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4.5.09
FLORIANÓPOLIS - A Guarda Municipal de São José, na região metropolitana de Florianópolis, deteve em flagrante por atentado ao pudor, Evanildo João da Cunha, 36 anos, às 12h40min de sábado. Ele estava sem roupa, em frente a uma igreja, na Avenida Leoberto Leal, e gritava ser Jesus Cristo.
Assustados com a atitude de Evanildo, as pessoas que estavam próximas à Igreja chamaram a guarda municipal, que o levou para a Central de Polícia de São José, e logo em seguida para o Instituto de Psiquiatria na Colônia Santana.
Conforme a Guarda Municipal, foi solicitado que Evanildo colocasse as roupas, que estavam jogadas na calçada junto com documentos, mas ele se negou. Como estava agitado, teve de ser imobilizado com faixas usadas em situações de desequilíbrio. Evanildo continua internado e sua família não foi localizada.


fonte:O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 20:07  comentar

FLORIANÓPOLIS - A Guarda Municipal de São José, na região metropolitana de Florianópolis, deteve em flagrante por atentado ao pudor, Evanildo João da Cunha, 36 anos, às 12h40min de sábado. Ele estava sem roupa, em frente a uma igreja, na Avenida Leoberto Leal, e gritava ser Jesus Cristo.
Assustados com a atitude de Evanildo, as pessoas que estavam próximas à Igreja chamaram a guarda municipal, que o levou para a Central de Polícia de São José, e logo em seguida para o Instituto de Psiquiatria na Colônia Santana.
Conforme a Guarda Municipal, foi solicitado que Evanildo colocasse as roupas, que estavam jogadas na calçada junto com documentos, mas ele se negou. Como estava agitado, teve de ser imobilizado com faixas usadas em situações de desequilíbrio. Evanildo continua internado e sua família não foi localizada.


fonte:O Globo On Line
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FLORIANÓPOLIS - A Guarda Municipal de São José, na região metropolitana de Florianópolis, deteve em flagrante por atentado ao pudor, Evanildo João da Cunha, 36 anos, às 12h40min de sábado. Ele estava sem roupa, em frente a uma igreja, na Avenida Leoberto Leal, e gritava ser Jesus Cristo.
Assustados com a atitude de Evanildo, as pessoas que estavam próximas à Igreja chamaram a guarda municipal, que o levou para a Central de Polícia de São José, e logo em seguida para o Instituto de Psiquiatria na Colônia Santana.
Conforme a Guarda Municipal, foi solicitado que Evanildo colocasse as roupas, que estavam jogadas na calçada junto com documentos, mas ele se negou. Como estava agitado, teve de ser imobilizado com faixas usadas em situações de desequilíbrio. Evanildo continua internado e sua família não foi localizada.


fonte:O Globo On Line
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FLORIANÓPOLIS - A Guarda Municipal de São José, na região metropolitana de Florianópolis, deteve em flagrante por atentado ao pudor, Evanildo João da Cunha, 36 anos, às 12h40min de sábado. Ele estava sem roupa, em frente a uma igreja, na Avenida Leoberto Leal, e gritava ser Jesus Cristo.
Assustados com a atitude de Evanildo, as pessoas que estavam próximas à Igreja chamaram a guarda municipal, que o levou para a Central de Polícia de São José, e logo em seguida para o Instituto de Psiquiatria na Colônia Santana.
Conforme a Guarda Municipal, foi solicitado que Evanildo colocasse as roupas, que estavam jogadas na calçada junto com documentos, mas ele se negou. Como estava agitado, teve de ser imobilizado com faixas usadas em situações de desequilíbrio. Evanildo continua internado e sua família não foi localizada.


fonte:O Globo On Line
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FLORIANÓPOLIS - A Guarda Municipal de São José, na região metropolitana de Florianópolis, deteve em flagrante por atentado ao pudor, Evanildo João da Cunha, 36 anos, às 12h40min de sábado. Ele estava sem roupa, em frente a uma igreja, na Avenida Leoberto Leal, e gritava ser Jesus Cristo.
Assustados com a atitude de Evanildo, as pessoas que estavam próximas à Igreja chamaram a guarda municipal, que o levou para a Central de Polícia de São José, e logo em seguida para o Instituto de Psiquiatria na Colônia Santana.
Conforme a Guarda Municipal, foi solicitado que Evanildo colocasse as roupas, que estavam jogadas na calçada junto com documentos, mas ele se negou. Como estava agitado, teve de ser imobilizado com faixas usadas em situações de desequilíbrio. Evanildo continua internado e sua família não foi localizada.


fonte:O Globo On Line
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FLORIANÓPOLIS - A Guarda Municipal de São José, na região metropolitana de Florianópolis, deteve em flagrante por atentado ao pudor, Evanildo João da Cunha, 36 anos, às 12h40min de sábado. Ele estava sem roupa, em frente a uma igreja, na Avenida Leoberto Leal, e gritava ser Jesus Cristo.
Assustados com a atitude de Evanildo, as pessoas que estavam próximas à Igreja chamaram a guarda municipal, que o levou para a Central de Polícia de São José, e logo em seguida para o Instituto de Psiquiatria na Colônia Santana.
Conforme a Guarda Municipal, foi solicitado que Evanildo colocasse as roupas, que estavam jogadas na calçada junto com documentos, mas ele se negou. Como estava agitado, teve de ser imobilizado com faixas usadas em situações de desequilíbrio. Evanildo continua internado e sua família não foi localizada.


fonte:O Globo On Line
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RIO - Má alimentação, sedentarismo e genética são as principais causas do colesterol alto em crianças. O número de pequeninos com excesso de gordura no sangue tem aumentado exponencialmente, afirma o cardiologista Antonio Carlos Camargo Carvalho, especialista em cardiologia infantil pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Hoje, cerca de 10% das crianças no país têm colesterol alto, de acordo com dados do Instituto do Coração (InCor). Nos Estados Unidos, este número chega a 50% em alguns estados americanos.
- As crianças estão comendo pior e são mais sedentárias do que antigamente. Há apenas uma década, era raro ver uma criança com colesterol alto. Este risco aumenta se há um histórico de doenças como derrame, infarto e angina na família, por isto os pais devem estar sempre atentos aos fatores de risco. Nestes casos, é comum a criança apresentar uma alteração no colesterol entre os 7 e os 10 anos - explica Carvalho.
O aumento do colesterol nas crianças é assintomático, e não costuma trazer problemas sérios na infância. Este é o perigo, afirmam especialistas, já que esta criança vai estar mais propensa a ter problemas cardiovasculares e circulatórios no início na vida adulta. A endocrinologista Cristiane Pacheco, do Prontobaby - Hospital da Criança, lembra que o colesterol alto na infância também pode indicar doenças mais sérias, como distúrbios na tireoide, diabetes e obesidade.
Se doenças mais graves foram descartadas, o tratamento costuma ser baseado na mudança de alimentação e na prática regular de esportes. Medicamentos são indicados apenas se as outras mudanças de hábito não fizeram efeito. O tratamento do colesterol alto na criança, enfatizam os médicos, deve incluir a família inteira.
- Os pais devem estimular a alimentação saudável e a prática de atividades físicas. Reduzir o tempo dedicado à televisão, ao videogame e ao computador e incentivar a adesão da criança a um esporte é muito importante. Os hábitos alimentares também devem ser modificados, dando preferência a uma alimentação rica em fibras e com reduzida quantidade de gordura - diz Cristina Pacheco.

De olho na dieta
Alimentos ricos em gordura animal são os que mais aumentam o colesterol, explica o cardiologista da Unifesp. Para diminuir a gordura no sangue, o ideal é limitar o consumo de carne vermelha, gema de ovo, maionese, derivados de leite (especialmente os integrais) e cortar os embutidos como presunto e salame. No lugar, devem entrar as frutas, os legumes, os cereais integrais e as fibras, que ajudam a diminuir a absorção de gordura pelo corpo.
A dieta de antigamente, aquele arroz com feijão, bife grelhado e legumes, continua sendo um prato muito bom para as crianças, sem dúvida melhor do que os pratos e os petiscos industrializados. Mas as mudanças na alimentação têm que acontecer gradualmente, já que estas transformações são para a vida toda. Uma dieta ou um programa de exercícios muito drásticos, por exemplo, não vão ajudar a mudar o quadro com mais rapidez, e ainda podem traumatizar a criança - completa o médico. Segundo ele, com os cuidados adequados, o colesterol costuma voltar aos índices normais em até um ano, mas o monitoramento deve continuar pela vida toda.


fonte:O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 19:55  comentar

RIO - Má alimentação, sedentarismo e genética são as principais causas do colesterol alto em crianças. O número de pequeninos com excesso de gordura no sangue tem aumentado exponencialmente, afirma o cardiologista Antonio Carlos Camargo Carvalho, especialista em cardiologia infantil pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Hoje, cerca de 10% das crianças no país têm colesterol alto, de acordo com dados do Instituto do Coração (InCor). Nos Estados Unidos, este número chega a 50% em alguns estados americanos.
- As crianças estão comendo pior e são mais sedentárias do que antigamente. Há apenas uma década, era raro ver uma criança com colesterol alto. Este risco aumenta se há um histórico de doenças como derrame, infarto e angina na família, por isto os pais devem estar sempre atentos aos fatores de risco. Nestes casos, é comum a criança apresentar uma alteração no colesterol entre os 7 e os 10 anos - explica Carvalho.
O aumento do colesterol nas crianças é assintomático, e não costuma trazer problemas sérios na infância. Este é o perigo, afirmam especialistas, já que esta criança vai estar mais propensa a ter problemas cardiovasculares e circulatórios no início na vida adulta. A endocrinologista Cristiane Pacheco, do Prontobaby - Hospital da Criança, lembra que o colesterol alto na infância também pode indicar doenças mais sérias, como distúrbios na tireoide, diabetes e obesidade.
Se doenças mais graves foram descartadas, o tratamento costuma ser baseado na mudança de alimentação e na prática regular de esportes. Medicamentos são indicados apenas se as outras mudanças de hábito não fizeram efeito. O tratamento do colesterol alto na criança, enfatizam os médicos, deve incluir a família inteira.
- Os pais devem estimular a alimentação saudável e a prática de atividades físicas. Reduzir o tempo dedicado à televisão, ao videogame e ao computador e incentivar a adesão da criança a um esporte é muito importante. Os hábitos alimentares também devem ser modificados, dando preferência a uma alimentação rica em fibras e com reduzida quantidade de gordura - diz Cristina Pacheco.

De olho na dieta
Alimentos ricos em gordura animal são os que mais aumentam o colesterol, explica o cardiologista da Unifesp. Para diminuir a gordura no sangue, o ideal é limitar o consumo de carne vermelha, gema de ovo, maionese, derivados de leite (especialmente os integrais) e cortar os embutidos como presunto e salame. No lugar, devem entrar as frutas, os legumes, os cereais integrais e as fibras, que ajudam a diminuir a absorção de gordura pelo corpo.
A dieta de antigamente, aquele arroz com feijão, bife grelhado e legumes, continua sendo um prato muito bom para as crianças, sem dúvida melhor do que os pratos e os petiscos industrializados. Mas as mudanças na alimentação têm que acontecer gradualmente, já que estas transformações são para a vida toda. Uma dieta ou um programa de exercícios muito drásticos, por exemplo, não vão ajudar a mudar o quadro com mais rapidez, e ainda podem traumatizar a criança - completa o médico. Segundo ele, com os cuidados adequados, o colesterol costuma voltar aos índices normais em até um ano, mas o monitoramento deve continuar pela vida toda.


fonte:O Globo On Line
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RIO - Má alimentação, sedentarismo e genética são as principais causas do colesterol alto em crianças. O número de pequeninos com excesso de gordura no sangue tem aumentado exponencialmente, afirma o cardiologista Antonio Carlos Camargo Carvalho, especialista em cardiologia infantil pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Hoje, cerca de 10% das crianças no país têm colesterol alto, de acordo com dados do Instituto do Coração (InCor). Nos Estados Unidos, este número chega a 50% em alguns estados americanos.
- As crianças estão comendo pior e são mais sedentárias do que antigamente. Há apenas uma década, era raro ver uma criança com colesterol alto. Este risco aumenta se há um histórico de doenças como derrame, infarto e angina na família, por isto os pais devem estar sempre atentos aos fatores de risco. Nestes casos, é comum a criança apresentar uma alteração no colesterol entre os 7 e os 10 anos - explica Carvalho.
O aumento do colesterol nas crianças é assintomático, e não costuma trazer problemas sérios na infância. Este é o perigo, afirmam especialistas, já que esta criança vai estar mais propensa a ter problemas cardiovasculares e circulatórios no início na vida adulta. A endocrinologista Cristiane Pacheco, do Prontobaby - Hospital da Criança, lembra que o colesterol alto na infância também pode indicar doenças mais sérias, como distúrbios na tireoide, diabetes e obesidade.
Se doenças mais graves foram descartadas, o tratamento costuma ser baseado na mudança de alimentação e na prática regular de esportes. Medicamentos são indicados apenas se as outras mudanças de hábito não fizeram efeito. O tratamento do colesterol alto na criança, enfatizam os médicos, deve incluir a família inteira.
- Os pais devem estimular a alimentação saudável e a prática de atividades físicas. Reduzir o tempo dedicado à televisão, ao videogame e ao computador e incentivar a adesão da criança a um esporte é muito importante. Os hábitos alimentares também devem ser modificados, dando preferência a uma alimentação rica em fibras e com reduzida quantidade de gordura - diz Cristina Pacheco.

De olho na dieta
Alimentos ricos em gordura animal são os que mais aumentam o colesterol, explica o cardiologista da Unifesp. Para diminuir a gordura no sangue, o ideal é limitar o consumo de carne vermelha, gema de ovo, maionese, derivados de leite (especialmente os integrais) e cortar os embutidos como presunto e salame. No lugar, devem entrar as frutas, os legumes, os cereais integrais e as fibras, que ajudam a diminuir a absorção de gordura pelo corpo.
A dieta de antigamente, aquele arroz com feijão, bife grelhado e legumes, continua sendo um prato muito bom para as crianças, sem dúvida melhor do que os pratos e os petiscos industrializados. Mas as mudanças na alimentação têm que acontecer gradualmente, já que estas transformações são para a vida toda. Uma dieta ou um programa de exercícios muito drásticos, por exemplo, não vão ajudar a mudar o quadro com mais rapidez, e ainda podem traumatizar a criança - completa o médico. Segundo ele, com os cuidados adequados, o colesterol costuma voltar aos índices normais em até um ano, mas o monitoramento deve continuar pela vida toda.


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RIO - Má alimentação, sedentarismo e genética são as principais causas do colesterol alto em crianças. O número de pequeninos com excesso de gordura no sangue tem aumentado exponencialmente, afirma o cardiologista Antonio Carlos Camargo Carvalho, especialista em cardiologia infantil pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Hoje, cerca de 10% das crianças no país têm colesterol alto, de acordo com dados do Instituto do Coração (InCor). Nos Estados Unidos, este número chega a 50% em alguns estados americanos.
- As crianças estão comendo pior e são mais sedentárias do que antigamente. Há apenas uma década, era raro ver uma criança com colesterol alto. Este risco aumenta se há um histórico de doenças como derrame, infarto e angina na família, por isto os pais devem estar sempre atentos aos fatores de risco. Nestes casos, é comum a criança apresentar uma alteração no colesterol entre os 7 e os 10 anos - explica Carvalho.
O aumento do colesterol nas crianças é assintomático, e não costuma trazer problemas sérios na infância. Este é o perigo, afirmam especialistas, já que esta criança vai estar mais propensa a ter problemas cardiovasculares e circulatórios no início na vida adulta. A endocrinologista Cristiane Pacheco, do Prontobaby - Hospital da Criança, lembra que o colesterol alto na infância também pode indicar doenças mais sérias, como distúrbios na tireoide, diabetes e obesidade.
Se doenças mais graves foram descartadas, o tratamento costuma ser baseado na mudança de alimentação e na prática regular de esportes. Medicamentos são indicados apenas se as outras mudanças de hábito não fizeram efeito. O tratamento do colesterol alto na criança, enfatizam os médicos, deve incluir a família inteira.
- Os pais devem estimular a alimentação saudável e a prática de atividades físicas. Reduzir o tempo dedicado à televisão, ao videogame e ao computador e incentivar a adesão da criança a um esporte é muito importante. Os hábitos alimentares também devem ser modificados, dando preferência a uma alimentação rica em fibras e com reduzida quantidade de gordura - diz Cristina Pacheco.

De olho na dieta
Alimentos ricos em gordura animal são os que mais aumentam o colesterol, explica o cardiologista da Unifesp. Para diminuir a gordura no sangue, o ideal é limitar o consumo de carne vermelha, gema de ovo, maionese, derivados de leite (especialmente os integrais) e cortar os embutidos como presunto e salame. No lugar, devem entrar as frutas, os legumes, os cereais integrais e as fibras, que ajudam a diminuir a absorção de gordura pelo corpo.
A dieta de antigamente, aquele arroz com feijão, bife grelhado e legumes, continua sendo um prato muito bom para as crianças, sem dúvida melhor do que os pratos e os petiscos industrializados. Mas as mudanças na alimentação têm que acontecer gradualmente, já que estas transformações são para a vida toda. Uma dieta ou um programa de exercícios muito drásticos, por exemplo, não vão ajudar a mudar o quadro com mais rapidez, e ainda podem traumatizar a criança - completa o médico. Segundo ele, com os cuidados adequados, o colesterol costuma voltar aos índices normais em até um ano, mas o monitoramento deve continuar pela vida toda.


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RIO - Má alimentação, sedentarismo e genética são as principais causas do colesterol alto em crianças. O número de pequeninos com excesso de gordura no sangue tem aumentado exponencialmente, afirma o cardiologista Antonio Carlos Camargo Carvalho, especialista em cardiologia infantil pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Hoje, cerca de 10% das crianças no país têm colesterol alto, de acordo com dados do Instituto do Coração (InCor). Nos Estados Unidos, este número chega a 50% em alguns estados americanos.
- As crianças estão comendo pior e são mais sedentárias do que antigamente. Há apenas uma década, era raro ver uma criança com colesterol alto. Este risco aumenta se há um histórico de doenças como derrame, infarto e angina na família, por isto os pais devem estar sempre atentos aos fatores de risco. Nestes casos, é comum a criança apresentar uma alteração no colesterol entre os 7 e os 10 anos - explica Carvalho.
O aumento do colesterol nas crianças é assintomático, e não costuma trazer problemas sérios na infância. Este é o perigo, afirmam especialistas, já que esta criança vai estar mais propensa a ter problemas cardiovasculares e circulatórios no início na vida adulta. A endocrinologista Cristiane Pacheco, do Prontobaby - Hospital da Criança, lembra que o colesterol alto na infância também pode indicar doenças mais sérias, como distúrbios na tireoide, diabetes e obesidade.
Se doenças mais graves foram descartadas, o tratamento costuma ser baseado na mudança de alimentação e na prática regular de esportes. Medicamentos são indicados apenas se as outras mudanças de hábito não fizeram efeito. O tratamento do colesterol alto na criança, enfatizam os médicos, deve incluir a família inteira.
- Os pais devem estimular a alimentação saudável e a prática de atividades físicas. Reduzir o tempo dedicado à televisão, ao videogame e ao computador e incentivar a adesão da criança a um esporte é muito importante. Os hábitos alimentares também devem ser modificados, dando preferência a uma alimentação rica em fibras e com reduzida quantidade de gordura - diz Cristina Pacheco.

De olho na dieta
Alimentos ricos em gordura animal são os que mais aumentam o colesterol, explica o cardiologista da Unifesp. Para diminuir a gordura no sangue, o ideal é limitar o consumo de carne vermelha, gema de ovo, maionese, derivados de leite (especialmente os integrais) e cortar os embutidos como presunto e salame. No lugar, devem entrar as frutas, os legumes, os cereais integrais e as fibras, que ajudam a diminuir a absorção de gordura pelo corpo.
A dieta de antigamente, aquele arroz com feijão, bife grelhado e legumes, continua sendo um prato muito bom para as crianças, sem dúvida melhor do que os pratos e os petiscos industrializados. Mas as mudanças na alimentação têm que acontecer gradualmente, já que estas transformações são para a vida toda. Uma dieta ou um programa de exercícios muito drásticos, por exemplo, não vão ajudar a mudar o quadro com mais rapidez, e ainda podem traumatizar a criança - completa o médico. Segundo ele, com os cuidados adequados, o colesterol costuma voltar aos índices normais em até um ano, mas o monitoramento deve continuar pela vida toda.


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RIO - Má alimentação, sedentarismo e genética são as principais causas do colesterol alto em crianças. O número de pequeninos com excesso de gordura no sangue tem aumentado exponencialmente, afirma o cardiologista Antonio Carlos Camargo Carvalho, especialista em cardiologia infantil pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Hoje, cerca de 10% das crianças no país têm colesterol alto, de acordo com dados do Instituto do Coração (InCor). Nos Estados Unidos, este número chega a 50% em alguns estados americanos.
- As crianças estão comendo pior e são mais sedentárias do que antigamente. Há apenas uma década, era raro ver uma criança com colesterol alto. Este risco aumenta se há um histórico de doenças como derrame, infarto e angina na família, por isto os pais devem estar sempre atentos aos fatores de risco. Nestes casos, é comum a criança apresentar uma alteração no colesterol entre os 7 e os 10 anos - explica Carvalho.
O aumento do colesterol nas crianças é assintomático, e não costuma trazer problemas sérios na infância. Este é o perigo, afirmam especialistas, já que esta criança vai estar mais propensa a ter problemas cardiovasculares e circulatórios no início na vida adulta. A endocrinologista Cristiane Pacheco, do Prontobaby - Hospital da Criança, lembra que o colesterol alto na infância também pode indicar doenças mais sérias, como distúrbios na tireoide, diabetes e obesidade.
Se doenças mais graves foram descartadas, o tratamento costuma ser baseado na mudança de alimentação e na prática regular de esportes. Medicamentos são indicados apenas se as outras mudanças de hábito não fizeram efeito. O tratamento do colesterol alto na criança, enfatizam os médicos, deve incluir a família inteira.
- Os pais devem estimular a alimentação saudável e a prática de atividades físicas. Reduzir o tempo dedicado à televisão, ao videogame e ao computador e incentivar a adesão da criança a um esporte é muito importante. Os hábitos alimentares também devem ser modificados, dando preferência a uma alimentação rica em fibras e com reduzida quantidade de gordura - diz Cristina Pacheco.

De olho na dieta
Alimentos ricos em gordura animal são os que mais aumentam o colesterol, explica o cardiologista da Unifesp. Para diminuir a gordura no sangue, o ideal é limitar o consumo de carne vermelha, gema de ovo, maionese, derivados de leite (especialmente os integrais) e cortar os embutidos como presunto e salame. No lugar, devem entrar as frutas, os legumes, os cereais integrais e as fibras, que ajudam a diminuir a absorção de gordura pelo corpo.
A dieta de antigamente, aquele arroz com feijão, bife grelhado e legumes, continua sendo um prato muito bom para as crianças, sem dúvida melhor do que os pratos e os petiscos industrializados. Mas as mudanças na alimentação têm que acontecer gradualmente, já que estas transformações são para a vida toda. Uma dieta ou um programa de exercícios muito drásticos, por exemplo, não vão ajudar a mudar o quadro com mais rapidez, e ainda podem traumatizar a criança - completa o médico. Segundo ele, com os cuidados adequados, o colesterol costuma voltar aos índices normais em até um ano, mas o monitoramento deve continuar pela vida toda.


fonte:O Globo On Line
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Por Irineu Neto

Uma infeliz realidade invade nosso cotidiano através dos telejornais, revistas e rádios, para nos defrontar com a perversão dos indivíduos, dito como seres humanos racionais, os pedófilos. Não tem classe social, econômica, política, étnica, racial; esse mal está dissipado em todos os lugares. Segundo a Organização Mundial de Saúde, a pedofilia é uma desordem mental e de personalidade de adultos, melhor ainda caracterizado pela definição de Delton Croce, no Manual de Medicina Legal, que diz ser a atração por crianças ou adolescentes sexualmente imaturas, com os quais os portadores dão vazão ao erotismo pela prática de obscenidade ou de atos libidinosos.
Amigo leitor, é difícil não lembrar as nossas brincadeiras de infância. Yo-yo, pega-pega, esconde-esconde, gato mia, amarelinha, casinha, futebol na rua, piquenique, entre outras. E quando isso é interrompido para saciar o apelo sexual de um adulto?
Na última semana de março, deste ano, a revista Veja publicou na capa a manchete “Pedofilia, quando o inimigo é da família”, narrando o caso da menina de nove anos que foi engravidada pelo padrasto, em Pernambuco. Importante é salientar outros itens dessa reportagem feita por Laura Diniz e Leonardo Coutinho, que o Brasil, a cada dia, 165 crianças ou adolescentes sejam vítimas de abuso sexual, a Safernet Brasil recebeu 109 mil denúncias de páginas eletrônicas com conteúdo pornográfico infantil, a porcentagem de crianças nascidas de mães com idade até 14 anos é de 1,47% no Norte, relatório da Igreja Católica divulgou já ter pagado 2,6 bilhões de dólares em acordos, advogados e outros custos relacionados a abusos sexuais cometidos por alguns de seus integrantes.
Medidas legislativas para esse crime doentio começou em 1989, sucessiva por vários tratados internacionais promovidos pela ONU, na Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança, que obriga os Estados a tomarem medidas que protejam a criança e o adolescente de abusos, ameaças ou lesões à sua integridade sexual (artigo 19). No Brasil, a pedofilia se enquadra nos crimes de estupro e atentado violento ao pudor, previsto nos artigos 213 e 214 do Código Penal que reza: “Constranger mulher à conjunção carnal, mediante violência ou grave ameaça: Pena - reclusão, de 6 (seis) a 10 (dez) anos.” e “Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a praticar ou permitir que com ele se pratique ato libidinoso diverso da conjunção carnal: Pena - reclusão, de 6 (seis) a 10 (dez) anos.”; agravados pela presunção de violência no Art.224, que diz: “Presume-se a violência, se a vítima: a) não é maior de 14 (quatorze) anos; b) é alienada ou débil mental, e o agente conhecia esta circunstância; c) não pode, por qualquer outra causa, oferecer resistência.”, considerados crimes hediondos.
Cito também o Estatuto da Criança e do Adolescente através da Lei no. 8.069/90: Apresentar, produzir, vender, fornecer, divulgar ou publicar, por qualquer meio de comunicação, inclusive rede mundial de computadores, fotografias ou imagens com pornografia ou cenas de sexo explícito envolvendo criança ou adolescente é passível de pena de prisão de dois a seis anos e multa; aumentada por sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para oito anos de prisão. “Quem comete o crime da pedofilia é um animal. O que não ensinarmos dentro de casa ou da escola, nossas crianças e adolescentes aprenderão muitas vezes de forma animalesca nos rincões dos bairros”, afirmou o presidente Lula.
Como utilidade pública, caso queira coibir a prática desse crime contra menores, os Conselhos Estaduais da Criança e do Adolescente, com a coordenação nacional da Secretaria Nacional dos Direitos Humanos, tem um telefone para denunciar anonimadamente, através do telefone 100, em todo o país. É necessário, a qualquer custo, acabar com essa violência física e mental das pessoas que serão ativos e representantes do nosso Brasil amanhã.

O autor, Irineu Neto, é jornalista, pós-graduando em Comunicação nas Organizações pela USC e estudante de Direito do Iesb-Preve, Instituto de Ensino Superior de Bauru
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:42  comentar

Por Irineu Neto

Uma infeliz realidade invade nosso cotidiano através dos telejornais, revistas e rádios, para nos defrontar com a perversão dos indivíduos, dito como seres humanos racionais, os pedófilos. Não tem classe social, econômica, política, étnica, racial; esse mal está dissipado em todos os lugares. Segundo a Organização Mundial de Saúde, a pedofilia é uma desordem mental e de personalidade de adultos, melhor ainda caracterizado pela definição de Delton Croce, no Manual de Medicina Legal, que diz ser a atração por crianças ou adolescentes sexualmente imaturas, com os quais os portadores dão vazão ao erotismo pela prática de obscenidade ou de atos libidinosos.
Amigo leitor, é difícil não lembrar as nossas brincadeiras de infância. Yo-yo, pega-pega, esconde-esconde, gato mia, amarelinha, casinha, futebol na rua, piquenique, entre outras. E quando isso é interrompido para saciar o apelo sexual de um adulto?
Na última semana de março, deste ano, a revista Veja publicou na capa a manchete “Pedofilia, quando o inimigo é da família”, narrando o caso da menina de nove anos que foi engravidada pelo padrasto, em Pernambuco. Importante é salientar outros itens dessa reportagem feita por Laura Diniz e Leonardo Coutinho, que o Brasil, a cada dia, 165 crianças ou adolescentes sejam vítimas de abuso sexual, a Safernet Brasil recebeu 109 mil denúncias de páginas eletrônicas com conteúdo pornográfico infantil, a porcentagem de crianças nascidas de mães com idade até 14 anos é de 1,47% no Norte, relatório da Igreja Católica divulgou já ter pagado 2,6 bilhões de dólares em acordos, advogados e outros custos relacionados a abusos sexuais cometidos por alguns de seus integrantes.
Medidas legislativas para esse crime doentio começou em 1989, sucessiva por vários tratados internacionais promovidos pela ONU, na Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança, que obriga os Estados a tomarem medidas que protejam a criança e o adolescente de abusos, ameaças ou lesões à sua integridade sexual (artigo 19). No Brasil, a pedofilia se enquadra nos crimes de estupro e atentado violento ao pudor, previsto nos artigos 213 e 214 do Código Penal que reza: “Constranger mulher à conjunção carnal, mediante violência ou grave ameaça: Pena - reclusão, de 6 (seis) a 10 (dez) anos.” e “Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a praticar ou permitir que com ele se pratique ato libidinoso diverso da conjunção carnal: Pena - reclusão, de 6 (seis) a 10 (dez) anos.”; agravados pela presunção de violência no Art.224, que diz: “Presume-se a violência, se a vítima: a) não é maior de 14 (quatorze) anos; b) é alienada ou débil mental, e o agente conhecia esta circunstância; c) não pode, por qualquer outra causa, oferecer resistência.”, considerados crimes hediondos.
Cito também o Estatuto da Criança e do Adolescente através da Lei no. 8.069/90: Apresentar, produzir, vender, fornecer, divulgar ou publicar, por qualquer meio de comunicação, inclusive rede mundial de computadores, fotografias ou imagens com pornografia ou cenas de sexo explícito envolvendo criança ou adolescente é passível de pena de prisão de dois a seis anos e multa; aumentada por sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para oito anos de prisão. “Quem comete o crime da pedofilia é um animal. O que não ensinarmos dentro de casa ou da escola, nossas crianças e adolescentes aprenderão muitas vezes de forma animalesca nos rincões dos bairros”, afirmou o presidente Lula.
Como utilidade pública, caso queira coibir a prática desse crime contra menores, os Conselhos Estaduais da Criança e do Adolescente, com a coordenação nacional da Secretaria Nacional dos Direitos Humanos, tem um telefone para denunciar anonimadamente, através do telefone 100, em todo o país. É necessário, a qualquer custo, acabar com essa violência física e mental das pessoas que serão ativos e representantes do nosso Brasil amanhã.

O autor, Irineu Neto, é jornalista, pós-graduando em Comunicação nas Organizações pela USC e estudante de Direito do Iesb-Preve, Instituto de Ensino Superior de Bauru
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Por Irineu Neto

Uma infeliz realidade invade nosso cotidiano através dos telejornais, revistas e rádios, para nos defrontar com a perversão dos indivíduos, dito como seres humanos racionais, os pedófilos. Não tem classe social, econômica, política, étnica, racial; esse mal está dissipado em todos os lugares. Segundo a Organização Mundial de Saúde, a pedofilia é uma desordem mental e de personalidade de adultos, melhor ainda caracterizado pela definição de Delton Croce, no Manual de Medicina Legal, que diz ser a atração por crianças ou adolescentes sexualmente imaturas, com os quais os portadores dão vazão ao erotismo pela prática de obscenidade ou de atos libidinosos.
Amigo leitor, é difícil não lembrar as nossas brincadeiras de infância. Yo-yo, pega-pega, esconde-esconde, gato mia, amarelinha, casinha, futebol na rua, piquenique, entre outras. E quando isso é interrompido para saciar o apelo sexual de um adulto?
Na última semana de março, deste ano, a revista Veja publicou na capa a manchete “Pedofilia, quando o inimigo é da família”, narrando o caso da menina de nove anos que foi engravidada pelo padrasto, em Pernambuco. Importante é salientar outros itens dessa reportagem feita por Laura Diniz e Leonardo Coutinho, que o Brasil, a cada dia, 165 crianças ou adolescentes sejam vítimas de abuso sexual, a Safernet Brasil recebeu 109 mil denúncias de páginas eletrônicas com conteúdo pornográfico infantil, a porcentagem de crianças nascidas de mães com idade até 14 anos é de 1,47% no Norte, relatório da Igreja Católica divulgou já ter pagado 2,6 bilhões de dólares em acordos, advogados e outros custos relacionados a abusos sexuais cometidos por alguns de seus integrantes.
Medidas legislativas para esse crime doentio começou em 1989, sucessiva por vários tratados internacionais promovidos pela ONU, na Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança, que obriga os Estados a tomarem medidas que protejam a criança e o adolescente de abusos, ameaças ou lesões à sua integridade sexual (artigo 19). No Brasil, a pedofilia se enquadra nos crimes de estupro e atentado violento ao pudor, previsto nos artigos 213 e 214 do Código Penal que reza: “Constranger mulher à conjunção carnal, mediante violência ou grave ameaça: Pena - reclusão, de 6 (seis) a 10 (dez) anos.” e “Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a praticar ou permitir que com ele se pratique ato libidinoso diverso da conjunção carnal: Pena - reclusão, de 6 (seis) a 10 (dez) anos.”; agravados pela presunção de violência no Art.224, que diz: “Presume-se a violência, se a vítima: a) não é maior de 14 (quatorze) anos; b) é alienada ou débil mental, e o agente conhecia esta circunstância; c) não pode, por qualquer outra causa, oferecer resistência.”, considerados crimes hediondos.
Cito também o Estatuto da Criança e do Adolescente através da Lei no. 8.069/90: Apresentar, produzir, vender, fornecer, divulgar ou publicar, por qualquer meio de comunicação, inclusive rede mundial de computadores, fotografias ou imagens com pornografia ou cenas de sexo explícito envolvendo criança ou adolescente é passível de pena de prisão de dois a seis anos e multa; aumentada por sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para oito anos de prisão. “Quem comete o crime da pedofilia é um animal. O que não ensinarmos dentro de casa ou da escola, nossas crianças e adolescentes aprenderão muitas vezes de forma animalesca nos rincões dos bairros”, afirmou o presidente Lula.
Como utilidade pública, caso queira coibir a prática desse crime contra menores, os Conselhos Estaduais da Criança e do Adolescente, com a coordenação nacional da Secretaria Nacional dos Direitos Humanos, tem um telefone para denunciar anonimadamente, através do telefone 100, em todo o país. É necessário, a qualquer custo, acabar com essa violência física e mental das pessoas que serão ativos e representantes do nosso Brasil amanhã.

O autor, Irineu Neto, é jornalista, pós-graduando em Comunicação nas Organizações pela USC e estudante de Direito do Iesb-Preve, Instituto de Ensino Superior de Bauru
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Por Irineu Neto

Uma infeliz realidade invade nosso cotidiano através dos telejornais, revistas e rádios, para nos defrontar com a perversão dos indivíduos, dito como seres humanos racionais, os pedófilos. Não tem classe social, econômica, política, étnica, racial; esse mal está dissipado em todos os lugares. Segundo a Organização Mundial de Saúde, a pedofilia é uma desordem mental e de personalidade de adultos, melhor ainda caracterizado pela definição de Delton Croce, no Manual de Medicina Legal, que diz ser a atração por crianças ou adolescentes sexualmente imaturas, com os quais os portadores dão vazão ao erotismo pela prática de obscenidade ou de atos libidinosos.
Amigo leitor, é difícil não lembrar as nossas brincadeiras de infância. Yo-yo, pega-pega, esconde-esconde, gato mia, amarelinha, casinha, futebol na rua, piquenique, entre outras. E quando isso é interrompido para saciar o apelo sexual de um adulto?
Na última semana de março, deste ano, a revista Veja publicou na capa a manchete “Pedofilia, quando o inimigo é da família”, narrando o caso da menina de nove anos que foi engravidada pelo padrasto, em Pernambuco. Importante é salientar outros itens dessa reportagem feita por Laura Diniz e Leonardo Coutinho, que o Brasil, a cada dia, 165 crianças ou adolescentes sejam vítimas de abuso sexual, a Safernet Brasil recebeu 109 mil denúncias de páginas eletrônicas com conteúdo pornográfico infantil, a porcentagem de crianças nascidas de mães com idade até 14 anos é de 1,47% no Norte, relatório da Igreja Católica divulgou já ter pagado 2,6 bilhões de dólares em acordos, advogados e outros custos relacionados a abusos sexuais cometidos por alguns de seus integrantes.
Medidas legislativas para esse crime doentio começou em 1989, sucessiva por vários tratados internacionais promovidos pela ONU, na Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança, que obriga os Estados a tomarem medidas que protejam a criança e o adolescente de abusos, ameaças ou lesões à sua integridade sexual (artigo 19). No Brasil, a pedofilia se enquadra nos crimes de estupro e atentado violento ao pudor, previsto nos artigos 213 e 214 do Código Penal que reza: “Constranger mulher à conjunção carnal, mediante violência ou grave ameaça: Pena - reclusão, de 6 (seis) a 10 (dez) anos.” e “Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a praticar ou permitir que com ele se pratique ato libidinoso diverso da conjunção carnal: Pena - reclusão, de 6 (seis) a 10 (dez) anos.”; agravados pela presunção de violência no Art.224, que diz: “Presume-se a violência, se a vítima: a) não é maior de 14 (quatorze) anos; b) é alienada ou débil mental, e o agente conhecia esta circunstância; c) não pode, por qualquer outra causa, oferecer resistência.”, considerados crimes hediondos.
Cito também o Estatuto da Criança e do Adolescente através da Lei no. 8.069/90: Apresentar, produzir, vender, fornecer, divulgar ou publicar, por qualquer meio de comunicação, inclusive rede mundial de computadores, fotografias ou imagens com pornografia ou cenas de sexo explícito envolvendo criança ou adolescente é passível de pena de prisão de dois a seis anos e multa; aumentada por sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para oito anos de prisão. “Quem comete o crime da pedofilia é um animal. O que não ensinarmos dentro de casa ou da escola, nossas crianças e adolescentes aprenderão muitas vezes de forma animalesca nos rincões dos bairros”, afirmou o presidente Lula.
Como utilidade pública, caso queira coibir a prática desse crime contra menores, os Conselhos Estaduais da Criança e do Adolescente, com a coordenação nacional da Secretaria Nacional dos Direitos Humanos, tem um telefone para denunciar anonimadamente, através do telefone 100, em todo o país. É necessário, a qualquer custo, acabar com essa violência física e mental das pessoas que serão ativos e representantes do nosso Brasil amanhã.

O autor, Irineu Neto, é jornalista, pós-graduando em Comunicação nas Organizações pela USC e estudante de Direito do Iesb-Preve, Instituto de Ensino Superior de Bauru
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Por Irineu Neto

Uma infeliz realidade invade nosso cotidiano através dos telejornais, revistas e rádios, para nos defrontar com a perversão dos indivíduos, dito como seres humanos racionais, os pedófilos. Não tem classe social, econômica, política, étnica, racial; esse mal está dissipado em todos os lugares. Segundo a Organização Mundial de Saúde, a pedofilia é uma desordem mental e de personalidade de adultos, melhor ainda caracterizado pela definição de Delton Croce, no Manual de Medicina Legal, que diz ser a atração por crianças ou adolescentes sexualmente imaturas, com os quais os portadores dão vazão ao erotismo pela prática de obscenidade ou de atos libidinosos.
Amigo leitor, é difícil não lembrar as nossas brincadeiras de infância. Yo-yo, pega-pega, esconde-esconde, gato mia, amarelinha, casinha, futebol na rua, piquenique, entre outras. E quando isso é interrompido para saciar o apelo sexual de um adulto?
Na última semana de março, deste ano, a revista Veja publicou na capa a manchete “Pedofilia, quando o inimigo é da família”, narrando o caso da menina de nove anos que foi engravidada pelo padrasto, em Pernambuco. Importante é salientar outros itens dessa reportagem feita por Laura Diniz e Leonardo Coutinho, que o Brasil, a cada dia, 165 crianças ou adolescentes sejam vítimas de abuso sexual, a Safernet Brasil recebeu 109 mil denúncias de páginas eletrônicas com conteúdo pornográfico infantil, a porcentagem de crianças nascidas de mães com idade até 14 anos é de 1,47% no Norte, relatório da Igreja Católica divulgou já ter pagado 2,6 bilhões de dólares em acordos, advogados e outros custos relacionados a abusos sexuais cometidos por alguns de seus integrantes.
Medidas legislativas para esse crime doentio começou em 1989, sucessiva por vários tratados internacionais promovidos pela ONU, na Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança, que obriga os Estados a tomarem medidas que protejam a criança e o adolescente de abusos, ameaças ou lesões à sua integridade sexual (artigo 19). No Brasil, a pedofilia se enquadra nos crimes de estupro e atentado violento ao pudor, previsto nos artigos 213 e 214 do Código Penal que reza: “Constranger mulher à conjunção carnal, mediante violência ou grave ameaça: Pena - reclusão, de 6 (seis) a 10 (dez) anos.” e “Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a praticar ou permitir que com ele se pratique ato libidinoso diverso da conjunção carnal: Pena - reclusão, de 6 (seis) a 10 (dez) anos.”; agravados pela presunção de violência no Art.224, que diz: “Presume-se a violência, se a vítima: a) não é maior de 14 (quatorze) anos; b) é alienada ou débil mental, e o agente conhecia esta circunstância; c) não pode, por qualquer outra causa, oferecer resistência.”, considerados crimes hediondos.
Cito também o Estatuto da Criança e do Adolescente através da Lei no. 8.069/90: Apresentar, produzir, vender, fornecer, divulgar ou publicar, por qualquer meio de comunicação, inclusive rede mundial de computadores, fotografias ou imagens com pornografia ou cenas de sexo explícito envolvendo criança ou adolescente é passível de pena de prisão de dois a seis anos e multa; aumentada por sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para oito anos de prisão. “Quem comete o crime da pedofilia é um animal. O que não ensinarmos dentro de casa ou da escola, nossas crianças e adolescentes aprenderão muitas vezes de forma animalesca nos rincões dos bairros”, afirmou o presidente Lula.
Como utilidade pública, caso queira coibir a prática desse crime contra menores, os Conselhos Estaduais da Criança e do Adolescente, com a coordenação nacional da Secretaria Nacional dos Direitos Humanos, tem um telefone para denunciar anonimadamente, através do telefone 100, em todo o país. É necessário, a qualquer custo, acabar com essa violência física e mental das pessoas que serão ativos e representantes do nosso Brasil amanhã.

O autor, Irineu Neto, é jornalista, pós-graduando em Comunicação nas Organizações pela USC e estudante de Direito do Iesb-Preve, Instituto de Ensino Superior de Bauru
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Por Irineu Neto

Uma infeliz realidade invade nosso cotidiano através dos telejornais, revistas e rádios, para nos defrontar com a perversão dos indivíduos, dito como seres humanos racionais, os pedófilos. Não tem classe social, econômica, política, étnica, racial; esse mal está dissipado em todos os lugares. Segundo a Organização Mundial de Saúde, a pedofilia é uma desordem mental e de personalidade de adultos, melhor ainda caracterizado pela definição de Delton Croce, no Manual de Medicina Legal, que diz ser a atração por crianças ou adolescentes sexualmente imaturas, com os quais os portadores dão vazão ao erotismo pela prática de obscenidade ou de atos libidinosos.
Amigo leitor, é difícil não lembrar as nossas brincadeiras de infância. Yo-yo, pega-pega, esconde-esconde, gato mia, amarelinha, casinha, futebol na rua, piquenique, entre outras. E quando isso é interrompido para saciar o apelo sexual de um adulto?
Na última semana de março, deste ano, a revista Veja publicou na capa a manchete “Pedofilia, quando o inimigo é da família”, narrando o caso da menina de nove anos que foi engravidada pelo padrasto, em Pernambuco. Importante é salientar outros itens dessa reportagem feita por Laura Diniz e Leonardo Coutinho, que o Brasil, a cada dia, 165 crianças ou adolescentes sejam vítimas de abuso sexual, a Safernet Brasil recebeu 109 mil denúncias de páginas eletrônicas com conteúdo pornográfico infantil, a porcentagem de crianças nascidas de mães com idade até 14 anos é de 1,47% no Norte, relatório da Igreja Católica divulgou já ter pagado 2,6 bilhões de dólares em acordos, advogados e outros custos relacionados a abusos sexuais cometidos por alguns de seus integrantes.
Medidas legislativas para esse crime doentio começou em 1989, sucessiva por vários tratados internacionais promovidos pela ONU, na Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança, que obriga os Estados a tomarem medidas que protejam a criança e o adolescente de abusos, ameaças ou lesões à sua integridade sexual (artigo 19). No Brasil, a pedofilia se enquadra nos crimes de estupro e atentado violento ao pudor, previsto nos artigos 213 e 214 do Código Penal que reza: “Constranger mulher à conjunção carnal, mediante violência ou grave ameaça: Pena - reclusão, de 6 (seis) a 10 (dez) anos.” e “Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a praticar ou permitir que com ele se pratique ato libidinoso diverso da conjunção carnal: Pena - reclusão, de 6 (seis) a 10 (dez) anos.”; agravados pela presunção de violência no Art.224, que diz: “Presume-se a violência, se a vítima: a) não é maior de 14 (quatorze) anos; b) é alienada ou débil mental, e o agente conhecia esta circunstância; c) não pode, por qualquer outra causa, oferecer resistência.”, considerados crimes hediondos.
Cito também o Estatuto da Criança e do Adolescente através da Lei no. 8.069/90: Apresentar, produzir, vender, fornecer, divulgar ou publicar, por qualquer meio de comunicação, inclusive rede mundial de computadores, fotografias ou imagens com pornografia ou cenas de sexo explícito envolvendo criança ou adolescente é passível de pena de prisão de dois a seis anos e multa; aumentada por sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para oito anos de prisão. “Quem comete o crime da pedofilia é um animal. O que não ensinarmos dentro de casa ou da escola, nossas crianças e adolescentes aprenderão muitas vezes de forma animalesca nos rincões dos bairros”, afirmou o presidente Lula.
Como utilidade pública, caso queira coibir a prática desse crime contra menores, os Conselhos Estaduais da Criança e do Adolescente, com a coordenação nacional da Secretaria Nacional dos Direitos Humanos, tem um telefone para denunciar anonimadamente, através do telefone 100, em todo o país. É necessário, a qualquer custo, acabar com essa violência física e mental das pessoas que serão ativos e representantes do nosso Brasil amanhã.

O autor, Irineu Neto, é jornalista, pós-graduando em Comunicação nas Organizações pela USC e estudante de Direito do Iesb-Preve, Instituto de Ensino Superior de Bauru
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O Brasil é líder no ranking de países com maior incidência de crimes de pornografia pela internet, e o terceiro colocado dentre os países com índice de abusos sexuais de crianças e adolescentes. Estudos constatam que, de cada 10 casos de abuso sexual contra meninos e meninas, seis são cometidos por um membro da própria família da vítima.
De acordo com Magno Malta, que preside a CPI contra a Pedofilia no Senado, um dado preocupante é a grande movimentação de dinheiro nas várias formas de atuação. "Enquanto o mercado do narcotráfico movimenta pelo mundo cerca de R$ 52 bilhões, os crimes de abuso sexual giram em torno de R$ 105 bilhões", afirma.
Em recente viagem aos Estados Unidos, o senador se reuniu com a direção da Microsoft e da Google, e ambas reafirmaram o compromisso em criar ferramentas de combate a crimes ligados à abuso e exploração sexual infanto-juvenil na rede. "Diversas frentes de trabalho estão abertas e em andamento, como a investigação das denúncias de redes de aliciadores nos estados e a elaboração de novas leis para reprimir a ação dos criminosos, além da análise do material colhido nos sites suspeitos de conteúdo ilegal", garantiu.
Fonte:O Dia (RJ)

Projeto de Lei na Câmara prevê a castração química para pedófilos

Tramita na Câmara Federal um projeto de lei que prevê “castração química” para crimes de pedofilia. Essa é uma experiência empregada nos Estados Unidos e consiste em uma injeção que retarda a libido do pedófilo.
Durante esta semana, o pai do menino Kaytto Guilherme Pinto (violentado e morto por um pedófilo), Jorgemar Luís Silva Pinto, esteve no Senado Federal para falar com o senador Magno Malta (PR-ES), que é presidente da CPI da Pedofilia.
Na oportunidade, alguns parlamentares da bancada federal e outros membros que acompanharam o pai de Kaytto emitiram opinião sobre esse projeto de lei. O deputado federal Eliene Lima (PP) afirma ser totalmente favorável, “já que no Brasil não existe pena de morte, temos que ter outra forma de punir duramente esse tipo de comportamento, com uma legislação que seja radical”.
A promotora das promotorias de Combate à Violência contra Mulher, Lindinalva Rodrigues Correa pondera que as pessoas que praticam esses crimes, como o cometido contra Kaytto, são psicopatas que tem prazer em praticar esse tipo de crime, “com a castração química pode ser que o indivíduo perdendo a libido possa deixar de praticar esses crimes, mas para isso ainda são necessários muitos estudos até ter a certeza da eficácia do método”.
O deputado federal Valtenir Pereira, afirma que ainda são necessários muitos estudos científicos sobre o assunto, mas a castração química, segundo o deputado teria que ter fins terapêuticos. “Esse método só poderia ser utilizado para corrigir uma debilidade, não poderia ser utilizado para aplicação de uma condenação, porque isso seria considerado aplicação de pena por meio cruel o que é vedado por lei”.

Fonte: Éryca Monteiro- Especial de Brasília
Olhar Direto

Foto: Pedro Moreira
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O Brasil é líder no ranking de países com maior incidência de crimes de pornografia pela internet, e o terceiro colocado dentre os países com índice de abusos sexuais de crianças e adolescentes. Estudos constatam que, de cada 10 casos de abuso sexual contra meninos e meninas, seis são cometidos por um membro da própria família da vítima.
De acordo com Magno Malta, que preside a CPI contra a Pedofilia no Senado, um dado preocupante é a grande movimentação de dinheiro nas várias formas de atuação. "Enquanto o mercado do narcotráfico movimenta pelo mundo cerca de R$ 52 bilhões, os crimes de abuso sexual giram em torno de R$ 105 bilhões", afirma.
Em recente viagem aos Estados Unidos, o senador se reuniu com a direção da Microsoft e da Google, e ambas reafirmaram o compromisso em criar ferramentas de combate a crimes ligados à abuso e exploração sexual infanto-juvenil na rede. "Diversas frentes de trabalho estão abertas e em andamento, como a investigação das denúncias de redes de aliciadores nos estados e a elaboração de novas leis para reprimir a ação dos criminosos, além da análise do material colhido nos sites suspeitos de conteúdo ilegal", garantiu.
Fonte:O Dia (RJ)

Projeto de Lei na Câmara prevê a castração química para pedófilos

Tramita na Câmara Federal um projeto de lei que prevê “castração química” para crimes de pedofilia. Essa é uma experiência empregada nos Estados Unidos e consiste em uma injeção que retarda a libido do pedófilo.
Durante esta semana, o pai do menino Kaytto Guilherme Pinto (violentado e morto por um pedófilo), Jorgemar Luís Silva Pinto, esteve no Senado Federal para falar com o senador Magno Malta (PR-ES), que é presidente da CPI da Pedofilia.
Na oportunidade, alguns parlamentares da bancada federal e outros membros que acompanharam o pai de Kaytto emitiram opinião sobre esse projeto de lei. O deputado federal Eliene Lima (PP) afirma ser totalmente favorável, “já que no Brasil não existe pena de morte, temos que ter outra forma de punir duramente esse tipo de comportamento, com uma legislação que seja radical”.
A promotora das promotorias de Combate à Violência contra Mulher, Lindinalva Rodrigues Correa pondera que as pessoas que praticam esses crimes, como o cometido contra Kaytto, são psicopatas que tem prazer em praticar esse tipo de crime, “com a castração química pode ser que o indivíduo perdendo a libido possa deixar de praticar esses crimes, mas para isso ainda são necessários muitos estudos até ter a certeza da eficácia do método”.
O deputado federal Valtenir Pereira, afirma que ainda são necessários muitos estudos científicos sobre o assunto, mas a castração química, segundo o deputado teria que ter fins terapêuticos. “Esse método só poderia ser utilizado para corrigir uma debilidade, não poderia ser utilizado para aplicação de uma condenação, porque isso seria considerado aplicação de pena por meio cruel o que é vedado por lei”.

Fonte: Éryca Monteiro- Especial de Brasília
Olhar Direto

Foto: Pedro Moreira
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O Brasil é líder no ranking de países com maior incidência de crimes de pornografia pela internet, e o terceiro colocado dentre os países com índice de abusos sexuais de crianças e adolescentes. Estudos constatam que, de cada 10 casos de abuso sexual contra meninos e meninas, seis são cometidos por um membro da própria família da vítima.
De acordo com Magno Malta, que preside a CPI contra a Pedofilia no Senado, um dado preocupante é a grande movimentação de dinheiro nas várias formas de atuação. "Enquanto o mercado do narcotráfico movimenta pelo mundo cerca de R$ 52 bilhões, os crimes de abuso sexual giram em torno de R$ 105 bilhões", afirma.
Em recente viagem aos Estados Unidos, o senador se reuniu com a direção da Microsoft e da Google, e ambas reafirmaram o compromisso em criar ferramentas de combate a crimes ligados à abuso e exploração sexual infanto-juvenil na rede. "Diversas frentes de trabalho estão abertas e em andamento, como a investigação das denúncias de redes de aliciadores nos estados e a elaboração de novas leis para reprimir a ação dos criminosos, além da análise do material colhido nos sites suspeitos de conteúdo ilegal", garantiu.
Fonte:O Dia (RJ)

Projeto de Lei na Câmara prevê a castração química para pedófilos

Tramita na Câmara Federal um projeto de lei que prevê “castração química” para crimes de pedofilia. Essa é uma experiência empregada nos Estados Unidos e consiste em uma injeção que retarda a libido do pedófilo.
Durante esta semana, o pai do menino Kaytto Guilherme Pinto (violentado e morto por um pedófilo), Jorgemar Luís Silva Pinto, esteve no Senado Federal para falar com o senador Magno Malta (PR-ES), que é presidente da CPI da Pedofilia.
Na oportunidade, alguns parlamentares da bancada federal e outros membros que acompanharam o pai de Kaytto emitiram opinião sobre esse projeto de lei. O deputado federal Eliene Lima (PP) afirma ser totalmente favorável, “já que no Brasil não existe pena de morte, temos que ter outra forma de punir duramente esse tipo de comportamento, com uma legislação que seja radical”.
A promotora das promotorias de Combate à Violência contra Mulher, Lindinalva Rodrigues Correa pondera que as pessoas que praticam esses crimes, como o cometido contra Kaytto, são psicopatas que tem prazer em praticar esse tipo de crime, “com a castração química pode ser que o indivíduo perdendo a libido possa deixar de praticar esses crimes, mas para isso ainda são necessários muitos estudos até ter a certeza da eficácia do método”.
O deputado federal Valtenir Pereira, afirma que ainda são necessários muitos estudos científicos sobre o assunto, mas a castração química, segundo o deputado teria que ter fins terapêuticos. “Esse método só poderia ser utilizado para corrigir uma debilidade, não poderia ser utilizado para aplicação de uma condenação, porque isso seria considerado aplicação de pena por meio cruel o que é vedado por lei”.

Fonte: Éryca Monteiro- Especial de Brasília
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O Brasil é líder no ranking de países com maior incidência de crimes de pornografia pela internet, e o terceiro colocado dentre os países com índice de abusos sexuais de crianças e adolescentes. Estudos constatam que, de cada 10 casos de abuso sexual contra meninos e meninas, seis são cometidos por um membro da própria família da vítima.
De acordo com Magno Malta, que preside a CPI contra a Pedofilia no Senado, um dado preocupante é a grande movimentação de dinheiro nas várias formas de atuação. "Enquanto o mercado do narcotráfico movimenta pelo mundo cerca de R$ 52 bilhões, os crimes de abuso sexual giram em torno de R$ 105 bilhões", afirma.
Em recente viagem aos Estados Unidos, o senador se reuniu com a direção da Microsoft e da Google, e ambas reafirmaram o compromisso em criar ferramentas de combate a crimes ligados à abuso e exploração sexual infanto-juvenil na rede. "Diversas frentes de trabalho estão abertas e em andamento, como a investigação das denúncias de redes de aliciadores nos estados e a elaboração de novas leis para reprimir a ação dos criminosos, além da análise do material colhido nos sites suspeitos de conteúdo ilegal", garantiu.
Fonte:O Dia (RJ)

Projeto de Lei na Câmara prevê a castração química para pedófilos

Tramita na Câmara Federal um projeto de lei que prevê “castração química” para crimes de pedofilia. Essa é uma experiência empregada nos Estados Unidos e consiste em uma injeção que retarda a libido do pedófilo.
Durante esta semana, o pai do menino Kaytto Guilherme Pinto (violentado e morto por um pedófilo), Jorgemar Luís Silva Pinto, esteve no Senado Federal para falar com o senador Magno Malta (PR-ES), que é presidente da CPI da Pedofilia.
Na oportunidade, alguns parlamentares da bancada federal e outros membros que acompanharam o pai de Kaytto emitiram opinião sobre esse projeto de lei. O deputado federal Eliene Lima (PP) afirma ser totalmente favorável, “já que no Brasil não existe pena de morte, temos que ter outra forma de punir duramente esse tipo de comportamento, com uma legislação que seja radical”.
A promotora das promotorias de Combate à Violência contra Mulher, Lindinalva Rodrigues Correa pondera que as pessoas que praticam esses crimes, como o cometido contra Kaytto, são psicopatas que tem prazer em praticar esse tipo de crime, “com a castração química pode ser que o indivíduo perdendo a libido possa deixar de praticar esses crimes, mas para isso ainda são necessários muitos estudos até ter a certeza da eficácia do método”.
O deputado federal Valtenir Pereira, afirma que ainda são necessários muitos estudos científicos sobre o assunto, mas a castração química, segundo o deputado teria que ter fins terapêuticos. “Esse método só poderia ser utilizado para corrigir uma debilidade, não poderia ser utilizado para aplicação de uma condenação, porque isso seria considerado aplicação de pena por meio cruel o que é vedado por lei”.

Fonte: Éryca Monteiro- Especial de Brasília
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O Brasil é líder no ranking de países com maior incidência de crimes de pornografia pela internet, e o terceiro colocado dentre os países com índice de abusos sexuais de crianças e adolescentes. Estudos constatam que, de cada 10 casos de abuso sexual contra meninos e meninas, seis são cometidos por um membro da própria família da vítima.
De acordo com Magno Malta, que preside a CPI contra a Pedofilia no Senado, um dado preocupante é a grande movimentação de dinheiro nas várias formas de atuação. "Enquanto o mercado do narcotráfico movimenta pelo mundo cerca de R$ 52 bilhões, os crimes de abuso sexual giram em torno de R$ 105 bilhões", afirma.
Em recente viagem aos Estados Unidos, o senador se reuniu com a direção da Microsoft e da Google, e ambas reafirmaram o compromisso em criar ferramentas de combate a crimes ligados à abuso e exploração sexual infanto-juvenil na rede. "Diversas frentes de trabalho estão abertas e em andamento, como a investigação das denúncias de redes de aliciadores nos estados e a elaboração de novas leis para reprimir a ação dos criminosos, além da análise do material colhido nos sites suspeitos de conteúdo ilegal", garantiu.
Fonte:O Dia (RJ)

Projeto de Lei na Câmara prevê a castração química para pedófilos

Tramita na Câmara Federal um projeto de lei que prevê “castração química” para crimes de pedofilia. Essa é uma experiência empregada nos Estados Unidos e consiste em uma injeção que retarda a libido do pedófilo.
Durante esta semana, o pai do menino Kaytto Guilherme Pinto (violentado e morto por um pedófilo), Jorgemar Luís Silva Pinto, esteve no Senado Federal para falar com o senador Magno Malta (PR-ES), que é presidente da CPI da Pedofilia.
Na oportunidade, alguns parlamentares da bancada federal e outros membros que acompanharam o pai de Kaytto emitiram opinião sobre esse projeto de lei. O deputado federal Eliene Lima (PP) afirma ser totalmente favorável, “já que no Brasil não existe pena de morte, temos que ter outra forma de punir duramente esse tipo de comportamento, com uma legislação que seja radical”.
A promotora das promotorias de Combate à Violência contra Mulher, Lindinalva Rodrigues Correa pondera que as pessoas que praticam esses crimes, como o cometido contra Kaytto, são psicopatas que tem prazer em praticar esse tipo de crime, “com a castração química pode ser que o indivíduo perdendo a libido possa deixar de praticar esses crimes, mas para isso ainda são necessários muitos estudos até ter a certeza da eficácia do método”.
O deputado federal Valtenir Pereira, afirma que ainda são necessários muitos estudos científicos sobre o assunto, mas a castração química, segundo o deputado teria que ter fins terapêuticos. “Esse método só poderia ser utilizado para corrigir uma debilidade, não poderia ser utilizado para aplicação de uma condenação, porque isso seria considerado aplicação de pena por meio cruel o que é vedado por lei”.

Fonte: Éryca Monteiro- Especial de Brasília
Olhar Direto

Foto: Pedro Moreira
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O Brasil é líder no ranking de países com maior incidência de crimes de pornografia pela internet, e o terceiro colocado dentre os países com índice de abusos sexuais de crianças e adolescentes. Estudos constatam que, de cada 10 casos de abuso sexual contra meninos e meninas, seis são cometidos por um membro da própria família da vítima.
De acordo com Magno Malta, que preside a CPI contra a Pedofilia no Senado, um dado preocupante é a grande movimentação de dinheiro nas várias formas de atuação. "Enquanto o mercado do narcotráfico movimenta pelo mundo cerca de R$ 52 bilhões, os crimes de abuso sexual giram em torno de R$ 105 bilhões", afirma.
Em recente viagem aos Estados Unidos, o senador se reuniu com a direção da Microsoft e da Google, e ambas reafirmaram o compromisso em criar ferramentas de combate a crimes ligados à abuso e exploração sexual infanto-juvenil na rede. "Diversas frentes de trabalho estão abertas e em andamento, como a investigação das denúncias de redes de aliciadores nos estados e a elaboração de novas leis para reprimir a ação dos criminosos, além da análise do material colhido nos sites suspeitos de conteúdo ilegal", garantiu.
Fonte:O Dia (RJ)

Projeto de Lei na Câmara prevê a castração química para pedófilos

Tramita na Câmara Federal um projeto de lei que prevê “castração química” para crimes de pedofilia. Essa é uma experiência empregada nos Estados Unidos e consiste em uma injeção que retarda a libido do pedófilo.
Durante esta semana, o pai do menino Kaytto Guilherme Pinto (violentado e morto por um pedófilo), Jorgemar Luís Silva Pinto, esteve no Senado Federal para falar com o senador Magno Malta (PR-ES), que é presidente da CPI da Pedofilia.
Na oportunidade, alguns parlamentares da bancada federal e outros membros que acompanharam o pai de Kaytto emitiram opinião sobre esse projeto de lei. O deputado federal Eliene Lima (PP) afirma ser totalmente favorável, “já que no Brasil não existe pena de morte, temos que ter outra forma de punir duramente esse tipo de comportamento, com uma legislação que seja radical”.
A promotora das promotorias de Combate à Violência contra Mulher, Lindinalva Rodrigues Correa pondera que as pessoas que praticam esses crimes, como o cometido contra Kaytto, são psicopatas que tem prazer em praticar esse tipo de crime, “com a castração química pode ser que o indivíduo perdendo a libido possa deixar de praticar esses crimes, mas para isso ainda são necessários muitos estudos até ter a certeza da eficácia do método”.
O deputado federal Valtenir Pereira, afirma que ainda são necessários muitos estudos científicos sobre o assunto, mas a castração química, segundo o deputado teria que ter fins terapêuticos. “Esse método só poderia ser utilizado para corrigir uma debilidade, não poderia ser utilizado para aplicação de uma condenação, porque isso seria considerado aplicação de pena por meio cruel o que é vedado por lei”.

Fonte: Éryca Monteiro- Especial de Brasília
Olhar Direto

Foto: Pedro Moreira
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O Brasil é líder no ranking de países com maior incidência de crimes de pornografia pela internet, e o terceiro colocado dentre os países com índice de abusos sexuais de crianças e adolescentes. Estudos constatam que, de cada 10 casos de abuso sexual contra meninos e meninas, seis são cometidos por um membro da própria família da vítima.
De acordo com Magno Malta, que preside a CPI contra a Pedofilia no Senado, um dado preocupante é a grande movimentação de dinheiro nas várias formas de atuação. "Enquanto o mercado do narcotráfico movimenta pelo mundo cerca de R$ 52 bilhões, os crimes de abuso sexual giram em torno de R$ 105 bilhões", afirma.
Em recente viagem aos Estados Unidos, o senador se reuniu com a direção da Microsoft e da Google, e ambas reafirmaram o compromisso em criar ferramentas de combate a crimes ligados à abuso e exploração sexual infanto-juvenil na rede. "Diversas frentes de trabalho estão abertas e em andamento, como a investigação das denúncias de redes de aliciadores nos estados e a elaboração de novas leis para reprimir a ação dos criminosos, além da análise do material colhido nos sites suspeitos de conteúdo ilegal", garantiu.
Fonte:O Dia (RJ)

Projeto de Lei na Câmara prevê a castração química para pedófilos

Tramita na Câmara Federal um projeto de lei que prevê “castração química” para crimes de pedofilia. Essa é uma experiência empregada nos Estados Unidos e consiste em uma injeção que retarda a libido do pedófilo.
Durante esta semana, o pai do menino Kaytto Guilherme Pinto (violentado e morto por um pedófilo), Jorgemar Luís Silva Pinto, esteve no Senado Federal para falar com o senador Magno Malta (PR-ES), que é presidente da CPI da Pedofilia.
Na oportunidade, alguns parlamentares da bancada federal e outros membros que acompanharam o pai de Kaytto emitiram opinião sobre esse projeto de lei. O deputado federal Eliene Lima (PP) afirma ser totalmente favorável, “já que no Brasil não existe pena de morte, temos que ter outra forma de punir duramente esse tipo de comportamento, com uma legislação que seja radical”.
A promotora das promotorias de Combate à Violência contra Mulher, Lindinalva Rodrigues Correa pondera que as pessoas que praticam esses crimes, como o cometido contra Kaytto, são psicopatas que tem prazer em praticar esse tipo de crime, “com a castração química pode ser que o indivíduo perdendo a libido possa deixar de praticar esses crimes, mas para isso ainda são necessários muitos estudos até ter a certeza da eficácia do método”.
O deputado federal Valtenir Pereira, afirma que ainda são necessários muitos estudos científicos sobre o assunto, mas a castração química, segundo o deputado teria que ter fins terapêuticos. “Esse método só poderia ser utilizado para corrigir uma debilidade, não poderia ser utilizado para aplicação de uma condenação, porque isso seria considerado aplicação de pena por meio cruel o que é vedado por lei”.

Fonte: Éryca Monteiro- Especial de Brasília
Olhar Direto

Foto: Pedro Moreira
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A Associação Americana de Urologia (AUA, na sigla em inglês) reduziu de 50 para 40 anos a idade mínima recomendada para que homens com expectativa de vida de pelo menos mais dez anos façam o exame de PSA (antígeno prostático específico, na sigla em inglês), associado ao de toque retal. A homens com mais de 75 anos, não é recomendado, por não representar aumento de sobrevida.
O PSA, polêmico por poder levar a diagnósticos e tratamentos exagerados, serve para identificar precocemente a probabilidade do desenvolvimento de câncer de próstata, que é o tumor que mais mata homens acima de 50 anos.
Segundo José Carlos de Almeida, presidente da Associação Brasileira de Urologia, no Brasil, o exame já é recomendado para homens de 40 anos que têm mais de um caso em parentes de primeiro grau (pai ou irmão) e para pacientes de 45 anos, caso não os tenham.

Controvérsia

Não há consenso sobre a redução da mortalidade pelo teste em portadores de câncer de próstata. Em março, a revista "New England Journal of Medicine" publicou dois estudos com resultados conflitantes.
Um, americano, concluiu que ele não salva vidas. Já outro, feito em países europeus, diz que existe uma redução de 20% nas mortes. Mas em um ponto os dois estudos concordam: o PSA traz o risco de identificação e tratamento excessivos.
Em alguns pacientes, o câncer de próstata cresce mais rapidamente e pode se espalhar para nódulos linfáticos regionais ou áreas mais distantes, o que diminui a sobrevivência.
Mas, em outros casos, o câncer progride lentamente e permanece localizado na próstata. Se ele não for considerado clinicamente significante, o tratamento poderá ser desnecessário, pois não haverá um aumento na sobrevida que justificaria a redução de qualidade de vida causada pela terapia.
"A AUA endossou o estudo europeu. Há o risco de supertratamento? Há. Porém, o médico tem que avaliar idade, condições do paciente e risco. Tudo tem que ser colocado em jogo para decidir o que fazer -ou não fazer", diz Almeida.
"O teste de câncer de próstata é uma decisão individual que pacientes de qualquer idade devem tomar com seus médicos. Não há nenhum padrão que se aplique a todos os homens", diz Peter Carroll, chefe do painel da AUA que redigiu a declaração, feita durante o congresso americano de urologia, que ocorreu na semana passada.

Novo medicamento

Outra novidade do congresso foi um estudo com 8.000 homens mostrando que uma droga já disponível no Brasil, a dutasterida, para tratamento do crescimento benigno da próstata, também é eficaz para prevenir o câncer nessa glândula.
Segundo o urologista Miguel Srougi, professor titular da USP, o uso de remédios para esse fim é controverso. A finasterida (para queda de cabelo), por exemplo, pode reduzir as chances de câncer de próstata, mas, ao mesmo tempo, está associada a uma possibilidade maior de tumores mais agressivos.
Outras duas substâncias até então consideradas redutoras do risco de câncer de próstata também foram reprovadas em estudos recentes: a vitamina E e o selênio. A vitamina E aumentou a probabilidade de doenças cardiovasculares, e o selênio, a de diabetes nos homens que já eram propensos.
No caso da dutasterida, estudo mostrou queda de 23% nas chances de câncer. "De cada cem homens, 23 foram poupados do câncer. É a primeira droga que se mostra efetiva na prevenção sem causar efeitos colaterais", diz Srougi.

CLÁUDIA COLLUCCI
da Folha de S.Paulo
MAURÍCIO HORTA
colaboração para a Folha de S.Paulo
tags:
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A Associação Americana de Urologia (AUA, na sigla em inglês) reduziu de 50 para 40 anos a idade mínima recomendada para que homens com expectativa de vida de pelo menos mais dez anos façam o exame de PSA (antígeno prostático específico, na sigla em inglês), associado ao de toque retal. A homens com mais de 75 anos, não é recomendado, por não representar aumento de sobrevida.
O PSA, polêmico por poder levar a diagnósticos e tratamentos exagerados, serve para identificar precocemente a probabilidade do desenvolvimento de câncer de próstata, que é o tumor que mais mata homens acima de 50 anos.
Segundo José Carlos de Almeida, presidente da Associação Brasileira de Urologia, no Brasil, o exame já é recomendado para homens de 40 anos que têm mais de um caso em parentes de primeiro grau (pai ou irmão) e para pacientes de 45 anos, caso não os tenham.

Controvérsia

Não há consenso sobre a redução da mortalidade pelo teste em portadores de câncer de próstata. Em março, a revista "New England Journal of Medicine" publicou dois estudos com resultados conflitantes.
Um, americano, concluiu que ele não salva vidas. Já outro, feito em países europeus, diz que existe uma redução de 20% nas mortes. Mas em um ponto os dois estudos concordam: o PSA traz o risco de identificação e tratamento excessivos.
Em alguns pacientes, o câncer de próstata cresce mais rapidamente e pode se espalhar para nódulos linfáticos regionais ou áreas mais distantes, o que diminui a sobrevivência.
Mas, em outros casos, o câncer progride lentamente e permanece localizado na próstata. Se ele não for considerado clinicamente significante, o tratamento poderá ser desnecessário, pois não haverá um aumento na sobrevida que justificaria a redução de qualidade de vida causada pela terapia.
"A AUA endossou o estudo europeu. Há o risco de supertratamento? Há. Porém, o médico tem que avaliar idade, condições do paciente e risco. Tudo tem que ser colocado em jogo para decidir o que fazer -ou não fazer", diz Almeida.
"O teste de câncer de próstata é uma decisão individual que pacientes de qualquer idade devem tomar com seus médicos. Não há nenhum padrão que se aplique a todos os homens", diz Peter Carroll, chefe do painel da AUA que redigiu a declaração, feita durante o congresso americano de urologia, que ocorreu na semana passada.

Novo medicamento

Outra novidade do congresso foi um estudo com 8.000 homens mostrando que uma droga já disponível no Brasil, a dutasterida, para tratamento do crescimento benigno da próstata, também é eficaz para prevenir o câncer nessa glândula.
Segundo o urologista Miguel Srougi, professor titular da USP, o uso de remédios para esse fim é controverso. A finasterida (para queda de cabelo), por exemplo, pode reduzir as chances de câncer de próstata, mas, ao mesmo tempo, está associada a uma possibilidade maior de tumores mais agressivos.
Outras duas substâncias até então consideradas redutoras do risco de câncer de próstata também foram reprovadas em estudos recentes: a vitamina E e o selênio. A vitamina E aumentou a probabilidade de doenças cardiovasculares, e o selênio, a de diabetes nos homens que já eram propensos.
No caso da dutasterida, estudo mostrou queda de 23% nas chances de câncer. "De cada cem homens, 23 foram poupados do câncer. É a primeira droga que se mostra efetiva na prevenção sem causar efeitos colaterais", diz Srougi.

CLÁUDIA COLLUCCI
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MAURÍCIO HORTA
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A Associação Americana de Urologia (AUA, na sigla em inglês) reduziu de 50 para 40 anos a idade mínima recomendada para que homens com expectativa de vida de pelo menos mais dez anos façam o exame de PSA (antígeno prostático específico, na sigla em inglês), associado ao de toque retal. A homens com mais de 75 anos, não é recomendado, por não representar aumento de sobrevida.
O PSA, polêmico por poder levar a diagnósticos e tratamentos exagerados, serve para identificar precocemente a probabilidade do desenvolvimento de câncer de próstata, que é o tumor que mais mata homens acima de 50 anos.
Segundo José Carlos de Almeida, presidente da Associação Brasileira de Urologia, no Brasil, o exame já é recomendado para homens de 40 anos que têm mais de um caso em parentes de primeiro grau (pai ou irmão) e para pacientes de 45 anos, caso não os tenham.

Controvérsia

Não há consenso sobre a redução da mortalidade pelo teste em portadores de câncer de próstata. Em março, a revista "New England Journal of Medicine" publicou dois estudos com resultados conflitantes.
Um, americano, concluiu que ele não salva vidas. Já outro, feito em países europeus, diz que existe uma redução de 20% nas mortes. Mas em um ponto os dois estudos concordam: o PSA traz o risco de identificação e tratamento excessivos.
Em alguns pacientes, o câncer de próstata cresce mais rapidamente e pode se espalhar para nódulos linfáticos regionais ou áreas mais distantes, o que diminui a sobrevivência.
Mas, em outros casos, o câncer progride lentamente e permanece localizado na próstata. Se ele não for considerado clinicamente significante, o tratamento poderá ser desnecessário, pois não haverá um aumento na sobrevida que justificaria a redução de qualidade de vida causada pela terapia.
"A AUA endossou o estudo europeu. Há o risco de supertratamento? Há. Porém, o médico tem que avaliar idade, condições do paciente e risco. Tudo tem que ser colocado em jogo para decidir o que fazer -ou não fazer", diz Almeida.
"O teste de câncer de próstata é uma decisão individual que pacientes de qualquer idade devem tomar com seus médicos. Não há nenhum padrão que se aplique a todos os homens", diz Peter Carroll, chefe do painel da AUA que redigiu a declaração, feita durante o congresso americano de urologia, que ocorreu na semana passada.

Novo medicamento

Outra novidade do congresso foi um estudo com 8.000 homens mostrando que uma droga já disponível no Brasil, a dutasterida, para tratamento do crescimento benigno da próstata, também é eficaz para prevenir o câncer nessa glândula.
Segundo o urologista Miguel Srougi, professor titular da USP, o uso de remédios para esse fim é controverso. A finasterida (para queda de cabelo), por exemplo, pode reduzir as chances de câncer de próstata, mas, ao mesmo tempo, está associada a uma possibilidade maior de tumores mais agressivos.
Outras duas substâncias até então consideradas redutoras do risco de câncer de próstata também foram reprovadas em estudos recentes: a vitamina E e o selênio. A vitamina E aumentou a probabilidade de doenças cardiovasculares, e o selênio, a de diabetes nos homens que já eram propensos.
No caso da dutasterida, estudo mostrou queda de 23% nas chances de câncer. "De cada cem homens, 23 foram poupados do câncer. É a primeira droga que se mostra efetiva na prevenção sem causar efeitos colaterais", diz Srougi.

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A Associação Americana de Urologia (AUA, na sigla em inglês) reduziu de 50 para 40 anos a idade mínima recomendada para que homens com expectativa de vida de pelo menos mais dez anos façam o exame de PSA (antígeno prostático específico, na sigla em inglês), associado ao de toque retal. A homens com mais de 75 anos, não é recomendado, por não representar aumento de sobrevida.
O PSA, polêmico por poder levar a diagnósticos e tratamentos exagerados, serve para identificar precocemente a probabilidade do desenvolvimento de câncer de próstata, que é o tumor que mais mata homens acima de 50 anos.
Segundo José Carlos de Almeida, presidente da Associação Brasileira de Urologia, no Brasil, o exame já é recomendado para homens de 40 anos que têm mais de um caso em parentes de primeiro grau (pai ou irmão) e para pacientes de 45 anos, caso não os tenham.

Controvérsia

Não há consenso sobre a redução da mortalidade pelo teste em portadores de câncer de próstata. Em março, a revista "New England Journal of Medicine" publicou dois estudos com resultados conflitantes.
Um, americano, concluiu que ele não salva vidas. Já outro, feito em países europeus, diz que existe uma redução de 20% nas mortes. Mas em um ponto os dois estudos concordam: o PSA traz o risco de identificação e tratamento excessivos.
Em alguns pacientes, o câncer de próstata cresce mais rapidamente e pode se espalhar para nódulos linfáticos regionais ou áreas mais distantes, o que diminui a sobrevivência.
Mas, em outros casos, o câncer progride lentamente e permanece localizado na próstata. Se ele não for considerado clinicamente significante, o tratamento poderá ser desnecessário, pois não haverá um aumento na sobrevida que justificaria a redução de qualidade de vida causada pela terapia.
"A AUA endossou o estudo europeu. Há o risco de supertratamento? Há. Porém, o médico tem que avaliar idade, condições do paciente e risco. Tudo tem que ser colocado em jogo para decidir o que fazer -ou não fazer", diz Almeida.
"O teste de câncer de próstata é uma decisão individual que pacientes de qualquer idade devem tomar com seus médicos. Não há nenhum padrão que se aplique a todos os homens", diz Peter Carroll, chefe do painel da AUA que redigiu a declaração, feita durante o congresso americano de urologia, que ocorreu na semana passada.

Novo medicamento

Outra novidade do congresso foi um estudo com 8.000 homens mostrando que uma droga já disponível no Brasil, a dutasterida, para tratamento do crescimento benigno da próstata, também é eficaz para prevenir o câncer nessa glândula.
Segundo o urologista Miguel Srougi, professor titular da USP, o uso de remédios para esse fim é controverso. A finasterida (para queda de cabelo), por exemplo, pode reduzir as chances de câncer de próstata, mas, ao mesmo tempo, está associada a uma possibilidade maior de tumores mais agressivos.
Outras duas substâncias até então consideradas redutoras do risco de câncer de próstata também foram reprovadas em estudos recentes: a vitamina E e o selênio. A vitamina E aumentou a probabilidade de doenças cardiovasculares, e o selênio, a de diabetes nos homens que já eram propensos.
No caso da dutasterida, estudo mostrou queda de 23% nas chances de câncer. "De cada cem homens, 23 foram poupados do câncer. É a primeira droga que se mostra efetiva na prevenção sem causar efeitos colaterais", diz Srougi.

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A Associação Americana de Urologia (AUA, na sigla em inglês) reduziu de 50 para 40 anos a idade mínima recomendada para que homens com expectativa de vida de pelo menos mais dez anos façam o exame de PSA (antígeno prostático específico, na sigla em inglês), associado ao de toque retal. A homens com mais de 75 anos, não é recomendado, por não representar aumento de sobrevida.
O PSA, polêmico por poder levar a diagnósticos e tratamentos exagerados, serve para identificar precocemente a probabilidade do desenvolvimento de câncer de próstata, que é o tumor que mais mata homens acima de 50 anos.
Segundo José Carlos de Almeida, presidente da Associação Brasileira de Urologia, no Brasil, o exame já é recomendado para homens de 40 anos que têm mais de um caso em parentes de primeiro grau (pai ou irmão) e para pacientes de 45 anos, caso não os tenham.

Controvérsia

Não há consenso sobre a redução da mortalidade pelo teste em portadores de câncer de próstata. Em março, a revista "New England Journal of Medicine" publicou dois estudos com resultados conflitantes.
Um, americano, concluiu que ele não salva vidas. Já outro, feito em países europeus, diz que existe uma redução de 20% nas mortes. Mas em um ponto os dois estudos concordam: o PSA traz o risco de identificação e tratamento excessivos.
Em alguns pacientes, o câncer de próstata cresce mais rapidamente e pode se espalhar para nódulos linfáticos regionais ou áreas mais distantes, o que diminui a sobrevivência.
Mas, em outros casos, o câncer progride lentamente e permanece localizado na próstata. Se ele não for considerado clinicamente significante, o tratamento poderá ser desnecessário, pois não haverá um aumento na sobrevida que justificaria a redução de qualidade de vida causada pela terapia.
"A AUA endossou o estudo europeu. Há o risco de supertratamento? Há. Porém, o médico tem que avaliar idade, condições do paciente e risco. Tudo tem que ser colocado em jogo para decidir o que fazer -ou não fazer", diz Almeida.
"O teste de câncer de próstata é uma decisão individual que pacientes de qualquer idade devem tomar com seus médicos. Não há nenhum padrão que se aplique a todos os homens", diz Peter Carroll, chefe do painel da AUA que redigiu a declaração, feita durante o congresso americano de urologia, que ocorreu na semana passada.

Novo medicamento

Outra novidade do congresso foi um estudo com 8.000 homens mostrando que uma droga já disponível no Brasil, a dutasterida, para tratamento do crescimento benigno da próstata, também é eficaz para prevenir o câncer nessa glândula.
Segundo o urologista Miguel Srougi, professor titular da USP, o uso de remédios para esse fim é controverso. A finasterida (para queda de cabelo), por exemplo, pode reduzir as chances de câncer de próstata, mas, ao mesmo tempo, está associada a uma possibilidade maior de tumores mais agressivos.
Outras duas substâncias até então consideradas redutoras do risco de câncer de próstata também foram reprovadas em estudos recentes: a vitamina E e o selênio. A vitamina E aumentou a probabilidade de doenças cardiovasculares, e o selênio, a de diabetes nos homens que já eram propensos.
No caso da dutasterida, estudo mostrou queda de 23% nas chances de câncer. "De cada cem homens, 23 foram poupados do câncer. É a primeira droga que se mostra efetiva na prevenção sem causar efeitos colaterais", diz Srougi.

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A Associação Americana de Urologia (AUA, na sigla em inglês) reduziu de 50 para 40 anos a idade mínima recomendada para que homens com expectativa de vida de pelo menos mais dez anos façam o exame de PSA (antígeno prostático específico, na sigla em inglês), associado ao de toque retal. A homens com mais de 75 anos, não é recomendado, por não representar aumento de sobrevida.
O PSA, polêmico por poder levar a diagnósticos e tratamentos exagerados, serve para identificar precocemente a probabilidade do desenvolvimento de câncer de próstata, que é o tumor que mais mata homens acima de 50 anos.
Segundo José Carlos de Almeida, presidente da Associação Brasileira de Urologia, no Brasil, o exame já é recomendado para homens de 40 anos que têm mais de um caso em parentes de primeiro grau (pai ou irmão) e para pacientes de 45 anos, caso não os tenham.

Controvérsia

Não há consenso sobre a redução da mortalidade pelo teste em portadores de câncer de próstata. Em março, a revista "New England Journal of Medicine" publicou dois estudos com resultados conflitantes.
Um, americano, concluiu que ele não salva vidas. Já outro, feito em países europeus, diz que existe uma redução de 20% nas mortes. Mas em um ponto os dois estudos concordam: o PSA traz o risco de identificação e tratamento excessivos.
Em alguns pacientes, o câncer de próstata cresce mais rapidamente e pode se espalhar para nódulos linfáticos regionais ou áreas mais distantes, o que diminui a sobrevivência.
Mas, em outros casos, o câncer progride lentamente e permanece localizado na próstata. Se ele não for considerado clinicamente significante, o tratamento poderá ser desnecessário, pois não haverá um aumento na sobrevida que justificaria a redução de qualidade de vida causada pela terapia.
"A AUA endossou o estudo europeu. Há o risco de supertratamento? Há. Porém, o médico tem que avaliar idade, condições do paciente e risco. Tudo tem que ser colocado em jogo para decidir o que fazer -ou não fazer", diz Almeida.
"O teste de câncer de próstata é uma decisão individual que pacientes de qualquer idade devem tomar com seus médicos. Não há nenhum padrão que se aplique a todos os homens", diz Peter Carroll, chefe do painel da AUA que redigiu a declaração, feita durante o congresso americano de urologia, que ocorreu na semana passada.

Novo medicamento

Outra novidade do congresso foi um estudo com 8.000 homens mostrando que uma droga já disponível no Brasil, a dutasterida, para tratamento do crescimento benigno da próstata, também é eficaz para prevenir o câncer nessa glândula.
Segundo o urologista Miguel Srougi, professor titular da USP, o uso de remédios para esse fim é controverso. A finasterida (para queda de cabelo), por exemplo, pode reduzir as chances de câncer de próstata, mas, ao mesmo tempo, está associada a uma possibilidade maior de tumores mais agressivos.
Outras duas substâncias até então consideradas redutoras do risco de câncer de próstata também foram reprovadas em estudos recentes: a vitamina E e o selênio. A vitamina E aumentou a probabilidade de doenças cardiovasculares, e o selênio, a de diabetes nos homens que já eram propensos.
No caso da dutasterida, estudo mostrou queda de 23% nas chances de câncer. "De cada cem homens, 23 foram poupados do câncer. É a primeira droga que se mostra efetiva na prevenção sem causar efeitos colaterais", diz Srougi.

CLÁUDIA COLLUCCI
da Folha de S.Paulo
MAURÍCIO HORTA
colaboração para a Folha de S.Paulo
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A Associação Americana de Urologia (AUA, na sigla em inglês) reduziu de 50 para 40 anos a idade mínima recomendada para que homens com expectativa de vida de pelo menos mais dez anos façam o exame de PSA (antígeno prostático específico, na sigla em inglês), associado ao de toque retal. A homens com mais de 75 anos, não é recomendado, por não representar aumento de sobrevida.
O PSA, polêmico por poder levar a diagnósticos e tratamentos exagerados, serve para identificar precocemente a probabilidade do desenvolvimento de câncer de próstata, que é o tumor que mais mata homens acima de 50 anos.
Segundo José Carlos de Almeida, presidente da Associação Brasileira de Urologia, no Brasil, o exame já é recomendado para homens de 40 anos que têm mais de um caso em parentes de primeiro grau (pai ou irmão) e para pacientes de 45 anos, caso não os tenham.

Controvérsia

Não há consenso sobre a redução da mortalidade pelo teste em portadores de câncer de próstata. Em março, a revista "New England Journal of Medicine" publicou dois estudos com resultados conflitantes.
Um, americano, concluiu que ele não salva vidas. Já outro, feito em países europeus, diz que existe uma redução de 20% nas mortes. Mas em um ponto os dois estudos concordam: o PSA traz o risco de identificação e tratamento excessivos.
Em alguns pacientes, o câncer de próstata cresce mais rapidamente e pode se espalhar para nódulos linfáticos regionais ou áreas mais distantes, o que diminui a sobrevivência.
Mas, em outros casos, o câncer progride lentamente e permanece localizado na próstata. Se ele não for considerado clinicamente significante, o tratamento poderá ser desnecessário, pois não haverá um aumento na sobrevida que justificaria a redução de qualidade de vida causada pela terapia.
"A AUA endossou o estudo europeu. Há o risco de supertratamento? Há. Porém, o médico tem que avaliar idade, condições do paciente e risco. Tudo tem que ser colocado em jogo para decidir o que fazer -ou não fazer", diz Almeida.
"O teste de câncer de próstata é uma decisão individual que pacientes de qualquer idade devem tomar com seus médicos. Não há nenhum padrão que se aplique a todos os homens", diz Peter Carroll, chefe do painel da AUA que redigiu a declaração, feita durante o congresso americano de urologia, que ocorreu na semana passada.

Novo medicamento

Outra novidade do congresso foi um estudo com 8.000 homens mostrando que uma droga já disponível no Brasil, a dutasterida, para tratamento do crescimento benigno da próstata, também é eficaz para prevenir o câncer nessa glândula.
Segundo o urologista Miguel Srougi, professor titular da USP, o uso de remédios para esse fim é controverso. A finasterida (para queda de cabelo), por exemplo, pode reduzir as chances de câncer de próstata, mas, ao mesmo tempo, está associada a uma possibilidade maior de tumores mais agressivos.
Outras duas substâncias até então consideradas redutoras do risco de câncer de próstata também foram reprovadas em estudos recentes: a vitamina E e o selênio. A vitamina E aumentou a probabilidade de doenças cardiovasculares, e o selênio, a de diabetes nos homens que já eram propensos.
No caso da dutasterida, estudo mostrou queda de 23% nas chances de câncer. "De cada cem homens, 23 foram poupados do câncer. É a primeira droga que se mostra efetiva na prevenção sem causar efeitos colaterais", diz Srougi.

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A alemã Sarah Gromert está eufórica. Teve ganho de causa. Qual o caso da causa? Sarah Gromert nasceu possuidora e possuidor de dois sexos. O masculino e o feminino. Claro. Aquilo que as pessoas cultas chamam de hermafrodita.
Há 3 anos, quando Sarah Gromert tinha 19 anos, ela, juntamente com o ele que dele, ou dela, faziam parte, compareceu, ou compareceram, diante dos instrumentos cirúrgicos que lhes deixaram, como todos nós, com um sexo só. No caso, como o nome indica, o feminino. Há pouquíssimas Sarahs do sexo masculino. Que eu me lembre, no momento, só conheci um Sarah. Prefiro, no entanto, não falar disso.
Recapitulando. Agora, com 22 aninhos, Sarah passou pelo teste conhecido como "verificação do gênero para determinação do status sexual", instituído pela Associação Feminina de Tênis. Passou com nota 10. Não deu outra coisa: é mulher mesmo. Ninguém mais Sarah do que Sarah Gromert.
Oficialmente, ela pode competir em qualquer torneio profissional como mulher. No ranking mundial, Sarah não é propriamente uma estrela de primeira grandeza. Está no 555º lugar. Lá embaixo. Mas com muita honra, sim, senhor. Ou senhora, conforme é mais apropriado.
Há, no entanto, uma controvérsia em torno de Sarah Gromert e seu gênero agora oficial. Diversos players (não há jogadores ou tenistas; são todos, por tradição, players) e treinadores reclamam do fato de que a 555ª. colocada na lista mundial leva uma vantagem injusta.
O tênis, também um esporte de reis, e rainhas, claro, é exigente em suas regras, modos e maneiras. Dizem, pois, esses descontentes, que Sarah Gromert, com seus 19 anos de sexo duplo (não, antes não podia concorrer nas duplas mistas), apurou mais do que devidamente seus músculos até então bissexuais. Tornando, assim, seus saques talvez até mais poderosos do que os da campeoníssima Venus Williams, que passou a vida toda brincando, estudando e treinando nos esportes com um sexo só, conforme é fato sabido.
Schlomo Tzoref, técnico da player Julia Glushko, não fez por menos: "Quando soube de sua história, fiquei em estado de choque." Ninguém reportou em que estado ficou Julia. Divulgado foi o fato de que Sarah Gromert derrotou Julia Glushko, que, é de se supor, deve ficar abaixo do 555º lugar no ranking mundial.
Vida difícil a das tenistas. E dos técnicos também. Tzoref ponderou ainda: "Não sei se é justo ou não ela competir. Porém, se foi essa a decisão da Associação Feminina de Tênis, quero crer que essa é a melhor decisão." Schlomo Tzoref, com essa ressalva, manteve altos os padrões éticos que regem o belo esporte.
Para os que acompanham tênis, mudança de sexo não chega a ser novidade. É quase como aquela hora em que os players pedem - arram! - bolas novas. Faz parte do game. Nos anos 70, Renee Richards, ex-Richard Raskin, foi o primeiro, ou a primeira, transsexual a competir profissionalmente tendo chegado à 22ª. colocação no ranking mundial. Renee Richards teve de recorrer em 1977 ao Supremo Tribunal de Nova York para obter seu ganho de causa. No mesmo ano venceu um torneio tido como importante.
Mais perto de nós (falar nisso: que fim levou o Guga?), logo ali, no Chile, na última semana de abril, outra/o transsexual, Andrea Paredes von Roth, née Ernesto Paredes, foi eliminada do Torneio de Futuros, em Buenos Aires, pela britânica Nicola Slater, que dominou a partida e, desde nascença, só conheceu, no sentido de só ter, um único sexo, o feminino. E, até onde se sabe, pretende continuar pertencendo a ele.

Ivan Lessa
Colunista da BBC Brasil
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A alemã Sarah Gromert está eufórica. Teve ganho de causa. Qual o caso da causa? Sarah Gromert nasceu possuidora e possuidor de dois sexos. O masculino e o feminino. Claro. Aquilo que as pessoas cultas chamam de hermafrodita.
Há 3 anos, quando Sarah Gromert tinha 19 anos, ela, juntamente com o ele que dele, ou dela, faziam parte, compareceu, ou compareceram, diante dos instrumentos cirúrgicos que lhes deixaram, como todos nós, com um sexo só. No caso, como o nome indica, o feminino. Há pouquíssimas Sarahs do sexo masculino. Que eu me lembre, no momento, só conheci um Sarah. Prefiro, no entanto, não falar disso.
Recapitulando. Agora, com 22 aninhos, Sarah passou pelo teste conhecido como "verificação do gênero para determinação do status sexual", instituído pela Associação Feminina de Tênis. Passou com nota 10. Não deu outra coisa: é mulher mesmo. Ninguém mais Sarah do que Sarah Gromert.
Oficialmente, ela pode competir em qualquer torneio profissional como mulher. No ranking mundial, Sarah não é propriamente uma estrela de primeira grandeza. Está no 555º lugar. Lá embaixo. Mas com muita honra, sim, senhor. Ou senhora, conforme é mais apropriado.
Há, no entanto, uma controvérsia em torno de Sarah Gromert e seu gênero agora oficial. Diversos players (não há jogadores ou tenistas; são todos, por tradição, players) e treinadores reclamam do fato de que a 555ª. colocada na lista mundial leva uma vantagem injusta.
O tênis, também um esporte de reis, e rainhas, claro, é exigente em suas regras, modos e maneiras. Dizem, pois, esses descontentes, que Sarah Gromert, com seus 19 anos de sexo duplo (não, antes não podia concorrer nas duplas mistas), apurou mais do que devidamente seus músculos até então bissexuais. Tornando, assim, seus saques talvez até mais poderosos do que os da campeoníssima Venus Williams, que passou a vida toda brincando, estudando e treinando nos esportes com um sexo só, conforme é fato sabido.
Schlomo Tzoref, técnico da player Julia Glushko, não fez por menos: "Quando soube de sua história, fiquei em estado de choque." Ninguém reportou em que estado ficou Julia. Divulgado foi o fato de que Sarah Gromert derrotou Julia Glushko, que, é de se supor, deve ficar abaixo do 555º lugar no ranking mundial.
Vida difícil a das tenistas. E dos técnicos também. Tzoref ponderou ainda: "Não sei se é justo ou não ela competir. Porém, se foi essa a decisão da Associação Feminina de Tênis, quero crer que essa é a melhor decisão." Schlomo Tzoref, com essa ressalva, manteve altos os padrões éticos que regem o belo esporte.
Para os que acompanham tênis, mudança de sexo não chega a ser novidade. É quase como aquela hora em que os players pedem - arram! - bolas novas. Faz parte do game. Nos anos 70, Renee Richards, ex-Richard Raskin, foi o primeiro, ou a primeira, transsexual a competir profissionalmente tendo chegado à 22ª. colocação no ranking mundial. Renee Richards teve de recorrer em 1977 ao Supremo Tribunal de Nova York para obter seu ganho de causa. No mesmo ano venceu um torneio tido como importante.
Mais perto de nós (falar nisso: que fim levou o Guga?), logo ali, no Chile, na última semana de abril, outra/o transsexual, Andrea Paredes von Roth, née Ernesto Paredes, foi eliminada do Torneio de Futuros, em Buenos Aires, pela britânica Nicola Slater, que dominou a partida e, desde nascença, só conheceu, no sentido de só ter, um único sexo, o feminino. E, até onde se sabe, pretende continuar pertencendo a ele.

Ivan Lessa
Colunista da BBC Brasil
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A alemã Sarah Gromert está eufórica. Teve ganho de causa. Qual o caso da causa? Sarah Gromert nasceu possuidora e possuidor de dois sexos. O masculino e o feminino. Claro. Aquilo que as pessoas cultas chamam de hermafrodita.
Há 3 anos, quando Sarah Gromert tinha 19 anos, ela, juntamente com o ele que dele, ou dela, faziam parte, compareceu, ou compareceram, diante dos instrumentos cirúrgicos que lhes deixaram, como todos nós, com um sexo só. No caso, como o nome indica, o feminino. Há pouquíssimas Sarahs do sexo masculino. Que eu me lembre, no momento, só conheci um Sarah. Prefiro, no entanto, não falar disso.
Recapitulando. Agora, com 22 aninhos, Sarah passou pelo teste conhecido como "verificação do gênero para determinação do status sexual", instituído pela Associação Feminina de Tênis. Passou com nota 10. Não deu outra coisa: é mulher mesmo. Ninguém mais Sarah do que Sarah Gromert.
Oficialmente, ela pode competir em qualquer torneio profissional como mulher. No ranking mundial, Sarah não é propriamente uma estrela de primeira grandeza. Está no 555º lugar. Lá embaixo. Mas com muita honra, sim, senhor. Ou senhora, conforme é mais apropriado.
Há, no entanto, uma controvérsia em torno de Sarah Gromert e seu gênero agora oficial. Diversos players (não há jogadores ou tenistas; são todos, por tradição, players) e treinadores reclamam do fato de que a 555ª. colocada na lista mundial leva uma vantagem injusta.
O tênis, também um esporte de reis, e rainhas, claro, é exigente em suas regras, modos e maneiras. Dizem, pois, esses descontentes, que Sarah Gromert, com seus 19 anos de sexo duplo (não, antes não podia concorrer nas duplas mistas), apurou mais do que devidamente seus músculos até então bissexuais. Tornando, assim, seus saques talvez até mais poderosos do que os da campeoníssima Venus Williams, que passou a vida toda brincando, estudando e treinando nos esportes com um sexo só, conforme é fato sabido.
Schlomo Tzoref, técnico da player Julia Glushko, não fez por menos: "Quando soube de sua história, fiquei em estado de choque." Ninguém reportou em que estado ficou Julia. Divulgado foi o fato de que Sarah Gromert derrotou Julia Glushko, que, é de se supor, deve ficar abaixo do 555º lugar no ranking mundial.
Vida difícil a das tenistas. E dos técnicos também. Tzoref ponderou ainda: "Não sei se é justo ou não ela competir. Porém, se foi essa a decisão da Associação Feminina de Tênis, quero crer que essa é a melhor decisão." Schlomo Tzoref, com essa ressalva, manteve altos os padrões éticos que regem o belo esporte.
Para os que acompanham tênis, mudança de sexo não chega a ser novidade. É quase como aquela hora em que os players pedem - arram! - bolas novas. Faz parte do game. Nos anos 70, Renee Richards, ex-Richard Raskin, foi o primeiro, ou a primeira, transsexual a competir profissionalmente tendo chegado à 22ª. colocação no ranking mundial. Renee Richards teve de recorrer em 1977 ao Supremo Tribunal de Nova York para obter seu ganho de causa. No mesmo ano venceu um torneio tido como importante.
Mais perto de nós (falar nisso: que fim levou o Guga?), logo ali, no Chile, na última semana de abril, outra/o transsexual, Andrea Paredes von Roth, née Ernesto Paredes, foi eliminada do Torneio de Futuros, em Buenos Aires, pela britânica Nicola Slater, que dominou a partida e, desde nascença, só conheceu, no sentido de só ter, um único sexo, o feminino. E, até onde se sabe, pretende continuar pertencendo a ele.

Ivan Lessa
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A alemã Sarah Gromert está eufórica. Teve ganho de causa. Qual o caso da causa? Sarah Gromert nasceu possuidora e possuidor de dois sexos. O masculino e o feminino. Claro. Aquilo que as pessoas cultas chamam de hermafrodita.
Há 3 anos, quando Sarah Gromert tinha 19 anos, ela, juntamente com o ele que dele, ou dela, faziam parte, compareceu, ou compareceram, diante dos instrumentos cirúrgicos que lhes deixaram, como todos nós, com um sexo só. No caso, como o nome indica, o feminino. Há pouquíssimas Sarahs do sexo masculino. Que eu me lembre, no momento, só conheci um Sarah. Prefiro, no entanto, não falar disso.
Recapitulando. Agora, com 22 aninhos, Sarah passou pelo teste conhecido como "verificação do gênero para determinação do status sexual", instituído pela Associação Feminina de Tênis. Passou com nota 10. Não deu outra coisa: é mulher mesmo. Ninguém mais Sarah do que Sarah Gromert.
Oficialmente, ela pode competir em qualquer torneio profissional como mulher. No ranking mundial, Sarah não é propriamente uma estrela de primeira grandeza. Está no 555º lugar. Lá embaixo. Mas com muita honra, sim, senhor. Ou senhora, conforme é mais apropriado.
Há, no entanto, uma controvérsia em torno de Sarah Gromert e seu gênero agora oficial. Diversos players (não há jogadores ou tenistas; são todos, por tradição, players) e treinadores reclamam do fato de que a 555ª. colocada na lista mundial leva uma vantagem injusta.
O tênis, também um esporte de reis, e rainhas, claro, é exigente em suas regras, modos e maneiras. Dizem, pois, esses descontentes, que Sarah Gromert, com seus 19 anos de sexo duplo (não, antes não podia concorrer nas duplas mistas), apurou mais do que devidamente seus músculos até então bissexuais. Tornando, assim, seus saques talvez até mais poderosos do que os da campeoníssima Venus Williams, que passou a vida toda brincando, estudando e treinando nos esportes com um sexo só, conforme é fato sabido.
Schlomo Tzoref, técnico da player Julia Glushko, não fez por menos: "Quando soube de sua história, fiquei em estado de choque." Ninguém reportou em que estado ficou Julia. Divulgado foi o fato de que Sarah Gromert derrotou Julia Glushko, que, é de se supor, deve ficar abaixo do 555º lugar no ranking mundial.
Vida difícil a das tenistas. E dos técnicos também. Tzoref ponderou ainda: "Não sei se é justo ou não ela competir. Porém, se foi essa a decisão da Associação Feminina de Tênis, quero crer que essa é a melhor decisão." Schlomo Tzoref, com essa ressalva, manteve altos os padrões éticos que regem o belo esporte.
Para os que acompanham tênis, mudança de sexo não chega a ser novidade. É quase como aquela hora em que os players pedem - arram! - bolas novas. Faz parte do game. Nos anos 70, Renee Richards, ex-Richard Raskin, foi o primeiro, ou a primeira, transsexual a competir profissionalmente tendo chegado à 22ª. colocação no ranking mundial. Renee Richards teve de recorrer em 1977 ao Supremo Tribunal de Nova York para obter seu ganho de causa. No mesmo ano venceu um torneio tido como importante.
Mais perto de nós (falar nisso: que fim levou o Guga?), logo ali, no Chile, na última semana de abril, outra/o transsexual, Andrea Paredes von Roth, née Ernesto Paredes, foi eliminada do Torneio de Futuros, em Buenos Aires, pela britânica Nicola Slater, que dominou a partida e, desde nascença, só conheceu, no sentido de só ter, um único sexo, o feminino. E, até onde se sabe, pretende continuar pertencendo a ele.

Ivan Lessa
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A alemã Sarah Gromert está eufórica. Teve ganho de causa. Qual o caso da causa? Sarah Gromert nasceu possuidora e possuidor de dois sexos. O masculino e o feminino. Claro. Aquilo que as pessoas cultas chamam de hermafrodita.
Há 3 anos, quando Sarah Gromert tinha 19 anos, ela, juntamente com o ele que dele, ou dela, faziam parte, compareceu, ou compareceram, diante dos instrumentos cirúrgicos que lhes deixaram, como todos nós, com um sexo só. No caso, como o nome indica, o feminino. Há pouquíssimas Sarahs do sexo masculino. Que eu me lembre, no momento, só conheci um Sarah. Prefiro, no entanto, não falar disso.
Recapitulando. Agora, com 22 aninhos, Sarah passou pelo teste conhecido como "verificação do gênero para determinação do status sexual", instituído pela Associação Feminina de Tênis. Passou com nota 10. Não deu outra coisa: é mulher mesmo. Ninguém mais Sarah do que Sarah Gromert.
Oficialmente, ela pode competir em qualquer torneio profissional como mulher. No ranking mundial, Sarah não é propriamente uma estrela de primeira grandeza. Está no 555º lugar. Lá embaixo. Mas com muita honra, sim, senhor. Ou senhora, conforme é mais apropriado.
Há, no entanto, uma controvérsia em torno de Sarah Gromert e seu gênero agora oficial. Diversos players (não há jogadores ou tenistas; são todos, por tradição, players) e treinadores reclamam do fato de que a 555ª. colocada na lista mundial leva uma vantagem injusta.
O tênis, também um esporte de reis, e rainhas, claro, é exigente em suas regras, modos e maneiras. Dizem, pois, esses descontentes, que Sarah Gromert, com seus 19 anos de sexo duplo (não, antes não podia concorrer nas duplas mistas), apurou mais do que devidamente seus músculos até então bissexuais. Tornando, assim, seus saques talvez até mais poderosos do que os da campeoníssima Venus Williams, que passou a vida toda brincando, estudando e treinando nos esportes com um sexo só, conforme é fato sabido.
Schlomo Tzoref, técnico da player Julia Glushko, não fez por menos: "Quando soube de sua história, fiquei em estado de choque." Ninguém reportou em que estado ficou Julia. Divulgado foi o fato de que Sarah Gromert derrotou Julia Glushko, que, é de se supor, deve ficar abaixo do 555º lugar no ranking mundial.
Vida difícil a das tenistas. E dos técnicos também. Tzoref ponderou ainda: "Não sei se é justo ou não ela competir. Porém, se foi essa a decisão da Associação Feminina de Tênis, quero crer que essa é a melhor decisão." Schlomo Tzoref, com essa ressalva, manteve altos os padrões éticos que regem o belo esporte.
Para os que acompanham tênis, mudança de sexo não chega a ser novidade. É quase como aquela hora em que os players pedem - arram! - bolas novas. Faz parte do game. Nos anos 70, Renee Richards, ex-Richard Raskin, foi o primeiro, ou a primeira, transsexual a competir profissionalmente tendo chegado à 22ª. colocação no ranking mundial. Renee Richards teve de recorrer em 1977 ao Supremo Tribunal de Nova York para obter seu ganho de causa. No mesmo ano venceu um torneio tido como importante.
Mais perto de nós (falar nisso: que fim levou o Guga?), logo ali, no Chile, na última semana de abril, outra/o transsexual, Andrea Paredes von Roth, née Ernesto Paredes, foi eliminada do Torneio de Futuros, em Buenos Aires, pela britânica Nicola Slater, que dominou a partida e, desde nascença, só conheceu, no sentido de só ter, um único sexo, o feminino. E, até onde se sabe, pretende continuar pertencendo a ele.

Ivan Lessa
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A alemã Sarah Gromert está eufórica. Teve ganho de causa. Qual o caso da causa? Sarah Gromert nasceu possuidora e possuidor de dois sexos. O masculino e o feminino. Claro. Aquilo que as pessoas cultas chamam de hermafrodita.
Há 3 anos, quando Sarah Gromert tinha 19 anos, ela, juntamente com o ele que dele, ou dela, faziam parte, compareceu, ou compareceram, diante dos instrumentos cirúrgicos que lhes deixaram, como todos nós, com um sexo só. No caso, como o nome indica, o feminino. Há pouquíssimas Sarahs do sexo masculino. Que eu me lembre, no momento, só conheci um Sarah. Prefiro, no entanto, não falar disso.
Recapitulando. Agora, com 22 aninhos, Sarah passou pelo teste conhecido como "verificação do gênero para determinação do status sexual", instituído pela Associação Feminina de Tênis. Passou com nota 10. Não deu outra coisa: é mulher mesmo. Ninguém mais Sarah do que Sarah Gromert.
Oficialmente, ela pode competir em qualquer torneio profissional como mulher. No ranking mundial, Sarah não é propriamente uma estrela de primeira grandeza. Está no 555º lugar. Lá embaixo. Mas com muita honra, sim, senhor. Ou senhora, conforme é mais apropriado.
Há, no entanto, uma controvérsia em torno de Sarah Gromert e seu gênero agora oficial. Diversos players (não há jogadores ou tenistas; são todos, por tradição, players) e treinadores reclamam do fato de que a 555ª. colocada na lista mundial leva uma vantagem injusta.
O tênis, também um esporte de reis, e rainhas, claro, é exigente em suas regras, modos e maneiras. Dizem, pois, esses descontentes, que Sarah Gromert, com seus 19 anos de sexo duplo (não, antes não podia concorrer nas duplas mistas), apurou mais do que devidamente seus músculos até então bissexuais. Tornando, assim, seus saques talvez até mais poderosos do que os da campeoníssima Venus Williams, que passou a vida toda brincando, estudando e treinando nos esportes com um sexo só, conforme é fato sabido.
Schlomo Tzoref, técnico da player Julia Glushko, não fez por menos: "Quando soube de sua história, fiquei em estado de choque." Ninguém reportou em que estado ficou Julia. Divulgado foi o fato de que Sarah Gromert derrotou Julia Glushko, que, é de se supor, deve ficar abaixo do 555º lugar no ranking mundial.
Vida difícil a das tenistas. E dos técnicos também. Tzoref ponderou ainda: "Não sei se é justo ou não ela competir. Porém, se foi essa a decisão da Associação Feminina de Tênis, quero crer que essa é a melhor decisão." Schlomo Tzoref, com essa ressalva, manteve altos os padrões éticos que regem o belo esporte.
Para os que acompanham tênis, mudança de sexo não chega a ser novidade. É quase como aquela hora em que os players pedem - arram! - bolas novas. Faz parte do game. Nos anos 70, Renee Richards, ex-Richard Raskin, foi o primeiro, ou a primeira, transsexual a competir profissionalmente tendo chegado à 22ª. colocação no ranking mundial. Renee Richards teve de recorrer em 1977 ao Supremo Tribunal de Nova York para obter seu ganho de causa. No mesmo ano venceu um torneio tido como importante.
Mais perto de nós (falar nisso: que fim levou o Guga?), logo ali, no Chile, na última semana de abril, outra/o transsexual, Andrea Paredes von Roth, née Ernesto Paredes, foi eliminada do Torneio de Futuros, em Buenos Aires, pela britânica Nicola Slater, que dominou a partida e, desde nascença, só conheceu, no sentido de só ter, um único sexo, o feminino. E, até onde se sabe, pretende continuar pertencendo a ele.

Ivan Lessa
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A alemã Sarah Gromert está eufórica. Teve ganho de causa. Qual o caso da causa? Sarah Gromert nasceu possuidora e possuidor de dois sexos. O masculino e o feminino. Claro. Aquilo que as pessoas cultas chamam de hermafrodita.
Há 3 anos, quando Sarah Gromert tinha 19 anos, ela, juntamente com o ele que dele, ou dela, faziam parte, compareceu, ou compareceram, diante dos instrumentos cirúrgicos que lhes deixaram, como todos nós, com um sexo só. No caso, como o nome indica, o feminino. Há pouquíssimas Sarahs do sexo masculino. Que eu me lembre, no momento, só conheci um Sarah. Prefiro, no entanto, não falar disso.
Recapitulando. Agora, com 22 aninhos, Sarah passou pelo teste conhecido como "verificação do gênero para determinação do status sexual", instituído pela Associação Feminina de Tênis. Passou com nota 10. Não deu outra coisa: é mulher mesmo. Ninguém mais Sarah do que Sarah Gromert.
Oficialmente, ela pode competir em qualquer torneio profissional como mulher. No ranking mundial, Sarah não é propriamente uma estrela de primeira grandeza. Está no 555º lugar. Lá embaixo. Mas com muita honra, sim, senhor. Ou senhora, conforme é mais apropriado.
Há, no entanto, uma controvérsia em torno de Sarah Gromert e seu gênero agora oficial. Diversos players (não há jogadores ou tenistas; são todos, por tradição, players) e treinadores reclamam do fato de que a 555ª. colocada na lista mundial leva uma vantagem injusta.
O tênis, também um esporte de reis, e rainhas, claro, é exigente em suas regras, modos e maneiras. Dizem, pois, esses descontentes, que Sarah Gromert, com seus 19 anos de sexo duplo (não, antes não podia concorrer nas duplas mistas), apurou mais do que devidamente seus músculos até então bissexuais. Tornando, assim, seus saques talvez até mais poderosos do que os da campeoníssima Venus Williams, que passou a vida toda brincando, estudando e treinando nos esportes com um sexo só, conforme é fato sabido.
Schlomo Tzoref, técnico da player Julia Glushko, não fez por menos: "Quando soube de sua história, fiquei em estado de choque." Ninguém reportou em que estado ficou Julia. Divulgado foi o fato de que Sarah Gromert derrotou Julia Glushko, que, é de se supor, deve ficar abaixo do 555º lugar no ranking mundial.
Vida difícil a das tenistas. E dos técnicos também. Tzoref ponderou ainda: "Não sei se é justo ou não ela competir. Porém, se foi essa a decisão da Associação Feminina de Tênis, quero crer que essa é a melhor decisão." Schlomo Tzoref, com essa ressalva, manteve altos os padrões éticos que regem o belo esporte.
Para os que acompanham tênis, mudança de sexo não chega a ser novidade. É quase como aquela hora em que os players pedem - arram! - bolas novas. Faz parte do game. Nos anos 70, Renee Richards, ex-Richard Raskin, foi o primeiro, ou a primeira, transsexual a competir profissionalmente tendo chegado à 22ª. colocação no ranking mundial. Renee Richards teve de recorrer em 1977 ao Supremo Tribunal de Nova York para obter seu ganho de causa. No mesmo ano venceu um torneio tido como importante.
Mais perto de nós (falar nisso: que fim levou o Guga?), logo ali, no Chile, na última semana de abril, outra/o transsexual, Andrea Paredes von Roth, née Ernesto Paredes, foi eliminada do Torneio de Futuros, em Buenos Aires, pela britânica Nicola Slater, que dominou a partida e, desde nascença, só conheceu, no sentido de só ter, um único sexo, o feminino. E, até onde se sabe, pretende continuar pertencendo a ele.

Ivan Lessa
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Governo chinês aumentou impostos na tentativa de conter o fumo
Funcionários públicos da província de Hubei, na região central da China, que se recusarem a fumar uma cota determinada de cigarros serão multados.


A nova regulamentação, do governo da cidade de Gong'an, determina os padrões para o número de cigarros consumidos e as marcas que devem ser compradas pelos funcionários.
No total, todas as agências governamentais e instituições da província devem consumir 230 mil maços de cigarros produzidos na província por ano, ou 4 milhões de iuans (cerca de R$ 1,2 milhão) em cigarros.

Chen Nianzu, membro da equipe de supervisão do mercado de cigarros de Gong'an, disse ao jornal chinês Global Times que a determinação vai melhorar a economia local.

'Abuso'

Mas para o professor de gerenciamento e administração Wang Chunying, da Universidade de Negócios Exteriores de Hubei, o governo da província está abusando de seu poder ao determinar o protecionismo regional e encorajar o hábito de fumar.
"O governo central colocou um imposto pesado no cigarro para proteger a saúde pública e o meio ambiente", afirmou ele ao Global Times. "O governo local pode se beneficiar com a medida (obrigatoriedade do fumo), mas o país vai pagar por isso no final."
O jornal de Pequim Beijing News relatou o caso de um professor que contou que os cinzeiros da escola pública onde trabalha estão sendo fiscalizados.
A descoberta de três pontas de cigarro de marcas fabricadas em outra província levou à ameaça de sanções contra os fumantes.
Apesar de a nova regulamentação incluir punição para os fumantes que não a obedecerem, ainda não foram decretadas aplicações de multas, segundo um porta-voz do departamento de relações públicas.
Um representante do escritório de finanças do distrito, que não quis se identificar, disse ao Global Times que a regulamentação é apenas um guia de conduta e não determina marcas específicas de cigarro.
Jingzhou, outra cidade de Hubei, também determinou uma regulamentação semelhante em 2007 para encorajar o consumo de cigarros produzidos localmente e aumentar a arrecadação de impostos da indústria de cigarros. Mas esta regulamentação foi abandonada seis meses depois, segundo o Global Times.

BBCBrasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:29  comentar


Governo chinês aumentou impostos na tentativa de conter o fumo
Funcionários públicos da província de Hubei, na região central da China, que se recusarem a fumar uma cota determinada de cigarros serão multados.


A nova regulamentação, do governo da cidade de Gong'an, determina os padrões para o número de cigarros consumidos e as marcas que devem ser compradas pelos funcionários.
No total, todas as agências governamentais e instituições da província devem consumir 230 mil maços de cigarros produzidos na província por ano, ou 4 milhões de iuans (cerca de R$ 1,2 milhão) em cigarros.

Chen Nianzu, membro da equipe de supervisão do mercado de cigarros de Gong'an, disse ao jornal chinês Global Times que a determinação vai melhorar a economia local.

'Abuso'

Mas para o professor de gerenciamento e administração Wang Chunying, da Universidade de Negócios Exteriores de Hubei, o governo da província está abusando de seu poder ao determinar o protecionismo regional e encorajar o hábito de fumar.
"O governo central colocou um imposto pesado no cigarro para proteger a saúde pública e o meio ambiente", afirmou ele ao Global Times. "O governo local pode se beneficiar com a medida (obrigatoriedade do fumo), mas o país vai pagar por isso no final."
O jornal de Pequim Beijing News relatou o caso de um professor que contou que os cinzeiros da escola pública onde trabalha estão sendo fiscalizados.
A descoberta de três pontas de cigarro de marcas fabricadas em outra província levou à ameaça de sanções contra os fumantes.
Apesar de a nova regulamentação incluir punição para os fumantes que não a obedecerem, ainda não foram decretadas aplicações de multas, segundo um porta-voz do departamento de relações públicas.
Um representante do escritório de finanças do distrito, que não quis se identificar, disse ao Global Times que a regulamentação é apenas um guia de conduta e não determina marcas específicas de cigarro.
Jingzhou, outra cidade de Hubei, também determinou uma regulamentação semelhante em 2007 para encorajar o consumo de cigarros produzidos localmente e aumentar a arrecadação de impostos da indústria de cigarros. Mas esta regulamentação foi abandonada seis meses depois, segundo o Global Times.

BBCBrasil
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Governo chinês aumentou impostos na tentativa de conter o fumo
Funcionários públicos da província de Hubei, na região central da China, que se recusarem a fumar uma cota determinada de cigarros serão multados.


A nova regulamentação, do governo da cidade de Gong'an, determina os padrões para o número de cigarros consumidos e as marcas que devem ser compradas pelos funcionários.
No total, todas as agências governamentais e instituições da província devem consumir 230 mil maços de cigarros produzidos na província por ano, ou 4 milhões de iuans (cerca de R$ 1,2 milhão) em cigarros.

Chen Nianzu, membro da equipe de supervisão do mercado de cigarros de Gong'an, disse ao jornal chinês Global Times que a determinação vai melhorar a economia local.

'Abuso'

Mas para o professor de gerenciamento e administração Wang Chunying, da Universidade de Negócios Exteriores de Hubei, o governo da província está abusando de seu poder ao determinar o protecionismo regional e encorajar o hábito de fumar.
"O governo central colocou um imposto pesado no cigarro para proteger a saúde pública e o meio ambiente", afirmou ele ao Global Times. "O governo local pode se beneficiar com a medida (obrigatoriedade do fumo), mas o país vai pagar por isso no final."
O jornal de Pequim Beijing News relatou o caso de um professor que contou que os cinzeiros da escola pública onde trabalha estão sendo fiscalizados.
A descoberta de três pontas de cigarro de marcas fabricadas em outra província levou à ameaça de sanções contra os fumantes.
Apesar de a nova regulamentação incluir punição para os fumantes que não a obedecerem, ainda não foram decretadas aplicações de multas, segundo um porta-voz do departamento de relações públicas.
Um representante do escritório de finanças do distrito, que não quis se identificar, disse ao Global Times que a regulamentação é apenas um guia de conduta e não determina marcas específicas de cigarro.
Jingzhou, outra cidade de Hubei, também determinou uma regulamentação semelhante em 2007 para encorajar o consumo de cigarros produzidos localmente e aumentar a arrecadação de impostos da indústria de cigarros. Mas esta regulamentação foi abandonada seis meses depois, segundo o Global Times.

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Governo chinês aumentou impostos na tentativa de conter o fumo
Funcionários públicos da província de Hubei, na região central da China, que se recusarem a fumar uma cota determinada de cigarros serão multados.


A nova regulamentação, do governo da cidade de Gong'an, determina os padrões para o número de cigarros consumidos e as marcas que devem ser compradas pelos funcionários.
No total, todas as agências governamentais e instituições da província devem consumir 230 mil maços de cigarros produzidos na província por ano, ou 4 milhões de iuans (cerca de R$ 1,2 milhão) em cigarros.

Chen Nianzu, membro da equipe de supervisão do mercado de cigarros de Gong'an, disse ao jornal chinês Global Times que a determinação vai melhorar a economia local.

'Abuso'

Mas para o professor de gerenciamento e administração Wang Chunying, da Universidade de Negócios Exteriores de Hubei, o governo da província está abusando de seu poder ao determinar o protecionismo regional e encorajar o hábito de fumar.
"O governo central colocou um imposto pesado no cigarro para proteger a saúde pública e o meio ambiente", afirmou ele ao Global Times. "O governo local pode se beneficiar com a medida (obrigatoriedade do fumo), mas o país vai pagar por isso no final."
O jornal de Pequim Beijing News relatou o caso de um professor que contou que os cinzeiros da escola pública onde trabalha estão sendo fiscalizados.
A descoberta de três pontas de cigarro de marcas fabricadas em outra província levou à ameaça de sanções contra os fumantes.
Apesar de a nova regulamentação incluir punição para os fumantes que não a obedecerem, ainda não foram decretadas aplicações de multas, segundo um porta-voz do departamento de relações públicas.
Um representante do escritório de finanças do distrito, que não quis se identificar, disse ao Global Times que a regulamentação é apenas um guia de conduta e não determina marcas específicas de cigarro.
Jingzhou, outra cidade de Hubei, também determinou uma regulamentação semelhante em 2007 para encorajar o consumo de cigarros produzidos localmente e aumentar a arrecadação de impostos da indústria de cigarros. Mas esta regulamentação foi abandonada seis meses depois, segundo o Global Times.

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Governo chinês aumentou impostos na tentativa de conter o fumo
Funcionários públicos da província de Hubei, na região central da China, que se recusarem a fumar uma cota determinada de cigarros serão multados.


A nova regulamentação, do governo da cidade de Gong'an, determina os padrões para o número de cigarros consumidos e as marcas que devem ser compradas pelos funcionários.
No total, todas as agências governamentais e instituições da província devem consumir 230 mil maços de cigarros produzidos na província por ano, ou 4 milhões de iuans (cerca de R$ 1,2 milhão) em cigarros.

Chen Nianzu, membro da equipe de supervisão do mercado de cigarros de Gong'an, disse ao jornal chinês Global Times que a determinação vai melhorar a economia local.

'Abuso'

Mas para o professor de gerenciamento e administração Wang Chunying, da Universidade de Negócios Exteriores de Hubei, o governo da província está abusando de seu poder ao determinar o protecionismo regional e encorajar o hábito de fumar.
"O governo central colocou um imposto pesado no cigarro para proteger a saúde pública e o meio ambiente", afirmou ele ao Global Times. "O governo local pode se beneficiar com a medida (obrigatoriedade do fumo), mas o país vai pagar por isso no final."
O jornal de Pequim Beijing News relatou o caso de um professor que contou que os cinzeiros da escola pública onde trabalha estão sendo fiscalizados.
A descoberta de três pontas de cigarro de marcas fabricadas em outra província levou à ameaça de sanções contra os fumantes.
Apesar de a nova regulamentação incluir punição para os fumantes que não a obedecerem, ainda não foram decretadas aplicações de multas, segundo um porta-voz do departamento de relações públicas.
Um representante do escritório de finanças do distrito, que não quis se identificar, disse ao Global Times que a regulamentação é apenas um guia de conduta e não determina marcas específicas de cigarro.
Jingzhou, outra cidade de Hubei, também determinou uma regulamentação semelhante em 2007 para encorajar o consumo de cigarros produzidos localmente e aumentar a arrecadação de impostos da indústria de cigarros. Mas esta regulamentação foi abandonada seis meses depois, segundo o Global Times.

BBCBrasil
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Governo chinês aumentou impostos na tentativa de conter o fumo
Funcionários públicos da província de Hubei, na região central da China, que se recusarem a fumar uma cota determinada de cigarros serão multados.


A nova regulamentação, do governo da cidade de Gong'an, determina os padrões para o número de cigarros consumidos e as marcas que devem ser compradas pelos funcionários.
No total, todas as agências governamentais e instituições da província devem consumir 230 mil maços de cigarros produzidos na província por ano, ou 4 milhões de iuans (cerca de R$ 1,2 milhão) em cigarros.

Chen Nianzu, membro da equipe de supervisão do mercado de cigarros de Gong'an, disse ao jornal chinês Global Times que a determinação vai melhorar a economia local.

'Abuso'

Mas para o professor de gerenciamento e administração Wang Chunying, da Universidade de Negócios Exteriores de Hubei, o governo da província está abusando de seu poder ao determinar o protecionismo regional e encorajar o hábito de fumar.
"O governo central colocou um imposto pesado no cigarro para proteger a saúde pública e o meio ambiente", afirmou ele ao Global Times. "O governo local pode se beneficiar com a medida (obrigatoriedade do fumo), mas o país vai pagar por isso no final."
O jornal de Pequim Beijing News relatou o caso de um professor que contou que os cinzeiros da escola pública onde trabalha estão sendo fiscalizados.
A descoberta de três pontas de cigarro de marcas fabricadas em outra província levou à ameaça de sanções contra os fumantes.
Apesar de a nova regulamentação incluir punição para os fumantes que não a obedecerem, ainda não foram decretadas aplicações de multas, segundo um porta-voz do departamento de relações públicas.
Um representante do escritório de finanças do distrito, que não quis se identificar, disse ao Global Times que a regulamentação é apenas um guia de conduta e não determina marcas específicas de cigarro.
Jingzhou, outra cidade de Hubei, também determinou uma regulamentação semelhante em 2007 para encorajar o consumo de cigarros produzidos localmente e aumentar a arrecadação de impostos da indústria de cigarros. Mas esta regulamentação foi abandonada seis meses depois, segundo o Global Times.

BBCBrasil
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Governo chinês aumentou impostos na tentativa de conter o fumo
Funcionários públicos da província de Hubei, na região central da China, que se recusarem a fumar uma cota determinada de cigarros serão multados.


A nova regulamentação, do governo da cidade de Gong'an, determina os padrões para o número de cigarros consumidos e as marcas que devem ser compradas pelos funcionários.
No total, todas as agências governamentais e instituições da província devem consumir 230 mil maços de cigarros produzidos na província por ano, ou 4 milhões de iuans (cerca de R$ 1,2 milhão) em cigarros.

Chen Nianzu, membro da equipe de supervisão do mercado de cigarros de Gong'an, disse ao jornal chinês Global Times que a determinação vai melhorar a economia local.

'Abuso'

Mas para o professor de gerenciamento e administração Wang Chunying, da Universidade de Negócios Exteriores de Hubei, o governo da província está abusando de seu poder ao determinar o protecionismo regional e encorajar o hábito de fumar.
"O governo central colocou um imposto pesado no cigarro para proteger a saúde pública e o meio ambiente", afirmou ele ao Global Times. "O governo local pode se beneficiar com a medida (obrigatoriedade do fumo), mas o país vai pagar por isso no final."
O jornal de Pequim Beijing News relatou o caso de um professor que contou que os cinzeiros da escola pública onde trabalha estão sendo fiscalizados.
A descoberta de três pontas de cigarro de marcas fabricadas em outra província levou à ameaça de sanções contra os fumantes.
Apesar de a nova regulamentação incluir punição para os fumantes que não a obedecerem, ainda não foram decretadas aplicações de multas, segundo um porta-voz do departamento de relações públicas.
Um representante do escritório de finanças do distrito, que não quis se identificar, disse ao Global Times que a regulamentação é apenas um guia de conduta e não determina marcas específicas de cigarro.
Jingzhou, outra cidade de Hubei, também determinou uma regulamentação semelhante em 2007 para encorajar o consumo de cigarros produzidos localmente e aumentar a arrecadação de impostos da indústria de cigarros. Mas esta regulamentação foi abandonada seis meses depois, segundo o Global Times.

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Uma organização não-governamental, a Médicos pelos Direitos Humanos, está acusando as autoridades israelenses de obrigar palestinos a fornecer informações para poder sair da Faixa de Gaza, a fim de ter acesso a tratamento médico.
Segundo o grupo, nos primeiros três meses de 2009, 438 pacientes palestinos foram interrogados na passagem de Erez, o principal ponto de passagem para pessoas que precisam transitar entre Israel e a Faixa de Gaza.
A organização afirma que os serviços de segurança israelenses estão envolvidos em tentativas sistemáticas de recrutar os pacientes palestinos como colaboradores, sob pena de negar a eles permissão para deixar a Faixa de Gaza.
Israel teria interrogado crianças e detido pacientes por períodos não revelados, intimidando-os durante interrogatórios, disse a Médicos pelos Direitos Humanos.
Autoridades israelenses afirmaram que apenas fazem checagens de segurança para garantir que os palestinos que entram em Israel não cometam ataques suicidas.
Genebra
As informações coletadas pela Médicos pelos Direitos Humanos foram apresentados ao Comitê da ONU contra Tortura, baseado em Genebra.
"Os dados apontam o aumento na proporção entre o número de interrogatórios e o número total de pedidos (para tratamento de pacientes em Israel) às autoridades da passagem de Erez", afirmou a organização.
O processo de triagem de pacientes da Faixa de Gaza para tratamento médico em Israel, ou mais além, era administrado pela Autoridade Palestina mesmo depois de o Fatah, a facção liderada pelo presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, ter sido expulso da Faixa de Gaza pelo Hamas em junho de 2007.
Autoridades do Hamas assumiram o controle do escritório que gerencia o processo.
Devido ao fato de Israel se recusar a negociar com o Hamas, que considera um grupo terrorista, este processo de envio de pacientes foi paralisado.Autoridades do Hamas afirmam há tempos que o processo é ineficaz e corrupto.
No começo de 2009, a Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou que os conflitos entre o Hamas e a Autoridade Palestina colocam em risco as vidas de muitos palestinos, moradores da Faixa de Gaza, que estão gravemente doentes.

Fonte: BBC Brasil
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Uma organização não-governamental, a Médicos pelos Direitos Humanos, está acusando as autoridades israelenses de obrigar palestinos a fornecer informações para poder sair da Faixa de Gaza, a fim de ter acesso a tratamento médico.
Segundo o grupo, nos primeiros três meses de 2009, 438 pacientes palestinos foram interrogados na passagem de Erez, o principal ponto de passagem para pessoas que precisam transitar entre Israel e a Faixa de Gaza.
A organização afirma que os serviços de segurança israelenses estão envolvidos em tentativas sistemáticas de recrutar os pacientes palestinos como colaboradores, sob pena de negar a eles permissão para deixar a Faixa de Gaza.
Israel teria interrogado crianças e detido pacientes por períodos não revelados, intimidando-os durante interrogatórios, disse a Médicos pelos Direitos Humanos.
Autoridades israelenses afirmaram que apenas fazem checagens de segurança para garantir que os palestinos que entram em Israel não cometam ataques suicidas.
Genebra
As informações coletadas pela Médicos pelos Direitos Humanos foram apresentados ao Comitê da ONU contra Tortura, baseado em Genebra.
"Os dados apontam o aumento na proporção entre o número de interrogatórios e o número total de pedidos (para tratamento de pacientes em Israel) às autoridades da passagem de Erez", afirmou a organização.
O processo de triagem de pacientes da Faixa de Gaza para tratamento médico em Israel, ou mais além, era administrado pela Autoridade Palestina mesmo depois de o Fatah, a facção liderada pelo presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, ter sido expulso da Faixa de Gaza pelo Hamas em junho de 2007.
Autoridades do Hamas assumiram o controle do escritório que gerencia o processo.
Devido ao fato de Israel se recusar a negociar com o Hamas, que considera um grupo terrorista, este processo de envio de pacientes foi paralisado.Autoridades do Hamas afirmam há tempos que o processo é ineficaz e corrupto.
No começo de 2009, a Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou que os conflitos entre o Hamas e a Autoridade Palestina colocam em risco as vidas de muitos palestinos, moradores da Faixa de Gaza, que estão gravemente doentes.

Fonte: BBC Brasil
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Uma organização não-governamental, a Médicos pelos Direitos Humanos, está acusando as autoridades israelenses de obrigar palestinos a fornecer informações para poder sair da Faixa de Gaza, a fim de ter acesso a tratamento médico.
Segundo o grupo, nos primeiros três meses de 2009, 438 pacientes palestinos foram interrogados na passagem de Erez, o principal ponto de passagem para pessoas que precisam transitar entre Israel e a Faixa de Gaza.
A organização afirma que os serviços de segurança israelenses estão envolvidos em tentativas sistemáticas de recrutar os pacientes palestinos como colaboradores, sob pena de negar a eles permissão para deixar a Faixa de Gaza.
Israel teria interrogado crianças e detido pacientes por períodos não revelados, intimidando-os durante interrogatórios, disse a Médicos pelos Direitos Humanos.
Autoridades israelenses afirmaram que apenas fazem checagens de segurança para garantir que os palestinos que entram em Israel não cometam ataques suicidas.
Genebra
As informações coletadas pela Médicos pelos Direitos Humanos foram apresentados ao Comitê da ONU contra Tortura, baseado em Genebra.
"Os dados apontam o aumento na proporção entre o número de interrogatórios e o número total de pedidos (para tratamento de pacientes em Israel) às autoridades da passagem de Erez", afirmou a organização.
O processo de triagem de pacientes da Faixa de Gaza para tratamento médico em Israel, ou mais além, era administrado pela Autoridade Palestina mesmo depois de o Fatah, a facção liderada pelo presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, ter sido expulso da Faixa de Gaza pelo Hamas em junho de 2007.
Autoridades do Hamas assumiram o controle do escritório que gerencia o processo.
Devido ao fato de Israel se recusar a negociar com o Hamas, que considera um grupo terrorista, este processo de envio de pacientes foi paralisado.Autoridades do Hamas afirmam há tempos que o processo é ineficaz e corrupto.
No começo de 2009, a Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou que os conflitos entre o Hamas e a Autoridade Palestina colocam em risco as vidas de muitos palestinos, moradores da Faixa de Gaza, que estão gravemente doentes.

Fonte: BBC Brasil
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Uma organização não-governamental, a Médicos pelos Direitos Humanos, está acusando as autoridades israelenses de obrigar palestinos a fornecer informações para poder sair da Faixa de Gaza, a fim de ter acesso a tratamento médico.
Segundo o grupo, nos primeiros três meses de 2009, 438 pacientes palestinos foram interrogados na passagem de Erez, o principal ponto de passagem para pessoas que precisam transitar entre Israel e a Faixa de Gaza.
A organização afirma que os serviços de segurança israelenses estão envolvidos em tentativas sistemáticas de recrutar os pacientes palestinos como colaboradores, sob pena de negar a eles permissão para deixar a Faixa de Gaza.
Israel teria interrogado crianças e detido pacientes por períodos não revelados, intimidando-os durante interrogatórios, disse a Médicos pelos Direitos Humanos.
Autoridades israelenses afirmaram que apenas fazem checagens de segurança para garantir que os palestinos que entram em Israel não cometam ataques suicidas.
Genebra
As informações coletadas pela Médicos pelos Direitos Humanos foram apresentados ao Comitê da ONU contra Tortura, baseado em Genebra.
"Os dados apontam o aumento na proporção entre o número de interrogatórios e o número total de pedidos (para tratamento de pacientes em Israel) às autoridades da passagem de Erez", afirmou a organização.
O processo de triagem de pacientes da Faixa de Gaza para tratamento médico em Israel, ou mais além, era administrado pela Autoridade Palestina mesmo depois de o Fatah, a facção liderada pelo presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, ter sido expulso da Faixa de Gaza pelo Hamas em junho de 2007.
Autoridades do Hamas assumiram o controle do escritório que gerencia o processo.
Devido ao fato de Israel se recusar a negociar com o Hamas, que considera um grupo terrorista, este processo de envio de pacientes foi paralisado.Autoridades do Hamas afirmam há tempos que o processo é ineficaz e corrupto.
No começo de 2009, a Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou que os conflitos entre o Hamas e a Autoridade Palestina colocam em risco as vidas de muitos palestinos, moradores da Faixa de Gaza, que estão gravemente doentes.

Fonte: BBC Brasil
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Uma organização não-governamental, a Médicos pelos Direitos Humanos, está acusando as autoridades israelenses de obrigar palestinos a fornecer informações para poder sair da Faixa de Gaza, a fim de ter acesso a tratamento médico.
Segundo o grupo, nos primeiros três meses de 2009, 438 pacientes palestinos foram interrogados na passagem de Erez, o principal ponto de passagem para pessoas que precisam transitar entre Israel e a Faixa de Gaza.
A organização afirma que os serviços de segurança israelenses estão envolvidos em tentativas sistemáticas de recrutar os pacientes palestinos como colaboradores, sob pena de negar a eles permissão para deixar a Faixa de Gaza.
Israel teria interrogado crianças e detido pacientes por períodos não revelados, intimidando-os durante interrogatórios, disse a Médicos pelos Direitos Humanos.
Autoridades israelenses afirmaram que apenas fazem checagens de segurança para garantir que os palestinos que entram em Israel não cometam ataques suicidas.
Genebra
As informações coletadas pela Médicos pelos Direitos Humanos foram apresentados ao Comitê da ONU contra Tortura, baseado em Genebra.
"Os dados apontam o aumento na proporção entre o número de interrogatórios e o número total de pedidos (para tratamento de pacientes em Israel) às autoridades da passagem de Erez", afirmou a organização.
O processo de triagem de pacientes da Faixa de Gaza para tratamento médico em Israel, ou mais além, era administrado pela Autoridade Palestina mesmo depois de o Fatah, a facção liderada pelo presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, ter sido expulso da Faixa de Gaza pelo Hamas em junho de 2007.
Autoridades do Hamas assumiram o controle do escritório que gerencia o processo.
Devido ao fato de Israel se recusar a negociar com o Hamas, que considera um grupo terrorista, este processo de envio de pacientes foi paralisado.Autoridades do Hamas afirmam há tempos que o processo é ineficaz e corrupto.
No começo de 2009, a Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou que os conflitos entre o Hamas e a Autoridade Palestina colocam em risco as vidas de muitos palestinos, moradores da Faixa de Gaza, que estão gravemente doentes.

Fonte: BBC Brasil
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Uma organização não-governamental, a Médicos pelos Direitos Humanos, está acusando as autoridades israelenses de obrigar palestinos a fornecer informações para poder sair da Faixa de Gaza, a fim de ter acesso a tratamento médico.
Segundo o grupo, nos primeiros três meses de 2009, 438 pacientes palestinos foram interrogados na passagem de Erez, o principal ponto de passagem para pessoas que precisam transitar entre Israel e a Faixa de Gaza.
A organização afirma que os serviços de segurança israelenses estão envolvidos em tentativas sistemáticas de recrutar os pacientes palestinos como colaboradores, sob pena de negar a eles permissão para deixar a Faixa de Gaza.
Israel teria interrogado crianças e detido pacientes por períodos não revelados, intimidando-os durante interrogatórios, disse a Médicos pelos Direitos Humanos.
Autoridades israelenses afirmaram que apenas fazem checagens de segurança para garantir que os palestinos que entram em Israel não cometam ataques suicidas.
Genebra
As informações coletadas pela Médicos pelos Direitos Humanos foram apresentados ao Comitê da ONU contra Tortura, baseado em Genebra.
"Os dados apontam o aumento na proporção entre o número de interrogatórios e o número total de pedidos (para tratamento de pacientes em Israel) às autoridades da passagem de Erez", afirmou a organização.
O processo de triagem de pacientes da Faixa de Gaza para tratamento médico em Israel, ou mais além, era administrado pela Autoridade Palestina mesmo depois de o Fatah, a facção liderada pelo presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, ter sido expulso da Faixa de Gaza pelo Hamas em junho de 2007.
Autoridades do Hamas assumiram o controle do escritório que gerencia o processo.
Devido ao fato de Israel se recusar a negociar com o Hamas, que considera um grupo terrorista, este processo de envio de pacientes foi paralisado.Autoridades do Hamas afirmam há tempos que o processo é ineficaz e corrupto.
No começo de 2009, a Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou que os conflitos entre o Hamas e a Autoridade Palestina colocam em risco as vidas de muitos palestinos, moradores da Faixa de Gaza, que estão gravemente doentes.

Fonte: BBC Brasil
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Uma organização não-governamental, a Médicos pelos Direitos Humanos, está acusando as autoridades israelenses de obrigar palestinos a fornecer informações para poder sair da Faixa de Gaza, a fim de ter acesso a tratamento médico.
Segundo o grupo, nos primeiros três meses de 2009, 438 pacientes palestinos foram interrogados na passagem de Erez, o principal ponto de passagem para pessoas que precisam transitar entre Israel e a Faixa de Gaza.
A organização afirma que os serviços de segurança israelenses estão envolvidos em tentativas sistemáticas de recrutar os pacientes palestinos como colaboradores, sob pena de negar a eles permissão para deixar a Faixa de Gaza.
Israel teria interrogado crianças e detido pacientes por períodos não revelados, intimidando-os durante interrogatórios, disse a Médicos pelos Direitos Humanos.
Autoridades israelenses afirmaram que apenas fazem checagens de segurança para garantir que os palestinos que entram em Israel não cometam ataques suicidas.
Genebra
As informações coletadas pela Médicos pelos Direitos Humanos foram apresentados ao Comitê da ONU contra Tortura, baseado em Genebra.
"Os dados apontam o aumento na proporção entre o número de interrogatórios e o número total de pedidos (para tratamento de pacientes em Israel) às autoridades da passagem de Erez", afirmou a organização.
O processo de triagem de pacientes da Faixa de Gaza para tratamento médico em Israel, ou mais além, era administrado pela Autoridade Palestina mesmo depois de o Fatah, a facção liderada pelo presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, ter sido expulso da Faixa de Gaza pelo Hamas em junho de 2007.
Autoridades do Hamas assumiram o controle do escritório que gerencia o processo.
Devido ao fato de Israel se recusar a negociar com o Hamas, que considera um grupo terrorista, este processo de envio de pacientes foi paralisado.Autoridades do Hamas afirmam há tempos que o processo é ineficaz e corrupto.
No começo de 2009, a Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou que os conflitos entre o Hamas e a Autoridade Palestina colocam em risco as vidas de muitos palestinos, moradores da Faixa de Gaza, que estão gravemente doentes.

Fonte: BBC Brasil
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A tenista australiana de origem sérvia Jelena Dokic afirmou que fugiu de casa há nove anos para escapar dos abusos físicos de seu pai, em entrevista publicada pela revista "Sport&Style", distribuída nesta segunda-feria junto com o jornal "Sydney Morning Herald".
A tenista de 26 anos conta que tem "muita sorte de continuar aqui", apesar da vida difícil com seu pai, Damir, antigo boxeador e motorista de táxis em Belgrado.
"Passei por coisas muito piores que ninguém no circuito. Quando você passa por algo assim, uma partida de tênis é uma coisa fácil de se enfrentar", disse Dokic na entrevista.
O turbulento passado de Damir Dokic, um homem de personalidade agressiva, seus problemas de peso e as constantes desavenças com a Federação Australiana sempre perseguiram Jelena.
Há três anos, Damir culpou o namorado da jogadora, Tim Bikic, por um leve acidente de trânsito que ambos sofreram em Zagreb, após dizer que ele roubava dinheiro e chantageava sua filha.
Damir já disse que "os australianos, os croatas e o Vaticano tinham feito lavagem cerebral em sua filha"; que desejava "jogar uma bomba nuclear em Sydney" e que pensava "em matar algum australiano" para desabafar.
Dokic disse no passado que grande parte do dinheiro que ganhou em sua melhor fase acabou sendo dilapidado por seu pai, a quem entregava grandes quantidades para escapar de um assédio brutal.
A tenista foi semifinalista de Wimbledon em 2000, chegou à quarta posição no ranking mundial, em 2002. Atualmente, ocupa o número 74 da classificação da WTA.
da Efe, em Sydney
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:34  comentar

A tenista australiana de origem sérvia Jelena Dokic afirmou que fugiu de casa há nove anos para escapar dos abusos físicos de seu pai, em entrevista publicada pela revista "Sport&Style", distribuída nesta segunda-feria junto com o jornal "Sydney Morning Herald".
A tenista de 26 anos conta que tem "muita sorte de continuar aqui", apesar da vida difícil com seu pai, Damir, antigo boxeador e motorista de táxis em Belgrado.
"Passei por coisas muito piores que ninguém no circuito. Quando você passa por algo assim, uma partida de tênis é uma coisa fácil de se enfrentar", disse Dokic na entrevista.
O turbulento passado de Damir Dokic, um homem de personalidade agressiva, seus problemas de peso e as constantes desavenças com a Federação Australiana sempre perseguiram Jelena.
Há três anos, Damir culpou o namorado da jogadora, Tim Bikic, por um leve acidente de trânsito que ambos sofreram em Zagreb, após dizer que ele roubava dinheiro e chantageava sua filha.
Damir já disse que "os australianos, os croatas e o Vaticano tinham feito lavagem cerebral em sua filha"; que desejava "jogar uma bomba nuclear em Sydney" e que pensava "em matar algum australiano" para desabafar.
Dokic disse no passado que grande parte do dinheiro que ganhou em sua melhor fase acabou sendo dilapidado por seu pai, a quem entregava grandes quantidades para escapar de um assédio brutal.
A tenista foi semifinalista de Wimbledon em 2000, chegou à quarta posição no ranking mundial, em 2002. Atualmente, ocupa o número 74 da classificação da WTA.
da Efe, em Sydney
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A tenista australiana de origem sérvia Jelena Dokic afirmou que fugiu de casa há nove anos para escapar dos abusos físicos de seu pai, em entrevista publicada pela revista "Sport&Style", distribuída nesta segunda-feria junto com o jornal "Sydney Morning Herald".
A tenista de 26 anos conta que tem "muita sorte de continuar aqui", apesar da vida difícil com seu pai, Damir, antigo boxeador e motorista de táxis em Belgrado.
"Passei por coisas muito piores que ninguém no circuito. Quando você passa por algo assim, uma partida de tênis é uma coisa fácil de se enfrentar", disse Dokic na entrevista.
O turbulento passado de Damir Dokic, um homem de personalidade agressiva, seus problemas de peso e as constantes desavenças com a Federação Australiana sempre perseguiram Jelena.
Há três anos, Damir culpou o namorado da jogadora, Tim Bikic, por um leve acidente de trânsito que ambos sofreram em Zagreb, após dizer que ele roubava dinheiro e chantageava sua filha.
Damir já disse que "os australianos, os croatas e o Vaticano tinham feito lavagem cerebral em sua filha"; que desejava "jogar uma bomba nuclear em Sydney" e que pensava "em matar algum australiano" para desabafar.
Dokic disse no passado que grande parte do dinheiro que ganhou em sua melhor fase acabou sendo dilapidado por seu pai, a quem entregava grandes quantidades para escapar de um assédio brutal.
A tenista foi semifinalista de Wimbledon em 2000, chegou à quarta posição no ranking mundial, em 2002. Atualmente, ocupa o número 74 da classificação da WTA.
da Efe, em Sydney
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A tenista australiana de origem sérvia Jelena Dokic afirmou que fugiu de casa há nove anos para escapar dos abusos físicos de seu pai, em entrevista publicada pela revista "Sport&Style", distribuída nesta segunda-feria junto com o jornal "Sydney Morning Herald".
A tenista de 26 anos conta que tem "muita sorte de continuar aqui", apesar da vida difícil com seu pai, Damir, antigo boxeador e motorista de táxis em Belgrado.
"Passei por coisas muito piores que ninguém no circuito. Quando você passa por algo assim, uma partida de tênis é uma coisa fácil de se enfrentar", disse Dokic na entrevista.
O turbulento passado de Damir Dokic, um homem de personalidade agressiva, seus problemas de peso e as constantes desavenças com a Federação Australiana sempre perseguiram Jelena.
Há três anos, Damir culpou o namorado da jogadora, Tim Bikic, por um leve acidente de trânsito que ambos sofreram em Zagreb, após dizer que ele roubava dinheiro e chantageava sua filha.
Damir já disse que "os australianos, os croatas e o Vaticano tinham feito lavagem cerebral em sua filha"; que desejava "jogar uma bomba nuclear em Sydney" e que pensava "em matar algum australiano" para desabafar.
Dokic disse no passado que grande parte do dinheiro que ganhou em sua melhor fase acabou sendo dilapidado por seu pai, a quem entregava grandes quantidades para escapar de um assédio brutal.
A tenista foi semifinalista de Wimbledon em 2000, chegou à quarta posição no ranking mundial, em 2002. Atualmente, ocupa o número 74 da classificação da WTA.
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A tenista australiana de origem sérvia Jelena Dokic afirmou que fugiu de casa há nove anos para escapar dos abusos físicos de seu pai, em entrevista publicada pela revista "Sport&Style", distribuída nesta segunda-feria junto com o jornal "Sydney Morning Herald".
A tenista de 26 anos conta que tem "muita sorte de continuar aqui", apesar da vida difícil com seu pai, Damir, antigo boxeador e motorista de táxis em Belgrado.
"Passei por coisas muito piores que ninguém no circuito. Quando você passa por algo assim, uma partida de tênis é uma coisa fácil de se enfrentar", disse Dokic na entrevista.
O turbulento passado de Damir Dokic, um homem de personalidade agressiva, seus problemas de peso e as constantes desavenças com a Federação Australiana sempre perseguiram Jelena.
Há três anos, Damir culpou o namorado da jogadora, Tim Bikic, por um leve acidente de trânsito que ambos sofreram em Zagreb, após dizer que ele roubava dinheiro e chantageava sua filha.
Damir já disse que "os australianos, os croatas e o Vaticano tinham feito lavagem cerebral em sua filha"; que desejava "jogar uma bomba nuclear em Sydney" e que pensava "em matar algum australiano" para desabafar.
Dokic disse no passado que grande parte do dinheiro que ganhou em sua melhor fase acabou sendo dilapidado por seu pai, a quem entregava grandes quantidades para escapar de um assédio brutal.
A tenista foi semifinalista de Wimbledon em 2000, chegou à quarta posição no ranking mundial, em 2002. Atualmente, ocupa o número 74 da classificação da WTA.
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A tenista de 26 anos conta que tem "muita sorte de continuar aqui", apesar da vida difícil com seu pai, Damir, antigo boxeador e motorista de táxis em Belgrado.
"Passei por coisas muito piores que ninguém no circuito. Quando você passa por algo assim, uma partida de tênis é uma coisa fácil de se enfrentar", disse Dokic na entrevista.
O turbulento passado de Damir Dokic, um homem de personalidade agressiva, seus problemas de peso e as constantes desavenças com a Federação Australiana sempre perseguiram Jelena.
Há três anos, Damir culpou o namorado da jogadora, Tim Bikic, por um leve acidente de trânsito que ambos sofreram em Zagreb, após dizer que ele roubava dinheiro e chantageava sua filha.
Damir já disse que "os australianos, os croatas e o Vaticano tinham feito lavagem cerebral em sua filha"; que desejava "jogar uma bomba nuclear em Sydney" e que pensava "em matar algum australiano" para desabafar.
Dokic disse no passado que grande parte do dinheiro que ganhou em sua melhor fase acabou sendo dilapidado por seu pai, a quem entregava grandes quantidades para escapar de um assédio brutal.
A tenista foi semifinalista de Wimbledon em 2000, chegou à quarta posição no ranking mundial, em 2002. Atualmente, ocupa o número 74 da classificação da WTA.
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A tenista australiana de origem sérvia Jelena Dokic afirmou que fugiu de casa há nove anos para escapar dos abusos físicos de seu pai, em entrevista publicada pela revista "Sport&Style", distribuída nesta segunda-feria junto com o jornal "Sydney Morning Herald".
A tenista de 26 anos conta que tem "muita sorte de continuar aqui", apesar da vida difícil com seu pai, Damir, antigo boxeador e motorista de táxis em Belgrado.
"Passei por coisas muito piores que ninguém no circuito. Quando você passa por algo assim, uma partida de tênis é uma coisa fácil de se enfrentar", disse Dokic na entrevista.
O turbulento passado de Damir Dokic, um homem de personalidade agressiva, seus problemas de peso e as constantes desavenças com a Federação Australiana sempre perseguiram Jelena.
Há três anos, Damir culpou o namorado da jogadora, Tim Bikic, por um leve acidente de trânsito que ambos sofreram em Zagreb, após dizer que ele roubava dinheiro e chantageava sua filha.
Damir já disse que "os australianos, os croatas e o Vaticano tinham feito lavagem cerebral em sua filha"; que desejava "jogar uma bomba nuclear em Sydney" e que pensava "em matar algum australiano" para desabafar.
Dokic disse no passado que grande parte do dinheiro que ganhou em sua melhor fase acabou sendo dilapidado por seu pai, a quem entregava grandes quantidades para escapar de um assédio brutal.
A tenista foi semifinalista de Wimbledon em 2000, chegou à quarta posição no ranking mundial, em 2002. Atualmente, ocupa o número 74 da classificação da WTA.
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Depressão
Aquela tristeza pode ser muito mais grave do que você imagina!
Larissa Drumond

Depressão não é frescura, cabeça vazia, nem falta de Deus no coração – como alguns arriscam dizer –, mas uma doença que tira completamente o prazer de viver, gera mal estar físico e psíquico, além de dificultar as relações sociais. “Interfere ainda no desempenho profissional, no aprendizado, na vida sexual e em todas as áreas da vida do indivíduo”, explica Beatriz Araújo de Castro Rangel, médica psiquiatra e psicoterapeuta com residência médica no Departamento de Neuropsiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. “A depressão é algo muito maior do que pensam. Eu me isolei do mundo por dois anos e não saía para nada, desenvolvi crises de pânico e paranoia. A depressão virou meu mundo de ponta cabeça”, conta Eduardo Sacchitiello, 25 anos.
A indisposição, a tristeza, a timidez, os pensamentos negativos e a baixa autoestima começaram bem no início de sua adolescência, quando estava com 13 anos. “Essa fase é complicada para a maioria. Sou gordinho desde pequeno e os amigos pegavam pesado nas brincadeiras. Eles conseguiam fazer com que eu me sentisse indigno de tudo e de todos. Nessa época, começa o lance com as garotas e o sentimento de rejeição tomava conta”, divide Eduardo.
As causas da depressão ainda são desconhecidas, mas tem como um dos fatores mais relevantes a genética. Por mais que os adolescentes tenham crises existenciais e certa instabilidade de humor, o índice de depressão nos adolescentes é semelhante a dos adultos, ou seja, 5%, apesar de tenderem mais ao suicídio. “Há algumas teorias sobre estresse crônico e alterações hormonais como fatores de risco para a depressão, mas a maneira como essas condições e alterações se relacionam com a doença ainda é objeto de discussão”, afirma a médica psiquiatra Ana Regina Castillo, especialista em psiquiatria infantil.
DescobertaAos 15 anos, Camila Zanin, 20, começou a ter crises de ansiedade seguidas de vômito e, assim como Eduardo, também se sentia muito indisposta. “Eu procurei vários médicos porque, na verdade, achei que estava com algum problema no estômago; foi quando me indicaram um psicólogo. Eu achava que não tinha nada, mas com o tempo percebi que eu não era mais a mesma”, conta.
A estudante de Rádio e TV sempre sentiu dificuldade em falar com pessoas que não conhece; mas, com a doença, esse bloqueio ficou mais intenso. “Não sentia vontade de fazer nada, de sair, nem de falar com ninguém. Fiquei mais insegura e muito mais ansiosa”. Com o incentivo dos pais, Camila passou a fazer terapia – mesmo relutante em se abrir para a psicóloga – e passou a tomar medicamentos.
Aliás, exceto em casos de risco de vida, deve-se respeitar o sigilo devido ao paciente, mas o adolescente precisa entender que a ajuda e o apoio dos pais são essenciais. “A pessoa deprimida, geralmente, não está em condições de seguir o tratamento proposto sozinha. Se houver risco de suicídio, o sigilo deve ser quebrado mesmo sem seu consentimento”, explica Ana Regina Castillo.
Fernanda*, 24 anos, não sabe explicar quando, exatamente, começou a sentir uma tristeza mais intensa, mas sabe que sentia vontade de chorar, tinha um olhar vazio, era bem apática e às vezes chorava durante as aulas. Ao chegar da escola, entrava em seu quarto e ficava lá até dormir. Aos 15 anos, a situação ficou mais grave por diversos fatores: ela havia se apaixonado por uma menina, seu primeiro amor, até a mãe descobrir e fazer de tudo para separá-las. “Ela me tirou do colégio, cortou minha relação com os amigos, cortou as linhas telefônicas da casa e deixou apenas o telefone da sala – onde ela sempre estava –, além de ter cancelado a internet. Ela me levava para o novo colégio e me buscava, onde todos os coordenadores sabiam da situação e me vigiavam. Todos os dias eu era acordada aos gritos. Quando se vive sob essas condições por anos, é bem fácil pirar”, revela.
Para Fernanda, a separação dos pais, a adolescência difícil, a ausência do pai, a relação conturbada com a mãe e a perda da amiga que se matou contribuíram para uma depressão, da qual até hoje não se livrou. “São altos e baixos, mas às vezes ainda acordo com aquele sentimento de morte. Parece que a depressão fica sempre latente”. Ela tentou terapia, mas sua mãe enxergava as sessões não como uma forma de ajudá-la, mas como algo que pudesse torná-la heterossexual. “Quando ela viu que não era bem assim, desistiu”.
Ana Regina Castillo explica que a terapia informa sobre a depressão, as causas, a evolução, a forma de tratamento e a eficácia, além de dar muito suporte ao paciente nessa fase tão difícil. “Ela ensina maneiras de conduzir o pensamento, os afetos, o comportamento de maneira positiva, levando ao autoconhecimento. As prerrogativas das terapias são as mesmas para adolescentes e adultos, o diferente é o conteúdo do que é discutido, que diz respeito a assuntos e atividades de interesse para o adolescente”. Depressão é uma doença que necessita de diagnóstico correto e plano de tratamento que, muitas vezes, inclui o uso de medicação. Mas, em alguns casos, a terapia adequada pode dispensar os remédios.
Volta por cimaEduardo já estava cansado de ver seus pais sofrerem por ele e decidiu que iria mudar sua vida de qualquer jeito. “Eu cheguei a repetir o ano na escola por falta, porque não tinha ânimo para sair de casa. Quis dar um basta e só saí da depressão graças a mim, que estava farto de tudo aquilo. As pessoas só mudam quando querem! Eu tinha chegado ao fundo do poço e dizem que quando se está lá, existe apenas um lugar para ir: para cima”.
Além da vontade própria, Camila conta que todos os seus amigos a incentivaram e ficaram muito contentes com o sucesso do tratamento. “Foi um período muito difícil para mim, mas foi extremamente necessário para eu me tornar quem eu sou hoje. Aprendi muito sobre mim mesma, como lidar com as situações e, principalmente, a pedir ajuda, coisa que me recusava antigamente. Foi uma fase ruim, mas que eu jamais tiraria da minha vida”, diz. “A família e os amigos devem ouvir, entender, estimular atividades com atitude positiva e acolhedora, evitar críticas e procurar a ajuda de profissionais para orientações mais específicas”, esclarece Ana Regina Castillo.

Fonte: Ig
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Depressão
Aquela tristeza pode ser muito mais grave do que você imagina!
Larissa Drumond

Depressão não é frescura, cabeça vazia, nem falta de Deus no coração – como alguns arriscam dizer –, mas uma doença que tira completamente o prazer de viver, gera mal estar físico e psíquico, além de dificultar as relações sociais. “Interfere ainda no desempenho profissional, no aprendizado, na vida sexual e em todas as áreas da vida do indivíduo”, explica Beatriz Araújo de Castro Rangel, médica psiquiatra e psicoterapeuta com residência médica no Departamento de Neuropsiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. “A depressão é algo muito maior do que pensam. Eu me isolei do mundo por dois anos e não saía para nada, desenvolvi crises de pânico e paranoia. A depressão virou meu mundo de ponta cabeça”, conta Eduardo Sacchitiello, 25 anos.
A indisposição, a tristeza, a timidez, os pensamentos negativos e a baixa autoestima começaram bem no início de sua adolescência, quando estava com 13 anos. “Essa fase é complicada para a maioria. Sou gordinho desde pequeno e os amigos pegavam pesado nas brincadeiras. Eles conseguiam fazer com que eu me sentisse indigno de tudo e de todos. Nessa época, começa o lance com as garotas e o sentimento de rejeição tomava conta”, divide Eduardo.
As causas da depressão ainda são desconhecidas, mas tem como um dos fatores mais relevantes a genética. Por mais que os adolescentes tenham crises existenciais e certa instabilidade de humor, o índice de depressão nos adolescentes é semelhante a dos adultos, ou seja, 5%, apesar de tenderem mais ao suicídio. “Há algumas teorias sobre estresse crônico e alterações hormonais como fatores de risco para a depressão, mas a maneira como essas condições e alterações se relacionam com a doença ainda é objeto de discussão”, afirma a médica psiquiatra Ana Regina Castillo, especialista em psiquiatria infantil.
DescobertaAos 15 anos, Camila Zanin, 20, começou a ter crises de ansiedade seguidas de vômito e, assim como Eduardo, também se sentia muito indisposta. “Eu procurei vários médicos porque, na verdade, achei que estava com algum problema no estômago; foi quando me indicaram um psicólogo. Eu achava que não tinha nada, mas com o tempo percebi que eu não era mais a mesma”, conta.
A estudante de Rádio e TV sempre sentiu dificuldade em falar com pessoas que não conhece; mas, com a doença, esse bloqueio ficou mais intenso. “Não sentia vontade de fazer nada, de sair, nem de falar com ninguém. Fiquei mais insegura e muito mais ansiosa”. Com o incentivo dos pais, Camila passou a fazer terapia – mesmo relutante em se abrir para a psicóloga – e passou a tomar medicamentos.
Aliás, exceto em casos de risco de vida, deve-se respeitar o sigilo devido ao paciente, mas o adolescente precisa entender que a ajuda e o apoio dos pais são essenciais. “A pessoa deprimida, geralmente, não está em condições de seguir o tratamento proposto sozinha. Se houver risco de suicídio, o sigilo deve ser quebrado mesmo sem seu consentimento”, explica Ana Regina Castillo.
Fernanda*, 24 anos, não sabe explicar quando, exatamente, começou a sentir uma tristeza mais intensa, mas sabe que sentia vontade de chorar, tinha um olhar vazio, era bem apática e às vezes chorava durante as aulas. Ao chegar da escola, entrava em seu quarto e ficava lá até dormir. Aos 15 anos, a situação ficou mais grave por diversos fatores: ela havia se apaixonado por uma menina, seu primeiro amor, até a mãe descobrir e fazer de tudo para separá-las. “Ela me tirou do colégio, cortou minha relação com os amigos, cortou as linhas telefônicas da casa e deixou apenas o telefone da sala – onde ela sempre estava –, além de ter cancelado a internet. Ela me levava para o novo colégio e me buscava, onde todos os coordenadores sabiam da situação e me vigiavam. Todos os dias eu era acordada aos gritos. Quando se vive sob essas condições por anos, é bem fácil pirar”, revela.
Para Fernanda, a separação dos pais, a adolescência difícil, a ausência do pai, a relação conturbada com a mãe e a perda da amiga que se matou contribuíram para uma depressão, da qual até hoje não se livrou. “São altos e baixos, mas às vezes ainda acordo com aquele sentimento de morte. Parece que a depressão fica sempre latente”. Ela tentou terapia, mas sua mãe enxergava as sessões não como uma forma de ajudá-la, mas como algo que pudesse torná-la heterossexual. “Quando ela viu que não era bem assim, desistiu”.
Ana Regina Castillo explica que a terapia informa sobre a depressão, as causas, a evolução, a forma de tratamento e a eficácia, além de dar muito suporte ao paciente nessa fase tão difícil. “Ela ensina maneiras de conduzir o pensamento, os afetos, o comportamento de maneira positiva, levando ao autoconhecimento. As prerrogativas das terapias são as mesmas para adolescentes e adultos, o diferente é o conteúdo do que é discutido, que diz respeito a assuntos e atividades de interesse para o adolescente”. Depressão é uma doença que necessita de diagnóstico correto e plano de tratamento que, muitas vezes, inclui o uso de medicação. Mas, em alguns casos, a terapia adequada pode dispensar os remédios.
Volta por cimaEduardo já estava cansado de ver seus pais sofrerem por ele e decidiu que iria mudar sua vida de qualquer jeito. “Eu cheguei a repetir o ano na escola por falta, porque não tinha ânimo para sair de casa. Quis dar um basta e só saí da depressão graças a mim, que estava farto de tudo aquilo. As pessoas só mudam quando querem! Eu tinha chegado ao fundo do poço e dizem que quando se está lá, existe apenas um lugar para ir: para cima”.
Além da vontade própria, Camila conta que todos os seus amigos a incentivaram e ficaram muito contentes com o sucesso do tratamento. “Foi um período muito difícil para mim, mas foi extremamente necessário para eu me tornar quem eu sou hoje. Aprendi muito sobre mim mesma, como lidar com as situações e, principalmente, a pedir ajuda, coisa que me recusava antigamente. Foi uma fase ruim, mas que eu jamais tiraria da minha vida”, diz. “A família e os amigos devem ouvir, entender, estimular atividades com atitude positiva e acolhedora, evitar críticas e procurar a ajuda de profissionais para orientações mais específicas”, esclarece Ana Regina Castillo.

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Depressão
Aquela tristeza pode ser muito mais grave do que você imagina!
Larissa Drumond

Depressão não é frescura, cabeça vazia, nem falta de Deus no coração – como alguns arriscam dizer –, mas uma doença que tira completamente o prazer de viver, gera mal estar físico e psíquico, além de dificultar as relações sociais. “Interfere ainda no desempenho profissional, no aprendizado, na vida sexual e em todas as áreas da vida do indivíduo”, explica Beatriz Araújo de Castro Rangel, médica psiquiatra e psicoterapeuta com residência médica no Departamento de Neuropsiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. “A depressão é algo muito maior do que pensam. Eu me isolei do mundo por dois anos e não saía para nada, desenvolvi crises de pânico e paranoia. A depressão virou meu mundo de ponta cabeça”, conta Eduardo Sacchitiello, 25 anos.
A indisposição, a tristeza, a timidez, os pensamentos negativos e a baixa autoestima começaram bem no início de sua adolescência, quando estava com 13 anos. “Essa fase é complicada para a maioria. Sou gordinho desde pequeno e os amigos pegavam pesado nas brincadeiras. Eles conseguiam fazer com que eu me sentisse indigno de tudo e de todos. Nessa época, começa o lance com as garotas e o sentimento de rejeição tomava conta”, divide Eduardo.
As causas da depressão ainda são desconhecidas, mas tem como um dos fatores mais relevantes a genética. Por mais que os adolescentes tenham crises existenciais e certa instabilidade de humor, o índice de depressão nos adolescentes é semelhante a dos adultos, ou seja, 5%, apesar de tenderem mais ao suicídio. “Há algumas teorias sobre estresse crônico e alterações hormonais como fatores de risco para a depressão, mas a maneira como essas condições e alterações se relacionam com a doença ainda é objeto de discussão”, afirma a médica psiquiatra Ana Regina Castillo, especialista em psiquiatria infantil.
DescobertaAos 15 anos, Camila Zanin, 20, começou a ter crises de ansiedade seguidas de vômito e, assim como Eduardo, também se sentia muito indisposta. “Eu procurei vários médicos porque, na verdade, achei que estava com algum problema no estômago; foi quando me indicaram um psicólogo. Eu achava que não tinha nada, mas com o tempo percebi que eu não era mais a mesma”, conta.
A estudante de Rádio e TV sempre sentiu dificuldade em falar com pessoas que não conhece; mas, com a doença, esse bloqueio ficou mais intenso. “Não sentia vontade de fazer nada, de sair, nem de falar com ninguém. Fiquei mais insegura e muito mais ansiosa”. Com o incentivo dos pais, Camila passou a fazer terapia – mesmo relutante em se abrir para a psicóloga – e passou a tomar medicamentos.
Aliás, exceto em casos de risco de vida, deve-se respeitar o sigilo devido ao paciente, mas o adolescente precisa entender que a ajuda e o apoio dos pais são essenciais. “A pessoa deprimida, geralmente, não está em condições de seguir o tratamento proposto sozinha. Se houver risco de suicídio, o sigilo deve ser quebrado mesmo sem seu consentimento”, explica Ana Regina Castillo.
Fernanda*, 24 anos, não sabe explicar quando, exatamente, começou a sentir uma tristeza mais intensa, mas sabe que sentia vontade de chorar, tinha um olhar vazio, era bem apática e às vezes chorava durante as aulas. Ao chegar da escola, entrava em seu quarto e ficava lá até dormir. Aos 15 anos, a situação ficou mais grave por diversos fatores: ela havia se apaixonado por uma menina, seu primeiro amor, até a mãe descobrir e fazer de tudo para separá-las. “Ela me tirou do colégio, cortou minha relação com os amigos, cortou as linhas telefônicas da casa e deixou apenas o telefone da sala – onde ela sempre estava –, além de ter cancelado a internet. Ela me levava para o novo colégio e me buscava, onde todos os coordenadores sabiam da situação e me vigiavam. Todos os dias eu era acordada aos gritos. Quando se vive sob essas condições por anos, é bem fácil pirar”, revela.
Para Fernanda, a separação dos pais, a adolescência difícil, a ausência do pai, a relação conturbada com a mãe e a perda da amiga que se matou contribuíram para uma depressão, da qual até hoje não se livrou. “São altos e baixos, mas às vezes ainda acordo com aquele sentimento de morte. Parece que a depressão fica sempre latente”. Ela tentou terapia, mas sua mãe enxergava as sessões não como uma forma de ajudá-la, mas como algo que pudesse torná-la heterossexual. “Quando ela viu que não era bem assim, desistiu”.
Ana Regina Castillo explica que a terapia informa sobre a depressão, as causas, a evolução, a forma de tratamento e a eficácia, além de dar muito suporte ao paciente nessa fase tão difícil. “Ela ensina maneiras de conduzir o pensamento, os afetos, o comportamento de maneira positiva, levando ao autoconhecimento. As prerrogativas das terapias são as mesmas para adolescentes e adultos, o diferente é o conteúdo do que é discutido, que diz respeito a assuntos e atividades de interesse para o adolescente”. Depressão é uma doença que necessita de diagnóstico correto e plano de tratamento que, muitas vezes, inclui o uso de medicação. Mas, em alguns casos, a terapia adequada pode dispensar os remédios.
Volta por cimaEduardo já estava cansado de ver seus pais sofrerem por ele e decidiu que iria mudar sua vida de qualquer jeito. “Eu cheguei a repetir o ano na escola por falta, porque não tinha ânimo para sair de casa. Quis dar um basta e só saí da depressão graças a mim, que estava farto de tudo aquilo. As pessoas só mudam quando querem! Eu tinha chegado ao fundo do poço e dizem que quando se está lá, existe apenas um lugar para ir: para cima”.
Além da vontade própria, Camila conta que todos os seus amigos a incentivaram e ficaram muito contentes com o sucesso do tratamento. “Foi um período muito difícil para mim, mas foi extremamente necessário para eu me tornar quem eu sou hoje. Aprendi muito sobre mim mesma, como lidar com as situações e, principalmente, a pedir ajuda, coisa que me recusava antigamente. Foi uma fase ruim, mas que eu jamais tiraria da minha vida”, diz. “A família e os amigos devem ouvir, entender, estimular atividades com atitude positiva e acolhedora, evitar críticas e procurar a ajuda de profissionais para orientações mais específicas”, esclarece Ana Regina Castillo.

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Depressão
Aquela tristeza pode ser muito mais grave do que você imagina!
Larissa Drumond

Depressão não é frescura, cabeça vazia, nem falta de Deus no coração – como alguns arriscam dizer –, mas uma doença que tira completamente o prazer de viver, gera mal estar físico e psíquico, além de dificultar as relações sociais. “Interfere ainda no desempenho profissional, no aprendizado, na vida sexual e em todas as áreas da vida do indivíduo”, explica Beatriz Araújo de Castro Rangel, médica psiquiatra e psicoterapeuta com residência médica no Departamento de Neuropsiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. “A depressão é algo muito maior do que pensam. Eu me isolei do mundo por dois anos e não saía para nada, desenvolvi crises de pânico e paranoia. A depressão virou meu mundo de ponta cabeça”, conta Eduardo Sacchitiello, 25 anos.
A indisposição, a tristeza, a timidez, os pensamentos negativos e a baixa autoestima começaram bem no início de sua adolescência, quando estava com 13 anos. “Essa fase é complicada para a maioria. Sou gordinho desde pequeno e os amigos pegavam pesado nas brincadeiras. Eles conseguiam fazer com que eu me sentisse indigno de tudo e de todos. Nessa época, começa o lance com as garotas e o sentimento de rejeição tomava conta”, divide Eduardo.
As causas da depressão ainda são desconhecidas, mas tem como um dos fatores mais relevantes a genética. Por mais que os adolescentes tenham crises existenciais e certa instabilidade de humor, o índice de depressão nos adolescentes é semelhante a dos adultos, ou seja, 5%, apesar de tenderem mais ao suicídio. “Há algumas teorias sobre estresse crônico e alterações hormonais como fatores de risco para a depressão, mas a maneira como essas condições e alterações se relacionam com a doença ainda é objeto de discussão”, afirma a médica psiquiatra Ana Regina Castillo, especialista em psiquiatria infantil.
DescobertaAos 15 anos, Camila Zanin, 20, começou a ter crises de ansiedade seguidas de vômito e, assim como Eduardo, também se sentia muito indisposta. “Eu procurei vários médicos porque, na verdade, achei que estava com algum problema no estômago; foi quando me indicaram um psicólogo. Eu achava que não tinha nada, mas com o tempo percebi que eu não era mais a mesma”, conta.
A estudante de Rádio e TV sempre sentiu dificuldade em falar com pessoas que não conhece; mas, com a doença, esse bloqueio ficou mais intenso. “Não sentia vontade de fazer nada, de sair, nem de falar com ninguém. Fiquei mais insegura e muito mais ansiosa”. Com o incentivo dos pais, Camila passou a fazer terapia – mesmo relutante em se abrir para a psicóloga – e passou a tomar medicamentos.
Aliás, exceto em casos de risco de vida, deve-se respeitar o sigilo devido ao paciente, mas o adolescente precisa entender que a ajuda e o apoio dos pais são essenciais. “A pessoa deprimida, geralmente, não está em condições de seguir o tratamento proposto sozinha. Se houver risco de suicídio, o sigilo deve ser quebrado mesmo sem seu consentimento”, explica Ana Regina Castillo.
Fernanda*, 24 anos, não sabe explicar quando, exatamente, começou a sentir uma tristeza mais intensa, mas sabe que sentia vontade de chorar, tinha um olhar vazio, era bem apática e às vezes chorava durante as aulas. Ao chegar da escola, entrava em seu quarto e ficava lá até dormir. Aos 15 anos, a situação ficou mais grave por diversos fatores: ela havia se apaixonado por uma menina, seu primeiro amor, até a mãe descobrir e fazer de tudo para separá-las. “Ela me tirou do colégio, cortou minha relação com os amigos, cortou as linhas telefônicas da casa e deixou apenas o telefone da sala – onde ela sempre estava –, além de ter cancelado a internet. Ela me levava para o novo colégio e me buscava, onde todos os coordenadores sabiam da situação e me vigiavam. Todos os dias eu era acordada aos gritos. Quando se vive sob essas condições por anos, é bem fácil pirar”, revela.
Para Fernanda, a separação dos pais, a adolescência difícil, a ausência do pai, a relação conturbada com a mãe e a perda da amiga que se matou contribuíram para uma depressão, da qual até hoje não se livrou. “São altos e baixos, mas às vezes ainda acordo com aquele sentimento de morte. Parece que a depressão fica sempre latente”. Ela tentou terapia, mas sua mãe enxergava as sessões não como uma forma de ajudá-la, mas como algo que pudesse torná-la heterossexual. “Quando ela viu que não era bem assim, desistiu”.
Ana Regina Castillo explica que a terapia informa sobre a depressão, as causas, a evolução, a forma de tratamento e a eficácia, além de dar muito suporte ao paciente nessa fase tão difícil. “Ela ensina maneiras de conduzir o pensamento, os afetos, o comportamento de maneira positiva, levando ao autoconhecimento. As prerrogativas das terapias são as mesmas para adolescentes e adultos, o diferente é o conteúdo do que é discutido, que diz respeito a assuntos e atividades de interesse para o adolescente”. Depressão é uma doença que necessita de diagnóstico correto e plano de tratamento que, muitas vezes, inclui o uso de medicação. Mas, em alguns casos, a terapia adequada pode dispensar os remédios.
Volta por cimaEduardo já estava cansado de ver seus pais sofrerem por ele e decidiu que iria mudar sua vida de qualquer jeito. “Eu cheguei a repetir o ano na escola por falta, porque não tinha ânimo para sair de casa. Quis dar um basta e só saí da depressão graças a mim, que estava farto de tudo aquilo. As pessoas só mudam quando querem! Eu tinha chegado ao fundo do poço e dizem que quando se está lá, existe apenas um lugar para ir: para cima”.
Além da vontade própria, Camila conta que todos os seus amigos a incentivaram e ficaram muito contentes com o sucesso do tratamento. “Foi um período muito difícil para mim, mas foi extremamente necessário para eu me tornar quem eu sou hoje. Aprendi muito sobre mim mesma, como lidar com as situações e, principalmente, a pedir ajuda, coisa que me recusava antigamente. Foi uma fase ruim, mas que eu jamais tiraria da minha vida”, diz. “A família e os amigos devem ouvir, entender, estimular atividades com atitude positiva e acolhedora, evitar críticas e procurar a ajuda de profissionais para orientações mais específicas”, esclarece Ana Regina Castillo.

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Depressão
Aquela tristeza pode ser muito mais grave do que você imagina!
Larissa Drumond

Depressão não é frescura, cabeça vazia, nem falta de Deus no coração – como alguns arriscam dizer –, mas uma doença que tira completamente o prazer de viver, gera mal estar físico e psíquico, além de dificultar as relações sociais. “Interfere ainda no desempenho profissional, no aprendizado, na vida sexual e em todas as áreas da vida do indivíduo”, explica Beatriz Araújo de Castro Rangel, médica psiquiatra e psicoterapeuta com residência médica no Departamento de Neuropsiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. “A depressão é algo muito maior do que pensam. Eu me isolei do mundo por dois anos e não saía para nada, desenvolvi crises de pânico e paranoia. A depressão virou meu mundo de ponta cabeça”, conta Eduardo Sacchitiello, 25 anos.
A indisposição, a tristeza, a timidez, os pensamentos negativos e a baixa autoestima começaram bem no início de sua adolescência, quando estava com 13 anos. “Essa fase é complicada para a maioria. Sou gordinho desde pequeno e os amigos pegavam pesado nas brincadeiras. Eles conseguiam fazer com que eu me sentisse indigno de tudo e de todos. Nessa época, começa o lance com as garotas e o sentimento de rejeição tomava conta”, divide Eduardo.
As causas da depressão ainda são desconhecidas, mas tem como um dos fatores mais relevantes a genética. Por mais que os adolescentes tenham crises existenciais e certa instabilidade de humor, o índice de depressão nos adolescentes é semelhante a dos adultos, ou seja, 5%, apesar de tenderem mais ao suicídio. “Há algumas teorias sobre estresse crônico e alterações hormonais como fatores de risco para a depressão, mas a maneira como essas condições e alterações se relacionam com a doença ainda é objeto de discussão”, afirma a médica psiquiatra Ana Regina Castillo, especialista em psiquiatria infantil.
DescobertaAos 15 anos, Camila Zanin, 20, começou a ter crises de ansiedade seguidas de vômito e, assim como Eduardo, também se sentia muito indisposta. “Eu procurei vários médicos porque, na verdade, achei que estava com algum problema no estômago; foi quando me indicaram um psicólogo. Eu achava que não tinha nada, mas com o tempo percebi que eu não era mais a mesma”, conta.
A estudante de Rádio e TV sempre sentiu dificuldade em falar com pessoas que não conhece; mas, com a doença, esse bloqueio ficou mais intenso. “Não sentia vontade de fazer nada, de sair, nem de falar com ninguém. Fiquei mais insegura e muito mais ansiosa”. Com o incentivo dos pais, Camila passou a fazer terapia – mesmo relutante em se abrir para a psicóloga – e passou a tomar medicamentos.
Aliás, exceto em casos de risco de vida, deve-se respeitar o sigilo devido ao paciente, mas o adolescente precisa entender que a ajuda e o apoio dos pais são essenciais. “A pessoa deprimida, geralmente, não está em condições de seguir o tratamento proposto sozinha. Se houver risco de suicídio, o sigilo deve ser quebrado mesmo sem seu consentimento”, explica Ana Regina Castillo.
Fernanda*, 24 anos, não sabe explicar quando, exatamente, começou a sentir uma tristeza mais intensa, mas sabe que sentia vontade de chorar, tinha um olhar vazio, era bem apática e às vezes chorava durante as aulas. Ao chegar da escola, entrava em seu quarto e ficava lá até dormir. Aos 15 anos, a situação ficou mais grave por diversos fatores: ela havia se apaixonado por uma menina, seu primeiro amor, até a mãe descobrir e fazer de tudo para separá-las. “Ela me tirou do colégio, cortou minha relação com os amigos, cortou as linhas telefônicas da casa e deixou apenas o telefone da sala – onde ela sempre estava –, além de ter cancelado a internet. Ela me levava para o novo colégio e me buscava, onde todos os coordenadores sabiam da situação e me vigiavam. Todos os dias eu era acordada aos gritos. Quando se vive sob essas condições por anos, é bem fácil pirar”, revela.
Para Fernanda, a separação dos pais, a adolescência difícil, a ausência do pai, a relação conturbada com a mãe e a perda da amiga que se matou contribuíram para uma depressão, da qual até hoje não se livrou. “São altos e baixos, mas às vezes ainda acordo com aquele sentimento de morte. Parece que a depressão fica sempre latente”. Ela tentou terapia, mas sua mãe enxergava as sessões não como uma forma de ajudá-la, mas como algo que pudesse torná-la heterossexual. “Quando ela viu que não era bem assim, desistiu”.
Ana Regina Castillo explica que a terapia informa sobre a depressão, as causas, a evolução, a forma de tratamento e a eficácia, além de dar muito suporte ao paciente nessa fase tão difícil. “Ela ensina maneiras de conduzir o pensamento, os afetos, o comportamento de maneira positiva, levando ao autoconhecimento. As prerrogativas das terapias são as mesmas para adolescentes e adultos, o diferente é o conteúdo do que é discutido, que diz respeito a assuntos e atividades de interesse para o adolescente”. Depressão é uma doença que necessita de diagnóstico correto e plano de tratamento que, muitas vezes, inclui o uso de medicação. Mas, em alguns casos, a terapia adequada pode dispensar os remédios.
Volta por cimaEduardo já estava cansado de ver seus pais sofrerem por ele e decidiu que iria mudar sua vida de qualquer jeito. “Eu cheguei a repetir o ano na escola por falta, porque não tinha ânimo para sair de casa. Quis dar um basta e só saí da depressão graças a mim, que estava farto de tudo aquilo. As pessoas só mudam quando querem! Eu tinha chegado ao fundo do poço e dizem que quando se está lá, existe apenas um lugar para ir: para cima”.
Além da vontade própria, Camila conta que todos os seus amigos a incentivaram e ficaram muito contentes com o sucesso do tratamento. “Foi um período muito difícil para mim, mas foi extremamente necessário para eu me tornar quem eu sou hoje. Aprendi muito sobre mim mesma, como lidar com as situações e, principalmente, a pedir ajuda, coisa que me recusava antigamente. Foi uma fase ruim, mas que eu jamais tiraria da minha vida”, diz. “A família e os amigos devem ouvir, entender, estimular atividades com atitude positiva e acolhedora, evitar críticas e procurar a ajuda de profissionais para orientações mais específicas”, esclarece Ana Regina Castillo.

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Depressão
Aquela tristeza pode ser muito mais grave do que você imagina!
Larissa Drumond

Depressão não é frescura, cabeça vazia, nem falta de Deus no coração – como alguns arriscam dizer –, mas uma doença que tira completamente o prazer de viver, gera mal estar físico e psíquico, além de dificultar as relações sociais. “Interfere ainda no desempenho profissional, no aprendizado, na vida sexual e em todas as áreas da vida do indivíduo”, explica Beatriz Araújo de Castro Rangel, médica psiquiatra e psicoterapeuta com residência médica no Departamento de Neuropsiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. “A depressão é algo muito maior do que pensam. Eu me isolei do mundo por dois anos e não saía para nada, desenvolvi crises de pânico e paranoia. A depressão virou meu mundo de ponta cabeça”, conta Eduardo Sacchitiello, 25 anos.
A indisposição, a tristeza, a timidez, os pensamentos negativos e a baixa autoestima começaram bem no início de sua adolescência, quando estava com 13 anos. “Essa fase é complicada para a maioria. Sou gordinho desde pequeno e os amigos pegavam pesado nas brincadeiras. Eles conseguiam fazer com que eu me sentisse indigno de tudo e de todos. Nessa época, começa o lance com as garotas e o sentimento de rejeição tomava conta”, divide Eduardo.
As causas da depressão ainda são desconhecidas, mas tem como um dos fatores mais relevantes a genética. Por mais que os adolescentes tenham crises existenciais e certa instabilidade de humor, o índice de depressão nos adolescentes é semelhante a dos adultos, ou seja, 5%, apesar de tenderem mais ao suicídio. “Há algumas teorias sobre estresse crônico e alterações hormonais como fatores de risco para a depressão, mas a maneira como essas condições e alterações se relacionam com a doença ainda é objeto de discussão”, afirma a médica psiquiatra Ana Regina Castillo, especialista em psiquiatria infantil.
DescobertaAos 15 anos, Camila Zanin, 20, começou a ter crises de ansiedade seguidas de vômito e, assim como Eduardo, também se sentia muito indisposta. “Eu procurei vários médicos porque, na verdade, achei que estava com algum problema no estômago; foi quando me indicaram um psicólogo. Eu achava que não tinha nada, mas com o tempo percebi que eu não era mais a mesma”, conta.
A estudante de Rádio e TV sempre sentiu dificuldade em falar com pessoas que não conhece; mas, com a doença, esse bloqueio ficou mais intenso. “Não sentia vontade de fazer nada, de sair, nem de falar com ninguém. Fiquei mais insegura e muito mais ansiosa”. Com o incentivo dos pais, Camila passou a fazer terapia – mesmo relutante em se abrir para a psicóloga – e passou a tomar medicamentos.
Aliás, exceto em casos de risco de vida, deve-se respeitar o sigilo devido ao paciente, mas o adolescente precisa entender que a ajuda e o apoio dos pais são essenciais. “A pessoa deprimida, geralmente, não está em condições de seguir o tratamento proposto sozinha. Se houver risco de suicídio, o sigilo deve ser quebrado mesmo sem seu consentimento”, explica Ana Regina Castillo.
Fernanda*, 24 anos, não sabe explicar quando, exatamente, começou a sentir uma tristeza mais intensa, mas sabe que sentia vontade de chorar, tinha um olhar vazio, era bem apática e às vezes chorava durante as aulas. Ao chegar da escola, entrava em seu quarto e ficava lá até dormir. Aos 15 anos, a situação ficou mais grave por diversos fatores: ela havia se apaixonado por uma menina, seu primeiro amor, até a mãe descobrir e fazer de tudo para separá-las. “Ela me tirou do colégio, cortou minha relação com os amigos, cortou as linhas telefônicas da casa e deixou apenas o telefone da sala – onde ela sempre estava –, além de ter cancelado a internet. Ela me levava para o novo colégio e me buscava, onde todos os coordenadores sabiam da situação e me vigiavam. Todos os dias eu era acordada aos gritos. Quando se vive sob essas condições por anos, é bem fácil pirar”, revela.
Para Fernanda, a separação dos pais, a adolescência difícil, a ausência do pai, a relação conturbada com a mãe e a perda da amiga que se matou contribuíram para uma depressão, da qual até hoje não se livrou. “São altos e baixos, mas às vezes ainda acordo com aquele sentimento de morte. Parece que a depressão fica sempre latente”. Ela tentou terapia, mas sua mãe enxergava as sessões não como uma forma de ajudá-la, mas como algo que pudesse torná-la heterossexual. “Quando ela viu que não era bem assim, desistiu”.
Ana Regina Castillo explica que a terapia informa sobre a depressão, as causas, a evolução, a forma de tratamento e a eficácia, além de dar muito suporte ao paciente nessa fase tão difícil. “Ela ensina maneiras de conduzir o pensamento, os afetos, o comportamento de maneira positiva, levando ao autoconhecimento. As prerrogativas das terapias são as mesmas para adolescentes e adultos, o diferente é o conteúdo do que é discutido, que diz respeito a assuntos e atividades de interesse para o adolescente”. Depressão é uma doença que necessita de diagnóstico correto e plano de tratamento que, muitas vezes, inclui o uso de medicação. Mas, em alguns casos, a terapia adequada pode dispensar os remédios.
Volta por cimaEduardo já estava cansado de ver seus pais sofrerem por ele e decidiu que iria mudar sua vida de qualquer jeito. “Eu cheguei a repetir o ano na escola por falta, porque não tinha ânimo para sair de casa. Quis dar um basta e só saí da depressão graças a mim, que estava farto de tudo aquilo. As pessoas só mudam quando querem! Eu tinha chegado ao fundo do poço e dizem que quando se está lá, existe apenas um lugar para ir: para cima”.
Além da vontade própria, Camila conta que todos os seus amigos a incentivaram e ficaram muito contentes com o sucesso do tratamento. “Foi um período muito difícil para mim, mas foi extremamente necessário para eu me tornar quem eu sou hoje. Aprendi muito sobre mim mesma, como lidar com as situações e, principalmente, a pedir ajuda, coisa que me recusava antigamente. Foi uma fase ruim, mas que eu jamais tiraria da minha vida”, diz. “A família e os amigos devem ouvir, entender, estimular atividades com atitude positiva e acolhedora, evitar críticas e procurar a ajuda de profissionais para orientações mais específicas”, esclarece Ana Regina Castillo.

Fonte: Ig
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Depressão
Aquela tristeza pode ser muito mais grave do que você imagina!
Larissa Drumond

Depressão não é frescura, cabeça vazia, nem falta de Deus no coração – como alguns arriscam dizer –, mas uma doença que tira completamente o prazer de viver, gera mal estar físico e psíquico, além de dificultar as relações sociais. “Interfere ainda no desempenho profissional, no aprendizado, na vida sexual e em todas as áreas da vida do indivíduo”, explica Beatriz Araújo de Castro Rangel, médica psiquiatra e psicoterapeuta com residência médica no Departamento de Neuropsiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. “A depressão é algo muito maior do que pensam. Eu me isolei do mundo por dois anos e não saía para nada, desenvolvi crises de pânico e paranoia. A depressão virou meu mundo de ponta cabeça”, conta Eduardo Sacchitiello, 25 anos.
A indisposição, a tristeza, a timidez, os pensamentos negativos e a baixa autoestima começaram bem no início de sua adolescência, quando estava com 13 anos. “Essa fase é complicada para a maioria. Sou gordinho desde pequeno e os amigos pegavam pesado nas brincadeiras. Eles conseguiam fazer com que eu me sentisse indigno de tudo e de todos. Nessa época, começa o lance com as garotas e o sentimento de rejeição tomava conta”, divide Eduardo.
As causas da depressão ainda são desconhecidas, mas tem como um dos fatores mais relevantes a genética. Por mais que os adolescentes tenham crises existenciais e certa instabilidade de humor, o índice de depressão nos adolescentes é semelhante a dos adultos, ou seja, 5%, apesar de tenderem mais ao suicídio. “Há algumas teorias sobre estresse crônico e alterações hormonais como fatores de risco para a depressão, mas a maneira como essas condições e alterações se relacionam com a doença ainda é objeto de discussão”, afirma a médica psiquiatra Ana Regina Castillo, especialista em psiquiatria infantil.
DescobertaAos 15 anos, Camila Zanin, 20, começou a ter crises de ansiedade seguidas de vômito e, assim como Eduardo, também se sentia muito indisposta. “Eu procurei vários médicos porque, na verdade, achei que estava com algum problema no estômago; foi quando me indicaram um psicólogo. Eu achava que não tinha nada, mas com o tempo percebi que eu não era mais a mesma”, conta.
A estudante de Rádio e TV sempre sentiu dificuldade em falar com pessoas que não conhece; mas, com a doença, esse bloqueio ficou mais intenso. “Não sentia vontade de fazer nada, de sair, nem de falar com ninguém. Fiquei mais insegura e muito mais ansiosa”. Com o incentivo dos pais, Camila passou a fazer terapia – mesmo relutante em se abrir para a psicóloga – e passou a tomar medicamentos.
Aliás, exceto em casos de risco de vida, deve-se respeitar o sigilo devido ao paciente, mas o adolescente precisa entender que a ajuda e o apoio dos pais são essenciais. “A pessoa deprimida, geralmente, não está em condições de seguir o tratamento proposto sozinha. Se houver risco de suicídio, o sigilo deve ser quebrado mesmo sem seu consentimento”, explica Ana Regina Castillo.
Fernanda*, 24 anos, não sabe explicar quando, exatamente, começou a sentir uma tristeza mais intensa, mas sabe que sentia vontade de chorar, tinha um olhar vazio, era bem apática e às vezes chorava durante as aulas. Ao chegar da escola, entrava em seu quarto e ficava lá até dormir. Aos 15 anos, a situação ficou mais grave por diversos fatores: ela havia se apaixonado por uma menina, seu primeiro amor, até a mãe descobrir e fazer de tudo para separá-las. “Ela me tirou do colégio, cortou minha relação com os amigos, cortou as linhas telefônicas da casa e deixou apenas o telefone da sala – onde ela sempre estava –, além de ter cancelado a internet. Ela me levava para o novo colégio e me buscava, onde todos os coordenadores sabiam da situação e me vigiavam. Todos os dias eu era acordada aos gritos. Quando se vive sob essas condições por anos, é bem fácil pirar”, revela.
Para Fernanda, a separação dos pais, a adolescência difícil, a ausência do pai, a relação conturbada com a mãe e a perda da amiga que se matou contribuíram para uma depressão, da qual até hoje não se livrou. “São altos e baixos, mas às vezes ainda acordo com aquele sentimento de morte. Parece que a depressão fica sempre latente”. Ela tentou terapia, mas sua mãe enxergava as sessões não como uma forma de ajudá-la, mas como algo que pudesse torná-la heterossexual. “Quando ela viu que não era bem assim, desistiu”.
Ana Regina Castillo explica que a terapia informa sobre a depressão, as causas, a evolução, a forma de tratamento e a eficácia, além de dar muito suporte ao paciente nessa fase tão difícil. “Ela ensina maneiras de conduzir o pensamento, os afetos, o comportamento de maneira positiva, levando ao autoconhecimento. As prerrogativas das terapias são as mesmas para adolescentes e adultos, o diferente é o conteúdo do que é discutido, que diz respeito a assuntos e atividades de interesse para o adolescente”. Depressão é uma doença que necessita de diagnóstico correto e plano de tratamento que, muitas vezes, inclui o uso de medicação. Mas, em alguns casos, a terapia adequada pode dispensar os remédios.
Volta por cimaEduardo já estava cansado de ver seus pais sofrerem por ele e decidiu que iria mudar sua vida de qualquer jeito. “Eu cheguei a repetir o ano na escola por falta, porque não tinha ânimo para sair de casa. Quis dar um basta e só saí da depressão graças a mim, que estava farto de tudo aquilo. As pessoas só mudam quando querem! Eu tinha chegado ao fundo do poço e dizem que quando se está lá, existe apenas um lugar para ir: para cima”.
Além da vontade própria, Camila conta que todos os seus amigos a incentivaram e ficaram muito contentes com o sucesso do tratamento. “Foi um período muito difícil para mim, mas foi extremamente necessário para eu me tornar quem eu sou hoje. Aprendi muito sobre mim mesma, como lidar com as situações e, principalmente, a pedir ajuda, coisa que me recusava antigamente. Foi uma fase ruim, mas que eu jamais tiraria da minha vida”, diz. “A família e os amigos devem ouvir, entender, estimular atividades com atitude positiva e acolhedora, evitar críticas e procurar a ajuda de profissionais para orientações mais específicas”, esclarece Ana Regina Castillo.

Fonte: Ig
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Ao ver o primeiro corpo doado por vontade própria ao Departamento de Anatomia do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, em setembro do ano passado, a dentista Thelma Parada(foto),31, agiu com naturalidade.
Ainda que o cadáver fosse de sua avó paterna, Eunice, uma senhora de 85 anos que guardava desde 1978 a carta de consentimento de doação voluntária de seu corpo à ciência. "Fiquei orgulhosa de ser neta dessa pessoa, que pensava na ciência e no progresso da humanidade", diz.
Ela pediu autorização para dissecar o corpo da avó e foi responsável por fazer o primeiro corte no cadáver. Depois, o corpo ficou mergulhado em formol por alguns meses para ficar mais anatômico e, agora, é dissecado pelos alunos do departamento.
"Desde então, eu sou a única pessoa da família que vê a minha avó. Pelo menos uma vez por mês eu passo no laboratório para ver como andam as coisas. Consigo enxergar [o corpo] como um material muito rico, eu sofro muito mais ao ver um corpo ser enterrado", explica.
Thelma, que já fez sua carta de consentimento, defende a doação voluntária de corpos para melhorar os estudos de anatomia, disciplina que leciona na Unip. "As faculdades têm cada vez menos corpos, o processo é lento no caso de indigentes; as pessoas precisam se conscientizar sobre isso", alerta.
Sua avó sonhava em estudar medicina, mas foi proibida pelo pai e decidiu que "ajudaria a ciência pelo menos depois de morta".
Eunice solicitou aos familiares que não a velassem no dia de sua morte. Depois que morreu, seu corpo foi encaminhado diretamente para o Serviço de Verificação de Óbito de São Paulo e, de lá, para a USP. Os parentes se reuniram em casa.
"O fato de eu sempre ter lidado bem com a morte e ter gostado tanto de estudar anatomia deve ser influência da minha avó", diz Thelma.
JULLIANE SILVEIRA
da Folha de S.Paulo

"Doei meu corpo para o ensino da medicina", conta ex-taxista

O mineiro de Belo Horizonte José Maria da Silva, 71, foi caminhoneiro e se aposentou como taxista --profissão que exerceu durante 13 anos. Neste período, perdeu as contas do número de passageiros que transportou e da quantidade de histórias que ouviu.
Foi durante o transporte de um médico patologista, há cerca de 20 anos, que Silva tomou a decisão que ele considera a mais importante da sua vida: quando morrer, seu corpo será doado para a UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), onde será usado como material de estudo nos cursos de medicina, fisioterapia e enfermagem.
Quando Silva morrer, não haverá enterro, apenas um velório simbólico para despedida dos familiares. Depois disso, o corpo será encaminhado para o laboratório de anatomia da Faculdade de Medicina, onde será preservado em formol diluído para depois ser estudado.
A inspiração para o gesto surgiu durante a conversa rápida que ele teve com o passageiro, médico da UFMG. "Lembro que ele usava um jaleco branco com as iniciais da universidade, mas não lembro o seu nome. Nunca mais o vi", afirma.
Silva conta que, durante o percurso, o médico fez um desabafo e comentou que as faculdades de medicina sofrem com a falta de cadáveres "frescos" (ainda não trabalhados por turmas anteriores) e que isso poderia prejudicar a formação dos alunos. "Taxista ouve muitas coisas e precisa saber filtrar o que ouve. Mas, nesse caso, a história despertou minha curiosidade e fui atrás para saber como doar o meu corpo", diz.
Depois de pensar sobre o assunto e seguro da sua decisão, Silva procurou a universidade para saber quais eram os procedimentos. Na primeira tentativa, na década de 80, passou por vários departamentos e não conseguiu efetivar sua vontade, pois ainda não havia legislação que regulamentasse a doação.
A lei que regula a doação é de 1992, mas só em 2000 Silva conseguiu se cadastrar oficialmente como doador, pois o serviço da UFMG foi inaugurado em 1999. Para isso, ele passou por uma rígida entrevista e assinou um termo que ficou registrado na faculdade. Em alguns casos, o documento é registrado em cartório, na presença de testemunhas.
Graças ao programa de doação, a universidade possui atualmente 296 doadores cadastrados e, destes, 30 já morreram e tiveram os corpos encaminhados para ensino.
Segundo o professor Geraldo Brasileiro Filho, ex-diretor da faculdade, a UFMG faz campanhas constantemente para incentivar a doação de corpos, pois a universidade praticamente não recebe cadáveres do IML (Instituto Médico Legal). "A nossa parceria com o IML existe desde 2004 e, desde então, só recebemos dez corpos. Por isso, fazemos um trabalho ativo para incentivar a doação."

Família precisa concordar

Vivendo em uma sociedade que incentiva a doação de órgãos com campanhas, mas que praticamente desconhece a doação de corpos, Silva dependerá do apoio da família para colocar em prática o desejo de doar seu corpo para estudos.
Isso porque, atualmente, quem decide se um órgão pode ou não ser doado é a família, independentemente da opção em vida do doador. A doação do corpo funciona da mesma maneira --embora a lei 8.501 de 1992 regulamente a doação de cadáver para ensino.
Apesar de ser doador declarado --com direito a carteirinha oficial e termo de doação--, Silva encontrou a primeira dificuldade dentro de casa, pois sua mulher ainda não entendeu os motivos de ele querer doar o corpo depois que morrer, por isso rejeita a ideia.
"Ele cismou com esse negócio de doar o corpo, mas ainda não consigo aceitar a decisão. Acho muito complicado, eu quero ser enterrada quando morrer. Pode ser que eu mude de ideia algum dia", diz Neuza Silva, mulher de Silva.
Sem o consenso familiar, no entanto, a vontade de Silva de doar o corpo perde o valor. "As minhas filhas são mais tranquilas com relação a isso e espero que minha mulher mude de ideia com o passar do tempo. A minha família toda sabe da minha posição a respeito do assunto. Espero que ninguém me decepcione", diz o ex-taxista.
O professor Brasileiro reforça que, apesar de existir um termo oficial de doação, a universidade nunca entrará em conflito com a família do doador, caso os familiares se recusem a cumprir o termo de doação.
"A morte é um momento particularmente doloroso e nosso objetivo não é criar confronto. A faculdade precisa de corpos, mas não a qualquer custo. Por isso, é muito importante orientarmos os familiares, pois, se não os tivermos como aliados nessa tarefa, provavelmente nem saberemos que a pessoa faleceu", explicou o professor.
Silva diz esperar que a família entenda e apoie sua decisão. "Decidi doar o meu corpo para cobrir uma lacuna que existe no ensino da medicina. Se eu souber que minha vontade não foi realizada, será uma grande frustração. O nosso corpo não tem dono e, se não tem dono, é da ciência", afirma.

FERNANDA BASSETTE
da Folha de S.Paulo

Conhecer "A doação de corpos em vida" é uma atitude humanitária e solidária, ajudará as Instituições de Ensino Superior formarem bons profissionais. As Faculdades de Medicina, tanto do Brasil como do exterior estão realmente precisando de corpos para estudo e atualmente fazem campanhas para doação. Antes de registrar sua vontade em cartório é prudente orientar sua família sobre esse desejo. Caso aja interesse em doar entre em contato com a Profª Drª Tania Regina Santos Soares da área de Anatomia humana do DCM/UEM (3261-4340). Além do doador e a representante da Instituição para qual se deseja fazer a doação, são necessárias duas testemunhas. Todos devem comparecer ao cartório, onde a vontade do doador será registrada, munidos dos seguintes documentos: RG, CPF, Certidão de Casamento, Comprovante de residência


A lei nº 8.501, de 1992, que regulamenta o uso de cadáveres para finalidades científicas, trata apenas do uso de corpos não reclamados (indigentes). A USP (Universidade de São Paulo) e a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), por exemplo, aceitam a doação. No caso da USP, é preciso ir até a Faculdade de Medicina com RG e CPF e preencher uma declaração, que deve ser assinada pelo próprio voluntário (com firma reconhecida) e por mais cinco pessoas (todas maiores de 18 anos). Recebe-se, então, um documento com os procedimentos que deverão ser adotados pelos familiares após a morte. O sistema da Unifesp é parecido, mas são necessárias apenas duas testemunhas. Já a Unesp (Universidade Estadual Paulista) não aceita as doações voluntárias. Informações: tel. 0/ xx/11/3066-7000 (USP) e tel. 0/xx/11/ 5576-4522 (Unifesp).
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Ao ver o primeiro corpo doado por vontade própria ao Departamento de Anatomia do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, em setembro do ano passado, a dentista Thelma Parada(foto),31, agiu com naturalidade.
Ainda que o cadáver fosse de sua avó paterna, Eunice, uma senhora de 85 anos que guardava desde 1978 a carta de consentimento de doação voluntária de seu corpo à ciência. "Fiquei orgulhosa de ser neta dessa pessoa, que pensava na ciência e no progresso da humanidade", diz.
Ela pediu autorização para dissecar o corpo da avó e foi responsável por fazer o primeiro corte no cadáver. Depois, o corpo ficou mergulhado em formol por alguns meses para ficar mais anatômico e, agora, é dissecado pelos alunos do departamento.
"Desde então, eu sou a única pessoa da família que vê a minha avó. Pelo menos uma vez por mês eu passo no laboratório para ver como andam as coisas. Consigo enxergar [o corpo] como um material muito rico, eu sofro muito mais ao ver um corpo ser enterrado", explica.
Thelma, que já fez sua carta de consentimento, defende a doação voluntária de corpos para melhorar os estudos de anatomia, disciplina que leciona na Unip. "As faculdades têm cada vez menos corpos, o processo é lento no caso de indigentes; as pessoas precisam se conscientizar sobre isso", alerta.
Sua avó sonhava em estudar medicina, mas foi proibida pelo pai e decidiu que "ajudaria a ciência pelo menos depois de morta".
Eunice solicitou aos familiares que não a velassem no dia de sua morte. Depois que morreu, seu corpo foi encaminhado diretamente para o Serviço de Verificação de Óbito de São Paulo e, de lá, para a USP. Os parentes se reuniram em casa.
"O fato de eu sempre ter lidado bem com a morte e ter gostado tanto de estudar anatomia deve ser influência da minha avó", diz Thelma.
JULLIANE SILVEIRA
da Folha de S.Paulo

"Doei meu corpo para o ensino da medicina", conta ex-taxista

O mineiro de Belo Horizonte José Maria da Silva, 71, foi caminhoneiro e se aposentou como taxista --profissão que exerceu durante 13 anos. Neste período, perdeu as contas do número de passageiros que transportou e da quantidade de histórias que ouviu.
Foi durante o transporte de um médico patologista, há cerca de 20 anos, que Silva tomou a decisão que ele considera a mais importante da sua vida: quando morrer, seu corpo será doado para a UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), onde será usado como material de estudo nos cursos de medicina, fisioterapia e enfermagem.
Quando Silva morrer, não haverá enterro, apenas um velório simbólico para despedida dos familiares. Depois disso, o corpo será encaminhado para o laboratório de anatomia da Faculdade de Medicina, onde será preservado em formol diluído para depois ser estudado.
A inspiração para o gesto surgiu durante a conversa rápida que ele teve com o passageiro, médico da UFMG. "Lembro que ele usava um jaleco branco com as iniciais da universidade, mas não lembro o seu nome. Nunca mais o vi", afirma.
Silva conta que, durante o percurso, o médico fez um desabafo e comentou que as faculdades de medicina sofrem com a falta de cadáveres "frescos" (ainda não trabalhados por turmas anteriores) e que isso poderia prejudicar a formação dos alunos. "Taxista ouve muitas coisas e precisa saber filtrar o que ouve. Mas, nesse caso, a história despertou minha curiosidade e fui atrás para saber como doar o meu corpo", diz.
Depois de pensar sobre o assunto e seguro da sua decisão, Silva procurou a universidade para saber quais eram os procedimentos. Na primeira tentativa, na década de 80, passou por vários departamentos e não conseguiu efetivar sua vontade, pois ainda não havia legislação que regulamentasse a doação.
A lei que regula a doação é de 1992, mas só em 2000 Silva conseguiu se cadastrar oficialmente como doador, pois o serviço da UFMG foi inaugurado em 1999. Para isso, ele passou por uma rígida entrevista e assinou um termo que ficou registrado na faculdade. Em alguns casos, o documento é registrado em cartório, na presença de testemunhas.
Graças ao programa de doação, a universidade possui atualmente 296 doadores cadastrados e, destes, 30 já morreram e tiveram os corpos encaminhados para ensino.
Segundo o professor Geraldo Brasileiro Filho, ex-diretor da faculdade, a UFMG faz campanhas constantemente para incentivar a doação de corpos, pois a universidade praticamente não recebe cadáveres do IML (Instituto Médico Legal). "A nossa parceria com o IML existe desde 2004 e, desde então, só recebemos dez corpos. Por isso, fazemos um trabalho ativo para incentivar a doação."

Família precisa concordar

Vivendo em uma sociedade que incentiva a doação de órgãos com campanhas, mas que praticamente desconhece a doação de corpos, Silva dependerá do apoio da família para colocar em prática o desejo de doar seu corpo para estudos.
Isso porque, atualmente, quem decide se um órgão pode ou não ser doado é a família, independentemente da opção em vida do doador. A doação do corpo funciona da mesma maneira --embora a lei 8.501 de 1992 regulamente a doação de cadáver para ensino.
Apesar de ser doador declarado --com direito a carteirinha oficial e termo de doação--, Silva encontrou a primeira dificuldade dentro de casa, pois sua mulher ainda não entendeu os motivos de ele querer doar o corpo depois que morrer, por isso rejeita a ideia.
"Ele cismou com esse negócio de doar o corpo, mas ainda não consigo aceitar a decisão. Acho muito complicado, eu quero ser enterrada quando morrer. Pode ser que eu mude de ideia algum dia", diz Neuza Silva, mulher de Silva.
Sem o consenso familiar, no entanto, a vontade de Silva de doar o corpo perde o valor. "As minhas filhas são mais tranquilas com relação a isso e espero que minha mulher mude de ideia com o passar do tempo. A minha família toda sabe da minha posição a respeito do assunto. Espero que ninguém me decepcione", diz o ex-taxista.
O professor Brasileiro reforça que, apesar de existir um termo oficial de doação, a universidade nunca entrará em conflito com a família do doador, caso os familiares se recusem a cumprir o termo de doação.
"A morte é um momento particularmente doloroso e nosso objetivo não é criar confronto. A faculdade precisa de corpos, mas não a qualquer custo. Por isso, é muito importante orientarmos os familiares, pois, se não os tivermos como aliados nessa tarefa, provavelmente nem saberemos que a pessoa faleceu", explicou o professor.
Silva diz esperar que a família entenda e apoie sua decisão. "Decidi doar o meu corpo para cobrir uma lacuna que existe no ensino da medicina. Se eu souber que minha vontade não foi realizada, será uma grande frustração. O nosso corpo não tem dono e, se não tem dono, é da ciência", afirma.

FERNANDA BASSETTE
da Folha de S.Paulo

Conhecer "A doação de corpos em vida" é uma atitude humanitária e solidária, ajudará as Instituições de Ensino Superior formarem bons profissionais. As Faculdades de Medicina, tanto do Brasil como do exterior estão realmente precisando de corpos para estudo e atualmente fazem campanhas para doação. Antes de registrar sua vontade em cartório é prudente orientar sua família sobre esse desejo. Caso aja interesse em doar entre em contato com a Profª Drª Tania Regina Santos Soares da área de Anatomia humana do DCM/UEM (3261-4340). Além do doador e a representante da Instituição para qual se deseja fazer a doação, são necessárias duas testemunhas. Todos devem comparecer ao cartório, onde a vontade do doador será registrada, munidos dos seguintes documentos: RG, CPF, Certidão de Casamento, Comprovante de residência


A lei nº 8.501, de 1992, que regulamenta o uso de cadáveres para finalidades científicas, trata apenas do uso de corpos não reclamados (indigentes). A USP (Universidade de São Paulo) e a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), por exemplo, aceitam a doação. No caso da USP, é preciso ir até a Faculdade de Medicina com RG e CPF e preencher uma declaração, que deve ser assinada pelo próprio voluntário (com firma reconhecida) e por mais cinco pessoas (todas maiores de 18 anos). Recebe-se, então, um documento com os procedimentos que deverão ser adotados pelos familiares após a morte. O sistema da Unifesp é parecido, mas são necessárias apenas duas testemunhas. Já a Unesp (Universidade Estadual Paulista) não aceita as doações voluntárias. Informações: tel. 0/ xx/11/3066-7000 (USP) e tel. 0/xx/11/ 5576-4522 (Unifesp).
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Ao ver o primeiro corpo doado por vontade própria ao Departamento de Anatomia do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, em setembro do ano passado, a dentista Thelma Parada(foto),31, agiu com naturalidade.
Ainda que o cadáver fosse de sua avó paterna, Eunice, uma senhora de 85 anos que guardava desde 1978 a carta de consentimento de doação voluntária de seu corpo à ciência. "Fiquei orgulhosa de ser neta dessa pessoa, que pensava na ciência e no progresso da humanidade", diz.
Ela pediu autorização para dissecar o corpo da avó e foi responsável por fazer o primeiro corte no cadáver. Depois, o corpo ficou mergulhado em formol por alguns meses para ficar mais anatômico e, agora, é dissecado pelos alunos do departamento.
"Desde então, eu sou a única pessoa da família que vê a minha avó. Pelo menos uma vez por mês eu passo no laboratório para ver como andam as coisas. Consigo enxergar [o corpo] como um material muito rico, eu sofro muito mais ao ver um corpo ser enterrado", explica.
Thelma, que já fez sua carta de consentimento, defende a doação voluntária de corpos para melhorar os estudos de anatomia, disciplina que leciona na Unip. "As faculdades têm cada vez menos corpos, o processo é lento no caso de indigentes; as pessoas precisam se conscientizar sobre isso", alerta.
Sua avó sonhava em estudar medicina, mas foi proibida pelo pai e decidiu que "ajudaria a ciência pelo menos depois de morta".
Eunice solicitou aos familiares que não a velassem no dia de sua morte. Depois que morreu, seu corpo foi encaminhado diretamente para o Serviço de Verificação de Óbito de São Paulo e, de lá, para a USP. Os parentes se reuniram em casa.
"O fato de eu sempre ter lidado bem com a morte e ter gostado tanto de estudar anatomia deve ser influência da minha avó", diz Thelma.
JULLIANE SILVEIRA
da Folha de S.Paulo

"Doei meu corpo para o ensino da medicina", conta ex-taxista

O mineiro de Belo Horizonte José Maria da Silva, 71, foi caminhoneiro e se aposentou como taxista --profissão que exerceu durante 13 anos. Neste período, perdeu as contas do número de passageiros que transportou e da quantidade de histórias que ouviu.
Foi durante o transporte de um médico patologista, há cerca de 20 anos, que Silva tomou a decisão que ele considera a mais importante da sua vida: quando morrer, seu corpo será doado para a UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), onde será usado como material de estudo nos cursos de medicina, fisioterapia e enfermagem.
Quando Silva morrer, não haverá enterro, apenas um velório simbólico para despedida dos familiares. Depois disso, o corpo será encaminhado para o laboratório de anatomia da Faculdade de Medicina, onde será preservado em formol diluído para depois ser estudado.
A inspiração para o gesto surgiu durante a conversa rápida que ele teve com o passageiro, médico da UFMG. "Lembro que ele usava um jaleco branco com as iniciais da universidade, mas não lembro o seu nome. Nunca mais o vi", afirma.
Silva conta que, durante o percurso, o médico fez um desabafo e comentou que as faculdades de medicina sofrem com a falta de cadáveres "frescos" (ainda não trabalhados por turmas anteriores) e que isso poderia prejudicar a formação dos alunos. "Taxista ouve muitas coisas e precisa saber filtrar o que ouve. Mas, nesse caso, a história despertou minha curiosidade e fui atrás para saber como doar o meu corpo", diz.
Depois de pensar sobre o assunto e seguro da sua decisão, Silva procurou a universidade para saber quais eram os procedimentos. Na primeira tentativa, na década de 80, passou por vários departamentos e não conseguiu efetivar sua vontade, pois ainda não havia legislação que regulamentasse a doação.
A lei que regula a doação é de 1992, mas só em 2000 Silva conseguiu se cadastrar oficialmente como doador, pois o serviço da UFMG foi inaugurado em 1999. Para isso, ele passou por uma rígida entrevista e assinou um termo que ficou registrado na faculdade. Em alguns casos, o documento é registrado em cartório, na presença de testemunhas.
Graças ao programa de doação, a universidade possui atualmente 296 doadores cadastrados e, destes, 30 já morreram e tiveram os corpos encaminhados para ensino.
Segundo o professor Geraldo Brasileiro Filho, ex-diretor da faculdade, a UFMG faz campanhas constantemente para incentivar a doação de corpos, pois a universidade praticamente não recebe cadáveres do IML (Instituto Médico Legal). "A nossa parceria com o IML existe desde 2004 e, desde então, só recebemos dez corpos. Por isso, fazemos um trabalho ativo para incentivar a doação."

Família precisa concordar

Vivendo em uma sociedade que incentiva a doação de órgãos com campanhas, mas que praticamente desconhece a doação de corpos, Silva dependerá do apoio da família para colocar em prática o desejo de doar seu corpo para estudos.
Isso porque, atualmente, quem decide se um órgão pode ou não ser doado é a família, independentemente da opção em vida do doador. A doação do corpo funciona da mesma maneira --embora a lei 8.501 de 1992 regulamente a doação de cadáver para ensino.
Apesar de ser doador declarado --com direito a carteirinha oficial e termo de doação--, Silva encontrou a primeira dificuldade dentro de casa, pois sua mulher ainda não entendeu os motivos de ele querer doar o corpo depois que morrer, por isso rejeita a ideia.
"Ele cismou com esse negócio de doar o corpo, mas ainda não consigo aceitar a decisão. Acho muito complicado, eu quero ser enterrada quando morrer. Pode ser que eu mude de ideia algum dia", diz Neuza Silva, mulher de Silva.
Sem o consenso familiar, no entanto, a vontade de Silva de doar o corpo perde o valor. "As minhas filhas são mais tranquilas com relação a isso e espero que minha mulher mude de ideia com o passar do tempo. A minha família toda sabe da minha posição a respeito do assunto. Espero que ninguém me decepcione", diz o ex-taxista.
O professor Brasileiro reforça que, apesar de existir um termo oficial de doação, a universidade nunca entrará em conflito com a família do doador, caso os familiares se recusem a cumprir o termo de doação.
"A morte é um momento particularmente doloroso e nosso objetivo não é criar confronto. A faculdade precisa de corpos, mas não a qualquer custo. Por isso, é muito importante orientarmos os familiares, pois, se não os tivermos como aliados nessa tarefa, provavelmente nem saberemos que a pessoa faleceu", explicou o professor.
Silva diz esperar que a família entenda e apoie sua decisão. "Decidi doar o meu corpo para cobrir uma lacuna que existe no ensino da medicina. Se eu souber que minha vontade não foi realizada, será uma grande frustração. O nosso corpo não tem dono e, se não tem dono, é da ciência", afirma.

FERNANDA BASSETTE
da Folha de S.Paulo

Conhecer "A doação de corpos em vida" é uma atitude humanitária e solidária, ajudará as Instituições de Ensino Superior formarem bons profissionais. As Faculdades de Medicina, tanto do Brasil como do exterior estão realmente precisando de corpos para estudo e atualmente fazem campanhas para doação. Antes de registrar sua vontade em cartório é prudente orientar sua família sobre esse desejo. Caso aja interesse em doar entre em contato com a Profª Drª Tania Regina Santos Soares da área de Anatomia humana do DCM/UEM (3261-4340). Além do doador e a representante da Instituição para qual se deseja fazer a doação, são necessárias duas testemunhas. Todos devem comparecer ao cartório, onde a vontade do doador será registrada, munidos dos seguintes documentos: RG, CPF, Certidão de Casamento, Comprovante de residência


A lei nº 8.501, de 1992, que regulamenta o uso de cadáveres para finalidades científicas, trata apenas do uso de corpos não reclamados (indigentes). A USP (Universidade de São Paulo) e a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), por exemplo, aceitam a doação. No caso da USP, é preciso ir até a Faculdade de Medicina com RG e CPF e preencher uma declaração, que deve ser assinada pelo próprio voluntário (com firma reconhecida) e por mais cinco pessoas (todas maiores de 18 anos). Recebe-se, então, um documento com os procedimentos que deverão ser adotados pelos familiares após a morte. O sistema da Unifesp é parecido, mas são necessárias apenas duas testemunhas. Já a Unesp (Universidade Estadual Paulista) não aceita as doações voluntárias. Informações: tel. 0/ xx/11/3066-7000 (USP) e tel. 0/xx/11/ 5576-4522 (Unifesp).
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Ao ver o primeiro corpo doado por vontade própria ao Departamento de Anatomia do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, em setembro do ano passado, a dentista Thelma Parada(foto),31, agiu com naturalidade.
Ainda que o cadáver fosse de sua avó paterna, Eunice, uma senhora de 85 anos que guardava desde 1978 a carta de consentimento de doação voluntária de seu corpo à ciência. "Fiquei orgulhosa de ser neta dessa pessoa, que pensava na ciência e no progresso da humanidade", diz.
Ela pediu autorização para dissecar o corpo da avó e foi responsável por fazer o primeiro corte no cadáver. Depois, o corpo ficou mergulhado em formol por alguns meses para ficar mais anatômico e, agora, é dissecado pelos alunos do departamento.
"Desde então, eu sou a única pessoa da família que vê a minha avó. Pelo menos uma vez por mês eu passo no laboratório para ver como andam as coisas. Consigo enxergar [o corpo] como um material muito rico, eu sofro muito mais ao ver um corpo ser enterrado", explica.
Thelma, que já fez sua carta de consentimento, defende a doação voluntária de corpos para melhorar os estudos de anatomia, disciplina que leciona na Unip. "As faculdades têm cada vez menos corpos, o processo é lento no caso de indigentes; as pessoas precisam se conscientizar sobre isso", alerta.
Sua avó sonhava em estudar medicina, mas foi proibida pelo pai e decidiu que "ajudaria a ciência pelo menos depois de morta".
Eunice solicitou aos familiares que não a velassem no dia de sua morte. Depois que morreu, seu corpo foi encaminhado diretamente para o Serviço de Verificação de Óbito de São Paulo e, de lá, para a USP. Os parentes se reuniram em casa.
"O fato de eu sempre ter lidado bem com a morte e ter gostado tanto de estudar anatomia deve ser influência da minha avó", diz Thelma.
JULLIANE SILVEIRA
da Folha de S.Paulo

"Doei meu corpo para o ensino da medicina", conta ex-taxista

O mineiro de Belo Horizonte José Maria da Silva, 71, foi caminhoneiro e se aposentou como taxista --profissão que exerceu durante 13 anos. Neste período, perdeu as contas do número de passageiros que transportou e da quantidade de histórias que ouviu.
Foi durante o transporte de um médico patologista, há cerca de 20 anos, que Silva tomou a decisão que ele considera a mais importante da sua vida: quando morrer, seu corpo será doado para a UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), onde será usado como material de estudo nos cursos de medicina, fisioterapia e enfermagem.
Quando Silva morrer, não haverá enterro, apenas um velório simbólico para despedida dos familiares. Depois disso, o corpo será encaminhado para o laboratório de anatomia da Faculdade de Medicina, onde será preservado em formol diluído para depois ser estudado.
A inspiração para o gesto surgiu durante a conversa rápida que ele teve com o passageiro, médico da UFMG. "Lembro que ele usava um jaleco branco com as iniciais da universidade, mas não lembro o seu nome. Nunca mais o vi", afirma.
Silva conta que, durante o percurso, o médico fez um desabafo e comentou que as faculdades de medicina sofrem com a falta de cadáveres "frescos" (ainda não trabalhados por turmas anteriores) e que isso poderia prejudicar a formação dos alunos. "Taxista ouve muitas coisas e precisa saber filtrar o que ouve. Mas, nesse caso, a história despertou minha curiosidade e fui atrás para saber como doar o meu corpo", diz.
Depois de pensar sobre o assunto e seguro da sua decisão, Silva procurou a universidade para saber quais eram os procedimentos. Na primeira tentativa, na década de 80, passou por vários departamentos e não conseguiu efetivar sua vontade, pois ainda não havia legislação que regulamentasse a doação.
A lei que regula a doação é de 1992, mas só em 2000 Silva conseguiu se cadastrar oficialmente como doador, pois o serviço da UFMG foi inaugurado em 1999. Para isso, ele passou por uma rígida entrevista e assinou um termo que ficou registrado na faculdade. Em alguns casos, o documento é registrado em cartório, na presença de testemunhas.
Graças ao programa de doação, a universidade possui atualmente 296 doadores cadastrados e, destes, 30 já morreram e tiveram os corpos encaminhados para ensino.
Segundo o professor Geraldo Brasileiro Filho, ex-diretor da faculdade, a UFMG faz campanhas constantemente para incentivar a doação de corpos, pois a universidade praticamente não recebe cadáveres do IML (Instituto Médico Legal). "A nossa parceria com o IML existe desde 2004 e, desde então, só recebemos dez corpos. Por isso, fazemos um trabalho ativo para incentivar a doação."

Família precisa concordar

Vivendo em uma sociedade que incentiva a doação de órgãos com campanhas, mas que praticamente desconhece a doação de corpos, Silva dependerá do apoio da família para colocar em prática o desejo de doar seu corpo para estudos.
Isso porque, atualmente, quem decide se um órgão pode ou não ser doado é a família, independentemente da opção em vida do doador. A doação do corpo funciona da mesma maneira --embora a lei 8.501 de 1992 regulamente a doação de cadáver para ensino.
Apesar de ser doador declarado --com direito a carteirinha oficial e termo de doação--, Silva encontrou a primeira dificuldade dentro de casa, pois sua mulher ainda não entendeu os motivos de ele querer doar o corpo depois que morrer, por isso rejeita a ideia.
"Ele cismou com esse negócio de doar o corpo, mas ainda não consigo aceitar a decisão. Acho muito complicado, eu quero ser enterrada quando morrer. Pode ser que eu mude de ideia algum dia", diz Neuza Silva, mulher de Silva.
Sem o consenso familiar, no entanto, a vontade de Silva de doar o corpo perde o valor. "As minhas filhas são mais tranquilas com relação a isso e espero que minha mulher mude de ideia com o passar do tempo. A minha família toda sabe da minha posição a respeito do assunto. Espero que ninguém me decepcione", diz o ex-taxista.
O professor Brasileiro reforça que, apesar de existir um termo oficial de doação, a universidade nunca entrará em conflito com a família do doador, caso os familiares se recusem a cumprir o termo de doação.
"A morte é um momento particularmente doloroso e nosso objetivo não é criar confronto. A faculdade precisa de corpos, mas não a qualquer custo. Por isso, é muito importante orientarmos os familiares, pois, se não os tivermos como aliados nessa tarefa, provavelmente nem saberemos que a pessoa faleceu", explicou o professor.
Silva diz esperar que a família entenda e apoie sua decisão. "Decidi doar o meu corpo para cobrir uma lacuna que existe no ensino da medicina. Se eu souber que minha vontade não foi realizada, será uma grande frustração. O nosso corpo não tem dono e, se não tem dono, é da ciência", afirma.

FERNANDA BASSETTE
da Folha de S.Paulo

Conhecer "A doação de corpos em vida" é uma atitude humanitária e solidária, ajudará as Instituições de Ensino Superior formarem bons profissionais. As Faculdades de Medicina, tanto do Brasil como do exterior estão realmente precisando de corpos para estudo e atualmente fazem campanhas para doação. Antes de registrar sua vontade em cartório é prudente orientar sua família sobre esse desejo. Caso aja interesse em doar entre em contato com a Profª Drª Tania Regina Santos Soares da área de Anatomia humana do DCM/UEM (3261-4340). Além do doador e a representante da Instituição para qual se deseja fazer a doação, são necessárias duas testemunhas. Todos devem comparecer ao cartório, onde a vontade do doador será registrada, munidos dos seguintes documentos: RG, CPF, Certidão de Casamento, Comprovante de residência


A lei nº 8.501, de 1992, que regulamenta o uso de cadáveres para finalidades científicas, trata apenas do uso de corpos não reclamados (indigentes). A USP (Universidade de São Paulo) e a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), por exemplo, aceitam a doação. No caso da USP, é preciso ir até a Faculdade de Medicina com RG e CPF e preencher uma declaração, que deve ser assinada pelo próprio voluntário (com firma reconhecida) e por mais cinco pessoas (todas maiores de 18 anos). Recebe-se, então, um documento com os procedimentos que deverão ser adotados pelos familiares após a morte. O sistema da Unifesp é parecido, mas são necessárias apenas duas testemunhas. Já a Unesp (Universidade Estadual Paulista) não aceita as doações voluntárias. Informações: tel. 0/ xx/11/3066-7000 (USP) e tel. 0/xx/11/ 5576-4522 (Unifesp).
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Ao ver o primeiro corpo doado por vontade própria ao Departamento de Anatomia do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, em setembro do ano passado, a dentista Thelma Parada(foto),31, agiu com naturalidade.
Ainda que o cadáver fosse de sua avó paterna, Eunice, uma senhora de 85 anos que guardava desde 1978 a carta de consentimento de doação voluntária de seu corpo à ciência. "Fiquei orgulhosa de ser neta dessa pessoa, que pensava na ciência e no progresso da humanidade", diz.
Ela pediu autorização para dissecar o corpo da avó e foi responsável por fazer o primeiro corte no cadáver. Depois, o corpo ficou mergulhado em formol por alguns meses para ficar mais anatômico e, agora, é dissecado pelos alunos do departamento.
"Desde então, eu sou a única pessoa da família que vê a minha avó. Pelo menos uma vez por mês eu passo no laboratório para ver como andam as coisas. Consigo enxergar [o corpo] como um material muito rico, eu sofro muito mais ao ver um corpo ser enterrado", explica.
Thelma, que já fez sua carta de consentimento, defende a doação voluntária de corpos para melhorar os estudos de anatomia, disciplina que leciona na Unip. "As faculdades têm cada vez menos corpos, o processo é lento no caso de indigentes; as pessoas precisam se conscientizar sobre isso", alerta.
Sua avó sonhava em estudar medicina, mas foi proibida pelo pai e decidiu que "ajudaria a ciência pelo menos depois de morta".
Eunice solicitou aos familiares que não a velassem no dia de sua morte. Depois que morreu, seu corpo foi encaminhado diretamente para o Serviço de Verificação de Óbito de São Paulo e, de lá, para a USP. Os parentes se reuniram em casa.
"O fato de eu sempre ter lidado bem com a morte e ter gostado tanto de estudar anatomia deve ser influência da minha avó", diz Thelma.
JULLIANE SILVEIRA
da Folha de S.Paulo

"Doei meu corpo para o ensino da medicina", conta ex-taxista

O mineiro de Belo Horizonte José Maria da Silva, 71, foi caminhoneiro e se aposentou como taxista --profissão que exerceu durante 13 anos. Neste período, perdeu as contas do número de passageiros que transportou e da quantidade de histórias que ouviu.
Foi durante o transporte de um médico patologista, há cerca de 20 anos, que Silva tomou a decisão que ele considera a mais importante da sua vida: quando morrer, seu corpo será doado para a UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), onde será usado como material de estudo nos cursos de medicina, fisioterapia e enfermagem.
Quando Silva morrer, não haverá enterro, apenas um velório simbólico para despedida dos familiares. Depois disso, o corpo será encaminhado para o laboratório de anatomia da Faculdade de Medicina, onde será preservado em formol diluído para depois ser estudado.
A inspiração para o gesto surgiu durante a conversa rápida que ele teve com o passageiro, médico da UFMG. "Lembro que ele usava um jaleco branco com as iniciais da universidade, mas não lembro o seu nome. Nunca mais o vi", afirma.
Silva conta que, durante o percurso, o médico fez um desabafo e comentou que as faculdades de medicina sofrem com a falta de cadáveres "frescos" (ainda não trabalhados por turmas anteriores) e que isso poderia prejudicar a formação dos alunos. "Taxista ouve muitas coisas e precisa saber filtrar o que ouve. Mas, nesse caso, a história despertou minha curiosidade e fui atrás para saber como doar o meu corpo", diz.
Depois de pensar sobre o assunto e seguro da sua decisão, Silva procurou a universidade para saber quais eram os procedimentos. Na primeira tentativa, na década de 80, passou por vários departamentos e não conseguiu efetivar sua vontade, pois ainda não havia legislação que regulamentasse a doação.
A lei que regula a doação é de 1992, mas só em 2000 Silva conseguiu se cadastrar oficialmente como doador, pois o serviço da UFMG foi inaugurado em 1999. Para isso, ele passou por uma rígida entrevista e assinou um termo que ficou registrado na faculdade. Em alguns casos, o documento é registrado em cartório, na presença de testemunhas.
Graças ao programa de doação, a universidade possui atualmente 296 doadores cadastrados e, destes, 30 já morreram e tiveram os corpos encaminhados para ensino.
Segundo o professor Geraldo Brasileiro Filho, ex-diretor da faculdade, a UFMG faz campanhas constantemente para incentivar a doação de corpos, pois a universidade praticamente não recebe cadáveres do IML (Instituto Médico Legal). "A nossa parceria com o IML existe desde 2004 e, desde então, só recebemos dez corpos. Por isso, fazemos um trabalho ativo para incentivar a doação."

Família precisa concordar

Vivendo em uma sociedade que incentiva a doação de órgãos com campanhas, mas que praticamente desconhece a doação de corpos, Silva dependerá do apoio da família para colocar em prática o desejo de doar seu corpo para estudos.
Isso porque, atualmente, quem decide se um órgão pode ou não ser doado é a família, independentemente da opção em vida do doador. A doação do corpo funciona da mesma maneira --embora a lei 8.501 de 1992 regulamente a doação de cadáver para ensino.
Apesar de ser doador declarado --com direito a carteirinha oficial e termo de doação--, Silva encontrou a primeira dificuldade dentro de casa, pois sua mulher ainda não entendeu os motivos de ele querer doar o corpo depois que morrer, por isso rejeita a ideia.
"Ele cismou com esse negócio de doar o corpo, mas ainda não consigo aceitar a decisão. Acho muito complicado, eu quero ser enterrada quando morrer. Pode ser que eu mude de ideia algum dia", diz Neuza Silva, mulher de Silva.
Sem o consenso familiar, no entanto, a vontade de Silva de doar o corpo perde o valor. "As minhas filhas são mais tranquilas com relação a isso e espero que minha mulher mude de ideia com o passar do tempo. A minha família toda sabe da minha posição a respeito do assunto. Espero que ninguém me decepcione", diz o ex-taxista.
O professor Brasileiro reforça que, apesar de existir um termo oficial de doação, a universidade nunca entrará em conflito com a família do doador, caso os familiares se recusem a cumprir o termo de doação.
"A morte é um momento particularmente doloroso e nosso objetivo não é criar confronto. A faculdade precisa de corpos, mas não a qualquer custo. Por isso, é muito importante orientarmos os familiares, pois, se não os tivermos como aliados nessa tarefa, provavelmente nem saberemos que a pessoa faleceu", explicou o professor.
Silva diz esperar que a família entenda e apoie sua decisão. "Decidi doar o meu corpo para cobrir uma lacuna que existe no ensino da medicina. Se eu souber que minha vontade não foi realizada, será uma grande frustração. O nosso corpo não tem dono e, se não tem dono, é da ciência", afirma.

FERNANDA BASSETTE
da Folha de S.Paulo

Conhecer "A doação de corpos em vida" é uma atitude humanitária e solidária, ajudará as Instituições de Ensino Superior formarem bons profissionais. As Faculdades de Medicina, tanto do Brasil como do exterior estão realmente precisando de corpos para estudo e atualmente fazem campanhas para doação. Antes de registrar sua vontade em cartório é prudente orientar sua família sobre esse desejo. Caso aja interesse em doar entre em contato com a Profª Drª Tania Regina Santos Soares da área de Anatomia humana do DCM/UEM (3261-4340). Além do doador e a representante da Instituição para qual se deseja fazer a doação, são necessárias duas testemunhas. Todos devem comparecer ao cartório, onde a vontade do doador será registrada, munidos dos seguintes documentos: RG, CPF, Certidão de Casamento, Comprovante de residência


A lei nº 8.501, de 1992, que regulamenta o uso de cadáveres para finalidades científicas, trata apenas do uso de corpos não reclamados (indigentes). A USP (Universidade de São Paulo) e a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), por exemplo, aceitam a doação. No caso da USP, é preciso ir até a Faculdade de Medicina com RG e CPF e preencher uma declaração, que deve ser assinada pelo próprio voluntário (com firma reconhecida) e por mais cinco pessoas (todas maiores de 18 anos). Recebe-se, então, um documento com os procedimentos que deverão ser adotados pelos familiares após a morte. O sistema da Unifesp é parecido, mas são necessárias apenas duas testemunhas. Já a Unesp (Universidade Estadual Paulista) não aceita as doações voluntárias. Informações: tel. 0/ xx/11/3066-7000 (USP) e tel. 0/xx/11/ 5576-4522 (Unifesp).
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Ao ver o primeiro corpo doado por vontade própria ao Departamento de Anatomia do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, em setembro do ano passado, a dentista Thelma Parada(foto),31, agiu com naturalidade.
Ainda que o cadáver fosse de sua avó paterna, Eunice, uma senhora de 85 anos que guardava desde 1978 a carta de consentimento de doação voluntária de seu corpo à ciência. "Fiquei orgulhosa de ser neta dessa pessoa, que pensava na ciência e no progresso da humanidade", diz.
Ela pediu autorização para dissecar o corpo da avó e foi responsável por fazer o primeiro corte no cadáver. Depois, o corpo ficou mergulhado em formol por alguns meses para ficar mais anatômico e, agora, é dissecado pelos alunos do departamento.
"Desde então, eu sou a única pessoa da família que vê a minha avó. Pelo menos uma vez por mês eu passo no laboratório para ver como andam as coisas. Consigo enxergar [o corpo] como um material muito rico, eu sofro muito mais ao ver um corpo ser enterrado", explica.
Thelma, que já fez sua carta de consentimento, defende a doação voluntária de corpos para melhorar os estudos de anatomia, disciplina que leciona na Unip. "As faculdades têm cada vez menos corpos, o processo é lento no caso de indigentes; as pessoas precisam se conscientizar sobre isso", alerta.
Sua avó sonhava em estudar medicina, mas foi proibida pelo pai e decidiu que "ajudaria a ciência pelo menos depois de morta".
Eunice solicitou aos familiares que não a velassem no dia de sua morte. Depois que morreu, seu corpo foi encaminhado diretamente para o Serviço de Verificação de Óbito de São Paulo e, de lá, para a USP. Os parentes se reuniram em casa.
"O fato de eu sempre ter lidado bem com a morte e ter gostado tanto de estudar anatomia deve ser influência da minha avó", diz Thelma.
JULLIANE SILVEIRA
da Folha de S.Paulo

"Doei meu corpo para o ensino da medicina", conta ex-taxista

O mineiro de Belo Horizonte José Maria da Silva, 71, foi caminhoneiro e se aposentou como taxista --profissão que exerceu durante 13 anos. Neste período, perdeu as contas do número de passageiros que transportou e da quantidade de histórias que ouviu.
Foi durante o transporte de um médico patologista, há cerca de 20 anos, que Silva tomou a decisão que ele considera a mais importante da sua vida: quando morrer, seu corpo será doado para a UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), onde será usado como material de estudo nos cursos de medicina, fisioterapia e enfermagem.
Quando Silva morrer, não haverá enterro, apenas um velório simbólico para despedida dos familiares. Depois disso, o corpo será encaminhado para o laboratório de anatomia da Faculdade de Medicina, onde será preservado em formol diluído para depois ser estudado.
A inspiração para o gesto surgiu durante a conversa rápida que ele teve com o passageiro, médico da UFMG. "Lembro que ele usava um jaleco branco com as iniciais da universidade, mas não lembro o seu nome. Nunca mais o vi", afirma.
Silva conta que, durante o percurso, o médico fez um desabafo e comentou que as faculdades de medicina sofrem com a falta de cadáveres "frescos" (ainda não trabalhados por turmas anteriores) e que isso poderia prejudicar a formação dos alunos. "Taxista ouve muitas coisas e precisa saber filtrar o que ouve. Mas, nesse caso, a história despertou minha curiosidade e fui atrás para saber como doar o meu corpo", diz.
Depois de pensar sobre o assunto e seguro da sua decisão, Silva procurou a universidade para saber quais eram os procedimentos. Na primeira tentativa, na década de 80, passou por vários departamentos e não conseguiu efetivar sua vontade, pois ainda não havia legislação que regulamentasse a doação.
A lei que regula a doação é de 1992, mas só em 2000 Silva conseguiu se cadastrar oficialmente como doador, pois o serviço da UFMG foi inaugurado em 1999. Para isso, ele passou por uma rígida entrevista e assinou um termo que ficou registrado na faculdade. Em alguns casos, o documento é registrado em cartório, na presença de testemunhas.
Graças ao programa de doação, a universidade possui atualmente 296 doadores cadastrados e, destes, 30 já morreram e tiveram os corpos encaminhados para ensino.
Segundo o professor Geraldo Brasileiro Filho, ex-diretor da faculdade, a UFMG faz campanhas constantemente para incentivar a doação de corpos, pois a universidade praticamente não recebe cadáveres do IML (Instituto Médico Legal). "A nossa parceria com o IML existe desde 2004 e, desde então, só recebemos dez corpos. Por isso, fazemos um trabalho ativo para incentivar a doação."

Família precisa concordar

Vivendo em uma sociedade que incentiva a doação de órgãos com campanhas, mas que praticamente desconhece a doação de corpos, Silva dependerá do apoio da família para colocar em prática o desejo de doar seu corpo para estudos.
Isso porque, atualmente, quem decide se um órgão pode ou não ser doado é a família, independentemente da opção em vida do doador. A doação do corpo funciona da mesma maneira --embora a lei 8.501 de 1992 regulamente a doação de cadáver para ensino.
Apesar de ser doador declarado --com direito a carteirinha oficial e termo de doação--, Silva encontrou a primeira dificuldade dentro de casa, pois sua mulher ainda não entendeu os motivos de ele querer doar o corpo depois que morrer, por isso rejeita a ideia.
"Ele cismou com esse negócio de doar o corpo, mas ainda não consigo aceitar a decisão. Acho muito complicado, eu quero ser enterrada quando morrer. Pode ser que eu mude de ideia algum dia", diz Neuza Silva, mulher de Silva.
Sem o consenso familiar, no entanto, a vontade de Silva de doar o corpo perde o valor. "As minhas filhas são mais tranquilas com relação a isso e espero que minha mulher mude de ideia com o passar do tempo. A minha família toda sabe da minha posição a respeito do assunto. Espero que ninguém me decepcione", diz o ex-taxista.
O professor Brasileiro reforça que, apesar de existir um termo oficial de doação, a universidade nunca entrará em conflito com a família do doador, caso os familiares se recusem a cumprir o termo de doação.
"A morte é um momento particularmente doloroso e nosso objetivo não é criar confronto. A faculdade precisa de corpos, mas não a qualquer custo. Por isso, é muito importante orientarmos os familiares, pois, se não os tivermos como aliados nessa tarefa, provavelmente nem saberemos que a pessoa faleceu", explicou o professor.
Silva diz esperar que a família entenda e apoie sua decisão. "Decidi doar o meu corpo para cobrir uma lacuna que existe no ensino da medicina. Se eu souber que minha vontade não foi realizada, será uma grande frustração. O nosso corpo não tem dono e, se não tem dono, é da ciência", afirma.

FERNANDA BASSETTE
da Folha de S.Paulo

Conhecer "A doação de corpos em vida" é uma atitude humanitária e solidária, ajudará as Instituições de Ensino Superior formarem bons profissionais. As Faculdades de Medicina, tanto do Brasil como do exterior estão realmente precisando de corpos para estudo e atualmente fazem campanhas para doação. Antes de registrar sua vontade em cartório é prudente orientar sua família sobre esse desejo. Caso aja interesse em doar entre em contato com a Profª Drª Tania Regina Santos Soares da área de Anatomia humana do DCM/UEM (3261-4340). Além do doador e a representante da Instituição para qual se deseja fazer a doação, são necessárias duas testemunhas. Todos devem comparecer ao cartório, onde a vontade do doador será registrada, munidos dos seguintes documentos: RG, CPF, Certidão de Casamento, Comprovante de residência


A lei nº 8.501, de 1992, que regulamenta o uso de cadáveres para finalidades científicas, trata apenas do uso de corpos não reclamados (indigentes). A USP (Universidade de São Paulo) e a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), por exemplo, aceitam a doação. No caso da USP, é preciso ir até a Faculdade de Medicina com RG e CPF e preencher uma declaração, que deve ser assinada pelo próprio voluntário (com firma reconhecida) e por mais cinco pessoas (todas maiores de 18 anos). Recebe-se, então, um documento com os procedimentos que deverão ser adotados pelos familiares após a morte. O sistema da Unifesp é parecido, mas são necessárias apenas duas testemunhas. Já a Unesp (Universidade Estadual Paulista) não aceita as doações voluntárias. Informações: tel. 0/ xx/11/3066-7000 (USP) e tel. 0/xx/11/ 5576-4522 (Unifesp).
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:56  comentar


Ao ver o primeiro corpo doado por vontade própria ao Departamento de Anatomia do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, em setembro do ano passado, a dentista Thelma Parada(foto),31, agiu com naturalidade.
Ainda que o cadáver fosse de sua avó paterna, Eunice, uma senhora de 85 anos que guardava desde 1978 a carta de consentimento de doação voluntária de seu corpo à ciência. "Fiquei orgulhosa de ser neta dessa pessoa, que pensava na ciência e no progresso da humanidade", diz.
Ela pediu autorização para dissecar o corpo da avó e foi responsável por fazer o primeiro corte no cadáver. Depois, o corpo ficou mergulhado em formol por alguns meses para ficar mais anatômico e, agora, é dissecado pelos alunos do departamento.
"Desde então, eu sou a única pessoa da família que vê a minha avó. Pelo menos uma vez por mês eu passo no laboratório para ver como andam as coisas. Consigo enxergar [o corpo] como um material muito rico, eu sofro muito mais ao ver um corpo ser enterrado", explica.
Thelma, que já fez sua carta de consentimento, defende a doação voluntária de corpos para melhorar os estudos de anatomia, disciplina que leciona na Unip. "As faculdades têm cada vez menos corpos, o processo é lento no caso de indigentes; as pessoas precisam se conscientizar sobre isso", alerta.
Sua avó sonhava em estudar medicina, mas foi proibida pelo pai e decidiu que "ajudaria a ciência pelo menos depois de morta".
Eunice solicitou aos familiares que não a velassem no dia de sua morte. Depois que morreu, seu corpo foi encaminhado diretamente para o Serviço de Verificação de Óbito de São Paulo e, de lá, para a USP. Os parentes se reuniram em casa.
"O fato de eu sempre ter lidado bem com a morte e ter gostado tanto de estudar anatomia deve ser influência da minha avó", diz Thelma.
JULLIANE SILVEIRA
da Folha de S.Paulo

"Doei meu corpo para o ensino da medicina", conta ex-taxista

O mineiro de Belo Horizonte José Maria da Silva, 71, foi caminhoneiro e se aposentou como taxista --profissão que exerceu durante 13 anos. Neste período, perdeu as contas do número de passageiros que transportou e da quantidade de histórias que ouviu.
Foi durante o transporte de um médico patologista, há cerca de 20 anos, que Silva tomou a decisão que ele considera a mais importante da sua vida: quando morrer, seu corpo será doado para a UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), onde será usado como material de estudo nos cursos de medicina, fisioterapia e enfermagem.
Quando Silva morrer, não haverá enterro, apenas um velório simbólico para despedida dos familiares. Depois disso, o corpo será encaminhado para o laboratório de anatomia da Faculdade de Medicina, onde será preservado em formol diluído para depois ser estudado.
A inspiração para o gesto surgiu durante a conversa rápida que ele teve com o passageiro, médico da UFMG. "Lembro que ele usava um jaleco branco com as iniciais da universidade, mas não lembro o seu nome. Nunca mais o vi", afirma.
Silva conta que, durante o percurso, o médico fez um desabafo e comentou que as faculdades de medicina sofrem com a falta de cadáveres "frescos" (ainda não trabalhados por turmas anteriores) e que isso poderia prejudicar a formação dos alunos. "Taxista ouve muitas coisas e precisa saber filtrar o que ouve. Mas, nesse caso, a história despertou minha curiosidade e fui atrás para saber como doar o meu corpo", diz.
Depois de pensar sobre o assunto e seguro da sua decisão, Silva procurou a universidade para saber quais eram os procedimentos. Na primeira tentativa, na década de 80, passou por vários departamentos e não conseguiu efetivar sua vontade, pois ainda não havia legislação que regulamentasse a doação.
A lei que regula a doação é de 1992, mas só em 2000 Silva conseguiu se cadastrar oficialmente como doador, pois o serviço da UFMG foi inaugurado em 1999. Para isso, ele passou por uma rígida entrevista e assinou um termo que ficou registrado na faculdade. Em alguns casos, o documento é registrado em cartório, na presença de testemunhas.
Graças ao programa de doação, a universidade possui atualmente 296 doadores cadastrados e, destes, 30 já morreram e tiveram os corpos encaminhados para ensino.
Segundo o professor Geraldo Brasileiro Filho, ex-diretor da faculdade, a UFMG faz campanhas constantemente para incentivar a doação de corpos, pois a universidade praticamente não recebe cadáveres do IML (Instituto Médico Legal). "A nossa parceria com o IML existe desde 2004 e, desde então, só recebemos dez corpos. Por isso, fazemos um trabalho ativo para incentivar a doação."

Família precisa concordar

Vivendo em uma sociedade que incentiva a doação de órgãos com campanhas, mas que praticamente desconhece a doação de corpos, Silva dependerá do apoio da família para colocar em prática o desejo de doar seu corpo para estudos.
Isso porque, atualmente, quem decide se um órgão pode ou não ser doado é a família, independentemente da opção em vida do doador. A doação do corpo funciona da mesma maneira --embora a lei 8.501 de 1992 regulamente a doação de cadáver para ensino.
Apesar de ser doador declarado --com direito a carteirinha oficial e termo de doação--, Silva encontrou a primeira dificuldade dentro de casa, pois sua mulher ainda não entendeu os motivos de ele querer doar o corpo depois que morrer, por isso rejeita a ideia.
"Ele cismou com esse negócio de doar o corpo, mas ainda não consigo aceitar a decisão. Acho muito complicado, eu quero ser enterrada quando morrer. Pode ser que eu mude de ideia algum dia", diz Neuza Silva, mulher de Silva.
Sem o consenso familiar, no entanto, a vontade de Silva de doar o corpo perde o valor. "As minhas filhas são mais tranquilas com relação a isso e espero que minha mulher mude de ideia com o passar do tempo. A minha família toda sabe da minha posição a respeito do assunto. Espero que ninguém me decepcione", diz o ex-taxista.
O professor Brasileiro reforça que, apesar de existir um termo oficial de doação, a universidade nunca entrará em conflito com a família do doador, caso os familiares se recusem a cumprir o termo de doação.
"A morte é um momento particularmente doloroso e nosso objetivo não é criar confronto. A faculdade precisa de corpos, mas não a qualquer custo. Por isso, é muito importante orientarmos os familiares, pois, se não os tivermos como aliados nessa tarefa, provavelmente nem saberemos que a pessoa faleceu", explicou o professor.
Silva diz esperar que a família entenda e apoie sua decisão. "Decidi doar o meu corpo para cobrir uma lacuna que existe no ensino da medicina. Se eu souber que minha vontade não foi realizada, será uma grande frustração. O nosso corpo não tem dono e, se não tem dono, é da ciência", afirma.

FERNANDA BASSETTE
da Folha de S.Paulo

Conhecer "A doação de corpos em vida" é uma atitude humanitária e solidária, ajudará as Instituições de Ensino Superior formarem bons profissionais. As Faculdades de Medicina, tanto do Brasil como do exterior estão realmente precisando de corpos para estudo e atualmente fazem campanhas para doação. Antes de registrar sua vontade em cartório é prudente orientar sua família sobre esse desejo. Caso aja interesse em doar entre em contato com a Profª Drª Tania Regina Santos Soares da área de Anatomia humana do DCM/UEM (3261-4340). Além do doador e a representante da Instituição para qual se deseja fazer a doação, são necessárias duas testemunhas. Todos devem comparecer ao cartório, onde a vontade do doador será registrada, munidos dos seguintes documentos: RG, CPF, Certidão de Casamento, Comprovante de residência


A lei nº 8.501, de 1992, que regulamenta o uso de cadáveres para finalidades científicas, trata apenas do uso de corpos não reclamados (indigentes). A USP (Universidade de São Paulo) e a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), por exemplo, aceitam a doação. No caso da USP, é preciso ir até a Faculdade de Medicina com RG e CPF e preencher uma declaração, que deve ser assinada pelo próprio voluntário (com firma reconhecida) e por mais cinco pessoas (todas maiores de 18 anos). Recebe-se, então, um documento com os procedimentos que deverão ser adotados pelos familiares após a morte. O sistema da Unifesp é parecido, mas são necessárias apenas duas testemunhas. Já a Unesp (Universidade Estadual Paulista) não aceita as doações voluntárias. Informações: tel. 0/ xx/11/3066-7000 (USP) e tel. 0/xx/11/ 5576-4522 (Unifesp).
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"Governo do Estado só me atrapalha"
Camilo da Silva Oliveira, 57, que dirige a escola Lúcia de Castro Bueno, em Taboão da Serra (Grande São Paulo) é formado em história pela USP e dirige a unidade há 22 anos. Ele conta que criou um currículo próprio, uma vez que a rede estadual não tinha algo semelhante, e não utiliza programas do governo como formação de professores, salas de informática ou atividades como feira de ciências.
Prestes a se aposentar, o diretor diz não ver "caminho" para a escola pública, que dependerá "de talentos isolados".
Abaixo, a entrevista feita com Oliveira na última quinta-feira, em que ele abordou como funciona seu colégio, primeiro da rede estadual paulista, mas apenas o 2.596º melhor do país (média 58,5, em 100 pontos). A Secretaria da Educação do governo José Serra (PSDB) não quis comentar as críticas.

FOLHA - Por que a escola teve a melhor nota da rede no Enem?
CAMILO DA SILVA OLIVEIRA - É um trabalho de 22 anos, que resistiu a sucessivas trocas de governo e de secretários.

FOLHA - No dia-a-dia, o que a sua escola tem de diferente?
OLIVEIRA - Um eixo pedagógico, o rol de conteúdos [currículo], uma sequência de conteúdos. Fui pesquisar, porque o Estado não tinha subsídio para isso. Pesquisei escolas particulares e vestibulares de ponta. O Estado nem desconfiava desse rol. E hoje, 20 anos depois, ainda nem desconfia [o currículo começou a ser implementado na rede estadual em 2008]. Cada governo tem um modismo. Por exemplo, se fala em escola de tempo integral quando a escola não consegue funcionar quatro horas diárias [excesso de aulas vagas]. Tem também o projeto de informática, uma bobagem. Se tenho 17 máquinas e 40 alunos, o que os outros 23 ficarão fazendo? Posso bolar um esquema para fora do período, mas sem achar que irá melhorar a qualidade de ensino.

FOLHA - O sr. então tem uma escola que não segue a rede.
OLIVEIRA - Aqui é uma escola maldita, que vai contra os modismos de cada secretário. Depois da Rose Neubauer [gestão Mario Covas], em que as escolas perdiam aulas para treinamento de professores em horário de serviço, veio um que nem sabe o que é rol de conteúdos [Gabriel Chalita, gestão Geraldo Alckmin]. A escola, que já não funcionava, ficava uma semana em feira de ciências ou excursões para zoológico. Melhora o ensino? Vi que era fria e tirei a escola disso. No governo Serra, temos o terceiro secretário em dois anos e meio. Se o meu projeto dependesse do governo, estaria esfacelado. A menina do Mackenzie [Maria Lúcia Marcondes Carvalho Vasconcelos, primeira secretária da gestão José Serra] era bem intencionada, mas não conseguiu nada. A segunda [Maria Helena Guimarães de Castro] eu respeito porque sabe que escola é avaliação. E sabe que para avaliar precisa de um rol de conteúdos. Mas teve problemas de gestão. Por exemplo, a prova de temporários era uma boa ideia. Mas a implementação foi péssima, sem preparo jurídico, o que melou o sistema. Ou seja, o governo não tem a menor ideia do que fazer com as escolas. Deveríamos nos preocupar com o que realmente interessa, que é a aprendizagem dos alunos. Depois se acerta a burocracia. Hoje, os diretores ficam mais preocupados com as atinhas, e o aluno não tem aula. É uma inversão. É triste, porque se é esse caos em São Paulo, imagina nos outros Estados. Nem as universidades conhecem a rede. Ganhei da Escola de Aplicação da USP [que ficou em 3.293º lugar no ranking nacional], por exemplo. E a esquerda até hoje acha que a democracia é o principal debate para a escola. Você pega o PT, eles estão discutindo eleição para diretor de escola. Uma bobagem. Deveria pegar os melhores quadros para dirigir a escola. Isso aqui não é sindicato. Estou me aposentando e não vejo caminho. A escola pública vai continuar dependendo de talentos isolados. O Estado só atrapalha. Aquelas que seguiram a linha, se esfacelaram.

FOLHA - O sr. sofre retaliações?
OLIVEIRA - Nenhuma. Conheço o ofício. Os pais sabem que essa escola funciona, daí vem o apoio. No começo, senti pressão. O supervisor vinha e falava: "Como não vai mandar os professores para formação?". Eu dizia: "Vou chamar a imprensa e explicar que os alunos vão ficar sem aulas." Eles desistiam de me pressionar. Mas era um sobressalto constante.

FOLHA - Como o sr. avalia o corpo docente da sua escola e da rede?
OLIVEIRA - Aqui o pessoal é qualificado. Gente da USP, PUC, do Mackenzie. É uma nata que gostou do trabalho. Aqui se consegue dar aula, raridade na rede. Foi uma seleção natural ao longo dos anos.

FOLHA - Quanto ganham seus professores?
OLIVEIRA - Os mais novatos, com cinco anos de experiência, uns R$ 1.700, a média do Estado. Eu sou um diretor de 30 anos, que vai se aposentar na casa dos R$ 3.000.

FOLHA - Há pesquisas que mostram que o salário da rede estadual paulista não é ruim. O sr. concorda?
OLIVEIRA - Em cidades do interior, o salário de professor é o maior da cidade. Mas o Estado deve atrair melhores quadros. O salário não é compatível.

FOLHA - Como o sr. avalia a estrutura física da sua escola?
OLIVEIRA - Não consigo uma reforma porque não participo das reuniõezinhas, não vou lá ficar bajulando. Eu percorria gabinete de deputado para pedir reforma. Desisti. É indigno para um diretor.

FOLHA - Qual a principal ação para melhorar o ensino público?
OLIVEIRA - Gerência. Precisa ser técnica, trabalhar currículo, diagnóstico. Até trazer gente da iniciativa privada. Ou colocar os diretores das melhores escolas na gestão do sistema.

FOLHA - O que o sr. acha do novo secretário, Paulo Renato Souza?
OLIVEIRA - Tenho simpatia pela trajetória dele. Mas ele se tornou político. O problema é saber se o objetivo dele é eleger o Serra presidente ou melhorar o ensino. Se ele chegou apenas com visão política, as escolas vão seguir esfaceladas, sem conteúdos. Ele vai ser mais um.

FÁBIO TAKAHASHI
DA REPORTAGEM LOCAL
Folha de São Paulo
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"Governo do Estado só me atrapalha"
Camilo da Silva Oliveira, 57, que dirige a escola Lúcia de Castro Bueno, em Taboão da Serra (Grande São Paulo) é formado em história pela USP e dirige a unidade há 22 anos. Ele conta que criou um currículo próprio, uma vez que a rede estadual não tinha algo semelhante, e não utiliza programas do governo como formação de professores, salas de informática ou atividades como feira de ciências.
Prestes a se aposentar, o diretor diz não ver "caminho" para a escola pública, que dependerá "de talentos isolados".
Abaixo, a entrevista feita com Oliveira na última quinta-feira, em que ele abordou como funciona seu colégio, primeiro da rede estadual paulista, mas apenas o 2.596º melhor do país (média 58,5, em 100 pontos). A Secretaria da Educação do governo José Serra (PSDB) não quis comentar as críticas.

FOLHA - Por que a escola teve a melhor nota da rede no Enem?
CAMILO DA SILVA OLIVEIRA - É um trabalho de 22 anos, que resistiu a sucessivas trocas de governo e de secretários.

FOLHA - No dia-a-dia, o que a sua escola tem de diferente?
OLIVEIRA - Um eixo pedagógico, o rol de conteúdos [currículo], uma sequência de conteúdos. Fui pesquisar, porque o Estado não tinha subsídio para isso. Pesquisei escolas particulares e vestibulares de ponta. O Estado nem desconfiava desse rol. E hoje, 20 anos depois, ainda nem desconfia [o currículo começou a ser implementado na rede estadual em 2008]. Cada governo tem um modismo. Por exemplo, se fala em escola de tempo integral quando a escola não consegue funcionar quatro horas diárias [excesso de aulas vagas]. Tem também o projeto de informática, uma bobagem. Se tenho 17 máquinas e 40 alunos, o que os outros 23 ficarão fazendo? Posso bolar um esquema para fora do período, mas sem achar que irá melhorar a qualidade de ensino.

FOLHA - O sr. então tem uma escola que não segue a rede.
OLIVEIRA - Aqui é uma escola maldita, que vai contra os modismos de cada secretário. Depois da Rose Neubauer [gestão Mario Covas], em que as escolas perdiam aulas para treinamento de professores em horário de serviço, veio um que nem sabe o que é rol de conteúdos [Gabriel Chalita, gestão Geraldo Alckmin]. A escola, que já não funcionava, ficava uma semana em feira de ciências ou excursões para zoológico. Melhora o ensino? Vi que era fria e tirei a escola disso. No governo Serra, temos o terceiro secretário em dois anos e meio. Se o meu projeto dependesse do governo, estaria esfacelado. A menina do Mackenzie [Maria Lúcia Marcondes Carvalho Vasconcelos, primeira secretária da gestão José Serra] era bem intencionada, mas não conseguiu nada. A segunda [Maria Helena Guimarães de Castro] eu respeito porque sabe que escola é avaliação. E sabe que para avaliar precisa de um rol de conteúdos. Mas teve problemas de gestão. Por exemplo, a prova de temporários era uma boa ideia. Mas a implementação foi péssima, sem preparo jurídico, o que melou o sistema. Ou seja, o governo não tem a menor ideia do que fazer com as escolas. Deveríamos nos preocupar com o que realmente interessa, que é a aprendizagem dos alunos. Depois se acerta a burocracia. Hoje, os diretores ficam mais preocupados com as atinhas, e o aluno não tem aula. É uma inversão. É triste, porque se é esse caos em São Paulo, imagina nos outros Estados. Nem as universidades conhecem a rede. Ganhei da Escola de Aplicação da USP [que ficou em 3.293º lugar no ranking nacional], por exemplo. E a esquerda até hoje acha que a democracia é o principal debate para a escola. Você pega o PT, eles estão discutindo eleição para diretor de escola. Uma bobagem. Deveria pegar os melhores quadros para dirigir a escola. Isso aqui não é sindicato. Estou me aposentando e não vejo caminho. A escola pública vai continuar dependendo de talentos isolados. O Estado só atrapalha. Aquelas que seguiram a linha, se esfacelaram.

FOLHA - O sr. sofre retaliações?
OLIVEIRA - Nenhuma. Conheço o ofício. Os pais sabem que essa escola funciona, daí vem o apoio. No começo, senti pressão. O supervisor vinha e falava: "Como não vai mandar os professores para formação?". Eu dizia: "Vou chamar a imprensa e explicar que os alunos vão ficar sem aulas." Eles desistiam de me pressionar. Mas era um sobressalto constante.

FOLHA - Como o sr. avalia o corpo docente da sua escola e da rede?
OLIVEIRA - Aqui o pessoal é qualificado. Gente da USP, PUC, do Mackenzie. É uma nata que gostou do trabalho. Aqui se consegue dar aula, raridade na rede. Foi uma seleção natural ao longo dos anos.

FOLHA - Quanto ganham seus professores?
OLIVEIRA - Os mais novatos, com cinco anos de experiência, uns R$ 1.700, a média do Estado. Eu sou um diretor de 30 anos, que vai se aposentar na casa dos R$ 3.000.

FOLHA - Há pesquisas que mostram que o salário da rede estadual paulista não é ruim. O sr. concorda?
OLIVEIRA - Em cidades do interior, o salário de professor é o maior da cidade. Mas o Estado deve atrair melhores quadros. O salário não é compatível.

FOLHA - Como o sr. avalia a estrutura física da sua escola?
OLIVEIRA - Não consigo uma reforma porque não participo das reuniõezinhas, não vou lá ficar bajulando. Eu percorria gabinete de deputado para pedir reforma. Desisti. É indigno para um diretor.

FOLHA - Qual a principal ação para melhorar o ensino público?
OLIVEIRA - Gerência. Precisa ser técnica, trabalhar currículo, diagnóstico. Até trazer gente da iniciativa privada. Ou colocar os diretores das melhores escolas na gestão do sistema.

FOLHA - O que o sr. acha do novo secretário, Paulo Renato Souza?
OLIVEIRA - Tenho simpatia pela trajetória dele. Mas ele se tornou político. O problema é saber se o objetivo dele é eleger o Serra presidente ou melhorar o ensino. Se ele chegou apenas com visão política, as escolas vão seguir esfaceladas, sem conteúdos. Ele vai ser mais um.

FÁBIO TAKAHASHI
DA REPORTAGEM LOCAL
Folha de São Paulo
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"Governo do Estado só me atrapalha"
Camilo da Silva Oliveira, 57, que dirige a escola Lúcia de Castro Bueno, em Taboão da Serra (Grande São Paulo) é formado em história pela USP e dirige a unidade há 22 anos. Ele conta que criou um currículo próprio, uma vez que a rede estadual não tinha algo semelhante, e não utiliza programas do governo como formação de professores, salas de informática ou atividades como feira de ciências.
Prestes a se aposentar, o diretor diz não ver "caminho" para a escola pública, que dependerá "de talentos isolados".
Abaixo, a entrevista feita com Oliveira na última quinta-feira, em que ele abordou como funciona seu colégio, primeiro da rede estadual paulista, mas apenas o 2.596º melhor do país (média 58,5, em 100 pontos). A Secretaria da Educação do governo José Serra (PSDB) não quis comentar as críticas.

FOLHA - Por que a escola teve a melhor nota da rede no Enem?
CAMILO DA SILVA OLIVEIRA - É um trabalho de 22 anos, que resistiu a sucessivas trocas de governo e de secretários.

FOLHA - No dia-a-dia, o que a sua escola tem de diferente?
OLIVEIRA - Um eixo pedagógico, o rol de conteúdos [currículo], uma sequência de conteúdos. Fui pesquisar, porque o Estado não tinha subsídio para isso. Pesquisei escolas particulares e vestibulares de ponta. O Estado nem desconfiava desse rol. E hoje, 20 anos depois, ainda nem desconfia [o currículo começou a ser implementado na rede estadual em 2008]. Cada governo tem um modismo. Por exemplo, se fala em escola de tempo integral quando a escola não consegue funcionar quatro horas diárias [excesso de aulas vagas]. Tem também o projeto de informática, uma bobagem. Se tenho 17 máquinas e 40 alunos, o que os outros 23 ficarão fazendo? Posso bolar um esquema para fora do período, mas sem achar que irá melhorar a qualidade de ensino.

FOLHA - O sr. então tem uma escola que não segue a rede.
OLIVEIRA - Aqui é uma escola maldita, que vai contra os modismos de cada secretário. Depois da Rose Neubauer [gestão Mario Covas], em que as escolas perdiam aulas para treinamento de professores em horário de serviço, veio um que nem sabe o que é rol de conteúdos [Gabriel Chalita, gestão Geraldo Alckmin]. A escola, que já não funcionava, ficava uma semana em feira de ciências ou excursões para zoológico. Melhora o ensino? Vi que era fria e tirei a escola disso. No governo Serra, temos o terceiro secretário em dois anos e meio. Se o meu projeto dependesse do governo, estaria esfacelado. A menina do Mackenzie [Maria Lúcia Marcondes Carvalho Vasconcelos, primeira secretária da gestão José Serra] era bem intencionada, mas não conseguiu nada. A segunda [Maria Helena Guimarães de Castro] eu respeito porque sabe que escola é avaliação. E sabe que para avaliar precisa de um rol de conteúdos. Mas teve problemas de gestão. Por exemplo, a prova de temporários era uma boa ideia. Mas a implementação foi péssima, sem preparo jurídico, o que melou o sistema. Ou seja, o governo não tem a menor ideia do que fazer com as escolas. Deveríamos nos preocupar com o que realmente interessa, que é a aprendizagem dos alunos. Depois se acerta a burocracia. Hoje, os diretores ficam mais preocupados com as atinhas, e o aluno não tem aula. É uma inversão. É triste, porque se é esse caos em São Paulo, imagina nos outros Estados. Nem as universidades conhecem a rede. Ganhei da Escola de Aplicação da USP [que ficou em 3.293º lugar no ranking nacional], por exemplo. E a esquerda até hoje acha que a democracia é o principal debate para a escola. Você pega o PT, eles estão discutindo eleição para diretor de escola. Uma bobagem. Deveria pegar os melhores quadros para dirigir a escola. Isso aqui não é sindicato. Estou me aposentando e não vejo caminho. A escola pública vai continuar dependendo de talentos isolados. O Estado só atrapalha. Aquelas que seguiram a linha, se esfacelaram.

FOLHA - O sr. sofre retaliações?
OLIVEIRA - Nenhuma. Conheço o ofício. Os pais sabem que essa escola funciona, daí vem o apoio. No começo, senti pressão. O supervisor vinha e falava: "Como não vai mandar os professores para formação?". Eu dizia: "Vou chamar a imprensa e explicar que os alunos vão ficar sem aulas." Eles desistiam de me pressionar. Mas era um sobressalto constante.

FOLHA - Como o sr. avalia o corpo docente da sua escola e da rede?
OLIVEIRA - Aqui o pessoal é qualificado. Gente da USP, PUC, do Mackenzie. É uma nata que gostou do trabalho. Aqui se consegue dar aula, raridade na rede. Foi uma seleção natural ao longo dos anos.

FOLHA - Quanto ganham seus professores?
OLIVEIRA - Os mais novatos, com cinco anos de experiência, uns R$ 1.700, a média do Estado. Eu sou um diretor de 30 anos, que vai se aposentar na casa dos R$ 3.000.

FOLHA - Há pesquisas que mostram que o salário da rede estadual paulista não é ruim. O sr. concorda?
OLIVEIRA - Em cidades do interior, o salário de professor é o maior da cidade. Mas o Estado deve atrair melhores quadros. O salário não é compatível.

FOLHA - Como o sr. avalia a estrutura física da sua escola?
OLIVEIRA - Não consigo uma reforma porque não participo das reuniõezinhas, não vou lá ficar bajulando. Eu percorria gabinete de deputado para pedir reforma. Desisti. É indigno para um diretor.

FOLHA - Qual a principal ação para melhorar o ensino público?
OLIVEIRA - Gerência. Precisa ser técnica, trabalhar currículo, diagnóstico. Até trazer gente da iniciativa privada. Ou colocar os diretores das melhores escolas na gestão do sistema.

FOLHA - O que o sr. acha do novo secretário, Paulo Renato Souza?
OLIVEIRA - Tenho simpatia pela trajetória dele. Mas ele se tornou político. O problema é saber se o objetivo dele é eleger o Serra presidente ou melhorar o ensino. Se ele chegou apenas com visão política, as escolas vão seguir esfaceladas, sem conteúdos. Ele vai ser mais um.

FÁBIO TAKAHASHI
DA REPORTAGEM LOCAL
Folha de São Paulo
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"Governo do Estado só me atrapalha"
Camilo da Silva Oliveira, 57, que dirige a escola Lúcia de Castro Bueno, em Taboão da Serra (Grande São Paulo) é formado em história pela USP e dirige a unidade há 22 anos. Ele conta que criou um currículo próprio, uma vez que a rede estadual não tinha algo semelhante, e não utiliza programas do governo como formação de professores, salas de informática ou atividades como feira de ciências.
Prestes a se aposentar, o diretor diz não ver "caminho" para a escola pública, que dependerá "de talentos isolados".
Abaixo, a entrevista feita com Oliveira na última quinta-feira, em que ele abordou como funciona seu colégio, primeiro da rede estadual paulista, mas apenas o 2.596º melhor do país (média 58,5, em 100 pontos). A Secretaria da Educação do governo José Serra (PSDB) não quis comentar as críticas.

FOLHA - Por que a escola teve a melhor nota da rede no Enem?
CAMILO DA SILVA OLIVEIRA - É um trabalho de 22 anos, que resistiu a sucessivas trocas de governo e de secretários.

FOLHA - No dia-a-dia, o que a sua escola tem de diferente?
OLIVEIRA - Um eixo pedagógico, o rol de conteúdos [currículo], uma sequência de conteúdos. Fui pesquisar, porque o Estado não tinha subsídio para isso. Pesquisei escolas particulares e vestibulares de ponta. O Estado nem desconfiava desse rol. E hoje, 20 anos depois, ainda nem desconfia [o currículo começou a ser implementado na rede estadual em 2008]. Cada governo tem um modismo. Por exemplo, se fala em escola de tempo integral quando a escola não consegue funcionar quatro horas diárias [excesso de aulas vagas]. Tem também o projeto de informática, uma bobagem. Se tenho 17 máquinas e 40 alunos, o que os outros 23 ficarão fazendo? Posso bolar um esquema para fora do período, mas sem achar que irá melhorar a qualidade de ensino.

FOLHA - O sr. então tem uma escola que não segue a rede.
OLIVEIRA - Aqui é uma escola maldita, que vai contra os modismos de cada secretário. Depois da Rose Neubauer [gestão Mario Covas], em que as escolas perdiam aulas para treinamento de professores em horário de serviço, veio um que nem sabe o que é rol de conteúdos [Gabriel Chalita, gestão Geraldo Alckmin]. A escola, que já não funcionava, ficava uma semana em feira de ciências ou excursões para zoológico. Melhora o ensino? Vi que era fria e tirei a escola disso. No governo Serra, temos o terceiro secretário em dois anos e meio. Se o meu projeto dependesse do governo, estaria esfacelado. A menina do Mackenzie [Maria Lúcia Marcondes Carvalho Vasconcelos, primeira secretária da gestão José Serra] era bem intencionada, mas não conseguiu nada. A segunda [Maria Helena Guimarães de Castro] eu respeito porque sabe que escola é avaliação. E sabe que para avaliar precisa de um rol de conteúdos. Mas teve problemas de gestão. Por exemplo, a prova de temporários era uma boa ideia. Mas a implementação foi péssima, sem preparo jurídico, o que melou o sistema. Ou seja, o governo não tem a menor ideia do que fazer com as escolas. Deveríamos nos preocupar com o que realmente interessa, que é a aprendizagem dos alunos. Depois se acerta a burocracia. Hoje, os diretores ficam mais preocupados com as atinhas, e o aluno não tem aula. É uma inversão. É triste, porque se é esse caos em São Paulo, imagina nos outros Estados. Nem as universidades conhecem a rede. Ganhei da Escola de Aplicação da USP [que ficou em 3.293º lugar no ranking nacional], por exemplo. E a esquerda até hoje acha que a democracia é o principal debate para a escola. Você pega o PT, eles estão discutindo eleição para diretor de escola. Uma bobagem. Deveria pegar os melhores quadros para dirigir a escola. Isso aqui não é sindicato. Estou me aposentando e não vejo caminho. A escola pública vai continuar dependendo de talentos isolados. O Estado só atrapalha. Aquelas que seguiram a linha, se esfacelaram.

FOLHA - O sr. sofre retaliações?
OLIVEIRA - Nenhuma. Conheço o ofício. Os pais sabem que essa escola funciona, daí vem o apoio. No começo, senti pressão. O supervisor vinha e falava: "Como não vai mandar os professores para formação?". Eu dizia: "Vou chamar a imprensa e explicar que os alunos vão ficar sem aulas." Eles desistiam de me pressionar. Mas era um sobressalto constante.

FOLHA - Como o sr. avalia o corpo docente da sua escola e da rede?
OLIVEIRA - Aqui o pessoal é qualificado. Gente da USP, PUC, do Mackenzie. É uma nata que gostou do trabalho. Aqui se consegue dar aula, raridade na rede. Foi uma seleção natural ao longo dos anos.

FOLHA - Quanto ganham seus professores?
OLIVEIRA - Os mais novatos, com cinco anos de experiência, uns R$ 1.700, a média do Estado. Eu sou um diretor de 30 anos, que vai se aposentar na casa dos R$ 3.000.

FOLHA - Há pesquisas que mostram que o salário da rede estadual paulista não é ruim. O sr. concorda?
OLIVEIRA - Em cidades do interior, o salário de professor é o maior da cidade. Mas o Estado deve atrair melhores quadros. O salário não é compatível.

FOLHA - Como o sr. avalia a estrutura física da sua escola?
OLIVEIRA - Não consigo uma reforma porque não participo das reuniõezinhas, não vou lá ficar bajulando. Eu percorria gabinete de deputado para pedir reforma. Desisti. É indigno para um diretor.

FOLHA - Qual a principal ação para melhorar o ensino público?
OLIVEIRA - Gerência. Precisa ser técnica, trabalhar currículo, diagnóstico. Até trazer gente da iniciativa privada. Ou colocar os diretores das melhores escolas na gestão do sistema.

FOLHA - O que o sr. acha do novo secretário, Paulo Renato Souza?
OLIVEIRA - Tenho simpatia pela trajetória dele. Mas ele se tornou político. O problema é saber se o objetivo dele é eleger o Serra presidente ou melhorar o ensino. Se ele chegou apenas com visão política, as escolas vão seguir esfaceladas, sem conteúdos. Ele vai ser mais um.

FÁBIO TAKAHASHI
DA REPORTAGEM LOCAL
Folha de São Paulo
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"Governo do Estado só me atrapalha"
Camilo da Silva Oliveira, 57, que dirige a escola Lúcia de Castro Bueno, em Taboão da Serra (Grande São Paulo) é formado em história pela USP e dirige a unidade há 22 anos. Ele conta que criou um currículo próprio, uma vez que a rede estadual não tinha algo semelhante, e não utiliza programas do governo como formação de professores, salas de informática ou atividades como feira de ciências.
Prestes a se aposentar, o diretor diz não ver "caminho" para a escola pública, que dependerá "de talentos isolados".
Abaixo, a entrevista feita com Oliveira na última quinta-feira, em que ele abordou como funciona seu colégio, primeiro da rede estadual paulista, mas apenas o 2.596º melhor do país (média 58,5, em 100 pontos). A Secretaria da Educação do governo José Serra (PSDB) não quis comentar as críticas.

FOLHA - Por que a escola teve a melhor nota da rede no Enem?
CAMILO DA SILVA OLIVEIRA - É um trabalho de 22 anos, que resistiu a sucessivas trocas de governo e de secretários.

FOLHA - No dia-a-dia, o que a sua escola tem de diferente?
OLIVEIRA - Um eixo pedagógico, o rol de conteúdos [currículo], uma sequência de conteúdos. Fui pesquisar, porque o Estado não tinha subsídio para isso. Pesquisei escolas particulares e vestibulares de ponta. O Estado nem desconfiava desse rol. E hoje, 20 anos depois, ainda nem desconfia [o currículo começou a ser implementado na rede estadual em 2008]. Cada governo tem um modismo. Por exemplo, se fala em escola de tempo integral quando a escola não consegue funcionar quatro horas diárias [excesso de aulas vagas]. Tem também o projeto de informática, uma bobagem. Se tenho 17 máquinas e 40 alunos, o que os outros 23 ficarão fazendo? Posso bolar um esquema para fora do período, mas sem achar que irá melhorar a qualidade de ensino.

FOLHA - O sr. então tem uma escola que não segue a rede.
OLIVEIRA - Aqui é uma escola maldita, que vai contra os modismos de cada secretário. Depois da Rose Neubauer [gestão Mario Covas], em que as escolas perdiam aulas para treinamento de professores em horário de serviço, veio um que nem sabe o que é rol de conteúdos [Gabriel Chalita, gestão Geraldo Alckmin]. A escola, que já não funcionava, ficava uma semana em feira de ciências ou excursões para zoológico. Melhora o ensino? Vi que era fria e tirei a escola disso. No governo Serra, temos o terceiro secretário em dois anos e meio. Se o meu projeto dependesse do governo, estaria esfacelado. A menina do Mackenzie [Maria Lúcia Marcondes Carvalho Vasconcelos, primeira secretária da gestão José Serra] era bem intencionada, mas não conseguiu nada. A segunda [Maria Helena Guimarães de Castro] eu respeito porque sabe que escola é avaliação. E sabe que para avaliar precisa de um rol de conteúdos. Mas teve problemas de gestão. Por exemplo, a prova de temporários era uma boa ideia. Mas a implementação foi péssima, sem preparo jurídico, o que melou o sistema. Ou seja, o governo não tem a menor ideia do que fazer com as escolas. Deveríamos nos preocupar com o que realmente interessa, que é a aprendizagem dos alunos. Depois se acerta a burocracia. Hoje, os diretores ficam mais preocupados com as atinhas, e o aluno não tem aula. É uma inversão. É triste, porque se é esse caos em São Paulo, imagina nos outros Estados. Nem as universidades conhecem a rede. Ganhei da Escola de Aplicação da USP [que ficou em 3.293º lugar no ranking nacional], por exemplo. E a esquerda até hoje acha que a democracia é o principal debate para a escola. Você pega o PT, eles estão discutindo eleição para diretor de escola. Uma bobagem. Deveria pegar os melhores quadros para dirigir a escola. Isso aqui não é sindicato. Estou me aposentando e não vejo caminho. A escola pública vai continuar dependendo de talentos isolados. O Estado só atrapalha. Aquelas que seguiram a linha, se esfacelaram.

FOLHA - O sr. sofre retaliações?
OLIVEIRA - Nenhuma. Conheço o ofício. Os pais sabem que essa escola funciona, daí vem o apoio. No começo, senti pressão. O supervisor vinha e falava: "Como não vai mandar os professores para formação?". Eu dizia: "Vou chamar a imprensa e explicar que os alunos vão ficar sem aulas." Eles desistiam de me pressionar. Mas era um sobressalto constante.

FOLHA - Como o sr. avalia o corpo docente da sua escola e da rede?
OLIVEIRA - Aqui o pessoal é qualificado. Gente da USP, PUC, do Mackenzie. É uma nata que gostou do trabalho. Aqui se consegue dar aula, raridade na rede. Foi uma seleção natural ao longo dos anos.

FOLHA - Quanto ganham seus professores?
OLIVEIRA - Os mais novatos, com cinco anos de experiência, uns R$ 1.700, a média do Estado. Eu sou um diretor de 30 anos, que vai se aposentar na casa dos R$ 3.000.

FOLHA - Há pesquisas que mostram que o salário da rede estadual paulista não é ruim. O sr. concorda?
OLIVEIRA - Em cidades do interior, o salário de professor é o maior da cidade. Mas o Estado deve atrair melhores quadros. O salário não é compatível.

FOLHA - Como o sr. avalia a estrutura física da sua escola?
OLIVEIRA - Não consigo uma reforma porque não participo das reuniõezinhas, não vou lá ficar bajulando. Eu percorria gabinete de deputado para pedir reforma. Desisti. É indigno para um diretor.

FOLHA - Qual a principal ação para melhorar o ensino público?
OLIVEIRA - Gerência. Precisa ser técnica, trabalhar currículo, diagnóstico. Até trazer gente da iniciativa privada. Ou colocar os diretores das melhores escolas na gestão do sistema.

FOLHA - O que o sr. acha do novo secretário, Paulo Renato Souza?
OLIVEIRA - Tenho simpatia pela trajetória dele. Mas ele se tornou político. O problema é saber se o objetivo dele é eleger o Serra presidente ou melhorar o ensino. Se ele chegou apenas com visão política, as escolas vão seguir esfaceladas, sem conteúdos. Ele vai ser mais um.

FÁBIO TAKAHASHI
DA REPORTAGEM LOCAL
Folha de São Paulo
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:43  comentar


"Governo do Estado só me atrapalha"
Camilo da Silva Oliveira, 57, que dirige a escola Lúcia de Castro Bueno, em Taboão da Serra (Grande São Paulo) é formado em história pela USP e dirige a unidade há 22 anos. Ele conta que criou um currículo próprio, uma vez que a rede estadual não tinha algo semelhante, e não utiliza programas do governo como formação de professores, salas de informática ou atividades como feira de ciências.
Prestes a se aposentar, o diretor diz não ver "caminho" para a escola pública, que dependerá "de talentos isolados".
Abaixo, a entrevista feita com Oliveira na última quinta-feira, em que ele abordou como funciona seu colégio, primeiro da rede estadual paulista, mas apenas o 2.596º melhor do país (média 58,5, em 100 pontos). A Secretaria da Educação do governo José Serra (PSDB) não quis comentar as críticas.

FOLHA - Por que a escola teve a melhor nota da rede no Enem?
CAMILO DA SILVA OLIVEIRA - É um trabalho de 22 anos, que resistiu a sucessivas trocas de governo e de secretários.

FOLHA - No dia-a-dia, o que a sua escola tem de diferente?
OLIVEIRA - Um eixo pedagógico, o rol de conteúdos [currículo], uma sequência de conteúdos. Fui pesquisar, porque o Estado não tinha subsídio para isso. Pesquisei escolas particulares e vestibulares de ponta. O Estado nem desconfiava desse rol. E hoje, 20 anos depois, ainda nem desconfia [o currículo começou a ser implementado na rede estadual em 2008]. Cada governo tem um modismo. Por exemplo, se fala em escola de tempo integral quando a escola não consegue funcionar quatro horas diárias [excesso de aulas vagas]. Tem também o projeto de informática, uma bobagem. Se tenho 17 máquinas e 40 alunos, o que os outros 23 ficarão fazendo? Posso bolar um esquema para fora do período, mas sem achar que irá melhorar a qualidade de ensino.

FOLHA - O sr. então tem uma escola que não segue a rede.
OLIVEIRA - Aqui é uma escola maldita, que vai contra os modismos de cada secretário. Depois da Rose Neubauer [gestão Mario Covas], em que as escolas perdiam aulas para treinamento de professores em horário de serviço, veio um que nem sabe o que é rol de conteúdos [Gabriel Chalita, gestão Geraldo Alckmin]. A escola, que já não funcionava, ficava uma semana em feira de ciências ou excursões para zoológico. Melhora o ensino? Vi que era fria e tirei a escola disso. No governo Serra, temos o terceiro secretário em dois anos e meio. Se o meu projeto dependesse do governo, estaria esfacelado. A menina do Mackenzie [Maria Lúcia Marcondes Carvalho Vasconcelos, primeira secretária da gestão José Serra] era bem intencionada, mas não conseguiu nada. A segunda [Maria Helena Guimarães de Castro] eu respeito porque sabe que escola é avaliação. E sabe que para avaliar precisa de um rol de conteúdos. Mas teve problemas de gestão. Por exemplo, a prova de temporários era uma boa ideia. Mas a implementação foi péssima, sem preparo jurídico, o que melou o sistema. Ou seja, o governo não tem a menor ideia do que fazer com as escolas. Deveríamos nos preocupar com o que realmente interessa, que é a aprendizagem dos alunos. Depois se acerta a burocracia. Hoje, os diretores ficam mais preocupados com as atinhas, e o aluno não tem aula. É uma inversão. É triste, porque se é esse caos em São Paulo, imagina nos outros Estados. Nem as universidades conhecem a rede. Ganhei da Escola de Aplicação da USP [que ficou em 3.293º lugar no ranking nacional], por exemplo. E a esquerda até hoje acha que a democracia é o principal debate para a escola. Você pega o PT, eles estão discutindo eleição para diretor de escola. Uma bobagem. Deveria pegar os melhores quadros para dirigir a escola. Isso aqui não é sindicato. Estou me aposentando e não vejo caminho. A escola pública vai continuar dependendo de talentos isolados. O Estado só atrapalha. Aquelas que seguiram a linha, se esfacelaram.

FOLHA - O sr. sofre retaliações?
OLIVEIRA - Nenhuma. Conheço o ofício. Os pais sabem que essa escola funciona, daí vem o apoio. No começo, senti pressão. O supervisor vinha e falava: "Como não vai mandar os professores para formação?". Eu dizia: "Vou chamar a imprensa e explicar que os alunos vão ficar sem aulas." Eles desistiam de me pressionar. Mas era um sobressalto constante.

FOLHA - Como o sr. avalia o corpo docente da sua escola e da rede?
OLIVEIRA - Aqui o pessoal é qualificado. Gente da USP, PUC, do Mackenzie. É uma nata que gostou do trabalho. Aqui se consegue dar aula, raridade na rede. Foi uma seleção natural ao longo dos anos.

FOLHA - Quanto ganham seus professores?
OLIVEIRA - Os mais novatos, com cinco anos de experiência, uns R$ 1.700, a média do Estado. Eu sou um diretor de 30 anos, que vai se aposentar na casa dos R$ 3.000.

FOLHA - Há pesquisas que mostram que o salário da rede estadual paulista não é ruim. O sr. concorda?
OLIVEIRA - Em cidades do interior, o salário de professor é o maior da cidade. Mas o Estado deve atrair melhores quadros. O salário não é compatível.

FOLHA - Como o sr. avalia a estrutura física da sua escola?
OLIVEIRA - Não consigo uma reforma porque não participo das reuniõezinhas, não vou lá ficar bajulando. Eu percorria gabinete de deputado para pedir reforma. Desisti. É indigno para um diretor.

FOLHA - Qual a principal ação para melhorar o ensino público?
OLIVEIRA - Gerência. Precisa ser técnica, trabalhar currículo, diagnóstico. Até trazer gente da iniciativa privada. Ou colocar os diretores das melhores escolas na gestão do sistema.

FOLHA - O que o sr. acha do novo secretário, Paulo Renato Souza?
OLIVEIRA - Tenho simpatia pela trajetória dele. Mas ele se tornou político. O problema é saber se o objetivo dele é eleger o Serra presidente ou melhorar o ensino. Se ele chegou apenas com visão política, as escolas vão seguir esfaceladas, sem conteúdos. Ele vai ser mais um.

FÁBIO TAKAHASHI
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"Governo do Estado só me atrapalha"
Camilo da Silva Oliveira, 57, que dirige a escola Lúcia de Castro Bueno, em Taboão da Serra (Grande São Paulo) é formado em história pela USP e dirige a unidade há 22 anos. Ele conta que criou um currículo próprio, uma vez que a rede estadual não tinha algo semelhante, e não utiliza programas do governo como formação de professores, salas de informática ou atividades como feira de ciências.
Prestes a se aposentar, o diretor diz não ver "caminho" para a escola pública, que dependerá "de talentos isolados".
Abaixo, a entrevista feita com Oliveira na última quinta-feira, em que ele abordou como funciona seu colégio, primeiro da rede estadual paulista, mas apenas o 2.596º melhor do país (média 58,5, em 100 pontos). A Secretaria da Educação do governo José Serra (PSDB) não quis comentar as críticas.

FOLHA - Por que a escola teve a melhor nota da rede no Enem?
CAMILO DA SILVA OLIVEIRA - É um trabalho de 22 anos, que resistiu a sucessivas trocas de governo e de secretários.

FOLHA - No dia-a-dia, o que a sua escola tem de diferente?
OLIVEIRA - Um eixo pedagógico, o rol de conteúdos [currículo], uma sequência de conteúdos. Fui pesquisar, porque o Estado não tinha subsídio para isso. Pesquisei escolas particulares e vestibulares de ponta. O Estado nem desconfiava desse rol. E hoje, 20 anos depois, ainda nem desconfia [o currículo começou a ser implementado na rede estadual em 2008]. Cada governo tem um modismo. Por exemplo, se fala em escola de tempo integral quando a escola não consegue funcionar quatro horas diárias [excesso de aulas vagas]. Tem também o projeto de informática, uma bobagem. Se tenho 17 máquinas e 40 alunos, o que os outros 23 ficarão fazendo? Posso bolar um esquema para fora do período, mas sem achar que irá melhorar a qualidade de ensino.

FOLHA - O sr. então tem uma escola que não segue a rede.
OLIVEIRA - Aqui é uma escola maldita, que vai contra os modismos de cada secretário. Depois da Rose Neubauer [gestão Mario Covas], em que as escolas perdiam aulas para treinamento de professores em horário de serviço, veio um que nem sabe o que é rol de conteúdos [Gabriel Chalita, gestão Geraldo Alckmin]. A escola, que já não funcionava, ficava uma semana em feira de ciências ou excursões para zoológico. Melhora o ensino? Vi que era fria e tirei a escola disso. No governo Serra, temos o terceiro secretário em dois anos e meio. Se o meu projeto dependesse do governo, estaria esfacelado. A menina do Mackenzie [Maria Lúcia Marcondes Carvalho Vasconcelos, primeira secretária da gestão José Serra] era bem intencionada, mas não conseguiu nada. A segunda [Maria Helena Guimarães de Castro] eu respeito porque sabe que escola é avaliação. E sabe que para avaliar precisa de um rol de conteúdos. Mas teve problemas de gestão. Por exemplo, a prova de temporários era uma boa ideia. Mas a implementação foi péssima, sem preparo jurídico, o que melou o sistema. Ou seja, o governo não tem a menor ideia do que fazer com as escolas. Deveríamos nos preocupar com o que realmente interessa, que é a aprendizagem dos alunos. Depois se acerta a burocracia. Hoje, os diretores ficam mais preocupados com as atinhas, e o aluno não tem aula. É uma inversão. É triste, porque se é esse caos em São Paulo, imagina nos outros Estados. Nem as universidades conhecem a rede. Ganhei da Escola de Aplicação da USP [que ficou em 3.293º lugar no ranking nacional], por exemplo. E a esquerda até hoje acha que a democracia é o principal debate para a escola. Você pega o PT, eles estão discutindo eleição para diretor de escola. Uma bobagem. Deveria pegar os melhores quadros para dirigir a escola. Isso aqui não é sindicato. Estou me aposentando e não vejo caminho. A escola pública vai continuar dependendo de talentos isolados. O Estado só atrapalha. Aquelas que seguiram a linha, se esfacelaram.

FOLHA - O sr. sofre retaliações?
OLIVEIRA - Nenhuma. Conheço o ofício. Os pais sabem que essa escola funciona, daí vem o apoio. No começo, senti pressão. O supervisor vinha e falava: "Como não vai mandar os professores para formação?". Eu dizia: "Vou chamar a imprensa e explicar que os alunos vão ficar sem aulas." Eles desistiam de me pressionar. Mas era um sobressalto constante.

FOLHA - Como o sr. avalia o corpo docente da sua escola e da rede?
OLIVEIRA - Aqui o pessoal é qualificado. Gente da USP, PUC, do Mackenzie. É uma nata que gostou do trabalho. Aqui se consegue dar aula, raridade na rede. Foi uma seleção natural ao longo dos anos.

FOLHA - Quanto ganham seus professores?
OLIVEIRA - Os mais novatos, com cinco anos de experiência, uns R$ 1.700, a média do Estado. Eu sou um diretor de 30 anos, que vai se aposentar na casa dos R$ 3.000.

FOLHA - Há pesquisas que mostram que o salário da rede estadual paulista não é ruim. O sr. concorda?
OLIVEIRA - Em cidades do interior, o salário de professor é o maior da cidade. Mas o Estado deve atrair melhores quadros. O salário não é compatível.

FOLHA - Como o sr. avalia a estrutura física da sua escola?
OLIVEIRA - Não consigo uma reforma porque não participo das reuniõezinhas, não vou lá ficar bajulando. Eu percorria gabinete de deputado para pedir reforma. Desisti. É indigno para um diretor.

FOLHA - Qual a principal ação para melhorar o ensino público?
OLIVEIRA - Gerência. Precisa ser técnica, trabalhar currículo, diagnóstico. Até trazer gente da iniciativa privada. Ou colocar os diretores das melhores escolas na gestão do sistema.

FOLHA - O que o sr. acha do novo secretário, Paulo Renato Souza?
OLIVEIRA - Tenho simpatia pela trajetória dele. Mas ele se tornou político. O problema é saber se o objetivo dele é eleger o Serra presidente ou melhorar o ensino. Se ele chegou apenas com visão política, as escolas vão seguir esfaceladas, sem conteúdos. Ele vai ser mais um.

FÁBIO TAKAHASHI
DA REPORTAGEM LOCAL
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Uma mulher britânica grávida pode ser condenada à morte no Laos, na Ásia meridional. Ela vai a julgamento nesta semana, de acordo com o site da CNN.

Grávida, Samantha Orobator (foto) pode ser condenada à morte nesta semana, no Laos
Nascida na Nigéria, Samantha Orobator, 20, mora em Londres desde os oito anos de idade. Presa no último dia 5 de agosto, a jovem engravidou na prisão, segundo uma porta-voz do grupo Reprieve, que ajuda condenados à morte. Ela pode ser executada no pelotão de fuzilamento se for condenada por tráfico de drogas.
Segundo o grupo, a acusação é de que a britânica carregava mais de meio quilo de heroína --quantidade que, no Laos, costuma resultar em condenação à morte, de acordo com a advogada Anna Morris, do Reprieve.
A mãe de Orobator, Jane, que mora em Dublin (Irlanda), ouvida pela CNN, disse acreditar que sua filha "não é o tipo de pessoa" que se envolve em tráfico de drogas, e que não sabia que ela estava no Laos.
Um cônsul britânico e a advogada Anna Morris estão no Laos para acompanhar o caso.
De acordo com Morris, a criança deve nascer em setembro. Ela afirmou à CNN que uma das preocupações do Reprieve é que a gravidez tenha sido resultado de abuso sofrido pela britânica na prisão.
A última execução no Laos ocorreu em 1990.

Fonte; Folha Online
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Uma mulher britânica grávida pode ser condenada à morte no Laos, na Ásia meridional. Ela vai a julgamento nesta semana, de acordo com o site da CNN.

Grávida, Samantha Orobator (foto) pode ser condenada à morte nesta semana, no Laos
Nascida na Nigéria, Samantha Orobator, 20, mora em Londres desde os oito anos de idade. Presa no último dia 5 de agosto, a jovem engravidou na prisão, segundo uma porta-voz do grupo Reprieve, que ajuda condenados à morte. Ela pode ser executada no pelotão de fuzilamento se for condenada por tráfico de drogas.
Segundo o grupo, a acusação é de que a britânica carregava mais de meio quilo de heroína --quantidade que, no Laos, costuma resultar em condenação à morte, de acordo com a advogada Anna Morris, do Reprieve.
A mãe de Orobator, Jane, que mora em Dublin (Irlanda), ouvida pela CNN, disse acreditar que sua filha "não é o tipo de pessoa" que se envolve em tráfico de drogas, e que não sabia que ela estava no Laos.
Um cônsul britânico e a advogada Anna Morris estão no Laos para acompanhar o caso.
De acordo com Morris, a criança deve nascer em setembro. Ela afirmou à CNN que uma das preocupações do Reprieve é que a gravidez tenha sido resultado de abuso sofrido pela britânica na prisão.
A última execução no Laos ocorreu em 1990.

Fonte; Folha Online
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Uma mulher britânica grávida pode ser condenada à morte no Laos, na Ásia meridional. Ela vai a julgamento nesta semana, de acordo com o site da CNN.

Grávida, Samantha Orobator (foto) pode ser condenada à morte nesta semana, no Laos
Nascida na Nigéria, Samantha Orobator, 20, mora em Londres desde os oito anos de idade. Presa no último dia 5 de agosto, a jovem engravidou na prisão, segundo uma porta-voz do grupo Reprieve, que ajuda condenados à morte. Ela pode ser executada no pelotão de fuzilamento se for condenada por tráfico de drogas.
Segundo o grupo, a acusação é de que a britânica carregava mais de meio quilo de heroína --quantidade que, no Laos, costuma resultar em condenação à morte, de acordo com a advogada Anna Morris, do Reprieve.
A mãe de Orobator, Jane, que mora em Dublin (Irlanda), ouvida pela CNN, disse acreditar que sua filha "não é o tipo de pessoa" que se envolve em tráfico de drogas, e que não sabia que ela estava no Laos.
Um cônsul britânico e a advogada Anna Morris estão no Laos para acompanhar o caso.
De acordo com Morris, a criança deve nascer em setembro. Ela afirmou à CNN que uma das preocupações do Reprieve é que a gravidez tenha sido resultado de abuso sofrido pela britânica na prisão.
A última execução no Laos ocorreu em 1990.

Fonte; Folha Online
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Grávida, Samantha Orobator (foto) pode ser condenada à morte nesta semana, no Laos
Nascida na Nigéria, Samantha Orobator, 20, mora em Londres desde os oito anos de idade. Presa no último dia 5 de agosto, a jovem engravidou na prisão, segundo uma porta-voz do grupo Reprieve, que ajuda condenados à morte. Ela pode ser executada no pelotão de fuzilamento se for condenada por tráfico de drogas.
Segundo o grupo, a acusação é de que a britânica carregava mais de meio quilo de heroína --quantidade que, no Laos, costuma resultar em condenação à morte, de acordo com a advogada Anna Morris, do Reprieve.
A mãe de Orobator, Jane, que mora em Dublin (Irlanda), ouvida pela CNN, disse acreditar que sua filha "não é o tipo de pessoa" que se envolve em tráfico de drogas, e que não sabia que ela estava no Laos.
Um cônsul britânico e a advogada Anna Morris estão no Laos para acompanhar o caso.
De acordo com Morris, a criança deve nascer em setembro. Ela afirmou à CNN que uma das preocupações do Reprieve é que a gravidez tenha sido resultado de abuso sofrido pela britânica na prisão.
A última execução no Laos ocorreu em 1990.

Fonte; Folha Online
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Uma mulher britânica grávida pode ser condenada à morte no Laos, na Ásia meridional. Ela vai a julgamento nesta semana, de acordo com o site da CNN.

Grávida, Samantha Orobator (foto) pode ser condenada à morte nesta semana, no Laos
Nascida na Nigéria, Samantha Orobator, 20, mora em Londres desde os oito anos de idade. Presa no último dia 5 de agosto, a jovem engravidou na prisão, segundo uma porta-voz do grupo Reprieve, que ajuda condenados à morte. Ela pode ser executada no pelotão de fuzilamento se for condenada por tráfico de drogas.
Segundo o grupo, a acusação é de que a britânica carregava mais de meio quilo de heroína --quantidade que, no Laos, costuma resultar em condenação à morte, de acordo com a advogada Anna Morris, do Reprieve.
A mãe de Orobator, Jane, que mora em Dublin (Irlanda), ouvida pela CNN, disse acreditar que sua filha "não é o tipo de pessoa" que se envolve em tráfico de drogas, e que não sabia que ela estava no Laos.
Um cônsul britânico e a advogada Anna Morris estão no Laos para acompanhar o caso.
De acordo com Morris, a criança deve nascer em setembro. Ela afirmou à CNN que uma das preocupações do Reprieve é que a gravidez tenha sido resultado de abuso sofrido pela britânica na prisão.
A última execução no Laos ocorreu em 1990.

Fonte; Folha Online
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Uma mulher britânica grávida pode ser condenada à morte no Laos, na Ásia meridional. Ela vai a julgamento nesta semana, de acordo com o site da CNN.

Grávida, Samantha Orobator (foto) pode ser condenada à morte nesta semana, no Laos
Nascida na Nigéria, Samantha Orobator, 20, mora em Londres desde os oito anos de idade. Presa no último dia 5 de agosto, a jovem engravidou na prisão, segundo uma porta-voz do grupo Reprieve, que ajuda condenados à morte. Ela pode ser executada no pelotão de fuzilamento se for condenada por tráfico de drogas.
Segundo o grupo, a acusação é de que a britânica carregava mais de meio quilo de heroína --quantidade que, no Laos, costuma resultar em condenação à morte, de acordo com a advogada Anna Morris, do Reprieve.
A mãe de Orobator, Jane, que mora em Dublin (Irlanda), ouvida pela CNN, disse acreditar que sua filha "não é o tipo de pessoa" que se envolve em tráfico de drogas, e que não sabia que ela estava no Laos.
Um cônsul britânico e a advogada Anna Morris estão no Laos para acompanhar o caso.
De acordo com Morris, a criança deve nascer em setembro. Ela afirmou à CNN que uma das preocupações do Reprieve é que a gravidez tenha sido resultado de abuso sofrido pela britânica na prisão.
A última execução no Laos ocorreu em 1990.

Fonte; Folha Online
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Uma mulher britânica grávida pode ser condenada à morte no Laos, na Ásia meridional. Ela vai a julgamento nesta semana, de acordo com o site da CNN.

Grávida, Samantha Orobator (foto) pode ser condenada à morte nesta semana, no Laos
Nascida na Nigéria, Samantha Orobator, 20, mora em Londres desde os oito anos de idade. Presa no último dia 5 de agosto, a jovem engravidou na prisão, segundo uma porta-voz do grupo Reprieve, que ajuda condenados à morte. Ela pode ser executada no pelotão de fuzilamento se for condenada por tráfico de drogas.
Segundo o grupo, a acusação é de que a britânica carregava mais de meio quilo de heroína --quantidade que, no Laos, costuma resultar em condenação à morte, de acordo com a advogada Anna Morris, do Reprieve.
A mãe de Orobator, Jane, que mora em Dublin (Irlanda), ouvida pela CNN, disse acreditar que sua filha "não é o tipo de pessoa" que se envolve em tráfico de drogas, e que não sabia que ela estava no Laos.
Um cônsul britânico e a advogada Anna Morris estão no Laos para acompanhar o caso.
De acordo com Morris, a criança deve nascer em setembro. Ela afirmou à CNN que uma das preocupações do Reprieve é que a gravidez tenha sido resultado de abuso sofrido pela britânica na prisão.
A última execução no Laos ocorreu em 1990.

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O conceito de cuidados paliativos foi impulsionado, na segunda metade do século 20, pelo surgimento de anti-inflamatórios, antidepressivos, opióides e outros remédios capazes de reduzir os sofrimentos de doentes crônicos.
Em 1967, a inglesa Cicely Saunders fundou o St. Christopher's Hospice, em Londres, nascendo então as instituições voltadas para cuidados paliativos. Os "hospices" foram pensados como casas arejadas, em regiões silenciosas, nas quais o ambiente contribui com a medicina para o bem-estar.
No Reino Unido, existem mais de 250 "hospices". No Brasil, as experiências institucionais são poucas. Há enfermarias de cuidados paliativos em cerca de 40 hospitais. Em São Paulo existem, por exemplo, as unidades vinculadas ao Hospital do Servidor Municipal e ao Hospital do Servidor Público Estadual.
O Inca 4 nasceu em 1989, mas passou a ocupar um prédio próprio em 1998. Está longe de ser um "hospice", a começar pela proximidade de morros onde há conflitos armados frequentes. Mas há locais como a Sala do Silêncio, em que doentes, acompanhantes e profissionais descansam, e espaço para trabalhos manuais.



Fonte: LUIZ FERNANDO VIANNA da Folha de S.Paulo, no Rio

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O conceito de cuidados paliativos foi impulsionado, na segunda metade do século 20, pelo surgimento de anti-inflamatórios, antidepressivos, opióides e outros remédios capazes de reduzir os sofrimentos de doentes crônicos.
Em 1967, a inglesa Cicely Saunders fundou o St. Christopher's Hospice, em Londres, nascendo então as instituições voltadas para cuidados paliativos. Os "hospices" foram pensados como casas arejadas, em regiões silenciosas, nas quais o ambiente contribui com a medicina para o bem-estar.
No Reino Unido, existem mais de 250 "hospices". No Brasil, as experiências institucionais são poucas. Há enfermarias de cuidados paliativos em cerca de 40 hospitais. Em São Paulo existem, por exemplo, as unidades vinculadas ao Hospital do Servidor Municipal e ao Hospital do Servidor Público Estadual.
O Inca 4 nasceu em 1989, mas passou a ocupar um prédio próprio em 1998. Está longe de ser um "hospice", a começar pela proximidade de morros onde há conflitos armados frequentes. Mas há locais como a Sala do Silêncio, em que doentes, acompanhantes e profissionais descansam, e espaço para trabalhos manuais.



Fonte: LUIZ FERNANDO VIANNA da Folha de S.Paulo, no Rio

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O conceito de cuidados paliativos foi impulsionado, na segunda metade do século 20, pelo surgimento de anti-inflamatórios, antidepressivos, opióides e outros remédios capazes de reduzir os sofrimentos de doentes crônicos.
Em 1967, a inglesa Cicely Saunders fundou o St. Christopher's Hospice, em Londres, nascendo então as instituições voltadas para cuidados paliativos. Os "hospices" foram pensados como casas arejadas, em regiões silenciosas, nas quais o ambiente contribui com a medicina para o bem-estar.
No Reino Unido, existem mais de 250 "hospices". No Brasil, as experiências institucionais são poucas. Há enfermarias de cuidados paliativos em cerca de 40 hospitais. Em São Paulo existem, por exemplo, as unidades vinculadas ao Hospital do Servidor Municipal e ao Hospital do Servidor Público Estadual.
O Inca 4 nasceu em 1989, mas passou a ocupar um prédio próprio em 1998. Está longe de ser um "hospice", a começar pela proximidade de morros onde há conflitos armados frequentes. Mas há locais como a Sala do Silêncio, em que doentes, acompanhantes e profissionais descansam, e espaço para trabalhos manuais.



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O conceito de cuidados paliativos foi impulsionado, na segunda metade do século 20, pelo surgimento de anti-inflamatórios, antidepressivos, opióides e outros remédios capazes de reduzir os sofrimentos de doentes crônicos.
Em 1967, a inglesa Cicely Saunders fundou o St. Christopher's Hospice, em Londres, nascendo então as instituições voltadas para cuidados paliativos. Os "hospices" foram pensados como casas arejadas, em regiões silenciosas, nas quais o ambiente contribui com a medicina para o bem-estar.
No Reino Unido, existem mais de 250 "hospices". No Brasil, as experiências institucionais são poucas. Há enfermarias de cuidados paliativos em cerca de 40 hospitais. Em São Paulo existem, por exemplo, as unidades vinculadas ao Hospital do Servidor Municipal e ao Hospital do Servidor Público Estadual.
O Inca 4 nasceu em 1989, mas passou a ocupar um prédio próprio em 1998. Está longe de ser um "hospice", a começar pela proximidade de morros onde há conflitos armados frequentes. Mas há locais como a Sala do Silêncio, em que doentes, acompanhantes e profissionais descansam, e espaço para trabalhos manuais.



Fonte: LUIZ FERNANDO VIANNA da Folha de S.Paulo, no Rio

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O conceito de cuidados paliativos foi impulsionado, na segunda metade do século 20, pelo surgimento de anti-inflamatórios, antidepressivos, opióides e outros remédios capazes de reduzir os sofrimentos de doentes crônicos.
Em 1967, a inglesa Cicely Saunders fundou o St. Christopher's Hospice, em Londres, nascendo então as instituições voltadas para cuidados paliativos. Os "hospices" foram pensados como casas arejadas, em regiões silenciosas, nas quais o ambiente contribui com a medicina para o bem-estar.
No Reino Unido, existem mais de 250 "hospices". No Brasil, as experiências institucionais são poucas. Há enfermarias de cuidados paliativos em cerca de 40 hospitais. Em São Paulo existem, por exemplo, as unidades vinculadas ao Hospital do Servidor Municipal e ao Hospital do Servidor Público Estadual.
O Inca 4 nasceu em 1989, mas passou a ocupar um prédio próprio em 1998. Está longe de ser um "hospice", a começar pela proximidade de morros onde há conflitos armados frequentes. Mas há locais como a Sala do Silêncio, em que doentes, acompanhantes e profissionais descansam, e espaço para trabalhos manuais.



Fonte: LUIZ FERNANDO VIANNA da Folha de S.Paulo, no Rio

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O conceito de cuidados paliativos foi impulsionado, na segunda metade do século 20, pelo surgimento de anti-inflamatórios, antidepressivos, opióides e outros remédios capazes de reduzir os sofrimentos de doentes crônicos.
Em 1967, a inglesa Cicely Saunders fundou o St. Christopher's Hospice, em Londres, nascendo então as instituições voltadas para cuidados paliativos. Os "hospices" foram pensados como casas arejadas, em regiões silenciosas, nas quais o ambiente contribui com a medicina para o bem-estar.
No Reino Unido, existem mais de 250 "hospices". No Brasil, as experiências institucionais são poucas. Há enfermarias de cuidados paliativos em cerca de 40 hospitais. Em São Paulo existem, por exemplo, as unidades vinculadas ao Hospital do Servidor Municipal e ao Hospital do Servidor Público Estadual.
O Inca 4 nasceu em 1989, mas passou a ocupar um prédio próprio em 1998. Está longe de ser um "hospice", a começar pela proximidade de morros onde há conflitos armados frequentes. Mas há locais como a Sala do Silêncio, em que doentes, acompanhantes e profissionais descansam, e espaço para trabalhos manuais.



Fonte: LUIZ FERNANDO VIANNA da Folha de S.Paulo, no Rio

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O conceito de cuidados paliativos foi impulsionado, na segunda metade do século 20, pelo surgimento de anti-inflamatórios, antidepressivos, opióides e outros remédios capazes de reduzir os sofrimentos de doentes crônicos.
Em 1967, a inglesa Cicely Saunders fundou o St. Christopher's Hospice, em Londres, nascendo então as instituições voltadas para cuidados paliativos. Os "hospices" foram pensados como casas arejadas, em regiões silenciosas, nas quais o ambiente contribui com a medicina para o bem-estar.
No Reino Unido, existem mais de 250 "hospices". No Brasil, as experiências institucionais são poucas. Há enfermarias de cuidados paliativos em cerca de 40 hospitais. Em São Paulo existem, por exemplo, as unidades vinculadas ao Hospital do Servidor Municipal e ao Hospital do Servidor Público Estadual.
O Inca 4 nasceu em 1989, mas passou a ocupar um prédio próprio em 1998. Está longe de ser um "hospice", a começar pela proximidade de morros onde há conflitos armados frequentes. Mas há locais como a Sala do Silêncio, em que doentes, acompanhantes e profissionais descansam, e espaço para trabalhos manuais.



Fonte: LUIZ FERNANDO VIANNA da Folha de S.Paulo, no Rio

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O Ligue 100 é a grande ferramenta divulgada através do Programa Na Mão Certa para que empresas e motoristas denunciem situações de exploração sexual nas rodovias. O número é um serviço de discagem direta e gratuita, disponível para todos os Estados brasileiros. Coordenado e executado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH) da Presidência da República, o Lique 100 tem como objetivo acolher denúncias de violência contra crianças e adolescentes, buscando interromper a situação denunciada. Entretanto, muitas empresas reclamam da demora no atendimento, da limitação do horário de funcionamento e da falta de retorno quanto às denúncias feitas. Para esclarecer como funciona o serviço, o atendimento e os desdobramentos, a coordenadora do Ligue 100, Leila Paiva, participou do 2º Encontro Empresarial Na Mão Certa.

Segundo a coordenadora, o Ligue 100 é um serviço de utilidade pública que foi criado em 1997 e passou a ser gerenciado pelo Governo Federal em 2003. Desde 2004, o serviço passa por mudanças que vão da troca do número, antes atendido via 0800, até a ampliação nos serviços oferecidos. Atualmente, além de denúncias sobre exploração sexual de crianças e adolescentes, o Ligue 100 também recebe informações sobre desaparecimentos e, desde julho, oferece a modalidade de escuta também para agressores e vítimas. “Além disso, recebemos denúncias sobre violência física e trabalho infantil. Hoje também temos um serviço especializado para atender crianças e adolescentes em crise, como uma adolescente que descobre que está grávida, decide se matar e liga para o nosso atendimento. Essa, inclusive, é uma situação bem comum”, explica.
Atualmente, o Ligue 100 funciona das 8h às 22h, inclusive nos finais de semana e feriados. As denúncias recebidas são analisadas e encaminhadas aos órgãos de defesa e responsabilização no prazo de 24 horas, mantendo o sigilo e a identidade do denunciante. Questionada sobre as medidas tomadas a partir das denúncias, Leila afirmou que o desdobramento depende das redes locais. “Recebemos denúncias de todo o país, e dependemos da rede local para tomar as medidas possíveis. O Ligue 100 é um canal que deve, sim, ser utilizado para denunciar. A gente faz o nosso papel, que é receber a denúncia e encaminhar para a rede local - competência, inclusive, dos Governos Estaduais. Mas há lugares onde a gente não consegue atuar devido aos agentes locais. É preciso ter essa consciência, de que, mesmo como um mecanismo federal, nós temos limites. É uma realidade cruel, mas para mudarmos isso, toda a sociedade tem que se mobilizar”.
Segundo a coordenadora, umas das saídas para ver resultados mais rápidos é a mobilização das autoridades e o envolvimento da polícia local. O mesmo deve acontecer nos horários que o Ligue 100 não funciona ou quando há o flagrante da exploração. “O papel do cidadão é denunciar. Após as 22h ou em situações de flagrante, inclusive no horário em que o Ligue 100 está em funcionamento, quem deve ser acionada é a polícia municipal, ou, em casos mais graves, a polícia federal. A polícia está disponível 24 horas para atender a esses chamados”, ressalta. Para reforçar esse envolvimento local, a SEDH está mudando as formas de divulgação do serviço. “Nós erramos quando referenciamos o Ligue 100 como sendo o único canal de denúncias no Brasil. Hoje, estamos tentando corrigir esse erro, incentivando os atendimentos locais Estamos sistematizando a metodologia do Ligue 100 para disseminar as informações e envolver as redes. Em outubro, essa sistematização vai ser lançada, para instruir as redes locais sobre como agir corretamente frente às denúncias. Estamos também mapeando e fomentando essas iniciativas”, afirma.
Entre 2003 e agosto de 2008, o Disque Denúncia Nacional realizou mais de 2 milhões de atendimentos , apresentando a média de 988 atendimentos por dia e resultando em quase 75 mil encaminhamentos no período. Somente entre janeiro e agosto de 2008, o Ligue 100 contabilizou 449 mil atendimentos que, excluídos trotes e ligações enganadas, resultaram em 23,5 mil denúncias. Para Leila, mesmo que o serviço precise de mudanças, o Ligue 100 deve continuar sendo divulgado e servir como uma ferramenta de ação social. “A denúncia é uma iniciativa para que algo seja feito em defesa da criança e do adolescente. É uma forma de tentar garantir o desenvolvimento sexual correto e a defesa dos seus direitos”.
Ao final do evento, a coordenadora também ressaltou a importância da parceria com o Programa Na Mão Certa e da aproximação das empresas signatárias. “Com essa aproximação, conseguimos chegar a alguns parceiros que nunca havíamos conseguido atingir e em espaços onde não conseguimos divulgar o Ligue 100 através de uma política pública. Nesse sentido, temos um parceiro fundamental, que está na estrada, consegue visualizar os casos de exploração sexual de crianças e adolescentes e ajudar que as políticas públicas possam protegê-las”, afirmou. “Estamos tendo uma mobilização fundamental. Estamos recebendo várias denúncias, feitas não só por pessoas que estão nas estradas, mas por empresas que fazem parte desse programa. Nesse sentido, o Programa Na Mão Certa e as empresas signatárias são parceiros fundamentais para o Ligue 100”, completou.


Fonte: "Na Mão Certa"
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O Ligue 100 é a grande ferramenta divulgada através do Programa Na Mão Certa para que empresas e motoristas denunciem situações de exploração sexual nas rodovias. O número é um serviço de discagem direta e gratuita, disponível para todos os Estados brasileiros. Coordenado e executado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH) da Presidência da República, o Lique 100 tem como objetivo acolher denúncias de violência contra crianças e adolescentes, buscando interromper a situação denunciada. Entretanto, muitas empresas reclamam da demora no atendimento, da limitação do horário de funcionamento e da falta de retorno quanto às denúncias feitas. Para esclarecer como funciona o serviço, o atendimento e os desdobramentos, a coordenadora do Ligue 100, Leila Paiva, participou do 2º Encontro Empresarial Na Mão Certa.

Segundo a coordenadora, o Ligue 100 é um serviço de utilidade pública que foi criado em 1997 e passou a ser gerenciado pelo Governo Federal em 2003. Desde 2004, o serviço passa por mudanças que vão da troca do número, antes atendido via 0800, até a ampliação nos serviços oferecidos. Atualmente, além de denúncias sobre exploração sexual de crianças e adolescentes, o Ligue 100 também recebe informações sobre desaparecimentos e, desde julho, oferece a modalidade de escuta também para agressores e vítimas. “Além disso, recebemos denúncias sobre violência física e trabalho infantil. Hoje também temos um serviço especializado para atender crianças e adolescentes em crise, como uma adolescente que descobre que está grávida, decide se matar e liga para o nosso atendimento. Essa, inclusive, é uma situação bem comum”, explica.
Atualmente, o Ligue 100 funciona das 8h às 22h, inclusive nos finais de semana e feriados. As denúncias recebidas são analisadas e encaminhadas aos órgãos de defesa e responsabilização no prazo de 24 horas, mantendo o sigilo e a identidade do denunciante. Questionada sobre as medidas tomadas a partir das denúncias, Leila afirmou que o desdobramento depende das redes locais. “Recebemos denúncias de todo o país, e dependemos da rede local para tomar as medidas possíveis. O Ligue 100 é um canal que deve, sim, ser utilizado para denunciar. A gente faz o nosso papel, que é receber a denúncia e encaminhar para a rede local - competência, inclusive, dos Governos Estaduais. Mas há lugares onde a gente não consegue atuar devido aos agentes locais. É preciso ter essa consciência, de que, mesmo como um mecanismo federal, nós temos limites. É uma realidade cruel, mas para mudarmos isso, toda a sociedade tem que se mobilizar”.
Segundo a coordenadora, umas das saídas para ver resultados mais rápidos é a mobilização das autoridades e o envolvimento da polícia local. O mesmo deve acontecer nos horários que o Ligue 100 não funciona ou quando há o flagrante da exploração. “O papel do cidadão é denunciar. Após as 22h ou em situações de flagrante, inclusive no horário em que o Ligue 100 está em funcionamento, quem deve ser acionada é a polícia municipal, ou, em casos mais graves, a polícia federal. A polícia está disponível 24 horas para atender a esses chamados”, ressalta. Para reforçar esse envolvimento local, a SEDH está mudando as formas de divulgação do serviço. “Nós erramos quando referenciamos o Ligue 100 como sendo o único canal de denúncias no Brasil. Hoje, estamos tentando corrigir esse erro, incentivando os atendimentos locais Estamos sistematizando a metodologia do Ligue 100 para disseminar as informações e envolver as redes. Em outubro, essa sistematização vai ser lançada, para instruir as redes locais sobre como agir corretamente frente às denúncias. Estamos também mapeando e fomentando essas iniciativas”, afirma.
Entre 2003 e agosto de 2008, o Disque Denúncia Nacional realizou mais de 2 milhões de atendimentos , apresentando a média de 988 atendimentos por dia e resultando em quase 75 mil encaminhamentos no período. Somente entre janeiro e agosto de 2008, o Ligue 100 contabilizou 449 mil atendimentos que, excluídos trotes e ligações enganadas, resultaram em 23,5 mil denúncias. Para Leila, mesmo que o serviço precise de mudanças, o Ligue 100 deve continuar sendo divulgado e servir como uma ferramenta de ação social. “A denúncia é uma iniciativa para que algo seja feito em defesa da criança e do adolescente. É uma forma de tentar garantir o desenvolvimento sexual correto e a defesa dos seus direitos”.
Ao final do evento, a coordenadora também ressaltou a importância da parceria com o Programa Na Mão Certa e da aproximação das empresas signatárias. “Com essa aproximação, conseguimos chegar a alguns parceiros que nunca havíamos conseguido atingir e em espaços onde não conseguimos divulgar o Ligue 100 através de uma política pública. Nesse sentido, temos um parceiro fundamental, que está na estrada, consegue visualizar os casos de exploração sexual de crianças e adolescentes e ajudar que as políticas públicas possam protegê-las”, afirmou. “Estamos tendo uma mobilização fundamental. Estamos recebendo várias denúncias, feitas não só por pessoas que estão nas estradas, mas por empresas que fazem parte desse programa. Nesse sentido, o Programa Na Mão Certa e as empresas signatárias são parceiros fundamentais para o Ligue 100”, completou.


Fonte: "Na Mão Certa"
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O Ligue 100 é a grande ferramenta divulgada através do Programa Na Mão Certa para que empresas e motoristas denunciem situações de exploração sexual nas rodovias. O número é um serviço de discagem direta e gratuita, disponível para todos os Estados brasileiros. Coordenado e executado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH) da Presidência da República, o Lique 100 tem como objetivo acolher denúncias de violência contra crianças e adolescentes, buscando interromper a situação denunciada. Entretanto, muitas empresas reclamam da demora no atendimento, da limitação do horário de funcionamento e da falta de retorno quanto às denúncias feitas. Para esclarecer como funciona o serviço, o atendimento e os desdobramentos, a coordenadora do Ligue 100, Leila Paiva, participou do 2º Encontro Empresarial Na Mão Certa.

Segundo a coordenadora, o Ligue 100 é um serviço de utilidade pública que foi criado em 1997 e passou a ser gerenciado pelo Governo Federal em 2003. Desde 2004, o serviço passa por mudanças que vão da troca do número, antes atendido via 0800, até a ampliação nos serviços oferecidos. Atualmente, além de denúncias sobre exploração sexual de crianças e adolescentes, o Ligue 100 também recebe informações sobre desaparecimentos e, desde julho, oferece a modalidade de escuta também para agressores e vítimas. “Além disso, recebemos denúncias sobre violência física e trabalho infantil. Hoje também temos um serviço especializado para atender crianças e adolescentes em crise, como uma adolescente que descobre que está grávida, decide se matar e liga para o nosso atendimento. Essa, inclusive, é uma situação bem comum”, explica.
Atualmente, o Ligue 100 funciona das 8h às 22h, inclusive nos finais de semana e feriados. As denúncias recebidas são analisadas e encaminhadas aos órgãos de defesa e responsabilização no prazo de 24 horas, mantendo o sigilo e a identidade do denunciante. Questionada sobre as medidas tomadas a partir das denúncias, Leila afirmou que o desdobramento depende das redes locais. “Recebemos denúncias de todo o país, e dependemos da rede local para tomar as medidas possíveis. O Ligue 100 é um canal que deve, sim, ser utilizado para denunciar. A gente faz o nosso papel, que é receber a denúncia e encaminhar para a rede local - competência, inclusive, dos Governos Estaduais. Mas há lugares onde a gente não consegue atuar devido aos agentes locais. É preciso ter essa consciência, de que, mesmo como um mecanismo federal, nós temos limites. É uma realidade cruel, mas para mudarmos isso, toda a sociedade tem que se mobilizar”.
Segundo a coordenadora, umas das saídas para ver resultados mais rápidos é a mobilização das autoridades e o envolvimento da polícia local. O mesmo deve acontecer nos horários que o Ligue 100 não funciona ou quando há o flagrante da exploração. “O papel do cidadão é denunciar. Após as 22h ou em situações de flagrante, inclusive no horário em que o Ligue 100 está em funcionamento, quem deve ser acionada é a polícia municipal, ou, em casos mais graves, a polícia federal. A polícia está disponível 24 horas para atender a esses chamados”, ressalta. Para reforçar esse envolvimento local, a SEDH está mudando as formas de divulgação do serviço. “Nós erramos quando referenciamos o Ligue 100 como sendo o único canal de denúncias no Brasil. Hoje, estamos tentando corrigir esse erro, incentivando os atendimentos locais Estamos sistematizando a metodologia do Ligue 100 para disseminar as informações e envolver as redes. Em outubro, essa sistematização vai ser lançada, para instruir as redes locais sobre como agir corretamente frente às denúncias. Estamos também mapeando e fomentando essas iniciativas”, afirma.
Entre 2003 e agosto de 2008, o Disque Denúncia Nacional realizou mais de 2 milhões de atendimentos , apresentando a média de 988 atendimentos por dia e resultando em quase 75 mil encaminhamentos no período. Somente entre janeiro e agosto de 2008, o Ligue 100 contabilizou 449 mil atendimentos que, excluídos trotes e ligações enganadas, resultaram em 23,5 mil denúncias. Para Leila, mesmo que o serviço precise de mudanças, o Ligue 100 deve continuar sendo divulgado e servir como uma ferramenta de ação social. “A denúncia é uma iniciativa para que algo seja feito em defesa da criança e do adolescente. É uma forma de tentar garantir o desenvolvimento sexual correto e a defesa dos seus direitos”.
Ao final do evento, a coordenadora também ressaltou a importância da parceria com o Programa Na Mão Certa e da aproximação das empresas signatárias. “Com essa aproximação, conseguimos chegar a alguns parceiros que nunca havíamos conseguido atingir e em espaços onde não conseguimos divulgar o Ligue 100 através de uma política pública. Nesse sentido, temos um parceiro fundamental, que está na estrada, consegue visualizar os casos de exploração sexual de crianças e adolescentes e ajudar que as políticas públicas possam protegê-las”, afirmou. “Estamos tendo uma mobilização fundamental. Estamos recebendo várias denúncias, feitas não só por pessoas que estão nas estradas, mas por empresas que fazem parte desse programa. Nesse sentido, o Programa Na Mão Certa e as empresas signatárias são parceiros fundamentais para o Ligue 100”, completou.


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O Ligue 100 é a grande ferramenta divulgada através do Programa Na Mão Certa para que empresas e motoristas denunciem situações de exploração sexual nas rodovias. O número é um serviço de discagem direta e gratuita, disponível para todos os Estados brasileiros. Coordenado e executado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH) da Presidência da República, o Lique 100 tem como objetivo acolher denúncias de violência contra crianças e adolescentes, buscando interromper a situação denunciada. Entretanto, muitas empresas reclamam da demora no atendimento, da limitação do horário de funcionamento e da falta de retorno quanto às denúncias feitas. Para esclarecer como funciona o serviço, o atendimento e os desdobramentos, a coordenadora do Ligue 100, Leila Paiva, participou do 2º Encontro Empresarial Na Mão Certa.

Segundo a coordenadora, o Ligue 100 é um serviço de utilidade pública que foi criado em 1997 e passou a ser gerenciado pelo Governo Federal em 2003. Desde 2004, o serviço passa por mudanças que vão da troca do número, antes atendido via 0800, até a ampliação nos serviços oferecidos. Atualmente, além de denúncias sobre exploração sexual de crianças e adolescentes, o Ligue 100 também recebe informações sobre desaparecimentos e, desde julho, oferece a modalidade de escuta também para agressores e vítimas. “Além disso, recebemos denúncias sobre violência física e trabalho infantil. Hoje também temos um serviço especializado para atender crianças e adolescentes em crise, como uma adolescente que descobre que está grávida, decide se matar e liga para o nosso atendimento. Essa, inclusive, é uma situação bem comum”, explica.
Atualmente, o Ligue 100 funciona das 8h às 22h, inclusive nos finais de semana e feriados. As denúncias recebidas são analisadas e encaminhadas aos órgãos de defesa e responsabilização no prazo de 24 horas, mantendo o sigilo e a identidade do denunciante. Questionada sobre as medidas tomadas a partir das denúncias, Leila afirmou que o desdobramento depende das redes locais. “Recebemos denúncias de todo o país, e dependemos da rede local para tomar as medidas possíveis. O Ligue 100 é um canal que deve, sim, ser utilizado para denunciar. A gente faz o nosso papel, que é receber a denúncia e encaminhar para a rede local - competência, inclusive, dos Governos Estaduais. Mas há lugares onde a gente não consegue atuar devido aos agentes locais. É preciso ter essa consciência, de que, mesmo como um mecanismo federal, nós temos limites. É uma realidade cruel, mas para mudarmos isso, toda a sociedade tem que se mobilizar”.
Segundo a coordenadora, umas das saídas para ver resultados mais rápidos é a mobilização das autoridades e o envolvimento da polícia local. O mesmo deve acontecer nos horários que o Ligue 100 não funciona ou quando há o flagrante da exploração. “O papel do cidadão é denunciar. Após as 22h ou em situações de flagrante, inclusive no horário em que o Ligue 100 está em funcionamento, quem deve ser acionada é a polícia municipal, ou, em casos mais graves, a polícia federal. A polícia está disponível 24 horas para atender a esses chamados”, ressalta. Para reforçar esse envolvimento local, a SEDH está mudando as formas de divulgação do serviço. “Nós erramos quando referenciamos o Ligue 100 como sendo o único canal de denúncias no Brasil. Hoje, estamos tentando corrigir esse erro, incentivando os atendimentos locais Estamos sistematizando a metodologia do Ligue 100 para disseminar as informações e envolver as redes. Em outubro, essa sistematização vai ser lançada, para instruir as redes locais sobre como agir corretamente frente às denúncias. Estamos também mapeando e fomentando essas iniciativas”, afirma.
Entre 2003 e agosto de 2008, o Disque Denúncia Nacional realizou mais de 2 milhões de atendimentos , apresentando a média de 988 atendimentos por dia e resultando em quase 75 mil encaminhamentos no período. Somente entre janeiro e agosto de 2008, o Ligue 100 contabilizou 449 mil atendimentos que, excluídos trotes e ligações enganadas, resultaram em 23,5 mil denúncias. Para Leila, mesmo que o serviço precise de mudanças, o Ligue 100 deve continuar sendo divulgado e servir como uma ferramenta de ação social. “A denúncia é uma iniciativa para que algo seja feito em defesa da criança e do adolescente. É uma forma de tentar garantir o desenvolvimento sexual correto e a defesa dos seus direitos”.
Ao final do evento, a coordenadora também ressaltou a importância da parceria com o Programa Na Mão Certa e da aproximação das empresas signatárias. “Com essa aproximação, conseguimos chegar a alguns parceiros que nunca havíamos conseguido atingir e em espaços onde não conseguimos divulgar o Ligue 100 através de uma política pública. Nesse sentido, temos um parceiro fundamental, que está na estrada, consegue visualizar os casos de exploração sexual de crianças e adolescentes e ajudar que as políticas públicas possam protegê-las”, afirmou. “Estamos tendo uma mobilização fundamental. Estamos recebendo várias denúncias, feitas não só por pessoas que estão nas estradas, mas por empresas que fazem parte desse programa. Nesse sentido, o Programa Na Mão Certa e as empresas signatárias são parceiros fundamentais para o Ligue 100”, completou.


Fonte: "Na Mão Certa"
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O Ligue 100 é a grande ferramenta divulgada através do Programa Na Mão Certa para que empresas e motoristas denunciem situações de exploração sexual nas rodovias. O número é um serviço de discagem direta e gratuita, disponível para todos os Estados brasileiros. Coordenado e executado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH) da Presidência da República, o Lique 100 tem como objetivo acolher denúncias de violência contra crianças e adolescentes, buscando interromper a situação denunciada. Entretanto, muitas empresas reclamam da demora no atendimento, da limitação do horário de funcionamento e da falta de retorno quanto às denúncias feitas. Para esclarecer como funciona o serviço, o atendimento e os desdobramentos, a coordenadora do Ligue 100, Leila Paiva, participou do 2º Encontro Empresarial Na Mão Certa.

Segundo a coordenadora, o Ligue 100 é um serviço de utilidade pública que foi criado em 1997 e passou a ser gerenciado pelo Governo Federal em 2003. Desde 2004, o serviço passa por mudanças que vão da troca do número, antes atendido via 0800, até a ampliação nos serviços oferecidos. Atualmente, além de denúncias sobre exploração sexual de crianças e adolescentes, o Ligue 100 também recebe informações sobre desaparecimentos e, desde julho, oferece a modalidade de escuta também para agressores e vítimas. “Além disso, recebemos denúncias sobre violência física e trabalho infantil. Hoje também temos um serviço especializado para atender crianças e adolescentes em crise, como uma adolescente que descobre que está grávida, decide se matar e liga para o nosso atendimento. Essa, inclusive, é uma situação bem comum”, explica.
Atualmente, o Ligue 100 funciona das 8h às 22h, inclusive nos finais de semana e feriados. As denúncias recebidas são analisadas e encaminhadas aos órgãos de defesa e responsabilização no prazo de 24 horas, mantendo o sigilo e a identidade do denunciante. Questionada sobre as medidas tomadas a partir das denúncias, Leila afirmou que o desdobramento depende das redes locais. “Recebemos denúncias de todo o país, e dependemos da rede local para tomar as medidas possíveis. O Ligue 100 é um canal que deve, sim, ser utilizado para denunciar. A gente faz o nosso papel, que é receber a denúncia e encaminhar para a rede local - competência, inclusive, dos Governos Estaduais. Mas há lugares onde a gente não consegue atuar devido aos agentes locais. É preciso ter essa consciência, de que, mesmo como um mecanismo federal, nós temos limites. É uma realidade cruel, mas para mudarmos isso, toda a sociedade tem que se mobilizar”.
Segundo a coordenadora, umas das saídas para ver resultados mais rápidos é a mobilização das autoridades e o envolvimento da polícia local. O mesmo deve acontecer nos horários que o Ligue 100 não funciona ou quando há o flagrante da exploração. “O papel do cidadão é denunciar. Após as 22h ou em situações de flagrante, inclusive no horário em que o Ligue 100 está em funcionamento, quem deve ser acionada é a polícia municipal, ou, em casos mais graves, a polícia federal. A polícia está disponível 24 horas para atender a esses chamados”, ressalta. Para reforçar esse envolvimento local, a SEDH está mudando as formas de divulgação do serviço. “Nós erramos quando referenciamos o Ligue 100 como sendo o único canal de denúncias no Brasil. Hoje, estamos tentando corrigir esse erro, incentivando os atendimentos locais Estamos sistematizando a metodologia do Ligue 100 para disseminar as informações e envolver as redes. Em outubro, essa sistematização vai ser lançada, para instruir as redes locais sobre como agir corretamente frente às denúncias. Estamos também mapeando e fomentando essas iniciativas”, afirma.
Entre 2003 e agosto de 2008, o Disque Denúncia Nacional realizou mais de 2 milhões de atendimentos , apresentando a média de 988 atendimentos por dia e resultando em quase 75 mil encaminhamentos no período. Somente entre janeiro e agosto de 2008, o Ligue 100 contabilizou 449 mil atendimentos que, excluídos trotes e ligações enganadas, resultaram em 23,5 mil denúncias. Para Leila, mesmo que o serviço precise de mudanças, o Ligue 100 deve continuar sendo divulgado e servir como uma ferramenta de ação social. “A denúncia é uma iniciativa para que algo seja feito em defesa da criança e do adolescente. É uma forma de tentar garantir o desenvolvimento sexual correto e a defesa dos seus direitos”.
Ao final do evento, a coordenadora também ressaltou a importância da parceria com o Programa Na Mão Certa e da aproximação das empresas signatárias. “Com essa aproximação, conseguimos chegar a alguns parceiros que nunca havíamos conseguido atingir e em espaços onde não conseguimos divulgar o Ligue 100 através de uma política pública. Nesse sentido, temos um parceiro fundamental, que está na estrada, consegue visualizar os casos de exploração sexual de crianças e adolescentes e ajudar que as políticas públicas possam protegê-las”, afirmou. “Estamos tendo uma mobilização fundamental. Estamos recebendo várias denúncias, feitas não só por pessoas que estão nas estradas, mas por empresas que fazem parte desse programa. Nesse sentido, o Programa Na Mão Certa e as empresas signatárias são parceiros fundamentais para o Ligue 100”, completou.


Fonte: "Na Mão Certa"
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O Ligue 100 é a grande ferramenta divulgada através do Programa Na Mão Certa para que empresas e motoristas denunciem situações de exploração sexual nas rodovias. O número é um serviço de discagem direta e gratuita, disponível para todos os Estados brasileiros. Coordenado e executado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH) da Presidência da República, o Lique 100 tem como objetivo acolher denúncias de violência contra crianças e adolescentes, buscando interromper a situação denunciada. Entretanto, muitas empresas reclamam da demora no atendimento, da limitação do horário de funcionamento e da falta de retorno quanto às denúncias feitas. Para esclarecer como funciona o serviço, o atendimento e os desdobramentos, a coordenadora do Ligue 100, Leila Paiva, participou do 2º Encontro Empresarial Na Mão Certa.

Segundo a coordenadora, o Ligue 100 é um serviço de utilidade pública que foi criado em 1997 e passou a ser gerenciado pelo Governo Federal em 2003. Desde 2004, o serviço passa por mudanças que vão da troca do número, antes atendido via 0800, até a ampliação nos serviços oferecidos. Atualmente, além de denúncias sobre exploração sexual de crianças e adolescentes, o Ligue 100 também recebe informações sobre desaparecimentos e, desde julho, oferece a modalidade de escuta também para agressores e vítimas. “Além disso, recebemos denúncias sobre violência física e trabalho infantil. Hoje também temos um serviço especializado para atender crianças e adolescentes em crise, como uma adolescente que descobre que está grávida, decide se matar e liga para o nosso atendimento. Essa, inclusive, é uma situação bem comum”, explica.
Atualmente, o Ligue 100 funciona das 8h às 22h, inclusive nos finais de semana e feriados. As denúncias recebidas são analisadas e encaminhadas aos órgãos de defesa e responsabilização no prazo de 24 horas, mantendo o sigilo e a identidade do denunciante. Questionada sobre as medidas tomadas a partir das denúncias, Leila afirmou que o desdobramento depende das redes locais. “Recebemos denúncias de todo o país, e dependemos da rede local para tomar as medidas possíveis. O Ligue 100 é um canal que deve, sim, ser utilizado para denunciar. A gente faz o nosso papel, que é receber a denúncia e encaminhar para a rede local - competência, inclusive, dos Governos Estaduais. Mas há lugares onde a gente não consegue atuar devido aos agentes locais. É preciso ter essa consciência, de que, mesmo como um mecanismo federal, nós temos limites. É uma realidade cruel, mas para mudarmos isso, toda a sociedade tem que se mobilizar”.
Segundo a coordenadora, umas das saídas para ver resultados mais rápidos é a mobilização das autoridades e o envolvimento da polícia local. O mesmo deve acontecer nos horários que o Ligue 100 não funciona ou quando há o flagrante da exploração. “O papel do cidadão é denunciar. Após as 22h ou em situações de flagrante, inclusive no horário em que o Ligue 100 está em funcionamento, quem deve ser acionada é a polícia municipal, ou, em casos mais graves, a polícia federal. A polícia está disponível 24 horas para atender a esses chamados”, ressalta. Para reforçar esse envolvimento local, a SEDH está mudando as formas de divulgação do serviço. “Nós erramos quando referenciamos o Ligue 100 como sendo o único canal de denúncias no Brasil. Hoje, estamos tentando corrigir esse erro, incentivando os atendimentos locais Estamos sistematizando a metodologia do Ligue 100 para disseminar as informações e envolver as redes. Em outubro, essa sistematização vai ser lançada, para instruir as redes locais sobre como agir corretamente frente às denúncias. Estamos também mapeando e fomentando essas iniciativas”, afirma.
Entre 2003 e agosto de 2008, o Disque Denúncia Nacional realizou mais de 2 milhões de atendimentos , apresentando a média de 988 atendimentos por dia e resultando em quase 75 mil encaminhamentos no período. Somente entre janeiro e agosto de 2008, o Ligue 100 contabilizou 449 mil atendimentos que, excluídos trotes e ligações enganadas, resultaram em 23,5 mil denúncias. Para Leila, mesmo que o serviço precise de mudanças, o Ligue 100 deve continuar sendo divulgado e servir como uma ferramenta de ação social. “A denúncia é uma iniciativa para que algo seja feito em defesa da criança e do adolescente. É uma forma de tentar garantir o desenvolvimento sexual correto e a defesa dos seus direitos”.
Ao final do evento, a coordenadora também ressaltou a importância da parceria com o Programa Na Mão Certa e da aproximação das empresas signatárias. “Com essa aproximação, conseguimos chegar a alguns parceiros que nunca havíamos conseguido atingir e em espaços onde não conseguimos divulgar o Ligue 100 através de uma política pública. Nesse sentido, temos um parceiro fundamental, que está na estrada, consegue visualizar os casos de exploração sexual de crianças e adolescentes e ajudar que as políticas públicas possam protegê-las”, afirmou. “Estamos tendo uma mobilização fundamental. Estamos recebendo várias denúncias, feitas não só por pessoas que estão nas estradas, mas por empresas que fazem parte desse programa. Nesse sentido, o Programa Na Mão Certa e as empresas signatárias são parceiros fundamentais para o Ligue 100”, completou.


Fonte: "Na Mão Certa"
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O Ligue 100 é a grande ferramenta divulgada através do Programa Na Mão Certa para que empresas e motoristas denunciem situações de exploração sexual nas rodovias. O número é um serviço de discagem direta e gratuita, disponível para todos os Estados brasileiros. Coordenado e executado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH) da Presidência da República, o Lique 100 tem como objetivo acolher denúncias de violência contra crianças e adolescentes, buscando interromper a situação denunciada. Entretanto, muitas empresas reclamam da demora no atendimento, da limitação do horário de funcionamento e da falta de retorno quanto às denúncias feitas. Para esclarecer como funciona o serviço, o atendimento e os desdobramentos, a coordenadora do Ligue 100, Leila Paiva, participou do 2º Encontro Empresarial Na Mão Certa.

Segundo a coordenadora, o Ligue 100 é um serviço de utilidade pública que foi criado em 1997 e passou a ser gerenciado pelo Governo Federal em 2003. Desde 2004, o serviço passa por mudanças que vão da troca do número, antes atendido via 0800, até a ampliação nos serviços oferecidos. Atualmente, além de denúncias sobre exploração sexual de crianças e adolescentes, o Ligue 100 também recebe informações sobre desaparecimentos e, desde julho, oferece a modalidade de escuta também para agressores e vítimas. “Além disso, recebemos denúncias sobre violência física e trabalho infantil. Hoje também temos um serviço especializado para atender crianças e adolescentes em crise, como uma adolescente que descobre que está grávida, decide se matar e liga para o nosso atendimento. Essa, inclusive, é uma situação bem comum”, explica.
Atualmente, o Ligue 100 funciona das 8h às 22h, inclusive nos finais de semana e feriados. As denúncias recebidas são analisadas e encaminhadas aos órgãos de defesa e responsabilização no prazo de 24 horas, mantendo o sigilo e a identidade do denunciante. Questionada sobre as medidas tomadas a partir das denúncias, Leila afirmou que o desdobramento depende das redes locais. “Recebemos denúncias de todo o país, e dependemos da rede local para tomar as medidas possíveis. O Ligue 100 é um canal que deve, sim, ser utilizado para denunciar. A gente faz o nosso papel, que é receber a denúncia e encaminhar para a rede local - competência, inclusive, dos Governos Estaduais. Mas há lugares onde a gente não consegue atuar devido aos agentes locais. É preciso ter essa consciência, de que, mesmo como um mecanismo federal, nós temos limites. É uma realidade cruel, mas para mudarmos isso, toda a sociedade tem que se mobilizar”.
Segundo a coordenadora, umas das saídas para ver resultados mais rápidos é a mobilização das autoridades e o envolvimento da polícia local. O mesmo deve acontecer nos horários que o Ligue 100 não funciona ou quando há o flagrante da exploração. “O papel do cidadão é denunciar. Após as 22h ou em situações de flagrante, inclusive no horário em que o Ligue 100 está em funcionamento, quem deve ser acionada é a polícia municipal, ou, em casos mais graves, a polícia federal. A polícia está disponível 24 horas para atender a esses chamados”, ressalta. Para reforçar esse envolvimento local, a SEDH está mudando as formas de divulgação do serviço. “Nós erramos quando referenciamos o Ligue 100 como sendo o único canal de denúncias no Brasil. Hoje, estamos tentando corrigir esse erro, incentivando os atendimentos locais Estamos sistematizando a metodologia do Ligue 100 para disseminar as informações e envolver as redes. Em outubro, essa sistematização vai ser lançada, para instruir as redes locais sobre como agir corretamente frente às denúncias. Estamos também mapeando e fomentando essas iniciativas”, afirma.
Entre 2003 e agosto de 2008, o Disque Denúncia Nacional realizou mais de 2 milhões de atendimentos , apresentando a média de 988 atendimentos por dia e resultando em quase 75 mil encaminhamentos no período. Somente entre janeiro e agosto de 2008, o Ligue 100 contabilizou 449 mil atendimentos que, excluídos trotes e ligações enganadas, resultaram em 23,5 mil denúncias. Para Leila, mesmo que o serviço precise de mudanças, o Ligue 100 deve continuar sendo divulgado e servir como uma ferramenta de ação social. “A denúncia é uma iniciativa para que algo seja feito em defesa da criança e do adolescente. É uma forma de tentar garantir o desenvolvimento sexual correto e a defesa dos seus direitos”.
Ao final do evento, a coordenadora também ressaltou a importância da parceria com o Programa Na Mão Certa e da aproximação das empresas signatárias. “Com essa aproximação, conseguimos chegar a alguns parceiros que nunca havíamos conseguido atingir e em espaços onde não conseguimos divulgar o Ligue 100 através de uma política pública. Nesse sentido, temos um parceiro fundamental, que está na estrada, consegue visualizar os casos de exploração sexual de crianças e adolescentes e ajudar que as políticas públicas possam protegê-las”, afirmou. “Estamos tendo uma mobilização fundamental. Estamos recebendo várias denúncias, feitas não só por pessoas que estão nas estradas, mas por empresas que fazem parte desse programa. Nesse sentido, o Programa Na Mão Certa e as empresas signatárias são parceiros fundamentais para o Ligue 100”, completou.


Fonte: "Na Mão Certa"
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'Alex', de 17 anos, faz tratamento hormonal desde os 13 para interromper a menstruação e o desenvolvimento dos seios.

Uma adolescente australiana diagnosticada com transtorno de identidade de gênero ganhou na Justiça a permissão para a remoção completa dos seios.
Identificada apenas como "Alex", a jovem de 17 anos faz tratamento hormonal desde os 13 para interromper a menstruação e o desenvolvimento dos seios.
O transtorno de identidade de gênero é uma condição em que a pessoa tem a aparência normal de homem ou mulher, mas se sente como sendo do sexo oposto.
Em entrevista ao jornal The Age, a juíza do Tribunal de Família de Melbourne Diana Bryant disse que seria melhor para a adolescente ter a permissão para fazer a operação "o mais rápido possível", porque, enquanto menor de idade, poderá usufruir de serviços sociais oferecidos pelo governo.
Além disso, disse a magistrada, "esse é um tempo crucial para a vida social e mental dos adolescentes".
Para Bryant, a questão era se "Alex" poderia nesse meio tempo mudar de opinião sobre a operação, como já aconteceu em casos passados.
"Mas a evidência foi de que a operação era do interesse dela", disse.

Controvérsia
No entanto, segundo o eticista Nick Tonti-Filippini, a medicina não reconhece cirurgias para mudança de sexo como um tratamento para o transtorno de identidade de gênero.
"Isso é psicológico. O que estão querendo é fazer com que uma realidade biológica corresponda a uma falsa crença", disse ele ao The Age.
Tonti-Filippini citou o caso de um jovem de 22 anos, morador de Melbourne, que processou os médicos após ter se arrependido de uma cirurgia de mudança de sexo alegando que não foi bem alertado e questionado na época.
O mesmo tribunal de família já havia causado controvérsia em 2007, quando permitiu que uma menina de 12 anos, identificada apenas como "Brodie", tomasse hormônios masculinos.
"Foi descoberto mais tarde que a mãe de Brodie, por causa de uma depressão pós-parto, teria feito uma lavagem cerebral na menina a comprado roupas e brinquedos de meninos e a ensinado a se comportar como tal", disse Tonti-Filippini ao diário.


fonte:G1
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'Alex', de 17 anos, faz tratamento hormonal desde os 13 para interromper a menstruação e o desenvolvimento dos seios.

Uma adolescente australiana diagnosticada com transtorno de identidade de gênero ganhou na Justiça a permissão para a remoção completa dos seios.
Identificada apenas como "Alex", a jovem de 17 anos faz tratamento hormonal desde os 13 para interromper a menstruação e o desenvolvimento dos seios.
O transtorno de identidade de gênero é uma condição em que a pessoa tem a aparência normal de homem ou mulher, mas se sente como sendo do sexo oposto.
Em entrevista ao jornal The Age, a juíza do Tribunal de Família de Melbourne Diana Bryant disse que seria melhor para a adolescente ter a permissão para fazer a operação "o mais rápido possível", porque, enquanto menor de idade, poderá usufruir de serviços sociais oferecidos pelo governo.
Além disso, disse a magistrada, "esse é um tempo crucial para a vida social e mental dos adolescentes".
Para Bryant, a questão era se "Alex" poderia nesse meio tempo mudar de opinião sobre a operação, como já aconteceu em casos passados.
"Mas a evidência foi de que a operação era do interesse dela", disse.

Controvérsia
No entanto, segundo o eticista Nick Tonti-Filippini, a medicina não reconhece cirurgias para mudança de sexo como um tratamento para o transtorno de identidade de gênero.
"Isso é psicológico. O que estão querendo é fazer com que uma realidade biológica corresponda a uma falsa crença", disse ele ao The Age.
Tonti-Filippini citou o caso de um jovem de 22 anos, morador de Melbourne, que processou os médicos após ter se arrependido de uma cirurgia de mudança de sexo alegando que não foi bem alertado e questionado na época.
O mesmo tribunal de família já havia causado controvérsia em 2007, quando permitiu que uma menina de 12 anos, identificada apenas como "Brodie", tomasse hormônios masculinos.
"Foi descoberto mais tarde que a mãe de Brodie, por causa de uma depressão pós-parto, teria feito uma lavagem cerebral na menina a comprado roupas e brinquedos de meninos e a ensinado a se comportar como tal", disse Tonti-Filippini ao diário.


fonte:G1
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'Alex', de 17 anos, faz tratamento hormonal desde os 13 para interromper a menstruação e o desenvolvimento dos seios.

Uma adolescente australiana diagnosticada com transtorno de identidade de gênero ganhou na Justiça a permissão para a remoção completa dos seios.
Identificada apenas como "Alex", a jovem de 17 anos faz tratamento hormonal desde os 13 para interromper a menstruação e o desenvolvimento dos seios.
O transtorno de identidade de gênero é uma condição em que a pessoa tem a aparência normal de homem ou mulher, mas se sente como sendo do sexo oposto.
Em entrevista ao jornal The Age, a juíza do Tribunal de Família de Melbourne Diana Bryant disse que seria melhor para a adolescente ter a permissão para fazer a operação "o mais rápido possível", porque, enquanto menor de idade, poderá usufruir de serviços sociais oferecidos pelo governo.
Além disso, disse a magistrada, "esse é um tempo crucial para a vida social e mental dos adolescentes".
Para Bryant, a questão era se "Alex" poderia nesse meio tempo mudar de opinião sobre a operação, como já aconteceu em casos passados.
"Mas a evidência foi de que a operação era do interesse dela", disse.

Controvérsia
No entanto, segundo o eticista Nick Tonti-Filippini, a medicina não reconhece cirurgias para mudança de sexo como um tratamento para o transtorno de identidade de gênero.
"Isso é psicológico. O que estão querendo é fazer com que uma realidade biológica corresponda a uma falsa crença", disse ele ao The Age.
Tonti-Filippini citou o caso de um jovem de 22 anos, morador de Melbourne, que processou os médicos após ter se arrependido de uma cirurgia de mudança de sexo alegando que não foi bem alertado e questionado na época.
O mesmo tribunal de família já havia causado controvérsia em 2007, quando permitiu que uma menina de 12 anos, identificada apenas como "Brodie", tomasse hormônios masculinos.
"Foi descoberto mais tarde que a mãe de Brodie, por causa de uma depressão pós-parto, teria feito uma lavagem cerebral na menina a comprado roupas e brinquedos de meninos e a ensinado a se comportar como tal", disse Tonti-Filippini ao diário.


fonte:G1
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'Alex', de 17 anos, faz tratamento hormonal desde os 13 para interromper a menstruação e o desenvolvimento dos seios.

Uma adolescente australiana diagnosticada com transtorno de identidade de gênero ganhou na Justiça a permissão para a remoção completa dos seios.
Identificada apenas como "Alex", a jovem de 17 anos faz tratamento hormonal desde os 13 para interromper a menstruação e o desenvolvimento dos seios.
O transtorno de identidade de gênero é uma condição em que a pessoa tem a aparência normal de homem ou mulher, mas se sente como sendo do sexo oposto.
Em entrevista ao jornal The Age, a juíza do Tribunal de Família de Melbourne Diana Bryant disse que seria melhor para a adolescente ter a permissão para fazer a operação "o mais rápido possível", porque, enquanto menor de idade, poderá usufruir de serviços sociais oferecidos pelo governo.
Além disso, disse a magistrada, "esse é um tempo crucial para a vida social e mental dos adolescentes".
Para Bryant, a questão era se "Alex" poderia nesse meio tempo mudar de opinião sobre a operação, como já aconteceu em casos passados.
"Mas a evidência foi de que a operação era do interesse dela", disse.

Controvérsia
No entanto, segundo o eticista Nick Tonti-Filippini, a medicina não reconhece cirurgias para mudança de sexo como um tratamento para o transtorno de identidade de gênero.
"Isso é psicológico. O que estão querendo é fazer com que uma realidade biológica corresponda a uma falsa crença", disse ele ao The Age.
Tonti-Filippini citou o caso de um jovem de 22 anos, morador de Melbourne, que processou os médicos após ter se arrependido de uma cirurgia de mudança de sexo alegando que não foi bem alertado e questionado na época.
O mesmo tribunal de família já havia causado controvérsia em 2007, quando permitiu que uma menina de 12 anos, identificada apenas como "Brodie", tomasse hormônios masculinos.
"Foi descoberto mais tarde que a mãe de Brodie, por causa de uma depressão pós-parto, teria feito uma lavagem cerebral na menina a comprado roupas e brinquedos de meninos e a ensinado a se comportar como tal", disse Tonti-Filippini ao diário.


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'Alex', de 17 anos, faz tratamento hormonal desde os 13 para interromper a menstruação e o desenvolvimento dos seios.

Uma adolescente australiana diagnosticada com transtorno de identidade de gênero ganhou na Justiça a permissão para a remoção completa dos seios.
Identificada apenas como "Alex", a jovem de 17 anos faz tratamento hormonal desde os 13 para interromper a menstruação e o desenvolvimento dos seios.
O transtorno de identidade de gênero é uma condição em que a pessoa tem a aparência normal de homem ou mulher, mas se sente como sendo do sexo oposto.
Em entrevista ao jornal The Age, a juíza do Tribunal de Família de Melbourne Diana Bryant disse que seria melhor para a adolescente ter a permissão para fazer a operação "o mais rápido possível", porque, enquanto menor de idade, poderá usufruir de serviços sociais oferecidos pelo governo.
Além disso, disse a magistrada, "esse é um tempo crucial para a vida social e mental dos adolescentes".
Para Bryant, a questão era se "Alex" poderia nesse meio tempo mudar de opinião sobre a operação, como já aconteceu em casos passados.
"Mas a evidência foi de que a operação era do interesse dela", disse.

Controvérsia
No entanto, segundo o eticista Nick Tonti-Filippini, a medicina não reconhece cirurgias para mudança de sexo como um tratamento para o transtorno de identidade de gênero.
"Isso é psicológico. O que estão querendo é fazer com que uma realidade biológica corresponda a uma falsa crença", disse ele ao The Age.
Tonti-Filippini citou o caso de um jovem de 22 anos, morador de Melbourne, que processou os médicos após ter se arrependido de uma cirurgia de mudança de sexo alegando que não foi bem alertado e questionado na época.
O mesmo tribunal de família já havia causado controvérsia em 2007, quando permitiu que uma menina de 12 anos, identificada apenas como "Brodie", tomasse hormônios masculinos.
"Foi descoberto mais tarde que a mãe de Brodie, por causa de uma depressão pós-parto, teria feito uma lavagem cerebral na menina a comprado roupas e brinquedos de meninos e a ensinado a se comportar como tal", disse Tonti-Filippini ao diário.


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'Alex', de 17 anos, faz tratamento hormonal desde os 13 para interromper a menstruação e o desenvolvimento dos seios.

Uma adolescente australiana diagnosticada com transtorno de identidade de gênero ganhou na Justiça a permissão para a remoção completa dos seios.
Identificada apenas como "Alex", a jovem de 17 anos faz tratamento hormonal desde os 13 para interromper a menstruação e o desenvolvimento dos seios.
O transtorno de identidade de gênero é uma condição em que a pessoa tem a aparência normal de homem ou mulher, mas se sente como sendo do sexo oposto.
Em entrevista ao jornal The Age, a juíza do Tribunal de Família de Melbourne Diana Bryant disse que seria melhor para a adolescente ter a permissão para fazer a operação "o mais rápido possível", porque, enquanto menor de idade, poderá usufruir de serviços sociais oferecidos pelo governo.
Além disso, disse a magistrada, "esse é um tempo crucial para a vida social e mental dos adolescentes".
Para Bryant, a questão era se "Alex" poderia nesse meio tempo mudar de opinião sobre a operação, como já aconteceu em casos passados.
"Mas a evidência foi de que a operação era do interesse dela", disse.

Controvérsia
No entanto, segundo o eticista Nick Tonti-Filippini, a medicina não reconhece cirurgias para mudança de sexo como um tratamento para o transtorno de identidade de gênero.
"Isso é psicológico. O que estão querendo é fazer com que uma realidade biológica corresponda a uma falsa crença", disse ele ao The Age.
Tonti-Filippini citou o caso de um jovem de 22 anos, morador de Melbourne, que processou os médicos após ter se arrependido de uma cirurgia de mudança de sexo alegando que não foi bem alertado e questionado na época.
O mesmo tribunal de família já havia causado controvérsia em 2007, quando permitiu que uma menina de 12 anos, identificada apenas como "Brodie", tomasse hormônios masculinos.
"Foi descoberto mais tarde que a mãe de Brodie, por causa de uma depressão pós-parto, teria feito uma lavagem cerebral na menina a comprado roupas e brinquedos de meninos e a ensinado a se comportar como tal", disse Tonti-Filippini ao diário.


fonte:G1
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'Alex', de 17 anos, faz tratamento hormonal desde os 13 para interromper a menstruação e o desenvolvimento dos seios.

Uma adolescente australiana diagnosticada com transtorno de identidade de gênero ganhou na Justiça a permissão para a remoção completa dos seios.
Identificada apenas como "Alex", a jovem de 17 anos faz tratamento hormonal desde os 13 para interromper a menstruação e o desenvolvimento dos seios.
O transtorno de identidade de gênero é uma condição em que a pessoa tem a aparência normal de homem ou mulher, mas se sente como sendo do sexo oposto.
Em entrevista ao jornal The Age, a juíza do Tribunal de Família de Melbourne Diana Bryant disse que seria melhor para a adolescente ter a permissão para fazer a operação "o mais rápido possível", porque, enquanto menor de idade, poderá usufruir de serviços sociais oferecidos pelo governo.
Além disso, disse a magistrada, "esse é um tempo crucial para a vida social e mental dos adolescentes".
Para Bryant, a questão era se "Alex" poderia nesse meio tempo mudar de opinião sobre a operação, como já aconteceu em casos passados.
"Mas a evidência foi de que a operação era do interesse dela", disse.

Controvérsia
No entanto, segundo o eticista Nick Tonti-Filippini, a medicina não reconhece cirurgias para mudança de sexo como um tratamento para o transtorno de identidade de gênero.
"Isso é psicológico. O que estão querendo é fazer com que uma realidade biológica corresponda a uma falsa crença", disse ele ao The Age.
Tonti-Filippini citou o caso de um jovem de 22 anos, morador de Melbourne, que processou os médicos após ter se arrependido de uma cirurgia de mudança de sexo alegando que não foi bem alertado e questionado na época.
O mesmo tribunal de família já havia causado controvérsia em 2007, quando permitiu que uma menina de 12 anos, identificada apenas como "Brodie", tomasse hormônios masculinos.
"Foi descoberto mais tarde que a mãe de Brodie, por causa de uma depressão pós-parto, teria feito uma lavagem cerebral na menina a comprado roupas e brinquedos de meninos e a ensinado a se comportar como tal", disse Tonti-Filippini ao diário.


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Animais comem mato e fertilizam áreas da sede em Mountain View. Um cachorro da raça border collie monitora os cerca de 200 bodes.

O Google anunciou em seu blog a ‘contratação’ de cerca de 200 bodes, para aparar a grama da sede da empresa em Mountain View, Califórnia. Os animais, que passam cerca de uma semana no local, substituem os ‘barulhentos cortadores, que usam gasolina e poluem o ar’, segundo o comunicado. Um cachorro da raça border collie ajuda a monitorar os bodes, para que eles façam o trabalho. Os animais são da California Grazing, uma organização que defende essa prática ecológica e tem cerca de 800 bodes.


fonte:G1
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Animais comem mato e fertilizam áreas da sede em Mountain View. Um cachorro da raça border collie monitora os cerca de 200 bodes.

O Google anunciou em seu blog a ‘contratação’ de cerca de 200 bodes, para aparar a grama da sede da empresa em Mountain View, Califórnia. Os animais, que passam cerca de uma semana no local, substituem os ‘barulhentos cortadores, que usam gasolina e poluem o ar’, segundo o comunicado. Um cachorro da raça border collie ajuda a monitorar os bodes, para que eles façam o trabalho. Os animais são da California Grazing, uma organização que defende essa prática ecológica e tem cerca de 800 bodes.


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Animais comem mato e fertilizam áreas da sede em Mountain View. Um cachorro da raça border collie monitora os cerca de 200 bodes.

O Google anunciou em seu blog a ‘contratação’ de cerca de 200 bodes, para aparar a grama da sede da empresa em Mountain View, Califórnia. Os animais, que passam cerca de uma semana no local, substituem os ‘barulhentos cortadores, que usam gasolina e poluem o ar’, segundo o comunicado. Um cachorro da raça border collie ajuda a monitorar os bodes, para que eles façam o trabalho. Os animais são da California Grazing, uma organização que defende essa prática ecológica e tem cerca de 800 bodes.


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Animais comem mato e fertilizam áreas da sede em Mountain View. Um cachorro da raça border collie monitora os cerca de 200 bodes.

O Google anunciou em seu blog a ‘contratação’ de cerca de 200 bodes, para aparar a grama da sede da empresa em Mountain View, Califórnia. Os animais, que passam cerca de uma semana no local, substituem os ‘barulhentos cortadores, que usam gasolina e poluem o ar’, segundo o comunicado. Um cachorro da raça border collie ajuda a monitorar os bodes, para que eles façam o trabalho. Os animais são da California Grazing, uma organização que defende essa prática ecológica e tem cerca de 800 bodes.


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O Google anunciou em seu blog a ‘contratação’ de cerca de 200 bodes, para aparar a grama da sede da empresa em Mountain View, Califórnia. Os animais, que passam cerca de uma semana no local, substituem os ‘barulhentos cortadores, que usam gasolina e poluem o ar’, segundo o comunicado. Um cachorro da raça border collie ajuda a monitorar os bodes, para que eles façam o trabalho. Os animais são da California Grazing, uma organização que defende essa prática ecológica e tem cerca de 800 bodes.


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O Google anunciou em seu blog a ‘contratação’ de cerca de 200 bodes, para aparar a grama da sede da empresa em Mountain View, Califórnia. Os animais, que passam cerca de uma semana no local, substituem os ‘barulhentos cortadores, que usam gasolina e poluem o ar’, segundo o comunicado. Um cachorro da raça border collie ajuda a monitorar os bodes, para que eles façam o trabalho. Os animais são da California Grazing, uma organização que defende essa prática ecológica e tem cerca de 800 bodes.


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Animais comem mato e fertilizam áreas da sede em Mountain View. Um cachorro da raça border collie monitora os cerca de 200 bodes.

O Google anunciou em seu blog a ‘contratação’ de cerca de 200 bodes, para aparar a grama da sede da empresa em Mountain View, Califórnia. Os animais, que passam cerca de uma semana no local, substituem os ‘barulhentos cortadores, que usam gasolina e poluem o ar’, segundo o comunicado. Um cachorro da raça border collie ajuda a monitorar os bodes, para que eles façam o trabalho. Os animais são da California Grazing, uma organização que defende essa prática ecológica e tem cerca de 800 bodes.


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FLORIANÓPOLIS - A pequena Bruna, de 7 meses, voltou para os braços da mãe Paula Cardoso, 18, e da avó Miriam Maria Bento na noite deste domingo. A menina havia sido sequestrada há cerca de quinze dias por uma amiga de Paula, uma adolescente, e foi encontrada por policiais militares no domingo à tarde, perto da rodoviária de Joinville. A criança está bem.
A adolescente que sequestrou a criança já tem passagens por centros de internação para menores e fugiu com a criança no dia 17 de abril, após dormir na casa de Paula. Ela admitiu diante dos policiais militares que pretendia devolver a criança mediante a permissão para conversar com o namorado - o adolescente que matou um monitor do CIP de Joinville recentemente e que foi transferido para uma instituição de Florianópolis. - Tenho vontade de gritar de felicidade. A partir de agora, vamos ter todo o cuidado do mundo com minha filha. Não vou deixar mais ninguém, por mais amigo que seja, entrar e dormir na minha casa - disse Paula.
Segundo a delegada Marilisa Boehm, da Delegacia de Proteção à Mulher, a Criança e ao Adolescente, a moça será entregue ao Ministério Público e deve voltar a ser internada em uma instituição para menores. O rapaz preso junto com ela, Everton Aurélio da Cruz, 21 anos, responderá por sequestro qualificado, segundo o delegado Rodrigo Coronha.
Ele estava com a adolescente e o bebê no momento da prisão e portava uma faca. A prisão foi intermediada pelo policial militar de folga Dirceu Claudemir, 45, que estava no CIP na tarde deste domingo. Ele se passou por assistente social para atender a uma ligação da adolescente que sequestrou Bruna.
- A moça relatou que queria uma visita ao namorado em troca da criança, que estava numa situação difícil e deu o endereço para encontrá-la. Avistei ela e o garoto, monitorei de longe, para não correr risco de uma abordagem perigosa, e acionei o policiamento tática, que fez a prisão. Salvar essa criança é como ganhar na megasena - disse Dirceu.
A avó da criança não conteve as lágrimas e os risos. A família já tinha até passagens para procurar Bruna em outro estado, nesta segunda.
- Felizmente, essa história chegou no fim. Podemos cancelar a viagem de busca. Agora vou ajudar a cuidar da Bruna com toda segurança - disse, com a criança, já trocada e de banho tomado, no colo.


fonte: O Globo On Line
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FLORIANÓPOLIS - A pequena Bruna, de 7 meses, voltou para os braços da mãe Paula Cardoso, 18, e da avó Miriam Maria Bento na noite deste domingo. A menina havia sido sequestrada há cerca de quinze dias por uma amiga de Paula, uma adolescente, e foi encontrada por policiais militares no domingo à tarde, perto da rodoviária de Joinville. A criança está bem.
A adolescente que sequestrou a criança já tem passagens por centros de internação para menores e fugiu com a criança no dia 17 de abril, após dormir na casa de Paula. Ela admitiu diante dos policiais militares que pretendia devolver a criança mediante a permissão para conversar com o namorado - o adolescente que matou um monitor do CIP de Joinville recentemente e que foi transferido para uma instituição de Florianópolis. - Tenho vontade de gritar de felicidade. A partir de agora, vamos ter todo o cuidado do mundo com minha filha. Não vou deixar mais ninguém, por mais amigo que seja, entrar e dormir na minha casa - disse Paula.
Segundo a delegada Marilisa Boehm, da Delegacia de Proteção à Mulher, a Criança e ao Adolescente, a moça será entregue ao Ministério Público e deve voltar a ser internada em uma instituição para menores. O rapaz preso junto com ela, Everton Aurélio da Cruz, 21 anos, responderá por sequestro qualificado, segundo o delegado Rodrigo Coronha.
Ele estava com a adolescente e o bebê no momento da prisão e portava uma faca. A prisão foi intermediada pelo policial militar de folga Dirceu Claudemir, 45, que estava no CIP na tarde deste domingo. Ele se passou por assistente social para atender a uma ligação da adolescente que sequestrou Bruna.
- A moça relatou que queria uma visita ao namorado em troca da criança, que estava numa situação difícil e deu o endereço para encontrá-la. Avistei ela e o garoto, monitorei de longe, para não correr risco de uma abordagem perigosa, e acionei o policiamento tática, que fez a prisão. Salvar essa criança é como ganhar na megasena - disse Dirceu.
A avó da criança não conteve as lágrimas e os risos. A família já tinha até passagens para procurar Bruna em outro estado, nesta segunda.
- Felizmente, essa história chegou no fim. Podemos cancelar a viagem de busca. Agora vou ajudar a cuidar da Bruna com toda segurança - disse, com a criança, já trocada e de banho tomado, no colo.


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FLORIANÓPOLIS - A pequena Bruna, de 7 meses, voltou para os braços da mãe Paula Cardoso, 18, e da avó Miriam Maria Bento na noite deste domingo. A menina havia sido sequestrada há cerca de quinze dias por uma amiga de Paula, uma adolescente, e foi encontrada por policiais militares no domingo à tarde, perto da rodoviária de Joinville. A criança está bem.
A adolescente que sequestrou a criança já tem passagens por centros de internação para menores e fugiu com a criança no dia 17 de abril, após dormir na casa de Paula. Ela admitiu diante dos policiais militares que pretendia devolver a criança mediante a permissão para conversar com o namorado - o adolescente que matou um monitor do CIP de Joinville recentemente e que foi transferido para uma instituição de Florianópolis. - Tenho vontade de gritar de felicidade. A partir de agora, vamos ter todo o cuidado do mundo com minha filha. Não vou deixar mais ninguém, por mais amigo que seja, entrar e dormir na minha casa - disse Paula.
Segundo a delegada Marilisa Boehm, da Delegacia de Proteção à Mulher, a Criança e ao Adolescente, a moça será entregue ao Ministério Público e deve voltar a ser internada em uma instituição para menores. O rapaz preso junto com ela, Everton Aurélio da Cruz, 21 anos, responderá por sequestro qualificado, segundo o delegado Rodrigo Coronha.
Ele estava com a adolescente e o bebê no momento da prisão e portava uma faca. A prisão foi intermediada pelo policial militar de folga Dirceu Claudemir, 45, que estava no CIP na tarde deste domingo. Ele se passou por assistente social para atender a uma ligação da adolescente que sequestrou Bruna.
- A moça relatou que queria uma visita ao namorado em troca da criança, que estava numa situação difícil e deu o endereço para encontrá-la. Avistei ela e o garoto, monitorei de longe, para não correr risco de uma abordagem perigosa, e acionei o policiamento tática, que fez a prisão. Salvar essa criança é como ganhar na megasena - disse Dirceu.
A avó da criança não conteve as lágrimas e os risos. A família já tinha até passagens para procurar Bruna em outro estado, nesta segunda.
- Felizmente, essa história chegou no fim. Podemos cancelar a viagem de busca. Agora vou ajudar a cuidar da Bruna com toda segurança - disse, com a criança, já trocada e de banho tomado, no colo.


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FLORIANÓPOLIS - A pequena Bruna, de 7 meses, voltou para os braços da mãe Paula Cardoso, 18, e da avó Miriam Maria Bento na noite deste domingo. A menina havia sido sequestrada há cerca de quinze dias por uma amiga de Paula, uma adolescente, e foi encontrada por policiais militares no domingo à tarde, perto da rodoviária de Joinville. A criança está bem.
A adolescente que sequestrou a criança já tem passagens por centros de internação para menores e fugiu com a criança no dia 17 de abril, após dormir na casa de Paula. Ela admitiu diante dos policiais militares que pretendia devolver a criança mediante a permissão para conversar com o namorado - o adolescente que matou um monitor do CIP de Joinville recentemente e que foi transferido para uma instituição de Florianópolis. - Tenho vontade de gritar de felicidade. A partir de agora, vamos ter todo o cuidado do mundo com minha filha. Não vou deixar mais ninguém, por mais amigo que seja, entrar e dormir na minha casa - disse Paula.
Segundo a delegada Marilisa Boehm, da Delegacia de Proteção à Mulher, a Criança e ao Adolescente, a moça será entregue ao Ministério Público e deve voltar a ser internada em uma instituição para menores. O rapaz preso junto com ela, Everton Aurélio da Cruz, 21 anos, responderá por sequestro qualificado, segundo o delegado Rodrigo Coronha.
Ele estava com a adolescente e o bebê no momento da prisão e portava uma faca. A prisão foi intermediada pelo policial militar de folga Dirceu Claudemir, 45, que estava no CIP na tarde deste domingo. Ele se passou por assistente social para atender a uma ligação da adolescente que sequestrou Bruna.
- A moça relatou que queria uma visita ao namorado em troca da criança, que estava numa situação difícil e deu o endereço para encontrá-la. Avistei ela e o garoto, monitorei de longe, para não correr risco de uma abordagem perigosa, e acionei o policiamento tática, que fez a prisão. Salvar essa criança é como ganhar na megasena - disse Dirceu.
A avó da criança não conteve as lágrimas e os risos. A família já tinha até passagens para procurar Bruna em outro estado, nesta segunda.
- Felizmente, essa história chegou no fim. Podemos cancelar a viagem de busca. Agora vou ajudar a cuidar da Bruna com toda segurança - disse, com a criança, já trocada e de banho tomado, no colo.


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A adolescente que sequestrou a criança já tem passagens por centros de internação para menores e fugiu com a criança no dia 17 de abril, após dormir na casa de Paula. Ela admitiu diante dos policiais militares que pretendia devolver a criança mediante a permissão para conversar com o namorado - o adolescente que matou um monitor do CIP de Joinville recentemente e que foi transferido para uma instituição de Florianópolis. - Tenho vontade de gritar de felicidade. A partir de agora, vamos ter todo o cuidado do mundo com minha filha. Não vou deixar mais ninguém, por mais amigo que seja, entrar e dormir na minha casa - disse Paula.
Segundo a delegada Marilisa Boehm, da Delegacia de Proteção à Mulher, a Criança e ao Adolescente, a moça será entregue ao Ministério Público e deve voltar a ser internada em uma instituição para menores. O rapaz preso junto com ela, Everton Aurélio da Cruz, 21 anos, responderá por sequestro qualificado, segundo o delegado Rodrigo Coronha.
Ele estava com a adolescente e o bebê no momento da prisão e portava uma faca. A prisão foi intermediada pelo policial militar de folga Dirceu Claudemir, 45, que estava no CIP na tarde deste domingo. Ele se passou por assistente social para atender a uma ligação da adolescente que sequestrou Bruna.
- A moça relatou que queria uma visita ao namorado em troca da criança, que estava numa situação difícil e deu o endereço para encontrá-la. Avistei ela e o garoto, monitorei de longe, para não correr risco de uma abordagem perigosa, e acionei o policiamento tática, que fez a prisão. Salvar essa criança é como ganhar na megasena - disse Dirceu.
A avó da criança não conteve as lágrimas e os risos. A família já tinha até passagens para procurar Bruna em outro estado, nesta segunda.
- Felizmente, essa história chegou no fim. Podemos cancelar a viagem de busca. Agora vou ajudar a cuidar da Bruna com toda segurança - disse, com a criança, já trocada e de banho tomado, no colo.


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A adolescente que sequestrou a criança já tem passagens por centros de internação para menores e fugiu com a criança no dia 17 de abril, após dormir na casa de Paula. Ela admitiu diante dos policiais militares que pretendia devolver a criança mediante a permissão para conversar com o namorado - o adolescente que matou um monitor do CIP de Joinville recentemente e que foi transferido para uma instituição de Florianópolis. - Tenho vontade de gritar de felicidade. A partir de agora, vamos ter todo o cuidado do mundo com minha filha. Não vou deixar mais ninguém, por mais amigo que seja, entrar e dormir na minha casa - disse Paula.
Segundo a delegada Marilisa Boehm, da Delegacia de Proteção à Mulher, a Criança e ao Adolescente, a moça será entregue ao Ministério Público e deve voltar a ser internada em uma instituição para menores. O rapaz preso junto com ela, Everton Aurélio da Cruz, 21 anos, responderá por sequestro qualificado, segundo o delegado Rodrigo Coronha.
Ele estava com a adolescente e o bebê no momento da prisão e portava uma faca. A prisão foi intermediada pelo policial militar de folga Dirceu Claudemir, 45, que estava no CIP na tarde deste domingo. Ele se passou por assistente social para atender a uma ligação da adolescente que sequestrou Bruna.
- A moça relatou que queria uma visita ao namorado em troca da criança, que estava numa situação difícil e deu o endereço para encontrá-la. Avistei ela e o garoto, monitorei de longe, para não correr risco de uma abordagem perigosa, e acionei o policiamento tática, que fez a prisão. Salvar essa criança é como ganhar na megasena - disse Dirceu.
A avó da criança não conteve as lágrimas e os risos. A família já tinha até passagens para procurar Bruna em outro estado, nesta segunda.
- Felizmente, essa história chegou no fim. Podemos cancelar a viagem de busca. Agora vou ajudar a cuidar da Bruna com toda segurança - disse, com a criança, já trocada e de banho tomado, no colo.


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A adolescente que sequestrou a criança já tem passagens por centros de internação para menores e fugiu com a criança no dia 17 de abril, após dormir na casa de Paula. Ela admitiu diante dos policiais militares que pretendia devolver a criança mediante a permissão para conversar com o namorado - o adolescente que matou um monitor do CIP de Joinville recentemente e que foi transferido para uma instituição de Florianópolis. - Tenho vontade de gritar de felicidade. A partir de agora, vamos ter todo o cuidado do mundo com minha filha. Não vou deixar mais ninguém, por mais amigo que seja, entrar e dormir na minha casa - disse Paula.
Segundo a delegada Marilisa Boehm, da Delegacia de Proteção à Mulher, a Criança e ao Adolescente, a moça será entregue ao Ministério Público e deve voltar a ser internada em uma instituição para menores. O rapaz preso junto com ela, Everton Aurélio da Cruz, 21 anos, responderá por sequestro qualificado, segundo o delegado Rodrigo Coronha.
Ele estava com a adolescente e o bebê no momento da prisão e portava uma faca. A prisão foi intermediada pelo policial militar de folga Dirceu Claudemir, 45, que estava no CIP na tarde deste domingo. Ele se passou por assistente social para atender a uma ligação da adolescente que sequestrou Bruna.
- A moça relatou que queria uma visita ao namorado em troca da criança, que estava numa situação difícil e deu o endereço para encontrá-la. Avistei ela e o garoto, monitorei de longe, para não correr risco de uma abordagem perigosa, e acionei o policiamento tática, que fez a prisão. Salvar essa criança é como ganhar na megasena - disse Dirceu.
A avó da criança não conteve as lágrimas e os risos. A família já tinha até passagens para procurar Bruna em outro estado, nesta segunda.
- Felizmente, essa história chegou no fim. Podemos cancelar a viagem de busca. Agora vou ajudar a cuidar da Bruna com toda segurança - disse, com a criança, já trocada e de banho tomado, no colo.


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RIO - A irmã gêmea de Susana Silva Magalhães, de 20 anos, morta pela mãe na semana passada, na Zona Norte do Rio, afirmou em depoimento à polícia que a a jovem estava há um ano em cárcere privado e era abusada sexualmente pelo tio. Com o depoimento a polícia pôde prender temporariamente Vera Regina da Rocha César, de 46 anos, tia das jovens. Ela também é acusada de participação na tortura e morte de Susana.
Segundo a polícia, Vera é casada com Sílvio da Costa Silva, tio de Susana que está preso acusado de ajudar a esconder o corpo da vítima. A irmã dele, Maria Glória Silva Magalhães, mãe da garota, também está presa. Ela teria confessado que matou a própria filha.
Segundo o delegado que investiga o caso, Vera Regina admitiu que sabia que a sobrinha estava morta.
- Tanto o marido da Glória como o Sílvio tinham se reunido no portão de Vera e disse que agora a gente tinha que arrumar alguém para desovar o corpo - relatou o delegado Márcio Esteves.
O corpo da jovem foi encontrado na quarta-feira passada. dentro do porta-malas de um carro dirigido por dois homens que disseram ter sido contratados pela mãe e pelo tio da vítima. Eles foram detidos durante uma blitz na Rua Miguel Cervantes, no Cachambi, também na Zona Norte.
Maria Glória Magalhães é acusada de espancar a filha até a morte dentro de casa, na Rua Adriano, no Méier, na Zona Norte da cidade. Em seguida, ela teria contratado os dois homens para desaparecer com o cadáver. A mulher confessou o crime e disse ainda que a filha estava morta desde a noite segunda-feira, mas que não havia avisado à polícia porque ficou com medo da reação do ex-marido, pai de Susana.


fonte: O Globo On Line
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RIO - A irmã gêmea de Susana Silva Magalhães, de 20 anos, morta pela mãe na semana passada, na Zona Norte do Rio, afirmou em depoimento à polícia que a a jovem estava há um ano em cárcere privado e era abusada sexualmente pelo tio. Com o depoimento a polícia pôde prender temporariamente Vera Regina da Rocha César, de 46 anos, tia das jovens. Ela também é acusada de participação na tortura e morte de Susana.
Segundo a polícia, Vera é casada com Sílvio da Costa Silva, tio de Susana que está preso acusado de ajudar a esconder o corpo da vítima. A irmã dele, Maria Glória Silva Magalhães, mãe da garota, também está presa. Ela teria confessado que matou a própria filha.
Segundo o delegado que investiga o caso, Vera Regina admitiu que sabia que a sobrinha estava morta.
- Tanto o marido da Glória como o Sílvio tinham se reunido no portão de Vera e disse que agora a gente tinha que arrumar alguém para desovar o corpo - relatou o delegado Márcio Esteves.
O corpo da jovem foi encontrado na quarta-feira passada. dentro do porta-malas de um carro dirigido por dois homens que disseram ter sido contratados pela mãe e pelo tio da vítima. Eles foram detidos durante uma blitz na Rua Miguel Cervantes, no Cachambi, também na Zona Norte.
Maria Glória Magalhães é acusada de espancar a filha até a morte dentro de casa, na Rua Adriano, no Méier, na Zona Norte da cidade. Em seguida, ela teria contratado os dois homens para desaparecer com o cadáver. A mulher confessou o crime e disse ainda que a filha estava morta desde a noite segunda-feira, mas que não havia avisado à polícia porque ficou com medo da reação do ex-marido, pai de Susana.


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Segundo a polícia, Vera é casada com Sílvio da Costa Silva, tio de Susana que está preso acusado de ajudar a esconder o corpo da vítima. A irmã dele, Maria Glória Silva Magalhães, mãe da garota, também está presa. Ela teria confessado que matou a própria filha.
Segundo o delegado que investiga o caso, Vera Regina admitiu que sabia que a sobrinha estava morta.
- Tanto o marido da Glória como o Sílvio tinham se reunido no portão de Vera e disse que agora a gente tinha que arrumar alguém para desovar o corpo - relatou o delegado Márcio Esteves.
O corpo da jovem foi encontrado na quarta-feira passada. dentro do porta-malas de um carro dirigido por dois homens que disseram ter sido contratados pela mãe e pelo tio da vítima. Eles foram detidos durante uma blitz na Rua Miguel Cervantes, no Cachambi, também na Zona Norte.
Maria Glória Magalhães é acusada de espancar a filha até a morte dentro de casa, na Rua Adriano, no Méier, na Zona Norte da cidade. Em seguida, ela teria contratado os dois homens para desaparecer com o cadáver. A mulher confessou o crime e disse ainda que a filha estava morta desde a noite segunda-feira, mas que não havia avisado à polícia porque ficou com medo da reação do ex-marido, pai de Susana.


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Segundo a polícia, Vera é casada com Sílvio da Costa Silva, tio de Susana que está preso acusado de ajudar a esconder o corpo da vítima. A irmã dele, Maria Glória Silva Magalhães, mãe da garota, também está presa. Ela teria confessado que matou a própria filha.
Segundo o delegado que investiga o caso, Vera Regina admitiu que sabia que a sobrinha estava morta.
- Tanto o marido da Glória como o Sílvio tinham se reunido no portão de Vera e disse que agora a gente tinha que arrumar alguém para desovar o corpo - relatou o delegado Márcio Esteves.
O corpo da jovem foi encontrado na quarta-feira passada. dentro do porta-malas de um carro dirigido por dois homens que disseram ter sido contratados pela mãe e pelo tio da vítima. Eles foram detidos durante uma blitz na Rua Miguel Cervantes, no Cachambi, também na Zona Norte.
Maria Glória Magalhães é acusada de espancar a filha até a morte dentro de casa, na Rua Adriano, no Méier, na Zona Norte da cidade. Em seguida, ela teria contratado os dois homens para desaparecer com o cadáver. A mulher confessou o crime e disse ainda que a filha estava morta desde a noite segunda-feira, mas que não havia avisado à polícia porque ficou com medo da reação do ex-marido, pai de Susana.


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Segundo a polícia, Vera é casada com Sílvio da Costa Silva, tio de Susana que está preso acusado de ajudar a esconder o corpo da vítima. A irmã dele, Maria Glória Silva Magalhães, mãe da garota, também está presa. Ela teria confessado que matou a própria filha.
Segundo o delegado que investiga o caso, Vera Regina admitiu que sabia que a sobrinha estava morta.
- Tanto o marido da Glória como o Sílvio tinham se reunido no portão de Vera e disse que agora a gente tinha que arrumar alguém para desovar o corpo - relatou o delegado Márcio Esteves.
O corpo da jovem foi encontrado na quarta-feira passada. dentro do porta-malas de um carro dirigido por dois homens que disseram ter sido contratados pela mãe e pelo tio da vítima. Eles foram detidos durante uma blitz na Rua Miguel Cervantes, no Cachambi, também na Zona Norte.
Maria Glória Magalhães é acusada de espancar a filha até a morte dentro de casa, na Rua Adriano, no Méier, na Zona Norte da cidade. Em seguida, ela teria contratado os dois homens para desaparecer com o cadáver. A mulher confessou o crime e disse ainda que a filha estava morta desde a noite segunda-feira, mas que não havia avisado à polícia porque ficou com medo da reação do ex-marido, pai de Susana.


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Segundo a polícia, Vera é casada com Sílvio da Costa Silva, tio de Susana que está preso acusado de ajudar a esconder o corpo da vítima. A irmã dele, Maria Glória Silva Magalhães, mãe da garota, também está presa. Ela teria confessado que matou a própria filha.
Segundo o delegado que investiga o caso, Vera Regina admitiu que sabia que a sobrinha estava morta.
- Tanto o marido da Glória como o Sílvio tinham se reunido no portão de Vera e disse que agora a gente tinha que arrumar alguém para desovar o corpo - relatou o delegado Márcio Esteves.
O corpo da jovem foi encontrado na quarta-feira passada. dentro do porta-malas de um carro dirigido por dois homens que disseram ter sido contratados pela mãe e pelo tio da vítima. Eles foram detidos durante uma blitz na Rua Miguel Cervantes, no Cachambi, também na Zona Norte.
Maria Glória Magalhães é acusada de espancar a filha até a morte dentro de casa, na Rua Adriano, no Méier, na Zona Norte da cidade. Em seguida, ela teria contratado os dois homens para desaparecer com o cadáver. A mulher confessou o crime e disse ainda que a filha estava morta desde a noite segunda-feira, mas que não havia avisado à polícia porque ficou com medo da reação do ex-marido, pai de Susana.


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Segundo a polícia, Vera é casada com Sílvio da Costa Silva, tio de Susana que está preso acusado de ajudar a esconder o corpo da vítima. A irmã dele, Maria Glória Silva Magalhães, mãe da garota, também está presa. Ela teria confessado que matou a própria filha.
Segundo o delegado que investiga o caso, Vera Regina admitiu que sabia que a sobrinha estava morta.
- Tanto o marido da Glória como o Sílvio tinham se reunido no portão de Vera e disse que agora a gente tinha que arrumar alguém para desovar o corpo - relatou o delegado Márcio Esteves.
O corpo da jovem foi encontrado na quarta-feira passada. dentro do porta-malas de um carro dirigido por dois homens que disseram ter sido contratados pela mãe e pelo tio da vítima. Eles foram detidos durante uma blitz na Rua Miguel Cervantes, no Cachambi, também na Zona Norte.
Maria Glória Magalhães é acusada de espancar a filha até a morte dentro de casa, na Rua Adriano, no Méier, na Zona Norte da cidade. Em seguida, ela teria contratado os dois homens para desaparecer com o cadáver. A mulher confessou o crime e disse ainda que a filha estava morta desde a noite segunda-feira, mas que não havia avisado à polícia porque ficou com medo da reação do ex-marido, pai de Susana.


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Na busca por melhor saúde, muita gente recorre a médicos, livros de auto-ajuda ou suplementos de ervas. Mas essas pessoas desconsideram uma arma poderosa que poderia ajudá-los a combater doenças e depressões, acelerar curas, retardar o envelhecimento e prolongar sua vida: os amigos.
Os pesquisadores só agora estão começando a prestar atenção à importância da amizade e das redes sociais para a saúde. Um estudo australiano com 10 anos de duração constatou que pessoas mais velhas com um círculo mais extenso de amizades tinham 22% menos chance de morrer durante o período de estudo do que aquelas com menos amigos. Um grande estudo de 2007 demonstrou que o risco de obesidade é quase 60% mais alto entre as pessoas cujos amigos ganharam peso. E no ano passado, pesquisadores na Universidade Harvard reportaram que fortes laços sociais podem promover uma melhor saúde cerebral à medida que envelhecemos.
"Em termos gerais, o papel da amizade em nossas vidas não é muito bem apreciado", disse Rebecca Adams, professora de sociologia na Universidade da Carolina do Norte, em Greenboro. "Existem montanhas de material sobre famílias e casamento, mas muito pouco sobre amizade. Isso me intriga. A amizade tem maior impacto sobre nosso bem-estar psicológico do que as relações familiares".
Em um novo livro, Jeffrey Zaslow conta a história de 11 mulheres que foram amigas na infância, em Iowa, e posteriormente se afastaram, terminando por viver em oito Estados diferentes. A despeito da distância, a amizade entre elas perdurou durante a universidade, casamentos, divórcios e outras crises, entre as quais a morte de uma das integrantes do grupo antes dos 30 anos de idade.
Usando álbuns de recortes e fotos e as recordações que lhe foram narradas pelas mulheres, Zaslow relata como a amizade fervorosa que as unia ajudou a ditar o rumo de suas vidas e sempre as ajudou a perseverar. O papel da amizade para a saúde e o bem-estar do grupo é evidente em quase todos os capítulos.
Duas das amigas descobriram recentemente que sofrem de câncer de mama. Kelly Zwagerman, agora professora de segundo grau em Northfield, Minnesota, disse que quando recebeu o diagnóstico da doença, em setembro de 2007, o médico recomendou que ela se cercasse da família. Em lugar disso, ela procurou a ajuda de suas amigas de infância ainda que vivessem bem longe.
"As primeiras pessoas a quem contei a respeito foram minhas amigas de Ames", ela revelou em entrevista. "Eu mandei e-mails a elas. Imediatamente recebi e-mails e telefonemas com mensagens de apoio. O amor que todas elas demonstraram foi instantâneo".
Quando ela se queixou de que o tratamento por que estava passando havia causado feridas dolorosas em sua garganta, uma das amigas de Ames lhe enviou uma máquina que faz vitaminas e receitas. Outra, que havia perdido uma filha para a leucemia, mandou a Zwagerman um gorro de tricô, porque sabia que ela sentiria frio na cabeça, depois de perder os cabelos. Outra das amigas lhe enviou pijamas feitos de um tecido especial para ajudá-la a suportar os suores noturnos.
Zwagerman disse que muitas vezes se sentia mais confortável discutindo a doença com as velhas amigas do que com o médico. "Nós nos conhecemos há tanto tempo que posso falar com elas sobre qualquer coisa", ela disse. Zwagerman diz que suas amigas de Ames são um fator essencial para seu tratamento e recuperação, e as pesquisas confirmam suas impressões.
Em 2006, um estudo envolvendo cerca de três mil enfermeiras portadoras de câncer de mama constatou que as mulheres sem amigos próximos apresentavam incidência de morte quatro vezes mais alta, pela doença, do que as mulheres que contam com bons amigos. E, notavelmente, a proximidade e a freqüência de contato com os amigos não apresentavam associação com os índices de sobrevivência. Simplesmente ter amigos oferece proteção.
Bella DePaulo, professora visitante de psicologia na Universidade da Califórnia em Santa Barbara, cujo trabalho se concentra em pessoas solteiras e amizades, apontou que em diversos estudos a amizade tem um efeito superior sobre a saúde do que a presença de um cônjuge ou familiar.
No estudo de enfermeiras portadoras de câncer de mama, ter ou não um cônjuge não apresenta associação com os índices de sobrevivência.
Embora muitos dos estudos sobre amizade se concentram no relacionamento estreito entre mulheres, algumas pesquisas demonstram que os homens também podem se beneficiar.
Em um estudo de seis anos de duração envolvendo 736 homens suecos de meia-idade, um relacionamento afetivo com uma única pessoa não parecia afetar o risco de ataques cardíacos e doenças coronárias fatais, mas ter amigos fazia diferença. Apenas o fumo era um fator de risco tão forte quanto a falta de apoio social.
Não está inteiramente claro por que a amizade tem um efeito tão forte. Embora amigos possam fazer pequenos serviços e apanhar medicamentos para uma pessoa doente, os benefícios vão além da assistência física; de fato, a proximidade nem parece influenciar.
Pode ser que as pessoas com fortes conexões sociais também disponham de acesso melhor a serviços de saúde e assistência. Mas, para além disso, a amizade também tem profundo efeito psicológico. As pessoas com amizades fortes costumam apresentar menor incidência de resfriados do que as demais, talvez porque sofram de níveis mais baixos de estresse.
No ano passado, pesquisadores estudaram 34 alunos da Universidade da Virgínia, aos quais conduziram em passeio ao sopé de uma colina íngreme. Quando chegaram lá, cada um colocou uma mochila carregada nos ombros. Alguns dos participantes fizeram o percurso com amigos, e outros sozinhos. No sopé da colina, com a mochila nas costas, eles foram convidados a avaliar o quanto a encosta era íngreme.
Os universitários que fizeram a caminhada acompanhados por amigos estimaram que a colina fosse menos íngreme. E quanto mais antiga a amizade entre as pessoas de cada grupo, menos íngreme a colina lhes parecia.
"As pessoas com redes de amizade mais fortes sentem que existe alguém a quem podem recorrer", diz Karen Roberto, diretora do centro de gerontologia da Universidade de Tecnologia da Virgínia. "A amizade é um recurso subestimado. A mensagem consistente de todos esses estudos é a de que amigos tornam a vida melhor".

Tara Parker-Pope

Tradução: Amy Traduções
The New York Times


fonte:Notícias Terra
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Na busca por melhor saúde, muita gente recorre a médicos, livros de auto-ajuda ou suplementos de ervas. Mas essas pessoas desconsideram uma arma poderosa que poderia ajudá-los a combater doenças e depressões, acelerar curas, retardar o envelhecimento e prolongar sua vida: os amigos.
Os pesquisadores só agora estão começando a prestar atenção à importância da amizade e das redes sociais para a saúde. Um estudo australiano com 10 anos de duração constatou que pessoas mais velhas com um círculo mais extenso de amizades tinham 22% menos chance de morrer durante o período de estudo do que aquelas com menos amigos. Um grande estudo de 2007 demonstrou que o risco de obesidade é quase 60% mais alto entre as pessoas cujos amigos ganharam peso. E no ano passado, pesquisadores na Universidade Harvard reportaram que fortes laços sociais podem promover uma melhor saúde cerebral à medida que envelhecemos.
"Em termos gerais, o papel da amizade em nossas vidas não é muito bem apreciado", disse Rebecca Adams, professora de sociologia na Universidade da Carolina do Norte, em Greenboro. "Existem montanhas de material sobre famílias e casamento, mas muito pouco sobre amizade. Isso me intriga. A amizade tem maior impacto sobre nosso bem-estar psicológico do que as relações familiares".
Em um novo livro, Jeffrey Zaslow conta a história de 11 mulheres que foram amigas na infância, em Iowa, e posteriormente se afastaram, terminando por viver em oito Estados diferentes. A despeito da distância, a amizade entre elas perdurou durante a universidade, casamentos, divórcios e outras crises, entre as quais a morte de uma das integrantes do grupo antes dos 30 anos de idade.
Usando álbuns de recortes e fotos e as recordações que lhe foram narradas pelas mulheres, Zaslow relata como a amizade fervorosa que as unia ajudou a ditar o rumo de suas vidas e sempre as ajudou a perseverar. O papel da amizade para a saúde e o bem-estar do grupo é evidente em quase todos os capítulos.
Duas das amigas descobriram recentemente que sofrem de câncer de mama. Kelly Zwagerman, agora professora de segundo grau em Northfield, Minnesota, disse que quando recebeu o diagnóstico da doença, em setembro de 2007, o médico recomendou que ela se cercasse da família. Em lugar disso, ela procurou a ajuda de suas amigas de infância ainda que vivessem bem longe.
"As primeiras pessoas a quem contei a respeito foram minhas amigas de Ames", ela revelou em entrevista. "Eu mandei e-mails a elas. Imediatamente recebi e-mails e telefonemas com mensagens de apoio. O amor que todas elas demonstraram foi instantâneo".
Quando ela se queixou de que o tratamento por que estava passando havia causado feridas dolorosas em sua garganta, uma das amigas de Ames lhe enviou uma máquina que faz vitaminas e receitas. Outra, que havia perdido uma filha para a leucemia, mandou a Zwagerman um gorro de tricô, porque sabia que ela sentiria frio na cabeça, depois de perder os cabelos. Outra das amigas lhe enviou pijamas feitos de um tecido especial para ajudá-la a suportar os suores noturnos.
Zwagerman disse que muitas vezes se sentia mais confortável discutindo a doença com as velhas amigas do que com o médico. "Nós nos conhecemos há tanto tempo que posso falar com elas sobre qualquer coisa", ela disse. Zwagerman diz que suas amigas de Ames são um fator essencial para seu tratamento e recuperação, e as pesquisas confirmam suas impressões.
Em 2006, um estudo envolvendo cerca de três mil enfermeiras portadoras de câncer de mama constatou que as mulheres sem amigos próximos apresentavam incidência de morte quatro vezes mais alta, pela doença, do que as mulheres que contam com bons amigos. E, notavelmente, a proximidade e a freqüência de contato com os amigos não apresentavam associação com os índices de sobrevivência. Simplesmente ter amigos oferece proteção.
Bella DePaulo, professora visitante de psicologia na Universidade da Califórnia em Santa Barbara, cujo trabalho se concentra em pessoas solteiras e amizades, apontou que em diversos estudos a amizade tem um efeito superior sobre a saúde do que a presença de um cônjuge ou familiar.
No estudo de enfermeiras portadoras de câncer de mama, ter ou não um cônjuge não apresenta associação com os índices de sobrevivência.
Embora muitos dos estudos sobre amizade se concentram no relacionamento estreito entre mulheres, algumas pesquisas demonstram que os homens também podem se beneficiar.
Em um estudo de seis anos de duração envolvendo 736 homens suecos de meia-idade, um relacionamento afetivo com uma única pessoa não parecia afetar o risco de ataques cardíacos e doenças coronárias fatais, mas ter amigos fazia diferença. Apenas o fumo era um fator de risco tão forte quanto a falta de apoio social.
Não está inteiramente claro por que a amizade tem um efeito tão forte. Embora amigos possam fazer pequenos serviços e apanhar medicamentos para uma pessoa doente, os benefícios vão além da assistência física; de fato, a proximidade nem parece influenciar.
Pode ser que as pessoas com fortes conexões sociais também disponham de acesso melhor a serviços de saúde e assistência. Mas, para além disso, a amizade também tem profundo efeito psicológico. As pessoas com amizades fortes costumam apresentar menor incidência de resfriados do que as demais, talvez porque sofram de níveis mais baixos de estresse.
No ano passado, pesquisadores estudaram 34 alunos da Universidade da Virgínia, aos quais conduziram em passeio ao sopé de uma colina íngreme. Quando chegaram lá, cada um colocou uma mochila carregada nos ombros. Alguns dos participantes fizeram o percurso com amigos, e outros sozinhos. No sopé da colina, com a mochila nas costas, eles foram convidados a avaliar o quanto a encosta era íngreme.
Os universitários que fizeram a caminhada acompanhados por amigos estimaram que a colina fosse menos íngreme. E quanto mais antiga a amizade entre as pessoas de cada grupo, menos íngreme a colina lhes parecia.
"As pessoas com redes de amizade mais fortes sentem que existe alguém a quem podem recorrer", diz Karen Roberto, diretora do centro de gerontologia da Universidade de Tecnologia da Virgínia. "A amizade é um recurso subestimado. A mensagem consistente de todos esses estudos é a de que amigos tornam a vida melhor".

Tara Parker-Pope

Tradução: Amy Traduções
The New York Times


fonte:Notícias Terra
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Na busca por melhor saúde, muita gente recorre a médicos, livros de auto-ajuda ou suplementos de ervas. Mas essas pessoas desconsideram uma arma poderosa que poderia ajudá-los a combater doenças e depressões, acelerar curas, retardar o envelhecimento e prolongar sua vida: os amigos.
Os pesquisadores só agora estão começando a prestar atenção à importância da amizade e das redes sociais para a saúde. Um estudo australiano com 10 anos de duração constatou que pessoas mais velhas com um círculo mais extenso de amizades tinham 22% menos chance de morrer durante o período de estudo do que aquelas com menos amigos. Um grande estudo de 2007 demonstrou que o risco de obesidade é quase 60% mais alto entre as pessoas cujos amigos ganharam peso. E no ano passado, pesquisadores na Universidade Harvard reportaram que fortes laços sociais podem promover uma melhor saúde cerebral à medida que envelhecemos.
"Em termos gerais, o papel da amizade em nossas vidas não é muito bem apreciado", disse Rebecca Adams, professora de sociologia na Universidade da Carolina do Norte, em Greenboro. "Existem montanhas de material sobre famílias e casamento, mas muito pouco sobre amizade. Isso me intriga. A amizade tem maior impacto sobre nosso bem-estar psicológico do que as relações familiares".
Em um novo livro, Jeffrey Zaslow conta a história de 11 mulheres que foram amigas na infância, em Iowa, e posteriormente se afastaram, terminando por viver em oito Estados diferentes. A despeito da distância, a amizade entre elas perdurou durante a universidade, casamentos, divórcios e outras crises, entre as quais a morte de uma das integrantes do grupo antes dos 30 anos de idade.
Usando álbuns de recortes e fotos e as recordações que lhe foram narradas pelas mulheres, Zaslow relata como a amizade fervorosa que as unia ajudou a ditar o rumo de suas vidas e sempre as ajudou a perseverar. O papel da amizade para a saúde e o bem-estar do grupo é evidente em quase todos os capítulos.
Duas das amigas descobriram recentemente que sofrem de câncer de mama. Kelly Zwagerman, agora professora de segundo grau em Northfield, Minnesota, disse que quando recebeu o diagnóstico da doença, em setembro de 2007, o médico recomendou que ela se cercasse da família. Em lugar disso, ela procurou a ajuda de suas amigas de infância ainda que vivessem bem longe.
"As primeiras pessoas a quem contei a respeito foram minhas amigas de Ames", ela revelou em entrevista. "Eu mandei e-mails a elas. Imediatamente recebi e-mails e telefonemas com mensagens de apoio. O amor que todas elas demonstraram foi instantâneo".
Quando ela se queixou de que o tratamento por que estava passando havia causado feridas dolorosas em sua garganta, uma das amigas de Ames lhe enviou uma máquina que faz vitaminas e receitas. Outra, que havia perdido uma filha para a leucemia, mandou a Zwagerman um gorro de tricô, porque sabia que ela sentiria frio na cabeça, depois de perder os cabelos. Outra das amigas lhe enviou pijamas feitos de um tecido especial para ajudá-la a suportar os suores noturnos.
Zwagerman disse que muitas vezes se sentia mais confortável discutindo a doença com as velhas amigas do que com o médico. "Nós nos conhecemos há tanto tempo que posso falar com elas sobre qualquer coisa", ela disse. Zwagerman diz que suas amigas de Ames são um fator essencial para seu tratamento e recuperação, e as pesquisas confirmam suas impressões.
Em 2006, um estudo envolvendo cerca de três mil enfermeiras portadoras de câncer de mama constatou que as mulheres sem amigos próximos apresentavam incidência de morte quatro vezes mais alta, pela doença, do que as mulheres que contam com bons amigos. E, notavelmente, a proximidade e a freqüência de contato com os amigos não apresentavam associação com os índices de sobrevivência. Simplesmente ter amigos oferece proteção.
Bella DePaulo, professora visitante de psicologia na Universidade da Califórnia em Santa Barbara, cujo trabalho se concentra em pessoas solteiras e amizades, apontou que em diversos estudos a amizade tem um efeito superior sobre a saúde do que a presença de um cônjuge ou familiar.
No estudo de enfermeiras portadoras de câncer de mama, ter ou não um cônjuge não apresenta associação com os índices de sobrevivência.
Embora muitos dos estudos sobre amizade se concentram no relacionamento estreito entre mulheres, algumas pesquisas demonstram que os homens também podem se beneficiar.
Em um estudo de seis anos de duração envolvendo 736 homens suecos de meia-idade, um relacionamento afetivo com uma única pessoa não parecia afetar o risco de ataques cardíacos e doenças coronárias fatais, mas ter amigos fazia diferença. Apenas o fumo era um fator de risco tão forte quanto a falta de apoio social.
Não está inteiramente claro por que a amizade tem um efeito tão forte. Embora amigos possam fazer pequenos serviços e apanhar medicamentos para uma pessoa doente, os benefícios vão além da assistência física; de fato, a proximidade nem parece influenciar.
Pode ser que as pessoas com fortes conexões sociais também disponham de acesso melhor a serviços de saúde e assistência. Mas, para além disso, a amizade também tem profundo efeito psicológico. As pessoas com amizades fortes costumam apresentar menor incidência de resfriados do que as demais, talvez porque sofram de níveis mais baixos de estresse.
No ano passado, pesquisadores estudaram 34 alunos da Universidade da Virgínia, aos quais conduziram em passeio ao sopé de uma colina íngreme. Quando chegaram lá, cada um colocou uma mochila carregada nos ombros. Alguns dos participantes fizeram o percurso com amigos, e outros sozinhos. No sopé da colina, com a mochila nas costas, eles foram convidados a avaliar o quanto a encosta era íngreme.
Os universitários que fizeram a caminhada acompanhados por amigos estimaram que a colina fosse menos íngreme. E quanto mais antiga a amizade entre as pessoas de cada grupo, menos íngreme a colina lhes parecia.
"As pessoas com redes de amizade mais fortes sentem que existe alguém a quem podem recorrer", diz Karen Roberto, diretora do centro de gerontologia da Universidade de Tecnologia da Virgínia. "A amizade é um recurso subestimado. A mensagem consistente de todos esses estudos é a de que amigos tornam a vida melhor".

Tara Parker-Pope

Tradução: Amy Traduções
The New York Times


fonte:Notícias Terra
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Na busca por melhor saúde, muita gente recorre a médicos, livros de auto-ajuda ou suplementos de ervas. Mas essas pessoas desconsideram uma arma poderosa que poderia ajudá-los a combater doenças e depressões, acelerar curas, retardar o envelhecimento e prolongar sua vida: os amigos.
Os pesquisadores só agora estão começando a prestar atenção à importância da amizade e das redes sociais para a saúde. Um estudo australiano com 10 anos de duração constatou que pessoas mais velhas com um círculo mais extenso de amizades tinham 22% menos chance de morrer durante o período de estudo do que aquelas com menos amigos. Um grande estudo de 2007 demonstrou que o risco de obesidade é quase 60% mais alto entre as pessoas cujos amigos ganharam peso. E no ano passado, pesquisadores na Universidade Harvard reportaram que fortes laços sociais podem promover uma melhor saúde cerebral à medida que envelhecemos.
"Em termos gerais, o papel da amizade em nossas vidas não é muito bem apreciado", disse Rebecca Adams, professora de sociologia na Universidade da Carolina do Norte, em Greenboro. "Existem montanhas de material sobre famílias e casamento, mas muito pouco sobre amizade. Isso me intriga. A amizade tem maior impacto sobre nosso bem-estar psicológico do que as relações familiares".
Em um novo livro, Jeffrey Zaslow conta a história de 11 mulheres que foram amigas na infância, em Iowa, e posteriormente se afastaram, terminando por viver em oito Estados diferentes. A despeito da distância, a amizade entre elas perdurou durante a universidade, casamentos, divórcios e outras crises, entre as quais a morte de uma das integrantes do grupo antes dos 30 anos de idade.
Usando álbuns de recortes e fotos e as recordações que lhe foram narradas pelas mulheres, Zaslow relata como a amizade fervorosa que as unia ajudou a ditar o rumo de suas vidas e sempre as ajudou a perseverar. O papel da amizade para a saúde e o bem-estar do grupo é evidente em quase todos os capítulos.
Duas das amigas descobriram recentemente que sofrem de câncer de mama. Kelly Zwagerman, agora professora de segundo grau em Northfield, Minnesota, disse que quando recebeu o diagnóstico da doença, em setembro de 2007, o médico recomendou que ela se cercasse da família. Em lugar disso, ela procurou a ajuda de suas amigas de infância ainda que vivessem bem longe.
"As primeiras pessoas a quem contei a respeito foram minhas amigas de Ames", ela revelou em entrevista. "Eu mandei e-mails a elas. Imediatamente recebi e-mails e telefonemas com mensagens de apoio. O amor que todas elas demonstraram foi instantâneo".
Quando ela se queixou de que o tratamento por que estava passando havia causado feridas dolorosas em sua garganta, uma das amigas de Ames lhe enviou uma máquina que faz vitaminas e receitas. Outra, que havia perdido uma filha para a leucemia, mandou a Zwagerman um gorro de tricô, porque sabia que ela sentiria frio na cabeça, depois de perder os cabelos. Outra das amigas lhe enviou pijamas feitos de um tecido especial para ajudá-la a suportar os suores noturnos.
Zwagerman disse que muitas vezes se sentia mais confortável discutindo a doença com as velhas amigas do que com o médico. "Nós nos conhecemos há tanto tempo que posso falar com elas sobre qualquer coisa", ela disse. Zwagerman diz que suas amigas de Ames são um fator essencial para seu tratamento e recuperação, e as pesquisas confirmam suas impressões.
Em 2006, um estudo envolvendo cerca de três mil enfermeiras portadoras de câncer de mama constatou que as mulheres sem amigos próximos apresentavam incidência de morte quatro vezes mais alta, pela doença, do que as mulheres que contam com bons amigos. E, notavelmente, a proximidade e a freqüência de contato com os amigos não apresentavam associação com os índices de sobrevivência. Simplesmente ter amigos oferece proteção.
Bella DePaulo, professora visitante de psicologia na Universidade da Califórnia em Santa Barbara, cujo trabalho se concentra em pessoas solteiras e amizades, apontou que em diversos estudos a amizade tem um efeito superior sobre a saúde do que a presença de um cônjuge ou familiar.
No estudo de enfermeiras portadoras de câncer de mama, ter ou não um cônjuge não apresenta associação com os índices de sobrevivência.
Embora muitos dos estudos sobre amizade se concentram no relacionamento estreito entre mulheres, algumas pesquisas demonstram que os homens também podem se beneficiar.
Em um estudo de seis anos de duração envolvendo 736 homens suecos de meia-idade, um relacionamento afetivo com uma única pessoa não parecia afetar o risco de ataques cardíacos e doenças coronárias fatais, mas ter amigos fazia diferença. Apenas o fumo era um fator de risco tão forte quanto a falta de apoio social.
Não está inteiramente claro por que a amizade tem um efeito tão forte. Embora amigos possam fazer pequenos serviços e apanhar medicamentos para uma pessoa doente, os benefícios vão além da assistência física; de fato, a proximidade nem parece influenciar.
Pode ser que as pessoas com fortes conexões sociais também disponham de acesso melhor a serviços de saúde e assistência. Mas, para além disso, a amizade também tem profundo efeito psicológico. As pessoas com amizades fortes costumam apresentar menor incidência de resfriados do que as demais, talvez porque sofram de níveis mais baixos de estresse.
No ano passado, pesquisadores estudaram 34 alunos da Universidade da Virgínia, aos quais conduziram em passeio ao sopé de uma colina íngreme. Quando chegaram lá, cada um colocou uma mochila carregada nos ombros. Alguns dos participantes fizeram o percurso com amigos, e outros sozinhos. No sopé da colina, com a mochila nas costas, eles foram convidados a avaliar o quanto a encosta era íngreme.
Os universitários que fizeram a caminhada acompanhados por amigos estimaram que a colina fosse menos íngreme. E quanto mais antiga a amizade entre as pessoas de cada grupo, menos íngreme a colina lhes parecia.
"As pessoas com redes de amizade mais fortes sentem que existe alguém a quem podem recorrer", diz Karen Roberto, diretora do centro de gerontologia da Universidade de Tecnologia da Virgínia. "A amizade é um recurso subestimado. A mensagem consistente de todos esses estudos é a de que amigos tornam a vida melhor".

Tara Parker-Pope

Tradução: Amy Traduções
The New York Times


fonte:Notícias Terra
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Na busca por melhor saúde, muita gente recorre a médicos, livros de auto-ajuda ou suplementos de ervas. Mas essas pessoas desconsideram uma arma poderosa que poderia ajudá-los a combater doenças e depressões, acelerar curas, retardar o envelhecimento e prolongar sua vida: os amigos.
Os pesquisadores só agora estão começando a prestar atenção à importância da amizade e das redes sociais para a saúde. Um estudo australiano com 10 anos de duração constatou que pessoas mais velhas com um círculo mais extenso de amizades tinham 22% menos chance de morrer durante o período de estudo do que aquelas com menos amigos. Um grande estudo de 2007 demonstrou que o risco de obesidade é quase 60% mais alto entre as pessoas cujos amigos ganharam peso. E no ano passado, pesquisadores na Universidade Harvard reportaram que fortes laços sociais podem promover uma melhor saúde cerebral à medida que envelhecemos.
"Em termos gerais, o papel da amizade em nossas vidas não é muito bem apreciado", disse Rebecca Adams, professora de sociologia na Universidade da Carolina do Norte, em Greenboro. "Existem montanhas de material sobre famílias e casamento, mas muito pouco sobre amizade. Isso me intriga. A amizade tem maior impacto sobre nosso bem-estar psicológico do que as relações familiares".
Em um novo livro, Jeffrey Zaslow conta a história de 11 mulheres que foram amigas na infância, em Iowa, e posteriormente se afastaram, terminando por viver em oito Estados diferentes. A despeito da distância, a amizade entre elas perdurou durante a universidade, casamentos, divórcios e outras crises, entre as quais a morte de uma das integrantes do grupo antes dos 30 anos de idade.
Usando álbuns de recortes e fotos e as recordações que lhe foram narradas pelas mulheres, Zaslow relata como a amizade fervorosa que as unia ajudou a ditar o rumo de suas vidas e sempre as ajudou a perseverar. O papel da amizade para a saúde e o bem-estar do grupo é evidente em quase todos os capítulos.
Duas das amigas descobriram recentemente que sofrem de câncer de mama. Kelly Zwagerman, agora professora de segundo grau em Northfield, Minnesota, disse que quando recebeu o diagnóstico da doença, em setembro de 2007, o médico recomendou que ela se cercasse da família. Em lugar disso, ela procurou a ajuda de suas amigas de infância ainda que vivessem bem longe.
"As primeiras pessoas a quem contei a respeito foram minhas amigas de Ames", ela revelou em entrevista. "Eu mandei e-mails a elas. Imediatamente recebi e-mails e telefonemas com mensagens de apoio. O amor que todas elas demonstraram foi instantâneo".
Quando ela se queixou de que o tratamento por que estava passando havia causado feridas dolorosas em sua garganta, uma das amigas de Ames lhe enviou uma máquina que faz vitaminas e receitas. Outra, que havia perdido uma filha para a leucemia, mandou a Zwagerman um gorro de tricô, porque sabia que ela sentiria frio na cabeça, depois de perder os cabelos. Outra das amigas lhe enviou pijamas feitos de um tecido especial para ajudá-la a suportar os suores noturnos.
Zwagerman disse que muitas vezes se sentia mais confortável discutindo a doença com as velhas amigas do que com o médico. "Nós nos conhecemos há tanto tempo que posso falar com elas sobre qualquer coisa", ela disse. Zwagerman diz que suas amigas de Ames são um fator essencial para seu tratamento e recuperação, e as pesquisas confirmam suas impressões.
Em 2006, um estudo envolvendo cerca de três mil enfermeiras portadoras de câncer de mama constatou que as mulheres sem amigos próximos apresentavam incidência de morte quatro vezes mais alta, pela doença, do que as mulheres que contam com bons amigos. E, notavelmente, a proximidade e a freqüência de contato com os amigos não apresentavam associação com os índices de sobrevivência. Simplesmente ter amigos oferece proteção.
Bella DePaulo, professora visitante de psicologia na Universidade da Califórnia em Santa Barbara, cujo trabalho se concentra em pessoas solteiras e amizades, apontou que em diversos estudos a amizade tem um efeito superior sobre a saúde do que a presença de um cônjuge ou familiar.
No estudo de enfermeiras portadoras de câncer de mama, ter ou não um cônjuge não apresenta associação com os índices de sobrevivência.
Embora muitos dos estudos sobre amizade se concentram no relacionamento estreito entre mulheres, algumas pesquisas demonstram que os homens também podem se beneficiar.
Em um estudo de seis anos de duração envolvendo 736 homens suecos de meia-idade, um relacionamento afetivo com uma única pessoa não parecia afetar o risco de ataques cardíacos e doenças coronárias fatais, mas ter amigos fazia diferença. Apenas o fumo era um fator de risco tão forte quanto a falta de apoio social.
Não está inteiramente claro por que a amizade tem um efeito tão forte. Embora amigos possam fazer pequenos serviços e apanhar medicamentos para uma pessoa doente, os benefícios vão além da assistência física; de fato, a proximidade nem parece influenciar.
Pode ser que as pessoas com fortes conexões sociais também disponham de acesso melhor a serviços de saúde e assistência. Mas, para além disso, a amizade também tem profundo efeito psicológico. As pessoas com amizades fortes costumam apresentar menor incidência de resfriados do que as demais, talvez porque sofram de níveis mais baixos de estresse.
No ano passado, pesquisadores estudaram 34 alunos da Universidade da Virgínia, aos quais conduziram em passeio ao sopé de uma colina íngreme. Quando chegaram lá, cada um colocou uma mochila carregada nos ombros. Alguns dos participantes fizeram o percurso com amigos, e outros sozinhos. No sopé da colina, com a mochila nas costas, eles foram convidados a avaliar o quanto a encosta era íngreme.
Os universitários que fizeram a caminhada acompanhados por amigos estimaram que a colina fosse menos íngreme. E quanto mais antiga a amizade entre as pessoas de cada grupo, menos íngreme a colina lhes parecia.
"As pessoas com redes de amizade mais fortes sentem que existe alguém a quem podem recorrer", diz Karen Roberto, diretora do centro de gerontologia da Universidade de Tecnologia da Virgínia. "A amizade é um recurso subestimado. A mensagem consistente de todos esses estudos é a de que amigos tornam a vida melhor".

Tara Parker-Pope

Tradução: Amy Traduções
The New York Times


fonte:Notícias Terra
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Na busca por melhor saúde, muita gente recorre a médicos, livros de auto-ajuda ou suplementos de ervas. Mas essas pessoas desconsideram uma arma poderosa que poderia ajudá-los a combater doenças e depressões, acelerar curas, retardar o envelhecimento e prolongar sua vida: os amigos.
Os pesquisadores só agora estão começando a prestar atenção à importância da amizade e das redes sociais para a saúde. Um estudo australiano com 10 anos de duração constatou que pessoas mais velhas com um círculo mais extenso de amizades tinham 22% menos chance de morrer durante o período de estudo do que aquelas com menos amigos. Um grande estudo de 2007 demonstrou que o risco de obesidade é quase 60% mais alto entre as pessoas cujos amigos ganharam peso. E no ano passado, pesquisadores na Universidade Harvard reportaram que fortes laços sociais podem promover uma melhor saúde cerebral à medida que envelhecemos.
"Em termos gerais, o papel da amizade em nossas vidas não é muito bem apreciado", disse Rebecca Adams, professora de sociologia na Universidade da Carolina do Norte, em Greenboro. "Existem montanhas de material sobre famílias e casamento, mas muito pouco sobre amizade. Isso me intriga. A amizade tem maior impacto sobre nosso bem-estar psicológico do que as relações familiares".
Em um novo livro, Jeffrey Zaslow conta a história de 11 mulheres que foram amigas na infância, em Iowa, e posteriormente se afastaram, terminando por viver em oito Estados diferentes. A despeito da distância, a amizade entre elas perdurou durante a universidade, casamentos, divórcios e outras crises, entre as quais a morte de uma das integrantes do grupo antes dos 30 anos de idade.
Usando álbuns de recortes e fotos e as recordações que lhe foram narradas pelas mulheres, Zaslow relata como a amizade fervorosa que as unia ajudou a ditar o rumo de suas vidas e sempre as ajudou a perseverar. O papel da amizade para a saúde e o bem-estar do grupo é evidente em quase todos os capítulos.
Duas das amigas descobriram recentemente que sofrem de câncer de mama. Kelly Zwagerman, agora professora de segundo grau em Northfield, Minnesota, disse que quando recebeu o diagnóstico da doença, em setembro de 2007, o médico recomendou que ela se cercasse da família. Em lugar disso, ela procurou a ajuda de suas amigas de infância ainda que vivessem bem longe.
"As primeiras pessoas a quem contei a respeito foram minhas amigas de Ames", ela revelou em entrevista. "Eu mandei e-mails a elas. Imediatamente recebi e-mails e telefonemas com mensagens de apoio. O amor que todas elas demonstraram foi instantâneo".
Quando ela se queixou de que o tratamento por que estava passando havia causado feridas dolorosas em sua garganta, uma das amigas de Ames lhe enviou uma máquina que faz vitaminas e receitas. Outra, que havia perdido uma filha para a leucemia, mandou a Zwagerman um gorro de tricô, porque sabia que ela sentiria frio na cabeça, depois de perder os cabelos. Outra das amigas lhe enviou pijamas feitos de um tecido especial para ajudá-la a suportar os suores noturnos.
Zwagerman disse que muitas vezes se sentia mais confortável discutindo a doença com as velhas amigas do que com o médico. "Nós nos conhecemos há tanto tempo que posso falar com elas sobre qualquer coisa", ela disse. Zwagerman diz que suas amigas de Ames são um fator essencial para seu tratamento e recuperação, e as pesquisas confirmam suas impressões.
Em 2006, um estudo envolvendo cerca de três mil enfermeiras portadoras de câncer de mama constatou que as mulheres sem amigos próximos apresentavam incidência de morte quatro vezes mais alta, pela doença, do que as mulheres que contam com bons amigos. E, notavelmente, a proximidade e a freqüência de contato com os amigos não apresentavam associação com os índices de sobrevivência. Simplesmente ter amigos oferece proteção.
Bella DePaulo, professora visitante de psicologia na Universidade da Califórnia em Santa Barbara, cujo trabalho se concentra em pessoas solteiras e amizades, apontou que em diversos estudos a amizade tem um efeito superior sobre a saúde do que a presença de um cônjuge ou familiar.
No estudo de enfermeiras portadoras de câncer de mama, ter ou não um cônjuge não apresenta associação com os índices de sobrevivência.
Embora muitos dos estudos sobre amizade se concentram no relacionamento estreito entre mulheres, algumas pesquisas demonstram que os homens também podem se beneficiar.
Em um estudo de seis anos de duração envolvendo 736 homens suecos de meia-idade, um relacionamento afetivo com uma única pessoa não parecia afetar o risco de ataques cardíacos e doenças coronárias fatais, mas ter amigos fazia diferença. Apenas o fumo era um fator de risco tão forte quanto a falta de apoio social.
Não está inteiramente claro por que a amizade tem um efeito tão forte. Embora amigos possam fazer pequenos serviços e apanhar medicamentos para uma pessoa doente, os benefícios vão além da assistência física; de fato, a proximidade nem parece influenciar.
Pode ser que as pessoas com fortes conexões sociais também disponham de acesso melhor a serviços de saúde e assistência. Mas, para além disso, a amizade também tem profundo efeito psicológico. As pessoas com amizades fortes costumam apresentar menor incidência de resfriados do que as demais, talvez porque sofram de níveis mais baixos de estresse.
No ano passado, pesquisadores estudaram 34 alunos da Universidade da Virgínia, aos quais conduziram em passeio ao sopé de uma colina íngreme. Quando chegaram lá, cada um colocou uma mochila carregada nos ombros. Alguns dos participantes fizeram o percurso com amigos, e outros sozinhos. No sopé da colina, com a mochila nas costas, eles foram convidados a avaliar o quanto a encosta era íngreme.
Os universitários que fizeram a caminhada acompanhados por amigos estimaram que a colina fosse menos íngreme. E quanto mais antiga a amizade entre as pessoas de cada grupo, menos íngreme a colina lhes parecia.
"As pessoas com redes de amizade mais fortes sentem que existe alguém a quem podem recorrer", diz Karen Roberto, diretora do centro de gerontologia da Universidade de Tecnologia da Virgínia. "A amizade é um recurso subestimado. A mensagem consistente de todos esses estudos é a de que amigos tornam a vida melhor".

Tara Parker-Pope

Tradução: Amy Traduções
The New York Times


fonte:Notícias Terra
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Na busca por melhor saúde, muita gente recorre a médicos, livros de auto-ajuda ou suplementos de ervas. Mas essas pessoas desconsideram uma arma poderosa que poderia ajudá-los a combater doenças e depressões, acelerar curas, retardar o envelhecimento e prolongar sua vida: os amigos.
Os pesquisadores só agora estão começando a prestar atenção à importância da amizade e das redes sociais para a saúde. Um estudo australiano com 10 anos de duração constatou que pessoas mais velhas com um círculo mais extenso de amizades tinham 22% menos chance de morrer durante o período de estudo do que aquelas com menos amigos. Um grande estudo de 2007 demonstrou que o risco de obesidade é quase 60% mais alto entre as pessoas cujos amigos ganharam peso. E no ano passado, pesquisadores na Universidade Harvard reportaram que fortes laços sociais podem promover uma melhor saúde cerebral à medida que envelhecemos.
"Em termos gerais, o papel da amizade em nossas vidas não é muito bem apreciado", disse Rebecca Adams, professora de sociologia na Universidade da Carolina do Norte, em Greenboro. "Existem montanhas de material sobre famílias e casamento, mas muito pouco sobre amizade. Isso me intriga. A amizade tem maior impacto sobre nosso bem-estar psicológico do que as relações familiares".
Em um novo livro, Jeffrey Zaslow conta a história de 11 mulheres que foram amigas na infância, em Iowa, e posteriormente se afastaram, terminando por viver em oito Estados diferentes. A despeito da distância, a amizade entre elas perdurou durante a universidade, casamentos, divórcios e outras crises, entre as quais a morte de uma das integrantes do grupo antes dos 30 anos de idade.
Usando álbuns de recortes e fotos e as recordações que lhe foram narradas pelas mulheres, Zaslow relata como a amizade fervorosa que as unia ajudou a ditar o rumo de suas vidas e sempre as ajudou a perseverar. O papel da amizade para a saúde e o bem-estar do grupo é evidente em quase todos os capítulos.
Duas das amigas descobriram recentemente que sofrem de câncer de mama. Kelly Zwagerman, agora professora de segundo grau em Northfield, Minnesota, disse que quando recebeu o diagnóstico da doença, em setembro de 2007, o médico recomendou que ela se cercasse da família. Em lugar disso, ela procurou a ajuda de suas amigas de infância ainda que vivessem bem longe.
"As primeiras pessoas a quem contei a respeito foram minhas amigas de Ames", ela revelou em entrevista. "Eu mandei e-mails a elas. Imediatamente recebi e-mails e telefonemas com mensagens de apoio. O amor que todas elas demonstraram foi instantâneo".
Quando ela se queixou de que o tratamento por que estava passando havia causado feridas dolorosas em sua garganta, uma das amigas de Ames lhe enviou uma máquina que faz vitaminas e receitas. Outra, que havia perdido uma filha para a leucemia, mandou a Zwagerman um gorro de tricô, porque sabia que ela sentiria frio na cabeça, depois de perder os cabelos. Outra das amigas lhe enviou pijamas feitos de um tecido especial para ajudá-la a suportar os suores noturnos.
Zwagerman disse que muitas vezes se sentia mais confortável discutindo a doença com as velhas amigas do que com o médico. "Nós nos conhecemos há tanto tempo que posso falar com elas sobre qualquer coisa", ela disse. Zwagerman diz que suas amigas de Ames são um fator essencial para seu tratamento e recuperação, e as pesquisas confirmam suas impressões.
Em 2006, um estudo envolvendo cerca de três mil enfermeiras portadoras de câncer de mama constatou que as mulheres sem amigos próximos apresentavam incidência de morte quatro vezes mais alta, pela doença, do que as mulheres que contam com bons amigos. E, notavelmente, a proximidade e a freqüência de contato com os amigos não apresentavam associação com os índices de sobrevivência. Simplesmente ter amigos oferece proteção.
Bella DePaulo, professora visitante de psicologia na Universidade da Califórnia em Santa Barbara, cujo trabalho se concentra em pessoas solteiras e amizades, apontou que em diversos estudos a amizade tem um efeito superior sobre a saúde do que a presença de um cônjuge ou familiar.
No estudo de enfermeiras portadoras de câncer de mama, ter ou não um cônjuge não apresenta associação com os índices de sobrevivência.
Embora muitos dos estudos sobre amizade se concentram no relacionamento estreito entre mulheres, algumas pesquisas demonstram que os homens também podem se beneficiar.
Em um estudo de seis anos de duração envolvendo 736 homens suecos de meia-idade, um relacionamento afetivo com uma única pessoa não parecia afetar o risco de ataques cardíacos e doenças coronárias fatais, mas ter amigos fazia diferença. Apenas o fumo era um fator de risco tão forte quanto a falta de apoio social.
Não está inteiramente claro por que a amizade tem um efeito tão forte. Embora amigos possam fazer pequenos serviços e apanhar medicamentos para uma pessoa doente, os benefícios vão além da assistência física; de fato, a proximidade nem parece influenciar.
Pode ser que as pessoas com fortes conexões sociais também disponham de acesso melhor a serviços de saúde e assistência. Mas, para além disso, a amizade também tem profundo efeito psicológico. As pessoas com amizades fortes costumam apresentar menor incidência de resfriados do que as demais, talvez porque sofram de níveis mais baixos de estresse.
No ano passado, pesquisadores estudaram 34 alunos da Universidade da Virgínia, aos quais conduziram em passeio ao sopé de uma colina íngreme. Quando chegaram lá, cada um colocou uma mochila carregada nos ombros. Alguns dos participantes fizeram o percurso com amigos, e outros sozinhos. No sopé da colina, com a mochila nas costas, eles foram convidados a avaliar o quanto a encosta era íngreme.
Os universitários que fizeram a caminhada acompanhados por amigos estimaram que a colina fosse menos íngreme. E quanto mais antiga a amizade entre as pessoas de cada grupo, menos íngreme a colina lhes parecia.
"As pessoas com redes de amizade mais fortes sentem que existe alguém a quem podem recorrer", diz Karen Roberto, diretora do centro de gerontologia da Universidade de Tecnologia da Virgínia. "A amizade é um recurso subestimado. A mensagem consistente de todos esses estudos é a de que amigos tornam a vida melhor".

Tara Parker-Pope

Tradução: Amy Traduções
The New York Times


fonte:Notícias Terra
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Mulher e companheira querem certidões de filhos com dupla maternidade.Advogada vai pedir tutela antecipada para apressar autorização.

A mãe homossexual que deu à luz um casal de gêmeos na quarta-feira (29) no Hospital Santa Joana, em São Paulo, vai novamente à Justiça nesta segunda-feira (4) para pedir o direito de registrar seus filhos com duas mães: ela mesma e sua companheira, que doou óvulos para fertilização in vitro.
Os bebês _uma menina de 2,750 kg e um garoto de 2,415 kg_ são filhos de Adriana Tito Maciel. A mãe, homossexual, recebeu os óvulos de sua companheira, Munira Kalil El Ourra, que se submeteu a uma inseminação artificial. O nome do pai que doou o sêmen para fecundação não pode ser conhecido.
Adriana teve alta no sábado (2) e falou ao telefone com o G1 enquanto amamentava as crianças. Ela passou o domingo (3) em sua casa, em Carapicuíba, na Grande São Paulo, com as crianças. Munira _a mãe que doou os óvulos_ acompanha tudo de perto.
O trabalho é grande, temos de nos revezar para cuidar das crianças à noite, mas é um momento de realização para o qual nos preparamos. É um sonho antigo de nós duas. É indescritível a sensação de ser mãe. É ótimo pegar filho no colo. É um cansaço gostoso", afirmou Munira.
Há cerca de um mês as mães deram início a uma ação declaratória de filiação no Fórum de Santo Amaro, na Zona Sul da capital. A advogada das duas, Maria Berenice Dias, diz que o processo com essas peculiaridades _gestação comungada entre parceiras sexuais_ é inédito.
A decisão judicial não chegou antes do parto e a advogada até considera a demora natural, diante da complexidade do processo. Agora, sob a pressão de registrar as crianças o mais rápido possível, já que nasceram há quase uma semana, a advogada vai entrar com pedido de tutela antecipada, para apressar a autorização.

Dupla maternidade
Maria Berenice, no entanto, considera prioritário que as crianças tenham dupla maternidade, uma vez que foram geradas por decisão do casal, em comum acordo. "Se não colocarmos as crianças em nome das duas, elas, as crianças, poderão ficar vulneráveis no futuro", afirmou.
De acordo com a advogada, a Justiça tende a dar o registro para a mulher cujos óvulos foram fecundados. "Se elas não fossem mães homossexuais, tenho certeza de que o registro das crianças iria para o nome de Munira", afirma.


fonte:G1
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Mulher e companheira querem certidões de filhos com dupla maternidade.Advogada vai pedir tutela antecipada para apressar autorização.

A mãe homossexual que deu à luz um casal de gêmeos na quarta-feira (29) no Hospital Santa Joana, em São Paulo, vai novamente à Justiça nesta segunda-feira (4) para pedir o direito de registrar seus filhos com duas mães: ela mesma e sua companheira, que doou óvulos para fertilização in vitro.
Os bebês _uma menina de 2,750 kg e um garoto de 2,415 kg_ são filhos de Adriana Tito Maciel. A mãe, homossexual, recebeu os óvulos de sua companheira, Munira Kalil El Ourra, que se submeteu a uma inseminação artificial. O nome do pai que doou o sêmen para fecundação não pode ser conhecido.
Adriana teve alta no sábado (2) e falou ao telefone com o G1 enquanto amamentava as crianças. Ela passou o domingo (3) em sua casa, em Carapicuíba, na Grande São Paulo, com as crianças. Munira _a mãe que doou os óvulos_ acompanha tudo de perto.
O trabalho é grande, temos de nos revezar para cuidar das crianças à noite, mas é um momento de realização para o qual nos preparamos. É um sonho antigo de nós duas. É indescritível a sensação de ser mãe. É ótimo pegar filho no colo. É um cansaço gostoso", afirmou Munira.
Há cerca de um mês as mães deram início a uma ação declaratória de filiação no Fórum de Santo Amaro, na Zona Sul da capital. A advogada das duas, Maria Berenice Dias, diz que o processo com essas peculiaridades _gestação comungada entre parceiras sexuais_ é inédito.
A decisão judicial não chegou antes do parto e a advogada até considera a demora natural, diante da complexidade do processo. Agora, sob a pressão de registrar as crianças o mais rápido possível, já que nasceram há quase uma semana, a advogada vai entrar com pedido de tutela antecipada, para apressar a autorização.

Dupla maternidade
Maria Berenice, no entanto, considera prioritário que as crianças tenham dupla maternidade, uma vez que foram geradas por decisão do casal, em comum acordo. "Se não colocarmos as crianças em nome das duas, elas, as crianças, poderão ficar vulneráveis no futuro", afirmou.
De acordo com a advogada, a Justiça tende a dar o registro para a mulher cujos óvulos foram fecundados. "Se elas não fossem mães homossexuais, tenho certeza de que o registro das crianças iria para o nome de Munira", afirma.


fonte:G1
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A mãe homossexual que deu à luz um casal de gêmeos na quarta-feira (29) no Hospital Santa Joana, em São Paulo, vai novamente à Justiça nesta segunda-feira (4) para pedir o direito de registrar seus filhos com duas mães: ela mesma e sua companheira, que doou óvulos para fertilização in vitro.
Os bebês _uma menina de 2,750 kg e um garoto de 2,415 kg_ são filhos de Adriana Tito Maciel. A mãe, homossexual, recebeu os óvulos de sua companheira, Munira Kalil El Ourra, que se submeteu a uma inseminação artificial. O nome do pai que doou o sêmen para fecundação não pode ser conhecido.
Adriana teve alta no sábado (2) e falou ao telefone com o G1 enquanto amamentava as crianças. Ela passou o domingo (3) em sua casa, em Carapicuíba, na Grande São Paulo, com as crianças. Munira _a mãe que doou os óvulos_ acompanha tudo de perto.
O trabalho é grande, temos de nos revezar para cuidar das crianças à noite, mas é um momento de realização para o qual nos preparamos. É um sonho antigo de nós duas. É indescritível a sensação de ser mãe. É ótimo pegar filho no colo. É um cansaço gostoso", afirmou Munira.
Há cerca de um mês as mães deram início a uma ação declaratória de filiação no Fórum de Santo Amaro, na Zona Sul da capital. A advogada das duas, Maria Berenice Dias, diz que o processo com essas peculiaridades _gestação comungada entre parceiras sexuais_ é inédito.
A decisão judicial não chegou antes do parto e a advogada até considera a demora natural, diante da complexidade do processo. Agora, sob a pressão de registrar as crianças o mais rápido possível, já que nasceram há quase uma semana, a advogada vai entrar com pedido de tutela antecipada, para apressar a autorização.

Dupla maternidade
Maria Berenice, no entanto, considera prioritário que as crianças tenham dupla maternidade, uma vez que foram geradas por decisão do casal, em comum acordo. "Se não colocarmos as crianças em nome das duas, elas, as crianças, poderão ficar vulneráveis no futuro", afirmou.
De acordo com a advogada, a Justiça tende a dar o registro para a mulher cujos óvulos foram fecundados. "Se elas não fossem mães homossexuais, tenho certeza de que o registro das crianças iria para o nome de Munira", afirma.


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A mãe homossexual que deu à luz um casal de gêmeos na quarta-feira (29) no Hospital Santa Joana, em São Paulo, vai novamente à Justiça nesta segunda-feira (4) para pedir o direito de registrar seus filhos com duas mães: ela mesma e sua companheira, que doou óvulos para fertilização in vitro.
Os bebês _uma menina de 2,750 kg e um garoto de 2,415 kg_ são filhos de Adriana Tito Maciel. A mãe, homossexual, recebeu os óvulos de sua companheira, Munira Kalil El Ourra, que se submeteu a uma inseminação artificial. O nome do pai que doou o sêmen para fecundação não pode ser conhecido.
Adriana teve alta no sábado (2) e falou ao telefone com o G1 enquanto amamentava as crianças. Ela passou o domingo (3) em sua casa, em Carapicuíba, na Grande São Paulo, com as crianças. Munira _a mãe que doou os óvulos_ acompanha tudo de perto.
O trabalho é grande, temos de nos revezar para cuidar das crianças à noite, mas é um momento de realização para o qual nos preparamos. É um sonho antigo de nós duas. É indescritível a sensação de ser mãe. É ótimo pegar filho no colo. É um cansaço gostoso", afirmou Munira.
Há cerca de um mês as mães deram início a uma ação declaratória de filiação no Fórum de Santo Amaro, na Zona Sul da capital. A advogada das duas, Maria Berenice Dias, diz que o processo com essas peculiaridades _gestação comungada entre parceiras sexuais_ é inédito.
A decisão judicial não chegou antes do parto e a advogada até considera a demora natural, diante da complexidade do processo. Agora, sob a pressão de registrar as crianças o mais rápido possível, já que nasceram há quase uma semana, a advogada vai entrar com pedido de tutela antecipada, para apressar a autorização.

Dupla maternidade
Maria Berenice, no entanto, considera prioritário que as crianças tenham dupla maternidade, uma vez que foram geradas por decisão do casal, em comum acordo. "Se não colocarmos as crianças em nome das duas, elas, as crianças, poderão ficar vulneráveis no futuro", afirmou.
De acordo com a advogada, a Justiça tende a dar o registro para a mulher cujos óvulos foram fecundados. "Se elas não fossem mães homossexuais, tenho certeza de que o registro das crianças iria para o nome de Munira", afirma.


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A mãe homossexual que deu à luz um casal de gêmeos na quarta-feira (29) no Hospital Santa Joana, em São Paulo, vai novamente à Justiça nesta segunda-feira (4) para pedir o direito de registrar seus filhos com duas mães: ela mesma e sua companheira, que doou óvulos para fertilização in vitro.
Os bebês _uma menina de 2,750 kg e um garoto de 2,415 kg_ são filhos de Adriana Tito Maciel. A mãe, homossexual, recebeu os óvulos de sua companheira, Munira Kalil El Ourra, que se submeteu a uma inseminação artificial. O nome do pai que doou o sêmen para fecundação não pode ser conhecido.
Adriana teve alta no sábado (2) e falou ao telefone com o G1 enquanto amamentava as crianças. Ela passou o domingo (3) em sua casa, em Carapicuíba, na Grande São Paulo, com as crianças. Munira _a mãe que doou os óvulos_ acompanha tudo de perto.
O trabalho é grande, temos de nos revezar para cuidar das crianças à noite, mas é um momento de realização para o qual nos preparamos. É um sonho antigo de nós duas. É indescritível a sensação de ser mãe. É ótimo pegar filho no colo. É um cansaço gostoso", afirmou Munira.
Há cerca de um mês as mães deram início a uma ação declaratória de filiação no Fórum de Santo Amaro, na Zona Sul da capital. A advogada das duas, Maria Berenice Dias, diz que o processo com essas peculiaridades _gestação comungada entre parceiras sexuais_ é inédito.
A decisão judicial não chegou antes do parto e a advogada até considera a demora natural, diante da complexidade do processo. Agora, sob a pressão de registrar as crianças o mais rápido possível, já que nasceram há quase uma semana, a advogada vai entrar com pedido de tutela antecipada, para apressar a autorização.

Dupla maternidade
Maria Berenice, no entanto, considera prioritário que as crianças tenham dupla maternidade, uma vez que foram geradas por decisão do casal, em comum acordo. "Se não colocarmos as crianças em nome das duas, elas, as crianças, poderão ficar vulneráveis no futuro", afirmou.
De acordo com a advogada, a Justiça tende a dar o registro para a mulher cujos óvulos foram fecundados. "Se elas não fossem mães homossexuais, tenho certeza de que o registro das crianças iria para o nome de Munira", afirma.


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Mulher e companheira querem certidões de filhos com dupla maternidade.Advogada vai pedir tutela antecipada para apressar autorização.

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Os bebês _uma menina de 2,750 kg e um garoto de 2,415 kg_ são filhos de Adriana Tito Maciel. A mãe, homossexual, recebeu os óvulos de sua companheira, Munira Kalil El Ourra, que se submeteu a uma inseminação artificial. O nome do pai que doou o sêmen para fecundação não pode ser conhecido.
Adriana teve alta no sábado (2) e falou ao telefone com o G1 enquanto amamentava as crianças. Ela passou o domingo (3) em sua casa, em Carapicuíba, na Grande São Paulo, com as crianças. Munira _a mãe que doou os óvulos_ acompanha tudo de perto.
O trabalho é grande, temos de nos revezar para cuidar das crianças à noite, mas é um momento de realização para o qual nos preparamos. É um sonho antigo de nós duas. É indescritível a sensação de ser mãe. É ótimo pegar filho no colo. É um cansaço gostoso", afirmou Munira.
Há cerca de um mês as mães deram início a uma ação declaratória de filiação no Fórum de Santo Amaro, na Zona Sul da capital. A advogada das duas, Maria Berenice Dias, diz que o processo com essas peculiaridades _gestação comungada entre parceiras sexuais_ é inédito.
A decisão judicial não chegou antes do parto e a advogada até considera a demora natural, diante da complexidade do processo. Agora, sob a pressão de registrar as crianças o mais rápido possível, já que nasceram há quase uma semana, a advogada vai entrar com pedido de tutela antecipada, para apressar a autorização.

Dupla maternidade
Maria Berenice, no entanto, considera prioritário que as crianças tenham dupla maternidade, uma vez que foram geradas por decisão do casal, em comum acordo. "Se não colocarmos as crianças em nome das duas, elas, as crianças, poderão ficar vulneráveis no futuro", afirmou.
De acordo com a advogada, a Justiça tende a dar o registro para a mulher cujos óvulos foram fecundados. "Se elas não fossem mães homossexuais, tenho certeza de que o registro das crianças iria para o nome de Munira", afirma.


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Mulher e companheira querem certidões de filhos com dupla maternidade.Advogada vai pedir tutela antecipada para apressar autorização.

A mãe homossexual que deu à luz um casal de gêmeos na quarta-feira (29) no Hospital Santa Joana, em São Paulo, vai novamente à Justiça nesta segunda-feira (4) para pedir o direito de registrar seus filhos com duas mães: ela mesma e sua companheira, que doou óvulos para fertilização in vitro.
Os bebês _uma menina de 2,750 kg e um garoto de 2,415 kg_ são filhos de Adriana Tito Maciel. A mãe, homossexual, recebeu os óvulos de sua companheira, Munira Kalil El Ourra, que se submeteu a uma inseminação artificial. O nome do pai que doou o sêmen para fecundação não pode ser conhecido.
Adriana teve alta no sábado (2) e falou ao telefone com o G1 enquanto amamentava as crianças. Ela passou o domingo (3) em sua casa, em Carapicuíba, na Grande São Paulo, com as crianças. Munira _a mãe que doou os óvulos_ acompanha tudo de perto.
O trabalho é grande, temos de nos revezar para cuidar das crianças à noite, mas é um momento de realização para o qual nos preparamos. É um sonho antigo de nós duas. É indescritível a sensação de ser mãe. É ótimo pegar filho no colo. É um cansaço gostoso", afirmou Munira.
Há cerca de um mês as mães deram início a uma ação declaratória de filiação no Fórum de Santo Amaro, na Zona Sul da capital. A advogada das duas, Maria Berenice Dias, diz que o processo com essas peculiaridades _gestação comungada entre parceiras sexuais_ é inédito.
A decisão judicial não chegou antes do parto e a advogada até considera a demora natural, diante da complexidade do processo. Agora, sob a pressão de registrar as crianças o mais rápido possível, já que nasceram há quase uma semana, a advogada vai entrar com pedido de tutela antecipada, para apressar a autorização.

Dupla maternidade
Maria Berenice, no entanto, considera prioritário que as crianças tenham dupla maternidade, uma vez que foram geradas por decisão do casal, em comum acordo. "Se não colocarmos as crianças em nome das duas, elas, as crianças, poderão ficar vulneráveis no futuro", afirmou.
De acordo com a advogada, a Justiça tende a dar o registro para a mulher cujos óvulos foram fecundados. "Se elas não fossem mães homossexuais, tenho certeza de que o registro das crianças iria para o nome de Munira", afirma.


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Pelo menos 12 pessoas ficaram feridas neste domingo e 14 foram detidas em confrontos entre a polícia egípcia e criadores de porcos que tentavam evitar o sacrifício de seus animais no bairro de Muqattan, no leste do Cairo.
Em uma entrevista coletiva improvisada no local, o chefe da polícia da capital egípcia, Ismail al-Shair, disse que, entre os feridos, há sete policiais e cinco manifestantes, que protestavam contra o sacrifício dos porcos ordenado pelo Governo egípcio para evitar a propagação da gripe suína.
Os confrontos começaram quando os criadores de porcos de Muqattan começaram a jogar pedras nos agentes, que responderam lançando bombas de gás lacrimogêneo.
Segundo a agência EFE constatou, vários policiais com material antidistúrbios isolaram a entrada ao bairro para evitar o acesso dos jornalistas e de curiosos.
Fontes dos serviços de segurança disseram à EFE que os choques ainda continuam no bairro, onde vivem os criadores de religião cristã copta em meio a montanhas de lixo, já que também fazem coleta desse material.
Os confrontos ocorrem depois que, na quarta-feira passada, o governo egípcio decidiu sacrificar todos a população de porcos do país, calculada em 350 mil animais, para combater a gripe suína, da qual não se registrou nenhum caso no Egito.
As autoridades egípcias iniciaram ontem o sacrifício dos porcos, apesar de a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmar que não há nenhuma prova que os animais transmitam a gripe aos humanos e não há risco em consumir carne suína.
Essa é a primeira iniciativa destas características adotada por um Governo desde o início do foco de gripe suína, que foi detectado no México e se estendeu para 18 países.


fonte:Notícias Terra
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:46  comentar

Pelo menos 12 pessoas ficaram feridas neste domingo e 14 foram detidas em confrontos entre a polícia egípcia e criadores de porcos que tentavam evitar o sacrifício de seus animais no bairro de Muqattan, no leste do Cairo.
Em uma entrevista coletiva improvisada no local, o chefe da polícia da capital egípcia, Ismail al-Shair, disse que, entre os feridos, há sete policiais e cinco manifestantes, que protestavam contra o sacrifício dos porcos ordenado pelo Governo egípcio para evitar a propagação da gripe suína.
Os confrontos começaram quando os criadores de porcos de Muqattan começaram a jogar pedras nos agentes, que responderam lançando bombas de gás lacrimogêneo.
Segundo a agência EFE constatou, vários policiais com material antidistúrbios isolaram a entrada ao bairro para evitar o acesso dos jornalistas e de curiosos.
Fontes dos serviços de segurança disseram à EFE que os choques ainda continuam no bairro, onde vivem os criadores de religião cristã copta em meio a montanhas de lixo, já que também fazem coleta desse material.
Os confrontos ocorrem depois que, na quarta-feira passada, o governo egípcio decidiu sacrificar todos a população de porcos do país, calculada em 350 mil animais, para combater a gripe suína, da qual não se registrou nenhum caso no Egito.
As autoridades egípcias iniciaram ontem o sacrifício dos porcos, apesar de a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmar que não há nenhuma prova que os animais transmitam a gripe aos humanos e não há risco em consumir carne suína.
Essa é a primeira iniciativa destas características adotada por um Governo desde o início do foco de gripe suína, que foi detectado no México e se estendeu para 18 países.


fonte:Notícias Terra
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Pelo menos 12 pessoas ficaram feridas neste domingo e 14 foram detidas em confrontos entre a polícia egípcia e criadores de porcos que tentavam evitar o sacrifício de seus animais no bairro de Muqattan, no leste do Cairo.
Em uma entrevista coletiva improvisada no local, o chefe da polícia da capital egípcia, Ismail al-Shair, disse que, entre os feridos, há sete policiais e cinco manifestantes, que protestavam contra o sacrifício dos porcos ordenado pelo Governo egípcio para evitar a propagação da gripe suína.
Os confrontos começaram quando os criadores de porcos de Muqattan começaram a jogar pedras nos agentes, que responderam lançando bombas de gás lacrimogêneo.
Segundo a agência EFE constatou, vários policiais com material antidistúrbios isolaram a entrada ao bairro para evitar o acesso dos jornalistas e de curiosos.
Fontes dos serviços de segurança disseram à EFE que os choques ainda continuam no bairro, onde vivem os criadores de religião cristã copta em meio a montanhas de lixo, já que também fazem coleta desse material.
Os confrontos ocorrem depois que, na quarta-feira passada, o governo egípcio decidiu sacrificar todos a população de porcos do país, calculada em 350 mil animais, para combater a gripe suína, da qual não se registrou nenhum caso no Egito.
As autoridades egípcias iniciaram ontem o sacrifício dos porcos, apesar de a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmar que não há nenhuma prova que os animais transmitam a gripe aos humanos e não há risco em consumir carne suína.
Essa é a primeira iniciativa destas características adotada por um Governo desde o início do foco de gripe suína, que foi detectado no México e se estendeu para 18 países.


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Em uma entrevista coletiva improvisada no local, o chefe da polícia da capital egípcia, Ismail al-Shair, disse que, entre os feridos, há sete policiais e cinco manifestantes, que protestavam contra o sacrifício dos porcos ordenado pelo Governo egípcio para evitar a propagação da gripe suína.
Os confrontos começaram quando os criadores de porcos de Muqattan começaram a jogar pedras nos agentes, que responderam lançando bombas de gás lacrimogêneo.
Segundo a agência EFE constatou, vários policiais com material antidistúrbios isolaram a entrada ao bairro para evitar o acesso dos jornalistas e de curiosos.
Fontes dos serviços de segurança disseram à EFE que os choques ainda continuam no bairro, onde vivem os criadores de religião cristã copta em meio a montanhas de lixo, já que também fazem coleta desse material.
Os confrontos ocorrem depois que, na quarta-feira passada, o governo egípcio decidiu sacrificar todos a população de porcos do país, calculada em 350 mil animais, para combater a gripe suína, da qual não se registrou nenhum caso no Egito.
As autoridades egípcias iniciaram ontem o sacrifício dos porcos, apesar de a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmar que não há nenhuma prova que os animais transmitam a gripe aos humanos e não há risco em consumir carne suína.
Essa é a primeira iniciativa destas características adotada por um Governo desde o início do foco de gripe suína, que foi detectado no México e se estendeu para 18 países.


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Em uma entrevista coletiva improvisada no local, o chefe da polícia da capital egípcia, Ismail al-Shair, disse que, entre os feridos, há sete policiais e cinco manifestantes, que protestavam contra o sacrifício dos porcos ordenado pelo Governo egípcio para evitar a propagação da gripe suína.
Os confrontos começaram quando os criadores de porcos de Muqattan começaram a jogar pedras nos agentes, que responderam lançando bombas de gás lacrimogêneo.
Segundo a agência EFE constatou, vários policiais com material antidistúrbios isolaram a entrada ao bairro para evitar o acesso dos jornalistas e de curiosos.
Fontes dos serviços de segurança disseram à EFE que os choques ainda continuam no bairro, onde vivem os criadores de religião cristã copta em meio a montanhas de lixo, já que também fazem coleta desse material.
Os confrontos ocorrem depois que, na quarta-feira passada, o governo egípcio decidiu sacrificar todos a população de porcos do país, calculada em 350 mil animais, para combater a gripe suína, da qual não se registrou nenhum caso no Egito.
As autoridades egípcias iniciaram ontem o sacrifício dos porcos, apesar de a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmar que não há nenhuma prova que os animais transmitam a gripe aos humanos e não há risco em consumir carne suína.
Essa é a primeira iniciativa destas características adotada por um Governo desde o início do foco de gripe suína, que foi detectado no México e se estendeu para 18 países.


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Os confrontos começaram quando os criadores de porcos de Muqattan começaram a jogar pedras nos agentes, que responderam lançando bombas de gás lacrimogêneo.
Segundo a agência EFE constatou, vários policiais com material antidistúrbios isolaram a entrada ao bairro para evitar o acesso dos jornalistas e de curiosos.
Fontes dos serviços de segurança disseram à EFE que os choques ainda continuam no bairro, onde vivem os criadores de religião cristã copta em meio a montanhas de lixo, já que também fazem coleta desse material.
Os confrontos ocorrem depois que, na quarta-feira passada, o governo egípcio decidiu sacrificar todos a população de porcos do país, calculada em 350 mil animais, para combater a gripe suína, da qual não se registrou nenhum caso no Egito.
As autoridades egípcias iniciaram ontem o sacrifício dos porcos, apesar de a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmar que não há nenhuma prova que os animais transmitam a gripe aos humanos e não há risco em consumir carne suína.
Essa é a primeira iniciativa destas características adotada por um Governo desde o início do foco de gripe suína, que foi detectado no México e se estendeu para 18 países.


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Os confrontos começaram quando os criadores de porcos de Muqattan começaram a jogar pedras nos agentes, que responderam lançando bombas de gás lacrimogêneo.
Segundo a agência EFE constatou, vários policiais com material antidistúrbios isolaram a entrada ao bairro para evitar o acesso dos jornalistas e de curiosos.
Fontes dos serviços de segurança disseram à EFE que os choques ainda continuam no bairro, onde vivem os criadores de religião cristã copta em meio a montanhas de lixo, já que também fazem coleta desse material.
Os confrontos ocorrem depois que, na quarta-feira passada, o governo egípcio decidiu sacrificar todos a população de porcos do país, calculada em 350 mil animais, para combater a gripe suína, da qual não se registrou nenhum caso no Egito.
As autoridades egípcias iniciaram ontem o sacrifício dos porcos, apesar de a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmar que não há nenhuma prova que os animais transmitam a gripe aos humanos e não há risco em consumir carne suína.
Essa é a primeira iniciativa destas características adotada por um Governo desde o início do foco de gripe suína, que foi detectado no México e se estendeu para 18 países.


fonte:Notícias Terra
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Londres - O bom estado de saúde mental do pai é determinante no desenvolvimento pessoal de seus filhos, sobretudo dos homens, segundo diz um artigo publicado pela revista científica britânica The Lancet.
Apesar de o desenvolvimento das crianças sempre ter estado tradicionalmente associado à saúde mental e à personalidade da mãe - o primeiro modelo que o bebê observa logo após nascer -, os autores consideram que esta concepção subestima o papel do pai na formação da personalidadeOs professores da Universidade de Oxford (Reino Unido) Paul Ramchandani e Lamprini Psychogiou dizem que as crianças que têm um pai com algum tipo de desordem mental são mais propensos a sofrer de ansiedade, ou inclusive, a sofrer de diversos transtornos da personalidade. do menor.
Concretamente, sublinham que um menor cujo pai é alcoólatra tem mais probabilidades de desenvolver no futuro dependência às drogas ou poderia, inclusive, chegar a se transformar em um delinquente nos casos mais extremos.
Na sua opinião, esta influência se dá em maior medida nos filhos homens. Além disso, os adolescentes cujos progenitores sofrem de algum tipo de transtorno bipolar têm mais tendência de sofrer desta doença.


fonte: O DIA On Line
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Londres - O bom estado de saúde mental do pai é determinante no desenvolvimento pessoal de seus filhos, sobretudo dos homens, segundo diz um artigo publicado pela revista científica britânica The Lancet.
Apesar de o desenvolvimento das crianças sempre ter estado tradicionalmente associado à saúde mental e à personalidade da mãe - o primeiro modelo que o bebê observa logo após nascer -, os autores consideram que esta concepção subestima o papel do pai na formação da personalidadeOs professores da Universidade de Oxford (Reino Unido) Paul Ramchandani e Lamprini Psychogiou dizem que as crianças que têm um pai com algum tipo de desordem mental são mais propensos a sofrer de ansiedade, ou inclusive, a sofrer de diversos transtornos da personalidade. do menor.
Concretamente, sublinham que um menor cujo pai é alcoólatra tem mais probabilidades de desenvolver no futuro dependência às drogas ou poderia, inclusive, chegar a se transformar em um delinquente nos casos mais extremos.
Na sua opinião, esta influência se dá em maior medida nos filhos homens. Além disso, os adolescentes cujos progenitores sofrem de algum tipo de transtorno bipolar têm mais tendência de sofrer desta doença.


fonte: O DIA On Line
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Londres - O bom estado de saúde mental do pai é determinante no desenvolvimento pessoal de seus filhos, sobretudo dos homens, segundo diz um artigo publicado pela revista científica britânica The Lancet.
Apesar de o desenvolvimento das crianças sempre ter estado tradicionalmente associado à saúde mental e à personalidade da mãe - o primeiro modelo que o bebê observa logo após nascer -, os autores consideram que esta concepção subestima o papel do pai na formação da personalidadeOs professores da Universidade de Oxford (Reino Unido) Paul Ramchandani e Lamprini Psychogiou dizem que as crianças que têm um pai com algum tipo de desordem mental são mais propensos a sofrer de ansiedade, ou inclusive, a sofrer de diversos transtornos da personalidade. do menor.
Concretamente, sublinham que um menor cujo pai é alcoólatra tem mais probabilidades de desenvolver no futuro dependência às drogas ou poderia, inclusive, chegar a se transformar em um delinquente nos casos mais extremos.
Na sua opinião, esta influência se dá em maior medida nos filhos homens. Além disso, os adolescentes cujos progenitores sofrem de algum tipo de transtorno bipolar têm mais tendência de sofrer desta doença.


fonte: O DIA On Line
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Apesar de o desenvolvimento das crianças sempre ter estado tradicionalmente associado à saúde mental e à personalidade da mãe - o primeiro modelo que o bebê observa logo após nascer -, os autores consideram que esta concepção subestima o papel do pai na formação da personalidadeOs professores da Universidade de Oxford (Reino Unido) Paul Ramchandani e Lamprini Psychogiou dizem que as crianças que têm um pai com algum tipo de desordem mental são mais propensos a sofrer de ansiedade, ou inclusive, a sofrer de diversos transtornos da personalidade. do menor.
Concretamente, sublinham que um menor cujo pai é alcoólatra tem mais probabilidades de desenvolver no futuro dependência às drogas ou poderia, inclusive, chegar a se transformar em um delinquente nos casos mais extremos.
Na sua opinião, esta influência se dá em maior medida nos filhos homens. Além disso, os adolescentes cujos progenitores sofrem de algum tipo de transtorno bipolar têm mais tendência de sofrer desta doença.


fonte: O DIA On Line
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Apesar de o desenvolvimento das crianças sempre ter estado tradicionalmente associado à saúde mental e à personalidade da mãe - o primeiro modelo que o bebê observa logo após nascer -, os autores consideram que esta concepção subestima o papel do pai na formação da personalidadeOs professores da Universidade de Oxford (Reino Unido) Paul Ramchandani e Lamprini Psychogiou dizem que as crianças que têm um pai com algum tipo de desordem mental são mais propensos a sofrer de ansiedade, ou inclusive, a sofrer de diversos transtornos da personalidade. do menor.
Concretamente, sublinham que um menor cujo pai é alcoólatra tem mais probabilidades de desenvolver no futuro dependência às drogas ou poderia, inclusive, chegar a se transformar em um delinquente nos casos mais extremos.
Na sua opinião, esta influência se dá em maior medida nos filhos homens. Além disso, os adolescentes cujos progenitores sofrem de algum tipo de transtorno bipolar têm mais tendência de sofrer desta doença.


fonte: O DIA On Line
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Apesar de o desenvolvimento das crianças sempre ter estado tradicionalmente associado à saúde mental e à personalidade da mãe - o primeiro modelo que o bebê observa logo após nascer -, os autores consideram que esta concepção subestima o papel do pai na formação da personalidadeOs professores da Universidade de Oxford (Reino Unido) Paul Ramchandani e Lamprini Psychogiou dizem que as crianças que têm um pai com algum tipo de desordem mental são mais propensos a sofrer de ansiedade, ou inclusive, a sofrer de diversos transtornos da personalidade. do menor.
Concretamente, sublinham que um menor cujo pai é alcoólatra tem mais probabilidades de desenvolver no futuro dependência às drogas ou poderia, inclusive, chegar a se transformar em um delinquente nos casos mais extremos.
Na sua opinião, esta influência se dá em maior medida nos filhos homens. Além disso, os adolescentes cujos progenitores sofrem de algum tipo de transtorno bipolar têm mais tendência de sofrer desta doença.


fonte: O DIA On Line
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Apesar de o desenvolvimento das crianças sempre ter estado tradicionalmente associado à saúde mental e à personalidade da mãe - o primeiro modelo que o bebê observa logo após nascer -, os autores consideram que esta concepção subestima o papel do pai na formação da personalidadeOs professores da Universidade de Oxford (Reino Unido) Paul Ramchandani e Lamprini Psychogiou dizem que as crianças que têm um pai com algum tipo de desordem mental são mais propensos a sofrer de ansiedade, ou inclusive, a sofrer de diversos transtornos da personalidade. do menor.
Concretamente, sublinham que um menor cujo pai é alcoólatra tem mais probabilidades de desenvolver no futuro dependência às drogas ou poderia, inclusive, chegar a se transformar em um delinquente nos casos mais extremos.
Na sua opinião, esta influência se dá em maior medida nos filhos homens. Além disso, os adolescentes cujos progenitores sofrem de algum tipo de transtorno bipolar têm mais tendência de sofrer desta doença.


fonte: O DIA On Line
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Cinco turistas checos e um eslovaco morreram nos Alpes austríacos devido a uma avalanche de neve quando praticavam esportes de inverno, informaram neste domingo os serviços de resgate. O acidente aconteceu na localidade de Sölden no sábado, às 16h15 (11h15 de Brasília), quando um desmoronamento soterrou o grupo em um local a 3 mil m de altura, segundo testemunhas.
O grupo de turistas era formado por sete pessoas e o único sobrevivente, um homem de 45 anos que está recebendo apoio psicológico, saiu com vida porque decidiu ficar em um abrigo de montanha, enquanto os outros saíram para esquiar.
Os serviços de resgate enviaram um helicóptero ao local, mas as más condições meteorológicas tornaram impossível a operação no sábado, que foi adiada até as 5h40 (0h40 de Brasília).
Ao chegar, os serviços de socorro só conseguiram certificar a morte das vítimas, enterrados a uma profundidade de entre 0,90 e 2,50 m na neve. Só para duas das vítimas houve possibilidades de sobrevivência se o tempo tivesse permitido o resgate no dia anterior, disse Ronald Ribis, chefe dos serviços de resgate em montanha.
Ribis disse que as pegadas mostram que provavelmente o grupo se perdeu devido ao denso nevoeiro, e chegaram a uma área muito perigosa que não souberam reconhecer.


fonte:Notícias Terra
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Cinco turistas checos e um eslovaco morreram nos Alpes austríacos devido a uma avalanche de neve quando praticavam esportes de inverno, informaram neste domingo os serviços de resgate. O acidente aconteceu na localidade de Sölden no sábado, às 16h15 (11h15 de Brasília), quando um desmoronamento soterrou o grupo em um local a 3 mil m de altura, segundo testemunhas.
O grupo de turistas era formado por sete pessoas e o único sobrevivente, um homem de 45 anos que está recebendo apoio psicológico, saiu com vida porque decidiu ficar em um abrigo de montanha, enquanto os outros saíram para esquiar.
Os serviços de resgate enviaram um helicóptero ao local, mas as más condições meteorológicas tornaram impossível a operação no sábado, que foi adiada até as 5h40 (0h40 de Brasília).
Ao chegar, os serviços de socorro só conseguiram certificar a morte das vítimas, enterrados a uma profundidade de entre 0,90 e 2,50 m na neve. Só para duas das vítimas houve possibilidades de sobrevivência se o tempo tivesse permitido o resgate no dia anterior, disse Ronald Ribis, chefe dos serviços de resgate em montanha.
Ribis disse que as pegadas mostram que provavelmente o grupo se perdeu devido ao denso nevoeiro, e chegaram a uma área muito perigosa que não souberam reconhecer.


fonte:Notícias Terra
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Cinco turistas checos e um eslovaco morreram nos Alpes austríacos devido a uma avalanche de neve quando praticavam esportes de inverno, informaram neste domingo os serviços de resgate. O acidente aconteceu na localidade de Sölden no sábado, às 16h15 (11h15 de Brasília), quando um desmoronamento soterrou o grupo em um local a 3 mil m de altura, segundo testemunhas.
O grupo de turistas era formado por sete pessoas e o único sobrevivente, um homem de 45 anos que está recebendo apoio psicológico, saiu com vida porque decidiu ficar em um abrigo de montanha, enquanto os outros saíram para esquiar.
Os serviços de resgate enviaram um helicóptero ao local, mas as más condições meteorológicas tornaram impossível a operação no sábado, que foi adiada até as 5h40 (0h40 de Brasília).
Ao chegar, os serviços de socorro só conseguiram certificar a morte das vítimas, enterrados a uma profundidade de entre 0,90 e 2,50 m na neve. Só para duas das vítimas houve possibilidades de sobrevivência se o tempo tivesse permitido o resgate no dia anterior, disse Ronald Ribis, chefe dos serviços de resgate em montanha.
Ribis disse que as pegadas mostram que provavelmente o grupo se perdeu devido ao denso nevoeiro, e chegaram a uma área muito perigosa que não souberam reconhecer.


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Cinco turistas checos e um eslovaco morreram nos Alpes austríacos devido a uma avalanche de neve quando praticavam esportes de inverno, informaram neste domingo os serviços de resgate. O acidente aconteceu na localidade de Sölden no sábado, às 16h15 (11h15 de Brasília), quando um desmoronamento soterrou o grupo em um local a 3 mil m de altura, segundo testemunhas.
O grupo de turistas era formado por sete pessoas e o único sobrevivente, um homem de 45 anos que está recebendo apoio psicológico, saiu com vida porque decidiu ficar em um abrigo de montanha, enquanto os outros saíram para esquiar.
Os serviços de resgate enviaram um helicóptero ao local, mas as más condições meteorológicas tornaram impossível a operação no sábado, que foi adiada até as 5h40 (0h40 de Brasília).
Ao chegar, os serviços de socorro só conseguiram certificar a morte das vítimas, enterrados a uma profundidade de entre 0,90 e 2,50 m na neve. Só para duas das vítimas houve possibilidades de sobrevivência se o tempo tivesse permitido o resgate no dia anterior, disse Ronald Ribis, chefe dos serviços de resgate em montanha.
Ribis disse que as pegadas mostram que provavelmente o grupo se perdeu devido ao denso nevoeiro, e chegaram a uma área muito perigosa que não souberam reconhecer.


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Cinco turistas checos e um eslovaco morreram nos Alpes austríacos devido a uma avalanche de neve quando praticavam esportes de inverno, informaram neste domingo os serviços de resgate. O acidente aconteceu na localidade de Sölden no sábado, às 16h15 (11h15 de Brasília), quando um desmoronamento soterrou o grupo em um local a 3 mil m de altura, segundo testemunhas.
O grupo de turistas era formado por sete pessoas e o único sobrevivente, um homem de 45 anos que está recebendo apoio psicológico, saiu com vida porque decidiu ficar em um abrigo de montanha, enquanto os outros saíram para esquiar.
Os serviços de resgate enviaram um helicóptero ao local, mas as más condições meteorológicas tornaram impossível a operação no sábado, que foi adiada até as 5h40 (0h40 de Brasília).
Ao chegar, os serviços de socorro só conseguiram certificar a morte das vítimas, enterrados a uma profundidade de entre 0,90 e 2,50 m na neve. Só para duas das vítimas houve possibilidades de sobrevivência se o tempo tivesse permitido o resgate no dia anterior, disse Ronald Ribis, chefe dos serviços de resgate em montanha.
Ribis disse que as pegadas mostram que provavelmente o grupo se perdeu devido ao denso nevoeiro, e chegaram a uma área muito perigosa que não souberam reconhecer.


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Cinco turistas checos e um eslovaco morreram nos Alpes austríacos devido a uma avalanche de neve quando praticavam esportes de inverno, informaram neste domingo os serviços de resgate. O acidente aconteceu na localidade de Sölden no sábado, às 16h15 (11h15 de Brasília), quando um desmoronamento soterrou o grupo em um local a 3 mil m de altura, segundo testemunhas.
O grupo de turistas era formado por sete pessoas e o único sobrevivente, um homem de 45 anos que está recebendo apoio psicológico, saiu com vida porque decidiu ficar em um abrigo de montanha, enquanto os outros saíram para esquiar.
Os serviços de resgate enviaram um helicóptero ao local, mas as más condições meteorológicas tornaram impossível a operação no sábado, que foi adiada até as 5h40 (0h40 de Brasília).
Ao chegar, os serviços de socorro só conseguiram certificar a morte das vítimas, enterrados a uma profundidade de entre 0,90 e 2,50 m na neve. Só para duas das vítimas houve possibilidades de sobrevivência se o tempo tivesse permitido o resgate no dia anterior, disse Ronald Ribis, chefe dos serviços de resgate em montanha.
Ribis disse que as pegadas mostram que provavelmente o grupo se perdeu devido ao denso nevoeiro, e chegaram a uma área muito perigosa que não souberam reconhecer.


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Cinco turistas checos e um eslovaco morreram nos Alpes austríacos devido a uma avalanche de neve quando praticavam esportes de inverno, informaram neste domingo os serviços de resgate. O acidente aconteceu na localidade de Sölden no sábado, às 16h15 (11h15 de Brasília), quando um desmoronamento soterrou o grupo em um local a 3 mil m de altura, segundo testemunhas.
O grupo de turistas era formado por sete pessoas e o único sobrevivente, um homem de 45 anos que está recebendo apoio psicológico, saiu com vida porque decidiu ficar em um abrigo de montanha, enquanto os outros saíram para esquiar.
Os serviços de resgate enviaram um helicóptero ao local, mas as más condições meteorológicas tornaram impossível a operação no sábado, que foi adiada até as 5h40 (0h40 de Brasília).
Ao chegar, os serviços de socorro só conseguiram certificar a morte das vítimas, enterrados a uma profundidade de entre 0,90 e 2,50 m na neve. Só para duas das vítimas houve possibilidades de sobrevivência se o tempo tivesse permitido o resgate no dia anterior, disse Ronald Ribis, chefe dos serviços de resgate em montanha.
Ribis disse que as pegadas mostram que provavelmente o grupo se perdeu devido ao denso nevoeiro, e chegaram a uma área muito perigosa que não souberam reconhecer.


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Animal foi preso por armadilha para criaturas selvagens no Alasca.Para escapar, foi obrigado a morder suas próprias patas.

Andre passou por uma experiência traumática. Caminhando pelas terras selvagens do Alasca, o cãozinho pisou por acidente numa armadinha de animais ilegal. Para escapar da enrascada, teve de mastigar suas próprias patas. O resultado foi a perda de duas delas.Encontrado em frangalhos pelo serviço de resgate de cães do Alasca, ele não conseguia nem ficar em pé. Mas uma empresa de Denver, no Colorado, mudou sua vida. Sensibilizada com a história de Andre, a OrthoPets criou próteses para o cão. Com dois dias de uso, Andre voltou a ficar em pé. "Essa é a primeira vez que Andre foi capaz de ficar sobre quatro patas em um ano e alguns meses", disse Martin Kaufmann, da empresa responsável pelas próteses. Após algumas semanas de adaptação às novas patas, Andre será colocado para adoção.

A história foi reportada por um canal local da rede americana NBC.


fonte:G1
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Animal foi preso por armadilha para criaturas selvagens no Alasca.Para escapar, foi obrigado a morder suas próprias patas.

Andre passou por uma experiência traumática. Caminhando pelas terras selvagens do Alasca, o cãozinho pisou por acidente numa armadinha de animais ilegal. Para escapar da enrascada, teve de mastigar suas próprias patas. O resultado foi a perda de duas delas.Encontrado em frangalhos pelo serviço de resgate de cães do Alasca, ele não conseguia nem ficar em pé. Mas uma empresa de Denver, no Colorado, mudou sua vida. Sensibilizada com a história de Andre, a OrthoPets criou próteses para o cão. Com dois dias de uso, Andre voltou a ficar em pé. "Essa é a primeira vez que Andre foi capaz de ficar sobre quatro patas em um ano e alguns meses", disse Martin Kaufmann, da empresa responsável pelas próteses. Após algumas semanas de adaptação às novas patas, Andre será colocado para adoção.

A história foi reportada por um canal local da rede americana NBC.


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Animal foi preso por armadilha para criaturas selvagens no Alasca.Para escapar, foi obrigado a morder suas próprias patas.

Andre passou por uma experiência traumática. Caminhando pelas terras selvagens do Alasca, o cãozinho pisou por acidente numa armadinha de animais ilegal. Para escapar da enrascada, teve de mastigar suas próprias patas. O resultado foi a perda de duas delas.Encontrado em frangalhos pelo serviço de resgate de cães do Alasca, ele não conseguia nem ficar em pé. Mas uma empresa de Denver, no Colorado, mudou sua vida. Sensibilizada com a história de Andre, a OrthoPets criou próteses para o cão. Com dois dias de uso, Andre voltou a ficar em pé. "Essa é a primeira vez que Andre foi capaz de ficar sobre quatro patas em um ano e alguns meses", disse Martin Kaufmann, da empresa responsável pelas próteses. Após algumas semanas de adaptação às novas patas, Andre será colocado para adoção.

A história foi reportada por um canal local da rede americana NBC.


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Animal foi preso por armadilha para criaturas selvagens no Alasca.Para escapar, foi obrigado a morder suas próprias patas.

Andre passou por uma experiência traumática. Caminhando pelas terras selvagens do Alasca, o cãozinho pisou por acidente numa armadinha de animais ilegal. Para escapar da enrascada, teve de mastigar suas próprias patas. O resultado foi a perda de duas delas.Encontrado em frangalhos pelo serviço de resgate de cães do Alasca, ele não conseguia nem ficar em pé. Mas uma empresa de Denver, no Colorado, mudou sua vida. Sensibilizada com a história de Andre, a OrthoPets criou próteses para o cão. Com dois dias de uso, Andre voltou a ficar em pé. "Essa é a primeira vez que Andre foi capaz de ficar sobre quatro patas em um ano e alguns meses", disse Martin Kaufmann, da empresa responsável pelas próteses. Após algumas semanas de adaptação às novas patas, Andre será colocado para adoção.

A história foi reportada por um canal local da rede americana NBC.


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Animal foi preso por armadilha para criaturas selvagens no Alasca.Para escapar, foi obrigado a morder suas próprias patas.

Andre passou por uma experiência traumática. Caminhando pelas terras selvagens do Alasca, o cãozinho pisou por acidente numa armadinha de animais ilegal. Para escapar da enrascada, teve de mastigar suas próprias patas. O resultado foi a perda de duas delas.Encontrado em frangalhos pelo serviço de resgate de cães do Alasca, ele não conseguia nem ficar em pé. Mas uma empresa de Denver, no Colorado, mudou sua vida. Sensibilizada com a história de Andre, a OrthoPets criou próteses para o cão. Com dois dias de uso, Andre voltou a ficar em pé. "Essa é a primeira vez que Andre foi capaz de ficar sobre quatro patas em um ano e alguns meses", disse Martin Kaufmann, da empresa responsável pelas próteses. Após algumas semanas de adaptação às novas patas, Andre será colocado para adoção.

A história foi reportada por um canal local da rede americana NBC.


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Andre passou por uma experiência traumática. Caminhando pelas terras selvagens do Alasca, o cãozinho pisou por acidente numa armadinha de animais ilegal. Para escapar da enrascada, teve de mastigar suas próprias patas. O resultado foi a perda de duas delas.Encontrado em frangalhos pelo serviço de resgate de cães do Alasca, ele não conseguia nem ficar em pé. Mas uma empresa de Denver, no Colorado, mudou sua vida. Sensibilizada com a história de Andre, a OrthoPets criou próteses para o cão. Com dois dias de uso, Andre voltou a ficar em pé. "Essa é a primeira vez que Andre foi capaz de ficar sobre quatro patas em um ano e alguns meses", disse Martin Kaufmann, da empresa responsável pelas próteses. Após algumas semanas de adaptação às novas patas, Andre será colocado para adoção.

A história foi reportada por um canal local da rede americana NBC.


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Animal foi preso por armadilha para criaturas selvagens no Alasca.Para escapar, foi obrigado a morder suas próprias patas.

Andre passou por uma experiência traumática. Caminhando pelas terras selvagens do Alasca, o cãozinho pisou por acidente numa armadinha de animais ilegal. Para escapar da enrascada, teve de mastigar suas próprias patas. O resultado foi a perda de duas delas.Encontrado em frangalhos pelo serviço de resgate de cães do Alasca, ele não conseguia nem ficar em pé. Mas uma empresa de Denver, no Colorado, mudou sua vida. Sensibilizada com a história de Andre, a OrthoPets criou próteses para o cão. Com dois dias de uso, Andre voltou a ficar em pé. "Essa é a primeira vez que Andre foi capaz de ficar sobre quatro patas em um ano e alguns meses", disse Martin Kaufmann, da empresa responsável pelas próteses. Após algumas semanas de adaptação às novas patas, Andre será colocado para adoção.

A história foi reportada por um canal local da rede americana NBC.


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NOVA YORK - A cidade de Nova York recebe este mês a exposição John Lennon: the New York City years. A mostra aborda os anos em que o beatle viveu nos Estados Unidos. O evento vai acontecer no anexo do Hall da Fama do Rock and Roll. A exposição apresenta fotografias, objetos pessoais, instrumentos, desenhos e anotações. Entre os itens, consta a famosa camiseta com o nome da cidade. Parte dos lucros será destinada à Spirit Foundation, organização de caridade criada por Lennon com Yoko Ono. A disputa legal de Lennon para permanecer no país quando o governo Nixon tentou deportá-lo é representada pelo seu Green Card.


fonte:JB On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:15  comentar

NOVA YORK - A cidade de Nova York recebe este mês a exposição John Lennon: the New York City years. A mostra aborda os anos em que o beatle viveu nos Estados Unidos. O evento vai acontecer no anexo do Hall da Fama do Rock and Roll. A exposição apresenta fotografias, objetos pessoais, instrumentos, desenhos e anotações. Entre os itens, consta a famosa camiseta com o nome da cidade. Parte dos lucros será destinada à Spirit Foundation, organização de caridade criada por Lennon com Yoko Ono. A disputa legal de Lennon para permanecer no país quando o governo Nixon tentou deportá-lo é representada pelo seu Green Card.


fonte:JB On Line
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NOVA YORK - A cidade de Nova York recebe este mês a exposição John Lennon: the New York City years. A mostra aborda os anos em que o beatle viveu nos Estados Unidos. O evento vai acontecer no anexo do Hall da Fama do Rock and Roll. A exposição apresenta fotografias, objetos pessoais, instrumentos, desenhos e anotações. Entre os itens, consta a famosa camiseta com o nome da cidade. Parte dos lucros será destinada à Spirit Foundation, organização de caridade criada por Lennon com Yoko Ono. A disputa legal de Lennon para permanecer no país quando o governo Nixon tentou deportá-lo é representada pelo seu Green Card.


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NOVA YORK - A cidade de Nova York recebe este mês a exposição John Lennon: the New York City years. A mostra aborda os anos em que o beatle viveu nos Estados Unidos. O evento vai acontecer no anexo do Hall da Fama do Rock and Roll. A exposição apresenta fotografias, objetos pessoais, instrumentos, desenhos e anotações. Entre os itens, consta a famosa camiseta com o nome da cidade. Parte dos lucros será destinada à Spirit Foundation, organização de caridade criada por Lennon com Yoko Ono. A disputa legal de Lennon para permanecer no país quando o governo Nixon tentou deportá-lo é representada pelo seu Green Card.


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NOVA YORK - A cidade de Nova York recebe este mês a exposição John Lennon: the New York City years. A mostra aborda os anos em que o beatle viveu nos Estados Unidos. O evento vai acontecer no anexo do Hall da Fama do Rock and Roll. A exposição apresenta fotografias, objetos pessoais, instrumentos, desenhos e anotações. Entre os itens, consta a famosa camiseta com o nome da cidade. Parte dos lucros será destinada à Spirit Foundation, organização de caridade criada por Lennon com Yoko Ono. A disputa legal de Lennon para permanecer no país quando o governo Nixon tentou deportá-lo é representada pelo seu Green Card.


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NOVA YORK - A cidade de Nova York recebe este mês a exposição John Lennon: the New York City years. A mostra aborda os anos em que o beatle viveu nos Estados Unidos. O evento vai acontecer no anexo do Hall da Fama do Rock and Roll. A exposição apresenta fotografias, objetos pessoais, instrumentos, desenhos e anotações. Entre os itens, consta a famosa camiseta com o nome da cidade. Parte dos lucros será destinada à Spirit Foundation, organização de caridade criada por Lennon com Yoko Ono. A disputa legal de Lennon para permanecer no país quando o governo Nixon tentou deportá-lo é representada pelo seu Green Card.


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MURCIA, ESPANHA - Nem poluição, maré vermelha ou muito menos tubarão. As autoridades do Instituto Espanhol de Oceanografia (IEO, na sigla em espanhol) estão em alerta com a presença de uma espécie de medusa (água-viva) considerada perigosa para o ser humano na costa de San Pedro del Pinatar, em Murcia.
A caravela portuguesa (Physalia physalis) - que tem um aspecto gelatinoso e cujos tentáculos submergidos podem alcançar até 30m de altura - possui uma picada que "pode ser fatal", segundo o especialista Ignacio Franco. As informações são da agência Europa Press.
O membro gelatinoso do animal tem uma coloração azul e violeta, além de medir entre 10 e 15 cm. A Physalia physalis, vinda do oceano Atlântico, não havia sido detectada nas praias de Murcia desde 1989, quando o próprio Franco avistou-a no balneário de La Llana.
A picada do animal é feita através do contato dos tentáculos com o homem, onde libera um veneno urticante com efeitos iniciais de irritação, inchaço e vermelhidão na pele. De acordo com o especialista, "os banhistas precisam ficar atentos porque o veneno pode causar taquicardia, suor, tontura e dificuldades respiratórias que podem terminar em parada cardíaca".
- O contato pode ser fatal principalmente para idosos e crianças. Entre 30 e 50% das pessoas afetadas acabam no hospital - afirmou.

Brasil
Existem mais de mil espécies de águas-vivas espalhadas pelo mundo, mas duas delas geralmente causam alguns problemas aos banhistas no litoral do Brasil, principalmente em São Paulo, como a Chiropsalmus quadrumanus e a Tamoya haplonema. As espécies encontradas na costa brasileira são pouco perigosas e, até hoje, não existem relatos de contatos fatais entre esses animais marinhos e os seres humanos.


fonte: JB On Line
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MURCIA, ESPANHA - Nem poluição, maré vermelha ou muito menos tubarão. As autoridades do Instituto Espanhol de Oceanografia (IEO, na sigla em espanhol) estão em alerta com a presença de uma espécie de medusa (água-viva) considerada perigosa para o ser humano na costa de San Pedro del Pinatar, em Murcia.
A caravela portuguesa (Physalia physalis) - que tem um aspecto gelatinoso e cujos tentáculos submergidos podem alcançar até 30m de altura - possui uma picada que "pode ser fatal", segundo o especialista Ignacio Franco. As informações são da agência Europa Press.
O membro gelatinoso do animal tem uma coloração azul e violeta, além de medir entre 10 e 15 cm. A Physalia physalis, vinda do oceano Atlântico, não havia sido detectada nas praias de Murcia desde 1989, quando o próprio Franco avistou-a no balneário de La Llana.
A picada do animal é feita através do contato dos tentáculos com o homem, onde libera um veneno urticante com efeitos iniciais de irritação, inchaço e vermelhidão na pele. De acordo com o especialista, "os banhistas precisam ficar atentos porque o veneno pode causar taquicardia, suor, tontura e dificuldades respiratórias que podem terminar em parada cardíaca".
- O contato pode ser fatal principalmente para idosos e crianças. Entre 30 e 50% das pessoas afetadas acabam no hospital - afirmou.

Brasil
Existem mais de mil espécies de águas-vivas espalhadas pelo mundo, mas duas delas geralmente causam alguns problemas aos banhistas no litoral do Brasil, principalmente em São Paulo, como a Chiropsalmus quadrumanus e a Tamoya haplonema. As espécies encontradas na costa brasileira são pouco perigosas e, até hoje, não existem relatos de contatos fatais entre esses animais marinhos e os seres humanos.


fonte: JB On Line
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MURCIA, ESPANHA - Nem poluição, maré vermelha ou muito menos tubarão. As autoridades do Instituto Espanhol de Oceanografia (IEO, na sigla em espanhol) estão em alerta com a presença de uma espécie de medusa (água-viva) considerada perigosa para o ser humano na costa de San Pedro del Pinatar, em Murcia.
A caravela portuguesa (Physalia physalis) - que tem um aspecto gelatinoso e cujos tentáculos submergidos podem alcançar até 30m de altura - possui uma picada que "pode ser fatal", segundo o especialista Ignacio Franco. As informações são da agência Europa Press.
O membro gelatinoso do animal tem uma coloração azul e violeta, além de medir entre 10 e 15 cm. A Physalia physalis, vinda do oceano Atlântico, não havia sido detectada nas praias de Murcia desde 1989, quando o próprio Franco avistou-a no balneário de La Llana.
A picada do animal é feita através do contato dos tentáculos com o homem, onde libera um veneno urticante com efeitos iniciais de irritação, inchaço e vermelhidão na pele. De acordo com o especialista, "os banhistas precisam ficar atentos porque o veneno pode causar taquicardia, suor, tontura e dificuldades respiratórias que podem terminar em parada cardíaca".
- O contato pode ser fatal principalmente para idosos e crianças. Entre 30 e 50% das pessoas afetadas acabam no hospital - afirmou.

Brasil
Existem mais de mil espécies de águas-vivas espalhadas pelo mundo, mas duas delas geralmente causam alguns problemas aos banhistas no litoral do Brasil, principalmente em São Paulo, como a Chiropsalmus quadrumanus e a Tamoya haplonema. As espécies encontradas na costa brasileira são pouco perigosas e, até hoje, não existem relatos de contatos fatais entre esses animais marinhos e os seres humanos.


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A caravela portuguesa (Physalia physalis) - que tem um aspecto gelatinoso e cujos tentáculos submergidos podem alcançar até 30m de altura - possui uma picada que "pode ser fatal", segundo o especialista Ignacio Franco. As informações são da agência Europa Press.
O membro gelatinoso do animal tem uma coloração azul e violeta, além de medir entre 10 e 15 cm. A Physalia physalis, vinda do oceano Atlântico, não havia sido detectada nas praias de Murcia desde 1989, quando o próprio Franco avistou-a no balneário de La Llana.
A picada do animal é feita através do contato dos tentáculos com o homem, onde libera um veneno urticante com efeitos iniciais de irritação, inchaço e vermelhidão na pele. De acordo com o especialista, "os banhistas precisam ficar atentos porque o veneno pode causar taquicardia, suor, tontura e dificuldades respiratórias que podem terminar em parada cardíaca".
- O contato pode ser fatal principalmente para idosos e crianças. Entre 30 e 50% das pessoas afetadas acabam no hospital - afirmou.

Brasil
Existem mais de mil espécies de águas-vivas espalhadas pelo mundo, mas duas delas geralmente causam alguns problemas aos banhistas no litoral do Brasil, principalmente em São Paulo, como a Chiropsalmus quadrumanus e a Tamoya haplonema. As espécies encontradas na costa brasileira são pouco perigosas e, até hoje, não existem relatos de contatos fatais entre esses animais marinhos e os seres humanos.


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A caravela portuguesa (Physalia physalis) - que tem um aspecto gelatinoso e cujos tentáculos submergidos podem alcançar até 30m de altura - possui uma picada que "pode ser fatal", segundo o especialista Ignacio Franco. As informações são da agência Europa Press.
O membro gelatinoso do animal tem uma coloração azul e violeta, além de medir entre 10 e 15 cm. A Physalia physalis, vinda do oceano Atlântico, não havia sido detectada nas praias de Murcia desde 1989, quando o próprio Franco avistou-a no balneário de La Llana.
A picada do animal é feita através do contato dos tentáculos com o homem, onde libera um veneno urticante com efeitos iniciais de irritação, inchaço e vermelhidão na pele. De acordo com o especialista, "os banhistas precisam ficar atentos porque o veneno pode causar taquicardia, suor, tontura e dificuldades respiratórias que podem terminar em parada cardíaca".
- O contato pode ser fatal principalmente para idosos e crianças. Entre 30 e 50% das pessoas afetadas acabam no hospital - afirmou.

Brasil
Existem mais de mil espécies de águas-vivas espalhadas pelo mundo, mas duas delas geralmente causam alguns problemas aos banhistas no litoral do Brasil, principalmente em São Paulo, como a Chiropsalmus quadrumanus e a Tamoya haplonema. As espécies encontradas na costa brasileira são pouco perigosas e, até hoje, não existem relatos de contatos fatais entre esses animais marinhos e os seres humanos.


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A caravela portuguesa (Physalia physalis) - que tem um aspecto gelatinoso e cujos tentáculos submergidos podem alcançar até 30m de altura - possui uma picada que "pode ser fatal", segundo o especialista Ignacio Franco. As informações são da agência Europa Press.
O membro gelatinoso do animal tem uma coloração azul e violeta, além de medir entre 10 e 15 cm. A Physalia physalis, vinda do oceano Atlântico, não havia sido detectada nas praias de Murcia desde 1989, quando o próprio Franco avistou-a no balneário de La Llana.
A picada do animal é feita através do contato dos tentáculos com o homem, onde libera um veneno urticante com efeitos iniciais de irritação, inchaço e vermelhidão na pele. De acordo com o especialista, "os banhistas precisam ficar atentos porque o veneno pode causar taquicardia, suor, tontura e dificuldades respiratórias que podem terminar em parada cardíaca".
- O contato pode ser fatal principalmente para idosos e crianças. Entre 30 e 50% das pessoas afetadas acabam no hospital - afirmou.

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Existem mais de mil espécies de águas-vivas espalhadas pelo mundo, mas duas delas geralmente causam alguns problemas aos banhistas no litoral do Brasil, principalmente em São Paulo, como a Chiropsalmus quadrumanus e a Tamoya haplonema. As espécies encontradas na costa brasileira são pouco perigosas e, até hoje, não existem relatos de contatos fatais entre esses animais marinhos e os seres humanos.


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A caravela portuguesa (Physalia physalis) - que tem um aspecto gelatinoso e cujos tentáculos submergidos podem alcançar até 30m de altura - possui uma picada que "pode ser fatal", segundo o especialista Ignacio Franco. As informações são da agência Europa Press.
O membro gelatinoso do animal tem uma coloração azul e violeta, além de medir entre 10 e 15 cm. A Physalia physalis, vinda do oceano Atlântico, não havia sido detectada nas praias de Murcia desde 1989, quando o próprio Franco avistou-a no balneário de La Llana.
A picada do animal é feita através do contato dos tentáculos com o homem, onde libera um veneno urticante com efeitos iniciais de irritação, inchaço e vermelhidão na pele. De acordo com o especialista, "os banhistas precisam ficar atentos porque o veneno pode causar taquicardia, suor, tontura e dificuldades respiratórias que podem terminar em parada cardíaca".
- O contato pode ser fatal principalmente para idosos e crianças. Entre 30 e 50% das pessoas afetadas acabam no hospital - afirmou.

Brasil
Existem mais de mil espécies de águas-vivas espalhadas pelo mundo, mas duas delas geralmente causam alguns problemas aos banhistas no litoral do Brasil, principalmente em São Paulo, como a Chiropsalmus quadrumanus e a Tamoya haplonema. As espécies encontradas na costa brasileira são pouco perigosas e, até hoje, não existem relatos de contatos fatais entre esses animais marinhos e os seres humanos.


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Caracas, 4 mai (EFE).- Um forte tremor de 5,3 graus na escala Richter sacudiu hoje Caracas por volta das 5h10 (6h10 de Brasília), sem que as autoridades informassem de eventuais afetados e danos
Segundo o Instituto Geológico dos Estados Unidos, o epicentro foi situado na região de Miranda, a 40 quilômetros ao sul de Caracas.No dia 6 de abril um tremor de 4,4 graus na escala Richter sacudiu o estado venezuelano de Carabobo, depois que do dia anterior se registrou outro de 4,3 graus em Caracas e seus arredores, e um terceiro de 4 graus no estado de Falcon.O de hoje aparentemente foi mais intenso e foi seguido de pelo menos uma réplica.As autoridades e a Fundação Venezuelana de Pesquisas Sismológicas não deram ainda detalhes sobre este terremoto.


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Caracas, 4 mai (EFE).- Um forte tremor de 5,3 graus na escala Richter sacudiu hoje Caracas por volta das 5h10 (6h10 de Brasília), sem que as autoridades informassem de eventuais afetados e danos
Segundo o Instituto Geológico dos Estados Unidos, o epicentro foi situado na região de Miranda, a 40 quilômetros ao sul de Caracas.No dia 6 de abril um tremor de 4,4 graus na escala Richter sacudiu o estado venezuelano de Carabobo, depois que do dia anterior se registrou outro de 4,3 graus em Caracas e seus arredores, e um terceiro de 4 graus no estado de Falcon.O de hoje aparentemente foi mais intenso e foi seguido de pelo menos uma réplica.As autoridades e a Fundação Venezuelana de Pesquisas Sismológicas não deram ainda detalhes sobre este terremoto.


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Caracas, 4 mai (EFE).- Um forte tremor de 5,3 graus na escala Richter sacudiu hoje Caracas por volta das 5h10 (6h10 de Brasília), sem que as autoridades informassem de eventuais afetados e danos
Segundo o Instituto Geológico dos Estados Unidos, o epicentro foi situado na região de Miranda, a 40 quilômetros ao sul de Caracas.No dia 6 de abril um tremor de 4,4 graus na escala Richter sacudiu o estado venezuelano de Carabobo, depois que do dia anterior se registrou outro de 4,3 graus em Caracas e seus arredores, e um terceiro de 4 graus no estado de Falcon.O de hoje aparentemente foi mais intenso e foi seguido de pelo menos uma réplica.As autoridades e a Fundação Venezuelana de Pesquisas Sismológicas não deram ainda detalhes sobre este terremoto.


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Segundo o Instituto Geológico dos Estados Unidos, o epicentro foi situado na região de Miranda, a 40 quilômetros ao sul de Caracas.No dia 6 de abril um tremor de 4,4 graus na escala Richter sacudiu o estado venezuelano de Carabobo, depois que do dia anterior se registrou outro de 4,3 graus em Caracas e seus arredores, e um terceiro de 4 graus no estado de Falcon.O de hoje aparentemente foi mais intenso e foi seguido de pelo menos uma réplica.As autoridades e a Fundação Venezuelana de Pesquisas Sismológicas não deram ainda detalhes sobre este terremoto.


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Segundo o Instituto Geológico dos Estados Unidos, o epicentro foi situado na região de Miranda, a 40 quilômetros ao sul de Caracas.No dia 6 de abril um tremor de 4,4 graus na escala Richter sacudiu o estado venezuelano de Carabobo, depois que do dia anterior se registrou outro de 4,3 graus em Caracas e seus arredores, e um terceiro de 4 graus no estado de Falcon.O de hoje aparentemente foi mais intenso e foi seguido de pelo menos uma réplica.As autoridades e a Fundação Venezuelana de Pesquisas Sismológicas não deram ainda detalhes sobre este terremoto.


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Caracas, 4 mai (EFE).- Um forte tremor de 5,3 graus na escala Richter sacudiu hoje Caracas por volta das 5h10 (6h10 de Brasília), sem que as autoridades informassem de eventuais afetados e danos
Segundo o Instituto Geológico dos Estados Unidos, o epicentro foi situado na região de Miranda, a 40 quilômetros ao sul de Caracas.No dia 6 de abril um tremor de 4,4 graus na escala Richter sacudiu o estado venezuelano de Carabobo, depois que do dia anterior se registrou outro de 4,3 graus em Caracas e seus arredores, e um terceiro de 4 graus no estado de Falcon.O de hoje aparentemente foi mais intenso e foi seguido de pelo menos uma réplica.As autoridades e a Fundação Venezuelana de Pesquisas Sismológicas não deram ainda detalhes sobre este terremoto.


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Caracas, 4 mai (EFE).- Um forte tremor de 5,3 graus na escala Richter sacudiu hoje Caracas por volta das 5h10 (6h10 de Brasília), sem que as autoridades informassem de eventuais afetados e danos
Segundo o Instituto Geológico dos Estados Unidos, o epicentro foi situado na região de Miranda, a 40 quilômetros ao sul de Caracas.No dia 6 de abril um tremor de 4,4 graus na escala Richter sacudiu o estado venezuelano de Carabobo, depois que do dia anterior se registrou outro de 4,3 graus em Caracas e seus arredores, e um terceiro de 4 graus no estado de Falcon.O de hoje aparentemente foi mais intenso e foi seguido de pelo menos uma réplica.As autoridades e a Fundação Venezuelana de Pesquisas Sismológicas não deram ainda detalhes sobre este terremoto.


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O polêmico presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, e sua delegação de 110 pessoas chegam ao Brasil no próximo dia 6 (quarta-feira) para tentar se aproximar do grande líder da América do Sul e desfrutar do credenciamento que o governo Lula tem perante o resto do mundo. A análise é do professor de Relações Internacionais da PUC/SP, Reginaldo Nasser, especialista em políticas e conflitos internacionais.
Para Nasser, desde que o Irã se converteu em uma república islâmica, nos anos 70, e passou a ser visto como um Estado problema, que está fora da ordem mundial e que manifesta a intenção de seguir com um projeto de tecnologia nuclear, a mídia internacional passou a dar muito destaque para qualquer coisa que o país faça em suas relações exteriores. Nesse sentido, a visita de Ahmadinejad ao Brasil ganha destaque, porque serve para mostrar ao mundo uma intenção de unir duas potências regionais e de obter apoio do Brasil em questões internacionais, especialmente nas discutidas na ONU (Organização das Nações Unidas).
O professor explica que o presidente do Irã precisa deste tipo de publicidade, porque vem sendo criticado dentro de seu país. "Ele não tem o apoio que alguns poderiam pensar. O Irã é um país dividido. Nesse momento, Ahmadinejad usa a tática do inimigo externo para conseguir apoio interno e tenta fazer uma política de proximidade com os chamados países da periferia, já que tem muitos problemas em relação à Europa e aos Estados Unidos", diz.
A velha tática do inimigo externo, ressalta Nasser, foi fortemente adotada durante o discurso que Ahmadinejad proferiu durante conferência da ONU sobre racismo. Na ocasião, ele acusou Israel de ter o "regime mais cruel e racista" e minimizou o Holocausto, enquanto diplomatas deixavam a sala em protesto.
"Ahmadinejad usa sua figura cativante e capaz de provocar paixões, seja de adesão ou de repúdio, para se manter no poder. E em momentos de crise interna, como agora, apela para a retórica. Ele é mais avaliado pelos discursos que faz do que pelas ações que toma. E o que ele faz? Ele vai a todo o momento na ferida, porque sabe que vai provocar e atingir em cheio. Foi o que aconteceu na conferência da ONU", analisa o professor.
Tal atitude, no entanto, não deve afetar as relações com o Brasil. Na opinião de Nasser, o governo brasileiro não tomou partido, apesar de ter boas relações com Israel, mas deixou claro que diverge do Irã no encaminhamento de algumas questões envolvendo o Oriente Médio.
"É uma postura coerente. Da mesma forma que o Brasil se manifestaria contra uma eventual ação dos Estado Unidos no Irã, ele também não concorda com o Irã na questão nuclear e na questão de Israel. O Brasil tem status de um Estado que pode opinar de forma equilibrada em assuntos internacionais", afirma o especialista.
E é com o esse status que o governo brasileiro vai recepcionar Ahmadinejad. Não há uma intenção de se alinhar a Ahmadinejad, como fizeram os presidentes da Venezuela, Hugo Chávez, da Bolívia, Evo Morales, e do Equador, Rafael Correa.
"Os dois países têm um papel de liderança regional, são líderes no seu contexto e são ouvidos - ou deveriam ser ouvidos - em todo e qualquer processo de resolução de conflitos no Oriente Médio e na América do Sul. No caso do Irã, ele não é, mas deveria ser. Até o governo Obama já sinaliza essa necessidade", destaca o analista.
"O Irã hoje tem influência no Líbano, por seu apoio ao Hizbollah, na questão palestina, por ser o grande aliado do Hamas, e na política do Iraque, depois da guerra. Isso, somado à sua estabilidade econômica e política, faz dele uma potência regional e um fator muito importante em tudo o que diz respeito ao Oriente Médio. O Brasil, por sua vez, é um aliado histórico de países como o Irã, a Síria, a Jordânia e o Egito", completa.
Nasser também diz que uma visita política sempre acaba resultando em parcerias econômicas e isso deve acontecer entre Brasil e Irã.
Segundo disse ao UOL Notícias o embaixador brasileiro em Teerã, Antônio Salgado, em 2007, o Brasil exportou mais de US$ 1,7 bilhão ao Irã, principalmente em minérios, cereais e veículos. Já o volume de produtos iranianos importados pelo Brasil é menor, pois consiste basicamente em tapetes e pistache.


fonte:DeBrasília.com
uol notícias
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O polêmico presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, e sua delegação de 110 pessoas chegam ao Brasil no próximo dia 6 (quarta-feira) para tentar se aproximar do grande líder da América do Sul e desfrutar do credenciamento que o governo Lula tem perante o resto do mundo. A análise é do professor de Relações Internacionais da PUC/SP, Reginaldo Nasser, especialista em políticas e conflitos internacionais.
Para Nasser, desde que o Irã se converteu em uma república islâmica, nos anos 70, e passou a ser visto como um Estado problema, que está fora da ordem mundial e que manifesta a intenção de seguir com um projeto de tecnologia nuclear, a mídia internacional passou a dar muito destaque para qualquer coisa que o país faça em suas relações exteriores. Nesse sentido, a visita de Ahmadinejad ao Brasil ganha destaque, porque serve para mostrar ao mundo uma intenção de unir duas potências regionais e de obter apoio do Brasil em questões internacionais, especialmente nas discutidas na ONU (Organização das Nações Unidas).
O professor explica que o presidente do Irã precisa deste tipo de publicidade, porque vem sendo criticado dentro de seu país. "Ele não tem o apoio que alguns poderiam pensar. O Irã é um país dividido. Nesse momento, Ahmadinejad usa a tática do inimigo externo para conseguir apoio interno e tenta fazer uma política de proximidade com os chamados países da periferia, já que tem muitos problemas em relação à Europa e aos Estados Unidos", diz.
A velha tática do inimigo externo, ressalta Nasser, foi fortemente adotada durante o discurso que Ahmadinejad proferiu durante conferência da ONU sobre racismo. Na ocasião, ele acusou Israel de ter o "regime mais cruel e racista" e minimizou o Holocausto, enquanto diplomatas deixavam a sala em protesto.
"Ahmadinejad usa sua figura cativante e capaz de provocar paixões, seja de adesão ou de repúdio, para se manter no poder. E em momentos de crise interna, como agora, apela para a retórica. Ele é mais avaliado pelos discursos que faz do que pelas ações que toma. E o que ele faz? Ele vai a todo o momento na ferida, porque sabe que vai provocar e atingir em cheio. Foi o que aconteceu na conferência da ONU", analisa o professor.
Tal atitude, no entanto, não deve afetar as relações com o Brasil. Na opinião de Nasser, o governo brasileiro não tomou partido, apesar de ter boas relações com Israel, mas deixou claro que diverge do Irã no encaminhamento de algumas questões envolvendo o Oriente Médio.
"É uma postura coerente. Da mesma forma que o Brasil se manifestaria contra uma eventual ação dos Estado Unidos no Irã, ele também não concorda com o Irã na questão nuclear e na questão de Israel. O Brasil tem status de um Estado que pode opinar de forma equilibrada em assuntos internacionais", afirma o especialista.
E é com o esse status que o governo brasileiro vai recepcionar Ahmadinejad. Não há uma intenção de se alinhar a Ahmadinejad, como fizeram os presidentes da Venezuela, Hugo Chávez, da Bolívia, Evo Morales, e do Equador, Rafael Correa.
"Os dois países têm um papel de liderança regional, são líderes no seu contexto e são ouvidos - ou deveriam ser ouvidos - em todo e qualquer processo de resolução de conflitos no Oriente Médio e na América do Sul. No caso do Irã, ele não é, mas deveria ser. Até o governo Obama já sinaliza essa necessidade", destaca o analista.
"O Irã hoje tem influência no Líbano, por seu apoio ao Hizbollah, na questão palestina, por ser o grande aliado do Hamas, e na política do Iraque, depois da guerra. Isso, somado à sua estabilidade econômica e política, faz dele uma potência regional e um fator muito importante em tudo o que diz respeito ao Oriente Médio. O Brasil, por sua vez, é um aliado histórico de países como o Irã, a Síria, a Jordânia e o Egito", completa.
Nasser também diz que uma visita política sempre acaba resultando em parcerias econômicas e isso deve acontecer entre Brasil e Irã.
Segundo disse ao UOL Notícias o embaixador brasileiro em Teerã, Antônio Salgado, em 2007, o Brasil exportou mais de US$ 1,7 bilhão ao Irã, principalmente em minérios, cereais e veículos. Já o volume de produtos iranianos importados pelo Brasil é menor, pois consiste basicamente em tapetes e pistache.


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O polêmico presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, e sua delegação de 110 pessoas chegam ao Brasil no próximo dia 6 (quarta-feira) para tentar se aproximar do grande líder da América do Sul e desfrutar do credenciamento que o governo Lula tem perante o resto do mundo. A análise é do professor de Relações Internacionais da PUC/SP, Reginaldo Nasser, especialista em políticas e conflitos internacionais.
Para Nasser, desde que o Irã se converteu em uma república islâmica, nos anos 70, e passou a ser visto como um Estado problema, que está fora da ordem mundial e que manifesta a intenção de seguir com um projeto de tecnologia nuclear, a mídia internacional passou a dar muito destaque para qualquer coisa que o país faça em suas relações exteriores. Nesse sentido, a visita de Ahmadinejad ao Brasil ganha destaque, porque serve para mostrar ao mundo uma intenção de unir duas potências regionais e de obter apoio do Brasil em questões internacionais, especialmente nas discutidas na ONU (Organização das Nações Unidas).
O professor explica que o presidente do Irã precisa deste tipo de publicidade, porque vem sendo criticado dentro de seu país. "Ele não tem o apoio que alguns poderiam pensar. O Irã é um país dividido. Nesse momento, Ahmadinejad usa a tática do inimigo externo para conseguir apoio interno e tenta fazer uma política de proximidade com os chamados países da periferia, já que tem muitos problemas em relação à Europa e aos Estados Unidos", diz.
A velha tática do inimigo externo, ressalta Nasser, foi fortemente adotada durante o discurso que Ahmadinejad proferiu durante conferência da ONU sobre racismo. Na ocasião, ele acusou Israel de ter o "regime mais cruel e racista" e minimizou o Holocausto, enquanto diplomatas deixavam a sala em protesto.
"Ahmadinejad usa sua figura cativante e capaz de provocar paixões, seja de adesão ou de repúdio, para se manter no poder. E em momentos de crise interna, como agora, apela para a retórica. Ele é mais avaliado pelos discursos que faz do que pelas ações que toma. E o que ele faz? Ele vai a todo o momento na ferida, porque sabe que vai provocar e atingir em cheio. Foi o que aconteceu na conferência da ONU", analisa o professor.
Tal atitude, no entanto, não deve afetar as relações com o Brasil. Na opinião de Nasser, o governo brasileiro não tomou partido, apesar de ter boas relações com Israel, mas deixou claro que diverge do Irã no encaminhamento de algumas questões envolvendo o Oriente Médio.
"É uma postura coerente. Da mesma forma que o Brasil se manifestaria contra uma eventual ação dos Estado Unidos no Irã, ele também não concorda com o Irã na questão nuclear e na questão de Israel. O Brasil tem status de um Estado que pode opinar de forma equilibrada em assuntos internacionais", afirma o especialista.
E é com o esse status que o governo brasileiro vai recepcionar Ahmadinejad. Não há uma intenção de se alinhar a Ahmadinejad, como fizeram os presidentes da Venezuela, Hugo Chávez, da Bolívia, Evo Morales, e do Equador, Rafael Correa.
"Os dois países têm um papel de liderança regional, são líderes no seu contexto e são ouvidos - ou deveriam ser ouvidos - em todo e qualquer processo de resolução de conflitos no Oriente Médio e na América do Sul. No caso do Irã, ele não é, mas deveria ser. Até o governo Obama já sinaliza essa necessidade", destaca o analista.
"O Irã hoje tem influência no Líbano, por seu apoio ao Hizbollah, na questão palestina, por ser o grande aliado do Hamas, e na política do Iraque, depois da guerra. Isso, somado à sua estabilidade econômica e política, faz dele uma potência regional e um fator muito importante em tudo o que diz respeito ao Oriente Médio. O Brasil, por sua vez, é um aliado histórico de países como o Irã, a Síria, a Jordânia e o Egito", completa.
Nasser também diz que uma visita política sempre acaba resultando em parcerias econômicas e isso deve acontecer entre Brasil e Irã.
Segundo disse ao UOL Notícias o embaixador brasileiro em Teerã, Antônio Salgado, em 2007, o Brasil exportou mais de US$ 1,7 bilhão ao Irã, principalmente em minérios, cereais e veículos. Já o volume de produtos iranianos importados pelo Brasil é menor, pois consiste basicamente em tapetes e pistache.


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O polêmico presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, e sua delegação de 110 pessoas chegam ao Brasil no próximo dia 6 (quarta-feira) para tentar se aproximar do grande líder da América do Sul e desfrutar do credenciamento que o governo Lula tem perante o resto do mundo. A análise é do professor de Relações Internacionais da PUC/SP, Reginaldo Nasser, especialista em políticas e conflitos internacionais.
Para Nasser, desde que o Irã se converteu em uma república islâmica, nos anos 70, e passou a ser visto como um Estado problema, que está fora da ordem mundial e que manifesta a intenção de seguir com um projeto de tecnologia nuclear, a mídia internacional passou a dar muito destaque para qualquer coisa que o país faça em suas relações exteriores. Nesse sentido, a visita de Ahmadinejad ao Brasil ganha destaque, porque serve para mostrar ao mundo uma intenção de unir duas potências regionais e de obter apoio do Brasil em questões internacionais, especialmente nas discutidas na ONU (Organização das Nações Unidas).
O professor explica que o presidente do Irã precisa deste tipo de publicidade, porque vem sendo criticado dentro de seu país. "Ele não tem o apoio que alguns poderiam pensar. O Irã é um país dividido. Nesse momento, Ahmadinejad usa a tática do inimigo externo para conseguir apoio interno e tenta fazer uma política de proximidade com os chamados países da periferia, já que tem muitos problemas em relação à Europa e aos Estados Unidos", diz.
A velha tática do inimigo externo, ressalta Nasser, foi fortemente adotada durante o discurso que Ahmadinejad proferiu durante conferência da ONU sobre racismo. Na ocasião, ele acusou Israel de ter o "regime mais cruel e racista" e minimizou o Holocausto, enquanto diplomatas deixavam a sala em protesto.
"Ahmadinejad usa sua figura cativante e capaz de provocar paixões, seja de adesão ou de repúdio, para se manter no poder. E em momentos de crise interna, como agora, apela para a retórica. Ele é mais avaliado pelos discursos que faz do que pelas ações que toma. E o que ele faz? Ele vai a todo o momento na ferida, porque sabe que vai provocar e atingir em cheio. Foi o que aconteceu na conferência da ONU", analisa o professor.
Tal atitude, no entanto, não deve afetar as relações com o Brasil. Na opinião de Nasser, o governo brasileiro não tomou partido, apesar de ter boas relações com Israel, mas deixou claro que diverge do Irã no encaminhamento de algumas questões envolvendo o Oriente Médio.
"É uma postura coerente. Da mesma forma que o Brasil se manifestaria contra uma eventual ação dos Estado Unidos no Irã, ele também não concorda com o Irã na questão nuclear e na questão de Israel. O Brasil tem status de um Estado que pode opinar de forma equilibrada em assuntos internacionais", afirma o especialista.
E é com o esse status que o governo brasileiro vai recepcionar Ahmadinejad. Não há uma intenção de se alinhar a Ahmadinejad, como fizeram os presidentes da Venezuela, Hugo Chávez, da Bolívia, Evo Morales, e do Equador, Rafael Correa.
"Os dois países têm um papel de liderança regional, são líderes no seu contexto e são ouvidos - ou deveriam ser ouvidos - em todo e qualquer processo de resolução de conflitos no Oriente Médio e na América do Sul. No caso do Irã, ele não é, mas deveria ser. Até o governo Obama já sinaliza essa necessidade", destaca o analista.
"O Irã hoje tem influência no Líbano, por seu apoio ao Hizbollah, na questão palestina, por ser o grande aliado do Hamas, e na política do Iraque, depois da guerra. Isso, somado à sua estabilidade econômica e política, faz dele uma potência regional e um fator muito importante em tudo o que diz respeito ao Oriente Médio. O Brasil, por sua vez, é um aliado histórico de países como o Irã, a Síria, a Jordânia e o Egito", completa.
Nasser também diz que uma visita política sempre acaba resultando em parcerias econômicas e isso deve acontecer entre Brasil e Irã.
Segundo disse ao UOL Notícias o embaixador brasileiro em Teerã, Antônio Salgado, em 2007, o Brasil exportou mais de US$ 1,7 bilhão ao Irã, principalmente em minérios, cereais e veículos. Já o volume de produtos iranianos importados pelo Brasil é menor, pois consiste basicamente em tapetes e pistache.


fonte:DeBrasília.com
uol notícias
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:17  comentar

O polêmico presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, e sua delegação de 110 pessoas chegam ao Brasil no próximo dia 6 (quarta-feira) para tentar se aproximar do grande líder da América do Sul e desfrutar do credenciamento que o governo Lula tem perante o resto do mundo. A análise é do professor de Relações Internacionais da PUC/SP, Reginaldo Nasser, especialista em políticas e conflitos internacionais.
Para Nasser, desde que o Irã se converteu em uma república islâmica, nos anos 70, e passou a ser visto como um Estado problema, que está fora da ordem mundial e que manifesta a intenção de seguir com um projeto de tecnologia nuclear, a mídia internacional passou a dar muito destaque para qualquer coisa que o país faça em suas relações exteriores. Nesse sentido, a visita de Ahmadinejad ao Brasil ganha destaque, porque serve para mostrar ao mundo uma intenção de unir duas potências regionais e de obter apoio do Brasil em questões internacionais, especialmente nas discutidas na ONU (Organização das Nações Unidas).
O professor explica que o presidente do Irã precisa deste tipo de publicidade, porque vem sendo criticado dentro de seu país. "Ele não tem o apoio que alguns poderiam pensar. O Irã é um país dividido. Nesse momento, Ahmadinejad usa a tática do inimigo externo para conseguir apoio interno e tenta fazer uma política de proximidade com os chamados países da periferia, já que tem muitos problemas em relação à Europa e aos Estados Unidos", diz.
A velha tática do inimigo externo, ressalta Nasser, foi fortemente adotada durante o discurso que Ahmadinejad proferiu durante conferência da ONU sobre racismo. Na ocasião, ele acusou Israel de ter o "regime mais cruel e racista" e minimizou o Holocausto, enquanto diplomatas deixavam a sala em protesto.
"Ahmadinejad usa sua figura cativante e capaz de provocar paixões, seja de adesão ou de repúdio, para se manter no poder. E em momentos de crise interna, como agora, apela para a retórica. Ele é mais avaliado pelos discursos que faz do que pelas ações que toma. E o que ele faz? Ele vai a todo o momento na ferida, porque sabe que vai provocar e atingir em cheio. Foi o que aconteceu na conferência da ONU", analisa o professor.
Tal atitude, no entanto, não deve afetar as relações com o Brasil. Na opinião de Nasser, o governo brasileiro não tomou partido, apesar de ter boas relações com Israel, mas deixou claro que diverge do Irã no encaminhamento de algumas questões envolvendo o Oriente Médio.
"É uma postura coerente. Da mesma forma que o Brasil se manifestaria contra uma eventual ação dos Estado Unidos no Irã, ele também não concorda com o Irã na questão nuclear e na questão de Israel. O Brasil tem status de um Estado que pode opinar de forma equilibrada em assuntos internacionais", afirma o especialista.
E é com o esse status que o governo brasileiro vai recepcionar Ahmadinejad. Não há uma intenção de se alinhar a Ahmadinejad, como fizeram os presidentes da Venezuela, Hugo Chávez, da Bolívia, Evo Morales, e do Equador, Rafael Correa.
"Os dois países têm um papel de liderança regional, são líderes no seu contexto e são ouvidos - ou deveriam ser ouvidos - em todo e qualquer processo de resolução de conflitos no Oriente Médio e na América do Sul. No caso do Irã, ele não é, mas deveria ser. Até o governo Obama já sinaliza essa necessidade", destaca o analista.
"O Irã hoje tem influência no Líbano, por seu apoio ao Hizbollah, na questão palestina, por ser o grande aliado do Hamas, e na política do Iraque, depois da guerra. Isso, somado à sua estabilidade econômica e política, faz dele uma potência regional e um fator muito importante em tudo o que diz respeito ao Oriente Médio. O Brasil, por sua vez, é um aliado histórico de países como o Irã, a Síria, a Jordânia e o Egito", completa.
Nasser também diz que uma visita política sempre acaba resultando em parcerias econômicas e isso deve acontecer entre Brasil e Irã.
Segundo disse ao UOL Notícias o embaixador brasileiro em Teerã, Antônio Salgado, em 2007, o Brasil exportou mais de US$ 1,7 bilhão ao Irã, principalmente em minérios, cereais e veículos. Já o volume de produtos iranianos importados pelo Brasil é menor, pois consiste basicamente em tapetes e pistache.


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O polêmico presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, e sua delegação de 110 pessoas chegam ao Brasil no próximo dia 6 (quarta-feira) para tentar se aproximar do grande líder da América do Sul e desfrutar do credenciamento que o governo Lula tem perante o resto do mundo. A análise é do professor de Relações Internacionais da PUC/SP, Reginaldo Nasser, especialista em políticas e conflitos internacionais.
Para Nasser, desde que o Irã se converteu em uma república islâmica, nos anos 70, e passou a ser visto como um Estado problema, que está fora da ordem mundial e que manifesta a intenção de seguir com um projeto de tecnologia nuclear, a mídia internacional passou a dar muito destaque para qualquer coisa que o país faça em suas relações exteriores. Nesse sentido, a visita de Ahmadinejad ao Brasil ganha destaque, porque serve para mostrar ao mundo uma intenção de unir duas potências regionais e de obter apoio do Brasil em questões internacionais, especialmente nas discutidas na ONU (Organização das Nações Unidas).
O professor explica que o presidente do Irã precisa deste tipo de publicidade, porque vem sendo criticado dentro de seu país. "Ele não tem o apoio que alguns poderiam pensar. O Irã é um país dividido. Nesse momento, Ahmadinejad usa a tática do inimigo externo para conseguir apoio interno e tenta fazer uma política de proximidade com os chamados países da periferia, já que tem muitos problemas em relação à Europa e aos Estados Unidos", diz.
A velha tática do inimigo externo, ressalta Nasser, foi fortemente adotada durante o discurso que Ahmadinejad proferiu durante conferência da ONU sobre racismo. Na ocasião, ele acusou Israel de ter o "regime mais cruel e racista" e minimizou o Holocausto, enquanto diplomatas deixavam a sala em protesto.
"Ahmadinejad usa sua figura cativante e capaz de provocar paixões, seja de adesão ou de repúdio, para se manter no poder. E em momentos de crise interna, como agora, apela para a retórica. Ele é mais avaliado pelos discursos que faz do que pelas ações que toma. E o que ele faz? Ele vai a todo o momento na ferida, porque sabe que vai provocar e atingir em cheio. Foi o que aconteceu na conferência da ONU", analisa o professor.
Tal atitude, no entanto, não deve afetar as relações com o Brasil. Na opinião de Nasser, o governo brasileiro não tomou partido, apesar de ter boas relações com Israel, mas deixou claro que diverge do Irã no encaminhamento de algumas questões envolvendo o Oriente Médio.
"É uma postura coerente. Da mesma forma que o Brasil se manifestaria contra uma eventual ação dos Estado Unidos no Irã, ele também não concorda com o Irã na questão nuclear e na questão de Israel. O Brasil tem status de um Estado que pode opinar de forma equilibrada em assuntos internacionais", afirma o especialista.
E é com o esse status que o governo brasileiro vai recepcionar Ahmadinejad. Não há uma intenção de se alinhar a Ahmadinejad, como fizeram os presidentes da Venezuela, Hugo Chávez, da Bolívia, Evo Morales, e do Equador, Rafael Correa.
"Os dois países têm um papel de liderança regional, são líderes no seu contexto e são ouvidos - ou deveriam ser ouvidos - em todo e qualquer processo de resolução de conflitos no Oriente Médio e na América do Sul. No caso do Irã, ele não é, mas deveria ser. Até o governo Obama já sinaliza essa necessidade", destaca o analista.
"O Irã hoje tem influência no Líbano, por seu apoio ao Hizbollah, na questão palestina, por ser o grande aliado do Hamas, e na política do Iraque, depois da guerra. Isso, somado à sua estabilidade econômica e política, faz dele uma potência regional e um fator muito importante em tudo o que diz respeito ao Oriente Médio. O Brasil, por sua vez, é um aliado histórico de países como o Irã, a Síria, a Jordânia e o Egito", completa.
Nasser também diz que uma visita política sempre acaba resultando em parcerias econômicas e isso deve acontecer entre Brasil e Irã.
Segundo disse ao UOL Notícias o embaixador brasileiro em Teerã, Antônio Salgado, em 2007, o Brasil exportou mais de US$ 1,7 bilhão ao Irã, principalmente em minérios, cereais e veículos. Já o volume de produtos iranianos importados pelo Brasil é menor, pois consiste basicamente em tapetes e pistache.


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O polêmico presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, e sua delegação de 110 pessoas chegam ao Brasil no próximo dia 6 (quarta-feira) para tentar se aproximar do grande líder da América do Sul e desfrutar do credenciamento que o governo Lula tem perante o resto do mundo. A análise é do professor de Relações Internacionais da PUC/SP, Reginaldo Nasser, especialista em políticas e conflitos internacionais.
Para Nasser, desde que o Irã se converteu em uma república islâmica, nos anos 70, e passou a ser visto como um Estado problema, que está fora da ordem mundial e que manifesta a intenção de seguir com um projeto de tecnologia nuclear, a mídia internacional passou a dar muito destaque para qualquer coisa que o país faça em suas relações exteriores. Nesse sentido, a visita de Ahmadinejad ao Brasil ganha destaque, porque serve para mostrar ao mundo uma intenção de unir duas potências regionais e de obter apoio do Brasil em questões internacionais, especialmente nas discutidas na ONU (Organização das Nações Unidas).
O professor explica que o presidente do Irã precisa deste tipo de publicidade, porque vem sendo criticado dentro de seu país. "Ele não tem o apoio que alguns poderiam pensar. O Irã é um país dividido. Nesse momento, Ahmadinejad usa a tática do inimigo externo para conseguir apoio interno e tenta fazer uma política de proximidade com os chamados países da periferia, já que tem muitos problemas em relação à Europa e aos Estados Unidos", diz.
A velha tática do inimigo externo, ressalta Nasser, foi fortemente adotada durante o discurso que Ahmadinejad proferiu durante conferência da ONU sobre racismo. Na ocasião, ele acusou Israel de ter o "regime mais cruel e racista" e minimizou o Holocausto, enquanto diplomatas deixavam a sala em protesto.
"Ahmadinejad usa sua figura cativante e capaz de provocar paixões, seja de adesão ou de repúdio, para se manter no poder. E em momentos de crise interna, como agora, apela para a retórica. Ele é mais avaliado pelos discursos que faz do que pelas ações que toma. E o que ele faz? Ele vai a todo o momento na ferida, porque sabe que vai provocar e atingir em cheio. Foi o que aconteceu na conferência da ONU", analisa o professor.
Tal atitude, no entanto, não deve afetar as relações com o Brasil. Na opinião de Nasser, o governo brasileiro não tomou partido, apesar de ter boas relações com Israel, mas deixou claro que diverge do Irã no encaminhamento de algumas questões envolvendo o Oriente Médio.
"É uma postura coerente. Da mesma forma que o Brasil se manifestaria contra uma eventual ação dos Estado Unidos no Irã, ele também não concorda com o Irã na questão nuclear e na questão de Israel. O Brasil tem status de um Estado que pode opinar de forma equilibrada em assuntos internacionais", afirma o especialista.
E é com o esse status que o governo brasileiro vai recepcionar Ahmadinejad. Não há uma intenção de se alinhar a Ahmadinejad, como fizeram os presidentes da Venezuela, Hugo Chávez, da Bolívia, Evo Morales, e do Equador, Rafael Correa.
"Os dois países têm um papel de liderança regional, são líderes no seu contexto e são ouvidos - ou deveriam ser ouvidos - em todo e qualquer processo de resolução de conflitos no Oriente Médio e na América do Sul. No caso do Irã, ele não é, mas deveria ser. Até o governo Obama já sinaliza essa necessidade", destaca o analista.
"O Irã hoje tem influência no Líbano, por seu apoio ao Hizbollah, na questão palestina, por ser o grande aliado do Hamas, e na política do Iraque, depois da guerra. Isso, somado à sua estabilidade econômica e política, faz dele uma potência regional e um fator muito importante em tudo o que diz respeito ao Oriente Médio. O Brasil, por sua vez, é um aliado histórico de países como o Irã, a Síria, a Jordânia e o Egito", completa.
Nasser também diz que uma visita política sempre acaba resultando em parcerias econômicas e isso deve acontecer entre Brasil e Irã.
Segundo disse ao UOL Notícias o embaixador brasileiro em Teerã, Antônio Salgado, em 2007, o Brasil exportou mais de US$ 1,7 bilhão ao Irã, principalmente em minérios, cereais e veículos. Já o volume de produtos iranianos importados pelo Brasil é menor, pois consiste basicamente em tapetes e pistache.


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