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27.4.09
RIO - Nunca na história do Paraguai ou de qualquer outro país, aconteceu algo parecido: para surpresa geral, três mulheres acusam um presidente da República de ter tido filhos com elas. Um detalhe: quando se relacionou com essas mulheres, ele era bispo. Damiana Morán é uma das mulheres que afirmam ter tido um filho com o presidente do Paraguai, Fernando Lugo, quando ele ainda estava oficialmente ligado à Igreja Católica. Ex-coordenadora de uma das pastorais da Igreja, ela falou com exclusividade para o Fantástico. Damiana disse que em um primeiro momento aceitou fazer o exame de DNA, mas que agora a postura do advogado mudou.
- Podem fazer alguma manobra para que eu fique mal, podem falsificar o resultado - diz ela.
A mãe de Juan Pablo, de 1 ano e 4 meses, conta que conheceu o bispo Don Lugo em 2003.
- A partir de 2006, quando começamos o romance, eu estava em uma organização chamada Resistencia Ciudadana (Resistência Cidadã). Nosso relacionamento durou mais ou menos um ano - contou Damiana Morán.
Lugo e Damiana nunca chegaram a viver juntos. Ela conta que se encontravam esporadicamente, mas não quis entrar em detalhes. Damiana afirma que quando teve um romance com Lugo ele era bispo. O filho Juan Pablo nasceu em 5 de dezembro de 2007.
Lugo não sabia ela tinha tido um filho que era dele. Damiana explica que contou tudo isso só agora porque soube que havia uma lista de seis mulheres que iam fazer a mesma denúncia e o nome dela estava na lista. Então tomou a decisão de contar ao presidente.
Há pelo menos mais duas mulheres envolvidas no escândalo de paternidade do presidente Lugo. Viviana Carrillo foi a primeira a vir a público. Disse que o romance começou quando ela estava com 16 anos. O filho, Guillermo Armindo, de 2 anos, já tem o sobrenome do presidente.
Benigna Leguizamón, mãe de Lucas Fernando, de 6 anos, diz que sonha com o dia que Lugo reconheça a paternidade do menino.
- É seu pai, ele necessita de apoio. Nós somos humildes e, com um pai presidente, não é justo que ele sofra - disse Benigna Leguizamón.
Acuado pelas denúncias e atormentado pelo passado, o presidente falou na sexta-feira pela primeira vez sobre o caso. Lugo não confirmou e nem negou o envolvimento com as mulheres, mas pediu perdão .
- Sou um ser humano e, portanto, nada humano me é alheio. Assumirei todas as responsabilidades presentes e futuras - alegou o presidente paraguaio.


fonte: O GLOBO
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RIO - Nunca na história do Paraguai ou de qualquer outro país, aconteceu algo parecido: para surpresa geral, três mulheres acusam um presidente da República de ter tido filhos com elas. Um detalhe: quando se relacionou com essas mulheres, ele era bispo. Damiana Morán é uma das mulheres que afirmam ter tido um filho com o presidente do Paraguai, Fernando Lugo, quando ele ainda estava oficialmente ligado à Igreja Católica. Ex-coordenadora de uma das pastorais da Igreja, ela falou com exclusividade para o Fantástico. Damiana disse que em um primeiro momento aceitou fazer o exame de DNA, mas que agora a postura do advogado mudou.
- Podem fazer alguma manobra para que eu fique mal, podem falsificar o resultado - diz ela.
A mãe de Juan Pablo, de 1 ano e 4 meses, conta que conheceu o bispo Don Lugo em 2003.
- A partir de 2006, quando começamos o romance, eu estava em uma organização chamada Resistencia Ciudadana (Resistência Cidadã). Nosso relacionamento durou mais ou menos um ano - contou Damiana Morán.
Lugo e Damiana nunca chegaram a viver juntos. Ela conta que se encontravam esporadicamente, mas não quis entrar em detalhes. Damiana afirma que quando teve um romance com Lugo ele era bispo. O filho Juan Pablo nasceu em 5 de dezembro de 2007.
Lugo não sabia ela tinha tido um filho que era dele. Damiana explica que contou tudo isso só agora porque soube que havia uma lista de seis mulheres que iam fazer a mesma denúncia e o nome dela estava na lista. Então tomou a decisão de contar ao presidente.
Há pelo menos mais duas mulheres envolvidas no escândalo de paternidade do presidente Lugo. Viviana Carrillo foi a primeira a vir a público. Disse que o romance começou quando ela estava com 16 anos. O filho, Guillermo Armindo, de 2 anos, já tem o sobrenome do presidente.
Benigna Leguizamón, mãe de Lucas Fernando, de 6 anos, diz que sonha com o dia que Lugo reconheça a paternidade do menino.
- É seu pai, ele necessita de apoio. Nós somos humildes e, com um pai presidente, não é justo que ele sofra - disse Benigna Leguizamón.
Acuado pelas denúncias e atormentado pelo passado, o presidente falou na sexta-feira pela primeira vez sobre o caso. Lugo não confirmou e nem negou o envolvimento com as mulheres, mas pediu perdão .
- Sou um ser humano e, portanto, nada humano me é alheio. Assumirei todas as responsabilidades presentes e futuras - alegou o presidente paraguaio.


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RIO - Nunca na história do Paraguai ou de qualquer outro país, aconteceu algo parecido: para surpresa geral, três mulheres acusam um presidente da República de ter tido filhos com elas. Um detalhe: quando se relacionou com essas mulheres, ele era bispo. Damiana Morán é uma das mulheres que afirmam ter tido um filho com o presidente do Paraguai, Fernando Lugo, quando ele ainda estava oficialmente ligado à Igreja Católica. Ex-coordenadora de uma das pastorais da Igreja, ela falou com exclusividade para o Fantástico. Damiana disse que em um primeiro momento aceitou fazer o exame de DNA, mas que agora a postura do advogado mudou.
- Podem fazer alguma manobra para que eu fique mal, podem falsificar o resultado - diz ela.
A mãe de Juan Pablo, de 1 ano e 4 meses, conta que conheceu o bispo Don Lugo em 2003.
- A partir de 2006, quando começamos o romance, eu estava em uma organização chamada Resistencia Ciudadana (Resistência Cidadã). Nosso relacionamento durou mais ou menos um ano - contou Damiana Morán.
Lugo e Damiana nunca chegaram a viver juntos. Ela conta que se encontravam esporadicamente, mas não quis entrar em detalhes. Damiana afirma que quando teve um romance com Lugo ele era bispo. O filho Juan Pablo nasceu em 5 de dezembro de 2007.
Lugo não sabia ela tinha tido um filho que era dele. Damiana explica que contou tudo isso só agora porque soube que havia uma lista de seis mulheres que iam fazer a mesma denúncia e o nome dela estava na lista. Então tomou a decisão de contar ao presidente.
Há pelo menos mais duas mulheres envolvidas no escândalo de paternidade do presidente Lugo. Viviana Carrillo foi a primeira a vir a público. Disse que o romance começou quando ela estava com 16 anos. O filho, Guillermo Armindo, de 2 anos, já tem o sobrenome do presidente.
Benigna Leguizamón, mãe de Lucas Fernando, de 6 anos, diz que sonha com o dia que Lugo reconheça a paternidade do menino.
- É seu pai, ele necessita de apoio. Nós somos humildes e, com um pai presidente, não é justo que ele sofra - disse Benigna Leguizamón.
Acuado pelas denúncias e atormentado pelo passado, o presidente falou na sexta-feira pela primeira vez sobre o caso. Lugo não confirmou e nem negou o envolvimento com as mulheres, mas pediu perdão .
- Sou um ser humano e, portanto, nada humano me é alheio. Assumirei todas as responsabilidades presentes e futuras - alegou o presidente paraguaio.


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- Podem fazer alguma manobra para que eu fique mal, podem falsificar o resultado - diz ela.
A mãe de Juan Pablo, de 1 ano e 4 meses, conta que conheceu o bispo Don Lugo em 2003.
- A partir de 2006, quando começamos o romance, eu estava em uma organização chamada Resistencia Ciudadana (Resistência Cidadã). Nosso relacionamento durou mais ou menos um ano - contou Damiana Morán.
Lugo e Damiana nunca chegaram a viver juntos. Ela conta que se encontravam esporadicamente, mas não quis entrar em detalhes. Damiana afirma que quando teve um romance com Lugo ele era bispo. O filho Juan Pablo nasceu em 5 de dezembro de 2007.
Lugo não sabia ela tinha tido um filho que era dele. Damiana explica que contou tudo isso só agora porque soube que havia uma lista de seis mulheres que iam fazer a mesma denúncia e o nome dela estava na lista. Então tomou a decisão de contar ao presidente.
Há pelo menos mais duas mulheres envolvidas no escândalo de paternidade do presidente Lugo. Viviana Carrillo foi a primeira a vir a público. Disse que o romance começou quando ela estava com 16 anos. O filho, Guillermo Armindo, de 2 anos, já tem o sobrenome do presidente.
Benigna Leguizamón, mãe de Lucas Fernando, de 6 anos, diz que sonha com o dia que Lugo reconheça a paternidade do menino.
- É seu pai, ele necessita de apoio. Nós somos humildes e, com um pai presidente, não é justo que ele sofra - disse Benigna Leguizamón.
Acuado pelas denúncias e atormentado pelo passado, o presidente falou na sexta-feira pela primeira vez sobre o caso. Lugo não confirmou e nem negou o envolvimento com as mulheres, mas pediu perdão .
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- Podem fazer alguma manobra para que eu fique mal, podem falsificar o resultado - diz ela.
A mãe de Juan Pablo, de 1 ano e 4 meses, conta que conheceu o bispo Don Lugo em 2003.
- A partir de 2006, quando começamos o romance, eu estava em uma organização chamada Resistencia Ciudadana (Resistência Cidadã). Nosso relacionamento durou mais ou menos um ano - contou Damiana Morán.
Lugo e Damiana nunca chegaram a viver juntos. Ela conta que se encontravam esporadicamente, mas não quis entrar em detalhes. Damiana afirma que quando teve um romance com Lugo ele era bispo. O filho Juan Pablo nasceu em 5 de dezembro de 2007.
Lugo não sabia ela tinha tido um filho que era dele. Damiana explica que contou tudo isso só agora porque soube que havia uma lista de seis mulheres que iam fazer a mesma denúncia e o nome dela estava na lista. Então tomou a decisão de contar ao presidente.
Há pelo menos mais duas mulheres envolvidas no escândalo de paternidade do presidente Lugo. Viviana Carrillo foi a primeira a vir a público. Disse que o romance começou quando ela estava com 16 anos. O filho, Guillermo Armindo, de 2 anos, já tem o sobrenome do presidente.
Benigna Leguizamón, mãe de Lucas Fernando, de 6 anos, diz que sonha com o dia que Lugo reconheça a paternidade do menino.
- É seu pai, ele necessita de apoio. Nós somos humildes e, com um pai presidente, não é justo que ele sofra - disse Benigna Leguizamón.
Acuado pelas denúncias e atormentado pelo passado, o presidente falou na sexta-feira pela primeira vez sobre o caso. Lugo não confirmou e nem negou o envolvimento com as mulheres, mas pediu perdão .
- Sou um ser humano e, portanto, nada humano me é alheio. Assumirei todas as responsabilidades presentes e futuras - alegou o presidente paraguaio.


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- Podem fazer alguma manobra para que eu fique mal, podem falsificar o resultado - diz ela.
A mãe de Juan Pablo, de 1 ano e 4 meses, conta que conheceu o bispo Don Lugo em 2003.
- A partir de 2006, quando começamos o romance, eu estava em uma organização chamada Resistencia Ciudadana (Resistência Cidadã). Nosso relacionamento durou mais ou menos um ano - contou Damiana Morán.
Lugo e Damiana nunca chegaram a viver juntos. Ela conta que se encontravam esporadicamente, mas não quis entrar em detalhes. Damiana afirma que quando teve um romance com Lugo ele era bispo. O filho Juan Pablo nasceu em 5 de dezembro de 2007.
Lugo não sabia ela tinha tido um filho que era dele. Damiana explica que contou tudo isso só agora porque soube que havia uma lista de seis mulheres que iam fazer a mesma denúncia e o nome dela estava na lista. Então tomou a decisão de contar ao presidente.
Há pelo menos mais duas mulheres envolvidas no escândalo de paternidade do presidente Lugo. Viviana Carrillo foi a primeira a vir a público. Disse que o romance começou quando ela estava com 16 anos. O filho, Guillermo Armindo, de 2 anos, já tem o sobrenome do presidente.
Benigna Leguizamón, mãe de Lucas Fernando, de 6 anos, diz que sonha com o dia que Lugo reconheça a paternidade do menino.
- É seu pai, ele necessita de apoio. Nós somos humildes e, com um pai presidente, não é justo que ele sofra - disse Benigna Leguizamón.
Acuado pelas denúncias e atormentado pelo passado, o presidente falou na sexta-feira pela primeira vez sobre o caso. Lugo não confirmou e nem negou o envolvimento com as mulheres, mas pediu perdão .
- Sou um ser humano e, portanto, nada humano me é alheio. Assumirei todas as responsabilidades presentes e futuras - alegou o presidente paraguaio.


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- Podem fazer alguma manobra para que eu fique mal, podem falsificar o resultado - diz ela.
A mãe de Juan Pablo, de 1 ano e 4 meses, conta que conheceu o bispo Don Lugo em 2003.
- A partir de 2006, quando começamos o romance, eu estava em uma organização chamada Resistencia Ciudadana (Resistência Cidadã). Nosso relacionamento durou mais ou menos um ano - contou Damiana Morán.
Lugo e Damiana nunca chegaram a viver juntos. Ela conta que se encontravam esporadicamente, mas não quis entrar em detalhes. Damiana afirma que quando teve um romance com Lugo ele era bispo. O filho Juan Pablo nasceu em 5 de dezembro de 2007.
Lugo não sabia ela tinha tido um filho que era dele. Damiana explica que contou tudo isso só agora porque soube que havia uma lista de seis mulheres que iam fazer a mesma denúncia e o nome dela estava na lista. Então tomou a decisão de contar ao presidente.
Há pelo menos mais duas mulheres envolvidas no escândalo de paternidade do presidente Lugo. Viviana Carrillo foi a primeira a vir a público. Disse que o romance começou quando ela estava com 16 anos. O filho, Guillermo Armindo, de 2 anos, já tem o sobrenome do presidente.
Benigna Leguizamón, mãe de Lucas Fernando, de 6 anos, diz que sonha com o dia que Lugo reconheça a paternidade do menino.
- É seu pai, ele necessita de apoio. Nós somos humildes e, com um pai presidente, não é justo que ele sofra - disse Benigna Leguizamón.
Acuado pelas denúncias e atormentado pelo passado, o presidente falou na sexta-feira pela primeira vez sobre o caso. Lugo não confirmou e nem negou o envolvimento com as mulheres, mas pediu perdão .
- Sou um ser humano e, portanto, nada humano me é alheio. Assumirei todas as responsabilidades presentes e futuras - alegou o presidente paraguaio.


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RIO - A Associação Americana de Urologia (AUA, na sigla em inglês) divulgou hoje as novas indicações do teste do antígeno prostático (PSA), em uma tentativa de colocar um ponto final sobre a utilidade do exame na detecção precoce do câncer de próstata. Em março, dois estudos conflitantes, um europeu e outro americano, não conseguiram chegar a uma conclusão sobre a importância do teste para a saúde masculina.
Porém, para os urologistas da AUA, assim como para os especialistas da Sociedade Brasileira de Urologia, o exame deve continuar sendo feito em homens a partir dos 40 anos e em idosos com expectativa de vida maior que 10 anos.
Segundo os especialistas americanos, apesar de estudos recentes terem questionado o PSA, o teste ainda é um importante aliado na detecção precoce do câncer e, quando feito com indicação do médico, pode ajudar a definir as melhores formas de tratamento da doença.
"O câncer de próstata vem em várias formas, algumas mais agressivas, outras mais brandas. A mensagem principal desta revisão feita pela Associação Americana de Urologia é a de que o teste é uma ferramenta importante no diagnóstico e na escolha do tratamento do câncer, e o momento certo de fazer o exame deve ser uma decisão tomada em conjunto com especialistas de confiança", divulgou em nota o urologista Peter Carroll, um dos conselheiros da associação e um dos coordenadores do estudo. A íntegra das recomendações pode ser encontrada no site da entidade.


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RIO - A Associação Americana de Urologia (AUA, na sigla em inglês) divulgou hoje as novas indicações do teste do antígeno prostático (PSA), em uma tentativa de colocar um ponto final sobre a utilidade do exame na detecção precoce do câncer de próstata. Em março, dois estudos conflitantes, um europeu e outro americano, não conseguiram chegar a uma conclusão sobre a importância do teste para a saúde masculina.
Porém, para os urologistas da AUA, assim como para os especialistas da Sociedade Brasileira de Urologia, o exame deve continuar sendo feito em homens a partir dos 40 anos e em idosos com expectativa de vida maior que 10 anos.
Segundo os especialistas americanos, apesar de estudos recentes terem questionado o PSA, o teste ainda é um importante aliado na detecção precoce do câncer e, quando feito com indicação do médico, pode ajudar a definir as melhores formas de tratamento da doença.
"O câncer de próstata vem em várias formas, algumas mais agressivas, outras mais brandas. A mensagem principal desta revisão feita pela Associação Americana de Urologia é a de que o teste é uma ferramenta importante no diagnóstico e na escolha do tratamento do câncer, e o momento certo de fazer o exame deve ser uma decisão tomada em conjunto com especialistas de confiança", divulgou em nota o urologista Peter Carroll, um dos conselheiros da associação e um dos coordenadores do estudo. A íntegra das recomendações pode ser encontrada no site da entidade.


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RIO - A Associação Americana de Urologia (AUA, na sigla em inglês) divulgou hoje as novas indicações do teste do antígeno prostático (PSA), em uma tentativa de colocar um ponto final sobre a utilidade do exame na detecção precoce do câncer de próstata. Em março, dois estudos conflitantes, um europeu e outro americano, não conseguiram chegar a uma conclusão sobre a importância do teste para a saúde masculina.
Porém, para os urologistas da AUA, assim como para os especialistas da Sociedade Brasileira de Urologia, o exame deve continuar sendo feito em homens a partir dos 40 anos e em idosos com expectativa de vida maior que 10 anos.
Segundo os especialistas americanos, apesar de estudos recentes terem questionado o PSA, o teste ainda é um importante aliado na detecção precoce do câncer e, quando feito com indicação do médico, pode ajudar a definir as melhores formas de tratamento da doença.
"O câncer de próstata vem em várias formas, algumas mais agressivas, outras mais brandas. A mensagem principal desta revisão feita pela Associação Americana de Urologia é a de que o teste é uma ferramenta importante no diagnóstico e na escolha do tratamento do câncer, e o momento certo de fazer o exame deve ser uma decisão tomada em conjunto com especialistas de confiança", divulgou em nota o urologista Peter Carroll, um dos conselheiros da associação e um dos coordenadores do estudo. A íntegra das recomendações pode ser encontrada no site da entidade.


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RIO - A Associação Americana de Urologia (AUA, na sigla em inglês) divulgou hoje as novas indicações do teste do antígeno prostático (PSA), em uma tentativa de colocar um ponto final sobre a utilidade do exame na detecção precoce do câncer de próstata. Em março, dois estudos conflitantes, um europeu e outro americano, não conseguiram chegar a uma conclusão sobre a importância do teste para a saúde masculina.
Porém, para os urologistas da AUA, assim como para os especialistas da Sociedade Brasileira de Urologia, o exame deve continuar sendo feito em homens a partir dos 40 anos e em idosos com expectativa de vida maior que 10 anos.
Segundo os especialistas americanos, apesar de estudos recentes terem questionado o PSA, o teste ainda é um importante aliado na detecção precoce do câncer e, quando feito com indicação do médico, pode ajudar a definir as melhores formas de tratamento da doença.
"O câncer de próstata vem em várias formas, algumas mais agressivas, outras mais brandas. A mensagem principal desta revisão feita pela Associação Americana de Urologia é a de que o teste é uma ferramenta importante no diagnóstico e na escolha do tratamento do câncer, e o momento certo de fazer o exame deve ser uma decisão tomada em conjunto com especialistas de confiança", divulgou em nota o urologista Peter Carroll, um dos conselheiros da associação e um dos coordenadores do estudo. A íntegra das recomendações pode ser encontrada no site da entidade.


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Porém, para os urologistas da AUA, assim como para os especialistas da Sociedade Brasileira de Urologia, o exame deve continuar sendo feito em homens a partir dos 40 anos e em idosos com expectativa de vida maior que 10 anos.
Segundo os especialistas americanos, apesar de estudos recentes terem questionado o PSA, o teste ainda é um importante aliado na detecção precoce do câncer e, quando feito com indicação do médico, pode ajudar a definir as melhores formas de tratamento da doença.
"O câncer de próstata vem em várias formas, algumas mais agressivas, outras mais brandas. A mensagem principal desta revisão feita pela Associação Americana de Urologia é a de que o teste é uma ferramenta importante no diagnóstico e na escolha do tratamento do câncer, e o momento certo de fazer o exame deve ser uma decisão tomada em conjunto com especialistas de confiança", divulgou em nota o urologista Peter Carroll, um dos conselheiros da associação e um dos coordenadores do estudo. A íntegra das recomendações pode ser encontrada no site da entidade.


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Porém, para os urologistas da AUA, assim como para os especialistas da Sociedade Brasileira de Urologia, o exame deve continuar sendo feito em homens a partir dos 40 anos e em idosos com expectativa de vida maior que 10 anos.
Segundo os especialistas americanos, apesar de estudos recentes terem questionado o PSA, o teste ainda é um importante aliado na detecção precoce do câncer e, quando feito com indicação do médico, pode ajudar a definir as melhores formas de tratamento da doença.
"O câncer de próstata vem em várias formas, algumas mais agressivas, outras mais brandas. A mensagem principal desta revisão feita pela Associação Americana de Urologia é a de que o teste é uma ferramenta importante no diagnóstico e na escolha do tratamento do câncer, e o momento certo de fazer o exame deve ser uma decisão tomada em conjunto com especialistas de confiança", divulgou em nota o urologista Peter Carroll, um dos conselheiros da associação e um dos coordenadores do estudo. A íntegra das recomendações pode ser encontrada no site da entidade.


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Porém, para os urologistas da AUA, assim como para os especialistas da Sociedade Brasileira de Urologia, o exame deve continuar sendo feito em homens a partir dos 40 anos e em idosos com expectativa de vida maior que 10 anos.
Segundo os especialistas americanos, apesar de estudos recentes terem questionado o PSA, o teste ainda é um importante aliado na detecção precoce do câncer e, quando feito com indicação do médico, pode ajudar a definir as melhores formas de tratamento da doença.
"O câncer de próstata vem em várias formas, algumas mais agressivas, outras mais brandas. A mensagem principal desta revisão feita pela Associação Americana de Urologia é a de que o teste é uma ferramenta importante no diagnóstico e na escolha do tratamento do câncer, e o momento certo de fazer o exame deve ser uma decisão tomada em conjunto com especialistas de confiança", divulgou em nota o urologista Peter Carroll, um dos conselheiros da associação e um dos coordenadores do estudo. A íntegra das recomendações pode ser encontrada no site da entidade.


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Porém, para os urologistas da AUA, assim como para os especialistas da Sociedade Brasileira de Urologia, o exame deve continuar sendo feito em homens a partir dos 40 anos e em idosos com expectativa de vida maior que 10 anos.
Segundo os especialistas americanos, apesar de estudos recentes terem questionado o PSA, o teste ainda é um importante aliado na detecção precoce do câncer e, quando feito com indicação do médico, pode ajudar a definir as melhores formas de tratamento da doença.
"O câncer de próstata vem em várias formas, algumas mais agressivas, outras mais brandas. A mensagem principal desta revisão feita pela Associação Americana de Urologia é a de que o teste é uma ferramenta importante no diagnóstico e na escolha do tratamento do câncer, e o momento certo de fazer o exame deve ser uma decisão tomada em conjunto com especialistas de confiança", divulgou em nota o urologista Peter Carroll, um dos conselheiros da associação e um dos coordenadores do estudo. A íntegra das recomendações pode ser encontrada no site da entidade.


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Porém, para os urologistas da AUA, assim como para os especialistas da Sociedade Brasileira de Urologia, o exame deve continuar sendo feito em homens a partir dos 40 anos e em idosos com expectativa de vida maior que 10 anos.
Segundo os especialistas americanos, apesar de estudos recentes terem questionado o PSA, o teste ainda é um importante aliado na detecção precoce do câncer e, quando feito com indicação do médico, pode ajudar a definir as melhores formas de tratamento da doença.
"O câncer de próstata vem em várias formas, algumas mais agressivas, outras mais brandas. A mensagem principal desta revisão feita pela Associação Americana de Urologia é a de que o teste é uma ferramenta importante no diagnóstico e na escolha do tratamento do câncer, e o momento certo de fazer o exame deve ser uma decisão tomada em conjunto com especialistas de confiança", divulgou em nota o urologista Peter Carroll, um dos conselheiros da associação e um dos coordenadores do estudo. A íntegra das recomendações pode ser encontrada no site da entidade.


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RIO - A Associação Americana de Urologia (AUA, na sigla em inglês) divulgou hoje as novas indicações do teste do antígeno prostático (PSA), em uma tentativa de colocar um ponto final sobre a utilidade do exame na detecção precoce do câncer de próstata. Em março, dois estudos conflitantes, um europeu e outro americano, não conseguiram chegar a uma conclusão sobre a importância do teste para a saúde masculina.
Porém, para os urologistas da AUA, assim como para os especialistas da Sociedade Brasileira de Urologia, o exame deve continuar sendo feito em homens a partir dos 40 anos e em idosos com expectativa de vida maior que 10 anos.
Segundo os especialistas americanos, apesar de estudos recentes terem questionado o PSA, o teste ainda é um importante aliado na detecção precoce do câncer e, quando feito com indicação do médico, pode ajudar a definir as melhores formas de tratamento da doença.
"O câncer de próstata vem em várias formas, algumas mais agressivas, outras mais brandas. A mensagem principal desta revisão feita pela Associação Americana de Urologia é a de que o teste é uma ferramenta importante no diagnóstico e na escolha do tratamento do câncer, e o momento certo de fazer o exame deve ser uma decisão tomada em conjunto com especialistas de confiança", divulgou em nota o urologista Peter Carroll, um dos conselheiros da associação e um dos coordenadores do estudo. A íntegra das recomendações pode ser encontrada no site da entidade.


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SÃO PAULO - Seis índios guarani-kaiowá se suicidaram só este ano no Mato Grosso do Sul, elevando para 40 o número de suicídios de integrantes da etnia no estado, entre janeiro de 2008 e fevereiro deste ano, registrados pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi). Outros 45 foram assassinados no período, três deles este ano. O número de suicídios é alarmante: uma morte a cada 10 dias. O último caso foi o de um jovem de 19 anos, que se enforcou em fevereiro dentro da Usina Quebra-Coco, no município de Sidrolândia, a 90 km de Campo Grande. P.G, achado morto pelo sogro, é um dos 18 jovens da aldeia, com até 20 anos de idade, que tiraram a própria vida de janeiro de 2008 para cá.
- A gente não foi preparado para enfrentar essa pressão - diz Anastácio Peralta, integrante da etnia e líder índigena.
A população de índios no Mato Grosso do Sul é a segunda maior do país, atrás apenas do Amazonas. Cerca de 70 mil índios vivem no estado, dos quais 40 mil são guarani-kaiowá. A maior parte dos suicídios - e dos assassinatos - ocorre na aldeia Bororó, em Dourados, a 225 km de Campo Grande, onde cerca de 13 mil índios vivem confinados num espaço de 3.500 hectares, sem condições de plantio. Com pouco espaço e a mistura de famílias numerosas que antes viviam em outras áreas do estado, a aldeia se assemelha a um caldeirão prestes a explodir.
A situação dos índios em Mato Grosso do Sul foi classificada como a mais trágica e preocupante do país em documento divulgado neste fim de semana pela 47ª Assembléia da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Segundo o documento, 213 casos de demarcação de terras indígenas no país, de um total de 846 catalogadas pelo Cimi, sequer tiveram iniciados os processos legais de tramitação. "Se não forem tomadas medidas imediatas, mais um genocídio chegará a se consumar em pleno século XXI", diz o documento sobre a situação dos guarani-kaiowá.
- Os suicídios são consequência do desespero. Os índios estão confinados num espaço pequeno, onde não conseguem sobreviver. É preciso que as autoridades parem de empurrar com a barriga as discussões em torno do assunto, inclusive a aprovação do Estatuto do Índio - diz Erwin Kräutler, presidente do Cimi e bispo do Xingu.
Na semana passada, uma índia de apenas 13 anos de idade, grávida de seis meses, foi resgatada de um cativeiro onde era mantida por dois índios, um deles de 70 anos. Não se sabe ainda quem engravidou a menina. O índio Anastácio Peralta diz que a aldeia já não abriga apenas índios guarani-kaiowá ou terenas, agrupados todos num único espaço, mas homens que vivem na região e acabam se casando com as jovens das tribos.
Egon Heck, coordenador do Cimi em Dourados, conta que o alcoolismo e a violência são crescentes, decorrentes da falta de perspectivas do povo guarani-kaiowá.
- Em agosto passado, a Funai designou uma equipe para percorrer e identificar as áreas que pertencem aos índios e estão ocupadas por grandes fazendas produtoras de soja e cana-de-açúcar, mas ela enfrenta a resistência dos empresários, que recorrem à Justiça para impedir a entrada dos integrantes da comissão - diz Heck.
No total, cerca de 30 mil hectares do estado são áreas ocupadas por índios, mas a disputa por terras é diária.
Segundo dados do governo do estado do Mato Grosso do Sul, atualmente 14 usinas de açúcar e álcool estão operando. Até 2015, serão mais 28 unidades industriais em funcionamento. Uma das últimas a receber incentivos do governo do estado, a Usina Terra Verde Bioenergia, de Nova Andradina, anunciou produção plena em 2011 e capacidade para moagem 3,5 milhões de toneladas de cana ao ano.
Assim como o jovem P.G, centenas de índios têm se submetido a trabalhar nas usinas de cana-de-açúcar para sobreviver. A situação, porém, repete até hoje o estigma dos índios no descobrimento do Brasil:
- Os fazendeiros acusam a gente de preguiçoso, dizem que a gente não sabe trabalhar igual a eles. Dizem que a gente atrapalha o progresso. A gente trabalha para sobreviver. Na aldeia, planta mandioca e milho, mas falta espaço - explica Peralta.
De acordo com Heck, no município de Antonio João, na fronteira com o Paraguai, as terras indígenas já demarcadas somam 9.300 hectares. No entanto, cerca de 700 índios vivem num espaço de 100 hectares, já que os empresários brigam na Justiça pela posse. Estes índios foram despejados em 2005 da reserva Ñande Ru Marangatu por uma liminar do então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Nelson Jobim, num mandado de segurança movido pelo pecuarista Pio Silva e mais 15 pessoas que detinham título de propriedade terra na área demarcada. Os 100 hectares só foram cedidos depois que os índios passaram seis meses acampados à beira da MS-304, que corta a cidade. Durante este período, o acampamento foi atacado e um índio foi morto.
Um levantamento realizado pela Procuradoria Regional da República da 3ª Região (PRR-3) indica que 87 processos envolvendo disputa de terras indígenas tramitam no Tribunal Regional Federal (TRF-3), em fase de recurso. As ações são movidas por fazendeiros que tentam impedir a demarcação de territórios indígenas pela Funai. Nos processos, eles pedem que a Justiça reconheça a posse de terra em favor de fazendeiros ou declare que suas fazendas não foram tradicionalmente ocupadas pelos índios.
Sem solução à vista, a situação tende a se agravar, alerta o bispo Erwin Kräutler.
A aldeia Bororó está cercada por plantações de cana e soja. Segundo o índio Peralta, que integra o Conselho Nacional de Política Indigenista, os índios querem que seja apressada a identificação de áreas ocupadas por seus antepassados, para que parte delas retornem às etnias.
- Nossa situação é pior do que a dos sem-terra. A gente não tem a luta no modelo do branco, fica esperando, esperando... Queria que a Justiça tivesse um olhar para a gente, respeitasse nosso direito. Aqui não se respeita, dizem que a gente só dá prejuízo - lamenta Peralta, referindo-se às ocupações dos sem-terra.
Aos 48 anos, pai de três filhos, avô de três netos, Peralta diz que seu filho mais velho já vive a nova realidade e trabalha numa usina da região. Engajado no movimento indígena, ele hoje cursa Pedagogia, mas toca roça numa aldeia das aldeias sul-matogrossenses, no Tiju.
Peralta reconhece que, fora a desesperança, a violência assola as comunidades indígenas do estado e pede parceria da Polícia Federal para aumentar a segurança nas aldeias, afastando os traficantes de drogas.
- O cacique não dá mais conta. Hoje o índio cumpre pena, no modelo do branco. Mas quem quem vai cumprir pena na sociedade do branco sai pior. Preferia uma punição que recuperasse, na família. Antes, quando o índio errava, tinha de rezar, trabalhar na roça, cantar à noite, carpir e seguir o conselho dos mais velhos. Agora, não resolve mais, a cultura foi enfraquecida - admite.


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SÃO PAULO - Seis índios guarani-kaiowá se suicidaram só este ano no Mato Grosso do Sul, elevando para 40 o número de suicídios de integrantes da etnia no estado, entre janeiro de 2008 e fevereiro deste ano, registrados pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi). Outros 45 foram assassinados no período, três deles este ano. O número de suicídios é alarmante: uma morte a cada 10 dias. O último caso foi o de um jovem de 19 anos, que se enforcou em fevereiro dentro da Usina Quebra-Coco, no município de Sidrolândia, a 90 km de Campo Grande. P.G, achado morto pelo sogro, é um dos 18 jovens da aldeia, com até 20 anos de idade, que tiraram a própria vida de janeiro de 2008 para cá.
- A gente não foi preparado para enfrentar essa pressão - diz Anastácio Peralta, integrante da etnia e líder índigena.
A população de índios no Mato Grosso do Sul é a segunda maior do país, atrás apenas do Amazonas. Cerca de 70 mil índios vivem no estado, dos quais 40 mil são guarani-kaiowá. A maior parte dos suicídios - e dos assassinatos - ocorre na aldeia Bororó, em Dourados, a 225 km de Campo Grande, onde cerca de 13 mil índios vivem confinados num espaço de 3.500 hectares, sem condições de plantio. Com pouco espaço e a mistura de famílias numerosas que antes viviam em outras áreas do estado, a aldeia se assemelha a um caldeirão prestes a explodir.
A situação dos índios em Mato Grosso do Sul foi classificada como a mais trágica e preocupante do país em documento divulgado neste fim de semana pela 47ª Assembléia da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Segundo o documento, 213 casos de demarcação de terras indígenas no país, de um total de 846 catalogadas pelo Cimi, sequer tiveram iniciados os processos legais de tramitação. "Se não forem tomadas medidas imediatas, mais um genocídio chegará a se consumar em pleno século XXI", diz o documento sobre a situação dos guarani-kaiowá.
- Os suicídios são consequência do desespero. Os índios estão confinados num espaço pequeno, onde não conseguem sobreviver. É preciso que as autoridades parem de empurrar com a barriga as discussões em torno do assunto, inclusive a aprovação do Estatuto do Índio - diz Erwin Kräutler, presidente do Cimi e bispo do Xingu.
Na semana passada, uma índia de apenas 13 anos de idade, grávida de seis meses, foi resgatada de um cativeiro onde era mantida por dois índios, um deles de 70 anos. Não se sabe ainda quem engravidou a menina. O índio Anastácio Peralta diz que a aldeia já não abriga apenas índios guarani-kaiowá ou terenas, agrupados todos num único espaço, mas homens que vivem na região e acabam se casando com as jovens das tribos.
Egon Heck, coordenador do Cimi em Dourados, conta que o alcoolismo e a violência são crescentes, decorrentes da falta de perspectivas do povo guarani-kaiowá.
- Em agosto passado, a Funai designou uma equipe para percorrer e identificar as áreas que pertencem aos índios e estão ocupadas por grandes fazendas produtoras de soja e cana-de-açúcar, mas ela enfrenta a resistência dos empresários, que recorrem à Justiça para impedir a entrada dos integrantes da comissão - diz Heck.
No total, cerca de 30 mil hectares do estado são áreas ocupadas por índios, mas a disputa por terras é diária.
Segundo dados do governo do estado do Mato Grosso do Sul, atualmente 14 usinas de açúcar e álcool estão operando. Até 2015, serão mais 28 unidades industriais em funcionamento. Uma das últimas a receber incentivos do governo do estado, a Usina Terra Verde Bioenergia, de Nova Andradina, anunciou produção plena em 2011 e capacidade para moagem 3,5 milhões de toneladas de cana ao ano.
Assim como o jovem P.G, centenas de índios têm se submetido a trabalhar nas usinas de cana-de-açúcar para sobreviver. A situação, porém, repete até hoje o estigma dos índios no descobrimento do Brasil:
- Os fazendeiros acusam a gente de preguiçoso, dizem que a gente não sabe trabalhar igual a eles. Dizem que a gente atrapalha o progresso. A gente trabalha para sobreviver. Na aldeia, planta mandioca e milho, mas falta espaço - explica Peralta.
De acordo com Heck, no município de Antonio João, na fronteira com o Paraguai, as terras indígenas já demarcadas somam 9.300 hectares. No entanto, cerca de 700 índios vivem num espaço de 100 hectares, já que os empresários brigam na Justiça pela posse. Estes índios foram despejados em 2005 da reserva Ñande Ru Marangatu por uma liminar do então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Nelson Jobim, num mandado de segurança movido pelo pecuarista Pio Silva e mais 15 pessoas que detinham título de propriedade terra na área demarcada. Os 100 hectares só foram cedidos depois que os índios passaram seis meses acampados à beira da MS-304, que corta a cidade. Durante este período, o acampamento foi atacado e um índio foi morto.
Um levantamento realizado pela Procuradoria Regional da República da 3ª Região (PRR-3) indica que 87 processos envolvendo disputa de terras indígenas tramitam no Tribunal Regional Federal (TRF-3), em fase de recurso. As ações são movidas por fazendeiros que tentam impedir a demarcação de territórios indígenas pela Funai. Nos processos, eles pedem que a Justiça reconheça a posse de terra em favor de fazendeiros ou declare que suas fazendas não foram tradicionalmente ocupadas pelos índios.
Sem solução à vista, a situação tende a se agravar, alerta o bispo Erwin Kräutler.
A aldeia Bororó está cercada por plantações de cana e soja. Segundo o índio Peralta, que integra o Conselho Nacional de Política Indigenista, os índios querem que seja apressada a identificação de áreas ocupadas por seus antepassados, para que parte delas retornem às etnias.
- Nossa situação é pior do que a dos sem-terra. A gente não tem a luta no modelo do branco, fica esperando, esperando... Queria que a Justiça tivesse um olhar para a gente, respeitasse nosso direito. Aqui não se respeita, dizem que a gente só dá prejuízo - lamenta Peralta, referindo-se às ocupações dos sem-terra.
Aos 48 anos, pai de três filhos, avô de três netos, Peralta diz que seu filho mais velho já vive a nova realidade e trabalha numa usina da região. Engajado no movimento indígena, ele hoje cursa Pedagogia, mas toca roça numa aldeia das aldeias sul-matogrossenses, no Tiju.
Peralta reconhece que, fora a desesperança, a violência assola as comunidades indígenas do estado e pede parceria da Polícia Federal para aumentar a segurança nas aldeias, afastando os traficantes de drogas.
- O cacique não dá mais conta. Hoje o índio cumpre pena, no modelo do branco. Mas quem quem vai cumprir pena na sociedade do branco sai pior. Preferia uma punição que recuperasse, na família. Antes, quando o índio errava, tinha de rezar, trabalhar na roça, cantar à noite, carpir e seguir o conselho dos mais velhos. Agora, não resolve mais, a cultura foi enfraquecida - admite.


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SÃO PAULO - Seis índios guarani-kaiowá se suicidaram só este ano no Mato Grosso do Sul, elevando para 40 o número de suicídios de integrantes da etnia no estado, entre janeiro de 2008 e fevereiro deste ano, registrados pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi). Outros 45 foram assassinados no período, três deles este ano. O número de suicídios é alarmante: uma morte a cada 10 dias. O último caso foi o de um jovem de 19 anos, que se enforcou em fevereiro dentro da Usina Quebra-Coco, no município de Sidrolândia, a 90 km de Campo Grande. P.G, achado morto pelo sogro, é um dos 18 jovens da aldeia, com até 20 anos de idade, que tiraram a própria vida de janeiro de 2008 para cá.
- A gente não foi preparado para enfrentar essa pressão - diz Anastácio Peralta, integrante da etnia e líder índigena.
A população de índios no Mato Grosso do Sul é a segunda maior do país, atrás apenas do Amazonas. Cerca de 70 mil índios vivem no estado, dos quais 40 mil são guarani-kaiowá. A maior parte dos suicídios - e dos assassinatos - ocorre na aldeia Bororó, em Dourados, a 225 km de Campo Grande, onde cerca de 13 mil índios vivem confinados num espaço de 3.500 hectares, sem condições de plantio. Com pouco espaço e a mistura de famílias numerosas que antes viviam em outras áreas do estado, a aldeia se assemelha a um caldeirão prestes a explodir.
A situação dos índios em Mato Grosso do Sul foi classificada como a mais trágica e preocupante do país em documento divulgado neste fim de semana pela 47ª Assembléia da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Segundo o documento, 213 casos de demarcação de terras indígenas no país, de um total de 846 catalogadas pelo Cimi, sequer tiveram iniciados os processos legais de tramitação. "Se não forem tomadas medidas imediatas, mais um genocídio chegará a se consumar em pleno século XXI", diz o documento sobre a situação dos guarani-kaiowá.
- Os suicídios são consequência do desespero. Os índios estão confinados num espaço pequeno, onde não conseguem sobreviver. É preciso que as autoridades parem de empurrar com a barriga as discussões em torno do assunto, inclusive a aprovação do Estatuto do Índio - diz Erwin Kräutler, presidente do Cimi e bispo do Xingu.
Na semana passada, uma índia de apenas 13 anos de idade, grávida de seis meses, foi resgatada de um cativeiro onde era mantida por dois índios, um deles de 70 anos. Não se sabe ainda quem engravidou a menina. O índio Anastácio Peralta diz que a aldeia já não abriga apenas índios guarani-kaiowá ou terenas, agrupados todos num único espaço, mas homens que vivem na região e acabam se casando com as jovens das tribos.
Egon Heck, coordenador do Cimi em Dourados, conta que o alcoolismo e a violência são crescentes, decorrentes da falta de perspectivas do povo guarani-kaiowá.
- Em agosto passado, a Funai designou uma equipe para percorrer e identificar as áreas que pertencem aos índios e estão ocupadas por grandes fazendas produtoras de soja e cana-de-açúcar, mas ela enfrenta a resistência dos empresários, que recorrem à Justiça para impedir a entrada dos integrantes da comissão - diz Heck.
No total, cerca de 30 mil hectares do estado são áreas ocupadas por índios, mas a disputa por terras é diária.
Segundo dados do governo do estado do Mato Grosso do Sul, atualmente 14 usinas de açúcar e álcool estão operando. Até 2015, serão mais 28 unidades industriais em funcionamento. Uma das últimas a receber incentivos do governo do estado, a Usina Terra Verde Bioenergia, de Nova Andradina, anunciou produção plena em 2011 e capacidade para moagem 3,5 milhões de toneladas de cana ao ano.
Assim como o jovem P.G, centenas de índios têm se submetido a trabalhar nas usinas de cana-de-açúcar para sobreviver. A situação, porém, repete até hoje o estigma dos índios no descobrimento do Brasil:
- Os fazendeiros acusam a gente de preguiçoso, dizem que a gente não sabe trabalhar igual a eles. Dizem que a gente atrapalha o progresso. A gente trabalha para sobreviver. Na aldeia, planta mandioca e milho, mas falta espaço - explica Peralta.
De acordo com Heck, no município de Antonio João, na fronteira com o Paraguai, as terras indígenas já demarcadas somam 9.300 hectares. No entanto, cerca de 700 índios vivem num espaço de 100 hectares, já que os empresários brigam na Justiça pela posse. Estes índios foram despejados em 2005 da reserva Ñande Ru Marangatu por uma liminar do então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Nelson Jobim, num mandado de segurança movido pelo pecuarista Pio Silva e mais 15 pessoas que detinham título de propriedade terra na área demarcada. Os 100 hectares só foram cedidos depois que os índios passaram seis meses acampados à beira da MS-304, que corta a cidade. Durante este período, o acampamento foi atacado e um índio foi morto.
Um levantamento realizado pela Procuradoria Regional da República da 3ª Região (PRR-3) indica que 87 processos envolvendo disputa de terras indígenas tramitam no Tribunal Regional Federal (TRF-3), em fase de recurso. As ações são movidas por fazendeiros que tentam impedir a demarcação de territórios indígenas pela Funai. Nos processos, eles pedem que a Justiça reconheça a posse de terra em favor de fazendeiros ou declare que suas fazendas não foram tradicionalmente ocupadas pelos índios.
Sem solução à vista, a situação tende a se agravar, alerta o bispo Erwin Kräutler.
A aldeia Bororó está cercada por plantações de cana e soja. Segundo o índio Peralta, que integra o Conselho Nacional de Política Indigenista, os índios querem que seja apressada a identificação de áreas ocupadas por seus antepassados, para que parte delas retornem às etnias.
- Nossa situação é pior do que a dos sem-terra. A gente não tem a luta no modelo do branco, fica esperando, esperando... Queria que a Justiça tivesse um olhar para a gente, respeitasse nosso direito. Aqui não se respeita, dizem que a gente só dá prejuízo - lamenta Peralta, referindo-se às ocupações dos sem-terra.
Aos 48 anos, pai de três filhos, avô de três netos, Peralta diz que seu filho mais velho já vive a nova realidade e trabalha numa usina da região. Engajado no movimento indígena, ele hoje cursa Pedagogia, mas toca roça numa aldeia das aldeias sul-matogrossenses, no Tiju.
Peralta reconhece que, fora a desesperança, a violência assola as comunidades indígenas do estado e pede parceria da Polícia Federal para aumentar a segurança nas aldeias, afastando os traficantes de drogas.
- O cacique não dá mais conta. Hoje o índio cumpre pena, no modelo do branco. Mas quem quem vai cumprir pena na sociedade do branco sai pior. Preferia uma punição que recuperasse, na família. Antes, quando o índio errava, tinha de rezar, trabalhar na roça, cantar à noite, carpir e seguir o conselho dos mais velhos. Agora, não resolve mais, a cultura foi enfraquecida - admite.


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SÃO PAULO - Seis índios guarani-kaiowá se suicidaram só este ano no Mato Grosso do Sul, elevando para 40 o número de suicídios de integrantes da etnia no estado, entre janeiro de 2008 e fevereiro deste ano, registrados pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi). Outros 45 foram assassinados no período, três deles este ano. O número de suicídios é alarmante: uma morte a cada 10 dias. O último caso foi o de um jovem de 19 anos, que se enforcou em fevereiro dentro da Usina Quebra-Coco, no município de Sidrolândia, a 90 km de Campo Grande. P.G, achado morto pelo sogro, é um dos 18 jovens da aldeia, com até 20 anos de idade, que tiraram a própria vida de janeiro de 2008 para cá.
- A gente não foi preparado para enfrentar essa pressão - diz Anastácio Peralta, integrante da etnia e líder índigena.
A população de índios no Mato Grosso do Sul é a segunda maior do país, atrás apenas do Amazonas. Cerca de 70 mil índios vivem no estado, dos quais 40 mil são guarani-kaiowá. A maior parte dos suicídios - e dos assassinatos - ocorre na aldeia Bororó, em Dourados, a 225 km de Campo Grande, onde cerca de 13 mil índios vivem confinados num espaço de 3.500 hectares, sem condições de plantio. Com pouco espaço e a mistura de famílias numerosas que antes viviam em outras áreas do estado, a aldeia se assemelha a um caldeirão prestes a explodir.
A situação dos índios em Mato Grosso do Sul foi classificada como a mais trágica e preocupante do país em documento divulgado neste fim de semana pela 47ª Assembléia da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Segundo o documento, 213 casos de demarcação de terras indígenas no país, de um total de 846 catalogadas pelo Cimi, sequer tiveram iniciados os processos legais de tramitação. "Se não forem tomadas medidas imediatas, mais um genocídio chegará a se consumar em pleno século XXI", diz o documento sobre a situação dos guarani-kaiowá.
- Os suicídios são consequência do desespero. Os índios estão confinados num espaço pequeno, onde não conseguem sobreviver. É preciso que as autoridades parem de empurrar com a barriga as discussões em torno do assunto, inclusive a aprovação do Estatuto do Índio - diz Erwin Kräutler, presidente do Cimi e bispo do Xingu.
Na semana passada, uma índia de apenas 13 anos de idade, grávida de seis meses, foi resgatada de um cativeiro onde era mantida por dois índios, um deles de 70 anos. Não se sabe ainda quem engravidou a menina. O índio Anastácio Peralta diz que a aldeia já não abriga apenas índios guarani-kaiowá ou terenas, agrupados todos num único espaço, mas homens que vivem na região e acabam se casando com as jovens das tribos.
Egon Heck, coordenador do Cimi em Dourados, conta que o alcoolismo e a violência são crescentes, decorrentes da falta de perspectivas do povo guarani-kaiowá.
- Em agosto passado, a Funai designou uma equipe para percorrer e identificar as áreas que pertencem aos índios e estão ocupadas por grandes fazendas produtoras de soja e cana-de-açúcar, mas ela enfrenta a resistência dos empresários, que recorrem à Justiça para impedir a entrada dos integrantes da comissão - diz Heck.
No total, cerca de 30 mil hectares do estado são áreas ocupadas por índios, mas a disputa por terras é diária.
Segundo dados do governo do estado do Mato Grosso do Sul, atualmente 14 usinas de açúcar e álcool estão operando. Até 2015, serão mais 28 unidades industriais em funcionamento. Uma das últimas a receber incentivos do governo do estado, a Usina Terra Verde Bioenergia, de Nova Andradina, anunciou produção plena em 2011 e capacidade para moagem 3,5 milhões de toneladas de cana ao ano.
Assim como o jovem P.G, centenas de índios têm se submetido a trabalhar nas usinas de cana-de-açúcar para sobreviver. A situação, porém, repete até hoje o estigma dos índios no descobrimento do Brasil:
- Os fazendeiros acusam a gente de preguiçoso, dizem que a gente não sabe trabalhar igual a eles. Dizem que a gente atrapalha o progresso. A gente trabalha para sobreviver. Na aldeia, planta mandioca e milho, mas falta espaço - explica Peralta.
De acordo com Heck, no município de Antonio João, na fronteira com o Paraguai, as terras indígenas já demarcadas somam 9.300 hectares. No entanto, cerca de 700 índios vivem num espaço de 100 hectares, já que os empresários brigam na Justiça pela posse. Estes índios foram despejados em 2005 da reserva Ñande Ru Marangatu por uma liminar do então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Nelson Jobim, num mandado de segurança movido pelo pecuarista Pio Silva e mais 15 pessoas que detinham título de propriedade terra na área demarcada. Os 100 hectares só foram cedidos depois que os índios passaram seis meses acampados à beira da MS-304, que corta a cidade. Durante este período, o acampamento foi atacado e um índio foi morto.
Um levantamento realizado pela Procuradoria Regional da República da 3ª Região (PRR-3) indica que 87 processos envolvendo disputa de terras indígenas tramitam no Tribunal Regional Federal (TRF-3), em fase de recurso. As ações são movidas por fazendeiros que tentam impedir a demarcação de territórios indígenas pela Funai. Nos processos, eles pedem que a Justiça reconheça a posse de terra em favor de fazendeiros ou declare que suas fazendas não foram tradicionalmente ocupadas pelos índios.
Sem solução à vista, a situação tende a se agravar, alerta o bispo Erwin Kräutler.
A aldeia Bororó está cercada por plantações de cana e soja. Segundo o índio Peralta, que integra o Conselho Nacional de Política Indigenista, os índios querem que seja apressada a identificação de áreas ocupadas por seus antepassados, para que parte delas retornem às etnias.
- Nossa situação é pior do que a dos sem-terra. A gente não tem a luta no modelo do branco, fica esperando, esperando... Queria que a Justiça tivesse um olhar para a gente, respeitasse nosso direito. Aqui não se respeita, dizem que a gente só dá prejuízo - lamenta Peralta, referindo-se às ocupações dos sem-terra.
Aos 48 anos, pai de três filhos, avô de três netos, Peralta diz que seu filho mais velho já vive a nova realidade e trabalha numa usina da região. Engajado no movimento indígena, ele hoje cursa Pedagogia, mas toca roça numa aldeia das aldeias sul-matogrossenses, no Tiju.
Peralta reconhece que, fora a desesperança, a violência assola as comunidades indígenas do estado e pede parceria da Polícia Federal para aumentar a segurança nas aldeias, afastando os traficantes de drogas.
- O cacique não dá mais conta. Hoje o índio cumpre pena, no modelo do branco. Mas quem quem vai cumprir pena na sociedade do branco sai pior. Preferia uma punição que recuperasse, na família. Antes, quando o índio errava, tinha de rezar, trabalhar na roça, cantar à noite, carpir e seguir o conselho dos mais velhos. Agora, não resolve mais, a cultura foi enfraquecida - admite.


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SÃO PAULO - Seis índios guarani-kaiowá se suicidaram só este ano no Mato Grosso do Sul, elevando para 40 o número de suicídios de integrantes da etnia no estado, entre janeiro de 2008 e fevereiro deste ano, registrados pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi). Outros 45 foram assassinados no período, três deles este ano. O número de suicídios é alarmante: uma morte a cada 10 dias. O último caso foi o de um jovem de 19 anos, que se enforcou em fevereiro dentro da Usina Quebra-Coco, no município de Sidrolândia, a 90 km de Campo Grande. P.G, achado morto pelo sogro, é um dos 18 jovens da aldeia, com até 20 anos de idade, que tiraram a própria vida de janeiro de 2008 para cá.
- A gente não foi preparado para enfrentar essa pressão - diz Anastácio Peralta, integrante da etnia e líder índigena.
A população de índios no Mato Grosso do Sul é a segunda maior do país, atrás apenas do Amazonas. Cerca de 70 mil índios vivem no estado, dos quais 40 mil são guarani-kaiowá. A maior parte dos suicídios - e dos assassinatos - ocorre na aldeia Bororó, em Dourados, a 225 km de Campo Grande, onde cerca de 13 mil índios vivem confinados num espaço de 3.500 hectares, sem condições de plantio. Com pouco espaço e a mistura de famílias numerosas que antes viviam em outras áreas do estado, a aldeia se assemelha a um caldeirão prestes a explodir.
A situação dos índios em Mato Grosso do Sul foi classificada como a mais trágica e preocupante do país em documento divulgado neste fim de semana pela 47ª Assembléia da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Segundo o documento, 213 casos de demarcação de terras indígenas no país, de um total de 846 catalogadas pelo Cimi, sequer tiveram iniciados os processos legais de tramitação. "Se não forem tomadas medidas imediatas, mais um genocídio chegará a se consumar em pleno século XXI", diz o documento sobre a situação dos guarani-kaiowá.
- Os suicídios são consequência do desespero. Os índios estão confinados num espaço pequeno, onde não conseguem sobreviver. É preciso que as autoridades parem de empurrar com a barriga as discussões em torno do assunto, inclusive a aprovação do Estatuto do Índio - diz Erwin Kräutler, presidente do Cimi e bispo do Xingu.
Na semana passada, uma índia de apenas 13 anos de idade, grávida de seis meses, foi resgatada de um cativeiro onde era mantida por dois índios, um deles de 70 anos. Não se sabe ainda quem engravidou a menina. O índio Anastácio Peralta diz que a aldeia já não abriga apenas índios guarani-kaiowá ou terenas, agrupados todos num único espaço, mas homens que vivem na região e acabam se casando com as jovens das tribos.
Egon Heck, coordenador do Cimi em Dourados, conta que o alcoolismo e a violência são crescentes, decorrentes da falta de perspectivas do povo guarani-kaiowá.
- Em agosto passado, a Funai designou uma equipe para percorrer e identificar as áreas que pertencem aos índios e estão ocupadas por grandes fazendas produtoras de soja e cana-de-açúcar, mas ela enfrenta a resistência dos empresários, que recorrem à Justiça para impedir a entrada dos integrantes da comissão - diz Heck.
No total, cerca de 30 mil hectares do estado são áreas ocupadas por índios, mas a disputa por terras é diária.
Segundo dados do governo do estado do Mato Grosso do Sul, atualmente 14 usinas de açúcar e álcool estão operando. Até 2015, serão mais 28 unidades industriais em funcionamento. Uma das últimas a receber incentivos do governo do estado, a Usina Terra Verde Bioenergia, de Nova Andradina, anunciou produção plena em 2011 e capacidade para moagem 3,5 milhões de toneladas de cana ao ano.
Assim como o jovem P.G, centenas de índios têm se submetido a trabalhar nas usinas de cana-de-açúcar para sobreviver. A situação, porém, repete até hoje o estigma dos índios no descobrimento do Brasil:
- Os fazendeiros acusam a gente de preguiçoso, dizem que a gente não sabe trabalhar igual a eles. Dizem que a gente atrapalha o progresso. A gente trabalha para sobreviver. Na aldeia, planta mandioca e milho, mas falta espaço - explica Peralta.
De acordo com Heck, no município de Antonio João, na fronteira com o Paraguai, as terras indígenas já demarcadas somam 9.300 hectares. No entanto, cerca de 700 índios vivem num espaço de 100 hectares, já que os empresários brigam na Justiça pela posse. Estes índios foram despejados em 2005 da reserva Ñande Ru Marangatu por uma liminar do então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Nelson Jobim, num mandado de segurança movido pelo pecuarista Pio Silva e mais 15 pessoas que detinham título de propriedade terra na área demarcada. Os 100 hectares só foram cedidos depois que os índios passaram seis meses acampados à beira da MS-304, que corta a cidade. Durante este período, o acampamento foi atacado e um índio foi morto.
Um levantamento realizado pela Procuradoria Regional da República da 3ª Região (PRR-3) indica que 87 processos envolvendo disputa de terras indígenas tramitam no Tribunal Regional Federal (TRF-3), em fase de recurso. As ações são movidas por fazendeiros que tentam impedir a demarcação de territórios indígenas pela Funai. Nos processos, eles pedem que a Justiça reconheça a posse de terra em favor de fazendeiros ou declare que suas fazendas não foram tradicionalmente ocupadas pelos índios.
Sem solução à vista, a situação tende a se agravar, alerta o bispo Erwin Kräutler.
A aldeia Bororó está cercada por plantações de cana e soja. Segundo o índio Peralta, que integra o Conselho Nacional de Política Indigenista, os índios querem que seja apressada a identificação de áreas ocupadas por seus antepassados, para que parte delas retornem às etnias.
- Nossa situação é pior do que a dos sem-terra. A gente não tem a luta no modelo do branco, fica esperando, esperando... Queria que a Justiça tivesse um olhar para a gente, respeitasse nosso direito. Aqui não se respeita, dizem que a gente só dá prejuízo - lamenta Peralta, referindo-se às ocupações dos sem-terra.
Aos 48 anos, pai de três filhos, avô de três netos, Peralta diz que seu filho mais velho já vive a nova realidade e trabalha numa usina da região. Engajado no movimento indígena, ele hoje cursa Pedagogia, mas toca roça numa aldeia das aldeias sul-matogrossenses, no Tiju.
Peralta reconhece que, fora a desesperança, a violência assola as comunidades indígenas do estado e pede parceria da Polícia Federal para aumentar a segurança nas aldeias, afastando os traficantes de drogas.
- O cacique não dá mais conta. Hoje o índio cumpre pena, no modelo do branco. Mas quem quem vai cumprir pena na sociedade do branco sai pior. Preferia uma punição que recuperasse, na família. Antes, quando o índio errava, tinha de rezar, trabalhar na roça, cantar à noite, carpir e seguir o conselho dos mais velhos. Agora, não resolve mais, a cultura foi enfraquecida - admite.


fonte:G1
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SÃO PAULO - Seis índios guarani-kaiowá se suicidaram só este ano no Mato Grosso do Sul, elevando para 40 o número de suicídios de integrantes da etnia no estado, entre janeiro de 2008 e fevereiro deste ano, registrados pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi). Outros 45 foram assassinados no período, três deles este ano. O número de suicídios é alarmante: uma morte a cada 10 dias. O último caso foi o de um jovem de 19 anos, que se enforcou em fevereiro dentro da Usina Quebra-Coco, no município de Sidrolândia, a 90 km de Campo Grande. P.G, achado morto pelo sogro, é um dos 18 jovens da aldeia, com até 20 anos de idade, que tiraram a própria vida de janeiro de 2008 para cá.
- A gente não foi preparado para enfrentar essa pressão - diz Anastácio Peralta, integrante da etnia e líder índigena.
A população de índios no Mato Grosso do Sul é a segunda maior do país, atrás apenas do Amazonas. Cerca de 70 mil índios vivem no estado, dos quais 40 mil são guarani-kaiowá. A maior parte dos suicídios - e dos assassinatos - ocorre na aldeia Bororó, em Dourados, a 225 km de Campo Grande, onde cerca de 13 mil índios vivem confinados num espaço de 3.500 hectares, sem condições de plantio. Com pouco espaço e a mistura de famílias numerosas que antes viviam em outras áreas do estado, a aldeia se assemelha a um caldeirão prestes a explodir.
A situação dos índios em Mato Grosso do Sul foi classificada como a mais trágica e preocupante do país em documento divulgado neste fim de semana pela 47ª Assembléia da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Segundo o documento, 213 casos de demarcação de terras indígenas no país, de um total de 846 catalogadas pelo Cimi, sequer tiveram iniciados os processos legais de tramitação. "Se não forem tomadas medidas imediatas, mais um genocídio chegará a se consumar em pleno século XXI", diz o documento sobre a situação dos guarani-kaiowá.
- Os suicídios são consequência do desespero. Os índios estão confinados num espaço pequeno, onde não conseguem sobreviver. É preciso que as autoridades parem de empurrar com a barriga as discussões em torno do assunto, inclusive a aprovação do Estatuto do Índio - diz Erwin Kräutler, presidente do Cimi e bispo do Xingu.
Na semana passada, uma índia de apenas 13 anos de idade, grávida de seis meses, foi resgatada de um cativeiro onde era mantida por dois índios, um deles de 70 anos. Não se sabe ainda quem engravidou a menina. O índio Anastácio Peralta diz que a aldeia já não abriga apenas índios guarani-kaiowá ou terenas, agrupados todos num único espaço, mas homens que vivem na região e acabam se casando com as jovens das tribos.
Egon Heck, coordenador do Cimi em Dourados, conta que o alcoolismo e a violência são crescentes, decorrentes da falta de perspectivas do povo guarani-kaiowá.
- Em agosto passado, a Funai designou uma equipe para percorrer e identificar as áreas que pertencem aos índios e estão ocupadas por grandes fazendas produtoras de soja e cana-de-açúcar, mas ela enfrenta a resistência dos empresários, que recorrem à Justiça para impedir a entrada dos integrantes da comissão - diz Heck.
No total, cerca de 30 mil hectares do estado são áreas ocupadas por índios, mas a disputa por terras é diária.
Segundo dados do governo do estado do Mato Grosso do Sul, atualmente 14 usinas de açúcar e álcool estão operando. Até 2015, serão mais 28 unidades industriais em funcionamento. Uma das últimas a receber incentivos do governo do estado, a Usina Terra Verde Bioenergia, de Nova Andradina, anunciou produção plena em 2011 e capacidade para moagem 3,5 milhões de toneladas de cana ao ano.
Assim como o jovem P.G, centenas de índios têm se submetido a trabalhar nas usinas de cana-de-açúcar para sobreviver. A situação, porém, repete até hoje o estigma dos índios no descobrimento do Brasil:
- Os fazendeiros acusam a gente de preguiçoso, dizem que a gente não sabe trabalhar igual a eles. Dizem que a gente atrapalha o progresso. A gente trabalha para sobreviver. Na aldeia, planta mandioca e milho, mas falta espaço - explica Peralta.
De acordo com Heck, no município de Antonio João, na fronteira com o Paraguai, as terras indígenas já demarcadas somam 9.300 hectares. No entanto, cerca de 700 índios vivem num espaço de 100 hectares, já que os empresários brigam na Justiça pela posse. Estes índios foram despejados em 2005 da reserva Ñande Ru Marangatu por uma liminar do então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Nelson Jobim, num mandado de segurança movido pelo pecuarista Pio Silva e mais 15 pessoas que detinham título de propriedade terra na área demarcada. Os 100 hectares só foram cedidos depois que os índios passaram seis meses acampados à beira da MS-304, que corta a cidade. Durante este período, o acampamento foi atacado e um índio foi morto.
Um levantamento realizado pela Procuradoria Regional da República da 3ª Região (PRR-3) indica que 87 processos envolvendo disputa de terras indígenas tramitam no Tribunal Regional Federal (TRF-3), em fase de recurso. As ações são movidas por fazendeiros que tentam impedir a demarcação de territórios indígenas pela Funai. Nos processos, eles pedem que a Justiça reconheça a posse de terra em favor de fazendeiros ou declare que suas fazendas não foram tradicionalmente ocupadas pelos índios.
Sem solução à vista, a situação tende a se agravar, alerta o bispo Erwin Kräutler.
A aldeia Bororó está cercada por plantações de cana e soja. Segundo o índio Peralta, que integra o Conselho Nacional de Política Indigenista, os índios querem que seja apressada a identificação de áreas ocupadas por seus antepassados, para que parte delas retornem às etnias.
- Nossa situação é pior do que a dos sem-terra. A gente não tem a luta no modelo do branco, fica esperando, esperando... Queria que a Justiça tivesse um olhar para a gente, respeitasse nosso direito. Aqui não se respeita, dizem que a gente só dá prejuízo - lamenta Peralta, referindo-se às ocupações dos sem-terra.
Aos 48 anos, pai de três filhos, avô de três netos, Peralta diz que seu filho mais velho já vive a nova realidade e trabalha numa usina da região. Engajado no movimento indígena, ele hoje cursa Pedagogia, mas toca roça numa aldeia das aldeias sul-matogrossenses, no Tiju.
Peralta reconhece que, fora a desesperança, a violência assola as comunidades indígenas do estado e pede parceria da Polícia Federal para aumentar a segurança nas aldeias, afastando os traficantes de drogas.
- O cacique não dá mais conta. Hoje o índio cumpre pena, no modelo do branco. Mas quem quem vai cumprir pena na sociedade do branco sai pior. Preferia uma punição que recuperasse, na família. Antes, quando o índio errava, tinha de rezar, trabalhar na roça, cantar à noite, carpir e seguir o conselho dos mais velhos. Agora, não resolve mais, a cultura foi enfraquecida - admite.


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SÃO PAULO - Seis índios guarani-kaiowá se suicidaram só este ano no Mato Grosso do Sul, elevando para 40 o número de suicídios de integrantes da etnia no estado, entre janeiro de 2008 e fevereiro deste ano, registrados pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi). Outros 45 foram assassinados no período, três deles este ano. O número de suicídios é alarmante: uma morte a cada 10 dias. O último caso foi o de um jovem de 19 anos, que se enforcou em fevereiro dentro da Usina Quebra-Coco, no município de Sidrolândia, a 90 km de Campo Grande. P.G, achado morto pelo sogro, é um dos 18 jovens da aldeia, com até 20 anos de idade, que tiraram a própria vida de janeiro de 2008 para cá.
- A gente não foi preparado para enfrentar essa pressão - diz Anastácio Peralta, integrante da etnia e líder índigena.
A população de índios no Mato Grosso do Sul é a segunda maior do país, atrás apenas do Amazonas. Cerca de 70 mil índios vivem no estado, dos quais 40 mil são guarani-kaiowá. A maior parte dos suicídios - e dos assassinatos - ocorre na aldeia Bororó, em Dourados, a 225 km de Campo Grande, onde cerca de 13 mil índios vivem confinados num espaço de 3.500 hectares, sem condições de plantio. Com pouco espaço e a mistura de famílias numerosas que antes viviam em outras áreas do estado, a aldeia se assemelha a um caldeirão prestes a explodir.
A situação dos índios em Mato Grosso do Sul foi classificada como a mais trágica e preocupante do país em documento divulgado neste fim de semana pela 47ª Assembléia da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Segundo o documento, 213 casos de demarcação de terras indígenas no país, de um total de 846 catalogadas pelo Cimi, sequer tiveram iniciados os processos legais de tramitação. "Se não forem tomadas medidas imediatas, mais um genocídio chegará a se consumar em pleno século XXI", diz o documento sobre a situação dos guarani-kaiowá.
- Os suicídios são consequência do desespero. Os índios estão confinados num espaço pequeno, onde não conseguem sobreviver. É preciso que as autoridades parem de empurrar com a barriga as discussões em torno do assunto, inclusive a aprovação do Estatuto do Índio - diz Erwin Kräutler, presidente do Cimi e bispo do Xingu.
Na semana passada, uma índia de apenas 13 anos de idade, grávida de seis meses, foi resgatada de um cativeiro onde era mantida por dois índios, um deles de 70 anos. Não se sabe ainda quem engravidou a menina. O índio Anastácio Peralta diz que a aldeia já não abriga apenas índios guarani-kaiowá ou terenas, agrupados todos num único espaço, mas homens que vivem na região e acabam se casando com as jovens das tribos.
Egon Heck, coordenador do Cimi em Dourados, conta que o alcoolismo e a violência são crescentes, decorrentes da falta de perspectivas do povo guarani-kaiowá.
- Em agosto passado, a Funai designou uma equipe para percorrer e identificar as áreas que pertencem aos índios e estão ocupadas por grandes fazendas produtoras de soja e cana-de-açúcar, mas ela enfrenta a resistência dos empresários, que recorrem à Justiça para impedir a entrada dos integrantes da comissão - diz Heck.
No total, cerca de 30 mil hectares do estado são áreas ocupadas por índios, mas a disputa por terras é diária.
Segundo dados do governo do estado do Mato Grosso do Sul, atualmente 14 usinas de açúcar e álcool estão operando. Até 2015, serão mais 28 unidades industriais em funcionamento. Uma das últimas a receber incentivos do governo do estado, a Usina Terra Verde Bioenergia, de Nova Andradina, anunciou produção plena em 2011 e capacidade para moagem 3,5 milhões de toneladas de cana ao ano.
Assim como o jovem P.G, centenas de índios têm se submetido a trabalhar nas usinas de cana-de-açúcar para sobreviver. A situação, porém, repete até hoje o estigma dos índios no descobrimento do Brasil:
- Os fazendeiros acusam a gente de preguiçoso, dizem que a gente não sabe trabalhar igual a eles. Dizem que a gente atrapalha o progresso. A gente trabalha para sobreviver. Na aldeia, planta mandioca e milho, mas falta espaço - explica Peralta.
De acordo com Heck, no município de Antonio João, na fronteira com o Paraguai, as terras indígenas já demarcadas somam 9.300 hectares. No entanto, cerca de 700 índios vivem num espaço de 100 hectares, já que os empresários brigam na Justiça pela posse. Estes índios foram despejados em 2005 da reserva Ñande Ru Marangatu por uma liminar do então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Nelson Jobim, num mandado de segurança movido pelo pecuarista Pio Silva e mais 15 pessoas que detinham título de propriedade terra na área demarcada. Os 100 hectares só foram cedidos depois que os índios passaram seis meses acampados à beira da MS-304, que corta a cidade. Durante este período, o acampamento foi atacado e um índio foi morto.
Um levantamento realizado pela Procuradoria Regional da República da 3ª Região (PRR-3) indica que 87 processos envolvendo disputa de terras indígenas tramitam no Tribunal Regional Federal (TRF-3), em fase de recurso. As ações são movidas por fazendeiros que tentam impedir a demarcação de territórios indígenas pela Funai. Nos processos, eles pedem que a Justiça reconheça a posse de terra em favor de fazendeiros ou declare que suas fazendas não foram tradicionalmente ocupadas pelos índios.
Sem solução à vista, a situação tende a se agravar, alerta o bispo Erwin Kräutler.
A aldeia Bororó está cercada por plantações de cana e soja. Segundo o índio Peralta, que integra o Conselho Nacional de Política Indigenista, os índios querem que seja apressada a identificação de áreas ocupadas por seus antepassados, para que parte delas retornem às etnias.
- Nossa situação é pior do que a dos sem-terra. A gente não tem a luta no modelo do branco, fica esperando, esperando... Queria que a Justiça tivesse um olhar para a gente, respeitasse nosso direito. Aqui não se respeita, dizem que a gente só dá prejuízo - lamenta Peralta, referindo-se às ocupações dos sem-terra.
Aos 48 anos, pai de três filhos, avô de três netos, Peralta diz que seu filho mais velho já vive a nova realidade e trabalha numa usina da região. Engajado no movimento indígena, ele hoje cursa Pedagogia, mas toca roça numa aldeia das aldeias sul-matogrossenses, no Tiju.
Peralta reconhece que, fora a desesperança, a violência assola as comunidades indígenas do estado e pede parceria da Polícia Federal para aumentar a segurança nas aldeias, afastando os traficantes de drogas.
- O cacique não dá mais conta. Hoje o índio cumpre pena, no modelo do branco. Mas quem quem vai cumprir pena na sociedade do branco sai pior. Preferia uma punição que recuperasse, na família. Antes, quando o índio errava, tinha de rezar, trabalhar na roça, cantar à noite, carpir e seguir o conselho dos mais velhos. Agora, não resolve mais, a cultura foi enfraquecida - admite.


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SÃO PAULO - Seis índios guarani-kaiowá se suicidaram só este ano no Mato Grosso do Sul, elevando para 40 o número de suicídios de integrantes da etnia no estado, entre janeiro de 2008 e fevereiro deste ano, registrados pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi). Outros 45 foram assassinados no período, três deles este ano. O número de suicídios é alarmante: uma morte a cada 10 dias. O último caso foi o de um jovem de 19 anos, que se enforcou em fevereiro dentro da Usina Quebra-Coco, no município de Sidrolândia, a 90 km de Campo Grande. P.G, achado morto pelo sogro, é um dos 18 jovens da aldeia, com até 20 anos de idade, que tiraram a própria vida de janeiro de 2008 para cá.
- A gente não foi preparado para enfrentar essa pressão - diz Anastácio Peralta, integrante da etnia e líder índigena.
A população de índios no Mato Grosso do Sul é a segunda maior do país, atrás apenas do Amazonas. Cerca de 70 mil índios vivem no estado, dos quais 40 mil são guarani-kaiowá. A maior parte dos suicídios - e dos assassinatos - ocorre na aldeia Bororó, em Dourados, a 225 km de Campo Grande, onde cerca de 13 mil índios vivem confinados num espaço de 3.500 hectares, sem condições de plantio. Com pouco espaço e a mistura de famílias numerosas que antes viviam em outras áreas do estado, a aldeia se assemelha a um caldeirão prestes a explodir.
A situação dos índios em Mato Grosso do Sul foi classificada como a mais trágica e preocupante do país em documento divulgado neste fim de semana pela 47ª Assembléia da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Segundo o documento, 213 casos de demarcação de terras indígenas no país, de um total de 846 catalogadas pelo Cimi, sequer tiveram iniciados os processos legais de tramitação. "Se não forem tomadas medidas imediatas, mais um genocídio chegará a se consumar em pleno século XXI", diz o documento sobre a situação dos guarani-kaiowá.
- Os suicídios são consequência do desespero. Os índios estão confinados num espaço pequeno, onde não conseguem sobreviver. É preciso que as autoridades parem de empurrar com a barriga as discussões em torno do assunto, inclusive a aprovação do Estatuto do Índio - diz Erwin Kräutler, presidente do Cimi e bispo do Xingu.
Na semana passada, uma índia de apenas 13 anos de idade, grávida de seis meses, foi resgatada de um cativeiro onde era mantida por dois índios, um deles de 70 anos. Não se sabe ainda quem engravidou a menina. O índio Anastácio Peralta diz que a aldeia já não abriga apenas índios guarani-kaiowá ou terenas, agrupados todos num único espaço, mas homens que vivem na região e acabam se casando com as jovens das tribos.
Egon Heck, coordenador do Cimi em Dourados, conta que o alcoolismo e a violência são crescentes, decorrentes da falta de perspectivas do povo guarani-kaiowá.
- Em agosto passado, a Funai designou uma equipe para percorrer e identificar as áreas que pertencem aos índios e estão ocupadas por grandes fazendas produtoras de soja e cana-de-açúcar, mas ela enfrenta a resistência dos empresários, que recorrem à Justiça para impedir a entrada dos integrantes da comissão - diz Heck.
No total, cerca de 30 mil hectares do estado são áreas ocupadas por índios, mas a disputa por terras é diária.
Segundo dados do governo do estado do Mato Grosso do Sul, atualmente 14 usinas de açúcar e álcool estão operando. Até 2015, serão mais 28 unidades industriais em funcionamento. Uma das últimas a receber incentivos do governo do estado, a Usina Terra Verde Bioenergia, de Nova Andradina, anunciou produção plena em 2011 e capacidade para moagem 3,5 milhões de toneladas de cana ao ano.
Assim como o jovem P.G, centenas de índios têm se submetido a trabalhar nas usinas de cana-de-açúcar para sobreviver. A situação, porém, repete até hoje o estigma dos índios no descobrimento do Brasil:
- Os fazendeiros acusam a gente de preguiçoso, dizem que a gente não sabe trabalhar igual a eles. Dizem que a gente atrapalha o progresso. A gente trabalha para sobreviver. Na aldeia, planta mandioca e milho, mas falta espaço - explica Peralta.
De acordo com Heck, no município de Antonio João, na fronteira com o Paraguai, as terras indígenas já demarcadas somam 9.300 hectares. No entanto, cerca de 700 índios vivem num espaço de 100 hectares, já que os empresários brigam na Justiça pela posse. Estes índios foram despejados em 2005 da reserva Ñande Ru Marangatu por uma liminar do então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Nelson Jobim, num mandado de segurança movido pelo pecuarista Pio Silva e mais 15 pessoas que detinham título de propriedade terra na área demarcada. Os 100 hectares só foram cedidos depois que os índios passaram seis meses acampados à beira da MS-304, que corta a cidade. Durante este período, o acampamento foi atacado e um índio foi morto.
Um levantamento realizado pela Procuradoria Regional da República da 3ª Região (PRR-3) indica que 87 processos envolvendo disputa de terras indígenas tramitam no Tribunal Regional Federal (TRF-3), em fase de recurso. As ações são movidas por fazendeiros que tentam impedir a demarcação de territórios indígenas pela Funai. Nos processos, eles pedem que a Justiça reconheça a posse de terra em favor de fazendeiros ou declare que suas fazendas não foram tradicionalmente ocupadas pelos índios.
Sem solução à vista, a situação tende a se agravar, alerta o bispo Erwin Kräutler.
A aldeia Bororó está cercada por plantações de cana e soja. Segundo o índio Peralta, que integra o Conselho Nacional de Política Indigenista, os índios querem que seja apressada a identificação de áreas ocupadas por seus antepassados, para que parte delas retornem às etnias.
- Nossa situação é pior do que a dos sem-terra. A gente não tem a luta no modelo do branco, fica esperando, esperando... Queria que a Justiça tivesse um olhar para a gente, respeitasse nosso direito. Aqui não se respeita, dizem que a gente só dá prejuízo - lamenta Peralta, referindo-se às ocupações dos sem-terra.
Aos 48 anos, pai de três filhos, avô de três netos, Peralta diz que seu filho mais velho já vive a nova realidade e trabalha numa usina da região. Engajado no movimento indígena, ele hoje cursa Pedagogia, mas toca roça numa aldeia das aldeias sul-matogrossenses, no Tiju.
Peralta reconhece que, fora a desesperança, a violência assola as comunidades indígenas do estado e pede parceria da Polícia Federal para aumentar a segurança nas aldeias, afastando os traficantes de drogas.
- O cacique não dá mais conta. Hoje o índio cumpre pena, no modelo do branco. Mas quem quem vai cumprir pena na sociedade do branco sai pior. Preferia uma punição que recuperasse, na família. Antes, quando o índio errava, tinha de rezar, trabalhar na roça, cantar à noite, carpir e seguir o conselho dos mais velhos. Agora, não resolve mais, a cultura foi enfraquecida - admite.


fonte:G1
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SÃO PAULO - Seis índios guarani-kaiowá se suicidaram só este ano no Mato Grosso do Sul, elevando para 40 o número de suicídios de integrantes da etnia no estado, entre janeiro de 2008 e fevereiro deste ano, registrados pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi). Outros 45 foram assassinados no período, três deles este ano. O número de suicídios é alarmante: uma morte a cada 10 dias. O último caso foi o de um jovem de 19 anos, que se enforcou em fevereiro dentro da Usina Quebra-Coco, no município de Sidrolândia, a 90 km de Campo Grande. P.G, achado morto pelo sogro, é um dos 18 jovens da aldeia, com até 20 anos de idade, que tiraram a própria vida de janeiro de 2008 para cá.
- A gente não foi preparado para enfrentar essa pressão - diz Anastácio Peralta, integrante da etnia e líder índigena.
A população de índios no Mato Grosso do Sul é a segunda maior do país, atrás apenas do Amazonas. Cerca de 70 mil índios vivem no estado, dos quais 40 mil são guarani-kaiowá. A maior parte dos suicídios - e dos assassinatos - ocorre na aldeia Bororó, em Dourados, a 225 km de Campo Grande, onde cerca de 13 mil índios vivem confinados num espaço de 3.500 hectares, sem condições de plantio. Com pouco espaço e a mistura de famílias numerosas que antes viviam em outras áreas do estado, a aldeia se assemelha a um caldeirão prestes a explodir.
A situação dos índios em Mato Grosso do Sul foi classificada como a mais trágica e preocupante do país em documento divulgado neste fim de semana pela 47ª Assembléia da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Segundo o documento, 213 casos de demarcação de terras indígenas no país, de um total de 846 catalogadas pelo Cimi, sequer tiveram iniciados os processos legais de tramitação. "Se não forem tomadas medidas imediatas, mais um genocídio chegará a se consumar em pleno século XXI", diz o documento sobre a situação dos guarani-kaiowá.
- Os suicídios são consequência do desespero. Os índios estão confinados num espaço pequeno, onde não conseguem sobreviver. É preciso que as autoridades parem de empurrar com a barriga as discussões em torno do assunto, inclusive a aprovação do Estatuto do Índio - diz Erwin Kräutler, presidente do Cimi e bispo do Xingu.
Na semana passada, uma índia de apenas 13 anos de idade, grávida de seis meses, foi resgatada de um cativeiro onde era mantida por dois índios, um deles de 70 anos. Não se sabe ainda quem engravidou a menina. O índio Anastácio Peralta diz que a aldeia já não abriga apenas índios guarani-kaiowá ou terenas, agrupados todos num único espaço, mas homens que vivem na região e acabam se casando com as jovens das tribos.
Egon Heck, coordenador do Cimi em Dourados, conta que o alcoolismo e a violência são crescentes, decorrentes da falta de perspectivas do povo guarani-kaiowá.
- Em agosto passado, a Funai designou uma equipe para percorrer e identificar as áreas que pertencem aos índios e estão ocupadas por grandes fazendas produtoras de soja e cana-de-açúcar, mas ela enfrenta a resistência dos empresários, que recorrem à Justiça para impedir a entrada dos integrantes da comissão - diz Heck.
No total, cerca de 30 mil hectares do estado são áreas ocupadas por índios, mas a disputa por terras é diária.
Segundo dados do governo do estado do Mato Grosso do Sul, atualmente 14 usinas de açúcar e álcool estão operando. Até 2015, serão mais 28 unidades industriais em funcionamento. Uma das últimas a receber incentivos do governo do estado, a Usina Terra Verde Bioenergia, de Nova Andradina, anunciou produção plena em 2011 e capacidade para moagem 3,5 milhões de toneladas de cana ao ano.
Assim como o jovem P.G, centenas de índios têm se submetido a trabalhar nas usinas de cana-de-açúcar para sobreviver. A situação, porém, repete até hoje o estigma dos índios no descobrimento do Brasil:
- Os fazendeiros acusam a gente de preguiçoso, dizem que a gente não sabe trabalhar igual a eles. Dizem que a gente atrapalha o progresso. A gente trabalha para sobreviver. Na aldeia, planta mandioca e milho, mas falta espaço - explica Peralta.
De acordo com Heck, no município de Antonio João, na fronteira com o Paraguai, as terras indígenas já demarcadas somam 9.300 hectares. No entanto, cerca de 700 índios vivem num espaço de 100 hectares, já que os empresários brigam na Justiça pela posse. Estes índios foram despejados em 2005 da reserva Ñande Ru Marangatu por uma liminar do então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Nelson Jobim, num mandado de segurança movido pelo pecuarista Pio Silva e mais 15 pessoas que detinham título de propriedade terra na área demarcada. Os 100 hectares só foram cedidos depois que os índios passaram seis meses acampados à beira da MS-304, que corta a cidade. Durante este período, o acampamento foi atacado e um índio foi morto.
Um levantamento realizado pela Procuradoria Regional da República da 3ª Região (PRR-3) indica que 87 processos envolvendo disputa de terras indígenas tramitam no Tribunal Regional Federal (TRF-3), em fase de recurso. As ações são movidas por fazendeiros que tentam impedir a demarcação de territórios indígenas pela Funai. Nos processos, eles pedem que a Justiça reconheça a posse de terra em favor de fazendeiros ou declare que suas fazendas não foram tradicionalmente ocupadas pelos índios.
Sem solução à vista, a situação tende a se agravar, alerta o bispo Erwin Kräutler.
A aldeia Bororó está cercada por plantações de cana e soja. Segundo o índio Peralta, que integra o Conselho Nacional de Política Indigenista, os índios querem que seja apressada a identificação de áreas ocupadas por seus antepassados, para que parte delas retornem às etnias.
- Nossa situação é pior do que a dos sem-terra. A gente não tem a luta no modelo do branco, fica esperando, esperando... Queria que a Justiça tivesse um olhar para a gente, respeitasse nosso direito. Aqui não se respeita, dizem que a gente só dá prejuízo - lamenta Peralta, referindo-se às ocupações dos sem-terra.
Aos 48 anos, pai de três filhos, avô de três netos, Peralta diz que seu filho mais velho já vive a nova realidade e trabalha numa usina da região. Engajado no movimento indígena, ele hoje cursa Pedagogia, mas toca roça numa aldeia das aldeias sul-matogrossenses, no Tiju.
Peralta reconhece que, fora a desesperança, a violência assola as comunidades indígenas do estado e pede parceria da Polícia Federal para aumentar a segurança nas aldeias, afastando os traficantes de drogas.
- O cacique não dá mais conta. Hoje o índio cumpre pena, no modelo do branco. Mas quem quem vai cumprir pena na sociedade do branco sai pior. Preferia uma punição que recuperasse, na família. Antes, quando o índio errava, tinha de rezar, trabalhar na roça, cantar à noite, carpir e seguir o conselho dos mais velhos. Agora, não resolve mais, a cultura foi enfraquecida - admite.


fonte:G1
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SÃO PAULO - Seis índios guarani-kaiowá se suicidaram só este ano no Mato Grosso do Sul, elevando para 40 o número de suicídios de integrantes da etnia no estado, entre janeiro de 2008 e fevereiro deste ano, registrados pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi). Outros 45 foram assassinados no período, três deles este ano. O número de suicídios é alarmante: uma morte a cada 10 dias. O último caso foi o de um jovem de 19 anos, que se enforcou em fevereiro dentro da Usina Quebra-Coco, no município de Sidrolândia, a 90 km de Campo Grande. P.G, achado morto pelo sogro, é um dos 18 jovens da aldeia, com até 20 anos de idade, que tiraram a própria vida de janeiro de 2008 para cá.
- A gente não foi preparado para enfrentar essa pressão - diz Anastácio Peralta, integrante da etnia e líder índigena.
A população de índios no Mato Grosso do Sul é a segunda maior do país, atrás apenas do Amazonas. Cerca de 70 mil índios vivem no estado, dos quais 40 mil são guarani-kaiowá. A maior parte dos suicídios - e dos assassinatos - ocorre na aldeia Bororó, em Dourados, a 225 km de Campo Grande, onde cerca de 13 mil índios vivem confinados num espaço de 3.500 hectares, sem condições de plantio. Com pouco espaço e a mistura de famílias numerosas que antes viviam em outras áreas do estado, a aldeia se assemelha a um caldeirão prestes a explodir.
A situação dos índios em Mato Grosso do Sul foi classificada como a mais trágica e preocupante do país em documento divulgado neste fim de semana pela 47ª Assembléia da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Segundo o documento, 213 casos de demarcação de terras indígenas no país, de um total de 846 catalogadas pelo Cimi, sequer tiveram iniciados os processos legais de tramitação. "Se não forem tomadas medidas imediatas, mais um genocídio chegará a se consumar em pleno século XXI", diz o documento sobre a situação dos guarani-kaiowá.
- Os suicídios são consequência do desespero. Os índios estão confinados num espaço pequeno, onde não conseguem sobreviver. É preciso que as autoridades parem de empurrar com a barriga as discussões em torno do assunto, inclusive a aprovação do Estatuto do Índio - diz Erwin Kräutler, presidente do Cimi e bispo do Xingu.
Na semana passada, uma índia de apenas 13 anos de idade, grávida de seis meses, foi resgatada de um cativeiro onde era mantida por dois índios, um deles de 70 anos. Não se sabe ainda quem engravidou a menina. O índio Anastácio Peralta diz que a aldeia já não abriga apenas índios guarani-kaiowá ou terenas, agrupados todos num único espaço, mas homens que vivem na região e acabam se casando com as jovens das tribos.
Egon Heck, coordenador do Cimi em Dourados, conta que o alcoolismo e a violência são crescentes, decorrentes da falta de perspectivas do povo guarani-kaiowá.
- Em agosto passado, a Funai designou uma equipe para percorrer e identificar as áreas que pertencem aos índios e estão ocupadas por grandes fazendas produtoras de soja e cana-de-açúcar, mas ela enfrenta a resistência dos empresários, que recorrem à Justiça para impedir a entrada dos integrantes da comissão - diz Heck.
No total, cerca de 30 mil hectares do estado são áreas ocupadas por índios, mas a disputa por terras é diária.
Segundo dados do governo do estado do Mato Grosso do Sul, atualmente 14 usinas de açúcar e álcool estão operando. Até 2015, serão mais 28 unidades industriais em funcionamento. Uma das últimas a receber incentivos do governo do estado, a Usina Terra Verde Bioenergia, de Nova Andradina, anunciou produção plena em 2011 e capacidade para moagem 3,5 milhões de toneladas de cana ao ano.
Assim como o jovem P.G, centenas de índios têm se submetido a trabalhar nas usinas de cana-de-açúcar para sobreviver. A situação, porém, repete até hoje o estigma dos índios no descobrimento do Brasil:
- Os fazendeiros acusam a gente de preguiçoso, dizem que a gente não sabe trabalhar igual a eles. Dizem que a gente atrapalha o progresso. A gente trabalha para sobreviver. Na aldeia, planta mandioca e milho, mas falta espaço - explica Peralta.
De acordo com Heck, no município de Antonio João, na fronteira com o Paraguai, as terras indígenas já demarcadas somam 9.300 hectares. No entanto, cerca de 700 índios vivem num espaço de 100 hectares, já que os empresários brigam na Justiça pela posse. Estes índios foram despejados em 2005 da reserva Ñande Ru Marangatu por uma liminar do então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Nelson Jobim, num mandado de segurança movido pelo pecuarista Pio Silva e mais 15 pessoas que detinham título de propriedade terra na área demarcada. Os 100 hectares só foram cedidos depois que os índios passaram seis meses acampados à beira da MS-304, que corta a cidade. Durante este período, o acampamento foi atacado e um índio foi morto.
Um levantamento realizado pela Procuradoria Regional da República da 3ª Região (PRR-3) indica que 87 processos envolvendo disputa de terras indígenas tramitam no Tribunal Regional Federal (TRF-3), em fase de recurso. As ações são movidas por fazendeiros que tentam impedir a demarcação de territórios indígenas pela Funai. Nos processos, eles pedem que a Justiça reconheça a posse de terra em favor de fazendeiros ou declare que suas fazendas não foram tradicionalmente ocupadas pelos índios.
Sem solução à vista, a situação tende a se agravar, alerta o bispo Erwin Kräutler.
A aldeia Bororó está cercada por plantações de cana e soja. Segundo o índio Peralta, que integra o Conselho Nacional de Política Indigenista, os índios querem que seja apressada a identificação de áreas ocupadas por seus antepassados, para que parte delas retornem às etnias.
- Nossa situação é pior do que a dos sem-terra. A gente não tem a luta no modelo do branco, fica esperando, esperando... Queria que a Justiça tivesse um olhar para a gente, respeitasse nosso direito. Aqui não se respeita, dizem que a gente só dá prejuízo - lamenta Peralta, referindo-se às ocupações dos sem-terra.
Aos 48 anos, pai de três filhos, avô de três netos, Peralta diz que seu filho mais velho já vive a nova realidade e trabalha numa usina da região. Engajado no movimento indígena, ele hoje cursa Pedagogia, mas toca roça numa aldeia das aldeias sul-matogrossenses, no Tiju.
Peralta reconhece que, fora a desesperança, a violência assola as comunidades indígenas do estado e pede parceria da Polícia Federal para aumentar a segurança nas aldeias, afastando os traficantes de drogas.
- O cacique não dá mais conta. Hoje o índio cumpre pena, no modelo do branco. Mas quem quem vai cumprir pena na sociedade do branco sai pior. Preferia uma punição que recuperasse, na família. Antes, quando o índio errava, tinha de rezar, trabalhar na roça, cantar à noite, carpir e seguir o conselho dos mais velhos. Agora, não resolve mais, a cultura foi enfraquecida - admite.


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Alfie tem dez anos e adora seu visual. Ele foge quando desconfia da intenção dos funcionários do estábulo.

Os responsáveis pelo cavalo Alfie, de 10 anos, afirmam que o animal foge quando sente que seu bigode -- aparentemente de estimação -- está ameaçado.
Diversas vezes, Alfie impediu os funcionários do estábulo onde vive, em Bitton (Gloucestershire, Inglaterra), entrassem no local, com medo que quisessem modificar seu visual.
A cavaleira Justine Greenslade afirmou que todos os esforços para cortar o bigode do animal são em vão.
“Obviamente ele se orgulha dos pêlos. É capaz de ele correr mais de um quilômetro, se desconfiar que vamos cortá-los”, afirmou, segundo o jornal britânico “Telegraph”.


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Alfie tem dez anos e adora seu visual. Ele foge quando desconfia da intenção dos funcionários do estábulo.

Os responsáveis pelo cavalo Alfie, de 10 anos, afirmam que o animal foge quando sente que seu bigode -- aparentemente de estimação -- está ameaçado.
Diversas vezes, Alfie impediu os funcionários do estábulo onde vive, em Bitton (Gloucestershire, Inglaterra), entrassem no local, com medo que quisessem modificar seu visual.
A cavaleira Justine Greenslade afirmou que todos os esforços para cortar o bigode do animal são em vão.
“Obviamente ele se orgulha dos pêlos. É capaz de ele correr mais de um quilômetro, se desconfiar que vamos cortá-los”, afirmou, segundo o jornal britânico “Telegraph”.


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Alfie tem dez anos e adora seu visual. Ele foge quando desconfia da intenção dos funcionários do estábulo.

Os responsáveis pelo cavalo Alfie, de 10 anos, afirmam que o animal foge quando sente que seu bigode -- aparentemente de estimação -- está ameaçado.
Diversas vezes, Alfie impediu os funcionários do estábulo onde vive, em Bitton (Gloucestershire, Inglaterra), entrassem no local, com medo que quisessem modificar seu visual.
A cavaleira Justine Greenslade afirmou que todos os esforços para cortar o bigode do animal são em vão.
“Obviamente ele se orgulha dos pêlos. É capaz de ele correr mais de um quilômetro, se desconfiar que vamos cortá-los”, afirmou, segundo o jornal britânico “Telegraph”.


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Diversas vezes, Alfie impediu os funcionários do estábulo onde vive, em Bitton (Gloucestershire, Inglaterra), entrassem no local, com medo que quisessem modificar seu visual.
A cavaleira Justine Greenslade afirmou que todos os esforços para cortar o bigode do animal são em vão.
“Obviamente ele se orgulha dos pêlos. É capaz de ele correr mais de um quilômetro, se desconfiar que vamos cortá-los”, afirmou, segundo o jornal britânico “Telegraph”.


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Diversas vezes, Alfie impediu os funcionários do estábulo onde vive, em Bitton (Gloucestershire, Inglaterra), entrassem no local, com medo que quisessem modificar seu visual.
A cavaleira Justine Greenslade afirmou que todos os esforços para cortar o bigode do animal são em vão.
“Obviamente ele se orgulha dos pêlos. É capaz de ele correr mais de um quilômetro, se desconfiar que vamos cortá-los”, afirmou, segundo o jornal britânico “Telegraph”.


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Diversas vezes, Alfie impediu os funcionários do estábulo onde vive, em Bitton (Gloucestershire, Inglaterra), entrassem no local, com medo que quisessem modificar seu visual.
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“Obviamente ele se orgulha dos pêlos. É capaz de ele correr mais de um quilômetro, se desconfiar que vamos cortá-los”, afirmou, segundo o jornal britânico “Telegraph”.


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Diversas vezes, Alfie impediu os funcionários do estábulo onde vive, em Bitton (Gloucestershire, Inglaterra), entrassem no local, com medo que quisessem modificar seu visual.
A cavaleira Justine Greenslade afirmou que todos os esforços para cortar o bigode do animal são em vão.
“Obviamente ele se orgulha dos pêlos. É capaz de ele correr mais de um quilômetro, se desconfiar que vamos cortá-los”, afirmou, segundo o jornal britânico “Telegraph”.


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Os responsáveis pelo cavalo Alfie, de 10 anos, afirmam que o animal foge quando sente que seu bigode -- aparentemente de estimação -- está ameaçado.
Diversas vezes, Alfie impediu os funcionários do estábulo onde vive, em Bitton (Gloucestershire, Inglaterra), entrassem no local, com medo que quisessem modificar seu visual.
A cavaleira Justine Greenslade afirmou que todos os esforços para cortar o bigode do animal são em vão.
“Obviamente ele se orgulha dos pêlos. É capaz de ele correr mais de um quilômetro, se desconfiar que vamos cortá-los”, afirmou, segundo o jornal britânico “Telegraph”.


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Diversas vezes, Alfie impediu os funcionários do estábulo onde vive, em Bitton (Gloucestershire, Inglaterra), entrassem no local, com medo que quisessem modificar seu visual.
A cavaleira Justine Greenslade afirmou que todos os esforços para cortar o bigode do animal são em vão.
“Obviamente ele se orgulha dos pêlos. É capaz de ele correr mais de um quilômetro, se desconfiar que vamos cortá-los”, afirmou, segundo o jornal britânico “Telegraph”.


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Manaus - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ter sido informado ontem pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que o Brasil, por enquanto, não tem motivos para se preocupar com a gripe suína. Segundo ele, Temporão telefonou ao presidente ontem à noite de Istambul, Turquia, e confirmou que nenhum caso foi registrado no Brasil, a não ser a suspeita sobre duas pessoas que estavam em Cancún, no México, e voltaram para o País. Fazendo o sinal da cruz, o presidente afirmou: "Graças a Deus, até agora, não chegou ao Brasil. Eu espero que não chegue nunca."
Hoje a Secretaria da Saúde de Minas Gerais informou que um casal que voltava da lua de mel em Cancún, no México, foi internado na manhã de hoje no Hospital das Clínicas de Belo Horizonte com suspeita de ter contraído gripe suína. Eles desembarcaram por volta das 4 horas no Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, onde passaram por exames.

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Manaus - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ter sido informado ontem pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que o Brasil, por enquanto, não tem motivos para se preocupar com a gripe suína. Segundo ele, Temporão telefonou ao presidente ontem à noite de Istambul, Turquia, e confirmou que nenhum caso foi registrado no Brasil, a não ser a suspeita sobre duas pessoas que estavam em Cancún, no México, e voltaram para o País. Fazendo o sinal da cruz, o presidente afirmou: "Graças a Deus, até agora, não chegou ao Brasil. Eu espero que não chegue nunca."
Hoje a Secretaria da Saúde de Minas Gerais informou que um casal que voltava da lua de mel em Cancún, no México, foi internado na manhã de hoje no Hospital das Clínicas de Belo Horizonte com suspeita de ter contraído gripe suína. Eles desembarcaram por volta das 4 horas no Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, onde passaram por exames.

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Manaus - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ter sido informado ontem pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que o Brasil, por enquanto, não tem motivos para se preocupar com a gripe suína. Segundo ele, Temporão telefonou ao presidente ontem à noite de Istambul, Turquia, e confirmou que nenhum caso foi registrado no Brasil, a não ser a suspeita sobre duas pessoas que estavam em Cancún, no México, e voltaram para o País. Fazendo o sinal da cruz, o presidente afirmou: "Graças a Deus, até agora, não chegou ao Brasil. Eu espero que não chegue nunca."
Hoje a Secretaria da Saúde de Minas Gerais informou que um casal que voltava da lua de mel em Cancún, no México, foi internado na manhã de hoje no Hospital das Clínicas de Belo Horizonte com suspeita de ter contraído gripe suína. Eles desembarcaram por volta das 4 horas no Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, onde passaram por exames.

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Manaus - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ter sido informado ontem pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que o Brasil, por enquanto, não tem motivos para se preocupar com a gripe suína. Segundo ele, Temporão telefonou ao presidente ontem à noite de Istambul, Turquia, e confirmou que nenhum caso foi registrado no Brasil, a não ser a suspeita sobre duas pessoas que estavam em Cancún, no México, e voltaram para o País. Fazendo o sinal da cruz, o presidente afirmou: "Graças a Deus, até agora, não chegou ao Brasil. Eu espero que não chegue nunca."
Hoje a Secretaria da Saúde de Minas Gerais informou que um casal que voltava da lua de mel em Cancún, no México, foi internado na manhã de hoje no Hospital das Clínicas de Belo Horizonte com suspeita de ter contraído gripe suína. Eles desembarcaram por volta das 4 horas no Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, onde passaram por exames.

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Hoje a Secretaria da Saúde de Minas Gerais informou que um casal que voltava da lua de mel em Cancún, no México, foi internado na manhã de hoje no Hospital das Clínicas de Belo Horizonte com suspeita de ter contraído gripe suína. Eles desembarcaram por volta das 4 horas no Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, onde passaram por exames.

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Hoje a Secretaria da Saúde de Minas Gerais informou que um casal que voltava da lua de mel em Cancún, no México, foi internado na manhã de hoje no Hospital das Clínicas de Belo Horizonte com suspeita de ter contraído gripe suína. Eles desembarcaram por volta das 4 horas no Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, onde passaram por exames.

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Hoje a Secretaria da Saúde de Minas Gerais informou que um casal que voltava da lua de mel em Cancún, no México, foi internado na manhã de hoje no Hospital das Clínicas de Belo Horizonte com suspeita de ter contraído gripe suína. Eles desembarcaram por volta das 4 horas no Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, onde passaram por exames.

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Hoje a Secretaria da Saúde de Minas Gerais informou que um casal que voltava da lua de mel em Cancún, no México, foi internado na manhã de hoje no Hospital das Clínicas de Belo Horizonte com suspeita de ter contraído gripe suína. Eles desembarcaram por volta das 4 horas no Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, onde passaram por exames.

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Hoje a Secretaria da Saúde de Minas Gerais informou que um casal que voltava da lua de mel em Cancún, no México, foi internado na manhã de hoje no Hospital das Clínicas de Belo Horizonte com suspeita de ter contraído gripe suína. Eles desembarcaram por volta das 4 horas no Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, onde passaram por exames.

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Hoje a Secretaria da Saúde de Minas Gerais informou que um casal que voltava da lua de mel em Cancún, no México, foi internado na manhã de hoje no Hospital das Clínicas de Belo Horizonte com suspeita de ter contraído gripe suína. Eles desembarcaram por volta das 4 horas no Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, onde passaram por exames.

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VITÓRIA - Uma mulher de 22 anos, alcoolizada, vendeu a filha de apenas 8 meses de idade por R$ 10 para comprar drogas em Vila Velha, no Espírito Santo, na tarde deste domingo. De acordo com o delegado Mário Silva, do Departamento de Polícia Judiciária de Vila velha (DPJ), Ana Lúcia Silva Santos, de 22 anos, caminhava e chorava pelo bairro quando encontrou uma mulher e ofereceu a menina.
A mulher, vendo o estado em que a mãe se encontrava, e o perigo que a criança corria, deu o dinheiro para Ana Lúcia. Após receber o pagamento, a acusada saiu correndo pelas ruas do bairro. Em seguida, a mulher que pagou pela menina acionou a Polícia Militar, que após uma ronda pelo bairro, encontrou e prendeu a mulher.
Ana Lúcia foi levada para o DPJ de Vila Velha. A criança foi levada para o Centro Regional de Especialidades (CRE), de Vila Velha, onde passou por exames e foi medicada.
- Ela estava tão alcoolizada que não tinha condições de prestar depoimento - revelou o delegado.
A acusada foi enquadrada no artigo 238 (comércio de seres humanos) e encaminhada para o presídio feminino de Tucum.


fonte: O GLOBO
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VITÓRIA - Uma mulher de 22 anos, alcoolizada, vendeu a filha de apenas 8 meses de idade por R$ 10 para comprar drogas em Vila Velha, no Espírito Santo, na tarde deste domingo. De acordo com o delegado Mário Silva, do Departamento de Polícia Judiciária de Vila velha (DPJ), Ana Lúcia Silva Santos, de 22 anos, caminhava e chorava pelo bairro quando encontrou uma mulher e ofereceu a menina.
A mulher, vendo o estado em que a mãe se encontrava, e o perigo que a criança corria, deu o dinheiro para Ana Lúcia. Após receber o pagamento, a acusada saiu correndo pelas ruas do bairro. Em seguida, a mulher que pagou pela menina acionou a Polícia Militar, que após uma ronda pelo bairro, encontrou e prendeu a mulher.
Ana Lúcia foi levada para o DPJ de Vila Velha. A criança foi levada para o Centro Regional de Especialidades (CRE), de Vila Velha, onde passou por exames e foi medicada.
- Ela estava tão alcoolizada que não tinha condições de prestar depoimento - revelou o delegado.
A acusada foi enquadrada no artigo 238 (comércio de seres humanos) e encaminhada para o presídio feminino de Tucum.


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VITÓRIA - Uma mulher de 22 anos, alcoolizada, vendeu a filha de apenas 8 meses de idade por R$ 10 para comprar drogas em Vila Velha, no Espírito Santo, na tarde deste domingo. De acordo com o delegado Mário Silva, do Departamento de Polícia Judiciária de Vila velha (DPJ), Ana Lúcia Silva Santos, de 22 anos, caminhava e chorava pelo bairro quando encontrou uma mulher e ofereceu a menina.
A mulher, vendo o estado em que a mãe se encontrava, e o perigo que a criança corria, deu o dinheiro para Ana Lúcia. Após receber o pagamento, a acusada saiu correndo pelas ruas do bairro. Em seguida, a mulher que pagou pela menina acionou a Polícia Militar, que após uma ronda pelo bairro, encontrou e prendeu a mulher.
Ana Lúcia foi levada para o DPJ de Vila Velha. A criança foi levada para o Centro Regional de Especialidades (CRE), de Vila Velha, onde passou por exames e foi medicada.
- Ela estava tão alcoolizada que não tinha condições de prestar depoimento - revelou o delegado.
A acusada foi enquadrada no artigo 238 (comércio de seres humanos) e encaminhada para o presídio feminino de Tucum.


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A mulher, vendo o estado em que a mãe se encontrava, e o perigo que a criança corria, deu o dinheiro para Ana Lúcia. Após receber o pagamento, a acusada saiu correndo pelas ruas do bairro. Em seguida, a mulher que pagou pela menina acionou a Polícia Militar, que após uma ronda pelo bairro, encontrou e prendeu a mulher.
Ana Lúcia foi levada para o DPJ de Vila Velha. A criança foi levada para o Centro Regional de Especialidades (CRE), de Vila Velha, onde passou por exames e foi medicada.
- Ela estava tão alcoolizada que não tinha condições de prestar depoimento - revelou o delegado.
A acusada foi enquadrada no artigo 238 (comércio de seres humanos) e encaminhada para o presídio feminino de Tucum.


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A mulher, vendo o estado em que a mãe se encontrava, e o perigo que a criança corria, deu o dinheiro para Ana Lúcia. Após receber o pagamento, a acusada saiu correndo pelas ruas do bairro. Em seguida, a mulher que pagou pela menina acionou a Polícia Militar, que após uma ronda pelo bairro, encontrou e prendeu a mulher.
Ana Lúcia foi levada para o DPJ de Vila Velha. A criança foi levada para o Centro Regional de Especialidades (CRE), de Vila Velha, onde passou por exames e foi medicada.
- Ela estava tão alcoolizada que não tinha condições de prestar depoimento - revelou o delegado.
A acusada foi enquadrada no artigo 238 (comércio de seres humanos) e encaminhada para o presídio feminino de Tucum.


fonte: O GLOBO
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VITÓRIA - Uma mulher de 22 anos, alcoolizada, vendeu a filha de apenas 8 meses de idade por R$ 10 para comprar drogas em Vila Velha, no Espírito Santo, na tarde deste domingo. De acordo com o delegado Mário Silva, do Departamento de Polícia Judiciária de Vila velha (DPJ), Ana Lúcia Silva Santos, de 22 anos, caminhava e chorava pelo bairro quando encontrou uma mulher e ofereceu a menina.
A mulher, vendo o estado em que a mãe se encontrava, e o perigo que a criança corria, deu o dinheiro para Ana Lúcia. Após receber o pagamento, a acusada saiu correndo pelas ruas do bairro. Em seguida, a mulher que pagou pela menina acionou a Polícia Militar, que após uma ronda pelo bairro, encontrou e prendeu a mulher.
Ana Lúcia foi levada para o DPJ de Vila Velha. A criança foi levada para o Centro Regional de Especialidades (CRE), de Vila Velha, onde passou por exames e foi medicada.
- Ela estava tão alcoolizada que não tinha condições de prestar depoimento - revelou o delegado.
A acusada foi enquadrada no artigo 238 (comércio de seres humanos) e encaminhada para o presídio feminino de Tucum.


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VITÓRIA - Uma mulher de 22 anos, alcoolizada, vendeu a filha de apenas 8 meses de idade por R$ 10 para comprar drogas em Vila Velha, no Espírito Santo, na tarde deste domingo. De acordo com o delegado Mário Silva, do Departamento de Polícia Judiciária de Vila velha (DPJ), Ana Lúcia Silva Santos, de 22 anos, caminhava e chorava pelo bairro quando encontrou uma mulher e ofereceu a menina.
A mulher, vendo o estado em que a mãe se encontrava, e o perigo que a criança corria, deu o dinheiro para Ana Lúcia. Após receber o pagamento, a acusada saiu correndo pelas ruas do bairro. Em seguida, a mulher que pagou pela menina acionou a Polícia Militar, que após uma ronda pelo bairro, encontrou e prendeu a mulher.
Ana Lúcia foi levada para o DPJ de Vila Velha. A criança foi levada para o Centro Regional de Especialidades (CRE), de Vila Velha, onde passou por exames e foi medicada.
- Ela estava tão alcoolizada que não tinha condições de prestar depoimento - revelou o delegado.
A acusada foi enquadrada no artigo 238 (comércio de seres humanos) e encaminhada para o presídio feminino de Tucum.


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VITÓRIA - Uma mulher de 22 anos, alcoolizada, vendeu a filha de apenas 8 meses de idade por R$ 10 para comprar drogas em Vila Velha, no Espírito Santo, na tarde deste domingo. De acordo com o delegado Mário Silva, do Departamento de Polícia Judiciária de Vila velha (DPJ), Ana Lúcia Silva Santos, de 22 anos, caminhava e chorava pelo bairro quando encontrou uma mulher e ofereceu a menina.
A mulher, vendo o estado em que a mãe se encontrava, e o perigo que a criança corria, deu o dinheiro para Ana Lúcia. Após receber o pagamento, a acusada saiu correndo pelas ruas do bairro. Em seguida, a mulher que pagou pela menina acionou a Polícia Militar, que após uma ronda pelo bairro, encontrou e prendeu a mulher.
Ana Lúcia foi levada para o DPJ de Vila Velha. A criança foi levada para o Centro Regional de Especialidades (CRE), de Vila Velha, onde passou por exames e foi medicada.
- Ela estava tão alcoolizada que não tinha condições de prestar depoimento - revelou o delegado.
A acusada foi enquadrada no artigo 238 (comércio de seres humanos) e encaminhada para o presídio feminino de Tucum.


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A mulher, vendo o estado em que a mãe se encontrava, e o perigo que a criança corria, deu o dinheiro para Ana Lúcia. Após receber o pagamento, a acusada saiu correndo pelas ruas do bairro. Em seguida, a mulher que pagou pela menina acionou a Polícia Militar, que após uma ronda pelo bairro, encontrou e prendeu a mulher.
Ana Lúcia foi levada para o DPJ de Vila Velha. A criança foi levada para o Centro Regional de Especialidades (CRE), de Vila Velha, onde passou por exames e foi medicada.
- Ela estava tão alcoolizada que não tinha condições de prestar depoimento - revelou o delegado.
A acusada foi enquadrada no artigo 238 (comércio de seres humanos) e encaminhada para o presídio feminino de Tucum.


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A mulher, vendo o estado em que a mãe se encontrava, e o perigo que a criança corria, deu o dinheiro para Ana Lúcia. Após receber o pagamento, a acusada saiu correndo pelas ruas do bairro. Em seguida, a mulher que pagou pela menina acionou a Polícia Militar, que após uma ronda pelo bairro, encontrou e prendeu a mulher.
Ana Lúcia foi levada para o DPJ de Vila Velha. A criança foi levada para o Centro Regional de Especialidades (CRE), de Vila Velha, onde passou por exames e foi medicada.
- Ela estava tão alcoolizada que não tinha condições de prestar depoimento - revelou o delegado.
A acusada foi enquadrada no artigo 238 (comércio de seres humanos) e encaminhada para o presídio feminino de Tucum.


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Prédio na Cidade do México é evacuado devido a terremoto

RIO - Um terremoto de 6 graus da escala Richter atingiu na tarde desta segunda-feira a Cidade do México, no México, a segunda mais populosa do mundo, segundo informações do Centro de Pesquisas Geológicas dos EUA. Os prédios da capital foram abalados e tiveram que ser evacuados. O epicentro foi a 240 quilômetros da capital, no estado de Guerrero, a 50 quilômetros de profundidade. Não há ainda informações sobre danos ou vítimas. A região metropolitana da Cidade do México tem uma população de cerca de 20 milhões de pessoas. O terremoto é classificado como forte e capaz de causar danos severos.
Centenas de pessoas evacuaram prédios da capital, muitos delas usando máscaras cirúrgicas em razão do o surto de gripe suína , que já pode ter matado 149 pessoas.
O terremoto ocorreu às 11h40m locais (13h40m de Brasília), com epicentro a 30km a sul-sudeste da cidade de Tixtla. Segundo moradores, os telefones celulares tiveram o sinal cortado.
- Não há feridos nem mortos. Nós estamos monitorando a situação na área - disse Marcos Gonzalez, da Defesa Civil da cidade de Chilpancingo, perto do epicentro.
O clima é de muita tensão entre os moradores.
- Estou com muito medo - disse a assistente social Sarai Luna Pajas, de 22 anos, que foi para fora do prédio onde mora no momento do terremoto. - Nós, mexicanos, não estamos acostumados a viver neste clima de terror, mas tudo isso que está acontecendo parece o Apocalipse.
O analista do USGS Don Blakeman disse que o terremoto foi sentido com intensidade na Cidade do México porque o epicentro é relativamente perto e o tipo de solo da capital tende a intensificar os tremores.


fonte: O GLOBO
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Prédio na Cidade do México é evacuado devido a terremoto

RIO - Um terremoto de 6 graus da escala Richter atingiu na tarde desta segunda-feira a Cidade do México, no México, a segunda mais populosa do mundo, segundo informações do Centro de Pesquisas Geológicas dos EUA. Os prédios da capital foram abalados e tiveram que ser evacuados. O epicentro foi a 240 quilômetros da capital, no estado de Guerrero, a 50 quilômetros de profundidade. Não há ainda informações sobre danos ou vítimas. A região metropolitana da Cidade do México tem uma população de cerca de 20 milhões de pessoas. O terremoto é classificado como forte e capaz de causar danos severos.
Centenas de pessoas evacuaram prédios da capital, muitos delas usando máscaras cirúrgicas em razão do o surto de gripe suína , que já pode ter matado 149 pessoas.
O terremoto ocorreu às 11h40m locais (13h40m de Brasília), com epicentro a 30km a sul-sudeste da cidade de Tixtla. Segundo moradores, os telefones celulares tiveram o sinal cortado.
- Não há feridos nem mortos. Nós estamos monitorando a situação na área - disse Marcos Gonzalez, da Defesa Civil da cidade de Chilpancingo, perto do epicentro.
O clima é de muita tensão entre os moradores.
- Estou com muito medo - disse a assistente social Sarai Luna Pajas, de 22 anos, que foi para fora do prédio onde mora no momento do terremoto. - Nós, mexicanos, não estamos acostumados a viver neste clima de terror, mas tudo isso que está acontecendo parece o Apocalipse.
O analista do USGS Don Blakeman disse que o terremoto foi sentido com intensidade na Cidade do México porque o epicentro é relativamente perto e o tipo de solo da capital tende a intensificar os tremores.


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Prédio na Cidade do México é evacuado devido a terremoto

RIO - Um terremoto de 6 graus da escala Richter atingiu na tarde desta segunda-feira a Cidade do México, no México, a segunda mais populosa do mundo, segundo informações do Centro de Pesquisas Geológicas dos EUA. Os prédios da capital foram abalados e tiveram que ser evacuados. O epicentro foi a 240 quilômetros da capital, no estado de Guerrero, a 50 quilômetros de profundidade. Não há ainda informações sobre danos ou vítimas. A região metropolitana da Cidade do México tem uma população de cerca de 20 milhões de pessoas. O terremoto é classificado como forte e capaz de causar danos severos.
Centenas de pessoas evacuaram prédios da capital, muitos delas usando máscaras cirúrgicas em razão do o surto de gripe suína , que já pode ter matado 149 pessoas.
O terremoto ocorreu às 11h40m locais (13h40m de Brasília), com epicentro a 30km a sul-sudeste da cidade de Tixtla. Segundo moradores, os telefones celulares tiveram o sinal cortado.
- Não há feridos nem mortos. Nós estamos monitorando a situação na área - disse Marcos Gonzalez, da Defesa Civil da cidade de Chilpancingo, perto do epicentro.
O clima é de muita tensão entre os moradores.
- Estou com muito medo - disse a assistente social Sarai Luna Pajas, de 22 anos, que foi para fora do prédio onde mora no momento do terremoto. - Nós, mexicanos, não estamos acostumados a viver neste clima de terror, mas tudo isso que está acontecendo parece o Apocalipse.
O analista do USGS Don Blakeman disse que o terremoto foi sentido com intensidade na Cidade do México porque o epicentro é relativamente perto e o tipo de solo da capital tende a intensificar os tremores.


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Prédio na Cidade do México é evacuado devido a terremoto

RIO - Um terremoto de 6 graus da escala Richter atingiu na tarde desta segunda-feira a Cidade do México, no México, a segunda mais populosa do mundo, segundo informações do Centro de Pesquisas Geológicas dos EUA. Os prédios da capital foram abalados e tiveram que ser evacuados. O epicentro foi a 240 quilômetros da capital, no estado de Guerrero, a 50 quilômetros de profundidade. Não há ainda informações sobre danos ou vítimas. A região metropolitana da Cidade do México tem uma população de cerca de 20 milhões de pessoas. O terremoto é classificado como forte e capaz de causar danos severos.
Centenas de pessoas evacuaram prédios da capital, muitos delas usando máscaras cirúrgicas em razão do o surto de gripe suína , que já pode ter matado 149 pessoas.
O terremoto ocorreu às 11h40m locais (13h40m de Brasília), com epicentro a 30km a sul-sudeste da cidade de Tixtla. Segundo moradores, os telefones celulares tiveram o sinal cortado.
- Não há feridos nem mortos. Nós estamos monitorando a situação na área - disse Marcos Gonzalez, da Defesa Civil da cidade de Chilpancingo, perto do epicentro.
O clima é de muita tensão entre os moradores.
- Estou com muito medo - disse a assistente social Sarai Luna Pajas, de 22 anos, que foi para fora do prédio onde mora no momento do terremoto. - Nós, mexicanos, não estamos acostumados a viver neste clima de terror, mas tudo isso que está acontecendo parece o Apocalipse.
O analista do USGS Don Blakeman disse que o terremoto foi sentido com intensidade na Cidade do México porque o epicentro é relativamente perto e o tipo de solo da capital tende a intensificar os tremores.


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Centenas de pessoas evacuaram prédios da capital, muitos delas usando máscaras cirúrgicas em razão do o surto de gripe suína , que já pode ter matado 149 pessoas.
O terremoto ocorreu às 11h40m locais (13h40m de Brasília), com epicentro a 30km a sul-sudeste da cidade de Tixtla. Segundo moradores, os telefones celulares tiveram o sinal cortado.
- Não há feridos nem mortos. Nós estamos monitorando a situação na área - disse Marcos Gonzalez, da Defesa Civil da cidade de Chilpancingo, perto do epicentro.
O clima é de muita tensão entre os moradores.
- Estou com muito medo - disse a assistente social Sarai Luna Pajas, de 22 anos, que foi para fora do prédio onde mora no momento do terremoto. - Nós, mexicanos, não estamos acostumados a viver neste clima de terror, mas tudo isso que está acontecendo parece o Apocalipse.
O analista do USGS Don Blakeman disse que o terremoto foi sentido com intensidade na Cidade do México porque o epicentro é relativamente perto e o tipo de solo da capital tende a intensificar os tremores.


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RIO - Um terremoto de 6 graus da escala Richter atingiu na tarde desta segunda-feira a Cidade do México, no México, a segunda mais populosa do mundo, segundo informações do Centro de Pesquisas Geológicas dos EUA. Os prédios da capital foram abalados e tiveram que ser evacuados. O epicentro foi a 240 quilômetros da capital, no estado de Guerrero, a 50 quilômetros de profundidade. Não há ainda informações sobre danos ou vítimas. A região metropolitana da Cidade do México tem uma população de cerca de 20 milhões de pessoas. O terremoto é classificado como forte e capaz de causar danos severos.
Centenas de pessoas evacuaram prédios da capital, muitos delas usando máscaras cirúrgicas em razão do o surto de gripe suína , que já pode ter matado 149 pessoas.
O terremoto ocorreu às 11h40m locais (13h40m de Brasília), com epicentro a 30km a sul-sudeste da cidade de Tixtla. Segundo moradores, os telefones celulares tiveram o sinal cortado.
- Não há feridos nem mortos. Nós estamos monitorando a situação na área - disse Marcos Gonzalez, da Defesa Civil da cidade de Chilpancingo, perto do epicentro.
O clima é de muita tensão entre os moradores.
- Estou com muito medo - disse a assistente social Sarai Luna Pajas, de 22 anos, que foi para fora do prédio onde mora no momento do terremoto. - Nós, mexicanos, não estamos acostumados a viver neste clima de terror, mas tudo isso que está acontecendo parece o Apocalipse.
O analista do USGS Don Blakeman disse que o terremoto foi sentido com intensidade na Cidade do México porque o epicentro é relativamente perto e o tipo de solo da capital tende a intensificar os tremores.


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RIO - Um terremoto de 6 graus da escala Richter atingiu na tarde desta segunda-feira a Cidade do México, no México, a segunda mais populosa do mundo, segundo informações do Centro de Pesquisas Geológicas dos EUA. Os prédios da capital foram abalados e tiveram que ser evacuados. O epicentro foi a 240 quilômetros da capital, no estado de Guerrero, a 50 quilômetros de profundidade. Não há ainda informações sobre danos ou vítimas. A região metropolitana da Cidade do México tem uma população de cerca de 20 milhões de pessoas. O terremoto é classificado como forte e capaz de causar danos severos.
Centenas de pessoas evacuaram prédios da capital, muitos delas usando máscaras cirúrgicas em razão do o surto de gripe suína , que já pode ter matado 149 pessoas.
O terremoto ocorreu às 11h40m locais (13h40m de Brasília), com epicentro a 30km a sul-sudeste da cidade de Tixtla. Segundo moradores, os telefones celulares tiveram o sinal cortado.
- Não há feridos nem mortos. Nós estamos monitorando a situação na área - disse Marcos Gonzalez, da Defesa Civil da cidade de Chilpancingo, perto do epicentro.
O clima é de muita tensão entre os moradores.
- Estou com muito medo - disse a assistente social Sarai Luna Pajas, de 22 anos, que foi para fora do prédio onde mora no momento do terremoto. - Nós, mexicanos, não estamos acostumados a viver neste clima de terror, mas tudo isso que está acontecendo parece o Apocalipse.
O analista do USGS Don Blakeman disse que o terremoto foi sentido com intensidade na Cidade do México porque o epicentro é relativamente perto e o tipo de solo da capital tende a intensificar os tremores.


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RIO - Um terremoto de 6 graus da escala Richter atingiu na tarde desta segunda-feira a Cidade do México, no México, a segunda mais populosa do mundo, segundo informações do Centro de Pesquisas Geológicas dos EUA. Os prédios da capital foram abalados e tiveram que ser evacuados. O epicentro foi a 240 quilômetros da capital, no estado de Guerrero, a 50 quilômetros de profundidade. Não há ainda informações sobre danos ou vítimas. A região metropolitana da Cidade do México tem uma população de cerca de 20 milhões de pessoas. O terremoto é classificado como forte e capaz de causar danos severos.
Centenas de pessoas evacuaram prédios da capital, muitos delas usando máscaras cirúrgicas em razão do o surto de gripe suína , que já pode ter matado 149 pessoas.
O terremoto ocorreu às 11h40m locais (13h40m de Brasília), com epicentro a 30km a sul-sudeste da cidade de Tixtla. Segundo moradores, os telefones celulares tiveram o sinal cortado.
- Não há feridos nem mortos. Nós estamos monitorando a situação na área - disse Marcos Gonzalez, da Defesa Civil da cidade de Chilpancingo, perto do epicentro.
O clima é de muita tensão entre os moradores.
- Estou com muito medo - disse a assistente social Sarai Luna Pajas, de 22 anos, que foi para fora do prédio onde mora no momento do terremoto. - Nós, mexicanos, não estamos acostumados a viver neste clima de terror, mas tudo isso que está acontecendo parece o Apocalipse.
O analista do USGS Don Blakeman disse que o terremoto foi sentido com intensidade na Cidade do México porque o epicentro é relativamente perto e o tipo de solo da capital tende a intensificar os tremores.


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RIO - Um terremoto de 6 graus da escala Richter atingiu na tarde desta segunda-feira a Cidade do México, no México, a segunda mais populosa do mundo, segundo informações do Centro de Pesquisas Geológicas dos EUA. Os prédios da capital foram abalados e tiveram que ser evacuados. O epicentro foi a 240 quilômetros da capital, no estado de Guerrero, a 50 quilômetros de profundidade. Não há ainda informações sobre danos ou vítimas. A região metropolitana da Cidade do México tem uma população de cerca de 20 milhões de pessoas. O terremoto é classificado como forte e capaz de causar danos severos.
Centenas de pessoas evacuaram prédios da capital, muitos delas usando máscaras cirúrgicas em razão do o surto de gripe suína , que já pode ter matado 149 pessoas.
O terremoto ocorreu às 11h40m locais (13h40m de Brasília), com epicentro a 30km a sul-sudeste da cidade de Tixtla. Segundo moradores, os telefones celulares tiveram o sinal cortado.
- Não há feridos nem mortos. Nós estamos monitorando a situação na área - disse Marcos Gonzalez, da Defesa Civil da cidade de Chilpancingo, perto do epicentro.
O clima é de muita tensão entre os moradores.
- Estou com muito medo - disse a assistente social Sarai Luna Pajas, de 22 anos, que foi para fora do prédio onde mora no momento do terremoto. - Nós, mexicanos, não estamos acostumados a viver neste clima de terror, mas tudo isso que está acontecendo parece o Apocalipse.
O analista do USGS Don Blakeman disse que o terremoto foi sentido com intensidade na Cidade do México porque o epicentro é relativamente perto e o tipo de solo da capital tende a intensificar os tremores.


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RIO - Um terremoto de 6 graus da escala Richter atingiu na tarde desta segunda-feira a Cidade do México, no México, a segunda mais populosa do mundo, segundo informações do Centro de Pesquisas Geológicas dos EUA. Os prédios da capital foram abalados e tiveram que ser evacuados. O epicentro foi a 240 quilômetros da capital, no estado de Guerrero, a 50 quilômetros de profundidade. Não há ainda informações sobre danos ou vítimas. A região metropolitana da Cidade do México tem uma população de cerca de 20 milhões de pessoas. O terremoto é classificado como forte e capaz de causar danos severos.
Centenas de pessoas evacuaram prédios da capital, muitos delas usando máscaras cirúrgicas em razão do o surto de gripe suína , que já pode ter matado 149 pessoas.
O terremoto ocorreu às 11h40m locais (13h40m de Brasília), com epicentro a 30km a sul-sudeste da cidade de Tixtla. Segundo moradores, os telefones celulares tiveram o sinal cortado.
- Não há feridos nem mortos. Nós estamos monitorando a situação na área - disse Marcos Gonzalez, da Defesa Civil da cidade de Chilpancingo, perto do epicentro.
O clima é de muita tensão entre os moradores.
- Estou com muito medo - disse a assistente social Sarai Luna Pajas, de 22 anos, que foi para fora do prédio onde mora no momento do terremoto. - Nós, mexicanos, não estamos acostumados a viver neste clima de terror, mas tudo isso que está acontecendo parece o Apocalipse.
O analista do USGS Don Blakeman disse que o terremoto foi sentido com intensidade na Cidade do México porque o epicentro é relativamente perto e o tipo de solo da capital tende a intensificar os tremores.


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A instrutora de ioga australiana Bette Calman, de 83 anos, diz ser mais flexível hoje do que há 50 anos, graças à técnica.
A octogenária consegue fazer todas as posturas consideradas difíceis, como sustentar o corpo na posição horizontal com as mãos e na vertical com a cabeça.
A instrutora, que foi uma das primeiras a introduzir a antiga prática indiana na Austrália nos anos 50, tem estudado e ensinado ioga há 40 anos no país e disse à BBC Brasil que os movimentos ficam cada vez mais fáceis.
"Nunca se está velho demais para a ioga", disse ela, "o corpo pode se alongar cada vez mais".
Calman, natural de Sydney mas que vive há oito anos em Williamstown, no Estado de Victoria, sul do país, confessou nunca ter precisado de remédio ou antibiótico e atribui o mérito à prática.
Mesmo com todos os anos de dedicação, a instrutora lamenta que o marido nunca tenha praticado como ela. No entanto, a filha Susan seguiu os passos da mãe e abriu uma escola de ioga há quase uma década.
"Eu continuo a dar aulas lá, ao menos 11 vezes por semana", disse ela, que se orgulha do netinho de três anos também ter começado a prática.
"Cada vez que faço ioga é como se eu estivesse num conto de fadas. Esse é um exercício devagar, que ajuda fisicamente, emocionalmente, espiritualmente. É bom para ser praticado nos dias de hoje, onde todo mundo está sempre correndo e estressado. Mas não é todo mundo que consegue relaxar", disse ela.
A autora de três livros sobre Ioga, incluindo um chamado Ioga para artrite, impressiona o genro, Richard MacRae: "Quem diria que ela ficaria tão famosa devido a ioga", disse ele.

Fonte: BBC Brasil
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link do postPor anjoseguerreiros, às 13:44  comentar



A instrutora de ioga australiana Bette Calman, de 83 anos, diz ser mais flexível hoje do que há 50 anos, graças à técnica.
A octogenária consegue fazer todas as posturas consideradas difíceis, como sustentar o corpo na posição horizontal com as mãos e na vertical com a cabeça.
A instrutora, que foi uma das primeiras a introduzir a antiga prática indiana na Austrália nos anos 50, tem estudado e ensinado ioga há 40 anos no país e disse à BBC Brasil que os movimentos ficam cada vez mais fáceis.
"Nunca se está velho demais para a ioga", disse ela, "o corpo pode se alongar cada vez mais".
Calman, natural de Sydney mas que vive há oito anos em Williamstown, no Estado de Victoria, sul do país, confessou nunca ter precisado de remédio ou antibiótico e atribui o mérito à prática.
Mesmo com todos os anos de dedicação, a instrutora lamenta que o marido nunca tenha praticado como ela. No entanto, a filha Susan seguiu os passos da mãe e abriu uma escola de ioga há quase uma década.
"Eu continuo a dar aulas lá, ao menos 11 vezes por semana", disse ela, que se orgulha do netinho de três anos também ter começado a prática.
"Cada vez que faço ioga é como se eu estivesse num conto de fadas. Esse é um exercício devagar, que ajuda fisicamente, emocionalmente, espiritualmente. É bom para ser praticado nos dias de hoje, onde todo mundo está sempre correndo e estressado. Mas não é todo mundo que consegue relaxar", disse ela.
A autora de três livros sobre Ioga, incluindo um chamado Ioga para artrite, impressiona o genro, Richard MacRae: "Quem diria que ela ficaria tão famosa devido a ioga", disse ele.

Fonte: BBC Brasil
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A instrutora de ioga australiana Bette Calman, de 83 anos, diz ser mais flexível hoje do que há 50 anos, graças à técnica.
A octogenária consegue fazer todas as posturas consideradas difíceis, como sustentar o corpo na posição horizontal com as mãos e na vertical com a cabeça.
A instrutora, que foi uma das primeiras a introduzir a antiga prática indiana na Austrália nos anos 50, tem estudado e ensinado ioga há 40 anos no país e disse à BBC Brasil que os movimentos ficam cada vez mais fáceis.
"Nunca se está velho demais para a ioga", disse ela, "o corpo pode se alongar cada vez mais".
Calman, natural de Sydney mas que vive há oito anos em Williamstown, no Estado de Victoria, sul do país, confessou nunca ter precisado de remédio ou antibiótico e atribui o mérito à prática.
Mesmo com todos os anos de dedicação, a instrutora lamenta que o marido nunca tenha praticado como ela. No entanto, a filha Susan seguiu os passos da mãe e abriu uma escola de ioga há quase uma década.
"Eu continuo a dar aulas lá, ao menos 11 vezes por semana", disse ela, que se orgulha do netinho de três anos também ter começado a prática.
"Cada vez que faço ioga é como se eu estivesse num conto de fadas. Esse é um exercício devagar, que ajuda fisicamente, emocionalmente, espiritualmente. É bom para ser praticado nos dias de hoje, onde todo mundo está sempre correndo e estressado. Mas não é todo mundo que consegue relaxar", disse ela.
A autora de três livros sobre Ioga, incluindo um chamado Ioga para artrite, impressiona o genro, Richard MacRae: "Quem diria que ela ficaria tão famosa devido a ioga", disse ele.

Fonte: BBC Brasil
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A instrutora de ioga australiana Bette Calman, de 83 anos, diz ser mais flexível hoje do que há 50 anos, graças à técnica.
A octogenária consegue fazer todas as posturas consideradas difíceis, como sustentar o corpo na posição horizontal com as mãos e na vertical com a cabeça.
A instrutora, que foi uma das primeiras a introduzir a antiga prática indiana na Austrália nos anos 50, tem estudado e ensinado ioga há 40 anos no país e disse à BBC Brasil que os movimentos ficam cada vez mais fáceis.
"Nunca se está velho demais para a ioga", disse ela, "o corpo pode se alongar cada vez mais".
Calman, natural de Sydney mas que vive há oito anos em Williamstown, no Estado de Victoria, sul do país, confessou nunca ter precisado de remédio ou antibiótico e atribui o mérito à prática.
Mesmo com todos os anos de dedicação, a instrutora lamenta que o marido nunca tenha praticado como ela. No entanto, a filha Susan seguiu os passos da mãe e abriu uma escola de ioga há quase uma década.
"Eu continuo a dar aulas lá, ao menos 11 vezes por semana", disse ela, que se orgulha do netinho de três anos também ter começado a prática.
"Cada vez que faço ioga é como se eu estivesse num conto de fadas. Esse é um exercício devagar, que ajuda fisicamente, emocionalmente, espiritualmente. É bom para ser praticado nos dias de hoje, onde todo mundo está sempre correndo e estressado. Mas não é todo mundo que consegue relaxar", disse ela.
A autora de três livros sobre Ioga, incluindo um chamado Ioga para artrite, impressiona o genro, Richard MacRae: "Quem diria que ela ficaria tão famosa devido a ioga", disse ele.

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A instrutora de ioga australiana Bette Calman, de 83 anos, diz ser mais flexível hoje do que há 50 anos, graças à técnica.
A octogenária consegue fazer todas as posturas consideradas difíceis, como sustentar o corpo na posição horizontal com as mãos e na vertical com a cabeça.
A instrutora, que foi uma das primeiras a introduzir a antiga prática indiana na Austrália nos anos 50, tem estudado e ensinado ioga há 40 anos no país e disse à BBC Brasil que os movimentos ficam cada vez mais fáceis.
"Nunca se está velho demais para a ioga", disse ela, "o corpo pode se alongar cada vez mais".
Calman, natural de Sydney mas que vive há oito anos em Williamstown, no Estado de Victoria, sul do país, confessou nunca ter precisado de remédio ou antibiótico e atribui o mérito à prática.
Mesmo com todos os anos de dedicação, a instrutora lamenta que o marido nunca tenha praticado como ela. No entanto, a filha Susan seguiu os passos da mãe e abriu uma escola de ioga há quase uma década.
"Eu continuo a dar aulas lá, ao menos 11 vezes por semana", disse ela, que se orgulha do netinho de três anos também ter começado a prática.
"Cada vez que faço ioga é como se eu estivesse num conto de fadas. Esse é um exercício devagar, que ajuda fisicamente, emocionalmente, espiritualmente. É bom para ser praticado nos dias de hoje, onde todo mundo está sempre correndo e estressado. Mas não é todo mundo que consegue relaxar", disse ela.
A autora de três livros sobre Ioga, incluindo um chamado Ioga para artrite, impressiona o genro, Richard MacRae: "Quem diria que ela ficaria tão famosa devido a ioga", disse ele.

Fonte: BBC Brasil
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A instrutora de ioga australiana Bette Calman, de 83 anos, diz ser mais flexível hoje do que há 50 anos, graças à técnica.
A octogenária consegue fazer todas as posturas consideradas difíceis, como sustentar o corpo na posição horizontal com as mãos e na vertical com a cabeça.
A instrutora, que foi uma das primeiras a introduzir a antiga prática indiana na Austrália nos anos 50, tem estudado e ensinado ioga há 40 anos no país e disse à BBC Brasil que os movimentos ficam cada vez mais fáceis.
"Nunca se está velho demais para a ioga", disse ela, "o corpo pode se alongar cada vez mais".
Calman, natural de Sydney mas que vive há oito anos em Williamstown, no Estado de Victoria, sul do país, confessou nunca ter precisado de remédio ou antibiótico e atribui o mérito à prática.
Mesmo com todos os anos de dedicação, a instrutora lamenta que o marido nunca tenha praticado como ela. No entanto, a filha Susan seguiu os passos da mãe e abriu uma escola de ioga há quase uma década.
"Eu continuo a dar aulas lá, ao menos 11 vezes por semana", disse ela, que se orgulha do netinho de três anos também ter começado a prática.
"Cada vez que faço ioga é como se eu estivesse num conto de fadas. Esse é um exercício devagar, que ajuda fisicamente, emocionalmente, espiritualmente. É bom para ser praticado nos dias de hoje, onde todo mundo está sempre correndo e estressado. Mas não é todo mundo que consegue relaxar", disse ela.
A autora de três livros sobre Ioga, incluindo um chamado Ioga para artrite, impressiona o genro, Richard MacRae: "Quem diria que ela ficaria tão famosa devido a ioga", disse ele.

Fonte: BBC Brasil
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A instrutora de ioga australiana Bette Calman, de 83 anos, diz ser mais flexível hoje do que há 50 anos, graças à técnica.
A octogenária consegue fazer todas as posturas consideradas difíceis, como sustentar o corpo na posição horizontal com as mãos e na vertical com a cabeça.
A instrutora, que foi uma das primeiras a introduzir a antiga prática indiana na Austrália nos anos 50, tem estudado e ensinado ioga há 40 anos no país e disse à BBC Brasil que os movimentos ficam cada vez mais fáceis.
"Nunca se está velho demais para a ioga", disse ela, "o corpo pode se alongar cada vez mais".
Calman, natural de Sydney mas que vive há oito anos em Williamstown, no Estado de Victoria, sul do país, confessou nunca ter precisado de remédio ou antibiótico e atribui o mérito à prática.
Mesmo com todos os anos de dedicação, a instrutora lamenta que o marido nunca tenha praticado como ela. No entanto, a filha Susan seguiu os passos da mãe e abriu uma escola de ioga há quase uma década.
"Eu continuo a dar aulas lá, ao menos 11 vezes por semana", disse ela, que se orgulha do netinho de três anos também ter começado a prática.
"Cada vez que faço ioga é como se eu estivesse num conto de fadas. Esse é um exercício devagar, que ajuda fisicamente, emocionalmente, espiritualmente. É bom para ser praticado nos dias de hoje, onde todo mundo está sempre correndo e estressado. Mas não é todo mundo que consegue relaxar", disse ela.
A autora de três livros sobre Ioga, incluindo um chamado Ioga para artrite, impressiona o genro, Richard MacRae: "Quem diria que ela ficaria tão famosa devido a ioga", disse ele.

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A instrutora de ioga australiana Bette Calman, de 83 anos, diz ser mais flexível hoje do que há 50 anos, graças à técnica.
A octogenária consegue fazer todas as posturas consideradas difíceis, como sustentar o corpo na posição horizontal com as mãos e na vertical com a cabeça.
A instrutora, que foi uma das primeiras a introduzir a antiga prática indiana na Austrália nos anos 50, tem estudado e ensinado ioga há 40 anos no país e disse à BBC Brasil que os movimentos ficam cada vez mais fáceis.
"Nunca se está velho demais para a ioga", disse ela, "o corpo pode se alongar cada vez mais".
Calman, natural de Sydney mas que vive há oito anos em Williamstown, no Estado de Victoria, sul do país, confessou nunca ter precisado de remédio ou antibiótico e atribui o mérito à prática.
Mesmo com todos os anos de dedicação, a instrutora lamenta que o marido nunca tenha praticado como ela. No entanto, a filha Susan seguiu os passos da mãe e abriu uma escola de ioga há quase uma década.
"Eu continuo a dar aulas lá, ao menos 11 vezes por semana", disse ela, que se orgulha do netinho de três anos também ter começado a prática.
"Cada vez que faço ioga é como se eu estivesse num conto de fadas. Esse é um exercício devagar, que ajuda fisicamente, emocionalmente, espiritualmente. É bom para ser praticado nos dias de hoje, onde todo mundo está sempre correndo e estressado. Mas não é todo mundo que consegue relaxar", disse ela.
A autora de três livros sobre Ioga, incluindo um chamado Ioga para artrite, impressiona o genro, Richard MacRae: "Quem diria que ela ficaria tão famosa devido a ioga", disse ele.

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A instrutora de ioga australiana Bette Calman, de 83 anos, diz ser mais flexível hoje do que há 50 anos, graças à técnica.
A octogenária consegue fazer todas as posturas consideradas difíceis, como sustentar o corpo na posição horizontal com as mãos e na vertical com a cabeça.
A instrutora, que foi uma das primeiras a introduzir a antiga prática indiana na Austrália nos anos 50, tem estudado e ensinado ioga há 40 anos no país e disse à BBC Brasil que os movimentos ficam cada vez mais fáceis.
"Nunca se está velho demais para a ioga", disse ela, "o corpo pode se alongar cada vez mais".
Calman, natural de Sydney mas que vive há oito anos em Williamstown, no Estado de Victoria, sul do país, confessou nunca ter precisado de remédio ou antibiótico e atribui o mérito à prática.
Mesmo com todos os anos de dedicação, a instrutora lamenta que o marido nunca tenha praticado como ela. No entanto, a filha Susan seguiu os passos da mãe e abriu uma escola de ioga há quase uma década.
"Eu continuo a dar aulas lá, ao menos 11 vezes por semana", disse ela, que se orgulha do netinho de três anos também ter começado a prática.
"Cada vez que faço ioga é como se eu estivesse num conto de fadas. Esse é um exercício devagar, que ajuda fisicamente, emocionalmente, espiritualmente. É bom para ser praticado nos dias de hoje, onde todo mundo está sempre correndo e estressado. Mas não é todo mundo que consegue relaxar", disse ela.
A autora de três livros sobre Ioga, incluindo um chamado Ioga para artrite, impressiona o genro, Richard MacRae: "Quem diria que ela ficaria tão famosa devido a ioga", disse ele.

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A octogenária consegue fazer todas as posturas consideradas difíceis, como sustentar o corpo na posição horizontal com as mãos e na vertical com a cabeça.
A instrutora, que foi uma das primeiras a introduzir a antiga prática indiana na Austrália nos anos 50, tem estudado e ensinado ioga há 40 anos no país e disse à BBC Brasil que os movimentos ficam cada vez mais fáceis.
"Nunca se está velho demais para a ioga", disse ela, "o corpo pode se alongar cada vez mais".
Calman, natural de Sydney mas que vive há oito anos em Williamstown, no Estado de Victoria, sul do país, confessou nunca ter precisado de remédio ou antibiótico e atribui o mérito à prática.
Mesmo com todos os anos de dedicação, a instrutora lamenta que o marido nunca tenha praticado como ela. No entanto, a filha Susan seguiu os passos da mãe e abriu uma escola de ioga há quase uma década.
"Eu continuo a dar aulas lá, ao menos 11 vezes por semana", disse ela, que se orgulha do netinho de três anos também ter começado a prática.
"Cada vez que faço ioga é como se eu estivesse num conto de fadas. Esse é um exercício devagar, que ajuda fisicamente, emocionalmente, espiritualmente. É bom para ser praticado nos dias de hoje, onde todo mundo está sempre correndo e estressado. Mas não é todo mundo que consegue relaxar", disse ela.
A autora de três livros sobre Ioga, incluindo um chamado Ioga para artrite, impressiona o genro, Richard MacRae: "Quem diria que ela ficaria tão famosa devido a ioga", disse ele.

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A instrutora de ioga australiana Bette Calman, de 83 anos, diz ser mais flexível hoje do que há 50 anos, graças à técnica.
A octogenária consegue fazer todas as posturas consideradas difíceis, como sustentar o corpo na posição horizontal com as mãos e na vertical com a cabeça.
A instrutora, que foi uma das primeiras a introduzir a antiga prática indiana na Austrália nos anos 50, tem estudado e ensinado ioga há 40 anos no país e disse à BBC Brasil que os movimentos ficam cada vez mais fáceis.
"Nunca se está velho demais para a ioga", disse ela, "o corpo pode se alongar cada vez mais".
Calman, natural de Sydney mas que vive há oito anos em Williamstown, no Estado de Victoria, sul do país, confessou nunca ter precisado de remédio ou antibiótico e atribui o mérito à prática.
Mesmo com todos os anos de dedicação, a instrutora lamenta que o marido nunca tenha praticado como ela. No entanto, a filha Susan seguiu os passos da mãe e abriu uma escola de ioga há quase uma década.
"Eu continuo a dar aulas lá, ao menos 11 vezes por semana", disse ela, que se orgulha do netinho de três anos também ter começado a prática.
"Cada vez que faço ioga é como se eu estivesse num conto de fadas. Esse é um exercício devagar, que ajuda fisicamente, emocionalmente, espiritualmente. É bom para ser praticado nos dias de hoje, onde todo mundo está sempre correndo e estressado. Mas não é todo mundo que consegue relaxar", disse ela.
A autora de três livros sobre Ioga, incluindo um chamado Ioga para artrite, impressiona o genro, Richard MacRae: "Quem diria que ela ficaria tão famosa devido a ioga", disse ele.

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Após denunciar oficial de justiça, MPF-SP acusa dois outros acusados de pedofilia online dentro das operações Carrossel I e II

O Ministério Público Federal de São Paulo (MPF-SP) anunciou nesta segunda-feira (27/04) novas denúncias contra o técnico em informática H.P.A.B e o engenheiro naval R.B.S., acusados da prática de pedofilia pela internet.
Ambos os acusados usaram softwares de compartilhamento de arquivos para oferecer vídeos e imagens pornográficas envolvendo crianças e adolescentes entre os anos de 2006 e 2008.
Foi encontrado também no disco rígido de H.P.A.B milhares de documentos em que crianças e adolescentes participavam de atividades com cunho sexual.
Já a investigação sobre R.B.S. apurou mensagens em inglês com conteúdo pornográfico em anexo, o que caracteriza compra de material criminoso de fontes externas.
Segundo comunicado do MPF-SP, as denúncias, acrescidas de agravantes, podem resultar em condenações de até 10 anos de reclusão.
As novas denúncias fazem parte das operações Carrossel I e II, que já haviam levado a acusações contra dois outros criminosos. Um dos acusados, T.A.S., de 54 anos, é oficial de justiça estadual e foi denunciado no começo de março.
Segundo o MPF-SP, desde que o Grupo de Combate a Crimes Cibernéticos do Ministério Público Federal em São Paulo foi criado, em 2003, já são 19 processo criminais correndo na Justiça paulista por pedofilia.
Destes, cinco acusados já foram condenados em primeira instância e outros 11 seguem tramitando na Justiça Federal de São Paulo. A Justiça Federal do estado tem, atualmente, 108 inquéritos policiais correndo para apurar pornografia infantil.

Por Redação do IDG Now!
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Após denunciar oficial de justiça, MPF-SP acusa dois outros acusados de pedofilia online dentro das operações Carrossel I e II

O Ministério Público Federal de São Paulo (MPF-SP) anunciou nesta segunda-feira (27/04) novas denúncias contra o técnico em informática H.P.A.B e o engenheiro naval R.B.S., acusados da prática de pedofilia pela internet.
Ambos os acusados usaram softwares de compartilhamento de arquivos para oferecer vídeos e imagens pornográficas envolvendo crianças e adolescentes entre os anos de 2006 e 2008.
Foi encontrado também no disco rígido de H.P.A.B milhares de documentos em que crianças e adolescentes participavam de atividades com cunho sexual.
Já a investigação sobre R.B.S. apurou mensagens em inglês com conteúdo pornográfico em anexo, o que caracteriza compra de material criminoso de fontes externas.
Segundo comunicado do MPF-SP, as denúncias, acrescidas de agravantes, podem resultar em condenações de até 10 anos de reclusão.
As novas denúncias fazem parte das operações Carrossel I e II, que já haviam levado a acusações contra dois outros criminosos. Um dos acusados, T.A.S., de 54 anos, é oficial de justiça estadual e foi denunciado no começo de março.
Segundo o MPF-SP, desde que o Grupo de Combate a Crimes Cibernéticos do Ministério Público Federal em São Paulo foi criado, em 2003, já são 19 processo criminais correndo na Justiça paulista por pedofilia.
Destes, cinco acusados já foram condenados em primeira instância e outros 11 seguem tramitando na Justiça Federal de São Paulo. A Justiça Federal do estado tem, atualmente, 108 inquéritos policiais correndo para apurar pornografia infantil.

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Após denunciar oficial de justiça, MPF-SP acusa dois outros acusados de pedofilia online dentro das operações Carrossel I e II

O Ministério Público Federal de São Paulo (MPF-SP) anunciou nesta segunda-feira (27/04) novas denúncias contra o técnico em informática H.P.A.B e o engenheiro naval R.B.S., acusados da prática de pedofilia pela internet.
Ambos os acusados usaram softwares de compartilhamento de arquivos para oferecer vídeos e imagens pornográficas envolvendo crianças e adolescentes entre os anos de 2006 e 2008.
Foi encontrado também no disco rígido de H.P.A.B milhares de documentos em que crianças e adolescentes participavam de atividades com cunho sexual.
Já a investigação sobre R.B.S. apurou mensagens em inglês com conteúdo pornográfico em anexo, o que caracteriza compra de material criminoso de fontes externas.
Segundo comunicado do MPF-SP, as denúncias, acrescidas de agravantes, podem resultar em condenações de até 10 anos de reclusão.
As novas denúncias fazem parte das operações Carrossel I e II, que já haviam levado a acusações contra dois outros criminosos. Um dos acusados, T.A.S., de 54 anos, é oficial de justiça estadual e foi denunciado no começo de março.
Segundo o MPF-SP, desde que o Grupo de Combate a Crimes Cibernéticos do Ministério Público Federal em São Paulo foi criado, em 2003, já são 19 processo criminais correndo na Justiça paulista por pedofilia.
Destes, cinco acusados já foram condenados em primeira instância e outros 11 seguem tramitando na Justiça Federal de São Paulo. A Justiça Federal do estado tem, atualmente, 108 inquéritos policiais correndo para apurar pornografia infantil.

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O Ministério Público Federal de São Paulo (MPF-SP) anunciou nesta segunda-feira (27/04) novas denúncias contra o técnico em informática H.P.A.B e o engenheiro naval R.B.S., acusados da prática de pedofilia pela internet.
Ambos os acusados usaram softwares de compartilhamento de arquivos para oferecer vídeos e imagens pornográficas envolvendo crianças e adolescentes entre os anos de 2006 e 2008.
Foi encontrado também no disco rígido de H.P.A.B milhares de documentos em que crianças e adolescentes participavam de atividades com cunho sexual.
Já a investigação sobre R.B.S. apurou mensagens em inglês com conteúdo pornográfico em anexo, o que caracteriza compra de material criminoso de fontes externas.
Segundo comunicado do MPF-SP, as denúncias, acrescidas de agravantes, podem resultar em condenações de até 10 anos de reclusão.
As novas denúncias fazem parte das operações Carrossel I e II, que já haviam levado a acusações contra dois outros criminosos. Um dos acusados, T.A.S., de 54 anos, é oficial de justiça estadual e foi denunciado no começo de março.
Segundo o MPF-SP, desde que o Grupo de Combate a Crimes Cibernéticos do Ministério Público Federal em São Paulo foi criado, em 2003, já são 19 processo criminais correndo na Justiça paulista por pedofilia.
Destes, cinco acusados já foram condenados em primeira instância e outros 11 seguem tramitando na Justiça Federal de São Paulo. A Justiça Federal do estado tem, atualmente, 108 inquéritos policiais correndo para apurar pornografia infantil.

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O Ministério Público Federal de São Paulo (MPF-SP) anunciou nesta segunda-feira (27/04) novas denúncias contra o técnico em informática H.P.A.B e o engenheiro naval R.B.S., acusados da prática de pedofilia pela internet.
Ambos os acusados usaram softwares de compartilhamento de arquivos para oferecer vídeos e imagens pornográficas envolvendo crianças e adolescentes entre os anos de 2006 e 2008.
Foi encontrado também no disco rígido de H.P.A.B milhares de documentos em que crianças e adolescentes participavam de atividades com cunho sexual.
Já a investigação sobre R.B.S. apurou mensagens em inglês com conteúdo pornográfico em anexo, o que caracteriza compra de material criminoso de fontes externas.
Segundo comunicado do MPF-SP, as denúncias, acrescidas de agravantes, podem resultar em condenações de até 10 anos de reclusão.
As novas denúncias fazem parte das operações Carrossel I e II, que já haviam levado a acusações contra dois outros criminosos. Um dos acusados, T.A.S., de 54 anos, é oficial de justiça estadual e foi denunciado no começo de março.
Segundo o MPF-SP, desde que o Grupo de Combate a Crimes Cibernéticos do Ministério Público Federal em São Paulo foi criado, em 2003, já são 19 processo criminais correndo na Justiça paulista por pedofilia.
Destes, cinco acusados já foram condenados em primeira instância e outros 11 seguem tramitando na Justiça Federal de São Paulo. A Justiça Federal do estado tem, atualmente, 108 inquéritos policiais correndo para apurar pornografia infantil.

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Ambos os acusados usaram softwares de compartilhamento de arquivos para oferecer vídeos e imagens pornográficas envolvendo crianças e adolescentes entre os anos de 2006 e 2008.
Foi encontrado também no disco rígido de H.P.A.B milhares de documentos em que crianças e adolescentes participavam de atividades com cunho sexual.
Já a investigação sobre R.B.S. apurou mensagens em inglês com conteúdo pornográfico em anexo, o que caracteriza compra de material criminoso de fontes externas.
Segundo comunicado do MPF-SP, as denúncias, acrescidas de agravantes, podem resultar em condenações de até 10 anos de reclusão.
As novas denúncias fazem parte das operações Carrossel I e II, que já haviam levado a acusações contra dois outros criminosos. Um dos acusados, T.A.S., de 54 anos, é oficial de justiça estadual e foi denunciado no começo de março.
Segundo o MPF-SP, desde que o Grupo de Combate a Crimes Cibernéticos do Ministério Público Federal em São Paulo foi criado, em 2003, já são 19 processo criminais correndo na Justiça paulista por pedofilia.
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Segundo comunicado do MPF-SP, as denúncias, acrescidas de agravantes, podem resultar em condenações de até 10 anos de reclusão.
As novas denúncias fazem parte das operações Carrossel I e II, que já haviam levado a acusações contra dois outros criminosos. Um dos acusados, T.A.S., de 54 anos, é oficial de justiça estadual e foi denunciado no começo de março.
Segundo o MPF-SP, desde que o Grupo de Combate a Crimes Cibernéticos do Ministério Público Federal em São Paulo foi criado, em 2003, já são 19 processo criminais correndo na Justiça paulista por pedofilia.
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Ambos os acusados usaram softwares de compartilhamento de arquivos para oferecer vídeos e imagens pornográficas envolvendo crianças e adolescentes entre os anos de 2006 e 2008.
Foi encontrado também no disco rígido de H.P.A.B milhares de documentos em que crianças e adolescentes participavam de atividades com cunho sexual.
Já a investigação sobre R.B.S. apurou mensagens em inglês com conteúdo pornográfico em anexo, o que caracteriza compra de material criminoso de fontes externas.
Segundo comunicado do MPF-SP, as denúncias, acrescidas de agravantes, podem resultar em condenações de até 10 anos de reclusão.
As novas denúncias fazem parte das operações Carrossel I e II, que já haviam levado a acusações contra dois outros criminosos. Um dos acusados, T.A.S., de 54 anos, é oficial de justiça estadual e foi denunciado no começo de março.
Segundo o MPF-SP, desde que o Grupo de Combate a Crimes Cibernéticos do Ministério Público Federal em São Paulo foi criado, em 2003, já são 19 processo criminais correndo na Justiça paulista por pedofilia.
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Ambos os acusados usaram softwares de compartilhamento de arquivos para oferecer vídeos e imagens pornográficas envolvendo crianças e adolescentes entre os anos de 2006 e 2008.
Foi encontrado também no disco rígido de H.P.A.B milhares de documentos em que crianças e adolescentes participavam de atividades com cunho sexual.
Já a investigação sobre R.B.S. apurou mensagens em inglês com conteúdo pornográfico em anexo, o que caracteriza compra de material criminoso de fontes externas.
Segundo comunicado do MPF-SP, as denúncias, acrescidas de agravantes, podem resultar em condenações de até 10 anos de reclusão.
As novas denúncias fazem parte das operações Carrossel I e II, que já haviam levado a acusações contra dois outros criminosos. Um dos acusados, T.A.S., de 54 anos, é oficial de justiça estadual e foi denunciado no começo de março.
Segundo o MPF-SP, desde que o Grupo de Combate a Crimes Cibernéticos do Ministério Público Federal em São Paulo foi criado, em 2003, já são 19 processo criminais correndo na Justiça paulista por pedofilia.
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Ambos os acusados usaram softwares de compartilhamento de arquivos para oferecer vídeos e imagens pornográficas envolvendo crianças e adolescentes entre os anos de 2006 e 2008.
Foi encontrado também no disco rígido de H.P.A.B milhares de documentos em que crianças e adolescentes participavam de atividades com cunho sexual.
Já a investigação sobre R.B.S. apurou mensagens em inglês com conteúdo pornográfico em anexo, o que caracteriza compra de material criminoso de fontes externas.
Segundo comunicado do MPF-SP, as denúncias, acrescidas de agravantes, podem resultar em condenações de até 10 anos de reclusão.
As novas denúncias fazem parte das operações Carrossel I e II, que já haviam levado a acusações contra dois outros criminosos. Um dos acusados, T.A.S., de 54 anos, é oficial de justiça estadual e foi denunciado no começo de março.
Segundo o MPF-SP, desde que o Grupo de Combate a Crimes Cibernéticos do Ministério Público Federal em São Paulo foi criado, em 2003, já são 19 processo criminais correndo na Justiça paulista por pedofilia.
Destes, cinco acusados já foram condenados em primeira instância e outros 11 seguem tramitando na Justiça Federal de São Paulo. A Justiça Federal do estado tem, atualmente, 108 inquéritos policiais correndo para apurar pornografia infantil.

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O Ministério Público Federal de São Paulo (MPF-SP) anunciou nesta segunda-feira (27/04) novas denúncias contra o técnico em informática H.P.A.B e o engenheiro naval R.B.S., acusados da prática de pedofilia pela internet.
Ambos os acusados usaram softwares de compartilhamento de arquivos para oferecer vídeos e imagens pornográficas envolvendo crianças e adolescentes entre os anos de 2006 e 2008.
Foi encontrado também no disco rígido de H.P.A.B milhares de documentos em que crianças e adolescentes participavam de atividades com cunho sexual.
Já a investigação sobre R.B.S. apurou mensagens em inglês com conteúdo pornográfico em anexo, o que caracteriza compra de material criminoso de fontes externas.
Segundo comunicado do MPF-SP, as denúncias, acrescidas de agravantes, podem resultar em condenações de até 10 anos de reclusão.
As novas denúncias fazem parte das operações Carrossel I e II, que já haviam levado a acusações contra dois outros criminosos. Um dos acusados, T.A.S., de 54 anos, é oficial de justiça estadual e foi denunciado no começo de março.
Segundo o MPF-SP, desde que o Grupo de Combate a Crimes Cibernéticos do Ministério Público Federal em São Paulo foi criado, em 2003, já são 19 processo criminais correndo na Justiça paulista por pedofilia.
Destes, cinco acusados já foram condenados em primeira instância e outros 11 seguem tramitando na Justiça Federal de São Paulo. A Justiça Federal do estado tem, atualmente, 108 inquéritos policiais correndo para apurar pornografia infantil.

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São Paulo - Os passageiros que chegam do México e desembarcam no Aeroporto de Cumbica estão sendo orientados por funcionários da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), com uso de folhetos, a procurarem o posto da agência no aeroporto caso sintam os sintomas da gripe suína - que já causou 22 mortes confirmadas no México e 110 mortes pela suspeita da doença. Até às 11h20, dois aviões haviam chegado daquele país: um às 11h05, da Aeromexico Linhas Aéreas, e um às 11h20, da Companhia Aérea Mexicana.
Alguns passageiros ainda portam as máscaras recebidas no México, onde afirmam ter recebido orientação mais rigorosa sobre a doença. Mesmo assim, em São Paulo, além dos folhetos, a Anvisa divulga no sistema de som do aeroporto de Cumbica, a cada hora, quais são os sintomas da gripe suína e como proceder quando senti-los.
Hoje, a Espanha confirmou o primeiro caso de gripe suína na Europa. Vinte casos já foram confirmados nos Estados Unidos. A Organização Mundial de Saúde (OMS) antecipou para hoje uma reunião para discutir mudança no nível de alerta de risco de deflagração da gripe suína. O comitê deverá examinar se a OMS deverá elevar o grau de risco do potencial de a gripe se transformar em uma pandemia - epidemia generalizada - do atual nível três para o nível quatro, que indicaria um "aumento significativo no risco de uma pandemia".


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São Paulo - Os passageiros que chegam do México e desembarcam no Aeroporto de Cumbica estão sendo orientados por funcionários da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), com uso de folhetos, a procurarem o posto da agência no aeroporto caso sintam os sintomas da gripe suína - que já causou 22 mortes confirmadas no México e 110 mortes pela suspeita da doença. Até às 11h20, dois aviões haviam chegado daquele país: um às 11h05, da Aeromexico Linhas Aéreas, e um às 11h20, da Companhia Aérea Mexicana.
Alguns passageiros ainda portam as máscaras recebidas no México, onde afirmam ter recebido orientação mais rigorosa sobre a doença. Mesmo assim, em São Paulo, além dos folhetos, a Anvisa divulga no sistema de som do aeroporto de Cumbica, a cada hora, quais são os sintomas da gripe suína e como proceder quando senti-los.
Hoje, a Espanha confirmou o primeiro caso de gripe suína na Europa. Vinte casos já foram confirmados nos Estados Unidos. A Organização Mundial de Saúde (OMS) antecipou para hoje uma reunião para discutir mudança no nível de alerta de risco de deflagração da gripe suína. O comitê deverá examinar se a OMS deverá elevar o grau de risco do potencial de a gripe se transformar em uma pandemia - epidemia generalizada - do atual nível três para o nível quatro, que indicaria um "aumento significativo no risco de uma pandemia".


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Alguns passageiros ainda portam as máscaras recebidas no México, onde afirmam ter recebido orientação mais rigorosa sobre a doença. Mesmo assim, em São Paulo, além dos folhetos, a Anvisa divulga no sistema de som do aeroporto de Cumbica, a cada hora, quais são os sintomas da gripe suína e como proceder quando senti-los.
Hoje, a Espanha confirmou o primeiro caso de gripe suína na Europa. Vinte casos já foram confirmados nos Estados Unidos. A Organização Mundial de Saúde (OMS) antecipou para hoje uma reunião para discutir mudança no nível de alerta de risco de deflagração da gripe suína. O comitê deverá examinar se a OMS deverá elevar o grau de risco do potencial de a gripe se transformar em uma pandemia - epidemia generalizada - do atual nível três para o nível quatro, que indicaria um "aumento significativo no risco de uma pandemia".


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Alguns passageiros ainda portam as máscaras recebidas no México, onde afirmam ter recebido orientação mais rigorosa sobre a doença. Mesmo assim, em São Paulo, além dos folhetos, a Anvisa divulga no sistema de som do aeroporto de Cumbica, a cada hora, quais são os sintomas da gripe suína e como proceder quando senti-los.
Hoje, a Espanha confirmou o primeiro caso de gripe suína na Europa. Vinte casos já foram confirmados nos Estados Unidos. A Organização Mundial de Saúde (OMS) antecipou para hoje uma reunião para discutir mudança no nível de alerta de risco de deflagração da gripe suína. O comitê deverá examinar se a OMS deverá elevar o grau de risco do potencial de a gripe se transformar em uma pandemia - epidemia generalizada - do atual nível três para o nível quatro, que indicaria um "aumento significativo no risco de uma pandemia".


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Alguns passageiros ainda portam as máscaras recebidas no México, onde afirmam ter recebido orientação mais rigorosa sobre a doença. Mesmo assim, em São Paulo, além dos folhetos, a Anvisa divulga no sistema de som do aeroporto de Cumbica, a cada hora, quais são os sintomas da gripe suína e como proceder quando senti-los.
Hoje, a Espanha confirmou o primeiro caso de gripe suína na Europa. Vinte casos já foram confirmados nos Estados Unidos. A Organização Mundial de Saúde (OMS) antecipou para hoje uma reunião para discutir mudança no nível de alerta de risco de deflagração da gripe suína. O comitê deverá examinar se a OMS deverá elevar o grau de risco do potencial de a gripe se transformar em uma pandemia - epidemia generalizada - do atual nível três para o nível quatro, que indicaria um "aumento significativo no risco de uma pandemia".


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Alguns passageiros ainda portam as máscaras recebidas no México, onde afirmam ter recebido orientação mais rigorosa sobre a doença. Mesmo assim, em São Paulo, além dos folhetos, a Anvisa divulga no sistema de som do aeroporto de Cumbica, a cada hora, quais são os sintomas da gripe suína e como proceder quando senti-los.
Hoje, a Espanha confirmou o primeiro caso de gripe suína na Europa. Vinte casos já foram confirmados nos Estados Unidos. A Organização Mundial de Saúde (OMS) antecipou para hoje uma reunião para discutir mudança no nível de alerta de risco de deflagração da gripe suína. O comitê deverá examinar se a OMS deverá elevar o grau de risco do potencial de a gripe se transformar em uma pandemia - epidemia generalizada - do atual nível três para o nível quatro, que indicaria um "aumento significativo no risco de uma pandemia".


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Alguns passageiros ainda portam as máscaras recebidas no México, onde afirmam ter recebido orientação mais rigorosa sobre a doença. Mesmo assim, em São Paulo, além dos folhetos, a Anvisa divulga no sistema de som do aeroporto de Cumbica, a cada hora, quais são os sintomas da gripe suína e como proceder quando senti-los.
Hoje, a Espanha confirmou o primeiro caso de gripe suína na Europa. Vinte casos já foram confirmados nos Estados Unidos. A Organização Mundial de Saúde (OMS) antecipou para hoje uma reunião para discutir mudança no nível de alerta de risco de deflagração da gripe suína. O comitê deverá examinar se a OMS deverá elevar o grau de risco do potencial de a gripe se transformar em uma pandemia - epidemia generalizada - do atual nível três para o nível quatro, que indicaria um "aumento significativo no risco de uma pandemia".


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Alguns passageiros ainda portam as máscaras recebidas no México, onde afirmam ter recebido orientação mais rigorosa sobre a doença. Mesmo assim, em São Paulo, além dos folhetos, a Anvisa divulga no sistema de som do aeroporto de Cumbica, a cada hora, quais são os sintomas da gripe suína e como proceder quando senti-los.
Hoje, a Espanha confirmou o primeiro caso de gripe suína na Europa. Vinte casos já foram confirmados nos Estados Unidos. A Organização Mundial de Saúde (OMS) antecipou para hoje uma reunião para discutir mudança no nível de alerta de risco de deflagração da gripe suína. O comitê deverá examinar se a OMS deverá elevar o grau de risco do potencial de a gripe se transformar em uma pandemia - epidemia generalizada - do atual nível três para o nível quatro, que indicaria um "aumento significativo no risco de uma pandemia".


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Alguns passageiros ainda portam as máscaras recebidas no México, onde afirmam ter recebido orientação mais rigorosa sobre a doença. Mesmo assim, em São Paulo, além dos folhetos, a Anvisa divulga no sistema de som do aeroporto de Cumbica, a cada hora, quais são os sintomas da gripe suína e como proceder quando senti-los.
Hoje, a Espanha confirmou o primeiro caso de gripe suína na Europa. Vinte casos já foram confirmados nos Estados Unidos. A Organização Mundial de Saúde (OMS) antecipou para hoje uma reunião para discutir mudança no nível de alerta de risco de deflagração da gripe suína. O comitê deverá examinar se a OMS deverá elevar o grau de risco do potencial de a gripe se transformar em uma pandemia - epidemia generalizada - do atual nível três para o nível quatro, que indicaria um "aumento significativo no risco de uma pandemia".


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São Paulo - Os passageiros que chegam do México e desembarcam no Aeroporto de Cumbica estão sendo orientados por funcionários da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), com uso de folhetos, a procurarem o posto da agência no aeroporto caso sintam os sintomas da gripe suína - que já causou 22 mortes confirmadas no México e 110 mortes pela suspeita da doença. Até às 11h20, dois aviões haviam chegado daquele país: um às 11h05, da Aeromexico Linhas Aéreas, e um às 11h20, da Companhia Aérea Mexicana.
Alguns passageiros ainda portam as máscaras recebidas no México, onde afirmam ter recebido orientação mais rigorosa sobre a doença. Mesmo assim, em São Paulo, além dos folhetos, a Anvisa divulga no sistema de som do aeroporto de Cumbica, a cada hora, quais são os sintomas da gripe suína e como proceder quando senti-los.
Hoje, a Espanha confirmou o primeiro caso de gripe suína na Europa. Vinte casos já foram confirmados nos Estados Unidos. A Organização Mundial de Saúde (OMS) antecipou para hoje uma reunião para discutir mudança no nível de alerta de risco de deflagração da gripe suína. O comitê deverá examinar se a OMS deverá elevar o grau de risco do potencial de a gripe se transformar em uma pandemia - epidemia generalizada - do atual nível três para o nível quatro, que indicaria um "aumento significativo no risco de uma pandemia".


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São Paulo - Os passageiros que chegam do México e desembarcam no Aeroporto de Cumbica estão sendo orientados por funcionários da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), com uso de folhetos, a procurarem o posto da agência no aeroporto caso sintam os sintomas da gripe suína - que já causou 22 mortes confirmadas no México e 110 mortes pela suspeita da doença. Até às 11h20, dois aviões haviam chegado daquele país: um às 11h05, da Aeromexico Linhas Aéreas, e um às 11h20, da Companhia Aérea Mexicana.
Alguns passageiros ainda portam as máscaras recebidas no México, onde afirmam ter recebido orientação mais rigorosa sobre a doença. Mesmo assim, em São Paulo, além dos folhetos, a Anvisa divulga no sistema de som do aeroporto de Cumbica, a cada hora, quais são os sintomas da gripe suína e como proceder quando senti-los.
Hoje, a Espanha confirmou o primeiro caso de gripe suína na Europa. Vinte casos já foram confirmados nos Estados Unidos. A Organização Mundial de Saúde (OMS) antecipou para hoje uma reunião para discutir mudança no nível de alerta de risco de deflagração da gripe suína. O comitê deverá examinar se a OMS deverá elevar o grau de risco do potencial de a gripe se transformar em uma pandemia - epidemia generalizada - do atual nível três para o nível quatro, que indicaria um "aumento significativo no risco de uma pandemia".


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Com ilustrações grandes, espaço para colorir, acompanhado de CD de música ou com páginas que servem como quebra-cabeças, o livro se tornou objeto de desejo das crianças
Neste mês em que são comemorados o Dia Nacional do Livro Infantil (18) e o Dia da Educação (próxima terça, dia 28), um passeio pelas livrarias da cidade mostra que o antigo reduto de gente grande é também o cantinho preferido de muitos pequenos.
A paixão começa nas leituras ao pé do berço, segue pelas experimentações em obras interativas e cria pequenos aficionados pelo mundo das letras.
"Ler está na rotina do momento de ir dormir, assim como tomar leite e escovar os dentes", diz Renata Cremaschi, mãe de Flávio, 3, e Tiago, 6 meses. A família bateu ponto na Livraria da Vila, na Vila Madalena, na tarde da última terça-feira.
No feriado chuvoso de Tiradentes, a Revista visitou algumas livrarias da cidade e encontrou a criançada circulando desenvolta por entre as prateleiras. De contos de fada a histórias de terror, eles costumam sair dali com pelo menos uma obra nas mãos e a listinha das que ficarão para a próxima visita.

Sob medida

Que tipo de livro é adequado a cada faixa etária

1 a 2 anos - Texto: a criança se prende ao movimento e ao tom de voz, não ao conteúdo. As histórias devem ser rápidas e curtas.Ilustração: deve ter somente uma gravura em cada página.Materiais: livros de pano, madeira e plástico. É recomendado o uso de fantoches.

2 a 3 anos - Texto: histórias com enredo simples, contadas com muito ritmo e entonação.Ilustração: gravuras grandes e com poucos detalhes.Materiais: fantoches e música exercem fascínio.

3 a 6 anos - Texto: humor e mistério atraem o pré-leitor. O texto, curto, deve ser lido ou dramatizado.Ilustração: predomínio da imagem com gravuras que tenham significado para a criança.Materiais: dobraduras, massa de modelar e argila atraem para novas experimentações.

6 a 7 anos (fase de alfabetização) - Texto: temas com personagens inseridas na coletividade favorecem a socialização.Ilustração: integrada ao texto para instigar o interesse.Materiais: apoio de instrumentos musicais ou de outros objetos que produzam sons.

Cristiane Madanêlo de Oliveira (mestra em literatura brasileira e especialista em literatura infantil e juvenil). www.graudez.com.br/litinf


fonte: Notícias BOL
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Com ilustrações grandes, espaço para colorir, acompanhado de CD de música ou com páginas que servem como quebra-cabeças, o livro se tornou objeto de desejo das crianças
Neste mês em que são comemorados o Dia Nacional do Livro Infantil (18) e o Dia da Educação (próxima terça, dia 28), um passeio pelas livrarias da cidade mostra que o antigo reduto de gente grande é também o cantinho preferido de muitos pequenos.
A paixão começa nas leituras ao pé do berço, segue pelas experimentações em obras interativas e cria pequenos aficionados pelo mundo das letras.
"Ler está na rotina do momento de ir dormir, assim como tomar leite e escovar os dentes", diz Renata Cremaschi, mãe de Flávio, 3, e Tiago, 6 meses. A família bateu ponto na Livraria da Vila, na Vila Madalena, na tarde da última terça-feira.
No feriado chuvoso de Tiradentes, a Revista visitou algumas livrarias da cidade e encontrou a criançada circulando desenvolta por entre as prateleiras. De contos de fada a histórias de terror, eles costumam sair dali com pelo menos uma obra nas mãos e a listinha das que ficarão para a próxima visita.

Sob medida

Que tipo de livro é adequado a cada faixa etária

1 a 2 anos - Texto: a criança se prende ao movimento e ao tom de voz, não ao conteúdo. As histórias devem ser rápidas e curtas.Ilustração: deve ter somente uma gravura em cada página.Materiais: livros de pano, madeira e plástico. É recomendado o uso de fantoches.

2 a 3 anos - Texto: histórias com enredo simples, contadas com muito ritmo e entonação.Ilustração: gravuras grandes e com poucos detalhes.Materiais: fantoches e música exercem fascínio.

3 a 6 anos - Texto: humor e mistério atraem o pré-leitor. O texto, curto, deve ser lido ou dramatizado.Ilustração: predomínio da imagem com gravuras que tenham significado para a criança.Materiais: dobraduras, massa de modelar e argila atraem para novas experimentações.

6 a 7 anos (fase de alfabetização) - Texto: temas com personagens inseridas na coletividade favorecem a socialização.Ilustração: integrada ao texto para instigar o interesse.Materiais: apoio de instrumentos musicais ou de outros objetos que produzam sons.

Cristiane Madanêlo de Oliveira (mestra em literatura brasileira e especialista em literatura infantil e juvenil). www.graudez.com.br/litinf


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Com ilustrações grandes, espaço para colorir, acompanhado de CD de música ou com páginas que servem como quebra-cabeças, o livro se tornou objeto de desejo das crianças
Neste mês em que são comemorados o Dia Nacional do Livro Infantil (18) e o Dia da Educação (próxima terça, dia 28), um passeio pelas livrarias da cidade mostra que o antigo reduto de gente grande é também o cantinho preferido de muitos pequenos.
A paixão começa nas leituras ao pé do berço, segue pelas experimentações em obras interativas e cria pequenos aficionados pelo mundo das letras.
"Ler está na rotina do momento de ir dormir, assim como tomar leite e escovar os dentes", diz Renata Cremaschi, mãe de Flávio, 3, e Tiago, 6 meses. A família bateu ponto na Livraria da Vila, na Vila Madalena, na tarde da última terça-feira.
No feriado chuvoso de Tiradentes, a Revista visitou algumas livrarias da cidade e encontrou a criançada circulando desenvolta por entre as prateleiras. De contos de fada a histórias de terror, eles costumam sair dali com pelo menos uma obra nas mãos e a listinha das que ficarão para a próxima visita.

Sob medida

Que tipo de livro é adequado a cada faixa etária

1 a 2 anos - Texto: a criança se prende ao movimento e ao tom de voz, não ao conteúdo. As histórias devem ser rápidas e curtas.Ilustração: deve ter somente uma gravura em cada página.Materiais: livros de pano, madeira e plástico. É recomendado o uso de fantoches.

2 a 3 anos - Texto: histórias com enredo simples, contadas com muito ritmo e entonação.Ilustração: gravuras grandes e com poucos detalhes.Materiais: fantoches e música exercem fascínio.

3 a 6 anos - Texto: humor e mistério atraem o pré-leitor. O texto, curto, deve ser lido ou dramatizado.Ilustração: predomínio da imagem com gravuras que tenham significado para a criança.Materiais: dobraduras, massa de modelar e argila atraem para novas experimentações.

6 a 7 anos (fase de alfabetização) - Texto: temas com personagens inseridas na coletividade favorecem a socialização.Ilustração: integrada ao texto para instigar o interesse.Materiais: apoio de instrumentos musicais ou de outros objetos que produzam sons.

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Neste mês em que são comemorados o Dia Nacional do Livro Infantil (18) e o Dia da Educação (próxima terça, dia 28), um passeio pelas livrarias da cidade mostra que o antigo reduto de gente grande é também o cantinho preferido de muitos pequenos.
A paixão começa nas leituras ao pé do berço, segue pelas experimentações em obras interativas e cria pequenos aficionados pelo mundo das letras.
"Ler está na rotina do momento de ir dormir, assim como tomar leite e escovar os dentes", diz Renata Cremaschi, mãe de Flávio, 3, e Tiago, 6 meses. A família bateu ponto na Livraria da Vila, na Vila Madalena, na tarde da última terça-feira.
No feriado chuvoso de Tiradentes, a Revista visitou algumas livrarias da cidade e encontrou a criançada circulando desenvolta por entre as prateleiras. De contos de fada a histórias de terror, eles costumam sair dali com pelo menos uma obra nas mãos e a listinha das que ficarão para a próxima visita.

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1 a 2 anos - Texto: a criança se prende ao movimento e ao tom de voz, não ao conteúdo. As histórias devem ser rápidas e curtas.Ilustração: deve ter somente uma gravura em cada página.Materiais: livros de pano, madeira e plástico. É recomendado o uso de fantoches.

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A paixão começa nas leituras ao pé do berço, segue pelas experimentações em obras interativas e cria pequenos aficionados pelo mundo das letras.
"Ler está na rotina do momento de ir dormir, assim como tomar leite e escovar os dentes", diz Renata Cremaschi, mãe de Flávio, 3, e Tiago, 6 meses. A família bateu ponto na Livraria da Vila, na Vila Madalena, na tarde da última terça-feira.
No feriado chuvoso de Tiradentes, a Revista visitou algumas livrarias da cidade e encontrou a criançada circulando desenvolta por entre as prateleiras. De contos de fada a histórias de terror, eles costumam sair dali com pelo menos uma obra nas mãos e a listinha das que ficarão para a próxima visita.

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Que tipo de livro é adequado a cada faixa etária

1 a 2 anos - Texto: a criança se prende ao movimento e ao tom de voz, não ao conteúdo. As histórias devem ser rápidas e curtas.Ilustração: deve ter somente uma gravura em cada página.Materiais: livros de pano, madeira e plástico. É recomendado o uso de fantoches.

2 a 3 anos - Texto: histórias com enredo simples, contadas com muito ritmo e entonação.Ilustração: gravuras grandes e com poucos detalhes.Materiais: fantoches e música exercem fascínio.

3 a 6 anos - Texto: humor e mistério atraem o pré-leitor. O texto, curto, deve ser lido ou dramatizado.Ilustração: predomínio da imagem com gravuras que tenham significado para a criança.Materiais: dobraduras, massa de modelar e argila atraem para novas experimentações.

6 a 7 anos (fase de alfabetização) - Texto: temas com personagens inseridas na coletividade favorecem a socialização.Ilustração: integrada ao texto para instigar o interesse.Materiais: apoio de instrumentos musicais ou de outros objetos que produzam sons.

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A paixão começa nas leituras ao pé do berço, segue pelas experimentações em obras interativas e cria pequenos aficionados pelo mundo das letras.
"Ler está na rotina do momento de ir dormir, assim como tomar leite e escovar os dentes", diz Renata Cremaschi, mãe de Flávio, 3, e Tiago, 6 meses. A família bateu ponto na Livraria da Vila, na Vila Madalena, na tarde da última terça-feira.
No feriado chuvoso de Tiradentes, a Revista visitou algumas livrarias da cidade e encontrou a criançada circulando desenvolta por entre as prateleiras. De contos de fada a histórias de terror, eles costumam sair dali com pelo menos uma obra nas mãos e a listinha das que ficarão para a próxima visita.

Sob medida

Que tipo de livro é adequado a cada faixa etária

1 a 2 anos - Texto: a criança se prende ao movimento e ao tom de voz, não ao conteúdo. As histórias devem ser rápidas e curtas.Ilustração: deve ter somente uma gravura em cada página.Materiais: livros de pano, madeira e plástico. É recomendado o uso de fantoches.

2 a 3 anos - Texto: histórias com enredo simples, contadas com muito ritmo e entonação.Ilustração: gravuras grandes e com poucos detalhes.Materiais: fantoches e música exercem fascínio.

3 a 6 anos - Texto: humor e mistério atraem o pré-leitor. O texto, curto, deve ser lido ou dramatizado.Ilustração: predomínio da imagem com gravuras que tenham significado para a criança.Materiais: dobraduras, massa de modelar e argila atraem para novas experimentações.

6 a 7 anos (fase de alfabetização) - Texto: temas com personagens inseridas na coletividade favorecem a socialização.Ilustração: integrada ao texto para instigar o interesse.Materiais: apoio de instrumentos musicais ou de outros objetos que produzam sons.

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Neste mês em que são comemorados o Dia Nacional do Livro Infantil (18) e o Dia da Educação (próxima terça, dia 28), um passeio pelas livrarias da cidade mostra que o antigo reduto de gente grande é também o cantinho preferido de muitos pequenos.
A paixão começa nas leituras ao pé do berço, segue pelas experimentações em obras interativas e cria pequenos aficionados pelo mundo das letras.
"Ler está na rotina do momento de ir dormir, assim como tomar leite e escovar os dentes", diz Renata Cremaschi, mãe de Flávio, 3, e Tiago, 6 meses. A família bateu ponto na Livraria da Vila, na Vila Madalena, na tarde da última terça-feira.
No feriado chuvoso de Tiradentes, a Revista visitou algumas livrarias da cidade e encontrou a criançada circulando desenvolta por entre as prateleiras. De contos de fada a histórias de terror, eles costumam sair dali com pelo menos uma obra nas mãos e a listinha das que ficarão para a próxima visita.

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1 a 2 anos - Texto: a criança se prende ao movimento e ao tom de voz, não ao conteúdo. As histórias devem ser rápidas e curtas.Ilustração: deve ter somente uma gravura em cada página.Materiais: livros de pano, madeira e plástico. É recomendado o uso de fantoches.

2 a 3 anos - Texto: histórias com enredo simples, contadas com muito ritmo e entonação.Ilustração: gravuras grandes e com poucos detalhes.Materiais: fantoches e música exercem fascínio.

3 a 6 anos - Texto: humor e mistério atraem o pré-leitor. O texto, curto, deve ser lido ou dramatizado.Ilustração: predomínio da imagem com gravuras que tenham significado para a criança.Materiais: dobraduras, massa de modelar e argila atraem para novas experimentações.

6 a 7 anos (fase de alfabetização) - Texto: temas com personagens inseridas na coletividade favorecem a socialização.Ilustração: integrada ao texto para instigar o interesse.Materiais: apoio de instrumentos musicais ou de outros objetos que produzam sons.

Cristiane Madanêlo de Oliveira (mestra em literatura brasileira e especialista em literatura infantil e juvenil). www.graudez.com.br/litinf


fonte: Notícias BOL
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Com ilustrações grandes, espaço para colorir, acompanhado de CD de música ou com páginas que servem como quebra-cabeças, o livro se tornou objeto de desejo das crianças
Neste mês em que são comemorados o Dia Nacional do Livro Infantil (18) e o Dia da Educação (próxima terça, dia 28), um passeio pelas livrarias da cidade mostra que o antigo reduto de gente grande é também o cantinho preferido de muitos pequenos.
A paixão começa nas leituras ao pé do berço, segue pelas experimentações em obras interativas e cria pequenos aficionados pelo mundo das letras.
"Ler está na rotina do momento de ir dormir, assim como tomar leite e escovar os dentes", diz Renata Cremaschi, mãe de Flávio, 3, e Tiago, 6 meses. A família bateu ponto na Livraria da Vila, na Vila Madalena, na tarde da última terça-feira.
No feriado chuvoso de Tiradentes, a Revista visitou algumas livrarias da cidade e encontrou a criançada circulando desenvolta por entre as prateleiras. De contos de fada a histórias de terror, eles costumam sair dali com pelo menos uma obra nas mãos e a listinha das que ficarão para a próxima visita.

Sob medida

Que tipo de livro é adequado a cada faixa etária

1 a 2 anos - Texto: a criança se prende ao movimento e ao tom de voz, não ao conteúdo. As histórias devem ser rápidas e curtas.Ilustração: deve ter somente uma gravura em cada página.Materiais: livros de pano, madeira e plástico. É recomendado o uso de fantoches.

2 a 3 anos - Texto: histórias com enredo simples, contadas com muito ritmo e entonação.Ilustração: gravuras grandes e com poucos detalhes.Materiais: fantoches e música exercem fascínio.

3 a 6 anos - Texto: humor e mistério atraem o pré-leitor. O texto, curto, deve ser lido ou dramatizado.Ilustração: predomínio da imagem com gravuras que tenham significado para a criança.Materiais: dobraduras, massa de modelar e argila atraem para novas experimentações.

6 a 7 anos (fase de alfabetização) - Texto: temas com personagens inseridas na coletividade favorecem a socialização.Ilustração: integrada ao texto para instigar o interesse.Materiais: apoio de instrumentos musicais ou de outros objetos que produzam sons.

Cristiane Madanêlo de Oliveira (mestra em literatura brasileira e especialista em literatura infantil e juvenil). www.graudez.com.br/litinf


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Com ilustrações grandes, espaço para colorir, acompanhado de CD de música ou com páginas que servem como quebra-cabeças, o livro se tornou objeto de desejo das crianças
Neste mês em que são comemorados o Dia Nacional do Livro Infantil (18) e o Dia da Educação (próxima terça, dia 28), um passeio pelas livrarias da cidade mostra que o antigo reduto de gente grande é também o cantinho preferido de muitos pequenos.
A paixão começa nas leituras ao pé do berço, segue pelas experimentações em obras interativas e cria pequenos aficionados pelo mundo das letras.
"Ler está na rotina do momento de ir dormir, assim como tomar leite e escovar os dentes", diz Renata Cremaschi, mãe de Flávio, 3, e Tiago, 6 meses. A família bateu ponto na Livraria da Vila, na Vila Madalena, na tarde da última terça-feira.
No feriado chuvoso de Tiradentes, a Revista visitou algumas livrarias da cidade e encontrou a criançada circulando desenvolta por entre as prateleiras. De contos de fada a histórias de terror, eles costumam sair dali com pelo menos uma obra nas mãos e a listinha das que ficarão para a próxima visita.

Sob medida

Que tipo de livro é adequado a cada faixa etária

1 a 2 anos - Texto: a criança se prende ao movimento e ao tom de voz, não ao conteúdo. As histórias devem ser rápidas e curtas.Ilustração: deve ter somente uma gravura em cada página.Materiais: livros de pano, madeira e plástico. É recomendado o uso de fantoches.

2 a 3 anos - Texto: histórias com enredo simples, contadas com muito ritmo e entonação.Ilustração: gravuras grandes e com poucos detalhes.Materiais: fantoches e música exercem fascínio.

3 a 6 anos - Texto: humor e mistério atraem o pré-leitor. O texto, curto, deve ser lido ou dramatizado.Ilustração: predomínio da imagem com gravuras que tenham significado para a criança.Materiais: dobraduras, massa de modelar e argila atraem para novas experimentações.

6 a 7 anos (fase de alfabetização) - Texto: temas com personagens inseridas na coletividade favorecem a socialização.Ilustração: integrada ao texto para instigar o interesse.Materiais: apoio de instrumentos musicais ou de outros objetos que produzam sons.

Cristiane Madanêlo de Oliveira (mestra em literatura brasileira e especialista em literatura infantil e juvenil). www.graudez.com.br/litinf


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Com ilustrações grandes, espaço para colorir, acompanhado de CD de música ou com páginas que servem como quebra-cabeças, o livro se tornou objeto de desejo das crianças
Neste mês em que são comemorados o Dia Nacional do Livro Infantil (18) e o Dia da Educação (próxima terça, dia 28), um passeio pelas livrarias da cidade mostra que o antigo reduto de gente grande é também o cantinho preferido de muitos pequenos.
A paixão começa nas leituras ao pé do berço, segue pelas experimentações em obras interativas e cria pequenos aficionados pelo mundo das letras.
"Ler está na rotina do momento de ir dormir, assim como tomar leite e escovar os dentes", diz Renata Cremaschi, mãe de Flávio, 3, e Tiago, 6 meses. A família bateu ponto na Livraria da Vila, na Vila Madalena, na tarde da última terça-feira.
No feriado chuvoso de Tiradentes, a Revista visitou algumas livrarias da cidade e encontrou a criançada circulando desenvolta por entre as prateleiras. De contos de fada a histórias de terror, eles costumam sair dali com pelo menos uma obra nas mãos e a listinha das que ficarão para a próxima visita.

Sob medida

Que tipo de livro é adequado a cada faixa etária

1 a 2 anos - Texto: a criança se prende ao movimento e ao tom de voz, não ao conteúdo. As histórias devem ser rápidas e curtas.Ilustração: deve ter somente uma gravura em cada página.Materiais: livros de pano, madeira e plástico. É recomendado o uso de fantoches.

2 a 3 anos - Texto: histórias com enredo simples, contadas com muito ritmo e entonação.Ilustração: gravuras grandes e com poucos detalhes.Materiais: fantoches e música exercem fascínio.

3 a 6 anos - Texto: humor e mistério atraem o pré-leitor. O texto, curto, deve ser lido ou dramatizado.Ilustração: predomínio da imagem com gravuras que tenham significado para a criança.Materiais: dobraduras, massa de modelar e argila atraem para novas experimentações.

6 a 7 anos (fase de alfabetização) - Texto: temas com personagens inseridas na coletividade favorecem a socialização.Ilustração: integrada ao texto para instigar o interesse.Materiais: apoio de instrumentos musicais ou de outros objetos que produzam sons.

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Neste mês em que são comemorados o Dia Nacional do Livro Infantil (18) e o Dia da Educação (próxima terça, dia 28), um passeio pelas livrarias da cidade mostra que o antigo reduto de gente grande é também o cantinho preferido de muitos pequenos.
A paixão começa nas leituras ao pé do berço, segue pelas experimentações em obras interativas e cria pequenos aficionados pelo mundo das letras.
"Ler está na rotina do momento de ir dormir, assim como tomar leite e escovar os dentes", diz Renata Cremaschi, mãe de Flávio, 3, e Tiago, 6 meses. A família bateu ponto na Livraria da Vila, na Vila Madalena, na tarde da última terça-feira.
No feriado chuvoso de Tiradentes, a Revista visitou algumas livrarias da cidade e encontrou a criançada circulando desenvolta por entre as prateleiras. De contos de fada a histórias de terror, eles costumam sair dali com pelo menos uma obra nas mãos e a listinha das que ficarão para a próxima visita.

Sob medida

Que tipo de livro é adequado a cada faixa etária

1 a 2 anos - Texto: a criança se prende ao movimento e ao tom de voz, não ao conteúdo. As histórias devem ser rápidas e curtas.Ilustração: deve ter somente uma gravura em cada página.Materiais: livros de pano, madeira e plástico. É recomendado o uso de fantoches.

2 a 3 anos - Texto: histórias com enredo simples, contadas com muito ritmo e entonação.Ilustração: gravuras grandes e com poucos detalhes.Materiais: fantoches e música exercem fascínio.

3 a 6 anos - Texto: humor e mistério atraem o pré-leitor. O texto, curto, deve ser lido ou dramatizado.Ilustração: predomínio da imagem com gravuras que tenham significado para a criança.Materiais: dobraduras, massa de modelar e argila atraem para novas experimentações.

6 a 7 anos (fase de alfabetização) - Texto: temas com personagens inseridas na coletividade favorecem a socialização.Ilustração: integrada ao texto para instigar o interesse.Materiais: apoio de instrumentos musicais ou de outros objetos que produzam sons.

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O MPF (Ministério Público Federal) no Rio de Janeiro recomendou à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que passe a exigir a inclusão de frase nas latas de bebida com alertas ao consumidor para lavar a lata antes do consumo.
O procurador da República Claudio Gheventer investigou a contaminação das latas de bebidas antes de encaminhar a recomendação. Em resposta ao MPF, o Cetea (Centro de Tecnologia de Embalagem) informou que há um relevante grau de contaminação de latas provenientes dos quiosques e ambulantes, por causa das más condições de armazenagem e manuseio.
Nesses casos com maior contaminação, os consumidores costumam beber direto das latas, sem higienizá-las antes. Segundo um estudo do Cetea, a lavagem das latas chega a reduzir a contaminação microbiológica em cerca de 99%.
'De acordo com o estudo, a lavagem das latas com água corrente reduziu, em média, a contaminação microbiológica em 98,4% e 31,2% de aeróbios mesófilos e de bolores e leveduras, respectivamente; enquanto que a lavagem com detergente doméstico e água corrente reduziu, em média, tal contaminação em 99,8% e 72,0%, respectivamente', afirma o procurador Claudio Gheventer.
O MPF fixou prazo de 45 dias para a Anvisa informar as providências tomadas para sanar o problema apontado, caso contrário responderá a um processo na Justiça por omissão.


fonte: notícias BOL
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O MPF (Ministério Público Federal) no Rio de Janeiro recomendou à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que passe a exigir a inclusão de frase nas latas de bebida com alertas ao consumidor para lavar a lata antes do consumo.
O procurador da República Claudio Gheventer investigou a contaminação das latas de bebidas antes de encaminhar a recomendação. Em resposta ao MPF, o Cetea (Centro de Tecnologia de Embalagem) informou que há um relevante grau de contaminação de latas provenientes dos quiosques e ambulantes, por causa das más condições de armazenagem e manuseio.
Nesses casos com maior contaminação, os consumidores costumam beber direto das latas, sem higienizá-las antes. Segundo um estudo do Cetea, a lavagem das latas chega a reduzir a contaminação microbiológica em cerca de 99%.
'De acordo com o estudo, a lavagem das latas com água corrente reduziu, em média, a contaminação microbiológica em 98,4% e 31,2% de aeróbios mesófilos e de bolores e leveduras, respectivamente; enquanto que a lavagem com detergente doméstico e água corrente reduziu, em média, tal contaminação em 99,8% e 72,0%, respectivamente', afirma o procurador Claudio Gheventer.
O MPF fixou prazo de 45 dias para a Anvisa informar as providências tomadas para sanar o problema apontado, caso contrário responderá a um processo na Justiça por omissão.


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O procurador da República Claudio Gheventer investigou a contaminação das latas de bebidas antes de encaminhar a recomendação. Em resposta ao MPF, o Cetea (Centro de Tecnologia de Embalagem) informou que há um relevante grau de contaminação de latas provenientes dos quiosques e ambulantes, por causa das más condições de armazenagem e manuseio.
Nesses casos com maior contaminação, os consumidores costumam beber direto das latas, sem higienizá-las antes. Segundo um estudo do Cetea, a lavagem das latas chega a reduzir a contaminação microbiológica em cerca de 99%.
'De acordo com o estudo, a lavagem das latas com água corrente reduziu, em média, a contaminação microbiológica em 98,4% e 31,2% de aeróbios mesófilos e de bolores e leveduras, respectivamente; enquanto que a lavagem com detergente doméstico e água corrente reduziu, em média, tal contaminação em 99,8% e 72,0%, respectivamente', afirma o procurador Claudio Gheventer.
O MPF fixou prazo de 45 dias para a Anvisa informar as providências tomadas para sanar o problema apontado, caso contrário responderá a um processo na Justiça por omissão.


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O MPF (Ministério Público Federal) no Rio de Janeiro recomendou à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que passe a exigir a inclusão de frase nas latas de bebida com alertas ao consumidor para lavar a lata antes do consumo.
O procurador da República Claudio Gheventer investigou a contaminação das latas de bebidas antes de encaminhar a recomendação. Em resposta ao MPF, o Cetea (Centro de Tecnologia de Embalagem) informou que há um relevante grau de contaminação de latas provenientes dos quiosques e ambulantes, por causa das más condições de armazenagem e manuseio.
Nesses casos com maior contaminação, os consumidores costumam beber direto das latas, sem higienizá-las antes. Segundo um estudo do Cetea, a lavagem das latas chega a reduzir a contaminação microbiológica em cerca de 99%.
'De acordo com o estudo, a lavagem das latas com água corrente reduziu, em média, a contaminação microbiológica em 98,4% e 31,2% de aeróbios mesófilos e de bolores e leveduras, respectivamente; enquanto que a lavagem com detergente doméstico e água corrente reduziu, em média, tal contaminação em 99,8% e 72,0%, respectivamente', afirma o procurador Claudio Gheventer.
O MPF fixou prazo de 45 dias para a Anvisa informar as providências tomadas para sanar o problema apontado, caso contrário responderá a um processo na Justiça por omissão.


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O MPF (Ministério Público Federal) no Rio de Janeiro recomendou à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que passe a exigir a inclusão de frase nas latas de bebida com alertas ao consumidor para lavar a lata antes do consumo.
O procurador da República Claudio Gheventer investigou a contaminação das latas de bebidas antes de encaminhar a recomendação. Em resposta ao MPF, o Cetea (Centro de Tecnologia de Embalagem) informou que há um relevante grau de contaminação de latas provenientes dos quiosques e ambulantes, por causa das más condições de armazenagem e manuseio.
Nesses casos com maior contaminação, os consumidores costumam beber direto das latas, sem higienizá-las antes. Segundo um estudo do Cetea, a lavagem das latas chega a reduzir a contaminação microbiológica em cerca de 99%.
'De acordo com o estudo, a lavagem das latas com água corrente reduziu, em média, a contaminação microbiológica em 98,4% e 31,2% de aeróbios mesófilos e de bolores e leveduras, respectivamente; enquanto que a lavagem com detergente doméstico e água corrente reduziu, em média, tal contaminação em 99,8% e 72,0%, respectivamente', afirma o procurador Claudio Gheventer.
O MPF fixou prazo de 45 dias para a Anvisa informar as providências tomadas para sanar o problema apontado, caso contrário responderá a um processo na Justiça por omissão.


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O procurador da República Claudio Gheventer investigou a contaminação das latas de bebidas antes de encaminhar a recomendação. Em resposta ao MPF, o Cetea (Centro de Tecnologia de Embalagem) informou que há um relevante grau de contaminação de latas provenientes dos quiosques e ambulantes, por causa das más condições de armazenagem e manuseio.
Nesses casos com maior contaminação, os consumidores costumam beber direto das latas, sem higienizá-las antes. Segundo um estudo do Cetea, a lavagem das latas chega a reduzir a contaminação microbiológica em cerca de 99%.
'De acordo com o estudo, a lavagem das latas com água corrente reduziu, em média, a contaminação microbiológica em 98,4% e 31,2% de aeróbios mesófilos e de bolores e leveduras, respectivamente; enquanto que a lavagem com detergente doméstico e água corrente reduziu, em média, tal contaminação em 99,8% e 72,0%, respectivamente', afirma o procurador Claudio Gheventer.
O MPF fixou prazo de 45 dias para a Anvisa informar as providências tomadas para sanar o problema apontado, caso contrário responderá a um processo na Justiça por omissão.


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O MPF (Ministério Público Federal) no Rio de Janeiro recomendou à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que passe a exigir a inclusão de frase nas latas de bebida com alertas ao consumidor para lavar a lata antes do consumo.
O procurador da República Claudio Gheventer investigou a contaminação das latas de bebidas antes de encaminhar a recomendação. Em resposta ao MPF, o Cetea (Centro de Tecnologia de Embalagem) informou que há um relevante grau de contaminação de latas provenientes dos quiosques e ambulantes, por causa das más condições de armazenagem e manuseio.
Nesses casos com maior contaminação, os consumidores costumam beber direto das latas, sem higienizá-las antes. Segundo um estudo do Cetea, a lavagem das latas chega a reduzir a contaminação microbiológica em cerca de 99%.
'De acordo com o estudo, a lavagem das latas com água corrente reduziu, em média, a contaminação microbiológica em 98,4% e 31,2% de aeróbios mesófilos e de bolores e leveduras, respectivamente; enquanto que a lavagem com detergente doméstico e água corrente reduziu, em média, tal contaminação em 99,8% e 72,0%, respectivamente', afirma o procurador Claudio Gheventer.
O MPF fixou prazo de 45 dias para a Anvisa informar as providências tomadas para sanar o problema apontado, caso contrário responderá a um processo na Justiça por omissão.


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O MPF (Ministério Público Federal) no Rio de Janeiro recomendou à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que passe a exigir a inclusão de frase nas latas de bebida com alertas ao consumidor para lavar a lata antes do consumo.
O procurador da República Claudio Gheventer investigou a contaminação das latas de bebidas antes de encaminhar a recomendação. Em resposta ao MPF, o Cetea (Centro de Tecnologia de Embalagem) informou que há um relevante grau de contaminação de latas provenientes dos quiosques e ambulantes, por causa das más condições de armazenagem e manuseio.
Nesses casos com maior contaminação, os consumidores costumam beber direto das latas, sem higienizá-las antes. Segundo um estudo do Cetea, a lavagem das latas chega a reduzir a contaminação microbiológica em cerca de 99%.
'De acordo com o estudo, a lavagem das latas com água corrente reduziu, em média, a contaminação microbiológica em 98,4% e 31,2% de aeróbios mesófilos e de bolores e leveduras, respectivamente; enquanto que a lavagem com detergente doméstico e água corrente reduziu, em média, tal contaminação em 99,8% e 72,0%, respectivamente', afirma o procurador Claudio Gheventer.
O MPF fixou prazo de 45 dias para a Anvisa informar as providências tomadas para sanar o problema apontado, caso contrário responderá a um processo na Justiça por omissão.


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O MPF (Ministério Público Federal) no Rio de Janeiro recomendou à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que passe a exigir a inclusão de frase nas latas de bebida com alertas ao consumidor para lavar a lata antes do consumo.
O procurador da República Claudio Gheventer investigou a contaminação das latas de bebidas antes de encaminhar a recomendação. Em resposta ao MPF, o Cetea (Centro de Tecnologia de Embalagem) informou que há um relevante grau de contaminação de latas provenientes dos quiosques e ambulantes, por causa das más condições de armazenagem e manuseio.
Nesses casos com maior contaminação, os consumidores costumam beber direto das latas, sem higienizá-las antes. Segundo um estudo do Cetea, a lavagem das latas chega a reduzir a contaminação microbiológica em cerca de 99%.
'De acordo com o estudo, a lavagem das latas com água corrente reduziu, em média, a contaminação microbiológica em 98,4% e 31,2% de aeróbios mesófilos e de bolores e leveduras, respectivamente; enquanto que a lavagem com detergente doméstico e água corrente reduziu, em média, tal contaminação em 99,8% e 72,0%, respectivamente', afirma o procurador Claudio Gheventer.
O MPF fixou prazo de 45 dias para a Anvisa informar as providências tomadas para sanar o problema apontado, caso contrário responderá a um processo na Justiça por omissão.


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O MPF (Ministério Público Federal) no Rio de Janeiro recomendou à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que passe a exigir a inclusão de frase nas latas de bebida com alertas ao consumidor para lavar a lata antes do consumo.
O procurador da República Claudio Gheventer investigou a contaminação das latas de bebidas antes de encaminhar a recomendação. Em resposta ao MPF, o Cetea (Centro de Tecnologia de Embalagem) informou que há um relevante grau de contaminação de latas provenientes dos quiosques e ambulantes, por causa das más condições de armazenagem e manuseio.
Nesses casos com maior contaminação, os consumidores costumam beber direto das latas, sem higienizá-las antes. Segundo um estudo do Cetea, a lavagem das latas chega a reduzir a contaminação microbiológica em cerca de 99%.
'De acordo com o estudo, a lavagem das latas com água corrente reduziu, em média, a contaminação microbiológica em 98,4% e 31,2% de aeróbios mesófilos e de bolores e leveduras, respectivamente; enquanto que a lavagem com detergente doméstico e água corrente reduziu, em média, tal contaminação em 99,8% e 72,0%, respectivamente', afirma o procurador Claudio Gheventer.
O MPF fixou prazo de 45 dias para a Anvisa informar as providências tomadas para sanar o problema apontado, caso contrário responderá a um processo na Justiça por omissão.


fonte: notícias BOL
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O MPF (Ministério Público Federal) no Rio de Janeiro recomendou à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que passe a exigir a inclusão de frase nas latas de bebida com alertas ao consumidor para lavar a lata antes do consumo.
O procurador da República Claudio Gheventer investigou a contaminação das latas de bebidas antes de encaminhar a recomendação. Em resposta ao MPF, o Cetea (Centro de Tecnologia de Embalagem) informou que há um relevante grau de contaminação de latas provenientes dos quiosques e ambulantes, por causa das más condições de armazenagem e manuseio.
Nesses casos com maior contaminação, os consumidores costumam beber direto das latas, sem higienizá-las antes. Segundo um estudo do Cetea, a lavagem das latas chega a reduzir a contaminação microbiológica em cerca de 99%.
'De acordo com o estudo, a lavagem das latas com água corrente reduziu, em média, a contaminação microbiológica em 98,4% e 31,2% de aeróbios mesófilos e de bolores e leveduras, respectivamente; enquanto que a lavagem com detergente doméstico e água corrente reduziu, em média, tal contaminação em 99,8% e 72,0%, respectivamente', afirma o procurador Claudio Gheventer.
O MPF fixou prazo de 45 dias para a Anvisa informar as providências tomadas para sanar o problema apontado, caso contrário responderá a um processo na Justiça por omissão.


fonte: notícias BOL
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SÃO PAULO - O engenheiro naval R.B.S. e o técnico em informática H.P.A.B., ambos de 57 anos, foram denunciados pelo Ministério Público Federal em São Paulo pelo crime de distribuição de vídeos e imagens de pornografia infantil na internet - artigo 241 do Estatuto da Criança e Adolescente (ECA). De acordo com o MPF, acrescidas de agravantes, as acusações oferecidas podem resultar em condenações de até 10 anos de prisão.
Ambos foram investigados durante as operações Carrossel I e II da Polícia Federal (PF). O técnico em informática, segundo o MPF, usou um programa de compartilhamento de arquivos, entre 2006 e 2007, e teria disponibilizado ao menos 15 imagens e vídeos de pornografia infantil. Além disso, em seu PC foram encontradas milhares de imagens de crianças e adolescentes.
O engenheiro naval também usou o mesmo software para compartilhar, no período de 13 a 24 de março de 2008, 1613 arquivos de vídeos e fotografias com cenas pornográficas e de sexo explicito envolvendo menores. O engenheiro, de acordo com as investigações, também enviava e-mails com arquivos anexados de pornografia infantil, escritos em inglês, para tratar da compra ou da troca desse tipo de material.
Outras duas pessoas investigadas pelas operações Carrossel I e II já foram denunciadas. Em 2008, um dos investigados pela PF foi preso em flagrante e o processo já corre na Justiça Federal de São Paulo.


fonte:O GLOBO
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SÃO PAULO - O engenheiro naval R.B.S. e o técnico em informática H.P.A.B., ambos de 57 anos, foram denunciados pelo Ministério Público Federal em São Paulo pelo crime de distribuição de vídeos e imagens de pornografia infantil na internet - artigo 241 do Estatuto da Criança e Adolescente (ECA). De acordo com o MPF, acrescidas de agravantes, as acusações oferecidas podem resultar em condenações de até 10 anos de prisão.
Ambos foram investigados durante as operações Carrossel I e II da Polícia Federal (PF). O técnico em informática, segundo o MPF, usou um programa de compartilhamento de arquivos, entre 2006 e 2007, e teria disponibilizado ao menos 15 imagens e vídeos de pornografia infantil. Além disso, em seu PC foram encontradas milhares de imagens de crianças e adolescentes.
O engenheiro naval também usou o mesmo software para compartilhar, no período de 13 a 24 de março de 2008, 1613 arquivos de vídeos e fotografias com cenas pornográficas e de sexo explicito envolvendo menores. O engenheiro, de acordo com as investigações, também enviava e-mails com arquivos anexados de pornografia infantil, escritos em inglês, para tratar da compra ou da troca desse tipo de material.
Outras duas pessoas investigadas pelas operações Carrossel I e II já foram denunciadas. Em 2008, um dos investigados pela PF foi preso em flagrante e o processo já corre na Justiça Federal de São Paulo.


fonte:O GLOBO
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SÃO PAULO - O engenheiro naval R.B.S. e o técnico em informática H.P.A.B., ambos de 57 anos, foram denunciados pelo Ministério Público Federal em São Paulo pelo crime de distribuição de vídeos e imagens de pornografia infantil na internet - artigo 241 do Estatuto da Criança e Adolescente (ECA). De acordo com o MPF, acrescidas de agravantes, as acusações oferecidas podem resultar em condenações de até 10 anos de prisão.
Ambos foram investigados durante as operações Carrossel I e II da Polícia Federal (PF). O técnico em informática, segundo o MPF, usou um programa de compartilhamento de arquivos, entre 2006 e 2007, e teria disponibilizado ao menos 15 imagens e vídeos de pornografia infantil. Além disso, em seu PC foram encontradas milhares de imagens de crianças e adolescentes.
O engenheiro naval também usou o mesmo software para compartilhar, no período de 13 a 24 de março de 2008, 1613 arquivos de vídeos e fotografias com cenas pornográficas e de sexo explicito envolvendo menores. O engenheiro, de acordo com as investigações, também enviava e-mails com arquivos anexados de pornografia infantil, escritos em inglês, para tratar da compra ou da troca desse tipo de material.
Outras duas pessoas investigadas pelas operações Carrossel I e II já foram denunciadas. Em 2008, um dos investigados pela PF foi preso em flagrante e o processo já corre na Justiça Federal de São Paulo.


fonte:O GLOBO
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SÃO PAULO - O engenheiro naval R.B.S. e o técnico em informática H.P.A.B., ambos de 57 anos, foram denunciados pelo Ministério Público Federal em São Paulo pelo crime de distribuição de vídeos e imagens de pornografia infantil na internet - artigo 241 do Estatuto da Criança e Adolescente (ECA). De acordo com o MPF, acrescidas de agravantes, as acusações oferecidas podem resultar em condenações de até 10 anos de prisão.
Ambos foram investigados durante as operações Carrossel I e II da Polícia Federal (PF). O técnico em informática, segundo o MPF, usou um programa de compartilhamento de arquivos, entre 2006 e 2007, e teria disponibilizado ao menos 15 imagens e vídeos de pornografia infantil. Além disso, em seu PC foram encontradas milhares de imagens de crianças e adolescentes.
O engenheiro naval também usou o mesmo software para compartilhar, no período de 13 a 24 de março de 2008, 1613 arquivos de vídeos e fotografias com cenas pornográficas e de sexo explicito envolvendo menores. O engenheiro, de acordo com as investigações, também enviava e-mails com arquivos anexados de pornografia infantil, escritos em inglês, para tratar da compra ou da troca desse tipo de material.
Outras duas pessoas investigadas pelas operações Carrossel I e II já foram denunciadas. Em 2008, um dos investigados pela PF foi preso em flagrante e o processo já corre na Justiça Federal de São Paulo.


fonte:O GLOBO
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SÃO PAULO - O engenheiro naval R.B.S. e o técnico em informática H.P.A.B., ambos de 57 anos, foram denunciados pelo Ministério Público Federal em São Paulo pelo crime de distribuição de vídeos e imagens de pornografia infantil na internet - artigo 241 do Estatuto da Criança e Adolescente (ECA). De acordo com o MPF, acrescidas de agravantes, as acusações oferecidas podem resultar em condenações de até 10 anos de prisão.
Ambos foram investigados durante as operações Carrossel I e II da Polícia Federal (PF). O técnico em informática, segundo o MPF, usou um programa de compartilhamento de arquivos, entre 2006 e 2007, e teria disponibilizado ao menos 15 imagens e vídeos de pornografia infantil. Além disso, em seu PC foram encontradas milhares de imagens de crianças e adolescentes.
O engenheiro naval também usou o mesmo software para compartilhar, no período de 13 a 24 de março de 2008, 1613 arquivos de vídeos e fotografias com cenas pornográficas e de sexo explicito envolvendo menores. O engenheiro, de acordo com as investigações, também enviava e-mails com arquivos anexados de pornografia infantil, escritos em inglês, para tratar da compra ou da troca desse tipo de material.
Outras duas pessoas investigadas pelas operações Carrossel I e II já foram denunciadas. Em 2008, um dos investigados pela PF foi preso em flagrante e o processo já corre na Justiça Federal de São Paulo.


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SÃO PAULO - O engenheiro naval R.B.S. e o técnico em informática H.P.A.B., ambos de 57 anos, foram denunciados pelo Ministério Público Federal em São Paulo pelo crime de distribuição de vídeos e imagens de pornografia infantil na internet - artigo 241 do Estatuto da Criança e Adolescente (ECA). De acordo com o MPF, acrescidas de agravantes, as acusações oferecidas podem resultar em condenações de até 10 anos de prisão.
Ambos foram investigados durante as operações Carrossel I e II da Polícia Federal (PF). O técnico em informática, segundo o MPF, usou um programa de compartilhamento de arquivos, entre 2006 e 2007, e teria disponibilizado ao menos 15 imagens e vídeos de pornografia infantil. Além disso, em seu PC foram encontradas milhares de imagens de crianças e adolescentes.
O engenheiro naval também usou o mesmo software para compartilhar, no período de 13 a 24 de março de 2008, 1613 arquivos de vídeos e fotografias com cenas pornográficas e de sexo explicito envolvendo menores. O engenheiro, de acordo com as investigações, também enviava e-mails com arquivos anexados de pornografia infantil, escritos em inglês, para tratar da compra ou da troca desse tipo de material.
Outras duas pessoas investigadas pelas operações Carrossel I e II já foram denunciadas. Em 2008, um dos investigados pela PF foi preso em flagrante e o processo já corre na Justiça Federal de São Paulo.


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SÃO PAULO - O engenheiro naval R.B.S. e o técnico em informática H.P.A.B., ambos de 57 anos, foram denunciados pelo Ministério Público Federal em São Paulo pelo crime de distribuição de vídeos e imagens de pornografia infantil na internet - artigo 241 do Estatuto da Criança e Adolescente (ECA). De acordo com o MPF, acrescidas de agravantes, as acusações oferecidas podem resultar em condenações de até 10 anos de prisão.
Ambos foram investigados durante as operações Carrossel I e II da Polícia Federal (PF). O técnico em informática, segundo o MPF, usou um programa de compartilhamento de arquivos, entre 2006 e 2007, e teria disponibilizado ao menos 15 imagens e vídeos de pornografia infantil. Além disso, em seu PC foram encontradas milhares de imagens de crianças e adolescentes.
O engenheiro naval também usou o mesmo software para compartilhar, no período de 13 a 24 de março de 2008, 1613 arquivos de vídeos e fotografias com cenas pornográficas e de sexo explicito envolvendo menores. O engenheiro, de acordo com as investigações, também enviava e-mails com arquivos anexados de pornografia infantil, escritos em inglês, para tratar da compra ou da troca desse tipo de material.
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Ambos foram investigados durante as operações Carrossel I e II da Polícia Federal (PF). O técnico em informática, segundo o MPF, usou um programa de compartilhamento de arquivos, entre 2006 e 2007, e teria disponibilizado ao menos 15 imagens e vídeos de pornografia infantil. Além disso, em seu PC foram encontradas milhares de imagens de crianças e adolescentes.
O engenheiro naval também usou o mesmo software para compartilhar, no período de 13 a 24 de março de 2008, 1613 arquivos de vídeos e fotografias com cenas pornográficas e de sexo explicito envolvendo menores. O engenheiro, de acordo com as investigações, também enviava e-mails com arquivos anexados de pornografia infantil, escritos em inglês, para tratar da compra ou da troca desse tipo de material.
Outras duas pessoas investigadas pelas operações Carrossel I e II já foram denunciadas. Em 2008, um dos investigados pela PF foi preso em flagrante e o processo já corre na Justiça Federal de São Paulo.


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SÃO PAULO - O engenheiro naval R.B.S. e o técnico em informática H.P.A.B., ambos de 57 anos, foram denunciados pelo Ministério Público Federal em São Paulo pelo crime de distribuição de vídeos e imagens de pornografia infantil na internet - artigo 241 do Estatuto da Criança e Adolescente (ECA). De acordo com o MPF, acrescidas de agravantes, as acusações oferecidas podem resultar em condenações de até 10 anos de prisão.
Ambos foram investigados durante as operações Carrossel I e II da Polícia Federal (PF). O técnico em informática, segundo o MPF, usou um programa de compartilhamento de arquivos, entre 2006 e 2007, e teria disponibilizado ao menos 15 imagens e vídeos de pornografia infantil. Além disso, em seu PC foram encontradas milhares de imagens de crianças e adolescentes.
O engenheiro naval também usou o mesmo software para compartilhar, no período de 13 a 24 de março de 2008, 1613 arquivos de vídeos e fotografias com cenas pornográficas e de sexo explicito envolvendo menores. O engenheiro, de acordo com as investigações, também enviava e-mails com arquivos anexados de pornografia infantil, escritos em inglês, para tratar da compra ou da troca desse tipo de material.
Outras duas pessoas investigadas pelas operações Carrossel I e II já foram denunciadas. Em 2008, um dos investigados pela PF foi preso em flagrante e o processo já corre na Justiça Federal de São Paulo.


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Ambos foram investigados durante as operações Carrossel I e II da Polícia Federal (PF). O técnico em informática, segundo o MPF, usou um programa de compartilhamento de arquivos, entre 2006 e 2007, e teria disponibilizado ao menos 15 imagens e vídeos de pornografia infantil. Além disso, em seu PC foram encontradas milhares de imagens de crianças e adolescentes.
O engenheiro naval também usou o mesmo software para compartilhar, no período de 13 a 24 de março de 2008, 1613 arquivos de vídeos e fotografias com cenas pornográficas e de sexo explicito envolvendo menores. O engenheiro, de acordo com as investigações, também enviava e-mails com arquivos anexados de pornografia infantil, escritos em inglês, para tratar da compra ou da troca desse tipo de material.
Outras duas pessoas investigadas pelas operações Carrossel I e II já foram denunciadas. Em 2008, um dos investigados pela PF foi preso em flagrante e o processo já corre na Justiça Federal de São Paulo.


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SÃO PAULO - O engenheiro naval R.B.S. e o técnico em informática H.P.A.B., ambos de 57 anos, foram denunciados pelo Ministério Público Federal em São Paulo pelo crime de distribuição de vídeos e imagens de pornografia infantil na internet - artigo 241 do Estatuto da Criança e Adolescente (ECA). De acordo com o MPF, acrescidas de agravantes, as acusações oferecidas podem resultar em condenações de até 10 anos de prisão.
Ambos foram investigados durante as operações Carrossel I e II da Polícia Federal (PF). O técnico em informática, segundo o MPF, usou um programa de compartilhamento de arquivos, entre 2006 e 2007, e teria disponibilizado ao menos 15 imagens e vídeos de pornografia infantil. Além disso, em seu PC foram encontradas milhares de imagens de crianças e adolescentes.
O engenheiro naval também usou o mesmo software para compartilhar, no período de 13 a 24 de março de 2008, 1613 arquivos de vídeos e fotografias com cenas pornográficas e de sexo explicito envolvendo menores. O engenheiro, de acordo com as investigações, também enviava e-mails com arquivos anexados de pornografia infantil, escritos em inglês, para tratar da compra ou da troca desse tipo de material.
Outras duas pessoas investigadas pelas operações Carrossel I e II já foram denunciadas. Em 2008, um dos investigados pela PF foi preso em flagrante e o processo já corre na Justiça Federal de São Paulo.


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RIO - O Instituto Nacional de Cardiologia (INC) promove nesta segunda-feira, 27, uma campanha em comemoração ao Dia Nacional de Combate a Hipertensão Arterial. A mobilização acontecerá no Largo do Machado e abordará a importância de manter os exames em dia e evitar excessos como forma de prevenir não só a hipertensão, mas também os demais problemas cardíacos.
Durante a manhã, cardiologistas, nutricionistas e assistentes sociais realizarão exames de carótida (que verifica o fluxo de sangue no cérebro), medição de peso, altura e cintura, e aferição da pressão. Um levantamento do INSS aponta a Hipertensão Arterial como a primeira causa de afastamento definitivo do trabalho e a terceira em afastamento temporário.

Serviço:
Local: Largo do Machado, em frente à entrada da estação do metrô.
Horário: de 9h às 12h


fonte:O GLOBO
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RIO - O Instituto Nacional de Cardiologia (INC) promove nesta segunda-feira, 27, uma campanha em comemoração ao Dia Nacional de Combate a Hipertensão Arterial. A mobilização acontecerá no Largo do Machado e abordará a importância de manter os exames em dia e evitar excessos como forma de prevenir não só a hipertensão, mas também os demais problemas cardíacos.
Durante a manhã, cardiologistas, nutricionistas e assistentes sociais realizarão exames de carótida (que verifica o fluxo de sangue no cérebro), medição de peso, altura e cintura, e aferição da pressão. Um levantamento do INSS aponta a Hipertensão Arterial como a primeira causa de afastamento definitivo do trabalho e a terceira em afastamento temporário.

Serviço:
Local: Largo do Machado, em frente à entrada da estação do metrô.
Horário: de 9h às 12h


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Durante a manhã, cardiologistas, nutricionistas e assistentes sociais realizarão exames de carótida (que verifica o fluxo de sangue no cérebro), medição de peso, altura e cintura, e aferição da pressão. Um levantamento do INSS aponta a Hipertensão Arterial como a primeira causa de afastamento definitivo do trabalho e a terceira em afastamento temporário.

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Horário: de 9h às 12h


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Durante a manhã, cardiologistas, nutricionistas e assistentes sociais realizarão exames de carótida (que verifica o fluxo de sangue no cérebro), medição de peso, altura e cintura, e aferição da pressão. Um levantamento do INSS aponta a Hipertensão Arterial como a primeira causa de afastamento definitivo do trabalho e a terceira em afastamento temporário.

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Durante a manhã, cardiologistas, nutricionistas e assistentes sociais realizarão exames de carótida (que verifica o fluxo de sangue no cérebro), medição de peso, altura e cintura, e aferição da pressão. Um levantamento do INSS aponta a Hipertensão Arterial como a primeira causa de afastamento definitivo do trabalho e a terceira em afastamento temporário.

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Durante a manhã, cardiologistas, nutricionistas e assistentes sociais realizarão exames de carótida (que verifica o fluxo de sangue no cérebro), medição de peso, altura e cintura, e aferição da pressão. Um levantamento do INSS aponta a Hipertensão Arterial como a primeira causa de afastamento definitivo do trabalho e a terceira em afastamento temporário.

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Durante a manhã, cardiologistas, nutricionistas e assistentes sociais realizarão exames de carótida (que verifica o fluxo de sangue no cérebro), medição de peso, altura e cintura, e aferição da pressão. Um levantamento do INSS aponta a Hipertensão Arterial como a primeira causa de afastamento definitivo do trabalho e a terceira em afastamento temporário.

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Durante a manhã, cardiologistas, nutricionistas e assistentes sociais realizarão exames de carótida (que verifica o fluxo de sangue no cérebro), medição de peso, altura e cintura, e aferição da pressão. Um levantamento do INSS aponta a Hipertensão Arterial como a primeira causa de afastamento definitivo do trabalho e a terceira em afastamento temporário.

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Durante a manhã, cardiologistas, nutricionistas e assistentes sociais realizarão exames de carótida (que verifica o fluxo de sangue no cérebro), medição de peso, altura e cintura, e aferição da pressão. Um levantamento do INSS aponta a Hipertensão Arterial como a primeira causa de afastamento definitivo do trabalho e a terceira em afastamento temporário.

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Durante a manhã, cardiologistas, nutricionistas e assistentes sociais realizarão exames de carótida (que verifica o fluxo de sangue no cérebro), medição de peso, altura e cintura, e aferição da pressão. Um levantamento do INSS aponta a Hipertensão Arterial como a primeira causa de afastamento definitivo do trabalho e a terceira em afastamento temporário.

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Horário: de 9h às 12h


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RIO - O Instituto Nacional de Cardiologia (INC) promove nesta segunda-feira, 27, uma campanha em comemoração ao Dia Nacional de Combate a Hipertensão Arterial. A mobilização acontecerá no Largo do Machado e abordará a importância de manter os exames em dia e evitar excessos como forma de prevenir não só a hipertensão, mas também os demais problemas cardíacos.
Durante a manhã, cardiologistas, nutricionistas e assistentes sociais realizarão exames de carótida (que verifica o fluxo de sangue no cérebro), medição de peso, altura e cintura, e aferição da pressão. Um levantamento do INSS aponta a Hipertensão Arterial como a primeira causa de afastamento definitivo do trabalho e a terceira em afastamento temporário.

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Horário: de 9h às 12h


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RECIFE - A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu nove jovens e prendeu quatro homens em Paulista, na Região Metropolitana do Recife. A ação fez parte de uma operação contra a prostituição infantil, na madrugada entre este sábado e domingo. Os menores de idade e os homens presos estavam no bar Fundo de Quintal, que fica no Km 42,8 da BR-101. O local foi denunciado pelo 'Disque 100', que recebe ligações para denúncias de casos de exploração sexual de crianças e adolescentes. Os jovens apreendidos, cinco garotas e quatro garotos, com idades entre 13 e 17 anos, não estariam, segundo a polícia, sendo explorados sexualmente. A polícia diz que eles se encontravam em situação de risco e alguns consumiam bebidas alcoólicas junto com adultos.
A operação contou com a participação de 40 agentes da PRF e dois procuradores do Ministério Público do Trabalho.
Dos quatro homens presos, três trabalhavam como seguranças do local e portavam armas ilegalmente. São eles: Adeilton Delmiro dos Santos, Eraldo Gomes da Cunha e Severino José de Araújo Neto. O outro, Jaelington da Cunha Lima, é o dono do estabelecimento.
No bar também foram encontrados três revólveres calibre 38 e 16, munições, um colete à prova de balas, sete frascos de lança-perfume e quatro máquinas de caça níquel.
Todas as pesoas e material apreendido foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Paulista. Os homens presos foram, em seguida, levados ao Cotel, em Abreu e Lima.


fonte:O GLOBO
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RECIFE - A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu nove jovens e prendeu quatro homens em Paulista, na Região Metropolitana do Recife. A ação fez parte de uma operação contra a prostituição infantil, na madrugada entre este sábado e domingo. Os menores de idade e os homens presos estavam no bar Fundo de Quintal, que fica no Km 42,8 da BR-101. O local foi denunciado pelo 'Disque 100', que recebe ligações para denúncias de casos de exploração sexual de crianças e adolescentes. Os jovens apreendidos, cinco garotas e quatro garotos, com idades entre 13 e 17 anos, não estariam, segundo a polícia, sendo explorados sexualmente. A polícia diz que eles se encontravam em situação de risco e alguns consumiam bebidas alcoólicas junto com adultos.
A operação contou com a participação de 40 agentes da PRF e dois procuradores do Ministério Público do Trabalho.
Dos quatro homens presos, três trabalhavam como seguranças do local e portavam armas ilegalmente. São eles: Adeilton Delmiro dos Santos, Eraldo Gomes da Cunha e Severino José de Araújo Neto. O outro, Jaelington da Cunha Lima, é o dono do estabelecimento.
No bar também foram encontrados três revólveres calibre 38 e 16, munições, um colete à prova de balas, sete frascos de lança-perfume e quatro máquinas de caça níquel.
Todas as pesoas e material apreendido foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Paulista. Os homens presos foram, em seguida, levados ao Cotel, em Abreu e Lima.


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RECIFE - A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu nove jovens e prendeu quatro homens em Paulista, na Região Metropolitana do Recife. A ação fez parte de uma operação contra a prostituição infantil, na madrugada entre este sábado e domingo. Os menores de idade e os homens presos estavam no bar Fundo de Quintal, que fica no Km 42,8 da BR-101. O local foi denunciado pelo 'Disque 100', que recebe ligações para denúncias de casos de exploração sexual de crianças e adolescentes. Os jovens apreendidos, cinco garotas e quatro garotos, com idades entre 13 e 17 anos, não estariam, segundo a polícia, sendo explorados sexualmente. A polícia diz que eles se encontravam em situação de risco e alguns consumiam bebidas alcoólicas junto com adultos.
A operação contou com a participação de 40 agentes da PRF e dois procuradores do Ministério Público do Trabalho.
Dos quatro homens presos, três trabalhavam como seguranças do local e portavam armas ilegalmente. São eles: Adeilton Delmiro dos Santos, Eraldo Gomes da Cunha e Severino José de Araújo Neto. O outro, Jaelington da Cunha Lima, é o dono do estabelecimento.
No bar também foram encontrados três revólveres calibre 38 e 16, munições, um colete à prova de balas, sete frascos de lança-perfume e quatro máquinas de caça níquel.
Todas as pesoas e material apreendido foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Paulista. Os homens presos foram, em seguida, levados ao Cotel, em Abreu e Lima.


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RECIFE - A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu nove jovens e prendeu quatro homens em Paulista, na Região Metropolitana do Recife. A ação fez parte de uma operação contra a prostituição infantil, na madrugada entre este sábado e domingo. Os menores de idade e os homens presos estavam no bar Fundo de Quintal, que fica no Km 42,8 da BR-101. O local foi denunciado pelo 'Disque 100', que recebe ligações para denúncias de casos de exploração sexual de crianças e adolescentes. Os jovens apreendidos, cinco garotas e quatro garotos, com idades entre 13 e 17 anos, não estariam, segundo a polícia, sendo explorados sexualmente. A polícia diz que eles se encontravam em situação de risco e alguns consumiam bebidas alcoólicas junto com adultos.
A operação contou com a participação de 40 agentes da PRF e dois procuradores do Ministério Público do Trabalho.
Dos quatro homens presos, três trabalhavam como seguranças do local e portavam armas ilegalmente. São eles: Adeilton Delmiro dos Santos, Eraldo Gomes da Cunha e Severino José de Araújo Neto. O outro, Jaelington da Cunha Lima, é o dono do estabelecimento.
No bar também foram encontrados três revólveres calibre 38 e 16, munições, um colete à prova de balas, sete frascos de lança-perfume e quatro máquinas de caça níquel.
Todas as pesoas e material apreendido foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Paulista. Os homens presos foram, em seguida, levados ao Cotel, em Abreu e Lima.


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RECIFE - A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu nove jovens e prendeu quatro homens em Paulista, na Região Metropolitana do Recife. A ação fez parte de uma operação contra a prostituição infantil, na madrugada entre este sábado e domingo. Os menores de idade e os homens presos estavam no bar Fundo de Quintal, que fica no Km 42,8 da BR-101. O local foi denunciado pelo 'Disque 100', que recebe ligações para denúncias de casos de exploração sexual de crianças e adolescentes. Os jovens apreendidos, cinco garotas e quatro garotos, com idades entre 13 e 17 anos, não estariam, segundo a polícia, sendo explorados sexualmente. A polícia diz que eles se encontravam em situação de risco e alguns consumiam bebidas alcoólicas junto com adultos.
A operação contou com a participação de 40 agentes da PRF e dois procuradores do Ministério Público do Trabalho.
Dos quatro homens presos, três trabalhavam como seguranças do local e portavam armas ilegalmente. São eles: Adeilton Delmiro dos Santos, Eraldo Gomes da Cunha e Severino José de Araújo Neto. O outro, Jaelington da Cunha Lima, é o dono do estabelecimento.
No bar também foram encontrados três revólveres calibre 38 e 16, munições, um colete à prova de balas, sete frascos de lança-perfume e quatro máquinas de caça níquel.
Todas as pesoas e material apreendido foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Paulista. Os homens presos foram, em seguida, levados ao Cotel, em Abreu e Lima.


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A operação contou com a participação de 40 agentes da PRF e dois procuradores do Ministério Público do Trabalho.
Dos quatro homens presos, três trabalhavam como seguranças do local e portavam armas ilegalmente. São eles: Adeilton Delmiro dos Santos, Eraldo Gomes da Cunha e Severino José de Araújo Neto. O outro, Jaelington da Cunha Lima, é o dono do estabelecimento.
No bar também foram encontrados três revólveres calibre 38 e 16, munições, um colete à prova de balas, sete frascos de lança-perfume e quatro máquinas de caça níquel.
Todas as pesoas e material apreendido foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Paulista. Os homens presos foram, em seguida, levados ao Cotel, em Abreu e Lima.


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RECIFE - A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu nove jovens e prendeu quatro homens em Paulista, na Região Metropolitana do Recife. A ação fez parte de uma operação contra a prostituição infantil, na madrugada entre este sábado e domingo. Os menores de idade e os homens presos estavam no bar Fundo de Quintal, que fica no Km 42,8 da BR-101. O local foi denunciado pelo 'Disque 100', que recebe ligações para denúncias de casos de exploração sexual de crianças e adolescentes. Os jovens apreendidos, cinco garotas e quatro garotos, com idades entre 13 e 17 anos, não estariam, segundo a polícia, sendo explorados sexualmente. A polícia diz que eles se encontravam em situação de risco e alguns consumiam bebidas alcoólicas junto com adultos.
A operação contou com a participação de 40 agentes da PRF e dois procuradores do Ministério Público do Trabalho.
Dos quatro homens presos, três trabalhavam como seguranças do local e portavam armas ilegalmente. São eles: Adeilton Delmiro dos Santos, Eraldo Gomes da Cunha e Severino José de Araújo Neto. O outro, Jaelington da Cunha Lima, é o dono do estabelecimento.
No bar também foram encontrados três revólveres calibre 38 e 16, munições, um colete à prova de balas, sete frascos de lança-perfume e quatro máquinas de caça níquel.
Todas as pesoas e material apreendido foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Paulista. Os homens presos foram, em seguida, levados ao Cotel, em Abreu e Lima.


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RECIFE - A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu nove jovens e prendeu quatro homens em Paulista, na Região Metropolitana do Recife. A ação fez parte de uma operação contra a prostituição infantil, na madrugada entre este sábado e domingo. Os menores de idade e os homens presos estavam no bar Fundo de Quintal, que fica no Km 42,8 da BR-101. O local foi denunciado pelo 'Disque 100', que recebe ligações para denúncias de casos de exploração sexual de crianças e adolescentes. Os jovens apreendidos, cinco garotas e quatro garotos, com idades entre 13 e 17 anos, não estariam, segundo a polícia, sendo explorados sexualmente. A polícia diz que eles se encontravam em situação de risco e alguns consumiam bebidas alcoólicas junto com adultos.
A operação contou com a participação de 40 agentes da PRF e dois procuradores do Ministério Público do Trabalho.
Dos quatro homens presos, três trabalhavam como seguranças do local e portavam armas ilegalmente. São eles: Adeilton Delmiro dos Santos, Eraldo Gomes da Cunha e Severino José de Araújo Neto. O outro, Jaelington da Cunha Lima, é o dono do estabelecimento.
No bar também foram encontrados três revólveres calibre 38 e 16, munições, um colete à prova de balas, sete frascos de lança-perfume e quatro máquinas de caça níquel.
Todas as pesoas e material apreendido foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Paulista. Os homens presos foram, em seguida, levados ao Cotel, em Abreu e Lima.


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RECIFE - A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu nove jovens e prendeu quatro homens em Paulista, na Região Metropolitana do Recife. A ação fez parte de uma operação contra a prostituição infantil, na madrugada entre este sábado e domingo. Os menores de idade e os homens presos estavam no bar Fundo de Quintal, que fica no Km 42,8 da BR-101. O local foi denunciado pelo 'Disque 100', que recebe ligações para denúncias de casos de exploração sexual de crianças e adolescentes. Os jovens apreendidos, cinco garotas e quatro garotos, com idades entre 13 e 17 anos, não estariam, segundo a polícia, sendo explorados sexualmente. A polícia diz que eles se encontravam em situação de risco e alguns consumiam bebidas alcoólicas junto com adultos.
A operação contou com a participação de 40 agentes da PRF e dois procuradores do Ministério Público do Trabalho.
Dos quatro homens presos, três trabalhavam como seguranças do local e portavam armas ilegalmente. São eles: Adeilton Delmiro dos Santos, Eraldo Gomes da Cunha e Severino José de Araújo Neto. O outro, Jaelington da Cunha Lima, é o dono do estabelecimento.
No bar também foram encontrados três revólveres calibre 38 e 16, munições, um colete à prova de balas, sete frascos de lança-perfume e quatro máquinas de caça níquel.
Todas as pesoas e material apreendido foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Paulista. Os homens presos foram, em seguida, levados ao Cotel, em Abreu e Lima.


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RECIFE - A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu nove jovens e prendeu quatro homens em Paulista, na Região Metropolitana do Recife. A ação fez parte de uma operação contra a prostituição infantil, na madrugada entre este sábado e domingo. Os menores de idade e os homens presos estavam no bar Fundo de Quintal, que fica no Km 42,8 da BR-101. O local foi denunciado pelo 'Disque 100', que recebe ligações para denúncias de casos de exploração sexual de crianças e adolescentes. Os jovens apreendidos, cinco garotas e quatro garotos, com idades entre 13 e 17 anos, não estariam, segundo a polícia, sendo explorados sexualmente. A polícia diz que eles se encontravam em situação de risco e alguns consumiam bebidas alcoólicas junto com adultos.
A operação contou com a participação de 40 agentes da PRF e dois procuradores do Ministério Público do Trabalho.
Dos quatro homens presos, três trabalhavam como seguranças do local e portavam armas ilegalmente. São eles: Adeilton Delmiro dos Santos, Eraldo Gomes da Cunha e Severino José de Araújo Neto. O outro, Jaelington da Cunha Lima, é o dono do estabelecimento.
No bar também foram encontrados três revólveres calibre 38 e 16, munições, um colete à prova de balas, sete frascos de lança-perfume e quatro máquinas de caça níquel.
Todas as pesoas e material apreendido foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Paulista. Os homens presos foram, em seguida, levados ao Cotel, em Abreu e Lima.


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RECIFE - A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu nove jovens e prendeu quatro homens em Paulista, na Região Metropolitana do Recife. A ação fez parte de uma operação contra a prostituição infantil, na madrugada entre este sábado e domingo. Os menores de idade e os homens presos estavam no bar Fundo de Quintal, que fica no Km 42,8 da BR-101. O local foi denunciado pelo 'Disque 100', que recebe ligações para denúncias de casos de exploração sexual de crianças e adolescentes. Os jovens apreendidos, cinco garotas e quatro garotos, com idades entre 13 e 17 anos, não estariam, segundo a polícia, sendo explorados sexualmente. A polícia diz que eles se encontravam em situação de risco e alguns consumiam bebidas alcoólicas junto com adultos.
A operação contou com a participação de 40 agentes da PRF e dois procuradores do Ministério Público do Trabalho.
Dos quatro homens presos, três trabalhavam como seguranças do local e portavam armas ilegalmente. São eles: Adeilton Delmiro dos Santos, Eraldo Gomes da Cunha e Severino José de Araújo Neto. O outro, Jaelington da Cunha Lima, é o dono do estabelecimento.
No bar também foram encontrados três revólveres calibre 38 e 16, munições, um colete à prova de balas, sete frascos de lança-perfume e quatro máquinas de caça níquel.
Todas as pesoas e material apreendido foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Paulista. Os homens presos foram, em seguida, levados ao Cotel, em Abreu e Lima.


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A Orquestra Pró-Arte Jovem, de São João Del Rey, abre as atividades do IV Aperfeiçoamento Acadêmico do curso de Psicologia da Unipac Barbacena, na quarta-feira (6), às 19h. O evento, que movimenta alunos de toda a faculdade, profissionais da psicologia e interessados em geral, acontece entre os dias 6 e 8 de maio.
Uma pesquisa de opinião com os acadêmicos define os temas abordados. O foco este ano vai para as relações no contexto do caso Isabella Nardoni.

O trabalho da Empresa Júnior
Fundada em maio de 2007, a Empresa Júnior do Curso de Psicologia da (JRHPSI), além de promover atividades com o Aperfeiçoamento Acadêmico, disponibiliza para instituições e empresas locais serviços na área de recursos humanos, com concentração na Psicologia do Trabalho. O grupo trabalha em recrutamento, seleção e treinamento, assim como desenvolvimento de pessoal e gerencial. Além disso, oferece o serviço de Reinserção no Mercado de Trabalho, através de um banco de currículos atualizado para o trabalhador que está desempregado.

Dia 6 de maio – quarta-feira
19h30 às 22h30

Mesa redonda - 'Tramas rompidas - a falha institucional e a instabilidade dos vínculos no caso Isabella Nardoni'

Helder Rodrigues Pereira, Luiz Carlos e Adriane de Freitas Barroso.


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A Orquestra Pró-Arte Jovem, de São João Del Rey, abre as atividades do IV Aperfeiçoamento Acadêmico do curso de Psicologia da Unipac Barbacena, na quarta-feira (6), às 19h. O evento, que movimenta alunos de toda a faculdade, profissionais da psicologia e interessados em geral, acontece entre os dias 6 e 8 de maio.
Uma pesquisa de opinião com os acadêmicos define os temas abordados. O foco este ano vai para as relações no contexto do caso Isabella Nardoni.

O trabalho da Empresa Júnior
Fundada em maio de 2007, a Empresa Júnior do Curso de Psicologia da (JRHPSI), além de promover atividades com o Aperfeiçoamento Acadêmico, disponibiliza para instituições e empresas locais serviços na área de recursos humanos, com concentração na Psicologia do Trabalho. O grupo trabalha em recrutamento, seleção e treinamento, assim como desenvolvimento de pessoal e gerencial. Além disso, oferece o serviço de Reinserção no Mercado de Trabalho, através de um banco de currículos atualizado para o trabalhador que está desempregado.

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Uma pesquisa de opinião com os acadêmicos define os temas abordados. O foco este ano vai para as relações no contexto do caso Isabella Nardoni.

O trabalho da Empresa Júnior
Fundada em maio de 2007, a Empresa Júnior do Curso de Psicologia da (JRHPSI), além de promover atividades com o Aperfeiçoamento Acadêmico, disponibiliza para instituições e empresas locais serviços na área de recursos humanos, com concentração na Psicologia do Trabalho. O grupo trabalha em recrutamento, seleção e treinamento, assim como desenvolvimento de pessoal e gerencial. Além disso, oferece o serviço de Reinserção no Mercado de Trabalho, através de um banco de currículos atualizado para o trabalhador que está desempregado.

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Uma pesquisa de opinião com os acadêmicos define os temas abordados. O foco este ano vai para as relações no contexto do caso Isabella Nardoni.

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Fundada em maio de 2007, a Empresa Júnior do Curso de Psicologia da (JRHPSI), além de promover atividades com o Aperfeiçoamento Acadêmico, disponibiliza para instituições e empresas locais serviços na área de recursos humanos, com concentração na Psicologia do Trabalho. O grupo trabalha em recrutamento, seleção e treinamento, assim como desenvolvimento de pessoal e gerencial. Além disso, oferece o serviço de Reinserção no Mercado de Trabalho, através de um banco de currículos atualizado para o trabalhador que está desempregado.

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Uma pesquisa de opinião com os acadêmicos define os temas abordados. O foco este ano vai para as relações no contexto do caso Isabella Nardoni.

O trabalho da Empresa Júnior
Fundada em maio de 2007, a Empresa Júnior do Curso de Psicologia da (JRHPSI), além de promover atividades com o Aperfeiçoamento Acadêmico, disponibiliza para instituições e empresas locais serviços na área de recursos humanos, com concentração na Psicologia do Trabalho. O grupo trabalha em recrutamento, seleção e treinamento, assim como desenvolvimento de pessoal e gerencial. Além disso, oferece o serviço de Reinserção no Mercado de Trabalho, através de um banco de currículos atualizado para o trabalhador que está desempregado.

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Uma pesquisa de opinião com os acadêmicos define os temas abordados. O foco este ano vai para as relações no contexto do caso Isabella Nardoni.

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Fundada em maio de 2007, a Empresa Júnior do Curso de Psicologia da (JRHPSI), além de promover atividades com o Aperfeiçoamento Acadêmico, disponibiliza para instituições e empresas locais serviços na área de recursos humanos, com concentração na Psicologia do Trabalho. O grupo trabalha em recrutamento, seleção e treinamento, assim como desenvolvimento de pessoal e gerencial. Além disso, oferece o serviço de Reinserção no Mercado de Trabalho, através de um banco de currículos atualizado para o trabalhador que está desempregado.

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Uma pesquisa de opinião com os acadêmicos define os temas abordados. O foco este ano vai para as relações no contexto do caso Isabella Nardoni.

O trabalho da Empresa Júnior
Fundada em maio de 2007, a Empresa Júnior do Curso de Psicologia da (JRHPSI), além de promover atividades com o Aperfeiçoamento Acadêmico, disponibiliza para instituições e empresas locais serviços na área de recursos humanos, com concentração na Psicologia do Trabalho. O grupo trabalha em recrutamento, seleção e treinamento, assim como desenvolvimento de pessoal e gerencial. Além disso, oferece o serviço de Reinserção no Mercado de Trabalho, através de um banco de currículos atualizado para o trabalhador que está desempregado.

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Fundada em maio de 2007, a Empresa Júnior do Curso de Psicologia da (JRHPSI), além de promover atividades com o Aperfeiçoamento Acadêmico, disponibiliza para instituições e empresas locais serviços na área de recursos humanos, com concentração na Psicologia do Trabalho. O grupo trabalha em recrutamento, seleção e treinamento, assim como desenvolvimento de pessoal e gerencial. Além disso, oferece o serviço de Reinserção no Mercado de Trabalho, através de um banco de currículos atualizado para o trabalhador que está desempregado.

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Fundada em maio de 2007, a Empresa Júnior do Curso de Psicologia da (JRHPSI), além de promover atividades com o Aperfeiçoamento Acadêmico, disponibiliza para instituições e empresas locais serviços na área de recursos humanos, com concentração na Psicologia do Trabalho. O grupo trabalha em recrutamento, seleção e treinamento, assim como desenvolvimento de pessoal e gerencial. Além disso, oferece o serviço de Reinserção no Mercado de Trabalho, através de um banco de currículos atualizado para o trabalhador que está desempregado.

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Uma pesquisa de opinião com os acadêmicos define os temas abordados. O foco este ano vai para as relações no contexto do caso Isabella Nardoni.

O trabalho da Empresa Júnior
Fundada em maio de 2007, a Empresa Júnior do Curso de Psicologia da (JRHPSI), além de promover atividades com o Aperfeiçoamento Acadêmico, disponibiliza para instituições e empresas locais serviços na área de recursos humanos, com concentração na Psicologia do Trabalho. O grupo trabalha em recrutamento, seleção e treinamento, assim como desenvolvimento de pessoal e gerencial. Além disso, oferece o serviço de Reinserção no Mercado de Trabalho, através de um banco de currículos atualizado para o trabalhador que está desempregado.

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Uma pesquisa de opinião com os acadêmicos define os temas abordados. O foco este ano vai para as relações no contexto do caso Isabella Nardoni.

O trabalho da Empresa Júnior
Fundada em maio de 2007, a Empresa Júnior do Curso de Psicologia da (JRHPSI), além de promover atividades com o Aperfeiçoamento Acadêmico, disponibiliza para instituições e empresas locais serviços na área de recursos humanos, com concentração na Psicologia do Trabalho. O grupo trabalha em recrutamento, seleção e treinamento, assim como desenvolvimento de pessoal e gerencial. Além disso, oferece o serviço de Reinserção no Mercado de Trabalho, através de um banco de currículos atualizado para o trabalhador que está desempregado.

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Adv. Marcos Duarte faz palestra na Unifor sobre caso David Goldman, logo mais às 19h:00

O advogado e jornalista Marcos Duarte fará palestra, logo mais às 19h:00, na Unifor sobre o tema “A Convenção de Haia sobre Aspectos Civis do Sequestro Internacional de Crianças no Brasil – Caso David Goldman e Outros”. O local é o auditório da Biblioteca da Universidade de Fortaleza (Unifor). Tem a organização da Comissão de Formatura Direito 2009.1 e maiores informações podem ser obtidas no Hall do Bloco K – Curso de Direito da Unifor

O palestrante/debatedor, Marcos Duarte é advogado especialista em Direito das Famílias, Sucessões, Menores e Direito Internacional de Família. Especialista ainda em Comunicação Social, doutorando em Ciências Jurídicas e Sociais, professor universitário, presidente do IBDFAM (Instituto Brasileiro de Direito de Família) - Seção do Ceará e presidente da Revista Jurídica Leis&Letras.

O evento é apoiado pela revista Leis&Letras, IBDFAM e Direito 2009.1 (Unifor)


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Adv. Marcos Duarte faz palestra na Unifor sobre caso David Goldman, logo mais às 19h:00

O advogado e jornalista Marcos Duarte fará palestra, logo mais às 19h:00, na Unifor sobre o tema “A Convenção de Haia sobre Aspectos Civis do Sequestro Internacional de Crianças no Brasil – Caso David Goldman e Outros”. O local é o auditório da Biblioteca da Universidade de Fortaleza (Unifor). Tem a organização da Comissão de Formatura Direito 2009.1 e maiores informações podem ser obtidas no Hall do Bloco K – Curso de Direito da Unifor

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Adv. Marcos Duarte faz palestra na Unifor sobre caso David Goldman, logo mais às 19h:00

O advogado e jornalista Marcos Duarte fará palestra, logo mais às 19h:00, na Unifor sobre o tema “A Convenção de Haia sobre Aspectos Civis do Sequestro Internacional de Crianças no Brasil – Caso David Goldman e Outros”. O local é o auditório da Biblioteca da Universidade de Fortaleza (Unifor). Tem a organização da Comissão de Formatura Direito 2009.1 e maiores informações podem ser obtidas no Hall do Bloco K – Curso de Direito da Unifor

O palestrante/debatedor, Marcos Duarte é advogado especialista em Direito das Famílias, Sucessões, Menores e Direito Internacional de Família. Especialista ainda em Comunicação Social, doutorando em Ciências Jurídicas e Sociais, professor universitário, presidente do IBDFAM (Instituto Brasileiro de Direito de Família) - Seção do Ceará e presidente da Revista Jurídica Leis&Letras.

O evento é apoiado pela revista Leis&Letras, IBDFAM e Direito 2009.1 (Unifor)


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ISLAMABAD - O presidente do Paquistão, Asif Ali Zardari, informou nesta segunda-feira que o paradeiro do líder da Al-Qaeda, Osama bin Laden, continua sendo um mistério e que existe a suspeita de que ele possa estar morto.
Falando à mídia internacional, Zardari informou que autoridades americanas disseram não ter nenhuma pista a respeito do líder da Al-Qaeda, apesar de dizerem habitualmente que é mais provável que ele esteja no Paquistão.
As agências de inteligência do próprio Paquistão também não estão informadas, disse Zardari.
- Não há novidade - disse o presidente.
- Elas (as autoridades) evidentemente sentem que ele não existe mais, mas isto ainda não está confirmado, nós não podemos confirmar isto.
A rede de TV Al-Jazeera divulgou trechos de uma gravação de áudio em março, na qual havia uma voz parecida com a veiculada em mensagens anteriores de Bin Laden.
Bin Laden escapou de todos esforços de captura desde que a Al-Qaeda executou os ataques do dia 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.
Se Bin Laden ainda estiver vivo, ele completou 52 anos no dia 10 de março, mas é de conhecimento geral que esteja doente.
Houve relatos de que ele teria morrido de causas naturais no passado, mas eles até agora não se confirmaram.


fonte:O GLOBO
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ISLAMABAD - O presidente do Paquistão, Asif Ali Zardari, informou nesta segunda-feira que o paradeiro do líder da Al-Qaeda, Osama bin Laden, continua sendo um mistério e que existe a suspeita de que ele possa estar morto.
Falando à mídia internacional, Zardari informou que autoridades americanas disseram não ter nenhuma pista a respeito do líder da Al-Qaeda, apesar de dizerem habitualmente que é mais provável que ele esteja no Paquistão.
As agências de inteligência do próprio Paquistão também não estão informadas, disse Zardari.
- Não há novidade - disse o presidente.
- Elas (as autoridades) evidentemente sentem que ele não existe mais, mas isto ainda não está confirmado, nós não podemos confirmar isto.
A rede de TV Al-Jazeera divulgou trechos de uma gravação de áudio em março, na qual havia uma voz parecida com a veiculada em mensagens anteriores de Bin Laden.
Bin Laden escapou de todos esforços de captura desde que a Al-Qaeda executou os ataques do dia 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.
Se Bin Laden ainda estiver vivo, ele completou 52 anos no dia 10 de março, mas é de conhecimento geral que esteja doente.
Houve relatos de que ele teria morrido de causas naturais no passado, mas eles até agora não se confirmaram.


fonte:O GLOBO
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ISLAMABAD - O presidente do Paquistão, Asif Ali Zardari, informou nesta segunda-feira que o paradeiro do líder da Al-Qaeda, Osama bin Laden, continua sendo um mistério e que existe a suspeita de que ele possa estar morto.
Falando à mídia internacional, Zardari informou que autoridades americanas disseram não ter nenhuma pista a respeito do líder da Al-Qaeda, apesar de dizerem habitualmente que é mais provável que ele esteja no Paquistão.
As agências de inteligência do próprio Paquistão também não estão informadas, disse Zardari.
- Não há novidade - disse o presidente.
- Elas (as autoridades) evidentemente sentem que ele não existe mais, mas isto ainda não está confirmado, nós não podemos confirmar isto.
A rede de TV Al-Jazeera divulgou trechos de uma gravação de áudio em março, na qual havia uma voz parecida com a veiculada em mensagens anteriores de Bin Laden.
Bin Laden escapou de todos esforços de captura desde que a Al-Qaeda executou os ataques do dia 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.
Se Bin Laden ainda estiver vivo, ele completou 52 anos no dia 10 de março, mas é de conhecimento geral que esteja doente.
Houve relatos de que ele teria morrido de causas naturais no passado, mas eles até agora não se confirmaram.


fonte:O GLOBO
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ISLAMABAD - O presidente do Paquistão, Asif Ali Zardari, informou nesta segunda-feira que o paradeiro do líder da Al-Qaeda, Osama bin Laden, continua sendo um mistério e que existe a suspeita de que ele possa estar morto.
Falando à mídia internacional, Zardari informou que autoridades americanas disseram não ter nenhuma pista a respeito do líder da Al-Qaeda, apesar de dizerem habitualmente que é mais provável que ele esteja no Paquistão.
As agências de inteligência do próprio Paquistão também não estão informadas, disse Zardari.
- Não há novidade - disse o presidente.
- Elas (as autoridades) evidentemente sentem que ele não existe mais, mas isto ainda não está confirmado, nós não podemos confirmar isto.
A rede de TV Al-Jazeera divulgou trechos de uma gravação de áudio em março, na qual havia uma voz parecida com a veiculada em mensagens anteriores de Bin Laden.
Bin Laden escapou de todos esforços de captura desde que a Al-Qaeda executou os ataques do dia 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.
Se Bin Laden ainda estiver vivo, ele completou 52 anos no dia 10 de março, mas é de conhecimento geral que esteja doente.
Houve relatos de que ele teria morrido de causas naturais no passado, mas eles até agora não se confirmaram.


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ISLAMABAD - O presidente do Paquistão, Asif Ali Zardari, informou nesta segunda-feira que o paradeiro do líder da Al-Qaeda, Osama bin Laden, continua sendo um mistério e que existe a suspeita de que ele possa estar morto.
Falando à mídia internacional, Zardari informou que autoridades americanas disseram não ter nenhuma pista a respeito do líder da Al-Qaeda, apesar de dizerem habitualmente que é mais provável que ele esteja no Paquistão.
As agências de inteligência do próprio Paquistão também não estão informadas, disse Zardari.
- Não há novidade - disse o presidente.
- Elas (as autoridades) evidentemente sentem que ele não existe mais, mas isto ainda não está confirmado, nós não podemos confirmar isto.
A rede de TV Al-Jazeera divulgou trechos de uma gravação de áudio em março, na qual havia uma voz parecida com a veiculada em mensagens anteriores de Bin Laden.
Bin Laden escapou de todos esforços de captura desde que a Al-Qaeda executou os ataques do dia 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.
Se Bin Laden ainda estiver vivo, ele completou 52 anos no dia 10 de março, mas é de conhecimento geral que esteja doente.
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Falando à mídia internacional, Zardari informou que autoridades americanas disseram não ter nenhuma pista a respeito do líder da Al-Qaeda, apesar de dizerem habitualmente que é mais provável que ele esteja no Paquistão.
As agências de inteligência do próprio Paquistão também não estão informadas, disse Zardari.
- Não há novidade - disse o presidente.
- Elas (as autoridades) evidentemente sentem que ele não existe mais, mas isto ainda não está confirmado, nós não podemos confirmar isto.
A rede de TV Al-Jazeera divulgou trechos de uma gravação de áudio em março, na qual havia uma voz parecida com a veiculada em mensagens anteriores de Bin Laden.
Bin Laden escapou de todos esforços de captura desde que a Al-Qaeda executou os ataques do dia 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.
Se Bin Laden ainda estiver vivo, ele completou 52 anos no dia 10 de março, mas é de conhecimento geral que esteja doente.
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Falando à mídia internacional, Zardari informou que autoridades americanas disseram não ter nenhuma pista a respeito do líder da Al-Qaeda, apesar de dizerem habitualmente que é mais provável que ele esteja no Paquistão.
As agências de inteligência do próprio Paquistão também não estão informadas, disse Zardari.
- Não há novidade - disse o presidente.
- Elas (as autoridades) evidentemente sentem que ele não existe mais, mas isto ainda não está confirmado, nós não podemos confirmar isto.
A rede de TV Al-Jazeera divulgou trechos de uma gravação de áudio em março, na qual havia uma voz parecida com a veiculada em mensagens anteriores de Bin Laden.
Bin Laden escapou de todos esforços de captura desde que a Al-Qaeda executou os ataques do dia 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.
Se Bin Laden ainda estiver vivo, ele completou 52 anos no dia 10 de março, mas é de conhecimento geral que esteja doente.
Houve relatos de que ele teria morrido de causas naturais no passado, mas eles até agora não se confirmaram.


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Falando à mídia internacional, Zardari informou que autoridades americanas disseram não ter nenhuma pista a respeito do líder da Al-Qaeda, apesar de dizerem habitualmente que é mais provável que ele esteja no Paquistão.
As agências de inteligência do próprio Paquistão também não estão informadas, disse Zardari.
- Não há novidade - disse o presidente.
- Elas (as autoridades) evidentemente sentem que ele não existe mais, mas isto ainda não está confirmado, nós não podemos confirmar isto.
A rede de TV Al-Jazeera divulgou trechos de uma gravação de áudio em março, na qual havia uma voz parecida com a veiculada em mensagens anteriores de Bin Laden.
Bin Laden escapou de todos esforços de captura desde que a Al-Qaeda executou os ataques do dia 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.
Se Bin Laden ainda estiver vivo, ele completou 52 anos no dia 10 de março, mas é de conhecimento geral que esteja doente.
Houve relatos de que ele teria morrido de causas naturais no passado, mas eles até agora não se confirmaram.


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Falando à mídia internacional, Zardari informou que autoridades americanas disseram não ter nenhuma pista a respeito do líder da Al-Qaeda, apesar de dizerem habitualmente que é mais provável que ele esteja no Paquistão.
As agências de inteligência do próprio Paquistão também não estão informadas, disse Zardari.
- Não há novidade - disse o presidente.
- Elas (as autoridades) evidentemente sentem que ele não existe mais, mas isto ainda não está confirmado, nós não podemos confirmar isto.
A rede de TV Al-Jazeera divulgou trechos de uma gravação de áudio em março, na qual havia uma voz parecida com a veiculada em mensagens anteriores de Bin Laden.
Bin Laden escapou de todos esforços de captura desde que a Al-Qaeda executou os ataques do dia 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.
Se Bin Laden ainda estiver vivo, ele completou 52 anos no dia 10 de março, mas é de conhecimento geral que esteja doente.
Houve relatos de que ele teria morrido de causas naturais no passado, mas eles até agora não se confirmaram.


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Falando à mídia internacional, Zardari informou que autoridades americanas disseram não ter nenhuma pista a respeito do líder da Al-Qaeda, apesar de dizerem habitualmente que é mais provável que ele esteja no Paquistão.
As agências de inteligência do próprio Paquistão também não estão informadas, disse Zardari.
- Não há novidade - disse o presidente.
- Elas (as autoridades) evidentemente sentem que ele não existe mais, mas isto ainda não está confirmado, nós não podemos confirmar isto.
A rede de TV Al-Jazeera divulgou trechos de uma gravação de áudio em março, na qual havia uma voz parecida com a veiculada em mensagens anteriores de Bin Laden.
Bin Laden escapou de todos esforços de captura desde que a Al-Qaeda executou os ataques do dia 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.
Se Bin Laden ainda estiver vivo, ele completou 52 anos no dia 10 de março, mas é de conhecimento geral que esteja doente.
Houve relatos de que ele teria morrido de causas naturais no passado, mas eles até agora não se confirmaram.


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ISLAMABAD - O presidente do Paquistão, Asif Ali Zardari, informou nesta segunda-feira que o paradeiro do líder da Al-Qaeda, Osama bin Laden, continua sendo um mistério e que existe a suspeita de que ele possa estar morto.
Falando à mídia internacional, Zardari informou que autoridades americanas disseram não ter nenhuma pista a respeito do líder da Al-Qaeda, apesar de dizerem habitualmente que é mais provável que ele esteja no Paquistão.
As agências de inteligência do próprio Paquistão também não estão informadas, disse Zardari.
- Não há novidade - disse o presidente.
- Elas (as autoridades) evidentemente sentem que ele não existe mais, mas isto ainda não está confirmado, nós não podemos confirmar isto.
A rede de TV Al-Jazeera divulgou trechos de uma gravação de áudio em março, na qual havia uma voz parecida com a veiculada em mensagens anteriores de Bin Laden.
Bin Laden escapou de todos esforços de captura desde que a Al-Qaeda executou os ataques do dia 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.
Se Bin Laden ainda estiver vivo, ele completou 52 anos no dia 10 de março, mas é de conhecimento geral que esteja doente.
Houve relatos de que ele teria morrido de causas naturais no passado, mas eles até agora não se confirmaram.


fonte:O GLOBO
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SÃO PAULO - O julgamento mais aguardado na crônica policial brasileira já começou. Mesmo antes da instalação do júri, o novo advogado de defesa de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, Roberto Podval, pede a anulação de todas as acusações contra a madrasta. Assim como seu antecessor, Marco Polo Levorin, ele diz que a perícia é frágil e não prova nada contra ela. Mas a delegada que comandou a investigação rebate ponto a ponto os argumentos da defesa.
Podval afirmou, em entrevista ao "Fantástico", neste domingo, que os autos não chegam à conclusão sobre o que se passou no apartamento do casal, de onde Isabella Nardoni, 5 anos, foi atirada pela janela.
- Não estou dizendo: 'São inocentes'. Estou dizendo: 'Não tem prova que eles tenham feito, não tem' - diz Podval.
A delegada Renata Pontes, responsável pelo inquérito, afirmou que está absolutamente tranquila em relação ao resultado da investigação.
Podval espera conseguir "uma reviravolta" no caso. Ele foi contratado há duas semanas. Levorin negou ter abandonado o caso por algum tipo de divergência com o casal ou com o também advogado Antonio Nardoni, pai de Alexandre.
- E aí me perguntam: 'Mas e a pobre da garotinha que morreu?' Ninguém está preocupado com os pobres dos garotos que estão vivos - dispara o advogado.
Na lista de clientes de Roberto Podval, está o empresário Sérgio Gomes da Silva, o Sombra, acusado de ser o mandante do assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel, em 2002. O empresário responde ao processo em liberdade. Ele também é advogado do cirurgião plástico Farah Jorge Farah, condenado a 13 anos pelo assassinato e esquartejamento de uma ex-paciente. Farah recorre em liberdade.
- O dia que eu não defender as causas que eu entenda justas, por receio da opinião pública, eu abandono a advocacia e vou fazer qualquer outra coisa - diz Podval.
Podval entrou com recurso no Tribunal de Justiça de São Paulo e alega que os laudos não apresentam nenhum fato concreto que possa relacioná-la com as agressões, inclusive no caso da esganadura e da asfixia. Ele utiliza o mesmo argumento dos laudos, feitos a pedido de Levorin, feitos pelo criminalista George Sanguinetti.
Podval nega e diz que está descartando a perícia particular e trabalhando apenas com a perícia técnica. Segundo ele, a perítica técnica chega a uma conclusão que pode ser equivocada.
- Não tem prova de esganadura. A asfixia mecânica deu-se pela queda - afirma.
Podval também critica a versão da polícia de que Anna Carolina Jatobá começou a agredir a enteada no carro da família com um anel ou uma chave:
- Essa chave não foi para perícia. Essa perícia não foi feita. Eu pergunto: por quê?
A delegada Renata Pontes diz que a chave não levaria nenhum tipo de prova na investigação e que a conclusão de que houve esganadura foi com base na afirmação dos legistas e dos peritos do Instituto de Criminalística. A polícia também descartou a tese defendida pelo casal de que uma terceira pessoa entrou no apartamento e cometeu o crime. Segundo a perícia, o suposto invasor teria apenas 1 minuto e 55 segundos para guardar a faca e a tesoura usadas para cortar a tela, limpar as manchas de sangue, apagar as luzes, trancar a porta e fugir, sem deixar vestígios.
- O conjunto dessa prova aponta categoricamente que o casal estava no apartamento quando da queda da criança e que esse casal é o autor do homicídio da Isabella - explica a delegada.
- A ideia que eu tenho é que o advogado não leu o mesmo processo do qual nós estamos falando - diz o promotor de Justiça Francisco Cembranelli.
Para o advogado Roberto Podval, o principal objetivo agora é tirar o casal da cadeia. Como todos os recursos da defesa foram negados até o momento, polícia e Ministério Público não acreditam nessa possibilidade. Para eles, o pai e a madrasta de Isabella devem ficar presos e pagar pelo crime que cometeram. A pena prevista é de 19 anos de cadeia.
- Tenho absoluta certeza de que vai haver uma decisão unânime no sentido de condená-los - acredita Francisco Cembranelli.
- A única preocupação deles era fugir da responsabilidade do que aconteceu dentro do apartamento. Mentiram sempre, sem dúvida, e continuam mentindo - diz a delegada Renata.
- Um julgamento rápido não é necessariamente um julgamento justo - lembra Roberto Podval.

Fonte: Globo
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SÃO PAULO - O julgamento mais aguardado na crônica policial brasileira já começou. Mesmo antes da instalação do júri, o novo advogado de defesa de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, Roberto Podval, pede a anulação de todas as acusações contra a madrasta. Assim como seu antecessor, Marco Polo Levorin, ele diz que a perícia é frágil e não prova nada contra ela. Mas a delegada que comandou a investigação rebate ponto a ponto os argumentos da defesa.
Podval afirmou, em entrevista ao "Fantástico", neste domingo, que os autos não chegam à conclusão sobre o que se passou no apartamento do casal, de onde Isabella Nardoni, 5 anos, foi atirada pela janela.
- Não estou dizendo: 'São inocentes'. Estou dizendo: 'Não tem prova que eles tenham feito, não tem' - diz Podval.
A delegada Renata Pontes, responsável pelo inquérito, afirmou que está absolutamente tranquila em relação ao resultado da investigação.
Podval espera conseguir "uma reviravolta" no caso. Ele foi contratado há duas semanas. Levorin negou ter abandonado o caso por algum tipo de divergência com o casal ou com o também advogado Antonio Nardoni, pai de Alexandre.
- E aí me perguntam: 'Mas e a pobre da garotinha que morreu?' Ninguém está preocupado com os pobres dos garotos que estão vivos - dispara o advogado.
Na lista de clientes de Roberto Podval, está o empresário Sérgio Gomes da Silva, o Sombra, acusado de ser o mandante do assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel, em 2002. O empresário responde ao processo em liberdade. Ele também é advogado do cirurgião plástico Farah Jorge Farah, condenado a 13 anos pelo assassinato e esquartejamento de uma ex-paciente. Farah recorre em liberdade.
- O dia que eu não defender as causas que eu entenda justas, por receio da opinião pública, eu abandono a advocacia e vou fazer qualquer outra coisa - diz Podval.
Podval entrou com recurso no Tribunal de Justiça de São Paulo e alega que os laudos não apresentam nenhum fato concreto que possa relacioná-la com as agressões, inclusive no caso da esganadura e da asfixia. Ele utiliza o mesmo argumento dos laudos, feitos a pedido de Levorin, feitos pelo criminalista George Sanguinetti.
Podval nega e diz que está descartando a perícia particular e trabalhando apenas com a perícia técnica. Segundo ele, a perítica técnica chega a uma conclusão que pode ser equivocada.
- Não tem prova de esganadura. A asfixia mecânica deu-se pela queda - afirma.
Podval também critica a versão da polícia de que Anna Carolina Jatobá começou a agredir a enteada no carro da família com um anel ou uma chave:
- Essa chave não foi para perícia. Essa perícia não foi feita. Eu pergunto: por quê?
A delegada Renata Pontes diz que a chave não levaria nenhum tipo de prova na investigação e que a conclusão de que houve esganadura foi com base na afirmação dos legistas e dos peritos do Instituto de Criminalística. A polícia também descartou a tese defendida pelo casal de que uma terceira pessoa entrou no apartamento e cometeu o crime. Segundo a perícia, o suposto invasor teria apenas 1 minuto e 55 segundos para guardar a faca e a tesoura usadas para cortar a tela, limpar as manchas de sangue, apagar as luzes, trancar a porta e fugir, sem deixar vestígios.
- O conjunto dessa prova aponta categoricamente que o casal estava no apartamento quando da queda da criança e que esse casal é o autor do homicídio da Isabella - explica a delegada.
- A ideia que eu tenho é que o advogado não leu o mesmo processo do qual nós estamos falando - diz o promotor de Justiça Francisco Cembranelli.
Para o advogado Roberto Podval, o principal objetivo agora é tirar o casal da cadeia. Como todos os recursos da defesa foram negados até o momento, polícia e Ministério Público não acreditam nessa possibilidade. Para eles, o pai e a madrasta de Isabella devem ficar presos e pagar pelo crime que cometeram. A pena prevista é de 19 anos de cadeia.
- Tenho absoluta certeza de que vai haver uma decisão unânime no sentido de condená-los - acredita Francisco Cembranelli.
- A única preocupação deles era fugir da responsabilidade do que aconteceu dentro do apartamento. Mentiram sempre, sem dúvida, e continuam mentindo - diz a delegada Renata.
- Um julgamento rápido não é necessariamente um julgamento justo - lembra Roberto Podval.

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SÃO PAULO - O julgamento mais aguardado na crônica policial brasileira já começou. Mesmo antes da instalação do júri, o novo advogado de defesa de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, Roberto Podval, pede a anulação de todas as acusações contra a madrasta. Assim como seu antecessor, Marco Polo Levorin, ele diz que a perícia é frágil e não prova nada contra ela. Mas a delegada que comandou a investigação rebate ponto a ponto os argumentos da defesa.
Podval afirmou, em entrevista ao "Fantástico", neste domingo, que os autos não chegam à conclusão sobre o que se passou no apartamento do casal, de onde Isabella Nardoni, 5 anos, foi atirada pela janela.
- Não estou dizendo: 'São inocentes'. Estou dizendo: 'Não tem prova que eles tenham feito, não tem' - diz Podval.
A delegada Renata Pontes, responsável pelo inquérito, afirmou que está absolutamente tranquila em relação ao resultado da investigação.
Podval espera conseguir "uma reviravolta" no caso. Ele foi contratado há duas semanas. Levorin negou ter abandonado o caso por algum tipo de divergência com o casal ou com o também advogado Antonio Nardoni, pai de Alexandre.
- E aí me perguntam: 'Mas e a pobre da garotinha que morreu?' Ninguém está preocupado com os pobres dos garotos que estão vivos - dispara o advogado.
Na lista de clientes de Roberto Podval, está o empresário Sérgio Gomes da Silva, o Sombra, acusado de ser o mandante do assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel, em 2002. O empresário responde ao processo em liberdade. Ele também é advogado do cirurgião plástico Farah Jorge Farah, condenado a 13 anos pelo assassinato e esquartejamento de uma ex-paciente. Farah recorre em liberdade.
- O dia que eu não defender as causas que eu entenda justas, por receio da opinião pública, eu abandono a advocacia e vou fazer qualquer outra coisa - diz Podval.
Podval entrou com recurso no Tribunal de Justiça de São Paulo e alega que os laudos não apresentam nenhum fato concreto que possa relacioná-la com as agressões, inclusive no caso da esganadura e da asfixia. Ele utiliza o mesmo argumento dos laudos, feitos a pedido de Levorin, feitos pelo criminalista George Sanguinetti.
Podval nega e diz que está descartando a perícia particular e trabalhando apenas com a perícia técnica. Segundo ele, a perítica técnica chega a uma conclusão que pode ser equivocada.
- Não tem prova de esganadura. A asfixia mecânica deu-se pela queda - afirma.
Podval também critica a versão da polícia de que Anna Carolina Jatobá começou a agredir a enteada no carro da família com um anel ou uma chave:
- Essa chave não foi para perícia. Essa perícia não foi feita. Eu pergunto: por quê?
A delegada Renata Pontes diz que a chave não levaria nenhum tipo de prova na investigação e que a conclusão de que houve esganadura foi com base na afirmação dos legistas e dos peritos do Instituto de Criminalística. A polícia também descartou a tese defendida pelo casal de que uma terceira pessoa entrou no apartamento e cometeu o crime. Segundo a perícia, o suposto invasor teria apenas 1 minuto e 55 segundos para guardar a faca e a tesoura usadas para cortar a tela, limpar as manchas de sangue, apagar as luzes, trancar a porta e fugir, sem deixar vestígios.
- O conjunto dessa prova aponta categoricamente que o casal estava no apartamento quando da queda da criança e que esse casal é o autor do homicídio da Isabella - explica a delegada.
- A ideia que eu tenho é que o advogado não leu o mesmo processo do qual nós estamos falando - diz o promotor de Justiça Francisco Cembranelli.
Para o advogado Roberto Podval, o principal objetivo agora é tirar o casal da cadeia. Como todos os recursos da defesa foram negados até o momento, polícia e Ministério Público não acreditam nessa possibilidade. Para eles, o pai e a madrasta de Isabella devem ficar presos e pagar pelo crime que cometeram. A pena prevista é de 19 anos de cadeia.
- Tenho absoluta certeza de que vai haver uma decisão unânime no sentido de condená-los - acredita Francisco Cembranelli.
- A única preocupação deles era fugir da responsabilidade do que aconteceu dentro do apartamento. Mentiram sempre, sem dúvida, e continuam mentindo - diz a delegada Renata.
- Um julgamento rápido não é necessariamente um julgamento justo - lembra Roberto Podval.

Fonte: Globo
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SÃO PAULO - O julgamento mais aguardado na crônica policial brasileira já começou. Mesmo antes da instalação do júri, o novo advogado de defesa de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, Roberto Podval, pede a anulação de todas as acusações contra a madrasta. Assim como seu antecessor, Marco Polo Levorin, ele diz que a perícia é frágil e não prova nada contra ela. Mas a delegada que comandou a investigação rebate ponto a ponto os argumentos da defesa.
Podval afirmou, em entrevista ao "Fantástico", neste domingo, que os autos não chegam à conclusão sobre o que se passou no apartamento do casal, de onde Isabella Nardoni, 5 anos, foi atirada pela janela.
- Não estou dizendo: 'São inocentes'. Estou dizendo: 'Não tem prova que eles tenham feito, não tem' - diz Podval.
A delegada Renata Pontes, responsável pelo inquérito, afirmou que está absolutamente tranquila em relação ao resultado da investigação.
Podval espera conseguir "uma reviravolta" no caso. Ele foi contratado há duas semanas. Levorin negou ter abandonado o caso por algum tipo de divergência com o casal ou com o também advogado Antonio Nardoni, pai de Alexandre.
- E aí me perguntam: 'Mas e a pobre da garotinha que morreu?' Ninguém está preocupado com os pobres dos garotos que estão vivos - dispara o advogado.
Na lista de clientes de Roberto Podval, está o empresário Sérgio Gomes da Silva, o Sombra, acusado de ser o mandante do assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel, em 2002. O empresário responde ao processo em liberdade. Ele também é advogado do cirurgião plástico Farah Jorge Farah, condenado a 13 anos pelo assassinato e esquartejamento de uma ex-paciente. Farah recorre em liberdade.
- O dia que eu não defender as causas que eu entenda justas, por receio da opinião pública, eu abandono a advocacia e vou fazer qualquer outra coisa - diz Podval.
Podval entrou com recurso no Tribunal de Justiça de São Paulo e alega que os laudos não apresentam nenhum fato concreto que possa relacioná-la com as agressões, inclusive no caso da esganadura e da asfixia. Ele utiliza o mesmo argumento dos laudos, feitos a pedido de Levorin, feitos pelo criminalista George Sanguinetti.
Podval nega e diz que está descartando a perícia particular e trabalhando apenas com a perícia técnica. Segundo ele, a perítica técnica chega a uma conclusão que pode ser equivocada.
- Não tem prova de esganadura. A asfixia mecânica deu-se pela queda - afirma.
Podval também critica a versão da polícia de que Anna Carolina Jatobá começou a agredir a enteada no carro da família com um anel ou uma chave:
- Essa chave não foi para perícia. Essa perícia não foi feita. Eu pergunto: por quê?
A delegada Renata Pontes diz que a chave não levaria nenhum tipo de prova na investigação e que a conclusão de que houve esganadura foi com base na afirmação dos legistas e dos peritos do Instituto de Criminalística. A polícia também descartou a tese defendida pelo casal de que uma terceira pessoa entrou no apartamento e cometeu o crime. Segundo a perícia, o suposto invasor teria apenas 1 minuto e 55 segundos para guardar a faca e a tesoura usadas para cortar a tela, limpar as manchas de sangue, apagar as luzes, trancar a porta e fugir, sem deixar vestígios.
- O conjunto dessa prova aponta categoricamente que o casal estava no apartamento quando da queda da criança e que esse casal é o autor do homicídio da Isabella - explica a delegada.
- A ideia que eu tenho é que o advogado não leu o mesmo processo do qual nós estamos falando - diz o promotor de Justiça Francisco Cembranelli.
Para o advogado Roberto Podval, o principal objetivo agora é tirar o casal da cadeia. Como todos os recursos da defesa foram negados até o momento, polícia e Ministério Público não acreditam nessa possibilidade. Para eles, o pai e a madrasta de Isabella devem ficar presos e pagar pelo crime que cometeram. A pena prevista é de 19 anos de cadeia.
- Tenho absoluta certeza de que vai haver uma decisão unânime no sentido de condená-los - acredita Francisco Cembranelli.
- A única preocupação deles era fugir da responsabilidade do que aconteceu dentro do apartamento. Mentiram sempre, sem dúvida, e continuam mentindo - diz a delegada Renata.
- Um julgamento rápido não é necessariamente um julgamento justo - lembra Roberto Podval.

Fonte: Globo
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SÃO PAULO - O julgamento mais aguardado na crônica policial brasileira já começou. Mesmo antes da instalação do júri, o novo advogado de defesa de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, Roberto Podval, pede a anulação de todas as acusações contra a madrasta. Assim como seu antecessor, Marco Polo Levorin, ele diz que a perícia é frágil e não prova nada contra ela. Mas a delegada que comandou a investigação rebate ponto a ponto os argumentos da defesa.
Podval afirmou, em entrevista ao "Fantástico", neste domingo, que os autos não chegam à conclusão sobre o que se passou no apartamento do casal, de onde Isabella Nardoni, 5 anos, foi atirada pela janela.
- Não estou dizendo: 'São inocentes'. Estou dizendo: 'Não tem prova que eles tenham feito, não tem' - diz Podval.
A delegada Renata Pontes, responsável pelo inquérito, afirmou que está absolutamente tranquila em relação ao resultado da investigação.
Podval espera conseguir "uma reviravolta" no caso. Ele foi contratado há duas semanas. Levorin negou ter abandonado o caso por algum tipo de divergência com o casal ou com o também advogado Antonio Nardoni, pai de Alexandre.
- E aí me perguntam: 'Mas e a pobre da garotinha que morreu?' Ninguém está preocupado com os pobres dos garotos que estão vivos - dispara o advogado.
Na lista de clientes de Roberto Podval, está o empresário Sérgio Gomes da Silva, o Sombra, acusado de ser o mandante do assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel, em 2002. O empresário responde ao processo em liberdade. Ele também é advogado do cirurgião plástico Farah Jorge Farah, condenado a 13 anos pelo assassinato e esquartejamento de uma ex-paciente. Farah recorre em liberdade.
- O dia que eu não defender as causas que eu entenda justas, por receio da opinião pública, eu abandono a advocacia e vou fazer qualquer outra coisa - diz Podval.
Podval entrou com recurso no Tribunal de Justiça de São Paulo e alega que os laudos não apresentam nenhum fato concreto que possa relacioná-la com as agressões, inclusive no caso da esganadura e da asfixia. Ele utiliza o mesmo argumento dos laudos, feitos a pedido de Levorin, feitos pelo criminalista George Sanguinetti.
Podval nega e diz que está descartando a perícia particular e trabalhando apenas com a perícia técnica. Segundo ele, a perítica técnica chega a uma conclusão que pode ser equivocada.
- Não tem prova de esganadura. A asfixia mecânica deu-se pela queda - afirma.
Podval também critica a versão da polícia de que Anna Carolina Jatobá começou a agredir a enteada no carro da família com um anel ou uma chave:
- Essa chave não foi para perícia. Essa perícia não foi feita. Eu pergunto: por quê?
A delegada Renata Pontes diz que a chave não levaria nenhum tipo de prova na investigação e que a conclusão de que houve esganadura foi com base na afirmação dos legistas e dos peritos do Instituto de Criminalística. A polícia também descartou a tese defendida pelo casal de que uma terceira pessoa entrou no apartamento e cometeu o crime. Segundo a perícia, o suposto invasor teria apenas 1 minuto e 55 segundos para guardar a faca e a tesoura usadas para cortar a tela, limpar as manchas de sangue, apagar as luzes, trancar a porta e fugir, sem deixar vestígios.
- O conjunto dessa prova aponta categoricamente que o casal estava no apartamento quando da queda da criança e que esse casal é o autor do homicídio da Isabella - explica a delegada.
- A ideia que eu tenho é que o advogado não leu o mesmo processo do qual nós estamos falando - diz o promotor de Justiça Francisco Cembranelli.
Para o advogado Roberto Podval, o principal objetivo agora é tirar o casal da cadeia. Como todos os recursos da defesa foram negados até o momento, polícia e Ministério Público não acreditam nessa possibilidade. Para eles, o pai e a madrasta de Isabella devem ficar presos e pagar pelo crime que cometeram. A pena prevista é de 19 anos de cadeia.
- Tenho absoluta certeza de que vai haver uma decisão unânime no sentido de condená-los - acredita Francisco Cembranelli.
- A única preocupação deles era fugir da responsabilidade do que aconteceu dentro do apartamento. Mentiram sempre, sem dúvida, e continuam mentindo - diz a delegada Renata.
- Um julgamento rápido não é necessariamente um julgamento justo - lembra Roberto Podval.

Fonte: Globo
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SÃO PAULO - O julgamento mais aguardado na crônica policial brasileira já começou. Mesmo antes da instalação do júri, o novo advogado de defesa de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, Roberto Podval, pede a anulação de todas as acusações contra a madrasta. Assim como seu antecessor, Marco Polo Levorin, ele diz que a perícia é frágil e não prova nada contra ela. Mas a delegada que comandou a investigação rebate ponto a ponto os argumentos da defesa.
Podval afirmou, em entrevista ao "Fantástico", neste domingo, que os autos não chegam à conclusão sobre o que se passou no apartamento do casal, de onde Isabella Nardoni, 5 anos, foi atirada pela janela.
- Não estou dizendo: 'São inocentes'. Estou dizendo: 'Não tem prova que eles tenham feito, não tem' - diz Podval.
A delegada Renata Pontes, responsável pelo inquérito, afirmou que está absolutamente tranquila em relação ao resultado da investigação.
Podval espera conseguir "uma reviravolta" no caso. Ele foi contratado há duas semanas. Levorin negou ter abandonado o caso por algum tipo de divergência com o casal ou com o também advogado Antonio Nardoni, pai de Alexandre.
- E aí me perguntam: 'Mas e a pobre da garotinha que morreu?' Ninguém está preocupado com os pobres dos garotos que estão vivos - dispara o advogado.
Na lista de clientes de Roberto Podval, está o empresário Sérgio Gomes da Silva, o Sombra, acusado de ser o mandante do assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel, em 2002. O empresário responde ao processo em liberdade. Ele também é advogado do cirurgião plástico Farah Jorge Farah, condenado a 13 anos pelo assassinato e esquartejamento de uma ex-paciente. Farah recorre em liberdade.
- O dia que eu não defender as causas que eu entenda justas, por receio da opinião pública, eu abandono a advocacia e vou fazer qualquer outra coisa - diz Podval.
Podval entrou com recurso no Tribunal de Justiça de São Paulo e alega que os laudos não apresentam nenhum fato concreto que possa relacioná-la com as agressões, inclusive no caso da esganadura e da asfixia. Ele utiliza o mesmo argumento dos laudos, feitos a pedido de Levorin, feitos pelo criminalista George Sanguinetti.
Podval nega e diz que está descartando a perícia particular e trabalhando apenas com a perícia técnica. Segundo ele, a perítica técnica chega a uma conclusão que pode ser equivocada.
- Não tem prova de esganadura. A asfixia mecânica deu-se pela queda - afirma.
Podval também critica a versão da polícia de que Anna Carolina Jatobá começou a agredir a enteada no carro da família com um anel ou uma chave:
- Essa chave não foi para perícia. Essa perícia não foi feita. Eu pergunto: por quê?
A delegada Renata Pontes diz que a chave não levaria nenhum tipo de prova na investigação e que a conclusão de que houve esganadura foi com base na afirmação dos legistas e dos peritos do Instituto de Criminalística. A polícia também descartou a tese defendida pelo casal de que uma terceira pessoa entrou no apartamento e cometeu o crime. Segundo a perícia, o suposto invasor teria apenas 1 minuto e 55 segundos para guardar a faca e a tesoura usadas para cortar a tela, limpar as manchas de sangue, apagar as luzes, trancar a porta e fugir, sem deixar vestígios.
- O conjunto dessa prova aponta categoricamente que o casal estava no apartamento quando da queda da criança e que esse casal é o autor do homicídio da Isabella - explica a delegada.
- A ideia que eu tenho é que o advogado não leu o mesmo processo do qual nós estamos falando - diz o promotor de Justiça Francisco Cembranelli.
Para o advogado Roberto Podval, o principal objetivo agora é tirar o casal da cadeia. Como todos os recursos da defesa foram negados até o momento, polícia e Ministério Público não acreditam nessa possibilidade. Para eles, o pai e a madrasta de Isabella devem ficar presos e pagar pelo crime que cometeram. A pena prevista é de 19 anos de cadeia.
- Tenho absoluta certeza de que vai haver uma decisão unânime no sentido de condená-los - acredita Francisco Cembranelli.
- A única preocupação deles era fugir da responsabilidade do que aconteceu dentro do apartamento. Mentiram sempre, sem dúvida, e continuam mentindo - diz a delegada Renata.
- Um julgamento rápido não é necessariamente um julgamento justo - lembra Roberto Podval.

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SÃO PAULO - O julgamento mais aguardado na crônica policial brasileira já começou. Mesmo antes da instalação do júri, o novo advogado de defesa de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, Roberto Podval, pede a anulação de todas as acusações contra a madrasta. Assim como seu antecessor, Marco Polo Levorin, ele diz que a perícia é frágil e não prova nada contra ela. Mas a delegada que comandou a investigação rebate ponto a ponto os argumentos da defesa.
Podval afirmou, em entrevista ao "Fantástico", neste domingo, que os autos não chegam à conclusão sobre o que se passou no apartamento do casal, de onde Isabella Nardoni, 5 anos, foi atirada pela janela.
- Não estou dizendo: 'São inocentes'. Estou dizendo: 'Não tem prova que eles tenham feito, não tem' - diz Podval.
A delegada Renata Pontes, responsável pelo inquérito, afirmou que está absolutamente tranquila em relação ao resultado da investigação.
Podval espera conseguir "uma reviravolta" no caso. Ele foi contratado há duas semanas. Levorin negou ter abandonado o caso por algum tipo de divergência com o casal ou com o também advogado Antonio Nardoni, pai de Alexandre.
- E aí me perguntam: 'Mas e a pobre da garotinha que morreu?' Ninguém está preocupado com os pobres dos garotos que estão vivos - dispara o advogado.
Na lista de clientes de Roberto Podval, está o empresário Sérgio Gomes da Silva, o Sombra, acusado de ser o mandante do assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel, em 2002. O empresário responde ao processo em liberdade. Ele também é advogado do cirurgião plástico Farah Jorge Farah, condenado a 13 anos pelo assassinato e esquartejamento de uma ex-paciente. Farah recorre em liberdade.
- O dia que eu não defender as causas que eu entenda justas, por receio da opinião pública, eu abandono a advocacia e vou fazer qualquer outra coisa - diz Podval.
Podval entrou com recurso no Tribunal de Justiça de São Paulo e alega que os laudos não apresentam nenhum fato concreto que possa relacioná-la com as agressões, inclusive no caso da esganadura e da asfixia. Ele utiliza o mesmo argumento dos laudos, feitos a pedido de Levorin, feitos pelo criminalista George Sanguinetti.
Podval nega e diz que está descartando a perícia particular e trabalhando apenas com a perícia técnica. Segundo ele, a perítica técnica chega a uma conclusão que pode ser equivocada.
- Não tem prova de esganadura. A asfixia mecânica deu-se pela queda - afirma.
Podval também critica a versão da polícia de que Anna Carolina Jatobá começou a agredir a enteada no carro da família com um anel ou uma chave:
- Essa chave não foi para perícia. Essa perícia não foi feita. Eu pergunto: por quê?
A delegada Renata Pontes diz que a chave não levaria nenhum tipo de prova na investigação e que a conclusão de que houve esganadura foi com base na afirmação dos legistas e dos peritos do Instituto de Criminalística. A polícia também descartou a tese defendida pelo casal de que uma terceira pessoa entrou no apartamento e cometeu o crime. Segundo a perícia, o suposto invasor teria apenas 1 minuto e 55 segundos para guardar a faca e a tesoura usadas para cortar a tela, limpar as manchas de sangue, apagar as luzes, trancar a porta e fugir, sem deixar vestígios.
- O conjunto dessa prova aponta categoricamente que o casal estava no apartamento quando da queda da criança e que esse casal é o autor do homicídio da Isabella - explica a delegada.
- A ideia que eu tenho é que o advogado não leu o mesmo processo do qual nós estamos falando - diz o promotor de Justiça Francisco Cembranelli.
Para o advogado Roberto Podval, o principal objetivo agora é tirar o casal da cadeia. Como todos os recursos da defesa foram negados até o momento, polícia e Ministério Público não acreditam nessa possibilidade. Para eles, o pai e a madrasta de Isabella devem ficar presos e pagar pelo crime que cometeram. A pena prevista é de 19 anos de cadeia.
- Tenho absoluta certeza de que vai haver uma decisão unânime no sentido de condená-los - acredita Francisco Cembranelli.
- A única preocupação deles era fugir da responsabilidade do que aconteceu dentro do apartamento. Mentiram sempre, sem dúvida, e continuam mentindo - diz a delegada Renata.
- Um julgamento rápido não é necessariamente um julgamento justo - lembra Roberto Podval.

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SÃO PAULO - O julgamento mais aguardado na crônica policial brasileira já começou. Mesmo antes da instalação do júri, o novo advogado de defesa de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, Roberto Podval, pede a anulação de todas as acusações contra a madrasta. Assim como seu antecessor, Marco Polo Levorin, ele diz que a perícia é frágil e não prova nada contra ela. Mas a delegada que comandou a investigação rebate ponto a ponto os argumentos da defesa.
Podval afirmou, em entrevista ao "Fantástico", neste domingo, que os autos não chegam à conclusão sobre o que se passou no apartamento do casal, de onde Isabella Nardoni, 5 anos, foi atirada pela janela.
- Não estou dizendo: 'São inocentes'. Estou dizendo: 'Não tem prova que eles tenham feito, não tem' - diz Podval.
A delegada Renata Pontes, responsável pelo inquérito, afirmou que está absolutamente tranquila em relação ao resultado da investigação.
Podval espera conseguir "uma reviravolta" no caso. Ele foi contratado há duas semanas. Levorin negou ter abandonado o caso por algum tipo de divergência com o casal ou com o também advogado Antonio Nardoni, pai de Alexandre.
- E aí me perguntam: 'Mas e a pobre da garotinha que morreu?' Ninguém está preocupado com os pobres dos garotos que estão vivos - dispara o advogado.
Na lista de clientes de Roberto Podval, está o empresário Sérgio Gomes da Silva, o Sombra, acusado de ser o mandante do assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel, em 2002. O empresário responde ao processo em liberdade. Ele também é advogado do cirurgião plástico Farah Jorge Farah, condenado a 13 anos pelo assassinato e esquartejamento de uma ex-paciente. Farah recorre em liberdade.
- O dia que eu não defender as causas que eu entenda justas, por receio da opinião pública, eu abandono a advocacia e vou fazer qualquer outra coisa - diz Podval.
Podval entrou com recurso no Tribunal de Justiça de São Paulo e alega que os laudos não apresentam nenhum fato concreto que possa relacioná-la com as agressões, inclusive no caso da esganadura e da asfixia. Ele utiliza o mesmo argumento dos laudos, feitos a pedido de Levorin, feitos pelo criminalista George Sanguinetti.
Podval nega e diz que está descartando a perícia particular e trabalhando apenas com a perícia técnica. Segundo ele, a perítica técnica chega a uma conclusão que pode ser equivocada.
- Não tem prova de esganadura. A asfixia mecânica deu-se pela queda - afirma.
Podval também critica a versão da polícia de que Anna Carolina Jatobá começou a agredir a enteada no carro da família com um anel ou uma chave:
- Essa chave não foi para perícia. Essa perícia não foi feita. Eu pergunto: por quê?
A delegada Renata Pontes diz que a chave não levaria nenhum tipo de prova na investigação e que a conclusão de que houve esganadura foi com base na afirmação dos legistas e dos peritos do Instituto de Criminalística. A polícia também descartou a tese defendida pelo casal de que uma terceira pessoa entrou no apartamento e cometeu o crime. Segundo a perícia, o suposto invasor teria apenas 1 minuto e 55 segundos para guardar a faca e a tesoura usadas para cortar a tela, limpar as manchas de sangue, apagar as luzes, trancar a porta e fugir, sem deixar vestígios.
- O conjunto dessa prova aponta categoricamente que o casal estava no apartamento quando da queda da criança e que esse casal é o autor do homicídio da Isabella - explica a delegada.
- A ideia que eu tenho é que o advogado não leu o mesmo processo do qual nós estamos falando - diz o promotor de Justiça Francisco Cembranelli.
Para o advogado Roberto Podval, o principal objetivo agora é tirar o casal da cadeia. Como todos os recursos da defesa foram negados até o momento, polícia e Ministério Público não acreditam nessa possibilidade. Para eles, o pai e a madrasta de Isabella devem ficar presos e pagar pelo crime que cometeram. A pena prevista é de 19 anos de cadeia.
- Tenho absoluta certeza de que vai haver uma decisão unânime no sentido de condená-los - acredita Francisco Cembranelli.
- A única preocupação deles era fugir da responsabilidade do que aconteceu dentro do apartamento. Mentiram sempre, sem dúvida, e continuam mentindo - diz a delegada Renata.
- Um julgamento rápido não é necessariamente um julgamento justo - lembra Roberto Podval.

Fonte: Globo
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SÃO PAULO - O julgamento mais aguardado na crônica policial brasileira já começou. Mesmo antes da instalação do júri, o novo advogado de defesa de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, Roberto Podval, pede a anulação de todas as acusações contra a madrasta. Assim como seu antecessor, Marco Polo Levorin, ele diz que a perícia é frágil e não prova nada contra ela. Mas a delegada que comandou a investigação rebate ponto a ponto os argumentos da defesa.
Podval afirmou, em entrevista ao "Fantástico", neste domingo, que os autos não chegam à conclusão sobre o que se passou no apartamento do casal, de onde Isabella Nardoni, 5 anos, foi atirada pela janela.
- Não estou dizendo: 'São inocentes'. Estou dizendo: 'Não tem prova que eles tenham feito, não tem' - diz Podval.
A delegada Renata Pontes, responsável pelo inquérito, afirmou que está absolutamente tranquila em relação ao resultado da investigação.
Podval espera conseguir "uma reviravolta" no caso. Ele foi contratado há duas semanas. Levorin negou ter abandonado o caso por algum tipo de divergência com o casal ou com o também advogado Antonio Nardoni, pai de Alexandre.
- E aí me perguntam: 'Mas e a pobre da garotinha que morreu?' Ninguém está preocupado com os pobres dos garotos que estão vivos - dispara o advogado.
Na lista de clientes de Roberto Podval, está o empresário Sérgio Gomes da Silva, o Sombra, acusado de ser o mandante do assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel, em 2002. O empresário responde ao processo em liberdade. Ele também é advogado do cirurgião plástico Farah Jorge Farah, condenado a 13 anos pelo assassinato e esquartejamento de uma ex-paciente. Farah recorre em liberdade.
- O dia que eu não defender as causas que eu entenda justas, por receio da opinião pública, eu abandono a advocacia e vou fazer qualquer outra coisa - diz Podval.
Podval entrou com recurso no Tribunal de Justiça de São Paulo e alega que os laudos não apresentam nenhum fato concreto que possa relacioná-la com as agressões, inclusive no caso da esganadura e da asfixia. Ele utiliza o mesmo argumento dos laudos, feitos a pedido de Levorin, feitos pelo criminalista George Sanguinetti.
Podval nega e diz que está descartando a perícia particular e trabalhando apenas com a perícia técnica. Segundo ele, a perítica técnica chega a uma conclusão que pode ser equivocada.
- Não tem prova de esganadura. A asfixia mecânica deu-se pela queda - afirma.
Podval também critica a versão da polícia de que Anna Carolina Jatobá começou a agredir a enteada no carro da família com um anel ou uma chave:
- Essa chave não foi para perícia. Essa perícia não foi feita. Eu pergunto: por quê?
A delegada Renata Pontes diz que a chave não levaria nenhum tipo de prova na investigação e que a conclusão de que houve esganadura foi com base na afirmação dos legistas e dos peritos do Instituto de Criminalística. A polícia também descartou a tese defendida pelo casal de que uma terceira pessoa entrou no apartamento e cometeu o crime. Segundo a perícia, o suposto invasor teria apenas 1 minuto e 55 segundos para guardar a faca e a tesoura usadas para cortar a tela, limpar as manchas de sangue, apagar as luzes, trancar a porta e fugir, sem deixar vestígios.
- O conjunto dessa prova aponta categoricamente que o casal estava no apartamento quando da queda da criança e que esse casal é o autor do homicídio da Isabella - explica a delegada.
- A ideia que eu tenho é que o advogado não leu o mesmo processo do qual nós estamos falando - diz o promotor de Justiça Francisco Cembranelli.
Para o advogado Roberto Podval, o principal objetivo agora é tirar o casal da cadeia. Como todos os recursos da defesa foram negados até o momento, polícia e Ministério Público não acreditam nessa possibilidade. Para eles, o pai e a madrasta de Isabella devem ficar presos e pagar pelo crime que cometeram. A pena prevista é de 19 anos de cadeia.
- Tenho absoluta certeza de que vai haver uma decisão unânime no sentido de condená-los - acredita Francisco Cembranelli.
- A única preocupação deles era fugir da responsabilidade do que aconteceu dentro do apartamento. Mentiram sempre, sem dúvida, e continuam mentindo - diz a delegada Renata.
- Um julgamento rápido não é necessariamente um julgamento justo - lembra Roberto Podval.

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SÃO PAULO - O julgamento mais aguardado na crônica policial brasileira já começou. Mesmo antes da instalação do júri, o novo advogado de defesa de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, Roberto Podval, pede a anulação de todas as acusações contra a madrasta. Assim como seu antecessor, Marco Polo Levorin, ele diz que a perícia é frágil e não prova nada contra ela. Mas a delegada que comandou a investigação rebate ponto a ponto os argumentos da defesa.
Podval afirmou, em entrevista ao "Fantástico", neste domingo, que os autos não chegam à conclusão sobre o que se passou no apartamento do casal, de onde Isabella Nardoni, 5 anos, foi atirada pela janela.
- Não estou dizendo: 'São inocentes'. Estou dizendo: 'Não tem prova que eles tenham feito, não tem' - diz Podval.
A delegada Renata Pontes, responsável pelo inquérito, afirmou que está absolutamente tranquila em relação ao resultado da investigação.
Podval espera conseguir "uma reviravolta" no caso. Ele foi contratado há duas semanas. Levorin negou ter abandonado o caso por algum tipo de divergência com o casal ou com o também advogado Antonio Nardoni, pai de Alexandre.
- E aí me perguntam: 'Mas e a pobre da garotinha que morreu?' Ninguém está preocupado com os pobres dos garotos que estão vivos - dispara o advogado.
Na lista de clientes de Roberto Podval, está o empresário Sérgio Gomes da Silva, o Sombra, acusado de ser o mandante do assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel, em 2002. O empresário responde ao processo em liberdade. Ele também é advogado do cirurgião plástico Farah Jorge Farah, condenado a 13 anos pelo assassinato e esquartejamento de uma ex-paciente. Farah recorre em liberdade.
- O dia que eu não defender as causas que eu entenda justas, por receio da opinião pública, eu abandono a advocacia e vou fazer qualquer outra coisa - diz Podval.
Podval entrou com recurso no Tribunal de Justiça de São Paulo e alega que os laudos não apresentam nenhum fato concreto que possa relacioná-la com as agressões, inclusive no caso da esganadura e da asfixia. Ele utiliza o mesmo argumento dos laudos, feitos a pedido de Levorin, feitos pelo criminalista George Sanguinetti.
Podval nega e diz que está descartando a perícia particular e trabalhando apenas com a perícia técnica. Segundo ele, a perítica técnica chega a uma conclusão que pode ser equivocada.
- Não tem prova de esganadura. A asfixia mecânica deu-se pela queda - afirma.
Podval também critica a versão da polícia de que Anna Carolina Jatobá começou a agredir a enteada no carro da família com um anel ou uma chave:
- Essa chave não foi para perícia. Essa perícia não foi feita. Eu pergunto: por quê?
A delegada Renata Pontes diz que a chave não levaria nenhum tipo de prova na investigação e que a conclusão de que houve esganadura foi com base na afirmação dos legistas e dos peritos do Instituto de Criminalística. A polícia também descartou a tese defendida pelo casal de que uma terceira pessoa entrou no apartamento e cometeu o crime. Segundo a perícia, o suposto invasor teria apenas 1 minuto e 55 segundos para guardar a faca e a tesoura usadas para cortar a tela, limpar as manchas de sangue, apagar as luzes, trancar a porta e fugir, sem deixar vestígios.
- O conjunto dessa prova aponta categoricamente que o casal estava no apartamento quando da queda da criança e que esse casal é o autor do homicídio da Isabella - explica a delegada.
- A ideia que eu tenho é que o advogado não leu o mesmo processo do qual nós estamos falando - diz o promotor de Justiça Francisco Cembranelli.
Para o advogado Roberto Podval, o principal objetivo agora é tirar o casal da cadeia. Como todos os recursos da defesa foram negados até o momento, polícia e Ministério Público não acreditam nessa possibilidade. Para eles, o pai e a madrasta de Isabella devem ficar presos e pagar pelo crime que cometeram. A pena prevista é de 19 anos de cadeia.
- Tenho absoluta certeza de que vai haver uma decisão unânime no sentido de condená-los - acredita Francisco Cembranelli.
- A única preocupação deles era fugir da responsabilidade do que aconteceu dentro do apartamento. Mentiram sempre, sem dúvida, e continuam mentindo - diz a delegada Renata.
- Um julgamento rápido não é necessariamente um julgamento justo - lembra Roberto Podval.

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SÃO PAULO - O julgamento mais aguardado na crônica policial brasileira já começou. Mesmo antes da instalação do júri, o novo advogado de defesa de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, Roberto Podval, pede a anulação de todas as acusações contra a madrasta. Assim como seu antecessor, Marco Polo Levorin, ele diz que a perícia é frágil e não prova nada contra ela. Mas a delegada que comandou a investigação rebate ponto a ponto os argumentos da defesa.
Podval afirmou, em entrevista ao "Fantástico", neste domingo, que os autos não chegam à conclusão sobre o que se passou no apartamento do casal, de onde Isabella Nardoni, 5 anos, foi atirada pela janela.
- Não estou dizendo: 'São inocentes'. Estou dizendo: 'Não tem prova que eles tenham feito, não tem' - diz Podval.
A delegada Renata Pontes, responsável pelo inquérito, afirmou que está absolutamente tranquila em relação ao resultado da investigação.
Podval espera conseguir "uma reviravolta" no caso. Ele foi contratado há duas semanas. Levorin negou ter abandonado o caso por algum tipo de divergência com o casal ou com o também advogado Antonio Nardoni, pai de Alexandre.
- E aí me perguntam: 'Mas e a pobre da garotinha que morreu?' Ninguém está preocupado com os pobres dos garotos que estão vivos - dispara o advogado.
Na lista de clientes de Roberto Podval, está o empresário Sérgio Gomes da Silva, o Sombra, acusado de ser o mandante do assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel, em 2002. O empresário responde ao processo em liberdade. Ele também é advogado do cirurgião plástico Farah Jorge Farah, condenado a 13 anos pelo assassinato e esquartejamento de uma ex-paciente. Farah recorre em liberdade.
- O dia que eu não defender as causas que eu entenda justas, por receio da opinião pública, eu abandono a advocacia e vou fazer qualquer outra coisa - diz Podval.
Podval entrou com recurso no Tribunal de Justiça de São Paulo e alega que os laudos não apresentam nenhum fato concreto que possa relacioná-la com as agressões, inclusive no caso da esganadura e da asfixia. Ele utiliza o mesmo argumento dos laudos, feitos a pedido de Levorin, feitos pelo criminalista George Sanguinetti.
Podval nega e diz que está descartando a perícia particular e trabalhando apenas com a perícia técnica. Segundo ele, a perítica técnica chega a uma conclusão que pode ser equivocada.
- Não tem prova de esganadura. A asfixia mecânica deu-se pela queda - afirma.
Podval também critica a versão da polícia de que Anna Carolina Jatobá começou a agredir a enteada no carro da família com um anel ou uma chave:
- Essa chave não foi para perícia. Essa perícia não foi feita. Eu pergunto: por quê?
A delegada Renata Pontes diz que a chave não levaria nenhum tipo de prova na investigação e que a conclusão de que houve esganadura foi com base na afirmação dos legistas e dos peritos do Instituto de Criminalística. A polícia também descartou a tese defendida pelo casal de que uma terceira pessoa entrou no apartamento e cometeu o crime. Segundo a perícia, o suposto invasor teria apenas 1 minuto e 55 segundos para guardar a faca e a tesoura usadas para cortar a tela, limpar as manchas de sangue, apagar as luzes, trancar a porta e fugir, sem deixar vestígios.
- O conjunto dessa prova aponta categoricamente que o casal estava no apartamento quando da queda da criança e que esse casal é o autor do homicídio da Isabella - explica a delegada.
- A ideia que eu tenho é que o advogado não leu o mesmo processo do qual nós estamos falando - diz o promotor de Justiça Francisco Cembranelli.
Para o advogado Roberto Podval, o principal objetivo agora é tirar o casal da cadeia. Como todos os recursos da defesa foram negados até o momento, polícia e Ministério Público não acreditam nessa possibilidade. Para eles, o pai e a madrasta de Isabella devem ficar presos e pagar pelo crime que cometeram. A pena prevista é de 19 anos de cadeia.
- Tenho absoluta certeza de que vai haver uma decisão unânime no sentido de condená-los - acredita Francisco Cembranelli.
- A única preocupação deles era fugir da responsabilidade do que aconteceu dentro do apartamento. Mentiram sempre, sem dúvida, e continuam mentindo - diz a delegada Renata.
- Um julgamento rápido não é necessariamente um julgamento justo - lembra Roberto Podval.

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Vivemos uma epidemia de crimes inusitados que não dá sinais de diminuir. A avaliação é do psicanalista e médico psiquiatra Jorge Forbes, que há alguns anos estuda e trabalha com situações de violência extrema envolvendo famílias e amigos. Entre outras barbaridades, já escreveu e tentou entender os casos de Isabella Nardoni e Suzane Von Richthofen, para ficar em dois episódios de grande repercussão.
Para Forbes, as mudanças na sociedade impostas pela globalização refletiram no surgimento de um novo tipo de violência: o crime inusitado. Que é diferente do crime "situado", onde há uma motivação mais aparente (por vingança, por ódio, para poder roubar). Para empresar um jargão da internet, o psicanalista compara o estado das relações sociais hoje com a vida no mundo virtual.
"Hoje, a possibilidade de uma pessoa deletar a outra, tanto metafórica quanto literalmente, é muito freqüente. Passa-se da amizade pra indiferença absolutamente sem cerimônia nessa sociedade", avalia. Os crimes de família ou inusitados, como Forbes os chama, vêm daí. "Nós começamos a ver uma série de casos que não correspondem ao que nós estávamos habituados a conhecer na teoria do crime." O choque gerado por esse crime é maior que o dos crimes 'normais', explica Forbes, porque o inimigo pode ser quem menos se imagina ¿ nestes casos, alguém da família. "Esse tipo de crime aflige muito mais a sociedade por isso, porque você não consegue prever que uma menina loira bonitinha da classe média alta participe do assassinato do pai e da mãe de maneira fútil e inconseqüente."

Sociedade em xeque

Com a entrada em cena dos tais crimes inusitados, a própria sociedade é posta em questão - com conclusões até indigestas, no entender do psicanalista. "Se Suzane fez o que fez, os pais olham pros filhos e pensam 'meus filhos também podem fazer isso comigo!' A sociedade começa a pedir detectores de meNtais (o trocadilho com metais é intencional)."
Apesar das perspectivas que traça, o estudioso das psicopatologias da vida cotidiana vê sintomas que indicam melhora. "Estes crimes inusitados devem diminuir à medida que nós aprendemos a habitar o mundo globalizado. Hoje, estamos tentando entender o mundo novo com a cartilha antiga. Ainda tateamos novos conceitos", acredita. Como comparativo, Forbes cita os avanços da medicina. "Hoje em dia ninguém se assusta mais com o Bacilo de Koch, mas anos atrás era um pega pra capar."

Por Fabrício Calado Moreira
Redação Terra
 
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colaboradores: carmen e maria celia

Abril 2009
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