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29.4.09
Foi protocolado ontem, na mesa diretora da Assembleia Legislativa, o projeto de lei número 2204/2009, que pretende obrigar a Secretaria estadual de Saúde a divulgar, em seu site, os nomes de todos os soropositivos — ou portadores do vírus da Aids — que moram no Estado do Rio. O autor do projeto, o deputado Jorge Babu (sem partido), avisa ainda que o site deverá ser atualizado mensalmente — e que, na lista, os nomes devem ser acompanhados do CPF e do número da identidade de cada um.

'Os diferentes'
Na justificativa do projeto, o deputado diz que "o princípio da isonomia ensina que devemos tratar os iguais de forma igual e os diferentes de forma diferente”. Babu lembra que “ricos ou pobres, na ocorrência de acidentes, são todos encaminhados à rede pública” e que os “profissionais envolvidos no atendimento possuem o direito, constitucional, de saber estar tratando de um cidadão soropositivo”.

Inconstitucionalidade
O projeto, de cara, fere o princípio da confidencialidade, que garante o sigilo sobre a enfermidade de um paciente. E, nos corredores da Alerj, é considerado uma das maiores bobagens que já tramitou pelo velho Palácio Tiradentes — suplantando até mesmo a tentativa do colega Edino Fonseca de conceder ajuda financeira aos homossexuais dispostos a participar de programas de “recuperação”.

Aliás...
Jorge Babu foi expulso do PT pela direção nacional do partido em janeiro. Mas, no site da Assembleia Legislativa, o moço continua petista.


fonte:EXTRA On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:55  comentar

Foi protocolado ontem, na mesa diretora da Assembleia Legislativa, o projeto de lei número 2204/2009, que pretende obrigar a Secretaria estadual de Saúde a divulgar, em seu site, os nomes de todos os soropositivos — ou portadores do vírus da Aids — que moram no Estado do Rio. O autor do projeto, o deputado Jorge Babu (sem partido), avisa ainda que o site deverá ser atualizado mensalmente — e que, na lista, os nomes devem ser acompanhados do CPF e do número da identidade de cada um.

'Os diferentes'
Na justificativa do projeto, o deputado diz que "o princípio da isonomia ensina que devemos tratar os iguais de forma igual e os diferentes de forma diferente”. Babu lembra que “ricos ou pobres, na ocorrência de acidentes, são todos encaminhados à rede pública” e que os “profissionais envolvidos no atendimento possuem o direito, constitucional, de saber estar tratando de um cidadão soropositivo”.

Inconstitucionalidade
O projeto, de cara, fere o princípio da confidencialidade, que garante o sigilo sobre a enfermidade de um paciente. E, nos corredores da Alerj, é considerado uma das maiores bobagens que já tramitou pelo velho Palácio Tiradentes — suplantando até mesmo a tentativa do colega Edino Fonseca de conceder ajuda financeira aos homossexuais dispostos a participar de programas de “recuperação”.

Aliás...
Jorge Babu foi expulso do PT pela direção nacional do partido em janeiro. Mas, no site da Assembleia Legislativa, o moço continua petista.


fonte:EXTRA On Line
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Roberto Podval, o novo advogado de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, visitou nesta quarta-feira pela primeira vez o casal nas penitenciárias de Tremembé, nas quais estão presos desde maio do ano passado. Podval esteve primeiro na Penitenciária Doutor Augusto César Salgado (P-2), onde está Alexandre. O advogado chegou por volta de 10h30 e permaneceu durante cerca de uma hora e meia no local. Posteriormente, o advogado se encontrou com Anna Carolina na Penitenciária Feminina Santa Maria Eufrásia Pelletier, também por cerca de uma hora e meia. O casal é acusado pela morte da menina Isabella, filha de Alexandre Nardoni.
O antigo advogado, Marco Polo Levorin abandonou o caso no dia 14 de abril, segundo ele, por causa de divergências profissionais e processuais. Contudo, o advogado disse na época que não houve divergência com o casal, mas não quis dar maiores detalhes.
Durante os encontros, Podval se apresentou ao casal e os informou sobre as estratégias que a defesa adotará no caso. O advogado não quis informar quais serão estas estratégias. Segundo Podval, mesmo com as sucessivas derrotas na Justiça, Alexandre e Anna Carolina ainda mantêm esperanças de responder ao processo em liberdade.
"Ainda estamos estudando a possibilidade de pedir um novo habeas-corpus, mas ainda não temos nada programado." Na última terça, a 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) negou os pedidos de embargo apresentados por Podval para tentar anular o processo existente contra o casal pela morte da menina Isabella Nardoni.
"Vamos recorrer ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) e ao STF (Supremo Tribunal Federal)", afirmou o advogado. O casal é acusado de assassinar a menina na noite de 29 de março do ano passado. Isabella foi encontrada ferida no jardim do prédio onde moram o pai e a madrasta, na zona norte de São Paulo. A menina ainda teria sido levada com vida ao Pronto-Socorro, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta de meia-noite.
A prisão preventiva do casal foi decretada no dia 7 de maio pelo juiz Maurício Fossen, que acatou a denúncia do promotor Francisco Cembranelli por homicídio triplamente qualificado. Em seu despacho, o juiz justificou a prisão com a necessidade de garantia da ordem pública e de manutenção da credibilidade da Justiça. O advogado reconheceu a materialidade do crime e indícios concretos de autoria.
Alexandre e Anna Carolina serão levados a júri popular, mas ainda não há uma data definida para o julgamento.

Relembre o caso
Isabella Nardoni, 5 anos, foi encontrada ferida no dia 29 de março de 2008 no jardim do prédio onde moravam o pai Alexandre Nardoni e a madrasta Anna Carolina Jatobá, na zona norte de São Paulo. Segundo os Bombeiros, a menina chegou a ser socorrida e levada ao Pronto-Socorro da Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta da 0h.
O inquérito policial apontou que ela foi agredida, asfixiada e jogada do sexto andar do edifício. No dia 18 de abril, Alexandre e Anna Carolina foram indiciados por homicídio doloso, triplamente qualificado. No dia 6 de maio, o promotor Francisco Cembranelli denunciou e pediu a prisão preventiva do casal, aceita pela Justiça.
No último dia 24, a Justiça de São Paulo negou recurso do casal e determinou que os dois devem ir a júri popular.
Marcelo Pedroso
fonte: Notícias Terra
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Roberto Podval, o novo advogado de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, visitou nesta quarta-feira pela primeira vez o casal nas penitenciárias de Tremembé, nas quais estão presos desde maio do ano passado. Podval esteve primeiro na Penitenciária Doutor Augusto César Salgado (P-2), onde está Alexandre. O advogado chegou por volta de 10h30 e permaneceu durante cerca de uma hora e meia no local. Posteriormente, o advogado se encontrou com Anna Carolina na Penitenciária Feminina Santa Maria Eufrásia Pelletier, também por cerca de uma hora e meia. O casal é acusado pela morte da menina Isabella, filha de Alexandre Nardoni.
O antigo advogado, Marco Polo Levorin abandonou o caso no dia 14 de abril, segundo ele, por causa de divergências profissionais e processuais. Contudo, o advogado disse na época que não houve divergência com o casal, mas não quis dar maiores detalhes.
Durante os encontros, Podval se apresentou ao casal e os informou sobre as estratégias que a defesa adotará no caso. O advogado não quis informar quais serão estas estratégias. Segundo Podval, mesmo com as sucessivas derrotas na Justiça, Alexandre e Anna Carolina ainda mantêm esperanças de responder ao processo em liberdade.
"Ainda estamos estudando a possibilidade de pedir um novo habeas-corpus, mas ainda não temos nada programado." Na última terça, a 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) negou os pedidos de embargo apresentados por Podval para tentar anular o processo existente contra o casal pela morte da menina Isabella Nardoni.
"Vamos recorrer ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) e ao STF (Supremo Tribunal Federal)", afirmou o advogado. O casal é acusado de assassinar a menina na noite de 29 de março do ano passado. Isabella foi encontrada ferida no jardim do prédio onde moram o pai e a madrasta, na zona norte de São Paulo. A menina ainda teria sido levada com vida ao Pronto-Socorro, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta de meia-noite.
A prisão preventiva do casal foi decretada no dia 7 de maio pelo juiz Maurício Fossen, que acatou a denúncia do promotor Francisco Cembranelli por homicídio triplamente qualificado. Em seu despacho, o juiz justificou a prisão com a necessidade de garantia da ordem pública e de manutenção da credibilidade da Justiça. O advogado reconheceu a materialidade do crime e indícios concretos de autoria.
Alexandre e Anna Carolina serão levados a júri popular, mas ainda não há uma data definida para o julgamento.

Relembre o caso
Isabella Nardoni, 5 anos, foi encontrada ferida no dia 29 de março de 2008 no jardim do prédio onde moravam o pai Alexandre Nardoni e a madrasta Anna Carolina Jatobá, na zona norte de São Paulo. Segundo os Bombeiros, a menina chegou a ser socorrida e levada ao Pronto-Socorro da Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta da 0h.
O inquérito policial apontou que ela foi agredida, asfixiada e jogada do sexto andar do edifício. No dia 18 de abril, Alexandre e Anna Carolina foram indiciados por homicídio doloso, triplamente qualificado. No dia 6 de maio, o promotor Francisco Cembranelli denunciou e pediu a prisão preventiva do casal, aceita pela Justiça.
No último dia 24, a Justiça de São Paulo negou recurso do casal e determinou que os dois devem ir a júri popular.
Marcelo Pedroso
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Roberto Podval, o novo advogado de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, visitou nesta quarta-feira pela primeira vez o casal nas penitenciárias de Tremembé, nas quais estão presos desde maio do ano passado. Podval esteve primeiro na Penitenciária Doutor Augusto César Salgado (P-2), onde está Alexandre. O advogado chegou por volta de 10h30 e permaneceu durante cerca de uma hora e meia no local. Posteriormente, o advogado se encontrou com Anna Carolina na Penitenciária Feminina Santa Maria Eufrásia Pelletier, também por cerca de uma hora e meia. O casal é acusado pela morte da menina Isabella, filha de Alexandre Nardoni.
O antigo advogado, Marco Polo Levorin abandonou o caso no dia 14 de abril, segundo ele, por causa de divergências profissionais e processuais. Contudo, o advogado disse na época que não houve divergência com o casal, mas não quis dar maiores detalhes.
Durante os encontros, Podval se apresentou ao casal e os informou sobre as estratégias que a defesa adotará no caso. O advogado não quis informar quais serão estas estratégias. Segundo Podval, mesmo com as sucessivas derrotas na Justiça, Alexandre e Anna Carolina ainda mantêm esperanças de responder ao processo em liberdade.
"Ainda estamos estudando a possibilidade de pedir um novo habeas-corpus, mas ainda não temos nada programado." Na última terça, a 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) negou os pedidos de embargo apresentados por Podval para tentar anular o processo existente contra o casal pela morte da menina Isabella Nardoni.
"Vamos recorrer ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) e ao STF (Supremo Tribunal Federal)", afirmou o advogado. O casal é acusado de assassinar a menina na noite de 29 de março do ano passado. Isabella foi encontrada ferida no jardim do prédio onde moram o pai e a madrasta, na zona norte de São Paulo. A menina ainda teria sido levada com vida ao Pronto-Socorro, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta de meia-noite.
A prisão preventiva do casal foi decretada no dia 7 de maio pelo juiz Maurício Fossen, que acatou a denúncia do promotor Francisco Cembranelli por homicídio triplamente qualificado. Em seu despacho, o juiz justificou a prisão com a necessidade de garantia da ordem pública e de manutenção da credibilidade da Justiça. O advogado reconheceu a materialidade do crime e indícios concretos de autoria.
Alexandre e Anna Carolina serão levados a júri popular, mas ainda não há uma data definida para o julgamento.

Relembre o caso
Isabella Nardoni, 5 anos, foi encontrada ferida no dia 29 de março de 2008 no jardim do prédio onde moravam o pai Alexandre Nardoni e a madrasta Anna Carolina Jatobá, na zona norte de São Paulo. Segundo os Bombeiros, a menina chegou a ser socorrida e levada ao Pronto-Socorro da Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta da 0h.
O inquérito policial apontou que ela foi agredida, asfixiada e jogada do sexto andar do edifício. No dia 18 de abril, Alexandre e Anna Carolina foram indiciados por homicídio doloso, triplamente qualificado. No dia 6 de maio, o promotor Francisco Cembranelli denunciou e pediu a prisão preventiva do casal, aceita pela Justiça.
No último dia 24, a Justiça de São Paulo negou recurso do casal e determinou que os dois devem ir a júri popular.
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O antigo advogado, Marco Polo Levorin abandonou o caso no dia 14 de abril, segundo ele, por causa de divergências profissionais e processuais. Contudo, o advogado disse na época que não houve divergência com o casal, mas não quis dar maiores detalhes.
Durante os encontros, Podval se apresentou ao casal e os informou sobre as estratégias que a defesa adotará no caso. O advogado não quis informar quais serão estas estratégias. Segundo Podval, mesmo com as sucessivas derrotas na Justiça, Alexandre e Anna Carolina ainda mantêm esperanças de responder ao processo em liberdade.
"Ainda estamos estudando a possibilidade de pedir um novo habeas-corpus, mas ainda não temos nada programado." Na última terça, a 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) negou os pedidos de embargo apresentados por Podval para tentar anular o processo existente contra o casal pela morte da menina Isabella Nardoni.
"Vamos recorrer ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) e ao STF (Supremo Tribunal Federal)", afirmou o advogado. O casal é acusado de assassinar a menina na noite de 29 de março do ano passado. Isabella foi encontrada ferida no jardim do prédio onde moram o pai e a madrasta, na zona norte de São Paulo. A menina ainda teria sido levada com vida ao Pronto-Socorro, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta de meia-noite.
A prisão preventiva do casal foi decretada no dia 7 de maio pelo juiz Maurício Fossen, que acatou a denúncia do promotor Francisco Cembranelli por homicídio triplamente qualificado. Em seu despacho, o juiz justificou a prisão com a necessidade de garantia da ordem pública e de manutenção da credibilidade da Justiça. O advogado reconheceu a materialidade do crime e indícios concretos de autoria.
Alexandre e Anna Carolina serão levados a júri popular, mas ainda não há uma data definida para o julgamento.

Relembre o caso
Isabella Nardoni, 5 anos, foi encontrada ferida no dia 29 de março de 2008 no jardim do prédio onde moravam o pai Alexandre Nardoni e a madrasta Anna Carolina Jatobá, na zona norte de São Paulo. Segundo os Bombeiros, a menina chegou a ser socorrida e levada ao Pronto-Socorro da Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta da 0h.
O inquérito policial apontou que ela foi agredida, asfixiada e jogada do sexto andar do edifício. No dia 18 de abril, Alexandre e Anna Carolina foram indiciados por homicídio doloso, triplamente qualificado. No dia 6 de maio, o promotor Francisco Cembranelli denunciou e pediu a prisão preventiva do casal, aceita pela Justiça.
No último dia 24, a Justiça de São Paulo negou recurso do casal e determinou que os dois devem ir a júri popular.
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O antigo advogado, Marco Polo Levorin abandonou o caso no dia 14 de abril, segundo ele, por causa de divergências profissionais e processuais. Contudo, o advogado disse na época que não houve divergência com o casal, mas não quis dar maiores detalhes.
Durante os encontros, Podval se apresentou ao casal e os informou sobre as estratégias que a defesa adotará no caso. O advogado não quis informar quais serão estas estratégias. Segundo Podval, mesmo com as sucessivas derrotas na Justiça, Alexandre e Anna Carolina ainda mantêm esperanças de responder ao processo em liberdade.
"Ainda estamos estudando a possibilidade de pedir um novo habeas-corpus, mas ainda não temos nada programado." Na última terça, a 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) negou os pedidos de embargo apresentados por Podval para tentar anular o processo existente contra o casal pela morte da menina Isabella Nardoni.
"Vamos recorrer ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) e ao STF (Supremo Tribunal Federal)", afirmou o advogado. O casal é acusado de assassinar a menina na noite de 29 de março do ano passado. Isabella foi encontrada ferida no jardim do prédio onde moram o pai e a madrasta, na zona norte de São Paulo. A menina ainda teria sido levada com vida ao Pronto-Socorro, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta de meia-noite.
A prisão preventiva do casal foi decretada no dia 7 de maio pelo juiz Maurício Fossen, que acatou a denúncia do promotor Francisco Cembranelli por homicídio triplamente qualificado. Em seu despacho, o juiz justificou a prisão com a necessidade de garantia da ordem pública e de manutenção da credibilidade da Justiça. O advogado reconheceu a materialidade do crime e indícios concretos de autoria.
Alexandre e Anna Carolina serão levados a júri popular, mas ainda não há uma data definida para o julgamento.

Relembre o caso
Isabella Nardoni, 5 anos, foi encontrada ferida no dia 29 de março de 2008 no jardim do prédio onde moravam o pai Alexandre Nardoni e a madrasta Anna Carolina Jatobá, na zona norte de São Paulo. Segundo os Bombeiros, a menina chegou a ser socorrida e levada ao Pronto-Socorro da Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta da 0h.
O inquérito policial apontou que ela foi agredida, asfixiada e jogada do sexto andar do edifício. No dia 18 de abril, Alexandre e Anna Carolina foram indiciados por homicídio doloso, triplamente qualificado. No dia 6 de maio, o promotor Francisco Cembranelli denunciou e pediu a prisão preventiva do casal, aceita pela Justiça.
No último dia 24, a Justiça de São Paulo negou recurso do casal e determinou que os dois devem ir a júri popular.
Marcelo Pedroso
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Roberto Podval, o novo advogado de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, visitou nesta quarta-feira pela primeira vez o casal nas penitenciárias de Tremembé, nas quais estão presos desde maio do ano passado. Podval esteve primeiro na Penitenciária Doutor Augusto César Salgado (P-2), onde está Alexandre. O advogado chegou por volta de 10h30 e permaneceu durante cerca de uma hora e meia no local. Posteriormente, o advogado se encontrou com Anna Carolina na Penitenciária Feminina Santa Maria Eufrásia Pelletier, também por cerca de uma hora e meia. O casal é acusado pela morte da menina Isabella, filha de Alexandre Nardoni.
O antigo advogado, Marco Polo Levorin abandonou o caso no dia 14 de abril, segundo ele, por causa de divergências profissionais e processuais. Contudo, o advogado disse na época que não houve divergência com o casal, mas não quis dar maiores detalhes.
Durante os encontros, Podval se apresentou ao casal e os informou sobre as estratégias que a defesa adotará no caso. O advogado não quis informar quais serão estas estratégias. Segundo Podval, mesmo com as sucessivas derrotas na Justiça, Alexandre e Anna Carolina ainda mantêm esperanças de responder ao processo em liberdade.
"Ainda estamos estudando a possibilidade de pedir um novo habeas-corpus, mas ainda não temos nada programado." Na última terça, a 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) negou os pedidos de embargo apresentados por Podval para tentar anular o processo existente contra o casal pela morte da menina Isabella Nardoni.
"Vamos recorrer ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) e ao STF (Supremo Tribunal Federal)", afirmou o advogado. O casal é acusado de assassinar a menina na noite de 29 de março do ano passado. Isabella foi encontrada ferida no jardim do prédio onde moram o pai e a madrasta, na zona norte de São Paulo. A menina ainda teria sido levada com vida ao Pronto-Socorro, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta de meia-noite.
A prisão preventiva do casal foi decretada no dia 7 de maio pelo juiz Maurício Fossen, que acatou a denúncia do promotor Francisco Cembranelli por homicídio triplamente qualificado. Em seu despacho, o juiz justificou a prisão com a necessidade de garantia da ordem pública e de manutenção da credibilidade da Justiça. O advogado reconheceu a materialidade do crime e indícios concretos de autoria.
Alexandre e Anna Carolina serão levados a júri popular, mas ainda não há uma data definida para o julgamento.

Relembre o caso
Isabella Nardoni, 5 anos, foi encontrada ferida no dia 29 de março de 2008 no jardim do prédio onde moravam o pai Alexandre Nardoni e a madrasta Anna Carolina Jatobá, na zona norte de São Paulo. Segundo os Bombeiros, a menina chegou a ser socorrida e levada ao Pronto-Socorro da Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta da 0h.
O inquérito policial apontou que ela foi agredida, asfixiada e jogada do sexto andar do edifício. No dia 18 de abril, Alexandre e Anna Carolina foram indiciados por homicídio doloso, triplamente qualificado. No dia 6 de maio, o promotor Francisco Cembranelli denunciou e pediu a prisão preventiva do casal, aceita pela Justiça.
No último dia 24, a Justiça de São Paulo negou recurso do casal e determinou que os dois devem ir a júri popular.
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Roberto Podval, o novo advogado de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, visitou nesta quarta-feira pela primeira vez o casal nas penitenciárias de Tremembé, nas quais estão presos desde maio do ano passado. Podval esteve primeiro na Penitenciária Doutor Augusto César Salgado (P-2), onde está Alexandre. O advogado chegou por volta de 10h30 e permaneceu durante cerca de uma hora e meia no local. Posteriormente, o advogado se encontrou com Anna Carolina na Penitenciária Feminina Santa Maria Eufrásia Pelletier, também por cerca de uma hora e meia. O casal é acusado pela morte da menina Isabella, filha de Alexandre Nardoni.
O antigo advogado, Marco Polo Levorin abandonou o caso no dia 14 de abril, segundo ele, por causa de divergências profissionais e processuais. Contudo, o advogado disse na época que não houve divergência com o casal, mas não quis dar maiores detalhes.
Durante os encontros, Podval se apresentou ao casal e os informou sobre as estratégias que a defesa adotará no caso. O advogado não quis informar quais serão estas estratégias. Segundo Podval, mesmo com as sucessivas derrotas na Justiça, Alexandre e Anna Carolina ainda mantêm esperanças de responder ao processo em liberdade.
"Ainda estamos estudando a possibilidade de pedir um novo habeas-corpus, mas ainda não temos nada programado." Na última terça, a 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) negou os pedidos de embargo apresentados por Podval para tentar anular o processo existente contra o casal pela morte da menina Isabella Nardoni.
"Vamos recorrer ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) e ao STF (Supremo Tribunal Federal)", afirmou o advogado. O casal é acusado de assassinar a menina na noite de 29 de março do ano passado. Isabella foi encontrada ferida no jardim do prédio onde moram o pai e a madrasta, na zona norte de São Paulo. A menina ainda teria sido levada com vida ao Pronto-Socorro, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta de meia-noite.
A prisão preventiva do casal foi decretada no dia 7 de maio pelo juiz Maurício Fossen, que acatou a denúncia do promotor Francisco Cembranelli por homicídio triplamente qualificado. Em seu despacho, o juiz justificou a prisão com a necessidade de garantia da ordem pública e de manutenção da credibilidade da Justiça. O advogado reconheceu a materialidade do crime e indícios concretos de autoria.
Alexandre e Anna Carolina serão levados a júri popular, mas ainda não há uma data definida para o julgamento.

Relembre o caso
Isabella Nardoni, 5 anos, foi encontrada ferida no dia 29 de março de 2008 no jardim do prédio onde moravam o pai Alexandre Nardoni e a madrasta Anna Carolina Jatobá, na zona norte de São Paulo. Segundo os Bombeiros, a menina chegou a ser socorrida e levada ao Pronto-Socorro da Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta da 0h.
O inquérito policial apontou que ela foi agredida, asfixiada e jogada do sexto andar do edifício. No dia 18 de abril, Alexandre e Anna Carolina foram indiciados por homicídio doloso, triplamente qualificado. No dia 6 de maio, o promotor Francisco Cembranelli denunciou e pediu a prisão preventiva do casal, aceita pela Justiça.
No último dia 24, a Justiça de São Paulo negou recurso do casal e determinou que os dois devem ir a júri popular.
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O antigo advogado, Marco Polo Levorin abandonou o caso no dia 14 de abril, segundo ele, por causa de divergências profissionais e processuais. Contudo, o advogado disse na época que não houve divergência com o casal, mas não quis dar maiores detalhes.
Durante os encontros, Podval se apresentou ao casal e os informou sobre as estratégias que a defesa adotará no caso. O advogado não quis informar quais serão estas estratégias. Segundo Podval, mesmo com as sucessivas derrotas na Justiça, Alexandre e Anna Carolina ainda mantêm esperanças de responder ao processo em liberdade.
"Ainda estamos estudando a possibilidade de pedir um novo habeas-corpus, mas ainda não temos nada programado." Na última terça, a 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) negou os pedidos de embargo apresentados por Podval para tentar anular o processo existente contra o casal pela morte da menina Isabella Nardoni.
"Vamos recorrer ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) e ao STF (Supremo Tribunal Federal)", afirmou o advogado. O casal é acusado de assassinar a menina na noite de 29 de março do ano passado. Isabella foi encontrada ferida no jardim do prédio onde moram o pai e a madrasta, na zona norte de São Paulo. A menina ainda teria sido levada com vida ao Pronto-Socorro, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta de meia-noite.
A prisão preventiva do casal foi decretada no dia 7 de maio pelo juiz Maurício Fossen, que acatou a denúncia do promotor Francisco Cembranelli por homicídio triplamente qualificado. Em seu despacho, o juiz justificou a prisão com a necessidade de garantia da ordem pública e de manutenção da credibilidade da Justiça. O advogado reconheceu a materialidade do crime e indícios concretos de autoria.
Alexandre e Anna Carolina serão levados a júri popular, mas ainda não há uma data definida para o julgamento.

Relembre o caso
Isabella Nardoni, 5 anos, foi encontrada ferida no dia 29 de março de 2008 no jardim do prédio onde moravam o pai Alexandre Nardoni e a madrasta Anna Carolina Jatobá, na zona norte de São Paulo. Segundo os Bombeiros, a menina chegou a ser socorrida e levada ao Pronto-Socorro da Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta da 0h.
O inquérito policial apontou que ela foi agredida, asfixiada e jogada do sexto andar do edifício. No dia 18 de abril, Alexandre e Anna Carolina foram indiciados por homicídio doloso, triplamente qualificado. No dia 6 de maio, o promotor Francisco Cembranelli denunciou e pediu a prisão preventiva do casal, aceita pela Justiça.
No último dia 24, a Justiça de São Paulo negou recurso do casal e determinou que os dois devem ir a júri popular.
Marcelo Pedroso
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O antigo advogado, Marco Polo Levorin abandonou o caso no dia 14 de abril, segundo ele, por causa de divergências profissionais e processuais. Contudo, o advogado disse na época que não houve divergência com o casal, mas não quis dar maiores detalhes.
Durante os encontros, Podval se apresentou ao casal e os informou sobre as estratégias que a defesa adotará no caso. O advogado não quis informar quais serão estas estratégias. Segundo Podval, mesmo com as sucessivas derrotas na Justiça, Alexandre e Anna Carolina ainda mantêm esperanças de responder ao processo em liberdade.
"Ainda estamos estudando a possibilidade de pedir um novo habeas-corpus, mas ainda não temos nada programado." Na última terça, a 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) negou os pedidos de embargo apresentados por Podval para tentar anular o processo existente contra o casal pela morte da menina Isabella Nardoni.
"Vamos recorrer ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) e ao STF (Supremo Tribunal Federal)", afirmou o advogado. O casal é acusado de assassinar a menina na noite de 29 de março do ano passado. Isabella foi encontrada ferida no jardim do prédio onde moram o pai e a madrasta, na zona norte de São Paulo. A menina ainda teria sido levada com vida ao Pronto-Socorro, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta de meia-noite.
A prisão preventiva do casal foi decretada no dia 7 de maio pelo juiz Maurício Fossen, que acatou a denúncia do promotor Francisco Cembranelli por homicídio triplamente qualificado. Em seu despacho, o juiz justificou a prisão com a necessidade de garantia da ordem pública e de manutenção da credibilidade da Justiça. O advogado reconheceu a materialidade do crime e indícios concretos de autoria.
Alexandre e Anna Carolina serão levados a júri popular, mas ainda não há uma data definida para o julgamento.

Relembre o caso
Isabella Nardoni, 5 anos, foi encontrada ferida no dia 29 de março de 2008 no jardim do prédio onde moravam o pai Alexandre Nardoni e a madrasta Anna Carolina Jatobá, na zona norte de São Paulo. Segundo os Bombeiros, a menina chegou a ser socorrida e levada ao Pronto-Socorro da Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta da 0h.
O inquérito policial apontou que ela foi agredida, asfixiada e jogada do sexto andar do edifício. No dia 18 de abril, Alexandre e Anna Carolina foram indiciados por homicídio doloso, triplamente qualificado. No dia 6 de maio, o promotor Francisco Cembranelli denunciou e pediu a prisão preventiva do casal, aceita pela Justiça.
No último dia 24, a Justiça de São Paulo negou recurso do casal e determinou que os dois devem ir a júri popular.
Marcelo Pedroso
fonte: Notícias Terra
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PENSILVÂNIA - Estudos que envolveram cientistas de 30 instituições de pesquisa nos Estados Unidos acabam de dar uma importante contribuição ao conhecimento sobre o autismo, desordem que afeta a capacidade de comunicação e de estabelecer relacionamentos, ao identificar fatores genéticos que afetam o risco de manifestação do problema.
Segundo as pesquisas, tais variantes genéticas são comuns em pessoas com autismo. Essa é a primeira vez em que se identificou uma relação direta entre o código genético humano e a desordem.
O principal estudo, que envolveu mais de 10 mil pessoas, incluindo portadores da desordem, familiares e outros voluntários, em diversos estados do país, foi coordenado por Hakon Hakonarson, professor da Universidade da Pensilvânia e diretor do Centro de Genômica Aplicada do Hospital Infantil da Filadélfia.
Os resultados estão em artigo publicado no site da revista Nature e destacam a importância de genes que estão envolvidos na formação e manutenção de conexões entre células cerebrais.
O estudo se baseou em polimorfismos de nucleotídeos únicos, responsáveis pela maior parte das variações genômicas na sequência do DNA. Entre as variantes genéticas identificadas, está uma que se mostrou altamente comum em crianças autistas.
Em seguida, ao analisar a atividade do gene – chamado de CDH10 – no cérebro em fetos, descobriram que ele tinha maior atividade justamente nas regiões ligadas à linguagem e aos relacionamentos sociais.
O trabalho indica que o CDH10 tem papel fundamental no desenvolvimento cerebral e pode contribuir para o risco de autismo.
- Enquanto essa variante genética é comum na população em geral, descobrimos que ela ocorre cerca de 20% mais frequentemente em crianças com autismo. Uma mudança importante como essa no código genético é muito mais do que uma simples mutação. Trata-se de um fator de risco para a origem da doença - disse Daniel Geschwind, diretor do Centro para Tratamento e Pesquisa em Autismo da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), um dos autores da pesquisa principal.
O grupo da UCLA analisou o DNA de 3,1 mil crianças com autismo em 780 famílias – cada família tinha pelo menos duas crianças com o problema. O processo relacionou a desordem com uma região específica do cromossomo 5.
Uma nova análise, dessa vez com 1,2 mil portadores e 6,5 mil pessoas no grupo controle, foi feita pela equipe de Hakonarson. Os pesquisadores avaliaram a relação entre mais de meio milhão de variantes genéticas com o autismo e identificaram seis alterações que ocorriam mais frequentemente em crianças autistas do que nos indivíduos saudáveis. As variações estavam no cromossomo 5 entre os genes CDH9 e CDH10.
Na sequência do estudo, o grupo na UCLA verificou a presença dos dois genes no cérebro humano em desenvolvimento. Enquanto a presença do CDH9 foi pequena, o CDH10 se mostrou especialmente presente e ativo no córtex frontal, região crítica para a linguagem, comportamento social e raciocínios complexos como os envolvidos no processo de julgamento.
- Trata-se de uma descoberta marcante. Não é coincidência que um gene ligado ao autismo apareça em alta concentração em regiões do cérebro que regulam a fala e a interpretação social. Nossa pesquisa sugere que o CDH10 é acionado em um estágio muito inicial e tem um papel importante no desenvolvimento do cérebro. Sua atividade pré-natal torna o indivíduo mais suscetível ao autismo - disse Geschwind.
A descoberta dos genes reforça estudos recentes que apontaram que crianças com transtornos do espectro autista (como o próprio autismo ou a síndrome de Asperger) podem ter conectividade reduzida entre neurônios e com pesquisas que verificaram desenvolvimento anormal nos lobos frontais do cérebro em pacientes com autismo.
- Nossos resultados, quando somados com estudos anatômicos e de imagens de ressonância magnética funcional, sugerem que os transtornos do espectro autista possam ser um problema de desconexão neural - disse Hakonarson.
O artigo Common genetic variants on 5p14.1 associate with autism spectrum disorders, de Hakon Hakonarson e outros, pode ser lido por assinantes da Nature em http://www.nature.com/.

As informações são da Agência Fapesp


fonte:JB On Line
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PENSILVÂNIA - Estudos que envolveram cientistas de 30 instituições de pesquisa nos Estados Unidos acabam de dar uma importante contribuição ao conhecimento sobre o autismo, desordem que afeta a capacidade de comunicação e de estabelecer relacionamentos, ao identificar fatores genéticos que afetam o risco de manifestação do problema.
Segundo as pesquisas, tais variantes genéticas são comuns em pessoas com autismo. Essa é a primeira vez em que se identificou uma relação direta entre o código genético humano e a desordem.
O principal estudo, que envolveu mais de 10 mil pessoas, incluindo portadores da desordem, familiares e outros voluntários, em diversos estados do país, foi coordenado por Hakon Hakonarson, professor da Universidade da Pensilvânia e diretor do Centro de Genômica Aplicada do Hospital Infantil da Filadélfia.
Os resultados estão em artigo publicado no site da revista Nature e destacam a importância de genes que estão envolvidos na formação e manutenção de conexões entre células cerebrais.
O estudo se baseou em polimorfismos de nucleotídeos únicos, responsáveis pela maior parte das variações genômicas na sequência do DNA. Entre as variantes genéticas identificadas, está uma que se mostrou altamente comum em crianças autistas.
Em seguida, ao analisar a atividade do gene – chamado de CDH10 – no cérebro em fetos, descobriram que ele tinha maior atividade justamente nas regiões ligadas à linguagem e aos relacionamentos sociais.
O trabalho indica que o CDH10 tem papel fundamental no desenvolvimento cerebral e pode contribuir para o risco de autismo.
- Enquanto essa variante genética é comum na população em geral, descobrimos que ela ocorre cerca de 20% mais frequentemente em crianças com autismo. Uma mudança importante como essa no código genético é muito mais do que uma simples mutação. Trata-se de um fator de risco para a origem da doença - disse Daniel Geschwind, diretor do Centro para Tratamento e Pesquisa em Autismo da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), um dos autores da pesquisa principal.
O grupo da UCLA analisou o DNA de 3,1 mil crianças com autismo em 780 famílias – cada família tinha pelo menos duas crianças com o problema. O processo relacionou a desordem com uma região específica do cromossomo 5.
Uma nova análise, dessa vez com 1,2 mil portadores e 6,5 mil pessoas no grupo controle, foi feita pela equipe de Hakonarson. Os pesquisadores avaliaram a relação entre mais de meio milhão de variantes genéticas com o autismo e identificaram seis alterações que ocorriam mais frequentemente em crianças autistas do que nos indivíduos saudáveis. As variações estavam no cromossomo 5 entre os genes CDH9 e CDH10.
Na sequência do estudo, o grupo na UCLA verificou a presença dos dois genes no cérebro humano em desenvolvimento. Enquanto a presença do CDH9 foi pequena, o CDH10 se mostrou especialmente presente e ativo no córtex frontal, região crítica para a linguagem, comportamento social e raciocínios complexos como os envolvidos no processo de julgamento.
- Trata-se de uma descoberta marcante. Não é coincidência que um gene ligado ao autismo apareça em alta concentração em regiões do cérebro que regulam a fala e a interpretação social. Nossa pesquisa sugere que o CDH10 é acionado em um estágio muito inicial e tem um papel importante no desenvolvimento do cérebro. Sua atividade pré-natal torna o indivíduo mais suscetível ao autismo - disse Geschwind.
A descoberta dos genes reforça estudos recentes que apontaram que crianças com transtornos do espectro autista (como o próprio autismo ou a síndrome de Asperger) podem ter conectividade reduzida entre neurônios e com pesquisas que verificaram desenvolvimento anormal nos lobos frontais do cérebro em pacientes com autismo.
- Nossos resultados, quando somados com estudos anatômicos e de imagens de ressonância magnética funcional, sugerem que os transtornos do espectro autista possam ser um problema de desconexão neural - disse Hakonarson.
O artigo Common genetic variants on 5p14.1 associate with autism spectrum disorders, de Hakon Hakonarson e outros, pode ser lido por assinantes da Nature em http://www.nature.com/.

As informações são da Agência Fapesp


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PENSILVÂNIA - Estudos que envolveram cientistas de 30 instituições de pesquisa nos Estados Unidos acabam de dar uma importante contribuição ao conhecimento sobre o autismo, desordem que afeta a capacidade de comunicação e de estabelecer relacionamentos, ao identificar fatores genéticos que afetam o risco de manifestação do problema.
Segundo as pesquisas, tais variantes genéticas são comuns em pessoas com autismo. Essa é a primeira vez em que se identificou uma relação direta entre o código genético humano e a desordem.
O principal estudo, que envolveu mais de 10 mil pessoas, incluindo portadores da desordem, familiares e outros voluntários, em diversos estados do país, foi coordenado por Hakon Hakonarson, professor da Universidade da Pensilvânia e diretor do Centro de Genômica Aplicada do Hospital Infantil da Filadélfia.
Os resultados estão em artigo publicado no site da revista Nature e destacam a importância de genes que estão envolvidos na formação e manutenção de conexões entre células cerebrais.
O estudo se baseou em polimorfismos de nucleotídeos únicos, responsáveis pela maior parte das variações genômicas na sequência do DNA. Entre as variantes genéticas identificadas, está uma que se mostrou altamente comum em crianças autistas.
Em seguida, ao analisar a atividade do gene – chamado de CDH10 – no cérebro em fetos, descobriram que ele tinha maior atividade justamente nas regiões ligadas à linguagem e aos relacionamentos sociais.
O trabalho indica que o CDH10 tem papel fundamental no desenvolvimento cerebral e pode contribuir para o risco de autismo.
- Enquanto essa variante genética é comum na população em geral, descobrimos que ela ocorre cerca de 20% mais frequentemente em crianças com autismo. Uma mudança importante como essa no código genético é muito mais do que uma simples mutação. Trata-se de um fator de risco para a origem da doença - disse Daniel Geschwind, diretor do Centro para Tratamento e Pesquisa em Autismo da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), um dos autores da pesquisa principal.
O grupo da UCLA analisou o DNA de 3,1 mil crianças com autismo em 780 famílias – cada família tinha pelo menos duas crianças com o problema. O processo relacionou a desordem com uma região específica do cromossomo 5.
Uma nova análise, dessa vez com 1,2 mil portadores e 6,5 mil pessoas no grupo controle, foi feita pela equipe de Hakonarson. Os pesquisadores avaliaram a relação entre mais de meio milhão de variantes genéticas com o autismo e identificaram seis alterações que ocorriam mais frequentemente em crianças autistas do que nos indivíduos saudáveis. As variações estavam no cromossomo 5 entre os genes CDH9 e CDH10.
Na sequência do estudo, o grupo na UCLA verificou a presença dos dois genes no cérebro humano em desenvolvimento. Enquanto a presença do CDH9 foi pequena, o CDH10 se mostrou especialmente presente e ativo no córtex frontal, região crítica para a linguagem, comportamento social e raciocínios complexos como os envolvidos no processo de julgamento.
- Trata-se de uma descoberta marcante. Não é coincidência que um gene ligado ao autismo apareça em alta concentração em regiões do cérebro que regulam a fala e a interpretação social. Nossa pesquisa sugere que o CDH10 é acionado em um estágio muito inicial e tem um papel importante no desenvolvimento do cérebro. Sua atividade pré-natal torna o indivíduo mais suscetível ao autismo - disse Geschwind.
A descoberta dos genes reforça estudos recentes que apontaram que crianças com transtornos do espectro autista (como o próprio autismo ou a síndrome de Asperger) podem ter conectividade reduzida entre neurônios e com pesquisas que verificaram desenvolvimento anormal nos lobos frontais do cérebro em pacientes com autismo.
- Nossos resultados, quando somados com estudos anatômicos e de imagens de ressonância magnética funcional, sugerem que os transtornos do espectro autista possam ser um problema de desconexão neural - disse Hakonarson.
O artigo Common genetic variants on 5p14.1 associate with autism spectrum disorders, de Hakon Hakonarson e outros, pode ser lido por assinantes da Nature em http://www.nature.com/.

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Segundo as pesquisas, tais variantes genéticas são comuns em pessoas com autismo. Essa é a primeira vez em que se identificou uma relação direta entre o código genético humano e a desordem.
O principal estudo, que envolveu mais de 10 mil pessoas, incluindo portadores da desordem, familiares e outros voluntários, em diversos estados do país, foi coordenado por Hakon Hakonarson, professor da Universidade da Pensilvânia e diretor do Centro de Genômica Aplicada do Hospital Infantil da Filadélfia.
Os resultados estão em artigo publicado no site da revista Nature e destacam a importância de genes que estão envolvidos na formação e manutenção de conexões entre células cerebrais.
O estudo se baseou em polimorfismos de nucleotídeos únicos, responsáveis pela maior parte das variações genômicas na sequência do DNA. Entre as variantes genéticas identificadas, está uma que se mostrou altamente comum em crianças autistas.
Em seguida, ao analisar a atividade do gene – chamado de CDH10 – no cérebro em fetos, descobriram que ele tinha maior atividade justamente nas regiões ligadas à linguagem e aos relacionamentos sociais.
O trabalho indica que o CDH10 tem papel fundamental no desenvolvimento cerebral e pode contribuir para o risco de autismo.
- Enquanto essa variante genética é comum na população em geral, descobrimos que ela ocorre cerca de 20% mais frequentemente em crianças com autismo. Uma mudança importante como essa no código genético é muito mais do que uma simples mutação. Trata-se de um fator de risco para a origem da doença - disse Daniel Geschwind, diretor do Centro para Tratamento e Pesquisa em Autismo da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), um dos autores da pesquisa principal.
O grupo da UCLA analisou o DNA de 3,1 mil crianças com autismo em 780 famílias – cada família tinha pelo menos duas crianças com o problema. O processo relacionou a desordem com uma região específica do cromossomo 5.
Uma nova análise, dessa vez com 1,2 mil portadores e 6,5 mil pessoas no grupo controle, foi feita pela equipe de Hakonarson. Os pesquisadores avaliaram a relação entre mais de meio milhão de variantes genéticas com o autismo e identificaram seis alterações que ocorriam mais frequentemente em crianças autistas do que nos indivíduos saudáveis. As variações estavam no cromossomo 5 entre os genes CDH9 e CDH10.
Na sequência do estudo, o grupo na UCLA verificou a presença dos dois genes no cérebro humano em desenvolvimento. Enquanto a presença do CDH9 foi pequena, o CDH10 se mostrou especialmente presente e ativo no córtex frontal, região crítica para a linguagem, comportamento social e raciocínios complexos como os envolvidos no processo de julgamento.
- Trata-se de uma descoberta marcante. Não é coincidência que um gene ligado ao autismo apareça em alta concentração em regiões do cérebro que regulam a fala e a interpretação social. Nossa pesquisa sugere que o CDH10 é acionado em um estágio muito inicial e tem um papel importante no desenvolvimento do cérebro. Sua atividade pré-natal torna o indivíduo mais suscetível ao autismo - disse Geschwind.
A descoberta dos genes reforça estudos recentes que apontaram que crianças com transtornos do espectro autista (como o próprio autismo ou a síndrome de Asperger) podem ter conectividade reduzida entre neurônios e com pesquisas que verificaram desenvolvimento anormal nos lobos frontais do cérebro em pacientes com autismo.
- Nossos resultados, quando somados com estudos anatômicos e de imagens de ressonância magnética funcional, sugerem que os transtornos do espectro autista possam ser um problema de desconexão neural - disse Hakonarson.
O artigo Common genetic variants on 5p14.1 associate with autism spectrum disorders, de Hakon Hakonarson e outros, pode ser lido por assinantes da Nature em http://www.nature.com/.

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Segundo as pesquisas, tais variantes genéticas são comuns em pessoas com autismo. Essa é a primeira vez em que se identificou uma relação direta entre o código genético humano e a desordem.
O principal estudo, que envolveu mais de 10 mil pessoas, incluindo portadores da desordem, familiares e outros voluntários, em diversos estados do país, foi coordenado por Hakon Hakonarson, professor da Universidade da Pensilvânia e diretor do Centro de Genômica Aplicada do Hospital Infantil da Filadélfia.
Os resultados estão em artigo publicado no site da revista Nature e destacam a importância de genes que estão envolvidos na formação e manutenção de conexões entre células cerebrais.
O estudo se baseou em polimorfismos de nucleotídeos únicos, responsáveis pela maior parte das variações genômicas na sequência do DNA. Entre as variantes genéticas identificadas, está uma que se mostrou altamente comum em crianças autistas.
Em seguida, ao analisar a atividade do gene – chamado de CDH10 – no cérebro em fetos, descobriram que ele tinha maior atividade justamente nas regiões ligadas à linguagem e aos relacionamentos sociais.
O trabalho indica que o CDH10 tem papel fundamental no desenvolvimento cerebral e pode contribuir para o risco de autismo.
- Enquanto essa variante genética é comum na população em geral, descobrimos que ela ocorre cerca de 20% mais frequentemente em crianças com autismo. Uma mudança importante como essa no código genético é muito mais do que uma simples mutação. Trata-se de um fator de risco para a origem da doença - disse Daniel Geschwind, diretor do Centro para Tratamento e Pesquisa em Autismo da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), um dos autores da pesquisa principal.
O grupo da UCLA analisou o DNA de 3,1 mil crianças com autismo em 780 famílias – cada família tinha pelo menos duas crianças com o problema. O processo relacionou a desordem com uma região específica do cromossomo 5.
Uma nova análise, dessa vez com 1,2 mil portadores e 6,5 mil pessoas no grupo controle, foi feita pela equipe de Hakonarson. Os pesquisadores avaliaram a relação entre mais de meio milhão de variantes genéticas com o autismo e identificaram seis alterações que ocorriam mais frequentemente em crianças autistas do que nos indivíduos saudáveis. As variações estavam no cromossomo 5 entre os genes CDH9 e CDH10.
Na sequência do estudo, o grupo na UCLA verificou a presença dos dois genes no cérebro humano em desenvolvimento. Enquanto a presença do CDH9 foi pequena, o CDH10 se mostrou especialmente presente e ativo no córtex frontal, região crítica para a linguagem, comportamento social e raciocínios complexos como os envolvidos no processo de julgamento.
- Trata-se de uma descoberta marcante. Não é coincidência que um gene ligado ao autismo apareça em alta concentração em regiões do cérebro que regulam a fala e a interpretação social. Nossa pesquisa sugere que o CDH10 é acionado em um estágio muito inicial e tem um papel importante no desenvolvimento do cérebro. Sua atividade pré-natal torna o indivíduo mais suscetível ao autismo - disse Geschwind.
A descoberta dos genes reforça estudos recentes que apontaram que crianças com transtornos do espectro autista (como o próprio autismo ou a síndrome de Asperger) podem ter conectividade reduzida entre neurônios e com pesquisas que verificaram desenvolvimento anormal nos lobos frontais do cérebro em pacientes com autismo.
- Nossos resultados, quando somados com estudos anatômicos e de imagens de ressonância magnética funcional, sugerem que os transtornos do espectro autista possam ser um problema de desconexão neural - disse Hakonarson.
O artigo Common genetic variants on 5p14.1 associate with autism spectrum disorders, de Hakon Hakonarson e outros, pode ser lido por assinantes da Nature em http://www.nature.com/.

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Segundo as pesquisas, tais variantes genéticas são comuns em pessoas com autismo. Essa é a primeira vez em que se identificou uma relação direta entre o código genético humano e a desordem.
O principal estudo, que envolveu mais de 10 mil pessoas, incluindo portadores da desordem, familiares e outros voluntários, em diversos estados do país, foi coordenado por Hakon Hakonarson, professor da Universidade da Pensilvânia e diretor do Centro de Genômica Aplicada do Hospital Infantil da Filadélfia.
Os resultados estão em artigo publicado no site da revista Nature e destacam a importância de genes que estão envolvidos na formação e manutenção de conexões entre células cerebrais.
O estudo se baseou em polimorfismos de nucleotídeos únicos, responsáveis pela maior parte das variações genômicas na sequência do DNA. Entre as variantes genéticas identificadas, está uma que se mostrou altamente comum em crianças autistas.
Em seguida, ao analisar a atividade do gene – chamado de CDH10 – no cérebro em fetos, descobriram que ele tinha maior atividade justamente nas regiões ligadas à linguagem e aos relacionamentos sociais.
O trabalho indica que o CDH10 tem papel fundamental no desenvolvimento cerebral e pode contribuir para o risco de autismo.
- Enquanto essa variante genética é comum na população em geral, descobrimos que ela ocorre cerca de 20% mais frequentemente em crianças com autismo. Uma mudança importante como essa no código genético é muito mais do que uma simples mutação. Trata-se de um fator de risco para a origem da doença - disse Daniel Geschwind, diretor do Centro para Tratamento e Pesquisa em Autismo da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), um dos autores da pesquisa principal.
O grupo da UCLA analisou o DNA de 3,1 mil crianças com autismo em 780 famílias – cada família tinha pelo menos duas crianças com o problema. O processo relacionou a desordem com uma região específica do cromossomo 5.
Uma nova análise, dessa vez com 1,2 mil portadores e 6,5 mil pessoas no grupo controle, foi feita pela equipe de Hakonarson. Os pesquisadores avaliaram a relação entre mais de meio milhão de variantes genéticas com o autismo e identificaram seis alterações que ocorriam mais frequentemente em crianças autistas do que nos indivíduos saudáveis. As variações estavam no cromossomo 5 entre os genes CDH9 e CDH10.
Na sequência do estudo, o grupo na UCLA verificou a presença dos dois genes no cérebro humano em desenvolvimento. Enquanto a presença do CDH9 foi pequena, o CDH10 se mostrou especialmente presente e ativo no córtex frontal, região crítica para a linguagem, comportamento social e raciocínios complexos como os envolvidos no processo de julgamento.
- Trata-se de uma descoberta marcante. Não é coincidência que um gene ligado ao autismo apareça em alta concentração em regiões do cérebro que regulam a fala e a interpretação social. Nossa pesquisa sugere que o CDH10 é acionado em um estágio muito inicial e tem um papel importante no desenvolvimento do cérebro. Sua atividade pré-natal torna o indivíduo mais suscetível ao autismo - disse Geschwind.
A descoberta dos genes reforça estudos recentes que apontaram que crianças com transtornos do espectro autista (como o próprio autismo ou a síndrome de Asperger) podem ter conectividade reduzida entre neurônios e com pesquisas que verificaram desenvolvimento anormal nos lobos frontais do cérebro em pacientes com autismo.
- Nossos resultados, quando somados com estudos anatômicos e de imagens de ressonância magnética funcional, sugerem que os transtornos do espectro autista possam ser um problema de desconexão neural - disse Hakonarson.
O artigo Common genetic variants on 5p14.1 associate with autism spectrum disorders, de Hakon Hakonarson e outros, pode ser lido por assinantes da Nature em http://www.nature.com/.

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PENSILVÂNIA - Estudos que envolveram cientistas de 30 instituições de pesquisa nos Estados Unidos acabam de dar uma importante contribuição ao conhecimento sobre o autismo, desordem que afeta a capacidade de comunicação e de estabelecer relacionamentos, ao identificar fatores genéticos que afetam o risco de manifestação do problema.
Segundo as pesquisas, tais variantes genéticas são comuns em pessoas com autismo. Essa é a primeira vez em que se identificou uma relação direta entre o código genético humano e a desordem.
O principal estudo, que envolveu mais de 10 mil pessoas, incluindo portadores da desordem, familiares e outros voluntários, em diversos estados do país, foi coordenado por Hakon Hakonarson, professor da Universidade da Pensilvânia e diretor do Centro de Genômica Aplicada do Hospital Infantil da Filadélfia.
Os resultados estão em artigo publicado no site da revista Nature e destacam a importância de genes que estão envolvidos na formação e manutenção de conexões entre células cerebrais.
O estudo se baseou em polimorfismos de nucleotídeos únicos, responsáveis pela maior parte das variações genômicas na sequência do DNA. Entre as variantes genéticas identificadas, está uma que se mostrou altamente comum em crianças autistas.
Em seguida, ao analisar a atividade do gene – chamado de CDH10 – no cérebro em fetos, descobriram que ele tinha maior atividade justamente nas regiões ligadas à linguagem e aos relacionamentos sociais.
O trabalho indica que o CDH10 tem papel fundamental no desenvolvimento cerebral e pode contribuir para o risco de autismo.
- Enquanto essa variante genética é comum na população em geral, descobrimos que ela ocorre cerca de 20% mais frequentemente em crianças com autismo. Uma mudança importante como essa no código genético é muito mais do que uma simples mutação. Trata-se de um fator de risco para a origem da doença - disse Daniel Geschwind, diretor do Centro para Tratamento e Pesquisa em Autismo da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), um dos autores da pesquisa principal.
O grupo da UCLA analisou o DNA de 3,1 mil crianças com autismo em 780 famílias – cada família tinha pelo menos duas crianças com o problema. O processo relacionou a desordem com uma região específica do cromossomo 5.
Uma nova análise, dessa vez com 1,2 mil portadores e 6,5 mil pessoas no grupo controle, foi feita pela equipe de Hakonarson. Os pesquisadores avaliaram a relação entre mais de meio milhão de variantes genéticas com o autismo e identificaram seis alterações que ocorriam mais frequentemente em crianças autistas do que nos indivíduos saudáveis. As variações estavam no cromossomo 5 entre os genes CDH9 e CDH10.
Na sequência do estudo, o grupo na UCLA verificou a presença dos dois genes no cérebro humano em desenvolvimento. Enquanto a presença do CDH9 foi pequena, o CDH10 se mostrou especialmente presente e ativo no córtex frontal, região crítica para a linguagem, comportamento social e raciocínios complexos como os envolvidos no processo de julgamento.
- Trata-se de uma descoberta marcante. Não é coincidência que um gene ligado ao autismo apareça em alta concentração em regiões do cérebro que regulam a fala e a interpretação social. Nossa pesquisa sugere que o CDH10 é acionado em um estágio muito inicial e tem um papel importante no desenvolvimento do cérebro. Sua atividade pré-natal torna o indivíduo mais suscetível ao autismo - disse Geschwind.
A descoberta dos genes reforça estudos recentes que apontaram que crianças com transtornos do espectro autista (como o próprio autismo ou a síndrome de Asperger) podem ter conectividade reduzida entre neurônios e com pesquisas que verificaram desenvolvimento anormal nos lobos frontais do cérebro em pacientes com autismo.
- Nossos resultados, quando somados com estudos anatômicos e de imagens de ressonância magnética funcional, sugerem que os transtornos do espectro autista possam ser um problema de desconexão neural - disse Hakonarson.
O artigo Common genetic variants on 5p14.1 associate with autism spectrum disorders, de Hakon Hakonarson e outros, pode ser lido por assinantes da Nature em http://www.nature.com/.

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PENSILVÂNIA - Estudos que envolveram cientistas de 30 instituições de pesquisa nos Estados Unidos acabam de dar uma importante contribuição ao conhecimento sobre o autismo, desordem que afeta a capacidade de comunicação e de estabelecer relacionamentos, ao identificar fatores genéticos que afetam o risco de manifestação do problema.
Segundo as pesquisas, tais variantes genéticas são comuns em pessoas com autismo. Essa é a primeira vez em que se identificou uma relação direta entre o código genético humano e a desordem.
O principal estudo, que envolveu mais de 10 mil pessoas, incluindo portadores da desordem, familiares e outros voluntários, em diversos estados do país, foi coordenado por Hakon Hakonarson, professor da Universidade da Pensilvânia e diretor do Centro de Genômica Aplicada do Hospital Infantil da Filadélfia.
Os resultados estão em artigo publicado no site da revista Nature e destacam a importância de genes que estão envolvidos na formação e manutenção de conexões entre células cerebrais.
O estudo se baseou em polimorfismos de nucleotídeos únicos, responsáveis pela maior parte das variações genômicas na sequência do DNA. Entre as variantes genéticas identificadas, está uma que se mostrou altamente comum em crianças autistas.
Em seguida, ao analisar a atividade do gene – chamado de CDH10 – no cérebro em fetos, descobriram que ele tinha maior atividade justamente nas regiões ligadas à linguagem e aos relacionamentos sociais.
O trabalho indica que o CDH10 tem papel fundamental no desenvolvimento cerebral e pode contribuir para o risco de autismo.
- Enquanto essa variante genética é comum na população em geral, descobrimos que ela ocorre cerca de 20% mais frequentemente em crianças com autismo. Uma mudança importante como essa no código genético é muito mais do que uma simples mutação. Trata-se de um fator de risco para a origem da doença - disse Daniel Geschwind, diretor do Centro para Tratamento e Pesquisa em Autismo da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), um dos autores da pesquisa principal.
O grupo da UCLA analisou o DNA de 3,1 mil crianças com autismo em 780 famílias – cada família tinha pelo menos duas crianças com o problema. O processo relacionou a desordem com uma região específica do cromossomo 5.
Uma nova análise, dessa vez com 1,2 mil portadores e 6,5 mil pessoas no grupo controle, foi feita pela equipe de Hakonarson. Os pesquisadores avaliaram a relação entre mais de meio milhão de variantes genéticas com o autismo e identificaram seis alterações que ocorriam mais frequentemente em crianças autistas do que nos indivíduos saudáveis. As variações estavam no cromossomo 5 entre os genes CDH9 e CDH10.
Na sequência do estudo, o grupo na UCLA verificou a presença dos dois genes no cérebro humano em desenvolvimento. Enquanto a presença do CDH9 foi pequena, o CDH10 se mostrou especialmente presente e ativo no córtex frontal, região crítica para a linguagem, comportamento social e raciocínios complexos como os envolvidos no processo de julgamento.
- Trata-se de uma descoberta marcante. Não é coincidência que um gene ligado ao autismo apareça em alta concentração em regiões do cérebro que regulam a fala e a interpretação social. Nossa pesquisa sugere que o CDH10 é acionado em um estágio muito inicial e tem um papel importante no desenvolvimento do cérebro. Sua atividade pré-natal torna o indivíduo mais suscetível ao autismo - disse Geschwind.
A descoberta dos genes reforça estudos recentes que apontaram que crianças com transtornos do espectro autista (como o próprio autismo ou a síndrome de Asperger) podem ter conectividade reduzida entre neurônios e com pesquisas que verificaram desenvolvimento anormal nos lobos frontais do cérebro em pacientes com autismo.
- Nossos resultados, quando somados com estudos anatômicos e de imagens de ressonância magnética funcional, sugerem que os transtornos do espectro autista possam ser um problema de desconexão neural - disse Hakonarson.
O artigo Common genetic variants on 5p14.1 associate with autism spectrum disorders, de Hakon Hakonarson e outros, pode ser lido por assinantes da Nature em http://www.nature.com/.

As informações são da Agência Fapesp


fonte:JB On Line
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PENSILVÂNIA - Estudos que envolveram cientistas de 30 instituições de pesquisa nos Estados Unidos acabam de dar uma importante contribuição ao conhecimento sobre o autismo, desordem que afeta a capacidade de comunicação e de estabelecer relacionamentos, ao identificar fatores genéticos que afetam o risco de manifestação do problema.
Segundo as pesquisas, tais variantes genéticas são comuns em pessoas com autismo. Essa é a primeira vez em que se identificou uma relação direta entre o código genético humano e a desordem.
O principal estudo, que envolveu mais de 10 mil pessoas, incluindo portadores da desordem, familiares e outros voluntários, em diversos estados do país, foi coordenado por Hakon Hakonarson, professor da Universidade da Pensilvânia e diretor do Centro de Genômica Aplicada do Hospital Infantil da Filadélfia.
Os resultados estão em artigo publicado no site da revista Nature e destacam a importância de genes que estão envolvidos na formação e manutenção de conexões entre células cerebrais.
O estudo se baseou em polimorfismos de nucleotídeos únicos, responsáveis pela maior parte das variações genômicas na sequência do DNA. Entre as variantes genéticas identificadas, está uma que se mostrou altamente comum em crianças autistas.
Em seguida, ao analisar a atividade do gene – chamado de CDH10 – no cérebro em fetos, descobriram que ele tinha maior atividade justamente nas regiões ligadas à linguagem e aos relacionamentos sociais.
O trabalho indica que o CDH10 tem papel fundamental no desenvolvimento cerebral e pode contribuir para o risco de autismo.
- Enquanto essa variante genética é comum na população em geral, descobrimos que ela ocorre cerca de 20% mais frequentemente em crianças com autismo. Uma mudança importante como essa no código genético é muito mais do que uma simples mutação. Trata-se de um fator de risco para a origem da doença - disse Daniel Geschwind, diretor do Centro para Tratamento e Pesquisa em Autismo da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), um dos autores da pesquisa principal.
O grupo da UCLA analisou o DNA de 3,1 mil crianças com autismo em 780 famílias – cada família tinha pelo menos duas crianças com o problema. O processo relacionou a desordem com uma região específica do cromossomo 5.
Uma nova análise, dessa vez com 1,2 mil portadores e 6,5 mil pessoas no grupo controle, foi feita pela equipe de Hakonarson. Os pesquisadores avaliaram a relação entre mais de meio milhão de variantes genéticas com o autismo e identificaram seis alterações que ocorriam mais frequentemente em crianças autistas do que nos indivíduos saudáveis. As variações estavam no cromossomo 5 entre os genes CDH9 e CDH10.
Na sequência do estudo, o grupo na UCLA verificou a presença dos dois genes no cérebro humano em desenvolvimento. Enquanto a presença do CDH9 foi pequena, o CDH10 se mostrou especialmente presente e ativo no córtex frontal, região crítica para a linguagem, comportamento social e raciocínios complexos como os envolvidos no processo de julgamento.
- Trata-se de uma descoberta marcante. Não é coincidência que um gene ligado ao autismo apareça em alta concentração em regiões do cérebro que regulam a fala e a interpretação social. Nossa pesquisa sugere que o CDH10 é acionado em um estágio muito inicial e tem um papel importante no desenvolvimento do cérebro. Sua atividade pré-natal torna o indivíduo mais suscetível ao autismo - disse Geschwind.
A descoberta dos genes reforça estudos recentes que apontaram que crianças com transtornos do espectro autista (como o próprio autismo ou a síndrome de Asperger) podem ter conectividade reduzida entre neurônios e com pesquisas que verificaram desenvolvimento anormal nos lobos frontais do cérebro em pacientes com autismo.
- Nossos resultados, quando somados com estudos anatômicos e de imagens de ressonância magnética funcional, sugerem que os transtornos do espectro autista possam ser um problema de desconexão neural - disse Hakonarson.
O artigo Common genetic variants on 5p14.1 associate with autism spectrum disorders, de Hakon Hakonarson e outros, pode ser lido por assinantes da Nature em http://www.nature.com/.

As informações são da Agência Fapesp


fonte:JB On Line
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Embora não seja transmissor da doença, macaco está sendo perseguido e morto por pessoas mal informadas

SÃO PAULO - Biólogos gaúchos lançaram uma campanha para proteger os bugios. Vários relatos de violências contra os animais surgiram desde o início do surto de febre amarela no Estado, no fim do ano passado. "Falta informação", aponta o pesquisador da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), Júlio César Bicca-Marques. "Algumas pessoas pensam que os macacos trouxeram a doença."
A campanha, intitulada "Proteja seu anjo da guarda", pretende mostrar que os animais prestam um importante auxílio no combate à doença. "A descoberta de animais mortos serve de alerta para que o Estado promova campanhas de vacinação e imunize a população", explica o biólogo. "Sem os macacos, isso só aconteceria depois dos primeiros casos em seres humanos."
Segundo Bicca-Marques, houve relatos de agressão nas proximidades de Antonio Prado (RS), Santa Maria (RS), Uruguaiana (RS), Passo Fundo (RS) e Dois Irmãos (RS). A maioria dos animais seria vítima de envenenamento, método mais discreto do que o uso de armas de fogo.
Até agora, 18 pessoas contraíram a doença no Rio Grande do Sul. Sete morreram. Estima-se que 1,5 mil bugios apareceram mortos desde o fim do ano passado. "Muitas vezes, é difícil identificar a causa da morte: pode ser febre amarela, envenenamento ou outra razão qualquer", considera o biólogo.

RESERVATÓRIO
"Os macacos não são reservatórios naturais do vírus da febre amarela", afirma Ricardo Lourenço de Oliveira, especialista em transmissão de parasitas do sangue e vice-diretor do Instituto Oswaldo Cruz (IOC-Fiocruz). "Os mosquitos só se contaminam quando picam os bugios durante a infecção viral, que dura apenas três ou cinco dias: depois os macacos morrem ou se tornam imunes." Sendo assim, as agressões atingem quase sempre animais sadios que não tiveram contato com o vírus ou que já estão imunizados.
Ainda não se sabe com certeza quais são os reservatórios naturais do vírus da febre amarela. "Pesquisas mostram que o vírus da dengue pode ser transmitido verticalmente por várias gerações de mosquitos Aedes aegypti", aponta Oliveira. "Como o vírus da febre amarela pertence ao mesmo gênero (Flavivirus), talvez ocorra algo semelhante com ele."
O Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros (CPB), ligado ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), publicou uma nota técnica no início do ano passado para sublinhar que os macacos "têm um papel fundamental no controle da febre amarela em humanos, desempenhando o papel de 'sentinelas' sobre a circulação do vírus". No mesmo documento, recordam o relato de uma epidemia da doença na Colômbia, durante a década de 40. Não havia macacos na região: apenas marsupiais foram identificados com anticorpos de combate ao vírus.
O desaparecimento dos primatas tem ainda outro efeito indesejável. Os mosquitos do gênero Haemagogus, principais responsáveis pela transmissão da forma silvestre da doença, não gostam da escuridão e umidade do chão da floresta. Preferem o ambiente claro e seco das copas, onde encontram seu principal alimento: o sangue dos macacos. Mas, quando a fonte de nutrientes torna-se escassa, os insetos descem a procura de outros animais. Em tais situações, encontram o homem. O desmatamento também força uma mudança de hábito nos mosquitos, podendo aproximá-los das regiões habitadas.
Thaïs Leiroz Codenotti, da organização não-governamental Associação para Conservação da Vida Silvestre (Convidas), recorda o testemunho de professoras do ensino fundamental: alguns alunos da zona rural contaram que os pais pretendiam eliminar os bugios para afastar a ameaça da doença.

PROJETO PILOTO
Uma rede para sistematizar os dados de agressões a macacos durante epidemias de febre amarela será criada, afirma o biólogo Leandro Jerusalinsky, chefe do CPB. Em um levantamento preliminar, que reúne dados veiculados pela mídia desde 2007, o CPB reuniu 13 ocorrências de violência aos primatas durante surtos da doença, que resultaram em sequelas ou morte de 150 animais em oito Estados: Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Pará, Tocantins, São Paulo, Goiás, Bahia e Distrito Federal.
"Mas os números estão bastante subestimados", pondera Jerusalinsky. Segundo o biólogo, a criação de mecanismos de notificação que possibilitem dimensionar o impacto da perseguição aos primatas é uma das prioridades da rede que o CPB pretende criar. Outras duas ações seriam identificar (e punir) os agressores e realizar campanhas de conscientização.
"Nosso projeto piloto será no Rio Grande do Sul, onde este processo já começou", afirma Jerusalinsky. "Também iniciamos contatos com o Instituto Florestal de São Paulo. Conversaremos com os demais Estados quando surgirem surtos locais de febre amarela."

VACINAÇÃO
A capital gaúcha passou a fazer parte da área de risco de febre amarela, que abrange 290 municípios do Rio Grande do Sul. A Secretaria Estadual da Saúde confirmou, por meio de testes de laboratório, que dois macacos encontrados mortos na vizinha Guaíba (RS) contraíram a doença. O secretário da Saúde, Osmar Terra, recomendou a vacinação a todos os moradores de Porto Alegre e cidades próximas, de forma preventiva.


fonte: Folha On Line
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Embora não seja transmissor da doença, macaco está sendo perseguido e morto por pessoas mal informadas

SÃO PAULO - Biólogos gaúchos lançaram uma campanha para proteger os bugios. Vários relatos de violências contra os animais surgiram desde o início do surto de febre amarela no Estado, no fim do ano passado. "Falta informação", aponta o pesquisador da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), Júlio César Bicca-Marques. "Algumas pessoas pensam que os macacos trouxeram a doença."
A campanha, intitulada "Proteja seu anjo da guarda", pretende mostrar que os animais prestam um importante auxílio no combate à doença. "A descoberta de animais mortos serve de alerta para que o Estado promova campanhas de vacinação e imunize a população", explica o biólogo. "Sem os macacos, isso só aconteceria depois dos primeiros casos em seres humanos."
Segundo Bicca-Marques, houve relatos de agressão nas proximidades de Antonio Prado (RS), Santa Maria (RS), Uruguaiana (RS), Passo Fundo (RS) e Dois Irmãos (RS). A maioria dos animais seria vítima de envenenamento, método mais discreto do que o uso de armas de fogo.
Até agora, 18 pessoas contraíram a doença no Rio Grande do Sul. Sete morreram. Estima-se que 1,5 mil bugios apareceram mortos desde o fim do ano passado. "Muitas vezes, é difícil identificar a causa da morte: pode ser febre amarela, envenenamento ou outra razão qualquer", considera o biólogo.

RESERVATÓRIO
"Os macacos não são reservatórios naturais do vírus da febre amarela", afirma Ricardo Lourenço de Oliveira, especialista em transmissão de parasitas do sangue e vice-diretor do Instituto Oswaldo Cruz (IOC-Fiocruz). "Os mosquitos só se contaminam quando picam os bugios durante a infecção viral, que dura apenas três ou cinco dias: depois os macacos morrem ou se tornam imunes." Sendo assim, as agressões atingem quase sempre animais sadios que não tiveram contato com o vírus ou que já estão imunizados.
Ainda não se sabe com certeza quais são os reservatórios naturais do vírus da febre amarela. "Pesquisas mostram que o vírus da dengue pode ser transmitido verticalmente por várias gerações de mosquitos Aedes aegypti", aponta Oliveira. "Como o vírus da febre amarela pertence ao mesmo gênero (Flavivirus), talvez ocorra algo semelhante com ele."
O Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros (CPB), ligado ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), publicou uma nota técnica no início do ano passado para sublinhar que os macacos "têm um papel fundamental no controle da febre amarela em humanos, desempenhando o papel de 'sentinelas' sobre a circulação do vírus". No mesmo documento, recordam o relato de uma epidemia da doença na Colômbia, durante a década de 40. Não havia macacos na região: apenas marsupiais foram identificados com anticorpos de combate ao vírus.
O desaparecimento dos primatas tem ainda outro efeito indesejável. Os mosquitos do gênero Haemagogus, principais responsáveis pela transmissão da forma silvestre da doença, não gostam da escuridão e umidade do chão da floresta. Preferem o ambiente claro e seco das copas, onde encontram seu principal alimento: o sangue dos macacos. Mas, quando a fonte de nutrientes torna-se escassa, os insetos descem a procura de outros animais. Em tais situações, encontram o homem. O desmatamento também força uma mudança de hábito nos mosquitos, podendo aproximá-los das regiões habitadas.
Thaïs Leiroz Codenotti, da organização não-governamental Associação para Conservação da Vida Silvestre (Convidas), recorda o testemunho de professoras do ensino fundamental: alguns alunos da zona rural contaram que os pais pretendiam eliminar os bugios para afastar a ameaça da doença.

PROJETO PILOTO
Uma rede para sistematizar os dados de agressões a macacos durante epidemias de febre amarela será criada, afirma o biólogo Leandro Jerusalinsky, chefe do CPB. Em um levantamento preliminar, que reúne dados veiculados pela mídia desde 2007, o CPB reuniu 13 ocorrências de violência aos primatas durante surtos da doença, que resultaram em sequelas ou morte de 150 animais em oito Estados: Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Pará, Tocantins, São Paulo, Goiás, Bahia e Distrito Federal.
"Mas os números estão bastante subestimados", pondera Jerusalinsky. Segundo o biólogo, a criação de mecanismos de notificação que possibilitem dimensionar o impacto da perseguição aos primatas é uma das prioridades da rede que o CPB pretende criar. Outras duas ações seriam identificar (e punir) os agressores e realizar campanhas de conscientização.
"Nosso projeto piloto será no Rio Grande do Sul, onde este processo já começou", afirma Jerusalinsky. "Também iniciamos contatos com o Instituto Florestal de São Paulo. Conversaremos com os demais Estados quando surgirem surtos locais de febre amarela."

VACINAÇÃO
A capital gaúcha passou a fazer parte da área de risco de febre amarela, que abrange 290 municípios do Rio Grande do Sul. A Secretaria Estadual da Saúde confirmou, por meio de testes de laboratório, que dois macacos encontrados mortos na vizinha Guaíba (RS) contraíram a doença. O secretário da Saúde, Osmar Terra, recomendou a vacinação a todos os moradores de Porto Alegre e cidades próximas, de forma preventiva.


fonte: Folha On Line
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Embora não seja transmissor da doença, macaco está sendo perseguido e morto por pessoas mal informadas

SÃO PAULO - Biólogos gaúchos lançaram uma campanha para proteger os bugios. Vários relatos de violências contra os animais surgiram desde o início do surto de febre amarela no Estado, no fim do ano passado. "Falta informação", aponta o pesquisador da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), Júlio César Bicca-Marques. "Algumas pessoas pensam que os macacos trouxeram a doença."
A campanha, intitulada "Proteja seu anjo da guarda", pretende mostrar que os animais prestam um importante auxílio no combate à doença. "A descoberta de animais mortos serve de alerta para que o Estado promova campanhas de vacinação e imunize a população", explica o biólogo. "Sem os macacos, isso só aconteceria depois dos primeiros casos em seres humanos."
Segundo Bicca-Marques, houve relatos de agressão nas proximidades de Antonio Prado (RS), Santa Maria (RS), Uruguaiana (RS), Passo Fundo (RS) e Dois Irmãos (RS). A maioria dos animais seria vítima de envenenamento, método mais discreto do que o uso de armas de fogo.
Até agora, 18 pessoas contraíram a doença no Rio Grande do Sul. Sete morreram. Estima-se que 1,5 mil bugios apareceram mortos desde o fim do ano passado. "Muitas vezes, é difícil identificar a causa da morte: pode ser febre amarela, envenenamento ou outra razão qualquer", considera o biólogo.

RESERVATÓRIO
"Os macacos não são reservatórios naturais do vírus da febre amarela", afirma Ricardo Lourenço de Oliveira, especialista em transmissão de parasitas do sangue e vice-diretor do Instituto Oswaldo Cruz (IOC-Fiocruz). "Os mosquitos só se contaminam quando picam os bugios durante a infecção viral, que dura apenas três ou cinco dias: depois os macacos morrem ou se tornam imunes." Sendo assim, as agressões atingem quase sempre animais sadios que não tiveram contato com o vírus ou que já estão imunizados.
Ainda não se sabe com certeza quais são os reservatórios naturais do vírus da febre amarela. "Pesquisas mostram que o vírus da dengue pode ser transmitido verticalmente por várias gerações de mosquitos Aedes aegypti", aponta Oliveira. "Como o vírus da febre amarela pertence ao mesmo gênero (Flavivirus), talvez ocorra algo semelhante com ele."
O Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros (CPB), ligado ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), publicou uma nota técnica no início do ano passado para sublinhar que os macacos "têm um papel fundamental no controle da febre amarela em humanos, desempenhando o papel de 'sentinelas' sobre a circulação do vírus". No mesmo documento, recordam o relato de uma epidemia da doença na Colômbia, durante a década de 40. Não havia macacos na região: apenas marsupiais foram identificados com anticorpos de combate ao vírus.
O desaparecimento dos primatas tem ainda outro efeito indesejável. Os mosquitos do gênero Haemagogus, principais responsáveis pela transmissão da forma silvestre da doença, não gostam da escuridão e umidade do chão da floresta. Preferem o ambiente claro e seco das copas, onde encontram seu principal alimento: o sangue dos macacos. Mas, quando a fonte de nutrientes torna-se escassa, os insetos descem a procura de outros animais. Em tais situações, encontram o homem. O desmatamento também força uma mudança de hábito nos mosquitos, podendo aproximá-los das regiões habitadas.
Thaïs Leiroz Codenotti, da organização não-governamental Associação para Conservação da Vida Silvestre (Convidas), recorda o testemunho de professoras do ensino fundamental: alguns alunos da zona rural contaram que os pais pretendiam eliminar os bugios para afastar a ameaça da doença.

PROJETO PILOTO
Uma rede para sistematizar os dados de agressões a macacos durante epidemias de febre amarela será criada, afirma o biólogo Leandro Jerusalinsky, chefe do CPB. Em um levantamento preliminar, que reúne dados veiculados pela mídia desde 2007, o CPB reuniu 13 ocorrências de violência aos primatas durante surtos da doença, que resultaram em sequelas ou morte de 150 animais em oito Estados: Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Pará, Tocantins, São Paulo, Goiás, Bahia e Distrito Federal.
"Mas os números estão bastante subestimados", pondera Jerusalinsky. Segundo o biólogo, a criação de mecanismos de notificação que possibilitem dimensionar o impacto da perseguição aos primatas é uma das prioridades da rede que o CPB pretende criar. Outras duas ações seriam identificar (e punir) os agressores e realizar campanhas de conscientização.
"Nosso projeto piloto será no Rio Grande do Sul, onde este processo já começou", afirma Jerusalinsky. "Também iniciamos contatos com o Instituto Florestal de São Paulo. Conversaremos com os demais Estados quando surgirem surtos locais de febre amarela."

VACINAÇÃO
A capital gaúcha passou a fazer parte da área de risco de febre amarela, que abrange 290 municípios do Rio Grande do Sul. A Secretaria Estadual da Saúde confirmou, por meio de testes de laboratório, que dois macacos encontrados mortos na vizinha Guaíba (RS) contraíram a doença. O secretário da Saúde, Osmar Terra, recomendou a vacinação a todos os moradores de Porto Alegre e cidades próximas, de forma preventiva.


fonte: Folha On Line
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Embora não seja transmissor da doença, macaco está sendo perseguido e morto por pessoas mal informadas

SÃO PAULO - Biólogos gaúchos lançaram uma campanha para proteger os bugios. Vários relatos de violências contra os animais surgiram desde o início do surto de febre amarela no Estado, no fim do ano passado. "Falta informação", aponta o pesquisador da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), Júlio César Bicca-Marques. "Algumas pessoas pensam que os macacos trouxeram a doença."
A campanha, intitulada "Proteja seu anjo da guarda", pretende mostrar que os animais prestam um importante auxílio no combate à doença. "A descoberta de animais mortos serve de alerta para que o Estado promova campanhas de vacinação e imunize a população", explica o biólogo. "Sem os macacos, isso só aconteceria depois dos primeiros casos em seres humanos."
Segundo Bicca-Marques, houve relatos de agressão nas proximidades de Antonio Prado (RS), Santa Maria (RS), Uruguaiana (RS), Passo Fundo (RS) e Dois Irmãos (RS). A maioria dos animais seria vítima de envenenamento, método mais discreto do que o uso de armas de fogo.
Até agora, 18 pessoas contraíram a doença no Rio Grande do Sul. Sete morreram. Estima-se que 1,5 mil bugios apareceram mortos desde o fim do ano passado. "Muitas vezes, é difícil identificar a causa da morte: pode ser febre amarela, envenenamento ou outra razão qualquer", considera o biólogo.

RESERVATÓRIO
"Os macacos não são reservatórios naturais do vírus da febre amarela", afirma Ricardo Lourenço de Oliveira, especialista em transmissão de parasitas do sangue e vice-diretor do Instituto Oswaldo Cruz (IOC-Fiocruz). "Os mosquitos só se contaminam quando picam os bugios durante a infecção viral, que dura apenas três ou cinco dias: depois os macacos morrem ou se tornam imunes." Sendo assim, as agressões atingem quase sempre animais sadios que não tiveram contato com o vírus ou que já estão imunizados.
Ainda não se sabe com certeza quais são os reservatórios naturais do vírus da febre amarela. "Pesquisas mostram que o vírus da dengue pode ser transmitido verticalmente por várias gerações de mosquitos Aedes aegypti", aponta Oliveira. "Como o vírus da febre amarela pertence ao mesmo gênero (Flavivirus), talvez ocorra algo semelhante com ele."
O Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros (CPB), ligado ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), publicou uma nota técnica no início do ano passado para sublinhar que os macacos "têm um papel fundamental no controle da febre amarela em humanos, desempenhando o papel de 'sentinelas' sobre a circulação do vírus". No mesmo documento, recordam o relato de uma epidemia da doença na Colômbia, durante a década de 40. Não havia macacos na região: apenas marsupiais foram identificados com anticorpos de combate ao vírus.
O desaparecimento dos primatas tem ainda outro efeito indesejável. Os mosquitos do gênero Haemagogus, principais responsáveis pela transmissão da forma silvestre da doença, não gostam da escuridão e umidade do chão da floresta. Preferem o ambiente claro e seco das copas, onde encontram seu principal alimento: o sangue dos macacos. Mas, quando a fonte de nutrientes torna-se escassa, os insetos descem a procura de outros animais. Em tais situações, encontram o homem. O desmatamento também força uma mudança de hábito nos mosquitos, podendo aproximá-los das regiões habitadas.
Thaïs Leiroz Codenotti, da organização não-governamental Associação para Conservação da Vida Silvestre (Convidas), recorda o testemunho de professoras do ensino fundamental: alguns alunos da zona rural contaram que os pais pretendiam eliminar os bugios para afastar a ameaça da doença.

PROJETO PILOTO
Uma rede para sistematizar os dados de agressões a macacos durante epidemias de febre amarela será criada, afirma o biólogo Leandro Jerusalinsky, chefe do CPB. Em um levantamento preliminar, que reúne dados veiculados pela mídia desde 2007, o CPB reuniu 13 ocorrências de violência aos primatas durante surtos da doença, que resultaram em sequelas ou morte de 150 animais em oito Estados: Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Pará, Tocantins, São Paulo, Goiás, Bahia e Distrito Federal.
"Mas os números estão bastante subestimados", pondera Jerusalinsky. Segundo o biólogo, a criação de mecanismos de notificação que possibilitem dimensionar o impacto da perseguição aos primatas é uma das prioridades da rede que o CPB pretende criar. Outras duas ações seriam identificar (e punir) os agressores e realizar campanhas de conscientização.
"Nosso projeto piloto será no Rio Grande do Sul, onde este processo já começou", afirma Jerusalinsky. "Também iniciamos contatos com o Instituto Florestal de São Paulo. Conversaremos com os demais Estados quando surgirem surtos locais de febre amarela."

VACINAÇÃO
A capital gaúcha passou a fazer parte da área de risco de febre amarela, que abrange 290 municípios do Rio Grande do Sul. A Secretaria Estadual da Saúde confirmou, por meio de testes de laboratório, que dois macacos encontrados mortos na vizinha Guaíba (RS) contraíram a doença. O secretário da Saúde, Osmar Terra, recomendou a vacinação a todos os moradores de Porto Alegre e cidades próximas, de forma preventiva.


fonte: Folha On Line
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Embora não seja transmissor da doença, macaco está sendo perseguido e morto por pessoas mal informadas

SÃO PAULO - Biólogos gaúchos lançaram uma campanha para proteger os bugios. Vários relatos de violências contra os animais surgiram desde o início do surto de febre amarela no Estado, no fim do ano passado. "Falta informação", aponta o pesquisador da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), Júlio César Bicca-Marques. "Algumas pessoas pensam que os macacos trouxeram a doença."
A campanha, intitulada "Proteja seu anjo da guarda", pretende mostrar que os animais prestam um importante auxílio no combate à doença. "A descoberta de animais mortos serve de alerta para que o Estado promova campanhas de vacinação e imunize a população", explica o biólogo. "Sem os macacos, isso só aconteceria depois dos primeiros casos em seres humanos."
Segundo Bicca-Marques, houve relatos de agressão nas proximidades de Antonio Prado (RS), Santa Maria (RS), Uruguaiana (RS), Passo Fundo (RS) e Dois Irmãos (RS). A maioria dos animais seria vítima de envenenamento, método mais discreto do que o uso de armas de fogo.
Até agora, 18 pessoas contraíram a doença no Rio Grande do Sul. Sete morreram. Estima-se que 1,5 mil bugios apareceram mortos desde o fim do ano passado. "Muitas vezes, é difícil identificar a causa da morte: pode ser febre amarela, envenenamento ou outra razão qualquer", considera o biólogo.

RESERVATÓRIO
"Os macacos não são reservatórios naturais do vírus da febre amarela", afirma Ricardo Lourenço de Oliveira, especialista em transmissão de parasitas do sangue e vice-diretor do Instituto Oswaldo Cruz (IOC-Fiocruz). "Os mosquitos só se contaminam quando picam os bugios durante a infecção viral, que dura apenas três ou cinco dias: depois os macacos morrem ou se tornam imunes." Sendo assim, as agressões atingem quase sempre animais sadios que não tiveram contato com o vírus ou que já estão imunizados.
Ainda não se sabe com certeza quais são os reservatórios naturais do vírus da febre amarela. "Pesquisas mostram que o vírus da dengue pode ser transmitido verticalmente por várias gerações de mosquitos Aedes aegypti", aponta Oliveira. "Como o vírus da febre amarela pertence ao mesmo gênero (Flavivirus), talvez ocorra algo semelhante com ele."
O Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros (CPB), ligado ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), publicou uma nota técnica no início do ano passado para sublinhar que os macacos "têm um papel fundamental no controle da febre amarela em humanos, desempenhando o papel de 'sentinelas' sobre a circulação do vírus". No mesmo documento, recordam o relato de uma epidemia da doença na Colômbia, durante a década de 40. Não havia macacos na região: apenas marsupiais foram identificados com anticorpos de combate ao vírus.
O desaparecimento dos primatas tem ainda outro efeito indesejável. Os mosquitos do gênero Haemagogus, principais responsáveis pela transmissão da forma silvestre da doença, não gostam da escuridão e umidade do chão da floresta. Preferem o ambiente claro e seco das copas, onde encontram seu principal alimento: o sangue dos macacos. Mas, quando a fonte de nutrientes torna-se escassa, os insetos descem a procura de outros animais. Em tais situações, encontram o homem. O desmatamento também força uma mudança de hábito nos mosquitos, podendo aproximá-los das regiões habitadas.
Thaïs Leiroz Codenotti, da organização não-governamental Associação para Conservação da Vida Silvestre (Convidas), recorda o testemunho de professoras do ensino fundamental: alguns alunos da zona rural contaram que os pais pretendiam eliminar os bugios para afastar a ameaça da doença.

PROJETO PILOTO
Uma rede para sistematizar os dados de agressões a macacos durante epidemias de febre amarela será criada, afirma o biólogo Leandro Jerusalinsky, chefe do CPB. Em um levantamento preliminar, que reúne dados veiculados pela mídia desde 2007, o CPB reuniu 13 ocorrências de violência aos primatas durante surtos da doença, que resultaram em sequelas ou morte de 150 animais em oito Estados: Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Pará, Tocantins, São Paulo, Goiás, Bahia e Distrito Federal.
"Mas os números estão bastante subestimados", pondera Jerusalinsky. Segundo o biólogo, a criação de mecanismos de notificação que possibilitem dimensionar o impacto da perseguição aos primatas é uma das prioridades da rede que o CPB pretende criar. Outras duas ações seriam identificar (e punir) os agressores e realizar campanhas de conscientização.
"Nosso projeto piloto será no Rio Grande do Sul, onde este processo já começou", afirma Jerusalinsky. "Também iniciamos contatos com o Instituto Florestal de São Paulo. Conversaremos com os demais Estados quando surgirem surtos locais de febre amarela."

VACINAÇÃO
A capital gaúcha passou a fazer parte da área de risco de febre amarela, que abrange 290 municípios do Rio Grande do Sul. A Secretaria Estadual da Saúde confirmou, por meio de testes de laboratório, que dois macacos encontrados mortos na vizinha Guaíba (RS) contraíram a doença. O secretário da Saúde, Osmar Terra, recomendou a vacinação a todos os moradores de Porto Alegre e cidades próximas, de forma preventiva.


fonte: Folha On Line
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Embora não seja transmissor da doença, macaco está sendo perseguido e morto por pessoas mal informadas

SÃO PAULO - Biólogos gaúchos lançaram uma campanha para proteger os bugios. Vários relatos de violências contra os animais surgiram desde o início do surto de febre amarela no Estado, no fim do ano passado. "Falta informação", aponta o pesquisador da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), Júlio César Bicca-Marques. "Algumas pessoas pensam que os macacos trouxeram a doença."
A campanha, intitulada "Proteja seu anjo da guarda", pretende mostrar que os animais prestam um importante auxílio no combate à doença. "A descoberta de animais mortos serve de alerta para que o Estado promova campanhas de vacinação e imunize a população", explica o biólogo. "Sem os macacos, isso só aconteceria depois dos primeiros casos em seres humanos."
Segundo Bicca-Marques, houve relatos de agressão nas proximidades de Antonio Prado (RS), Santa Maria (RS), Uruguaiana (RS), Passo Fundo (RS) e Dois Irmãos (RS). A maioria dos animais seria vítima de envenenamento, método mais discreto do que o uso de armas de fogo.
Até agora, 18 pessoas contraíram a doença no Rio Grande do Sul. Sete morreram. Estima-se que 1,5 mil bugios apareceram mortos desde o fim do ano passado. "Muitas vezes, é difícil identificar a causa da morte: pode ser febre amarela, envenenamento ou outra razão qualquer", considera o biólogo.

RESERVATÓRIO
"Os macacos não são reservatórios naturais do vírus da febre amarela", afirma Ricardo Lourenço de Oliveira, especialista em transmissão de parasitas do sangue e vice-diretor do Instituto Oswaldo Cruz (IOC-Fiocruz). "Os mosquitos só se contaminam quando picam os bugios durante a infecção viral, que dura apenas três ou cinco dias: depois os macacos morrem ou se tornam imunes." Sendo assim, as agressões atingem quase sempre animais sadios que não tiveram contato com o vírus ou que já estão imunizados.
Ainda não se sabe com certeza quais são os reservatórios naturais do vírus da febre amarela. "Pesquisas mostram que o vírus da dengue pode ser transmitido verticalmente por várias gerações de mosquitos Aedes aegypti", aponta Oliveira. "Como o vírus da febre amarela pertence ao mesmo gênero (Flavivirus), talvez ocorra algo semelhante com ele."
O Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros (CPB), ligado ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), publicou uma nota técnica no início do ano passado para sublinhar que os macacos "têm um papel fundamental no controle da febre amarela em humanos, desempenhando o papel de 'sentinelas' sobre a circulação do vírus". No mesmo documento, recordam o relato de uma epidemia da doença na Colômbia, durante a década de 40. Não havia macacos na região: apenas marsupiais foram identificados com anticorpos de combate ao vírus.
O desaparecimento dos primatas tem ainda outro efeito indesejável. Os mosquitos do gênero Haemagogus, principais responsáveis pela transmissão da forma silvestre da doença, não gostam da escuridão e umidade do chão da floresta. Preferem o ambiente claro e seco das copas, onde encontram seu principal alimento: o sangue dos macacos. Mas, quando a fonte de nutrientes torna-se escassa, os insetos descem a procura de outros animais. Em tais situações, encontram o homem. O desmatamento também força uma mudança de hábito nos mosquitos, podendo aproximá-los das regiões habitadas.
Thaïs Leiroz Codenotti, da organização não-governamental Associação para Conservação da Vida Silvestre (Convidas), recorda o testemunho de professoras do ensino fundamental: alguns alunos da zona rural contaram que os pais pretendiam eliminar os bugios para afastar a ameaça da doença.

PROJETO PILOTO
Uma rede para sistematizar os dados de agressões a macacos durante epidemias de febre amarela será criada, afirma o biólogo Leandro Jerusalinsky, chefe do CPB. Em um levantamento preliminar, que reúne dados veiculados pela mídia desde 2007, o CPB reuniu 13 ocorrências de violência aos primatas durante surtos da doença, que resultaram em sequelas ou morte de 150 animais em oito Estados: Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Pará, Tocantins, São Paulo, Goiás, Bahia e Distrito Federal.
"Mas os números estão bastante subestimados", pondera Jerusalinsky. Segundo o biólogo, a criação de mecanismos de notificação que possibilitem dimensionar o impacto da perseguição aos primatas é uma das prioridades da rede que o CPB pretende criar. Outras duas ações seriam identificar (e punir) os agressores e realizar campanhas de conscientização.
"Nosso projeto piloto será no Rio Grande do Sul, onde este processo já começou", afirma Jerusalinsky. "Também iniciamos contatos com o Instituto Florestal de São Paulo. Conversaremos com os demais Estados quando surgirem surtos locais de febre amarela."

VACINAÇÃO
A capital gaúcha passou a fazer parte da área de risco de febre amarela, que abrange 290 municípios do Rio Grande do Sul. A Secretaria Estadual da Saúde confirmou, por meio de testes de laboratório, que dois macacos encontrados mortos na vizinha Guaíba (RS) contraíram a doença. O secretário da Saúde, Osmar Terra, recomendou a vacinação a todos os moradores de Porto Alegre e cidades próximas, de forma preventiva.


fonte: Folha On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:59  comentar

Embora não seja transmissor da doença, macaco está sendo perseguido e morto por pessoas mal informadas

SÃO PAULO - Biólogos gaúchos lançaram uma campanha para proteger os bugios. Vários relatos de violências contra os animais surgiram desde o início do surto de febre amarela no Estado, no fim do ano passado. "Falta informação", aponta o pesquisador da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), Júlio César Bicca-Marques. "Algumas pessoas pensam que os macacos trouxeram a doença."
A campanha, intitulada "Proteja seu anjo da guarda", pretende mostrar que os animais prestam um importante auxílio no combate à doença. "A descoberta de animais mortos serve de alerta para que o Estado promova campanhas de vacinação e imunize a população", explica o biólogo. "Sem os macacos, isso só aconteceria depois dos primeiros casos em seres humanos."
Segundo Bicca-Marques, houve relatos de agressão nas proximidades de Antonio Prado (RS), Santa Maria (RS), Uruguaiana (RS), Passo Fundo (RS) e Dois Irmãos (RS). A maioria dos animais seria vítima de envenenamento, método mais discreto do que o uso de armas de fogo.
Até agora, 18 pessoas contraíram a doença no Rio Grande do Sul. Sete morreram. Estima-se que 1,5 mil bugios apareceram mortos desde o fim do ano passado. "Muitas vezes, é difícil identificar a causa da morte: pode ser febre amarela, envenenamento ou outra razão qualquer", considera o biólogo.

RESERVATÓRIO
"Os macacos não são reservatórios naturais do vírus da febre amarela", afirma Ricardo Lourenço de Oliveira, especialista em transmissão de parasitas do sangue e vice-diretor do Instituto Oswaldo Cruz (IOC-Fiocruz). "Os mosquitos só se contaminam quando picam os bugios durante a infecção viral, que dura apenas três ou cinco dias: depois os macacos morrem ou se tornam imunes." Sendo assim, as agressões atingem quase sempre animais sadios que não tiveram contato com o vírus ou que já estão imunizados.
Ainda não se sabe com certeza quais são os reservatórios naturais do vírus da febre amarela. "Pesquisas mostram que o vírus da dengue pode ser transmitido verticalmente por várias gerações de mosquitos Aedes aegypti", aponta Oliveira. "Como o vírus da febre amarela pertence ao mesmo gênero (Flavivirus), talvez ocorra algo semelhante com ele."
O Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros (CPB), ligado ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), publicou uma nota técnica no início do ano passado para sublinhar que os macacos "têm um papel fundamental no controle da febre amarela em humanos, desempenhando o papel de 'sentinelas' sobre a circulação do vírus". No mesmo documento, recordam o relato de uma epidemia da doença na Colômbia, durante a década de 40. Não havia macacos na região: apenas marsupiais foram identificados com anticorpos de combate ao vírus.
O desaparecimento dos primatas tem ainda outro efeito indesejável. Os mosquitos do gênero Haemagogus, principais responsáveis pela transmissão da forma silvestre da doença, não gostam da escuridão e umidade do chão da floresta. Preferem o ambiente claro e seco das copas, onde encontram seu principal alimento: o sangue dos macacos. Mas, quando a fonte de nutrientes torna-se escassa, os insetos descem a procura de outros animais. Em tais situações, encontram o homem. O desmatamento também força uma mudança de hábito nos mosquitos, podendo aproximá-los das regiões habitadas.
Thaïs Leiroz Codenotti, da organização não-governamental Associação para Conservação da Vida Silvestre (Convidas), recorda o testemunho de professoras do ensino fundamental: alguns alunos da zona rural contaram que os pais pretendiam eliminar os bugios para afastar a ameaça da doença.

PROJETO PILOTO
Uma rede para sistematizar os dados de agressões a macacos durante epidemias de febre amarela será criada, afirma o biólogo Leandro Jerusalinsky, chefe do CPB. Em um levantamento preliminar, que reúne dados veiculados pela mídia desde 2007, o CPB reuniu 13 ocorrências de violência aos primatas durante surtos da doença, que resultaram em sequelas ou morte de 150 animais em oito Estados: Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Pará, Tocantins, São Paulo, Goiás, Bahia e Distrito Federal.
"Mas os números estão bastante subestimados", pondera Jerusalinsky. Segundo o biólogo, a criação de mecanismos de notificação que possibilitem dimensionar o impacto da perseguição aos primatas é uma das prioridades da rede que o CPB pretende criar. Outras duas ações seriam identificar (e punir) os agressores e realizar campanhas de conscientização.
"Nosso projeto piloto será no Rio Grande do Sul, onde este processo já começou", afirma Jerusalinsky. "Também iniciamos contatos com o Instituto Florestal de São Paulo. Conversaremos com os demais Estados quando surgirem surtos locais de febre amarela."

VACINAÇÃO
A capital gaúcha passou a fazer parte da área de risco de febre amarela, que abrange 290 municípios do Rio Grande do Sul. A Secretaria Estadual da Saúde confirmou, por meio de testes de laboratório, que dois macacos encontrados mortos na vizinha Guaíba (RS) contraíram a doença. O secretário da Saúde, Osmar Terra, recomendou a vacinação a todos os moradores de Porto Alegre e cidades próximas, de forma preventiva.


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Embora não seja transmissor da doença, macaco está sendo perseguido e morto por pessoas mal informadas

SÃO PAULO - Biólogos gaúchos lançaram uma campanha para proteger os bugios. Vários relatos de violências contra os animais surgiram desde o início do surto de febre amarela no Estado, no fim do ano passado. "Falta informação", aponta o pesquisador da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), Júlio César Bicca-Marques. "Algumas pessoas pensam que os macacos trouxeram a doença."
A campanha, intitulada "Proteja seu anjo da guarda", pretende mostrar que os animais prestam um importante auxílio no combate à doença. "A descoberta de animais mortos serve de alerta para que o Estado promova campanhas de vacinação e imunize a população", explica o biólogo. "Sem os macacos, isso só aconteceria depois dos primeiros casos em seres humanos."
Segundo Bicca-Marques, houve relatos de agressão nas proximidades de Antonio Prado (RS), Santa Maria (RS), Uruguaiana (RS), Passo Fundo (RS) e Dois Irmãos (RS). A maioria dos animais seria vítima de envenenamento, método mais discreto do que o uso de armas de fogo.
Até agora, 18 pessoas contraíram a doença no Rio Grande do Sul. Sete morreram. Estima-se que 1,5 mil bugios apareceram mortos desde o fim do ano passado. "Muitas vezes, é difícil identificar a causa da morte: pode ser febre amarela, envenenamento ou outra razão qualquer", considera o biólogo.

RESERVATÓRIO
"Os macacos não são reservatórios naturais do vírus da febre amarela", afirma Ricardo Lourenço de Oliveira, especialista em transmissão de parasitas do sangue e vice-diretor do Instituto Oswaldo Cruz (IOC-Fiocruz). "Os mosquitos só se contaminam quando picam os bugios durante a infecção viral, que dura apenas três ou cinco dias: depois os macacos morrem ou se tornam imunes." Sendo assim, as agressões atingem quase sempre animais sadios que não tiveram contato com o vírus ou que já estão imunizados.
Ainda não se sabe com certeza quais são os reservatórios naturais do vírus da febre amarela. "Pesquisas mostram que o vírus da dengue pode ser transmitido verticalmente por várias gerações de mosquitos Aedes aegypti", aponta Oliveira. "Como o vírus da febre amarela pertence ao mesmo gênero (Flavivirus), talvez ocorra algo semelhante com ele."
O Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros (CPB), ligado ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), publicou uma nota técnica no início do ano passado para sublinhar que os macacos "têm um papel fundamental no controle da febre amarela em humanos, desempenhando o papel de 'sentinelas' sobre a circulação do vírus". No mesmo documento, recordam o relato de uma epidemia da doença na Colômbia, durante a década de 40. Não havia macacos na região: apenas marsupiais foram identificados com anticorpos de combate ao vírus.
O desaparecimento dos primatas tem ainda outro efeito indesejável. Os mosquitos do gênero Haemagogus, principais responsáveis pela transmissão da forma silvestre da doença, não gostam da escuridão e umidade do chão da floresta. Preferem o ambiente claro e seco das copas, onde encontram seu principal alimento: o sangue dos macacos. Mas, quando a fonte de nutrientes torna-se escassa, os insetos descem a procura de outros animais. Em tais situações, encontram o homem. O desmatamento também força uma mudança de hábito nos mosquitos, podendo aproximá-los das regiões habitadas.
Thaïs Leiroz Codenotti, da organização não-governamental Associação para Conservação da Vida Silvestre (Convidas), recorda o testemunho de professoras do ensino fundamental: alguns alunos da zona rural contaram que os pais pretendiam eliminar os bugios para afastar a ameaça da doença.

PROJETO PILOTO
Uma rede para sistematizar os dados de agressões a macacos durante epidemias de febre amarela será criada, afirma o biólogo Leandro Jerusalinsky, chefe do CPB. Em um levantamento preliminar, que reúne dados veiculados pela mídia desde 2007, o CPB reuniu 13 ocorrências de violência aos primatas durante surtos da doença, que resultaram em sequelas ou morte de 150 animais em oito Estados: Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Pará, Tocantins, São Paulo, Goiás, Bahia e Distrito Federal.
"Mas os números estão bastante subestimados", pondera Jerusalinsky. Segundo o biólogo, a criação de mecanismos de notificação que possibilitem dimensionar o impacto da perseguição aos primatas é uma das prioridades da rede que o CPB pretende criar. Outras duas ações seriam identificar (e punir) os agressores e realizar campanhas de conscientização.
"Nosso projeto piloto será no Rio Grande do Sul, onde este processo já começou", afirma Jerusalinsky. "Também iniciamos contatos com o Instituto Florestal de São Paulo. Conversaremos com os demais Estados quando surgirem surtos locais de febre amarela."

VACINAÇÃO
A capital gaúcha passou a fazer parte da área de risco de febre amarela, que abrange 290 municípios do Rio Grande do Sul. A Secretaria Estadual da Saúde confirmou, por meio de testes de laboratório, que dois macacos encontrados mortos na vizinha Guaíba (RS) contraíram a doença. O secretário da Saúde, Osmar Terra, recomendou a vacinação a todos os moradores de Porto Alegre e cidades próximas, de forma preventiva.


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Embora não seja transmissor da doença, macaco está sendo perseguido e morto por pessoas mal informadas

SÃO PAULO - Biólogos gaúchos lançaram uma campanha para proteger os bugios. Vários relatos de violências contra os animais surgiram desde o início do surto de febre amarela no Estado, no fim do ano passado. "Falta informação", aponta o pesquisador da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), Júlio César Bicca-Marques. "Algumas pessoas pensam que os macacos trouxeram a doença."
A campanha, intitulada "Proteja seu anjo da guarda", pretende mostrar que os animais prestam um importante auxílio no combate à doença. "A descoberta de animais mortos serve de alerta para que o Estado promova campanhas de vacinação e imunize a população", explica o biólogo. "Sem os macacos, isso só aconteceria depois dos primeiros casos em seres humanos."
Segundo Bicca-Marques, houve relatos de agressão nas proximidades de Antonio Prado (RS), Santa Maria (RS), Uruguaiana (RS), Passo Fundo (RS) e Dois Irmãos (RS). A maioria dos animais seria vítima de envenenamento, método mais discreto do que o uso de armas de fogo.
Até agora, 18 pessoas contraíram a doença no Rio Grande do Sul. Sete morreram. Estima-se que 1,5 mil bugios apareceram mortos desde o fim do ano passado. "Muitas vezes, é difícil identificar a causa da morte: pode ser febre amarela, envenenamento ou outra razão qualquer", considera o biólogo.

RESERVATÓRIO
"Os macacos não são reservatórios naturais do vírus da febre amarela", afirma Ricardo Lourenço de Oliveira, especialista em transmissão de parasitas do sangue e vice-diretor do Instituto Oswaldo Cruz (IOC-Fiocruz). "Os mosquitos só se contaminam quando picam os bugios durante a infecção viral, que dura apenas três ou cinco dias: depois os macacos morrem ou se tornam imunes." Sendo assim, as agressões atingem quase sempre animais sadios que não tiveram contato com o vírus ou que já estão imunizados.
Ainda não se sabe com certeza quais são os reservatórios naturais do vírus da febre amarela. "Pesquisas mostram que o vírus da dengue pode ser transmitido verticalmente por várias gerações de mosquitos Aedes aegypti", aponta Oliveira. "Como o vírus da febre amarela pertence ao mesmo gênero (Flavivirus), talvez ocorra algo semelhante com ele."
O Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros (CPB), ligado ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), publicou uma nota técnica no início do ano passado para sublinhar que os macacos "têm um papel fundamental no controle da febre amarela em humanos, desempenhando o papel de 'sentinelas' sobre a circulação do vírus". No mesmo documento, recordam o relato de uma epidemia da doença na Colômbia, durante a década de 40. Não havia macacos na região: apenas marsupiais foram identificados com anticorpos de combate ao vírus.
O desaparecimento dos primatas tem ainda outro efeito indesejável. Os mosquitos do gênero Haemagogus, principais responsáveis pela transmissão da forma silvestre da doença, não gostam da escuridão e umidade do chão da floresta. Preferem o ambiente claro e seco das copas, onde encontram seu principal alimento: o sangue dos macacos. Mas, quando a fonte de nutrientes torna-se escassa, os insetos descem a procura de outros animais. Em tais situações, encontram o homem. O desmatamento também força uma mudança de hábito nos mosquitos, podendo aproximá-los das regiões habitadas.
Thaïs Leiroz Codenotti, da organização não-governamental Associação para Conservação da Vida Silvestre (Convidas), recorda o testemunho de professoras do ensino fundamental: alguns alunos da zona rural contaram que os pais pretendiam eliminar os bugios para afastar a ameaça da doença.

PROJETO PILOTO
Uma rede para sistematizar os dados de agressões a macacos durante epidemias de febre amarela será criada, afirma o biólogo Leandro Jerusalinsky, chefe do CPB. Em um levantamento preliminar, que reúne dados veiculados pela mídia desde 2007, o CPB reuniu 13 ocorrências de violência aos primatas durante surtos da doença, que resultaram em sequelas ou morte de 150 animais em oito Estados: Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Pará, Tocantins, São Paulo, Goiás, Bahia e Distrito Federal.
"Mas os números estão bastante subestimados", pondera Jerusalinsky. Segundo o biólogo, a criação de mecanismos de notificação que possibilitem dimensionar o impacto da perseguição aos primatas é uma das prioridades da rede que o CPB pretende criar. Outras duas ações seriam identificar (e punir) os agressores e realizar campanhas de conscientização.
"Nosso projeto piloto será no Rio Grande do Sul, onde este processo já começou", afirma Jerusalinsky. "Também iniciamos contatos com o Instituto Florestal de São Paulo. Conversaremos com os demais Estados quando surgirem surtos locais de febre amarela."

VACINAÇÃO
A capital gaúcha passou a fazer parte da área de risco de febre amarela, que abrange 290 municípios do Rio Grande do Sul. A Secretaria Estadual da Saúde confirmou, por meio de testes de laboratório, que dois macacos encontrados mortos na vizinha Guaíba (RS) contraíram a doença. O secretário da Saúde, Osmar Terra, recomendou a vacinação a todos os moradores de Porto Alegre e cidades próximas, de forma preventiva.


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A vereadora Regina Jordão de Paiva, 45, de Murutinga do Sul (615 km de São Paulo), foi presa na tarde de terça-feira (27) sob suspeita de tentar subornar a mãe de uma vítima de pedofilia para que alterasse o depoimento e inocentasse um primo da vereadora.
Segundo informações da SSP (Secretaria de Segurança Pública), a vereadora procurou a mãe de uma vítima de abusos sexuais e ofereceu vantagens para que o menor de idade mudasse o depoimento prestado na Polícia Civil. A SSP não especificou que benefícios a vereadora ofereceu.
A vereadora foi presa em flagrante na casa da testemunha, no bairro Explanada. Ela foi encaminhada para a Cadeia Pública Feminina de Mirandópolis (594 km de SP).
A reportagem ainda não conseguiu contato com a defesa da vereadora para comentar o caso.


fonte: Folha On Line
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A vereadora Regina Jordão de Paiva, 45, de Murutinga do Sul (615 km de São Paulo), foi presa na tarde de terça-feira (27) sob suspeita de tentar subornar a mãe de uma vítima de pedofilia para que alterasse o depoimento e inocentasse um primo da vereadora.
Segundo informações da SSP (Secretaria de Segurança Pública), a vereadora procurou a mãe de uma vítima de abusos sexuais e ofereceu vantagens para que o menor de idade mudasse o depoimento prestado na Polícia Civil. A SSP não especificou que benefícios a vereadora ofereceu.
A vereadora foi presa em flagrante na casa da testemunha, no bairro Explanada. Ela foi encaminhada para a Cadeia Pública Feminina de Mirandópolis (594 km de SP).
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A vereadora Regina Jordão de Paiva, 45, de Murutinga do Sul (615 km de São Paulo), foi presa na tarde de terça-feira (27) sob suspeita de tentar subornar a mãe de uma vítima de pedofilia para que alterasse o depoimento e inocentasse um primo da vereadora.
Segundo informações da SSP (Secretaria de Segurança Pública), a vereadora procurou a mãe de uma vítima de abusos sexuais e ofereceu vantagens para que o menor de idade mudasse o depoimento prestado na Polícia Civil. A SSP não especificou que benefícios a vereadora ofereceu.
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Segundo informações da SSP (Secretaria de Segurança Pública), a vereadora procurou a mãe de uma vítima de abusos sexuais e ofereceu vantagens para que o menor de idade mudasse o depoimento prestado na Polícia Civil. A SSP não especificou que benefícios a vereadora ofereceu.
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Segundo informações da SSP (Secretaria de Segurança Pública), a vereadora procurou a mãe de uma vítima de abusos sexuais e ofereceu vantagens para que o menor de idade mudasse o depoimento prestado na Polícia Civil. A SSP não especificou que benefícios a vereadora ofereceu.
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Segundo informações da SSP (Secretaria de Segurança Pública), a vereadora procurou a mãe de uma vítima de abusos sexuais e ofereceu vantagens para que o menor de idade mudasse o depoimento prestado na Polícia Civil. A SSP não especificou que benefícios a vereadora ofereceu.
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Segundo informações da SSP (Secretaria de Segurança Pública), a vereadora procurou a mãe de uma vítima de abusos sexuais e ofereceu vantagens para que o menor de idade mudasse o depoimento prestado na Polícia Civil. A SSP não especificou que benefícios a vereadora ofereceu.
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Segundo informações da SSP (Secretaria de Segurança Pública), a vereadora procurou a mãe de uma vítima de abusos sexuais e ofereceu vantagens para que o menor de idade mudasse o depoimento prestado na Polícia Civil. A SSP não especificou que benefícios a vereadora ofereceu.
A vereadora foi presa em flagrante na casa da testemunha, no bairro Explanada. Ela foi encaminhada para a Cadeia Pública Feminina de Mirandópolis (594 km de SP).
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Segundo informações da SSP (Secretaria de Segurança Pública), a vereadora procurou a mãe de uma vítima de abusos sexuais e ofereceu vantagens para que o menor de idade mudasse o depoimento prestado na Polícia Civil. A SSP não especificou que benefícios a vereadora ofereceu.
A vereadora foi presa em flagrante na casa da testemunha, no bairro Explanada. Ela foi encaminhada para a Cadeia Pública Feminina de Mirandópolis (594 km de SP).
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Santos - Um bancário aposentado de 66 anos foi preso ontem à noite no Guarujá, na Baixada Santista, por crime de pedofilia. Ele confessou possuir fotos eróticas de menores de idade e foi enquadrado em flagrante pelo artigo 241 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que considera crime o armazenamento de fotos dessa natureza. Três jovens de 14, 15 e 16 anos foram identificadas.
Os policiais da Delegacia Sede do Guarujá, no litoral paulista, estavam investigando o suspeito há uma semana, quando desconfiaram da sua conduta ao registrar um boletim de ocorrência de furto. Primeiro, o aposentado afirmou ter sido abordado na rua por duas jovens desconhecidas que haviam lhe roubado dinheiro e um cartão de crédito, com o qual fizeram compras no valor de R$ 11 mil. "Nós já estávamos desconfiados da história, daí, no dia seguinte, ele voltou à delegacia com fotos das adolescentes afirmando que tinha obtido no Orkut", disse o investigador Rodrigo Santos.
Com as imagens em mãos, os investigadores localizaram as duas jovens citadas e uma terceira adolescente. "As três foram ouvidas na presença da conselheira tutelar e da família e denunciaram que tinham relações com ele e que recebiam dinheiro, presentes e até viajavam com ele, que tinha a cópia da certidão de nascimento delas", contou o investigador.
No apartamento de alto padrão onde o suspeito mora sozinho, no bairro das Pitangueiras, a polícia apreendeu dois computadores com centenas de fotos de meninas nuas em poses sexuais. Pelo menos quinze adolescentes diferentes aparecem nas imagens, tiradas no próprio apartamento. De acordo com o delegado titular Claudio Rossi, as investigações continuam para apurar se houve crime de estupro ou atentado violento ao pudor. "Por enquanto, ele vai ficar preso na cadeia anexa ao 1º DP (Delegacia de Polícia) de Vicente de Carvalho", disse o delegado.

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Santos - Um bancário aposentado de 66 anos foi preso ontem à noite no Guarujá, na Baixada Santista, por crime de pedofilia. Ele confessou possuir fotos eróticas de menores de idade e foi enquadrado em flagrante pelo artigo 241 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que considera crime o armazenamento de fotos dessa natureza. Três jovens de 14, 15 e 16 anos foram identificadas.
Os policiais da Delegacia Sede do Guarujá, no litoral paulista, estavam investigando o suspeito há uma semana, quando desconfiaram da sua conduta ao registrar um boletim de ocorrência de furto. Primeiro, o aposentado afirmou ter sido abordado na rua por duas jovens desconhecidas que haviam lhe roubado dinheiro e um cartão de crédito, com o qual fizeram compras no valor de R$ 11 mil. "Nós já estávamos desconfiados da história, daí, no dia seguinte, ele voltou à delegacia com fotos das adolescentes afirmando que tinha obtido no Orkut", disse o investigador Rodrigo Santos.
Com as imagens em mãos, os investigadores localizaram as duas jovens citadas e uma terceira adolescente. "As três foram ouvidas na presença da conselheira tutelar e da família e denunciaram que tinham relações com ele e que recebiam dinheiro, presentes e até viajavam com ele, que tinha a cópia da certidão de nascimento delas", contou o investigador.
No apartamento de alto padrão onde o suspeito mora sozinho, no bairro das Pitangueiras, a polícia apreendeu dois computadores com centenas de fotos de meninas nuas em poses sexuais. Pelo menos quinze adolescentes diferentes aparecem nas imagens, tiradas no próprio apartamento. De acordo com o delegado titular Claudio Rossi, as investigações continuam para apurar se houve crime de estupro ou atentado violento ao pudor. "Por enquanto, ele vai ficar preso na cadeia anexa ao 1º DP (Delegacia de Polícia) de Vicente de Carvalho", disse o delegado.

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Santos - Um bancário aposentado de 66 anos foi preso ontem à noite no Guarujá, na Baixada Santista, por crime de pedofilia. Ele confessou possuir fotos eróticas de menores de idade e foi enquadrado em flagrante pelo artigo 241 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que considera crime o armazenamento de fotos dessa natureza. Três jovens de 14, 15 e 16 anos foram identificadas.
Os policiais da Delegacia Sede do Guarujá, no litoral paulista, estavam investigando o suspeito há uma semana, quando desconfiaram da sua conduta ao registrar um boletim de ocorrência de furto. Primeiro, o aposentado afirmou ter sido abordado na rua por duas jovens desconhecidas que haviam lhe roubado dinheiro e um cartão de crédito, com o qual fizeram compras no valor de R$ 11 mil. "Nós já estávamos desconfiados da história, daí, no dia seguinte, ele voltou à delegacia com fotos das adolescentes afirmando que tinha obtido no Orkut", disse o investigador Rodrigo Santos.
Com as imagens em mãos, os investigadores localizaram as duas jovens citadas e uma terceira adolescente. "As três foram ouvidas na presença da conselheira tutelar e da família e denunciaram que tinham relações com ele e que recebiam dinheiro, presentes e até viajavam com ele, que tinha a cópia da certidão de nascimento delas", contou o investigador.
No apartamento de alto padrão onde o suspeito mora sozinho, no bairro das Pitangueiras, a polícia apreendeu dois computadores com centenas de fotos de meninas nuas em poses sexuais. Pelo menos quinze adolescentes diferentes aparecem nas imagens, tiradas no próprio apartamento. De acordo com o delegado titular Claudio Rossi, as investigações continuam para apurar se houve crime de estupro ou atentado violento ao pudor. "Por enquanto, ele vai ficar preso na cadeia anexa ao 1º DP (Delegacia de Polícia) de Vicente de Carvalho", disse o delegado.

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Santos - Um bancário aposentado de 66 anos foi preso ontem à noite no Guarujá, na Baixada Santista, por crime de pedofilia. Ele confessou possuir fotos eróticas de menores de idade e foi enquadrado em flagrante pelo artigo 241 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que considera crime o armazenamento de fotos dessa natureza. Três jovens de 14, 15 e 16 anos foram identificadas.
Os policiais da Delegacia Sede do Guarujá, no litoral paulista, estavam investigando o suspeito há uma semana, quando desconfiaram da sua conduta ao registrar um boletim de ocorrência de furto. Primeiro, o aposentado afirmou ter sido abordado na rua por duas jovens desconhecidas que haviam lhe roubado dinheiro e um cartão de crédito, com o qual fizeram compras no valor de R$ 11 mil. "Nós já estávamos desconfiados da história, daí, no dia seguinte, ele voltou à delegacia com fotos das adolescentes afirmando que tinha obtido no Orkut", disse o investigador Rodrigo Santos.
Com as imagens em mãos, os investigadores localizaram as duas jovens citadas e uma terceira adolescente. "As três foram ouvidas na presença da conselheira tutelar e da família e denunciaram que tinham relações com ele e que recebiam dinheiro, presentes e até viajavam com ele, que tinha a cópia da certidão de nascimento delas", contou o investigador.
No apartamento de alto padrão onde o suspeito mora sozinho, no bairro das Pitangueiras, a polícia apreendeu dois computadores com centenas de fotos de meninas nuas em poses sexuais. Pelo menos quinze adolescentes diferentes aparecem nas imagens, tiradas no próprio apartamento. De acordo com o delegado titular Claudio Rossi, as investigações continuam para apurar se houve crime de estupro ou atentado violento ao pudor. "Por enquanto, ele vai ficar preso na cadeia anexa ao 1º DP (Delegacia de Polícia) de Vicente de Carvalho", disse o delegado.

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Santos - Um bancário aposentado de 66 anos foi preso ontem à noite no Guarujá, na Baixada Santista, por crime de pedofilia. Ele confessou possuir fotos eróticas de menores de idade e foi enquadrado em flagrante pelo artigo 241 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que considera crime o armazenamento de fotos dessa natureza. Três jovens de 14, 15 e 16 anos foram identificadas.
Os policiais da Delegacia Sede do Guarujá, no litoral paulista, estavam investigando o suspeito há uma semana, quando desconfiaram da sua conduta ao registrar um boletim de ocorrência de furto. Primeiro, o aposentado afirmou ter sido abordado na rua por duas jovens desconhecidas que haviam lhe roubado dinheiro e um cartão de crédito, com o qual fizeram compras no valor de R$ 11 mil. "Nós já estávamos desconfiados da história, daí, no dia seguinte, ele voltou à delegacia com fotos das adolescentes afirmando que tinha obtido no Orkut", disse o investigador Rodrigo Santos.
Com as imagens em mãos, os investigadores localizaram as duas jovens citadas e uma terceira adolescente. "As três foram ouvidas na presença da conselheira tutelar e da família e denunciaram que tinham relações com ele e que recebiam dinheiro, presentes e até viajavam com ele, que tinha a cópia da certidão de nascimento delas", contou o investigador.
No apartamento de alto padrão onde o suspeito mora sozinho, no bairro das Pitangueiras, a polícia apreendeu dois computadores com centenas de fotos de meninas nuas em poses sexuais. Pelo menos quinze adolescentes diferentes aparecem nas imagens, tiradas no próprio apartamento. De acordo com o delegado titular Claudio Rossi, as investigações continuam para apurar se houve crime de estupro ou atentado violento ao pudor. "Por enquanto, ele vai ficar preso na cadeia anexa ao 1º DP (Delegacia de Polícia) de Vicente de Carvalho", disse o delegado.

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Santos - Um bancário aposentado de 66 anos foi preso ontem à noite no Guarujá, na Baixada Santista, por crime de pedofilia. Ele confessou possuir fotos eróticas de menores de idade e foi enquadrado em flagrante pelo artigo 241 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que considera crime o armazenamento de fotos dessa natureza. Três jovens de 14, 15 e 16 anos foram identificadas.
Os policiais da Delegacia Sede do Guarujá, no litoral paulista, estavam investigando o suspeito há uma semana, quando desconfiaram da sua conduta ao registrar um boletim de ocorrência de furto. Primeiro, o aposentado afirmou ter sido abordado na rua por duas jovens desconhecidas que haviam lhe roubado dinheiro e um cartão de crédito, com o qual fizeram compras no valor de R$ 11 mil. "Nós já estávamos desconfiados da história, daí, no dia seguinte, ele voltou à delegacia com fotos das adolescentes afirmando que tinha obtido no Orkut", disse o investigador Rodrigo Santos.
Com as imagens em mãos, os investigadores localizaram as duas jovens citadas e uma terceira adolescente. "As três foram ouvidas na presença da conselheira tutelar e da família e denunciaram que tinham relações com ele e que recebiam dinheiro, presentes e até viajavam com ele, que tinha a cópia da certidão de nascimento delas", contou o investigador.
No apartamento de alto padrão onde o suspeito mora sozinho, no bairro das Pitangueiras, a polícia apreendeu dois computadores com centenas de fotos de meninas nuas em poses sexuais. Pelo menos quinze adolescentes diferentes aparecem nas imagens, tiradas no próprio apartamento. De acordo com o delegado titular Claudio Rossi, as investigações continuam para apurar se houve crime de estupro ou atentado violento ao pudor. "Por enquanto, ele vai ficar preso na cadeia anexa ao 1º DP (Delegacia de Polícia) de Vicente de Carvalho", disse o delegado.

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Os policiais da Delegacia Sede do Guarujá, no litoral paulista, estavam investigando o suspeito há uma semana, quando desconfiaram da sua conduta ao registrar um boletim de ocorrência de furto. Primeiro, o aposentado afirmou ter sido abordado na rua por duas jovens desconhecidas que haviam lhe roubado dinheiro e um cartão de crédito, com o qual fizeram compras no valor de R$ 11 mil. "Nós já estávamos desconfiados da história, daí, no dia seguinte, ele voltou à delegacia com fotos das adolescentes afirmando que tinha obtido no Orkut", disse o investigador Rodrigo Santos.
Com as imagens em mãos, os investigadores localizaram as duas jovens citadas e uma terceira adolescente. "As três foram ouvidas na presença da conselheira tutelar e da família e denunciaram que tinham relações com ele e que recebiam dinheiro, presentes e até viajavam com ele, que tinha a cópia da certidão de nascimento delas", contou o investigador.
No apartamento de alto padrão onde o suspeito mora sozinho, no bairro das Pitangueiras, a polícia apreendeu dois computadores com centenas de fotos de meninas nuas em poses sexuais. Pelo menos quinze adolescentes diferentes aparecem nas imagens, tiradas no próprio apartamento. De acordo com o delegado titular Claudio Rossi, as investigações continuam para apurar se houve crime de estupro ou atentado violento ao pudor. "Por enquanto, ele vai ficar preso na cadeia anexa ao 1º DP (Delegacia de Polícia) de Vicente de Carvalho", disse o delegado.

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Santos - Um bancário aposentado de 66 anos foi preso ontem à noite no Guarujá, na Baixada Santista, por crime de pedofilia. Ele confessou possuir fotos eróticas de menores de idade e foi enquadrado em flagrante pelo artigo 241 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que considera crime o armazenamento de fotos dessa natureza. Três jovens de 14, 15 e 16 anos foram identificadas.
Os policiais da Delegacia Sede do Guarujá, no litoral paulista, estavam investigando o suspeito há uma semana, quando desconfiaram da sua conduta ao registrar um boletim de ocorrência de furto. Primeiro, o aposentado afirmou ter sido abordado na rua por duas jovens desconhecidas que haviam lhe roubado dinheiro e um cartão de crédito, com o qual fizeram compras no valor de R$ 11 mil. "Nós já estávamos desconfiados da história, daí, no dia seguinte, ele voltou à delegacia com fotos das adolescentes afirmando que tinha obtido no Orkut", disse o investigador Rodrigo Santos.
Com as imagens em mãos, os investigadores localizaram as duas jovens citadas e uma terceira adolescente. "As três foram ouvidas na presença da conselheira tutelar e da família e denunciaram que tinham relações com ele e que recebiam dinheiro, presentes e até viajavam com ele, que tinha a cópia da certidão de nascimento delas", contou o investigador.
No apartamento de alto padrão onde o suspeito mora sozinho, no bairro das Pitangueiras, a polícia apreendeu dois computadores com centenas de fotos de meninas nuas em poses sexuais. Pelo menos quinze adolescentes diferentes aparecem nas imagens, tiradas no próprio apartamento. De acordo com o delegado titular Claudio Rossi, as investigações continuam para apurar se houve crime de estupro ou atentado violento ao pudor. "Por enquanto, ele vai ficar preso na cadeia anexa ao 1º DP (Delegacia de Polícia) de Vicente de Carvalho", disse o delegado.

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Santos - Um bancário aposentado de 66 anos foi preso ontem à noite no Guarujá, na Baixada Santista, por crime de pedofilia. Ele confessou possuir fotos eróticas de menores de idade e foi enquadrado em flagrante pelo artigo 241 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que considera crime o armazenamento de fotos dessa natureza. Três jovens de 14, 15 e 16 anos foram identificadas.
Os policiais da Delegacia Sede do Guarujá, no litoral paulista, estavam investigando o suspeito há uma semana, quando desconfiaram da sua conduta ao registrar um boletim de ocorrência de furto. Primeiro, o aposentado afirmou ter sido abordado na rua por duas jovens desconhecidas que haviam lhe roubado dinheiro e um cartão de crédito, com o qual fizeram compras no valor de R$ 11 mil. "Nós já estávamos desconfiados da história, daí, no dia seguinte, ele voltou à delegacia com fotos das adolescentes afirmando que tinha obtido no Orkut", disse o investigador Rodrigo Santos.
Com as imagens em mãos, os investigadores localizaram as duas jovens citadas e uma terceira adolescente. "As três foram ouvidas na presença da conselheira tutelar e da família e denunciaram que tinham relações com ele e que recebiam dinheiro, presentes e até viajavam com ele, que tinha a cópia da certidão de nascimento delas", contou o investigador.
No apartamento de alto padrão onde o suspeito mora sozinho, no bairro das Pitangueiras, a polícia apreendeu dois computadores com centenas de fotos de meninas nuas em poses sexuais. Pelo menos quinze adolescentes diferentes aparecem nas imagens, tiradas no próprio apartamento. De acordo com o delegado titular Claudio Rossi, as investigações continuam para apurar se houve crime de estupro ou atentado violento ao pudor. "Por enquanto, ele vai ficar preso na cadeia anexa ao 1º DP (Delegacia de Polícia) de Vicente de Carvalho", disse o delegado.

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Professor da UFRJ propõe uma nova função para o luminol

Rio - Usado pela polícia para ajudar a desvendar crimes, o luminol, que identifica substâncias como sangue, mesmo após o local ter sido lavado, poderá ser utilizado também para localizar aeronaves que caem em lugares de difícil acesso e, consequentemente, encontrar com rapidez as vítimas. A ideia é do farmacêutico Claudio Cerqueira Lopes, 53 anos, professor de Química da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), criador do luminol brasileiro, mais eficaz que o dos Estados Unidos.
O luminol puro reluz durante 30 segundos. Já misturado a outras substâncias, prolonga em até duas horas a luminosidade, que pode ser percebida por satélite. O produto, que é líquido, será acondicionado em sacos de polipropileno, desenvolvido também por Cerqueira, e ‘colado’ na fuselagem do avião. Segundo o professor, a ideia é colocar um milhão desses sacos — cada um pesando apenas 0,1 grama — nas aeronaves. “Com o impacto da queda, ele se espalhará e ‘iluminará’ o local. Dessa forma, a aeronave pode ser localizada e, se houver sobreviventes, eles serão resgatados rapidamente. Se houver mortos, a família terão acesso aos corpos e saberá o destino dos parentes”, explicou o professor, PhD em Química e doutor na mesma área pelos EUA.

O produto foi apresentado este mês na Latin America Aerospace and Defense, no Riocentro. Cerqueira espera apoio para conseguir testá-lo. O luminol criado por ele foi patenteado pelos EUA depois do caso Isabella Nardoni, a menina que morreu ao ser jogada da janela em São Paulo, em 2008.


fonte: O DIA ON LINE
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Professor da UFRJ propõe uma nova função para o luminol

Rio - Usado pela polícia para ajudar a desvendar crimes, o luminol, que identifica substâncias como sangue, mesmo após o local ter sido lavado, poderá ser utilizado também para localizar aeronaves que caem em lugares de difícil acesso e, consequentemente, encontrar com rapidez as vítimas. A ideia é do farmacêutico Claudio Cerqueira Lopes, 53 anos, professor de Química da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), criador do luminol brasileiro, mais eficaz que o dos Estados Unidos.
O luminol puro reluz durante 30 segundos. Já misturado a outras substâncias, prolonga em até duas horas a luminosidade, que pode ser percebida por satélite. O produto, que é líquido, será acondicionado em sacos de polipropileno, desenvolvido também por Cerqueira, e ‘colado’ na fuselagem do avião. Segundo o professor, a ideia é colocar um milhão desses sacos — cada um pesando apenas 0,1 grama — nas aeronaves. “Com o impacto da queda, ele se espalhará e ‘iluminará’ o local. Dessa forma, a aeronave pode ser localizada e, se houver sobreviventes, eles serão resgatados rapidamente. Se houver mortos, a família terão acesso aos corpos e saberá o destino dos parentes”, explicou o professor, PhD em Química e doutor na mesma área pelos EUA.

O produto foi apresentado este mês na Latin America Aerospace and Defense, no Riocentro. Cerqueira espera apoio para conseguir testá-lo. O luminol criado por ele foi patenteado pelos EUA depois do caso Isabella Nardoni, a menina que morreu ao ser jogada da janela em São Paulo, em 2008.


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Rio - Usado pela polícia para ajudar a desvendar crimes, o luminol, que identifica substâncias como sangue, mesmo após o local ter sido lavado, poderá ser utilizado também para localizar aeronaves que caem em lugares de difícil acesso e, consequentemente, encontrar com rapidez as vítimas. A ideia é do farmacêutico Claudio Cerqueira Lopes, 53 anos, professor de Química da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), criador do luminol brasileiro, mais eficaz que o dos Estados Unidos.
O luminol puro reluz durante 30 segundos. Já misturado a outras substâncias, prolonga em até duas horas a luminosidade, que pode ser percebida por satélite. O produto, que é líquido, será acondicionado em sacos de polipropileno, desenvolvido também por Cerqueira, e ‘colado’ na fuselagem do avião. Segundo o professor, a ideia é colocar um milhão desses sacos — cada um pesando apenas 0,1 grama — nas aeronaves. “Com o impacto da queda, ele se espalhará e ‘iluminará’ o local. Dessa forma, a aeronave pode ser localizada e, se houver sobreviventes, eles serão resgatados rapidamente. Se houver mortos, a família terão acesso aos corpos e saberá o destino dos parentes”, explicou o professor, PhD em Química e doutor na mesma área pelos EUA.

O produto foi apresentado este mês na Latin America Aerospace and Defense, no Riocentro. Cerqueira espera apoio para conseguir testá-lo. O luminol criado por ele foi patenteado pelos EUA depois do caso Isabella Nardoni, a menina que morreu ao ser jogada da janela em São Paulo, em 2008.


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O luminol puro reluz durante 30 segundos. Já misturado a outras substâncias, prolonga em até duas horas a luminosidade, que pode ser percebida por satélite. O produto, que é líquido, será acondicionado em sacos de polipropileno, desenvolvido também por Cerqueira, e ‘colado’ na fuselagem do avião. Segundo o professor, a ideia é colocar um milhão desses sacos — cada um pesando apenas 0,1 grama — nas aeronaves. “Com o impacto da queda, ele se espalhará e ‘iluminará’ o local. Dessa forma, a aeronave pode ser localizada e, se houver sobreviventes, eles serão resgatados rapidamente. Se houver mortos, a família terão acesso aos corpos e saberá o destino dos parentes”, explicou o professor, PhD em Química e doutor na mesma área pelos EUA.

O produto foi apresentado este mês na Latin America Aerospace and Defense, no Riocentro. Cerqueira espera apoio para conseguir testá-lo. O luminol criado por ele foi patenteado pelos EUA depois do caso Isabella Nardoni, a menina que morreu ao ser jogada da janela em São Paulo, em 2008.


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O luminol puro reluz durante 30 segundos. Já misturado a outras substâncias, prolonga em até duas horas a luminosidade, que pode ser percebida por satélite. O produto, que é líquido, será acondicionado em sacos de polipropileno, desenvolvido também por Cerqueira, e ‘colado’ na fuselagem do avião. Segundo o professor, a ideia é colocar um milhão desses sacos — cada um pesando apenas 0,1 grama — nas aeronaves. “Com o impacto da queda, ele se espalhará e ‘iluminará’ o local. Dessa forma, a aeronave pode ser localizada e, se houver sobreviventes, eles serão resgatados rapidamente. Se houver mortos, a família terão acesso aos corpos e saberá o destino dos parentes”, explicou o professor, PhD em Química e doutor na mesma área pelos EUA.

O produto foi apresentado este mês na Latin America Aerospace and Defense, no Riocentro. Cerqueira espera apoio para conseguir testá-lo. O luminol criado por ele foi patenteado pelos EUA depois do caso Isabella Nardoni, a menina que morreu ao ser jogada da janela em São Paulo, em 2008.


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O luminol puro reluz durante 30 segundos. Já misturado a outras substâncias, prolonga em até duas horas a luminosidade, que pode ser percebida por satélite. O produto, que é líquido, será acondicionado em sacos de polipropileno, desenvolvido também por Cerqueira, e ‘colado’ na fuselagem do avião. Segundo o professor, a ideia é colocar um milhão desses sacos — cada um pesando apenas 0,1 grama — nas aeronaves. “Com o impacto da queda, ele se espalhará e ‘iluminará’ o local. Dessa forma, a aeronave pode ser localizada e, se houver sobreviventes, eles serão resgatados rapidamente. Se houver mortos, a família terão acesso aos corpos e saberá o destino dos parentes”, explicou o professor, PhD em Química e doutor na mesma área pelos EUA.

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O luminol puro reluz durante 30 segundos. Já misturado a outras substâncias, prolonga em até duas horas a luminosidade, que pode ser percebida por satélite. O produto, que é líquido, será acondicionado em sacos de polipropileno, desenvolvido também por Cerqueira, e ‘colado’ na fuselagem do avião. Segundo o professor, a ideia é colocar um milhão desses sacos — cada um pesando apenas 0,1 grama — nas aeronaves. “Com o impacto da queda, ele se espalhará e ‘iluminará’ o local. Dessa forma, a aeronave pode ser localizada e, se houver sobreviventes, eles serão resgatados rapidamente. Se houver mortos, a família terão acesso aos corpos e saberá o destino dos parentes”, explicou o professor, PhD em Química e doutor na mesma área pelos EUA.

O produto foi apresentado este mês na Latin America Aerospace and Defense, no Riocentro. Cerqueira espera apoio para conseguir testá-lo. O luminol criado por ele foi patenteado pelos EUA depois do caso Isabella Nardoni, a menina que morreu ao ser jogada da janela em São Paulo, em 2008.


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O luminol puro reluz durante 30 segundos. Já misturado a outras substâncias, prolonga em até duas horas a luminosidade, que pode ser percebida por satélite. O produto, que é líquido, será acondicionado em sacos de polipropileno, desenvolvido também por Cerqueira, e ‘colado’ na fuselagem do avião. Segundo o professor, a ideia é colocar um milhão desses sacos — cada um pesando apenas 0,1 grama — nas aeronaves. “Com o impacto da queda, ele se espalhará e ‘iluminará’ o local. Dessa forma, a aeronave pode ser localizada e, se houver sobreviventes, eles serão resgatados rapidamente. Se houver mortos, a família terão acesso aos corpos e saberá o destino dos parentes”, explicou o professor, PhD em Química e doutor na mesma área pelos EUA.

O produto foi apresentado este mês na Latin America Aerospace and Defense, no Riocentro. Cerqueira espera apoio para conseguir testá-lo. O luminol criado por ele foi patenteado pelos EUA depois do caso Isabella Nardoni, a menina que morreu ao ser jogada da janela em São Paulo, em 2008.


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O luminol puro reluz durante 30 segundos. Já misturado a outras substâncias, prolonga em até duas horas a luminosidade, que pode ser percebida por satélite. O produto, que é líquido, será acondicionado em sacos de polipropileno, desenvolvido também por Cerqueira, e ‘colado’ na fuselagem do avião. Segundo o professor, a ideia é colocar um milhão desses sacos — cada um pesando apenas 0,1 grama — nas aeronaves. “Com o impacto da queda, ele se espalhará e ‘iluminará’ o local. Dessa forma, a aeronave pode ser localizada e, se houver sobreviventes, eles serão resgatados rapidamente. Se houver mortos, a família terão acesso aos corpos e saberá o destino dos parentes”, explicou o professor, PhD em Química e doutor na mesma área pelos EUA.

O produto foi apresentado este mês na Latin America Aerospace and Defense, no Riocentro. Cerqueira espera apoio para conseguir testá-lo. O luminol criado por ele foi patenteado pelos EUA depois do caso Isabella Nardoni, a menina que morreu ao ser jogada da janela em São Paulo, em 2008.


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Resgate foi feito na tarde da última terça-feira (28). Animal ficou levemente ferido e foi levado para o RioZoo.

Um tamanduá-mirim foi resgatado pelos bombeiros em uma casa localizada no Alto da Boa Vista, na Zona Norte do Rio.
Segundo informações da assessoria do Corpo de Bombeiros e da Fundação RioZoo, o animal foi atacado por cachorros da residência, e ficou levemente ferido.
O resgate foi feito pelos bombeiros na tarde de terça-feira (28), em uma casa localizada na Estrada de Furnas. Os bombeiros encaminharam o tamanduá para o Grupamento de Defesa Ambiental (GDA) da Guarda Municipal, que levou o animal para o Zoológico do Rio, na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, também na Zona Norte.


fonte:G1
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Um tamanduá-mirim foi resgatado pelos bombeiros em uma casa localizada no Alto da Boa Vista, na Zona Norte do Rio.
Segundo informações da assessoria do Corpo de Bombeiros e da Fundação RioZoo, o animal foi atacado por cachorros da residência, e ficou levemente ferido.
O resgate foi feito pelos bombeiros na tarde de terça-feira (28), em uma casa localizada na Estrada de Furnas. Os bombeiros encaminharam o tamanduá para o Grupamento de Defesa Ambiental (GDA) da Guarda Municipal, que levou o animal para o Zoológico do Rio, na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, também na Zona Norte.


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Um tamanduá-mirim foi resgatado pelos bombeiros em uma casa localizada no Alto da Boa Vista, na Zona Norte do Rio.
Segundo informações da assessoria do Corpo de Bombeiros e da Fundação RioZoo, o animal foi atacado por cachorros da residência, e ficou levemente ferido.
O resgate foi feito pelos bombeiros na tarde de terça-feira (28), em uma casa localizada na Estrada de Furnas. Os bombeiros encaminharam o tamanduá para o Grupamento de Defesa Ambiental (GDA) da Guarda Municipal, que levou o animal para o Zoológico do Rio, na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, também na Zona Norte.


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Resgate foi feito na tarde da última terça-feira (28). Animal ficou levemente ferido e foi levado para o RioZoo.

Um tamanduá-mirim foi resgatado pelos bombeiros em uma casa localizada no Alto da Boa Vista, na Zona Norte do Rio.
Segundo informações da assessoria do Corpo de Bombeiros e da Fundação RioZoo, o animal foi atacado por cachorros da residência, e ficou levemente ferido.
O resgate foi feito pelos bombeiros na tarde de terça-feira (28), em uma casa localizada na Estrada de Furnas. Os bombeiros encaminharam o tamanduá para o Grupamento de Defesa Ambiental (GDA) da Guarda Municipal, que levou o animal para o Zoológico do Rio, na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, também na Zona Norte.


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Resgate foi feito na tarde da última terça-feira (28). Animal ficou levemente ferido e foi levado para o RioZoo.

Um tamanduá-mirim foi resgatado pelos bombeiros em uma casa localizada no Alto da Boa Vista, na Zona Norte do Rio.
Segundo informações da assessoria do Corpo de Bombeiros e da Fundação RioZoo, o animal foi atacado por cachorros da residência, e ficou levemente ferido.
O resgate foi feito pelos bombeiros na tarde de terça-feira (28), em uma casa localizada na Estrada de Furnas. Os bombeiros encaminharam o tamanduá para o Grupamento de Defesa Ambiental (GDA) da Guarda Municipal, que levou o animal para o Zoológico do Rio, na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, também na Zona Norte.


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Resgate foi feito na tarde da última terça-feira (28). Animal ficou levemente ferido e foi levado para o RioZoo.

Um tamanduá-mirim foi resgatado pelos bombeiros em uma casa localizada no Alto da Boa Vista, na Zona Norte do Rio.
Segundo informações da assessoria do Corpo de Bombeiros e da Fundação RioZoo, o animal foi atacado por cachorros da residência, e ficou levemente ferido.
O resgate foi feito pelos bombeiros na tarde de terça-feira (28), em uma casa localizada na Estrada de Furnas. Os bombeiros encaminharam o tamanduá para o Grupamento de Defesa Ambiental (GDA) da Guarda Municipal, que levou o animal para o Zoológico do Rio, na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, também na Zona Norte.


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Um tamanduá-mirim foi resgatado pelos bombeiros em uma casa localizada no Alto da Boa Vista, na Zona Norte do Rio.
Segundo informações da assessoria do Corpo de Bombeiros e da Fundação RioZoo, o animal foi atacado por cachorros da residência, e ficou levemente ferido.
O resgate foi feito pelos bombeiros na tarde de terça-feira (28), em uma casa localizada na Estrada de Furnas. Os bombeiros encaminharam o tamanduá para o Grupamento de Defesa Ambiental (GDA) da Guarda Municipal, que levou o animal para o Zoológico do Rio, na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, também na Zona Norte.


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Um tamanduá-mirim foi resgatado pelos bombeiros em uma casa localizada no Alto da Boa Vista, na Zona Norte do Rio.
Segundo informações da assessoria do Corpo de Bombeiros e da Fundação RioZoo, o animal foi atacado por cachorros da residência, e ficou levemente ferido.
O resgate foi feito pelos bombeiros na tarde de terça-feira (28), em uma casa localizada na Estrada de Furnas. Os bombeiros encaminharam o tamanduá para o Grupamento de Defesa Ambiental (GDA) da Guarda Municipal, que levou o animal para o Zoológico do Rio, na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, também na Zona Norte.


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Um tamanduá-mirim foi resgatado pelos bombeiros em uma casa localizada no Alto da Boa Vista, na Zona Norte do Rio.
Segundo informações da assessoria do Corpo de Bombeiros e da Fundação RioZoo, o animal foi atacado por cachorros da residência, e ficou levemente ferido.
O resgate foi feito pelos bombeiros na tarde de terça-feira (28), em uma casa localizada na Estrada de Furnas. Os bombeiros encaminharam o tamanduá para o Grupamento de Defesa Ambiental (GDA) da Guarda Municipal, que levou o animal para o Zoológico do Rio, na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, também na Zona Norte.


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Segundo a polícia, ele também tentou matar ex-sogra e fugiu de moto.Ele estava armado e foi preso por policiais militares durante a fuga.

Um homem foi preso depois de tentar matar a ex-sogra e o filho e ainda atropelar seis pessoas enquanto fugia da polícia, na noite desta terça-feira (28), em São José da Lapa (MG). Entre os atropelados está um menino de 7 anos, que foi levado em estado grave para um hospital da cidade, junto com as outra vítimas. Segundo informações da Polícia Militar, o acidente aconteceu quando o homem fugia em alta velocidade em uma motocicleta. Os policiais informaram que o homem tinha invadido a residência onde vivem sua ex-sogra e seu filho. Ele sacou um revólver calibre 32 e atirou contra os dois, sem acertá-los.


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Segundo a polícia, ele também tentou matar ex-sogra e fugiu de moto.Ele estava armado e foi preso por policiais militares durante a fuga.

Um homem foi preso depois de tentar matar a ex-sogra e o filho e ainda atropelar seis pessoas enquanto fugia da polícia, na noite desta terça-feira (28), em São José da Lapa (MG). Entre os atropelados está um menino de 7 anos, que foi levado em estado grave para um hospital da cidade, junto com as outra vítimas. Segundo informações da Polícia Militar, o acidente aconteceu quando o homem fugia em alta velocidade em uma motocicleta. Os policiais informaram que o homem tinha invadido a residência onde vivem sua ex-sogra e seu filho. Ele sacou um revólver calibre 32 e atirou contra os dois, sem acertá-los.


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Um homem foi preso depois de tentar matar a ex-sogra e o filho e ainda atropelar seis pessoas enquanto fugia da polícia, na noite desta terça-feira (28), em São José da Lapa (MG). Entre os atropelados está um menino de 7 anos, que foi levado em estado grave para um hospital da cidade, junto com as outra vítimas. Segundo informações da Polícia Militar, o acidente aconteceu quando o homem fugia em alta velocidade em uma motocicleta. Os policiais informaram que o homem tinha invadido a residência onde vivem sua ex-sogra e seu filho. Ele sacou um revólver calibre 32 e atirou contra os dois, sem acertá-los.


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Segundo a polícia, ele também tentou matar ex-sogra e fugiu de moto.Ele estava armado e foi preso por policiais militares durante a fuga.

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RIO - Ela pesa de 15g a 30g, fica perto do gogó em frente à traqueia e tem o formato de escudo ou borboleta. Apesar de pequena em relação a outras partes do corpo, a glândula tireoide é essencial para o funcionamento de órgãos vitais, como cérebro, coração, fígado e rins, como mostra reportagem de Antônio Marinho no jornal O Globo. Mas nem sempre recebe a devida importância na consulta clínica.
Queixas de coração acelerado, irritação, ansiedade, perda de apetite ou excesso de peso, queda de cabelo, fraqueza muscular e das unhas, por exemplo, podem ter origem no mau funcionamento da tireoide. A importância do exame da glândula é um dos temas do XIII Congresso Latino-Americano de Tireoide, que começa nesta sexta-feira em Gramado (RS). Médicos criticam ainda fórmulas emagrecedoras manipuladas e vendidas sem controle. Elas contêm hormônios tireoidianos que causam sérios danos.
A principal função da glândula é produzir e armazenar hormônios (T3, triiodotironina, e T4, tiroxina). Eles têm importância para a regulação do ciclo menstrual, a fertilidade, a memória, a concentração e o humor. Quando a glândula se torna muito ativa, ocorre o hipertireoidismo. Se produz hormônio em quantidade insuficiente, há o hipo. Cada uma dessas alterações tem sintomas distintos, com efeitos nocivos. Daí o perigo de consumir fórmulas para emagrecer.
- Muitas dessas fórmulas, às vezes sem conhecimento do próprio paciente, levam hormônios tireoidianos que são maléficos. Inexiste indicação de usar o hormônio tireoidiano para tratar obesidade. Ele deve ser indicado no hipotireoidismo - alerta Mario Vaisman, professor titular da UFRJ e membro de corpo editorial da revista "Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia".


fonte: O GLOBO ON LINE
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RIO - Ela pesa de 15g a 30g, fica perto do gogó em frente à traqueia e tem o formato de escudo ou borboleta. Apesar de pequena em relação a outras partes do corpo, a glândula tireoide é essencial para o funcionamento de órgãos vitais, como cérebro, coração, fígado e rins, como mostra reportagem de Antônio Marinho no jornal O Globo. Mas nem sempre recebe a devida importância na consulta clínica.
Queixas de coração acelerado, irritação, ansiedade, perda de apetite ou excesso de peso, queda de cabelo, fraqueza muscular e das unhas, por exemplo, podem ter origem no mau funcionamento da tireoide. A importância do exame da glândula é um dos temas do XIII Congresso Latino-Americano de Tireoide, que começa nesta sexta-feira em Gramado (RS). Médicos criticam ainda fórmulas emagrecedoras manipuladas e vendidas sem controle. Elas contêm hormônios tireoidianos que causam sérios danos.
A principal função da glândula é produzir e armazenar hormônios (T3, triiodotironina, e T4, tiroxina). Eles têm importância para a regulação do ciclo menstrual, a fertilidade, a memória, a concentração e o humor. Quando a glândula se torna muito ativa, ocorre o hipertireoidismo. Se produz hormônio em quantidade insuficiente, há o hipo. Cada uma dessas alterações tem sintomas distintos, com efeitos nocivos. Daí o perigo de consumir fórmulas para emagrecer.
- Muitas dessas fórmulas, às vezes sem conhecimento do próprio paciente, levam hormônios tireoidianos que são maléficos. Inexiste indicação de usar o hormônio tireoidiano para tratar obesidade. Ele deve ser indicado no hipotireoidismo - alerta Mario Vaisman, professor titular da UFRJ e membro de corpo editorial da revista "Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia".


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Queixas de coração acelerado, irritação, ansiedade, perda de apetite ou excesso de peso, queda de cabelo, fraqueza muscular e das unhas, por exemplo, podem ter origem no mau funcionamento da tireoide. A importância do exame da glândula é um dos temas do XIII Congresso Latino-Americano de Tireoide, que começa nesta sexta-feira em Gramado (RS). Médicos criticam ainda fórmulas emagrecedoras manipuladas e vendidas sem controle. Elas contêm hormônios tireoidianos que causam sérios danos.
A principal função da glândula é produzir e armazenar hormônios (T3, triiodotironina, e T4, tiroxina). Eles têm importância para a regulação do ciclo menstrual, a fertilidade, a memória, a concentração e o humor. Quando a glândula se torna muito ativa, ocorre o hipertireoidismo. Se produz hormônio em quantidade insuficiente, há o hipo. Cada uma dessas alterações tem sintomas distintos, com efeitos nocivos. Daí o perigo de consumir fórmulas para emagrecer.
- Muitas dessas fórmulas, às vezes sem conhecimento do próprio paciente, levam hormônios tireoidianos que são maléficos. Inexiste indicação de usar o hormônio tireoidiano para tratar obesidade. Ele deve ser indicado no hipotireoidismo - alerta Mario Vaisman, professor titular da UFRJ e membro de corpo editorial da revista "Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia".


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Queixas de coração acelerado, irritação, ansiedade, perda de apetite ou excesso de peso, queda de cabelo, fraqueza muscular e das unhas, por exemplo, podem ter origem no mau funcionamento da tireoide. A importância do exame da glândula é um dos temas do XIII Congresso Latino-Americano de Tireoide, que começa nesta sexta-feira em Gramado (RS). Médicos criticam ainda fórmulas emagrecedoras manipuladas e vendidas sem controle. Elas contêm hormônios tireoidianos que causam sérios danos.
A principal função da glândula é produzir e armazenar hormônios (T3, triiodotironina, e T4, tiroxina). Eles têm importância para a regulação do ciclo menstrual, a fertilidade, a memória, a concentração e o humor. Quando a glândula se torna muito ativa, ocorre o hipertireoidismo. Se produz hormônio em quantidade insuficiente, há o hipo. Cada uma dessas alterações tem sintomas distintos, com efeitos nocivos. Daí o perigo de consumir fórmulas para emagrecer.
- Muitas dessas fórmulas, às vezes sem conhecimento do próprio paciente, levam hormônios tireoidianos que são maléficos. Inexiste indicação de usar o hormônio tireoidiano para tratar obesidade. Ele deve ser indicado no hipotireoidismo - alerta Mario Vaisman, professor titular da UFRJ e membro de corpo editorial da revista "Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia".


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Queixas de coração acelerado, irritação, ansiedade, perda de apetite ou excesso de peso, queda de cabelo, fraqueza muscular e das unhas, por exemplo, podem ter origem no mau funcionamento da tireoide. A importância do exame da glândula é um dos temas do XIII Congresso Latino-Americano de Tireoide, que começa nesta sexta-feira em Gramado (RS). Médicos criticam ainda fórmulas emagrecedoras manipuladas e vendidas sem controle. Elas contêm hormônios tireoidianos que causam sérios danos.
A principal função da glândula é produzir e armazenar hormônios (T3, triiodotironina, e T4, tiroxina). Eles têm importância para a regulação do ciclo menstrual, a fertilidade, a memória, a concentração e o humor. Quando a glândula se torna muito ativa, ocorre o hipertireoidismo. Se produz hormônio em quantidade insuficiente, há o hipo. Cada uma dessas alterações tem sintomas distintos, com efeitos nocivos. Daí o perigo de consumir fórmulas para emagrecer.
- Muitas dessas fórmulas, às vezes sem conhecimento do próprio paciente, levam hormônios tireoidianos que são maléficos. Inexiste indicação de usar o hormônio tireoidiano para tratar obesidade. Ele deve ser indicado no hipotireoidismo - alerta Mario Vaisman, professor titular da UFRJ e membro de corpo editorial da revista "Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia".


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Queixas de coração acelerado, irritação, ansiedade, perda de apetite ou excesso de peso, queda de cabelo, fraqueza muscular e das unhas, por exemplo, podem ter origem no mau funcionamento da tireoide. A importância do exame da glândula é um dos temas do XIII Congresso Latino-Americano de Tireoide, que começa nesta sexta-feira em Gramado (RS). Médicos criticam ainda fórmulas emagrecedoras manipuladas e vendidas sem controle. Elas contêm hormônios tireoidianos que causam sérios danos.
A principal função da glândula é produzir e armazenar hormônios (T3, triiodotironina, e T4, tiroxina). Eles têm importância para a regulação do ciclo menstrual, a fertilidade, a memória, a concentração e o humor. Quando a glândula se torna muito ativa, ocorre o hipertireoidismo. Se produz hormônio em quantidade insuficiente, há o hipo. Cada uma dessas alterações tem sintomas distintos, com efeitos nocivos. Daí o perigo de consumir fórmulas para emagrecer.
- Muitas dessas fórmulas, às vezes sem conhecimento do próprio paciente, levam hormônios tireoidianos que são maléficos. Inexiste indicação de usar o hormônio tireoidiano para tratar obesidade. Ele deve ser indicado no hipotireoidismo - alerta Mario Vaisman, professor titular da UFRJ e membro de corpo editorial da revista "Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia".


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Queixas de coração acelerado, irritação, ansiedade, perda de apetite ou excesso de peso, queda de cabelo, fraqueza muscular e das unhas, por exemplo, podem ter origem no mau funcionamento da tireoide. A importância do exame da glândula é um dos temas do XIII Congresso Latino-Americano de Tireoide, que começa nesta sexta-feira em Gramado (RS). Médicos criticam ainda fórmulas emagrecedoras manipuladas e vendidas sem controle. Elas contêm hormônios tireoidianos que causam sérios danos.
A principal função da glândula é produzir e armazenar hormônios (T3, triiodotironina, e T4, tiroxina). Eles têm importância para a regulação do ciclo menstrual, a fertilidade, a memória, a concentração e o humor. Quando a glândula se torna muito ativa, ocorre o hipertireoidismo. Se produz hormônio em quantidade insuficiente, há o hipo. Cada uma dessas alterações tem sintomas distintos, com efeitos nocivos. Daí o perigo de consumir fórmulas para emagrecer.
- Muitas dessas fórmulas, às vezes sem conhecimento do próprio paciente, levam hormônios tireoidianos que são maléficos. Inexiste indicação de usar o hormônio tireoidiano para tratar obesidade. Ele deve ser indicado no hipotireoidismo - alerta Mario Vaisman, professor titular da UFRJ e membro de corpo editorial da revista "Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia".


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Queixas de coração acelerado, irritação, ansiedade, perda de apetite ou excesso de peso, queda de cabelo, fraqueza muscular e das unhas, por exemplo, podem ter origem no mau funcionamento da tireoide. A importância do exame da glândula é um dos temas do XIII Congresso Latino-Americano de Tireoide, que começa nesta sexta-feira em Gramado (RS). Médicos criticam ainda fórmulas emagrecedoras manipuladas e vendidas sem controle. Elas contêm hormônios tireoidianos que causam sérios danos.
A principal função da glândula é produzir e armazenar hormônios (T3, triiodotironina, e T4, tiroxina). Eles têm importância para a regulação do ciclo menstrual, a fertilidade, a memória, a concentração e o humor. Quando a glândula se torna muito ativa, ocorre o hipertireoidismo. Se produz hormônio em quantidade insuficiente, há o hipo. Cada uma dessas alterações tem sintomas distintos, com efeitos nocivos. Daí o perigo de consumir fórmulas para emagrecer.
- Muitas dessas fórmulas, às vezes sem conhecimento do próprio paciente, levam hormônios tireoidianos que são maléficos. Inexiste indicação de usar o hormônio tireoidiano para tratar obesidade. Ele deve ser indicado no hipotireoidismo - alerta Mario Vaisman, professor titular da UFRJ e membro de corpo editorial da revista "Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia".


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Queixas de coração acelerado, irritação, ansiedade, perda de apetite ou excesso de peso, queda de cabelo, fraqueza muscular e das unhas, por exemplo, podem ter origem no mau funcionamento da tireoide. A importância do exame da glândula é um dos temas do XIII Congresso Latino-Americano de Tireoide, que começa nesta sexta-feira em Gramado (RS). Médicos criticam ainda fórmulas emagrecedoras manipuladas e vendidas sem controle. Elas contêm hormônios tireoidianos que causam sérios danos.
A principal função da glândula é produzir e armazenar hormônios (T3, triiodotironina, e T4, tiroxina). Eles têm importância para a regulação do ciclo menstrual, a fertilidade, a memória, a concentração e o humor. Quando a glândula se torna muito ativa, ocorre o hipertireoidismo. Se produz hormônio em quantidade insuficiente, há o hipo. Cada uma dessas alterações tem sintomas distintos, com efeitos nocivos. Daí o perigo de consumir fórmulas para emagrecer.
- Muitas dessas fórmulas, às vezes sem conhecimento do próprio paciente, levam hormônios tireoidianos que são maléficos. Inexiste indicação de usar o hormônio tireoidiano para tratar obesidade. Ele deve ser indicado no hipotireoidismo - alerta Mario Vaisman, professor titular da UFRJ e membro de corpo editorial da revista "Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia".


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Menina morreu na segunda, mas mulher decidiu esconder o cadáver com medo da reação do pai.

Rio de Janeiro - Uma mulher foi presa na noite de ontem por suspeita de matar e ocultar o corpo da própria filha. Maria Gloria Silva Magalhães teria contratado dois homens para esconder o corpo, mas eles acabaram presos durante uma blitz da Polícia Militar (PM) no Cachambi, no subúrbio do Rio de Janeiro, quando transportavam a vítima, de 20 anos, dentro de um carro. A suspeita afirmou em depoimento que a filha morreu na segunda-feira depois de chegar em casa passando mal, mas não falou com a família porque tinha medo da reação do pai.De acordo com a PM, Gerson Luis dos Santos, de 45 anos, e Leandro Moreira Moura, de 25, confessaram que tinham sido contratados por Maria Gloria, de 45 anos, para ocultar o corpo de Suzana Silva Magalhães. Peritos encontraram marcas de sangue e cabelo em um dos cômodos da casa da família. Segundo a perícia, Suzana estava com um ferimento profundo na cabeça, que provocou o afundamento do crânio. Silvio da Costa Silva, de 49 anos, tio da vítima, também foi detido porque disse que ouviu gritos na casa da jovem na segunda-feira e não chamou a polícia. Segundo a corporação, Silva foi acusado de participar da tentativa de ocultar o corpo. O caso foi encaminhado à 44ª Delegacia de Polícia (DP).


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Menina morreu na segunda, mas mulher decidiu esconder o cadáver com medo da reação do pai.

Rio de Janeiro - Uma mulher foi presa na noite de ontem por suspeita de matar e ocultar o corpo da própria filha. Maria Gloria Silva Magalhães teria contratado dois homens para esconder o corpo, mas eles acabaram presos durante uma blitz da Polícia Militar (PM) no Cachambi, no subúrbio do Rio de Janeiro, quando transportavam a vítima, de 20 anos, dentro de um carro. A suspeita afirmou em depoimento que a filha morreu na segunda-feira depois de chegar em casa passando mal, mas não falou com a família porque tinha medo da reação do pai.De acordo com a PM, Gerson Luis dos Santos, de 45 anos, e Leandro Moreira Moura, de 25, confessaram que tinham sido contratados por Maria Gloria, de 45 anos, para ocultar o corpo de Suzana Silva Magalhães. Peritos encontraram marcas de sangue e cabelo em um dos cômodos da casa da família. Segundo a perícia, Suzana estava com um ferimento profundo na cabeça, que provocou o afundamento do crânio. Silvio da Costa Silva, de 49 anos, tio da vítima, também foi detido porque disse que ouviu gritos na casa da jovem na segunda-feira e não chamou a polícia. Segundo a corporação, Silva foi acusado de participar da tentativa de ocultar o corpo. O caso foi encaminhado à 44ª Delegacia de Polícia (DP).


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Menina morreu na segunda, mas mulher decidiu esconder o cadáver com medo da reação do pai.

Rio de Janeiro - Uma mulher foi presa na noite de ontem por suspeita de matar e ocultar o corpo da própria filha. Maria Gloria Silva Magalhães teria contratado dois homens para esconder o corpo, mas eles acabaram presos durante uma blitz da Polícia Militar (PM) no Cachambi, no subúrbio do Rio de Janeiro, quando transportavam a vítima, de 20 anos, dentro de um carro. A suspeita afirmou em depoimento que a filha morreu na segunda-feira depois de chegar em casa passando mal, mas não falou com a família porque tinha medo da reação do pai.De acordo com a PM, Gerson Luis dos Santos, de 45 anos, e Leandro Moreira Moura, de 25, confessaram que tinham sido contratados por Maria Gloria, de 45 anos, para ocultar o corpo de Suzana Silva Magalhães. Peritos encontraram marcas de sangue e cabelo em um dos cômodos da casa da família. Segundo a perícia, Suzana estava com um ferimento profundo na cabeça, que provocou o afundamento do crânio. Silvio da Costa Silva, de 49 anos, tio da vítima, também foi detido porque disse que ouviu gritos na casa da jovem na segunda-feira e não chamou a polícia. Segundo a corporação, Silva foi acusado de participar da tentativa de ocultar o corpo. O caso foi encaminhado à 44ª Delegacia de Polícia (DP).


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Menina morreu na segunda, mas mulher decidiu esconder o cadáver com medo da reação do pai.

Rio de Janeiro - Uma mulher foi presa na noite de ontem por suspeita de matar e ocultar o corpo da própria filha. Maria Gloria Silva Magalhães teria contratado dois homens para esconder o corpo, mas eles acabaram presos durante uma blitz da Polícia Militar (PM) no Cachambi, no subúrbio do Rio de Janeiro, quando transportavam a vítima, de 20 anos, dentro de um carro. A suspeita afirmou em depoimento que a filha morreu na segunda-feira depois de chegar em casa passando mal, mas não falou com a família porque tinha medo da reação do pai.De acordo com a PM, Gerson Luis dos Santos, de 45 anos, e Leandro Moreira Moura, de 25, confessaram que tinham sido contratados por Maria Gloria, de 45 anos, para ocultar o corpo de Suzana Silva Magalhães. Peritos encontraram marcas de sangue e cabelo em um dos cômodos da casa da família. Segundo a perícia, Suzana estava com um ferimento profundo na cabeça, que provocou o afundamento do crânio. Silvio da Costa Silva, de 49 anos, tio da vítima, também foi detido porque disse que ouviu gritos na casa da jovem na segunda-feira e não chamou a polícia. Segundo a corporação, Silva foi acusado de participar da tentativa de ocultar o corpo. O caso foi encaminhado à 44ª Delegacia de Polícia (DP).


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Rio de Janeiro - Uma mulher foi presa na noite de ontem por suspeita de matar e ocultar o corpo da própria filha. Maria Gloria Silva Magalhães teria contratado dois homens para esconder o corpo, mas eles acabaram presos durante uma blitz da Polícia Militar (PM) no Cachambi, no subúrbio do Rio de Janeiro, quando transportavam a vítima, de 20 anos, dentro de um carro. A suspeita afirmou em depoimento que a filha morreu na segunda-feira depois de chegar em casa passando mal, mas não falou com a família porque tinha medo da reação do pai.De acordo com a PM, Gerson Luis dos Santos, de 45 anos, e Leandro Moreira Moura, de 25, confessaram que tinham sido contratados por Maria Gloria, de 45 anos, para ocultar o corpo de Suzana Silva Magalhães. Peritos encontraram marcas de sangue e cabelo em um dos cômodos da casa da família. Segundo a perícia, Suzana estava com um ferimento profundo na cabeça, que provocou o afundamento do crânio. Silvio da Costa Silva, de 49 anos, tio da vítima, também foi detido porque disse que ouviu gritos na casa da jovem na segunda-feira e não chamou a polícia. Segundo a corporação, Silva foi acusado de participar da tentativa de ocultar o corpo. O caso foi encaminhado à 44ª Delegacia de Polícia (DP).


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Rio de Janeiro - Uma mulher foi presa na noite de ontem por suspeita de matar e ocultar o corpo da própria filha. Maria Gloria Silva Magalhães teria contratado dois homens para esconder o corpo, mas eles acabaram presos durante uma blitz da Polícia Militar (PM) no Cachambi, no subúrbio do Rio de Janeiro, quando transportavam a vítima, de 20 anos, dentro de um carro. A suspeita afirmou em depoimento que a filha morreu na segunda-feira depois de chegar em casa passando mal, mas não falou com a família porque tinha medo da reação do pai.De acordo com a PM, Gerson Luis dos Santos, de 45 anos, e Leandro Moreira Moura, de 25, confessaram que tinham sido contratados por Maria Gloria, de 45 anos, para ocultar o corpo de Suzana Silva Magalhães. Peritos encontraram marcas de sangue e cabelo em um dos cômodos da casa da família. Segundo a perícia, Suzana estava com um ferimento profundo na cabeça, que provocou o afundamento do crânio. Silvio da Costa Silva, de 49 anos, tio da vítima, também foi detido porque disse que ouviu gritos na casa da jovem na segunda-feira e não chamou a polícia. Segundo a corporação, Silva foi acusado de participar da tentativa de ocultar o corpo. O caso foi encaminhado à 44ª Delegacia de Polícia (DP).


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Rio de Janeiro - Uma mulher foi presa na noite de ontem por suspeita de matar e ocultar o corpo da própria filha. Maria Gloria Silva Magalhães teria contratado dois homens para esconder o corpo, mas eles acabaram presos durante uma blitz da Polícia Militar (PM) no Cachambi, no subúrbio do Rio de Janeiro, quando transportavam a vítima, de 20 anos, dentro de um carro. A suspeita afirmou em depoimento que a filha morreu na segunda-feira depois de chegar em casa passando mal, mas não falou com a família porque tinha medo da reação do pai.De acordo com a PM, Gerson Luis dos Santos, de 45 anos, e Leandro Moreira Moura, de 25, confessaram que tinham sido contratados por Maria Gloria, de 45 anos, para ocultar o corpo de Suzana Silva Magalhães. Peritos encontraram marcas de sangue e cabelo em um dos cômodos da casa da família. Segundo a perícia, Suzana estava com um ferimento profundo na cabeça, que provocou o afundamento do crânio. Silvio da Costa Silva, de 49 anos, tio da vítima, também foi detido porque disse que ouviu gritos na casa da jovem na segunda-feira e não chamou a polícia. Segundo a corporação, Silva foi acusado de participar da tentativa de ocultar o corpo. O caso foi encaminhado à 44ª Delegacia de Polícia (DP).


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Rio de Janeiro - Uma mulher foi presa na noite de ontem por suspeita de matar e ocultar o corpo da própria filha. Maria Gloria Silva Magalhães teria contratado dois homens para esconder o corpo, mas eles acabaram presos durante uma blitz da Polícia Militar (PM) no Cachambi, no subúrbio do Rio de Janeiro, quando transportavam a vítima, de 20 anos, dentro de um carro. A suspeita afirmou em depoimento que a filha morreu na segunda-feira depois de chegar em casa passando mal, mas não falou com a família porque tinha medo da reação do pai.De acordo com a PM, Gerson Luis dos Santos, de 45 anos, e Leandro Moreira Moura, de 25, confessaram que tinham sido contratados por Maria Gloria, de 45 anos, para ocultar o corpo de Suzana Silva Magalhães. Peritos encontraram marcas de sangue e cabelo em um dos cômodos da casa da família. Segundo a perícia, Suzana estava com um ferimento profundo na cabeça, que provocou o afundamento do crânio. Silvio da Costa Silva, de 49 anos, tio da vítima, também foi detido porque disse que ouviu gritos na casa da jovem na segunda-feira e não chamou a polícia. Segundo a corporação, Silva foi acusado de participar da tentativa de ocultar o corpo. O caso foi encaminhado à 44ª Delegacia de Polícia (DP).


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Menina morreu na segunda, mas mulher decidiu esconder o cadáver com medo da reação do pai.

Rio de Janeiro - Uma mulher foi presa na noite de ontem por suspeita de matar e ocultar o corpo da própria filha. Maria Gloria Silva Magalhães teria contratado dois homens para esconder o corpo, mas eles acabaram presos durante uma blitz da Polícia Militar (PM) no Cachambi, no subúrbio do Rio de Janeiro, quando transportavam a vítima, de 20 anos, dentro de um carro. A suspeita afirmou em depoimento que a filha morreu na segunda-feira depois de chegar em casa passando mal, mas não falou com a família porque tinha medo da reação do pai.De acordo com a PM, Gerson Luis dos Santos, de 45 anos, e Leandro Moreira Moura, de 25, confessaram que tinham sido contratados por Maria Gloria, de 45 anos, para ocultar o corpo de Suzana Silva Magalhães. Peritos encontraram marcas de sangue e cabelo em um dos cômodos da casa da família. Segundo a perícia, Suzana estava com um ferimento profundo na cabeça, que provocou o afundamento do crânio. Silvio da Costa Silva, de 49 anos, tio da vítima, também foi detido porque disse que ouviu gritos na casa da jovem na segunda-feira e não chamou a polícia. Segundo a corporação, Silva foi acusado de participar da tentativa de ocultar o corpo. O caso foi encaminhado à 44ª Delegacia de Polícia (DP).


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São Paulo - Na capital paulista, um juiz especializado precisa dar conta de, em média, 963 menores infratores por ano. Segundo a Associação Brasileira de Magistrados, Promotores de Justiça e Defensores Públicos da Infância e Juventude (ABMP), são só quatro juristas que cuidam da delinquência juvenil paulistana. Eles são responsáveis por aplicar medidas para conter a criminalidade de crianças, além de barrar a ação do crime organizado no recrutamento da mão de obra infantil.
Esses dados serão apresentados hoje em um congresso nacional. Só no ano passado, 3.852 menores foram detidos pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo. São dez crianças por dia flagradas traficando, assaltando nos semáforos ou furtando bolsas. "Os juízes que cuidam da parte criminal da infância e adolescência trabalham com casos que são sorteados para eles", afirma o presidente da ABMP, o juiz Eduardo Melo. "Eles lidam com atos infracionais sem a contextualização, o que dificulta pensar em planos de prevenção, sendo que há ligação entre delinquência juvenil e carência da comunidade."
O argumento é que, sem a atuação regionalizada, fica impossível ter um diagnóstico sobre as razões que fazem determinado bairro "produzir traficantes mirins em série" ou acabar reconhecido pelos roubos. O presidente da ABMP afirma que o centro do debate no fórum de hoje, que vai reunir representantes de todas as esferas judiciais, não será só a quantidade ideal de juristas. "Até porque essas informações ainda estão sendo apuradas", diz. "O que queremos é ter um retrato de qual seria a melhor maneira de tratar as crianças em conflito com a lei."

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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São Paulo - Na capital paulista, um juiz especializado precisa dar conta de, em média, 963 menores infratores por ano. Segundo a Associação Brasileira de Magistrados, Promotores de Justiça e Defensores Públicos da Infância e Juventude (ABMP), são só quatro juristas que cuidam da delinquência juvenil paulistana. Eles são responsáveis por aplicar medidas para conter a criminalidade de crianças, além de barrar a ação do crime organizado no recrutamento da mão de obra infantil.
Esses dados serão apresentados hoje em um congresso nacional. Só no ano passado, 3.852 menores foram detidos pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo. São dez crianças por dia flagradas traficando, assaltando nos semáforos ou furtando bolsas. "Os juízes que cuidam da parte criminal da infância e adolescência trabalham com casos que são sorteados para eles", afirma o presidente da ABMP, o juiz Eduardo Melo. "Eles lidam com atos infracionais sem a contextualização, o que dificulta pensar em planos de prevenção, sendo que há ligação entre delinquência juvenil e carência da comunidade."
O argumento é que, sem a atuação regionalizada, fica impossível ter um diagnóstico sobre as razões que fazem determinado bairro "produzir traficantes mirins em série" ou acabar reconhecido pelos roubos. O presidente da ABMP afirma que o centro do debate no fórum de hoje, que vai reunir representantes de todas as esferas judiciais, não será só a quantidade ideal de juristas. "Até porque essas informações ainda estão sendo apuradas", diz. "O que queremos é ter um retrato de qual seria a melhor maneira de tratar as crianças em conflito com a lei."

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Esses dados serão apresentados hoje em um congresso nacional. Só no ano passado, 3.852 menores foram detidos pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo. São dez crianças por dia flagradas traficando, assaltando nos semáforos ou furtando bolsas. "Os juízes que cuidam da parte criminal da infância e adolescência trabalham com casos que são sorteados para eles", afirma o presidente da ABMP, o juiz Eduardo Melo. "Eles lidam com atos infracionais sem a contextualização, o que dificulta pensar em planos de prevenção, sendo que há ligação entre delinquência juvenil e carência da comunidade."
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Esses dados serão apresentados hoje em um congresso nacional. Só no ano passado, 3.852 menores foram detidos pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo. São dez crianças por dia flagradas traficando, assaltando nos semáforos ou furtando bolsas. "Os juízes que cuidam da parte criminal da infância e adolescência trabalham com casos que são sorteados para eles", afirma o presidente da ABMP, o juiz Eduardo Melo. "Eles lidam com atos infracionais sem a contextualização, o que dificulta pensar em planos de prevenção, sendo que há ligação entre delinquência juvenil e carência da comunidade."
O argumento é que, sem a atuação regionalizada, fica impossível ter um diagnóstico sobre as razões que fazem determinado bairro "produzir traficantes mirins em série" ou acabar reconhecido pelos roubos. O presidente da ABMP afirma que o centro do debate no fórum de hoje, que vai reunir representantes de todas as esferas judiciais, não será só a quantidade ideal de juristas. "Até porque essas informações ainda estão sendo apuradas", diz. "O que queremos é ter um retrato de qual seria a melhor maneira de tratar as crianças em conflito com a lei."

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Esses dados serão apresentados hoje em um congresso nacional. Só no ano passado, 3.852 menores foram detidos pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo. São dez crianças por dia flagradas traficando, assaltando nos semáforos ou furtando bolsas. "Os juízes que cuidam da parte criminal da infância e adolescência trabalham com casos que são sorteados para eles", afirma o presidente da ABMP, o juiz Eduardo Melo. "Eles lidam com atos infracionais sem a contextualização, o que dificulta pensar em planos de prevenção, sendo que há ligação entre delinquência juvenil e carência da comunidade."
O argumento é que, sem a atuação regionalizada, fica impossível ter um diagnóstico sobre as razões que fazem determinado bairro "produzir traficantes mirins em série" ou acabar reconhecido pelos roubos. O presidente da ABMP afirma que o centro do debate no fórum de hoje, que vai reunir representantes de todas as esferas judiciais, não será só a quantidade ideal de juristas. "Até porque essas informações ainda estão sendo apuradas", diz. "O que queremos é ter um retrato de qual seria a melhor maneira de tratar as crianças em conflito com a lei."

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Esses dados serão apresentados hoje em um congresso nacional. Só no ano passado, 3.852 menores foram detidos pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo. São dez crianças por dia flagradas traficando, assaltando nos semáforos ou furtando bolsas. "Os juízes que cuidam da parte criminal da infância e adolescência trabalham com casos que são sorteados para eles", afirma o presidente da ABMP, o juiz Eduardo Melo. "Eles lidam com atos infracionais sem a contextualização, o que dificulta pensar em planos de prevenção, sendo que há ligação entre delinquência juvenil e carência da comunidade."
O argumento é que, sem a atuação regionalizada, fica impossível ter um diagnóstico sobre as razões que fazem determinado bairro "produzir traficantes mirins em série" ou acabar reconhecido pelos roubos. O presidente da ABMP afirma que o centro do debate no fórum de hoje, que vai reunir representantes de todas as esferas judiciais, não será só a quantidade ideal de juristas. "Até porque essas informações ainda estão sendo apuradas", diz. "O que queremos é ter um retrato de qual seria a melhor maneira de tratar as crianças em conflito com a lei."

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Esses dados serão apresentados hoje em um congresso nacional. Só no ano passado, 3.852 menores foram detidos pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo. São dez crianças por dia flagradas traficando, assaltando nos semáforos ou furtando bolsas. "Os juízes que cuidam da parte criminal da infância e adolescência trabalham com casos que são sorteados para eles", afirma o presidente da ABMP, o juiz Eduardo Melo. "Eles lidam com atos infracionais sem a contextualização, o que dificulta pensar em planos de prevenção, sendo que há ligação entre delinquência juvenil e carência da comunidade."
O argumento é que, sem a atuação regionalizada, fica impossível ter um diagnóstico sobre as razões que fazem determinado bairro "produzir traficantes mirins em série" ou acabar reconhecido pelos roubos. O presidente da ABMP afirma que o centro do debate no fórum de hoje, que vai reunir representantes de todas as esferas judiciais, não será só a quantidade ideal de juristas. "Até porque essas informações ainda estão sendo apuradas", diz. "O que queremos é ter um retrato de qual seria a melhor maneira de tratar as crianças em conflito com a lei."

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Esses dados serão apresentados hoje em um congresso nacional. Só no ano passado, 3.852 menores foram detidos pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo. São dez crianças por dia flagradas traficando, assaltando nos semáforos ou furtando bolsas. "Os juízes que cuidam da parte criminal da infância e adolescência trabalham com casos que são sorteados para eles", afirma o presidente da ABMP, o juiz Eduardo Melo. "Eles lidam com atos infracionais sem a contextualização, o que dificulta pensar em planos de prevenção, sendo que há ligação entre delinquência juvenil e carência da comunidade."
O argumento é que, sem a atuação regionalizada, fica impossível ter um diagnóstico sobre as razões que fazem determinado bairro "produzir traficantes mirins em série" ou acabar reconhecido pelos roubos. O presidente da ABMP afirma que o centro do debate no fórum de hoje, que vai reunir representantes de todas as esferas judiciais, não será só a quantidade ideal de juristas. "Até porque essas informações ainda estão sendo apuradas", diz. "O que queremos é ter um retrato de qual seria a melhor maneira de tratar as crianças em conflito com a lei."

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Esses dados serão apresentados hoje em um congresso nacional. Só no ano passado, 3.852 menores foram detidos pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo. São dez crianças por dia flagradas traficando, assaltando nos semáforos ou furtando bolsas. "Os juízes que cuidam da parte criminal da infância e adolescência trabalham com casos que são sorteados para eles", afirma o presidente da ABMP, o juiz Eduardo Melo. "Eles lidam com atos infracionais sem a contextualização, o que dificulta pensar em planos de prevenção, sendo que há ligação entre delinquência juvenil e carência da comunidade."
O argumento é que, sem a atuação regionalizada, fica impossível ter um diagnóstico sobre as razões que fazem determinado bairro "produzir traficantes mirins em série" ou acabar reconhecido pelos roubos. O presidente da ABMP afirma que o centro do debate no fórum de hoje, que vai reunir representantes de todas as esferas judiciais, não será só a quantidade ideal de juristas. "Até porque essas informações ainda estão sendo apuradas", diz. "O que queremos é ter um retrato de qual seria a melhor maneira de tratar as crianças em conflito com a lei."

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Paranormal ajudou donos a encontrar chihuahua desaparecido nos EUA.Sininho estava na porta do trailer onde o casal mora, quando foi arrastada

Após sumir ao ser arrastada por uma forte corrente de vento neste sábado (25), a cadelinha Sininho, de 2,7 kg, voltou para seu lar, no estado americano de Michigan. Seus donos, Dorothy e Lavern Utley, dizem que foram levados, nesta segunda-feira (27), por um paranormal a uma área arborizada, a 1,6 km de onde o cão - um chihuahua de pelo longo - havia sido visto pela última vez. A cadela de oito meses foi encontrada saudável, apesar de suja e faminta.De acordo com os donos, Sininho estava na porta do trailer onde o casal mora, quando foi levada pelo fenômeno natural. Segundo Dorothy, a cadelinha correu em direção ao dono ao vê-los novamente.


fonte:G1
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Paranormal ajudou donos a encontrar chihuahua desaparecido nos EUA.Sininho estava na porta do trailer onde o casal mora, quando foi arrastada

Após sumir ao ser arrastada por uma forte corrente de vento neste sábado (25), a cadelinha Sininho, de 2,7 kg, voltou para seu lar, no estado americano de Michigan. Seus donos, Dorothy e Lavern Utley, dizem que foram levados, nesta segunda-feira (27), por um paranormal a uma área arborizada, a 1,6 km de onde o cão - um chihuahua de pelo longo - havia sido visto pela última vez. A cadela de oito meses foi encontrada saudável, apesar de suja e faminta.De acordo com os donos, Sininho estava na porta do trailer onde o casal mora, quando foi levada pelo fenômeno natural. Segundo Dorothy, a cadelinha correu em direção ao dono ao vê-los novamente.


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Após sumir ao ser arrastada por uma forte corrente de vento neste sábado (25), a cadelinha Sininho, de 2,7 kg, voltou para seu lar, no estado americano de Michigan. Seus donos, Dorothy e Lavern Utley, dizem que foram levados, nesta segunda-feira (27), por um paranormal a uma área arborizada, a 1,6 km de onde o cão - um chihuahua de pelo longo - havia sido visto pela última vez. A cadela de oito meses foi encontrada saudável, apesar de suja e faminta.De acordo com os donos, Sininho estava na porta do trailer onde o casal mora, quando foi levada pelo fenômeno natural. Segundo Dorothy, a cadelinha correu em direção ao dono ao vê-los novamente.


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ASSUNÇÃO - A Justiça do Paraguai descartou abrir uma investigação para a denúncia de estupro contra o presidente do país, Fernando Lugo, feita pela senadora da oposição Lilian Samaniego. A decisão foi anunciada pela promotora Nancy Salomón, que recebeu Viviana Rosalith Carrillo, de 26 anos, que tem um filho de quase dois anos com o mandatário. A denúncia se baseava no fato de que Lugo teria iniciado uma relação amorosa com Carrillo quando ela tinha 16 anos, o que no país se configura como estupro, mas foi rejeitada pela promotora depois que a própria jovem desmentiu a versão.
- Vim dizer à promotora Nancy Salomón que Fernando [Lugo] nunca me forçou a ter relações sexuais com ele, e que nossa relação começou quando eu tinha 23 anos - disse Carrillo.
Após conversar com a jovem, Salomón descartou a hipótese de que Lugo seja acusado por estupro.
- Neste tipo de processos, o principal é a declaração da suposta vítima. Considerando a afirmação de Carrillo, arquiva-se a causa - indicou
No dia 13 deste mês, o presidente do Paraguai reconheceu a paternidade de Guillermo Armindo, que fará dois anos em maio e nasceu da relação que ele manteve com Viviana Carrillo ainda na época em que era bispo católico no departamento (estado) de San Pedro.
Dez dias depois, a senadora Lilian Samaniego, presidente do Partido Colorado, que governou o país por seis décadas antes de Lugo chegar ao poder, no ano passado, alegou que o mandatário poderia ser processado por estupro caso fosse provado que ele e Carrillo tenham iniciado a relação quando a mulher era ainda menor de idade. A mãe da criança disse que seu atual relacionamento com Lugo é bom, e que ele tem acompanhado o desenvolvimento do filho.
- O presidente vive acompanhando seu filho, que goza de boa saúde. Nos damos bem - revelou
Depois de Carrillo, duas outras mulheres também disseram publicamente que tiveram um filho com o presidente paraguaio. São elas Benigna Leguizamón, que tem uma criança de seis anos, e Damiana Hortensia Morán, cujo filho está com 1 ano e 4 meses. Morán, além disso, sustentou que Lugo poderia ser pai de pelo menos mais três crianças, frutos de relacionamentos que manteve com outras três mulheres diferentes .
Na semana passada, o mandatário pediu publicamente perdão pela polêmica desencadeada pelas denúncias e prometeu responder a cada caso em que estiver envolvido. Ele deixou de ser bispo ao ser eleito, em abril do ano passado, quando o papa Bento XVI decidiu revogar sua condição.Informações da Ansa.


fonte: O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:56  comentar

ASSUNÇÃO - A Justiça do Paraguai descartou abrir uma investigação para a denúncia de estupro contra o presidente do país, Fernando Lugo, feita pela senadora da oposição Lilian Samaniego. A decisão foi anunciada pela promotora Nancy Salomón, que recebeu Viviana Rosalith Carrillo, de 26 anos, que tem um filho de quase dois anos com o mandatário. A denúncia se baseava no fato de que Lugo teria iniciado uma relação amorosa com Carrillo quando ela tinha 16 anos, o que no país se configura como estupro, mas foi rejeitada pela promotora depois que a própria jovem desmentiu a versão.
- Vim dizer à promotora Nancy Salomón que Fernando [Lugo] nunca me forçou a ter relações sexuais com ele, e que nossa relação começou quando eu tinha 23 anos - disse Carrillo.
Após conversar com a jovem, Salomón descartou a hipótese de que Lugo seja acusado por estupro.
- Neste tipo de processos, o principal é a declaração da suposta vítima. Considerando a afirmação de Carrillo, arquiva-se a causa - indicou
No dia 13 deste mês, o presidente do Paraguai reconheceu a paternidade de Guillermo Armindo, que fará dois anos em maio e nasceu da relação que ele manteve com Viviana Carrillo ainda na época em que era bispo católico no departamento (estado) de San Pedro.
Dez dias depois, a senadora Lilian Samaniego, presidente do Partido Colorado, que governou o país por seis décadas antes de Lugo chegar ao poder, no ano passado, alegou que o mandatário poderia ser processado por estupro caso fosse provado que ele e Carrillo tenham iniciado a relação quando a mulher era ainda menor de idade. A mãe da criança disse que seu atual relacionamento com Lugo é bom, e que ele tem acompanhado o desenvolvimento do filho.
- O presidente vive acompanhando seu filho, que goza de boa saúde. Nos damos bem - revelou
Depois de Carrillo, duas outras mulheres também disseram publicamente que tiveram um filho com o presidente paraguaio. São elas Benigna Leguizamón, que tem uma criança de seis anos, e Damiana Hortensia Morán, cujo filho está com 1 ano e 4 meses. Morán, além disso, sustentou que Lugo poderia ser pai de pelo menos mais três crianças, frutos de relacionamentos que manteve com outras três mulheres diferentes .
Na semana passada, o mandatário pediu publicamente perdão pela polêmica desencadeada pelas denúncias e prometeu responder a cada caso em que estiver envolvido. Ele deixou de ser bispo ao ser eleito, em abril do ano passado, quando o papa Bento XVI decidiu revogar sua condição.Informações da Ansa.


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ASSUNÇÃO - A Justiça do Paraguai descartou abrir uma investigação para a denúncia de estupro contra o presidente do país, Fernando Lugo, feita pela senadora da oposição Lilian Samaniego. A decisão foi anunciada pela promotora Nancy Salomón, que recebeu Viviana Rosalith Carrillo, de 26 anos, que tem um filho de quase dois anos com o mandatário. A denúncia se baseava no fato de que Lugo teria iniciado uma relação amorosa com Carrillo quando ela tinha 16 anos, o que no país se configura como estupro, mas foi rejeitada pela promotora depois que a própria jovem desmentiu a versão.
- Vim dizer à promotora Nancy Salomón que Fernando [Lugo] nunca me forçou a ter relações sexuais com ele, e que nossa relação começou quando eu tinha 23 anos - disse Carrillo.
Após conversar com a jovem, Salomón descartou a hipótese de que Lugo seja acusado por estupro.
- Neste tipo de processos, o principal é a declaração da suposta vítima. Considerando a afirmação de Carrillo, arquiva-se a causa - indicou
No dia 13 deste mês, o presidente do Paraguai reconheceu a paternidade de Guillermo Armindo, que fará dois anos em maio e nasceu da relação que ele manteve com Viviana Carrillo ainda na época em que era bispo católico no departamento (estado) de San Pedro.
Dez dias depois, a senadora Lilian Samaniego, presidente do Partido Colorado, que governou o país por seis décadas antes de Lugo chegar ao poder, no ano passado, alegou que o mandatário poderia ser processado por estupro caso fosse provado que ele e Carrillo tenham iniciado a relação quando a mulher era ainda menor de idade. A mãe da criança disse que seu atual relacionamento com Lugo é bom, e que ele tem acompanhado o desenvolvimento do filho.
- O presidente vive acompanhando seu filho, que goza de boa saúde. Nos damos bem - revelou
Depois de Carrillo, duas outras mulheres também disseram publicamente que tiveram um filho com o presidente paraguaio. São elas Benigna Leguizamón, que tem uma criança de seis anos, e Damiana Hortensia Morán, cujo filho está com 1 ano e 4 meses. Morán, além disso, sustentou que Lugo poderia ser pai de pelo menos mais três crianças, frutos de relacionamentos que manteve com outras três mulheres diferentes .
Na semana passada, o mandatário pediu publicamente perdão pela polêmica desencadeada pelas denúncias e prometeu responder a cada caso em que estiver envolvido. Ele deixou de ser bispo ao ser eleito, em abril do ano passado, quando o papa Bento XVI decidiu revogar sua condição.Informações da Ansa.


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ASSUNÇÃO - A Justiça do Paraguai descartou abrir uma investigação para a denúncia de estupro contra o presidente do país, Fernando Lugo, feita pela senadora da oposição Lilian Samaniego. A decisão foi anunciada pela promotora Nancy Salomón, que recebeu Viviana Rosalith Carrillo, de 26 anos, que tem um filho de quase dois anos com o mandatário. A denúncia se baseava no fato de que Lugo teria iniciado uma relação amorosa com Carrillo quando ela tinha 16 anos, o que no país se configura como estupro, mas foi rejeitada pela promotora depois que a própria jovem desmentiu a versão.
- Vim dizer à promotora Nancy Salomón que Fernando [Lugo] nunca me forçou a ter relações sexuais com ele, e que nossa relação começou quando eu tinha 23 anos - disse Carrillo.
Após conversar com a jovem, Salomón descartou a hipótese de que Lugo seja acusado por estupro.
- Neste tipo de processos, o principal é a declaração da suposta vítima. Considerando a afirmação de Carrillo, arquiva-se a causa - indicou
No dia 13 deste mês, o presidente do Paraguai reconheceu a paternidade de Guillermo Armindo, que fará dois anos em maio e nasceu da relação que ele manteve com Viviana Carrillo ainda na época em que era bispo católico no departamento (estado) de San Pedro.
Dez dias depois, a senadora Lilian Samaniego, presidente do Partido Colorado, que governou o país por seis décadas antes de Lugo chegar ao poder, no ano passado, alegou que o mandatário poderia ser processado por estupro caso fosse provado que ele e Carrillo tenham iniciado a relação quando a mulher era ainda menor de idade. A mãe da criança disse que seu atual relacionamento com Lugo é bom, e que ele tem acompanhado o desenvolvimento do filho.
- O presidente vive acompanhando seu filho, que goza de boa saúde. Nos damos bem - revelou
Depois de Carrillo, duas outras mulheres também disseram publicamente que tiveram um filho com o presidente paraguaio. São elas Benigna Leguizamón, que tem uma criança de seis anos, e Damiana Hortensia Morán, cujo filho está com 1 ano e 4 meses. Morán, além disso, sustentou que Lugo poderia ser pai de pelo menos mais três crianças, frutos de relacionamentos que manteve com outras três mulheres diferentes .
Na semana passada, o mandatário pediu publicamente perdão pela polêmica desencadeada pelas denúncias e prometeu responder a cada caso em que estiver envolvido. Ele deixou de ser bispo ao ser eleito, em abril do ano passado, quando o papa Bento XVI decidiu revogar sua condição.Informações da Ansa.


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- Vim dizer à promotora Nancy Salomón que Fernando [Lugo] nunca me forçou a ter relações sexuais com ele, e que nossa relação começou quando eu tinha 23 anos - disse Carrillo.
Após conversar com a jovem, Salomón descartou a hipótese de que Lugo seja acusado por estupro.
- Neste tipo de processos, o principal é a declaração da suposta vítima. Considerando a afirmação de Carrillo, arquiva-se a causa - indicou
No dia 13 deste mês, o presidente do Paraguai reconheceu a paternidade de Guillermo Armindo, que fará dois anos em maio e nasceu da relação que ele manteve com Viviana Carrillo ainda na época em que era bispo católico no departamento (estado) de San Pedro.
Dez dias depois, a senadora Lilian Samaniego, presidente do Partido Colorado, que governou o país por seis décadas antes de Lugo chegar ao poder, no ano passado, alegou que o mandatário poderia ser processado por estupro caso fosse provado que ele e Carrillo tenham iniciado a relação quando a mulher era ainda menor de idade. A mãe da criança disse que seu atual relacionamento com Lugo é bom, e que ele tem acompanhado o desenvolvimento do filho.
- O presidente vive acompanhando seu filho, que goza de boa saúde. Nos damos bem - revelou
Depois de Carrillo, duas outras mulheres também disseram publicamente que tiveram um filho com o presidente paraguaio. São elas Benigna Leguizamón, que tem uma criança de seis anos, e Damiana Hortensia Morán, cujo filho está com 1 ano e 4 meses. Morán, além disso, sustentou que Lugo poderia ser pai de pelo menos mais três crianças, frutos de relacionamentos que manteve com outras três mulheres diferentes .
Na semana passada, o mandatário pediu publicamente perdão pela polêmica desencadeada pelas denúncias e prometeu responder a cada caso em que estiver envolvido. Ele deixou de ser bispo ao ser eleito, em abril do ano passado, quando o papa Bento XVI decidiu revogar sua condição.Informações da Ansa.


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- Vim dizer à promotora Nancy Salomón que Fernando [Lugo] nunca me forçou a ter relações sexuais com ele, e que nossa relação começou quando eu tinha 23 anos - disse Carrillo.
Após conversar com a jovem, Salomón descartou a hipótese de que Lugo seja acusado por estupro.
- Neste tipo de processos, o principal é a declaração da suposta vítima. Considerando a afirmação de Carrillo, arquiva-se a causa - indicou
No dia 13 deste mês, o presidente do Paraguai reconheceu a paternidade de Guillermo Armindo, que fará dois anos em maio e nasceu da relação que ele manteve com Viviana Carrillo ainda na época em que era bispo católico no departamento (estado) de San Pedro.
Dez dias depois, a senadora Lilian Samaniego, presidente do Partido Colorado, que governou o país por seis décadas antes de Lugo chegar ao poder, no ano passado, alegou que o mandatário poderia ser processado por estupro caso fosse provado que ele e Carrillo tenham iniciado a relação quando a mulher era ainda menor de idade. A mãe da criança disse que seu atual relacionamento com Lugo é bom, e que ele tem acompanhado o desenvolvimento do filho.
- O presidente vive acompanhando seu filho, que goza de boa saúde. Nos damos bem - revelou
Depois de Carrillo, duas outras mulheres também disseram publicamente que tiveram um filho com o presidente paraguaio. São elas Benigna Leguizamón, que tem uma criança de seis anos, e Damiana Hortensia Morán, cujo filho está com 1 ano e 4 meses. Morán, além disso, sustentou que Lugo poderia ser pai de pelo menos mais três crianças, frutos de relacionamentos que manteve com outras três mulheres diferentes .
Na semana passada, o mandatário pediu publicamente perdão pela polêmica desencadeada pelas denúncias e prometeu responder a cada caso em que estiver envolvido. Ele deixou de ser bispo ao ser eleito, em abril do ano passado, quando o papa Bento XVI decidiu revogar sua condição.Informações da Ansa.


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- Vim dizer à promotora Nancy Salomón que Fernando [Lugo] nunca me forçou a ter relações sexuais com ele, e que nossa relação começou quando eu tinha 23 anos - disse Carrillo.
Após conversar com a jovem, Salomón descartou a hipótese de que Lugo seja acusado por estupro.
- Neste tipo de processos, o principal é a declaração da suposta vítima. Considerando a afirmação de Carrillo, arquiva-se a causa - indicou
No dia 13 deste mês, o presidente do Paraguai reconheceu a paternidade de Guillermo Armindo, que fará dois anos em maio e nasceu da relação que ele manteve com Viviana Carrillo ainda na época em que era bispo católico no departamento (estado) de San Pedro.
Dez dias depois, a senadora Lilian Samaniego, presidente do Partido Colorado, que governou o país por seis décadas antes de Lugo chegar ao poder, no ano passado, alegou que o mandatário poderia ser processado por estupro caso fosse provado que ele e Carrillo tenham iniciado a relação quando a mulher era ainda menor de idade. A mãe da criança disse que seu atual relacionamento com Lugo é bom, e que ele tem acompanhado o desenvolvimento do filho.
- O presidente vive acompanhando seu filho, que goza de boa saúde. Nos damos bem - revelou
Depois de Carrillo, duas outras mulheres também disseram publicamente que tiveram um filho com o presidente paraguaio. São elas Benigna Leguizamón, que tem uma criança de seis anos, e Damiana Hortensia Morán, cujo filho está com 1 ano e 4 meses. Morán, além disso, sustentou que Lugo poderia ser pai de pelo menos mais três crianças, frutos de relacionamentos que manteve com outras três mulheres diferentes .
Na semana passada, o mandatário pediu publicamente perdão pela polêmica desencadeada pelas denúncias e prometeu responder a cada caso em que estiver envolvido. Ele deixou de ser bispo ao ser eleito, em abril do ano passado, quando o papa Bento XVI decidiu revogar sua condição.Informações da Ansa.


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ASSUNÇÃO - A Justiça do Paraguai descartou abrir uma investigação para a denúncia de estupro contra o presidente do país, Fernando Lugo, feita pela senadora da oposição Lilian Samaniego. A decisão foi anunciada pela promotora Nancy Salomón, que recebeu Viviana Rosalith Carrillo, de 26 anos, que tem um filho de quase dois anos com o mandatário. A denúncia se baseava no fato de que Lugo teria iniciado uma relação amorosa com Carrillo quando ela tinha 16 anos, o que no país se configura como estupro, mas foi rejeitada pela promotora depois que a própria jovem desmentiu a versão.
- Vim dizer à promotora Nancy Salomón que Fernando [Lugo] nunca me forçou a ter relações sexuais com ele, e que nossa relação começou quando eu tinha 23 anos - disse Carrillo.
Após conversar com a jovem, Salomón descartou a hipótese de que Lugo seja acusado por estupro.
- Neste tipo de processos, o principal é a declaração da suposta vítima. Considerando a afirmação de Carrillo, arquiva-se a causa - indicou
No dia 13 deste mês, o presidente do Paraguai reconheceu a paternidade de Guillermo Armindo, que fará dois anos em maio e nasceu da relação que ele manteve com Viviana Carrillo ainda na época em que era bispo católico no departamento (estado) de San Pedro.
Dez dias depois, a senadora Lilian Samaniego, presidente do Partido Colorado, que governou o país por seis décadas antes de Lugo chegar ao poder, no ano passado, alegou que o mandatário poderia ser processado por estupro caso fosse provado que ele e Carrillo tenham iniciado a relação quando a mulher era ainda menor de idade. A mãe da criança disse que seu atual relacionamento com Lugo é bom, e que ele tem acompanhado o desenvolvimento do filho.
- O presidente vive acompanhando seu filho, que goza de boa saúde. Nos damos bem - revelou
Depois de Carrillo, duas outras mulheres também disseram publicamente que tiveram um filho com o presidente paraguaio. São elas Benigna Leguizamón, que tem uma criança de seis anos, e Damiana Hortensia Morán, cujo filho está com 1 ano e 4 meses. Morán, além disso, sustentou que Lugo poderia ser pai de pelo menos mais três crianças, frutos de relacionamentos que manteve com outras três mulheres diferentes .
Na semana passada, o mandatário pediu publicamente perdão pela polêmica desencadeada pelas denúncias e prometeu responder a cada caso em que estiver envolvido. Ele deixou de ser bispo ao ser eleito, em abril do ano passado, quando o papa Bento XVI decidiu revogar sua condição.Informações da Ansa.


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ASSUNÇÃO - A Justiça do Paraguai descartou abrir uma investigação para a denúncia de estupro contra o presidente do país, Fernando Lugo, feita pela senadora da oposição Lilian Samaniego. A decisão foi anunciada pela promotora Nancy Salomón, que recebeu Viviana Rosalith Carrillo, de 26 anos, que tem um filho de quase dois anos com o mandatário. A denúncia se baseava no fato de que Lugo teria iniciado uma relação amorosa com Carrillo quando ela tinha 16 anos, o que no país se configura como estupro, mas foi rejeitada pela promotora depois que a própria jovem desmentiu a versão.
- Vim dizer à promotora Nancy Salomón que Fernando [Lugo] nunca me forçou a ter relações sexuais com ele, e que nossa relação começou quando eu tinha 23 anos - disse Carrillo.
Após conversar com a jovem, Salomón descartou a hipótese de que Lugo seja acusado por estupro.
- Neste tipo de processos, o principal é a declaração da suposta vítima. Considerando a afirmação de Carrillo, arquiva-se a causa - indicou
No dia 13 deste mês, o presidente do Paraguai reconheceu a paternidade de Guillermo Armindo, que fará dois anos em maio e nasceu da relação que ele manteve com Viviana Carrillo ainda na época em que era bispo católico no departamento (estado) de San Pedro.
Dez dias depois, a senadora Lilian Samaniego, presidente do Partido Colorado, que governou o país por seis décadas antes de Lugo chegar ao poder, no ano passado, alegou que o mandatário poderia ser processado por estupro caso fosse provado que ele e Carrillo tenham iniciado a relação quando a mulher era ainda menor de idade. A mãe da criança disse que seu atual relacionamento com Lugo é bom, e que ele tem acompanhado o desenvolvimento do filho.
- O presidente vive acompanhando seu filho, que goza de boa saúde. Nos damos bem - revelou
Depois de Carrillo, duas outras mulheres também disseram publicamente que tiveram um filho com o presidente paraguaio. São elas Benigna Leguizamón, que tem uma criança de seis anos, e Damiana Hortensia Morán, cujo filho está com 1 ano e 4 meses. Morán, além disso, sustentou que Lugo poderia ser pai de pelo menos mais três crianças, frutos de relacionamentos que manteve com outras três mulheres diferentes .
Na semana passada, o mandatário pediu publicamente perdão pela polêmica desencadeada pelas denúncias e prometeu responder a cada caso em que estiver envolvido. Ele deixou de ser bispo ao ser eleito, em abril do ano passado, quando o papa Bento XVI decidiu revogar sua condição.Informações da Ansa.


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PORTO ALEGRE - A Polícia Civil está a caça do homem que matou a golpes de facão a dentista Márcia Nascimento Gomes, 32 anos, na segunda-feira. A vítima que morava em Torres, no Litoral Norte, e seguia viagem de carro para Gramado, na Serra Gaúcha, foi encontrada despida e amarrada a uma árvore em um barranco próximo ao primeiro túnel da Rota do Sol (RS-486), em Itati, a 35 quilômetros do entroncamento com a BR-101.
Para chegar à autoria do crime, os policiais tentam descobrir se o assassino aproveitou uma distração da dentista, que parou o veículo na beira da estrada, para atacá-la, ou se ele forjou um pedido de socorro, que levou a vítima a descer do veículo.
A suspeita é de que a vítima tenha sido vítima de um crime sexual. A hipótese de crime passional foi praticamente descartada pelo delegado Roland Short, titular da Delegacia da Polícia Civil de Capão da Canoa e responsável também pelo atendimento ao município de Itati.
Como não há marcas bruscas de freagem no asfalto, o veículo estava bem-estacionado - apesar do trecho não ter acostamento - e o pisca-alerta estava ligado, a polícia desconfia de que a dentista possa ter parado voluntariamente o automóvel.
Márcia só tinha percorrido cerca de 55 dos mais de 190 quilômetros que separam Torres de Gramado - onde trabalharia às 13h30min em um consultório da prefeitura.
- Pedimos uma perícia para descartar ou não uma falha mecânica no carro - conta o delegado.
A hipótese de que o criminoso poderia estar de carona no carro também foi posta de lado pelo delegado. Depois de percorrer a vizinhança, ouvir moradores e pessoas em postos de combustíveis e lancherias na região ontem, os policiais descobriram que o veículo da vítima foi visto parado no local, pela primeira vez, por volta do meio-dia de segunda-feira. O corpo, no entanto, só foi encontrado às 19h50min do mesmo dia.
Testemunhas também relataram à polícia que um caminhão foi visto pouco antes grudado na traseira de um Fox com as mesmas características do carro da vítima. A polícia agora tenta identificar o caminhão e quem estava no volante, para descobrir se há alguma relação com o crime.
Ontem, uma papiloscopista tentava coletar impressões digitais do Fox e do celular de Márcia que possam identificar um futuro suspeito. No telefone, a última ligação completada foi feita por ela, às 11h19min, para uma amiga. Segundo o delegado, neste momento, ela ainda estava bem.


fonte: O GLOBO ON LINE
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PORTO ALEGRE - A Polícia Civil está a caça do homem que matou a golpes de facão a dentista Márcia Nascimento Gomes, 32 anos, na segunda-feira. A vítima que morava em Torres, no Litoral Norte, e seguia viagem de carro para Gramado, na Serra Gaúcha, foi encontrada despida e amarrada a uma árvore em um barranco próximo ao primeiro túnel da Rota do Sol (RS-486), em Itati, a 35 quilômetros do entroncamento com a BR-101.
Para chegar à autoria do crime, os policiais tentam descobrir se o assassino aproveitou uma distração da dentista, que parou o veículo na beira da estrada, para atacá-la, ou se ele forjou um pedido de socorro, que levou a vítima a descer do veículo.
A suspeita é de que a vítima tenha sido vítima de um crime sexual. A hipótese de crime passional foi praticamente descartada pelo delegado Roland Short, titular da Delegacia da Polícia Civil de Capão da Canoa e responsável também pelo atendimento ao município de Itati.
Como não há marcas bruscas de freagem no asfalto, o veículo estava bem-estacionado - apesar do trecho não ter acostamento - e o pisca-alerta estava ligado, a polícia desconfia de que a dentista possa ter parado voluntariamente o automóvel.
Márcia só tinha percorrido cerca de 55 dos mais de 190 quilômetros que separam Torres de Gramado - onde trabalharia às 13h30min em um consultório da prefeitura.
- Pedimos uma perícia para descartar ou não uma falha mecânica no carro - conta o delegado.
A hipótese de que o criminoso poderia estar de carona no carro também foi posta de lado pelo delegado. Depois de percorrer a vizinhança, ouvir moradores e pessoas em postos de combustíveis e lancherias na região ontem, os policiais descobriram que o veículo da vítima foi visto parado no local, pela primeira vez, por volta do meio-dia de segunda-feira. O corpo, no entanto, só foi encontrado às 19h50min do mesmo dia.
Testemunhas também relataram à polícia que um caminhão foi visto pouco antes grudado na traseira de um Fox com as mesmas características do carro da vítima. A polícia agora tenta identificar o caminhão e quem estava no volante, para descobrir se há alguma relação com o crime.
Ontem, uma papiloscopista tentava coletar impressões digitais do Fox e do celular de Márcia que possam identificar um futuro suspeito. No telefone, a última ligação completada foi feita por ela, às 11h19min, para uma amiga. Segundo o delegado, neste momento, ela ainda estava bem.


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PORTO ALEGRE - A Polícia Civil está a caça do homem que matou a golpes de facão a dentista Márcia Nascimento Gomes, 32 anos, na segunda-feira. A vítima que morava em Torres, no Litoral Norte, e seguia viagem de carro para Gramado, na Serra Gaúcha, foi encontrada despida e amarrada a uma árvore em um barranco próximo ao primeiro túnel da Rota do Sol (RS-486), em Itati, a 35 quilômetros do entroncamento com a BR-101.
Para chegar à autoria do crime, os policiais tentam descobrir se o assassino aproveitou uma distração da dentista, que parou o veículo na beira da estrada, para atacá-la, ou se ele forjou um pedido de socorro, que levou a vítima a descer do veículo.
A suspeita é de que a vítima tenha sido vítima de um crime sexual. A hipótese de crime passional foi praticamente descartada pelo delegado Roland Short, titular da Delegacia da Polícia Civil de Capão da Canoa e responsável também pelo atendimento ao município de Itati.
Como não há marcas bruscas de freagem no asfalto, o veículo estava bem-estacionado - apesar do trecho não ter acostamento - e o pisca-alerta estava ligado, a polícia desconfia de que a dentista possa ter parado voluntariamente o automóvel.
Márcia só tinha percorrido cerca de 55 dos mais de 190 quilômetros que separam Torres de Gramado - onde trabalharia às 13h30min em um consultório da prefeitura.
- Pedimos uma perícia para descartar ou não uma falha mecânica no carro - conta o delegado.
A hipótese de que o criminoso poderia estar de carona no carro também foi posta de lado pelo delegado. Depois de percorrer a vizinhança, ouvir moradores e pessoas em postos de combustíveis e lancherias na região ontem, os policiais descobriram que o veículo da vítima foi visto parado no local, pela primeira vez, por volta do meio-dia de segunda-feira. O corpo, no entanto, só foi encontrado às 19h50min do mesmo dia.
Testemunhas também relataram à polícia que um caminhão foi visto pouco antes grudado na traseira de um Fox com as mesmas características do carro da vítima. A polícia agora tenta identificar o caminhão e quem estava no volante, para descobrir se há alguma relação com o crime.
Ontem, uma papiloscopista tentava coletar impressões digitais do Fox e do celular de Márcia que possam identificar um futuro suspeito. No telefone, a última ligação completada foi feita por ela, às 11h19min, para uma amiga. Segundo o delegado, neste momento, ela ainda estava bem.


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Para chegar à autoria do crime, os policiais tentam descobrir se o assassino aproveitou uma distração da dentista, que parou o veículo na beira da estrada, para atacá-la, ou se ele forjou um pedido de socorro, que levou a vítima a descer do veículo.
A suspeita é de que a vítima tenha sido vítima de um crime sexual. A hipótese de crime passional foi praticamente descartada pelo delegado Roland Short, titular da Delegacia da Polícia Civil de Capão da Canoa e responsável também pelo atendimento ao município de Itati.
Como não há marcas bruscas de freagem no asfalto, o veículo estava bem-estacionado - apesar do trecho não ter acostamento - e o pisca-alerta estava ligado, a polícia desconfia de que a dentista possa ter parado voluntariamente o automóvel.
Márcia só tinha percorrido cerca de 55 dos mais de 190 quilômetros que separam Torres de Gramado - onde trabalharia às 13h30min em um consultório da prefeitura.
- Pedimos uma perícia para descartar ou não uma falha mecânica no carro - conta o delegado.
A hipótese de que o criminoso poderia estar de carona no carro também foi posta de lado pelo delegado. Depois de percorrer a vizinhança, ouvir moradores e pessoas em postos de combustíveis e lancherias na região ontem, os policiais descobriram que o veículo da vítima foi visto parado no local, pela primeira vez, por volta do meio-dia de segunda-feira. O corpo, no entanto, só foi encontrado às 19h50min do mesmo dia.
Testemunhas também relataram à polícia que um caminhão foi visto pouco antes grudado na traseira de um Fox com as mesmas características do carro da vítima. A polícia agora tenta identificar o caminhão e quem estava no volante, para descobrir se há alguma relação com o crime.
Ontem, uma papiloscopista tentava coletar impressões digitais do Fox e do celular de Márcia que possam identificar um futuro suspeito. No telefone, a última ligação completada foi feita por ela, às 11h19min, para uma amiga. Segundo o delegado, neste momento, ela ainda estava bem.


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PORTO ALEGRE - A Polícia Civil está a caça do homem que matou a golpes de facão a dentista Márcia Nascimento Gomes, 32 anos, na segunda-feira. A vítima que morava em Torres, no Litoral Norte, e seguia viagem de carro para Gramado, na Serra Gaúcha, foi encontrada despida e amarrada a uma árvore em um barranco próximo ao primeiro túnel da Rota do Sol (RS-486), em Itati, a 35 quilômetros do entroncamento com a BR-101.
Para chegar à autoria do crime, os policiais tentam descobrir se o assassino aproveitou uma distração da dentista, que parou o veículo na beira da estrada, para atacá-la, ou se ele forjou um pedido de socorro, que levou a vítima a descer do veículo.
A suspeita é de que a vítima tenha sido vítima de um crime sexual. A hipótese de crime passional foi praticamente descartada pelo delegado Roland Short, titular da Delegacia da Polícia Civil de Capão da Canoa e responsável também pelo atendimento ao município de Itati.
Como não há marcas bruscas de freagem no asfalto, o veículo estava bem-estacionado - apesar do trecho não ter acostamento - e o pisca-alerta estava ligado, a polícia desconfia de que a dentista possa ter parado voluntariamente o automóvel.
Márcia só tinha percorrido cerca de 55 dos mais de 190 quilômetros que separam Torres de Gramado - onde trabalharia às 13h30min em um consultório da prefeitura.
- Pedimos uma perícia para descartar ou não uma falha mecânica no carro - conta o delegado.
A hipótese de que o criminoso poderia estar de carona no carro também foi posta de lado pelo delegado. Depois de percorrer a vizinhança, ouvir moradores e pessoas em postos de combustíveis e lancherias na região ontem, os policiais descobriram que o veículo da vítima foi visto parado no local, pela primeira vez, por volta do meio-dia de segunda-feira. O corpo, no entanto, só foi encontrado às 19h50min do mesmo dia.
Testemunhas também relataram à polícia que um caminhão foi visto pouco antes grudado na traseira de um Fox com as mesmas características do carro da vítima. A polícia agora tenta identificar o caminhão e quem estava no volante, para descobrir se há alguma relação com o crime.
Ontem, uma papiloscopista tentava coletar impressões digitais do Fox e do celular de Márcia que possam identificar um futuro suspeito. No telefone, a última ligação completada foi feita por ela, às 11h19min, para uma amiga. Segundo o delegado, neste momento, ela ainda estava bem.


fonte: O GLOBO ON LINE
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PORTO ALEGRE - A Polícia Civil está a caça do homem que matou a golpes de facão a dentista Márcia Nascimento Gomes, 32 anos, na segunda-feira. A vítima que morava em Torres, no Litoral Norte, e seguia viagem de carro para Gramado, na Serra Gaúcha, foi encontrada despida e amarrada a uma árvore em um barranco próximo ao primeiro túnel da Rota do Sol (RS-486), em Itati, a 35 quilômetros do entroncamento com a BR-101.
Para chegar à autoria do crime, os policiais tentam descobrir se o assassino aproveitou uma distração da dentista, que parou o veículo na beira da estrada, para atacá-la, ou se ele forjou um pedido de socorro, que levou a vítima a descer do veículo.
A suspeita é de que a vítima tenha sido vítima de um crime sexual. A hipótese de crime passional foi praticamente descartada pelo delegado Roland Short, titular da Delegacia da Polícia Civil de Capão da Canoa e responsável também pelo atendimento ao município de Itati.
Como não há marcas bruscas de freagem no asfalto, o veículo estava bem-estacionado - apesar do trecho não ter acostamento - e o pisca-alerta estava ligado, a polícia desconfia de que a dentista possa ter parado voluntariamente o automóvel.
Márcia só tinha percorrido cerca de 55 dos mais de 190 quilômetros que separam Torres de Gramado - onde trabalharia às 13h30min em um consultório da prefeitura.
- Pedimos uma perícia para descartar ou não uma falha mecânica no carro - conta o delegado.
A hipótese de que o criminoso poderia estar de carona no carro também foi posta de lado pelo delegado. Depois de percorrer a vizinhança, ouvir moradores e pessoas em postos de combustíveis e lancherias na região ontem, os policiais descobriram que o veículo da vítima foi visto parado no local, pela primeira vez, por volta do meio-dia de segunda-feira. O corpo, no entanto, só foi encontrado às 19h50min do mesmo dia.
Testemunhas também relataram à polícia que um caminhão foi visto pouco antes grudado na traseira de um Fox com as mesmas características do carro da vítima. A polícia agora tenta identificar o caminhão e quem estava no volante, para descobrir se há alguma relação com o crime.
Ontem, uma papiloscopista tentava coletar impressões digitais do Fox e do celular de Márcia que possam identificar um futuro suspeito. No telefone, a última ligação completada foi feita por ela, às 11h19min, para uma amiga. Segundo o delegado, neste momento, ela ainda estava bem.


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PORTO ALEGRE - A Polícia Civil está a caça do homem que matou a golpes de facão a dentista Márcia Nascimento Gomes, 32 anos, na segunda-feira. A vítima que morava em Torres, no Litoral Norte, e seguia viagem de carro para Gramado, na Serra Gaúcha, foi encontrada despida e amarrada a uma árvore em um barranco próximo ao primeiro túnel da Rota do Sol (RS-486), em Itati, a 35 quilômetros do entroncamento com a BR-101.
Para chegar à autoria do crime, os policiais tentam descobrir se o assassino aproveitou uma distração da dentista, que parou o veículo na beira da estrada, para atacá-la, ou se ele forjou um pedido de socorro, que levou a vítima a descer do veículo.
A suspeita é de que a vítima tenha sido vítima de um crime sexual. A hipótese de crime passional foi praticamente descartada pelo delegado Roland Short, titular da Delegacia da Polícia Civil de Capão da Canoa e responsável também pelo atendimento ao município de Itati.
Como não há marcas bruscas de freagem no asfalto, o veículo estava bem-estacionado - apesar do trecho não ter acostamento - e o pisca-alerta estava ligado, a polícia desconfia de que a dentista possa ter parado voluntariamente o automóvel.
Márcia só tinha percorrido cerca de 55 dos mais de 190 quilômetros que separam Torres de Gramado - onde trabalharia às 13h30min em um consultório da prefeitura.
- Pedimos uma perícia para descartar ou não uma falha mecânica no carro - conta o delegado.
A hipótese de que o criminoso poderia estar de carona no carro também foi posta de lado pelo delegado. Depois de percorrer a vizinhança, ouvir moradores e pessoas em postos de combustíveis e lancherias na região ontem, os policiais descobriram que o veículo da vítima foi visto parado no local, pela primeira vez, por volta do meio-dia de segunda-feira. O corpo, no entanto, só foi encontrado às 19h50min do mesmo dia.
Testemunhas também relataram à polícia que um caminhão foi visto pouco antes grudado na traseira de um Fox com as mesmas características do carro da vítima. A polícia agora tenta identificar o caminhão e quem estava no volante, para descobrir se há alguma relação com o crime.
Ontem, uma papiloscopista tentava coletar impressões digitais do Fox e do celular de Márcia que possam identificar um futuro suspeito. No telefone, a última ligação completada foi feita por ela, às 11h19min, para uma amiga. Segundo o delegado, neste momento, ela ainda estava bem.


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Para chegar à autoria do crime, os policiais tentam descobrir se o assassino aproveitou uma distração da dentista, que parou o veículo na beira da estrada, para atacá-la, ou se ele forjou um pedido de socorro, que levou a vítima a descer do veículo.
A suspeita é de que a vítima tenha sido vítima de um crime sexual. A hipótese de crime passional foi praticamente descartada pelo delegado Roland Short, titular da Delegacia da Polícia Civil de Capão da Canoa e responsável também pelo atendimento ao município de Itati.
Como não há marcas bruscas de freagem no asfalto, o veículo estava bem-estacionado - apesar do trecho não ter acostamento - e o pisca-alerta estava ligado, a polícia desconfia de que a dentista possa ter parado voluntariamente o automóvel.
Márcia só tinha percorrido cerca de 55 dos mais de 190 quilômetros que separam Torres de Gramado - onde trabalharia às 13h30min em um consultório da prefeitura.
- Pedimos uma perícia para descartar ou não uma falha mecânica no carro - conta o delegado.
A hipótese de que o criminoso poderia estar de carona no carro também foi posta de lado pelo delegado. Depois de percorrer a vizinhança, ouvir moradores e pessoas em postos de combustíveis e lancherias na região ontem, os policiais descobriram que o veículo da vítima foi visto parado no local, pela primeira vez, por volta do meio-dia de segunda-feira. O corpo, no entanto, só foi encontrado às 19h50min do mesmo dia.
Testemunhas também relataram à polícia que um caminhão foi visto pouco antes grudado na traseira de um Fox com as mesmas características do carro da vítima. A polícia agora tenta identificar o caminhão e quem estava no volante, para descobrir se há alguma relação com o crime.
Ontem, uma papiloscopista tentava coletar impressões digitais do Fox e do celular de Márcia que possam identificar um futuro suspeito. No telefone, a última ligação completada foi feita por ela, às 11h19min, para uma amiga. Segundo o delegado, neste momento, ela ainda estava bem.


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PORTO ALEGRE - A Polícia Civil está a caça do homem que matou a golpes de facão a dentista Márcia Nascimento Gomes, 32 anos, na segunda-feira. A vítima que morava em Torres, no Litoral Norte, e seguia viagem de carro para Gramado, na Serra Gaúcha, foi encontrada despida e amarrada a uma árvore em um barranco próximo ao primeiro túnel da Rota do Sol (RS-486), em Itati, a 35 quilômetros do entroncamento com a BR-101.
Para chegar à autoria do crime, os policiais tentam descobrir se o assassino aproveitou uma distração da dentista, que parou o veículo na beira da estrada, para atacá-la, ou se ele forjou um pedido de socorro, que levou a vítima a descer do veículo.
A suspeita é de que a vítima tenha sido vítima de um crime sexual. A hipótese de crime passional foi praticamente descartada pelo delegado Roland Short, titular da Delegacia da Polícia Civil de Capão da Canoa e responsável também pelo atendimento ao município de Itati.
Como não há marcas bruscas de freagem no asfalto, o veículo estava bem-estacionado - apesar do trecho não ter acostamento - e o pisca-alerta estava ligado, a polícia desconfia de que a dentista possa ter parado voluntariamente o automóvel.
Márcia só tinha percorrido cerca de 55 dos mais de 190 quilômetros que separam Torres de Gramado - onde trabalharia às 13h30min em um consultório da prefeitura.
- Pedimos uma perícia para descartar ou não uma falha mecânica no carro - conta o delegado.
A hipótese de que o criminoso poderia estar de carona no carro também foi posta de lado pelo delegado. Depois de percorrer a vizinhança, ouvir moradores e pessoas em postos de combustíveis e lancherias na região ontem, os policiais descobriram que o veículo da vítima foi visto parado no local, pela primeira vez, por volta do meio-dia de segunda-feira. O corpo, no entanto, só foi encontrado às 19h50min do mesmo dia.
Testemunhas também relataram à polícia que um caminhão foi visto pouco antes grudado na traseira de um Fox com as mesmas características do carro da vítima. A polícia agora tenta identificar o caminhão e quem estava no volante, para descobrir se há alguma relação com o crime.
Ontem, uma papiloscopista tentava coletar impressões digitais do Fox e do celular de Márcia que possam identificar um futuro suspeito. No telefone, a última ligação completada foi feita por ela, às 11h19min, para uma amiga. Segundo o delegado, neste momento, ela ainda estava bem.


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Crime ocorreu em 2007, nas proximidades do Mineirão.
Réu também terá que pagar cem salários mínimos aos familiares da vítima


O Tribunal de Justiça de Minas Gerais condenou um auxiliar de produção, integrante de uma torcida organizada, a prestar serviço comunitário por dois anos e pagamento de prestação pecuniária (uma espécie de multa). Ele é acusado de matar Ronaldo Pedro Ferreira, integrante de uma torcida rival, em maio de 2007, em Belo Horizonte. A sentença foi proferida na segunda-feira (27). Cabe recurso.
O crime aconteceu nas proximidades do estádio Mineirão. Segundo a acusação, o auxiliar de produção, juntamente com outras pessoas, chutou e deu socos e pontapés na vítima. As lesões causaram a morte. Em depoimento, o acusado teria dito que chegou a tirar a calça do torcedor rival, que tinha a marca de um time.
O auxiliar de produção foi acusado de homicídio triplamente qualificado, cometido por motivo fútil, com emprego de meio cruel e mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima. A defesa negou a autoria do crime e pediu a desclassificação para homicídio culposo e para lesão corporal seguida de morte. Os jurados acolheram a tese da defesa.
Levando em consideração que o réu é primário e de bons antecedentes, o juiz converteu a pena de detenção em prestação de serviço comunitário e ao pagamento de cem salários mínimos aos familiares da vítima ou a uma entidade beneficente. O local da prestação de serviço será definido pela Vara de Execuções Criminais de Belo Horizonte.
O TJ informa que o réu estava preso e poderá aguardar recurso em liberdade, se não houver acusação de envolvimento em outro crime.

Fonte: G1
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Crime ocorreu em 2007, nas proximidades do Mineirão.
Réu também terá que pagar cem salários mínimos aos familiares da vítima


O Tribunal de Justiça de Minas Gerais condenou um auxiliar de produção, integrante de uma torcida organizada, a prestar serviço comunitário por dois anos e pagamento de prestação pecuniária (uma espécie de multa). Ele é acusado de matar Ronaldo Pedro Ferreira, integrante de uma torcida rival, em maio de 2007, em Belo Horizonte. A sentença foi proferida na segunda-feira (27). Cabe recurso.
O crime aconteceu nas proximidades do estádio Mineirão. Segundo a acusação, o auxiliar de produção, juntamente com outras pessoas, chutou e deu socos e pontapés na vítima. As lesões causaram a morte. Em depoimento, o acusado teria dito que chegou a tirar a calça do torcedor rival, que tinha a marca de um time.
O auxiliar de produção foi acusado de homicídio triplamente qualificado, cometido por motivo fútil, com emprego de meio cruel e mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima. A defesa negou a autoria do crime e pediu a desclassificação para homicídio culposo e para lesão corporal seguida de morte. Os jurados acolheram a tese da defesa.
Levando em consideração que o réu é primário e de bons antecedentes, o juiz converteu a pena de detenção em prestação de serviço comunitário e ao pagamento de cem salários mínimos aos familiares da vítima ou a uma entidade beneficente. O local da prestação de serviço será definido pela Vara de Execuções Criminais de Belo Horizonte.
O TJ informa que o réu estava preso e poderá aguardar recurso em liberdade, se não houver acusação de envolvimento em outro crime.

Fonte: G1
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Crime ocorreu em 2007, nas proximidades do Mineirão.
Réu também terá que pagar cem salários mínimos aos familiares da vítima


O Tribunal de Justiça de Minas Gerais condenou um auxiliar de produção, integrante de uma torcida organizada, a prestar serviço comunitário por dois anos e pagamento de prestação pecuniária (uma espécie de multa). Ele é acusado de matar Ronaldo Pedro Ferreira, integrante de uma torcida rival, em maio de 2007, em Belo Horizonte. A sentença foi proferida na segunda-feira (27). Cabe recurso.
O crime aconteceu nas proximidades do estádio Mineirão. Segundo a acusação, o auxiliar de produção, juntamente com outras pessoas, chutou e deu socos e pontapés na vítima. As lesões causaram a morte. Em depoimento, o acusado teria dito que chegou a tirar a calça do torcedor rival, que tinha a marca de um time.
O auxiliar de produção foi acusado de homicídio triplamente qualificado, cometido por motivo fútil, com emprego de meio cruel e mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima. A defesa negou a autoria do crime e pediu a desclassificação para homicídio culposo e para lesão corporal seguida de morte. Os jurados acolheram a tese da defesa.
Levando em consideração que o réu é primário e de bons antecedentes, o juiz converteu a pena de detenção em prestação de serviço comunitário e ao pagamento de cem salários mínimos aos familiares da vítima ou a uma entidade beneficente. O local da prestação de serviço será definido pela Vara de Execuções Criminais de Belo Horizonte.
O TJ informa que o réu estava preso e poderá aguardar recurso em liberdade, se não houver acusação de envolvimento em outro crime.

Fonte: G1
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Réu também terá que pagar cem salários mínimos aos familiares da vítima


O Tribunal de Justiça de Minas Gerais condenou um auxiliar de produção, integrante de uma torcida organizada, a prestar serviço comunitário por dois anos e pagamento de prestação pecuniária (uma espécie de multa). Ele é acusado de matar Ronaldo Pedro Ferreira, integrante de uma torcida rival, em maio de 2007, em Belo Horizonte. A sentença foi proferida na segunda-feira (27). Cabe recurso.
O crime aconteceu nas proximidades do estádio Mineirão. Segundo a acusação, o auxiliar de produção, juntamente com outras pessoas, chutou e deu socos e pontapés na vítima. As lesões causaram a morte. Em depoimento, o acusado teria dito que chegou a tirar a calça do torcedor rival, que tinha a marca de um time.
O auxiliar de produção foi acusado de homicídio triplamente qualificado, cometido por motivo fútil, com emprego de meio cruel e mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima. A defesa negou a autoria do crime e pediu a desclassificação para homicídio culposo e para lesão corporal seguida de morte. Os jurados acolheram a tese da defesa.
Levando em consideração que o réu é primário e de bons antecedentes, o juiz converteu a pena de detenção em prestação de serviço comunitário e ao pagamento de cem salários mínimos aos familiares da vítima ou a uma entidade beneficente. O local da prestação de serviço será definido pela Vara de Execuções Criminais de Belo Horizonte.
O TJ informa que o réu estava preso e poderá aguardar recurso em liberdade, se não houver acusação de envolvimento em outro crime.

Fonte: G1
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Réu também terá que pagar cem salários mínimos aos familiares da vítima


O Tribunal de Justiça de Minas Gerais condenou um auxiliar de produção, integrante de uma torcida organizada, a prestar serviço comunitário por dois anos e pagamento de prestação pecuniária (uma espécie de multa). Ele é acusado de matar Ronaldo Pedro Ferreira, integrante de uma torcida rival, em maio de 2007, em Belo Horizonte. A sentença foi proferida na segunda-feira (27). Cabe recurso.
O crime aconteceu nas proximidades do estádio Mineirão. Segundo a acusação, o auxiliar de produção, juntamente com outras pessoas, chutou e deu socos e pontapés na vítima. As lesões causaram a morte. Em depoimento, o acusado teria dito que chegou a tirar a calça do torcedor rival, que tinha a marca de um time.
O auxiliar de produção foi acusado de homicídio triplamente qualificado, cometido por motivo fútil, com emprego de meio cruel e mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima. A defesa negou a autoria do crime e pediu a desclassificação para homicídio culposo e para lesão corporal seguida de morte. Os jurados acolheram a tese da defesa.
Levando em consideração que o réu é primário e de bons antecedentes, o juiz converteu a pena de detenção em prestação de serviço comunitário e ao pagamento de cem salários mínimos aos familiares da vítima ou a uma entidade beneficente. O local da prestação de serviço será definido pela Vara de Execuções Criminais de Belo Horizonte.
O TJ informa que o réu estava preso e poderá aguardar recurso em liberdade, se não houver acusação de envolvimento em outro crime.

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Crime ocorreu em 2007, nas proximidades do Mineirão.
Réu também terá que pagar cem salários mínimos aos familiares da vítima


O Tribunal de Justiça de Minas Gerais condenou um auxiliar de produção, integrante de uma torcida organizada, a prestar serviço comunitário por dois anos e pagamento de prestação pecuniária (uma espécie de multa). Ele é acusado de matar Ronaldo Pedro Ferreira, integrante de uma torcida rival, em maio de 2007, em Belo Horizonte. A sentença foi proferida na segunda-feira (27). Cabe recurso.
O crime aconteceu nas proximidades do estádio Mineirão. Segundo a acusação, o auxiliar de produção, juntamente com outras pessoas, chutou e deu socos e pontapés na vítima. As lesões causaram a morte. Em depoimento, o acusado teria dito que chegou a tirar a calça do torcedor rival, que tinha a marca de um time.
O auxiliar de produção foi acusado de homicídio triplamente qualificado, cometido por motivo fútil, com emprego de meio cruel e mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima. A defesa negou a autoria do crime e pediu a desclassificação para homicídio culposo e para lesão corporal seguida de morte. Os jurados acolheram a tese da defesa.
Levando em consideração que o réu é primário e de bons antecedentes, o juiz converteu a pena de detenção em prestação de serviço comunitário e ao pagamento de cem salários mínimos aos familiares da vítima ou a uma entidade beneficente. O local da prestação de serviço será definido pela Vara de Execuções Criminais de Belo Horizonte.
O TJ informa que o réu estava preso e poderá aguardar recurso em liberdade, se não houver acusação de envolvimento em outro crime.

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O crime aconteceu nas proximidades do estádio Mineirão. Segundo a acusação, o auxiliar de produção, juntamente com outras pessoas, chutou e deu socos e pontapés na vítima. As lesões causaram a morte. Em depoimento, o acusado teria dito que chegou a tirar a calça do torcedor rival, que tinha a marca de um time.
O auxiliar de produção foi acusado de homicídio triplamente qualificado, cometido por motivo fútil, com emprego de meio cruel e mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima. A defesa negou a autoria do crime e pediu a desclassificação para homicídio culposo e para lesão corporal seguida de morte. Os jurados acolheram a tese da defesa.
Levando em consideração que o réu é primário e de bons antecedentes, o juiz converteu a pena de detenção em prestação de serviço comunitário e ao pagamento de cem salários mínimos aos familiares da vítima ou a uma entidade beneficente. O local da prestação de serviço será definido pela Vara de Execuções Criminais de Belo Horizonte.
O TJ informa que o réu estava preso e poderá aguardar recurso em liberdade, se não houver acusação de envolvimento em outro crime.

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Réu também terá que pagar cem salários mínimos aos familiares da vítima


O Tribunal de Justiça de Minas Gerais condenou um auxiliar de produção, integrante de uma torcida organizada, a prestar serviço comunitário por dois anos e pagamento de prestação pecuniária (uma espécie de multa). Ele é acusado de matar Ronaldo Pedro Ferreira, integrante de uma torcida rival, em maio de 2007, em Belo Horizonte. A sentença foi proferida na segunda-feira (27). Cabe recurso.
O crime aconteceu nas proximidades do estádio Mineirão. Segundo a acusação, o auxiliar de produção, juntamente com outras pessoas, chutou e deu socos e pontapés na vítima. As lesões causaram a morte. Em depoimento, o acusado teria dito que chegou a tirar a calça do torcedor rival, que tinha a marca de um time.
O auxiliar de produção foi acusado de homicídio triplamente qualificado, cometido por motivo fútil, com emprego de meio cruel e mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima. A defesa negou a autoria do crime e pediu a desclassificação para homicídio culposo e para lesão corporal seguida de morte. Os jurados acolheram a tese da defesa.
Levando em consideração que o réu é primário e de bons antecedentes, o juiz converteu a pena de detenção em prestação de serviço comunitário e ao pagamento de cem salários mínimos aos familiares da vítima ou a uma entidade beneficente. O local da prestação de serviço será definido pela Vara de Execuções Criminais de Belo Horizonte.
O TJ informa que o réu estava preso e poderá aguardar recurso em liberdade, se não houver acusação de envolvimento em outro crime.

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Réu também terá que pagar cem salários mínimos aos familiares da vítima


O Tribunal de Justiça de Minas Gerais condenou um auxiliar de produção, integrante de uma torcida organizada, a prestar serviço comunitário por dois anos e pagamento de prestação pecuniária (uma espécie de multa). Ele é acusado de matar Ronaldo Pedro Ferreira, integrante de uma torcida rival, em maio de 2007, em Belo Horizonte. A sentença foi proferida na segunda-feira (27). Cabe recurso.
O crime aconteceu nas proximidades do estádio Mineirão. Segundo a acusação, o auxiliar de produção, juntamente com outras pessoas, chutou e deu socos e pontapés na vítima. As lesões causaram a morte. Em depoimento, o acusado teria dito que chegou a tirar a calça do torcedor rival, que tinha a marca de um time.
O auxiliar de produção foi acusado de homicídio triplamente qualificado, cometido por motivo fútil, com emprego de meio cruel e mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima. A defesa negou a autoria do crime e pediu a desclassificação para homicídio culposo e para lesão corporal seguida de morte. Os jurados acolheram a tese da defesa.
Levando em consideração que o réu é primário e de bons antecedentes, o juiz converteu a pena de detenção em prestação de serviço comunitário e ao pagamento de cem salários mínimos aos familiares da vítima ou a uma entidade beneficente. O local da prestação de serviço será definido pela Vara de Execuções Criminais de Belo Horizonte.
O TJ informa que o réu estava preso e poderá aguardar recurso em liberdade, se não houver acusação de envolvimento em outro crime.

Fonte: G1
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Exame é um dos principais na prevenção do câncer de mama.
Rede pública conta com 1.246 mamógrafos em operação no país.


Entra em vigor nesta quarta-feira (29) a lei que garante às mulheres acima de 40 anos o direito de realização de mamografias pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Antes, as mamografias pela rede pública eram feitas apenas quando havia indicação médica, sem limite de idade.
A mamografia é um dos principais exames preventivos contra o câncer de mama. Em 2008, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) estimava em 49,4 mil de novos casos no país. Segundo o instituto, a doença é relativamente rara antes dos 35 anos, mas a incidência costuma ter aumento rápido e progressivo a partir dessa idade.
A rede pública de saúde conta atualmente com 1.246 equipamentos, que realizaram 2,9 milhões de exames em 2008, ao custo de R$ 115,0 milhões.
Segundo o Ministério da Saúde, o número de mamografias realizadas pelo SUS aumentou 118,3% dos últimos sete anos e deve continuar em crescimento. A previsão para 2009 é que sejam feitas mais de 3 milhões de mamografias, em 2010, 3,5 milhões, e em 2011, 4,4 milhões.
O estudo do Ministério da Saúde “Vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico”, de 2008, mostra que 71% das mulheres com idades entre 50 e 69 anos que moram nas capitais declararam ter feito uma mamografia em nos dois anos anteriores.

Fonte: G1
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Exame é um dos principais na prevenção do câncer de mama.
Rede pública conta com 1.246 mamógrafos em operação no país.


Entra em vigor nesta quarta-feira (29) a lei que garante às mulheres acima de 40 anos o direito de realização de mamografias pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Antes, as mamografias pela rede pública eram feitas apenas quando havia indicação médica, sem limite de idade.
A mamografia é um dos principais exames preventivos contra o câncer de mama. Em 2008, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) estimava em 49,4 mil de novos casos no país. Segundo o instituto, a doença é relativamente rara antes dos 35 anos, mas a incidência costuma ter aumento rápido e progressivo a partir dessa idade.
A rede pública de saúde conta atualmente com 1.246 equipamentos, que realizaram 2,9 milhões de exames em 2008, ao custo de R$ 115,0 milhões.
Segundo o Ministério da Saúde, o número de mamografias realizadas pelo SUS aumentou 118,3% dos últimos sete anos e deve continuar em crescimento. A previsão para 2009 é que sejam feitas mais de 3 milhões de mamografias, em 2010, 3,5 milhões, e em 2011, 4,4 milhões.
O estudo do Ministério da Saúde “Vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico”, de 2008, mostra que 71% das mulheres com idades entre 50 e 69 anos que moram nas capitais declararam ter feito uma mamografia em nos dois anos anteriores.

Fonte: G1
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Exame é um dos principais na prevenção do câncer de mama.
Rede pública conta com 1.246 mamógrafos em operação no país.


Entra em vigor nesta quarta-feira (29) a lei que garante às mulheres acima de 40 anos o direito de realização de mamografias pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Antes, as mamografias pela rede pública eram feitas apenas quando havia indicação médica, sem limite de idade.
A mamografia é um dos principais exames preventivos contra o câncer de mama. Em 2008, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) estimava em 49,4 mil de novos casos no país. Segundo o instituto, a doença é relativamente rara antes dos 35 anos, mas a incidência costuma ter aumento rápido e progressivo a partir dessa idade.
A rede pública de saúde conta atualmente com 1.246 equipamentos, que realizaram 2,9 milhões de exames em 2008, ao custo de R$ 115,0 milhões.
Segundo o Ministério da Saúde, o número de mamografias realizadas pelo SUS aumentou 118,3% dos últimos sete anos e deve continuar em crescimento. A previsão para 2009 é que sejam feitas mais de 3 milhões de mamografias, em 2010, 3,5 milhões, e em 2011, 4,4 milhões.
O estudo do Ministério da Saúde “Vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico”, de 2008, mostra que 71% das mulheres com idades entre 50 e 69 anos que moram nas capitais declararam ter feito uma mamografia em nos dois anos anteriores.

Fonte: G1
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Exame é um dos principais na prevenção do câncer de mama.
Rede pública conta com 1.246 mamógrafos em operação no país.


Entra em vigor nesta quarta-feira (29) a lei que garante às mulheres acima de 40 anos o direito de realização de mamografias pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Antes, as mamografias pela rede pública eram feitas apenas quando havia indicação médica, sem limite de idade.
A mamografia é um dos principais exames preventivos contra o câncer de mama. Em 2008, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) estimava em 49,4 mil de novos casos no país. Segundo o instituto, a doença é relativamente rara antes dos 35 anos, mas a incidência costuma ter aumento rápido e progressivo a partir dessa idade.
A rede pública de saúde conta atualmente com 1.246 equipamentos, que realizaram 2,9 milhões de exames em 2008, ao custo de R$ 115,0 milhões.
Segundo o Ministério da Saúde, o número de mamografias realizadas pelo SUS aumentou 118,3% dos últimos sete anos e deve continuar em crescimento. A previsão para 2009 é que sejam feitas mais de 3 milhões de mamografias, em 2010, 3,5 milhões, e em 2011, 4,4 milhões.
O estudo do Ministério da Saúde “Vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico”, de 2008, mostra que 71% das mulheres com idades entre 50 e 69 anos que moram nas capitais declararam ter feito uma mamografia em nos dois anos anteriores.

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Exame é um dos principais na prevenção do câncer de mama.
Rede pública conta com 1.246 mamógrafos em operação no país.


Entra em vigor nesta quarta-feira (29) a lei que garante às mulheres acima de 40 anos o direito de realização de mamografias pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Antes, as mamografias pela rede pública eram feitas apenas quando havia indicação médica, sem limite de idade.
A mamografia é um dos principais exames preventivos contra o câncer de mama. Em 2008, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) estimava em 49,4 mil de novos casos no país. Segundo o instituto, a doença é relativamente rara antes dos 35 anos, mas a incidência costuma ter aumento rápido e progressivo a partir dessa idade.
A rede pública de saúde conta atualmente com 1.246 equipamentos, que realizaram 2,9 milhões de exames em 2008, ao custo de R$ 115,0 milhões.
Segundo o Ministério da Saúde, o número de mamografias realizadas pelo SUS aumentou 118,3% dos últimos sete anos e deve continuar em crescimento. A previsão para 2009 é que sejam feitas mais de 3 milhões de mamografias, em 2010, 3,5 milhões, e em 2011, 4,4 milhões.
O estudo do Ministério da Saúde “Vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico”, de 2008, mostra que 71% das mulheres com idades entre 50 e 69 anos que moram nas capitais declararam ter feito uma mamografia em nos dois anos anteriores.

Fonte: G1
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Exame é um dos principais na prevenção do câncer de mama.
Rede pública conta com 1.246 mamógrafos em operação no país.


Entra em vigor nesta quarta-feira (29) a lei que garante às mulheres acima de 40 anos o direito de realização de mamografias pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Antes, as mamografias pela rede pública eram feitas apenas quando havia indicação médica, sem limite de idade.
A mamografia é um dos principais exames preventivos contra o câncer de mama. Em 2008, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) estimava em 49,4 mil de novos casos no país. Segundo o instituto, a doença é relativamente rara antes dos 35 anos, mas a incidência costuma ter aumento rápido e progressivo a partir dessa idade.
A rede pública de saúde conta atualmente com 1.246 equipamentos, que realizaram 2,9 milhões de exames em 2008, ao custo de R$ 115,0 milhões.
Segundo o Ministério da Saúde, o número de mamografias realizadas pelo SUS aumentou 118,3% dos últimos sete anos e deve continuar em crescimento. A previsão para 2009 é que sejam feitas mais de 3 milhões de mamografias, em 2010, 3,5 milhões, e em 2011, 4,4 milhões.
O estudo do Ministério da Saúde “Vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico”, de 2008, mostra que 71% das mulheres com idades entre 50 e 69 anos que moram nas capitais declararam ter feito uma mamografia em nos dois anos anteriores.

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Exame é um dos principais na prevenção do câncer de mama.
Rede pública conta com 1.246 mamógrafos em operação no país.


Entra em vigor nesta quarta-feira (29) a lei que garante às mulheres acima de 40 anos o direito de realização de mamografias pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Antes, as mamografias pela rede pública eram feitas apenas quando havia indicação médica, sem limite de idade.
A mamografia é um dos principais exames preventivos contra o câncer de mama. Em 2008, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) estimava em 49,4 mil de novos casos no país. Segundo o instituto, a doença é relativamente rara antes dos 35 anos, mas a incidência costuma ter aumento rápido e progressivo a partir dessa idade.
A rede pública de saúde conta atualmente com 1.246 equipamentos, que realizaram 2,9 milhões de exames em 2008, ao custo de R$ 115,0 milhões.
Segundo o Ministério da Saúde, o número de mamografias realizadas pelo SUS aumentou 118,3% dos últimos sete anos e deve continuar em crescimento. A previsão para 2009 é que sejam feitas mais de 3 milhões de mamografias, em 2010, 3,5 milhões, e em 2011, 4,4 milhões.
O estudo do Ministério da Saúde “Vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico”, de 2008, mostra que 71% das mulheres com idades entre 50 e 69 anos que moram nas capitais declararam ter feito uma mamografia em nos dois anos anteriores.

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Rede pública conta com 1.246 mamógrafos em operação no país.


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A mamografia é um dos principais exames preventivos contra o câncer de mama. Em 2008, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) estimava em 49,4 mil de novos casos no país. Segundo o instituto, a doença é relativamente rara antes dos 35 anos, mas a incidência costuma ter aumento rápido e progressivo a partir dessa idade.
A rede pública de saúde conta atualmente com 1.246 equipamentos, que realizaram 2,9 milhões de exames em 2008, ao custo de R$ 115,0 milhões.
Segundo o Ministério da Saúde, o número de mamografias realizadas pelo SUS aumentou 118,3% dos últimos sete anos e deve continuar em crescimento. A previsão para 2009 é que sejam feitas mais de 3 milhões de mamografias, em 2010, 3,5 milhões, e em 2011, 4,4 milhões.
O estudo do Ministério da Saúde “Vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico”, de 2008, mostra que 71% das mulheres com idades entre 50 e 69 anos que moram nas capitais declararam ter feito uma mamografia em nos dois anos anteriores.

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Exame é um dos principais na prevenção do câncer de mama.
Rede pública conta com 1.246 mamógrafos em operação no país.


Entra em vigor nesta quarta-feira (29) a lei que garante às mulheres acima de 40 anos o direito de realização de mamografias pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Antes, as mamografias pela rede pública eram feitas apenas quando havia indicação médica, sem limite de idade.
A mamografia é um dos principais exames preventivos contra o câncer de mama. Em 2008, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) estimava em 49,4 mil de novos casos no país. Segundo o instituto, a doença é relativamente rara antes dos 35 anos, mas a incidência costuma ter aumento rápido e progressivo a partir dessa idade.
A rede pública de saúde conta atualmente com 1.246 equipamentos, que realizaram 2,9 milhões de exames em 2008, ao custo de R$ 115,0 milhões.
Segundo o Ministério da Saúde, o número de mamografias realizadas pelo SUS aumentou 118,3% dos últimos sete anos e deve continuar em crescimento. A previsão para 2009 é que sejam feitas mais de 3 milhões de mamografias, em 2010, 3,5 milhões, e em 2011, 4,4 milhões.
O estudo do Ministério da Saúde “Vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico”, de 2008, mostra que 71% das mulheres com idades entre 50 e 69 anos que moram nas capitais declararam ter feito uma mamografia em nos dois anos anteriores.

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O mundo seria mais triste sem os bilionários. Nada para se ler no jornal, ver na televisão ou conversar no boteco a não ser os pobres. Os pobres do mundo inteiro. Fazendo a única coisa que os pobres sabem fazer direito: serem pobres.
Ser bilionário é mais complicado. O cifrão é mais em cima. As febres suínas ou aviarias não os afeta, mas uma pequena queda no rol de bilionários é mais que um baque. Beira o desastre. Pior que tudo, a vergonha social. Como enfrentar os bilionários que ascenderam ou - felizardos - ao menos mantiveram suas posições nas listas?
Domingo, dia 26 de abril, o Sunday Times publicou sua anual lista dos 1000 mais ricos na Grã-Bretanha. Numa revista à parte, 112 páginas, bom papel, preço incluído no jornal de sempre. Na primeira página do primeiro caderno, a cores, fotos de seis dos que mais entraram pelo cano nos últimos 12 meses. Elton John, Catherine Zeta-Jones, J.K. "Harry Potter" Rowling e mais duas figuras muito populares nos meios mediáticos locais, cujo nome, por uma vez na vida, não interessa agora.
O importante, para o jornal do bilionário australiano e naturalizado norte-americano, Rupert Murdoch, é que essa turma seleta consta, e como, da relação dos que foram atingidos pelos recentes tumultos no mundo das economias domésticas.
O Sunday Times tem uma circulação de perto de 1 milhão e 300 mil exemplares. É apenas um semanário milionário. Até agora. Seus editores conhecem seu leitorado. Podem não ser pobres credenciados, beiram as classes alta e média e a eles o que interessa é saber quem perdeu quanto. Nisso está a graça toda da empreitada jornalística. Gozar com queda dos cifrões dos outros.
O mundo, nessa sua última cambalhota econômico-financeira, mudou um pouco. Quase nada, mas mudou. Para ser vulgar como um pobre ou uma pessoa remediada: a gente quer é que eles se danem. Torcer por este ou aquele hóspede da casa do Big Brother começa a perder o seu charme. As desgraças daquele que já foi cognominado, talvez injustamente, não sei, de "Continente Negro", deixaram de ser interessantes. O mundo islâmico é imprevisível e mete medo. A todos. Bilionários ou apenas, coitados, milionários. Resta torcer para que o máximo de ricaços perca um mínimo que seja. Um milhãozinho ou dois não pegaria mal para quem está aqui nas arquibancadas da vida.
O Sunday Times afirma que, somadas, as fortunas dos mil bilionários da Grã-Bretanha totalizam perto de 258 bilhões de euros, ou seja, em dinheiro nosso (deles, né? Vocês sabem quem), R$ 830 bi. Mas vamos ao filé-mignon da coisa: há uma perda de 155 bilhões, ou R$ 499 bi com relação à soma de 2008.
Triste, triste, triste. Sniff, sniff, sniff. O periódico dá como de 37% a queda no valor da fortuna, o que representa o pior desempenho dessa turma boa desde que, há 21 anos, a publicação começou a compilar a lista.
Como dizem, algo enigmáticas, altas autoridades econômicas mundiais: essa lamentável performance se deve especialmente aos efeitos da crise econômica global.
Resta o que os twitters não cansam de repetir, com exclamações antes e depois da análise que resume toda a questão:

!!! o dinheiro não compra a felicidade !!!

Ivan Lessa é collunista da BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:53  comentar


O mundo seria mais triste sem os bilionários. Nada para se ler no jornal, ver na televisão ou conversar no boteco a não ser os pobres. Os pobres do mundo inteiro. Fazendo a única coisa que os pobres sabem fazer direito: serem pobres.
Ser bilionário é mais complicado. O cifrão é mais em cima. As febres suínas ou aviarias não os afeta, mas uma pequena queda no rol de bilionários é mais que um baque. Beira o desastre. Pior que tudo, a vergonha social. Como enfrentar os bilionários que ascenderam ou - felizardos - ao menos mantiveram suas posições nas listas?
Domingo, dia 26 de abril, o Sunday Times publicou sua anual lista dos 1000 mais ricos na Grã-Bretanha. Numa revista à parte, 112 páginas, bom papel, preço incluído no jornal de sempre. Na primeira página do primeiro caderno, a cores, fotos de seis dos que mais entraram pelo cano nos últimos 12 meses. Elton John, Catherine Zeta-Jones, J.K. "Harry Potter" Rowling e mais duas figuras muito populares nos meios mediáticos locais, cujo nome, por uma vez na vida, não interessa agora.
O importante, para o jornal do bilionário australiano e naturalizado norte-americano, Rupert Murdoch, é que essa turma seleta consta, e como, da relação dos que foram atingidos pelos recentes tumultos no mundo das economias domésticas.
O Sunday Times tem uma circulação de perto de 1 milhão e 300 mil exemplares. É apenas um semanário milionário. Até agora. Seus editores conhecem seu leitorado. Podem não ser pobres credenciados, beiram as classes alta e média e a eles o que interessa é saber quem perdeu quanto. Nisso está a graça toda da empreitada jornalística. Gozar com queda dos cifrões dos outros.
O mundo, nessa sua última cambalhota econômico-financeira, mudou um pouco. Quase nada, mas mudou. Para ser vulgar como um pobre ou uma pessoa remediada: a gente quer é que eles se danem. Torcer por este ou aquele hóspede da casa do Big Brother começa a perder o seu charme. As desgraças daquele que já foi cognominado, talvez injustamente, não sei, de "Continente Negro", deixaram de ser interessantes. O mundo islâmico é imprevisível e mete medo. A todos. Bilionários ou apenas, coitados, milionários. Resta torcer para que o máximo de ricaços perca um mínimo que seja. Um milhãozinho ou dois não pegaria mal para quem está aqui nas arquibancadas da vida.
O Sunday Times afirma que, somadas, as fortunas dos mil bilionários da Grã-Bretanha totalizam perto de 258 bilhões de euros, ou seja, em dinheiro nosso (deles, né? Vocês sabem quem), R$ 830 bi. Mas vamos ao filé-mignon da coisa: há uma perda de 155 bilhões, ou R$ 499 bi com relação à soma de 2008.
Triste, triste, triste. Sniff, sniff, sniff. O periódico dá como de 37% a queda no valor da fortuna, o que representa o pior desempenho dessa turma boa desde que, há 21 anos, a publicação começou a compilar a lista.
Como dizem, algo enigmáticas, altas autoridades econômicas mundiais: essa lamentável performance se deve especialmente aos efeitos da crise econômica global.
Resta o que os twitters não cansam de repetir, com exclamações antes e depois da análise que resume toda a questão:

!!! o dinheiro não compra a felicidade !!!

Ivan Lessa é collunista da BBC Brasil
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O mundo seria mais triste sem os bilionários. Nada para se ler no jornal, ver na televisão ou conversar no boteco a não ser os pobres. Os pobres do mundo inteiro. Fazendo a única coisa que os pobres sabem fazer direito: serem pobres.
Ser bilionário é mais complicado. O cifrão é mais em cima. As febres suínas ou aviarias não os afeta, mas uma pequena queda no rol de bilionários é mais que um baque. Beira o desastre. Pior que tudo, a vergonha social. Como enfrentar os bilionários que ascenderam ou - felizardos - ao menos mantiveram suas posições nas listas?
Domingo, dia 26 de abril, o Sunday Times publicou sua anual lista dos 1000 mais ricos na Grã-Bretanha. Numa revista à parte, 112 páginas, bom papel, preço incluído no jornal de sempre. Na primeira página do primeiro caderno, a cores, fotos de seis dos que mais entraram pelo cano nos últimos 12 meses. Elton John, Catherine Zeta-Jones, J.K. "Harry Potter" Rowling e mais duas figuras muito populares nos meios mediáticos locais, cujo nome, por uma vez na vida, não interessa agora.
O importante, para o jornal do bilionário australiano e naturalizado norte-americano, Rupert Murdoch, é que essa turma seleta consta, e como, da relação dos que foram atingidos pelos recentes tumultos no mundo das economias domésticas.
O Sunday Times tem uma circulação de perto de 1 milhão e 300 mil exemplares. É apenas um semanário milionário. Até agora. Seus editores conhecem seu leitorado. Podem não ser pobres credenciados, beiram as classes alta e média e a eles o que interessa é saber quem perdeu quanto. Nisso está a graça toda da empreitada jornalística. Gozar com queda dos cifrões dos outros.
O mundo, nessa sua última cambalhota econômico-financeira, mudou um pouco. Quase nada, mas mudou. Para ser vulgar como um pobre ou uma pessoa remediada: a gente quer é que eles se danem. Torcer por este ou aquele hóspede da casa do Big Brother começa a perder o seu charme. As desgraças daquele que já foi cognominado, talvez injustamente, não sei, de "Continente Negro", deixaram de ser interessantes. O mundo islâmico é imprevisível e mete medo. A todos. Bilionários ou apenas, coitados, milionários. Resta torcer para que o máximo de ricaços perca um mínimo que seja. Um milhãozinho ou dois não pegaria mal para quem está aqui nas arquibancadas da vida.
O Sunday Times afirma que, somadas, as fortunas dos mil bilionários da Grã-Bretanha totalizam perto de 258 bilhões de euros, ou seja, em dinheiro nosso (deles, né? Vocês sabem quem), R$ 830 bi. Mas vamos ao filé-mignon da coisa: há uma perda de 155 bilhões, ou R$ 499 bi com relação à soma de 2008.
Triste, triste, triste. Sniff, sniff, sniff. O periódico dá como de 37% a queda no valor da fortuna, o que representa o pior desempenho dessa turma boa desde que, há 21 anos, a publicação começou a compilar a lista.
Como dizem, algo enigmáticas, altas autoridades econômicas mundiais: essa lamentável performance se deve especialmente aos efeitos da crise econômica global.
Resta o que os twitters não cansam de repetir, com exclamações antes e depois da análise que resume toda a questão:

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O mundo seria mais triste sem os bilionários. Nada para se ler no jornal, ver na televisão ou conversar no boteco a não ser os pobres. Os pobres do mundo inteiro. Fazendo a única coisa que os pobres sabem fazer direito: serem pobres.
Ser bilionário é mais complicado. O cifrão é mais em cima. As febres suínas ou aviarias não os afeta, mas uma pequena queda no rol de bilionários é mais que um baque. Beira o desastre. Pior que tudo, a vergonha social. Como enfrentar os bilionários que ascenderam ou - felizardos - ao menos mantiveram suas posições nas listas?
Domingo, dia 26 de abril, o Sunday Times publicou sua anual lista dos 1000 mais ricos na Grã-Bretanha. Numa revista à parte, 112 páginas, bom papel, preço incluído no jornal de sempre. Na primeira página do primeiro caderno, a cores, fotos de seis dos que mais entraram pelo cano nos últimos 12 meses. Elton John, Catherine Zeta-Jones, J.K. "Harry Potter" Rowling e mais duas figuras muito populares nos meios mediáticos locais, cujo nome, por uma vez na vida, não interessa agora.
O importante, para o jornal do bilionário australiano e naturalizado norte-americano, Rupert Murdoch, é que essa turma seleta consta, e como, da relação dos que foram atingidos pelos recentes tumultos no mundo das economias domésticas.
O Sunday Times tem uma circulação de perto de 1 milhão e 300 mil exemplares. É apenas um semanário milionário. Até agora. Seus editores conhecem seu leitorado. Podem não ser pobres credenciados, beiram as classes alta e média e a eles o que interessa é saber quem perdeu quanto. Nisso está a graça toda da empreitada jornalística. Gozar com queda dos cifrões dos outros.
O mundo, nessa sua última cambalhota econômico-financeira, mudou um pouco. Quase nada, mas mudou. Para ser vulgar como um pobre ou uma pessoa remediada: a gente quer é que eles se danem. Torcer por este ou aquele hóspede da casa do Big Brother começa a perder o seu charme. As desgraças daquele que já foi cognominado, talvez injustamente, não sei, de "Continente Negro", deixaram de ser interessantes. O mundo islâmico é imprevisível e mete medo. A todos. Bilionários ou apenas, coitados, milionários. Resta torcer para que o máximo de ricaços perca um mínimo que seja. Um milhãozinho ou dois não pegaria mal para quem está aqui nas arquibancadas da vida.
O Sunday Times afirma que, somadas, as fortunas dos mil bilionários da Grã-Bretanha totalizam perto de 258 bilhões de euros, ou seja, em dinheiro nosso (deles, né? Vocês sabem quem), R$ 830 bi. Mas vamos ao filé-mignon da coisa: há uma perda de 155 bilhões, ou R$ 499 bi com relação à soma de 2008.
Triste, triste, triste. Sniff, sniff, sniff. O periódico dá como de 37% a queda no valor da fortuna, o que representa o pior desempenho dessa turma boa desde que, há 21 anos, a publicação começou a compilar a lista.
Como dizem, algo enigmáticas, altas autoridades econômicas mundiais: essa lamentável performance se deve especialmente aos efeitos da crise econômica global.
Resta o que os twitters não cansam de repetir, com exclamações antes e depois da análise que resume toda a questão:

!!! o dinheiro não compra a felicidade !!!

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O mundo seria mais triste sem os bilionários. Nada para se ler no jornal, ver na televisão ou conversar no boteco a não ser os pobres. Os pobres do mundo inteiro. Fazendo a única coisa que os pobres sabem fazer direito: serem pobres.
Ser bilionário é mais complicado. O cifrão é mais em cima. As febres suínas ou aviarias não os afeta, mas uma pequena queda no rol de bilionários é mais que um baque. Beira o desastre. Pior que tudo, a vergonha social. Como enfrentar os bilionários que ascenderam ou - felizardos - ao menos mantiveram suas posições nas listas?
Domingo, dia 26 de abril, o Sunday Times publicou sua anual lista dos 1000 mais ricos na Grã-Bretanha. Numa revista à parte, 112 páginas, bom papel, preço incluído no jornal de sempre. Na primeira página do primeiro caderno, a cores, fotos de seis dos que mais entraram pelo cano nos últimos 12 meses. Elton John, Catherine Zeta-Jones, J.K. "Harry Potter" Rowling e mais duas figuras muito populares nos meios mediáticos locais, cujo nome, por uma vez na vida, não interessa agora.
O importante, para o jornal do bilionário australiano e naturalizado norte-americano, Rupert Murdoch, é que essa turma seleta consta, e como, da relação dos que foram atingidos pelos recentes tumultos no mundo das economias domésticas.
O Sunday Times tem uma circulação de perto de 1 milhão e 300 mil exemplares. É apenas um semanário milionário. Até agora. Seus editores conhecem seu leitorado. Podem não ser pobres credenciados, beiram as classes alta e média e a eles o que interessa é saber quem perdeu quanto. Nisso está a graça toda da empreitada jornalística. Gozar com queda dos cifrões dos outros.
O mundo, nessa sua última cambalhota econômico-financeira, mudou um pouco. Quase nada, mas mudou. Para ser vulgar como um pobre ou uma pessoa remediada: a gente quer é que eles se danem. Torcer por este ou aquele hóspede da casa do Big Brother começa a perder o seu charme. As desgraças daquele que já foi cognominado, talvez injustamente, não sei, de "Continente Negro", deixaram de ser interessantes. O mundo islâmico é imprevisível e mete medo. A todos. Bilionários ou apenas, coitados, milionários. Resta torcer para que o máximo de ricaços perca um mínimo que seja. Um milhãozinho ou dois não pegaria mal para quem está aqui nas arquibancadas da vida.
O Sunday Times afirma que, somadas, as fortunas dos mil bilionários da Grã-Bretanha totalizam perto de 258 bilhões de euros, ou seja, em dinheiro nosso (deles, né? Vocês sabem quem), R$ 830 bi. Mas vamos ao filé-mignon da coisa: há uma perda de 155 bilhões, ou R$ 499 bi com relação à soma de 2008.
Triste, triste, triste. Sniff, sniff, sniff. O periódico dá como de 37% a queda no valor da fortuna, o que representa o pior desempenho dessa turma boa desde que, há 21 anos, a publicação começou a compilar a lista.
Como dizem, algo enigmáticas, altas autoridades econômicas mundiais: essa lamentável performance se deve especialmente aos efeitos da crise econômica global.
Resta o que os twitters não cansam de repetir, com exclamações antes e depois da análise que resume toda a questão:

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O mundo seria mais triste sem os bilionários. Nada para se ler no jornal, ver na televisão ou conversar no boteco a não ser os pobres. Os pobres do mundo inteiro. Fazendo a única coisa que os pobres sabem fazer direito: serem pobres.
Ser bilionário é mais complicado. O cifrão é mais em cima. As febres suínas ou aviarias não os afeta, mas uma pequena queda no rol de bilionários é mais que um baque. Beira o desastre. Pior que tudo, a vergonha social. Como enfrentar os bilionários que ascenderam ou - felizardos - ao menos mantiveram suas posições nas listas?
Domingo, dia 26 de abril, o Sunday Times publicou sua anual lista dos 1000 mais ricos na Grã-Bretanha. Numa revista à parte, 112 páginas, bom papel, preço incluído no jornal de sempre. Na primeira página do primeiro caderno, a cores, fotos de seis dos que mais entraram pelo cano nos últimos 12 meses. Elton John, Catherine Zeta-Jones, J.K. "Harry Potter" Rowling e mais duas figuras muito populares nos meios mediáticos locais, cujo nome, por uma vez na vida, não interessa agora.
O importante, para o jornal do bilionário australiano e naturalizado norte-americano, Rupert Murdoch, é que essa turma seleta consta, e como, da relação dos que foram atingidos pelos recentes tumultos no mundo das economias domésticas.
O Sunday Times tem uma circulação de perto de 1 milhão e 300 mil exemplares. É apenas um semanário milionário. Até agora. Seus editores conhecem seu leitorado. Podem não ser pobres credenciados, beiram as classes alta e média e a eles o que interessa é saber quem perdeu quanto. Nisso está a graça toda da empreitada jornalística. Gozar com queda dos cifrões dos outros.
O mundo, nessa sua última cambalhota econômico-financeira, mudou um pouco. Quase nada, mas mudou. Para ser vulgar como um pobre ou uma pessoa remediada: a gente quer é que eles se danem. Torcer por este ou aquele hóspede da casa do Big Brother começa a perder o seu charme. As desgraças daquele que já foi cognominado, talvez injustamente, não sei, de "Continente Negro", deixaram de ser interessantes. O mundo islâmico é imprevisível e mete medo. A todos. Bilionários ou apenas, coitados, milionários. Resta torcer para que o máximo de ricaços perca um mínimo que seja. Um milhãozinho ou dois não pegaria mal para quem está aqui nas arquibancadas da vida.
O Sunday Times afirma que, somadas, as fortunas dos mil bilionários da Grã-Bretanha totalizam perto de 258 bilhões de euros, ou seja, em dinheiro nosso (deles, né? Vocês sabem quem), R$ 830 bi. Mas vamos ao filé-mignon da coisa: há uma perda de 155 bilhões, ou R$ 499 bi com relação à soma de 2008.
Triste, triste, triste. Sniff, sniff, sniff. O periódico dá como de 37% a queda no valor da fortuna, o que representa o pior desempenho dessa turma boa desde que, há 21 anos, a publicação começou a compilar a lista.
Como dizem, algo enigmáticas, altas autoridades econômicas mundiais: essa lamentável performance se deve especialmente aos efeitos da crise econômica global.
Resta o que os twitters não cansam de repetir, com exclamações antes e depois da análise que resume toda a questão:

!!! o dinheiro não compra a felicidade !!!

Ivan Lessa é collunista da BBC Brasil
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O mundo seria mais triste sem os bilionários. Nada para se ler no jornal, ver na televisão ou conversar no boteco a não ser os pobres. Os pobres do mundo inteiro. Fazendo a única coisa que os pobres sabem fazer direito: serem pobres.
Ser bilionário é mais complicado. O cifrão é mais em cima. As febres suínas ou aviarias não os afeta, mas uma pequena queda no rol de bilionários é mais que um baque. Beira o desastre. Pior que tudo, a vergonha social. Como enfrentar os bilionários que ascenderam ou - felizardos - ao menos mantiveram suas posições nas listas?
Domingo, dia 26 de abril, o Sunday Times publicou sua anual lista dos 1000 mais ricos na Grã-Bretanha. Numa revista à parte, 112 páginas, bom papel, preço incluído no jornal de sempre. Na primeira página do primeiro caderno, a cores, fotos de seis dos que mais entraram pelo cano nos últimos 12 meses. Elton John, Catherine Zeta-Jones, J.K. "Harry Potter" Rowling e mais duas figuras muito populares nos meios mediáticos locais, cujo nome, por uma vez na vida, não interessa agora.
O importante, para o jornal do bilionário australiano e naturalizado norte-americano, Rupert Murdoch, é que essa turma seleta consta, e como, da relação dos que foram atingidos pelos recentes tumultos no mundo das economias domésticas.
O Sunday Times tem uma circulação de perto de 1 milhão e 300 mil exemplares. É apenas um semanário milionário. Até agora. Seus editores conhecem seu leitorado. Podem não ser pobres credenciados, beiram as classes alta e média e a eles o que interessa é saber quem perdeu quanto. Nisso está a graça toda da empreitada jornalística. Gozar com queda dos cifrões dos outros.
O mundo, nessa sua última cambalhota econômico-financeira, mudou um pouco. Quase nada, mas mudou. Para ser vulgar como um pobre ou uma pessoa remediada: a gente quer é que eles se danem. Torcer por este ou aquele hóspede da casa do Big Brother começa a perder o seu charme. As desgraças daquele que já foi cognominado, talvez injustamente, não sei, de "Continente Negro", deixaram de ser interessantes. O mundo islâmico é imprevisível e mete medo. A todos. Bilionários ou apenas, coitados, milionários. Resta torcer para que o máximo de ricaços perca um mínimo que seja. Um milhãozinho ou dois não pegaria mal para quem está aqui nas arquibancadas da vida.
O Sunday Times afirma que, somadas, as fortunas dos mil bilionários da Grã-Bretanha totalizam perto de 258 bilhões de euros, ou seja, em dinheiro nosso (deles, né? Vocês sabem quem), R$ 830 bi. Mas vamos ao filé-mignon da coisa: há uma perda de 155 bilhões, ou R$ 499 bi com relação à soma de 2008.
Triste, triste, triste. Sniff, sniff, sniff. O periódico dá como de 37% a queda no valor da fortuna, o que representa o pior desempenho dessa turma boa desde que, há 21 anos, a publicação começou a compilar a lista.
Como dizem, algo enigmáticas, altas autoridades econômicas mundiais: essa lamentável performance se deve especialmente aos efeitos da crise econômica global.
Resta o que os twitters não cansam de repetir, com exclamações antes e depois da análise que resume toda a questão:

!!! o dinheiro não compra a felicidade !!!

Ivan Lessa é collunista da BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:53  comentar


O mundo seria mais triste sem os bilionários. Nada para se ler no jornal, ver na televisão ou conversar no boteco a não ser os pobres. Os pobres do mundo inteiro. Fazendo a única coisa que os pobres sabem fazer direito: serem pobres.
Ser bilionário é mais complicado. O cifrão é mais em cima. As febres suínas ou aviarias não os afeta, mas uma pequena queda no rol de bilionários é mais que um baque. Beira o desastre. Pior que tudo, a vergonha social. Como enfrentar os bilionários que ascenderam ou - felizardos - ao menos mantiveram suas posições nas listas?
Domingo, dia 26 de abril, o Sunday Times publicou sua anual lista dos 1000 mais ricos na Grã-Bretanha. Numa revista à parte, 112 páginas, bom papel, preço incluído no jornal de sempre. Na primeira página do primeiro caderno, a cores, fotos de seis dos que mais entraram pelo cano nos últimos 12 meses. Elton John, Catherine Zeta-Jones, J.K. "Harry Potter" Rowling e mais duas figuras muito populares nos meios mediáticos locais, cujo nome, por uma vez na vida, não interessa agora.
O importante, para o jornal do bilionário australiano e naturalizado norte-americano, Rupert Murdoch, é que essa turma seleta consta, e como, da relação dos que foram atingidos pelos recentes tumultos no mundo das economias domésticas.
O Sunday Times tem uma circulação de perto de 1 milhão e 300 mil exemplares. É apenas um semanário milionário. Até agora. Seus editores conhecem seu leitorado. Podem não ser pobres credenciados, beiram as classes alta e média e a eles o que interessa é saber quem perdeu quanto. Nisso está a graça toda da empreitada jornalística. Gozar com queda dos cifrões dos outros.
O mundo, nessa sua última cambalhota econômico-financeira, mudou um pouco. Quase nada, mas mudou. Para ser vulgar como um pobre ou uma pessoa remediada: a gente quer é que eles se danem. Torcer por este ou aquele hóspede da casa do Big Brother começa a perder o seu charme. As desgraças daquele que já foi cognominado, talvez injustamente, não sei, de "Continente Negro", deixaram de ser interessantes. O mundo islâmico é imprevisível e mete medo. A todos. Bilionários ou apenas, coitados, milionários. Resta torcer para que o máximo de ricaços perca um mínimo que seja. Um milhãozinho ou dois não pegaria mal para quem está aqui nas arquibancadas da vida.
O Sunday Times afirma que, somadas, as fortunas dos mil bilionários da Grã-Bretanha totalizam perto de 258 bilhões de euros, ou seja, em dinheiro nosso (deles, né? Vocês sabem quem), R$ 830 bi. Mas vamos ao filé-mignon da coisa: há uma perda de 155 bilhões, ou R$ 499 bi com relação à soma de 2008.
Triste, triste, triste. Sniff, sniff, sniff. O periódico dá como de 37% a queda no valor da fortuna, o que representa o pior desempenho dessa turma boa desde que, há 21 anos, a publicação começou a compilar a lista.
Como dizem, algo enigmáticas, altas autoridades econômicas mundiais: essa lamentável performance se deve especialmente aos efeitos da crise econômica global.
Resta o que os twitters não cansam de repetir, com exclamações antes e depois da análise que resume toda a questão:

!!! o dinheiro não compra a felicidade !!!

Ivan Lessa é collunista da BBC Brasil
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O mundo seria mais triste sem os bilionários. Nada para se ler no jornal, ver na televisão ou conversar no boteco a não ser os pobres. Os pobres do mundo inteiro. Fazendo a única coisa que os pobres sabem fazer direito: serem pobres.
Ser bilionário é mais complicado. O cifrão é mais em cima. As febres suínas ou aviarias não os afeta, mas uma pequena queda no rol de bilionários é mais que um baque. Beira o desastre. Pior que tudo, a vergonha social. Como enfrentar os bilionários que ascenderam ou - felizardos - ao menos mantiveram suas posições nas listas?
Domingo, dia 26 de abril, o Sunday Times publicou sua anual lista dos 1000 mais ricos na Grã-Bretanha. Numa revista à parte, 112 páginas, bom papel, preço incluído no jornal de sempre. Na primeira página do primeiro caderno, a cores, fotos de seis dos que mais entraram pelo cano nos últimos 12 meses. Elton John, Catherine Zeta-Jones, J.K. "Harry Potter" Rowling e mais duas figuras muito populares nos meios mediáticos locais, cujo nome, por uma vez na vida, não interessa agora.
O importante, para o jornal do bilionário australiano e naturalizado norte-americano, Rupert Murdoch, é que essa turma seleta consta, e como, da relação dos que foram atingidos pelos recentes tumultos no mundo das economias domésticas.
O Sunday Times tem uma circulação de perto de 1 milhão e 300 mil exemplares. É apenas um semanário milionário. Até agora. Seus editores conhecem seu leitorado. Podem não ser pobres credenciados, beiram as classes alta e média e a eles o que interessa é saber quem perdeu quanto. Nisso está a graça toda da empreitada jornalística. Gozar com queda dos cifrões dos outros.
O mundo, nessa sua última cambalhota econômico-financeira, mudou um pouco. Quase nada, mas mudou. Para ser vulgar como um pobre ou uma pessoa remediada: a gente quer é que eles se danem. Torcer por este ou aquele hóspede da casa do Big Brother começa a perder o seu charme. As desgraças daquele que já foi cognominado, talvez injustamente, não sei, de "Continente Negro", deixaram de ser interessantes. O mundo islâmico é imprevisível e mete medo. A todos. Bilionários ou apenas, coitados, milionários. Resta torcer para que o máximo de ricaços perca um mínimo que seja. Um milhãozinho ou dois não pegaria mal para quem está aqui nas arquibancadas da vida.
O Sunday Times afirma que, somadas, as fortunas dos mil bilionários da Grã-Bretanha totalizam perto de 258 bilhões de euros, ou seja, em dinheiro nosso (deles, né? Vocês sabem quem), R$ 830 bi. Mas vamos ao filé-mignon da coisa: há uma perda de 155 bilhões, ou R$ 499 bi com relação à soma de 2008.
Triste, triste, triste. Sniff, sniff, sniff. O periódico dá como de 37% a queda no valor da fortuna, o que representa o pior desempenho dessa turma boa desde que, há 21 anos, a publicação começou a compilar a lista.
Como dizem, algo enigmáticas, altas autoridades econômicas mundiais: essa lamentável performance se deve especialmente aos efeitos da crise econômica global.
Resta o que os twitters não cansam de repetir, com exclamações antes e depois da análise que resume toda a questão:

!!! o dinheiro não compra a felicidade !!!

Ivan Lessa é collunista da BBC Brasil
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Austismo afeta comunicação e interação social

Um estudo realizado nos Estados Unidos e publicado na revista científica Nature apresentou as provas mais convincentes encontradas até hoje de que os genes tem um papel fundamental no desenvolvimento do autismo.
Cientistas da Universidade da Pensilvânia detectaram pequenas mudanças genéticas que parecem ter um forte impacto na probabilidade de um indivíduo desenvolver o autismo e outras doenças relacionadas, como a síndrome de Asperger.
As mudanças influenciam genes que ajudam a formar e manter conexões entre as células do cérebro.
O estudo destacou em particular uma variante genética comum, que, se "consertada", poderia diminuir os casos de autismo em 15%.
Pesquisas anteriores já relacionaram outras variantes genéticas ao autismo, mas todas elas são relativamente raras.

Proteínas

Para o atual estudo, os pesquisadores analisaram mais de 10 mil pessoas, buscando no genoma humano as pequenas diferenças entre as pessoas que sofrem de autismo e aquelas que não apresentam o problema.
Eles encontraram muitas variantes genéticas normalmente associadas ao autismo - todas elas apontavam para genes específicos do cromossomo 5, que controla a produção de proteínas que ajudam as células a se manterem juntas e a realizar as conexões nervosas.
Uma variante, entretanto, ligada a um gene chamado CDH10, está presente em mais de 65% dos casos de autismo, e os pesquisadores calcularam que solucionando esta mudança seria possível cortar o número de casos em 15%.
Segundo os cientistas, o autismo também está relacionado, com menos intensidade, a um grupo de cerca de 30 genes que produzem proteínas que ajudam as células cerebrais a migrar para os lugares certos e a se conectarem às células vizinhas.
Outras mudanças genéticas notadas pelos pesquisadores ocorrem em genes envolvidos em um sistema de "reciclagem" celular que provavelmente assegura que essas proteínas atuem em perfeita ordem.

Complexo

Hakon Hakonarson, chefe da equipe de pesquisadores, reconheceu que a genética por trás do autismo é complexa.
"Outros pesquisadores da doença já sugeriram que ela ocorre por causa das conexões anormais entre as células cerebrais durante o desenvolvimento da criança ainda nos primeiros estágios da vida. Por isso, nos sentimos obrigados a encontrar provas de que mutações em genes envolvidos nas conexões cerebrais aumentam o risco de uma criança desenvolver o autismo", afirmou.
"Mas provavelmente cada gene contribui um pouco para o risco, e cada um interage com outros genes e com fatores externos para desencadear a doença."
Segundo Simon Baron-Cohen, especialista em autismo da Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, até hoje já foram identificados 133 genes que podem estar ligados à doença. Mas, para ele, ainda são necessários novos estudos para se descobrir como eles interagem entre si e com o ambiente externo.
"O quebra-cabeças está sendo montado pouco a pouco, e a ciência do autismo está acelerando de maneira promissora", afirmou.
O autismo e doenças relacionadas afetam a interação social, a capacidade de comunicação e o comportamento.

Fonte: BBC Brasil
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Austismo afeta comunicação e interação social

Um estudo realizado nos Estados Unidos e publicado na revista científica Nature apresentou as provas mais convincentes encontradas até hoje de que os genes tem um papel fundamental no desenvolvimento do autismo.
Cientistas da Universidade da Pensilvânia detectaram pequenas mudanças genéticas que parecem ter um forte impacto na probabilidade de um indivíduo desenvolver o autismo e outras doenças relacionadas, como a síndrome de Asperger.
As mudanças influenciam genes que ajudam a formar e manter conexões entre as células do cérebro.
O estudo destacou em particular uma variante genética comum, que, se "consertada", poderia diminuir os casos de autismo em 15%.
Pesquisas anteriores já relacionaram outras variantes genéticas ao autismo, mas todas elas são relativamente raras.

Proteínas

Para o atual estudo, os pesquisadores analisaram mais de 10 mil pessoas, buscando no genoma humano as pequenas diferenças entre as pessoas que sofrem de autismo e aquelas que não apresentam o problema.
Eles encontraram muitas variantes genéticas normalmente associadas ao autismo - todas elas apontavam para genes específicos do cromossomo 5, que controla a produção de proteínas que ajudam as células a se manterem juntas e a realizar as conexões nervosas.
Uma variante, entretanto, ligada a um gene chamado CDH10, está presente em mais de 65% dos casos de autismo, e os pesquisadores calcularam que solucionando esta mudança seria possível cortar o número de casos em 15%.
Segundo os cientistas, o autismo também está relacionado, com menos intensidade, a um grupo de cerca de 30 genes que produzem proteínas que ajudam as células cerebrais a migrar para os lugares certos e a se conectarem às células vizinhas.
Outras mudanças genéticas notadas pelos pesquisadores ocorrem em genes envolvidos em um sistema de "reciclagem" celular que provavelmente assegura que essas proteínas atuem em perfeita ordem.

Complexo

Hakon Hakonarson, chefe da equipe de pesquisadores, reconheceu que a genética por trás do autismo é complexa.
"Outros pesquisadores da doença já sugeriram que ela ocorre por causa das conexões anormais entre as células cerebrais durante o desenvolvimento da criança ainda nos primeiros estágios da vida. Por isso, nos sentimos obrigados a encontrar provas de que mutações em genes envolvidos nas conexões cerebrais aumentam o risco de uma criança desenvolver o autismo", afirmou.
"Mas provavelmente cada gene contribui um pouco para o risco, e cada um interage com outros genes e com fatores externos para desencadear a doença."
Segundo Simon Baron-Cohen, especialista em autismo da Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, até hoje já foram identificados 133 genes que podem estar ligados à doença. Mas, para ele, ainda são necessários novos estudos para se descobrir como eles interagem entre si e com o ambiente externo.
"O quebra-cabeças está sendo montado pouco a pouco, e a ciência do autismo está acelerando de maneira promissora", afirmou.
O autismo e doenças relacionadas afetam a interação social, a capacidade de comunicação e o comportamento.

Fonte: BBC Brasil
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Austismo afeta comunicação e interação social

Um estudo realizado nos Estados Unidos e publicado na revista científica Nature apresentou as provas mais convincentes encontradas até hoje de que os genes tem um papel fundamental no desenvolvimento do autismo.
Cientistas da Universidade da Pensilvânia detectaram pequenas mudanças genéticas que parecem ter um forte impacto na probabilidade de um indivíduo desenvolver o autismo e outras doenças relacionadas, como a síndrome de Asperger.
As mudanças influenciam genes que ajudam a formar e manter conexões entre as células do cérebro.
O estudo destacou em particular uma variante genética comum, que, se "consertada", poderia diminuir os casos de autismo em 15%.
Pesquisas anteriores já relacionaram outras variantes genéticas ao autismo, mas todas elas são relativamente raras.

Proteínas

Para o atual estudo, os pesquisadores analisaram mais de 10 mil pessoas, buscando no genoma humano as pequenas diferenças entre as pessoas que sofrem de autismo e aquelas que não apresentam o problema.
Eles encontraram muitas variantes genéticas normalmente associadas ao autismo - todas elas apontavam para genes específicos do cromossomo 5, que controla a produção de proteínas que ajudam as células a se manterem juntas e a realizar as conexões nervosas.
Uma variante, entretanto, ligada a um gene chamado CDH10, está presente em mais de 65% dos casos de autismo, e os pesquisadores calcularam que solucionando esta mudança seria possível cortar o número de casos em 15%.
Segundo os cientistas, o autismo também está relacionado, com menos intensidade, a um grupo de cerca de 30 genes que produzem proteínas que ajudam as células cerebrais a migrar para os lugares certos e a se conectarem às células vizinhas.
Outras mudanças genéticas notadas pelos pesquisadores ocorrem em genes envolvidos em um sistema de "reciclagem" celular que provavelmente assegura que essas proteínas atuem em perfeita ordem.

Complexo

Hakon Hakonarson, chefe da equipe de pesquisadores, reconheceu que a genética por trás do autismo é complexa.
"Outros pesquisadores da doença já sugeriram que ela ocorre por causa das conexões anormais entre as células cerebrais durante o desenvolvimento da criança ainda nos primeiros estágios da vida. Por isso, nos sentimos obrigados a encontrar provas de que mutações em genes envolvidos nas conexões cerebrais aumentam o risco de uma criança desenvolver o autismo", afirmou.
"Mas provavelmente cada gene contribui um pouco para o risco, e cada um interage com outros genes e com fatores externos para desencadear a doença."
Segundo Simon Baron-Cohen, especialista em autismo da Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, até hoje já foram identificados 133 genes que podem estar ligados à doença. Mas, para ele, ainda são necessários novos estudos para se descobrir como eles interagem entre si e com o ambiente externo.
"O quebra-cabeças está sendo montado pouco a pouco, e a ciência do autismo está acelerando de maneira promissora", afirmou.
O autismo e doenças relacionadas afetam a interação social, a capacidade de comunicação e o comportamento.

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Austismo afeta comunicação e interação social

Um estudo realizado nos Estados Unidos e publicado na revista científica Nature apresentou as provas mais convincentes encontradas até hoje de que os genes tem um papel fundamental no desenvolvimento do autismo.
Cientistas da Universidade da Pensilvânia detectaram pequenas mudanças genéticas que parecem ter um forte impacto na probabilidade de um indivíduo desenvolver o autismo e outras doenças relacionadas, como a síndrome de Asperger.
As mudanças influenciam genes que ajudam a formar e manter conexões entre as células do cérebro.
O estudo destacou em particular uma variante genética comum, que, se "consertada", poderia diminuir os casos de autismo em 15%.
Pesquisas anteriores já relacionaram outras variantes genéticas ao autismo, mas todas elas são relativamente raras.

Proteínas

Para o atual estudo, os pesquisadores analisaram mais de 10 mil pessoas, buscando no genoma humano as pequenas diferenças entre as pessoas que sofrem de autismo e aquelas que não apresentam o problema.
Eles encontraram muitas variantes genéticas normalmente associadas ao autismo - todas elas apontavam para genes específicos do cromossomo 5, que controla a produção de proteínas que ajudam as células a se manterem juntas e a realizar as conexões nervosas.
Uma variante, entretanto, ligada a um gene chamado CDH10, está presente em mais de 65% dos casos de autismo, e os pesquisadores calcularam que solucionando esta mudança seria possível cortar o número de casos em 15%.
Segundo os cientistas, o autismo também está relacionado, com menos intensidade, a um grupo de cerca de 30 genes que produzem proteínas que ajudam as células cerebrais a migrar para os lugares certos e a se conectarem às células vizinhas.
Outras mudanças genéticas notadas pelos pesquisadores ocorrem em genes envolvidos em um sistema de "reciclagem" celular que provavelmente assegura que essas proteínas atuem em perfeita ordem.

Complexo

Hakon Hakonarson, chefe da equipe de pesquisadores, reconheceu que a genética por trás do autismo é complexa.
"Outros pesquisadores da doença já sugeriram que ela ocorre por causa das conexões anormais entre as células cerebrais durante o desenvolvimento da criança ainda nos primeiros estágios da vida. Por isso, nos sentimos obrigados a encontrar provas de que mutações em genes envolvidos nas conexões cerebrais aumentam o risco de uma criança desenvolver o autismo", afirmou.
"Mas provavelmente cada gene contribui um pouco para o risco, e cada um interage com outros genes e com fatores externos para desencadear a doença."
Segundo Simon Baron-Cohen, especialista em autismo da Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, até hoje já foram identificados 133 genes que podem estar ligados à doença. Mas, para ele, ainda são necessários novos estudos para se descobrir como eles interagem entre si e com o ambiente externo.
"O quebra-cabeças está sendo montado pouco a pouco, e a ciência do autismo está acelerando de maneira promissora", afirmou.
O autismo e doenças relacionadas afetam a interação social, a capacidade de comunicação e o comportamento.

Fonte: BBC Brasil
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Austismo afeta comunicação e interação social

Um estudo realizado nos Estados Unidos e publicado na revista científica Nature apresentou as provas mais convincentes encontradas até hoje de que os genes tem um papel fundamental no desenvolvimento do autismo.
Cientistas da Universidade da Pensilvânia detectaram pequenas mudanças genéticas que parecem ter um forte impacto na probabilidade de um indivíduo desenvolver o autismo e outras doenças relacionadas, como a síndrome de Asperger.
As mudanças influenciam genes que ajudam a formar e manter conexões entre as células do cérebro.
O estudo destacou em particular uma variante genética comum, que, se "consertada", poderia diminuir os casos de autismo em 15%.
Pesquisas anteriores já relacionaram outras variantes genéticas ao autismo, mas todas elas são relativamente raras.

Proteínas

Para o atual estudo, os pesquisadores analisaram mais de 10 mil pessoas, buscando no genoma humano as pequenas diferenças entre as pessoas que sofrem de autismo e aquelas que não apresentam o problema.
Eles encontraram muitas variantes genéticas normalmente associadas ao autismo - todas elas apontavam para genes específicos do cromossomo 5, que controla a produção de proteínas que ajudam as células a se manterem juntas e a realizar as conexões nervosas.
Uma variante, entretanto, ligada a um gene chamado CDH10, está presente em mais de 65% dos casos de autismo, e os pesquisadores calcularam que solucionando esta mudança seria possível cortar o número de casos em 15%.
Segundo os cientistas, o autismo também está relacionado, com menos intensidade, a um grupo de cerca de 30 genes que produzem proteínas que ajudam as células cerebrais a migrar para os lugares certos e a se conectarem às células vizinhas.
Outras mudanças genéticas notadas pelos pesquisadores ocorrem em genes envolvidos em um sistema de "reciclagem" celular que provavelmente assegura que essas proteínas atuem em perfeita ordem.

Complexo

Hakon Hakonarson, chefe da equipe de pesquisadores, reconheceu que a genética por trás do autismo é complexa.
"Outros pesquisadores da doença já sugeriram que ela ocorre por causa das conexões anormais entre as células cerebrais durante o desenvolvimento da criança ainda nos primeiros estágios da vida. Por isso, nos sentimos obrigados a encontrar provas de que mutações em genes envolvidos nas conexões cerebrais aumentam o risco de uma criança desenvolver o autismo", afirmou.
"Mas provavelmente cada gene contribui um pouco para o risco, e cada um interage com outros genes e com fatores externos para desencadear a doença."
Segundo Simon Baron-Cohen, especialista em autismo da Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, até hoje já foram identificados 133 genes que podem estar ligados à doença. Mas, para ele, ainda são necessários novos estudos para se descobrir como eles interagem entre si e com o ambiente externo.
"O quebra-cabeças está sendo montado pouco a pouco, e a ciência do autismo está acelerando de maneira promissora", afirmou.
O autismo e doenças relacionadas afetam a interação social, a capacidade de comunicação e o comportamento.

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Austismo afeta comunicação e interação social

Um estudo realizado nos Estados Unidos e publicado na revista científica Nature apresentou as provas mais convincentes encontradas até hoje de que os genes tem um papel fundamental no desenvolvimento do autismo.
Cientistas da Universidade da Pensilvânia detectaram pequenas mudanças genéticas que parecem ter um forte impacto na probabilidade de um indivíduo desenvolver o autismo e outras doenças relacionadas, como a síndrome de Asperger.
As mudanças influenciam genes que ajudam a formar e manter conexões entre as células do cérebro.
O estudo destacou em particular uma variante genética comum, que, se "consertada", poderia diminuir os casos de autismo em 15%.
Pesquisas anteriores já relacionaram outras variantes genéticas ao autismo, mas todas elas são relativamente raras.

Proteínas

Para o atual estudo, os pesquisadores analisaram mais de 10 mil pessoas, buscando no genoma humano as pequenas diferenças entre as pessoas que sofrem de autismo e aquelas que não apresentam o problema.
Eles encontraram muitas variantes genéticas normalmente associadas ao autismo - todas elas apontavam para genes específicos do cromossomo 5, que controla a produção de proteínas que ajudam as células a se manterem juntas e a realizar as conexões nervosas.
Uma variante, entretanto, ligada a um gene chamado CDH10, está presente em mais de 65% dos casos de autismo, e os pesquisadores calcularam que solucionando esta mudança seria possível cortar o número de casos em 15%.
Segundo os cientistas, o autismo também está relacionado, com menos intensidade, a um grupo de cerca de 30 genes que produzem proteínas que ajudam as células cerebrais a migrar para os lugares certos e a se conectarem às células vizinhas.
Outras mudanças genéticas notadas pelos pesquisadores ocorrem em genes envolvidos em um sistema de "reciclagem" celular que provavelmente assegura que essas proteínas atuem em perfeita ordem.

Complexo

Hakon Hakonarson, chefe da equipe de pesquisadores, reconheceu que a genética por trás do autismo é complexa.
"Outros pesquisadores da doença já sugeriram que ela ocorre por causa das conexões anormais entre as células cerebrais durante o desenvolvimento da criança ainda nos primeiros estágios da vida. Por isso, nos sentimos obrigados a encontrar provas de que mutações em genes envolvidos nas conexões cerebrais aumentam o risco de uma criança desenvolver o autismo", afirmou.
"Mas provavelmente cada gene contribui um pouco para o risco, e cada um interage com outros genes e com fatores externos para desencadear a doença."
Segundo Simon Baron-Cohen, especialista em autismo da Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, até hoje já foram identificados 133 genes que podem estar ligados à doença. Mas, para ele, ainda são necessários novos estudos para se descobrir como eles interagem entre si e com o ambiente externo.
"O quebra-cabeças está sendo montado pouco a pouco, e a ciência do autismo está acelerando de maneira promissora", afirmou.
O autismo e doenças relacionadas afetam a interação social, a capacidade de comunicação e o comportamento.

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Austismo afeta comunicação e interação social

Um estudo realizado nos Estados Unidos e publicado na revista científica Nature apresentou as provas mais convincentes encontradas até hoje de que os genes tem um papel fundamental no desenvolvimento do autismo.
Cientistas da Universidade da Pensilvânia detectaram pequenas mudanças genéticas que parecem ter um forte impacto na probabilidade de um indivíduo desenvolver o autismo e outras doenças relacionadas, como a síndrome de Asperger.
As mudanças influenciam genes que ajudam a formar e manter conexões entre as células do cérebro.
O estudo destacou em particular uma variante genética comum, que, se "consertada", poderia diminuir os casos de autismo em 15%.
Pesquisas anteriores já relacionaram outras variantes genéticas ao autismo, mas todas elas são relativamente raras.

Proteínas

Para o atual estudo, os pesquisadores analisaram mais de 10 mil pessoas, buscando no genoma humano as pequenas diferenças entre as pessoas que sofrem de autismo e aquelas que não apresentam o problema.
Eles encontraram muitas variantes genéticas normalmente associadas ao autismo - todas elas apontavam para genes específicos do cromossomo 5, que controla a produção de proteínas que ajudam as células a se manterem juntas e a realizar as conexões nervosas.
Uma variante, entretanto, ligada a um gene chamado CDH10, está presente em mais de 65% dos casos de autismo, e os pesquisadores calcularam que solucionando esta mudança seria possível cortar o número de casos em 15%.
Segundo os cientistas, o autismo também está relacionado, com menos intensidade, a um grupo de cerca de 30 genes que produzem proteínas que ajudam as células cerebrais a migrar para os lugares certos e a se conectarem às células vizinhas.
Outras mudanças genéticas notadas pelos pesquisadores ocorrem em genes envolvidos em um sistema de "reciclagem" celular que provavelmente assegura que essas proteínas atuem em perfeita ordem.

Complexo

Hakon Hakonarson, chefe da equipe de pesquisadores, reconheceu que a genética por trás do autismo é complexa.
"Outros pesquisadores da doença já sugeriram que ela ocorre por causa das conexões anormais entre as células cerebrais durante o desenvolvimento da criança ainda nos primeiros estágios da vida. Por isso, nos sentimos obrigados a encontrar provas de que mutações em genes envolvidos nas conexões cerebrais aumentam o risco de uma criança desenvolver o autismo", afirmou.
"Mas provavelmente cada gene contribui um pouco para o risco, e cada um interage com outros genes e com fatores externos para desencadear a doença."
Segundo Simon Baron-Cohen, especialista em autismo da Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, até hoje já foram identificados 133 genes que podem estar ligados à doença. Mas, para ele, ainda são necessários novos estudos para se descobrir como eles interagem entre si e com o ambiente externo.
"O quebra-cabeças está sendo montado pouco a pouco, e a ciência do autismo está acelerando de maneira promissora", afirmou.
O autismo e doenças relacionadas afetam a interação social, a capacidade de comunicação e o comportamento.

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Austismo afeta comunicação e interação social

Um estudo realizado nos Estados Unidos e publicado na revista científica Nature apresentou as provas mais convincentes encontradas até hoje de que os genes tem um papel fundamental no desenvolvimento do autismo.
Cientistas da Universidade da Pensilvânia detectaram pequenas mudanças genéticas que parecem ter um forte impacto na probabilidade de um indivíduo desenvolver o autismo e outras doenças relacionadas, como a síndrome de Asperger.
As mudanças influenciam genes que ajudam a formar e manter conexões entre as células do cérebro.
O estudo destacou em particular uma variante genética comum, que, se "consertada", poderia diminuir os casos de autismo em 15%.
Pesquisas anteriores já relacionaram outras variantes genéticas ao autismo, mas todas elas são relativamente raras.

Proteínas

Para o atual estudo, os pesquisadores analisaram mais de 10 mil pessoas, buscando no genoma humano as pequenas diferenças entre as pessoas que sofrem de autismo e aquelas que não apresentam o problema.
Eles encontraram muitas variantes genéticas normalmente associadas ao autismo - todas elas apontavam para genes específicos do cromossomo 5, que controla a produção de proteínas que ajudam as células a se manterem juntas e a realizar as conexões nervosas.
Uma variante, entretanto, ligada a um gene chamado CDH10, está presente em mais de 65% dos casos de autismo, e os pesquisadores calcularam que solucionando esta mudança seria possível cortar o número de casos em 15%.
Segundo os cientistas, o autismo também está relacionado, com menos intensidade, a um grupo de cerca de 30 genes que produzem proteínas que ajudam as células cerebrais a migrar para os lugares certos e a se conectarem às células vizinhas.
Outras mudanças genéticas notadas pelos pesquisadores ocorrem em genes envolvidos em um sistema de "reciclagem" celular que provavelmente assegura que essas proteínas atuem em perfeita ordem.

Complexo

Hakon Hakonarson, chefe da equipe de pesquisadores, reconheceu que a genética por trás do autismo é complexa.
"Outros pesquisadores da doença já sugeriram que ela ocorre por causa das conexões anormais entre as células cerebrais durante o desenvolvimento da criança ainda nos primeiros estágios da vida. Por isso, nos sentimos obrigados a encontrar provas de que mutações em genes envolvidos nas conexões cerebrais aumentam o risco de uma criança desenvolver o autismo", afirmou.
"Mas provavelmente cada gene contribui um pouco para o risco, e cada um interage com outros genes e com fatores externos para desencadear a doença."
Segundo Simon Baron-Cohen, especialista em autismo da Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, até hoje já foram identificados 133 genes que podem estar ligados à doença. Mas, para ele, ainda são necessários novos estudos para se descobrir como eles interagem entre si e com o ambiente externo.
"O quebra-cabeças está sendo montado pouco a pouco, e a ciência do autismo está acelerando de maneira promissora", afirmou.
O autismo e doenças relacionadas afetam a interação social, a capacidade de comunicação e o comportamento.

Fonte: BBC Brasil
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Austismo afeta comunicação e interação social

Um estudo realizado nos Estados Unidos e publicado na revista científica Nature apresentou as provas mais convincentes encontradas até hoje de que os genes tem um papel fundamental no desenvolvimento do autismo.
Cientistas da Universidade da Pensilvânia detectaram pequenas mudanças genéticas que parecem ter um forte impacto na probabilidade de um indivíduo desenvolver o autismo e outras doenças relacionadas, como a síndrome de Asperger.
As mudanças influenciam genes que ajudam a formar e manter conexões entre as células do cérebro.
O estudo destacou em particular uma variante genética comum, que, se "consertada", poderia diminuir os casos de autismo em 15%.
Pesquisas anteriores já relacionaram outras variantes genéticas ao autismo, mas todas elas são relativamente raras.

Proteínas

Para o atual estudo, os pesquisadores analisaram mais de 10 mil pessoas, buscando no genoma humano as pequenas diferenças entre as pessoas que sofrem de autismo e aquelas que não apresentam o problema.
Eles encontraram muitas variantes genéticas normalmente associadas ao autismo - todas elas apontavam para genes específicos do cromossomo 5, que controla a produção de proteínas que ajudam as células a se manterem juntas e a realizar as conexões nervosas.
Uma variante, entretanto, ligada a um gene chamado CDH10, está presente em mais de 65% dos casos de autismo, e os pesquisadores calcularam que solucionando esta mudança seria possível cortar o número de casos em 15%.
Segundo os cientistas, o autismo também está relacionado, com menos intensidade, a um grupo de cerca de 30 genes que produzem proteínas que ajudam as células cerebrais a migrar para os lugares certos e a se conectarem às células vizinhas.
Outras mudanças genéticas notadas pelos pesquisadores ocorrem em genes envolvidos em um sistema de "reciclagem" celular que provavelmente assegura que essas proteínas atuem em perfeita ordem.

Complexo

Hakon Hakonarson, chefe da equipe de pesquisadores, reconheceu que a genética por trás do autismo é complexa.
"Outros pesquisadores da doença já sugeriram que ela ocorre por causa das conexões anormais entre as células cerebrais durante o desenvolvimento da criança ainda nos primeiros estágios da vida. Por isso, nos sentimos obrigados a encontrar provas de que mutações em genes envolvidos nas conexões cerebrais aumentam o risco de uma criança desenvolver o autismo", afirmou.
"Mas provavelmente cada gene contribui um pouco para o risco, e cada um interage com outros genes e com fatores externos para desencadear a doença."
Segundo Simon Baron-Cohen, especialista em autismo da Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, até hoje já foram identificados 133 genes que podem estar ligados à doença. Mas, para ele, ainda são necessários novos estudos para se descobrir como eles interagem entre si e com o ambiente externo.
"O quebra-cabeças está sendo montado pouco a pouco, e a ciência do autismo está acelerando de maneira promissora", afirmou.
O autismo e doenças relacionadas afetam a interação social, a capacidade de comunicação e o comportamento.

Fonte: BBC Brasil
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NOVA YORK e RIO - Mais duas escolas em Nova York têm alunos contaminados com o vírus da gripe suína. Além dos 75 alunos da Escola Preparatória St. Francis, em Fresh Meadows, no Queens, que estão em observação, outras duas escolas tiveram que suspender as aulas. Uma delas, a Public School 177, fica a cerca de duas quadras da St. Francis e tem 12 crianças com sintomas de gripe. Mas a outra, a Ascension School, é uma escola católica em Upper West Side, em Manhattan, e seis alunos apresentaram sintomas de febre, vômito e diarreia durante as aulas.
Cerca de 60% dos estudantes e do corpo docente da St Francis já responderam os questionários da prefeitura e estão sendo monitorados. Entre os infectados está a estudante Arianna Anastos, 16 anos, que faz parte do primeiro grupo de americanos diagnosticado com a doença.
Arianna se surpreendeu na quinta-feira quando caminhava pelos corredores de sua escola St. Francis Preparatory, em Nova York, em direção ao ambulatório. Como ela, dezenas de alunos aguardavam atendimento de uma enfermeira. Os sintomas: febre alta, náusea, dor no corpo, dor de cabeça e tosse. O que a adolescente não imaginava era que ela fazia parte do primeiro grupo de americanos que seria diagnosticado no país com a gripe suína. Pouco depois, ela estava em casa usando máscara e isolada de sua família.


fonte: O GLOBO ON LINE
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NOVA YORK e RIO - Mais duas escolas em Nova York têm alunos contaminados com o vírus da gripe suína. Além dos 75 alunos da Escola Preparatória St. Francis, em Fresh Meadows, no Queens, que estão em observação, outras duas escolas tiveram que suspender as aulas. Uma delas, a Public School 177, fica a cerca de duas quadras da St. Francis e tem 12 crianças com sintomas de gripe. Mas a outra, a Ascension School, é uma escola católica em Upper West Side, em Manhattan, e seis alunos apresentaram sintomas de febre, vômito e diarreia durante as aulas.
Cerca de 60% dos estudantes e do corpo docente da St Francis já responderam os questionários da prefeitura e estão sendo monitorados. Entre os infectados está a estudante Arianna Anastos, 16 anos, que faz parte do primeiro grupo de americanos diagnosticado com a doença.
Arianna se surpreendeu na quinta-feira quando caminhava pelos corredores de sua escola St. Francis Preparatory, em Nova York, em direção ao ambulatório. Como ela, dezenas de alunos aguardavam atendimento de uma enfermeira. Os sintomas: febre alta, náusea, dor no corpo, dor de cabeça e tosse. O que a adolescente não imaginava era que ela fazia parte do primeiro grupo de americanos que seria diagnosticado no país com a gripe suína. Pouco depois, ela estava em casa usando máscara e isolada de sua família.


fonte: O GLOBO ON LINE
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Cerca de 60% dos estudantes e do corpo docente da St Francis já responderam os questionários da prefeitura e estão sendo monitorados. Entre os infectados está a estudante Arianna Anastos, 16 anos, que faz parte do primeiro grupo de americanos diagnosticado com a doença.
Arianna se surpreendeu na quinta-feira quando caminhava pelos corredores de sua escola St. Francis Preparatory, em Nova York, em direção ao ambulatório. Como ela, dezenas de alunos aguardavam atendimento de uma enfermeira. Os sintomas: febre alta, náusea, dor no corpo, dor de cabeça e tosse. O que a adolescente não imaginava era que ela fazia parte do primeiro grupo de americanos que seria diagnosticado no país com a gripe suína. Pouco depois, ela estava em casa usando máscara e isolada de sua família.


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Cerca de 60% dos estudantes e do corpo docente da St Francis já responderam os questionários da prefeitura e estão sendo monitorados. Entre os infectados está a estudante Arianna Anastos, 16 anos, que faz parte do primeiro grupo de americanos diagnosticado com a doença.
Arianna se surpreendeu na quinta-feira quando caminhava pelos corredores de sua escola St. Francis Preparatory, em Nova York, em direção ao ambulatório. Como ela, dezenas de alunos aguardavam atendimento de uma enfermeira. Os sintomas: febre alta, náusea, dor no corpo, dor de cabeça e tosse. O que a adolescente não imaginava era que ela fazia parte do primeiro grupo de americanos que seria diagnosticado no país com a gripe suína. Pouco depois, ela estava em casa usando máscara e isolada de sua família.


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Cerca de 60% dos estudantes e do corpo docente da St Francis já responderam os questionários da prefeitura e estão sendo monitorados. Entre os infectados está a estudante Arianna Anastos, 16 anos, que faz parte do primeiro grupo de americanos diagnosticado com a doença.
Arianna se surpreendeu na quinta-feira quando caminhava pelos corredores de sua escola St. Francis Preparatory, em Nova York, em direção ao ambulatório. Como ela, dezenas de alunos aguardavam atendimento de uma enfermeira. Os sintomas: febre alta, náusea, dor no corpo, dor de cabeça e tosse. O que a adolescente não imaginava era que ela fazia parte do primeiro grupo de americanos que seria diagnosticado no país com a gripe suína. Pouco depois, ela estava em casa usando máscara e isolada de sua família.


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Cerca de 60% dos estudantes e do corpo docente da St Francis já responderam os questionários da prefeitura e estão sendo monitorados. Entre os infectados está a estudante Arianna Anastos, 16 anos, que faz parte do primeiro grupo de americanos diagnosticado com a doença.
Arianna se surpreendeu na quinta-feira quando caminhava pelos corredores de sua escola St. Francis Preparatory, em Nova York, em direção ao ambulatório. Como ela, dezenas de alunos aguardavam atendimento de uma enfermeira. Os sintomas: febre alta, náusea, dor no corpo, dor de cabeça e tosse. O que a adolescente não imaginava era que ela fazia parte do primeiro grupo de americanos que seria diagnosticado no país com a gripe suína. Pouco depois, ela estava em casa usando máscara e isolada de sua família.


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Cerca de 60% dos estudantes e do corpo docente da St Francis já responderam os questionários da prefeitura e estão sendo monitorados. Entre os infectados está a estudante Arianna Anastos, 16 anos, que faz parte do primeiro grupo de americanos diagnosticado com a doença.
Arianna se surpreendeu na quinta-feira quando caminhava pelos corredores de sua escola St. Francis Preparatory, em Nova York, em direção ao ambulatório. Como ela, dezenas de alunos aguardavam atendimento de uma enfermeira. Os sintomas: febre alta, náusea, dor no corpo, dor de cabeça e tosse. O que a adolescente não imaginava era que ela fazia parte do primeiro grupo de americanos que seria diagnosticado no país com a gripe suína. Pouco depois, ela estava em casa usando máscara e isolada de sua família.


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Cerca de 60% dos estudantes e do corpo docente da St Francis já responderam os questionários da prefeitura e estão sendo monitorados. Entre os infectados está a estudante Arianna Anastos, 16 anos, que faz parte do primeiro grupo de americanos diagnosticado com a doença.
Arianna se surpreendeu na quinta-feira quando caminhava pelos corredores de sua escola St. Francis Preparatory, em Nova York, em direção ao ambulatório. Como ela, dezenas de alunos aguardavam atendimento de uma enfermeira. Os sintomas: febre alta, náusea, dor no corpo, dor de cabeça e tosse. O que a adolescente não imaginava era que ela fazia parte do primeiro grupo de americanos que seria diagnosticado no país com a gripe suína. Pouco depois, ela estava em casa usando máscara e isolada de sua família.


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NOVA YORK e RIO - Mais duas escolas em Nova York têm alunos contaminados com o vírus da gripe suína. Além dos 75 alunos da Escola Preparatória St. Francis, em Fresh Meadows, no Queens, que estão em observação, outras duas escolas tiveram que suspender as aulas. Uma delas, a Public School 177, fica a cerca de duas quadras da St. Francis e tem 12 crianças com sintomas de gripe. Mas a outra, a Ascension School, é uma escola católica em Upper West Side, em Manhattan, e seis alunos apresentaram sintomas de febre, vômito e diarreia durante as aulas.
Cerca de 60% dos estudantes e do corpo docente da St Francis já responderam os questionários da prefeitura e estão sendo monitorados. Entre os infectados está a estudante Arianna Anastos, 16 anos, que faz parte do primeiro grupo de americanos diagnosticado com a doença.
Arianna se surpreendeu na quinta-feira quando caminhava pelos corredores de sua escola St. Francis Preparatory, em Nova York, em direção ao ambulatório. Como ela, dezenas de alunos aguardavam atendimento de uma enfermeira. Os sintomas: febre alta, náusea, dor no corpo, dor de cabeça e tosse. O que a adolescente não imaginava era que ela fazia parte do primeiro grupo de americanos que seria diagnosticado no país com a gripe suína. Pouco depois, ela estava em casa usando máscara e isolada de sua família.


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O Carrefour terá que pagar indenização no valor de R$ 6 mil por vender computador que apresentou conteúdo pornográfico em seu disco rígido. A decisão é dos desembargadores da 7ª Câmara Cível do TJ do Rio de Janeiro.
A consumidora Thereza Cristina Lopes Loyola relatou, na petição inicial, que comprou um computador Amazon PC Pentium 4, 2.8 GHZ no Carrefour para presentear sua filha, atualmente com 13 anos de idade.
Ao clicar num determinado ícone, a menor se deparou com cenas de um filme erótico e fotografias pornográficas.
A compradora do computador disse, ainda, que comunicou o fato à empresa ré, sem que esta tomasse providências para solução do problema.
O pedido foi acolhido em primeiro grau com base na conclusão do laudo pericial, que constatou a existência dos arquivos infectados com conteúdo pornográfico, tal como alegado pela parte autora.
De acordo com o voto do relator do processo, desembargador Ricardo Couto de Castro, "o conteúdo pornográfico inserido restringiu a utilização e frustrou a expectativa de todos, tendo ainda causado uma situação vexatória que foge ao mero constrangimento".
Ainda assim, o TJ carioca deu provimento parcial ao recurso do Carrefour, para reduzir o valor reparatório que, em primeiro grau, fora fixado em R$(Proc. nº- com informacoes do TJ-RJ).

Fonte: Espaço Vital
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O Carrefour terá que pagar indenização no valor de R$ 6 mil por vender computador que apresentou conteúdo pornográfico em seu disco rígido. A decisão é dos desembargadores da 7ª Câmara Cível do TJ do Rio de Janeiro.
A consumidora Thereza Cristina Lopes Loyola relatou, na petição inicial, que comprou um computador Amazon PC Pentium 4, 2.8 GHZ no Carrefour para presentear sua filha, atualmente com 13 anos de idade.
Ao clicar num determinado ícone, a menor se deparou com cenas de um filme erótico e fotografias pornográficas.
A compradora do computador disse, ainda, que comunicou o fato à empresa ré, sem que esta tomasse providências para solução do problema.
O pedido foi acolhido em primeiro grau com base na conclusão do laudo pericial, que constatou a existência dos arquivos infectados com conteúdo pornográfico, tal como alegado pela parte autora.
De acordo com o voto do relator do processo, desembargador Ricardo Couto de Castro, "o conteúdo pornográfico inserido restringiu a utilização e frustrou a expectativa de todos, tendo ainda causado uma situação vexatória que foge ao mero constrangimento".
Ainda assim, o TJ carioca deu provimento parcial ao recurso do Carrefour, para reduzir o valor reparatório que, em primeiro grau, fora fixado em R$(Proc. nº- com informacoes do TJ-RJ).

Fonte: Espaço Vital
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O Carrefour terá que pagar indenização no valor de R$ 6 mil por vender computador que apresentou conteúdo pornográfico em seu disco rígido. A decisão é dos desembargadores da 7ª Câmara Cível do TJ do Rio de Janeiro.
A consumidora Thereza Cristina Lopes Loyola relatou, na petição inicial, que comprou um computador Amazon PC Pentium 4, 2.8 GHZ no Carrefour para presentear sua filha, atualmente com 13 anos de idade.
Ao clicar num determinado ícone, a menor se deparou com cenas de um filme erótico e fotografias pornográficas.
A compradora do computador disse, ainda, que comunicou o fato à empresa ré, sem que esta tomasse providências para solução do problema.
O pedido foi acolhido em primeiro grau com base na conclusão do laudo pericial, que constatou a existência dos arquivos infectados com conteúdo pornográfico, tal como alegado pela parte autora.
De acordo com o voto do relator do processo, desembargador Ricardo Couto de Castro, "o conteúdo pornográfico inserido restringiu a utilização e frustrou a expectativa de todos, tendo ainda causado uma situação vexatória que foge ao mero constrangimento".
Ainda assim, o TJ carioca deu provimento parcial ao recurso do Carrefour, para reduzir o valor reparatório que, em primeiro grau, fora fixado em R$(Proc. nº- com informacoes do TJ-RJ).

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A consumidora Thereza Cristina Lopes Loyola relatou, na petição inicial, que comprou um computador Amazon PC Pentium 4, 2.8 GHZ no Carrefour para presentear sua filha, atualmente com 13 anos de idade.
Ao clicar num determinado ícone, a menor se deparou com cenas de um filme erótico e fotografias pornográficas.
A compradora do computador disse, ainda, que comunicou o fato à empresa ré, sem que esta tomasse providências para solução do problema.
O pedido foi acolhido em primeiro grau com base na conclusão do laudo pericial, que constatou a existência dos arquivos infectados com conteúdo pornográfico, tal como alegado pela parte autora.
De acordo com o voto do relator do processo, desembargador Ricardo Couto de Castro, "o conteúdo pornográfico inserido restringiu a utilização e frustrou a expectativa de todos, tendo ainda causado uma situação vexatória que foge ao mero constrangimento".
Ainda assim, o TJ carioca deu provimento parcial ao recurso do Carrefour, para reduzir o valor reparatório que, em primeiro grau, fora fixado em R$(Proc. nº- com informacoes do TJ-RJ).

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A consumidora Thereza Cristina Lopes Loyola relatou, na petição inicial, que comprou um computador Amazon PC Pentium 4, 2.8 GHZ no Carrefour para presentear sua filha, atualmente com 13 anos de idade.
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A compradora do computador disse, ainda, que comunicou o fato à empresa ré, sem que esta tomasse providências para solução do problema.
O pedido foi acolhido em primeiro grau com base na conclusão do laudo pericial, que constatou a existência dos arquivos infectados com conteúdo pornográfico, tal como alegado pela parte autora.
De acordo com o voto do relator do processo, desembargador Ricardo Couto de Castro, "o conteúdo pornográfico inserido restringiu a utilização e frustrou a expectativa de todos, tendo ainda causado uma situação vexatória que foge ao mero constrangimento".
Ainda assim, o TJ carioca deu provimento parcial ao recurso do Carrefour, para reduzir o valor reparatório que, em primeiro grau, fora fixado em R$(Proc. nº- com informacoes do TJ-RJ).

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A consumidora Thereza Cristina Lopes Loyola relatou, na petição inicial, que comprou um computador Amazon PC Pentium 4, 2.8 GHZ no Carrefour para presentear sua filha, atualmente com 13 anos de idade.
Ao clicar num determinado ícone, a menor se deparou com cenas de um filme erótico e fotografias pornográficas.
A compradora do computador disse, ainda, que comunicou o fato à empresa ré, sem que esta tomasse providências para solução do problema.
O pedido foi acolhido em primeiro grau com base na conclusão do laudo pericial, que constatou a existência dos arquivos infectados com conteúdo pornográfico, tal como alegado pela parte autora.
De acordo com o voto do relator do processo, desembargador Ricardo Couto de Castro, "o conteúdo pornográfico inserido restringiu a utilização e frustrou a expectativa de todos, tendo ainda causado uma situação vexatória que foge ao mero constrangimento".
Ainda assim, o TJ carioca deu provimento parcial ao recurso do Carrefour, para reduzir o valor reparatório que, em primeiro grau, fora fixado em R$(Proc. nº- com informacoes do TJ-RJ).

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A consumidora Thereza Cristina Lopes Loyola relatou, na petição inicial, que comprou um computador Amazon PC Pentium 4, 2.8 GHZ no Carrefour para presentear sua filha, atualmente com 13 anos de idade.
Ao clicar num determinado ícone, a menor se deparou com cenas de um filme erótico e fotografias pornográficas.
A compradora do computador disse, ainda, que comunicou o fato à empresa ré, sem que esta tomasse providências para solução do problema.
O pedido foi acolhido em primeiro grau com base na conclusão do laudo pericial, que constatou a existência dos arquivos infectados com conteúdo pornográfico, tal como alegado pela parte autora.
De acordo com o voto do relator do processo, desembargador Ricardo Couto de Castro, "o conteúdo pornográfico inserido restringiu a utilização e frustrou a expectativa de todos, tendo ainda causado uma situação vexatória que foge ao mero constrangimento".
Ainda assim, o TJ carioca deu provimento parcial ao recurso do Carrefour, para reduzir o valor reparatório que, em primeiro grau, fora fixado em R$(Proc. nº- com informacoes do TJ-RJ).

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O Carrefour terá que pagar indenização no valor de R$ 6 mil por vender computador que apresentou conteúdo pornográfico em seu disco rígido. A decisão é dos desembargadores da 7ª Câmara Cível do TJ do Rio de Janeiro.
A consumidora Thereza Cristina Lopes Loyola relatou, na petição inicial, que comprou um computador Amazon PC Pentium 4, 2.8 GHZ no Carrefour para presentear sua filha, atualmente com 13 anos de idade.
Ao clicar num determinado ícone, a menor se deparou com cenas de um filme erótico e fotografias pornográficas.
A compradora do computador disse, ainda, que comunicou o fato à empresa ré, sem que esta tomasse providências para solução do problema.
O pedido foi acolhido em primeiro grau com base na conclusão do laudo pericial, que constatou a existência dos arquivos infectados com conteúdo pornográfico, tal como alegado pela parte autora.
De acordo com o voto do relator do processo, desembargador Ricardo Couto de Castro, "o conteúdo pornográfico inserido restringiu a utilização e frustrou a expectativa de todos, tendo ainda causado uma situação vexatória que foge ao mero constrangimento".
Ainda assim, o TJ carioca deu provimento parcial ao recurso do Carrefour, para reduzir o valor reparatório que, em primeiro grau, fora fixado em R$(Proc. nº- com informacoes do TJ-RJ).

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O Carrefour terá que pagar indenização no valor de R$ 6 mil por vender computador que apresentou conteúdo pornográfico em seu disco rígido. A decisão é dos desembargadores da 7ª Câmara Cível do TJ do Rio de Janeiro.
A consumidora Thereza Cristina Lopes Loyola relatou, na petição inicial, que comprou um computador Amazon PC Pentium 4, 2.8 GHZ no Carrefour para presentear sua filha, atualmente com 13 anos de idade.
Ao clicar num determinado ícone, a menor se deparou com cenas de um filme erótico e fotografias pornográficas.
A compradora do computador disse, ainda, que comunicou o fato à empresa ré, sem que esta tomasse providências para solução do problema.
O pedido foi acolhido em primeiro grau com base na conclusão do laudo pericial, que constatou a existência dos arquivos infectados com conteúdo pornográfico, tal como alegado pela parte autora.
De acordo com o voto do relator do processo, desembargador Ricardo Couto de Castro, "o conteúdo pornográfico inserido restringiu a utilização e frustrou a expectativa de todos, tendo ainda causado uma situação vexatória que foge ao mero constrangimento".
Ainda assim, o TJ carioca deu provimento parcial ao recurso do Carrefour, para reduzir o valor reparatório que, em primeiro grau, fora fixado em R$(Proc. nº- com informacoes do TJ-RJ).

Fonte: Espaço Vital
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O trabalhador autônomo que atua no mercado informal poderá aderir ao novo programa do microempreendedor individual pagando uma contribuição mensal de até R$ 57,15. O valor foi fixado nesta terça-feira pelo Comitê Gestor do Simples Nacional.
A lei que criou o microempreendedor individual entra em vigor no dia 1º de julho. Podem aderir ao programa os profissionais com renda mensal de até R$ 3.000 (R$ 36 mil por ano).
Essa contribuição inclui todos os impostos federais, estaduais, municipais e a contribuição para a Previdência Social. Com isso, esses trabalhadores terão direito aos benefícios do INSS, como licença-maternidade, auxílio-doença e aposentadoria por idade (caso tenha contribuído por pelo menos 15 anos).
A contribuição varia de acordo com a área de atuação: R$ 52,15 para o comércio ou indústria; R$ 56,15 para o prestador de serviços; e R$ 57,15 para atividade mista (comércio ou indústria e prestação de serviços).
O cálculo é a soma dos R$ 51,15 (11% do salário mínimo) destinados ao INSS mais R$ 1 de ICMS e R$ 5 de ISS.
Regras
As regras para adesão ao programa ainda não foram divulgadas. Segundo o Ministério da Previdência, a formalização poderá será feita a partir de julho.
A expectativa é atrair profissionais como feirantes, camelôs, vendedores ambulantes, manicures, cabeleireiros e eletricistas. De acordo com dados do Sebrae, mais de 10 milhões de pessoas trabalham hoje na informalidade, sendo 3 milhões apenas no Estado de São Paulo.

EDUARDO CUCOLO
da Folha Online, em Brasília
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:42  comentar



O trabalhador autônomo que atua no mercado informal poderá aderir ao novo programa do microempreendedor individual pagando uma contribuição mensal de até R$ 57,15. O valor foi fixado nesta terça-feira pelo Comitê Gestor do Simples Nacional.
A lei que criou o microempreendedor individual entra em vigor no dia 1º de julho. Podem aderir ao programa os profissionais com renda mensal de até R$ 3.000 (R$ 36 mil por ano).
Essa contribuição inclui todos os impostos federais, estaduais, municipais e a contribuição para a Previdência Social. Com isso, esses trabalhadores terão direito aos benefícios do INSS, como licença-maternidade, auxílio-doença e aposentadoria por idade (caso tenha contribuído por pelo menos 15 anos).
A contribuição varia de acordo com a área de atuação: R$ 52,15 para o comércio ou indústria; R$ 56,15 para o prestador de serviços; e R$ 57,15 para atividade mista (comércio ou indústria e prestação de serviços).
O cálculo é a soma dos R$ 51,15 (11% do salário mínimo) destinados ao INSS mais R$ 1 de ICMS e R$ 5 de ISS.
Regras
As regras para adesão ao programa ainda não foram divulgadas. Segundo o Ministério da Previdência, a formalização poderá será feita a partir de julho.
A expectativa é atrair profissionais como feirantes, camelôs, vendedores ambulantes, manicures, cabeleireiros e eletricistas. De acordo com dados do Sebrae, mais de 10 milhões de pessoas trabalham hoje na informalidade, sendo 3 milhões apenas no Estado de São Paulo.

EDUARDO CUCOLO
da Folha Online, em Brasília
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O trabalhador autônomo que atua no mercado informal poderá aderir ao novo programa do microempreendedor individual pagando uma contribuição mensal de até R$ 57,15. O valor foi fixado nesta terça-feira pelo Comitê Gestor do Simples Nacional.
A lei que criou o microempreendedor individual entra em vigor no dia 1º de julho. Podem aderir ao programa os profissionais com renda mensal de até R$ 3.000 (R$ 36 mil por ano).
Essa contribuição inclui todos os impostos federais, estaduais, municipais e a contribuição para a Previdência Social. Com isso, esses trabalhadores terão direito aos benefícios do INSS, como licença-maternidade, auxílio-doença e aposentadoria por idade (caso tenha contribuído por pelo menos 15 anos).
A contribuição varia de acordo com a área de atuação: R$ 52,15 para o comércio ou indústria; R$ 56,15 para o prestador de serviços; e R$ 57,15 para atividade mista (comércio ou indústria e prestação de serviços).
O cálculo é a soma dos R$ 51,15 (11% do salário mínimo) destinados ao INSS mais R$ 1 de ICMS e R$ 5 de ISS.
Regras
As regras para adesão ao programa ainda não foram divulgadas. Segundo o Ministério da Previdência, a formalização poderá será feita a partir de julho.
A expectativa é atrair profissionais como feirantes, camelôs, vendedores ambulantes, manicures, cabeleireiros e eletricistas. De acordo com dados do Sebrae, mais de 10 milhões de pessoas trabalham hoje na informalidade, sendo 3 milhões apenas no Estado de São Paulo.

EDUARDO CUCOLO
da Folha Online, em Brasília
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O trabalhador autônomo que atua no mercado informal poderá aderir ao novo programa do microempreendedor individual pagando uma contribuição mensal de até R$ 57,15. O valor foi fixado nesta terça-feira pelo Comitê Gestor do Simples Nacional.
A lei que criou o microempreendedor individual entra em vigor no dia 1º de julho. Podem aderir ao programa os profissionais com renda mensal de até R$ 3.000 (R$ 36 mil por ano).
Essa contribuição inclui todos os impostos federais, estaduais, municipais e a contribuição para a Previdência Social. Com isso, esses trabalhadores terão direito aos benefícios do INSS, como licença-maternidade, auxílio-doença e aposentadoria por idade (caso tenha contribuído por pelo menos 15 anos).
A contribuição varia de acordo com a área de atuação: R$ 52,15 para o comércio ou indústria; R$ 56,15 para o prestador de serviços; e R$ 57,15 para atividade mista (comércio ou indústria e prestação de serviços).
O cálculo é a soma dos R$ 51,15 (11% do salário mínimo) destinados ao INSS mais R$ 1 de ICMS e R$ 5 de ISS.
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As regras para adesão ao programa ainda não foram divulgadas. Segundo o Ministério da Previdência, a formalização poderá será feita a partir de julho.
A expectativa é atrair profissionais como feirantes, camelôs, vendedores ambulantes, manicures, cabeleireiros e eletricistas. De acordo com dados do Sebrae, mais de 10 milhões de pessoas trabalham hoje na informalidade, sendo 3 milhões apenas no Estado de São Paulo.

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A lei que criou o microempreendedor individual entra em vigor no dia 1º de julho. Podem aderir ao programa os profissionais com renda mensal de até R$ 3.000 (R$ 36 mil por ano).
Essa contribuição inclui todos os impostos federais, estaduais, municipais e a contribuição para a Previdência Social. Com isso, esses trabalhadores terão direito aos benefícios do INSS, como licença-maternidade, auxílio-doença e aposentadoria por idade (caso tenha contribuído por pelo menos 15 anos).
A contribuição varia de acordo com a área de atuação: R$ 52,15 para o comércio ou indústria; R$ 56,15 para o prestador de serviços; e R$ 57,15 para atividade mista (comércio ou indústria e prestação de serviços).
O cálculo é a soma dos R$ 51,15 (11% do salário mínimo) destinados ao INSS mais R$ 1 de ICMS e R$ 5 de ISS.
Regras
As regras para adesão ao programa ainda não foram divulgadas. Segundo o Ministério da Previdência, a formalização poderá será feita a partir de julho.
A expectativa é atrair profissionais como feirantes, camelôs, vendedores ambulantes, manicures, cabeleireiros e eletricistas. De acordo com dados do Sebrae, mais de 10 milhões de pessoas trabalham hoje na informalidade, sendo 3 milhões apenas no Estado de São Paulo.

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A lei que criou o microempreendedor individual entra em vigor no dia 1º de julho. Podem aderir ao programa os profissionais com renda mensal de até R$ 3.000 (R$ 36 mil por ano).
Essa contribuição inclui todos os impostos federais, estaduais, municipais e a contribuição para a Previdência Social. Com isso, esses trabalhadores terão direito aos benefícios do INSS, como licença-maternidade, auxílio-doença e aposentadoria por idade (caso tenha contribuído por pelo menos 15 anos).
A contribuição varia de acordo com a área de atuação: R$ 52,15 para o comércio ou indústria; R$ 56,15 para o prestador de serviços; e R$ 57,15 para atividade mista (comércio ou indústria e prestação de serviços).
O cálculo é a soma dos R$ 51,15 (11% do salário mínimo) destinados ao INSS mais R$ 1 de ICMS e R$ 5 de ISS.
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As regras para adesão ao programa ainda não foram divulgadas. Segundo o Ministério da Previdência, a formalização poderá será feita a partir de julho.
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Essa contribuição inclui todos os impostos federais, estaduais, municipais e a contribuição para a Previdência Social. Com isso, esses trabalhadores terão direito aos benefícios do INSS, como licença-maternidade, auxílio-doença e aposentadoria por idade (caso tenha contribuído por pelo menos 15 anos).
A contribuição varia de acordo com a área de atuação: R$ 52,15 para o comércio ou indústria; R$ 56,15 para o prestador de serviços; e R$ 57,15 para atividade mista (comércio ou indústria e prestação de serviços).
O cálculo é a soma dos R$ 51,15 (11% do salário mínimo) destinados ao INSS mais R$ 1 de ICMS e R$ 5 de ISS.
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As regras para adesão ao programa ainda não foram divulgadas. Segundo o Ministério da Previdência, a formalização poderá será feita a partir de julho.
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A lei que criou o microempreendedor individual entra em vigor no dia 1º de julho. Podem aderir ao programa os profissionais com renda mensal de até R$ 3.000 (R$ 36 mil por ano).
Essa contribuição inclui todos os impostos federais, estaduais, municipais e a contribuição para a Previdência Social. Com isso, esses trabalhadores terão direito aos benefícios do INSS, como licença-maternidade, auxílio-doença e aposentadoria por idade (caso tenha contribuído por pelo menos 15 anos).
A contribuição varia de acordo com a área de atuação: R$ 52,15 para o comércio ou indústria; R$ 56,15 para o prestador de serviços; e R$ 57,15 para atividade mista (comércio ou indústria e prestação de serviços).
O cálculo é a soma dos R$ 51,15 (11% do salário mínimo) destinados ao INSS mais R$ 1 de ICMS e R$ 5 de ISS.
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As regras para adesão ao programa ainda não foram divulgadas. Segundo o Ministério da Previdência, a formalização poderá será feita a partir de julho.
A expectativa é atrair profissionais como feirantes, camelôs, vendedores ambulantes, manicures, cabeleireiros e eletricistas. De acordo com dados do Sebrae, mais de 10 milhões de pessoas trabalham hoje na informalidade, sendo 3 milhões apenas no Estado de São Paulo.

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O trabalhador autônomo que atua no mercado informal poderá aderir ao novo programa do microempreendedor individual pagando uma contribuição mensal de até R$ 57,15. O valor foi fixado nesta terça-feira pelo Comitê Gestor do Simples Nacional.
A lei que criou o microempreendedor individual entra em vigor no dia 1º de julho. Podem aderir ao programa os profissionais com renda mensal de até R$ 3.000 (R$ 36 mil por ano).
Essa contribuição inclui todos os impostos federais, estaduais, municipais e a contribuição para a Previdência Social. Com isso, esses trabalhadores terão direito aos benefícios do INSS, como licença-maternidade, auxílio-doença e aposentadoria por idade (caso tenha contribuído por pelo menos 15 anos).
A contribuição varia de acordo com a área de atuação: R$ 52,15 para o comércio ou indústria; R$ 56,15 para o prestador de serviços; e R$ 57,15 para atividade mista (comércio ou indústria e prestação de serviços).
O cálculo é a soma dos R$ 51,15 (11% do salário mínimo) destinados ao INSS mais R$ 1 de ICMS e R$ 5 de ISS.
Regras
As regras para adesão ao programa ainda não foram divulgadas. Segundo o Ministério da Previdência, a formalização poderá será feita a partir de julho.
A expectativa é atrair profissionais como feirantes, camelôs, vendedores ambulantes, manicures, cabeleireiros e eletricistas. De acordo com dados do Sebrae, mais de 10 milhões de pessoas trabalham hoje na informalidade, sendo 3 milhões apenas no Estado de São Paulo.

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BRASÍLIA - O último Exame Nacional do Ensino Médio (Enem 2008) revela que das cem escolas com notas mais altas 29 são do Rio de Janeiro, inclusive a primeira colocada, o tradicional Colégio de São Bento. Pelo segundo ano consecutivo, o São Bento lidera o ranking, com média de 80,58 pontos na prova objetiva e na redação. Clique aqui e veja a classificação das escolas
Depois do Rio, Minas Gerais é o estado com maior número de estabelecimentos no topo da lista: 23. São Paulo ficou em terceiro lugar , com 20. Em 12 estados -todos os da Região Norte, dois do Centro-Oeste e três do Nordeste -, nenhum colégio obteve pontuação suficiente para figurar entre os cem primeiros colocados.
Três escolas mineiras vêm logo atrás do São Bento. O Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Viçosa, na terceira posição, é o líder da rede pública .
O Enem teve 2,9 milhões de participantes no ano passado, dos quais 1,1 milhão eram estudantes do ensino médio - os demais já haviam concluído esse nível de escolaridade. Os resultados individuais do exame foram divulgados em novembro pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Entre as mil escolas com piores notas no Enem 2008, 965 são estaduais . Escolas particulares predominam entre as cem melhores: são 83. Das 17 públicas, porém, 15 são federais . As duas únicas estaduais têm características que as distinguem da maior parte da rede pública: no Rio, o Colégio de Aplicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (CAP/Uerj); em São Paulo, a Escola Técnica de São Paulo. Ambas fazem vestibulinho para selecionar seus alunos.

PARABÉNS BENEDITINOS E PARABÉNS RIO DE JANEIRO!
PARABÉNS SÃO PAULO!


fonte: O GLOBO ON LINE

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BRASÍLIA - O último Exame Nacional do Ensino Médio (Enem 2008) revela que das cem escolas com notas mais altas 29 são do Rio de Janeiro, inclusive a primeira colocada, o tradicional Colégio de São Bento. Pelo segundo ano consecutivo, o São Bento lidera o ranking, com média de 80,58 pontos na prova objetiva e na redação. Clique aqui e veja a classificação das escolas
Depois do Rio, Minas Gerais é o estado com maior número de estabelecimentos no topo da lista: 23. São Paulo ficou em terceiro lugar , com 20. Em 12 estados -todos os da Região Norte, dois do Centro-Oeste e três do Nordeste -, nenhum colégio obteve pontuação suficiente para figurar entre os cem primeiros colocados.
Três escolas mineiras vêm logo atrás do São Bento. O Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Viçosa, na terceira posição, é o líder da rede pública .
O Enem teve 2,9 milhões de participantes no ano passado, dos quais 1,1 milhão eram estudantes do ensino médio - os demais já haviam concluído esse nível de escolaridade. Os resultados individuais do exame foram divulgados em novembro pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Entre as mil escolas com piores notas no Enem 2008, 965 são estaduais . Escolas particulares predominam entre as cem melhores: são 83. Das 17 públicas, porém, 15 são federais . As duas únicas estaduais têm características que as distinguem da maior parte da rede pública: no Rio, o Colégio de Aplicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (CAP/Uerj); em São Paulo, a Escola Técnica de São Paulo. Ambas fazem vestibulinho para selecionar seus alunos.

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Depois do Rio, Minas Gerais é o estado com maior número de estabelecimentos no topo da lista: 23. São Paulo ficou em terceiro lugar , com 20. Em 12 estados -todos os da Região Norte, dois do Centro-Oeste e três do Nordeste -, nenhum colégio obteve pontuação suficiente para figurar entre os cem primeiros colocados.
Três escolas mineiras vêm logo atrás do São Bento. O Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Viçosa, na terceira posição, é o líder da rede pública .
O Enem teve 2,9 milhões de participantes no ano passado, dos quais 1,1 milhão eram estudantes do ensino médio - os demais já haviam concluído esse nível de escolaridade. Os resultados individuais do exame foram divulgados em novembro pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Entre as mil escolas com piores notas no Enem 2008, 965 são estaduais . Escolas particulares predominam entre as cem melhores: são 83. Das 17 públicas, porém, 15 são federais . As duas únicas estaduais têm características que as distinguem da maior parte da rede pública: no Rio, o Colégio de Aplicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (CAP/Uerj); em São Paulo, a Escola Técnica de São Paulo. Ambas fazem vestibulinho para selecionar seus alunos.

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Depois do Rio, Minas Gerais é o estado com maior número de estabelecimentos no topo da lista: 23. São Paulo ficou em terceiro lugar , com 20. Em 12 estados -todos os da Região Norte, dois do Centro-Oeste e três do Nordeste -, nenhum colégio obteve pontuação suficiente para figurar entre os cem primeiros colocados.
Três escolas mineiras vêm logo atrás do São Bento. O Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Viçosa, na terceira posição, é o líder da rede pública .
O Enem teve 2,9 milhões de participantes no ano passado, dos quais 1,1 milhão eram estudantes do ensino médio - os demais já haviam concluído esse nível de escolaridade. Os resultados individuais do exame foram divulgados em novembro pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Entre as mil escolas com piores notas no Enem 2008, 965 são estaduais . Escolas particulares predominam entre as cem melhores: são 83. Das 17 públicas, porém, 15 são federais . As duas únicas estaduais têm características que as distinguem da maior parte da rede pública: no Rio, o Colégio de Aplicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (CAP/Uerj); em São Paulo, a Escola Técnica de São Paulo. Ambas fazem vestibulinho para selecionar seus alunos.

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Depois do Rio, Minas Gerais é o estado com maior número de estabelecimentos no topo da lista: 23. São Paulo ficou em terceiro lugar , com 20. Em 12 estados -todos os da Região Norte, dois do Centro-Oeste e três do Nordeste -, nenhum colégio obteve pontuação suficiente para figurar entre os cem primeiros colocados.
Três escolas mineiras vêm logo atrás do São Bento. O Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Viçosa, na terceira posição, é o líder da rede pública .
O Enem teve 2,9 milhões de participantes no ano passado, dos quais 1,1 milhão eram estudantes do ensino médio - os demais já haviam concluído esse nível de escolaridade. Os resultados individuais do exame foram divulgados em novembro pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Entre as mil escolas com piores notas no Enem 2008, 965 são estaduais . Escolas particulares predominam entre as cem melhores: são 83. Das 17 públicas, porém, 15 são federais . As duas únicas estaduais têm características que as distinguem da maior parte da rede pública: no Rio, o Colégio de Aplicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (CAP/Uerj); em São Paulo, a Escola Técnica de São Paulo. Ambas fazem vestibulinho para selecionar seus alunos.

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Três escolas mineiras vêm logo atrás do São Bento. O Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Viçosa, na terceira posição, é o líder da rede pública .
O Enem teve 2,9 milhões de participantes no ano passado, dos quais 1,1 milhão eram estudantes do ensino médio - os demais já haviam concluído esse nível de escolaridade. Os resultados individuais do exame foram divulgados em novembro pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Entre as mil escolas com piores notas no Enem 2008, 965 são estaduais . Escolas particulares predominam entre as cem melhores: são 83. Das 17 públicas, porém, 15 são federais . As duas únicas estaduais têm características que as distinguem da maior parte da rede pública: no Rio, o Colégio de Aplicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (CAP/Uerj); em São Paulo, a Escola Técnica de São Paulo. Ambas fazem vestibulinho para selecionar seus alunos.

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O Enem teve 2,9 milhões de participantes no ano passado, dos quais 1,1 milhão eram estudantes do ensino médio - os demais já haviam concluído esse nível de escolaridade. Os resultados individuais do exame foram divulgados em novembro pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
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Depois do Rio, Minas Gerais é o estado com maior número de estabelecimentos no topo da lista: 23. São Paulo ficou em terceiro lugar , com 20. Em 12 estados -todos os da Região Norte, dois do Centro-Oeste e três do Nordeste -, nenhum colégio obteve pontuação suficiente para figurar entre os cem primeiros colocados.
Três escolas mineiras vêm logo atrás do São Bento. O Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Viçosa, na terceira posição, é o líder da rede pública .
O Enem teve 2,9 milhões de participantes no ano passado, dos quais 1,1 milhão eram estudantes do ensino médio - os demais já haviam concluído esse nível de escolaridade. Os resultados individuais do exame foram divulgados em novembro pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Entre as mil escolas com piores notas no Enem 2008, 965 são estaduais . Escolas particulares predominam entre as cem melhores: são 83. Das 17 públicas, porém, 15 são federais . As duas únicas estaduais têm características que as distinguem da maior parte da rede pública: no Rio, o Colégio de Aplicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (CAP/Uerj); em São Paulo, a Escola Técnica de São Paulo. Ambas fazem vestibulinho para selecionar seus alunos.

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