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30.4.09
LINGUAGEM BRASILEIRA. Este ano, Ana Maria Machado comemora 40 anos da publicação da primeira história que escreveu para crianças. Em 1969, ela ainda não imaginava que viria a se tornar uma das principais escritoras de livros para crianças do país, com sucessos como “Bisa Bia, Bisa Bel” e prêmios internacionais como o Hans Christian Andersen. Autora também de importantes ficções para adultos (“Tropical sol da liberdade”, “Canteiros de Saturno”, “A audácia desta mulher”), Ana Maria fez sua primeira história a convite da Revista “Recreio”, na época recém-criada pela Editora Abril.
— A “Recreio” me convidou para escrever depois de procurar, em universidades, professores que tinham aulas requisitadas. Eu tinha criado um curso, na Letras, sobre critérios de seleção de textos para adolescentes, muito procurado. Naqueles anos, estávamos no auge da crítica estruturalista, e eu queria fazer algo diferente, em vez de apenas falar a meus pares acadêmicos, por isso criei o curso. E a “Recreio” procurava professores, justamente, que nunca tivessem escrito para crianças — contou Ana Maria (em foto no MIS, de Leonardo Aversa) na quarta-feira à tarde em depoimento para a posteridade, de três horas e 20 minutos, no Museu da Imagem e do Som (MIS).
A escritora foi entrevistada pelo jornalista e publicitário Armando Strozenberg, pelos jornalistas Alfredo Ribeiro (Tutty Vasquez) e Sérgio Augusto e por Elizabeth Serra, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) — quatro pessoas ligadas à sua trajetória.
A colaboração com a “Recreio” se estendeu por anos e foi uma das principais fontes de renda quando viveu no exílio com o primeiro marido, o médico Álvaro Machado, inicialmente em Paris e depois em Londres, onde trabalhou no serviço brasileiro da BBC. Muito mais tarde, Ana Maria descobriu que a tiragem da revista, em média de 50 mil exemplares, subia para 250 mil quando eram publicados textos seus ou de Ruth Rocha, outra colaboradora.

— Sempre digo que não fui eu quem decidi virar autora de livros para crianças, foram os leitores — afirmou.

Era filha do jornalista Mário de Souza Martins e cresceu num ambiente politizado.
— Fui presa pela primeira vez aos 4 anos de idade, me lembro até hoje. Eu estava em viagem com meu pai para Rio das Ostras, quando ele foi detido por sua oposição ao governo de Getúlio Vargas. Passei várias horas na delegacia, até que um tio veio me resgatar — contou Ana Maria, que voltou a ser presa aos 20 e poucos anos, na ditadura militar.
Com menos de 30 anos, já tinha um currículo de impressionar e que chamou a atenção de Roland Barthes, quando ela estava no exílio em Paris, em 1970. Barthes se tornou orientador de sua tese de doutorado sobre Guimarães Rosa, trabalho que foi publicado como livro em 1976 — “Recado do nome”. Era um período de liberalização nas universidades francesas, pós-68, mas ainda havia muitas formalidades.
— Quando meu segundo filho nasceu, o Pedro, em 1971, Barthes foi nos visitar e disse que era a primeira vez que visitava um aluno. Em 1976, Ana Maria também publicou seu primeiro livro para crianças, “Bento-que-bento-é-o-frade”. Nessa época, depois de cerca de três anos no exterior, havia se tornado chefe da Rádio Jornal do Brasil, posto que ocupou por sete anos, até 1980. E foi lá, em meados dos anos 70, conjugando toda a sua experiência, que descobriu o sentido de se lançar na aventura literária e, especialmente, o sentido de escrever para crianças:
— Venho de uma geração em que a exigência do falar correto era muito forte. Fomos educados assim, com um desprezo pela linguagem mais colorida, informal. Mas eu estava interessada na busca de uma linguagem brasileira, que não fosse engravatada, empobrecida. E a literatura infantil, naquele período, fez isso de certo modo. Minha experiência como professora e jornalista em rádio também contribuiu para isso. Eu buscava na literatura um registro perto do coloquial. A literatura infantil me propiciou um terreno muito bom para isso. Era uma experiência de linguagem.
Atualmente, dedica boa parte do seu tempo às tertúlias e trabalhos na Academia Brasileira de Letras — à qual foi instigada a se candidatar por Evandro Lins e Silva, a quem sucedeu, em 2003. Também viaja muito pelo país para encontrar professores do ensino público, onde sofrem com baixos salários e formação insuficiente.
— É uma tristeza ver a situação do ensino. Acho muito positivo que o Brasil esteja discutindo problemas da educação. O Enem, por exemplo, é muito mais inteligente e lógico que o vestibular. O Brasil precisa acordar para o problema da educação. E mesmo sem ter gosto pela política, como disse, nunca conseguiu largar a militância:

— Hoje em dia faço militância junto aos professores. Não consigo ficar quieta. Tenho, sim, muito gosto pela liberdade e sanha pela justiça que não é mole — declarou, com sua simplicidade audaciosa.

Enviado por Rachel Bertol


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LINGUAGEM BRASILEIRA. Este ano, Ana Maria Machado comemora 40 anos da publicação da primeira história que escreveu para crianças. Em 1969, ela ainda não imaginava que viria a se tornar uma das principais escritoras de livros para crianças do país, com sucessos como “Bisa Bia, Bisa Bel” e prêmios internacionais como o Hans Christian Andersen. Autora também de importantes ficções para adultos (“Tropical sol da liberdade”, “Canteiros de Saturno”, “A audácia desta mulher”), Ana Maria fez sua primeira história a convite da Revista “Recreio”, na época recém-criada pela Editora Abril.
— A “Recreio” me convidou para escrever depois de procurar, em universidades, professores que tinham aulas requisitadas. Eu tinha criado um curso, na Letras, sobre critérios de seleção de textos para adolescentes, muito procurado. Naqueles anos, estávamos no auge da crítica estruturalista, e eu queria fazer algo diferente, em vez de apenas falar a meus pares acadêmicos, por isso criei o curso. E a “Recreio” procurava professores, justamente, que nunca tivessem escrito para crianças — contou Ana Maria (em foto no MIS, de Leonardo Aversa) na quarta-feira à tarde em depoimento para a posteridade, de três horas e 20 minutos, no Museu da Imagem e do Som (MIS).
A escritora foi entrevistada pelo jornalista e publicitário Armando Strozenberg, pelos jornalistas Alfredo Ribeiro (Tutty Vasquez) e Sérgio Augusto e por Elizabeth Serra, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) — quatro pessoas ligadas à sua trajetória.
A colaboração com a “Recreio” se estendeu por anos e foi uma das principais fontes de renda quando viveu no exílio com o primeiro marido, o médico Álvaro Machado, inicialmente em Paris e depois em Londres, onde trabalhou no serviço brasileiro da BBC. Muito mais tarde, Ana Maria descobriu que a tiragem da revista, em média de 50 mil exemplares, subia para 250 mil quando eram publicados textos seus ou de Ruth Rocha, outra colaboradora.

— Sempre digo que não fui eu quem decidi virar autora de livros para crianças, foram os leitores — afirmou.

Era filha do jornalista Mário de Souza Martins e cresceu num ambiente politizado.
— Fui presa pela primeira vez aos 4 anos de idade, me lembro até hoje. Eu estava em viagem com meu pai para Rio das Ostras, quando ele foi detido por sua oposição ao governo de Getúlio Vargas. Passei várias horas na delegacia, até que um tio veio me resgatar — contou Ana Maria, que voltou a ser presa aos 20 e poucos anos, na ditadura militar.
Com menos de 30 anos, já tinha um currículo de impressionar e que chamou a atenção de Roland Barthes, quando ela estava no exílio em Paris, em 1970. Barthes se tornou orientador de sua tese de doutorado sobre Guimarães Rosa, trabalho que foi publicado como livro em 1976 — “Recado do nome”. Era um período de liberalização nas universidades francesas, pós-68, mas ainda havia muitas formalidades.
— Quando meu segundo filho nasceu, o Pedro, em 1971, Barthes foi nos visitar e disse que era a primeira vez que visitava um aluno. Em 1976, Ana Maria também publicou seu primeiro livro para crianças, “Bento-que-bento-é-o-frade”. Nessa época, depois de cerca de três anos no exterior, havia se tornado chefe da Rádio Jornal do Brasil, posto que ocupou por sete anos, até 1980. E foi lá, em meados dos anos 70, conjugando toda a sua experiência, que descobriu o sentido de se lançar na aventura literária e, especialmente, o sentido de escrever para crianças:
— Venho de uma geração em que a exigência do falar correto era muito forte. Fomos educados assim, com um desprezo pela linguagem mais colorida, informal. Mas eu estava interessada na busca de uma linguagem brasileira, que não fosse engravatada, empobrecida. E a literatura infantil, naquele período, fez isso de certo modo. Minha experiência como professora e jornalista em rádio também contribuiu para isso. Eu buscava na literatura um registro perto do coloquial. A literatura infantil me propiciou um terreno muito bom para isso. Era uma experiência de linguagem.
Atualmente, dedica boa parte do seu tempo às tertúlias e trabalhos na Academia Brasileira de Letras — à qual foi instigada a se candidatar por Evandro Lins e Silva, a quem sucedeu, em 2003. Também viaja muito pelo país para encontrar professores do ensino público, onde sofrem com baixos salários e formação insuficiente.
— É uma tristeza ver a situação do ensino. Acho muito positivo que o Brasil esteja discutindo problemas da educação. O Enem, por exemplo, é muito mais inteligente e lógico que o vestibular. O Brasil precisa acordar para o problema da educação. E mesmo sem ter gosto pela política, como disse, nunca conseguiu largar a militância:

— Hoje em dia faço militância junto aos professores. Não consigo ficar quieta. Tenho, sim, muito gosto pela liberdade e sanha pela justiça que não é mole — declarou, com sua simplicidade audaciosa.

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— A “Recreio” me convidou para escrever depois de procurar, em universidades, professores que tinham aulas requisitadas. Eu tinha criado um curso, na Letras, sobre critérios de seleção de textos para adolescentes, muito procurado. Naqueles anos, estávamos no auge da crítica estruturalista, e eu queria fazer algo diferente, em vez de apenas falar a meus pares acadêmicos, por isso criei o curso. E a “Recreio” procurava professores, justamente, que nunca tivessem escrito para crianças — contou Ana Maria (em foto no MIS, de Leonardo Aversa) na quarta-feira à tarde em depoimento para a posteridade, de três horas e 20 minutos, no Museu da Imagem e do Som (MIS).
A escritora foi entrevistada pelo jornalista e publicitário Armando Strozenberg, pelos jornalistas Alfredo Ribeiro (Tutty Vasquez) e Sérgio Augusto e por Elizabeth Serra, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) — quatro pessoas ligadas à sua trajetória.
A colaboração com a “Recreio” se estendeu por anos e foi uma das principais fontes de renda quando viveu no exílio com o primeiro marido, o médico Álvaro Machado, inicialmente em Paris e depois em Londres, onde trabalhou no serviço brasileiro da BBC. Muito mais tarde, Ana Maria descobriu que a tiragem da revista, em média de 50 mil exemplares, subia para 250 mil quando eram publicados textos seus ou de Ruth Rocha, outra colaboradora.

— Sempre digo que não fui eu quem decidi virar autora de livros para crianças, foram os leitores — afirmou.

Era filha do jornalista Mário de Souza Martins e cresceu num ambiente politizado.
— Fui presa pela primeira vez aos 4 anos de idade, me lembro até hoje. Eu estava em viagem com meu pai para Rio das Ostras, quando ele foi detido por sua oposição ao governo de Getúlio Vargas. Passei várias horas na delegacia, até que um tio veio me resgatar — contou Ana Maria, que voltou a ser presa aos 20 e poucos anos, na ditadura militar.
Com menos de 30 anos, já tinha um currículo de impressionar e que chamou a atenção de Roland Barthes, quando ela estava no exílio em Paris, em 1970. Barthes se tornou orientador de sua tese de doutorado sobre Guimarães Rosa, trabalho que foi publicado como livro em 1976 — “Recado do nome”. Era um período de liberalização nas universidades francesas, pós-68, mas ainda havia muitas formalidades.
— Quando meu segundo filho nasceu, o Pedro, em 1971, Barthes foi nos visitar e disse que era a primeira vez que visitava um aluno. Em 1976, Ana Maria também publicou seu primeiro livro para crianças, “Bento-que-bento-é-o-frade”. Nessa época, depois de cerca de três anos no exterior, havia se tornado chefe da Rádio Jornal do Brasil, posto que ocupou por sete anos, até 1980. E foi lá, em meados dos anos 70, conjugando toda a sua experiência, que descobriu o sentido de se lançar na aventura literária e, especialmente, o sentido de escrever para crianças:
— Venho de uma geração em que a exigência do falar correto era muito forte. Fomos educados assim, com um desprezo pela linguagem mais colorida, informal. Mas eu estava interessada na busca de uma linguagem brasileira, que não fosse engravatada, empobrecida. E a literatura infantil, naquele período, fez isso de certo modo. Minha experiência como professora e jornalista em rádio também contribuiu para isso. Eu buscava na literatura um registro perto do coloquial. A literatura infantil me propiciou um terreno muito bom para isso. Era uma experiência de linguagem.
Atualmente, dedica boa parte do seu tempo às tertúlias e trabalhos na Academia Brasileira de Letras — à qual foi instigada a se candidatar por Evandro Lins e Silva, a quem sucedeu, em 2003. Também viaja muito pelo país para encontrar professores do ensino público, onde sofrem com baixos salários e formação insuficiente.
— É uma tristeza ver a situação do ensino. Acho muito positivo que o Brasil esteja discutindo problemas da educação. O Enem, por exemplo, é muito mais inteligente e lógico que o vestibular. O Brasil precisa acordar para o problema da educação. E mesmo sem ter gosto pela política, como disse, nunca conseguiu largar a militância:

— Hoje em dia faço militância junto aos professores. Não consigo ficar quieta. Tenho, sim, muito gosto pela liberdade e sanha pela justiça que não é mole — declarou, com sua simplicidade audaciosa.

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— A “Recreio” me convidou para escrever depois de procurar, em universidades, professores que tinham aulas requisitadas. Eu tinha criado um curso, na Letras, sobre critérios de seleção de textos para adolescentes, muito procurado. Naqueles anos, estávamos no auge da crítica estruturalista, e eu queria fazer algo diferente, em vez de apenas falar a meus pares acadêmicos, por isso criei o curso. E a “Recreio” procurava professores, justamente, que nunca tivessem escrito para crianças — contou Ana Maria (em foto no MIS, de Leonardo Aversa) na quarta-feira à tarde em depoimento para a posteridade, de três horas e 20 minutos, no Museu da Imagem e do Som (MIS).
A escritora foi entrevistada pelo jornalista e publicitário Armando Strozenberg, pelos jornalistas Alfredo Ribeiro (Tutty Vasquez) e Sérgio Augusto e por Elizabeth Serra, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) — quatro pessoas ligadas à sua trajetória.
A colaboração com a “Recreio” se estendeu por anos e foi uma das principais fontes de renda quando viveu no exílio com o primeiro marido, o médico Álvaro Machado, inicialmente em Paris e depois em Londres, onde trabalhou no serviço brasileiro da BBC. Muito mais tarde, Ana Maria descobriu que a tiragem da revista, em média de 50 mil exemplares, subia para 250 mil quando eram publicados textos seus ou de Ruth Rocha, outra colaboradora.

— Sempre digo que não fui eu quem decidi virar autora de livros para crianças, foram os leitores — afirmou.

Era filha do jornalista Mário de Souza Martins e cresceu num ambiente politizado.
— Fui presa pela primeira vez aos 4 anos de idade, me lembro até hoje. Eu estava em viagem com meu pai para Rio das Ostras, quando ele foi detido por sua oposição ao governo de Getúlio Vargas. Passei várias horas na delegacia, até que um tio veio me resgatar — contou Ana Maria, que voltou a ser presa aos 20 e poucos anos, na ditadura militar.
Com menos de 30 anos, já tinha um currículo de impressionar e que chamou a atenção de Roland Barthes, quando ela estava no exílio em Paris, em 1970. Barthes se tornou orientador de sua tese de doutorado sobre Guimarães Rosa, trabalho que foi publicado como livro em 1976 — “Recado do nome”. Era um período de liberalização nas universidades francesas, pós-68, mas ainda havia muitas formalidades.
— Quando meu segundo filho nasceu, o Pedro, em 1971, Barthes foi nos visitar e disse que era a primeira vez que visitava um aluno. Em 1976, Ana Maria também publicou seu primeiro livro para crianças, “Bento-que-bento-é-o-frade”. Nessa época, depois de cerca de três anos no exterior, havia se tornado chefe da Rádio Jornal do Brasil, posto que ocupou por sete anos, até 1980. E foi lá, em meados dos anos 70, conjugando toda a sua experiência, que descobriu o sentido de se lançar na aventura literária e, especialmente, o sentido de escrever para crianças:
— Venho de uma geração em que a exigência do falar correto era muito forte. Fomos educados assim, com um desprezo pela linguagem mais colorida, informal. Mas eu estava interessada na busca de uma linguagem brasileira, que não fosse engravatada, empobrecida. E a literatura infantil, naquele período, fez isso de certo modo. Minha experiência como professora e jornalista em rádio também contribuiu para isso. Eu buscava na literatura um registro perto do coloquial. A literatura infantil me propiciou um terreno muito bom para isso. Era uma experiência de linguagem.
Atualmente, dedica boa parte do seu tempo às tertúlias e trabalhos na Academia Brasileira de Letras — à qual foi instigada a se candidatar por Evandro Lins e Silva, a quem sucedeu, em 2003. Também viaja muito pelo país para encontrar professores do ensino público, onde sofrem com baixos salários e formação insuficiente.
— É uma tristeza ver a situação do ensino. Acho muito positivo que o Brasil esteja discutindo problemas da educação. O Enem, por exemplo, é muito mais inteligente e lógico que o vestibular. O Brasil precisa acordar para o problema da educação. E mesmo sem ter gosto pela política, como disse, nunca conseguiu largar a militância:

— Hoje em dia faço militância junto aos professores. Não consigo ficar quieta. Tenho, sim, muito gosto pela liberdade e sanha pela justiça que não é mole — declarou, com sua simplicidade audaciosa.

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LINGUAGEM BRASILEIRA. Este ano, Ana Maria Machado comemora 40 anos da publicação da primeira história que escreveu para crianças. Em 1969, ela ainda não imaginava que viria a se tornar uma das principais escritoras de livros para crianças do país, com sucessos como “Bisa Bia, Bisa Bel” e prêmios internacionais como o Hans Christian Andersen. Autora também de importantes ficções para adultos (“Tropical sol da liberdade”, “Canteiros de Saturno”, “A audácia desta mulher”), Ana Maria fez sua primeira história a convite da Revista “Recreio”, na época recém-criada pela Editora Abril.
— A “Recreio” me convidou para escrever depois de procurar, em universidades, professores que tinham aulas requisitadas. Eu tinha criado um curso, na Letras, sobre critérios de seleção de textos para adolescentes, muito procurado. Naqueles anos, estávamos no auge da crítica estruturalista, e eu queria fazer algo diferente, em vez de apenas falar a meus pares acadêmicos, por isso criei o curso. E a “Recreio” procurava professores, justamente, que nunca tivessem escrito para crianças — contou Ana Maria (em foto no MIS, de Leonardo Aversa) na quarta-feira à tarde em depoimento para a posteridade, de três horas e 20 minutos, no Museu da Imagem e do Som (MIS).
A escritora foi entrevistada pelo jornalista e publicitário Armando Strozenberg, pelos jornalistas Alfredo Ribeiro (Tutty Vasquez) e Sérgio Augusto e por Elizabeth Serra, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) — quatro pessoas ligadas à sua trajetória.
A colaboração com a “Recreio” se estendeu por anos e foi uma das principais fontes de renda quando viveu no exílio com o primeiro marido, o médico Álvaro Machado, inicialmente em Paris e depois em Londres, onde trabalhou no serviço brasileiro da BBC. Muito mais tarde, Ana Maria descobriu que a tiragem da revista, em média de 50 mil exemplares, subia para 250 mil quando eram publicados textos seus ou de Ruth Rocha, outra colaboradora.

— Sempre digo que não fui eu quem decidi virar autora de livros para crianças, foram os leitores — afirmou.

Era filha do jornalista Mário de Souza Martins e cresceu num ambiente politizado.
— Fui presa pela primeira vez aos 4 anos de idade, me lembro até hoje. Eu estava em viagem com meu pai para Rio das Ostras, quando ele foi detido por sua oposição ao governo de Getúlio Vargas. Passei várias horas na delegacia, até que um tio veio me resgatar — contou Ana Maria, que voltou a ser presa aos 20 e poucos anos, na ditadura militar.
Com menos de 30 anos, já tinha um currículo de impressionar e que chamou a atenção de Roland Barthes, quando ela estava no exílio em Paris, em 1970. Barthes se tornou orientador de sua tese de doutorado sobre Guimarães Rosa, trabalho que foi publicado como livro em 1976 — “Recado do nome”. Era um período de liberalização nas universidades francesas, pós-68, mas ainda havia muitas formalidades.
— Quando meu segundo filho nasceu, o Pedro, em 1971, Barthes foi nos visitar e disse que era a primeira vez que visitava um aluno. Em 1976, Ana Maria também publicou seu primeiro livro para crianças, “Bento-que-bento-é-o-frade”. Nessa época, depois de cerca de três anos no exterior, havia se tornado chefe da Rádio Jornal do Brasil, posto que ocupou por sete anos, até 1980. E foi lá, em meados dos anos 70, conjugando toda a sua experiência, que descobriu o sentido de se lançar na aventura literária e, especialmente, o sentido de escrever para crianças:
— Venho de uma geração em que a exigência do falar correto era muito forte. Fomos educados assim, com um desprezo pela linguagem mais colorida, informal. Mas eu estava interessada na busca de uma linguagem brasileira, que não fosse engravatada, empobrecida. E a literatura infantil, naquele período, fez isso de certo modo. Minha experiência como professora e jornalista em rádio também contribuiu para isso. Eu buscava na literatura um registro perto do coloquial. A literatura infantil me propiciou um terreno muito bom para isso. Era uma experiência de linguagem.
Atualmente, dedica boa parte do seu tempo às tertúlias e trabalhos na Academia Brasileira de Letras — à qual foi instigada a se candidatar por Evandro Lins e Silva, a quem sucedeu, em 2003. Também viaja muito pelo país para encontrar professores do ensino público, onde sofrem com baixos salários e formação insuficiente.
— É uma tristeza ver a situação do ensino. Acho muito positivo que o Brasil esteja discutindo problemas da educação. O Enem, por exemplo, é muito mais inteligente e lógico que o vestibular. O Brasil precisa acordar para o problema da educação. E mesmo sem ter gosto pela política, como disse, nunca conseguiu largar a militância:

— Hoje em dia faço militância junto aos professores. Não consigo ficar quieta. Tenho, sim, muito gosto pela liberdade e sanha pela justiça que não é mole — declarou, com sua simplicidade audaciosa.

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— A “Recreio” me convidou para escrever depois de procurar, em universidades, professores que tinham aulas requisitadas. Eu tinha criado um curso, na Letras, sobre critérios de seleção de textos para adolescentes, muito procurado. Naqueles anos, estávamos no auge da crítica estruturalista, e eu queria fazer algo diferente, em vez de apenas falar a meus pares acadêmicos, por isso criei o curso. E a “Recreio” procurava professores, justamente, que nunca tivessem escrito para crianças — contou Ana Maria (em foto no MIS, de Leonardo Aversa) na quarta-feira à tarde em depoimento para a posteridade, de três horas e 20 minutos, no Museu da Imagem e do Som (MIS).
A escritora foi entrevistada pelo jornalista e publicitário Armando Strozenberg, pelos jornalistas Alfredo Ribeiro (Tutty Vasquez) e Sérgio Augusto e por Elizabeth Serra, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) — quatro pessoas ligadas à sua trajetória.
A colaboração com a “Recreio” se estendeu por anos e foi uma das principais fontes de renda quando viveu no exílio com o primeiro marido, o médico Álvaro Machado, inicialmente em Paris e depois em Londres, onde trabalhou no serviço brasileiro da BBC. Muito mais tarde, Ana Maria descobriu que a tiragem da revista, em média de 50 mil exemplares, subia para 250 mil quando eram publicados textos seus ou de Ruth Rocha, outra colaboradora.

— Sempre digo que não fui eu quem decidi virar autora de livros para crianças, foram os leitores — afirmou.

Era filha do jornalista Mário de Souza Martins e cresceu num ambiente politizado.
— Fui presa pela primeira vez aos 4 anos de idade, me lembro até hoje. Eu estava em viagem com meu pai para Rio das Ostras, quando ele foi detido por sua oposição ao governo de Getúlio Vargas. Passei várias horas na delegacia, até que um tio veio me resgatar — contou Ana Maria, que voltou a ser presa aos 20 e poucos anos, na ditadura militar.
Com menos de 30 anos, já tinha um currículo de impressionar e que chamou a atenção de Roland Barthes, quando ela estava no exílio em Paris, em 1970. Barthes se tornou orientador de sua tese de doutorado sobre Guimarães Rosa, trabalho que foi publicado como livro em 1976 — “Recado do nome”. Era um período de liberalização nas universidades francesas, pós-68, mas ainda havia muitas formalidades.
— Quando meu segundo filho nasceu, o Pedro, em 1971, Barthes foi nos visitar e disse que era a primeira vez que visitava um aluno. Em 1976, Ana Maria também publicou seu primeiro livro para crianças, “Bento-que-bento-é-o-frade”. Nessa época, depois de cerca de três anos no exterior, havia se tornado chefe da Rádio Jornal do Brasil, posto que ocupou por sete anos, até 1980. E foi lá, em meados dos anos 70, conjugando toda a sua experiência, que descobriu o sentido de se lançar na aventura literária e, especialmente, o sentido de escrever para crianças:
— Venho de uma geração em que a exigência do falar correto era muito forte. Fomos educados assim, com um desprezo pela linguagem mais colorida, informal. Mas eu estava interessada na busca de uma linguagem brasileira, que não fosse engravatada, empobrecida. E a literatura infantil, naquele período, fez isso de certo modo. Minha experiência como professora e jornalista em rádio também contribuiu para isso. Eu buscava na literatura um registro perto do coloquial. A literatura infantil me propiciou um terreno muito bom para isso. Era uma experiência de linguagem.
Atualmente, dedica boa parte do seu tempo às tertúlias e trabalhos na Academia Brasileira de Letras — à qual foi instigada a se candidatar por Evandro Lins e Silva, a quem sucedeu, em 2003. Também viaja muito pelo país para encontrar professores do ensino público, onde sofrem com baixos salários e formação insuficiente.
— É uma tristeza ver a situação do ensino. Acho muito positivo que o Brasil esteja discutindo problemas da educação. O Enem, por exemplo, é muito mais inteligente e lógico que o vestibular. O Brasil precisa acordar para o problema da educação. E mesmo sem ter gosto pela política, como disse, nunca conseguiu largar a militância:

— Hoje em dia faço militância junto aos professores. Não consigo ficar quieta. Tenho, sim, muito gosto pela liberdade e sanha pela justiça que não é mole — declarou, com sua simplicidade audaciosa.

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LINGUAGEM BRASILEIRA. Este ano, Ana Maria Machado comemora 40 anos da publicação da primeira história que escreveu para crianças. Em 1969, ela ainda não imaginava que viria a se tornar uma das principais escritoras de livros para crianças do país, com sucessos como “Bisa Bia, Bisa Bel” e prêmios internacionais como o Hans Christian Andersen. Autora também de importantes ficções para adultos (“Tropical sol da liberdade”, “Canteiros de Saturno”, “A audácia desta mulher”), Ana Maria fez sua primeira história a convite da Revista “Recreio”, na época recém-criada pela Editora Abril.
— A “Recreio” me convidou para escrever depois de procurar, em universidades, professores que tinham aulas requisitadas. Eu tinha criado um curso, na Letras, sobre critérios de seleção de textos para adolescentes, muito procurado. Naqueles anos, estávamos no auge da crítica estruturalista, e eu queria fazer algo diferente, em vez de apenas falar a meus pares acadêmicos, por isso criei o curso. E a “Recreio” procurava professores, justamente, que nunca tivessem escrito para crianças — contou Ana Maria (em foto no MIS, de Leonardo Aversa) na quarta-feira à tarde em depoimento para a posteridade, de três horas e 20 minutos, no Museu da Imagem e do Som (MIS).
A escritora foi entrevistada pelo jornalista e publicitário Armando Strozenberg, pelos jornalistas Alfredo Ribeiro (Tutty Vasquez) e Sérgio Augusto e por Elizabeth Serra, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) — quatro pessoas ligadas à sua trajetória.
A colaboração com a “Recreio” se estendeu por anos e foi uma das principais fontes de renda quando viveu no exílio com o primeiro marido, o médico Álvaro Machado, inicialmente em Paris e depois em Londres, onde trabalhou no serviço brasileiro da BBC. Muito mais tarde, Ana Maria descobriu que a tiragem da revista, em média de 50 mil exemplares, subia para 250 mil quando eram publicados textos seus ou de Ruth Rocha, outra colaboradora.

— Sempre digo que não fui eu quem decidi virar autora de livros para crianças, foram os leitores — afirmou.

Era filha do jornalista Mário de Souza Martins e cresceu num ambiente politizado.
— Fui presa pela primeira vez aos 4 anos de idade, me lembro até hoje. Eu estava em viagem com meu pai para Rio das Ostras, quando ele foi detido por sua oposição ao governo de Getúlio Vargas. Passei várias horas na delegacia, até que um tio veio me resgatar — contou Ana Maria, que voltou a ser presa aos 20 e poucos anos, na ditadura militar.
Com menos de 30 anos, já tinha um currículo de impressionar e que chamou a atenção de Roland Barthes, quando ela estava no exílio em Paris, em 1970. Barthes se tornou orientador de sua tese de doutorado sobre Guimarães Rosa, trabalho que foi publicado como livro em 1976 — “Recado do nome”. Era um período de liberalização nas universidades francesas, pós-68, mas ainda havia muitas formalidades.
— Quando meu segundo filho nasceu, o Pedro, em 1971, Barthes foi nos visitar e disse que era a primeira vez que visitava um aluno. Em 1976, Ana Maria também publicou seu primeiro livro para crianças, “Bento-que-bento-é-o-frade”. Nessa época, depois de cerca de três anos no exterior, havia se tornado chefe da Rádio Jornal do Brasil, posto que ocupou por sete anos, até 1980. E foi lá, em meados dos anos 70, conjugando toda a sua experiência, que descobriu o sentido de se lançar na aventura literária e, especialmente, o sentido de escrever para crianças:
— Venho de uma geração em que a exigência do falar correto era muito forte. Fomos educados assim, com um desprezo pela linguagem mais colorida, informal. Mas eu estava interessada na busca de uma linguagem brasileira, que não fosse engravatada, empobrecida. E a literatura infantil, naquele período, fez isso de certo modo. Minha experiência como professora e jornalista em rádio também contribuiu para isso. Eu buscava na literatura um registro perto do coloquial. A literatura infantil me propiciou um terreno muito bom para isso. Era uma experiência de linguagem.
Atualmente, dedica boa parte do seu tempo às tertúlias e trabalhos na Academia Brasileira de Letras — à qual foi instigada a se candidatar por Evandro Lins e Silva, a quem sucedeu, em 2003. Também viaja muito pelo país para encontrar professores do ensino público, onde sofrem com baixos salários e formação insuficiente.
— É uma tristeza ver a situação do ensino. Acho muito positivo que o Brasil esteja discutindo problemas da educação. O Enem, por exemplo, é muito mais inteligente e lógico que o vestibular. O Brasil precisa acordar para o problema da educação. E mesmo sem ter gosto pela política, como disse, nunca conseguiu largar a militância:

— Hoje em dia faço militância junto aos professores. Não consigo ficar quieta. Tenho, sim, muito gosto pela liberdade e sanha pela justiça que não é mole — declarou, com sua simplicidade audaciosa.

Enviado por Rachel Bertol


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PORTO ALEGRE - Falcões peregrinos estão sendo treinados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) no aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, para afastar outras aves que podem causar acidentes ao colidirem ou serem sugadas por turbinas de aviões. Os animais são treinados desde o início do ano para a tarefa. Ações semelhantes vem sendo desenvolvidas em aeroportos de Belo Horizonte e Rio de Janeiro.
O falcão peregrino (cujo nome científico é Falco peregrinus) é considerado o animal mais rápido do planeta. Ele pode atingir velocidade de mergulho de até 400 quilômetros por hora. Característico de regiões montanhosas, o Falcão Peregrino pode ser encontrado em todos os continentes, exceto na Antártida. Na América Latina, aparece como migrante do hemisfério Norte (região do Alaska e Canadá), entre outubro e abril.Durante sua viagem migratória, a ave chega a percorrer 22 mil quilômetros, deslocando de um hemisfério para outro, na proximidade da mudança de estação.
O peregrino mede entre 38 e 53 centímetros de comprimento, com uma envergadura de asas de 89 a 119 centímetros e peso de 600 gramas a 1,5 quilo, sendo as fêmeas maiores e mais pesadas que os machos. Ave de rapina diurna, predadora poderosa e versátil, captura desde espécies pequenas de pássaros a gansos e gaviões.


fonte: O Globo On Line
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PORTO ALEGRE - Falcões peregrinos estão sendo treinados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) no aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, para afastar outras aves que podem causar acidentes ao colidirem ou serem sugadas por turbinas de aviões. Os animais são treinados desde o início do ano para a tarefa. Ações semelhantes vem sendo desenvolvidas em aeroportos de Belo Horizonte e Rio de Janeiro.
O falcão peregrino (cujo nome científico é Falco peregrinus) é considerado o animal mais rápido do planeta. Ele pode atingir velocidade de mergulho de até 400 quilômetros por hora. Característico de regiões montanhosas, o Falcão Peregrino pode ser encontrado em todos os continentes, exceto na Antártida. Na América Latina, aparece como migrante do hemisfério Norte (região do Alaska e Canadá), entre outubro e abril.Durante sua viagem migratória, a ave chega a percorrer 22 mil quilômetros, deslocando de um hemisfério para outro, na proximidade da mudança de estação.
O peregrino mede entre 38 e 53 centímetros de comprimento, com uma envergadura de asas de 89 a 119 centímetros e peso de 600 gramas a 1,5 quilo, sendo as fêmeas maiores e mais pesadas que os machos. Ave de rapina diurna, predadora poderosa e versátil, captura desde espécies pequenas de pássaros a gansos e gaviões.


fonte: O Globo On Line
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PORTO ALEGRE - Falcões peregrinos estão sendo treinados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) no aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, para afastar outras aves que podem causar acidentes ao colidirem ou serem sugadas por turbinas de aviões. Os animais são treinados desde o início do ano para a tarefa. Ações semelhantes vem sendo desenvolvidas em aeroportos de Belo Horizonte e Rio de Janeiro.
O falcão peregrino (cujo nome científico é Falco peregrinus) é considerado o animal mais rápido do planeta. Ele pode atingir velocidade de mergulho de até 400 quilômetros por hora. Característico de regiões montanhosas, o Falcão Peregrino pode ser encontrado em todos os continentes, exceto na Antártida. Na América Latina, aparece como migrante do hemisfério Norte (região do Alaska e Canadá), entre outubro e abril.Durante sua viagem migratória, a ave chega a percorrer 22 mil quilômetros, deslocando de um hemisfério para outro, na proximidade da mudança de estação.
O peregrino mede entre 38 e 53 centímetros de comprimento, com uma envergadura de asas de 89 a 119 centímetros e peso de 600 gramas a 1,5 quilo, sendo as fêmeas maiores e mais pesadas que os machos. Ave de rapina diurna, predadora poderosa e versátil, captura desde espécies pequenas de pássaros a gansos e gaviões.


fonte: O Globo On Line
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PORTO ALEGRE - Falcões peregrinos estão sendo treinados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) no aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, para afastar outras aves que podem causar acidentes ao colidirem ou serem sugadas por turbinas de aviões. Os animais são treinados desde o início do ano para a tarefa. Ações semelhantes vem sendo desenvolvidas em aeroportos de Belo Horizonte e Rio de Janeiro.
O falcão peregrino (cujo nome científico é Falco peregrinus) é considerado o animal mais rápido do planeta. Ele pode atingir velocidade de mergulho de até 400 quilômetros por hora. Característico de regiões montanhosas, o Falcão Peregrino pode ser encontrado em todos os continentes, exceto na Antártida. Na América Latina, aparece como migrante do hemisfério Norte (região do Alaska e Canadá), entre outubro e abril.Durante sua viagem migratória, a ave chega a percorrer 22 mil quilômetros, deslocando de um hemisfério para outro, na proximidade da mudança de estação.
O peregrino mede entre 38 e 53 centímetros de comprimento, com uma envergadura de asas de 89 a 119 centímetros e peso de 600 gramas a 1,5 quilo, sendo as fêmeas maiores e mais pesadas que os machos. Ave de rapina diurna, predadora poderosa e versátil, captura desde espécies pequenas de pássaros a gansos e gaviões.


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O falcão peregrino (cujo nome científico é Falco peregrinus) é considerado o animal mais rápido do planeta. Ele pode atingir velocidade de mergulho de até 400 quilômetros por hora. Característico de regiões montanhosas, o Falcão Peregrino pode ser encontrado em todos os continentes, exceto na Antártida. Na América Latina, aparece como migrante do hemisfério Norte (região do Alaska e Canadá), entre outubro e abril.Durante sua viagem migratória, a ave chega a percorrer 22 mil quilômetros, deslocando de um hemisfério para outro, na proximidade da mudança de estação.
O peregrino mede entre 38 e 53 centímetros de comprimento, com uma envergadura de asas de 89 a 119 centímetros e peso de 600 gramas a 1,5 quilo, sendo as fêmeas maiores e mais pesadas que os machos. Ave de rapina diurna, predadora poderosa e versátil, captura desde espécies pequenas de pássaros a gansos e gaviões.


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O falcão peregrino (cujo nome científico é Falco peregrinus) é considerado o animal mais rápido do planeta. Ele pode atingir velocidade de mergulho de até 400 quilômetros por hora. Característico de regiões montanhosas, o Falcão Peregrino pode ser encontrado em todos os continentes, exceto na Antártida. Na América Latina, aparece como migrante do hemisfério Norte (região do Alaska e Canadá), entre outubro e abril.Durante sua viagem migratória, a ave chega a percorrer 22 mil quilômetros, deslocando de um hemisfério para outro, na proximidade da mudança de estação.
O peregrino mede entre 38 e 53 centímetros de comprimento, com uma envergadura de asas de 89 a 119 centímetros e peso de 600 gramas a 1,5 quilo, sendo as fêmeas maiores e mais pesadas que os machos. Ave de rapina diurna, predadora poderosa e versátil, captura desde espécies pequenas de pássaros a gansos e gaviões.


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PORTO ALEGRE - Falcões peregrinos estão sendo treinados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) no aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, para afastar outras aves que podem causar acidentes ao colidirem ou serem sugadas por turbinas de aviões. Os animais são treinados desde o início do ano para a tarefa. Ações semelhantes vem sendo desenvolvidas em aeroportos de Belo Horizonte e Rio de Janeiro.
O falcão peregrino (cujo nome científico é Falco peregrinus) é considerado o animal mais rápido do planeta. Ele pode atingir velocidade de mergulho de até 400 quilômetros por hora. Característico de regiões montanhosas, o Falcão Peregrino pode ser encontrado em todos os continentes, exceto na Antártida. Na América Latina, aparece como migrante do hemisfério Norte (região do Alaska e Canadá), entre outubro e abril.Durante sua viagem migratória, a ave chega a percorrer 22 mil quilômetros, deslocando de um hemisfério para outro, na proximidade da mudança de estação.
O peregrino mede entre 38 e 53 centímetros de comprimento, com uma envergadura de asas de 89 a 119 centímetros e peso de 600 gramas a 1,5 quilo, sendo as fêmeas maiores e mais pesadas que os machos. Ave de rapina diurna, predadora poderosa e versátil, captura desde espécies pequenas de pássaros a gansos e gaviões.


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PORTO ALEGRE - Falcões peregrinos estão sendo treinados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) no aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, para afastar outras aves que podem causar acidentes ao colidirem ou serem sugadas por turbinas de aviões. Os animais são treinados desde o início do ano para a tarefa. Ações semelhantes vem sendo desenvolvidas em aeroportos de Belo Horizonte e Rio de Janeiro.
O falcão peregrino (cujo nome científico é Falco peregrinus) é considerado o animal mais rápido do planeta. Ele pode atingir velocidade de mergulho de até 400 quilômetros por hora. Característico de regiões montanhosas, o Falcão Peregrino pode ser encontrado em todos os continentes, exceto na Antártida. Na América Latina, aparece como migrante do hemisfério Norte (região do Alaska e Canadá), entre outubro e abril.Durante sua viagem migratória, a ave chega a percorrer 22 mil quilômetros, deslocando de um hemisfério para outro, na proximidade da mudança de estação.
O peregrino mede entre 38 e 53 centímetros de comprimento, com uma envergadura de asas de 89 a 119 centímetros e peso de 600 gramas a 1,5 quilo, sendo as fêmeas maiores e mais pesadas que os machos. Ave de rapina diurna, predadora poderosa e versátil, captura desde espécies pequenas de pássaros a gansos e gaviões.


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MACEIÓ - O delegado de Roubos e Furtos de Veículos, Alcides Andrade, divulgou, na tarde desta quarta-feira (29), os retratos falados de dois acusados de envolvimento no assalto que terminou com um bebê de três meses sendo arrastado pela parte externa do carro no bairro da Ponta Verde.
Segundo o delegado, o retrato falado dos criminosos foi confeccionado pelo serviço de inteligência da PC, com base nas informações fornecidas pelos parentes da criança e pelo motoqueiro Franklin Menezes, que ajudou no socorro do bebê.
- Quem tiver qualquer informação pode passar por meio do disque-denúncia através do telefone 0800 284 9390 ou pelo site da Polícia Civil (www.pc.al.gov.br) - explicou.
Alcides Andrade também já solicitou as imagens de alguns prédios da avenida Sandoval Arroxelas, na Ponta Verde, por onde os criminosos passaram com o bebê pendurado pelo lado de fora, preso numa cadeirinha. "
- Também já temos o nome de três suspeitos, mas estes não serão divulgados para não atrapalhar as investigações - ressaltou o delegado, acrescentando que deve indiciar os acusados pelos crimes de roubo e tentativa de homicídio.

































fonte: O Globo On Line
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MACEIÓ - O delegado de Roubos e Furtos de Veículos, Alcides Andrade, divulgou, na tarde desta quarta-feira (29), os retratos falados de dois acusados de envolvimento no assalto que terminou com um bebê de três meses sendo arrastado pela parte externa do carro no bairro da Ponta Verde.
Segundo o delegado, o retrato falado dos criminosos foi confeccionado pelo serviço de inteligência da PC, com base nas informações fornecidas pelos parentes da criança e pelo motoqueiro Franklin Menezes, que ajudou no socorro do bebê.
- Quem tiver qualquer informação pode passar por meio do disque-denúncia através do telefone 0800 284 9390 ou pelo site da Polícia Civil (www.pc.al.gov.br) - explicou.
Alcides Andrade também já solicitou as imagens de alguns prédios da avenida Sandoval Arroxelas, na Ponta Verde, por onde os criminosos passaram com o bebê pendurado pelo lado de fora, preso numa cadeirinha. "
- Também já temos o nome de três suspeitos, mas estes não serão divulgados para não atrapalhar as investigações - ressaltou o delegado, acrescentando que deve indiciar os acusados pelos crimes de roubo e tentativa de homicídio.

































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Segundo o delegado, o retrato falado dos criminosos foi confeccionado pelo serviço de inteligência da PC, com base nas informações fornecidas pelos parentes da criança e pelo motoqueiro Franklin Menezes, que ajudou no socorro do bebê.
- Quem tiver qualquer informação pode passar por meio do disque-denúncia através do telefone 0800 284 9390 ou pelo site da Polícia Civil (www.pc.al.gov.br) - explicou.
Alcides Andrade também já solicitou as imagens de alguns prédios da avenida Sandoval Arroxelas, na Ponta Verde, por onde os criminosos passaram com o bebê pendurado pelo lado de fora, preso numa cadeirinha. "
- Também já temos o nome de três suspeitos, mas estes não serão divulgados para não atrapalhar as investigações - ressaltou o delegado, acrescentando que deve indiciar os acusados pelos crimes de roubo e tentativa de homicídio.

































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Segundo o delegado, o retrato falado dos criminosos foi confeccionado pelo serviço de inteligência da PC, com base nas informações fornecidas pelos parentes da criança e pelo motoqueiro Franklin Menezes, que ajudou no socorro do bebê.
- Quem tiver qualquer informação pode passar por meio do disque-denúncia através do telefone 0800 284 9390 ou pelo site da Polícia Civil (www.pc.al.gov.br) - explicou.
Alcides Andrade também já solicitou as imagens de alguns prédios da avenida Sandoval Arroxelas, na Ponta Verde, por onde os criminosos passaram com o bebê pendurado pelo lado de fora, preso numa cadeirinha. "
- Também já temos o nome de três suspeitos, mas estes não serão divulgados para não atrapalhar as investigações - ressaltou o delegado, acrescentando que deve indiciar os acusados pelos crimes de roubo e tentativa de homicídio.

































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Segundo o delegado, o retrato falado dos criminosos foi confeccionado pelo serviço de inteligência da PC, com base nas informações fornecidas pelos parentes da criança e pelo motoqueiro Franklin Menezes, que ajudou no socorro do bebê.
- Quem tiver qualquer informação pode passar por meio do disque-denúncia através do telefone 0800 284 9390 ou pelo site da Polícia Civil (www.pc.al.gov.br) - explicou.
Alcides Andrade também já solicitou as imagens de alguns prédios da avenida Sandoval Arroxelas, na Ponta Verde, por onde os criminosos passaram com o bebê pendurado pelo lado de fora, preso numa cadeirinha. "
- Também já temos o nome de três suspeitos, mas estes não serão divulgados para não atrapalhar as investigações - ressaltou o delegado, acrescentando que deve indiciar os acusados pelos crimes de roubo e tentativa de homicídio.

































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Segundo o delegado, o retrato falado dos criminosos foi confeccionado pelo serviço de inteligência da PC, com base nas informações fornecidas pelos parentes da criança e pelo motoqueiro Franklin Menezes, que ajudou no socorro do bebê.
- Quem tiver qualquer informação pode passar por meio do disque-denúncia através do telefone 0800 284 9390 ou pelo site da Polícia Civil (www.pc.al.gov.br) - explicou.
Alcides Andrade também já solicitou as imagens de alguns prédios da avenida Sandoval Arroxelas, na Ponta Verde, por onde os criminosos passaram com o bebê pendurado pelo lado de fora, preso numa cadeirinha. "
- Também já temos o nome de três suspeitos, mas estes não serão divulgados para não atrapalhar as investigações - ressaltou o delegado, acrescentando que deve indiciar os acusados pelos crimes de roubo e tentativa de homicídio.

































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Segundo o delegado, o retrato falado dos criminosos foi confeccionado pelo serviço de inteligência da PC, com base nas informações fornecidas pelos parentes da criança e pelo motoqueiro Franklin Menezes, que ajudou no socorro do bebê.
- Quem tiver qualquer informação pode passar por meio do disque-denúncia através do telefone 0800 284 9390 ou pelo site da Polícia Civil (www.pc.al.gov.br) - explicou.
Alcides Andrade também já solicitou as imagens de alguns prédios da avenida Sandoval Arroxelas, na Ponta Verde, por onde os criminosos passaram com o bebê pendurado pelo lado de fora, preso numa cadeirinha. "
- Também já temos o nome de três suspeitos, mas estes não serão divulgados para não atrapalhar as investigações - ressaltou o delegado, acrescentando que deve indiciar os acusados pelos crimes de roubo e tentativa de homicídio.

































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MACEIÓ - O delegado de Roubos e Furtos de Veículos, Alcides Andrade, divulgou, na tarde desta quarta-feira (29), os retratos falados de dois acusados de envolvimento no assalto que terminou com um bebê de três meses sendo arrastado pela parte externa do carro no bairro da Ponta Verde.
Segundo o delegado, o retrato falado dos criminosos foi confeccionado pelo serviço de inteligência da PC, com base nas informações fornecidas pelos parentes da criança e pelo motoqueiro Franklin Menezes, que ajudou no socorro do bebê.
- Quem tiver qualquer informação pode passar por meio do disque-denúncia através do telefone 0800 284 9390 ou pelo site da Polícia Civil (www.pc.al.gov.br) - explicou.
Alcides Andrade também já solicitou as imagens de alguns prédios da avenida Sandoval Arroxelas, na Ponta Verde, por onde os criminosos passaram com o bebê pendurado pelo lado de fora, preso numa cadeirinha. "
- Também já temos o nome de três suspeitos, mas estes não serão divulgados para não atrapalhar as investigações - ressaltou o delegado, acrescentando que deve indiciar os acusados pelos crimes de roubo e tentativa de homicídio.

































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Elise Tan Roberts dá "bom dia" para as plantas e adora brincar com suas bonecas, como muitas outras crianças da sua idade. Mas a "normalidade" para por aí. A menina inglesa de 2 anos tem um QI de 156, apenas quatro pontos abaixo do gênio Albert Einstein!!!
Nascida em Londres, a menina junta as pontas dos dedos indicadores e dos dedões e a mãe, Louise, pergunta o que é:
"Um triângulo equilátero", responde Elise.

A mãe reconhece que não tem nada a ver com a genialidade da pequena notável:
"Não tem nada a ver comigo. Ela simplesmente diz coisas e você não tem ideia de onde aquilo veio. Eu não paro para ficar ensinando um monte de coisas. Ela apenas adora aprender. Ela nunca para".

Joan Freeman, especialista em Psicologia da Educação ouvido pelo "Mirror" e que realizou o teste de QI com Elise, disse que a memória da menina é um grande dom.
"Ela é muito mais que brilhante", declarou.

O que Elise consegue fazer:

Soletra em alto e bom som o próprio nome

Lê algumas palavras, como 'mamãe' e 'papai'

Reconhece letras feitas a mão

Dá os nomes dos três tipos de triângulo

Cita 35 capitais do mundo

Desenha círculos

Recita o alfabeto fonético

Tem o alfabeto normal na ponta da língua

Conta até 10 em espanhol

Conta até 20 em inglês

Faz operações matemáticas elementares

Conhece todas as cores, e sabe distinguir rosa de violeta, preto de marrom

Conhece várias formas geométricas, incluindo hexágono, estrela, círculo, quadrado e retângulo

Dá os nomes de vários animais e conhece os sons que eles emitem

Uma vez, olhando um livro com amiguinhos, ela repreendeu um deles: "Isso não é um rinoceronte, é um triceratope".


link do postPor anjoseguerreiros, às 15:43  comentar

Elise Tan Roberts dá "bom dia" para as plantas e adora brincar com suas bonecas, como muitas outras crianças da sua idade. Mas a "normalidade" para por aí. A menina inglesa de 2 anos tem um QI de 156, apenas quatro pontos abaixo do gênio Albert Einstein!!!
Nascida em Londres, a menina junta as pontas dos dedos indicadores e dos dedões e a mãe, Louise, pergunta o que é:
"Um triângulo equilátero", responde Elise.

A mãe reconhece que não tem nada a ver com a genialidade da pequena notável:
"Não tem nada a ver comigo. Ela simplesmente diz coisas e você não tem ideia de onde aquilo veio. Eu não paro para ficar ensinando um monte de coisas. Ela apenas adora aprender. Ela nunca para".

Joan Freeman, especialista em Psicologia da Educação ouvido pelo "Mirror" e que realizou o teste de QI com Elise, disse que a memória da menina é um grande dom.
"Ela é muito mais que brilhante", declarou.

O que Elise consegue fazer:

Soletra em alto e bom som o próprio nome

Lê algumas palavras, como 'mamãe' e 'papai'

Reconhece letras feitas a mão

Dá os nomes dos três tipos de triângulo

Cita 35 capitais do mundo

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Recita o alfabeto fonético

Tem o alfabeto normal na ponta da língua

Conta até 10 em espanhol

Conta até 20 em inglês

Faz operações matemáticas elementares

Conhece todas as cores, e sabe distinguir rosa de violeta, preto de marrom

Conhece várias formas geométricas, incluindo hexágono, estrela, círculo, quadrado e retângulo

Dá os nomes de vários animais e conhece os sons que eles emitem

Uma vez, olhando um livro com amiguinhos, ela repreendeu um deles: "Isso não é um rinoceronte, é um triceratope".


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Elise Tan Roberts dá "bom dia" para as plantas e adora brincar com suas bonecas, como muitas outras crianças da sua idade. Mas a "normalidade" para por aí. A menina inglesa de 2 anos tem um QI de 156, apenas quatro pontos abaixo do gênio Albert Einstein!!!
Nascida em Londres, a menina junta as pontas dos dedos indicadores e dos dedões e a mãe, Louise, pergunta o que é:
"Um triângulo equilátero", responde Elise.

A mãe reconhece que não tem nada a ver com a genialidade da pequena notável:
"Não tem nada a ver comigo. Ela simplesmente diz coisas e você não tem ideia de onde aquilo veio. Eu não paro para ficar ensinando um monte de coisas. Ela apenas adora aprender. Ela nunca para".

Joan Freeman, especialista em Psicologia da Educação ouvido pelo "Mirror" e que realizou o teste de QI com Elise, disse que a memória da menina é um grande dom.
"Ela é muito mais que brilhante", declarou.

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Conta até 10 em espanhol

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Conhece todas as cores, e sabe distinguir rosa de violeta, preto de marrom

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Elise Tan Roberts dá "bom dia" para as plantas e adora brincar com suas bonecas, como muitas outras crianças da sua idade. Mas a "normalidade" para por aí. A menina inglesa de 2 anos tem um QI de 156, apenas quatro pontos abaixo do gênio Albert Einstein!!!
Nascida em Londres, a menina junta as pontas dos dedos indicadores e dos dedões e a mãe, Louise, pergunta o que é:
"Um triângulo equilátero", responde Elise.

A mãe reconhece que não tem nada a ver com a genialidade da pequena notável:
"Não tem nada a ver comigo. Ela simplesmente diz coisas e você não tem ideia de onde aquilo veio. Eu não paro para ficar ensinando um monte de coisas. Ela apenas adora aprender. Ela nunca para".

Joan Freeman, especialista em Psicologia da Educação ouvido pelo "Mirror" e que realizou o teste de QI com Elise, disse que a memória da menina é um grande dom.
"Ela é muito mais que brilhante", declarou.

O que Elise consegue fazer:

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Conhece todas as cores, e sabe distinguir rosa de violeta, preto de marrom

Conhece várias formas geométricas, incluindo hexágono, estrela, círculo, quadrado e retângulo

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Uma vez, olhando um livro com amiguinhos, ela repreendeu um deles: "Isso não é um rinoceronte, é um triceratope".


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Elise Tan Roberts dá "bom dia" para as plantas e adora brincar com suas bonecas, como muitas outras crianças da sua idade. Mas a "normalidade" para por aí. A menina inglesa de 2 anos tem um QI de 156, apenas quatro pontos abaixo do gênio Albert Einstein!!!
Nascida em Londres, a menina junta as pontas dos dedos indicadores e dos dedões e a mãe, Louise, pergunta o que é:
"Um triângulo equilátero", responde Elise.

A mãe reconhece que não tem nada a ver com a genialidade da pequena notável:
"Não tem nada a ver comigo. Ela simplesmente diz coisas e você não tem ideia de onde aquilo veio. Eu não paro para ficar ensinando um monte de coisas. Ela apenas adora aprender. Ela nunca para".

Joan Freeman, especialista em Psicologia da Educação ouvido pelo "Mirror" e que realizou o teste de QI com Elise, disse que a memória da menina é um grande dom.
"Ela é muito mais que brilhante", declarou.

O que Elise consegue fazer:

Soletra em alto e bom som o próprio nome

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Reconhece letras feitas a mão

Dá os nomes dos três tipos de triângulo

Cita 35 capitais do mundo

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Tem o alfabeto normal na ponta da língua

Conta até 10 em espanhol

Conta até 20 em inglês

Faz operações matemáticas elementares

Conhece todas as cores, e sabe distinguir rosa de violeta, preto de marrom

Conhece várias formas geométricas, incluindo hexágono, estrela, círculo, quadrado e retângulo

Dá os nomes de vários animais e conhece os sons que eles emitem

Uma vez, olhando um livro com amiguinhos, ela repreendeu um deles: "Isso não é um rinoceronte, é um triceratope".


link do postPor anjoseguerreiros, às 15:43  comentar

Elise Tan Roberts dá "bom dia" para as plantas e adora brincar com suas bonecas, como muitas outras crianças da sua idade. Mas a "normalidade" para por aí. A menina inglesa de 2 anos tem um QI de 156, apenas quatro pontos abaixo do gênio Albert Einstein!!!
Nascida em Londres, a menina junta as pontas dos dedos indicadores e dos dedões e a mãe, Louise, pergunta o que é:
"Um triângulo equilátero", responde Elise.

A mãe reconhece que não tem nada a ver com a genialidade da pequena notável:
"Não tem nada a ver comigo. Ela simplesmente diz coisas e você não tem ideia de onde aquilo veio. Eu não paro para ficar ensinando um monte de coisas. Ela apenas adora aprender. Ela nunca para".

Joan Freeman, especialista em Psicologia da Educação ouvido pelo "Mirror" e que realizou o teste de QI com Elise, disse que a memória da menina é um grande dom.
"Ela é muito mais que brilhante", declarou.

O que Elise consegue fazer:

Soletra em alto e bom som o próprio nome

Lê algumas palavras, como 'mamãe' e 'papai'

Reconhece letras feitas a mão

Dá os nomes dos três tipos de triângulo

Cita 35 capitais do mundo

Desenha círculos

Recita o alfabeto fonético

Tem o alfabeto normal na ponta da língua

Conta até 10 em espanhol

Conta até 20 em inglês

Faz operações matemáticas elementares

Conhece todas as cores, e sabe distinguir rosa de violeta, preto de marrom

Conhece várias formas geométricas, incluindo hexágono, estrela, círculo, quadrado e retângulo

Dá os nomes de vários animais e conhece os sons que eles emitem

Uma vez, olhando um livro com amiguinhos, ela repreendeu um deles: "Isso não é um rinoceronte, é um triceratope".


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Elise Tan Roberts dá "bom dia" para as plantas e adora brincar com suas bonecas, como muitas outras crianças da sua idade. Mas a "normalidade" para por aí. A menina inglesa de 2 anos tem um QI de 156, apenas quatro pontos abaixo do gênio Albert Einstein!!!
Nascida em Londres, a menina junta as pontas dos dedos indicadores e dos dedões e a mãe, Louise, pergunta o que é:
"Um triângulo equilátero", responde Elise.

A mãe reconhece que não tem nada a ver com a genialidade da pequena notável:
"Não tem nada a ver comigo. Ela simplesmente diz coisas e você não tem ideia de onde aquilo veio. Eu não paro para ficar ensinando um monte de coisas. Ela apenas adora aprender. Ela nunca para".

Joan Freeman, especialista em Psicologia da Educação ouvido pelo "Mirror" e que realizou o teste de QI com Elise, disse que a memória da menina é um grande dom.
"Ela é muito mais que brilhante", declarou.

O que Elise consegue fazer:

Soletra em alto e bom som o próprio nome

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Elise Tan Roberts dá "bom dia" para as plantas e adora brincar com suas bonecas, como muitas outras crianças da sua idade. Mas a "normalidade" para por aí. A menina inglesa de 2 anos tem um QI de 156, apenas quatro pontos abaixo do gênio Albert Einstein!!!
Nascida em Londres, a menina junta as pontas dos dedos indicadores e dos dedões e a mãe, Louise, pergunta o que é:
"Um triângulo equilátero", responde Elise.

A mãe reconhece que não tem nada a ver com a genialidade da pequena notável:
"Não tem nada a ver comigo. Ela simplesmente diz coisas e você não tem ideia de onde aquilo veio. Eu não paro para ficar ensinando um monte de coisas. Ela apenas adora aprender. Ela nunca para".

Joan Freeman, especialista em Psicologia da Educação ouvido pelo "Mirror" e que realizou o teste de QI com Elise, disse que a memória da menina é um grande dom.
"Ela é muito mais que brilhante", declarou.

O que Elise consegue fazer:

Soletra em alto e bom som o próprio nome

Lê algumas palavras, como 'mamãe' e 'papai'

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Dá os nomes dos três tipos de triângulo

Cita 35 capitais do mundo

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Recita o alfabeto fonético

Tem o alfabeto normal na ponta da língua

Conta até 10 em espanhol

Conta até 20 em inglês

Faz operações matemáticas elementares

Conhece todas as cores, e sabe distinguir rosa de violeta, preto de marrom

Conhece várias formas geométricas, incluindo hexágono, estrela, círculo, quadrado e retângulo

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SALVADOR - Foi confirmada pela Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), nesta quarta-feira, a oitava morte provocada pela meningite na capital baiana neste ano. Uma análise realizada pelo laboratório do Hospital Couto Maia confirmou que Rebeca Airam Santos, 9 anos, que morreu no dia 18 de abril, no Hospital Geral Roberto Santos (HGRS), estava com a doença.
Havia a suspeita de que a menina pudesse estar com dengue, mas exames realizados no Laboratório Central Gonçalo Muniz (Lacen) deram negativo.
Somente em 2009, na Bahia, já foram confirmadas 22 mortes por causa da meningite. Foram registrados 219 casos da doença, de acordo com boletim divulgado pela Sesab, que contém dados até o final do mês de março. Ano passado, no estado, foram confirmados 1.279 casos de meningites com 123 mortes.


fonte: O Globo On Line
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SALVADOR - Foi confirmada pela Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), nesta quarta-feira, a oitava morte provocada pela meningite na capital baiana neste ano. Uma análise realizada pelo laboratório do Hospital Couto Maia confirmou que Rebeca Airam Santos, 9 anos, que morreu no dia 18 de abril, no Hospital Geral Roberto Santos (HGRS), estava com a doença.
Havia a suspeita de que a menina pudesse estar com dengue, mas exames realizados no Laboratório Central Gonçalo Muniz (Lacen) deram negativo.
Somente em 2009, na Bahia, já foram confirmadas 22 mortes por causa da meningite. Foram registrados 219 casos da doença, de acordo com boletim divulgado pela Sesab, que contém dados até o final do mês de março. Ano passado, no estado, foram confirmados 1.279 casos de meningites com 123 mortes.


fonte: O Globo On Line
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SALVADOR - Foi confirmada pela Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), nesta quarta-feira, a oitava morte provocada pela meningite na capital baiana neste ano. Uma análise realizada pelo laboratório do Hospital Couto Maia confirmou que Rebeca Airam Santos, 9 anos, que morreu no dia 18 de abril, no Hospital Geral Roberto Santos (HGRS), estava com a doença.
Havia a suspeita de que a menina pudesse estar com dengue, mas exames realizados no Laboratório Central Gonçalo Muniz (Lacen) deram negativo.
Somente em 2009, na Bahia, já foram confirmadas 22 mortes por causa da meningite. Foram registrados 219 casos da doença, de acordo com boletim divulgado pela Sesab, que contém dados até o final do mês de março. Ano passado, no estado, foram confirmados 1.279 casos de meningites com 123 mortes.


fonte: O Globo On Line
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SALVADOR - Foi confirmada pela Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), nesta quarta-feira, a oitava morte provocada pela meningite na capital baiana neste ano. Uma análise realizada pelo laboratório do Hospital Couto Maia confirmou que Rebeca Airam Santos, 9 anos, que morreu no dia 18 de abril, no Hospital Geral Roberto Santos (HGRS), estava com a doença.
Havia a suspeita de que a menina pudesse estar com dengue, mas exames realizados no Laboratório Central Gonçalo Muniz (Lacen) deram negativo.
Somente em 2009, na Bahia, já foram confirmadas 22 mortes por causa da meningite. Foram registrados 219 casos da doença, de acordo com boletim divulgado pela Sesab, que contém dados até o final do mês de março. Ano passado, no estado, foram confirmados 1.279 casos de meningites com 123 mortes.


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Havia a suspeita de que a menina pudesse estar com dengue, mas exames realizados no Laboratório Central Gonçalo Muniz (Lacen) deram negativo.
Somente em 2009, na Bahia, já foram confirmadas 22 mortes por causa da meningite. Foram registrados 219 casos da doença, de acordo com boletim divulgado pela Sesab, que contém dados até o final do mês de março. Ano passado, no estado, foram confirmados 1.279 casos de meningites com 123 mortes.


fonte: O Globo On Line
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SALVADOR - Foi confirmada pela Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), nesta quarta-feira, a oitava morte provocada pela meningite na capital baiana neste ano. Uma análise realizada pelo laboratório do Hospital Couto Maia confirmou que Rebeca Airam Santos, 9 anos, que morreu no dia 18 de abril, no Hospital Geral Roberto Santos (HGRS), estava com a doença.
Havia a suspeita de que a menina pudesse estar com dengue, mas exames realizados no Laboratório Central Gonçalo Muniz (Lacen) deram negativo.
Somente em 2009, na Bahia, já foram confirmadas 22 mortes por causa da meningite. Foram registrados 219 casos da doença, de acordo com boletim divulgado pela Sesab, que contém dados até o final do mês de março. Ano passado, no estado, foram confirmados 1.279 casos de meningites com 123 mortes.


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SALVADOR - Foi confirmada pela Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), nesta quarta-feira, a oitava morte provocada pela meningite na capital baiana neste ano. Uma análise realizada pelo laboratório do Hospital Couto Maia confirmou que Rebeca Airam Santos, 9 anos, que morreu no dia 18 de abril, no Hospital Geral Roberto Santos (HGRS), estava com a doença.
Havia a suspeita de que a menina pudesse estar com dengue, mas exames realizados no Laboratório Central Gonçalo Muniz (Lacen) deram negativo.
Somente em 2009, na Bahia, já foram confirmadas 22 mortes por causa da meningite. Foram registrados 219 casos da doença, de acordo com boletim divulgado pela Sesab, que contém dados até o final do mês de março. Ano passado, no estado, foram confirmados 1.279 casos de meningites com 123 mortes.


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SALVADOR - Foi confirmada pela Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), nesta quarta-feira, a oitava morte provocada pela meningite na capital baiana neste ano. Uma análise realizada pelo laboratório do Hospital Couto Maia confirmou que Rebeca Airam Santos, 9 anos, que morreu no dia 18 de abril, no Hospital Geral Roberto Santos (HGRS), estava com a doença.
Havia a suspeita de que a menina pudesse estar com dengue, mas exames realizados no Laboratório Central Gonçalo Muniz (Lacen) deram negativo.
Somente em 2009, na Bahia, já foram confirmadas 22 mortes por causa da meningite. Foram registrados 219 casos da doença, de acordo com boletim divulgado pela Sesab, que contém dados até o final do mês de março. Ano passado, no estado, foram confirmados 1.279 casos de meningites com 123 mortes.


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De acordo com as estatísticas, cerca de 80% da população sofre ou sofrerá com dores lombares em algum momento da vida. E a dor lombar é um dos motivos mais frequentes para o afastamento e faltas no trabalho.
A região, localizada na parte baixa das costas, próxima ao quadril, recebe bastante carga, principalmente quando estamos sentados. Alguns fatores podem ocasionar maior sobrecarga nesta área, como o uso de salto alto, a gravidez, má postura, encurtamento dos músculos da região lombar e posteriores da coxa e fraqueza dos músculos abdominais. Tanto o uso do salto alto como a gravidez deslocam o centro de gravidade para a frente, causando um aumento excessivo da curvatura da região lombar, a tão conhecida hiperlordose lombar.
O problema da dor lombar é que, além de ser bastante desconfortável, acaba se tornando crônica e incapacitante. Ela pode evoluir para um quadro mais grave, como a hérnia de disco. Portanto, se você sente dor lombar, procure um médico.
Como estivemos falando sobre aquela barriguinha e seus efeitos nocivos, podendo gerar a Síndrome Metabólica, eis aqui mais uma razão para não descuidar do fortalecimento da região abdominal. A fraqueza da parede abdominal e o encurtamento dos músculos posteriores da coxa e flexores do quadril estão diretamente associados ao quadro de dor lombar. A boa notícia é que, segundo estudos realizados por pesquisadores brasileiros, após um período de fortalecimento e alongamento destas regiões, o corpo responde bem e o quadro de dor apresenta melhora.
Outra boa notícia é que o fortalecimento abdominal faz com que as vísceras fiquem comprimidas, mantendo uma silhueta mais elegante. Diminuir a dor e ainda melhorar a estética parece um grande benefício, considerando que será necessário investir alguns minutos diários em exercícios de alongamento e fortalecimento.

Por Renato Dutra

fonte: VEJA

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De acordo com as estatísticas, cerca de 80% da população sofre ou sofrerá com dores lombares em algum momento da vida. E a dor lombar é um dos motivos mais frequentes para o afastamento e faltas no trabalho.
A região, localizada na parte baixa das costas, próxima ao quadril, recebe bastante carga, principalmente quando estamos sentados. Alguns fatores podem ocasionar maior sobrecarga nesta área, como o uso de salto alto, a gravidez, má postura, encurtamento dos músculos da região lombar e posteriores da coxa e fraqueza dos músculos abdominais. Tanto o uso do salto alto como a gravidez deslocam o centro de gravidade para a frente, causando um aumento excessivo da curvatura da região lombar, a tão conhecida hiperlordose lombar.
O problema da dor lombar é que, além de ser bastante desconfortável, acaba se tornando crônica e incapacitante. Ela pode evoluir para um quadro mais grave, como a hérnia de disco. Portanto, se você sente dor lombar, procure um médico.
Como estivemos falando sobre aquela barriguinha e seus efeitos nocivos, podendo gerar a Síndrome Metabólica, eis aqui mais uma razão para não descuidar do fortalecimento da região abdominal. A fraqueza da parede abdominal e o encurtamento dos músculos posteriores da coxa e flexores do quadril estão diretamente associados ao quadro de dor lombar. A boa notícia é que, segundo estudos realizados por pesquisadores brasileiros, após um período de fortalecimento e alongamento destas regiões, o corpo responde bem e o quadro de dor apresenta melhora.
Outra boa notícia é que o fortalecimento abdominal faz com que as vísceras fiquem comprimidas, mantendo uma silhueta mais elegante. Diminuir a dor e ainda melhorar a estética parece um grande benefício, considerando que será necessário investir alguns minutos diários em exercícios de alongamento e fortalecimento.

Por Renato Dutra

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De acordo com as estatísticas, cerca de 80% da população sofre ou sofrerá com dores lombares em algum momento da vida. E a dor lombar é um dos motivos mais frequentes para o afastamento e faltas no trabalho.
A região, localizada na parte baixa das costas, próxima ao quadril, recebe bastante carga, principalmente quando estamos sentados. Alguns fatores podem ocasionar maior sobrecarga nesta área, como o uso de salto alto, a gravidez, má postura, encurtamento dos músculos da região lombar e posteriores da coxa e fraqueza dos músculos abdominais. Tanto o uso do salto alto como a gravidez deslocam o centro de gravidade para a frente, causando um aumento excessivo da curvatura da região lombar, a tão conhecida hiperlordose lombar.
O problema da dor lombar é que, além de ser bastante desconfortável, acaba se tornando crônica e incapacitante. Ela pode evoluir para um quadro mais grave, como a hérnia de disco. Portanto, se você sente dor lombar, procure um médico.
Como estivemos falando sobre aquela barriguinha e seus efeitos nocivos, podendo gerar a Síndrome Metabólica, eis aqui mais uma razão para não descuidar do fortalecimento da região abdominal. A fraqueza da parede abdominal e o encurtamento dos músculos posteriores da coxa e flexores do quadril estão diretamente associados ao quadro de dor lombar. A boa notícia é que, segundo estudos realizados por pesquisadores brasileiros, após um período de fortalecimento e alongamento destas regiões, o corpo responde bem e o quadro de dor apresenta melhora.
Outra boa notícia é que o fortalecimento abdominal faz com que as vísceras fiquem comprimidas, mantendo uma silhueta mais elegante. Diminuir a dor e ainda melhorar a estética parece um grande benefício, considerando que será necessário investir alguns minutos diários em exercícios de alongamento e fortalecimento.

Por Renato Dutra

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De acordo com as estatísticas, cerca de 80% da população sofre ou sofrerá com dores lombares em algum momento da vida. E a dor lombar é um dos motivos mais frequentes para o afastamento e faltas no trabalho.
A região, localizada na parte baixa das costas, próxima ao quadril, recebe bastante carga, principalmente quando estamos sentados. Alguns fatores podem ocasionar maior sobrecarga nesta área, como o uso de salto alto, a gravidez, má postura, encurtamento dos músculos da região lombar e posteriores da coxa e fraqueza dos músculos abdominais. Tanto o uso do salto alto como a gravidez deslocam o centro de gravidade para a frente, causando um aumento excessivo da curvatura da região lombar, a tão conhecida hiperlordose lombar.
O problema da dor lombar é que, além de ser bastante desconfortável, acaba se tornando crônica e incapacitante. Ela pode evoluir para um quadro mais grave, como a hérnia de disco. Portanto, se você sente dor lombar, procure um médico.
Como estivemos falando sobre aquela barriguinha e seus efeitos nocivos, podendo gerar a Síndrome Metabólica, eis aqui mais uma razão para não descuidar do fortalecimento da região abdominal. A fraqueza da parede abdominal e o encurtamento dos músculos posteriores da coxa e flexores do quadril estão diretamente associados ao quadro de dor lombar. A boa notícia é que, segundo estudos realizados por pesquisadores brasileiros, após um período de fortalecimento e alongamento destas regiões, o corpo responde bem e o quadro de dor apresenta melhora.
Outra boa notícia é que o fortalecimento abdominal faz com que as vísceras fiquem comprimidas, mantendo uma silhueta mais elegante. Diminuir a dor e ainda melhorar a estética parece um grande benefício, considerando que será necessário investir alguns minutos diários em exercícios de alongamento e fortalecimento.

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De acordo com as estatísticas, cerca de 80% da população sofre ou sofrerá com dores lombares em algum momento da vida. E a dor lombar é um dos motivos mais frequentes para o afastamento e faltas no trabalho.
A região, localizada na parte baixa das costas, próxima ao quadril, recebe bastante carga, principalmente quando estamos sentados. Alguns fatores podem ocasionar maior sobrecarga nesta área, como o uso de salto alto, a gravidez, má postura, encurtamento dos músculos da região lombar e posteriores da coxa e fraqueza dos músculos abdominais. Tanto o uso do salto alto como a gravidez deslocam o centro de gravidade para a frente, causando um aumento excessivo da curvatura da região lombar, a tão conhecida hiperlordose lombar.
O problema da dor lombar é que, além de ser bastante desconfortável, acaba se tornando crônica e incapacitante. Ela pode evoluir para um quadro mais grave, como a hérnia de disco. Portanto, se você sente dor lombar, procure um médico.
Como estivemos falando sobre aquela barriguinha e seus efeitos nocivos, podendo gerar a Síndrome Metabólica, eis aqui mais uma razão para não descuidar do fortalecimento da região abdominal. A fraqueza da parede abdominal e o encurtamento dos músculos posteriores da coxa e flexores do quadril estão diretamente associados ao quadro de dor lombar. A boa notícia é que, segundo estudos realizados por pesquisadores brasileiros, após um período de fortalecimento e alongamento destas regiões, o corpo responde bem e o quadro de dor apresenta melhora.
Outra boa notícia é que o fortalecimento abdominal faz com que as vísceras fiquem comprimidas, mantendo uma silhueta mais elegante. Diminuir a dor e ainda melhorar a estética parece um grande benefício, considerando que será necessário investir alguns minutos diários em exercícios de alongamento e fortalecimento.

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De acordo com as estatísticas, cerca de 80% da população sofre ou sofrerá com dores lombares em algum momento da vida. E a dor lombar é um dos motivos mais frequentes para o afastamento e faltas no trabalho.
A região, localizada na parte baixa das costas, próxima ao quadril, recebe bastante carga, principalmente quando estamos sentados. Alguns fatores podem ocasionar maior sobrecarga nesta área, como o uso de salto alto, a gravidez, má postura, encurtamento dos músculos da região lombar e posteriores da coxa e fraqueza dos músculos abdominais. Tanto o uso do salto alto como a gravidez deslocam o centro de gravidade para a frente, causando um aumento excessivo da curvatura da região lombar, a tão conhecida hiperlordose lombar.
O problema da dor lombar é que, além de ser bastante desconfortável, acaba se tornando crônica e incapacitante. Ela pode evoluir para um quadro mais grave, como a hérnia de disco. Portanto, se você sente dor lombar, procure um médico.
Como estivemos falando sobre aquela barriguinha e seus efeitos nocivos, podendo gerar a Síndrome Metabólica, eis aqui mais uma razão para não descuidar do fortalecimento da região abdominal. A fraqueza da parede abdominal e o encurtamento dos músculos posteriores da coxa e flexores do quadril estão diretamente associados ao quadro de dor lombar. A boa notícia é que, segundo estudos realizados por pesquisadores brasileiros, após um período de fortalecimento e alongamento destas regiões, o corpo responde bem e o quadro de dor apresenta melhora.
Outra boa notícia é que o fortalecimento abdominal faz com que as vísceras fiquem comprimidas, mantendo uma silhueta mais elegante. Diminuir a dor e ainda melhorar a estética parece um grande benefício, considerando que será necessário investir alguns minutos diários em exercícios de alongamento e fortalecimento.

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De acordo com as estatísticas, cerca de 80% da população sofre ou sofrerá com dores lombares em algum momento da vida. E a dor lombar é um dos motivos mais frequentes para o afastamento e faltas no trabalho.
A região, localizada na parte baixa das costas, próxima ao quadril, recebe bastante carga, principalmente quando estamos sentados. Alguns fatores podem ocasionar maior sobrecarga nesta área, como o uso de salto alto, a gravidez, má postura, encurtamento dos músculos da região lombar e posteriores da coxa e fraqueza dos músculos abdominais. Tanto o uso do salto alto como a gravidez deslocam o centro de gravidade para a frente, causando um aumento excessivo da curvatura da região lombar, a tão conhecida hiperlordose lombar.
O problema da dor lombar é que, além de ser bastante desconfortável, acaba se tornando crônica e incapacitante. Ela pode evoluir para um quadro mais grave, como a hérnia de disco. Portanto, se você sente dor lombar, procure um médico.
Como estivemos falando sobre aquela barriguinha e seus efeitos nocivos, podendo gerar a Síndrome Metabólica, eis aqui mais uma razão para não descuidar do fortalecimento da região abdominal. A fraqueza da parede abdominal e o encurtamento dos músculos posteriores da coxa e flexores do quadril estão diretamente associados ao quadro de dor lombar. A boa notícia é que, segundo estudos realizados por pesquisadores brasileiros, após um período de fortalecimento e alongamento destas regiões, o corpo responde bem e o quadro de dor apresenta melhora.
Outra boa notícia é que o fortalecimento abdominal faz com que as vísceras fiquem comprimidas, mantendo uma silhueta mais elegante. Diminuir a dor e ainda melhorar a estética parece um grande benefício, considerando que será necessário investir alguns minutos diários em exercícios de alongamento e fortalecimento.

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De acordo com as estatísticas, cerca de 80% da população sofre ou sofrerá com dores lombares em algum momento da vida. E a dor lombar é um dos motivos mais frequentes para o afastamento e faltas no trabalho.
A região, localizada na parte baixa das costas, próxima ao quadril, recebe bastante carga, principalmente quando estamos sentados. Alguns fatores podem ocasionar maior sobrecarga nesta área, como o uso de salto alto, a gravidez, má postura, encurtamento dos músculos da região lombar e posteriores da coxa e fraqueza dos músculos abdominais. Tanto o uso do salto alto como a gravidez deslocam o centro de gravidade para a frente, causando um aumento excessivo da curvatura da região lombar, a tão conhecida hiperlordose lombar.
O problema da dor lombar é que, além de ser bastante desconfortável, acaba se tornando crônica e incapacitante. Ela pode evoluir para um quadro mais grave, como a hérnia de disco. Portanto, se você sente dor lombar, procure um médico.
Como estivemos falando sobre aquela barriguinha e seus efeitos nocivos, podendo gerar a Síndrome Metabólica, eis aqui mais uma razão para não descuidar do fortalecimento da região abdominal. A fraqueza da parede abdominal e o encurtamento dos músculos posteriores da coxa e flexores do quadril estão diretamente associados ao quadro de dor lombar. A boa notícia é que, segundo estudos realizados por pesquisadores brasileiros, após um período de fortalecimento e alongamento destas regiões, o corpo responde bem e o quadro de dor apresenta melhora.
Outra boa notícia é que o fortalecimento abdominal faz com que as vísceras fiquem comprimidas, mantendo uma silhueta mais elegante. Diminuir a dor e ainda melhorar a estética parece um grande benefício, considerando que será necessário investir alguns minutos diários em exercícios de alongamento e fortalecimento.

Por Renato Dutra

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Primeiro, o taxista João Batista Santos equipou seu carro com caipirinha de frutas vermelhas e vinho italiano. Depois, passou a tocar uma gravação com uma salva de palmas cada vez que um usuário entra no veículo. Na sua última tacada para agradar os clientes, inventou (mais) moda: decidiu ter um táxi amigo do planeta. Segundo ele, o primeiro táxi do mundo a se tornar carbon free – o que significa que toda emissão de carbono (o CO é um dos gases responsáveis pelas mudanças climáticas) gerada pela queima do combustível é compensada com o plantio de árvores.
Com a ajuda de uma consultoria, João Batista fez as contas e descobriu que seu táxi emite 32,8 toneladas de gás carbônico num período de 12 meses. Para neutralizar seu impacto, ele planta 164 árvores por ano (sete por semana), já que cada uma delas, quando adulta, absorve 0,2 toneladas de CO no mesmo período.
Se o cliente for sensível à causa, ele pode contribuir com uma quantia de dinheiro de acordo com o tempo da sua corrida. Funciona assim: se o usuário andou 40 minutos deEcotáxi, vai pagar R$ 0,39, segundo uma tabela desenvolvida pelo próprio empreendedor ecológico.
Com o dinheiro em mãos, lá vai João Batista comprar mudas de Pau Brasil – cada uma custa R$ 40 – e plantar em alguma praça de São Paulo. Se o cliente não pode ir junto, o taxista manda uma fotografia com a árvore já na terra.
No domingo próximo (3 de maio, dia do Pau Brasil!), a decisão de João Batista trocar seu táxi por um Ecotáxi vai completar dois anos. Em comemoração, o idealizador do projeto vai plantar dez árvores em uma praça em Itaquera, na região leste de São Paulo. Nessa brincadeira, o moço já enterrou mais de cem mudas.
Por amoraes

Para saber mais, acesse http://www.oseutáxi.com.br/.


fonte: ÉPOCA
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Primeiro, o taxista João Batista Santos equipou seu carro com caipirinha de frutas vermelhas e vinho italiano. Depois, passou a tocar uma gravação com uma salva de palmas cada vez que um usuário entra no veículo. Na sua última tacada para agradar os clientes, inventou (mais) moda: decidiu ter um táxi amigo do planeta. Segundo ele, o primeiro táxi do mundo a se tornar carbon free – o que significa que toda emissão de carbono (o CO é um dos gases responsáveis pelas mudanças climáticas) gerada pela queima do combustível é compensada com o plantio de árvores.
Com a ajuda de uma consultoria, João Batista fez as contas e descobriu que seu táxi emite 32,8 toneladas de gás carbônico num período de 12 meses. Para neutralizar seu impacto, ele planta 164 árvores por ano (sete por semana), já que cada uma delas, quando adulta, absorve 0,2 toneladas de CO no mesmo período.
Se o cliente for sensível à causa, ele pode contribuir com uma quantia de dinheiro de acordo com o tempo da sua corrida. Funciona assim: se o usuário andou 40 minutos deEcotáxi, vai pagar R$ 0,39, segundo uma tabela desenvolvida pelo próprio empreendedor ecológico.
Com o dinheiro em mãos, lá vai João Batista comprar mudas de Pau Brasil – cada uma custa R$ 40 – e plantar em alguma praça de São Paulo. Se o cliente não pode ir junto, o taxista manda uma fotografia com a árvore já na terra.
No domingo próximo (3 de maio, dia do Pau Brasil!), a decisão de João Batista trocar seu táxi por um Ecotáxi vai completar dois anos. Em comemoração, o idealizador do projeto vai plantar dez árvores em uma praça em Itaquera, na região leste de São Paulo. Nessa brincadeira, o moço já enterrou mais de cem mudas.
Por amoraes

Para saber mais, acesse http://www.oseutáxi.com.br/.


fonte: ÉPOCA
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Primeiro, o taxista João Batista Santos equipou seu carro com caipirinha de frutas vermelhas e vinho italiano. Depois, passou a tocar uma gravação com uma salva de palmas cada vez que um usuário entra no veículo. Na sua última tacada para agradar os clientes, inventou (mais) moda: decidiu ter um táxi amigo do planeta. Segundo ele, o primeiro táxi do mundo a se tornar carbon free – o que significa que toda emissão de carbono (o CO é um dos gases responsáveis pelas mudanças climáticas) gerada pela queima do combustível é compensada com o plantio de árvores.
Com a ajuda de uma consultoria, João Batista fez as contas e descobriu que seu táxi emite 32,8 toneladas de gás carbônico num período de 12 meses. Para neutralizar seu impacto, ele planta 164 árvores por ano (sete por semana), já que cada uma delas, quando adulta, absorve 0,2 toneladas de CO no mesmo período.
Se o cliente for sensível à causa, ele pode contribuir com uma quantia de dinheiro de acordo com o tempo da sua corrida. Funciona assim: se o usuário andou 40 minutos deEcotáxi, vai pagar R$ 0,39, segundo uma tabela desenvolvida pelo próprio empreendedor ecológico.
Com o dinheiro em mãos, lá vai João Batista comprar mudas de Pau Brasil – cada uma custa R$ 40 – e plantar em alguma praça de São Paulo. Se o cliente não pode ir junto, o taxista manda uma fotografia com a árvore já na terra.
No domingo próximo (3 de maio, dia do Pau Brasil!), a decisão de João Batista trocar seu táxi por um Ecotáxi vai completar dois anos. Em comemoração, o idealizador do projeto vai plantar dez árvores em uma praça em Itaquera, na região leste de São Paulo. Nessa brincadeira, o moço já enterrou mais de cem mudas.
Por amoraes

Para saber mais, acesse http://www.oseutáxi.com.br/.


fonte: ÉPOCA
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Primeiro, o taxista João Batista Santos equipou seu carro com caipirinha de frutas vermelhas e vinho italiano. Depois, passou a tocar uma gravação com uma salva de palmas cada vez que um usuário entra no veículo. Na sua última tacada para agradar os clientes, inventou (mais) moda: decidiu ter um táxi amigo do planeta. Segundo ele, o primeiro táxi do mundo a se tornar carbon free – o que significa que toda emissão de carbono (o CO é um dos gases responsáveis pelas mudanças climáticas) gerada pela queima do combustível é compensada com o plantio de árvores.
Com a ajuda de uma consultoria, João Batista fez as contas e descobriu que seu táxi emite 32,8 toneladas de gás carbônico num período de 12 meses. Para neutralizar seu impacto, ele planta 164 árvores por ano (sete por semana), já que cada uma delas, quando adulta, absorve 0,2 toneladas de CO no mesmo período.
Se o cliente for sensível à causa, ele pode contribuir com uma quantia de dinheiro de acordo com o tempo da sua corrida. Funciona assim: se o usuário andou 40 minutos deEcotáxi, vai pagar R$ 0,39, segundo uma tabela desenvolvida pelo próprio empreendedor ecológico.
Com o dinheiro em mãos, lá vai João Batista comprar mudas de Pau Brasil – cada uma custa R$ 40 – e plantar em alguma praça de São Paulo. Se o cliente não pode ir junto, o taxista manda uma fotografia com a árvore já na terra.
No domingo próximo (3 de maio, dia do Pau Brasil!), a decisão de João Batista trocar seu táxi por um Ecotáxi vai completar dois anos. Em comemoração, o idealizador do projeto vai plantar dez árvores em uma praça em Itaquera, na região leste de São Paulo. Nessa brincadeira, o moço já enterrou mais de cem mudas.
Por amoraes

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Primeiro, o taxista João Batista Santos equipou seu carro com caipirinha de frutas vermelhas e vinho italiano. Depois, passou a tocar uma gravação com uma salva de palmas cada vez que um usuário entra no veículo. Na sua última tacada para agradar os clientes, inventou (mais) moda: decidiu ter um táxi amigo do planeta. Segundo ele, o primeiro táxi do mundo a se tornar carbon free – o que significa que toda emissão de carbono (o CO é um dos gases responsáveis pelas mudanças climáticas) gerada pela queima do combustível é compensada com o plantio de árvores.
Com a ajuda de uma consultoria, João Batista fez as contas e descobriu que seu táxi emite 32,8 toneladas de gás carbônico num período de 12 meses. Para neutralizar seu impacto, ele planta 164 árvores por ano (sete por semana), já que cada uma delas, quando adulta, absorve 0,2 toneladas de CO no mesmo período.
Se o cliente for sensível à causa, ele pode contribuir com uma quantia de dinheiro de acordo com o tempo da sua corrida. Funciona assim: se o usuário andou 40 minutos deEcotáxi, vai pagar R$ 0,39, segundo uma tabela desenvolvida pelo próprio empreendedor ecológico.
Com o dinheiro em mãos, lá vai João Batista comprar mudas de Pau Brasil – cada uma custa R$ 40 – e plantar em alguma praça de São Paulo. Se o cliente não pode ir junto, o taxista manda uma fotografia com a árvore já na terra.
No domingo próximo (3 de maio, dia do Pau Brasil!), a decisão de João Batista trocar seu táxi por um Ecotáxi vai completar dois anos. Em comemoração, o idealizador do projeto vai plantar dez árvores em uma praça em Itaquera, na região leste de São Paulo. Nessa brincadeira, o moço já enterrou mais de cem mudas.
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Com a ajuda de uma consultoria, João Batista fez as contas e descobriu que seu táxi emite 32,8 toneladas de gás carbônico num período de 12 meses. Para neutralizar seu impacto, ele planta 164 árvores por ano (sete por semana), já que cada uma delas, quando adulta, absorve 0,2 toneladas de CO no mesmo período.
Se o cliente for sensível à causa, ele pode contribuir com uma quantia de dinheiro de acordo com o tempo da sua corrida. Funciona assim: se o usuário andou 40 minutos deEcotáxi, vai pagar R$ 0,39, segundo uma tabela desenvolvida pelo próprio empreendedor ecológico.
Com o dinheiro em mãos, lá vai João Batista comprar mudas de Pau Brasil – cada uma custa R$ 40 – e plantar em alguma praça de São Paulo. Se o cliente não pode ir junto, o taxista manda uma fotografia com a árvore já na terra.
No domingo próximo (3 de maio, dia do Pau Brasil!), a decisão de João Batista trocar seu táxi por um Ecotáxi vai completar dois anos. Em comemoração, o idealizador do projeto vai plantar dez árvores em uma praça em Itaquera, na região leste de São Paulo. Nessa brincadeira, o moço já enterrou mais de cem mudas.
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Com a ajuda de uma consultoria, João Batista fez as contas e descobriu que seu táxi emite 32,8 toneladas de gás carbônico num período de 12 meses. Para neutralizar seu impacto, ele planta 164 árvores por ano (sete por semana), já que cada uma delas, quando adulta, absorve 0,2 toneladas de CO no mesmo período.
Se o cliente for sensível à causa, ele pode contribuir com uma quantia de dinheiro de acordo com o tempo da sua corrida. Funciona assim: se o usuário andou 40 minutos deEcotáxi, vai pagar R$ 0,39, segundo uma tabela desenvolvida pelo próprio empreendedor ecológico.
Com o dinheiro em mãos, lá vai João Batista comprar mudas de Pau Brasil – cada uma custa R$ 40 – e plantar em alguma praça de São Paulo. Se o cliente não pode ir junto, o taxista manda uma fotografia com a árvore já na terra.
No domingo próximo (3 de maio, dia do Pau Brasil!), a decisão de João Batista trocar seu táxi por um Ecotáxi vai completar dois anos. Em comemoração, o idealizador do projeto vai plantar dez árvores em uma praça em Itaquera, na região leste de São Paulo. Nessa brincadeira, o moço já enterrou mais de cem mudas.
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Com a ajuda de uma consultoria, João Batista fez as contas e descobriu que seu táxi emite 32,8 toneladas de gás carbônico num período de 12 meses. Para neutralizar seu impacto, ele planta 164 árvores por ano (sete por semana), já que cada uma delas, quando adulta, absorve 0,2 toneladas de CO no mesmo período.
Se o cliente for sensível à causa, ele pode contribuir com uma quantia de dinheiro de acordo com o tempo da sua corrida. Funciona assim: se o usuário andou 40 minutos deEcotáxi, vai pagar R$ 0,39, segundo uma tabela desenvolvida pelo próprio empreendedor ecológico.
Com o dinheiro em mãos, lá vai João Batista comprar mudas de Pau Brasil – cada uma custa R$ 40 – e plantar em alguma praça de São Paulo. Se o cliente não pode ir junto, o taxista manda uma fotografia com a árvore já na terra.
No domingo próximo (3 de maio, dia do Pau Brasil!), a decisão de João Batista trocar seu táxi por um Ecotáxi vai completar dois anos. Em comemoração, o idealizador do projeto vai plantar dez árvores em uma praça em Itaquera, na região leste de São Paulo. Nessa brincadeira, o moço já enterrou mais de cem mudas.
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PORTO ALEGRE - A 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) condenou na terça-feira um professor da faculdade de Agronomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) a pagar multa civil por ato de racismo. O professor foi denunciado em ação civil pública pelo Ministério Público Federal (MPF) por ter feito em aula comentários racistas.
Conforme a denúncia do MPF, o acusado teria dito durante o primeiro dia de aula da disciplina "Leguminosas de Grãos Alimentícios", em março de 2000, as frases: "os negrinhos da favela só tinham os dentes brancos porque a água que bebiam possuía fluor" e "soja é que nem negro, uma vez que nasce é difícil de matar".
À época, foi aberta uma comissão de sindicância na faculdade, que concluiu que não havia uma conotação racista nas afirmativas do professor e que este tinha "o intuito de criar um ambiente mais descontraído no primeiro dia de aula", e ainda, que teria feito uso de expressões informais usuais no meio rural relacionadas à raça negra.
O MPF então ajuizou a ação, julgada pela 6ª Vara Federal de Porto Alegre, que foi considerada improcedente. A Procuradoria recorreu ao tribunal alegando que houve ação discriminatória e racista e que esta teria provocado constrangimento e indignação em todos os presentes e principalmente no único aluno negro presente.
O acusado defendeu-se alegando ter dito as frases sem intenção pejorativa e que valera-se de ditado corrente na zona rural, costumeiro em agricultores de origem italiana, que teria um conteúdo positivo, relativo ao vigor da raça negra. Entretanto, conforme alunos que testemunharam o fato, ele teria se retratado ao final da aula e em aulas posteriores tentado intimidar o aluno ofendido.
O relator do processo, juiz federal Roger Raupp Rios, convocado para atuar na corte, entendeu que "é inequívoca a violação dos princípios da legalidade, da impessoalidade e da moralidade". Segundo o magistrado, um professor com o grau de intelectualidade do réu não teria como ignorar o conteúdo racista nas expressões utilizadas.
O professor foi condenado a pagar multa civil no valor de uma remuneração mensal do seu cargo universitário, que será destinada ao fundo da ação civil pública, incluídas todas as vantagens e adicionais que recebia quando ocorreu o fato. Ele poderá recorrer da decisão junto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).
A Justiça do RS preferiu não revelar o nome do professor.


fonte: O Globo On Line
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PORTO ALEGRE - A 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) condenou na terça-feira um professor da faculdade de Agronomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) a pagar multa civil por ato de racismo. O professor foi denunciado em ação civil pública pelo Ministério Público Federal (MPF) por ter feito em aula comentários racistas.
Conforme a denúncia do MPF, o acusado teria dito durante o primeiro dia de aula da disciplina "Leguminosas de Grãos Alimentícios", em março de 2000, as frases: "os negrinhos da favela só tinham os dentes brancos porque a água que bebiam possuía fluor" e "soja é que nem negro, uma vez que nasce é difícil de matar".
À época, foi aberta uma comissão de sindicância na faculdade, que concluiu que não havia uma conotação racista nas afirmativas do professor e que este tinha "o intuito de criar um ambiente mais descontraído no primeiro dia de aula", e ainda, que teria feito uso de expressões informais usuais no meio rural relacionadas à raça negra.
O MPF então ajuizou a ação, julgada pela 6ª Vara Federal de Porto Alegre, que foi considerada improcedente. A Procuradoria recorreu ao tribunal alegando que houve ação discriminatória e racista e que esta teria provocado constrangimento e indignação em todos os presentes e principalmente no único aluno negro presente.
O acusado defendeu-se alegando ter dito as frases sem intenção pejorativa e que valera-se de ditado corrente na zona rural, costumeiro em agricultores de origem italiana, que teria um conteúdo positivo, relativo ao vigor da raça negra. Entretanto, conforme alunos que testemunharam o fato, ele teria se retratado ao final da aula e em aulas posteriores tentado intimidar o aluno ofendido.
O relator do processo, juiz federal Roger Raupp Rios, convocado para atuar na corte, entendeu que "é inequívoca a violação dos princípios da legalidade, da impessoalidade e da moralidade". Segundo o magistrado, um professor com o grau de intelectualidade do réu não teria como ignorar o conteúdo racista nas expressões utilizadas.
O professor foi condenado a pagar multa civil no valor de uma remuneração mensal do seu cargo universitário, que será destinada ao fundo da ação civil pública, incluídas todas as vantagens e adicionais que recebia quando ocorreu o fato. Ele poderá recorrer da decisão junto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).
A Justiça do RS preferiu não revelar o nome do professor.


fonte: O Globo On Line
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PORTO ALEGRE - A 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) condenou na terça-feira um professor da faculdade de Agronomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) a pagar multa civil por ato de racismo. O professor foi denunciado em ação civil pública pelo Ministério Público Federal (MPF) por ter feito em aula comentários racistas.
Conforme a denúncia do MPF, o acusado teria dito durante o primeiro dia de aula da disciplina "Leguminosas de Grãos Alimentícios", em março de 2000, as frases: "os negrinhos da favela só tinham os dentes brancos porque a água que bebiam possuía fluor" e "soja é que nem negro, uma vez que nasce é difícil de matar".
À época, foi aberta uma comissão de sindicância na faculdade, que concluiu que não havia uma conotação racista nas afirmativas do professor e que este tinha "o intuito de criar um ambiente mais descontraído no primeiro dia de aula", e ainda, que teria feito uso de expressões informais usuais no meio rural relacionadas à raça negra.
O MPF então ajuizou a ação, julgada pela 6ª Vara Federal de Porto Alegre, que foi considerada improcedente. A Procuradoria recorreu ao tribunal alegando que houve ação discriminatória e racista e que esta teria provocado constrangimento e indignação em todos os presentes e principalmente no único aluno negro presente.
O acusado defendeu-se alegando ter dito as frases sem intenção pejorativa e que valera-se de ditado corrente na zona rural, costumeiro em agricultores de origem italiana, que teria um conteúdo positivo, relativo ao vigor da raça negra. Entretanto, conforme alunos que testemunharam o fato, ele teria se retratado ao final da aula e em aulas posteriores tentado intimidar o aluno ofendido.
O relator do processo, juiz federal Roger Raupp Rios, convocado para atuar na corte, entendeu que "é inequívoca a violação dos princípios da legalidade, da impessoalidade e da moralidade". Segundo o magistrado, um professor com o grau de intelectualidade do réu não teria como ignorar o conteúdo racista nas expressões utilizadas.
O professor foi condenado a pagar multa civil no valor de uma remuneração mensal do seu cargo universitário, que será destinada ao fundo da ação civil pública, incluídas todas as vantagens e adicionais que recebia quando ocorreu o fato. Ele poderá recorrer da decisão junto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).
A Justiça do RS preferiu não revelar o nome do professor.


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Conforme a denúncia do MPF, o acusado teria dito durante o primeiro dia de aula da disciplina "Leguminosas de Grãos Alimentícios", em março de 2000, as frases: "os negrinhos da favela só tinham os dentes brancos porque a água que bebiam possuía fluor" e "soja é que nem negro, uma vez que nasce é difícil de matar".
À época, foi aberta uma comissão de sindicância na faculdade, que concluiu que não havia uma conotação racista nas afirmativas do professor e que este tinha "o intuito de criar um ambiente mais descontraído no primeiro dia de aula", e ainda, que teria feito uso de expressões informais usuais no meio rural relacionadas à raça negra.
O MPF então ajuizou a ação, julgada pela 6ª Vara Federal de Porto Alegre, que foi considerada improcedente. A Procuradoria recorreu ao tribunal alegando que houve ação discriminatória e racista e que esta teria provocado constrangimento e indignação em todos os presentes e principalmente no único aluno negro presente.
O acusado defendeu-se alegando ter dito as frases sem intenção pejorativa e que valera-se de ditado corrente na zona rural, costumeiro em agricultores de origem italiana, que teria um conteúdo positivo, relativo ao vigor da raça negra. Entretanto, conforme alunos que testemunharam o fato, ele teria se retratado ao final da aula e em aulas posteriores tentado intimidar o aluno ofendido.
O relator do processo, juiz federal Roger Raupp Rios, convocado para atuar na corte, entendeu que "é inequívoca a violação dos princípios da legalidade, da impessoalidade e da moralidade". Segundo o magistrado, um professor com o grau de intelectualidade do réu não teria como ignorar o conteúdo racista nas expressões utilizadas.
O professor foi condenado a pagar multa civil no valor de uma remuneração mensal do seu cargo universitário, que será destinada ao fundo da ação civil pública, incluídas todas as vantagens e adicionais que recebia quando ocorreu o fato. Ele poderá recorrer da decisão junto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).
A Justiça do RS preferiu não revelar o nome do professor.


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Conforme a denúncia do MPF, o acusado teria dito durante o primeiro dia de aula da disciplina "Leguminosas de Grãos Alimentícios", em março de 2000, as frases: "os negrinhos da favela só tinham os dentes brancos porque a água que bebiam possuía fluor" e "soja é que nem negro, uma vez que nasce é difícil de matar".
À época, foi aberta uma comissão de sindicância na faculdade, que concluiu que não havia uma conotação racista nas afirmativas do professor e que este tinha "o intuito de criar um ambiente mais descontraído no primeiro dia de aula", e ainda, que teria feito uso de expressões informais usuais no meio rural relacionadas à raça negra.
O MPF então ajuizou a ação, julgada pela 6ª Vara Federal de Porto Alegre, que foi considerada improcedente. A Procuradoria recorreu ao tribunal alegando que houve ação discriminatória e racista e que esta teria provocado constrangimento e indignação em todos os presentes e principalmente no único aluno negro presente.
O acusado defendeu-se alegando ter dito as frases sem intenção pejorativa e que valera-se de ditado corrente na zona rural, costumeiro em agricultores de origem italiana, que teria um conteúdo positivo, relativo ao vigor da raça negra. Entretanto, conforme alunos que testemunharam o fato, ele teria se retratado ao final da aula e em aulas posteriores tentado intimidar o aluno ofendido.
O relator do processo, juiz federal Roger Raupp Rios, convocado para atuar na corte, entendeu que "é inequívoca a violação dos princípios da legalidade, da impessoalidade e da moralidade". Segundo o magistrado, um professor com o grau de intelectualidade do réu não teria como ignorar o conteúdo racista nas expressões utilizadas.
O professor foi condenado a pagar multa civil no valor de uma remuneração mensal do seu cargo universitário, que será destinada ao fundo da ação civil pública, incluídas todas as vantagens e adicionais que recebia quando ocorreu o fato. Ele poderá recorrer da decisão junto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).
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Conforme a denúncia do MPF, o acusado teria dito durante o primeiro dia de aula da disciplina "Leguminosas de Grãos Alimentícios", em março de 2000, as frases: "os negrinhos da favela só tinham os dentes brancos porque a água que bebiam possuía fluor" e "soja é que nem negro, uma vez que nasce é difícil de matar".
À época, foi aberta uma comissão de sindicância na faculdade, que concluiu que não havia uma conotação racista nas afirmativas do professor e que este tinha "o intuito de criar um ambiente mais descontraído no primeiro dia de aula", e ainda, que teria feito uso de expressões informais usuais no meio rural relacionadas à raça negra.
O MPF então ajuizou a ação, julgada pela 6ª Vara Federal de Porto Alegre, que foi considerada improcedente. A Procuradoria recorreu ao tribunal alegando que houve ação discriminatória e racista e que esta teria provocado constrangimento e indignação em todos os presentes e principalmente no único aluno negro presente.
O acusado defendeu-se alegando ter dito as frases sem intenção pejorativa e que valera-se de ditado corrente na zona rural, costumeiro em agricultores de origem italiana, que teria um conteúdo positivo, relativo ao vigor da raça negra. Entretanto, conforme alunos que testemunharam o fato, ele teria se retratado ao final da aula e em aulas posteriores tentado intimidar o aluno ofendido.
O relator do processo, juiz federal Roger Raupp Rios, convocado para atuar na corte, entendeu que "é inequívoca a violação dos princípios da legalidade, da impessoalidade e da moralidade". Segundo o magistrado, um professor com o grau de intelectualidade do réu não teria como ignorar o conteúdo racista nas expressões utilizadas.
O professor foi condenado a pagar multa civil no valor de uma remuneração mensal do seu cargo universitário, que será destinada ao fundo da ação civil pública, incluídas todas as vantagens e adicionais que recebia quando ocorreu o fato. Ele poderá recorrer da decisão junto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).
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Conforme a denúncia do MPF, o acusado teria dito durante o primeiro dia de aula da disciplina "Leguminosas de Grãos Alimentícios", em março de 2000, as frases: "os negrinhos da favela só tinham os dentes brancos porque a água que bebiam possuía fluor" e "soja é que nem negro, uma vez que nasce é difícil de matar".
À época, foi aberta uma comissão de sindicância na faculdade, que concluiu que não havia uma conotação racista nas afirmativas do professor e que este tinha "o intuito de criar um ambiente mais descontraído no primeiro dia de aula", e ainda, que teria feito uso de expressões informais usuais no meio rural relacionadas à raça negra.
O MPF então ajuizou a ação, julgada pela 6ª Vara Federal de Porto Alegre, que foi considerada improcedente. A Procuradoria recorreu ao tribunal alegando que houve ação discriminatória e racista e que esta teria provocado constrangimento e indignação em todos os presentes e principalmente no único aluno negro presente.
O acusado defendeu-se alegando ter dito as frases sem intenção pejorativa e que valera-se de ditado corrente na zona rural, costumeiro em agricultores de origem italiana, que teria um conteúdo positivo, relativo ao vigor da raça negra. Entretanto, conforme alunos que testemunharam o fato, ele teria se retratado ao final da aula e em aulas posteriores tentado intimidar o aluno ofendido.
O relator do processo, juiz federal Roger Raupp Rios, convocado para atuar na corte, entendeu que "é inequívoca a violação dos princípios da legalidade, da impessoalidade e da moralidade". Segundo o magistrado, um professor com o grau de intelectualidade do réu não teria como ignorar o conteúdo racista nas expressões utilizadas.
O professor foi condenado a pagar multa civil no valor de uma remuneração mensal do seu cargo universitário, que será destinada ao fundo da ação civil pública, incluídas todas as vantagens e adicionais que recebia quando ocorreu o fato. Ele poderá recorrer da decisão junto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).
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Conforme a denúncia do MPF, o acusado teria dito durante o primeiro dia de aula da disciplina "Leguminosas de Grãos Alimentícios", em março de 2000, as frases: "os negrinhos da favela só tinham os dentes brancos porque a água que bebiam possuía fluor" e "soja é que nem negro, uma vez que nasce é difícil de matar".
À época, foi aberta uma comissão de sindicância na faculdade, que concluiu que não havia uma conotação racista nas afirmativas do professor e que este tinha "o intuito de criar um ambiente mais descontraído no primeiro dia de aula", e ainda, que teria feito uso de expressões informais usuais no meio rural relacionadas à raça negra.
O MPF então ajuizou a ação, julgada pela 6ª Vara Federal de Porto Alegre, que foi considerada improcedente. A Procuradoria recorreu ao tribunal alegando que houve ação discriminatória e racista e que esta teria provocado constrangimento e indignação em todos os presentes e principalmente no único aluno negro presente.
O acusado defendeu-se alegando ter dito as frases sem intenção pejorativa e que valera-se de ditado corrente na zona rural, costumeiro em agricultores de origem italiana, que teria um conteúdo positivo, relativo ao vigor da raça negra. Entretanto, conforme alunos que testemunharam o fato, ele teria se retratado ao final da aula e em aulas posteriores tentado intimidar o aluno ofendido.
O relator do processo, juiz federal Roger Raupp Rios, convocado para atuar na corte, entendeu que "é inequívoca a violação dos princípios da legalidade, da impessoalidade e da moralidade". Segundo o magistrado, um professor com o grau de intelectualidade do réu não teria como ignorar o conteúdo racista nas expressões utilizadas.
O professor foi condenado a pagar multa civil no valor de uma remuneração mensal do seu cargo universitário, que será destinada ao fundo da ação civil pública, incluídas todas as vantagens e adicionais que recebia quando ocorreu o fato. Ele poderá recorrer da decisão junto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).
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Bruxelas, 30 abr (EFE).- A Federação dos Veterinários da Europa (FVE) destacou hoje que o vírus da gripe suína, que está propagando pelo mundo, "nunca foi detectado em porcos", por isso apoia que a doença seja denominada, por enquanto, de "nova gripe".
A FVE afirma em nota que, apesar do nome utilizado habitualmente pelo público sugerir que o vírus procede dos porcos, a variante que provocou mortes no México e nos Estados Unidos "nunca" tinha sido encontrada antes neste animal.Os veterinários indicam que o vírus que está provocando a epidemia "combina informação genética de tipos de gripe H1N1: humana, suína e aviária".

Por este motivo, a FVE apoia que a doença seja denominada "nova gripe", como propôs a Comissão Europeia (órgão executivo da União Europeia), "até que se conheça mais sobre a origem do vírus".

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Bruxelas, 30 abr (EFE).- A Federação dos Veterinários da Europa (FVE) destacou hoje que o vírus da gripe suína, que está propagando pelo mundo, "nunca foi detectado em porcos", por isso apoia que a doença seja denominada, por enquanto, de "nova gripe".
A FVE afirma em nota que, apesar do nome utilizado habitualmente pelo público sugerir que o vírus procede dos porcos, a variante que provocou mortes no México e nos Estados Unidos "nunca" tinha sido encontrada antes neste animal.Os veterinários indicam que o vírus que está provocando a epidemia "combina informação genética de tipos de gripe H1N1: humana, suína e aviária".

Por este motivo, a FVE apoia que a doença seja denominada "nova gripe", como propôs a Comissão Europeia (órgão executivo da União Europeia), "até que se conheça mais sobre a origem do vírus".

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Bruxelas, 30 abr (EFE).- A Federação dos Veterinários da Europa (FVE) destacou hoje que o vírus da gripe suína, que está propagando pelo mundo, "nunca foi detectado em porcos", por isso apoia que a doença seja denominada, por enquanto, de "nova gripe".
A FVE afirma em nota que, apesar do nome utilizado habitualmente pelo público sugerir que o vírus procede dos porcos, a variante que provocou mortes no México e nos Estados Unidos "nunca" tinha sido encontrada antes neste animal.Os veterinários indicam que o vírus que está provocando a epidemia "combina informação genética de tipos de gripe H1N1: humana, suína e aviária".

Por este motivo, a FVE apoia que a doença seja denominada "nova gripe", como propôs a Comissão Europeia (órgão executivo da União Europeia), "até que se conheça mais sobre a origem do vírus".

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Bruxelas, 30 abr (EFE).- A Federação dos Veterinários da Europa (FVE) destacou hoje que o vírus da gripe suína, que está propagando pelo mundo, "nunca foi detectado em porcos", por isso apoia que a doença seja denominada, por enquanto, de "nova gripe".
A FVE afirma em nota que, apesar do nome utilizado habitualmente pelo público sugerir que o vírus procede dos porcos, a variante que provocou mortes no México e nos Estados Unidos "nunca" tinha sido encontrada antes neste animal.Os veterinários indicam que o vírus que está provocando a epidemia "combina informação genética de tipos de gripe H1N1: humana, suína e aviária".

Por este motivo, a FVE apoia que a doença seja denominada "nova gripe", como propôs a Comissão Europeia (órgão executivo da União Europeia), "até que se conheça mais sobre a origem do vírus".

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Bruxelas, 30 abr (EFE).- A Federação dos Veterinários da Europa (FVE) destacou hoje que o vírus da gripe suína, que está propagando pelo mundo, "nunca foi detectado em porcos", por isso apoia que a doença seja denominada, por enquanto, de "nova gripe".
A FVE afirma em nota que, apesar do nome utilizado habitualmente pelo público sugerir que o vírus procede dos porcos, a variante que provocou mortes no México e nos Estados Unidos "nunca" tinha sido encontrada antes neste animal.Os veterinários indicam que o vírus que está provocando a epidemia "combina informação genética de tipos de gripe H1N1: humana, suína e aviária".

Por este motivo, a FVE apoia que a doença seja denominada "nova gripe", como propôs a Comissão Europeia (órgão executivo da União Europeia), "até que se conheça mais sobre a origem do vírus".

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Bruxelas, 30 abr (EFE).- A Federação dos Veterinários da Europa (FVE) destacou hoje que o vírus da gripe suína, que está propagando pelo mundo, "nunca foi detectado em porcos", por isso apoia que a doença seja denominada, por enquanto, de "nova gripe".
A FVE afirma em nota que, apesar do nome utilizado habitualmente pelo público sugerir que o vírus procede dos porcos, a variante que provocou mortes no México e nos Estados Unidos "nunca" tinha sido encontrada antes neste animal.Os veterinários indicam que o vírus que está provocando a epidemia "combina informação genética de tipos de gripe H1N1: humana, suína e aviária".

Por este motivo, a FVE apoia que a doença seja denominada "nova gripe", como propôs a Comissão Europeia (órgão executivo da União Europeia), "até que se conheça mais sobre a origem do vírus".

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Bruxelas, 30 abr (EFE).- A Federação dos Veterinários da Europa (FVE) destacou hoje que o vírus da gripe suína, que está propagando pelo mundo, "nunca foi detectado em porcos", por isso apoia que a doença seja denominada, por enquanto, de "nova gripe".
A FVE afirma em nota que, apesar do nome utilizado habitualmente pelo público sugerir que o vírus procede dos porcos, a variante que provocou mortes no México e nos Estados Unidos "nunca" tinha sido encontrada antes neste animal.Os veterinários indicam que o vírus que está provocando a epidemia "combina informação genética de tipos de gripe H1N1: humana, suína e aviária".

Por este motivo, a FVE apoia que a doença seja denominada "nova gripe", como propôs a Comissão Europeia (órgão executivo da União Europeia), "até que se conheça mais sobre a origem do vírus".

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A FVE afirma em nota que, apesar do nome utilizado habitualmente pelo público sugerir que o vírus procede dos porcos, a variante que provocou mortes no México e nos Estados Unidos "nunca" tinha sido encontrada antes neste animal.Os veterinários indicam que o vírus que está provocando a epidemia "combina informação genética de tipos de gripe H1N1: humana, suína e aviária".

Por este motivo, a FVE apoia que a doença seja denominada "nova gripe", como propôs a Comissão Europeia (órgão executivo da União Europeia), "até que se conheça mais sobre a origem do vírus".

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Pet Airways entra no mercado com frota de 20 aviões.
Assentos dão lugar às caixas de transporte de animais de estimação.

Voos vão custar em média R$ 323 e humanos não serão permitidos.Donos poderão monitorar seus bichinhos pela internet.

Os donos de animais de estimação já podem comemorar. Um casal americano vai lançar em maio a Pet Airways, uma empresa aérea para transportar exclusivamente bichos, segundo o jornal "Washington Post".
O diferencial é o fato de levá-los com conforto e segurança na cabine do avião e não no bagageiro, como as companhias aéreas tradicionais costumam fazer. Os assentos convencionais, usados por humanos, serão retirados para dar lugar às caixas de transporte de animais.
Durante a época de lançamento da empresa, que já conta com uma frota de 20 aviões, os voos vão custar em média R$ 323. Por enquanto, o trajeto será somente de Los Angeles à costa leste dos Estados Unidos, com paradas em Denver e Chicago.
Em cada viagem, haverá uma equipe especialista em animais a bordo, para cuidar dos bichinhos e alimentá-los. Os donos ainda têm a possibilidade de monitorar o andamento do voo pela internet, já que não poderão voar com seus mascotes.


fonte: G1
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Pet Airways entra no mercado com frota de 20 aviões.
Assentos dão lugar às caixas de transporte de animais de estimação.

Voos vão custar em média R$ 323 e humanos não serão permitidos.Donos poderão monitorar seus bichinhos pela internet.

Os donos de animais de estimação já podem comemorar. Um casal americano vai lançar em maio a Pet Airways, uma empresa aérea para transportar exclusivamente bichos, segundo o jornal "Washington Post".
O diferencial é o fato de levá-los com conforto e segurança na cabine do avião e não no bagageiro, como as companhias aéreas tradicionais costumam fazer. Os assentos convencionais, usados por humanos, serão retirados para dar lugar às caixas de transporte de animais.
Durante a época de lançamento da empresa, que já conta com uma frota de 20 aviões, os voos vão custar em média R$ 323. Por enquanto, o trajeto será somente de Los Angeles à costa leste dos Estados Unidos, com paradas em Denver e Chicago.
Em cada viagem, haverá uma equipe especialista em animais a bordo, para cuidar dos bichinhos e alimentá-los. Os donos ainda têm a possibilidade de monitorar o andamento do voo pela internet, já que não poderão voar com seus mascotes.


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Pet Airways entra no mercado com frota de 20 aviões.
Assentos dão lugar às caixas de transporte de animais de estimação.

Voos vão custar em média R$ 323 e humanos não serão permitidos.Donos poderão monitorar seus bichinhos pela internet.

Os donos de animais de estimação já podem comemorar. Um casal americano vai lançar em maio a Pet Airways, uma empresa aérea para transportar exclusivamente bichos, segundo o jornal "Washington Post".
O diferencial é o fato de levá-los com conforto e segurança na cabine do avião e não no bagageiro, como as companhias aéreas tradicionais costumam fazer. Os assentos convencionais, usados por humanos, serão retirados para dar lugar às caixas de transporte de animais.
Durante a época de lançamento da empresa, que já conta com uma frota de 20 aviões, os voos vão custar em média R$ 323. Por enquanto, o trajeto será somente de Los Angeles à costa leste dos Estados Unidos, com paradas em Denver e Chicago.
Em cada viagem, haverá uma equipe especialista em animais a bordo, para cuidar dos bichinhos e alimentá-los. Os donos ainda têm a possibilidade de monitorar o andamento do voo pela internet, já que não poderão voar com seus mascotes.


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Os donos de animais de estimação já podem comemorar. Um casal americano vai lançar em maio a Pet Airways, uma empresa aérea para transportar exclusivamente bichos, segundo o jornal "Washington Post".
O diferencial é o fato de levá-los com conforto e segurança na cabine do avião e não no bagageiro, como as companhias aéreas tradicionais costumam fazer. Os assentos convencionais, usados por humanos, serão retirados para dar lugar às caixas de transporte de animais.
Durante a época de lançamento da empresa, que já conta com uma frota de 20 aviões, os voos vão custar em média R$ 323. Por enquanto, o trajeto será somente de Los Angeles à costa leste dos Estados Unidos, com paradas em Denver e Chicago.
Em cada viagem, haverá uma equipe especialista em animais a bordo, para cuidar dos bichinhos e alimentá-los. Os donos ainda têm a possibilidade de monitorar o andamento do voo pela internet, já que não poderão voar com seus mascotes.


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Assentos dão lugar às caixas de transporte de animais de estimação.

Voos vão custar em média R$ 323 e humanos não serão permitidos.Donos poderão monitorar seus bichinhos pela internet.

Os donos de animais de estimação já podem comemorar. Um casal americano vai lançar em maio a Pet Airways, uma empresa aérea para transportar exclusivamente bichos, segundo o jornal "Washington Post".
O diferencial é o fato de levá-los com conforto e segurança na cabine do avião e não no bagageiro, como as companhias aéreas tradicionais costumam fazer. Os assentos convencionais, usados por humanos, serão retirados para dar lugar às caixas de transporte de animais.
Durante a época de lançamento da empresa, que já conta com uma frota de 20 aviões, os voos vão custar em média R$ 323. Por enquanto, o trajeto será somente de Los Angeles à costa leste dos Estados Unidos, com paradas em Denver e Chicago.
Em cada viagem, haverá uma equipe especialista em animais a bordo, para cuidar dos bichinhos e alimentá-los. Os donos ainda têm a possibilidade de monitorar o andamento do voo pela internet, já que não poderão voar com seus mascotes.


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Assentos dão lugar às caixas de transporte de animais de estimação.

Voos vão custar em média R$ 323 e humanos não serão permitidos.Donos poderão monitorar seus bichinhos pela internet.

Os donos de animais de estimação já podem comemorar. Um casal americano vai lançar em maio a Pet Airways, uma empresa aérea para transportar exclusivamente bichos, segundo o jornal "Washington Post".
O diferencial é o fato de levá-los com conforto e segurança na cabine do avião e não no bagageiro, como as companhias aéreas tradicionais costumam fazer. Os assentos convencionais, usados por humanos, serão retirados para dar lugar às caixas de transporte de animais.
Durante a época de lançamento da empresa, que já conta com uma frota de 20 aviões, os voos vão custar em média R$ 323. Por enquanto, o trajeto será somente de Los Angeles à costa leste dos Estados Unidos, com paradas em Denver e Chicago.
Em cada viagem, haverá uma equipe especialista em animais a bordo, para cuidar dos bichinhos e alimentá-los. Os donos ainda têm a possibilidade de monitorar o andamento do voo pela internet, já que não poderão voar com seus mascotes.


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SÃO PAULO - Um lote de pelo menos 600 remédios com prazo de validade vencido foi apreendido por fiscais da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na cidade de Urânia, a 610 quilômetros da capital, na região noroeste do estado de São Paulo. Foi a maior apreensão de medicamentos irregulares este ano na região. Em uma das farmácias, os fiscais constataram que o dono nem tinha inscrição na Anvisa. Em outro estabelecimento, foram encontrados antibióticos, antiinflamatórios e remédios para controlar a pressão que estavam vencidos.
- Mais de 60% dos remédios vendidos no estabelecimento estavam impróprios - diz a fiscal da Anvisa Flavia Moraes.
Duas farmácias foram interditadas e caso as irregularidades sejam comprovadas os proprietários poderão pegar até 15 anos de prisão.


fonte: O Globo On Line
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SÃO PAULO - Um lote de pelo menos 600 remédios com prazo de validade vencido foi apreendido por fiscais da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na cidade de Urânia, a 610 quilômetros da capital, na região noroeste do estado de São Paulo. Foi a maior apreensão de medicamentos irregulares este ano na região. Em uma das farmácias, os fiscais constataram que o dono nem tinha inscrição na Anvisa. Em outro estabelecimento, foram encontrados antibióticos, antiinflamatórios e remédios para controlar a pressão que estavam vencidos.
- Mais de 60% dos remédios vendidos no estabelecimento estavam impróprios - diz a fiscal da Anvisa Flavia Moraes.
Duas farmácias foram interditadas e caso as irregularidades sejam comprovadas os proprietários poderão pegar até 15 anos de prisão.


fonte: O Globo On Line
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- Mais de 60% dos remédios vendidos no estabelecimento estavam impróprios - diz a fiscal da Anvisa Flavia Moraes.
Duas farmácias foram interditadas e caso as irregularidades sejam comprovadas os proprietários poderão pegar até 15 anos de prisão.


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- Mais de 60% dos remédios vendidos no estabelecimento estavam impróprios - diz a fiscal da Anvisa Flavia Moraes.
Duas farmácias foram interditadas e caso as irregularidades sejam comprovadas os proprietários poderão pegar até 15 anos de prisão.


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- Mais de 60% dos remédios vendidos no estabelecimento estavam impróprios - diz a fiscal da Anvisa Flavia Moraes.
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- Mais de 60% dos remédios vendidos no estabelecimento estavam impróprios - diz a fiscal da Anvisa Flavia Moraes.
Duas farmácias foram interditadas e caso as irregularidades sejam comprovadas os proprietários poderão pegar até 15 anos de prisão.


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SÃO PAULO - Um lote de pelo menos 600 remédios com prazo de validade vencido foi apreendido por fiscais da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na cidade de Urânia, a 610 quilômetros da capital, na região noroeste do estado de São Paulo. Foi a maior apreensão de medicamentos irregulares este ano na região. Em uma das farmácias, os fiscais constataram que o dono nem tinha inscrição na Anvisa. Em outro estabelecimento, foram encontrados antibióticos, antiinflamatórios e remédios para controlar a pressão que estavam vencidos.
- Mais de 60% dos remédios vendidos no estabelecimento estavam impróprios - diz a fiscal da Anvisa Flavia Moraes.
Duas farmácias foram interditadas e caso as irregularidades sejam comprovadas os proprietários poderão pegar até 15 anos de prisão.


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Pesquisador do tema há mais de 40 anos, o psiquiatra norte-americano Gene G. Abel acredita que a organização de redes para a prática de pedofilia, como a que é investigada em Catanduva (SP), é algo raro e que o aliciador de crianças para fins sexuais tende a agir sozinho.
Autor de dois livros e de mais de cem artigos científicos sobre o assunto, Abel diz que, embora não seja o único fator, cerca de 1/3 dos pedófilos já foram vítimas de abuso e que a pedofilia tende a continuar existindo.
Leia a entrevista concedida por telefone de Atlanta, nos EUA, para ANDREA MURTA, da Folha de São Paulo

FOLHA- O quão comum é o abuso sexual infantil entre pessoas de uma mesma comunidade?
GENE G. ABEL - Não é surpreendente. Abuso sexual infantil acontece quando a criança está próxima aos molestadores. A maioria pensa que o abuso ocorre quase sempre dentro da família, mas não é o caso; um bom número de pessoas sofre abuso por parte de amigos mais velhos ou adultos. Apenas 10% são praticados por estranhos.

FOLHA- Pedófilos em geral atuam em redes ou sozinhos?
ABEL - Alguns fazem parte de grupos que trocam fotografias pornográficas, por exemplo. Mas organizar uma rede para abusar de crianças é algo raro. É mais comum um parceiro do molestador, como sua mulher, ajudar a atrair crianças para satisfazer o outro, sem se interessar pessoalmente por isso.

FOLHA- Em Catanduva (SP), as crianças envolvidas têm de 6 a 12 anos. Há uma idade mais comum?
ABEL - Nos EUA, a incidência de abuso contra crianças de 14 a 17 anos é tão alta quanto a de abusos de crianças menores. Ao mesmo tempo, a idade do molestador médio é 14 anos. A pedofilia começa muito cedo.

FOLHA- O que leva uma pessoa a desenvolver interesse por crianças?
ABEL - Pedófilos têm interesse sexual por adultos também. Cerca de 1/3 dos pedófilos foram vítimas de abuso, mas há outros fatores. Quanto mais jovem é a vítima, mas fácil é que ela pratique o abuso no futuro.
Quanto mais o molestador for alguém que a vítima admira, maior a probabilidade de ela desenvolver interesse por crianças. Também parece contar o quanto o abuso envolveu "sedução". Já sofrer abuso por parte de um estranho não está associado ao desenvolvimento de tendências para a pedofilia.
Outro terço dos casos é devido à fixação em experiências sexuais ocorridas na infância. Se um indivíduo tem uma experiência precoce, pode desenvolver interesse sexual pelo uso constante de fantasias que envolvem crianças. Quanto mais usam essas fantasias quando estão excitados sexualmente, mais forte o interesse se torna.

FOLHA- Há um padrão de atuação?
ABEL - A maioria quer acariciar crianças ou se envolver em penetração genital, mas raramente há desejo de machucar a vítima. O curioso sobre molestadores é que são muito bem adaptados para se relacionar com crianças. Sabem do que elas gostam e usam isso.

FOLHA- Dá para curar um pedófilo?
ABEL - O interesse particular não pode ser curado, mas é falso pensar que eles não podem ser tratados. Já tratei de cerca de 350 molestadores condenados e a taxa de reincidência é de 4%. Ensinamos a não se colocarem em situações de risco, a bloquear e reduzir o interesse em crianças.

FOLHA- É realista almejar pôr fim ao abuso sexual infantil?
ABEL - O abuso de crianças sempre vai continuar. Indivíduos sempre vão gravitar em torno de quem é mais vulnerável a experiências sexuais.

FOLHA- Nos 40 anos em que o sr. estuda o tema, houve grandes mudanças de tendências ou padrões?
ABEL - Abuso sexual infantil existe há muito tempo. A atenção começou a crescer nos anos 1970, com movimentos antiestupro, liderados por mulheres. Quando foram organizados centros especiais, mais pessoas vieram a público contar que sofreram abuso na infância. Agora há forte ênfase no abuso sexual infantil, que é muito mais comum do que o estupro de mulheres adultas. E a internet se tornou um problema real.
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Pesquisador do tema há mais de 40 anos, o psiquiatra norte-americano Gene G. Abel acredita que a organização de redes para a prática de pedofilia, como a que é investigada em Catanduva (SP), é algo raro e que o aliciador de crianças para fins sexuais tende a agir sozinho.
Autor de dois livros e de mais de cem artigos científicos sobre o assunto, Abel diz que, embora não seja o único fator, cerca de 1/3 dos pedófilos já foram vítimas de abuso e que a pedofilia tende a continuar existindo.
Leia a entrevista concedida por telefone de Atlanta, nos EUA, para ANDREA MURTA, da Folha de São Paulo

FOLHA- O quão comum é o abuso sexual infantil entre pessoas de uma mesma comunidade?
GENE G. ABEL - Não é surpreendente. Abuso sexual infantil acontece quando a criança está próxima aos molestadores. A maioria pensa que o abuso ocorre quase sempre dentro da família, mas não é o caso; um bom número de pessoas sofre abuso por parte de amigos mais velhos ou adultos. Apenas 10% são praticados por estranhos.

FOLHA- Pedófilos em geral atuam em redes ou sozinhos?
ABEL - Alguns fazem parte de grupos que trocam fotografias pornográficas, por exemplo. Mas organizar uma rede para abusar de crianças é algo raro. É mais comum um parceiro do molestador, como sua mulher, ajudar a atrair crianças para satisfazer o outro, sem se interessar pessoalmente por isso.

FOLHA- Em Catanduva (SP), as crianças envolvidas têm de 6 a 12 anos. Há uma idade mais comum?
ABEL - Nos EUA, a incidência de abuso contra crianças de 14 a 17 anos é tão alta quanto a de abusos de crianças menores. Ao mesmo tempo, a idade do molestador médio é 14 anos. A pedofilia começa muito cedo.

FOLHA- O que leva uma pessoa a desenvolver interesse por crianças?
ABEL - Pedófilos têm interesse sexual por adultos também. Cerca de 1/3 dos pedófilos foram vítimas de abuso, mas há outros fatores. Quanto mais jovem é a vítima, mas fácil é que ela pratique o abuso no futuro.
Quanto mais o molestador for alguém que a vítima admira, maior a probabilidade de ela desenvolver interesse por crianças. Também parece contar o quanto o abuso envolveu "sedução". Já sofrer abuso por parte de um estranho não está associado ao desenvolvimento de tendências para a pedofilia.
Outro terço dos casos é devido à fixação em experiências sexuais ocorridas na infância. Se um indivíduo tem uma experiência precoce, pode desenvolver interesse sexual pelo uso constante de fantasias que envolvem crianças. Quanto mais usam essas fantasias quando estão excitados sexualmente, mais forte o interesse se torna.

FOLHA- Há um padrão de atuação?
ABEL - A maioria quer acariciar crianças ou se envolver em penetração genital, mas raramente há desejo de machucar a vítima. O curioso sobre molestadores é que são muito bem adaptados para se relacionar com crianças. Sabem do que elas gostam e usam isso.

FOLHA- Dá para curar um pedófilo?
ABEL - O interesse particular não pode ser curado, mas é falso pensar que eles não podem ser tratados. Já tratei de cerca de 350 molestadores condenados e a taxa de reincidência é de 4%. Ensinamos a não se colocarem em situações de risco, a bloquear e reduzir o interesse em crianças.

FOLHA- É realista almejar pôr fim ao abuso sexual infantil?
ABEL - O abuso de crianças sempre vai continuar. Indivíduos sempre vão gravitar em torno de quem é mais vulnerável a experiências sexuais.

FOLHA- Nos 40 anos em que o sr. estuda o tema, houve grandes mudanças de tendências ou padrões?
ABEL - Abuso sexual infantil existe há muito tempo. A atenção começou a crescer nos anos 1970, com movimentos antiestupro, liderados por mulheres. Quando foram organizados centros especiais, mais pessoas vieram a público contar que sofreram abuso na infância. Agora há forte ênfase no abuso sexual infantil, que é muito mais comum do que o estupro de mulheres adultas. E a internet se tornou um problema real.
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Pesquisador do tema há mais de 40 anos, o psiquiatra norte-americano Gene G. Abel acredita que a organização de redes para a prática de pedofilia, como a que é investigada em Catanduva (SP), é algo raro e que o aliciador de crianças para fins sexuais tende a agir sozinho.
Autor de dois livros e de mais de cem artigos científicos sobre o assunto, Abel diz que, embora não seja o único fator, cerca de 1/3 dos pedófilos já foram vítimas de abuso e que a pedofilia tende a continuar existindo.
Leia a entrevista concedida por telefone de Atlanta, nos EUA, para ANDREA MURTA, da Folha de São Paulo

FOLHA- O quão comum é o abuso sexual infantil entre pessoas de uma mesma comunidade?
GENE G. ABEL - Não é surpreendente. Abuso sexual infantil acontece quando a criança está próxima aos molestadores. A maioria pensa que o abuso ocorre quase sempre dentro da família, mas não é o caso; um bom número de pessoas sofre abuso por parte de amigos mais velhos ou adultos. Apenas 10% são praticados por estranhos.

FOLHA- Pedófilos em geral atuam em redes ou sozinhos?
ABEL - Alguns fazem parte de grupos que trocam fotografias pornográficas, por exemplo. Mas organizar uma rede para abusar de crianças é algo raro. É mais comum um parceiro do molestador, como sua mulher, ajudar a atrair crianças para satisfazer o outro, sem se interessar pessoalmente por isso.

FOLHA- Em Catanduva (SP), as crianças envolvidas têm de 6 a 12 anos. Há uma idade mais comum?
ABEL - Nos EUA, a incidência de abuso contra crianças de 14 a 17 anos é tão alta quanto a de abusos de crianças menores. Ao mesmo tempo, a idade do molestador médio é 14 anos. A pedofilia começa muito cedo.

FOLHA- O que leva uma pessoa a desenvolver interesse por crianças?
ABEL - Pedófilos têm interesse sexual por adultos também. Cerca de 1/3 dos pedófilos foram vítimas de abuso, mas há outros fatores. Quanto mais jovem é a vítima, mas fácil é que ela pratique o abuso no futuro.
Quanto mais o molestador for alguém que a vítima admira, maior a probabilidade de ela desenvolver interesse por crianças. Também parece contar o quanto o abuso envolveu "sedução". Já sofrer abuso por parte de um estranho não está associado ao desenvolvimento de tendências para a pedofilia.
Outro terço dos casos é devido à fixação em experiências sexuais ocorridas na infância. Se um indivíduo tem uma experiência precoce, pode desenvolver interesse sexual pelo uso constante de fantasias que envolvem crianças. Quanto mais usam essas fantasias quando estão excitados sexualmente, mais forte o interesse se torna.

FOLHA- Há um padrão de atuação?
ABEL - A maioria quer acariciar crianças ou se envolver em penetração genital, mas raramente há desejo de machucar a vítima. O curioso sobre molestadores é que são muito bem adaptados para se relacionar com crianças. Sabem do que elas gostam e usam isso.

FOLHA- Dá para curar um pedófilo?
ABEL - O interesse particular não pode ser curado, mas é falso pensar que eles não podem ser tratados. Já tratei de cerca de 350 molestadores condenados e a taxa de reincidência é de 4%. Ensinamos a não se colocarem em situações de risco, a bloquear e reduzir o interesse em crianças.

FOLHA- É realista almejar pôr fim ao abuso sexual infantil?
ABEL - O abuso de crianças sempre vai continuar. Indivíduos sempre vão gravitar em torno de quem é mais vulnerável a experiências sexuais.

FOLHA- Nos 40 anos em que o sr. estuda o tema, houve grandes mudanças de tendências ou padrões?
ABEL - Abuso sexual infantil existe há muito tempo. A atenção começou a crescer nos anos 1970, com movimentos antiestupro, liderados por mulheres. Quando foram organizados centros especiais, mais pessoas vieram a público contar que sofreram abuso na infância. Agora há forte ênfase no abuso sexual infantil, que é muito mais comum do que o estupro de mulheres adultas. E a internet se tornou um problema real.
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Pesquisador do tema há mais de 40 anos, o psiquiatra norte-americano Gene G. Abel acredita que a organização de redes para a prática de pedofilia, como a que é investigada em Catanduva (SP), é algo raro e que o aliciador de crianças para fins sexuais tende a agir sozinho.
Autor de dois livros e de mais de cem artigos científicos sobre o assunto, Abel diz que, embora não seja o único fator, cerca de 1/3 dos pedófilos já foram vítimas de abuso e que a pedofilia tende a continuar existindo.
Leia a entrevista concedida por telefone de Atlanta, nos EUA, para ANDREA MURTA, da Folha de São Paulo

FOLHA- O quão comum é o abuso sexual infantil entre pessoas de uma mesma comunidade?
GENE G. ABEL - Não é surpreendente. Abuso sexual infantil acontece quando a criança está próxima aos molestadores. A maioria pensa que o abuso ocorre quase sempre dentro da família, mas não é o caso; um bom número de pessoas sofre abuso por parte de amigos mais velhos ou adultos. Apenas 10% são praticados por estranhos.

FOLHA- Pedófilos em geral atuam em redes ou sozinhos?
ABEL - Alguns fazem parte de grupos que trocam fotografias pornográficas, por exemplo. Mas organizar uma rede para abusar de crianças é algo raro. É mais comum um parceiro do molestador, como sua mulher, ajudar a atrair crianças para satisfazer o outro, sem se interessar pessoalmente por isso.

FOLHA- Em Catanduva (SP), as crianças envolvidas têm de 6 a 12 anos. Há uma idade mais comum?
ABEL - Nos EUA, a incidência de abuso contra crianças de 14 a 17 anos é tão alta quanto a de abusos de crianças menores. Ao mesmo tempo, a idade do molestador médio é 14 anos. A pedofilia começa muito cedo.

FOLHA- O que leva uma pessoa a desenvolver interesse por crianças?
ABEL - Pedófilos têm interesse sexual por adultos também. Cerca de 1/3 dos pedófilos foram vítimas de abuso, mas há outros fatores. Quanto mais jovem é a vítima, mas fácil é que ela pratique o abuso no futuro.
Quanto mais o molestador for alguém que a vítima admira, maior a probabilidade de ela desenvolver interesse por crianças. Também parece contar o quanto o abuso envolveu "sedução". Já sofrer abuso por parte de um estranho não está associado ao desenvolvimento de tendências para a pedofilia.
Outro terço dos casos é devido à fixação em experiências sexuais ocorridas na infância. Se um indivíduo tem uma experiência precoce, pode desenvolver interesse sexual pelo uso constante de fantasias que envolvem crianças. Quanto mais usam essas fantasias quando estão excitados sexualmente, mais forte o interesse se torna.

FOLHA- Há um padrão de atuação?
ABEL - A maioria quer acariciar crianças ou se envolver em penetração genital, mas raramente há desejo de machucar a vítima. O curioso sobre molestadores é que são muito bem adaptados para se relacionar com crianças. Sabem do que elas gostam e usam isso.

FOLHA- Dá para curar um pedófilo?
ABEL - O interesse particular não pode ser curado, mas é falso pensar que eles não podem ser tratados. Já tratei de cerca de 350 molestadores condenados e a taxa de reincidência é de 4%. Ensinamos a não se colocarem em situações de risco, a bloquear e reduzir o interesse em crianças.

FOLHA- É realista almejar pôr fim ao abuso sexual infantil?
ABEL - O abuso de crianças sempre vai continuar. Indivíduos sempre vão gravitar em torno de quem é mais vulnerável a experiências sexuais.

FOLHA- Nos 40 anos em que o sr. estuda o tema, houve grandes mudanças de tendências ou padrões?
ABEL - Abuso sexual infantil existe há muito tempo. A atenção começou a crescer nos anos 1970, com movimentos antiestupro, liderados por mulheres. Quando foram organizados centros especiais, mais pessoas vieram a público contar que sofreram abuso na infância. Agora há forte ênfase no abuso sexual infantil, que é muito mais comum do que o estupro de mulheres adultas. E a internet se tornou um problema real.
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Pesquisador do tema há mais de 40 anos, o psiquiatra norte-americano Gene G. Abel acredita que a organização de redes para a prática de pedofilia, como a que é investigada em Catanduva (SP), é algo raro e que o aliciador de crianças para fins sexuais tende a agir sozinho.
Autor de dois livros e de mais de cem artigos científicos sobre o assunto, Abel diz que, embora não seja o único fator, cerca de 1/3 dos pedófilos já foram vítimas de abuso e que a pedofilia tende a continuar existindo.
Leia a entrevista concedida por telefone de Atlanta, nos EUA, para ANDREA MURTA, da Folha de São Paulo

FOLHA- O quão comum é o abuso sexual infantil entre pessoas de uma mesma comunidade?
GENE G. ABEL - Não é surpreendente. Abuso sexual infantil acontece quando a criança está próxima aos molestadores. A maioria pensa que o abuso ocorre quase sempre dentro da família, mas não é o caso; um bom número de pessoas sofre abuso por parte de amigos mais velhos ou adultos. Apenas 10% são praticados por estranhos.

FOLHA- Pedófilos em geral atuam em redes ou sozinhos?
ABEL - Alguns fazem parte de grupos que trocam fotografias pornográficas, por exemplo. Mas organizar uma rede para abusar de crianças é algo raro. É mais comum um parceiro do molestador, como sua mulher, ajudar a atrair crianças para satisfazer o outro, sem se interessar pessoalmente por isso.

FOLHA- Em Catanduva (SP), as crianças envolvidas têm de 6 a 12 anos. Há uma idade mais comum?
ABEL - Nos EUA, a incidência de abuso contra crianças de 14 a 17 anos é tão alta quanto a de abusos de crianças menores. Ao mesmo tempo, a idade do molestador médio é 14 anos. A pedofilia começa muito cedo.

FOLHA- O que leva uma pessoa a desenvolver interesse por crianças?
ABEL - Pedófilos têm interesse sexual por adultos também. Cerca de 1/3 dos pedófilos foram vítimas de abuso, mas há outros fatores. Quanto mais jovem é a vítima, mas fácil é que ela pratique o abuso no futuro.
Quanto mais o molestador for alguém que a vítima admira, maior a probabilidade de ela desenvolver interesse por crianças. Também parece contar o quanto o abuso envolveu "sedução". Já sofrer abuso por parte de um estranho não está associado ao desenvolvimento de tendências para a pedofilia.
Outro terço dos casos é devido à fixação em experiências sexuais ocorridas na infância. Se um indivíduo tem uma experiência precoce, pode desenvolver interesse sexual pelo uso constante de fantasias que envolvem crianças. Quanto mais usam essas fantasias quando estão excitados sexualmente, mais forte o interesse se torna.

FOLHA- Há um padrão de atuação?
ABEL - A maioria quer acariciar crianças ou se envolver em penetração genital, mas raramente há desejo de machucar a vítima. O curioso sobre molestadores é que são muito bem adaptados para se relacionar com crianças. Sabem do que elas gostam e usam isso.

FOLHA- Dá para curar um pedófilo?
ABEL - O interesse particular não pode ser curado, mas é falso pensar que eles não podem ser tratados. Já tratei de cerca de 350 molestadores condenados e a taxa de reincidência é de 4%. Ensinamos a não se colocarem em situações de risco, a bloquear e reduzir o interesse em crianças.

FOLHA- É realista almejar pôr fim ao abuso sexual infantil?
ABEL - O abuso de crianças sempre vai continuar. Indivíduos sempre vão gravitar em torno de quem é mais vulnerável a experiências sexuais.

FOLHA- Nos 40 anos em que o sr. estuda o tema, houve grandes mudanças de tendências ou padrões?
ABEL - Abuso sexual infantil existe há muito tempo. A atenção começou a crescer nos anos 1970, com movimentos antiestupro, liderados por mulheres. Quando foram organizados centros especiais, mais pessoas vieram a público contar que sofreram abuso na infância. Agora há forte ênfase no abuso sexual infantil, que é muito mais comum do que o estupro de mulheres adultas. E a internet se tornou um problema real.
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Pesquisador do tema há mais de 40 anos, o psiquiatra norte-americano Gene G. Abel acredita que a organização de redes para a prática de pedofilia, como a que é investigada em Catanduva (SP), é algo raro e que o aliciador de crianças para fins sexuais tende a agir sozinho.
Autor de dois livros e de mais de cem artigos científicos sobre o assunto, Abel diz que, embora não seja o único fator, cerca de 1/3 dos pedófilos já foram vítimas de abuso e que a pedofilia tende a continuar existindo.
Leia a entrevista concedida por telefone de Atlanta, nos EUA, para ANDREA MURTA, da Folha de São Paulo

FOLHA- O quão comum é o abuso sexual infantil entre pessoas de uma mesma comunidade?
GENE G. ABEL - Não é surpreendente. Abuso sexual infantil acontece quando a criança está próxima aos molestadores. A maioria pensa que o abuso ocorre quase sempre dentro da família, mas não é o caso; um bom número de pessoas sofre abuso por parte de amigos mais velhos ou adultos. Apenas 10% são praticados por estranhos.

FOLHA- Pedófilos em geral atuam em redes ou sozinhos?
ABEL - Alguns fazem parte de grupos que trocam fotografias pornográficas, por exemplo. Mas organizar uma rede para abusar de crianças é algo raro. É mais comum um parceiro do molestador, como sua mulher, ajudar a atrair crianças para satisfazer o outro, sem se interessar pessoalmente por isso.

FOLHA- Em Catanduva (SP), as crianças envolvidas têm de 6 a 12 anos. Há uma idade mais comum?
ABEL - Nos EUA, a incidência de abuso contra crianças de 14 a 17 anos é tão alta quanto a de abusos de crianças menores. Ao mesmo tempo, a idade do molestador médio é 14 anos. A pedofilia começa muito cedo.

FOLHA- O que leva uma pessoa a desenvolver interesse por crianças?
ABEL - Pedófilos têm interesse sexual por adultos também. Cerca de 1/3 dos pedófilos foram vítimas de abuso, mas há outros fatores. Quanto mais jovem é a vítima, mas fácil é que ela pratique o abuso no futuro.
Quanto mais o molestador for alguém que a vítima admira, maior a probabilidade de ela desenvolver interesse por crianças. Também parece contar o quanto o abuso envolveu "sedução". Já sofrer abuso por parte de um estranho não está associado ao desenvolvimento de tendências para a pedofilia.
Outro terço dos casos é devido à fixação em experiências sexuais ocorridas na infância. Se um indivíduo tem uma experiência precoce, pode desenvolver interesse sexual pelo uso constante de fantasias que envolvem crianças. Quanto mais usam essas fantasias quando estão excitados sexualmente, mais forte o interesse se torna.

FOLHA- Há um padrão de atuação?
ABEL - A maioria quer acariciar crianças ou se envolver em penetração genital, mas raramente há desejo de machucar a vítima. O curioso sobre molestadores é que são muito bem adaptados para se relacionar com crianças. Sabem do que elas gostam e usam isso.

FOLHA- Dá para curar um pedófilo?
ABEL - O interesse particular não pode ser curado, mas é falso pensar que eles não podem ser tratados. Já tratei de cerca de 350 molestadores condenados e a taxa de reincidência é de 4%. Ensinamos a não se colocarem em situações de risco, a bloquear e reduzir o interesse em crianças.

FOLHA- É realista almejar pôr fim ao abuso sexual infantil?
ABEL - O abuso de crianças sempre vai continuar. Indivíduos sempre vão gravitar em torno de quem é mais vulnerável a experiências sexuais.

FOLHA- Nos 40 anos em que o sr. estuda o tema, houve grandes mudanças de tendências ou padrões?
ABEL - Abuso sexual infantil existe há muito tempo. A atenção começou a crescer nos anos 1970, com movimentos antiestupro, liderados por mulheres. Quando foram organizados centros especiais, mais pessoas vieram a público contar que sofreram abuso na infância. Agora há forte ênfase no abuso sexual infantil, que é muito mais comum do que o estupro de mulheres adultas. E a internet se tornou um problema real.
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Autor de dois livros e de mais de cem artigos científicos sobre o assunto, Abel diz que, embora não seja o único fator, cerca de 1/3 dos pedófilos já foram vítimas de abuso e que a pedofilia tende a continuar existindo.
Leia a entrevista concedida por telefone de Atlanta, nos EUA, para ANDREA MURTA, da Folha de São Paulo

FOLHA- O quão comum é o abuso sexual infantil entre pessoas de uma mesma comunidade?
GENE G. ABEL - Não é surpreendente. Abuso sexual infantil acontece quando a criança está próxima aos molestadores. A maioria pensa que o abuso ocorre quase sempre dentro da família, mas não é o caso; um bom número de pessoas sofre abuso por parte de amigos mais velhos ou adultos. Apenas 10% são praticados por estranhos.

FOLHA- Pedófilos em geral atuam em redes ou sozinhos?
ABEL - Alguns fazem parte de grupos que trocam fotografias pornográficas, por exemplo. Mas organizar uma rede para abusar de crianças é algo raro. É mais comum um parceiro do molestador, como sua mulher, ajudar a atrair crianças para satisfazer o outro, sem se interessar pessoalmente por isso.

FOLHA- Em Catanduva (SP), as crianças envolvidas têm de 6 a 12 anos. Há uma idade mais comum?
ABEL - Nos EUA, a incidência de abuso contra crianças de 14 a 17 anos é tão alta quanto a de abusos de crianças menores. Ao mesmo tempo, a idade do molestador médio é 14 anos. A pedofilia começa muito cedo.

FOLHA- O que leva uma pessoa a desenvolver interesse por crianças?
ABEL - Pedófilos têm interesse sexual por adultos também. Cerca de 1/3 dos pedófilos foram vítimas de abuso, mas há outros fatores. Quanto mais jovem é a vítima, mas fácil é que ela pratique o abuso no futuro.
Quanto mais o molestador for alguém que a vítima admira, maior a probabilidade de ela desenvolver interesse por crianças. Também parece contar o quanto o abuso envolveu "sedução". Já sofrer abuso por parte de um estranho não está associado ao desenvolvimento de tendências para a pedofilia.
Outro terço dos casos é devido à fixação em experiências sexuais ocorridas na infância. Se um indivíduo tem uma experiência precoce, pode desenvolver interesse sexual pelo uso constante de fantasias que envolvem crianças. Quanto mais usam essas fantasias quando estão excitados sexualmente, mais forte o interesse se torna.

FOLHA- Há um padrão de atuação?
ABEL - A maioria quer acariciar crianças ou se envolver em penetração genital, mas raramente há desejo de machucar a vítima. O curioso sobre molestadores é que são muito bem adaptados para se relacionar com crianças. Sabem do que elas gostam e usam isso.

FOLHA- Dá para curar um pedófilo?
ABEL - O interesse particular não pode ser curado, mas é falso pensar que eles não podem ser tratados. Já tratei de cerca de 350 molestadores condenados e a taxa de reincidência é de 4%. Ensinamos a não se colocarem em situações de risco, a bloquear e reduzir o interesse em crianças.

FOLHA- É realista almejar pôr fim ao abuso sexual infantil?
ABEL - O abuso de crianças sempre vai continuar. Indivíduos sempre vão gravitar em torno de quem é mais vulnerável a experiências sexuais.

FOLHA- Nos 40 anos em que o sr. estuda o tema, houve grandes mudanças de tendências ou padrões?
ABEL - Abuso sexual infantil existe há muito tempo. A atenção começou a crescer nos anos 1970, com movimentos antiestupro, liderados por mulheres. Quando foram organizados centros especiais, mais pessoas vieram a público contar que sofreram abuso na infância. Agora há forte ênfase no abuso sexual infantil, que é muito mais comum do que o estupro de mulheres adultas. E a internet se tornou um problema real.
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Autor de dois livros e de mais de cem artigos científicos sobre o assunto, Abel diz que, embora não seja o único fator, cerca de 1/3 dos pedófilos já foram vítimas de abuso e que a pedofilia tende a continuar existindo.
Leia a entrevista concedida por telefone de Atlanta, nos EUA, para ANDREA MURTA, da Folha de São Paulo

FOLHA- O quão comum é o abuso sexual infantil entre pessoas de uma mesma comunidade?
GENE G. ABEL - Não é surpreendente. Abuso sexual infantil acontece quando a criança está próxima aos molestadores. A maioria pensa que o abuso ocorre quase sempre dentro da família, mas não é o caso; um bom número de pessoas sofre abuso por parte de amigos mais velhos ou adultos. Apenas 10% são praticados por estranhos.

FOLHA- Pedófilos em geral atuam em redes ou sozinhos?
ABEL - Alguns fazem parte de grupos que trocam fotografias pornográficas, por exemplo. Mas organizar uma rede para abusar de crianças é algo raro. É mais comum um parceiro do molestador, como sua mulher, ajudar a atrair crianças para satisfazer o outro, sem se interessar pessoalmente por isso.

FOLHA- Em Catanduva (SP), as crianças envolvidas têm de 6 a 12 anos. Há uma idade mais comum?
ABEL - Nos EUA, a incidência de abuso contra crianças de 14 a 17 anos é tão alta quanto a de abusos de crianças menores. Ao mesmo tempo, a idade do molestador médio é 14 anos. A pedofilia começa muito cedo.

FOLHA- O que leva uma pessoa a desenvolver interesse por crianças?
ABEL - Pedófilos têm interesse sexual por adultos também. Cerca de 1/3 dos pedófilos foram vítimas de abuso, mas há outros fatores. Quanto mais jovem é a vítima, mas fácil é que ela pratique o abuso no futuro.
Quanto mais o molestador for alguém que a vítima admira, maior a probabilidade de ela desenvolver interesse por crianças. Também parece contar o quanto o abuso envolveu "sedução". Já sofrer abuso por parte de um estranho não está associado ao desenvolvimento de tendências para a pedofilia.
Outro terço dos casos é devido à fixação em experiências sexuais ocorridas na infância. Se um indivíduo tem uma experiência precoce, pode desenvolver interesse sexual pelo uso constante de fantasias que envolvem crianças. Quanto mais usam essas fantasias quando estão excitados sexualmente, mais forte o interesse se torna.

FOLHA- Há um padrão de atuação?
ABEL - A maioria quer acariciar crianças ou se envolver em penetração genital, mas raramente há desejo de machucar a vítima. O curioso sobre molestadores é que são muito bem adaptados para se relacionar com crianças. Sabem do que elas gostam e usam isso.

FOLHA- Dá para curar um pedófilo?
ABEL - O interesse particular não pode ser curado, mas é falso pensar que eles não podem ser tratados. Já tratei de cerca de 350 molestadores condenados e a taxa de reincidência é de 4%. Ensinamos a não se colocarem em situações de risco, a bloquear e reduzir o interesse em crianças.

FOLHA- É realista almejar pôr fim ao abuso sexual infantil?
ABEL - O abuso de crianças sempre vai continuar. Indivíduos sempre vão gravitar em torno de quem é mais vulnerável a experiências sexuais.

FOLHA- Nos 40 anos em que o sr. estuda o tema, houve grandes mudanças de tendências ou padrões?
ABEL - Abuso sexual infantil existe há muito tempo. A atenção começou a crescer nos anos 1970, com movimentos antiestupro, liderados por mulheres. Quando foram organizados centros especiais, mais pessoas vieram a público contar que sofreram abuso na infância. Agora há forte ênfase no abuso sexual infantil, que é muito mais comum do que o estupro de mulheres adultas. E a internet se tornou um problema real.
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A violência em sala de aula é maior nas escolas particulares do que na rede pública de ensino de Minas Gerais. Pesquisa do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), feita em parceria com o Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais (Sinpro), mostra que mais de 40% dos educadores de instituições privadas já foram agredidos ou ameaçados por alunos, pelo menos uma vez. As ocorrências envolvendo estudantes com condições de pagar por caras mensalidades superam os casos de agressão nas escolas públicas, onde 37,6% dos professores foram vítima de algum tipo de violência (verbal ou física) no último ano, segundo levantamento do Ministério da Educação (MEC). Apesar das estatísticas, o Sindicato das Escolas Particulares de Minas (Sinep-MG) nega essa realidade no estado.
A pesquisa, entitulada O trabalho e o agravo à saúde dos professores da rede privada de ensino de Minas Gerais, entrevistou 2.484 educadores, o que representa cerca de 10% do total de profissionais da área no estado. Os questionários, elaborados pela Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro/MTE), foram aplicados entre março de 2007 e novembro do ano passado, em 14 regiões mineiras. Os dados, coletados em perguntas abertas e fechadas respondidas por educadores desde a educação básica até o ensino superior, traçam um perfil socioeconômico do profissional de educação do estado e detalha as condições de trabalho e a saúde física e mental desse público.
Uma das principais conclusões do estudo é o endurecimento no contato entre aluno e professor. Segundo a pesquisa, além do alto índice de violência na sala de aula, a relação direta dos estudantes com os educadores é a principal causa de desgaste entre os docentes, com 40,25% das respostas. Há também problemas no relacionamento dos profissionais com os pais e responsáveis pelos jovens, sendo que esse quesito é apontado por 13,4% dos professores como uma fonte de desgaste. Na avaliação do Sinpro, o grande vilão do embate é a mercantilização do ensino.
“A escola privada hoje se comporta como uma empresa e o aluno é visto como um cliente. Diante disso, é cada vez menor o respeito do estudante pelo educador e isso se traduz em ofensas, ameaças e atitudes violentas. Outro agravante é que o professor não encontra respaldo da direção para recriminar ou chamar a atenção dos jovens. Com medo de perder o lucro das mensalidades, a escola dá razão ao estudante. Essa falta de segurança leva ao adoecimento do profissional”, alerta a coordenadora da pesquisa pelo Sinpro, Maria das Graças Oliveira.
O levantamento aponta os três principais problemas de saúde decorrentes das más condições de trabalho. A hipertensão, vinculada ao estresse; desgaste das cordas vocais, dores de garganta e rouquidão; e cansaço físico e mental. De acordo com o pesquisador da Fundacentro, Celso Amorim Salim, o trabalho é um valioso banco de dados que permite analisar o conjunto de variáveis que interfere na saúde e segurança do profissional de educação. “A pesquisa reflete um momento da sociedade em que a pressão sobre o trabalhador é muito grande. Mas é especialmente preocupante os desgastes na relação dos professores com os alunos e com os pais”, diz Salim, que também é sociólogo e especialista em demografia.

Trauma

Vítima de uma ameaça no fim do ano passado, a professora Aline (nome fictício) conta que sofre hoje com a falta de motivação para o trabalho. Durante a aplicação de provas de recuperação para um aluno da 8ª série do ensino fundamental, em dezembro, ela foi intimidada pelo estudante. “O menino reclamou da dificuldade do teste e perguntou, aos gritos, se eu sabia que era ele quem pagava o meu salário. Levei o caso para a coordenação do colégio e os pais foram chamados. Eles deram razão ao aluno e ainda culparam a escola pelo mau desempenho do filho. Esse tipo de problema aumenta a indisciplina dos jovens e dificulta o desenvolvimento do nosso trabalho”, lamenta ela, que acumula 18 anos de experiência em sala de aula.
O Sindicato das Escolas Particulares de Minas contesta os dados divulgados terça-feira e defende que “a violência é maior em instituições públicas, principalmente nas de periferia”. “Às vezes, há um bate-boca, uma resposta atravessada ou indelicada do aluno e o professor considera isso uma agressão. Não posso dizer que a pesquisa não seja verdadeira, mas as estatísticas me surpreendem muito, pois, em 50 anos de magistério, não foi essa a realidade que eu vivenciei. Pode haver um caso aqui ou ali de desentendimento, mas o professor é tratado com o maior respeito possível. Quanto aos problemas de saúde, não acredito que isso seja exclusividade apenas de uma categoria. Há alguma profissão sem desgaste ou estresse?”, questiona o presidente do Sinep-MG, Ulysses Panisset.

Por Glória Tupinambás
Portal Uai, Minas Gerais
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:44  comentar


A violência em sala de aula é maior nas escolas particulares do que na rede pública de ensino de Minas Gerais. Pesquisa do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), feita em parceria com o Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais (Sinpro), mostra que mais de 40% dos educadores de instituições privadas já foram agredidos ou ameaçados por alunos, pelo menos uma vez. As ocorrências envolvendo estudantes com condições de pagar por caras mensalidades superam os casos de agressão nas escolas públicas, onde 37,6% dos professores foram vítima de algum tipo de violência (verbal ou física) no último ano, segundo levantamento do Ministério da Educação (MEC). Apesar das estatísticas, o Sindicato das Escolas Particulares de Minas (Sinep-MG) nega essa realidade no estado.
A pesquisa, entitulada O trabalho e o agravo à saúde dos professores da rede privada de ensino de Minas Gerais, entrevistou 2.484 educadores, o que representa cerca de 10% do total de profissionais da área no estado. Os questionários, elaborados pela Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro/MTE), foram aplicados entre março de 2007 e novembro do ano passado, em 14 regiões mineiras. Os dados, coletados em perguntas abertas e fechadas respondidas por educadores desde a educação básica até o ensino superior, traçam um perfil socioeconômico do profissional de educação do estado e detalha as condições de trabalho e a saúde física e mental desse público.
Uma das principais conclusões do estudo é o endurecimento no contato entre aluno e professor. Segundo a pesquisa, além do alto índice de violência na sala de aula, a relação direta dos estudantes com os educadores é a principal causa de desgaste entre os docentes, com 40,25% das respostas. Há também problemas no relacionamento dos profissionais com os pais e responsáveis pelos jovens, sendo que esse quesito é apontado por 13,4% dos professores como uma fonte de desgaste. Na avaliação do Sinpro, o grande vilão do embate é a mercantilização do ensino.
“A escola privada hoje se comporta como uma empresa e o aluno é visto como um cliente. Diante disso, é cada vez menor o respeito do estudante pelo educador e isso se traduz em ofensas, ameaças e atitudes violentas. Outro agravante é que o professor não encontra respaldo da direção para recriminar ou chamar a atenção dos jovens. Com medo de perder o lucro das mensalidades, a escola dá razão ao estudante. Essa falta de segurança leva ao adoecimento do profissional”, alerta a coordenadora da pesquisa pelo Sinpro, Maria das Graças Oliveira.
O levantamento aponta os três principais problemas de saúde decorrentes das más condições de trabalho. A hipertensão, vinculada ao estresse; desgaste das cordas vocais, dores de garganta e rouquidão; e cansaço físico e mental. De acordo com o pesquisador da Fundacentro, Celso Amorim Salim, o trabalho é um valioso banco de dados que permite analisar o conjunto de variáveis que interfere na saúde e segurança do profissional de educação. “A pesquisa reflete um momento da sociedade em que a pressão sobre o trabalhador é muito grande. Mas é especialmente preocupante os desgastes na relação dos professores com os alunos e com os pais”, diz Salim, que também é sociólogo e especialista em demografia.

Trauma

Vítima de uma ameaça no fim do ano passado, a professora Aline (nome fictício) conta que sofre hoje com a falta de motivação para o trabalho. Durante a aplicação de provas de recuperação para um aluno da 8ª série do ensino fundamental, em dezembro, ela foi intimidada pelo estudante. “O menino reclamou da dificuldade do teste e perguntou, aos gritos, se eu sabia que era ele quem pagava o meu salário. Levei o caso para a coordenação do colégio e os pais foram chamados. Eles deram razão ao aluno e ainda culparam a escola pelo mau desempenho do filho. Esse tipo de problema aumenta a indisciplina dos jovens e dificulta o desenvolvimento do nosso trabalho”, lamenta ela, que acumula 18 anos de experiência em sala de aula.
O Sindicato das Escolas Particulares de Minas contesta os dados divulgados terça-feira e defende que “a violência é maior em instituições públicas, principalmente nas de periferia”. “Às vezes, há um bate-boca, uma resposta atravessada ou indelicada do aluno e o professor considera isso uma agressão. Não posso dizer que a pesquisa não seja verdadeira, mas as estatísticas me surpreendem muito, pois, em 50 anos de magistério, não foi essa a realidade que eu vivenciei. Pode haver um caso aqui ou ali de desentendimento, mas o professor é tratado com o maior respeito possível. Quanto aos problemas de saúde, não acredito que isso seja exclusividade apenas de uma categoria. Há alguma profissão sem desgaste ou estresse?”, questiona o presidente do Sinep-MG, Ulysses Panisset.

Por Glória Tupinambás
Portal Uai, Minas Gerais
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A violência em sala de aula é maior nas escolas particulares do que na rede pública de ensino de Minas Gerais. Pesquisa do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), feita em parceria com o Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais (Sinpro), mostra que mais de 40% dos educadores de instituições privadas já foram agredidos ou ameaçados por alunos, pelo menos uma vez. As ocorrências envolvendo estudantes com condições de pagar por caras mensalidades superam os casos de agressão nas escolas públicas, onde 37,6% dos professores foram vítima de algum tipo de violência (verbal ou física) no último ano, segundo levantamento do Ministério da Educação (MEC). Apesar das estatísticas, o Sindicato das Escolas Particulares de Minas (Sinep-MG) nega essa realidade no estado.
A pesquisa, entitulada O trabalho e o agravo à saúde dos professores da rede privada de ensino de Minas Gerais, entrevistou 2.484 educadores, o que representa cerca de 10% do total de profissionais da área no estado. Os questionários, elaborados pela Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro/MTE), foram aplicados entre março de 2007 e novembro do ano passado, em 14 regiões mineiras. Os dados, coletados em perguntas abertas e fechadas respondidas por educadores desde a educação básica até o ensino superior, traçam um perfil socioeconômico do profissional de educação do estado e detalha as condições de trabalho e a saúde física e mental desse público.
Uma das principais conclusões do estudo é o endurecimento no contato entre aluno e professor. Segundo a pesquisa, além do alto índice de violência na sala de aula, a relação direta dos estudantes com os educadores é a principal causa de desgaste entre os docentes, com 40,25% das respostas. Há também problemas no relacionamento dos profissionais com os pais e responsáveis pelos jovens, sendo que esse quesito é apontado por 13,4% dos professores como uma fonte de desgaste. Na avaliação do Sinpro, o grande vilão do embate é a mercantilização do ensino.
“A escola privada hoje se comporta como uma empresa e o aluno é visto como um cliente. Diante disso, é cada vez menor o respeito do estudante pelo educador e isso se traduz em ofensas, ameaças e atitudes violentas. Outro agravante é que o professor não encontra respaldo da direção para recriminar ou chamar a atenção dos jovens. Com medo de perder o lucro das mensalidades, a escola dá razão ao estudante. Essa falta de segurança leva ao adoecimento do profissional”, alerta a coordenadora da pesquisa pelo Sinpro, Maria das Graças Oliveira.
O levantamento aponta os três principais problemas de saúde decorrentes das más condições de trabalho. A hipertensão, vinculada ao estresse; desgaste das cordas vocais, dores de garganta e rouquidão; e cansaço físico e mental. De acordo com o pesquisador da Fundacentro, Celso Amorim Salim, o trabalho é um valioso banco de dados que permite analisar o conjunto de variáveis que interfere na saúde e segurança do profissional de educação. “A pesquisa reflete um momento da sociedade em que a pressão sobre o trabalhador é muito grande. Mas é especialmente preocupante os desgastes na relação dos professores com os alunos e com os pais”, diz Salim, que também é sociólogo e especialista em demografia.

Trauma

Vítima de uma ameaça no fim do ano passado, a professora Aline (nome fictício) conta que sofre hoje com a falta de motivação para o trabalho. Durante a aplicação de provas de recuperação para um aluno da 8ª série do ensino fundamental, em dezembro, ela foi intimidada pelo estudante. “O menino reclamou da dificuldade do teste e perguntou, aos gritos, se eu sabia que era ele quem pagava o meu salário. Levei o caso para a coordenação do colégio e os pais foram chamados. Eles deram razão ao aluno e ainda culparam a escola pelo mau desempenho do filho. Esse tipo de problema aumenta a indisciplina dos jovens e dificulta o desenvolvimento do nosso trabalho”, lamenta ela, que acumula 18 anos de experiência em sala de aula.
O Sindicato das Escolas Particulares de Minas contesta os dados divulgados terça-feira e defende que “a violência é maior em instituições públicas, principalmente nas de periferia”. “Às vezes, há um bate-boca, uma resposta atravessada ou indelicada do aluno e o professor considera isso uma agressão. Não posso dizer que a pesquisa não seja verdadeira, mas as estatísticas me surpreendem muito, pois, em 50 anos de magistério, não foi essa a realidade que eu vivenciei. Pode haver um caso aqui ou ali de desentendimento, mas o professor é tratado com o maior respeito possível. Quanto aos problemas de saúde, não acredito que isso seja exclusividade apenas de uma categoria. Há alguma profissão sem desgaste ou estresse?”, questiona o presidente do Sinep-MG, Ulysses Panisset.

Por Glória Tupinambás
Portal Uai, Minas Gerais
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A violência em sala de aula é maior nas escolas particulares do que na rede pública de ensino de Minas Gerais. Pesquisa do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), feita em parceria com o Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais (Sinpro), mostra que mais de 40% dos educadores de instituições privadas já foram agredidos ou ameaçados por alunos, pelo menos uma vez. As ocorrências envolvendo estudantes com condições de pagar por caras mensalidades superam os casos de agressão nas escolas públicas, onde 37,6% dos professores foram vítima de algum tipo de violência (verbal ou física) no último ano, segundo levantamento do Ministério da Educação (MEC). Apesar das estatísticas, o Sindicato das Escolas Particulares de Minas (Sinep-MG) nega essa realidade no estado.
A pesquisa, entitulada O trabalho e o agravo à saúde dos professores da rede privada de ensino de Minas Gerais, entrevistou 2.484 educadores, o que representa cerca de 10% do total de profissionais da área no estado. Os questionários, elaborados pela Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro/MTE), foram aplicados entre março de 2007 e novembro do ano passado, em 14 regiões mineiras. Os dados, coletados em perguntas abertas e fechadas respondidas por educadores desde a educação básica até o ensino superior, traçam um perfil socioeconômico do profissional de educação do estado e detalha as condições de trabalho e a saúde física e mental desse público.
Uma das principais conclusões do estudo é o endurecimento no contato entre aluno e professor. Segundo a pesquisa, além do alto índice de violência na sala de aula, a relação direta dos estudantes com os educadores é a principal causa de desgaste entre os docentes, com 40,25% das respostas. Há também problemas no relacionamento dos profissionais com os pais e responsáveis pelos jovens, sendo que esse quesito é apontado por 13,4% dos professores como uma fonte de desgaste. Na avaliação do Sinpro, o grande vilão do embate é a mercantilização do ensino.
“A escola privada hoje se comporta como uma empresa e o aluno é visto como um cliente. Diante disso, é cada vez menor o respeito do estudante pelo educador e isso se traduz em ofensas, ameaças e atitudes violentas. Outro agravante é que o professor não encontra respaldo da direção para recriminar ou chamar a atenção dos jovens. Com medo de perder o lucro das mensalidades, a escola dá razão ao estudante. Essa falta de segurança leva ao adoecimento do profissional”, alerta a coordenadora da pesquisa pelo Sinpro, Maria das Graças Oliveira.
O levantamento aponta os três principais problemas de saúde decorrentes das más condições de trabalho. A hipertensão, vinculada ao estresse; desgaste das cordas vocais, dores de garganta e rouquidão; e cansaço físico e mental. De acordo com o pesquisador da Fundacentro, Celso Amorim Salim, o trabalho é um valioso banco de dados que permite analisar o conjunto de variáveis que interfere na saúde e segurança do profissional de educação. “A pesquisa reflete um momento da sociedade em que a pressão sobre o trabalhador é muito grande. Mas é especialmente preocupante os desgastes na relação dos professores com os alunos e com os pais”, diz Salim, que também é sociólogo e especialista em demografia.

Trauma

Vítima de uma ameaça no fim do ano passado, a professora Aline (nome fictício) conta que sofre hoje com a falta de motivação para o trabalho. Durante a aplicação de provas de recuperação para um aluno da 8ª série do ensino fundamental, em dezembro, ela foi intimidada pelo estudante. “O menino reclamou da dificuldade do teste e perguntou, aos gritos, se eu sabia que era ele quem pagava o meu salário. Levei o caso para a coordenação do colégio e os pais foram chamados. Eles deram razão ao aluno e ainda culparam a escola pelo mau desempenho do filho. Esse tipo de problema aumenta a indisciplina dos jovens e dificulta o desenvolvimento do nosso trabalho”, lamenta ela, que acumula 18 anos de experiência em sala de aula.
O Sindicato das Escolas Particulares de Minas contesta os dados divulgados terça-feira e defende que “a violência é maior em instituições públicas, principalmente nas de periferia”. “Às vezes, há um bate-boca, uma resposta atravessada ou indelicada do aluno e o professor considera isso uma agressão. Não posso dizer que a pesquisa não seja verdadeira, mas as estatísticas me surpreendem muito, pois, em 50 anos de magistério, não foi essa a realidade que eu vivenciei. Pode haver um caso aqui ou ali de desentendimento, mas o professor é tratado com o maior respeito possível. Quanto aos problemas de saúde, não acredito que isso seja exclusividade apenas de uma categoria. Há alguma profissão sem desgaste ou estresse?”, questiona o presidente do Sinep-MG, Ulysses Panisset.

Por Glória Tupinambás
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A violência em sala de aula é maior nas escolas particulares do que na rede pública de ensino de Minas Gerais. Pesquisa do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), feita em parceria com o Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais (Sinpro), mostra que mais de 40% dos educadores de instituições privadas já foram agredidos ou ameaçados por alunos, pelo menos uma vez. As ocorrências envolvendo estudantes com condições de pagar por caras mensalidades superam os casos de agressão nas escolas públicas, onde 37,6% dos professores foram vítima de algum tipo de violência (verbal ou física) no último ano, segundo levantamento do Ministério da Educação (MEC). Apesar das estatísticas, o Sindicato das Escolas Particulares de Minas (Sinep-MG) nega essa realidade no estado.
A pesquisa, entitulada O trabalho e o agravo à saúde dos professores da rede privada de ensino de Minas Gerais, entrevistou 2.484 educadores, o que representa cerca de 10% do total de profissionais da área no estado. Os questionários, elaborados pela Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro/MTE), foram aplicados entre março de 2007 e novembro do ano passado, em 14 regiões mineiras. Os dados, coletados em perguntas abertas e fechadas respondidas por educadores desde a educação básica até o ensino superior, traçam um perfil socioeconômico do profissional de educação do estado e detalha as condições de trabalho e a saúde física e mental desse público.
Uma das principais conclusões do estudo é o endurecimento no contato entre aluno e professor. Segundo a pesquisa, além do alto índice de violência na sala de aula, a relação direta dos estudantes com os educadores é a principal causa de desgaste entre os docentes, com 40,25% das respostas. Há também problemas no relacionamento dos profissionais com os pais e responsáveis pelos jovens, sendo que esse quesito é apontado por 13,4% dos professores como uma fonte de desgaste. Na avaliação do Sinpro, o grande vilão do embate é a mercantilização do ensino.
“A escola privada hoje se comporta como uma empresa e o aluno é visto como um cliente. Diante disso, é cada vez menor o respeito do estudante pelo educador e isso se traduz em ofensas, ameaças e atitudes violentas. Outro agravante é que o professor não encontra respaldo da direção para recriminar ou chamar a atenção dos jovens. Com medo de perder o lucro das mensalidades, a escola dá razão ao estudante. Essa falta de segurança leva ao adoecimento do profissional”, alerta a coordenadora da pesquisa pelo Sinpro, Maria das Graças Oliveira.
O levantamento aponta os três principais problemas de saúde decorrentes das más condições de trabalho. A hipertensão, vinculada ao estresse; desgaste das cordas vocais, dores de garganta e rouquidão; e cansaço físico e mental. De acordo com o pesquisador da Fundacentro, Celso Amorim Salim, o trabalho é um valioso banco de dados que permite analisar o conjunto de variáveis que interfere na saúde e segurança do profissional de educação. “A pesquisa reflete um momento da sociedade em que a pressão sobre o trabalhador é muito grande. Mas é especialmente preocupante os desgastes na relação dos professores com os alunos e com os pais”, diz Salim, que também é sociólogo e especialista em demografia.

Trauma

Vítima de uma ameaça no fim do ano passado, a professora Aline (nome fictício) conta que sofre hoje com a falta de motivação para o trabalho. Durante a aplicação de provas de recuperação para um aluno da 8ª série do ensino fundamental, em dezembro, ela foi intimidada pelo estudante. “O menino reclamou da dificuldade do teste e perguntou, aos gritos, se eu sabia que era ele quem pagava o meu salário. Levei o caso para a coordenação do colégio e os pais foram chamados. Eles deram razão ao aluno e ainda culparam a escola pelo mau desempenho do filho. Esse tipo de problema aumenta a indisciplina dos jovens e dificulta o desenvolvimento do nosso trabalho”, lamenta ela, que acumula 18 anos de experiência em sala de aula.
O Sindicato das Escolas Particulares de Minas contesta os dados divulgados terça-feira e defende que “a violência é maior em instituições públicas, principalmente nas de periferia”. “Às vezes, há um bate-boca, uma resposta atravessada ou indelicada do aluno e o professor considera isso uma agressão. Não posso dizer que a pesquisa não seja verdadeira, mas as estatísticas me surpreendem muito, pois, em 50 anos de magistério, não foi essa a realidade que eu vivenciei. Pode haver um caso aqui ou ali de desentendimento, mas o professor é tratado com o maior respeito possível. Quanto aos problemas de saúde, não acredito que isso seja exclusividade apenas de uma categoria. Há alguma profissão sem desgaste ou estresse?”, questiona o presidente do Sinep-MG, Ulysses Panisset.

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A violência em sala de aula é maior nas escolas particulares do que na rede pública de ensino de Minas Gerais. Pesquisa do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), feita em parceria com o Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais (Sinpro), mostra que mais de 40% dos educadores de instituições privadas já foram agredidos ou ameaçados por alunos, pelo menos uma vez. As ocorrências envolvendo estudantes com condições de pagar por caras mensalidades superam os casos de agressão nas escolas públicas, onde 37,6% dos professores foram vítima de algum tipo de violência (verbal ou física) no último ano, segundo levantamento do Ministério da Educação (MEC). Apesar das estatísticas, o Sindicato das Escolas Particulares de Minas (Sinep-MG) nega essa realidade no estado.
A pesquisa, entitulada O trabalho e o agravo à saúde dos professores da rede privada de ensino de Minas Gerais, entrevistou 2.484 educadores, o que representa cerca de 10% do total de profissionais da área no estado. Os questionários, elaborados pela Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro/MTE), foram aplicados entre março de 2007 e novembro do ano passado, em 14 regiões mineiras. Os dados, coletados em perguntas abertas e fechadas respondidas por educadores desde a educação básica até o ensino superior, traçam um perfil socioeconômico do profissional de educação do estado e detalha as condições de trabalho e a saúde física e mental desse público.
Uma das principais conclusões do estudo é o endurecimento no contato entre aluno e professor. Segundo a pesquisa, além do alto índice de violência na sala de aula, a relação direta dos estudantes com os educadores é a principal causa de desgaste entre os docentes, com 40,25% das respostas. Há também problemas no relacionamento dos profissionais com os pais e responsáveis pelos jovens, sendo que esse quesito é apontado por 13,4% dos professores como uma fonte de desgaste. Na avaliação do Sinpro, o grande vilão do embate é a mercantilização do ensino.
“A escola privada hoje se comporta como uma empresa e o aluno é visto como um cliente. Diante disso, é cada vez menor o respeito do estudante pelo educador e isso se traduz em ofensas, ameaças e atitudes violentas. Outro agravante é que o professor não encontra respaldo da direção para recriminar ou chamar a atenção dos jovens. Com medo de perder o lucro das mensalidades, a escola dá razão ao estudante. Essa falta de segurança leva ao adoecimento do profissional”, alerta a coordenadora da pesquisa pelo Sinpro, Maria das Graças Oliveira.
O levantamento aponta os três principais problemas de saúde decorrentes das más condições de trabalho. A hipertensão, vinculada ao estresse; desgaste das cordas vocais, dores de garganta e rouquidão; e cansaço físico e mental. De acordo com o pesquisador da Fundacentro, Celso Amorim Salim, o trabalho é um valioso banco de dados que permite analisar o conjunto de variáveis que interfere na saúde e segurança do profissional de educação. “A pesquisa reflete um momento da sociedade em que a pressão sobre o trabalhador é muito grande. Mas é especialmente preocupante os desgastes na relação dos professores com os alunos e com os pais”, diz Salim, que também é sociólogo e especialista em demografia.

Trauma

Vítima de uma ameaça no fim do ano passado, a professora Aline (nome fictício) conta que sofre hoje com a falta de motivação para o trabalho. Durante a aplicação de provas de recuperação para um aluno da 8ª série do ensino fundamental, em dezembro, ela foi intimidada pelo estudante. “O menino reclamou da dificuldade do teste e perguntou, aos gritos, se eu sabia que era ele quem pagava o meu salário. Levei o caso para a coordenação do colégio e os pais foram chamados. Eles deram razão ao aluno e ainda culparam a escola pelo mau desempenho do filho. Esse tipo de problema aumenta a indisciplina dos jovens e dificulta o desenvolvimento do nosso trabalho”, lamenta ela, que acumula 18 anos de experiência em sala de aula.
O Sindicato das Escolas Particulares de Minas contesta os dados divulgados terça-feira e defende que “a violência é maior em instituições públicas, principalmente nas de periferia”. “Às vezes, há um bate-boca, uma resposta atravessada ou indelicada do aluno e o professor considera isso uma agressão. Não posso dizer que a pesquisa não seja verdadeira, mas as estatísticas me surpreendem muito, pois, em 50 anos de magistério, não foi essa a realidade que eu vivenciei. Pode haver um caso aqui ou ali de desentendimento, mas o professor é tratado com o maior respeito possível. Quanto aos problemas de saúde, não acredito que isso seja exclusividade apenas de uma categoria. Há alguma profissão sem desgaste ou estresse?”, questiona o presidente do Sinep-MG, Ulysses Panisset.

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A violência em sala de aula é maior nas escolas particulares do que na rede pública de ensino de Minas Gerais. Pesquisa do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), feita em parceria com o Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais (Sinpro), mostra que mais de 40% dos educadores de instituições privadas já foram agredidos ou ameaçados por alunos, pelo menos uma vez. As ocorrências envolvendo estudantes com condições de pagar por caras mensalidades superam os casos de agressão nas escolas públicas, onde 37,6% dos professores foram vítima de algum tipo de violência (verbal ou física) no último ano, segundo levantamento do Ministério da Educação (MEC). Apesar das estatísticas, o Sindicato das Escolas Particulares de Minas (Sinep-MG) nega essa realidade no estado.
A pesquisa, entitulada O trabalho e o agravo à saúde dos professores da rede privada de ensino de Minas Gerais, entrevistou 2.484 educadores, o que representa cerca de 10% do total de profissionais da área no estado. Os questionários, elaborados pela Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro/MTE), foram aplicados entre março de 2007 e novembro do ano passado, em 14 regiões mineiras. Os dados, coletados em perguntas abertas e fechadas respondidas por educadores desde a educação básica até o ensino superior, traçam um perfil socioeconômico do profissional de educação do estado e detalha as condições de trabalho e a saúde física e mental desse público.
Uma das principais conclusões do estudo é o endurecimento no contato entre aluno e professor. Segundo a pesquisa, além do alto índice de violência na sala de aula, a relação direta dos estudantes com os educadores é a principal causa de desgaste entre os docentes, com 40,25% das respostas. Há também problemas no relacionamento dos profissionais com os pais e responsáveis pelos jovens, sendo que esse quesito é apontado por 13,4% dos professores como uma fonte de desgaste. Na avaliação do Sinpro, o grande vilão do embate é a mercantilização do ensino.
“A escola privada hoje se comporta como uma empresa e o aluno é visto como um cliente. Diante disso, é cada vez menor o respeito do estudante pelo educador e isso se traduz em ofensas, ameaças e atitudes violentas. Outro agravante é que o professor não encontra respaldo da direção para recriminar ou chamar a atenção dos jovens. Com medo de perder o lucro das mensalidades, a escola dá razão ao estudante. Essa falta de segurança leva ao adoecimento do profissional”, alerta a coordenadora da pesquisa pelo Sinpro, Maria das Graças Oliveira.
O levantamento aponta os três principais problemas de saúde decorrentes das más condições de trabalho. A hipertensão, vinculada ao estresse; desgaste das cordas vocais, dores de garganta e rouquidão; e cansaço físico e mental. De acordo com o pesquisador da Fundacentro, Celso Amorim Salim, o trabalho é um valioso banco de dados que permite analisar o conjunto de variáveis que interfere na saúde e segurança do profissional de educação. “A pesquisa reflete um momento da sociedade em que a pressão sobre o trabalhador é muito grande. Mas é especialmente preocupante os desgastes na relação dos professores com os alunos e com os pais”, diz Salim, que também é sociólogo e especialista em demografia.

Trauma

Vítima de uma ameaça no fim do ano passado, a professora Aline (nome fictício) conta que sofre hoje com a falta de motivação para o trabalho. Durante a aplicação de provas de recuperação para um aluno da 8ª série do ensino fundamental, em dezembro, ela foi intimidada pelo estudante. “O menino reclamou da dificuldade do teste e perguntou, aos gritos, se eu sabia que era ele quem pagava o meu salário. Levei o caso para a coordenação do colégio e os pais foram chamados. Eles deram razão ao aluno e ainda culparam a escola pelo mau desempenho do filho. Esse tipo de problema aumenta a indisciplina dos jovens e dificulta o desenvolvimento do nosso trabalho”, lamenta ela, que acumula 18 anos de experiência em sala de aula.
O Sindicato das Escolas Particulares de Minas contesta os dados divulgados terça-feira e defende que “a violência é maior em instituições públicas, principalmente nas de periferia”. “Às vezes, há um bate-boca, uma resposta atravessada ou indelicada do aluno e o professor considera isso uma agressão. Não posso dizer que a pesquisa não seja verdadeira, mas as estatísticas me surpreendem muito, pois, em 50 anos de magistério, não foi essa a realidade que eu vivenciei. Pode haver um caso aqui ou ali de desentendimento, mas o professor é tratado com o maior respeito possível. Quanto aos problemas de saúde, não acredito que isso seja exclusividade apenas de uma categoria. Há alguma profissão sem desgaste ou estresse?”, questiona o presidente do Sinep-MG, Ulysses Panisset.

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A violência em sala de aula é maior nas escolas particulares do que na rede pública de ensino de Minas Gerais. Pesquisa do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), feita em parceria com o Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais (Sinpro), mostra que mais de 40% dos educadores de instituições privadas já foram agredidos ou ameaçados por alunos, pelo menos uma vez. As ocorrências envolvendo estudantes com condições de pagar por caras mensalidades superam os casos de agressão nas escolas públicas, onde 37,6% dos professores foram vítima de algum tipo de violência (verbal ou física) no último ano, segundo levantamento do Ministério da Educação (MEC). Apesar das estatísticas, o Sindicato das Escolas Particulares de Minas (Sinep-MG) nega essa realidade no estado.
A pesquisa, entitulada O trabalho e o agravo à saúde dos professores da rede privada de ensino de Minas Gerais, entrevistou 2.484 educadores, o que representa cerca de 10% do total de profissionais da área no estado. Os questionários, elaborados pela Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro/MTE), foram aplicados entre março de 2007 e novembro do ano passado, em 14 regiões mineiras. Os dados, coletados em perguntas abertas e fechadas respondidas por educadores desde a educação básica até o ensino superior, traçam um perfil socioeconômico do profissional de educação do estado e detalha as condições de trabalho e a saúde física e mental desse público.
Uma das principais conclusões do estudo é o endurecimento no contato entre aluno e professor. Segundo a pesquisa, além do alto índice de violência na sala de aula, a relação direta dos estudantes com os educadores é a principal causa de desgaste entre os docentes, com 40,25% das respostas. Há também problemas no relacionamento dos profissionais com os pais e responsáveis pelos jovens, sendo que esse quesito é apontado por 13,4% dos professores como uma fonte de desgaste. Na avaliação do Sinpro, o grande vilão do embate é a mercantilização do ensino.
“A escola privada hoje se comporta como uma empresa e o aluno é visto como um cliente. Diante disso, é cada vez menor o respeito do estudante pelo educador e isso se traduz em ofensas, ameaças e atitudes violentas. Outro agravante é que o professor não encontra respaldo da direção para recriminar ou chamar a atenção dos jovens. Com medo de perder o lucro das mensalidades, a escola dá razão ao estudante. Essa falta de segurança leva ao adoecimento do profissional”, alerta a coordenadora da pesquisa pelo Sinpro, Maria das Graças Oliveira.
O levantamento aponta os três principais problemas de saúde decorrentes das más condições de trabalho. A hipertensão, vinculada ao estresse; desgaste das cordas vocais, dores de garganta e rouquidão; e cansaço físico e mental. De acordo com o pesquisador da Fundacentro, Celso Amorim Salim, o trabalho é um valioso banco de dados que permite analisar o conjunto de variáveis que interfere na saúde e segurança do profissional de educação. “A pesquisa reflete um momento da sociedade em que a pressão sobre o trabalhador é muito grande. Mas é especialmente preocupante os desgastes na relação dos professores com os alunos e com os pais”, diz Salim, que também é sociólogo e especialista em demografia.

Trauma

Vítima de uma ameaça no fim do ano passado, a professora Aline (nome fictício) conta que sofre hoje com a falta de motivação para o trabalho. Durante a aplicação de provas de recuperação para um aluno da 8ª série do ensino fundamental, em dezembro, ela foi intimidada pelo estudante. “O menino reclamou da dificuldade do teste e perguntou, aos gritos, se eu sabia que era ele quem pagava o meu salário. Levei o caso para a coordenação do colégio e os pais foram chamados. Eles deram razão ao aluno e ainda culparam a escola pelo mau desempenho do filho. Esse tipo de problema aumenta a indisciplina dos jovens e dificulta o desenvolvimento do nosso trabalho”, lamenta ela, que acumula 18 anos de experiência em sala de aula.
O Sindicato das Escolas Particulares de Minas contesta os dados divulgados terça-feira e defende que “a violência é maior em instituições públicas, principalmente nas de periferia”. “Às vezes, há um bate-boca, uma resposta atravessada ou indelicada do aluno e o professor considera isso uma agressão. Não posso dizer que a pesquisa não seja verdadeira, mas as estatísticas me surpreendem muito, pois, em 50 anos de magistério, não foi essa a realidade que eu vivenciei. Pode haver um caso aqui ou ali de desentendimento, mas o professor é tratado com o maior respeito possível. Quanto aos problemas de saúde, não acredito que isso seja exclusividade apenas de uma categoria. Há alguma profissão sem desgaste ou estresse?”, questiona o presidente do Sinep-MG, Ulysses Panisset.

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O pai do garoto Kaito Guilherme Nascimento Pinto (10) se encontrará com o senador Magno Malta, presidente da CPI da Pedofilia, na tarde desta quarta-feira (29), para discutir a alteração da legislação penal, no que concernem crimes desta natureza. O caso do menino chocou o país.
A audiência será acompanhada pelo deputado federal Valtenir Pereira (PSB) que defende o endurecimento das leis referentes a crimes contra crianças. Ele é contra a redução de pena e benefícios concedidos aos autores destes delitos.
A Comissão Parlamentar de Inquérito da Pedofilia há um ano discute a alteração na lei, já que não existe no código penal brasileiro o crime de pedofilia. Malta anunciou esta semana a apresentação de projeto que tira do condenado por pedofilia a possibilidade de obter a progressão do regime penal.
O objetivo é evitar que o pedófilo seja posto em liberdade após alguns anos de detenção. Deverá constar da proposta a previsão de 30 anos de prisão para o abusador e o uso de rastreador eletrônico pelos presos por pedofilia.
O caso
O garoto Kaito Guilherme Nascimento Filho foi violentado e assassinado por Edson Alves Delfino (29), que cumpria pensa em regime semi-aberto pelo mesmo tipo de crime.
O acusado confessou o crime e contou detalhes à polícia durante seu depoimento. O pai do jovem também já se encontrou com Edson Alves, que pediu para não ser colocado em liberdade, pois voltará a atacar.

Olhar Direto/Alline Marques e Marcos Coutinho
Foto: Reprodução
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O pai do garoto Kaito Guilherme Nascimento Pinto (10) se encontrará com o senador Magno Malta, presidente da CPI da Pedofilia, na tarde desta quarta-feira (29), para discutir a alteração da legislação penal, no que concernem crimes desta natureza. O caso do menino chocou o país.
A audiência será acompanhada pelo deputado federal Valtenir Pereira (PSB) que defende o endurecimento das leis referentes a crimes contra crianças. Ele é contra a redução de pena e benefícios concedidos aos autores destes delitos.
A Comissão Parlamentar de Inquérito da Pedofilia há um ano discute a alteração na lei, já que não existe no código penal brasileiro o crime de pedofilia. Malta anunciou esta semana a apresentação de projeto que tira do condenado por pedofilia a possibilidade de obter a progressão do regime penal.
O objetivo é evitar que o pedófilo seja posto em liberdade após alguns anos de detenção. Deverá constar da proposta a previsão de 30 anos de prisão para o abusador e o uso de rastreador eletrônico pelos presos por pedofilia.
O caso
O garoto Kaito Guilherme Nascimento Filho foi violentado e assassinado por Edson Alves Delfino (29), que cumpria pensa em regime semi-aberto pelo mesmo tipo de crime.
O acusado confessou o crime e contou detalhes à polícia durante seu depoimento. O pai do jovem também já se encontrou com Edson Alves, que pediu para não ser colocado em liberdade, pois voltará a atacar.

Olhar Direto/Alline Marques e Marcos Coutinho
Foto: Reprodução
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O pai do garoto Kaito Guilherme Nascimento Pinto (10) se encontrará com o senador Magno Malta, presidente da CPI da Pedofilia, na tarde desta quarta-feira (29), para discutir a alteração da legislação penal, no que concernem crimes desta natureza. O caso do menino chocou o país.
A audiência será acompanhada pelo deputado federal Valtenir Pereira (PSB) que defende o endurecimento das leis referentes a crimes contra crianças. Ele é contra a redução de pena e benefícios concedidos aos autores destes delitos.
A Comissão Parlamentar de Inquérito da Pedofilia há um ano discute a alteração na lei, já que não existe no código penal brasileiro o crime de pedofilia. Malta anunciou esta semana a apresentação de projeto que tira do condenado por pedofilia a possibilidade de obter a progressão do regime penal.
O objetivo é evitar que o pedófilo seja posto em liberdade após alguns anos de detenção. Deverá constar da proposta a previsão de 30 anos de prisão para o abusador e o uso de rastreador eletrônico pelos presos por pedofilia.
O caso
O garoto Kaito Guilherme Nascimento Filho foi violentado e assassinado por Edson Alves Delfino (29), que cumpria pensa em regime semi-aberto pelo mesmo tipo de crime.
O acusado confessou o crime e contou detalhes à polícia durante seu depoimento. O pai do jovem também já se encontrou com Edson Alves, que pediu para não ser colocado em liberdade, pois voltará a atacar.

Olhar Direto/Alline Marques e Marcos Coutinho
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O pai do garoto Kaito Guilherme Nascimento Pinto (10) se encontrará com o senador Magno Malta, presidente da CPI da Pedofilia, na tarde desta quarta-feira (29), para discutir a alteração da legislação penal, no que concernem crimes desta natureza. O caso do menino chocou o país.
A audiência será acompanhada pelo deputado federal Valtenir Pereira (PSB) que defende o endurecimento das leis referentes a crimes contra crianças. Ele é contra a redução de pena e benefícios concedidos aos autores destes delitos.
A Comissão Parlamentar de Inquérito da Pedofilia há um ano discute a alteração na lei, já que não existe no código penal brasileiro o crime de pedofilia. Malta anunciou esta semana a apresentação de projeto que tira do condenado por pedofilia a possibilidade de obter a progressão do regime penal.
O objetivo é evitar que o pedófilo seja posto em liberdade após alguns anos de detenção. Deverá constar da proposta a previsão de 30 anos de prisão para o abusador e o uso de rastreador eletrônico pelos presos por pedofilia.
O caso
O garoto Kaito Guilherme Nascimento Filho foi violentado e assassinado por Edson Alves Delfino (29), que cumpria pensa em regime semi-aberto pelo mesmo tipo de crime.
O acusado confessou o crime e contou detalhes à polícia durante seu depoimento. O pai do jovem também já se encontrou com Edson Alves, que pediu para não ser colocado em liberdade, pois voltará a atacar.

Olhar Direto/Alline Marques e Marcos Coutinho
Foto: Reprodução
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O pai do garoto Kaito Guilherme Nascimento Pinto (10) se encontrará com o senador Magno Malta, presidente da CPI da Pedofilia, na tarde desta quarta-feira (29), para discutir a alteração da legislação penal, no que concernem crimes desta natureza. O caso do menino chocou o país.
A audiência será acompanhada pelo deputado federal Valtenir Pereira (PSB) que defende o endurecimento das leis referentes a crimes contra crianças. Ele é contra a redução de pena e benefícios concedidos aos autores destes delitos.
A Comissão Parlamentar de Inquérito da Pedofilia há um ano discute a alteração na lei, já que não existe no código penal brasileiro o crime de pedofilia. Malta anunciou esta semana a apresentação de projeto que tira do condenado por pedofilia a possibilidade de obter a progressão do regime penal.
O objetivo é evitar que o pedófilo seja posto em liberdade após alguns anos de detenção. Deverá constar da proposta a previsão de 30 anos de prisão para o abusador e o uso de rastreador eletrônico pelos presos por pedofilia.
O caso
O garoto Kaito Guilherme Nascimento Filho foi violentado e assassinado por Edson Alves Delfino (29), que cumpria pensa em regime semi-aberto pelo mesmo tipo de crime.
O acusado confessou o crime e contou detalhes à polícia durante seu depoimento. O pai do jovem também já se encontrou com Edson Alves, que pediu para não ser colocado em liberdade, pois voltará a atacar.

Olhar Direto/Alline Marques e Marcos Coutinho
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O pai do garoto Kaito Guilherme Nascimento Pinto (10) se encontrará com o senador Magno Malta, presidente da CPI da Pedofilia, na tarde desta quarta-feira (29), para discutir a alteração da legislação penal, no que concernem crimes desta natureza. O caso do menino chocou o país.
A audiência será acompanhada pelo deputado federal Valtenir Pereira (PSB) que defende o endurecimento das leis referentes a crimes contra crianças. Ele é contra a redução de pena e benefícios concedidos aos autores destes delitos.
A Comissão Parlamentar de Inquérito da Pedofilia há um ano discute a alteração na lei, já que não existe no código penal brasileiro o crime de pedofilia. Malta anunciou esta semana a apresentação de projeto que tira do condenado por pedofilia a possibilidade de obter a progressão do regime penal.
O objetivo é evitar que o pedófilo seja posto em liberdade após alguns anos de detenção. Deverá constar da proposta a previsão de 30 anos de prisão para o abusador e o uso de rastreador eletrônico pelos presos por pedofilia.
O caso
O garoto Kaito Guilherme Nascimento Filho foi violentado e assassinado por Edson Alves Delfino (29), que cumpria pensa em regime semi-aberto pelo mesmo tipo de crime.
O acusado confessou o crime e contou detalhes à polícia durante seu depoimento. O pai do jovem também já se encontrou com Edson Alves, que pediu para não ser colocado em liberdade, pois voltará a atacar.

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O pai do garoto Kaito Guilherme Nascimento Pinto (10) se encontrará com o senador Magno Malta, presidente da CPI da Pedofilia, na tarde desta quarta-feira (29), para discutir a alteração da legislação penal, no que concernem crimes desta natureza. O caso do menino chocou o país.
A audiência será acompanhada pelo deputado federal Valtenir Pereira (PSB) que defende o endurecimento das leis referentes a crimes contra crianças. Ele é contra a redução de pena e benefícios concedidos aos autores destes delitos.
A Comissão Parlamentar de Inquérito da Pedofilia há um ano discute a alteração na lei, já que não existe no código penal brasileiro o crime de pedofilia. Malta anunciou esta semana a apresentação de projeto que tira do condenado por pedofilia a possibilidade de obter a progressão do regime penal.
O objetivo é evitar que o pedófilo seja posto em liberdade após alguns anos de detenção. Deverá constar da proposta a previsão de 30 anos de prisão para o abusador e o uso de rastreador eletrônico pelos presos por pedofilia.
O caso
O garoto Kaito Guilherme Nascimento Filho foi violentado e assassinado por Edson Alves Delfino (29), que cumpria pensa em regime semi-aberto pelo mesmo tipo de crime.
O acusado confessou o crime e contou detalhes à polícia durante seu depoimento. O pai do jovem também já se encontrou com Edson Alves, que pediu para não ser colocado em liberdade, pois voltará a atacar.

Olhar Direto/Alline Marques e Marcos Coutinho
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O pai do garoto Kaito Guilherme Nascimento Pinto (10) se encontrará com o senador Magno Malta, presidente da CPI da Pedofilia, na tarde desta quarta-feira (29), para discutir a alteração da legislação penal, no que concernem crimes desta natureza. O caso do menino chocou o país.
A audiência será acompanhada pelo deputado federal Valtenir Pereira (PSB) que defende o endurecimento das leis referentes a crimes contra crianças. Ele é contra a redução de pena e benefícios concedidos aos autores destes delitos.
A Comissão Parlamentar de Inquérito da Pedofilia há um ano discute a alteração na lei, já que não existe no código penal brasileiro o crime de pedofilia. Malta anunciou esta semana a apresentação de projeto que tira do condenado por pedofilia a possibilidade de obter a progressão do regime penal.
O objetivo é evitar que o pedófilo seja posto em liberdade após alguns anos de detenção. Deverá constar da proposta a previsão de 30 anos de prisão para o abusador e o uso de rastreador eletrônico pelos presos por pedofilia.
O caso
O garoto Kaito Guilherme Nascimento Filho foi violentado e assassinado por Edson Alves Delfino (29), que cumpria pensa em regime semi-aberto pelo mesmo tipo de crime.
O acusado confessou o crime e contou detalhes à polícia durante seu depoimento. O pai do jovem também já se encontrou com Edson Alves, que pediu para não ser colocado em liberdade, pois voltará a atacar.

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O sensacionalismo da mídia em torno da “farra das passagens” e, agora, da “gripe suína” tirou do foco o debate sobre os efeitos da crise capitalista mundial. Alguns, mais otimistas, até garantem que “o pior já passou”. Mas não foi este o tom das intervenções na reunião deste final de semana do Comitê de Desenvolvimento, um fórum conjunto dos membros do Banco Mundial (Bird) e do Fundo Monetário Internacional (FMI). O ministro da Fazenda, Guido Mantega foi um dos mais “incendiários” no seu discurso, o que indica uma sensível mudança de leitura no governo Lula.
“O mundo está em chamas. A crise se tornou ainda mais prejudicial para o mundo desde o último encontro do Comitê de Desenvolvimento. Havia outros incêndios antes mesmo do derretimento financeiro em setembro de 2008, labaredas que eram igualmente devastadoras, mas muitos de nós estávamos acostumados a viver com elas”. Agora, segundo o ministro, a crise caminharia para sua fase crônica e a culpa seria da “globalização alimentada pela desigual distribuição da riqueza, pelo crescimento econômico rápido e concentrado e por padrões de consumo que degradam o uso dos recursos naturais... Este modelo de globalização precisa de ajustes”.

Risco de uma “catástrofe humana”
Mantega destacou a urgência de “fortalecer a estrutura multilateral” no enfrentamento da crise e lembrou que os ministros do G-20 já se encontraram duas vezes desde setembro passado, após o colapso do banco Lehman Brothers. Para ele, está evidente que “o G-7 não pode apagar sozinho o incêndio existente, e é improvável que seja eficiente em crise futuras”. Num discurso duro, ele afirmou que “os países ricos” são as principais responsáveis pela crise, que já ocasiona “níveis maiores de desemprego e aumento do número de pessoas vivendo abaixo da linha de pobreza”.
Até o presidente do Bird, Roberto Zoellick, um dos expoentes da desregulamentação financeira no governo Bush, reconheceu que o pior não passou. “A crise econômica poderá se transformar numa catástrofe humana... Ninguém sabe quanto ela vai durar. Também não sabemos o ritmo de recuperação. Mas há um reconhecimento de que o mundo encara uma crise sem precedentes e que os pobres estão sofrendo mais... A crise está mudando o mundo e o Banco Mundial precisa mudar com ela. Há amplo consenso de que os emergentes devem ter mais influência”.
Como enfatizou Paulo Nogueira Batista Jr., diretor-executivo do Brasil e de mais oito países da América Latina e Caribe no FMI, os chamados países emergentes não devem “baixar a guarda” diante da crise mundial. Ela defendeu ações mais ousadas no combate à orgia financeira e maior participação dos “emergentes” nas decisões globais. “Os setores que defendem o atual estado das coisas são muito fortes ainda. Estão, talvez, enfraquecidos pela crise, mas em um momento seguinte podem querer restabelecer o passado. Não é impossível que, passado o período mais agudo da crise, as velhas potências queiram restabelecer o G-7 e marginalizar o G-20”, alertou.
Altamiro Borges é jornalista, membro do Comitê Central do PCdoB - Partido Comunista do Brasil, autor do livro Sindicalismo, resistência e alternativas (Editora Anita Garibaldi).


fonte: Correio do Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:34  comentar

O sensacionalismo da mídia em torno da “farra das passagens” e, agora, da “gripe suína” tirou do foco o debate sobre os efeitos da crise capitalista mundial. Alguns, mais otimistas, até garantem que “o pior já passou”. Mas não foi este o tom das intervenções na reunião deste final de semana do Comitê de Desenvolvimento, um fórum conjunto dos membros do Banco Mundial (Bird) e do Fundo Monetário Internacional (FMI). O ministro da Fazenda, Guido Mantega foi um dos mais “incendiários” no seu discurso, o que indica uma sensível mudança de leitura no governo Lula.
“O mundo está em chamas. A crise se tornou ainda mais prejudicial para o mundo desde o último encontro do Comitê de Desenvolvimento. Havia outros incêndios antes mesmo do derretimento financeiro em setembro de 2008, labaredas que eram igualmente devastadoras, mas muitos de nós estávamos acostumados a viver com elas”. Agora, segundo o ministro, a crise caminharia para sua fase crônica e a culpa seria da “globalização alimentada pela desigual distribuição da riqueza, pelo crescimento econômico rápido e concentrado e por padrões de consumo que degradam o uso dos recursos naturais... Este modelo de globalização precisa de ajustes”.

Risco de uma “catástrofe humana”
Mantega destacou a urgência de “fortalecer a estrutura multilateral” no enfrentamento da crise e lembrou que os ministros do G-20 já se encontraram duas vezes desde setembro passado, após o colapso do banco Lehman Brothers. Para ele, está evidente que “o G-7 não pode apagar sozinho o incêndio existente, e é improvável que seja eficiente em crise futuras”. Num discurso duro, ele afirmou que “os países ricos” são as principais responsáveis pela crise, que já ocasiona “níveis maiores de desemprego e aumento do número de pessoas vivendo abaixo da linha de pobreza”.
Até o presidente do Bird, Roberto Zoellick, um dos expoentes da desregulamentação financeira no governo Bush, reconheceu que o pior não passou. “A crise econômica poderá se transformar numa catástrofe humana... Ninguém sabe quanto ela vai durar. Também não sabemos o ritmo de recuperação. Mas há um reconhecimento de que o mundo encara uma crise sem precedentes e que os pobres estão sofrendo mais... A crise está mudando o mundo e o Banco Mundial precisa mudar com ela. Há amplo consenso de que os emergentes devem ter mais influência”.
Como enfatizou Paulo Nogueira Batista Jr., diretor-executivo do Brasil e de mais oito países da América Latina e Caribe no FMI, os chamados países emergentes não devem “baixar a guarda” diante da crise mundial. Ela defendeu ações mais ousadas no combate à orgia financeira e maior participação dos “emergentes” nas decisões globais. “Os setores que defendem o atual estado das coisas são muito fortes ainda. Estão, talvez, enfraquecidos pela crise, mas em um momento seguinte podem querer restabelecer o passado. Não é impossível que, passado o período mais agudo da crise, as velhas potências queiram restabelecer o G-7 e marginalizar o G-20”, alertou.
Altamiro Borges é jornalista, membro do Comitê Central do PCdoB - Partido Comunista do Brasil, autor do livro Sindicalismo, resistência e alternativas (Editora Anita Garibaldi).


fonte: Correio do Brasil
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O sensacionalismo da mídia em torno da “farra das passagens” e, agora, da “gripe suína” tirou do foco o debate sobre os efeitos da crise capitalista mundial. Alguns, mais otimistas, até garantem que “o pior já passou”. Mas não foi este o tom das intervenções na reunião deste final de semana do Comitê de Desenvolvimento, um fórum conjunto dos membros do Banco Mundial (Bird) e do Fundo Monetário Internacional (FMI). O ministro da Fazenda, Guido Mantega foi um dos mais “incendiários” no seu discurso, o que indica uma sensível mudança de leitura no governo Lula.
“O mundo está em chamas. A crise se tornou ainda mais prejudicial para o mundo desde o último encontro do Comitê de Desenvolvimento. Havia outros incêndios antes mesmo do derretimento financeiro em setembro de 2008, labaredas que eram igualmente devastadoras, mas muitos de nós estávamos acostumados a viver com elas”. Agora, segundo o ministro, a crise caminharia para sua fase crônica e a culpa seria da “globalização alimentada pela desigual distribuição da riqueza, pelo crescimento econômico rápido e concentrado e por padrões de consumo que degradam o uso dos recursos naturais... Este modelo de globalização precisa de ajustes”.

Risco de uma “catástrofe humana”
Mantega destacou a urgência de “fortalecer a estrutura multilateral” no enfrentamento da crise e lembrou que os ministros do G-20 já se encontraram duas vezes desde setembro passado, após o colapso do banco Lehman Brothers. Para ele, está evidente que “o G-7 não pode apagar sozinho o incêndio existente, e é improvável que seja eficiente em crise futuras”. Num discurso duro, ele afirmou que “os países ricos” são as principais responsáveis pela crise, que já ocasiona “níveis maiores de desemprego e aumento do número de pessoas vivendo abaixo da linha de pobreza”.
Até o presidente do Bird, Roberto Zoellick, um dos expoentes da desregulamentação financeira no governo Bush, reconheceu que o pior não passou. “A crise econômica poderá se transformar numa catástrofe humana... Ninguém sabe quanto ela vai durar. Também não sabemos o ritmo de recuperação. Mas há um reconhecimento de que o mundo encara uma crise sem precedentes e que os pobres estão sofrendo mais... A crise está mudando o mundo e o Banco Mundial precisa mudar com ela. Há amplo consenso de que os emergentes devem ter mais influência”.
Como enfatizou Paulo Nogueira Batista Jr., diretor-executivo do Brasil e de mais oito países da América Latina e Caribe no FMI, os chamados países emergentes não devem “baixar a guarda” diante da crise mundial. Ela defendeu ações mais ousadas no combate à orgia financeira e maior participação dos “emergentes” nas decisões globais. “Os setores que defendem o atual estado das coisas são muito fortes ainda. Estão, talvez, enfraquecidos pela crise, mas em um momento seguinte podem querer restabelecer o passado. Não é impossível que, passado o período mais agudo da crise, as velhas potências queiram restabelecer o G-7 e marginalizar o G-20”, alertou.
Altamiro Borges é jornalista, membro do Comitê Central do PCdoB - Partido Comunista do Brasil, autor do livro Sindicalismo, resistência e alternativas (Editora Anita Garibaldi).


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O sensacionalismo da mídia em torno da “farra das passagens” e, agora, da “gripe suína” tirou do foco o debate sobre os efeitos da crise capitalista mundial. Alguns, mais otimistas, até garantem que “o pior já passou”. Mas não foi este o tom das intervenções na reunião deste final de semana do Comitê de Desenvolvimento, um fórum conjunto dos membros do Banco Mundial (Bird) e do Fundo Monetário Internacional (FMI). O ministro da Fazenda, Guido Mantega foi um dos mais “incendiários” no seu discurso, o que indica uma sensível mudança de leitura no governo Lula.
“O mundo está em chamas. A crise se tornou ainda mais prejudicial para o mundo desde o último encontro do Comitê de Desenvolvimento. Havia outros incêndios antes mesmo do derretimento financeiro em setembro de 2008, labaredas que eram igualmente devastadoras, mas muitos de nós estávamos acostumados a viver com elas”. Agora, segundo o ministro, a crise caminharia para sua fase crônica e a culpa seria da “globalização alimentada pela desigual distribuição da riqueza, pelo crescimento econômico rápido e concentrado e por padrões de consumo que degradam o uso dos recursos naturais... Este modelo de globalização precisa de ajustes”.

Risco de uma “catástrofe humana”
Mantega destacou a urgência de “fortalecer a estrutura multilateral” no enfrentamento da crise e lembrou que os ministros do G-20 já se encontraram duas vezes desde setembro passado, após o colapso do banco Lehman Brothers. Para ele, está evidente que “o G-7 não pode apagar sozinho o incêndio existente, e é improvável que seja eficiente em crise futuras”. Num discurso duro, ele afirmou que “os países ricos” são as principais responsáveis pela crise, que já ocasiona “níveis maiores de desemprego e aumento do número de pessoas vivendo abaixo da linha de pobreza”.
Até o presidente do Bird, Roberto Zoellick, um dos expoentes da desregulamentação financeira no governo Bush, reconheceu que o pior não passou. “A crise econômica poderá se transformar numa catástrofe humana... Ninguém sabe quanto ela vai durar. Também não sabemos o ritmo de recuperação. Mas há um reconhecimento de que o mundo encara uma crise sem precedentes e que os pobres estão sofrendo mais... A crise está mudando o mundo e o Banco Mundial precisa mudar com ela. Há amplo consenso de que os emergentes devem ter mais influência”.
Como enfatizou Paulo Nogueira Batista Jr., diretor-executivo do Brasil e de mais oito países da América Latina e Caribe no FMI, os chamados países emergentes não devem “baixar a guarda” diante da crise mundial. Ela defendeu ações mais ousadas no combate à orgia financeira e maior participação dos “emergentes” nas decisões globais. “Os setores que defendem o atual estado das coisas são muito fortes ainda. Estão, talvez, enfraquecidos pela crise, mas em um momento seguinte podem querer restabelecer o passado. Não é impossível que, passado o período mais agudo da crise, as velhas potências queiram restabelecer o G-7 e marginalizar o G-20”, alertou.
Altamiro Borges é jornalista, membro do Comitê Central do PCdoB - Partido Comunista do Brasil, autor do livro Sindicalismo, resistência e alternativas (Editora Anita Garibaldi).


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O sensacionalismo da mídia em torno da “farra das passagens” e, agora, da “gripe suína” tirou do foco o debate sobre os efeitos da crise capitalista mundial. Alguns, mais otimistas, até garantem que “o pior já passou”. Mas não foi este o tom das intervenções na reunião deste final de semana do Comitê de Desenvolvimento, um fórum conjunto dos membros do Banco Mundial (Bird) e do Fundo Monetário Internacional (FMI). O ministro da Fazenda, Guido Mantega foi um dos mais “incendiários” no seu discurso, o que indica uma sensível mudança de leitura no governo Lula.
“O mundo está em chamas. A crise se tornou ainda mais prejudicial para o mundo desde o último encontro do Comitê de Desenvolvimento. Havia outros incêndios antes mesmo do derretimento financeiro em setembro de 2008, labaredas que eram igualmente devastadoras, mas muitos de nós estávamos acostumados a viver com elas”. Agora, segundo o ministro, a crise caminharia para sua fase crônica e a culpa seria da “globalização alimentada pela desigual distribuição da riqueza, pelo crescimento econômico rápido e concentrado e por padrões de consumo que degradam o uso dos recursos naturais... Este modelo de globalização precisa de ajustes”.

Risco de uma “catástrofe humana”
Mantega destacou a urgência de “fortalecer a estrutura multilateral” no enfrentamento da crise e lembrou que os ministros do G-20 já se encontraram duas vezes desde setembro passado, após o colapso do banco Lehman Brothers. Para ele, está evidente que “o G-7 não pode apagar sozinho o incêndio existente, e é improvável que seja eficiente em crise futuras”. Num discurso duro, ele afirmou que “os países ricos” são as principais responsáveis pela crise, que já ocasiona “níveis maiores de desemprego e aumento do número de pessoas vivendo abaixo da linha de pobreza”.
Até o presidente do Bird, Roberto Zoellick, um dos expoentes da desregulamentação financeira no governo Bush, reconheceu que o pior não passou. “A crise econômica poderá se transformar numa catástrofe humana... Ninguém sabe quanto ela vai durar. Também não sabemos o ritmo de recuperação. Mas há um reconhecimento de que o mundo encara uma crise sem precedentes e que os pobres estão sofrendo mais... A crise está mudando o mundo e o Banco Mundial precisa mudar com ela. Há amplo consenso de que os emergentes devem ter mais influência”.
Como enfatizou Paulo Nogueira Batista Jr., diretor-executivo do Brasil e de mais oito países da América Latina e Caribe no FMI, os chamados países emergentes não devem “baixar a guarda” diante da crise mundial. Ela defendeu ações mais ousadas no combate à orgia financeira e maior participação dos “emergentes” nas decisões globais. “Os setores que defendem o atual estado das coisas são muito fortes ainda. Estão, talvez, enfraquecidos pela crise, mas em um momento seguinte podem querer restabelecer o passado. Não é impossível que, passado o período mais agudo da crise, as velhas potências queiram restabelecer o G-7 e marginalizar o G-20”, alertou.
Altamiro Borges é jornalista, membro do Comitê Central do PCdoB - Partido Comunista do Brasil, autor do livro Sindicalismo, resistência e alternativas (Editora Anita Garibaldi).


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O sensacionalismo da mídia em torno da “farra das passagens” e, agora, da “gripe suína” tirou do foco o debate sobre os efeitos da crise capitalista mundial. Alguns, mais otimistas, até garantem que “o pior já passou”. Mas não foi este o tom das intervenções na reunião deste final de semana do Comitê de Desenvolvimento, um fórum conjunto dos membros do Banco Mundial (Bird) e do Fundo Monetário Internacional (FMI). O ministro da Fazenda, Guido Mantega foi um dos mais “incendiários” no seu discurso, o que indica uma sensível mudança de leitura no governo Lula.
“O mundo está em chamas. A crise se tornou ainda mais prejudicial para o mundo desde o último encontro do Comitê de Desenvolvimento. Havia outros incêndios antes mesmo do derretimento financeiro em setembro de 2008, labaredas que eram igualmente devastadoras, mas muitos de nós estávamos acostumados a viver com elas”. Agora, segundo o ministro, a crise caminharia para sua fase crônica e a culpa seria da “globalização alimentada pela desigual distribuição da riqueza, pelo crescimento econômico rápido e concentrado e por padrões de consumo que degradam o uso dos recursos naturais... Este modelo de globalização precisa de ajustes”.

Risco de uma “catástrofe humana”
Mantega destacou a urgência de “fortalecer a estrutura multilateral” no enfrentamento da crise e lembrou que os ministros do G-20 já se encontraram duas vezes desde setembro passado, após o colapso do banco Lehman Brothers. Para ele, está evidente que “o G-7 não pode apagar sozinho o incêndio existente, e é improvável que seja eficiente em crise futuras”. Num discurso duro, ele afirmou que “os países ricos” são as principais responsáveis pela crise, que já ocasiona “níveis maiores de desemprego e aumento do número de pessoas vivendo abaixo da linha de pobreza”.
Até o presidente do Bird, Roberto Zoellick, um dos expoentes da desregulamentação financeira no governo Bush, reconheceu que o pior não passou. “A crise econômica poderá se transformar numa catástrofe humana... Ninguém sabe quanto ela vai durar. Também não sabemos o ritmo de recuperação. Mas há um reconhecimento de que o mundo encara uma crise sem precedentes e que os pobres estão sofrendo mais... A crise está mudando o mundo e o Banco Mundial precisa mudar com ela. Há amplo consenso de que os emergentes devem ter mais influência”.
Como enfatizou Paulo Nogueira Batista Jr., diretor-executivo do Brasil e de mais oito países da América Latina e Caribe no FMI, os chamados países emergentes não devem “baixar a guarda” diante da crise mundial. Ela defendeu ações mais ousadas no combate à orgia financeira e maior participação dos “emergentes” nas decisões globais. “Os setores que defendem o atual estado das coisas são muito fortes ainda. Estão, talvez, enfraquecidos pela crise, mas em um momento seguinte podem querer restabelecer o passado. Não é impossível que, passado o período mais agudo da crise, as velhas potências queiram restabelecer o G-7 e marginalizar o G-20”, alertou.
Altamiro Borges é jornalista, membro do Comitê Central do PCdoB - Partido Comunista do Brasil, autor do livro Sindicalismo, resistência e alternativas (Editora Anita Garibaldi).


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O sensacionalismo da mídia em torno da “farra das passagens” e, agora, da “gripe suína” tirou do foco o debate sobre os efeitos da crise capitalista mundial. Alguns, mais otimistas, até garantem que “o pior já passou”. Mas não foi este o tom das intervenções na reunião deste final de semana do Comitê de Desenvolvimento, um fórum conjunto dos membros do Banco Mundial (Bird) e do Fundo Monetário Internacional (FMI). O ministro da Fazenda, Guido Mantega foi um dos mais “incendiários” no seu discurso, o que indica uma sensível mudança de leitura no governo Lula.
“O mundo está em chamas. A crise se tornou ainda mais prejudicial para o mundo desde o último encontro do Comitê de Desenvolvimento. Havia outros incêndios antes mesmo do derretimento financeiro em setembro de 2008, labaredas que eram igualmente devastadoras, mas muitos de nós estávamos acostumados a viver com elas”. Agora, segundo o ministro, a crise caminharia para sua fase crônica e a culpa seria da “globalização alimentada pela desigual distribuição da riqueza, pelo crescimento econômico rápido e concentrado e por padrões de consumo que degradam o uso dos recursos naturais... Este modelo de globalização precisa de ajustes”.

Risco de uma “catástrofe humana”
Mantega destacou a urgência de “fortalecer a estrutura multilateral” no enfrentamento da crise e lembrou que os ministros do G-20 já se encontraram duas vezes desde setembro passado, após o colapso do banco Lehman Brothers. Para ele, está evidente que “o G-7 não pode apagar sozinho o incêndio existente, e é improvável que seja eficiente em crise futuras”. Num discurso duro, ele afirmou que “os países ricos” são as principais responsáveis pela crise, que já ocasiona “níveis maiores de desemprego e aumento do número de pessoas vivendo abaixo da linha de pobreza”.
Até o presidente do Bird, Roberto Zoellick, um dos expoentes da desregulamentação financeira no governo Bush, reconheceu que o pior não passou. “A crise econômica poderá se transformar numa catástrofe humana... Ninguém sabe quanto ela vai durar. Também não sabemos o ritmo de recuperação. Mas há um reconhecimento de que o mundo encara uma crise sem precedentes e que os pobres estão sofrendo mais... A crise está mudando o mundo e o Banco Mundial precisa mudar com ela. Há amplo consenso de que os emergentes devem ter mais influência”.
Como enfatizou Paulo Nogueira Batista Jr., diretor-executivo do Brasil e de mais oito países da América Latina e Caribe no FMI, os chamados países emergentes não devem “baixar a guarda” diante da crise mundial. Ela defendeu ações mais ousadas no combate à orgia financeira e maior participação dos “emergentes” nas decisões globais. “Os setores que defendem o atual estado das coisas são muito fortes ainda. Estão, talvez, enfraquecidos pela crise, mas em um momento seguinte podem querer restabelecer o passado. Não é impossível que, passado o período mais agudo da crise, as velhas potências queiram restabelecer o G-7 e marginalizar o G-20”, alertou.
Altamiro Borges é jornalista, membro do Comitê Central do PCdoB - Partido Comunista do Brasil, autor do livro Sindicalismo, resistência e alternativas (Editora Anita Garibaldi).


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O sensacionalismo da mídia em torno da “farra das passagens” e, agora, da “gripe suína” tirou do foco o debate sobre os efeitos da crise capitalista mundial. Alguns, mais otimistas, até garantem que “o pior já passou”. Mas não foi este o tom das intervenções na reunião deste final de semana do Comitê de Desenvolvimento, um fórum conjunto dos membros do Banco Mundial (Bird) e do Fundo Monetário Internacional (FMI). O ministro da Fazenda, Guido Mantega foi um dos mais “incendiários” no seu discurso, o que indica uma sensível mudança de leitura no governo Lula.
“O mundo está em chamas. A crise se tornou ainda mais prejudicial para o mundo desde o último encontro do Comitê de Desenvolvimento. Havia outros incêndios antes mesmo do derretimento financeiro em setembro de 2008, labaredas que eram igualmente devastadoras, mas muitos de nós estávamos acostumados a viver com elas”. Agora, segundo o ministro, a crise caminharia para sua fase crônica e a culpa seria da “globalização alimentada pela desigual distribuição da riqueza, pelo crescimento econômico rápido e concentrado e por padrões de consumo que degradam o uso dos recursos naturais... Este modelo de globalização precisa de ajustes”.

Risco de uma “catástrofe humana”
Mantega destacou a urgência de “fortalecer a estrutura multilateral” no enfrentamento da crise e lembrou que os ministros do G-20 já se encontraram duas vezes desde setembro passado, após o colapso do banco Lehman Brothers. Para ele, está evidente que “o G-7 não pode apagar sozinho o incêndio existente, e é improvável que seja eficiente em crise futuras”. Num discurso duro, ele afirmou que “os países ricos” são as principais responsáveis pela crise, que já ocasiona “níveis maiores de desemprego e aumento do número de pessoas vivendo abaixo da linha de pobreza”.
Até o presidente do Bird, Roberto Zoellick, um dos expoentes da desregulamentação financeira no governo Bush, reconheceu que o pior não passou. “A crise econômica poderá se transformar numa catástrofe humana... Ninguém sabe quanto ela vai durar. Também não sabemos o ritmo de recuperação. Mas há um reconhecimento de que o mundo encara uma crise sem precedentes e que os pobres estão sofrendo mais... A crise está mudando o mundo e o Banco Mundial precisa mudar com ela. Há amplo consenso de que os emergentes devem ter mais influência”.
Como enfatizou Paulo Nogueira Batista Jr., diretor-executivo do Brasil e de mais oito países da América Latina e Caribe no FMI, os chamados países emergentes não devem “baixar a guarda” diante da crise mundial. Ela defendeu ações mais ousadas no combate à orgia financeira e maior participação dos “emergentes” nas decisões globais. “Os setores que defendem o atual estado das coisas são muito fortes ainda. Estão, talvez, enfraquecidos pela crise, mas em um momento seguinte podem querer restabelecer o passado. Não é impossível que, passado o período mais agudo da crise, as velhas potências queiram restabelecer o G-7 e marginalizar o G-20”, alertou.
Altamiro Borges é jornalista, membro do Comitê Central do PCdoB - Partido Comunista do Brasil, autor do livro Sindicalismo, resistência e alternativas (Editora Anita Garibaldi).


fonte: Correio do Brasil
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A psicologia dos games: Será que eles nos influenciam tanto?

Por Leo prosopopeio Cardoso – http://prosopopeio.blogspot.com

Seja como distração habitual, compulsão obsessiva ou até mesmo uma esporádica forma de rivalidade entre amigos, não há aquele que nunca teve contato com o mundo virtual dos games, tão fascinante e encantador.
Convenhamos, drasticamente ou não, os games realmente têm grande parcela de influência na vida, não só dos jovens, mas de todo mundo que é fascinado por essa maravilha tecnológica - que evolui mais do que qualquer outra forma de entretenimento doméstico. Mas proporção dessa influência é questionável: Há quem trate os games como principal culpado na disseminação da violência, e há quem acredite que eles são apenas desafios digitais.
Sempre que há reportagens sobre a influência de jogos de violência nas atitudes dos jovens, os apaixonados por games se perguntam: Será mesmo que aquele americano esquisito entrou atirando em todo mundo na escola só porque jogou muito Grand Theft Auto?! Será que o pessoal daquele clã seqüestrou o cara só pelos pontos no GunBound?! Será que o jovem que fez uma chacina no cinema estava sobre a influência do jogo Duke Nuke?!
Ah! Claro que não… Se fosse assim, toda minha geração, da década de 80, que cansou de jogar Pacman no Atari 5200, estaria correndo em salas escuras, ouvindo músicas eletrônicas repetitivas e comendo pílulas mágicas que nos dão super poderes…
Ironias à parte, estamos na sétima geração de videogames, numa disputa alucinante de mercado entre a Sony, a Microsoft e a Nintendo, em meio a milhares de lançamentos de títulos para PC`s, vídeo games portáteis, joguinhos de celular, emuladores, mini-games-brindes-de-lanchonetes e jogos virtuais em Java e Flash - até a TV a cabo tem um canal com jogos de 4 bits – e tanta oferta, com certeza, tem sua parcela de influência para os que a procuram: Na maioria dos casos crianças e adolescentes.
Segundo uma corrente pedagógica chamada “psicologia cultural” o processo educativo acontece em todas as relações sociais do indivíduo. Além da escola, são também considerados como espaços pedagógicos os jogos eletrônicos, os filmes, as revistas, as bibliotecas, os jornais, os brinquedos, as publicidades e a mídia em geral. Os estudiosos preocupados com as questões psicológicas dos jovens, consideram esses ambientes como de extrema importância para se analisar os processos educacionais.
Com o aparecimento do Atari 2600, no início da década de 80, os games passaram a ser um dos mais populares entretenimentos domésticos. E, nesses quase 30 anos, os games mais violentos sempre foram acusados de promover condutas anti-sociais nos jogadores. Muitas notícias afirmam que alguns acontecimentos violentos tiveram relação diretas com os games, assim como muitos jornais vinculam matérias que mostram o aspecto positivo desse meio de entretenimento.
A violência de jogos como Mortal Kombat e Night Trap abalaram a sociedade americana. Os senadores Joseph Lieberman e Herbert Kohl abriram uma investigação para saber como a violência dos jogos interfere na vida dos jogadores. Depois de muita discussão foi criado um sistema por censura por faixa etária (que está ativo até hoje) o que, por conseqüência, registrou o aparecimento legal de jogos ainda mais violentos.



Notícia: Jovens matam sob inspiração de game 15/09/03
Fonte: Portal VSP Notícias (http://www.vsp.com.br)

“Os adolescentes William Buckner, de 16 anos, e seu meio irmão Joshua, de 14, armados com um rifle calibre 22, abriram fogo contra os carros que passavam por uma rodovia estadual do Tennessee, nos Estados Unidos, matando um homem e ferindo gravemente uma mulher. Eles confessaram a um juiz que o ato foi praticado sob a inspiração do game Grand Theft Auto.
Jack Thompson, advogado de Aaron Hamel, enfermeiro de 45 anos que morreu no tiroteio, em entrevista à BBC News Online, culpa os fabricantes do game. “Eles insistem em vender violência a crianças e adolescentes e o resultado é uma tragédia como essa”, indignou-se.”

Fonte: Terra Games
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:32  comentar


A psicologia dos games: Será que eles nos influenciam tanto?

Por Leo prosopopeio Cardoso – http://prosopopeio.blogspot.com

Seja como distração habitual, compulsão obsessiva ou até mesmo uma esporádica forma de rivalidade entre amigos, não há aquele que nunca teve contato com o mundo virtual dos games, tão fascinante e encantador.
Convenhamos, drasticamente ou não, os games realmente têm grande parcela de influência na vida, não só dos jovens, mas de todo mundo que é fascinado por essa maravilha tecnológica - que evolui mais do que qualquer outra forma de entretenimento doméstico. Mas proporção dessa influência é questionável: Há quem trate os games como principal culpado na disseminação da violência, e há quem acredite que eles são apenas desafios digitais.
Sempre que há reportagens sobre a influência de jogos de violência nas atitudes dos jovens, os apaixonados por games se perguntam: Será mesmo que aquele americano esquisito entrou atirando em todo mundo na escola só porque jogou muito Grand Theft Auto?! Será que o pessoal daquele clã seqüestrou o cara só pelos pontos no GunBound?! Será que o jovem que fez uma chacina no cinema estava sobre a influência do jogo Duke Nuke?!
Ah! Claro que não… Se fosse assim, toda minha geração, da década de 80, que cansou de jogar Pacman no Atari 5200, estaria correndo em salas escuras, ouvindo músicas eletrônicas repetitivas e comendo pílulas mágicas que nos dão super poderes…
Ironias à parte, estamos na sétima geração de videogames, numa disputa alucinante de mercado entre a Sony, a Microsoft e a Nintendo, em meio a milhares de lançamentos de títulos para PC`s, vídeo games portáteis, joguinhos de celular, emuladores, mini-games-brindes-de-lanchonetes e jogos virtuais em Java e Flash - até a TV a cabo tem um canal com jogos de 4 bits – e tanta oferta, com certeza, tem sua parcela de influência para os que a procuram: Na maioria dos casos crianças e adolescentes.
Segundo uma corrente pedagógica chamada “psicologia cultural” o processo educativo acontece em todas as relações sociais do indivíduo. Além da escola, são também considerados como espaços pedagógicos os jogos eletrônicos, os filmes, as revistas, as bibliotecas, os jornais, os brinquedos, as publicidades e a mídia em geral. Os estudiosos preocupados com as questões psicológicas dos jovens, consideram esses ambientes como de extrema importância para se analisar os processos educacionais.
Com o aparecimento do Atari 2600, no início da década de 80, os games passaram a ser um dos mais populares entretenimentos domésticos. E, nesses quase 30 anos, os games mais violentos sempre foram acusados de promover condutas anti-sociais nos jogadores. Muitas notícias afirmam que alguns acontecimentos violentos tiveram relação diretas com os games, assim como muitos jornais vinculam matérias que mostram o aspecto positivo desse meio de entretenimento.
A violência de jogos como Mortal Kombat e Night Trap abalaram a sociedade americana. Os senadores Joseph Lieberman e Herbert Kohl abriram uma investigação para saber como a violência dos jogos interfere na vida dos jogadores. Depois de muita discussão foi criado um sistema por censura por faixa etária (que está ativo até hoje) o que, por conseqüência, registrou o aparecimento legal de jogos ainda mais violentos.



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Fonte: Portal VSP Notícias (http://www.vsp.com.br)

“Os adolescentes William Buckner, de 16 anos, e seu meio irmão Joshua, de 14, armados com um rifle calibre 22, abriram fogo contra os carros que passavam por uma rodovia estadual do Tennessee, nos Estados Unidos, matando um homem e ferindo gravemente uma mulher. Eles confessaram a um juiz que o ato foi praticado sob a inspiração do game Grand Theft Auto.
Jack Thompson, advogado de Aaron Hamel, enfermeiro de 45 anos que morreu no tiroteio, em entrevista à BBC News Online, culpa os fabricantes do game. “Eles insistem em vender violência a crianças e adolescentes e o resultado é uma tragédia como essa”, indignou-se.”

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Por Leo prosopopeio Cardoso – http://prosopopeio.blogspot.com

Seja como distração habitual, compulsão obsessiva ou até mesmo uma esporádica forma de rivalidade entre amigos, não há aquele que nunca teve contato com o mundo virtual dos games, tão fascinante e encantador.
Convenhamos, drasticamente ou não, os games realmente têm grande parcela de influência na vida, não só dos jovens, mas de todo mundo que é fascinado por essa maravilha tecnológica - que evolui mais do que qualquer outra forma de entretenimento doméstico. Mas proporção dessa influência é questionável: Há quem trate os games como principal culpado na disseminação da violência, e há quem acredite que eles são apenas desafios digitais.
Sempre que há reportagens sobre a influência de jogos de violência nas atitudes dos jovens, os apaixonados por games se perguntam: Será mesmo que aquele americano esquisito entrou atirando em todo mundo na escola só porque jogou muito Grand Theft Auto?! Será que o pessoal daquele clã seqüestrou o cara só pelos pontos no GunBound?! Será que o jovem que fez uma chacina no cinema estava sobre a influência do jogo Duke Nuke?!
Ah! Claro que não… Se fosse assim, toda minha geração, da década de 80, que cansou de jogar Pacman no Atari 5200, estaria correndo em salas escuras, ouvindo músicas eletrônicas repetitivas e comendo pílulas mágicas que nos dão super poderes…
Ironias à parte, estamos na sétima geração de videogames, numa disputa alucinante de mercado entre a Sony, a Microsoft e a Nintendo, em meio a milhares de lançamentos de títulos para PC`s, vídeo games portáteis, joguinhos de celular, emuladores, mini-games-brindes-de-lanchonetes e jogos virtuais em Java e Flash - até a TV a cabo tem um canal com jogos de 4 bits – e tanta oferta, com certeza, tem sua parcela de influência para os que a procuram: Na maioria dos casos crianças e adolescentes.
Segundo uma corrente pedagógica chamada “psicologia cultural” o processo educativo acontece em todas as relações sociais do indivíduo. Além da escola, são também considerados como espaços pedagógicos os jogos eletrônicos, os filmes, as revistas, as bibliotecas, os jornais, os brinquedos, as publicidades e a mídia em geral. Os estudiosos preocupados com as questões psicológicas dos jovens, consideram esses ambientes como de extrema importância para se analisar os processos educacionais.
Com o aparecimento do Atari 2600, no início da década de 80, os games passaram a ser um dos mais populares entretenimentos domésticos. E, nesses quase 30 anos, os games mais violentos sempre foram acusados de promover condutas anti-sociais nos jogadores. Muitas notícias afirmam que alguns acontecimentos violentos tiveram relação diretas com os games, assim como muitos jornais vinculam matérias que mostram o aspecto positivo desse meio de entretenimento.
A violência de jogos como Mortal Kombat e Night Trap abalaram a sociedade americana. Os senadores Joseph Lieberman e Herbert Kohl abriram uma investigação para saber como a violência dos jogos interfere na vida dos jogadores. Depois de muita discussão foi criado um sistema por censura por faixa etária (que está ativo até hoje) o que, por conseqüência, registrou o aparecimento legal de jogos ainda mais violentos.



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Jack Thompson, advogado de Aaron Hamel, enfermeiro de 45 anos que morreu no tiroteio, em entrevista à BBC News Online, culpa os fabricantes do game. “Eles insistem em vender violência a crianças e adolescentes e o resultado é uma tragédia como essa”, indignou-se.”

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Convenhamos, drasticamente ou não, os games realmente têm grande parcela de influência na vida, não só dos jovens, mas de todo mundo que é fascinado por essa maravilha tecnológica - que evolui mais do que qualquer outra forma de entretenimento doméstico. Mas proporção dessa influência é questionável: Há quem trate os games como principal culpado na disseminação da violência, e há quem acredite que eles são apenas desafios digitais.
Sempre que há reportagens sobre a influência de jogos de violência nas atitudes dos jovens, os apaixonados por games se perguntam: Será mesmo que aquele americano esquisito entrou atirando em todo mundo na escola só porque jogou muito Grand Theft Auto?! Será que o pessoal daquele clã seqüestrou o cara só pelos pontos no GunBound?! Será que o jovem que fez uma chacina no cinema estava sobre a influência do jogo Duke Nuke?!
Ah! Claro que não… Se fosse assim, toda minha geração, da década de 80, que cansou de jogar Pacman no Atari 5200, estaria correndo em salas escuras, ouvindo músicas eletrônicas repetitivas e comendo pílulas mágicas que nos dão super poderes…
Ironias à parte, estamos na sétima geração de videogames, numa disputa alucinante de mercado entre a Sony, a Microsoft e a Nintendo, em meio a milhares de lançamentos de títulos para PC`s, vídeo games portáteis, joguinhos de celular, emuladores, mini-games-brindes-de-lanchonetes e jogos virtuais em Java e Flash - até a TV a cabo tem um canal com jogos de 4 bits – e tanta oferta, com certeza, tem sua parcela de influência para os que a procuram: Na maioria dos casos crianças e adolescentes.
Segundo uma corrente pedagógica chamada “psicologia cultural” o processo educativo acontece em todas as relações sociais do indivíduo. Além da escola, são também considerados como espaços pedagógicos os jogos eletrônicos, os filmes, as revistas, as bibliotecas, os jornais, os brinquedos, as publicidades e a mídia em geral. Os estudiosos preocupados com as questões psicológicas dos jovens, consideram esses ambientes como de extrema importância para se analisar os processos educacionais.
Com o aparecimento do Atari 2600, no início da década de 80, os games passaram a ser um dos mais populares entretenimentos domésticos. E, nesses quase 30 anos, os games mais violentos sempre foram acusados de promover condutas anti-sociais nos jogadores. Muitas notícias afirmam que alguns acontecimentos violentos tiveram relação diretas com os games, assim como muitos jornais vinculam matérias que mostram o aspecto positivo desse meio de entretenimento.
A violência de jogos como Mortal Kombat e Night Trap abalaram a sociedade americana. Os senadores Joseph Lieberman e Herbert Kohl abriram uma investigação para saber como a violência dos jogos interfere na vida dos jogadores. Depois de muita discussão foi criado um sistema por censura por faixa etária (que está ativo até hoje) o que, por conseqüência, registrou o aparecimento legal de jogos ainda mais violentos.



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“Os adolescentes William Buckner, de 16 anos, e seu meio irmão Joshua, de 14, armados com um rifle calibre 22, abriram fogo contra os carros que passavam por uma rodovia estadual do Tennessee, nos Estados Unidos, matando um homem e ferindo gravemente uma mulher. Eles confessaram a um juiz que o ato foi praticado sob a inspiração do game Grand Theft Auto.
Jack Thompson, advogado de Aaron Hamel, enfermeiro de 45 anos que morreu no tiroteio, em entrevista à BBC News Online, culpa os fabricantes do game. “Eles insistem em vender violência a crianças e adolescentes e o resultado é uma tragédia como essa”, indignou-se.”

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Seja como distração habitual, compulsão obsessiva ou até mesmo uma esporádica forma de rivalidade entre amigos, não há aquele que nunca teve contato com o mundo virtual dos games, tão fascinante e encantador.
Convenhamos, drasticamente ou não, os games realmente têm grande parcela de influência na vida, não só dos jovens, mas de todo mundo que é fascinado por essa maravilha tecnológica - que evolui mais do que qualquer outra forma de entretenimento doméstico. Mas proporção dessa influência é questionável: Há quem trate os games como principal culpado na disseminação da violência, e há quem acredite que eles são apenas desafios digitais.
Sempre que há reportagens sobre a influência de jogos de violência nas atitudes dos jovens, os apaixonados por games se perguntam: Será mesmo que aquele americano esquisito entrou atirando em todo mundo na escola só porque jogou muito Grand Theft Auto?! Será que o pessoal daquele clã seqüestrou o cara só pelos pontos no GunBound?! Será que o jovem que fez uma chacina no cinema estava sobre a influência do jogo Duke Nuke?!
Ah! Claro que não… Se fosse assim, toda minha geração, da década de 80, que cansou de jogar Pacman no Atari 5200, estaria correndo em salas escuras, ouvindo músicas eletrônicas repetitivas e comendo pílulas mágicas que nos dão super poderes…
Ironias à parte, estamos na sétima geração de videogames, numa disputa alucinante de mercado entre a Sony, a Microsoft e a Nintendo, em meio a milhares de lançamentos de títulos para PC`s, vídeo games portáteis, joguinhos de celular, emuladores, mini-games-brindes-de-lanchonetes e jogos virtuais em Java e Flash - até a TV a cabo tem um canal com jogos de 4 bits – e tanta oferta, com certeza, tem sua parcela de influência para os que a procuram: Na maioria dos casos crianças e adolescentes.
Segundo uma corrente pedagógica chamada “psicologia cultural” o processo educativo acontece em todas as relações sociais do indivíduo. Além da escola, são também considerados como espaços pedagógicos os jogos eletrônicos, os filmes, as revistas, as bibliotecas, os jornais, os brinquedos, as publicidades e a mídia em geral. Os estudiosos preocupados com as questões psicológicas dos jovens, consideram esses ambientes como de extrema importância para se analisar os processos educacionais.
Com o aparecimento do Atari 2600, no início da década de 80, os games passaram a ser um dos mais populares entretenimentos domésticos. E, nesses quase 30 anos, os games mais violentos sempre foram acusados de promover condutas anti-sociais nos jogadores. Muitas notícias afirmam que alguns acontecimentos violentos tiveram relação diretas com os games, assim como muitos jornais vinculam matérias que mostram o aspecto positivo desse meio de entretenimento.
A violência de jogos como Mortal Kombat e Night Trap abalaram a sociedade americana. Os senadores Joseph Lieberman e Herbert Kohl abriram uma investigação para saber como a violência dos jogos interfere na vida dos jogadores. Depois de muita discussão foi criado um sistema por censura por faixa etária (que está ativo até hoje) o que, por conseqüência, registrou o aparecimento legal de jogos ainda mais violentos.



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Jack Thompson, advogado de Aaron Hamel, enfermeiro de 45 anos que morreu no tiroteio, em entrevista à BBC News Online, culpa os fabricantes do game. “Eles insistem em vender violência a crianças e adolescentes e o resultado é uma tragédia como essa”, indignou-se.”

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Convenhamos, drasticamente ou não, os games realmente têm grande parcela de influência na vida, não só dos jovens, mas de todo mundo que é fascinado por essa maravilha tecnológica - que evolui mais do que qualquer outra forma de entretenimento doméstico. Mas proporção dessa influência é questionável: Há quem trate os games como principal culpado na disseminação da violência, e há quem acredite que eles são apenas desafios digitais.
Sempre que há reportagens sobre a influência de jogos de violência nas atitudes dos jovens, os apaixonados por games se perguntam: Será mesmo que aquele americano esquisito entrou atirando em todo mundo na escola só porque jogou muito Grand Theft Auto?! Será que o pessoal daquele clã seqüestrou o cara só pelos pontos no GunBound?! Será que o jovem que fez uma chacina no cinema estava sobre a influência do jogo Duke Nuke?!
Ah! Claro que não… Se fosse assim, toda minha geração, da década de 80, que cansou de jogar Pacman no Atari 5200, estaria correndo em salas escuras, ouvindo músicas eletrônicas repetitivas e comendo pílulas mágicas que nos dão super poderes…
Ironias à parte, estamos na sétima geração de videogames, numa disputa alucinante de mercado entre a Sony, a Microsoft e a Nintendo, em meio a milhares de lançamentos de títulos para PC`s, vídeo games portáteis, joguinhos de celular, emuladores, mini-games-brindes-de-lanchonetes e jogos virtuais em Java e Flash - até a TV a cabo tem um canal com jogos de 4 bits – e tanta oferta, com certeza, tem sua parcela de influência para os que a procuram: Na maioria dos casos crianças e adolescentes.
Segundo uma corrente pedagógica chamada “psicologia cultural” o processo educativo acontece em todas as relações sociais do indivíduo. Além da escola, são também considerados como espaços pedagógicos os jogos eletrônicos, os filmes, as revistas, as bibliotecas, os jornais, os brinquedos, as publicidades e a mídia em geral. Os estudiosos preocupados com as questões psicológicas dos jovens, consideram esses ambientes como de extrema importância para se analisar os processos educacionais.
Com o aparecimento do Atari 2600, no início da década de 80, os games passaram a ser um dos mais populares entretenimentos domésticos. E, nesses quase 30 anos, os games mais violentos sempre foram acusados de promover condutas anti-sociais nos jogadores. Muitas notícias afirmam que alguns acontecimentos violentos tiveram relação diretas com os games, assim como muitos jornais vinculam matérias que mostram o aspecto positivo desse meio de entretenimento.
A violência de jogos como Mortal Kombat e Night Trap abalaram a sociedade americana. Os senadores Joseph Lieberman e Herbert Kohl abriram uma investigação para saber como a violência dos jogos interfere na vida dos jogadores. Depois de muita discussão foi criado um sistema por censura por faixa etária (que está ativo até hoje) o que, por conseqüência, registrou o aparecimento legal de jogos ainda mais violentos.



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“Os adolescentes William Buckner, de 16 anos, e seu meio irmão Joshua, de 14, armados com um rifle calibre 22, abriram fogo contra os carros que passavam por uma rodovia estadual do Tennessee, nos Estados Unidos, matando um homem e ferindo gravemente uma mulher. Eles confessaram a um juiz que o ato foi praticado sob a inspiração do game Grand Theft Auto.
Jack Thompson, advogado de Aaron Hamel, enfermeiro de 45 anos que morreu no tiroteio, em entrevista à BBC News Online, culpa os fabricantes do game. “Eles insistem em vender violência a crianças e adolescentes e o resultado é uma tragédia como essa”, indignou-se.”

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Por Leo prosopopeio Cardoso – http://prosopopeio.blogspot.com

Seja como distração habitual, compulsão obsessiva ou até mesmo uma esporádica forma de rivalidade entre amigos, não há aquele que nunca teve contato com o mundo virtual dos games, tão fascinante e encantador.
Convenhamos, drasticamente ou não, os games realmente têm grande parcela de influência na vida, não só dos jovens, mas de todo mundo que é fascinado por essa maravilha tecnológica - que evolui mais do que qualquer outra forma de entretenimento doméstico. Mas proporção dessa influência é questionável: Há quem trate os games como principal culpado na disseminação da violência, e há quem acredite que eles são apenas desafios digitais.
Sempre que há reportagens sobre a influência de jogos de violência nas atitudes dos jovens, os apaixonados por games se perguntam: Será mesmo que aquele americano esquisito entrou atirando em todo mundo na escola só porque jogou muito Grand Theft Auto?! Será que o pessoal daquele clã seqüestrou o cara só pelos pontos no GunBound?! Será que o jovem que fez uma chacina no cinema estava sobre a influência do jogo Duke Nuke?!
Ah! Claro que não… Se fosse assim, toda minha geração, da década de 80, que cansou de jogar Pacman no Atari 5200, estaria correndo em salas escuras, ouvindo músicas eletrônicas repetitivas e comendo pílulas mágicas que nos dão super poderes…
Ironias à parte, estamos na sétima geração de videogames, numa disputa alucinante de mercado entre a Sony, a Microsoft e a Nintendo, em meio a milhares de lançamentos de títulos para PC`s, vídeo games portáteis, joguinhos de celular, emuladores, mini-games-brindes-de-lanchonetes e jogos virtuais em Java e Flash - até a TV a cabo tem um canal com jogos de 4 bits – e tanta oferta, com certeza, tem sua parcela de influência para os que a procuram: Na maioria dos casos crianças e adolescentes.
Segundo uma corrente pedagógica chamada “psicologia cultural” o processo educativo acontece em todas as relações sociais do indivíduo. Além da escola, são também considerados como espaços pedagógicos os jogos eletrônicos, os filmes, as revistas, as bibliotecas, os jornais, os brinquedos, as publicidades e a mídia em geral. Os estudiosos preocupados com as questões psicológicas dos jovens, consideram esses ambientes como de extrema importância para se analisar os processos educacionais.
Com o aparecimento do Atari 2600, no início da década de 80, os games passaram a ser um dos mais populares entretenimentos domésticos. E, nesses quase 30 anos, os games mais violentos sempre foram acusados de promover condutas anti-sociais nos jogadores. Muitas notícias afirmam que alguns acontecimentos violentos tiveram relação diretas com os games, assim como muitos jornais vinculam matérias que mostram o aspecto positivo desse meio de entretenimento.
A violência de jogos como Mortal Kombat e Night Trap abalaram a sociedade americana. Os senadores Joseph Lieberman e Herbert Kohl abriram uma investigação para saber como a violência dos jogos interfere na vida dos jogadores. Depois de muita discussão foi criado um sistema por censura por faixa etária (que está ativo até hoje) o que, por conseqüência, registrou o aparecimento legal de jogos ainda mais violentos.



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“Os adolescentes William Buckner, de 16 anos, e seu meio irmão Joshua, de 14, armados com um rifle calibre 22, abriram fogo contra os carros que passavam por uma rodovia estadual do Tennessee, nos Estados Unidos, matando um homem e ferindo gravemente uma mulher. Eles confessaram a um juiz que o ato foi praticado sob a inspiração do game Grand Theft Auto.
Jack Thompson, advogado de Aaron Hamel, enfermeiro de 45 anos que morreu no tiroteio, em entrevista à BBC News Online, culpa os fabricantes do game. “Eles insistem em vender violência a crianças e adolescentes e o resultado é uma tragédia como essa”, indignou-se.”

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Convenhamos, drasticamente ou não, os games realmente têm grande parcela de influência na vida, não só dos jovens, mas de todo mundo que é fascinado por essa maravilha tecnológica - que evolui mais do que qualquer outra forma de entretenimento doméstico. Mas proporção dessa influência é questionável: Há quem trate os games como principal culpado na disseminação da violência, e há quem acredite que eles são apenas desafios digitais.
Sempre que há reportagens sobre a influência de jogos de violência nas atitudes dos jovens, os apaixonados por games se perguntam: Será mesmo que aquele americano esquisito entrou atirando em todo mundo na escola só porque jogou muito Grand Theft Auto?! Será que o pessoal daquele clã seqüestrou o cara só pelos pontos no GunBound?! Será que o jovem que fez uma chacina no cinema estava sobre a influência do jogo Duke Nuke?!
Ah! Claro que não… Se fosse assim, toda minha geração, da década de 80, que cansou de jogar Pacman no Atari 5200, estaria correndo em salas escuras, ouvindo músicas eletrônicas repetitivas e comendo pílulas mágicas que nos dão super poderes…
Ironias à parte, estamos na sétima geração de videogames, numa disputa alucinante de mercado entre a Sony, a Microsoft e a Nintendo, em meio a milhares de lançamentos de títulos para PC`s, vídeo games portáteis, joguinhos de celular, emuladores, mini-games-brindes-de-lanchonetes e jogos virtuais em Java e Flash - até a TV a cabo tem um canal com jogos de 4 bits – e tanta oferta, com certeza, tem sua parcela de influência para os que a procuram: Na maioria dos casos crianças e adolescentes.
Segundo uma corrente pedagógica chamada “psicologia cultural” o processo educativo acontece em todas as relações sociais do indivíduo. Além da escola, são também considerados como espaços pedagógicos os jogos eletrônicos, os filmes, as revistas, as bibliotecas, os jornais, os brinquedos, as publicidades e a mídia em geral. Os estudiosos preocupados com as questões psicológicas dos jovens, consideram esses ambientes como de extrema importância para se analisar os processos educacionais.
Com o aparecimento do Atari 2600, no início da década de 80, os games passaram a ser um dos mais populares entretenimentos domésticos. E, nesses quase 30 anos, os games mais violentos sempre foram acusados de promover condutas anti-sociais nos jogadores. Muitas notícias afirmam que alguns acontecimentos violentos tiveram relação diretas com os games, assim como muitos jornais vinculam matérias que mostram o aspecto positivo desse meio de entretenimento.
A violência de jogos como Mortal Kombat e Night Trap abalaram a sociedade americana. Os senadores Joseph Lieberman e Herbert Kohl abriram uma investigação para saber como a violência dos jogos interfere na vida dos jogadores. Depois de muita discussão foi criado um sistema por censura por faixa etária (que está ativo até hoje) o que, por conseqüência, registrou o aparecimento legal de jogos ainda mais violentos.



Notícia: Jovens matam sob inspiração de game 15/09/03
Fonte: Portal VSP Notícias (http://www.vsp.com.br)

“Os adolescentes William Buckner, de 16 anos, e seu meio irmão Joshua, de 14, armados com um rifle calibre 22, abriram fogo contra os carros que passavam por uma rodovia estadual do Tennessee, nos Estados Unidos, matando um homem e ferindo gravemente uma mulher. Eles confessaram a um juiz que o ato foi praticado sob a inspiração do game Grand Theft Auto.
Jack Thompson, advogado de Aaron Hamel, enfermeiro de 45 anos que morreu no tiroteio, em entrevista à BBC News Online, culpa os fabricantes do game. “Eles insistem em vender violência a crianças e adolescentes e o resultado é uma tragédia como essa”, indignou-se.”

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PORTO ALEGRE - Porto Alegre é a primeira capital a integrar a área de risco de febre amarela no país. A informação foi dada nesta terça-feira pelo secretário estadual da Saúde, Osmar Terra. Segundo ele, foi encontrado um bugio morto neste fim de semana com a doença em Guaíba. Todos os 14 municípios da região metropolitana entraram na área de risco. A vacinação passará a ser realizada na Grande Porto Alegre.
Para combater a febre amarela em Porto Alegre, o secretário municipal da Saúde, Eliseu Santos, informou que, a partir de segunda-feira, a imunização será estendida aos 150 postos de saúde da cidade.
Desde terça-feira, equipes do Programa Saúde da Família e das unidades básicas de saúde (UBS) estão trabalhando nas áreas rurais da Capital. Segundo Eliseu, são cerca de 500 pessoas informando à população sobre o risco iminente e orientando a procurar os 19 postos de saúde que, até sexta-feira, imunizarão prioritariamente moradores dessa região.
- Ainda temos 300 mil doses para aplicar e primeiro vamos vacinar essas pessoas próximas das matas. Mas, a partir de segunda-feira, todos os 150 postos de saúde terão a vacina - disse o secretário.
Desde janeiro até a segunda quinzena de abril, 46 mil vacinas foram aplicadas na capital gaúcha. Na expectativa de receber cerca de 1,6 milhão de vacinas, o secretário quer criar uma barreira de imunização e evitar que o risco cresça.


fonte: O Globo On Line
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PORTO ALEGRE - Porto Alegre é a primeira capital a integrar a área de risco de febre amarela no país. A informação foi dada nesta terça-feira pelo secretário estadual da Saúde, Osmar Terra. Segundo ele, foi encontrado um bugio morto neste fim de semana com a doença em Guaíba. Todos os 14 municípios da região metropolitana entraram na área de risco. A vacinação passará a ser realizada na Grande Porto Alegre.
Para combater a febre amarela em Porto Alegre, o secretário municipal da Saúde, Eliseu Santos, informou que, a partir de segunda-feira, a imunização será estendida aos 150 postos de saúde da cidade.
Desde terça-feira, equipes do Programa Saúde da Família e das unidades básicas de saúde (UBS) estão trabalhando nas áreas rurais da Capital. Segundo Eliseu, são cerca de 500 pessoas informando à população sobre o risco iminente e orientando a procurar os 19 postos de saúde que, até sexta-feira, imunizarão prioritariamente moradores dessa região.
- Ainda temos 300 mil doses para aplicar e primeiro vamos vacinar essas pessoas próximas das matas. Mas, a partir de segunda-feira, todos os 150 postos de saúde terão a vacina - disse o secretário.
Desde janeiro até a segunda quinzena de abril, 46 mil vacinas foram aplicadas na capital gaúcha. Na expectativa de receber cerca de 1,6 milhão de vacinas, o secretário quer criar uma barreira de imunização e evitar que o risco cresça.


fonte: O Globo On Line
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PORTO ALEGRE - Porto Alegre é a primeira capital a integrar a área de risco de febre amarela no país. A informação foi dada nesta terça-feira pelo secretário estadual da Saúde, Osmar Terra. Segundo ele, foi encontrado um bugio morto neste fim de semana com a doença em Guaíba. Todos os 14 municípios da região metropolitana entraram na área de risco. A vacinação passará a ser realizada na Grande Porto Alegre.
Para combater a febre amarela em Porto Alegre, o secretário municipal da Saúde, Eliseu Santos, informou que, a partir de segunda-feira, a imunização será estendida aos 150 postos de saúde da cidade.
Desde terça-feira, equipes do Programa Saúde da Família e das unidades básicas de saúde (UBS) estão trabalhando nas áreas rurais da Capital. Segundo Eliseu, são cerca de 500 pessoas informando à população sobre o risco iminente e orientando a procurar os 19 postos de saúde que, até sexta-feira, imunizarão prioritariamente moradores dessa região.
- Ainda temos 300 mil doses para aplicar e primeiro vamos vacinar essas pessoas próximas das matas. Mas, a partir de segunda-feira, todos os 150 postos de saúde terão a vacina - disse o secretário.
Desde janeiro até a segunda quinzena de abril, 46 mil vacinas foram aplicadas na capital gaúcha. Na expectativa de receber cerca de 1,6 milhão de vacinas, o secretário quer criar uma barreira de imunização e evitar que o risco cresça.


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PORTO ALEGRE - Porto Alegre é a primeira capital a integrar a área de risco de febre amarela no país. A informação foi dada nesta terça-feira pelo secretário estadual da Saúde, Osmar Terra. Segundo ele, foi encontrado um bugio morto neste fim de semana com a doença em Guaíba. Todos os 14 municípios da região metropolitana entraram na área de risco. A vacinação passará a ser realizada na Grande Porto Alegre.
Para combater a febre amarela em Porto Alegre, o secretário municipal da Saúde, Eliseu Santos, informou que, a partir de segunda-feira, a imunização será estendida aos 150 postos de saúde da cidade.
Desde terça-feira, equipes do Programa Saúde da Família e das unidades básicas de saúde (UBS) estão trabalhando nas áreas rurais da Capital. Segundo Eliseu, são cerca de 500 pessoas informando à população sobre o risco iminente e orientando a procurar os 19 postos de saúde que, até sexta-feira, imunizarão prioritariamente moradores dessa região.
- Ainda temos 300 mil doses para aplicar e primeiro vamos vacinar essas pessoas próximas das matas. Mas, a partir de segunda-feira, todos os 150 postos de saúde terão a vacina - disse o secretário.
Desde janeiro até a segunda quinzena de abril, 46 mil vacinas foram aplicadas na capital gaúcha. Na expectativa de receber cerca de 1,6 milhão de vacinas, o secretário quer criar uma barreira de imunização e evitar que o risco cresça.


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PORTO ALEGRE - Porto Alegre é a primeira capital a integrar a área de risco de febre amarela no país. A informação foi dada nesta terça-feira pelo secretário estadual da Saúde, Osmar Terra. Segundo ele, foi encontrado um bugio morto neste fim de semana com a doença em Guaíba. Todos os 14 municípios da região metropolitana entraram na área de risco. A vacinação passará a ser realizada na Grande Porto Alegre.
Para combater a febre amarela em Porto Alegre, o secretário municipal da Saúde, Eliseu Santos, informou que, a partir de segunda-feira, a imunização será estendida aos 150 postos de saúde da cidade.
Desde terça-feira, equipes do Programa Saúde da Família e das unidades básicas de saúde (UBS) estão trabalhando nas áreas rurais da Capital. Segundo Eliseu, são cerca de 500 pessoas informando à população sobre o risco iminente e orientando a procurar os 19 postos de saúde que, até sexta-feira, imunizarão prioritariamente moradores dessa região.
- Ainda temos 300 mil doses para aplicar e primeiro vamos vacinar essas pessoas próximas das matas. Mas, a partir de segunda-feira, todos os 150 postos de saúde terão a vacina - disse o secretário.
Desde janeiro até a segunda quinzena de abril, 46 mil vacinas foram aplicadas na capital gaúcha. Na expectativa de receber cerca de 1,6 milhão de vacinas, o secretário quer criar uma barreira de imunização e evitar que o risco cresça.


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Para combater a febre amarela em Porto Alegre, o secretário municipal da Saúde, Eliseu Santos, informou que, a partir de segunda-feira, a imunização será estendida aos 150 postos de saúde da cidade.
Desde terça-feira, equipes do Programa Saúde da Família e das unidades básicas de saúde (UBS) estão trabalhando nas áreas rurais da Capital. Segundo Eliseu, são cerca de 500 pessoas informando à população sobre o risco iminente e orientando a procurar os 19 postos de saúde que, até sexta-feira, imunizarão prioritariamente moradores dessa região.
- Ainda temos 300 mil doses para aplicar e primeiro vamos vacinar essas pessoas próximas das matas. Mas, a partir de segunda-feira, todos os 150 postos de saúde terão a vacina - disse o secretário.
Desde janeiro até a segunda quinzena de abril, 46 mil vacinas foram aplicadas na capital gaúcha. Na expectativa de receber cerca de 1,6 milhão de vacinas, o secretário quer criar uma barreira de imunização e evitar que o risco cresça.


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Para combater a febre amarela em Porto Alegre, o secretário municipal da Saúde, Eliseu Santos, informou que, a partir de segunda-feira, a imunização será estendida aos 150 postos de saúde da cidade.
Desde terça-feira, equipes do Programa Saúde da Família e das unidades básicas de saúde (UBS) estão trabalhando nas áreas rurais da Capital. Segundo Eliseu, são cerca de 500 pessoas informando à população sobre o risco iminente e orientando a procurar os 19 postos de saúde que, até sexta-feira, imunizarão prioritariamente moradores dessa região.
- Ainda temos 300 mil doses para aplicar e primeiro vamos vacinar essas pessoas próximas das matas. Mas, a partir de segunda-feira, todos os 150 postos de saúde terão a vacina - disse o secretário.
Desde janeiro até a segunda quinzena de abril, 46 mil vacinas foram aplicadas na capital gaúcha. Na expectativa de receber cerca de 1,6 milhão de vacinas, o secretário quer criar uma barreira de imunização e evitar que o risco cresça.


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Para combater a febre amarela em Porto Alegre, o secretário municipal da Saúde, Eliseu Santos, informou que, a partir de segunda-feira, a imunização será estendida aos 150 postos de saúde da cidade.
Desde terça-feira, equipes do Programa Saúde da Família e das unidades básicas de saúde (UBS) estão trabalhando nas áreas rurais da Capital. Segundo Eliseu, são cerca de 500 pessoas informando à população sobre o risco iminente e orientando a procurar os 19 postos de saúde que, até sexta-feira, imunizarão prioritariamente moradores dessa região.
- Ainda temos 300 mil doses para aplicar e primeiro vamos vacinar essas pessoas próximas das matas. Mas, a partir de segunda-feira, todos os 150 postos de saúde terão a vacina - disse o secretário.
Desde janeiro até a segunda quinzena de abril, 46 mil vacinas foram aplicadas na capital gaúcha. Na expectativa de receber cerca de 1,6 milhão de vacinas, o secretário quer criar uma barreira de imunização e evitar que o risco cresça.


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O Sudeste é a região do país que tem, por habitante, menor quantidade de juízes especializados na área de infância e juventude. A informação é de levantamento divulgado na quarta-feira (29) pela Associação Brasileira de Magistrados, Promotores de Justiça e Defensores Públicos da Infância e da Juventude (ABMP).
A média nacional é de 438 mil habitantes por juiz especializado no setor. No Sudeste, esse número é de aproximadamente 500 mil. O Estado do Espírito Santo é a única exceção na região, pois tem média de 200 mil habitantes por magistrado especializado, a mesma do Estado de Tocantins, o melhor do ranking.
O levantamento ainda mostra que existem apenas 92 comarcas exclusivas de infância e juventude espalhadas pelo país. A grande maioria das comarcas que cuidam do assunto acumula outras atribuições. No Estado de São Paulo, por exemplo, a maior parte dos juízes da área acumula competência na área de execuções penais.
"Cumular com júri e execuções é o pior cenário. Há visitas a presídios, o que demanda muito tempo. Infância e juventude, que já era anexo, fica anexo do anexo do anexo", avalia o presidente da ABMP, Eduardo Rezende Melo.
Em 11 Estados, juízes de infância e juventude são obrigados a trabalhar com setores da área civil que têm poucas relações com o tema. "É feito por quem trata contratos, questões que não têm nada a ver com infância e juventude", diz Melo
Em sete Estados, a área infância e juventude é tratada pelos mesmos magistrados da área criminal. Em quatro Estados, é acumulado com a área da família e sucessões, o setor mais próximo do tema da infância, segundo a ABMP.
"Na área de família nós temos mais afinidades, tem possibilidade de complementariedade. Tem muita disputa de guarda, que os pais ficam querendo um a criança do outro. Um grande fator positivo é o compartilhamento das equipes técnicas. São duas áreas que trabalham interligadas", afirma Eduardo Melo.

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O Sudeste é a região do país que tem, por habitante, menor quantidade de juízes especializados na área de infância e juventude. A informação é de levantamento divulgado na quarta-feira (29) pela Associação Brasileira de Magistrados, Promotores de Justiça e Defensores Públicos da Infância e da Juventude (ABMP).
A média nacional é de 438 mil habitantes por juiz especializado no setor. No Sudeste, esse número é de aproximadamente 500 mil. O Estado do Espírito Santo é a única exceção na região, pois tem média de 200 mil habitantes por magistrado especializado, a mesma do Estado de Tocantins, o melhor do ranking.
O levantamento ainda mostra que existem apenas 92 comarcas exclusivas de infância e juventude espalhadas pelo país. A grande maioria das comarcas que cuidam do assunto acumula outras atribuições. No Estado de São Paulo, por exemplo, a maior parte dos juízes da área acumula competência na área de execuções penais.
"Cumular com júri e execuções é o pior cenário. Há visitas a presídios, o que demanda muito tempo. Infância e juventude, que já era anexo, fica anexo do anexo do anexo", avalia o presidente da ABMP, Eduardo Rezende Melo.
Em 11 Estados, juízes de infância e juventude são obrigados a trabalhar com setores da área civil que têm poucas relações com o tema. "É feito por quem trata contratos, questões que não têm nada a ver com infância e juventude", diz Melo
Em sete Estados, a área infância e juventude é tratada pelos mesmos magistrados da área criminal. Em quatro Estados, é acumulado com a área da família e sucessões, o setor mais próximo do tema da infância, segundo a ABMP.
"Na área de família nós temos mais afinidades, tem possibilidade de complementariedade. Tem muita disputa de guarda, que os pais ficam querendo um a criança do outro. Um grande fator positivo é o compartilhamento das equipes técnicas. São duas áreas que trabalham interligadas", afirma Eduardo Melo.

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O Sudeste é a região do país que tem, por habitante, menor quantidade de juízes especializados na área de infância e juventude. A informação é de levantamento divulgado na quarta-feira (29) pela Associação Brasileira de Magistrados, Promotores de Justiça e Defensores Públicos da Infância e da Juventude (ABMP).
A média nacional é de 438 mil habitantes por juiz especializado no setor. No Sudeste, esse número é de aproximadamente 500 mil. O Estado do Espírito Santo é a única exceção na região, pois tem média de 200 mil habitantes por magistrado especializado, a mesma do Estado de Tocantins, o melhor do ranking.
O levantamento ainda mostra que existem apenas 92 comarcas exclusivas de infância e juventude espalhadas pelo país. A grande maioria das comarcas que cuidam do assunto acumula outras atribuições. No Estado de São Paulo, por exemplo, a maior parte dos juízes da área acumula competência na área de execuções penais.
"Cumular com júri e execuções é o pior cenário. Há visitas a presídios, o que demanda muito tempo. Infância e juventude, que já era anexo, fica anexo do anexo do anexo", avalia o presidente da ABMP, Eduardo Rezende Melo.
Em 11 Estados, juízes de infância e juventude são obrigados a trabalhar com setores da área civil que têm poucas relações com o tema. "É feito por quem trata contratos, questões que não têm nada a ver com infância e juventude", diz Melo
Em sete Estados, a área infância e juventude é tratada pelos mesmos magistrados da área criminal. Em quatro Estados, é acumulado com a área da família e sucessões, o setor mais próximo do tema da infância, segundo a ABMP.
"Na área de família nós temos mais afinidades, tem possibilidade de complementariedade. Tem muita disputa de guarda, que os pais ficam querendo um a criança do outro. Um grande fator positivo é o compartilhamento das equipes técnicas. São duas áreas que trabalham interligadas", afirma Eduardo Melo.

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O Sudeste é a região do país que tem, por habitante, menor quantidade de juízes especializados na área de infância e juventude. A informação é de levantamento divulgado na quarta-feira (29) pela Associação Brasileira de Magistrados, Promotores de Justiça e Defensores Públicos da Infância e da Juventude (ABMP).
A média nacional é de 438 mil habitantes por juiz especializado no setor. No Sudeste, esse número é de aproximadamente 500 mil. O Estado do Espírito Santo é a única exceção na região, pois tem média de 200 mil habitantes por magistrado especializado, a mesma do Estado de Tocantins, o melhor do ranking.
O levantamento ainda mostra que existem apenas 92 comarcas exclusivas de infância e juventude espalhadas pelo país. A grande maioria das comarcas que cuidam do assunto acumula outras atribuições. No Estado de São Paulo, por exemplo, a maior parte dos juízes da área acumula competência na área de execuções penais.
"Cumular com júri e execuções é o pior cenário. Há visitas a presídios, o que demanda muito tempo. Infância e juventude, que já era anexo, fica anexo do anexo do anexo", avalia o presidente da ABMP, Eduardo Rezende Melo.
Em 11 Estados, juízes de infância e juventude são obrigados a trabalhar com setores da área civil que têm poucas relações com o tema. "É feito por quem trata contratos, questões que não têm nada a ver com infância e juventude", diz Melo
Em sete Estados, a área infância e juventude é tratada pelos mesmos magistrados da área criminal. Em quatro Estados, é acumulado com a área da família e sucessões, o setor mais próximo do tema da infância, segundo a ABMP.
"Na área de família nós temos mais afinidades, tem possibilidade de complementariedade. Tem muita disputa de guarda, que os pais ficam querendo um a criança do outro. Um grande fator positivo é o compartilhamento das equipes técnicas. São duas áreas que trabalham interligadas", afirma Eduardo Melo.

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O Sudeste é a região do país que tem, por habitante, menor quantidade de juízes especializados na área de infância e juventude. A informação é de levantamento divulgado na quarta-feira (29) pela Associação Brasileira de Magistrados, Promotores de Justiça e Defensores Públicos da Infância e da Juventude (ABMP).
A média nacional é de 438 mil habitantes por juiz especializado no setor. No Sudeste, esse número é de aproximadamente 500 mil. O Estado do Espírito Santo é a única exceção na região, pois tem média de 200 mil habitantes por magistrado especializado, a mesma do Estado de Tocantins, o melhor do ranking.
O levantamento ainda mostra que existem apenas 92 comarcas exclusivas de infância e juventude espalhadas pelo país. A grande maioria das comarcas que cuidam do assunto acumula outras atribuições. No Estado de São Paulo, por exemplo, a maior parte dos juízes da área acumula competência na área de execuções penais.
"Cumular com júri e execuções é o pior cenário. Há visitas a presídios, o que demanda muito tempo. Infância e juventude, que já era anexo, fica anexo do anexo do anexo", avalia o presidente da ABMP, Eduardo Rezende Melo.
Em 11 Estados, juízes de infância e juventude são obrigados a trabalhar com setores da área civil que têm poucas relações com o tema. "É feito por quem trata contratos, questões que não têm nada a ver com infância e juventude", diz Melo
Em sete Estados, a área infância e juventude é tratada pelos mesmos magistrados da área criminal. Em quatro Estados, é acumulado com a área da família e sucessões, o setor mais próximo do tema da infância, segundo a ABMP.
"Na área de família nós temos mais afinidades, tem possibilidade de complementariedade. Tem muita disputa de guarda, que os pais ficam querendo um a criança do outro. Um grande fator positivo é o compartilhamento das equipes técnicas. São duas áreas que trabalham interligadas", afirma Eduardo Melo.

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O Sudeste é a região do país que tem, por habitante, menor quantidade de juízes especializados na área de infância e juventude. A informação é de levantamento divulgado na quarta-feira (29) pela Associação Brasileira de Magistrados, Promotores de Justiça e Defensores Públicos da Infância e da Juventude (ABMP).
A média nacional é de 438 mil habitantes por juiz especializado no setor. No Sudeste, esse número é de aproximadamente 500 mil. O Estado do Espírito Santo é a única exceção na região, pois tem média de 200 mil habitantes por magistrado especializado, a mesma do Estado de Tocantins, o melhor do ranking.
O levantamento ainda mostra que existem apenas 92 comarcas exclusivas de infância e juventude espalhadas pelo país. A grande maioria das comarcas que cuidam do assunto acumula outras atribuições. No Estado de São Paulo, por exemplo, a maior parte dos juízes da área acumula competência na área de execuções penais.
"Cumular com júri e execuções é o pior cenário. Há visitas a presídios, o que demanda muito tempo. Infância e juventude, que já era anexo, fica anexo do anexo do anexo", avalia o presidente da ABMP, Eduardo Rezende Melo.
Em 11 Estados, juízes de infância e juventude são obrigados a trabalhar com setores da área civil que têm poucas relações com o tema. "É feito por quem trata contratos, questões que não têm nada a ver com infância e juventude", diz Melo
Em sete Estados, a área infância e juventude é tratada pelos mesmos magistrados da área criminal. Em quatro Estados, é acumulado com a área da família e sucessões, o setor mais próximo do tema da infância, segundo a ABMP.
"Na área de família nós temos mais afinidades, tem possibilidade de complementariedade. Tem muita disputa de guarda, que os pais ficam querendo um a criança do outro. Um grande fator positivo é o compartilhamento das equipes técnicas. São duas áreas que trabalham interligadas", afirma Eduardo Melo.

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A média nacional é de 438 mil habitantes por juiz especializado no setor. No Sudeste, esse número é de aproximadamente 500 mil. O Estado do Espírito Santo é a única exceção na região, pois tem média de 200 mil habitantes por magistrado especializado, a mesma do Estado de Tocantins, o melhor do ranking.
O levantamento ainda mostra que existem apenas 92 comarcas exclusivas de infância e juventude espalhadas pelo país. A grande maioria das comarcas que cuidam do assunto acumula outras atribuições. No Estado de São Paulo, por exemplo, a maior parte dos juízes da área acumula competência na área de execuções penais.
"Cumular com júri e execuções é o pior cenário. Há visitas a presídios, o que demanda muito tempo. Infância e juventude, que já era anexo, fica anexo do anexo do anexo", avalia o presidente da ABMP, Eduardo Rezende Melo.
Em 11 Estados, juízes de infância e juventude são obrigados a trabalhar com setores da área civil que têm poucas relações com o tema. "É feito por quem trata contratos, questões que não têm nada a ver com infância e juventude", diz Melo
Em sete Estados, a área infância e juventude é tratada pelos mesmos magistrados da área criminal. Em quatro Estados, é acumulado com a área da família e sucessões, o setor mais próximo do tema da infância, segundo a ABMP.
"Na área de família nós temos mais afinidades, tem possibilidade de complementariedade. Tem muita disputa de guarda, que os pais ficam querendo um a criança do outro. Um grande fator positivo é o compartilhamento das equipes técnicas. São duas áreas que trabalham interligadas", afirma Eduardo Melo.

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O Sudeste é a região do país que tem, por habitante, menor quantidade de juízes especializados na área de infância e juventude. A informação é de levantamento divulgado na quarta-feira (29) pela Associação Brasileira de Magistrados, Promotores de Justiça e Defensores Públicos da Infância e da Juventude (ABMP).
A média nacional é de 438 mil habitantes por juiz especializado no setor. No Sudeste, esse número é de aproximadamente 500 mil. O Estado do Espírito Santo é a única exceção na região, pois tem média de 200 mil habitantes por magistrado especializado, a mesma do Estado de Tocantins, o melhor do ranking.
O levantamento ainda mostra que existem apenas 92 comarcas exclusivas de infância e juventude espalhadas pelo país. A grande maioria das comarcas que cuidam do assunto acumula outras atribuições. No Estado de São Paulo, por exemplo, a maior parte dos juízes da área acumula competência na área de execuções penais.
"Cumular com júri e execuções é o pior cenário. Há visitas a presídios, o que demanda muito tempo. Infância e juventude, que já era anexo, fica anexo do anexo do anexo", avalia o presidente da ABMP, Eduardo Rezende Melo.
Em 11 Estados, juízes de infância e juventude são obrigados a trabalhar com setores da área civil que têm poucas relações com o tema. "É feito por quem trata contratos, questões que não têm nada a ver com infância e juventude", diz Melo
Em sete Estados, a área infância e juventude é tratada pelos mesmos magistrados da área criminal. Em quatro Estados, é acumulado com a área da família e sucessões, o setor mais próximo do tema da infância, segundo a ABMP.
"Na área de família nós temos mais afinidades, tem possibilidade de complementariedade. Tem muita disputa de guarda, que os pais ficam querendo um a criança do outro. Um grande fator positivo é o compartilhamento das equipes técnicas. São duas áreas que trabalham interligadas", afirma Eduardo Melo.

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RIO - O número de casos de lesões corporais em mulheres causadas por violência doméstica aumentou 37% em 2008, comparado com 2007, segundo os dados da quarta edição do Dossiê Mulher - referentes a 2008 e divulgados ontem no site do Instituto de Segurança Pública (ISP). Em 2007, o número de registros em delegacias do estado chegou a 19.620 contra 26.876 casos no ano passado. Os de 2008 representam uma média de 73 agressões por dia ou 895 por mês. Um dos casos foi o que envolveu a atriz Luana Piovanni e seu então namorado Dado Dolabella, acusado de tê-la agredido no dia 23 de outubro.
A Área Integrada de Segurança Pública (Aisp) 15, que compreende o município de Duque de Caxias, na Baixada, foi a que apresentou o maior número de vítimas de lesão corporal por violência doméstica (quando os acusados eram parentes ou mantinham algum laço afetivo com a vítima). Em comparação com os números de 2006, o percentual de aumento do mesmo tipo de violência chega 208%. Foram 8.725 casos naquele ano. O crime de lesão corporal só cresceu desde 2005, quando foi publicada a primeira edição do dossiê mostrando 5.559 casos. A faixa etária das mulheres mais agredidas vai de 18 a 34 anos com 59,5%. E 54,5% delas eram solteiras. Além disso, 80,3% dos agressores foram identificados como sendo ex-companheiros ou companheiros das vítimas.
Outro dado que chama a atenção no trabalho do ISP se refere aos registros de estupro. O número deste tipo de crime subiu 6,9% em 2008 em relação ao ano anterior. Foram registradas 1.471 vítimas no ano passado, contra 1.371 em 2007. O ano de 2008 teve o maior número de vítimas de estupro dos últimos nove anos: de toda a série histórica (desde 1991), somente os anos de 1998 (1.493) e 1999 (1.571) apresentaram maior número de casos do que o ano passado.


fonte: O Globo On Line
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RIO - O número de casos de lesões corporais em mulheres causadas por violência doméstica aumentou 37% em 2008, comparado com 2007, segundo os dados da quarta edição do Dossiê Mulher - referentes a 2008 e divulgados ontem no site do Instituto de Segurança Pública (ISP). Em 2007, o número de registros em delegacias do estado chegou a 19.620 contra 26.876 casos no ano passado. Os de 2008 representam uma média de 73 agressões por dia ou 895 por mês. Um dos casos foi o que envolveu a atriz Luana Piovanni e seu então namorado Dado Dolabella, acusado de tê-la agredido no dia 23 de outubro.
A Área Integrada de Segurança Pública (Aisp) 15, que compreende o município de Duque de Caxias, na Baixada, foi a que apresentou o maior número de vítimas de lesão corporal por violência doméstica (quando os acusados eram parentes ou mantinham algum laço afetivo com a vítima). Em comparação com os números de 2006, o percentual de aumento do mesmo tipo de violência chega 208%. Foram 8.725 casos naquele ano. O crime de lesão corporal só cresceu desde 2005, quando foi publicada a primeira edição do dossiê mostrando 5.559 casos. A faixa etária das mulheres mais agredidas vai de 18 a 34 anos com 59,5%. E 54,5% delas eram solteiras. Além disso, 80,3% dos agressores foram identificados como sendo ex-companheiros ou companheiros das vítimas.
Outro dado que chama a atenção no trabalho do ISP se refere aos registros de estupro. O número deste tipo de crime subiu 6,9% em 2008 em relação ao ano anterior. Foram registradas 1.471 vítimas no ano passado, contra 1.371 em 2007. O ano de 2008 teve o maior número de vítimas de estupro dos últimos nove anos: de toda a série histórica (desde 1991), somente os anos de 1998 (1.493) e 1999 (1.571) apresentaram maior número de casos do que o ano passado.


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RIO - O número de casos de lesões corporais em mulheres causadas por violência doméstica aumentou 37% em 2008, comparado com 2007, segundo os dados da quarta edição do Dossiê Mulher - referentes a 2008 e divulgados ontem no site do Instituto de Segurança Pública (ISP). Em 2007, o número de registros em delegacias do estado chegou a 19.620 contra 26.876 casos no ano passado. Os de 2008 representam uma média de 73 agressões por dia ou 895 por mês. Um dos casos foi o que envolveu a atriz Luana Piovanni e seu então namorado Dado Dolabella, acusado de tê-la agredido no dia 23 de outubro.
A Área Integrada de Segurança Pública (Aisp) 15, que compreende o município de Duque de Caxias, na Baixada, foi a que apresentou o maior número de vítimas de lesão corporal por violência doméstica (quando os acusados eram parentes ou mantinham algum laço afetivo com a vítima). Em comparação com os números de 2006, o percentual de aumento do mesmo tipo de violência chega 208%. Foram 8.725 casos naquele ano. O crime de lesão corporal só cresceu desde 2005, quando foi publicada a primeira edição do dossiê mostrando 5.559 casos. A faixa etária das mulheres mais agredidas vai de 18 a 34 anos com 59,5%. E 54,5% delas eram solteiras. Além disso, 80,3% dos agressores foram identificados como sendo ex-companheiros ou companheiros das vítimas.
Outro dado que chama a atenção no trabalho do ISP se refere aos registros de estupro. O número deste tipo de crime subiu 6,9% em 2008 em relação ao ano anterior. Foram registradas 1.471 vítimas no ano passado, contra 1.371 em 2007. O ano de 2008 teve o maior número de vítimas de estupro dos últimos nove anos: de toda a série histórica (desde 1991), somente os anos de 1998 (1.493) e 1999 (1.571) apresentaram maior número de casos do que o ano passado.


fonte: O Globo On Line
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RIO - O número de casos de lesões corporais em mulheres causadas por violência doméstica aumentou 37% em 2008, comparado com 2007, segundo os dados da quarta edição do Dossiê Mulher - referentes a 2008 e divulgados ontem no site do Instituto de Segurança Pública (ISP). Em 2007, o número de registros em delegacias do estado chegou a 19.620 contra 26.876 casos no ano passado. Os de 2008 representam uma média de 73 agressões por dia ou 895 por mês. Um dos casos foi o que envolveu a atriz Luana Piovanni e seu então namorado Dado Dolabella, acusado de tê-la agredido no dia 23 de outubro.
A Área Integrada de Segurança Pública (Aisp) 15, que compreende o município de Duque de Caxias, na Baixada, foi a que apresentou o maior número de vítimas de lesão corporal por violência doméstica (quando os acusados eram parentes ou mantinham algum laço afetivo com a vítima). Em comparação com os números de 2006, o percentual de aumento do mesmo tipo de violência chega 208%. Foram 8.725 casos naquele ano. O crime de lesão corporal só cresceu desde 2005, quando foi publicada a primeira edição do dossiê mostrando 5.559 casos. A faixa etária das mulheres mais agredidas vai de 18 a 34 anos com 59,5%. E 54,5% delas eram solteiras. Além disso, 80,3% dos agressores foram identificados como sendo ex-companheiros ou companheiros das vítimas.
Outro dado que chama a atenção no trabalho do ISP se refere aos registros de estupro. O número deste tipo de crime subiu 6,9% em 2008 em relação ao ano anterior. Foram registradas 1.471 vítimas no ano passado, contra 1.371 em 2007. O ano de 2008 teve o maior número de vítimas de estupro dos últimos nove anos: de toda a série histórica (desde 1991), somente os anos de 1998 (1.493) e 1999 (1.571) apresentaram maior número de casos do que o ano passado.


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RIO - O número de casos de lesões corporais em mulheres causadas por violência doméstica aumentou 37% em 2008, comparado com 2007, segundo os dados da quarta edição do Dossiê Mulher - referentes a 2008 e divulgados ontem no site do Instituto de Segurança Pública (ISP). Em 2007, o número de registros em delegacias do estado chegou a 19.620 contra 26.876 casos no ano passado. Os de 2008 representam uma média de 73 agressões por dia ou 895 por mês. Um dos casos foi o que envolveu a atriz Luana Piovanni e seu então namorado Dado Dolabella, acusado de tê-la agredido no dia 23 de outubro.
A Área Integrada de Segurança Pública (Aisp) 15, que compreende o município de Duque de Caxias, na Baixada, foi a que apresentou o maior número de vítimas de lesão corporal por violência doméstica (quando os acusados eram parentes ou mantinham algum laço afetivo com a vítima). Em comparação com os números de 2006, o percentual de aumento do mesmo tipo de violência chega 208%. Foram 8.725 casos naquele ano. O crime de lesão corporal só cresceu desde 2005, quando foi publicada a primeira edição do dossiê mostrando 5.559 casos. A faixa etária das mulheres mais agredidas vai de 18 a 34 anos com 59,5%. E 54,5% delas eram solteiras. Além disso, 80,3% dos agressores foram identificados como sendo ex-companheiros ou companheiros das vítimas.
Outro dado que chama a atenção no trabalho do ISP se refere aos registros de estupro. O número deste tipo de crime subiu 6,9% em 2008 em relação ao ano anterior. Foram registradas 1.471 vítimas no ano passado, contra 1.371 em 2007. O ano de 2008 teve o maior número de vítimas de estupro dos últimos nove anos: de toda a série histórica (desde 1991), somente os anos de 1998 (1.493) e 1999 (1.571) apresentaram maior número de casos do que o ano passado.


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A Área Integrada de Segurança Pública (Aisp) 15, que compreende o município de Duque de Caxias, na Baixada, foi a que apresentou o maior número de vítimas de lesão corporal por violência doméstica (quando os acusados eram parentes ou mantinham algum laço afetivo com a vítima). Em comparação com os números de 2006, o percentual de aumento do mesmo tipo de violência chega 208%. Foram 8.725 casos naquele ano. O crime de lesão corporal só cresceu desde 2005, quando foi publicada a primeira edição do dossiê mostrando 5.559 casos. A faixa etária das mulheres mais agredidas vai de 18 a 34 anos com 59,5%. E 54,5% delas eram solteiras. Além disso, 80,3% dos agressores foram identificados como sendo ex-companheiros ou companheiros das vítimas.
Outro dado que chama a atenção no trabalho do ISP se refere aos registros de estupro. O número deste tipo de crime subiu 6,9% em 2008 em relação ao ano anterior. Foram registradas 1.471 vítimas no ano passado, contra 1.371 em 2007. O ano de 2008 teve o maior número de vítimas de estupro dos últimos nove anos: de toda a série histórica (desde 1991), somente os anos de 1998 (1.493) e 1999 (1.571) apresentaram maior número de casos do que o ano passado.


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A Área Integrada de Segurança Pública (Aisp) 15, que compreende o município de Duque de Caxias, na Baixada, foi a que apresentou o maior número de vítimas de lesão corporal por violência doméstica (quando os acusados eram parentes ou mantinham algum laço afetivo com a vítima). Em comparação com os números de 2006, o percentual de aumento do mesmo tipo de violência chega 208%. Foram 8.725 casos naquele ano. O crime de lesão corporal só cresceu desde 2005, quando foi publicada a primeira edição do dossiê mostrando 5.559 casos. A faixa etária das mulheres mais agredidas vai de 18 a 34 anos com 59,5%. E 54,5% delas eram solteiras. Além disso, 80,3% dos agressores foram identificados como sendo ex-companheiros ou companheiros das vítimas.
Outro dado que chama a atenção no trabalho do ISP se refere aos registros de estupro. O número deste tipo de crime subiu 6,9% em 2008 em relação ao ano anterior. Foram registradas 1.471 vítimas no ano passado, contra 1.371 em 2007. O ano de 2008 teve o maior número de vítimas de estupro dos últimos nove anos: de toda a série histórica (desde 1991), somente os anos de 1998 (1.493) e 1999 (1.571) apresentaram maior número de casos do que o ano passado.


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A Área Integrada de Segurança Pública (Aisp) 15, que compreende o município de Duque de Caxias, na Baixada, foi a que apresentou o maior número de vítimas de lesão corporal por violência doméstica (quando os acusados eram parentes ou mantinham algum laço afetivo com a vítima). Em comparação com os números de 2006, o percentual de aumento do mesmo tipo de violência chega 208%. Foram 8.725 casos naquele ano. O crime de lesão corporal só cresceu desde 2005, quando foi publicada a primeira edição do dossiê mostrando 5.559 casos. A faixa etária das mulheres mais agredidas vai de 18 a 34 anos com 59,5%. E 54,5% delas eram solteiras. Além disso, 80,3% dos agressores foram identificados como sendo ex-companheiros ou companheiros das vítimas.
Outro dado que chama a atenção no trabalho do ISP se refere aos registros de estupro. O número deste tipo de crime subiu 6,9% em 2008 em relação ao ano anterior. Foram registradas 1.471 vítimas no ano passado, contra 1.371 em 2007. O ano de 2008 teve o maior número de vítimas de estupro dos últimos nove anos: de toda a série histórica (desde 1991), somente os anos de 1998 (1.493) e 1999 (1.571) apresentaram maior número de casos do que o ano passado.


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Editorial Zero Hora (Porto Alegre)

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), mesmo indicando poucas surpresas, confirma algumas questões inquietantes relacionadas à educação pública e privada no país. O teste evidencia que nem as escolas particulares, que cobram preços às vezes excessivos, nem as públicas, mantidas com os impostos dos contribuintes, garantem ensino de qualidade. Ainda assim, a pior situação é a das públicas: das mil escolas com piores notas no último exame, 965 são mantidas por recursos dos contribuintes. O setor privado, ainda que pudesse ter ido melhor, domina a lista do Enem, com 905 entre os mil estabelecimentos com notas mais altas. O exame de avaliação de quase 20 mil escolas, que o Ministério da Educação (MEC) quer transformar num substituto do vestibular, confirma, assim, que o sistema de ingresso pode mudar de forma e de nome, mas as desigualdades ainda se mantêm e a simples mudança nos critérios de seleção para o Ensino Superior não resolve o problema da baixa qualidade do Ensino Médio em geral.
Mesmo com as compreensíveis limitações que o Enem tem, trata-se de uma avaliação cada vez mais valorizada e indispensável. O fato de ser voluntário tira do exame muito de seu caráter científico e de sua confiabilidade. As escolas, interessadas na exposição benéfica que uma boa colocação proporciona, podem selecionar os melhores alunos e dar a eles a condição de representar a escola no Enem, o que evidentemente contamina a amostra e adultera o ranking. As eventuais deformações do Enem não lhe tiram, no entanto, a validade como um retrato impiedoso da qualidade de nosso ensino, em especial do público. E é esse retrato que precisa ser mudado. Na relação dos melhores desempenhos das escolas convencionais do país, excluídas as chamadas profissionalizantes, as ligadas às universidades, as militares e as que fazem seleção para ingresso, a primeira escola da rede pública aparece na posição 1.935. É a Escola Estadual Frederico Benvegnu, de São Domingos do Sul (RS), cujos dirigentes atribuem a boa colocação ao engajamento das famílias dos alunos no processo educacional.
A pesquisa impõe reflexões para os planejadores da educação no país. A primeira é sobre a urgência de enfrentar a questão da qualidade do ensino, seja nas escolas privadas, seja nas públicas, promovendo condições materiais adequadas e estruturando um corpo docente competente e motivado. Uma segunda indica que os investimentos públicos nessa área estratégica não têm o retorno que a sociedade tem o direito de esperar. E há ainda uma terceira: assim como o atual vestibular, também o Enem aponta chances maiores para quem pode custear ensino privado ou tem acesso a instituições federais ou às escolas militares, que, mesmo públicas, disputam espaço entre as melhores. Aproximar esses dois universos, corrigindo distorções com base nas revelações do Enem, é um dos desafios que o país tem pela frente.
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Editorial Zero Hora (Porto Alegre)

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), mesmo indicando poucas surpresas, confirma algumas questões inquietantes relacionadas à educação pública e privada no país. O teste evidencia que nem as escolas particulares, que cobram preços às vezes excessivos, nem as públicas, mantidas com os impostos dos contribuintes, garantem ensino de qualidade. Ainda assim, a pior situação é a das públicas: das mil escolas com piores notas no último exame, 965 são mantidas por recursos dos contribuintes. O setor privado, ainda que pudesse ter ido melhor, domina a lista do Enem, com 905 entre os mil estabelecimentos com notas mais altas. O exame de avaliação de quase 20 mil escolas, que o Ministério da Educação (MEC) quer transformar num substituto do vestibular, confirma, assim, que o sistema de ingresso pode mudar de forma e de nome, mas as desigualdades ainda se mantêm e a simples mudança nos critérios de seleção para o Ensino Superior não resolve o problema da baixa qualidade do Ensino Médio em geral.
Mesmo com as compreensíveis limitações que o Enem tem, trata-se de uma avaliação cada vez mais valorizada e indispensável. O fato de ser voluntário tira do exame muito de seu caráter científico e de sua confiabilidade. As escolas, interessadas na exposição benéfica que uma boa colocação proporciona, podem selecionar os melhores alunos e dar a eles a condição de representar a escola no Enem, o que evidentemente contamina a amostra e adultera o ranking. As eventuais deformações do Enem não lhe tiram, no entanto, a validade como um retrato impiedoso da qualidade de nosso ensino, em especial do público. E é esse retrato que precisa ser mudado. Na relação dos melhores desempenhos das escolas convencionais do país, excluídas as chamadas profissionalizantes, as ligadas às universidades, as militares e as que fazem seleção para ingresso, a primeira escola da rede pública aparece na posição 1.935. É a Escola Estadual Frederico Benvegnu, de São Domingos do Sul (RS), cujos dirigentes atribuem a boa colocação ao engajamento das famílias dos alunos no processo educacional.
A pesquisa impõe reflexões para os planejadores da educação no país. A primeira é sobre a urgência de enfrentar a questão da qualidade do ensino, seja nas escolas privadas, seja nas públicas, promovendo condições materiais adequadas e estruturando um corpo docente competente e motivado. Uma segunda indica que os investimentos públicos nessa área estratégica não têm o retorno que a sociedade tem o direito de esperar. E há ainda uma terceira: assim como o atual vestibular, também o Enem aponta chances maiores para quem pode custear ensino privado ou tem acesso a instituições federais ou às escolas militares, que, mesmo públicas, disputam espaço entre as melhores. Aproximar esses dois universos, corrigindo distorções com base nas revelações do Enem, é um dos desafios que o país tem pela frente.
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Editorial Zero Hora (Porto Alegre)

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), mesmo indicando poucas surpresas, confirma algumas questões inquietantes relacionadas à educação pública e privada no país. O teste evidencia que nem as escolas particulares, que cobram preços às vezes excessivos, nem as públicas, mantidas com os impostos dos contribuintes, garantem ensino de qualidade. Ainda assim, a pior situação é a das públicas: das mil escolas com piores notas no último exame, 965 são mantidas por recursos dos contribuintes. O setor privado, ainda que pudesse ter ido melhor, domina a lista do Enem, com 905 entre os mil estabelecimentos com notas mais altas. O exame de avaliação de quase 20 mil escolas, que o Ministério da Educação (MEC) quer transformar num substituto do vestibular, confirma, assim, que o sistema de ingresso pode mudar de forma e de nome, mas as desigualdades ainda se mantêm e a simples mudança nos critérios de seleção para o Ensino Superior não resolve o problema da baixa qualidade do Ensino Médio em geral.
Mesmo com as compreensíveis limitações que o Enem tem, trata-se de uma avaliação cada vez mais valorizada e indispensável. O fato de ser voluntário tira do exame muito de seu caráter científico e de sua confiabilidade. As escolas, interessadas na exposição benéfica que uma boa colocação proporciona, podem selecionar os melhores alunos e dar a eles a condição de representar a escola no Enem, o que evidentemente contamina a amostra e adultera o ranking. As eventuais deformações do Enem não lhe tiram, no entanto, a validade como um retrato impiedoso da qualidade de nosso ensino, em especial do público. E é esse retrato que precisa ser mudado. Na relação dos melhores desempenhos das escolas convencionais do país, excluídas as chamadas profissionalizantes, as ligadas às universidades, as militares e as que fazem seleção para ingresso, a primeira escola da rede pública aparece na posição 1.935. É a Escola Estadual Frederico Benvegnu, de São Domingos do Sul (RS), cujos dirigentes atribuem a boa colocação ao engajamento das famílias dos alunos no processo educacional.
A pesquisa impõe reflexões para os planejadores da educação no país. A primeira é sobre a urgência de enfrentar a questão da qualidade do ensino, seja nas escolas privadas, seja nas públicas, promovendo condições materiais adequadas e estruturando um corpo docente competente e motivado. Uma segunda indica que os investimentos públicos nessa área estratégica não têm o retorno que a sociedade tem o direito de esperar. E há ainda uma terceira: assim como o atual vestibular, também o Enem aponta chances maiores para quem pode custear ensino privado ou tem acesso a instituições federais ou às escolas militares, que, mesmo públicas, disputam espaço entre as melhores. Aproximar esses dois universos, corrigindo distorções com base nas revelações do Enem, é um dos desafios que o país tem pela frente.
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O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), mesmo indicando poucas surpresas, confirma algumas questões inquietantes relacionadas à educação pública e privada no país. O teste evidencia que nem as escolas particulares, que cobram preços às vezes excessivos, nem as públicas, mantidas com os impostos dos contribuintes, garantem ensino de qualidade. Ainda assim, a pior situação é a das públicas: das mil escolas com piores notas no último exame, 965 são mantidas por recursos dos contribuintes. O setor privado, ainda que pudesse ter ido melhor, domina a lista do Enem, com 905 entre os mil estabelecimentos com notas mais altas. O exame de avaliação de quase 20 mil escolas, que o Ministério da Educação (MEC) quer transformar num substituto do vestibular, confirma, assim, que o sistema de ingresso pode mudar de forma e de nome, mas as desigualdades ainda se mantêm e a simples mudança nos critérios de seleção para o Ensino Superior não resolve o problema da baixa qualidade do Ensino Médio em geral.
Mesmo com as compreensíveis limitações que o Enem tem, trata-se de uma avaliação cada vez mais valorizada e indispensável. O fato de ser voluntário tira do exame muito de seu caráter científico e de sua confiabilidade. As escolas, interessadas na exposição benéfica que uma boa colocação proporciona, podem selecionar os melhores alunos e dar a eles a condição de representar a escola no Enem, o que evidentemente contamina a amostra e adultera o ranking. As eventuais deformações do Enem não lhe tiram, no entanto, a validade como um retrato impiedoso da qualidade de nosso ensino, em especial do público. E é esse retrato que precisa ser mudado. Na relação dos melhores desempenhos das escolas convencionais do país, excluídas as chamadas profissionalizantes, as ligadas às universidades, as militares e as que fazem seleção para ingresso, a primeira escola da rede pública aparece na posição 1.935. É a Escola Estadual Frederico Benvegnu, de São Domingos do Sul (RS), cujos dirigentes atribuem a boa colocação ao engajamento das famílias dos alunos no processo educacional.
A pesquisa impõe reflexões para os planejadores da educação no país. A primeira é sobre a urgência de enfrentar a questão da qualidade do ensino, seja nas escolas privadas, seja nas públicas, promovendo condições materiais adequadas e estruturando um corpo docente competente e motivado. Uma segunda indica que os investimentos públicos nessa área estratégica não têm o retorno que a sociedade tem o direito de esperar. E há ainda uma terceira: assim como o atual vestibular, também o Enem aponta chances maiores para quem pode custear ensino privado ou tem acesso a instituições federais ou às escolas militares, que, mesmo públicas, disputam espaço entre as melhores. Aproximar esses dois universos, corrigindo distorções com base nas revelações do Enem, é um dos desafios que o país tem pela frente.
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O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), mesmo indicando poucas surpresas, confirma algumas questões inquietantes relacionadas à educação pública e privada no país. O teste evidencia que nem as escolas particulares, que cobram preços às vezes excessivos, nem as públicas, mantidas com os impostos dos contribuintes, garantem ensino de qualidade. Ainda assim, a pior situação é a das públicas: das mil escolas com piores notas no último exame, 965 são mantidas por recursos dos contribuintes. O setor privado, ainda que pudesse ter ido melhor, domina a lista do Enem, com 905 entre os mil estabelecimentos com notas mais altas. O exame de avaliação de quase 20 mil escolas, que o Ministério da Educação (MEC) quer transformar num substituto do vestibular, confirma, assim, que o sistema de ingresso pode mudar de forma e de nome, mas as desigualdades ainda se mantêm e a simples mudança nos critérios de seleção para o Ensino Superior não resolve o problema da baixa qualidade do Ensino Médio em geral.
Mesmo com as compreensíveis limitações que o Enem tem, trata-se de uma avaliação cada vez mais valorizada e indispensável. O fato de ser voluntário tira do exame muito de seu caráter científico e de sua confiabilidade. As escolas, interessadas na exposição benéfica que uma boa colocação proporciona, podem selecionar os melhores alunos e dar a eles a condição de representar a escola no Enem, o que evidentemente contamina a amostra e adultera o ranking. As eventuais deformações do Enem não lhe tiram, no entanto, a validade como um retrato impiedoso da qualidade de nosso ensino, em especial do público. E é esse retrato que precisa ser mudado. Na relação dos melhores desempenhos das escolas convencionais do país, excluídas as chamadas profissionalizantes, as ligadas às universidades, as militares e as que fazem seleção para ingresso, a primeira escola da rede pública aparece na posição 1.935. É a Escola Estadual Frederico Benvegnu, de São Domingos do Sul (RS), cujos dirigentes atribuem a boa colocação ao engajamento das famílias dos alunos no processo educacional.
A pesquisa impõe reflexões para os planejadores da educação no país. A primeira é sobre a urgência de enfrentar a questão da qualidade do ensino, seja nas escolas privadas, seja nas públicas, promovendo condições materiais adequadas e estruturando um corpo docente competente e motivado. Uma segunda indica que os investimentos públicos nessa área estratégica não têm o retorno que a sociedade tem o direito de esperar. E há ainda uma terceira: assim como o atual vestibular, também o Enem aponta chances maiores para quem pode custear ensino privado ou tem acesso a instituições federais ou às escolas militares, que, mesmo públicas, disputam espaço entre as melhores. Aproximar esses dois universos, corrigindo distorções com base nas revelações do Enem, é um dos desafios que o país tem pela frente.
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O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), mesmo indicando poucas surpresas, confirma algumas questões inquietantes relacionadas à educação pública e privada no país. O teste evidencia que nem as escolas particulares, que cobram preços às vezes excessivos, nem as públicas, mantidas com os impostos dos contribuintes, garantem ensino de qualidade. Ainda assim, a pior situação é a das públicas: das mil escolas com piores notas no último exame, 965 são mantidas por recursos dos contribuintes. O setor privado, ainda que pudesse ter ido melhor, domina a lista do Enem, com 905 entre os mil estabelecimentos com notas mais altas. O exame de avaliação de quase 20 mil escolas, que o Ministério da Educação (MEC) quer transformar num substituto do vestibular, confirma, assim, que o sistema de ingresso pode mudar de forma e de nome, mas as desigualdades ainda se mantêm e a simples mudança nos critérios de seleção para o Ensino Superior não resolve o problema da baixa qualidade do Ensino Médio em geral.
Mesmo com as compreensíveis limitações que o Enem tem, trata-se de uma avaliação cada vez mais valorizada e indispensável. O fato de ser voluntário tira do exame muito de seu caráter científico e de sua confiabilidade. As escolas, interessadas na exposição benéfica que uma boa colocação proporciona, podem selecionar os melhores alunos e dar a eles a condição de representar a escola no Enem, o que evidentemente contamina a amostra e adultera o ranking. As eventuais deformações do Enem não lhe tiram, no entanto, a validade como um retrato impiedoso da qualidade de nosso ensino, em especial do público. E é esse retrato que precisa ser mudado. Na relação dos melhores desempenhos das escolas convencionais do país, excluídas as chamadas profissionalizantes, as ligadas às universidades, as militares e as que fazem seleção para ingresso, a primeira escola da rede pública aparece na posição 1.935. É a Escola Estadual Frederico Benvegnu, de São Domingos do Sul (RS), cujos dirigentes atribuem a boa colocação ao engajamento das famílias dos alunos no processo educacional.
A pesquisa impõe reflexões para os planejadores da educação no país. A primeira é sobre a urgência de enfrentar a questão da qualidade do ensino, seja nas escolas privadas, seja nas públicas, promovendo condições materiais adequadas e estruturando um corpo docente competente e motivado. Uma segunda indica que os investimentos públicos nessa área estratégica não têm o retorno que a sociedade tem o direito de esperar. E há ainda uma terceira: assim como o atual vestibular, também o Enem aponta chances maiores para quem pode custear ensino privado ou tem acesso a instituições federais ou às escolas militares, que, mesmo públicas, disputam espaço entre as melhores. Aproximar esses dois universos, corrigindo distorções com base nas revelações do Enem, é um dos desafios que o país tem pela frente.
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O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), mesmo indicando poucas surpresas, confirma algumas questões inquietantes relacionadas à educação pública e privada no país. O teste evidencia que nem as escolas particulares, que cobram preços às vezes excessivos, nem as públicas, mantidas com os impostos dos contribuintes, garantem ensino de qualidade. Ainda assim, a pior situação é a das públicas: das mil escolas com piores notas no último exame, 965 são mantidas por recursos dos contribuintes. O setor privado, ainda que pudesse ter ido melhor, domina a lista do Enem, com 905 entre os mil estabelecimentos com notas mais altas. O exame de avaliação de quase 20 mil escolas, que o Ministério da Educação (MEC) quer transformar num substituto do vestibular, confirma, assim, que o sistema de ingresso pode mudar de forma e de nome, mas as desigualdades ainda se mantêm e a simples mudança nos critérios de seleção para o Ensino Superior não resolve o problema da baixa qualidade do Ensino Médio em geral.
Mesmo com as compreensíveis limitações que o Enem tem, trata-se de uma avaliação cada vez mais valorizada e indispensável. O fato de ser voluntário tira do exame muito de seu caráter científico e de sua confiabilidade. As escolas, interessadas na exposição benéfica que uma boa colocação proporciona, podem selecionar os melhores alunos e dar a eles a condição de representar a escola no Enem, o que evidentemente contamina a amostra e adultera o ranking. As eventuais deformações do Enem não lhe tiram, no entanto, a validade como um retrato impiedoso da qualidade de nosso ensino, em especial do público. E é esse retrato que precisa ser mudado. Na relação dos melhores desempenhos das escolas convencionais do país, excluídas as chamadas profissionalizantes, as ligadas às universidades, as militares e as que fazem seleção para ingresso, a primeira escola da rede pública aparece na posição 1.935. É a Escola Estadual Frederico Benvegnu, de São Domingos do Sul (RS), cujos dirigentes atribuem a boa colocação ao engajamento das famílias dos alunos no processo educacional.
A pesquisa impõe reflexões para os planejadores da educação no país. A primeira é sobre a urgência de enfrentar a questão da qualidade do ensino, seja nas escolas privadas, seja nas públicas, promovendo condições materiais adequadas e estruturando um corpo docente competente e motivado. Uma segunda indica que os investimentos públicos nessa área estratégica não têm o retorno que a sociedade tem o direito de esperar. E há ainda uma terceira: assim como o atual vestibular, também o Enem aponta chances maiores para quem pode custear ensino privado ou tem acesso a instituições federais ou às escolas militares, que, mesmo públicas, disputam espaço entre as melhores. Aproximar esses dois universos, corrigindo distorções com base nas revelações do Enem, é um dos desafios que o país tem pela frente.
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Editorial Zero Hora (Porto Alegre)

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), mesmo indicando poucas surpresas, confirma algumas questões inquietantes relacionadas à educação pública e privada no país. O teste evidencia que nem as escolas particulares, que cobram preços às vezes excessivos, nem as públicas, mantidas com os impostos dos contribuintes, garantem ensino de qualidade. Ainda assim, a pior situação é a das públicas: das mil escolas com piores notas no último exame, 965 são mantidas por recursos dos contribuintes. O setor privado, ainda que pudesse ter ido melhor, domina a lista do Enem, com 905 entre os mil estabelecimentos com notas mais altas. O exame de avaliação de quase 20 mil escolas, que o Ministério da Educação (MEC) quer transformar num substituto do vestibular, confirma, assim, que o sistema de ingresso pode mudar de forma e de nome, mas as desigualdades ainda se mantêm e a simples mudança nos critérios de seleção para o Ensino Superior não resolve o problema da baixa qualidade do Ensino Médio em geral.
Mesmo com as compreensíveis limitações que o Enem tem, trata-se de uma avaliação cada vez mais valorizada e indispensável. O fato de ser voluntário tira do exame muito de seu caráter científico e de sua confiabilidade. As escolas, interessadas na exposição benéfica que uma boa colocação proporciona, podem selecionar os melhores alunos e dar a eles a condição de representar a escola no Enem, o que evidentemente contamina a amostra e adultera o ranking. As eventuais deformações do Enem não lhe tiram, no entanto, a validade como um retrato impiedoso da qualidade de nosso ensino, em especial do público. E é esse retrato que precisa ser mudado. Na relação dos melhores desempenhos das escolas convencionais do país, excluídas as chamadas profissionalizantes, as ligadas às universidades, as militares e as que fazem seleção para ingresso, a primeira escola da rede pública aparece na posição 1.935. É a Escola Estadual Frederico Benvegnu, de São Domingos do Sul (RS), cujos dirigentes atribuem a boa colocação ao engajamento das famílias dos alunos no processo educacional.
A pesquisa impõe reflexões para os planejadores da educação no país. A primeira é sobre a urgência de enfrentar a questão da qualidade do ensino, seja nas escolas privadas, seja nas públicas, promovendo condições materiais adequadas e estruturando um corpo docente competente e motivado. Uma segunda indica que os investimentos públicos nessa área estratégica não têm o retorno que a sociedade tem o direito de esperar. E há ainda uma terceira: assim como o atual vestibular, também o Enem aponta chances maiores para quem pode custear ensino privado ou tem acesso a instituições federais ou às escolas militares, que, mesmo públicas, disputam espaço entre as melhores. Aproximar esses dois universos, corrigindo distorções com base nas revelações do Enem, é um dos desafios que o país tem pela frente.
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Ela teria pago dois homens para ocultar o corpo da jovem. Vítima tinha marcas de violência no corpo

A mãe que foi presa nesta madrugada suspeita de matar e ocultar o corpo da filha de 20 anos confessou o crime. As informações foram confirmadas pela assessoria da Polícia Civil e pelo delegado Cláudio Vieira, da 25ª DP (Engenho Novo).
Os detalhes do caso, no entanto, como as circunstâncias em que a jovem foi morta e o que levou a mãe a matá-la, ainda não foram divulgados.
Além dela, dois homens foram presos na noite de terça-feira (28) no Cachambi, subúrbio do Rio, depois que Polícia Militar encontrou o corpo da jovem no porta-malas do carro.

Contratados pela mãe

Na delegacia, os suspeitos contaram que foram contratados pela mãe da vítima para desaparecer com o corpo da jovem, identificada como Susana Silva Magalhães.
A mãe foi presa em seguida. Num primeiro momento, ela chegou a dizer que a filha havia morrido na segunda-feira (27), depois de chegar em casa passando mal. Ela alegou que teria tentado ocultar o corpo com medo da reação do ex-marido, o pai de Susana.
Os investigadores desconfiaram da versão depois que peritos encontraram marcas de sangue e cabelo em um dos cômodos da casa da jovem. Além disso, o corpo tinha marcas de violência, entre elas de uma pancada na cabeça, que provocou o afundamento do crânio.
Também suspeito, o tio da jovem, que mora ao lado da casa, disse à polícia que na noite da morte ouviu gritos que seriam de uma briga entre as duas. Ele foi preso, por participação na tentativa de ocultar o cadáver.

Mãe é suspeita de tentar matar os filhos

Uma mulher foi presa na manhã de terça-feira (28) suspeita de tentar matar seus dois filhos - uma menina de 8 anos e um menino de 5.
Segundo a polícia, a mulher, que já trabalhou como atendente de uma creche, teria a síndrome de Munchausen – doença em que a mãe provoca sintomas nos filhos para que eles sejam considerados doentes ou ainda provoca ferimentos neles para atrair as atenções - no caso, ela pretenderia chamar a atenção do ex-marido.
Esse diagnóstico é provisório, e depende ainda de uma nova avaliação a ser feita por especialistas.

Fonte: Portal G1
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Ela teria pago dois homens para ocultar o corpo da jovem. Vítima tinha marcas de violência no corpo

A mãe que foi presa nesta madrugada suspeita de matar e ocultar o corpo da filha de 20 anos confessou o crime. As informações foram confirmadas pela assessoria da Polícia Civil e pelo delegado Cláudio Vieira, da 25ª DP (Engenho Novo).
Os detalhes do caso, no entanto, como as circunstâncias em que a jovem foi morta e o que levou a mãe a matá-la, ainda não foram divulgados.
Além dela, dois homens foram presos na noite de terça-feira (28) no Cachambi, subúrbio do Rio, depois que Polícia Militar encontrou o corpo da jovem no porta-malas do carro.

Contratados pela mãe

Na delegacia, os suspeitos contaram que foram contratados pela mãe da vítima para desaparecer com o corpo da jovem, identificada como Susana Silva Magalhães.
A mãe foi presa em seguida. Num primeiro momento, ela chegou a dizer que a filha havia morrido na segunda-feira (27), depois de chegar em casa passando mal. Ela alegou que teria tentado ocultar o corpo com medo da reação do ex-marido, o pai de Susana.
Os investigadores desconfiaram da versão depois que peritos encontraram marcas de sangue e cabelo em um dos cômodos da casa da jovem. Além disso, o corpo tinha marcas de violência, entre elas de uma pancada na cabeça, que provocou o afundamento do crânio.
Também suspeito, o tio da jovem, que mora ao lado da casa, disse à polícia que na noite da morte ouviu gritos que seriam de uma briga entre as duas. Ele foi preso, por participação na tentativa de ocultar o cadáver.

Mãe é suspeita de tentar matar os filhos

Uma mulher foi presa na manhã de terça-feira (28) suspeita de tentar matar seus dois filhos - uma menina de 8 anos e um menino de 5.
Segundo a polícia, a mulher, que já trabalhou como atendente de uma creche, teria a síndrome de Munchausen – doença em que a mãe provoca sintomas nos filhos para que eles sejam considerados doentes ou ainda provoca ferimentos neles para atrair as atenções - no caso, ela pretenderia chamar a atenção do ex-marido.
Esse diagnóstico é provisório, e depende ainda de uma nova avaliação a ser feita por especialistas.

Fonte: Portal G1
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Ela teria pago dois homens para ocultar o corpo da jovem. Vítima tinha marcas de violência no corpo

A mãe que foi presa nesta madrugada suspeita de matar e ocultar o corpo da filha de 20 anos confessou o crime. As informações foram confirmadas pela assessoria da Polícia Civil e pelo delegado Cláudio Vieira, da 25ª DP (Engenho Novo).
Os detalhes do caso, no entanto, como as circunstâncias em que a jovem foi morta e o que levou a mãe a matá-la, ainda não foram divulgados.
Além dela, dois homens foram presos na noite de terça-feira (28) no Cachambi, subúrbio do Rio, depois que Polícia Militar encontrou o corpo da jovem no porta-malas do carro.

Contratados pela mãe

Na delegacia, os suspeitos contaram que foram contratados pela mãe da vítima para desaparecer com o corpo da jovem, identificada como Susana Silva Magalhães.
A mãe foi presa em seguida. Num primeiro momento, ela chegou a dizer que a filha havia morrido na segunda-feira (27), depois de chegar em casa passando mal. Ela alegou que teria tentado ocultar o corpo com medo da reação do ex-marido, o pai de Susana.
Os investigadores desconfiaram da versão depois que peritos encontraram marcas de sangue e cabelo em um dos cômodos da casa da jovem. Além disso, o corpo tinha marcas de violência, entre elas de uma pancada na cabeça, que provocou o afundamento do crânio.
Também suspeito, o tio da jovem, que mora ao lado da casa, disse à polícia que na noite da morte ouviu gritos que seriam de uma briga entre as duas. Ele foi preso, por participação na tentativa de ocultar o cadáver.

Mãe é suspeita de tentar matar os filhos

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Segundo a polícia, a mulher, que já trabalhou como atendente de uma creche, teria a síndrome de Munchausen – doença em que a mãe provoca sintomas nos filhos para que eles sejam considerados doentes ou ainda provoca ferimentos neles para atrair as atenções - no caso, ela pretenderia chamar a atenção do ex-marido.
Esse diagnóstico é provisório, e depende ainda de uma nova avaliação a ser feita por especialistas.

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Os detalhes do caso, no entanto, como as circunstâncias em que a jovem foi morta e o que levou a mãe a matá-la, ainda não foram divulgados.
Além dela, dois homens foram presos na noite de terça-feira (28) no Cachambi, subúrbio do Rio, depois que Polícia Militar encontrou o corpo da jovem no porta-malas do carro.

Contratados pela mãe

Na delegacia, os suspeitos contaram que foram contratados pela mãe da vítima para desaparecer com o corpo da jovem, identificada como Susana Silva Magalhães.
A mãe foi presa em seguida. Num primeiro momento, ela chegou a dizer que a filha havia morrido na segunda-feira (27), depois de chegar em casa passando mal. Ela alegou que teria tentado ocultar o corpo com medo da reação do ex-marido, o pai de Susana.
Os investigadores desconfiaram da versão depois que peritos encontraram marcas de sangue e cabelo em um dos cômodos da casa da jovem. Além disso, o corpo tinha marcas de violência, entre elas de uma pancada na cabeça, que provocou o afundamento do crânio.
Também suspeito, o tio da jovem, que mora ao lado da casa, disse à polícia que na noite da morte ouviu gritos que seriam de uma briga entre as duas. Ele foi preso, por participação na tentativa de ocultar o cadáver.

Mãe é suspeita de tentar matar os filhos

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Segundo a polícia, a mulher, que já trabalhou como atendente de uma creche, teria a síndrome de Munchausen – doença em que a mãe provoca sintomas nos filhos para que eles sejam considerados doentes ou ainda provoca ferimentos neles para atrair as atenções - no caso, ela pretenderia chamar a atenção do ex-marido.
Esse diagnóstico é provisório, e depende ainda de uma nova avaliação a ser feita por especialistas.

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A mãe que foi presa nesta madrugada suspeita de matar e ocultar o corpo da filha de 20 anos confessou o crime. As informações foram confirmadas pela assessoria da Polícia Civil e pelo delegado Cláudio Vieira, da 25ª DP (Engenho Novo).
Os detalhes do caso, no entanto, como as circunstâncias em que a jovem foi morta e o que levou a mãe a matá-la, ainda não foram divulgados.
Além dela, dois homens foram presos na noite de terça-feira (28) no Cachambi, subúrbio do Rio, depois que Polícia Militar encontrou o corpo da jovem no porta-malas do carro.

Contratados pela mãe

Na delegacia, os suspeitos contaram que foram contratados pela mãe da vítima para desaparecer com o corpo da jovem, identificada como Susana Silva Magalhães.
A mãe foi presa em seguida. Num primeiro momento, ela chegou a dizer que a filha havia morrido na segunda-feira (27), depois de chegar em casa passando mal. Ela alegou que teria tentado ocultar o corpo com medo da reação do ex-marido, o pai de Susana.
Os investigadores desconfiaram da versão depois que peritos encontraram marcas de sangue e cabelo em um dos cômodos da casa da jovem. Além disso, o corpo tinha marcas de violência, entre elas de uma pancada na cabeça, que provocou o afundamento do crânio.
Também suspeito, o tio da jovem, que mora ao lado da casa, disse à polícia que na noite da morte ouviu gritos que seriam de uma briga entre as duas. Ele foi preso, por participação na tentativa de ocultar o cadáver.

Mãe é suspeita de tentar matar os filhos

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Segundo a polícia, a mulher, que já trabalhou como atendente de uma creche, teria a síndrome de Munchausen – doença em que a mãe provoca sintomas nos filhos para que eles sejam considerados doentes ou ainda provoca ferimentos neles para atrair as atenções - no caso, ela pretenderia chamar a atenção do ex-marido.
Esse diagnóstico é provisório, e depende ainda de uma nova avaliação a ser feita por especialistas.

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Os detalhes do caso, no entanto, como as circunstâncias em que a jovem foi morta e o que levou a mãe a matá-la, ainda não foram divulgados.
Além dela, dois homens foram presos na noite de terça-feira (28) no Cachambi, subúrbio do Rio, depois que Polícia Militar encontrou o corpo da jovem no porta-malas do carro.

Contratados pela mãe

Na delegacia, os suspeitos contaram que foram contratados pela mãe da vítima para desaparecer com o corpo da jovem, identificada como Susana Silva Magalhães.
A mãe foi presa em seguida. Num primeiro momento, ela chegou a dizer que a filha havia morrido na segunda-feira (27), depois de chegar em casa passando mal. Ela alegou que teria tentado ocultar o corpo com medo da reação do ex-marido, o pai de Susana.
Os investigadores desconfiaram da versão depois que peritos encontraram marcas de sangue e cabelo em um dos cômodos da casa da jovem. Além disso, o corpo tinha marcas de violência, entre elas de uma pancada na cabeça, que provocou o afundamento do crânio.
Também suspeito, o tio da jovem, que mora ao lado da casa, disse à polícia que na noite da morte ouviu gritos que seriam de uma briga entre as duas. Ele foi preso, por participação na tentativa de ocultar o cadáver.

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Uma mulher foi presa na manhã de terça-feira (28) suspeita de tentar matar seus dois filhos - uma menina de 8 anos e um menino de 5.
Segundo a polícia, a mulher, que já trabalhou como atendente de uma creche, teria a síndrome de Munchausen – doença em que a mãe provoca sintomas nos filhos para que eles sejam considerados doentes ou ainda provoca ferimentos neles para atrair as atenções - no caso, ela pretenderia chamar a atenção do ex-marido.
Esse diagnóstico é provisório, e depende ainda de uma nova avaliação a ser feita por especialistas.

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Ela teria pago dois homens para ocultar o corpo da jovem. Vítima tinha marcas de violência no corpo

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Os detalhes do caso, no entanto, como as circunstâncias em que a jovem foi morta e o que levou a mãe a matá-la, ainda não foram divulgados.
Além dela, dois homens foram presos na noite de terça-feira (28) no Cachambi, subúrbio do Rio, depois que Polícia Militar encontrou o corpo da jovem no porta-malas do carro.

Contratados pela mãe

Na delegacia, os suspeitos contaram que foram contratados pela mãe da vítima para desaparecer com o corpo da jovem, identificada como Susana Silva Magalhães.
A mãe foi presa em seguida. Num primeiro momento, ela chegou a dizer que a filha havia morrido na segunda-feira (27), depois de chegar em casa passando mal. Ela alegou que teria tentado ocultar o corpo com medo da reação do ex-marido, o pai de Susana.
Os investigadores desconfiaram da versão depois que peritos encontraram marcas de sangue e cabelo em um dos cômodos da casa da jovem. Além disso, o corpo tinha marcas de violência, entre elas de uma pancada na cabeça, que provocou o afundamento do crânio.
Também suspeito, o tio da jovem, que mora ao lado da casa, disse à polícia que na noite da morte ouviu gritos que seriam de uma briga entre as duas. Ele foi preso, por participação na tentativa de ocultar o cadáver.

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Uma mulher foi presa na manhã de terça-feira (28) suspeita de tentar matar seus dois filhos - uma menina de 8 anos e um menino de 5.
Segundo a polícia, a mulher, que já trabalhou como atendente de uma creche, teria a síndrome de Munchausen – doença em que a mãe provoca sintomas nos filhos para que eles sejam considerados doentes ou ainda provoca ferimentos neles para atrair as atenções - no caso, ela pretenderia chamar a atenção do ex-marido.
Esse diagnóstico é provisório, e depende ainda de uma nova avaliação a ser feita por especialistas.

Fonte: Portal G1
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Ela teria pago dois homens para ocultar o corpo da jovem. Vítima tinha marcas de violência no corpo

A mãe que foi presa nesta madrugada suspeita de matar e ocultar o corpo da filha de 20 anos confessou o crime. As informações foram confirmadas pela assessoria da Polícia Civil e pelo delegado Cláudio Vieira, da 25ª DP (Engenho Novo).
Os detalhes do caso, no entanto, como as circunstâncias em que a jovem foi morta e o que levou a mãe a matá-la, ainda não foram divulgados.
Além dela, dois homens foram presos na noite de terça-feira (28) no Cachambi, subúrbio do Rio, depois que Polícia Militar encontrou o corpo da jovem no porta-malas do carro.

Contratados pela mãe

Na delegacia, os suspeitos contaram que foram contratados pela mãe da vítima para desaparecer com o corpo da jovem, identificada como Susana Silva Magalhães.
A mãe foi presa em seguida. Num primeiro momento, ela chegou a dizer que a filha havia morrido na segunda-feira (27), depois de chegar em casa passando mal. Ela alegou que teria tentado ocultar o corpo com medo da reação do ex-marido, o pai de Susana.
Os investigadores desconfiaram da versão depois que peritos encontraram marcas de sangue e cabelo em um dos cômodos da casa da jovem. Além disso, o corpo tinha marcas de violência, entre elas de uma pancada na cabeça, que provocou o afundamento do crânio.
Também suspeito, o tio da jovem, que mora ao lado da casa, disse à polícia que na noite da morte ouviu gritos que seriam de uma briga entre as duas. Ele foi preso, por participação na tentativa de ocultar o cadáver.

Mãe é suspeita de tentar matar os filhos

Uma mulher foi presa na manhã de terça-feira (28) suspeita de tentar matar seus dois filhos - uma menina de 8 anos e um menino de 5.
Segundo a polícia, a mulher, que já trabalhou como atendente de uma creche, teria a síndrome de Munchausen – doença em que a mãe provoca sintomas nos filhos para que eles sejam considerados doentes ou ainda provoca ferimentos neles para atrair as atenções - no caso, ela pretenderia chamar a atenção do ex-marido.
Esse diagnóstico é provisório, e depende ainda de uma nova avaliação a ser feita por especialistas.

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Caso ocorreu em Baku, no Azerbeijão

Pelo menos 13 pessoas morreram esta quinta-feira quando um atirador entrou numa universidade em Baku, Azerbeijão, e começou a disparar, avança a agência «EFE».
O tiroteio aconteceu na Universidade do Petróleo. Segundo algumas testemunhas, tudo começou com uma acalorada discussão entre vários estudantes no pátio da universidade. Em seguida, um deles sacou uma pistola, disparou contra os outros, entrou no prédio e prosseguiu com massacre.
As informações dos media locais são contraditarias. Alguns avançam que o atirador se suicidou. Já outros dizem que foi morto pela polícia, que entretanto chegou ao local e cercou o edifício.

A cidade norte-americana de Denver, Colorado, recorda esta segunda-feira o 10º aniversário do massacre na escola secundária de Columbine, protagonizado por dois adolescentes que, em apenas 16 minutos, mataram 13 pessoas antes de cometerem suicídio. Outras 23 pessoas ficaram feridas.

O ataque na escola de Columbine

Transmitidas ao vivo para o mundo inteiro, as imagens do massacre, com estudantes fugindo do prédio protegidos pela polícia, causaram um grande choque.
Apesar do impacto causado pelo massacre e das denúncias feitas por documentários como o de Michael Moore, que fez um protesto contra a liberdade da venda de armas em «Tiros em Columbine» (Oscar de documentário de 2003), ainda não existem sinais de uma mudança na legislação sobre as armas de fogo nos EUA.

Adolescentes com problemas psicológicos graves

O massacre de Columbine aconteceu a 20 de Abril de 1999 no Condado de Jefferson, Colorado, no Instituto Columbine. Eric Harris (apelido ReB), de 18 anos, e Dylan Klebold (apelido VoDkA), de 17 anos, atiraram em vários colegas e professores.
Desfeitos vários mitos mantidos ao longo de dez anos, Eric Harris e Dylan Klebold são agora descritos como adolescentes «com problemas psicológicos sérios». Harris foi considerado um psicopata predador, de sangue frio, um mentiroso inteligente com um grande complexo de superioridade: queria ser Deus, para que todos estivessem abaixo dele. Klebold era depressivo suicida e paranóico. Ambos tinham antecedentes criminais, No dia dos ataques, o primeiro vestia uma t-shirt com a inscrição «Selecção Natural», a t-shirt do segundo dizia «Ira».
Harris, mentor do ataque, tinha um site onde coleccionava suásticas e slogans neonazis e ensinava a fazer bombas. No seu perfil escreveu: «Mato aqueles de quem não gosto, deito fora o que não quero e destruo o que odeio». Klebold, por seu lado, escreveu que o seu número pessoal era o «420», possivelmente uma referência à data de nascimento de Hitler, 20 de abril.
Os dois planearam o ataque durante um ano. O salário de um part-time de Harris permitiu-lhes reunir armas e fazer cerca de 100 explosivos caseiros. O objetivo era ficarem famosos e serem imortalizados por terem assassinado o maior número de pessoas - a escola seria o alvo mais conveniente.
A dupla planeou instalar explosivos no refeitório da escola, escondidos em mochilas, quando os alunos se reunissem para o almoço. As bombas seriam detonadas por timers, e quando os sobreviventes da explosão fugissem do prédio, Harris e Klebold estariam esperando, armados, no estacionamento.

Fonte: IOL Portugal (reprodução do artigo original)
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:17  comentar


Caso ocorreu em Baku, no Azerbeijão

Pelo menos 13 pessoas morreram esta quinta-feira quando um atirador entrou numa universidade em Baku, Azerbeijão, e começou a disparar, avança a agência «EFE».
O tiroteio aconteceu na Universidade do Petróleo. Segundo algumas testemunhas, tudo começou com uma acalorada discussão entre vários estudantes no pátio da universidade. Em seguida, um deles sacou uma pistola, disparou contra os outros, entrou no prédio e prosseguiu com massacre.
As informações dos media locais são contraditarias. Alguns avançam que o atirador se suicidou. Já outros dizem que foi morto pela polícia, que entretanto chegou ao local e cercou o edifício.

A cidade norte-americana de Denver, Colorado, recorda esta segunda-feira o 10º aniversário do massacre na escola secundária de Columbine, protagonizado por dois adolescentes que, em apenas 16 minutos, mataram 13 pessoas antes de cometerem suicídio. Outras 23 pessoas ficaram feridas.

O ataque na escola de Columbine

Transmitidas ao vivo para o mundo inteiro, as imagens do massacre, com estudantes fugindo do prédio protegidos pela polícia, causaram um grande choque.
Apesar do impacto causado pelo massacre e das denúncias feitas por documentários como o de Michael Moore, que fez um protesto contra a liberdade da venda de armas em «Tiros em Columbine» (Oscar de documentário de 2003), ainda não existem sinais de uma mudança na legislação sobre as armas de fogo nos EUA.

Adolescentes com problemas psicológicos graves

O massacre de Columbine aconteceu a 20 de Abril de 1999 no Condado de Jefferson, Colorado, no Instituto Columbine. Eric Harris (apelido ReB), de 18 anos, e Dylan Klebold (apelido VoDkA), de 17 anos, atiraram em vários colegas e professores.
Desfeitos vários mitos mantidos ao longo de dez anos, Eric Harris e Dylan Klebold são agora descritos como adolescentes «com problemas psicológicos sérios». Harris foi considerado um psicopata predador, de sangue frio, um mentiroso inteligente com um grande complexo de superioridade: queria ser Deus, para que todos estivessem abaixo dele. Klebold era depressivo suicida e paranóico. Ambos tinham antecedentes criminais, No dia dos ataques, o primeiro vestia uma t-shirt com a inscrição «Selecção Natural», a t-shirt do segundo dizia «Ira».
Harris, mentor do ataque, tinha um site onde coleccionava suásticas e slogans neonazis e ensinava a fazer bombas. No seu perfil escreveu: «Mato aqueles de quem não gosto, deito fora o que não quero e destruo o que odeio». Klebold, por seu lado, escreveu que o seu número pessoal era o «420», possivelmente uma referência à data de nascimento de Hitler, 20 de abril.
Os dois planearam o ataque durante um ano. O salário de um part-time de Harris permitiu-lhes reunir armas e fazer cerca de 100 explosivos caseiros. O objetivo era ficarem famosos e serem imortalizados por terem assassinado o maior número de pessoas - a escola seria o alvo mais conveniente.
A dupla planeou instalar explosivos no refeitório da escola, escondidos em mochilas, quando os alunos se reunissem para o almoço. As bombas seriam detonadas por timers, e quando os sobreviventes da explosão fugissem do prédio, Harris e Klebold estariam esperando, armados, no estacionamento.

Fonte: IOL Portugal (reprodução do artigo original)
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Caso ocorreu em Baku, no Azerbeijão

Pelo menos 13 pessoas morreram esta quinta-feira quando um atirador entrou numa universidade em Baku, Azerbeijão, e começou a disparar, avança a agência «EFE».
O tiroteio aconteceu na Universidade do Petróleo. Segundo algumas testemunhas, tudo começou com uma acalorada discussão entre vários estudantes no pátio da universidade. Em seguida, um deles sacou uma pistola, disparou contra os outros, entrou no prédio e prosseguiu com massacre.
As informações dos media locais são contraditarias. Alguns avançam que o atirador se suicidou. Já outros dizem que foi morto pela polícia, que entretanto chegou ao local e cercou o edifício.

A cidade norte-americana de Denver, Colorado, recorda esta segunda-feira o 10º aniversário do massacre na escola secundária de Columbine, protagonizado por dois adolescentes que, em apenas 16 minutos, mataram 13 pessoas antes de cometerem suicídio. Outras 23 pessoas ficaram feridas.

O ataque na escola de Columbine

Transmitidas ao vivo para o mundo inteiro, as imagens do massacre, com estudantes fugindo do prédio protegidos pela polícia, causaram um grande choque.
Apesar do impacto causado pelo massacre e das denúncias feitas por documentários como o de Michael Moore, que fez um protesto contra a liberdade da venda de armas em «Tiros em Columbine» (Oscar de documentário de 2003), ainda não existem sinais de uma mudança na legislação sobre as armas de fogo nos EUA.

Adolescentes com problemas psicológicos graves

O massacre de Columbine aconteceu a 20 de Abril de 1999 no Condado de Jefferson, Colorado, no Instituto Columbine. Eric Harris (apelido ReB), de 18 anos, e Dylan Klebold (apelido VoDkA), de 17 anos, atiraram em vários colegas e professores.
Desfeitos vários mitos mantidos ao longo de dez anos, Eric Harris e Dylan Klebold são agora descritos como adolescentes «com problemas psicológicos sérios». Harris foi considerado um psicopata predador, de sangue frio, um mentiroso inteligente com um grande complexo de superioridade: queria ser Deus, para que todos estivessem abaixo dele. Klebold era depressivo suicida e paranóico. Ambos tinham antecedentes criminais, No dia dos ataques, o primeiro vestia uma t-shirt com a inscrição «Selecção Natural», a t-shirt do segundo dizia «Ira».
Harris, mentor do ataque, tinha um site onde coleccionava suásticas e slogans neonazis e ensinava a fazer bombas. No seu perfil escreveu: «Mato aqueles de quem não gosto, deito fora o que não quero e destruo o que odeio». Klebold, por seu lado, escreveu que o seu número pessoal era o «420», possivelmente uma referência à data de nascimento de Hitler, 20 de abril.
Os dois planearam o ataque durante um ano. O salário de um part-time de Harris permitiu-lhes reunir armas e fazer cerca de 100 explosivos caseiros. O objetivo era ficarem famosos e serem imortalizados por terem assassinado o maior número de pessoas - a escola seria o alvo mais conveniente.
A dupla planeou instalar explosivos no refeitório da escola, escondidos em mochilas, quando os alunos se reunissem para o almoço. As bombas seriam detonadas por timers, e quando os sobreviventes da explosão fugissem do prédio, Harris e Klebold estariam esperando, armados, no estacionamento.

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Caso ocorreu em Baku, no Azerbeijão

Pelo menos 13 pessoas morreram esta quinta-feira quando um atirador entrou numa universidade em Baku, Azerbeijão, e começou a disparar, avança a agência «EFE».
O tiroteio aconteceu na Universidade do Petróleo. Segundo algumas testemunhas, tudo começou com uma acalorada discussão entre vários estudantes no pátio da universidade. Em seguida, um deles sacou uma pistola, disparou contra os outros, entrou no prédio e prosseguiu com massacre.
As informações dos media locais são contraditarias. Alguns avançam que o atirador se suicidou. Já outros dizem que foi morto pela polícia, que entretanto chegou ao local e cercou o edifício.

A cidade norte-americana de Denver, Colorado, recorda esta segunda-feira o 10º aniversário do massacre na escola secundária de Columbine, protagonizado por dois adolescentes que, em apenas 16 minutos, mataram 13 pessoas antes de cometerem suicídio. Outras 23 pessoas ficaram feridas.

O ataque na escola de Columbine

Transmitidas ao vivo para o mundo inteiro, as imagens do massacre, com estudantes fugindo do prédio protegidos pela polícia, causaram um grande choque.
Apesar do impacto causado pelo massacre e das denúncias feitas por documentários como o de Michael Moore, que fez um protesto contra a liberdade da venda de armas em «Tiros em Columbine» (Oscar de documentário de 2003), ainda não existem sinais de uma mudança na legislação sobre as armas de fogo nos EUA.

Adolescentes com problemas psicológicos graves

O massacre de Columbine aconteceu a 20 de Abril de 1999 no Condado de Jefferson, Colorado, no Instituto Columbine. Eric Harris (apelido ReB), de 18 anos, e Dylan Klebold (apelido VoDkA), de 17 anos, atiraram em vários colegas e professores.
Desfeitos vários mitos mantidos ao longo de dez anos, Eric Harris e Dylan Klebold são agora descritos como adolescentes «com problemas psicológicos sérios». Harris foi considerado um psicopata predador, de sangue frio, um mentiroso inteligente com um grande complexo de superioridade: queria ser Deus, para que todos estivessem abaixo dele. Klebold era depressivo suicida e paranóico. Ambos tinham antecedentes criminais, No dia dos ataques, o primeiro vestia uma t-shirt com a inscrição «Selecção Natural», a t-shirt do segundo dizia «Ira».
Harris, mentor do ataque, tinha um site onde coleccionava suásticas e slogans neonazis e ensinava a fazer bombas. No seu perfil escreveu: «Mato aqueles de quem não gosto, deito fora o que não quero e destruo o que odeio». Klebold, por seu lado, escreveu que o seu número pessoal era o «420», possivelmente uma referência à data de nascimento de Hitler, 20 de abril.
Os dois planearam o ataque durante um ano. O salário de um part-time de Harris permitiu-lhes reunir armas e fazer cerca de 100 explosivos caseiros. O objetivo era ficarem famosos e serem imortalizados por terem assassinado o maior número de pessoas - a escola seria o alvo mais conveniente.
A dupla planeou instalar explosivos no refeitório da escola, escondidos em mochilas, quando os alunos se reunissem para o almoço. As bombas seriam detonadas por timers, e quando os sobreviventes da explosão fugissem do prédio, Harris e Klebold estariam esperando, armados, no estacionamento.

Fonte: IOL Portugal (reprodução do artigo original)
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:17  comentar


Caso ocorreu em Baku, no Azerbeijão

Pelo menos 13 pessoas morreram esta quinta-feira quando um atirador entrou numa universidade em Baku, Azerbeijão, e começou a disparar, avança a agência «EFE».
O tiroteio aconteceu na Universidade do Petróleo. Segundo algumas testemunhas, tudo começou com uma acalorada discussão entre vários estudantes no pátio da universidade. Em seguida, um deles sacou uma pistola, disparou contra os outros, entrou no prédio e prosseguiu com massacre.
As informações dos media locais são contraditarias. Alguns avançam que o atirador se suicidou. Já outros dizem que foi morto pela polícia, que entretanto chegou ao local e cercou o edifício.

A cidade norte-americana de Denver, Colorado, recorda esta segunda-feira o 10º aniversário do massacre na escola secundária de Columbine, protagonizado por dois adolescentes que, em apenas 16 minutos, mataram 13 pessoas antes de cometerem suicídio. Outras 23 pessoas ficaram feridas.

O ataque na escola de Columbine

Transmitidas ao vivo para o mundo inteiro, as imagens do massacre, com estudantes fugindo do prédio protegidos pela polícia, causaram um grande choque.
Apesar do impacto causado pelo massacre e das denúncias feitas por documentários como o de Michael Moore, que fez um protesto contra a liberdade da venda de armas em «Tiros em Columbine» (Oscar de documentário de 2003), ainda não existem sinais de uma mudança na legislação sobre as armas de fogo nos EUA.

Adolescentes com problemas psicológicos graves

O massacre de Columbine aconteceu a 20 de Abril de 1999 no Condado de Jefferson, Colorado, no Instituto Columbine. Eric Harris (apelido ReB), de 18 anos, e Dylan Klebold (apelido VoDkA), de 17 anos, atiraram em vários colegas e professores.
Desfeitos vários mitos mantidos ao longo de dez anos, Eric Harris e Dylan Klebold são agora descritos como adolescentes «com problemas psicológicos sérios». Harris foi considerado um psicopata predador, de sangue frio, um mentiroso inteligente com um grande complexo de superioridade: queria ser Deus, para que todos estivessem abaixo dele. Klebold era depressivo suicida e paranóico. Ambos tinham antecedentes criminais, No dia dos ataques, o primeiro vestia uma t-shirt com a inscrição «Selecção Natural», a t-shirt do segundo dizia «Ira».
Harris, mentor do ataque, tinha um site onde coleccionava suásticas e slogans neonazis e ensinava a fazer bombas. No seu perfil escreveu: «Mato aqueles de quem não gosto, deito fora o que não quero e destruo o que odeio». Klebold, por seu lado, escreveu que o seu número pessoal era o «420», possivelmente uma referência à data de nascimento de Hitler, 20 de abril.
Os dois planearam o ataque durante um ano. O salário de um part-time de Harris permitiu-lhes reunir armas e fazer cerca de 100 explosivos caseiros. O objetivo era ficarem famosos e serem imortalizados por terem assassinado o maior número de pessoas - a escola seria o alvo mais conveniente.
A dupla planeou instalar explosivos no refeitório da escola, escondidos em mochilas, quando os alunos se reunissem para o almoço. As bombas seriam detonadas por timers, e quando os sobreviventes da explosão fugissem do prédio, Harris e Klebold estariam esperando, armados, no estacionamento.

Fonte: IOL Portugal (reprodução do artigo original)
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Caso ocorreu em Baku, no Azerbeijão

Pelo menos 13 pessoas morreram esta quinta-feira quando um atirador entrou numa universidade em Baku, Azerbeijão, e começou a disparar, avança a agência «EFE».
O tiroteio aconteceu na Universidade do Petróleo. Segundo algumas testemunhas, tudo começou com uma acalorada discussão entre vários estudantes no pátio da universidade. Em seguida, um deles sacou uma pistola, disparou contra os outros, entrou no prédio e prosseguiu com massacre.
As informações dos media locais são contraditarias. Alguns avançam que o atirador se suicidou. Já outros dizem que foi morto pela polícia, que entretanto chegou ao local e cercou o edifício.

A cidade norte-americana de Denver, Colorado, recorda esta segunda-feira o 10º aniversário do massacre na escola secundária de Columbine, protagonizado por dois adolescentes que, em apenas 16 minutos, mataram 13 pessoas antes de cometerem suicídio. Outras 23 pessoas ficaram feridas.

O ataque na escola de Columbine

Transmitidas ao vivo para o mundo inteiro, as imagens do massacre, com estudantes fugindo do prédio protegidos pela polícia, causaram um grande choque.
Apesar do impacto causado pelo massacre e das denúncias feitas por documentários como o de Michael Moore, que fez um protesto contra a liberdade da venda de armas em «Tiros em Columbine» (Oscar de documentário de 2003), ainda não existem sinais de uma mudança na legislação sobre as armas de fogo nos EUA.

Adolescentes com problemas psicológicos graves

O massacre de Columbine aconteceu a 20 de Abril de 1999 no Condado de Jefferson, Colorado, no Instituto Columbine. Eric Harris (apelido ReB), de 18 anos, e Dylan Klebold (apelido VoDkA), de 17 anos, atiraram em vários colegas e professores.
Desfeitos vários mitos mantidos ao longo de dez anos, Eric Harris e Dylan Klebold são agora descritos como adolescentes «com problemas psicológicos sérios». Harris foi considerado um psicopata predador, de sangue frio, um mentiroso inteligente com um grande complexo de superioridade: queria ser Deus, para que todos estivessem abaixo dele. Klebold era depressivo suicida e paranóico. Ambos tinham antecedentes criminais, No dia dos ataques, o primeiro vestia uma t-shirt com a inscrição «Selecção Natural», a t-shirt do segundo dizia «Ira».
Harris, mentor do ataque, tinha um site onde coleccionava suásticas e slogans neonazis e ensinava a fazer bombas. No seu perfil escreveu: «Mato aqueles de quem não gosto, deito fora o que não quero e destruo o que odeio». Klebold, por seu lado, escreveu que o seu número pessoal era o «420», possivelmente uma referência à data de nascimento de Hitler, 20 de abril.
Os dois planearam o ataque durante um ano. O salário de um part-time de Harris permitiu-lhes reunir armas e fazer cerca de 100 explosivos caseiros. O objetivo era ficarem famosos e serem imortalizados por terem assassinado o maior número de pessoas - a escola seria o alvo mais conveniente.
A dupla planeou instalar explosivos no refeitório da escola, escondidos em mochilas, quando os alunos se reunissem para o almoço. As bombas seriam detonadas por timers, e quando os sobreviventes da explosão fugissem do prédio, Harris e Klebold estariam esperando, armados, no estacionamento.

Fonte: IOL Portugal (reprodução do artigo original)
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Caso ocorreu em Baku, no Azerbeijão

Pelo menos 13 pessoas morreram esta quinta-feira quando um atirador entrou numa universidade em Baku, Azerbeijão, e começou a disparar, avança a agência «EFE».
O tiroteio aconteceu na Universidade do Petróleo. Segundo algumas testemunhas, tudo começou com uma acalorada discussão entre vários estudantes no pátio da universidade. Em seguida, um deles sacou uma pistola, disparou contra os outros, entrou no prédio e prosseguiu com massacre.
As informações dos media locais são contraditarias. Alguns avançam que o atirador se suicidou. Já outros dizem que foi morto pela polícia, que entretanto chegou ao local e cercou o edifício.

A cidade norte-americana de Denver, Colorado, recorda esta segunda-feira o 10º aniversário do massacre na escola secundária de Columbine, protagonizado por dois adolescentes que, em apenas 16 minutos, mataram 13 pessoas antes de cometerem suicídio. Outras 23 pessoas ficaram feridas.

O ataque na escola de Columbine

Transmitidas ao vivo para o mundo inteiro, as imagens do massacre, com estudantes fugindo do prédio protegidos pela polícia, causaram um grande choque.
Apesar do impacto causado pelo massacre e das denúncias feitas por documentários como o de Michael Moore, que fez um protesto contra a liberdade da venda de armas em «Tiros em Columbine» (Oscar de documentário de 2003), ainda não existem sinais de uma mudança na legislação sobre as armas de fogo nos EUA.

Adolescentes com problemas psicológicos graves

O massacre de Columbine aconteceu a 20 de Abril de 1999 no Condado de Jefferson, Colorado, no Instituto Columbine. Eric Harris (apelido ReB), de 18 anos, e Dylan Klebold (apelido VoDkA), de 17 anos, atiraram em vários colegas e professores.
Desfeitos vários mitos mantidos ao longo de dez anos, Eric Harris e Dylan Klebold são agora descritos como adolescentes «com problemas psicológicos sérios». Harris foi considerado um psicopata predador, de sangue frio, um mentiroso inteligente com um grande complexo de superioridade: queria ser Deus, para que todos estivessem abaixo dele. Klebold era depressivo suicida e paranóico. Ambos tinham antecedentes criminais, No dia dos ataques, o primeiro vestia uma t-shirt com a inscrição «Selecção Natural», a t-shirt do segundo dizia «Ira».
Harris, mentor do ataque, tinha um site onde coleccionava suásticas e slogans neonazis e ensinava a fazer bombas. No seu perfil escreveu: «Mato aqueles de quem não gosto, deito fora o que não quero e destruo o que odeio». Klebold, por seu lado, escreveu que o seu número pessoal era o «420», possivelmente uma referência à data de nascimento de Hitler, 20 de abril.
Os dois planearam o ataque durante um ano. O salário de um part-time de Harris permitiu-lhes reunir armas e fazer cerca de 100 explosivos caseiros. O objetivo era ficarem famosos e serem imortalizados por terem assassinado o maior número de pessoas - a escola seria o alvo mais conveniente.
A dupla planeou instalar explosivos no refeitório da escola, escondidos em mochilas, quando os alunos se reunissem para o almoço. As bombas seriam detonadas por timers, e quando os sobreviventes da explosão fugissem do prédio, Harris e Klebold estariam esperando, armados, no estacionamento.

Fonte: IOL Portugal (reprodução do artigo original)
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Caso ocorreu em Baku, no Azerbeijão

Pelo menos 13 pessoas morreram esta quinta-feira quando um atirador entrou numa universidade em Baku, Azerbeijão, e começou a disparar, avança a agência «EFE».
O tiroteio aconteceu na Universidade do Petróleo. Segundo algumas testemunhas, tudo começou com uma acalorada discussão entre vários estudantes no pátio da universidade. Em seguida, um deles sacou uma pistola, disparou contra os outros, entrou no prédio e prosseguiu com massacre.
As informações dos media locais são contraditarias. Alguns avançam que o atirador se suicidou. Já outros dizem que foi morto pela polícia, que entretanto chegou ao local e cercou o edifício.

A cidade norte-americana de Denver, Colorado, recorda esta segunda-feira o 10º aniversário do massacre na escola secundária de Columbine, protagonizado por dois adolescentes que, em apenas 16 minutos, mataram 13 pessoas antes de cometerem suicídio. Outras 23 pessoas ficaram feridas.

O ataque na escola de Columbine

Transmitidas ao vivo para o mundo inteiro, as imagens do massacre, com estudantes fugindo do prédio protegidos pela polícia, causaram um grande choque.
Apesar do impacto causado pelo massacre e das denúncias feitas por documentários como o de Michael Moore, que fez um protesto contra a liberdade da venda de armas em «Tiros em Columbine» (Oscar de documentário de 2003), ainda não existem sinais de uma mudança na legislação sobre as armas de fogo nos EUA.

Adolescentes com problemas psicológicos graves

O massacre de Columbine aconteceu a 20 de Abril de 1999 no Condado de Jefferson, Colorado, no Instituto Columbine. Eric Harris (apelido ReB), de 18 anos, e Dylan Klebold (apelido VoDkA), de 17 anos, atiraram em vários colegas e professores.
Desfeitos vários mitos mantidos ao longo de dez anos, Eric Harris e Dylan Klebold são agora descritos como adolescentes «com problemas psicológicos sérios». Harris foi considerado um psicopata predador, de sangue frio, um mentiroso inteligente com um grande complexo de superioridade: queria ser Deus, para que todos estivessem abaixo dele. Klebold era depressivo suicida e paranóico. Ambos tinham antecedentes criminais, No dia dos ataques, o primeiro vestia uma t-shirt com a inscrição «Selecção Natural», a t-shirt do segundo dizia «Ira».
Harris, mentor do ataque, tinha um site onde coleccionava suásticas e slogans neonazis e ensinava a fazer bombas. No seu perfil escreveu: «Mato aqueles de quem não gosto, deito fora o que não quero e destruo o que odeio». Klebold, por seu lado, escreveu que o seu número pessoal era o «420», possivelmente uma referência à data de nascimento de Hitler, 20 de abril.
Os dois planearam o ataque durante um ano. O salário de um part-time de Harris permitiu-lhes reunir armas e fazer cerca de 100 explosivos caseiros. O objetivo era ficarem famosos e serem imortalizados por terem assassinado o maior número de pessoas - a escola seria o alvo mais conveniente.
A dupla planeou instalar explosivos no refeitório da escola, escondidos em mochilas, quando os alunos se reunissem para o almoço. As bombas seriam detonadas por timers, e quando os sobreviventes da explosão fugissem do prédio, Harris e Klebold estariam esperando, armados, no estacionamento.

Fonte: IOL Portugal (reprodução do artigo original)
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Prevenção é a melhor forma de evitar a Dengue
400 municípios paulistas estão envolvidos, até quinta-feira (30/04), na semana Estadual de Mobilização Contra a Dengue, que tem como principal objetivo alertar a população sobre a necessidade de se combater a Dengue durante todo o ano, e não somente nos períodos mais quentes e chuvosos.
Já em Itapetininga, outro município que participa da Semana Contra a Dengue, será feito um pedágio educativo nos dias 29 e 30, na Avenida Peixoto Gomide, e na quinta-feira (dia 30) acontece na Escola Profª EMEIF Laura Calazans Luz Moura, a apresentação da Cartilha Contra a Dengue e um trabalho de mobilização para as crianças da pré-escola.
Na capital, serão distribuídos, durante pedágios nas Rodovias Antônio Romano Schincariol, Castello Branco e Bandeirantes, 23 mil cartazes, 500 mil folhetos e 70 mil adesivos. Outra ação promovida pelo município é a vistoria de imóveis fechados, já que esses lugares são considerados criadouros em potencial do Aedes.
É isso aí! O Aedes tem que ser combatido o ano todo, pois o ovo do mosquito pode sobreviver até 400 dias em um ambiente seco.






Publicado no site Minas Contra a Dengue
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Prevenção é a melhor forma de evitar a Dengue
400 municípios paulistas estão envolvidos, até quinta-feira (30/04), na semana Estadual de Mobilização Contra a Dengue, que tem como principal objetivo alertar a população sobre a necessidade de se combater a Dengue durante todo o ano, e não somente nos períodos mais quentes e chuvosos.
Já em Itapetininga, outro município que participa da Semana Contra a Dengue, será feito um pedágio educativo nos dias 29 e 30, na Avenida Peixoto Gomide, e na quinta-feira (dia 30) acontece na Escola Profª EMEIF Laura Calazans Luz Moura, a apresentação da Cartilha Contra a Dengue e um trabalho de mobilização para as crianças da pré-escola.
Na capital, serão distribuídos, durante pedágios nas Rodovias Antônio Romano Schincariol, Castello Branco e Bandeirantes, 23 mil cartazes, 500 mil folhetos e 70 mil adesivos. Outra ação promovida pelo município é a vistoria de imóveis fechados, já que esses lugares são considerados criadouros em potencial do Aedes.
É isso aí! O Aedes tem que ser combatido o ano todo, pois o ovo do mosquito pode sobreviver até 400 dias em um ambiente seco.






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Prevenção é a melhor forma de evitar a Dengue
400 municípios paulistas estão envolvidos, até quinta-feira (30/04), na semana Estadual de Mobilização Contra a Dengue, que tem como principal objetivo alertar a população sobre a necessidade de se combater a Dengue durante todo o ano, e não somente nos períodos mais quentes e chuvosos.
Já em Itapetininga, outro município que participa da Semana Contra a Dengue, será feito um pedágio educativo nos dias 29 e 30, na Avenida Peixoto Gomide, e na quinta-feira (dia 30) acontece na Escola Profª EMEIF Laura Calazans Luz Moura, a apresentação da Cartilha Contra a Dengue e um trabalho de mobilização para as crianças da pré-escola.
Na capital, serão distribuídos, durante pedágios nas Rodovias Antônio Romano Schincariol, Castello Branco e Bandeirantes, 23 mil cartazes, 500 mil folhetos e 70 mil adesivos. Outra ação promovida pelo município é a vistoria de imóveis fechados, já que esses lugares são considerados criadouros em potencial do Aedes.
É isso aí! O Aedes tem que ser combatido o ano todo, pois o ovo do mosquito pode sobreviver até 400 dias em um ambiente seco.






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Prevenção é a melhor forma de evitar a Dengue
400 municípios paulistas estão envolvidos, até quinta-feira (30/04), na semana Estadual de Mobilização Contra a Dengue, que tem como principal objetivo alertar a população sobre a necessidade de se combater a Dengue durante todo o ano, e não somente nos períodos mais quentes e chuvosos.
Já em Itapetininga, outro município que participa da Semana Contra a Dengue, será feito um pedágio educativo nos dias 29 e 30, na Avenida Peixoto Gomide, e na quinta-feira (dia 30) acontece na Escola Profª EMEIF Laura Calazans Luz Moura, a apresentação da Cartilha Contra a Dengue e um trabalho de mobilização para as crianças da pré-escola.
Na capital, serão distribuídos, durante pedágios nas Rodovias Antônio Romano Schincariol, Castello Branco e Bandeirantes, 23 mil cartazes, 500 mil folhetos e 70 mil adesivos. Outra ação promovida pelo município é a vistoria de imóveis fechados, já que esses lugares são considerados criadouros em potencial do Aedes.
É isso aí! O Aedes tem que ser combatido o ano todo, pois o ovo do mosquito pode sobreviver até 400 dias em um ambiente seco.






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Prevenção é a melhor forma de evitar a Dengue
400 municípios paulistas estão envolvidos, até quinta-feira (30/04), na semana Estadual de Mobilização Contra a Dengue, que tem como principal objetivo alertar a população sobre a necessidade de se combater a Dengue durante todo o ano, e não somente nos períodos mais quentes e chuvosos.
Já em Itapetininga, outro município que participa da Semana Contra a Dengue, será feito um pedágio educativo nos dias 29 e 30, na Avenida Peixoto Gomide, e na quinta-feira (dia 30) acontece na Escola Profª EMEIF Laura Calazans Luz Moura, a apresentação da Cartilha Contra a Dengue e um trabalho de mobilização para as crianças da pré-escola.
Na capital, serão distribuídos, durante pedágios nas Rodovias Antônio Romano Schincariol, Castello Branco e Bandeirantes, 23 mil cartazes, 500 mil folhetos e 70 mil adesivos. Outra ação promovida pelo município é a vistoria de imóveis fechados, já que esses lugares são considerados criadouros em potencial do Aedes.
É isso aí! O Aedes tem que ser combatido o ano todo, pois o ovo do mosquito pode sobreviver até 400 dias em um ambiente seco.






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400 municípios paulistas estão envolvidos, até quinta-feira (30/04), na semana Estadual de Mobilização Contra a Dengue, que tem como principal objetivo alertar a população sobre a necessidade de se combater a Dengue durante todo o ano, e não somente nos períodos mais quentes e chuvosos.
Já em Itapetininga, outro município que participa da Semana Contra a Dengue, será feito um pedágio educativo nos dias 29 e 30, na Avenida Peixoto Gomide, e na quinta-feira (dia 30) acontece na Escola Profª EMEIF Laura Calazans Luz Moura, a apresentação da Cartilha Contra a Dengue e um trabalho de mobilização para as crianças da pré-escola.
Na capital, serão distribuídos, durante pedágios nas Rodovias Antônio Romano Schincariol, Castello Branco e Bandeirantes, 23 mil cartazes, 500 mil folhetos e 70 mil adesivos. Outra ação promovida pelo município é a vistoria de imóveis fechados, já que esses lugares são considerados criadouros em potencial do Aedes.
É isso aí! O Aedes tem que ser combatido o ano todo, pois o ovo do mosquito pode sobreviver até 400 dias em um ambiente seco.






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Prevenção é a melhor forma de evitar a Dengue
400 municípios paulistas estão envolvidos, até quinta-feira (30/04), na semana Estadual de Mobilização Contra a Dengue, que tem como principal objetivo alertar a população sobre a necessidade de se combater a Dengue durante todo o ano, e não somente nos períodos mais quentes e chuvosos.
Já em Itapetininga, outro município que participa da Semana Contra a Dengue, será feito um pedágio educativo nos dias 29 e 30, na Avenida Peixoto Gomide, e na quinta-feira (dia 30) acontece na Escola Profª EMEIF Laura Calazans Luz Moura, a apresentação da Cartilha Contra a Dengue e um trabalho de mobilização para as crianças da pré-escola.
Na capital, serão distribuídos, durante pedágios nas Rodovias Antônio Romano Schincariol, Castello Branco e Bandeirantes, 23 mil cartazes, 500 mil folhetos e 70 mil adesivos. Outra ação promovida pelo município é a vistoria de imóveis fechados, já que esses lugares são considerados criadouros em potencial do Aedes.
É isso aí! O Aedes tem que ser combatido o ano todo, pois o ovo do mosquito pode sobreviver até 400 dias em um ambiente seco.






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Prevenção é a melhor forma de evitar a Dengue
400 municípios paulistas estão envolvidos, até quinta-feira (30/04), na semana Estadual de Mobilização Contra a Dengue, que tem como principal objetivo alertar a população sobre a necessidade de se combater a Dengue durante todo o ano, e não somente nos períodos mais quentes e chuvosos.
Já em Itapetininga, outro município que participa da Semana Contra a Dengue, será feito um pedágio educativo nos dias 29 e 30, na Avenida Peixoto Gomide, e na quinta-feira (dia 30) acontece na Escola Profª EMEIF Laura Calazans Luz Moura, a apresentação da Cartilha Contra a Dengue e um trabalho de mobilização para as crianças da pré-escola.
Na capital, serão distribuídos, durante pedágios nas Rodovias Antônio Romano Schincariol, Castello Branco e Bandeirantes, 23 mil cartazes, 500 mil folhetos e 70 mil adesivos. Outra ação promovida pelo município é a vistoria de imóveis fechados, já que esses lugares são considerados criadouros em potencial do Aedes.
É isso aí! O Aedes tem que ser combatido o ano todo, pois o ovo do mosquito pode sobreviver até 400 dias em um ambiente seco.






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Para IWF é preciso uma ação internacional coordenada para combater abusos pela internet

A organização britânica de fiscalização da internet Internet Watch Foundation (IWF) informou em seu relatório anual que ocorreu uma queda de 6% no número de páginas internacionais com conteúdo de abuso infantil.
O relatório também destaca o fato de que, em 2008, 74% dos domínios de internet rastreados pelo IWF foram de operações comerciais, que vendem imagens de crianças. Em 2007, este índice era de 80%.
No entanto, a organização relatou também que ocorreu um aumento das imagens consideradas graves: em 2008, 58% dos domínios com imagens de abuso infantil continham imagens que envolviam penetração ou tortura. Em 2007, foram 47% dos domínios.
"Estas páginas, apesar de seus números estarem caindo, representam um problema extremamente grave", afirmou o diretor-executivo da IWF, Peter Robbins.
"As grandes redes de inteligência que temos com números telefônicos (para denúncias) e colegas da polícia em todo o mundo para apoiar ações internacionais estão fazendo uma grande diferença. Mas a forma sofisticada com que estas páginas operam ainda nos apresenta um desafio global muito complexo", acrescentou.

Queda

A IWF aponta em seu relatório uma queda em outras categorias. Em 2008, 69% das crianças mostradas em sites com imagens de abuso aparentavam ter dez anos ou menos; 24%, seis anos ou menos e 4%, dois anos ou menos. Em 2007, 80% das crianças mostradas aparentavam ter dez anos ou menos.
O secretário britânico para Comunicação e Tecnologia, Stephen Carter, elogiou as ações da IWF.
"Tenho acompanhado o trabalho da IWF por muitos anos e continuo impressionado pelo apoio que conseguiu da indústria e pela variedade de táticas para combater (a divulgação de) conteúdo de abuso sexual infantil na internet, que geraram um impacto tão positivo no mundo todo", afirmou.
Apesar dos elogios, a IWF afirma em seu relatório que o maior desafio ainda é a natureza global da distribuição de imagens de abuso sexual infantil pela internet.
Para a organização ações internacionais coordenadas da polícia, em parceria com números telefônicos para denúncias, podem combater os sites com estes conteúdos.
Além disso, a organização também propõe parcerias entre os setores público e privado, envolvendo provedores de internet, para combater o abuso infantil, além de outras ações como a promoção de serviços de filtros para evitar o acesso acidental a estes sites e esquemas nacionais para retirar do ar conteúdos criminosos mais rapidamente.

No blog do jornalista Rogério Pacheco Brandão ,"Entrementes", ´´e possível linkar para o resumo do relatório, em inglês
Fonte: BBCBrasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:08  comentar


Para IWF é preciso uma ação internacional coordenada para combater abusos pela internet

A organização britânica de fiscalização da internet Internet Watch Foundation (IWF) informou em seu relatório anual que ocorreu uma queda de 6% no número de páginas internacionais com conteúdo de abuso infantil.
O relatório também destaca o fato de que, em 2008, 74% dos domínios de internet rastreados pelo IWF foram de operações comerciais, que vendem imagens de crianças. Em 2007, este índice era de 80%.
No entanto, a organização relatou também que ocorreu um aumento das imagens consideradas graves: em 2008, 58% dos domínios com imagens de abuso infantil continham imagens que envolviam penetração ou tortura. Em 2007, foram 47% dos domínios.
"Estas páginas, apesar de seus números estarem caindo, representam um problema extremamente grave", afirmou o diretor-executivo da IWF, Peter Robbins.
"As grandes redes de inteligência que temos com números telefônicos (para denúncias) e colegas da polícia em todo o mundo para apoiar ações internacionais estão fazendo uma grande diferença. Mas a forma sofisticada com que estas páginas operam ainda nos apresenta um desafio global muito complexo", acrescentou.

Queda

A IWF aponta em seu relatório uma queda em outras categorias. Em 2008, 69% das crianças mostradas em sites com imagens de abuso aparentavam ter dez anos ou menos; 24%, seis anos ou menos e 4%, dois anos ou menos. Em 2007, 80% das crianças mostradas aparentavam ter dez anos ou menos.
O secretário britânico para Comunicação e Tecnologia, Stephen Carter, elogiou as ações da IWF.
"Tenho acompanhado o trabalho da IWF por muitos anos e continuo impressionado pelo apoio que conseguiu da indústria e pela variedade de táticas para combater (a divulgação de) conteúdo de abuso sexual infantil na internet, que geraram um impacto tão positivo no mundo todo", afirmou.
Apesar dos elogios, a IWF afirma em seu relatório que o maior desafio ainda é a natureza global da distribuição de imagens de abuso sexual infantil pela internet.
Para a organização ações internacionais coordenadas da polícia, em parceria com números telefônicos para denúncias, podem combater os sites com estes conteúdos.
Além disso, a organização também propõe parcerias entre os setores público e privado, envolvendo provedores de internet, para combater o abuso infantil, além de outras ações como a promoção de serviços de filtros para evitar o acesso acidental a estes sites e esquemas nacionais para retirar do ar conteúdos criminosos mais rapidamente.

No blog do jornalista Rogério Pacheco Brandão ,"Entrementes", ´´e possível linkar para o resumo do relatório, em inglês
Fonte: BBCBrasil
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Para IWF é preciso uma ação internacional coordenada para combater abusos pela internet

A organização britânica de fiscalização da internet Internet Watch Foundation (IWF) informou em seu relatório anual que ocorreu uma queda de 6% no número de páginas internacionais com conteúdo de abuso infantil.
O relatório também destaca o fato de que, em 2008, 74% dos domínios de internet rastreados pelo IWF foram de operações comerciais, que vendem imagens de crianças. Em 2007, este índice era de 80%.
No entanto, a organização relatou também que ocorreu um aumento das imagens consideradas graves: em 2008, 58% dos domínios com imagens de abuso infantil continham imagens que envolviam penetração ou tortura. Em 2007, foram 47% dos domínios.
"Estas páginas, apesar de seus números estarem caindo, representam um problema extremamente grave", afirmou o diretor-executivo da IWF, Peter Robbins.
"As grandes redes de inteligência que temos com números telefônicos (para denúncias) e colegas da polícia em todo o mundo para apoiar ações internacionais estão fazendo uma grande diferença. Mas a forma sofisticada com que estas páginas operam ainda nos apresenta um desafio global muito complexo", acrescentou.

Queda

A IWF aponta em seu relatório uma queda em outras categorias. Em 2008, 69% das crianças mostradas em sites com imagens de abuso aparentavam ter dez anos ou menos; 24%, seis anos ou menos e 4%, dois anos ou menos. Em 2007, 80% das crianças mostradas aparentavam ter dez anos ou menos.
O secretário britânico para Comunicação e Tecnologia, Stephen Carter, elogiou as ações da IWF.
"Tenho acompanhado o trabalho da IWF por muitos anos e continuo impressionado pelo apoio que conseguiu da indústria e pela variedade de táticas para combater (a divulgação de) conteúdo de abuso sexual infantil na internet, que geraram um impacto tão positivo no mundo todo", afirmou.
Apesar dos elogios, a IWF afirma em seu relatório que o maior desafio ainda é a natureza global da distribuição de imagens de abuso sexual infantil pela internet.
Para a organização ações internacionais coordenadas da polícia, em parceria com números telefônicos para denúncias, podem combater os sites com estes conteúdos.
Além disso, a organização também propõe parcerias entre os setores público e privado, envolvendo provedores de internet, para combater o abuso infantil, além de outras ações como a promoção de serviços de filtros para evitar o acesso acidental a estes sites e esquemas nacionais para retirar do ar conteúdos criminosos mais rapidamente.

No blog do jornalista Rogério Pacheco Brandão ,"Entrementes", ´´e possível linkar para o resumo do relatório, em inglês
Fonte: BBCBrasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:08  comentar


Para IWF é preciso uma ação internacional coordenada para combater abusos pela internet

A organização britânica de fiscalização da internet Internet Watch Foundation (IWF) informou em seu relatório anual que ocorreu uma queda de 6% no número de páginas internacionais com conteúdo de abuso infantil.
O relatório também destaca o fato de que, em 2008, 74% dos domínios de internet rastreados pelo IWF foram de operações comerciais, que vendem imagens de crianças. Em 2007, este índice era de 80%.
No entanto, a organização relatou também que ocorreu um aumento das imagens consideradas graves: em 2008, 58% dos domínios com imagens de abuso infantil continham imagens que envolviam penetração ou tortura. Em 2007, foram 47% dos domínios.
"Estas páginas, apesar de seus números estarem caindo, representam um problema extremamente grave", afirmou o diretor-executivo da IWF, Peter Robbins.
"As grandes redes de inteligência que temos com números telefônicos (para denúncias) e colegas da polícia em todo o mundo para apoiar ações internacionais estão fazendo uma grande diferença. Mas a forma sofisticada com que estas páginas operam ainda nos apresenta um desafio global muito complexo", acrescentou.

Queda

A IWF aponta em seu relatório uma queda em outras categorias. Em 2008, 69% das crianças mostradas em sites com imagens de abuso aparentavam ter dez anos ou menos; 24%, seis anos ou menos e 4%, dois anos ou menos. Em 2007, 80% das crianças mostradas aparentavam ter dez anos ou menos.
O secretário britânico para Comunicação e Tecnologia, Stephen Carter, elogiou as ações da IWF.
"Tenho acompanhado o trabalho da IWF por muitos anos e continuo impressionado pelo apoio que conseguiu da indústria e pela variedade de táticas para combater (a divulgação de) conteúdo de abuso sexual infantil na internet, que geraram um impacto tão positivo no mundo todo", afirmou.
Apesar dos elogios, a IWF afirma em seu relatório que o maior desafio ainda é a natureza global da distribuição de imagens de abuso sexual infantil pela internet.
Para a organização ações internacionais coordenadas da polícia, em parceria com números telefônicos para denúncias, podem combater os sites com estes conteúdos.
Além disso, a organização também propõe parcerias entre os setores público e privado, envolvendo provedores de internet, para combater o abuso infantil, além de outras ações como a promoção de serviços de filtros para evitar o acesso acidental a estes sites e esquemas nacionais para retirar do ar conteúdos criminosos mais rapidamente.

No blog do jornalista Rogério Pacheco Brandão ,"Entrementes", ´´e possível linkar para o resumo do relatório, em inglês
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Para IWF é preciso uma ação internacional coordenada para combater abusos pela internet

A organização britânica de fiscalização da internet Internet Watch Foundation (IWF) informou em seu relatório anual que ocorreu uma queda de 6% no número de páginas internacionais com conteúdo de abuso infantil.
O relatório também destaca o fato de que, em 2008, 74% dos domínios de internet rastreados pelo IWF foram de operações comerciais, que vendem imagens de crianças. Em 2007, este índice era de 80%.
No entanto, a organização relatou também que ocorreu um aumento das imagens consideradas graves: em 2008, 58% dos domínios com imagens de abuso infantil continham imagens que envolviam penetração ou tortura. Em 2007, foram 47% dos domínios.
"Estas páginas, apesar de seus números estarem caindo, representam um problema extremamente grave", afirmou o diretor-executivo da IWF, Peter Robbins.
"As grandes redes de inteligência que temos com números telefônicos (para denúncias) e colegas da polícia em todo o mundo para apoiar ações internacionais estão fazendo uma grande diferença. Mas a forma sofisticada com que estas páginas operam ainda nos apresenta um desafio global muito complexo", acrescentou.

Queda

A IWF aponta em seu relatório uma queda em outras categorias. Em 2008, 69% das crianças mostradas em sites com imagens de abuso aparentavam ter dez anos ou menos; 24%, seis anos ou menos e 4%, dois anos ou menos. Em 2007, 80% das crianças mostradas aparentavam ter dez anos ou menos.
O secretário britânico para Comunicação e Tecnologia, Stephen Carter, elogiou as ações da IWF.
"Tenho acompanhado o trabalho da IWF por muitos anos e continuo impressionado pelo apoio que conseguiu da indústria e pela variedade de táticas para combater (a divulgação de) conteúdo de abuso sexual infantil na internet, que geraram um impacto tão positivo no mundo todo", afirmou.
Apesar dos elogios, a IWF afirma em seu relatório que o maior desafio ainda é a natureza global da distribuição de imagens de abuso sexual infantil pela internet.
Para a organização ações internacionais coordenadas da polícia, em parceria com números telefônicos para denúncias, podem combater os sites com estes conteúdos.
Além disso, a organização também propõe parcerias entre os setores público e privado, envolvendo provedores de internet, para combater o abuso infantil, além de outras ações como a promoção de serviços de filtros para evitar o acesso acidental a estes sites e esquemas nacionais para retirar do ar conteúdos criminosos mais rapidamente.

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Para IWF é preciso uma ação internacional coordenada para combater abusos pela internet

A organização britânica de fiscalização da internet Internet Watch Foundation (IWF) informou em seu relatório anual que ocorreu uma queda de 6% no número de páginas internacionais com conteúdo de abuso infantil.
O relatório também destaca o fato de que, em 2008, 74% dos domínios de internet rastreados pelo IWF foram de operações comerciais, que vendem imagens de crianças. Em 2007, este índice era de 80%.
No entanto, a organização relatou também que ocorreu um aumento das imagens consideradas graves: em 2008, 58% dos domínios com imagens de abuso infantil continham imagens que envolviam penetração ou tortura. Em 2007, foram 47% dos domínios.
"Estas páginas, apesar de seus números estarem caindo, representam um problema extremamente grave", afirmou o diretor-executivo da IWF, Peter Robbins.
"As grandes redes de inteligência que temos com números telefônicos (para denúncias) e colegas da polícia em todo o mundo para apoiar ações internacionais estão fazendo uma grande diferença. Mas a forma sofisticada com que estas páginas operam ainda nos apresenta um desafio global muito complexo", acrescentou.

Queda

A IWF aponta em seu relatório uma queda em outras categorias. Em 2008, 69% das crianças mostradas em sites com imagens de abuso aparentavam ter dez anos ou menos; 24%, seis anos ou menos e 4%, dois anos ou menos. Em 2007, 80% das crianças mostradas aparentavam ter dez anos ou menos.
O secretário britânico para Comunicação e Tecnologia, Stephen Carter, elogiou as ações da IWF.
"Tenho acompanhado o trabalho da IWF por muitos anos e continuo impressionado pelo apoio que conseguiu da indústria e pela variedade de táticas para combater (a divulgação de) conteúdo de abuso sexual infantil na internet, que geraram um impacto tão positivo no mundo todo", afirmou.
Apesar dos elogios, a IWF afirma em seu relatório que o maior desafio ainda é a natureza global da distribuição de imagens de abuso sexual infantil pela internet.
Para a organização ações internacionais coordenadas da polícia, em parceria com números telefônicos para denúncias, podem combater os sites com estes conteúdos.
Além disso, a organização também propõe parcerias entre os setores público e privado, envolvendo provedores de internet, para combater o abuso infantil, além de outras ações como a promoção de serviços de filtros para evitar o acesso acidental a estes sites e esquemas nacionais para retirar do ar conteúdos criminosos mais rapidamente.

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Para IWF é preciso uma ação internacional coordenada para combater abusos pela internet

A organização britânica de fiscalização da internet Internet Watch Foundation (IWF) informou em seu relatório anual que ocorreu uma queda de 6% no número de páginas internacionais com conteúdo de abuso infantil.
O relatório também destaca o fato de que, em 2008, 74% dos domínios de internet rastreados pelo IWF foram de operações comerciais, que vendem imagens de crianças. Em 2007, este índice era de 80%.
No entanto, a organização relatou também que ocorreu um aumento das imagens consideradas graves: em 2008, 58% dos domínios com imagens de abuso infantil continham imagens que envolviam penetração ou tortura. Em 2007, foram 47% dos domínios.
"Estas páginas, apesar de seus números estarem caindo, representam um problema extremamente grave", afirmou o diretor-executivo da IWF, Peter Robbins.
"As grandes redes de inteligência que temos com números telefônicos (para denúncias) e colegas da polícia em todo o mundo para apoiar ações internacionais estão fazendo uma grande diferença. Mas a forma sofisticada com que estas páginas operam ainda nos apresenta um desafio global muito complexo", acrescentou.

Queda

A IWF aponta em seu relatório uma queda em outras categorias. Em 2008, 69% das crianças mostradas em sites com imagens de abuso aparentavam ter dez anos ou menos; 24%, seis anos ou menos e 4%, dois anos ou menos. Em 2007, 80% das crianças mostradas aparentavam ter dez anos ou menos.
O secretário britânico para Comunicação e Tecnologia, Stephen Carter, elogiou as ações da IWF.
"Tenho acompanhado o trabalho da IWF por muitos anos e continuo impressionado pelo apoio que conseguiu da indústria e pela variedade de táticas para combater (a divulgação de) conteúdo de abuso sexual infantil na internet, que geraram um impacto tão positivo no mundo todo", afirmou.
Apesar dos elogios, a IWF afirma em seu relatório que o maior desafio ainda é a natureza global da distribuição de imagens de abuso sexual infantil pela internet.
Para a organização ações internacionais coordenadas da polícia, em parceria com números telefônicos para denúncias, podem combater os sites com estes conteúdos.
Além disso, a organização também propõe parcerias entre os setores público e privado, envolvendo provedores de internet, para combater o abuso infantil, além de outras ações como a promoção de serviços de filtros para evitar o acesso acidental a estes sites e esquemas nacionais para retirar do ar conteúdos criminosos mais rapidamente.

No blog do jornalista Rogério Pacheco Brandão ,"Entrementes", ´´e possível linkar para o resumo do relatório, em inglês
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Para IWF é preciso uma ação internacional coordenada para combater abusos pela internet

A organização britânica de fiscalização da internet Internet Watch Foundation (IWF) informou em seu relatório anual que ocorreu uma queda de 6% no número de páginas internacionais com conteúdo de abuso infantil.
O relatório também destaca o fato de que, em 2008, 74% dos domínios de internet rastreados pelo IWF foram de operações comerciais, que vendem imagens de crianças. Em 2007, este índice era de 80%.
No entanto, a organização relatou também que ocorreu um aumento das imagens consideradas graves: em 2008, 58% dos domínios com imagens de abuso infantil continham imagens que envolviam penetração ou tortura. Em 2007, foram 47% dos domínios.
"Estas páginas, apesar de seus números estarem caindo, representam um problema extremamente grave", afirmou o diretor-executivo da IWF, Peter Robbins.
"As grandes redes de inteligência que temos com números telefônicos (para denúncias) e colegas da polícia em todo o mundo para apoiar ações internacionais estão fazendo uma grande diferença. Mas a forma sofisticada com que estas páginas operam ainda nos apresenta um desafio global muito complexo", acrescentou.

Queda

A IWF aponta em seu relatório uma queda em outras categorias. Em 2008, 69% das crianças mostradas em sites com imagens de abuso aparentavam ter dez anos ou menos; 24%, seis anos ou menos e 4%, dois anos ou menos. Em 2007, 80% das crianças mostradas aparentavam ter dez anos ou menos.
O secretário britânico para Comunicação e Tecnologia, Stephen Carter, elogiou as ações da IWF.
"Tenho acompanhado o trabalho da IWF por muitos anos e continuo impressionado pelo apoio que conseguiu da indústria e pela variedade de táticas para combater (a divulgação de) conteúdo de abuso sexual infantil na internet, que geraram um impacto tão positivo no mundo todo", afirmou.
Apesar dos elogios, a IWF afirma em seu relatório que o maior desafio ainda é a natureza global da distribuição de imagens de abuso sexual infantil pela internet.
Para a organização ações internacionais coordenadas da polícia, em parceria com números telefônicos para denúncias, podem combater os sites com estes conteúdos.
Além disso, a organização também propõe parcerias entre os setores público e privado, envolvendo provedores de internet, para combater o abuso infantil, além de outras ações como a promoção de serviços de filtros para evitar o acesso acidental a estes sites e esquemas nacionais para retirar do ar conteúdos criminosos mais rapidamente.

No blog do jornalista Rogério Pacheco Brandão ,"Entrementes", ´´e possível linkar para o resumo do relatório, em inglês
Fonte: BBCBrasil
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Ativistas pediram às mulheres do presidente e do premiê que participem da greve

Grupos de ativistas mulheres no Quênia estão promovendo uma semana de greve de sexo em protesto contra as disputas dentro do governo de coalizão do país. Segundo elas, a greve é uma tentativa de evitar que se repita a onda de violência que afetou o país depois das eleições de 2007.
O grupo Organização de Mulheres pelo Desenvolvimento afirmou que também vai pagar prostitutas para que elas participem da greve. As ativistas pediram ainda às mulheres do presidente e do primeiro-ministro do Quênia que se unam ao protesto.
As relações entre os parceiros da coalizão de governo do Quênia, liderada pelo presidente Mwai Kibaki e pelo primeiro-ministro Raila Odinga, vêm se tornando cada vez piores.

Campanha no quarto

Patricia Nyaundi, diretora-executiva da Federação de Advogadas Mulheres (Fida), uma das organizações que participam da campanha, disse esperar que a greve de sete dias obrigue os rivais a se entender.
Ela afirmou que a campanha vai começar no próprio quarto, e que já foram enviadas emissárias para convencer Ida Odinga (mulher do primeiro-ministro) e Lucy Kibaki (mulher do presidente) a participar e liderar o protesto.
"Grandes decisões são tomadas durante conversas na cama, então, estamos pedindo a essas duas senhoras que neste momento de intimidade peçam aos maridos: ‘Querido, você pode fazer alguma coisa pelo Quênia?'", disse Patricia ao programa Focus on Africa, da BBC.
Mas segundo a correspondente da BBC em Nairóbi Anne Waithera, a campanha deve enfrentar dura resistência por parte de alguns homens.
Segundo ela, alguns homens podem argumentar que não aguentam nem dois dias de abstinência.
A campanha está sendo apoiada por vários outros grupos, entre eles uma rede de grupos de mulheres na zona rural do país.
O presidente Kibaki e o premiê Odinga concordaram em formar uma coalizão de governo no ano passado para por fim à violência que tomou conta do país após as eleições. Na ocasião, 1.500 pessoas morreram e 300 mil tiveram que deixar suas casas.
Mas as relações entre os dois pioraram, com o partido de Odinga reclamando que ele foi colocado em segundo plano e protestando contra tudo, desde a reforma eleitoral até a falta de um banheiro para o primeiro-ministro durante uma recente visita oficial.

Fonte: BBC Brasil
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Ativistas pediram às mulheres do presidente e do premiê que participem da greve

Grupos de ativistas mulheres no Quênia estão promovendo uma semana de greve de sexo em protesto contra as disputas dentro do governo de coalizão do país. Segundo elas, a greve é uma tentativa de evitar que se repita a onda de violência que afetou o país depois das eleições de 2007.
O grupo Organização de Mulheres pelo Desenvolvimento afirmou que também vai pagar prostitutas para que elas participem da greve. As ativistas pediram ainda às mulheres do presidente e do primeiro-ministro do Quênia que se unam ao protesto.
As relações entre os parceiros da coalizão de governo do Quênia, liderada pelo presidente Mwai Kibaki e pelo primeiro-ministro Raila Odinga, vêm se tornando cada vez piores.

Campanha no quarto

Patricia Nyaundi, diretora-executiva da Federação de Advogadas Mulheres (Fida), uma das organizações que participam da campanha, disse esperar que a greve de sete dias obrigue os rivais a se entender.
Ela afirmou que a campanha vai começar no próprio quarto, e que já foram enviadas emissárias para convencer Ida Odinga (mulher do primeiro-ministro) e Lucy Kibaki (mulher do presidente) a participar e liderar o protesto.
"Grandes decisões são tomadas durante conversas na cama, então, estamos pedindo a essas duas senhoras que neste momento de intimidade peçam aos maridos: ‘Querido, você pode fazer alguma coisa pelo Quênia?'", disse Patricia ao programa Focus on Africa, da BBC.
Mas segundo a correspondente da BBC em Nairóbi Anne Waithera, a campanha deve enfrentar dura resistência por parte de alguns homens.
Segundo ela, alguns homens podem argumentar que não aguentam nem dois dias de abstinência.
A campanha está sendo apoiada por vários outros grupos, entre eles uma rede de grupos de mulheres na zona rural do país.
O presidente Kibaki e o premiê Odinga concordaram em formar uma coalizão de governo no ano passado para por fim à violência que tomou conta do país após as eleições. Na ocasião, 1.500 pessoas morreram e 300 mil tiveram que deixar suas casas.
Mas as relações entre os dois pioraram, com o partido de Odinga reclamando que ele foi colocado em segundo plano e protestando contra tudo, desde a reforma eleitoral até a falta de um banheiro para o primeiro-ministro durante uma recente visita oficial.

Fonte: BBC Brasil
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Ativistas pediram às mulheres do presidente e do premiê que participem da greve

Grupos de ativistas mulheres no Quênia estão promovendo uma semana de greve de sexo em protesto contra as disputas dentro do governo de coalizão do país. Segundo elas, a greve é uma tentativa de evitar que se repita a onda de violência que afetou o país depois das eleições de 2007.
O grupo Organização de Mulheres pelo Desenvolvimento afirmou que também vai pagar prostitutas para que elas participem da greve. As ativistas pediram ainda às mulheres do presidente e do primeiro-ministro do Quênia que se unam ao protesto.
As relações entre os parceiros da coalizão de governo do Quênia, liderada pelo presidente Mwai Kibaki e pelo primeiro-ministro Raila Odinga, vêm se tornando cada vez piores.

Campanha no quarto

Patricia Nyaundi, diretora-executiva da Federação de Advogadas Mulheres (Fida), uma das organizações que participam da campanha, disse esperar que a greve de sete dias obrigue os rivais a se entender.
Ela afirmou que a campanha vai começar no próprio quarto, e que já foram enviadas emissárias para convencer Ida Odinga (mulher do primeiro-ministro) e Lucy Kibaki (mulher do presidente) a participar e liderar o protesto.
"Grandes decisões são tomadas durante conversas na cama, então, estamos pedindo a essas duas senhoras que neste momento de intimidade peçam aos maridos: ‘Querido, você pode fazer alguma coisa pelo Quênia?'", disse Patricia ao programa Focus on Africa, da BBC.
Mas segundo a correspondente da BBC em Nairóbi Anne Waithera, a campanha deve enfrentar dura resistência por parte de alguns homens.
Segundo ela, alguns homens podem argumentar que não aguentam nem dois dias de abstinência.
A campanha está sendo apoiada por vários outros grupos, entre eles uma rede de grupos de mulheres na zona rural do país.
O presidente Kibaki e o premiê Odinga concordaram em formar uma coalizão de governo no ano passado para por fim à violência que tomou conta do país após as eleições. Na ocasião, 1.500 pessoas morreram e 300 mil tiveram que deixar suas casas.
Mas as relações entre os dois pioraram, com o partido de Odinga reclamando que ele foi colocado em segundo plano e protestando contra tudo, desde a reforma eleitoral até a falta de um banheiro para o primeiro-ministro durante uma recente visita oficial.

Fonte: BBC Brasil
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Ativistas pediram às mulheres do presidente e do premiê que participem da greve

Grupos de ativistas mulheres no Quênia estão promovendo uma semana de greve de sexo em protesto contra as disputas dentro do governo de coalizão do país. Segundo elas, a greve é uma tentativa de evitar que se repita a onda de violência que afetou o país depois das eleições de 2007.
O grupo Organização de Mulheres pelo Desenvolvimento afirmou que também vai pagar prostitutas para que elas participem da greve. As ativistas pediram ainda às mulheres do presidente e do primeiro-ministro do Quênia que se unam ao protesto.
As relações entre os parceiros da coalizão de governo do Quênia, liderada pelo presidente Mwai Kibaki e pelo primeiro-ministro Raila Odinga, vêm se tornando cada vez piores.

Campanha no quarto

Patricia Nyaundi, diretora-executiva da Federação de Advogadas Mulheres (Fida), uma das organizações que participam da campanha, disse esperar que a greve de sete dias obrigue os rivais a se entender.
Ela afirmou que a campanha vai começar no próprio quarto, e que já foram enviadas emissárias para convencer Ida Odinga (mulher do primeiro-ministro) e Lucy Kibaki (mulher do presidente) a participar e liderar o protesto.
"Grandes decisões são tomadas durante conversas na cama, então, estamos pedindo a essas duas senhoras que neste momento de intimidade peçam aos maridos: ‘Querido, você pode fazer alguma coisa pelo Quênia?'", disse Patricia ao programa Focus on Africa, da BBC.
Mas segundo a correspondente da BBC em Nairóbi Anne Waithera, a campanha deve enfrentar dura resistência por parte de alguns homens.
Segundo ela, alguns homens podem argumentar que não aguentam nem dois dias de abstinência.
A campanha está sendo apoiada por vários outros grupos, entre eles uma rede de grupos de mulheres na zona rural do país.
O presidente Kibaki e o premiê Odinga concordaram em formar uma coalizão de governo no ano passado para por fim à violência que tomou conta do país após as eleições. Na ocasião, 1.500 pessoas morreram e 300 mil tiveram que deixar suas casas.
Mas as relações entre os dois pioraram, com o partido de Odinga reclamando que ele foi colocado em segundo plano e protestando contra tudo, desde a reforma eleitoral até a falta de um banheiro para o primeiro-ministro durante uma recente visita oficial.

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Ativistas pediram às mulheres do presidente e do premiê que participem da greve

Grupos de ativistas mulheres no Quênia estão promovendo uma semana de greve de sexo em protesto contra as disputas dentro do governo de coalizão do país. Segundo elas, a greve é uma tentativa de evitar que se repita a onda de violência que afetou o país depois das eleições de 2007.
O grupo Organização de Mulheres pelo Desenvolvimento afirmou que também vai pagar prostitutas para que elas participem da greve. As ativistas pediram ainda às mulheres do presidente e do primeiro-ministro do Quênia que se unam ao protesto.
As relações entre os parceiros da coalizão de governo do Quênia, liderada pelo presidente Mwai Kibaki e pelo primeiro-ministro Raila Odinga, vêm se tornando cada vez piores.

Campanha no quarto

Patricia Nyaundi, diretora-executiva da Federação de Advogadas Mulheres (Fida), uma das organizações que participam da campanha, disse esperar que a greve de sete dias obrigue os rivais a se entender.
Ela afirmou que a campanha vai começar no próprio quarto, e que já foram enviadas emissárias para convencer Ida Odinga (mulher do primeiro-ministro) e Lucy Kibaki (mulher do presidente) a participar e liderar o protesto.
"Grandes decisões são tomadas durante conversas na cama, então, estamos pedindo a essas duas senhoras que neste momento de intimidade peçam aos maridos: ‘Querido, você pode fazer alguma coisa pelo Quênia?'", disse Patricia ao programa Focus on Africa, da BBC.
Mas segundo a correspondente da BBC em Nairóbi Anne Waithera, a campanha deve enfrentar dura resistência por parte de alguns homens.
Segundo ela, alguns homens podem argumentar que não aguentam nem dois dias de abstinência.
A campanha está sendo apoiada por vários outros grupos, entre eles uma rede de grupos de mulheres na zona rural do país.
O presidente Kibaki e o premiê Odinga concordaram em formar uma coalizão de governo no ano passado para por fim à violência que tomou conta do país após as eleições. Na ocasião, 1.500 pessoas morreram e 300 mil tiveram que deixar suas casas.
Mas as relações entre os dois pioraram, com o partido de Odinga reclamando que ele foi colocado em segundo plano e protestando contra tudo, desde a reforma eleitoral até a falta de um banheiro para o primeiro-ministro durante uma recente visita oficial.

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Ativistas pediram às mulheres do presidente e do premiê que participem da greve

Grupos de ativistas mulheres no Quênia estão promovendo uma semana de greve de sexo em protesto contra as disputas dentro do governo de coalizão do país. Segundo elas, a greve é uma tentativa de evitar que se repita a onda de violência que afetou o país depois das eleições de 2007.
O grupo Organização de Mulheres pelo Desenvolvimento afirmou que também vai pagar prostitutas para que elas participem da greve. As ativistas pediram ainda às mulheres do presidente e do primeiro-ministro do Quênia que se unam ao protesto.
As relações entre os parceiros da coalizão de governo do Quênia, liderada pelo presidente Mwai Kibaki e pelo primeiro-ministro Raila Odinga, vêm se tornando cada vez piores.

Campanha no quarto

Patricia Nyaundi, diretora-executiva da Federação de Advogadas Mulheres (Fida), uma das organizações que participam da campanha, disse esperar que a greve de sete dias obrigue os rivais a se entender.
Ela afirmou que a campanha vai começar no próprio quarto, e que já foram enviadas emissárias para convencer Ida Odinga (mulher do primeiro-ministro) e Lucy Kibaki (mulher do presidente) a participar e liderar o protesto.
"Grandes decisões são tomadas durante conversas na cama, então, estamos pedindo a essas duas senhoras que neste momento de intimidade peçam aos maridos: ‘Querido, você pode fazer alguma coisa pelo Quênia?'", disse Patricia ao programa Focus on Africa, da BBC.
Mas segundo a correspondente da BBC em Nairóbi Anne Waithera, a campanha deve enfrentar dura resistência por parte de alguns homens.
Segundo ela, alguns homens podem argumentar que não aguentam nem dois dias de abstinência.
A campanha está sendo apoiada por vários outros grupos, entre eles uma rede de grupos de mulheres na zona rural do país.
O presidente Kibaki e o premiê Odinga concordaram em formar uma coalizão de governo no ano passado para por fim à violência que tomou conta do país após as eleições. Na ocasião, 1.500 pessoas morreram e 300 mil tiveram que deixar suas casas.
Mas as relações entre os dois pioraram, com o partido de Odinga reclamando que ele foi colocado em segundo plano e protestando contra tudo, desde a reforma eleitoral até a falta de um banheiro para o primeiro-ministro durante uma recente visita oficial.

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Ativistas pediram às mulheres do presidente e do premiê que participem da greve

Grupos de ativistas mulheres no Quênia estão promovendo uma semana de greve de sexo em protesto contra as disputas dentro do governo de coalizão do país. Segundo elas, a greve é uma tentativa de evitar que se repita a onda de violência que afetou o país depois das eleições de 2007.
O grupo Organização de Mulheres pelo Desenvolvimento afirmou que também vai pagar prostitutas para que elas participem da greve. As ativistas pediram ainda às mulheres do presidente e do primeiro-ministro do Quênia que se unam ao protesto.
As relações entre os parceiros da coalizão de governo do Quênia, liderada pelo presidente Mwai Kibaki e pelo primeiro-ministro Raila Odinga, vêm se tornando cada vez piores.

Campanha no quarto

Patricia Nyaundi, diretora-executiva da Federação de Advogadas Mulheres (Fida), uma das organizações que participam da campanha, disse esperar que a greve de sete dias obrigue os rivais a se entender.
Ela afirmou que a campanha vai começar no próprio quarto, e que já foram enviadas emissárias para convencer Ida Odinga (mulher do primeiro-ministro) e Lucy Kibaki (mulher do presidente) a participar e liderar o protesto.
"Grandes decisões são tomadas durante conversas na cama, então, estamos pedindo a essas duas senhoras que neste momento de intimidade peçam aos maridos: ‘Querido, você pode fazer alguma coisa pelo Quênia?'", disse Patricia ao programa Focus on Africa, da BBC.
Mas segundo a correspondente da BBC em Nairóbi Anne Waithera, a campanha deve enfrentar dura resistência por parte de alguns homens.
Segundo ela, alguns homens podem argumentar que não aguentam nem dois dias de abstinência.
A campanha está sendo apoiada por vários outros grupos, entre eles uma rede de grupos de mulheres na zona rural do país.
O presidente Kibaki e o premiê Odinga concordaram em formar uma coalizão de governo no ano passado para por fim à violência que tomou conta do país após as eleições. Na ocasião, 1.500 pessoas morreram e 300 mil tiveram que deixar suas casas.
Mas as relações entre os dois pioraram, com o partido de Odinga reclamando que ele foi colocado em segundo plano e protestando contra tudo, desde a reforma eleitoral até a falta de um banheiro para o primeiro-ministro durante uma recente visita oficial.

Fonte: BBC Brasil
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Ativistas pediram às mulheres do presidente e do premiê que participem da greve

Grupos de ativistas mulheres no Quênia estão promovendo uma semana de greve de sexo em protesto contra as disputas dentro do governo de coalizão do país. Segundo elas, a greve é uma tentativa de evitar que se repita a onda de violência que afetou o país depois das eleições de 2007.
O grupo Organização de Mulheres pelo Desenvolvimento afirmou que também vai pagar prostitutas para que elas participem da greve. As ativistas pediram ainda às mulheres do presidente e do primeiro-ministro do Quênia que se unam ao protesto.
As relações entre os parceiros da coalizão de governo do Quênia, liderada pelo presidente Mwai Kibaki e pelo primeiro-ministro Raila Odinga, vêm se tornando cada vez piores.

Campanha no quarto

Patricia Nyaundi, diretora-executiva da Federação de Advogadas Mulheres (Fida), uma das organizações que participam da campanha, disse esperar que a greve de sete dias obrigue os rivais a se entender.
Ela afirmou que a campanha vai começar no próprio quarto, e que já foram enviadas emissárias para convencer Ida Odinga (mulher do primeiro-ministro) e Lucy Kibaki (mulher do presidente) a participar e liderar o protesto.
"Grandes decisões são tomadas durante conversas na cama, então, estamos pedindo a essas duas senhoras que neste momento de intimidade peçam aos maridos: ‘Querido, você pode fazer alguma coisa pelo Quênia?'", disse Patricia ao programa Focus on Africa, da BBC.
Mas segundo a correspondente da BBC em Nairóbi Anne Waithera, a campanha deve enfrentar dura resistência por parte de alguns homens.
Segundo ela, alguns homens podem argumentar que não aguentam nem dois dias de abstinência.
A campanha está sendo apoiada por vários outros grupos, entre eles uma rede de grupos de mulheres na zona rural do país.
O presidente Kibaki e o premiê Odinga concordaram em formar uma coalizão de governo no ano passado para por fim à violência que tomou conta do país após as eleições. Na ocasião, 1.500 pessoas morreram e 300 mil tiveram que deixar suas casas.
Mas as relações entre os dois pioraram, com o partido de Odinga reclamando que ele foi colocado em segundo plano e protestando contra tudo, desde a reforma eleitoral até a falta de um banheiro para o primeiro-ministro durante uma recente visita oficial.

Fonte: BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 06:57  comentar


Ativistas pediram às mulheres do presidente e do premiê que participem da greve

Grupos de ativistas mulheres no Quênia estão promovendo uma semana de greve de sexo em protesto contra as disputas dentro do governo de coalizão do país. Segundo elas, a greve é uma tentativa de evitar que se repita a onda de violência que afetou o país depois das eleições de 2007.
O grupo Organização de Mulheres pelo Desenvolvimento afirmou que também vai pagar prostitutas para que elas participem da greve. As ativistas pediram ainda às mulheres do presidente e do primeiro-ministro do Quênia que se unam ao protesto.
As relações entre os parceiros da coalizão de governo do Quênia, liderada pelo presidente Mwai Kibaki e pelo primeiro-ministro Raila Odinga, vêm se tornando cada vez piores.

Campanha no quarto

Patricia Nyaundi, diretora-executiva da Federação de Advogadas Mulheres (Fida), uma das organizações que participam da campanha, disse esperar que a greve de sete dias obrigue os rivais a se entender.
Ela afirmou que a campanha vai começar no próprio quarto, e que já foram enviadas emissárias para convencer Ida Odinga (mulher do primeiro-ministro) e Lucy Kibaki (mulher do presidente) a participar e liderar o protesto.
"Grandes decisões são tomadas durante conversas na cama, então, estamos pedindo a essas duas senhoras que neste momento de intimidade peçam aos maridos: ‘Querido, você pode fazer alguma coisa pelo Quênia?'", disse Patricia ao programa Focus on Africa, da BBC.
Mas segundo a correspondente da BBC em Nairóbi Anne Waithera, a campanha deve enfrentar dura resistência por parte de alguns homens.
Segundo ela, alguns homens podem argumentar que não aguentam nem dois dias de abstinência.
A campanha está sendo apoiada por vários outros grupos, entre eles uma rede de grupos de mulheres na zona rural do país.
O presidente Kibaki e o premiê Odinga concordaram em formar uma coalizão de governo no ano passado para por fim à violência que tomou conta do país após as eleições. Na ocasião, 1.500 pessoas morreram e 300 mil tiveram que deixar suas casas.
Mas as relações entre os dois pioraram, com o partido de Odinga reclamando que ele foi colocado em segundo plano e protestando contra tudo, desde a reforma eleitoral até a falta de um banheiro para o primeiro-ministro durante uma recente visita oficial.

Fonte: BBC Brasil
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colaboradores: carmen e maria celia

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