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28.4.09
Michelle Obama é a primeira negra a chegar ao "cargo" de primeira-dama nos Estados Unidos, desde que seu marido, Barack Obama, foi eleito o 44º presidente americano.

Todo o deslumbramento que ela causou --por ser uma advogada de sucesso, negra, formada em Harvard, que durante um bom tempo ganhou mais dinheiro que o marido e ainda ter sido "eleita" a nova queridinha do mundo fashion-- fez com que Michelle declarasse a cinco jornalistas: "Às vezes tenho a impressão de que as pessoas acham que não existo. Parece que sou a primeira pessoa de meu tipo que o país já viu".
A declaração está em artigo do livro "Barack Obama: O Caminho Para a Casa Branca", publicado originalmente em outubro de 2008 na revista americana Time e que pode ser lido na íntegra no trecho abaixo. O livro mostra os bastidores da campanha de Obama através de fotografias, reportagens e ensaios produzidos pela equipe de jornalismo da revista.
Leia abaixo artigo sobre Michelle Obama:

A dádiva de Michelle

Um romancista parte em busca da Michelle Obama real - e descobre os valores simples, fundamentais e atraentes da nova primeira-dama dos Estados Unidos
Curtis Sittenfeld
Michelle Obama é alta, inteligente, divertida, descontraída e, basicamente, tão brilhante e equilibrada - se ela é atraente em fotos, é simplesmente deslumbrante em pessoa - que quase se tem a impressão de que nasceu para ser primeira-dama. Ou pelo menos foi essa a conclusão à qual cheguei depois de me sentar com ela no Westin Tabor Center, em Denver, durante a convenção nacional do Partido Democrata, em agosto. Eu a seguia havia alguns dias, de uma plateia extasiada a outra, incluindo o público presente a um evento de serviço comunitário para soldados no qual um veterano da guerra do Iraque a apresentou, anunciando: "Madame, sei que a senhora não esteve nas Forças Armadas, mas eu a seguiria para qualquer lugar". Se tudo isso não tivesse me convencido (afinal de contas, era a convenção democrata), bastariam os primeiros 30 segundos de nossa entrevista para que ela me conquistasse. Aconteceu quando perguntei se ela ficava entediada por fazer o mesmo discurso inúmeras vezes, e ela respondeu sem hesitar: "Totalmente!".
Não é que eu não gostasse de Michelle Obama (vou abrir o jogo: votei em Hillary Clinton na primária democrata do Missouri). Mas, depois de escrever um romance sobre uma primeira-dama inspirada em Laura Bush, eu via Michelle como, no mínimo, controversa. Em junho, quando ela fez uma visita ao The View para falar sobre questões políticas tão importantes quanto o uso de meias-calças, sua participação no programa foi vista como "investida de charme" cujo objetivo seria reabilitar uma imagem prejudicada por, entre outras coisas, a observação agora infame que fizera em um discurso alguns meses antes: "Pela primeira vez em minha vida adulta, sinto orgulho de meu país, porque a sensação que tenho é que a esperança está voltando". Eu sabia, também, que algumas pessoas considerava Michelle "mesquinha", "metida" ou "radical" - não eu, claro. Quando comecei a perguntar por aí, porém, descobri muitos americanos que, pelo contrário, pareciam estar mais deslumbrados com Michelle que com seu marido - incluindo uma mulher branca que comprou o primeiro exemplar da revista Ebony de sua vida porque Michelle estava na capa, e o cinegrafista de Denver que cumprimentou Michelle e então declarou que nunca mais lavaria as mãos. Ele me garantiu que em situações desse tipo costuma ser blasé, mas que Michelle era a reencarnação de Jackie O.!


Em nossa entrevista, perguntei a Michelle o que explica a discrepância entre a admiração que ela inspira e o tipo de calúnias feitas na blogosfera e em programas de entrevistas na rádio, que levaram a New Yorker, mesmo em tom de brincadeira, a publicar a capa com uma charge de Michelle e seu marido no Salão Oval, usando cabeleira afro e brandindo um fuzil AK-47. "Já percebi que há dois tipos de conversa", disse ela. "Uma é a dos palpiteiros - as pesquisas, os escritores, as pessoas bem-informadas, elas fazem parte de um conjunto de conversas -, e outra é a que acontece em campo. Aprendi desde cedo a basear minhas reações no que vejo acontecendo em campo, porque, para mim, é um reflexo mais exato - mesmo nas primárias, como ficou claro depois. Se você estivesse lendo os jornais, não teria previsto o resultado de Iowa [onde Obama saiu vitorioso da prévia de 2008]. Mas se estivesse lá poderia sentir no ar a possibilidade clara do resultado."

Minha teoria é que a mídia, reforçada pelas reflexões conservadoras sobre o que gostariam que acontecesse, ficou entediada com a história inicial sobre Michelle Obama - que ela era uma profissional liberal bem-sucedida oriunda da classe operária, com diplomas de Princeton e Harvard e um pendor por lançar farpas de esposa sobre o hálito matinal de seu marido - e inventou a narrativa de Michelle como desvantagem, para fazer uma cobertura mais divertida. Com certeza parece que Michelle pagou um preço político tão alto por sua declaração sobre orgulho em seu país (que na realidade ofendeu a maioria das pessoas) quanto Cindy McCain pelas coisas que deixou a desejar.
A dança delicada que Michelle tem que executar recorda o axioma de que os negros precisam ser duas vezes melhores que os brancos para conseguir a metade do que estes conseguem. Alguns democratas - e feministas - manifestaram decepção com seu discurso na convenção, com seu subtexto "ignorem minha raça e o fato de eu ter estudado nas melhores universidades do país, e vejam como sou calorosa, maternal e nada ameaçadora". Mas outros - incluindo, presume-se, a própria Michelle - reconheceram essa abordagem "soft" como sendo necessária.
O comentário mais doloroso que eu a ouvi fazer durante os dias em que a acompanhei foi um que ela dividiu com um grupo de cinco mulheres, colunistas de jornais. Como profissional liberal negra que cresceu numa família estável e hoje tem sua própria família estável, ela disse às colunistas: "Às vezes tenho a impressão de que as pessoas acham que não existo. Parece que sou a primeira pessoa de meu tipo que o país já viu." Ou, como disse Whoopi Goldberg durante a aparição de Michelle no The View, em junho: "Tenho que admitir que fico realmente feliz de vê-la, porque sempre que você vê pessoas negras no noticiário, especialmente mulheres, elas não têm dentes, ou os dentes estão com obturações de ouro, e elas não conseguem proferir uma sentença coerente".
Quando conversamos, eu me perguntei se deveria realmente ser responsabilidade de Michelle refutar vieses como esse. Michelle respondeu que já está acostumada com isso. "Essa tem sido minha experiência, em toda a minha vida", disse ela. "É por isso que a educação é tão importante. Crescemos em nossas comunidades, nossos bairros e nossas famílias, e sabemos o que sabemos. Não há culpa. Mas, quando as pessoas têm a chance de interagir e conversar - não é preciso sequer viver sob o mesmo teto. Há muitas pessoas que fizeram faculdade comigo que me viram e me conheceram, e, quer tenham me conhecido pessoalmente ou não, elas levaram essa experiência com elas. Essa é a natureza da vida quando você faz parte de uma minoria, na maioria das situações... Sinto que é um papel que devo exercer."
O fato de que ela vem exercendo esse papel há tanto tempo ajuda a explicar a aparente facilidade com a qual vem enfrentando a intensidade da campanha. "Quando você é alguém que ultrapassou as fronteiras normais do que se imagina que sua vida deva ser - por estudar em Princeton, por exemplo -, você se preocupa, achando que talvez não esteja preparada, porque todo mundo disse que não está. Aí você chega lá e percebe: 'estou preparada, sim!'." Ela riu. "Acho que estamos mais preparados para certas situações do que imaginamos."
Se a campanha teve seus momentos difíceis, o que surpreende é quão pouco Michelle parece viver na defensiva: os momentos mais divertidos de suas aparições públicas, e que mais conquistam seus interlocutores, são improvisados, quer esteja se gabando a uma plateia de Denver por estar usando sapatos confortáveis ou se referindo a Barack como "esse sujeito que conheço, esse homem com quem me casei", antes de acrescentar em tom travesso "esse fofo". Qualquer pessoa que duvide de seu charme improvisado e natural deveria procurar no YouTube o clipe em que ela está fazendo um discurso ao ar livre e seu vestido voa para cima com o vento. Segurando o vestido habilmente, ela diz à plateia: "Não estou querendo me exibir. Não quero estar no YouTube".
E é essa a maior dádiva de Michelle: sua facilidade em relacionar-se com pessoas comuns, e vice-versa. Embora ela seja mais alta, esteja mais em forma e seja mais instruída que a maioria de nós, ela é totalmente plausível como pessoa que vive no mesmo mundo que nós, que consome a mesma cultura pop (alguém aí quer o US Weekly?), que compra nas mesmas lojas (Target, Gap) e que é obrigada a encarar a maioria dos mesmos malabarismos pessoais e profissionais.
Poucos cônjuges políticos na memória recente, e ainda menos primeiras-damas, nos pareceram tão familiares. Tome-se o caso de Laura Bush, por exemplo. Sou fã dela, em grande medida porque ela transmite a impressão de ser uma pessoa verdadeiramente decente e bondosa. Sua combinação de curiosidade intelectual e discrição total me intriga. Mas, se Laura inspira minha afeição e simpatia, a verdade é que não me identifico com ela, exatamente. Ela é de uma geração mais velha e fez escolhas, como a de largar seu emprego depois de se casar, mas antes de ter filhos, que são escolhas de um outro tempo. Contrastando com isso, Michelle Obama teve renda maior que a do seu marido durante parte da vida conjugal deles.
E, contrariamente ao que ela afirma, Michelle não é a primeira pessoa de seu tipo que já vi; na realidade, ela tem uma característica muito específica, embora eu tenha levado tempo, até depois da convenção, para me dar conta de qual é esse tipo. Desconfio que essa pessoa será uma figura familiar para qualquer um que, nos últimos 25 anos, tenha sido uma mulher jovem, de formação universitária e que está em seu primeiro emprego de verdade: um emprego no qual há uma mulher oito ou dez anos mais velha que você, que não é apenas visivelmente boa no que faz, como também é autoconfiante, cordial e leva uma vida ocupada que inclui um marido simpático, uma casa bonita e talvez um ou dois filhos. E você pensa que talvez, se tudo der certo, sua própria vida pode acabar saindo como a dela.

Artigo publicado na revista TIME em 6 de outubro de 2008

Fonte: Folha Online
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:14  comentar

Michelle Obama é a primeira negra a chegar ao "cargo" de primeira-dama nos Estados Unidos, desde que seu marido, Barack Obama, foi eleito o 44º presidente americano.

Todo o deslumbramento que ela causou --por ser uma advogada de sucesso, negra, formada em Harvard, que durante um bom tempo ganhou mais dinheiro que o marido e ainda ter sido "eleita" a nova queridinha do mundo fashion-- fez com que Michelle declarasse a cinco jornalistas: "Às vezes tenho a impressão de que as pessoas acham que não existo. Parece que sou a primeira pessoa de meu tipo que o país já viu".
A declaração está em artigo do livro "Barack Obama: O Caminho Para a Casa Branca", publicado originalmente em outubro de 2008 na revista americana Time e que pode ser lido na íntegra no trecho abaixo. O livro mostra os bastidores da campanha de Obama através de fotografias, reportagens e ensaios produzidos pela equipe de jornalismo da revista.
Leia abaixo artigo sobre Michelle Obama:

A dádiva de Michelle

Um romancista parte em busca da Michelle Obama real - e descobre os valores simples, fundamentais e atraentes da nova primeira-dama dos Estados Unidos
Curtis Sittenfeld
Michelle Obama é alta, inteligente, divertida, descontraída e, basicamente, tão brilhante e equilibrada - se ela é atraente em fotos, é simplesmente deslumbrante em pessoa - que quase se tem a impressão de que nasceu para ser primeira-dama. Ou pelo menos foi essa a conclusão à qual cheguei depois de me sentar com ela no Westin Tabor Center, em Denver, durante a convenção nacional do Partido Democrata, em agosto. Eu a seguia havia alguns dias, de uma plateia extasiada a outra, incluindo o público presente a um evento de serviço comunitário para soldados no qual um veterano da guerra do Iraque a apresentou, anunciando: "Madame, sei que a senhora não esteve nas Forças Armadas, mas eu a seguiria para qualquer lugar". Se tudo isso não tivesse me convencido (afinal de contas, era a convenção democrata), bastariam os primeiros 30 segundos de nossa entrevista para que ela me conquistasse. Aconteceu quando perguntei se ela ficava entediada por fazer o mesmo discurso inúmeras vezes, e ela respondeu sem hesitar: "Totalmente!".
Não é que eu não gostasse de Michelle Obama (vou abrir o jogo: votei em Hillary Clinton na primária democrata do Missouri). Mas, depois de escrever um romance sobre uma primeira-dama inspirada em Laura Bush, eu via Michelle como, no mínimo, controversa. Em junho, quando ela fez uma visita ao The View para falar sobre questões políticas tão importantes quanto o uso de meias-calças, sua participação no programa foi vista como "investida de charme" cujo objetivo seria reabilitar uma imagem prejudicada por, entre outras coisas, a observação agora infame que fizera em um discurso alguns meses antes: "Pela primeira vez em minha vida adulta, sinto orgulho de meu país, porque a sensação que tenho é que a esperança está voltando". Eu sabia, também, que algumas pessoas considerava Michelle "mesquinha", "metida" ou "radical" - não eu, claro. Quando comecei a perguntar por aí, porém, descobri muitos americanos que, pelo contrário, pareciam estar mais deslumbrados com Michelle que com seu marido - incluindo uma mulher branca que comprou o primeiro exemplar da revista Ebony de sua vida porque Michelle estava na capa, e o cinegrafista de Denver que cumprimentou Michelle e então declarou que nunca mais lavaria as mãos. Ele me garantiu que em situações desse tipo costuma ser blasé, mas que Michelle era a reencarnação de Jackie O.!


Em nossa entrevista, perguntei a Michelle o que explica a discrepância entre a admiração que ela inspira e o tipo de calúnias feitas na blogosfera e em programas de entrevistas na rádio, que levaram a New Yorker, mesmo em tom de brincadeira, a publicar a capa com uma charge de Michelle e seu marido no Salão Oval, usando cabeleira afro e brandindo um fuzil AK-47. "Já percebi que há dois tipos de conversa", disse ela. "Uma é a dos palpiteiros - as pesquisas, os escritores, as pessoas bem-informadas, elas fazem parte de um conjunto de conversas -, e outra é a que acontece em campo. Aprendi desde cedo a basear minhas reações no que vejo acontecendo em campo, porque, para mim, é um reflexo mais exato - mesmo nas primárias, como ficou claro depois. Se você estivesse lendo os jornais, não teria previsto o resultado de Iowa [onde Obama saiu vitorioso da prévia de 2008]. Mas se estivesse lá poderia sentir no ar a possibilidade clara do resultado."

Minha teoria é que a mídia, reforçada pelas reflexões conservadoras sobre o que gostariam que acontecesse, ficou entediada com a história inicial sobre Michelle Obama - que ela era uma profissional liberal bem-sucedida oriunda da classe operária, com diplomas de Princeton e Harvard e um pendor por lançar farpas de esposa sobre o hálito matinal de seu marido - e inventou a narrativa de Michelle como desvantagem, para fazer uma cobertura mais divertida. Com certeza parece que Michelle pagou um preço político tão alto por sua declaração sobre orgulho em seu país (que na realidade ofendeu a maioria das pessoas) quanto Cindy McCain pelas coisas que deixou a desejar.
A dança delicada que Michelle tem que executar recorda o axioma de que os negros precisam ser duas vezes melhores que os brancos para conseguir a metade do que estes conseguem. Alguns democratas - e feministas - manifestaram decepção com seu discurso na convenção, com seu subtexto "ignorem minha raça e o fato de eu ter estudado nas melhores universidades do país, e vejam como sou calorosa, maternal e nada ameaçadora". Mas outros - incluindo, presume-se, a própria Michelle - reconheceram essa abordagem "soft" como sendo necessária.
O comentário mais doloroso que eu a ouvi fazer durante os dias em que a acompanhei foi um que ela dividiu com um grupo de cinco mulheres, colunistas de jornais. Como profissional liberal negra que cresceu numa família estável e hoje tem sua própria família estável, ela disse às colunistas: "Às vezes tenho a impressão de que as pessoas acham que não existo. Parece que sou a primeira pessoa de meu tipo que o país já viu." Ou, como disse Whoopi Goldberg durante a aparição de Michelle no The View, em junho: "Tenho que admitir que fico realmente feliz de vê-la, porque sempre que você vê pessoas negras no noticiário, especialmente mulheres, elas não têm dentes, ou os dentes estão com obturações de ouro, e elas não conseguem proferir uma sentença coerente".
Quando conversamos, eu me perguntei se deveria realmente ser responsabilidade de Michelle refutar vieses como esse. Michelle respondeu que já está acostumada com isso. "Essa tem sido minha experiência, em toda a minha vida", disse ela. "É por isso que a educação é tão importante. Crescemos em nossas comunidades, nossos bairros e nossas famílias, e sabemos o que sabemos. Não há culpa. Mas, quando as pessoas têm a chance de interagir e conversar - não é preciso sequer viver sob o mesmo teto. Há muitas pessoas que fizeram faculdade comigo que me viram e me conheceram, e, quer tenham me conhecido pessoalmente ou não, elas levaram essa experiência com elas. Essa é a natureza da vida quando você faz parte de uma minoria, na maioria das situações... Sinto que é um papel que devo exercer."
O fato de que ela vem exercendo esse papel há tanto tempo ajuda a explicar a aparente facilidade com a qual vem enfrentando a intensidade da campanha. "Quando você é alguém que ultrapassou as fronteiras normais do que se imagina que sua vida deva ser - por estudar em Princeton, por exemplo -, você se preocupa, achando que talvez não esteja preparada, porque todo mundo disse que não está. Aí você chega lá e percebe: 'estou preparada, sim!'." Ela riu. "Acho que estamos mais preparados para certas situações do que imaginamos."
Se a campanha teve seus momentos difíceis, o que surpreende é quão pouco Michelle parece viver na defensiva: os momentos mais divertidos de suas aparições públicas, e que mais conquistam seus interlocutores, são improvisados, quer esteja se gabando a uma plateia de Denver por estar usando sapatos confortáveis ou se referindo a Barack como "esse sujeito que conheço, esse homem com quem me casei", antes de acrescentar em tom travesso "esse fofo". Qualquer pessoa que duvide de seu charme improvisado e natural deveria procurar no YouTube o clipe em que ela está fazendo um discurso ao ar livre e seu vestido voa para cima com o vento. Segurando o vestido habilmente, ela diz à plateia: "Não estou querendo me exibir. Não quero estar no YouTube".
E é essa a maior dádiva de Michelle: sua facilidade em relacionar-se com pessoas comuns, e vice-versa. Embora ela seja mais alta, esteja mais em forma e seja mais instruída que a maioria de nós, ela é totalmente plausível como pessoa que vive no mesmo mundo que nós, que consome a mesma cultura pop (alguém aí quer o US Weekly?), que compra nas mesmas lojas (Target, Gap) e que é obrigada a encarar a maioria dos mesmos malabarismos pessoais e profissionais.
Poucos cônjuges políticos na memória recente, e ainda menos primeiras-damas, nos pareceram tão familiares. Tome-se o caso de Laura Bush, por exemplo. Sou fã dela, em grande medida porque ela transmite a impressão de ser uma pessoa verdadeiramente decente e bondosa. Sua combinação de curiosidade intelectual e discrição total me intriga. Mas, se Laura inspira minha afeição e simpatia, a verdade é que não me identifico com ela, exatamente. Ela é de uma geração mais velha e fez escolhas, como a de largar seu emprego depois de se casar, mas antes de ter filhos, que são escolhas de um outro tempo. Contrastando com isso, Michelle Obama teve renda maior que a do seu marido durante parte da vida conjugal deles.
E, contrariamente ao que ela afirma, Michelle não é a primeira pessoa de seu tipo que já vi; na realidade, ela tem uma característica muito específica, embora eu tenha levado tempo, até depois da convenção, para me dar conta de qual é esse tipo. Desconfio que essa pessoa será uma figura familiar para qualquer um que, nos últimos 25 anos, tenha sido uma mulher jovem, de formação universitária e que está em seu primeiro emprego de verdade: um emprego no qual há uma mulher oito ou dez anos mais velha que você, que não é apenas visivelmente boa no que faz, como também é autoconfiante, cordial e leva uma vida ocupada que inclui um marido simpático, uma casa bonita e talvez um ou dois filhos. E você pensa que talvez, se tudo der certo, sua própria vida pode acabar saindo como a dela.

Artigo publicado na revista TIME em 6 de outubro de 2008

Fonte: Folha Online
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Michelle Obama é a primeira negra a chegar ao "cargo" de primeira-dama nos Estados Unidos, desde que seu marido, Barack Obama, foi eleito o 44º presidente americano.

Todo o deslumbramento que ela causou --por ser uma advogada de sucesso, negra, formada em Harvard, que durante um bom tempo ganhou mais dinheiro que o marido e ainda ter sido "eleita" a nova queridinha do mundo fashion-- fez com que Michelle declarasse a cinco jornalistas: "Às vezes tenho a impressão de que as pessoas acham que não existo. Parece que sou a primeira pessoa de meu tipo que o país já viu".
A declaração está em artigo do livro "Barack Obama: O Caminho Para a Casa Branca", publicado originalmente em outubro de 2008 na revista americana Time e que pode ser lido na íntegra no trecho abaixo. O livro mostra os bastidores da campanha de Obama através de fotografias, reportagens e ensaios produzidos pela equipe de jornalismo da revista.
Leia abaixo artigo sobre Michelle Obama:

A dádiva de Michelle

Um romancista parte em busca da Michelle Obama real - e descobre os valores simples, fundamentais e atraentes da nova primeira-dama dos Estados Unidos
Curtis Sittenfeld
Michelle Obama é alta, inteligente, divertida, descontraída e, basicamente, tão brilhante e equilibrada - se ela é atraente em fotos, é simplesmente deslumbrante em pessoa - que quase se tem a impressão de que nasceu para ser primeira-dama. Ou pelo menos foi essa a conclusão à qual cheguei depois de me sentar com ela no Westin Tabor Center, em Denver, durante a convenção nacional do Partido Democrata, em agosto. Eu a seguia havia alguns dias, de uma plateia extasiada a outra, incluindo o público presente a um evento de serviço comunitário para soldados no qual um veterano da guerra do Iraque a apresentou, anunciando: "Madame, sei que a senhora não esteve nas Forças Armadas, mas eu a seguiria para qualquer lugar". Se tudo isso não tivesse me convencido (afinal de contas, era a convenção democrata), bastariam os primeiros 30 segundos de nossa entrevista para que ela me conquistasse. Aconteceu quando perguntei se ela ficava entediada por fazer o mesmo discurso inúmeras vezes, e ela respondeu sem hesitar: "Totalmente!".
Não é que eu não gostasse de Michelle Obama (vou abrir o jogo: votei em Hillary Clinton na primária democrata do Missouri). Mas, depois de escrever um romance sobre uma primeira-dama inspirada em Laura Bush, eu via Michelle como, no mínimo, controversa. Em junho, quando ela fez uma visita ao The View para falar sobre questões políticas tão importantes quanto o uso de meias-calças, sua participação no programa foi vista como "investida de charme" cujo objetivo seria reabilitar uma imagem prejudicada por, entre outras coisas, a observação agora infame que fizera em um discurso alguns meses antes: "Pela primeira vez em minha vida adulta, sinto orgulho de meu país, porque a sensação que tenho é que a esperança está voltando". Eu sabia, também, que algumas pessoas considerava Michelle "mesquinha", "metida" ou "radical" - não eu, claro. Quando comecei a perguntar por aí, porém, descobri muitos americanos que, pelo contrário, pareciam estar mais deslumbrados com Michelle que com seu marido - incluindo uma mulher branca que comprou o primeiro exemplar da revista Ebony de sua vida porque Michelle estava na capa, e o cinegrafista de Denver que cumprimentou Michelle e então declarou que nunca mais lavaria as mãos. Ele me garantiu que em situações desse tipo costuma ser blasé, mas que Michelle era a reencarnação de Jackie O.!


Em nossa entrevista, perguntei a Michelle o que explica a discrepância entre a admiração que ela inspira e o tipo de calúnias feitas na blogosfera e em programas de entrevistas na rádio, que levaram a New Yorker, mesmo em tom de brincadeira, a publicar a capa com uma charge de Michelle e seu marido no Salão Oval, usando cabeleira afro e brandindo um fuzil AK-47. "Já percebi que há dois tipos de conversa", disse ela. "Uma é a dos palpiteiros - as pesquisas, os escritores, as pessoas bem-informadas, elas fazem parte de um conjunto de conversas -, e outra é a que acontece em campo. Aprendi desde cedo a basear minhas reações no que vejo acontecendo em campo, porque, para mim, é um reflexo mais exato - mesmo nas primárias, como ficou claro depois. Se você estivesse lendo os jornais, não teria previsto o resultado de Iowa [onde Obama saiu vitorioso da prévia de 2008]. Mas se estivesse lá poderia sentir no ar a possibilidade clara do resultado."

Minha teoria é que a mídia, reforçada pelas reflexões conservadoras sobre o que gostariam que acontecesse, ficou entediada com a história inicial sobre Michelle Obama - que ela era uma profissional liberal bem-sucedida oriunda da classe operária, com diplomas de Princeton e Harvard e um pendor por lançar farpas de esposa sobre o hálito matinal de seu marido - e inventou a narrativa de Michelle como desvantagem, para fazer uma cobertura mais divertida. Com certeza parece que Michelle pagou um preço político tão alto por sua declaração sobre orgulho em seu país (que na realidade ofendeu a maioria das pessoas) quanto Cindy McCain pelas coisas que deixou a desejar.
A dança delicada que Michelle tem que executar recorda o axioma de que os negros precisam ser duas vezes melhores que os brancos para conseguir a metade do que estes conseguem. Alguns democratas - e feministas - manifestaram decepção com seu discurso na convenção, com seu subtexto "ignorem minha raça e o fato de eu ter estudado nas melhores universidades do país, e vejam como sou calorosa, maternal e nada ameaçadora". Mas outros - incluindo, presume-se, a própria Michelle - reconheceram essa abordagem "soft" como sendo necessária.
O comentário mais doloroso que eu a ouvi fazer durante os dias em que a acompanhei foi um que ela dividiu com um grupo de cinco mulheres, colunistas de jornais. Como profissional liberal negra que cresceu numa família estável e hoje tem sua própria família estável, ela disse às colunistas: "Às vezes tenho a impressão de que as pessoas acham que não existo. Parece que sou a primeira pessoa de meu tipo que o país já viu." Ou, como disse Whoopi Goldberg durante a aparição de Michelle no The View, em junho: "Tenho que admitir que fico realmente feliz de vê-la, porque sempre que você vê pessoas negras no noticiário, especialmente mulheres, elas não têm dentes, ou os dentes estão com obturações de ouro, e elas não conseguem proferir uma sentença coerente".
Quando conversamos, eu me perguntei se deveria realmente ser responsabilidade de Michelle refutar vieses como esse. Michelle respondeu que já está acostumada com isso. "Essa tem sido minha experiência, em toda a minha vida", disse ela. "É por isso que a educação é tão importante. Crescemos em nossas comunidades, nossos bairros e nossas famílias, e sabemos o que sabemos. Não há culpa. Mas, quando as pessoas têm a chance de interagir e conversar - não é preciso sequer viver sob o mesmo teto. Há muitas pessoas que fizeram faculdade comigo que me viram e me conheceram, e, quer tenham me conhecido pessoalmente ou não, elas levaram essa experiência com elas. Essa é a natureza da vida quando você faz parte de uma minoria, na maioria das situações... Sinto que é um papel que devo exercer."
O fato de que ela vem exercendo esse papel há tanto tempo ajuda a explicar a aparente facilidade com a qual vem enfrentando a intensidade da campanha. "Quando você é alguém que ultrapassou as fronteiras normais do que se imagina que sua vida deva ser - por estudar em Princeton, por exemplo -, você se preocupa, achando que talvez não esteja preparada, porque todo mundo disse que não está. Aí você chega lá e percebe: 'estou preparada, sim!'." Ela riu. "Acho que estamos mais preparados para certas situações do que imaginamos."
Se a campanha teve seus momentos difíceis, o que surpreende é quão pouco Michelle parece viver na defensiva: os momentos mais divertidos de suas aparições públicas, e que mais conquistam seus interlocutores, são improvisados, quer esteja se gabando a uma plateia de Denver por estar usando sapatos confortáveis ou se referindo a Barack como "esse sujeito que conheço, esse homem com quem me casei", antes de acrescentar em tom travesso "esse fofo". Qualquer pessoa que duvide de seu charme improvisado e natural deveria procurar no YouTube o clipe em que ela está fazendo um discurso ao ar livre e seu vestido voa para cima com o vento. Segurando o vestido habilmente, ela diz à plateia: "Não estou querendo me exibir. Não quero estar no YouTube".
E é essa a maior dádiva de Michelle: sua facilidade em relacionar-se com pessoas comuns, e vice-versa. Embora ela seja mais alta, esteja mais em forma e seja mais instruída que a maioria de nós, ela é totalmente plausível como pessoa que vive no mesmo mundo que nós, que consome a mesma cultura pop (alguém aí quer o US Weekly?), que compra nas mesmas lojas (Target, Gap) e que é obrigada a encarar a maioria dos mesmos malabarismos pessoais e profissionais.
Poucos cônjuges políticos na memória recente, e ainda menos primeiras-damas, nos pareceram tão familiares. Tome-se o caso de Laura Bush, por exemplo. Sou fã dela, em grande medida porque ela transmite a impressão de ser uma pessoa verdadeiramente decente e bondosa. Sua combinação de curiosidade intelectual e discrição total me intriga. Mas, se Laura inspira minha afeição e simpatia, a verdade é que não me identifico com ela, exatamente. Ela é de uma geração mais velha e fez escolhas, como a de largar seu emprego depois de se casar, mas antes de ter filhos, que são escolhas de um outro tempo. Contrastando com isso, Michelle Obama teve renda maior que a do seu marido durante parte da vida conjugal deles.
E, contrariamente ao que ela afirma, Michelle não é a primeira pessoa de seu tipo que já vi; na realidade, ela tem uma característica muito específica, embora eu tenha levado tempo, até depois da convenção, para me dar conta de qual é esse tipo. Desconfio que essa pessoa será uma figura familiar para qualquer um que, nos últimos 25 anos, tenha sido uma mulher jovem, de formação universitária e que está em seu primeiro emprego de verdade: um emprego no qual há uma mulher oito ou dez anos mais velha que você, que não é apenas visivelmente boa no que faz, como também é autoconfiante, cordial e leva uma vida ocupada que inclui um marido simpático, uma casa bonita e talvez um ou dois filhos. E você pensa que talvez, se tudo der certo, sua própria vida pode acabar saindo como a dela.

Artigo publicado na revista TIME em 6 de outubro de 2008

Fonte: Folha Online
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Michelle Obama é a primeira negra a chegar ao "cargo" de primeira-dama nos Estados Unidos, desde que seu marido, Barack Obama, foi eleito o 44º presidente americano.

Todo o deslumbramento que ela causou --por ser uma advogada de sucesso, negra, formada em Harvard, que durante um bom tempo ganhou mais dinheiro que o marido e ainda ter sido "eleita" a nova queridinha do mundo fashion-- fez com que Michelle declarasse a cinco jornalistas: "Às vezes tenho a impressão de que as pessoas acham que não existo. Parece que sou a primeira pessoa de meu tipo que o país já viu".
A declaração está em artigo do livro "Barack Obama: O Caminho Para a Casa Branca", publicado originalmente em outubro de 2008 na revista americana Time e que pode ser lido na íntegra no trecho abaixo. O livro mostra os bastidores da campanha de Obama através de fotografias, reportagens e ensaios produzidos pela equipe de jornalismo da revista.
Leia abaixo artigo sobre Michelle Obama:

A dádiva de Michelle

Um romancista parte em busca da Michelle Obama real - e descobre os valores simples, fundamentais e atraentes da nova primeira-dama dos Estados Unidos
Curtis Sittenfeld
Michelle Obama é alta, inteligente, divertida, descontraída e, basicamente, tão brilhante e equilibrada - se ela é atraente em fotos, é simplesmente deslumbrante em pessoa - que quase se tem a impressão de que nasceu para ser primeira-dama. Ou pelo menos foi essa a conclusão à qual cheguei depois de me sentar com ela no Westin Tabor Center, em Denver, durante a convenção nacional do Partido Democrata, em agosto. Eu a seguia havia alguns dias, de uma plateia extasiada a outra, incluindo o público presente a um evento de serviço comunitário para soldados no qual um veterano da guerra do Iraque a apresentou, anunciando: "Madame, sei que a senhora não esteve nas Forças Armadas, mas eu a seguiria para qualquer lugar". Se tudo isso não tivesse me convencido (afinal de contas, era a convenção democrata), bastariam os primeiros 30 segundos de nossa entrevista para que ela me conquistasse. Aconteceu quando perguntei se ela ficava entediada por fazer o mesmo discurso inúmeras vezes, e ela respondeu sem hesitar: "Totalmente!".
Não é que eu não gostasse de Michelle Obama (vou abrir o jogo: votei em Hillary Clinton na primária democrata do Missouri). Mas, depois de escrever um romance sobre uma primeira-dama inspirada em Laura Bush, eu via Michelle como, no mínimo, controversa. Em junho, quando ela fez uma visita ao The View para falar sobre questões políticas tão importantes quanto o uso de meias-calças, sua participação no programa foi vista como "investida de charme" cujo objetivo seria reabilitar uma imagem prejudicada por, entre outras coisas, a observação agora infame que fizera em um discurso alguns meses antes: "Pela primeira vez em minha vida adulta, sinto orgulho de meu país, porque a sensação que tenho é que a esperança está voltando". Eu sabia, também, que algumas pessoas considerava Michelle "mesquinha", "metida" ou "radical" - não eu, claro. Quando comecei a perguntar por aí, porém, descobri muitos americanos que, pelo contrário, pareciam estar mais deslumbrados com Michelle que com seu marido - incluindo uma mulher branca que comprou o primeiro exemplar da revista Ebony de sua vida porque Michelle estava na capa, e o cinegrafista de Denver que cumprimentou Michelle e então declarou que nunca mais lavaria as mãos. Ele me garantiu que em situações desse tipo costuma ser blasé, mas que Michelle era a reencarnação de Jackie O.!


Em nossa entrevista, perguntei a Michelle o que explica a discrepância entre a admiração que ela inspira e o tipo de calúnias feitas na blogosfera e em programas de entrevistas na rádio, que levaram a New Yorker, mesmo em tom de brincadeira, a publicar a capa com uma charge de Michelle e seu marido no Salão Oval, usando cabeleira afro e brandindo um fuzil AK-47. "Já percebi que há dois tipos de conversa", disse ela. "Uma é a dos palpiteiros - as pesquisas, os escritores, as pessoas bem-informadas, elas fazem parte de um conjunto de conversas -, e outra é a que acontece em campo. Aprendi desde cedo a basear minhas reações no que vejo acontecendo em campo, porque, para mim, é um reflexo mais exato - mesmo nas primárias, como ficou claro depois. Se você estivesse lendo os jornais, não teria previsto o resultado de Iowa [onde Obama saiu vitorioso da prévia de 2008]. Mas se estivesse lá poderia sentir no ar a possibilidade clara do resultado."

Minha teoria é que a mídia, reforçada pelas reflexões conservadoras sobre o que gostariam que acontecesse, ficou entediada com a história inicial sobre Michelle Obama - que ela era uma profissional liberal bem-sucedida oriunda da classe operária, com diplomas de Princeton e Harvard e um pendor por lançar farpas de esposa sobre o hálito matinal de seu marido - e inventou a narrativa de Michelle como desvantagem, para fazer uma cobertura mais divertida. Com certeza parece que Michelle pagou um preço político tão alto por sua declaração sobre orgulho em seu país (que na realidade ofendeu a maioria das pessoas) quanto Cindy McCain pelas coisas que deixou a desejar.
A dança delicada que Michelle tem que executar recorda o axioma de que os negros precisam ser duas vezes melhores que os brancos para conseguir a metade do que estes conseguem. Alguns democratas - e feministas - manifestaram decepção com seu discurso na convenção, com seu subtexto "ignorem minha raça e o fato de eu ter estudado nas melhores universidades do país, e vejam como sou calorosa, maternal e nada ameaçadora". Mas outros - incluindo, presume-se, a própria Michelle - reconheceram essa abordagem "soft" como sendo necessária.
O comentário mais doloroso que eu a ouvi fazer durante os dias em que a acompanhei foi um que ela dividiu com um grupo de cinco mulheres, colunistas de jornais. Como profissional liberal negra que cresceu numa família estável e hoje tem sua própria família estável, ela disse às colunistas: "Às vezes tenho a impressão de que as pessoas acham que não existo. Parece que sou a primeira pessoa de meu tipo que o país já viu." Ou, como disse Whoopi Goldberg durante a aparição de Michelle no The View, em junho: "Tenho que admitir que fico realmente feliz de vê-la, porque sempre que você vê pessoas negras no noticiário, especialmente mulheres, elas não têm dentes, ou os dentes estão com obturações de ouro, e elas não conseguem proferir uma sentença coerente".
Quando conversamos, eu me perguntei se deveria realmente ser responsabilidade de Michelle refutar vieses como esse. Michelle respondeu que já está acostumada com isso. "Essa tem sido minha experiência, em toda a minha vida", disse ela. "É por isso que a educação é tão importante. Crescemos em nossas comunidades, nossos bairros e nossas famílias, e sabemos o que sabemos. Não há culpa. Mas, quando as pessoas têm a chance de interagir e conversar - não é preciso sequer viver sob o mesmo teto. Há muitas pessoas que fizeram faculdade comigo que me viram e me conheceram, e, quer tenham me conhecido pessoalmente ou não, elas levaram essa experiência com elas. Essa é a natureza da vida quando você faz parte de uma minoria, na maioria das situações... Sinto que é um papel que devo exercer."
O fato de que ela vem exercendo esse papel há tanto tempo ajuda a explicar a aparente facilidade com a qual vem enfrentando a intensidade da campanha. "Quando você é alguém que ultrapassou as fronteiras normais do que se imagina que sua vida deva ser - por estudar em Princeton, por exemplo -, você se preocupa, achando que talvez não esteja preparada, porque todo mundo disse que não está. Aí você chega lá e percebe: 'estou preparada, sim!'." Ela riu. "Acho que estamos mais preparados para certas situações do que imaginamos."
Se a campanha teve seus momentos difíceis, o que surpreende é quão pouco Michelle parece viver na defensiva: os momentos mais divertidos de suas aparições públicas, e que mais conquistam seus interlocutores, são improvisados, quer esteja se gabando a uma plateia de Denver por estar usando sapatos confortáveis ou se referindo a Barack como "esse sujeito que conheço, esse homem com quem me casei", antes de acrescentar em tom travesso "esse fofo". Qualquer pessoa que duvide de seu charme improvisado e natural deveria procurar no YouTube o clipe em que ela está fazendo um discurso ao ar livre e seu vestido voa para cima com o vento. Segurando o vestido habilmente, ela diz à plateia: "Não estou querendo me exibir. Não quero estar no YouTube".
E é essa a maior dádiva de Michelle: sua facilidade em relacionar-se com pessoas comuns, e vice-versa. Embora ela seja mais alta, esteja mais em forma e seja mais instruída que a maioria de nós, ela é totalmente plausível como pessoa que vive no mesmo mundo que nós, que consome a mesma cultura pop (alguém aí quer o US Weekly?), que compra nas mesmas lojas (Target, Gap) e que é obrigada a encarar a maioria dos mesmos malabarismos pessoais e profissionais.
Poucos cônjuges políticos na memória recente, e ainda menos primeiras-damas, nos pareceram tão familiares. Tome-se o caso de Laura Bush, por exemplo. Sou fã dela, em grande medida porque ela transmite a impressão de ser uma pessoa verdadeiramente decente e bondosa. Sua combinação de curiosidade intelectual e discrição total me intriga. Mas, se Laura inspira minha afeição e simpatia, a verdade é que não me identifico com ela, exatamente. Ela é de uma geração mais velha e fez escolhas, como a de largar seu emprego depois de se casar, mas antes de ter filhos, que são escolhas de um outro tempo. Contrastando com isso, Michelle Obama teve renda maior que a do seu marido durante parte da vida conjugal deles.
E, contrariamente ao que ela afirma, Michelle não é a primeira pessoa de seu tipo que já vi; na realidade, ela tem uma característica muito específica, embora eu tenha levado tempo, até depois da convenção, para me dar conta de qual é esse tipo. Desconfio que essa pessoa será uma figura familiar para qualquer um que, nos últimos 25 anos, tenha sido uma mulher jovem, de formação universitária e que está em seu primeiro emprego de verdade: um emprego no qual há uma mulher oito ou dez anos mais velha que você, que não é apenas visivelmente boa no que faz, como também é autoconfiante, cordial e leva uma vida ocupada que inclui um marido simpático, uma casa bonita e talvez um ou dois filhos. E você pensa que talvez, se tudo der certo, sua própria vida pode acabar saindo como a dela.

Artigo publicado na revista TIME em 6 de outubro de 2008

Fonte: Folha Online
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:14  comentar

Michelle Obama é a primeira negra a chegar ao "cargo" de primeira-dama nos Estados Unidos, desde que seu marido, Barack Obama, foi eleito o 44º presidente americano.

Todo o deslumbramento que ela causou --por ser uma advogada de sucesso, negra, formada em Harvard, que durante um bom tempo ganhou mais dinheiro que o marido e ainda ter sido "eleita" a nova queridinha do mundo fashion-- fez com que Michelle declarasse a cinco jornalistas: "Às vezes tenho a impressão de que as pessoas acham que não existo. Parece que sou a primeira pessoa de meu tipo que o país já viu".
A declaração está em artigo do livro "Barack Obama: O Caminho Para a Casa Branca", publicado originalmente em outubro de 2008 na revista americana Time e que pode ser lido na íntegra no trecho abaixo. O livro mostra os bastidores da campanha de Obama através de fotografias, reportagens e ensaios produzidos pela equipe de jornalismo da revista.
Leia abaixo artigo sobre Michelle Obama:

A dádiva de Michelle

Um romancista parte em busca da Michelle Obama real - e descobre os valores simples, fundamentais e atraentes da nova primeira-dama dos Estados Unidos
Curtis Sittenfeld
Michelle Obama é alta, inteligente, divertida, descontraída e, basicamente, tão brilhante e equilibrada - se ela é atraente em fotos, é simplesmente deslumbrante em pessoa - que quase se tem a impressão de que nasceu para ser primeira-dama. Ou pelo menos foi essa a conclusão à qual cheguei depois de me sentar com ela no Westin Tabor Center, em Denver, durante a convenção nacional do Partido Democrata, em agosto. Eu a seguia havia alguns dias, de uma plateia extasiada a outra, incluindo o público presente a um evento de serviço comunitário para soldados no qual um veterano da guerra do Iraque a apresentou, anunciando: "Madame, sei que a senhora não esteve nas Forças Armadas, mas eu a seguiria para qualquer lugar". Se tudo isso não tivesse me convencido (afinal de contas, era a convenção democrata), bastariam os primeiros 30 segundos de nossa entrevista para que ela me conquistasse. Aconteceu quando perguntei se ela ficava entediada por fazer o mesmo discurso inúmeras vezes, e ela respondeu sem hesitar: "Totalmente!".
Não é que eu não gostasse de Michelle Obama (vou abrir o jogo: votei em Hillary Clinton na primária democrata do Missouri). Mas, depois de escrever um romance sobre uma primeira-dama inspirada em Laura Bush, eu via Michelle como, no mínimo, controversa. Em junho, quando ela fez uma visita ao The View para falar sobre questões políticas tão importantes quanto o uso de meias-calças, sua participação no programa foi vista como "investida de charme" cujo objetivo seria reabilitar uma imagem prejudicada por, entre outras coisas, a observação agora infame que fizera em um discurso alguns meses antes: "Pela primeira vez em minha vida adulta, sinto orgulho de meu país, porque a sensação que tenho é que a esperança está voltando". Eu sabia, também, que algumas pessoas considerava Michelle "mesquinha", "metida" ou "radical" - não eu, claro. Quando comecei a perguntar por aí, porém, descobri muitos americanos que, pelo contrário, pareciam estar mais deslumbrados com Michelle que com seu marido - incluindo uma mulher branca que comprou o primeiro exemplar da revista Ebony de sua vida porque Michelle estava na capa, e o cinegrafista de Denver que cumprimentou Michelle e então declarou que nunca mais lavaria as mãos. Ele me garantiu que em situações desse tipo costuma ser blasé, mas que Michelle era a reencarnação de Jackie O.!


Em nossa entrevista, perguntei a Michelle o que explica a discrepância entre a admiração que ela inspira e o tipo de calúnias feitas na blogosfera e em programas de entrevistas na rádio, que levaram a New Yorker, mesmo em tom de brincadeira, a publicar a capa com uma charge de Michelle e seu marido no Salão Oval, usando cabeleira afro e brandindo um fuzil AK-47. "Já percebi que há dois tipos de conversa", disse ela. "Uma é a dos palpiteiros - as pesquisas, os escritores, as pessoas bem-informadas, elas fazem parte de um conjunto de conversas -, e outra é a que acontece em campo. Aprendi desde cedo a basear minhas reações no que vejo acontecendo em campo, porque, para mim, é um reflexo mais exato - mesmo nas primárias, como ficou claro depois. Se você estivesse lendo os jornais, não teria previsto o resultado de Iowa [onde Obama saiu vitorioso da prévia de 2008]. Mas se estivesse lá poderia sentir no ar a possibilidade clara do resultado."

Minha teoria é que a mídia, reforçada pelas reflexões conservadoras sobre o que gostariam que acontecesse, ficou entediada com a história inicial sobre Michelle Obama - que ela era uma profissional liberal bem-sucedida oriunda da classe operária, com diplomas de Princeton e Harvard e um pendor por lançar farpas de esposa sobre o hálito matinal de seu marido - e inventou a narrativa de Michelle como desvantagem, para fazer uma cobertura mais divertida. Com certeza parece que Michelle pagou um preço político tão alto por sua declaração sobre orgulho em seu país (que na realidade ofendeu a maioria das pessoas) quanto Cindy McCain pelas coisas que deixou a desejar.
A dança delicada que Michelle tem que executar recorda o axioma de que os negros precisam ser duas vezes melhores que os brancos para conseguir a metade do que estes conseguem. Alguns democratas - e feministas - manifestaram decepção com seu discurso na convenção, com seu subtexto "ignorem minha raça e o fato de eu ter estudado nas melhores universidades do país, e vejam como sou calorosa, maternal e nada ameaçadora". Mas outros - incluindo, presume-se, a própria Michelle - reconheceram essa abordagem "soft" como sendo necessária.
O comentário mais doloroso que eu a ouvi fazer durante os dias em que a acompanhei foi um que ela dividiu com um grupo de cinco mulheres, colunistas de jornais. Como profissional liberal negra que cresceu numa família estável e hoje tem sua própria família estável, ela disse às colunistas: "Às vezes tenho a impressão de que as pessoas acham que não existo. Parece que sou a primeira pessoa de meu tipo que o país já viu." Ou, como disse Whoopi Goldberg durante a aparição de Michelle no The View, em junho: "Tenho que admitir que fico realmente feliz de vê-la, porque sempre que você vê pessoas negras no noticiário, especialmente mulheres, elas não têm dentes, ou os dentes estão com obturações de ouro, e elas não conseguem proferir uma sentença coerente".
Quando conversamos, eu me perguntei se deveria realmente ser responsabilidade de Michelle refutar vieses como esse. Michelle respondeu que já está acostumada com isso. "Essa tem sido minha experiência, em toda a minha vida", disse ela. "É por isso que a educação é tão importante. Crescemos em nossas comunidades, nossos bairros e nossas famílias, e sabemos o que sabemos. Não há culpa. Mas, quando as pessoas têm a chance de interagir e conversar - não é preciso sequer viver sob o mesmo teto. Há muitas pessoas que fizeram faculdade comigo que me viram e me conheceram, e, quer tenham me conhecido pessoalmente ou não, elas levaram essa experiência com elas. Essa é a natureza da vida quando você faz parte de uma minoria, na maioria das situações... Sinto que é um papel que devo exercer."
O fato de que ela vem exercendo esse papel há tanto tempo ajuda a explicar a aparente facilidade com a qual vem enfrentando a intensidade da campanha. "Quando você é alguém que ultrapassou as fronteiras normais do que se imagina que sua vida deva ser - por estudar em Princeton, por exemplo -, você se preocupa, achando que talvez não esteja preparada, porque todo mundo disse que não está. Aí você chega lá e percebe: 'estou preparada, sim!'." Ela riu. "Acho que estamos mais preparados para certas situações do que imaginamos."
Se a campanha teve seus momentos difíceis, o que surpreende é quão pouco Michelle parece viver na defensiva: os momentos mais divertidos de suas aparições públicas, e que mais conquistam seus interlocutores, são improvisados, quer esteja se gabando a uma plateia de Denver por estar usando sapatos confortáveis ou se referindo a Barack como "esse sujeito que conheço, esse homem com quem me casei", antes de acrescentar em tom travesso "esse fofo". Qualquer pessoa que duvide de seu charme improvisado e natural deveria procurar no YouTube o clipe em que ela está fazendo um discurso ao ar livre e seu vestido voa para cima com o vento. Segurando o vestido habilmente, ela diz à plateia: "Não estou querendo me exibir. Não quero estar no YouTube".
E é essa a maior dádiva de Michelle: sua facilidade em relacionar-se com pessoas comuns, e vice-versa. Embora ela seja mais alta, esteja mais em forma e seja mais instruída que a maioria de nós, ela é totalmente plausível como pessoa que vive no mesmo mundo que nós, que consome a mesma cultura pop (alguém aí quer o US Weekly?), que compra nas mesmas lojas (Target, Gap) e que é obrigada a encarar a maioria dos mesmos malabarismos pessoais e profissionais.
Poucos cônjuges políticos na memória recente, e ainda menos primeiras-damas, nos pareceram tão familiares. Tome-se o caso de Laura Bush, por exemplo. Sou fã dela, em grande medida porque ela transmite a impressão de ser uma pessoa verdadeiramente decente e bondosa. Sua combinação de curiosidade intelectual e discrição total me intriga. Mas, se Laura inspira minha afeição e simpatia, a verdade é que não me identifico com ela, exatamente. Ela é de uma geração mais velha e fez escolhas, como a de largar seu emprego depois de se casar, mas antes de ter filhos, que são escolhas de um outro tempo. Contrastando com isso, Michelle Obama teve renda maior que a do seu marido durante parte da vida conjugal deles.
E, contrariamente ao que ela afirma, Michelle não é a primeira pessoa de seu tipo que já vi; na realidade, ela tem uma característica muito específica, embora eu tenha levado tempo, até depois da convenção, para me dar conta de qual é esse tipo. Desconfio que essa pessoa será uma figura familiar para qualquer um que, nos últimos 25 anos, tenha sido uma mulher jovem, de formação universitária e que está em seu primeiro emprego de verdade: um emprego no qual há uma mulher oito ou dez anos mais velha que você, que não é apenas visivelmente boa no que faz, como também é autoconfiante, cordial e leva uma vida ocupada que inclui um marido simpático, uma casa bonita e talvez um ou dois filhos. E você pensa que talvez, se tudo der certo, sua própria vida pode acabar saindo como a dela.

Artigo publicado na revista TIME em 6 de outubro de 2008

Fonte: Folha Online
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Michelle Obama é a primeira negra a chegar ao "cargo" de primeira-dama nos Estados Unidos, desde que seu marido, Barack Obama, foi eleito o 44º presidente americano.

Todo o deslumbramento que ela causou --por ser uma advogada de sucesso, negra, formada em Harvard, que durante um bom tempo ganhou mais dinheiro que o marido e ainda ter sido "eleita" a nova queridinha do mundo fashion-- fez com que Michelle declarasse a cinco jornalistas: "Às vezes tenho a impressão de que as pessoas acham que não existo. Parece que sou a primeira pessoa de meu tipo que o país já viu".
A declaração está em artigo do livro "Barack Obama: O Caminho Para a Casa Branca", publicado originalmente em outubro de 2008 na revista americana Time e que pode ser lido na íntegra no trecho abaixo. O livro mostra os bastidores da campanha de Obama através de fotografias, reportagens e ensaios produzidos pela equipe de jornalismo da revista.
Leia abaixo artigo sobre Michelle Obama:

A dádiva de Michelle

Um romancista parte em busca da Michelle Obama real - e descobre os valores simples, fundamentais e atraentes da nova primeira-dama dos Estados Unidos
Curtis Sittenfeld
Michelle Obama é alta, inteligente, divertida, descontraída e, basicamente, tão brilhante e equilibrada - se ela é atraente em fotos, é simplesmente deslumbrante em pessoa - que quase se tem a impressão de que nasceu para ser primeira-dama. Ou pelo menos foi essa a conclusão à qual cheguei depois de me sentar com ela no Westin Tabor Center, em Denver, durante a convenção nacional do Partido Democrata, em agosto. Eu a seguia havia alguns dias, de uma plateia extasiada a outra, incluindo o público presente a um evento de serviço comunitário para soldados no qual um veterano da guerra do Iraque a apresentou, anunciando: "Madame, sei que a senhora não esteve nas Forças Armadas, mas eu a seguiria para qualquer lugar". Se tudo isso não tivesse me convencido (afinal de contas, era a convenção democrata), bastariam os primeiros 30 segundos de nossa entrevista para que ela me conquistasse. Aconteceu quando perguntei se ela ficava entediada por fazer o mesmo discurso inúmeras vezes, e ela respondeu sem hesitar: "Totalmente!".
Não é que eu não gostasse de Michelle Obama (vou abrir o jogo: votei em Hillary Clinton na primária democrata do Missouri). Mas, depois de escrever um romance sobre uma primeira-dama inspirada em Laura Bush, eu via Michelle como, no mínimo, controversa. Em junho, quando ela fez uma visita ao The View para falar sobre questões políticas tão importantes quanto o uso de meias-calças, sua participação no programa foi vista como "investida de charme" cujo objetivo seria reabilitar uma imagem prejudicada por, entre outras coisas, a observação agora infame que fizera em um discurso alguns meses antes: "Pela primeira vez em minha vida adulta, sinto orgulho de meu país, porque a sensação que tenho é que a esperança está voltando". Eu sabia, também, que algumas pessoas considerava Michelle "mesquinha", "metida" ou "radical" - não eu, claro. Quando comecei a perguntar por aí, porém, descobri muitos americanos que, pelo contrário, pareciam estar mais deslumbrados com Michelle que com seu marido - incluindo uma mulher branca que comprou o primeiro exemplar da revista Ebony de sua vida porque Michelle estava na capa, e o cinegrafista de Denver que cumprimentou Michelle e então declarou que nunca mais lavaria as mãos. Ele me garantiu que em situações desse tipo costuma ser blasé, mas que Michelle era a reencarnação de Jackie O.!


Em nossa entrevista, perguntei a Michelle o que explica a discrepância entre a admiração que ela inspira e o tipo de calúnias feitas na blogosfera e em programas de entrevistas na rádio, que levaram a New Yorker, mesmo em tom de brincadeira, a publicar a capa com uma charge de Michelle e seu marido no Salão Oval, usando cabeleira afro e brandindo um fuzil AK-47. "Já percebi que há dois tipos de conversa", disse ela. "Uma é a dos palpiteiros - as pesquisas, os escritores, as pessoas bem-informadas, elas fazem parte de um conjunto de conversas -, e outra é a que acontece em campo. Aprendi desde cedo a basear minhas reações no que vejo acontecendo em campo, porque, para mim, é um reflexo mais exato - mesmo nas primárias, como ficou claro depois. Se você estivesse lendo os jornais, não teria previsto o resultado de Iowa [onde Obama saiu vitorioso da prévia de 2008]. Mas se estivesse lá poderia sentir no ar a possibilidade clara do resultado."

Minha teoria é que a mídia, reforçada pelas reflexões conservadoras sobre o que gostariam que acontecesse, ficou entediada com a história inicial sobre Michelle Obama - que ela era uma profissional liberal bem-sucedida oriunda da classe operária, com diplomas de Princeton e Harvard e um pendor por lançar farpas de esposa sobre o hálito matinal de seu marido - e inventou a narrativa de Michelle como desvantagem, para fazer uma cobertura mais divertida. Com certeza parece que Michelle pagou um preço político tão alto por sua declaração sobre orgulho em seu país (que na realidade ofendeu a maioria das pessoas) quanto Cindy McCain pelas coisas que deixou a desejar.
A dança delicada que Michelle tem que executar recorda o axioma de que os negros precisam ser duas vezes melhores que os brancos para conseguir a metade do que estes conseguem. Alguns democratas - e feministas - manifestaram decepção com seu discurso na convenção, com seu subtexto "ignorem minha raça e o fato de eu ter estudado nas melhores universidades do país, e vejam como sou calorosa, maternal e nada ameaçadora". Mas outros - incluindo, presume-se, a própria Michelle - reconheceram essa abordagem "soft" como sendo necessária.
O comentário mais doloroso que eu a ouvi fazer durante os dias em que a acompanhei foi um que ela dividiu com um grupo de cinco mulheres, colunistas de jornais. Como profissional liberal negra que cresceu numa família estável e hoje tem sua própria família estável, ela disse às colunistas: "Às vezes tenho a impressão de que as pessoas acham que não existo. Parece que sou a primeira pessoa de meu tipo que o país já viu." Ou, como disse Whoopi Goldberg durante a aparição de Michelle no The View, em junho: "Tenho que admitir que fico realmente feliz de vê-la, porque sempre que você vê pessoas negras no noticiário, especialmente mulheres, elas não têm dentes, ou os dentes estão com obturações de ouro, e elas não conseguem proferir uma sentença coerente".
Quando conversamos, eu me perguntei se deveria realmente ser responsabilidade de Michelle refutar vieses como esse. Michelle respondeu que já está acostumada com isso. "Essa tem sido minha experiência, em toda a minha vida", disse ela. "É por isso que a educação é tão importante. Crescemos em nossas comunidades, nossos bairros e nossas famílias, e sabemos o que sabemos. Não há culpa. Mas, quando as pessoas têm a chance de interagir e conversar - não é preciso sequer viver sob o mesmo teto. Há muitas pessoas que fizeram faculdade comigo que me viram e me conheceram, e, quer tenham me conhecido pessoalmente ou não, elas levaram essa experiência com elas. Essa é a natureza da vida quando você faz parte de uma minoria, na maioria das situações... Sinto que é um papel que devo exercer."
O fato de que ela vem exercendo esse papel há tanto tempo ajuda a explicar a aparente facilidade com a qual vem enfrentando a intensidade da campanha. "Quando você é alguém que ultrapassou as fronteiras normais do que se imagina que sua vida deva ser - por estudar em Princeton, por exemplo -, você se preocupa, achando que talvez não esteja preparada, porque todo mundo disse que não está. Aí você chega lá e percebe: 'estou preparada, sim!'." Ela riu. "Acho que estamos mais preparados para certas situações do que imaginamos."
Se a campanha teve seus momentos difíceis, o que surpreende é quão pouco Michelle parece viver na defensiva: os momentos mais divertidos de suas aparições públicas, e que mais conquistam seus interlocutores, são improvisados, quer esteja se gabando a uma plateia de Denver por estar usando sapatos confortáveis ou se referindo a Barack como "esse sujeito que conheço, esse homem com quem me casei", antes de acrescentar em tom travesso "esse fofo". Qualquer pessoa que duvide de seu charme improvisado e natural deveria procurar no YouTube o clipe em que ela está fazendo um discurso ao ar livre e seu vestido voa para cima com o vento. Segurando o vestido habilmente, ela diz à plateia: "Não estou querendo me exibir. Não quero estar no YouTube".
E é essa a maior dádiva de Michelle: sua facilidade em relacionar-se com pessoas comuns, e vice-versa. Embora ela seja mais alta, esteja mais em forma e seja mais instruída que a maioria de nós, ela é totalmente plausível como pessoa que vive no mesmo mundo que nós, que consome a mesma cultura pop (alguém aí quer o US Weekly?), que compra nas mesmas lojas (Target, Gap) e que é obrigada a encarar a maioria dos mesmos malabarismos pessoais e profissionais.
Poucos cônjuges políticos na memória recente, e ainda menos primeiras-damas, nos pareceram tão familiares. Tome-se o caso de Laura Bush, por exemplo. Sou fã dela, em grande medida porque ela transmite a impressão de ser uma pessoa verdadeiramente decente e bondosa. Sua combinação de curiosidade intelectual e discrição total me intriga. Mas, se Laura inspira minha afeição e simpatia, a verdade é que não me identifico com ela, exatamente. Ela é de uma geração mais velha e fez escolhas, como a de largar seu emprego depois de se casar, mas antes de ter filhos, que são escolhas de um outro tempo. Contrastando com isso, Michelle Obama teve renda maior que a do seu marido durante parte da vida conjugal deles.
E, contrariamente ao que ela afirma, Michelle não é a primeira pessoa de seu tipo que já vi; na realidade, ela tem uma característica muito específica, embora eu tenha levado tempo, até depois da convenção, para me dar conta de qual é esse tipo. Desconfio que essa pessoa será uma figura familiar para qualquer um que, nos últimos 25 anos, tenha sido uma mulher jovem, de formação universitária e que está em seu primeiro emprego de verdade: um emprego no qual há uma mulher oito ou dez anos mais velha que você, que não é apenas visivelmente boa no que faz, como também é autoconfiante, cordial e leva uma vida ocupada que inclui um marido simpático, uma casa bonita e talvez um ou dois filhos. E você pensa que talvez, se tudo der certo, sua própria vida pode acabar saindo como a dela.

Artigo publicado na revista TIME em 6 de outubro de 2008

Fonte: Folha Online
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Michelle Obama é a primeira negra a chegar ao "cargo" de primeira-dama nos Estados Unidos, desde que seu marido, Barack Obama, foi eleito o 44º presidente americano.

Todo o deslumbramento que ela causou --por ser uma advogada de sucesso, negra, formada em Harvard, que durante um bom tempo ganhou mais dinheiro que o marido e ainda ter sido "eleita" a nova queridinha do mundo fashion-- fez com que Michelle declarasse a cinco jornalistas: "Às vezes tenho a impressão de que as pessoas acham que não existo. Parece que sou a primeira pessoa de meu tipo que o país já viu".
A declaração está em artigo do livro "Barack Obama: O Caminho Para a Casa Branca", publicado originalmente em outubro de 2008 na revista americana Time e que pode ser lido na íntegra no trecho abaixo. O livro mostra os bastidores da campanha de Obama através de fotografias, reportagens e ensaios produzidos pela equipe de jornalismo da revista.
Leia abaixo artigo sobre Michelle Obama:

A dádiva de Michelle

Um romancista parte em busca da Michelle Obama real - e descobre os valores simples, fundamentais e atraentes da nova primeira-dama dos Estados Unidos
Curtis Sittenfeld
Michelle Obama é alta, inteligente, divertida, descontraída e, basicamente, tão brilhante e equilibrada - se ela é atraente em fotos, é simplesmente deslumbrante em pessoa - que quase se tem a impressão de que nasceu para ser primeira-dama. Ou pelo menos foi essa a conclusão à qual cheguei depois de me sentar com ela no Westin Tabor Center, em Denver, durante a convenção nacional do Partido Democrata, em agosto. Eu a seguia havia alguns dias, de uma plateia extasiada a outra, incluindo o público presente a um evento de serviço comunitário para soldados no qual um veterano da guerra do Iraque a apresentou, anunciando: "Madame, sei que a senhora não esteve nas Forças Armadas, mas eu a seguiria para qualquer lugar". Se tudo isso não tivesse me convencido (afinal de contas, era a convenção democrata), bastariam os primeiros 30 segundos de nossa entrevista para que ela me conquistasse. Aconteceu quando perguntei se ela ficava entediada por fazer o mesmo discurso inúmeras vezes, e ela respondeu sem hesitar: "Totalmente!".
Não é que eu não gostasse de Michelle Obama (vou abrir o jogo: votei em Hillary Clinton na primária democrata do Missouri). Mas, depois de escrever um romance sobre uma primeira-dama inspirada em Laura Bush, eu via Michelle como, no mínimo, controversa. Em junho, quando ela fez uma visita ao The View para falar sobre questões políticas tão importantes quanto o uso de meias-calças, sua participação no programa foi vista como "investida de charme" cujo objetivo seria reabilitar uma imagem prejudicada por, entre outras coisas, a observação agora infame que fizera em um discurso alguns meses antes: "Pela primeira vez em minha vida adulta, sinto orgulho de meu país, porque a sensação que tenho é que a esperança está voltando". Eu sabia, também, que algumas pessoas considerava Michelle "mesquinha", "metida" ou "radical" - não eu, claro. Quando comecei a perguntar por aí, porém, descobri muitos americanos que, pelo contrário, pareciam estar mais deslumbrados com Michelle que com seu marido - incluindo uma mulher branca que comprou o primeiro exemplar da revista Ebony de sua vida porque Michelle estava na capa, e o cinegrafista de Denver que cumprimentou Michelle e então declarou que nunca mais lavaria as mãos. Ele me garantiu que em situações desse tipo costuma ser blasé, mas que Michelle era a reencarnação de Jackie O.!


Em nossa entrevista, perguntei a Michelle o que explica a discrepância entre a admiração que ela inspira e o tipo de calúnias feitas na blogosfera e em programas de entrevistas na rádio, que levaram a New Yorker, mesmo em tom de brincadeira, a publicar a capa com uma charge de Michelle e seu marido no Salão Oval, usando cabeleira afro e brandindo um fuzil AK-47. "Já percebi que há dois tipos de conversa", disse ela. "Uma é a dos palpiteiros - as pesquisas, os escritores, as pessoas bem-informadas, elas fazem parte de um conjunto de conversas -, e outra é a que acontece em campo. Aprendi desde cedo a basear minhas reações no que vejo acontecendo em campo, porque, para mim, é um reflexo mais exato - mesmo nas primárias, como ficou claro depois. Se você estivesse lendo os jornais, não teria previsto o resultado de Iowa [onde Obama saiu vitorioso da prévia de 2008]. Mas se estivesse lá poderia sentir no ar a possibilidade clara do resultado."

Minha teoria é que a mídia, reforçada pelas reflexões conservadoras sobre o que gostariam que acontecesse, ficou entediada com a história inicial sobre Michelle Obama - que ela era uma profissional liberal bem-sucedida oriunda da classe operária, com diplomas de Princeton e Harvard e um pendor por lançar farpas de esposa sobre o hálito matinal de seu marido - e inventou a narrativa de Michelle como desvantagem, para fazer uma cobertura mais divertida. Com certeza parece que Michelle pagou um preço político tão alto por sua declaração sobre orgulho em seu país (que na realidade ofendeu a maioria das pessoas) quanto Cindy McCain pelas coisas que deixou a desejar.
A dança delicada que Michelle tem que executar recorda o axioma de que os negros precisam ser duas vezes melhores que os brancos para conseguir a metade do que estes conseguem. Alguns democratas - e feministas - manifestaram decepção com seu discurso na convenção, com seu subtexto "ignorem minha raça e o fato de eu ter estudado nas melhores universidades do país, e vejam como sou calorosa, maternal e nada ameaçadora". Mas outros - incluindo, presume-se, a própria Michelle - reconheceram essa abordagem "soft" como sendo necessária.
O comentário mais doloroso que eu a ouvi fazer durante os dias em que a acompanhei foi um que ela dividiu com um grupo de cinco mulheres, colunistas de jornais. Como profissional liberal negra que cresceu numa família estável e hoje tem sua própria família estável, ela disse às colunistas: "Às vezes tenho a impressão de que as pessoas acham que não existo. Parece que sou a primeira pessoa de meu tipo que o país já viu." Ou, como disse Whoopi Goldberg durante a aparição de Michelle no The View, em junho: "Tenho que admitir que fico realmente feliz de vê-la, porque sempre que você vê pessoas negras no noticiário, especialmente mulheres, elas não têm dentes, ou os dentes estão com obturações de ouro, e elas não conseguem proferir uma sentença coerente".
Quando conversamos, eu me perguntei se deveria realmente ser responsabilidade de Michelle refutar vieses como esse. Michelle respondeu que já está acostumada com isso. "Essa tem sido minha experiência, em toda a minha vida", disse ela. "É por isso que a educação é tão importante. Crescemos em nossas comunidades, nossos bairros e nossas famílias, e sabemos o que sabemos. Não há culpa. Mas, quando as pessoas têm a chance de interagir e conversar - não é preciso sequer viver sob o mesmo teto. Há muitas pessoas que fizeram faculdade comigo que me viram e me conheceram, e, quer tenham me conhecido pessoalmente ou não, elas levaram essa experiência com elas. Essa é a natureza da vida quando você faz parte de uma minoria, na maioria das situações... Sinto que é um papel que devo exercer."
O fato de que ela vem exercendo esse papel há tanto tempo ajuda a explicar a aparente facilidade com a qual vem enfrentando a intensidade da campanha. "Quando você é alguém que ultrapassou as fronteiras normais do que se imagina que sua vida deva ser - por estudar em Princeton, por exemplo -, você se preocupa, achando que talvez não esteja preparada, porque todo mundo disse que não está. Aí você chega lá e percebe: 'estou preparada, sim!'." Ela riu. "Acho que estamos mais preparados para certas situações do que imaginamos."
Se a campanha teve seus momentos difíceis, o que surpreende é quão pouco Michelle parece viver na defensiva: os momentos mais divertidos de suas aparições públicas, e que mais conquistam seus interlocutores, são improvisados, quer esteja se gabando a uma plateia de Denver por estar usando sapatos confortáveis ou se referindo a Barack como "esse sujeito que conheço, esse homem com quem me casei", antes de acrescentar em tom travesso "esse fofo". Qualquer pessoa que duvide de seu charme improvisado e natural deveria procurar no YouTube o clipe em que ela está fazendo um discurso ao ar livre e seu vestido voa para cima com o vento. Segurando o vestido habilmente, ela diz à plateia: "Não estou querendo me exibir. Não quero estar no YouTube".
E é essa a maior dádiva de Michelle: sua facilidade em relacionar-se com pessoas comuns, e vice-versa. Embora ela seja mais alta, esteja mais em forma e seja mais instruída que a maioria de nós, ela é totalmente plausível como pessoa que vive no mesmo mundo que nós, que consome a mesma cultura pop (alguém aí quer o US Weekly?), que compra nas mesmas lojas (Target, Gap) e que é obrigada a encarar a maioria dos mesmos malabarismos pessoais e profissionais.
Poucos cônjuges políticos na memória recente, e ainda menos primeiras-damas, nos pareceram tão familiares. Tome-se o caso de Laura Bush, por exemplo. Sou fã dela, em grande medida porque ela transmite a impressão de ser uma pessoa verdadeiramente decente e bondosa. Sua combinação de curiosidade intelectual e discrição total me intriga. Mas, se Laura inspira minha afeição e simpatia, a verdade é que não me identifico com ela, exatamente. Ela é de uma geração mais velha e fez escolhas, como a de largar seu emprego depois de se casar, mas antes de ter filhos, que são escolhas de um outro tempo. Contrastando com isso, Michelle Obama teve renda maior que a do seu marido durante parte da vida conjugal deles.
E, contrariamente ao que ela afirma, Michelle não é a primeira pessoa de seu tipo que já vi; na realidade, ela tem uma característica muito específica, embora eu tenha levado tempo, até depois da convenção, para me dar conta de qual é esse tipo. Desconfio que essa pessoa será uma figura familiar para qualquer um que, nos últimos 25 anos, tenha sido uma mulher jovem, de formação universitária e que está em seu primeiro emprego de verdade: um emprego no qual há uma mulher oito ou dez anos mais velha que você, que não é apenas visivelmente boa no que faz, como também é autoconfiante, cordial e leva uma vida ocupada que inclui um marido simpático, uma casa bonita e talvez um ou dois filhos. E você pensa que talvez, se tudo der certo, sua própria vida pode acabar saindo como a dela.

Artigo publicado na revista TIME em 6 de outubro de 2008

Fonte: Folha Online
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:14  comentar

Michelle Obama é a primeira negra a chegar ao "cargo" de primeira-dama nos Estados Unidos, desde que seu marido, Barack Obama, foi eleito o 44º presidente americano.

Todo o deslumbramento que ela causou --por ser uma advogada de sucesso, negra, formada em Harvard, que durante um bom tempo ganhou mais dinheiro que o marido e ainda ter sido "eleita" a nova queridinha do mundo fashion-- fez com que Michelle declarasse a cinco jornalistas: "Às vezes tenho a impressão de que as pessoas acham que não existo. Parece que sou a primeira pessoa de meu tipo que o país já viu".
A declaração está em artigo do livro "Barack Obama: O Caminho Para a Casa Branca", publicado originalmente em outubro de 2008 na revista americana Time e que pode ser lido na íntegra no trecho abaixo. O livro mostra os bastidores da campanha de Obama através de fotografias, reportagens e ensaios produzidos pela equipe de jornalismo da revista.
Leia abaixo artigo sobre Michelle Obama:

A dádiva de Michelle

Um romancista parte em busca da Michelle Obama real - e descobre os valores simples, fundamentais e atraentes da nova primeira-dama dos Estados Unidos
Curtis Sittenfeld
Michelle Obama é alta, inteligente, divertida, descontraída e, basicamente, tão brilhante e equilibrada - se ela é atraente em fotos, é simplesmente deslumbrante em pessoa - que quase se tem a impressão de que nasceu para ser primeira-dama. Ou pelo menos foi essa a conclusão à qual cheguei depois de me sentar com ela no Westin Tabor Center, em Denver, durante a convenção nacional do Partido Democrata, em agosto. Eu a seguia havia alguns dias, de uma plateia extasiada a outra, incluindo o público presente a um evento de serviço comunitário para soldados no qual um veterano da guerra do Iraque a apresentou, anunciando: "Madame, sei que a senhora não esteve nas Forças Armadas, mas eu a seguiria para qualquer lugar". Se tudo isso não tivesse me convencido (afinal de contas, era a convenção democrata), bastariam os primeiros 30 segundos de nossa entrevista para que ela me conquistasse. Aconteceu quando perguntei se ela ficava entediada por fazer o mesmo discurso inúmeras vezes, e ela respondeu sem hesitar: "Totalmente!".
Não é que eu não gostasse de Michelle Obama (vou abrir o jogo: votei em Hillary Clinton na primária democrata do Missouri). Mas, depois de escrever um romance sobre uma primeira-dama inspirada em Laura Bush, eu via Michelle como, no mínimo, controversa. Em junho, quando ela fez uma visita ao The View para falar sobre questões políticas tão importantes quanto o uso de meias-calças, sua participação no programa foi vista como "investida de charme" cujo objetivo seria reabilitar uma imagem prejudicada por, entre outras coisas, a observação agora infame que fizera em um discurso alguns meses antes: "Pela primeira vez em minha vida adulta, sinto orgulho de meu país, porque a sensação que tenho é que a esperança está voltando". Eu sabia, também, que algumas pessoas considerava Michelle "mesquinha", "metida" ou "radical" - não eu, claro. Quando comecei a perguntar por aí, porém, descobri muitos americanos que, pelo contrário, pareciam estar mais deslumbrados com Michelle que com seu marido - incluindo uma mulher branca que comprou o primeiro exemplar da revista Ebony de sua vida porque Michelle estava na capa, e o cinegrafista de Denver que cumprimentou Michelle e então declarou que nunca mais lavaria as mãos. Ele me garantiu que em situações desse tipo costuma ser blasé, mas que Michelle era a reencarnação de Jackie O.!


Em nossa entrevista, perguntei a Michelle o que explica a discrepância entre a admiração que ela inspira e o tipo de calúnias feitas na blogosfera e em programas de entrevistas na rádio, que levaram a New Yorker, mesmo em tom de brincadeira, a publicar a capa com uma charge de Michelle e seu marido no Salão Oval, usando cabeleira afro e brandindo um fuzil AK-47. "Já percebi que há dois tipos de conversa", disse ela. "Uma é a dos palpiteiros - as pesquisas, os escritores, as pessoas bem-informadas, elas fazem parte de um conjunto de conversas -, e outra é a que acontece em campo. Aprendi desde cedo a basear minhas reações no que vejo acontecendo em campo, porque, para mim, é um reflexo mais exato - mesmo nas primárias, como ficou claro depois. Se você estivesse lendo os jornais, não teria previsto o resultado de Iowa [onde Obama saiu vitorioso da prévia de 2008]. Mas se estivesse lá poderia sentir no ar a possibilidade clara do resultado."

Minha teoria é que a mídia, reforçada pelas reflexões conservadoras sobre o que gostariam que acontecesse, ficou entediada com a história inicial sobre Michelle Obama - que ela era uma profissional liberal bem-sucedida oriunda da classe operária, com diplomas de Princeton e Harvard e um pendor por lançar farpas de esposa sobre o hálito matinal de seu marido - e inventou a narrativa de Michelle como desvantagem, para fazer uma cobertura mais divertida. Com certeza parece que Michelle pagou um preço político tão alto por sua declaração sobre orgulho em seu país (que na realidade ofendeu a maioria das pessoas) quanto Cindy McCain pelas coisas que deixou a desejar.
A dança delicada que Michelle tem que executar recorda o axioma de que os negros precisam ser duas vezes melhores que os brancos para conseguir a metade do que estes conseguem. Alguns democratas - e feministas - manifestaram decepção com seu discurso na convenção, com seu subtexto "ignorem minha raça e o fato de eu ter estudado nas melhores universidades do país, e vejam como sou calorosa, maternal e nada ameaçadora". Mas outros - incluindo, presume-se, a própria Michelle - reconheceram essa abordagem "soft" como sendo necessária.
O comentário mais doloroso que eu a ouvi fazer durante os dias em que a acompanhei foi um que ela dividiu com um grupo de cinco mulheres, colunistas de jornais. Como profissional liberal negra que cresceu numa família estável e hoje tem sua própria família estável, ela disse às colunistas: "Às vezes tenho a impressão de que as pessoas acham que não existo. Parece que sou a primeira pessoa de meu tipo que o país já viu." Ou, como disse Whoopi Goldberg durante a aparição de Michelle no The View, em junho: "Tenho que admitir que fico realmente feliz de vê-la, porque sempre que você vê pessoas negras no noticiário, especialmente mulheres, elas não têm dentes, ou os dentes estão com obturações de ouro, e elas não conseguem proferir uma sentença coerente".
Quando conversamos, eu me perguntei se deveria realmente ser responsabilidade de Michelle refutar vieses como esse. Michelle respondeu que já está acostumada com isso. "Essa tem sido minha experiência, em toda a minha vida", disse ela. "É por isso que a educação é tão importante. Crescemos em nossas comunidades, nossos bairros e nossas famílias, e sabemos o que sabemos. Não há culpa. Mas, quando as pessoas têm a chance de interagir e conversar - não é preciso sequer viver sob o mesmo teto. Há muitas pessoas que fizeram faculdade comigo que me viram e me conheceram, e, quer tenham me conhecido pessoalmente ou não, elas levaram essa experiência com elas. Essa é a natureza da vida quando você faz parte de uma minoria, na maioria das situações... Sinto que é um papel que devo exercer."
O fato de que ela vem exercendo esse papel há tanto tempo ajuda a explicar a aparente facilidade com a qual vem enfrentando a intensidade da campanha. "Quando você é alguém que ultrapassou as fronteiras normais do que se imagina que sua vida deva ser - por estudar em Princeton, por exemplo -, você se preocupa, achando que talvez não esteja preparada, porque todo mundo disse que não está. Aí você chega lá e percebe: 'estou preparada, sim!'." Ela riu. "Acho que estamos mais preparados para certas situações do que imaginamos."
Se a campanha teve seus momentos difíceis, o que surpreende é quão pouco Michelle parece viver na defensiva: os momentos mais divertidos de suas aparições públicas, e que mais conquistam seus interlocutores, são improvisados, quer esteja se gabando a uma plateia de Denver por estar usando sapatos confortáveis ou se referindo a Barack como "esse sujeito que conheço, esse homem com quem me casei", antes de acrescentar em tom travesso "esse fofo". Qualquer pessoa que duvide de seu charme improvisado e natural deveria procurar no YouTube o clipe em que ela está fazendo um discurso ao ar livre e seu vestido voa para cima com o vento. Segurando o vestido habilmente, ela diz à plateia: "Não estou querendo me exibir. Não quero estar no YouTube".
E é essa a maior dádiva de Michelle: sua facilidade em relacionar-se com pessoas comuns, e vice-versa. Embora ela seja mais alta, esteja mais em forma e seja mais instruída que a maioria de nós, ela é totalmente plausível como pessoa que vive no mesmo mundo que nós, que consome a mesma cultura pop (alguém aí quer o US Weekly?), que compra nas mesmas lojas (Target, Gap) e que é obrigada a encarar a maioria dos mesmos malabarismos pessoais e profissionais.
Poucos cônjuges políticos na memória recente, e ainda menos primeiras-damas, nos pareceram tão familiares. Tome-se o caso de Laura Bush, por exemplo. Sou fã dela, em grande medida porque ela transmite a impressão de ser uma pessoa verdadeiramente decente e bondosa. Sua combinação de curiosidade intelectual e discrição total me intriga. Mas, se Laura inspira minha afeição e simpatia, a verdade é que não me identifico com ela, exatamente. Ela é de uma geração mais velha e fez escolhas, como a de largar seu emprego depois de se casar, mas antes de ter filhos, que são escolhas de um outro tempo. Contrastando com isso, Michelle Obama teve renda maior que a do seu marido durante parte da vida conjugal deles.
E, contrariamente ao que ela afirma, Michelle não é a primeira pessoa de seu tipo que já vi; na realidade, ela tem uma característica muito específica, embora eu tenha levado tempo, até depois da convenção, para me dar conta de qual é esse tipo. Desconfio que essa pessoa será uma figura familiar para qualquer um que, nos últimos 25 anos, tenha sido uma mulher jovem, de formação universitária e que está em seu primeiro emprego de verdade: um emprego no qual há uma mulher oito ou dez anos mais velha que você, que não é apenas visivelmente boa no que faz, como também é autoconfiante, cordial e leva uma vida ocupada que inclui um marido simpático, uma casa bonita e talvez um ou dois filhos. E você pensa que talvez, se tudo der certo, sua própria vida pode acabar saindo como a dela.

Artigo publicado na revista TIME em 6 de outubro de 2008

Fonte: Folha Online
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Michelle Obama é a primeira negra a chegar ao "cargo" de primeira-dama nos Estados Unidos, desde que seu marido, Barack Obama, foi eleito o 44º presidente americano.

Todo o deslumbramento que ela causou --por ser uma advogada de sucesso, negra, formada em Harvard, que durante um bom tempo ganhou mais dinheiro que o marido e ainda ter sido "eleita" a nova queridinha do mundo fashion-- fez com que Michelle declarasse a cinco jornalistas: "Às vezes tenho a impressão de que as pessoas acham que não existo. Parece que sou a primeira pessoa de meu tipo que o país já viu".
A declaração está em artigo do livro "Barack Obama: O Caminho Para a Casa Branca", publicado originalmente em outubro de 2008 na revista americana Time e que pode ser lido na íntegra no trecho abaixo. O livro mostra os bastidores da campanha de Obama através de fotografias, reportagens e ensaios produzidos pela equipe de jornalismo da revista.
Leia abaixo artigo sobre Michelle Obama:

A dádiva de Michelle

Um romancista parte em busca da Michelle Obama real - e descobre os valores simples, fundamentais e atraentes da nova primeira-dama dos Estados Unidos
Curtis Sittenfeld
Michelle Obama é alta, inteligente, divertida, descontraída e, basicamente, tão brilhante e equilibrada - se ela é atraente em fotos, é simplesmente deslumbrante em pessoa - que quase se tem a impressão de que nasceu para ser primeira-dama. Ou pelo menos foi essa a conclusão à qual cheguei depois de me sentar com ela no Westin Tabor Center, em Denver, durante a convenção nacional do Partido Democrata, em agosto. Eu a seguia havia alguns dias, de uma plateia extasiada a outra, incluindo o público presente a um evento de serviço comunitário para soldados no qual um veterano da guerra do Iraque a apresentou, anunciando: "Madame, sei que a senhora não esteve nas Forças Armadas, mas eu a seguiria para qualquer lugar". Se tudo isso não tivesse me convencido (afinal de contas, era a convenção democrata), bastariam os primeiros 30 segundos de nossa entrevista para que ela me conquistasse. Aconteceu quando perguntei se ela ficava entediada por fazer o mesmo discurso inúmeras vezes, e ela respondeu sem hesitar: "Totalmente!".
Não é que eu não gostasse de Michelle Obama (vou abrir o jogo: votei em Hillary Clinton na primária democrata do Missouri). Mas, depois de escrever um romance sobre uma primeira-dama inspirada em Laura Bush, eu via Michelle como, no mínimo, controversa. Em junho, quando ela fez uma visita ao The View para falar sobre questões políticas tão importantes quanto o uso de meias-calças, sua participação no programa foi vista como "investida de charme" cujo objetivo seria reabilitar uma imagem prejudicada por, entre outras coisas, a observação agora infame que fizera em um discurso alguns meses antes: "Pela primeira vez em minha vida adulta, sinto orgulho de meu país, porque a sensação que tenho é que a esperança está voltando". Eu sabia, também, que algumas pessoas considerava Michelle "mesquinha", "metida" ou "radical" - não eu, claro. Quando comecei a perguntar por aí, porém, descobri muitos americanos que, pelo contrário, pareciam estar mais deslumbrados com Michelle que com seu marido - incluindo uma mulher branca que comprou o primeiro exemplar da revista Ebony de sua vida porque Michelle estava na capa, e o cinegrafista de Denver que cumprimentou Michelle e então declarou que nunca mais lavaria as mãos. Ele me garantiu que em situações desse tipo costuma ser blasé, mas que Michelle era a reencarnação de Jackie O.!


Em nossa entrevista, perguntei a Michelle o que explica a discrepância entre a admiração que ela inspira e o tipo de calúnias feitas na blogosfera e em programas de entrevistas na rádio, que levaram a New Yorker, mesmo em tom de brincadeira, a publicar a capa com uma charge de Michelle e seu marido no Salão Oval, usando cabeleira afro e brandindo um fuzil AK-47. "Já percebi que há dois tipos de conversa", disse ela. "Uma é a dos palpiteiros - as pesquisas, os escritores, as pessoas bem-informadas, elas fazem parte de um conjunto de conversas -, e outra é a que acontece em campo. Aprendi desde cedo a basear minhas reações no que vejo acontecendo em campo, porque, para mim, é um reflexo mais exato - mesmo nas primárias, como ficou claro depois. Se você estivesse lendo os jornais, não teria previsto o resultado de Iowa [onde Obama saiu vitorioso da prévia de 2008]. Mas se estivesse lá poderia sentir no ar a possibilidade clara do resultado."

Minha teoria é que a mídia, reforçada pelas reflexões conservadoras sobre o que gostariam que acontecesse, ficou entediada com a história inicial sobre Michelle Obama - que ela era uma profissional liberal bem-sucedida oriunda da classe operária, com diplomas de Princeton e Harvard e um pendor por lançar farpas de esposa sobre o hálito matinal de seu marido - e inventou a narrativa de Michelle como desvantagem, para fazer uma cobertura mais divertida. Com certeza parece que Michelle pagou um preço político tão alto por sua declaração sobre orgulho em seu país (que na realidade ofendeu a maioria das pessoas) quanto Cindy McCain pelas coisas que deixou a desejar.
A dança delicada que Michelle tem que executar recorda o axioma de que os negros precisam ser duas vezes melhores que os brancos para conseguir a metade do que estes conseguem. Alguns democratas - e feministas - manifestaram decepção com seu discurso na convenção, com seu subtexto "ignorem minha raça e o fato de eu ter estudado nas melhores universidades do país, e vejam como sou calorosa, maternal e nada ameaçadora". Mas outros - incluindo, presume-se, a própria Michelle - reconheceram essa abordagem "soft" como sendo necessária.
O comentário mais doloroso que eu a ouvi fazer durante os dias em que a acompanhei foi um que ela dividiu com um grupo de cinco mulheres, colunistas de jornais. Como profissional liberal negra que cresceu numa família estável e hoje tem sua própria família estável, ela disse às colunistas: "Às vezes tenho a impressão de que as pessoas acham que não existo. Parece que sou a primeira pessoa de meu tipo que o país já viu." Ou, como disse Whoopi Goldberg durante a aparição de Michelle no The View, em junho: "Tenho que admitir que fico realmente feliz de vê-la, porque sempre que você vê pessoas negras no noticiário, especialmente mulheres, elas não têm dentes, ou os dentes estão com obturações de ouro, e elas não conseguem proferir uma sentença coerente".
Quando conversamos, eu me perguntei se deveria realmente ser responsabilidade de Michelle refutar vieses como esse. Michelle respondeu que já está acostumada com isso. "Essa tem sido minha experiência, em toda a minha vida", disse ela. "É por isso que a educação é tão importante. Crescemos em nossas comunidades, nossos bairros e nossas famílias, e sabemos o que sabemos. Não há culpa. Mas, quando as pessoas têm a chance de interagir e conversar - não é preciso sequer viver sob o mesmo teto. Há muitas pessoas que fizeram faculdade comigo que me viram e me conheceram, e, quer tenham me conhecido pessoalmente ou não, elas levaram essa experiência com elas. Essa é a natureza da vida quando você faz parte de uma minoria, na maioria das situações... Sinto que é um papel que devo exercer."
O fato de que ela vem exercendo esse papel há tanto tempo ajuda a explicar a aparente facilidade com a qual vem enfrentando a intensidade da campanha. "Quando você é alguém que ultrapassou as fronteiras normais do que se imagina que sua vida deva ser - por estudar em Princeton, por exemplo -, você se preocupa, achando que talvez não esteja preparada, porque todo mundo disse que não está. Aí você chega lá e percebe: 'estou preparada, sim!'." Ela riu. "Acho que estamos mais preparados para certas situações do que imaginamos."
Se a campanha teve seus momentos difíceis, o que surpreende é quão pouco Michelle parece viver na defensiva: os momentos mais divertidos de suas aparições públicas, e que mais conquistam seus interlocutores, são improvisados, quer esteja se gabando a uma plateia de Denver por estar usando sapatos confortáveis ou se referindo a Barack como "esse sujeito que conheço, esse homem com quem me casei", antes de acrescentar em tom travesso "esse fofo". Qualquer pessoa que duvide de seu charme improvisado e natural deveria procurar no YouTube o clipe em que ela está fazendo um discurso ao ar livre e seu vestido voa para cima com o vento. Segurando o vestido habilmente, ela diz à plateia: "Não estou querendo me exibir. Não quero estar no YouTube".
E é essa a maior dádiva de Michelle: sua facilidade em relacionar-se com pessoas comuns, e vice-versa. Embora ela seja mais alta, esteja mais em forma e seja mais instruída que a maioria de nós, ela é totalmente plausível como pessoa que vive no mesmo mundo que nós, que consome a mesma cultura pop (alguém aí quer o US Weekly?), que compra nas mesmas lojas (Target, Gap) e que é obrigada a encarar a maioria dos mesmos malabarismos pessoais e profissionais.
Poucos cônjuges políticos na memória recente, e ainda menos primeiras-damas, nos pareceram tão familiares. Tome-se o caso de Laura Bush, por exemplo. Sou fã dela, em grande medida porque ela transmite a impressão de ser uma pessoa verdadeiramente decente e bondosa. Sua combinação de curiosidade intelectual e discrição total me intriga. Mas, se Laura inspira minha afeição e simpatia, a verdade é que não me identifico com ela, exatamente. Ela é de uma geração mais velha e fez escolhas, como a de largar seu emprego depois de se casar, mas antes de ter filhos, que são escolhas de um outro tempo. Contrastando com isso, Michelle Obama teve renda maior que a do seu marido durante parte da vida conjugal deles.
E, contrariamente ao que ela afirma, Michelle não é a primeira pessoa de seu tipo que já vi; na realidade, ela tem uma característica muito específica, embora eu tenha levado tempo, até depois da convenção, para me dar conta de qual é esse tipo. Desconfio que essa pessoa será uma figura familiar para qualquer um que, nos últimos 25 anos, tenha sido uma mulher jovem, de formação universitária e que está em seu primeiro emprego de verdade: um emprego no qual há uma mulher oito ou dez anos mais velha que você, que não é apenas visivelmente boa no que faz, como também é autoconfiante, cordial e leva uma vida ocupada que inclui um marido simpático, uma casa bonita e talvez um ou dois filhos. E você pensa que talvez, se tudo der certo, sua própria vida pode acabar saindo como a dela.

Artigo publicado na revista TIME em 6 de outubro de 2008

Fonte: Folha Online
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Michelle Obama é a primeira negra a chegar ao "cargo" de primeira-dama nos Estados Unidos, desde que seu marido, Barack Obama, foi eleito o 44º presidente americano.

Todo o deslumbramento que ela causou --por ser uma advogada de sucesso, negra, formada em Harvard, que durante um bom tempo ganhou mais dinheiro que o marido e ainda ter sido "eleita" a nova queridinha do mundo fashion-- fez com que Michelle declarasse a cinco jornalistas: "Às vezes tenho a impressão de que as pessoas acham que não existo. Parece que sou a primeira pessoa de meu tipo que o país já viu".
A declaração está em artigo do livro "Barack Obama: O Caminho Para a Casa Branca", publicado originalmente em outubro de 2008 na revista americana Time e que pode ser lido na íntegra no trecho abaixo. O livro mostra os bastidores da campanha de Obama através de fotografias, reportagens e ensaios produzidos pela equipe de jornalismo da revista.
Leia abaixo artigo sobre Michelle Obama:

A dádiva de Michelle

Um romancista parte em busca da Michelle Obama real - e descobre os valores simples, fundamentais e atraentes da nova primeira-dama dos Estados Unidos
Curtis Sittenfeld
Michelle Obama é alta, inteligente, divertida, descontraída e, basicamente, tão brilhante e equilibrada - se ela é atraente em fotos, é simplesmente deslumbrante em pessoa - que quase se tem a impressão de que nasceu para ser primeira-dama. Ou pelo menos foi essa a conclusão à qual cheguei depois de me sentar com ela no Westin Tabor Center, em Denver, durante a convenção nacional do Partido Democrata, em agosto. Eu a seguia havia alguns dias, de uma plateia extasiada a outra, incluindo o público presente a um evento de serviço comunitário para soldados no qual um veterano da guerra do Iraque a apresentou, anunciando: "Madame, sei que a senhora não esteve nas Forças Armadas, mas eu a seguiria para qualquer lugar". Se tudo isso não tivesse me convencido (afinal de contas, era a convenção democrata), bastariam os primeiros 30 segundos de nossa entrevista para que ela me conquistasse. Aconteceu quando perguntei se ela ficava entediada por fazer o mesmo discurso inúmeras vezes, e ela respondeu sem hesitar: "Totalmente!".
Não é que eu não gostasse de Michelle Obama (vou abrir o jogo: votei em Hillary Clinton na primária democrata do Missouri). Mas, depois de escrever um romance sobre uma primeira-dama inspirada em Laura Bush, eu via Michelle como, no mínimo, controversa. Em junho, quando ela fez uma visita ao The View para falar sobre questões políticas tão importantes quanto o uso de meias-calças, sua participação no programa foi vista como "investida de charme" cujo objetivo seria reabilitar uma imagem prejudicada por, entre outras coisas, a observação agora infame que fizera em um discurso alguns meses antes: "Pela primeira vez em minha vida adulta, sinto orgulho de meu país, porque a sensação que tenho é que a esperança está voltando". Eu sabia, também, que algumas pessoas considerava Michelle "mesquinha", "metida" ou "radical" - não eu, claro. Quando comecei a perguntar por aí, porém, descobri muitos americanos que, pelo contrário, pareciam estar mais deslumbrados com Michelle que com seu marido - incluindo uma mulher branca que comprou o primeiro exemplar da revista Ebony de sua vida porque Michelle estava na capa, e o cinegrafista de Denver que cumprimentou Michelle e então declarou que nunca mais lavaria as mãos. Ele me garantiu que em situações desse tipo costuma ser blasé, mas que Michelle era a reencarnação de Jackie O.!


Em nossa entrevista, perguntei a Michelle o que explica a discrepância entre a admiração que ela inspira e o tipo de calúnias feitas na blogosfera e em programas de entrevistas na rádio, que levaram a New Yorker, mesmo em tom de brincadeira, a publicar a capa com uma charge de Michelle e seu marido no Salão Oval, usando cabeleira afro e brandindo um fuzil AK-47. "Já percebi que há dois tipos de conversa", disse ela. "Uma é a dos palpiteiros - as pesquisas, os escritores, as pessoas bem-informadas, elas fazem parte de um conjunto de conversas -, e outra é a que acontece em campo. Aprendi desde cedo a basear minhas reações no que vejo acontecendo em campo, porque, para mim, é um reflexo mais exato - mesmo nas primárias, como ficou claro depois. Se você estivesse lendo os jornais, não teria previsto o resultado de Iowa [onde Obama saiu vitorioso da prévia de 2008]. Mas se estivesse lá poderia sentir no ar a possibilidade clara do resultado."

Minha teoria é que a mídia, reforçada pelas reflexões conservadoras sobre o que gostariam que acontecesse, ficou entediada com a história inicial sobre Michelle Obama - que ela era uma profissional liberal bem-sucedida oriunda da classe operária, com diplomas de Princeton e Harvard e um pendor por lançar farpas de esposa sobre o hálito matinal de seu marido - e inventou a narrativa de Michelle como desvantagem, para fazer uma cobertura mais divertida. Com certeza parece que Michelle pagou um preço político tão alto por sua declaração sobre orgulho em seu país (que na realidade ofendeu a maioria das pessoas) quanto Cindy McCain pelas coisas que deixou a desejar.
A dança delicada que Michelle tem que executar recorda o axioma de que os negros precisam ser duas vezes melhores que os brancos para conseguir a metade do que estes conseguem. Alguns democratas - e feministas - manifestaram decepção com seu discurso na convenção, com seu subtexto "ignorem minha raça e o fato de eu ter estudado nas melhores universidades do país, e vejam como sou calorosa, maternal e nada ameaçadora". Mas outros - incluindo, presume-se, a própria Michelle - reconheceram essa abordagem "soft" como sendo necessária.
O comentário mais doloroso que eu a ouvi fazer durante os dias em que a acompanhei foi um que ela dividiu com um grupo de cinco mulheres, colunistas de jornais. Como profissional liberal negra que cresceu numa família estável e hoje tem sua própria família estável, ela disse às colunistas: "Às vezes tenho a impressão de que as pessoas acham que não existo. Parece que sou a primeira pessoa de meu tipo que o país já viu." Ou, como disse Whoopi Goldberg durante a aparição de Michelle no The View, em junho: "Tenho que admitir que fico realmente feliz de vê-la, porque sempre que você vê pessoas negras no noticiário, especialmente mulheres, elas não têm dentes, ou os dentes estão com obturações de ouro, e elas não conseguem proferir uma sentença coerente".
Quando conversamos, eu me perguntei se deveria realmente ser responsabilidade de Michelle refutar vieses como esse. Michelle respondeu que já está acostumada com isso. "Essa tem sido minha experiência, em toda a minha vida", disse ela. "É por isso que a educação é tão importante. Crescemos em nossas comunidades, nossos bairros e nossas famílias, e sabemos o que sabemos. Não há culpa. Mas, quando as pessoas têm a chance de interagir e conversar - não é preciso sequer viver sob o mesmo teto. Há muitas pessoas que fizeram faculdade comigo que me viram e me conheceram, e, quer tenham me conhecido pessoalmente ou não, elas levaram essa experiência com elas. Essa é a natureza da vida quando você faz parte de uma minoria, na maioria das situações... Sinto que é um papel que devo exercer."
O fato de que ela vem exercendo esse papel há tanto tempo ajuda a explicar a aparente facilidade com a qual vem enfrentando a intensidade da campanha. "Quando você é alguém que ultrapassou as fronteiras normais do que se imagina que sua vida deva ser - por estudar em Princeton, por exemplo -, você se preocupa, achando que talvez não esteja preparada, porque todo mundo disse que não está. Aí você chega lá e percebe: 'estou preparada, sim!'." Ela riu. "Acho que estamos mais preparados para certas situações do que imaginamos."
Se a campanha teve seus momentos difíceis, o que surpreende é quão pouco Michelle parece viver na defensiva: os momentos mais divertidos de suas aparições públicas, e que mais conquistam seus interlocutores, são improvisados, quer esteja se gabando a uma plateia de Denver por estar usando sapatos confortáveis ou se referindo a Barack como "esse sujeito que conheço, esse homem com quem me casei", antes de acrescentar em tom travesso "esse fofo". Qualquer pessoa que duvide de seu charme improvisado e natural deveria procurar no YouTube o clipe em que ela está fazendo um discurso ao ar livre e seu vestido voa para cima com o vento. Segurando o vestido habilmente, ela diz à plateia: "Não estou querendo me exibir. Não quero estar no YouTube".
E é essa a maior dádiva de Michelle: sua facilidade em relacionar-se com pessoas comuns, e vice-versa. Embora ela seja mais alta, esteja mais em forma e seja mais instruída que a maioria de nós, ela é totalmente plausível como pessoa que vive no mesmo mundo que nós, que consome a mesma cultura pop (alguém aí quer o US Weekly?), que compra nas mesmas lojas (Target, Gap) e que é obrigada a encarar a maioria dos mesmos malabarismos pessoais e profissionais.
Poucos cônjuges políticos na memória recente, e ainda menos primeiras-damas, nos pareceram tão familiares. Tome-se o caso de Laura Bush, por exemplo. Sou fã dela, em grande medida porque ela transmite a impressão de ser uma pessoa verdadeiramente decente e bondosa. Sua combinação de curiosidade intelectual e discrição total me intriga. Mas, se Laura inspira minha afeição e simpatia, a verdade é que não me identifico com ela, exatamente. Ela é de uma geração mais velha e fez escolhas, como a de largar seu emprego depois de se casar, mas antes de ter filhos, que são escolhas de um outro tempo. Contrastando com isso, Michelle Obama teve renda maior que a do seu marido durante parte da vida conjugal deles.
E, contrariamente ao que ela afirma, Michelle não é a primeira pessoa de seu tipo que já vi; na realidade, ela tem uma característica muito específica, embora eu tenha levado tempo, até depois da convenção, para me dar conta de qual é esse tipo. Desconfio que essa pessoa será uma figura familiar para qualquer um que, nos últimos 25 anos, tenha sido uma mulher jovem, de formação universitária e que está em seu primeiro emprego de verdade: um emprego no qual há uma mulher oito ou dez anos mais velha que você, que não é apenas visivelmente boa no que faz, como também é autoconfiante, cordial e leva uma vida ocupada que inclui um marido simpático, uma casa bonita e talvez um ou dois filhos. E você pensa que talvez, se tudo der certo, sua própria vida pode acabar saindo como a dela.

Artigo publicado na revista TIME em 6 de outubro de 2008

Fonte: Folha Online
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Cientistas concluem que os ascendentes da sedutora rainha eram africanos - fato, aliás, do qual ela sempre se envergonhou

Pesquisadores da Academia Austríaca de Ciências analisaram na semana passada o crânio e demais partes do esqueleto de uma mulher que, estima-se, viveu há cerca de dois mil anos na Turquia. Existem duas fortes relevâncias arqueológicas e históricas desse estudo festejado pela comunidade científica. A primeira diz respeito ao fato de que essa ossada localizada numa tumba em Éfeso foi identificada como sendo de Arsinoe, irmã da lendária e sedutora Cleópatra (69 a. C. a 30 a. C.).
A segunda é que a descoberta põe um ponto final num dos mais instigantes mistérios: qual é a origem de Cleópatra? Pois bem, a partir das conclusões tiradas sobre Arsinoe, os pesquisadores agora afirmam que Cleópatra, mulher que encantou e influenciou os destinos dos imperadores romanos Júlio César, Marco Antônio e Otávio Augusto, era africana – precisamente, do norte da África. Coordenador do estudo, o cientista austríaco Hilke Thuer qualificou a descoberta como “uma das mais significativas” dos últimos tempos. E acrescentou: “Finalmente temos novas informações sobre a família de Cleópatra e seus ascendentes.”
Segundo o estudo, são sobretudo o formato e as dimensões do crânio de Arsinoe que indicam que ela possuía características físicas de africana – e, se essa é a sua ascendência, pela lógica também deve ser a de sua irmã. É certo que seu ancestral Ptolomeu, que se tornou governante do Egito por ordem de Alexandre, o Grande, complica um pouco a situação pelo fato de ele ser da Macedônia. Mas análises antropológicas e arquitetônicas da tumba acabaram convencendo os especialistas de que Cleópatra realmente descendeu de negros e não corria sangue de macedônios em suas veias. “Tudo indica que ela tinha o rosto em formato alongado, traço típico de africanos da Antiguidade. Cleópatra possuía genes da raça negra”, diz Thuer.
A equipe de pesquisadores e historiadores, a partir daquilo (lenda ou não) que o tempo deixou registrado sobre Cleópatra, chegou a outra dedução – ou, talvez, ilação. Como ela maltratava as mulheres negras de seu séquito, chegando a experimentar nelas a força dos venenos dos quais se cercava, provavelmente renegava suas origens. Ela era culta e falava oito idiomas. No terreno da vaidade, costumava entregar-se a águas aromatizadas por plantas. Já nas negras, sangue de seu sangue, ela batia. Ou as matava. Falando-se em assassinato, também na semana passada ganhou força outra investigação histórica sobre Cleópatra. Arqueólogos acreditam que à época em que foi amante do general romano Marco Antônio, após a morte de Júlio César, ela ordenou que a irmã Arsinoe fosse morta para evitar uma futura disputa pelo trono egípcio. Ironicamente, é como se agora Arsinoe se vingasse através de sua milenar e carcomida ossada, revelando o fato do qual Cleópatra sempre se envergonhou: o de ser negra.


fonte: ISTO É
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Cientistas concluem que os ascendentes da sedutora rainha eram africanos - fato, aliás, do qual ela sempre se envergonhou

Pesquisadores da Academia Austríaca de Ciências analisaram na semana passada o crânio e demais partes do esqueleto de uma mulher que, estima-se, viveu há cerca de dois mil anos na Turquia. Existem duas fortes relevâncias arqueológicas e históricas desse estudo festejado pela comunidade científica. A primeira diz respeito ao fato de que essa ossada localizada numa tumba em Éfeso foi identificada como sendo de Arsinoe, irmã da lendária e sedutora Cleópatra (69 a. C. a 30 a. C.).
A segunda é que a descoberta põe um ponto final num dos mais instigantes mistérios: qual é a origem de Cleópatra? Pois bem, a partir das conclusões tiradas sobre Arsinoe, os pesquisadores agora afirmam que Cleópatra, mulher que encantou e influenciou os destinos dos imperadores romanos Júlio César, Marco Antônio e Otávio Augusto, era africana – precisamente, do norte da África. Coordenador do estudo, o cientista austríaco Hilke Thuer qualificou a descoberta como “uma das mais significativas” dos últimos tempos. E acrescentou: “Finalmente temos novas informações sobre a família de Cleópatra e seus ascendentes.”
Segundo o estudo, são sobretudo o formato e as dimensões do crânio de Arsinoe que indicam que ela possuía características físicas de africana – e, se essa é a sua ascendência, pela lógica também deve ser a de sua irmã. É certo que seu ancestral Ptolomeu, que se tornou governante do Egito por ordem de Alexandre, o Grande, complica um pouco a situação pelo fato de ele ser da Macedônia. Mas análises antropológicas e arquitetônicas da tumba acabaram convencendo os especialistas de que Cleópatra realmente descendeu de negros e não corria sangue de macedônios em suas veias. “Tudo indica que ela tinha o rosto em formato alongado, traço típico de africanos da Antiguidade. Cleópatra possuía genes da raça negra”, diz Thuer.
A equipe de pesquisadores e historiadores, a partir daquilo (lenda ou não) que o tempo deixou registrado sobre Cleópatra, chegou a outra dedução – ou, talvez, ilação. Como ela maltratava as mulheres negras de seu séquito, chegando a experimentar nelas a força dos venenos dos quais se cercava, provavelmente renegava suas origens. Ela era culta e falava oito idiomas. No terreno da vaidade, costumava entregar-se a águas aromatizadas por plantas. Já nas negras, sangue de seu sangue, ela batia. Ou as matava. Falando-se em assassinato, também na semana passada ganhou força outra investigação histórica sobre Cleópatra. Arqueólogos acreditam que à época em que foi amante do general romano Marco Antônio, após a morte de Júlio César, ela ordenou que a irmã Arsinoe fosse morta para evitar uma futura disputa pelo trono egípcio. Ironicamente, é como se agora Arsinoe se vingasse através de sua milenar e carcomida ossada, revelando o fato do qual Cleópatra sempre se envergonhou: o de ser negra.


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Cientistas concluem que os ascendentes da sedutora rainha eram africanos - fato, aliás, do qual ela sempre se envergonhou

Pesquisadores da Academia Austríaca de Ciências analisaram na semana passada o crânio e demais partes do esqueleto de uma mulher que, estima-se, viveu há cerca de dois mil anos na Turquia. Existem duas fortes relevâncias arqueológicas e históricas desse estudo festejado pela comunidade científica. A primeira diz respeito ao fato de que essa ossada localizada numa tumba em Éfeso foi identificada como sendo de Arsinoe, irmã da lendária e sedutora Cleópatra (69 a. C. a 30 a. C.).
A segunda é que a descoberta põe um ponto final num dos mais instigantes mistérios: qual é a origem de Cleópatra? Pois bem, a partir das conclusões tiradas sobre Arsinoe, os pesquisadores agora afirmam que Cleópatra, mulher que encantou e influenciou os destinos dos imperadores romanos Júlio César, Marco Antônio e Otávio Augusto, era africana – precisamente, do norte da África. Coordenador do estudo, o cientista austríaco Hilke Thuer qualificou a descoberta como “uma das mais significativas” dos últimos tempos. E acrescentou: “Finalmente temos novas informações sobre a família de Cleópatra e seus ascendentes.”
Segundo o estudo, são sobretudo o formato e as dimensões do crânio de Arsinoe que indicam que ela possuía características físicas de africana – e, se essa é a sua ascendência, pela lógica também deve ser a de sua irmã. É certo que seu ancestral Ptolomeu, que se tornou governante do Egito por ordem de Alexandre, o Grande, complica um pouco a situação pelo fato de ele ser da Macedônia. Mas análises antropológicas e arquitetônicas da tumba acabaram convencendo os especialistas de que Cleópatra realmente descendeu de negros e não corria sangue de macedônios em suas veias. “Tudo indica que ela tinha o rosto em formato alongado, traço típico de africanos da Antiguidade. Cleópatra possuía genes da raça negra”, diz Thuer.
A equipe de pesquisadores e historiadores, a partir daquilo (lenda ou não) que o tempo deixou registrado sobre Cleópatra, chegou a outra dedução – ou, talvez, ilação. Como ela maltratava as mulheres negras de seu séquito, chegando a experimentar nelas a força dos venenos dos quais se cercava, provavelmente renegava suas origens. Ela era culta e falava oito idiomas. No terreno da vaidade, costumava entregar-se a águas aromatizadas por plantas. Já nas negras, sangue de seu sangue, ela batia. Ou as matava. Falando-se em assassinato, também na semana passada ganhou força outra investigação histórica sobre Cleópatra. Arqueólogos acreditam que à época em que foi amante do general romano Marco Antônio, após a morte de Júlio César, ela ordenou que a irmã Arsinoe fosse morta para evitar uma futura disputa pelo trono egípcio. Ironicamente, é como se agora Arsinoe se vingasse através de sua milenar e carcomida ossada, revelando o fato do qual Cleópatra sempre se envergonhou: o de ser negra.


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Cientistas concluem que os ascendentes da sedutora rainha eram africanos - fato, aliás, do qual ela sempre se envergonhou

Pesquisadores da Academia Austríaca de Ciências analisaram na semana passada o crânio e demais partes do esqueleto de uma mulher que, estima-se, viveu há cerca de dois mil anos na Turquia. Existem duas fortes relevâncias arqueológicas e históricas desse estudo festejado pela comunidade científica. A primeira diz respeito ao fato de que essa ossada localizada numa tumba em Éfeso foi identificada como sendo de Arsinoe, irmã da lendária e sedutora Cleópatra (69 a. C. a 30 a. C.).
A segunda é que a descoberta põe um ponto final num dos mais instigantes mistérios: qual é a origem de Cleópatra? Pois bem, a partir das conclusões tiradas sobre Arsinoe, os pesquisadores agora afirmam que Cleópatra, mulher que encantou e influenciou os destinos dos imperadores romanos Júlio César, Marco Antônio e Otávio Augusto, era africana – precisamente, do norte da África. Coordenador do estudo, o cientista austríaco Hilke Thuer qualificou a descoberta como “uma das mais significativas” dos últimos tempos. E acrescentou: “Finalmente temos novas informações sobre a família de Cleópatra e seus ascendentes.”
Segundo o estudo, são sobretudo o formato e as dimensões do crânio de Arsinoe que indicam que ela possuía características físicas de africana – e, se essa é a sua ascendência, pela lógica também deve ser a de sua irmã. É certo que seu ancestral Ptolomeu, que se tornou governante do Egito por ordem de Alexandre, o Grande, complica um pouco a situação pelo fato de ele ser da Macedônia. Mas análises antropológicas e arquitetônicas da tumba acabaram convencendo os especialistas de que Cleópatra realmente descendeu de negros e não corria sangue de macedônios em suas veias. “Tudo indica que ela tinha o rosto em formato alongado, traço típico de africanos da Antiguidade. Cleópatra possuía genes da raça negra”, diz Thuer.
A equipe de pesquisadores e historiadores, a partir daquilo (lenda ou não) que o tempo deixou registrado sobre Cleópatra, chegou a outra dedução – ou, talvez, ilação. Como ela maltratava as mulheres negras de seu séquito, chegando a experimentar nelas a força dos venenos dos quais se cercava, provavelmente renegava suas origens. Ela era culta e falava oito idiomas. No terreno da vaidade, costumava entregar-se a águas aromatizadas por plantas. Já nas negras, sangue de seu sangue, ela batia. Ou as matava. Falando-se em assassinato, também na semana passada ganhou força outra investigação histórica sobre Cleópatra. Arqueólogos acreditam que à época em que foi amante do general romano Marco Antônio, após a morte de Júlio César, ela ordenou que a irmã Arsinoe fosse morta para evitar uma futura disputa pelo trono egípcio. Ironicamente, é como se agora Arsinoe se vingasse através de sua milenar e carcomida ossada, revelando o fato do qual Cleópatra sempre se envergonhou: o de ser negra.


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Cientistas concluem que os ascendentes da sedutora rainha eram africanos - fato, aliás, do qual ela sempre se envergonhou

Pesquisadores da Academia Austríaca de Ciências analisaram na semana passada o crânio e demais partes do esqueleto de uma mulher que, estima-se, viveu há cerca de dois mil anos na Turquia. Existem duas fortes relevâncias arqueológicas e históricas desse estudo festejado pela comunidade científica. A primeira diz respeito ao fato de que essa ossada localizada numa tumba em Éfeso foi identificada como sendo de Arsinoe, irmã da lendária e sedutora Cleópatra (69 a. C. a 30 a. C.).
A segunda é que a descoberta põe um ponto final num dos mais instigantes mistérios: qual é a origem de Cleópatra? Pois bem, a partir das conclusões tiradas sobre Arsinoe, os pesquisadores agora afirmam que Cleópatra, mulher que encantou e influenciou os destinos dos imperadores romanos Júlio César, Marco Antônio e Otávio Augusto, era africana – precisamente, do norte da África. Coordenador do estudo, o cientista austríaco Hilke Thuer qualificou a descoberta como “uma das mais significativas” dos últimos tempos. E acrescentou: “Finalmente temos novas informações sobre a família de Cleópatra e seus ascendentes.”
Segundo o estudo, são sobretudo o formato e as dimensões do crânio de Arsinoe que indicam que ela possuía características físicas de africana – e, se essa é a sua ascendência, pela lógica também deve ser a de sua irmã. É certo que seu ancestral Ptolomeu, que se tornou governante do Egito por ordem de Alexandre, o Grande, complica um pouco a situação pelo fato de ele ser da Macedônia. Mas análises antropológicas e arquitetônicas da tumba acabaram convencendo os especialistas de que Cleópatra realmente descendeu de negros e não corria sangue de macedônios em suas veias. “Tudo indica que ela tinha o rosto em formato alongado, traço típico de africanos da Antiguidade. Cleópatra possuía genes da raça negra”, diz Thuer.
A equipe de pesquisadores e historiadores, a partir daquilo (lenda ou não) que o tempo deixou registrado sobre Cleópatra, chegou a outra dedução – ou, talvez, ilação. Como ela maltratava as mulheres negras de seu séquito, chegando a experimentar nelas a força dos venenos dos quais se cercava, provavelmente renegava suas origens. Ela era culta e falava oito idiomas. No terreno da vaidade, costumava entregar-se a águas aromatizadas por plantas. Já nas negras, sangue de seu sangue, ela batia. Ou as matava. Falando-se em assassinato, também na semana passada ganhou força outra investigação histórica sobre Cleópatra. Arqueólogos acreditam que à época em que foi amante do general romano Marco Antônio, após a morte de Júlio César, ela ordenou que a irmã Arsinoe fosse morta para evitar uma futura disputa pelo trono egípcio. Ironicamente, é como se agora Arsinoe se vingasse através de sua milenar e carcomida ossada, revelando o fato do qual Cleópatra sempre se envergonhou: o de ser negra.


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Cientistas concluem que os ascendentes da sedutora rainha eram africanos - fato, aliás, do qual ela sempre se envergonhou

Pesquisadores da Academia Austríaca de Ciências analisaram na semana passada o crânio e demais partes do esqueleto de uma mulher que, estima-se, viveu há cerca de dois mil anos na Turquia. Existem duas fortes relevâncias arqueológicas e históricas desse estudo festejado pela comunidade científica. A primeira diz respeito ao fato de que essa ossada localizada numa tumba em Éfeso foi identificada como sendo de Arsinoe, irmã da lendária e sedutora Cleópatra (69 a. C. a 30 a. C.).
A segunda é que a descoberta põe um ponto final num dos mais instigantes mistérios: qual é a origem de Cleópatra? Pois bem, a partir das conclusões tiradas sobre Arsinoe, os pesquisadores agora afirmam que Cleópatra, mulher que encantou e influenciou os destinos dos imperadores romanos Júlio César, Marco Antônio e Otávio Augusto, era africana – precisamente, do norte da África. Coordenador do estudo, o cientista austríaco Hilke Thuer qualificou a descoberta como “uma das mais significativas” dos últimos tempos. E acrescentou: “Finalmente temos novas informações sobre a família de Cleópatra e seus ascendentes.”
Segundo o estudo, são sobretudo o formato e as dimensões do crânio de Arsinoe que indicam que ela possuía características físicas de africana – e, se essa é a sua ascendência, pela lógica também deve ser a de sua irmã. É certo que seu ancestral Ptolomeu, que se tornou governante do Egito por ordem de Alexandre, o Grande, complica um pouco a situação pelo fato de ele ser da Macedônia. Mas análises antropológicas e arquitetônicas da tumba acabaram convencendo os especialistas de que Cleópatra realmente descendeu de negros e não corria sangue de macedônios em suas veias. “Tudo indica que ela tinha o rosto em formato alongado, traço típico de africanos da Antiguidade. Cleópatra possuía genes da raça negra”, diz Thuer.
A equipe de pesquisadores e historiadores, a partir daquilo (lenda ou não) que o tempo deixou registrado sobre Cleópatra, chegou a outra dedução – ou, talvez, ilação. Como ela maltratava as mulheres negras de seu séquito, chegando a experimentar nelas a força dos venenos dos quais se cercava, provavelmente renegava suas origens. Ela era culta e falava oito idiomas. No terreno da vaidade, costumava entregar-se a águas aromatizadas por plantas. Já nas negras, sangue de seu sangue, ela batia. Ou as matava. Falando-se em assassinato, também na semana passada ganhou força outra investigação histórica sobre Cleópatra. Arqueólogos acreditam que à época em que foi amante do general romano Marco Antônio, após a morte de Júlio César, ela ordenou que a irmã Arsinoe fosse morta para evitar uma futura disputa pelo trono egípcio. Ironicamente, é como se agora Arsinoe se vingasse através de sua milenar e carcomida ossada, revelando o fato do qual Cleópatra sempre se envergonhou: o de ser negra.


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Cientistas concluem que os ascendentes da sedutora rainha eram africanos - fato, aliás, do qual ela sempre se envergonhou

Pesquisadores da Academia Austríaca de Ciências analisaram na semana passada o crânio e demais partes do esqueleto de uma mulher que, estima-se, viveu há cerca de dois mil anos na Turquia. Existem duas fortes relevâncias arqueológicas e históricas desse estudo festejado pela comunidade científica. A primeira diz respeito ao fato de que essa ossada localizada numa tumba em Éfeso foi identificada como sendo de Arsinoe, irmã da lendária e sedutora Cleópatra (69 a. C. a 30 a. C.).
A segunda é que a descoberta põe um ponto final num dos mais instigantes mistérios: qual é a origem de Cleópatra? Pois bem, a partir das conclusões tiradas sobre Arsinoe, os pesquisadores agora afirmam que Cleópatra, mulher que encantou e influenciou os destinos dos imperadores romanos Júlio César, Marco Antônio e Otávio Augusto, era africana – precisamente, do norte da África. Coordenador do estudo, o cientista austríaco Hilke Thuer qualificou a descoberta como “uma das mais significativas” dos últimos tempos. E acrescentou: “Finalmente temos novas informações sobre a família de Cleópatra e seus ascendentes.”
Segundo o estudo, são sobretudo o formato e as dimensões do crânio de Arsinoe que indicam que ela possuía características físicas de africana – e, se essa é a sua ascendência, pela lógica também deve ser a de sua irmã. É certo que seu ancestral Ptolomeu, que se tornou governante do Egito por ordem de Alexandre, o Grande, complica um pouco a situação pelo fato de ele ser da Macedônia. Mas análises antropológicas e arquitetônicas da tumba acabaram convencendo os especialistas de que Cleópatra realmente descendeu de negros e não corria sangue de macedônios em suas veias. “Tudo indica que ela tinha o rosto em formato alongado, traço típico de africanos da Antiguidade. Cleópatra possuía genes da raça negra”, diz Thuer.
A equipe de pesquisadores e historiadores, a partir daquilo (lenda ou não) que o tempo deixou registrado sobre Cleópatra, chegou a outra dedução – ou, talvez, ilação. Como ela maltratava as mulheres negras de seu séquito, chegando a experimentar nelas a força dos venenos dos quais se cercava, provavelmente renegava suas origens. Ela era culta e falava oito idiomas. No terreno da vaidade, costumava entregar-se a águas aromatizadas por plantas. Já nas negras, sangue de seu sangue, ela batia. Ou as matava. Falando-se em assassinato, também na semana passada ganhou força outra investigação histórica sobre Cleópatra. Arqueólogos acreditam que à época em que foi amante do general romano Marco Antônio, após a morte de Júlio César, ela ordenou que a irmã Arsinoe fosse morta para evitar uma futura disputa pelo trono egípcio. Ironicamente, é como se agora Arsinoe se vingasse através de sua milenar e carcomida ossada, revelando o fato do qual Cleópatra sempre se envergonhou: o de ser negra.


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Cientistas concluem que os ascendentes da sedutora rainha eram africanos - fato, aliás, do qual ela sempre se envergonhou

Pesquisadores da Academia Austríaca de Ciências analisaram na semana passada o crânio e demais partes do esqueleto de uma mulher que, estima-se, viveu há cerca de dois mil anos na Turquia. Existem duas fortes relevâncias arqueológicas e históricas desse estudo festejado pela comunidade científica. A primeira diz respeito ao fato de que essa ossada localizada numa tumba em Éfeso foi identificada como sendo de Arsinoe, irmã da lendária e sedutora Cleópatra (69 a. C. a 30 a. C.).
A segunda é que a descoberta põe um ponto final num dos mais instigantes mistérios: qual é a origem de Cleópatra? Pois bem, a partir das conclusões tiradas sobre Arsinoe, os pesquisadores agora afirmam que Cleópatra, mulher que encantou e influenciou os destinos dos imperadores romanos Júlio César, Marco Antônio e Otávio Augusto, era africana – precisamente, do norte da África. Coordenador do estudo, o cientista austríaco Hilke Thuer qualificou a descoberta como “uma das mais significativas” dos últimos tempos. E acrescentou: “Finalmente temos novas informações sobre a família de Cleópatra e seus ascendentes.”
Segundo o estudo, são sobretudo o formato e as dimensões do crânio de Arsinoe que indicam que ela possuía características físicas de africana – e, se essa é a sua ascendência, pela lógica também deve ser a de sua irmã. É certo que seu ancestral Ptolomeu, que se tornou governante do Egito por ordem de Alexandre, o Grande, complica um pouco a situação pelo fato de ele ser da Macedônia. Mas análises antropológicas e arquitetônicas da tumba acabaram convencendo os especialistas de que Cleópatra realmente descendeu de negros e não corria sangue de macedônios em suas veias. “Tudo indica que ela tinha o rosto em formato alongado, traço típico de africanos da Antiguidade. Cleópatra possuía genes da raça negra”, diz Thuer.
A equipe de pesquisadores e historiadores, a partir daquilo (lenda ou não) que o tempo deixou registrado sobre Cleópatra, chegou a outra dedução – ou, talvez, ilação. Como ela maltratava as mulheres negras de seu séquito, chegando a experimentar nelas a força dos venenos dos quais se cercava, provavelmente renegava suas origens. Ela era culta e falava oito idiomas. No terreno da vaidade, costumava entregar-se a águas aromatizadas por plantas. Já nas negras, sangue de seu sangue, ela batia. Ou as matava. Falando-se em assassinato, também na semana passada ganhou força outra investigação histórica sobre Cleópatra. Arqueólogos acreditam que à época em que foi amante do general romano Marco Antônio, após a morte de Júlio César, ela ordenou que a irmã Arsinoe fosse morta para evitar uma futura disputa pelo trono egípcio. Ironicamente, é como se agora Arsinoe se vingasse através de sua milenar e carcomida ossada, revelando o fato do qual Cleópatra sempre se envergonhou: o de ser negra.


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Cientistas concluem que os ascendentes da sedutora rainha eram africanos - fato, aliás, do qual ela sempre se envergonhou

Pesquisadores da Academia Austríaca de Ciências analisaram na semana passada o crânio e demais partes do esqueleto de uma mulher que, estima-se, viveu há cerca de dois mil anos na Turquia. Existem duas fortes relevâncias arqueológicas e históricas desse estudo festejado pela comunidade científica. A primeira diz respeito ao fato de que essa ossada localizada numa tumba em Éfeso foi identificada como sendo de Arsinoe, irmã da lendária e sedutora Cleópatra (69 a. C. a 30 a. C.).
A segunda é que a descoberta põe um ponto final num dos mais instigantes mistérios: qual é a origem de Cleópatra? Pois bem, a partir das conclusões tiradas sobre Arsinoe, os pesquisadores agora afirmam que Cleópatra, mulher que encantou e influenciou os destinos dos imperadores romanos Júlio César, Marco Antônio e Otávio Augusto, era africana – precisamente, do norte da África. Coordenador do estudo, o cientista austríaco Hilke Thuer qualificou a descoberta como “uma das mais significativas” dos últimos tempos. E acrescentou: “Finalmente temos novas informações sobre a família de Cleópatra e seus ascendentes.”
Segundo o estudo, são sobretudo o formato e as dimensões do crânio de Arsinoe que indicam que ela possuía características físicas de africana – e, se essa é a sua ascendência, pela lógica também deve ser a de sua irmã. É certo que seu ancestral Ptolomeu, que se tornou governante do Egito por ordem de Alexandre, o Grande, complica um pouco a situação pelo fato de ele ser da Macedônia. Mas análises antropológicas e arquitetônicas da tumba acabaram convencendo os especialistas de que Cleópatra realmente descendeu de negros e não corria sangue de macedônios em suas veias. “Tudo indica que ela tinha o rosto em formato alongado, traço típico de africanos da Antiguidade. Cleópatra possuía genes da raça negra”, diz Thuer.
A equipe de pesquisadores e historiadores, a partir daquilo (lenda ou não) que o tempo deixou registrado sobre Cleópatra, chegou a outra dedução – ou, talvez, ilação. Como ela maltratava as mulheres negras de seu séquito, chegando a experimentar nelas a força dos venenos dos quais se cercava, provavelmente renegava suas origens. Ela era culta e falava oito idiomas. No terreno da vaidade, costumava entregar-se a águas aromatizadas por plantas. Já nas negras, sangue de seu sangue, ela batia. Ou as matava. Falando-se em assassinato, também na semana passada ganhou força outra investigação histórica sobre Cleópatra. Arqueólogos acreditam que à época em que foi amante do general romano Marco Antônio, após a morte de Júlio César, ela ordenou que a irmã Arsinoe fosse morta para evitar uma futura disputa pelo trono egípcio. Ironicamente, é como se agora Arsinoe se vingasse através de sua milenar e carcomida ossada, revelando o fato do qual Cleópatra sempre se envergonhou: o de ser negra.


fonte: ISTO É
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Cientistas concluem que os ascendentes da sedutora rainha eram africanos - fato, aliás, do qual ela sempre se envergonhou

Pesquisadores da Academia Austríaca de Ciências analisaram na semana passada o crânio e demais partes do esqueleto de uma mulher que, estima-se, viveu há cerca de dois mil anos na Turquia. Existem duas fortes relevâncias arqueológicas e históricas desse estudo festejado pela comunidade científica. A primeira diz respeito ao fato de que essa ossada localizada numa tumba em Éfeso foi identificada como sendo de Arsinoe, irmã da lendária e sedutora Cleópatra (69 a. C. a 30 a. C.).
A segunda é que a descoberta põe um ponto final num dos mais instigantes mistérios: qual é a origem de Cleópatra? Pois bem, a partir das conclusões tiradas sobre Arsinoe, os pesquisadores agora afirmam que Cleópatra, mulher que encantou e influenciou os destinos dos imperadores romanos Júlio César, Marco Antônio e Otávio Augusto, era africana – precisamente, do norte da África. Coordenador do estudo, o cientista austríaco Hilke Thuer qualificou a descoberta como “uma das mais significativas” dos últimos tempos. E acrescentou: “Finalmente temos novas informações sobre a família de Cleópatra e seus ascendentes.”
Segundo o estudo, são sobretudo o formato e as dimensões do crânio de Arsinoe que indicam que ela possuía características físicas de africana – e, se essa é a sua ascendência, pela lógica também deve ser a de sua irmã. É certo que seu ancestral Ptolomeu, que se tornou governante do Egito por ordem de Alexandre, o Grande, complica um pouco a situação pelo fato de ele ser da Macedônia. Mas análises antropológicas e arquitetônicas da tumba acabaram convencendo os especialistas de que Cleópatra realmente descendeu de negros e não corria sangue de macedônios em suas veias. “Tudo indica que ela tinha o rosto em formato alongado, traço típico de africanos da Antiguidade. Cleópatra possuía genes da raça negra”, diz Thuer.
A equipe de pesquisadores e historiadores, a partir daquilo (lenda ou não) que o tempo deixou registrado sobre Cleópatra, chegou a outra dedução – ou, talvez, ilação. Como ela maltratava as mulheres negras de seu séquito, chegando a experimentar nelas a força dos venenos dos quais se cercava, provavelmente renegava suas origens. Ela era culta e falava oito idiomas. No terreno da vaidade, costumava entregar-se a águas aromatizadas por plantas. Já nas negras, sangue de seu sangue, ela batia. Ou as matava. Falando-se em assassinato, também na semana passada ganhou força outra investigação histórica sobre Cleópatra. Arqueólogos acreditam que à época em que foi amante do general romano Marco Antônio, após a morte de Júlio César, ela ordenou que a irmã Arsinoe fosse morta para evitar uma futura disputa pelo trono egípcio. Ironicamente, é como se agora Arsinoe se vingasse através de sua milenar e carcomida ossada, revelando o fato do qual Cleópatra sempre se envergonhou: o de ser negra.


fonte: ISTO É
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CURITIBA - Um bebê com menos de uma semana de vida foi abandonado pela mãe em uma igreja em Marialva, em Maringá, Paraná, na noite de sábado. A criança foi deixada durante a missa e depois encaminhada para um abrigo. Segundo os fiéis, a mulher chegou e pediu para que alguém segurasse o bebê, pois iria até o carro buscar um cobertor. Contudo, não voltou mais.
No fim da tarde desta segunda-feira, no entanto, a mãe do garoto se apresentou à polícia, disse que estava arrependida e queria o filho de volta. O juiz então decidiu que vai devolver o menino à família.
O menino passou o fim de semana no Lar Abrigo da prefeitura e passa bem. Ele recebeu várias doações, como roupas e fraldas, e está sob responsabilidade de funcionários e voluntários. Virou o xodó de todos que visitam a criança e recebeu até um nome: Marcos Murilo. Vários casais manifestaram intenção de adotá-lo.


fonte: O GLOBO
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Surto de gripe suína começou no México e se espalhou por outros países

O infectologista Stefan Cunha Ujvari, autor do livro A história da humanidade contada pelos vírus, disse em entrevista à BBC Brasil que o país não está preparado para uma epidemia de gripe suína de alta taxa de mortalidade.
"Se (o vírus) tiver mortalidade baixa, não vai haver tanto impacto na população. Mas se a mortalidade for maior do que a do vírus da gripe normal, não vamos estar preparados", afirma Ujvari, que é médico do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo.
Na segunda-feira, o diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), José Agenor Álvares, afirmou que não há motivo para alarme no país. A Anvisa disse que o governo brasileiro vai utilizar o mesmo plano de contingência criado em 2006 para combater a gripe aviária, com monitoramento de passageiros provenientes de locais afetados pelo vírus e distribuição de folhetos explicativos sobre a doença.
Ujvari diz que as medidas anunciadas pelo governo são corretas, mas que mesmo assim é muito difícil que o vírus da gripe suína não chegue ao Brasil e, nesse caso, as filas nos hospitais públicos vão aumentar e não haverá leitos suficientes, "não apenas para internação, mas também para isolar os pacientes".
O especialista afirma também que os estoques de medicamentos no país não devem ser suficientes no caso de uma epidemia.
Mesmo sem precisar o número de leitos ou o estoque de medicamentos que seriam necessários para conter uma epidemia, Ujvari afirma que o país não tem estrutura para lidar com o problema. "Já é difícil tratar os casos de dengue."

Mortalidade

A gripe suína é causada por uma versão mutante do vírus H1N1. Diferentemente da gripe aviária, que era transmitida de animais para seres humanos, esse vírus se propaga de pessoa para pessoa.
Segundo Ujvari, ainda é preciso conhecer o vírus um pouco mais para saber sua taxa de mortalidade e o quanto é agressivo.
"O número de casos ainda é muito pequeno", diz o infectologista. "Começou a aumentar em uma região isolada, ganhou outras nações, outro continente. Está se alastrando, e vamos começar a ver os casos."
O atual surto de gripe suína começou no México, onde suspeita-se que mais de 150 pessoas tenham morrido em decorrência da doença, e já se espalhou por outros países.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) já elevou seu nível de alerta para 4, que representa um aumento significativo no risco de pandemia.
Na noite de segunda-feira, o Ministério da Saúde divulgou um comunicado em que afirma que "até o momento não há evidências" da ocorrência do vírus no Brasil.
"O Ministério da Saúde acompanha o estado de saúde de 11 viajantes procedentes de áreas afetadas que apresentaram alguns sintomas clínicos", diz a nota. "Até o momento, nenhuma dessas pessoas preenche a definição de caso suspeito."
De acordo com Ujvari, é essencial diagnosticar os casos rapidamente para conter o avanço do vírus e orientar a população.
Para o especialista, é provável também que haja muitos alertas falsos. "É o pânico da epidemia."

Alessandra Corrêa
Da BBC Brasil em São Paulo
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Surto de gripe suína começou no México e se espalhou por outros países

O infectologista Stefan Cunha Ujvari, autor do livro A história da humanidade contada pelos vírus, disse em entrevista à BBC Brasil que o país não está preparado para uma epidemia de gripe suína de alta taxa de mortalidade.
"Se (o vírus) tiver mortalidade baixa, não vai haver tanto impacto na população. Mas se a mortalidade for maior do que a do vírus da gripe normal, não vamos estar preparados", afirma Ujvari, que é médico do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo.
Na segunda-feira, o diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), José Agenor Álvares, afirmou que não há motivo para alarme no país. A Anvisa disse que o governo brasileiro vai utilizar o mesmo plano de contingência criado em 2006 para combater a gripe aviária, com monitoramento de passageiros provenientes de locais afetados pelo vírus e distribuição de folhetos explicativos sobre a doença.
Ujvari diz que as medidas anunciadas pelo governo são corretas, mas que mesmo assim é muito difícil que o vírus da gripe suína não chegue ao Brasil e, nesse caso, as filas nos hospitais públicos vão aumentar e não haverá leitos suficientes, "não apenas para internação, mas também para isolar os pacientes".
O especialista afirma também que os estoques de medicamentos no país não devem ser suficientes no caso de uma epidemia.
Mesmo sem precisar o número de leitos ou o estoque de medicamentos que seriam necessários para conter uma epidemia, Ujvari afirma que o país não tem estrutura para lidar com o problema. "Já é difícil tratar os casos de dengue."

Mortalidade

A gripe suína é causada por uma versão mutante do vírus H1N1. Diferentemente da gripe aviária, que era transmitida de animais para seres humanos, esse vírus se propaga de pessoa para pessoa.
Segundo Ujvari, ainda é preciso conhecer o vírus um pouco mais para saber sua taxa de mortalidade e o quanto é agressivo.
"O número de casos ainda é muito pequeno", diz o infectologista. "Começou a aumentar em uma região isolada, ganhou outras nações, outro continente. Está se alastrando, e vamos começar a ver os casos."
O atual surto de gripe suína começou no México, onde suspeita-se que mais de 150 pessoas tenham morrido em decorrência da doença, e já se espalhou por outros países.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) já elevou seu nível de alerta para 4, que representa um aumento significativo no risco de pandemia.
Na noite de segunda-feira, o Ministério da Saúde divulgou um comunicado em que afirma que "até o momento não há evidências" da ocorrência do vírus no Brasil.
"O Ministério da Saúde acompanha o estado de saúde de 11 viajantes procedentes de áreas afetadas que apresentaram alguns sintomas clínicos", diz a nota. "Até o momento, nenhuma dessas pessoas preenche a definição de caso suspeito."
De acordo com Ujvari, é essencial diagnosticar os casos rapidamente para conter o avanço do vírus e orientar a população.
Para o especialista, é provável também que haja muitos alertas falsos. "É o pânico da epidemia."

Alessandra Corrêa
Da BBC Brasil em São Paulo
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CURITIBA - Um bebê com menos de uma semana de vida foi abandonado pela mãe em uma igreja em Marialva, em Maringá, Paraná, na noite de sábado. A criança foi deixada durante a missa e depois encaminhada para um abrigo. Segundo os fiéis, a mulher chegou e pediu para que alguém segurasse o bebê, pois iria até o carro buscar um cobertor. Contudo, não voltou mais.
No fim da tarde desta segunda-feira, no entanto, a mãe do garoto se apresentou à polícia, disse que estava arrependida e queria o filho de volta. O juiz então decidiu que vai devolver o menino à família.
O menino passou o fim de semana no Lar Abrigo da prefeitura e passa bem. Ele recebeu várias doações, como roupas e fraldas, e está sob responsabilidade de funcionários e voluntários. Virou o xodó de todos que visitam a criança e recebeu até um nome: Marcos Murilo. Vários casais manifestaram intenção de adotá-lo.


fonte: O GLOBO
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Surto de gripe suína começou no México e se espalhou por outros países

O infectologista Stefan Cunha Ujvari, autor do livro A história da humanidade contada pelos vírus, disse em entrevista à BBC Brasil que o país não está preparado para uma epidemia de gripe suína de alta taxa de mortalidade.
"Se (o vírus) tiver mortalidade baixa, não vai haver tanto impacto na população. Mas se a mortalidade for maior do que a do vírus da gripe normal, não vamos estar preparados", afirma Ujvari, que é médico do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo.
Na segunda-feira, o diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), José Agenor Álvares, afirmou que não há motivo para alarme no país. A Anvisa disse que o governo brasileiro vai utilizar o mesmo plano de contingência criado em 2006 para combater a gripe aviária, com monitoramento de passageiros provenientes de locais afetados pelo vírus e distribuição de folhetos explicativos sobre a doença.
Ujvari diz que as medidas anunciadas pelo governo são corretas, mas que mesmo assim é muito difícil que o vírus da gripe suína não chegue ao Brasil e, nesse caso, as filas nos hospitais públicos vão aumentar e não haverá leitos suficientes, "não apenas para internação, mas também para isolar os pacientes".
O especialista afirma também que os estoques de medicamentos no país não devem ser suficientes no caso de uma epidemia.
Mesmo sem precisar o número de leitos ou o estoque de medicamentos que seriam necessários para conter uma epidemia, Ujvari afirma que o país não tem estrutura para lidar com o problema. "Já é difícil tratar os casos de dengue."

Mortalidade

A gripe suína é causada por uma versão mutante do vírus H1N1. Diferentemente da gripe aviária, que era transmitida de animais para seres humanos, esse vírus se propaga de pessoa para pessoa.
Segundo Ujvari, ainda é preciso conhecer o vírus um pouco mais para saber sua taxa de mortalidade e o quanto é agressivo.
"O número de casos ainda é muito pequeno", diz o infectologista. "Começou a aumentar em uma região isolada, ganhou outras nações, outro continente. Está se alastrando, e vamos começar a ver os casos."
O atual surto de gripe suína começou no México, onde suspeita-se que mais de 150 pessoas tenham morrido em decorrência da doença, e já se espalhou por outros países.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) já elevou seu nível de alerta para 4, que representa um aumento significativo no risco de pandemia.
Na noite de segunda-feira, o Ministério da Saúde divulgou um comunicado em que afirma que "até o momento não há evidências" da ocorrência do vírus no Brasil.
"O Ministério da Saúde acompanha o estado de saúde de 11 viajantes procedentes de áreas afetadas que apresentaram alguns sintomas clínicos", diz a nota. "Até o momento, nenhuma dessas pessoas preenche a definição de caso suspeito."
De acordo com Ujvari, é essencial diagnosticar os casos rapidamente para conter o avanço do vírus e orientar a população.
Para o especialista, é provável também que haja muitos alertas falsos. "É o pânico da epidemia."

Alessandra Corrêa
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CURITIBA - Um bebê com menos de uma semana de vida foi abandonado pela mãe em uma igreja em Marialva, em Maringá, Paraná, na noite de sábado. A criança foi deixada durante a missa e depois encaminhada para um abrigo. Segundo os fiéis, a mulher chegou e pediu para que alguém segurasse o bebê, pois iria até o carro buscar um cobertor. Contudo, não voltou mais.
No fim da tarde desta segunda-feira, no entanto, a mãe do garoto se apresentou à polícia, disse que estava arrependida e queria o filho de volta. O juiz então decidiu que vai devolver o menino à família.
O menino passou o fim de semana no Lar Abrigo da prefeitura e passa bem. Ele recebeu várias doações, como roupas e fraldas, e está sob responsabilidade de funcionários e voluntários. Virou o xodó de todos que visitam a criança e recebeu até um nome: Marcos Murilo. Vários casais manifestaram intenção de adotá-lo.


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Surto de gripe suína começou no México e se espalhou por outros países

O infectologista Stefan Cunha Ujvari, autor do livro A história da humanidade contada pelos vírus, disse em entrevista à BBC Brasil que o país não está preparado para uma epidemia de gripe suína de alta taxa de mortalidade.
"Se (o vírus) tiver mortalidade baixa, não vai haver tanto impacto na população. Mas se a mortalidade for maior do que a do vírus da gripe normal, não vamos estar preparados", afirma Ujvari, que é médico do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo.
Na segunda-feira, o diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), José Agenor Álvares, afirmou que não há motivo para alarme no país. A Anvisa disse que o governo brasileiro vai utilizar o mesmo plano de contingência criado em 2006 para combater a gripe aviária, com monitoramento de passageiros provenientes de locais afetados pelo vírus e distribuição de folhetos explicativos sobre a doença.
Ujvari diz que as medidas anunciadas pelo governo são corretas, mas que mesmo assim é muito difícil que o vírus da gripe suína não chegue ao Brasil e, nesse caso, as filas nos hospitais públicos vão aumentar e não haverá leitos suficientes, "não apenas para internação, mas também para isolar os pacientes".
O especialista afirma também que os estoques de medicamentos no país não devem ser suficientes no caso de uma epidemia.
Mesmo sem precisar o número de leitos ou o estoque de medicamentos que seriam necessários para conter uma epidemia, Ujvari afirma que o país não tem estrutura para lidar com o problema. "Já é difícil tratar os casos de dengue."

Mortalidade

A gripe suína é causada por uma versão mutante do vírus H1N1. Diferentemente da gripe aviária, que era transmitida de animais para seres humanos, esse vírus se propaga de pessoa para pessoa.
Segundo Ujvari, ainda é preciso conhecer o vírus um pouco mais para saber sua taxa de mortalidade e o quanto é agressivo.
"O número de casos ainda é muito pequeno", diz o infectologista. "Começou a aumentar em uma região isolada, ganhou outras nações, outro continente. Está se alastrando, e vamos começar a ver os casos."
O atual surto de gripe suína começou no México, onde suspeita-se que mais de 150 pessoas tenham morrido em decorrência da doença, e já se espalhou por outros países.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) já elevou seu nível de alerta para 4, que representa um aumento significativo no risco de pandemia.
Na noite de segunda-feira, o Ministério da Saúde divulgou um comunicado em que afirma que "até o momento não há evidências" da ocorrência do vírus no Brasil.
"O Ministério da Saúde acompanha o estado de saúde de 11 viajantes procedentes de áreas afetadas que apresentaram alguns sintomas clínicos", diz a nota. "Até o momento, nenhuma dessas pessoas preenche a definição de caso suspeito."
De acordo com Ujvari, é essencial diagnosticar os casos rapidamente para conter o avanço do vírus e orientar a população.
Para o especialista, é provável também que haja muitos alertas falsos. "É o pânico da epidemia."

Alessandra Corrêa
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CURITIBA - Um bebê com menos de uma semana de vida foi abandonado pela mãe em uma igreja em Marialva, em Maringá, Paraná, na noite de sábado. A criança foi deixada durante a missa e depois encaminhada para um abrigo. Segundo os fiéis, a mulher chegou e pediu para que alguém segurasse o bebê, pois iria até o carro buscar um cobertor. Contudo, não voltou mais.
No fim da tarde desta segunda-feira, no entanto, a mãe do garoto se apresentou à polícia, disse que estava arrependida e queria o filho de volta. O juiz então decidiu que vai devolver o menino à família.
O menino passou o fim de semana no Lar Abrigo da prefeitura e passa bem. Ele recebeu várias doações, como roupas e fraldas, e está sob responsabilidade de funcionários e voluntários. Virou o xodó de todos que visitam a criança e recebeu até um nome: Marcos Murilo. Vários casais manifestaram intenção de adotá-lo.


fonte: O GLOBO
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Surto de gripe suína começou no México e se espalhou por outros países

O infectologista Stefan Cunha Ujvari, autor do livro A história da humanidade contada pelos vírus, disse em entrevista à BBC Brasil que o país não está preparado para uma epidemia de gripe suína de alta taxa de mortalidade.
"Se (o vírus) tiver mortalidade baixa, não vai haver tanto impacto na população. Mas se a mortalidade for maior do que a do vírus da gripe normal, não vamos estar preparados", afirma Ujvari, que é médico do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo.
Na segunda-feira, o diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), José Agenor Álvares, afirmou que não há motivo para alarme no país. A Anvisa disse que o governo brasileiro vai utilizar o mesmo plano de contingência criado em 2006 para combater a gripe aviária, com monitoramento de passageiros provenientes de locais afetados pelo vírus e distribuição de folhetos explicativos sobre a doença.
Ujvari diz que as medidas anunciadas pelo governo são corretas, mas que mesmo assim é muito difícil que o vírus da gripe suína não chegue ao Brasil e, nesse caso, as filas nos hospitais públicos vão aumentar e não haverá leitos suficientes, "não apenas para internação, mas também para isolar os pacientes".
O especialista afirma também que os estoques de medicamentos no país não devem ser suficientes no caso de uma epidemia.
Mesmo sem precisar o número de leitos ou o estoque de medicamentos que seriam necessários para conter uma epidemia, Ujvari afirma que o país não tem estrutura para lidar com o problema. "Já é difícil tratar os casos de dengue."

Mortalidade

A gripe suína é causada por uma versão mutante do vírus H1N1. Diferentemente da gripe aviária, que era transmitida de animais para seres humanos, esse vírus se propaga de pessoa para pessoa.
Segundo Ujvari, ainda é preciso conhecer o vírus um pouco mais para saber sua taxa de mortalidade e o quanto é agressivo.
"O número de casos ainda é muito pequeno", diz o infectologista. "Começou a aumentar em uma região isolada, ganhou outras nações, outro continente. Está se alastrando, e vamos começar a ver os casos."
O atual surto de gripe suína começou no México, onde suspeita-se que mais de 150 pessoas tenham morrido em decorrência da doença, e já se espalhou por outros países.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) já elevou seu nível de alerta para 4, que representa um aumento significativo no risco de pandemia.
Na noite de segunda-feira, o Ministério da Saúde divulgou um comunicado em que afirma que "até o momento não há evidências" da ocorrência do vírus no Brasil.
"O Ministério da Saúde acompanha o estado de saúde de 11 viajantes procedentes de áreas afetadas que apresentaram alguns sintomas clínicos", diz a nota. "Até o momento, nenhuma dessas pessoas preenche a definição de caso suspeito."
De acordo com Ujvari, é essencial diagnosticar os casos rapidamente para conter o avanço do vírus e orientar a população.
Para o especialista, é provável também que haja muitos alertas falsos. "É o pânico da epidemia."

Alessandra Corrêa
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CURITIBA - Um bebê com menos de uma semana de vida foi abandonado pela mãe em uma igreja em Marialva, em Maringá, Paraná, na noite de sábado. A criança foi deixada durante a missa e depois encaminhada para um abrigo. Segundo os fiéis, a mulher chegou e pediu para que alguém segurasse o bebê, pois iria até o carro buscar um cobertor. Contudo, não voltou mais.
No fim da tarde desta segunda-feira, no entanto, a mãe do garoto se apresentou à polícia, disse que estava arrependida e queria o filho de volta. O juiz então decidiu que vai devolver o menino à família.
O menino passou o fim de semana no Lar Abrigo da prefeitura e passa bem. Ele recebeu várias doações, como roupas e fraldas, e está sob responsabilidade de funcionários e voluntários. Virou o xodó de todos que visitam a criança e recebeu até um nome: Marcos Murilo. Vários casais manifestaram intenção de adotá-lo.


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Surto de gripe suína começou no México e se espalhou por outros países

O infectologista Stefan Cunha Ujvari, autor do livro A história da humanidade contada pelos vírus, disse em entrevista à BBC Brasil que o país não está preparado para uma epidemia de gripe suína de alta taxa de mortalidade.
"Se (o vírus) tiver mortalidade baixa, não vai haver tanto impacto na população. Mas se a mortalidade for maior do que a do vírus da gripe normal, não vamos estar preparados", afirma Ujvari, que é médico do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo.
Na segunda-feira, o diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), José Agenor Álvares, afirmou que não há motivo para alarme no país. A Anvisa disse que o governo brasileiro vai utilizar o mesmo plano de contingência criado em 2006 para combater a gripe aviária, com monitoramento de passageiros provenientes de locais afetados pelo vírus e distribuição de folhetos explicativos sobre a doença.
Ujvari diz que as medidas anunciadas pelo governo são corretas, mas que mesmo assim é muito difícil que o vírus da gripe suína não chegue ao Brasil e, nesse caso, as filas nos hospitais públicos vão aumentar e não haverá leitos suficientes, "não apenas para internação, mas também para isolar os pacientes".
O especialista afirma também que os estoques de medicamentos no país não devem ser suficientes no caso de uma epidemia.
Mesmo sem precisar o número de leitos ou o estoque de medicamentos que seriam necessários para conter uma epidemia, Ujvari afirma que o país não tem estrutura para lidar com o problema. "Já é difícil tratar os casos de dengue."

Mortalidade

A gripe suína é causada por uma versão mutante do vírus H1N1. Diferentemente da gripe aviária, que era transmitida de animais para seres humanos, esse vírus se propaga de pessoa para pessoa.
Segundo Ujvari, ainda é preciso conhecer o vírus um pouco mais para saber sua taxa de mortalidade e o quanto é agressivo.
"O número de casos ainda é muito pequeno", diz o infectologista. "Começou a aumentar em uma região isolada, ganhou outras nações, outro continente. Está se alastrando, e vamos começar a ver os casos."
O atual surto de gripe suína começou no México, onde suspeita-se que mais de 150 pessoas tenham morrido em decorrência da doença, e já se espalhou por outros países.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) já elevou seu nível de alerta para 4, que representa um aumento significativo no risco de pandemia.
Na noite de segunda-feira, o Ministério da Saúde divulgou um comunicado em que afirma que "até o momento não há evidências" da ocorrência do vírus no Brasil.
"O Ministério da Saúde acompanha o estado de saúde de 11 viajantes procedentes de áreas afetadas que apresentaram alguns sintomas clínicos", diz a nota. "Até o momento, nenhuma dessas pessoas preenche a definição de caso suspeito."
De acordo com Ujvari, é essencial diagnosticar os casos rapidamente para conter o avanço do vírus e orientar a população.
Para o especialista, é provável também que haja muitos alertas falsos. "É o pânico da epidemia."

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CURITIBA - Um bebê com menos de uma semana de vida foi abandonado pela mãe em uma igreja em Marialva, em Maringá, Paraná, na noite de sábado. A criança foi deixada durante a missa e depois encaminhada para um abrigo. Segundo os fiéis, a mulher chegou e pediu para que alguém segurasse o bebê, pois iria até o carro buscar um cobertor. Contudo, não voltou mais.
No fim da tarde desta segunda-feira, no entanto, a mãe do garoto se apresentou à polícia, disse que estava arrependida e queria o filho de volta. O juiz então decidiu que vai devolver o menino à família.
O menino passou o fim de semana no Lar Abrigo da prefeitura e passa bem. Ele recebeu várias doações, como roupas e fraldas, e está sob responsabilidade de funcionários e voluntários. Virou o xodó de todos que visitam a criança e recebeu até um nome: Marcos Murilo. Vários casais manifestaram intenção de adotá-lo.


fonte: O GLOBO
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Surto de gripe suína começou no México e se espalhou por outros países

O infectologista Stefan Cunha Ujvari, autor do livro A história da humanidade contada pelos vírus, disse em entrevista à BBC Brasil que o país não está preparado para uma epidemia de gripe suína de alta taxa de mortalidade.
"Se (o vírus) tiver mortalidade baixa, não vai haver tanto impacto na população. Mas se a mortalidade for maior do que a do vírus da gripe normal, não vamos estar preparados", afirma Ujvari, que é médico do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo.
Na segunda-feira, o diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), José Agenor Álvares, afirmou que não há motivo para alarme no país. A Anvisa disse que o governo brasileiro vai utilizar o mesmo plano de contingência criado em 2006 para combater a gripe aviária, com monitoramento de passageiros provenientes de locais afetados pelo vírus e distribuição de folhetos explicativos sobre a doença.
Ujvari diz que as medidas anunciadas pelo governo são corretas, mas que mesmo assim é muito difícil que o vírus da gripe suína não chegue ao Brasil e, nesse caso, as filas nos hospitais públicos vão aumentar e não haverá leitos suficientes, "não apenas para internação, mas também para isolar os pacientes".
O especialista afirma também que os estoques de medicamentos no país não devem ser suficientes no caso de uma epidemia.
Mesmo sem precisar o número de leitos ou o estoque de medicamentos que seriam necessários para conter uma epidemia, Ujvari afirma que o país não tem estrutura para lidar com o problema. "Já é difícil tratar os casos de dengue."

Mortalidade

A gripe suína é causada por uma versão mutante do vírus H1N1. Diferentemente da gripe aviária, que era transmitida de animais para seres humanos, esse vírus se propaga de pessoa para pessoa.
Segundo Ujvari, ainda é preciso conhecer o vírus um pouco mais para saber sua taxa de mortalidade e o quanto é agressivo.
"O número de casos ainda é muito pequeno", diz o infectologista. "Começou a aumentar em uma região isolada, ganhou outras nações, outro continente. Está se alastrando, e vamos começar a ver os casos."
O atual surto de gripe suína começou no México, onde suspeita-se que mais de 150 pessoas tenham morrido em decorrência da doença, e já se espalhou por outros países.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) já elevou seu nível de alerta para 4, que representa um aumento significativo no risco de pandemia.
Na noite de segunda-feira, o Ministério da Saúde divulgou um comunicado em que afirma que "até o momento não há evidências" da ocorrência do vírus no Brasil.
"O Ministério da Saúde acompanha o estado de saúde de 11 viajantes procedentes de áreas afetadas que apresentaram alguns sintomas clínicos", diz a nota. "Até o momento, nenhuma dessas pessoas preenche a definição de caso suspeito."
De acordo com Ujvari, é essencial diagnosticar os casos rapidamente para conter o avanço do vírus e orientar a população.
Para o especialista, é provável também que haja muitos alertas falsos. "É o pânico da epidemia."

Alessandra Corrêa
Da BBC Brasil em São Paulo
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CURITIBA - Um bebê com menos de uma semana de vida foi abandonado pela mãe em uma igreja em Marialva, em Maringá, Paraná, na noite de sábado. A criança foi deixada durante a missa e depois encaminhada para um abrigo. Segundo os fiéis, a mulher chegou e pediu para que alguém segurasse o bebê, pois iria até o carro buscar um cobertor. Contudo, não voltou mais.
No fim da tarde desta segunda-feira, no entanto, a mãe do garoto se apresentou à polícia, disse que estava arrependida e queria o filho de volta. O juiz então decidiu que vai devolver o menino à família.
O menino passou o fim de semana no Lar Abrigo da prefeitura e passa bem. Ele recebeu várias doações, como roupas e fraldas, e está sob responsabilidade de funcionários e voluntários. Virou o xodó de todos que visitam a criança e recebeu até um nome: Marcos Murilo. Vários casais manifestaram intenção de adotá-lo.


fonte: O GLOBO
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Surto de gripe suína começou no México e se espalhou por outros países

O infectologista Stefan Cunha Ujvari, autor do livro A história da humanidade contada pelos vírus, disse em entrevista à BBC Brasil que o país não está preparado para uma epidemia de gripe suína de alta taxa de mortalidade.
"Se (o vírus) tiver mortalidade baixa, não vai haver tanto impacto na população. Mas se a mortalidade for maior do que a do vírus da gripe normal, não vamos estar preparados", afirma Ujvari, que é médico do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo.
Na segunda-feira, o diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), José Agenor Álvares, afirmou que não há motivo para alarme no país. A Anvisa disse que o governo brasileiro vai utilizar o mesmo plano de contingência criado em 2006 para combater a gripe aviária, com monitoramento de passageiros provenientes de locais afetados pelo vírus e distribuição de folhetos explicativos sobre a doença.
Ujvari diz que as medidas anunciadas pelo governo são corretas, mas que mesmo assim é muito difícil que o vírus da gripe suína não chegue ao Brasil e, nesse caso, as filas nos hospitais públicos vão aumentar e não haverá leitos suficientes, "não apenas para internação, mas também para isolar os pacientes".
O especialista afirma também que os estoques de medicamentos no país não devem ser suficientes no caso de uma epidemia.
Mesmo sem precisar o número de leitos ou o estoque de medicamentos que seriam necessários para conter uma epidemia, Ujvari afirma que o país não tem estrutura para lidar com o problema. "Já é difícil tratar os casos de dengue."

Mortalidade

A gripe suína é causada por uma versão mutante do vírus H1N1. Diferentemente da gripe aviária, que era transmitida de animais para seres humanos, esse vírus se propaga de pessoa para pessoa.
Segundo Ujvari, ainda é preciso conhecer o vírus um pouco mais para saber sua taxa de mortalidade e o quanto é agressivo.
"O número de casos ainda é muito pequeno", diz o infectologista. "Começou a aumentar em uma região isolada, ganhou outras nações, outro continente. Está se alastrando, e vamos começar a ver os casos."
O atual surto de gripe suína começou no México, onde suspeita-se que mais de 150 pessoas tenham morrido em decorrência da doença, e já se espalhou por outros países.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) já elevou seu nível de alerta para 4, que representa um aumento significativo no risco de pandemia.
Na noite de segunda-feira, o Ministério da Saúde divulgou um comunicado em que afirma que "até o momento não há evidências" da ocorrência do vírus no Brasil.
"O Ministério da Saúde acompanha o estado de saúde de 11 viajantes procedentes de áreas afetadas que apresentaram alguns sintomas clínicos", diz a nota. "Até o momento, nenhuma dessas pessoas preenche a definição de caso suspeito."
De acordo com Ujvari, é essencial diagnosticar os casos rapidamente para conter o avanço do vírus e orientar a população.
Para o especialista, é provável também que haja muitos alertas falsos. "É o pânico da epidemia."

Alessandra Corrêa
Da BBC Brasil em São Paulo
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CURITIBA - Um bebê com menos de uma semana de vida foi abandonado pela mãe em uma igreja em Marialva, em Maringá, Paraná, na noite de sábado. A criança foi deixada durante a missa e depois encaminhada para um abrigo. Segundo os fiéis, a mulher chegou e pediu para que alguém segurasse o bebê, pois iria até o carro buscar um cobertor. Contudo, não voltou mais.
No fim da tarde desta segunda-feira, no entanto, a mãe do garoto se apresentou à polícia, disse que estava arrependida e queria o filho de volta. O juiz então decidiu que vai devolver o menino à família.
O menino passou o fim de semana no Lar Abrigo da prefeitura e passa bem. Ele recebeu várias doações, como roupas e fraldas, e está sob responsabilidade de funcionários e voluntários. Virou o xodó de todos que visitam a criança e recebeu até um nome: Marcos Murilo. Vários casais manifestaram intenção de adotá-lo.


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Surto de gripe suína começou no México e se espalhou por outros países

O infectologista Stefan Cunha Ujvari, autor do livro A história da humanidade contada pelos vírus, disse em entrevista à BBC Brasil que o país não está preparado para uma epidemia de gripe suína de alta taxa de mortalidade.
"Se (o vírus) tiver mortalidade baixa, não vai haver tanto impacto na população. Mas se a mortalidade for maior do que a do vírus da gripe normal, não vamos estar preparados", afirma Ujvari, que é médico do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo.
Na segunda-feira, o diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), José Agenor Álvares, afirmou que não há motivo para alarme no país. A Anvisa disse que o governo brasileiro vai utilizar o mesmo plano de contingência criado em 2006 para combater a gripe aviária, com monitoramento de passageiros provenientes de locais afetados pelo vírus e distribuição de folhetos explicativos sobre a doença.
Ujvari diz que as medidas anunciadas pelo governo são corretas, mas que mesmo assim é muito difícil que o vírus da gripe suína não chegue ao Brasil e, nesse caso, as filas nos hospitais públicos vão aumentar e não haverá leitos suficientes, "não apenas para internação, mas também para isolar os pacientes".
O especialista afirma também que os estoques de medicamentos no país não devem ser suficientes no caso de uma epidemia.
Mesmo sem precisar o número de leitos ou o estoque de medicamentos que seriam necessários para conter uma epidemia, Ujvari afirma que o país não tem estrutura para lidar com o problema. "Já é difícil tratar os casos de dengue."

Mortalidade

A gripe suína é causada por uma versão mutante do vírus H1N1. Diferentemente da gripe aviária, que era transmitida de animais para seres humanos, esse vírus se propaga de pessoa para pessoa.
Segundo Ujvari, ainda é preciso conhecer o vírus um pouco mais para saber sua taxa de mortalidade e o quanto é agressivo.
"O número de casos ainda é muito pequeno", diz o infectologista. "Começou a aumentar em uma região isolada, ganhou outras nações, outro continente. Está se alastrando, e vamos começar a ver os casos."
O atual surto de gripe suína começou no México, onde suspeita-se que mais de 150 pessoas tenham morrido em decorrência da doença, e já se espalhou por outros países.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) já elevou seu nível de alerta para 4, que representa um aumento significativo no risco de pandemia.
Na noite de segunda-feira, o Ministério da Saúde divulgou um comunicado em que afirma que "até o momento não há evidências" da ocorrência do vírus no Brasil.
"O Ministério da Saúde acompanha o estado de saúde de 11 viajantes procedentes de áreas afetadas que apresentaram alguns sintomas clínicos", diz a nota. "Até o momento, nenhuma dessas pessoas preenche a definição de caso suspeito."
De acordo com Ujvari, é essencial diagnosticar os casos rapidamente para conter o avanço do vírus e orientar a população.
Para o especialista, é provável também que haja muitos alertas falsos. "É o pânico da epidemia."

Alessandra Corrêa
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CURITIBA - Um bebê com menos de uma semana de vida foi abandonado pela mãe em uma igreja em Marialva, em Maringá, Paraná, na noite de sábado. A criança foi deixada durante a missa e depois encaminhada para um abrigo. Segundo os fiéis, a mulher chegou e pediu para que alguém segurasse o bebê, pois iria até o carro buscar um cobertor. Contudo, não voltou mais.
No fim da tarde desta segunda-feira, no entanto, a mãe do garoto se apresentou à polícia, disse que estava arrependida e queria o filho de volta. O juiz então decidiu que vai devolver o menino à família.
O menino passou o fim de semana no Lar Abrigo da prefeitura e passa bem. Ele recebeu várias doações, como roupas e fraldas, e está sob responsabilidade de funcionários e voluntários. Virou o xodó de todos que visitam a criança e recebeu até um nome: Marcos Murilo. Vários casais manifestaram intenção de adotá-lo.


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Surto de gripe suína começou no México e se espalhou por outros países

O infectologista Stefan Cunha Ujvari, autor do livro A história da humanidade contada pelos vírus, disse em entrevista à BBC Brasil que o país não está preparado para uma epidemia de gripe suína de alta taxa de mortalidade.
"Se (o vírus) tiver mortalidade baixa, não vai haver tanto impacto na população. Mas se a mortalidade for maior do que a do vírus da gripe normal, não vamos estar preparados", afirma Ujvari, que é médico do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo.
Na segunda-feira, o diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), José Agenor Álvares, afirmou que não há motivo para alarme no país. A Anvisa disse que o governo brasileiro vai utilizar o mesmo plano de contingência criado em 2006 para combater a gripe aviária, com monitoramento de passageiros provenientes de locais afetados pelo vírus e distribuição de folhetos explicativos sobre a doença.
Ujvari diz que as medidas anunciadas pelo governo são corretas, mas que mesmo assim é muito difícil que o vírus da gripe suína não chegue ao Brasil e, nesse caso, as filas nos hospitais públicos vão aumentar e não haverá leitos suficientes, "não apenas para internação, mas também para isolar os pacientes".
O especialista afirma também que os estoques de medicamentos no país não devem ser suficientes no caso de uma epidemia.
Mesmo sem precisar o número de leitos ou o estoque de medicamentos que seriam necessários para conter uma epidemia, Ujvari afirma que o país não tem estrutura para lidar com o problema. "Já é difícil tratar os casos de dengue."

Mortalidade

A gripe suína é causada por uma versão mutante do vírus H1N1. Diferentemente da gripe aviária, que era transmitida de animais para seres humanos, esse vírus se propaga de pessoa para pessoa.
Segundo Ujvari, ainda é preciso conhecer o vírus um pouco mais para saber sua taxa de mortalidade e o quanto é agressivo.
"O número de casos ainda é muito pequeno", diz o infectologista. "Começou a aumentar em uma região isolada, ganhou outras nações, outro continente. Está se alastrando, e vamos começar a ver os casos."
O atual surto de gripe suína começou no México, onde suspeita-se que mais de 150 pessoas tenham morrido em decorrência da doença, e já se espalhou por outros países.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) já elevou seu nível de alerta para 4, que representa um aumento significativo no risco de pandemia.
Na noite de segunda-feira, o Ministério da Saúde divulgou um comunicado em que afirma que "até o momento não há evidências" da ocorrência do vírus no Brasil.
"O Ministério da Saúde acompanha o estado de saúde de 11 viajantes procedentes de áreas afetadas que apresentaram alguns sintomas clínicos", diz a nota. "Até o momento, nenhuma dessas pessoas preenche a definição de caso suspeito."
De acordo com Ujvari, é essencial diagnosticar os casos rapidamente para conter o avanço do vírus e orientar a população.
Para o especialista, é provável também que haja muitos alertas falsos. "É o pânico da epidemia."

Alessandra Corrêa
Da BBC Brasil em São Paulo
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CURITIBA - Um bebê com menos de uma semana de vida foi abandonado pela mãe em uma igreja em Marialva, em Maringá, Paraná, na noite de sábado. A criança foi deixada durante a missa e depois encaminhada para um abrigo. Segundo os fiéis, a mulher chegou e pediu para que alguém segurasse o bebê, pois iria até o carro buscar um cobertor. Contudo, não voltou mais.
No fim da tarde desta segunda-feira, no entanto, a mãe do garoto se apresentou à polícia, disse que estava arrependida e queria o filho de volta. O juiz então decidiu que vai devolver o menino à família.
O menino passou o fim de semana no Lar Abrigo da prefeitura e passa bem. Ele recebeu várias doações, como roupas e fraldas, e está sob responsabilidade de funcionários e voluntários. Virou o xodó de todos que visitam a criança e recebeu até um nome: Marcos Murilo. Vários casais manifestaram intenção de adotá-lo.


fonte: O GLOBO
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Crianças experimentaram McDonald’s aos seis meses de idade. ‘Eles estão sempre com fome e é mais fácil dar comida pronta’, disse mãe

A britânica Leanne Salt, 24, fez história como a mãe mais pesada de trigêmeos: foram 254 quilos no final da gravidez. Agora a mulher voltou a causar polêmica ao admitir que alimenta seus filhos de oito meses com fast food – incluindo lanches do McDonald’s e as tradicionais batata e peixe fritos da Inglaterra.
De acordo com o jornal “Daily Mail”, a mulher hoje com 190,5 quilos disse que seus filhos começaram a comer esse tipo de alimento aos seis meses – segundo o Ministério da Saúde, até essa idade a criança pode deixar de tomar somente leite materno, para consumir também alimentos complementares, como frutas, legumes, tubérculos e carne.
“Eles tinham seis meses quando comeram no McDonald’s pela primeira vez. Eles comeram nuggets, batatas e adoraram”, contou a mulher. “Eles também gostam de batata e peixe fritos.” Os bebês consomem em média 1.250 calorias por dia, ou quase o dobro do recomendado para sua idade. Eles, que nasceram prematuros, estão dentro do peso considerado ideal para sua idade.
Por conta do peso da mãe, os médicos tiveram um grande desafio em agosto do ano passado, durante o nascimento de Deanna, Daisy e Finlee. Foi necessária uma equipe com 68 pessoas e despesas de 200 mil libras (cerca de R$ 650 mil) pagas pelo Serviço Nacional de Saúde para realizar o parto – o valor incluiu uma mesa especial para a mulher ficar durante a cesárea.
Atualmente ela mora em Coventry e recebe benefícios do governo (227 libras, ou cerca de R$ 740 por semana). A mulher afirma que está muito ocupada para preparar refeições adequadas para os filhos ou fazer o trabalho de casa. “As crianças estão sempre com fome. Às vezes é mais fácil dar comida pronta para eles. Mas não é sempre que comem junk food [comida rápida e gordurosa]: às vezes faço algo no microondas para eles. Meus bebês são saudáveis”.
Geralmente, os bebês tomam uma mamadeira de leite às 5h30 e outra às 8h, quando também comem um bolinho com manteiga de café da manhã. O cardápio do almoço é torrada com ovo, purê de batata pronto com espaguete ou papinha de bebê, seguido por um pacote de salgadinho de queijo no início da tarde. Por volta das 16h, as crianças comem lasanha ou torta de microondas e tomam uma mamadeira de leite antes de dormir.


fonte:G1
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Crianças experimentaram McDonald’s aos seis meses de idade. ‘Eles estão sempre com fome e é mais fácil dar comida pronta’, disse mãe

A britânica Leanne Salt, 24, fez história como a mãe mais pesada de trigêmeos: foram 254 quilos no final da gravidez. Agora a mulher voltou a causar polêmica ao admitir que alimenta seus filhos de oito meses com fast food – incluindo lanches do McDonald’s e as tradicionais batata e peixe fritos da Inglaterra.
De acordo com o jornal “Daily Mail”, a mulher hoje com 190,5 quilos disse que seus filhos começaram a comer esse tipo de alimento aos seis meses – segundo o Ministério da Saúde, até essa idade a criança pode deixar de tomar somente leite materno, para consumir também alimentos complementares, como frutas, legumes, tubérculos e carne.
“Eles tinham seis meses quando comeram no McDonald’s pela primeira vez. Eles comeram nuggets, batatas e adoraram”, contou a mulher. “Eles também gostam de batata e peixe fritos.” Os bebês consomem em média 1.250 calorias por dia, ou quase o dobro do recomendado para sua idade. Eles, que nasceram prematuros, estão dentro do peso considerado ideal para sua idade.
Por conta do peso da mãe, os médicos tiveram um grande desafio em agosto do ano passado, durante o nascimento de Deanna, Daisy e Finlee. Foi necessária uma equipe com 68 pessoas e despesas de 200 mil libras (cerca de R$ 650 mil) pagas pelo Serviço Nacional de Saúde para realizar o parto – o valor incluiu uma mesa especial para a mulher ficar durante a cesárea.
Atualmente ela mora em Coventry e recebe benefícios do governo (227 libras, ou cerca de R$ 740 por semana). A mulher afirma que está muito ocupada para preparar refeições adequadas para os filhos ou fazer o trabalho de casa. “As crianças estão sempre com fome. Às vezes é mais fácil dar comida pronta para eles. Mas não é sempre que comem junk food [comida rápida e gordurosa]: às vezes faço algo no microondas para eles. Meus bebês são saudáveis”.
Geralmente, os bebês tomam uma mamadeira de leite às 5h30 e outra às 8h, quando também comem um bolinho com manteiga de café da manhã. O cardápio do almoço é torrada com ovo, purê de batata pronto com espaguete ou papinha de bebê, seguido por um pacote de salgadinho de queijo no início da tarde. Por volta das 16h, as crianças comem lasanha ou torta de microondas e tomam uma mamadeira de leite antes de dormir.


fonte:G1
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Crianças experimentaram McDonald’s aos seis meses de idade. ‘Eles estão sempre com fome e é mais fácil dar comida pronta’, disse mãe

A britânica Leanne Salt, 24, fez história como a mãe mais pesada de trigêmeos: foram 254 quilos no final da gravidez. Agora a mulher voltou a causar polêmica ao admitir que alimenta seus filhos de oito meses com fast food – incluindo lanches do McDonald’s e as tradicionais batata e peixe fritos da Inglaterra.
De acordo com o jornal “Daily Mail”, a mulher hoje com 190,5 quilos disse que seus filhos começaram a comer esse tipo de alimento aos seis meses – segundo o Ministério da Saúde, até essa idade a criança pode deixar de tomar somente leite materno, para consumir também alimentos complementares, como frutas, legumes, tubérculos e carne.
“Eles tinham seis meses quando comeram no McDonald’s pela primeira vez. Eles comeram nuggets, batatas e adoraram”, contou a mulher. “Eles também gostam de batata e peixe fritos.” Os bebês consomem em média 1.250 calorias por dia, ou quase o dobro do recomendado para sua idade. Eles, que nasceram prematuros, estão dentro do peso considerado ideal para sua idade.
Por conta do peso da mãe, os médicos tiveram um grande desafio em agosto do ano passado, durante o nascimento de Deanna, Daisy e Finlee. Foi necessária uma equipe com 68 pessoas e despesas de 200 mil libras (cerca de R$ 650 mil) pagas pelo Serviço Nacional de Saúde para realizar o parto – o valor incluiu uma mesa especial para a mulher ficar durante a cesárea.
Atualmente ela mora em Coventry e recebe benefícios do governo (227 libras, ou cerca de R$ 740 por semana). A mulher afirma que está muito ocupada para preparar refeições adequadas para os filhos ou fazer o trabalho de casa. “As crianças estão sempre com fome. Às vezes é mais fácil dar comida pronta para eles. Mas não é sempre que comem junk food [comida rápida e gordurosa]: às vezes faço algo no microondas para eles. Meus bebês são saudáveis”.
Geralmente, os bebês tomam uma mamadeira de leite às 5h30 e outra às 8h, quando também comem um bolinho com manteiga de café da manhã. O cardápio do almoço é torrada com ovo, purê de batata pronto com espaguete ou papinha de bebê, seguido por um pacote de salgadinho de queijo no início da tarde. Por volta das 16h, as crianças comem lasanha ou torta de microondas e tomam uma mamadeira de leite antes de dormir.


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A britânica Leanne Salt, 24, fez história como a mãe mais pesada de trigêmeos: foram 254 quilos no final da gravidez. Agora a mulher voltou a causar polêmica ao admitir que alimenta seus filhos de oito meses com fast food – incluindo lanches do McDonald’s e as tradicionais batata e peixe fritos da Inglaterra.
De acordo com o jornal “Daily Mail”, a mulher hoje com 190,5 quilos disse que seus filhos começaram a comer esse tipo de alimento aos seis meses – segundo o Ministério da Saúde, até essa idade a criança pode deixar de tomar somente leite materno, para consumir também alimentos complementares, como frutas, legumes, tubérculos e carne.
“Eles tinham seis meses quando comeram no McDonald’s pela primeira vez. Eles comeram nuggets, batatas e adoraram”, contou a mulher. “Eles também gostam de batata e peixe fritos.” Os bebês consomem em média 1.250 calorias por dia, ou quase o dobro do recomendado para sua idade. Eles, que nasceram prematuros, estão dentro do peso considerado ideal para sua idade.
Por conta do peso da mãe, os médicos tiveram um grande desafio em agosto do ano passado, durante o nascimento de Deanna, Daisy e Finlee. Foi necessária uma equipe com 68 pessoas e despesas de 200 mil libras (cerca de R$ 650 mil) pagas pelo Serviço Nacional de Saúde para realizar o parto – o valor incluiu uma mesa especial para a mulher ficar durante a cesárea.
Atualmente ela mora em Coventry e recebe benefícios do governo (227 libras, ou cerca de R$ 740 por semana). A mulher afirma que está muito ocupada para preparar refeições adequadas para os filhos ou fazer o trabalho de casa. “As crianças estão sempre com fome. Às vezes é mais fácil dar comida pronta para eles. Mas não é sempre que comem junk food [comida rápida e gordurosa]: às vezes faço algo no microondas para eles. Meus bebês são saudáveis”.
Geralmente, os bebês tomam uma mamadeira de leite às 5h30 e outra às 8h, quando também comem um bolinho com manteiga de café da manhã. O cardápio do almoço é torrada com ovo, purê de batata pronto com espaguete ou papinha de bebê, seguido por um pacote de salgadinho de queijo no início da tarde. Por volta das 16h, as crianças comem lasanha ou torta de microondas e tomam uma mamadeira de leite antes de dormir.


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De acordo com o jornal “Daily Mail”, a mulher hoje com 190,5 quilos disse que seus filhos começaram a comer esse tipo de alimento aos seis meses – segundo o Ministério da Saúde, até essa idade a criança pode deixar de tomar somente leite materno, para consumir também alimentos complementares, como frutas, legumes, tubérculos e carne.
“Eles tinham seis meses quando comeram no McDonald’s pela primeira vez. Eles comeram nuggets, batatas e adoraram”, contou a mulher. “Eles também gostam de batata e peixe fritos.” Os bebês consomem em média 1.250 calorias por dia, ou quase o dobro do recomendado para sua idade. Eles, que nasceram prematuros, estão dentro do peso considerado ideal para sua idade.
Por conta do peso da mãe, os médicos tiveram um grande desafio em agosto do ano passado, durante o nascimento de Deanna, Daisy e Finlee. Foi necessária uma equipe com 68 pessoas e despesas de 200 mil libras (cerca de R$ 650 mil) pagas pelo Serviço Nacional de Saúde para realizar o parto – o valor incluiu uma mesa especial para a mulher ficar durante a cesárea.
Atualmente ela mora em Coventry e recebe benefícios do governo (227 libras, ou cerca de R$ 740 por semana). A mulher afirma que está muito ocupada para preparar refeições adequadas para os filhos ou fazer o trabalho de casa. “As crianças estão sempre com fome. Às vezes é mais fácil dar comida pronta para eles. Mas não é sempre que comem junk food [comida rápida e gordurosa]: às vezes faço algo no microondas para eles. Meus bebês são saudáveis”.
Geralmente, os bebês tomam uma mamadeira de leite às 5h30 e outra às 8h, quando também comem um bolinho com manteiga de café da manhã. O cardápio do almoço é torrada com ovo, purê de batata pronto com espaguete ou papinha de bebê, seguido por um pacote de salgadinho de queijo no início da tarde. Por volta das 16h, as crianças comem lasanha ou torta de microondas e tomam uma mamadeira de leite antes de dormir.


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A britânica Leanne Salt, 24, fez história como a mãe mais pesada de trigêmeos: foram 254 quilos no final da gravidez. Agora a mulher voltou a causar polêmica ao admitir que alimenta seus filhos de oito meses com fast food – incluindo lanches do McDonald’s e as tradicionais batata e peixe fritos da Inglaterra.
De acordo com o jornal “Daily Mail”, a mulher hoje com 190,5 quilos disse que seus filhos começaram a comer esse tipo de alimento aos seis meses – segundo o Ministério da Saúde, até essa idade a criança pode deixar de tomar somente leite materno, para consumir também alimentos complementares, como frutas, legumes, tubérculos e carne.
“Eles tinham seis meses quando comeram no McDonald’s pela primeira vez. Eles comeram nuggets, batatas e adoraram”, contou a mulher. “Eles também gostam de batata e peixe fritos.” Os bebês consomem em média 1.250 calorias por dia, ou quase o dobro do recomendado para sua idade. Eles, que nasceram prematuros, estão dentro do peso considerado ideal para sua idade.
Por conta do peso da mãe, os médicos tiveram um grande desafio em agosto do ano passado, durante o nascimento de Deanna, Daisy e Finlee. Foi necessária uma equipe com 68 pessoas e despesas de 200 mil libras (cerca de R$ 650 mil) pagas pelo Serviço Nacional de Saúde para realizar o parto – o valor incluiu uma mesa especial para a mulher ficar durante a cesárea.
Atualmente ela mora em Coventry e recebe benefícios do governo (227 libras, ou cerca de R$ 740 por semana). A mulher afirma que está muito ocupada para preparar refeições adequadas para os filhos ou fazer o trabalho de casa. “As crianças estão sempre com fome. Às vezes é mais fácil dar comida pronta para eles. Mas não é sempre que comem junk food [comida rápida e gordurosa]: às vezes faço algo no microondas para eles. Meus bebês são saudáveis”.
Geralmente, os bebês tomam uma mamadeira de leite às 5h30 e outra às 8h, quando também comem um bolinho com manteiga de café da manhã. O cardápio do almoço é torrada com ovo, purê de batata pronto com espaguete ou papinha de bebê, seguido por um pacote de salgadinho de queijo no início da tarde. Por volta das 16h, as crianças comem lasanha ou torta de microondas e tomam uma mamadeira de leite antes de dormir.


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A britânica Leanne Salt, 24, fez história como a mãe mais pesada de trigêmeos: foram 254 quilos no final da gravidez. Agora a mulher voltou a causar polêmica ao admitir que alimenta seus filhos de oito meses com fast food – incluindo lanches do McDonald’s e as tradicionais batata e peixe fritos da Inglaterra.
De acordo com o jornal “Daily Mail”, a mulher hoje com 190,5 quilos disse que seus filhos começaram a comer esse tipo de alimento aos seis meses – segundo o Ministério da Saúde, até essa idade a criança pode deixar de tomar somente leite materno, para consumir também alimentos complementares, como frutas, legumes, tubérculos e carne.
“Eles tinham seis meses quando comeram no McDonald’s pela primeira vez. Eles comeram nuggets, batatas e adoraram”, contou a mulher. “Eles também gostam de batata e peixe fritos.” Os bebês consomem em média 1.250 calorias por dia, ou quase o dobro do recomendado para sua idade. Eles, que nasceram prematuros, estão dentro do peso considerado ideal para sua idade.
Por conta do peso da mãe, os médicos tiveram um grande desafio em agosto do ano passado, durante o nascimento de Deanna, Daisy e Finlee. Foi necessária uma equipe com 68 pessoas e despesas de 200 mil libras (cerca de R$ 650 mil) pagas pelo Serviço Nacional de Saúde para realizar o parto – o valor incluiu uma mesa especial para a mulher ficar durante a cesárea.
Atualmente ela mora em Coventry e recebe benefícios do governo (227 libras, ou cerca de R$ 740 por semana). A mulher afirma que está muito ocupada para preparar refeições adequadas para os filhos ou fazer o trabalho de casa. “As crianças estão sempre com fome. Às vezes é mais fácil dar comida pronta para eles. Mas não é sempre que comem junk food [comida rápida e gordurosa]: às vezes faço algo no microondas para eles. Meus bebês são saudáveis”.
Geralmente, os bebês tomam uma mamadeira de leite às 5h30 e outra às 8h, quando também comem um bolinho com manteiga de café da manhã. O cardápio do almoço é torrada com ovo, purê de batata pronto com espaguete ou papinha de bebê, seguido por um pacote de salgadinho de queijo no início da tarde. Por volta das 16h, as crianças comem lasanha ou torta de microondas e tomam uma mamadeira de leite antes de dormir.


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A britânica Leanne Salt, 24, fez história como a mãe mais pesada de trigêmeos: foram 254 quilos no final da gravidez. Agora a mulher voltou a causar polêmica ao admitir que alimenta seus filhos de oito meses com fast food – incluindo lanches do McDonald’s e as tradicionais batata e peixe fritos da Inglaterra.
De acordo com o jornal “Daily Mail”, a mulher hoje com 190,5 quilos disse que seus filhos começaram a comer esse tipo de alimento aos seis meses – segundo o Ministério da Saúde, até essa idade a criança pode deixar de tomar somente leite materno, para consumir também alimentos complementares, como frutas, legumes, tubérculos e carne.
“Eles tinham seis meses quando comeram no McDonald’s pela primeira vez. Eles comeram nuggets, batatas e adoraram”, contou a mulher. “Eles também gostam de batata e peixe fritos.” Os bebês consomem em média 1.250 calorias por dia, ou quase o dobro do recomendado para sua idade. Eles, que nasceram prematuros, estão dentro do peso considerado ideal para sua idade.
Por conta do peso da mãe, os médicos tiveram um grande desafio em agosto do ano passado, durante o nascimento de Deanna, Daisy e Finlee. Foi necessária uma equipe com 68 pessoas e despesas de 200 mil libras (cerca de R$ 650 mil) pagas pelo Serviço Nacional de Saúde para realizar o parto – o valor incluiu uma mesa especial para a mulher ficar durante a cesárea.
Atualmente ela mora em Coventry e recebe benefícios do governo (227 libras, ou cerca de R$ 740 por semana). A mulher afirma que está muito ocupada para preparar refeições adequadas para os filhos ou fazer o trabalho de casa. “As crianças estão sempre com fome. Às vezes é mais fácil dar comida pronta para eles. Mas não é sempre que comem junk food [comida rápida e gordurosa]: às vezes faço algo no microondas para eles. Meus bebês são saudáveis”.
Geralmente, os bebês tomam uma mamadeira de leite às 5h30 e outra às 8h, quando também comem um bolinho com manteiga de café da manhã. O cardápio do almoço é torrada com ovo, purê de batata pronto com espaguete ou papinha de bebê, seguido por um pacote de salgadinho de queijo no início da tarde. Por volta das 16h, as crianças comem lasanha ou torta de microondas e tomam uma mamadeira de leite antes de dormir.


fonte:G1
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Crianças experimentaram McDonald’s aos seis meses de idade. ‘Eles estão sempre com fome e é mais fácil dar comida pronta’, disse mãe

A britânica Leanne Salt, 24, fez história como a mãe mais pesada de trigêmeos: foram 254 quilos no final da gravidez. Agora a mulher voltou a causar polêmica ao admitir que alimenta seus filhos de oito meses com fast food – incluindo lanches do McDonald’s e as tradicionais batata e peixe fritos da Inglaterra.
De acordo com o jornal “Daily Mail”, a mulher hoje com 190,5 quilos disse que seus filhos começaram a comer esse tipo de alimento aos seis meses – segundo o Ministério da Saúde, até essa idade a criança pode deixar de tomar somente leite materno, para consumir também alimentos complementares, como frutas, legumes, tubérculos e carne.
“Eles tinham seis meses quando comeram no McDonald’s pela primeira vez. Eles comeram nuggets, batatas e adoraram”, contou a mulher. “Eles também gostam de batata e peixe fritos.” Os bebês consomem em média 1.250 calorias por dia, ou quase o dobro do recomendado para sua idade. Eles, que nasceram prematuros, estão dentro do peso considerado ideal para sua idade.
Por conta do peso da mãe, os médicos tiveram um grande desafio em agosto do ano passado, durante o nascimento de Deanna, Daisy e Finlee. Foi necessária uma equipe com 68 pessoas e despesas de 200 mil libras (cerca de R$ 650 mil) pagas pelo Serviço Nacional de Saúde para realizar o parto – o valor incluiu uma mesa especial para a mulher ficar durante a cesárea.
Atualmente ela mora em Coventry e recebe benefícios do governo (227 libras, ou cerca de R$ 740 por semana). A mulher afirma que está muito ocupada para preparar refeições adequadas para os filhos ou fazer o trabalho de casa. “As crianças estão sempre com fome. Às vezes é mais fácil dar comida pronta para eles. Mas não é sempre que comem junk food [comida rápida e gordurosa]: às vezes faço algo no microondas para eles. Meus bebês são saudáveis”.
Geralmente, os bebês tomam uma mamadeira de leite às 5h30 e outra às 8h, quando também comem um bolinho com manteiga de café da manhã. O cardápio do almoço é torrada com ovo, purê de batata pronto com espaguete ou papinha de bebê, seguido por um pacote de salgadinho de queijo no início da tarde. Por volta das 16h, as crianças comem lasanha ou torta de microondas e tomam uma mamadeira de leite antes de dormir.


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Crianças experimentaram McDonald’s aos seis meses de idade. ‘Eles estão sempre com fome e é mais fácil dar comida pronta’, disse mãe

A britânica Leanne Salt, 24, fez história como a mãe mais pesada de trigêmeos: foram 254 quilos no final da gravidez. Agora a mulher voltou a causar polêmica ao admitir que alimenta seus filhos de oito meses com fast food – incluindo lanches do McDonald’s e as tradicionais batata e peixe fritos da Inglaterra.
De acordo com o jornal “Daily Mail”, a mulher hoje com 190,5 quilos disse que seus filhos começaram a comer esse tipo de alimento aos seis meses – segundo o Ministério da Saúde, até essa idade a criança pode deixar de tomar somente leite materno, para consumir também alimentos complementares, como frutas, legumes, tubérculos e carne.
“Eles tinham seis meses quando comeram no McDonald’s pela primeira vez. Eles comeram nuggets, batatas e adoraram”, contou a mulher. “Eles também gostam de batata e peixe fritos.” Os bebês consomem em média 1.250 calorias por dia, ou quase o dobro do recomendado para sua idade. Eles, que nasceram prematuros, estão dentro do peso considerado ideal para sua idade.
Por conta do peso da mãe, os médicos tiveram um grande desafio em agosto do ano passado, durante o nascimento de Deanna, Daisy e Finlee. Foi necessária uma equipe com 68 pessoas e despesas de 200 mil libras (cerca de R$ 650 mil) pagas pelo Serviço Nacional de Saúde para realizar o parto – o valor incluiu uma mesa especial para a mulher ficar durante a cesárea.
Atualmente ela mora em Coventry e recebe benefícios do governo (227 libras, ou cerca de R$ 740 por semana). A mulher afirma que está muito ocupada para preparar refeições adequadas para os filhos ou fazer o trabalho de casa. “As crianças estão sempre com fome. Às vezes é mais fácil dar comida pronta para eles. Mas não é sempre que comem junk food [comida rápida e gordurosa]: às vezes faço algo no microondas para eles. Meus bebês são saudáveis”.
Geralmente, os bebês tomam uma mamadeira de leite às 5h30 e outra às 8h, quando também comem um bolinho com manteiga de café da manhã. O cardápio do almoço é torrada com ovo, purê de batata pronto com espaguete ou papinha de bebê, seguido por um pacote de salgadinho de queijo no início da tarde. Por volta das 16h, as crianças comem lasanha ou torta de microondas e tomam uma mamadeira de leite antes de dormir.


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Cinta elástica foi criada por estudante da Universidade de Nova York. Inventor disse ter criado serviço para tranquilizar familiares.

Um estudante da Universidade de Nova York criou, no ano passado, um aparelho para permitir que bebês participassem da internet antes mesmo de nascerem. Com a novidade, os movimentos feitos pelas crianças dentro da barriga da mãe são notificados no serviço de microblog Twitter.
A cinta elástica tem sensores e eletrônicos que emitem um sinal. Sempre que o bebê se mexe, a cinta emite um sinal. Quando chuta, por exemplo, a informação vai parar no Twitter. O inventor disse ter criado o serviço para monitorar a saúde dos bebês e tranquilizar a família toda. Criada em 2006, essa rede social baseada em mensagens instantâneas curtas, de até 140 letras, foi a primeira a popularizar o conceito de 'microblogging'. A idéia inicial do Twitter era permitir que os usuários informassem, de maneira rápida, o que estavam fazendo no momento em que navegavam pela internet. Atualmente, a ferramenta é usada para os internautas expressarem suas opiniões sobre os mais diversos assuntos e também para coberturas jornalísticas em tempo

fonte:G1
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Cinta elástica foi criada por estudante da Universidade de Nova York. Inventor disse ter criado serviço para tranquilizar familiares.

Um estudante da Universidade de Nova York criou, no ano passado, um aparelho para permitir que bebês participassem da internet antes mesmo de nascerem. Com a novidade, os movimentos feitos pelas crianças dentro da barriga da mãe são notificados no serviço de microblog Twitter.
A cinta elástica tem sensores e eletrônicos que emitem um sinal. Sempre que o bebê se mexe, a cinta emite um sinal. Quando chuta, por exemplo, a informação vai parar no Twitter. O inventor disse ter criado o serviço para monitorar a saúde dos bebês e tranquilizar a família toda. Criada em 2006, essa rede social baseada em mensagens instantâneas curtas, de até 140 letras, foi a primeira a popularizar o conceito de 'microblogging'. A idéia inicial do Twitter era permitir que os usuários informassem, de maneira rápida, o que estavam fazendo no momento em que navegavam pela internet. Atualmente, a ferramenta é usada para os internautas expressarem suas opiniões sobre os mais diversos assuntos e também para coberturas jornalísticas em tempo

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A cinta elástica tem sensores e eletrônicos que emitem um sinal. Sempre que o bebê se mexe, a cinta emite um sinal. Quando chuta, por exemplo, a informação vai parar no Twitter. O inventor disse ter criado o serviço para monitorar a saúde dos bebês e tranquilizar a família toda. Criada em 2006, essa rede social baseada em mensagens instantâneas curtas, de até 140 letras, foi a primeira a popularizar o conceito de 'microblogging'. A idéia inicial do Twitter era permitir que os usuários informassem, de maneira rápida, o que estavam fazendo no momento em que navegavam pela internet. Atualmente, a ferramenta é usada para os internautas expressarem suas opiniões sobre os mais diversos assuntos e também para coberturas jornalísticas em tempo

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A cinta elástica tem sensores e eletrônicos que emitem um sinal. Sempre que o bebê se mexe, a cinta emite um sinal. Quando chuta, por exemplo, a informação vai parar no Twitter. O inventor disse ter criado o serviço para monitorar a saúde dos bebês e tranquilizar a família toda. Criada em 2006, essa rede social baseada em mensagens instantâneas curtas, de até 140 letras, foi a primeira a popularizar o conceito de 'microblogging'. A idéia inicial do Twitter era permitir que os usuários informassem, de maneira rápida, o que estavam fazendo no momento em que navegavam pela internet. Atualmente, a ferramenta é usada para os internautas expressarem suas opiniões sobre os mais diversos assuntos e também para coberturas jornalísticas em tempo

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A cinta elástica tem sensores e eletrônicos que emitem um sinal. Sempre que o bebê se mexe, a cinta emite um sinal. Quando chuta, por exemplo, a informação vai parar no Twitter. O inventor disse ter criado o serviço para monitorar a saúde dos bebês e tranquilizar a família toda. Criada em 2006, essa rede social baseada em mensagens instantâneas curtas, de até 140 letras, foi a primeira a popularizar o conceito de 'microblogging'. A idéia inicial do Twitter era permitir que os usuários informassem, de maneira rápida, o que estavam fazendo no momento em que navegavam pela internet. Atualmente, a ferramenta é usada para os internautas expressarem suas opiniões sobre os mais diversos assuntos e também para coberturas jornalísticas em tempo

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A cinta elástica tem sensores e eletrônicos que emitem um sinal. Sempre que o bebê se mexe, a cinta emite um sinal. Quando chuta, por exemplo, a informação vai parar no Twitter. O inventor disse ter criado o serviço para monitorar a saúde dos bebês e tranquilizar a família toda. Criada em 2006, essa rede social baseada em mensagens instantâneas curtas, de até 140 letras, foi a primeira a popularizar o conceito de 'microblogging'. A idéia inicial do Twitter era permitir que os usuários informassem, de maneira rápida, o que estavam fazendo no momento em que navegavam pela internet. Atualmente, a ferramenta é usada para os internautas expressarem suas opiniões sobre os mais diversos assuntos e também para coberturas jornalísticas em tempo

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A cinta elástica tem sensores e eletrônicos que emitem um sinal. Sempre que o bebê se mexe, a cinta emite um sinal. Quando chuta, por exemplo, a informação vai parar no Twitter. O inventor disse ter criado o serviço para monitorar a saúde dos bebês e tranquilizar a família toda. Criada em 2006, essa rede social baseada em mensagens instantâneas curtas, de até 140 letras, foi a primeira a popularizar o conceito de 'microblogging'. A idéia inicial do Twitter era permitir que os usuários informassem, de maneira rápida, o que estavam fazendo no momento em que navegavam pela internet. Atualmente, a ferramenta é usada para os internautas expressarem suas opiniões sobre os mais diversos assuntos e também para coberturas jornalísticas em tempo

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A cinta elástica tem sensores e eletrônicos que emitem um sinal. Sempre que o bebê se mexe, a cinta emite um sinal. Quando chuta, por exemplo, a informação vai parar no Twitter. O inventor disse ter criado o serviço para monitorar a saúde dos bebês e tranquilizar a família toda. Criada em 2006, essa rede social baseada em mensagens instantâneas curtas, de até 140 letras, foi a primeira a popularizar o conceito de 'microblogging'. A idéia inicial do Twitter era permitir que os usuários informassem, de maneira rápida, o que estavam fazendo no momento em que navegavam pela internet. Atualmente, a ferramenta é usada para os internautas expressarem suas opiniões sobre os mais diversos assuntos e também para coberturas jornalísticas em tempo

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Animais receberam gene que os faz emitir luz vermelha fluorescente.Pesquisadores querem usar técnica para estudar doenças humanas.

Pesquisadores da Universidade Nacional de Seul, na Coreia do Sul, anunciaram a criação de uma ninhada de cãezinhos da raça beagle que são, ao mesmo tempo, clones e transgênicos. Os filhotes receberam um gene que contém a receita para a produção de uma proteína fluorescente vermelha, a qual brilha no escuro. A intenção dos cientistas é usar a técnica para produzir cães que sirvam como modelo para estudar doenças humanas
fonte:G1
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Animais receberam gene que os faz emitir luz vermelha fluorescente.Pesquisadores querem usar técnica para estudar doenças humanas.

Pesquisadores da Universidade Nacional de Seul, na Coreia do Sul, anunciaram a criação de uma ninhada de cãezinhos da raça beagle que são, ao mesmo tempo, clones e transgênicos. Os filhotes receberam um gene que contém a receita para a produção de uma proteína fluorescente vermelha, a qual brilha no escuro. A intenção dos cientistas é usar a técnica para produzir cães que sirvam como modelo para estudar doenças humanas
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Animais receberam gene que os faz emitir luz vermelha fluorescente.Pesquisadores querem usar técnica para estudar doenças humanas.

Pesquisadores da Universidade Nacional de Seul, na Coreia do Sul, anunciaram a criação de uma ninhada de cãezinhos da raça beagle que são, ao mesmo tempo, clones e transgênicos. Os filhotes receberam um gene que contém a receita para a produção de uma proteína fluorescente vermelha, a qual brilha no escuro. A intenção dos cientistas é usar a técnica para produzir cães que sirvam como modelo para estudar doenças humanas
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Animais receberam gene que os faz emitir luz vermelha fluorescente.Pesquisadores querem usar técnica para estudar doenças humanas.

Pesquisadores da Universidade Nacional de Seul, na Coreia do Sul, anunciaram a criação de uma ninhada de cãezinhos da raça beagle que são, ao mesmo tempo, clones e transgênicos. Os filhotes receberam um gene que contém a receita para a produção de uma proteína fluorescente vermelha, a qual brilha no escuro. A intenção dos cientistas é usar a técnica para produzir cães que sirvam como modelo para estudar doenças humanas
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Animais receberam gene que os faz emitir luz vermelha fluorescente.Pesquisadores querem usar técnica para estudar doenças humanas.

Pesquisadores da Universidade Nacional de Seul, na Coreia do Sul, anunciaram a criação de uma ninhada de cãezinhos da raça beagle que são, ao mesmo tempo, clones e transgênicos. Os filhotes receberam um gene que contém a receita para a produção de uma proteína fluorescente vermelha, a qual brilha no escuro. A intenção dos cientistas é usar a técnica para produzir cães que sirvam como modelo para estudar doenças humanas
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Pesquisadores da Universidade Nacional de Seul, na Coreia do Sul, anunciaram a criação de uma ninhada de cãezinhos da raça beagle que são, ao mesmo tempo, clones e transgênicos. Os filhotes receberam um gene que contém a receita para a produção de uma proteína fluorescente vermelha, a qual brilha no escuro. A intenção dos cientistas é usar a técnica para produzir cães que sirvam como modelo para estudar doenças humanas
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Animais receberam gene que os faz emitir luz vermelha fluorescente.Pesquisadores querem usar técnica para estudar doenças humanas.

Pesquisadores da Universidade Nacional de Seul, na Coreia do Sul, anunciaram a criação de uma ninhada de cãezinhos da raça beagle que são, ao mesmo tempo, clones e transgênicos. Os filhotes receberam um gene que contém a receita para a produção de uma proteína fluorescente vermelha, a qual brilha no escuro. A intenção dos cientistas é usar a técnica para produzir cães que sirvam como modelo para estudar doenças humanas
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RECIFE - As polícias Civil e Militar de Pernambuco deflagraram nesta terça-feira uma ação para prender pessoas suspeitas de integrar um grupo de extermínio que atuaria também em tráfico de drogas, roubo, comércio e porte ilegal de armas e munições, corrupção de menores e crimes correlatos à pedofilia. A operação, batizada de Athena, cumpre 22 mandados de prisão, entre preventiva e temporária, e três mandados de buscas e apreensão. Nove pessoas já foram presas e foram cumpridos os três mandados de busca e apreensão.
De acordo com a polícia, o grupo criminoso agia principalmente na capital Recife. Mas as ações se estenderam às cidades de Moreno e Igarassu, na Região Metropolitana de Recife, e também Pombos e Carpina, na Zona da Mata do estado.
As investigações tiveram início a cerca de cinco meses e foram conduzidas pelo Departamento de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP).


FONTE: O GLOBO
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:37  comentar

RECIFE - As polícias Civil e Militar de Pernambuco deflagraram nesta terça-feira uma ação para prender pessoas suspeitas de integrar um grupo de extermínio que atuaria também em tráfico de drogas, roubo, comércio e porte ilegal de armas e munições, corrupção de menores e crimes correlatos à pedofilia. A operação, batizada de Athena, cumpre 22 mandados de prisão, entre preventiva e temporária, e três mandados de buscas e apreensão. Nove pessoas já foram presas e foram cumpridos os três mandados de busca e apreensão.
De acordo com a polícia, o grupo criminoso agia principalmente na capital Recife. Mas as ações se estenderam às cidades de Moreno e Igarassu, na Região Metropolitana de Recife, e também Pombos e Carpina, na Zona da Mata do estado.
As investigações tiveram início a cerca de cinco meses e foram conduzidas pelo Departamento de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP).


FONTE: O GLOBO
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RECIFE - As polícias Civil e Militar de Pernambuco deflagraram nesta terça-feira uma ação para prender pessoas suspeitas de integrar um grupo de extermínio que atuaria também em tráfico de drogas, roubo, comércio e porte ilegal de armas e munições, corrupção de menores e crimes correlatos à pedofilia. A operação, batizada de Athena, cumpre 22 mandados de prisão, entre preventiva e temporária, e três mandados de buscas e apreensão. Nove pessoas já foram presas e foram cumpridos os três mandados de busca e apreensão.
De acordo com a polícia, o grupo criminoso agia principalmente na capital Recife. Mas as ações se estenderam às cidades de Moreno e Igarassu, na Região Metropolitana de Recife, e também Pombos e Carpina, na Zona da Mata do estado.
As investigações tiveram início a cerca de cinco meses e foram conduzidas pelo Departamento de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP).


FONTE: O GLOBO
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RECIFE - As polícias Civil e Militar de Pernambuco deflagraram nesta terça-feira uma ação para prender pessoas suspeitas de integrar um grupo de extermínio que atuaria também em tráfico de drogas, roubo, comércio e porte ilegal de armas e munições, corrupção de menores e crimes correlatos à pedofilia. A operação, batizada de Athena, cumpre 22 mandados de prisão, entre preventiva e temporária, e três mandados de buscas e apreensão. Nove pessoas já foram presas e foram cumpridos os três mandados de busca e apreensão.
De acordo com a polícia, o grupo criminoso agia principalmente na capital Recife. Mas as ações se estenderam às cidades de Moreno e Igarassu, na Região Metropolitana de Recife, e também Pombos e Carpina, na Zona da Mata do estado.
As investigações tiveram início a cerca de cinco meses e foram conduzidas pelo Departamento de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP).


FONTE: O GLOBO
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RECIFE - As polícias Civil e Militar de Pernambuco deflagraram nesta terça-feira uma ação para prender pessoas suspeitas de integrar um grupo de extermínio que atuaria também em tráfico de drogas, roubo, comércio e porte ilegal de armas e munições, corrupção de menores e crimes correlatos à pedofilia. A operação, batizada de Athena, cumpre 22 mandados de prisão, entre preventiva e temporária, e três mandados de buscas e apreensão. Nove pessoas já foram presas e foram cumpridos os três mandados de busca e apreensão.
De acordo com a polícia, o grupo criminoso agia principalmente na capital Recife. Mas as ações se estenderam às cidades de Moreno e Igarassu, na Região Metropolitana de Recife, e também Pombos e Carpina, na Zona da Mata do estado.
As investigações tiveram início a cerca de cinco meses e foram conduzidas pelo Departamento de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP).


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RECIFE - As polícias Civil e Militar de Pernambuco deflagraram nesta terça-feira uma ação para prender pessoas suspeitas de integrar um grupo de extermínio que atuaria também em tráfico de drogas, roubo, comércio e porte ilegal de armas e munições, corrupção de menores e crimes correlatos à pedofilia. A operação, batizada de Athena, cumpre 22 mandados de prisão, entre preventiva e temporária, e três mandados de buscas e apreensão. Nove pessoas já foram presas e foram cumpridos os três mandados de busca e apreensão.
De acordo com a polícia, o grupo criminoso agia principalmente na capital Recife. Mas as ações se estenderam às cidades de Moreno e Igarassu, na Região Metropolitana de Recife, e também Pombos e Carpina, na Zona da Mata do estado.
As investigações tiveram início a cerca de cinco meses e foram conduzidas pelo Departamento de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP).


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RECIFE - As polícias Civil e Militar de Pernambuco deflagraram nesta terça-feira uma ação para prender pessoas suspeitas de integrar um grupo de extermínio que atuaria também em tráfico de drogas, roubo, comércio e porte ilegal de armas e munições, corrupção de menores e crimes correlatos à pedofilia. A operação, batizada de Athena, cumpre 22 mandados de prisão, entre preventiva e temporária, e três mandados de buscas e apreensão. Nove pessoas já foram presas e foram cumpridos os três mandados de busca e apreensão.
De acordo com a polícia, o grupo criminoso agia principalmente na capital Recife. Mas as ações se estenderam às cidades de Moreno e Igarassu, na Região Metropolitana de Recife, e também Pombos e Carpina, na Zona da Mata do estado.
As investigações tiveram início a cerca de cinco meses e foram conduzidas pelo Departamento de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP).


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RECIFE - As polícias Civil e Militar de Pernambuco deflagraram nesta terça-feira uma ação para prender pessoas suspeitas de integrar um grupo de extermínio que atuaria também em tráfico de drogas, roubo, comércio e porte ilegal de armas e munições, corrupção de menores e crimes correlatos à pedofilia. A operação, batizada de Athena, cumpre 22 mandados de prisão, entre preventiva e temporária, e três mandados de buscas e apreensão. Nove pessoas já foram presas e foram cumpridos os três mandados de busca e apreensão.
De acordo com a polícia, o grupo criminoso agia principalmente na capital Recife. Mas as ações se estenderam às cidades de Moreno e Igarassu, na Região Metropolitana de Recife, e também Pombos e Carpina, na Zona da Mata do estado.
As investigações tiveram início a cerca de cinco meses e foram conduzidas pelo Departamento de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP).


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RECIFE - As polícias Civil e Militar de Pernambuco deflagraram nesta terça-feira uma ação para prender pessoas suspeitas de integrar um grupo de extermínio que atuaria também em tráfico de drogas, roubo, comércio e porte ilegal de armas e munições, corrupção de menores e crimes correlatos à pedofilia. A operação, batizada de Athena, cumpre 22 mandados de prisão, entre preventiva e temporária, e três mandados de buscas e apreensão. Nove pessoas já foram presas e foram cumpridos os três mandados de busca e apreensão.
De acordo com a polícia, o grupo criminoso agia principalmente na capital Recife. Mas as ações se estenderam às cidades de Moreno e Igarassu, na Região Metropolitana de Recife, e também Pombos e Carpina, na Zona da Mata do estado.
As investigações tiveram início a cerca de cinco meses e foram conduzidas pelo Departamento de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP).


FONTE: O GLOBO
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RECIFE - As polícias Civil e Militar de Pernambuco deflagraram nesta terça-feira uma ação para prender pessoas suspeitas de integrar um grupo de extermínio que atuaria também em tráfico de drogas, roubo, comércio e porte ilegal de armas e munições, corrupção de menores e crimes correlatos à pedofilia. A operação, batizada de Athena, cumpre 22 mandados de prisão, entre preventiva e temporária, e três mandados de buscas e apreensão. Nove pessoas já foram presas e foram cumpridos os três mandados de busca e apreensão.
De acordo com a polícia, o grupo criminoso agia principalmente na capital Recife. Mas as ações se estenderam às cidades de Moreno e Igarassu, na Região Metropolitana de Recife, e também Pombos e Carpina, na Zona da Mata do estado.
As investigações tiveram início a cerca de cinco meses e foram conduzidas pelo Departamento de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP).


FONTE: O GLOBO
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E já não chegava a gripe aviária agora temos a gripe suína!!! O Google Maps está apresentando relatórios e pontos dos focos da gripe suína no mundo. Os pontos encontrados são marcados no mapa e relatados para os visitantes. Já existem casos no México, Estados Unidos, Canadá, Espanha, Colômbia, entre outros. No Brasil, apenas um casal foi internado em MG com suspeitas, eles voltaram a pouco tempo de Cancun, no México.
Funciona assim: os roxos são casos confirmados, os rosas as suspeitas e os amarelos os negativos. Os marcadores sem uma bolinha preta no meio indicam mortes.
O caso brasileiro, ainda é uma suspeita, não consta no mapa, mas pode ser que seja questão tempo.
Clique aqui para acessar o mapa com todos os relatos da doença
fonte: A FOLHA on Line
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E já não chegava a gripe aviária agora temos a gripe suína!!! O Google Maps está apresentando relatórios e pontos dos focos da gripe suína no mundo. Os pontos encontrados são marcados no mapa e relatados para os visitantes. Já existem casos no México, Estados Unidos, Canadá, Espanha, Colômbia, entre outros. No Brasil, apenas um casal foi internado em MG com suspeitas, eles voltaram a pouco tempo de Cancun, no México.
Funciona assim: os roxos são casos confirmados, os rosas as suspeitas e os amarelos os negativos. Os marcadores sem uma bolinha preta no meio indicam mortes.
O caso brasileiro, ainda é uma suspeita, não consta no mapa, mas pode ser que seja questão tempo.
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E já não chegava a gripe aviária agora temos a gripe suína!!! O Google Maps está apresentando relatórios e pontos dos focos da gripe suína no mundo. Os pontos encontrados são marcados no mapa e relatados para os visitantes. Já existem casos no México, Estados Unidos, Canadá, Espanha, Colômbia, entre outros. No Brasil, apenas um casal foi internado em MG com suspeitas, eles voltaram a pouco tempo de Cancun, no México.
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O pai de um aluno foi baleado dentro de uma escola estadual na zona norte de São Paulo no final da tarde desta segunda-feira, de acordo com a Polícia Militar. Ele morreu no pronto-socorro.
De acordo com informações preliminares da PM, o crime ocorreu por volta das 17h30, na escola estadual Carlos Borba, na rua Joana Pedroso dos Santos, no Jardim Shangrilá. Um homem entrou correndo na escola e teria baleado o pai do aluno, de 25 anos.
O homem foi encaminhado para o pronto-socorro de Taipas onde morreu. A PM não soube informar as circunstâncias em que o homem foi baleado. O caso foi encaminhado para registro no 74ºDP (Jaraguá).
A Secretaria Estadual de Educação lamentou o crime e afirmou que o caso está sendo investigado pela Polícia Civil. O órgão, no entanto, não soube informar se a escola deve adotar novas medidas de segurança após o ocorrido.


fonte: FOLHA on Line
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O pai de um aluno foi baleado dentro de uma escola estadual na zona norte de São Paulo no final da tarde desta segunda-feira, de acordo com a Polícia Militar. Ele morreu no pronto-socorro.
De acordo com informações preliminares da PM, o crime ocorreu por volta das 17h30, na escola estadual Carlos Borba, na rua Joana Pedroso dos Santos, no Jardim Shangrilá. Um homem entrou correndo na escola e teria baleado o pai do aluno, de 25 anos.
O homem foi encaminhado para o pronto-socorro de Taipas onde morreu. A PM não soube informar as circunstâncias em que o homem foi baleado. O caso foi encaminhado para registro no 74ºDP (Jaraguá).
A Secretaria Estadual de Educação lamentou o crime e afirmou que o caso está sendo investigado pela Polícia Civil. O órgão, no entanto, não soube informar se a escola deve adotar novas medidas de segurança após o ocorrido.


fonte: FOLHA on Line
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O pai de um aluno foi baleado dentro de uma escola estadual na zona norte de São Paulo no final da tarde desta segunda-feira, de acordo com a Polícia Militar. Ele morreu no pronto-socorro.
De acordo com informações preliminares da PM, o crime ocorreu por volta das 17h30, na escola estadual Carlos Borba, na rua Joana Pedroso dos Santos, no Jardim Shangrilá. Um homem entrou correndo na escola e teria baleado o pai do aluno, de 25 anos.
O homem foi encaminhado para o pronto-socorro de Taipas onde morreu. A PM não soube informar as circunstâncias em que o homem foi baleado. O caso foi encaminhado para registro no 74ºDP (Jaraguá).
A Secretaria Estadual de Educação lamentou o crime e afirmou que o caso está sendo investigado pela Polícia Civil. O órgão, no entanto, não soube informar se a escola deve adotar novas medidas de segurança após o ocorrido.


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O pai de um aluno foi baleado dentro de uma escola estadual na zona norte de São Paulo no final da tarde desta segunda-feira, de acordo com a Polícia Militar. Ele morreu no pronto-socorro.
De acordo com informações preliminares da PM, o crime ocorreu por volta das 17h30, na escola estadual Carlos Borba, na rua Joana Pedroso dos Santos, no Jardim Shangrilá. Um homem entrou correndo na escola e teria baleado o pai do aluno, de 25 anos.
O homem foi encaminhado para o pronto-socorro de Taipas onde morreu. A PM não soube informar as circunstâncias em que o homem foi baleado. O caso foi encaminhado para registro no 74ºDP (Jaraguá).
A Secretaria Estadual de Educação lamentou o crime e afirmou que o caso está sendo investigado pela Polícia Civil. O órgão, no entanto, não soube informar se a escola deve adotar novas medidas de segurança após o ocorrido.


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O pai de um aluno foi baleado dentro de uma escola estadual na zona norte de São Paulo no final da tarde desta segunda-feira, de acordo com a Polícia Militar. Ele morreu no pronto-socorro.
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O homem foi encaminhado para o pronto-socorro de Taipas onde morreu. A PM não soube informar as circunstâncias em que o homem foi baleado. O caso foi encaminhado para registro no 74ºDP (Jaraguá).
A Secretaria Estadual de Educação lamentou o crime e afirmou que o caso está sendo investigado pela Polícia Civil. O órgão, no entanto, não soube informar se a escola deve adotar novas medidas de segurança após o ocorrido.


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O pai de um aluno foi baleado dentro de uma escola estadual na zona norte de São Paulo no final da tarde desta segunda-feira, de acordo com a Polícia Militar. Ele morreu no pronto-socorro.
De acordo com informações preliminares da PM, o crime ocorreu por volta das 17h30, na escola estadual Carlos Borba, na rua Joana Pedroso dos Santos, no Jardim Shangrilá. Um homem entrou correndo na escola e teria baleado o pai do aluno, de 25 anos.
O homem foi encaminhado para o pronto-socorro de Taipas onde morreu. A PM não soube informar as circunstâncias em que o homem foi baleado. O caso foi encaminhado para registro no 74ºDP (Jaraguá).
A Secretaria Estadual de Educação lamentou o crime e afirmou que o caso está sendo investigado pela Polícia Civil. O órgão, no entanto, não soube informar se a escola deve adotar novas medidas de segurança após o ocorrido.


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O pai de um aluno foi baleado dentro de uma escola estadual na zona norte de São Paulo no final da tarde desta segunda-feira, de acordo com a Polícia Militar. Ele morreu no pronto-socorro.
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O homem foi encaminhado para o pronto-socorro de Taipas onde morreu. A PM não soube informar as circunstâncias em que o homem foi baleado. O caso foi encaminhado para registro no 74ºDP (Jaraguá).
A Secretaria Estadual de Educação lamentou o crime e afirmou que o caso está sendo investigado pela Polícia Civil. O órgão, no entanto, não soube informar se a escola deve adotar novas medidas de segurança após o ocorrido.


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O homem foi encaminhado para o pronto-socorro de Taipas onde morreu. A PM não soube informar as circunstâncias em que o homem foi baleado. O caso foi encaminhado para registro no 74ºDP (Jaraguá).
A Secretaria Estadual de Educação lamentou o crime e afirmou que o caso está sendo investigado pela Polícia Civil. O órgão, no entanto, não soube informar se a escola deve adotar novas medidas de segurança após o ocorrido.


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O pai de um aluno foi baleado dentro de uma escola estadual na zona norte de São Paulo no final da tarde desta segunda-feira, de acordo com a Polícia Militar. Ele morreu no pronto-socorro.
De acordo com informações preliminares da PM, o crime ocorreu por volta das 17h30, na escola estadual Carlos Borba, na rua Joana Pedroso dos Santos, no Jardim Shangrilá. Um homem entrou correndo na escola e teria baleado o pai do aluno, de 25 anos.
O homem foi encaminhado para o pronto-socorro de Taipas onde morreu. A PM não soube informar as circunstâncias em que o homem foi baleado. O caso foi encaminhado para registro no 74ºDP (Jaraguá).
A Secretaria Estadual de Educação lamentou o crime e afirmou que o caso está sendo investigado pela Polícia Civil. O órgão, no entanto, não soube informar se a escola deve adotar novas medidas de segurança após o ocorrido.


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O pai de um aluno foi baleado dentro de uma escola estadual na zona norte de São Paulo no final da tarde desta segunda-feira, de acordo com a Polícia Militar. Ele morreu no pronto-socorro.
De acordo com informações preliminares da PM, o crime ocorreu por volta das 17h30, na escola estadual Carlos Borba, na rua Joana Pedroso dos Santos, no Jardim Shangrilá. Um homem entrou correndo na escola e teria baleado o pai do aluno, de 25 anos.
O homem foi encaminhado para o pronto-socorro de Taipas onde morreu. A PM não soube informar as circunstâncias em que o homem foi baleado. O caso foi encaminhado para registro no 74ºDP (Jaraguá).
A Secretaria Estadual de Educação lamentou o crime e afirmou que o caso está sendo investigado pela Polícia Civil. O órgão, no entanto, não soube informar se a escola deve adotar novas medidas de segurança após o ocorrido.


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Clodovil era uma figura polêmica.Mas tinha idéias e coragem.Inteligente e com um senso crítico aguçado, ele dizia coisas que os outros apenas pensavam e se calavam
Em Julho de 2008 o deputado Clodovil apresentou à Mesa da Câmara proposta de emenda à Constituição(PEC), para reduzir o número de deputados de 513 para 250. O projeto teve apoio de 279 dep. (eram necessários 172 votos para que fosse apresentado).
Não passou, por interesses óbvios De novo é o gato tomando conta do peixe. No projeto, nenhuma estado poderá ter menos de 4 deputados nem mais de 35.Se passar haverá corte de 263 dep. e redução de gastos, só em despesas com os parlamentares, de R$ 26,3 milhões por mês.
Daria para multiplicar a verba hospitalar atual por habitante por mais de 26 vezesAlém disso, com menos poliíticos para controlar, menos chances de corrupção.
Quem sabe a maior obra do Clodovil será póstuma ?


As informações são do jornal O Estado de S. Paulo
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:56  comentar

Clodovil era uma figura polêmica.Mas tinha idéias e coragem.Inteligente e com um senso crítico aguçado, ele dizia coisas que os outros apenas pensavam e se calavam
Em Julho de 2008 o deputado Clodovil apresentou à Mesa da Câmara proposta de emenda à Constituição(PEC), para reduzir o número de deputados de 513 para 250. O projeto teve apoio de 279 dep. (eram necessários 172 votos para que fosse apresentado).
Não passou, por interesses óbvios De novo é o gato tomando conta do peixe. No projeto, nenhuma estado poderá ter menos de 4 deputados nem mais de 35.Se passar haverá corte de 263 dep. e redução de gastos, só em despesas com os parlamentares, de R$ 26,3 milhões por mês.
Daria para multiplicar a verba hospitalar atual por habitante por mais de 26 vezesAlém disso, com menos poliíticos para controlar, menos chances de corrupção.
Quem sabe a maior obra do Clodovil será póstuma ?


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Clodovil era uma figura polêmica.Mas tinha idéias e coragem.Inteligente e com um senso crítico aguçado, ele dizia coisas que os outros apenas pensavam e se calavam
Em Julho de 2008 o deputado Clodovil apresentou à Mesa da Câmara proposta de emenda à Constituição(PEC), para reduzir o número de deputados de 513 para 250. O projeto teve apoio de 279 dep. (eram necessários 172 votos para que fosse apresentado).
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Em Julho de 2008 o deputado Clodovil apresentou à Mesa da Câmara proposta de emenda à Constituição(PEC), para reduzir o número de deputados de 513 para 250. O projeto teve apoio de 279 dep. (eram necessários 172 votos para que fosse apresentado).
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Em Julho de 2008 o deputado Clodovil apresentou à Mesa da Câmara proposta de emenda à Constituição(PEC), para reduzir o número de deputados de 513 para 250. O projeto teve apoio de 279 dep. (eram necessários 172 votos para que fosse apresentado).
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Não passou, por interesses óbvios De novo é o gato tomando conta do peixe. No projeto, nenhuma estado poderá ter menos de 4 deputados nem mais de 35.Se passar haverá corte de 263 dep. e redução de gastos, só em despesas com os parlamentares, de R$ 26,3 milhões por mês.
Daria para multiplicar a verba hospitalar atual por habitante por mais de 26 vezesAlém disso, com menos poliíticos para controlar, menos chances de corrupção.
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AULA DE TOLERÂNCIA - Alunos do 1º ano do ensino médio em uma escola estadual de Piracicaba, durante uma oficina de diversidade sexual. Eles discutem o respeito aos homossexuais

A rede educacional brasileira encara os homossexuais, e não o preconceito, como problema


No começo do ano, Daniel foi recusado em sete escolas particulares de São Paulo. Ele é transexual, um menino que se sente e age como uma menina. Só conseguiu vaga em uma escola especial, para alunos com alguma deficiência.
Quando era aluno de colégio federal do Rio de Janeiro, Pedro Gabriel Gama fez um protesto na escola contra a falta de água. No dia seguinte, ouviu do diretor: “Isso é coisa de veado!”.
Em uma escola particular de Araguaína, Tocantins, Lídia Vieira Barros brigou com uma aluna que a chamava de “sapatão”. No dia seguinte, Lídia foi mandada à orientação psicológica. A outra, não.



Em Piracicaba, interior de São Paulo, um aluno move ação contra a Secretaria de Educação. No meio de uma aula sobre fotossíntese, no ano passado, o professor se recusou a lhe entregar uma apostila. “As bichinhas não precisam desse material”, disse.


Os quatro episódios narrados acima ilustram um grande problema da rede educacional brasileira: a falta de preparo da escola para lidar com a homossexualidade e os preconceitos que ela provoca. Entrevistas feitas por ativistas gays em seis capitais mostram que a escola é o primeiro ou o segundo lugar no qual homossexuais e transexuais mais sofrem preconceito. E não é só. Duas pesquisas feitas pela Unesco em 2004 ilustram a gravidade do preconceito nas escolas: uma delas, entre os alunos, descobriu que 40% dos meninos brasileiros não querem um colega homossexual sentado na carteira ao lado; outra, com professores, mostrou que 60% deles consideram “inadmissível” que uma pessoa mantenha relações com gente do mesmo sexo. “Há um muro de preconceitos que impede as pessoas de aceitar os homossexuais: eles são promíscuos, não têm família, morrem de aids. Quando se veem diante de um aluno gay, os professores e diretores simplesmente não sabem como agir”, diz o educador Beto de Jesus, da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais.


Beto de Jesus é um dos coordenadores de um projeto financiado pelo Ministério da Educação para formar professores e ajudar as escolas a lidar com a diversidade sexual de seus alunos. O grupo vai produzir um kit didático para 6 mil escolas. Nele, haverá orientação para diretores e professores e material para os alunos. Como parte do mesmo projeto, estão sendo realizados encontros regionais com secretarias da Educação, ONGs e universidades. A ideia é coletar experiências de sucesso para ajudar a formular uma política nacional para o problema. O grupo também realiza, neste momento, a maior pesquisa qualitativa sobre homofobia nas escolas de dez capitais brasileiras, com a intenção de mapear os principais conflitos e soluções. “As escolas não estão preparadas nem para identificar esse preconceito. Enquanto os professores não podem aceitar que um aluno chame o outro de ‘negrinho’, ‘veadinho’ ainda é considerado brincadeira”, diz Carlos Laudari, diretor da Pathfinder Brasil e um dos coordenadores do projeto junto com Beto.


O Daniel ou a Dani?
Aos 8 anos, Daniel (o nome foi trocado) espalhava para os amiguinhos do colégio que era obrigado a ir disfarçado para a escola. “Meu pai quer um filho homem e me faz usar essas roupas e esse nome. Mas eu sou menina.” Aos 13, começou a passar base, usar brinco e fazer as unhas. Daniel é transexual, pessoa que nasce com um sexo, mas se sente e age como o sexo oposto. Na escola, pediu a professores que o chamassem de Dani, com pronome feminino. Queria ser “a” Dani. Mas só duas professoras concordaram. Uma semana depois que colocou mega-hair (aplicação de mechas no cabelo), sua mãe foi chamada à escola. Os pais de uma colega de classe ligaram indignados: “Não queremos nossa filha perto dessa aberração”. A solução encontrada pela diretora foi proibir a produção: o cabelo deveria estar preso e nada de maquiagem, brinco ou esmalte. Dani continuou a usar esmalte branco e brincos pequenos, mas tinha de tirar tudo quando cruzava com a diretora. No dia em que foi pego usando o banheiro feminino, levou uma bronca tão grande que nunca mais fez xixi na escola. Segurava até a hora de chegar em casa.
No ano em que saiu do armário, Dani repetiu pela primeira vez. Começou a faltar às aulas semanas seguidas e tirar nota vermelha em quase todas as matérias – menos nas duas em que as professoras concordaram em chamá- lo de Dani. A mãe se mudou para São Paulo, atrás de escolas que soubessem lidar com a diferença. Um mês depois da mudança, Dani havia sido recusado por sete colégios. Só foi aceito em uma escola especial, dirigida a alunos com dificuldade de aprendizagem e deficiência física ou mental.
É muito comum alunos transexuais abandonarem os estudos. Eles se sentem rejeitados por professores que se recusam a chamá-los pelo nome do sexo oposto e pelas restrições a seu modo de vestir. Para evitar que parem de estudar, algumas secretarias de Educação estão criando uma portaria para orientar as escolas. A primeira delas foi aprovada no Pará, no ano passado. Desde janeiro, alunos transexuais podem escolher o nome e o sexo, que fica registrado em sua matrícula. Assim, professores, diretores e funcionários têm de chamá-los e tratá-los pelo sexo de sua escolha. Em um mês, a secretaria contou 111 transexuais e travestis matriculados. “São jovens de 19 a 29 anos que tinham abandonado a escola e agora estão voltando”, diz a psicóloga Cléo Ferreira, uma das coordenadoras das mudanças na secretaria.

Ana Aranha

fonte: ÉPOCA

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AULA DE TOLERÂNCIA - Alunos do 1º ano do ensino médio em uma escola estadual de Piracicaba, durante uma oficina de diversidade sexual. Eles discutem o respeito aos homossexuais

A rede educacional brasileira encara os homossexuais, e não o preconceito, como problema


No começo do ano, Daniel foi recusado em sete escolas particulares de São Paulo. Ele é transexual, um menino que se sente e age como uma menina. Só conseguiu vaga em uma escola especial, para alunos com alguma deficiência.
Quando era aluno de colégio federal do Rio de Janeiro, Pedro Gabriel Gama fez um protesto na escola contra a falta de água. No dia seguinte, ouviu do diretor: “Isso é coisa de veado!”.
Em uma escola particular de Araguaína, Tocantins, Lídia Vieira Barros brigou com uma aluna que a chamava de “sapatão”. No dia seguinte, Lídia foi mandada à orientação psicológica. A outra, não.



Em Piracicaba, interior de São Paulo, um aluno move ação contra a Secretaria de Educação. No meio de uma aula sobre fotossíntese, no ano passado, o professor se recusou a lhe entregar uma apostila. “As bichinhas não precisam desse material”, disse.


Os quatro episódios narrados acima ilustram um grande problema da rede educacional brasileira: a falta de preparo da escola para lidar com a homossexualidade e os preconceitos que ela provoca. Entrevistas feitas por ativistas gays em seis capitais mostram que a escola é o primeiro ou o segundo lugar no qual homossexuais e transexuais mais sofrem preconceito. E não é só. Duas pesquisas feitas pela Unesco em 2004 ilustram a gravidade do preconceito nas escolas: uma delas, entre os alunos, descobriu que 40% dos meninos brasileiros não querem um colega homossexual sentado na carteira ao lado; outra, com professores, mostrou que 60% deles consideram “inadmissível” que uma pessoa mantenha relações com gente do mesmo sexo. “Há um muro de preconceitos que impede as pessoas de aceitar os homossexuais: eles são promíscuos, não têm família, morrem de aids. Quando se veem diante de um aluno gay, os professores e diretores simplesmente não sabem como agir”, diz o educador Beto de Jesus, da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais.


Beto de Jesus é um dos coordenadores de um projeto financiado pelo Ministério da Educação para formar professores e ajudar as escolas a lidar com a diversidade sexual de seus alunos. O grupo vai produzir um kit didático para 6 mil escolas. Nele, haverá orientação para diretores e professores e material para os alunos. Como parte do mesmo projeto, estão sendo realizados encontros regionais com secretarias da Educação, ONGs e universidades. A ideia é coletar experiências de sucesso para ajudar a formular uma política nacional para o problema. O grupo também realiza, neste momento, a maior pesquisa qualitativa sobre homofobia nas escolas de dez capitais brasileiras, com a intenção de mapear os principais conflitos e soluções. “As escolas não estão preparadas nem para identificar esse preconceito. Enquanto os professores não podem aceitar que um aluno chame o outro de ‘negrinho’, ‘veadinho’ ainda é considerado brincadeira”, diz Carlos Laudari, diretor da Pathfinder Brasil e um dos coordenadores do projeto junto com Beto.


O Daniel ou a Dani?
Aos 8 anos, Daniel (o nome foi trocado) espalhava para os amiguinhos do colégio que era obrigado a ir disfarçado para a escola. “Meu pai quer um filho homem e me faz usar essas roupas e esse nome. Mas eu sou menina.” Aos 13, começou a passar base, usar brinco e fazer as unhas. Daniel é transexual, pessoa que nasce com um sexo, mas se sente e age como o sexo oposto. Na escola, pediu a professores que o chamassem de Dani, com pronome feminino. Queria ser “a” Dani. Mas só duas professoras concordaram. Uma semana depois que colocou mega-hair (aplicação de mechas no cabelo), sua mãe foi chamada à escola. Os pais de uma colega de classe ligaram indignados: “Não queremos nossa filha perto dessa aberração”. A solução encontrada pela diretora foi proibir a produção: o cabelo deveria estar preso e nada de maquiagem, brinco ou esmalte. Dani continuou a usar esmalte branco e brincos pequenos, mas tinha de tirar tudo quando cruzava com a diretora. No dia em que foi pego usando o banheiro feminino, levou uma bronca tão grande que nunca mais fez xixi na escola. Segurava até a hora de chegar em casa.
No ano em que saiu do armário, Dani repetiu pela primeira vez. Começou a faltar às aulas semanas seguidas e tirar nota vermelha em quase todas as matérias – menos nas duas em que as professoras concordaram em chamá- lo de Dani. A mãe se mudou para São Paulo, atrás de escolas que soubessem lidar com a diferença. Um mês depois da mudança, Dani havia sido recusado por sete colégios. Só foi aceito em uma escola especial, dirigida a alunos com dificuldade de aprendizagem e deficiência física ou mental.
É muito comum alunos transexuais abandonarem os estudos. Eles se sentem rejeitados por professores que se recusam a chamá-los pelo nome do sexo oposto e pelas restrições a seu modo de vestir. Para evitar que parem de estudar, algumas secretarias de Educação estão criando uma portaria para orientar as escolas. A primeira delas foi aprovada no Pará, no ano passado. Desde janeiro, alunos transexuais podem escolher o nome e o sexo, que fica registrado em sua matrícula. Assim, professores, diretores e funcionários têm de chamá-los e tratá-los pelo sexo de sua escolha. Em um mês, a secretaria contou 111 transexuais e travestis matriculados. “São jovens de 19 a 29 anos que tinham abandonado a escola e agora estão voltando”, diz a psicóloga Cléo Ferreira, uma das coordenadoras das mudanças na secretaria.

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A rede educacional brasileira encara os homossexuais, e não o preconceito, como problema


No começo do ano, Daniel foi recusado em sete escolas particulares de São Paulo. Ele é transexual, um menino que se sente e age como uma menina. Só conseguiu vaga em uma escola especial, para alunos com alguma deficiência.
Quando era aluno de colégio federal do Rio de Janeiro, Pedro Gabriel Gama fez um protesto na escola contra a falta de água. No dia seguinte, ouviu do diretor: “Isso é coisa de veado!”.
Em uma escola particular de Araguaína, Tocantins, Lídia Vieira Barros brigou com uma aluna que a chamava de “sapatão”. No dia seguinte, Lídia foi mandada à orientação psicológica. A outra, não.



Em Piracicaba, interior de São Paulo, um aluno move ação contra a Secretaria de Educação. No meio de uma aula sobre fotossíntese, no ano passado, o professor se recusou a lhe entregar uma apostila. “As bichinhas não precisam desse material”, disse.


Os quatro episódios narrados acima ilustram um grande problema da rede educacional brasileira: a falta de preparo da escola para lidar com a homossexualidade e os preconceitos que ela provoca. Entrevistas feitas por ativistas gays em seis capitais mostram que a escola é o primeiro ou o segundo lugar no qual homossexuais e transexuais mais sofrem preconceito. E não é só. Duas pesquisas feitas pela Unesco em 2004 ilustram a gravidade do preconceito nas escolas: uma delas, entre os alunos, descobriu que 40% dos meninos brasileiros não querem um colega homossexual sentado na carteira ao lado; outra, com professores, mostrou que 60% deles consideram “inadmissível” que uma pessoa mantenha relações com gente do mesmo sexo. “Há um muro de preconceitos que impede as pessoas de aceitar os homossexuais: eles são promíscuos, não têm família, morrem de aids. Quando se veem diante de um aluno gay, os professores e diretores simplesmente não sabem como agir”, diz o educador Beto de Jesus, da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais.


Beto de Jesus é um dos coordenadores de um projeto financiado pelo Ministério da Educação para formar professores e ajudar as escolas a lidar com a diversidade sexual de seus alunos. O grupo vai produzir um kit didático para 6 mil escolas. Nele, haverá orientação para diretores e professores e material para os alunos. Como parte do mesmo projeto, estão sendo realizados encontros regionais com secretarias da Educação, ONGs e universidades. A ideia é coletar experiências de sucesso para ajudar a formular uma política nacional para o problema. O grupo também realiza, neste momento, a maior pesquisa qualitativa sobre homofobia nas escolas de dez capitais brasileiras, com a intenção de mapear os principais conflitos e soluções. “As escolas não estão preparadas nem para identificar esse preconceito. Enquanto os professores não podem aceitar que um aluno chame o outro de ‘negrinho’, ‘veadinho’ ainda é considerado brincadeira”, diz Carlos Laudari, diretor da Pathfinder Brasil e um dos coordenadores do projeto junto com Beto.


O Daniel ou a Dani?
Aos 8 anos, Daniel (o nome foi trocado) espalhava para os amiguinhos do colégio que era obrigado a ir disfarçado para a escola. “Meu pai quer um filho homem e me faz usar essas roupas e esse nome. Mas eu sou menina.” Aos 13, começou a passar base, usar brinco e fazer as unhas. Daniel é transexual, pessoa que nasce com um sexo, mas se sente e age como o sexo oposto. Na escola, pediu a professores que o chamassem de Dani, com pronome feminino. Queria ser “a” Dani. Mas só duas professoras concordaram. Uma semana depois que colocou mega-hair (aplicação de mechas no cabelo), sua mãe foi chamada à escola. Os pais de uma colega de classe ligaram indignados: “Não queremos nossa filha perto dessa aberração”. A solução encontrada pela diretora foi proibir a produção: o cabelo deveria estar preso e nada de maquiagem, brinco ou esmalte. Dani continuou a usar esmalte branco e brincos pequenos, mas tinha de tirar tudo quando cruzava com a diretora. No dia em que foi pego usando o banheiro feminino, levou uma bronca tão grande que nunca mais fez xixi na escola. Segurava até a hora de chegar em casa.
No ano em que saiu do armário, Dani repetiu pela primeira vez. Começou a faltar às aulas semanas seguidas e tirar nota vermelha em quase todas as matérias – menos nas duas em que as professoras concordaram em chamá- lo de Dani. A mãe se mudou para São Paulo, atrás de escolas que soubessem lidar com a diferença. Um mês depois da mudança, Dani havia sido recusado por sete colégios. Só foi aceito em uma escola especial, dirigida a alunos com dificuldade de aprendizagem e deficiência física ou mental.
É muito comum alunos transexuais abandonarem os estudos. Eles se sentem rejeitados por professores que se recusam a chamá-los pelo nome do sexo oposto e pelas restrições a seu modo de vestir. Para evitar que parem de estudar, algumas secretarias de Educação estão criando uma portaria para orientar as escolas. A primeira delas foi aprovada no Pará, no ano passado. Desde janeiro, alunos transexuais podem escolher o nome e o sexo, que fica registrado em sua matrícula. Assim, professores, diretores e funcionários têm de chamá-los e tratá-los pelo sexo de sua escolha. Em um mês, a secretaria contou 111 transexuais e travestis matriculados. “São jovens de 19 a 29 anos que tinham abandonado a escola e agora estão voltando”, diz a psicóloga Cléo Ferreira, uma das coordenadoras das mudanças na secretaria.

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A rede educacional brasileira encara os homossexuais, e não o preconceito, como problema


No começo do ano, Daniel foi recusado em sete escolas particulares de São Paulo. Ele é transexual, um menino que se sente e age como uma menina. Só conseguiu vaga em uma escola especial, para alunos com alguma deficiência.
Quando era aluno de colégio federal do Rio de Janeiro, Pedro Gabriel Gama fez um protesto na escola contra a falta de água. No dia seguinte, ouviu do diretor: “Isso é coisa de veado!”.
Em uma escola particular de Araguaína, Tocantins, Lídia Vieira Barros brigou com uma aluna que a chamava de “sapatão”. No dia seguinte, Lídia foi mandada à orientação psicológica. A outra, não.



Em Piracicaba, interior de São Paulo, um aluno move ação contra a Secretaria de Educação. No meio de uma aula sobre fotossíntese, no ano passado, o professor se recusou a lhe entregar uma apostila. “As bichinhas não precisam desse material”, disse.


Os quatro episódios narrados acima ilustram um grande problema da rede educacional brasileira: a falta de preparo da escola para lidar com a homossexualidade e os preconceitos que ela provoca. Entrevistas feitas por ativistas gays em seis capitais mostram que a escola é o primeiro ou o segundo lugar no qual homossexuais e transexuais mais sofrem preconceito. E não é só. Duas pesquisas feitas pela Unesco em 2004 ilustram a gravidade do preconceito nas escolas: uma delas, entre os alunos, descobriu que 40% dos meninos brasileiros não querem um colega homossexual sentado na carteira ao lado; outra, com professores, mostrou que 60% deles consideram “inadmissível” que uma pessoa mantenha relações com gente do mesmo sexo. “Há um muro de preconceitos que impede as pessoas de aceitar os homossexuais: eles são promíscuos, não têm família, morrem de aids. Quando se veem diante de um aluno gay, os professores e diretores simplesmente não sabem como agir”, diz o educador Beto de Jesus, da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais.


Beto de Jesus é um dos coordenadores de um projeto financiado pelo Ministério da Educação para formar professores e ajudar as escolas a lidar com a diversidade sexual de seus alunos. O grupo vai produzir um kit didático para 6 mil escolas. Nele, haverá orientação para diretores e professores e material para os alunos. Como parte do mesmo projeto, estão sendo realizados encontros regionais com secretarias da Educação, ONGs e universidades. A ideia é coletar experiências de sucesso para ajudar a formular uma política nacional para o problema. O grupo também realiza, neste momento, a maior pesquisa qualitativa sobre homofobia nas escolas de dez capitais brasileiras, com a intenção de mapear os principais conflitos e soluções. “As escolas não estão preparadas nem para identificar esse preconceito. Enquanto os professores não podem aceitar que um aluno chame o outro de ‘negrinho’, ‘veadinho’ ainda é considerado brincadeira”, diz Carlos Laudari, diretor da Pathfinder Brasil e um dos coordenadores do projeto junto com Beto.


O Daniel ou a Dani?
Aos 8 anos, Daniel (o nome foi trocado) espalhava para os amiguinhos do colégio que era obrigado a ir disfarçado para a escola. “Meu pai quer um filho homem e me faz usar essas roupas e esse nome. Mas eu sou menina.” Aos 13, começou a passar base, usar brinco e fazer as unhas. Daniel é transexual, pessoa que nasce com um sexo, mas se sente e age como o sexo oposto. Na escola, pediu a professores que o chamassem de Dani, com pronome feminino. Queria ser “a” Dani. Mas só duas professoras concordaram. Uma semana depois que colocou mega-hair (aplicação de mechas no cabelo), sua mãe foi chamada à escola. Os pais de uma colega de classe ligaram indignados: “Não queremos nossa filha perto dessa aberração”. A solução encontrada pela diretora foi proibir a produção: o cabelo deveria estar preso e nada de maquiagem, brinco ou esmalte. Dani continuou a usar esmalte branco e brincos pequenos, mas tinha de tirar tudo quando cruzava com a diretora. No dia em que foi pego usando o banheiro feminino, levou uma bronca tão grande que nunca mais fez xixi na escola. Segurava até a hora de chegar em casa.
No ano em que saiu do armário, Dani repetiu pela primeira vez. Começou a faltar às aulas semanas seguidas e tirar nota vermelha em quase todas as matérias – menos nas duas em que as professoras concordaram em chamá- lo de Dani. A mãe se mudou para São Paulo, atrás de escolas que soubessem lidar com a diferença. Um mês depois da mudança, Dani havia sido recusado por sete colégios. Só foi aceito em uma escola especial, dirigida a alunos com dificuldade de aprendizagem e deficiência física ou mental.
É muito comum alunos transexuais abandonarem os estudos. Eles se sentem rejeitados por professores que se recusam a chamá-los pelo nome do sexo oposto e pelas restrições a seu modo de vestir. Para evitar que parem de estudar, algumas secretarias de Educação estão criando uma portaria para orientar as escolas. A primeira delas foi aprovada no Pará, no ano passado. Desde janeiro, alunos transexuais podem escolher o nome e o sexo, que fica registrado em sua matrícula. Assim, professores, diretores e funcionários têm de chamá-los e tratá-los pelo sexo de sua escolha. Em um mês, a secretaria contou 111 transexuais e travestis matriculados. “São jovens de 19 a 29 anos que tinham abandonado a escola e agora estão voltando”, diz a psicóloga Cléo Ferreira, uma das coordenadoras das mudanças na secretaria.

Ana Aranha

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A rede educacional brasileira encara os homossexuais, e não o preconceito, como problema


No começo do ano, Daniel foi recusado em sete escolas particulares de São Paulo. Ele é transexual, um menino que se sente e age como uma menina. Só conseguiu vaga em uma escola especial, para alunos com alguma deficiência.
Quando era aluno de colégio federal do Rio de Janeiro, Pedro Gabriel Gama fez um protesto na escola contra a falta de água. No dia seguinte, ouviu do diretor: “Isso é coisa de veado!”.
Em uma escola particular de Araguaína, Tocantins, Lídia Vieira Barros brigou com uma aluna que a chamava de “sapatão”. No dia seguinte, Lídia foi mandada à orientação psicológica. A outra, não.



Em Piracicaba, interior de São Paulo, um aluno move ação contra a Secretaria de Educação. No meio de uma aula sobre fotossíntese, no ano passado, o professor se recusou a lhe entregar uma apostila. “As bichinhas não precisam desse material”, disse.


Os quatro episódios narrados acima ilustram um grande problema da rede educacional brasileira: a falta de preparo da escola para lidar com a homossexualidade e os preconceitos que ela provoca. Entrevistas feitas por ativistas gays em seis capitais mostram que a escola é o primeiro ou o segundo lugar no qual homossexuais e transexuais mais sofrem preconceito. E não é só. Duas pesquisas feitas pela Unesco em 2004 ilustram a gravidade do preconceito nas escolas: uma delas, entre os alunos, descobriu que 40% dos meninos brasileiros não querem um colega homossexual sentado na carteira ao lado; outra, com professores, mostrou que 60% deles consideram “inadmissível” que uma pessoa mantenha relações com gente do mesmo sexo. “Há um muro de preconceitos que impede as pessoas de aceitar os homossexuais: eles são promíscuos, não têm família, morrem de aids. Quando se veem diante de um aluno gay, os professores e diretores simplesmente não sabem como agir”, diz o educador Beto de Jesus, da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais.


Beto de Jesus é um dos coordenadores de um projeto financiado pelo Ministério da Educação para formar professores e ajudar as escolas a lidar com a diversidade sexual de seus alunos. O grupo vai produzir um kit didático para 6 mil escolas. Nele, haverá orientação para diretores e professores e material para os alunos. Como parte do mesmo projeto, estão sendo realizados encontros regionais com secretarias da Educação, ONGs e universidades. A ideia é coletar experiências de sucesso para ajudar a formular uma política nacional para o problema. O grupo também realiza, neste momento, a maior pesquisa qualitativa sobre homofobia nas escolas de dez capitais brasileiras, com a intenção de mapear os principais conflitos e soluções. “As escolas não estão preparadas nem para identificar esse preconceito. Enquanto os professores não podem aceitar que um aluno chame o outro de ‘negrinho’, ‘veadinho’ ainda é considerado brincadeira”, diz Carlos Laudari, diretor da Pathfinder Brasil e um dos coordenadores do projeto junto com Beto.


O Daniel ou a Dani?
Aos 8 anos, Daniel (o nome foi trocado) espalhava para os amiguinhos do colégio que era obrigado a ir disfarçado para a escola. “Meu pai quer um filho homem e me faz usar essas roupas e esse nome. Mas eu sou menina.” Aos 13, começou a passar base, usar brinco e fazer as unhas. Daniel é transexual, pessoa que nasce com um sexo, mas se sente e age como o sexo oposto. Na escola, pediu a professores que o chamassem de Dani, com pronome feminino. Queria ser “a” Dani. Mas só duas professoras concordaram. Uma semana depois que colocou mega-hair (aplicação de mechas no cabelo), sua mãe foi chamada à escola. Os pais de uma colega de classe ligaram indignados: “Não queremos nossa filha perto dessa aberração”. A solução encontrada pela diretora foi proibir a produção: o cabelo deveria estar preso e nada de maquiagem, brinco ou esmalte. Dani continuou a usar esmalte branco e brincos pequenos, mas tinha de tirar tudo quando cruzava com a diretora. No dia em que foi pego usando o banheiro feminino, levou uma bronca tão grande que nunca mais fez xixi na escola. Segurava até a hora de chegar em casa.
No ano em que saiu do armário, Dani repetiu pela primeira vez. Começou a faltar às aulas semanas seguidas e tirar nota vermelha em quase todas as matérias – menos nas duas em que as professoras concordaram em chamá- lo de Dani. A mãe se mudou para São Paulo, atrás de escolas que soubessem lidar com a diferença. Um mês depois da mudança, Dani havia sido recusado por sete colégios. Só foi aceito em uma escola especial, dirigida a alunos com dificuldade de aprendizagem e deficiência física ou mental.
É muito comum alunos transexuais abandonarem os estudos. Eles se sentem rejeitados por professores que se recusam a chamá-los pelo nome do sexo oposto e pelas restrições a seu modo de vestir. Para evitar que parem de estudar, algumas secretarias de Educação estão criando uma portaria para orientar as escolas. A primeira delas foi aprovada no Pará, no ano passado. Desde janeiro, alunos transexuais podem escolher o nome e o sexo, que fica registrado em sua matrícula. Assim, professores, diretores e funcionários têm de chamá-los e tratá-los pelo sexo de sua escolha. Em um mês, a secretaria contou 111 transexuais e travestis matriculados. “São jovens de 19 a 29 anos que tinham abandonado a escola e agora estão voltando”, diz a psicóloga Cléo Ferreira, uma das coordenadoras das mudanças na secretaria.

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A rede educacional brasileira encara os homossexuais, e não o preconceito, como problema


No começo do ano, Daniel foi recusado em sete escolas particulares de São Paulo. Ele é transexual, um menino que se sente e age como uma menina. Só conseguiu vaga em uma escola especial, para alunos com alguma deficiência.
Quando era aluno de colégio federal do Rio de Janeiro, Pedro Gabriel Gama fez um protesto na escola contra a falta de água. No dia seguinte, ouviu do diretor: “Isso é coisa de veado!”.
Em uma escola particular de Araguaína, Tocantins, Lídia Vieira Barros brigou com uma aluna que a chamava de “sapatão”. No dia seguinte, Lídia foi mandada à orientação psicológica. A outra, não.



Em Piracicaba, interior de São Paulo, um aluno move ação contra a Secretaria de Educação. No meio de uma aula sobre fotossíntese, no ano passado, o professor se recusou a lhe entregar uma apostila. “As bichinhas não precisam desse material”, disse.


Os quatro episódios narrados acima ilustram um grande problema da rede educacional brasileira: a falta de preparo da escola para lidar com a homossexualidade e os preconceitos que ela provoca. Entrevistas feitas por ativistas gays em seis capitais mostram que a escola é o primeiro ou o segundo lugar no qual homossexuais e transexuais mais sofrem preconceito. E não é só. Duas pesquisas feitas pela Unesco em 2004 ilustram a gravidade do preconceito nas escolas: uma delas, entre os alunos, descobriu que 40% dos meninos brasileiros não querem um colega homossexual sentado na carteira ao lado; outra, com professores, mostrou que 60% deles consideram “inadmissível” que uma pessoa mantenha relações com gente do mesmo sexo. “Há um muro de preconceitos que impede as pessoas de aceitar os homossexuais: eles são promíscuos, não têm família, morrem de aids. Quando se veem diante de um aluno gay, os professores e diretores simplesmente não sabem como agir”, diz o educador Beto de Jesus, da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais.


Beto de Jesus é um dos coordenadores de um projeto financiado pelo Ministério da Educação para formar professores e ajudar as escolas a lidar com a diversidade sexual de seus alunos. O grupo vai produzir um kit didático para 6 mil escolas. Nele, haverá orientação para diretores e professores e material para os alunos. Como parte do mesmo projeto, estão sendo realizados encontros regionais com secretarias da Educação, ONGs e universidades. A ideia é coletar experiências de sucesso para ajudar a formular uma política nacional para o problema. O grupo também realiza, neste momento, a maior pesquisa qualitativa sobre homofobia nas escolas de dez capitais brasileiras, com a intenção de mapear os principais conflitos e soluções. “As escolas não estão preparadas nem para identificar esse preconceito. Enquanto os professores não podem aceitar que um aluno chame o outro de ‘negrinho’, ‘veadinho’ ainda é considerado brincadeira”, diz Carlos Laudari, diretor da Pathfinder Brasil e um dos coordenadores do projeto junto com Beto.


O Daniel ou a Dani?
Aos 8 anos, Daniel (o nome foi trocado) espalhava para os amiguinhos do colégio que era obrigado a ir disfarçado para a escola. “Meu pai quer um filho homem e me faz usar essas roupas e esse nome. Mas eu sou menina.” Aos 13, começou a passar base, usar brinco e fazer as unhas. Daniel é transexual, pessoa que nasce com um sexo, mas se sente e age como o sexo oposto. Na escola, pediu a professores que o chamassem de Dani, com pronome feminino. Queria ser “a” Dani. Mas só duas professoras concordaram. Uma semana depois que colocou mega-hair (aplicação de mechas no cabelo), sua mãe foi chamada à escola. Os pais de uma colega de classe ligaram indignados: “Não queremos nossa filha perto dessa aberração”. A solução encontrada pela diretora foi proibir a produção: o cabelo deveria estar preso e nada de maquiagem, brinco ou esmalte. Dani continuou a usar esmalte branco e brincos pequenos, mas tinha de tirar tudo quando cruzava com a diretora. No dia em que foi pego usando o banheiro feminino, levou uma bronca tão grande que nunca mais fez xixi na escola. Segurava até a hora de chegar em casa.
No ano em que saiu do armário, Dani repetiu pela primeira vez. Começou a faltar às aulas semanas seguidas e tirar nota vermelha em quase todas as matérias – menos nas duas em que as professoras concordaram em chamá- lo de Dani. A mãe se mudou para São Paulo, atrás de escolas que soubessem lidar com a diferença. Um mês depois da mudança, Dani havia sido recusado por sete colégios. Só foi aceito em uma escola especial, dirigida a alunos com dificuldade de aprendizagem e deficiência física ou mental.
É muito comum alunos transexuais abandonarem os estudos. Eles se sentem rejeitados por professores que se recusam a chamá-los pelo nome do sexo oposto e pelas restrições a seu modo de vestir. Para evitar que parem de estudar, algumas secretarias de Educação estão criando uma portaria para orientar as escolas. A primeira delas foi aprovada no Pará, no ano passado. Desde janeiro, alunos transexuais podem escolher o nome e o sexo, que fica registrado em sua matrícula. Assim, professores, diretores e funcionários têm de chamá-los e tratá-los pelo sexo de sua escolha. Em um mês, a secretaria contou 111 transexuais e travestis matriculados. “São jovens de 19 a 29 anos que tinham abandonado a escola e agora estão voltando”, diz a psicóloga Cléo Ferreira, uma das coordenadoras das mudanças na secretaria.

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AULA DE TOLERÂNCIA - Alunos do 1º ano do ensino médio em uma escola estadual de Piracicaba, durante uma oficina de diversidade sexual. Eles discutem o respeito aos homossexuais

A rede educacional brasileira encara os homossexuais, e não o preconceito, como problema


No começo do ano, Daniel foi recusado em sete escolas particulares de São Paulo. Ele é transexual, um menino que se sente e age como uma menina. Só conseguiu vaga em uma escola especial, para alunos com alguma deficiência.
Quando era aluno de colégio federal do Rio de Janeiro, Pedro Gabriel Gama fez um protesto na escola contra a falta de água. No dia seguinte, ouviu do diretor: “Isso é coisa de veado!”.
Em uma escola particular de Araguaína, Tocantins, Lídia Vieira Barros brigou com uma aluna que a chamava de “sapatão”. No dia seguinte, Lídia foi mandada à orientação psicológica. A outra, não.



Em Piracicaba, interior de São Paulo, um aluno move ação contra a Secretaria de Educação. No meio de uma aula sobre fotossíntese, no ano passado, o professor se recusou a lhe entregar uma apostila. “As bichinhas não precisam desse material”, disse.


Os quatro episódios narrados acima ilustram um grande problema da rede educacional brasileira: a falta de preparo da escola para lidar com a homossexualidade e os preconceitos que ela provoca. Entrevistas feitas por ativistas gays em seis capitais mostram que a escola é o primeiro ou o segundo lugar no qual homossexuais e transexuais mais sofrem preconceito. E não é só. Duas pesquisas feitas pela Unesco em 2004 ilustram a gravidade do preconceito nas escolas: uma delas, entre os alunos, descobriu que 40% dos meninos brasileiros não querem um colega homossexual sentado na carteira ao lado; outra, com professores, mostrou que 60% deles consideram “inadmissível” que uma pessoa mantenha relações com gente do mesmo sexo. “Há um muro de preconceitos que impede as pessoas de aceitar os homossexuais: eles são promíscuos, não têm família, morrem de aids. Quando se veem diante de um aluno gay, os professores e diretores simplesmente não sabem como agir”, diz o educador Beto de Jesus, da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais.


Beto de Jesus é um dos coordenadores de um projeto financiado pelo Ministério da Educação para formar professores e ajudar as escolas a lidar com a diversidade sexual de seus alunos. O grupo vai produzir um kit didático para 6 mil escolas. Nele, haverá orientação para diretores e professores e material para os alunos. Como parte do mesmo projeto, estão sendo realizados encontros regionais com secretarias da Educação, ONGs e universidades. A ideia é coletar experiências de sucesso para ajudar a formular uma política nacional para o problema. O grupo também realiza, neste momento, a maior pesquisa qualitativa sobre homofobia nas escolas de dez capitais brasileiras, com a intenção de mapear os principais conflitos e soluções. “As escolas não estão preparadas nem para identificar esse preconceito. Enquanto os professores não podem aceitar que um aluno chame o outro de ‘negrinho’, ‘veadinho’ ainda é considerado brincadeira”, diz Carlos Laudari, diretor da Pathfinder Brasil e um dos coordenadores do projeto junto com Beto.


O Daniel ou a Dani?
Aos 8 anos, Daniel (o nome foi trocado) espalhava para os amiguinhos do colégio que era obrigado a ir disfarçado para a escola. “Meu pai quer um filho homem e me faz usar essas roupas e esse nome. Mas eu sou menina.” Aos 13, começou a passar base, usar brinco e fazer as unhas. Daniel é transexual, pessoa que nasce com um sexo, mas se sente e age como o sexo oposto. Na escola, pediu a professores que o chamassem de Dani, com pronome feminino. Queria ser “a” Dani. Mas só duas professoras concordaram. Uma semana depois que colocou mega-hair (aplicação de mechas no cabelo), sua mãe foi chamada à escola. Os pais de uma colega de classe ligaram indignados: “Não queremos nossa filha perto dessa aberração”. A solução encontrada pela diretora foi proibir a produção: o cabelo deveria estar preso e nada de maquiagem, brinco ou esmalte. Dani continuou a usar esmalte branco e brincos pequenos, mas tinha de tirar tudo quando cruzava com a diretora. No dia em que foi pego usando o banheiro feminino, levou uma bronca tão grande que nunca mais fez xixi na escola. Segurava até a hora de chegar em casa.
No ano em que saiu do armário, Dani repetiu pela primeira vez. Começou a faltar às aulas semanas seguidas e tirar nota vermelha em quase todas as matérias – menos nas duas em que as professoras concordaram em chamá- lo de Dani. A mãe se mudou para São Paulo, atrás de escolas que soubessem lidar com a diferença. Um mês depois da mudança, Dani havia sido recusado por sete colégios. Só foi aceito em uma escola especial, dirigida a alunos com dificuldade de aprendizagem e deficiência física ou mental.
É muito comum alunos transexuais abandonarem os estudos. Eles se sentem rejeitados por professores que se recusam a chamá-los pelo nome do sexo oposto e pelas restrições a seu modo de vestir. Para evitar que parem de estudar, algumas secretarias de Educação estão criando uma portaria para orientar as escolas. A primeira delas foi aprovada no Pará, no ano passado. Desde janeiro, alunos transexuais podem escolher o nome e o sexo, que fica registrado em sua matrícula. Assim, professores, diretores e funcionários têm de chamá-los e tratá-los pelo sexo de sua escolha. Em um mês, a secretaria contou 111 transexuais e travestis matriculados. “São jovens de 19 a 29 anos que tinham abandonado a escola e agora estão voltando”, diz a psicóloga Cléo Ferreira, uma das coordenadoras das mudanças na secretaria.

Ana Aranha

fonte: ÉPOCA

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AULA DE TOLERÂNCIA - Alunos do 1º ano do ensino médio em uma escola estadual de Piracicaba, durante uma oficina de diversidade sexual. Eles discutem o respeito aos homossexuais

A rede educacional brasileira encara os homossexuais, e não o preconceito, como problema


No começo do ano, Daniel foi recusado em sete escolas particulares de São Paulo. Ele é transexual, um menino que se sente e age como uma menina. Só conseguiu vaga em uma escola especial, para alunos com alguma deficiência.
Quando era aluno de colégio federal do Rio de Janeiro, Pedro Gabriel Gama fez um protesto na escola contra a falta de água. No dia seguinte, ouviu do diretor: “Isso é coisa de veado!”.
Em uma escola particular de Araguaína, Tocantins, Lídia Vieira Barros brigou com uma aluna que a chamava de “sapatão”. No dia seguinte, Lídia foi mandada à orientação psicológica. A outra, não.



Em Piracicaba, interior de São Paulo, um aluno move ação contra a Secretaria de Educação. No meio de uma aula sobre fotossíntese, no ano passado, o professor se recusou a lhe entregar uma apostila. “As bichinhas não precisam desse material”, disse.


Os quatro episódios narrados acima ilustram um grande problema da rede educacional brasileira: a falta de preparo da escola para lidar com a homossexualidade e os preconceitos que ela provoca. Entrevistas feitas por ativistas gays em seis capitais mostram que a escola é o primeiro ou o segundo lugar no qual homossexuais e transexuais mais sofrem preconceito. E não é só. Duas pesquisas feitas pela Unesco em 2004 ilustram a gravidade do preconceito nas escolas: uma delas, entre os alunos, descobriu que 40% dos meninos brasileiros não querem um colega homossexual sentado na carteira ao lado; outra, com professores, mostrou que 60% deles consideram “inadmissível” que uma pessoa mantenha relações com gente do mesmo sexo. “Há um muro de preconceitos que impede as pessoas de aceitar os homossexuais: eles são promíscuos, não têm família, morrem de aids. Quando se veem diante de um aluno gay, os professores e diretores simplesmente não sabem como agir”, diz o educador Beto de Jesus, da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais.


Beto de Jesus é um dos coordenadores de um projeto financiado pelo Ministério da Educação para formar professores e ajudar as escolas a lidar com a diversidade sexual de seus alunos. O grupo vai produzir um kit didático para 6 mil escolas. Nele, haverá orientação para diretores e professores e material para os alunos. Como parte do mesmo projeto, estão sendo realizados encontros regionais com secretarias da Educação, ONGs e universidades. A ideia é coletar experiências de sucesso para ajudar a formular uma política nacional para o problema. O grupo também realiza, neste momento, a maior pesquisa qualitativa sobre homofobia nas escolas de dez capitais brasileiras, com a intenção de mapear os principais conflitos e soluções. “As escolas não estão preparadas nem para identificar esse preconceito. Enquanto os professores não podem aceitar que um aluno chame o outro de ‘negrinho’, ‘veadinho’ ainda é considerado brincadeira”, diz Carlos Laudari, diretor da Pathfinder Brasil e um dos coordenadores do projeto junto com Beto.


O Daniel ou a Dani?
Aos 8 anos, Daniel (o nome foi trocado) espalhava para os amiguinhos do colégio que era obrigado a ir disfarçado para a escola. “Meu pai quer um filho homem e me faz usar essas roupas e esse nome. Mas eu sou menina.” Aos 13, começou a passar base, usar brinco e fazer as unhas. Daniel é transexual, pessoa que nasce com um sexo, mas se sente e age como o sexo oposto. Na escola, pediu a professores que o chamassem de Dani, com pronome feminino. Queria ser “a” Dani. Mas só duas professoras concordaram. Uma semana depois que colocou mega-hair (aplicação de mechas no cabelo), sua mãe foi chamada à escola. Os pais de uma colega de classe ligaram indignados: “Não queremos nossa filha perto dessa aberração”. A solução encontrada pela diretora foi proibir a produção: o cabelo deveria estar preso e nada de maquiagem, brinco ou esmalte. Dani continuou a usar esmalte branco e brincos pequenos, mas tinha de tirar tudo quando cruzava com a diretora. No dia em que foi pego usando o banheiro feminino, levou uma bronca tão grande que nunca mais fez xixi na escola. Segurava até a hora de chegar em casa.
No ano em que saiu do armário, Dani repetiu pela primeira vez. Começou a faltar às aulas semanas seguidas e tirar nota vermelha em quase todas as matérias – menos nas duas em que as professoras concordaram em chamá- lo de Dani. A mãe se mudou para São Paulo, atrás de escolas que soubessem lidar com a diferença. Um mês depois da mudança, Dani havia sido recusado por sete colégios. Só foi aceito em uma escola especial, dirigida a alunos com dificuldade de aprendizagem e deficiência física ou mental.
É muito comum alunos transexuais abandonarem os estudos. Eles se sentem rejeitados por professores que se recusam a chamá-los pelo nome do sexo oposto e pelas restrições a seu modo de vestir. Para evitar que parem de estudar, algumas secretarias de Educação estão criando uma portaria para orientar as escolas. A primeira delas foi aprovada no Pará, no ano passado. Desde janeiro, alunos transexuais podem escolher o nome e o sexo, que fica registrado em sua matrícula. Assim, professores, diretores e funcionários têm de chamá-los e tratá-los pelo sexo de sua escolha. Em um mês, a secretaria contou 111 transexuais e travestis matriculados. “São jovens de 19 a 29 anos que tinham abandonado a escola e agora estão voltando”, diz a psicóloga Cléo Ferreira, uma das coordenadoras das mudanças na secretaria.

Ana Aranha

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AULA DE TOLERÂNCIA - Alunos do 1º ano do ensino médio em uma escola estadual de Piracicaba, durante uma oficina de diversidade sexual. Eles discutem o respeito aos homossexuais

A rede educacional brasileira encara os homossexuais, e não o preconceito, como problema


No começo do ano, Daniel foi recusado em sete escolas particulares de São Paulo. Ele é transexual, um menino que se sente e age como uma menina. Só conseguiu vaga em uma escola especial, para alunos com alguma deficiência.
Quando era aluno de colégio federal do Rio de Janeiro, Pedro Gabriel Gama fez um protesto na escola contra a falta de água. No dia seguinte, ouviu do diretor: “Isso é coisa de veado!”.
Em uma escola particular de Araguaína, Tocantins, Lídia Vieira Barros brigou com uma aluna que a chamava de “sapatão”. No dia seguinte, Lídia foi mandada à orientação psicológica. A outra, não.



Em Piracicaba, interior de São Paulo, um aluno move ação contra a Secretaria de Educação. No meio de uma aula sobre fotossíntese, no ano passado, o professor se recusou a lhe entregar uma apostila. “As bichinhas não precisam desse material”, disse.


Os quatro episódios narrados acima ilustram um grande problema da rede educacional brasileira: a falta de preparo da escola para lidar com a homossexualidade e os preconceitos que ela provoca. Entrevistas feitas por ativistas gays em seis capitais mostram que a escola é o primeiro ou o segundo lugar no qual homossexuais e transexuais mais sofrem preconceito. E não é só. Duas pesquisas feitas pela Unesco em 2004 ilustram a gravidade do preconceito nas escolas: uma delas, entre os alunos, descobriu que 40% dos meninos brasileiros não querem um colega homossexual sentado na carteira ao lado; outra, com professores, mostrou que 60% deles consideram “inadmissível” que uma pessoa mantenha relações com gente do mesmo sexo. “Há um muro de preconceitos que impede as pessoas de aceitar os homossexuais: eles são promíscuos, não têm família, morrem de aids. Quando se veem diante de um aluno gay, os professores e diretores simplesmente não sabem como agir”, diz o educador Beto de Jesus, da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais.


Beto de Jesus é um dos coordenadores de um projeto financiado pelo Ministério da Educação para formar professores e ajudar as escolas a lidar com a diversidade sexual de seus alunos. O grupo vai produzir um kit didático para 6 mil escolas. Nele, haverá orientação para diretores e professores e material para os alunos. Como parte do mesmo projeto, estão sendo realizados encontros regionais com secretarias da Educação, ONGs e universidades. A ideia é coletar experiências de sucesso para ajudar a formular uma política nacional para o problema. O grupo também realiza, neste momento, a maior pesquisa qualitativa sobre homofobia nas escolas de dez capitais brasileiras, com a intenção de mapear os principais conflitos e soluções. “As escolas não estão preparadas nem para identificar esse preconceito. Enquanto os professores não podem aceitar que um aluno chame o outro de ‘negrinho’, ‘veadinho’ ainda é considerado brincadeira”, diz Carlos Laudari, diretor da Pathfinder Brasil e um dos coordenadores do projeto junto com Beto.


O Daniel ou a Dani?
Aos 8 anos, Daniel (o nome foi trocado) espalhava para os amiguinhos do colégio que era obrigado a ir disfarçado para a escola. “Meu pai quer um filho homem e me faz usar essas roupas e esse nome. Mas eu sou menina.” Aos 13, começou a passar base, usar brinco e fazer as unhas. Daniel é transexual, pessoa que nasce com um sexo, mas se sente e age como o sexo oposto. Na escola, pediu a professores que o chamassem de Dani, com pronome feminino. Queria ser “a” Dani. Mas só duas professoras concordaram. Uma semana depois que colocou mega-hair (aplicação de mechas no cabelo), sua mãe foi chamada à escola. Os pais de uma colega de classe ligaram indignados: “Não queremos nossa filha perto dessa aberração”. A solução encontrada pela diretora foi proibir a produção: o cabelo deveria estar preso e nada de maquiagem, brinco ou esmalte. Dani continuou a usar esmalte branco e brincos pequenos, mas tinha de tirar tudo quando cruzava com a diretora. No dia em que foi pego usando o banheiro feminino, levou uma bronca tão grande que nunca mais fez xixi na escola. Segurava até a hora de chegar em casa.
No ano em que saiu do armário, Dani repetiu pela primeira vez. Começou a faltar às aulas semanas seguidas e tirar nota vermelha em quase todas as matérias – menos nas duas em que as professoras concordaram em chamá- lo de Dani. A mãe se mudou para São Paulo, atrás de escolas que soubessem lidar com a diferença. Um mês depois da mudança, Dani havia sido recusado por sete colégios. Só foi aceito em uma escola especial, dirigida a alunos com dificuldade de aprendizagem e deficiência física ou mental.
É muito comum alunos transexuais abandonarem os estudos. Eles se sentem rejeitados por professores que se recusam a chamá-los pelo nome do sexo oposto e pelas restrições a seu modo de vestir. Para evitar que parem de estudar, algumas secretarias de Educação estão criando uma portaria para orientar as escolas. A primeira delas foi aprovada no Pará, no ano passado. Desde janeiro, alunos transexuais podem escolher o nome e o sexo, que fica registrado em sua matrícula. Assim, professores, diretores e funcionários têm de chamá-los e tratá-los pelo sexo de sua escolha. Em um mês, a secretaria contou 111 transexuais e travestis matriculados. “São jovens de 19 a 29 anos que tinham abandonado a escola e agora estão voltando”, diz a psicóloga Cléo Ferreira, uma das coordenadoras das mudanças na secretaria.

Ana Aranha

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AULA DE TOLERÂNCIA - Alunos do 1º ano do ensino médio em uma escola estadual de Piracicaba, durante uma oficina de diversidade sexual. Eles discutem o respeito aos homossexuais

A rede educacional brasileira encara os homossexuais, e não o preconceito, como problema


No começo do ano, Daniel foi recusado em sete escolas particulares de São Paulo. Ele é transexual, um menino que se sente e age como uma menina. Só conseguiu vaga em uma escola especial, para alunos com alguma deficiência.
Quando era aluno de colégio federal do Rio de Janeiro, Pedro Gabriel Gama fez um protesto na escola contra a falta de água. No dia seguinte, ouviu do diretor: “Isso é coisa de veado!”.
Em uma escola particular de Araguaína, Tocantins, Lídia Vieira Barros brigou com uma aluna que a chamava de “sapatão”. No dia seguinte, Lídia foi mandada à orientação psicológica. A outra, não.



Em Piracicaba, interior de São Paulo, um aluno move ação contra a Secretaria de Educação. No meio de uma aula sobre fotossíntese, no ano passado, o professor se recusou a lhe entregar uma apostila. “As bichinhas não precisam desse material”, disse.


Os quatro episódios narrados acima ilustram um grande problema da rede educacional brasileira: a falta de preparo da escola para lidar com a homossexualidade e os preconceitos que ela provoca. Entrevistas feitas por ativistas gays em seis capitais mostram que a escola é o primeiro ou o segundo lugar no qual homossexuais e transexuais mais sofrem preconceito. E não é só. Duas pesquisas feitas pela Unesco em 2004 ilustram a gravidade do preconceito nas escolas: uma delas, entre os alunos, descobriu que 40% dos meninos brasileiros não querem um colega homossexual sentado na carteira ao lado; outra, com professores, mostrou que 60% deles consideram “inadmissível” que uma pessoa mantenha relações com gente do mesmo sexo. “Há um muro de preconceitos que impede as pessoas de aceitar os homossexuais: eles são promíscuos, não têm família, morrem de aids. Quando se veem diante de um aluno gay, os professores e diretores simplesmente não sabem como agir”, diz o educador Beto de Jesus, da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais.


Beto de Jesus é um dos coordenadores de um projeto financiado pelo Ministério da Educação para formar professores e ajudar as escolas a lidar com a diversidade sexual de seus alunos. O grupo vai produzir um kit didático para 6 mil escolas. Nele, haverá orientação para diretores e professores e material para os alunos. Como parte do mesmo projeto, estão sendo realizados encontros regionais com secretarias da Educação, ONGs e universidades. A ideia é coletar experiências de sucesso para ajudar a formular uma política nacional para o problema. O grupo também realiza, neste momento, a maior pesquisa qualitativa sobre homofobia nas escolas de dez capitais brasileiras, com a intenção de mapear os principais conflitos e soluções. “As escolas não estão preparadas nem para identificar esse preconceito. Enquanto os professores não podem aceitar que um aluno chame o outro de ‘negrinho’, ‘veadinho’ ainda é considerado brincadeira”, diz Carlos Laudari, diretor da Pathfinder Brasil e um dos coordenadores do projeto junto com Beto.


O Daniel ou a Dani?
Aos 8 anos, Daniel (o nome foi trocado) espalhava para os amiguinhos do colégio que era obrigado a ir disfarçado para a escola. “Meu pai quer um filho homem e me faz usar essas roupas e esse nome. Mas eu sou menina.” Aos 13, começou a passar base, usar brinco e fazer as unhas. Daniel é transexual, pessoa que nasce com um sexo, mas se sente e age como o sexo oposto. Na escola, pediu a professores que o chamassem de Dani, com pronome feminino. Queria ser “a” Dani. Mas só duas professoras concordaram. Uma semana depois que colocou mega-hair (aplicação de mechas no cabelo), sua mãe foi chamada à escola. Os pais de uma colega de classe ligaram indignados: “Não queremos nossa filha perto dessa aberração”. A solução encontrada pela diretora foi proibir a produção: o cabelo deveria estar preso e nada de maquiagem, brinco ou esmalte. Dani continuou a usar esmalte branco e brincos pequenos, mas tinha de tirar tudo quando cruzava com a diretora. No dia em que foi pego usando o banheiro feminino, levou uma bronca tão grande que nunca mais fez xixi na escola. Segurava até a hora de chegar em casa.
No ano em que saiu do armário, Dani repetiu pela primeira vez. Começou a faltar às aulas semanas seguidas e tirar nota vermelha em quase todas as matérias – menos nas duas em que as professoras concordaram em chamá- lo de Dani. A mãe se mudou para São Paulo, atrás de escolas que soubessem lidar com a diferença. Um mês depois da mudança, Dani havia sido recusado por sete colégios. Só foi aceito em uma escola especial, dirigida a alunos com dificuldade de aprendizagem e deficiência física ou mental.
É muito comum alunos transexuais abandonarem os estudos. Eles se sentem rejeitados por professores que se recusam a chamá-los pelo nome do sexo oposto e pelas restrições a seu modo de vestir. Para evitar que parem de estudar, algumas secretarias de Educação estão criando uma portaria para orientar as escolas. A primeira delas foi aprovada no Pará, no ano passado. Desde janeiro, alunos transexuais podem escolher o nome e o sexo, que fica registrado em sua matrícula. Assim, professores, diretores e funcionários têm de chamá-los e tratá-los pelo sexo de sua escolha. Em um mês, a secretaria contou 111 transexuais e travestis matriculados. “São jovens de 19 a 29 anos que tinham abandonado a escola e agora estão voltando”, diz a psicóloga Cléo Ferreira, uma das coordenadoras das mudanças na secretaria.

Ana Aranha

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Uma das principais militantes do movimento negro mundial critica Obama pelo "boicote" à Conferência de Durban e denuncia políticos da República Dominicana, que tentam mudar a Constituição do país e transformar milhares de descendentes de haitianos em apátridas

Há mais de três décadas, a educadora dominicana Sergia Galván, de 54 anos, é reconhecida internacionalmente por seu trabalho para combater as violações dos direitos humanos - principalmente das mulheres, dos jovens e dos negros. Em entrevista a ÉPOCA, por telefone, ela afirmou estar frustrada com o governo de Barack Obama. "O boicote de países como Estados Unidos, Canadá, Itália, Austrália e Nova Zelândia à Conferência de Revisão de Durban é uma tremenda manifestação de racismo." Como indica o nome, a conferência (organizada pelas Nações Unidas em Genebra, Suíça) tem o objetivo de revisar o cumprimento das decisões da Conferência Mundial contra o Racismo, realizada em 2001 em Durban, na África do Sul. Segundo Sergia, ainda há muito por fazer. Nos últimos dias, ela tem batalhado contra mudanças na Constituição de seu país. Políticos ultra-conservadores pretendem considerar apátridas os descendentes de haitianos nascidos na República Dominicana. Se isso acontecer, "será a maior expressão de racismo e xenofobia já vista na América Latina", diz Sergia. "Há quase 1 milhão de pessoas de origem haitiana na República Dominicana".


QUEM É
Sergia Galván, de 54 anos, é dominicana. Graduada em educação pela Universidade Autônoma de Santo Domingo, é especialista em temas relacionados à mulher, ao racismo e aos direitos humanos


O QUE FAZ
É diretora executiva da ONG Coletivo Mulher e Saúde da República Dominicana e fundadora da Rede de Mulheres Afrodescendentes da América Latina e Caribe. Ativista social há mais de 30 anos, atuou em entidades como a Organização das Nações Unidas (ONU) e a Organização dos Estados Americanos (OEA)

ÉPOCA – A essência do racismo mudou? Sergia Galván – Não. O que mudou foram suas formas de expressão. Embora hoje em dia as manifestações sejam mais sutis, elas aparecem com muito mais força. O antissemitismo e a xenofobia que vemos em várias partes do mundo são exemplos disso. O boicote de países como Estados Unidos, Canadá, Itália, Austrália e Nova Zelândia à Conferência de Revisão de Durban é uma tremenda manifestação de racismo. Para a comunidade afrodescendente é frustrante ver que, com Obama no poder, os EUA não tenham se esforçado para reafirmar o compromisso de combate ao racismo.

ÉPOCA – É o racismo contemporâneo? Sergia – É, sim. Essas manifestações também podem ser chamadas de racismo agravado. E a discriminação pode ser múltipla, por exemplo, se além de sofrer as consequências por ser negra, a pessoa sofre por ser imigrante ou por não ser heterossexual. Os meios de comunicação, de maneira sutil, também reforçam a discriminação. Expressões como "um dia negro para a economia" e "o mercado negro do dólar" associam o negro ao mal e ao ilegal. A criminalização dos jovens e a predominância dos afrodescendentes nas penitenciárias são uma expressão do racismo. E o Brasil não fica fora disso. Nos livros escolares usados na América Latina, os negros aparecem em funções de pouca importância social e econômica. Não vemos cientistas negros, por exemplo. Os livros de história manipulam ou ocultam a contribuição dos negros para a construção das nações e da democracia. Dificilmente encontramos histórias infantis positivas e bonitas sobre a afrodescendência.

ÉPOCA – A Conferência de Revisão de Durban, de 20 a 24 de abril, representa um avanço na luta contra o racismo? Sergia – Não acredito nisso. Depois de 11 de setembro (de 2001, data dos atentados aos EUA), sob o pretexto de combater o terrorismo, vários países se recusaram a assumir compromissos na luta contra o racismo. Principalmente os Estados Unidos. O objetivo da conferência era avaliar quanto o combate ao racismo e à pobreza avançou nos últimos oito anos, mas vários países apresentaram apenas relatórios incompletos. Houve apenas retórica. O que se tentou na conferência foi evitar retrocessos. Não foi dado nenhum passo adiante. O que houve ali foi novamente uma declaração de intenções. Não um compromisso real.

ÉPOCA – Qual a sua avaliação sobre o discurso antissemita de Mahmoud Ahmadinejad em Genebra? Sergia – Israel, Palestina e Irã não deveriam ser o tema central da discussão em Genebra porque desvirtuariam o objetivo real da conferência. O conflito criado ali foi usado por países hegemônicos como argumento para boicotar o evento e, com isso, não assumir suas responsabilidades no combate ao racismo.

ÉPOCA – Como combater o racismo de maneira eficaz? Sergia – É preciso adotar ações afirmativas e um modelo de desenvolvimento que inclua os afrodescendentes. A maioria dos países nem sequer reconhece a existência do racismo. Na República Dominicana, onde 80% da população é afrodescendente, o Estado diz não haver racismo. Apenas preconceito racial. Os dominicanos usam vários adjetivos para negar sua identidade. Dizem que são índios claros, índios escuros, mulatos... Porque ser negro ou afrodescendente não é valorizado socialmente. De acordo com as estimativas, somos 150 milhões na América Latina. Algumas autoridades afirmam que somos 30 milhões ou 60 milhões. Estamos lutando para que na rodada de censos de 2010, que será realizada na América Latina, os dados étnico-raciais sejam desagregados. Precisamos nos conhecer, saber quantos somos e valorizar a nossa identidade.

ÉPOCA – Na República Dominicana, que divide com o Haiti a ilha Hispaniola, há um forte preconceito contra os haitianos. Como isso se manifesta? Sergia – Nos últimos anos, pessoas de origem haitiana têm sido queimadas vivas em manifestações ultra-racistas. Assim como as bruxas eram queimadas no passado. A Constituição está sendo reformada. Atualmente, é considerado dominicano quem nasceu no país ou é descendente de dominicanos. Se a nova proposta for aprovada, apenas os descendentes de dominicanos terão direito à cidadania. É a lei do sangue. Descendentes de haitianos nascidos na República Dominicana serão considerados apátridas. Já há muita gente nessa situação. Há famílias inteiras em que três gerações nascidas na República Dominicana não têm sequer um documento de identidade.

ÉPOCA – Como essas pessoas vivem sem documentos? Sergia – Pelo menos 22% da população dominicana não tem documento de identidade. São majoritariamente negros e pobres. Pela lei, elas não têm direito ao seguro social e só podem frequentar a escola até que sejam exigidos seus documentos oficiais. Mesmo as pessoas que tem documentos podem ser afetadas se a Constituição for alterada. Isso porque o status legal será passado de pai para filho. Será a maior expressão de racismo e xenofobia já vista na América Latina. Há quase 1 milhão de pessoas de origem haitiana na República Dominicana.
Solange Azevedo
fonte:ÉPOCA
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Uma das principais militantes do movimento negro mundial critica Obama pelo "boicote" à Conferência de Durban e denuncia políticos da República Dominicana, que tentam mudar a Constituição do país e transformar milhares de descendentes de haitianos em apátridas

Há mais de três décadas, a educadora dominicana Sergia Galván, de 54 anos, é reconhecida internacionalmente por seu trabalho para combater as violações dos direitos humanos - principalmente das mulheres, dos jovens e dos negros. Em entrevista a ÉPOCA, por telefone, ela afirmou estar frustrada com o governo de Barack Obama. "O boicote de países como Estados Unidos, Canadá, Itália, Austrália e Nova Zelândia à Conferência de Revisão de Durban é uma tremenda manifestação de racismo." Como indica o nome, a conferência (organizada pelas Nações Unidas em Genebra, Suíça) tem o objetivo de revisar o cumprimento das decisões da Conferência Mundial contra o Racismo, realizada em 2001 em Durban, na África do Sul. Segundo Sergia, ainda há muito por fazer. Nos últimos dias, ela tem batalhado contra mudanças na Constituição de seu país. Políticos ultra-conservadores pretendem considerar apátridas os descendentes de haitianos nascidos na República Dominicana. Se isso acontecer, "será a maior expressão de racismo e xenofobia já vista na América Latina", diz Sergia. "Há quase 1 milhão de pessoas de origem haitiana na República Dominicana".


QUEM É
Sergia Galván, de 54 anos, é dominicana. Graduada em educação pela Universidade Autônoma de Santo Domingo, é especialista em temas relacionados à mulher, ao racismo e aos direitos humanos


O QUE FAZ
É diretora executiva da ONG Coletivo Mulher e Saúde da República Dominicana e fundadora da Rede de Mulheres Afrodescendentes da América Latina e Caribe. Ativista social há mais de 30 anos, atuou em entidades como a Organização das Nações Unidas (ONU) e a Organização dos Estados Americanos (OEA)

ÉPOCA – A essência do racismo mudou? Sergia Galván – Não. O que mudou foram suas formas de expressão. Embora hoje em dia as manifestações sejam mais sutis, elas aparecem com muito mais força. O antissemitismo e a xenofobia que vemos em várias partes do mundo são exemplos disso. O boicote de países como Estados Unidos, Canadá, Itália, Austrália e Nova Zelândia à Conferência de Revisão de Durban é uma tremenda manifestação de racismo. Para a comunidade afrodescendente é frustrante ver que, com Obama no poder, os EUA não tenham se esforçado para reafirmar o compromisso de combate ao racismo.

ÉPOCA – É o racismo contemporâneo? Sergia – É, sim. Essas manifestações também podem ser chamadas de racismo agravado. E a discriminação pode ser múltipla, por exemplo, se além de sofrer as consequências por ser negra, a pessoa sofre por ser imigrante ou por não ser heterossexual. Os meios de comunicação, de maneira sutil, também reforçam a discriminação. Expressões como "um dia negro para a economia" e "o mercado negro do dólar" associam o negro ao mal e ao ilegal. A criminalização dos jovens e a predominância dos afrodescendentes nas penitenciárias são uma expressão do racismo. E o Brasil não fica fora disso. Nos livros escolares usados na América Latina, os negros aparecem em funções de pouca importância social e econômica. Não vemos cientistas negros, por exemplo. Os livros de história manipulam ou ocultam a contribuição dos negros para a construção das nações e da democracia. Dificilmente encontramos histórias infantis positivas e bonitas sobre a afrodescendência.

ÉPOCA – A Conferência de Revisão de Durban, de 20 a 24 de abril, representa um avanço na luta contra o racismo? Sergia – Não acredito nisso. Depois de 11 de setembro (de 2001, data dos atentados aos EUA), sob o pretexto de combater o terrorismo, vários países se recusaram a assumir compromissos na luta contra o racismo. Principalmente os Estados Unidos. O objetivo da conferência era avaliar quanto o combate ao racismo e à pobreza avançou nos últimos oito anos, mas vários países apresentaram apenas relatórios incompletos. Houve apenas retórica. O que se tentou na conferência foi evitar retrocessos. Não foi dado nenhum passo adiante. O que houve ali foi novamente uma declaração de intenções. Não um compromisso real.

ÉPOCA – Qual a sua avaliação sobre o discurso antissemita de Mahmoud Ahmadinejad em Genebra? Sergia – Israel, Palestina e Irã não deveriam ser o tema central da discussão em Genebra porque desvirtuariam o objetivo real da conferência. O conflito criado ali foi usado por países hegemônicos como argumento para boicotar o evento e, com isso, não assumir suas responsabilidades no combate ao racismo.

ÉPOCA – Como combater o racismo de maneira eficaz? Sergia – É preciso adotar ações afirmativas e um modelo de desenvolvimento que inclua os afrodescendentes. A maioria dos países nem sequer reconhece a existência do racismo. Na República Dominicana, onde 80% da população é afrodescendente, o Estado diz não haver racismo. Apenas preconceito racial. Os dominicanos usam vários adjetivos para negar sua identidade. Dizem que são índios claros, índios escuros, mulatos... Porque ser negro ou afrodescendente não é valorizado socialmente. De acordo com as estimativas, somos 150 milhões na América Latina. Algumas autoridades afirmam que somos 30 milhões ou 60 milhões. Estamos lutando para que na rodada de censos de 2010, que será realizada na América Latina, os dados étnico-raciais sejam desagregados. Precisamos nos conhecer, saber quantos somos e valorizar a nossa identidade.

ÉPOCA – Na República Dominicana, que divide com o Haiti a ilha Hispaniola, há um forte preconceito contra os haitianos. Como isso se manifesta? Sergia – Nos últimos anos, pessoas de origem haitiana têm sido queimadas vivas em manifestações ultra-racistas. Assim como as bruxas eram queimadas no passado. A Constituição está sendo reformada. Atualmente, é considerado dominicano quem nasceu no país ou é descendente de dominicanos. Se a nova proposta for aprovada, apenas os descendentes de dominicanos terão direito à cidadania. É a lei do sangue. Descendentes de haitianos nascidos na República Dominicana serão considerados apátridas. Já há muita gente nessa situação. Há famílias inteiras em que três gerações nascidas na República Dominicana não têm sequer um documento de identidade.

ÉPOCA – Como essas pessoas vivem sem documentos? Sergia – Pelo menos 22% da população dominicana não tem documento de identidade. São majoritariamente negros e pobres. Pela lei, elas não têm direito ao seguro social e só podem frequentar a escola até que sejam exigidos seus documentos oficiais. Mesmo as pessoas que tem documentos podem ser afetadas se a Constituição for alterada. Isso porque o status legal será passado de pai para filho. Será a maior expressão de racismo e xenofobia já vista na América Latina. Há quase 1 milhão de pessoas de origem haitiana na República Dominicana.
Solange Azevedo
fonte:ÉPOCA
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:21  comentar

Uma das principais militantes do movimento negro mundial critica Obama pelo "boicote" à Conferência de Durban e denuncia políticos da República Dominicana, que tentam mudar a Constituição do país e transformar milhares de descendentes de haitianos em apátridas

Há mais de três décadas, a educadora dominicana Sergia Galván, de 54 anos, é reconhecida internacionalmente por seu trabalho para combater as violações dos direitos humanos - principalmente das mulheres, dos jovens e dos negros. Em entrevista a ÉPOCA, por telefone, ela afirmou estar frustrada com o governo de Barack Obama. "O boicote de países como Estados Unidos, Canadá, Itália, Austrália e Nova Zelândia à Conferência de Revisão de Durban é uma tremenda manifestação de racismo." Como indica o nome, a conferência (organizada pelas Nações Unidas em Genebra, Suíça) tem o objetivo de revisar o cumprimento das decisões da Conferência Mundial contra o Racismo, realizada em 2001 em Durban, na África do Sul. Segundo Sergia, ainda há muito por fazer. Nos últimos dias, ela tem batalhado contra mudanças na Constituição de seu país. Políticos ultra-conservadores pretendem considerar apátridas os descendentes de haitianos nascidos na República Dominicana. Se isso acontecer, "será a maior expressão de racismo e xenofobia já vista na América Latina", diz Sergia. "Há quase 1 milhão de pessoas de origem haitiana na República Dominicana".


QUEM É
Sergia Galván, de 54 anos, é dominicana. Graduada em educação pela Universidade Autônoma de Santo Domingo, é especialista em temas relacionados à mulher, ao racismo e aos direitos humanos


O QUE FAZ
É diretora executiva da ONG Coletivo Mulher e Saúde da República Dominicana e fundadora da Rede de Mulheres Afrodescendentes da América Latina e Caribe. Ativista social há mais de 30 anos, atuou em entidades como a Organização das Nações Unidas (ONU) e a Organização dos Estados Americanos (OEA)

ÉPOCA – A essência do racismo mudou? Sergia Galván – Não. O que mudou foram suas formas de expressão. Embora hoje em dia as manifestações sejam mais sutis, elas aparecem com muito mais força. O antissemitismo e a xenofobia que vemos em várias partes do mundo são exemplos disso. O boicote de países como Estados Unidos, Canadá, Itália, Austrália e Nova Zelândia à Conferência de Revisão de Durban é uma tremenda manifestação de racismo. Para a comunidade afrodescendente é frustrante ver que, com Obama no poder, os EUA não tenham se esforçado para reafirmar o compromisso de combate ao racismo.

ÉPOCA – É o racismo contemporâneo? Sergia – É, sim. Essas manifestações também podem ser chamadas de racismo agravado. E a discriminação pode ser múltipla, por exemplo, se além de sofrer as consequências por ser negra, a pessoa sofre por ser imigrante ou por não ser heterossexual. Os meios de comunicação, de maneira sutil, também reforçam a discriminação. Expressões como "um dia negro para a economia" e "o mercado negro do dólar" associam o negro ao mal e ao ilegal. A criminalização dos jovens e a predominância dos afrodescendentes nas penitenciárias são uma expressão do racismo. E o Brasil não fica fora disso. Nos livros escolares usados na América Latina, os negros aparecem em funções de pouca importância social e econômica. Não vemos cientistas negros, por exemplo. Os livros de história manipulam ou ocultam a contribuição dos negros para a construção das nações e da democracia. Dificilmente encontramos histórias infantis positivas e bonitas sobre a afrodescendência.

ÉPOCA – A Conferência de Revisão de Durban, de 20 a 24 de abril, representa um avanço na luta contra o racismo? Sergia – Não acredito nisso. Depois de 11 de setembro (de 2001, data dos atentados aos EUA), sob o pretexto de combater o terrorismo, vários países se recusaram a assumir compromissos na luta contra o racismo. Principalmente os Estados Unidos. O objetivo da conferência era avaliar quanto o combate ao racismo e à pobreza avançou nos últimos oito anos, mas vários países apresentaram apenas relatórios incompletos. Houve apenas retórica. O que se tentou na conferência foi evitar retrocessos. Não foi dado nenhum passo adiante. O que houve ali foi novamente uma declaração de intenções. Não um compromisso real.

ÉPOCA – Qual a sua avaliação sobre o discurso antissemita de Mahmoud Ahmadinejad em Genebra? Sergia – Israel, Palestina e Irã não deveriam ser o tema central da discussão em Genebra porque desvirtuariam o objetivo real da conferência. O conflito criado ali foi usado por países hegemônicos como argumento para boicotar o evento e, com isso, não assumir suas responsabilidades no combate ao racismo.

ÉPOCA – Como combater o racismo de maneira eficaz? Sergia – É preciso adotar ações afirmativas e um modelo de desenvolvimento que inclua os afrodescendentes. A maioria dos países nem sequer reconhece a existência do racismo. Na República Dominicana, onde 80% da população é afrodescendente, o Estado diz não haver racismo. Apenas preconceito racial. Os dominicanos usam vários adjetivos para negar sua identidade. Dizem que são índios claros, índios escuros, mulatos... Porque ser negro ou afrodescendente não é valorizado socialmente. De acordo com as estimativas, somos 150 milhões na América Latina. Algumas autoridades afirmam que somos 30 milhões ou 60 milhões. Estamos lutando para que na rodada de censos de 2010, que será realizada na América Latina, os dados étnico-raciais sejam desagregados. Precisamos nos conhecer, saber quantos somos e valorizar a nossa identidade.

ÉPOCA – Na República Dominicana, que divide com o Haiti a ilha Hispaniola, há um forte preconceito contra os haitianos. Como isso se manifesta? Sergia – Nos últimos anos, pessoas de origem haitiana têm sido queimadas vivas em manifestações ultra-racistas. Assim como as bruxas eram queimadas no passado. A Constituição está sendo reformada. Atualmente, é considerado dominicano quem nasceu no país ou é descendente de dominicanos. Se a nova proposta for aprovada, apenas os descendentes de dominicanos terão direito à cidadania. É a lei do sangue. Descendentes de haitianos nascidos na República Dominicana serão considerados apátridas. Já há muita gente nessa situação. Há famílias inteiras em que três gerações nascidas na República Dominicana não têm sequer um documento de identidade.

ÉPOCA – Como essas pessoas vivem sem documentos? Sergia – Pelo menos 22% da população dominicana não tem documento de identidade. São majoritariamente negros e pobres. Pela lei, elas não têm direito ao seguro social e só podem frequentar a escola até que sejam exigidos seus documentos oficiais. Mesmo as pessoas que tem documentos podem ser afetadas se a Constituição for alterada. Isso porque o status legal será passado de pai para filho. Será a maior expressão de racismo e xenofobia já vista na América Latina. Há quase 1 milhão de pessoas de origem haitiana na República Dominicana.
Solange Azevedo
fonte:ÉPOCA
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Uma das principais militantes do movimento negro mundial critica Obama pelo "boicote" à Conferência de Durban e denuncia políticos da República Dominicana, que tentam mudar a Constituição do país e transformar milhares de descendentes de haitianos em apátridas

Há mais de três décadas, a educadora dominicana Sergia Galván, de 54 anos, é reconhecida internacionalmente por seu trabalho para combater as violações dos direitos humanos - principalmente das mulheres, dos jovens e dos negros. Em entrevista a ÉPOCA, por telefone, ela afirmou estar frustrada com o governo de Barack Obama. "O boicote de países como Estados Unidos, Canadá, Itália, Austrália e Nova Zelândia à Conferência de Revisão de Durban é uma tremenda manifestação de racismo." Como indica o nome, a conferência (organizada pelas Nações Unidas em Genebra, Suíça) tem o objetivo de revisar o cumprimento das decisões da Conferência Mundial contra o Racismo, realizada em 2001 em Durban, na África do Sul. Segundo Sergia, ainda há muito por fazer. Nos últimos dias, ela tem batalhado contra mudanças na Constituição de seu país. Políticos ultra-conservadores pretendem considerar apátridas os descendentes de haitianos nascidos na República Dominicana. Se isso acontecer, "será a maior expressão de racismo e xenofobia já vista na América Latina", diz Sergia. "Há quase 1 milhão de pessoas de origem haitiana na República Dominicana".


QUEM É
Sergia Galván, de 54 anos, é dominicana. Graduada em educação pela Universidade Autônoma de Santo Domingo, é especialista em temas relacionados à mulher, ao racismo e aos direitos humanos


O QUE FAZ
É diretora executiva da ONG Coletivo Mulher e Saúde da República Dominicana e fundadora da Rede de Mulheres Afrodescendentes da América Latina e Caribe. Ativista social há mais de 30 anos, atuou em entidades como a Organização das Nações Unidas (ONU) e a Organização dos Estados Americanos (OEA)

ÉPOCA – A essência do racismo mudou? Sergia Galván – Não. O que mudou foram suas formas de expressão. Embora hoje em dia as manifestações sejam mais sutis, elas aparecem com muito mais força. O antissemitismo e a xenofobia que vemos em várias partes do mundo são exemplos disso. O boicote de países como Estados Unidos, Canadá, Itália, Austrália e Nova Zelândia à Conferência de Revisão de Durban é uma tremenda manifestação de racismo. Para a comunidade afrodescendente é frustrante ver que, com Obama no poder, os EUA não tenham se esforçado para reafirmar o compromisso de combate ao racismo.

ÉPOCA – É o racismo contemporâneo? Sergia – É, sim. Essas manifestações também podem ser chamadas de racismo agravado. E a discriminação pode ser múltipla, por exemplo, se além de sofrer as consequências por ser negra, a pessoa sofre por ser imigrante ou por não ser heterossexual. Os meios de comunicação, de maneira sutil, também reforçam a discriminação. Expressões como "um dia negro para a economia" e "o mercado negro do dólar" associam o negro ao mal e ao ilegal. A criminalização dos jovens e a predominância dos afrodescendentes nas penitenciárias são uma expressão do racismo. E o Brasil não fica fora disso. Nos livros escolares usados na América Latina, os negros aparecem em funções de pouca importância social e econômica. Não vemos cientistas negros, por exemplo. Os livros de história manipulam ou ocultam a contribuição dos negros para a construção das nações e da democracia. Dificilmente encontramos histórias infantis positivas e bonitas sobre a afrodescendência.

ÉPOCA – A Conferência de Revisão de Durban, de 20 a 24 de abril, representa um avanço na luta contra o racismo? Sergia – Não acredito nisso. Depois de 11 de setembro (de 2001, data dos atentados aos EUA), sob o pretexto de combater o terrorismo, vários países se recusaram a assumir compromissos na luta contra o racismo. Principalmente os Estados Unidos. O objetivo da conferência era avaliar quanto o combate ao racismo e à pobreza avançou nos últimos oito anos, mas vários países apresentaram apenas relatórios incompletos. Houve apenas retórica. O que se tentou na conferência foi evitar retrocessos. Não foi dado nenhum passo adiante. O que houve ali foi novamente uma declaração de intenções. Não um compromisso real.

ÉPOCA – Qual a sua avaliação sobre o discurso antissemita de Mahmoud Ahmadinejad em Genebra? Sergia – Israel, Palestina e Irã não deveriam ser o tema central da discussão em Genebra porque desvirtuariam o objetivo real da conferência. O conflito criado ali foi usado por países hegemônicos como argumento para boicotar o evento e, com isso, não assumir suas responsabilidades no combate ao racismo.

ÉPOCA – Como combater o racismo de maneira eficaz? Sergia – É preciso adotar ações afirmativas e um modelo de desenvolvimento que inclua os afrodescendentes. A maioria dos países nem sequer reconhece a existência do racismo. Na República Dominicana, onde 80% da população é afrodescendente, o Estado diz não haver racismo. Apenas preconceito racial. Os dominicanos usam vários adjetivos para negar sua identidade. Dizem que são índios claros, índios escuros, mulatos... Porque ser negro ou afrodescendente não é valorizado socialmente. De acordo com as estimativas, somos 150 milhões na América Latina. Algumas autoridades afirmam que somos 30 milhões ou 60 milhões. Estamos lutando para que na rodada de censos de 2010, que será realizada na América Latina, os dados étnico-raciais sejam desagregados. Precisamos nos conhecer, saber quantos somos e valorizar a nossa identidade.

ÉPOCA – Na República Dominicana, que divide com o Haiti a ilha Hispaniola, há um forte preconceito contra os haitianos. Como isso se manifesta? Sergia – Nos últimos anos, pessoas de origem haitiana têm sido queimadas vivas em manifestações ultra-racistas. Assim como as bruxas eram queimadas no passado. A Constituição está sendo reformada. Atualmente, é considerado dominicano quem nasceu no país ou é descendente de dominicanos. Se a nova proposta for aprovada, apenas os descendentes de dominicanos terão direito à cidadania. É a lei do sangue. Descendentes de haitianos nascidos na República Dominicana serão considerados apátridas. Já há muita gente nessa situação. Há famílias inteiras em que três gerações nascidas na República Dominicana não têm sequer um documento de identidade.

ÉPOCA – Como essas pessoas vivem sem documentos? Sergia – Pelo menos 22% da população dominicana não tem documento de identidade. São majoritariamente negros e pobres. Pela lei, elas não têm direito ao seguro social e só podem frequentar a escola até que sejam exigidos seus documentos oficiais. Mesmo as pessoas que tem documentos podem ser afetadas se a Constituição for alterada. Isso porque o status legal será passado de pai para filho. Será a maior expressão de racismo e xenofobia já vista na América Latina. Há quase 1 milhão de pessoas de origem haitiana na República Dominicana.
Solange Azevedo
fonte:ÉPOCA
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Uma das principais militantes do movimento negro mundial critica Obama pelo "boicote" à Conferência de Durban e denuncia políticos da República Dominicana, que tentam mudar a Constituição do país e transformar milhares de descendentes de haitianos em apátridas

Há mais de três décadas, a educadora dominicana Sergia Galván, de 54 anos, é reconhecida internacionalmente por seu trabalho para combater as violações dos direitos humanos - principalmente das mulheres, dos jovens e dos negros. Em entrevista a ÉPOCA, por telefone, ela afirmou estar frustrada com o governo de Barack Obama. "O boicote de países como Estados Unidos, Canadá, Itália, Austrália e Nova Zelândia à Conferência de Revisão de Durban é uma tremenda manifestação de racismo." Como indica o nome, a conferência (organizada pelas Nações Unidas em Genebra, Suíça) tem o objetivo de revisar o cumprimento das decisões da Conferência Mundial contra o Racismo, realizada em 2001 em Durban, na África do Sul. Segundo Sergia, ainda há muito por fazer. Nos últimos dias, ela tem batalhado contra mudanças na Constituição de seu país. Políticos ultra-conservadores pretendem considerar apátridas os descendentes de haitianos nascidos na República Dominicana. Se isso acontecer, "será a maior expressão de racismo e xenofobia já vista na América Latina", diz Sergia. "Há quase 1 milhão de pessoas de origem haitiana na República Dominicana".


QUEM É
Sergia Galván, de 54 anos, é dominicana. Graduada em educação pela Universidade Autônoma de Santo Domingo, é especialista em temas relacionados à mulher, ao racismo e aos direitos humanos


O QUE FAZ
É diretora executiva da ONG Coletivo Mulher e Saúde da República Dominicana e fundadora da Rede de Mulheres Afrodescendentes da América Latina e Caribe. Ativista social há mais de 30 anos, atuou em entidades como a Organização das Nações Unidas (ONU) e a Organização dos Estados Americanos (OEA)

ÉPOCA – A essência do racismo mudou? Sergia Galván – Não. O que mudou foram suas formas de expressão. Embora hoje em dia as manifestações sejam mais sutis, elas aparecem com muito mais força. O antissemitismo e a xenofobia que vemos em várias partes do mundo são exemplos disso. O boicote de países como Estados Unidos, Canadá, Itália, Austrália e Nova Zelândia à Conferência de Revisão de Durban é uma tremenda manifestação de racismo. Para a comunidade afrodescendente é frustrante ver que, com Obama no poder, os EUA não tenham se esforçado para reafirmar o compromisso de combate ao racismo.

ÉPOCA – É o racismo contemporâneo? Sergia – É, sim. Essas manifestações também podem ser chamadas de racismo agravado. E a discriminação pode ser múltipla, por exemplo, se além de sofrer as consequências por ser negra, a pessoa sofre por ser imigrante ou por não ser heterossexual. Os meios de comunicação, de maneira sutil, também reforçam a discriminação. Expressões como "um dia negro para a economia" e "o mercado negro do dólar" associam o negro ao mal e ao ilegal. A criminalização dos jovens e a predominância dos afrodescendentes nas penitenciárias são uma expressão do racismo. E o Brasil não fica fora disso. Nos livros escolares usados na América Latina, os negros aparecem em funções de pouca importância social e econômica. Não vemos cientistas negros, por exemplo. Os livros de história manipulam ou ocultam a contribuição dos negros para a construção das nações e da democracia. Dificilmente encontramos histórias infantis positivas e bonitas sobre a afrodescendência.

ÉPOCA – A Conferência de Revisão de Durban, de 20 a 24 de abril, representa um avanço na luta contra o racismo? Sergia – Não acredito nisso. Depois de 11 de setembro (de 2001, data dos atentados aos EUA), sob o pretexto de combater o terrorismo, vários países se recusaram a assumir compromissos na luta contra o racismo. Principalmente os Estados Unidos. O objetivo da conferência era avaliar quanto o combate ao racismo e à pobreza avançou nos últimos oito anos, mas vários países apresentaram apenas relatórios incompletos. Houve apenas retórica. O que se tentou na conferência foi evitar retrocessos. Não foi dado nenhum passo adiante. O que houve ali foi novamente uma declaração de intenções. Não um compromisso real.

ÉPOCA – Qual a sua avaliação sobre o discurso antissemita de Mahmoud Ahmadinejad em Genebra? Sergia – Israel, Palestina e Irã não deveriam ser o tema central da discussão em Genebra porque desvirtuariam o objetivo real da conferência. O conflito criado ali foi usado por países hegemônicos como argumento para boicotar o evento e, com isso, não assumir suas responsabilidades no combate ao racismo.

ÉPOCA – Como combater o racismo de maneira eficaz? Sergia – É preciso adotar ações afirmativas e um modelo de desenvolvimento que inclua os afrodescendentes. A maioria dos países nem sequer reconhece a existência do racismo. Na República Dominicana, onde 80% da população é afrodescendente, o Estado diz não haver racismo. Apenas preconceito racial. Os dominicanos usam vários adjetivos para negar sua identidade. Dizem que são índios claros, índios escuros, mulatos... Porque ser negro ou afrodescendente não é valorizado socialmente. De acordo com as estimativas, somos 150 milhões na América Latina. Algumas autoridades afirmam que somos 30 milhões ou 60 milhões. Estamos lutando para que na rodada de censos de 2010, que será realizada na América Latina, os dados étnico-raciais sejam desagregados. Precisamos nos conhecer, saber quantos somos e valorizar a nossa identidade.

ÉPOCA – Na República Dominicana, que divide com o Haiti a ilha Hispaniola, há um forte preconceito contra os haitianos. Como isso se manifesta? Sergia – Nos últimos anos, pessoas de origem haitiana têm sido queimadas vivas em manifestações ultra-racistas. Assim como as bruxas eram queimadas no passado. A Constituição está sendo reformada. Atualmente, é considerado dominicano quem nasceu no país ou é descendente de dominicanos. Se a nova proposta for aprovada, apenas os descendentes de dominicanos terão direito à cidadania. É a lei do sangue. Descendentes de haitianos nascidos na República Dominicana serão considerados apátridas. Já há muita gente nessa situação. Há famílias inteiras em que três gerações nascidas na República Dominicana não têm sequer um documento de identidade.

ÉPOCA – Como essas pessoas vivem sem documentos? Sergia – Pelo menos 22% da população dominicana não tem documento de identidade. São majoritariamente negros e pobres. Pela lei, elas não têm direito ao seguro social e só podem frequentar a escola até que sejam exigidos seus documentos oficiais. Mesmo as pessoas que tem documentos podem ser afetadas se a Constituição for alterada. Isso porque o status legal será passado de pai para filho. Será a maior expressão de racismo e xenofobia já vista na América Latina. Há quase 1 milhão de pessoas de origem haitiana na República Dominicana.
Solange Azevedo
fonte:ÉPOCA
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Uma das principais militantes do movimento negro mundial critica Obama pelo "boicote" à Conferência de Durban e denuncia políticos da República Dominicana, que tentam mudar a Constituição do país e transformar milhares de descendentes de haitianos em apátridas

Há mais de três décadas, a educadora dominicana Sergia Galván, de 54 anos, é reconhecida internacionalmente por seu trabalho para combater as violações dos direitos humanos - principalmente das mulheres, dos jovens e dos negros. Em entrevista a ÉPOCA, por telefone, ela afirmou estar frustrada com o governo de Barack Obama. "O boicote de países como Estados Unidos, Canadá, Itália, Austrália e Nova Zelândia à Conferência de Revisão de Durban é uma tremenda manifestação de racismo." Como indica o nome, a conferência (organizada pelas Nações Unidas em Genebra, Suíça) tem o objetivo de revisar o cumprimento das decisões da Conferência Mundial contra o Racismo, realizada em 2001 em Durban, na África do Sul. Segundo Sergia, ainda há muito por fazer. Nos últimos dias, ela tem batalhado contra mudanças na Constituição de seu país. Políticos ultra-conservadores pretendem considerar apátridas os descendentes de haitianos nascidos na República Dominicana. Se isso acontecer, "será a maior expressão de racismo e xenofobia já vista na América Latina", diz Sergia. "Há quase 1 milhão de pessoas de origem haitiana na República Dominicana".


QUEM É
Sergia Galván, de 54 anos, é dominicana. Graduada em educação pela Universidade Autônoma de Santo Domingo, é especialista em temas relacionados à mulher, ao racismo e aos direitos humanos


O QUE FAZ
É diretora executiva da ONG Coletivo Mulher e Saúde da República Dominicana e fundadora da Rede de Mulheres Afrodescendentes da América Latina e Caribe. Ativista social há mais de 30 anos, atuou em entidades como a Organização das Nações Unidas (ONU) e a Organização dos Estados Americanos (OEA)

ÉPOCA – A essência do racismo mudou? Sergia Galván – Não. O que mudou foram suas formas de expressão. Embora hoje em dia as manifestações sejam mais sutis, elas aparecem com muito mais força. O antissemitismo e a xenofobia que vemos em várias partes do mundo são exemplos disso. O boicote de países como Estados Unidos, Canadá, Itália, Austrália e Nova Zelândia à Conferência de Revisão de Durban é uma tremenda manifestação de racismo. Para a comunidade afrodescendente é frustrante ver que, com Obama no poder, os EUA não tenham se esforçado para reafirmar o compromisso de combate ao racismo.

ÉPOCA – É o racismo contemporâneo? Sergia – É, sim. Essas manifestações também podem ser chamadas de racismo agravado. E a discriminação pode ser múltipla, por exemplo, se além de sofrer as consequências por ser negra, a pessoa sofre por ser imigrante ou por não ser heterossexual. Os meios de comunicação, de maneira sutil, também reforçam a discriminação. Expressões como "um dia negro para a economia" e "o mercado negro do dólar" associam o negro ao mal e ao ilegal. A criminalização dos jovens e a predominância dos afrodescendentes nas penitenciárias são uma expressão do racismo. E o Brasil não fica fora disso. Nos livros escolares usados na América Latina, os negros aparecem em funções de pouca importância social e econômica. Não vemos cientistas negros, por exemplo. Os livros de história manipulam ou ocultam a contribuição dos negros para a construção das nações e da democracia. Dificilmente encontramos histórias infantis positivas e bonitas sobre a afrodescendência.

ÉPOCA – A Conferência de Revisão de Durban, de 20 a 24 de abril, representa um avanço na luta contra o racismo? Sergia – Não acredito nisso. Depois de 11 de setembro (de 2001, data dos atentados aos EUA), sob o pretexto de combater o terrorismo, vários países se recusaram a assumir compromissos na luta contra o racismo. Principalmente os Estados Unidos. O objetivo da conferência era avaliar quanto o combate ao racismo e à pobreza avançou nos últimos oito anos, mas vários países apresentaram apenas relatórios incompletos. Houve apenas retórica. O que se tentou na conferência foi evitar retrocessos. Não foi dado nenhum passo adiante. O que houve ali foi novamente uma declaração de intenções. Não um compromisso real.

ÉPOCA – Qual a sua avaliação sobre o discurso antissemita de Mahmoud Ahmadinejad em Genebra? Sergia – Israel, Palestina e Irã não deveriam ser o tema central da discussão em Genebra porque desvirtuariam o objetivo real da conferência. O conflito criado ali foi usado por países hegemônicos como argumento para boicotar o evento e, com isso, não assumir suas responsabilidades no combate ao racismo.

ÉPOCA – Como combater o racismo de maneira eficaz? Sergia – É preciso adotar ações afirmativas e um modelo de desenvolvimento que inclua os afrodescendentes. A maioria dos países nem sequer reconhece a existência do racismo. Na República Dominicana, onde 80% da população é afrodescendente, o Estado diz não haver racismo. Apenas preconceito racial. Os dominicanos usam vários adjetivos para negar sua identidade. Dizem que são índios claros, índios escuros, mulatos... Porque ser negro ou afrodescendente não é valorizado socialmente. De acordo com as estimativas, somos 150 milhões na América Latina. Algumas autoridades afirmam que somos 30 milhões ou 60 milhões. Estamos lutando para que na rodada de censos de 2010, que será realizada na América Latina, os dados étnico-raciais sejam desagregados. Precisamos nos conhecer, saber quantos somos e valorizar a nossa identidade.

ÉPOCA – Na República Dominicana, que divide com o Haiti a ilha Hispaniola, há um forte preconceito contra os haitianos. Como isso se manifesta? Sergia – Nos últimos anos, pessoas de origem haitiana têm sido queimadas vivas em manifestações ultra-racistas. Assim como as bruxas eram queimadas no passado. A Constituição está sendo reformada. Atualmente, é considerado dominicano quem nasceu no país ou é descendente de dominicanos. Se a nova proposta for aprovada, apenas os descendentes de dominicanos terão direito à cidadania. É a lei do sangue. Descendentes de haitianos nascidos na República Dominicana serão considerados apátridas. Já há muita gente nessa situação. Há famílias inteiras em que três gerações nascidas na República Dominicana não têm sequer um documento de identidade.

ÉPOCA – Como essas pessoas vivem sem documentos? Sergia – Pelo menos 22% da população dominicana não tem documento de identidade. São majoritariamente negros e pobres. Pela lei, elas não têm direito ao seguro social e só podem frequentar a escola até que sejam exigidos seus documentos oficiais. Mesmo as pessoas que tem documentos podem ser afetadas se a Constituição for alterada. Isso porque o status legal será passado de pai para filho. Será a maior expressão de racismo e xenofobia já vista na América Latina. Há quase 1 milhão de pessoas de origem haitiana na República Dominicana.
Solange Azevedo
fonte:ÉPOCA
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:21  comentar

Uma das principais militantes do movimento negro mundial critica Obama pelo "boicote" à Conferência de Durban e denuncia políticos da República Dominicana, que tentam mudar a Constituição do país e transformar milhares de descendentes de haitianos em apátridas

Há mais de três décadas, a educadora dominicana Sergia Galván, de 54 anos, é reconhecida internacionalmente por seu trabalho para combater as violações dos direitos humanos - principalmente das mulheres, dos jovens e dos negros. Em entrevista a ÉPOCA, por telefone, ela afirmou estar frustrada com o governo de Barack Obama. "O boicote de países como Estados Unidos, Canadá, Itália, Austrália e Nova Zelândia à Conferência de Revisão de Durban é uma tremenda manifestação de racismo." Como indica o nome, a conferência (organizada pelas Nações Unidas em Genebra, Suíça) tem o objetivo de revisar o cumprimento das decisões da Conferência Mundial contra o Racismo, realizada em 2001 em Durban, na África do Sul. Segundo Sergia, ainda há muito por fazer. Nos últimos dias, ela tem batalhado contra mudanças na Constituição de seu país. Políticos ultra-conservadores pretendem considerar apátridas os descendentes de haitianos nascidos na República Dominicana. Se isso acontecer, "será a maior expressão de racismo e xenofobia já vista na América Latina", diz Sergia. "Há quase 1 milhão de pessoas de origem haitiana na República Dominicana".


QUEM É
Sergia Galván, de 54 anos, é dominicana. Graduada em educação pela Universidade Autônoma de Santo Domingo, é especialista em temas relacionados à mulher, ao racismo e aos direitos humanos


O QUE FAZ
É diretora executiva da ONG Coletivo Mulher e Saúde da República Dominicana e fundadora da Rede de Mulheres Afrodescendentes da América Latina e Caribe. Ativista social há mais de 30 anos, atuou em entidades como a Organização das Nações Unidas (ONU) e a Organização dos Estados Americanos (OEA)

ÉPOCA – A essência do racismo mudou? Sergia Galván – Não. O que mudou foram suas formas de expressão. Embora hoje em dia as manifestações sejam mais sutis, elas aparecem com muito mais força. O antissemitismo e a xenofobia que vemos em várias partes do mundo são exemplos disso. O boicote de países como Estados Unidos, Canadá, Itália, Austrália e Nova Zelândia à Conferência de Revisão de Durban é uma tremenda manifestação de racismo. Para a comunidade afrodescendente é frustrante ver que, com Obama no poder, os EUA não tenham se esforçado para reafirmar o compromisso de combate ao racismo.

ÉPOCA – É o racismo contemporâneo? Sergia – É, sim. Essas manifestações também podem ser chamadas de racismo agravado. E a discriminação pode ser múltipla, por exemplo, se além de sofrer as consequências por ser negra, a pessoa sofre por ser imigrante ou por não ser heterossexual. Os meios de comunicação, de maneira sutil, também reforçam a discriminação. Expressões como "um dia negro para a economia" e "o mercado negro do dólar" associam o negro ao mal e ao ilegal. A criminalização dos jovens e a predominância dos afrodescendentes nas penitenciárias são uma expressão do racismo. E o Brasil não fica fora disso. Nos livros escolares usados na América Latina, os negros aparecem em funções de pouca importância social e econômica. Não vemos cientistas negros, por exemplo. Os livros de história manipulam ou ocultam a contribuição dos negros para a construção das nações e da democracia. Dificilmente encontramos histórias infantis positivas e bonitas sobre a afrodescendência.

ÉPOCA – A Conferência de Revisão de Durban, de 20 a 24 de abril, representa um avanço na luta contra o racismo? Sergia – Não acredito nisso. Depois de 11 de setembro (de 2001, data dos atentados aos EUA), sob o pretexto de combater o terrorismo, vários países se recusaram a assumir compromissos na luta contra o racismo. Principalmente os Estados Unidos. O objetivo da conferência era avaliar quanto o combate ao racismo e à pobreza avançou nos últimos oito anos, mas vários países apresentaram apenas relatórios incompletos. Houve apenas retórica. O que se tentou na conferência foi evitar retrocessos. Não foi dado nenhum passo adiante. O que houve ali foi novamente uma declaração de intenções. Não um compromisso real.

ÉPOCA – Qual a sua avaliação sobre o discurso antissemita de Mahmoud Ahmadinejad em Genebra? Sergia – Israel, Palestina e Irã não deveriam ser o tema central da discussão em Genebra porque desvirtuariam o objetivo real da conferência. O conflito criado ali foi usado por países hegemônicos como argumento para boicotar o evento e, com isso, não assumir suas responsabilidades no combate ao racismo.

ÉPOCA – Como combater o racismo de maneira eficaz? Sergia – É preciso adotar ações afirmativas e um modelo de desenvolvimento que inclua os afrodescendentes. A maioria dos países nem sequer reconhece a existência do racismo. Na República Dominicana, onde 80% da população é afrodescendente, o Estado diz não haver racismo. Apenas preconceito racial. Os dominicanos usam vários adjetivos para negar sua identidade. Dizem que são índios claros, índios escuros, mulatos... Porque ser negro ou afrodescendente não é valorizado socialmente. De acordo com as estimativas, somos 150 milhões na América Latina. Algumas autoridades afirmam que somos 30 milhões ou 60 milhões. Estamos lutando para que na rodada de censos de 2010, que será realizada na América Latina, os dados étnico-raciais sejam desagregados. Precisamos nos conhecer, saber quantos somos e valorizar a nossa identidade.

ÉPOCA – Na República Dominicana, que divide com o Haiti a ilha Hispaniola, há um forte preconceito contra os haitianos. Como isso se manifesta? Sergia – Nos últimos anos, pessoas de origem haitiana têm sido queimadas vivas em manifestações ultra-racistas. Assim como as bruxas eram queimadas no passado. A Constituição está sendo reformada. Atualmente, é considerado dominicano quem nasceu no país ou é descendente de dominicanos. Se a nova proposta for aprovada, apenas os descendentes de dominicanos terão direito à cidadania. É a lei do sangue. Descendentes de haitianos nascidos na República Dominicana serão considerados apátridas. Já há muita gente nessa situação. Há famílias inteiras em que três gerações nascidas na República Dominicana não têm sequer um documento de identidade.

ÉPOCA – Como essas pessoas vivem sem documentos? Sergia – Pelo menos 22% da população dominicana não tem documento de identidade. São majoritariamente negros e pobres. Pela lei, elas não têm direito ao seguro social e só podem frequentar a escola até que sejam exigidos seus documentos oficiais. Mesmo as pessoas que tem documentos podem ser afetadas se a Constituição for alterada. Isso porque o status legal será passado de pai para filho. Será a maior expressão de racismo e xenofobia já vista na América Latina. Há quase 1 milhão de pessoas de origem haitiana na República Dominicana.
Solange Azevedo
fonte:ÉPOCA
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:21  comentar

Uma das principais militantes do movimento negro mundial critica Obama pelo "boicote" à Conferência de Durban e denuncia políticos da República Dominicana, que tentam mudar a Constituição do país e transformar milhares de descendentes de haitianos em apátridas

Há mais de três décadas, a educadora dominicana Sergia Galván, de 54 anos, é reconhecida internacionalmente por seu trabalho para combater as violações dos direitos humanos - principalmente das mulheres, dos jovens e dos negros. Em entrevista a ÉPOCA, por telefone, ela afirmou estar frustrada com o governo de Barack Obama. "O boicote de países como Estados Unidos, Canadá, Itália, Austrália e Nova Zelândia à Conferência de Revisão de Durban é uma tremenda manifestação de racismo." Como indica o nome, a conferência (organizada pelas Nações Unidas em Genebra, Suíça) tem o objetivo de revisar o cumprimento das decisões da Conferência Mundial contra o Racismo, realizada em 2001 em Durban, na África do Sul. Segundo Sergia, ainda há muito por fazer. Nos últimos dias, ela tem batalhado contra mudanças na Constituição de seu país. Políticos ultra-conservadores pretendem considerar apátridas os descendentes de haitianos nascidos na República Dominicana. Se isso acontecer, "será a maior expressão de racismo e xenofobia já vista na América Latina", diz Sergia. "Há quase 1 milhão de pessoas de origem haitiana na República Dominicana".


QUEM É
Sergia Galván, de 54 anos, é dominicana. Graduada em educação pela Universidade Autônoma de Santo Domingo, é especialista em temas relacionados à mulher, ao racismo e aos direitos humanos


O QUE FAZ
É diretora executiva da ONG Coletivo Mulher e Saúde da República Dominicana e fundadora da Rede de Mulheres Afrodescendentes da América Latina e Caribe. Ativista social há mais de 30 anos, atuou em entidades como a Organização das Nações Unidas (ONU) e a Organização dos Estados Americanos (OEA)

ÉPOCA – A essência do racismo mudou? Sergia Galván – Não. O que mudou foram suas formas de expressão. Embora hoje em dia as manifestações sejam mais sutis, elas aparecem com muito mais força. O antissemitismo e a xenofobia que vemos em várias partes do mundo são exemplos disso. O boicote de países como Estados Unidos, Canadá, Itália, Austrália e Nova Zelândia à Conferência de Revisão de Durban é uma tremenda manifestação de racismo. Para a comunidade afrodescendente é frustrante ver que, com Obama no poder, os EUA não tenham se esforçado para reafirmar o compromisso de combate ao racismo.

ÉPOCA – É o racismo contemporâneo? Sergia – É, sim. Essas manifestações também podem ser chamadas de racismo agravado. E a discriminação pode ser múltipla, por exemplo, se além de sofrer as consequências por ser negra, a pessoa sofre por ser imigrante ou por não ser heterossexual. Os meios de comunicação, de maneira sutil, também reforçam a discriminação. Expressões como "um dia negro para a economia" e "o mercado negro do dólar" associam o negro ao mal e ao ilegal. A criminalização dos jovens e a predominância dos afrodescendentes nas penitenciárias são uma expressão do racismo. E o Brasil não fica fora disso. Nos livros escolares usados na América Latina, os negros aparecem em funções de pouca importância social e econômica. Não vemos cientistas negros, por exemplo. Os livros de história manipulam ou ocultam a contribuição dos negros para a construção das nações e da democracia. Dificilmente encontramos histórias infantis positivas e bonitas sobre a afrodescendência.

ÉPOCA – A Conferência de Revisão de Durban, de 20 a 24 de abril, representa um avanço na luta contra o racismo? Sergia – Não acredito nisso. Depois de 11 de setembro (de 2001, data dos atentados aos EUA), sob o pretexto de combater o terrorismo, vários países se recusaram a assumir compromissos na luta contra o racismo. Principalmente os Estados Unidos. O objetivo da conferência era avaliar quanto o combate ao racismo e à pobreza avançou nos últimos oito anos, mas vários países apresentaram apenas relatórios incompletos. Houve apenas retórica. O que se tentou na conferência foi evitar retrocessos. Não foi dado nenhum passo adiante. O que houve ali foi novamente uma declaração de intenções. Não um compromisso real.

ÉPOCA – Qual a sua avaliação sobre o discurso antissemita de Mahmoud Ahmadinejad em Genebra? Sergia – Israel, Palestina e Irã não deveriam ser o tema central da discussão em Genebra porque desvirtuariam o objetivo real da conferência. O conflito criado ali foi usado por países hegemônicos como argumento para boicotar o evento e, com isso, não assumir suas responsabilidades no combate ao racismo.

ÉPOCA – Como combater o racismo de maneira eficaz? Sergia – É preciso adotar ações afirmativas e um modelo de desenvolvimento que inclua os afrodescendentes. A maioria dos países nem sequer reconhece a existência do racismo. Na República Dominicana, onde 80% da população é afrodescendente, o Estado diz não haver racismo. Apenas preconceito racial. Os dominicanos usam vários adjetivos para negar sua identidade. Dizem que são índios claros, índios escuros, mulatos... Porque ser negro ou afrodescendente não é valorizado socialmente. De acordo com as estimativas, somos 150 milhões na América Latina. Algumas autoridades afirmam que somos 30 milhões ou 60 milhões. Estamos lutando para que na rodada de censos de 2010, que será realizada na América Latina, os dados étnico-raciais sejam desagregados. Precisamos nos conhecer, saber quantos somos e valorizar a nossa identidade.

ÉPOCA – Na República Dominicana, que divide com o Haiti a ilha Hispaniola, há um forte preconceito contra os haitianos. Como isso se manifesta? Sergia – Nos últimos anos, pessoas de origem haitiana têm sido queimadas vivas em manifestações ultra-racistas. Assim como as bruxas eram queimadas no passado. A Constituição está sendo reformada. Atualmente, é considerado dominicano quem nasceu no país ou é descendente de dominicanos. Se a nova proposta for aprovada, apenas os descendentes de dominicanos terão direito à cidadania. É a lei do sangue. Descendentes de haitianos nascidos na República Dominicana serão considerados apátridas. Já há muita gente nessa situação. Há famílias inteiras em que três gerações nascidas na República Dominicana não têm sequer um documento de identidade.

ÉPOCA – Como essas pessoas vivem sem documentos? Sergia – Pelo menos 22% da população dominicana não tem documento de identidade. São majoritariamente negros e pobres. Pela lei, elas não têm direito ao seguro social e só podem frequentar a escola até que sejam exigidos seus documentos oficiais. Mesmo as pessoas que tem documentos podem ser afetadas se a Constituição for alterada. Isso porque o status legal será passado de pai para filho. Será a maior expressão de racismo e xenofobia já vista na América Latina. Há quase 1 milhão de pessoas de origem haitiana na República Dominicana.
Solange Azevedo
fonte:ÉPOCA
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Uma das principais militantes do movimento negro mundial critica Obama pelo "boicote" à Conferência de Durban e denuncia políticos da República Dominicana, que tentam mudar a Constituição do país e transformar milhares de descendentes de haitianos em apátridas

Há mais de três décadas, a educadora dominicana Sergia Galván, de 54 anos, é reconhecida internacionalmente por seu trabalho para combater as violações dos direitos humanos - principalmente das mulheres, dos jovens e dos negros. Em entrevista a ÉPOCA, por telefone, ela afirmou estar frustrada com o governo de Barack Obama. "O boicote de países como Estados Unidos, Canadá, Itália, Austrália e Nova Zelândia à Conferência de Revisão de Durban é uma tremenda manifestação de racismo." Como indica o nome, a conferência (organizada pelas Nações Unidas em Genebra, Suíça) tem o objetivo de revisar o cumprimento das decisões da Conferência Mundial contra o Racismo, realizada em 2001 em Durban, na África do Sul. Segundo Sergia, ainda há muito por fazer. Nos últimos dias, ela tem batalhado contra mudanças na Constituição de seu país. Políticos ultra-conservadores pretendem considerar apátridas os descendentes de haitianos nascidos na República Dominicana. Se isso acontecer, "será a maior expressão de racismo e xenofobia já vista na América Latina", diz Sergia. "Há quase 1 milhão de pessoas de origem haitiana na República Dominicana".


QUEM É
Sergia Galván, de 54 anos, é dominicana. Graduada em educação pela Universidade Autônoma de Santo Domingo, é especialista em temas relacionados à mulher, ao racismo e aos direitos humanos


O QUE FAZ
É diretora executiva da ONG Coletivo Mulher e Saúde da República Dominicana e fundadora da Rede de Mulheres Afrodescendentes da América Latina e Caribe. Ativista social há mais de 30 anos, atuou em entidades como a Organização das Nações Unidas (ONU) e a Organização dos Estados Americanos (OEA)

ÉPOCA – A essência do racismo mudou? Sergia Galván – Não. O que mudou foram suas formas de expressão. Embora hoje em dia as manifestações sejam mais sutis, elas aparecem com muito mais força. O antissemitismo e a xenofobia que vemos em várias partes do mundo são exemplos disso. O boicote de países como Estados Unidos, Canadá, Itália, Austrália e Nova Zelândia à Conferência de Revisão de Durban é uma tremenda manifestação de racismo. Para a comunidade afrodescendente é frustrante ver que, com Obama no poder, os EUA não tenham se esforçado para reafirmar o compromisso de combate ao racismo.

ÉPOCA – É o racismo contemporâneo? Sergia – É, sim. Essas manifestações também podem ser chamadas de racismo agravado. E a discriminação pode ser múltipla, por exemplo, se além de sofrer as consequências por ser negra, a pessoa sofre por ser imigrante ou por não ser heterossexual. Os meios de comunicação, de maneira sutil, também reforçam a discriminação. Expressões como "um dia negro para a economia" e "o mercado negro do dólar" associam o negro ao mal e ao ilegal. A criminalização dos jovens e a predominância dos afrodescendentes nas penitenciárias são uma expressão do racismo. E o Brasil não fica fora disso. Nos livros escolares usados na América Latina, os negros aparecem em funções de pouca importância social e econômica. Não vemos cientistas negros, por exemplo. Os livros de história manipulam ou ocultam a contribuição dos negros para a construção das nações e da democracia. Dificilmente encontramos histórias infantis positivas e bonitas sobre a afrodescendência.

ÉPOCA – A Conferência de Revisão de Durban, de 20 a 24 de abril, representa um avanço na luta contra o racismo? Sergia – Não acredito nisso. Depois de 11 de setembro (de 2001, data dos atentados aos EUA), sob o pretexto de combater o terrorismo, vários países se recusaram a assumir compromissos na luta contra o racismo. Principalmente os Estados Unidos. O objetivo da conferência era avaliar quanto o combate ao racismo e à pobreza avançou nos últimos oito anos, mas vários países apresentaram apenas relatórios incompletos. Houve apenas retórica. O que se tentou na conferência foi evitar retrocessos. Não foi dado nenhum passo adiante. O que houve ali foi novamente uma declaração de intenções. Não um compromisso real.

ÉPOCA – Qual a sua avaliação sobre o discurso antissemita de Mahmoud Ahmadinejad em Genebra? Sergia – Israel, Palestina e Irã não deveriam ser o tema central da discussão em Genebra porque desvirtuariam o objetivo real da conferência. O conflito criado ali foi usado por países hegemônicos como argumento para boicotar o evento e, com isso, não assumir suas responsabilidades no combate ao racismo.

ÉPOCA – Como combater o racismo de maneira eficaz? Sergia – É preciso adotar ações afirmativas e um modelo de desenvolvimento que inclua os afrodescendentes. A maioria dos países nem sequer reconhece a existência do racismo. Na República Dominicana, onde 80% da população é afrodescendente, o Estado diz não haver racismo. Apenas preconceito racial. Os dominicanos usam vários adjetivos para negar sua identidade. Dizem que são índios claros, índios escuros, mulatos... Porque ser negro ou afrodescendente não é valorizado socialmente. De acordo com as estimativas, somos 150 milhões na América Latina. Algumas autoridades afirmam que somos 30 milhões ou 60 milhões. Estamos lutando para que na rodada de censos de 2010, que será realizada na América Latina, os dados étnico-raciais sejam desagregados. Precisamos nos conhecer, saber quantos somos e valorizar a nossa identidade.

ÉPOCA – Na República Dominicana, que divide com o Haiti a ilha Hispaniola, há um forte preconceito contra os haitianos. Como isso se manifesta? Sergia – Nos últimos anos, pessoas de origem haitiana têm sido queimadas vivas em manifestações ultra-racistas. Assim como as bruxas eram queimadas no passado. A Constituição está sendo reformada. Atualmente, é considerado dominicano quem nasceu no país ou é descendente de dominicanos. Se a nova proposta for aprovada, apenas os descendentes de dominicanos terão direito à cidadania. É a lei do sangue. Descendentes de haitianos nascidos na República Dominicana serão considerados apátridas. Já há muita gente nessa situação. Há famílias inteiras em que três gerações nascidas na República Dominicana não têm sequer um documento de identidade.

ÉPOCA – Como essas pessoas vivem sem documentos? Sergia – Pelo menos 22% da população dominicana não tem documento de identidade. São majoritariamente negros e pobres. Pela lei, elas não têm direito ao seguro social e só podem frequentar a escola até que sejam exigidos seus documentos oficiais. Mesmo as pessoas que tem documentos podem ser afetadas se a Constituição for alterada. Isso porque o status legal será passado de pai para filho. Será a maior expressão de racismo e xenofobia já vista na América Latina. Há quase 1 milhão de pessoas de origem haitiana na República Dominicana.
Solange Azevedo
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Uma das principais militantes do movimento negro mundial critica Obama pelo "boicote" à Conferência de Durban e denuncia políticos da República Dominicana, que tentam mudar a Constituição do país e transformar milhares de descendentes de haitianos em apátridas

Há mais de três décadas, a educadora dominicana Sergia Galván, de 54 anos, é reconhecida internacionalmente por seu trabalho para combater as violações dos direitos humanos - principalmente das mulheres, dos jovens e dos negros. Em entrevista a ÉPOCA, por telefone, ela afirmou estar frustrada com o governo de Barack Obama. "O boicote de países como Estados Unidos, Canadá, Itália, Austrália e Nova Zelândia à Conferência de Revisão de Durban é uma tremenda manifestação de racismo." Como indica o nome, a conferência (organizada pelas Nações Unidas em Genebra, Suíça) tem o objetivo de revisar o cumprimento das decisões da Conferência Mundial contra o Racismo, realizada em 2001 em Durban, na África do Sul. Segundo Sergia, ainda há muito por fazer. Nos últimos dias, ela tem batalhado contra mudanças na Constituição de seu país. Políticos ultra-conservadores pretendem considerar apátridas os descendentes de haitianos nascidos na República Dominicana. Se isso acontecer, "será a maior expressão de racismo e xenofobia já vista na América Latina", diz Sergia. "Há quase 1 milhão de pessoas de origem haitiana na República Dominicana".


QUEM É
Sergia Galván, de 54 anos, é dominicana. Graduada em educação pela Universidade Autônoma de Santo Domingo, é especialista em temas relacionados à mulher, ao racismo e aos direitos humanos


O QUE FAZ
É diretora executiva da ONG Coletivo Mulher e Saúde da República Dominicana e fundadora da Rede de Mulheres Afrodescendentes da América Latina e Caribe. Ativista social há mais de 30 anos, atuou em entidades como a Organização das Nações Unidas (ONU) e a Organização dos Estados Americanos (OEA)

ÉPOCA – A essência do racismo mudou? Sergia Galván – Não. O que mudou foram suas formas de expressão. Embora hoje em dia as manifestações sejam mais sutis, elas aparecem com muito mais força. O antissemitismo e a xenofobia que vemos em várias partes do mundo são exemplos disso. O boicote de países como Estados Unidos, Canadá, Itália, Austrália e Nova Zelândia à Conferência de Revisão de Durban é uma tremenda manifestação de racismo. Para a comunidade afrodescendente é frustrante ver que, com Obama no poder, os EUA não tenham se esforçado para reafirmar o compromisso de combate ao racismo.

ÉPOCA – É o racismo contemporâneo? Sergia – É, sim. Essas manifestações também podem ser chamadas de racismo agravado. E a discriminação pode ser múltipla, por exemplo, se além de sofrer as consequências por ser negra, a pessoa sofre por ser imigrante ou por não ser heterossexual. Os meios de comunicação, de maneira sutil, também reforçam a discriminação. Expressões como "um dia negro para a economia" e "o mercado negro do dólar" associam o negro ao mal e ao ilegal. A criminalização dos jovens e a predominância dos afrodescendentes nas penitenciárias são uma expressão do racismo. E o Brasil não fica fora disso. Nos livros escolares usados na América Latina, os negros aparecem em funções de pouca importância social e econômica. Não vemos cientistas negros, por exemplo. Os livros de história manipulam ou ocultam a contribuição dos negros para a construção das nações e da democracia. Dificilmente encontramos histórias infantis positivas e bonitas sobre a afrodescendência.

ÉPOCA – A Conferência de Revisão de Durban, de 20 a 24 de abril, representa um avanço na luta contra o racismo? Sergia – Não acredito nisso. Depois de 11 de setembro (de 2001, data dos atentados aos EUA), sob o pretexto de combater o terrorismo, vários países se recusaram a assumir compromissos na luta contra o racismo. Principalmente os Estados Unidos. O objetivo da conferência era avaliar quanto o combate ao racismo e à pobreza avançou nos últimos oito anos, mas vários países apresentaram apenas relatórios incompletos. Houve apenas retórica. O que se tentou na conferência foi evitar retrocessos. Não foi dado nenhum passo adiante. O que houve ali foi novamente uma declaração de intenções. Não um compromisso real.

ÉPOCA – Qual a sua avaliação sobre o discurso antissemita de Mahmoud Ahmadinejad em Genebra? Sergia – Israel, Palestina e Irã não deveriam ser o tema central da discussão em Genebra porque desvirtuariam o objetivo real da conferência. O conflito criado ali foi usado por países hegemônicos como argumento para boicotar o evento e, com isso, não assumir suas responsabilidades no combate ao racismo.

ÉPOCA – Como combater o racismo de maneira eficaz? Sergia – É preciso adotar ações afirmativas e um modelo de desenvolvimento que inclua os afrodescendentes. A maioria dos países nem sequer reconhece a existência do racismo. Na República Dominicana, onde 80% da população é afrodescendente, o Estado diz não haver racismo. Apenas preconceito racial. Os dominicanos usam vários adjetivos para negar sua identidade. Dizem que são índios claros, índios escuros, mulatos... Porque ser negro ou afrodescendente não é valorizado socialmente. De acordo com as estimativas, somos 150 milhões na América Latina. Algumas autoridades afirmam que somos 30 milhões ou 60 milhões. Estamos lutando para que na rodada de censos de 2010, que será realizada na América Latina, os dados étnico-raciais sejam desagregados. Precisamos nos conhecer, saber quantos somos e valorizar a nossa identidade.

ÉPOCA – Na República Dominicana, que divide com o Haiti a ilha Hispaniola, há um forte preconceito contra os haitianos. Como isso se manifesta? Sergia – Nos últimos anos, pessoas de origem haitiana têm sido queimadas vivas em manifestações ultra-racistas. Assim como as bruxas eram queimadas no passado. A Constituição está sendo reformada. Atualmente, é considerado dominicano quem nasceu no país ou é descendente de dominicanos. Se a nova proposta for aprovada, apenas os descendentes de dominicanos terão direito à cidadania. É a lei do sangue. Descendentes de haitianos nascidos na República Dominicana serão considerados apátridas. Já há muita gente nessa situação. Há famílias inteiras em que três gerações nascidas na República Dominicana não têm sequer um documento de identidade.

ÉPOCA – Como essas pessoas vivem sem documentos? Sergia – Pelo menos 22% da população dominicana não tem documento de identidade. São majoritariamente negros e pobres. Pela lei, elas não têm direito ao seguro social e só podem frequentar a escola até que sejam exigidos seus documentos oficiais. Mesmo as pessoas que tem documentos podem ser afetadas se a Constituição for alterada. Isso porque o status legal será passado de pai para filho. Será a maior expressão de racismo e xenofobia já vista na América Latina. Há quase 1 milhão de pessoas de origem haitiana na República Dominicana.
Solange Azevedo
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"Comemorando o aniversário de Samuel Morse, vamos falar do código Morse."

O código morse é um sistema de representação de letras, números e sinais de pontuação através de um sinal codificado enviado intermitentemente. Foi desenvolvido por Samuel Morse e Alfred Vail em 1835, criadores do telégrafo elétrico (importante meio de comunicação a distância), dispositivo que utiliza correntes elétricas para controlar eletroímãs que funcionam para emissão ou recepção de sinais.
Este sistema representa letras, números e sinais de pontuação apenas com uma seqüência de pontos, traços, e espaços. Portanto, com o desenvolvimento de tecnologias de comunicação mais avançadas, o uso do código morse é agora um pouco obsoleto, embora ainda seja empregado em algumas finalidades específicas, incluindo rádio faróis, e por CW (continous wave-ondas contínuas), operadores de radioamadorismo. Código morse é o único modo de modulação feito para ser facilmente compreendido por humanos sem ajuda de um computador, tornando-o apropriado para mandar dados digitais em canais de voz. Código morse pode ser transmitida de muitas maneiras: originalmente como pulso elétrico através de uma rede telegráfica, mas também como tom de áudio, como um sinal de rádio com pulsos ou tons curtos e longos, ou como sinal mecânico ou visual (ex: sinal de luz) usando ferramentas como lâmpadas de Aldis e heliógrafos. Porque o código morse é transmitido usando apenas dois estados — ligado e desligado — é uma estranha forma de código digital
O comprimento variável de caracteres do código morse dificulta a adaptação à comunicação automatizada, então foi amplamente substituída por mais formatos regulares, incluindo o Código Baudot e ASCII. O que se é chamado hoje de código morse difere em parte do que foi originalmente desenvolvido por Morse e seu assistente, Alfred Vail. Em 1948 uma distinção das seqüências do código, incluindo mudanças a onze das letras, foi feita na Alemanha e eventualmente adotada como o padrão mundial como Morse Internacional. A especificação original do código de Morse, muito limitada para o uso nos Estados Unidos, tornou-se conhecida como Railroad ou Código morse Americano, e atualmente é muito raro o seu uso.
fonte: VEJA
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:01  comentar

"Comemorando o aniversário de Samuel Morse, vamos falar do código Morse."

O código morse é um sistema de representação de letras, números e sinais de pontuação através de um sinal codificado enviado intermitentemente. Foi desenvolvido por Samuel Morse e Alfred Vail em 1835, criadores do telégrafo elétrico (importante meio de comunicação a distância), dispositivo que utiliza correntes elétricas para controlar eletroímãs que funcionam para emissão ou recepção de sinais.
Este sistema representa letras, números e sinais de pontuação apenas com uma seqüência de pontos, traços, e espaços. Portanto, com o desenvolvimento de tecnologias de comunicação mais avançadas, o uso do código morse é agora um pouco obsoleto, embora ainda seja empregado em algumas finalidades específicas, incluindo rádio faróis, e por CW (continous wave-ondas contínuas), operadores de radioamadorismo. Código morse é o único modo de modulação feito para ser facilmente compreendido por humanos sem ajuda de um computador, tornando-o apropriado para mandar dados digitais em canais de voz. Código morse pode ser transmitida de muitas maneiras: originalmente como pulso elétrico através de uma rede telegráfica, mas também como tom de áudio, como um sinal de rádio com pulsos ou tons curtos e longos, ou como sinal mecânico ou visual (ex: sinal de luz) usando ferramentas como lâmpadas de Aldis e heliógrafos. Porque o código morse é transmitido usando apenas dois estados — ligado e desligado — é uma estranha forma de código digital
O comprimento variável de caracteres do código morse dificulta a adaptação à comunicação automatizada, então foi amplamente substituída por mais formatos regulares, incluindo o Código Baudot e ASCII. O que se é chamado hoje de código morse difere em parte do que foi originalmente desenvolvido por Morse e seu assistente, Alfred Vail. Em 1948 uma distinção das seqüências do código, incluindo mudanças a onze das letras, foi feita na Alemanha e eventualmente adotada como o padrão mundial como Morse Internacional. A especificação original do código de Morse, muito limitada para o uso nos Estados Unidos, tornou-se conhecida como Railroad ou Código morse Americano, e atualmente é muito raro o seu uso.
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"Comemorando o aniversário de Samuel Morse, vamos falar do código Morse."

O código morse é um sistema de representação de letras, números e sinais de pontuação através de um sinal codificado enviado intermitentemente. Foi desenvolvido por Samuel Morse e Alfred Vail em 1835, criadores do telégrafo elétrico (importante meio de comunicação a distância), dispositivo que utiliza correntes elétricas para controlar eletroímãs que funcionam para emissão ou recepção de sinais.
Este sistema representa letras, números e sinais de pontuação apenas com uma seqüência de pontos, traços, e espaços. Portanto, com o desenvolvimento de tecnologias de comunicação mais avançadas, o uso do código morse é agora um pouco obsoleto, embora ainda seja empregado em algumas finalidades específicas, incluindo rádio faróis, e por CW (continous wave-ondas contínuas), operadores de radioamadorismo. Código morse é o único modo de modulação feito para ser facilmente compreendido por humanos sem ajuda de um computador, tornando-o apropriado para mandar dados digitais em canais de voz. Código morse pode ser transmitida de muitas maneiras: originalmente como pulso elétrico através de uma rede telegráfica, mas também como tom de áudio, como um sinal de rádio com pulsos ou tons curtos e longos, ou como sinal mecânico ou visual (ex: sinal de luz) usando ferramentas como lâmpadas de Aldis e heliógrafos. Porque o código morse é transmitido usando apenas dois estados — ligado e desligado — é uma estranha forma de código digital
O comprimento variável de caracteres do código morse dificulta a adaptação à comunicação automatizada, então foi amplamente substituída por mais formatos regulares, incluindo o Código Baudot e ASCII. O que se é chamado hoje de código morse difere em parte do que foi originalmente desenvolvido por Morse e seu assistente, Alfred Vail. Em 1948 uma distinção das seqüências do código, incluindo mudanças a onze das letras, foi feita na Alemanha e eventualmente adotada como o padrão mundial como Morse Internacional. A especificação original do código de Morse, muito limitada para o uso nos Estados Unidos, tornou-se conhecida como Railroad ou Código morse Americano, e atualmente é muito raro o seu uso.
fonte: VEJA
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"Comemorando o aniversário de Samuel Morse, vamos falar do código Morse."

O código morse é um sistema de representação de letras, números e sinais de pontuação através de um sinal codificado enviado intermitentemente. Foi desenvolvido por Samuel Morse e Alfred Vail em 1835, criadores do telégrafo elétrico (importante meio de comunicação a distância), dispositivo que utiliza correntes elétricas para controlar eletroímãs que funcionam para emissão ou recepção de sinais.
Este sistema representa letras, números e sinais de pontuação apenas com uma seqüência de pontos, traços, e espaços. Portanto, com o desenvolvimento de tecnologias de comunicação mais avançadas, o uso do código morse é agora um pouco obsoleto, embora ainda seja empregado em algumas finalidades específicas, incluindo rádio faróis, e por CW (continous wave-ondas contínuas), operadores de radioamadorismo. Código morse é o único modo de modulação feito para ser facilmente compreendido por humanos sem ajuda de um computador, tornando-o apropriado para mandar dados digitais em canais de voz. Código morse pode ser transmitida de muitas maneiras: originalmente como pulso elétrico através de uma rede telegráfica, mas também como tom de áudio, como um sinal de rádio com pulsos ou tons curtos e longos, ou como sinal mecânico ou visual (ex: sinal de luz) usando ferramentas como lâmpadas de Aldis e heliógrafos. Porque o código morse é transmitido usando apenas dois estados — ligado e desligado — é uma estranha forma de código digital
O comprimento variável de caracteres do código morse dificulta a adaptação à comunicação automatizada, então foi amplamente substituída por mais formatos regulares, incluindo o Código Baudot e ASCII. O que se é chamado hoje de código morse difere em parte do que foi originalmente desenvolvido por Morse e seu assistente, Alfred Vail. Em 1948 uma distinção das seqüências do código, incluindo mudanças a onze das letras, foi feita na Alemanha e eventualmente adotada como o padrão mundial como Morse Internacional. A especificação original do código de Morse, muito limitada para o uso nos Estados Unidos, tornou-se conhecida como Railroad ou Código morse Americano, e atualmente é muito raro o seu uso.
fonte: VEJA
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"Comemorando o aniversário de Samuel Morse, vamos falar do código Morse."

O código morse é um sistema de representação de letras, números e sinais de pontuação através de um sinal codificado enviado intermitentemente. Foi desenvolvido por Samuel Morse e Alfred Vail em 1835, criadores do telégrafo elétrico (importante meio de comunicação a distância), dispositivo que utiliza correntes elétricas para controlar eletroímãs que funcionam para emissão ou recepção de sinais.
Este sistema representa letras, números e sinais de pontuação apenas com uma seqüência de pontos, traços, e espaços. Portanto, com o desenvolvimento de tecnologias de comunicação mais avançadas, o uso do código morse é agora um pouco obsoleto, embora ainda seja empregado em algumas finalidades específicas, incluindo rádio faróis, e por CW (continous wave-ondas contínuas), operadores de radioamadorismo. Código morse é o único modo de modulação feito para ser facilmente compreendido por humanos sem ajuda de um computador, tornando-o apropriado para mandar dados digitais em canais de voz. Código morse pode ser transmitida de muitas maneiras: originalmente como pulso elétrico através de uma rede telegráfica, mas também como tom de áudio, como um sinal de rádio com pulsos ou tons curtos e longos, ou como sinal mecânico ou visual (ex: sinal de luz) usando ferramentas como lâmpadas de Aldis e heliógrafos. Porque o código morse é transmitido usando apenas dois estados — ligado e desligado — é uma estranha forma de código digital
O comprimento variável de caracteres do código morse dificulta a adaptação à comunicação automatizada, então foi amplamente substituída por mais formatos regulares, incluindo o Código Baudot e ASCII. O que se é chamado hoje de código morse difere em parte do que foi originalmente desenvolvido por Morse e seu assistente, Alfred Vail. Em 1948 uma distinção das seqüências do código, incluindo mudanças a onze das letras, foi feita na Alemanha e eventualmente adotada como o padrão mundial como Morse Internacional. A especificação original do código de Morse, muito limitada para o uso nos Estados Unidos, tornou-se conhecida como Railroad ou Código morse Americano, e atualmente é muito raro o seu uso.
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"Comemorando o aniversário de Samuel Morse, vamos falar do código Morse."

O código morse é um sistema de representação de letras, números e sinais de pontuação através de um sinal codificado enviado intermitentemente. Foi desenvolvido por Samuel Morse e Alfred Vail em 1835, criadores do telégrafo elétrico (importante meio de comunicação a distância), dispositivo que utiliza correntes elétricas para controlar eletroímãs que funcionam para emissão ou recepção de sinais.
Este sistema representa letras, números e sinais de pontuação apenas com uma seqüência de pontos, traços, e espaços. Portanto, com o desenvolvimento de tecnologias de comunicação mais avançadas, o uso do código morse é agora um pouco obsoleto, embora ainda seja empregado em algumas finalidades específicas, incluindo rádio faróis, e por CW (continous wave-ondas contínuas), operadores de radioamadorismo. Código morse é o único modo de modulação feito para ser facilmente compreendido por humanos sem ajuda de um computador, tornando-o apropriado para mandar dados digitais em canais de voz. Código morse pode ser transmitida de muitas maneiras: originalmente como pulso elétrico através de uma rede telegráfica, mas também como tom de áudio, como um sinal de rádio com pulsos ou tons curtos e longos, ou como sinal mecânico ou visual (ex: sinal de luz) usando ferramentas como lâmpadas de Aldis e heliógrafos. Porque o código morse é transmitido usando apenas dois estados — ligado e desligado — é uma estranha forma de código digital
O comprimento variável de caracteres do código morse dificulta a adaptação à comunicação automatizada, então foi amplamente substituída por mais formatos regulares, incluindo o Código Baudot e ASCII. O que se é chamado hoje de código morse difere em parte do que foi originalmente desenvolvido por Morse e seu assistente, Alfred Vail. Em 1948 uma distinção das seqüências do código, incluindo mudanças a onze das letras, foi feita na Alemanha e eventualmente adotada como o padrão mundial como Morse Internacional. A especificação original do código de Morse, muito limitada para o uso nos Estados Unidos, tornou-se conhecida como Railroad ou Código morse Americano, e atualmente é muito raro o seu uso.
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Este sistema representa letras, números e sinais de pontuação apenas com uma seqüência de pontos, traços, e espaços. Portanto, com o desenvolvimento de tecnologias de comunicação mais avançadas, o uso do código morse é agora um pouco obsoleto, embora ainda seja empregado em algumas finalidades específicas, incluindo rádio faróis, e por CW (continous wave-ondas contínuas), operadores de radioamadorismo. Código morse é o único modo de modulação feito para ser facilmente compreendido por humanos sem ajuda de um computador, tornando-o apropriado para mandar dados digitais em canais de voz. Código morse pode ser transmitida de muitas maneiras: originalmente como pulso elétrico através de uma rede telegráfica, mas também como tom de áudio, como um sinal de rádio com pulsos ou tons curtos e longos, ou como sinal mecânico ou visual (ex: sinal de luz) usando ferramentas como lâmpadas de Aldis e heliógrafos. Porque o código morse é transmitido usando apenas dois estados — ligado e desligado — é uma estranha forma de código digital
O comprimento variável de caracteres do código morse dificulta a adaptação à comunicação automatizada, então foi amplamente substituída por mais formatos regulares, incluindo o Código Baudot e ASCII. O que se é chamado hoje de código morse difere em parte do que foi originalmente desenvolvido por Morse e seu assistente, Alfred Vail. Em 1948 uma distinção das seqüências do código, incluindo mudanças a onze das letras, foi feita na Alemanha e eventualmente adotada como o padrão mundial como Morse Internacional. A especificação original do código de Morse, muito limitada para o uso nos Estados Unidos, tornou-se conhecida como Railroad ou Código morse Americano, e atualmente é muito raro o seu uso.
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Este sistema representa letras, números e sinais de pontuação apenas com uma seqüência de pontos, traços, e espaços. Portanto, com o desenvolvimento de tecnologias de comunicação mais avançadas, o uso do código morse é agora um pouco obsoleto, embora ainda seja empregado em algumas finalidades específicas, incluindo rádio faróis, e por CW (continous wave-ondas contínuas), operadores de radioamadorismo. Código morse é o único modo de modulação feito para ser facilmente compreendido por humanos sem ajuda de um computador, tornando-o apropriado para mandar dados digitais em canais de voz. Código morse pode ser transmitida de muitas maneiras: originalmente como pulso elétrico através de uma rede telegráfica, mas também como tom de áudio, como um sinal de rádio com pulsos ou tons curtos e longos, ou como sinal mecânico ou visual (ex: sinal de luz) usando ferramentas como lâmpadas de Aldis e heliógrafos. Porque o código morse é transmitido usando apenas dois estados — ligado e desligado — é uma estranha forma de código digital
O comprimento variável de caracteres do código morse dificulta a adaptação à comunicação automatizada, então foi amplamente substituída por mais formatos regulares, incluindo o Código Baudot e ASCII. O que se é chamado hoje de código morse difere em parte do que foi originalmente desenvolvido por Morse e seu assistente, Alfred Vail. Em 1948 uma distinção das seqüências do código, incluindo mudanças a onze das letras, foi feita na Alemanha e eventualmente adotada como o padrão mundial como Morse Internacional. A especificação original do código de Morse, muito limitada para o uso nos Estados Unidos, tornou-se conhecida como Railroad ou Código morse Americano, e atualmente é muito raro o seu uso.
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O código morse é um sistema de representação de letras, números e sinais de pontuação através de um sinal codificado enviado intermitentemente. Foi desenvolvido por Samuel Morse e Alfred Vail em 1835, criadores do telégrafo elétrico (importante meio de comunicação a distância), dispositivo que utiliza correntes elétricas para controlar eletroímãs que funcionam para emissão ou recepção de sinais.
Este sistema representa letras, números e sinais de pontuação apenas com uma seqüência de pontos, traços, e espaços. Portanto, com o desenvolvimento de tecnologias de comunicação mais avançadas, o uso do código morse é agora um pouco obsoleto, embora ainda seja empregado em algumas finalidades específicas, incluindo rádio faróis, e por CW (continous wave-ondas contínuas), operadores de radioamadorismo. Código morse é o único modo de modulação feito para ser facilmente compreendido por humanos sem ajuda de um computador, tornando-o apropriado para mandar dados digitais em canais de voz. Código morse pode ser transmitida de muitas maneiras: originalmente como pulso elétrico através de uma rede telegráfica, mas também como tom de áudio, como um sinal de rádio com pulsos ou tons curtos e longos, ou como sinal mecânico ou visual (ex: sinal de luz) usando ferramentas como lâmpadas de Aldis e heliógrafos. Porque o código morse é transmitido usando apenas dois estados — ligado e desligado — é uma estranha forma de código digital
O comprimento variável de caracteres do código morse dificulta a adaptação à comunicação automatizada, então foi amplamente substituída por mais formatos regulares, incluindo o Código Baudot e ASCII. O que se é chamado hoje de código morse difere em parte do que foi originalmente desenvolvido por Morse e seu assistente, Alfred Vail. Em 1948 uma distinção das seqüências do código, incluindo mudanças a onze das letras, foi feita na Alemanha e eventualmente adotada como o padrão mundial como Morse Internacional. A especificação original do código de Morse, muito limitada para o uso nos Estados Unidos, tornou-se conhecida como Railroad ou Código morse Americano, e atualmente é muito raro o seu uso.
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O código morse é um sistema de representação de letras, números e sinais de pontuação através de um sinal codificado enviado intermitentemente. Foi desenvolvido por Samuel Morse e Alfred Vail em 1835, criadores do telégrafo elétrico (importante meio de comunicação a distância), dispositivo que utiliza correntes elétricas para controlar eletroímãs que funcionam para emissão ou recepção de sinais.
Este sistema representa letras, números e sinais de pontuação apenas com uma seqüência de pontos, traços, e espaços. Portanto, com o desenvolvimento de tecnologias de comunicação mais avançadas, o uso do código morse é agora um pouco obsoleto, embora ainda seja empregado em algumas finalidades específicas, incluindo rádio faróis, e por CW (continous wave-ondas contínuas), operadores de radioamadorismo. Código morse é o único modo de modulação feito para ser facilmente compreendido por humanos sem ajuda de um computador, tornando-o apropriado para mandar dados digitais em canais de voz. Código morse pode ser transmitida de muitas maneiras: originalmente como pulso elétrico através de uma rede telegráfica, mas também como tom de áudio, como um sinal de rádio com pulsos ou tons curtos e longos, ou como sinal mecânico ou visual (ex: sinal de luz) usando ferramentas como lâmpadas de Aldis e heliógrafos. Porque o código morse é transmitido usando apenas dois estados — ligado e desligado — é uma estranha forma de código digital
O comprimento variável de caracteres do código morse dificulta a adaptação à comunicação automatizada, então foi amplamente substituída por mais formatos regulares, incluindo o Código Baudot e ASCII. O que se é chamado hoje de código morse difere em parte do que foi originalmente desenvolvido por Morse e seu assistente, Alfred Vail. Em 1948 uma distinção das seqüências do código, incluindo mudanças a onze das letras, foi feita na Alemanha e eventualmente adotada como o padrão mundial como Morse Internacional. A especificação original do código de Morse, muito limitada para o uso nos Estados Unidos, tornou-se conhecida como Railroad ou Código morse Americano, e atualmente é muito raro o seu uso.
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A frase acima é de Oscar Wilde, famoso e polêmico escritor inglês. Será que ele está certo? Em um mundo ideal, ninguém seria julgado pela aparência. É impossível dizer o quanto alguém é culto, capaz, preguiçoso ou honesto só de olhar. Mas o nosso cérebro nem sempre é racional. E, dentre as características que ele usa na hora de julgar alguém, a aparência conta.
É o que mostra um estudo suíço publicado este ano na revista Science. Pesquisadores selecionaram pares de fotos de candidatos a eleições municipais francesas, e com esse material fizeram dois experimentos. No primeiro, mostraram essas fotos a adultos suíços que não conheciam os candidatos e nem sabiam quem havia vencido. Esses adultos deveriam apontar, em cada par de fotos, qual candidato parecia mais competente. Surpreendentemente, houve uma concordância de 70% entre os candidatos escolhidos pelos suíços e os que de fato ganharam as eleições.
O segundo experimento foi um jogo de computador, e envolvia adultos e crianças. No jogo, o participante iria navegar de Troia a Ítaca, na Grécia, e deveria escolher, em cada par de fotos (as mesmas do experimento anterior), um capitão para seu navio. Novamente houve concordância de 70% entre o capitão escolhido no joguinho e aquele que na vida real venceu a eleição na França. Essa concordância foi igual no grupo adulto e no infantil. Conclusão: os grupos estudados conseguiram, em grande parte, predizer o resultado das eleições francesas, baseando-se somente na aparência. Incrível, não?
Ao que tudo indica, nossas escolhas são influenciadas pelas aparências. Atribuímos capacidades e habilidades a uma pessoa só de olhar o seu rosto. Depois, analisando racionalmente outras variáveis, podemos mudar ou manter o julgamento inicial. Para quem não tem outras variáveis para analisar, o julgamento baseado na aparência alheia acaba sendo decisivo.
Talvez seja por isso que os candidatos coloquem Botox, façam plástica, implantem cabelo. Cuidado: eles querem conquistar o lado mais primitivo do nosso cérebro.

Por Lucia Mandel


fonte: VEJA
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A frase acima é de Oscar Wilde, famoso e polêmico escritor inglês. Será que ele está certo? Em um mundo ideal, ninguém seria julgado pela aparência. É impossível dizer o quanto alguém é culto, capaz, preguiçoso ou honesto só de olhar. Mas o nosso cérebro nem sempre é racional. E, dentre as características que ele usa na hora de julgar alguém, a aparência conta.
É o que mostra um estudo suíço publicado este ano na revista Science. Pesquisadores selecionaram pares de fotos de candidatos a eleições municipais francesas, e com esse material fizeram dois experimentos. No primeiro, mostraram essas fotos a adultos suíços que não conheciam os candidatos e nem sabiam quem havia vencido. Esses adultos deveriam apontar, em cada par de fotos, qual candidato parecia mais competente. Surpreendentemente, houve uma concordância de 70% entre os candidatos escolhidos pelos suíços e os que de fato ganharam as eleições.
O segundo experimento foi um jogo de computador, e envolvia adultos e crianças. No jogo, o participante iria navegar de Troia a Ítaca, na Grécia, e deveria escolher, em cada par de fotos (as mesmas do experimento anterior), um capitão para seu navio. Novamente houve concordância de 70% entre o capitão escolhido no joguinho e aquele que na vida real venceu a eleição na França. Essa concordância foi igual no grupo adulto e no infantil. Conclusão: os grupos estudados conseguiram, em grande parte, predizer o resultado das eleições francesas, baseando-se somente na aparência. Incrível, não?
Ao que tudo indica, nossas escolhas são influenciadas pelas aparências. Atribuímos capacidades e habilidades a uma pessoa só de olhar o seu rosto. Depois, analisando racionalmente outras variáveis, podemos mudar ou manter o julgamento inicial. Para quem não tem outras variáveis para analisar, o julgamento baseado na aparência alheia acaba sendo decisivo.
Talvez seja por isso que os candidatos coloquem Botox, façam plástica, implantem cabelo. Cuidado: eles querem conquistar o lado mais primitivo do nosso cérebro.

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A frase acima é de Oscar Wilde, famoso e polêmico escritor inglês. Será que ele está certo? Em um mundo ideal, ninguém seria julgado pela aparência. É impossível dizer o quanto alguém é culto, capaz, preguiçoso ou honesto só de olhar. Mas o nosso cérebro nem sempre é racional. E, dentre as características que ele usa na hora de julgar alguém, a aparência conta.
É o que mostra um estudo suíço publicado este ano na revista Science. Pesquisadores selecionaram pares de fotos de candidatos a eleições municipais francesas, e com esse material fizeram dois experimentos. No primeiro, mostraram essas fotos a adultos suíços que não conheciam os candidatos e nem sabiam quem havia vencido. Esses adultos deveriam apontar, em cada par de fotos, qual candidato parecia mais competente. Surpreendentemente, houve uma concordância de 70% entre os candidatos escolhidos pelos suíços e os que de fato ganharam as eleições.
O segundo experimento foi um jogo de computador, e envolvia adultos e crianças. No jogo, o participante iria navegar de Troia a Ítaca, na Grécia, e deveria escolher, em cada par de fotos (as mesmas do experimento anterior), um capitão para seu navio. Novamente houve concordância de 70% entre o capitão escolhido no joguinho e aquele que na vida real venceu a eleição na França. Essa concordância foi igual no grupo adulto e no infantil. Conclusão: os grupos estudados conseguiram, em grande parte, predizer o resultado das eleições francesas, baseando-se somente na aparência. Incrível, não?
Ao que tudo indica, nossas escolhas são influenciadas pelas aparências. Atribuímos capacidades e habilidades a uma pessoa só de olhar o seu rosto. Depois, analisando racionalmente outras variáveis, podemos mudar ou manter o julgamento inicial. Para quem não tem outras variáveis para analisar, o julgamento baseado na aparência alheia acaba sendo decisivo.
Talvez seja por isso que os candidatos coloquem Botox, façam plástica, implantem cabelo. Cuidado: eles querem conquistar o lado mais primitivo do nosso cérebro.

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A frase acima é de Oscar Wilde, famoso e polêmico escritor inglês. Será que ele está certo? Em um mundo ideal, ninguém seria julgado pela aparência. É impossível dizer o quanto alguém é culto, capaz, preguiçoso ou honesto só de olhar. Mas o nosso cérebro nem sempre é racional. E, dentre as características que ele usa na hora de julgar alguém, a aparência conta.
É o que mostra um estudo suíço publicado este ano na revista Science. Pesquisadores selecionaram pares de fotos de candidatos a eleições municipais francesas, e com esse material fizeram dois experimentos. No primeiro, mostraram essas fotos a adultos suíços que não conheciam os candidatos e nem sabiam quem havia vencido. Esses adultos deveriam apontar, em cada par de fotos, qual candidato parecia mais competente. Surpreendentemente, houve uma concordância de 70% entre os candidatos escolhidos pelos suíços e os que de fato ganharam as eleições.
O segundo experimento foi um jogo de computador, e envolvia adultos e crianças. No jogo, o participante iria navegar de Troia a Ítaca, na Grécia, e deveria escolher, em cada par de fotos (as mesmas do experimento anterior), um capitão para seu navio. Novamente houve concordância de 70% entre o capitão escolhido no joguinho e aquele que na vida real venceu a eleição na França. Essa concordância foi igual no grupo adulto e no infantil. Conclusão: os grupos estudados conseguiram, em grande parte, predizer o resultado das eleições francesas, baseando-se somente na aparência. Incrível, não?
Ao que tudo indica, nossas escolhas são influenciadas pelas aparências. Atribuímos capacidades e habilidades a uma pessoa só de olhar o seu rosto. Depois, analisando racionalmente outras variáveis, podemos mudar ou manter o julgamento inicial. Para quem não tem outras variáveis para analisar, o julgamento baseado na aparência alheia acaba sendo decisivo.
Talvez seja por isso que os candidatos coloquem Botox, façam plástica, implantem cabelo. Cuidado: eles querem conquistar o lado mais primitivo do nosso cérebro.

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É o que mostra um estudo suíço publicado este ano na revista Science. Pesquisadores selecionaram pares de fotos de candidatos a eleições municipais francesas, e com esse material fizeram dois experimentos. No primeiro, mostraram essas fotos a adultos suíços que não conheciam os candidatos e nem sabiam quem havia vencido. Esses adultos deveriam apontar, em cada par de fotos, qual candidato parecia mais competente. Surpreendentemente, houve uma concordância de 70% entre os candidatos escolhidos pelos suíços e os que de fato ganharam as eleições.
O segundo experimento foi um jogo de computador, e envolvia adultos e crianças. No jogo, o participante iria navegar de Troia a Ítaca, na Grécia, e deveria escolher, em cada par de fotos (as mesmas do experimento anterior), um capitão para seu navio. Novamente houve concordância de 70% entre o capitão escolhido no joguinho e aquele que na vida real venceu a eleição na França. Essa concordância foi igual no grupo adulto e no infantil. Conclusão: os grupos estudados conseguiram, em grande parte, predizer o resultado das eleições francesas, baseando-se somente na aparência. Incrível, não?
Ao que tudo indica, nossas escolhas são influenciadas pelas aparências. Atribuímos capacidades e habilidades a uma pessoa só de olhar o seu rosto. Depois, analisando racionalmente outras variáveis, podemos mudar ou manter o julgamento inicial. Para quem não tem outras variáveis para analisar, o julgamento baseado na aparência alheia acaba sendo decisivo.
Talvez seja por isso que os candidatos coloquem Botox, façam plástica, implantem cabelo. Cuidado: eles querem conquistar o lado mais primitivo do nosso cérebro.

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É o que mostra um estudo suíço publicado este ano na revista Science. Pesquisadores selecionaram pares de fotos de candidatos a eleições municipais francesas, e com esse material fizeram dois experimentos. No primeiro, mostraram essas fotos a adultos suíços que não conheciam os candidatos e nem sabiam quem havia vencido. Esses adultos deveriam apontar, em cada par de fotos, qual candidato parecia mais competente. Surpreendentemente, houve uma concordância de 70% entre os candidatos escolhidos pelos suíços e os que de fato ganharam as eleições.
O segundo experimento foi um jogo de computador, e envolvia adultos e crianças. No jogo, o participante iria navegar de Troia a Ítaca, na Grécia, e deveria escolher, em cada par de fotos (as mesmas do experimento anterior), um capitão para seu navio. Novamente houve concordância de 70% entre o capitão escolhido no joguinho e aquele que na vida real venceu a eleição na França. Essa concordância foi igual no grupo adulto e no infantil. Conclusão: os grupos estudados conseguiram, em grande parte, predizer o resultado das eleições francesas, baseando-se somente na aparência. Incrível, não?
Ao que tudo indica, nossas escolhas são influenciadas pelas aparências. Atribuímos capacidades e habilidades a uma pessoa só de olhar o seu rosto. Depois, analisando racionalmente outras variáveis, podemos mudar ou manter o julgamento inicial. Para quem não tem outras variáveis para analisar, o julgamento baseado na aparência alheia acaba sendo decisivo.
Talvez seja por isso que os candidatos coloquem Botox, façam plástica, implantem cabelo. Cuidado: eles querem conquistar o lado mais primitivo do nosso cérebro.

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É o que mostra um estudo suíço publicado este ano na revista Science. Pesquisadores selecionaram pares de fotos de candidatos a eleições municipais francesas, e com esse material fizeram dois experimentos. No primeiro, mostraram essas fotos a adultos suíços que não conheciam os candidatos e nem sabiam quem havia vencido. Esses adultos deveriam apontar, em cada par de fotos, qual candidato parecia mais competente. Surpreendentemente, houve uma concordância de 70% entre os candidatos escolhidos pelos suíços e os que de fato ganharam as eleições.
O segundo experimento foi um jogo de computador, e envolvia adultos e crianças. No jogo, o participante iria navegar de Troia a Ítaca, na Grécia, e deveria escolher, em cada par de fotos (as mesmas do experimento anterior), um capitão para seu navio. Novamente houve concordância de 70% entre o capitão escolhido no joguinho e aquele que na vida real venceu a eleição na França. Essa concordância foi igual no grupo adulto e no infantil. Conclusão: os grupos estudados conseguiram, em grande parte, predizer o resultado das eleições francesas, baseando-se somente na aparência. Incrível, não?
Ao que tudo indica, nossas escolhas são influenciadas pelas aparências. Atribuímos capacidades e habilidades a uma pessoa só de olhar o seu rosto. Depois, analisando racionalmente outras variáveis, podemos mudar ou manter o julgamento inicial. Para quem não tem outras variáveis para analisar, o julgamento baseado na aparência alheia acaba sendo decisivo.
Talvez seja por isso que os candidatos coloquem Botox, façam plástica, implantem cabelo. Cuidado: eles querem conquistar o lado mais primitivo do nosso cérebro.

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É o que mostra um estudo suíço publicado este ano na revista Science. Pesquisadores selecionaram pares de fotos de candidatos a eleições municipais francesas, e com esse material fizeram dois experimentos. No primeiro, mostraram essas fotos a adultos suíços que não conheciam os candidatos e nem sabiam quem havia vencido. Esses adultos deveriam apontar, em cada par de fotos, qual candidato parecia mais competente. Surpreendentemente, houve uma concordância de 70% entre os candidatos escolhidos pelos suíços e os que de fato ganharam as eleições.
O segundo experimento foi um jogo de computador, e envolvia adultos e crianças. No jogo, o participante iria navegar de Troia a Ítaca, na Grécia, e deveria escolher, em cada par de fotos (as mesmas do experimento anterior), um capitão para seu navio. Novamente houve concordância de 70% entre o capitão escolhido no joguinho e aquele que na vida real venceu a eleição na França. Essa concordância foi igual no grupo adulto e no infantil. Conclusão: os grupos estudados conseguiram, em grande parte, predizer o resultado das eleições francesas, baseando-se somente na aparência. Incrível, não?
Ao que tudo indica, nossas escolhas são influenciadas pelas aparências. Atribuímos capacidades e habilidades a uma pessoa só de olhar o seu rosto. Depois, analisando racionalmente outras variáveis, podemos mudar ou manter o julgamento inicial. Para quem não tem outras variáveis para analisar, o julgamento baseado na aparência alheia acaba sendo decisivo.
Talvez seja por isso que os candidatos coloquem Botox, façam plástica, implantem cabelo. Cuidado: eles querem conquistar o lado mais primitivo do nosso cérebro.

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A frase acima é de Oscar Wilde, famoso e polêmico escritor inglês. Será que ele está certo? Em um mundo ideal, ninguém seria julgado pela aparência. É impossível dizer o quanto alguém é culto, capaz, preguiçoso ou honesto só de olhar. Mas o nosso cérebro nem sempre é racional. E, dentre as características que ele usa na hora de julgar alguém, a aparência conta.
É o que mostra um estudo suíço publicado este ano na revista Science. Pesquisadores selecionaram pares de fotos de candidatos a eleições municipais francesas, e com esse material fizeram dois experimentos. No primeiro, mostraram essas fotos a adultos suíços que não conheciam os candidatos e nem sabiam quem havia vencido. Esses adultos deveriam apontar, em cada par de fotos, qual candidato parecia mais competente. Surpreendentemente, houve uma concordância de 70% entre os candidatos escolhidos pelos suíços e os que de fato ganharam as eleições.
O segundo experimento foi um jogo de computador, e envolvia adultos e crianças. No jogo, o participante iria navegar de Troia a Ítaca, na Grécia, e deveria escolher, em cada par de fotos (as mesmas do experimento anterior), um capitão para seu navio. Novamente houve concordância de 70% entre o capitão escolhido no joguinho e aquele que na vida real venceu a eleição na França. Essa concordância foi igual no grupo adulto e no infantil. Conclusão: os grupos estudados conseguiram, em grande parte, predizer o resultado das eleições francesas, baseando-se somente na aparência. Incrível, não?
Ao que tudo indica, nossas escolhas são influenciadas pelas aparências. Atribuímos capacidades e habilidades a uma pessoa só de olhar o seu rosto. Depois, analisando racionalmente outras variáveis, podemos mudar ou manter o julgamento inicial. Para quem não tem outras variáveis para analisar, o julgamento baseado na aparência alheia acaba sendo decisivo.
Talvez seja por isso que os candidatos coloquem Botox, façam plástica, implantem cabelo. Cuidado: eles querem conquistar o lado mais primitivo do nosso cérebro.

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A frase acima é de Oscar Wilde, famoso e polêmico escritor inglês. Será que ele está certo? Em um mundo ideal, ninguém seria julgado pela aparência. É impossível dizer o quanto alguém é culto, capaz, preguiçoso ou honesto só de olhar. Mas o nosso cérebro nem sempre é racional. E, dentre as características que ele usa na hora de julgar alguém, a aparência conta.
É o que mostra um estudo suíço publicado este ano na revista Science. Pesquisadores selecionaram pares de fotos de candidatos a eleições municipais francesas, e com esse material fizeram dois experimentos. No primeiro, mostraram essas fotos a adultos suíços que não conheciam os candidatos e nem sabiam quem havia vencido. Esses adultos deveriam apontar, em cada par de fotos, qual candidato parecia mais competente. Surpreendentemente, houve uma concordância de 70% entre os candidatos escolhidos pelos suíços e os que de fato ganharam as eleições.
O segundo experimento foi um jogo de computador, e envolvia adultos e crianças. No jogo, o participante iria navegar de Troia a Ítaca, na Grécia, e deveria escolher, em cada par de fotos (as mesmas do experimento anterior), um capitão para seu navio. Novamente houve concordância de 70% entre o capitão escolhido no joguinho e aquele que na vida real venceu a eleição na França. Essa concordância foi igual no grupo adulto e no infantil. Conclusão: os grupos estudados conseguiram, em grande parte, predizer o resultado das eleições francesas, baseando-se somente na aparência. Incrível, não?
Ao que tudo indica, nossas escolhas são influenciadas pelas aparências. Atribuímos capacidades e habilidades a uma pessoa só de olhar o seu rosto. Depois, analisando racionalmente outras variáveis, podemos mudar ou manter o julgamento inicial. Para quem não tem outras variáveis para analisar, o julgamento baseado na aparência alheia acaba sendo decisivo.
Talvez seja por isso que os candidatos coloquem Botox, façam plástica, implantem cabelo. Cuidado: eles querem conquistar o lado mais primitivo do nosso cérebro.

Por Lucia Mandel


fonte: VEJA
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México confirma morte de mais de uma centena de pessoas e vários países registram a doença

A Organização Mundial de Saúde (OMS) decidiu elevar ontem o alerta na escala de risco de pandemia devido ao aumento de confirmações de casos de gripe suína pelo mundo.
O alerta, que estava no nível três, subiu para fase quatro, caracterizado pela transmissão de humano a humano espalhada em nível de comunidades. Mais cedo, a OMS havia revisado sua escala de alerta de pandemia, dividida em seis pontos, e divulgado um relatório explicando cada fase.
De acordo com a OMS, a fase cinco do alerta corresponderia a um forte sinal de que uma pandemia é "iminente". O nível quatro, diz o relatório, é caracterizado pela transmissão de humano a humano espalhada em comunidades. A fase cinco incluiria a transmissão em pelo menos dois países de uma mesma região. E a fase seis seria caracterizada por uma pandemia global, pelo espalhamento da doença em mais de uma região.
A Organização Mundial de Saúde informou que o número de casos confirmados é de 73, no México, nos EUA, no Canadá e na Espanha. A Escócia também confirmou dois casos. Suspeitas foram relatadas em vários outros países, mas sem diagnóstico oficial.
O governo do México informou que o número de mortes supostamente provocadas pelo surto atinge 149 em todo o país e deve subir. Os casos ocorrem possivelmente em dez Estados do país e atingem principalmente pessoas na faixa entre 20 e 50 anos. Por conta da epidemia, o governo estendeu a suspensão das aulas em todas as escolas dos 52 Estados mexicanos até 6 de maio, segundo o ministro da Saúde, José Angel Córdova.
Até ontem, o alerta estava na fase três. A mudança revela um aumento significativo do alerta, mas não aponta nenhuma conclusão definitiva sobre o quanto a doença ainda pode se espalhar. A gripe suína já contaminou pessoas no México e teve confirmação de infecção nos Estados Unidos, no Canadá, na Espanha e no Reino Unido. A França, que suspeitava que quatro pessoas podiam estar infectadas, descartou três dos casos detectados em pessoas que voltaram de viagem ao sul dos Estados Unidos.

Como vírus atua
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA divulgou algumas informações sobre o vírus H1N1, a chamada gripe suína, que está causando preocupação mundial após casos confirmados em México, EUA, Canadá e Espanha. A análise do vírus sugere que ele tem uma combinação de características das gripes suína, aviária e humana. Essa versão, especificamente, não havia sido descoberta antes pelos cientistas. Mas, felizmente, a conclusão inicial é a de que o vírus se espalha mais facilmente entre os porcos, e o contágio de humano para humano não é tão comum e simples quanto o da gripe comum. A maioria dos casos ocorre quando pessoas têm contato com porcos infectados ou objetos contaminados circulando entre pessoas e porcos. Não há contaminação pelo consumo de carne ou produtos suínos. Os sintomas da gripe suína em humanos são similares àqueles da gripe convencional – febre repentina, tosse, dores musculares e cansaço extremo.

Ficção científica
O cirurgião-dentista Gilberto Pucca chegou da Cidade do México ontem preocupado com a possibilidade de ter contraído a gripe suína, doença que se espalhou como epidemia no México, embora não apresentasse sintomas. “Existe o temor porque estávamos em uma área de risco. Parecia um filme de ficção científica”, disse Pucca, que desembarcou no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP) com uma máscara cirúrgica recebida no país como precaução.
Segundo o Ministério da Saúde, um caso é considerado suspeito de gripe suína quando a pessoa apresenta febre alta de maneira repentina, acompanhada de tosse, dor de cabeça ou dores nos músculos e nas articulações.

Fiscais da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) acompanharam ontem o desembarque do voo 0014 da Aeroméxico e do voo 1689 da Companhia Mexicana de Aviación no Aeroporto Internacional de Guarulhos. Passageiros relataram falta de orientações. “Só abordaram quem saiu do avião com máscara”, disse o arquiteto Felipe Lopez Annunziato, de 27 anos.


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México confirma morte de mais de uma centena de pessoas e vários países registram a doença

A Organização Mundial de Saúde (OMS) decidiu elevar ontem o alerta na escala de risco de pandemia devido ao aumento de confirmações de casos de gripe suína pelo mundo.
O alerta, que estava no nível três, subiu para fase quatro, caracterizado pela transmissão de humano a humano espalhada em nível de comunidades. Mais cedo, a OMS havia revisado sua escala de alerta de pandemia, dividida em seis pontos, e divulgado um relatório explicando cada fase.
De acordo com a OMS, a fase cinco do alerta corresponderia a um forte sinal de que uma pandemia é "iminente". O nível quatro, diz o relatório, é caracterizado pela transmissão de humano a humano espalhada em comunidades. A fase cinco incluiria a transmissão em pelo menos dois países de uma mesma região. E a fase seis seria caracterizada por uma pandemia global, pelo espalhamento da doença em mais de uma região.
A Organização Mundial de Saúde informou que o número de casos confirmados é de 73, no México, nos EUA, no Canadá e na Espanha. A Escócia também confirmou dois casos. Suspeitas foram relatadas em vários outros países, mas sem diagnóstico oficial.
O governo do México informou que o número de mortes supostamente provocadas pelo surto atinge 149 em todo o país e deve subir. Os casos ocorrem possivelmente em dez Estados do país e atingem principalmente pessoas na faixa entre 20 e 50 anos. Por conta da epidemia, o governo estendeu a suspensão das aulas em todas as escolas dos 52 Estados mexicanos até 6 de maio, segundo o ministro da Saúde, José Angel Córdova.
Até ontem, o alerta estava na fase três. A mudança revela um aumento significativo do alerta, mas não aponta nenhuma conclusão definitiva sobre o quanto a doença ainda pode se espalhar. A gripe suína já contaminou pessoas no México e teve confirmação de infecção nos Estados Unidos, no Canadá, na Espanha e no Reino Unido. A França, que suspeitava que quatro pessoas podiam estar infectadas, descartou três dos casos detectados em pessoas que voltaram de viagem ao sul dos Estados Unidos.

Como vírus atua
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA divulgou algumas informações sobre o vírus H1N1, a chamada gripe suína, que está causando preocupação mundial após casos confirmados em México, EUA, Canadá e Espanha. A análise do vírus sugere que ele tem uma combinação de características das gripes suína, aviária e humana. Essa versão, especificamente, não havia sido descoberta antes pelos cientistas. Mas, felizmente, a conclusão inicial é a de que o vírus se espalha mais facilmente entre os porcos, e o contágio de humano para humano não é tão comum e simples quanto o da gripe comum. A maioria dos casos ocorre quando pessoas têm contato com porcos infectados ou objetos contaminados circulando entre pessoas e porcos. Não há contaminação pelo consumo de carne ou produtos suínos. Os sintomas da gripe suína em humanos são similares àqueles da gripe convencional – febre repentina, tosse, dores musculares e cansaço extremo.

Ficção científica
O cirurgião-dentista Gilberto Pucca chegou da Cidade do México ontem preocupado com a possibilidade de ter contraído a gripe suína, doença que se espalhou como epidemia no México, embora não apresentasse sintomas. “Existe o temor porque estávamos em uma área de risco. Parecia um filme de ficção científica”, disse Pucca, que desembarcou no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP) com uma máscara cirúrgica recebida no país como precaução.
Segundo o Ministério da Saúde, um caso é considerado suspeito de gripe suína quando a pessoa apresenta febre alta de maneira repentina, acompanhada de tosse, dor de cabeça ou dores nos músculos e nas articulações.

Fiscais da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) acompanharam ontem o desembarque do voo 0014 da Aeroméxico e do voo 1689 da Companhia Mexicana de Aviación no Aeroporto Internacional de Guarulhos. Passageiros relataram falta de orientações. “Só abordaram quem saiu do avião com máscara”, disse o arquiteto Felipe Lopez Annunziato, de 27 anos.


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A Organização Mundial de Saúde (OMS) decidiu elevar ontem o alerta na escala de risco de pandemia devido ao aumento de confirmações de casos de gripe suína pelo mundo.
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De acordo com a OMS, a fase cinco do alerta corresponderia a um forte sinal de que uma pandemia é "iminente". O nível quatro, diz o relatório, é caracterizado pela transmissão de humano a humano espalhada em comunidades. A fase cinco incluiria a transmissão em pelo menos dois países de uma mesma região. E a fase seis seria caracterizada por uma pandemia global, pelo espalhamento da doença em mais de uma região.
A Organização Mundial de Saúde informou que o número de casos confirmados é de 73, no México, nos EUA, no Canadá e na Espanha. A Escócia também confirmou dois casos. Suspeitas foram relatadas em vários outros países, mas sem diagnóstico oficial.
O governo do México informou que o número de mortes supostamente provocadas pelo surto atinge 149 em todo o país e deve subir. Os casos ocorrem possivelmente em dez Estados do país e atingem principalmente pessoas na faixa entre 20 e 50 anos. Por conta da epidemia, o governo estendeu a suspensão das aulas em todas as escolas dos 52 Estados mexicanos até 6 de maio, segundo o ministro da Saúde, José Angel Córdova.
Até ontem, o alerta estava na fase três. A mudança revela um aumento significativo do alerta, mas não aponta nenhuma conclusão definitiva sobre o quanto a doença ainda pode se espalhar. A gripe suína já contaminou pessoas no México e teve confirmação de infecção nos Estados Unidos, no Canadá, na Espanha e no Reino Unido. A França, que suspeitava que quatro pessoas podiam estar infectadas, descartou três dos casos detectados em pessoas que voltaram de viagem ao sul dos Estados Unidos.

Como vírus atua
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA divulgou algumas informações sobre o vírus H1N1, a chamada gripe suína, que está causando preocupação mundial após casos confirmados em México, EUA, Canadá e Espanha. A análise do vírus sugere que ele tem uma combinação de características das gripes suína, aviária e humana. Essa versão, especificamente, não havia sido descoberta antes pelos cientistas. Mas, felizmente, a conclusão inicial é a de que o vírus se espalha mais facilmente entre os porcos, e o contágio de humano para humano não é tão comum e simples quanto o da gripe comum. A maioria dos casos ocorre quando pessoas têm contato com porcos infectados ou objetos contaminados circulando entre pessoas e porcos. Não há contaminação pelo consumo de carne ou produtos suínos. Os sintomas da gripe suína em humanos são similares àqueles da gripe convencional – febre repentina, tosse, dores musculares e cansaço extremo.

Ficção científica
O cirurgião-dentista Gilberto Pucca chegou da Cidade do México ontem preocupado com a possibilidade de ter contraído a gripe suína, doença que se espalhou como epidemia no México, embora não apresentasse sintomas. “Existe o temor porque estávamos em uma área de risco. Parecia um filme de ficção científica”, disse Pucca, que desembarcou no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP) com uma máscara cirúrgica recebida no país como precaução.
Segundo o Ministério da Saúde, um caso é considerado suspeito de gripe suína quando a pessoa apresenta febre alta de maneira repentina, acompanhada de tosse, dor de cabeça ou dores nos músculos e nas articulações.

Fiscais da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) acompanharam ontem o desembarque do voo 0014 da Aeroméxico e do voo 1689 da Companhia Mexicana de Aviación no Aeroporto Internacional de Guarulhos. Passageiros relataram falta de orientações. “Só abordaram quem saiu do avião com máscara”, disse o arquiteto Felipe Lopez Annunziato, de 27 anos.


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A Organização Mundial de Saúde (OMS) decidiu elevar ontem o alerta na escala de risco de pandemia devido ao aumento de confirmações de casos de gripe suína pelo mundo.
O alerta, que estava no nível três, subiu para fase quatro, caracterizado pela transmissão de humano a humano espalhada em nível de comunidades. Mais cedo, a OMS havia revisado sua escala de alerta de pandemia, dividida em seis pontos, e divulgado um relatório explicando cada fase.
De acordo com a OMS, a fase cinco do alerta corresponderia a um forte sinal de que uma pandemia é "iminente". O nível quatro, diz o relatório, é caracterizado pela transmissão de humano a humano espalhada em comunidades. A fase cinco incluiria a transmissão em pelo menos dois países de uma mesma região. E a fase seis seria caracterizada por uma pandemia global, pelo espalhamento da doença em mais de uma região.
A Organização Mundial de Saúde informou que o número de casos confirmados é de 73, no México, nos EUA, no Canadá e na Espanha. A Escócia também confirmou dois casos. Suspeitas foram relatadas em vários outros países, mas sem diagnóstico oficial.
O governo do México informou que o número de mortes supostamente provocadas pelo surto atinge 149 em todo o país e deve subir. Os casos ocorrem possivelmente em dez Estados do país e atingem principalmente pessoas na faixa entre 20 e 50 anos. Por conta da epidemia, o governo estendeu a suspensão das aulas em todas as escolas dos 52 Estados mexicanos até 6 de maio, segundo o ministro da Saúde, José Angel Córdova.
Até ontem, o alerta estava na fase três. A mudança revela um aumento significativo do alerta, mas não aponta nenhuma conclusão definitiva sobre o quanto a doença ainda pode se espalhar. A gripe suína já contaminou pessoas no México e teve confirmação de infecção nos Estados Unidos, no Canadá, na Espanha e no Reino Unido. A França, que suspeitava que quatro pessoas podiam estar infectadas, descartou três dos casos detectados em pessoas que voltaram de viagem ao sul dos Estados Unidos.

Como vírus atua
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA divulgou algumas informações sobre o vírus H1N1, a chamada gripe suína, que está causando preocupação mundial após casos confirmados em México, EUA, Canadá e Espanha. A análise do vírus sugere que ele tem uma combinação de características das gripes suína, aviária e humana. Essa versão, especificamente, não havia sido descoberta antes pelos cientistas. Mas, felizmente, a conclusão inicial é a de que o vírus se espalha mais facilmente entre os porcos, e o contágio de humano para humano não é tão comum e simples quanto o da gripe comum. A maioria dos casos ocorre quando pessoas têm contato com porcos infectados ou objetos contaminados circulando entre pessoas e porcos. Não há contaminação pelo consumo de carne ou produtos suínos. Os sintomas da gripe suína em humanos são similares àqueles da gripe convencional – febre repentina, tosse, dores musculares e cansaço extremo.

Ficção científica
O cirurgião-dentista Gilberto Pucca chegou da Cidade do México ontem preocupado com a possibilidade de ter contraído a gripe suína, doença que se espalhou como epidemia no México, embora não apresentasse sintomas. “Existe o temor porque estávamos em uma área de risco. Parecia um filme de ficção científica”, disse Pucca, que desembarcou no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP) com uma máscara cirúrgica recebida no país como precaução.
Segundo o Ministério da Saúde, um caso é considerado suspeito de gripe suína quando a pessoa apresenta febre alta de maneira repentina, acompanhada de tosse, dor de cabeça ou dores nos músculos e nas articulações.

Fiscais da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) acompanharam ontem o desembarque do voo 0014 da Aeroméxico e do voo 1689 da Companhia Mexicana de Aviación no Aeroporto Internacional de Guarulhos. Passageiros relataram falta de orientações. “Só abordaram quem saiu do avião com máscara”, disse o arquiteto Felipe Lopez Annunziato, de 27 anos.


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A Organização Mundial de Saúde (OMS) decidiu elevar ontem o alerta na escala de risco de pandemia devido ao aumento de confirmações de casos de gripe suína pelo mundo.
O alerta, que estava no nível três, subiu para fase quatro, caracterizado pela transmissão de humano a humano espalhada em nível de comunidades. Mais cedo, a OMS havia revisado sua escala de alerta de pandemia, dividida em seis pontos, e divulgado um relatório explicando cada fase.
De acordo com a OMS, a fase cinco do alerta corresponderia a um forte sinal de que uma pandemia é "iminente". O nível quatro, diz o relatório, é caracterizado pela transmissão de humano a humano espalhada em comunidades. A fase cinco incluiria a transmissão em pelo menos dois países de uma mesma região. E a fase seis seria caracterizada por uma pandemia global, pelo espalhamento da doença em mais de uma região.
A Organização Mundial de Saúde informou que o número de casos confirmados é de 73, no México, nos EUA, no Canadá e na Espanha. A Escócia também confirmou dois casos. Suspeitas foram relatadas em vários outros países, mas sem diagnóstico oficial.
O governo do México informou que o número de mortes supostamente provocadas pelo surto atinge 149 em todo o país e deve subir. Os casos ocorrem possivelmente em dez Estados do país e atingem principalmente pessoas na faixa entre 20 e 50 anos. Por conta da epidemia, o governo estendeu a suspensão das aulas em todas as escolas dos 52 Estados mexicanos até 6 de maio, segundo o ministro da Saúde, José Angel Córdova.
Até ontem, o alerta estava na fase três. A mudança revela um aumento significativo do alerta, mas não aponta nenhuma conclusão definitiva sobre o quanto a doença ainda pode se espalhar. A gripe suína já contaminou pessoas no México e teve confirmação de infecção nos Estados Unidos, no Canadá, na Espanha e no Reino Unido. A França, que suspeitava que quatro pessoas podiam estar infectadas, descartou três dos casos detectados em pessoas que voltaram de viagem ao sul dos Estados Unidos.

Como vírus atua
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA divulgou algumas informações sobre o vírus H1N1, a chamada gripe suína, que está causando preocupação mundial após casos confirmados em México, EUA, Canadá e Espanha. A análise do vírus sugere que ele tem uma combinação de características das gripes suína, aviária e humana. Essa versão, especificamente, não havia sido descoberta antes pelos cientistas. Mas, felizmente, a conclusão inicial é a de que o vírus se espalha mais facilmente entre os porcos, e o contágio de humano para humano não é tão comum e simples quanto o da gripe comum. A maioria dos casos ocorre quando pessoas têm contato com porcos infectados ou objetos contaminados circulando entre pessoas e porcos. Não há contaminação pelo consumo de carne ou produtos suínos. Os sintomas da gripe suína em humanos são similares àqueles da gripe convencional – febre repentina, tosse, dores musculares e cansaço extremo.

Ficção científica
O cirurgião-dentista Gilberto Pucca chegou da Cidade do México ontem preocupado com a possibilidade de ter contraído a gripe suína, doença que se espalhou como epidemia no México, embora não apresentasse sintomas. “Existe o temor porque estávamos em uma área de risco. Parecia um filme de ficção científica”, disse Pucca, que desembarcou no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP) com uma máscara cirúrgica recebida no país como precaução.
Segundo o Ministério da Saúde, um caso é considerado suspeito de gripe suína quando a pessoa apresenta febre alta de maneira repentina, acompanhada de tosse, dor de cabeça ou dores nos músculos e nas articulações.

Fiscais da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) acompanharam ontem o desembarque do voo 0014 da Aeroméxico e do voo 1689 da Companhia Mexicana de Aviación no Aeroporto Internacional de Guarulhos. Passageiros relataram falta de orientações. “Só abordaram quem saiu do avião com máscara”, disse o arquiteto Felipe Lopez Annunziato, de 27 anos.


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A Organização Mundial de Saúde (OMS) decidiu elevar ontem o alerta na escala de risco de pandemia devido ao aumento de confirmações de casos de gripe suína pelo mundo.
O alerta, que estava no nível três, subiu para fase quatro, caracterizado pela transmissão de humano a humano espalhada em nível de comunidades. Mais cedo, a OMS havia revisado sua escala de alerta de pandemia, dividida em seis pontos, e divulgado um relatório explicando cada fase.
De acordo com a OMS, a fase cinco do alerta corresponderia a um forte sinal de que uma pandemia é "iminente". O nível quatro, diz o relatório, é caracterizado pela transmissão de humano a humano espalhada em comunidades. A fase cinco incluiria a transmissão em pelo menos dois países de uma mesma região. E a fase seis seria caracterizada por uma pandemia global, pelo espalhamento da doença em mais de uma região.
A Organização Mundial de Saúde informou que o número de casos confirmados é de 73, no México, nos EUA, no Canadá e na Espanha. A Escócia também confirmou dois casos. Suspeitas foram relatadas em vários outros países, mas sem diagnóstico oficial.
O governo do México informou que o número de mortes supostamente provocadas pelo surto atinge 149 em todo o país e deve subir. Os casos ocorrem possivelmente em dez Estados do país e atingem principalmente pessoas na faixa entre 20 e 50 anos. Por conta da epidemia, o governo estendeu a suspensão das aulas em todas as escolas dos 52 Estados mexicanos até 6 de maio, segundo o ministro da Saúde, José Angel Córdova.
Até ontem, o alerta estava na fase três. A mudança revela um aumento significativo do alerta, mas não aponta nenhuma conclusão definitiva sobre o quanto a doença ainda pode se espalhar. A gripe suína já contaminou pessoas no México e teve confirmação de infecção nos Estados Unidos, no Canadá, na Espanha e no Reino Unido. A França, que suspeitava que quatro pessoas podiam estar infectadas, descartou três dos casos detectados em pessoas que voltaram de viagem ao sul dos Estados Unidos.

Como vírus atua
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA divulgou algumas informações sobre o vírus H1N1, a chamada gripe suína, que está causando preocupação mundial após casos confirmados em México, EUA, Canadá e Espanha. A análise do vírus sugere que ele tem uma combinação de características das gripes suína, aviária e humana. Essa versão, especificamente, não havia sido descoberta antes pelos cientistas. Mas, felizmente, a conclusão inicial é a de que o vírus se espalha mais facilmente entre os porcos, e o contágio de humano para humano não é tão comum e simples quanto o da gripe comum. A maioria dos casos ocorre quando pessoas têm contato com porcos infectados ou objetos contaminados circulando entre pessoas e porcos. Não há contaminação pelo consumo de carne ou produtos suínos. Os sintomas da gripe suína em humanos são similares àqueles da gripe convencional – febre repentina, tosse, dores musculares e cansaço extremo.

Ficção científica
O cirurgião-dentista Gilberto Pucca chegou da Cidade do México ontem preocupado com a possibilidade de ter contraído a gripe suína, doença que se espalhou como epidemia no México, embora não apresentasse sintomas. “Existe o temor porque estávamos em uma área de risco. Parecia um filme de ficção científica”, disse Pucca, que desembarcou no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP) com uma máscara cirúrgica recebida no país como precaução.
Segundo o Ministério da Saúde, um caso é considerado suspeito de gripe suína quando a pessoa apresenta febre alta de maneira repentina, acompanhada de tosse, dor de cabeça ou dores nos músculos e nas articulações.

Fiscais da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) acompanharam ontem o desembarque do voo 0014 da Aeroméxico e do voo 1689 da Companhia Mexicana de Aviación no Aeroporto Internacional de Guarulhos. Passageiros relataram falta de orientações. “Só abordaram quem saiu do avião com máscara”, disse o arquiteto Felipe Lopez Annunziato, de 27 anos.


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A Organização Mundial de Saúde (OMS) decidiu elevar ontem o alerta na escala de risco de pandemia devido ao aumento de confirmações de casos de gripe suína pelo mundo.
O alerta, que estava no nível três, subiu para fase quatro, caracterizado pela transmissão de humano a humano espalhada em nível de comunidades. Mais cedo, a OMS havia revisado sua escala de alerta de pandemia, dividida em seis pontos, e divulgado um relatório explicando cada fase.
De acordo com a OMS, a fase cinco do alerta corresponderia a um forte sinal de que uma pandemia é "iminente". O nível quatro, diz o relatório, é caracterizado pela transmissão de humano a humano espalhada em comunidades. A fase cinco incluiria a transmissão em pelo menos dois países de uma mesma região. E a fase seis seria caracterizada por uma pandemia global, pelo espalhamento da doença em mais de uma região.
A Organização Mundial de Saúde informou que o número de casos confirmados é de 73, no México, nos EUA, no Canadá e na Espanha. A Escócia também confirmou dois casos. Suspeitas foram relatadas em vários outros países, mas sem diagnóstico oficial.
O governo do México informou que o número de mortes supostamente provocadas pelo surto atinge 149 em todo o país e deve subir. Os casos ocorrem possivelmente em dez Estados do país e atingem principalmente pessoas na faixa entre 20 e 50 anos. Por conta da epidemia, o governo estendeu a suspensão das aulas em todas as escolas dos 52 Estados mexicanos até 6 de maio, segundo o ministro da Saúde, José Angel Córdova.
Até ontem, o alerta estava na fase três. A mudança revela um aumento significativo do alerta, mas não aponta nenhuma conclusão definitiva sobre o quanto a doença ainda pode se espalhar. A gripe suína já contaminou pessoas no México e teve confirmação de infecção nos Estados Unidos, no Canadá, na Espanha e no Reino Unido. A França, que suspeitava que quatro pessoas podiam estar infectadas, descartou três dos casos detectados em pessoas que voltaram de viagem ao sul dos Estados Unidos.

Como vírus atua
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA divulgou algumas informações sobre o vírus H1N1, a chamada gripe suína, que está causando preocupação mundial após casos confirmados em México, EUA, Canadá e Espanha. A análise do vírus sugere que ele tem uma combinação de características das gripes suína, aviária e humana. Essa versão, especificamente, não havia sido descoberta antes pelos cientistas. Mas, felizmente, a conclusão inicial é a de que o vírus se espalha mais facilmente entre os porcos, e o contágio de humano para humano não é tão comum e simples quanto o da gripe comum. A maioria dos casos ocorre quando pessoas têm contato com porcos infectados ou objetos contaminados circulando entre pessoas e porcos. Não há contaminação pelo consumo de carne ou produtos suínos. Os sintomas da gripe suína em humanos são similares àqueles da gripe convencional – febre repentina, tosse, dores musculares e cansaço extremo.

Ficção científica
O cirurgião-dentista Gilberto Pucca chegou da Cidade do México ontem preocupado com a possibilidade de ter contraído a gripe suína, doença que se espalhou como epidemia no México, embora não apresentasse sintomas. “Existe o temor porque estávamos em uma área de risco. Parecia um filme de ficção científica”, disse Pucca, que desembarcou no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP) com uma máscara cirúrgica recebida no país como precaução.
Segundo o Ministério da Saúde, um caso é considerado suspeito de gripe suína quando a pessoa apresenta febre alta de maneira repentina, acompanhada de tosse, dor de cabeça ou dores nos músculos e nas articulações.

Fiscais da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) acompanharam ontem o desembarque do voo 0014 da Aeroméxico e do voo 1689 da Companhia Mexicana de Aviación no Aeroporto Internacional de Guarulhos. Passageiros relataram falta de orientações. “Só abordaram quem saiu do avião com máscara”, disse o arquiteto Felipe Lopez Annunziato, de 27 anos.


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A Organização Mundial de Saúde (OMS) decidiu elevar ontem o alerta na escala de risco de pandemia devido ao aumento de confirmações de casos de gripe suína pelo mundo.
O alerta, que estava no nível três, subiu para fase quatro, caracterizado pela transmissão de humano a humano espalhada em nível de comunidades. Mais cedo, a OMS havia revisado sua escala de alerta de pandemia, dividida em seis pontos, e divulgado um relatório explicando cada fase.
De acordo com a OMS, a fase cinco do alerta corresponderia a um forte sinal de que uma pandemia é "iminente". O nível quatro, diz o relatório, é caracterizado pela transmissão de humano a humano espalhada em comunidades. A fase cinco incluiria a transmissão em pelo menos dois países de uma mesma região. E a fase seis seria caracterizada por uma pandemia global, pelo espalhamento da doença em mais de uma região.
A Organização Mundial de Saúde informou que o número de casos confirmados é de 73, no México, nos EUA, no Canadá e na Espanha. A Escócia também confirmou dois casos. Suspeitas foram relatadas em vários outros países, mas sem diagnóstico oficial.
O governo do México informou que o número de mortes supostamente provocadas pelo surto atinge 149 em todo o país e deve subir. Os casos ocorrem possivelmente em dez Estados do país e atingem principalmente pessoas na faixa entre 20 e 50 anos. Por conta da epidemia, o governo estendeu a suspensão das aulas em todas as escolas dos 52 Estados mexicanos até 6 de maio, segundo o ministro da Saúde, José Angel Córdova.
Até ontem, o alerta estava na fase três. A mudança revela um aumento significativo do alerta, mas não aponta nenhuma conclusão definitiva sobre o quanto a doença ainda pode se espalhar. A gripe suína já contaminou pessoas no México e teve confirmação de infecção nos Estados Unidos, no Canadá, na Espanha e no Reino Unido. A França, que suspeitava que quatro pessoas podiam estar infectadas, descartou três dos casos detectados em pessoas que voltaram de viagem ao sul dos Estados Unidos.

Como vírus atua
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA divulgou algumas informações sobre o vírus H1N1, a chamada gripe suína, que está causando preocupação mundial após casos confirmados em México, EUA, Canadá e Espanha. A análise do vírus sugere que ele tem uma combinação de características das gripes suína, aviária e humana. Essa versão, especificamente, não havia sido descoberta antes pelos cientistas. Mas, felizmente, a conclusão inicial é a de que o vírus se espalha mais facilmente entre os porcos, e o contágio de humano para humano não é tão comum e simples quanto o da gripe comum. A maioria dos casos ocorre quando pessoas têm contato com porcos infectados ou objetos contaminados circulando entre pessoas e porcos. Não há contaminação pelo consumo de carne ou produtos suínos. Os sintomas da gripe suína em humanos são similares àqueles da gripe convencional – febre repentina, tosse, dores musculares e cansaço extremo.

Ficção científica
O cirurgião-dentista Gilberto Pucca chegou da Cidade do México ontem preocupado com a possibilidade de ter contraído a gripe suína, doença que se espalhou como epidemia no México, embora não apresentasse sintomas. “Existe o temor porque estávamos em uma área de risco. Parecia um filme de ficção científica”, disse Pucca, que desembarcou no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP) com uma máscara cirúrgica recebida no país como precaução.
Segundo o Ministério da Saúde, um caso é considerado suspeito de gripe suína quando a pessoa apresenta febre alta de maneira repentina, acompanhada de tosse, dor de cabeça ou dores nos músculos e nas articulações.

Fiscais da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) acompanharam ontem o desembarque do voo 0014 da Aeroméxico e do voo 1689 da Companhia Mexicana de Aviación no Aeroporto Internacional de Guarulhos. Passageiros relataram falta de orientações. “Só abordaram quem saiu do avião com máscara”, disse o arquiteto Felipe Lopez Annunziato, de 27 anos.


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México confirma morte de mais de uma centena de pessoas e vários países registram a doença

A Organização Mundial de Saúde (OMS) decidiu elevar ontem o alerta na escala de risco de pandemia devido ao aumento de confirmações de casos de gripe suína pelo mundo.
O alerta, que estava no nível três, subiu para fase quatro, caracterizado pela transmissão de humano a humano espalhada em nível de comunidades. Mais cedo, a OMS havia revisado sua escala de alerta de pandemia, dividida em seis pontos, e divulgado um relatório explicando cada fase.
De acordo com a OMS, a fase cinco do alerta corresponderia a um forte sinal de que uma pandemia é "iminente". O nível quatro, diz o relatório, é caracterizado pela transmissão de humano a humano espalhada em comunidades. A fase cinco incluiria a transmissão em pelo menos dois países de uma mesma região. E a fase seis seria caracterizada por uma pandemia global, pelo espalhamento da doença em mais de uma região.
A Organização Mundial de Saúde informou que o número de casos confirmados é de 73, no México, nos EUA, no Canadá e na Espanha. A Escócia também confirmou dois casos. Suspeitas foram relatadas em vários outros países, mas sem diagnóstico oficial.
O governo do México informou que o número de mortes supostamente provocadas pelo surto atinge 149 em todo o país e deve subir. Os casos ocorrem possivelmente em dez Estados do país e atingem principalmente pessoas na faixa entre 20 e 50 anos. Por conta da epidemia, o governo estendeu a suspensão das aulas em todas as escolas dos 52 Estados mexicanos até 6 de maio, segundo o ministro da Saúde, José Angel Córdova.
Até ontem, o alerta estava na fase três. A mudança revela um aumento significativo do alerta, mas não aponta nenhuma conclusão definitiva sobre o quanto a doença ainda pode se espalhar. A gripe suína já contaminou pessoas no México e teve confirmação de infecção nos Estados Unidos, no Canadá, na Espanha e no Reino Unido. A França, que suspeitava que quatro pessoas podiam estar infectadas, descartou três dos casos detectados em pessoas que voltaram de viagem ao sul dos Estados Unidos.

Como vírus atua
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA divulgou algumas informações sobre o vírus H1N1, a chamada gripe suína, que está causando preocupação mundial após casos confirmados em México, EUA, Canadá e Espanha. A análise do vírus sugere que ele tem uma combinação de características das gripes suína, aviária e humana. Essa versão, especificamente, não havia sido descoberta antes pelos cientistas. Mas, felizmente, a conclusão inicial é a de que o vírus se espalha mais facilmente entre os porcos, e o contágio de humano para humano não é tão comum e simples quanto o da gripe comum. A maioria dos casos ocorre quando pessoas têm contato com porcos infectados ou objetos contaminados circulando entre pessoas e porcos. Não há contaminação pelo consumo de carne ou produtos suínos. Os sintomas da gripe suína em humanos são similares àqueles da gripe convencional – febre repentina, tosse, dores musculares e cansaço extremo.

Ficção científica
O cirurgião-dentista Gilberto Pucca chegou da Cidade do México ontem preocupado com a possibilidade de ter contraído a gripe suína, doença que se espalhou como epidemia no México, embora não apresentasse sintomas. “Existe o temor porque estávamos em uma área de risco. Parecia um filme de ficção científica”, disse Pucca, que desembarcou no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP) com uma máscara cirúrgica recebida no país como precaução.
Segundo o Ministério da Saúde, um caso é considerado suspeito de gripe suína quando a pessoa apresenta febre alta de maneira repentina, acompanhada de tosse, dor de cabeça ou dores nos músculos e nas articulações.

Fiscais da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) acompanharam ontem o desembarque do voo 0014 da Aeroméxico e do voo 1689 da Companhia Mexicana de Aviación no Aeroporto Internacional de Guarulhos. Passageiros relataram falta de orientações. “Só abordaram quem saiu do avião com máscara”, disse o arquiteto Felipe Lopez Annunziato, de 27 anos.


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México confirma morte de mais de uma centena de pessoas e vários países registram a doença

A Organização Mundial de Saúde (OMS) decidiu elevar ontem o alerta na escala de risco de pandemia devido ao aumento de confirmações de casos de gripe suína pelo mundo.
O alerta, que estava no nível três, subiu para fase quatro, caracterizado pela transmissão de humano a humano espalhada em nível de comunidades. Mais cedo, a OMS havia revisado sua escala de alerta de pandemia, dividida em seis pontos, e divulgado um relatório explicando cada fase.
De acordo com a OMS, a fase cinco do alerta corresponderia a um forte sinal de que uma pandemia é "iminente". O nível quatro, diz o relatório, é caracterizado pela transmissão de humano a humano espalhada em comunidades. A fase cinco incluiria a transmissão em pelo menos dois países de uma mesma região. E a fase seis seria caracterizada por uma pandemia global, pelo espalhamento da doença em mais de uma região.
A Organização Mundial de Saúde informou que o número de casos confirmados é de 73, no México, nos EUA, no Canadá e na Espanha. A Escócia também confirmou dois casos. Suspeitas foram relatadas em vários outros países, mas sem diagnóstico oficial.
O governo do México informou que o número de mortes supostamente provocadas pelo surto atinge 149 em todo o país e deve subir. Os casos ocorrem possivelmente em dez Estados do país e atingem principalmente pessoas na faixa entre 20 e 50 anos. Por conta da epidemia, o governo estendeu a suspensão das aulas em todas as escolas dos 52 Estados mexicanos até 6 de maio, segundo o ministro da Saúde, José Angel Córdova.
Até ontem, o alerta estava na fase três. A mudança revela um aumento significativo do alerta, mas não aponta nenhuma conclusão definitiva sobre o quanto a doença ainda pode se espalhar. A gripe suína já contaminou pessoas no México e teve confirmação de infecção nos Estados Unidos, no Canadá, na Espanha e no Reino Unido. A França, que suspeitava que quatro pessoas podiam estar infectadas, descartou três dos casos detectados em pessoas que voltaram de viagem ao sul dos Estados Unidos.

Como vírus atua
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA divulgou algumas informações sobre o vírus H1N1, a chamada gripe suína, que está causando preocupação mundial após casos confirmados em México, EUA, Canadá e Espanha. A análise do vírus sugere que ele tem uma combinação de características das gripes suína, aviária e humana. Essa versão, especificamente, não havia sido descoberta antes pelos cientistas. Mas, felizmente, a conclusão inicial é a de que o vírus se espalha mais facilmente entre os porcos, e o contágio de humano para humano não é tão comum e simples quanto o da gripe comum. A maioria dos casos ocorre quando pessoas têm contato com porcos infectados ou objetos contaminados circulando entre pessoas e porcos. Não há contaminação pelo consumo de carne ou produtos suínos. Os sintomas da gripe suína em humanos são similares àqueles da gripe convencional – febre repentina, tosse, dores musculares e cansaço extremo.

Ficção científica
O cirurgião-dentista Gilberto Pucca chegou da Cidade do México ontem preocupado com a possibilidade de ter contraído a gripe suína, doença que se espalhou como epidemia no México, embora não apresentasse sintomas. “Existe o temor porque estávamos em uma área de risco. Parecia um filme de ficção científica”, disse Pucca, que desembarcou no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP) com uma máscara cirúrgica recebida no país como precaução.
Segundo o Ministério da Saúde, um caso é considerado suspeito de gripe suína quando a pessoa apresenta febre alta de maneira repentina, acompanhada de tosse, dor de cabeça ou dores nos músculos e nas articulações.

Fiscais da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) acompanharam ontem o desembarque do voo 0014 da Aeroméxico e do voo 1689 da Companhia Mexicana de Aviación no Aeroporto Internacional de Guarulhos. Passageiros relataram falta de orientações. “Só abordaram quem saiu do avião com máscara”, disse o arquiteto Felipe Lopez Annunziato, de 27 anos.


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RIO - Hora de desconstruir verdades: o recreio, para muitos estudantes, não é a hora mais esperada do dia, mas a mais temida. Agressões verbais não acabam só com a paciência dos professores, mas com a sua saúde. A reportagem de Josy Fischberg, Lauro Neto e Natália Soares da Megazine desta terça-feira mostra como esses são só alguns exemplos de como a violência praticada dentro dos colégios vem mudando drasticamente a rotina das instituições de ensino e a vida dos que passam por elas.
O pânico na hora do intervalo das aulas é um dos dados da pesquisa do Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), ainda em fase de desenvolvimento. Quem explica é Flávio Comim, coordenador do Pnud no Brasil e responsável pela Campanha "Brasil Ponto a Ponto":
- A campanha quer estimular um debate sobre o que precisa ser mudado no Brasil. Recebemos opiniões de brasileiros pela internet e, a partir delas, estamos definindo o tema do Relatório de Desenvolvimento Humano. Muitos jovens participaram, cerca de 250 mil, e a violência nas escolas apareceu com intensidade. Há testemunhos que falam do recreio como hora de violência, intimidação e bullying. Eu diria, por alto, que um a cada cinco jovens se preocupa com essa questão.
A violência atinge ainda os professores, claro. As pesquisas sobre o assunto tratam de ocorrências mais graves, mas, segundo Wanderley Quêdo, presidente do Sindicato dos Professores do Rio (Sinpro-Rio), ela não pode se resumir a agressão física.
- A agressão, muitas vezes, é simbólica, com brincadeiras, cinismos, xingamentos, só que ela é difícil de ser caracterizada. O professor vai engolindo, adoecendo. Poderíamos dizer que, para cada agressão física, há cinco verbais - explica ele, que coordena uma campanha pela saúde do professor, em que essa é uma das questões levantadas.
Não é de se espantar que um estudo publicado pela Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, Ciência e Cultura (OEI) aponte que 83% dos professores das regiões Sudeste e Sul aprovam medidas mais rigorosas para punir os alunos, em casos de conflitos no ambiente escolar. Colaboradora da pesquisa, Maria Malta Campos, pesquisadora da Fundação Carlos Chagas, diz


fonte: O GLOBO
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RIO - Hora de desconstruir verdades: o recreio, para muitos estudantes, não é a hora mais esperada do dia, mas a mais temida. Agressões verbais não acabam só com a paciência dos professores, mas com a sua saúde. A reportagem de Josy Fischberg, Lauro Neto e Natália Soares da Megazine desta terça-feira mostra como esses são só alguns exemplos de como a violência praticada dentro dos colégios vem mudando drasticamente a rotina das instituições de ensino e a vida dos que passam por elas.
O pânico na hora do intervalo das aulas é um dos dados da pesquisa do Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), ainda em fase de desenvolvimento. Quem explica é Flávio Comim, coordenador do Pnud no Brasil e responsável pela Campanha "Brasil Ponto a Ponto":
- A campanha quer estimular um debate sobre o que precisa ser mudado no Brasil. Recebemos opiniões de brasileiros pela internet e, a partir delas, estamos definindo o tema do Relatório de Desenvolvimento Humano. Muitos jovens participaram, cerca de 250 mil, e a violência nas escolas apareceu com intensidade. Há testemunhos que falam do recreio como hora de violência, intimidação e bullying. Eu diria, por alto, que um a cada cinco jovens se preocupa com essa questão.
A violência atinge ainda os professores, claro. As pesquisas sobre o assunto tratam de ocorrências mais graves, mas, segundo Wanderley Quêdo, presidente do Sindicato dos Professores do Rio (Sinpro-Rio), ela não pode se resumir a agressão física.
- A agressão, muitas vezes, é simbólica, com brincadeiras, cinismos, xingamentos, só que ela é difícil de ser caracterizada. O professor vai engolindo, adoecendo. Poderíamos dizer que, para cada agressão física, há cinco verbais - explica ele, que coordena uma campanha pela saúde do professor, em que essa é uma das questões levantadas.
Não é de se espantar que um estudo publicado pela Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, Ciência e Cultura (OEI) aponte que 83% dos professores das regiões Sudeste e Sul aprovam medidas mais rigorosas para punir os alunos, em casos de conflitos no ambiente escolar. Colaboradora da pesquisa, Maria Malta Campos, pesquisadora da Fundação Carlos Chagas, diz


fonte: O GLOBO
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RIO - Hora de desconstruir verdades: o recreio, para muitos estudantes, não é a hora mais esperada do dia, mas a mais temida. Agressões verbais não acabam só com a paciência dos professores, mas com a sua saúde. A reportagem de Josy Fischberg, Lauro Neto e Natália Soares da Megazine desta terça-feira mostra como esses são só alguns exemplos de como a violência praticada dentro dos colégios vem mudando drasticamente a rotina das instituições de ensino e a vida dos que passam por elas.
O pânico na hora do intervalo das aulas é um dos dados da pesquisa do Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), ainda em fase de desenvolvimento. Quem explica é Flávio Comim, coordenador do Pnud no Brasil e responsável pela Campanha "Brasil Ponto a Ponto":
- A campanha quer estimular um debate sobre o que precisa ser mudado no Brasil. Recebemos opiniões de brasileiros pela internet e, a partir delas, estamos definindo o tema do Relatório de Desenvolvimento Humano. Muitos jovens participaram, cerca de 250 mil, e a violência nas escolas apareceu com intensidade. Há testemunhos que falam do recreio como hora de violência, intimidação e bullying. Eu diria, por alto, que um a cada cinco jovens se preocupa com essa questão.
A violência atinge ainda os professores, claro. As pesquisas sobre o assunto tratam de ocorrências mais graves, mas, segundo Wanderley Quêdo, presidente do Sindicato dos Professores do Rio (Sinpro-Rio), ela não pode se resumir a agressão física.
- A agressão, muitas vezes, é simbólica, com brincadeiras, cinismos, xingamentos, só que ela é difícil de ser caracterizada. O professor vai engolindo, adoecendo. Poderíamos dizer que, para cada agressão física, há cinco verbais - explica ele, que coordena uma campanha pela saúde do professor, em que essa é uma das questões levantadas.
Não é de se espantar que um estudo publicado pela Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, Ciência e Cultura (OEI) aponte que 83% dos professores das regiões Sudeste e Sul aprovam medidas mais rigorosas para punir os alunos, em casos de conflitos no ambiente escolar. Colaboradora da pesquisa, Maria Malta Campos, pesquisadora da Fundação Carlos Chagas, diz


fonte: O GLOBO
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RIO - Hora de desconstruir verdades: o recreio, para muitos estudantes, não é a hora mais esperada do dia, mas a mais temida. Agressões verbais não acabam só com a paciência dos professores, mas com a sua saúde. A reportagem de Josy Fischberg, Lauro Neto e Natália Soares da Megazine desta terça-feira mostra como esses são só alguns exemplos de como a violência praticada dentro dos colégios vem mudando drasticamente a rotina das instituições de ensino e a vida dos que passam por elas.
O pânico na hora do intervalo das aulas é um dos dados da pesquisa do Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), ainda em fase de desenvolvimento. Quem explica é Flávio Comim, coordenador do Pnud no Brasil e responsável pela Campanha "Brasil Ponto a Ponto":
- A campanha quer estimular um debate sobre o que precisa ser mudado no Brasil. Recebemos opiniões de brasileiros pela internet e, a partir delas, estamos definindo o tema do Relatório de Desenvolvimento Humano. Muitos jovens participaram, cerca de 250 mil, e a violência nas escolas apareceu com intensidade. Há testemunhos que falam do recreio como hora de violência, intimidação e bullying. Eu diria, por alto, que um a cada cinco jovens se preocupa com essa questão.
A violência atinge ainda os professores, claro. As pesquisas sobre o assunto tratam de ocorrências mais graves, mas, segundo Wanderley Quêdo, presidente do Sindicato dos Professores do Rio (Sinpro-Rio), ela não pode se resumir a agressão física.
- A agressão, muitas vezes, é simbólica, com brincadeiras, cinismos, xingamentos, só que ela é difícil de ser caracterizada. O professor vai engolindo, adoecendo. Poderíamos dizer que, para cada agressão física, há cinco verbais - explica ele, que coordena uma campanha pela saúde do professor, em que essa é uma das questões levantadas.
Não é de se espantar que um estudo publicado pela Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, Ciência e Cultura (OEI) aponte que 83% dos professores das regiões Sudeste e Sul aprovam medidas mais rigorosas para punir os alunos, em casos de conflitos no ambiente escolar. Colaboradora da pesquisa, Maria Malta Campos, pesquisadora da Fundação Carlos Chagas, diz


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O pânico na hora do intervalo das aulas é um dos dados da pesquisa do Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), ainda em fase de desenvolvimento. Quem explica é Flávio Comim, coordenador do Pnud no Brasil e responsável pela Campanha "Brasil Ponto a Ponto":
- A campanha quer estimular um debate sobre o que precisa ser mudado no Brasil. Recebemos opiniões de brasileiros pela internet e, a partir delas, estamos definindo o tema do Relatório de Desenvolvimento Humano. Muitos jovens participaram, cerca de 250 mil, e a violência nas escolas apareceu com intensidade. Há testemunhos que falam do recreio como hora de violência, intimidação e bullying. Eu diria, por alto, que um a cada cinco jovens se preocupa com essa questão.
A violência atinge ainda os professores, claro. As pesquisas sobre o assunto tratam de ocorrências mais graves, mas, segundo Wanderley Quêdo, presidente do Sindicato dos Professores do Rio (Sinpro-Rio), ela não pode se resumir a agressão física.
- A agressão, muitas vezes, é simbólica, com brincadeiras, cinismos, xingamentos, só que ela é difícil de ser caracterizada. O professor vai engolindo, adoecendo. Poderíamos dizer que, para cada agressão física, há cinco verbais - explica ele, que coordena uma campanha pela saúde do professor, em que essa é uma das questões levantadas.
Não é de se espantar que um estudo publicado pela Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, Ciência e Cultura (OEI) aponte que 83% dos professores das regiões Sudeste e Sul aprovam medidas mais rigorosas para punir os alunos, em casos de conflitos no ambiente escolar. Colaboradora da pesquisa, Maria Malta Campos, pesquisadora da Fundação Carlos Chagas, diz


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RIO - Hora de desconstruir verdades: o recreio, para muitos estudantes, não é a hora mais esperada do dia, mas a mais temida. Agressões verbais não acabam só com a paciência dos professores, mas com a sua saúde. A reportagem de Josy Fischberg, Lauro Neto e Natália Soares da Megazine desta terça-feira mostra como esses são só alguns exemplos de como a violência praticada dentro dos colégios vem mudando drasticamente a rotina das instituições de ensino e a vida dos que passam por elas.
O pânico na hora do intervalo das aulas é um dos dados da pesquisa do Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), ainda em fase de desenvolvimento. Quem explica é Flávio Comim, coordenador do Pnud no Brasil e responsável pela Campanha "Brasil Ponto a Ponto":
- A campanha quer estimular um debate sobre o que precisa ser mudado no Brasil. Recebemos opiniões de brasileiros pela internet e, a partir delas, estamos definindo o tema do Relatório de Desenvolvimento Humano. Muitos jovens participaram, cerca de 250 mil, e a violência nas escolas apareceu com intensidade. Há testemunhos que falam do recreio como hora de violência, intimidação e bullying. Eu diria, por alto, que um a cada cinco jovens se preocupa com essa questão.
A violência atinge ainda os professores, claro. As pesquisas sobre o assunto tratam de ocorrências mais graves, mas, segundo Wanderley Quêdo, presidente do Sindicato dos Professores do Rio (Sinpro-Rio), ela não pode se resumir a agressão física.
- A agressão, muitas vezes, é simbólica, com brincadeiras, cinismos, xingamentos, só que ela é difícil de ser caracterizada. O professor vai engolindo, adoecendo. Poderíamos dizer que, para cada agressão física, há cinco verbais - explica ele, que coordena uma campanha pela saúde do professor, em que essa é uma das questões levantadas.
Não é de se espantar que um estudo publicado pela Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, Ciência e Cultura (OEI) aponte que 83% dos professores das regiões Sudeste e Sul aprovam medidas mais rigorosas para punir os alunos, em casos de conflitos no ambiente escolar. Colaboradora da pesquisa, Maria Malta Campos, pesquisadora da Fundação Carlos Chagas, diz


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O pânico na hora do intervalo das aulas é um dos dados da pesquisa do Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), ainda em fase de desenvolvimento. Quem explica é Flávio Comim, coordenador do Pnud no Brasil e responsável pela Campanha "Brasil Ponto a Ponto":
- A campanha quer estimular um debate sobre o que precisa ser mudado no Brasil. Recebemos opiniões de brasileiros pela internet e, a partir delas, estamos definindo o tema do Relatório de Desenvolvimento Humano. Muitos jovens participaram, cerca de 250 mil, e a violência nas escolas apareceu com intensidade. Há testemunhos que falam do recreio como hora de violência, intimidação e bullying. Eu diria, por alto, que um a cada cinco jovens se preocupa com essa questão.
A violência atinge ainda os professores, claro. As pesquisas sobre o assunto tratam de ocorrências mais graves, mas, segundo Wanderley Quêdo, presidente do Sindicato dos Professores do Rio (Sinpro-Rio), ela não pode se resumir a agressão física.
- A agressão, muitas vezes, é simbólica, com brincadeiras, cinismos, xingamentos, só que ela é difícil de ser caracterizada. O professor vai engolindo, adoecendo. Poderíamos dizer que, para cada agressão física, há cinco verbais - explica ele, que coordena uma campanha pela saúde do professor, em que essa é uma das questões levantadas.
Não é de se espantar que um estudo publicado pela Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, Ciência e Cultura (OEI) aponte que 83% dos professores das regiões Sudeste e Sul aprovam medidas mais rigorosas para punir os alunos, em casos de conflitos no ambiente escolar. Colaboradora da pesquisa, Maria Malta Campos, pesquisadora da Fundação Carlos Chagas, diz


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O pânico na hora do intervalo das aulas é um dos dados da pesquisa do Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), ainda em fase de desenvolvimento. Quem explica é Flávio Comim, coordenador do Pnud no Brasil e responsável pela Campanha "Brasil Ponto a Ponto":
- A campanha quer estimular um debate sobre o que precisa ser mudado no Brasil. Recebemos opiniões de brasileiros pela internet e, a partir delas, estamos definindo o tema do Relatório de Desenvolvimento Humano. Muitos jovens participaram, cerca de 250 mil, e a violência nas escolas apareceu com intensidade. Há testemunhos que falam do recreio como hora de violência, intimidação e bullying. Eu diria, por alto, que um a cada cinco jovens se preocupa com essa questão.
A violência atinge ainda os professores, claro. As pesquisas sobre o assunto tratam de ocorrências mais graves, mas, segundo Wanderley Quêdo, presidente do Sindicato dos Professores do Rio (Sinpro-Rio), ela não pode se resumir a agressão física.
- A agressão, muitas vezes, é simbólica, com brincadeiras, cinismos, xingamentos, só que ela é difícil de ser caracterizada. O professor vai engolindo, adoecendo. Poderíamos dizer que, para cada agressão física, há cinco verbais - explica ele, que coordena uma campanha pela saúde do professor, em que essa é uma das questões levantadas.
Não é de se espantar que um estudo publicado pela Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, Ciência e Cultura (OEI) aponte que 83% dos professores das regiões Sudeste e Sul aprovam medidas mais rigorosas para punir os alunos, em casos de conflitos no ambiente escolar. Colaboradora da pesquisa, Maria Malta Campos, pesquisadora da Fundação Carlos Chagas, diz


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O pânico na hora do intervalo das aulas é um dos dados da pesquisa do Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), ainda em fase de desenvolvimento. Quem explica é Flávio Comim, coordenador do Pnud no Brasil e responsável pela Campanha "Brasil Ponto a Ponto":
- A campanha quer estimular um debate sobre o que precisa ser mudado no Brasil. Recebemos opiniões de brasileiros pela internet e, a partir delas, estamos definindo o tema do Relatório de Desenvolvimento Humano. Muitos jovens participaram, cerca de 250 mil, e a violência nas escolas apareceu com intensidade. Há testemunhos que falam do recreio como hora de violência, intimidação e bullying. Eu diria, por alto, que um a cada cinco jovens se preocupa com essa questão.
A violência atinge ainda os professores, claro. As pesquisas sobre o assunto tratam de ocorrências mais graves, mas, segundo Wanderley Quêdo, presidente do Sindicato dos Professores do Rio (Sinpro-Rio), ela não pode se resumir a agressão física.
- A agressão, muitas vezes, é simbólica, com brincadeiras, cinismos, xingamentos, só que ela é difícil de ser caracterizada. O professor vai engolindo, adoecendo. Poderíamos dizer que, para cada agressão física, há cinco verbais - explica ele, que coordena uma campanha pela saúde do professor, em que essa é uma das questões levantadas.
Não é de se espantar que um estudo publicado pela Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, Ciência e Cultura (OEI) aponte que 83% dos professores das regiões Sudeste e Sul aprovam medidas mais rigorosas para punir os alunos, em casos de conflitos no ambiente escolar. Colaboradora da pesquisa, Maria Malta Campos, pesquisadora da Fundação Carlos Chagas, diz


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O pânico na hora do intervalo das aulas é um dos dados da pesquisa do Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), ainda em fase de desenvolvimento. Quem explica é Flávio Comim, coordenador do Pnud no Brasil e responsável pela Campanha "Brasil Ponto a Ponto":
- A campanha quer estimular um debate sobre o que precisa ser mudado no Brasil. Recebemos opiniões de brasileiros pela internet e, a partir delas, estamos definindo o tema do Relatório de Desenvolvimento Humano. Muitos jovens participaram, cerca de 250 mil, e a violência nas escolas apareceu com intensidade. Há testemunhos que falam do recreio como hora de violência, intimidação e bullying. Eu diria, por alto, que um a cada cinco jovens se preocupa com essa questão.
A violência atinge ainda os professores, claro. As pesquisas sobre o assunto tratam de ocorrências mais graves, mas, segundo Wanderley Quêdo, presidente do Sindicato dos Professores do Rio (Sinpro-Rio), ela não pode se resumir a agressão física.
- A agressão, muitas vezes, é simbólica, com brincadeiras, cinismos, xingamentos, só que ela é difícil de ser caracterizada. O professor vai engolindo, adoecendo. Poderíamos dizer que, para cada agressão física, há cinco verbais - explica ele, que coordena uma campanha pela saúde do professor, em que essa é uma das questões levantadas.
Não é de se espantar que um estudo publicado pela Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, Ciência e Cultura (OEI) aponte que 83% dos professores das regiões Sudeste e Sul aprovam medidas mais rigorosas para punir os alunos, em casos de conflitos no ambiente escolar. Colaboradora da pesquisa, Maria Malta Campos, pesquisadora da Fundação Carlos Chagas, diz


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Para garantir segurança alimentar aos consumidores de açaí, as ações das equipes da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) têm sido fortalecidas nos Estados que fabricam o produto. O objetivo é garantir mais qualidade e evitar, sobretudo, a contaminação do açaí pelo barbeiro, inseto transmissor da doença de Chagas.
A informação é do diretor de Vigilância Epidemiológica, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Eduardo Hage que participou, na semana passada, em Belém (PA), de programação em comemoração ao centenário da descoberta da doença no país.
Hage ressaltou que está em fase de eliminação a transmissão tradicional da doença, em que a contaminação se dá quando a pessoa coça o ferimento causado pela picada do transmissor --normalmente, o barbeiro-- e coloca as fezes em contato com a corrente sangüínea. Mas, segundo ele, a outra forma de transmissão desse mal, por via oral, ainda vem sendo registrada, apesar dos avanços obtidos em âmbito nacional no controle da doença.
Em 2006, foram registrados 91 casos e quatro mortes. Em 2007, o número de mortes decorrentes de doença de Chagas se manteve em quatro, mas os registros da doença alcançaram a marca dos 123 casos. O Pará está entre os Estados mais atingidos. No ano passado, por exemplo, 93 casos foram confirmados no Estado, sendo que um dos doentes morreu.
"A transmissão via oral da doença se dá pela ingestão de alimentos contaminados pelo barbeiro. Na região amazônica, especialmente no Pará, o principal exemplo dessa contaminação se dá pelo açaí que, em alguns casos, é feito em condições inadequadas. A vigilância sanitária, feita desde o processamento das polpas, até a sua comercialização é uma das medidas adotadas para evitar esse problema", disse.
A tripanossomíase americana, mais conhecida como doença ou mal de Chagas, é a infecção causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi e transmitida pelo barbeiro. A doença apresenta uma fase aguda, que pode ser identificada ou não, e com tendência à evolução para formas crônicas (indeterminada, cardíaca, digestiva), caso não seja tratada de forma precoce, com medicamento específico. O inseto tem a mata como ambiente natural.
"O açaí é produzido exatamente onde os barbeiros silvestres vivem. Por isso, uma das medidas para evitar a contaminação é o controle da colheita desse fruto, para que ele seja coletado, armazenado e distribuído de forma adequada. Até 2005, a Amazônia era considerada uma área endêmica, mas, nesse mesmo ano, teve início na região a implantação de uma vigilância baseada na detecção de casos de doença de Chagas de forma integrada à vigilância da malária.", disse Hage.
Para ter certeza de que o açaí está limpo e livre do barbeiro, a pessoa deve buscar o selo de qualidade emitido pela vigilância sanitária. Além disso, segundo informações do Ministério da Saúde, algumas pesquisas feitas na Amazônia pelo Instituto Evandro Chagas e pela Universidade Federal do Pará, para desenvolvimento e aperfeiçoamento de técnicas para produção desses alimentos em escala comercial também estão contribuindo para a eliminação do problema.
A investigação dos reservatórios de água constituem-se em um novo campo de pesquisa, que leva em consideração as condições de fauna e flora e os efeitos da degradação ambiental sobre a transmissão da doença. Atualmente, o país tem aproximadamente 2,5 milhões de portadores da doença crônica.
A doença de Chagas foi identificada em abril de 1909 pelo cientista brasileiro Carlos Chagas a partir de estudos feitos com amostras de sangue de uma criança de dois anos de idade, que morava em Minas Gerais. Problema cardíacos são comuns aos infectados, já que a gravidade da moléstia deteriora os tecidos do coração. O agravamento da doença em fase crônica ocorre em aproximadamente 30% das pessoas infectadas.


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Para garantir segurança alimentar aos consumidores de açaí, as ações das equipes da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) têm sido fortalecidas nos Estados que fabricam o produto. O objetivo é garantir mais qualidade e evitar, sobretudo, a contaminação do açaí pelo barbeiro, inseto transmissor da doença de Chagas.
A informação é do diretor de Vigilância Epidemiológica, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Eduardo Hage que participou, na semana passada, em Belém (PA), de programação em comemoração ao centenário da descoberta da doença no país.
Hage ressaltou que está em fase de eliminação a transmissão tradicional da doença, em que a contaminação se dá quando a pessoa coça o ferimento causado pela picada do transmissor --normalmente, o barbeiro-- e coloca as fezes em contato com a corrente sangüínea. Mas, segundo ele, a outra forma de transmissão desse mal, por via oral, ainda vem sendo registrada, apesar dos avanços obtidos em âmbito nacional no controle da doença.
Em 2006, foram registrados 91 casos e quatro mortes. Em 2007, o número de mortes decorrentes de doença de Chagas se manteve em quatro, mas os registros da doença alcançaram a marca dos 123 casos. O Pará está entre os Estados mais atingidos. No ano passado, por exemplo, 93 casos foram confirmados no Estado, sendo que um dos doentes morreu.
"A transmissão via oral da doença se dá pela ingestão de alimentos contaminados pelo barbeiro. Na região amazônica, especialmente no Pará, o principal exemplo dessa contaminação se dá pelo açaí que, em alguns casos, é feito em condições inadequadas. A vigilância sanitária, feita desde o processamento das polpas, até a sua comercialização é uma das medidas adotadas para evitar esse problema", disse.
A tripanossomíase americana, mais conhecida como doença ou mal de Chagas, é a infecção causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi e transmitida pelo barbeiro. A doença apresenta uma fase aguda, que pode ser identificada ou não, e com tendência à evolução para formas crônicas (indeterminada, cardíaca, digestiva), caso não seja tratada de forma precoce, com medicamento específico. O inseto tem a mata como ambiente natural.
"O açaí é produzido exatamente onde os barbeiros silvestres vivem. Por isso, uma das medidas para evitar a contaminação é o controle da colheita desse fruto, para que ele seja coletado, armazenado e distribuído de forma adequada. Até 2005, a Amazônia era considerada uma área endêmica, mas, nesse mesmo ano, teve início na região a implantação de uma vigilância baseada na detecção de casos de doença de Chagas de forma integrada à vigilância da malária.", disse Hage.
Para ter certeza de que o açaí está limpo e livre do barbeiro, a pessoa deve buscar o selo de qualidade emitido pela vigilância sanitária. Além disso, segundo informações do Ministério da Saúde, algumas pesquisas feitas na Amazônia pelo Instituto Evandro Chagas e pela Universidade Federal do Pará, para desenvolvimento e aperfeiçoamento de técnicas para produção desses alimentos em escala comercial também estão contribuindo para a eliminação do problema.
A investigação dos reservatórios de água constituem-se em um novo campo de pesquisa, que leva em consideração as condições de fauna e flora e os efeitos da degradação ambiental sobre a transmissão da doença. Atualmente, o país tem aproximadamente 2,5 milhões de portadores da doença crônica.
A doença de Chagas foi identificada em abril de 1909 pelo cientista brasileiro Carlos Chagas a partir de estudos feitos com amostras de sangue de uma criança de dois anos de idade, que morava em Minas Gerais. Problema cardíacos são comuns aos infectados, já que a gravidade da moléstia deteriora os tecidos do coração. O agravamento da doença em fase crônica ocorre em aproximadamente 30% das pessoas infectadas.


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Para garantir segurança alimentar aos consumidores de açaí, as ações das equipes da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) têm sido fortalecidas nos Estados que fabricam o produto. O objetivo é garantir mais qualidade e evitar, sobretudo, a contaminação do açaí pelo barbeiro, inseto transmissor da doença de Chagas.
A informação é do diretor de Vigilância Epidemiológica, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Eduardo Hage que participou, na semana passada, em Belém (PA), de programação em comemoração ao centenário da descoberta da doença no país.
Hage ressaltou que está em fase de eliminação a transmissão tradicional da doença, em que a contaminação se dá quando a pessoa coça o ferimento causado pela picada do transmissor --normalmente, o barbeiro-- e coloca as fezes em contato com a corrente sangüínea. Mas, segundo ele, a outra forma de transmissão desse mal, por via oral, ainda vem sendo registrada, apesar dos avanços obtidos em âmbito nacional no controle da doença.
Em 2006, foram registrados 91 casos e quatro mortes. Em 2007, o número de mortes decorrentes de doença de Chagas se manteve em quatro, mas os registros da doença alcançaram a marca dos 123 casos. O Pará está entre os Estados mais atingidos. No ano passado, por exemplo, 93 casos foram confirmados no Estado, sendo que um dos doentes morreu.
"A transmissão via oral da doença se dá pela ingestão de alimentos contaminados pelo barbeiro. Na região amazônica, especialmente no Pará, o principal exemplo dessa contaminação se dá pelo açaí que, em alguns casos, é feito em condições inadequadas. A vigilância sanitária, feita desde o processamento das polpas, até a sua comercialização é uma das medidas adotadas para evitar esse problema", disse.
A tripanossomíase americana, mais conhecida como doença ou mal de Chagas, é a infecção causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi e transmitida pelo barbeiro. A doença apresenta uma fase aguda, que pode ser identificada ou não, e com tendência à evolução para formas crônicas (indeterminada, cardíaca, digestiva), caso não seja tratada de forma precoce, com medicamento específico. O inseto tem a mata como ambiente natural.
"O açaí é produzido exatamente onde os barbeiros silvestres vivem. Por isso, uma das medidas para evitar a contaminação é o controle da colheita desse fruto, para que ele seja coletado, armazenado e distribuído de forma adequada. Até 2005, a Amazônia era considerada uma área endêmica, mas, nesse mesmo ano, teve início na região a implantação de uma vigilância baseada na detecção de casos de doença de Chagas de forma integrada à vigilância da malária.", disse Hage.
Para ter certeza de que o açaí está limpo e livre do barbeiro, a pessoa deve buscar o selo de qualidade emitido pela vigilância sanitária. Além disso, segundo informações do Ministério da Saúde, algumas pesquisas feitas na Amazônia pelo Instituto Evandro Chagas e pela Universidade Federal do Pará, para desenvolvimento e aperfeiçoamento de técnicas para produção desses alimentos em escala comercial também estão contribuindo para a eliminação do problema.
A investigação dos reservatórios de água constituem-se em um novo campo de pesquisa, que leva em consideração as condições de fauna e flora e os efeitos da degradação ambiental sobre a transmissão da doença. Atualmente, o país tem aproximadamente 2,5 milhões de portadores da doença crônica.
A doença de Chagas foi identificada em abril de 1909 pelo cientista brasileiro Carlos Chagas a partir de estudos feitos com amostras de sangue de uma criança de dois anos de idade, que morava em Minas Gerais. Problema cardíacos são comuns aos infectados, já que a gravidade da moléstia deteriora os tecidos do coração. O agravamento da doença em fase crônica ocorre em aproximadamente 30% das pessoas infectadas.


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A informação é do diretor de Vigilância Epidemiológica, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Eduardo Hage que participou, na semana passada, em Belém (PA), de programação em comemoração ao centenário da descoberta da doença no país.
Hage ressaltou que está em fase de eliminação a transmissão tradicional da doença, em que a contaminação se dá quando a pessoa coça o ferimento causado pela picada do transmissor --normalmente, o barbeiro-- e coloca as fezes em contato com a corrente sangüínea. Mas, segundo ele, a outra forma de transmissão desse mal, por via oral, ainda vem sendo registrada, apesar dos avanços obtidos em âmbito nacional no controle da doença.
Em 2006, foram registrados 91 casos e quatro mortes. Em 2007, o número de mortes decorrentes de doença de Chagas se manteve em quatro, mas os registros da doença alcançaram a marca dos 123 casos. O Pará está entre os Estados mais atingidos. No ano passado, por exemplo, 93 casos foram confirmados no Estado, sendo que um dos doentes morreu.
"A transmissão via oral da doença se dá pela ingestão de alimentos contaminados pelo barbeiro. Na região amazônica, especialmente no Pará, o principal exemplo dessa contaminação se dá pelo açaí que, em alguns casos, é feito em condições inadequadas. A vigilância sanitária, feita desde o processamento das polpas, até a sua comercialização é uma das medidas adotadas para evitar esse problema", disse.
A tripanossomíase americana, mais conhecida como doença ou mal de Chagas, é a infecção causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi e transmitida pelo barbeiro. A doença apresenta uma fase aguda, que pode ser identificada ou não, e com tendência à evolução para formas crônicas (indeterminada, cardíaca, digestiva), caso não seja tratada de forma precoce, com medicamento específico. O inseto tem a mata como ambiente natural.
"O açaí é produzido exatamente onde os barbeiros silvestres vivem. Por isso, uma das medidas para evitar a contaminação é o controle da colheita desse fruto, para que ele seja coletado, armazenado e distribuído de forma adequada. Até 2005, a Amazônia era considerada uma área endêmica, mas, nesse mesmo ano, teve início na região a implantação de uma vigilância baseada na detecção de casos de doença de Chagas de forma integrada à vigilância da malária.", disse Hage.
Para ter certeza de que o açaí está limpo e livre do barbeiro, a pessoa deve buscar o selo de qualidade emitido pela vigilância sanitária. Além disso, segundo informações do Ministério da Saúde, algumas pesquisas feitas na Amazônia pelo Instituto Evandro Chagas e pela Universidade Federal do Pará, para desenvolvimento e aperfeiçoamento de técnicas para produção desses alimentos em escala comercial também estão contribuindo para a eliminação do problema.
A investigação dos reservatórios de água constituem-se em um novo campo de pesquisa, que leva em consideração as condições de fauna e flora e os efeitos da degradação ambiental sobre a transmissão da doença. Atualmente, o país tem aproximadamente 2,5 milhões de portadores da doença crônica.
A doença de Chagas foi identificada em abril de 1909 pelo cientista brasileiro Carlos Chagas a partir de estudos feitos com amostras de sangue de uma criança de dois anos de idade, que morava em Minas Gerais. Problema cardíacos são comuns aos infectados, já que a gravidade da moléstia deteriora os tecidos do coração. O agravamento da doença em fase crônica ocorre em aproximadamente 30% das pessoas infectadas.


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Para garantir segurança alimentar aos consumidores de açaí, as ações das equipes da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) têm sido fortalecidas nos Estados que fabricam o produto. O objetivo é garantir mais qualidade e evitar, sobretudo, a contaminação do açaí pelo barbeiro, inseto transmissor da doença de Chagas.
A informação é do diretor de Vigilância Epidemiológica, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Eduardo Hage que participou, na semana passada, em Belém (PA), de programação em comemoração ao centenário da descoberta da doença no país.
Hage ressaltou que está em fase de eliminação a transmissão tradicional da doença, em que a contaminação se dá quando a pessoa coça o ferimento causado pela picada do transmissor --normalmente, o barbeiro-- e coloca as fezes em contato com a corrente sangüínea. Mas, segundo ele, a outra forma de transmissão desse mal, por via oral, ainda vem sendo registrada, apesar dos avanços obtidos em âmbito nacional no controle da doença.
Em 2006, foram registrados 91 casos e quatro mortes. Em 2007, o número de mortes decorrentes de doença de Chagas se manteve em quatro, mas os registros da doença alcançaram a marca dos 123 casos. O Pará está entre os Estados mais atingidos. No ano passado, por exemplo, 93 casos foram confirmados no Estado, sendo que um dos doentes morreu.
"A transmissão via oral da doença se dá pela ingestão de alimentos contaminados pelo barbeiro. Na região amazônica, especialmente no Pará, o principal exemplo dessa contaminação se dá pelo açaí que, em alguns casos, é feito em condições inadequadas. A vigilância sanitária, feita desde o processamento das polpas, até a sua comercialização é uma das medidas adotadas para evitar esse problema", disse.
A tripanossomíase americana, mais conhecida como doença ou mal de Chagas, é a infecção causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi e transmitida pelo barbeiro. A doença apresenta uma fase aguda, que pode ser identificada ou não, e com tendência à evolução para formas crônicas (indeterminada, cardíaca, digestiva), caso não seja tratada de forma precoce, com medicamento específico. O inseto tem a mata como ambiente natural.
"O açaí é produzido exatamente onde os barbeiros silvestres vivem. Por isso, uma das medidas para evitar a contaminação é o controle da colheita desse fruto, para que ele seja coletado, armazenado e distribuído de forma adequada. Até 2005, a Amazônia era considerada uma área endêmica, mas, nesse mesmo ano, teve início na região a implantação de uma vigilância baseada na detecção de casos de doença de Chagas de forma integrada à vigilância da malária.", disse Hage.
Para ter certeza de que o açaí está limpo e livre do barbeiro, a pessoa deve buscar o selo de qualidade emitido pela vigilância sanitária. Além disso, segundo informações do Ministério da Saúde, algumas pesquisas feitas na Amazônia pelo Instituto Evandro Chagas e pela Universidade Federal do Pará, para desenvolvimento e aperfeiçoamento de técnicas para produção desses alimentos em escala comercial também estão contribuindo para a eliminação do problema.
A investigação dos reservatórios de água constituem-se em um novo campo de pesquisa, que leva em consideração as condições de fauna e flora e os efeitos da degradação ambiental sobre a transmissão da doença. Atualmente, o país tem aproximadamente 2,5 milhões de portadores da doença crônica.
A doença de Chagas foi identificada em abril de 1909 pelo cientista brasileiro Carlos Chagas a partir de estudos feitos com amostras de sangue de uma criança de dois anos de idade, que morava em Minas Gerais. Problema cardíacos são comuns aos infectados, já que a gravidade da moléstia deteriora os tecidos do coração. O agravamento da doença em fase crônica ocorre em aproximadamente 30% das pessoas infectadas.


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A informação é do diretor de Vigilância Epidemiológica, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Eduardo Hage que participou, na semana passada, em Belém (PA), de programação em comemoração ao centenário da descoberta da doença no país.
Hage ressaltou que está em fase de eliminação a transmissão tradicional da doença, em que a contaminação se dá quando a pessoa coça o ferimento causado pela picada do transmissor --normalmente, o barbeiro-- e coloca as fezes em contato com a corrente sangüínea. Mas, segundo ele, a outra forma de transmissão desse mal, por via oral, ainda vem sendo registrada, apesar dos avanços obtidos em âmbito nacional no controle da doença.
Em 2006, foram registrados 91 casos e quatro mortes. Em 2007, o número de mortes decorrentes de doença de Chagas se manteve em quatro, mas os registros da doença alcançaram a marca dos 123 casos. O Pará está entre os Estados mais atingidos. No ano passado, por exemplo, 93 casos foram confirmados no Estado, sendo que um dos doentes morreu.
"A transmissão via oral da doença se dá pela ingestão de alimentos contaminados pelo barbeiro. Na região amazônica, especialmente no Pará, o principal exemplo dessa contaminação se dá pelo açaí que, em alguns casos, é feito em condições inadequadas. A vigilância sanitária, feita desde o processamento das polpas, até a sua comercialização é uma das medidas adotadas para evitar esse problema", disse.
A tripanossomíase americana, mais conhecida como doença ou mal de Chagas, é a infecção causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi e transmitida pelo barbeiro. A doença apresenta uma fase aguda, que pode ser identificada ou não, e com tendência à evolução para formas crônicas (indeterminada, cardíaca, digestiva), caso não seja tratada de forma precoce, com medicamento específico. O inseto tem a mata como ambiente natural.
"O açaí é produzido exatamente onde os barbeiros silvestres vivem. Por isso, uma das medidas para evitar a contaminação é o controle da colheita desse fruto, para que ele seja coletado, armazenado e distribuído de forma adequada. Até 2005, a Amazônia era considerada uma área endêmica, mas, nesse mesmo ano, teve início na região a implantação de uma vigilância baseada na detecção de casos de doença de Chagas de forma integrada à vigilância da malária.", disse Hage.
Para ter certeza de que o açaí está limpo e livre do barbeiro, a pessoa deve buscar o selo de qualidade emitido pela vigilância sanitária. Além disso, segundo informações do Ministério da Saúde, algumas pesquisas feitas na Amazônia pelo Instituto Evandro Chagas e pela Universidade Federal do Pará, para desenvolvimento e aperfeiçoamento de técnicas para produção desses alimentos em escala comercial também estão contribuindo para a eliminação do problema.
A investigação dos reservatórios de água constituem-se em um novo campo de pesquisa, que leva em consideração as condições de fauna e flora e os efeitos da degradação ambiental sobre a transmissão da doença. Atualmente, o país tem aproximadamente 2,5 milhões de portadores da doença crônica.
A doença de Chagas foi identificada em abril de 1909 pelo cientista brasileiro Carlos Chagas a partir de estudos feitos com amostras de sangue de uma criança de dois anos de idade, que morava em Minas Gerais. Problema cardíacos são comuns aos infectados, já que a gravidade da moléstia deteriora os tecidos do coração. O agravamento da doença em fase crônica ocorre em aproximadamente 30% das pessoas infectadas.


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A informação é do diretor de Vigilância Epidemiológica, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Eduardo Hage que participou, na semana passada, em Belém (PA), de programação em comemoração ao centenário da descoberta da doença no país.
Hage ressaltou que está em fase de eliminação a transmissão tradicional da doença, em que a contaminação se dá quando a pessoa coça o ferimento causado pela picada do transmissor --normalmente, o barbeiro-- e coloca as fezes em contato com a corrente sangüínea. Mas, segundo ele, a outra forma de transmissão desse mal, por via oral, ainda vem sendo registrada, apesar dos avanços obtidos em âmbito nacional no controle da doença.
Em 2006, foram registrados 91 casos e quatro mortes. Em 2007, o número de mortes decorrentes de doença de Chagas se manteve em quatro, mas os registros da doença alcançaram a marca dos 123 casos. O Pará está entre os Estados mais atingidos. No ano passado, por exemplo, 93 casos foram confirmados no Estado, sendo que um dos doentes morreu.
"A transmissão via oral da doença se dá pela ingestão de alimentos contaminados pelo barbeiro. Na região amazônica, especialmente no Pará, o principal exemplo dessa contaminação se dá pelo açaí que, em alguns casos, é feito em condições inadequadas. A vigilância sanitária, feita desde o processamento das polpas, até a sua comercialização é uma das medidas adotadas para evitar esse problema", disse.
A tripanossomíase americana, mais conhecida como doença ou mal de Chagas, é a infecção causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi e transmitida pelo barbeiro. A doença apresenta uma fase aguda, que pode ser identificada ou não, e com tendência à evolução para formas crônicas (indeterminada, cardíaca, digestiva), caso não seja tratada de forma precoce, com medicamento específico. O inseto tem a mata como ambiente natural.
"O açaí é produzido exatamente onde os barbeiros silvestres vivem. Por isso, uma das medidas para evitar a contaminação é o controle da colheita desse fruto, para que ele seja coletado, armazenado e distribuído de forma adequada. Até 2005, a Amazônia era considerada uma área endêmica, mas, nesse mesmo ano, teve início na região a implantação de uma vigilância baseada na detecção de casos de doença de Chagas de forma integrada à vigilância da malária.", disse Hage.
Para ter certeza de que o açaí está limpo e livre do barbeiro, a pessoa deve buscar o selo de qualidade emitido pela vigilância sanitária. Além disso, segundo informações do Ministério da Saúde, algumas pesquisas feitas na Amazônia pelo Instituto Evandro Chagas e pela Universidade Federal do Pará, para desenvolvimento e aperfeiçoamento de técnicas para produção desses alimentos em escala comercial também estão contribuindo para a eliminação do problema.
A investigação dos reservatórios de água constituem-se em um novo campo de pesquisa, que leva em consideração as condições de fauna e flora e os efeitos da degradação ambiental sobre a transmissão da doença. Atualmente, o país tem aproximadamente 2,5 milhões de portadores da doença crônica.
A doença de Chagas foi identificada em abril de 1909 pelo cientista brasileiro Carlos Chagas a partir de estudos feitos com amostras de sangue de uma criança de dois anos de idade, que morava em Minas Gerais. Problema cardíacos são comuns aos infectados, já que a gravidade da moléstia deteriora os tecidos do coração. O agravamento da doença em fase crônica ocorre em aproximadamente 30% das pessoas infectadas.


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A informação é do diretor de Vigilância Epidemiológica, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Eduardo Hage que participou, na semana passada, em Belém (PA), de programação em comemoração ao centenário da descoberta da doença no país.
Hage ressaltou que está em fase de eliminação a transmissão tradicional da doença, em que a contaminação se dá quando a pessoa coça o ferimento causado pela picada do transmissor --normalmente, o barbeiro-- e coloca as fezes em contato com a corrente sangüínea. Mas, segundo ele, a outra forma de transmissão desse mal, por via oral, ainda vem sendo registrada, apesar dos avanços obtidos em âmbito nacional no controle da doença.
Em 2006, foram registrados 91 casos e quatro mortes. Em 2007, o número de mortes decorrentes de doença de Chagas se manteve em quatro, mas os registros da doença alcançaram a marca dos 123 casos. O Pará está entre os Estados mais atingidos. No ano passado, por exemplo, 93 casos foram confirmados no Estado, sendo que um dos doentes morreu.
"A transmissão via oral da doença se dá pela ingestão de alimentos contaminados pelo barbeiro. Na região amazônica, especialmente no Pará, o principal exemplo dessa contaminação se dá pelo açaí que, em alguns casos, é feito em condições inadequadas. A vigilância sanitária, feita desde o processamento das polpas, até a sua comercialização é uma das medidas adotadas para evitar esse problema", disse.
A tripanossomíase americana, mais conhecida como doença ou mal de Chagas, é a infecção causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi e transmitida pelo barbeiro. A doença apresenta uma fase aguda, que pode ser identificada ou não, e com tendência à evolução para formas crônicas (indeterminada, cardíaca, digestiva), caso não seja tratada de forma precoce, com medicamento específico. O inseto tem a mata como ambiente natural.
"O açaí é produzido exatamente onde os barbeiros silvestres vivem. Por isso, uma das medidas para evitar a contaminação é o controle da colheita desse fruto, para que ele seja coletado, armazenado e distribuído de forma adequada. Até 2005, a Amazônia era considerada uma área endêmica, mas, nesse mesmo ano, teve início na região a implantação de uma vigilância baseada na detecção de casos de doença de Chagas de forma integrada à vigilância da malária.", disse Hage.
Para ter certeza de que o açaí está limpo e livre do barbeiro, a pessoa deve buscar o selo de qualidade emitido pela vigilância sanitária. Além disso, segundo informações do Ministério da Saúde, algumas pesquisas feitas na Amazônia pelo Instituto Evandro Chagas e pela Universidade Federal do Pará, para desenvolvimento e aperfeiçoamento de técnicas para produção desses alimentos em escala comercial também estão contribuindo para a eliminação do problema.
A investigação dos reservatórios de água constituem-se em um novo campo de pesquisa, que leva em consideração as condições de fauna e flora e os efeitos da degradação ambiental sobre a transmissão da doença. Atualmente, o país tem aproximadamente 2,5 milhões de portadores da doença crônica.
A doença de Chagas foi identificada em abril de 1909 pelo cientista brasileiro Carlos Chagas a partir de estudos feitos com amostras de sangue de uma criança de dois anos de idade, que morava em Minas Gerais. Problema cardíacos são comuns aos infectados, já que a gravidade da moléstia deteriora os tecidos do coração. O agravamento da doença em fase crônica ocorre em aproximadamente 30% das pessoas infectadas.


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A informação é do diretor de Vigilância Epidemiológica, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Eduardo Hage que participou, na semana passada, em Belém (PA), de programação em comemoração ao centenário da descoberta da doença no país.
Hage ressaltou que está em fase de eliminação a transmissão tradicional da doença, em que a contaminação se dá quando a pessoa coça o ferimento causado pela picada do transmissor --normalmente, o barbeiro-- e coloca as fezes em contato com a corrente sangüínea. Mas, segundo ele, a outra forma de transmissão desse mal, por via oral, ainda vem sendo registrada, apesar dos avanços obtidos em âmbito nacional no controle da doença.
Em 2006, foram registrados 91 casos e quatro mortes. Em 2007, o número de mortes decorrentes de doença de Chagas se manteve em quatro, mas os registros da doença alcançaram a marca dos 123 casos. O Pará está entre os Estados mais atingidos. No ano passado, por exemplo, 93 casos foram confirmados no Estado, sendo que um dos doentes morreu.
"A transmissão via oral da doença se dá pela ingestão de alimentos contaminados pelo barbeiro. Na região amazônica, especialmente no Pará, o principal exemplo dessa contaminação se dá pelo açaí que, em alguns casos, é feito em condições inadequadas. A vigilância sanitária, feita desde o processamento das polpas, até a sua comercialização é uma das medidas adotadas para evitar esse problema", disse.
A tripanossomíase americana, mais conhecida como doença ou mal de Chagas, é a infecção causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi e transmitida pelo barbeiro. A doença apresenta uma fase aguda, que pode ser identificada ou não, e com tendência à evolução para formas crônicas (indeterminada, cardíaca, digestiva), caso não seja tratada de forma precoce, com medicamento específico. O inseto tem a mata como ambiente natural.
"O açaí é produzido exatamente onde os barbeiros silvestres vivem. Por isso, uma das medidas para evitar a contaminação é o controle da colheita desse fruto, para que ele seja coletado, armazenado e distribuído de forma adequada. Até 2005, a Amazônia era considerada uma área endêmica, mas, nesse mesmo ano, teve início na região a implantação de uma vigilância baseada na detecção de casos de doença de Chagas de forma integrada à vigilância da malária.", disse Hage.
Para ter certeza de que o açaí está limpo e livre do barbeiro, a pessoa deve buscar o selo de qualidade emitido pela vigilância sanitária. Além disso, segundo informações do Ministério da Saúde, algumas pesquisas feitas na Amazônia pelo Instituto Evandro Chagas e pela Universidade Federal do Pará, para desenvolvimento e aperfeiçoamento de técnicas para produção desses alimentos em escala comercial também estão contribuindo para a eliminação do problema.
A investigação dos reservatórios de água constituem-se em um novo campo de pesquisa, que leva em consideração as condições de fauna e flora e os efeitos da degradação ambiental sobre a transmissão da doença. Atualmente, o país tem aproximadamente 2,5 milhões de portadores da doença crônica.
A doença de Chagas foi identificada em abril de 1909 pelo cientista brasileiro Carlos Chagas a partir de estudos feitos com amostras de sangue de uma criança de dois anos de idade, que morava em Minas Gerais. Problema cardíacos são comuns aos infectados, já que a gravidade da moléstia deteriora os tecidos do coração. O agravamento da doença em fase crônica ocorre em aproximadamente 30% das pessoas infectadas.


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Para garantir segurança alimentar aos consumidores de açaí, as ações das equipes da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) têm sido fortalecidas nos Estados que fabricam o produto. O objetivo é garantir mais qualidade e evitar, sobretudo, a contaminação do açaí pelo barbeiro, inseto transmissor da doença de Chagas.
A informação é do diretor de Vigilância Epidemiológica, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Eduardo Hage que participou, na semana passada, em Belém (PA), de programação em comemoração ao centenário da descoberta da doença no país.
Hage ressaltou que está em fase de eliminação a transmissão tradicional da doença, em que a contaminação se dá quando a pessoa coça o ferimento causado pela picada do transmissor --normalmente, o barbeiro-- e coloca as fezes em contato com a corrente sangüínea. Mas, segundo ele, a outra forma de transmissão desse mal, por via oral, ainda vem sendo registrada, apesar dos avanços obtidos em âmbito nacional no controle da doença.
Em 2006, foram registrados 91 casos e quatro mortes. Em 2007, o número de mortes decorrentes de doença de Chagas se manteve em quatro, mas os registros da doença alcançaram a marca dos 123 casos. O Pará está entre os Estados mais atingidos. No ano passado, por exemplo, 93 casos foram confirmados no Estado, sendo que um dos doentes morreu.
"A transmissão via oral da doença se dá pela ingestão de alimentos contaminados pelo barbeiro. Na região amazônica, especialmente no Pará, o principal exemplo dessa contaminação se dá pelo açaí que, em alguns casos, é feito em condições inadequadas. A vigilância sanitária, feita desde o processamento das polpas, até a sua comercialização é uma das medidas adotadas para evitar esse problema", disse.
A tripanossomíase americana, mais conhecida como doença ou mal de Chagas, é a infecção causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi e transmitida pelo barbeiro. A doença apresenta uma fase aguda, que pode ser identificada ou não, e com tendência à evolução para formas crônicas (indeterminada, cardíaca, digestiva), caso não seja tratada de forma precoce, com medicamento específico. O inseto tem a mata como ambiente natural.
"O açaí é produzido exatamente onde os barbeiros silvestres vivem. Por isso, uma das medidas para evitar a contaminação é o controle da colheita desse fruto, para que ele seja coletado, armazenado e distribuído de forma adequada. Até 2005, a Amazônia era considerada uma área endêmica, mas, nesse mesmo ano, teve início na região a implantação de uma vigilância baseada na detecção de casos de doença de Chagas de forma integrada à vigilância da malária.", disse Hage.
Para ter certeza de que o açaí está limpo e livre do barbeiro, a pessoa deve buscar o selo de qualidade emitido pela vigilância sanitária. Além disso, segundo informações do Ministério da Saúde, algumas pesquisas feitas na Amazônia pelo Instituto Evandro Chagas e pela Universidade Federal do Pará, para desenvolvimento e aperfeiçoamento de técnicas para produção desses alimentos em escala comercial também estão contribuindo para a eliminação do problema.
A investigação dos reservatórios de água constituem-se em um novo campo de pesquisa, que leva em consideração as condições de fauna e flora e os efeitos da degradação ambiental sobre a transmissão da doença. Atualmente, o país tem aproximadamente 2,5 milhões de portadores da doença crônica.
A doença de Chagas foi identificada em abril de 1909 pelo cientista brasileiro Carlos Chagas a partir de estudos feitos com amostras de sangue de uma criança de dois anos de idade, que morava em Minas Gerais. Problema cardíacos são comuns aos infectados, já que a gravidade da moléstia deteriora os tecidos do coração. O agravamento da doença em fase crônica ocorre em aproximadamente 30% das pessoas infectadas.


fonte:UOL NOTÍCIAS
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FLORIANÓPOLIS - Um homem de 33 anos foi preso suspeito de estuprar a enteada de 12 anos em Treze Tílias, no meio-oeste catarinense. A menina está grávida de seis meses e era molestada pelo padrasto desde os 11 anos. O suspeito confessou o crime e está no Presídio Regional de Joaçaba.
Em depoimento, a menina contou que não sabia que estava grávida. Ela passou mal na semana passada e foi em uma consulta de rotina na qual o médico descobriu a gravidez. O médico teria denunciado o caso à polícia. A mãe da menina afirmou que não sabia de nada. A vítima manifestou a vontade de fazer o aborto. O pedido será encaminhado pela Polícia Civil ao Ministério Público em dez dias, prazo final para conclusão do inquérito policial.
Na semana passada, um homem foi preso suspeito de estuprar e engravidar a filha de 15 anos, em Água Doce, também no meio-oeste do estado. O pai mantinha relações sexuais forçadas com a filha em casa e a proibia de frequentar a escola e de se divertir.


fonte: O GLOBO
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FLORIANÓPOLIS - Um homem de 33 anos foi preso suspeito de estuprar a enteada de 12 anos em Treze Tílias, no meio-oeste catarinense. A menina está grávida de seis meses e era molestada pelo padrasto desde os 11 anos. O suspeito confessou o crime e está no Presídio Regional de Joaçaba.
Em depoimento, a menina contou que não sabia que estava grávida. Ela passou mal na semana passada e foi em uma consulta de rotina na qual o médico descobriu a gravidez. O médico teria denunciado o caso à polícia. A mãe da menina afirmou que não sabia de nada. A vítima manifestou a vontade de fazer o aborto. O pedido será encaminhado pela Polícia Civil ao Ministério Público em dez dias, prazo final para conclusão do inquérito policial.
Na semana passada, um homem foi preso suspeito de estuprar e engravidar a filha de 15 anos, em Água Doce, também no meio-oeste do estado. O pai mantinha relações sexuais forçadas com a filha em casa e a proibia de frequentar a escola e de se divertir.


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FLORIANÓPOLIS - Um homem de 33 anos foi preso suspeito de estuprar a enteada de 12 anos em Treze Tílias, no meio-oeste catarinense. A menina está grávida de seis meses e era molestada pelo padrasto desde os 11 anos. O suspeito confessou o crime e está no Presídio Regional de Joaçaba.
Em depoimento, a menina contou que não sabia que estava grávida. Ela passou mal na semana passada e foi em uma consulta de rotina na qual o médico descobriu a gravidez. O médico teria denunciado o caso à polícia. A mãe da menina afirmou que não sabia de nada. A vítima manifestou a vontade de fazer o aborto. O pedido será encaminhado pela Polícia Civil ao Ministério Público em dez dias, prazo final para conclusão do inquérito policial.
Na semana passada, um homem foi preso suspeito de estuprar e engravidar a filha de 15 anos, em Água Doce, também no meio-oeste do estado. O pai mantinha relações sexuais forçadas com a filha em casa e a proibia de frequentar a escola e de se divertir.


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Em depoimento, a menina contou que não sabia que estava grávida. Ela passou mal na semana passada e foi em uma consulta de rotina na qual o médico descobriu a gravidez. O médico teria denunciado o caso à polícia. A mãe da menina afirmou que não sabia de nada. A vítima manifestou a vontade de fazer o aborto. O pedido será encaminhado pela Polícia Civil ao Ministério Público em dez dias, prazo final para conclusão do inquérito policial.
Na semana passada, um homem foi preso suspeito de estuprar e engravidar a filha de 15 anos, em Água Doce, também no meio-oeste do estado. O pai mantinha relações sexuais forçadas com a filha em casa e a proibia de frequentar a escola e de se divertir.


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Em depoimento, a menina contou que não sabia que estava grávida. Ela passou mal na semana passada e foi em uma consulta de rotina na qual o médico descobriu a gravidez. O médico teria denunciado o caso à polícia. A mãe da menina afirmou que não sabia de nada. A vítima manifestou a vontade de fazer o aborto. O pedido será encaminhado pela Polícia Civil ao Ministério Público em dez dias, prazo final para conclusão do inquérito policial.
Na semana passada, um homem foi preso suspeito de estuprar e engravidar a filha de 15 anos, em Água Doce, também no meio-oeste do estado. O pai mantinha relações sexuais forçadas com a filha em casa e a proibia de frequentar a escola e de se divertir.


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Em depoimento, a menina contou que não sabia que estava grávida. Ela passou mal na semana passada e foi em uma consulta de rotina na qual o médico descobriu a gravidez. O médico teria denunciado o caso à polícia. A mãe da menina afirmou que não sabia de nada. A vítima manifestou a vontade de fazer o aborto. O pedido será encaminhado pela Polícia Civil ao Ministério Público em dez dias, prazo final para conclusão do inquérito policial.
Na semana passada, um homem foi preso suspeito de estuprar e engravidar a filha de 15 anos, em Água Doce, também no meio-oeste do estado. O pai mantinha relações sexuais forçadas com a filha em casa e a proibia de frequentar a escola e de se divertir.


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Em depoimento, a menina contou que não sabia que estava grávida. Ela passou mal na semana passada e foi em uma consulta de rotina na qual o médico descobriu a gravidez. O médico teria denunciado o caso à polícia. A mãe da menina afirmou que não sabia de nada. A vítima manifestou a vontade de fazer o aborto. O pedido será encaminhado pela Polícia Civil ao Ministério Público em dez dias, prazo final para conclusão do inquérito policial.
Na semana passada, um homem foi preso suspeito de estuprar e engravidar a filha de 15 anos, em Água Doce, também no meio-oeste do estado. O pai mantinha relações sexuais forçadas com a filha em casa e a proibia de frequentar a escola e de se divertir.


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FLORIANÓPOLIS - Um homem de 33 anos foi preso suspeito de estuprar a enteada de 12 anos em Treze Tílias, no meio-oeste catarinense. A menina está grávida de seis meses e era molestada pelo padrasto desde os 11 anos. O suspeito confessou o crime e está no Presídio Regional de Joaçaba.
Em depoimento, a menina contou que não sabia que estava grávida. Ela passou mal na semana passada e foi em uma consulta de rotina na qual o médico descobriu a gravidez. O médico teria denunciado o caso à polícia. A mãe da menina afirmou que não sabia de nada. A vítima manifestou a vontade de fazer o aborto. O pedido será encaminhado pela Polícia Civil ao Ministério Público em dez dias, prazo final para conclusão do inquérito policial.
Na semana passada, um homem foi preso suspeito de estuprar e engravidar a filha de 15 anos, em Água Doce, também no meio-oeste do estado. O pai mantinha relações sexuais forçadas com a filha em casa e a proibia de frequentar a escola e de se divertir.


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SALVADOR - Um homem morreu esfaqueado na madrugada desta segunda-feira, no bairro do Curuzu, em Salvador. Segundo a polícia, o crime aconteceu por volta da 1h, na Rua Direta do Curuzu. Ainda de acordo com a polícia, a versão apresentada pelos envolvidos é de que a vítima, Adriano Gomes Macedo, de 24 anos, que estava com o irmão dele, Israel Gomes Macedo, 18 anos, urinava na frente no muro de uma casa quando os moradores Péricles e Michael Santos Cruz, saíram para tirar satisfações.
Segundo informações da polícia, os quatro entraram em luta corporal e Adriano e Israel foram atingidos por golpes de faca por Péricles. Os dois foram levados para o Hospital Geral do Estado (HGE), Adriano morreu antes de chegar ao hospital. Israel permanece em observação no HGE.
Um dos acusados do crime, Michael, está prestando depoimento desde o início da tarde desta segunda-feira, na 2ª delegacia. Segundo a polícia, Péricles ainda não se apresentou, mas familiares informaram que ele vai à delegacia na companhia de um advogado ainda nesta semana.


fonte: O GLOBO
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SALVADOR - Um homem morreu esfaqueado na madrugada desta segunda-feira, no bairro do Curuzu, em Salvador. Segundo a polícia, o crime aconteceu por volta da 1h, na Rua Direta do Curuzu. Ainda de acordo com a polícia, a versão apresentada pelos envolvidos é de que a vítima, Adriano Gomes Macedo, de 24 anos, que estava com o irmão dele, Israel Gomes Macedo, 18 anos, urinava na frente no muro de uma casa quando os moradores Péricles e Michael Santos Cruz, saíram para tirar satisfações.
Segundo informações da polícia, os quatro entraram em luta corporal e Adriano e Israel foram atingidos por golpes de faca por Péricles. Os dois foram levados para o Hospital Geral do Estado (HGE), Adriano morreu antes de chegar ao hospital. Israel permanece em observação no HGE.
Um dos acusados do crime, Michael, está prestando depoimento desde o início da tarde desta segunda-feira, na 2ª delegacia. Segundo a polícia, Péricles ainda não se apresentou, mas familiares informaram que ele vai à delegacia na companhia de um advogado ainda nesta semana.


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Segundo informações da polícia, os quatro entraram em luta corporal e Adriano e Israel foram atingidos por golpes de faca por Péricles. Os dois foram levados para o Hospital Geral do Estado (HGE), Adriano morreu antes de chegar ao hospital. Israel permanece em observação no HGE.
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Segundo informações da polícia, os quatro entraram em luta corporal e Adriano e Israel foram atingidos por golpes de faca por Péricles. Os dois foram levados para o Hospital Geral do Estado (HGE), Adriano morreu antes de chegar ao hospital. Israel permanece em observação no HGE.
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Segundo informações da polícia, os quatro entraram em luta corporal e Adriano e Israel foram atingidos por golpes de faca por Péricles. Os dois foram levados para o Hospital Geral do Estado (HGE), Adriano morreu antes de chegar ao hospital. Israel permanece em observação no HGE.
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Segundo informações da polícia, os quatro entraram em luta corporal e Adriano e Israel foram atingidos por golpes de faca por Péricles. Os dois foram levados para o Hospital Geral do Estado (HGE), Adriano morreu antes de chegar ao hospital. Israel permanece em observação no HGE.
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colaboradores: carmen e maria celia

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