davi passou por exames mas, até o início da noite desta terça, os resultados ainda não tinham sido divulgados.

Bebê está mamando
O boletim médico divulgado na manhã desta terça informou que o bebê estava tomando antiobiótico intravenoso, além de estar no soro e também mamando. Ainda não há previsão de alta. Um novo boletim deve ser liberado na manhã desta quarta.
Segundo a assessoria, o bebê deu entrada no hospital na noite de segunda (4) com febre e alguns pontos vermelhos espalhados pelo corpo. Por precaução, Claudia decidiu levar o menino para o hospital, acreditando que poderia se tratar de uma virose.
No domingo (3), a cantora fez um show em Campo Grande, na Zona Oeste da cidade .


fonte:G1
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Bebê de 3 meses tem diagnóstico de meningite e está internado no Rio.Cantora está ao lado do filho e, agora, mais tranquila após tratamento.

O pai da cantora Cláudia Leitte disse que a notícia de que o neto Davi, de 3 meses, estava com meningite foi um choque para a família. Segundo Cláudio de Oliveira Inácio, a tranquilidade veio após a notícia de que o bebê - que está internado num hospital da Zona Sul do Rio – está reagindo bem ao tratamento, segundo a assessoria da cantora.
"Neste momento, estamos com uma certa tranquilidade. No primeiro momento foi um choque, porque o nome da doença assusta", contou Claudio, que embarca na noite desta terça-feira (5) para o Rio. "Ele está recebendo muito carinho e amor".

Claudia passou a noite em claro ao lado do filho.
“Ela passou a noite com ele, não dormiu um segundo. Só no final da manhã descansou no hospital mesmo”, contou seu assessor, Paulo Roberto Sampaio, acrescentando: “Ele está respondendo bem ao tratamento. A família está mais tranquila. Claudia também está mais tranquila, depois de toda a tensão pela manhã”.

Como um rapazinho
Paulo Roberto contou que Davi teve um dia tranquilo e, segundo a avó, “está se comportando como um rapazinho”. O bebê só mama no peito e pesa mais de 8 kg.
"Ele puxou ao avô neste aspecto, é muito forte", disse Claudio de Oliveira. Segundo o assessor, a mãe da cantora, Ilna Leite, veio para o Rio ainda na noite de segunda-feira (4). Claudia Leitte cancelou os compromissos desta terça e de quarta-feira (6). A agenda de shows para o fim de semana, no entanto, ainda está mantida, segundo o assessor.
O diagnóstico de meningite foi confirmado na manhã desta terça pela assessoria do Hospital Copa D'Or, onde o bebê está internado no CTI pediátrico. O tipo de meningite, no entanto, ainda não foi confirmado. Davi passou por exames mas, até o início da noite desta terça, os resultados ainda não tinham sido divulgados.

Bebê está mamando
O boletim médico divulgado na manhã desta terça informou que o bebê estava tomando antiobiótico intravenoso, além de estar no soro e também mamando. Ainda não há previsão de alta. Um novo boletim deve ser liberado na manhã desta quarta.
Segundo a assessoria, o bebê deu entrada no hospital na noite de segunda (4) com febre e alguns pontos vermelhos espalhados pelo corpo. Por precaução, Claudia decidiu levar o menino para o hospital, acreditando que poderia se tratar de uma virose.
No domingo (3), a cantora fez um show em Campo Grande, na Zona Oeste da cidade .


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RIO - Policiais do Serviço Reservado (P-2) do 5º BPM (Praça da Harmonia) apreenderam, na manhã desta terça-feira, uma caixa de anabolizantes nas proximidades do Terminal Américo Fontenelle, na Central do Brasil. Os produtos eram de várias marcas e dosagens. O material estava com dois camelôs, que tentavam vender os anabolizantes nas proximidades no Morro da Providência. Com a proximação dos PMs, eles fugiram em direção à favela e abandonaram os produtos. O caso foi registrado na 4ª DP (Central do Brasil).


fonte:O Globo On Line
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RIO - Policiais do Serviço Reservado (P-2) do 5º BPM (Praça da Harmonia) apreenderam, na manhã desta terça-feira, uma caixa de anabolizantes nas proximidades do Terminal Américo Fontenelle, na Central do Brasil. Os produtos eram de várias marcas e dosagens. O material estava com dois camelôs, que tentavam vender os anabolizantes nas proximidades no Morro da Providência. Com a proximação dos PMs, eles fugiram em direção à favela e abandonaram os produtos. O caso foi registrado na 4ª DP (Central do Brasil).


fonte:O Globo On Line
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RIO - Policiais do Serviço Reservado (P-2) do 5º BPM (Praça da Harmonia) apreenderam, na manhã desta terça-feira, uma caixa de anabolizantes nas proximidades do Terminal Américo Fontenelle, na Central do Brasil. Os produtos eram de várias marcas e dosagens. O material estava com dois camelôs, que tentavam vender os anabolizantes nas proximidades no Morro da Providência. Com a proximação dos PMs, eles fugiram em direção à favela e abandonaram os produtos. O caso foi registrado na 4ª DP (Central do Brasil).


fonte:O Globo On Line
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RIO - Policiais do Serviço Reservado (P-2) do 5º BPM (Praça da Harmonia) apreenderam, na manhã desta terça-feira, uma caixa de anabolizantes nas proximidades do Terminal Américo Fontenelle, na Central do Brasil. Os produtos eram de várias marcas e dosagens. O material estava com dois camelôs, que tentavam vender os anabolizantes nas proximidades no Morro da Providência. Com a proximação dos PMs, eles fugiram em direção à favela e abandonaram os produtos. O caso foi registrado na 4ª DP (Central do Brasil).


fonte:O Globo On Line
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RIO - Policiais do Serviço Reservado (P-2) do 5º BPM (Praça da Harmonia) apreenderam, na manhã desta terça-feira, uma caixa de anabolizantes nas proximidades do Terminal Américo Fontenelle, na Central do Brasil. Os produtos eram de várias marcas e dosagens. O material estava com dois camelôs, que tentavam vender os anabolizantes nas proximidades no Morro da Providência. Com a proximação dos PMs, eles fugiram em direção à favela e abandonaram os produtos. O caso foi registrado na 4ª DP (Central do Brasil).


fonte:O Globo On Line
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RIO - Policiais do Serviço Reservado (P-2) do 5º BPM (Praça da Harmonia) apreenderam, na manhã desta terça-feira, uma caixa de anabolizantes nas proximidades do Terminal Américo Fontenelle, na Central do Brasil. Os produtos eram de várias marcas e dosagens. O material estava com dois camelôs, que tentavam vender os anabolizantes nas proximidades no Morro da Providência. Com a proximação dos PMs, eles fugiram em direção à favela e abandonaram os produtos. O caso foi registrado na 4ª DP (Central do Brasil).


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Incidente aconteceu na última quinta-feira.Polícia de Freiburg está investigando o caso.

A polícia investiga como uma camisinha foi parar na caixa do lanche que uma menina de 7 anos tinha comprado em uma loja de uma rede norte-americana de fast-food no cantão de Freiburg, na Suíça.
O estranho incidente, revelado nesta terça-feira por jornais suíços, foi descoberto quando uma mãe foi denunciar à polícia que sua filha de 7 anos tinha encontrado um preservativo entre as batatas fritas do lanche comprado na cidade de Granges-Paccot.
A embalagem da camisinha estava aberta, o que levou a polícia a investigar, em primeiro lugar, se havia sido usada.
Segundo Benoit Dumas, porta-voz da polícia, as primeiras análises divulgadas apontam que o preservativo não estava usado, ou pelo menos "não tinha sido utilizado em uma relação sexual completa".
Porém ainda não foi possível determinar como o preservativo chegou ao lanche da menina.
O porta-voz da polícia lamentou que a mãe, de 41 anos, só tenha levado um pedaço da embalagem do lanche com prova, e dez horas após tê-lo achado, o que dificultou as análises.
A mãe da menina disse à imprensa suíça que, do momento em que comprou o lanche até sua filha começar a comer, em um parque próximo, não houve possibilidade alguma de que alguém tenha colocado o preservativo nas batatas fritas.


fonte:G1
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Incidente aconteceu na última quinta-feira.Polícia de Freiburg está investigando o caso.

A polícia investiga como uma camisinha foi parar na caixa do lanche que uma menina de 7 anos tinha comprado em uma loja de uma rede norte-americana de fast-food no cantão de Freiburg, na Suíça.
O estranho incidente, revelado nesta terça-feira por jornais suíços, foi descoberto quando uma mãe foi denunciar à polícia que sua filha de 7 anos tinha encontrado um preservativo entre as batatas fritas do lanche comprado na cidade de Granges-Paccot.
A embalagem da camisinha estava aberta, o que levou a polícia a investigar, em primeiro lugar, se havia sido usada.
Segundo Benoit Dumas, porta-voz da polícia, as primeiras análises divulgadas apontam que o preservativo não estava usado, ou pelo menos "não tinha sido utilizado em uma relação sexual completa".
Porém ainda não foi possível determinar como o preservativo chegou ao lanche da menina.
O porta-voz da polícia lamentou que a mãe, de 41 anos, só tenha levado um pedaço da embalagem do lanche com prova, e dez horas após tê-lo achado, o que dificultou as análises.
A mãe da menina disse à imprensa suíça que, do momento em que comprou o lanche até sua filha começar a comer, em um parque próximo, não houve possibilidade alguma de que alguém tenha colocado o preservativo nas batatas fritas.


fonte:G1
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Incidente aconteceu na última quinta-feira.Polícia de Freiburg está investigando o caso.

A polícia investiga como uma camisinha foi parar na caixa do lanche que uma menina de 7 anos tinha comprado em uma loja de uma rede norte-americana de fast-food no cantão de Freiburg, na Suíça.
O estranho incidente, revelado nesta terça-feira por jornais suíços, foi descoberto quando uma mãe foi denunciar à polícia que sua filha de 7 anos tinha encontrado um preservativo entre as batatas fritas do lanche comprado na cidade de Granges-Paccot.
A embalagem da camisinha estava aberta, o que levou a polícia a investigar, em primeiro lugar, se havia sido usada.
Segundo Benoit Dumas, porta-voz da polícia, as primeiras análises divulgadas apontam que o preservativo não estava usado, ou pelo menos "não tinha sido utilizado em uma relação sexual completa".
Porém ainda não foi possível determinar como o preservativo chegou ao lanche da menina.
O porta-voz da polícia lamentou que a mãe, de 41 anos, só tenha levado um pedaço da embalagem do lanche com prova, e dez horas após tê-lo achado, o que dificultou as análises.
A mãe da menina disse à imprensa suíça que, do momento em que comprou o lanche até sua filha começar a comer, em um parque próximo, não houve possibilidade alguma de que alguém tenha colocado o preservativo nas batatas fritas.


fonte:G1
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Incidente aconteceu na última quinta-feira.Polícia de Freiburg está investigando o caso.

A polícia investiga como uma camisinha foi parar na caixa do lanche que uma menina de 7 anos tinha comprado em uma loja de uma rede norte-americana de fast-food no cantão de Freiburg, na Suíça.
O estranho incidente, revelado nesta terça-feira por jornais suíços, foi descoberto quando uma mãe foi denunciar à polícia que sua filha de 7 anos tinha encontrado um preservativo entre as batatas fritas do lanche comprado na cidade de Granges-Paccot.
A embalagem da camisinha estava aberta, o que levou a polícia a investigar, em primeiro lugar, se havia sido usada.
Segundo Benoit Dumas, porta-voz da polícia, as primeiras análises divulgadas apontam que o preservativo não estava usado, ou pelo menos "não tinha sido utilizado em uma relação sexual completa".
Porém ainda não foi possível determinar como o preservativo chegou ao lanche da menina.
O porta-voz da polícia lamentou que a mãe, de 41 anos, só tenha levado um pedaço da embalagem do lanche com prova, e dez horas após tê-lo achado, o que dificultou as análises.
A mãe da menina disse à imprensa suíça que, do momento em que comprou o lanche até sua filha começar a comer, em um parque próximo, não houve possibilidade alguma de que alguém tenha colocado o preservativo nas batatas fritas.


fonte:G1
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Incidente aconteceu na última quinta-feira.Polícia de Freiburg está investigando o caso.

A polícia investiga como uma camisinha foi parar na caixa do lanche que uma menina de 7 anos tinha comprado em uma loja de uma rede norte-americana de fast-food no cantão de Freiburg, na Suíça.
O estranho incidente, revelado nesta terça-feira por jornais suíços, foi descoberto quando uma mãe foi denunciar à polícia que sua filha de 7 anos tinha encontrado um preservativo entre as batatas fritas do lanche comprado na cidade de Granges-Paccot.
A embalagem da camisinha estava aberta, o que levou a polícia a investigar, em primeiro lugar, se havia sido usada.
Segundo Benoit Dumas, porta-voz da polícia, as primeiras análises divulgadas apontam que o preservativo não estava usado, ou pelo menos "não tinha sido utilizado em uma relação sexual completa".
Porém ainda não foi possível determinar como o preservativo chegou ao lanche da menina.
O porta-voz da polícia lamentou que a mãe, de 41 anos, só tenha levado um pedaço da embalagem do lanche com prova, e dez horas após tê-lo achado, o que dificultou as análises.
A mãe da menina disse à imprensa suíça que, do momento em que comprou o lanche até sua filha começar a comer, em um parque próximo, não houve possibilidade alguma de que alguém tenha colocado o preservativo nas batatas fritas.


fonte:G1
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Incidente aconteceu na última quinta-feira.Polícia de Freiburg está investigando o caso.

A polícia investiga como uma camisinha foi parar na caixa do lanche que uma menina de 7 anos tinha comprado em uma loja de uma rede norte-americana de fast-food no cantão de Freiburg, na Suíça.
O estranho incidente, revelado nesta terça-feira por jornais suíços, foi descoberto quando uma mãe foi denunciar à polícia que sua filha de 7 anos tinha encontrado um preservativo entre as batatas fritas do lanche comprado na cidade de Granges-Paccot.
A embalagem da camisinha estava aberta, o que levou a polícia a investigar, em primeiro lugar, se havia sido usada.
Segundo Benoit Dumas, porta-voz da polícia, as primeiras análises divulgadas apontam que o preservativo não estava usado, ou pelo menos "não tinha sido utilizado em uma relação sexual completa".
Porém ainda não foi possível determinar como o preservativo chegou ao lanche da menina.
O porta-voz da polícia lamentou que a mãe, de 41 anos, só tenha levado um pedaço da embalagem do lanche com prova, e dez horas após tê-lo achado, o que dificultou as análises.
A mãe da menina disse à imprensa suíça que, do momento em que comprou o lanche até sua filha começar a comer, em um parque próximo, não houve possibilidade alguma de que alguém tenha colocado o preservativo nas batatas fritas.


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LONDRES - A organização Anistia Internacional pediu nesta terça-feira que as autoridades iranianas cancelem a execução de dois jovens por crimes cometidos quando ainda eram adolescentes. A execução está programada para quarta-feira, cinco dias após a morte de Delara Darabi, de 22 anos, condenada por um crime que ela confessou ter cometido quando tinha 18 anos.
Amir Khaleqi e Safar Angooti deverão ser executados na prisão de Evin, em Teerã. Amir matou um homem no ano passado, durante uma briga quando estava bêbado. Ele tinha 16 anos. Também em 2008, Safar, então com 17 anos, assassinou um homem. Pelo menos 135 menores infratores iranianos estão no corredor da morte.
"O consenso internacional contra a execução de menores infratores reflete o reconhecimento de que devido à imaturidade, impulsividade, vulnerabilidade e capacidade de reabilitação dos jovens, suas vidas nunca deveriam ser abreviadas", disse em nota Hassiba Hadj Sahraoui, vice-diretor do Programa para Oriente Médio e África da Anistia Internacional.


fonte:O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:55  comentar

LONDRES - A organização Anistia Internacional pediu nesta terça-feira que as autoridades iranianas cancelem a execução de dois jovens por crimes cometidos quando ainda eram adolescentes. A execução está programada para quarta-feira, cinco dias após a morte de Delara Darabi, de 22 anos, condenada por um crime que ela confessou ter cometido quando tinha 18 anos.
Amir Khaleqi e Safar Angooti deverão ser executados na prisão de Evin, em Teerã. Amir matou um homem no ano passado, durante uma briga quando estava bêbado. Ele tinha 16 anos. Também em 2008, Safar, então com 17 anos, assassinou um homem. Pelo menos 135 menores infratores iranianos estão no corredor da morte.
"O consenso internacional contra a execução de menores infratores reflete o reconhecimento de que devido à imaturidade, impulsividade, vulnerabilidade e capacidade de reabilitação dos jovens, suas vidas nunca deveriam ser abreviadas", disse em nota Hassiba Hadj Sahraoui, vice-diretor do Programa para Oriente Médio e África da Anistia Internacional.


fonte:O Globo On Line
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LONDRES - A organização Anistia Internacional pediu nesta terça-feira que as autoridades iranianas cancelem a execução de dois jovens por crimes cometidos quando ainda eram adolescentes. A execução está programada para quarta-feira, cinco dias após a morte de Delara Darabi, de 22 anos, condenada por um crime que ela confessou ter cometido quando tinha 18 anos.
Amir Khaleqi e Safar Angooti deverão ser executados na prisão de Evin, em Teerã. Amir matou um homem no ano passado, durante uma briga quando estava bêbado. Ele tinha 16 anos. Também em 2008, Safar, então com 17 anos, assassinou um homem. Pelo menos 135 menores infratores iranianos estão no corredor da morte.
"O consenso internacional contra a execução de menores infratores reflete o reconhecimento de que devido à imaturidade, impulsividade, vulnerabilidade e capacidade de reabilitação dos jovens, suas vidas nunca deveriam ser abreviadas", disse em nota Hassiba Hadj Sahraoui, vice-diretor do Programa para Oriente Médio e África da Anistia Internacional.


fonte:O Globo On Line
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LONDRES - A organização Anistia Internacional pediu nesta terça-feira que as autoridades iranianas cancelem a execução de dois jovens por crimes cometidos quando ainda eram adolescentes. A execução está programada para quarta-feira, cinco dias após a morte de Delara Darabi, de 22 anos, condenada por um crime que ela confessou ter cometido quando tinha 18 anos.
Amir Khaleqi e Safar Angooti deverão ser executados na prisão de Evin, em Teerã. Amir matou um homem no ano passado, durante uma briga quando estava bêbado. Ele tinha 16 anos. Também em 2008, Safar, então com 17 anos, assassinou um homem. Pelo menos 135 menores infratores iranianos estão no corredor da morte.
"O consenso internacional contra a execução de menores infratores reflete o reconhecimento de que devido à imaturidade, impulsividade, vulnerabilidade e capacidade de reabilitação dos jovens, suas vidas nunca deveriam ser abreviadas", disse em nota Hassiba Hadj Sahraoui, vice-diretor do Programa para Oriente Médio e África da Anistia Internacional.


fonte:O Globo On Line
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LONDRES - A organização Anistia Internacional pediu nesta terça-feira que as autoridades iranianas cancelem a execução de dois jovens por crimes cometidos quando ainda eram adolescentes. A execução está programada para quarta-feira, cinco dias após a morte de Delara Darabi, de 22 anos, condenada por um crime que ela confessou ter cometido quando tinha 18 anos.
Amir Khaleqi e Safar Angooti deverão ser executados na prisão de Evin, em Teerã. Amir matou um homem no ano passado, durante uma briga quando estava bêbado. Ele tinha 16 anos. Também em 2008, Safar, então com 17 anos, assassinou um homem. Pelo menos 135 menores infratores iranianos estão no corredor da morte.
"O consenso internacional contra a execução de menores infratores reflete o reconhecimento de que devido à imaturidade, impulsividade, vulnerabilidade e capacidade de reabilitação dos jovens, suas vidas nunca deveriam ser abreviadas", disse em nota Hassiba Hadj Sahraoui, vice-diretor do Programa para Oriente Médio e África da Anistia Internacional.


fonte:O Globo On Line
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LONDRES - A organização Anistia Internacional pediu nesta terça-feira que as autoridades iranianas cancelem a execução de dois jovens por crimes cometidos quando ainda eram adolescentes. A execução está programada para quarta-feira, cinco dias após a morte de Delara Darabi, de 22 anos, condenada por um crime que ela confessou ter cometido quando tinha 18 anos.
Amir Khaleqi e Safar Angooti deverão ser executados na prisão de Evin, em Teerã. Amir matou um homem no ano passado, durante uma briga quando estava bêbado. Ele tinha 16 anos. Também em 2008, Safar, então com 17 anos, assassinou um homem. Pelo menos 135 menores infratores iranianos estão no corredor da morte.
"O consenso internacional contra a execução de menores infratores reflete o reconhecimento de que devido à imaturidade, impulsividade, vulnerabilidade e capacidade de reabilitação dos jovens, suas vidas nunca deveriam ser abreviadas", disse em nota Hassiba Hadj Sahraoui, vice-diretor do Programa para Oriente Médio e África da Anistia Internacional.


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PORTO ALEGRE - O número de municípios do Rio Grande do Sul em situação de emergência subiu para 173, devido à forte estiagem no estado, que vem desde o início do ano. A partir de segunda-feira, 21 cidades do estado vão suspender os serviços públicos por uma semana, inclusive as aulas nas escolas, por conta da falta d'água. Só serão mantidos atendimentos de saúde e recolhimento de lixo.
De acordo com a Defesa Civil estadual, mais onze municípios decretaram estado de emergência nesta terça-feira: Catuípe, Charrua, Gentil, Marcelino Ramos, Nova Alvorada, Nova Ramada, Novo Tiradentes, Paim Filho, Salto do Jacuí, São Jorge e Tunas.
A imagem da terra rachada pela falta de chuva, tradicionalmente, remete ao sertão nordestino. Mas tem se tornado comum nos campos gaúchos.
Em Erechim, no norte do estado, a barragem que abastece a cidade está 3 metros abaixo do nível normal. A população enfrenta o terceiro dia de racionamento, com 14 horas de torneiras secas, seguida do mesmo período com água. O solo está rachado. O custo de manutenção de um caminhão-pipa para abastecer a população chega a R$ 11 mil por dia.
Em Unistalda, que decretou emergência no dia 2 de janeiro, 70 famílias de três localidades do interior já não têm mais água nem para beber. Um carro-pipa está fazendo a distribuição duas vezes por dia. As perdas na agricultura aumentam e só a quebra na lavoura de milho já atingiu 70%. A produção de fumo também já teve perdas de 70%.
Em Itacurubi, também foi adotado racionamento de água. Desde o início de abril, o abastecimento é cortado durante seis horas por dia. A prefeitura estima que cerca de 300 famílias dependam da água distribuída pelo carro-pipa para sobreviver. Situação semelhante acontece em Tupanciretã, onde a água também chega em caminhão-pipa.
Moradores de Porto Alegre reclamam de cheiro e sabor ruins na água que abastece a cidade. O Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae) iniciou tratamento para combater a situação. O problema também é causado pela estiagem. A falta de chuva e de ventos, aliada à poluição, está ajudando a aumentar a quantidade de algas no Guaíba, que ficou com água esverdeada. Nas torneiras, a água jorra com mau cheiro e o gosto ruim. O Guaíba é responsável por 96,4% da água bruta consumida na capital gaúcha. Para diminuir o impacto das algas na água que chega aos moradores, o Dmae está aplicando peróxido de hidrogênio e carvão ativado.
Agricultores gaúchos se reúnem nesta quarta com representantes do Ministério da Agricultura e da Secretaria-Geral da Presidência da República para pedir um plano de socorro. Eles querem prorrogação por 90 dias dos contratos de financiamento com vencimento neste mês e o pagamento de um salário mínimo por seis meses às famílias afetadas, cerca de 250 mil.
- Temos municípios onde as vacas estão morrendo por falta água e de comida. O agricultor não terá condições de pagar o financiamento, a não ser que se desfaça de terra, do maquinário e dos animais - disse Altemir Tortelli, coordenador-geral da Federação dos Trabalhadores da Agricultura Familiar (Fetraf-Sul). Santa Catarina também sofre com estiagem
Em Santa Catarina, após quatro meses com chuva abaixo da média, 94 municípios do Oeste, Meio-Oeste, Planalto Norte e Serra já decretaram situação de emergência por causa da seca. O último levantamento apontava 83 municípios em situação de emergência.
De acordo com os dados da Defesa Civil Estadual, os 94 municípios têm uma população de 1,038 milhão de pessoas, o equivalente a 18% do total de 5,8 milhões de habitantes registrados pelo IBGE em Santa Catarina no último censo de 2007.
O déficit hídrico no ano é de 280,1 milímetros, o que representa 42,2% a menos do que o normal.
O governador Luiz Henrique da Silveira anunciou medidas que serão tomadas para minimizar o impacto da seca em Santa Catarina, principalmente na região Oeste. Entre elas está o envio de um projeto de lei à Assembleia Legislativa pedindo a isenção, para os produtores que moram em municípios que decretaram situação de emergência, do pagamento da taxa de licenciamento para perfuração de poços.
O governo do Estado também vai liberar R$ 1 milhão para as secretarias de Desenvolvimento Regional (SDRs) e a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan) para a contratação de empresas que irão distribuir água nas propriedades rurais.

fonte: O Globo On Line
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PORTO ALEGRE - O número de municípios do Rio Grande do Sul em situação de emergência subiu para 173, devido à forte estiagem no estado, que vem desde o início do ano. A partir de segunda-feira, 21 cidades do estado vão suspender os serviços públicos por uma semana, inclusive as aulas nas escolas, por conta da falta d'água. Só serão mantidos atendimentos de saúde e recolhimento de lixo.
De acordo com a Defesa Civil estadual, mais onze municípios decretaram estado de emergência nesta terça-feira: Catuípe, Charrua, Gentil, Marcelino Ramos, Nova Alvorada, Nova Ramada, Novo Tiradentes, Paim Filho, Salto do Jacuí, São Jorge e Tunas.
A imagem da terra rachada pela falta de chuva, tradicionalmente, remete ao sertão nordestino. Mas tem se tornado comum nos campos gaúchos.
Em Erechim, no norte do estado, a barragem que abastece a cidade está 3 metros abaixo do nível normal. A população enfrenta o terceiro dia de racionamento, com 14 horas de torneiras secas, seguida do mesmo período com água. O solo está rachado. O custo de manutenção de um caminhão-pipa para abastecer a população chega a R$ 11 mil por dia.
Em Unistalda, que decretou emergência no dia 2 de janeiro, 70 famílias de três localidades do interior já não têm mais água nem para beber. Um carro-pipa está fazendo a distribuição duas vezes por dia. As perdas na agricultura aumentam e só a quebra na lavoura de milho já atingiu 70%. A produção de fumo também já teve perdas de 70%.
Em Itacurubi, também foi adotado racionamento de água. Desde o início de abril, o abastecimento é cortado durante seis horas por dia. A prefeitura estima que cerca de 300 famílias dependam da água distribuída pelo carro-pipa para sobreviver. Situação semelhante acontece em Tupanciretã, onde a água também chega em caminhão-pipa.
Moradores de Porto Alegre reclamam de cheiro e sabor ruins na água que abastece a cidade. O Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae) iniciou tratamento para combater a situação. O problema também é causado pela estiagem. A falta de chuva e de ventos, aliada à poluição, está ajudando a aumentar a quantidade de algas no Guaíba, que ficou com água esverdeada. Nas torneiras, a água jorra com mau cheiro e o gosto ruim. O Guaíba é responsável por 96,4% da água bruta consumida na capital gaúcha. Para diminuir o impacto das algas na água que chega aos moradores, o Dmae está aplicando peróxido de hidrogênio e carvão ativado.
Agricultores gaúchos se reúnem nesta quarta com representantes do Ministério da Agricultura e da Secretaria-Geral da Presidência da República para pedir um plano de socorro. Eles querem prorrogação por 90 dias dos contratos de financiamento com vencimento neste mês e o pagamento de um salário mínimo por seis meses às famílias afetadas, cerca de 250 mil.
- Temos municípios onde as vacas estão morrendo por falta água e de comida. O agricultor não terá condições de pagar o financiamento, a não ser que se desfaça de terra, do maquinário e dos animais - disse Altemir Tortelli, coordenador-geral da Federação dos Trabalhadores da Agricultura Familiar (Fetraf-Sul). Santa Catarina também sofre com estiagem
Em Santa Catarina, após quatro meses com chuva abaixo da média, 94 municípios do Oeste, Meio-Oeste, Planalto Norte e Serra já decretaram situação de emergência por causa da seca. O último levantamento apontava 83 municípios em situação de emergência.
De acordo com os dados da Defesa Civil Estadual, os 94 municípios têm uma população de 1,038 milhão de pessoas, o equivalente a 18% do total de 5,8 milhões de habitantes registrados pelo IBGE em Santa Catarina no último censo de 2007.
O déficit hídrico no ano é de 280,1 milímetros, o que representa 42,2% a menos do que o normal.
O governador Luiz Henrique da Silveira anunciou medidas que serão tomadas para minimizar o impacto da seca em Santa Catarina, principalmente na região Oeste. Entre elas está o envio de um projeto de lei à Assembleia Legislativa pedindo a isenção, para os produtores que moram em municípios que decretaram situação de emergência, do pagamento da taxa de licenciamento para perfuração de poços.
O governo do Estado também vai liberar R$ 1 milhão para as secretarias de Desenvolvimento Regional (SDRs) e a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan) para a contratação de empresas que irão distribuir água nas propriedades rurais.

fonte: O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:44  comentar

PORTO ALEGRE - O número de municípios do Rio Grande do Sul em situação de emergência subiu para 173, devido à forte estiagem no estado, que vem desde o início do ano. A partir de segunda-feira, 21 cidades do estado vão suspender os serviços públicos por uma semana, inclusive as aulas nas escolas, por conta da falta d'água. Só serão mantidos atendimentos de saúde e recolhimento de lixo.
De acordo com a Defesa Civil estadual, mais onze municípios decretaram estado de emergência nesta terça-feira: Catuípe, Charrua, Gentil, Marcelino Ramos, Nova Alvorada, Nova Ramada, Novo Tiradentes, Paim Filho, Salto do Jacuí, São Jorge e Tunas.
A imagem da terra rachada pela falta de chuva, tradicionalmente, remete ao sertão nordestino. Mas tem se tornado comum nos campos gaúchos.
Em Erechim, no norte do estado, a barragem que abastece a cidade está 3 metros abaixo do nível normal. A população enfrenta o terceiro dia de racionamento, com 14 horas de torneiras secas, seguida do mesmo período com água. O solo está rachado. O custo de manutenção de um caminhão-pipa para abastecer a população chega a R$ 11 mil por dia.
Em Unistalda, que decretou emergência no dia 2 de janeiro, 70 famílias de três localidades do interior já não têm mais água nem para beber. Um carro-pipa está fazendo a distribuição duas vezes por dia. As perdas na agricultura aumentam e só a quebra na lavoura de milho já atingiu 70%. A produção de fumo também já teve perdas de 70%.
Em Itacurubi, também foi adotado racionamento de água. Desde o início de abril, o abastecimento é cortado durante seis horas por dia. A prefeitura estima que cerca de 300 famílias dependam da água distribuída pelo carro-pipa para sobreviver. Situação semelhante acontece em Tupanciretã, onde a água também chega em caminhão-pipa.
Moradores de Porto Alegre reclamam de cheiro e sabor ruins na água que abastece a cidade. O Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae) iniciou tratamento para combater a situação. O problema também é causado pela estiagem. A falta de chuva e de ventos, aliada à poluição, está ajudando a aumentar a quantidade de algas no Guaíba, que ficou com água esverdeada. Nas torneiras, a água jorra com mau cheiro e o gosto ruim. O Guaíba é responsável por 96,4% da água bruta consumida na capital gaúcha. Para diminuir o impacto das algas na água que chega aos moradores, o Dmae está aplicando peróxido de hidrogênio e carvão ativado.
Agricultores gaúchos se reúnem nesta quarta com representantes do Ministério da Agricultura e da Secretaria-Geral da Presidência da República para pedir um plano de socorro. Eles querem prorrogação por 90 dias dos contratos de financiamento com vencimento neste mês e o pagamento de um salário mínimo por seis meses às famílias afetadas, cerca de 250 mil.
- Temos municípios onde as vacas estão morrendo por falta água e de comida. O agricultor não terá condições de pagar o financiamento, a não ser que se desfaça de terra, do maquinário e dos animais - disse Altemir Tortelli, coordenador-geral da Federação dos Trabalhadores da Agricultura Familiar (Fetraf-Sul). Santa Catarina também sofre com estiagem
Em Santa Catarina, após quatro meses com chuva abaixo da média, 94 municípios do Oeste, Meio-Oeste, Planalto Norte e Serra já decretaram situação de emergência por causa da seca. O último levantamento apontava 83 municípios em situação de emergência.
De acordo com os dados da Defesa Civil Estadual, os 94 municípios têm uma população de 1,038 milhão de pessoas, o equivalente a 18% do total de 5,8 milhões de habitantes registrados pelo IBGE em Santa Catarina no último censo de 2007.
O déficit hídrico no ano é de 280,1 milímetros, o que representa 42,2% a menos do que o normal.
O governador Luiz Henrique da Silveira anunciou medidas que serão tomadas para minimizar o impacto da seca em Santa Catarina, principalmente na região Oeste. Entre elas está o envio de um projeto de lei à Assembleia Legislativa pedindo a isenção, para os produtores que moram em municípios que decretaram situação de emergência, do pagamento da taxa de licenciamento para perfuração de poços.
O governo do Estado também vai liberar R$ 1 milhão para as secretarias de Desenvolvimento Regional (SDRs) e a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan) para a contratação de empresas que irão distribuir água nas propriedades rurais.

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PORTO ALEGRE - O número de municípios do Rio Grande do Sul em situação de emergência subiu para 173, devido à forte estiagem no estado, que vem desde o início do ano. A partir de segunda-feira, 21 cidades do estado vão suspender os serviços públicos por uma semana, inclusive as aulas nas escolas, por conta da falta d'água. Só serão mantidos atendimentos de saúde e recolhimento de lixo.
De acordo com a Defesa Civil estadual, mais onze municípios decretaram estado de emergência nesta terça-feira: Catuípe, Charrua, Gentil, Marcelino Ramos, Nova Alvorada, Nova Ramada, Novo Tiradentes, Paim Filho, Salto do Jacuí, São Jorge e Tunas.
A imagem da terra rachada pela falta de chuva, tradicionalmente, remete ao sertão nordestino. Mas tem se tornado comum nos campos gaúchos.
Em Erechim, no norte do estado, a barragem que abastece a cidade está 3 metros abaixo do nível normal. A população enfrenta o terceiro dia de racionamento, com 14 horas de torneiras secas, seguida do mesmo período com água. O solo está rachado. O custo de manutenção de um caminhão-pipa para abastecer a população chega a R$ 11 mil por dia.
Em Unistalda, que decretou emergência no dia 2 de janeiro, 70 famílias de três localidades do interior já não têm mais água nem para beber. Um carro-pipa está fazendo a distribuição duas vezes por dia. As perdas na agricultura aumentam e só a quebra na lavoura de milho já atingiu 70%. A produção de fumo também já teve perdas de 70%.
Em Itacurubi, também foi adotado racionamento de água. Desde o início de abril, o abastecimento é cortado durante seis horas por dia. A prefeitura estima que cerca de 300 famílias dependam da água distribuída pelo carro-pipa para sobreviver. Situação semelhante acontece em Tupanciretã, onde a água também chega em caminhão-pipa.
Moradores de Porto Alegre reclamam de cheiro e sabor ruins na água que abastece a cidade. O Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae) iniciou tratamento para combater a situação. O problema também é causado pela estiagem. A falta de chuva e de ventos, aliada à poluição, está ajudando a aumentar a quantidade de algas no Guaíba, que ficou com água esverdeada. Nas torneiras, a água jorra com mau cheiro e o gosto ruim. O Guaíba é responsável por 96,4% da água bruta consumida na capital gaúcha. Para diminuir o impacto das algas na água que chega aos moradores, o Dmae está aplicando peróxido de hidrogênio e carvão ativado.
Agricultores gaúchos se reúnem nesta quarta com representantes do Ministério da Agricultura e da Secretaria-Geral da Presidência da República para pedir um plano de socorro. Eles querem prorrogação por 90 dias dos contratos de financiamento com vencimento neste mês e o pagamento de um salário mínimo por seis meses às famílias afetadas, cerca de 250 mil.
- Temos municípios onde as vacas estão morrendo por falta água e de comida. O agricultor não terá condições de pagar o financiamento, a não ser que se desfaça de terra, do maquinário e dos animais - disse Altemir Tortelli, coordenador-geral da Federação dos Trabalhadores da Agricultura Familiar (Fetraf-Sul). Santa Catarina também sofre com estiagem
Em Santa Catarina, após quatro meses com chuva abaixo da média, 94 municípios do Oeste, Meio-Oeste, Planalto Norte e Serra já decretaram situação de emergência por causa da seca. O último levantamento apontava 83 municípios em situação de emergência.
De acordo com os dados da Defesa Civil Estadual, os 94 municípios têm uma população de 1,038 milhão de pessoas, o equivalente a 18% do total de 5,8 milhões de habitantes registrados pelo IBGE em Santa Catarina no último censo de 2007.
O déficit hídrico no ano é de 280,1 milímetros, o que representa 42,2% a menos do que o normal.
O governador Luiz Henrique da Silveira anunciou medidas que serão tomadas para minimizar o impacto da seca em Santa Catarina, principalmente na região Oeste. Entre elas está o envio de um projeto de lei à Assembleia Legislativa pedindo a isenção, para os produtores que moram em municípios que decretaram situação de emergência, do pagamento da taxa de licenciamento para perfuração de poços.
O governo do Estado também vai liberar R$ 1 milhão para as secretarias de Desenvolvimento Regional (SDRs) e a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan) para a contratação de empresas que irão distribuir água nas propriedades rurais.

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PORTO ALEGRE - O número de municípios do Rio Grande do Sul em situação de emergência subiu para 173, devido à forte estiagem no estado, que vem desde o início do ano. A partir de segunda-feira, 21 cidades do estado vão suspender os serviços públicos por uma semana, inclusive as aulas nas escolas, por conta da falta d'água. Só serão mantidos atendimentos de saúde e recolhimento de lixo.
De acordo com a Defesa Civil estadual, mais onze municípios decretaram estado de emergência nesta terça-feira: Catuípe, Charrua, Gentil, Marcelino Ramos, Nova Alvorada, Nova Ramada, Novo Tiradentes, Paim Filho, Salto do Jacuí, São Jorge e Tunas.
A imagem da terra rachada pela falta de chuva, tradicionalmente, remete ao sertão nordestino. Mas tem se tornado comum nos campos gaúchos.
Em Erechim, no norte do estado, a barragem que abastece a cidade está 3 metros abaixo do nível normal. A população enfrenta o terceiro dia de racionamento, com 14 horas de torneiras secas, seguida do mesmo período com água. O solo está rachado. O custo de manutenção de um caminhão-pipa para abastecer a população chega a R$ 11 mil por dia.
Em Unistalda, que decretou emergência no dia 2 de janeiro, 70 famílias de três localidades do interior já não têm mais água nem para beber. Um carro-pipa está fazendo a distribuição duas vezes por dia. As perdas na agricultura aumentam e só a quebra na lavoura de milho já atingiu 70%. A produção de fumo também já teve perdas de 70%.
Em Itacurubi, também foi adotado racionamento de água. Desde o início de abril, o abastecimento é cortado durante seis horas por dia. A prefeitura estima que cerca de 300 famílias dependam da água distribuída pelo carro-pipa para sobreviver. Situação semelhante acontece em Tupanciretã, onde a água também chega em caminhão-pipa.
Moradores de Porto Alegre reclamam de cheiro e sabor ruins na água que abastece a cidade. O Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae) iniciou tratamento para combater a situação. O problema também é causado pela estiagem. A falta de chuva e de ventos, aliada à poluição, está ajudando a aumentar a quantidade de algas no Guaíba, que ficou com água esverdeada. Nas torneiras, a água jorra com mau cheiro e o gosto ruim. O Guaíba é responsável por 96,4% da água bruta consumida na capital gaúcha. Para diminuir o impacto das algas na água que chega aos moradores, o Dmae está aplicando peróxido de hidrogênio e carvão ativado.
Agricultores gaúchos se reúnem nesta quarta com representantes do Ministério da Agricultura e da Secretaria-Geral da Presidência da República para pedir um plano de socorro. Eles querem prorrogação por 90 dias dos contratos de financiamento com vencimento neste mês e o pagamento de um salário mínimo por seis meses às famílias afetadas, cerca de 250 mil.
- Temos municípios onde as vacas estão morrendo por falta água e de comida. O agricultor não terá condições de pagar o financiamento, a não ser que se desfaça de terra, do maquinário e dos animais - disse Altemir Tortelli, coordenador-geral da Federação dos Trabalhadores da Agricultura Familiar (Fetraf-Sul). Santa Catarina também sofre com estiagem
Em Santa Catarina, após quatro meses com chuva abaixo da média, 94 municípios do Oeste, Meio-Oeste, Planalto Norte e Serra já decretaram situação de emergência por causa da seca. O último levantamento apontava 83 municípios em situação de emergência.
De acordo com os dados da Defesa Civil Estadual, os 94 municípios têm uma população de 1,038 milhão de pessoas, o equivalente a 18% do total de 5,8 milhões de habitantes registrados pelo IBGE em Santa Catarina no último censo de 2007.
O déficit hídrico no ano é de 280,1 milímetros, o que representa 42,2% a menos do que o normal.
O governador Luiz Henrique da Silveira anunciou medidas que serão tomadas para minimizar o impacto da seca em Santa Catarina, principalmente na região Oeste. Entre elas está o envio de um projeto de lei à Assembleia Legislativa pedindo a isenção, para os produtores que moram em municípios que decretaram situação de emergência, do pagamento da taxa de licenciamento para perfuração de poços.
O governo do Estado também vai liberar R$ 1 milhão para as secretarias de Desenvolvimento Regional (SDRs) e a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan) para a contratação de empresas que irão distribuir água nas propriedades rurais.

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PORTO ALEGRE - O número de municípios do Rio Grande do Sul em situação de emergência subiu para 173, devido à forte estiagem no estado, que vem desde o início do ano. A partir de segunda-feira, 21 cidades do estado vão suspender os serviços públicos por uma semana, inclusive as aulas nas escolas, por conta da falta d'água. Só serão mantidos atendimentos de saúde e recolhimento de lixo.
De acordo com a Defesa Civil estadual, mais onze municípios decretaram estado de emergência nesta terça-feira: Catuípe, Charrua, Gentil, Marcelino Ramos, Nova Alvorada, Nova Ramada, Novo Tiradentes, Paim Filho, Salto do Jacuí, São Jorge e Tunas.
A imagem da terra rachada pela falta de chuva, tradicionalmente, remete ao sertão nordestino. Mas tem se tornado comum nos campos gaúchos.
Em Erechim, no norte do estado, a barragem que abastece a cidade está 3 metros abaixo do nível normal. A população enfrenta o terceiro dia de racionamento, com 14 horas de torneiras secas, seguida do mesmo período com água. O solo está rachado. O custo de manutenção de um caminhão-pipa para abastecer a população chega a R$ 11 mil por dia.
Em Unistalda, que decretou emergência no dia 2 de janeiro, 70 famílias de três localidades do interior já não têm mais água nem para beber. Um carro-pipa está fazendo a distribuição duas vezes por dia. As perdas na agricultura aumentam e só a quebra na lavoura de milho já atingiu 70%. A produção de fumo também já teve perdas de 70%.
Em Itacurubi, também foi adotado racionamento de água. Desde o início de abril, o abastecimento é cortado durante seis horas por dia. A prefeitura estima que cerca de 300 famílias dependam da água distribuída pelo carro-pipa para sobreviver. Situação semelhante acontece em Tupanciretã, onde a água também chega em caminhão-pipa.
Moradores de Porto Alegre reclamam de cheiro e sabor ruins na água que abastece a cidade. O Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae) iniciou tratamento para combater a situação. O problema também é causado pela estiagem. A falta de chuva e de ventos, aliada à poluição, está ajudando a aumentar a quantidade de algas no Guaíba, que ficou com água esverdeada. Nas torneiras, a água jorra com mau cheiro e o gosto ruim. O Guaíba é responsável por 96,4% da água bruta consumida na capital gaúcha. Para diminuir o impacto das algas na água que chega aos moradores, o Dmae está aplicando peróxido de hidrogênio e carvão ativado.
Agricultores gaúchos se reúnem nesta quarta com representantes do Ministério da Agricultura e da Secretaria-Geral da Presidência da República para pedir um plano de socorro. Eles querem prorrogação por 90 dias dos contratos de financiamento com vencimento neste mês e o pagamento de um salário mínimo por seis meses às famílias afetadas, cerca de 250 mil.
- Temos municípios onde as vacas estão morrendo por falta água e de comida. O agricultor não terá condições de pagar o financiamento, a não ser que se desfaça de terra, do maquinário e dos animais - disse Altemir Tortelli, coordenador-geral da Federação dos Trabalhadores da Agricultura Familiar (Fetraf-Sul). Santa Catarina também sofre com estiagem
Em Santa Catarina, após quatro meses com chuva abaixo da média, 94 municípios do Oeste, Meio-Oeste, Planalto Norte e Serra já decretaram situação de emergência por causa da seca. O último levantamento apontava 83 municípios em situação de emergência.
De acordo com os dados da Defesa Civil Estadual, os 94 municípios têm uma população de 1,038 milhão de pessoas, o equivalente a 18% do total de 5,8 milhões de habitantes registrados pelo IBGE em Santa Catarina no último censo de 2007.
O déficit hídrico no ano é de 280,1 milímetros, o que representa 42,2% a menos do que o normal.
O governador Luiz Henrique da Silveira anunciou medidas que serão tomadas para minimizar o impacto da seca em Santa Catarina, principalmente na região Oeste. Entre elas está o envio de um projeto de lei à Assembleia Legislativa pedindo a isenção, para os produtores que moram em municípios que decretaram situação de emergência, do pagamento da taxa de licenciamento para perfuração de poços.
O governo do Estado também vai liberar R$ 1 milhão para as secretarias de Desenvolvimento Regional (SDRs) e a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan) para a contratação de empresas que irão distribuir água nas propriedades rurais.

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Animal de 2 anos foi encontrado dentro de uma bolsa.Um homem foi preso no país africano.

Guardas florestais da República Democrática do Congo resgataram um bebê-gorila que havia sido capturado por traficantes de animais silvestres.
A fêmea gorila com cerca de 2 anos foi encontrada debaixo de folhas no fundo de uma bolsa.
Um homem foi preso acusado de tráfico de animais ameaçados de extinção.


fonte:G1
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Animal de 2 anos foi encontrado dentro de uma bolsa.Um homem foi preso no país africano.

Guardas florestais da República Democrática do Congo resgataram um bebê-gorila que havia sido capturado por traficantes de animais silvestres.
A fêmea gorila com cerca de 2 anos foi encontrada debaixo de folhas no fundo de uma bolsa.
Um homem foi preso acusado de tráfico de animais ameaçados de extinção.


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Guardas florestais da República Democrática do Congo resgataram um bebê-gorila que havia sido capturado por traficantes de animais silvestres.
A fêmea gorila com cerca de 2 anos foi encontrada debaixo de folhas no fundo de uma bolsa.
Um homem foi preso acusado de tráfico de animais ameaçados de extinção.


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Guardas florestais da República Democrática do Congo resgataram um bebê-gorila que havia sido capturado por traficantes de animais silvestres.
A fêmea gorila com cerca de 2 anos foi encontrada debaixo de folhas no fundo de uma bolsa.
Um homem foi preso acusado de tráfico de animais ameaçados de extinção.


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Guardas florestais da República Democrática do Congo resgataram um bebê-gorila que havia sido capturado por traficantes de animais silvestres.
A fêmea gorila com cerca de 2 anos foi encontrada debaixo de folhas no fundo de uma bolsa.
Um homem foi preso acusado de tráfico de animais ameaçados de extinção.


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Animal de 2 anos foi encontrado dentro de uma bolsa.Um homem foi preso no país africano.

Guardas florestais da República Democrática do Congo resgataram um bebê-gorila que havia sido capturado por traficantes de animais silvestres.
A fêmea gorila com cerca de 2 anos foi encontrada debaixo de folhas no fundo de uma bolsa.
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Está chateado?, para crianças de 0 a 6 mesesÀs vezes, para o bebê no carrinho, pode parecer divertido ficar olhando para você, enquanto passa a roupa ou executa outra tarefa doméstica. Mas, para falar a verdade, mesmo um bebê de 2 meses precisa, de vez em quando, de mais estímulo do que isso. Mantenha seu filho ativo, para que ele saiba que o teto não é a única coisa para se ver na casa.

Dentes nascendo, para crianças de 6 a 12 mesesComece cedo: limpe aqueles toquinhos brancos assim que nascerem, para você e seu filho adquirirem esse hábito desde o início. O ato da limpeza pode ajudar a aliviar ador, produzindo dois benefícios ao mesmo tempo. É fácil limpar os dentinhos do bebê com uma toalhinha limpa e molhada ou com uma gaze.

Troca de fraldas, para crianças de 0 a 12 mesesNão use lenços umedecidos comprados se a pele do seu bebê é daquelas que se irrita facilmente, e nem chegue perto dos que contêm álcool. Guarde-os para limpar dedinhos melados e rostos lambuzados de molho. Na troca de fralda, use água (morna, no inverno) e um chumaço de algodão para limpar o bumbum do seu filho. Você pode até adquirir algodão em bolinhas, só para essa finalidade. Se o bebê estiver muito sujo, é melhor dar um banho de assento, na pia mesmo. Seque-o muito bem com a toalha, antes de colocar a fralda limpa.

Na hora de sair, saia, para crianças de 1 a 4 anosA melhor maneira de estabelecer um clima de confiança é dar um beijinho, um abraço e dizer alegremente: "Tchau, tchau". Se você prolongar a despedida com mais abraços, ou sair para depois voltar diversas vezes, só vai piorar as coisas. E não se esconda fora do aposento. Você estará apenas protelando o momento da verdade para seu filho. Seja honesto e direto. E, quando for a hora de sair, saia.

Ao fazer uma viagem, para crianças de 1 a 4 anosVocê vai ter de viajar? Ou precisará ficar fora o dia inteiro, quando normalmente, só se afasta da criança por algumas horas? Grave algumas historinhas em uma fita cassete e deixe para seu filho escutar a voz da mãe. Uma foto sua ajudará a criança a sentir como se você estivesse por perto, o que pode acalmá-la antes de dormir.


Autora: Michelle Kennedy
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:19  comentar

Está chateado?, para crianças de 0 a 6 mesesÀs vezes, para o bebê no carrinho, pode parecer divertido ficar olhando para você, enquanto passa a roupa ou executa outra tarefa doméstica. Mas, para falar a verdade, mesmo um bebê de 2 meses precisa, de vez em quando, de mais estímulo do que isso. Mantenha seu filho ativo, para que ele saiba que o teto não é a única coisa para se ver na casa.

Dentes nascendo, para crianças de 6 a 12 mesesComece cedo: limpe aqueles toquinhos brancos assim que nascerem, para você e seu filho adquirirem esse hábito desde o início. O ato da limpeza pode ajudar a aliviar ador, produzindo dois benefícios ao mesmo tempo. É fácil limpar os dentinhos do bebê com uma toalhinha limpa e molhada ou com uma gaze.

Troca de fraldas, para crianças de 0 a 12 mesesNão use lenços umedecidos comprados se a pele do seu bebê é daquelas que se irrita facilmente, e nem chegue perto dos que contêm álcool. Guarde-os para limpar dedinhos melados e rostos lambuzados de molho. Na troca de fralda, use água (morna, no inverno) e um chumaço de algodão para limpar o bumbum do seu filho. Você pode até adquirir algodão em bolinhas, só para essa finalidade. Se o bebê estiver muito sujo, é melhor dar um banho de assento, na pia mesmo. Seque-o muito bem com a toalha, antes de colocar a fralda limpa.

Na hora de sair, saia, para crianças de 1 a 4 anosA melhor maneira de estabelecer um clima de confiança é dar um beijinho, um abraço e dizer alegremente: "Tchau, tchau". Se você prolongar a despedida com mais abraços, ou sair para depois voltar diversas vezes, só vai piorar as coisas. E não se esconda fora do aposento. Você estará apenas protelando o momento da verdade para seu filho. Seja honesto e direto. E, quando for a hora de sair, saia.

Ao fazer uma viagem, para crianças de 1 a 4 anosVocê vai ter de viajar? Ou precisará ficar fora o dia inteiro, quando normalmente, só se afasta da criança por algumas horas? Grave algumas historinhas em uma fita cassete e deixe para seu filho escutar a voz da mãe. Uma foto sua ajudará a criança a sentir como se você estivesse por perto, o que pode acalmá-la antes de dormir.


Autora: Michelle Kennedy
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Está chateado?, para crianças de 0 a 6 mesesÀs vezes, para o bebê no carrinho, pode parecer divertido ficar olhando para você, enquanto passa a roupa ou executa outra tarefa doméstica. Mas, para falar a verdade, mesmo um bebê de 2 meses precisa, de vez em quando, de mais estímulo do que isso. Mantenha seu filho ativo, para que ele saiba que o teto não é a única coisa para se ver na casa.

Dentes nascendo, para crianças de 6 a 12 mesesComece cedo: limpe aqueles toquinhos brancos assim que nascerem, para você e seu filho adquirirem esse hábito desde o início. O ato da limpeza pode ajudar a aliviar ador, produzindo dois benefícios ao mesmo tempo. É fácil limpar os dentinhos do bebê com uma toalhinha limpa e molhada ou com uma gaze.

Troca de fraldas, para crianças de 0 a 12 mesesNão use lenços umedecidos comprados se a pele do seu bebê é daquelas que se irrita facilmente, e nem chegue perto dos que contêm álcool. Guarde-os para limpar dedinhos melados e rostos lambuzados de molho. Na troca de fralda, use água (morna, no inverno) e um chumaço de algodão para limpar o bumbum do seu filho. Você pode até adquirir algodão em bolinhas, só para essa finalidade. Se o bebê estiver muito sujo, é melhor dar um banho de assento, na pia mesmo. Seque-o muito bem com a toalha, antes de colocar a fralda limpa.

Na hora de sair, saia, para crianças de 1 a 4 anosA melhor maneira de estabelecer um clima de confiança é dar um beijinho, um abraço e dizer alegremente: "Tchau, tchau". Se você prolongar a despedida com mais abraços, ou sair para depois voltar diversas vezes, só vai piorar as coisas. E não se esconda fora do aposento. Você estará apenas protelando o momento da verdade para seu filho. Seja honesto e direto. E, quando for a hora de sair, saia.

Ao fazer uma viagem, para crianças de 1 a 4 anosVocê vai ter de viajar? Ou precisará ficar fora o dia inteiro, quando normalmente, só se afasta da criança por algumas horas? Grave algumas historinhas em uma fita cassete e deixe para seu filho escutar a voz da mãe. Uma foto sua ajudará a criança a sentir como se você estivesse por perto, o que pode acalmá-la antes de dormir.


Autora: Michelle Kennedy
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Está chateado?, para crianças de 0 a 6 mesesÀs vezes, para o bebê no carrinho, pode parecer divertido ficar olhando para você, enquanto passa a roupa ou executa outra tarefa doméstica. Mas, para falar a verdade, mesmo um bebê de 2 meses precisa, de vez em quando, de mais estímulo do que isso. Mantenha seu filho ativo, para que ele saiba que o teto não é a única coisa para se ver na casa.

Dentes nascendo, para crianças de 6 a 12 mesesComece cedo: limpe aqueles toquinhos brancos assim que nascerem, para você e seu filho adquirirem esse hábito desde o início. O ato da limpeza pode ajudar a aliviar ador, produzindo dois benefícios ao mesmo tempo. É fácil limpar os dentinhos do bebê com uma toalhinha limpa e molhada ou com uma gaze.

Troca de fraldas, para crianças de 0 a 12 mesesNão use lenços umedecidos comprados se a pele do seu bebê é daquelas que se irrita facilmente, e nem chegue perto dos que contêm álcool. Guarde-os para limpar dedinhos melados e rostos lambuzados de molho. Na troca de fralda, use água (morna, no inverno) e um chumaço de algodão para limpar o bumbum do seu filho. Você pode até adquirir algodão em bolinhas, só para essa finalidade. Se o bebê estiver muito sujo, é melhor dar um banho de assento, na pia mesmo. Seque-o muito bem com a toalha, antes de colocar a fralda limpa.

Na hora de sair, saia, para crianças de 1 a 4 anosA melhor maneira de estabelecer um clima de confiança é dar um beijinho, um abraço e dizer alegremente: "Tchau, tchau". Se você prolongar a despedida com mais abraços, ou sair para depois voltar diversas vezes, só vai piorar as coisas. E não se esconda fora do aposento. Você estará apenas protelando o momento da verdade para seu filho. Seja honesto e direto. E, quando for a hora de sair, saia.

Ao fazer uma viagem, para crianças de 1 a 4 anosVocê vai ter de viajar? Ou precisará ficar fora o dia inteiro, quando normalmente, só se afasta da criança por algumas horas? Grave algumas historinhas em uma fita cassete e deixe para seu filho escutar a voz da mãe. Uma foto sua ajudará a criança a sentir como se você estivesse por perto, o que pode acalmá-la antes de dormir.


Autora: Michelle Kennedy
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:19  comentar

Está chateado?, para crianças de 0 a 6 mesesÀs vezes, para o bebê no carrinho, pode parecer divertido ficar olhando para você, enquanto passa a roupa ou executa outra tarefa doméstica. Mas, para falar a verdade, mesmo um bebê de 2 meses precisa, de vez em quando, de mais estímulo do que isso. Mantenha seu filho ativo, para que ele saiba que o teto não é a única coisa para se ver na casa.

Dentes nascendo, para crianças de 6 a 12 mesesComece cedo: limpe aqueles toquinhos brancos assim que nascerem, para você e seu filho adquirirem esse hábito desde o início. O ato da limpeza pode ajudar a aliviar ador, produzindo dois benefícios ao mesmo tempo. É fácil limpar os dentinhos do bebê com uma toalhinha limpa e molhada ou com uma gaze.

Troca de fraldas, para crianças de 0 a 12 mesesNão use lenços umedecidos comprados se a pele do seu bebê é daquelas que se irrita facilmente, e nem chegue perto dos que contêm álcool. Guarde-os para limpar dedinhos melados e rostos lambuzados de molho. Na troca de fralda, use água (morna, no inverno) e um chumaço de algodão para limpar o bumbum do seu filho. Você pode até adquirir algodão em bolinhas, só para essa finalidade. Se o bebê estiver muito sujo, é melhor dar um banho de assento, na pia mesmo. Seque-o muito bem com a toalha, antes de colocar a fralda limpa.

Na hora de sair, saia, para crianças de 1 a 4 anosA melhor maneira de estabelecer um clima de confiança é dar um beijinho, um abraço e dizer alegremente: "Tchau, tchau". Se você prolongar a despedida com mais abraços, ou sair para depois voltar diversas vezes, só vai piorar as coisas. E não se esconda fora do aposento. Você estará apenas protelando o momento da verdade para seu filho. Seja honesto e direto. E, quando for a hora de sair, saia.

Ao fazer uma viagem, para crianças de 1 a 4 anosVocê vai ter de viajar? Ou precisará ficar fora o dia inteiro, quando normalmente, só se afasta da criança por algumas horas? Grave algumas historinhas em uma fita cassete e deixe para seu filho escutar a voz da mãe. Uma foto sua ajudará a criança a sentir como se você estivesse por perto, o que pode acalmá-la antes de dormir.


Autora: Michelle Kennedy
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Está chateado?, para crianças de 0 a 6 mesesÀs vezes, para o bebê no carrinho, pode parecer divertido ficar olhando para você, enquanto passa a roupa ou executa outra tarefa doméstica. Mas, para falar a verdade, mesmo um bebê de 2 meses precisa, de vez em quando, de mais estímulo do que isso. Mantenha seu filho ativo, para que ele saiba que o teto não é a única coisa para se ver na casa.

Dentes nascendo, para crianças de 6 a 12 mesesComece cedo: limpe aqueles toquinhos brancos assim que nascerem, para você e seu filho adquirirem esse hábito desde o início. O ato da limpeza pode ajudar a aliviar ador, produzindo dois benefícios ao mesmo tempo. É fácil limpar os dentinhos do bebê com uma toalhinha limpa e molhada ou com uma gaze.

Troca de fraldas, para crianças de 0 a 12 mesesNão use lenços umedecidos comprados se a pele do seu bebê é daquelas que se irrita facilmente, e nem chegue perto dos que contêm álcool. Guarde-os para limpar dedinhos melados e rostos lambuzados de molho. Na troca de fralda, use água (morna, no inverno) e um chumaço de algodão para limpar o bumbum do seu filho. Você pode até adquirir algodão em bolinhas, só para essa finalidade. Se o bebê estiver muito sujo, é melhor dar um banho de assento, na pia mesmo. Seque-o muito bem com a toalha, antes de colocar a fralda limpa.

Na hora de sair, saia, para crianças de 1 a 4 anosA melhor maneira de estabelecer um clima de confiança é dar um beijinho, um abraço e dizer alegremente: "Tchau, tchau". Se você prolongar a despedida com mais abraços, ou sair para depois voltar diversas vezes, só vai piorar as coisas. E não se esconda fora do aposento. Você estará apenas protelando o momento da verdade para seu filho. Seja honesto e direto. E, quando for a hora de sair, saia.

Ao fazer uma viagem, para crianças de 1 a 4 anosVocê vai ter de viajar? Ou precisará ficar fora o dia inteiro, quando normalmente, só se afasta da criança por algumas horas? Grave algumas historinhas em uma fita cassete e deixe para seu filho escutar a voz da mãe. Uma foto sua ajudará a criança a sentir como se você estivesse por perto, o que pode acalmá-la antes de dormir.


Autora: Michelle Kennedy
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BRASÍLIA - O governo israelense comemorou o cancelamento da viagem do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, ao Brasil e a outros países da América Latina. Em nota divulgada hoje pela embaixada em Brasília, Israel "expressa sua satisfação pelo adiamento, até nova data, da visita do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad". O encontro entre Ahmadinejad e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva previsto para hoje, mas o presidente iraniano pediu a Luiz Inácio Lula da Silva que fosse adiado para depois das eleições no Irã, que acontecem em junho. Os motivos para o cancelamento não chegaram a ser divulgados. Os presidentes do Brasil e do Irã devem acertar uma nova data para o encontro.
O adiamento da visita foi noticiado desde a manhã de segunda-feira pela agência de notícias Irna, mas a Embaixada do Irã em Brasília negou, inicialmente, a informação. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Hassan Qashqavi, também havia confirmado a viagem, explicando que o governo buscava "relações ativas com os países da América Latina nos setores de cultura, economia e política". Uma confirmação do Itamaraty sobre o cancelamento da visita só veio à tarde.
Na nota, o governo israelense explicou que defende o isolamento internacional do Irã "devido às posições extremistas do presidente iraniano e de seu pensamento antissemita". Israel vinha criticando duramente a visita de Ahmadinejad ao Brasil desde o anúncio oficial da viagem. O Ministério das Relações Exteriores de Israel até convocou o embaixador do Brasil em Tel Aviv para manifestar descontentando com a vinda do presidente iraniano ao Brasil.
O presidente iraniano viajaria acompanhado de uma delegação composta por 110 pessoas e seu principal objetivo na Venezuela e Equador seria verificar acordos de cooperação nas áreas energética e econômica firmados com os governos locais. Já a visita que o presidente fará amanhã à Síria, onde se reunirá com seu homólogo Bashar al-Assad, não foi alterada.
No domingo, centenas de pessoas protestaram no Rio de Janeiro e em São Paulo contra a visita do líder devido principalmente à repercussão negativa do discurso de Ahmadinjead na Conferência sobre Racismo da Organização das Nações Unidas (ONU), quando ele negou a existência do holocausto, no último dia 20. O governo brasileiro criticou em nota oficial o discurso do mandatário, mas não retirou o convite da visita ao país.
O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorin, respondeu dizendo que o país desejava iniciar com o Irã "um diálogo franco, sem reservas e com liberdade para exprimir as suas divergências". As informações são da Ansa


fonte:O Globo On Line
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BRASÍLIA - O governo israelense comemorou o cancelamento da viagem do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, ao Brasil e a outros países da América Latina. Em nota divulgada hoje pela embaixada em Brasília, Israel "expressa sua satisfação pelo adiamento, até nova data, da visita do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad". O encontro entre Ahmadinejad e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva previsto para hoje, mas o presidente iraniano pediu a Luiz Inácio Lula da Silva que fosse adiado para depois das eleições no Irã, que acontecem em junho. Os motivos para o cancelamento não chegaram a ser divulgados. Os presidentes do Brasil e do Irã devem acertar uma nova data para o encontro.
O adiamento da visita foi noticiado desde a manhã de segunda-feira pela agência de notícias Irna, mas a Embaixada do Irã em Brasília negou, inicialmente, a informação. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Hassan Qashqavi, também havia confirmado a viagem, explicando que o governo buscava "relações ativas com os países da América Latina nos setores de cultura, economia e política". Uma confirmação do Itamaraty sobre o cancelamento da visita só veio à tarde.
Na nota, o governo israelense explicou que defende o isolamento internacional do Irã "devido às posições extremistas do presidente iraniano e de seu pensamento antissemita". Israel vinha criticando duramente a visita de Ahmadinejad ao Brasil desde o anúncio oficial da viagem. O Ministério das Relações Exteriores de Israel até convocou o embaixador do Brasil em Tel Aviv para manifestar descontentando com a vinda do presidente iraniano ao Brasil.
O presidente iraniano viajaria acompanhado de uma delegação composta por 110 pessoas e seu principal objetivo na Venezuela e Equador seria verificar acordos de cooperação nas áreas energética e econômica firmados com os governos locais. Já a visita que o presidente fará amanhã à Síria, onde se reunirá com seu homólogo Bashar al-Assad, não foi alterada.
No domingo, centenas de pessoas protestaram no Rio de Janeiro e em São Paulo contra a visita do líder devido principalmente à repercussão negativa do discurso de Ahmadinjead na Conferência sobre Racismo da Organização das Nações Unidas (ONU), quando ele negou a existência do holocausto, no último dia 20. O governo brasileiro criticou em nota oficial o discurso do mandatário, mas não retirou o convite da visita ao país.
O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorin, respondeu dizendo que o país desejava iniciar com o Irã "um diálogo franco, sem reservas e com liberdade para exprimir as suas divergências". As informações são da Ansa


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BRASÍLIA - O governo israelense comemorou o cancelamento da viagem do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, ao Brasil e a outros países da América Latina. Em nota divulgada hoje pela embaixada em Brasília, Israel "expressa sua satisfação pelo adiamento, até nova data, da visita do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad". O encontro entre Ahmadinejad e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva previsto para hoje, mas o presidente iraniano pediu a Luiz Inácio Lula da Silva que fosse adiado para depois das eleições no Irã, que acontecem em junho. Os motivos para o cancelamento não chegaram a ser divulgados. Os presidentes do Brasil e do Irã devem acertar uma nova data para o encontro.
O adiamento da visita foi noticiado desde a manhã de segunda-feira pela agência de notícias Irna, mas a Embaixada do Irã em Brasília negou, inicialmente, a informação. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Hassan Qashqavi, também havia confirmado a viagem, explicando que o governo buscava "relações ativas com os países da América Latina nos setores de cultura, economia e política". Uma confirmação do Itamaraty sobre o cancelamento da visita só veio à tarde.
Na nota, o governo israelense explicou que defende o isolamento internacional do Irã "devido às posições extremistas do presidente iraniano e de seu pensamento antissemita". Israel vinha criticando duramente a visita de Ahmadinejad ao Brasil desde o anúncio oficial da viagem. O Ministério das Relações Exteriores de Israel até convocou o embaixador do Brasil em Tel Aviv para manifestar descontentando com a vinda do presidente iraniano ao Brasil.
O presidente iraniano viajaria acompanhado de uma delegação composta por 110 pessoas e seu principal objetivo na Venezuela e Equador seria verificar acordos de cooperação nas áreas energética e econômica firmados com os governos locais. Já a visita que o presidente fará amanhã à Síria, onde se reunirá com seu homólogo Bashar al-Assad, não foi alterada.
No domingo, centenas de pessoas protestaram no Rio de Janeiro e em São Paulo contra a visita do líder devido principalmente à repercussão negativa do discurso de Ahmadinjead na Conferência sobre Racismo da Organização das Nações Unidas (ONU), quando ele negou a existência do holocausto, no último dia 20. O governo brasileiro criticou em nota oficial o discurso do mandatário, mas não retirou o convite da visita ao país.
O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorin, respondeu dizendo que o país desejava iniciar com o Irã "um diálogo franco, sem reservas e com liberdade para exprimir as suas divergências". As informações são da Ansa


fonte:O Globo On Line
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BRASÍLIA - O governo israelense comemorou o cancelamento da viagem do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, ao Brasil e a outros países da América Latina. Em nota divulgada hoje pela embaixada em Brasília, Israel "expressa sua satisfação pelo adiamento, até nova data, da visita do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad". O encontro entre Ahmadinejad e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva previsto para hoje, mas o presidente iraniano pediu a Luiz Inácio Lula da Silva que fosse adiado para depois das eleições no Irã, que acontecem em junho. Os motivos para o cancelamento não chegaram a ser divulgados. Os presidentes do Brasil e do Irã devem acertar uma nova data para o encontro.
O adiamento da visita foi noticiado desde a manhã de segunda-feira pela agência de notícias Irna, mas a Embaixada do Irã em Brasília negou, inicialmente, a informação. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Hassan Qashqavi, também havia confirmado a viagem, explicando que o governo buscava "relações ativas com os países da América Latina nos setores de cultura, economia e política". Uma confirmação do Itamaraty sobre o cancelamento da visita só veio à tarde.
Na nota, o governo israelense explicou que defende o isolamento internacional do Irã "devido às posições extremistas do presidente iraniano e de seu pensamento antissemita". Israel vinha criticando duramente a visita de Ahmadinejad ao Brasil desde o anúncio oficial da viagem. O Ministério das Relações Exteriores de Israel até convocou o embaixador do Brasil em Tel Aviv para manifestar descontentando com a vinda do presidente iraniano ao Brasil.
O presidente iraniano viajaria acompanhado de uma delegação composta por 110 pessoas e seu principal objetivo na Venezuela e Equador seria verificar acordos de cooperação nas áreas energética e econômica firmados com os governos locais. Já a visita que o presidente fará amanhã à Síria, onde se reunirá com seu homólogo Bashar al-Assad, não foi alterada.
No domingo, centenas de pessoas protestaram no Rio de Janeiro e em São Paulo contra a visita do líder devido principalmente à repercussão negativa do discurso de Ahmadinjead na Conferência sobre Racismo da Organização das Nações Unidas (ONU), quando ele negou a existência do holocausto, no último dia 20. O governo brasileiro criticou em nota oficial o discurso do mandatário, mas não retirou o convite da visita ao país.
O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorin, respondeu dizendo que o país desejava iniciar com o Irã "um diálogo franco, sem reservas e com liberdade para exprimir as suas divergências". As informações são da Ansa


fonte:O Globo On Line
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BRASÍLIA - O governo israelense comemorou o cancelamento da viagem do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, ao Brasil e a outros países da América Latina. Em nota divulgada hoje pela embaixada em Brasília, Israel "expressa sua satisfação pelo adiamento, até nova data, da visita do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad". O encontro entre Ahmadinejad e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva previsto para hoje, mas o presidente iraniano pediu a Luiz Inácio Lula da Silva que fosse adiado para depois das eleições no Irã, que acontecem em junho. Os motivos para o cancelamento não chegaram a ser divulgados. Os presidentes do Brasil e do Irã devem acertar uma nova data para o encontro.
O adiamento da visita foi noticiado desde a manhã de segunda-feira pela agência de notícias Irna, mas a Embaixada do Irã em Brasília negou, inicialmente, a informação. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Hassan Qashqavi, também havia confirmado a viagem, explicando que o governo buscava "relações ativas com os países da América Latina nos setores de cultura, economia e política". Uma confirmação do Itamaraty sobre o cancelamento da visita só veio à tarde.
Na nota, o governo israelense explicou que defende o isolamento internacional do Irã "devido às posições extremistas do presidente iraniano e de seu pensamento antissemita". Israel vinha criticando duramente a visita de Ahmadinejad ao Brasil desde o anúncio oficial da viagem. O Ministério das Relações Exteriores de Israel até convocou o embaixador do Brasil em Tel Aviv para manifestar descontentando com a vinda do presidente iraniano ao Brasil.
O presidente iraniano viajaria acompanhado de uma delegação composta por 110 pessoas e seu principal objetivo na Venezuela e Equador seria verificar acordos de cooperação nas áreas energética e econômica firmados com os governos locais. Já a visita que o presidente fará amanhã à Síria, onde se reunirá com seu homólogo Bashar al-Assad, não foi alterada.
No domingo, centenas de pessoas protestaram no Rio de Janeiro e em São Paulo contra a visita do líder devido principalmente à repercussão negativa do discurso de Ahmadinjead na Conferência sobre Racismo da Organização das Nações Unidas (ONU), quando ele negou a existência do holocausto, no último dia 20. O governo brasileiro criticou em nota oficial o discurso do mandatário, mas não retirou o convite da visita ao país.
O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorin, respondeu dizendo que o país desejava iniciar com o Irã "um diálogo franco, sem reservas e com liberdade para exprimir as suas divergências". As informações são da Ansa


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BRASÍLIA - O governo israelense comemorou o cancelamento da viagem do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, ao Brasil e a outros países da América Latina. Em nota divulgada hoje pela embaixada em Brasília, Israel "expressa sua satisfação pelo adiamento, até nova data, da visita do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad". O encontro entre Ahmadinejad e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva previsto para hoje, mas o presidente iraniano pediu a Luiz Inácio Lula da Silva que fosse adiado para depois das eleições no Irã, que acontecem em junho. Os motivos para o cancelamento não chegaram a ser divulgados. Os presidentes do Brasil e do Irã devem acertar uma nova data para o encontro.
O adiamento da visita foi noticiado desde a manhã de segunda-feira pela agência de notícias Irna, mas a Embaixada do Irã em Brasília negou, inicialmente, a informação. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Hassan Qashqavi, também havia confirmado a viagem, explicando que o governo buscava "relações ativas com os países da América Latina nos setores de cultura, economia e política". Uma confirmação do Itamaraty sobre o cancelamento da visita só veio à tarde.
Na nota, o governo israelense explicou que defende o isolamento internacional do Irã "devido às posições extremistas do presidente iraniano e de seu pensamento antissemita". Israel vinha criticando duramente a visita de Ahmadinejad ao Brasil desde o anúncio oficial da viagem. O Ministério das Relações Exteriores de Israel até convocou o embaixador do Brasil em Tel Aviv para manifestar descontentando com a vinda do presidente iraniano ao Brasil.
O presidente iraniano viajaria acompanhado de uma delegação composta por 110 pessoas e seu principal objetivo na Venezuela e Equador seria verificar acordos de cooperação nas áreas energética e econômica firmados com os governos locais. Já a visita que o presidente fará amanhã à Síria, onde se reunirá com seu homólogo Bashar al-Assad, não foi alterada.
No domingo, centenas de pessoas protestaram no Rio de Janeiro e em São Paulo contra a visita do líder devido principalmente à repercussão negativa do discurso de Ahmadinjead na Conferência sobre Racismo da Organização das Nações Unidas (ONU), quando ele negou a existência do holocausto, no último dia 20. O governo brasileiro criticou em nota oficial o discurso do mandatário, mas não retirou o convite da visita ao país.
O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorin, respondeu dizendo que o país desejava iniciar com o Irã "um diálogo franco, sem reservas e com liberdade para exprimir as suas divergências". As informações são da Ansa


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Mulher levou um tiro do marido há cinco anos.Só em janeiro último ela pôde voltar a comer pizza.

Uma americana de 46 anos que levou um tiro do marido em 2004 teve o rosto reconstituído após receber a doação de uma mulher morta. Foi o primeiro caso do tipo nos Estados Unidos.
Connie Culp foi vítima da agressão do marido há cinco anos. Ele acabou sendo condenado a sete anos de prisão.
Nessa terça-feira (5), Connie deu uma entrevista coletiva para falar sobre a cirurgia e a felicidade após ter o rosto deformado que a impossibilitou, inclusive, de se alimentar como gostaria.
“Aqui estou eu, cinco anos depois. Ele fez o que disse que ia fazer”, afirmou ela, rindo, se referindo ao cirurgião plástico Risal Djohan. Em janeiro último, ela pôde voltar a comer pizza, frango e hambúrguer após cinco anos.
Sua intenção agora é defender outras pessoas que tiveram o mesmo problema.
“Quando ver alguém com o rosto desfigurado, não julgue essa pessoa, porque você nunca sabe o que aconteceu com ela”, afirmou ela durante uma entrevista coletiva para a imprensa dada na clínica em Cleveland, no estado de Ohio. Ela recebeu alta no último 5 de fevereiro e desde então volta para ser reavaliada.
No total, ela passou por 30 cirurgias até que a equipe médica obtivesse êxito.
Não foram dadas informações sobre a pessoa que doou os órgãos para Connie.
Na mesma clínica também está a mulher que foi agredida por um chimpanzé nos Estados Unidos. Charla Nash perdeu as mãos, o nariz, lábios e pálpebras. Segundo os médicos, ela sofreu danos cerebrais .


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:18  comentar


Mulher levou um tiro do marido há cinco anos.Só em janeiro último ela pôde voltar a comer pizza.

Uma americana de 46 anos que levou um tiro do marido em 2004 teve o rosto reconstituído após receber a doação de uma mulher morta. Foi o primeiro caso do tipo nos Estados Unidos.
Connie Culp foi vítima da agressão do marido há cinco anos. Ele acabou sendo condenado a sete anos de prisão.
Nessa terça-feira (5), Connie deu uma entrevista coletiva para falar sobre a cirurgia e a felicidade após ter o rosto deformado que a impossibilitou, inclusive, de se alimentar como gostaria.
“Aqui estou eu, cinco anos depois. Ele fez o que disse que ia fazer”, afirmou ela, rindo, se referindo ao cirurgião plástico Risal Djohan. Em janeiro último, ela pôde voltar a comer pizza, frango e hambúrguer após cinco anos.
Sua intenção agora é defender outras pessoas que tiveram o mesmo problema.
“Quando ver alguém com o rosto desfigurado, não julgue essa pessoa, porque você nunca sabe o que aconteceu com ela”, afirmou ela durante uma entrevista coletiva para a imprensa dada na clínica em Cleveland, no estado de Ohio. Ela recebeu alta no último 5 de fevereiro e desde então volta para ser reavaliada.
No total, ela passou por 30 cirurgias até que a equipe médica obtivesse êxito.
Não foram dadas informações sobre a pessoa que doou os órgãos para Connie.
Na mesma clínica também está a mulher que foi agredida por um chimpanzé nos Estados Unidos. Charla Nash perdeu as mãos, o nariz, lábios e pálpebras. Segundo os médicos, ela sofreu danos cerebrais .


fonte:G1
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Mulher levou um tiro do marido há cinco anos.Só em janeiro último ela pôde voltar a comer pizza.

Uma americana de 46 anos que levou um tiro do marido em 2004 teve o rosto reconstituído após receber a doação de uma mulher morta. Foi o primeiro caso do tipo nos Estados Unidos.
Connie Culp foi vítima da agressão do marido há cinco anos. Ele acabou sendo condenado a sete anos de prisão.
Nessa terça-feira (5), Connie deu uma entrevista coletiva para falar sobre a cirurgia e a felicidade após ter o rosto deformado que a impossibilitou, inclusive, de se alimentar como gostaria.
“Aqui estou eu, cinco anos depois. Ele fez o que disse que ia fazer”, afirmou ela, rindo, se referindo ao cirurgião plástico Risal Djohan. Em janeiro último, ela pôde voltar a comer pizza, frango e hambúrguer após cinco anos.
Sua intenção agora é defender outras pessoas que tiveram o mesmo problema.
“Quando ver alguém com o rosto desfigurado, não julgue essa pessoa, porque você nunca sabe o que aconteceu com ela”, afirmou ela durante uma entrevista coletiva para a imprensa dada na clínica em Cleveland, no estado de Ohio. Ela recebeu alta no último 5 de fevereiro e desde então volta para ser reavaliada.
No total, ela passou por 30 cirurgias até que a equipe médica obtivesse êxito.
Não foram dadas informações sobre a pessoa que doou os órgãos para Connie.
Na mesma clínica também está a mulher que foi agredida por um chimpanzé nos Estados Unidos. Charla Nash perdeu as mãos, o nariz, lábios e pálpebras. Segundo os médicos, ela sofreu danos cerebrais .


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Mulher levou um tiro do marido há cinco anos.Só em janeiro último ela pôde voltar a comer pizza.

Uma americana de 46 anos que levou um tiro do marido em 2004 teve o rosto reconstituído após receber a doação de uma mulher morta. Foi o primeiro caso do tipo nos Estados Unidos.
Connie Culp foi vítima da agressão do marido há cinco anos. Ele acabou sendo condenado a sete anos de prisão.
Nessa terça-feira (5), Connie deu uma entrevista coletiva para falar sobre a cirurgia e a felicidade após ter o rosto deformado que a impossibilitou, inclusive, de se alimentar como gostaria.
“Aqui estou eu, cinco anos depois. Ele fez o que disse que ia fazer”, afirmou ela, rindo, se referindo ao cirurgião plástico Risal Djohan. Em janeiro último, ela pôde voltar a comer pizza, frango e hambúrguer após cinco anos.
Sua intenção agora é defender outras pessoas que tiveram o mesmo problema.
“Quando ver alguém com o rosto desfigurado, não julgue essa pessoa, porque você nunca sabe o que aconteceu com ela”, afirmou ela durante uma entrevista coletiva para a imprensa dada na clínica em Cleveland, no estado de Ohio. Ela recebeu alta no último 5 de fevereiro e desde então volta para ser reavaliada.
No total, ela passou por 30 cirurgias até que a equipe médica obtivesse êxito.
Não foram dadas informações sobre a pessoa que doou os órgãos para Connie.
Na mesma clínica também está a mulher que foi agredida por um chimpanzé nos Estados Unidos. Charla Nash perdeu as mãos, o nariz, lábios e pálpebras. Segundo os médicos, ela sofreu danos cerebrais .


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Mulher levou um tiro do marido há cinco anos.Só em janeiro último ela pôde voltar a comer pizza.

Uma americana de 46 anos que levou um tiro do marido em 2004 teve o rosto reconstituído após receber a doação de uma mulher morta. Foi o primeiro caso do tipo nos Estados Unidos.
Connie Culp foi vítima da agressão do marido há cinco anos. Ele acabou sendo condenado a sete anos de prisão.
Nessa terça-feira (5), Connie deu uma entrevista coletiva para falar sobre a cirurgia e a felicidade após ter o rosto deformado que a impossibilitou, inclusive, de se alimentar como gostaria.
“Aqui estou eu, cinco anos depois. Ele fez o que disse que ia fazer”, afirmou ela, rindo, se referindo ao cirurgião plástico Risal Djohan. Em janeiro último, ela pôde voltar a comer pizza, frango e hambúrguer após cinco anos.
Sua intenção agora é defender outras pessoas que tiveram o mesmo problema.
“Quando ver alguém com o rosto desfigurado, não julgue essa pessoa, porque você nunca sabe o que aconteceu com ela”, afirmou ela durante uma entrevista coletiva para a imprensa dada na clínica em Cleveland, no estado de Ohio. Ela recebeu alta no último 5 de fevereiro e desde então volta para ser reavaliada.
No total, ela passou por 30 cirurgias até que a equipe médica obtivesse êxito.
Não foram dadas informações sobre a pessoa que doou os órgãos para Connie.
Na mesma clínica também está a mulher que foi agredida por um chimpanzé nos Estados Unidos. Charla Nash perdeu as mãos, o nariz, lábios e pálpebras. Segundo os médicos, ela sofreu danos cerebrais .


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Mulher levou um tiro do marido há cinco anos.Só em janeiro último ela pôde voltar a comer pizza.

Uma americana de 46 anos que levou um tiro do marido em 2004 teve o rosto reconstituído após receber a doação de uma mulher morta. Foi o primeiro caso do tipo nos Estados Unidos.
Connie Culp foi vítima da agressão do marido há cinco anos. Ele acabou sendo condenado a sete anos de prisão.
Nessa terça-feira (5), Connie deu uma entrevista coletiva para falar sobre a cirurgia e a felicidade após ter o rosto deformado que a impossibilitou, inclusive, de se alimentar como gostaria.
“Aqui estou eu, cinco anos depois. Ele fez o que disse que ia fazer”, afirmou ela, rindo, se referindo ao cirurgião plástico Risal Djohan. Em janeiro último, ela pôde voltar a comer pizza, frango e hambúrguer após cinco anos.
Sua intenção agora é defender outras pessoas que tiveram o mesmo problema.
“Quando ver alguém com o rosto desfigurado, não julgue essa pessoa, porque você nunca sabe o que aconteceu com ela”, afirmou ela durante uma entrevista coletiva para a imprensa dada na clínica em Cleveland, no estado de Ohio. Ela recebeu alta no último 5 de fevereiro e desde então volta para ser reavaliada.
No total, ela passou por 30 cirurgias até que a equipe médica obtivesse êxito.
Não foram dadas informações sobre a pessoa que doou os órgãos para Connie.
Na mesma clínica também está a mulher que foi agredida por um chimpanzé nos Estados Unidos. Charla Nash perdeu as mãos, o nariz, lábios e pálpebras. Segundo os médicos, ela sofreu danos cerebrais .


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Mitos e verdades sobre a impotência masculina

Diante de um problema de ereção, quem pede ajuda profissional? O milionário consumo do comprimido azul e a fantasia da solução mágica. Verdades sobre a disfunção erétil.

Um problema milenar
Papiros egípcios, Hipócrates, o pai da medicina ocidental, e Leonardo da Vinci, para citar apenas três exemplos ao longo da História, deixaram textos com observações sobre o funcionamento do membro viril. Sim, o tema preocupa os homens há centenas de séculos. Nos dias de hoje, por influência do machismo, a potência sexual masculina está intimamente ligada à ereção. Obter e manter uma boa ereção durante o ato sexual é sinônimo de masculinidade. O oposto, a impotência, continua sendo um grande transtorno.

A solução azul
A medicina a chama de disfunção erétil e os estudos revelam que milhões de homens sofrem desse mal. Deve ser por isso que quando surgiu o comprimido de cor azul que facilita a irrigação sanguínea do pênis e favorece a ereção, muitos acreditaram que o principal problema da sexualidade masculina havia chegado ao fim. A fórmula farmacêutica é o citrato de sildenafila, mais conhecido como Viagra, o nome registrado pelo laboratório Pfizer, embora também seja produzido e comercializado por outras marcas. Os números das vendas são bastante eloqüentes. Em sua página oficial na Internet, a Pfizer afirma que mais de 23 milhões de homens em todo o mundo já usaram o Viagra e que foram vendidas mais de um bilhão de doses, nos seis anos de permanência no mercado. Solução real ou fenômeno de consumo?

Mitos
Aparentemente, é mais fácil comprar comprimidos do que derrubar tabus. Os especialistas constatam que os homens evitam pedir ajuda profissional. "Segundo nossos números, a disfunção erétil afeta 40% dos homens adultos com problemas no desempenho sexual. E eles demoram de um a quatro anos para pedir ajuda no consultório", explica o Doutor Daniel Quaglierini, sexólogo e diretor médico do Grupo Organic Argentina, especializado em sexualidade masculina. Além disso, a disfunção erétil aparece com mais freqüência em homens entre 25 e 45 anos. Dentro dessa faixa, um número muito grande de casos não obedece a causas físicas e sim psicossomáticas, vinculadas, principalmente, ao estresse. O especialista esclarece que após o diagnóstico, são usadas outras drogas e é feito um trabalho sobre o comportamento. Por exemplo, aprender que o ato sexual pode acontecer com ou sem ereção; que, quanto maior o relaxamento, melhor a ereção; e que após controlar a ereção e a ejaculação, pode-se buscar mais variedade nos estímulos.


fonte:Discovery Brasil
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Mitos e verdades sobre a impotência masculina

Diante de um problema de ereção, quem pede ajuda profissional? O milionário consumo do comprimido azul e a fantasia da solução mágica. Verdades sobre a disfunção erétil.

Um problema milenar
Papiros egípcios, Hipócrates, o pai da medicina ocidental, e Leonardo da Vinci, para citar apenas três exemplos ao longo da História, deixaram textos com observações sobre o funcionamento do membro viril. Sim, o tema preocupa os homens há centenas de séculos. Nos dias de hoje, por influência do machismo, a potência sexual masculina está intimamente ligada à ereção. Obter e manter uma boa ereção durante o ato sexual é sinônimo de masculinidade. O oposto, a impotência, continua sendo um grande transtorno.

A solução azul
A medicina a chama de disfunção erétil e os estudos revelam que milhões de homens sofrem desse mal. Deve ser por isso que quando surgiu o comprimido de cor azul que facilita a irrigação sanguínea do pênis e favorece a ereção, muitos acreditaram que o principal problema da sexualidade masculina havia chegado ao fim. A fórmula farmacêutica é o citrato de sildenafila, mais conhecido como Viagra, o nome registrado pelo laboratório Pfizer, embora também seja produzido e comercializado por outras marcas. Os números das vendas são bastante eloqüentes. Em sua página oficial na Internet, a Pfizer afirma que mais de 23 milhões de homens em todo o mundo já usaram o Viagra e que foram vendidas mais de um bilhão de doses, nos seis anos de permanência no mercado. Solução real ou fenômeno de consumo?

Mitos
Aparentemente, é mais fácil comprar comprimidos do que derrubar tabus. Os especialistas constatam que os homens evitam pedir ajuda profissional. "Segundo nossos números, a disfunção erétil afeta 40% dos homens adultos com problemas no desempenho sexual. E eles demoram de um a quatro anos para pedir ajuda no consultório", explica o Doutor Daniel Quaglierini, sexólogo e diretor médico do Grupo Organic Argentina, especializado em sexualidade masculina. Além disso, a disfunção erétil aparece com mais freqüência em homens entre 25 e 45 anos. Dentro dessa faixa, um número muito grande de casos não obedece a causas físicas e sim psicossomáticas, vinculadas, principalmente, ao estresse. O especialista esclarece que após o diagnóstico, são usadas outras drogas e é feito um trabalho sobre o comportamento. Por exemplo, aprender que o ato sexual pode acontecer com ou sem ereção; que, quanto maior o relaxamento, melhor a ereção; e que após controlar a ereção e a ejaculação, pode-se buscar mais variedade nos estímulos.


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Diante de um problema de ereção, quem pede ajuda profissional? O milionário consumo do comprimido azul e a fantasia da solução mágica. Verdades sobre a disfunção erétil.

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A solução azul
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Mitos
Aparentemente, é mais fácil comprar comprimidos do que derrubar tabus. Os especialistas constatam que os homens evitam pedir ajuda profissional. "Segundo nossos números, a disfunção erétil afeta 40% dos homens adultos com problemas no desempenho sexual. E eles demoram de um a quatro anos para pedir ajuda no consultório", explica o Doutor Daniel Quaglierini, sexólogo e diretor médico do Grupo Organic Argentina, especializado em sexualidade masculina. Além disso, a disfunção erétil aparece com mais freqüência em homens entre 25 e 45 anos. Dentro dessa faixa, um número muito grande de casos não obedece a causas físicas e sim psicossomáticas, vinculadas, principalmente, ao estresse. O especialista esclarece que após o diagnóstico, são usadas outras drogas e é feito um trabalho sobre o comportamento. Por exemplo, aprender que o ato sexual pode acontecer com ou sem ereção; que, quanto maior o relaxamento, melhor a ereção; e que após controlar a ereção e a ejaculação, pode-se buscar mais variedade nos estímulos.


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Diante de um problema de ereção, quem pede ajuda profissional? O milionário consumo do comprimido azul e a fantasia da solução mágica. Verdades sobre a disfunção erétil.

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Papiros egípcios, Hipócrates, o pai da medicina ocidental, e Leonardo da Vinci, para citar apenas três exemplos ao longo da História, deixaram textos com observações sobre o funcionamento do membro viril. Sim, o tema preocupa os homens há centenas de séculos. Nos dias de hoje, por influência do machismo, a potência sexual masculina está intimamente ligada à ereção. Obter e manter uma boa ereção durante o ato sexual é sinônimo de masculinidade. O oposto, a impotência, continua sendo um grande transtorno.

A solução azul
A medicina a chama de disfunção erétil e os estudos revelam que milhões de homens sofrem desse mal. Deve ser por isso que quando surgiu o comprimido de cor azul que facilita a irrigação sanguínea do pênis e favorece a ereção, muitos acreditaram que o principal problema da sexualidade masculina havia chegado ao fim. A fórmula farmacêutica é o citrato de sildenafila, mais conhecido como Viagra, o nome registrado pelo laboratório Pfizer, embora também seja produzido e comercializado por outras marcas. Os números das vendas são bastante eloqüentes. Em sua página oficial na Internet, a Pfizer afirma que mais de 23 milhões de homens em todo o mundo já usaram o Viagra e que foram vendidas mais de um bilhão de doses, nos seis anos de permanência no mercado. Solução real ou fenômeno de consumo?

Mitos
Aparentemente, é mais fácil comprar comprimidos do que derrubar tabus. Os especialistas constatam que os homens evitam pedir ajuda profissional. "Segundo nossos números, a disfunção erétil afeta 40% dos homens adultos com problemas no desempenho sexual. E eles demoram de um a quatro anos para pedir ajuda no consultório", explica o Doutor Daniel Quaglierini, sexólogo e diretor médico do Grupo Organic Argentina, especializado em sexualidade masculina. Além disso, a disfunção erétil aparece com mais freqüência em homens entre 25 e 45 anos. Dentro dessa faixa, um número muito grande de casos não obedece a causas físicas e sim psicossomáticas, vinculadas, principalmente, ao estresse. O especialista esclarece que após o diagnóstico, são usadas outras drogas e é feito um trabalho sobre o comportamento. Por exemplo, aprender que o ato sexual pode acontecer com ou sem ereção; que, quanto maior o relaxamento, melhor a ereção; e que após controlar a ereção e a ejaculação, pode-se buscar mais variedade nos estímulos.


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Diante de um problema de ereção, quem pede ajuda profissional? O milionário consumo do comprimido azul e a fantasia da solução mágica. Verdades sobre a disfunção erétil.

Um problema milenar
Papiros egípcios, Hipócrates, o pai da medicina ocidental, e Leonardo da Vinci, para citar apenas três exemplos ao longo da História, deixaram textos com observações sobre o funcionamento do membro viril. Sim, o tema preocupa os homens há centenas de séculos. Nos dias de hoje, por influência do machismo, a potência sexual masculina está intimamente ligada à ereção. Obter e manter uma boa ereção durante o ato sexual é sinônimo de masculinidade. O oposto, a impotência, continua sendo um grande transtorno.

A solução azul
A medicina a chama de disfunção erétil e os estudos revelam que milhões de homens sofrem desse mal. Deve ser por isso que quando surgiu o comprimido de cor azul que facilita a irrigação sanguínea do pênis e favorece a ereção, muitos acreditaram que o principal problema da sexualidade masculina havia chegado ao fim. A fórmula farmacêutica é o citrato de sildenafila, mais conhecido como Viagra, o nome registrado pelo laboratório Pfizer, embora também seja produzido e comercializado por outras marcas. Os números das vendas são bastante eloqüentes. Em sua página oficial na Internet, a Pfizer afirma que mais de 23 milhões de homens em todo o mundo já usaram o Viagra e que foram vendidas mais de um bilhão de doses, nos seis anos de permanência no mercado. Solução real ou fenômeno de consumo?

Mitos
Aparentemente, é mais fácil comprar comprimidos do que derrubar tabus. Os especialistas constatam que os homens evitam pedir ajuda profissional. "Segundo nossos números, a disfunção erétil afeta 40% dos homens adultos com problemas no desempenho sexual. E eles demoram de um a quatro anos para pedir ajuda no consultório", explica o Doutor Daniel Quaglierini, sexólogo e diretor médico do Grupo Organic Argentina, especializado em sexualidade masculina. Além disso, a disfunção erétil aparece com mais freqüência em homens entre 25 e 45 anos. Dentro dessa faixa, um número muito grande de casos não obedece a causas físicas e sim psicossomáticas, vinculadas, principalmente, ao estresse. O especialista esclarece que após o diagnóstico, são usadas outras drogas e é feito um trabalho sobre o comportamento. Por exemplo, aprender que o ato sexual pode acontecer com ou sem ereção; que, quanto maior o relaxamento, melhor a ereção; e que após controlar a ereção e a ejaculação, pode-se buscar mais variedade nos estímulos.


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O Superior Tribunal de Justiça anunciou no final de abril que rejeitou o embargo proposto pela família brasileira de Sean Goldman, que tentou trazer o caso de volta para Vara de Família da Justiça do Estado do Rio de Janeiro.

Os chamados “Embargos de Declaração” são uma espéicie de recurso utilizado contra uma decisão tida como “obscura, omissiva ou contraditória.”
Baseada na Constituição Federal do Brasil, a decisão de confiar a competência do julgmento da material (retorno de Sean aos EUA) à 16ª Vara da Justiça Federal do Rio de Janeiro foi unânime, assim como também foi a decisão recente do STJ de rejeitar o embargo, afirmando que não havia nenhum destes vícios no acórdão anterior. É importante lembrar ao leitor, que nesse veredicto não foi julgado o caso em si, mas sim qual autoridade era competente para decidi-la no âmbito do Poder Judiciário brasileiro.
Embora o caso Goldman já tenha se arrastado por mais de 4 anos, não é possível prever que esteja perto do desfecho. A lei brasileira prevê uma série de recursos por parte da família brasileira (assim como para a outra parte), incluindo apelação no Tribunal Regional Federal, da 2ª Região, mais embargos infringentes, e ainda Recurso Especial ao STJ e Recurso Extraordinário ao Supremo Tribunal Federal, para exame da constitucionalidade do assunto.
Pode até ter havido vários julgamentos em varas locais no Brasil, mas sob a óptica da lei internacional o caso de Sean Goldman ainda está praticamente na estaca zero. O que coloca o Brasil em posição vergonhosa no mundo é a falta de atenção aos seus próprios compromissos.
O processo judicial no Brasil é um cerimonial de atos físicos e intelectuais. Mas considerando que cada recurso demora muito a ser julgado, seríamos otimistas se prevíssemos que este caso deve se arrastar por mais 5 anos de conflitos jurídicos. Sendo assim, Sean pode entrar na adolescência ainda como personagem de um conflito internacional.
Porque, embora a lei brasileira dê a maioridade ao garoto aos 18 anos – que é quando ele terá autoridade legal para decidir o seu futuro – a Convenção de Haia não incide sobre casos de crianças maiores de 16 anos.
Portanto, se ficar comprovado que a estratégia de um dos lados é protelar o resultado, será mais fácil reconhecer quem está preocupado com o bem-estar do garoto, e quem não está.

Atenção Brasil, o mundo está assistindo.

POST ATUALIZADO 23H40 DO DIA 05/05


fonte: Blog Brasil com Z
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Os chamados “Embargos de Declaração” são uma espéicie de recurso utilizado contra uma decisão tida como “obscura, omissiva ou contraditória.”
Baseada na Constituição Federal do Brasil, a decisão de confiar a competência do julgmento da material (retorno de Sean aos EUA) à 16ª Vara da Justiça Federal do Rio de Janeiro foi unânime, assim como também foi a decisão recente do STJ de rejeitar o embargo, afirmando que não havia nenhum destes vícios no acórdão anterior. É importante lembrar ao leitor, que nesse veredicto não foi julgado o caso em si, mas sim qual autoridade era competente para decidi-la no âmbito do Poder Judiciário brasileiro.
Embora o caso Goldman já tenha se arrastado por mais de 4 anos, não é possível prever que esteja perto do desfecho. A lei brasileira prevê uma série de recursos por parte da família brasileira (assim como para a outra parte), incluindo apelação no Tribunal Regional Federal, da 2ª Região, mais embargos infringentes, e ainda Recurso Especial ao STJ e Recurso Extraordinário ao Supremo Tribunal Federal, para exame da constitucionalidade do assunto.
Pode até ter havido vários julgamentos em varas locais no Brasil, mas sob a óptica da lei internacional o caso de Sean Goldman ainda está praticamente na estaca zero. O que coloca o Brasil em posição vergonhosa no mundo é a falta de atenção aos seus próprios compromissos.
O processo judicial no Brasil é um cerimonial de atos físicos e intelectuais. Mas considerando que cada recurso demora muito a ser julgado, seríamos otimistas se prevíssemos que este caso deve se arrastar por mais 5 anos de conflitos jurídicos. Sendo assim, Sean pode entrar na adolescência ainda como personagem de um conflito internacional.
Porque, embora a lei brasileira dê a maioridade ao garoto aos 18 anos – que é quando ele terá autoridade legal para decidir o seu futuro – a Convenção de Haia não incide sobre casos de crianças maiores de 16 anos.
Portanto, se ficar comprovado que a estratégia de um dos lados é protelar o resultado, será mais fácil reconhecer quem está preocupado com o bem-estar do garoto, e quem não está.

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Os chamados “Embargos de Declaração” são uma espéicie de recurso utilizado contra uma decisão tida como “obscura, omissiva ou contraditória.”
Baseada na Constituição Federal do Brasil, a decisão de confiar a competência do julgmento da material (retorno de Sean aos EUA) à 16ª Vara da Justiça Federal do Rio de Janeiro foi unânime, assim como também foi a decisão recente do STJ de rejeitar o embargo, afirmando que não havia nenhum destes vícios no acórdão anterior. É importante lembrar ao leitor, que nesse veredicto não foi julgado o caso em si, mas sim qual autoridade era competente para decidi-la no âmbito do Poder Judiciário brasileiro.
Embora o caso Goldman já tenha se arrastado por mais de 4 anos, não é possível prever que esteja perto do desfecho. A lei brasileira prevê uma série de recursos por parte da família brasileira (assim como para a outra parte), incluindo apelação no Tribunal Regional Federal, da 2ª Região, mais embargos infringentes, e ainda Recurso Especial ao STJ e Recurso Extraordinário ao Supremo Tribunal Federal, para exame da constitucionalidade do assunto.
Pode até ter havido vários julgamentos em varas locais no Brasil, mas sob a óptica da lei internacional o caso de Sean Goldman ainda está praticamente na estaca zero. O que coloca o Brasil em posição vergonhosa no mundo é a falta de atenção aos seus próprios compromissos.
O processo judicial no Brasil é um cerimonial de atos físicos e intelectuais. Mas considerando que cada recurso demora muito a ser julgado, seríamos otimistas se prevíssemos que este caso deve se arrastar por mais 5 anos de conflitos jurídicos. Sendo assim, Sean pode entrar na adolescência ainda como personagem de um conflito internacional.
Porque, embora a lei brasileira dê a maioridade ao garoto aos 18 anos – que é quando ele terá autoridade legal para decidir o seu futuro – a Convenção de Haia não incide sobre casos de crianças maiores de 16 anos.
Portanto, se ficar comprovado que a estratégia de um dos lados é protelar o resultado, será mais fácil reconhecer quem está preocupado com o bem-estar do garoto, e quem não está.

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Os chamados “Embargos de Declaração” são uma espéicie de recurso utilizado contra uma decisão tida como “obscura, omissiva ou contraditória.”
Baseada na Constituição Federal do Brasil, a decisão de confiar a competência do julgmento da material (retorno de Sean aos EUA) à 16ª Vara da Justiça Federal do Rio de Janeiro foi unânime, assim como também foi a decisão recente do STJ de rejeitar o embargo, afirmando que não havia nenhum destes vícios no acórdão anterior. É importante lembrar ao leitor, que nesse veredicto não foi julgado o caso em si, mas sim qual autoridade era competente para decidi-la no âmbito do Poder Judiciário brasileiro.
Embora o caso Goldman já tenha se arrastado por mais de 4 anos, não é possível prever que esteja perto do desfecho. A lei brasileira prevê uma série de recursos por parte da família brasileira (assim como para a outra parte), incluindo apelação no Tribunal Regional Federal, da 2ª Região, mais embargos infringentes, e ainda Recurso Especial ao STJ e Recurso Extraordinário ao Supremo Tribunal Federal, para exame da constitucionalidade do assunto.
Pode até ter havido vários julgamentos em varas locais no Brasil, mas sob a óptica da lei internacional o caso de Sean Goldman ainda está praticamente na estaca zero. O que coloca o Brasil em posição vergonhosa no mundo é a falta de atenção aos seus próprios compromissos.
O processo judicial no Brasil é um cerimonial de atos físicos e intelectuais. Mas considerando que cada recurso demora muito a ser julgado, seríamos otimistas se prevíssemos que este caso deve se arrastar por mais 5 anos de conflitos jurídicos. Sendo assim, Sean pode entrar na adolescência ainda como personagem de um conflito internacional.
Porque, embora a lei brasileira dê a maioridade ao garoto aos 18 anos – que é quando ele terá autoridade legal para decidir o seu futuro – a Convenção de Haia não incide sobre casos de crianças maiores de 16 anos.
Portanto, se ficar comprovado que a estratégia de um dos lados é protelar o resultado, será mais fácil reconhecer quem está preocupado com o bem-estar do garoto, e quem não está.

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Os chamados “Embargos de Declaração” são uma espéicie de recurso utilizado contra uma decisão tida como “obscura, omissiva ou contraditória.”
Baseada na Constituição Federal do Brasil, a decisão de confiar a competência do julgmento da material (retorno de Sean aos EUA) à 16ª Vara da Justiça Federal do Rio de Janeiro foi unânime, assim como também foi a decisão recente do STJ de rejeitar o embargo, afirmando que não havia nenhum destes vícios no acórdão anterior. É importante lembrar ao leitor, que nesse veredicto não foi julgado o caso em si, mas sim qual autoridade era competente para decidi-la no âmbito do Poder Judiciário brasileiro.
Embora o caso Goldman já tenha se arrastado por mais de 4 anos, não é possível prever que esteja perto do desfecho. A lei brasileira prevê uma série de recursos por parte da família brasileira (assim como para a outra parte), incluindo apelação no Tribunal Regional Federal, da 2ª Região, mais embargos infringentes, e ainda Recurso Especial ao STJ e Recurso Extraordinário ao Supremo Tribunal Federal, para exame da constitucionalidade do assunto.
Pode até ter havido vários julgamentos em varas locais no Brasil, mas sob a óptica da lei internacional o caso de Sean Goldman ainda está praticamente na estaca zero. O que coloca o Brasil em posição vergonhosa no mundo é a falta de atenção aos seus próprios compromissos.
O processo judicial no Brasil é um cerimonial de atos físicos e intelectuais. Mas considerando que cada recurso demora muito a ser julgado, seríamos otimistas se prevíssemos que este caso deve se arrastar por mais 5 anos de conflitos jurídicos. Sendo assim, Sean pode entrar na adolescência ainda como personagem de um conflito internacional.
Porque, embora a lei brasileira dê a maioridade ao garoto aos 18 anos – que é quando ele terá autoridade legal para decidir o seu futuro – a Convenção de Haia não incide sobre casos de crianças maiores de 16 anos.
Portanto, se ficar comprovado que a estratégia de um dos lados é protelar o resultado, será mais fácil reconhecer quem está preocupado com o bem-estar do garoto, e quem não está.

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Os chamados “Embargos de Declaração” são uma espéicie de recurso utilizado contra uma decisão tida como “obscura, omissiva ou contraditória.”
Baseada na Constituição Federal do Brasil, a decisão de confiar a competência do julgmento da material (retorno de Sean aos EUA) à 16ª Vara da Justiça Federal do Rio de Janeiro foi unânime, assim como também foi a decisão recente do STJ de rejeitar o embargo, afirmando que não havia nenhum destes vícios no acórdão anterior. É importante lembrar ao leitor, que nesse veredicto não foi julgado o caso em si, mas sim qual autoridade era competente para decidi-la no âmbito do Poder Judiciário brasileiro.
Embora o caso Goldman já tenha se arrastado por mais de 4 anos, não é possível prever que esteja perto do desfecho. A lei brasileira prevê uma série de recursos por parte da família brasileira (assim como para a outra parte), incluindo apelação no Tribunal Regional Federal, da 2ª Região, mais embargos infringentes, e ainda Recurso Especial ao STJ e Recurso Extraordinário ao Supremo Tribunal Federal, para exame da constitucionalidade do assunto.
Pode até ter havido vários julgamentos em varas locais no Brasil, mas sob a óptica da lei internacional o caso de Sean Goldman ainda está praticamente na estaca zero. O que coloca o Brasil em posição vergonhosa no mundo é a falta de atenção aos seus próprios compromissos.
O processo judicial no Brasil é um cerimonial de atos físicos e intelectuais. Mas considerando que cada recurso demora muito a ser julgado, seríamos otimistas se prevíssemos que este caso deve se arrastar por mais 5 anos de conflitos jurídicos. Sendo assim, Sean pode entrar na adolescência ainda como personagem de um conflito internacional.
Porque, embora a lei brasileira dê a maioridade ao garoto aos 18 anos – que é quando ele terá autoridade legal para decidir o seu futuro – a Convenção de Haia não incide sobre casos de crianças maiores de 16 anos.
Portanto, se ficar comprovado que a estratégia de um dos lados é protelar o resultado, será mais fácil reconhecer quem está preocupado com o bem-estar do garoto, e quem não está.

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colaboradores: carmen e maria celia

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