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3.5.09

A 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro negou recurso da defesa de quatro envolvidos na morte do menino João Hélio Fernandes. Os desembargadores entenderam que não há a menor dúvida da participação de todos os acusados no crime.
O desembargador Francisco José de Asevedo rejeitou o argumento da defesa de que faltava provas contra os quatro. Relator do processo, Asevedo classificou a tese de absurda e sem fundamento. O desembargador também rejeitou a suspeição levantada contra a juíza Marcela Assad Caran, da 1ª Vara Criminal de Madureira, que condenou os quatro. "A pena foi devidamente aplicada e não há nenhuma retificação a fazer", disse.
João Hélio foi arrastado por ruas da Zona Norte do Rio, em 7 de fevereiro de 2007. Em 30 de janeiro de 2008, o grupo foi condenado a penas que variam de 39 a 45 anos de prisão em regime fechado.
A defesa recorreu, alegando nulidades no processo, como o cerceamento de defesa, suspeição da juíza que julgou o caso e a ausência de fundamentação da sentença. Tentaram ainda desclassificar a imputação de crime de latrocínio (roubo seguido de morte) para roubo simples.
Por unanimidade, a Câmara rejeitou o recurso.
*Com informações da Assessoria de Imprensa do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

Extraído de: Consultor Jurídico
link do postPor anjoseguerreiros, às 20:56  comentar


A 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro negou recurso da defesa de quatro envolvidos na morte do menino João Hélio Fernandes. Os desembargadores entenderam que não há a menor dúvida da participação de todos os acusados no crime.
O desembargador Francisco José de Asevedo rejeitou o argumento da defesa de que faltava provas contra os quatro. Relator do processo, Asevedo classificou a tese de absurda e sem fundamento. O desembargador também rejeitou a suspeição levantada contra a juíza Marcela Assad Caran, da 1ª Vara Criminal de Madureira, que condenou os quatro. "A pena foi devidamente aplicada e não há nenhuma retificação a fazer", disse.
João Hélio foi arrastado por ruas da Zona Norte do Rio, em 7 de fevereiro de 2007. Em 30 de janeiro de 2008, o grupo foi condenado a penas que variam de 39 a 45 anos de prisão em regime fechado.
A defesa recorreu, alegando nulidades no processo, como o cerceamento de defesa, suspeição da juíza que julgou o caso e a ausência de fundamentação da sentença. Tentaram ainda desclassificar a imputação de crime de latrocínio (roubo seguido de morte) para roubo simples.
Por unanimidade, a Câmara rejeitou o recurso.
*Com informações da Assessoria de Imprensa do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

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A 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro negou recurso da defesa de quatro envolvidos na morte do menino João Hélio Fernandes. Os desembargadores entenderam que não há a menor dúvida da participação de todos os acusados no crime.
O desembargador Francisco José de Asevedo rejeitou o argumento da defesa de que faltava provas contra os quatro. Relator do processo, Asevedo classificou a tese de absurda e sem fundamento. O desembargador também rejeitou a suspeição levantada contra a juíza Marcela Assad Caran, da 1ª Vara Criminal de Madureira, que condenou os quatro. "A pena foi devidamente aplicada e não há nenhuma retificação a fazer", disse.
João Hélio foi arrastado por ruas da Zona Norte do Rio, em 7 de fevereiro de 2007. Em 30 de janeiro de 2008, o grupo foi condenado a penas que variam de 39 a 45 anos de prisão em regime fechado.
A defesa recorreu, alegando nulidades no processo, como o cerceamento de defesa, suspeição da juíza que julgou o caso e a ausência de fundamentação da sentença. Tentaram ainda desclassificar a imputação de crime de latrocínio (roubo seguido de morte) para roubo simples.
Por unanimidade, a Câmara rejeitou o recurso.
*Com informações da Assessoria de Imprensa do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

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A 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro negou recurso da defesa de quatro envolvidos na morte do menino João Hélio Fernandes. Os desembargadores entenderam que não há a menor dúvida da participação de todos os acusados no crime.
O desembargador Francisco José de Asevedo rejeitou o argumento da defesa de que faltava provas contra os quatro. Relator do processo, Asevedo classificou a tese de absurda e sem fundamento. O desembargador também rejeitou a suspeição levantada contra a juíza Marcela Assad Caran, da 1ª Vara Criminal de Madureira, que condenou os quatro. "A pena foi devidamente aplicada e não há nenhuma retificação a fazer", disse.
João Hélio foi arrastado por ruas da Zona Norte do Rio, em 7 de fevereiro de 2007. Em 30 de janeiro de 2008, o grupo foi condenado a penas que variam de 39 a 45 anos de prisão em regime fechado.
A defesa recorreu, alegando nulidades no processo, como o cerceamento de defesa, suspeição da juíza que julgou o caso e a ausência de fundamentação da sentença. Tentaram ainda desclassificar a imputação de crime de latrocínio (roubo seguido de morte) para roubo simples.
Por unanimidade, a Câmara rejeitou o recurso.
*Com informações da Assessoria de Imprensa do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

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O desembargador Francisco José de Asevedo rejeitou o argumento da defesa de que faltava provas contra os quatro. Relator do processo, Asevedo classificou a tese de absurda e sem fundamento. O desembargador também rejeitou a suspeição levantada contra a juíza Marcela Assad Caran, da 1ª Vara Criminal de Madureira, que condenou os quatro. "A pena foi devidamente aplicada e não há nenhuma retificação a fazer", disse.
João Hélio foi arrastado por ruas da Zona Norte do Rio, em 7 de fevereiro de 2007. Em 30 de janeiro de 2008, o grupo foi condenado a penas que variam de 39 a 45 anos de prisão em regime fechado.
A defesa recorreu, alegando nulidades no processo, como o cerceamento de defesa, suspeição da juíza que julgou o caso e a ausência de fundamentação da sentença. Tentaram ainda desclassificar a imputação de crime de latrocínio (roubo seguido de morte) para roubo simples.
Por unanimidade, a Câmara rejeitou o recurso.
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O desembargador Francisco José de Asevedo rejeitou o argumento da defesa de que faltava provas contra os quatro. Relator do processo, Asevedo classificou a tese de absurda e sem fundamento. O desembargador também rejeitou a suspeição levantada contra a juíza Marcela Assad Caran, da 1ª Vara Criminal de Madureira, que condenou os quatro. "A pena foi devidamente aplicada e não há nenhuma retificação a fazer", disse.
João Hélio foi arrastado por ruas da Zona Norte do Rio, em 7 de fevereiro de 2007. Em 30 de janeiro de 2008, o grupo foi condenado a penas que variam de 39 a 45 anos de prisão em regime fechado.
A defesa recorreu, alegando nulidades no processo, como o cerceamento de defesa, suspeição da juíza que julgou o caso e a ausência de fundamentação da sentença. Tentaram ainda desclassificar a imputação de crime de latrocínio (roubo seguido de morte) para roubo simples.
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O desembargador Francisco José de Asevedo rejeitou o argumento da defesa de que faltava provas contra os quatro. Relator do processo, Asevedo classificou a tese de absurda e sem fundamento. O desembargador também rejeitou a suspeição levantada contra a juíza Marcela Assad Caran, da 1ª Vara Criminal de Madureira, que condenou os quatro. "A pena foi devidamente aplicada e não há nenhuma retificação a fazer", disse.
João Hélio foi arrastado por ruas da Zona Norte do Rio, em 7 de fevereiro de 2007. Em 30 de janeiro de 2008, o grupo foi condenado a penas que variam de 39 a 45 anos de prisão em regime fechado.
A defesa recorreu, alegando nulidades no processo, como o cerceamento de defesa, suspeição da juíza que julgou o caso e a ausência de fundamentação da sentença. Tentaram ainda desclassificar a imputação de crime de latrocínio (roubo seguido de morte) para roubo simples.
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Rio - A corrente humana feita para passagem do ônibus do Comitê Olímpico Internacional, clicada pela leitora Cláudia Alves, mostrou que o Rio está de braços abertos para receber as Olimpíadas de 2016.


fonte: O Dia On Line
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Rio - A corrente humana feita para passagem do ônibus do Comitê Olímpico Internacional, clicada pela leitora Cláudia Alves, mostrou que o Rio está de braços abertos para receber as Olimpíadas de 2016.


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Rio - A corrente humana feita para passagem do ônibus do Comitê Olímpico Internacional, clicada pela leitora Cláudia Alves, mostrou que o Rio está de braços abertos para receber as Olimpíadas de 2016.


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fonte: O Dia On Line
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fonte: O Dia On Line
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RIO - Às 16h30 de terça-feira, oito moradores de rua, todos com aparência de menores de idade, estavam amontoados no chão da esquina da Avenida Nossa Senhora de Copacabana com a Rua Sá Ferreira. Indiferentes ao movimento frenético de pessoas, carros e até uma dupla de policiais militares, em guarda do outro lado da rua. Nesse ambiente, um deles, com o boné no rosto, acende uma pedra de crack. A droga não tem cheiro e não faz fumaça. Enrolada, a tampa de alumínio e um copo de refresco de guaraná fazem as vezes de um cachimbo discreto.
Não é discreta, porém, a existência de uma cracolândia em funcionamento durante as 24 horas do dia naquele ponto. Garotos e garotas definham em meio ao lixo, camelôs e tráfico de drogas típicos de entradas de favelas. A morte chega quase sempre após dois anos de consumo. Moradores e lideranças comunitárias pedem abrigos para acolher e tratar os chamados “craqueiros”. Porque, quando a Guarda Municipal e a Polícia Militar incomodam, o grupo arrasta os cobertores até a boca do túnel da Raul Pompéia, no quarteirão seguinte, onde outros aguardam prostrados em colchonetes.
O problema persiste apesar da mobilização no asfalto e na favela. O presidente da Associação de Moradores do Cantagalo, Luiz Bezerra do Nascimento, repara que “vi gente que era gente boa, trabalhadora e virou um desses mendigos”.
– Tem que haver uma ação social para o tratamento e a recuperação deles. Não há outra saída. Os assistentes sociais levam para o abrigo, mas, três dias depois, eles estão de volta. O problema é muito grave. Em todo pé de comunidade, esse pessoal se encosta.
A cracolândia do Pavão existe há cerca de dois anos. No início, ficava em cima do túnel da Raul Pompeia. No fim do ano passado, a PM e a prefeitura deram fim ao ponto de venda e uso de crack, que costumava reunir, ao mesmo tempo, até 50 viciados, que acabaram descendo para o asfalto. Com a migração dos “craqueiros” é que o problema se tornou um escândalo, como define a aposentada Carmem Carvalho, 67 anos, moradora há 40 anos da rua que corta o acesso ao Pavão. Carmem também qualifica como “desumano” o “descaso” com a situação.
– Se você ficar meia hora aqui, entra em pânico. Outro dia havia 10 deitados na rua. Nunca teve tanto. A guarda encosta o cacetete , manda andar e eles vêm dormir aqui. Tinha que tirar esses menores da rua. Lugar de menor não é na calçada. Gente não é bicho – revolta-se Carmem.
A síndica de um prédio da Sá Ferreira entregou ao subprefeito da Zona Sul, Bruno Ramos, em março, um abaixo-assinado com 722 assinaturas e um pedido de providências em relação à população de rua. Para ela, a solução tem de ser hospitalar. Um dos signatários, que também não quis se identificar, coloca a culpa no Estatuto da Criança e do Adolescente (Eca), que só permite a internação em abrigos públicos de menores infratores.

– Por que com morador de rua não pode haver regra, leis e disciplina? É uma hipocrisa revoltante. Tudo de ruim tem aqui na Sá Ferreira. Se a prefeitura e o estado não conseguem tirar camelô, carro da calçada, sujeira, tráfico e prostituição da esquina, como é que vão conseguir tirar menor drogado
protegido pela lei? – questiona.


fonte: JB On Line
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RIO - Às 16h30 de terça-feira, oito moradores de rua, todos com aparência de menores de idade, estavam amontoados no chão da esquina da Avenida Nossa Senhora de Copacabana com a Rua Sá Ferreira. Indiferentes ao movimento frenético de pessoas, carros e até uma dupla de policiais militares, em guarda do outro lado da rua. Nesse ambiente, um deles, com o boné no rosto, acende uma pedra de crack. A droga não tem cheiro e não faz fumaça. Enrolada, a tampa de alumínio e um copo de refresco de guaraná fazem as vezes de um cachimbo discreto.
Não é discreta, porém, a existência de uma cracolândia em funcionamento durante as 24 horas do dia naquele ponto. Garotos e garotas definham em meio ao lixo, camelôs e tráfico de drogas típicos de entradas de favelas. A morte chega quase sempre após dois anos de consumo. Moradores e lideranças comunitárias pedem abrigos para acolher e tratar os chamados “craqueiros”. Porque, quando a Guarda Municipal e a Polícia Militar incomodam, o grupo arrasta os cobertores até a boca do túnel da Raul Pompéia, no quarteirão seguinte, onde outros aguardam prostrados em colchonetes.
O problema persiste apesar da mobilização no asfalto e na favela. O presidente da Associação de Moradores do Cantagalo, Luiz Bezerra do Nascimento, repara que “vi gente que era gente boa, trabalhadora e virou um desses mendigos”.
– Tem que haver uma ação social para o tratamento e a recuperação deles. Não há outra saída. Os assistentes sociais levam para o abrigo, mas, três dias depois, eles estão de volta. O problema é muito grave. Em todo pé de comunidade, esse pessoal se encosta.
A cracolândia do Pavão existe há cerca de dois anos. No início, ficava em cima do túnel da Raul Pompeia. No fim do ano passado, a PM e a prefeitura deram fim ao ponto de venda e uso de crack, que costumava reunir, ao mesmo tempo, até 50 viciados, que acabaram descendo para o asfalto. Com a migração dos “craqueiros” é que o problema se tornou um escândalo, como define a aposentada Carmem Carvalho, 67 anos, moradora há 40 anos da rua que corta o acesso ao Pavão. Carmem também qualifica como “desumano” o “descaso” com a situação.
– Se você ficar meia hora aqui, entra em pânico. Outro dia havia 10 deitados na rua. Nunca teve tanto. A guarda encosta o cacetete , manda andar e eles vêm dormir aqui. Tinha que tirar esses menores da rua. Lugar de menor não é na calçada. Gente não é bicho – revolta-se Carmem.
A síndica de um prédio da Sá Ferreira entregou ao subprefeito da Zona Sul, Bruno Ramos, em março, um abaixo-assinado com 722 assinaturas e um pedido de providências em relação à população de rua. Para ela, a solução tem de ser hospitalar. Um dos signatários, que também não quis se identificar, coloca a culpa no Estatuto da Criança e do Adolescente (Eca), que só permite a internação em abrigos públicos de menores infratores.

– Por que com morador de rua não pode haver regra, leis e disciplina? É uma hipocrisa revoltante. Tudo de ruim tem aqui na Sá Ferreira. Se a prefeitura e o estado não conseguem tirar camelô, carro da calçada, sujeira, tráfico e prostituição da esquina, como é que vão conseguir tirar menor drogado
protegido pela lei? – questiona.


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Não é discreta, porém, a existência de uma cracolândia em funcionamento durante as 24 horas do dia naquele ponto. Garotos e garotas definham em meio ao lixo, camelôs e tráfico de drogas típicos de entradas de favelas. A morte chega quase sempre após dois anos de consumo. Moradores e lideranças comunitárias pedem abrigos para acolher e tratar os chamados “craqueiros”. Porque, quando a Guarda Municipal e a Polícia Militar incomodam, o grupo arrasta os cobertores até a boca do túnel da Raul Pompéia, no quarteirão seguinte, onde outros aguardam prostrados em colchonetes.
O problema persiste apesar da mobilização no asfalto e na favela. O presidente da Associação de Moradores do Cantagalo, Luiz Bezerra do Nascimento, repara que “vi gente que era gente boa, trabalhadora e virou um desses mendigos”.
– Tem que haver uma ação social para o tratamento e a recuperação deles. Não há outra saída. Os assistentes sociais levam para o abrigo, mas, três dias depois, eles estão de volta. O problema é muito grave. Em todo pé de comunidade, esse pessoal se encosta.
A cracolândia do Pavão existe há cerca de dois anos. No início, ficava em cima do túnel da Raul Pompeia. No fim do ano passado, a PM e a prefeitura deram fim ao ponto de venda e uso de crack, que costumava reunir, ao mesmo tempo, até 50 viciados, que acabaram descendo para o asfalto. Com a migração dos “craqueiros” é que o problema se tornou um escândalo, como define a aposentada Carmem Carvalho, 67 anos, moradora há 40 anos da rua que corta o acesso ao Pavão. Carmem também qualifica como “desumano” o “descaso” com a situação.
– Se você ficar meia hora aqui, entra em pânico. Outro dia havia 10 deitados na rua. Nunca teve tanto. A guarda encosta o cacetete , manda andar e eles vêm dormir aqui. Tinha que tirar esses menores da rua. Lugar de menor não é na calçada. Gente não é bicho – revolta-se Carmem.
A síndica de um prédio da Sá Ferreira entregou ao subprefeito da Zona Sul, Bruno Ramos, em março, um abaixo-assinado com 722 assinaturas e um pedido de providências em relação à população de rua. Para ela, a solução tem de ser hospitalar. Um dos signatários, que também não quis se identificar, coloca a culpa no Estatuto da Criança e do Adolescente (Eca), que só permite a internação em abrigos públicos de menores infratores.

– Por que com morador de rua não pode haver regra, leis e disciplina? É uma hipocrisa revoltante. Tudo de ruim tem aqui na Sá Ferreira. Se a prefeitura e o estado não conseguem tirar camelô, carro da calçada, sujeira, tráfico e prostituição da esquina, como é que vão conseguir tirar menor drogado
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Não é discreta, porém, a existência de uma cracolândia em funcionamento durante as 24 horas do dia naquele ponto. Garotos e garotas definham em meio ao lixo, camelôs e tráfico de drogas típicos de entradas de favelas. A morte chega quase sempre após dois anos de consumo. Moradores e lideranças comunitárias pedem abrigos para acolher e tratar os chamados “craqueiros”. Porque, quando a Guarda Municipal e a Polícia Militar incomodam, o grupo arrasta os cobertores até a boca do túnel da Raul Pompéia, no quarteirão seguinte, onde outros aguardam prostrados em colchonetes.
O problema persiste apesar da mobilização no asfalto e na favela. O presidente da Associação de Moradores do Cantagalo, Luiz Bezerra do Nascimento, repara que “vi gente que era gente boa, trabalhadora e virou um desses mendigos”.
– Tem que haver uma ação social para o tratamento e a recuperação deles. Não há outra saída. Os assistentes sociais levam para o abrigo, mas, três dias depois, eles estão de volta. O problema é muito grave. Em todo pé de comunidade, esse pessoal se encosta.
A cracolândia do Pavão existe há cerca de dois anos. No início, ficava em cima do túnel da Raul Pompeia. No fim do ano passado, a PM e a prefeitura deram fim ao ponto de venda e uso de crack, que costumava reunir, ao mesmo tempo, até 50 viciados, que acabaram descendo para o asfalto. Com a migração dos “craqueiros” é que o problema se tornou um escândalo, como define a aposentada Carmem Carvalho, 67 anos, moradora há 40 anos da rua que corta o acesso ao Pavão. Carmem também qualifica como “desumano” o “descaso” com a situação.
– Se você ficar meia hora aqui, entra em pânico. Outro dia havia 10 deitados na rua. Nunca teve tanto. A guarda encosta o cacetete , manda andar e eles vêm dormir aqui. Tinha que tirar esses menores da rua. Lugar de menor não é na calçada. Gente não é bicho – revolta-se Carmem.
A síndica de um prédio da Sá Ferreira entregou ao subprefeito da Zona Sul, Bruno Ramos, em março, um abaixo-assinado com 722 assinaturas e um pedido de providências em relação à população de rua. Para ela, a solução tem de ser hospitalar. Um dos signatários, que também não quis se identificar, coloca a culpa no Estatuto da Criança e do Adolescente (Eca), que só permite a internação em abrigos públicos de menores infratores.

– Por que com morador de rua não pode haver regra, leis e disciplina? É uma hipocrisa revoltante. Tudo de ruim tem aqui na Sá Ferreira. Se a prefeitura e o estado não conseguem tirar camelô, carro da calçada, sujeira, tráfico e prostituição da esquina, como é que vão conseguir tirar menor drogado
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Não é discreta, porém, a existência de uma cracolândia em funcionamento durante as 24 horas do dia naquele ponto. Garotos e garotas definham em meio ao lixo, camelôs e tráfico de drogas típicos de entradas de favelas. A morte chega quase sempre após dois anos de consumo. Moradores e lideranças comunitárias pedem abrigos para acolher e tratar os chamados “craqueiros”. Porque, quando a Guarda Municipal e a Polícia Militar incomodam, o grupo arrasta os cobertores até a boca do túnel da Raul Pompéia, no quarteirão seguinte, onde outros aguardam prostrados em colchonetes.
O problema persiste apesar da mobilização no asfalto e na favela. O presidente da Associação de Moradores do Cantagalo, Luiz Bezerra do Nascimento, repara que “vi gente que era gente boa, trabalhadora e virou um desses mendigos”.
– Tem que haver uma ação social para o tratamento e a recuperação deles. Não há outra saída. Os assistentes sociais levam para o abrigo, mas, três dias depois, eles estão de volta. O problema é muito grave. Em todo pé de comunidade, esse pessoal se encosta.
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– Se você ficar meia hora aqui, entra em pânico. Outro dia havia 10 deitados na rua. Nunca teve tanto. A guarda encosta o cacetete , manda andar e eles vêm dormir aqui. Tinha que tirar esses menores da rua. Lugar de menor não é na calçada. Gente não é bicho – revolta-se Carmem.
A síndica de um prédio da Sá Ferreira entregou ao subprefeito da Zona Sul, Bruno Ramos, em março, um abaixo-assinado com 722 assinaturas e um pedido de providências em relação à população de rua. Para ela, a solução tem de ser hospitalar. Um dos signatários, que também não quis se identificar, coloca a culpa no Estatuto da Criança e do Adolescente (Eca), que só permite a internação em abrigos públicos de menores infratores.

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RIO - Às 16h30 de terça-feira, oito moradores de rua, todos com aparência de menores de idade, estavam amontoados no chão da esquina da Avenida Nossa Senhora de Copacabana com a Rua Sá Ferreira. Indiferentes ao movimento frenético de pessoas, carros e até uma dupla de policiais militares, em guarda do outro lado da rua. Nesse ambiente, um deles, com o boné no rosto, acende uma pedra de crack. A droga não tem cheiro e não faz fumaça. Enrolada, a tampa de alumínio e um copo de refresco de guaraná fazem as vezes de um cachimbo discreto.
Não é discreta, porém, a existência de uma cracolândia em funcionamento durante as 24 horas do dia naquele ponto. Garotos e garotas definham em meio ao lixo, camelôs e tráfico de drogas típicos de entradas de favelas. A morte chega quase sempre após dois anos de consumo. Moradores e lideranças comunitárias pedem abrigos para acolher e tratar os chamados “craqueiros”. Porque, quando a Guarda Municipal e a Polícia Militar incomodam, o grupo arrasta os cobertores até a boca do túnel da Raul Pompéia, no quarteirão seguinte, onde outros aguardam prostrados em colchonetes.
O problema persiste apesar da mobilização no asfalto e na favela. O presidente da Associação de Moradores do Cantagalo, Luiz Bezerra do Nascimento, repara que “vi gente que era gente boa, trabalhadora e virou um desses mendigos”.
– Tem que haver uma ação social para o tratamento e a recuperação deles. Não há outra saída. Os assistentes sociais levam para o abrigo, mas, três dias depois, eles estão de volta. O problema é muito grave. Em todo pé de comunidade, esse pessoal se encosta.
A cracolândia do Pavão existe há cerca de dois anos. No início, ficava em cima do túnel da Raul Pompeia. No fim do ano passado, a PM e a prefeitura deram fim ao ponto de venda e uso de crack, que costumava reunir, ao mesmo tempo, até 50 viciados, que acabaram descendo para o asfalto. Com a migração dos “craqueiros” é que o problema se tornou um escândalo, como define a aposentada Carmem Carvalho, 67 anos, moradora há 40 anos da rua que corta o acesso ao Pavão. Carmem também qualifica como “desumano” o “descaso” com a situação.
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A síndica de um prédio da Sá Ferreira entregou ao subprefeito da Zona Sul, Bruno Ramos, em março, um abaixo-assinado com 722 assinaturas e um pedido de providências em relação à população de rua. Para ela, a solução tem de ser hospitalar. Um dos signatários, que também não quis se identificar, coloca a culpa no Estatuto da Criança e do Adolescente (Eca), que só permite a internação em abrigos públicos de menores infratores.

– Por que com morador de rua não pode haver regra, leis e disciplina? É uma hipocrisa revoltante. Tudo de ruim tem aqui na Sá Ferreira. Se a prefeitura e o estado não conseguem tirar camelô, carro da calçada, sujeira, tráfico e prostituição da esquina, como é que vão conseguir tirar menor drogado
protegido pela lei? – questiona.


fonte: JB On Line
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RIO - Às 16h30 de terça-feira, oito moradores de rua, todos com aparência de menores de idade, estavam amontoados no chão da esquina da Avenida Nossa Senhora de Copacabana com a Rua Sá Ferreira. Indiferentes ao movimento frenético de pessoas, carros e até uma dupla de policiais militares, em guarda do outro lado da rua. Nesse ambiente, um deles, com o boné no rosto, acende uma pedra de crack. A droga não tem cheiro e não faz fumaça. Enrolada, a tampa de alumínio e um copo de refresco de guaraná fazem as vezes de um cachimbo discreto.
Não é discreta, porém, a existência de uma cracolândia em funcionamento durante as 24 horas do dia naquele ponto. Garotos e garotas definham em meio ao lixo, camelôs e tráfico de drogas típicos de entradas de favelas. A morte chega quase sempre após dois anos de consumo. Moradores e lideranças comunitárias pedem abrigos para acolher e tratar os chamados “craqueiros”. Porque, quando a Guarda Municipal e a Polícia Militar incomodam, o grupo arrasta os cobertores até a boca do túnel da Raul Pompéia, no quarteirão seguinte, onde outros aguardam prostrados em colchonetes.
O problema persiste apesar da mobilização no asfalto e na favela. O presidente da Associação de Moradores do Cantagalo, Luiz Bezerra do Nascimento, repara que “vi gente que era gente boa, trabalhadora e virou um desses mendigos”.
– Tem que haver uma ação social para o tratamento e a recuperação deles. Não há outra saída. Os assistentes sociais levam para o abrigo, mas, três dias depois, eles estão de volta. O problema é muito grave. Em todo pé de comunidade, esse pessoal se encosta.
A cracolândia do Pavão existe há cerca de dois anos. No início, ficava em cima do túnel da Raul Pompeia. No fim do ano passado, a PM e a prefeitura deram fim ao ponto de venda e uso de crack, que costumava reunir, ao mesmo tempo, até 50 viciados, que acabaram descendo para o asfalto. Com a migração dos “craqueiros” é que o problema se tornou um escândalo, como define a aposentada Carmem Carvalho, 67 anos, moradora há 40 anos da rua que corta o acesso ao Pavão. Carmem também qualifica como “desumano” o “descaso” com a situação.
– Se você ficar meia hora aqui, entra em pânico. Outro dia havia 10 deitados na rua. Nunca teve tanto. A guarda encosta o cacetete , manda andar e eles vêm dormir aqui. Tinha que tirar esses menores da rua. Lugar de menor não é na calçada. Gente não é bicho – revolta-se Carmem.
A síndica de um prédio da Sá Ferreira entregou ao subprefeito da Zona Sul, Bruno Ramos, em março, um abaixo-assinado com 722 assinaturas e um pedido de providências em relação à população de rua. Para ela, a solução tem de ser hospitalar. Um dos signatários, que também não quis se identificar, coloca a culpa no Estatuto da Criança e do Adolescente (Eca), que só permite a internação em abrigos públicos de menores infratores.

– Por que com morador de rua não pode haver regra, leis e disciplina? É uma hipocrisa revoltante. Tudo de ruim tem aqui na Sá Ferreira. Se a prefeitura e o estado não conseguem tirar camelô, carro da calçada, sujeira, tráfico e prostituição da esquina, como é que vão conseguir tirar menor drogado
protegido pela lei? – questiona.


fonte: JB On Line
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Um comerciante de Itaporã (MS) manteve a filha de seis meses como refém neste sábado (2) durante oito horas.
Luciano Akira do Amaral, 33, ficou trancado das 14h20 às 22h40 no banheiro da casa onde mora, segundo a Polícia Militar. Após negociações com policiais, ele entregou a criança à ex-mulher.
Após a libertação, o bebê foi atendido pelo Corpo de Bombeiros e passa bem, segundo a PM.
Amaral se separou da mulher há aproximadamente uma semana e isso pode ter desencadeado a atitude do comerciante, segundo a PM. O caso movimentou a cidade, além de curiosos, parentes e amigos do casal acompanharam todo o desenrolar do cárcere.
O drama começou quando a cunhada de Amaral levou o bebê para visitá-lo. Ao pegar a menina, ele se trancou no banheiro e começaram as negociações com homens da Força Tática da PM.
No fim da tarde, perto das 18h, o pai autorizou a aproximação de um policial militar para levar uma mamadeira à criança.
As negociações continuaram depois disso, o comerciante chegou a impor condições para se entregar, como a presença da mãe dele, segundo a PM. A mulher não pode ir até o local, mas ele conversou com uma irmã.
Depois de ser convencido de que a criança poderia ter complicações de saúde, caso permanece por mais tempo longe da mãe, Amaral desistiu, de acordo com a PM.
Acompanhado por uma advogado, o comerciante foi encaminhado para uma delegacia da Polícia Civil, onde foi autuado em flagrante por cárcere privado.


fonte: Folha On Line
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Um comerciante de Itaporã (MS) manteve a filha de seis meses como refém neste sábado (2) durante oito horas.
Luciano Akira do Amaral, 33, ficou trancado das 14h20 às 22h40 no banheiro da casa onde mora, segundo a Polícia Militar. Após negociações com policiais, ele entregou a criança à ex-mulher.
Após a libertação, o bebê foi atendido pelo Corpo de Bombeiros e passa bem, segundo a PM.
Amaral se separou da mulher há aproximadamente uma semana e isso pode ter desencadeado a atitude do comerciante, segundo a PM. O caso movimentou a cidade, além de curiosos, parentes e amigos do casal acompanharam todo o desenrolar do cárcere.
O drama começou quando a cunhada de Amaral levou o bebê para visitá-lo. Ao pegar a menina, ele se trancou no banheiro e começaram as negociações com homens da Força Tática da PM.
No fim da tarde, perto das 18h, o pai autorizou a aproximação de um policial militar para levar uma mamadeira à criança.
As negociações continuaram depois disso, o comerciante chegou a impor condições para se entregar, como a presença da mãe dele, segundo a PM. A mulher não pode ir até o local, mas ele conversou com uma irmã.
Depois de ser convencido de que a criança poderia ter complicações de saúde, caso permanece por mais tempo longe da mãe, Amaral desistiu, de acordo com a PM.
Acompanhado por uma advogado, o comerciante foi encaminhado para uma delegacia da Polícia Civil, onde foi autuado em flagrante por cárcere privado.


fonte: Folha On Line
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Um comerciante de Itaporã (MS) manteve a filha de seis meses como refém neste sábado (2) durante oito horas.
Luciano Akira do Amaral, 33, ficou trancado das 14h20 às 22h40 no banheiro da casa onde mora, segundo a Polícia Militar. Após negociações com policiais, ele entregou a criança à ex-mulher.
Após a libertação, o bebê foi atendido pelo Corpo de Bombeiros e passa bem, segundo a PM.
Amaral se separou da mulher há aproximadamente uma semana e isso pode ter desencadeado a atitude do comerciante, segundo a PM. O caso movimentou a cidade, além de curiosos, parentes e amigos do casal acompanharam todo o desenrolar do cárcere.
O drama começou quando a cunhada de Amaral levou o bebê para visitá-lo. Ao pegar a menina, ele se trancou no banheiro e começaram as negociações com homens da Força Tática da PM.
No fim da tarde, perto das 18h, o pai autorizou a aproximação de um policial militar para levar uma mamadeira à criança.
As negociações continuaram depois disso, o comerciante chegou a impor condições para se entregar, como a presença da mãe dele, segundo a PM. A mulher não pode ir até o local, mas ele conversou com uma irmã.
Depois de ser convencido de que a criança poderia ter complicações de saúde, caso permanece por mais tempo longe da mãe, Amaral desistiu, de acordo com a PM.
Acompanhado por uma advogado, o comerciante foi encaminhado para uma delegacia da Polícia Civil, onde foi autuado em flagrante por cárcere privado.


fonte: Folha On Line
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Um comerciante de Itaporã (MS) manteve a filha de seis meses como refém neste sábado (2) durante oito horas.
Luciano Akira do Amaral, 33, ficou trancado das 14h20 às 22h40 no banheiro da casa onde mora, segundo a Polícia Militar. Após negociações com policiais, ele entregou a criança à ex-mulher.
Após a libertação, o bebê foi atendido pelo Corpo de Bombeiros e passa bem, segundo a PM.
Amaral se separou da mulher há aproximadamente uma semana e isso pode ter desencadeado a atitude do comerciante, segundo a PM. O caso movimentou a cidade, além de curiosos, parentes e amigos do casal acompanharam todo o desenrolar do cárcere.
O drama começou quando a cunhada de Amaral levou o bebê para visitá-lo. Ao pegar a menina, ele se trancou no banheiro e começaram as negociações com homens da Força Tática da PM.
No fim da tarde, perto das 18h, o pai autorizou a aproximação de um policial militar para levar uma mamadeira à criança.
As negociações continuaram depois disso, o comerciante chegou a impor condições para se entregar, como a presença da mãe dele, segundo a PM. A mulher não pode ir até o local, mas ele conversou com uma irmã.
Depois de ser convencido de que a criança poderia ter complicações de saúde, caso permanece por mais tempo longe da mãe, Amaral desistiu, de acordo com a PM.
Acompanhado por uma advogado, o comerciante foi encaminhado para uma delegacia da Polícia Civil, onde foi autuado em flagrante por cárcere privado.


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Um comerciante de Itaporã (MS) manteve a filha de seis meses como refém neste sábado (2) durante oito horas.
Luciano Akira do Amaral, 33, ficou trancado das 14h20 às 22h40 no banheiro da casa onde mora, segundo a Polícia Militar. Após negociações com policiais, ele entregou a criança à ex-mulher.
Após a libertação, o bebê foi atendido pelo Corpo de Bombeiros e passa bem, segundo a PM.
Amaral se separou da mulher há aproximadamente uma semana e isso pode ter desencadeado a atitude do comerciante, segundo a PM. O caso movimentou a cidade, além de curiosos, parentes e amigos do casal acompanharam todo o desenrolar do cárcere.
O drama começou quando a cunhada de Amaral levou o bebê para visitá-lo. Ao pegar a menina, ele se trancou no banheiro e começaram as negociações com homens da Força Tática da PM.
No fim da tarde, perto das 18h, o pai autorizou a aproximação de um policial militar para levar uma mamadeira à criança.
As negociações continuaram depois disso, o comerciante chegou a impor condições para se entregar, como a presença da mãe dele, segundo a PM. A mulher não pode ir até o local, mas ele conversou com uma irmã.
Depois de ser convencido de que a criança poderia ter complicações de saúde, caso permanece por mais tempo longe da mãe, Amaral desistiu, de acordo com a PM.
Acompanhado por uma advogado, o comerciante foi encaminhado para uma delegacia da Polícia Civil, onde foi autuado em flagrante por cárcere privado.


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Um comerciante de Itaporã (MS) manteve a filha de seis meses como refém neste sábado (2) durante oito horas.
Luciano Akira do Amaral, 33, ficou trancado das 14h20 às 22h40 no banheiro da casa onde mora, segundo a Polícia Militar. Após negociações com policiais, ele entregou a criança à ex-mulher.
Após a libertação, o bebê foi atendido pelo Corpo de Bombeiros e passa bem, segundo a PM.
Amaral se separou da mulher há aproximadamente uma semana e isso pode ter desencadeado a atitude do comerciante, segundo a PM. O caso movimentou a cidade, além de curiosos, parentes e amigos do casal acompanharam todo o desenrolar do cárcere.
O drama começou quando a cunhada de Amaral levou o bebê para visitá-lo. Ao pegar a menina, ele se trancou no banheiro e começaram as negociações com homens da Força Tática da PM.
No fim da tarde, perto das 18h, o pai autorizou a aproximação de um policial militar para levar uma mamadeira à criança.
As negociações continuaram depois disso, o comerciante chegou a impor condições para se entregar, como a presença da mãe dele, segundo a PM. A mulher não pode ir até o local, mas ele conversou com uma irmã.
Depois de ser convencido de que a criança poderia ter complicações de saúde, caso permanece por mais tempo longe da mãe, Amaral desistiu, de acordo com a PM.
Acompanhado por uma advogado, o comerciante foi encaminhado para uma delegacia da Polícia Civil, onde foi autuado em flagrante por cárcere privado.


fonte: Folha On Line
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Um comerciante de Itaporã (MS) manteve a filha de seis meses como refém neste sábado (2) durante oito horas.
Luciano Akira do Amaral, 33, ficou trancado das 14h20 às 22h40 no banheiro da casa onde mora, segundo a Polícia Militar. Após negociações com policiais, ele entregou a criança à ex-mulher.
Após a libertação, o bebê foi atendido pelo Corpo de Bombeiros e passa bem, segundo a PM.
Amaral se separou da mulher há aproximadamente uma semana e isso pode ter desencadeado a atitude do comerciante, segundo a PM. O caso movimentou a cidade, além de curiosos, parentes e amigos do casal acompanharam todo o desenrolar do cárcere.
O drama começou quando a cunhada de Amaral levou o bebê para visitá-lo. Ao pegar a menina, ele se trancou no banheiro e começaram as negociações com homens da Força Tática da PM.
No fim da tarde, perto das 18h, o pai autorizou a aproximação de um policial militar para levar uma mamadeira à criança.
As negociações continuaram depois disso, o comerciante chegou a impor condições para se entregar, como a presença da mãe dele, segundo a PM. A mulher não pode ir até o local, mas ele conversou com uma irmã.
Depois de ser convencido de que a criança poderia ter complicações de saúde, caso permanece por mais tempo longe da mãe, Amaral desistiu, de acordo com a PM.
Acompanhado por uma advogado, o comerciante foi encaminhado para uma delegacia da Polícia Civil, onde foi autuado em flagrante por cárcere privado.


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Mentira: a pior estratégia de conquista

O que será que a pessoa de quem você gosta e com quem está saindo pensa a seu respeito? Será que ela também gosta de você? Até que ponto você é capaz de fingir para conquistá-la?

Marketing pessoal na medida
"A primeira impressão é a que fica" é uma frase bem conhecida. Normalmente é isso que pensamos quando acontece o primeiro encontro com a pessoa que queremos conquistar. Existe também o ditado que diz "no amor e na guerra vale tudo". Mas até onde podemos inventar a nossa própria imagem? Isso soa estranho, já que estamos tentando descobrir como o outro é de verdade por trás das "máscaras" que costumamos usar no começo de uma relação. Não tem tanta importância quando se trata de um encontro casual. Mas se você está pensando em ter um relacionamento duradouro com essa pessoa, não convém se exceder no seu marketing pessoal, criando um produto difícil de se sustentar no mercado do amor.

Tamanho não é documento
É claro que todos acrescentamos uns pontos a mais na nossa imagem nos primeiros encontros. Fernanda, por exemplo, sempre se queixava de ter seios pequenos. O primeiro encontro com Gustavo, atualmente seu marido, foi na praia. "Comprei a parte de cima do biquíni bem maior e coloquei um bojo enorme", confessa Fernanda. "Passei a maior vergonha. Tempos depois, o Gustavo me confessou que tinha percebido tudo". Claro que o detalhe do busto não era o mais importante para ele, mas Fernanda podia ter estragado o encontro.

Insegurança
São as nossas próprias inseguranças que nos fazem construir um personagem revestido com todas as qualidades que pensamos não possuir. Mas será que isso funciona? "Tinha sonhado tanto com essa noite que estava disposta a fazer qualquer coisa para conquistá-lo", conta Silvana. "Sempre fui muito tímida e acho difícil me aproximar quando não conheço a pessoa. Achei que ele gostasse de mulheres sem preconceitos, que topam qualquer coisa na primeira noite. Coloquei uma roupa sexy e ousada, queria parecer uma pessoa provocante e desinibida. Sabe o que aconteceu? Estraguei tudo. Neste dia, fiz um papel ridículo. Depois fiquei sabendo que ele gosta de tomar a iniciativa e prefere conhecer as garotas aos poucos".


fonte:Discovery Brasil
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Mentira: a pior estratégia de conquista

O que será que a pessoa de quem você gosta e com quem está saindo pensa a seu respeito? Será que ela também gosta de você? Até que ponto você é capaz de fingir para conquistá-la?

Marketing pessoal na medida
"A primeira impressão é a que fica" é uma frase bem conhecida. Normalmente é isso que pensamos quando acontece o primeiro encontro com a pessoa que queremos conquistar. Existe também o ditado que diz "no amor e na guerra vale tudo". Mas até onde podemos inventar a nossa própria imagem? Isso soa estranho, já que estamos tentando descobrir como o outro é de verdade por trás das "máscaras" que costumamos usar no começo de uma relação. Não tem tanta importância quando se trata de um encontro casual. Mas se você está pensando em ter um relacionamento duradouro com essa pessoa, não convém se exceder no seu marketing pessoal, criando um produto difícil de se sustentar no mercado do amor.

Tamanho não é documento
É claro que todos acrescentamos uns pontos a mais na nossa imagem nos primeiros encontros. Fernanda, por exemplo, sempre se queixava de ter seios pequenos. O primeiro encontro com Gustavo, atualmente seu marido, foi na praia. "Comprei a parte de cima do biquíni bem maior e coloquei um bojo enorme", confessa Fernanda. "Passei a maior vergonha. Tempos depois, o Gustavo me confessou que tinha percebido tudo". Claro que o detalhe do busto não era o mais importante para ele, mas Fernanda podia ter estragado o encontro.

Insegurança
São as nossas próprias inseguranças que nos fazem construir um personagem revestido com todas as qualidades que pensamos não possuir. Mas será que isso funciona? "Tinha sonhado tanto com essa noite que estava disposta a fazer qualquer coisa para conquistá-lo", conta Silvana. "Sempre fui muito tímida e acho difícil me aproximar quando não conheço a pessoa. Achei que ele gostasse de mulheres sem preconceitos, que topam qualquer coisa na primeira noite. Coloquei uma roupa sexy e ousada, queria parecer uma pessoa provocante e desinibida. Sabe o que aconteceu? Estraguei tudo. Neste dia, fiz um papel ridículo. Depois fiquei sabendo que ele gosta de tomar a iniciativa e prefere conhecer as garotas aos poucos".


fonte:Discovery Brasil
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Mentira: a pior estratégia de conquista

O que será que a pessoa de quem você gosta e com quem está saindo pensa a seu respeito? Será que ela também gosta de você? Até que ponto você é capaz de fingir para conquistá-la?

Marketing pessoal na medida
"A primeira impressão é a que fica" é uma frase bem conhecida. Normalmente é isso que pensamos quando acontece o primeiro encontro com a pessoa que queremos conquistar. Existe também o ditado que diz "no amor e na guerra vale tudo". Mas até onde podemos inventar a nossa própria imagem? Isso soa estranho, já que estamos tentando descobrir como o outro é de verdade por trás das "máscaras" que costumamos usar no começo de uma relação. Não tem tanta importância quando se trata de um encontro casual. Mas se você está pensando em ter um relacionamento duradouro com essa pessoa, não convém se exceder no seu marketing pessoal, criando um produto difícil de se sustentar no mercado do amor.

Tamanho não é documento
É claro que todos acrescentamos uns pontos a mais na nossa imagem nos primeiros encontros. Fernanda, por exemplo, sempre se queixava de ter seios pequenos. O primeiro encontro com Gustavo, atualmente seu marido, foi na praia. "Comprei a parte de cima do biquíni bem maior e coloquei um bojo enorme", confessa Fernanda. "Passei a maior vergonha. Tempos depois, o Gustavo me confessou que tinha percebido tudo". Claro que o detalhe do busto não era o mais importante para ele, mas Fernanda podia ter estragado o encontro.

Insegurança
São as nossas próprias inseguranças que nos fazem construir um personagem revestido com todas as qualidades que pensamos não possuir. Mas será que isso funciona? "Tinha sonhado tanto com essa noite que estava disposta a fazer qualquer coisa para conquistá-lo", conta Silvana. "Sempre fui muito tímida e acho difícil me aproximar quando não conheço a pessoa. Achei que ele gostasse de mulheres sem preconceitos, que topam qualquer coisa na primeira noite. Coloquei uma roupa sexy e ousada, queria parecer uma pessoa provocante e desinibida. Sabe o que aconteceu? Estraguei tudo. Neste dia, fiz um papel ridículo. Depois fiquei sabendo que ele gosta de tomar a iniciativa e prefere conhecer as garotas aos poucos".


fonte:Discovery Brasil
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Mentira: a pior estratégia de conquista

O que será que a pessoa de quem você gosta e com quem está saindo pensa a seu respeito? Será que ela também gosta de você? Até que ponto você é capaz de fingir para conquistá-la?

Marketing pessoal na medida
"A primeira impressão é a que fica" é uma frase bem conhecida. Normalmente é isso que pensamos quando acontece o primeiro encontro com a pessoa que queremos conquistar. Existe também o ditado que diz "no amor e na guerra vale tudo". Mas até onde podemos inventar a nossa própria imagem? Isso soa estranho, já que estamos tentando descobrir como o outro é de verdade por trás das "máscaras" que costumamos usar no começo de uma relação. Não tem tanta importância quando se trata de um encontro casual. Mas se você está pensando em ter um relacionamento duradouro com essa pessoa, não convém se exceder no seu marketing pessoal, criando um produto difícil de se sustentar no mercado do amor.

Tamanho não é documento
É claro que todos acrescentamos uns pontos a mais na nossa imagem nos primeiros encontros. Fernanda, por exemplo, sempre se queixava de ter seios pequenos. O primeiro encontro com Gustavo, atualmente seu marido, foi na praia. "Comprei a parte de cima do biquíni bem maior e coloquei um bojo enorme", confessa Fernanda. "Passei a maior vergonha. Tempos depois, o Gustavo me confessou que tinha percebido tudo". Claro que o detalhe do busto não era o mais importante para ele, mas Fernanda podia ter estragado o encontro.

Insegurança
São as nossas próprias inseguranças que nos fazem construir um personagem revestido com todas as qualidades que pensamos não possuir. Mas será que isso funciona? "Tinha sonhado tanto com essa noite que estava disposta a fazer qualquer coisa para conquistá-lo", conta Silvana. "Sempre fui muito tímida e acho difícil me aproximar quando não conheço a pessoa. Achei que ele gostasse de mulheres sem preconceitos, que topam qualquer coisa na primeira noite. Coloquei uma roupa sexy e ousada, queria parecer uma pessoa provocante e desinibida. Sabe o que aconteceu? Estraguei tudo. Neste dia, fiz um papel ridículo. Depois fiquei sabendo que ele gosta de tomar a iniciativa e prefere conhecer as garotas aos poucos".


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Mentira: a pior estratégia de conquista

O que será que a pessoa de quem você gosta e com quem está saindo pensa a seu respeito? Será que ela também gosta de você? Até que ponto você é capaz de fingir para conquistá-la?

Marketing pessoal na medida
"A primeira impressão é a que fica" é uma frase bem conhecida. Normalmente é isso que pensamos quando acontece o primeiro encontro com a pessoa que queremos conquistar. Existe também o ditado que diz "no amor e na guerra vale tudo". Mas até onde podemos inventar a nossa própria imagem? Isso soa estranho, já que estamos tentando descobrir como o outro é de verdade por trás das "máscaras" que costumamos usar no começo de uma relação. Não tem tanta importância quando se trata de um encontro casual. Mas se você está pensando em ter um relacionamento duradouro com essa pessoa, não convém se exceder no seu marketing pessoal, criando um produto difícil de se sustentar no mercado do amor.

Tamanho não é documento
É claro que todos acrescentamos uns pontos a mais na nossa imagem nos primeiros encontros. Fernanda, por exemplo, sempre se queixava de ter seios pequenos. O primeiro encontro com Gustavo, atualmente seu marido, foi na praia. "Comprei a parte de cima do biquíni bem maior e coloquei um bojo enorme", confessa Fernanda. "Passei a maior vergonha. Tempos depois, o Gustavo me confessou que tinha percebido tudo". Claro que o detalhe do busto não era o mais importante para ele, mas Fernanda podia ter estragado o encontro.

Insegurança
São as nossas próprias inseguranças que nos fazem construir um personagem revestido com todas as qualidades que pensamos não possuir. Mas será que isso funciona? "Tinha sonhado tanto com essa noite que estava disposta a fazer qualquer coisa para conquistá-lo", conta Silvana. "Sempre fui muito tímida e acho difícil me aproximar quando não conheço a pessoa. Achei que ele gostasse de mulheres sem preconceitos, que topam qualquer coisa na primeira noite. Coloquei uma roupa sexy e ousada, queria parecer uma pessoa provocante e desinibida. Sabe o que aconteceu? Estraguei tudo. Neste dia, fiz um papel ridículo. Depois fiquei sabendo que ele gosta de tomar a iniciativa e prefere conhecer as garotas aos poucos".


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Mentira: a pior estratégia de conquista

O que será que a pessoa de quem você gosta e com quem está saindo pensa a seu respeito? Será que ela também gosta de você? Até que ponto você é capaz de fingir para conquistá-la?

Marketing pessoal na medida
"A primeira impressão é a que fica" é uma frase bem conhecida. Normalmente é isso que pensamos quando acontece o primeiro encontro com a pessoa que queremos conquistar. Existe também o ditado que diz "no amor e na guerra vale tudo". Mas até onde podemos inventar a nossa própria imagem? Isso soa estranho, já que estamos tentando descobrir como o outro é de verdade por trás das "máscaras" que costumamos usar no começo de uma relação. Não tem tanta importância quando se trata de um encontro casual. Mas se você está pensando em ter um relacionamento duradouro com essa pessoa, não convém se exceder no seu marketing pessoal, criando um produto difícil de se sustentar no mercado do amor.

Tamanho não é documento
É claro que todos acrescentamos uns pontos a mais na nossa imagem nos primeiros encontros. Fernanda, por exemplo, sempre se queixava de ter seios pequenos. O primeiro encontro com Gustavo, atualmente seu marido, foi na praia. "Comprei a parte de cima do biquíni bem maior e coloquei um bojo enorme", confessa Fernanda. "Passei a maior vergonha. Tempos depois, o Gustavo me confessou que tinha percebido tudo". Claro que o detalhe do busto não era o mais importante para ele, mas Fernanda podia ter estragado o encontro.

Insegurança
São as nossas próprias inseguranças que nos fazem construir um personagem revestido com todas as qualidades que pensamos não possuir. Mas será que isso funciona? "Tinha sonhado tanto com essa noite que estava disposta a fazer qualquer coisa para conquistá-lo", conta Silvana. "Sempre fui muito tímida e acho difícil me aproximar quando não conheço a pessoa. Achei que ele gostasse de mulheres sem preconceitos, que topam qualquer coisa na primeira noite. Coloquei uma roupa sexy e ousada, queria parecer uma pessoa provocante e desinibida. Sabe o que aconteceu? Estraguei tudo. Neste dia, fiz um papel ridículo. Depois fiquei sabendo que ele gosta de tomar a iniciativa e prefere conhecer as garotas aos poucos".


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O que será que a pessoa de quem você gosta e com quem está saindo pensa a seu respeito? Será que ela também gosta de você? Até que ponto você é capaz de fingir para conquistá-la?

Marketing pessoal na medida
"A primeira impressão é a que fica" é uma frase bem conhecida. Normalmente é isso que pensamos quando acontece o primeiro encontro com a pessoa que queremos conquistar. Existe também o ditado que diz "no amor e na guerra vale tudo". Mas até onde podemos inventar a nossa própria imagem? Isso soa estranho, já que estamos tentando descobrir como o outro é de verdade por trás das "máscaras" que costumamos usar no começo de uma relação. Não tem tanta importância quando se trata de um encontro casual. Mas se você está pensando em ter um relacionamento duradouro com essa pessoa, não convém se exceder no seu marketing pessoal, criando um produto difícil de se sustentar no mercado do amor.

Tamanho não é documento
É claro que todos acrescentamos uns pontos a mais na nossa imagem nos primeiros encontros. Fernanda, por exemplo, sempre se queixava de ter seios pequenos. O primeiro encontro com Gustavo, atualmente seu marido, foi na praia. "Comprei a parte de cima do biquíni bem maior e coloquei um bojo enorme", confessa Fernanda. "Passei a maior vergonha. Tempos depois, o Gustavo me confessou que tinha percebido tudo". Claro que o detalhe do busto não era o mais importante para ele, mas Fernanda podia ter estragado o encontro.

Insegurança
São as nossas próprias inseguranças que nos fazem construir um personagem revestido com todas as qualidades que pensamos não possuir. Mas será que isso funciona? "Tinha sonhado tanto com essa noite que estava disposta a fazer qualquer coisa para conquistá-lo", conta Silvana. "Sempre fui muito tímida e acho difícil me aproximar quando não conheço a pessoa. Achei que ele gostasse de mulheres sem preconceitos, que topam qualquer coisa na primeira noite. Coloquei uma roupa sexy e ousada, queria parecer uma pessoa provocante e desinibida. Sabe o que aconteceu? Estraguei tudo. Neste dia, fiz um papel ridículo. Depois fiquei sabendo que ele gosta de tomar a iniciativa e prefere conhecer as garotas aos poucos".


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Elimine as toxinas de seu corpo.

Benefícios da água
A água regula a temperatura corporal, ajuda na digestão e elimina as toxinas através dos rins e da urina. Ela também deixa a pele mais brilhante e bonita - cerca de dois terços do corpo são compostos por água. Beber bastante água também ajuda a reduzir os riscos de doenças da bexiga, como a cistite.

Quanto de água devemos beber?
Dentre os sinais que indicam que devemos beber mais água estão as dores de cabeça, o cansaço e a dificuldade de concentração. A urina escura é um sinal de que o corpo precisa de mais água, e a urina clara, levemente colorida, é um sinal de que você está desidratado. A desidratação crônica ou por longos períodos pode contribuir para problemas de saúde, tais como a constipação e o cálculo renal, e agravar a infecção urinária.
Recomenda-se aos adultos beber cerca de 2,5 litros de água diariamente, e maiores quantidades se você pratica exercícios e/ou vive num clima quente. O chá, café e os refrigerantes não contam, já que contêm cafeína e possuem um efeito diurético.

Da torneira ou de garrafa?
Assim como algumas águas em garrafa são uma boa fonte de minerais, tais como o cálcio e o magnésio, outras podem ter alto teor de sódio; sempre verifique esta informação no rótulo. Prove os chás de ervas ou frutas, faça suas próprias infusões de limão e gengibre, ou ajude a digestão ingerindo chá de menta ou erva-doce após a refeição.


fonte: Discovery Brasil
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Elimine as toxinas de seu corpo.

Benefícios da água
A água regula a temperatura corporal, ajuda na digestão e elimina as toxinas através dos rins e da urina. Ela também deixa a pele mais brilhante e bonita - cerca de dois terços do corpo são compostos por água. Beber bastante água também ajuda a reduzir os riscos de doenças da bexiga, como a cistite.

Quanto de água devemos beber?
Dentre os sinais que indicam que devemos beber mais água estão as dores de cabeça, o cansaço e a dificuldade de concentração. A urina escura é um sinal de que o corpo precisa de mais água, e a urina clara, levemente colorida, é um sinal de que você está desidratado. A desidratação crônica ou por longos períodos pode contribuir para problemas de saúde, tais como a constipação e o cálculo renal, e agravar a infecção urinária.
Recomenda-se aos adultos beber cerca de 2,5 litros de água diariamente, e maiores quantidades se você pratica exercícios e/ou vive num clima quente. O chá, café e os refrigerantes não contam, já que contêm cafeína e possuem um efeito diurético.

Da torneira ou de garrafa?
Assim como algumas águas em garrafa são uma boa fonte de minerais, tais como o cálcio e o magnésio, outras podem ter alto teor de sódio; sempre verifique esta informação no rótulo. Prove os chás de ervas ou frutas, faça suas próprias infusões de limão e gengibre, ou ajude a digestão ingerindo chá de menta ou erva-doce após a refeição.


fonte: Discovery Brasil
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Elimine as toxinas de seu corpo.

Benefícios da água
A água regula a temperatura corporal, ajuda na digestão e elimina as toxinas através dos rins e da urina. Ela também deixa a pele mais brilhante e bonita - cerca de dois terços do corpo são compostos por água. Beber bastante água também ajuda a reduzir os riscos de doenças da bexiga, como a cistite.

Quanto de água devemos beber?
Dentre os sinais que indicam que devemos beber mais água estão as dores de cabeça, o cansaço e a dificuldade de concentração. A urina escura é um sinal de que o corpo precisa de mais água, e a urina clara, levemente colorida, é um sinal de que você está desidratado. A desidratação crônica ou por longos períodos pode contribuir para problemas de saúde, tais como a constipação e o cálculo renal, e agravar a infecção urinária.
Recomenda-se aos adultos beber cerca de 2,5 litros de água diariamente, e maiores quantidades se você pratica exercícios e/ou vive num clima quente. O chá, café e os refrigerantes não contam, já que contêm cafeína e possuem um efeito diurético.

Da torneira ou de garrafa?
Assim como algumas águas em garrafa são uma boa fonte de minerais, tais como o cálcio e o magnésio, outras podem ter alto teor de sódio; sempre verifique esta informação no rótulo. Prove os chás de ervas ou frutas, faça suas próprias infusões de limão e gengibre, ou ajude a digestão ingerindo chá de menta ou erva-doce após a refeição.


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Benefícios da água
A água regula a temperatura corporal, ajuda na digestão e elimina as toxinas através dos rins e da urina. Ela também deixa a pele mais brilhante e bonita - cerca de dois terços do corpo são compostos por água. Beber bastante água também ajuda a reduzir os riscos de doenças da bexiga, como a cistite.

Quanto de água devemos beber?
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Recomenda-se aos adultos beber cerca de 2,5 litros de água diariamente, e maiores quantidades se você pratica exercícios e/ou vive num clima quente. O chá, café e os refrigerantes não contam, já que contêm cafeína e possuem um efeito diurético.

Da torneira ou de garrafa?
Assim como algumas águas em garrafa são uma boa fonte de minerais, tais como o cálcio e o magnésio, outras podem ter alto teor de sódio; sempre verifique esta informação no rótulo. Prove os chás de ervas ou frutas, faça suas próprias infusões de limão e gengibre, ou ajude a digestão ingerindo chá de menta ou erva-doce após a refeição.


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Benefícios da água
A água regula a temperatura corporal, ajuda na digestão e elimina as toxinas através dos rins e da urina. Ela também deixa a pele mais brilhante e bonita - cerca de dois terços do corpo são compostos por água. Beber bastante água também ajuda a reduzir os riscos de doenças da bexiga, como a cistite.

Quanto de água devemos beber?
Dentre os sinais que indicam que devemos beber mais água estão as dores de cabeça, o cansaço e a dificuldade de concentração. A urina escura é um sinal de que o corpo precisa de mais água, e a urina clara, levemente colorida, é um sinal de que você está desidratado. A desidratação crônica ou por longos períodos pode contribuir para problemas de saúde, tais como a constipação e o cálculo renal, e agravar a infecção urinária.
Recomenda-se aos adultos beber cerca de 2,5 litros de água diariamente, e maiores quantidades se você pratica exercícios e/ou vive num clima quente. O chá, café e os refrigerantes não contam, já que contêm cafeína e possuem um efeito diurético.

Da torneira ou de garrafa?
Assim como algumas águas em garrafa são uma boa fonte de minerais, tais como o cálcio e o magnésio, outras podem ter alto teor de sódio; sempre verifique esta informação no rótulo. Prove os chás de ervas ou frutas, faça suas próprias infusões de limão e gengibre, ou ajude a digestão ingerindo chá de menta ou erva-doce após a refeição.


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Benefícios da água
A água regula a temperatura corporal, ajuda na digestão e elimina as toxinas através dos rins e da urina. Ela também deixa a pele mais brilhante e bonita - cerca de dois terços do corpo são compostos por água. Beber bastante água também ajuda a reduzir os riscos de doenças da bexiga, como a cistite.

Quanto de água devemos beber?
Dentre os sinais que indicam que devemos beber mais água estão as dores de cabeça, o cansaço e a dificuldade de concentração. A urina escura é um sinal de que o corpo precisa de mais água, e a urina clara, levemente colorida, é um sinal de que você está desidratado. A desidratação crônica ou por longos períodos pode contribuir para problemas de saúde, tais como a constipação e o cálculo renal, e agravar a infecção urinária.
Recomenda-se aos adultos beber cerca de 2,5 litros de água diariamente, e maiores quantidades se você pratica exercícios e/ou vive num clima quente. O chá, café e os refrigerantes não contam, já que contêm cafeína e possuem um efeito diurético.

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A água regula a temperatura corporal, ajuda na digestão e elimina as toxinas através dos rins e da urina. Ela também deixa a pele mais brilhante e bonita - cerca de dois terços do corpo são compostos por água. Beber bastante água também ajuda a reduzir os riscos de doenças da bexiga, como a cistite.

Quanto de água devemos beber?
Dentre os sinais que indicam que devemos beber mais água estão as dores de cabeça, o cansaço e a dificuldade de concentração. A urina escura é um sinal de que o corpo precisa de mais água, e a urina clara, levemente colorida, é um sinal de que você está desidratado. A desidratação crônica ou por longos períodos pode contribuir para problemas de saúde, tais como a constipação e o cálculo renal, e agravar a infecção urinária.
Recomenda-se aos adultos beber cerca de 2,5 litros de água diariamente, e maiores quantidades se você pratica exercícios e/ou vive num clima quente. O chá, café e os refrigerantes não contam, já que contêm cafeína e possuem um efeito diurético.

Da torneira ou de garrafa?
Assim como algumas águas em garrafa são uma boa fonte de minerais, tais como o cálcio e o magnésio, outras podem ter alto teor de sódio; sempre verifique esta informação no rótulo. Prove os chás de ervas ou frutas, faça suas próprias infusões de limão e gengibre, ou ajude a digestão ingerindo chá de menta ou erva-doce após a refeição.


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Não há razão para achar que Madeleine morreu, diz advogado dos pais

Rogério Alves, advogado de Gerry e Kate McCann, os pais da menina britânica Madeleine, cujo desaparecimento completa exatos dois anos neste domingo, disse à mídia portuguesa que "não há provas" de que ela tenha morrido. Ele disse que "é normal" os pais da menina "terem esperanças de encontrá-la com vida" e lembrou que é justamente o fato de que não a tenham encontrado "uma das causas pelas quais se arquivou o caso".
Questionado sobre as divergências entre a família McCann e a polícia portuguesa durante a investigação, o advogado afirmou que "não existe nenhuma incompatibilidade"; e que toda a informação relevante que os pais de Madeleine conseguiram "foi comunicada às autoridades portuguesas".
Ele negou, em declarações à TVI 24 Horas, que seus clientes tenham tido qualquer tipo de "tratamento privilegiado" após serem acusados pela Polícia Judiciária de estarem envolvidos no desaparecimento da filha deles. O casal McCann foi inocentado dessas suspeitas quando a Justiça portuguesa fechou o caso, em 21 de julho de 2008, e rejeitou, por falta de provas, os argumentos dos policiais, que apontavam uma morte acidental da criança e a ocultação de seu cadáver por parte dos pais.
Quanto à possibilidade de reabrir o caso, Alves disse que isso "tem um valor secundário para os pais" e que "o importante para eles é que surjam novas pistas que os ajudem a encontrar a filha", ressaltou.
O segundo aniversário do desaparecimento de Madeleine passou praticamente despercebido em Portugal. No ano passado, a data atraiu o interesse e houve vários atos de lembrança na Praia da Luz, onde a família passava férias quando a menina desapareceu.
Madeleine desapareceu em 3 de maio de 2007, aos 3 anos. Ela dormia no quarto de hotel em que estava hospedada, no complexo turístico de Ocean Club, em Portugal, enquanto os pais jantavam com amigos em um restaurante próximo.
Entrevista
Nesta segunda-feira (4), irá ao ar, na TV americana, a entrevista que os pais de Madeleine deram ao programa da apresentadora Oprah Winfrey.
Em um trecho da entrevista revelado pela agência de notícias Associated Press, Oprah pergunta aos McCann se eles se permitem pensar "no pior". "Eu acho que é natural. Eu sei que as pessoas querem nosso bem quando dizem para não irmos por esse caminho. Mas, como mãe, inevitavelmente, às vezes, eu vou", afirmou Kate.
Por meio de porta-voz, Gerry e Kate McCann afirmaram que aceitaram falar com Winfrey porque o programa dela possui alcance mundial --é exibido em 144 países.
Na semana passada, o programa revelou uma fotomontagem que pretende decifrar como estaria a fisionomia de Madeleine, atualmente. Na foto, a menina aparece com o cabelo na altura dos ombros e uma tiara rosa.

Fonte: Folha Online
da Efe, em Lisboa
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:17  comentar


Não há razão para achar que Madeleine morreu, diz advogado dos pais

Rogério Alves, advogado de Gerry e Kate McCann, os pais da menina britânica Madeleine, cujo desaparecimento completa exatos dois anos neste domingo, disse à mídia portuguesa que "não há provas" de que ela tenha morrido. Ele disse que "é normal" os pais da menina "terem esperanças de encontrá-la com vida" e lembrou que é justamente o fato de que não a tenham encontrado "uma das causas pelas quais se arquivou o caso".
Questionado sobre as divergências entre a família McCann e a polícia portuguesa durante a investigação, o advogado afirmou que "não existe nenhuma incompatibilidade"; e que toda a informação relevante que os pais de Madeleine conseguiram "foi comunicada às autoridades portuguesas".
Ele negou, em declarações à TVI 24 Horas, que seus clientes tenham tido qualquer tipo de "tratamento privilegiado" após serem acusados pela Polícia Judiciária de estarem envolvidos no desaparecimento da filha deles. O casal McCann foi inocentado dessas suspeitas quando a Justiça portuguesa fechou o caso, em 21 de julho de 2008, e rejeitou, por falta de provas, os argumentos dos policiais, que apontavam uma morte acidental da criança e a ocultação de seu cadáver por parte dos pais.
Quanto à possibilidade de reabrir o caso, Alves disse que isso "tem um valor secundário para os pais" e que "o importante para eles é que surjam novas pistas que os ajudem a encontrar a filha", ressaltou.
O segundo aniversário do desaparecimento de Madeleine passou praticamente despercebido em Portugal. No ano passado, a data atraiu o interesse e houve vários atos de lembrança na Praia da Luz, onde a família passava férias quando a menina desapareceu.
Madeleine desapareceu em 3 de maio de 2007, aos 3 anos. Ela dormia no quarto de hotel em que estava hospedada, no complexo turístico de Ocean Club, em Portugal, enquanto os pais jantavam com amigos em um restaurante próximo.
Entrevista
Nesta segunda-feira (4), irá ao ar, na TV americana, a entrevista que os pais de Madeleine deram ao programa da apresentadora Oprah Winfrey.
Em um trecho da entrevista revelado pela agência de notícias Associated Press, Oprah pergunta aos McCann se eles se permitem pensar "no pior". "Eu acho que é natural. Eu sei que as pessoas querem nosso bem quando dizem para não irmos por esse caminho. Mas, como mãe, inevitavelmente, às vezes, eu vou", afirmou Kate.
Por meio de porta-voz, Gerry e Kate McCann afirmaram que aceitaram falar com Winfrey porque o programa dela possui alcance mundial --é exibido em 144 países.
Na semana passada, o programa revelou uma fotomontagem que pretende decifrar como estaria a fisionomia de Madeleine, atualmente. Na foto, a menina aparece com o cabelo na altura dos ombros e uma tiara rosa.

Fonte: Folha Online
da Efe, em Lisboa
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Não há razão para achar que Madeleine morreu, diz advogado dos pais

Rogério Alves, advogado de Gerry e Kate McCann, os pais da menina britânica Madeleine, cujo desaparecimento completa exatos dois anos neste domingo, disse à mídia portuguesa que "não há provas" de que ela tenha morrido. Ele disse que "é normal" os pais da menina "terem esperanças de encontrá-la com vida" e lembrou que é justamente o fato de que não a tenham encontrado "uma das causas pelas quais se arquivou o caso".
Questionado sobre as divergências entre a família McCann e a polícia portuguesa durante a investigação, o advogado afirmou que "não existe nenhuma incompatibilidade"; e que toda a informação relevante que os pais de Madeleine conseguiram "foi comunicada às autoridades portuguesas".
Ele negou, em declarações à TVI 24 Horas, que seus clientes tenham tido qualquer tipo de "tratamento privilegiado" após serem acusados pela Polícia Judiciária de estarem envolvidos no desaparecimento da filha deles. O casal McCann foi inocentado dessas suspeitas quando a Justiça portuguesa fechou o caso, em 21 de julho de 2008, e rejeitou, por falta de provas, os argumentos dos policiais, que apontavam uma morte acidental da criança e a ocultação de seu cadáver por parte dos pais.
Quanto à possibilidade de reabrir o caso, Alves disse que isso "tem um valor secundário para os pais" e que "o importante para eles é que surjam novas pistas que os ajudem a encontrar a filha", ressaltou.
O segundo aniversário do desaparecimento de Madeleine passou praticamente despercebido em Portugal. No ano passado, a data atraiu o interesse e houve vários atos de lembrança na Praia da Luz, onde a família passava férias quando a menina desapareceu.
Madeleine desapareceu em 3 de maio de 2007, aos 3 anos. Ela dormia no quarto de hotel em que estava hospedada, no complexo turístico de Ocean Club, em Portugal, enquanto os pais jantavam com amigos em um restaurante próximo.
Entrevista
Nesta segunda-feira (4), irá ao ar, na TV americana, a entrevista que os pais de Madeleine deram ao programa da apresentadora Oprah Winfrey.
Em um trecho da entrevista revelado pela agência de notícias Associated Press, Oprah pergunta aos McCann se eles se permitem pensar "no pior". "Eu acho que é natural. Eu sei que as pessoas querem nosso bem quando dizem para não irmos por esse caminho. Mas, como mãe, inevitavelmente, às vezes, eu vou", afirmou Kate.
Por meio de porta-voz, Gerry e Kate McCann afirmaram que aceitaram falar com Winfrey porque o programa dela possui alcance mundial --é exibido em 144 países.
Na semana passada, o programa revelou uma fotomontagem que pretende decifrar como estaria a fisionomia de Madeleine, atualmente. Na foto, a menina aparece com o cabelo na altura dos ombros e uma tiara rosa.

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Não há razão para achar que Madeleine morreu, diz advogado dos pais

Rogério Alves, advogado de Gerry e Kate McCann, os pais da menina britânica Madeleine, cujo desaparecimento completa exatos dois anos neste domingo, disse à mídia portuguesa que "não há provas" de que ela tenha morrido. Ele disse que "é normal" os pais da menina "terem esperanças de encontrá-la com vida" e lembrou que é justamente o fato de que não a tenham encontrado "uma das causas pelas quais se arquivou o caso".
Questionado sobre as divergências entre a família McCann e a polícia portuguesa durante a investigação, o advogado afirmou que "não existe nenhuma incompatibilidade"; e que toda a informação relevante que os pais de Madeleine conseguiram "foi comunicada às autoridades portuguesas".
Ele negou, em declarações à TVI 24 Horas, que seus clientes tenham tido qualquer tipo de "tratamento privilegiado" após serem acusados pela Polícia Judiciária de estarem envolvidos no desaparecimento da filha deles. O casal McCann foi inocentado dessas suspeitas quando a Justiça portuguesa fechou o caso, em 21 de julho de 2008, e rejeitou, por falta de provas, os argumentos dos policiais, que apontavam uma morte acidental da criança e a ocultação de seu cadáver por parte dos pais.
Quanto à possibilidade de reabrir o caso, Alves disse que isso "tem um valor secundário para os pais" e que "o importante para eles é que surjam novas pistas que os ajudem a encontrar a filha", ressaltou.
O segundo aniversário do desaparecimento de Madeleine passou praticamente despercebido em Portugal. No ano passado, a data atraiu o interesse e houve vários atos de lembrança na Praia da Luz, onde a família passava férias quando a menina desapareceu.
Madeleine desapareceu em 3 de maio de 2007, aos 3 anos. Ela dormia no quarto de hotel em que estava hospedada, no complexo turístico de Ocean Club, em Portugal, enquanto os pais jantavam com amigos em um restaurante próximo.
Entrevista
Nesta segunda-feira (4), irá ao ar, na TV americana, a entrevista que os pais de Madeleine deram ao programa da apresentadora Oprah Winfrey.
Em um trecho da entrevista revelado pela agência de notícias Associated Press, Oprah pergunta aos McCann se eles se permitem pensar "no pior". "Eu acho que é natural. Eu sei que as pessoas querem nosso bem quando dizem para não irmos por esse caminho. Mas, como mãe, inevitavelmente, às vezes, eu vou", afirmou Kate.
Por meio de porta-voz, Gerry e Kate McCann afirmaram que aceitaram falar com Winfrey porque o programa dela possui alcance mundial --é exibido em 144 países.
Na semana passada, o programa revelou uma fotomontagem que pretende decifrar como estaria a fisionomia de Madeleine, atualmente. Na foto, a menina aparece com o cabelo na altura dos ombros e uma tiara rosa.

Fonte: Folha Online
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Não há razão para achar que Madeleine morreu, diz advogado dos pais

Rogério Alves, advogado de Gerry e Kate McCann, os pais da menina britânica Madeleine, cujo desaparecimento completa exatos dois anos neste domingo, disse à mídia portuguesa que "não há provas" de que ela tenha morrido. Ele disse que "é normal" os pais da menina "terem esperanças de encontrá-la com vida" e lembrou que é justamente o fato de que não a tenham encontrado "uma das causas pelas quais se arquivou o caso".
Questionado sobre as divergências entre a família McCann e a polícia portuguesa durante a investigação, o advogado afirmou que "não existe nenhuma incompatibilidade"; e que toda a informação relevante que os pais de Madeleine conseguiram "foi comunicada às autoridades portuguesas".
Ele negou, em declarações à TVI 24 Horas, que seus clientes tenham tido qualquer tipo de "tratamento privilegiado" após serem acusados pela Polícia Judiciária de estarem envolvidos no desaparecimento da filha deles. O casal McCann foi inocentado dessas suspeitas quando a Justiça portuguesa fechou o caso, em 21 de julho de 2008, e rejeitou, por falta de provas, os argumentos dos policiais, que apontavam uma morte acidental da criança e a ocultação de seu cadáver por parte dos pais.
Quanto à possibilidade de reabrir o caso, Alves disse que isso "tem um valor secundário para os pais" e que "o importante para eles é que surjam novas pistas que os ajudem a encontrar a filha", ressaltou.
O segundo aniversário do desaparecimento de Madeleine passou praticamente despercebido em Portugal. No ano passado, a data atraiu o interesse e houve vários atos de lembrança na Praia da Luz, onde a família passava férias quando a menina desapareceu.
Madeleine desapareceu em 3 de maio de 2007, aos 3 anos. Ela dormia no quarto de hotel em que estava hospedada, no complexo turístico de Ocean Club, em Portugal, enquanto os pais jantavam com amigos em um restaurante próximo.
Entrevista
Nesta segunda-feira (4), irá ao ar, na TV americana, a entrevista que os pais de Madeleine deram ao programa da apresentadora Oprah Winfrey.
Em um trecho da entrevista revelado pela agência de notícias Associated Press, Oprah pergunta aos McCann se eles se permitem pensar "no pior". "Eu acho que é natural. Eu sei que as pessoas querem nosso bem quando dizem para não irmos por esse caminho. Mas, como mãe, inevitavelmente, às vezes, eu vou", afirmou Kate.
Por meio de porta-voz, Gerry e Kate McCann afirmaram que aceitaram falar com Winfrey porque o programa dela possui alcance mundial --é exibido em 144 países.
Na semana passada, o programa revelou uma fotomontagem que pretende decifrar como estaria a fisionomia de Madeleine, atualmente. Na foto, a menina aparece com o cabelo na altura dos ombros e uma tiara rosa.

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Não há razão para achar que Madeleine morreu, diz advogado dos pais

Rogério Alves, advogado de Gerry e Kate McCann, os pais da menina britânica Madeleine, cujo desaparecimento completa exatos dois anos neste domingo, disse à mídia portuguesa que "não há provas" de que ela tenha morrido. Ele disse que "é normal" os pais da menina "terem esperanças de encontrá-la com vida" e lembrou que é justamente o fato de que não a tenham encontrado "uma das causas pelas quais se arquivou o caso".
Questionado sobre as divergências entre a família McCann e a polícia portuguesa durante a investigação, o advogado afirmou que "não existe nenhuma incompatibilidade"; e que toda a informação relevante que os pais de Madeleine conseguiram "foi comunicada às autoridades portuguesas".
Ele negou, em declarações à TVI 24 Horas, que seus clientes tenham tido qualquer tipo de "tratamento privilegiado" após serem acusados pela Polícia Judiciária de estarem envolvidos no desaparecimento da filha deles. O casal McCann foi inocentado dessas suspeitas quando a Justiça portuguesa fechou o caso, em 21 de julho de 2008, e rejeitou, por falta de provas, os argumentos dos policiais, que apontavam uma morte acidental da criança e a ocultação de seu cadáver por parte dos pais.
Quanto à possibilidade de reabrir o caso, Alves disse que isso "tem um valor secundário para os pais" e que "o importante para eles é que surjam novas pistas que os ajudem a encontrar a filha", ressaltou.
O segundo aniversário do desaparecimento de Madeleine passou praticamente despercebido em Portugal. No ano passado, a data atraiu o interesse e houve vários atos de lembrança na Praia da Luz, onde a família passava férias quando a menina desapareceu.
Madeleine desapareceu em 3 de maio de 2007, aos 3 anos. Ela dormia no quarto de hotel em que estava hospedada, no complexo turístico de Ocean Club, em Portugal, enquanto os pais jantavam com amigos em um restaurante próximo.
Entrevista
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Em um trecho da entrevista revelado pela agência de notícias Associated Press, Oprah pergunta aos McCann se eles se permitem pensar "no pior". "Eu acho que é natural. Eu sei que as pessoas querem nosso bem quando dizem para não irmos por esse caminho. Mas, como mãe, inevitavelmente, às vezes, eu vou", afirmou Kate.
Por meio de porta-voz, Gerry e Kate McCann afirmaram que aceitaram falar com Winfrey porque o programa dela possui alcance mundial --é exibido em 144 países.
Na semana passada, o programa revelou uma fotomontagem que pretende decifrar como estaria a fisionomia de Madeleine, atualmente. Na foto, a menina aparece com o cabelo na altura dos ombros e uma tiara rosa.

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Rogério Alves, advogado de Gerry e Kate McCann, os pais da menina britânica Madeleine, cujo desaparecimento completa exatos dois anos neste domingo, disse à mídia portuguesa que "não há provas" de que ela tenha morrido. Ele disse que "é normal" os pais da menina "terem esperanças de encontrá-la com vida" e lembrou que é justamente o fato de que não a tenham encontrado "uma das causas pelas quais se arquivou o caso".
Questionado sobre as divergências entre a família McCann e a polícia portuguesa durante a investigação, o advogado afirmou que "não existe nenhuma incompatibilidade"; e que toda a informação relevante que os pais de Madeleine conseguiram "foi comunicada às autoridades portuguesas".
Ele negou, em declarações à TVI 24 Horas, que seus clientes tenham tido qualquer tipo de "tratamento privilegiado" após serem acusados pela Polícia Judiciária de estarem envolvidos no desaparecimento da filha deles. O casal McCann foi inocentado dessas suspeitas quando a Justiça portuguesa fechou o caso, em 21 de julho de 2008, e rejeitou, por falta de provas, os argumentos dos policiais, que apontavam uma morte acidental da criança e a ocultação de seu cadáver por parte dos pais.
Quanto à possibilidade de reabrir o caso, Alves disse que isso "tem um valor secundário para os pais" e que "o importante para eles é que surjam novas pistas que os ajudem a encontrar a filha", ressaltou.
O segundo aniversário do desaparecimento de Madeleine passou praticamente despercebido em Portugal. No ano passado, a data atraiu o interesse e houve vários atos de lembrança na Praia da Luz, onde a família passava férias quando a menina desapareceu.
Madeleine desapareceu em 3 de maio de 2007, aos 3 anos. Ela dormia no quarto de hotel em que estava hospedada, no complexo turístico de Ocean Club, em Portugal, enquanto os pais jantavam com amigos em um restaurante próximo.
Entrevista
Nesta segunda-feira (4), irá ao ar, na TV americana, a entrevista que os pais de Madeleine deram ao programa da apresentadora Oprah Winfrey.
Em um trecho da entrevista revelado pela agência de notícias Associated Press, Oprah pergunta aos McCann se eles se permitem pensar "no pior". "Eu acho que é natural. Eu sei que as pessoas querem nosso bem quando dizem para não irmos por esse caminho. Mas, como mãe, inevitavelmente, às vezes, eu vou", afirmou Kate.
Por meio de porta-voz, Gerry e Kate McCann afirmaram que aceitaram falar com Winfrey porque o programa dela possui alcance mundial --é exibido em 144 países.
Na semana passada, o programa revelou uma fotomontagem que pretende decifrar como estaria a fisionomia de Madeleine, atualmente. Na foto, a menina aparece com o cabelo na altura dos ombros e uma tiara rosa.

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Uma menina afegã de 12 anos foi morta a tiros neste domingo por soldados da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), no oeste do Afeganistão, informou a polícia local. A menina estava em um carro que não parou ao se aproximar de um comboio das forças internacionais.
"Os soldados estrangeiros abriram fogo contra um veículo civil, matando uma menina de 12 anos e ferindo duas pessoas, entre elas uma mulher", declarou Abdul Rauf Ahmadi, porta-voz da polícia no oeste do país
O incidente foi registrado no distrito de Guzara da Província de Herat, indicou.
O grupo se dirigia rumo a Herat, procedente da Província vizinha de Farah, para participar de um casamento, acrescentou o porta-voz.
"Chovia e a visibilidade era muito ruim. De repente, vi luzes na minha frente e surgiu um comboio de soldados estrangeiros", explicou Ahmad Wali, 32, que dirigia o carro. "O que vi depois foi a metade do rosto de minha sobrinha que havia sumido, que minha mãe estava ferida no peito e que meu rosto estava todo ensanguentado pelos cacos de vidro do parabrisa", disse.
Um porta-voz da Força Internacional de Assistência à Segurança (Isaf) da Otan, em Herat, declarou que o carro não parou diante dos sinais de advertência feitos pelos militares italianos e que estava em alta velocidade.
"Como o carro continuou correndo, apesar dos sinais e dos tiros de aviso, os soldados abriram fogo contra o motor", disse o porta-voz das forças da Isaf. "Uma investigação está sendo realizada. ainda não está claro exatamente como a criança morreu."
As forças da Otan no Afeganistão afirmam trabalhar para diminuir o número de vítimas civis na operação contra o terrorismo --que aumentaram consideravelmente. As tropas ocidentais, que temem ataques com homens-bomba, envolvem-se com frequência em acidentes de tiros nas estradas.
As tropas têm permissão para disparar tiros de aviso se carros não reduzirem a velocidade e podem atirar diretamente em carros que não obedecem aos bloqueios.

Folha On-line
Com France Presse e Reuters
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:09  comentar


Uma menina afegã de 12 anos foi morta a tiros neste domingo por soldados da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), no oeste do Afeganistão, informou a polícia local. A menina estava em um carro que não parou ao se aproximar de um comboio das forças internacionais.
"Os soldados estrangeiros abriram fogo contra um veículo civil, matando uma menina de 12 anos e ferindo duas pessoas, entre elas uma mulher", declarou Abdul Rauf Ahmadi, porta-voz da polícia no oeste do país
O incidente foi registrado no distrito de Guzara da Província de Herat, indicou.
O grupo se dirigia rumo a Herat, procedente da Província vizinha de Farah, para participar de um casamento, acrescentou o porta-voz.
"Chovia e a visibilidade era muito ruim. De repente, vi luzes na minha frente e surgiu um comboio de soldados estrangeiros", explicou Ahmad Wali, 32, que dirigia o carro. "O que vi depois foi a metade do rosto de minha sobrinha que havia sumido, que minha mãe estava ferida no peito e que meu rosto estava todo ensanguentado pelos cacos de vidro do parabrisa", disse.
Um porta-voz da Força Internacional de Assistência à Segurança (Isaf) da Otan, em Herat, declarou que o carro não parou diante dos sinais de advertência feitos pelos militares italianos e que estava em alta velocidade.
"Como o carro continuou correndo, apesar dos sinais e dos tiros de aviso, os soldados abriram fogo contra o motor", disse o porta-voz das forças da Isaf. "Uma investigação está sendo realizada. ainda não está claro exatamente como a criança morreu."
As forças da Otan no Afeganistão afirmam trabalhar para diminuir o número de vítimas civis na operação contra o terrorismo --que aumentaram consideravelmente. As tropas ocidentais, que temem ataques com homens-bomba, envolvem-se com frequência em acidentes de tiros nas estradas.
As tropas têm permissão para disparar tiros de aviso se carros não reduzirem a velocidade e podem atirar diretamente em carros que não obedecem aos bloqueios.

Folha On-line
Com France Presse e Reuters
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Uma menina afegã de 12 anos foi morta a tiros neste domingo por soldados da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), no oeste do Afeganistão, informou a polícia local. A menina estava em um carro que não parou ao se aproximar de um comboio das forças internacionais.
"Os soldados estrangeiros abriram fogo contra um veículo civil, matando uma menina de 12 anos e ferindo duas pessoas, entre elas uma mulher", declarou Abdul Rauf Ahmadi, porta-voz da polícia no oeste do país
O incidente foi registrado no distrito de Guzara da Província de Herat, indicou.
O grupo se dirigia rumo a Herat, procedente da Província vizinha de Farah, para participar de um casamento, acrescentou o porta-voz.
"Chovia e a visibilidade era muito ruim. De repente, vi luzes na minha frente e surgiu um comboio de soldados estrangeiros", explicou Ahmad Wali, 32, que dirigia o carro. "O que vi depois foi a metade do rosto de minha sobrinha que havia sumido, que minha mãe estava ferida no peito e que meu rosto estava todo ensanguentado pelos cacos de vidro do parabrisa", disse.
Um porta-voz da Força Internacional de Assistência à Segurança (Isaf) da Otan, em Herat, declarou que o carro não parou diante dos sinais de advertência feitos pelos militares italianos e que estava em alta velocidade.
"Como o carro continuou correndo, apesar dos sinais e dos tiros de aviso, os soldados abriram fogo contra o motor", disse o porta-voz das forças da Isaf. "Uma investigação está sendo realizada. ainda não está claro exatamente como a criança morreu."
As forças da Otan no Afeganistão afirmam trabalhar para diminuir o número de vítimas civis na operação contra o terrorismo --que aumentaram consideravelmente. As tropas ocidentais, que temem ataques com homens-bomba, envolvem-se com frequência em acidentes de tiros nas estradas.
As tropas têm permissão para disparar tiros de aviso se carros não reduzirem a velocidade e podem atirar diretamente em carros que não obedecem aos bloqueios.

Folha On-line
Com France Presse e Reuters
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Uma menina afegã de 12 anos foi morta a tiros neste domingo por soldados da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), no oeste do Afeganistão, informou a polícia local. A menina estava em um carro que não parou ao se aproximar de um comboio das forças internacionais.
"Os soldados estrangeiros abriram fogo contra um veículo civil, matando uma menina de 12 anos e ferindo duas pessoas, entre elas uma mulher", declarou Abdul Rauf Ahmadi, porta-voz da polícia no oeste do país
O incidente foi registrado no distrito de Guzara da Província de Herat, indicou.
O grupo se dirigia rumo a Herat, procedente da Província vizinha de Farah, para participar de um casamento, acrescentou o porta-voz.
"Chovia e a visibilidade era muito ruim. De repente, vi luzes na minha frente e surgiu um comboio de soldados estrangeiros", explicou Ahmad Wali, 32, que dirigia o carro. "O que vi depois foi a metade do rosto de minha sobrinha que havia sumido, que minha mãe estava ferida no peito e que meu rosto estava todo ensanguentado pelos cacos de vidro do parabrisa", disse.
Um porta-voz da Força Internacional de Assistência à Segurança (Isaf) da Otan, em Herat, declarou que o carro não parou diante dos sinais de advertência feitos pelos militares italianos e que estava em alta velocidade.
"Como o carro continuou correndo, apesar dos sinais e dos tiros de aviso, os soldados abriram fogo contra o motor", disse o porta-voz das forças da Isaf. "Uma investigação está sendo realizada. ainda não está claro exatamente como a criança morreu."
As forças da Otan no Afeganistão afirmam trabalhar para diminuir o número de vítimas civis na operação contra o terrorismo --que aumentaram consideravelmente. As tropas ocidentais, que temem ataques com homens-bomba, envolvem-se com frequência em acidentes de tiros nas estradas.
As tropas têm permissão para disparar tiros de aviso se carros não reduzirem a velocidade e podem atirar diretamente em carros que não obedecem aos bloqueios.

Folha On-line
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Uma menina afegã de 12 anos foi morta a tiros neste domingo por soldados da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), no oeste do Afeganistão, informou a polícia local. A menina estava em um carro que não parou ao se aproximar de um comboio das forças internacionais.
"Os soldados estrangeiros abriram fogo contra um veículo civil, matando uma menina de 12 anos e ferindo duas pessoas, entre elas uma mulher", declarou Abdul Rauf Ahmadi, porta-voz da polícia no oeste do país
O incidente foi registrado no distrito de Guzara da Província de Herat, indicou.
O grupo se dirigia rumo a Herat, procedente da Província vizinha de Farah, para participar de um casamento, acrescentou o porta-voz.
"Chovia e a visibilidade era muito ruim. De repente, vi luzes na minha frente e surgiu um comboio de soldados estrangeiros", explicou Ahmad Wali, 32, que dirigia o carro. "O que vi depois foi a metade do rosto de minha sobrinha que havia sumido, que minha mãe estava ferida no peito e que meu rosto estava todo ensanguentado pelos cacos de vidro do parabrisa", disse.
Um porta-voz da Força Internacional de Assistência à Segurança (Isaf) da Otan, em Herat, declarou que o carro não parou diante dos sinais de advertência feitos pelos militares italianos e que estava em alta velocidade.
"Como o carro continuou correndo, apesar dos sinais e dos tiros de aviso, os soldados abriram fogo contra o motor", disse o porta-voz das forças da Isaf. "Uma investigação está sendo realizada. ainda não está claro exatamente como a criança morreu."
As forças da Otan no Afeganistão afirmam trabalhar para diminuir o número de vítimas civis na operação contra o terrorismo --que aumentaram consideravelmente. As tropas ocidentais, que temem ataques com homens-bomba, envolvem-se com frequência em acidentes de tiros nas estradas.
As tropas têm permissão para disparar tiros de aviso se carros não reduzirem a velocidade e podem atirar diretamente em carros que não obedecem aos bloqueios.

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Uma menina afegã de 12 anos foi morta a tiros neste domingo por soldados da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), no oeste do Afeganistão, informou a polícia local. A menina estava em um carro que não parou ao se aproximar de um comboio das forças internacionais.
"Os soldados estrangeiros abriram fogo contra um veículo civil, matando uma menina de 12 anos e ferindo duas pessoas, entre elas uma mulher", declarou Abdul Rauf Ahmadi, porta-voz da polícia no oeste do país
O incidente foi registrado no distrito de Guzara da Província de Herat, indicou.
O grupo se dirigia rumo a Herat, procedente da Província vizinha de Farah, para participar de um casamento, acrescentou o porta-voz.
"Chovia e a visibilidade era muito ruim. De repente, vi luzes na minha frente e surgiu um comboio de soldados estrangeiros", explicou Ahmad Wali, 32, que dirigia o carro. "O que vi depois foi a metade do rosto de minha sobrinha que havia sumido, que minha mãe estava ferida no peito e que meu rosto estava todo ensanguentado pelos cacos de vidro do parabrisa", disse.
Um porta-voz da Força Internacional de Assistência à Segurança (Isaf) da Otan, em Herat, declarou que o carro não parou diante dos sinais de advertência feitos pelos militares italianos e que estava em alta velocidade.
"Como o carro continuou correndo, apesar dos sinais e dos tiros de aviso, os soldados abriram fogo contra o motor", disse o porta-voz das forças da Isaf. "Uma investigação está sendo realizada. ainda não está claro exatamente como a criança morreu."
As forças da Otan no Afeganistão afirmam trabalhar para diminuir o número de vítimas civis na operação contra o terrorismo --que aumentaram consideravelmente. As tropas ocidentais, que temem ataques com homens-bomba, envolvem-se com frequência em acidentes de tiros nas estradas.
As tropas têm permissão para disparar tiros de aviso se carros não reduzirem a velocidade e podem atirar diretamente em carros que não obedecem aos bloqueios.

Folha On-line
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Uma menina afegã de 12 anos foi morta a tiros neste domingo por soldados da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), no oeste do Afeganistão, informou a polícia local. A menina estava em um carro que não parou ao se aproximar de um comboio das forças internacionais.
"Os soldados estrangeiros abriram fogo contra um veículo civil, matando uma menina de 12 anos e ferindo duas pessoas, entre elas uma mulher", declarou Abdul Rauf Ahmadi, porta-voz da polícia no oeste do país
O incidente foi registrado no distrito de Guzara da Província de Herat, indicou.
O grupo se dirigia rumo a Herat, procedente da Província vizinha de Farah, para participar de um casamento, acrescentou o porta-voz.
"Chovia e a visibilidade era muito ruim. De repente, vi luzes na minha frente e surgiu um comboio de soldados estrangeiros", explicou Ahmad Wali, 32, que dirigia o carro. "O que vi depois foi a metade do rosto de minha sobrinha que havia sumido, que minha mãe estava ferida no peito e que meu rosto estava todo ensanguentado pelos cacos de vidro do parabrisa", disse.
Um porta-voz da Força Internacional de Assistência à Segurança (Isaf) da Otan, em Herat, declarou que o carro não parou diante dos sinais de advertência feitos pelos militares italianos e que estava em alta velocidade.
"Como o carro continuou correndo, apesar dos sinais e dos tiros de aviso, os soldados abriram fogo contra o motor", disse o porta-voz das forças da Isaf. "Uma investigação está sendo realizada. ainda não está claro exatamente como a criança morreu."
As forças da Otan no Afeganistão afirmam trabalhar para diminuir o número de vítimas civis na operação contra o terrorismo --que aumentaram consideravelmente. As tropas ocidentais, que temem ataques com homens-bomba, envolvem-se com frequência em acidentes de tiros nas estradas.
As tropas têm permissão para disparar tiros de aviso se carros não reduzirem a velocidade e podem atirar diretamente em carros que não obedecem aos bloqueios.

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Manifestação reuniu cerca de 400 pessoas na região central de SP.Mahmoud Ahmadinejad deve chegar ao Brasil na quarta-feira (6).

A iminente visita do presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad ao Brasil, marcada para a próxima quarta-feira (6) em Brasília, continua causando protestos. Integrantes da comunidade judaica, em conjunto com líderes de movimentos homossexuais, promoveram neste domingo (3) pela manhã, na Praça dos Arcos, região central de São Paulo, uma manifestação contra a vinda do polêmico dirigente árabe.
Cerca de 400 pessoas, segundo cálculos da Polícia Militar, estiveram presentes no protesto iniciado às 11h e que durou cerca de 1h30. Líderes judeus e homossexuais discursaram contra Ahmadinejad, afirmando que a vinda dele é um desserviço para o Brasil, além de ser uma afronta às duas comunidades e a qualquer cidadão brasileiro.
“É inacreditável que o Brasil tenha convidado uma pessoa tão preconceituosa e sem escrúpulos para vir para cá, em nome de acordos comerciais”, afirmou Michel Fried.
Outro que não se conformava com o convite era José Marcelo. “Estou aqui porque repudio qualquer forma de preconceito e terrorismo. Levá-lo para Brasília é ainda mais grave que chamar o traficante Fernandinho Beira-Mar para fazer negócios”, afirmou. “O Lula errou feio, espero que ainda dê tempo para desconvidá-lo”.

Denis Freire de Almeida
Do G1, em São Paulo

Foto: Denis Freire de Almeida
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:34  comentar


Manifestação reuniu cerca de 400 pessoas na região central de SP.Mahmoud Ahmadinejad deve chegar ao Brasil na quarta-feira (6).

A iminente visita do presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad ao Brasil, marcada para a próxima quarta-feira (6) em Brasília, continua causando protestos. Integrantes da comunidade judaica, em conjunto com líderes de movimentos homossexuais, promoveram neste domingo (3) pela manhã, na Praça dos Arcos, região central de São Paulo, uma manifestação contra a vinda do polêmico dirigente árabe.
Cerca de 400 pessoas, segundo cálculos da Polícia Militar, estiveram presentes no protesto iniciado às 11h e que durou cerca de 1h30. Líderes judeus e homossexuais discursaram contra Ahmadinejad, afirmando que a vinda dele é um desserviço para o Brasil, além de ser uma afronta às duas comunidades e a qualquer cidadão brasileiro.
“É inacreditável que o Brasil tenha convidado uma pessoa tão preconceituosa e sem escrúpulos para vir para cá, em nome de acordos comerciais”, afirmou Michel Fried.
Outro que não se conformava com o convite era José Marcelo. “Estou aqui porque repudio qualquer forma de preconceito e terrorismo. Levá-lo para Brasília é ainda mais grave que chamar o traficante Fernandinho Beira-Mar para fazer negócios”, afirmou. “O Lula errou feio, espero que ainda dê tempo para desconvidá-lo”.

Denis Freire de Almeida
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Manifestação reuniu cerca de 400 pessoas na região central de SP.Mahmoud Ahmadinejad deve chegar ao Brasil na quarta-feira (6).

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Cerca de 400 pessoas, segundo cálculos da Polícia Militar, estiveram presentes no protesto iniciado às 11h e que durou cerca de 1h30. Líderes judeus e homossexuais discursaram contra Ahmadinejad, afirmando que a vinda dele é um desserviço para o Brasil, além de ser uma afronta às duas comunidades e a qualquer cidadão brasileiro.
“É inacreditável que o Brasil tenha convidado uma pessoa tão preconceituosa e sem escrúpulos para vir para cá, em nome de acordos comerciais”, afirmou Michel Fried.
Outro que não se conformava com o convite era José Marcelo. “Estou aqui porque repudio qualquer forma de preconceito e terrorismo. Levá-lo para Brasília é ainda mais grave que chamar o traficante Fernandinho Beira-Mar para fazer negócios”, afirmou. “O Lula errou feio, espero que ainda dê tempo para desconvidá-lo”.

Denis Freire de Almeida
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Manifestação reuniu cerca de 400 pessoas na região central de SP.Mahmoud Ahmadinejad deve chegar ao Brasil na quarta-feira (6).

A iminente visita do presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad ao Brasil, marcada para a próxima quarta-feira (6) em Brasília, continua causando protestos. Integrantes da comunidade judaica, em conjunto com líderes de movimentos homossexuais, promoveram neste domingo (3) pela manhã, na Praça dos Arcos, região central de São Paulo, uma manifestação contra a vinda do polêmico dirigente árabe.
Cerca de 400 pessoas, segundo cálculos da Polícia Militar, estiveram presentes no protesto iniciado às 11h e que durou cerca de 1h30. Líderes judeus e homossexuais discursaram contra Ahmadinejad, afirmando que a vinda dele é um desserviço para o Brasil, além de ser uma afronta às duas comunidades e a qualquer cidadão brasileiro.
“É inacreditável que o Brasil tenha convidado uma pessoa tão preconceituosa e sem escrúpulos para vir para cá, em nome de acordos comerciais”, afirmou Michel Fried.
Outro que não se conformava com o convite era José Marcelo. “Estou aqui porque repudio qualquer forma de preconceito e terrorismo. Levá-lo para Brasília é ainda mais grave que chamar o traficante Fernandinho Beira-Mar para fazer negócios”, afirmou. “O Lula errou feio, espero que ainda dê tempo para desconvidá-lo”.

Denis Freire de Almeida
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Manifestação reuniu cerca de 400 pessoas na região central de SP.Mahmoud Ahmadinejad deve chegar ao Brasil na quarta-feira (6).

A iminente visita do presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad ao Brasil, marcada para a próxima quarta-feira (6) em Brasília, continua causando protestos. Integrantes da comunidade judaica, em conjunto com líderes de movimentos homossexuais, promoveram neste domingo (3) pela manhã, na Praça dos Arcos, região central de São Paulo, uma manifestação contra a vinda do polêmico dirigente árabe.
Cerca de 400 pessoas, segundo cálculos da Polícia Militar, estiveram presentes no protesto iniciado às 11h e que durou cerca de 1h30. Líderes judeus e homossexuais discursaram contra Ahmadinejad, afirmando que a vinda dele é um desserviço para o Brasil, além de ser uma afronta às duas comunidades e a qualquer cidadão brasileiro.
“É inacreditável que o Brasil tenha convidado uma pessoa tão preconceituosa e sem escrúpulos para vir para cá, em nome de acordos comerciais”, afirmou Michel Fried.
Outro que não se conformava com o convite era José Marcelo. “Estou aqui porque repudio qualquer forma de preconceito e terrorismo. Levá-lo para Brasília é ainda mais grave que chamar o traficante Fernandinho Beira-Mar para fazer negócios”, afirmou. “O Lula errou feio, espero que ainda dê tempo para desconvidá-lo”.

Denis Freire de Almeida
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Manifestação reuniu cerca de 400 pessoas na região central de SP.Mahmoud Ahmadinejad deve chegar ao Brasil na quarta-feira (6).

A iminente visita do presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad ao Brasil, marcada para a próxima quarta-feira (6) em Brasília, continua causando protestos. Integrantes da comunidade judaica, em conjunto com líderes de movimentos homossexuais, promoveram neste domingo (3) pela manhã, na Praça dos Arcos, região central de São Paulo, uma manifestação contra a vinda do polêmico dirigente árabe.
Cerca de 400 pessoas, segundo cálculos da Polícia Militar, estiveram presentes no protesto iniciado às 11h e que durou cerca de 1h30. Líderes judeus e homossexuais discursaram contra Ahmadinejad, afirmando que a vinda dele é um desserviço para o Brasil, além de ser uma afronta às duas comunidades e a qualquer cidadão brasileiro.
“É inacreditável que o Brasil tenha convidado uma pessoa tão preconceituosa e sem escrúpulos para vir para cá, em nome de acordos comerciais”, afirmou Michel Fried.
Outro que não se conformava com o convite era José Marcelo. “Estou aqui porque repudio qualquer forma de preconceito e terrorismo. Levá-lo para Brasília é ainda mais grave que chamar o traficante Fernandinho Beira-Mar para fazer negócios”, afirmou. “O Lula errou feio, espero que ainda dê tempo para desconvidá-lo”.

Denis Freire de Almeida
Do G1, em São Paulo

Foto: Denis Freire de Almeida
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Manifestação reuniu cerca de 400 pessoas na região central de SP.Mahmoud Ahmadinejad deve chegar ao Brasil na quarta-feira (6).

A iminente visita do presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad ao Brasil, marcada para a próxima quarta-feira (6) em Brasília, continua causando protestos. Integrantes da comunidade judaica, em conjunto com líderes de movimentos homossexuais, promoveram neste domingo (3) pela manhã, na Praça dos Arcos, região central de São Paulo, uma manifestação contra a vinda do polêmico dirigente árabe.
Cerca de 400 pessoas, segundo cálculos da Polícia Militar, estiveram presentes no protesto iniciado às 11h e que durou cerca de 1h30. Líderes judeus e homossexuais discursaram contra Ahmadinejad, afirmando que a vinda dele é um desserviço para o Brasil, além de ser uma afronta às duas comunidades e a qualquer cidadão brasileiro.
“É inacreditável que o Brasil tenha convidado uma pessoa tão preconceituosa e sem escrúpulos para vir para cá, em nome de acordos comerciais”, afirmou Michel Fried.
Outro que não se conformava com o convite era José Marcelo. “Estou aqui porque repudio qualquer forma de preconceito e terrorismo. Levá-lo para Brasília é ainda mais grave que chamar o traficante Fernandinho Beira-Mar para fazer negócios”, afirmou. “O Lula errou feio, espero que ainda dê tempo para desconvidá-lo”.

Denis Freire de Almeida
Do G1, em São Paulo

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Todo dia a morte leva de um a três pacientes da médica Lucia Cerqueira Gomes. O que seria arrasador para a maioria de seus colegas é rotina para ela. Lucia, 39, trabalha no Inca 4, a unidade do Instituto Nacional de Câncer, no Rio, voltada para pacientes terminais.
Responsável pela enfermaria do quinto andar e coordenadora da equipe de visitas domiciliares, ela administra os chamados cuidados paliativos. São remédios e procedimentos que procuram poupar da dor quem não pode mais passar por tratamentos invasivos como cirurgias e quimioterapias.
Rafael Andrade/Folha Imagem
Lucia Cerqueira Gomes atende pacientes terminais de câncer e luta contra o tempo para que pessoas aceitem o fim com serenidade
E não só as dores físicas são inimigas. Numa visita acompanhada pela Folha, a médica se esforçava para que uma professora de 67 anos, com metástase de um tumor nos rins, buscasse ânimo para realizar coisas ainda possíveis, nem que fosse uma pequena peça de crochê.
Deu-lhe as mãos, conversou, buscou que, do choro da mulher, surgisse alguma "elaboração", como se diz no jargão dos cuidados paliativos. Ou seja, que ela expressasse parte do que estava sentindo, para não ficar tomada pela angústia. O resultado, naquele dia, não foi completamente satisfatório.
"O medo [no seu trabalho] é não ter tempo. Quando um paciente morre, nós pensamos: 'Será que deixamos de fazer alguma coisa? Será que ele conseguiu passar com tranquilidade?'", conta ela, especialista em clínica-geral há 17 anos.
Sem salvação
Palavra que diz com frequência ao explicar o que almeja para seus pacientes, tranquilidade parece ser uma marca sua. Ela fala baixo, dá respostas curtas, evita frases emocionadas.
Ao contrário de médicos com outras funções, ela não vê a sua como salvacionista. Quer ajudar as pessoas a "fechar" bem. Por "fechar" entenda-se resolver as pendências possíveis (práticas e emocionais) para conquistar alívio.
Há casos tão bem sucedidos que, paradoxalmente, deixam Lucia angustiada. Um engenheiro, por exemplo, conseguiu viajar com a mulher, casar a filha e dizer para a médica: "Fique tranquila, eu estou bem".
"Mas não há mais nada que eu possa fazer por você?", perguntou ela. "Não, eu estou bem", repetiu ele. E morreu dias depois. "Houve tempo para criar vínculos", explica Lucia.
Situação diferente ela enfrentou com uma senhora que sentia dores. Suas filhas pediam que fossem dadas doses menores de morfina, para que ela talvez reagisse.
"Foi um tratamento confuso desde o início. E não houve tempo para criar confiança. Acho que ela sofreu", conta a médica, que encontrou as duas filhas da paciente horas depois de a morte acontecer. "A gente tentou brigar até o último momento. Desculpe qualquer coisa", justificaram elas.
Caminhos truculentos
Instituição federal, o Inca 4 atende pacientes de várias classes sociais. É comum a equipe --formada por médicos, enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais-- lidar com famílias desestruturadas, com um histórico de violência, nas quais "fechar" bem se torna difícil.
"Se o caminho é truculento ao longo de toda a vida, vai ser truculento no final", resume Lucia, lembrando que problemas graves existem também em pacientes ricos. "Há pessoas que vivem num luxo intenso, mas por dentro têm uma miséria muito grande."
Lucia diz receber entre 90 e cem pacientes por mês. E perder a mesma quantidade. Num dia em que a reportagem da Folha esteve pela manhã no hospital, em Vila Isabel (zona norte), acabara de morrer uma pessoa. Em outro, um corpo passou ao lado numa maca.
"Não é 'lava, troca e põe outro'. São histórias, vidas, sentimentos, interesses. Mas, se chorar a cada morte, esqueço o foco, que é a vida", afirma.
Se a morte fosse encarada por ela como algo trágico, e não um desdobramento natural da vida, como seria chegar toda noite em casa e encarar seus filhos, uma menina de seis anos e um menino de quatro? Daí a importância de ressaltar o lado positivo de conviver tanto com a proximidade da morte.
"Os pacientes ensinam como viver bem com muito pouco, como não perder tempo com coisas pequenas", diz.
As crianças ainda não sabem detalhes de seu trabalho. A filha pensava até havia pouco que ela era "médica de perna", pois fazia curativo nos seus joelhos e canelas ralados.
Lucia afirma que nunca sentiu vontade de trabalhar com crianças. "Eu ia sofrer até dizer 'chega!'. Se uma criança chorasse, eu a botaria no colo", diz.

Fonte: Folha de São Paulo
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Todo dia a morte leva de um a três pacientes da médica Lucia Cerqueira Gomes. O que seria arrasador para a maioria de seus colegas é rotina para ela. Lucia, 39, trabalha no Inca 4, a unidade do Instituto Nacional de Câncer, no Rio, voltada para pacientes terminais.
Responsável pela enfermaria do quinto andar e coordenadora da equipe de visitas domiciliares, ela administra os chamados cuidados paliativos. São remédios e procedimentos que procuram poupar da dor quem não pode mais passar por tratamentos invasivos como cirurgias e quimioterapias.
Rafael Andrade/Folha Imagem
Lucia Cerqueira Gomes atende pacientes terminais de câncer e luta contra o tempo para que pessoas aceitem o fim com serenidade
E não só as dores físicas são inimigas. Numa visita acompanhada pela Folha, a médica se esforçava para que uma professora de 67 anos, com metástase de um tumor nos rins, buscasse ânimo para realizar coisas ainda possíveis, nem que fosse uma pequena peça de crochê.
Deu-lhe as mãos, conversou, buscou que, do choro da mulher, surgisse alguma "elaboração", como se diz no jargão dos cuidados paliativos. Ou seja, que ela expressasse parte do que estava sentindo, para não ficar tomada pela angústia. O resultado, naquele dia, não foi completamente satisfatório.
"O medo [no seu trabalho] é não ter tempo. Quando um paciente morre, nós pensamos: 'Será que deixamos de fazer alguma coisa? Será que ele conseguiu passar com tranquilidade?'", conta ela, especialista em clínica-geral há 17 anos.
Sem salvação
Palavra que diz com frequência ao explicar o que almeja para seus pacientes, tranquilidade parece ser uma marca sua. Ela fala baixo, dá respostas curtas, evita frases emocionadas.
Ao contrário de médicos com outras funções, ela não vê a sua como salvacionista. Quer ajudar as pessoas a "fechar" bem. Por "fechar" entenda-se resolver as pendências possíveis (práticas e emocionais) para conquistar alívio.
Há casos tão bem sucedidos que, paradoxalmente, deixam Lucia angustiada. Um engenheiro, por exemplo, conseguiu viajar com a mulher, casar a filha e dizer para a médica: "Fique tranquila, eu estou bem".
"Mas não há mais nada que eu possa fazer por você?", perguntou ela. "Não, eu estou bem", repetiu ele. E morreu dias depois. "Houve tempo para criar vínculos", explica Lucia.
Situação diferente ela enfrentou com uma senhora que sentia dores. Suas filhas pediam que fossem dadas doses menores de morfina, para que ela talvez reagisse.
"Foi um tratamento confuso desde o início. E não houve tempo para criar confiança. Acho que ela sofreu", conta a médica, que encontrou as duas filhas da paciente horas depois de a morte acontecer. "A gente tentou brigar até o último momento. Desculpe qualquer coisa", justificaram elas.
Caminhos truculentos
Instituição federal, o Inca 4 atende pacientes de várias classes sociais. É comum a equipe --formada por médicos, enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais-- lidar com famílias desestruturadas, com um histórico de violência, nas quais "fechar" bem se torna difícil.
"Se o caminho é truculento ao longo de toda a vida, vai ser truculento no final", resume Lucia, lembrando que problemas graves existem também em pacientes ricos. "Há pessoas que vivem num luxo intenso, mas por dentro têm uma miséria muito grande."
Lucia diz receber entre 90 e cem pacientes por mês. E perder a mesma quantidade. Num dia em que a reportagem da Folha esteve pela manhã no hospital, em Vila Isabel (zona norte), acabara de morrer uma pessoa. Em outro, um corpo passou ao lado numa maca.
"Não é 'lava, troca e põe outro'. São histórias, vidas, sentimentos, interesses. Mas, se chorar a cada morte, esqueço o foco, que é a vida", afirma.
Se a morte fosse encarada por ela como algo trágico, e não um desdobramento natural da vida, como seria chegar toda noite em casa e encarar seus filhos, uma menina de seis anos e um menino de quatro? Daí a importância de ressaltar o lado positivo de conviver tanto com a proximidade da morte.
"Os pacientes ensinam como viver bem com muito pouco, como não perder tempo com coisas pequenas", diz.
As crianças ainda não sabem detalhes de seu trabalho. A filha pensava até havia pouco que ela era "médica de perna", pois fazia curativo nos seus joelhos e canelas ralados.
Lucia afirma que nunca sentiu vontade de trabalhar com crianças. "Eu ia sofrer até dizer 'chega!'. Se uma criança chorasse, eu a botaria no colo", diz.

Fonte: Folha de São Paulo
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Todo dia a morte leva de um a três pacientes da médica Lucia Cerqueira Gomes. O que seria arrasador para a maioria de seus colegas é rotina para ela. Lucia, 39, trabalha no Inca 4, a unidade do Instituto Nacional de Câncer, no Rio, voltada para pacientes terminais.
Responsável pela enfermaria do quinto andar e coordenadora da equipe de visitas domiciliares, ela administra os chamados cuidados paliativos. São remédios e procedimentos que procuram poupar da dor quem não pode mais passar por tratamentos invasivos como cirurgias e quimioterapias.
Rafael Andrade/Folha Imagem
Lucia Cerqueira Gomes atende pacientes terminais de câncer e luta contra o tempo para que pessoas aceitem o fim com serenidade
E não só as dores físicas são inimigas. Numa visita acompanhada pela Folha, a médica se esforçava para que uma professora de 67 anos, com metástase de um tumor nos rins, buscasse ânimo para realizar coisas ainda possíveis, nem que fosse uma pequena peça de crochê.
Deu-lhe as mãos, conversou, buscou que, do choro da mulher, surgisse alguma "elaboração", como se diz no jargão dos cuidados paliativos. Ou seja, que ela expressasse parte do que estava sentindo, para não ficar tomada pela angústia. O resultado, naquele dia, não foi completamente satisfatório.
"O medo [no seu trabalho] é não ter tempo. Quando um paciente morre, nós pensamos: 'Será que deixamos de fazer alguma coisa? Será que ele conseguiu passar com tranquilidade?'", conta ela, especialista em clínica-geral há 17 anos.
Sem salvação
Palavra que diz com frequência ao explicar o que almeja para seus pacientes, tranquilidade parece ser uma marca sua. Ela fala baixo, dá respostas curtas, evita frases emocionadas.
Ao contrário de médicos com outras funções, ela não vê a sua como salvacionista. Quer ajudar as pessoas a "fechar" bem. Por "fechar" entenda-se resolver as pendências possíveis (práticas e emocionais) para conquistar alívio.
Há casos tão bem sucedidos que, paradoxalmente, deixam Lucia angustiada. Um engenheiro, por exemplo, conseguiu viajar com a mulher, casar a filha e dizer para a médica: "Fique tranquila, eu estou bem".
"Mas não há mais nada que eu possa fazer por você?", perguntou ela. "Não, eu estou bem", repetiu ele. E morreu dias depois. "Houve tempo para criar vínculos", explica Lucia.
Situação diferente ela enfrentou com uma senhora que sentia dores. Suas filhas pediam que fossem dadas doses menores de morfina, para que ela talvez reagisse.
"Foi um tratamento confuso desde o início. E não houve tempo para criar confiança. Acho que ela sofreu", conta a médica, que encontrou as duas filhas da paciente horas depois de a morte acontecer. "A gente tentou brigar até o último momento. Desculpe qualquer coisa", justificaram elas.
Caminhos truculentos
Instituição federal, o Inca 4 atende pacientes de várias classes sociais. É comum a equipe --formada por médicos, enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais-- lidar com famílias desestruturadas, com um histórico de violência, nas quais "fechar" bem se torna difícil.
"Se o caminho é truculento ao longo de toda a vida, vai ser truculento no final", resume Lucia, lembrando que problemas graves existem também em pacientes ricos. "Há pessoas que vivem num luxo intenso, mas por dentro têm uma miséria muito grande."
Lucia diz receber entre 90 e cem pacientes por mês. E perder a mesma quantidade. Num dia em que a reportagem da Folha esteve pela manhã no hospital, em Vila Isabel (zona norte), acabara de morrer uma pessoa. Em outro, um corpo passou ao lado numa maca.
"Não é 'lava, troca e põe outro'. São histórias, vidas, sentimentos, interesses. Mas, se chorar a cada morte, esqueço o foco, que é a vida", afirma.
Se a morte fosse encarada por ela como algo trágico, e não um desdobramento natural da vida, como seria chegar toda noite em casa e encarar seus filhos, uma menina de seis anos e um menino de quatro? Daí a importância de ressaltar o lado positivo de conviver tanto com a proximidade da morte.
"Os pacientes ensinam como viver bem com muito pouco, como não perder tempo com coisas pequenas", diz.
As crianças ainda não sabem detalhes de seu trabalho. A filha pensava até havia pouco que ela era "médica de perna", pois fazia curativo nos seus joelhos e canelas ralados.
Lucia afirma que nunca sentiu vontade de trabalhar com crianças. "Eu ia sofrer até dizer 'chega!'. Se uma criança chorasse, eu a botaria no colo", diz.

Fonte: Folha de São Paulo
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link do postPor anjoseguerreiros, às 16:29  comentar

Todo dia a morte leva de um a três pacientes da médica Lucia Cerqueira Gomes. O que seria arrasador para a maioria de seus colegas é rotina para ela. Lucia, 39, trabalha no Inca 4, a unidade do Instituto Nacional de Câncer, no Rio, voltada para pacientes terminais.
Responsável pela enfermaria do quinto andar e coordenadora da equipe de visitas domiciliares, ela administra os chamados cuidados paliativos. São remédios e procedimentos que procuram poupar da dor quem não pode mais passar por tratamentos invasivos como cirurgias e quimioterapias.
Rafael Andrade/Folha Imagem
Lucia Cerqueira Gomes atende pacientes terminais de câncer e luta contra o tempo para que pessoas aceitem o fim com serenidade
E não só as dores físicas são inimigas. Numa visita acompanhada pela Folha, a médica se esforçava para que uma professora de 67 anos, com metástase de um tumor nos rins, buscasse ânimo para realizar coisas ainda possíveis, nem que fosse uma pequena peça de crochê.
Deu-lhe as mãos, conversou, buscou que, do choro da mulher, surgisse alguma "elaboração", como se diz no jargão dos cuidados paliativos. Ou seja, que ela expressasse parte do que estava sentindo, para não ficar tomada pela angústia. O resultado, naquele dia, não foi completamente satisfatório.
"O medo [no seu trabalho] é não ter tempo. Quando um paciente morre, nós pensamos: 'Será que deixamos de fazer alguma coisa? Será que ele conseguiu passar com tranquilidade?'", conta ela, especialista em clínica-geral há 17 anos.
Sem salvação
Palavra que diz com frequência ao explicar o que almeja para seus pacientes, tranquilidade parece ser uma marca sua. Ela fala baixo, dá respostas curtas, evita frases emocionadas.
Ao contrário de médicos com outras funções, ela não vê a sua como salvacionista. Quer ajudar as pessoas a "fechar" bem. Por "fechar" entenda-se resolver as pendências possíveis (práticas e emocionais) para conquistar alívio.
Há casos tão bem sucedidos que, paradoxalmente, deixam Lucia angustiada. Um engenheiro, por exemplo, conseguiu viajar com a mulher, casar a filha e dizer para a médica: "Fique tranquila, eu estou bem".
"Mas não há mais nada que eu possa fazer por você?", perguntou ela. "Não, eu estou bem", repetiu ele. E morreu dias depois. "Houve tempo para criar vínculos", explica Lucia.
Situação diferente ela enfrentou com uma senhora que sentia dores. Suas filhas pediam que fossem dadas doses menores de morfina, para que ela talvez reagisse.
"Foi um tratamento confuso desde o início. E não houve tempo para criar confiança. Acho que ela sofreu", conta a médica, que encontrou as duas filhas da paciente horas depois de a morte acontecer. "A gente tentou brigar até o último momento. Desculpe qualquer coisa", justificaram elas.
Caminhos truculentos
Instituição federal, o Inca 4 atende pacientes de várias classes sociais. É comum a equipe --formada por médicos, enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais-- lidar com famílias desestruturadas, com um histórico de violência, nas quais "fechar" bem se torna difícil.
"Se o caminho é truculento ao longo de toda a vida, vai ser truculento no final", resume Lucia, lembrando que problemas graves existem também em pacientes ricos. "Há pessoas que vivem num luxo intenso, mas por dentro têm uma miséria muito grande."
Lucia diz receber entre 90 e cem pacientes por mês. E perder a mesma quantidade. Num dia em que a reportagem da Folha esteve pela manhã no hospital, em Vila Isabel (zona norte), acabara de morrer uma pessoa. Em outro, um corpo passou ao lado numa maca.
"Não é 'lava, troca e põe outro'. São histórias, vidas, sentimentos, interesses. Mas, se chorar a cada morte, esqueço o foco, que é a vida", afirma.
Se a morte fosse encarada por ela como algo trágico, e não um desdobramento natural da vida, como seria chegar toda noite em casa e encarar seus filhos, uma menina de seis anos e um menino de quatro? Daí a importância de ressaltar o lado positivo de conviver tanto com a proximidade da morte.
"Os pacientes ensinam como viver bem com muito pouco, como não perder tempo com coisas pequenas", diz.
As crianças ainda não sabem detalhes de seu trabalho. A filha pensava até havia pouco que ela era "médica de perna", pois fazia curativo nos seus joelhos e canelas ralados.
Lucia afirma que nunca sentiu vontade de trabalhar com crianças. "Eu ia sofrer até dizer 'chega!'. Se uma criança chorasse, eu a botaria no colo", diz.

Fonte: Folha de São Paulo
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Todo dia a morte leva de um a três pacientes da médica Lucia Cerqueira Gomes. O que seria arrasador para a maioria de seus colegas é rotina para ela. Lucia, 39, trabalha no Inca 4, a unidade do Instituto Nacional de Câncer, no Rio, voltada para pacientes terminais.
Responsável pela enfermaria do quinto andar e coordenadora da equipe de visitas domiciliares, ela administra os chamados cuidados paliativos. São remédios e procedimentos que procuram poupar da dor quem não pode mais passar por tratamentos invasivos como cirurgias e quimioterapias.
Rafael Andrade/Folha Imagem
Lucia Cerqueira Gomes atende pacientes terminais de câncer e luta contra o tempo para que pessoas aceitem o fim com serenidade
E não só as dores físicas são inimigas. Numa visita acompanhada pela Folha, a médica se esforçava para que uma professora de 67 anos, com metástase de um tumor nos rins, buscasse ânimo para realizar coisas ainda possíveis, nem que fosse uma pequena peça de crochê.
Deu-lhe as mãos, conversou, buscou que, do choro da mulher, surgisse alguma "elaboração", como se diz no jargão dos cuidados paliativos. Ou seja, que ela expressasse parte do que estava sentindo, para não ficar tomada pela angústia. O resultado, naquele dia, não foi completamente satisfatório.
"O medo [no seu trabalho] é não ter tempo. Quando um paciente morre, nós pensamos: 'Será que deixamos de fazer alguma coisa? Será que ele conseguiu passar com tranquilidade?'", conta ela, especialista em clínica-geral há 17 anos.
Sem salvação
Palavra que diz com frequência ao explicar o que almeja para seus pacientes, tranquilidade parece ser uma marca sua. Ela fala baixo, dá respostas curtas, evita frases emocionadas.
Ao contrário de médicos com outras funções, ela não vê a sua como salvacionista. Quer ajudar as pessoas a "fechar" bem. Por "fechar" entenda-se resolver as pendências possíveis (práticas e emocionais) para conquistar alívio.
Há casos tão bem sucedidos que, paradoxalmente, deixam Lucia angustiada. Um engenheiro, por exemplo, conseguiu viajar com a mulher, casar a filha e dizer para a médica: "Fique tranquila, eu estou bem".
"Mas não há mais nada que eu possa fazer por você?", perguntou ela. "Não, eu estou bem", repetiu ele. E morreu dias depois. "Houve tempo para criar vínculos", explica Lucia.
Situação diferente ela enfrentou com uma senhora que sentia dores. Suas filhas pediam que fossem dadas doses menores de morfina, para que ela talvez reagisse.
"Foi um tratamento confuso desde o início. E não houve tempo para criar confiança. Acho que ela sofreu", conta a médica, que encontrou as duas filhas da paciente horas depois de a morte acontecer. "A gente tentou brigar até o último momento. Desculpe qualquer coisa", justificaram elas.
Caminhos truculentos
Instituição federal, o Inca 4 atende pacientes de várias classes sociais. É comum a equipe --formada por médicos, enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais-- lidar com famílias desestruturadas, com um histórico de violência, nas quais "fechar" bem se torna difícil.
"Se o caminho é truculento ao longo de toda a vida, vai ser truculento no final", resume Lucia, lembrando que problemas graves existem também em pacientes ricos. "Há pessoas que vivem num luxo intenso, mas por dentro têm uma miséria muito grande."
Lucia diz receber entre 90 e cem pacientes por mês. E perder a mesma quantidade. Num dia em que a reportagem da Folha esteve pela manhã no hospital, em Vila Isabel (zona norte), acabara de morrer uma pessoa. Em outro, um corpo passou ao lado numa maca.
"Não é 'lava, troca e põe outro'. São histórias, vidas, sentimentos, interesses. Mas, se chorar a cada morte, esqueço o foco, que é a vida", afirma.
Se a morte fosse encarada por ela como algo trágico, e não um desdobramento natural da vida, como seria chegar toda noite em casa e encarar seus filhos, uma menina de seis anos e um menino de quatro? Daí a importância de ressaltar o lado positivo de conviver tanto com a proximidade da morte.
"Os pacientes ensinam como viver bem com muito pouco, como não perder tempo com coisas pequenas", diz.
As crianças ainda não sabem detalhes de seu trabalho. A filha pensava até havia pouco que ela era "médica de perna", pois fazia curativo nos seus joelhos e canelas ralados.
Lucia afirma que nunca sentiu vontade de trabalhar com crianças. "Eu ia sofrer até dizer 'chega!'. Se uma criança chorasse, eu a botaria no colo", diz.

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Todo dia a morte leva de um a três pacientes da médica Lucia Cerqueira Gomes. O que seria arrasador para a maioria de seus colegas é rotina para ela. Lucia, 39, trabalha no Inca 4, a unidade do Instituto Nacional de Câncer, no Rio, voltada para pacientes terminais.
Responsável pela enfermaria do quinto andar e coordenadora da equipe de visitas domiciliares, ela administra os chamados cuidados paliativos. São remédios e procedimentos que procuram poupar da dor quem não pode mais passar por tratamentos invasivos como cirurgias e quimioterapias.
Rafael Andrade/Folha Imagem
Lucia Cerqueira Gomes atende pacientes terminais de câncer e luta contra o tempo para que pessoas aceitem o fim com serenidade
E não só as dores físicas são inimigas. Numa visita acompanhada pela Folha, a médica se esforçava para que uma professora de 67 anos, com metástase de um tumor nos rins, buscasse ânimo para realizar coisas ainda possíveis, nem que fosse uma pequena peça de crochê.
Deu-lhe as mãos, conversou, buscou que, do choro da mulher, surgisse alguma "elaboração", como se diz no jargão dos cuidados paliativos. Ou seja, que ela expressasse parte do que estava sentindo, para não ficar tomada pela angústia. O resultado, naquele dia, não foi completamente satisfatório.
"O medo [no seu trabalho] é não ter tempo. Quando um paciente morre, nós pensamos: 'Será que deixamos de fazer alguma coisa? Será que ele conseguiu passar com tranquilidade?'", conta ela, especialista em clínica-geral há 17 anos.
Sem salvação
Palavra que diz com frequência ao explicar o que almeja para seus pacientes, tranquilidade parece ser uma marca sua. Ela fala baixo, dá respostas curtas, evita frases emocionadas.
Ao contrário de médicos com outras funções, ela não vê a sua como salvacionista. Quer ajudar as pessoas a "fechar" bem. Por "fechar" entenda-se resolver as pendências possíveis (práticas e emocionais) para conquistar alívio.
Há casos tão bem sucedidos que, paradoxalmente, deixam Lucia angustiada. Um engenheiro, por exemplo, conseguiu viajar com a mulher, casar a filha e dizer para a médica: "Fique tranquila, eu estou bem".
"Mas não há mais nada que eu possa fazer por você?", perguntou ela. "Não, eu estou bem", repetiu ele. E morreu dias depois. "Houve tempo para criar vínculos", explica Lucia.
Situação diferente ela enfrentou com uma senhora que sentia dores. Suas filhas pediam que fossem dadas doses menores de morfina, para que ela talvez reagisse.
"Foi um tratamento confuso desde o início. E não houve tempo para criar confiança. Acho que ela sofreu", conta a médica, que encontrou as duas filhas da paciente horas depois de a morte acontecer. "A gente tentou brigar até o último momento. Desculpe qualquer coisa", justificaram elas.
Caminhos truculentos
Instituição federal, o Inca 4 atende pacientes de várias classes sociais. É comum a equipe --formada por médicos, enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais-- lidar com famílias desestruturadas, com um histórico de violência, nas quais "fechar" bem se torna difícil.
"Se o caminho é truculento ao longo de toda a vida, vai ser truculento no final", resume Lucia, lembrando que problemas graves existem também em pacientes ricos. "Há pessoas que vivem num luxo intenso, mas por dentro têm uma miséria muito grande."
Lucia diz receber entre 90 e cem pacientes por mês. E perder a mesma quantidade. Num dia em que a reportagem da Folha esteve pela manhã no hospital, em Vila Isabel (zona norte), acabara de morrer uma pessoa. Em outro, um corpo passou ao lado numa maca.
"Não é 'lava, troca e põe outro'. São histórias, vidas, sentimentos, interesses. Mas, se chorar a cada morte, esqueço o foco, que é a vida", afirma.
Se a morte fosse encarada por ela como algo trágico, e não um desdobramento natural da vida, como seria chegar toda noite em casa e encarar seus filhos, uma menina de seis anos e um menino de quatro? Daí a importância de ressaltar o lado positivo de conviver tanto com a proximidade da morte.
"Os pacientes ensinam como viver bem com muito pouco, como não perder tempo com coisas pequenas", diz.
As crianças ainda não sabem detalhes de seu trabalho. A filha pensava até havia pouco que ela era "médica de perna", pois fazia curativo nos seus joelhos e canelas ralados.
Lucia afirma que nunca sentiu vontade de trabalhar com crianças. "Eu ia sofrer até dizer 'chega!'. Se uma criança chorasse, eu a botaria no colo", diz.

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Todo dia a morte leva de um a três pacientes da médica Lucia Cerqueira Gomes. O que seria arrasador para a maioria de seus colegas é rotina para ela. Lucia, 39, trabalha no Inca 4, a unidade do Instituto Nacional de Câncer, no Rio, voltada para pacientes terminais.
Responsável pela enfermaria do quinto andar e coordenadora da equipe de visitas domiciliares, ela administra os chamados cuidados paliativos. São remédios e procedimentos que procuram poupar da dor quem não pode mais passar por tratamentos invasivos como cirurgias e quimioterapias.
Rafael Andrade/Folha Imagem
Lucia Cerqueira Gomes atende pacientes terminais de câncer e luta contra o tempo para que pessoas aceitem o fim com serenidade
E não só as dores físicas são inimigas. Numa visita acompanhada pela Folha, a médica se esforçava para que uma professora de 67 anos, com metástase de um tumor nos rins, buscasse ânimo para realizar coisas ainda possíveis, nem que fosse uma pequena peça de crochê.
Deu-lhe as mãos, conversou, buscou que, do choro da mulher, surgisse alguma "elaboração", como se diz no jargão dos cuidados paliativos. Ou seja, que ela expressasse parte do que estava sentindo, para não ficar tomada pela angústia. O resultado, naquele dia, não foi completamente satisfatório.
"O medo [no seu trabalho] é não ter tempo. Quando um paciente morre, nós pensamos: 'Será que deixamos de fazer alguma coisa? Será que ele conseguiu passar com tranquilidade?'", conta ela, especialista em clínica-geral há 17 anos.
Sem salvação
Palavra que diz com frequência ao explicar o que almeja para seus pacientes, tranquilidade parece ser uma marca sua. Ela fala baixo, dá respostas curtas, evita frases emocionadas.
Ao contrário de médicos com outras funções, ela não vê a sua como salvacionista. Quer ajudar as pessoas a "fechar" bem. Por "fechar" entenda-se resolver as pendências possíveis (práticas e emocionais) para conquistar alívio.
Há casos tão bem sucedidos que, paradoxalmente, deixam Lucia angustiada. Um engenheiro, por exemplo, conseguiu viajar com a mulher, casar a filha e dizer para a médica: "Fique tranquila, eu estou bem".
"Mas não há mais nada que eu possa fazer por você?", perguntou ela. "Não, eu estou bem", repetiu ele. E morreu dias depois. "Houve tempo para criar vínculos", explica Lucia.
Situação diferente ela enfrentou com uma senhora que sentia dores. Suas filhas pediam que fossem dadas doses menores de morfina, para que ela talvez reagisse.
"Foi um tratamento confuso desde o início. E não houve tempo para criar confiança. Acho que ela sofreu", conta a médica, que encontrou as duas filhas da paciente horas depois de a morte acontecer. "A gente tentou brigar até o último momento. Desculpe qualquer coisa", justificaram elas.
Caminhos truculentos
Instituição federal, o Inca 4 atende pacientes de várias classes sociais. É comum a equipe --formada por médicos, enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais-- lidar com famílias desestruturadas, com um histórico de violência, nas quais "fechar" bem se torna difícil.
"Se o caminho é truculento ao longo de toda a vida, vai ser truculento no final", resume Lucia, lembrando que problemas graves existem também em pacientes ricos. "Há pessoas que vivem num luxo intenso, mas por dentro têm uma miséria muito grande."
Lucia diz receber entre 90 e cem pacientes por mês. E perder a mesma quantidade. Num dia em que a reportagem da Folha esteve pela manhã no hospital, em Vila Isabel (zona norte), acabara de morrer uma pessoa. Em outro, um corpo passou ao lado numa maca.
"Não é 'lava, troca e põe outro'. São histórias, vidas, sentimentos, interesses. Mas, se chorar a cada morte, esqueço o foco, que é a vida", afirma.
Se a morte fosse encarada por ela como algo trágico, e não um desdobramento natural da vida, como seria chegar toda noite em casa e encarar seus filhos, uma menina de seis anos e um menino de quatro? Daí a importância de ressaltar o lado positivo de conviver tanto com a proximidade da morte.
"Os pacientes ensinam como viver bem com muito pouco, como não perder tempo com coisas pequenas", diz.
As crianças ainda não sabem detalhes de seu trabalho. A filha pensava até havia pouco que ela era "médica de perna", pois fazia curativo nos seus joelhos e canelas ralados.
Lucia afirma que nunca sentiu vontade de trabalhar com crianças. "Eu ia sofrer até dizer 'chega!'. Se uma criança chorasse, eu a botaria no colo", diz.

Fonte: Folha de São Paulo
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Madeleine McCann sumiu há dois anos, e a polícia não tem pistas.
Conheça alguns casos famosos de pessoas desaparecidas.
Por Giovana Sanchez Do G1, em São Paulo



O desaparecimento da menina britânica Madeleine McCann em um resort português comoveu o mundo em 2007. Com apelos de famosos e até do Papa, o caso ganhou repercussão mundial.
Mas, apesar disso, dois anos após o sumiço da garota, a polícia não tem ideia do que pode ter acontecido com ela . Seus pais chegaram a ser indiciados, e alguns suspeitos foram interrogados, mas, após meses de procuras frustradas, a Justiça portuguesa concluiu o inquérito sem nenhuma acusação formal.
Assim como Madeleine, muitos casos de pessoas desaparecidas ficaram anos sem solução - alguns continuam um mistério até hoje. Veja alguns dos mistérios policiais históricos:

O verdadeiro Indiana Jones
O arqueólogo e explorador britânico Percy Harrison Fawcett inspirou a criação do personagem Indiana Jones por sua obsessiva e mortal busca por novas aventuras. Fawcett acreditava na lenda do Eldorado, segundo a qual, na Amazônia, havia escondida uma cidade cheia de ouro. Ele chamou a cidade de “Z” e, aos 57 anos, viajou até o Mato Grosso em uma expedição com seu filho de 21 anos.
O último sinal de vida do aventureiro e de seu filho foi um telegrama enviado em 29 de maio de 1925 a sua mulher. Na mensagem, Fawcett informou que estava se preparando para entrar em território desconhecido. Ainda foram vistos no Alto Xingu, mas depois não houve mais rastro. Suspeita-se que ele tenha sido morto por alguma tribo da região, embora isso nunca tenha sido confirmado.
Segundo uma reportagem do jornal ‘Guardian’, mais de 13 expedições falharam em descobrir o que aconteceu com Fawcett – e, nessas tentativas, 100 pessoas morreram. A reportagem vai mais longe e se aprofunda na teoria sombria do diretor de TV Misha Williams, amigo próximo da família do aventureiro.
O diretor acredita que Fawcett queria criar uma comunidade secreta baseada na mistura de costumes. “Posso mostrar que existiam muitas pessoas que estavam planejando se juntar ao aventureiro e viver de sua maneira livre”, disse Williams ao ‘Guardian’. Ele explicou que muito da incerteza sobre o ocorrido vem da vontade da família em proteger a reputação do pai.

Aviadora ao redor do mundo

A americana Amelia Earhart sabia desde pequena que queria voar. Apesar das dificuldades de ser uma mulher no começo do século XX, ela conseguiu se destacar na área e se tornar uma das pioneiras na aviação do país. Em 1937, perto de seu aniversário de 40 anos, ela decidiu partir para um desafio monumental: ela queria ser a primeira mulher a dar a volta ao mundo de avião.
Em 1º de junho daquele ano, ela e o seu ajudante Fred Noonan partiram de Miami. Em 29 de junho eles haviam chegado na Nova Guiné, e as dificuldades com mapas fizeram da próxima parada, a ilha Howland, no oceano Pacífico, a viagem mais desafiadora.
Falhas na transmissão colocaram autoridades em alerta, e o avião de Amelia foi declarado desaparecido. Uma enorme operação de busca começou imediatamente – avaliam-se os gastos com as investigações em US$ 4 milhões. Até hoje, nenhum resquício do acidente foi encontrado.

O roubo que deu errado
Um dos mais famosos crimes da história dos EUA resultou em um caso de desaparecimento. Em novembro de 1971, um homem entrou em um avião da Northwest Orient, sentou na última fileira e pediu uma bebida. Assim que o avião decolou, ele entregou um papel à aeromoça dizendo que tinha uma bomba. Ele queria US$ 200 mil até as 17h. Recolhido o dinheiro, o homem pediu para o piloto voar baixo e pulou de paraquedas.
Assim que o roubo foi reportado, equipes de busca foram atrás dele. Não apenas naquele mês, mas nas últimas três décadas! Em 1980, um pacote danificado foi encontrado com US$ 5.800 no local aproximado da queda, no sul do estado de Washington.
Mais de mil suspeitos já foram investigados, mas até hoje não se sabe se ele morreu ou está vivendo com o dinheiro roubado.

Esperto remador

No dia 21 de março de 2002, John Darwin (foto abaixo, à esquerda) saiu de canoa perto de sua residência de Seaton Carew, no nordeste da Inglaterra. Horas depois da saída do marido, Anne Darwin, de 56 anos, anunciou seu desaparecimento à polícia, que fez uma gigantesca operação de resgate. A morte foi oficialmente declarada, e Anne Darwin recebeu 250 mil libras do seguro.

Em 2007, no entanto, John Darwin reapareceu em uma delegacia alegando ter perdido a memória. A verdadeira história veio então à tona: Anne e John haviam pegado o dinheiro do seguro e ido morar no Panamá. O casal comprou um apartamento e um terreno no país antes de, por um motivo ainda não esclarecido, John decidir voltar à Grã-Bretanha, sem sua esposa.
Num julgamento de 2008, o casal foi condenado a mais de seis anos de prisão por fraude e estelionato. Os dois filhos do casal, Anthony e Mark, se disseram "traídos" e deixaram o tribunal sem fazer comentários.

Paixão por recordes

O milionário norte-americano Steve Fossett, de 63 anos, sempre gostou de bater recordes em aventuras. Ele foi a primeira pessoa a dar a volta ao mundo em um balão, sozinho, em 2002 e escreveu um livro explicando a sua paixão pelos recordes mundiais, "Chasing the Wind" ("Caçando o vento"). Mas, na viagem que fez em 2007, ele não estava tentando ultrapassar nenhuma marca quando entrou num avião sozinho no deserto de Nevada. Um voo de lazer acabou se tornando o último da vida de Fossett. Após essa viagem, o aventureiro nunca mais foi visto. Apesar das buscas por ar e terra durante semanas, os destroços da aeronave não foram encontrados, e ele foi declarado legalmente morto em fevereiro de 2008, quando os investigadores concluíram que seu avião foi destruído em um acidente fatal. Quase um ano depois, sua ossada foi achada, assim como seu avião.


Esta postagem foi originalmente criada por Maria Célia
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Madeleine McCann sumiu há dois anos, e a polícia não tem pistas.
Conheça alguns casos famosos de pessoas desaparecidas.
Por Giovana Sanchez Do G1, em São Paulo



O desaparecimento da menina britânica Madeleine McCann em um resort português comoveu o mundo em 2007. Com apelos de famosos e até do Papa, o caso ganhou repercussão mundial.
Mas, apesar disso, dois anos após o sumiço da garota, a polícia não tem ideia do que pode ter acontecido com ela . Seus pais chegaram a ser indiciados, e alguns suspeitos foram interrogados, mas, após meses de procuras frustradas, a Justiça portuguesa concluiu o inquérito sem nenhuma acusação formal.
Assim como Madeleine, muitos casos de pessoas desaparecidas ficaram anos sem solução - alguns continuam um mistério até hoje. Veja alguns dos mistérios policiais históricos:

O verdadeiro Indiana Jones
O arqueólogo e explorador britânico Percy Harrison Fawcett inspirou a criação do personagem Indiana Jones por sua obsessiva e mortal busca por novas aventuras. Fawcett acreditava na lenda do Eldorado, segundo a qual, na Amazônia, havia escondida uma cidade cheia de ouro. Ele chamou a cidade de “Z” e, aos 57 anos, viajou até o Mato Grosso em uma expedição com seu filho de 21 anos.
O último sinal de vida do aventureiro e de seu filho foi um telegrama enviado em 29 de maio de 1925 a sua mulher. Na mensagem, Fawcett informou que estava se preparando para entrar em território desconhecido. Ainda foram vistos no Alto Xingu, mas depois não houve mais rastro. Suspeita-se que ele tenha sido morto por alguma tribo da região, embora isso nunca tenha sido confirmado.
Segundo uma reportagem do jornal ‘Guardian’, mais de 13 expedições falharam em descobrir o que aconteceu com Fawcett – e, nessas tentativas, 100 pessoas morreram. A reportagem vai mais longe e se aprofunda na teoria sombria do diretor de TV Misha Williams, amigo próximo da família do aventureiro.
O diretor acredita que Fawcett queria criar uma comunidade secreta baseada na mistura de costumes. “Posso mostrar que existiam muitas pessoas que estavam planejando se juntar ao aventureiro e viver de sua maneira livre”, disse Williams ao ‘Guardian’. Ele explicou que muito da incerteza sobre o ocorrido vem da vontade da família em proteger a reputação do pai.

Aviadora ao redor do mundo

A americana Amelia Earhart sabia desde pequena que queria voar. Apesar das dificuldades de ser uma mulher no começo do século XX, ela conseguiu se destacar na área e se tornar uma das pioneiras na aviação do país. Em 1937, perto de seu aniversário de 40 anos, ela decidiu partir para um desafio monumental: ela queria ser a primeira mulher a dar a volta ao mundo de avião.
Em 1º de junho daquele ano, ela e o seu ajudante Fred Noonan partiram de Miami. Em 29 de junho eles haviam chegado na Nova Guiné, e as dificuldades com mapas fizeram da próxima parada, a ilha Howland, no oceano Pacífico, a viagem mais desafiadora.
Falhas na transmissão colocaram autoridades em alerta, e o avião de Amelia foi declarado desaparecido. Uma enorme operação de busca começou imediatamente – avaliam-se os gastos com as investigações em US$ 4 milhões. Até hoje, nenhum resquício do acidente foi encontrado.

O roubo que deu errado
Um dos mais famosos crimes da história dos EUA resultou em um caso de desaparecimento. Em novembro de 1971, um homem entrou em um avião da Northwest Orient, sentou na última fileira e pediu uma bebida. Assim que o avião decolou, ele entregou um papel à aeromoça dizendo que tinha uma bomba. Ele queria US$ 200 mil até as 17h. Recolhido o dinheiro, o homem pediu para o piloto voar baixo e pulou de paraquedas.
Assim que o roubo foi reportado, equipes de busca foram atrás dele. Não apenas naquele mês, mas nas últimas três décadas! Em 1980, um pacote danificado foi encontrado com US$ 5.800 no local aproximado da queda, no sul do estado de Washington.
Mais de mil suspeitos já foram investigados, mas até hoje não se sabe se ele morreu ou está vivendo com o dinheiro roubado.

Esperto remador

No dia 21 de março de 2002, John Darwin (foto abaixo, à esquerda) saiu de canoa perto de sua residência de Seaton Carew, no nordeste da Inglaterra. Horas depois da saída do marido, Anne Darwin, de 56 anos, anunciou seu desaparecimento à polícia, que fez uma gigantesca operação de resgate. A morte foi oficialmente declarada, e Anne Darwin recebeu 250 mil libras do seguro.

Em 2007, no entanto, John Darwin reapareceu em uma delegacia alegando ter perdido a memória. A verdadeira história veio então à tona: Anne e John haviam pegado o dinheiro do seguro e ido morar no Panamá. O casal comprou um apartamento e um terreno no país antes de, por um motivo ainda não esclarecido, John decidir voltar à Grã-Bretanha, sem sua esposa.
Num julgamento de 2008, o casal foi condenado a mais de seis anos de prisão por fraude e estelionato. Os dois filhos do casal, Anthony e Mark, se disseram "traídos" e deixaram o tribunal sem fazer comentários.

Paixão por recordes

O milionário norte-americano Steve Fossett, de 63 anos, sempre gostou de bater recordes em aventuras. Ele foi a primeira pessoa a dar a volta ao mundo em um balão, sozinho, em 2002 e escreveu um livro explicando a sua paixão pelos recordes mundiais, "Chasing the Wind" ("Caçando o vento"). Mas, na viagem que fez em 2007, ele não estava tentando ultrapassar nenhuma marca quando entrou num avião sozinho no deserto de Nevada. Um voo de lazer acabou se tornando o último da vida de Fossett. Após essa viagem, o aventureiro nunca mais foi visto. Apesar das buscas por ar e terra durante semanas, os destroços da aeronave não foram encontrados, e ele foi declarado legalmente morto em fevereiro de 2008, quando os investigadores concluíram que seu avião foi destruído em um acidente fatal. Quase um ano depois, sua ossada foi achada, assim como seu avião.


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Madeleine McCann sumiu há dois anos, e a polícia não tem pistas.
Conheça alguns casos famosos de pessoas desaparecidas.
Por Giovana Sanchez Do G1, em São Paulo



O desaparecimento da menina britânica Madeleine McCann em um resort português comoveu o mundo em 2007. Com apelos de famosos e até do Papa, o caso ganhou repercussão mundial.
Mas, apesar disso, dois anos após o sumiço da garota, a polícia não tem ideia do que pode ter acontecido com ela . Seus pais chegaram a ser indiciados, e alguns suspeitos foram interrogados, mas, após meses de procuras frustradas, a Justiça portuguesa concluiu o inquérito sem nenhuma acusação formal.
Assim como Madeleine, muitos casos de pessoas desaparecidas ficaram anos sem solução - alguns continuam um mistério até hoje. Veja alguns dos mistérios policiais históricos:

O verdadeiro Indiana Jones
O arqueólogo e explorador britânico Percy Harrison Fawcett inspirou a criação do personagem Indiana Jones por sua obsessiva e mortal busca por novas aventuras. Fawcett acreditava na lenda do Eldorado, segundo a qual, na Amazônia, havia escondida uma cidade cheia de ouro. Ele chamou a cidade de “Z” e, aos 57 anos, viajou até o Mato Grosso em uma expedição com seu filho de 21 anos.
O último sinal de vida do aventureiro e de seu filho foi um telegrama enviado em 29 de maio de 1925 a sua mulher. Na mensagem, Fawcett informou que estava se preparando para entrar em território desconhecido. Ainda foram vistos no Alto Xingu, mas depois não houve mais rastro. Suspeita-se que ele tenha sido morto por alguma tribo da região, embora isso nunca tenha sido confirmado.
Segundo uma reportagem do jornal ‘Guardian’, mais de 13 expedições falharam em descobrir o que aconteceu com Fawcett – e, nessas tentativas, 100 pessoas morreram. A reportagem vai mais longe e se aprofunda na teoria sombria do diretor de TV Misha Williams, amigo próximo da família do aventureiro.
O diretor acredita que Fawcett queria criar uma comunidade secreta baseada na mistura de costumes. “Posso mostrar que existiam muitas pessoas que estavam planejando se juntar ao aventureiro e viver de sua maneira livre”, disse Williams ao ‘Guardian’. Ele explicou que muito da incerteza sobre o ocorrido vem da vontade da família em proteger a reputação do pai.

Aviadora ao redor do mundo

A americana Amelia Earhart sabia desde pequena que queria voar. Apesar das dificuldades de ser uma mulher no começo do século XX, ela conseguiu se destacar na área e se tornar uma das pioneiras na aviação do país. Em 1937, perto de seu aniversário de 40 anos, ela decidiu partir para um desafio monumental: ela queria ser a primeira mulher a dar a volta ao mundo de avião.
Em 1º de junho daquele ano, ela e o seu ajudante Fred Noonan partiram de Miami. Em 29 de junho eles haviam chegado na Nova Guiné, e as dificuldades com mapas fizeram da próxima parada, a ilha Howland, no oceano Pacífico, a viagem mais desafiadora.
Falhas na transmissão colocaram autoridades em alerta, e o avião de Amelia foi declarado desaparecido. Uma enorme operação de busca começou imediatamente – avaliam-se os gastos com as investigações em US$ 4 milhões. Até hoje, nenhum resquício do acidente foi encontrado.

O roubo que deu errado
Um dos mais famosos crimes da história dos EUA resultou em um caso de desaparecimento. Em novembro de 1971, um homem entrou em um avião da Northwest Orient, sentou na última fileira e pediu uma bebida. Assim que o avião decolou, ele entregou um papel à aeromoça dizendo que tinha uma bomba. Ele queria US$ 200 mil até as 17h. Recolhido o dinheiro, o homem pediu para o piloto voar baixo e pulou de paraquedas.
Assim que o roubo foi reportado, equipes de busca foram atrás dele. Não apenas naquele mês, mas nas últimas três décadas! Em 1980, um pacote danificado foi encontrado com US$ 5.800 no local aproximado da queda, no sul do estado de Washington.
Mais de mil suspeitos já foram investigados, mas até hoje não se sabe se ele morreu ou está vivendo com o dinheiro roubado.

Esperto remador

No dia 21 de março de 2002, John Darwin (foto abaixo, à esquerda) saiu de canoa perto de sua residência de Seaton Carew, no nordeste da Inglaterra. Horas depois da saída do marido, Anne Darwin, de 56 anos, anunciou seu desaparecimento à polícia, que fez uma gigantesca operação de resgate. A morte foi oficialmente declarada, e Anne Darwin recebeu 250 mil libras do seguro.

Em 2007, no entanto, John Darwin reapareceu em uma delegacia alegando ter perdido a memória. A verdadeira história veio então à tona: Anne e John haviam pegado o dinheiro do seguro e ido morar no Panamá. O casal comprou um apartamento e um terreno no país antes de, por um motivo ainda não esclarecido, John decidir voltar à Grã-Bretanha, sem sua esposa.
Num julgamento de 2008, o casal foi condenado a mais de seis anos de prisão por fraude e estelionato. Os dois filhos do casal, Anthony e Mark, se disseram "traídos" e deixaram o tribunal sem fazer comentários.

Paixão por recordes

O milionário norte-americano Steve Fossett, de 63 anos, sempre gostou de bater recordes em aventuras. Ele foi a primeira pessoa a dar a volta ao mundo em um balão, sozinho, em 2002 e escreveu um livro explicando a sua paixão pelos recordes mundiais, "Chasing the Wind" ("Caçando o vento"). Mas, na viagem que fez em 2007, ele não estava tentando ultrapassar nenhuma marca quando entrou num avião sozinho no deserto de Nevada. Um voo de lazer acabou se tornando o último da vida de Fossett. Após essa viagem, o aventureiro nunca mais foi visto. Apesar das buscas por ar e terra durante semanas, os destroços da aeronave não foram encontrados, e ele foi declarado legalmente morto em fevereiro de 2008, quando os investigadores concluíram que seu avião foi destruído em um acidente fatal. Quase um ano depois, sua ossada foi achada, assim como seu avião.


Esta postagem foi originalmente criada por Maria Célia
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:02  comentar


Madeleine McCann sumiu há dois anos, e a polícia não tem pistas.
Conheça alguns casos famosos de pessoas desaparecidas.
Por Giovana Sanchez Do G1, em São Paulo



O desaparecimento da menina britânica Madeleine McCann em um resort português comoveu o mundo em 2007. Com apelos de famosos e até do Papa, o caso ganhou repercussão mundial.
Mas, apesar disso, dois anos após o sumiço da garota, a polícia não tem ideia do que pode ter acontecido com ela . Seus pais chegaram a ser indiciados, e alguns suspeitos foram interrogados, mas, após meses de procuras frustradas, a Justiça portuguesa concluiu o inquérito sem nenhuma acusação formal.
Assim como Madeleine, muitos casos de pessoas desaparecidas ficaram anos sem solução - alguns continuam um mistério até hoje. Veja alguns dos mistérios policiais históricos:

O verdadeiro Indiana Jones
O arqueólogo e explorador britânico Percy Harrison Fawcett inspirou a criação do personagem Indiana Jones por sua obsessiva e mortal busca por novas aventuras. Fawcett acreditava na lenda do Eldorado, segundo a qual, na Amazônia, havia escondida uma cidade cheia de ouro. Ele chamou a cidade de “Z” e, aos 57 anos, viajou até o Mato Grosso em uma expedição com seu filho de 21 anos.
O último sinal de vida do aventureiro e de seu filho foi um telegrama enviado em 29 de maio de 1925 a sua mulher. Na mensagem, Fawcett informou que estava se preparando para entrar em território desconhecido. Ainda foram vistos no Alto Xingu, mas depois não houve mais rastro. Suspeita-se que ele tenha sido morto por alguma tribo da região, embora isso nunca tenha sido confirmado.
Segundo uma reportagem do jornal ‘Guardian’, mais de 13 expedições falharam em descobrir o que aconteceu com Fawcett – e, nessas tentativas, 100 pessoas morreram. A reportagem vai mais longe e se aprofunda na teoria sombria do diretor de TV Misha Williams, amigo próximo da família do aventureiro.
O diretor acredita que Fawcett queria criar uma comunidade secreta baseada na mistura de costumes. “Posso mostrar que existiam muitas pessoas que estavam planejando se juntar ao aventureiro e viver de sua maneira livre”, disse Williams ao ‘Guardian’. Ele explicou que muito da incerteza sobre o ocorrido vem da vontade da família em proteger a reputação do pai.

Aviadora ao redor do mundo

A americana Amelia Earhart sabia desde pequena que queria voar. Apesar das dificuldades de ser uma mulher no começo do século XX, ela conseguiu se destacar na área e se tornar uma das pioneiras na aviação do país. Em 1937, perto de seu aniversário de 40 anos, ela decidiu partir para um desafio monumental: ela queria ser a primeira mulher a dar a volta ao mundo de avião.
Em 1º de junho daquele ano, ela e o seu ajudante Fred Noonan partiram de Miami. Em 29 de junho eles haviam chegado na Nova Guiné, e as dificuldades com mapas fizeram da próxima parada, a ilha Howland, no oceano Pacífico, a viagem mais desafiadora.
Falhas na transmissão colocaram autoridades em alerta, e o avião de Amelia foi declarado desaparecido. Uma enorme operação de busca começou imediatamente – avaliam-se os gastos com as investigações em US$ 4 milhões. Até hoje, nenhum resquício do acidente foi encontrado.

O roubo que deu errado
Um dos mais famosos crimes da história dos EUA resultou em um caso de desaparecimento. Em novembro de 1971, um homem entrou em um avião da Northwest Orient, sentou na última fileira e pediu uma bebida. Assim que o avião decolou, ele entregou um papel à aeromoça dizendo que tinha uma bomba. Ele queria US$ 200 mil até as 17h. Recolhido o dinheiro, o homem pediu para o piloto voar baixo e pulou de paraquedas.
Assim que o roubo foi reportado, equipes de busca foram atrás dele. Não apenas naquele mês, mas nas últimas três décadas! Em 1980, um pacote danificado foi encontrado com US$ 5.800 no local aproximado da queda, no sul do estado de Washington.
Mais de mil suspeitos já foram investigados, mas até hoje não se sabe se ele morreu ou está vivendo com o dinheiro roubado.

Esperto remador

No dia 21 de março de 2002, John Darwin (foto abaixo, à esquerda) saiu de canoa perto de sua residência de Seaton Carew, no nordeste da Inglaterra. Horas depois da saída do marido, Anne Darwin, de 56 anos, anunciou seu desaparecimento à polícia, que fez uma gigantesca operação de resgate. A morte foi oficialmente declarada, e Anne Darwin recebeu 250 mil libras do seguro.

Em 2007, no entanto, John Darwin reapareceu em uma delegacia alegando ter perdido a memória. A verdadeira história veio então à tona: Anne e John haviam pegado o dinheiro do seguro e ido morar no Panamá. O casal comprou um apartamento e um terreno no país antes de, por um motivo ainda não esclarecido, John decidir voltar à Grã-Bretanha, sem sua esposa.
Num julgamento de 2008, o casal foi condenado a mais de seis anos de prisão por fraude e estelionato. Os dois filhos do casal, Anthony e Mark, se disseram "traídos" e deixaram o tribunal sem fazer comentários.

Paixão por recordes

O milionário norte-americano Steve Fossett, de 63 anos, sempre gostou de bater recordes em aventuras. Ele foi a primeira pessoa a dar a volta ao mundo em um balão, sozinho, em 2002 e escreveu um livro explicando a sua paixão pelos recordes mundiais, "Chasing the Wind" ("Caçando o vento"). Mas, na viagem que fez em 2007, ele não estava tentando ultrapassar nenhuma marca quando entrou num avião sozinho no deserto de Nevada. Um voo de lazer acabou se tornando o último da vida de Fossett. Após essa viagem, o aventureiro nunca mais foi visto. Apesar das buscas por ar e terra durante semanas, os destroços da aeronave não foram encontrados, e ele foi declarado legalmente morto em fevereiro de 2008, quando os investigadores concluíram que seu avião foi destruído em um acidente fatal. Quase um ano depois, sua ossada foi achada, assim como seu avião.


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Madeleine McCann sumiu há dois anos, e a polícia não tem pistas.
Conheça alguns casos famosos de pessoas desaparecidas.
Por Giovana Sanchez Do G1, em São Paulo



O desaparecimento da menina britânica Madeleine McCann em um resort português comoveu o mundo em 2007. Com apelos de famosos e até do Papa, o caso ganhou repercussão mundial.
Mas, apesar disso, dois anos após o sumiço da garota, a polícia não tem ideia do que pode ter acontecido com ela . Seus pais chegaram a ser indiciados, e alguns suspeitos foram interrogados, mas, após meses de procuras frustradas, a Justiça portuguesa concluiu o inquérito sem nenhuma acusação formal.
Assim como Madeleine, muitos casos de pessoas desaparecidas ficaram anos sem solução - alguns continuam um mistério até hoje. Veja alguns dos mistérios policiais históricos:

O verdadeiro Indiana Jones
O arqueólogo e explorador britânico Percy Harrison Fawcett inspirou a criação do personagem Indiana Jones por sua obsessiva e mortal busca por novas aventuras. Fawcett acreditava na lenda do Eldorado, segundo a qual, na Amazônia, havia escondida uma cidade cheia de ouro. Ele chamou a cidade de “Z” e, aos 57 anos, viajou até o Mato Grosso em uma expedição com seu filho de 21 anos.
O último sinal de vida do aventureiro e de seu filho foi um telegrama enviado em 29 de maio de 1925 a sua mulher. Na mensagem, Fawcett informou que estava se preparando para entrar em território desconhecido. Ainda foram vistos no Alto Xingu, mas depois não houve mais rastro. Suspeita-se que ele tenha sido morto por alguma tribo da região, embora isso nunca tenha sido confirmado.
Segundo uma reportagem do jornal ‘Guardian’, mais de 13 expedições falharam em descobrir o que aconteceu com Fawcett – e, nessas tentativas, 100 pessoas morreram. A reportagem vai mais longe e se aprofunda na teoria sombria do diretor de TV Misha Williams, amigo próximo da família do aventureiro.
O diretor acredita que Fawcett queria criar uma comunidade secreta baseada na mistura de costumes. “Posso mostrar que existiam muitas pessoas que estavam planejando se juntar ao aventureiro e viver de sua maneira livre”, disse Williams ao ‘Guardian’. Ele explicou que muito da incerteza sobre o ocorrido vem da vontade da família em proteger a reputação do pai.

Aviadora ao redor do mundo

A americana Amelia Earhart sabia desde pequena que queria voar. Apesar das dificuldades de ser uma mulher no começo do século XX, ela conseguiu se destacar na área e se tornar uma das pioneiras na aviação do país. Em 1937, perto de seu aniversário de 40 anos, ela decidiu partir para um desafio monumental: ela queria ser a primeira mulher a dar a volta ao mundo de avião.
Em 1º de junho daquele ano, ela e o seu ajudante Fred Noonan partiram de Miami. Em 29 de junho eles haviam chegado na Nova Guiné, e as dificuldades com mapas fizeram da próxima parada, a ilha Howland, no oceano Pacífico, a viagem mais desafiadora.
Falhas na transmissão colocaram autoridades em alerta, e o avião de Amelia foi declarado desaparecido. Uma enorme operação de busca começou imediatamente – avaliam-se os gastos com as investigações em US$ 4 milhões. Até hoje, nenhum resquício do acidente foi encontrado.

O roubo que deu errado
Um dos mais famosos crimes da história dos EUA resultou em um caso de desaparecimento. Em novembro de 1971, um homem entrou em um avião da Northwest Orient, sentou na última fileira e pediu uma bebida. Assim que o avião decolou, ele entregou um papel à aeromoça dizendo que tinha uma bomba. Ele queria US$ 200 mil até as 17h. Recolhido o dinheiro, o homem pediu para o piloto voar baixo e pulou de paraquedas.
Assim que o roubo foi reportado, equipes de busca foram atrás dele. Não apenas naquele mês, mas nas últimas três décadas! Em 1980, um pacote danificado foi encontrado com US$ 5.800 no local aproximado da queda, no sul do estado de Washington.
Mais de mil suspeitos já foram investigados, mas até hoje não se sabe se ele morreu ou está vivendo com o dinheiro roubado.

Esperto remador

No dia 21 de março de 2002, John Darwin (foto abaixo, à esquerda) saiu de canoa perto de sua residência de Seaton Carew, no nordeste da Inglaterra. Horas depois da saída do marido, Anne Darwin, de 56 anos, anunciou seu desaparecimento à polícia, que fez uma gigantesca operação de resgate. A morte foi oficialmente declarada, e Anne Darwin recebeu 250 mil libras do seguro.

Em 2007, no entanto, John Darwin reapareceu em uma delegacia alegando ter perdido a memória. A verdadeira história veio então à tona: Anne e John haviam pegado o dinheiro do seguro e ido morar no Panamá. O casal comprou um apartamento e um terreno no país antes de, por um motivo ainda não esclarecido, John decidir voltar à Grã-Bretanha, sem sua esposa.
Num julgamento de 2008, o casal foi condenado a mais de seis anos de prisão por fraude e estelionato. Os dois filhos do casal, Anthony e Mark, se disseram "traídos" e deixaram o tribunal sem fazer comentários.

Paixão por recordes

O milionário norte-americano Steve Fossett, de 63 anos, sempre gostou de bater recordes em aventuras. Ele foi a primeira pessoa a dar a volta ao mundo em um balão, sozinho, em 2002 e escreveu um livro explicando a sua paixão pelos recordes mundiais, "Chasing the Wind" ("Caçando o vento"). Mas, na viagem que fez em 2007, ele não estava tentando ultrapassar nenhuma marca quando entrou num avião sozinho no deserto de Nevada. Um voo de lazer acabou se tornando o último da vida de Fossett. Após essa viagem, o aventureiro nunca mais foi visto. Apesar das buscas por ar e terra durante semanas, os destroços da aeronave não foram encontrados, e ele foi declarado legalmente morto em fevereiro de 2008, quando os investigadores concluíram que seu avião foi destruído em um acidente fatal. Quase um ano depois, sua ossada foi achada, assim como seu avião.


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Madeleine McCann sumiu há dois anos, e a polícia não tem pistas.
Conheça alguns casos famosos de pessoas desaparecidas.
Por Giovana Sanchez Do G1, em São Paulo



O desaparecimento da menina britânica Madeleine McCann em um resort português comoveu o mundo em 2007. Com apelos de famosos e até do Papa, o caso ganhou repercussão mundial.
Mas, apesar disso, dois anos após o sumiço da garota, a polícia não tem ideia do que pode ter acontecido com ela . Seus pais chegaram a ser indiciados, e alguns suspeitos foram interrogados, mas, após meses de procuras frustradas, a Justiça portuguesa concluiu o inquérito sem nenhuma acusação formal.
Assim como Madeleine, muitos casos de pessoas desaparecidas ficaram anos sem solução - alguns continuam um mistério até hoje. Veja alguns dos mistérios policiais históricos:

O verdadeiro Indiana Jones
O arqueólogo e explorador britânico Percy Harrison Fawcett inspirou a criação do personagem Indiana Jones por sua obsessiva e mortal busca por novas aventuras. Fawcett acreditava na lenda do Eldorado, segundo a qual, na Amazônia, havia escondida uma cidade cheia de ouro. Ele chamou a cidade de “Z” e, aos 57 anos, viajou até o Mato Grosso em uma expedição com seu filho de 21 anos.
O último sinal de vida do aventureiro e de seu filho foi um telegrama enviado em 29 de maio de 1925 a sua mulher. Na mensagem, Fawcett informou que estava se preparando para entrar em território desconhecido. Ainda foram vistos no Alto Xingu, mas depois não houve mais rastro. Suspeita-se que ele tenha sido morto por alguma tribo da região, embora isso nunca tenha sido confirmado.
Segundo uma reportagem do jornal ‘Guardian’, mais de 13 expedições falharam em descobrir o que aconteceu com Fawcett – e, nessas tentativas, 100 pessoas morreram. A reportagem vai mais longe e se aprofunda na teoria sombria do diretor de TV Misha Williams, amigo próximo da família do aventureiro.
O diretor acredita que Fawcett queria criar uma comunidade secreta baseada na mistura de costumes. “Posso mostrar que existiam muitas pessoas que estavam planejando se juntar ao aventureiro e viver de sua maneira livre”, disse Williams ao ‘Guardian’. Ele explicou que muito da incerteza sobre o ocorrido vem da vontade da família em proteger a reputação do pai.

Aviadora ao redor do mundo

A americana Amelia Earhart sabia desde pequena que queria voar. Apesar das dificuldades de ser uma mulher no começo do século XX, ela conseguiu se destacar na área e se tornar uma das pioneiras na aviação do país. Em 1937, perto de seu aniversário de 40 anos, ela decidiu partir para um desafio monumental: ela queria ser a primeira mulher a dar a volta ao mundo de avião.
Em 1º de junho daquele ano, ela e o seu ajudante Fred Noonan partiram de Miami. Em 29 de junho eles haviam chegado na Nova Guiné, e as dificuldades com mapas fizeram da próxima parada, a ilha Howland, no oceano Pacífico, a viagem mais desafiadora.
Falhas na transmissão colocaram autoridades em alerta, e o avião de Amelia foi declarado desaparecido. Uma enorme operação de busca começou imediatamente – avaliam-se os gastos com as investigações em US$ 4 milhões. Até hoje, nenhum resquício do acidente foi encontrado.

O roubo que deu errado
Um dos mais famosos crimes da história dos EUA resultou em um caso de desaparecimento. Em novembro de 1971, um homem entrou em um avião da Northwest Orient, sentou na última fileira e pediu uma bebida. Assim que o avião decolou, ele entregou um papel à aeromoça dizendo que tinha uma bomba. Ele queria US$ 200 mil até as 17h. Recolhido o dinheiro, o homem pediu para o piloto voar baixo e pulou de paraquedas.
Assim que o roubo foi reportado, equipes de busca foram atrás dele. Não apenas naquele mês, mas nas últimas três décadas! Em 1980, um pacote danificado foi encontrado com US$ 5.800 no local aproximado da queda, no sul do estado de Washington.
Mais de mil suspeitos já foram investigados, mas até hoje não se sabe se ele morreu ou está vivendo com o dinheiro roubado.

Esperto remador

No dia 21 de março de 2002, John Darwin (foto abaixo, à esquerda) saiu de canoa perto de sua residência de Seaton Carew, no nordeste da Inglaterra. Horas depois da saída do marido, Anne Darwin, de 56 anos, anunciou seu desaparecimento à polícia, que fez uma gigantesca operação de resgate. A morte foi oficialmente declarada, e Anne Darwin recebeu 250 mil libras do seguro.

Em 2007, no entanto, John Darwin reapareceu em uma delegacia alegando ter perdido a memória. A verdadeira história veio então à tona: Anne e John haviam pegado o dinheiro do seguro e ido morar no Panamá. O casal comprou um apartamento e um terreno no país antes de, por um motivo ainda não esclarecido, John decidir voltar à Grã-Bretanha, sem sua esposa.
Num julgamento de 2008, o casal foi condenado a mais de seis anos de prisão por fraude e estelionato. Os dois filhos do casal, Anthony e Mark, se disseram "traídos" e deixaram o tribunal sem fazer comentários.

Paixão por recordes

O milionário norte-americano Steve Fossett, de 63 anos, sempre gostou de bater recordes em aventuras. Ele foi a primeira pessoa a dar a volta ao mundo em um balão, sozinho, em 2002 e escreveu um livro explicando a sua paixão pelos recordes mundiais, "Chasing the Wind" ("Caçando o vento"). Mas, na viagem que fez em 2007, ele não estava tentando ultrapassar nenhuma marca quando entrou num avião sozinho no deserto de Nevada. Um voo de lazer acabou se tornando o último da vida de Fossett. Após essa viagem, o aventureiro nunca mais foi visto. Apesar das buscas por ar e terra durante semanas, os destroços da aeronave não foram encontrados, e ele foi declarado legalmente morto em fevereiro de 2008, quando os investigadores concluíram que seu avião foi destruído em um acidente fatal. Quase um ano depois, sua ossada foi achada, assim como seu avião.


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Madeleine McCann sumiu há dois anos, e a polícia não tem pistas.
Conheça alguns casos famosos de pessoas desaparecidas.
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O desaparecimento da menina britânica Madeleine McCann em um resort português comoveu o mundo em 2007. Com apelos de famosos e até do Papa, o caso ganhou repercussão mundial.
Mas, apesar disso, dois anos após o sumiço da garota, a polícia não tem ideia do que pode ter acontecido com ela . Seus pais chegaram a ser indiciados, e alguns suspeitos foram interrogados, mas, após meses de procuras frustradas, a Justiça portuguesa concluiu o inquérito sem nenhuma acusação formal.
Assim como Madeleine, muitos casos de pessoas desaparecidas ficaram anos sem solução - alguns continuam um mistério até hoje. Veja alguns dos mistérios policiais históricos:

O verdadeiro Indiana Jones
O arqueólogo e explorador britânico Percy Harrison Fawcett inspirou a criação do personagem Indiana Jones por sua obsessiva e mortal busca por novas aventuras. Fawcett acreditava na lenda do Eldorado, segundo a qual, na Amazônia, havia escondida uma cidade cheia de ouro. Ele chamou a cidade de “Z” e, aos 57 anos, viajou até o Mato Grosso em uma expedição com seu filho de 21 anos.
O último sinal de vida do aventureiro e de seu filho foi um telegrama enviado em 29 de maio de 1925 a sua mulher. Na mensagem, Fawcett informou que estava se preparando para entrar em território desconhecido. Ainda foram vistos no Alto Xingu, mas depois não houve mais rastro. Suspeita-se que ele tenha sido morto por alguma tribo da região, embora isso nunca tenha sido confirmado.
Segundo uma reportagem do jornal ‘Guardian’, mais de 13 expedições falharam em descobrir o que aconteceu com Fawcett – e, nessas tentativas, 100 pessoas morreram. A reportagem vai mais longe e se aprofunda na teoria sombria do diretor de TV Misha Williams, amigo próximo da família do aventureiro.
O diretor acredita que Fawcett queria criar uma comunidade secreta baseada na mistura de costumes. “Posso mostrar que existiam muitas pessoas que estavam planejando se juntar ao aventureiro e viver de sua maneira livre”, disse Williams ao ‘Guardian’. Ele explicou que muito da incerteza sobre o ocorrido vem da vontade da família em proteger a reputação do pai.

Aviadora ao redor do mundo

A americana Amelia Earhart sabia desde pequena que queria voar. Apesar das dificuldades de ser uma mulher no começo do século XX, ela conseguiu se destacar na área e se tornar uma das pioneiras na aviação do país. Em 1937, perto de seu aniversário de 40 anos, ela decidiu partir para um desafio monumental: ela queria ser a primeira mulher a dar a volta ao mundo de avião.
Em 1º de junho daquele ano, ela e o seu ajudante Fred Noonan partiram de Miami. Em 29 de junho eles haviam chegado na Nova Guiné, e as dificuldades com mapas fizeram da próxima parada, a ilha Howland, no oceano Pacífico, a viagem mais desafiadora.
Falhas na transmissão colocaram autoridades em alerta, e o avião de Amelia foi declarado desaparecido. Uma enorme operação de busca começou imediatamente – avaliam-se os gastos com as investigações em US$ 4 milhões. Até hoje, nenhum resquício do acidente foi encontrado.

O roubo que deu errado
Um dos mais famosos crimes da história dos EUA resultou em um caso de desaparecimento. Em novembro de 1971, um homem entrou em um avião da Northwest Orient, sentou na última fileira e pediu uma bebida. Assim que o avião decolou, ele entregou um papel à aeromoça dizendo que tinha uma bomba. Ele queria US$ 200 mil até as 17h. Recolhido o dinheiro, o homem pediu para o piloto voar baixo e pulou de paraquedas.
Assim que o roubo foi reportado, equipes de busca foram atrás dele. Não apenas naquele mês, mas nas últimas três décadas! Em 1980, um pacote danificado foi encontrado com US$ 5.800 no local aproximado da queda, no sul do estado de Washington.
Mais de mil suspeitos já foram investigados, mas até hoje não se sabe se ele morreu ou está vivendo com o dinheiro roubado.

Esperto remador

No dia 21 de março de 2002, John Darwin (foto abaixo, à esquerda) saiu de canoa perto de sua residência de Seaton Carew, no nordeste da Inglaterra. Horas depois da saída do marido, Anne Darwin, de 56 anos, anunciou seu desaparecimento à polícia, que fez uma gigantesca operação de resgate. A morte foi oficialmente declarada, e Anne Darwin recebeu 250 mil libras do seguro.

Em 2007, no entanto, John Darwin reapareceu em uma delegacia alegando ter perdido a memória. A verdadeira história veio então à tona: Anne e John haviam pegado o dinheiro do seguro e ido morar no Panamá. O casal comprou um apartamento e um terreno no país antes de, por um motivo ainda não esclarecido, John decidir voltar à Grã-Bretanha, sem sua esposa.
Num julgamento de 2008, o casal foi condenado a mais de seis anos de prisão por fraude e estelionato. Os dois filhos do casal, Anthony e Mark, se disseram "traídos" e deixaram o tribunal sem fazer comentários.

Paixão por recordes

O milionário norte-americano Steve Fossett, de 63 anos, sempre gostou de bater recordes em aventuras. Ele foi a primeira pessoa a dar a volta ao mundo em um balão, sozinho, em 2002 e escreveu um livro explicando a sua paixão pelos recordes mundiais, "Chasing the Wind" ("Caçando o vento"). Mas, na viagem que fez em 2007, ele não estava tentando ultrapassar nenhuma marca quando entrou num avião sozinho no deserto de Nevada. Um voo de lazer acabou se tornando o último da vida de Fossett. Após essa viagem, o aventureiro nunca mais foi visto. Apesar das buscas por ar e terra durante semanas, os destroços da aeronave não foram encontrados, e ele foi declarado legalmente morto em fevereiro de 2008, quando os investigadores concluíram que seu avião foi destruído em um acidente fatal. Quase um ano depois, sua ossada foi achada, assim como seu avião.


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Parafilias
De acordo com os novos critérios do DSM - IV, da Associação Psiquiátrica Americana, os transtornos sexuais dividem-se em: disfunções sexuais, transtornos da identidade de gênero e parafilias.
Especificamente a respeito das parafilias, também conhecidas como anomalias, desvios sexuais ou perversões, observamos que o DSM - IV elenca, no capítulo das parafilias, apenas oito quadros bem conhecidos e aceitos: exibicionismo, fetichismo, fetichismo transvéstico, frotteurismo, pedofilia, masoquismo sexual, sadismo sexual e voyeurismo, colocando todas as demais sob a denominação de parafilias sem outra especificação.
A Classificação Internacional de Doenças (CID - 10), não varia muito do preconizado pelo DSM - IV, mas inclui as parafilias em uma seção diferente das tradicionais em sexologia, razão pela qual poderão existir modificações na próxima revisão (Serrano, 2002, p. 19).
Além dos descritos pelo DSM - IV, podem ser considerados desvios: auto-erotismo ou aloerotismo, clismafilia, coprofilia, coprolalia, cromo-inversão, edipismo, erotismo, erotografia ou erotografomania, erotomania, escatologia telefônica, etno-inversão, gerontofilia ou crono-inversão, lubricidade senil, necrofilia, ninfomania ou uteromania, onanismo, parcialismo, pigmalionismo, pluralismo ou triolismo, riparofilia, satiríase, topo-inversão, urofilia, vampirismo e zoofilia.
Neste artigo, procuramos trazer outras possíveis parafilias. Incluímos termos modernos que grassam na Internet, como ballooning, BBW, dolismo, cybersex, trampling, übersexual e outros relacionados, que apresentam sites específicos e possuem comunidades virtuais inteiras dedicadas ao tema.
A lista (em ordem alfabética), apesar de extensa, não é exaustiva:
Acomioclitismo - Atração sexual por genitais depilados.
Acrofilia - Atração sexual por aviões ou pela prática sexual no interior de aeronaves.
Acusticofilia - Prazer em ouvir sons específicos.
Agorafilia - Não é propriamente uma parafilia, mas indica o desejo incontrolável de praticar a cópula em lugares abertos, ou ao ar livre.
Alveofilia - Desejo de manter relações sexuais dentro de uma banheira.
Amaurofilia - Forma de fetichismo em que há atração sexual por parceiros cegos ou vendados.
Amomaxia - Prazer em manter relações sexuais no interior de veículos estacionados.
Anaclitismo - Excitação por objetos infantis como fraldas e chupetas.
Androginofilia - Preferência por figuras andróginas e hermafroditas.
Anofelorastia ou hierofilia - Prazer sexual decorrente da profanação de objetos sagrados.
Asfixiofilia - Ou asfixia erótica, é uma parafilia em que o estímulo sexual decorre do ato de constrição do pescoço do parceiro até quase a perda da consciência antes ou durante a penetração.
A.S.F.R. - Sigla que em inglês significa "alt sex fetish robot", prática fetichista em que o prazer sexual está em manter relações sexuais com autômatos ou pessoas que se fazem passar por robôs, obedecendo rigorosamente aos comandos do "programador".
Autoagonistofilia - Forma de exibicionismo em que o estímulo sexual provém de se deixar ver por terceiros durante o ato sexual.
Autonefiofilia - Prazer em praticar sexo caracterizado como uma criança.
Autoescopofilia - Forma de narcisismo em que há prazer na admiração dos próprios genitais.
ATM ou A2M - Modalidade de coprofilia. A sigla em inglês significa "ass-to-mouth" (do ânus para a boca). Não é propriamente uma parafilia, mas uma prática sexual bastante difundida em filmes pornográficos, em que após o coito anal o pênis é colocado diretamente na boca da parceira ou de terceira pessoa.
Auto-erotismo ou aloerotismo - Nessa modalidade, o ápice sexual é atingido sem a presença do parceiro, apenas de modo contemplativo, perante uma pessoa ou um retrato.
Ballooning - Forma de fetichismo em que os portadores, denominados looners, sentem excitação sexual ao ver ou tocar balões de látex ou ver mulheres interagindo com eles.
BBW - A sigla significa "big beautiful woman" (mulher gorda e bonita), ou seja, indica atração sexual por mulheres gordas, porém bonitas ou atraentes. Os admiradores de mulheres com esse tipo físico se chamam "fat admirers" ou simplesmente "FA".
Biastofilia e raptofilia - Termo derivado do grego biastes (violação) a biastofilia é uma parafilia em que o desejo sexual depende ou responde ao ato de atacar de forma inesperada e violenta a uma pessoa, preferencialmente estranha, sem o seu consentimento. É um desvio que pode ser observado nos assassinos seriais. Em sentido oposto, quando o desejo sexual surge da possibilidade de ser vítima desses ataques, estamos diante de uma raptofilia.
Body integrity identity disorder, apotemnofilia e acrotomofilia - Descrita originalmente em 1977 como Amputee Identity Disorder (AID) a Body Integrity Identity Disorder (BIID) é uma condição psicológica na qual os afetados experimentam desejo incontrolável de ver amputadas partes de seus próprios corpos, de modo a atingir a imagem ideal que têm de si mesmos. Vivem o paradoxo de perder um ou mais membros para poderem tornar-se completos (menos é mais).
Os portadores desse quadro não são psicóticos, até porque o diagnóstico de esquizofrenia ou outros transtornos psicóticos exclui o da BIID. Na verdade o quadro pode ser comparado ao transtorno da identidade de gênero, porque em ambas as condições os pacientes relatam que a insatisfação com o corpo atual está presente desde a pré-adolescência.
Quando o desejo de ser amputado está relacionado com o prazer sexual, então estamos diante de uma parafilia denominada apotemnofilia, caracterizada pela excitação ou facilitação do orgasmo em razão da fantasia de se sentir amputado. Os indivíduos portadores desse quadro são conhecidos como wannabes (pessoa que deseja ser igual à outra, no caso, aos deficientes físicos).
Quando a excitação sexual ou o orgasmo está ligado à necessidade de manter relações com uma pessoa amputada a parafilia é denominada de acrotomofilia e as pessoas portadoras desse quadro denominadas devotees (devotos, dedicados) ou amelotatistas.
Braquioproctosigmoidismo - fisting - Atividade sexual relativamente comum entre homossexuais masculinos em que o parceiro reclama, como principal forma de prazer, a introdução dos dedos, mão ou mesmo o antebraço através do ânus até o reto. A prática é também conhecida como fist fuck ou simplesmente fisting. A denominação inglesa vulgar engloba também o ato de introduzir o punho através da vagina.
Cleptolagnia ou cleptofilia - Prazer sexual no ato de subtrair bens alheios.
Crematistofilia - Excitação proveniente do ato de pagar pela prática sexual.
Dacriofilia - Forma de sadismo em que o prazer sexual decorre de presenciar as lágrimas do parceiro.
Dismorfofilia - Atração sexual por pessoas deformadas.
Dolismo - Neologismo formado do vocábulo inglês "doll" (boneca), que indica a atração sexual por bonecas, manequins e similares. É uma forma de pigmalionismo.
Dom-juanismo - Personalidade que se manifesta compulsivamente às conquista amorosas, sempre de maneira ruidosa e exibicionista e sem que se estabeleça uma relação emocionalmente estável.
Emetofilia - Prazer sexual com a visão de pessoas vomitando ou contato com a substância emética.
Entomocismofilia - Atividade sexual que incorpora insetos como moscas, abelhas, aranhas etc.
Escoptofilia - Forma de voyeurismo caracterizada pelo prazer em observar relacionamento sexual de terceiros pelo telescópio.
Estigmatofilia - Excitação por tatuagens, cicatrizes, piercings e similares.
Falofilia - Predileção por parceiros sexuais com pênis avantajados.
Figefilia - Pratica sexual com cartas ou correspondência.
Filatelofilia - Prazer sexual com selos postais.
Flagelatismo ou flagelação - Forma de fetichismo, geralmente relacionado com o sadomasoquismo, em que o sofrimento do parceiro é especificamente infligido por meio de chicotadas.
Uma variante é o bondage (escravidão, servidão), na qual o prazer é obtido pelo ato de amarrar e imobilizar o parceiro ou pessoa envolvida. Pode ou não envolver a prática de sexo com penetração.
Flatofilia - Forma de coprofilia caracterizada pelo prazer em sentir o odor dos gases intestinais provenientes do parceiro.
Fobofilia - Excitação sexual através do medo. Prazer em sentir medo.
Frutifilia - Atividade sexual envolvendo frutas.
Hibristofilia - Atração sexual por pessoas que tenham cometido crimes graves ou atos de atrocidade.
Hipnofilia ou onirofilia - Excitação em contemplar pessoas adormecidas.
Hirsutofilia - Atração sexual por pessoas com grande quantidade de pelos.
Homiliofilia - Prazer sexual em assistir conferências.
Iatronudia - Excitação no ato de desnudar-se perante o médico.
Iconolagnia ou pictofilia - Estímulo sexual exacerbado diante de arte erótica ou pornográfica.
Lactofilia - Atração sexual por mulheres em período de amamentação.
Metrossexualismo e übersexualismo - Uma forma de narcisismo masculino é atualmente denominada metrossexualidade. O termo metrossexual, cunhado em 2003, é utilizado para definir o homem urbano de grande senso estético e que gasta boa parcela de seu tempo e dinheiro (mais de 30%) com sua aparência e estilo de vida. Já o übersexual é o homem que tem estilo, preocupa-se com a aparência, mas sem exagero.
Ofidiofilia - Prazer na prática de manobras sexuais envolvendo serpentes.
Partenofilia - Excessiva atração por mulheres virgens.
Pigofilia - Excitação sexual pela visão ou contato com as nádegas do parceiro.
Pregnofilia e maieusofilia - A pregnofilia é o desejo ou atração sexual por mulheres grávidas. A maieusofilia consiste em sentir excitação sexual pela visualização do trabalho de parto.
Sexo virtual, cybersex, computer sex, internet sex ou net sex - Forma de masturbação em grupo, praticada através da Internet. Como o foco do desejo fica centrado na virtualidade do prazer sexual, contribui para um isolamento sócio-afetivo.
Tafofilia - Prazer mórbido em manter relações sexuais em cemitérios.
Timofilia - Atividade sexual com a utilização de dinheiro.
Trampling - O trampling (pisoteamento) é uma forma de fetichismo em que o prazer sexual consiste em ser pisado por um ou mais parceiros, geralmente do sexo oposto, sendo mais comum a mulher pisotear o homem.

Troca de casais e sexo grupal

Troca de casais ou troca interconjugal - Também chamada de swing, pode não significar mais que um simples desejo da troca de parceiros para aquecer a vida sexual do casal e, nesse sentido, não pode ser tido como uma aberração ou desvio. Caso se torne uma obsessão, então poderá ser tomada como desvio. A prática do sexo grupal, ainda que pelo casal, pode ser classificada como pluralismo.
Como salientamos anteriormente, não há um consenso entre os autores a respeito de quais sejam as aberrações, quais os simples desvios do instinto sexual sem maior importância ou mesmo quais as práticas consideradas normais, até porque é correto admitir que se possam incorporar novos elementos, formas de expressão e satisfação de modo a enriquecer e atingir a plenitude da vida sexual.
A sexualidade alcança níveis de anormalidade ou desvio somente quando não há flexibilidade do desejo, quando a expressão, a satisfação e o prazer só podem ser obtidos mediante práticas específicas e determinadas, dirigidas a uma modalidade sexual atípica, objetos inanimados ou animais.
Necessário, ainda, considerar as convenções sociais e o momento histórico. Determinadas práticas como o homosexualismo ou a masturbação, já foram consideradas sérios distúrbios e atualmente são tidas como mera expressão da sexualidade.


Você poderá obter mais informações no Portal da Sexualidade
Foto: José Ferreira (Olhares Fotografia On-line)
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Parafilias
De acordo com os novos critérios do DSM - IV, da Associação Psiquiátrica Americana, os transtornos sexuais dividem-se em: disfunções sexuais, transtornos da identidade de gênero e parafilias.
Especificamente a respeito das parafilias, também conhecidas como anomalias, desvios sexuais ou perversões, observamos que o DSM - IV elenca, no capítulo das parafilias, apenas oito quadros bem conhecidos e aceitos: exibicionismo, fetichismo, fetichismo transvéstico, frotteurismo, pedofilia, masoquismo sexual, sadismo sexual e voyeurismo, colocando todas as demais sob a denominação de parafilias sem outra especificação.
A Classificação Internacional de Doenças (CID - 10), não varia muito do preconizado pelo DSM - IV, mas inclui as parafilias em uma seção diferente das tradicionais em sexologia, razão pela qual poderão existir modificações na próxima revisão (Serrano, 2002, p. 19).
Além dos descritos pelo DSM - IV, podem ser considerados desvios: auto-erotismo ou aloerotismo, clismafilia, coprofilia, coprolalia, cromo-inversão, edipismo, erotismo, erotografia ou erotografomania, erotomania, escatologia telefônica, etno-inversão, gerontofilia ou crono-inversão, lubricidade senil, necrofilia, ninfomania ou uteromania, onanismo, parcialismo, pigmalionismo, pluralismo ou triolismo, riparofilia, satiríase, topo-inversão, urofilia, vampirismo e zoofilia.
Neste artigo, procuramos trazer outras possíveis parafilias. Incluímos termos modernos que grassam na Internet, como ballooning, BBW, dolismo, cybersex, trampling, übersexual e outros relacionados, que apresentam sites específicos e possuem comunidades virtuais inteiras dedicadas ao tema.
A lista (em ordem alfabética), apesar de extensa, não é exaustiva:
Acomioclitismo - Atração sexual por genitais depilados.
Acrofilia - Atração sexual por aviões ou pela prática sexual no interior de aeronaves.
Acusticofilia - Prazer em ouvir sons específicos.
Agorafilia - Não é propriamente uma parafilia, mas indica o desejo incontrolável de praticar a cópula em lugares abertos, ou ao ar livre.
Alveofilia - Desejo de manter relações sexuais dentro de uma banheira.
Amaurofilia - Forma de fetichismo em que há atração sexual por parceiros cegos ou vendados.
Amomaxia - Prazer em manter relações sexuais no interior de veículos estacionados.
Anaclitismo - Excitação por objetos infantis como fraldas e chupetas.
Androginofilia - Preferência por figuras andróginas e hermafroditas.
Anofelorastia ou hierofilia - Prazer sexual decorrente da profanação de objetos sagrados.
Asfixiofilia - Ou asfixia erótica, é uma parafilia em que o estímulo sexual decorre do ato de constrição do pescoço do parceiro até quase a perda da consciência antes ou durante a penetração.
A.S.F.R. - Sigla que em inglês significa "alt sex fetish robot", prática fetichista em que o prazer sexual está em manter relações sexuais com autômatos ou pessoas que se fazem passar por robôs, obedecendo rigorosamente aos comandos do "programador".
Autoagonistofilia - Forma de exibicionismo em que o estímulo sexual provém de se deixar ver por terceiros durante o ato sexual.
Autonefiofilia - Prazer em praticar sexo caracterizado como uma criança.
Autoescopofilia - Forma de narcisismo em que há prazer na admiração dos próprios genitais.
ATM ou A2M - Modalidade de coprofilia. A sigla em inglês significa "ass-to-mouth" (do ânus para a boca). Não é propriamente uma parafilia, mas uma prática sexual bastante difundida em filmes pornográficos, em que após o coito anal o pênis é colocado diretamente na boca da parceira ou de terceira pessoa.
Auto-erotismo ou aloerotismo - Nessa modalidade, o ápice sexual é atingido sem a presença do parceiro, apenas de modo contemplativo, perante uma pessoa ou um retrato.
Ballooning - Forma de fetichismo em que os portadores, denominados looners, sentem excitação sexual ao ver ou tocar balões de látex ou ver mulheres interagindo com eles.
BBW - A sigla significa "big beautiful woman" (mulher gorda e bonita), ou seja, indica atração sexual por mulheres gordas, porém bonitas ou atraentes. Os admiradores de mulheres com esse tipo físico se chamam "fat admirers" ou simplesmente "FA".
Biastofilia e raptofilia - Termo derivado do grego biastes (violação) a biastofilia é uma parafilia em que o desejo sexual depende ou responde ao ato de atacar de forma inesperada e violenta a uma pessoa, preferencialmente estranha, sem o seu consentimento. É um desvio que pode ser observado nos assassinos seriais. Em sentido oposto, quando o desejo sexual surge da possibilidade de ser vítima desses ataques, estamos diante de uma raptofilia.
Body integrity identity disorder, apotemnofilia e acrotomofilia - Descrita originalmente em 1977 como Amputee Identity Disorder (AID) a Body Integrity Identity Disorder (BIID) é uma condição psicológica na qual os afetados experimentam desejo incontrolável de ver amputadas partes de seus próprios corpos, de modo a atingir a imagem ideal que têm de si mesmos. Vivem o paradoxo de perder um ou mais membros para poderem tornar-se completos (menos é mais).
Os portadores desse quadro não são psicóticos, até porque o diagnóstico de esquizofrenia ou outros transtornos psicóticos exclui o da BIID. Na verdade o quadro pode ser comparado ao transtorno da identidade de gênero, porque em ambas as condições os pacientes relatam que a insatisfação com o corpo atual está presente desde a pré-adolescência.
Quando o desejo de ser amputado está relacionado com o prazer sexual, então estamos diante de uma parafilia denominada apotemnofilia, caracterizada pela excitação ou facilitação do orgasmo em razão da fantasia de se sentir amputado. Os indivíduos portadores desse quadro são conhecidos como wannabes (pessoa que deseja ser igual à outra, no caso, aos deficientes físicos).
Quando a excitação sexual ou o orgasmo está ligado à necessidade de manter relações com uma pessoa amputada a parafilia é denominada de acrotomofilia e as pessoas portadoras desse quadro denominadas devotees (devotos, dedicados) ou amelotatistas.
Braquioproctosigmoidismo - fisting - Atividade sexual relativamente comum entre homossexuais masculinos em que o parceiro reclama, como principal forma de prazer, a introdução dos dedos, mão ou mesmo o antebraço através do ânus até o reto. A prática é também conhecida como fist fuck ou simplesmente fisting. A denominação inglesa vulgar engloba também o ato de introduzir o punho através da vagina.
Cleptolagnia ou cleptofilia - Prazer sexual no ato de subtrair bens alheios.
Crematistofilia - Excitação proveniente do ato de pagar pela prática sexual.
Dacriofilia - Forma de sadismo em que o prazer sexual decorre de presenciar as lágrimas do parceiro.
Dismorfofilia - Atração sexual por pessoas deformadas.
Dolismo - Neologismo formado do vocábulo inglês "doll" (boneca), que indica a atração sexual por bonecas, manequins e similares. É uma forma de pigmalionismo.
Dom-juanismo - Personalidade que se manifesta compulsivamente às conquista amorosas, sempre de maneira ruidosa e exibicionista e sem que se estabeleça uma relação emocionalmente estável.
Emetofilia - Prazer sexual com a visão de pessoas vomitando ou contato com a substância emética.
Entomocismofilia - Atividade sexual que incorpora insetos como moscas, abelhas, aranhas etc.
Escoptofilia - Forma de voyeurismo caracterizada pelo prazer em observar relacionamento sexual de terceiros pelo telescópio.
Estigmatofilia - Excitação por tatuagens, cicatrizes, piercings e similares.
Falofilia - Predileção por parceiros sexuais com pênis avantajados.
Figefilia - Pratica sexual com cartas ou correspondência.
Filatelofilia - Prazer sexual com selos postais.
Flagelatismo ou flagelação - Forma de fetichismo, geralmente relacionado com o sadomasoquismo, em que o sofrimento do parceiro é especificamente infligido por meio de chicotadas.
Uma variante é o bondage (escravidão, servidão), na qual o prazer é obtido pelo ato de amarrar e imobilizar o parceiro ou pessoa envolvida. Pode ou não envolver a prática de sexo com penetração.
Flatofilia - Forma de coprofilia caracterizada pelo prazer em sentir o odor dos gases intestinais provenientes do parceiro.
Fobofilia - Excitação sexual através do medo. Prazer em sentir medo.
Frutifilia - Atividade sexual envolvendo frutas.
Hibristofilia - Atração sexual por pessoas que tenham cometido crimes graves ou atos de atrocidade.
Hipnofilia ou onirofilia - Excitação em contemplar pessoas adormecidas.
Hirsutofilia - Atração sexual por pessoas com grande quantidade de pelos.
Homiliofilia - Prazer sexual em assistir conferências.
Iatronudia - Excitação no ato de desnudar-se perante o médico.
Iconolagnia ou pictofilia - Estímulo sexual exacerbado diante de arte erótica ou pornográfica.
Lactofilia - Atração sexual por mulheres em período de amamentação.
Metrossexualismo e übersexualismo - Uma forma de narcisismo masculino é atualmente denominada metrossexualidade. O termo metrossexual, cunhado em 2003, é utilizado para definir o homem urbano de grande senso estético e que gasta boa parcela de seu tempo e dinheiro (mais de 30%) com sua aparência e estilo de vida. Já o übersexual é o homem que tem estilo, preocupa-se com a aparência, mas sem exagero.
Ofidiofilia - Prazer na prática de manobras sexuais envolvendo serpentes.
Partenofilia - Excessiva atração por mulheres virgens.
Pigofilia - Excitação sexual pela visão ou contato com as nádegas do parceiro.
Pregnofilia e maieusofilia - A pregnofilia é o desejo ou atração sexual por mulheres grávidas. A maieusofilia consiste em sentir excitação sexual pela visualização do trabalho de parto.
Sexo virtual, cybersex, computer sex, internet sex ou net sex - Forma de masturbação em grupo, praticada através da Internet. Como o foco do desejo fica centrado na virtualidade do prazer sexual, contribui para um isolamento sócio-afetivo.
Tafofilia - Prazer mórbido em manter relações sexuais em cemitérios.
Timofilia - Atividade sexual com a utilização de dinheiro.
Trampling - O trampling (pisoteamento) é uma forma de fetichismo em que o prazer sexual consiste em ser pisado por um ou mais parceiros, geralmente do sexo oposto, sendo mais comum a mulher pisotear o homem.

Troca de casais e sexo grupal

Troca de casais ou troca interconjugal - Também chamada de swing, pode não significar mais que um simples desejo da troca de parceiros para aquecer a vida sexual do casal e, nesse sentido, não pode ser tido como uma aberração ou desvio. Caso se torne uma obsessão, então poderá ser tomada como desvio. A prática do sexo grupal, ainda que pelo casal, pode ser classificada como pluralismo.
Como salientamos anteriormente, não há um consenso entre os autores a respeito de quais sejam as aberrações, quais os simples desvios do instinto sexual sem maior importância ou mesmo quais as práticas consideradas normais, até porque é correto admitir que se possam incorporar novos elementos, formas de expressão e satisfação de modo a enriquecer e atingir a plenitude da vida sexual.
A sexualidade alcança níveis de anormalidade ou desvio somente quando não há flexibilidade do desejo, quando a expressão, a satisfação e o prazer só podem ser obtidos mediante práticas específicas e determinadas, dirigidas a uma modalidade sexual atípica, objetos inanimados ou animais.
Necessário, ainda, considerar as convenções sociais e o momento histórico. Determinadas práticas como o homosexualismo ou a masturbação, já foram consideradas sérios distúrbios e atualmente são tidas como mera expressão da sexualidade.


Você poderá obter mais informações no Portal da Sexualidade
Foto: José Ferreira (Olhares Fotografia On-line)
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Parafilias
De acordo com os novos critérios do DSM - IV, da Associação Psiquiátrica Americana, os transtornos sexuais dividem-se em: disfunções sexuais, transtornos da identidade de gênero e parafilias.
Especificamente a respeito das parafilias, também conhecidas como anomalias, desvios sexuais ou perversões, observamos que o DSM - IV elenca, no capítulo das parafilias, apenas oito quadros bem conhecidos e aceitos: exibicionismo, fetichismo, fetichismo transvéstico, frotteurismo, pedofilia, masoquismo sexual, sadismo sexual e voyeurismo, colocando todas as demais sob a denominação de parafilias sem outra especificação.
A Classificação Internacional de Doenças (CID - 10), não varia muito do preconizado pelo DSM - IV, mas inclui as parafilias em uma seção diferente das tradicionais em sexologia, razão pela qual poderão existir modificações na próxima revisão (Serrano, 2002, p. 19).
Além dos descritos pelo DSM - IV, podem ser considerados desvios: auto-erotismo ou aloerotismo, clismafilia, coprofilia, coprolalia, cromo-inversão, edipismo, erotismo, erotografia ou erotografomania, erotomania, escatologia telefônica, etno-inversão, gerontofilia ou crono-inversão, lubricidade senil, necrofilia, ninfomania ou uteromania, onanismo, parcialismo, pigmalionismo, pluralismo ou triolismo, riparofilia, satiríase, topo-inversão, urofilia, vampirismo e zoofilia.
Neste artigo, procuramos trazer outras possíveis parafilias. Incluímos termos modernos que grassam na Internet, como ballooning, BBW, dolismo, cybersex, trampling, übersexual e outros relacionados, que apresentam sites específicos e possuem comunidades virtuais inteiras dedicadas ao tema.
A lista (em ordem alfabética), apesar de extensa, não é exaustiva:
Acomioclitismo - Atração sexual por genitais depilados.
Acrofilia - Atração sexual por aviões ou pela prática sexual no interior de aeronaves.
Acusticofilia - Prazer em ouvir sons específicos.
Agorafilia - Não é propriamente uma parafilia, mas indica o desejo incontrolável de praticar a cópula em lugares abertos, ou ao ar livre.
Alveofilia - Desejo de manter relações sexuais dentro de uma banheira.
Amaurofilia - Forma de fetichismo em que há atração sexual por parceiros cegos ou vendados.
Amomaxia - Prazer em manter relações sexuais no interior de veículos estacionados.
Anaclitismo - Excitação por objetos infantis como fraldas e chupetas.
Androginofilia - Preferência por figuras andróginas e hermafroditas.
Anofelorastia ou hierofilia - Prazer sexual decorrente da profanação de objetos sagrados.
Asfixiofilia - Ou asfixia erótica, é uma parafilia em que o estímulo sexual decorre do ato de constrição do pescoço do parceiro até quase a perda da consciência antes ou durante a penetração.
A.S.F.R. - Sigla que em inglês significa "alt sex fetish robot", prática fetichista em que o prazer sexual está em manter relações sexuais com autômatos ou pessoas que se fazem passar por robôs, obedecendo rigorosamente aos comandos do "programador".
Autoagonistofilia - Forma de exibicionismo em que o estímulo sexual provém de se deixar ver por terceiros durante o ato sexual.
Autonefiofilia - Prazer em praticar sexo caracterizado como uma criança.
Autoescopofilia - Forma de narcisismo em que há prazer na admiração dos próprios genitais.
ATM ou A2M - Modalidade de coprofilia. A sigla em inglês significa "ass-to-mouth" (do ânus para a boca). Não é propriamente uma parafilia, mas uma prática sexual bastante difundida em filmes pornográficos, em que após o coito anal o pênis é colocado diretamente na boca da parceira ou de terceira pessoa.
Auto-erotismo ou aloerotismo - Nessa modalidade, o ápice sexual é atingido sem a presença do parceiro, apenas de modo contemplativo, perante uma pessoa ou um retrato.
Ballooning - Forma de fetichismo em que os portadores, denominados looners, sentem excitação sexual ao ver ou tocar balões de látex ou ver mulheres interagindo com eles.
BBW - A sigla significa "big beautiful woman" (mulher gorda e bonita), ou seja, indica atração sexual por mulheres gordas, porém bonitas ou atraentes. Os admiradores de mulheres com esse tipo físico se chamam "fat admirers" ou simplesmente "FA".
Biastofilia e raptofilia - Termo derivado do grego biastes (violação) a biastofilia é uma parafilia em que o desejo sexual depende ou responde ao ato de atacar de forma inesperada e violenta a uma pessoa, preferencialmente estranha, sem o seu consentimento. É um desvio que pode ser observado nos assassinos seriais. Em sentido oposto, quando o desejo sexual surge da possibilidade de ser vítima desses ataques, estamos diante de uma raptofilia.
Body integrity identity disorder, apotemnofilia e acrotomofilia - Descrita originalmente em 1977 como Amputee Identity Disorder (AID) a Body Integrity Identity Disorder (BIID) é uma condição psicológica na qual os afetados experimentam desejo incontrolável de ver amputadas partes de seus próprios corpos, de modo a atingir a imagem ideal que têm de si mesmos. Vivem o paradoxo de perder um ou mais membros para poderem tornar-se completos (menos é mais).
Os portadores desse quadro não são psicóticos, até porque o diagnóstico de esquizofrenia ou outros transtornos psicóticos exclui o da BIID. Na verdade o quadro pode ser comparado ao transtorno da identidade de gênero, porque em ambas as condições os pacientes relatam que a insatisfação com o corpo atual está presente desde a pré-adolescência.
Quando o desejo de ser amputado está relacionado com o prazer sexual, então estamos diante de uma parafilia denominada apotemnofilia, caracterizada pela excitação ou facilitação do orgasmo em razão da fantasia de se sentir amputado. Os indivíduos portadores desse quadro são conhecidos como wannabes (pessoa que deseja ser igual à outra, no caso, aos deficientes físicos).
Quando a excitação sexual ou o orgasmo está ligado à necessidade de manter relações com uma pessoa amputada a parafilia é denominada de acrotomofilia e as pessoas portadoras desse quadro denominadas devotees (devotos, dedicados) ou amelotatistas.
Braquioproctosigmoidismo - fisting - Atividade sexual relativamente comum entre homossexuais masculinos em que o parceiro reclama, como principal forma de prazer, a introdução dos dedos, mão ou mesmo o antebraço através do ânus até o reto. A prática é também conhecida como fist fuck ou simplesmente fisting. A denominação inglesa vulgar engloba também o ato de introduzir o punho através da vagina.
Cleptolagnia ou cleptofilia - Prazer sexual no ato de subtrair bens alheios.
Crematistofilia - Excitação proveniente do ato de pagar pela prática sexual.
Dacriofilia - Forma de sadismo em que o prazer sexual decorre de presenciar as lágrimas do parceiro.
Dismorfofilia - Atração sexual por pessoas deformadas.
Dolismo - Neologismo formado do vocábulo inglês "doll" (boneca), que indica a atração sexual por bonecas, manequins e similares. É uma forma de pigmalionismo.
Dom-juanismo - Personalidade que se manifesta compulsivamente às conquista amorosas, sempre de maneira ruidosa e exibicionista e sem que se estabeleça uma relação emocionalmente estável.
Emetofilia - Prazer sexual com a visão de pessoas vomitando ou contato com a substância emética.
Entomocismofilia - Atividade sexual que incorpora insetos como moscas, abelhas, aranhas etc.
Escoptofilia - Forma de voyeurismo caracterizada pelo prazer em observar relacionamento sexual de terceiros pelo telescópio.
Estigmatofilia - Excitação por tatuagens, cicatrizes, piercings e similares.
Falofilia - Predileção por parceiros sexuais com pênis avantajados.
Figefilia - Pratica sexual com cartas ou correspondência.
Filatelofilia - Prazer sexual com selos postais.
Flagelatismo ou flagelação - Forma de fetichismo, geralmente relacionado com o sadomasoquismo, em que o sofrimento do parceiro é especificamente infligido por meio de chicotadas.
Uma variante é o bondage (escravidão, servidão), na qual o prazer é obtido pelo ato de amarrar e imobilizar o parceiro ou pessoa envolvida. Pode ou não envolver a prática de sexo com penetração.
Flatofilia - Forma de coprofilia caracterizada pelo prazer em sentir o odor dos gases intestinais provenientes do parceiro.
Fobofilia - Excitação sexual através do medo. Prazer em sentir medo.
Frutifilia - Atividade sexual envolvendo frutas.
Hibristofilia - Atração sexual por pessoas que tenham cometido crimes graves ou atos de atrocidade.
Hipnofilia ou onirofilia - Excitação em contemplar pessoas adormecidas.
Hirsutofilia - Atração sexual por pessoas com grande quantidade de pelos.
Homiliofilia - Prazer sexual em assistir conferências.
Iatronudia - Excitação no ato de desnudar-se perante o médico.
Iconolagnia ou pictofilia - Estímulo sexual exacerbado diante de arte erótica ou pornográfica.
Lactofilia - Atração sexual por mulheres em período de amamentação.
Metrossexualismo e übersexualismo - Uma forma de narcisismo masculino é atualmente denominada metrossexualidade. O termo metrossexual, cunhado em 2003, é utilizado para definir o homem urbano de grande senso estético e que gasta boa parcela de seu tempo e dinheiro (mais de 30%) com sua aparência e estilo de vida. Já o übersexual é o homem que tem estilo, preocupa-se com a aparência, mas sem exagero.
Ofidiofilia - Prazer na prática de manobras sexuais envolvendo serpentes.
Partenofilia - Excessiva atração por mulheres virgens.
Pigofilia - Excitação sexual pela visão ou contato com as nádegas do parceiro.
Pregnofilia e maieusofilia - A pregnofilia é o desejo ou atração sexual por mulheres grávidas. A maieusofilia consiste em sentir excitação sexual pela visualização do trabalho de parto.
Sexo virtual, cybersex, computer sex, internet sex ou net sex - Forma de masturbação em grupo, praticada através da Internet. Como o foco do desejo fica centrado na virtualidade do prazer sexual, contribui para um isolamento sócio-afetivo.
Tafofilia - Prazer mórbido em manter relações sexuais em cemitérios.
Timofilia - Atividade sexual com a utilização de dinheiro.
Trampling - O trampling (pisoteamento) é uma forma de fetichismo em que o prazer sexual consiste em ser pisado por um ou mais parceiros, geralmente do sexo oposto, sendo mais comum a mulher pisotear o homem.

Troca de casais e sexo grupal

Troca de casais ou troca interconjugal - Também chamada de swing, pode não significar mais que um simples desejo da troca de parceiros para aquecer a vida sexual do casal e, nesse sentido, não pode ser tido como uma aberração ou desvio. Caso se torne uma obsessão, então poderá ser tomada como desvio. A prática do sexo grupal, ainda que pelo casal, pode ser classificada como pluralismo.
Como salientamos anteriormente, não há um consenso entre os autores a respeito de quais sejam as aberrações, quais os simples desvios do instinto sexual sem maior importância ou mesmo quais as práticas consideradas normais, até porque é correto admitir que se possam incorporar novos elementos, formas de expressão e satisfação de modo a enriquecer e atingir a plenitude da vida sexual.
A sexualidade alcança níveis de anormalidade ou desvio somente quando não há flexibilidade do desejo, quando a expressão, a satisfação e o prazer só podem ser obtidos mediante práticas específicas e determinadas, dirigidas a uma modalidade sexual atípica, objetos inanimados ou animais.
Necessário, ainda, considerar as convenções sociais e o momento histórico. Determinadas práticas como o homosexualismo ou a masturbação, já foram consideradas sérios distúrbios e atualmente são tidas como mera expressão da sexualidade.


Você poderá obter mais informações no Portal da Sexualidade
Foto: José Ferreira (Olhares Fotografia On-line)
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:38  comentar




Parafilias
De acordo com os novos critérios do DSM - IV, da Associação Psiquiátrica Americana, os transtornos sexuais dividem-se em: disfunções sexuais, transtornos da identidade de gênero e parafilias.
Especificamente a respeito das parafilias, também conhecidas como anomalias, desvios sexuais ou perversões, observamos que o DSM - IV elenca, no capítulo das parafilias, apenas oito quadros bem conhecidos e aceitos: exibicionismo, fetichismo, fetichismo transvéstico, frotteurismo, pedofilia, masoquismo sexual, sadismo sexual e voyeurismo, colocando todas as demais sob a denominação de parafilias sem outra especificação.
A Classificação Internacional de Doenças (CID - 10), não varia muito do preconizado pelo DSM - IV, mas inclui as parafilias em uma seção diferente das tradicionais em sexologia, razão pela qual poderão existir modificações na próxima revisão (Serrano, 2002, p. 19).
Além dos descritos pelo DSM - IV, podem ser considerados desvios: auto-erotismo ou aloerotismo, clismafilia, coprofilia, coprolalia, cromo-inversão, edipismo, erotismo, erotografia ou erotografomania, erotomania, escatologia telefônica, etno-inversão, gerontofilia ou crono-inversão, lubricidade senil, necrofilia, ninfomania ou uteromania, onanismo, parcialismo, pigmalionismo, pluralismo ou triolismo, riparofilia, satiríase, topo-inversão, urofilia, vampirismo e zoofilia.
Neste artigo, procuramos trazer outras possíveis parafilias. Incluímos termos modernos que grassam na Internet, como ballooning, BBW, dolismo, cybersex, trampling, übersexual e outros relacionados, que apresentam sites específicos e possuem comunidades virtuais inteiras dedicadas ao tema.
A lista (em ordem alfabética), apesar de extensa, não é exaustiva:
Acomioclitismo - Atração sexual por genitais depilados.
Acrofilia - Atração sexual por aviões ou pela prática sexual no interior de aeronaves.
Acusticofilia - Prazer em ouvir sons específicos.
Agorafilia - Não é propriamente uma parafilia, mas indica o desejo incontrolável de praticar a cópula em lugares abertos, ou ao ar livre.
Alveofilia - Desejo de manter relações sexuais dentro de uma banheira.
Amaurofilia - Forma de fetichismo em que há atração sexual por parceiros cegos ou vendados.
Amomaxia - Prazer em manter relações sexuais no interior de veículos estacionados.
Anaclitismo - Excitação por objetos infantis como fraldas e chupetas.
Androginofilia - Preferência por figuras andróginas e hermafroditas.
Anofelorastia ou hierofilia - Prazer sexual decorrente da profanação de objetos sagrados.
Asfixiofilia - Ou asfixia erótica, é uma parafilia em que o estímulo sexual decorre do ato de constrição do pescoço do parceiro até quase a perda da consciência antes ou durante a penetração.
A.S.F.R. - Sigla que em inglês significa "alt sex fetish robot", prática fetichista em que o prazer sexual está em manter relações sexuais com autômatos ou pessoas que se fazem passar por robôs, obedecendo rigorosamente aos comandos do "programador".
Autoagonistofilia - Forma de exibicionismo em que o estímulo sexual provém de se deixar ver por terceiros durante o ato sexual.
Autonefiofilia - Prazer em praticar sexo caracterizado como uma criança.
Autoescopofilia - Forma de narcisismo em que há prazer na admiração dos próprios genitais.
ATM ou A2M - Modalidade de coprofilia. A sigla em inglês significa "ass-to-mouth" (do ânus para a boca). Não é propriamente uma parafilia, mas uma prática sexual bastante difundida em filmes pornográficos, em que após o coito anal o pênis é colocado diretamente na boca da parceira ou de terceira pessoa.
Auto-erotismo ou aloerotismo - Nessa modalidade, o ápice sexual é atingido sem a presença do parceiro, apenas de modo contemplativo, perante uma pessoa ou um retrato.
Ballooning - Forma de fetichismo em que os portadores, denominados looners, sentem excitação sexual ao ver ou tocar balões de látex ou ver mulheres interagindo com eles.
BBW - A sigla significa "big beautiful woman" (mulher gorda e bonita), ou seja, indica atração sexual por mulheres gordas, porém bonitas ou atraentes. Os admiradores de mulheres com esse tipo físico se chamam "fat admirers" ou simplesmente "FA".
Biastofilia e raptofilia - Termo derivado do grego biastes (violação) a biastofilia é uma parafilia em que o desejo sexual depende ou responde ao ato de atacar de forma inesperada e violenta a uma pessoa, preferencialmente estranha, sem o seu consentimento. É um desvio que pode ser observado nos assassinos seriais. Em sentido oposto, quando o desejo sexual surge da possibilidade de ser vítima desses ataques, estamos diante de uma raptofilia.
Body integrity identity disorder, apotemnofilia e acrotomofilia - Descrita originalmente em 1977 como Amputee Identity Disorder (AID) a Body Integrity Identity Disorder (BIID) é uma condição psicológica na qual os afetados experimentam desejo incontrolável de ver amputadas partes de seus próprios corpos, de modo a atingir a imagem ideal que têm de si mesmos. Vivem o paradoxo de perder um ou mais membros para poderem tornar-se completos (menos é mais).
Os portadores desse quadro não são psicóticos, até porque o diagnóstico de esquizofrenia ou outros transtornos psicóticos exclui o da BIID. Na verdade o quadro pode ser comparado ao transtorno da identidade de gênero, porque em ambas as condições os pacientes relatam que a insatisfação com o corpo atual está presente desde a pré-adolescência.
Quando o desejo de ser amputado está relacionado com o prazer sexual, então estamos diante de uma parafilia denominada apotemnofilia, caracterizada pela excitação ou facilitação do orgasmo em razão da fantasia de se sentir amputado. Os indivíduos portadores desse quadro são conhecidos como wannabes (pessoa que deseja ser igual à outra, no caso, aos deficientes físicos).
Quando a excitação sexual ou o orgasmo está ligado à necessidade de manter relações com uma pessoa amputada a parafilia é denominada de acrotomofilia e as pessoas portadoras desse quadro denominadas devotees (devotos, dedicados) ou amelotatistas.
Braquioproctosigmoidismo - fisting - Atividade sexual relativamente comum entre homossexuais masculinos em que o parceiro reclama, como principal forma de prazer, a introdução dos dedos, mão ou mesmo o antebraço através do ânus até o reto. A prática é também conhecida como fist fuck ou simplesmente fisting. A denominação inglesa vulgar engloba também o ato de introduzir o punho através da vagina.
Cleptolagnia ou cleptofilia - Prazer sexual no ato de subtrair bens alheios.
Crematistofilia - Excitação proveniente do ato de pagar pela prática sexual.
Dacriofilia - Forma de sadismo em que o prazer sexual decorre de presenciar as lágrimas do parceiro.
Dismorfofilia - Atração sexual por pessoas deformadas.
Dolismo - Neologismo formado do vocábulo inglês "doll" (boneca), que indica a atração sexual por bonecas, manequins e similares. É uma forma de pigmalionismo.
Dom-juanismo - Personalidade que se manifesta compulsivamente às conquista amorosas, sempre de maneira ruidosa e exibicionista e sem que se estabeleça uma relação emocionalmente estável.
Emetofilia - Prazer sexual com a visão de pessoas vomitando ou contato com a substância emética.
Entomocismofilia - Atividade sexual que incorpora insetos como moscas, abelhas, aranhas etc.
Escoptofilia - Forma de voyeurismo caracterizada pelo prazer em observar relacionamento sexual de terceiros pelo telescópio.
Estigmatofilia - Excitação por tatuagens, cicatrizes, piercings e similares.
Falofilia - Predileção por parceiros sexuais com pênis avantajados.
Figefilia - Pratica sexual com cartas ou correspondência.
Filatelofilia - Prazer sexual com selos postais.
Flagelatismo ou flagelação - Forma de fetichismo, geralmente relacionado com o sadomasoquismo, em que o sofrimento do parceiro é especificamente infligido por meio de chicotadas.
Uma variante é o bondage (escravidão, servidão), na qual o prazer é obtido pelo ato de amarrar e imobilizar o parceiro ou pessoa envolvida. Pode ou não envolver a prática de sexo com penetração.
Flatofilia - Forma de coprofilia caracterizada pelo prazer em sentir o odor dos gases intestinais provenientes do parceiro.
Fobofilia - Excitação sexual através do medo. Prazer em sentir medo.
Frutifilia - Atividade sexual envolvendo frutas.
Hibristofilia - Atração sexual por pessoas que tenham cometido crimes graves ou atos de atrocidade.
Hipnofilia ou onirofilia - Excitação em contemplar pessoas adormecidas.
Hirsutofilia - Atração sexual por pessoas com grande quantidade de pelos.
Homiliofilia - Prazer sexual em assistir conferências.
Iatronudia - Excitação no ato de desnudar-se perante o médico.
Iconolagnia ou pictofilia - Estímulo sexual exacerbado diante de arte erótica ou pornográfica.
Lactofilia - Atração sexual por mulheres em período de amamentação.
Metrossexualismo e übersexualismo - Uma forma de narcisismo masculino é atualmente denominada metrossexualidade. O termo metrossexual, cunhado em 2003, é utilizado para definir o homem urbano de grande senso estético e que gasta boa parcela de seu tempo e dinheiro (mais de 30%) com sua aparência e estilo de vida. Já o übersexual é o homem que tem estilo, preocupa-se com a aparência, mas sem exagero.
Ofidiofilia - Prazer na prática de manobras sexuais envolvendo serpentes.
Partenofilia - Excessiva atração por mulheres virgens.
Pigofilia - Excitação sexual pela visão ou contato com as nádegas do parceiro.
Pregnofilia e maieusofilia - A pregnofilia é o desejo ou atração sexual por mulheres grávidas. A maieusofilia consiste em sentir excitação sexual pela visualização do trabalho de parto.
Sexo virtual, cybersex, computer sex, internet sex ou net sex - Forma de masturbação em grupo, praticada através da Internet. Como o foco do desejo fica centrado na virtualidade do prazer sexual, contribui para um isolamento sócio-afetivo.
Tafofilia - Prazer mórbido em manter relações sexuais em cemitérios.
Timofilia - Atividade sexual com a utilização de dinheiro.
Trampling - O trampling (pisoteamento) é uma forma de fetichismo em que o prazer sexual consiste em ser pisado por um ou mais parceiros, geralmente do sexo oposto, sendo mais comum a mulher pisotear o homem.

Troca de casais e sexo grupal

Troca de casais ou troca interconjugal - Também chamada de swing, pode não significar mais que um simples desejo da troca de parceiros para aquecer a vida sexual do casal e, nesse sentido, não pode ser tido como uma aberração ou desvio. Caso se torne uma obsessão, então poderá ser tomada como desvio. A prática do sexo grupal, ainda que pelo casal, pode ser classificada como pluralismo.
Como salientamos anteriormente, não há um consenso entre os autores a respeito de quais sejam as aberrações, quais os simples desvios do instinto sexual sem maior importância ou mesmo quais as práticas consideradas normais, até porque é correto admitir que se possam incorporar novos elementos, formas de expressão e satisfação de modo a enriquecer e atingir a plenitude da vida sexual.
A sexualidade alcança níveis de anormalidade ou desvio somente quando não há flexibilidade do desejo, quando a expressão, a satisfação e o prazer só podem ser obtidos mediante práticas específicas e determinadas, dirigidas a uma modalidade sexual atípica, objetos inanimados ou animais.
Necessário, ainda, considerar as convenções sociais e o momento histórico. Determinadas práticas como o homosexualismo ou a masturbação, já foram consideradas sérios distúrbios e atualmente são tidas como mera expressão da sexualidade.


Você poderá obter mais informações no Portal da Sexualidade
Foto: José Ferreira (Olhares Fotografia On-line)
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:38  comentar




Parafilias
De acordo com os novos critérios do DSM - IV, da Associação Psiquiátrica Americana, os transtornos sexuais dividem-se em: disfunções sexuais, transtornos da identidade de gênero e parafilias.
Especificamente a respeito das parafilias, também conhecidas como anomalias, desvios sexuais ou perversões, observamos que o DSM - IV elenca, no capítulo das parafilias, apenas oito quadros bem conhecidos e aceitos: exibicionismo, fetichismo, fetichismo transvéstico, frotteurismo, pedofilia, masoquismo sexual, sadismo sexual e voyeurismo, colocando todas as demais sob a denominação de parafilias sem outra especificação.
A Classificação Internacional de Doenças (CID - 10), não varia muito do preconizado pelo DSM - IV, mas inclui as parafilias em uma seção diferente das tradicionais em sexologia, razão pela qual poderão existir modificações na próxima revisão (Serrano, 2002, p. 19).
Além dos descritos pelo DSM - IV, podem ser considerados desvios: auto-erotismo ou aloerotismo, clismafilia, coprofilia, coprolalia, cromo-inversão, edipismo, erotismo, erotografia ou erotografomania, erotomania, escatologia telefônica, etno-inversão, gerontofilia ou crono-inversão, lubricidade senil, necrofilia, ninfomania ou uteromania, onanismo, parcialismo, pigmalionismo, pluralismo ou triolismo, riparofilia, satiríase, topo-inversão, urofilia, vampirismo e zoofilia.
Neste artigo, procuramos trazer outras possíveis parafilias. Incluímos termos modernos que grassam na Internet, como ballooning, BBW, dolismo, cybersex, trampling, übersexual e outros relacionados, que apresentam sites específicos e possuem comunidades virtuais inteiras dedicadas ao tema.
A lista (em ordem alfabética), apesar de extensa, não é exaustiva:
Acomioclitismo - Atração sexual por genitais depilados.
Acrofilia - Atração sexual por aviões ou pela prática sexual no interior de aeronaves.
Acusticofilia - Prazer em ouvir sons específicos.
Agorafilia - Não é propriamente uma parafilia, mas indica o desejo incontrolável de praticar a cópula em lugares abertos, ou ao ar livre.
Alveofilia - Desejo de manter relações sexuais dentro de uma banheira.
Amaurofilia - Forma de fetichismo em que há atração sexual por parceiros cegos ou vendados.
Amomaxia - Prazer em manter relações sexuais no interior de veículos estacionados.
Anaclitismo - Excitação por objetos infantis como fraldas e chupetas.
Androginofilia - Preferência por figuras andróginas e hermafroditas.
Anofelorastia ou hierofilia - Prazer sexual decorrente da profanação de objetos sagrados.
Asfixiofilia - Ou asfixia erótica, é uma parafilia em que o estímulo sexual decorre do ato de constrição do pescoço do parceiro até quase a perda da consciência antes ou durante a penetração.
A.S.F.R. - Sigla que em inglês significa "alt sex fetish robot", prática fetichista em que o prazer sexual está em manter relações sexuais com autômatos ou pessoas que se fazem passar por robôs, obedecendo rigorosamente aos comandos do "programador".
Autoagonistofilia - Forma de exibicionismo em que o estímulo sexual provém de se deixar ver por terceiros durante o ato sexual.
Autonefiofilia - Prazer em praticar sexo caracterizado como uma criança.
Autoescopofilia - Forma de narcisismo em que há prazer na admiração dos próprios genitais.
ATM ou A2M - Modalidade de coprofilia. A sigla em inglês significa "ass-to-mouth" (do ânus para a boca). Não é propriamente uma parafilia, mas uma prática sexual bastante difundida em filmes pornográficos, em que após o coito anal o pênis é colocado diretamente na boca da parceira ou de terceira pessoa.
Auto-erotismo ou aloerotismo - Nessa modalidade, o ápice sexual é atingido sem a presença do parceiro, apenas de modo contemplativo, perante uma pessoa ou um retrato.
Ballooning - Forma de fetichismo em que os portadores, denominados looners, sentem excitação sexual ao ver ou tocar balões de látex ou ver mulheres interagindo com eles.
BBW - A sigla significa "big beautiful woman" (mulher gorda e bonita), ou seja, indica atração sexual por mulheres gordas, porém bonitas ou atraentes. Os admiradores de mulheres com esse tipo físico se chamam "fat admirers" ou simplesmente "FA".
Biastofilia e raptofilia - Termo derivado do grego biastes (violação) a biastofilia é uma parafilia em que o desejo sexual depende ou responde ao ato de atacar de forma inesperada e violenta a uma pessoa, preferencialmente estranha, sem o seu consentimento. É um desvio que pode ser observado nos assassinos seriais. Em sentido oposto, quando o desejo sexual surge da possibilidade de ser vítima desses ataques, estamos diante de uma raptofilia.
Body integrity identity disorder, apotemnofilia e acrotomofilia - Descrita originalmente em 1977 como Amputee Identity Disorder (AID) a Body Integrity Identity Disorder (BIID) é uma condição psicológica na qual os afetados experimentam desejo incontrolável de ver amputadas partes de seus próprios corpos, de modo a atingir a imagem ideal que têm de si mesmos. Vivem o paradoxo de perder um ou mais membros para poderem tornar-se completos (menos é mais).
Os portadores desse quadro não são psicóticos, até porque o diagnóstico de esquizofrenia ou outros transtornos psicóticos exclui o da BIID. Na verdade o quadro pode ser comparado ao transtorno da identidade de gênero, porque em ambas as condições os pacientes relatam que a insatisfação com o corpo atual está presente desde a pré-adolescência.
Quando o desejo de ser amputado está relacionado com o prazer sexual, então estamos diante de uma parafilia denominada apotemnofilia, caracterizada pela excitação ou facilitação do orgasmo em razão da fantasia de se sentir amputado. Os indivíduos portadores desse quadro são conhecidos como wannabes (pessoa que deseja ser igual à outra, no caso, aos deficientes físicos).
Quando a excitação sexual ou o orgasmo está ligado à necessidade de manter relações com uma pessoa amputada a parafilia é denominada de acrotomofilia e as pessoas portadoras desse quadro denominadas devotees (devotos, dedicados) ou amelotatistas.
Braquioproctosigmoidismo - fisting - Atividade sexual relativamente comum entre homossexuais masculinos em que o parceiro reclama, como principal forma de prazer, a introdução dos dedos, mão ou mesmo o antebraço através do ânus até o reto. A prática é também conhecida como fist fuck ou simplesmente fisting. A denominação inglesa vulgar engloba também o ato de introduzir o punho através da vagina.
Cleptolagnia ou cleptofilia - Prazer sexual no ato de subtrair bens alheios.
Crematistofilia - Excitação proveniente do ato de pagar pela prática sexual.
Dacriofilia - Forma de sadismo em que o prazer sexual decorre de presenciar as lágrimas do parceiro.
Dismorfofilia - Atração sexual por pessoas deformadas.
Dolismo - Neologismo formado do vocábulo inglês "doll" (boneca), que indica a atração sexual por bonecas, manequins e similares. É uma forma de pigmalionismo.
Dom-juanismo - Personalidade que se manifesta compulsivamente às conquista amorosas, sempre de maneira ruidosa e exibicionista e sem que se estabeleça uma relação emocionalmente estável.
Emetofilia - Prazer sexual com a visão de pessoas vomitando ou contato com a substância emética.
Entomocismofilia - Atividade sexual que incorpora insetos como moscas, abelhas, aranhas etc.
Escoptofilia - Forma de voyeurismo caracterizada pelo prazer em observar relacionamento sexual de terceiros pelo telescópio.
Estigmatofilia - Excitação por tatuagens, cicatrizes, piercings e similares.
Falofilia - Predileção por parceiros sexuais com pênis avantajados.
Figefilia - Pratica sexual com cartas ou correspondência.
Filatelofilia - Prazer sexual com selos postais.
Flagelatismo ou flagelação - Forma de fetichismo, geralmente relacionado com o sadomasoquismo, em que o sofrimento do parceiro é especificamente infligido por meio de chicotadas.
Uma variante é o bondage (escravidão, servidão), na qual o prazer é obtido pelo ato de amarrar e imobilizar o parceiro ou pessoa envolvida. Pode ou não envolver a prática de sexo com penetração.
Flatofilia - Forma de coprofilia caracterizada pelo prazer em sentir o odor dos gases intestinais provenientes do parceiro.
Fobofilia - Excitação sexual através do medo. Prazer em sentir medo.
Frutifilia - Atividade sexual envolvendo frutas.
Hibristofilia - Atração sexual por pessoas que tenham cometido crimes graves ou atos de atrocidade.
Hipnofilia ou onirofilia - Excitação em contemplar pessoas adormecidas.
Hirsutofilia - Atração sexual por pessoas com grande quantidade de pelos.
Homiliofilia - Prazer sexual em assistir conferências.
Iatronudia - Excitação no ato de desnudar-se perante o médico.
Iconolagnia ou pictofilia - Estímulo sexual exacerbado diante de arte erótica ou pornográfica.
Lactofilia - Atração sexual por mulheres em período de amamentação.
Metrossexualismo e übersexualismo - Uma forma de narcisismo masculino é atualmente denominada metrossexualidade. O termo metrossexual, cunhado em 2003, é utilizado para definir o homem urbano de grande senso estético e que gasta boa parcela de seu tempo e dinheiro (mais de 30%) com sua aparência e estilo de vida. Já o übersexual é o homem que tem estilo, preocupa-se com a aparência, mas sem exagero.
Ofidiofilia - Prazer na prática de manobras sexuais envolvendo serpentes.
Partenofilia - Excessiva atração por mulheres virgens.
Pigofilia - Excitação sexual pela visão ou contato com as nádegas do parceiro.
Pregnofilia e maieusofilia - A pregnofilia é o desejo ou atração sexual por mulheres grávidas. A maieusofilia consiste em sentir excitação sexual pela visualização do trabalho de parto.
Sexo virtual, cybersex, computer sex, internet sex ou net sex - Forma de masturbação em grupo, praticada através da Internet. Como o foco do desejo fica centrado na virtualidade do prazer sexual, contribui para um isolamento sócio-afetivo.
Tafofilia - Prazer mórbido em manter relações sexuais em cemitérios.
Timofilia - Atividade sexual com a utilização de dinheiro.
Trampling - O trampling (pisoteamento) é uma forma de fetichismo em que o prazer sexual consiste em ser pisado por um ou mais parceiros, geralmente do sexo oposto, sendo mais comum a mulher pisotear o homem.

Troca de casais e sexo grupal

Troca de casais ou troca interconjugal - Também chamada de swing, pode não significar mais que um simples desejo da troca de parceiros para aquecer a vida sexual do casal e, nesse sentido, não pode ser tido como uma aberração ou desvio. Caso se torne uma obsessão, então poderá ser tomada como desvio. A prática do sexo grupal, ainda que pelo casal, pode ser classificada como pluralismo.
Como salientamos anteriormente, não há um consenso entre os autores a respeito de quais sejam as aberrações, quais os simples desvios do instinto sexual sem maior importância ou mesmo quais as práticas consideradas normais, até porque é correto admitir que se possam incorporar novos elementos, formas de expressão e satisfação de modo a enriquecer e atingir a plenitude da vida sexual.
A sexualidade alcança níveis de anormalidade ou desvio somente quando não há flexibilidade do desejo, quando a expressão, a satisfação e o prazer só podem ser obtidos mediante práticas específicas e determinadas, dirigidas a uma modalidade sexual atípica, objetos inanimados ou animais.
Necessário, ainda, considerar as convenções sociais e o momento histórico. Determinadas práticas como o homosexualismo ou a masturbação, já foram consideradas sérios distúrbios e atualmente são tidas como mera expressão da sexualidade.


Você poderá obter mais informações no Portal da Sexualidade
Foto: José Ferreira (Olhares Fotografia On-line)
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Parafilias
De acordo com os novos critérios do DSM - IV, da Associação Psiquiátrica Americana, os transtornos sexuais dividem-se em: disfunções sexuais, transtornos da identidade de gênero e parafilias.
Especificamente a respeito das parafilias, também conhecidas como anomalias, desvios sexuais ou perversões, observamos que o DSM - IV elenca, no capítulo das parafilias, apenas oito quadros bem conhecidos e aceitos: exibicionismo, fetichismo, fetichismo transvéstico, frotteurismo, pedofilia, masoquismo sexual, sadismo sexual e voyeurismo, colocando todas as demais sob a denominação de parafilias sem outra especificação.
A Classificação Internacional de Doenças (CID - 10), não varia muito do preconizado pelo DSM - IV, mas inclui as parafilias em uma seção diferente das tradicionais em sexologia, razão pela qual poderão existir modificações na próxima revisão (Serrano, 2002, p. 19).
Além dos descritos pelo DSM - IV, podem ser considerados desvios: auto-erotismo ou aloerotismo, clismafilia, coprofilia, coprolalia, cromo-inversão, edipismo, erotismo, erotografia ou erotografomania, erotomania, escatologia telefônica, etno-inversão, gerontofilia ou crono-inversão, lubricidade senil, necrofilia, ninfomania ou uteromania, onanismo, parcialismo, pigmalionismo, pluralismo ou triolismo, riparofilia, satiríase, topo-inversão, urofilia, vampirismo e zoofilia.
Neste artigo, procuramos trazer outras possíveis parafilias. Incluímos termos modernos que grassam na Internet, como ballooning, BBW, dolismo, cybersex, trampling, übersexual e outros relacionados, que apresentam sites específicos e possuem comunidades virtuais inteiras dedicadas ao tema.
A lista (em ordem alfabética), apesar de extensa, não é exaustiva:
Acomioclitismo - Atração sexual por genitais depilados.
Acrofilia - Atração sexual por aviões ou pela prática sexual no interior de aeronaves.
Acusticofilia - Prazer em ouvir sons específicos.
Agorafilia - Não é propriamente uma parafilia, mas indica o desejo incontrolável de praticar a cópula em lugares abertos, ou ao ar livre.
Alveofilia - Desejo de manter relações sexuais dentro de uma banheira.
Amaurofilia - Forma de fetichismo em que há atração sexual por parceiros cegos ou vendados.
Amomaxia - Prazer em manter relações sexuais no interior de veículos estacionados.
Anaclitismo - Excitação por objetos infantis como fraldas e chupetas.
Androginofilia - Preferência por figuras andróginas e hermafroditas.
Anofelorastia ou hierofilia - Prazer sexual decorrente da profanação de objetos sagrados.
Asfixiofilia - Ou asfixia erótica, é uma parafilia em que o estímulo sexual decorre do ato de constrição do pescoço do parceiro até quase a perda da consciência antes ou durante a penetração.
A.S.F.R. - Sigla que em inglês significa "alt sex fetish robot", prática fetichista em que o prazer sexual está em manter relações sexuais com autômatos ou pessoas que se fazem passar por robôs, obedecendo rigorosamente aos comandos do "programador".
Autoagonistofilia - Forma de exibicionismo em que o estímulo sexual provém de se deixar ver por terceiros durante o ato sexual.
Autonefiofilia - Prazer em praticar sexo caracterizado como uma criança.
Autoescopofilia - Forma de narcisismo em que há prazer na admiração dos próprios genitais.
ATM ou A2M - Modalidade de coprofilia. A sigla em inglês significa "ass-to-mouth" (do ânus para a boca). Não é propriamente uma parafilia, mas uma prática sexual bastante difundida em filmes pornográficos, em que após o coito anal o pênis é colocado diretamente na boca da parceira ou de terceira pessoa.
Auto-erotismo ou aloerotismo - Nessa modalidade, o ápice sexual é atingido sem a presença do parceiro, apenas de modo contemplativo, perante uma pessoa ou um retrato.
Ballooning - Forma de fetichismo em que os portadores, denominados looners, sentem excitação sexual ao ver ou tocar balões de látex ou ver mulheres interagindo com eles.
BBW - A sigla significa "big beautiful woman" (mulher gorda e bonita), ou seja, indica atração sexual por mulheres gordas, porém bonitas ou atraentes. Os admiradores de mulheres com esse tipo físico se chamam "fat admirers" ou simplesmente "FA".
Biastofilia e raptofilia - Termo derivado do grego biastes (violação) a biastofilia é uma parafilia em que o desejo sexual depende ou responde ao ato de atacar de forma inesperada e violenta a uma pessoa, preferencialmente estranha, sem o seu consentimento. É um desvio que pode ser observado nos assassinos seriais. Em sentido oposto, quando o desejo sexual surge da possibilidade de ser vítima desses ataques, estamos diante de uma raptofilia.
Body integrity identity disorder, apotemnofilia e acrotomofilia - Descrita originalmente em 1977 como Amputee Identity Disorder (AID) a Body Integrity Identity Disorder (BIID) é uma condição psicológica na qual os afetados experimentam desejo incontrolável de ver amputadas partes de seus próprios corpos, de modo a atingir a imagem ideal que têm de si mesmos. Vivem o paradoxo de perder um ou mais membros para poderem tornar-se completos (menos é mais).
Os portadores desse quadro não são psicóticos, até porque o diagnóstico de esquizofrenia ou outros transtornos psicóticos exclui o da BIID. Na verdade o quadro pode ser comparado ao transtorno da identidade de gênero, porque em ambas as condições os pacientes relatam que a insatisfação com o corpo atual está presente desde a pré-adolescência.
Quando o desejo de ser amputado está relacionado com o prazer sexual, então estamos diante de uma parafilia denominada apotemnofilia, caracterizada pela excitação ou facilitação do orgasmo em razão da fantasia de se sentir amputado. Os indivíduos portadores desse quadro são conhecidos como wannabes (pessoa que deseja ser igual à outra, no caso, aos deficientes físicos).
Quando a excitação sexual ou o orgasmo está ligado à necessidade de manter relações com uma pessoa amputada a parafilia é denominada de acrotomofilia e as pessoas portadoras desse quadro denominadas devotees (devotos, dedicados) ou amelotatistas.
Braquioproctosigmoidismo - fisting - Atividade sexual relativamente comum entre homossexuais masculinos em que o parceiro reclama, como principal forma de prazer, a introdução dos dedos, mão ou mesmo o antebraço através do ânus até o reto. A prática é também conhecida como fist fuck ou simplesmente fisting. A denominação inglesa vulgar engloba também o ato de introduzir o punho através da vagina.
Cleptolagnia ou cleptofilia - Prazer sexual no ato de subtrair bens alheios.
Crematistofilia - Excitação proveniente do ato de pagar pela prática sexual.
Dacriofilia - Forma de sadismo em que o prazer sexual decorre de presenciar as lágrimas do parceiro.
Dismorfofilia - Atração sexual por pessoas deformadas.
Dolismo - Neologismo formado do vocábulo inglês "doll" (boneca), que indica a atração sexual por bonecas, manequins e similares. É uma forma de pigmalionismo.
Dom-juanismo - Personalidade que se manifesta compulsivamente às conquista amorosas, sempre de maneira ruidosa e exibicionista e sem que se estabeleça uma relação emocionalmente estável.
Emetofilia - Prazer sexual com a visão de pessoas vomitando ou contato com a substância emética.
Entomocismofilia - Atividade sexual que incorpora insetos como moscas, abelhas, aranhas etc.
Escoptofilia - Forma de voyeurismo caracterizada pelo prazer em observar relacionamento sexual de terceiros pelo telescópio.
Estigmatofilia - Excitação por tatuagens, cicatrizes, piercings e similares.
Falofilia - Predileção por parceiros sexuais com pênis avantajados.
Figefilia - Pratica sexual com cartas ou correspondência.
Filatelofilia - Prazer sexual com selos postais.
Flagelatismo ou flagelação - Forma de fetichismo, geralmente relacionado com o sadomasoquismo, em que o sofrimento do parceiro é especificamente infligido por meio de chicotadas.
Uma variante é o bondage (escravidão, servidão), na qual o prazer é obtido pelo ato de amarrar e imobilizar o parceiro ou pessoa envolvida. Pode ou não envolver a prática de sexo com penetração.
Flatofilia - Forma de coprofilia caracterizada pelo prazer em sentir o odor dos gases intestinais provenientes do parceiro.
Fobofilia - Excitação sexual através do medo. Prazer em sentir medo.
Frutifilia - Atividade sexual envolvendo frutas.
Hibristofilia - Atração sexual por pessoas que tenham cometido crimes graves ou atos de atrocidade.
Hipnofilia ou onirofilia - Excitação em contemplar pessoas adormecidas.
Hirsutofilia - Atração sexual por pessoas com grande quantidade de pelos.
Homiliofilia - Prazer sexual em assistir conferências.
Iatronudia - Excitação no ato de desnudar-se perante o médico.
Iconolagnia ou pictofilia - Estímulo sexual exacerbado diante de arte erótica ou pornográfica.
Lactofilia - Atração sexual por mulheres em período de amamentação.
Metrossexualismo e übersexualismo - Uma forma de narcisismo masculino é atualmente denominada metrossexualidade. O termo metrossexual, cunhado em 2003, é utilizado para definir o homem urbano de grande senso estético e que gasta boa parcela de seu tempo e dinheiro (mais de 30%) com sua aparência e estilo de vida. Já o übersexual é o homem que tem estilo, preocupa-se com a aparência, mas sem exagero.
Ofidiofilia - Prazer na prática de manobras sexuais envolvendo serpentes.
Partenofilia - Excessiva atração por mulheres virgens.
Pigofilia - Excitação sexual pela visão ou contato com as nádegas do parceiro.
Pregnofilia e maieusofilia - A pregnofilia é o desejo ou atração sexual por mulheres grávidas. A maieusofilia consiste em sentir excitação sexual pela visualização do trabalho de parto.
Sexo virtual, cybersex, computer sex, internet sex ou net sex - Forma de masturbação em grupo, praticada através da Internet. Como o foco do desejo fica centrado na virtualidade do prazer sexual, contribui para um isolamento sócio-afetivo.
Tafofilia - Prazer mórbido em manter relações sexuais em cemitérios.
Timofilia - Atividade sexual com a utilização de dinheiro.
Trampling - O trampling (pisoteamento) é uma forma de fetichismo em que o prazer sexual consiste em ser pisado por um ou mais parceiros, geralmente do sexo oposto, sendo mais comum a mulher pisotear o homem.

Troca de casais e sexo grupal

Troca de casais ou troca interconjugal - Também chamada de swing, pode não significar mais que um simples desejo da troca de parceiros para aquecer a vida sexual do casal e, nesse sentido, não pode ser tido como uma aberração ou desvio. Caso se torne uma obsessão, então poderá ser tomada como desvio. A prática do sexo grupal, ainda que pelo casal, pode ser classificada como pluralismo.
Como salientamos anteriormente, não há um consenso entre os autores a respeito de quais sejam as aberrações, quais os simples desvios do instinto sexual sem maior importância ou mesmo quais as práticas consideradas normais, até porque é correto admitir que se possam incorporar novos elementos, formas de expressão e satisfação de modo a enriquecer e atingir a plenitude da vida sexual.
A sexualidade alcança níveis de anormalidade ou desvio somente quando não há flexibilidade do desejo, quando a expressão, a satisfação e o prazer só podem ser obtidos mediante práticas específicas e determinadas, dirigidas a uma modalidade sexual atípica, objetos inanimados ou animais.
Necessário, ainda, considerar as convenções sociais e o momento histórico. Determinadas práticas como o homosexualismo ou a masturbação, já foram consideradas sérios distúrbios e atualmente são tidas como mera expressão da sexualidade.


Você poderá obter mais informações no Portal da Sexualidade
Foto: José Ferreira (Olhares Fotografia On-line)
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Parafilias
De acordo com os novos critérios do DSM - IV, da Associação Psiquiátrica Americana, os transtornos sexuais dividem-se em: disfunções sexuais, transtornos da identidade de gênero e parafilias.
Especificamente a respeito das parafilias, também conhecidas como anomalias, desvios sexuais ou perversões, observamos que o DSM - IV elenca, no capítulo das parafilias, apenas oito quadros bem conhecidos e aceitos: exibicionismo, fetichismo, fetichismo transvéstico, frotteurismo, pedofilia, masoquismo sexual, sadismo sexual e voyeurismo, colocando todas as demais sob a denominação de parafilias sem outra especificação.
A Classificação Internacional de Doenças (CID - 10), não varia muito do preconizado pelo DSM - IV, mas inclui as parafilias em uma seção diferente das tradicionais em sexologia, razão pela qual poderão existir modificações na próxima revisão (Serrano, 2002, p. 19).
Além dos descritos pelo DSM - IV, podem ser considerados desvios: auto-erotismo ou aloerotismo, clismafilia, coprofilia, coprolalia, cromo-inversão, edipismo, erotismo, erotografia ou erotografomania, erotomania, escatologia telefônica, etno-inversão, gerontofilia ou crono-inversão, lubricidade senil, necrofilia, ninfomania ou uteromania, onanismo, parcialismo, pigmalionismo, pluralismo ou triolismo, riparofilia, satiríase, topo-inversão, urofilia, vampirismo e zoofilia.
Neste artigo, procuramos trazer outras possíveis parafilias. Incluímos termos modernos que grassam na Internet, como ballooning, BBW, dolismo, cybersex, trampling, übersexual e outros relacionados, que apresentam sites específicos e possuem comunidades virtuais inteiras dedicadas ao tema.
A lista (em ordem alfabética), apesar de extensa, não é exaustiva:
Acomioclitismo - Atração sexual por genitais depilados.
Acrofilia - Atração sexual por aviões ou pela prática sexual no interior de aeronaves.
Acusticofilia - Prazer em ouvir sons específicos.
Agorafilia - Não é propriamente uma parafilia, mas indica o desejo incontrolável de praticar a cópula em lugares abertos, ou ao ar livre.
Alveofilia - Desejo de manter relações sexuais dentro de uma banheira.
Amaurofilia - Forma de fetichismo em que há atração sexual por parceiros cegos ou vendados.
Amomaxia - Prazer em manter relações sexuais no interior de veículos estacionados.
Anaclitismo - Excitação por objetos infantis como fraldas e chupetas.
Androginofilia - Preferência por figuras andróginas e hermafroditas.
Anofelorastia ou hierofilia - Prazer sexual decorrente da profanação de objetos sagrados.
Asfixiofilia - Ou asfixia erótica, é uma parafilia em que o estímulo sexual decorre do ato de constrição do pescoço do parceiro até quase a perda da consciência antes ou durante a penetração.
A.S.F.R. - Sigla que em inglês significa "alt sex fetish robot", prática fetichista em que o prazer sexual está em manter relações sexuais com autômatos ou pessoas que se fazem passar por robôs, obedecendo rigorosamente aos comandos do "programador".
Autoagonistofilia - Forma de exibicionismo em que o estímulo sexual provém de se deixar ver por terceiros durante o ato sexual.
Autonefiofilia - Prazer em praticar sexo caracterizado como uma criança.
Autoescopofilia - Forma de narcisismo em que há prazer na admiração dos próprios genitais.
ATM ou A2M - Modalidade de coprofilia. A sigla em inglês significa "ass-to-mouth" (do ânus para a boca). Não é propriamente uma parafilia, mas uma prática sexual bastante difundida em filmes pornográficos, em que após o coito anal o pênis é colocado diretamente na boca da parceira ou de terceira pessoa.
Auto-erotismo ou aloerotismo - Nessa modalidade, o ápice sexual é atingido sem a presença do parceiro, apenas de modo contemplativo, perante uma pessoa ou um retrato.
Ballooning - Forma de fetichismo em que os portadores, denominados looners, sentem excitação sexual ao ver ou tocar balões de látex ou ver mulheres interagindo com eles.
BBW - A sigla significa "big beautiful woman" (mulher gorda e bonita), ou seja, indica atração sexual por mulheres gordas, porém bonitas ou atraentes. Os admiradores de mulheres com esse tipo físico se chamam "fat admirers" ou simplesmente "FA".
Biastofilia e raptofilia - Termo derivado do grego biastes (violação) a biastofilia é uma parafilia em que o desejo sexual depende ou responde ao ato de atacar de forma inesperada e violenta a uma pessoa, preferencialmente estranha, sem o seu consentimento. É um desvio que pode ser observado nos assassinos seriais. Em sentido oposto, quando o desejo sexual surge da possibilidade de ser vítima desses ataques, estamos diante de uma raptofilia.
Body integrity identity disorder, apotemnofilia e acrotomofilia - Descrita originalmente em 1977 como Amputee Identity Disorder (AID) a Body Integrity Identity Disorder (BIID) é uma condição psicológica na qual os afetados experimentam desejo incontrolável de ver amputadas partes de seus próprios corpos, de modo a atingir a imagem ideal que têm de si mesmos. Vivem o paradoxo de perder um ou mais membros para poderem tornar-se completos (menos é mais).
Os portadores desse quadro não são psicóticos, até porque o diagnóstico de esquizofrenia ou outros transtornos psicóticos exclui o da BIID. Na verdade o quadro pode ser comparado ao transtorno da identidade de gênero, porque em ambas as condições os pacientes relatam que a insatisfação com o corpo atual está presente desde a pré-adolescência.
Quando o desejo de ser amputado está relacionado com o prazer sexual, então estamos diante de uma parafilia denominada apotemnofilia, caracterizada pela excitação ou facilitação do orgasmo em razão da fantasia de se sentir amputado. Os indivíduos portadores desse quadro são conhecidos como wannabes (pessoa que deseja ser igual à outra, no caso, aos deficientes físicos).
Quando a excitação sexual ou o orgasmo está ligado à necessidade de manter relações com uma pessoa amputada a parafilia é denominada de acrotomofilia e as pessoas portadoras desse quadro denominadas devotees (devotos, dedicados) ou amelotatistas.
Braquioproctosigmoidismo - fisting - Atividade sexual relativamente comum entre homossexuais masculinos em que o parceiro reclama, como principal forma de prazer, a introdução dos dedos, mão ou mesmo o antebraço através do ânus até o reto. A prática é também conhecida como fist fuck ou simplesmente fisting. A denominação inglesa vulgar engloba também o ato de introduzir o punho através da vagina.
Cleptolagnia ou cleptofilia - Prazer sexual no ato de subtrair bens alheios.
Crematistofilia - Excitação proveniente do ato de pagar pela prática sexual.
Dacriofilia - Forma de sadismo em que o prazer sexual decorre de presenciar as lágrimas do parceiro.
Dismorfofilia - Atração sexual por pessoas deformadas.
Dolismo - Neologismo formado do vocábulo inglês "doll" (boneca), que indica a atração sexual por bonecas, manequins e similares. É uma forma de pigmalionismo.
Dom-juanismo - Personalidade que se manifesta compulsivamente às conquista amorosas, sempre de maneira ruidosa e exibicionista e sem que se estabeleça uma relação emocionalmente estável.
Emetofilia - Prazer sexual com a visão de pessoas vomitando ou contato com a substância emética.
Entomocismofilia - Atividade sexual que incorpora insetos como moscas, abelhas, aranhas etc.
Escoptofilia - Forma de voyeurismo caracterizada pelo prazer em observar relacionamento sexual de terceiros pelo telescópio.
Estigmatofilia - Excitação por tatuagens, cicatrizes, piercings e similares.
Falofilia - Predileção por parceiros sexuais com pênis avantajados.
Figefilia - Pratica sexual com cartas ou correspondência.
Filatelofilia - Prazer sexual com selos postais.
Flagelatismo ou flagelação - Forma de fetichismo, geralmente relacionado com o sadomasoquismo, em que o sofrimento do parceiro é especificamente infligido por meio de chicotadas.
Uma variante é o bondage (escravidão, servidão), na qual o prazer é obtido pelo ato de amarrar e imobilizar o parceiro ou pessoa envolvida. Pode ou não envolver a prática de sexo com penetração.
Flatofilia - Forma de coprofilia caracterizada pelo prazer em sentir o odor dos gases intestinais provenientes do parceiro.
Fobofilia - Excitação sexual através do medo. Prazer em sentir medo.
Frutifilia - Atividade sexual envolvendo frutas.
Hibristofilia - Atração sexual por pessoas que tenham cometido crimes graves ou atos de atrocidade.
Hipnofilia ou onirofilia - Excitação em contemplar pessoas adormecidas.
Hirsutofilia - Atração sexual por pessoas com grande quantidade de pelos.
Homiliofilia - Prazer sexual em assistir conferências.
Iatronudia - Excitação no ato de desnudar-se perante o médico.
Iconolagnia ou pictofilia - Estímulo sexual exacerbado diante de arte erótica ou pornográfica.
Lactofilia - Atração sexual por mulheres em período de amamentação.
Metrossexualismo e übersexualismo - Uma forma de narcisismo masculino é atualmente denominada metrossexualidade. O termo metrossexual, cunhado em 2003, é utilizado para definir o homem urbano de grande senso estético e que gasta boa parcela de seu tempo e dinheiro (mais de 30%) com sua aparência e estilo de vida. Já o übersexual é o homem que tem estilo, preocupa-se com a aparência, mas sem exagero.
Ofidiofilia - Prazer na prática de manobras sexuais envolvendo serpentes.
Partenofilia - Excessiva atração por mulheres virgens.
Pigofilia - Excitação sexual pela visão ou contato com as nádegas do parceiro.
Pregnofilia e maieusofilia - A pregnofilia é o desejo ou atração sexual por mulheres grávidas. A maieusofilia consiste em sentir excitação sexual pela visualização do trabalho de parto.
Sexo virtual, cybersex, computer sex, internet sex ou net sex - Forma de masturbação em grupo, praticada através da Internet. Como o foco do desejo fica centrado na virtualidade do prazer sexual, contribui para um isolamento sócio-afetivo.
Tafofilia - Prazer mórbido em manter relações sexuais em cemitérios.
Timofilia - Atividade sexual com a utilização de dinheiro.
Trampling - O trampling (pisoteamento) é uma forma de fetichismo em que o prazer sexual consiste em ser pisado por um ou mais parceiros, geralmente do sexo oposto, sendo mais comum a mulher pisotear o homem.

Troca de casais e sexo grupal

Troca de casais ou troca interconjugal - Também chamada de swing, pode não significar mais que um simples desejo da troca de parceiros para aquecer a vida sexual do casal e, nesse sentido, não pode ser tido como uma aberração ou desvio. Caso se torne uma obsessão, então poderá ser tomada como desvio. A prática do sexo grupal, ainda que pelo casal, pode ser classificada como pluralismo.
Como salientamos anteriormente, não há um consenso entre os autores a respeito de quais sejam as aberrações, quais os simples desvios do instinto sexual sem maior importância ou mesmo quais as práticas consideradas normais, até porque é correto admitir que se possam incorporar novos elementos, formas de expressão e satisfação de modo a enriquecer e atingir a plenitude da vida sexual.
A sexualidade alcança níveis de anormalidade ou desvio somente quando não há flexibilidade do desejo, quando a expressão, a satisfação e o prazer só podem ser obtidos mediante práticas específicas e determinadas, dirigidas a uma modalidade sexual atípica, objetos inanimados ou animais.
Necessário, ainda, considerar as convenções sociais e o momento histórico. Determinadas práticas como o homosexualismo ou a masturbação, já foram consideradas sérios distúrbios e atualmente são tidas como mera expressão da sexualidade.


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Manifesto pede que pastoral acolha famílias 'em situações especiais'.

Os casais de segunda união, que partiram para novo casamento após a separação, são convidados a participar da vida comunitária nas paróquias, mas não podem comungar, pois a Igreja não admite o divórcio. E, pela manifestação da 47ª Assembleia-Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que termina nesta sexta-feira (1º) em Itaici, município de Indaiatuba (SP), a situação não vai mudar.
Um manifesto em favor da família aprovado pela assembleia refere-se de leve aos casais em segunda união, ao pedir que a Pastoral Familiar, Movimentos, Serviços e Institutos da Igreja acolham “as (famílias) que se encontram em situações especiais”. O acolhimento consiste em engajar recasados em celebrações litúrgicas, embora sem acesso aos sacramentos.
D. Orlando Brandes, arcebispo de Londrina (PR) e presidente da Comissão Episcopal para a Vida e a Família, lamentou o tom genérico do manifesto. “Pela nossa proposta, o texto deveria ser mais contundente, mas a maioria dos bispos foi contra, optando por uma manifestação mais positiva". O arcebispo de Londrina revelou que a assembleia de Itaici levantou a questão da família a pedido de parlamentares católicos e evangélicos. “Eles nos pediram um manifesto sobre a posição da CNBB para que possam trabalhar nessa linha.” As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".
O vice-presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Luís Soares Vieira, disse nesta sexta-feira (1), após encerramento da 47ª Assembleia Geral da CNBB, em Indaiatuba (SP), que tanto os heterossexuais quanto os homossexuais que desejam ser padres devem respeitar a lei disciplinar do celibato e da castidade.
O documento Diretrizes para a formação dos presbíteros, aprovado na quinta-feira (30)durante a assembleia e que será submetido à autorização do papa Bento XVI antes de ser divulgado, fala, no campo da sexualidade, de "possíveis distúrbios incompatíveis com o sacerdócio".
"Os homossexuais para nós são pessoas humanas. Eles têm, vamos dizer, essa constituição, então devem ser tratados como gente, com respeito. Agora, o que acontece: o que se exige do heterossexual, o celibato, para ser padre, se exige também do homossexual. Se ele for entrar no sacerdócio, ele tem de viver o celibato e a castidade", afirmou dom Luís.
"E aí, naturalmente, nós estamos estudando e ajudando a pessoa a entender que às vezes ela também não tem esse dom do celibato. Mas que devemos tratar com dignidade, sem discriminação os homossexuais, sem dúvida nenhuma. São seres humanos, são filhos de Deus e merecem todo o respeito."

Celibato
O bispo reiterou a importância da preparação dos católicos para a igreja, e a necessidade do celibato e castidade na formação presbiteral, tema central do encontro que reuniu, nos últimos dez dias, 330 bispos brasileiros.
"O celibato não é uma lei divina. É uma lei disciplinar. Temos na igreja católica apostólica romana alguns ritos em que os padres se casam. Agora, no rito latino, que é nosso rito no Brasil, quem quiser ser sacerdote, presbítero, tem de fazer opção pela vida celibatária e viver dentro da castidade. E isso nem todos têm como proposta de vida, tem pessoas que não foram feitas para isso", afirmou dom Luís.
Os bispos elaboraram documento, durante a assembleia, sobre a necessidade de formação e iniciação cristã. "Hoje a pessoa escolhe a religião, então temos de entender essa mudança de tempo, de realidade, e mostrar aos nossos católicos que eles têm de fazer uma opção pela nossa igreja, uma opção consciente, saber qual é o fundamento", afirmou o vice-presidente da CNBB.
No ano que vem, a CNBB realizará seu encontro em Brasília, onde também será realizado o 16º Congresso Eucarístico Nacional. A partir de 2011, a assembleia dos bispos será realizada no Santuário de Aparecida (SP).

Fonte: Estadão e G1
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Manifesto pede que pastoral acolha famílias 'em situações especiais'.

Os casais de segunda união, que partiram para novo casamento após a separação, são convidados a participar da vida comunitária nas paróquias, mas não podem comungar, pois a Igreja não admite o divórcio. E, pela manifestação da 47ª Assembleia-Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que termina nesta sexta-feira (1º) em Itaici, município de Indaiatuba (SP), a situação não vai mudar.
Um manifesto em favor da família aprovado pela assembleia refere-se de leve aos casais em segunda união, ao pedir que a Pastoral Familiar, Movimentos, Serviços e Institutos da Igreja acolham “as (famílias) que se encontram em situações especiais”. O acolhimento consiste em engajar recasados em celebrações litúrgicas, embora sem acesso aos sacramentos.
D. Orlando Brandes, arcebispo de Londrina (PR) e presidente da Comissão Episcopal para a Vida e a Família, lamentou o tom genérico do manifesto. “Pela nossa proposta, o texto deveria ser mais contundente, mas a maioria dos bispos foi contra, optando por uma manifestação mais positiva". O arcebispo de Londrina revelou que a assembleia de Itaici levantou a questão da família a pedido de parlamentares católicos e evangélicos. “Eles nos pediram um manifesto sobre a posição da CNBB para que possam trabalhar nessa linha.” As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".
O vice-presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Luís Soares Vieira, disse nesta sexta-feira (1), após encerramento da 47ª Assembleia Geral da CNBB, em Indaiatuba (SP), que tanto os heterossexuais quanto os homossexuais que desejam ser padres devem respeitar a lei disciplinar do celibato e da castidade.
O documento Diretrizes para a formação dos presbíteros, aprovado na quinta-feira (30)durante a assembleia e que será submetido à autorização do papa Bento XVI antes de ser divulgado, fala, no campo da sexualidade, de "possíveis distúrbios incompatíveis com o sacerdócio".
"Os homossexuais para nós são pessoas humanas. Eles têm, vamos dizer, essa constituição, então devem ser tratados como gente, com respeito. Agora, o que acontece: o que se exige do heterossexual, o celibato, para ser padre, se exige também do homossexual. Se ele for entrar no sacerdócio, ele tem de viver o celibato e a castidade", afirmou dom Luís.
"E aí, naturalmente, nós estamos estudando e ajudando a pessoa a entender que às vezes ela também não tem esse dom do celibato. Mas que devemos tratar com dignidade, sem discriminação os homossexuais, sem dúvida nenhuma. São seres humanos, são filhos de Deus e merecem todo o respeito."

Celibato
O bispo reiterou a importância da preparação dos católicos para a igreja, e a necessidade do celibato e castidade na formação presbiteral, tema central do encontro que reuniu, nos últimos dez dias, 330 bispos brasileiros.
"O celibato não é uma lei divina. É uma lei disciplinar. Temos na igreja católica apostólica romana alguns ritos em que os padres se casam. Agora, no rito latino, que é nosso rito no Brasil, quem quiser ser sacerdote, presbítero, tem de fazer opção pela vida celibatária e viver dentro da castidade. E isso nem todos têm como proposta de vida, tem pessoas que não foram feitas para isso", afirmou dom Luís.
Os bispos elaboraram documento, durante a assembleia, sobre a necessidade de formação e iniciação cristã. "Hoje a pessoa escolhe a religião, então temos de entender essa mudança de tempo, de realidade, e mostrar aos nossos católicos que eles têm de fazer uma opção pela nossa igreja, uma opção consciente, saber qual é o fundamento", afirmou o vice-presidente da CNBB.
No ano que vem, a CNBB realizará seu encontro em Brasília, onde também será realizado o 16º Congresso Eucarístico Nacional. A partir de 2011, a assembleia dos bispos será realizada no Santuário de Aparecida (SP).

Fonte: Estadão e G1
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Os casais de segunda união, que partiram para novo casamento após a separação, são convidados a participar da vida comunitária nas paróquias, mas não podem comungar, pois a Igreja não admite o divórcio. E, pela manifestação da 47ª Assembleia-Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que termina nesta sexta-feira (1º) em Itaici, município de Indaiatuba (SP), a situação não vai mudar.
Um manifesto em favor da família aprovado pela assembleia refere-se de leve aos casais em segunda união, ao pedir que a Pastoral Familiar, Movimentos, Serviços e Institutos da Igreja acolham “as (famílias) que se encontram em situações especiais”. O acolhimento consiste em engajar recasados em celebrações litúrgicas, embora sem acesso aos sacramentos.
D. Orlando Brandes, arcebispo de Londrina (PR) e presidente da Comissão Episcopal para a Vida e a Família, lamentou o tom genérico do manifesto. “Pela nossa proposta, o texto deveria ser mais contundente, mas a maioria dos bispos foi contra, optando por uma manifestação mais positiva". O arcebispo de Londrina revelou que a assembleia de Itaici levantou a questão da família a pedido de parlamentares católicos e evangélicos. “Eles nos pediram um manifesto sobre a posição da CNBB para que possam trabalhar nessa linha.” As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".
O vice-presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Luís Soares Vieira, disse nesta sexta-feira (1), após encerramento da 47ª Assembleia Geral da CNBB, em Indaiatuba (SP), que tanto os heterossexuais quanto os homossexuais que desejam ser padres devem respeitar a lei disciplinar do celibato e da castidade.
O documento Diretrizes para a formação dos presbíteros, aprovado na quinta-feira (30)durante a assembleia e que será submetido à autorização do papa Bento XVI antes de ser divulgado, fala, no campo da sexualidade, de "possíveis distúrbios incompatíveis com o sacerdócio".
"Os homossexuais para nós são pessoas humanas. Eles têm, vamos dizer, essa constituição, então devem ser tratados como gente, com respeito. Agora, o que acontece: o que se exige do heterossexual, o celibato, para ser padre, se exige também do homossexual. Se ele for entrar no sacerdócio, ele tem de viver o celibato e a castidade", afirmou dom Luís.
"E aí, naturalmente, nós estamos estudando e ajudando a pessoa a entender que às vezes ela também não tem esse dom do celibato. Mas que devemos tratar com dignidade, sem discriminação os homossexuais, sem dúvida nenhuma. São seres humanos, são filhos de Deus e merecem todo o respeito."

Celibato
O bispo reiterou a importância da preparação dos católicos para a igreja, e a necessidade do celibato e castidade na formação presbiteral, tema central do encontro que reuniu, nos últimos dez dias, 330 bispos brasileiros.
"O celibato não é uma lei divina. É uma lei disciplinar. Temos na igreja católica apostólica romana alguns ritos em que os padres se casam. Agora, no rito latino, que é nosso rito no Brasil, quem quiser ser sacerdote, presbítero, tem de fazer opção pela vida celibatária e viver dentro da castidade. E isso nem todos têm como proposta de vida, tem pessoas que não foram feitas para isso", afirmou dom Luís.
Os bispos elaboraram documento, durante a assembleia, sobre a necessidade de formação e iniciação cristã. "Hoje a pessoa escolhe a religião, então temos de entender essa mudança de tempo, de realidade, e mostrar aos nossos católicos que eles têm de fazer uma opção pela nossa igreja, uma opção consciente, saber qual é o fundamento", afirmou o vice-presidente da CNBB.
No ano que vem, a CNBB realizará seu encontro em Brasília, onde também será realizado o 16º Congresso Eucarístico Nacional. A partir de 2011, a assembleia dos bispos será realizada no Santuário de Aparecida (SP).

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Os casais de segunda união, que partiram para novo casamento após a separação, são convidados a participar da vida comunitária nas paróquias, mas não podem comungar, pois a Igreja não admite o divórcio. E, pela manifestação da 47ª Assembleia-Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que termina nesta sexta-feira (1º) em Itaici, município de Indaiatuba (SP), a situação não vai mudar.
Um manifesto em favor da família aprovado pela assembleia refere-se de leve aos casais em segunda união, ao pedir que a Pastoral Familiar, Movimentos, Serviços e Institutos da Igreja acolham “as (famílias) que se encontram em situações especiais”. O acolhimento consiste em engajar recasados em celebrações litúrgicas, embora sem acesso aos sacramentos.
D. Orlando Brandes, arcebispo de Londrina (PR) e presidente da Comissão Episcopal para a Vida e a Família, lamentou o tom genérico do manifesto. “Pela nossa proposta, o texto deveria ser mais contundente, mas a maioria dos bispos foi contra, optando por uma manifestação mais positiva". O arcebispo de Londrina revelou que a assembleia de Itaici levantou a questão da família a pedido de parlamentares católicos e evangélicos. “Eles nos pediram um manifesto sobre a posição da CNBB para que possam trabalhar nessa linha.” As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".
O vice-presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Luís Soares Vieira, disse nesta sexta-feira (1), após encerramento da 47ª Assembleia Geral da CNBB, em Indaiatuba (SP), que tanto os heterossexuais quanto os homossexuais que desejam ser padres devem respeitar a lei disciplinar do celibato e da castidade.
O documento Diretrizes para a formação dos presbíteros, aprovado na quinta-feira (30)durante a assembleia e que será submetido à autorização do papa Bento XVI antes de ser divulgado, fala, no campo da sexualidade, de "possíveis distúrbios incompatíveis com o sacerdócio".
"Os homossexuais para nós são pessoas humanas. Eles têm, vamos dizer, essa constituição, então devem ser tratados como gente, com respeito. Agora, o que acontece: o que se exige do heterossexual, o celibato, para ser padre, se exige também do homossexual. Se ele for entrar no sacerdócio, ele tem de viver o celibato e a castidade", afirmou dom Luís.
"E aí, naturalmente, nós estamos estudando e ajudando a pessoa a entender que às vezes ela também não tem esse dom do celibato. Mas que devemos tratar com dignidade, sem discriminação os homossexuais, sem dúvida nenhuma. São seres humanos, são filhos de Deus e merecem todo o respeito."

Celibato
O bispo reiterou a importância da preparação dos católicos para a igreja, e a necessidade do celibato e castidade na formação presbiteral, tema central do encontro que reuniu, nos últimos dez dias, 330 bispos brasileiros.
"O celibato não é uma lei divina. É uma lei disciplinar. Temos na igreja católica apostólica romana alguns ritos em que os padres se casam. Agora, no rito latino, que é nosso rito no Brasil, quem quiser ser sacerdote, presbítero, tem de fazer opção pela vida celibatária e viver dentro da castidade. E isso nem todos têm como proposta de vida, tem pessoas que não foram feitas para isso", afirmou dom Luís.
Os bispos elaboraram documento, durante a assembleia, sobre a necessidade de formação e iniciação cristã. "Hoje a pessoa escolhe a religião, então temos de entender essa mudança de tempo, de realidade, e mostrar aos nossos católicos que eles têm de fazer uma opção pela nossa igreja, uma opção consciente, saber qual é o fundamento", afirmou o vice-presidente da CNBB.
No ano que vem, a CNBB realizará seu encontro em Brasília, onde também será realizado o 16º Congresso Eucarístico Nacional. A partir de 2011, a assembleia dos bispos será realizada no Santuário de Aparecida (SP).

Fonte: Estadão e G1
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Manifesto pede que pastoral acolha famílias 'em situações especiais'.

Os casais de segunda união, que partiram para novo casamento após a separação, são convidados a participar da vida comunitária nas paróquias, mas não podem comungar, pois a Igreja não admite o divórcio. E, pela manifestação da 47ª Assembleia-Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que termina nesta sexta-feira (1º) em Itaici, município de Indaiatuba (SP), a situação não vai mudar.
Um manifesto em favor da família aprovado pela assembleia refere-se de leve aos casais em segunda união, ao pedir que a Pastoral Familiar, Movimentos, Serviços e Institutos da Igreja acolham “as (famílias) que se encontram em situações especiais”. O acolhimento consiste em engajar recasados em celebrações litúrgicas, embora sem acesso aos sacramentos.
D. Orlando Brandes, arcebispo de Londrina (PR) e presidente da Comissão Episcopal para a Vida e a Família, lamentou o tom genérico do manifesto. “Pela nossa proposta, o texto deveria ser mais contundente, mas a maioria dos bispos foi contra, optando por uma manifestação mais positiva". O arcebispo de Londrina revelou que a assembleia de Itaici levantou a questão da família a pedido de parlamentares católicos e evangélicos. “Eles nos pediram um manifesto sobre a posição da CNBB para que possam trabalhar nessa linha.” As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".
O vice-presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Luís Soares Vieira, disse nesta sexta-feira (1), após encerramento da 47ª Assembleia Geral da CNBB, em Indaiatuba (SP), que tanto os heterossexuais quanto os homossexuais que desejam ser padres devem respeitar a lei disciplinar do celibato e da castidade.
O documento Diretrizes para a formação dos presbíteros, aprovado na quinta-feira (30)durante a assembleia e que será submetido à autorização do papa Bento XVI antes de ser divulgado, fala, no campo da sexualidade, de "possíveis distúrbios incompatíveis com o sacerdócio".
"Os homossexuais para nós são pessoas humanas. Eles têm, vamos dizer, essa constituição, então devem ser tratados como gente, com respeito. Agora, o que acontece: o que se exige do heterossexual, o celibato, para ser padre, se exige também do homossexual. Se ele for entrar no sacerdócio, ele tem de viver o celibato e a castidade", afirmou dom Luís.
"E aí, naturalmente, nós estamos estudando e ajudando a pessoa a entender que às vezes ela também não tem esse dom do celibato. Mas que devemos tratar com dignidade, sem discriminação os homossexuais, sem dúvida nenhuma. São seres humanos, são filhos de Deus e merecem todo o respeito."

Celibato
O bispo reiterou a importância da preparação dos católicos para a igreja, e a necessidade do celibato e castidade na formação presbiteral, tema central do encontro que reuniu, nos últimos dez dias, 330 bispos brasileiros.
"O celibato não é uma lei divina. É uma lei disciplinar. Temos na igreja católica apostólica romana alguns ritos em que os padres se casam. Agora, no rito latino, que é nosso rito no Brasil, quem quiser ser sacerdote, presbítero, tem de fazer opção pela vida celibatária e viver dentro da castidade. E isso nem todos têm como proposta de vida, tem pessoas que não foram feitas para isso", afirmou dom Luís.
Os bispos elaboraram documento, durante a assembleia, sobre a necessidade de formação e iniciação cristã. "Hoje a pessoa escolhe a religião, então temos de entender essa mudança de tempo, de realidade, e mostrar aos nossos católicos que eles têm de fazer uma opção pela nossa igreja, uma opção consciente, saber qual é o fundamento", afirmou o vice-presidente da CNBB.
No ano que vem, a CNBB realizará seu encontro em Brasília, onde também será realizado o 16º Congresso Eucarístico Nacional. A partir de 2011, a assembleia dos bispos será realizada no Santuário de Aparecida (SP).

Fonte: Estadão e G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:34  comentar



Manifesto pede que pastoral acolha famílias 'em situações especiais'.

Os casais de segunda união, que partiram para novo casamento após a separação, são convidados a participar da vida comunitária nas paróquias, mas não podem comungar, pois a Igreja não admite o divórcio. E, pela manifestação da 47ª Assembleia-Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que termina nesta sexta-feira (1º) em Itaici, município de Indaiatuba (SP), a situação não vai mudar.
Um manifesto em favor da família aprovado pela assembleia refere-se de leve aos casais em segunda união, ao pedir que a Pastoral Familiar, Movimentos, Serviços e Institutos da Igreja acolham “as (famílias) que se encontram em situações especiais”. O acolhimento consiste em engajar recasados em celebrações litúrgicas, embora sem acesso aos sacramentos.
D. Orlando Brandes, arcebispo de Londrina (PR) e presidente da Comissão Episcopal para a Vida e a Família, lamentou o tom genérico do manifesto. “Pela nossa proposta, o texto deveria ser mais contundente, mas a maioria dos bispos foi contra, optando por uma manifestação mais positiva". O arcebispo de Londrina revelou que a assembleia de Itaici levantou a questão da família a pedido de parlamentares católicos e evangélicos. “Eles nos pediram um manifesto sobre a posição da CNBB para que possam trabalhar nessa linha.” As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".
O vice-presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Luís Soares Vieira, disse nesta sexta-feira (1), após encerramento da 47ª Assembleia Geral da CNBB, em Indaiatuba (SP), que tanto os heterossexuais quanto os homossexuais que desejam ser padres devem respeitar a lei disciplinar do celibato e da castidade.
O documento Diretrizes para a formação dos presbíteros, aprovado na quinta-feira (30)durante a assembleia e que será submetido à autorização do papa Bento XVI antes de ser divulgado, fala, no campo da sexualidade, de "possíveis distúrbios incompatíveis com o sacerdócio".
"Os homossexuais para nós são pessoas humanas. Eles têm, vamos dizer, essa constituição, então devem ser tratados como gente, com respeito. Agora, o que acontece: o que se exige do heterossexual, o celibato, para ser padre, se exige também do homossexual. Se ele for entrar no sacerdócio, ele tem de viver o celibato e a castidade", afirmou dom Luís.
"E aí, naturalmente, nós estamos estudando e ajudando a pessoa a entender que às vezes ela também não tem esse dom do celibato. Mas que devemos tratar com dignidade, sem discriminação os homossexuais, sem dúvida nenhuma. São seres humanos, são filhos de Deus e merecem todo o respeito."

Celibato
O bispo reiterou a importância da preparação dos católicos para a igreja, e a necessidade do celibato e castidade na formação presbiteral, tema central do encontro que reuniu, nos últimos dez dias, 330 bispos brasileiros.
"O celibato não é uma lei divina. É uma lei disciplinar. Temos na igreja católica apostólica romana alguns ritos em que os padres se casam. Agora, no rito latino, que é nosso rito no Brasil, quem quiser ser sacerdote, presbítero, tem de fazer opção pela vida celibatária e viver dentro da castidade. E isso nem todos têm como proposta de vida, tem pessoas que não foram feitas para isso", afirmou dom Luís.
Os bispos elaboraram documento, durante a assembleia, sobre a necessidade de formação e iniciação cristã. "Hoje a pessoa escolhe a religião, então temos de entender essa mudança de tempo, de realidade, e mostrar aos nossos católicos que eles têm de fazer uma opção pela nossa igreja, uma opção consciente, saber qual é o fundamento", afirmou o vice-presidente da CNBB.
No ano que vem, a CNBB realizará seu encontro em Brasília, onde também será realizado o 16º Congresso Eucarístico Nacional. A partir de 2011, a assembleia dos bispos será realizada no Santuário de Aparecida (SP).

Fonte: Estadão e G1
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Manifesto pede que pastoral acolha famílias 'em situações especiais'.

Os casais de segunda união, que partiram para novo casamento após a separação, são convidados a participar da vida comunitária nas paróquias, mas não podem comungar, pois a Igreja não admite o divórcio. E, pela manifestação da 47ª Assembleia-Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que termina nesta sexta-feira (1º) em Itaici, município de Indaiatuba (SP), a situação não vai mudar.
Um manifesto em favor da família aprovado pela assembleia refere-se de leve aos casais em segunda união, ao pedir que a Pastoral Familiar, Movimentos, Serviços e Institutos da Igreja acolham “as (famílias) que se encontram em situações especiais”. O acolhimento consiste em engajar recasados em celebrações litúrgicas, embora sem acesso aos sacramentos.
D. Orlando Brandes, arcebispo de Londrina (PR) e presidente da Comissão Episcopal para a Vida e a Família, lamentou o tom genérico do manifesto. “Pela nossa proposta, o texto deveria ser mais contundente, mas a maioria dos bispos foi contra, optando por uma manifestação mais positiva". O arcebispo de Londrina revelou que a assembleia de Itaici levantou a questão da família a pedido de parlamentares católicos e evangélicos. “Eles nos pediram um manifesto sobre a posição da CNBB para que possam trabalhar nessa linha.” As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".
O vice-presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Luís Soares Vieira, disse nesta sexta-feira (1), após encerramento da 47ª Assembleia Geral da CNBB, em Indaiatuba (SP), que tanto os heterossexuais quanto os homossexuais que desejam ser padres devem respeitar a lei disciplinar do celibato e da castidade.
O documento Diretrizes para a formação dos presbíteros, aprovado na quinta-feira (30)durante a assembleia e que será submetido à autorização do papa Bento XVI antes de ser divulgado, fala, no campo da sexualidade, de "possíveis distúrbios incompatíveis com o sacerdócio".
"Os homossexuais para nós são pessoas humanas. Eles têm, vamos dizer, essa constituição, então devem ser tratados como gente, com respeito. Agora, o que acontece: o que se exige do heterossexual, o celibato, para ser padre, se exige também do homossexual. Se ele for entrar no sacerdócio, ele tem de viver o celibato e a castidade", afirmou dom Luís.
"E aí, naturalmente, nós estamos estudando e ajudando a pessoa a entender que às vezes ela também não tem esse dom do celibato. Mas que devemos tratar com dignidade, sem discriminação os homossexuais, sem dúvida nenhuma. São seres humanos, são filhos de Deus e merecem todo o respeito."

Celibato
O bispo reiterou a importância da preparação dos católicos para a igreja, e a necessidade do celibato e castidade na formação presbiteral, tema central do encontro que reuniu, nos últimos dez dias, 330 bispos brasileiros.
"O celibato não é uma lei divina. É uma lei disciplinar. Temos na igreja católica apostólica romana alguns ritos em que os padres se casam. Agora, no rito latino, que é nosso rito no Brasil, quem quiser ser sacerdote, presbítero, tem de fazer opção pela vida celibatária e viver dentro da castidade. E isso nem todos têm como proposta de vida, tem pessoas que não foram feitas para isso", afirmou dom Luís.
Os bispos elaboraram documento, durante a assembleia, sobre a necessidade de formação e iniciação cristã. "Hoje a pessoa escolhe a religião, então temos de entender essa mudança de tempo, de realidade, e mostrar aos nossos católicos que eles têm de fazer uma opção pela nossa igreja, uma opção consciente, saber qual é o fundamento", afirmou o vice-presidente da CNBB.
No ano que vem, a CNBB realizará seu encontro em Brasília, onde também será realizado o 16º Congresso Eucarístico Nacional. A partir de 2011, a assembleia dos bispos será realizada no Santuário de Aparecida (SP).

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CURITIBA - Um bebê recém nascido e ainda com cordão umbilical foi encontrado na manhã desta sexta-feira na Rodoviária Velha de Maringá, no Paraná. A criança já estava morta quando as primeiras pessoas começaram a passar pelo local, avistaram a menina e chamaram a polícia. De acordo com a Polícia Militar, o bebê estava dentro de uma sacola de supermercado e sem nenhuma proteção contra o frio. A PM agora procura pela mãe que abandonou a filha.
Segundo informações do tenente Radamés Luciano Vinha, não houve possibilidade de socorro, pois quando os agentes chegaram ao local a criança já estava morta.
- Estava dentro de uma sacola e sem nenhuma coberta - disse o tenente.
É provável que o frio tenha sido a causa da morte.
A PM começou então fazer um levantamento nos hotéis da região central, onde a mãe poderia ter dado à luz durante a madrugada. Também foi solicitada aos hospitais da cidade e região uma lista de mulheres que tenham se internado com algum quadro de hemorragia. A mesma orientação foi passada aos proprietários dos hotéis.
Ainda segundo Vinha, uma adolescente encontrada nas proximidades passando mal e dormindo na rua foi convidada para ir até um hospital onde iria passar por alguns exames. Em conversas com moradores de rua, outra mulher teve suas características descritas e também é uma suspeita.
Outra linha de investigação aponta para um telefonema que a PM recebeu logo pela manhã, onde uma mulher dizia ter encontrado a criança.
- Pode ser a mãe que tenha se arrependido e ligado. Retornamos a ligação, mas o celular já estava desligado - explicou o tenente.
A Polícia Civil investiga o caso e o corpo da criança foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Maringá.


fonte: O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:51  comentar

CURITIBA - Um bebê recém nascido e ainda com cordão umbilical foi encontrado na manhã desta sexta-feira na Rodoviária Velha de Maringá, no Paraná. A criança já estava morta quando as primeiras pessoas começaram a passar pelo local, avistaram a menina e chamaram a polícia. De acordo com a Polícia Militar, o bebê estava dentro de uma sacola de supermercado e sem nenhuma proteção contra o frio. A PM agora procura pela mãe que abandonou a filha.
Segundo informações do tenente Radamés Luciano Vinha, não houve possibilidade de socorro, pois quando os agentes chegaram ao local a criança já estava morta.
- Estava dentro de uma sacola e sem nenhuma coberta - disse o tenente.
É provável que o frio tenha sido a causa da morte.
A PM começou então fazer um levantamento nos hotéis da região central, onde a mãe poderia ter dado à luz durante a madrugada. Também foi solicitada aos hospitais da cidade e região uma lista de mulheres que tenham se internado com algum quadro de hemorragia. A mesma orientação foi passada aos proprietários dos hotéis.
Ainda segundo Vinha, uma adolescente encontrada nas proximidades passando mal e dormindo na rua foi convidada para ir até um hospital onde iria passar por alguns exames. Em conversas com moradores de rua, outra mulher teve suas características descritas e também é uma suspeita.
Outra linha de investigação aponta para um telefonema que a PM recebeu logo pela manhã, onde uma mulher dizia ter encontrado a criança.
- Pode ser a mãe que tenha se arrependido e ligado. Retornamos a ligação, mas o celular já estava desligado - explicou o tenente.
A Polícia Civil investiga o caso e o corpo da criança foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Maringá.


fonte: O Globo On Line
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CURITIBA - Um bebê recém nascido e ainda com cordão umbilical foi encontrado na manhã desta sexta-feira na Rodoviária Velha de Maringá, no Paraná. A criança já estava morta quando as primeiras pessoas começaram a passar pelo local, avistaram a menina e chamaram a polícia. De acordo com a Polícia Militar, o bebê estava dentro de uma sacola de supermercado e sem nenhuma proteção contra o frio. A PM agora procura pela mãe que abandonou a filha.
Segundo informações do tenente Radamés Luciano Vinha, não houve possibilidade de socorro, pois quando os agentes chegaram ao local a criança já estava morta.
- Estava dentro de uma sacola e sem nenhuma coberta - disse o tenente.
É provável que o frio tenha sido a causa da morte.
A PM começou então fazer um levantamento nos hotéis da região central, onde a mãe poderia ter dado à luz durante a madrugada. Também foi solicitada aos hospitais da cidade e região uma lista de mulheres que tenham se internado com algum quadro de hemorragia. A mesma orientação foi passada aos proprietários dos hotéis.
Ainda segundo Vinha, uma adolescente encontrada nas proximidades passando mal e dormindo na rua foi convidada para ir até um hospital onde iria passar por alguns exames. Em conversas com moradores de rua, outra mulher teve suas características descritas e também é uma suspeita.
Outra linha de investigação aponta para um telefonema que a PM recebeu logo pela manhã, onde uma mulher dizia ter encontrado a criança.
- Pode ser a mãe que tenha se arrependido e ligado. Retornamos a ligação, mas o celular já estava desligado - explicou o tenente.
A Polícia Civil investiga o caso e o corpo da criança foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Maringá.


fonte: O Globo On Line
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CURITIBA - Um bebê recém nascido e ainda com cordão umbilical foi encontrado na manhã desta sexta-feira na Rodoviária Velha de Maringá, no Paraná. A criança já estava morta quando as primeiras pessoas começaram a passar pelo local, avistaram a menina e chamaram a polícia. De acordo com a Polícia Militar, o bebê estava dentro de uma sacola de supermercado e sem nenhuma proteção contra o frio. A PM agora procura pela mãe que abandonou a filha.
Segundo informações do tenente Radamés Luciano Vinha, não houve possibilidade de socorro, pois quando os agentes chegaram ao local a criança já estava morta.
- Estava dentro de uma sacola e sem nenhuma coberta - disse o tenente.
É provável que o frio tenha sido a causa da morte.
A PM começou então fazer um levantamento nos hotéis da região central, onde a mãe poderia ter dado à luz durante a madrugada. Também foi solicitada aos hospitais da cidade e região uma lista de mulheres que tenham se internado com algum quadro de hemorragia. A mesma orientação foi passada aos proprietários dos hotéis.
Ainda segundo Vinha, uma adolescente encontrada nas proximidades passando mal e dormindo na rua foi convidada para ir até um hospital onde iria passar por alguns exames. Em conversas com moradores de rua, outra mulher teve suas características descritas e também é uma suspeita.
Outra linha de investigação aponta para um telefonema que a PM recebeu logo pela manhã, onde uma mulher dizia ter encontrado a criança.
- Pode ser a mãe que tenha se arrependido e ligado. Retornamos a ligação, mas o celular já estava desligado - explicou o tenente.
A Polícia Civil investiga o caso e o corpo da criança foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Maringá.


fonte: O Globo On Line
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CURITIBA - Um bebê recém nascido e ainda com cordão umbilical foi encontrado na manhã desta sexta-feira na Rodoviária Velha de Maringá, no Paraná. A criança já estava morta quando as primeiras pessoas começaram a passar pelo local, avistaram a menina e chamaram a polícia. De acordo com a Polícia Militar, o bebê estava dentro de uma sacola de supermercado e sem nenhuma proteção contra o frio. A PM agora procura pela mãe que abandonou a filha.
Segundo informações do tenente Radamés Luciano Vinha, não houve possibilidade de socorro, pois quando os agentes chegaram ao local a criança já estava morta.
- Estava dentro de uma sacola e sem nenhuma coberta - disse o tenente.
É provável que o frio tenha sido a causa da morte.
A PM começou então fazer um levantamento nos hotéis da região central, onde a mãe poderia ter dado à luz durante a madrugada. Também foi solicitada aos hospitais da cidade e região uma lista de mulheres que tenham se internado com algum quadro de hemorragia. A mesma orientação foi passada aos proprietários dos hotéis.
Ainda segundo Vinha, uma adolescente encontrada nas proximidades passando mal e dormindo na rua foi convidada para ir até um hospital onde iria passar por alguns exames. Em conversas com moradores de rua, outra mulher teve suas características descritas e também é uma suspeita.
Outra linha de investigação aponta para um telefonema que a PM recebeu logo pela manhã, onde uma mulher dizia ter encontrado a criança.
- Pode ser a mãe que tenha se arrependido e ligado. Retornamos a ligação, mas o celular já estava desligado - explicou o tenente.
A Polícia Civil investiga o caso e o corpo da criança foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Maringá.


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CURITIBA - Um bebê recém nascido e ainda com cordão umbilical foi encontrado na manhã desta sexta-feira na Rodoviária Velha de Maringá, no Paraná. A criança já estava morta quando as primeiras pessoas começaram a passar pelo local, avistaram a menina e chamaram a polícia. De acordo com a Polícia Militar, o bebê estava dentro de uma sacola de supermercado e sem nenhuma proteção contra o frio. A PM agora procura pela mãe que abandonou a filha.
Segundo informações do tenente Radamés Luciano Vinha, não houve possibilidade de socorro, pois quando os agentes chegaram ao local a criança já estava morta.
- Estava dentro de uma sacola e sem nenhuma coberta - disse o tenente.
É provável que o frio tenha sido a causa da morte.
A PM começou então fazer um levantamento nos hotéis da região central, onde a mãe poderia ter dado à luz durante a madrugada. Também foi solicitada aos hospitais da cidade e região uma lista de mulheres que tenham se internado com algum quadro de hemorragia. A mesma orientação foi passada aos proprietários dos hotéis.
Ainda segundo Vinha, uma adolescente encontrada nas proximidades passando mal e dormindo na rua foi convidada para ir até um hospital onde iria passar por alguns exames. Em conversas com moradores de rua, outra mulher teve suas características descritas e também é uma suspeita.
Outra linha de investigação aponta para um telefonema que a PM recebeu logo pela manhã, onde uma mulher dizia ter encontrado a criança.
- Pode ser a mãe que tenha se arrependido e ligado. Retornamos a ligação, mas o celular já estava desligado - explicou o tenente.
A Polícia Civil investiga o caso e o corpo da criança foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Maringá.


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CURITIBA - Um bebê recém nascido e ainda com cordão umbilical foi encontrado na manhã desta sexta-feira na Rodoviária Velha de Maringá, no Paraná. A criança já estava morta quando as primeiras pessoas começaram a passar pelo local, avistaram a menina e chamaram a polícia. De acordo com a Polícia Militar, o bebê estava dentro de uma sacola de supermercado e sem nenhuma proteção contra o frio. A PM agora procura pela mãe que abandonou a filha.
Segundo informações do tenente Radamés Luciano Vinha, não houve possibilidade de socorro, pois quando os agentes chegaram ao local a criança já estava morta.
- Estava dentro de uma sacola e sem nenhuma coberta - disse o tenente.
É provável que o frio tenha sido a causa da morte.
A PM começou então fazer um levantamento nos hotéis da região central, onde a mãe poderia ter dado à luz durante a madrugada. Também foi solicitada aos hospitais da cidade e região uma lista de mulheres que tenham se internado com algum quadro de hemorragia. A mesma orientação foi passada aos proprietários dos hotéis.
Ainda segundo Vinha, uma adolescente encontrada nas proximidades passando mal e dormindo na rua foi convidada para ir até um hospital onde iria passar por alguns exames. Em conversas com moradores de rua, outra mulher teve suas características descritas e também é uma suspeita.
Outra linha de investigação aponta para um telefonema que a PM recebeu logo pela manhã, onde uma mulher dizia ter encontrado a criança.
- Pode ser a mãe que tenha se arrependido e ligado. Retornamos a ligação, mas o celular já estava desligado - explicou o tenente.
A Polícia Civil investiga o caso e o corpo da criança foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Maringá.


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RIO - Bebês amontoados na mesma incubadora, mortes de prematuros e de grávidas por infecção e outras desgraças tão corriqueiras nas maternidades públicas do país não fazem parte da rotina do Instituto Fernandes Figueira, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Centro de excelência no atendimento materno-infantil, o hospital do Flamengo, além de um oásis para os pequeninos cariocas, vai agora ajudar a salvar a vida de crianças e mães de outro continente. A Fiocruz, através de um convênio firmado com o Ministério da Saúde de Moçambique, está exportando, desde o ano passado, o padrão Fernandes Figueira (IFF) de atendimento para o país africano.
A ideia é que o IFF, a pedido do ministro da Saúde moçambicano, Ivo Garrido, ajude na implantação de medidas que reduzam a mortalidade tanto de mães quanto de recém-nascidos no país africano. Segundo Paulo Buss, ex-presidente da Fiocruz, o ministro esteve em Manguinhos em janeiro de 2008. No mês seguinte, a primeira missão da Fiocruz já aterrissava em Moçambique para pesquisar quais ações poderiam ser tomadas.

Em Maputo, mães já nem fazem enxoval
Para se ter uma noção do desafio que os profissionais do Rio enfrentam, basta comparar a taxa de mortalidade materna: enquanto no Rio, segundo dados de 2005, há 75,8 óbitos maternos a cada cem mil nascidos vivos, em Moçambique são 456. Segundo o diretor do IFF, José Augusto Alves de Britto, não há sequer dados confiáveis sobre a mortalidade neonatal. Mas uma prática cultural em Maputo, a capital do país, demonstra que é assustadoramente alta:
- As mães já nem levam roupa para o hospital quando vão ter bebê.
Diretor do setor de neonatologia do IFF, o pediatra José Roberto de Moraes Ramos, um dos sete profissionais que foram à África em agosto passado para treinar médicos, enfermeiros e parteiras, conta que, no primeiro momento, foram passadas técnicas básicas, mas que podem salvar vidas. A primeira equipe que esteve no Hospital Central de Maputo, com 1.500 leitos, sendo 400 pediátricos e 400 obstétricos, ministrou cursos para evitar a asfixia de bebês na hora do parto. Outra ação foi dar conselhos sobre o funcionamento do berçário.
- Também ensinamos a melhorar a respiração do recém-nascido sem necessidade de entubação - diz José Roberto.

Cariocas treinaram 30% dos pediatras de Moçambique
Quase 30% dos pediatras do país foram treinados durante a ação do IFF. Com 20 milhões de habitantes, Moçambique tem apenas 60 médicos desta especialidade. O Brasil, com população quase dez vezes maior, tem cerca de 38 mil.
Em outra frente de cooperação, o IFF está recebendo profissionais de Moçambique para serem treinados. A pediatra Yasmin Mussa chegou há dois meses para passar um ano no Rio. Trabalhando das 7h30m às 17h diariamente, ela é só elogios à rotina estafante da UTI neonatal.
- Estou aprendendo bastante. A saudade de casa é muita, mas vou conseguir mudar, ao menos um pouquinho, a saúde de meu país - diz Yasmin, que deixou os três filhos adolescentes aos cuidados do marido em Maputo.
Assim como Yasmin, outras duas moçambicanas estão no IFF atualmente, na unidade de pacientes graves, por conta de outro convênio, firmado entre o Ministério da Saúde de Moçambique e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). No ano passado, a médica Gizela Azambuja participou do intercâmbio e estimou que poderia aplicar 90% do que aprendeu ao voltar ao seu país.
- O eixo central da cooperação com a Sociedade Brasileira de Pediatria é que os médicos façam parte de sua especialização no IFF - diz Rachel Niskier, médica do instituto e diretora da SBP, impressionada com a dedicação das médicas que já passaram pelo IFF.
- Quando pergunto o que elas fizeram no fim de semana, elas respondem que dormiram. Elas aproveitam o tempo todo no instituto para aprender e estudar.


fonte: O Globo On Line
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RIO - Bebês amontoados na mesma incubadora, mortes de prematuros e de grávidas por infecção e outras desgraças tão corriqueiras nas maternidades públicas do país não fazem parte da rotina do Instituto Fernandes Figueira, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Centro de excelência no atendimento materno-infantil, o hospital do Flamengo, além de um oásis para os pequeninos cariocas, vai agora ajudar a salvar a vida de crianças e mães de outro continente. A Fiocruz, através de um convênio firmado com o Ministério da Saúde de Moçambique, está exportando, desde o ano passado, o padrão Fernandes Figueira (IFF) de atendimento para o país africano.
A ideia é que o IFF, a pedido do ministro da Saúde moçambicano, Ivo Garrido, ajude na implantação de medidas que reduzam a mortalidade tanto de mães quanto de recém-nascidos no país africano. Segundo Paulo Buss, ex-presidente da Fiocruz, o ministro esteve em Manguinhos em janeiro de 2008. No mês seguinte, a primeira missão da Fiocruz já aterrissava em Moçambique para pesquisar quais ações poderiam ser tomadas.

Em Maputo, mães já nem fazem enxoval
Para se ter uma noção do desafio que os profissionais do Rio enfrentam, basta comparar a taxa de mortalidade materna: enquanto no Rio, segundo dados de 2005, há 75,8 óbitos maternos a cada cem mil nascidos vivos, em Moçambique são 456. Segundo o diretor do IFF, José Augusto Alves de Britto, não há sequer dados confiáveis sobre a mortalidade neonatal. Mas uma prática cultural em Maputo, a capital do país, demonstra que é assustadoramente alta:
- As mães já nem levam roupa para o hospital quando vão ter bebê.
Diretor do setor de neonatologia do IFF, o pediatra José Roberto de Moraes Ramos, um dos sete profissionais que foram à África em agosto passado para treinar médicos, enfermeiros e parteiras, conta que, no primeiro momento, foram passadas técnicas básicas, mas que podem salvar vidas. A primeira equipe que esteve no Hospital Central de Maputo, com 1.500 leitos, sendo 400 pediátricos e 400 obstétricos, ministrou cursos para evitar a asfixia de bebês na hora do parto. Outra ação foi dar conselhos sobre o funcionamento do berçário.
- Também ensinamos a melhorar a respiração do recém-nascido sem necessidade de entubação - diz José Roberto.

Cariocas treinaram 30% dos pediatras de Moçambique
Quase 30% dos pediatras do país foram treinados durante a ação do IFF. Com 20 milhões de habitantes, Moçambique tem apenas 60 médicos desta especialidade. O Brasil, com população quase dez vezes maior, tem cerca de 38 mil.
Em outra frente de cooperação, o IFF está recebendo profissionais de Moçambique para serem treinados. A pediatra Yasmin Mussa chegou há dois meses para passar um ano no Rio. Trabalhando das 7h30m às 17h diariamente, ela é só elogios à rotina estafante da UTI neonatal.
- Estou aprendendo bastante. A saudade de casa é muita, mas vou conseguir mudar, ao menos um pouquinho, a saúde de meu país - diz Yasmin, que deixou os três filhos adolescentes aos cuidados do marido em Maputo.
Assim como Yasmin, outras duas moçambicanas estão no IFF atualmente, na unidade de pacientes graves, por conta de outro convênio, firmado entre o Ministério da Saúde de Moçambique e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). No ano passado, a médica Gizela Azambuja participou do intercâmbio e estimou que poderia aplicar 90% do que aprendeu ao voltar ao seu país.
- O eixo central da cooperação com a Sociedade Brasileira de Pediatria é que os médicos façam parte de sua especialização no IFF - diz Rachel Niskier, médica do instituto e diretora da SBP, impressionada com a dedicação das médicas que já passaram pelo IFF.
- Quando pergunto o que elas fizeram no fim de semana, elas respondem que dormiram. Elas aproveitam o tempo todo no instituto para aprender e estudar.


fonte: O Globo On Line
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RIO - Bebês amontoados na mesma incubadora, mortes de prematuros e de grávidas por infecção e outras desgraças tão corriqueiras nas maternidades públicas do país não fazem parte da rotina do Instituto Fernandes Figueira, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Centro de excelência no atendimento materno-infantil, o hospital do Flamengo, além de um oásis para os pequeninos cariocas, vai agora ajudar a salvar a vida de crianças e mães de outro continente. A Fiocruz, através de um convênio firmado com o Ministério da Saúde de Moçambique, está exportando, desde o ano passado, o padrão Fernandes Figueira (IFF) de atendimento para o país africano.
A ideia é que o IFF, a pedido do ministro da Saúde moçambicano, Ivo Garrido, ajude na implantação de medidas que reduzam a mortalidade tanto de mães quanto de recém-nascidos no país africano. Segundo Paulo Buss, ex-presidente da Fiocruz, o ministro esteve em Manguinhos em janeiro de 2008. No mês seguinte, a primeira missão da Fiocruz já aterrissava em Moçambique para pesquisar quais ações poderiam ser tomadas.

Em Maputo, mães já nem fazem enxoval
Para se ter uma noção do desafio que os profissionais do Rio enfrentam, basta comparar a taxa de mortalidade materna: enquanto no Rio, segundo dados de 2005, há 75,8 óbitos maternos a cada cem mil nascidos vivos, em Moçambique são 456. Segundo o diretor do IFF, José Augusto Alves de Britto, não há sequer dados confiáveis sobre a mortalidade neonatal. Mas uma prática cultural em Maputo, a capital do país, demonstra que é assustadoramente alta:
- As mães já nem levam roupa para o hospital quando vão ter bebê.
Diretor do setor de neonatologia do IFF, o pediatra José Roberto de Moraes Ramos, um dos sete profissionais que foram à África em agosto passado para treinar médicos, enfermeiros e parteiras, conta que, no primeiro momento, foram passadas técnicas básicas, mas que podem salvar vidas. A primeira equipe que esteve no Hospital Central de Maputo, com 1.500 leitos, sendo 400 pediátricos e 400 obstétricos, ministrou cursos para evitar a asfixia de bebês na hora do parto. Outra ação foi dar conselhos sobre o funcionamento do berçário.
- Também ensinamos a melhorar a respiração do recém-nascido sem necessidade de entubação - diz José Roberto.

Cariocas treinaram 30% dos pediatras de Moçambique
Quase 30% dos pediatras do país foram treinados durante a ação do IFF. Com 20 milhões de habitantes, Moçambique tem apenas 60 médicos desta especialidade. O Brasil, com população quase dez vezes maior, tem cerca de 38 mil.
Em outra frente de cooperação, o IFF está recebendo profissionais de Moçambique para serem treinados. A pediatra Yasmin Mussa chegou há dois meses para passar um ano no Rio. Trabalhando das 7h30m às 17h diariamente, ela é só elogios à rotina estafante da UTI neonatal.
- Estou aprendendo bastante. A saudade de casa é muita, mas vou conseguir mudar, ao menos um pouquinho, a saúde de meu país - diz Yasmin, que deixou os três filhos adolescentes aos cuidados do marido em Maputo.
Assim como Yasmin, outras duas moçambicanas estão no IFF atualmente, na unidade de pacientes graves, por conta de outro convênio, firmado entre o Ministério da Saúde de Moçambique e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). No ano passado, a médica Gizela Azambuja participou do intercâmbio e estimou que poderia aplicar 90% do que aprendeu ao voltar ao seu país.
- O eixo central da cooperação com a Sociedade Brasileira de Pediatria é que os médicos façam parte de sua especialização no IFF - diz Rachel Niskier, médica do instituto e diretora da SBP, impressionada com a dedicação das médicas que já passaram pelo IFF.
- Quando pergunto o que elas fizeram no fim de semana, elas respondem que dormiram. Elas aproveitam o tempo todo no instituto para aprender e estudar.


fonte: O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:27  comentar

RIO - Bebês amontoados na mesma incubadora, mortes de prematuros e de grávidas por infecção e outras desgraças tão corriqueiras nas maternidades públicas do país não fazem parte da rotina do Instituto Fernandes Figueira, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Centro de excelência no atendimento materno-infantil, o hospital do Flamengo, além de um oásis para os pequeninos cariocas, vai agora ajudar a salvar a vida de crianças e mães de outro continente. A Fiocruz, através de um convênio firmado com o Ministério da Saúde de Moçambique, está exportando, desde o ano passado, o padrão Fernandes Figueira (IFF) de atendimento para o país africano.
A ideia é que o IFF, a pedido do ministro da Saúde moçambicano, Ivo Garrido, ajude na implantação de medidas que reduzam a mortalidade tanto de mães quanto de recém-nascidos no país africano. Segundo Paulo Buss, ex-presidente da Fiocruz, o ministro esteve em Manguinhos em janeiro de 2008. No mês seguinte, a primeira missão da Fiocruz já aterrissava em Moçambique para pesquisar quais ações poderiam ser tomadas.

Em Maputo, mães já nem fazem enxoval
Para se ter uma noção do desafio que os profissionais do Rio enfrentam, basta comparar a taxa de mortalidade materna: enquanto no Rio, segundo dados de 2005, há 75,8 óbitos maternos a cada cem mil nascidos vivos, em Moçambique são 456. Segundo o diretor do IFF, José Augusto Alves de Britto, não há sequer dados confiáveis sobre a mortalidade neonatal. Mas uma prática cultural em Maputo, a capital do país, demonstra que é assustadoramente alta:
- As mães já nem levam roupa para o hospital quando vão ter bebê.
Diretor do setor de neonatologia do IFF, o pediatra José Roberto de Moraes Ramos, um dos sete profissionais que foram à África em agosto passado para treinar médicos, enfermeiros e parteiras, conta que, no primeiro momento, foram passadas técnicas básicas, mas que podem salvar vidas. A primeira equipe que esteve no Hospital Central de Maputo, com 1.500 leitos, sendo 400 pediátricos e 400 obstétricos, ministrou cursos para evitar a asfixia de bebês na hora do parto. Outra ação foi dar conselhos sobre o funcionamento do berçário.
- Também ensinamos a melhorar a respiração do recém-nascido sem necessidade de entubação - diz José Roberto.

Cariocas treinaram 30% dos pediatras de Moçambique
Quase 30% dos pediatras do país foram treinados durante a ação do IFF. Com 20 milhões de habitantes, Moçambique tem apenas 60 médicos desta especialidade. O Brasil, com população quase dez vezes maior, tem cerca de 38 mil.
Em outra frente de cooperação, o IFF está recebendo profissionais de Moçambique para serem treinados. A pediatra Yasmin Mussa chegou há dois meses para passar um ano no Rio. Trabalhando das 7h30m às 17h diariamente, ela é só elogios à rotina estafante da UTI neonatal.
- Estou aprendendo bastante. A saudade de casa é muita, mas vou conseguir mudar, ao menos um pouquinho, a saúde de meu país - diz Yasmin, que deixou os três filhos adolescentes aos cuidados do marido em Maputo.
Assim como Yasmin, outras duas moçambicanas estão no IFF atualmente, na unidade de pacientes graves, por conta de outro convênio, firmado entre o Ministério da Saúde de Moçambique e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). No ano passado, a médica Gizela Azambuja participou do intercâmbio e estimou que poderia aplicar 90% do que aprendeu ao voltar ao seu país.
- O eixo central da cooperação com a Sociedade Brasileira de Pediatria é que os médicos façam parte de sua especialização no IFF - diz Rachel Niskier, médica do instituto e diretora da SBP, impressionada com a dedicação das médicas que já passaram pelo IFF.
- Quando pergunto o que elas fizeram no fim de semana, elas respondem que dormiram. Elas aproveitam o tempo todo no instituto para aprender e estudar.


fonte: O Globo On Line
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RIO - Bebês amontoados na mesma incubadora, mortes de prematuros e de grávidas por infecção e outras desgraças tão corriqueiras nas maternidades públicas do país não fazem parte da rotina do Instituto Fernandes Figueira, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Centro de excelência no atendimento materno-infantil, o hospital do Flamengo, além de um oásis para os pequeninos cariocas, vai agora ajudar a salvar a vida de crianças e mães de outro continente. A Fiocruz, através de um convênio firmado com o Ministério da Saúde de Moçambique, está exportando, desde o ano passado, o padrão Fernandes Figueira (IFF) de atendimento para o país africano.
A ideia é que o IFF, a pedido do ministro da Saúde moçambicano, Ivo Garrido, ajude na implantação de medidas que reduzam a mortalidade tanto de mães quanto de recém-nascidos no país africano. Segundo Paulo Buss, ex-presidente da Fiocruz, o ministro esteve em Manguinhos em janeiro de 2008. No mês seguinte, a primeira missão da Fiocruz já aterrissava em Moçambique para pesquisar quais ações poderiam ser tomadas.

Em Maputo, mães já nem fazem enxoval
Para se ter uma noção do desafio que os profissionais do Rio enfrentam, basta comparar a taxa de mortalidade materna: enquanto no Rio, segundo dados de 2005, há 75,8 óbitos maternos a cada cem mil nascidos vivos, em Moçambique são 456. Segundo o diretor do IFF, José Augusto Alves de Britto, não há sequer dados confiáveis sobre a mortalidade neonatal. Mas uma prática cultural em Maputo, a capital do país, demonstra que é assustadoramente alta:
- As mães já nem levam roupa para o hospital quando vão ter bebê.
Diretor do setor de neonatologia do IFF, o pediatra José Roberto de Moraes Ramos, um dos sete profissionais que foram à África em agosto passado para treinar médicos, enfermeiros e parteiras, conta que, no primeiro momento, foram passadas técnicas básicas, mas que podem salvar vidas. A primeira equipe que esteve no Hospital Central de Maputo, com 1.500 leitos, sendo 400 pediátricos e 400 obstétricos, ministrou cursos para evitar a asfixia de bebês na hora do parto. Outra ação foi dar conselhos sobre o funcionamento do berçário.
- Também ensinamos a melhorar a respiração do recém-nascido sem necessidade de entubação - diz José Roberto.

Cariocas treinaram 30% dos pediatras de Moçambique
Quase 30% dos pediatras do país foram treinados durante a ação do IFF. Com 20 milhões de habitantes, Moçambique tem apenas 60 médicos desta especialidade. O Brasil, com população quase dez vezes maior, tem cerca de 38 mil.
Em outra frente de cooperação, o IFF está recebendo profissionais de Moçambique para serem treinados. A pediatra Yasmin Mussa chegou há dois meses para passar um ano no Rio. Trabalhando das 7h30m às 17h diariamente, ela é só elogios à rotina estafante da UTI neonatal.
- Estou aprendendo bastante. A saudade de casa é muita, mas vou conseguir mudar, ao menos um pouquinho, a saúde de meu país - diz Yasmin, que deixou os três filhos adolescentes aos cuidados do marido em Maputo.
Assim como Yasmin, outras duas moçambicanas estão no IFF atualmente, na unidade de pacientes graves, por conta de outro convênio, firmado entre o Ministério da Saúde de Moçambique e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). No ano passado, a médica Gizela Azambuja participou do intercâmbio e estimou que poderia aplicar 90% do que aprendeu ao voltar ao seu país.
- O eixo central da cooperação com a Sociedade Brasileira de Pediatria é que os médicos façam parte de sua especialização no IFF - diz Rachel Niskier, médica do instituto e diretora da SBP, impressionada com a dedicação das médicas que já passaram pelo IFF.
- Quando pergunto o que elas fizeram no fim de semana, elas respondem que dormiram. Elas aproveitam o tempo todo no instituto para aprender e estudar.


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RIO - Bebês amontoados na mesma incubadora, mortes de prematuros e de grávidas por infecção e outras desgraças tão corriqueiras nas maternidades públicas do país não fazem parte da rotina do Instituto Fernandes Figueira, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Centro de excelência no atendimento materno-infantil, o hospital do Flamengo, além de um oásis para os pequeninos cariocas, vai agora ajudar a salvar a vida de crianças e mães de outro continente. A Fiocruz, através de um convênio firmado com o Ministério da Saúde de Moçambique, está exportando, desde o ano passado, o padrão Fernandes Figueira (IFF) de atendimento para o país africano.
A ideia é que o IFF, a pedido do ministro da Saúde moçambicano, Ivo Garrido, ajude na implantação de medidas que reduzam a mortalidade tanto de mães quanto de recém-nascidos no país africano. Segundo Paulo Buss, ex-presidente da Fiocruz, o ministro esteve em Manguinhos em janeiro de 2008. No mês seguinte, a primeira missão da Fiocruz já aterrissava em Moçambique para pesquisar quais ações poderiam ser tomadas.

Em Maputo, mães já nem fazem enxoval
Para se ter uma noção do desafio que os profissionais do Rio enfrentam, basta comparar a taxa de mortalidade materna: enquanto no Rio, segundo dados de 2005, há 75,8 óbitos maternos a cada cem mil nascidos vivos, em Moçambique são 456. Segundo o diretor do IFF, José Augusto Alves de Britto, não há sequer dados confiáveis sobre a mortalidade neonatal. Mas uma prática cultural em Maputo, a capital do país, demonstra que é assustadoramente alta:
- As mães já nem levam roupa para o hospital quando vão ter bebê.
Diretor do setor de neonatologia do IFF, o pediatra José Roberto de Moraes Ramos, um dos sete profissionais que foram à África em agosto passado para treinar médicos, enfermeiros e parteiras, conta que, no primeiro momento, foram passadas técnicas básicas, mas que podem salvar vidas. A primeira equipe que esteve no Hospital Central de Maputo, com 1.500 leitos, sendo 400 pediátricos e 400 obstétricos, ministrou cursos para evitar a asfixia de bebês na hora do parto. Outra ação foi dar conselhos sobre o funcionamento do berçário.
- Também ensinamos a melhorar a respiração do recém-nascido sem necessidade de entubação - diz José Roberto.

Cariocas treinaram 30% dos pediatras de Moçambique
Quase 30% dos pediatras do país foram treinados durante a ação do IFF. Com 20 milhões de habitantes, Moçambique tem apenas 60 médicos desta especialidade. O Brasil, com população quase dez vezes maior, tem cerca de 38 mil.
Em outra frente de cooperação, o IFF está recebendo profissionais de Moçambique para serem treinados. A pediatra Yasmin Mussa chegou há dois meses para passar um ano no Rio. Trabalhando das 7h30m às 17h diariamente, ela é só elogios à rotina estafante da UTI neonatal.
- Estou aprendendo bastante. A saudade de casa é muita, mas vou conseguir mudar, ao menos um pouquinho, a saúde de meu país - diz Yasmin, que deixou os três filhos adolescentes aos cuidados do marido em Maputo.
Assim como Yasmin, outras duas moçambicanas estão no IFF atualmente, na unidade de pacientes graves, por conta de outro convênio, firmado entre o Ministério da Saúde de Moçambique e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). No ano passado, a médica Gizela Azambuja participou do intercâmbio e estimou que poderia aplicar 90% do que aprendeu ao voltar ao seu país.
- O eixo central da cooperação com a Sociedade Brasileira de Pediatria é que os médicos façam parte de sua especialização no IFF - diz Rachel Niskier, médica do instituto e diretora da SBP, impressionada com a dedicação das médicas que já passaram pelo IFF.
- Quando pergunto o que elas fizeram no fim de semana, elas respondem que dormiram. Elas aproveitam o tempo todo no instituto para aprender e estudar.


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RIO - Bebês amontoados na mesma incubadora, mortes de prematuros e de grávidas por infecção e outras desgraças tão corriqueiras nas maternidades públicas do país não fazem parte da rotina do Instituto Fernandes Figueira, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Centro de excelência no atendimento materno-infantil, o hospital do Flamengo, além de um oásis para os pequeninos cariocas, vai agora ajudar a salvar a vida de crianças e mães de outro continente. A Fiocruz, através de um convênio firmado com o Ministério da Saúde de Moçambique, está exportando, desde o ano passado, o padrão Fernandes Figueira (IFF) de atendimento para o país africano.
A ideia é que o IFF, a pedido do ministro da Saúde moçambicano, Ivo Garrido, ajude na implantação de medidas que reduzam a mortalidade tanto de mães quanto de recém-nascidos no país africano. Segundo Paulo Buss, ex-presidente da Fiocruz, o ministro esteve em Manguinhos em janeiro de 2008. No mês seguinte, a primeira missão da Fiocruz já aterrissava em Moçambique para pesquisar quais ações poderiam ser tomadas.

Em Maputo, mães já nem fazem enxoval
Para se ter uma noção do desafio que os profissionais do Rio enfrentam, basta comparar a taxa de mortalidade materna: enquanto no Rio, segundo dados de 2005, há 75,8 óbitos maternos a cada cem mil nascidos vivos, em Moçambique são 456. Segundo o diretor do IFF, José Augusto Alves de Britto, não há sequer dados confiáveis sobre a mortalidade neonatal. Mas uma prática cultural em Maputo, a capital do país, demonstra que é assustadoramente alta:
- As mães já nem levam roupa para o hospital quando vão ter bebê.
Diretor do setor de neonatologia do IFF, o pediatra José Roberto de Moraes Ramos, um dos sete profissionais que foram à África em agosto passado para treinar médicos, enfermeiros e parteiras, conta que, no primeiro momento, foram passadas técnicas básicas, mas que podem salvar vidas. A primeira equipe que esteve no Hospital Central de Maputo, com 1.500 leitos, sendo 400 pediátricos e 400 obstétricos, ministrou cursos para evitar a asfixia de bebês na hora do parto. Outra ação foi dar conselhos sobre o funcionamento do berçário.
- Também ensinamos a melhorar a respiração do recém-nascido sem necessidade de entubação - diz José Roberto.

Cariocas treinaram 30% dos pediatras de Moçambique
Quase 30% dos pediatras do país foram treinados durante a ação do IFF. Com 20 milhões de habitantes, Moçambique tem apenas 60 médicos desta especialidade. O Brasil, com população quase dez vezes maior, tem cerca de 38 mil.
Em outra frente de cooperação, o IFF está recebendo profissionais de Moçambique para serem treinados. A pediatra Yasmin Mussa chegou há dois meses para passar um ano no Rio. Trabalhando das 7h30m às 17h diariamente, ela é só elogios à rotina estafante da UTI neonatal.
- Estou aprendendo bastante. A saudade de casa é muita, mas vou conseguir mudar, ao menos um pouquinho, a saúde de meu país - diz Yasmin, que deixou os três filhos adolescentes aos cuidados do marido em Maputo.
Assim como Yasmin, outras duas moçambicanas estão no IFF atualmente, na unidade de pacientes graves, por conta de outro convênio, firmado entre o Ministério da Saúde de Moçambique e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). No ano passado, a médica Gizela Azambuja participou do intercâmbio e estimou que poderia aplicar 90% do que aprendeu ao voltar ao seu país.
- O eixo central da cooperação com a Sociedade Brasileira de Pediatria é que os médicos façam parte de sua especialização no IFF - diz Rachel Niskier, médica do instituto e diretora da SBP, impressionada com a dedicação das médicas que já passaram pelo IFF.
- Quando pergunto o que elas fizeram no fim de semana, elas respondem que dormiram. Elas aproveitam o tempo todo no instituto para aprender e estudar.


fonte: O Globo On Line
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Entre redução e manutenção o assunto tem gerado discussões e polêmicas

A redução da maioridade penal vai voltar, a partir desta semana, ao centro de debates do Congresso Nacional. Na próxima quarta-feira, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado deverá votar as Propostas de Emendas à Constituição (PECs) que tratam do assunto.
Uma das prosições foi assinada pelo senador Magno Malta (PR-ES) e a outra por Tasso Jereissati (PSDB-CE).
A emenda nº 2, do senador capixaba, mantém a redação do artigo 228 da Constituição, o qual determina que os menores de 18 anos são penalmente inimputáveis, sujeitos às normas especiais da legislação. Malta acrescenta um parágrafo único, estabelecendo que a inimputabilidade não se aplica ´no caso de prática de crime definido como hediondo´. ´Acredito que, na medida em que temos uma punição mais efetiva aos menores que cometem crimes de sangue, principalmente hediondos, a violência deverá diminuir´, disse o senador.
Malta ressalta que os adolescentes infratores deveriam ficar separados dos adultos, em locais em que pudessem estudar ou desenvolver um ofício. ´Do jeito que as coisas estão, não tem mais limites. Eles conhecem a lei de cor e sabem que podem fazer tudo, que não vai dar em nada. Então, também vão guardar no coração quando alguém lhes disser que, se fizerem alguma coisa errada, vão perder sua maioridade. Vão pensar nisso antes de colocar o revólver na cabeça de alguém e dar dez tiros´, opinou.
Para Malta, cabe ao Estado se preparar bem para receber estes menores infratores.

Limite

A emenda nº 3, de Tasso, determina que uma ´lei complementar poderá, excepcionalmente, desconsiderar o limite à imputabilidade, até 16 anos, definindo especificamente as condições, circunstâncias e formas de aplicação dessa exceção´. O senador justifica que, com sua proposta, ´o Congresso Nacional terá oportunidade de debater o tema, discutindo a quem caberá propor essa desconsideração, quem a concederá, a que crimes será aplicada e quais instâncias deverão ser ouvidas´, explicou.

Contra

O voto do relator da matéria na CCJ, senador Demóstenes Torres, é contrário às duas emendas. Segundo ele, a emenda de Magno Malta ´é extremamente aberta e, por isso, não deve prevalecer em matéria tão controversa como a maioridade penal´.
De acordo com o relator, na maneira em que a emenda está redigida, uma criança que tenha, por exemplo, 10 anos de idade, poderá ser condenada criminalmente se vier a praticar um crime definido como hediondo. Por outro lado, um adolescente de 17 anos que praticasse crimes como tortura, tráfico ilícito de entorpecentes e terrorismo não seria alcançado pela lei penal.
Quanto à emenda de Tasso, o relator entende que, pela relevância do tema, deve ser ele delimitado na Constituição.
O texto substitutivo que saiu da CCJ, em 2007, prevê que menores de 18 e maiores de 16 anos só poderão ser penalmente imputáveis, ou responsáveis se, à época em que cometeram a ação criminosa, apresentavam ´plena capacidade´ de entender o caráter ilícito do ato. Para isso, o juiz pedirá um laudo técnico de especialistas. A modalidade de pena de prisão será aplicada apenas na hipótese de crimes hediondos. Se condenados, esses adolescentes cumprirão pena em local distinto dos presos maiores de 18 anos.
Se forem aprovadas pela Comissão de Constituição e Justiça, as emendas dos senadores Magno Malta e Tasso Jereisati ainda vão passar pelo exame final do Plenário onde serão debatidas entre todos os parlamentares, juntamente com o texto principal.

DIMINUIÇÃO DA VIOLÊNCIA

Para Cedeca, medida é uma ´falsa solução´

A discussão sobre a redução da maioridade penal ganhou força no Senado em 2007, quando o menino João Hélio Fernandes, de 6 anos, morreu no Rio de Janeiro após ser arrastado por sete quilômetros durante assalto que teve a participação de um adolescente de 16 anos.
O tema é polêmico. Enquanto parlamentares viram na redução da maioridade penal uma espécie de medida socioeducativa, defensores dos direitos humanos acreditam que este projeto não vai solucionar o problema da violência no País.
De acordo com dados de 2008 da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, há 16.868 jovens cumprindo medidas socioeducativas no Brasil. Desse total, 11.734 estão em regime de internação, 3.715 em internação provisória 3.715 e 1.419 na semiliberdade.
Segundo a pesquisa, no ranking dos estados que têm a maior população de internos estão São Paulo, Pernambuco e Rio de Janeiro. O Ceará aparece na sétima posição com 846 internos.
De acordo com a assessora jurídica e coordenadora do Centro de Defesa da Criança e do Adolescente (Cedeca), Nadja Furtado, boa parte dos jovens que foram detidos acabam cometendo novos crimes ao deixar os institutos. Isso porque o Estado não é capaz de criar instituições que promovam a ressocialização e educação destes adolescentes, tal como determina o Estatuto da Crança e do Adolescente (ECA).
´A reincidência diminui na mesma proporção em que a qualidade do programa melhora. Hoje, os centros educativos são verdadeiros depósitos de adolescentes´, avaliou Nadja.
Segundo o Ministério da Justiça, a maior parte dos menores infratores detidos cometeu crimes contra o patrimônio ou atuaram no tráfico de drogas. Apenas 1% utilizaram crueldade em seus delitos. No entanto, não existe uma unidade especial para abrigá-los.
Para a coordenadora do Cedeca, o Estado precisa efetivar de fato o o sistema socioeducativo nos moldes do ECA, criando espaços de cooperação com família, escola e sociedade. ´O ECA foi aprovado, mas as práticas sociais pouco mudaram. O Estado só chega para reprimir. A maioria dos recursos públicos não são destinados para as áreas da infãncia e juventude´.
A coordenadora afirmou que é contra a redução da maioridade penal. Segundo ela, a proposta é uma ´falsa solução´ para o problema da violência no País. ´Levar hoje o adolescente para o sistema carcerário, ao contrário de melhorar a situação, vai piorar. Essa é uma solução simples e barata, mas não vai resolver o problema da violência brasileira´, disse.
Para Nadja, a proposta dos parlamentares não vê a criminalidade como uma conseqüência do contexto social. Segundo ela, a maior parte dos menores infratores são da periferia, participaram de um sistema educacional fragilizado e não tiveram acesso à programas de saúde.

O QUE DIZEM AS EMENDAS

Propostas tratam da penalidade

A emenda apresentada pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) propõe a criação de uma lei que defina os casos considerados exceções atribuídos a menores de 18 anos. A emenda tenta encontrar um denominador comum. Ela preserva o direito individual que é a maioridade aos 18. No entanto, estabelece a criação de uma lei para determinar em quais situações o adolescente estaria sujeito a perder o direito da maioridade, no caso de crimes hediondos, por exemplo.

Tasso Jereissati
Senador (PSDB-CE)


De acordo com a proposta do senador Magno Malta, menores de 18 anos que cometerem crime hediondo perdem a menoridade e ficam sujeitos às penalidades previstas em lei para adultos. A legislação brasileira considera como crimes hediondos o homicídio, quando praticado em atividade típica de grupo de extermínio, e o homicídio qualificado; o latrocínio; a extorsão qualificada pela morte; a extorsão mediante seqüestro; o estupro; o atentado violento ao pudor; a falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de medicamentos; e o genocídio.

Magno Malta
Senador (PR-ES)
Fonte: Gazeta Web.com
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Entre redução e manutenção o assunto tem gerado discussões e polêmicas

A redução da maioridade penal vai voltar, a partir desta semana, ao centro de debates do Congresso Nacional. Na próxima quarta-feira, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado deverá votar as Propostas de Emendas à Constituição (PECs) que tratam do assunto.
Uma das prosições foi assinada pelo senador Magno Malta (PR-ES) e a outra por Tasso Jereissati (PSDB-CE).
A emenda nº 2, do senador capixaba, mantém a redação do artigo 228 da Constituição, o qual determina que os menores de 18 anos são penalmente inimputáveis, sujeitos às normas especiais da legislação. Malta acrescenta um parágrafo único, estabelecendo que a inimputabilidade não se aplica ´no caso de prática de crime definido como hediondo´. ´Acredito que, na medida em que temos uma punição mais efetiva aos menores que cometem crimes de sangue, principalmente hediondos, a violência deverá diminuir´, disse o senador.
Malta ressalta que os adolescentes infratores deveriam ficar separados dos adultos, em locais em que pudessem estudar ou desenvolver um ofício. ´Do jeito que as coisas estão, não tem mais limites. Eles conhecem a lei de cor e sabem que podem fazer tudo, que não vai dar em nada. Então, também vão guardar no coração quando alguém lhes disser que, se fizerem alguma coisa errada, vão perder sua maioridade. Vão pensar nisso antes de colocar o revólver na cabeça de alguém e dar dez tiros´, opinou.
Para Malta, cabe ao Estado se preparar bem para receber estes menores infratores.

Limite

A emenda nº 3, de Tasso, determina que uma ´lei complementar poderá, excepcionalmente, desconsiderar o limite à imputabilidade, até 16 anos, definindo especificamente as condições, circunstâncias e formas de aplicação dessa exceção´. O senador justifica que, com sua proposta, ´o Congresso Nacional terá oportunidade de debater o tema, discutindo a quem caberá propor essa desconsideração, quem a concederá, a que crimes será aplicada e quais instâncias deverão ser ouvidas´, explicou.

Contra

O voto do relator da matéria na CCJ, senador Demóstenes Torres, é contrário às duas emendas. Segundo ele, a emenda de Magno Malta ´é extremamente aberta e, por isso, não deve prevalecer em matéria tão controversa como a maioridade penal´.
De acordo com o relator, na maneira em que a emenda está redigida, uma criança que tenha, por exemplo, 10 anos de idade, poderá ser condenada criminalmente se vier a praticar um crime definido como hediondo. Por outro lado, um adolescente de 17 anos que praticasse crimes como tortura, tráfico ilícito de entorpecentes e terrorismo não seria alcançado pela lei penal.
Quanto à emenda de Tasso, o relator entende que, pela relevância do tema, deve ser ele delimitado na Constituição.
O texto substitutivo que saiu da CCJ, em 2007, prevê que menores de 18 e maiores de 16 anos só poderão ser penalmente imputáveis, ou responsáveis se, à época em que cometeram a ação criminosa, apresentavam ´plena capacidade´ de entender o caráter ilícito do ato. Para isso, o juiz pedirá um laudo técnico de especialistas. A modalidade de pena de prisão será aplicada apenas na hipótese de crimes hediondos. Se condenados, esses adolescentes cumprirão pena em local distinto dos presos maiores de 18 anos.
Se forem aprovadas pela Comissão de Constituição e Justiça, as emendas dos senadores Magno Malta e Tasso Jereisati ainda vão passar pelo exame final do Plenário onde serão debatidas entre todos os parlamentares, juntamente com o texto principal.

DIMINUIÇÃO DA VIOLÊNCIA

Para Cedeca, medida é uma ´falsa solução´

A discussão sobre a redução da maioridade penal ganhou força no Senado em 2007, quando o menino João Hélio Fernandes, de 6 anos, morreu no Rio de Janeiro após ser arrastado por sete quilômetros durante assalto que teve a participação de um adolescente de 16 anos.
O tema é polêmico. Enquanto parlamentares viram na redução da maioridade penal uma espécie de medida socioeducativa, defensores dos direitos humanos acreditam que este projeto não vai solucionar o problema da violência no País.
De acordo com dados de 2008 da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, há 16.868 jovens cumprindo medidas socioeducativas no Brasil. Desse total, 11.734 estão em regime de internação, 3.715 em internação provisória 3.715 e 1.419 na semiliberdade.
Segundo a pesquisa, no ranking dos estados que têm a maior população de internos estão São Paulo, Pernambuco e Rio de Janeiro. O Ceará aparece na sétima posição com 846 internos.
De acordo com a assessora jurídica e coordenadora do Centro de Defesa da Criança e do Adolescente (Cedeca), Nadja Furtado, boa parte dos jovens que foram detidos acabam cometendo novos crimes ao deixar os institutos. Isso porque o Estado não é capaz de criar instituições que promovam a ressocialização e educação destes adolescentes, tal como determina o Estatuto da Crança e do Adolescente (ECA).
´A reincidência diminui na mesma proporção em que a qualidade do programa melhora. Hoje, os centros educativos são verdadeiros depósitos de adolescentes´, avaliou Nadja.
Segundo o Ministério da Justiça, a maior parte dos menores infratores detidos cometeu crimes contra o patrimônio ou atuaram no tráfico de drogas. Apenas 1% utilizaram crueldade em seus delitos. No entanto, não existe uma unidade especial para abrigá-los.
Para a coordenadora do Cedeca, o Estado precisa efetivar de fato o o sistema socioeducativo nos moldes do ECA, criando espaços de cooperação com família, escola e sociedade. ´O ECA foi aprovado, mas as práticas sociais pouco mudaram. O Estado só chega para reprimir. A maioria dos recursos públicos não são destinados para as áreas da infãncia e juventude´.
A coordenadora afirmou que é contra a redução da maioridade penal. Segundo ela, a proposta é uma ´falsa solução´ para o problema da violência no País. ´Levar hoje o adolescente para o sistema carcerário, ao contrário de melhorar a situação, vai piorar. Essa é uma solução simples e barata, mas não vai resolver o problema da violência brasileira´, disse.
Para Nadja, a proposta dos parlamentares não vê a criminalidade como uma conseqüência do contexto social. Segundo ela, a maior parte dos menores infratores são da periferia, participaram de um sistema educacional fragilizado e não tiveram acesso à programas de saúde.

O QUE DIZEM AS EMENDAS

Propostas tratam da penalidade

A emenda apresentada pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) propõe a criação de uma lei que defina os casos considerados exceções atribuídos a menores de 18 anos. A emenda tenta encontrar um denominador comum. Ela preserva o direito individual que é a maioridade aos 18. No entanto, estabelece a criação de uma lei para determinar em quais situações o adolescente estaria sujeito a perder o direito da maioridade, no caso de crimes hediondos, por exemplo.

Tasso Jereissati
Senador (PSDB-CE)


De acordo com a proposta do senador Magno Malta, menores de 18 anos que cometerem crime hediondo perdem a menoridade e ficam sujeitos às penalidades previstas em lei para adultos. A legislação brasileira considera como crimes hediondos o homicídio, quando praticado em atividade típica de grupo de extermínio, e o homicídio qualificado; o latrocínio; a extorsão qualificada pela morte; a extorsão mediante seqüestro; o estupro; o atentado violento ao pudor; a falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de medicamentos; e o genocídio.

Magno Malta
Senador (PR-ES)
Fonte: Gazeta Web.com
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Entre redução e manutenção o assunto tem gerado discussões e polêmicas

A redução da maioridade penal vai voltar, a partir desta semana, ao centro de debates do Congresso Nacional. Na próxima quarta-feira, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado deverá votar as Propostas de Emendas à Constituição (PECs) que tratam do assunto.
Uma das prosições foi assinada pelo senador Magno Malta (PR-ES) e a outra por Tasso Jereissati (PSDB-CE).
A emenda nº 2, do senador capixaba, mantém a redação do artigo 228 da Constituição, o qual determina que os menores de 18 anos são penalmente inimputáveis, sujeitos às normas especiais da legislação. Malta acrescenta um parágrafo único, estabelecendo que a inimputabilidade não se aplica ´no caso de prática de crime definido como hediondo´. ´Acredito que, na medida em que temos uma punição mais efetiva aos menores que cometem crimes de sangue, principalmente hediondos, a violência deverá diminuir´, disse o senador.
Malta ressalta que os adolescentes infratores deveriam ficar separados dos adultos, em locais em que pudessem estudar ou desenvolver um ofício. ´Do jeito que as coisas estão, não tem mais limites. Eles conhecem a lei de cor e sabem que podem fazer tudo, que não vai dar em nada. Então, também vão guardar no coração quando alguém lhes disser que, se fizerem alguma coisa errada, vão perder sua maioridade. Vão pensar nisso antes de colocar o revólver na cabeça de alguém e dar dez tiros´, opinou.
Para Malta, cabe ao Estado se preparar bem para receber estes menores infratores.

Limite

A emenda nº 3, de Tasso, determina que uma ´lei complementar poderá, excepcionalmente, desconsiderar o limite à imputabilidade, até 16 anos, definindo especificamente as condições, circunstâncias e formas de aplicação dessa exceção´. O senador justifica que, com sua proposta, ´o Congresso Nacional terá oportunidade de debater o tema, discutindo a quem caberá propor essa desconsideração, quem a concederá, a que crimes será aplicada e quais instâncias deverão ser ouvidas´, explicou.

Contra

O voto do relator da matéria na CCJ, senador Demóstenes Torres, é contrário às duas emendas. Segundo ele, a emenda de Magno Malta ´é extremamente aberta e, por isso, não deve prevalecer em matéria tão controversa como a maioridade penal´.
De acordo com o relator, na maneira em que a emenda está redigida, uma criança que tenha, por exemplo, 10 anos de idade, poderá ser condenada criminalmente se vier a praticar um crime definido como hediondo. Por outro lado, um adolescente de 17 anos que praticasse crimes como tortura, tráfico ilícito de entorpecentes e terrorismo não seria alcançado pela lei penal.
Quanto à emenda de Tasso, o relator entende que, pela relevância do tema, deve ser ele delimitado na Constituição.
O texto substitutivo que saiu da CCJ, em 2007, prevê que menores de 18 e maiores de 16 anos só poderão ser penalmente imputáveis, ou responsáveis se, à época em que cometeram a ação criminosa, apresentavam ´plena capacidade´ de entender o caráter ilícito do ato. Para isso, o juiz pedirá um laudo técnico de especialistas. A modalidade de pena de prisão será aplicada apenas na hipótese de crimes hediondos. Se condenados, esses adolescentes cumprirão pena em local distinto dos presos maiores de 18 anos.
Se forem aprovadas pela Comissão de Constituição e Justiça, as emendas dos senadores Magno Malta e Tasso Jereisati ainda vão passar pelo exame final do Plenário onde serão debatidas entre todos os parlamentares, juntamente com o texto principal.

DIMINUIÇÃO DA VIOLÊNCIA

Para Cedeca, medida é uma ´falsa solução´

A discussão sobre a redução da maioridade penal ganhou força no Senado em 2007, quando o menino João Hélio Fernandes, de 6 anos, morreu no Rio de Janeiro após ser arrastado por sete quilômetros durante assalto que teve a participação de um adolescente de 16 anos.
O tema é polêmico. Enquanto parlamentares viram na redução da maioridade penal uma espécie de medida socioeducativa, defensores dos direitos humanos acreditam que este projeto não vai solucionar o problema da violência no País.
De acordo com dados de 2008 da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, há 16.868 jovens cumprindo medidas socioeducativas no Brasil. Desse total, 11.734 estão em regime de internação, 3.715 em internação provisória 3.715 e 1.419 na semiliberdade.
Segundo a pesquisa, no ranking dos estados que têm a maior população de internos estão São Paulo, Pernambuco e Rio de Janeiro. O Ceará aparece na sétima posição com 846 internos.
De acordo com a assessora jurídica e coordenadora do Centro de Defesa da Criança e do Adolescente (Cedeca), Nadja Furtado, boa parte dos jovens que foram detidos acabam cometendo novos crimes ao deixar os institutos. Isso porque o Estado não é capaz de criar instituições que promovam a ressocialização e educação destes adolescentes, tal como determina o Estatuto da Crança e do Adolescente (ECA).
´A reincidência diminui na mesma proporção em que a qualidade do programa melhora. Hoje, os centros educativos são verdadeiros depósitos de adolescentes´, avaliou Nadja.
Segundo o Ministério da Justiça, a maior parte dos menores infratores detidos cometeu crimes contra o patrimônio ou atuaram no tráfico de drogas. Apenas 1% utilizaram crueldade em seus delitos. No entanto, não existe uma unidade especial para abrigá-los.
Para a coordenadora do Cedeca, o Estado precisa efetivar de fato o o sistema socioeducativo nos moldes do ECA, criando espaços de cooperação com família, escola e sociedade. ´O ECA foi aprovado, mas as práticas sociais pouco mudaram. O Estado só chega para reprimir. A maioria dos recursos públicos não são destinados para as áreas da infãncia e juventude´.
A coordenadora afirmou que é contra a redução da maioridade penal. Segundo ela, a proposta é uma ´falsa solução´ para o problema da violência no País. ´Levar hoje o adolescente para o sistema carcerário, ao contrário de melhorar a situação, vai piorar. Essa é uma solução simples e barata, mas não vai resolver o problema da violência brasileira´, disse.
Para Nadja, a proposta dos parlamentares não vê a criminalidade como uma conseqüência do contexto social. Segundo ela, a maior parte dos menores infratores são da periferia, participaram de um sistema educacional fragilizado e não tiveram acesso à programas de saúde.

O QUE DIZEM AS EMENDAS

Propostas tratam da penalidade

A emenda apresentada pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) propõe a criação de uma lei que defina os casos considerados exceções atribuídos a menores de 18 anos. A emenda tenta encontrar um denominador comum. Ela preserva o direito individual que é a maioridade aos 18. No entanto, estabelece a criação de uma lei para determinar em quais situações o adolescente estaria sujeito a perder o direito da maioridade, no caso de crimes hediondos, por exemplo.

Tasso Jereissati
Senador (PSDB-CE)


De acordo com a proposta do senador Magno Malta, menores de 18 anos que cometerem crime hediondo perdem a menoridade e ficam sujeitos às penalidades previstas em lei para adultos. A legislação brasileira considera como crimes hediondos o homicídio, quando praticado em atividade típica de grupo de extermínio, e o homicídio qualificado; o latrocínio; a extorsão qualificada pela morte; a extorsão mediante seqüestro; o estupro; o atentado violento ao pudor; a falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de medicamentos; e o genocídio.

Magno Malta
Senador (PR-ES)
Fonte: Gazeta Web.com
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Entre redução e manutenção o assunto tem gerado discussões e polêmicas

A redução da maioridade penal vai voltar, a partir desta semana, ao centro de debates do Congresso Nacional. Na próxima quarta-feira, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado deverá votar as Propostas de Emendas à Constituição (PECs) que tratam do assunto.
Uma das prosições foi assinada pelo senador Magno Malta (PR-ES) e a outra por Tasso Jereissati (PSDB-CE).
A emenda nº 2, do senador capixaba, mantém a redação do artigo 228 da Constituição, o qual determina que os menores de 18 anos são penalmente inimputáveis, sujeitos às normas especiais da legislação. Malta acrescenta um parágrafo único, estabelecendo que a inimputabilidade não se aplica ´no caso de prática de crime definido como hediondo´. ´Acredito que, na medida em que temos uma punição mais efetiva aos menores que cometem crimes de sangue, principalmente hediondos, a violência deverá diminuir´, disse o senador.
Malta ressalta que os adolescentes infratores deveriam ficar separados dos adultos, em locais em que pudessem estudar ou desenvolver um ofício. ´Do jeito que as coisas estão, não tem mais limites. Eles conhecem a lei de cor e sabem que podem fazer tudo, que não vai dar em nada. Então, também vão guardar no coração quando alguém lhes disser que, se fizerem alguma coisa errada, vão perder sua maioridade. Vão pensar nisso antes de colocar o revólver na cabeça de alguém e dar dez tiros´, opinou.
Para Malta, cabe ao Estado se preparar bem para receber estes menores infratores.

Limite

A emenda nº 3, de Tasso, determina que uma ´lei complementar poderá, excepcionalmente, desconsiderar o limite à imputabilidade, até 16 anos, definindo especificamente as condições, circunstâncias e formas de aplicação dessa exceção´. O senador justifica que, com sua proposta, ´o Congresso Nacional terá oportunidade de debater o tema, discutindo a quem caberá propor essa desconsideração, quem a concederá, a que crimes será aplicada e quais instâncias deverão ser ouvidas´, explicou.

Contra

O voto do relator da matéria na CCJ, senador Demóstenes Torres, é contrário às duas emendas. Segundo ele, a emenda de Magno Malta ´é extremamente aberta e, por isso, não deve prevalecer em matéria tão controversa como a maioridade penal´.
De acordo com o relator, na maneira em que a emenda está redigida, uma criança que tenha, por exemplo, 10 anos de idade, poderá ser condenada criminalmente se vier a praticar um crime definido como hediondo. Por outro lado, um adolescente de 17 anos que praticasse crimes como tortura, tráfico ilícito de entorpecentes e terrorismo não seria alcançado pela lei penal.
Quanto à emenda de Tasso, o relator entende que, pela relevância do tema, deve ser ele delimitado na Constituição.
O texto substitutivo que saiu da CCJ, em 2007, prevê que menores de 18 e maiores de 16 anos só poderão ser penalmente imputáveis, ou responsáveis se, à época em que cometeram a ação criminosa, apresentavam ´plena capacidade´ de entender o caráter ilícito do ato. Para isso, o juiz pedirá um laudo técnico de especialistas. A modalidade de pena de prisão será aplicada apenas na hipótese de crimes hediondos. Se condenados, esses adolescentes cumprirão pena em local distinto dos presos maiores de 18 anos.
Se forem aprovadas pela Comissão de Constituição e Justiça, as emendas dos senadores Magno Malta e Tasso Jereisati ainda vão passar pelo exame final do Plenário onde serão debatidas entre todos os parlamentares, juntamente com o texto principal.

DIMINUIÇÃO DA VIOLÊNCIA

Para Cedeca, medida é uma ´falsa solução´

A discussão sobre a redução da maioridade penal ganhou força no Senado em 2007, quando o menino João Hélio Fernandes, de 6 anos, morreu no Rio de Janeiro após ser arrastado por sete quilômetros durante assalto que teve a participação de um adolescente de 16 anos.
O tema é polêmico. Enquanto parlamentares viram na redução da maioridade penal uma espécie de medida socioeducativa, defensores dos direitos humanos acreditam que este projeto não vai solucionar o problema da violência no País.
De acordo com dados de 2008 da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, há 16.868 jovens cumprindo medidas socioeducativas no Brasil. Desse total, 11.734 estão em regime de internação, 3.715 em internação provisória 3.715 e 1.419 na semiliberdade.
Segundo a pesquisa, no ranking dos estados que têm a maior população de internos estão São Paulo, Pernambuco e Rio de Janeiro. O Ceará aparece na sétima posição com 846 internos.
De acordo com a assessora jurídica e coordenadora do Centro de Defesa da Criança e do Adolescente (Cedeca), Nadja Furtado, boa parte dos jovens que foram detidos acabam cometendo novos crimes ao deixar os institutos. Isso porque o Estado não é capaz de criar instituições que promovam a ressocialização e educação destes adolescentes, tal como determina o Estatuto da Crança e do Adolescente (ECA).
´A reincidência diminui na mesma proporção em que a qualidade do programa melhora. Hoje, os centros educativos são verdadeiros depósitos de adolescentes´, avaliou Nadja.
Segundo o Ministério da Justiça, a maior parte dos menores infratores detidos cometeu crimes contra o patrimônio ou atuaram no tráfico de drogas. Apenas 1% utilizaram crueldade em seus delitos. No entanto, não existe uma unidade especial para abrigá-los.
Para a coordenadora do Cedeca, o Estado precisa efetivar de fato o o sistema socioeducativo nos moldes do ECA, criando espaços de cooperação com família, escola e sociedade. ´O ECA foi aprovado, mas as práticas sociais pouco mudaram. O Estado só chega para reprimir. A maioria dos recursos públicos não são destinados para as áreas da infãncia e juventude´.
A coordenadora afirmou que é contra a redução da maioridade penal. Segundo ela, a proposta é uma ´falsa solução´ para o problema da violência no País. ´Levar hoje o adolescente para o sistema carcerário, ao contrário de melhorar a situação, vai piorar. Essa é uma solução simples e barata, mas não vai resolver o problema da violência brasileira´, disse.
Para Nadja, a proposta dos parlamentares não vê a criminalidade como uma conseqüência do contexto social. Segundo ela, a maior parte dos menores infratores são da periferia, participaram de um sistema educacional fragilizado e não tiveram acesso à programas de saúde.

O QUE DIZEM AS EMENDAS

Propostas tratam da penalidade

A emenda apresentada pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) propõe a criação de uma lei que defina os casos considerados exceções atribuídos a menores de 18 anos. A emenda tenta encontrar um denominador comum. Ela preserva o direito individual que é a maioridade aos 18. No entanto, estabelece a criação de uma lei para determinar em quais situações o adolescente estaria sujeito a perder o direito da maioridade, no caso de crimes hediondos, por exemplo.

Tasso Jereissati
Senador (PSDB-CE)


De acordo com a proposta do senador Magno Malta, menores de 18 anos que cometerem crime hediondo perdem a menoridade e ficam sujeitos às penalidades previstas em lei para adultos. A legislação brasileira considera como crimes hediondos o homicídio, quando praticado em atividade típica de grupo de extermínio, e o homicídio qualificado; o latrocínio; a extorsão qualificada pela morte; a extorsão mediante seqüestro; o estupro; o atentado violento ao pudor; a falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de medicamentos; e o genocídio.

Magno Malta
Senador (PR-ES)
Fonte: Gazeta Web.com
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Entre redução e manutenção o assunto tem gerado discussões e polêmicas

A redução da maioridade penal vai voltar, a partir desta semana, ao centro de debates do Congresso Nacional. Na próxima quarta-feira, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado deverá votar as Propostas de Emendas à Constituição (PECs) que tratam do assunto.
Uma das prosições foi assinada pelo senador Magno Malta (PR-ES) e a outra por Tasso Jereissati (PSDB-CE).
A emenda nº 2, do senador capixaba, mantém a redação do artigo 228 da Constituição, o qual determina que os menores de 18 anos são penalmente inimputáveis, sujeitos às normas especiais da legislação. Malta acrescenta um parágrafo único, estabelecendo que a inimputabilidade não se aplica ´no caso de prática de crime definido como hediondo´. ´Acredito que, na medida em que temos uma punição mais efetiva aos menores que cometem crimes de sangue, principalmente hediondos, a violência deverá diminuir´, disse o senador.
Malta ressalta que os adolescentes infratores deveriam ficar separados dos adultos, em locais em que pudessem estudar ou desenvolver um ofício. ´Do jeito que as coisas estão, não tem mais limites. Eles conhecem a lei de cor e sabem que podem fazer tudo, que não vai dar em nada. Então, também vão guardar no coração quando alguém lhes disser que, se fizerem alguma coisa errada, vão perder sua maioridade. Vão pensar nisso antes de colocar o revólver na cabeça de alguém e dar dez tiros´, opinou.
Para Malta, cabe ao Estado se preparar bem para receber estes menores infratores.

Limite

A emenda nº 3, de Tasso, determina que uma ´lei complementar poderá, excepcionalmente, desconsiderar o limite à imputabilidade, até 16 anos, definindo especificamente as condições, circunstâncias e formas de aplicação dessa exceção´. O senador justifica que, com sua proposta, ´o Congresso Nacional terá oportunidade de debater o tema, discutindo a quem caberá propor essa desconsideração, quem a concederá, a que crimes será aplicada e quais instâncias deverão ser ouvidas´, explicou.

Contra

O voto do relator da matéria na CCJ, senador Demóstenes Torres, é contrário às duas emendas. Segundo ele, a emenda de Magno Malta ´é extremamente aberta e, por isso, não deve prevalecer em matéria tão controversa como a maioridade penal´.
De acordo com o relator, na maneira em que a emenda está redigida, uma criança que tenha, por exemplo, 10 anos de idade, poderá ser condenada criminalmente se vier a praticar um crime definido como hediondo. Por outro lado, um adolescente de 17 anos que praticasse crimes como tortura, tráfico ilícito de entorpecentes e terrorismo não seria alcançado pela lei penal.
Quanto à emenda de Tasso, o relator entende que, pela relevância do tema, deve ser ele delimitado na Constituição.
O texto substitutivo que saiu da CCJ, em 2007, prevê que menores de 18 e maiores de 16 anos só poderão ser penalmente imputáveis, ou responsáveis se, à época em que cometeram a ação criminosa, apresentavam ´plena capacidade´ de entender o caráter ilícito do ato. Para isso, o juiz pedirá um laudo técnico de especialistas. A modalidade de pena de prisão será aplicada apenas na hipótese de crimes hediondos. Se condenados, esses adolescentes cumprirão pena em local distinto dos presos maiores de 18 anos.
Se forem aprovadas pela Comissão de Constituição e Justiça, as emendas dos senadores Magno Malta e Tasso Jereisati ainda vão passar pelo exame final do Plenário onde serão debatidas entre todos os parlamentares, juntamente com o texto principal.

DIMINUIÇÃO DA VIOLÊNCIA

Para Cedeca, medida é uma ´falsa solução´

A discussão sobre a redução da maioridade penal ganhou força no Senado em 2007, quando o menino João Hélio Fernandes, de 6 anos, morreu no Rio de Janeiro após ser arrastado por sete quilômetros durante assalto que teve a participação de um adolescente de 16 anos.
O tema é polêmico. Enquanto parlamentares viram na redução da maioridade penal uma espécie de medida socioeducativa, defensores dos direitos humanos acreditam que este projeto não vai solucionar o problema da violência no País.
De acordo com dados de 2008 da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, há 16.868 jovens cumprindo medidas socioeducativas no Brasil. Desse total, 11.734 estão em regime de internação, 3.715 em internação provisória 3.715 e 1.419 na semiliberdade.
Segundo a pesquisa, no ranking dos estados que têm a maior população de internos estão São Paulo, Pernambuco e Rio de Janeiro. O Ceará aparece na sétima posição com 846 internos.
De acordo com a assessora jurídica e coordenadora do Centro de Defesa da Criança e do Adolescente (Cedeca), Nadja Furtado, boa parte dos jovens que foram detidos acabam cometendo novos crimes ao deixar os institutos. Isso porque o Estado não é capaz de criar instituições que promovam a ressocialização e educação destes adolescentes, tal como determina o Estatuto da Crança e do Adolescente (ECA).
´A reincidência diminui na mesma proporção em que a qualidade do programa melhora. Hoje, os centros educativos são verdadeiros depósitos de adolescentes´, avaliou Nadja.
Segundo o Ministério da Justiça, a maior parte dos menores infratores detidos cometeu crimes contra o patrimônio ou atuaram no tráfico de drogas. Apenas 1% utilizaram crueldade em seus delitos. No entanto, não existe uma unidade especial para abrigá-los.
Para a coordenadora do Cedeca, o Estado precisa efetivar de fato o o sistema socioeducativo nos moldes do ECA, criando espaços de cooperação com família, escola e sociedade. ´O ECA foi aprovado, mas as práticas sociais pouco mudaram. O Estado só chega para reprimir. A maioria dos recursos públicos não são destinados para as áreas da infãncia e juventude´.
A coordenadora afirmou que é contra a redução da maioridade penal. Segundo ela, a proposta é uma ´falsa solução´ para o problema da violência no País. ´Levar hoje o adolescente para o sistema carcerário, ao contrário de melhorar a situação, vai piorar. Essa é uma solução simples e barata, mas não vai resolver o problema da violência brasileira´, disse.
Para Nadja, a proposta dos parlamentares não vê a criminalidade como uma conseqüência do contexto social. Segundo ela, a maior parte dos menores infratores são da periferia, participaram de um sistema educacional fragilizado e não tiveram acesso à programas de saúde.

O QUE DIZEM AS EMENDAS

Propostas tratam da penalidade

A emenda apresentada pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) propõe a criação de uma lei que defina os casos considerados exceções atribuídos a menores de 18 anos. A emenda tenta encontrar um denominador comum. Ela preserva o direito individual que é a maioridade aos 18. No entanto, estabelece a criação de uma lei para determinar em quais situações o adolescente estaria sujeito a perder o direito da maioridade, no caso de crimes hediondos, por exemplo.

Tasso Jereissati
Senador (PSDB-CE)


De acordo com a proposta do senador Magno Malta, menores de 18 anos que cometerem crime hediondo perdem a menoridade e ficam sujeitos às penalidades previstas em lei para adultos. A legislação brasileira considera como crimes hediondos o homicídio, quando praticado em atividade típica de grupo de extermínio, e o homicídio qualificado; o latrocínio; a extorsão qualificada pela morte; a extorsão mediante seqüestro; o estupro; o atentado violento ao pudor; a falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de medicamentos; e o genocídio.

Magno Malta
Senador (PR-ES)
Fonte: Gazeta Web.com
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Entre redução e manutenção o assunto tem gerado discussões e polêmicas

A redução da maioridade penal vai voltar, a partir desta semana, ao centro de debates do Congresso Nacional. Na próxima quarta-feira, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado deverá votar as Propostas de Emendas à Constituição (PECs) que tratam do assunto.
Uma das prosições foi assinada pelo senador Magno Malta (PR-ES) e a outra por Tasso Jereissati (PSDB-CE).
A emenda nº 2, do senador capixaba, mantém a redação do artigo 228 da Constituição, o qual determina que os menores de 18 anos são penalmente inimputáveis, sujeitos às normas especiais da legislação. Malta acrescenta um parágrafo único, estabelecendo que a inimputabilidade não se aplica ´no caso de prática de crime definido como hediondo´. ´Acredito que, na medida em que temos uma punição mais efetiva aos menores que cometem crimes de sangue, principalmente hediondos, a violência deverá diminuir´, disse o senador.
Malta ressalta que os adolescentes infratores deveriam ficar separados dos adultos, em locais em que pudessem estudar ou desenvolver um ofício. ´Do jeito que as coisas estão, não tem mais limites. Eles conhecem a lei de cor e sabem que podem fazer tudo, que não vai dar em nada. Então, também vão guardar no coração quando alguém lhes disser que, se fizerem alguma coisa errada, vão perder sua maioridade. Vão pensar nisso antes de colocar o revólver na cabeça de alguém e dar dez tiros´, opinou.
Para Malta, cabe ao Estado se preparar bem para receber estes menores infratores.

Limite

A emenda nº 3, de Tasso, determina que uma ´lei complementar poderá, excepcionalmente, desconsiderar o limite à imputabilidade, até 16 anos, definindo especificamente as condições, circunstâncias e formas de aplicação dessa exceção´. O senador justifica que, com sua proposta, ´o Congresso Nacional terá oportunidade de debater o tema, discutindo a quem caberá propor essa desconsideração, quem a concederá, a que crimes será aplicada e quais instâncias deverão ser ouvidas´, explicou.

Contra

O voto do relator da matéria na CCJ, senador Demóstenes Torres, é contrário às duas emendas. Segundo ele, a emenda de Magno Malta ´é extremamente aberta e, por isso, não deve prevalecer em matéria tão controversa como a maioridade penal´.
De acordo com o relator, na maneira em que a emenda está redigida, uma criança que tenha, por exemplo, 10 anos de idade, poderá ser condenada criminalmente se vier a praticar um crime definido como hediondo. Por outro lado, um adolescente de 17 anos que praticasse crimes como tortura, tráfico ilícito de entorpecentes e terrorismo não seria alcançado pela lei penal.
Quanto à emenda de Tasso, o relator entende que, pela relevância do tema, deve ser ele delimitado na Constituição.
O texto substitutivo que saiu da CCJ, em 2007, prevê que menores de 18 e maiores de 16 anos só poderão ser penalmente imputáveis, ou responsáveis se, à época em que cometeram a ação criminosa, apresentavam ´plena capacidade´ de entender o caráter ilícito do ato. Para isso, o juiz pedirá um laudo técnico de especialistas. A modalidade de pena de prisão será aplicada apenas na hipótese de crimes hediondos. Se condenados, esses adolescentes cumprirão pena em local distinto dos presos maiores de 18 anos.
Se forem aprovadas pela Comissão de Constituição e Justiça, as emendas dos senadores Magno Malta e Tasso Jereisati ainda vão passar pelo exame final do Plenário onde serão debatidas entre todos os parlamentares, juntamente com o texto principal.

DIMINUIÇÃO DA VIOLÊNCIA

Para Cedeca, medida é uma ´falsa solução´

A discussão sobre a redução da maioridade penal ganhou força no Senado em 2007, quando o menino João Hélio Fernandes, de 6 anos, morreu no Rio de Janeiro após ser arrastado por sete quilômetros durante assalto que teve a participação de um adolescente de 16 anos.
O tema é polêmico. Enquanto parlamentares viram na redução da maioridade penal uma espécie de medida socioeducativa, defensores dos direitos humanos acreditam que este projeto não vai solucionar o problema da violência no País.
De acordo com dados de 2008 da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, há 16.868 jovens cumprindo medidas socioeducativas no Brasil. Desse total, 11.734 estão em regime de internação, 3.715 em internação provisória 3.715 e 1.419 na semiliberdade.
Segundo a pesquisa, no ranking dos estados que têm a maior população de internos estão São Paulo, Pernambuco e Rio de Janeiro. O Ceará aparece na sétima posição com 846 internos.
De acordo com a assessora jurídica e coordenadora do Centro de Defesa da Criança e do Adolescente (Cedeca), Nadja Furtado, boa parte dos jovens que foram detidos acabam cometendo novos crimes ao deixar os institutos. Isso porque o Estado não é capaz de criar instituições que promovam a ressocialização e educação destes adolescentes, tal como determina o Estatuto da Crança e do Adolescente (ECA).
´A reincidência diminui na mesma proporção em que a qualidade do programa melhora. Hoje, os centros educativos são verdadeiros depósitos de adolescentes´, avaliou Nadja.
Segundo o Ministério da Justiça, a maior parte dos menores infratores detidos cometeu crimes contra o patrimônio ou atuaram no tráfico de drogas. Apenas 1% utilizaram crueldade em seus delitos. No entanto, não existe uma unidade especial para abrigá-los.
Para a coordenadora do Cedeca, o Estado precisa efetivar de fato o o sistema socioeducativo nos moldes do ECA, criando espaços de cooperação com família, escola e sociedade. ´O ECA foi aprovado, mas as práticas sociais pouco mudaram. O Estado só chega para reprimir. A maioria dos recursos públicos não são destinados para as áreas da infãncia e juventude´.
A coordenadora afirmou que é contra a redução da maioridade penal. Segundo ela, a proposta é uma ´falsa solução´ para o problema da violência no País. ´Levar hoje o adolescente para o sistema carcerário, ao contrário de melhorar a situação, vai piorar. Essa é uma solução simples e barata, mas não vai resolver o problema da violência brasileira´, disse.
Para Nadja, a proposta dos parlamentares não vê a criminalidade como uma conseqüência do contexto social. Segundo ela, a maior parte dos menores infratores são da periferia, participaram de um sistema educacional fragilizado e não tiveram acesso à programas de saúde.

O QUE DIZEM AS EMENDAS

Propostas tratam da penalidade

A emenda apresentada pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) propõe a criação de uma lei que defina os casos considerados exceções atribuídos a menores de 18 anos. A emenda tenta encontrar um denominador comum. Ela preserva o direito individual que é a maioridade aos 18. No entanto, estabelece a criação de uma lei para determinar em quais situações o adolescente estaria sujeito a perder o direito da maioridade, no caso de crimes hediondos, por exemplo.

Tasso Jereissati
Senador (PSDB-CE)


De acordo com a proposta do senador Magno Malta, menores de 18 anos que cometerem crime hediondo perdem a menoridade e ficam sujeitos às penalidades previstas em lei para adultos. A legislação brasileira considera como crimes hediondos o homicídio, quando praticado em atividade típica de grupo de extermínio, e o homicídio qualificado; o latrocínio; a extorsão qualificada pela morte; a extorsão mediante seqüestro; o estupro; o atentado violento ao pudor; a falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de medicamentos; e o genocídio.

Magno Malta
Senador (PR-ES)
Fonte: Gazeta Web.com
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Entre redução e manutenção o assunto tem gerado discussões e polêmicas

A redução da maioridade penal vai voltar, a partir desta semana, ao centro de debates do Congresso Nacional. Na próxima quarta-feira, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado deverá votar as Propostas de Emendas à Constituição (PECs) que tratam do assunto.
Uma das prosições foi assinada pelo senador Magno Malta (PR-ES) e a outra por Tasso Jereissati (PSDB-CE).
A emenda nº 2, do senador capixaba, mantém a redação do artigo 228 da Constituição, o qual determina que os menores de 18 anos são penalmente inimputáveis, sujeitos às normas especiais da legislação. Malta acrescenta um parágrafo único, estabelecendo que a inimputabilidade não se aplica ´no caso de prática de crime definido como hediondo´. ´Acredito que, na medida em que temos uma punição mais efetiva aos menores que cometem crimes de sangue, principalmente hediondos, a violência deverá diminuir´, disse o senador.
Malta ressalta que os adolescentes infratores deveriam ficar separados dos adultos, em locais em que pudessem estudar ou desenvolver um ofício. ´Do jeito que as coisas estão, não tem mais limites. Eles conhecem a lei de cor e sabem que podem fazer tudo, que não vai dar em nada. Então, também vão guardar no coração quando alguém lhes disser que, se fizerem alguma coisa errada, vão perder sua maioridade. Vão pensar nisso antes de colocar o revólver na cabeça de alguém e dar dez tiros´, opinou.
Para Malta, cabe ao Estado se preparar bem para receber estes menores infratores.

Limite

A emenda nº 3, de Tasso, determina que uma ´lei complementar poderá, excepcionalmente, desconsiderar o limite à imputabilidade, até 16 anos, definindo especificamente as condições, circunstâncias e formas de aplicação dessa exceção´. O senador justifica que, com sua proposta, ´o Congresso Nacional terá oportunidade de debater o tema, discutindo a quem caberá propor essa desconsideração, quem a concederá, a que crimes será aplicada e quais instâncias deverão ser ouvidas´, explicou.

Contra

O voto do relator da matéria na CCJ, senador Demóstenes Torres, é contrário às duas emendas. Segundo ele, a emenda de Magno Malta ´é extremamente aberta e, por isso, não deve prevalecer em matéria tão controversa como a maioridade penal´.
De acordo com o relator, na maneira em que a emenda está redigida, uma criança que tenha, por exemplo, 10 anos de idade, poderá ser condenada criminalmente se vier a praticar um crime definido como hediondo. Por outro lado, um adolescente de 17 anos que praticasse crimes como tortura, tráfico ilícito de entorpecentes e terrorismo não seria alcançado pela lei penal.
Quanto à emenda de Tasso, o relator entende que, pela relevância do tema, deve ser ele delimitado na Constituição.
O texto substitutivo que saiu da CCJ, em 2007, prevê que menores de 18 e maiores de 16 anos só poderão ser penalmente imputáveis, ou responsáveis se, à época em que cometeram a ação criminosa, apresentavam ´plena capacidade´ de entender o caráter ilícito do ato. Para isso, o juiz pedirá um laudo técnico de especialistas. A modalidade de pena de prisão será aplicada apenas na hipótese de crimes hediondos. Se condenados, esses adolescentes cumprirão pena em local distinto dos presos maiores de 18 anos.
Se forem aprovadas pela Comissão de Constituição e Justiça, as emendas dos senadores Magno Malta e Tasso Jereisati ainda vão passar pelo exame final do Plenário onde serão debatidas entre todos os parlamentares, juntamente com o texto principal.

DIMINUIÇÃO DA VIOLÊNCIA

Para Cedeca, medida é uma ´falsa solução´

A discussão sobre a redução da maioridade penal ganhou força no Senado em 2007, quando o menino João Hélio Fernandes, de 6 anos, morreu no Rio de Janeiro após ser arrastado por sete quilômetros durante assalto que teve a participação de um adolescente de 16 anos.
O tema é polêmico. Enquanto parlamentares viram na redução da maioridade penal uma espécie de medida socioeducativa, defensores dos direitos humanos acreditam que este projeto não vai solucionar o problema da violência no País.
De acordo com dados de 2008 da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, há 16.868 jovens cumprindo medidas socioeducativas no Brasil. Desse total, 11.734 estão em regime de internação, 3.715 em internação provisória 3.715 e 1.419 na semiliberdade.
Segundo a pesquisa, no ranking dos estados que têm a maior população de internos estão São Paulo, Pernambuco e Rio de Janeiro. O Ceará aparece na sétima posição com 846 internos.
De acordo com a assessora jurídica e coordenadora do Centro de Defesa da Criança e do Adolescente (Cedeca), Nadja Furtado, boa parte dos jovens que foram detidos acabam cometendo novos crimes ao deixar os institutos. Isso porque o Estado não é capaz de criar instituições que promovam a ressocialização e educação destes adolescentes, tal como determina o Estatuto da Crança e do Adolescente (ECA).
´A reincidência diminui na mesma proporção em que a qualidade do programa melhora. Hoje, os centros educativos são verdadeiros depósitos de adolescentes´, avaliou Nadja.
Segundo o Ministério da Justiça, a maior parte dos menores infratores detidos cometeu crimes contra o patrimônio ou atuaram no tráfico de drogas. Apenas 1% utilizaram crueldade em seus delitos. No entanto, não existe uma unidade especial para abrigá-los.
Para a coordenadora do Cedeca, o Estado precisa efetivar de fato o o sistema socioeducativo nos moldes do ECA, criando espaços de cooperação com família, escola e sociedade. ´O ECA foi aprovado, mas as práticas sociais pouco mudaram. O Estado só chega para reprimir. A maioria dos recursos públicos não são destinados para as áreas da infãncia e juventude´.
A coordenadora afirmou que é contra a redução da maioridade penal. Segundo ela, a proposta é uma ´falsa solução´ para o problema da violência no País. ´Levar hoje o adolescente para o sistema carcerário, ao contrário de melhorar a situação, vai piorar. Essa é uma solução simples e barata, mas não vai resolver o problema da violência brasileira´, disse.
Para Nadja, a proposta dos parlamentares não vê a criminalidade como uma conseqüência do contexto social. Segundo ela, a maior parte dos menores infratores são da periferia, participaram de um sistema educacional fragilizado e não tiveram acesso à programas de saúde.

O QUE DIZEM AS EMENDAS

Propostas tratam da penalidade

A emenda apresentada pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) propõe a criação de uma lei que defina os casos considerados exceções atribuídos a menores de 18 anos. A emenda tenta encontrar um denominador comum. Ela preserva o direito individual que é a maioridade aos 18. No entanto, estabelece a criação de uma lei para determinar em quais situações o adolescente estaria sujeito a perder o direito da maioridade, no caso de crimes hediondos, por exemplo.

Tasso Jereissati
Senador (PSDB-CE)


De acordo com a proposta do senador Magno Malta, menores de 18 anos que cometerem crime hediondo perdem a menoridade e ficam sujeitos às penalidades previstas em lei para adultos. A legislação brasileira considera como crimes hediondos o homicídio, quando praticado em atividade típica de grupo de extermínio, e o homicídio qualificado; o latrocínio; a extorsão qualificada pela morte; a extorsão mediante seqüestro; o estupro; o atentado violento ao pudor; a falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de medicamentos; e o genocídio.

Magno Malta
Senador (PR-ES)
Fonte: Gazeta Web.com
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"Tenha sempre bons pensamentos
porque os seus pensamentos se transformam em suas palavras
Tenha boas palavras
porque as suas palavras se transformam em suas ações
Tenha boas ações
porque as suas ações se transformam em seus hábitos.
Tenha bons hábitos
porque os seus hábitos se transformam em seus valores
Tenha bons valores
porque os seu valores se transformam no seu próprio destino."

"O que mais me impressiona nos fracos, é que eles precisam de humilhar os outros, para se sentirem fortes"...

"Felicidade é quando o que você pensa, o que você diz e o que você faz estão em harmonia"

"O fraco nunca perdoa. O perdão é a característica do forte."

"Olho por Olho, e o mundo acabará cego."

"Não há caminho para a paz, a paz é o caminho."

GHANDI


fonte: FRASES FAMOSAS E PENSADOR
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RIO - Eles foram escolhidos entre 34.684 candidatos de mais de 20 países. A partir deste domingo, os 16 finalistas ao "melhor emprego do mundo" começam a ser entrevistados pessoalmente em Queensland, o estado australiano que - para promover o turismo na área - resolveu oferecer, em todo o planeta, uma vaga de zelador na ilha de Hamilton. O vencedor será anunciado nesta quarta-feira. Por seis meses, ele vai explorar e divulgar o arquipélago localizado no maior recife de coral do planeta, ganhando R$ 40 mil mensais.
Mas, afinal, o que essas 16 pessoas fizeram para se destacar entre tanta gente? O Boa Chance foi conferir o perfil de cada uma delas (no http://www.islandreefjob.com/ ) e descobriu que existem características comuns que chamaram a atenção dos organizadores do concurso. Fatores que, aliás, o mercado de trabalho em geral busca hoje nos profissionais.
Todos se revelaram multimídias. Usaram diferentes meios de comunicação, como blogs, vídeos etc., para propagar suas candidaturas - e, consequentemente, as ilhas paradisíacas de Queensland. Fizeram isso, acima de tudo, de forma inovadora. Até porque era necessário impressionar o público: um deles seria escolhido pela quantidade de votos recebidos via internet - no caso, a vencedora foi a intérprete Clare Wang, de Taiwan.
De início, os inscritos enviaram um vídeo de 60 segundos, explicando por que eram a melhor pessoa para a vaga: 50 foram classificados para a etapa seguinte. Depois, foi feita a escolha do candidato da internet, e a organização selecionou outros 15 para esta etapa final. Não há brasileiros entre eles.
Veja os vídeos dos seis finalistas Magali Heuberger Juweon Kim Hailey Turner Erik Rolfsen Clarke Gayford Claire Wang


fonte: O Globo On Line
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Nara Motter Assistente de Contas Hospitalares Divisão de Contas Hospitalares Departamento de Produção Médica Diretoria de Gestão Operacional - Unimed Grande Florianópolis fone: (48) 3952.8618. Fax: (48) 3952-8608

COMPENSA PERDER UM TEMPINHO PRA LER, VC PODE SE AJUDAR OU AJUDAR ALGUÉM!!!!
Mulheres, leiam até o final e com o máximo de atenção... é de extrema importância!!! Homens repassem para suas amigas,irmãs,etc... Você toma ou conhece alguém que toma as pílulas anti-contraceptivas Diane 35 ou Yasmim?
VOCÊ PODE AJUDAR A SALVAR A VIDA DA SUA ESPOSA, DA SUA IRMÃ, DA SUA NAMORADA, AMIGA, CONHECIDA E ATÉ A SUA... É SIMPLES... BASTA LER COM ATENÇÃO E PASSAR A INFORMAÇÃO ADIANTE! Bom, estou aqui hoje pra falar um pouco do meu caso, que alguns de vocês não sabem, mas seria interessante ficarem atentos, pois tenho visto acontecendo bastante. Aos 25 anos, dois anos atrás, tive um derrame cerebral com três tromboses venosas, ou seja, três coágulos na cabeça. Descobri em 03 de Outubro de 2004, porque a dor era muito intensa, inclusive chegava a desmaiar e ter vômito tamanho a dor. Achei, no começo que era uma crise de enxaqueca porque tinha muito, principalmente quando estava estressada e com bastante trabalho, o que era o caso. Resumindo, o maior vilão dessa história toda foi a pílula anticoncepcional, Yasmin (abaixo segue trecho retirado do bulário )
Bula do Remédio: O que é Yasmin?Yasmin é um contraceptivo oral combinado. Cada comprimido revestido contém uma combinação de dois hormônios femininos: a drospirenona progestógeno e o etinilestradiol estrogênio. Devido às pequenas concentrações destes hormônios, considera-se Yasmin um contraceptivo combinado de baixa dose. CONTRA-INDICAÇÕES Você não deve usar Yasmin nas condições a seguir. Caso você apresente qualquer uma destas condições, informe seu médico. Ele pode receitar para você outro contraceptivo oral ou outro método contraceptivo (não-hormonal). Especialmente os relacionados com a trombose. A trombose é a formação de um coágulo de sangue que pode ocorrer nos vasos sanguíneos das pernas (trombose venosa profunda), nos pulmões (embolia pulmonar), no coração (ataque cardíaco) ou em outras partes do corpo; causado por um coágulo de sangue ou por um rompimento de um vaso sanguíneo no cérebro; cardíaco (como angina ou dor no peito) ou de um derrame (como um ataque isquêmico transitório ou um pequeno derrame reversível); acompanhada, por exemplo, de sintomas visuais, de dificuldades para falar, de fraqueza ou de adormecimento em qualquer parte do corpo.
Em toda minha vida evitei tomar esses minúsculos comprimidinhos por causa da retenção e do inchaço que sempre me deram mas a do tal YASMIM era tão favorável, tão de alta-tecnologia que resolvo seguir o conselho do meu obstetra. Tomei YASMIN após amamentar meu segundo filho e por apenas 6 meses e os 'malditos' comprimidinhos fizeram tamanho estrago! Até hoje faço tratamento para as tromboses e minha qualidade de vida que era 90%, hoje é apenas 10%. Durante estes dois anos vivi dopada de remédios anti-coagulantes. Já fiz todos os exames possíveis e imagináveis com os melhores médicos do mundo, nos melhores hospitais. Não tenho heranças genéticas que passam ter me causado derrames, tromboses ou qualquer acidente vascular, o que prova que foi realmente o uso da pílula Yasmim que acarretou toda a doença.Por sorte não tive paralisia facial ou de membros, não perdi a visão, mas já fiquei sabendo com meus médicos neurologistas que estão aparecendo diversos casos de meninas de 17, 19 anos em uso de PÍLULAS DIANE 35 e YASMIM com trombose pulmonar, trombose no fígado e muito raramente trombose nas pernas... Então por favor, não deixem de repassar este e-mail para o máximo de pessoas que puderem!!! Não existe propaganda dizendo os riscos que a pílula trás para nós. Mas nós podemos fazer nossa parte!!! Obrigada, Juana Ferreira!
Outra vítima: Oi Kelly, Não sei para quem você repassou esse e-mail, mas aconteceu comigo em Agosto deste ano. Tenho uma filha de 1 ano, e amamentei-a até os 7 meses. Parei de amamentá-la quando entrei na INA em Junho e comecei a tomar o tal do Yasmin por ser o mais indicado contra TPM e todas aquelas coisinhas que as mulheres bem sabem. No início de Agosto, depois de 2 meses tomando o Yasmin, tive uma crise forte de dor de cabeça (nunca tive enxaqueca na vida) aqui mesmo na INA estava com a Corinna numa reunião com Sr.. Sérgio Pin. Dali, fui direto pro ambulatório e de lá, me levaram para o Hospital Samaritano onde fiquei 24 h com medicamentos e em observação. Cheguei a desmaiar e a ter vômitos no ambulatório e no Hospital. Fiz uma Tomografia e foi constatado uma mancha no cérebro que o médico considerou um pequeno coágulo, o que provavelmente tinha provocado a dor. Na mesma hora, junto ainda do Neurologista, liguei para minha Ginecologista/Obstetra e ela mandou suspender imediatamente o Yasmin, que provavelmente foi a causa. O que tive foi um pequeno AVC - Acidente Vascular Cerebral.Tomei um anticoagulante por 2 semanas, refiz o exame no final do mês, e ainda bem, a mancha havia sumido.Não tomo mais o remédio e minha gineco suspendeu o medicamento de suas indicações.É a primeira vez que recebo um e-mail desses, onde eu sou a própria testemunha do ocorrido ...

Denise Perez dos Reis Depto. Contabil Maxi Shopping Jundiai
recebido por e-mail favor confirmar
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Nara Motter Assistente de Contas Hospitalares Divisão de Contas Hospitalares Departamento de Produção Médica Diretoria de Gestão Operacional - Unimed Grande Florianópolis fone: (48) 3952.8618. Fax: (48) 3952-8608

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Mulheres, leiam até o final e com o máximo de atenção... é de extrema importância!!! Homens repassem para suas amigas,irmãs,etc... Você toma ou conhece alguém que toma as pílulas anti-contraceptivas Diane 35 ou Yasmim?
VOCÊ PODE AJUDAR A SALVAR A VIDA DA SUA ESPOSA, DA SUA IRMÃ, DA SUA NAMORADA, AMIGA, CONHECIDA E ATÉ A SUA... É SIMPLES... BASTA LER COM ATENÇÃO E PASSAR A INFORMAÇÃO ADIANTE! Bom, estou aqui hoje pra falar um pouco do meu caso, que alguns de vocês não sabem, mas seria interessante ficarem atentos, pois tenho visto acontecendo bastante. Aos 25 anos, dois anos atrás, tive um derrame cerebral com três tromboses venosas, ou seja, três coágulos na cabeça. Descobri em 03 de Outubro de 2004, porque a dor era muito intensa, inclusive chegava a desmaiar e ter vômito tamanho a dor. Achei, no começo que era uma crise de enxaqueca porque tinha muito, principalmente quando estava estressada e com bastante trabalho, o que era o caso. Resumindo, o maior vilão dessa história toda foi a pílula anticoncepcional, Yasmin (abaixo segue trecho retirado do bulário )
Bula do Remédio: O que é Yasmin?Yasmin é um contraceptivo oral combinado. Cada comprimido revestido contém uma combinação de dois hormônios femininos: a drospirenona progestógeno e o etinilestradiol estrogênio. Devido às pequenas concentrações destes hormônios, considera-se Yasmin um contraceptivo combinado de baixa dose. CONTRA-INDICAÇÕES Você não deve usar Yasmin nas condições a seguir. Caso você apresente qualquer uma destas condições, informe seu médico. Ele pode receitar para você outro contraceptivo oral ou outro método contraceptivo (não-hormonal). Especialmente os relacionados com a trombose. A trombose é a formação de um coágulo de sangue que pode ocorrer nos vasos sanguíneos das pernas (trombose venosa profunda), nos pulmões (embolia pulmonar), no coração (ataque cardíaco) ou em outras partes do corpo; causado por um coágulo de sangue ou por um rompimento de um vaso sanguíneo no cérebro; cardíaco (como angina ou dor no peito) ou de um derrame (como um ataque isquêmico transitório ou um pequeno derrame reversível); acompanhada, por exemplo, de sintomas visuais, de dificuldades para falar, de fraqueza ou de adormecimento em qualquer parte do corpo.
Em toda minha vida evitei tomar esses minúsculos comprimidinhos por causa da retenção e do inchaço que sempre me deram mas a do tal YASMIM era tão favorável, tão de alta-tecnologia que resolvo seguir o conselho do meu obstetra. Tomei YASMIN após amamentar meu segundo filho e por apenas 6 meses e os 'malditos' comprimidinhos fizeram tamanho estrago! Até hoje faço tratamento para as tromboses e minha qualidade de vida que era 90%, hoje é apenas 10%. Durante estes dois anos vivi dopada de remédios anti-coagulantes. Já fiz todos os exames possíveis e imagináveis com os melhores médicos do mundo, nos melhores hospitais. Não tenho heranças genéticas que passam ter me causado derrames, tromboses ou qualquer acidente vascular, o que prova que foi realmente o uso da pílula Yasmim que acarretou toda a doença.Por sorte não tive paralisia facial ou de membros, não perdi a visão, mas já fiquei sabendo com meus médicos neurologistas que estão aparecendo diversos casos de meninas de 17, 19 anos em uso de PÍLULAS DIANE 35 e YASMIM com trombose pulmonar, trombose no fígado e muito raramente trombose nas pernas... Então por favor, não deixem de repassar este e-mail para o máximo de pessoas que puderem!!! Não existe propaganda dizendo os riscos que a pílula trás para nós. Mas nós podemos fazer nossa parte!!! Obrigada, Juana Ferreira!
Outra vítima: Oi Kelly, Não sei para quem você repassou esse e-mail, mas aconteceu comigo em Agosto deste ano. Tenho uma filha de 1 ano, e amamentei-a até os 7 meses. Parei de amamentá-la quando entrei na INA em Junho e comecei a tomar o tal do Yasmin por ser o mais indicado contra TPM e todas aquelas coisinhas que as mulheres bem sabem. No início de Agosto, depois de 2 meses tomando o Yasmin, tive uma crise forte de dor de cabeça (nunca tive enxaqueca na vida) aqui mesmo na INA estava com a Corinna numa reunião com Sr.. Sérgio Pin. Dali, fui direto pro ambulatório e de lá, me levaram para o Hospital Samaritano onde fiquei 24 h com medicamentos e em observação. Cheguei a desmaiar e a ter vômitos no ambulatório e no Hospital. Fiz uma Tomografia e foi constatado uma mancha no cérebro que o médico considerou um pequeno coágulo, o que provavelmente tinha provocado a dor. Na mesma hora, junto ainda do Neurologista, liguei para minha Ginecologista/Obstetra e ela mandou suspender imediatamente o Yasmin, que provavelmente foi a causa. O que tive foi um pequeno AVC - Acidente Vascular Cerebral.Tomei um anticoagulante por 2 semanas, refiz o exame no final do mês, e ainda bem, a mancha havia sumido.Não tomo mais o remédio e minha gineco suspendeu o medicamento de suas indicações.É a primeira vez que recebo um e-mail desses, onde eu sou a própria testemunha do ocorrido ...

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Bula do Remédio: O que é Yasmin?Yasmin é um contraceptivo oral combinado. Cada comprimido revestido contém uma combinação de dois hormônios femininos: a drospirenona progestógeno e o etinilestradiol estrogênio. Devido às pequenas concentrações destes hormônios, considera-se Yasmin um contraceptivo combinado de baixa dose. CONTRA-INDICAÇÕES Você não deve usar Yasmin nas condições a seguir. Caso você apresente qualquer uma destas condições, informe seu médico. Ele pode receitar para você outro contraceptivo oral ou outro método contraceptivo (não-hormonal). Especialmente os relacionados com a trombose. A trombose é a formação de um coágulo de sangue que pode ocorrer nos vasos sanguíneos das pernas (trombose venosa profunda), nos pulmões (embolia pulmonar), no coração (ataque cardíaco) ou em outras partes do corpo; causado por um coágulo de sangue ou por um rompimento de um vaso sanguíneo no cérebro; cardíaco (como angina ou dor no peito) ou de um derrame (como um ataque isquêmico transitório ou um pequeno derrame reversível); acompanhada, por exemplo, de sintomas visuais, de dificuldades para falar, de fraqueza ou de adormecimento em qualquer parte do corpo.
Em toda minha vida evitei tomar esses minúsculos comprimidinhos por causa da retenção e do inchaço que sempre me deram mas a do tal YASMIM era tão favorável, tão de alta-tecnologia que resolvo seguir o conselho do meu obstetra. Tomei YASMIN após amamentar meu segundo filho e por apenas 6 meses e os 'malditos' comprimidinhos fizeram tamanho estrago! Até hoje faço tratamento para as tromboses e minha qualidade de vida que era 90%, hoje é apenas 10%. Durante estes dois anos vivi dopada de remédios anti-coagulantes. Já fiz todos os exames possíveis e imagináveis com os melhores médicos do mundo, nos melhores hospitais. Não tenho heranças genéticas que passam ter me causado derrames, tromboses ou qualquer acidente vascular, o que prova que foi realmente o uso da pílula Yasmim que acarretou toda a doença.Por sorte não tive paralisia facial ou de membros, não perdi a visão, mas já fiquei sabendo com meus médicos neurologistas que estão aparecendo diversos casos de meninas de 17, 19 anos em uso de PÍLULAS DIANE 35 e YASMIM com trombose pulmonar, trombose no fígado e muito raramente trombose nas pernas... Então por favor, não deixem de repassar este e-mail para o máximo de pessoas que puderem!!! Não existe propaganda dizendo os riscos que a pílula trás para nós. Mas nós podemos fazer nossa parte!!! Obrigada, Juana Ferreira!
Outra vítima: Oi Kelly, Não sei para quem você repassou esse e-mail, mas aconteceu comigo em Agosto deste ano. Tenho uma filha de 1 ano, e amamentei-a até os 7 meses. Parei de amamentá-la quando entrei na INA em Junho e comecei a tomar o tal do Yasmin por ser o mais indicado contra TPM e todas aquelas coisinhas que as mulheres bem sabem. No início de Agosto, depois de 2 meses tomando o Yasmin, tive uma crise forte de dor de cabeça (nunca tive enxaqueca na vida) aqui mesmo na INA estava com a Corinna numa reunião com Sr.. Sérgio Pin. Dali, fui direto pro ambulatório e de lá, me levaram para o Hospital Samaritano onde fiquei 24 h com medicamentos e em observação. Cheguei a desmaiar e a ter vômitos no ambulatório e no Hospital. Fiz uma Tomografia e foi constatado uma mancha no cérebro que o médico considerou um pequeno coágulo, o que provavelmente tinha provocado a dor. Na mesma hora, junto ainda do Neurologista, liguei para minha Ginecologista/Obstetra e ela mandou suspender imediatamente o Yasmin, que provavelmente foi a causa. O que tive foi um pequeno AVC - Acidente Vascular Cerebral.Tomei um anticoagulante por 2 semanas, refiz o exame no final do mês, e ainda bem, a mancha havia sumido.Não tomo mais o remédio e minha gineco suspendeu o medicamento de suas indicações.É a primeira vez que recebo um e-mail desses, onde eu sou a própria testemunha do ocorrido ...

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Bula do Remédio: O que é Yasmin?Yasmin é um contraceptivo oral combinado. Cada comprimido revestido contém uma combinação de dois hormônios femininos: a drospirenona progestógeno e o etinilestradiol estrogênio. Devido às pequenas concentrações destes hormônios, considera-se Yasmin um contraceptivo combinado de baixa dose. CONTRA-INDICAÇÕES Você não deve usar Yasmin nas condições a seguir. Caso você apresente qualquer uma destas condições, informe seu médico. Ele pode receitar para você outro contraceptivo oral ou outro método contraceptivo (não-hormonal). Especialmente os relacionados com a trombose. A trombose é a formação de um coágulo de sangue que pode ocorrer nos vasos sanguíneos das pernas (trombose venosa profunda), nos pulmões (embolia pulmonar), no coração (ataque cardíaco) ou em outras partes do corpo; causado por um coágulo de sangue ou por um rompimento de um vaso sanguíneo no cérebro; cardíaco (como angina ou dor no peito) ou de um derrame (como um ataque isquêmico transitório ou um pequeno derrame reversível); acompanhada, por exemplo, de sintomas visuais, de dificuldades para falar, de fraqueza ou de adormecimento em qualquer parte do corpo.
Em toda minha vida evitei tomar esses minúsculos comprimidinhos por causa da retenção e do inchaço que sempre me deram mas a do tal YASMIM era tão favorável, tão de alta-tecnologia que resolvo seguir o conselho do meu obstetra. Tomei YASMIN após amamentar meu segundo filho e por apenas 6 meses e os 'malditos' comprimidinhos fizeram tamanho estrago! Até hoje faço tratamento para as tromboses e minha qualidade de vida que era 90%, hoje é apenas 10%. Durante estes dois anos vivi dopada de remédios anti-coagulantes. Já fiz todos os exames possíveis e imagináveis com os melhores médicos do mundo, nos melhores hospitais. Não tenho heranças genéticas que passam ter me causado derrames, tromboses ou qualquer acidente vascular, o que prova que foi realmente o uso da pílula Yasmim que acarretou toda a doença.Por sorte não tive paralisia facial ou de membros, não perdi a visão, mas já fiquei sabendo com meus médicos neurologistas que estão aparecendo diversos casos de meninas de 17, 19 anos em uso de PÍLULAS DIANE 35 e YASMIM com trombose pulmonar, trombose no fígado e muito raramente trombose nas pernas... Então por favor, não deixem de repassar este e-mail para o máximo de pessoas que puderem!!! Não existe propaganda dizendo os riscos que a pílula trás para nós. Mas nós podemos fazer nossa parte!!! Obrigada, Juana Ferreira!
Outra vítima: Oi Kelly, Não sei para quem você repassou esse e-mail, mas aconteceu comigo em Agosto deste ano. Tenho uma filha de 1 ano, e amamentei-a até os 7 meses. Parei de amamentá-la quando entrei na INA em Junho e comecei a tomar o tal do Yasmin por ser o mais indicado contra TPM e todas aquelas coisinhas que as mulheres bem sabem. No início de Agosto, depois de 2 meses tomando o Yasmin, tive uma crise forte de dor de cabeça (nunca tive enxaqueca na vida) aqui mesmo na INA estava com a Corinna numa reunião com Sr.. Sérgio Pin. Dali, fui direto pro ambulatório e de lá, me levaram para o Hospital Samaritano onde fiquei 24 h com medicamentos e em observação. Cheguei a desmaiar e a ter vômitos no ambulatório e no Hospital. Fiz uma Tomografia e foi constatado uma mancha no cérebro que o médico considerou um pequeno coágulo, o que provavelmente tinha provocado a dor. Na mesma hora, junto ainda do Neurologista, liguei para minha Ginecologista/Obstetra e ela mandou suspender imediatamente o Yasmin, que provavelmente foi a causa. O que tive foi um pequeno AVC - Acidente Vascular Cerebral.Tomei um anticoagulante por 2 semanas, refiz o exame no final do mês, e ainda bem, a mancha havia sumido.Não tomo mais o remédio e minha gineco suspendeu o medicamento de suas indicações.É a primeira vez que recebo um e-mail desses, onde eu sou a própria testemunha do ocorrido ...

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Bula do Remédio: O que é Yasmin?Yasmin é um contraceptivo oral combinado. Cada comprimido revestido contém uma combinação de dois hormônios femininos: a drospirenona progestógeno e o etinilestradiol estrogênio. Devido às pequenas concentrações destes hormônios, considera-se Yasmin um contraceptivo combinado de baixa dose. CONTRA-INDICAÇÕES Você não deve usar Yasmin nas condições a seguir. Caso você apresente qualquer uma destas condições, informe seu médico. Ele pode receitar para você outro contraceptivo oral ou outro método contraceptivo (não-hormonal). Especialmente os relacionados com a trombose. A trombose é a formação de um coágulo de sangue que pode ocorrer nos vasos sanguíneos das pernas (trombose venosa profunda), nos pulmões (embolia pulmonar), no coração (ataque cardíaco) ou em outras partes do corpo; causado por um coágulo de sangue ou por um rompimento de um vaso sanguíneo no cérebro; cardíaco (como angina ou dor no peito) ou de um derrame (como um ataque isquêmico transitório ou um pequeno derrame reversível); acompanhada, por exemplo, de sintomas visuais, de dificuldades para falar, de fraqueza ou de adormecimento em qualquer parte do corpo.
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Outra vítima: Oi Kelly, Não sei para quem você repassou esse e-mail, mas aconteceu comigo em Agosto deste ano. Tenho uma filha de 1 ano, e amamentei-a até os 7 meses. Parei de amamentá-la quando entrei na INA em Junho e comecei a tomar o tal do Yasmin por ser o mais indicado contra TPM e todas aquelas coisinhas que as mulheres bem sabem. No início de Agosto, depois de 2 meses tomando o Yasmin, tive uma crise forte de dor de cabeça (nunca tive enxaqueca na vida) aqui mesmo na INA estava com a Corinna numa reunião com Sr.. Sérgio Pin. Dali, fui direto pro ambulatório e de lá, me levaram para o Hospital Samaritano onde fiquei 24 h com medicamentos e em observação. Cheguei a desmaiar e a ter vômitos no ambulatório e no Hospital. Fiz uma Tomografia e foi constatado uma mancha no cérebro que o médico considerou um pequeno coágulo, o que provavelmente tinha provocado a dor. Na mesma hora, junto ainda do Neurologista, liguei para minha Ginecologista/Obstetra e ela mandou suspender imediatamente o Yasmin, que provavelmente foi a causa. O que tive foi um pequeno AVC - Acidente Vascular Cerebral.Tomei um anticoagulante por 2 semanas, refiz o exame no final do mês, e ainda bem, a mancha havia sumido.Não tomo mais o remédio e minha gineco suspendeu o medicamento de suas indicações.É a primeira vez que recebo um e-mail desses, onde eu sou a própria testemunha do ocorrido ...

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VOCÊ PODE AJUDAR A SALVAR A VIDA DA SUA ESPOSA, DA SUA IRMÃ, DA SUA NAMORADA, AMIGA, CONHECIDA E ATÉ A SUA... É SIMPLES... BASTA LER COM ATENÇÃO E PASSAR A INFORMAÇÃO ADIANTE! Bom, estou aqui hoje pra falar um pouco do meu caso, que alguns de vocês não sabem, mas seria interessante ficarem atentos, pois tenho visto acontecendo bastante. Aos 25 anos, dois anos atrás, tive um derrame cerebral com três tromboses venosas, ou seja, três coágulos na cabeça. Descobri em 03 de Outubro de 2004, porque a dor era muito intensa, inclusive chegava a desmaiar e ter vômito tamanho a dor. Achei, no começo que era uma crise de enxaqueca porque tinha muito, principalmente quando estava estressada e com bastante trabalho, o que era o caso. Resumindo, o maior vilão dessa história toda foi a pílula anticoncepcional, Yasmin (abaixo segue trecho retirado do bulário )
Bula do Remédio: O que é Yasmin?Yasmin é um contraceptivo oral combinado. Cada comprimido revestido contém uma combinação de dois hormônios femininos: a drospirenona progestógeno e o etinilestradiol estrogênio. Devido às pequenas concentrações destes hormônios, considera-se Yasmin um contraceptivo combinado de baixa dose. CONTRA-INDICAÇÕES Você não deve usar Yasmin nas condições a seguir. Caso você apresente qualquer uma destas condições, informe seu médico. Ele pode receitar para você outro contraceptivo oral ou outro método contraceptivo (não-hormonal). Especialmente os relacionados com a trombose. A trombose é a formação de um coágulo de sangue que pode ocorrer nos vasos sanguíneos das pernas (trombose venosa profunda), nos pulmões (embolia pulmonar), no coração (ataque cardíaco) ou em outras partes do corpo; causado por um coágulo de sangue ou por um rompimento de um vaso sanguíneo no cérebro; cardíaco (como angina ou dor no peito) ou de um derrame (como um ataque isquêmico transitório ou um pequeno derrame reversível); acompanhada, por exemplo, de sintomas visuais, de dificuldades para falar, de fraqueza ou de adormecimento em qualquer parte do corpo.
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Bula do Remédio: O que é Yasmin?Yasmin é um contraceptivo oral combinado. Cada comprimido revestido contém uma combinação de dois hormônios femininos: a drospirenona progestógeno e o etinilestradiol estrogênio. Devido às pequenas concentrações destes hormônios, considera-se Yasmin um contraceptivo combinado de baixa dose. CONTRA-INDICAÇÕES Você não deve usar Yasmin nas condições a seguir. Caso você apresente qualquer uma destas condições, informe seu médico. Ele pode receitar para você outro contraceptivo oral ou outro método contraceptivo (não-hormonal). Especialmente os relacionados com a trombose. A trombose é a formação de um coágulo de sangue que pode ocorrer nos vasos sanguíneos das pernas (trombose venosa profunda), nos pulmões (embolia pulmonar), no coração (ataque cardíaco) ou em outras partes do corpo; causado por um coágulo de sangue ou por um rompimento de um vaso sanguíneo no cérebro; cardíaco (como angina ou dor no peito) ou de um derrame (como um ataque isquêmico transitório ou um pequeno derrame reversível); acompanhada, por exemplo, de sintomas visuais, de dificuldades para falar, de fraqueza ou de adormecimento em qualquer parte do corpo.
Em toda minha vida evitei tomar esses minúsculos comprimidinhos por causa da retenção e do inchaço que sempre me deram mas a do tal YASMIM era tão favorável, tão de alta-tecnologia que resolvo seguir o conselho do meu obstetra. Tomei YASMIN após amamentar meu segundo filho e por apenas 6 meses e os 'malditos' comprimidinhos fizeram tamanho estrago! Até hoje faço tratamento para as tromboses e minha qualidade de vida que era 90%, hoje é apenas 10%. Durante estes dois anos vivi dopada de remédios anti-coagulantes. Já fiz todos os exames possíveis e imagináveis com os melhores médicos do mundo, nos melhores hospitais. Não tenho heranças genéticas que passam ter me causado derrames, tromboses ou qualquer acidente vascular, o que prova que foi realmente o uso da pílula Yasmim que acarretou toda a doença.Por sorte não tive paralisia facial ou de membros, não perdi a visão, mas já fiquei sabendo com meus médicos neurologistas que estão aparecendo diversos casos de meninas de 17, 19 anos em uso de PÍLULAS DIANE 35 e YASMIM com trombose pulmonar, trombose no fígado e muito raramente trombose nas pernas... Então por favor, não deixem de repassar este e-mail para o máximo de pessoas que puderem!!! Não existe propaganda dizendo os riscos que a pílula trás para nós. Mas nós podemos fazer nossa parte!!! Obrigada, Juana Ferreira!
Outra vítima: Oi Kelly, Não sei para quem você repassou esse e-mail, mas aconteceu comigo em Agosto deste ano. Tenho uma filha de 1 ano, e amamentei-a até os 7 meses. Parei de amamentá-la quando entrei na INA em Junho e comecei a tomar o tal do Yasmin por ser o mais indicado contra TPM e todas aquelas coisinhas que as mulheres bem sabem. No início de Agosto, depois de 2 meses tomando o Yasmin, tive uma crise forte de dor de cabeça (nunca tive enxaqueca na vida) aqui mesmo na INA estava com a Corinna numa reunião com Sr.. Sérgio Pin. Dali, fui direto pro ambulatório e de lá, me levaram para o Hospital Samaritano onde fiquei 24 h com medicamentos e em observação. Cheguei a desmaiar e a ter vômitos no ambulatório e no Hospital. Fiz uma Tomografia e foi constatado uma mancha no cérebro que o médico considerou um pequeno coágulo, o que provavelmente tinha provocado a dor. Na mesma hora, junto ainda do Neurologista, liguei para minha Ginecologista/Obstetra e ela mandou suspender imediatamente o Yasmin, que provavelmente foi a causa. O que tive foi um pequeno AVC - Acidente Vascular Cerebral.Tomei um anticoagulante por 2 semanas, refiz o exame no final do mês, e ainda bem, a mancha havia sumido.Não tomo mais o remédio e minha gineco suspendeu o medicamento de suas indicações.É a primeira vez que recebo um e-mail desses, onde eu sou a própria testemunha do ocorrido ...

Denise Perez dos Reis Depto. Contabil Maxi Shopping Jundiai
recebido por e-mail favor confirmar
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Livro é leitura obrigatória nos vestibulares da Fuvest e Unicamp.Obra de Jorge Amado enfoca meninos de rua.

“Capitães da Areia”, obra de Jorge Amado, retrata a realidade urbana de um grupo de meninos de rua. Jorge Amado, um dos escritores brasileiros mais lidos, propõe uma reflexão sobre a vida de menores abandonados.

No próximo domingo (3), o G1 publica o resumo de “Antologia Poética”, de Vinícius de Moraes.


fonte:G1
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Livro é leitura obrigatória nos vestibulares da Fuvest e Unicamp.Obra de Jorge Amado enfoca meninos de rua.

“Capitães da Areia”, obra de Jorge Amado, retrata a realidade urbana de um grupo de meninos de rua. Jorge Amado, um dos escritores brasileiros mais lidos, propõe uma reflexão sobre a vida de menores abandonados.

No próximo domingo (3), o G1 publica o resumo de “Antologia Poética”, de Vinícius de Moraes.


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“Capitães da Areia”, obra de Jorge Amado, retrata a realidade urbana de um grupo de meninos de rua. Jorge Amado, um dos escritores brasileiros mais lidos, propõe uma reflexão sobre a vida de menores abandonados.

No próximo domingo (3), o G1 publica o resumo de “Antologia Poética”, de Vinícius de Moraes.


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“Capitães da Areia”, obra de Jorge Amado, retrata a realidade urbana de um grupo de meninos de rua. Jorge Amado, um dos escritores brasileiros mais lidos, propõe uma reflexão sobre a vida de menores abandonados.

No próximo domingo (3), o G1 publica o resumo de “Antologia Poética”, de Vinícius de Moraes.


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“Capitães da Areia”, obra de Jorge Amado, retrata a realidade urbana de um grupo de meninos de rua. Jorge Amado, um dos escritores brasileiros mais lidos, propõe uma reflexão sobre a vida de menores abandonados.

No próximo domingo (3), o G1 publica o resumo de “Antologia Poética”, de Vinícius de Moraes.


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“Capitães da Areia”, obra de Jorge Amado, retrata a realidade urbana de um grupo de meninos de rua. Jorge Amado, um dos escritores brasileiros mais lidos, propõe uma reflexão sobre a vida de menores abandonados.

No próximo domingo (3), o G1 publica o resumo de “Antologia Poética”, de Vinícius de Moraes.


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“Capitães da Areia”, obra de Jorge Amado, retrata a realidade urbana de um grupo de meninos de rua. Jorge Amado, um dos escritores brasileiros mais lidos, propõe uma reflexão sobre a vida de menores abandonados.

No próximo domingo (3), o G1 publica o resumo de “Antologia Poética”, de Vinícius de Moraes.


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A encefalite do Nilo Ocidental é um problema que causa a inflamação do tecido cerebral (direita)

Vírus do Nilo Ocidental pode alastrar nos EUA
Departamento de Saúde lança alerta sobre disseminação da doença

O vírus do Nilo Ocidental, doença transmitida pela picada de um mosquito, pode alargar a área de disseminação no território norte-americano durante esta semana, alertaram as autoridades de saúde daquele país.
"É provável que o vírus se espalhe lentamente, e ofereça risco potencial aos seres humanos, para fora da área a qual tem estado limitado", declarou, este fim-de-semana à CNN, David Fleming, médico do Centro de Prevenção e Controlo de Doenças (CDC).
Durante os últimas semanas, a proliferação do vírus tem sido muito rápida na costa leste dos EUA. Por isso, investigadores do Departamento de Saúde de Nova Iorque recomendaram aos médicos da região para que se mantenham em alerta.
A picada de um mosquito, que transporte o vírus do Nilo Ocidental, pode causar uma inflamação fatal no cérebro. Grande parte das pessoas infectadas não chega a desenvolver sintomas, embora alguns manifestem febre, dores de cabeça e dores no corpo semelhantes às provocadas por uma gripe.
O risco de ser picado pode, no entanto, ser atenuado pelo uso de roupas com mangas longas e calças compridas, especialmente durante o amanhecer e anoitecer. O uso de um repelente contra mosquitos também é aconselhado.
Mas estes mosquitos podem também transmitir o vírus a pássaros e restantes animais. Durante este ano, o vírus já foi detectado em corvos mortos nos estados norte americanos de Nova Iorque, Connecticut, Maryland e Nova Jersey.
As autoridades sanitárias apelam àqueles que encontrem pássaros mortos que informem o departamento de saúde e recomendam à população que evite focos de mosquitos, eliminado recipientes com água parada.
Este vírus foi identificado, pela primeira vez, no Uganda, região do Nilo Ocidental, África, tendo chegado aos EUA há dois anos. Desde essa altura, o vírus do Nilo Ocidental já provocou nove mortos, tendo deixado 74 pessoas gravemente doentes.

- febre alta
- rigidez da nuca
- confusão mental
- convulsões
- coma
- enfraquecimento
- paralisia



Os efeitos neurológicos causados podem ser permanentes. Cerca de 5 a 15% das pessoas que apresentam as formas mais grave da doença morrem. As taxas de mortalidade do vírus são mais altas entre os idosos.

Alguém que já tenha tido o vírus do Nilo Ocidental (mesmo a versão mais leve) fica imune a ele. Os médicos podem identificar se uma pessoa tem o vírus do Nilo Ocidental ao fazer um exame de sangue que detecta a presença de anticorpos ao vírus. Uma tomografia computadorizada ou um exame de ressonância magnética podem detectar o inchaço do cérebro associado à encefalite.

UOL Notícias

CNN


Vírus do Nilo aterrissa na América do Sul

Enquanto o país se preocupa com a potencial ameaça da gripe aviária, um outro vírus assassino faz uma entrada discreta na América do Sul. Cientistas argentinos acabam de detectar em cavalos na Província de Buenos Aires o vírus do Nilo Ocidental, que causa pânico nos Estados Unidos desde o fim da década passada. Sua chegada ao Brasil é provavelmente uma questão de tempo. O vírus do Nilo foi isolado até agora em três animais: dois pertencentes a dois haras distintos no município de Pergamino e um no hipódromo da capital. Todos os três morreram de encefalite (inflamação no cérebro), sintoma que caracteriza a doença.
O vírus do Nilo foi isolado até agora em três animais: dois pertencentes a dois haras distintos no município de Pergamino e um no hipódromo da capital. Todos os três morreram de encefalite (inflamação no cérebro), sintoma que caracteriza a doença.

Colaborou Flávia Marreiro , de Buenos Aires


O que fazer em caso de suspeita da doença?

Caso a pessoa apresente alguns dos sintomas acima descritos e história de viagem, nos últimos 15 dias, para locais onde há circulação do vírus do Nilo Ocidental, a mesma deverá procurar assistência médica e informar às autoridades de saúde pública (Postos da Anvisa, Secretarias de Saúde do Município e/ou do Estado).

ANVISA

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A encefalite do Nilo Ocidental é um problema que causa a inflamação do tecido cerebral (direita)

Vírus do Nilo Ocidental pode alastrar nos EUA
Departamento de Saúde lança alerta sobre disseminação da doença

O vírus do Nilo Ocidental, doença transmitida pela picada de um mosquito, pode alargar a área de disseminação no território norte-americano durante esta semana, alertaram as autoridades de saúde daquele país.
"É provável que o vírus se espalhe lentamente, e ofereça risco potencial aos seres humanos, para fora da área a qual tem estado limitado", declarou, este fim-de-semana à CNN, David Fleming, médico do Centro de Prevenção e Controlo de Doenças (CDC).
Durante os últimas semanas, a proliferação do vírus tem sido muito rápida na costa leste dos EUA. Por isso, investigadores do Departamento de Saúde de Nova Iorque recomendaram aos médicos da região para que se mantenham em alerta.
A picada de um mosquito, que transporte o vírus do Nilo Ocidental, pode causar uma inflamação fatal no cérebro. Grande parte das pessoas infectadas não chega a desenvolver sintomas, embora alguns manifestem febre, dores de cabeça e dores no corpo semelhantes às provocadas por uma gripe.
O risco de ser picado pode, no entanto, ser atenuado pelo uso de roupas com mangas longas e calças compridas, especialmente durante o amanhecer e anoitecer. O uso de um repelente contra mosquitos também é aconselhado.
Mas estes mosquitos podem também transmitir o vírus a pássaros e restantes animais. Durante este ano, o vírus já foi detectado em corvos mortos nos estados norte americanos de Nova Iorque, Connecticut, Maryland e Nova Jersey.
As autoridades sanitárias apelam àqueles que encontrem pássaros mortos que informem o departamento de saúde e recomendam à população que evite focos de mosquitos, eliminado recipientes com água parada.
Este vírus foi identificado, pela primeira vez, no Uganda, região do Nilo Ocidental, África, tendo chegado aos EUA há dois anos. Desde essa altura, o vírus do Nilo Ocidental já provocou nove mortos, tendo deixado 74 pessoas gravemente doentes.

- febre alta
- rigidez da nuca
- confusão mental
- convulsões
- coma
- enfraquecimento
- paralisia



Os efeitos neurológicos causados podem ser permanentes. Cerca de 5 a 15% das pessoas que apresentam as formas mais grave da doença morrem. As taxas de mortalidade do vírus são mais altas entre os idosos.

Alguém que já tenha tido o vírus do Nilo Ocidental (mesmo a versão mais leve) fica imune a ele. Os médicos podem identificar se uma pessoa tem o vírus do Nilo Ocidental ao fazer um exame de sangue que detecta a presença de anticorpos ao vírus. Uma tomografia computadorizada ou um exame de ressonância magnética podem detectar o inchaço do cérebro associado à encefalite.

UOL Notícias

CNN


Vírus do Nilo aterrissa na América do Sul

Enquanto o país se preocupa com a potencial ameaça da gripe aviária, um outro vírus assassino faz uma entrada discreta na América do Sul. Cientistas argentinos acabam de detectar em cavalos na Província de Buenos Aires o vírus do Nilo Ocidental, que causa pânico nos Estados Unidos desde o fim da década passada. Sua chegada ao Brasil é provavelmente uma questão de tempo. O vírus do Nilo foi isolado até agora em três animais: dois pertencentes a dois haras distintos no município de Pergamino e um no hipódromo da capital. Todos os três morreram de encefalite (inflamação no cérebro), sintoma que caracteriza a doença.
O vírus do Nilo foi isolado até agora em três animais: dois pertencentes a dois haras distintos no município de Pergamino e um no hipódromo da capital. Todos os três morreram de encefalite (inflamação no cérebro), sintoma que caracteriza a doença.

Colaborou Flávia Marreiro , de Buenos Aires


O que fazer em caso de suspeita da doença?

Caso a pessoa apresente alguns dos sintomas acima descritos e história de viagem, nos últimos 15 dias, para locais onde há circulação do vírus do Nilo Ocidental, a mesma deverá procurar assistência médica e informar às autoridades de saúde pública (Postos da Anvisa, Secretarias de Saúde do Município e/ou do Estado).

ANVISA

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A encefalite do Nilo Ocidental é um problema que causa a inflamação do tecido cerebral (direita)

Vírus do Nilo Ocidental pode alastrar nos EUA
Departamento de Saúde lança alerta sobre disseminação da doença

O vírus do Nilo Ocidental, doença transmitida pela picada de um mosquito, pode alargar a área de disseminação no território norte-americano durante esta semana, alertaram as autoridades de saúde daquele país.
"É provável que o vírus se espalhe lentamente, e ofereça risco potencial aos seres humanos, para fora da área a qual tem estado limitado", declarou, este fim-de-semana à CNN, David Fleming, médico do Centro de Prevenção e Controlo de Doenças (CDC).
Durante os últimas semanas, a proliferação do vírus tem sido muito rápida na costa leste dos EUA. Por isso, investigadores do Departamento de Saúde de Nova Iorque recomendaram aos médicos da região para que se mantenham em alerta.
A picada de um mosquito, que transporte o vírus do Nilo Ocidental, pode causar uma inflamação fatal no cérebro. Grande parte das pessoas infectadas não chega a desenvolver sintomas, embora alguns manifestem febre, dores de cabeça e dores no corpo semelhantes às provocadas por uma gripe.
O risco de ser picado pode, no entanto, ser atenuado pelo uso de roupas com mangas longas e calças compridas, especialmente durante o amanhecer e anoitecer. O uso de um repelente contra mosquitos também é aconselhado.
Mas estes mosquitos podem também transmitir o vírus a pássaros e restantes animais. Durante este ano, o vírus já foi detectado em corvos mortos nos estados norte americanos de Nova Iorque, Connecticut, Maryland e Nova Jersey.
As autoridades sanitárias apelam àqueles que encontrem pássaros mortos que informem o departamento de saúde e recomendam à população que evite focos de mosquitos, eliminado recipientes com água parada.
Este vírus foi identificado, pela primeira vez, no Uganda, região do Nilo Ocidental, África, tendo chegado aos EUA há dois anos. Desde essa altura, o vírus do Nilo Ocidental já provocou nove mortos, tendo deixado 74 pessoas gravemente doentes.

- febre alta
- rigidez da nuca
- confusão mental
- convulsões
- coma
- enfraquecimento
- paralisia



Os efeitos neurológicos causados podem ser permanentes. Cerca de 5 a 15% das pessoas que apresentam as formas mais grave da doença morrem. As taxas de mortalidade do vírus são mais altas entre os idosos.

Alguém que já tenha tido o vírus do Nilo Ocidental (mesmo a versão mais leve) fica imune a ele. Os médicos podem identificar se uma pessoa tem o vírus do Nilo Ocidental ao fazer um exame de sangue que detecta a presença de anticorpos ao vírus. Uma tomografia computadorizada ou um exame de ressonância magnética podem detectar o inchaço do cérebro associado à encefalite.

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Vírus do Nilo aterrissa na América do Sul

Enquanto o país se preocupa com a potencial ameaça da gripe aviária, um outro vírus assassino faz uma entrada discreta na América do Sul. Cientistas argentinos acabam de detectar em cavalos na Província de Buenos Aires o vírus do Nilo Ocidental, que causa pânico nos Estados Unidos desde o fim da década passada. Sua chegada ao Brasil é provavelmente uma questão de tempo. O vírus do Nilo foi isolado até agora em três animais: dois pertencentes a dois haras distintos no município de Pergamino e um no hipódromo da capital. Todos os três morreram de encefalite (inflamação no cérebro), sintoma que caracteriza a doença.
O vírus do Nilo foi isolado até agora em três animais: dois pertencentes a dois haras distintos no município de Pergamino e um no hipódromo da capital. Todos os três morreram de encefalite (inflamação no cérebro), sintoma que caracteriza a doença.

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Caso a pessoa apresente alguns dos sintomas acima descritos e história de viagem, nos últimos 15 dias, para locais onde há circulação do vírus do Nilo Ocidental, a mesma deverá procurar assistência médica e informar às autoridades de saúde pública (Postos da Anvisa, Secretarias de Saúde do Município e/ou do Estado).

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A encefalite do Nilo Ocidental é um problema que causa a inflamação do tecido cerebral (direita)

Vírus do Nilo Ocidental pode alastrar nos EUA
Departamento de Saúde lança alerta sobre disseminação da doença

O vírus do Nilo Ocidental, doença transmitida pela picada de um mosquito, pode alargar a área de disseminação no território norte-americano durante esta semana, alertaram as autoridades de saúde daquele país.
"É provável que o vírus se espalhe lentamente, e ofereça risco potencial aos seres humanos, para fora da área a qual tem estado limitado", declarou, este fim-de-semana à CNN, David Fleming, médico do Centro de Prevenção e Controlo de Doenças (CDC).
Durante os últimas semanas, a proliferação do vírus tem sido muito rápida na costa leste dos EUA. Por isso, investigadores do Departamento de Saúde de Nova Iorque recomendaram aos médicos da região para que se mantenham em alerta.
A picada de um mosquito, que transporte o vírus do Nilo Ocidental, pode causar uma inflamação fatal no cérebro. Grande parte das pessoas infectadas não chega a desenvolver sintomas, embora alguns manifestem febre, dores de cabeça e dores no corpo semelhantes às provocadas por uma gripe.
O risco de ser picado pode, no entanto, ser atenuado pelo uso de roupas com mangas longas e calças compridas, especialmente durante o amanhecer e anoitecer. O uso de um repelente contra mosquitos também é aconselhado.
Mas estes mosquitos podem também transmitir o vírus a pássaros e restantes animais. Durante este ano, o vírus já foi detectado em corvos mortos nos estados norte americanos de Nova Iorque, Connecticut, Maryland e Nova Jersey.
As autoridades sanitárias apelam àqueles que encontrem pássaros mortos que informem o departamento de saúde e recomendam à população que evite focos de mosquitos, eliminado recipientes com água parada.
Este vírus foi identificado, pela primeira vez, no Uganda, região do Nilo Ocidental, África, tendo chegado aos EUA há dois anos. Desde essa altura, o vírus do Nilo Ocidental já provocou nove mortos, tendo deixado 74 pessoas gravemente doentes.

- febre alta
- rigidez da nuca
- confusão mental
- convulsões
- coma
- enfraquecimento
- paralisia



Os efeitos neurológicos causados podem ser permanentes. Cerca de 5 a 15% das pessoas que apresentam as formas mais grave da doença morrem. As taxas de mortalidade do vírus são mais altas entre os idosos.

Alguém que já tenha tido o vírus do Nilo Ocidental (mesmo a versão mais leve) fica imune a ele. Os médicos podem identificar se uma pessoa tem o vírus do Nilo Ocidental ao fazer um exame de sangue que detecta a presença de anticorpos ao vírus. Uma tomografia computadorizada ou um exame de ressonância magnética podem detectar o inchaço do cérebro associado à encefalite.

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Vírus do Nilo aterrissa na América do Sul

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O vírus do Nilo foi isolado até agora em três animais: dois pertencentes a dois haras distintos no município de Pergamino e um no hipódromo da capital. Todos os três morreram de encefalite (inflamação no cérebro), sintoma que caracteriza a doença.

Colaborou Flávia Marreiro , de Buenos Aires


O que fazer em caso de suspeita da doença?

Caso a pessoa apresente alguns dos sintomas acima descritos e história de viagem, nos últimos 15 dias, para locais onde há circulação do vírus do Nilo Ocidental, a mesma deverá procurar assistência médica e informar às autoridades de saúde pública (Postos da Anvisa, Secretarias de Saúde do Município e/ou do Estado).

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Vírus do Nilo Ocidental pode alastrar nos EUA
Departamento de Saúde lança alerta sobre disseminação da doença

O vírus do Nilo Ocidental, doença transmitida pela picada de um mosquito, pode alargar a área de disseminação no território norte-americano durante esta semana, alertaram as autoridades de saúde daquele país.
"É provável que o vírus se espalhe lentamente, e ofereça risco potencial aos seres humanos, para fora da área a qual tem estado limitado", declarou, este fim-de-semana à CNN, David Fleming, médico do Centro de Prevenção e Controlo de Doenças (CDC).
Durante os últimas semanas, a proliferação do vírus tem sido muito rápida na costa leste dos EUA. Por isso, investigadores do Departamento de Saúde de Nova Iorque recomendaram aos médicos da região para que se mantenham em alerta.
A picada de um mosquito, que transporte o vírus do Nilo Ocidental, pode causar uma inflamação fatal no cérebro. Grande parte das pessoas infectadas não chega a desenvolver sintomas, embora alguns manifestem febre, dores de cabeça e dores no corpo semelhantes às provocadas por uma gripe.
O risco de ser picado pode, no entanto, ser atenuado pelo uso de roupas com mangas longas e calças compridas, especialmente durante o amanhecer e anoitecer. O uso de um repelente contra mosquitos também é aconselhado.
Mas estes mosquitos podem também transmitir o vírus a pássaros e restantes animais. Durante este ano, o vírus já foi detectado em corvos mortos nos estados norte americanos de Nova Iorque, Connecticut, Maryland e Nova Jersey.
As autoridades sanitárias apelam àqueles que encontrem pássaros mortos que informem o departamento de saúde e recomendam à população que evite focos de mosquitos, eliminado recipientes com água parada.
Este vírus foi identificado, pela primeira vez, no Uganda, região do Nilo Ocidental, África, tendo chegado aos EUA há dois anos. Desde essa altura, o vírus do Nilo Ocidental já provocou nove mortos, tendo deixado 74 pessoas gravemente doentes.

- febre alta
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Os efeitos neurológicos causados podem ser permanentes. Cerca de 5 a 15% das pessoas que apresentam as formas mais grave da doença morrem. As taxas de mortalidade do vírus são mais altas entre os idosos.

Alguém que já tenha tido o vírus do Nilo Ocidental (mesmo a versão mais leve) fica imune a ele. Os médicos podem identificar se uma pessoa tem o vírus do Nilo Ocidental ao fazer um exame de sangue que detecta a presença de anticorpos ao vírus. Uma tomografia computadorizada ou um exame de ressonância magnética podem detectar o inchaço do cérebro associado à encefalite.

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Vírus do Nilo aterrissa na América do Sul

Enquanto o país se preocupa com a potencial ameaça da gripe aviária, um outro vírus assassino faz uma entrada discreta na América do Sul. Cientistas argentinos acabam de detectar em cavalos na Província de Buenos Aires o vírus do Nilo Ocidental, que causa pânico nos Estados Unidos desde o fim da década passada. Sua chegada ao Brasil é provavelmente uma questão de tempo. O vírus do Nilo foi isolado até agora em três animais: dois pertencentes a dois haras distintos no município de Pergamino e um no hipódromo da capital. Todos os três morreram de encefalite (inflamação no cérebro), sintoma que caracteriza a doença.
O vírus do Nilo foi isolado até agora em três animais: dois pertencentes a dois haras distintos no município de Pergamino e um no hipódromo da capital. Todos os três morreram de encefalite (inflamação no cérebro), sintoma que caracteriza a doença.

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O que fazer em caso de suspeita da doença?

Caso a pessoa apresente alguns dos sintomas acima descritos e história de viagem, nos últimos 15 dias, para locais onde há circulação do vírus do Nilo Ocidental, a mesma deverá procurar assistência médica e informar às autoridades de saúde pública (Postos da Anvisa, Secretarias de Saúde do Município e/ou do Estado).

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A encefalite do Nilo Ocidental é um problema que causa a inflamação do tecido cerebral (direita)

Vírus do Nilo Ocidental pode alastrar nos EUA
Departamento de Saúde lança alerta sobre disseminação da doença

O vírus do Nilo Ocidental, doença transmitida pela picada de um mosquito, pode alargar a área de disseminação no território norte-americano durante esta semana, alertaram as autoridades de saúde daquele país.
"É provável que o vírus se espalhe lentamente, e ofereça risco potencial aos seres humanos, para fora da área a qual tem estado limitado", declarou, este fim-de-semana à CNN, David Fleming, médico do Centro de Prevenção e Controlo de Doenças (CDC).
Durante os últimas semanas, a proliferação do vírus tem sido muito rápida na costa leste dos EUA. Por isso, investigadores do Departamento de Saúde de Nova Iorque recomendaram aos médicos da região para que se mantenham em alerta.
A picada de um mosquito, que transporte o vírus do Nilo Ocidental, pode causar uma inflamação fatal no cérebro. Grande parte das pessoas infectadas não chega a desenvolver sintomas, embora alguns manifestem febre, dores de cabeça e dores no corpo semelhantes às provocadas por uma gripe.
O risco de ser picado pode, no entanto, ser atenuado pelo uso de roupas com mangas longas e calças compridas, especialmente durante o amanhecer e anoitecer. O uso de um repelente contra mosquitos também é aconselhado.
Mas estes mosquitos podem também transmitir o vírus a pássaros e restantes animais. Durante este ano, o vírus já foi detectado em corvos mortos nos estados norte americanos de Nova Iorque, Connecticut, Maryland e Nova Jersey.
As autoridades sanitárias apelam àqueles que encontrem pássaros mortos que informem o departamento de saúde e recomendam à população que evite focos de mosquitos, eliminado recipientes com água parada.
Este vírus foi identificado, pela primeira vez, no Uganda, região do Nilo Ocidental, África, tendo chegado aos EUA há dois anos. Desde essa altura, o vírus do Nilo Ocidental já provocou nove mortos, tendo deixado 74 pessoas gravemente doentes.

- febre alta
- rigidez da nuca
- confusão mental
- convulsões
- coma
- enfraquecimento
- paralisia



Os efeitos neurológicos causados podem ser permanentes. Cerca de 5 a 15% das pessoas que apresentam as formas mais grave da doença morrem. As taxas de mortalidade do vírus são mais altas entre os idosos.

Alguém que já tenha tido o vírus do Nilo Ocidental (mesmo a versão mais leve) fica imune a ele. Os médicos podem identificar se uma pessoa tem o vírus do Nilo Ocidental ao fazer um exame de sangue que detecta a presença de anticorpos ao vírus. Uma tomografia computadorizada ou um exame de ressonância magnética podem detectar o inchaço do cérebro associado à encefalite.

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Enquanto o país se preocupa com a potencial ameaça da gripe aviária, um outro vírus assassino faz uma entrada discreta na América do Sul. Cientistas argentinos acabam de detectar em cavalos na Província de Buenos Aires o vírus do Nilo Ocidental, que causa pânico nos Estados Unidos desde o fim da década passada. Sua chegada ao Brasil é provavelmente uma questão de tempo. O vírus do Nilo foi isolado até agora em três animais: dois pertencentes a dois haras distintos no município de Pergamino e um no hipódromo da capital. Todos os três morreram de encefalite (inflamação no cérebro), sintoma que caracteriza a doença.
O vírus do Nilo foi isolado até agora em três animais: dois pertencentes a dois haras distintos no município de Pergamino e um no hipódromo da capital. Todos os três morreram de encefalite (inflamação no cérebro), sintoma que caracteriza a doença.

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O que fazer em caso de suspeita da doença?

Caso a pessoa apresente alguns dos sintomas acima descritos e história de viagem, nos últimos 15 dias, para locais onde há circulação do vírus do Nilo Ocidental, a mesma deverá procurar assistência médica e informar às autoridades de saúde pública (Postos da Anvisa, Secretarias de Saúde do Município e/ou do Estado).

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A encefalite do Nilo Ocidental é um problema que causa a inflamação do tecido cerebral (direita)

Vírus do Nilo Ocidental pode alastrar nos EUA
Departamento de Saúde lança alerta sobre disseminação da doença

O vírus do Nilo Ocidental, doença transmitida pela picada de um mosquito, pode alargar a área de disseminação no território norte-americano durante esta semana, alertaram as autoridades de saúde daquele país.
"É provável que o vírus se espalhe lentamente, e ofereça risco potencial aos seres humanos, para fora da área a qual tem estado limitado", declarou, este fim-de-semana à CNN, David Fleming, médico do Centro de Prevenção e Controlo de Doenças (CDC).
Durante os últimas semanas, a proliferação do vírus tem sido muito rápida na costa leste dos EUA. Por isso, investigadores do Departamento de Saúde de Nova Iorque recomendaram aos médicos da região para que se mantenham em alerta.
A picada de um mosquito, que transporte o vírus do Nilo Ocidental, pode causar uma inflamação fatal no cérebro. Grande parte das pessoas infectadas não chega a desenvolver sintomas, embora alguns manifestem febre, dores de cabeça e dores no corpo semelhantes às provocadas por uma gripe.
O risco de ser picado pode, no entanto, ser atenuado pelo uso de roupas com mangas longas e calças compridas, especialmente durante o amanhecer e anoitecer. O uso de um repelente contra mosquitos também é aconselhado.
Mas estes mosquitos podem também transmitir o vírus a pássaros e restantes animais. Durante este ano, o vírus já foi detectado em corvos mortos nos estados norte americanos de Nova Iorque, Connecticut, Maryland e Nova Jersey.
As autoridades sanitárias apelam àqueles que encontrem pássaros mortos que informem o departamento de saúde e recomendam à população que evite focos de mosquitos, eliminado recipientes com água parada.
Este vírus foi identificado, pela primeira vez, no Uganda, região do Nilo Ocidental, África, tendo chegado aos EUA há dois anos. Desde essa altura, o vírus do Nilo Ocidental já provocou nove mortos, tendo deixado 74 pessoas gravemente doentes.

- febre alta
- rigidez da nuca
- confusão mental
- convulsões
- coma
- enfraquecimento
- paralisia



Os efeitos neurológicos causados podem ser permanentes. Cerca de 5 a 15% das pessoas que apresentam as formas mais grave da doença morrem. As taxas de mortalidade do vírus são mais altas entre os idosos.

Alguém que já tenha tido o vírus do Nilo Ocidental (mesmo a versão mais leve) fica imune a ele. Os médicos podem identificar se uma pessoa tem o vírus do Nilo Ocidental ao fazer um exame de sangue que detecta a presença de anticorpos ao vírus. Uma tomografia computadorizada ou um exame de ressonância magnética podem detectar o inchaço do cérebro associado à encefalite.

UOL Notícias

CNN


Vírus do Nilo aterrissa na América do Sul

Enquanto o país se preocupa com a potencial ameaça da gripe aviária, um outro vírus assassino faz uma entrada discreta na América do Sul. Cientistas argentinos acabam de detectar em cavalos na Província de Buenos Aires o vírus do Nilo Ocidental, que causa pânico nos Estados Unidos desde o fim da década passada. Sua chegada ao Brasil é provavelmente uma questão de tempo. O vírus do Nilo foi isolado até agora em três animais: dois pertencentes a dois haras distintos no município de Pergamino e um no hipódromo da capital. Todos os três morreram de encefalite (inflamação no cérebro), sintoma que caracteriza a doença.
O vírus do Nilo foi isolado até agora em três animais: dois pertencentes a dois haras distintos no município de Pergamino e um no hipódromo da capital. Todos os três morreram de encefalite (inflamação no cérebro), sintoma que caracteriza a doença.

Colaborou Flávia Marreiro , de Buenos Aires


O que fazer em caso de suspeita da doença?

Caso a pessoa apresente alguns dos sintomas acima descritos e história de viagem, nos últimos 15 dias, para locais onde há circulação do vírus do Nilo Ocidental, a mesma deverá procurar assistência médica e informar às autoridades de saúde pública (Postos da Anvisa, Secretarias de Saúde do Município e/ou do Estado).

ANVISA

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Seis suspeitos de envolvimento no crime foram presos.Vítimas teriam participado de festa em homenagem a Hitler.

A morte de dois estudantes após uma festa de neonazistas, na região metropolitana de Curitiba, foi planejada por integrantes do próprio movimento, segundo a Secretaria de Segurança Pública do Paraná (SSP-PR). A polícia relatou que os criminosos simularam uma briga de namorados e se passaram por policiais para matar o casal.
Os estudantes de 24 e 21 anos foram encontrados mortos na madrugada de 21 de abril, na altura do quilômetro 6 da BR-116, em Quatro Barras (PR). Seis pessoas foram presas por suspeita de envolvimento no crime. Elas vão responder por homicídio qualificado e formação de quadrilha e podem pegar até 72 anos de prisão.
Segundo as investigações, o crime foi motivado por divergências políticas e disputa de poder dentro de um grupo neonazista. O homem apontado como chefe do movimento neonazista no Brasil, suspeito de envolvimento no crime, queria substituir o líder no Paraná e retomar o controle. Para isso, segundo a polícia, mandou matar o rapaz que exercia a função.
Segundo as investigações, o crime foi motivado por divergências políticas e disputa de poder dentro de um grupo neonazista. O homem apontado como chefe do movimento neonazista no Brasil, suspeito de envolvimento no crime, queria substituir o líder no Paraná e retomar o controle. Para isso, segundo a polícia, mandou matar o rapaz que exercia a função.
O casal teria participado de uma festa em uma chácara, em celebração do aniversário do ditador alemão Adolf Hitler. De acordo com a SSP-PR, os suspeitos planejaram a saída do casal, para matá-lo. "Eles assassinaram premeditadamente e friamente dois jovens por motivos incrivelmente banais", afirmou o secretário de Segurança do Paraná, Luiz Fernando Delazari.

Apologia ao nazismo
Em São Paulo, foi preso na sexta-feira (1º) o homem suspeito de ser o chefe de um movimento neonazista no Brasil. Foram cumpridos mandados de busca no apartamento de luxo do suspeito e em duas residências de outros integrantes do grupo no bairro de Moema, na Zona Sul da capital paulista. De acordo com a polícia, foram encontrados computadores, fotos, pen drives e máquinas fotográficas com conteúdos nazistas.
A polícia disse ter encontrado uma das armas usadas no crime - uma pistola 9 mm com registro da Polícia Federal da Argentina. Ao todo, foram cumpridos 16 dezesseis mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.


fonte:G1
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Seis suspeitos de envolvimento no crime foram presos.Vítimas teriam participado de festa em homenagem a Hitler.

A morte de dois estudantes após uma festa de neonazistas, na região metropolitana de Curitiba, foi planejada por integrantes do próprio movimento, segundo a Secretaria de Segurança Pública do Paraná (SSP-PR). A polícia relatou que os criminosos simularam uma briga de namorados e se passaram por policiais para matar o casal.
Os estudantes de 24 e 21 anos foram encontrados mortos na madrugada de 21 de abril, na altura do quilômetro 6 da BR-116, em Quatro Barras (PR). Seis pessoas foram presas por suspeita de envolvimento no crime. Elas vão responder por homicídio qualificado e formação de quadrilha e podem pegar até 72 anos de prisão.
Segundo as investigações, o crime foi motivado por divergências políticas e disputa de poder dentro de um grupo neonazista. O homem apontado como chefe do movimento neonazista no Brasil, suspeito de envolvimento no crime, queria substituir o líder no Paraná e retomar o controle. Para isso, segundo a polícia, mandou matar o rapaz que exercia a função.
Segundo as investigações, o crime foi motivado por divergências políticas e disputa de poder dentro de um grupo neonazista. O homem apontado como chefe do movimento neonazista no Brasil, suspeito de envolvimento no crime, queria substituir o líder no Paraná e retomar o controle. Para isso, segundo a polícia, mandou matar o rapaz que exercia a função.
O casal teria participado de uma festa em uma chácara, em celebração do aniversário do ditador alemão Adolf Hitler. De acordo com a SSP-PR, os suspeitos planejaram a saída do casal, para matá-lo. "Eles assassinaram premeditadamente e friamente dois jovens por motivos incrivelmente banais", afirmou o secretário de Segurança do Paraná, Luiz Fernando Delazari.

Apologia ao nazismo
Em São Paulo, foi preso na sexta-feira (1º) o homem suspeito de ser o chefe de um movimento neonazista no Brasil. Foram cumpridos mandados de busca no apartamento de luxo do suspeito e em duas residências de outros integrantes do grupo no bairro de Moema, na Zona Sul da capital paulista. De acordo com a polícia, foram encontrados computadores, fotos, pen drives e máquinas fotográficas com conteúdos nazistas.
A polícia disse ter encontrado uma das armas usadas no crime - uma pistola 9 mm com registro da Polícia Federal da Argentina. Ao todo, foram cumpridos 16 dezesseis mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.


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Seis suspeitos de envolvimento no crime foram presos.Vítimas teriam participado de festa em homenagem a Hitler.

A morte de dois estudantes após uma festa de neonazistas, na região metropolitana de Curitiba, foi planejada por integrantes do próprio movimento, segundo a Secretaria de Segurança Pública do Paraná (SSP-PR). A polícia relatou que os criminosos simularam uma briga de namorados e se passaram por policiais para matar o casal.
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Segundo as investigações, o crime foi motivado por divergências políticas e disputa de poder dentro de um grupo neonazista. O homem apontado como chefe do movimento neonazista no Brasil, suspeito de envolvimento no crime, queria substituir o líder no Paraná e retomar o controle. Para isso, segundo a polícia, mandou matar o rapaz que exercia a função.
Segundo as investigações, o crime foi motivado por divergências políticas e disputa de poder dentro de um grupo neonazista. O homem apontado como chefe do movimento neonazista no Brasil, suspeito de envolvimento no crime, queria substituir o líder no Paraná e retomar o controle. Para isso, segundo a polícia, mandou matar o rapaz que exercia a função.
O casal teria participado de uma festa em uma chácara, em celebração do aniversário do ditador alemão Adolf Hitler. De acordo com a SSP-PR, os suspeitos planejaram a saída do casal, para matá-lo. "Eles assassinaram premeditadamente e friamente dois jovens por motivos incrivelmente banais", afirmou o secretário de Segurança do Paraná, Luiz Fernando Delazari.

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A polícia disse ter encontrado uma das armas usadas no crime - uma pistola 9 mm com registro da Polícia Federal da Argentina. Ao todo, foram cumpridos 16 dezesseis mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.


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A morte de dois estudantes após uma festa de neonazistas, na região metropolitana de Curitiba, foi planejada por integrantes do próprio movimento, segundo a Secretaria de Segurança Pública do Paraná (SSP-PR). A polícia relatou que os criminosos simularam uma briga de namorados e se passaram por policiais para matar o casal.
Os estudantes de 24 e 21 anos foram encontrados mortos na madrugada de 21 de abril, na altura do quilômetro 6 da BR-116, em Quatro Barras (PR). Seis pessoas foram presas por suspeita de envolvimento no crime. Elas vão responder por homicídio qualificado e formação de quadrilha e podem pegar até 72 anos de prisão.
Segundo as investigações, o crime foi motivado por divergências políticas e disputa de poder dentro de um grupo neonazista. O homem apontado como chefe do movimento neonazista no Brasil, suspeito de envolvimento no crime, queria substituir o líder no Paraná e retomar o controle. Para isso, segundo a polícia, mandou matar o rapaz que exercia a função.
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Em São Paulo, foi preso na sexta-feira (1º) o homem suspeito de ser o chefe de um movimento neonazista no Brasil. Foram cumpridos mandados de busca no apartamento de luxo do suspeito e em duas residências de outros integrantes do grupo no bairro de Moema, na Zona Sul da capital paulista. De acordo com a polícia, foram encontrados computadores, fotos, pen drives e máquinas fotográficas com conteúdos nazistas.
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Segundo as investigações, o crime foi motivado por divergências políticas e disputa de poder dentro de um grupo neonazista. O homem apontado como chefe do movimento neonazista no Brasil, suspeito de envolvimento no crime, queria substituir o líder no Paraná e retomar o controle. Para isso, segundo a polícia, mandou matar o rapaz que exercia a função.
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O casal teria participado de uma festa em uma chácara, em celebração do aniversário do ditador alemão Adolf Hitler. De acordo com a SSP-PR, os suspeitos planejaram a saída do casal, para matá-lo. "Eles assassinaram premeditadamente e friamente dois jovens por motivos incrivelmente banais", afirmou o secretário de Segurança do Paraná, Luiz Fernando Delazari.

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Em São Paulo, foi preso na sexta-feira (1º) o homem suspeito de ser o chefe de um movimento neonazista no Brasil. Foram cumpridos mandados de busca no apartamento de luxo do suspeito e em duas residências de outros integrantes do grupo no bairro de Moema, na Zona Sul da capital paulista. De acordo com a polícia, foram encontrados computadores, fotos, pen drives e máquinas fotográficas com conteúdos nazistas.
A polícia disse ter encontrado uma das armas usadas no crime - uma pistola 9 mm com registro da Polícia Federal da Argentina. Ao todo, foram cumpridos 16 dezesseis mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.


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Seis suspeitos de envolvimento no crime foram presos.Vítimas teriam participado de festa em homenagem a Hitler.

A morte de dois estudantes após uma festa de neonazistas, na região metropolitana de Curitiba, foi planejada por integrantes do próprio movimento, segundo a Secretaria de Segurança Pública do Paraná (SSP-PR). A polícia relatou que os criminosos simularam uma briga de namorados e se passaram por policiais para matar o casal.
Os estudantes de 24 e 21 anos foram encontrados mortos na madrugada de 21 de abril, na altura do quilômetro 6 da BR-116, em Quatro Barras (PR). Seis pessoas foram presas por suspeita de envolvimento no crime. Elas vão responder por homicídio qualificado e formação de quadrilha e podem pegar até 72 anos de prisão.
Segundo as investigações, o crime foi motivado por divergências políticas e disputa de poder dentro de um grupo neonazista. O homem apontado como chefe do movimento neonazista no Brasil, suspeito de envolvimento no crime, queria substituir o líder no Paraná e retomar o controle. Para isso, segundo a polícia, mandou matar o rapaz que exercia a função.
Segundo as investigações, o crime foi motivado por divergências políticas e disputa de poder dentro de um grupo neonazista. O homem apontado como chefe do movimento neonazista no Brasil, suspeito de envolvimento no crime, queria substituir o líder no Paraná e retomar o controle. Para isso, segundo a polícia, mandou matar o rapaz que exercia a função.
O casal teria participado de uma festa em uma chácara, em celebração do aniversário do ditador alemão Adolf Hitler. De acordo com a SSP-PR, os suspeitos planejaram a saída do casal, para matá-lo. "Eles assassinaram premeditadamente e friamente dois jovens por motivos incrivelmente banais", afirmou o secretário de Segurança do Paraná, Luiz Fernando Delazari.

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Em São Paulo, foi preso na sexta-feira (1º) o homem suspeito de ser o chefe de um movimento neonazista no Brasil. Foram cumpridos mandados de busca no apartamento de luxo do suspeito e em duas residências de outros integrantes do grupo no bairro de Moema, na Zona Sul da capital paulista. De acordo com a polícia, foram encontrados computadores, fotos, pen drives e máquinas fotográficas com conteúdos nazistas.
A polícia disse ter encontrado uma das armas usadas no crime - uma pistola 9 mm com registro da Polícia Federal da Argentina. Ao todo, foram cumpridos 16 dezesseis mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.


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