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25.4.09

Após matar o único filho, um rapaz de 24 anos dependente de crack, durante uma briga na Páscoa, a consultora aposentada Flávia Costa Hahn, 60, diz que pretende atuar em organizações de apoio a famílias de usuários de drogas.
Flávia conta que o filho, Tobias Lee Manfred Hahn, a submetia a constantes ameaças e chantagens. O disparo aconteceu durante uma briga por mais dinheiro, na casa da família, em um bairro de classe média alta de Porto Alegre (RS).
Após ser empurrada pelo filho sobre vidros quebrados e sofrer agressões, Flávia diz que pegou a arma, mas que o disparo ocorreu acidentalmente, enquanto o marido, que é colecionador, tentava tomar o revólver dela. Ela não quis dar detalhes sobre o momento do tiro. Flávia responde ao processo em liberdade. Ela diz que não consegue mais dormir.

FOLHA - Como foi que a sra. percebeu que ele era usuário de drogas?
FLÁVIA HAHN - Eu trabalhava, meu marido trabalhava, mas sempre acompanhei o desempenho dele. As notas caíram e ele começou a perder o ano. Ele começou a fumar maconha com 14 anos, dormia muito, não queria levantar de manhã. Fui dando conselho, fui xingando, mas não adiantou. Com 17 anos, junto com uma namorada, começou com a cocaína.

FOLHA - E o crack?
FLÁVIA - Em 2002, quando voltei de uma viagem, coisas de casa tinham desaparecido. Depois, para não pegar as coisas de casa, ele fazia pequenos assaltos. Acho que ele já estava no crack, mas nunca tinha ouvido falar disso. Entre 2002 e 2006, morei em Brasília e no Rio. Não tive problema com ele, fora a maconha. Fui transferida de volta para cá. Fiquei feliz, mas foi aí que o inferno começou.

FOLHA - O que aconteceu?
FLÁVIA - Aqui tem boca de tráfico em todo lugar. Como eu dava dinheiro, ele não precisava assaltar. Daí começou a me obrigar a dar dinheiro todo dia.

FOLHA - Obrigava como?
FLÁVIA - Ele ameaçava pôr fogo na casa, quebrar os vidros. Quando eu não dava dinheiro, ele atirava pedras. Desde outubro ele estava fumando todo dia. Ele foi internado seis vezes, ficava pouco tempo, 30 dias.

FOLHA - As internações não funcionaram?
FLÁVIA - Ele tinha que ficar um período mais longo internado, talvez um ano. Estava tentando levá-lo a uma fazenda.

FOLHA - O que houve naquele dia?
FLÁVIA - Entre o sábado e a madrugada ele já tinha pego quase R$ 100. Às 2h, dei mais R$ 20. Às 3h, ele voltou e pediu para ir com ele até um posto para comprar cigarro, cerveja. Aí ele me pediu para ir ao caixa eletrônico para sacar mais R$ 20.

FOLHA - E por que a sra. foi?
FLÁVIA - Tinha tão pouco dele e ele pelo menos estava conversando comigo. Ele não tinha comido nada, me pediu uma pizza. Voltamos conversando. Dei mais R$ 20. Perto de casa, ele tomou outro caminho, foi comprar mais droga, já estava havia três dias sem dormir. Só apareceu em casa à tarde.

FOLHA - E o tiro?
FLÁVIA - Ele ficou me ameaçando. Só posso dizer que foi um acidente. Eu não apontei a arma para o meu filho. Foi só um tiro que saiu da arma. Ele estava correndo, foi um acidente quando meu marido estava me tirando a arma da mão.

FOLHA - Já tinha usado uma arma antes?
FLÁVIA - Meu marido é colecionador. Já toquei numa arma, mas eu não manuseava, tenho medo de tudo.

FOLHA - O que aconteceu depois?
FLÁVIA - Sento aqui e penso que ele está ali [aponta para o jardim]. É uma ausência, um vazio infinito. Não vou ficar nesta casa. Vou alugar ou vender.

FOLHA - O que a sra. vai fazer?
FLÁVIA - Queria ajudar outras pessoas. Quem está envolvido têm entre 14 e 25 anos, e os pais não têm informação adequada. Considero-me uma pessoa instruída, mas até saber o que deveria fazer demorou muito. O crack aumentou repentinamente. Os governos prometem, mas não se faz nada. Quero dizer para as mães que não desistam. Que se, entre mil, um se salvar, talvez seja o filho delas. Eu não consegui salvar o meu.


GRACILIANO ROCHA
da Angência Folha, em Porto Alegre
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:42  ver comentários (2) comentar


Após matar o único filho, um rapaz de 24 anos dependente de crack, durante uma briga na Páscoa, a consultora aposentada Flávia Costa Hahn, 60, diz que pretende atuar em organizações de apoio a famílias de usuários de drogas.
Flávia conta que o filho, Tobias Lee Manfred Hahn, a submetia a constantes ameaças e chantagens. O disparo aconteceu durante uma briga por mais dinheiro, na casa da família, em um bairro de classe média alta de Porto Alegre (RS).
Após ser empurrada pelo filho sobre vidros quebrados e sofrer agressões, Flávia diz que pegou a arma, mas que o disparo ocorreu acidentalmente, enquanto o marido, que é colecionador, tentava tomar o revólver dela. Ela não quis dar detalhes sobre o momento do tiro. Flávia responde ao processo em liberdade. Ela diz que não consegue mais dormir.

FOLHA - Como foi que a sra. percebeu que ele era usuário de drogas?
FLÁVIA HAHN - Eu trabalhava, meu marido trabalhava, mas sempre acompanhei o desempenho dele. As notas caíram e ele começou a perder o ano. Ele começou a fumar maconha com 14 anos, dormia muito, não queria levantar de manhã. Fui dando conselho, fui xingando, mas não adiantou. Com 17 anos, junto com uma namorada, começou com a cocaína.

FOLHA - E o crack?
FLÁVIA - Em 2002, quando voltei de uma viagem, coisas de casa tinham desaparecido. Depois, para não pegar as coisas de casa, ele fazia pequenos assaltos. Acho que ele já estava no crack, mas nunca tinha ouvido falar disso. Entre 2002 e 2006, morei em Brasília e no Rio. Não tive problema com ele, fora a maconha. Fui transferida de volta para cá. Fiquei feliz, mas foi aí que o inferno começou.

FOLHA - O que aconteceu?
FLÁVIA - Aqui tem boca de tráfico em todo lugar. Como eu dava dinheiro, ele não precisava assaltar. Daí começou a me obrigar a dar dinheiro todo dia.

FOLHA - Obrigava como?
FLÁVIA - Ele ameaçava pôr fogo na casa, quebrar os vidros. Quando eu não dava dinheiro, ele atirava pedras. Desde outubro ele estava fumando todo dia. Ele foi internado seis vezes, ficava pouco tempo, 30 dias.

FOLHA - As internações não funcionaram?
FLÁVIA - Ele tinha que ficar um período mais longo internado, talvez um ano. Estava tentando levá-lo a uma fazenda.

FOLHA - O que houve naquele dia?
FLÁVIA - Entre o sábado e a madrugada ele já tinha pego quase R$ 100. Às 2h, dei mais R$ 20. Às 3h, ele voltou e pediu para ir com ele até um posto para comprar cigarro, cerveja. Aí ele me pediu para ir ao caixa eletrônico para sacar mais R$ 20.

FOLHA - E por que a sra. foi?
FLÁVIA - Tinha tão pouco dele e ele pelo menos estava conversando comigo. Ele não tinha comido nada, me pediu uma pizza. Voltamos conversando. Dei mais R$ 20. Perto de casa, ele tomou outro caminho, foi comprar mais droga, já estava havia três dias sem dormir. Só apareceu em casa à tarde.

FOLHA - E o tiro?
FLÁVIA - Ele ficou me ameaçando. Só posso dizer que foi um acidente. Eu não apontei a arma para o meu filho. Foi só um tiro que saiu da arma. Ele estava correndo, foi um acidente quando meu marido estava me tirando a arma da mão.

FOLHA - Já tinha usado uma arma antes?
FLÁVIA - Meu marido é colecionador. Já toquei numa arma, mas eu não manuseava, tenho medo de tudo.

FOLHA - O que aconteceu depois?
FLÁVIA - Sento aqui e penso que ele está ali [aponta para o jardim]. É uma ausência, um vazio infinito. Não vou ficar nesta casa. Vou alugar ou vender.

FOLHA - O que a sra. vai fazer?
FLÁVIA - Queria ajudar outras pessoas. Quem está envolvido têm entre 14 e 25 anos, e os pais não têm informação adequada. Considero-me uma pessoa instruída, mas até saber o que deveria fazer demorou muito. O crack aumentou repentinamente. Os governos prometem, mas não se faz nada. Quero dizer para as mães que não desistam. Que se, entre mil, um se salvar, talvez seja o filho delas. Eu não consegui salvar o meu.


GRACILIANO ROCHA
da Angência Folha, em Porto Alegre
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Após matar o único filho, um rapaz de 24 anos dependente de crack, durante uma briga na Páscoa, a consultora aposentada Flávia Costa Hahn, 60, diz que pretende atuar em organizações de apoio a famílias de usuários de drogas.
Flávia conta que o filho, Tobias Lee Manfred Hahn, a submetia a constantes ameaças e chantagens. O disparo aconteceu durante uma briga por mais dinheiro, na casa da família, em um bairro de classe média alta de Porto Alegre (RS).
Após ser empurrada pelo filho sobre vidros quebrados e sofrer agressões, Flávia diz que pegou a arma, mas que o disparo ocorreu acidentalmente, enquanto o marido, que é colecionador, tentava tomar o revólver dela. Ela não quis dar detalhes sobre o momento do tiro. Flávia responde ao processo em liberdade. Ela diz que não consegue mais dormir.

FOLHA - Como foi que a sra. percebeu que ele era usuário de drogas?
FLÁVIA HAHN - Eu trabalhava, meu marido trabalhava, mas sempre acompanhei o desempenho dele. As notas caíram e ele começou a perder o ano. Ele começou a fumar maconha com 14 anos, dormia muito, não queria levantar de manhã. Fui dando conselho, fui xingando, mas não adiantou. Com 17 anos, junto com uma namorada, começou com a cocaína.

FOLHA - E o crack?
FLÁVIA - Em 2002, quando voltei de uma viagem, coisas de casa tinham desaparecido. Depois, para não pegar as coisas de casa, ele fazia pequenos assaltos. Acho que ele já estava no crack, mas nunca tinha ouvido falar disso. Entre 2002 e 2006, morei em Brasília e no Rio. Não tive problema com ele, fora a maconha. Fui transferida de volta para cá. Fiquei feliz, mas foi aí que o inferno começou.

FOLHA - O que aconteceu?
FLÁVIA - Aqui tem boca de tráfico em todo lugar. Como eu dava dinheiro, ele não precisava assaltar. Daí começou a me obrigar a dar dinheiro todo dia.

FOLHA - Obrigava como?
FLÁVIA - Ele ameaçava pôr fogo na casa, quebrar os vidros. Quando eu não dava dinheiro, ele atirava pedras. Desde outubro ele estava fumando todo dia. Ele foi internado seis vezes, ficava pouco tempo, 30 dias.

FOLHA - As internações não funcionaram?
FLÁVIA - Ele tinha que ficar um período mais longo internado, talvez um ano. Estava tentando levá-lo a uma fazenda.

FOLHA - O que houve naquele dia?
FLÁVIA - Entre o sábado e a madrugada ele já tinha pego quase R$ 100. Às 2h, dei mais R$ 20. Às 3h, ele voltou e pediu para ir com ele até um posto para comprar cigarro, cerveja. Aí ele me pediu para ir ao caixa eletrônico para sacar mais R$ 20.

FOLHA - E por que a sra. foi?
FLÁVIA - Tinha tão pouco dele e ele pelo menos estava conversando comigo. Ele não tinha comido nada, me pediu uma pizza. Voltamos conversando. Dei mais R$ 20. Perto de casa, ele tomou outro caminho, foi comprar mais droga, já estava havia três dias sem dormir. Só apareceu em casa à tarde.

FOLHA - E o tiro?
FLÁVIA - Ele ficou me ameaçando. Só posso dizer que foi um acidente. Eu não apontei a arma para o meu filho. Foi só um tiro que saiu da arma. Ele estava correndo, foi um acidente quando meu marido estava me tirando a arma da mão.

FOLHA - Já tinha usado uma arma antes?
FLÁVIA - Meu marido é colecionador. Já toquei numa arma, mas eu não manuseava, tenho medo de tudo.

FOLHA - O que aconteceu depois?
FLÁVIA - Sento aqui e penso que ele está ali [aponta para o jardim]. É uma ausência, um vazio infinito. Não vou ficar nesta casa. Vou alugar ou vender.

FOLHA - O que a sra. vai fazer?
FLÁVIA - Queria ajudar outras pessoas. Quem está envolvido têm entre 14 e 25 anos, e os pais não têm informação adequada. Considero-me uma pessoa instruída, mas até saber o que deveria fazer demorou muito. O crack aumentou repentinamente. Os governos prometem, mas não se faz nada. Quero dizer para as mães que não desistam. Que se, entre mil, um se salvar, talvez seja o filho delas. Eu não consegui salvar o meu.


GRACILIANO ROCHA
da Angência Folha, em Porto Alegre
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Após matar o único filho, um rapaz de 24 anos dependente de crack, durante uma briga na Páscoa, a consultora aposentada Flávia Costa Hahn, 60, diz que pretende atuar em organizações de apoio a famílias de usuários de drogas.
Flávia conta que o filho, Tobias Lee Manfred Hahn, a submetia a constantes ameaças e chantagens. O disparo aconteceu durante uma briga por mais dinheiro, na casa da família, em um bairro de classe média alta de Porto Alegre (RS).
Após ser empurrada pelo filho sobre vidros quebrados e sofrer agressões, Flávia diz que pegou a arma, mas que o disparo ocorreu acidentalmente, enquanto o marido, que é colecionador, tentava tomar o revólver dela. Ela não quis dar detalhes sobre o momento do tiro. Flávia responde ao processo em liberdade. Ela diz que não consegue mais dormir.

FOLHA - Como foi que a sra. percebeu que ele era usuário de drogas?
FLÁVIA HAHN - Eu trabalhava, meu marido trabalhava, mas sempre acompanhei o desempenho dele. As notas caíram e ele começou a perder o ano. Ele começou a fumar maconha com 14 anos, dormia muito, não queria levantar de manhã. Fui dando conselho, fui xingando, mas não adiantou. Com 17 anos, junto com uma namorada, começou com a cocaína.

FOLHA - E o crack?
FLÁVIA - Em 2002, quando voltei de uma viagem, coisas de casa tinham desaparecido. Depois, para não pegar as coisas de casa, ele fazia pequenos assaltos. Acho que ele já estava no crack, mas nunca tinha ouvido falar disso. Entre 2002 e 2006, morei em Brasília e no Rio. Não tive problema com ele, fora a maconha. Fui transferida de volta para cá. Fiquei feliz, mas foi aí que o inferno começou.

FOLHA - O que aconteceu?
FLÁVIA - Aqui tem boca de tráfico em todo lugar. Como eu dava dinheiro, ele não precisava assaltar. Daí começou a me obrigar a dar dinheiro todo dia.

FOLHA - Obrigava como?
FLÁVIA - Ele ameaçava pôr fogo na casa, quebrar os vidros. Quando eu não dava dinheiro, ele atirava pedras. Desde outubro ele estava fumando todo dia. Ele foi internado seis vezes, ficava pouco tempo, 30 dias.

FOLHA - As internações não funcionaram?
FLÁVIA - Ele tinha que ficar um período mais longo internado, talvez um ano. Estava tentando levá-lo a uma fazenda.

FOLHA - O que houve naquele dia?
FLÁVIA - Entre o sábado e a madrugada ele já tinha pego quase R$ 100. Às 2h, dei mais R$ 20. Às 3h, ele voltou e pediu para ir com ele até um posto para comprar cigarro, cerveja. Aí ele me pediu para ir ao caixa eletrônico para sacar mais R$ 20.

FOLHA - E por que a sra. foi?
FLÁVIA - Tinha tão pouco dele e ele pelo menos estava conversando comigo. Ele não tinha comido nada, me pediu uma pizza. Voltamos conversando. Dei mais R$ 20. Perto de casa, ele tomou outro caminho, foi comprar mais droga, já estava havia três dias sem dormir. Só apareceu em casa à tarde.

FOLHA - E o tiro?
FLÁVIA - Ele ficou me ameaçando. Só posso dizer que foi um acidente. Eu não apontei a arma para o meu filho. Foi só um tiro que saiu da arma. Ele estava correndo, foi um acidente quando meu marido estava me tirando a arma da mão.

FOLHA - Já tinha usado uma arma antes?
FLÁVIA - Meu marido é colecionador. Já toquei numa arma, mas eu não manuseava, tenho medo de tudo.

FOLHA - O que aconteceu depois?
FLÁVIA - Sento aqui e penso que ele está ali [aponta para o jardim]. É uma ausência, um vazio infinito. Não vou ficar nesta casa. Vou alugar ou vender.

FOLHA - O que a sra. vai fazer?
FLÁVIA - Queria ajudar outras pessoas. Quem está envolvido têm entre 14 e 25 anos, e os pais não têm informação adequada. Considero-me uma pessoa instruída, mas até saber o que deveria fazer demorou muito. O crack aumentou repentinamente. Os governos prometem, mas não se faz nada. Quero dizer para as mães que não desistam. Que se, entre mil, um se salvar, talvez seja o filho delas. Eu não consegui salvar o meu.


GRACILIANO ROCHA
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Após matar o único filho, um rapaz de 24 anos dependente de crack, durante uma briga na Páscoa, a consultora aposentada Flávia Costa Hahn, 60, diz que pretende atuar em organizações de apoio a famílias de usuários de drogas.
Flávia conta que o filho, Tobias Lee Manfred Hahn, a submetia a constantes ameaças e chantagens. O disparo aconteceu durante uma briga por mais dinheiro, na casa da família, em um bairro de classe média alta de Porto Alegre (RS).
Após ser empurrada pelo filho sobre vidros quebrados e sofrer agressões, Flávia diz que pegou a arma, mas que o disparo ocorreu acidentalmente, enquanto o marido, que é colecionador, tentava tomar o revólver dela. Ela não quis dar detalhes sobre o momento do tiro. Flávia responde ao processo em liberdade. Ela diz que não consegue mais dormir.

FOLHA - Como foi que a sra. percebeu que ele era usuário de drogas?
FLÁVIA HAHN - Eu trabalhava, meu marido trabalhava, mas sempre acompanhei o desempenho dele. As notas caíram e ele começou a perder o ano. Ele começou a fumar maconha com 14 anos, dormia muito, não queria levantar de manhã. Fui dando conselho, fui xingando, mas não adiantou. Com 17 anos, junto com uma namorada, começou com a cocaína.

FOLHA - E o crack?
FLÁVIA - Em 2002, quando voltei de uma viagem, coisas de casa tinham desaparecido. Depois, para não pegar as coisas de casa, ele fazia pequenos assaltos. Acho que ele já estava no crack, mas nunca tinha ouvido falar disso. Entre 2002 e 2006, morei em Brasília e no Rio. Não tive problema com ele, fora a maconha. Fui transferida de volta para cá. Fiquei feliz, mas foi aí que o inferno começou.

FOLHA - O que aconteceu?
FLÁVIA - Aqui tem boca de tráfico em todo lugar. Como eu dava dinheiro, ele não precisava assaltar. Daí começou a me obrigar a dar dinheiro todo dia.

FOLHA - Obrigava como?
FLÁVIA - Ele ameaçava pôr fogo na casa, quebrar os vidros. Quando eu não dava dinheiro, ele atirava pedras. Desde outubro ele estava fumando todo dia. Ele foi internado seis vezes, ficava pouco tempo, 30 dias.

FOLHA - As internações não funcionaram?
FLÁVIA - Ele tinha que ficar um período mais longo internado, talvez um ano. Estava tentando levá-lo a uma fazenda.

FOLHA - O que houve naquele dia?
FLÁVIA - Entre o sábado e a madrugada ele já tinha pego quase R$ 100. Às 2h, dei mais R$ 20. Às 3h, ele voltou e pediu para ir com ele até um posto para comprar cigarro, cerveja. Aí ele me pediu para ir ao caixa eletrônico para sacar mais R$ 20.

FOLHA - E por que a sra. foi?
FLÁVIA - Tinha tão pouco dele e ele pelo menos estava conversando comigo. Ele não tinha comido nada, me pediu uma pizza. Voltamos conversando. Dei mais R$ 20. Perto de casa, ele tomou outro caminho, foi comprar mais droga, já estava havia três dias sem dormir. Só apareceu em casa à tarde.

FOLHA - E o tiro?
FLÁVIA - Ele ficou me ameaçando. Só posso dizer que foi um acidente. Eu não apontei a arma para o meu filho. Foi só um tiro que saiu da arma. Ele estava correndo, foi um acidente quando meu marido estava me tirando a arma da mão.

FOLHA - Já tinha usado uma arma antes?
FLÁVIA - Meu marido é colecionador. Já toquei numa arma, mas eu não manuseava, tenho medo de tudo.

FOLHA - O que aconteceu depois?
FLÁVIA - Sento aqui e penso que ele está ali [aponta para o jardim]. É uma ausência, um vazio infinito. Não vou ficar nesta casa. Vou alugar ou vender.

FOLHA - O que a sra. vai fazer?
FLÁVIA - Queria ajudar outras pessoas. Quem está envolvido têm entre 14 e 25 anos, e os pais não têm informação adequada. Considero-me uma pessoa instruída, mas até saber o que deveria fazer demorou muito. O crack aumentou repentinamente. Os governos prometem, mas não se faz nada. Quero dizer para as mães que não desistam. Que se, entre mil, um se salvar, talvez seja o filho delas. Eu não consegui salvar o meu.


GRACILIANO ROCHA
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Após matar o único filho, um rapaz de 24 anos dependente de crack, durante uma briga na Páscoa, a consultora aposentada Flávia Costa Hahn, 60, diz que pretende atuar em organizações de apoio a famílias de usuários de drogas.
Flávia conta que o filho, Tobias Lee Manfred Hahn, a submetia a constantes ameaças e chantagens. O disparo aconteceu durante uma briga por mais dinheiro, na casa da família, em um bairro de classe média alta de Porto Alegre (RS).
Após ser empurrada pelo filho sobre vidros quebrados e sofrer agressões, Flávia diz que pegou a arma, mas que o disparo ocorreu acidentalmente, enquanto o marido, que é colecionador, tentava tomar o revólver dela. Ela não quis dar detalhes sobre o momento do tiro. Flávia responde ao processo em liberdade. Ela diz que não consegue mais dormir.

FOLHA - Como foi que a sra. percebeu que ele era usuário de drogas?
FLÁVIA HAHN - Eu trabalhava, meu marido trabalhava, mas sempre acompanhei o desempenho dele. As notas caíram e ele começou a perder o ano. Ele começou a fumar maconha com 14 anos, dormia muito, não queria levantar de manhã. Fui dando conselho, fui xingando, mas não adiantou. Com 17 anos, junto com uma namorada, começou com a cocaína.

FOLHA - E o crack?
FLÁVIA - Em 2002, quando voltei de uma viagem, coisas de casa tinham desaparecido. Depois, para não pegar as coisas de casa, ele fazia pequenos assaltos. Acho que ele já estava no crack, mas nunca tinha ouvido falar disso. Entre 2002 e 2006, morei em Brasília e no Rio. Não tive problema com ele, fora a maconha. Fui transferida de volta para cá. Fiquei feliz, mas foi aí que o inferno começou.

FOLHA - O que aconteceu?
FLÁVIA - Aqui tem boca de tráfico em todo lugar. Como eu dava dinheiro, ele não precisava assaltar. Daí começou a me obrigar a dar dinheiro todo dia.

FOLHA - Obrigava como?
FLÁVIA - Ele ameaçava pôr fogo na casa, quebrar os vidros. Quando eu não dava dinheiro, ele atirava pedras. Desde outubro ele estava fumando todo dia. Ele foi internado seis vezes, ficava pouco tempo, 30 dias.

FOLHA - As internações não funcionaram?
FLÁVIA - Ele tinha que ficar um período mais longo internado, talvez um ano. Estava tentando levá-lo a uma fazenda.

FOLHA - O que houve naquele dia?
FLÁVIA - Entre o sábado e a madrugada ele já tinha pego quase R$ 100. Às 2h, dei mais R$ 20. Às 3h, ele voltou e pediu para ir com ele até um posto para comprar cigarro, cerveja. Aí ele me pediu para ir ao caixa eletrônico para sacar mais R$ 20.

FOLHA - E por que a sra. foi?
FLÁVIA - Tinha tão pouco dele e ele pelo menos estava conversando comigo. Ele não tinha comido nada, me pediu uma pizza. Voltamos conversando. Dei mais R$ 20. Perto de casa, ele tomou outro caminho, foi comprar mais droga, já estava havia três dias sem dormir. Só apareceu em casa à tarde.

FOLHA - E o tiro?
FLÁVIA - Ele ficou me ameaçando. Só posso dizer que foi um acidente. Eu não apontei a arma para o meu filho. Foi só um tiro que saiu da arma. Ele estava correndo, foi um acidente quando meu marido estava me tirando a arma da mão.

FOLHA - Já tinha usado uma arma antes?
FLÁVIA - Meu marido é colecionador. Já toquei numa arma, mas eu não manuseava, tenho medo de tudo.

FOLHA - O que aconteceu depois?
FLÁVIA - Sento aqui e penso que ele está ali [aponta para o jardim]. É uma ausência, um vazio infinito. Não vou ficar nesta casa. Vou alugar ou vender.

FOLHA - O que a sra. vai fazer?
FLÁVIA - Queria ajudar outras pessoas. Quem está envolvido têm entre 14 e 25 anos, e os pais não têm informação adequada. Considero-me uma pessoa instruída, mas até saber o que deveria fazer demorou muito. O crack aumentou repentinamente. Os governos prometem, mas não se faz nada. Quero dizer para as mães que não desistam. Que se, entre mil, um se salvar, talvez seja o filho delas. Eu não consegui salvar o meu.


GRACILIANO ROCHA
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Após matar o único filho, um rapaz de 24 anos dependente de crack, durante uma briga na Páscoa, a consultora aposentada Flávia Costa Hahn, 60, diz que pretende atuar em organizações de apoio a famílias de usuários de drogas.
Flávia conta que o filho, Tobias Lee Manfred Hahn, a submetia a constantes ameaças e chantagens. O disparo aconteceu durante uma briga por mais dinheiro, na casa da família, em um bairro de classe média alta de Porto Alegre (RS).
Após ser empurrada pelo filho sobre vidros quebrados e sofrer agressões, Flávia diz que pegou a arma, mas que o disparo ocorreu acidentalmente, enquanto o marido, que é colecionador, tentava tomar o revólver dela. Ela não quis dar detalhes sobre o momento do tiro. Flávia responde ao processo em liberdade. Ela diz que não consegue mais dormir.

FOLHA - Como foi que a sra. percebeu que ele era usuário de drogas?
FLÁVIA HAHN - Eu trabalhava, meu marido trabalhava, mas sempre acompanhei o desempenho dele. As notas caíram e ele começou a perder o ano. Ele começou a fumar maconha com 14 anos, dormia muito, não queria levantar de manhã. Fui dando conselho, fui xingando, mas não adiantou. Com 17 anos, junto com uma namorada, começou com a cocaína.

FOLHA - E o crack?
FLÁVIA - Em 2002, quando voltei de uma viagem, coisas de casa tinham desaparecido. Depois, para não pegar as coisas de casa, ele fazia pequenos assaltos. Acho que ele já estava no crack, mas nunca tinha ouvido falar disso. Entre 2002 e 2006, morei em Brasília e no Rio. Não tive problema com ele, fora a maconha. Fui transferida de volta para cá. Fiquei feliz, mas foi aí que o inferno começou.

FOLHA - O que aconteceu?
FLÁVIA - Aqui tem boca de tráfico em todo lugar. Como eu dava dinheiro, ele não precisava assaltar. Daí começou a me obrigar a dar dinheiro todo dia.

FOLHA - Obrigava como?
FLÁVIA - Ele ameaçava pôr fogo na casa, quebrar os vidros. Quando eu não dava dinheiro, ele atirava pedras. Desde outubro ele estava fumando todo dia. Ele foi internado seis vezes, ficava pouco tempo, 30 dias.

FOLHA - As internações não funcionaram?
FLÁVIA - Ele tinha que ficar um período mais longo internado, talvez um ano. Estava tentando levá-lo a uma fazenda.

FOLHA - O que houve naquele dia?
FLÁVIA - Entre o sábado e a madrugada ele já tinha pego quase R$ 100. Às 2h, dei mais R$ 20. Às 3h, ele voltou e pediu para ir com ele até um posto para comprar cigarro, cerveja. Aí ele me pediu para ir ao caixa eletrônico para sacar mais R$ 20.

FOLHA - E por que a sra. foi?
FLÁVIA - Tinha tão pouco dele e ele pelo menos estava conversando comigo. Ele não tinha comido nada, me pediu uma pizza. Voltamos conversando. Dei mais R$ 20. Perto de casa, ele tomou outro caminho, foi comprar mais droga, já estava havia três dias sem dormir. Só apareceu em casa à tarde.

FOLHA - E o tiro?
FLÁVIA - Ele ficou me ameaçando. Só posso dizer que foi um acidente. Eu não apontei a arma para o meu filho. Foi só um tiro que saiu da arma. Ele estava correndo, foi um acidente quando meu marido estava me tirando a arma da mão.

FOLHA - Já tinha usado uma arma antes?
FLÁVIA - Meu marido é colecionador. Já toquei numa arma, mas eu não manuseava, tenho medo de tudo.

FOLHA - O que aconteceu depois?
FLÁVIA - Sento aqui e penso que ele está ali [aponta para o jardim]. É uma ausência, um vazio infinito. Não vou ficar nesta casa. Vou alugar ou vender.

FOLHA - O que a sra. vai fazer?
FLÁVIA - Queria ajudar outras pessoas. Quem está envolvido têm entre 14 e 25 anos, e os pais não têm informação adequada. Considero-me uma pessoa instruída, mas até saber o que deveria fazer demorou muito. O crack aumentou repentinamente. Os governos prometem, mas não se faz nada. Quero dizer para as mães que não desistam. Que se, entre mil, um se salvar, talvez seja o filho delas. Eu não consegui salvar o meu.


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Um protesto contra a violência reuniu dezenas de manifestantes na madrugada deste sábado (25), no Leblon, na Zona Sul da cidade.

Com camisetas e cartazes, a intenção dos parentes das vítimas da violência era fazer uma vigília em frente ao edifício onde mora o governador Sérgio Cabral. Mas a Polícia Militar isolou o local com cavaletes e só permitiu a passagem de moradores.
A vigília foi feita na esquina da rua do governador, onde foram pendurados cartazes e velas foram acessas. Os manifestantes pediam mudanças na forma de abordagem dos policiais aos suspeitos. Eles também cobraram mais investigação por parte da polícia e o combate ao corporativismo.
Entre os manifestantes estava Daniela Duque, mãe do estudante Daniel Duque morto junho de 2008, em frente a uma boate em Ipanema, na Zona Sul, por um policial militar que fazia a segurança do filho de uma promotora.
“Nós queremos que acabe todo o corporativismo, esta impunidade, as trocas de favores. Queremos que sejam enxergados como cidadãos”, disse Daniela.
O pai do menino João Roberto, o taxista Paulo Roberto Barbosa Soares, morto em julho do ano passado depois que PMs confundiram o carro da família com o de bandidos, também estava entre os manifestantes. Ele pediu cobrou mais preparo dos policiais.
“Nós queremos mudanças. É para isso que estamos aqui. Não é desta forma, não é com confronto que tem de ser feito”, disse o taxista.
Durante a caminhada, os manifestantes foram aplaudidos pelas pessoas que estavam nos bares do Leblon. O grupo carregava bonecos de pano que tinham o tamanho real dos mortos. Os bonecos representavam vítimas da ação direta ou indireta de policiais.
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Um protesto contra a violência reuniu dezenas de manifestantes na madrugada deste sábado (25), no Leblon, na Zona Sul da cidade.

Com camisetas e cartazes, a intenção dos parentes das vítimas da violência era fazer uma vigília em frente ao edifício onde mora o governador Sérgio Cabral. Mas a Polícia Militar isolou o local com cavaletes e só permitiu a passagem de moradores.
A vigília foi feita na esquina da rua do governador, onde foram pendurados cartazes e velas foram acessas. Os manifestantes pediam mudanças na forma de abordagem dos policiais aos suspeitos. Eles também cobraram mais investigação por parte da polícia e o combate ao corporativismo.
Entre os manifestantes estava Daniela Duque, mãe do estudante Daniel Duque morto junho de 2008, em frente a uma boate em Ipanema, na Zona Sul, por um policial militar que fazia a segurança do filho de uma promotora.
“Nós queremos que acabe todo o corporativismo, esta impunidade, as trocas de favores. Queremos que sejam enxergados como cidadãos”, disse Daniela.
O pai do menino João Roberto, o taxista Paulo Roberto Barbosa Soares, morto em julho do ano passado depois que PMs confundiram o carro da família com o de bandidos, também estava entre os manifestantes. Ele pediu cobrou mais preparo dos policiais.
“Nós queremos mudanças. É para isso que estamos aqui. Não é desta forma, não é com confronto que tem de ser feito”, disse o taxista.
Durante a caminhada, os manifestantes foram aplaudidos pelas pessoas que estavam nos bares do Leblon. O grupo carregava bonecos de pano que tinham o tamanho real dos mortos. Os bonecos representavam vítimas da ação direta ou indireta de policiais.
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Um protesto contra a violência reuniu dezenas de manifestantes na madrugada deste sábado (25), no Leblon, na Zona Sul da cidade.

Com camisetas e cartazes, a intenção dos parentes das vítimas da violência era fazer uma vigília em frente ao edifício onde mora o governador Sérgio Cabral. Mas a Polícia Militar isolou o local com cavaletes e só permitiu a passagem de moradores.
A vigília foi feita na esquina da rua do governador, onde foram pendurados cartazes e velas foram acessas. Os manifestantes pediam mudanças na forma de abordagem dos policiais aos suspeitos. Eles também cobraram mais investigação por parte da polícia e o combate ao corporativismo.
Entre os manifestantes estava Daniela Duque, mãe do estudante Daniel Duque morto junho de 2008, em frente a uma boate em Ipanema, na Zona Sul, por um policial militar que fazia a segurança do filho de uma promotora.
“Nós queremos que acabe todo o corporativismo, esta impunidade, as trocas de favores. Queremos que sejam enxergados como cidadãos”, disse Daniela.
O pai do menino João Roberto, o taxista Paulo Roberto Barbosa Soares, morto em julho do ano passado depois que PMs confundiram o carro da família com o de bandidos, também estava entre os manifestantes. Ele pediu cobrou mais preparo dos policiais.
“Nós queremos mudanças. É para isso que estamos aqui. Não é desta forma, não é com confronto que tem de ser feito”, disse o taxista.
Durante a caminhada, os manifestantes foram aplaudidos pelas pessoas que estavam nos bares do Leblon. O grupo carregava bonecos de pano que tinham o tamanho real dos mortos. Os bonecos representavam vítimas da ação direta ou indireta de policiais.
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Com camisetas e cartazes, a intenção dos parentes das vítimas da violência era fazer uma vigília em frente ao edifício onde mora o governador Sérgio Cabral. Mas a Polícia Militar isolou o local com cavaletes e só permitiu a passagem de moradores.
A vigília foi feita na esquina da rua do governador, onde foram pendurados cartazes e velas foram acessas. Os manifestantes pediam mudanças na forma de abordagem dos policiais aos suspeitos. Eles também cobraram mais investigação por parte da polícia e o combate ao corporativismo.
Entre os manifestantes estava Daniela Duque, mãe do estudante Daniel Duque morto junho de 2008, em frente a uma boate em Ipanema, na Zona Sul, por um policial militar que fazia a segurança do filho de uma promotora.
“Nós queremos que acabe todo o corporativismo, esta impunidade, as trocas de favores. Queremos que sejam enxergados como cidadãos”, disse Daniela.
O pai do menino João Roberto, o taxista Paulo Roberto Barbosa Soares, morto em julho do ano passado depois que PMs confundiram o carro da família com o de bandidos, também estava entre os manifestantes. Ele pediu cobrou mais preparo dos policiais.
“Nós queremos mudanças. É para isso que estamos aqui. Não é desta forma, não é com confronto que tem de ser feito”, disse o taxista.
Durante a caminhada, os manifestantes foram aplaudidos pelas pessoas que estavam nos bares do Leblon. O grupo carregava bonecos de pano que tinham o tamanho real dos mortos. Os bonecos representavam vítimas da ação direta ou indireta de policiais.
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Com camisetas e cartazes, a intenção dos parentes das vítimas da violência era fazer uma vigília em frente ao edifício onde mora o governador Sérgio Cabral. Mas a Polícia Militar isolou o local com cavaletes e só permitiu a passagem de moradores.
A vigília foi feita na esquina da rua do governador, onde foram pendurados cartazes e velas foram acessas. Os manifestantes pediam mudanças na forma de abordagem dos policiais aos suspeitos. Eles também cobraram mais investigação por parte da polícia e o combate ao corporativismo.
Entre os manifestantes estava Daniela Duque, mãe do estudante Daniel Duque morto junho de 2008, em frente a uma boate em Ipanema, na Zona Sul, por um policial militar que fazia a segurança do filho de uma promotora.
“Nós queremos que acabe todo o corporativismo, esta impunidade, as trocas de favores. Queremos que sejam enxergados como cidadãos”, disse Daniela.
O pai do menino João Roberto, o taxista Paulo Roberto Barbosa Soares, morto em julho do ano passado depois que PMs confundiram o carro da família com o de bandidos, também estava entre os manifestantes. Ele pediu cobrou mais preparo dos policiais.
“Nós queremos mudanças. É para isso que estamos aqui. Não é desta forma, não é com confronto que tem de ser feito”, disse o taxista.
Durante a caminhada, os manifestantes foram aplaudidos pelas pessoas que estavam nos bares do Leblon. O grupo carregava bonecos de pano que tinham o tamanho real dos mortos. Os bonecos representavam vítimas da ação direta ou indireta de policiais.
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Entre os manifestantes estava Daniela Duque, mãe do estudante Daniel Duque morto junho de 2008, em frente a uma boate em Ipanema, na Zona Sul, por um policial militar que fazia a segurança do filho de uma promotora.
“Nós queremos que acabe todo o corporativismo, esta impunidade, as trocas de favores. Queremos que sejam enxergados como cidadãos”, disse Daniela.
O pai do menino João Roberto, o taxista Paulo Roberto Barbosa Soares, morto em julho do ano passado depois que PMs confundiram o carro da família com o de bandidos, também estava entre os manifestantes. Ele pediu cobrou mais preparo dos policiais.
“Nós queremos mudanças. É para isso que estamos aqui. Não é desta forma, não é com confronto que tem de ser feito”, disse o taxista.
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Entre os manifestantes estava Daniela Duque, mãe do estudante Daniel Duque morto junho de 2008, em frente a uma boate em Ipanema, na Zona Sul, por um policial militar que fazia a segurança do filho de uma promotora.
“Nós queremos que acabe todo o corporativismo, esta impunidade, as trocas de favores. Queremos que sejam enxergados como cidadãos”, disse Daniela.
O pai do menino João Roberto, o taxista Paulo Roberto Barbosa Soares, morto em julho do ano passado depois que PMs confundiram o carro da família com o de bandidos, também estava entre os manifestantes. Ele pediu cobrou mais preparo dos policiais.
“Nós queremos mudanças. É para isso que estamos aqui. Não é desta forma, não é com confronto que tem de ser feito”, disse o taxista.
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A vigília foi feita na esquina da rua do governador, onde foram pendurados cartazes e velas foram acessas. Os manifestantes pediam mudanças na forma de abordagem dos policiais aos suspeitos. Eles também cobraram mais investigação por parte da polícia e o combate ao corporativismo.
Entre os manifestantes estava Daniela Duque, mãe do estudante Daniel Duque morto junho de 2008, em frente a uma boate em Ipanema, na Zona Sul, por um policial militar que fazia a segurança do filho de uma promotora.
“Nós queremos que acabe todo o corporativismo, esta impunidade, as trocas de favores. Queremos que sejam enxergados como cidadãos”, disse Daniela.
O pai do menino João Roberto, o taxista Paulo Roberto Barbosa Soares, morto em julho do ano passado depois que PMs confundiram o carro da família com o de bandidos, também estava entre os manifestantes. Ele pediu cobrou mais preparo dos policiais.
“Nós queremos mudanças. É para isso que estamos aqui. Não é desta forma, não é com confronto que tem de ser feito”, disse o taxista.
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A vigília foi feita na esquina da rua do governador, onde foram pendurados cartazes e velas foram acessas. Os manifestantes pediam mudanças na forma de abordagem dos policiais aos suspeitos. Eles também cobraram mais investigação por parte da polícia e o combate ao corporativismo.
Entre os manifestantes estava Daniela Duque, mãe do estudante Daniel Duque morto junho de 2008, em frente a uma boate em Ipanema, na Zona Sul, por um policial militar que fazia a segurança do filho de uma promotora.
“Nós queremos que acabe todo o corporativismo, esta impunidade, as trocas de favores. Queremos que sejam enxergados como cidadãos”, disse Daniela.
O pai do menino João Roberto, o taxista Paulo Roberto Barbosa Soares, morto em julho do ano passado depois que PMs confundiram o carro da família com o de bandidos, também estava entre os manifestantes. Ele pediu cobrou mais preparo dos policiais.
“Nós queremos mudanças. É para isso que estamos aqui. Não é desta forma, não é com confronto que tem de ser feito”, disse o taxista.
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A vigília foi feita na esquina da rua do governador, onde foram pendurados cartazes e velas foram acessas. Os manifestantes pediam mudanças na forma de abordagem dos policiais aos suspeitos. Eles também cobraram mais investigação por parte da polícia e o combate ao corporativismo.
Entre os manifestantes estava Daniela Duque, mãe do estudante Daniel Duque morto junho de 2008, em frente a uma boate em Ipanema, na Zona Sul, por um policial militar que fazia a segurança do filho de uma promotora.
“Nós queremos que acabe todo o corporativismo, esta impunidade, as trocas de favores. Queremos que sejam enxergados como cidadãos”, disse Daniela.
O pai do menino João Roberto, o taxista Paulo Roberto Barbosa Soares, morto em julho do ano passado depois que PMs confundiram o carro da família com o de bandidos, também estava entre os manifestantes. Ele pediu cobrou mais preparo dos policiais.
“Nós queremos mudanças. É para isso que estamos aqui. Não é desta forma, não é com confronto que tem de ser feito”, disse o taxista.
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Com camisetas e cartazes, a intenção dos parentes das vítimas da violência era fazer uma vigília em frente ao edifício onde mora o governador Sérgio Cabral. Mas a Polícia Militar isolou o local com cavaletes e só permitiu a passagem de moradores.
A vigília foi feita na esquina da rua do governador, onde foram pendurados cartazes e velas foram acessas. Os manifestantes pediam mudanças na forma de abordagem dos policiais aos suspeitos. Eles também cobraram mais investigação por parte da polícia e o combate ao corporativismo.
Entre os manifestantes estava Daniela Duque, mãe do estudante Daniel Duque morto junho de 2008, em frente a uma boate em Ipanema, na Zona Sul, por um policial militar que fazia a segurança do filho de uma promotora.
“Nós queremos que acabe todo o corporativismo, esta impunidade, as trocas de favores. Queremos que sejam enxergados como cidadãos”, disse Daniela.
O pai do menino João Roberto, o taxista Paulo Roberto Barbosa Soares, morto em julho do ano passado depois que PMs confundiram o carro da família com o de bandidos, também estava entre os manifestantes. Ele pediu cobrou mais preparo dos policiais.
“Nós queremos mudanças. É para isso que estamos aqui. Não é desta forma, não é com confronto que tem de ser feito”, disse o taxista.
Durante a caminhada, os manifestantes foram aplaudidos pelas pessoas que estavam nos bares do Leblon. O grupo carregava bonecos de pano que tinham o tamanho real dos mortos. Os bonecos representavam vítimas da ação direta ou indireta de policiais.
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Um protesto contra a violência reuniu dezenas de manifestantes na madrugada deste sábado (25), no Leblon, na Zona Sul da cidade.

Com camisetas e cartazes, a intenção dos parentes das vítimas da violência era fazer uma vigília em frente ao edifício onde mora o governador Sérgio Cabral. Mas a Polícia Militar isolou o local com cavaletes e só permitiu a passagem de moradores.
A vigília foi feita na esquina da rua do governador, onde foram pendurados cartazes e velas foram acessas. Os manifestantes pediam mudanças na forma de abordagem dos policiais aos suspeitos. Eles também cobraram mais investigação por parte da polícia e o combate ao corporativismo.
Entre os manifestantes estava Daniela Duque, mãe do estudante Daniel Duque morto junho de 2008, em frente a uma boate em Ipanema, na Zona Sul, por um policial militar que fazia a segurança do filho de uma promotora.
“Nós queremos que acabe todo o corporativismo, esta impunidade, as trocas de favores. Queremos que sejam enxergados como cidadãos”, disse Daniela.
O pai do menino João Roberto, o taxista Paulo Roberto Barbosa Soares, morto em julho do ano passado depois que PMs confundiram o carro da família com o de bandidos, também estava entre os manifestantes. Ele pediu cobrou mais preparo dos policiais.
“Nós queremos mudanças. É para isso que estamos aqui. Não é desta forma, não é com confronto que tem de ser feito”, disse o taxista.
Durante a caminhada, os manifestantes foram aplaudidos pelas pessoas que estavam nos bares do Leblon. O grupo carregava bonecos de pano que tinham o tamanho real dos mortos. Os bonecos representavam vítimas da ação direta ou indireta de policiais.
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Nova Délhi, 25 abr (EFE).- A ONU acusou hoje a guerrilha tâmil de recrutar à força crianças "até de 12 anos" para combater a ofensiva final do Exército cingalês no nordeste do Sri Lanka.
"Temos informações de que a guerrilha está recrutando crianças de 12 anos. Sabemos disso porque recrutaram a filha de 16 anos de um de nossos trabalhadores, que depois conseguiu escapar", disse por telefone à Agência Efe o porta-voz das Nações Unidas no país, Gordon Weiss.
Segundo o funcionário, os Tigres de Libertação da Pátria Tâmil (LTTE) chegaram a obrigar crianças de 12 anos a pegar em armas e a se posicionar na linha da frente do conflito travado na faixa litorânea de 10 quilômetros quadrados que o grupo controla no nordeste do país.
Algumas famílias, disse Weiss, tentaram resistir aos recrutamentos da guerrilha, que está cercada pelo Exército cingalês. Porém, foram agredidas ou baleadas por se recusarem a entregar as crianças.
Segundo os analistas, os guerrilheiros dispõem de algumas centenas de homens para enfrentar o Exército do Sri Lanka, que cercou os LTTE após uma bem-sucedida ofensiva nos últimos 18 meses.
Em conversa com jornalistas, um militar cingalês disse hoje que a situação na faixa litorânea é tão ruim que as mães escondem seus filhos em buracos cavados no chão e cobrem estes para que os rebeldes não os achem.
A guerrilha, por sua vez, acusou hoje o Governo do Sri Lanka de genocídio e de crimes de guerra, por bloquear a distribuição de alimentos e remédios aos civis encurralados, situação que colocou milhares de pessoas à beira da inanição.
Nos últimos dias, aumentaram a preocupação internacional com a situação das vítimas do conflito, que já dura mais de 25 anos, e a pressão diplomática para que ambas as partes ponham fim aos combates.
Além disso, hoje está prevista a chegada ao Sri Lanka do subsecretário-geral da ONU para Assuntos Humanitários, John Holmes, que estudará a situação dos civis no país.
Segundo a ONU, quase 6.500 civis morreram este ano vítimas dos combates no nordeste do Sri Lanka. EFE
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:22  comentar


Nova Délhi, 25 abr (EFE).- A ONU acusou hoje a guerrilha tâmil de recrutar à força crianças "até de 12 anos" para combater a ofensiva final do Exército cingalês no nordeste do Sri Lanka.
"Temos informações de que a guerrilha está recrutando crianças de 12 anos. Sabemos disso porque recrutaram a filha de 16 anos de um de nossos trabalhadores, que depois conseguiu escapar", disse por telefone à Agência Efe o porta-voz das Nações Unidas no país, Gordon Weiss.
Segundo o funcionário, os Tigres de Libertação da Pátria Tâmil (LTTE) chegaram a obrigar crianças de 12 anos a pegar em armas e a se posicionar na linha da frente do conflito travado na faixa litorânea de 10 quilômetros quadrados que o grupo controla no nordeste do país.
Algumas famílias, disse Weiss, tentaram resistir aos recrutamentos da guerrilha, que está cercada pelo Exército cingalês. Porém, foram agredidas ou baleadas por se recusarem a entregar as crianças.
Segundo os analistas, os guerrilheiros dispõem de algumas centenas de homens para enfrentar o Exército do Sri Lanka, que cercou os LTTE após uma bem-sucedida ofensiva nos últimos 18 meses.
Em conversa com jornalistas, um militar cingalês disse hoje que a situação na faixa litorânea é tão ruim que as mães escondem seus filhos em buracos cavados no chão e cobrem estes para que os rebeldes não os achem.
A guerrilha, por sua vez, acusou hoje o Governo do Sri Lanka de genocídio e de crimes de guerra, por bloquear a distribuição de alimentos e remédios aos civis encurralados, situação que colocou milhares de pessoas à beira da inanição.
Nos últimos dias, aumentaram a preocupação internacional com a situação das vítimas do conflito, que já dura mais de 25 anos, e a pressão diplomática para que ambas as partes ponham fim aos combates.
Além disso, hoje está prevista a chegada ao Sri Lanka do subsecretário-geral da ONU para Assuntos Humanitários, John Holmes, que estudará a situação dos civis no país.
Segundo a ONU, quase 6.500 civis morreram este ano vítimas dos combates no nordeste do Sri Lanka. EFE
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Nova Délhi, 25 abr (EFE).- A ONU acusou hoje a guerrilha tâmil de recrutar à força crianças "até de 12 anos" para combater a ofensiva final do Exército cingalês no nordeste do Sri Lanka.
"Temos informações de que a guerrilha está recrutando crianças de 12 anos. Sabemos disso porque recrutaram a filha de 16 anos de um de nossos trabalhadores, que depois conseguiu escapar", disse por telefone à Agência Efe o porta-voz das Nações Unidas no país, Gordon Weiss.
Segundo o funcionário, os Tigres de Libertação da Pátria Tâmil (LTTE) chegaram a obrigar crianças de 12 anos a pegar em armas e a se posicionar na linha da frente do conflito travado na faixa litorânea de 10 quilômetros quadrados que o grupo controla no nordeste do país.
Algumas famílias, disse Weiss, tentaram resistir aos recrutamentos da guerrilha, que está cercada pelo Exército cingalês. Porém, foram agredidas ou baleadas por se recusarem a entregar as crianças.
Segundo os analistas, os guerrilheiros dispõem de algumas centenas de homens para enfrentar o Exército do Sri Lanka, que cercou os LTTE após uma bem-sucedida ofensiva nos últimos 18 meses.
Em conversa com jornalistas, um militar cingalês disse hoje que a situação na faixa litorânea é tão ruim que as mães escondem seus filhos em buracos cavados no chão e cobrem estes para que os rebeldes não os achem.
A guerrilha, por sua vez, acusou hoje o Governo do Sri Lanka de genocídio e de crimes de guerra, por bloquear a distribuição de alimentos e remédios aos civis encurralados, situação que colocou milhares de pessoas à beira da inanição.
Nos últimos dias, aumentaram a preocupação internacional com a situação das vítimas do conflito, que já dura mais de 25 anos, e a pressão diplomática para que ambas as partes ponham fim aos combates.
Além disso, hoje está prevista a chegada ao Sri Lanka do subsecretário-geral da ONU para Assuntos Humanitários, John Holmes, que estudará a situação dos civis no país.
Segundo a ONU, quase 6.500 civis morreram este ano vítimas dos combates no nordeste do Sri Lanka. EFE
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Nova Délhi, 25 abr (EFE).- A ONU acusou hoje a guerrilha tâmil de recrutar à força crianças "até de 12 anos" para combater a ofensiva final do Exército cingalês no nordeste do Sri Lanka.
"Temos informações de que a guerrilha está recrutando crianças de 12 anos. Sabemos disso porque recrutaram a filha de 16 anos de um de nossos trabalhadores, que depois conseguiu escapar", disse por telefone à Agência Efe o porta-voz das Nações Unidas no país, Gordon Weiss.
Segundo o funcionário, os Tigres de Libertação da Pátria Tâmil (LTTE) chegaram a obrigar crianças de 12 anos a pegar em armas e a se posicionar na linha da frente do conflito travado na faixa litorânea de 10 quilômetros quadrados que o grupo controla no nordeste do país.
Algumas famílias, disse Weiss, tentaram resistir aos recrutamentos da guerrilha, que está cercada pelo Exército cingalês. Porém, foram agredidas ou baleadas por se recusarem a entregar as crianças.
Segundo os analistas, os guerrilheiros dispõem de algumas centenas de homens para enfrentar o Exército do Sri Lanka, que cercou os LTTE após uma bem-sucedida ofensiva nos últimos 18 meses.
Em conversa com jornalistas, um militar cingalês disse hoje que a situação na faixa litorânea é tão ruim que as mães escondem seus filhos em buracos cavados no chão e cobrem estes para que os rebeldes não os achem.
A guerrilha, por sua vez, acusou hoje o Governo do Sri Lanka de genocídio e de crimes de guerra, por bloquear a distribuição de alimentos e remédios aos civis encurralados, situação que colocou milhares de pessoas à beira da inanição.
Nos últimos dias, aumentaram a preocupação internacional com a situação das vítimas do conflito, que já dura mais de 25 anos, e a pressão diplomática para que ambas as partes ponham fim aos combates.
Além disso, hoje está prevista a chegada ao Sri Lanka do subsecretário-geral da ONU para Assuntos Humanitários, John Holmes, que estudará a situação dos civis no país.
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"Temos informações de que a guerrilha está recrutando crianças de 12 anos. Sabemos disso porque recrutaram a filha de 16 anos de um de nossos trabalhadores, que depois conseguiu escapar", disse por telefone à Agência Efe o porta-voz das Nações Unidas no país, Gordon Weiss.
Segundo o funcionário, os Tigres de Libertação da Pátria Tâmil (LTTE) chegaram a obrigar crianças de 12 anos a pegar em armas e a se posicionar na linha da frente do conflito travado na faixa litorânea de 10 quilômetros quadrados que o grupo controla no nordeste do país.
Algumas famílias, disse Weiss, tentaram resistir aos recrutamentos da guerrilha, que está cercada pelo Exército cingalês. Porém, foram agredidas ou baleadas por se recusarem a entregar as crianças.
Segundo os analistas, os guerrilheiros dispõem de algumas centenas de homens para enfrentar o Exército do Sri Lanka, que cercou os LTTE após uma bem-sucedida ofensiva nos últimos 18 meses.
Em conversa com jornalistas, um militar cingalês disse hoje que a situação na faixa litorânea é tão ruim que as mães escondem seus filhos em buracos cavados no chão e cobrem estes para que os rebeldes não os achem.
A guerrilha, por sua vez, acusou hoje o Governo do Sri Lanka de genocídio e de crimes de guerra, por bloquear a distribuição de alimentos e remédios aos civis encurralados, situação que colocou milhares de pessoas à beira da inanição.
Nos últimos dias, aumentaram a preocupação internacional com a situação das vítimas do conflito, que já dura mais de 25 anos, e a pressão diplomática para que ambas as partes ponham fim aos combates.
Além disso, hoje está prevista a chegada ao Sri Lanka do subsecretário-geral da ONU para Assuntos Humanitários, John Holmes, que estudará a situação dos civis no país.
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"Temos informações de que a guerrilha está recrutando crianças de 12 anos. Sabemos disso porque recrutaram a filha de 16 anos de um de nossos trabalhadores, que depois conseguiu escapar", disse por telefone à Agência Efe o porta-voz das Nações Unidas no país, Gordon Weiss.
Segundo o funcionário, os Tigres de Libertação da Pátria Tâmil (LTTE) chegaram a obrigar crianças de 12 anos a pegar em armas e a se posicionar na linha da frente do conflito travado na faixa litorânea de 10 quilômetros quadrados que o grupo controla no nordeste do país.
Algumas famílias, disse Weiss, tentaram resistir aos recrutamentos da guerrilha, que está cercada pelo Exército cingalês. Porém, foram agredidas ou baleadas por se recusarem a entregar as crianças.
Segundo os analistas, os guerrilheiros dispõem de algumas centenas de homens para enfrentar o Exército do Sri Lanka, que cercou os LTTE após uma bem-sucedida ofensiva nos últimos 18 meses.
Em conversa com jornalistas, um militar cingalês disse hoje que a situação na faixa litorânea é tão ruim que as mães escondem seus filhos em buracos cavados no chão e cobrem estes para que os rebeldes não os achem.
A guerrilha, por sua vez, acusou hoje o Governo do Sri Lanka de genocídio e de crimes de guerra, por bloquear a distribuição de alimentos e remédios aos civis encurralados, situação que colocou milhares de pessoas à beira da inanição.
Nos últimos dias, aumentaram a preocupação internacional com a situação das vítimas do conflito, que já dura mais de 25 anos, e a pressão diplomática para que ambas as partes ponham fim aos combates.
Além disso, hoje está prevista a chegada ao Sri Lanka do subsecretário-geral da ONU para Assuntos Humanitários, John Holmes, que estudará a situação dos civis no país.
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Nova Délhi, 25 abr (EFE).- A ONU acusou hoje a guerrilha tâmil de recrutar à força crianças "até de 12 anos" para combater a ofensiva final do Exército cingalês no nordeste do Sri Lanka.
"Temos informações de que a guerrilha está recrutando crianças de 12 anos. Sabemos disso porque recrutaram a filha de 16 anos de um de nossos trabalhadores, que depois conseguiu escapar", disse por telefone à Agência Efe o porta-voz das Nações Unidas no país, Gordon Weiss.
Segundo o funcionário, os Tigres de Libertação da Pátria Tâmil (LTTE) chegaram a obrigar crianças de 12 anos a pegar em armas e a se posicionar na linha da frente do conflito travado na faixa litorânea de 10 quilômetros quadrados que o grupo controla no nordeste do país.
Algumas famílias, disse Weiss, tentaram resistir aos recrutamentos da guerrilha, que está cercada pelo Exército cingalês. Porém, foram agredidas ou baleadas por se recusarem a entregar as crianças.
Segundo os analistas, os guerrilheiros dispõem de algumas centenas de homens para enfrentar o Exército do Sri Lanka, que cercou os LTTE após uma bem-sucedida ofensiva nos últimos 18 meses.
Em conversa com jornalistas, um militar cingalês disse hoje que a situação na faixa litorânea é tão ruim que as mães escondem seus filhos em buracos cavados no chão e cobrem estes para que os rebeldes não os achem.
A guerrilha, por sua vez, acusou hoje o Governo do Sri Lanka de genocídio e de crimes de guerra, por bloquear a distribuição de alimentos e remédios aos civis encurralados, situação que colocou milhares de pessoas à beira da inanição.
Nos últimos dias, aumentaram a preocupação internacional com a situação das vítimas do conflito, que já dura mais de 25 anos, e a pressão diplomática para que ambas as partes ponham fim aos combates.
Além disso, hoje está prevista a chegada ao Sri Lanka do subsecretário-geral da ONU para Assuntos Humanitários, John Holmes, que estudará a situação dos civis no país.
Segundo a ONU, quase 6.500 civis morreram este ano vítimas dos combates no nordeste do Sri Lanka. EFE
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Nova Délhi, 25 abr (EFE).- A ONU acusou hoje a guerrilha tâmil de recrutar à força crianças "até de 12 anos" para combater a ofensiva final do Exército cingalês no nordeste do Sri Lanka.
"Temos informações de que a guerrilha está recrutando crianças de 12 anos. Sabemos disso porque recrutaram a filha de 16 anos de um de nossos trabalhadores, que depois conseguiu escapar", disse por telefone à Agência Efe o porta-voz das Nações Unidas no país, Gordon Weiss.
Segundo o funcionário, os Tigres de Libertação da Pátria Tâmil (LTTE) chegaram a obrigar crianças de 12 anos a pegar em armas e a se posicionar na linha da frente do conflito travado na faixa litorânea de 10 quilômetros quadrados que o grupo controla no nordeste do país.
Algumas famílias, disse Weiss, tentaram resistir aos recrutamentos da guerrilha, que está cercada pelo Exército cingalês. Porém, foram agredidas ou baleadas por se recusarem a entregar as crianças.
Segundo os analistas, os guerrilheiros dispõem de algumas centenas de homens para enfrentar o Exército do Sri Lanka, que cercou os LTTE após uma bem-sucedida ofensiva nos últimos 18 meses.
Em conversa com jornalistas, um militar cingalês disse hoje que a situação na faixa litorânea é tão ruim que as mães escondem seus filhos em buracos cavados no chão e cobrem estes para que os rebeldes não os achem.
A guerrilha, por sua vez, acusou hoje o Governo do Sri Lanka de genocídio e de crimes de guerra, por bloquear a distribuição de alimentos e remédios aos civis encurralados, situação que colocou milhares de pessoas à beira da inanição.
Nos últimos dias, aumentaram a preocupação internacional com a situação das vítimas do conflito, que já dura mais de 25 anos, e a pressão diplomática para que ambas as partes ponham fim aos combates.
Além disso, hoje está prevista a chegada ao Sri Lanka do subsecretário-geral da ONU para Assuntos Humanitários, John Holmes, que estudará a situação dos civis no país.
Segundo a ONU, quase 6.500 civis morreram este ano vítimas dos combates no nordeste do Sri Lanka. EFE
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Nova Délhi, 25 abr (EFE).- A ONU acusou hoje a guerrilha tâmil de recrutar à força crianças "até de 12 anos" para combater a ofensiva final do Exército cingalês no nordeste do Sri Lanka.
"Temos informações de que a guerrilha está recrutando crianças de 12 anos. Sabemos disso porque recrutaram a filha de 16 anos de um de nossos trabalhadores, que depois conseguiu escapar", disse por telefone à Agência Efe o porta-voz das Nações Unidas no país, Gordon Weiss.
Segundo o funcionário, os Tigres de Libertação da Pátria Tâmil (LTTE) chegaram a obrigar crianças de 12 anos a pegar em armas e a se posicionar na linha da frente do conflito travado na faixa litorânea de 10 quilômetros quadrados que o grupo controla no nordeste do país.
Algumas famílias, disse Weiss, tentaram resistir aos recrutamentos da guerrilha, que está cercada pelo Exército cingalês. Porém, foram agredidas ou baleadas por se recusarem a entregar as crianças.
Segundo os analistas, os guerrilheiros dispõem de algumas centenas de homens para enfrentar o Exército do Sri Lanka, que cercou os LTTE após uma bem-sucedida ofensiva nos últimos 18 meses.
Em conversa com jornalistas, um militar cingalês disse hoje que a situação na faixa litorânea é tão ruim que as mães escondem seus filhos em buracos cavados no chão e cobrem estes para que os rebeldes não os achem.
A guerrilha, por sua vez, acusou hoje o Governo do Sri Lanka de genocídio e de crimes de guerra, por bloquear a distribuição de alimentos e remédios aos civis encurralados, situação que colocou milhares de pessoas à beira da inanição.
Nos últimos dias, aumentaram a preocupação internacional com a situação das vítimas do conflito, que já dura mais de 25 anos, e a pressão diplomática para que ambas as partes ponham fim aos combates.
Além disso, hoje está prevista a chegada ao Sri Lanka do subsecretário-geral da ONU para Assuntos Humanitários, John Holmes, que estudará a situação dos civis no país.
Segundo a ONU, quase 6.500 civis morreram este ano vítimas dos combates no nordeste do Sri Lanka. EFE
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"Temos informações de que a guerrilha está recrutando crianças de 12 anos. Sabemos disso porque recrutaram a filha de 16 anos de um de nossos trabalhadores, que depois conseguiu escapar", disse por telefone à Agência Efe o porta-voz das Nações Unidas no país, Gordon Weiss.
Segundo o funcionário, os Tigres de Libertação da Pátria Tâmil (LTTE) chegaram a obrigar crianças de 12 anos a pegar em armas e a se posicionar na linha da frente do conflito travado na faixa litorânea de 10 quilômetros quadrados que o grupo controla no nordeste do país.
Algumas famílias, disse Weiss, tentaram resistir aos recrutamentos da guerrilha, que está cercada pelo Exército cingalês. Porém, foram agredidas ou baleadas por se recusarem a entregar as crianças.
Segundo os analistas, os guerrilheiros dispõem de algumas centenas de homens para enfrentar o Exército do Sri Lanka, que cercou os LTTE após uma bem-sucedida ofensiva nos últimos 18 meses.
Em conversa com jornalistas, um militar cingalês disse hoje que a situação na faixa litorânea é tão ruim que as mães escondem seus filhos em buracos cavados no chão e cobrem estes para que os rebeldes não os achem.
A guerrilha, por sua vez, acusou hoje o Governo do Sri Lanka de genocídio e de crimes de guerra, por bloquear a distribuição de alimentos e remédios aos civis encurralados, situação que colocou milhares de pessoas à beira da inanição.
Nos últimos dias, aumentaram a preocupação internacional com a situação das vítimas do conflito, que já dura mais de 25 anos, e a pressão diplomática para que ambas as partes ponham fim aos combates.
Além disso, hoje está prevista a chegada ao Sri Lanka do subsecretário-geral da ONU para Assuntos Humanitários, John Holmes, que estudará a situação dos civis no país.
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"Temos informações de que a guerrilha está recrutando crianças de 12 anos. Sabemos disso porque recrutaram a filha de 16 anos de um de nossos trabalhadores, que depois conseguiu escapar", disse por telefone à Agência Efe o porta-voz das Nações Unidas no país, Gordon Weiss.
Segundo o funcionário, os Tigres de Libertação da Pátria Tâmil (LTTE) chegaram a obrigar crianças de 12 anos a pegar em armas e a se posicionar na linha da frente do conflito travado na faixa litorânea de 10 quilômetros quadrados que o grupo controla no nordeste do país.
Algumas famílias, disse Weiss, tentaram resistir aos recrutamentos da guerrilha, que está cercada pelo Exército cingalês. Porém, foram agredidas ou baleadas por se recusarem a entregar as crianças.
Segundo os analistas, os guerrilheiros dispõem de algumas centenas de homens para enfrentar o Exército do Sri Lanka, que cercou os LTTE após uma bem-sucedida ofensiva nos últimos 18 meses.
Em conversa com jornalistas, um militar cingalês disse hoje que a situação na faixa litorânea é tão ruim que as mães escondem seus filhos em buracos cavados no chão e cobrem estes para que os rebeldes não os achem.
A guerrilha, por sua vez, acusou hoje o Governo do Sri Lanka de genocídio e de crimes de guerra, por bloquear a distribuição de alimentos e remédios aos civis encurralados, situação que colocou milhares de pessoas à beira da inanição.
Nos últimos dias, aumentaram a preocupação internacional com a situação das vítimas do conflito, que já dura mais de 25 anos, e a pressão diplomática para que ambas as partes ponham fim aos combates.
Além disso, hoje está prevista a chegada ao Sri Lanka do subsecretário-geral da ONU para Assuntos Humanitários, John Holmes, que estudará a situação dos civis no país.
Segundo a ONU, quase 6.500 civis morreram este ano vítimas dos combates no nordeste do Sri Lanka. EFE
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Nova Délhi, 25 abr (EFE).- A ONU acusou hoje a guerrilha tâmil de recrutar à força crianças "até de 12 anos" para combater a ofensiva final do Exército cingalês no nordeste do Sri Lanka.
"Temos informações de que a guerrilha está recrutando crianças de 12 anos. Sabemos disso porque recrutaram a filha de 16 anos de um de nossos trabalhadores, que depois conseguiu escapar", disse por telefone à Agência Efe o porta-voz das Nações Unidas no país, Gordon Weiss.
Segundo o funcionário, os Tigres de Libertação da Pátria Tâmil (LTTE) chegaram a obrigar crianças de 12 anos a pegar em armas e a se posicionar na linha da frente do conflito travado na faixa litorânea de 10 quilômetros quadrados que o grupo controla no nordeste do país.
Algumas famílias, disse Weiss, tentaram resistir aos recrutamentos da guerrilha, que está cercada pelo Exército cingalês. Porém, foram agredidas ou baleadas por se recusarem a entregar as crianças.
Segundo os analistas, os guerrilheiros dispõem de algumas centenas de homens para enfrentar o Exército do Sri Lanka, que cercou os LTTE após uma bem-sucedida ofensiva nos últimos 18 meses.
Em conversa com jornalistas, um militar cingalês disse hoje que a situação na faixa litorânea é tão ruim que as mães escondem seus filhos em buracos cavados no chão e cobrem estes para que os rebeldes não os achem.
A guerrilha, por sua vez, acusou hoje o Governo do Sri Lanka de genocídio e de crimes de guerra, por bloquear a distribuição de alimentos e remédios aos civis encurralados, situação que colocou milhares de pessoas à beira da inanição.
Nos últimos dias, aumentaram a preocupação internacional com a situação das vítimas do conflito, que já dura mais de 25 anos, e a pressão diplomática para que ambas as partes ponham fim aos combates.
Além disso, hoje está prevista a chegada ao Sri Lanka do subsecretário-geral da ONU para Assuntos Humanitários, John Holmes, que estudará a situação dos civis no país.
Segundo a ONU, quase 6.500 civis morreram este ano vítimas dos combates no nordeste do Sri Lanka. EFE
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A menina ianomâmi que está internada em hospital de Manaus por decisão judicial vai ser operada hoje devido ao agravamento da hidroanecefalia. No Pronto Socorro da Criança, na zona leste da cidade, a menina receberá uma válvula na cabeça para drenar o excesso de líquido. Hidroanecefalia é a má formação do cérebro e o acúmulo de líquido na região.
Na semana passada, a Vara da Infância e da Juventude de Manaus determinou que a ianomâmi, de um ano, e não 18 meses, como foi divulgado, continuasse no Hospital Infantil Dr. Fajardo, contra a vontade da tribo e da Funai, que defendem a volta à aldeia sem alta médica. Na ocasião, a menina tinha tuberculose, pneumonia e desnutrição.
Ontem, a diretora do hospital, pediatra Tânia Azevedo, disse que a cirurgia da hidroanecefalia é possível porque a menina não é mais portadora de pneumonia e desnutrição. A tuberculose está controlada. A criança ganhou 2,2 kg de peso.
Quanto à hidroanecefalia, a médica afirmou que, no caso da menina, ela tem ausência de parte do cérebro, mas tem o tronco cerebral, que permite movimentos em braços e pernas, mas não tem visão.
"Ela vai ser operada devido ao aumento da pressão intracraniana (aumento da água no cérebro). Não podemos prever o tempo de vida dela, mas os estudos dizem que as crianças podem durar um ano ou alguns anos. Ela é um caso especial", afirmou a médica.
KÁTIA BRASIL
da Agência Folha, em Manaus

A continuidasde do tratamento à indiazinha Yanomami foi garantida por decisão judicial ,que determinou a presença de força policial no hospital para garantir que familiares da menor não a retirassem à força.

Os motivos relatados pela promotora forma:

"A criança é indígena da etnia YANOMAMI e os genitores estão recusando o tratamento médico, pretendendo que a filha seja imediatamente liberada do hospital para voltar à aldeia, sob a alegação de que desejam aproveitar junto com os familiares e amigos os dias que restar de vida à infante. Dizem ainda desejar que seja feito todos os rituais provenientes de sua cultura para que a filha tenha um descanso eterno.
Consta também que na cultura YANOMAMI, as pessoas do sexo feminino são as encarregadas do trabalho pesado, razão pela qual somente as mulheres saudáveis são admitidas.
Assim, um dos rituais é o sacrifício da criança portadora de deficiência física, comportamento respeitado pelos Órgãos voltados à questão indígena como peculiaridade da cultura desses povos. Daí presumir-se de que o retorno da criança à aldeia resultará em sua eliminação sumária.
A Constituição Brasileira de 1988 em seu artigo 227 declara:“É dever da família, da sociedade e do Estado, assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação ao lazer à profissionalização, à cultura e à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-las a salvo de toda forma de negligência, discrimininação, exploração, violência, crueldade e opressão!”
A hospitalização da criança foi realizada de forma espontânea pelos pais da pequena, com total apoio dos Órgãos voltados para as questões indígenas.
Agora, se fez imperiosa a intervenção da justiça a fim de que a pequena Daniela pudesse ter assegurado direito que lhe é garantido pela Constituição Federal e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente.
Por derradeiro, e para fulminar a questão, citamos o art. 5º do ECA: Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punindo na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão aos seus direitos fundamentais.
O artigo acima descrito não distingue cor, raça ou credo. Basta ser criança ou adolescente. Mais nada."
Segundo o jornal Diário do Amazonas, em matéria assinada pela jornalista Ana Carolina Barbosa ,a Funai não concorda com a posição da Juíza Carla Reis pelo fato da Constituição garantir o direito social fundamental das comunidades indígenas ao acesso à atenção integral à saúde, mediante a superação dos fatores que tornam essa população mais vulnerável aos agravos à saúde, respeitando suas peculiaridades etnoculturais.

Fonte: Diário de um Juiz
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A menina ianomâmi que está internada em hospital de Manaus por decisão judicial vai ser operada hoje devido ao agravamento da hidroanecefalia. No Pronto Socorro da Criança, na zona leste da cidade, a menina receberá uma válvula na cabeça para drenar o excesso de líquido. Hidroanecefalia é a má formação do cérebro e o acúmulo de líquido na região.
Na semana passada, a Vara da Infância e da Juventude de Manaus determinou que a ianomâmi, de um ano, e não 18 meses, como foi divulgado, continuasse no Hospital Infantil Dr. Fajardo, contra a vontade da tribo e da Funai, que defendem a volta à aldeia sem alta médica. Na ocasião, a menina tinha tuberculose, pneumonia e desnutrição.
Ontem, a diretora do hospital, pediatra Tânia Azevedo, disse que a cirurgia da hidroanecefalia é possível porque a menina não é mais portadora de pneumonia e desnutrição. A tuberculose está controlada. A criança ganhou 2,2 kg de peso.
Quanto à hidroanecefalia, a médica afirmou que, no caso da menina, ela tem ausência de parte do cérebro, mas tem o tronco cerebral, que permite movimentos em braços e pernas, mas não tem visão.
"Ela vai ser operada devido ao aumento da pressão intracraniana (aumento da água no cérebro). Não podemos prever o tempo de vida dela, mas os estudos dizem que as crianças podem durar um ano ou alguns anos. Ela é um caso especial", afirmou a médica.
KÁTIA BRASIL
da Agência Folha, em Manaus

A continuidasde do tratamento à indiazinha Yanomami foi garantida por decisão judicial ,que determinou a presença de força policial no hospital para garantir que familiares da menor não a retirassem à força.

Os motivos relatados pela promotora forma:

"A criança é indígena da etnia YANOMAMI e os genitores estão recusando o tratamento médico, pretendendo que a filha seja imediatamente liberada do hospital para voltar à aldeia, sob a alegação de que desejam aproveitar junto com os familiares e amigos os dias que restar de vida à infante. Dizem ainda desejar que seja feito todos os rituais provenientes de sua cultura para que a filha tenha um descanso eterno.
Consta também que na cultura YANOMAMI, as pessoas do sexo feminino são as encarregadas do trabalho pesado, razão pela qual somente as mulheres saudáveis são admitidas.
Assim, um dos rituais é o sacrifício da criança portadora de deficiência física, comportamento respeitado pelos Órgãos voltados à questão indígena como peculiaridade da cultura desses povos. Daí presumir-se de que o retorno da criança à aldeia resultará em sua eliminação sumária.
A Constituição Brasileira de 1988 em seu artigo 227 declara:“É dever da família, da sociedade e do Estado, assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação ao lazer à profissionalização, à cultura e à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-las a salvo de toda forma de negligência, discrimininação, exploração, violência, crueldade e opressão!”
A hospitalização da criança foi realizada de forma espontânea pelos pais da pequena, com total apoio dos Órgãos voltados para as questões indígenas.
Agora, se fez imperiosa a intervenção da justiça a fim de que a pequena Daniela pudesse ter assegurado direito que lhe é garantido pela Constituição Federal e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente.
Por derradeiro, e para fulminar a questão, citamos o art. 5º do ECA: Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punindo na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão aos seus direitos fundamentais.
O artigo acima descrito não distingue cor, raça ou credo. Basta ser criança ou adolescente. Mais nada."
Segundo o jornal Diário do Amazonas, em matéria assinada pela jornalista Ana Carolina Barbosa ,a Funai não concorda com a posição da Juíza Carla Reis pelo fato da Constituição garantir o direito social fundamental das comunidades indígenas ao acesso à atenção integral à saúde, mediante a superação dos fatores que tornam essa população mais vulnerável aos agravos à saúde, respeitando suas peculiaridades etnoculturais.

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Na semana passada, a Vara da Infância e da Juventude de Manaus determinou que a ianomâmi, de um ano, e não 18 meses, como foi divulgado, continuasse no Hospital Infantil Dr. Fajardo, contra a vontade da tribo e da Funai, que defendem a volta à aldeia sem alta médica. Na ocasião, a menina tinha tuberculose, pneumonia e desnutrição.
Ontem, a diretora do hospital, pediatra Tânia Azevedo, disse que a cirurgia da hidroanecefalia é possível porque a menina não é mais portadora de pneumonia e desnutrição. A tuberculose está controlada. A criança ganhou 2,2 kg de peso.
Quanto à hidroanecefalia, a médica afirmou que, no caso da menina, ela tem ausência de parte do cérebro, mas tem o tronco cerebral, que permite movimentos em braços e pernas, mas não tem visão.
"Ela vai ser operada devido ao aumento da pressão intracraniana (aumento da água no cérebro). Não podemos prever o tempo de vida dela, mas os estudos dizem que as crianças podem durar um ano ou alguns anos. Ela é um caso especial", afirmou a médica.
KÁTIA BRASIL
da Agência Folha, em Manaus

A continuidasde do tratamento à indiazinha Yanomami foi garantida por decisão judicial ,que determinou a presença de força policial no hospital para garantir que familiares da menor não a retirassem à força.

Os motivos relatados pela promotora forma:

"A criança é indígena da etnia YANOMAMI e os genitores estão recusando o tratamento médico, pretendendo que a filha seja imediatamente liberada do hospital para voltar à aldeia, sob a alegação de que desejam aproveitar junto com os familiares e amigos os dias que restar de vida à infante. Dizem ainda desejar que seja feito todos os rituais provenientes de sua cultura para que a filha tenha um descanso eterno.
Consta também que na cultura YANOMAMI, as pessoas do sexo feminino são as encarregadas do trabalho pesado, razão pela qual somente as mulheres saudáveis são admitidas.
Assim, um dos rituais é o sacrifício da criança portadora de deficiência física, comportamento respeitado pelos Órgãos voltados à questão indígena como peculiaridade da cultura desses povos. Daí presumir-se de que o retorno da criança à aldeia resultará em sua eliminação sumária.
A Constituição Brasileira de 1988 em seu artigo 227 declara:“É dever da família, da sociedade e do Estado, assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação ao lazer à profissionalização, à cultura e à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-las a salvo de toda forma de negligência, discrimininação, exploração, violência, crueldade e opressão!”
A hospitalização da criança foi realizada de forma espontânea pelos pais da pequena, com total apoio dos Órgãos voltados para as questões indígenas.
Agora, se fez imperiosa a intervenção da justiça a fim de que a pequena Daniela pudesse ter assegurado direito que lhe é garantido pela Constituição Federal e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente.
Por derradeiro, e para fulminar a questão, citamos o art. 5º do ECA: Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punindo na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão aos seus direitos fundamentais.
O artigo acima descrito não distingue cor, raça ou credo. Basta ser criança ou adolescente. Mais nada."
Segundo o jornal Diário do Amazonas, em matéria assinada pela jornalista Ana Carolina Barbosa ,a Funai não concorda com a posição da Juíza Carla Reis pelo fato da Constituição garantir o direito social fundamental das comunidades indígenas ao acesso à atenção integral à saúde, mediante a superação dos fatores que tornam essa população mais vulnerável aos agravos à saúde, respeitando suas peculiaridades etnoculturais.

Fonte: Diário de um Juiz
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A menina ianomâmi que está internada em hospital de Manaus por decisão judicial vai ser operada hoje devido ao agravamento da hidroanecefalia. No Pronto Socorro da Criança, na zona leste da cidade, a menina receberá uma válvula na cabeça para drenar o excesso de líquido. Hidroanecefalia é a má formação do cérebro e o acúmulo de líquido na região.
Na semana passada, a Vara da Infância e da Juventude de Manaus determinou que a ianomâmi, de um ano, e não 18 meses, como foi divulgado, continuasse no Hospital Infantil Dr. Fajardo, contra a vontade da tribo e da Funai, que defendem a volta à aldeia sem alta médica. Na ocasião, a menina tinha tuberculose, pneumonia e desnutrição.
Ontem, a diretora do hospital, pediatra Tânia Azevedo, disse que a cirurgia da hidroanecefalia é possível porque a menina não é mais portadora de pneumonia e desnutrição. A tuberculose está controlada. A criança ganhou 2,2 kg de peso.
Quanto à hidroanecefalia, a médica afirmou que, no caso da menina, ela tem ausência de parte do cérebro, mas tem o tronco cerebral, que permite movimentos em braços e pernas, mas não tem visão.
"Ela vai ser operada devido ao aumento da pressão intracraniana (aumento da água no cérebro). Não podemos prever o tempo de vida dela, mas os estudos dizem que as crianças podem durar um ano ou alguns anos. Ela é um caso especial", afirmou a médica.
KÁTIA BRASIL
da Agência Folha, em Manaus

A continuidasde do tratamento à indiazinha Yanomami foi garantida por decisão judicial ,que determinou a presença de força policial no hospital para garantir que familiares da menor não a retirassem à força.

Os motivos relatados pela promotora forma:

"A criança é indígena da etnia YANOMAMI e os genitores estão recusando o tratamento médico, pretendendo que a filha seja imediatamente liberada do hospital para voltar à aldeia, sob a alegação de que desejam aproveitar junto com os familiares e amigos os dias que restar de vida à infante. Dizem ainda desejar que seja feito todos os rituais provenientes de sua cultura para que a filha tenha um descanso eterno.
Consta também que na cultura YANOMAMI, as pessoas do sexo feminino são as encarregadas do trabalho pesado, razão pela qual somente as mulheres saudáveis são admitidas.
Assim, um dos rituais é o sacrifício da criança portadora de deficiência física, comportamento respeitado pelos Órgãos voltados à questão indígena como peculiaridade da cultura desses povos. Daí presumir-se de que o retorno da criança à aldeia resultará em sua eliminação sumária.
A Constituição Brasileira de 1988 em seu artigo 227 declara:“É dever da família, da sociedade e do Estado, assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação ao lazer à profissionalização, à cultura e à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-las a salvo de toda forma de negligência, discrimininação, exploração, violência, crueldade e opressão!”
A hospitalização da criança foi realizada de forma espontânea pelos pais da pequena, com total apoio dos Órgãos voltados para as questões indígenas.
Agora, se fez imperiosa a intervenção da justiça a fim de que a pequena Daniela pudesse ter assegurado direito que lhe é garantido pela Constituição Federal e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente.
Por derradeiro, e para fulminar a questão, citamos o art. 5º do ECA: Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punindo na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão aos seus direitos fundamentais.
O artigo acima descrito não distingue cor, raça ou credo. Basta ser criança ou adolescente. Mais nada."
Segundo o jornal Diário do Amazonas, em matéria assinada pela jornalista Ana Carolina Barbosa ,a Funai não concorda com a posição da Juíza Carla Reis pelo fato da Constituição garantir o direito social fundamental das comunidades indígenas ao acesso à atenção integral à saúde, mediante a superação dos fatores que tornam essa população mais vulnerável aos agravos à saúde, respeitando suas peculiaridades etnoculturais.

Fonte: Diário de um Juiz
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A menina ianomâmi que está internada em hospital de Manaus por decisão judicial vai ser operada hoje devido ao agravamento da hidroanecefalia. No Pronto Socorro da Criança, na zona leste da cidade, a menina receberá uma válvula na cabeça para drenar o excesso de líquido. Hidroanecefalia é a má formação do cérebro e o acúmulo de líquido na região.
Na semana passada, a Vara da Infância e da Juventude de Manaus determinou que a ianomâmi, de um ano, e não 18 meses, como foi divulgado, continuasse no Hospital Infantil Dr. Fajardo, contra a vontade da tribo e da Funai, que defendem a volta à aldeia sem alta médica. Na ocasião, a menina tinha tuberculose, pneumonia e desnutrição.
Ontem, a diretora do hospital, pediatra Tânia Azevedo, disse que a cirurgia da hidroanecefalia é possível porque a menina não é mais portadora de pneumonia e desnutrição. A tuberculose está controlada. A criança ganhou 2,2 kg de peso.
Quanto à hidroanecefalia, a médica afirmou que, no caso da menina, ela tem ausência de parte do cérebro, mas tem o tronco cerebral, que permite movimentos em braços e pernas, mas não tem visão.
"Ela vai ser operada devido ao aumento da pressão intracraniana (aumento da água no cérebro). Não podemos prever o tempo de vida dela, mas os estudos dizem que as crianças podem durar um ano ou alguns anos. Ela é um caso especial", afirmou a médica.
KÁTIA BRASIL
da Agência Folha, em Manaus

A continuidasde do tratamento à indiazinha Yanomami foi garantida por decisão judicial ,que determinou a presença de força policial no hospital para garantir que familiares da menor não a retirassem à força.

Os motivos relatados pela promotora forma:

"A criança é indígena da etnia YANOMAMI e os genitores estão recusando o tratamento médico, pretendendo que a filha seja imediatamente liberada do hospital para voltar à aldeia, sob a alegação de que desejam aproveitar junto com os familiares e amigos os dias que restar de vida à infante. Dizem ainda desejar que seja feito todos os rituais provenientes de sua cultura para que a filha tenha um descanso eterno.
Consta também que na cultura YANOMAMI, as pessoas do sexo feminino são as encarregadas do trabalho pesado, razão pela qual somente as mulheres saudáveis são admitidas.
Assim, um dos rituais é o sacrifício da criança portadora de deficiência física, comportamento respeitado pelos Órgãos voltados à questão indígena como peculiaridade da cultura desses povos. Daí presumir-se de que o retorno da criança à aldeia resultará em sua eliminação sumária.
A Constituição Brasileira de 1988 em seu artigo 227 declara:“É dever da família, da sociedade e do Estado, assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação ao lazer à profissionalização, à cultura e à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-las a salvo de toda forma de negligência, discrimininação, exploração, violência, crueldade e opressão!”
A hospitalização da criança foi realizada de forma espontânea pelos pais da pequena, com total apoio dos Órgãos voltados para as questões indígenas.
Agora, se fez imperiosa a intervenção da justiça a fim de que a pequena Daniela pudesse ter assegurado direito que lhe é garantido pela Constituição Federal e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente.
Por derradeiro, e para fulminar a questão, citamos o art. 5º do ECA: Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punindo na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão aos seus direitos fundamentais.
O artigo acima descrito não distingue cor, raça ou credo. Basta ser criança ou adolescente. Mais nada."
Segundo o jornal Diário do Amazonas, em matéria assinada pela jornalista Ana Carolina Barbosa ,a Funai não concorda com a posição da Juíza Carla Reis pelo fato da Constituição garantir o direito social fundamental das comunidades indígenas ao acesso à atenção integral à saúde, mediante a superação dos fatores que tornam essa população mais vulnerável aos agravos à saúde, respeitando suas peculiaridades etnoculturais.

Fonte: Diário de um Juiz
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A menina ianomâmi que está internada em hospital de Manaus por decisão judicial vai ser operada hoje devido ao agravamento da hidroanecefalia. No Pronto Socorro da Criança, na zona leste da cidade, a menina receberá uma válvula na cabeça para drenar o excesso de líquido. Hidroanecefalia é a má formação do cérebro e o acúmulo de líquido na região.
Na semana passada, a Vara da Infância e da Juventude de Manaus determinou que a ianomâmi, de um ano, e não 18 meses, como foi divulgado, continuasse no Hospital Infantil Dr. Fajardo, contra a vontade da tribo e da Funai, que defendem a volta à aldeia sem alta médica. Na ocasião, a menina tinha tuberculose, pneumonia e desnutrição.
Ontem, a diretora do hospital, pediatra Tânia Azevedo, disse que a cirurgia da hidroanecefalia é possível porque a menina não é mais portadora de pneumonia e desnutrição. A tuberculose está controlada. A criança ganhou 2,2 kg de peso.
Quanto à hidroanecefalia, a médica afirmou que, no caso da menina, ela tem ausência de parte do cérebro, mas tem o tronco cerebral, que permite movimentos em braços e pernas, mas não tem visão.
"Ela vai ser operada devido ao aumento da pressão intracraniana (aumento da água no cérebro). Não podemos prever o tempo de vida dela, mas os estudos dizem que as crianças podem durar um ano ou alguns anos. Ela é um caso especial", afirmou a médica.
KÁTIA BRASIL
da Agência Folha, em Manaus

A continuidasde do tratamento à indiazinha Yanomami foi garantida por decisão judicial ,que determinou a presença de força policial no hospital para garantir que familiares da menor não a retirassem à força.

Os motivos relatados pela promotora forma:

"A criança é indígena da etnia YANOMAMI e os genitores estão recusando o tratamento médico, pretendendo que a filha seja imediatamente liberada do hospital para voltar à aldeia, sob a alegação de que desejam aproveitar junto com os familiares e amigos os dias que restar de vida à infante. Dizem ainda desejar que seja feito todos os rituais provenientes de sua cultura para que a filha tenha um descanso eterno.
Consta também que na cultura YANOMAMI, as pessoas do sexo feminino são as encarregadas do trabalho pesado, razão pela qual somente as mulheres saudáveis são admitidas.
Assim, um dos rituais é o sacrifício da criança portadora de deficiência física, comportamento respeitado pelos Órgãos voltados à questão indígena como peculiaridade da cultura desses povos. Daí presumir-se de que o retorno da criança à aldeia resultará em sua eliminação sumária.
A Constituição Brasileira de 1988 em seu artigo 227 declara:“É dever da família, da sociedade e do Estado, assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação ao lazer à profissionalização, à cultura e à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-las a salvo de toda forma de negligência, discrimininação, exploração, violência, crueldade e opressão!”
A hospitalização da criança foi realizada de forma espontânea pelos pais da pequena, com total apoio dos Órgãos voltados para as questões indígenas.
Agora, se fez imperiosa a intervenção da justiça a fim de que a pequena Daniela pudesse ter assegurado direito que lhe é garantido pela Constituição Federal e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente.
Por derradeiro, e para fulminar a questão, citamos o art. 5º do ECA: Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punindo na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão aos seus direitos fundamentais.
O artigo acima descrito não distingue cor, raça ou credo. Basta ser criança ou adolescente. Mais nada."
Segundo o jornal Diário do Amazonas, em matéria assinada pela jornalista Ana Carolina Barbosa ,a Funai não concorda com a posição da Juíza Carla Reis pelo fato da Constituição garantir o direito social fundamental das comunidades indígenas ao acesso à atenção integral à saúde, mediante a superação dos fatores que tornam essa população mais vulnerável aos agravos à saúde, respeitando suas peculiaridades etnoculturais.

Fonte: Diário de um Juiz
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A menina ianomâmi que está internada em hospital de Manaus por decisão judicial vai ser operada hoje devido ao agravamento da hidroanecefalia. No Pronto Socorro da Criança, na zona leste da cidade, a menina receberá uma válvula na cabeça para drenar o excesso de líquido. Hidroanecefalia é a má formação do cérebro e o acúmulo de líquido na região.
Na semana passada, a Vara da Infância e da Juventude de Manaus determinou que a ianomâmi, de um ano, e não 18 meses, como foi divulgado, continuasse no Hospital Infantil Dr. Fajardo, contra a vontade da tribo e da Funai, que defendem a volta à aldeia sem alta médica. Na ocasião, a menina tinha tuberculose, pneumonia e desnutrição.
Ontem, a diretora do hospital, pediatra Tânia Azevedo, disse que a cirurgia da hidroanecefalia é possível porque a menina não é mais portadora de pneumonia e desnutrição. A tuberculose está controlada. A criança ganhou 2,2 kg de peso.
Quanto à hidroanecefalia, a médica afirmou que, no caso da menina, ela tem ausência de parte do cérebro, mas tem o tronco cerebral, que permite movimentos em braços e pernas, mas não tem visão.
"Ela vai ser operada devido ao aumento da pressão intracraniana (aumento da água no cérebro). Não podemos prever o tempo de vida dela, mas os estudos dizem que as crianças podem durar um ano ou alguns anos. Ela é um caso especial", afirmou a médica.
KÁTIA BRASIL
da Agência Folha, em Manaus

A continuidasde do tratamento à indiazinha Yanomami foi garantida por decisão judicial ,que determinou a presença de força policial no hospital para garantir que familiares da menor não a retirassem à força.

Os motivos relatados pela promotora forma:

"A criança é indígena da etnia YANOMAMI e os genitores estão recusando o tratamento médico, pretendendo que a filha seja imediatamente liberada do hospital para voltar à aldeia, sob a alegação de que desejam aproveitar junto com os familiares e amigos os dias que restar de vida à infante. Dizem ainda desejar que seja feito todos os rituais provenientes de sua cultura para que a filha tenha um descanso eterno.
Consta também que na cultura YANOMAMI, as pessoas do sexo feminino são as encarregadas do trabalho pesado, razão pela qual somente as mulheres saudáveis são admitidas.
Assim, um dos rituais é o sacrifício da criança portadora de deficiência física, comportamento respeitado pelos Órgãos voltados à questão indígena como peculiaridade da cultura desses povos. Daí presumir-se de que o retorno da criança à aldeia resultará em sua eliminação sumária.
A Constituição Brasileira de 1988 em seu artigo 227 declara:“É dever da família, da sociedade e do Estado, assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação ao lazer à profissionalização, à cultura e à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-las a salvo de toda forma de negligência, discrimininação, exploração, violência, crueldade e opressão!”
A hospitalização da criança foi realizada de forma espontânea pelos pais da pequena, com total apoio dos Órgãos voltados para as questões indígenas.
Agora, se fez imperiosa a intervenção da justiça a fim de que a pequena Daniela pudesse ter assegurado direito que lhe é garantido pela Constituição Federal e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente.
Por derradeiro, e para fulminar a questão, citamos o art. 5º do ECA: Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punindo na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão aos seus direitos fundamentais.
O artigo acima descrito não distingue cor, raça ou credo. Basta ser criança ou adolescente. Mais nada."
Segundo o jornal Diário do Amazonas, em matéria assinada pela jornalista Ana Carolina Barbosa ,a Funai não concorda com a posição da Juíza Carla Reis pelo fato da Constituição garantir o direito social fundamental das comunidades indígenas ao acesso à atenção integral à saúde, mediante a superação dos fatores que tornam essa população mais vulnerável aos agravos à saúde, respeitando suas peculiaridades etnoculturais.

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A menina ianomâmi que está internada em hospital de Manaus por decisão judicial vai ser operada hoje devido ao agravamento da hidroanecefalia. No Pronto Socorro da Criança, na zona leste da cidade, a menina receberá uma válvula na cabeça para drenar o excesso de líquido. Hidroanecefalia é a má formação do cérebro e o acúmulo de líquido na região.
Na semana passada, a Vara da Infância e da Juventude de Manaus determinou que a ianomâmi, de um ano, e não 18 meses, como foi divulgado, continuasse no Hospital Infantil Dr. Fajardo, contra a vontade da tribo e da Funai, que defendem a volta à aldeia sem alta médica. Na ocasião, a menina tinha tuberculose, pneumonia e desnutrição.
Ontem, a diretora do hospital, pediatra Tânia Azevedo, disse que a cirurgia da hidroanecefalia é possível porque a menina não é mais portadora de pneumonia e desnutrição. A tuberculose está controlada. A criança ganhou 2,2 kg de peso.
Quanto à hidroanecefalia, a médica afirmou que, no caso da menina, ela tem ausência de parte do cérebro, mas tem o tronco cerebral, que permite movimentos em braços e pernas, mas não tem visão.
"Ela vai ser operada devido ao aumento da pressão intracraniana (aumento da água no cérebro). Não podemos prever o tempo de vida dela, mas os estudos dizem que as crianças podem durar um ano ou alguns anos. Ela é um caso especial", afirmou a médica.
KÁTIA BRASIL
da Agência Folha, em Manaus

A continuidasde do tratamento à indiazinha Yanomami foi garantida por decisão judicial ,que determinou a presença de força policial no hospital para garantir que familiares da menor não a retirassem à força.

Os motivos relatados pela promotora forma:

"A criança é indígena da etnia YANOMAMI e os genitores estão recusando o tratamento médico, pretendendo que a filha seja imediatamente liberada do hospital para voltar à aldeia, sob a alegação de que desejam aproveitar junto com os familiares e amigos os dias que restar de vida à infante. Dizem ainda desejar que seja feito todos os rituais provenientes de sua cultura para que a filha tenha um descanso eterno.
Consta também que na cultura YANOMAMI, as pessoas do sexo feminino são as encarregadas do trabalho pesado, razão pela qual somente as mulheres saudáveis são admitidas.
Assim, um dos rituais é o sacrifício da criança portadora de deficiência física, comportamento respeitado pelos Órgãos voltados à questão indígena como peculiaridade da cultura desses povos. Daí presumir-se de que o retorno da criança à aldeia resultará em sua eliminação sumária.
A Constituição Brasileira de 1988 em seu artigo 227 declara:“É dever da família, da sociedade e do Estado, assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação ao lazer à profissionalização, à cultura e à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-las a salvo de toda forma de negligência, discrimininação, exploração, violência, crueldade e opressão!”
A hospitalização da criança foi realizada de forma espontânea pelos pais da pequena, com total apoio dos Órgãos voltados para as questões indígenas.
Agora, se fez imperiosa a intervenção da justiça a fim de que a pequena Daniela pudesse ter assegurado direito que lhe é garantido pela Constituição Federal e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente.
Por derradeiro, e para fulminar a questão, citamos o art. 5º do ECA: Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punindo na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão aos seus direitos fundamentais.
O artigo acima descrito não distingue cor, raça ou credo. Basta ser criança ou adolescente. Mais nada."
Segundo o jornal Diário do Amazonas, em matéria assinada pela jornalista Ana Carolina Barbosa ,a Funai não concorda com a posição da Juíza Carla Reis pelo fato da Constituição garantir o direito social fundamental das comunidades indígenas ao acesso à atenção integral à saúde, mediante a superação dos fatores que tornam essa população mais vulnerável aos agravos à saúde, respeitando suas peculiaridades etnoculturais.

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A menina ianomâmi que está internada em hospital de Manaus por decisão judicial vai ser operada hoje devido ao agravamento da hidroanecefalia. No Pronto Socorro da Criança, na zona leste da cidade, a menina receberá uma válvula na cabeça para drenar o excesso de líquido. Hidroanecefalia é a má formação do cérebro e o acúmulo de líquido na região.
Na semana passada, a Vara da Infância e da Juventude de Manaus determinou que a ianomâmi, de um ano, e não 18 meses, como foi divulgado, continuasse no Hospital Infantil Dr. Fajardo, contra a vontade da tribo e da Funai, que defendem a volta à aldeia sem alta médica. Na ocasião, a menina tinha tuberculose, pneumonia e desnutrição.
Ontem, a diretora do hospital, pediatra Tânia Azevedo, disse que a cirurgia da hidroanecefalia é possível porque a menina não é mais portadora de pneumonia e desnutrição. A tuberculose está controlada. A criança ganhou 2,2 kg de peso.
Quanto à hidroanecefalia, a médica afirmou que, no caso da menina, ela tem ausência de parte do cérebro, mas tem o tronco cerebral, que permite movimentos em braços e pernas, mas não tem visão.
"Ela vai ser operada devido ao aumento da pressão intracraniana (aumento da água no cérebro). Não podemos prever o tempo de vida dela, mas os estudos dizem que as crianças podem durar um ano ou alguns anos. Ela é um caso especial", afirmou a médica.
KÁTIA BRASIL
da Agência Folha, em Manaus

A continuidasde do tratamento à indiazinha Yanomami foi garantida por decisão judicial ,que determinou a presença de força policial no hospital para garantir que familiares da menor não a retirassem à força.

Os motivos relatados pela promotora forma:

"A criança é indígena da etnia YANOMAMI e os genitores estão recusando o tratamento médico, pretendendo que a filha seja imediatamente liberada do hospital para voltar à aldeia, sob a alegação de que desejam aproveitar junto com os familiares e amigos os dias que restar de vida à infante. Dizem ainda desejar que seja feito todos os rituais provenientes de sua cultura para que a filha tenha um descanso eterno.
Consta também que na cultura YANOMAMI, as pessoas do sexo feminino são as encarregadas do trabalho pesado, razão pela qual somente as mulheres saudáveis são admitidas.
Assim, um dos rituais é o sacrifício da criança portadora de deficiência física, comportamento respeitado pelos Órgãos voltados à questão indígena como peculiaridade da cultura desses povos. Daí presumir-se de que o retorno da criança à aldeia resultará em sua eliminação sumária.
A Constituição Brasileira de 1988 em seu artigo 227 declara:“É dever da família, da sociedade e do Estado, assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação ao lazer à profissionalização, à cultura e à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-las a salvo de toda forma de negligência, discrimininação, exploração, violência, crueldade e opressão!”
A hospitalização da criança foi realizada de forma espontânea pelos pais da pequena, com total apoio dos Órgãos voltados para as questões indígenas.
Agora, se fez imperiosa a intervenção da justiça a fim de que a pequena Daniela pudesse ter assegurado direito que lhe é garantido pela Constituição Federal e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente.
Por derradeiro, e para fulminar a questão, citamos o art. 5º do ECA: Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punindo na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão aos seus direitos fundamentais.
O artigo acima descrito não distingue cor, raça ou credo. Basta ser criança ou adolescente. Mais nada."
Segundo o jornal Diário do Amazonas, em matéria assinada pela jornalista Ana Carolina Barbosa ,a Funai não concorda com a posição da Juíza Carla Reis pelo fato da Constituição garantir o direito social fundamental das comunidades indígenas ao acesso à atenção integral à saúde, mediante a superação dos fatores que tornam essa população mais vulnerável aos agravos à saúde, respeitando suas peculiaridades etnoculturais.

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A menina ianomâmi que está internada em hospital de Manaus por decisão judicial vai ser operada hoje devido ao agravamento da hidroanecefalia. No Pronto Socorro da Criança, na zona leste da cidade, a menina receberá uma válvula na cabeça para drenar o excesso de líquido. Hidroanecefalia é a má formação do cérebro e o acúmulo de líquido na região.
Na semana passada, a Vara da Infância e da Juventude de Manaus determinou que a ianomâmi, de um ano, e não 18 meses, como foi divulgado, continuasse no Hospital Infantil Dr. Fajardo, contra a vontade da tribo e da Funai, que defendem a volta à aldeia sem alta médica. Na ocasião, a menina tinha tuberculose, pneumonia e desnutrição.
Ontem, a diretora do hospital, pediatra Tânia Azevedo, disse que a cirurgia da hidroanecefalia é possível porque a menina não é mais portadora de pneumonia e desnutrição. A tuberculose está controlada. A criança ganhou 2,2 kg de peso.
Quanto à hidroanecefalia, a médica afirmou que, no caso da menina, ela tem ausência de parte do cérebro, mas tem o tronco cerebral, que permite movimentos em braços e pernas, mas não tem visão.
"Ela vai ser operada devido ao aumento da pressão intracraniana (aumento da água no cérebro). Não podemos prever o tempo de vida dela, mas os estudos dizem que as crianças podem durar um ano ou alguns anos. Ela é um caso especial", afirmou a médica.
KÁTIA BRASIL
da Agência Folha, em Manaus

A continuidasde do tratamento à indiazinha Yanomami foi garantida por decisão judicial ,que determinou a presença de força policial no hospital para garantir que familiares da menor não a retirassem à força.

Os motivos relatados pela promotora forma:

"A criança é indígena da etnia YANOMAMI e os genitores estão recusando o tratamento médico, pretendendo que a filha seja imediatamente liberada do hospital para voltar à aldeia, sob a alegação de que desejam aproveitar junto com os familiares e amigos os dias que restar de vida à infante. Dizem ainda desejar que seja feito todos os rituais provenientes de sua cultura para que a filha tenha um descanso eterno.
Consta também que na cultura YANOMAMI, as pessoas do sexo feminino são as encarregadas do trabalho pesado, razão pela qual somente as mulheres saudáveis são admitidas.
Assim, um dos rituais é o sacrifício da criança portadora de deficiência física, comportamento respeitado pelos Órgãos voltados à questão indígena como peculiaridade da cultura desses povos. Daí presumir-se de que o retorno da criança à aldeia resultará em sua eliminação sumária.
A Constituição Brasileira de 1988 em seu artigo 227 declara:“É dever da família, da sociedade e do Estado, assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação ao lazer à profissionalização, à cultura e à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-las a salvo de toda forma de negligência, discrimininação, exploração, violência, crueldade e opressão!”
A hospitalização da criança foi realizada de forma espontânea pelos pais da pequena, com total apoio dos Órgãos voltados para as questões indígenas.
Agora, se fez imperiosa a intervenção da justiça a fim de que a pequena Daniela pudesse ter assegurado direito que lhe é garantido pela Constituição Federal e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente.
Por derradeiro, e para fulminar a questão, citamos o art. 5º do ECA: Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punindo na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão aos seus direitos fundamentais.
O artigo acima descrito não distingue cor, raça ou credo. Basta ser criança ou adolescente. Mais nada."
Segundo o jornal Diário do Amazonas, em matéria assinada pela jornalista Ana Carolina Barbosa ,a Funai não concorda com a posição da Juíza Carla Reis pelo fato da Constituição garantir o direito social fundamental das comunidades indígenas ao acesso à atenção integral à saúde, mediante a superação dos fatores que tornam essa população mais vulnerável aos agravos à saúde, respeitando suas peculiaridades etnoculturais.

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A menina ianomâmi que está internada em hospital de Manaus por decisão judicial vai ser operada hoje devido ao agravamento da hidroanecefalia. No Pronto Socorro da Criança, na zona leste da cidade, a menina receberá uma válvula na cabeça para drenar o excesso de líquido. Hidroanecefalia é a má formação do cérebro e o acúmulo de líquido na região.
Na semana passada, a Vara da Infância e da Juventude de Manaus determinou que a ianomâmi, de um ano, e não 18 meses, como foi divulgado, continuasse no Hospital Infantil Dr. Fajardo, contra a vontade da tribo e da Funai, que defendem a volta à aldeia sem alta médica. Na ocasião, a menina tinha tuberculose, pneumonia e desnutrição.
Ontem, a diretora do hospital, pediatra Tânia Azevedo, disse que a cirurgia da hidroanecefalia é possível porque a menina não é mais portadora de pneumonia e desnutrição. A tuberculose está controlada. A criança ganhou 2,2 kg de peso.
Quanto à hidroanecefalia, a médica afirmou que, no caso da menina, ela tem ausência de parte do cérebro, mas tem o tronco cerebral, que permite movimentos em braços e pernas, mas não tem visão.
"Ela vai ser operada devido ao aumento da pressão intracraniana (aumento da água no cérebro). Não podemos prever o tempo de vida dela, mas os estudos dizem que as crianças podem durar um ano ou alguns anos. Ela é um caso especial", afirmou a médica.
KÁTIA BRASIL
da Agência Folha, em Manaus

A continuidasde do tratamento à indiazinha Yanomami foi garantida por decisão judicial ,que determinou a presença de força policial no hospital para garantir que familiares da menor não a retirassem à força.

Os motivos relatados pela promotora forma:

"A criança é indígena da etnia YANOMAMI e os genitores estão recusando o tratamento médico, pretendendo que a filha seja imediatamente liberada do hospital para voltar à aldeia, sob a alegação de que desejam aproveitar junto com os familiares e amigos os dias que restar de vida à infante. Dizem ainda desejar que seja feito todos os rituais provenientes de sua cultura para que a filha tenha um descanso eterno.
Consta também que na cultura YANOMAMI, as pessoas do sexo feminino são as encarregadas do trabalho pesado, razão pela qual somente as mulheres saudáveis são admitidas.
Assim, um dos rituais é o sacrifício da criança portadora de deficiência física, comportamento respeitado pelos Órgãos voltados à questão indígena como peculiaridade da cultura desses povos. Daí presumir-se de que o retorno da criança à aldeia resultará em sua eliminação sumária.
A Constituição Brasileira de 1988 em seu artigo 227 declara:“É dever da família, da sociedade e do Estado, assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação ao lazer à profissionalização, à cultura e à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-las a salvo de toda forma de negligência, discrimininação, exploração, violência, crueldade e opressão!”
A hospitalização da criança foi realizada de forma espontânea pelos pais da pequena, com total apoio dos Órgãos voltados para as questões indígenas.
Agora, se fez imperiosa a intervenção da justiça a fim de que a pequena Daniela pudesse ter assegurado direito que lhe é garantido pela Constituição Federal e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente.
Por derradeiro, e para fulminar a questão, citamos o art. 5º do ECA: Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punindo na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão aos seus direitos fundamentais.
O artigo acima descrito não distingue cor, raça ou credo. Basta ser criança ou adolescente. Mais nada."
Segundo o jornal Diário do Amazonas, em matéria assinada pela jornalista Ana Carolina Barbosa ,a Funai não concorda com a posição da Juíza Carla Reis pelo fato da Constituição garantir o direito social fundamental das comunidades indígenas ao acesso à atenção integral à saúde, mediante a superação dos fatores que tornam essa população mais vulnerável aos agravos à saúde, respeitando suas peculiaridades etnoculturais.

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A menina ianomâmi que está internada em hospital de Manaus por decisão judicial vai ser operada hoje devido ao agravamento da hidroanecefalia. No Pronto Socorro da Criança, na zona leste da cidade, a menina receberá uma válvula na cabeça para drenar o excesso de líquido. Hidroanecefalia é a má formação do cérebro e o acúmulo de líquido na região.
Na semana passada, a Vara da Infância e da Juventude de Manaus determinou que a ianomâmi, de um ano, e não 18 meses, como foi divulgado, continuasse no Hospital Infantil Dr. Fajardo, contra a vontade da tribo e da Funai, que defendem a volta à aldeia sem alta médica. Na ocasião, a menina tinha tuberculose, pneumonia e desnutrição.
Ontem, a diretora do hospital, pediatra Tânia Azevedo, disse que a cirurgia da hidroanecefalia é possível porque a menina não é mais portadora de pneumonia e desnutrição. A tuberculose está controlada. A criança ganhou 2,2 kg de peso.
Quanto à hidroanecefalia, a médica afirmou que, no caso da menina, ela tem ausência de parte do cérebro, mas tem o tronco cerebral, que permite movimentos em braços e pernas, mas não tem visão.
"Ela vai ser operada devido ao aumento da pressão intracraniana (aumento da água no cérebro). Não podemos prever o tempo de vida dela, mas os estudos dizem que as crianças podem durar um ano ou alguns anos. Ela é um caso especial", afirmou a médica.
KÁTIA BRASIL
da Agência Folha, em Manaus

A continuidasde do tratamento à indiazinha Yanomami foi garantida por decisão judicial ,que determinou a presença de força policial no hospital para garantir que familiares da menor não a retirassem à força.

Os motivos relatados pela promotora forma:

"A criança é indígena da etnia YANOMAMI e os genitores estão recusando o tratamento médico, pretendendo que a filha seja imediatamente liberada do hospital para voltar à aldeia, sob a alegação de que desejam aproveitar junto com os familiares e amigos os dias que restar de vida à infante. Dizem ainda desejar que seja feito todos os rituais provenientes de sua cultura para que a filha tenha um descanso eterno.
Consta também que na cultura YANOMAMI, as pessoas do sexo feminino são as encarregadas do trabalho pesado, razão pela qual somente as mulheres saudáveis são admitidas.
Assim, um dos rituais é o sacrifício da criança portadora de deficiência física, comportamento respeitado pelos Órgãos voltados à questão indígena como peculiaridade da cultura desses povos. Daí presumir-se de que o retorno da criança à aldeia resultará em sua eliminação sumária.
A Constituição Brasileira de 1988 em seu artigo 227 declara:“É dever da família, da sociedade e do Estado, assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação ao lazer à profissionalização, à cultura e à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-las a salvo de toda forma de negligência, discrimininação, exploração, violência, crueldade e opressão!”
A hospitalização da criança foi realizada de forma espontânea pelos pais da pequena, com total apoio dos Órgãos voltados para as questões indígenas.
Agora, se fez imperiosa a intervenção da justiça a fim de que a pequena Daniela pudesse ter assegurado direito que lhe é garantido pela Constituição Federal e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente.
Por derradeiro, e para fulminar a questão, citamos o art. 5º do ECA: Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punindo na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão aos seus direitos fundamentais.
O artigo acima descrito não distingue cor, raça ou credo. Basta ser criança ou adolescente. Mais nada."
Segundo o jornal Diário do Amazonas, em matéria assinada pela jornalista Ana Carolina Barbosa ,a Funai não concorda com a posição da Juíza Carla Reis pelo fato da Constituição garantir o direito social fundamental das comunidades indígenas ao acesso à atenção integral à saúde, mediante a superação dos fatores que tornam essa população mais vulnerável aos agravos à saúde, respeitando suas peculiaridades etnoculturais.

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Uma americana que foi atingida por um disparo sobreviveu graças ao aro de metal de seu sutiã, informou a polícia de Detroit.
Em entrevista ao jornal Detroit News, os policiais disseram que o aro de metal do sutiã desviou a bala.
Uma mulher de 57 anos, cujo nome não foi revelado, estava observando pela janela um assalto à casa de seus vizinhos. Ela foi atingida por um tiro disparado por um dos assaltantes.
A bala estilhaçou a janela, mas não atingiu a mulher graças ao metal do sutiã. Segundo a polícia, a mulher ficou ferida e foi levada ao hospital, mas recebeu alta no mesmo dia.
O crime aconteceu na terça-feira na região oeste de Detroit. Os bandidos conseguiram fugir.
"Nós precisamos de alguns coletes a prova de balas como este material. É um metal muito resistente", disse o policial Eren Stephens Bell ao jornal de Detroit.

Fonte: BBC Brasil
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Uma americana que foi atingida por um disparo sobreviveu graças ao aro de metal de seu sutiã, informou a polícia de Detroit.
Em entrevista ao jornal Detroit News, os policiais disseram que o aro de metal do sutiã desviou a bala.
Uma mulher de 57 anos, cujo nome não foi revelado, estava observando pela janela um assalto à casa de seus vizinhos. Ela foi atingida por um tiro disparado por um dos assaltantes.
A bala estilhaçou a janela, mas não atingiu a mulher graças ao metal do sutiã. Segundo a polícia, a mulher ficou ferida e foi levada ao hospital, mas recebeu alta no mesmo dia.
O crime aconteceu na terça-feira na região oeste de Detroit. Os bandidos conseguiram fugir.
"Nós precisamos de alguns coletes a prova de balas como este material. É um metal muito resistente", disse o policial Eren Stephens Bell ao jornal de Detroit.

Fonte: BBC Brasil
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Uma americana que foi atingida por um disparo sobreviveu graças ao aro de metal de seu sutiã, informou a polícia de Detroit.
Em entrevista ao jornal Detroit News, os policiais disseram que o aro de metal do sutiã desviou a bala.
Uma mulher de 57 anos, cujo nome não foi revelado, estava observando pela janela um assalto à casa de seus vizinhos. Ela foi atingida por um tiro disparado por um dos assaltantes.
A bala estilhaçou a janela, mas não atingiu a mulher graças ao metal do sutiã. Segundo a polícia, a mulher ficou ferida e foi levada ao hospital, mas recebeu alta no mesmo dia.
O crime aconteceu na terça-feira na região oeste de Detroit. Os bandidos conseguiram fugir.
"Nós precisamos de alguns coletes a prova de balas como este material. É um metal muito resistente", disse o policial Eren Stephens Bell ao jornal de Detroit.

Fonte: BBC Brasil
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Uma americana que foi atingida por um disparo sobreviveu graças ao aro de metal de seu sutiã, informou a polícia de Detroit.
Em entrevista ao jornal Detroit News, os policiais disseram que o aro de metal do sutiã desviou a bala.
Uma mulher de 57 anos, cujo nome não foi revelado, estava observando pela janela um assalto à casa de seus vizinhos. Ela foi atingida por um tiro disparado por um dos assaltantes.
A bala estilhaçou a janela, mas não atingiu a mulher graças ao metal do sutiã. Segundo a polícia, a mulher ficou ferida e foi levada ao hospital, mas recebeu alta no mesmo dia.
O crime aconteceu na terça-feira na região oeste de Detroit. Os bandidos conseguiram fugir.
"Nós precisamos de alguns coletes a prova de balas como este material. É um metal muito resistente", disse o policial Eren Stephens Bell ao jornal de Detroit.

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Uma americana que foi atingida por um disparo sobreviveu graças ao aro de metal de seu sutiã, informou a polícia de Detroit.
Em entrevista ao jornal Detroit News, os policiais disseram que o aro de metal do sutiã desviou a bala.
Uma mulher de 57 anos, cujo nome não foi revelado, estava observando pela janela um assalto à casa de seus vizinhos. Ela foi atingida por um tiro disparado por um dos assaltantes.
A bala estilhaçou a janela, mas não atingiu a mulher graças ao metal do sutiã. Segundo a polícia, a mulher ficou ferida e foi levada ao hospital, mas recebeu alta no mesmo dia.
O crime aconteceu na terça-feira na região oeste de Detroit. Os bandidos conseguiram fugir.
"Nós precisamos de alguns coletes a prova de balas como este material. É um metal muito resistente", disse o policial Eren Stephens Bell ao jornal de Detroit.

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Uma americana que foi atingida por um disparo sobreviveu graças ao aro de metal de seu sutiã, informou a polícia de Detroit.
Em entrevista ao jornal Detroit News, os policiais disseram que o aro de metal do sutiã desviou a bala.
Uma mulher de 57 anos, cujo nome não foi revelado, estava observando pela janela um assalto à casa de seus vizinhos. Ela foi atingida por um tiro disparado por um dos assaltantes.
A bala estilhaçou a janela, mas não atingiu a mulher graças ao metal do sutiã. Segundo a polícia, a mulher ficou ferida e foi levada ao hospital, mas recebeu alta no mesmo dia.
O crime aconteceu na terça-feira na região oeste de Detroit. Os bandidos conseguiram fugir.
"Nós precisamos de alguns coletes a prova de balas como este material. É um metal muito resistente", disse o policial Eren Stephens Bell ao jornal de Detroit.

Fonte: BBC Brasil
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Uma americana que foi atingida por um disparo sobreviveu graças ao aro de metal de seu sutiã, informou a polícia de Detroit.
Em entrevista ao jornal Detroit News, os policiais disseram que o aro de metal do sutiã desviou a bala.
Uma mulher de 57 anos, cujo nome não foi revelado, estava observando pela janela um assalto à casa de seus vizinhos. Ela foi atingida por um tiro disparado por um dos assaltantes.
A bala estilhaçou a janela, mas não atingiu a mulher graças ao metal do sutiã. Segundo a polícia, a mulher ficou ferida e foi levada ao hospital, mas recebeu alta no mesmo dia.
O crime aconteceu na terça-feira na região oeste de Detroit. Os bandidos conseguiram fugir.
"Nós precisamos de alguns coletes a prova de balas como este material. É um metal muito resistente", disse o policial Eren Stephens Bell ao jornal de Detroit.

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Uma americana que foi atingida por um disparo sobreviveu graças ao aro de metal de seu sutiã, informou a polícia de Detroit.
Em entrevista ao jornal Detroit News, os policiais disseram que o aro de metal do sutiã desviou a bala.
Uma mulher de 57 anos, cujo nome não foi revelado, estava observando pela janela um assalto à casa de seus vizinhos. Ela foi atingida por um tiro disparado por um dos assaltantes.
A bala estilhaçou a janela, mas não atingiu a mulher graças ao metal do sutiã. Segundo a polícia, a mulher ficou ferida e foi levada ao hospital, mas recebeu alta no mesmo dia.
O crime aconteceu na terça-feira na região oeste de Detroit. Os bandidos conseguiram fugir.
"Nós precisamos de alguns coletes a prova de balas como este material. É um metal muito resistente", disse o policial Eren Stephens Bell ao jornal de Detroit.

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Uma americana que foi atingida por um disparo sobreviveu graças ao aro de metal de seu sutiã, informou a polícia de Detroit.
Em entrevista ao jornal Detroit News, os policiais disseram que o aro de metal do sutiã desviou a bala.
Uma mulher de 57 anos, cujo nome não foi revelado, estava observando pela janela um assalto à casa de seus vizinhos. Ela foi atingida por um tiro disparado por um dos assaltantes.
A bala estilhaçou a janela, mas não atingiu a mulher graças ao metal do sutiã. Segundo a polícia, a mulher ficou ferida e foi levada ao hospital, mas recebeu alta no mesmo dia.
O crime aconteceu na terça-feira na região oeste de Detroit. Os bandidos conseguiram fugir.
"Nós precisamos de alguns coletes a prova de balas como este material. É um metal muito resistente", disse o policial Eren Stephens Bell ao jornal de Detroit.

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Uma americana que foi atingida por um disparo sobreviveu graças ao aro de metal de seu sutiã, informou a polícia de Detroit.
Em entrevista ao jornal Detroit News, os policiais disseram que o aro de metal do sutiã desviou a bala.
Uma mulher de 57 anos, cujo nome não foi revelado, estava observando pela janela um assalto à casa de seus vizinhos. Ela foi atingida por um tiro disparado por um dos assaltantes.
A bala estilhaçou a janela, mas não atingiu a mulher graças ao metal do sutiã. Segundo a polícia, a mulher ficou ferida e foi levada ao hospital, mas recebeu alta no mesmo dia.
O crime aconteceu na terça-feira na região oeste de Detroit. Os bandidos conseguiram fugir.
"Nós precisamos de alguns coletes a prova de balas como este material. É um metal muito resistente", disse o policial Eren Stephens Bell ao jornal de Detroit.

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Uma americana que foi atingida por um disparo sobreviveu graças ao aro de metal de seu sutiã, informou a polícia de Detroit.
Em entrevista ao jornal Detroit News, os policiais disseram que o aro de metal do sutiã desviou a bala.
Uma mulher de 57 anos, cujo nome não foi revelado, estava observando pela janela um assalto à casa de seus vizinhos. Ela foi atingida por um tiro disparado por um dos assaltantes.
A bala estilhaçou a janela, mas não atingiu a mulher graças ao metal do sutiã. Segundo a polícia, a mulher ficou ferida e foi levada ao hospital, mas recebeu alta no mesmo dia.
O crime aconteceu na terça-feira na região oeste de Detroit. Os bandidos conseguiram fugir.
"Nós precisamos de alguns coletes a prova de balas como este material. É um metal muito resistente", disse o policial Eren Stephens Bell ao jornal de Detroit.

Fonte: BBC Brasil
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Uma americana que foi atingida por um disparo sobreviveu graças ao aro de metal de seu sutiã, informou a polícia de Detroit.
Em entrevista ao jornal Detroit News, os policiais disseram que o aro de metal do sutiã desviou a bala.
Uma mulher de 57 anos, cujo nome não foi revelado, estava observando pela janela um assalto à casa de seus vizinhos. Ela foi atingida por um tiro disparado por um dos assaltantes.
A bala estilhaçou a janela, mas não atingiu a mulher graças ao metal do sutiã. Segundo a polícia, a mulher ficou ferida e foi levada ao hospital, mas recebeu alta no mesmo dia.
O crime aconteceu na terça-feira na região oeste de Detroit. Os bandidos conseguiram fugir.
"Nós precisamos de alguns coletes a prova de balas como este material. É um metal muito resistente", disse o policial Eren Stephens Bell ao jornal de Detroit.

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Deus está no Céu e eu sou Deus na terra. Comigo ninguém pode

 

Esta afirmação foi ouvida por uma das ex-funcionárias do médico Roger Abdelmassih, 65,especialista em fertilização in vitro, acusado de abuso sexual, por mais de 30 de suas pacientes.
Devido ao grande número de comentários que temos recebido, perguntando acerca do andamento do processo, sentimo-nos na obrigação de vir dar uma explicação. Não desistimos de acompanhar o escândalo e de apoiar as vítimas; desejamos tanto quanto elas, que os fatos sejam apurados e que o médico seja punido. Na verdade, não entendemos como depois de tantas denúncias, ele ainda não teve seu registro suspenso, mas,no país da impunidade, tudo é possível...
A verdade é que a mídia continua silenciosa, preferindo omitir-se diante de tão grave denúncia. O especialista ganhou notoriedade no país na década de 90. Foram seus clientes ilustres que o elevaram também à posição de celebridade na área. Entre eles, estão o ex-jogador Pelé, o apresentador do SBT Gugu Liberato, o ex-presidente "Fernando Collor", o humorista Carlos Manoel da Nóbrega, Tom Cavalcante entre outros famosos.
A jornalista Lilian Cristofoletti que divulgou a primeira matéria sobre o caso, desapareceu, misteriosamente....Depois de ter revelado o assédio é muito estranho que ela não tenha acompanhado a matéria.
No início das acusações, alguns vieram à público defendê-lo.Para a atriz Luíza Tomé, as mulheres que fizeram as acusações podem ter "confundido" o carinho do médico com assédio sexual."Ele é afetivo. Vai ver que elas não entenderam direito. Será que não é delírio dessas mulheres, até um desejo oculto?"
O ator Raul Gazolla e sua ex-mulher, Marilsa, também fizeram tratamento com Abdelmassih. Após duas tentativas frustradas, a gravidez aconteceu naturalmente, sem tratamento de fertilização."Só tenho coisas boas para dizer a respeito dele. Sempre foi extremamente profissional. Eu digo tranquilamente que ele é avô ou o segundo pai da Ane (filha dele, de seis anos)", declara Gazolla.
Agora o silêncio é total e vergonhoso. Diante dos depoimentos dessas mulheres corjosas que trouxeram à tona o comportamento vil e abjeto do médico, a mídia prefere omitir-se, claro, devido aos relacionamentos que o médico mantém com as celebridades.
Enquanto as vítimas relatam detalhes atormentados de suas experiências, Roger Abdelmassih aparece em eventos sociais, faz ligações para amigos ,convidando-os para festas e ri de nossa justiça, julgando-se com certeza o "Deus" todo -poderoso que ninguém vence.
Leia alguns trechos dos depoimentos das vítimas para entender nossa indignação:

"Ele estava sentado no pé de minha maca e usava um aparelho que abre o colo do útero por dentro da vagina. Minhas pernas estavam cobertas por camisola. De repente, senti que ele estava passando as mãos nas minhas coxas. De dentro para fora. Deu uma alisada mesmo, com as duas mãos."

"Encaminhada para uma sala de recuperação, acordei com o dr. Roger apalpando os meus seios. Meio sonolenta, pensei: 'Acho que estou sonhando, não é real, é coisa da minha cabeça."

"Acordando da sedação, ainda grogue, vi que eu estava com o pênis dele na mão."

"Ele pegou minha mão e tentou me beijar na boca, dizendo coisas que eu nem lembro mais."

"Disse que era louco por mim, lambia a minha cara inteira. Eu gritava, mas ele tapava a minha boca. Ficou tentando me beijar, passava a mão por todo o meu corpo. Ele jogou o corpo para cima de mim. Eu dava socos, empurrões, gritava."
A jornalista Lilian Cristofoletti que divulgou a primeira matéria sobre o caso, desapareceu, misteriosamente....Depois de ter revelado o assédio é muito estranho que ela não tenha acompanhado a matéria.

"Isso é um nojo!" disse Roger Abdelmassih em uma de suas poucas aparições.......
Concordamos.

Por Carmen

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A Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou que a nova variedade do vírus da gripe suína identificada no México é grave e tem o potencial de virar uma pandemia.
A secretária da OMS, Margaret Chan, fez um apelo para que os governos ao redor do mundo fiquem em alerta.
"Trata-se de uma situação séria que deve ser observada atentamente", disse Chan, que interrompeu uma viagem a Washington para se reunir com um comitê especial em Genebra.
Depois do encontro de emergência na sede da Organização, a secretária disse ainda que a o vírus da doença permanece imprevisível.
Apesar disso, a agência não emitiu um alerta contra viagens ao México. De acordo com as últimas informações oficiais, foram registrados ao menos 1.004 casos da gripe suína, com 68 vítimas fatais. Vírus
O comitê da OMS permanece reunido e deve avaliar se será necessário declarar a epidemia como um caso de emergência de saúde pública. Além disso, o comitê deve ainda decidir se aumentará o nível de alerta global de pandemia.
A OMS afirmou ainda que desconhece o risco total da doença. A correspondente da BBC em Genebra, Imogen Foulkes, disse que o tipo do vírus da gripe suína que afetou o México é novo e, por isso, ainda pouco estudado.
A agência aconselha todos os países para que observem o aparecimento de sintomas pouco comuns de pneumonia e gripe entre as populações, principalmente entre adultos mais jovens e saudáveis, que são os mais afetados no México.

Controle

O Ministério da Saúde do México, José Córdova, anunciou uma campanha de vacinação em massa para deter o avanço da nova variedade de gripe suína.
Além disso, escolas e universidades na região da capital do país, Cidade do México, foram fechadas para evitar mais contaminação.
O ministro da Saúde mexicano fez um pronunciamento em rede nacional pedindo à população que evite a contaminação pela doença e recomendou que as pessoas evitem lugares lotados e algumas formas de contato físico.
A população está usando máscaras cirúrgicas numa tentativa de evitar a contaminação.
Também foram registrados oito casos não fatais doença no sul dos Estados Unidos, nos Estados da Califórnia e do Texas, mas ainda não foi confirmada a ligação entre as ocorrências mexicanas e americanas.
O governo americano disse que a Casa Branca está monitorando os eventos no país vizinho e especialistas nos Estados Unidos afirmam que estão tratando o vírus de maneira séria.

Tire suas dúvidas sobre a gripe suína

O que é a gripe suína?
Uma doença respiratória que atinge porcos causada pelo vírus influenza tipo A, que tem diversas variantes. Algumas das mais conhecidas são a H1N1, a H2N2 e a H3N2.

Surtos da enfermidade são comuns, mas raramente causam mortes nos animais.
A gripe tende a se propagar mais durante o outono e o inverno, mas são registrados casos durante o ano inteiro.
Existem vários tipos de gripe suína e, assim como acontece no caso da gripe humana, o vírus causador da doença se modifica constantemente.

Os humanos podem contrair a gripe suína?
Normalmente não, mas no passado foram registrados casos em pessoas que tiveram contato próximo com porcos.

Mais raros ainda são os casos documentados de contágio de pessoa para pessoa.
A contaminação ocorre da mesma forma que a gripe comum, por meio de perdigotos lançados na tosse e espirros.

Esta doença no México é um novo tipo de gripe suína?
A Organização Mundial de Saúde (OMS) confirmou que alguns dos casos registrados são formas não conhecidas da variedade H1N1do vírus Influenza A.
Ele é geneticamente diferente do vírus H1N1 que vem atacando humanos nos últimos anos e contém DNA associado aos vírus que causam as gripes aviária, suína e humana, incluindo elementos de viroses europeias e asiáticas.

Fonte: BBC Brasil
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A Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou que a nova variedade do vírus da gripe suína identificada no México é grave e tem o potencial de virar uma pandemia.
A secretária da OMS, Margaret Chan, fez um apelo para que os governos ao redor do mundo fiquem em alerta.
"Trata-se de uma situação séria que deve ser observada atentamente", disse Chan, que interrompeu uma viagem a Washington para se reunir com um comitê especial em Genebra.
Depois do encontro de emergência na sede da Organização, a secretária disse ainda que a o vírus da doença permanece imprevisível.
Apesar disso, a agência não emitiu um alerta contra viagens ao México. De acordo com as últimas informações oficiais, foram registrados ao menos 1.004 casos da gripe suína, com 68 vítimas fatais. Vírus
O comitê da OMS permanece reunido e deve avaliar se será necessário declarar a epidemia como um caso de emergência de saúde pública. Além disso, o comitê deve ainda decidir se aumentará o nível de alerta global de pandemia.
A OMS afirmou ainda que desconhece o risco total da doença. A correspondente da BBC em Genebra, Imogen Foulkes, disse que o tipo do vírus da gripe suína que afetou o México é novo e, por isso, ainda pouco estudado.
A agência aconselha todos os países para que observem o aparecimento de sintomas pouco comuns de pneumonia e gripe entre as populações, principalmente entre adultos mais jovens e saudáveis, que são os mais afetados no México.

Controle

O Ministério da Saúde do México, José Córdova, anunciou uma campanha de vacinação em massa para deter o avanço da nova variedade de gripe suína.
Além disso, escolas e universidades na região da capital do país, Cidade do México, foram fechadas para evitar mais contaminação.
O ministro da Saúde mexicano fez um pronunciamento em rede nacional pedindo à população que evite a contaminação pela doença e recomendou que as pessoas evitem lugares lotados e algumas formas de contato físico.
A população está usando máscaras cirúrgicas numa tentativa de evitar a contaminação.
Também foram registrados oito casos não fatais doença no sul dos Estados Unidos, nos Estados da Califórnia e do Texas, mas ainda não foi confirmada a ligação entre as ocorrências mexicanas e americanas.
O governo americano disse que a Casa Branca está monitorando os eventos no país vizinho e especialistas nos Estados Unidos afirmam que estão tratando o vírus de maneira séria.

Tire suas dúvidas sobre a gripe suína

O que é a gripe suína?
Uma doença respiratória que atinge porcos causada pelo vírus influenza tipo A, que tem diversas variantes. Algumas das mais conhecidas são a H1N1, a H2N2 e a H3N2.

Surtos da enfermidade são comuns, mas raramente causam mortes nos animais.
A gripe tende a se propagar mais durante o outono e o inverno, mas são registrados casos durante o ano inteiro.
Existem vários tipos de gripe suína e, assim como acontece no caso da gripe humana, o vírus causador da doença se modifica constantemente.

Os humanos podem contrair a gripe suína?
Normalmente não, mas no passado foram registrados casos em pessoas que tiveram contato próximo com porcos.

Mais raros ainda são os casos documentados de contágio de pessoa para pessoa.
A contaminação ocorre da mesma forma que a gripe comum, por meio de perdigotos lançados na tosse e espirros.

Esta doença no México é um novo tipo de gripe suína?
A Organização Mundial de Saúde (OMS) confirmou que alguns dos casos registrados são formas não conhecidas da variedade H1N1do vírus Influenza A.
Ele é geneticamente diferente do vírus H1N1 que vem atacando humanos nos últimos anos e contém DNA associado aos vírus que causam as gripes aviária, suína e humana, incluindo elementos de viroses europeias e asiáticas.

Fonte: BBC Brasil
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A Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou que a nova variedade do vírus da gripe suína identificada no México é grave e tem o potencial de virar uma pandemia.
A secretária da OMS, Margaret Chan, fez um apelo para que os governos ao redor do mundo fiquem em alerta.
"Trata-se de uma situação séria que deve ser observada atentamente", disse Chan, que interrompeu uma viagem a Washington para se reunir com um comitê especial em Genebra.
Depois do encontro de emergência na sede da Organização, a secretária disse ainda que a o vírus da doença permanece imprevisível.
Apesar disso, a agência não emitiu um alerta contra viagens ao México. De acordo com as últimas informações oficiais, foram registrados ao menos 1.004 casos da gripe suína, com 68 vítimas fatais. Vírus
O comitê da OMS permanece reunido e deve avaliar se será necessário declarar a epidemia como um caso de emergência de saúde pública. Além disso, o comitê deve ainda decidir se aumentará o nível de alerta global de pandemia.
A OMS afirmou ainda que desconhece o risco total da doença. A correspondente da BBC em Genebra, Imogen Foulkes, disse que o tipo do vírus da gripe suína que afetou o México é novo e, por isso, ainda pouco estudado.
A agência aconselha todos os países para que observem o aparecimento de sintomas pouco comuns de pneumonia e gripe entre as populações, principalmente entre adultos mais jovens e saudáveis, que são os mais afetados no México.

Controle

O Ministério da Saúde do México, José Córdova, anunciou uma campanha de vacinação em massa para deter o avanço da nova variedade de gripe suína.
Além disso, escolas e universidades na região da capital do país, Cidade do México, foram fechadas para evitar mais contaminação.
O ministro da Saúde mexicano fez um pronunciamento em rede nacional pedindo à população que evite a contaminação pela doença e recomendou que as pessoas evitem lugares lotados e algumas formas de contato físico.
A população está usando máscaras cirúrgicas numa tentativa de evitar a contaminação.
Também foram registrados oito casos não fatais doença no sul dos Estados Unidos, nos Estados da Califórnia e do Texas, mas ainda não foi confirmada a ligação entre as ocorrências mexicanas e americanas.
O governo americano disse que a Casa Branca está monitorando os eventos no país vizinho e especialistas nos Estados Unidos afirmam que estão tratando o vírus de maneira séria.

Tire suas dúvidas sobre a gripe suína

O que é a gripe suína?
Uma doença respiratória que atinge porcos causada pelo vírus influenza tipo A, que tem diversas variantes. Algumas das mais conhecidas são a H1N1, a H2N2 e a H3N2.

Surtos da enfermidade são comuns, mas raramente causam mortes nos animais.
A gripe tende a se propagar mais durante o outono e o inverno, mas são registrados casos durante o ano inteiro.
Existem vários tipos de gripe suína e, assim como acontece no caso da gripe humana, o vírus causador da doença se modifica constantemente.

Os humanos podem contrair a gripe suína?
Normalmente não, mas no passado foram registrados casos em pessoas que tiveram contato próximo com porcos.

Mais raros ainda são os casos documentados de contágio de pessoa para pessoa.
A contaminação ocorre da mesma forma que a gripe comum, por meio de perdigotos lançados na tosse e espirros.

Esta doença no México é um novo tipo de gripe suína?
A Organização Mundial de Saúde (OMS) confirmou que alguns dos casos registrados são formas não conhecidas da variedade H1N1do vírus Influenza A.
Ele é geneticamente diferente do vírus H1N1 que vem atacando humanos nos últimos anos e contém DNA associado aos vírus que causam as gripes aviária, suína e humana, incluindo elementos de viroses europeias e asiáticas.

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A Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou que a nova variedade do vírus da gripe suína identificada no México é grave e tem o potencial de virar uma pandemia.
A secretária da OMS, Margaret Chan, fez um apelo para que os governos ao redor do mundo fiquem em alerta.
"Trata-se de uma situação séria que deve ser observada atentamente", disse Chan, que interrompeu uma viagem a Washington para se reunir com um comitê especial em Genebra.
Depois do encontro de emergência na sede da Organização, a secretária disse ainda que a o vírus da doença permanece imprevisível.
Apesar disso, a agência não emitiu um alerta contra viagens ao México. De acordo com as últimas informações oficiais, foram registrados ao menos 1.004 casos da gripe suína, com 68 vítimas fatais. Vírus
O comitê da OMS permanece reunido e deve avaliar se será necessário declarar a epidemia como um caso de emergência de saúde pública. Além disso, o comitê deve ainda decidir se aumentará o nível de alerta global de pandemia.
A OMS afirmou ainda que desconhece o risco total da doença. A correspondente da BBC em Genebra, Imogen Foulkes, disse que o tipo do vírus da gripe suína que afetou o México é novo e, por isso, ainda pouco estudado.
A agência aconselha todos os países para que observem o aparecimento de sintomas pouco comuns de pneumonia e gripe entre as populações, principalmente entre adultos mais jovens e saudáveis, que são os mais afetados no México.

Controle

O Ministério da Saúde do México, José Córdova, anunciou uma campanha de vacinação em massa para deter o avanço da nova variedade de gripe suína.
Além disso, escolas e universidades na região da capital do país, Cidade do México, foram fechadas para evitar mais contaminação.
O ministro da Saúde mexicano fez um pronunciamento em rede nacional pedindo à população que evite a contaminação pela doença e recomendou que as pessoas evitem lugares lotados e algumas formas de contato físico.
A população está usando máscaras cirúrgicas numa tentativa de evitar a contaminação.
Também foram registrados oito casos não fatais doença no sul dos Estados Unidos, nos Estados da Califórnia e do Texas, mas ainda não foi confirmada a ligação entre as ocorrências mexicanas e americanas.
O governo americano disse que a Casa Branca está monitorando os eventos no país vizinho e especialistas nos Estados Unidos afirmam que estão tratando o vírus de maneira séria.

Tire suas dúvidas sobre a gripe suína

O que é a gripe suína?
Uma doença respiratória que atinge porcos causada pelo vírus influenza tipo A, que tem diversas variantes. Algumas das mais conhecidas são a H1N1, a H2N2 e a H3N2.

Surtos da enfermidade são comuns, mas raramente causam mortes nos animais.
A gripe tende a se propagar mais durante o outono e o inverno, mas são registrados casos durante o ano inteiro.
Existem vários tipos de gripe suína e, assim como acontece no caso da gripe humana, o vírus causador da doença se modifica constantemente.

Os humanos podem contrair a gripe suína?
Normalmente não, mas no passado foram registrados casos em pessoas que tiveram contato próximo com porcos.

Mais raros ainda são os casos documentados de contágio de pessoa para pessoa.
A contaminação ocorre da mesma forma que a gripe comum, por meio de perdigotos lançados na tosse e espirros.

Esta doença no México é um novo tipo de gripe suína?
A Organização Mundial de Saúde (OMS) confirmou que alguns dos casos registrados são formas não conhecidas da variedade H1N1do vírus Influenza A.
Ele é geneticamente diferente do vírus H1N1 que vem atacando humanos nos últimos anos e contém DNA associado aos vírus que causam as gripes aviária, suína e humana, incluindo elementos de viroses europeias e asiáticas.

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A Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou que a nova variedade do vírus da gripe suína identificada no México é grave e tem o potencial de virar uma pandemia.
A secretária da OMS, Margaret Chan, fez um apelo para que os governos ao redor do mundo fiquem em alerta.
"Trata-se de uma situação séria que deve ser observada atentamente", disse Chan, que interrompeu uma viagem a Washington para se reunir com um comitê especial em Genebra.
Depois do encontro de emergência na sede da Organização, a secretária disse ainda que a o vírus da doença permanece imprevisível.
Apesar disso, a agência não emitiu um alerta contra viagens ao México. De acordo com as últimas informações oficiais, foram registrados ao menos 1.004 casos da gripe suína, com 68 vítimas fatais. Vírus
O comitê da OMS permanece reunido e deve avaliar se será necessário declarar a epidemia como um caso de emergência de saúde pública. Além disso, o comitê deve ainda decidir se aumentará o nível de alerta global de pandemia.
A OMS afirmou ainda que desconhece o risco total da doença. A correspondente da BBC em Genebra, Imogen Foulkes, disse que o tipo do vírus da gripe suína que afetou o México é novo e, por isso, ainda pouco estudado.
A agência aconselha todos os países para que observem o aparecimento de sintomas pouco comuns de pneumonia e gripe entre as populações, principalmente entre adultos mais jovens e saudáveis, que são os mais afetados no México.

Controle

O Ministério da Saúde do México, José Córdova, anunciou uma campanha de vacinação em massa para deter o avanço da nova variedade de gripe suína.
Além disso, escolas e universidades na região da capital do país, Cidade do México, foram fechadas para evitar mais contaminação.
O ministro da Saúde mexicano fez um pronunciamento em rede nacional pedindo à população que evite a contaminação pela doença e recomendou que as pessoas evitem lugares lotados e algumas formas de contato físico.
A população está usando máscaras cirúrgicas numa tentativa de evitar a contaminação.
Também foram registrados oito casos não fatais doença no sul dos Estados Unidos, nos Estados da Califórnia e do Texas, mas ainda não foi confirmada a ligação entre as ocorrências mexicanas e americanas.
O governo americano disse que a Casa Branca está monitorando os eventos no país vizinho e especialistas nos Estados Unidos afirmam que estão tratando o vírus de maneira séria.

Tire suas dúvidas sobre a gripe suína

O que é a gripe suína?
Uma doença respiratória que atinge porcos causada pelo vírus influenza tipo A, que tem diversas variantes. Algumas das mais conhecidas são a H1N1, a H2N2 e a H3N2.

Surtos da enfermidade são comuns, mas raramente causam mortes nos animais.
A gripe tende a se propagar mais durante o outono e o inverno, mas são registrados casos durante o ano inteiro.
Existem vários tipos de gripe suína e, assim como acontece no caso da gripe humana, o vírus causador da doença se modifica constantemente.

Os humanos podem contrair a gripe suína?
Normalmente não, mas no passado foram registrados casos em pessoas que tiveram contato próximo com porcos.

Mais raros ainda são os casos documentados de contágio de pessoa para pessoa.
A contaminação ocorre da mesma forma que a gripe comum, por meio de perdigotos lançados na tosse e espirros.

Esta doença no México é um novo tipo de gripe suína?
A Organização Mundial de Saúde (OMS) confirmou que alguns dos casos registrados são formas não conhecidas da variedade H1N1do vírus Influenza A.
Ele é geneticamente diferente do vírus H1N1 que vem atacando humanos nos últimos anos e contém DNA associado aos vírus que causam as gripes aviária, suína e humana, incluindo elementos de viroses europeias e asiáticas.

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A Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou que a nova variedade do vírus da gripe suína identificada no México é grave e tem o potencial de virar uma pandemia.
A secretária da OMS, Margaret Chan, fez um apelo para que os governos ao redor do mundo fiquem em alerta.
"Trata-se de uma situação séria que deve ser observada atentamente", disse Chan, que interrompeu uma viagem a Washington para se reunir com um comitê especial em Genebra.
Depois do encontro de emergência na sede da Organização, a secretária disse ainda que a o vírus da doença permanece imprevisível.
Apesar disso, a agência não emitiu um alerta contra viagens ao México. De acordo com as últimas informações oficiais, foram registrados ao menos 1.004 casos da gripe suína, com 68 vítimas fatais. Vírus
O comitê da OMS permanece reunido e deve avaliar se será necessário declarar a epidemia como um caso de emergência de saúde pública. Além disso, o comitê deve ainda decidir se aumentará o nível de alerta global de pandemia.
A OMS afirmou ainda que desconhece o risco total da doença. A correspondente da BBC em Genebra, Imogen Foulkes, disse que o tipo do vírus da gripe suína que afetou o México é novo e, por isso, ainda pouco estudado.
A agência aconselha todos os países para que observem o aparecimento de sintomas pouco comuns de pneumonia e gripe entre as populações, principalmente entre adultos mais jovens e saudáveis, que são os mais afetados no México.

Controle

O Ministério da Saúde do México, José Córdova, anunciou uma campanha de vacinação em massa para deter o avanço da nova variedade de gripe suína.
Além disso, escolas e universidades na região da capital do país, Cidade do México, foram fechadas para evitar mais contaminação.
O ministro da Saúde mexicano fez um pronunciamento em rede nacional pedindo à população que evite a contaminação pela doença e recomendou que as pessoas evitem lugares lotados e algumas formas de contato físico.
A população está usando máscaras cirúrgicas numa tentativa de evitar a contaminação.
Também foram registrados oito casos não fatais doença no sul dos Estados Unidos, nos Estados da Califórnia e do Texas, mas ainda não foi confirmada a ligação entre as ocorrências mexicanas e americanas.
O governo americano disse que a Casa Branca está monitorando os eventos no país vizinho e especialistas nos Estados Unidos afirmam que estão tratando o vírus de maneira séria.

Tire suas dúvidas sobre a gripe suína

O que é a gripe suína?
Uma doença respiratória que atinge porcos causada pelo vírus influenza tipo A, que tem diversas variantes. Algumas das mais conhecidas são a H1N1, a H2N2 e a H3N2.

Surtos da enfermidade são comuns, mas raramente causam mortes nos animais.
A gripe tende a se propagar mais durante o outono e o inverno, mas são registrados casos durante o ano inteiro.
Existem vários tipos de gripe suína e, assim como acontece no caso da gripe humana, o vírus causador da doença se modifica constantemente.

Os humanos podem contrair a gripe suína?
Normalmente não, mas no passado foram registrados casos em pessoas que tiveram contato próximo com porcos.

Mais raros ainda são os casos documentados de contágio de pessoa para pessoa.
A contaminação ocorre da mesma forma que a gripe comum, por meio de perdigotos lançados na tosse e espirros.

Esta doença no México é um novo tipo de gripe suína?
A Organização Mundial de Saúde (OMS) confirmou que alguns dos casos registrados são formas não conhecidas da variedade H1N1do vírus Influenza A.
Ele é geneticamente diferente do vírus H1N1 que vem atacando humanos nos últimos anos e contém DNA associado aos vírus que causam as gripes aviária, suína e humana, incluindo elementos de viroses europeias e asiáticas.

Fonte: BBC Brasil
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A Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou que a nova variedade do vírus da gripe suína identificada no México é grave e tem o potencial de virar uma pandemia.
A secretária da OMS, Margaret Chan, fez um apelo para que os governos ao redor do mundo fiquem em alerta.
"Trata-se de uma situação séria que deve ser observada atentamente", disse Chan, que interrompeu uma viagem a Washington para se reunir com um comitê especial em Genebra.
Depois do encontro de emergência na sede da Organização, a secretária disse ainda que a o vírus da doença permanece imprevisível.
Apesar disso, a agência não emitiu um alerta contra viagens ao México. De acordo com as últimas informações oficiais, foram registrados ao menos 1.004 casos da gripe suína, com 68 vítimas fatais. Vírus
O comitê da OMS permanece reunido e deve avaliar se será necessário declarar a epidemia como um caso de emergência de saúde pública. Além disso, o comitê deve ainda decidir se aumentará o nível de alerta global de pandemia.
A OMS afirmou ainda que desconhece o risco total da doença. A correspondente da BBC em Genebra, Imogen Foulkes, disse que o tipo do vírus da gripe suína que afetou o México é novo e, por isso, ainda pouco estudado.
A agência aconselha todos os países para que observem o aparecimento de sintomas pouco comuns de pneumonia e gripe entre as populações, principalmente entre adultos mais jovens e saudáveis, que são os mais afetados no México.

Controle

O Ministério da Saúde do México, José Córdova, anunciou uma campanha de vacinação em massa para deter o avanço da nova variedade de gripe suína.
Além disso, escolas e universidades na região da capital do país, Cidade do México, foram fechadas para evitar mais contaminação.
O ministro da Saúde mexicano fez um pronunciamento em rede nacional pedindo à população que evite a contaminação pela doença e recomendou que as pessoas evitem lugares lotados e algumas formas de contato físico.
A população está usando máscaras cirúrgicas numa tentativa de evitar a contaminação.
Também foram registrados oito casos não fatais doença no sul dos Estados Unidos, nos Estados da Califórnia e do Texas, mas ainda não foi confirmada a ligação entre as ocorrências mexicanas e americanas.
O governo americano disse que a Casa Branca está monitorando os eventos no país vizinho e especialistas nos Estados Unidos afirmam que estão tratando o vírus de maneira séria.

Tire suas dúvidas sobre a gripe suína

O que é a gripe suína?
Uma doença respiratória que atinge porcos causada pelo vírus influenza tipo A, que tem diversas variantes. Algumas das mais conhecidas são a H1N1, a H2N2 e a H3N2.

Surtos da enfermidade são comuns, mas raramente causam mortes nos animais.
A gripe tende a se propagar mais durante o outono e o inverno, mas são registrados casos durante o ano inteiro.
Existem vários tipos de gripe suína e, assim como acontece no caso da gripe humana, o vírus causador da doença se modifica constantemente.

Os humanos podem contrair a gripe suína?
Normalmente não, mas no passado foram registrados casos em pessoas que tiveram contato próximo com porcos.

Mais raros ainda são os casos documentados de contágio de pessoa para pessoa.
A contaminação ocorre da mesma forma que a gripe comum, por meio de perdigotos lançados na tosse e espirros.

Esta doença no México é um novo tipo de gripe suína?
A Organização Mundial de Saúde (OMS) confirmou que alguns dos casos registrados são formas não conhecidas da variedade H1N1do vírus Influenza A.
Ele é geneticamente diferente do vírus H1N1 que vem atacando humanos nos últimos anos e contém DNA associado aos vírus que causam as gripes aviária, suína e humana, incluindo elementos de viroses europeias e asiáticas.

Fonte: BBC Brasil
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A Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou que a nova variedade do vírus da gripe suína identificada no México é grave e tem o potencial de virar uma pandemia.
A secretária da OMS, Margaret Chan, fez um apelo para que os governos ao redor do mundo fiquem em alerta.
"Trata-se de uma situação séria que deve ser observada atentamente", disse Chan, que interrompeu uma viagem a Washington para se reunir com um comitê especial em Genebra.
Depois do encontro de emergência na sede da Organização, a secretária disse ainda que a o vírus da doença permanece imprevisível.
Apesar disso, a agência não emitiu um alerta contra viagens ao México. De acordo com as últimas informações oficiais, foram registrados ao menos 1.004 casos da gripe suína, com 68 vítimas fatais. Vírus
O comitê da OMS permanece reunido e deve avaliar se será necessário declarar a epidemia como um caso de emergência de saúde pública. Além disso, o comitê deve ainda decidir se aumentará o nível de alerta global de pandemia.
A OMS afirmou ainda que desconhece o risco total da doença. A correspondente da BBC em Genebra, Imogen Foulkes, disse que o tipo do vírus da gripe suína que afetou o México é novo e, por isso, ainda pouco estudado.
A agência aconselha todos os países para que observem o aparecimento de sintomas pouco comuns de pneumonia e gripe entre as populações, principalmente entre adultos mais jovens e saudáveis, que são os mais afetados no México.

Controle

O Ministério da Saúde do México, José Córdova, anunciou uma campanha de vacinação em massa para deter o avanço da nova variedade de gripe suína.
Além disso, escolas e universidades na região da capital do país, Cidade do México, foram fechadas para evitar mais contaminação.
O ministro da Saúde mexicano fez um pronunciamento em rede nacional pedindo à população que evite a contaminação pela doença e recomendou que as pessoas evitem lugares lotados e algumas formas de contato físico.
A população está usando máscaras cirúrgicas numa tentativa de evitar a contaminação.
Também foram registrados oito casos não fatais doença no sul dos Estados Unidos, nos Estados da Califórnia e do Texas, mas ainda não foi confirmada a ligação entre as ocorrências mexicanas e americanas.
O governo americano disse que a Casa Branca está monitorando os eventos no país vizinho e especialistas nos Estados Unidos afirmam que estão tratando o vírus de maneira séria.

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O que é a gripe suína?
Uma doença respiratória que atinge porcos causada pelo vírus influenza tipo A, que tem diversas variantes. Algumas das mais conhecidas são a H1N1, a H2N2 e a H3N2.

Surtos da enfermidade são comuns, mas raramente causam mortes nos animais.
A gripe tende a se propagar mais durante o outono e o inverno, mas são registrados casos durante o ano inteiro.
Existem vários tipos de gripe suína e, assim como acontece no caso da gripe humana, o vírus causador da doença se modifica constantemente.

Os humanos podem contrair a gripe suína?
Normalmente não, mas no passado foram registrados casos em pessoas que tiveram contato próximo com porcos.

Mais raros ainda são os casos documentados de contágio de pessoa para pessoa.
A contaminação ocorre da mesma forma que a gripe comum, por meio de perdigotos lançados na tosse e espirros.

Esta doença no México é um novo tipo de gripe suína?
A Organização Mundial de Saúde (OMS) confirmou que alguns dos casos registrados são formas não conhecidas da variedade H1N1do vírus Influenza A.
Ele é geneticamente diferente do vírus H1N1 que vem atacando humanos nos últimos anos e contém DNA associado aos vírus que causam as gripes aviária, suína e humana, incluindo elementos de viroses europeias e asiáticas.

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A Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou que a nova variedade do vírus da gripe suína identificada no México é grave e tem o potencial de virar uma pandemia.
A secretária da OMS, Margaret Chan, fez um apelo para que os governos ao redor do mundo fiquem em alerta.
"Trata-se de uma situação séria que deve ser observada atentamente", disse Chan, que interrompeu uma viagem a Washington para se reunir com um comitê especial em Genebra.
Depois do encontro de emergência na sede da Organização, a secretária disse ainda que a o vírus da doença permanece imprevisível.
Apesar disso, a agência não emitiu um alerta contra viagens ao México. De acordo com as últimas informações oficiais, foram registrados ao menos 1.004 casos da gripe suína, com 68 vítimas fatais. Vírus
O comitê da OMS permanece reunido e deve avaliar se será necessário declarar a epidemia como um caso de emergência de saúde pública. Além disso, o comitê deve ainda decidir se aumentará o nível de alerta global de pandemia.
A OMS afirmou ainda que desconhece o risco total da doença. A correspondente da BBC em Genebra, Imogen Foulkes, disse que o tipo do vírus da gripe suína que afetou o México é novo e, por isso, ainda pouco estudado.
A agência aconselha todos os países para que observem o aparecimento de sintomas pouco comuns de pneumonia e gripe entre as populações, principalmente entre adultos mais jovens e saudáveis, que são os mais afetados no México.

Controle

O Ministério da Saúde do México, José Córdova, anunciou uma campanha de vacinação em massa para deter o avanço da nova variedade de gripe suína.
Além disso, escolas e universidades na região da capital do país, Cidade do México, foram fechadas para evitar mais contaminação.
O ministro da Saúde mexicano fez um pronunciamento em rede nacional pedindo à população que evite a contaminação pela doença e recomendou que as pessoas evitem lugares lotados e algumas formas de contato físico.
A população está usando máscaras cirúrgicas numa tentativa de evitar a contaminação.
Também foram registrados oito casos não fatais doença no sul dos Estados Unidos, nos Estados da Califórnia e do Texas, mas ainda não foi confirmada a ligação entre as ocorrências mexicanas e americanas.
O governo americano disse que a Casa Branca está monitorando os eventos no país vizinho e especialistas nos Estados Unidos afirmam que estão tratando o vírus de maneira séria.

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O que é a gripe suína?
Uma doença respiratória que atinge porcos causada pelo vírus influenza tipo A, que tem diversas variantes. Algumas das mais conhecidas são a H1N1, a H2N2 e a H3N2.

Surtos da enfermidade são comuns, mas raramente causam mortes nos animais.
A gripe tende a se propagar mais durante o outono e o inverno, mas são registrados casos durante o ano inteiro.
Existem vários tipos de gripe suína e, assim como acontece no caso da gripe humana, o vírus causador da doença se modifica constantemente.

Os humanos podem contrair a gripe suína?
Normalmente não, mas no passado foram registrados casos em pessoas que tiveram contato próximo com porcos.

Mais raros ainda são os casos documentados de contágio de pessoa para pessoa.
A contaminação ocorre da mesma forma que a gripe comum, por meio de perdigotos lançados na tosse e espirros.

Esta doença no México é um novo tipo de gripe suína?
A Organização Mundial de Saúde (OMS) confirmou que alguns dos casos registrados são formas não conhecidas da variedade H1N1do vírus Influenza A.
Ele é geneticamente diferente do vírus H1N1 que vem atacando humanos nos últimos anos e contém DNA associado aos vírus que causam as gripes aviária, suína e humana, incluindo elementos de viroses europeias e asiáticas.

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A Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou que a nova variedade do vírus da gripe suína identificada no México é grave e tem o potencial de virar uma pandemia.
A secretária da OMS, Margaret Chan, fez um apelo para que os governos ao redor do mundo fiquem em alerta.
"Trata-se de uma situação séria que deve ser observada atentamente", disse Chan, que interrompeu uma viagem a Washington para se reunir com um comitê especial em Genebra.
Depois do encontro de emergência na sede da Organização, a secretária disse ainda que a o vírus da doença permanece imprevisível.
Apesar disso, a agência não emitiu um alerta contra viagens ao México. De acordo com as últimas informações oficiais, foram registrados ao menos 1.004 casos da gripe suína, com 68 vítimas fatais. Vírus
O comitê da OMS permanece reunido e deve avaliar se será necessário declarar a epidemia como um caso de emergência de saúde pública. Além disso, o comitê deve ainda decidir se aumentará o nível de alerta global de pandemia.
A OMS afirmou ainda que desconhece o risco total da doença. A correspondente da BBC em Genebra, Imogen Foulkes, disse que o tipo do vírus da gripe suína que afetou o México é novo e, por isso, ainda pouco estudado.
A agência aconselha todos os países para que observem o aparecimento de sintomas pouco comuns de pneumonia e gripe entre as populações, principalmente entre adultos mais jovens e saudáveis, que são os mais afetados no México.

Controle

O Ministério da Saúde do México, José Córdova, anunciou uma campanha de vacinação em massa para deter o avanço da nova variedade de gripe suína.
Além disso, escolas e universidades na região da capital do país, Cidade do México, foram fechadas para evitar mais contaminação.
O ministro da Saúde mexicano fez um pronunciamento em rede nacional pedindo à população que evite a contaminação pela doença e recomendou que as pessoas evitem lugares lotados e algumas formas de contato físico.
A população está usando máscaras cirúrgicas numa tentativa de evitar a contaminação.
Também foram registrados oito casos não fatais doença no sul dos Estados Unidos, nos Estados da Califórnia e do Texas, mas ainda não foi confirmada a ligação entre as ocorrências mexicanas e americanas.
O governo americano disse que a Casa Branca está monitorando os eventos no país vizinho e especialistas nos Estados Unidos afirmam que estão tratando o vírus de maneira séria.

Tire suas dúvidas sobre a gripe suína

O que é a gripe suína?
Uma doença respiratória que atinge porcos causada pelo vírus influenza tipo A, que tem diversas variantes. Algumas das mais conhecidas são a H1N1, a H2N2 e a H3N2.

Surtos da enfermidade são comuns, mas raramente causam mortes nos animais.
A gripe tende a se propagar mais durante o outono e o inverno, mas são registrados casos durante o ano inteiro.
Existem vários tipos de gripe suína e, assim como acontece no caso da gripe humana, o vírus causador da doença se modifica constantemente.

Os humanos podem contrair a gripe suína?
Normalmente não, mas no passado foram registrados casos em pessoas que tiveram contato próximo com porcos.

Mais raros ainda são os casos documentados de contágio de pessoa para pessoa.
A contaminação ocorre da mesma forma que a gripe comum, por meio de perdigotos lançados na tosse e espirros.

Esta doença no México é um novo tipo de gripe suína?
A Organização Mundial de Saúde (OMS) confirmou que alguns dos casos registrados são formas não conhecidas da variedade H1N1do vírus Influenza A.
Ele é geneticamente diferente do vírus H1N1 que vem atacando humanos nos últimos anos e contém DNA associado aos vírus que causam as gripes aviária, suína e humana, incluindo elementos de viroses europeias e asiáticas.

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A Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou que a nova variedade do vírus da gripe suína identificada no México é grave e tem o potencial de virar uma pandemia.
A secretária da OMS, Margaret Chan, fez um apelo para que os governos ao redor do mundo fiquem em alerta.
"Trata-se de uma situação séria que deve ser observada atentamente", disse Chan, que interrompeu uma viagem a Washington para se reunir com um comitê especial em Genebra.
Depois do encontro de emergência na sede da Organização, a secretária disse ainda que a o vírus da doença permanece imprevisível.
Apesar disso, a agência não emitiu um alerta contra viagens ao México. De acordo com as últimas informações oficiais, foram registrados ao menos 1.004 casos da gripe suína, com 68 vítimas fatais. Vírus
O comitê da OMS permanece reunido e deve avaliar se será necessário declarar a epidemia como um caso de emergência de saúde pública. Além disso, o comitê deve ainda decidir se aumentará o nível de alerta global de pandemia.
A OMS afirmou ainda que desconhece o risco total da doença. A correspondente da BBC em Genebra, Imogen Foulkes, disse que o tipo do vírus da gripe suína que afetou o México é novo e, por isso, ainda pouco estudado.
A agência aconselha todos os países para que observem o aparecimento de sintomas pouco comuns de pneumonia e gripe entre as populações, principalmente entre adultos mais jovens e saudáveis, que são os mais afetados no México.

Controle

O Ministério da Saúde do México, José Córdova, anunciou uma campanha de vacinação em massa para deter o avanço da nova variedade de gripe suína.
Além disso, escolas e universidades na região da capital do país, Cidade do México, foram fechadas para evitar mais contaminação.
O ministro da Saúde mexicano fez um pronunciamento em rede nacional pedindo à população que evite a contaminação pela doença e recomendou que as pessoas evitem lugares lotados e algumas formas de contato físico.
A população está usando máscaras cirúrgicas numa tentativa de evitar a contaminação.
Também foram registrados oito casos não fatais doença no sul dos Estados Unidos, nos Estados da Califórnia e do Texas, mas ainda não foi confirmada a ligação entre as ocorrências mexicanas e americanas.
O governo americano disse que a Casa Branca está monitorando os eventos no país vizinho e especialistas nos Estados Unidos afirmam que estão tratando o vírus de maneira séria.

Tire suas dúvidas sobre a gripe suína

O que é a gripe suína?
Uma doença respiratória que atinge porcos causada pelo vírus influenza tipo A, que tem diversas variantes. Algumas das mais conhecidas são a H1N1, a H2N2 e a H3N2.

Surtos da enfermidade são comuns, mas raramente causam mortes nos animais.
A gripe tende a se propagar mais durante o outono e o inverno, mas são registrados casos durante o ano inteiro.
Existem vários tipos de gripe suína e, assim como acontece no caso da gripe humana, o vírus causador da doença se modifica constantemente.

Os humanos podem contrair a gripe suína?
Normalmente não, mas no passado foram registrados casos em pessoas que tiveram contato próximo com porcos.

Mais raros ainda são os casos documentados de contágio de pessoa para pessoa.
A contaminação ocorre da mesma forma que a gripe comum, por meio de perdigotos lançados na tosse e espirros.

Esta doença no México é um novo tipo de gripe suína?
A Organização Mundial de Saúde (OMS) confirmou que alguns dos casos registrados são formas não conhecidas da variedade H1N1do vírus Influenza A.
Ele é geneticamente diferente do vírus H1N1 que vem atacando humanos nos últimos anos e contém DNA associado aos vírus que causam as gripes aviária, suína e humana, incluindo elementos de viroses europeias e asiáticas.

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A Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou que a nova variedade do vírus da gripe suína identificada no México é grave e tem o potencial de virar uma pandemia.
A secretária da OMS, Margaret Chan, fez um apelo para que os governos ao redor do mundo fiquem em alerta.
"Trata-se de uma situação séria que deve ser observada atentamente", disse Chan, que interrompeu uma viagem a Washington para se reunir com um comitê especial em Genebra.
Depois do encontro de emergência na sede da Organização, a secretária disse ainda que a o vírus da doença permanece imprevisível.
Apesar disso, a agência não emitiu um alerta contra viagens ao México. De acordo com as últimas informações oficiais, foram registrados ao menos 1.004 casos da gripe suína, com 68 vítimas fatais. Vírus
O comitê da OMS permanece reunido e deve avaliar se será necessário declarar a epidemia como um caso de emergência de saúde pública. Além disso, o comitê deve ainda decidir se aumentará o nível de alerta global de pandemia.
A OMS afirmou ainda que desconhece o risco total da doença. A correspondente da BBC em Genebra, Imogen Foulkes, disse que o tipo do vírus da gripe suína que afetou o México é novo e, por isso, ainda pouco estudado.
A agência aconselha todos os países para que observem o aparecimento de sintomas pouco comuns de pneumonia e gripe entre as populações, principalmente entre adultos mais jovens e saudáveis, que são os mais afetados no México.

Controle

O Ministério da Saúde do México, José Córdova, anunciou uma campanha de vacinação em massa para deter o avanço da nova variedade de gripe suína.
Além disso, escolas e universidades na região da capital do país, Cidade do México, foram fechadas para evitar mais contaminação.
O ministro da Saúde mexicano fez um pronunciamento em rede nacional pedindo à população que evite a contaminação pela doença e recomendou que as pessoas evitem lugares lotados e algumas formas de contato físico.
A população está usando máscaras cirúrgicas numa tentativa de evitar a contaminação.
Também foram registrados oito casos não fatais doença no sul dos Estados Unidos, nos Estados da Califórnia e do Texas, mas ainda não foi confirmada a ligação entre as ocorrências mexicanas e americanas.
O governo americano disse que a Casa Branca está monitorando os eventos no país vizinho e especialistas nos Estados Unidos afirmam que estão tratando o vírus de maneira séria.

Tire suas dúvidas sobre a gripe suína

O que é a gripe suína?
Uma doença respiratória que atinge porcos causada pelo vírus influenza tipo A, que tem diversas variantes. Algumas das mais conhecidas são a H1N1, a H2N2 e a H3N2.

Surtos da enfermidade são comuns, mas raramente causam mortes nos animais.
A gripe tende a se propagar mais durante o outono e o inverno, mas são registrados casos durante o ano inteiro.
Existem vários tipos de gripe suína e, assim como acontece no caso da gripe humana, o vírus causador da doença se modifica constantemente.

Os humanos podem contrair a gripe suína?
Normalmente não, mas no passado foram registrados casos em pessoas que tiveram contato próximo com porcos.

Mais raros ainda são os casos documentados de contágio de pessoa para pessoa.
A contaminação ocorre da mesma forma que a gripe comum, por meio de perdigotos lançados na tosse e espirros.

Esta doença no México é um novo tipo de gripe suína?
A Organização Mundial de Saúde (OMS) confirmou que alguns dos casos registrados são formas não conhecidas da variedade H1N1do vírus Influenza A.
Ele é geneticamente diferente do vírus H1N1 que vem atacando humanos nos últimos anos e contém DNA associado aos vírus que causam as gripes aviária, suína e humana, incluindo elementos de viroses europeias e asiáticas.

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CIDADE DO MÉXICO - A Conferência do Episcopado Mexicano (CEM) negou ontem que casos de religiosos que cometam o crime de pedofilia afastem os fiéis da Igreja católica, ao mesmo tempo em que pediu que sejam evitadas generalizações.
"Pelo contrário, nos verão como mais humanos, irão nos apreciar", respondeu aos jornalistas o secretário-geral da CEM, Leopoldo González, ao ser questionado sobre um eventual êxodo de fiéis devido ao recente caso do padre detido esta semana acusado de participar de uma rede de pornografia infantil.
Francisco Muñiz, padre de uma igreja em Xalapa, capital do estado de Veracruz, foi preso há dois dias em uma operação da Procuradoria do país. Segundo as autoridades, a rede distribuiu cerca de 100 mil imagens e vídeos de meninos e meninas no último ano.
Também ontem, a Câmara dos Deputados do México aprovou a reforma do Código Penal Federal que, pela primeira vez, tipifica o crime de pedofilia no país com sentenças de até 18 anos de prisão para abusos contra menores, como o de violência sexual.
Entre as punições, são contempladas no novo Código penas de 9 a 18 anos e multas de 2.200 dias de salário mínimo a pedófilos que sejam parentes dos menores ou que atuem em organizações religiosas, policiais, escolas, orfanatos, instituições desportivas, entre outras.
O projeto, que foi enviado agora ao Senado, estabelece também que instituições destinadas a menores são obrigadas a tomar medidas de proteção, controle e prevenção do crime de pederastia. Por outro lado, condenados por abusos contra menores devem ser submetidos a tratamento médico durante o cumprimento de sua pena. (ANSA)


Fonte: ANSA-Latina
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CIDADE DO MÉXICO - A Conferência do Episcopado Mexicano (CEM) negou ontem que casos de religiosos que cometam o crime de pedofilia afastem os fiéis da Igreja católica, ao mesmo tempo em que pediu que sejam evitadas generalizações.
"Pelo contrário, nos verão como mais humanos, irão nos apreciar", respondeu aos jornalistas o secretário-geral da CEM, Leopoldo González, ao ser questionado sobre um eventual êxodo de fiéis devido ao recente caso do padre detido esta semana acusado de participar de uma rede de pornografia infantil.
Francisco Muñiz, padre de uma igreja em Xalapa, capital do estado de Veracruz, foi preso há dois dias em uma operação da Procuradoria do país. Segundo as autoridades, a rede distribuiu cerca de 100 mil imagens e vídeos de meninos e meninas no último ano.
Também ontem, a Câmara dos Deputados do México aprovou a reforma do Código Penal Federal que, pela primeira vez, tipifica o crime de pedofilia no país com sentenças de até 18 anos de prisão para abusos contra menores, como o de violência sexual.
Entre as punições, são contempladas no novo Código penas de 9 a 18 anos e multas de 2.200 dias de salário mínimo a pedófilos que sejam parentes dos menores ou que atuem em organizações religiosas, policiais, escolas, orfanatos, instituições desportivas, entre outras.
O projeto, que foi enviado agora ao Senado, estabelece também que instituições destinadas a menores são obrigadas a tomar medidas de proteção, controle e prevenção do crime de pederastia. Por outro lado, condenados por abusos contra menores devem ser submetidos a tratamento médico durante o cumprimento de sua pena. (ANSA)


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CIDADE DO MÉXICO - A Conferência do Episcopado Mexicano (CEM) negou ontem que casos de religiosos que cometam o crime de pedofilia afastem os fiéis da Igreja católica, ao mesmo tempo em que pediu que sejam evitadas generalizações.
"Pelo contrário, nos verão como mais humanos, irão nos apreciar", respondeu aos jornalistas o secretário-geral da CEM, Leopoldo González, ao ser questionado sobre um eventual êxodo de fiéis devido ao recente caso do padre detido esta semana acusado de participar de uma rede de pornografia infantil.
Francisco Muñiz, padre de uma igreja em Xalapa, capital do estado de Veracruz, foi preso há dois dias em uma operação da Procuradoria do país. Segundo as autoridades, a rede distribuiu cerca de 100 mil imagens e vídeos de meninos e meninas no último ano.
Também ontem, a Câmara dos Deputados do México aprovou a reforma do Código Penal Federal que, pela primeira vez, tipifica o crime de pedofilia no país com sentenças de até 18 anos de prisão para abusos contra menores, como o de violência sexual.
Entre as punições, são contempladas no novo Código penas de 9 a 18 anos e multas de 2.200 dias de salário mínimo a pedófilos que sejam parentes dos menores ou que atuem em organizações religiosas, policiais, escolas, orfanatos, instituições desportivas, entre outras.
O projeto, que foi enviado agora ao Senado, estabelece também que instituições destinadas a menores são obrigadas a tomar medidas de proteção, controle e prevenção do crime de pederastia. Por outro lado, condenados por abusos contra menores devem ser submetidos a tratamento médico durante o cumprimento de sua pena. (ANSA)


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CIDADE DO MÉXICO - A Conferência do Episcopado Mexicano (CEM) negou ontem que casos de religiosos que cometam o crime de pedofilia afastem os fiéis da Igreja católica, ao mesmo tempo em que pediu que sejam evitadas generalizações.
"Pelo contrário, nos verão como mais humanos, irão nos apreciar", respondeu aos jornalistas o secretário-geral da CEM, Leopoldo González, ao ser questionado sobre um eventual êxodo de fiéis devido ao recente caso do padre detido esta semana acusado de participar de uma rede de pornografia infantil.
Francisco Muñiz, padre de uma igreja em Xalapa, capital do estado de Veracruz, foi preso há dois dias em uma operação da Procuradoria do país. Segundo as autoridades, a rede distribuiu cerca de 100 mil imagens e vídeos de meninos e meninas no último ano.
Também ontem, a Câmara dos Deputados do México aprovou a reforma do Código Penal Federal que, pela primeira vez, tipifica o crime de pedofilia no país com sentenças de até 18 anos de prisão para abusos contra menores, como o de violência sexual.
Entre as punições, são contempladas no novo Código penas de 9 a 18 anos e multas de 2.200 dias de salário mínimo a pedófilos que sejam parentes dos menores ou que atuem em organizações religiosas, policiais, escolas, orfanatos, instituições desportivas, entre outras.
O projeto, que foi enviado agora ao Senado, estabelece também que instituições destinadas a menores são obrigadas a tomar medidas de proteção, controle e prevenção do crime de pederastia. Por outro lado, condenados por abusos contra menores devem ser submetidos a tratamento médico durante o cumprimento de sua pena. (ANSA)


Fonte: ANSA-Latina
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CIDADE DO MÉXICO - A Conferência do Episcopado Mexicano (CEM) negou ontem que casos de religiosos que cometam o crime de pedofilia afastem os fiéis da Igreja católica, ao mesmo tempo em que pediu que sejam evitadas generalizações.
"Pelo contrário, nos verão como mais humanos, irão nos apreciar", respondeu aos jornalistas o secretário-geral da CEM, Leopoldo González, ao ser questionado sobre um eventual êxodo de fiéis devido ao recente caso do padre detido esta semana acusado de participar de uma rede de pornografia infantil.
Francisco Muñiz, padre de uma igreja em Xalapa, capital do estado de Veracruz, foi preso há dois dias em uma operação da Procuradoria do país. Segundo as autoridades, a rede distribuiu cerca de 100 mil imagens e vídeos de meninos e meninas no último ano.
Também ontem, a Câmara dos Deputados do México aprovou a reforma do Código Penal Federal que, pela primeira vez, tipifica o crime de pedofilia no país com sentenças de até 18 anos de prisão para abusos contra menores, como o de violência sexual.
Entre as punições, são contempladas no novo Código penas de 9 a 18 anos e multas de 2.200 dias de salário mínimo a pedófilos que sejam parentes dos menores ou que atuem em organizações religiosas, policiais, escolas, orfanatos, instituições desportivas, entre outras.
O projeto, que foi enviado agora ao Senado, estabelece também que instituições destinadas a menores são obrigadas a tomar medidas de proteção, controle e prevenção do crime de pederastia. Por outro lado, condenados por abusos contra menores devem ser submetidos a tratamento médico durante o cumprimento de sua pena. (ANSA)


Fonte: ANSA-Latina
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CIDADE DO MÉXICO - A Conferência do Episcopado Mexicano (CEM) negou ontem que casos de religiosos que cometam o crime de pedofilia afastem os fiéis da Igreja católica, ao mesmo tempo em que pediu que sejam evitadas generalizações.
"Pelo contrário, nos verão como mais humanos, irão nos apreciar", respondeu aos jornalistas o secretário-geral da CEM, Leopoldo González, ao ser questionado sobre um eventual êxodo de fiéis devido ao recente caso do padre detido esta semana acusado de participar de uma rede de pornografia infantil.
Francisco Muñiz, padre de uma igreja em Xalapa, capital do estado de Veracruz, foi preso há dois dias em uma operação da Procuradoria do país. Segundo as autoridades, a rede distribuiu cerca de 100 mil imagens e vídeos de meninos e meninas no último ano.
Também ontem, a Câmara dos Deputados do México aprovou a reforma do Código Penal Federal que, pela primeira vez, tipifica o crime de pedofilia no país com sentenças de até 18 anos de prisão para abusos contra menores, como o de violência sexual.
Entre as punições, são contempladas no novo Código penas de 9 a 18 anos e multas de 2.200 dias de salário mínimo a pedófilos que sejam parentes dos menores ou que atuem em organizações religiosas, policiais, escolas, orfanatos, instituições desportivas, entre outras.
O projeto, que foi enviado agora ao Senado, estabelece também que instituições destinadas a menores são obrigadas a tomar medidas de proteção, controle e prevenção do crime de pederastia. Por outro lado, condenados por abusos contra menores devem ser submetidos a tratamento médico durante o cumprimento de sua pena. (ANSA)


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Francisco Muñiz, padre de uma igreja em Xalapa, capital do estado de Veracruz, foi preso há dois dias em uma operação da Procuradoria do país. Segundo as autoridades, a rede distribuiu cerca de 100 mil imagens e vídeos de meninos e meninas no último ano.
Também ontem, a Câmara dos Deputados do México aprovou a reforma do Código Penal Federal que, pela primeira vez, tipifica o crime de pedofilia no país com sentenças de até 18 anos de prisão para abusos contra menores, como o de violência sexual.
Entre as punições, são contempladas no novo Código penas de 9 a 18 anos e multas de 2.200 dias de salário mínimo a pedófilos que sejam parentes dos menores ou que atuem em organizações religiosas, policiais, escolas, orfanatos, instituições desportivas, entre outras.
O projeto, que foi enviado agora ao Senado, estabelece também que instituições destinadas a menores são obrigadas a tomar medidas de proteção, controle e prevenção do crime de pederastia. Por outro lado, condenados por abusos contra menores devem ser submetidos a tratamento médico durante o cumprimento de sua pena. (ANSA)


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"Pelo contrário, nos verão como mais humanos, irão nos apreciar", respondeu aos jornalistas o secretário-geral da CEM, Leopoldo González, ao ser questionado sobre um eventual êxodo de fiéis devido ao recente caso do padre detido esta semana acusado de participar de uma rede de pornografia infantil.
Francisco Muñiz, padre de uma igreja em Xalapa, capital do estado de Veracruz, foi preso há dois dias em uma operação da Procuradoria do país. Segundo as autoridades, a rede distribuiu cerca de 100 mil imagens e vídeos de meninos e meninas no último ano.
Também ontem, a Câmara dos Deputados do México aprovou a reforma do Código Penal Federal que, pela primeira vez, tipifica o crime de pedofilia no país com sentenças de até 18 anos de prisão para abusos contra menores, como o de violência sexual.
Entre as punições, são contempladas no novo Código penas de 9 a 18 anos e multas de 2.200 dias de salário mínimo a pedófilos que sejam parentes dos menores ou que atuem em organizações religiosas, policiais, escolas, orfanatos, instituições desportivas, entre outras.
O projeto, que foi enviado agora ao Senado, estabelece também que instituições destinadas a menores são obrigadas a tomar medidas de proteção, controle e prevenção do crime de pederastia. Por outro lado, condenados por abusos contra menores devem ser submetidos a tratamento médico durante o cumprimento de sua pena. (ANSA)


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"Pelo contrário, nos verão como mais humanos, irão nos apreciar", respondeu aos jornalistas o secretário-geral da CEM, Leopoldo González, ao ser questionado sobre um eventual êxodo de fiéis devido ao recente caso do padre detido esta semana acusado de participar de uma rede de pornografia infantil.
Francisco Muñiz, padre de uma igreja em Xalapa, capital do estado de Veracruz, foi preso há dois dias em uma operação da Procuradoria do país. Segundo as autoridades, a rede distribuiu cerca de 100 mil imagens e vídeos de meninos e meninas no último ano.
Também ontem, a Câmara dos Deputados do México aprovou a reforma do Código Penal Federal que, pela primeira vez, tipifica o crime de pedofilia no país com sentenças de até 18 anos de prisão para abusos contra menores, como o de violência sexual.
Entre as punições, são contempladas no novo Código penas de 9 a 18 anos e multas de 2.200 dias de salário mínimo a pedófilos que sejam parentes dos menores ou que atuem em organizações religiosas, policiais, escolas, orfanatos, instituições desportivas, entre outras.
O projeto, que foi enviado agora ao Senado, estabelece também que instituições destinadas a menores são obrigadas a tomar medidas de proteção, controle e prevenção do crime de pederastia. Por outro lado, condenados por abusos contra menores devem ser submetidos a tratamento médico durante o cumprimento de sua pena. (ANSA)


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"Pelo contrário, nos verão como mais humanos, irão nos apreciar", respondeu aos jornalistas o secretário-geral da CEM, Leopoldo González, ao ser questionado sobre um eventual êxodo de fiéis devido ao recente caso do padre detido esta semana acusado de participar de uma rede de pornografia infantil.
Francisco Muñiz, padre de uma igreja em Xalapa, capital do estado de Veracruz, foi preso há dois dias em uma operação da Procuradoria do país. Segundo as autoridades, a rede distribuiu cerca de 100 mil imagens e vídeos de meninos e meninas no último ano.
Também ontem, a Câmara dos Deputados do México aprovou a reforma do Código Penal Federal que, pela primeira vez, tipifica o crime de pedofilia no país com sentenças de até 18 anos de prisão para abusos contra menores, como o de violência sexual.
Entre as punições, são contempladas no novo Código penas de 9 a 18 anos e multas de 2.200 dias de salário mínimo a pedófilos que sejam parentes dos menores ou que atuem em organizações religiosas, policiais, escolas, orfanatos, instituições desportivas, entre outras.
O projeto, que foi enviado agora ao Senado, estabelece também que instituições destinadas a menores são obrigadas a tomar medidas de proteção, controle e prevenção do crime de pederastia. Por outro lado, condenados por abusos contra menores devem ser submetidos a tratamento médico durante o cumprimento de sua pena. (ANSA)


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"Pelo contrário, nos verão como mais humanos, irão nos apreciar", respondeu aos jornalistas o secretário-geral da CEM, Leopoldo González, ao ser questionado sobre um eventual êxodo de fiéis devido ao recente caso do padre detido esta semana acusado de participar de uma rede de pornografia infantil.
Francisco Muñiz, padre de uma igreja em Xalapa, capital do estado de Veracruz, foi preso há dois dias em uma operação da Procuradoria do país. Segundo as autoridades, a rede distribuiu cerca de 100 mil imagens e vídeos de meninos e meninas no último ano.
Também ontem, a Câmara dos Deputados do México aprovou a reforma do Código Penal Federal que, pela primeira vez, tipifica o crime de pedofilia no país com sentenças de até 18 anos de prisão para abusos contra menores, como o de violência sexual.
Entre as punições, são contempladas no novo Código penas de 9 a 18 anos e multas de 2.200 dias de salário mínimo a pedófilos que sejam parentes dos menores ou que atuem em organizações religiosas, policiais, escolas, orfanatos, instituições desportivas, entre outras.
O projeto, que foi enviado agora ao Senado, estabelece também que instituições destinadas a menores são obrigadas a tomar medidas de proteção, controle e prevenção do crime de pederastia. Por outro lado, condenados por abusos contra menores devem ser submetidos a tratamento médico durante o cumprimento de sua pena. (ANSA)


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CIDADE DO MÉXICO - A Conferência do Episcopado Mexicano (CEM) negou ontem que casos de religiosos que cometam o crime de pedofilia afastem os fiéis da Igreja católica, ao mesmo tempo em que pediu que sejam evitadas generalizações.
"Pelo contrário, nos verão como mais humanos, irão nos apreciar", respondeu aos jornalistas o secretário-geral da CEM, Leopoldo González, ao ser questionado sobre um eventual êxodo de fiéis devido ao recente caso do padre detido esta semana acusado de participar de uma rede de pornografia infantil.
Francisco Muñiz, padre de uma igreja em Xalapa, capital do estado de Veracruz, foi preso há dois dias em uma operação da Procuradoria do país. Segundo as autoridades, a rede distribuiu cerca de 100 mil imagens e vídeos de meninos e meninas no último ano.
Também ontem, a Câmara dos Deputados do México aprovou a reforma do Código Penal Federal que, pela primeira vez, tipifica o crime de pedofilia no país com sentenças de até 18 anos de prisão para abusos contra menores, como o de violência sexual.
Entre as punições, são contempladas no novo Código penas de 9 a 18 anos e multas de 2.200 dias de salário mínimo a pedófilos que sejam parentes dos menores ou que atuem em organizações religiosas, policiais, escolas, orfanatos, instituições desportivas, entre outras.
O projeto, que foi enviado agora ao Senado, estabelece também que instituições destinadas a menores são obrigadas a tomar medidas de proteção, controle e prevenção do crime de pederastia. Por outro lado, condenados por abusos contra menores devem ser submetidos a tratamento médico durante o cumprimento de sua pena. (ANSA)


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"Deus está no Céu e eu sou Deus na terra. Comigo ninguém pode!"

Esta afirmação foi ouvida por uma das ex-funcionárias do médico Roger Abdelmassih, 65,especialista em fertilização in vitro, acusado de abuso sexual, por mais de 30 de suas pacientes.
Devido ao grande número de comentários que temos recebido, perguntando acerca do andamento do processo, sentimo-nos na obrigação de vir dar uma explicação. Não desistimos de acompanhar o escândalo e de apoiar as vítimas; desejamos tanto quanto elas, que os fatos sejam apurados e que o médico seja punido. Na verdade, não entendemos como depois de tantas denúncias, ele ainda não teve seu registro suspenso, mas,no país da impunidade, tudo é possível...
A verdade é que a mídia continua silenciosa, preferindo omitir-se diante de tão grave denúncia. O especialista ganhou notoriedade no país na década de 90. Foram seus clientes ilustres que o elevaram também à posição de celebridade na área. Entre eles, estão o ex-jogador Pelé, o apresentador do SBT Gugu Liberato, o ex-presidente "Fernando Collor", o humorista Carlos Manoel da Nóbrega, Tom Cavalcante entre outros famosos.
A jornalista Lilian Cristofoletti que divulgou a primeira matéria sobre o caso, desapareceu, misteriosamente....Depois de ter revelado o assédio é muito estranho que ela não tenha acompanhado a matéria.
No início das acusações, alguns vieram à público defendê-lo.Para a atriz Luíza Tomé, as mulheres que fizeram as acusações podem ter "confundido" o carinho do médico com assédio sexual."Ele é afetivo. Vai ver que elas não entenderam direito. Será que não é delírio dessas mulheres, até um desejo oculto?"
O ator Raul Gazolla e sua ex-mulher, Marilsa, também fizeram tratamento com Abdelmassih. Após duas tentativas frustradas, a gravidez aconteceu naturalmente, sem tratamento de fertilização."Só tenho coisas boas para dizer a respeito dele. Sempre foi extremamente profissional. Eu digo tranquilamente que ele é avô ou o segundo pai da Ane (filha dele, de seis anos)", declara Gazolla.
Agora o silêncio é total e vergonhoso. Diante dos depoimentos dessas mulheres corjosas que trouxeram à tona o comportamento vil e abjeto do médico, a mídia prefere omitir-se, claro, devido aos relacionamentos que o médico mantém com as celebridades.
Enquanto as vítimas relatam detalhes atormentados de suas experiências, Roger Abdelmassih aparece em eventos sociais, faz ligações para amigos ,convidando-os para festas e ri de nossa justiça, julgando-se com certeza o "Deus" todo -poderoso que ninguém vence.
Leia alguns trechos dos depoimentos das vítimas para entender nossa indignação:

"Ele estava sentado no pé de minha maca e usava um aparelho que abre o colo do útero por dentro da vagina. Minhas pernas estavam cobertas por camisola. De repente, senti que ele estava passando as mãos nas minhas coxas. De dentro para fora. Deu uma alisada mesmo, com as duas mãos."

"Encaminhada para uma sala de recuperação, acordei com o dr. Roger apalpando os meus seios. Meio sonolenta, pensei: 'Acho que estou sonhando, não é real, é coisa da minha cabeça."

"Acordando da sedação, ainda grogue, vi que eu estava com o pênis dele na mão."

"Ele pegou minha mão e tentou me beijar na boca, dizendo coisas que eu nem lembro mais."

"Disse que era louco por mim, lambia a minha cara inteira. Eu gritava, mas ele tapava a minha boca. Ficou tentando me beijar, passava a mão por todo o meu corpo. Ele jogou o corpo para cima de mim. Eu dava socos, empurrões, gritava."
A jornalista Lilian Cristofoletti que divulgou a primeira matéria sobre o caso, desapareceu, misteriosamente....Depois de ter revelado o assédio é muito estranho que ela não tenha acompanhado a matéria.

"Isso é um nojo!" disse Roger Abdelmassih em uma de suas poucas aparições.......
Concordamos.

Por Carmen
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"Deus está no Céu e eu sou Deus na terra. Comigo ninguém pode!"

Esta afirmação foi ouvida por uma das ex-funcionárias do médico Roger Abdelmassih, 65,especialista em fertilização in vitro, acusado de abuso sexual, por mais de 30 de suas pacientes.
Devido ao grande número de comentários que temos recebido, perguntando acerca do andamento do processo, sentimo-nos na obrigação de vir dar uma explicação. Não desistimos de acompanhar o escândalo e de apoiar as vítimas; desejamos tanto quanto elas, que os fatos sejam apurados e que o médico seja punido. Na verdade, não entendemos como depois de tantas denúncias, ele ainda não teve seu registro suspenso, mas,no país da impunidade, tudo é possível...
A verdade é que a mídia continua silenciosa, preferindo omitir-se diante de tão grave denúncia. O especialista ganhou notoriedade no país na década de 90. Foram seus clientes ilustres que o elevaram também à posição de celebridade na área. Entre eles, estão o ex-jogador Pelé, o apresentador do SBT Gugu Liberato, o ex-presidente "Fernando Collor", o humorista Carlos Manoel da Nóbrega, Tom Cavalcante entre outros famosos.
A jornalista Lilian Cristofoletti que divulgou a primeira matéria sobre o caso, desapareceu, misteriosamente....Depois de ter revelado o assédio é muito estranho que ela não tenha acompanhado a matéria.
No início das acusações, alguns vieram à público defendê-lo.Para a atriz Luíza Tomé, as mulheres que fizeram as acusações podem ter "confundido" o carinho do médico com assédio sexual."Ele é afetivo. Vai ver que elas não entenderam direito. Será que não é delírio dessas mulheres, até um desejo oculto?"
O ator Raul Gazolla e sua ex-mulher, Marilsa, também fizeram tratamento com Abdelmassih. Após duas tentativas frustradas, a gravidez aconteceu naturalmente, sem tratamento de fertilização."Só tenho coisas boas para dizer a respeito dele. Sempre foi extremamente profissional. Eu digo tranquilamente que ele é avô ou o segundo pai da Ane (filha dele, de seis anos)", declara Gazolla.
Agora o silêncio é total e vergonhoso. Diante dos depoimentos dessas mulheres corjosas que trouxeram à tona o comportamento vil e abjeto do médico, a mídia prefere omitir-se, claro, devido aos relacionamentos que o médico mantém com as celebridades.
Enquanto as vítimas relatam detalhes atormentados de suas experiências, Roger Abdelmassih aparece em eventos sociais, faz ligações para amigos ,convidando-os para festas e ri de nossa justiça, julgando-se com certeza o "Deus" todo -poderoso que ninguém vence.
Leia alguns trechos dos depoimentos das vítimas para entender nossa indignação:

"Ele estava sentado no pé de minha maca e usava um aparelho que abre o colo do útero por dentro da vagina. Minhas pernas estavam cobertas por camisola. De repente, senti que ele estava passando as mãos nas minhas coxas. De dentro para fora. Deu uma alisada mesmo, com as duas mãos."

"Encaminhada para uma sala de recuperação, acordei com o dr. Roger apalpando os meus seios. Meio sonolenta, pensei: 'Acho que estou sonhando, não é real, é coisa da minha cabeça."

"Acordando da sedação, ainda grogue, vi que eu estava com o pênis dele na mão."

"Ele pegou minha mão e tentou me beijar na boca, dizendo coisas que eu nem lembro mais."

"Disse que era louco por mim, lambia a minha cara inteira. Eu gritava, mas ele tapava a minha boca. Ficou tentando me beijar, passava a mão por todo o meu corpo. Ele jogou o corpo para cima de mim. Eu dava socos, empurrões, gritava."
A jornalista Lilian Cristofoletti que divulgou a primeira matéria sobre o caso, desapareceu, misteriosamente....Depois de ter revelado o assédio é muito estranho que ela não tenha acompanhado a matéria.

"Isso é um nojo!" disse Roger Abdelmassih em uma de suas poucas aparições.......
Concordamos.

Por Carmen
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"Deus está no Céu e eu sou Deus na terra. Comigo ninguém pode!"

Esta afirmação foi ouvida por uma das ex-funcionárias do médico Roger Abdelmassih, 65,especialista em fertilização in vitro, acusado de abuso sexual, por mais de 30 de suas pacientes.
Devido ao grande número de comentários que temos recebido, perguntando acerca do andamento do processo, sentimo-nos na obrigação de vir dar uma explicação. Não desistimos de acompanhar o escândalo e de apoiar as vítimas; desejamos tanto quanto elas, que os fatos sejam apurados e que o médico seja punido. Na verdade, não entendemos como depois de tantas denúncias, ele ainda não teve seu registro suspenso, mas,no país da impunidade, tudo é possível...
A verdade é que a mídia continua silenciosa, preferindo omitir-se diante de tão grave denúncia. O especialista ganhou notoriedade no país na década de 90. Foram seus clientes ilustres que o elevaram também à posição de celebridade na área. Entre eles, estão o ex-jogador Pelé, o apresentador do SBT Gugu Liberato, o ex-presidente "Fernando Collor", o humorista Carlos Manoel da Nóbrega, Tom Cavalcante entre outros famosos.
A jornalista Lilian Cristofoletti que divulgou a primeira matéria sobre o caso, desapareceu, misteriosamente....Depois de ter revelado o assédio é muito estranho que ela não tenha acompanhado a matéria.
No início das acusações, alguns vieram à público defendê-lo.Para a atriz Luíza Tomé, as mulheres que fizeram as acusações podem ter "confundido" o carinho do médico com assédio sexual."Ele é afetivo. Vai ver que elas não entenderam direito. Será que não é delírio dessas mulheres, até um desejo oculto?"
O ator Raul Gazolla e sua ex-mulher, Marilsa, também fizeram tratamento com Abdelmassih. Após duas tentativas frustradas, a gravidez aconteceu naturalmente, sem tratamento de fertilização."Só tenho coisas boas para dizer a respeito dele. Sempre foi extremamente profissional. Eu digo tranquilamente que ele é avô ou o segundo pai da Ane (filha dele, de seis anos)", declara Gazolla.
Agora o silêncio é total e vergonhoso. Diante dos depoimentos dessas mulheres corjosas que trouxeram à tona o comportamento vil e abjeto do médico, a mídia prefere omitir-se, claro, devido aos relacionamentos que o médico mantém com as celebridades.
Enquanto as vítimas relatam detalhes atormentados de suas experiências, Roger Abdelmassih aparece em eventos sociais, faz ligações para amigos ,convidando-os para festas e ri de nossa justiça, julgando-se com certeza o "Deus" todo -poderoso que ninguém vence.
Leia alguns trechos dos depoimentos das vítimas para entender nossa indignação:

"Ele estava sentado no pé de minha maca e usava um aparelho que abre o colo do útero por dentro da vagina. Minhas pernas estavam cobertas por camisola. De repente, senti que ele estava passando as mãos nas minhas coxas. De dentro para fora. Deu uma alisada mesmo, com as duas mãos."

"Encaminhada para uma sala de recuperação, acordei com o dr. Roger apalpando os meus seios. Meio sonolenta, pensei: 'Acho que estou sonhando, não é real, é coisa da minha cabeça."

"Acordando da sedação, ainda grogue, vi que eu estava com o pênis dele na mão."

"Ele pegou minha mão e tentou me beijar na boca, dizendo coisas que eu nem lembro mais."

"Disse que era louco por mim, lambia a minha cara inteira. Eu gritava, mas ele tapava a minha boca. Ficou tentando me beijar, passava a mão por todo o meu corpo. Ele jogou o corpo para cima de mim. Eu dava socos, empurrões, gritava."
A jornalista Lilian Cristofoletti que divulgou a primeira matéria sobre o caso, desapareceu, misteriosamente....Depois de ter revelado o assédio é muito estranho que ela não tenha acompanhado a matéria.

"Isso é um nojo!" disse Roger Abdelmassih em uma de suas poucas aparições.......
Concordamos.

Por Carmen
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"Deus está no Céu e eu sou Deus na terra. Comigo ninguém pode!"

Esta afirmação foi ouvida por uma das ex-funcionárias do médico Roger Abdelmassih, 65,especialista em fertilização in vitro, acusado de abuso sexual, por mais de 30 de suas pacientes.
Devido ao grande número de comentários que temos recebido, perguntando acerca do andamento do processo, sentimo-nos na obrigação de vir dar uma explicação. Não desistimos de acompanhar o escândalo e de apoiar as vítimas; desejamos tanto quanto elas, que os fatos sejam apurados e que o médico seja punido. Na verdade, não entendemos como depois de tantas denúncias, ele ainda não teve seu registro suspenso, mas,no país da impunidade, tudo é possível...
A verdade é que a mídia continua silenciosa, preferindo omitir-se diante de tão grave denúncia. O especialista ganhou notoriedade no país na década de 90. Foram seus clientes ilustres que o elevaram também à posição de celebridade na área. Entre eles, estão o ex-jogador Pelé, o apresentador do SBT Gugu Liberato, o ex-presidente "Fernando Collor", o humorista Carlos Manoel da Nóbrega, Tom Cavalcante entre outros famosos.
A jornalista Lilian Cristofoletti que divulgou a primeira matéria sobre o caso, desapareceu, misteriosamente....Depois de ter revelado o assédio é muito estranho que ela não tenha acompanhado a matéria.
No início das acusações, alguns vieram à público defendê-lo.Para a atriz Luíza Tomé, as mulheres que fizeram as acusações podem ter "confundido" o carinho do médico com assédio sexual."Ele é afetivo. Vai ver que elas não entenderam direito. Será que não é delírio dessas mulheres, até um desejo oculto?"
O ator Raul Gazolla e sua ex-mulher, Marilsa, também fizeram tratamento com Abdelmassih. Após duas tentativas frustradas, a gravidez aconteceu naturalmente, sem tratamento de fertilização."Só tenho coisas boas para dizer a respeito dele. Sempre foi extremamente profissional. Eu digo tranquilamente que ele é avô ou o segundo pai da Ane (filha dele, de seis anos)", declara Gazolla.
Agora o silêncio é total e vergonhoso. Diante dos depoimentos dessas mulheres corjosas que trouxeram à tona o comportamento vil e abjeto do médico, a mídia prefere omitir-se, claro, devido aos relacionamentos que o médico mantém com as celebridades.
Enquanto as vítimas relatam detalhes atormentados de suas experiências, Roger Abdelmassih aparece em eventos sociais, faz ligações para amigos ,convidando-os para festas e ri de nossa justiça, julgando-se com certeza o "Deus" todo -poderoso que ninguém vence.
Leia alguns trechos dos depoimentos das vítimas para entender nossa indignação:

"Ele estava sentado no pé de minha maca e usava um aparelho que abre o colo do útero por dentro da vagina. Minhas pernas estavam cobertas por camisola. De repente, senti que ele estava passando as mãos nas minhas coxas. De dentro para fora. Deu uma alisada mesmo, com as duas mãos."

"Encaminhada para uma sala de recuperação, acordei com o dr. Roger apalpando os meus seios. Meio sonolenta, pensei: 'Acho que estou sonhando, não é real, é coisa da minha cabeça."

"Acordando da sedação, ainda grogue, vi que eu estava com o pênis dele na mão."

"Ele pegou minha mão e tentou me beijar na boca, dizendo coisas que eu nem lembro mais."

"Disse que era louco por mim, lambia a minha cara inteira. Eu gritava, mas ele tapava a minha boca. Ficou tentando me beijar, passava a mão por todo o meu corpo. Ele jogou o corpo para cima de mim. Eu dava socos, empurrões, gritava."
A jornalista Lilian Cristofoletti que divulgou a primeira matéria sobre o caso, desapareceu, misteriosamente....Depois de ter revelado o assédio é muito estranho que ela não tenha acompanhado a matéria.

"Isso é um nojo!" disse Roger Abdelmassih em uma de suas poucas aparições.......
Concordamos.

Por Carmen
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"Deus está no Céu e eu sou Deus na terra. Comigo ninguém pode!"

Esta afirmação foi ouvida por uma das ex-funcionárias do médico Roger Abdelmassih, 65,especialista em fertilização in vitro, acusado de abuso sexual, por mais de 30 de suas pacientes.
Devido ao grande número de comentários que temos recebido, perguntando acerca do andamento do processo, sentimo-nos na obrigação de vir dar uma explicação. Não desistimos de acompanhar o escândalo e de apoiar as vítimas; desejamos tanto quanto elas, que os fatos sejam apurados e que o médico seja punido. Na verdade, não entendemos como depois de tantas denúncias, ele ainda não teve seu registro suspenso, mas,no país da impunidade, tudo é possível...
A verdade é que a mídia continua silenciosa, preferindo omitir-se diante de tão grave denúncia. O especialista ganhou notoriedade no país na década de 90. Foram seus clientes ilustres que o elevaram também à posição de celebridade na área. Entre eles, estão o ex-jogador Pelé, o apresentador do SBT Gugu Liberato, o ex-presidente "Fernando Collor", o humorista Carlos Manoel da Nóbrega, Tom Cavalcante entre outros famosos.
A jornalista Lilian Cristofoletti que divulgou a primeira matéria sobre o caso, desapareceu, misteriosamente....Depois de ter revelado o assédio é muito estranho que ela não tenha acompanhado a matéria.
No início das acusações, alguns vieram à público defendê-lo.Para a atriz Luíza Tomé, as mulheres que fizeram as acusações podem ter "confundido" o carinho do médico com assédio sexual."Ele é afetivo. Vai ver que elas não entenderam direito. Será que não é delírio dessas mulheres, até um desejo oculto?"
O ator Raul Gazolla e sua ex-mulher, Marilsa, também fizeram tratamento com Abdelmassih. Após duas tentativas frustradas, a gravidez aconteceu naturalmente, sem tratamento de fertilização."Só tenho coisas boas para dizer a respeito dele. Sempre foi extremamente profissional. Eu digo tranquilamente que ele é avô ou o segundo pai da Ane (filha dele, de seis anos)", declara Gazolla.
Agora o silêncio é total e vergonhoso. Diante dos depoimentos dessas mulheres corjosas que trouxeram à tona o comportamento vil e abjeto do médico, a mídia prefere omitir-se, claro, devido aos relacionamentos que o médico mantém com as celebridades.
Enquanto as vítimas relatam detalhes atormentados de suas experiências, Roger Abdelmassih aparece em eventos sociais, faz ligações para amigos ,convidando-os para festas e ri de nossa justiça, julgando-se com certeza o "Deus" todo -poderoso que ninguém vence.
Leia alguns trechos dos depoimentos das vítimas para entender nossa indignação:

"Ele estava sentado no pé de minha maca e usava um aparelho que abre o colo do útero por dentro da vagina. Minhas pernas estavam cobertas por camisola. De repente, senti que ele estava passando as mãos nas minhas coxas. De dentro para fora. Deu uma alisada mesmo, com as duas mãos."

"Encaminhada para uma sala de recuperação, acordei com o dr. Roger apalpando os meus seios. Meio sonolenta, pensei: 'Acho que estou sonhando, não é real, é coisa da minha cabeça."

"Acordando da sedação, ainda grogue, vi que eu estava com o pênis dele na mão."

"Ele pegou minha mão e tentou me beijar na boca, dizendo coisas que eu nem lembro mais."

"Disse que era louco por mim, lambia a minha cara inteira. Eu gritava, mas ele tapava a minha boca. Ficou tentando me beijar, passava a mão por todo o meu corpo. Ele jogou o corpo para cima de mim. Eu dava socos, empurrões, gritava."
A jornalista Lilian Cristofoletti que divulgou a primeira matéria sobre o caso, desapareceu, misteriosamente....Depois de ter revelado o assédio é muito estranho que ela não tenha acompanhado a matéria.

"Isso é um nojo!" disse Roger Abdelmassih em uma de suas poucas aparições.......
Concordamos.

Por Carmen
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"Deus está no Céu e eu sou Deus na terra. Comigo ninguém pode!"

Esta afirmação foi ouvida por uma das ex-funcionárias do médico Roger Abdelmassih, 65,especialista em fertilização in vitro, acusado de abuso sexual, por mais de 30 de suas pacientes.
Devido ao grande número de comentários que temos recebido, perguntando acerca do andamento do processo, sentimo-nos na obrigação de vir dar uma explicação. Não desistimos de acompanhar o escândalo e de apoiar as vítimas; desejamos tanto quanto elas, que os fatos sejam apurados e que o médico seja punido. Na verdade, não entendemos como depois de tantas denúncias, ele ainda não teve seu registro suspenso, mas,no país da impunidade, tudo é possível...
A verdade é que a mídia continua silenciosa, preferindo omitir-se diante de tão grave denúncia. O especialista ganhou notoriedade no país na década de 90. Foram seus clientes ilustres que o elevaram também à posição de celebridade na área. Entre eles, estão o ex-jogador Pelé, o apresentador do SBT Gugu Liberato, o ex-presidente "Fernando Collor", o humorista Carlos Manoel da Nóbrega, Tom Cavalcante entre outros famosos.
A jornalista Lilian Cristofoletti que divulgou a primeira matéria sobre o caso, desapareceu, misteriosamente....Depois de ter revelado o assédio é muito estranho que ela não tenha acompanhado a matéria.
No início das acusações, alguns vieram à público defendê-lo.Para a atriz Luíza Tomé, as mulheres que fizeram as acusações podem ter "confundido" o carinho do médico com assédio sexual."Ele é afetivo. Vai ver que elas não entenderam direito. Será que não é delírio dessas mulheres, até um desejo oculto?"
O ator Raul Gazolla e sua ex-mulher, Marilsa, também fizeram tratamento com Abdelmassih. Após duas tentativas frustradas, a gravidez aconteceu naturalmente, sem tratamento de fertilização."Só tenho coisas boas para dizer a respeito dele. Sempre foi extremamente profissional. Eu digo tranquilamente que ele é avô ou o segundo pai da Ane (filha dele, de seis anos)", declara Gazolla.
Agora o silêncio é total e vergonhoso. Diante dos depoimentos dessas mulheres corjosas que trouxeram à tona o comportamento vil e abjeto do médico, a mídia prefere omitir-se, claro, devido aos relacionamentos que o médico mantém com as celebridades.
Enquanto as vítimas relatam detalhes atormentados de suas experiências, Roger Abdelmassih aparece em eventos sociais, faz ligações para amigos ,convidando-os para festas e ri de nossa justiça, julgando-se com certeza o "Deus" todo -poderoso que ninguém vence.
Leia alguns trechos dos depoimentos das vítimas para entender nossa indignação:

"Ele estava sentado no pé de minha maca e usava um aparelho que abre o colo do útero por dentro da vagina. Minhas pernas estavam cobertas por camisola. De repente, senti que ele estava passando as mãos nas minhas coxas. De dentro para fora. Deu uma alisada mesmo, com as duas mãos."

"Encaminhada para uma sala de recuperação, acordei com o dr. Roger apalpando os meus seios. Meio sonolenta, pensei: 'Acho que estou sonhando, não é real, é coisa da minha cabeça."

"Acordando da sedação, ainda grogue, vi que eu estava com o pênis dele na mão."

"Ele pegou minha mão e tentou me beijar na boca, dizendo coisas que eu nem lembro mais."

"Disse que era louco por mim, lambia a minha cara inteira. Eu gritava, mas ele tapava a minha boca. Ficou tentando me beijar, passava a mão por todo o meu corpo. Ele jogou o corpo para cima de mim. Eu dava socos, empurrões, gritava."
A jornalista Lilian Cristofoletti que divulgou a primeira matéria sobre o caso, desapareceu, misteriosamente....Depois de ter revelado o assédio é muito estranho que ela não tenha acompanhado a matéria.

"Isso é um nojo!" disse Roger Abdelmassih em uma de suas poucas aparições.......
Concordamos.

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"Deus está no Céu e eu sou Deus na terra. Comigo ninguém pode!"

Esta afirmação foi ouvida por uma das ex-funcionárias do médico Roger Abdelmassih, 65,especialista em fertilização in vitro, acusado de abuso sexual, por mais de 30 de suas pacientes.
Devido ao grande número de comentários que temos recebido, perguntando acerca do andamento do processo, sentimo-nos na obrigação de vir dar uma explicação. Não desistimos de acompanhar o escândalo e de apoiar as vítimas; desejamos tanto quanto elas, que os fatos sejam apurados e que o médico seja punido. Na verdade, não entendemos como depois de tantas denúncias, ele ainda não teve seu registro suspenso, mas,no país da impunidade, tudo é possível...
A verdade é que a mídia continua silenciosa, preferindo omitir-se diante de tão grave denúncia. O especialista ganhou notoriedade no país na década de 90. Foram seus clientes ilustres que o elevaram também à posição de celebridade na área. Entre eles, estão o ex-jogador Pelé, o apresentador do SBT Gugu Liberato, o ex-presidente "Fernando Collor", o humorista Carlos Manoel da Nóbrega, Tom Cavalcante entre outros famosos.
A jornalista Lilian Cristofoletti que divulgou a primeira matéria sobre o caso, desapareceu, misteriosamente....Depois de ter revelado o assédio é muito estranho que ela não tenha acompanhado a matéria.
No início das acusações, alguns vieram à público defendê-lo.Para a atriz Luíza Tomé, as mulheres que fizeram as acusações podem ter "confundido" o carinho do médico com assédio sexual."Ele é afetivo. Vai ver que elas não entenderam direito. Será que não é delírio dessas mulheres, até um desejo oculto?"
O ator Raul Gazolla e sua ex-mulher, Marilsa, também fizeram tratamento com Abdelmassih. Após duas tentativas frustradas, a gravidez aconteceu naturalmente, sem tratamento de fertilização."Só tenho coisas boas para dizer a respeito dele. Sempre foi extremamente profissional. Eu digo tranquilamente que ele é avô ou o segundo pai da Ane (filha dele, de seis anos)", declara Gazolla.
Agora o silêncio é total e vergonhoso. Diante dos depoimentos dessas mulheres corjosas que trouxeram à tona o comportamento vil e abjeto do médico, a mídia prefere omitir-se, claro, devido aos relacionamentos que o médico mantém com as celebridades.
Enquanto as vítimas relatam detalhes atormentados de suas experiências, Roger Abdelmassih aparece em eventos sociais, faz ligações para amigos ,convidando-os para festas e ri de nossa justiça, julgando-se com certeza o "Deus" todo -poderoso que ninguém vence.
Leia alguns trechos dos depoimentos das vítimas para entender nossa indignação:

"Ele estava sentado no pé de minha maca e usava um aparelho que abre o colo do útero por dentro da vagina. Minhas pernas estavam cobertas por camisola. De repente, senti que ele estava passando as mãos nas minhas coxas. De dentro para fora. Deu uma alisada mesmo, com as duas mãos."

"Encaminhada para uma sala de recuperação, acordei com o dr. Roger apalpando os meus seios. Meio sonolenta, pensei: 'Acho que estou sonhando, não é real, é coisa da minha cabeça."

"Acordando da sedação, ainda grogue, vi que eu estava com o pênis dele na mão."

"Ele pegou minha mão e tentou me beijar na boca, dizendo coisas que eu nem lembro mais."

"Disse que era louco por mim, lambia a minha cara inteira. Eu gritava, mas ele tapava a minha boca. Ficou tentando me beijar, passava a mão por todo o meu corpo. Ele jogou o corpo para cima de mim. Eu dava socos, empurrões, gritava."
A jornalista Lilian Cristofoletti que divulgou a primeira matéria sobre o caso, desapareceu, misteriosamente....Depois de ter revelado o assédio é muito estranho que ela não tenha acompanhado a matéria.

"Isso é um nojo!" disse Roger Abdelmassih em uma de suas poucas aparições.......
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"Deus está no Céu e eu sou Deus na terra. Comigo ninguém pode!"

Esta afirmação foi ouvida por uma das ex-funcionárias do médico Roger Abdelmassih, 65,especialista em fertilização in vitro, acusado de abuso sexual, por mais de 30 de suas pacientes.
Devido ao grande número de comentários que temos recebido, perguntando acerca do andamento do processo, sentimo-nos na obrigação de vir dar uma explicação. Não desistimos de acompanhar o escândalo e de apoiar as vítimas; desejamos tanto quanto elas, que os fatos sejam apurados e que o médico seja punido. Na verdade, não entendemos como depois de tantas denúncias, ele ainda não teve seu registro suspenso, mas,no país da impunidade, tudo é possível...
A verdade é que a mídia continua silenciosa, preferindo omitir-se diante de tão grave denúncia. O especialista ganhou notoriedade no país na década de 90. Foram seus clientes ilustres que o elevaram também à posição de celebridade na área. Entre eles, estão o ex-jogador Pelé, o apresentador do SBT Gugu Liberato, o ex-presidente "Fernando Collor", o humorista Carlos Manoel da Nóbrega, Tom Cavalcante entre outros famosos.
A jornalista Lilian Cristofoletti que divulgou a primeira matéria sobre o caso, desapareceu, misteriosamente....Depois de ter revelado o assédio é muito estranho que ela não tenha acompanhado a matéria.
No início das acusações, alguns vieram à público defendê-lo.Para a atriz Luíza Tomé, as mulheres que fizeram as acusações podem ter "confundido" o carinho do médico com assédio sexual."Ele é afetivo. Vai ver que elas não entenderam direito. Será que não é delírio dessas mulheres, até um desejo oculto?"
O ator Raul Gazolla e sua ex-mulher, Marilsa, também fizeram tratamento com Abdelmassih. Após duas tentativas frustradas, a gravidez aconteceu naturalmente, sem tratamento de fertilização."Só tenho coisas boas para dizer a respeito dele. Sempre foi extremamente profissional. Eu digo tranquilamente que ele é avô ou o segundo pai da Ane (filha dele, de seis anos)", declara Gazolla.
Agora o silêncio é total e vergonhoso. Diante dos depoimentos dessas mulheres corjosas que trouxeram à tona o comportamento vil e abjeto do médico, a mídia prefere omitir-se, claro, devido aos relacionamentos que o médico mantém com as celebridades.
Enquanto as vítimas relatam detalhes atormentados de suas experiências, Roger Abdelmassih aparece em eventos sociais, faz ligações para amigos ,convidando-os para festas e ri de nossa justiça, julgando-se com certeza o "Deus" todo -poderoso que ninguém vence.
Leia alguns trechos dos depoimentos das vítimas para entender nossa indignação:

"Ele estava sentado no pé de minha maca e usava um aparelho que abre o colo do útero por dentro da vagina. Minhas pernas estavam cobertas por camisola. De repente, senti que ele estava passando as mãos nas minhas coxas. De dentro para fora. Deu uma alisada mesmo, com as duas mãos."

"Encaminhada para uma sala de recuperação, acordei com o dr. Roger apalpando os meus seios. Meio sonolenta, pensei: 'Acho que estou sonhando, não é real, é coisa da minha cabeça."

"Acordando da sedação, ainda grogue, vi que eu estava com o pênis dele na mão."

"Ele pegou minha mão e tentou me beijar na boca, dizendo coisas que eu nem lembro mais."

"Disse que era louco por mim, lambia a minha cara inteira. Eu gritava, mas ele tapava a minha boca. Ficou tentando me beijar, passava a mão por todo o meu corpo. Ele jogou o corpo para cima de mim. Eu dava socos, empurrões, gritava."
A jornalista Lilian Cristofoletti que divulgou a primeira matéria sobre o caso, desapareceu, misteriosamente....Depois de ter revelado o assédio é muito estranho que ela não tenha acompanhado a matéria.

"Isso é um nojo!" disse Roger Abdelmassih em uma de suas poucas aparições.......
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Esta afirmação foi ouvida por uma das ex-funcionárias do médico Roger Abdelmassih, 65,especialista em fertilização in vitro, acusado de abuso sexual, por mais de 30 de suas pacientes.
Devido ao grande número de comentários que temos recebido, perguntando acerca do andamento do processo, sentimo-nos na obrigação de vir dar uma explicação. Não desistimos de acompanhar o escândalo e de apoiar as vítimas; desejamos tanto quanto elas, que os fatos sejam apurados e que o médico seja punido. Na verdade, não entendemos como depois de tantas denúncias, ele ainda não teve seu registro suspenso, mas,no país da impunidade, tudo é possível...
A verdade é que a mídia continua silenciosa, preferindo omitir-se diante de tão grave denúncia. O especialista ganhou notoriedade no país na década de 90. Foram seus clientes ilustres que o elevaram também à posição de celebridade na área. Entre eles, estão o ex-jogador Pelé, o apresentador do SBT Gugu Liberato, o ex-presidente "Fernando Collor", o humorista Carlos Manoel da Nóbrega, Tom Cavalcante entre outros famosos.
A jornalista Lilian Cristofoletti que divulgou a primeira matéria sobre o caso, desapareceu, misteriosamente....Depois de ter revelado o assédio é muito estranho que ela não tenha acompanhado a matéria.
No início das acusações, alguns vieram à público defendê-lo.Para a atriz Luíza Tomé, as mulheres que fizeram as acusações podem ter "confundido" o carinho do médico com assédio sexual."Ele é afetivo. Vai ver que elas não entenderam direito. Será que não é delírio dessas mulheres, até um desejo oculto?"
O ator Raul Gazolla e sua ex-mulher, Marilsa, também fizeram tratamento com Abdelmassih. Após duas tentativas frustradas, a gravidez aconteceu naturalmente, sem tratamento de fertilização."Só tenho coisas boas para dizer a respeito dele. Sempre foi extremamente profissional. Eu digo tranquilamente que ele é avô ou o segundo pai da Ane (filha dele, de seis anos)", declara Gazolla.
Agora o silêncio é total e vergonhoso. Diante dos depoimentos dessas mulheres corjosas que trouxeram à tona o comportamento vil e abjeto do médico, a mídia prefere omitir-se, claro, devido aos relacionamentos que o médico mantém com as celebridades.
Enquanto as vítimas relatam detalhes atormentados de suas experiências, Roger Abdelmassih aparece em eventos sociais, faz ligações para amigos ,convidando-os para festas e ri de nossa justiça, julgando-se com certeza o "Deus" todo -poderoso que ninguém vence.
Leia alguns trechos dos depoimentos das vítimas para entender nossa indignação:

"Ele estava sentado no pé de minha maca e usava um aparelho que abre o colo do útero por dentro da vagina. Minhas pernas estavam cobertas por camisola. De repente, senti que ele estava passando as mãos nas minhas coxas. De dentro para fora. Deu uma alisada mesmo, com as duas mãos."

"Encaminhada para uma sala de recuperação, acordei com o dr. Roger apalpando os meus seios. Meio sonolenta, pensei: 'Acho que estou sonhando, não é real, é coisa da minha cabeça."

"Acordando da sedação, ainda grogue, vi que eu estava com o pênis dele na mão."

"Ele pegou minha mão e tentou me beijar na boca, dizendo coisas que eu nem lembro mais."

"Disse que era louco por mim, lambia a minha cara inteira. Eu gritava, mas ele tapava a minha boca. Ficou tentando me beijar, passava a mão por todo o meu corpo. Ele jogou o corpo para cima de mim. Eu dava socos, empurrões, gritava."
A jornalista Lilian Cristofoletti que divulgou a primeira matéria sobre o caso, desapareceu, misteriosamente....Depois de ter revelado o assédio é muito estranho que ela não tenha acompanhado a matéria.

"Isso é um nojo!" disse Roger Abdelmassih em uma de suas poucas aparições.......
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"Deus está no Céu e eu sou Deus na terra. Comigo ninguém pode!"

Esta afirmação foi ouvida por uma das ex-funcionárias do médico Roger Abdelmassih, 65,especialista em fertilização in vitro, acusado de abuso sexual, por mais de 30 de suas pacientes.
Devido ao grande número de comentários que temos recebido, perguntando acerca do andamento do processo, sentimo-nos na obrigação de vir dar uma explicação. Não desistimos de acompanhar o escândalo e de apoiar as vítimas; desejamos tanto quanto elas, que os fatos sejam apurados e que o médico seja punido. Na verdade, não entendemos como depois de tantas denúncias, ele ainda não teve seu registro suspenso, mas,no país da impunidade, tudo é possível...
A verdade é que a mídia continua silenciosa, preferindo omitir-se diante de tão grave denúncia. O especialista ganhou notoriedade no país na década de 90. Foram seus clientes ilustres que o elevaram também à posição de celebridade na área. Entre eles, estão o ex-jogador Pelé, o apresentador do SBT Gugu Liberato, o ex-presidente "Fernando Collor", o humorista Carlos Manoel da Nóbrega, Tom Cavalcante entre outros famosos.
A jornalista Lilian Cristofoletti que divulgou a primeira matéria sobre o caso, desapareceu, misteriosamente....Depois de ter revelado o assédio é muito estranho que ela não tenha acompanhado a matéria.
No início das acusações, alguns vieram à público defendê-lo.Para a atriz Luíza Tomé, as mulheres que fizeram as acusações podem ter "confundido" o carinho do médico com assédio sexual."Ele é afetivo. Vai ver que elas não entenderam direito. Será que não é delírio dessas mulheres, até um desejo oculto?"
O ator Raul Gazolla e sua ex-mulher, Marilsa, também fizeram tratamento com Abdelmassih. Após duas tentativas frustradas, a gravidez aconteceu naturalmente, sem tratamento de fertilização."Só tenho coisas boas para dizer a respeito dele. Sempre foi extremamente profissional. Eu digo tranquilamente que ele é avô ou o segundo pai da Ane (filha dele, de seis anos)", declara Gazolla.
Agora o silêncio é total e vergonhoso. Diante dos depoimentos dessas mulheres corjosas que trouxeram à tona o comportamento vil e abjeto do médico, a mídia prefere omitir-se, claro, devido aos relacionamentos que o médico mantém com as celebridades.
Enquanto as vítimas relatam detalhes atormentados de suas experiências, Roger Abdelmassih aparece em eventos sociais, faz ligações para amigos ,convidando-os para festas e ri de nossa justiça, julgando-se com certeza o "Deus" todo -poderoso que ninguém vence.
Leia alguns trechos dos depoimentos das vítimas para entender nossa indignação:

"Ele estava sentado no pé de minha maca e usava um aparelho que abre o colo do útero por dentro da vagina. Minhas pernas estavam cobertas por camisola. De repente, senti que ele estava passando as mãos nas minhas coxas. De dentro para fora. Deu uma alisada mesmo, com as duas mãos."

"Encaminhada para uma sala de recuperação, acordei com o dr. Roger apalpando os meus seios. Meio sonolenta, pensei: 'Acho que estou sonhando, não é real, é coisa da minha cabeça."

"Acordando da sedação, ainda grogue, vi que eu estava com o pênis dele na mão."

"Ele pegou minha mão e tentou me beijar na boca, dizendo coisas que eu nem lembro mais."

"Disse que era louco por mim, lambia a minha cara inteira. Eu gritava, mas ele tapava a minha boca. Ficou tentando me beijar, passava a mão por todo o meu corpo. Ele jogou o corpo para cima de mim. Eu dava socos, empurrões, gritava."
A jornalista Lilian Cristofoletti que divulgou a primeira matéria sobre o caso, desapareceu, misteriosamente....Depois de ter revelado o assédio é muito estranho que ela não tenha acompanhado a matéria.

"Isso é um nojo!" disse Roger Abdelmassih em uma de suas poucas aparições.......
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"Deus está no Céu e eu sou Deus na terra. Comigo ninguém pode!"

Esta afirmação foi ouvida por uma das ex-funcionárias do médico Roger Abdelmassih, 65,especialista em fertilização in vitro, acusado de abuso sexual, por mais de 30 de suas pacientes.
Devido ao grande número de comentários que temos recebido, perguntando acerca do andamento do processo, sentimo-nos na obrigação de vir dar uma explicação. Não desistimos de acompanhar o escândalo e de apoiar as vítimas; desejamos tanto quanto elas, que os fatos sejam apurados e que o médico seja punido. Na verdade, não entendemos como depois de tantas denúncias, ele ainda não teve seu registro suspenso, mas,no país da impunidade, tudo é possível...
A verdade é que a mídia continua silenciosa, preferindo omitir-se diante de tão grave denúncia. O especialista ganhou notoriedade no país na década de 90. Foram seus clientes ilustres que o elevaram também à posição de celebridade na área. Entre eles, estão o ex-jogador Pelé, o apresentador do SBT Gugu Liberato, o ex-presidente "Fernando Collor", o humorista Carlos Manoel da Nóbrega, Tom Cavalcante entre outros famosos.
A jornalista Lilian Cristofoletti que divulgou a primeira matéria sobre o caso, desapareceu, misteriosamente....Depois de ter revelado o assédio é muito estranho que ela não tenha acompanhado a matéria.
No início das acusações, alguns vieram à público defendê-lo.Para a atriz Luíza Tomé, as mulheres que fizeram as acusações podem ter "confundido" o carinho do médico com assédio sexual."Ele é afetivo. Vai ver que elas não entenderam direito. Será que não é delírio dessas mulheres, até um desejo oculto?"
O ator Raul Gazolla e sua ex-mulher, Marilsa, também fizeram tratamento com Abdelmassih. Após duas tentativas frustradas, a gravidez aconteceu naturalmente, sem tratamento de fertilização."Só tenho coisas boas para dizer a respeito dele. Sempre foi extremamente profissional. Eu digo tranquilamente que ele é avô ou o segundo pai da Ane (filha dele, de seis anos)", declara Gazolla.
Agora o silêncio é total e vergonhoso. Diante dos depoimentos dessas mulheres corjosas que trouxeram à tona o comportamento vil e abjeto do médico, a mídia prefere omitir-se, claro, devido aos relacionamentos que o médico mantém com as celebridades.
Enquanto as vítimas relatam detalhes atormentados de suas experiências, Roger Abdelmassih aparece em eventos sociais, faz ligações para amigos ,convidando-os para festas e ri de nossa justiça, julgando-se com certeza o "Deus" todo -poderoso que ninguém vence.
Leia alguns trechos dos depoimentos das vítimas para entender nossa indignação:

"Ele estava sentado no pé de minha maca e usava um aparelho que abre o colo do útero por dentro da vagina. Minhas pernas estavam cobertas por camisola. De repente, senti que ele estava passando as mãos nas minhas coxas. De dentro para fora. Deu uma alisada mesmo, com as duas mãos."

"Encaminhada para uma sala de recuperação, acordei com o dr. Roger apalpando os meus seios. Meio sonolenta, pensei: 'Acho que estou sonhando, não é real, é coisa da minha cabeça."

"Acordando da sedação, ainda grogue, vi que eu estava com o pênis dele na mão."

"Ele pegou minha mão e tentou me beijar na boca, dizendo coisas que eu nem lembro mais."

"Disse que era louco por mim, lambia a minha cara inteira. Eu gritava, mas ele tapava a minha boca. Ficou tentando me beijar, passava a mão por todo o meu corpo. Ele jogou o corpo para cima de mim. Eu dava socos, empurrões, gritava."
A jornalista Lilian Cristofoletti que divulgou a primeira matéria sobre o caso, desapareceu, misteriosamente....Depois de ter revelado o assédio é muito estranho que ela não tenha acompanhado a matéria.

"Isso é um nojo!" disse Roger Abdelmassih em uma de suas poucas aparições.......
Concordamos.

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"Deus está no Céu e eu sou Deus na terra. Comigo ninguém pode!"

Esta afirmação foi ouvida por uma das ex-funcionárias do médico Roger Abdelmassih, 65,especialista em fertilização in vitro, acusado de abuso sexual, por mais de 30 de suas pacientes.
Devido ao grande número de comentários que temos recebido, perguntando acerca do andamento do processo, sentimo-nos na obrigação de vir dar uma explicação. Não desistimos de acompanhar o escândalo e de apoiar as vítimas; desejamos tanto quanto elas, que os fatos sejam apurados e que o médico seja punido. Na verdade, não entendemos como depois de tantas denúncias, ele ainda não teve seu registro suspenso, mas,no país da impunidade, tudo é possível...
A verdade é que a mídia continua silenciosa, preferindo omitir-se diante de tão grave denúncia. O especialista ganhou notoriedade no país na década de 90. Foram seus clientes ilustres que o elevaram também à posição de celebridade na área. Entre eles, estão o ex-jogador Pelé, o apresentador do SBT Gugu Liberato, o ex-presidente "Fernando Collor", o humorista Carlos Manoel da Nóbrega, Tom Cavalcante entre outros famosos.
A jornalista Lilian Cristofoletti que divulgou a primeira matéria sobre o caso, desapareceu, misteriosamente....Depois de ter revelado o assédio é muito estranho que ela não tenha acompanhado a matéria.
No início das acusações, alguns vieram à público defendê-lo.Para a atriz Luíza Tomé, as mulheres que fizeram as acusações podem ter "confundido" o carinho do médico com assédio sexual."Ele é afetivo. Vai ver que elas não entenderam direito. Será que não é delírio dessas mulheres, até um desejo oculto?"
O ator Raul Gazolla e sua ex-mulher, Marilsa, também fizeram tratamento com Abdelmassih. Após duas tentativas frustradas, a gravidez aconteceu naturalmente, sem tratamento de fertilização."Só tenho coisas boas para dizer a respeito dele. Sempre foi extremamente profissional. Eu digo tranquilamente que ele é avô ou o segundo pai da Ane (filha dele, de seis anos)", declara Gazolla.
Agora o silêncio é total e vergonhoso. Diante dos depoimentos dessas mulheres corjosas que trouxeram à tona o comportamento vil e abjeto do médico, a mídia prefere omitir-se, claro, devido aos relacionamentos que o médico mantém com as celebridades.
Enquanto as vítimas relatam detalhes atormentados de suas experiências, Roger Abdelmassih aparece em eventos sociais, faz ligações para amigos ,convidando-os para festas e ri de nossa justiça, julgando-se com certeza o "Deus" todo -poderoso que ninguém vence.
Leia alguns trechos dos depoimentos das vítimas para entender nossa indignação:

"Ele estava sentado no pé de minha maca e usava um aparelho que abre o colo do útero por dentro da vagina. Minhas pernas estavam cobertas por camisola. De repente, senti que ele estava passando as mãos nas minhas coxas. De dentro para fora. Deu uma alisada mesmo, com as duas mãos."

"Encaminhada para uma sala de recuperação, acordei com o dr. Roger apalpando os meus seios. Meio sonolenta, pensei: 'Acho que estou sonhando, não é real, é coisa da minha cabeça."

"Acordando da sedação, ainda grogue, vi que eu estava com o pênis dele na mão."

"Ele pegou minha mão e tentou me beijar na boca, dizendo coisas que eu nem lembro mais."

"Disse que era louco por mim, lambia a minha cara inteira. Eu gritava, mas ele tapava a minha boca. Ficou tentando me beijar, passava a mão por todo o meu corpo. Ele jogou o corpo para cima de mim. Eu dava socos, empurrões, gritava."
A jornalista Lilian Cristofoletti que divulgou a primeira matéria sobre o caso, desapareceu, misteriosamente....Depois de ter revelado o assédio é muito estranho que ela não tenha acompanhado a matéria.

"Isso é um nojo!" disse Roger Abdelmassih em uma de suas poucas aparições.......
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Nova família vai ficar com a criança assim que ela receber alta do hospital.Pais foram presos acusados de tortura qualificada por lesão corporal grave.

A juíza Cristiana Cordeiro, da Vara da Infância, Juventude e Idoso, de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, informou no início da noite desta sexta-feira (24) que o casal que vai adotar a menina de 4 meses, que teria sido agredida pelos pais, já foi escolhido. A nova família vai ficar com a criança assim que ela receber alta do hospital.
Segundo relato de testemunhas, os pais biológicos Aldecir Rocha Salazar e Karen de Souza da Silva teriam agredido a menina. A promotora classificou o boletim médico como "assustador". Aldecir e Karen perderam a guarda da criança.
No dia 16 de abril, o bebê deu entrada no Hospital Albert Schweitzer, na Zona Oeste, onde foi constatado que ele sofreu fraturas nas pernas, clavículas, braços e em duas costelas. Ele está com a maior parte do corpo engessada.
A menina foi transferida no mesmo dia para o CTI pediátrico do Hospital Azevedo Lima, em Niterói, na Região Metropolitana. “Por uma grande sorte a bebê não teve nenhuma lesão neurológica, nenhuma lesão em órgão interno”, disse a juíza Cristiana Cordeiro.
De acordo com a direção do hospital, a criança foi levada por uma tia, que teria dito no momento da internação que o bebê estava chorando muito, e que a mãe não estava cuidando dela direito. Os médicos desconfiaram da história e acionaram a polícia. Agentes da 33ª DP (Realengo) foram até a casa da vítima, em Padre Miguel, na Zona Oeste.

Irmãs não poderão ficar juntas
O bebê tem uma irmã de 5 anos. Maíra é filha só de Karen e também foi alvo de maus tratos pela mãe, segundo denúncia feita ao Conselho Tutelar. Karen perdeu a guarda das duas filhas. A mais velha vai ficar com uma tia. As irmãs não vão poder ficar juntas.
No dia 17 de abril, a Promotoria de Justiça da Infância e da Juventude da Capital propôs uma ação pedindo a destituição do poder familiar sobre o bebê. Na ocasião, a promotora informou que também pediria a destituição do poder sobre a irmã da vítima.

Troca de acusações
Médicos e funcionários da unidade de saúde também ficaram chocados com o estado da vítima. Segundo a polícia, o pai acusa a mãe, mas ela diz que foi o pai que espancou a menina. Os dois tiveram a prisão temporária decretada.
Segundo a polícia, parentes e vizinhos disseram durante depoimento que a criança e sua irmã de 5 anos apanhavam com frequência. Com base nos depoimentos e nos exames médicos, a polícia pediu a prisão temporária dos pais. Os dois são acusados de tortura qualificada por lesão corporal grave e podem pegar até 13 anos de prisão.


fonte:G1
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Nova família vai ficar com a criança assim que ela receber alta do hospital.Pais foram presos acusados de tortura qualificada por lesão corporal grave.

A juíza Cristiana Cordeiro, da Vara da Infância, Juventude e Idoso, de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, informou no início da noite desta sexta-feira (24) que o casal que vai adotar a menina de 4 meses, que teria sido agredida pelos pais, já foi escolhido. A nova família vai ficar com a criança assim que ela receber alta do hospital.
Segundo relato de testemunhas, os pais biológicos Aldecir Rocha Salazar e Karen de Souza da Silva teriam agredido a menina. A promotora classificou o boletim médico como "assustador". Aldecir e Karen perderam a guarda da criança.
No dia 16 de abril, o bebê deu entrada no Hospital Albert Schweitzer, na Zona Oeste, onde foi constatado que ele sofreu fraturas nas pernas, clavículas, braços e em duas costelas. Ele está com a maior parte do corpo engessada.
A menina foi transferida no mesmo dia para o CTI pediátrico do Hospital Azevedo Lima, em Niterói, na Região Metropolitana. “Por uma grande sorte a bebê não teve nenhuma lesão neurológica, nenhuma lesão em órgão interno”, disse a juíza Cristiana Cordeiro.
De acordo com a direção do hospital, a criança foi levada por uma tia, que teria dito no momento da internação que o bebê estava chorando muito, e que a mãe não estava cuidando dela direito. Os médicos desconfiaram da história e acionaram a polícia. Agentes da 33ª DP (Realengo) foram até a casa da vítima, em Padre Miguel, na Zona Oeste.

Irmãs não poderão ficar juntas
O bebê tem uma irmã de 5 anos. Maíra é filha só de Karen e também foi alvo de maus tratos pela mãe, segundo denúncia feita ao Conselho Tutelar. Karen perdeu a guarda das duas filhas. A mais velha vai ficar com uma tia. As irmãs não vão poder ficar juntas.
No dia 17 de abril, a Promotoria de Justiça da Infância e da Juventude da Capital propôs uma ação pedindo a destituição do poder familiar sobre o bebê. Na ocasião, a promotora informou que também pediria a destituição do poder sobre a irmã da vítima.

Troca de acusações
Médicos e funcionários da unidade de saúde também ficaram chocados com o estado da vítima. Segundo a polícia, o pai acusa a mãe, mas ela diz que foi o pai que espancou a menina. Os dois tiveram a prisão temporária decretada.
Segundo a polícia, parentes e vizinhos disseram durante depoimento que a criança e sua irmã de 5 anos apanhavam com frequência. Com base nos depoimentos e nos exames médicos, a polícia pediu a prisão temporária dos pais. Os dois são acusados de tortura qualificada por lesão corporal grave e podem pegar até 13 anos de prisão.


fonte:G1
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Nova família vai ficar com a criança assim que ela receber alta do hospital.Pais foram presos acusados de tortura qualificada por lesão corporal grave.

A juíza Cristiana Cordeiro, da Vara da Infância, Juventude e Idoso, de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, informou no início da noite desta sexta-feira (24) que o casal que vai adotar a menina de 4 meses, que teria sido agredida pelos pais, já foi escolhido. A nova família vai ficar com a criança assim que ela receber alta do hospital.
Segundo relato de testemunhas, os pais biológicos Aldecir Rocha Salazar e Karen de Souza da Silva teriam agredido a menina. A promotora classificou o boletim médico como "assustador". Aldecir e Karen perderam a guarda da criança.
No dia 16 de abril, o bebê deu entrada no Hospital Albert Schweitzer, na Zona Oeste, onde foi constatado que ele sofreu fraturas nas pernas, clavículas, braços e em duas costelas. Ele está com a maior parte do corpo engessada.
A menina foi transferida no mesmo dia para o CTI pediátrico do Hospital Azevedo Lima, em Niterói, na Região Metropolitana. “Por uma grande sorte a bebê não teve nenhuma lesão neurológica, nenhuma lesão em órgão interno”, disse a juíza Cristiana Cordeiro.
De acordo com a direção do hospital, a criança foi levada por uma tia, que teria dito no momento da internação que o bebê estava chorando muito, e que a mãe não estava cuidando dela direito. Os médicos desconfiaram da história e acionaram a polícia. Agentes da 33ª DP (Realengo) foram até a casa da vítima, em Padre Miguel, na Zona Oeste.

Irmãs não poderão ficar juntas
O bebê tem uma irmã de 5 anos. Maíra é filha só de Karen e também foi alvo de maus tratos pela mãe, segundo denúncia feita ao Conselho Tutelar. Karen perdeu a guarda das duas filhas. A mais velha vai ficar com uma tia. As irmãs não vão poder ficar juntas.
No dia 17 de abril, a Promotoria de Justiça da Infância e da Juventude da Capital propôs uma ação pedindo a destituição do poder familiar sobre o bebê. Na ocasião, a promotora informou que também pediria a destituição do poder sobre a irmã da vítima.

Troca de acusações
Médicos e funcionários da unidade de saúde também ficaram chocados com o estado da vítima. Segundo a polícia, o pai acusa a mãe, mas ela diz que foi o pai que espancou a menina. Os dois tiveram a prisão temporária decretada.
Segundo a polícia, parentes e vizinhos disseram durante depoimento que a criança e sua irmã de 5 anos apanhavam com frequência. Com base nos depoimentos e nos exames médicos, a polícia pediu a prisão temporária dos pais. Os dois são acusados de tortura qualificada por lesão corporal grave e podem pegar até 13 anos de prisão.


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Nova família vai ficar com a criança assim que ela receber alta do hospital.Pais foram presos acusados de tortura qualificada por lesão corporal grave.

A juíza Cristiana Cordeiro, da Vara da Infância, Juventude e Idoso, de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, informou no início da noite desta sexta-feira (24) que o casal que vai adotar a menina de 4 meses, que teria sido agredida pelos pais, já foi escolhido. A nova família vai ficar com a criança assim que ela receber alta do hospital.
Segundo relato de testemunhas, os pais biológicos Aldecir Rocha Salazar e Karen de Souza da Silva teriam agredido a menina. A promotora classificou o boletim médico como "assustador". Aldecir e Karen perderam a guarda da criança.
No dia 16 de abril, o bebê deu entrada no Hospital Albert Schweitzer, na Zona Oeste, onde foi constatado que ele sofreu fraturas nas pernas, clavículas, braços e em duas costelas. Ele está com a maior parte do corpo engessada.
A menina foi transferida no mesmo dia para o CTI pediátrico do Hospital Azevedo Lima, em Niterói, na Região Metropolitana. “Por uma grande sorte a bebê não teve nenhuma lesão neurológica, nenhuma lesão em órgão interno”, disse a juíza Cristiana Cordeiro.
De acordo com a direção do hospital, a criança foi levada por uma tia, que teria dito no momento da internação que o bebê estava chorando muito, e que a mãe não estava cuidando dela direito. Os médicos desconfiaram da história e acionaram a polícia. Agentes da 33ª DP (Realengo) foram até a casa da vítima, em Padre Miguel, na Zona Oeste.

Irmãs não poderão ficar juntas
O bebê tem uma irmã de 5 anos. Maíra é filha só de Karen e também foi alvo de maus tratos pela mãe, segundo denúncia feita ao Conselho Tutelar. Karen perdeu a guarda das duas filhas. A mais velha vai ficar com uma tia. As irmãs não vão poder ficar juntas.
No dia 17 de abril, a Promotoria de Justiça da Infância e da Juventude da Capital propôs uma ação pedindo a destituição do poder familiar sobre o bebê. Na ocasião, a promotora informou que também pediria a destituição do poder sobre a irmã da vítima.

Troca de acusações
Médicos e funcionários da unidade de saúde também ficaram chocados com o estado da vítima. Segundo a polícia, o pai acusa a mãe, mas ela diz que foi o pai que espancou a menina. Os dois tiveram a prisão temporária decretada.
Segundo a polícia, parentes e vizinhos disseram durante depoimento que a criança e sua irmã de 5 anos apanhavam com frequência. Com base nos depoimentos e nos exames médicos, a polícia pediu a prisão temporária dos pais. Os dois são acusados de tortura qualificada por lesão corporal grave e podem pegar até 13 anos de prisão.


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Nova família vai ficar com a criança assim que ela receber alta do hospital.Pais foram presos acusados de tortura qualificada por lesão corporal grave.

A juíza Cristiana Cordeiro, da Vara da Infância, Juventude e Idoso, de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, informou no início da noite desta sexta-feira (24) que o casal que vai adotar a menina de 4 meses, que teria sido agredida pelos pais, já foi escolhido. A nova família vai ficar com a criança assim que ela receber alta do hospital.
Segundo relato de testemunhas, os pais biológicos Aldecir Rocha Salazar e Karen de Souza da Silva teriam agredido a menina. A promotora classificou o boletim médico como "assustador". Aldecir e Karen perderam a guarda da criança.
No dia 16 de abril, o bebê deu entrada no Hospital Albert Schweitzer, na Zona Oeste, onde foi constatado que ele sofreu fraturas nas pernas, clavículas, braços e em duas costelas. Ele está com a maior parte do corpo engessada.
A menina foi transferida no mesmo dia para o CTI pediátrico do Hospital Azevedo Lima, em Niterói, na Região Metropolitana. “Por uma grande sorte a bebê não teve nenhuma lesão neurológica, nenhuma lesão em órgão interno”, disse a juíza Cristiana Cordeiro.
De acordo com a direção do hospital, a criança foi levada por uma tia, que teria dito no momento da internação que o bebê estava chorando muito, e que a mãe não estava cuidando dela direito. Os médicos desconfiaram da história e acionaram a polícia. Agentes da 33ª DP (Realengo) foram até a casa da vítima, em Padre Miguel, na Zona Oeste.

Irmãs não poderão ficar juntas
O bebê tem uma irmã de 5 anos. Maíra é filha só de Karen e também foi alvo de maus tratos pela mãe, segundo denúncia feita ao Conselho Tutelar. Karen perdeu a guarda das duas filhas. A mais velha vai ficar com uma tia. As irmãs não vão poder ficar juntas.
No dia 17 de abril, a Promotoria de Justiça da Infância e da Juventude da Capital propôs uma ação pedindo a destituição do poder familiar sobre o bebê. Na ocasião, a promotora informou que também pediria a destituição do poder sobre a irmã da vítima.

Troca de acusações
Médicos e funcionários da unidade de saúde também ficaram chocados com o estado da vítima. Segundo a polícia, o pai acusa a mãe, mas ela diz que foi o pai que espancou a menina. Os dois tiveram a prisão temporária decretada.
Segundo a polícia, parentes e vizinhos disseram durante depoimento que a criança e sua irmã de 5 anos apanhavam com frequência. Com base nos depoimentos e nos exames médicos, a polícia pediu a prisão temporária dos pais. Os dois são acusados de tortura qualificada por lesão corporal grave e podem pegar até 13 anos de prisão.


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Nova família vai ficar com a criança assim que ela receber alta do hospital.Pais foram presos acusados de tortura qualificada por lesão corporal grave.

A juíza Cristiana Cordeiro, da Vara da Infância, Juventude e Idoso, de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, informou no início da noite desta sexta-feira (24) que o casal que vai adotar a menina de 4 meses, que teria sido agredida pelos pais, já foi escolhido. A nova família vai ficar com a criança assim que ela receber alta do hospital.
Segundo relato de testemunhas, os pais biológicos Aldecir Rocha Salazar e Karen de Souza da Silva teriam agredido a menina. A promotora classificou o boletim médico como "assustador". Aldecir e Karen perderam a guarda da criança.
No dia 16 de abril, o bebê deu entrada no Hospital Albert Schweitzer, na Zona Oeste, onde foi constatado que ele sofreu fraturas nas pernas, clavículas, braços e em duas costelas. Ele está com a maior parte do corpo engessada.
A menina foi transferida no mesmo dia para o CTI pediátrico do Hospital Azevedo Lima, em Niterói, na Região Metropolitana. “Por uma grande sorte a bebê não teve nenhuma lesão neurológica, nenhuma lesão em órgão interno”, disse a juíza Cristiana Cordeiro.
De acordo com a direção do hospital, a criança foi levada por uma tia, que teria dito no momento da internação que o bebê estava chorando muito, e que a mãe não estava cuidando dela direito. Os médicos desconfiaram da história e acionaram a polícia. Agentes da 33ª DP (Realengo) foram até a casa da vítima, em Padre Miguel, na Zona Oeste.

Irmãs não poderão ficar juntas
O bebê tem uma irmã de 5 anos. Maíra é filha só de Karen e também foi alvo de maus tratos pela mãe, segundo denúncia feita ao Conselho Tutelar. Karen perdeu a guarda das duas filhas. A mais velha vai ficar com uma tia. As irmãs não vão poder ficar juntas.
No dia 17 de abril, a Promotoria de Justiça da Infância e da Juventude da Capital propôs uma ação pedindo a destituição do poder familiar sobre o bebê. Na ocasião, a promotora informou que também pediria a destituição do poder sobre a irmã da vítima.

Troca de acusações
Médicos e funcionários da unidade de saúde também ficaram chocados com o estado da vítima. Segundo a polícia, o pai acusa a mãe, mas ela diz que foi o pai que espancou a menina. Os dois tiveram a prisão temporária decretada.
Segundo a polícia, parentes e vizinhos disseram durante depoimento que a criança e sua irmã de 5 anos apanhavam com frequência. Com base nos depoimentos e nos exames médicos, a polícia pediu a prisão temporária dos pais. Os dois são acusados de tortura qualificada por lesão corporal grave e podem pegar até 13 anos de prisão.


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A juíza Cristiana Cordeiro, da Vara da Infância, Juventude e Idoso, de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, informou no início da noite desta sexta-feira (24) que o casal que vai adotar a menina de 4 meses, que teria sido agredida pelos pais, já foi escolhido. A nova família vai ficar com a criança assim que ela receber alta do hospital.
Segundo relato de testemunhas, os pais biológicos Aldecir Rocha Salazar e Karen de Souza da Silva teriam agredido a menina. A promotora classificou o boletim médico como "assustador". Aldecir e Karen perderam a guarda da criança.
No dia 16 de abril, o bebê deu entrada no Hospital Albert Schweitzer, na Zona Oeste, onde foi constatado que ele sofreu fraturas nas pernas, clavículas, braços e em duas costelas. Ele está com a maior parte do corpo engessada.
A menina foi transferida no mesmo dia para o CTI pediátrico do Hospital Azevedo Lima, em Niterói, na Região Metropolitana. “Por uma grande sorte a bebê não teve nenhuma lesão neurológica, nenhuma lesão em órgão interno”, disse a juíza Cristiana Cordeiro.
De acordo com a direção do hospital, a criança foi levada por uma tia, que teria dito no momento da internação que o bebê estava chorando muito, e que a mãe não estava cuidando dela direito. Os médicos desconfiaram da história e acionaram a polícia. Agentes da 33ª DP (Realengo) foram até a casa da vítima, em Padre Miguel, na Zona Oeste.

Irmãs não poderão ficar juntas
O bebê tem uma irmã de 5 anos. Maíra é filha só de Karen e também foi alvo de maus tratos pela mãe, segundo denúncia feita ao Conselho Tutelar. Karen perdeu a guarda das duas filhas. A mais velha vai ficar com uma tia. As irmãs não vão poder ficar juntas.
No dia 17 de abril, a Promotoria de Justiça da Infância e da Juventude da Capital propôs uma ação pedindo a destituição do poder familiar sobre o bebê. Na ocasião, a promotora informou que também pediria a destituição do poder sobre a irmã da vítima.

Troca de acusações
Médicos e funcionários da unidade de saúde também ficaram chocados com o estado da vítima. Segundo a polícia, o pai acusa a mãe, mas ela diz que foi o pai que espancou a menina. Os dois tiveram a prisão temporária decretada.
Segundo a polícia, parentes e vizinhos disseram durante depoimento que a criança e sua irmã de 5 anos apanhavam com frequência. Com base nos depoimentos e nos exames médicos, a polícia pediu a prisão temporária dos pais. Os dois são acusados de tortura qualificada por lesão corporal grave e podem pegar até 13 anos de prisão.


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A juíza Cristiana Cordeiro, da Vara da Infância, Juventude e Idoso, de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, informou no início da noite desta sexta-feira (24) que o casal que vai adotar a menina de 4 meses, que teria sido agredida pelos pais, já foi escolhido. A nova família vai ficar com a criança assim que ela receber alta do hospital.
Segundo relato de testemunhas, os pais biológicos Aldecir Rocha Salazar e Karen de Souza da Silva teriam agredido a menina. A promotora classificou o boletim médico como "assustador". Aldecir e Karen perderam a guarda da criança.
No dia 16 de abril, o bebê deu entrada no Hospital Albert Schweitzer, na Zona Oeste, onde foi constatado que ele sofreu fraturas nas pernas, clavículas, braços e em duas costelas. Ele está com a maior parte do corpo engessada.
A menina foi transferida no mesmo dia para o CTI pediátrico do Hospital Azevedo Lima, em Niterói, na Região Metropolitana. “Por uma grande sorte a bebê não teve nenhuma lesão neurológica, nenhuma lesão em órgão interno”, disse a juíza Cristiana Cordeiro.
De acordo com a direção do hospital, a criança foi levada por uma tia, que teria dito no momento da internação que o bebê estava chorando muito, e que a mãe não estava cuidando dela direito. Os médicos desconfiaram da história e acionaram a polícia. Agentes da 33ª DP (Realengo) foram até a casa da vítima, em Padre Miguel, na Zona Oeste.

Irmãs não poderão ficar juntas
O bebê tem uma irmã de 5 anos. Maíra é filha só de Karen e também foi alvo de maus tratos pela mãe, segundo denúncia feita ao Conselho Tutelar. Karen perdeu a guarda das duas filhas. A mais velha vai ficar com uma tia. As irmãs não vão poder ficar juntas.
No dia 17 de abril, a Promotoria de Justiça da Infância e da Juventude da Capital propôs uma ação pedindo a destituição do poder familiar sobre o bebê. Na ocasião, a promotora informou que também pediria a destituição do poder sobre a irmã da vítima.

Troca de acusações
Médicos e funcionários da unidade de saúde também ficaram chocados com o estado da vítima. Segundo a polícia, o pai acusa a mãe, mas ela diz que foi o pai que espancou a menina. Os dois tiveram a prisão temporária decretada.
Segundo a polícia, parentes e vizinhos disseram durante depoimento que a criança e sua irmã de 5 anos apanhavam com frequência. Com base nos depoimentos e nos exames médicos, a polícia pediu a prisão temporária dos pais. Os dois são acusados de tortura qualificada por lesão corporal grave e podem pegar até 13 anos de prisão.


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A juíza Cristiana Cordeiro, da Vara da Infância, Juventude e Idoso, de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, informou no início da noite desta sexta-feira (24) que o casal que vai adotar a menina de 4 meses, que teria sido agredida pelos pais, já foi escolhido. A nova família vai ficar com a criança assim que ela receber alta do hospital.
Segundo relato de testemunhas, os pais biológicos Aldecir Rocha Salazar e Karen de Souza da Silva teriam agredido a menina. A promotora classificou o boletim médico como "assustador". Aldecir e Karen perderam a guarda da criança.
No dia 16 de abril, o bebê deu entrada no Hospital Albert Schweitzer, na Zona Oeste, onde foi constatado que ele sofreu fraturas nas pernas, clavículas, braços e em duas costelas. Ele está com a maior parte do corpo engessada.
A menina foi transferida no mesmo dia para o CTI pediátrico do Hospital Azevedo Lima, em Niterói, na Região Metropolitana. “Por uma grande sorte a bebê não teve nenhuma lesão neurológica, nenhuma lesão em órgão interno”, disse a juíza Cristiana Cordeiro.
De acordo com a direção do hospital, a criança foi levada por uma tia, que teria dito no momento da internação que o bebê estava chorando muito, e que a mãe não estava cuidando dela direito. Os médicos desconfiaram da história e acionaram a polícia. Agentes da 33ª DP (Realengo) foram até a casa da vítima, em Padre Miguel, na Zona Oeste.

Irmãs não poderão ficar juntas
O bebê tem uma irmã de 5 anos. Maíra é filha só de Karen e também foi alvo de maus tratos pela mãe, segundo denúncia feita ao Conselho Tutelar. Karen perdeu a guarda das duas filhas. A mais velha vai ficar com uma tia. As irmãs não vão poder ficar juntas.
No dia 17 de abril, a Promotoria de Justiça da Infância e da Juventude da Capital propôs uma ação pedindo a destituição do poder familiar sobre o bebê. Na ocasião, a promotora informou que também pediria a destituição do poder sobre a irmã da vítima.

Troca de acusações
Médicos e funcionários da unidade de saúde também ficaram chocados com o estado da vítima. Segundo a polícia, o pai acusa a mãe, mas ela diz que foi o pai que espancou a menina. Os dois tiveram a prisão temporária decretada.
Segundo a polícia, parentes e vizinhos disseram durante depoimento que a criança e sua irmã de 5 anos apanhavam com frequência. Com base nos depoimentos e nos exames médicos, a polícia pediu a prisão temporária dos pais. Os dois são acusados de tortura qualificada por lesão corporal grave e podem pegar até 13 anos de prisão.


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Nova família vai ficar com a criança assim que ela receber alta do hospital.Pais foram presos acusados de tortura qualificada por lesão corporal grave.

A juíza Cristiana Cordeiro, da Vara da Infância, Juventude e Idoso, de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, informou no início da noite desta sexta-feira (24) que o casal que vai adotar a menina de 4 meses, que teria sido agredida pelos pais, já foi escolhido. A nova família vai ficar com a criança assim que ela receber alta do hospital.
Segundo relato de testemunhas, os pais biológicos Aldecir Rocha Salazar e Karen de Souza da Silva teriam agredido a menina. A promotora classificou o boletim médico como "assustador". Aldecir e Karen perderam a guarda da criança.
No dia 16 de abril, o bebê deu entrada no Hospital Albert Schweitzer, na Zona Oeste, onde foi constatado que ele sofreu fraturas nas pernas, clavículas, braços e em duas costelas. Ele está com a maior parte do corpo engessada.
A menina foi transferida no mesmo dia para o CTI pediátrico do Hospital Azevedo Lima, em Niterói, na Região Metropolitana. “Por uma grande sorte a bebê não teve nenhuma lesão neurológica, nenhuma lesão em órgão interno”, disse a juíza Cristiana Cordeiro.
De acordo com a direção do hospital, a criança foi levada por uma tia, que teria dito no momento da internação que o bebê estava chorando muito, e que a mãe não estava cuidando dela direito. Os médicos desconfiaram da história e acionaram a polícia. Agentes da 33ª DP (Realengo) foram até a casa da vítima, em Padre Miguel, na Zona Oeste.

Irmãs não poderão ficar juntas
O bebê tem uma irmã de 5 anos. Maíra é filha só de Karen e também foi alvo de maus tratos pela mãe, segundo denúncia feita ao Conselho Tutelar. Karen perdeu a guarda das duas filhas. A mais velha vai ficar com uma tia. As irmãs não vão poder ficar juntas.
No dia 17 de abril, a Promotoria de Justiça da Infância e da Juventude da Capital propôs uma ação pedindo a destituição do poder familiar sobre o bebê. Na ocasião, a promotora informou que também pediria a destituição do poder sobre a irmã da vítima.

Troca de acusações
Médicos e funcionários da unidade de saúde também ficaram chocados com o estado da vítima. Segundo a polícia, o pai acusa a mãe, mas ela diz que foi o pai que espancou a menina. Os dois tiveram a prisão temporária decretada.
Segundo a polícia, parentes e vizinhos disseram durante depoimento que a criança e sua irmã de 5 anos apanhavam com frequência. Com base nos depoimentos e nos exames médicos, a polícia pediu a prisão temporária dos pais. Os dois são acusados de tortura qualificada por lesão corporal grave e podem pegar até 13 anos de prisão.


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A juíza Cristiana Cordeiro, da Vara da Infância, Juventude e Idoso, de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, informou no início da noite desta sexta-feira (24) que o casal que vai adotar a menina de 4 meses, que teria sido agredida pelos pais, já foi escolhido. A nova família vai ficar com a criança assim que ela receber alta do hospital.
Segundo relato de testemunhas, os pais biológicos Aldecir Rocha Salazar e Karen de Souza da Silva teriam agredido a menina. A promotora classificou o boletim médico como "assustador". Aldecir e Karen perderam a guarda da criança.
No dia 16 de abril, o bebê deu entrada no Hospital Albert Schweitzer, na Zona Oeste, onde foi constatado que ele sofreu fraturas nas pernas, clavículas, braços e em duas costelas. Ele está com a maior parte do corpo engessada.
A menina foi transferida no mesmo dia para o CTI pediátrico do Hospital Azevedo Lima, em Niterói, na Região Metropolitana. “Por uma grande sorte a bebê não teve nenhuma lesão neurológica, nenhuma lesão em órgão interno”, disse a juíza Cristiana Cordeiro.
De acordo com a direção do hospital, a criança foi levada por uma tia, que teria dito no momento da internação que o bebê estava chorando muito, e que a mãe não estava cuidando dela direito. Os médicos desconfiaram da história e acionaram a polícia. Agentes da 33ª DP (Realengo) foram até a casa da vítima, em Padre Miguel, na Zona Oeste.

Irmãs não poderão ficar juntas
O bebê tem uma irmã de 5 anos. Maíra é filha só de Karen e também foi alvo de maus tratos pela mãe, segundo denúncia feita ao Conselho Tutelar. Karen perdeu a guarda das duas filhas. A mais velha vai ficar com uma tia. As irmãs não vão poder ficar juntas.
No dia 17 de abril, a Promotoria de Justiça da Infância e da Juventude da Capital propôs uma ação pedindo a destituição do poder familiar sobre o bebê. Na ocasião, a promotora informou que também pediria a destituição do poder sobre a irmã da vítima.

Troca de acusações
Médicos e funcionários da unidade de saúde também ficaram chocados com o estado da vítima. Segundo a polícia, o pai acusa a mãe, mas ela diz que foi o pai que espancou a menina. Os dois tiveram a prisão temporária decretada.
Segundo a polícia, parentes e vizinhos disseram durante depoimento que a criança e sua irmã de 5 anos apanhavam com frequência. Com base nos depoimentos e nos exames médicos, a polícia pediu a prisão temporária dos pais. Os dois são acusados de tortura qualificada por lesão corporal grave e podem pegar até 13 anos de prisão.


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A juíza Cristiana Cordeiro, da Vara da Infância, Juventude e Idoso, de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, informou no início da noite desta sexta-feira (24) que o casal que vai adotar a menina de 4 meses, que teria sido agredida pelos pais, já foi escolhido. A nova família vai ficar com a criança assim que ela receber alta do hospital.
Segundo relato de testemunhas, os pais biológicos Aldecir Rocha Salazar e Karen de Souza da Silva teriam agredido a menina. A promotora classificou o boletim médico como "assustador". Aldecir e Karen perderam a guarda da criança.
No dia 16 de abril, o bebê deu entrada no Hospital Albert Schweitzer, na Zona Oeste, onde foi constatado que ele sofreu fraturas nas pernas, clavículas, braços e em duas costelas. Ele está com a maior parte do corpo engessada.
A menina foi transferida no mesmo dia para o CTI pediátrico do Hospital Azevedo Lima, em Niterói, na Região Metropolitana. “Por uma grande sorte a bebê não teve nenhuma lesão neurológica, nenhuma lesão em órgão interno”, disse a juíza Cristiana Cordeiro.
De acordo com a direção do hospital, a criança foi levada por uma tia, que teria dito no momento da internação que o bebê estava chorando muito, e que a mãe não estava cuidando dela direito. Os médicos desconfiaram da história e acionaram a polícia. Agentes da 33ª DP (Realengo) foram até a casa da vítima, em Padre Miguel, na Zona Oeste.

Irmãs não poderão ficar juntas
O bebê tem uma irmã de 5 anos. Maíra é filha só de Karen e também foi alvo de maus tratos pela mãe, segundo denúncia feita ao Conselho Tutelar. Karen perdeu a guarda das duas filhas. A mais velha vai ficar com uma tia. As irmãs não vão poder ficar juntas.
No dia 17 de abril, a Promotoria de Justiça da Infância e da Juventude da Capital propôs uma ação pedindo a destituição do poder familiar sobre o bebê. Na ocasião, a promotora informou que também pediria a destituição do poder sobre a irmã da vítima.

Troca de acusações
Médicos e funcionários da unidade de saúde também ficaram chocados com o estado da vítima. Segundo a polícia, o pai acusa a mãe, mas ela diz que foi o pai que espancou a menina. Os dois tiveram a prisão temporária decretada.
Segundo a polícia, parentes e vizinhos disseram durante depoimento que a criança e sua irmã de 5 anos apanhavam com frequência. Com base nos depoimentos e nos exames médicos, a polícia pediu a prisão temporária dos pais. Os dois são acusados de tortura qualificada por lesão corporal grave e podem pegar até 13 anos de prisão.


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Equipamento portátil funciona por meio de conexão USB e gera imagens na tela de smartphones

Engenheiros de informática da Universidade de Washington, em Saint Louis (EUA), desenvolveram um aparelho portátil que realiza ultra-som pelo celular. O equipamento tem conexão USB e gera as imagens na tela de smartphones que utilizem Microsoft Windows.
O sistema foi desenvolvido com ajuda da Microsoft, que concedeu um patrocínio de US$ 100 mil para a pesquisa em 2008. Por enquanto, o experimento está só em fase de testes e não tem data para chegar ao mercado.
Os inventores dizem que o aparelho agilizará exames que poderão ser feitos como parte dos primeiros socorros. Nas ambulâncias, o aparelho não tomará espaço de outros equipamentos e deve facilitar o trabalho de para-médicos. Mas se a novidade se espalhar , logo vai ser possível enviar, por exemplo, o ultra-som de um bebê por mensagem de celular.
Os pesquisadores William D. Richard e David Zar discutem com outros profissionais do MIT (Massachusetts Institute of Technology - instituto americano de pesquisas em ciência e tecnologia, o mais reconhecido do setor) a possibilidade de incluir o equipamento em um projeto que testa dispositivos médicos em países em desenvolvimento. Os testes devem ter foco em áreas de atuação militar, pois facilitaria o atendimento aos soldados.


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Equipamento portátil funciona por meio de conexão USB e gera imagens na tela de smartphones

Engenheiros de informática da Universidade de Washington, em Saint Louis (EUA), desenvolveram um aparelho portátil que realiza ultra-som pelo celular. O equipamento tem conexão USB e gera as imagens na tela de smartphones que utilizem Microsoft Windows.
O sistema foi desenvolvido com ajuda da Microsoft, que concedeu um patrocínio de US$ 100 mil para a pesquisa em 2008. Por enquanto, o experimento está só em fase de testes e não tem data para chegar ao mercado.
Os inventores dizem que o aparelho agilizará exames que poderão ser feitos como parte dos primeiros socorros. Nas ambulâncias, o aparelho não tomará espaço de outros equipamentos e deve facilitar o trabalho de para-médicos. Mas se a novidade se espalhar , logo vai ser possível enviar, por exemplo, o ultra-som de um bebê por mensagem de celular.
Os pesquisadores William D. Richard e David Zar discutem com outros profissionais do MIT (Massachusetts Institute of Technology - instituto americano de pesquisas em ciência e tecnologia, o mais reconhecido do setor) a possibilidade de incluir o equipamento em um projeto que testa dispositivos médicos em países em desenvolvimento. Os testes devem ter foco em áreas de atuação militar, pois facilitaria o atendimento aos soldados.


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Equipamento portátil funciona por meio de conexão USB e gera imagens na tela de smartphones

Engenheiros de informática da Universidade de Washington, em Saint Louis (EUA), desenvolveram um aparelho portátil que realiza ultra-som pelo celular. O equipamento tem conexão USB e gera as imagens na tela de smartphones que utilizem Microsoft Windows.
O sistema foi desenvolvido com ajuda da Microsoft, que concedeu um patrocínio de US$ 100 mil para a pesquisa em 2008. Por enquanto, o experimento está só em fase de testes e não tem data para chegar ao mercado.
Os inventores dizem que o aparelho agilizará exames que poderão ser feitos como parte dos primeiros socorros. Nas ambulâncias, o aparelho não tomará espaço de outros equipamentos e deve facilitar o trabalho de para-médicos. Mas se a novidade se espalhar , logo vai ser possível enviar, por exemplo, o ultra-som de um bebê por mensagem de celular.
Os pesquisadores William D. Richard e David Zar discutem com outros profissionais do MIT (Massachusetts Institute of Technology - instituto americano de pesquisas em ciência e tecnologia, o mais reconhecido do setor) a possibilidade de incluir o equipamento em um projeto que testa dispositivos médicos em países em desenvolvimento. Os testes devem ter foco em áreas de atuação militar, pois facilitaria o atendimento aos soldados.


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Engenheiros de informática da Universidade de Washington, em Saint Louis (EUA), desenvolveram um aparelho portátil que realiza ultra-som pelo celular. O equipamento tem conexão USB e gera as imagens na tela de smartphones que utilizem Microsoft Windows.
O sistema foi desenvolvido com ajuda da Microsoft, que concedeu um patrocínio de US$ 100 mil para a pesquisa em 2008. Por enquanto, o experimento está só em fase de testes e não tem data para chegar ao mercado.
Os inventores dizem que o aparelho agilizará exames que poderão ser feitos como parte dos primeiros socorros. Nas ambulâncias, o aparelho não tomará espaço de outros equipamentos e deve facilitar o trabalho de para-médicos. Mas se a novidade se espalhar , logo vai ser possível enviar, por exemplo, o ultra-som de um bebê por mensagem de celular.
Os pesquisadores William D. Richard e David Zar discutem com outros profissionais do MIT (Massachusetts Institute of Technology - instituto americano de pesquisas em ciência e tecnologia, o mais reconhecido do setor) a possibilidade de incluir o equipamento em um projeto que testa dispositivos médicos em países em desenvolvimento. Os testes devem ter foco em áreas de atuação militar, pois facilitaria o atendimento aos soldados.


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Engenheiros de informática da Universidade de Washington, em Saint Louis (EUA), desenvolveram um aparelho portátil que realiza ultra-som pelo celular. O equipamento tem conexão USB e gera as imagens na tela de smartphones que utilizem Microsoft Windows.
O sistema foi desenvolvido com ajuda da Microsoft, que concedeu um patrocínio de US$ 100 mil para a pesquisa em 2008. Por enquanto, o experimento está só em fase de testes e não tem data para chegar ao mercado.
Os inventores dizem que o aparelho agilizará exames que poderão ser feitos como parte dos primeiros socorros. Nas ambulâncias, o aparelho não tomará espaço de outros equipamentos e deve facilitar o trabalho de para-médicos. Mas se a novidade se espalhar , logo vai ser possível enviar, por exemplo, o ultra-som de um bebê por mensagem de celular.
Os pesquisadores William D. Richard e David Zar discutem com outros profissionais do MIT (Massachusetts Institute of Technology - instituto americano de pesquisas em ciência e tecnologia, o mais reconhecido do setor) a possibilidade de incluir o equipamento em um projeto que testa dispositivos médicos em países em desenvolvimento. Os testes devem ter foco em áreas de atuação militar, pois facilitaria o atendimento aos soldados.


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Engenheiros de informática da Universidade de Washington, em Saint Louis (EUA), desenvolveram um aparelho portátil que realiza ultra-som pelo celular. O equipamento tem conexão USB e gera as imagens na tela de smartphones que utilizem Microsoft Windows.
O sistema foi desenvolvido com ajuda da Microsoft, que concedeu um patrocínio de US$ 100 mil para a pesquisa em 2008. Por enquanto, o experimento está só em fase de testes e não tem data para chegar ao mercado.
Os inventores dizem que o aparelho agilizará exames que poderão ser feitos como parte dos primeiros socorros. Nas ambulâncias, o aparelho não tomará espaço de outros equipamentos e deve facilitar o trabalho de para-médicos. Mas se a novidade se espalhar , logo vai ser possível enviar, por exemplo, o ultra-som de um bebê por mensagem de celular.
Os pesquisadores William D. Richard e David Zar discutem com outros profissionais do MIT (Massachusetts Institute of Technology - instituto americano de pesquisas em ciência e tecnologia, o mais reconhecido do setor) a possibilidade de incluir o equipamento em um projeto que testa dispositivos médicos em países em desenvolvimento. Os testes devem ter foco em áreas de atuação militar, pois facilitaria o atendimento aos soldados.


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Engenheiros de informática da Universidade de Washington, em Saint Louis (EUA), desenvolveram um aparelho portátil que realiza ultra-som pelo celular. O equipamento tem conexão USB e gera as imagens na tela de smartphones que utilizem Microsoft Windows.
O sistema foi desenvolvido com ajuda da Microsoft, que concedeu um patrocínio de US$ 100 mil para a pesquisa em 2008. Por enquanto, o experimento está só em fase de testes e não tem data para chegar ao mercado.
Os inventores dizem que o aparelho agilizará exames que poderão ser feitos como parte dos primeiros socorros. Nas ambulâncias, o aparelho não tomará espaço de outros equipamentos e deve facilitar o trabalho de para-médicos. Mas se a novidade se espalhar , logo vai ser possível enviar, por exemplo, o ultra-som de um bebê por mensagem de celular.
Os pesquisadores William D. Richard e David Zar discutem com outros profissionais do MIT (Massachusetts Institute of Technology - instituto americano de pesquisas em ciência e tecnologia, o mais reconhecido do setor) a possibilidade de incluir o equipamento em um projeto que testa dispositivos médicos em países em desenvolvimento. Os testes devem ter foco em áreas de atuação militar, pois facilitaria o atendimento aos soldados.


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O sistema foi desenvolvido com ajuda da Microsoft, que concedeu um patrocínio de US$ 100 mil para a pesquisa em 2008. Por enquanto, o experimento está só em fase de testes e não tem data para chegar ao mercado.
Os inventores dizem que o aparelho agilizará exames que poderão ser feitos como parte dos primeiros socorros. Nas ambulâncias, o aparelho não tomará espaço de outros equipamentos e deve facilitar o trabalho de para-médicos. Mas se a novidade se espalhar , logo vai ser possível enviar, por exemplo, o ultra-som de um bebê por mensagem de celular.
Os pesquisadores William D. Richard e David Zar discutem com outros profissionais do MIT (Massachusetts Institute of Technology - instituto americano de pesquisas em ciência e tecnologia, o mais reconhecido do setor) a possibilidade de incluir o equipamento em um projeto que testa dispositivos médicos em países em desenvolvimento. Os testes devem ter foco em áreas de atuação militar, pois facilitaria o atendimento aos soldados.


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O sistema foi desenvolvido com ajuda da Microsoft, que concedeu um patrocínio de US$ 100 mil para a pesquisa em 2008. Por enquanto, o experimento está só em fase de testes e não tem data para chegar ao mercado.
Os inventores dizem que o aparelho agilizará exames que poderão ser feitos como parte dos primeiros socorros. Nas ambulâncias, o aparelho não tomará espaço de outros equipamentos e deve facilitar o trabalho de para-médicos. Mas se a novidade se espalhar , logo vai ser possível enviar, por exemplo, o ultra-som de um bebê por mensagem de celular.
Os pesquisadores William D. Richard e David Zar discutem com outros profissionais do MIT (Massachusetts Institute of Technology - instituto americano de pesquisas em ciência e tecnologia, o mais reconhecido do setor) a possibilidade de incluir o equipamento em um projeto que testa dispositivos médicos em países em desenvolvimento. Os testes devem ter foco em áreas de atuação militar, pois facilitaria o atendimento aos soldados.


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O sistema foi desenvolvido com ajuda da Microsoft, que concedeu um patrocínio de US$ 100 mil para a pesquisa em 2008. Por enquanto, o experimento está só em fase de testes e não tem data para chegar ao mercado.
Os inventores dizem que o aparelho agilizará exames que poderão ser feitos como parte dos primeiros socorros. Nas ambulâncias, o aparelho não tomará espaço de outros equipamentos e deve facilitar o trabalho de para-médicos. Mas se a novidade se espalhar , logo vai ser possível enviar, por exemplo, o ultra-som de um bebê por mensagem de celular.
Os pesquisadores William D. Richard e David Zar discutem com outros profissionais do MIT (Massachusetts Institute of Technology - instituto americano de pesquisas em ciência e tecnologia, o mais reconhecido do setor) a possibilidade de incluir o equipamento em um projeto que testa dispositivos médicos em países em desenvolvimento. Os testes devem ter foco em áreas de atuação militar, pois facilitaria o atendimento aos soldados.


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O sistema foi desenvolvido com ajuda da Microsoft, que concedeu um patrocínio de US$ 100 mil para a pesquisa em 2008. Por enquanto, o experimento está só em fase de testes e não tem data para chegar ao mercado.
Os inventores dizem que o aparelho agilizará exames que poderão ser feitos como parte dos primeiros socorros. Nas ambulâncias, o aparelho não tomará espaço de outros equipamentos e deve facilitar o trabalho de para-médicos. Mas se a novidade se espalhar , logo vai ser possível enviar, por exemplo, o ultra-som de um bebê por mensagem de celular.
Os pesquisadores William D. Richard e David Zar discutem com outros profissionais do MIT (Massachusetts Institute of Technology - instituto americano de pesquisas em ciência e tecnologia, o mais reconhecido do setor) a possibilidade de incluir o equipamento em um projeto que testa dispositivos médicos em países em desenvolvimento. Os testes devem ter foco em áreas de atuação militar, pois facilitaria o atendimento aos soldados.


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Engenheiros de informática da Universidade de Washington, em Saint Louis (EUA), desenvolveram um aparelho portátil que realiza ultra-som pelo celular. O equipamento tem conexão USB e gera as imagens na tela de smartphones que utilizem Microsoft Windows.
O sistema foi desenvolvido com ajuda da Microsoft, que concedeu um patrocínio de US$ 100 mil para a pesquisa em 2008. Por enquanto, o experimento está só em fase de testes e não tem data para chegar ao mercado.
Os inventores dizem que o aparelho agilizará exames que poderão ser feitos como parte dos primeiros socorros. Nas ambulâncias, o aparelho não tomará espaço de outros equipamentos e deve facilitar o trabalho de para-médicos. Mas se a novidade se espalhar , logo vai ser possível enviar, por exemplo, o ultra-som de um bebê por mensagem de celular.
Os pesquisadores William D. Richard e David Zar discutem com outros profissionais do MIT (Massachusetts Institute of Technology - instituto americano de pesquisas em ciência e tecnologia, o mais reconhecido do setor) a possibilidade de incluir o equipamento em um projeto que testa dispositivos médicos em países em desenvolvimento. Os testes devem ter foco em áreas de atuação militar, pois facilitaria o atendimento aos soldados.


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SÃO PAULO - O corpo de uma adolescente de 15 anos foi encontrado na manhã desta sexta-feira, em Votorantim, a 104 quilômetros da capital paulista. Ela estava desaparecida havia duas semanas, quando fugiu da casa da avó, em Sorocaba.
Desde o sumiço da garota, a família procurava informações sobre ela. De acordo com boletim de ocorrência, registrado nesta sexta-feira, a irmã da vítima soube que ela estava na favela da Vila Santo Antonio 2, da cidade vizinha de Votorantim. Desde quinta-feira, familiares e amigos concentraram as buscas na região. Testemunhas afirmaram que adolescente estava em companhia de um homem e um adolescente, que fugiram do local.
Nesta sexta-feira, com a ajuda de um cachorro, conseguiram localizar o corpo da jovem em um matagal nos fundos da favela. O corpo estava em uma cova rasa e foi encaminhado para o Instituto Médico Legal. As informações iniciais são de que ela teria sido morta a facadas.
A polícia já pediu a prisão dos suspeitos, que estão foragidos. As circunstâncias do desaparecimento e da morte da jovem ainda estão sendo apuradas.


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SÃO PAULO - O corpo de uma adolescente de 15 anos foi encontrado na manhã desta sexta-feira, em Votorantim, a 104 quilômetros da capital paulista. Ela estava desaparecida havia duas semanas, quando fugiu da casa da avó, em Sorocaba.
Desde o sumiço da garota, a família procurava informações sobre ela. De acordo com boletim de ocorrência, registrado nesta sexta-feira, a irmã da vítima soube que ela estava na favela da Vila Santo Antonio 2, da cidade vizinha de Votorantim. Desde quinta-feira, familiares e amigos concentraram as buscas na região. Testemunhas afirmaram que adolescente estava em companhia de um homem e um adolescente, que fugiram do local.
Nesta sexta-feira, com a ajuda de um cachorro, conseguiram localizar o corpo da jovem em um matagal nos fundos da favela. O corpo estava em uma cova rasa e foi encaminhado para o Instituto Médico Legal. As informações iniciais são de que ela teria sido morta a facadas.
A polícia já pediu a prisão dos suspeitos, que estão foragidos. As circunstâncias do desaparecimento e da morte da jovem ainda estão sendo apuradas.


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Desde o sumiço da garota, a família procurava informações sobre ela. De acordo com boletim de ocorrência, registrado nesta sexta-feira, a irmã da vítima soube que ela estava na favela da Vila Santo Antonio 2, da cidade vizinha de Votorantim. Desde quinta-feira, familiares e amigos concentraram as buscas na região. Testemunhas afirmaram que adolescente estava em companhia de um homem e um adolescente, que fugiram do local.
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Desde o sumiço da garota, a família procurava informações sobre ela. De acordo com boletim de ocorrência, registrado nesta sexta-feira, a irmã da vítima soube que ela estava na favela da Vila Santo Antonio 2, da cidade vizinha de Votorantim. Desde quinta-feira, familiares e amigos concentraram as buscas na região. Testemunhas afirmaram que adolescente estava em companhia de um homem e um adolescente, que fugiram do local.
Nesta sexta-feira, com a ajuda de um cachorro, conseguiram localizar o corpo da jovem em um matagal nos fundos da favela. O corpo estava em uma cova rasa e foi encaminhado para o Instituto Médico Legal. As informações iniciais são de que ela teria sido morta a facadas.
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Desde o sumiço da garota, a família procurava informações sobre ela. De acordo com boletim de ocorrência, registrado nesta sexta-feira, a irmã da vítima soube que ela estava na favela da Vila Santo Antonio 2, da cidade vizinha de Votorantim. Desde quinta-feira, familiares e amigos concentraram as buscas na região. Testemunhas afirmaram que adolescente estava em companhia de um homem e um adolescente, que fugiram do local.
Nesta sexta-feira, com a ajuda de um cachorro, conseguiram localizar o corpo da jovem em um matagal nos fundos da favela. O corpo estava em uma cova rasa e foi encaminhado para o Instituto Médico Legal. As informações iniciais são de que ela teria sido morta a facadas.
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Concepção artística de como seria a locomoção da Puijila na água; animal tinha membros robustos e "um tipo de "pé-de-pato"

Antes dessa descoberta, o pinípede considerado o mais antigo era o Enaliarctos, achado na costa noroeste da América do Norte, e dotado de nadadeiras. O Puijila está descrito em estudo na edição de hoje da revista "Nature", liderado por Natalia Rybczynski, do Museu Canadense da Natureza.
O nome Puijila darwini homenageia o naturalista Charles Darwin, pai da teoria da evolução, que previu a existência de uma forma de transição entre esses animais. Puijila é a palavra para "pequeno mamífero
Um fóssil achado no Canadá é um bicho tão original que merece ser descrito pelo mais velho e surrado clichê da evolução biológica: trata-se do "elo perdido" entre mamíferos aquáticos como focas e morsas e seus ancestrais terrestres.
Os mamíferos conhecidos como pinípedes têm nadadeiras que facilitam a natação, mas tornam sua movimentação em terra pouco eficiente. O fóssil de 23 milhões de anos batizado Puijila darwini tem membros robustos para andar, mas seus ossos indicam que haveria membranas entre os dedos semelhantes às de uma ave aquática, um tipo de "pé-de-pato".
Os primeiros vestígios do mamífero foram achados em 2007 num lago criado na cratera do impacto de um meteoro. Uma expedição em 2008 achou mais pedaços. Ao todo, 65% do esqueleto foi desvendado.
A região do Ártico é considerada a área de origem dos pinípedes. Há 23 milhões de anos o clima era ameno como o de uma região temperada. Vivendo primeiro em lagos de água doce, os animais foram se adaptando à vida aquática a ponto de passar a caçar no mar. O achado dá uma visão de como seriam os pinípedes antes de passarem a ter nadadeiras, segundo Rybczynski, que chefiou a expedição de campo.
O fóssil retém uma longa cauda e membros com proporções mais semelhantes às de carnívoros terrestres do que dos pinípedes atuais. Mas alguns ossos indicam que ele levava uma vida semiaquática.
A passagem da terra para o mar aconteceu diversas vezes entre os mamíferos, indicam as lontras, o peixe-boi-marinho, as baleias e os golfinhos.
"Essa transição é caracterizada por inovações associadas com muitos aspectos da vida, incluindo locomoção, alimentação e reprodução. O registro fóssil tem documentado os primeiros estágios de algumas dessas transformações, com mais sucesso no caso das baleias a partir de artiodáctilos terrestres", escreveram os autores. Artiodáctilos são mamíferos ungulados (com casco) e com número par de dedos nas patas, como o boi e o camelo.
Em 2007, o "elo perdido" das baleias foi identificado como um pequeno artiodáctilo fóssil, o Indohyus, achado na Índia. Mas só agora, com a descoberta do fóssil canadense, é que a primitiva evolução dos pinípedes passa a ser melhor conhecida.
O sítio paleontológico no Canadá tem ainda peixes, aves e outros fósseis, como coelhos, rinocerontes e os ancestrais das modernas girafas e veados.

link do postPor anjoseguerreiros, às 07:35  comentar

Concepção artística de como seria a locomoção da Puijila na água; animal tinha membros robustos e "um tipo de "pé-de-pato"

Antes dessa descoberta, o pinípede considerado o mais antigo era o Enaliarctos, achado na costa noroeste da América do Norte, e dotado de nadadeiras. O Puijila está descrito em estudo na edição de hoje da revista "Nature", liderado por Natalia Rybczynski, do Museu Canadense da Natureza.
O nome Puijila darwini homenageia o naturalista Charles Darwin, pai da teoria da evolução, que previu a existência de uma forma de transição entre esses animais. Puijila é a palavra para "pequeno mamífero
Um fóssil achado no Canadá é um bicho tão original que merece ser descrito pelo mais velho e surrado clichê da evolução biológica: trata-se do "elo perdido" entre mamíferos aquáticos como focas e morsas e seus ancestrais terrestres.
Os mamíferos conhecidos como pinípedes têm nadadeiras que facilitam a natação, mas tornam sua movimentação em terra pouco eficiente. O fóssil de 23 milhões de anos batizado Puijila darwini tem membros robustos para andar, mas seus ossos indicam que haveria membranas entre os dedos semelhantes às de uma ave aquática, um tipo de "pé-de-pato".
Os primeiros vestígios do mamífero foram achados em 2007 num lago criado na cratera do impacto de um meteoro. Uma expedição em 2008 achou mais pedaços. Ao todo, 65% do esqueleto foi desvendado.
A região do Ártico é considerada a área de origem dos pinípedes. Há 23 milhões de anos o clima era ameno como o de uma região temperada. Vivendo primeiro em lagos de água doce, os animais foram se adaptando à vida aquática a ponto de passar a caçar no mar. O achado dá uma visão de como seriam os pinípedes antes de passarem a ter nadadeiras, segundo Rybczynski, que chefiou a expedição de campo.
O fóssil retém uma longa cauda e membros com proporções mais semelhantes às de carnívoros terrestres do que dos pinípedes atuais. Mas alguns ossos indicam que ele levava uma vida semiaquática.
A passagem da terra para o mar aconteceu diversas vezes entre os mamíferos, indicam as lontras, o peixe-boi-marinho, as baleias e os golfinhos.
"Essa transição é caracterizada por inovações associadas com muitos aspectos da vida, incluindo locomoção, alimentação e reprodução. O registro fóssil tem documentado os primeiros estágios de algumas dessas transformações, com mais sucesso no caso das baleias a partir de artiodáctilos terrestres", escreveram os autores. Artiodáctilos são mamíferos ungulados (com casco) e com número par de dedos nas patas, como o boi e o camelo.
Em 2007, o "elo perdido" das baleias foi identificado como um pequeno artiodáctilo fóssil, o Indohyus, achado na Índia. Mas só agora, com a descoberta do fóssil canadense, é que a primitiva evolução dos pinípedes passa a ser melhor conhecida.
O sítio paleontológico no Canadá tem ainda peixes, aves e outros fósseis, como coelhos, rinocerontes e os ancestrais das modernas girafas e veados.

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Concepção artística de como seria a locomoção da Puijila na água; animal tinha membros robustos e "um tipo de "pé-de-pato"

Antes dessa descoberta, o pinípede considerado o mais antigo era o Enaliarctos, achado na costa noroeste da América do Norte, e dotado de nadadeiras. O Puijila está descrito em estudo na edição de hoje da revista "Nature", liderado por Natalia Rybczynski, do Museu Canadense da Natureza.
O nome Puijila darwini homenageia o naturalista Charles Darwin, pai da teoria da evolução, que previu a existência de uma forma de transição entre esses animais. Puijila é a palavra para "pequeno mamífero
Um fóssil achado no Canadá é um bicho tão original que merece ser descrito pelo mais velho e surrado clichê da evolução biológica: trata-se do "elo perdido" entre mamíferos aquáticos como focas e morsas e seus ancestrais terrestres.
Os mamíferos conhecidos como pinípedes têm nadadeiras que facilitam a natação, mas tornam sua movimentação em terra pouco eficiente. O fóssil de 23 milhões de anos batizado Puijila darwini tem membros robustos para andar, mas seus ossos indicam que haveria membranas entre os dedos semelhantes às de uma ave aquática, um tipo de "pé-de-pato".
Os primeiros vestígios do mamífero foram achados em 2007 num lago criado na cratera do impacto de um meteoro. Uma expedição em 2008 achou mais pedaços. Ao todo, 65% do esqueleto foi desvendado.
A região do Ártico é considerada a área de origem dos pinípedes. Há 23 milhões de anos o clima era ameno como o de uma região temperada. Vivendo primeiro em lagos de água doce, os animais foram se adaptando à vida aquática a ponto de passar a caçar no mar. O achado dá uma visão de como seriam os pinípedes antes de passarem a ter nadadeiras, segundo Rybczynski, que chefiou a expedição de campo.
O fóssil retém uma longa cauda e membros com proporções mais semelhantes às de carnívoros terrestres do que dos pinípedes atuais. Mas alguns ossos indicam que ele levava uma vida semiaquática.
A passagem da terra para o mar aconteceu diversas vezes entre os mamíferos, indicam as lontras, o peixe-boi-marinho, as baleias e os golfinhos.
"Essa transição é caracterizada por inovações associadas com muitos aspectos da vida, incluindo locomoção, alimentação e reprodução. O registro fóssil tem documentado os primeiros estágios de algumas dessas transformações, com mais sucesso no caso das baleias a partir de artiodáctilos terrestres", escreveram os autores. Artiodáctilos são mamíferos ungulados (com casco) e com número par de dedos nas patas, como o boi e o camelo.
Em 2007, o "elo perdido" das baleias foi identificado como um pequeno artiodáctilo fóssil, o Indohyus, achado na Índia. Mas só agora, com a descoberta do fóssil canadense, é que a primitiva evolução dos pinípedes passa a ser melhor conhecida.
O sítio paleontológico no Canadá tem ainda peixes, aves e outros fósseis, como coelhos, rinocerontes e os ancestrais das modernas girafas e veados.

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Concepção artística de como seria a locomoção da Puijila na água; animal tinha membros robustos e "um tipo de "pé-de-pato"

Antes dessa descoberta, o pinípede considerado o mais antigo era o Enaliarctos, achado na costa noroeste da América do Norte, e dotado de nadadeiras. O Puijila está descrito em estudo na edição de hoje da revista "Nature", liderado por Natalia Rybczynski, do Museu Canadense da Natureza.
O nome Puijila darwini homenageia o naturalista Charles Darwin, pai da teoria da evolução, que previu a existência de uma forma de transição entre esses animais. Puijila é a palavra para "pequeno mamífero
Um fóssil achado no Canadá é um bicho tão original que merece ser descrito pelo mais velho e surrado clichê da evolução biológica: trata-se do "elo perdido" entre mamíferos aquáticos como focas e morsas e seus ancestrais terrestres.
Os mamíferos conhecidos como pinípedes têm nadadeiras que facilitam a natação, mas tornam sua movimentação em terra pouco eficiente. O fóssil de 23 milhões de anos batizado Puijila darwini tem membros robustos para andar, mas seus ossos indicam que haveria membranas entre os dedos semelhantes às de uma ave aquática, um tipo de "pé-de-pato".
Os primeiros vestígios do mamífero foram achados em 2007 num lago criado na cratera do impacto de um meteoro. Uma expedição em 2008 achou mais pedaços. Ao todo, 65% do esqueleto foi desvendado.
A região do Ártico é considerada a área de origem dos pinípedes. Há 23 milhões de anos o clima era ameno como o de uma região temperada. Vivendo primeiro em lagos de água doce, os animais foram se adaptando à vida aquática a ponto de passar a caçar no mar. O achado dá uma visão de como seriam os pinípedes antes de passarem a ter nadadeiras, segundo Rybczynski, que chefiou a expedição de campo.
O fóssil retém uma longa cauda e membros com proporções mais semelhantes às de carnívoros terrestres do que dos pinípedes atuais. Mas alguns ossos indicam que ele levava uma vida semiaquática.
A passagem da terra para o mar aconteceu diversas vezes entre os mamíferos, indicam as lontras, o peixe-boi-marinho, as baleias e os golfinhos.
"Essa transição é caracterizada por inovações associadas com muitos aspectos da vida, incluindo locomoção, alimentação e reprodução. O registro fóssil tem documentado os primeiros estágios de algumas dessas transformações, com mais sucesso no caso das baleias a partir de artiodáctilos terrestres", escreveram os autores. Artiodáctilos são mamíferos ungulados (com casco) e com número par de dedos nas patas, como o boi e o camelo.
Em 2007, o "elo perdido" das baleias foi identificado como um pequeno artiodáctilo fóssil, o Indohyus, achado na Índia. Mas só agora, com a descoberta do fóssil canadense, é que a primitiva evolução dos pinípedes passa a ser melhor conhecida.
O sítio paleontológico no Canadá tem ainda peixes, aves e outros fósseis, como coelhos, rinocerontes e os ancestrais das modernas girafas e veados.

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Concepção artística de como seria a locomoção da Puijila na água; animal tinha membros robustos e "um tipo de "pé-de-pato"

Antes dessa descoberta, o pinípede considerado o mais antigo era o Enaliarctos, achado na costa noroeste da América do Norte, e dotado de nadadeiras. O Puijila está descrito em estudo na edição de hoje da revista "Nature", liderado por Natalia Rybczynski, do Museu Canadense da Natureza.
O nome Puijila darwini homenageia o naturalista Charles Darwin, pai da teoria da evolução, que previu a existência de uma forma de transição entre esses animais. Puijila é a palavra para "pequeno mamífero
Um fóssil achado no Canadá é um bicho tão original que merece ser descrito pelo mais velho e surrado clichê da evolução biológica: trata-se do "elo perdido" entre mamíferos aquáticos como focas e morsas e seus ancestrais terrestres.
Os mamíferos conhecidos como pinípedes têm nadadeiras que facilitam a natação, mas tornam sua movimentação em terra pouco eficiente. O fóssil de 23 milhões de anos batizado Puijila darwini tem membros robustos para andar, mas seus ossos indicam que haveria membranas entre os dedos semelhantes às de uma ave aquática, um tipo de "pé-de-pato".
Os primeiros vestígios do mamífero foram achados em 2007 num lago criado na cratera do impacto de um meteoro. Uma expedição em 2008 achou mais pedaços. Ao todo, 65% do esqueleto foi desvendado.
A região do Ártico é considerada a área de origem dos pinípedes. Há 23 milhões de anos o clima era ameno como o de uma região temperada. Vivendo primeiro em lagos de água doce, os animais foram se adaptando à vida aquática a ponto de passar a caçar no mar. O achado dá uma visão de como seriam os pinípedes antes de passarem a ter nadadeiras, segundo Rybczynski, que chefiou a expedição de campo.
O fóssil retém uma longa cauda e membros com proporções mais semelhantes às de carnívoros terrestres do que dos pinípedes atuais. Mas alguns ossos indicam que ele levava uma vida semiaquática.
A passagem da terra para o mar aconteceu diversas vezes entre os mamíferos, indicam as lontras, o peixe-boi-marinho, as baleias e os golfinhos.
"Essa transição é caracterizada por inovações associadas com muitos aspectos da vida, incluindo locomoção, alimentação e reprodução. O registro fóssil tem documentado os primeiros estágios de algumas dessas transformações, com mais sucesso no caso das baleias a partir de artiodáctilos terrestres", escreveram os autores. Artiodáctilos são mamíferos ungulados (com casco) e com número par de dedos nas patas, como o boi e o camelo.
Em 2007, o "elo perdido" das baleias foi identificado como um pequeno artiodáctilo fóssil, o Indohyus, achado na Índia. Mas só agora, com a descoberta do fóssil canadense, é que a primitiva evolução dos pinípedes passa a ser melhor conhecida.
O sítio paleontológico no Canadá tem ainda peixes, aves e outros fósseis, como coelhos, rinocerontes e os ancestrais das modernas girafas e veados.

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Antes dessa descoberta, o pinípede considerado o mais antigo era o Enaliarctos, achado na costa noroeste da América do Norte, e dotado de nadadeiras. O Puijila está descrito em estudo na edição de hoje da revista "Nature", liderado por Natalia Rybczynski, do Museu Canadense da Natureza.
O nome Puijila darwini homenageia o naturalista Charles Darwin, pai da teoria da evolução, que previu a existência de uma forma de transição entre esses animais. Puijila é a palavra para "pequeno mamífero
Um fóssil achado no Canadá é um bicho tão original que merece ser descrito pelo mais velho e surrado clichê da evolução biológica: trata-se do "elo perdido" entre mamíferos aquáticos como focas e morsas e seus ancestrais terrestres.
Os mamíferos conhecidos como pinípedes têm nadadeiras que facilitam a natação, mas tornam sua movimentação em terra pouco eficiente. O fóssil de 23 milhões de anos batizado Puijila darwini tem membros robustos para andar, mas seus ossos indicam que haveria membranas entre os dedos semelhantes às de uma ave aquática, um tipo de "pé-de-pato".
Os primeiros vestígios do mamífero foram achados em 2007 num lago criado na cratera do impacto de um meteoro. Uma expedição em 2008 achou mais pedaços. Ao todo, 65% do esqueleto foi desvendado.
A região do Ártico é considerada a área de origem dos pinípedes. Há 23 milhões de anos o clima era ameno como o de uma região temperada. Vivendo primeiro em lagos de água doce, os animais foram se adaptando à vida aquática a ponto de passar a caçar no mar. O achado dá uma visão de como seriam os pinípedes antes de passarem a ter nadadeiras, segundo Rybczynski, que chefiou a expedição de campo.
O fóssil retém uma longa cauda e membros com proporções mais semelhantes às de carnívoros terrestres do que dos pinípedes atuais. Mas alguns ossos indicam que ele levava uma vida semiaquática.
A passagem da terra para o mar aconteceu diversas vezes entre os mamíferos, indicam as lontras, o peixe-boi-marinho, as baleias e os golfinhos.
"Essa transição é caracterizada por inovações associadas com muitos aspectos da vida, incluindo locomoção, alimentação e reprodução. O registro fóssil tem documentado os primeiros estágios de algumas dessas transformações, com mais sucesso no caso das baleias a partir de artiodáctilos terrestres", escreveram os autores. Artiodáctilos são mamíferos ungulados (com casco) e com número par de dedos nas patas, como o boi e o camelo.
Em 2007, o "elo perdido" das baleias foi identificado como um pequeno artiodáctilo fóssil, o Indohyus, achado na Índia. Mas só agora, com a descoberta do fóssil canadense, é que a primitiva evolução dos pinípedes passa a ser melhor conhecida.
O sítio paleontológico no Canadá tem ainda peixes, aves e outros fósseis, como coelhos, rinocerontes e os ancestrais das modernas girafas e veados.

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Antes dessa descoberta, o pinípede considerado o mais antigo era o Enaliarctos, achado na costa noroeste da América do Norte, e dotado de nadadeiras. O Puijila está descrito em estudo na edição de hoje da revista "Nature", liderado por Natalia Rybczynski, do Museu Canadense da Natureza.
O nome Puijila darwini homenageia o naturalista Charles Darwin, pai da teoria da evolução, que previu a existência de uma forma de transição entre esses animais. Puijila é a palavra para "pequeno mamífero
Um fóssil achado no Canadá é um bicho tão original que merece ser descrito pelo mais velho e surrado clichê da evolução biológica: trata-se do "elo perdido" entre mamíferos aquáticos como focas e morsas e seus ancestrais terrestres.
Os mamíferos conhecidos como pinípedes têm nadadeiras que facilitam a natação, mas tornam sua movimentação em terra pouco eficiente. O fóssil de 23 milhões de anos batizado Puijila darwini tem membros robustos para andar, mas seus ossos indicam que haveria membranas entre os dedos semelhantes às de uma ave aquática, um tipo de "pé-de-pato".
Os primeiros vestígios do mamífero foram achados em 2007 num lago criado na cratera do impacto de um meteoro. Uma expedição em 2008 achou mais pedaços. Ao todo, 65% do esqueleto foi desvendado.
A região do Ártico é considerada a área de origem dos pinípedes. Há 23 milhões de anos o clima era ameno como o de uma região temperada. Vivendo primeiro em lagos de água doce, os animais foram se adaptando à vida aquática a ponto de passar a caçar no mar. O achado dá uma visão de como seriam os pinípedes antes de passarem a ter nadadeiras, segundo Rybczynski, que chefiou a expedição de campo.
O fóssil retém uma longa cauda e membros com proporções mais semelhantes às de carnívoros terrestres do que dos pinípedes atuais. Mas alguns ossos indicam que ele levava uma vida semiaquática.
A passagem da terra para o mar aconteceu diversas vezes entre os mamíferos, indicam as lontras, o peixe-boi-marinho, as baleias e os golfinhos.
"Essa transição é caracterizada por inovações associadas com muitos aspectos da vida, incluindo locomoção, alimentação e reprodução. O registro fóssil tem documentado os primeiros estágios de algumas dessas transformações, com mais sucesso no caso das baleias a partir de artiodáctilos terrestres", escreveram os autores. Artiodáctilos são mamíferos ungulados (com casco) e com número par de dedos nas patas, como o boi e o camelo.
Em 2007, o "elo perdido" das baleias foi identificado como um pequeno artiodáctilo fóssil, o Indohyus, achado na Índia. Mas só agora, com a descoberta do fóssil canadense, é que a primitiva evolução dos pinípedes passa a ser melhor conhecida.
O sítio paleontológico no Canadá tem ainda peixes, aves e outros fósseis, como coelhos, rinocerontes e os ancestrais das modernas girafas e veados.

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Antes dessa descoberta, o pinípede considerado o mais antigo era o Enaliarctos, achado na costa noroeste da América do Norte, e dotado de nadadeiras. O Puijila está descrito em estudo na edição de hoje da revista "Nature", liderado por Natalia Rybczynski, do Museu Canadense da Natureza.
O nome Puijila darwini homenageia o naturalista Charles Darwin, pai da teoria da evolução, que previu a existência de uma forma de transição entre esses animais. Puijila é a palavra para "pequeno mamífero
Um fóssil achado no Canadá é um bicho tão original que merece ser descrito pelo mais velho e surrado clichê da evolução biológica: trata-se do "elo perdido" entre mamíferos aquáticos como focas e morsas e seus ancestrais terrestres.
Os mamíferos conhecidos como pinípedes têm nadadeiras que facilitam a natação, mas tornam sua movimentação em terra pouco eficiente. O fóssil de 23 milhões de anos batizado Puijila darwini tem membros robustos para andar, mas seus ossos indicam que haveria membranas entre os dedos semelhantes às de uma ave aquática, um tipo de "pé-de-pato".
Os primeiros vestígios do mamífero foram achados em 2007 num lago criado na cratera do impacto de um meteoro. Uma expedição em 2008 achou mais pedaços. Ao todo, 65% do esqueleto foi desvendado.
A região do Ártico é considerada a área de origem dos pinípedes. Há 23 milhões de anos o clima era ameno como o de uma região temperada. Vivendo primeiro em lagos de água doce, os animais foram se adaptando à vida aquática a ponto de passar a caçar no mar. O achado dá uma visão de como seriam os pinípedes antes de passarem a ter nadadeiras, segundo Rybczynski, que chefiou a expedição de campo.
O fóssil retém uma longa cauda e membros com proporções mais semelhantes às de carnívoros terrestres do que dos pinípedes atuais. Mas alguns ossos indicam que ele levava uma vida semiaquática.
A passagem da terra para o mar aconteceu diversas vezes entre os mamíferos, indicam as lontras, o peixe-boi-marinho, as baleias e os golfinhos.
"Essa transição é caracterizada por inovações associadas com muitos aspectos da vida, incluindo locomoção, alimentação e reprodução. O registro fóssil tem documentado os primeiros estágios de algumas dessas transformações, com mais sucesso no caso das baleias a partir de artiodáctilos terrestres", escreveram os autores. Artiodáctilos são mamíferos ungulados (com casco) e com número par de dedos nas patas, como o boi e o camelo.
Em 2007, o "elo perdido" das baleias foi identificado como um pequeno artiodáctilo fóssil, o Indohyus, achado na Índia. Mas só agora, com a descoberta do fóssil canadense, é que a primitiva evolução dos pinípedes passa a ser melhor conhecida.
O sítio paleontológico no Canadá tem ainda peixes, aves e outros fósseis, como coelhos, rinocerontes e os ancestrais das modernas girafas e veados.

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Concepção artística de como seria a locomoção da Puijila na água; animal tinha membros robustos e "um tipo de "pé-de-pato"

Antes dessa descoberta, o pinípede considerado o mais antigo era o Enaliarctos, achado na costa noroeste da América do Norte, e dotado de nadadeiras. O Puijila está descrito em estudo na edição de hoje da revista "Nature", liderado por Natalia Rybczynski, do Museu Canadense da Natureza.
O nome Puijila darwini homenageia o naturalista Charles Darwin, pai da teoria da evolução, que previu a existência de uma forma de transição entre esses animais. Puijila é a palavra para "pequeno mamífero
Um fóssil achado no Canadá é um bicho tão original que merece ser descrito pelo mais velho e surrado clichê da evolução biológica: trata-se do "elo perdido" entre mamíferos aquáticos como focas e morsas e seus ancestrais terrestres.
Os mamíferos conhecidos como pinípedes têm nadadeiras que facilitam a natação, mas tornam sua movimentação em terra pouco eficiente. O fóssil de 23 milhões de anos batizado Puijila darwini tem membros robustos para andar, mas seus ossos indicam que haveria membranas entre os dedos semelhantes às de uma ave aquática, um tipo de "pé-de-pato".
Os primeiros vestígios do mamífero foram achados em 2007 num lago criado na cratera do impacto de um meteoro. Uma expedição em 2008 achou mais pedaços. Ao todo, 65% do esqueleto foi desvendado.
A região do Ártico é considerada a área de origem dos pinípedes. Há 23 milhões de anos o clima era ameno como o de uma região temperada. Vivendo primeiro em lagos de água doce, os animais foram se adaptando à vida aquática a ponto de passar a caçar no mar. O achado dá uma visão de como seriam os pinípedes antes de passarem a ter nadadeiras, segundo Rybczynski, que chefiou a expedição de campo.
O fóssil retém uma longa cauda e membros com proporções mais semelhantes às de carnívoros terrestres do que dos pinípedes atuais. Mas alguns ossos indicam que ele levava uma vida semiaquática.
A passagem da terra para o mar aconteceu diversas vezes entre os mamíferos, indicam as lontras, o peixe-boi-marinho, as baleias e os golfinhos.
"Essa transição é caracterizada por inovações associadas com muitos aspectos da vida, incluindo locomoção, alimentação e reprodução. O registro fóssil tem documentado os primeiros estágios de algumas dessas transformações, com mais sucesso no caso das baleias a partir de artiodáctilos terrestres", escreveram os autores. Artiodáctilos são mamíferos ungulados (com casco) e com número par de dedos nas patas, como o boi e o camelo.
Em 2007, o "elo perdido" das baleias foi identificado como um pequeno artiodáctilo fóssil, o Indohyus, achado na Índia. Mas só agora, com a descoberta do fóssil canadense, é que a primitiva evolução dos pinípedes passa a ser melhor conhecida.
O sítio paleontológico no Canadá tem ainda peixes, aves e outros fósseis, como coelhos, rinocerontes e os ancestrais das modernas girafas e veados.

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Antes dessa descoberta, o pinípede considerado o mais antigo era o Enaliarctos, achado na costa noroeste da América do Norte, e dotado de nadadeiras. O Puijila está descrito em estudo na edição de hoje da revista "Nature", liderado por Natalia Rybczynski, do Museu Canadense da Natureza.
O nome Puijila darwini homenageia o naturalista Charles Darwin, pai da teoria da evolução, que previu a existência de uma forma de transição entre esses animais. Puijila é a palavra para "pequeno mamífero
Um fóssil achado no Canadá é um bicho tão original que merece ser descrito pelo mais velho e surrado clichê da evolução biológica: trata-se do "elo perdido" entre mamíferos aquáticos como focas e morsas e seus ancestrais terrestres.
Os mamíferos conhecidos como pinípedes têm nadadeiras que facilitam a natação, mas tornam sua movimentação em terra pouco eficiente. O fóssil de 23 milhões de anos batizado Puijila darwini tem membros robustos para andar, mas seus ossos indicam que haveria membranas entre os dedos semelhantes às de uma ave aquática, um tipo de "pé-de-pato".
Os primeiros vestígios do mamífero foram achados em 2007 num lago criado na cratera do impacto de um meteoro. Uma expedição em 2008 achou mais pedaços. Ao todo, 65% do esqueleto foi desvendado.
A região do Ártico é considerada a área de origem dos pinípedes. Há 23 milhões de anos o clima era ameno como o de uma região temperada. Vivendo primeiro em lagos de água doce, os animais foram se adaptando à vida aquática a ponto de passar a caçar no mar. O achado dá uma visão de como seriam os pinípedes antes de passarem a ter nadadeiras, segundo Rybczynski, que chefiou a expedição de campo.
O fóssil retém uma longa cauda e membros com proporções mais semelhantes às de carnívoros terrestres do que dos pinípedes atuais. Mas alguns ossos indicam que ele levava uma vida semiaquática.
A passagem da terra para o mar aconteceu diversas vezes entre os mamíferos, indicam as lontras, o peixe-boi-marinho, as baleias e os golfinhos.
"Essa transição é caracterizada por inovações associadas com muitos aspectos da vida, incluindo locomoção, alimentação e reprodução. O registro fóssil tem documentado os primeiros estágios de algumas dessas transformações, com mais sucesso no caso das baleias a partir de artiodáctilos terrestres", escreveram os autores. Artiodáctilos são mamíferos ungulados (com casco) e com número par de dedos nas patas, como o boi e o camelo.
Em 2007, o "elo perdido" das baleias foi identificado como um pequeno artiodáctilo fóssil, o Indohyus, achado na Índia. Mas só agora, com a descoberta do fóssil canadense, é que a primitiva evolução dos pinípedes passa a ser melhor conhecida.
O sítio paleontológico no Canadá tem ainda peixes, aves e outros fósseis, como coelhos, rinocerontes e os ancestrais das modernas girafas e veados.

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Antes dessa descoberta, o pinípede considerado o mais antigo era o Enaliarctos, achado na costa noroeste da América do Norte, e dotado de nadadeiras. O Puijila está descrito em estudo na edição de hoje da revista "Nature", liderado por Natalia Rybczynski, do Museu Canadense da Natureza.
O nome Puijila darwini homenageia o naturalista Charles Darwin, pai da teoria da evolução, que previu a existência de uma forma de transição entre esses animais. Puijila é a palavra para "pequeno mamífero
Um fóssil achado no Canadá é um bicho tão original que merece ser descrito pelo mais velho e surrado clichê da evolução biológica: trata-se do "elo perdido" entre mamíferos aquáticos como focas e morsas e seus ancestrais terrestres.
Os mamíferos conhecidos como pinípedes têm nadadeiras que facilitam a natação, mas tornam sua movimentação em terra pouco eficiente. O fóssil de 23 milhões de anos batizado Puijila darwini tem membros robustos para andar, mas seus ossos indicam que haveria membranas entre os dedos semelhantes às de uma ave aquática, um tipo de "pé-de-pato".
Os primeiros vestígios do mamífero foram achados em 2007 num lago criado na cratera do impacto de um meteoro. Uma expedição em 2008 achou mais pedaços. Ao todo, 65% do esqueleto foi desvendado.
A região do Ártico é considerada a área de origem dos pinípedes. Há 23 milhões de anos o clima era ameno como o de uma região temperada. Vivendo primeiro em lagos de água doce, os animais foram se adaptando à vida aquática a ponto de passar a caçar no mar. O achado dá uma visão de como seriam os pinípedes antes de passarem a ter nadadeiras, segundo Rybczynski, que chefiou a expedição de campo.
O fóssil retém uma longa cauda e membros com proporções mais semelhantes às de carnívoros terrestres do que dos pinípedes atuais. Mas alguns ossos indicam que ele levava uma vida semiaquática.
A passagem da terra para o mar aconteceu diversas vezes entre os mamíferos, indicam as lontras, o peixe-boi-marinho, as baleias e os golfinhos.
"Essa transição é caracterizada por inovações associadas com muitos aspectos da vida, incluindo locomoção, alimentação e reprodução. O registro fóssil tem documentado os primeiros estágios de algumas dessas transformações, com mais sucesso no caso das baleias a partir de artiodáctilos terrestres", escreveram os autores. Artiodáctilos são mamíferos ungulados (com casco) e com número par de dedos nas patas, como o boi e o camelo.
Em 2007, o "elo perdido" das baleias foi identificado como um pequeno artiodáctilo fóssil, o Indohyus, achado na Índia. Mas só agora, com a descoberta do fóssil canadense, é que a primitiva evolução dos pinípedes passa a ser melhor conhecida.
O sítio paleontológico no Canadá tem ainda peixes, aves e outros fósseis, como coelhos, rinocerontes e os ancestrais das modernas girafas e veados.

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O nome Puijila darwini homenageia o naturalista Charles Darwin, pai da teoria da evolução, que previu a existência de uma forma de transição entre esses animais. Puijila é a palavra para "pequeno mamífero
Um fóssil achado no Canadá é um bicho tão original que merece ser descrito pelo mais velho e surrado clichê da evolução biológica: trata-se do "elo perdido" entre mamíferos aquáticos como focas e morsas e seus ancestrais terrestres.
Os mamíferos conhecidos como pinípedes têm nadadeiras que facilitam a natação, mas tornam sua movimentação em terra pouco eficiente. O fóssil de 23 milhões de anos batizado Puijila darwini tem membros robustos para andar, mas seus ossos indicam que haveria membranas entre os dedos semelhantes às de uma ave aquática, um tipo de "pé-de-pato".
Os primeiros vestígios do mamífero foram achados em 2007 num lago criado na cratera do impacto de um meteoro. Uma expedição em 2008 achou mais pedaços. Ao todo, 65% do esqueleto foi desvendado.
A região do Ártico é considerada a área de origem dos pinípedes. Há 23 milhões de anos o clima era ameno como o de uma região temperada. Vivendo primeiro em lagos de água doce, os animais foram se adaptando à vida aquática a ponto de passar a caçar no mar. O achado dá uma visão de como seriam os pinípedes antes de passarem a ter nadadeiras, segundo Rybczynski, que chefiou a expedição de campo.
O fóssil retém uma longa cauda e membros com proporções mais semelhantes às de carnívoros terrestres do que dos pinípedes atuais. Mas alguns ossos indicam que ele levava uma vida semiaquática.
A passagem da terra para o mar aconteceu diversas vezes entre os mamíferos, indicam as lontras, o peixe-boi-marinho, as baleias e os golfinhos.
"Essa transição é caracterizada por inovações associadas com muitos aspectos da vida, incluindo locomoção, alimentação e reprodução. O registro fóssil tem documentado os primeiros estágios de algumas dessas transformações, com mais sucesso no caso das baleias a partir de artiodáctilos terrestres", escreveram os autores. Artiodáctilos são mamíferos ungulados (com casco) e com número par de dedos nas patas, como o boi e o camelo.
Em 2007, o "elo perdido" das baleias foi identificado como um pequeno artiodáctilo fóssil, o Indohyus, achado na Índia. Mas só agora, com a descoberta do fóssil canadense, é que a primitiva evolução dos pinípedes passa a ser melhor conhecida.
O sítio paleontológico no Canadá tem ainda peixes, aves e outros fósseis, como coelhos, rinocerontes e os ancestrais das modernas girafas e veados.

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RIO - Pompeyo Lugo, um dos cinco irmãos do presidente paraguaio Fernando Lugo, transformou-se num dos principais defensores do ex-bispo. Numa visita a Buenos Aires, ele disse à repórter Janaína Figueiredo que "este é um golpe de Estado encoberto" e defendeu a relação entre Lugo e Viviana Carrillo, mãe do menino de quase dois anos de idade que o presidente reconheceu como filho, na semana passada.
Qual é sua opinião sobre a situação que vive o presidente?
Tudo o que estamos vendo e ouvindo é parte do roteiro de uma guerra suja, uma tentativa de golpe encoberto .

Quem está por trás desta guerra suja?
O crime organizado internacional, o narcotráfico, o narcoterrorismo, os contrabandistas de armas, os falsificadores, os contrabandistas de cigarros e os lavadores de dinheiro. Com Lugo, acabou o roubo no Paraguai, e todas essas pessoas roubaram demais nos últimos anos

Lugo era bispo quando Viviana engravidou...
Ele disse que foi um momento de fraqueza, mas também foi um momento de grandeza. Ele queria ser amado, queria amar, ela também, já tinha 23 ou 24 anos, tenho certeza que ambos decidiram ter esse filho. Também decidiram manter essa relação e esse filho no âmbito privado, porque ela é solteira e ele, um homem público .


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RIO - Pompeyo Lugo, um dos cinco irmãos do presidente paraguaio Fernando Lugo, transformou-se num dos principais defensores do ex-bispo. Numa visita a Buenos Aires, ele disse à repórter Janaína Figueiredo que "este é um golpe de Estado encoberto" e defendeu a relação entre Lugo e Viviana Carrillo, mãe do menino de quase dois anos de idade que o presidente reconheceu como filho, na semana passada.
Qual é sua opinião sobre a situação que vive o presidente?
Tudo o que estamos vendo e ouvindo é parte do roteiro de uma guerra suja, uma tentativa de golpe encoberto .

Quem está por trás desta guerra suja?
O crime organizado internacional, o narcotráfico, o narcoterrorismo, os contrabandistas de armas, os falsificadores, os contrabandistas de cigarros e os lavadores de dinheiro. Com Lugo, acabou o roubo no Paraguai, e todas essas pessoas roubaram demais nos últimos anos

Lugo era bispo quando Viviana engravidou...
Ele disse que foi um momento de fraqueza, mas também foi um momento de grandeza. Ele queria ser amado, queria amar, ela também, já tinha 23 ou 24 anos, tenho certeza que ambos decidiram ter esse filho. Também decidiram manter essa relação e esse filho no âmbito privado, porque ela é solteira e ele, um homem público .


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Qual é sua opinião sobre a situação que vive o presidente?
Tudo o que estamos vendo e ouvindo é parte do roteiro de uma guerra suja, uma tentativa de golpe encoberto .

Quem está por trás desta guerra suja?
O crime organizado internacional, o narcotráfico, o narcoterrorismo, os contrabandistas de armas, os falsificadores, os contrabandistas de cigarros e os lavadores de dinheiro. Com Lugo, acabou o roubo no Paraguai, e todas essas pessoas roubaram demais nos últimos anos

Lugo era bispo quando Viviana engravidou...
Ele disse que foi um momento de fraqueza, mas também foi um momento de grandeza. Ele queria ser amado, queria amar, ela também, já tinha 23 ou 24 anos, tenho certeza que ambos decidiram ter esse filho. Também decidiram manter essa relação e esse filho no âmbito privado, porque ela é solteira e ele, um homem público .


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Qual é sua opinião sobre a situação que vive o presidente?
Tudo o que estamos vendo e ouvindo é parte do roteiro de uma guerra suja, uma tentativa de golpe encoberto .

Quem está por trás desta guerra suja?
O crime organizado internacional, o narcotráfico, o narcoterrorismo, os contrabandistas de armas, os falsificadores, os contrabandistas de cigarros e os lavadores de dinheiro. Com Lugo, acabou o roubo no Paraguai, e todas essas pessoas roubaram demais nos últimos anos

Lugo era bispo quando Viviana engravidou...
Ele disse que foi um momento de fraqueza, mas também foi um momento de grandeza. Ele queria ser amado, queria amar, ela também, já tinha 23 ou 24 anos, tenho certeza que ambos decidiram ter esse filho. Também decidiram manter essa relação e esse filho no âmbito privado, porque ela é solteira e ele, um homem público .


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Qual é sua opinião sobre a situação que vive o presidente?
Tudo o que estamos vendo e ouvindo é parte do roteiro de uma guerra suja, uma tentativa de golpe encoberto .

Quem está por trás desta guerra suja?
O crime organizado internacional, o narcotráfico, o narcoterrorismo, os contrabandistas de armas, os falsificadores, os contrabandistas de cigarros e os lavadores de dinheiro. Com Lugo, acabou o roubo no Paraguai, e todas essas pessoas roubaram demais nos últimos anos

Lugo era bispo quando Viviana engravidou...
Ele disse que foi um momento de fraqueza, mas também foi um momento de grandeza. Ele queria ser amado, queria amar, ela também, já tinha 23 ou 24 anos, tenho certeza que ambos decidiram ter esse filho. Também decidiram manter essa relação e esse filho no âmbito privado, porque ela é solteira e ele, um homem público .


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Qual é sua opinião sobre a situação que vive o presidente?
Tudo o que estamos vendo e ouvindo é parte do roteiro de uma guerra suja, uma tentativa de golpe encoberto .

Quem está por trás desta guerra suja?
O crime organizado internacional, o narcotráfico, o narcoterrorismo, os contrabandistas de armas, os falsificadores, os contrabandistas de cigarros e os lavadores de dinheiro. Com Lugo, acabou o roubo no Paraguai, e todas essas pessoas roubaram demais nos últimos anos

Lugo era bispo quando Viviana engravidou...
Ele disse que foi um momento de fraqueza, mas também foi um momento de grandeza. Ele queria ser amado, queria amar, ela também, já tinha 23 ou 24 anos, tenho certeza que ambos decidiram ter esse filho. Também decidiram manter essa relação e esse filho no âmbito privado, porque ela é solteira e ele, um homem público .


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Qual é sua opinião sobre a situação que vive o presidente?
Tudo o que estamos vendo e ouvindo é parte do roteiro de uma guerra suja, uma tentativa de golpe encoberto .

Quem está por trás desta guerra suja?
O crime organizado internacional, o narcotráfico, o narcoterrorismo, os contrabandistas de armas, os falsificadores, os contrabandistas de cigarros e os lavadores de dinheiro. Com Lugo, acabou o roubo no Paraguai, e todas essas pessoas roubaram demais nos últimos anos

Lugo era bispo quando Viviana engravidou...
Ele disse que foi um momento de fraqueza, mas também foi um momento de grandeza. Ele queria ser amado, queria amar, ela também, já tinha 23 ou 24 anos, tenho certeza que ambos decidiram ter esse filho. Também decidiram manter essa relação e esse filho no âmbito privado, porque ela é solteira e ele, um homem público .


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Lugo era bispo quando Viviana engravidou...
Ele disse que foi um momento de fraqueza, mas também foi um momento de grandeza. Ele queria ser amado, queria amar, ela também, já tinha 23 ou 24 anos, tenho certeza que ambos decidiram ter esse filho. Também decidiram manter essa relação e esse filho no âmbito privado, porque ela é solteira e ele, um homem público .


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Qual é sua opinião sobre a situação que vive o presidente?
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Quem está por trás desta guerra suja?
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Lugo era bispo quando Viviana engravidou...
Ele disse que foi um momento de fraqueza, mas também foi um momento de grandeza. Ele queria ser amado, queria amar, ela também, já tinha 23 ou 24 anos, tenho certeza que ambos decidiram ter esse filho. Também decidiram manter essa relação e esse filho no âmbito privado, porque ela é solteira e ele, um homem público .


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Qual é sua opinião sobre a situação que vive o presidente?
Tudo o que estamos vendo e ouvindo é parte do roteiro de uma guerra suja, uma tentativa de golpe encoberto .

Quem está por trás desta guerra suja?
O crime organizado internacional, o narcotráfico, o narcoterrorismo, os contrabandistas de armas, os falsificadores, os contrabandistas de cigarros e os lavadores de dinheiro. Com Lugo, acabou o roubo no Paraguai, e todas essas pessoas roubaram demais nos últimos anos

Lugo era bispo quando Viviana engravidou...
Ele disse que foi um momento de fraqueza, mas também foi um momento de grandeza. Ele queria ser amado, queria amar, ela também, já tinha 23 ou 24 anos, tenho certeza que ambos decidiram ter esse filho. Também decidiram manter essa relação e esse filho no âmbito privado, porque ela é solteira e ele, um homem público .


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Qual é sua opinião sobre a situação que vive o presidente?
Tudo o que estamos vendo e ouvindo é parte do roteiro de uma guerra suja, uma tentativa de golpe encoberto .

Quem está por trás desta guerra suja?
O crime organizado internacional, o narcotráfico, o narcoterrorismo, os contrabandistas de armas, os falsificadores, os contrabandistas de cigarros e os lavadores de dinheiro. Com Lugo, acabou o roubo no Paraguai, e todas essas pessoas roubaram demais nos últimos anos

Lugo era bispo quando Viviana engravidou...
Ele disse que foi um momento de fraqueza, mas também foi um momento de grandeza. Ele queria ser amado, queria amar, ela também, já tinha 23 ou 24 anos, tenho certeza que ambos decidiram ter esse filho. Também decidiram manter essa relação e esse filho no âmbito privado, porque ela é solteira e ele, um homem público .


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WASHINGTON - A maneira como a crise econômica vem empurrando para a recessão ou reduzindo o crescimento de países pobres e emergentes fará com que mais da metade das nações em desenvolvimento sofra com o aumento no número de pessoas vivendo na pobreza extrema (com até US$ 1,25 por dia) em 2009, revela o Relatório de Monitoramento Global do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial (Bird).
E, como mostra reportagem do correspondente Gilberto Scofield Jr., publicada pelo Globo neste sábado, o mais grave é que a quantidade de pessoas sofrendo cronicamente de fome no mundo vai ultrapassar pela primeira vez um bilhão ou 15% da população mundial, o equivalente à população da Índia.
Segundo o economista-chefe do FMI, Justin Yifu Lin, no mundo inteiro calcula-se que entre 55 milhões e 90 milhões de pessoas devem entrar no grupo de miseráveis, que vivem em pobreza absoluta por causa da recessão mundial em 2009.
O combate à fome era uma das metas do milênio com grandes chances de serem atingidas em 2015. Mas essa meta, diz o diretor-gerente adjunto do FMI, Johk Lipsky, sofrerá um sério revés por causa da crise, não apenas devido à retração das economias dos países em desenvolvimento, mas também porque, apesar do recuo nos preços dos alimentos e do petróleo no mercado internacional, esses valores continuam excepcionalmente altos em comparação a médias históricas.
O número de pessoas cronicamente famintas vem aumentando de 850 milhões, em 2007, para 960 milhões, em 2008, e mais de um bilhão este ano, diz o relatório. Mas na comparação da população faminta com o total da população mundial, hoje em 6,6 bilhões, este percentual vinha caindo.


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WASHINGTON - A maneira como a crise econômica vem empurrando para a recessão ou reduzindo o crescimento de países pobres e emergentes fará com que mais da metade das nações em desenvolvimento sofra com o aumento no número de pessoas vivendo na pobreza extrema (com até US$ 1,25 por dia) em 2009, revela o Relatório de Monitoramento Global do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial (Bird).
E, como mostra reportagem do correspondente Gilberto Scofield Jr., publicada pelo Globo neste sábado, o mais grave é que a quantidade de pessoas sofrendo cronicamente de fome no mundo vai ultrapassar pela primeira vez um bilhão ou 15% da população mundial, o equivalente à população da Índia.
Segundo o economista-chefe do FMI, Justin Yifu Lin, no mundo inteiro calcula-se que entre 55 milhões e 90 milhões de pessoas devem entrar no grupo de miseráveis, que vivem em pobreza absoluta por causa da recessão mundial em 2009.
O combate à fome era uma das metas do milênio com grandes chances de serem atingidas em 2015. Mas essa meta, diz o diretor-gerente adjunto do FMI, Johk Lipsky, sofrerá um sério revés por causa da crise, não apenas devido à retração das economias dos países em desenvolvimento, mas também porque, apesar do recuo nos preços dos alimentos e do petróleo no mercado internacional, esses valores continuam excepcionalmente altos em comparação a médias históricas.
O número de pessoas cronicamente famintas vem aumentando de 850 milhões, em 2007, para 960 milhões, em 2008, e mais de um bilhão este ano, diz o relatório. Mas na comparação da população faminta com o total da população mundial, hoje em 6,6 bilhões, este percentual vinha caindo.


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WASHINGTON - A maneira como a crise econômica vem empurrando para a recessão ou reduzindo o crescimento de países pobres e emergentes fará com que mais da metade das nações em desenvolvimento sofra com o aumento no número de pessoas vivendo na pobreza extrema (com até US$ 1,25 por dia) em 2009, revela o Relatório de Monitoramento Global do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial (Bird).
E, como mostra reportagem do correspondente Gilberto Scofield Jr., publicada pelo Globo neste sábado, o mais grave é que a quantidade de pessoas sofrendo cronicamente de fome no mundo vai ultrapassar pela primeira vez um bilhão ou 15% da população mundial, o equivalente à população da Índia.
Segundo o economista-chefe do FMI, Justin Yifu Lin, no mundo inteiro calcula-se que entre 55 milhões e 90 milhões de pessoas devem entrar no grupo de miseráveis, que vivem em pobreza absoluta por causa da recessão mundial em 2009.
O combate à fome era uma das metas do milênio com grandes chances de serem atingidas em 2015. Mas essa meta, diz o diretor-gerente adjunto do FMI, Johk Lipsky, sofrerá um sério revés por causa da crise, não apenas devido à retração das economias dos países em desenvolvimento, mas também porque, apesar do recuo nos preços dos alimentos e do petróleo no mercado internacional, esses valores continuam excepcionalmente altos em comparação a médias históricas.
O número de pessoas cronicamente famintas vem aumentando de 850 milhões, em 2007, para 960 milhões, em 2008, e mais de um bilhão este ano, diz o relatório. Mas na comparação da população faminta com o total da população mundial, hoje em 6,6 bilhões, este percentual vinha caindo.


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WASHINGTON - A maneira como a crise econômica vem empurrando para a recessão ou reduzindo o crescimento de países pobres e emergentes fará com que mais da metade das nações em desenvolvimento sofra com o aumento no número de pessoas vivendo na pobreza extrema (com até US$ 1,25 por dia) em 2009, revela o Relatório de Monitoramento Global do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial (Bird).
E, como mostra reportagem do correspondente Gilberto Scofield Jr., publicada pelo Globo neste sábado, o mais grave é que a quantidade de pessoas sofrendo cronicamente de fome no mundo vai ultrapassar pela primeira vez um bilhão ou 15% da população mundial, o equivalente à população da Índia.
Segundo o economista-chefe do FMI, Justin Yifu Lin, no mundo inteiro calcula-se que entre 55 milhões e 90 milhões de pessoas devem entrar no grupo de miseráveis, que vivem em pobreza absoluta por causa da recessão mundial em 2009.
O combate à fome era uma das metas do milênio com grandes chances de serem atingidas em 2015. Mas essa meta, diz o diretor-gerente adjunto do FMI, Johk Lipsky, sofrerá um sério revés por causa da crise, não apenas devido à retração das economias dos países em desenvolvimento, mas também porque, apesar do recuo nos preços dos alimentos e do petróleo no mercado internacional, esses valores continuam excepcionalmente altos em comparação a médias históricas.
O número de pessoas cronicamente famintas vem aumentando de 850 milhões, em 2007, para 960 milhões, em 2008, e mais de um bilhão este ano, diz o relatório. Mas na comparação da população faminta com o total da população mundial, hoje em 6,6 bilhões, este percentual vinha caindo.


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E, como mostra reportagem do correspondente Gilberto Scofield Jr., publicada pelo Globo neste sábado, o mais grave é que a quantidade de pessoas sofrendo cronicamente de fome no mundo vai ultrapassar pela primeira vez um bilhão ou 15% da população mundial, o equivalente à população da Índia.
Segundo o economista-chefe do FMI, Justin Yifu Lin, no mundo inteiro calcula-se que entre 55 milhões e 90 milhões de pessoas devem entrar no grupo de miseráveis, que vivem em pobreza absoluta por causa da recessão mundial em 2009.
O combate à fome era uma das metas do milênio com grandes chances de serem atingidas em 2015. Mas essa meta, diz o diretor-gerente adjunto do FMI, Johk Lipsky, sofrerá um sério revés por causa da crise, não apenas devido à retração das economias dos países em desenvolvimento, mas também porque, apesar do recuo nos preços dos alimentos e do petróleo no mercado internacional, esses valores continuam excepcionalmente altos em comparação a médias históricas.
O número de pessoas cronicamente famintas vem aumentando de 850 milhões, em 2007, para 960 milhões, em 2008, e mais de um bilhão este ano, diz o relatório. Mas na comparação da população faminta com o total da população mundial, hoje em 6,6 bilhões, este percentual vinha caindo.


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E, como mostra reportagem do correspondente Gilberto Scofield Jr., publicada pelo Globo neste sábado, o mais grave é que a quantidade de pessoas sofrendo cronicamente de fome no mundo vai ultrapassar pela primeira vez um bilhão ou 15% da população mundial, o equivalente à população da Índia.
Segundo o economista-chefe do FMI, Justin Yifu Lin, no mundo inteiro calcula-se que entre 55 milhões e 90 milhões de pessoas devem entrar no grupo de miseráveis, que vivem em pobreza absoluta por causa da recessão mundial em 2009.
O combate à fome era uma das metas do milênio com grandes chances de serem atingidas em 2015. Mas essa meta, diz o diretor-gerente adjunto do FMI, Johk Lipsky, sofrerá um sério revés por causa da crise, não apenas devido à retração das economias dos países em desenvolvimento, mas também porque, apesar do recuo nos preços dos alimentos e do petróleo no mercado internacional, esses valores continuam excepcionalmente altos em comparação a médias históricas.
O número de pessoas cronicamente famintas vem aumentando de 850 milhões, em 2007, para 960 milhões, em 2008, e mais de um bilhão este ano, diz o relatório. Mas na comparação da população faminta com o total da população mundial, hoje em 6,6 bilhões, este percentual vinha caindo.


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E, como mostra reportagem do correspondente Gilberto Scofield Jr., publicada pelo Globo neste sábado, o mais grave é que a quantidade de pessoas sofrendo cronicamente de fome no mundo vai ultrapassar pela primeira vez um bilhão ou 15% da população mundial, o equivalente à população da Índia.
Segundo o economista-chefe do FMI, Justin Yifu Lin, no mundo inteiro calcula-se que entre 55 milhões e 90 milhões de pessoas devem entrar no grupo de miseráveis, que vivem em pobreza absoluta por causa da recessão mundial em 2009.
O combate à fome era uma das metas do milênio com grandes chances de serem atingidas em 2015. Mas essa meta, diz o diretor-gerente adjunto do FMI, Johk Lipsky, sofrerá um sério revés por causa da crise, não apenas devido à retração das economias dos países em desenvolvimento, mas também porque, apesar do recuo nos preços dos alimentos e do petróleo no mercado internacional, esses valores continuam excepcionalmente altos em comparação a médias históricas.
O número de pessoas cronicamente famintas vem aumentando de 850 milhões, em 2007, para 960 milhões, em 2008, e mais de um bilhão este ano, diz o relatório. Mas na comparação da população faminta com o total da população mundial, hoje em 6,6 bilhões, este percentual vinha caindo.


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E, como mostra reportagem do correspondente Gilberto Scofield Jr., publicada pelo Globo neste sábado, o mais grave é que a quantidade de pessoas sofrendo cronicamente de fome no mundo vai ultrapassar pela primeira vez um bilhão ou 15% da população mundial, o equivalente à população da Índia.
Segundo o economista-chefe do FMI, Justin Yifu Lin, no mundo inteiro calcula-se que entre 55 milhões e 90 milhões de pessoas devem entrar no grupo de miseráveis, que vivem em pobreza absoluta por causa da recessão mundial em 2009.
O combate à fome era uma das metas do milênio com grandes chances de serem atingidas em 2015. Mas essa meta, diz o diretor-gerente adjunto do FMI, Johk Lipsky, sofrerá um sério revés por causa da crise, não apenas devido à retração das economias dos países em desenvolvimento, mas também porque, apesar do recuo nos preços dos alimentos e do petróleo no mercado internacional, esses valores continuam excepcionalmente altos em comparação a médias históricas.
O número de pessoas cronicamente famintas vem aumentando de 850 milhões, em 2007, para 960 milhões, em 2008, e mais de um bilhão este ano, diz o relatório. Mas na comparação da população faminta com o total da população mundial, hoje em 6,6 bilhões, este percentual vinha caindo.


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E, como mostra reportagem do correspondente Gilberto Scofield Jr., publicada pelo Globo neste sábado, o mais grave é que a quantidade de pessoas sofrendo cronicamente de fome no mundo vai ultrapassar pela primeira vez um bilhão ou 15% da população mundial, o equivalente à população da Índia.
Segundo o economista-chefe do FMI, Justin Yifu Lin, no mundo inteiro calcula-se que entre 55 milhões e 90 milhões de pessoas devem entrar no grupo de miseráveis, que vivem em pobreza absoluta por causa da recessão mundial em 2009.
O combate à fome era uma das metas do milênio com grandes chances de serem atingidas em 2015. Mas essa meta, diz o diretor-gerente adjunto do FMI, Johk Lipsky, sofrerá um sério revés por causa da crise, não apenas devido à retração das economias dos países em desenvolvimento, mas também porque, apesar do recuo nos preços dos alimentos e do petróleo no mercado internacional, esses valores continuam excepcionalmente altos em comparação a médias históricas.
O número de pessoas cronicamente famintas vem aumentando de 850 milhões, em 2007, para 960 milhões, em 2008, e mais de um bilhão este ano, diz o relatório. Mas na comparação da população faminta com o total da população mundial, hoje em 6,6 bilhões, este percentual vinha caindo.


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E, como mostra reportagem do correspondente Gilberto Scofield Jr., publicada pelo Globo neste sábado, o mais grave é que a quantidade de pessoas sofrendo cronicamente de fome no mundo vai ultrapassar pela primeira vez um bilhão ou 15% da população mundial, o equivalente à população da Índia.
Segundo o economista-chefe do FMI, Justin Yifu Lin, no mundo inteiro calcula-se que entre 55 milhões e 90 milhões de pessoas devem entrar no grupo de miseráveis, que vivem em pobreza absoluta por causa da recessão mundial em 2009.
O combate à fome era uma das metas do milênio com grandes chances de serem atingidas em 2015. Mas essa meta, diz o diretor-gerente adjunto do FMI, Johk Lipsky, sofrerá um sério revés por causa da crise, não apenas devido à retração das economias dos países em desenvolvimento, mas também porque, apesar do recuo nos preços dos alimentos e do petróleo no mercado internacional, esses valores continuam excepcionalmente altos em comparação a médias históricas.
O número de pessoas cronicamente famintas vem aumentando de 850 milhões, em 2007, para 960 milhões, em 2008, e mais de um bilhão este ano, diz o relatório. Mas na comparação da população faminta com o total da população mundial, hoje em 6,6 bilhões, este percentual vinha caindo.


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WASHINGTON - A maneira como a crise econômica vem empurrando para a recessão ou reduzindo o crescimento de países pobres e emergentes fará com que mais da metade das nações em desenvolvimento sofra com o aumento no número de pessoas vivendo na pobreza extrema (com até US$ 1,25 por dia) em 2009, revela o Relatório de Monitoramento Global do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial (Bird).
E, como mostra reportagem do correspondente Gilberto Scofield Jr., publicada pelo Globo neste sábado, o mais grave é que a quantidade de pessoas sofrendo cronicamente de fome no mundo vai ultrapassar pela primeira vez um bilhão ou 15% da população mundial, o equivalente à população da Índia.
Segundo o economista-chefe do FMI, Justin Yifu Lin, no mundo inteiro calcula-se que entre 55 milhões e 90 milhões de pessoas devem entrar no grupo de miseráveis, que vivem em pobreza absoluta por causa da recessão mundial em 2009.
O combate à fome era uma das metas do milênio com grandes chances de serem atingidas em 2015. Mas essa meta, diz o diretor-gerente adjunto do FMI, Johk Lipsky, sofrerá um sério revés por causa da crise, não apenas devido à retração das economias dos países em desenvolvimento, mas também porque, apesar do recuo nos preços dos alimentos e do petróleo no mercado internacional, esses valores continuam excepcionalmente altos em comparação a médias históricas.
O número de pessoas cronicamente famintas vem aumentando de 850 milhões, em 2007, para 960 milhões, em 2008, e mais de um bilhão este ano, diz o relatório. Mas na comparação da população faminta com o total da população mundial, hoje em 6,6 bilhões, este percentual vinha caindo.


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WASHINGTON - A maneira como a crise econômica vem empurrando para a recessão ou reduzindo o crescimento de países pobres e emergentes fará com que mais da metade das nações em desenvolvimento sofra com o aumento no número de pessoas vivendo na pobreza extrema (com até US$ 1,25 por dia) em 2009, revela o Relatório de Monitoramento Global do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial (Bird).
E, como mostra reportagem do correspondente Gilberto Scofield Jr., publicada pelo Globo neste sábado, o mais grave é que a quantidade de pessoas sofrendo cronicamente de fome no mundo vai ultrapassar pela primeira vez um bilhão ou 15% da população mundial, o equivalente à população da Índia.
Segundo o economista-chefe do FMI, Justin Yifu Lin, no mundo inteiro calcula-se que entre 55 milhões e 90 milhões de pessoas devem entrar no grupo de miseráveis, que vivem em pobreza absoluta por causa da recessão mundial em 2009.
O combate à fome era uma das metas do milênio com grandes chances de serem atingidas em 2015. Mas essa meta, diz o diretor-gerente adjunto do FMI, Johk Lipsky, sofrerá um sério revés por causa da crise, não apenas devido à retração das economias dos países em desenvolvimento, mas também porque, apesar do recuo nos preços dos alimentos e do petróleo no mercado internacional, esses valores continuam excepcionalmente altos em comparação a médias históricas.
O número de pessoas cronicamente famintas vem aumentando de 850 milhões, em 2007, para 960 milhões, em 2008, e mais de um bilhão este ano, diz o relatório. Mas na comparação da população faminta com o total da população mundial, hoje em 6,6 bilhões, este percentual vinha caindo.


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Um filhote de ema de apenas 10 dias de vida acompanha seu pai em um passeio pelos gramados do Zoológico de Berlim, nesta sexta-feira, na Alemanha. Entre as emas, pássaro nativo da Austrália, são os machos que chocam os ovos para o nascimento dos bebês: os papais chegam a ficar oito semanas sem comer ou beber água - vivendo apenas de gordura corporal armazenada - para cuidar do ninho. Enquanto isso, as fêmeas vão acasalar com outros parceiros, podendo formar até três ninhos diferentes em uma mesma temporada. Depois que os filhotes saem dos ovos, o macho cuida deles por 18 meses, defendendo-os e ensinando onde encontrar comida. As listras no bebê ema são para camuflagem e desaparecem depois de cerca de três meses de vida.

ESSE CUIDA BEM!!!!!

FONTE:http://colunas.epoca.globo.com/animal/2009/04/24/bebe-ema-passeia-com-seu-pai-em-berlim/
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PORTO ALEGRE - O médico andrologista Bayard Fischer Santos, especialista em próteses penianas, teve o registro profissional cassado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). A decisão, divulgada nesta quinta-feira pelo Conselho Regional de Medicina (Cremers), teve por base o caso de um jovem de 22 anos que teve uma prótese implantada por Bayard em 1990, por dificuldades de ereção. A cirurgia não teria resolvido o problema.
Segundo Cremers, a cassação ocorreu pelo fato de o andrologista ter infringido dois artigos do Código de Ética Médica, ao indicar e realizar uma cirurgia de prótese peniana "desnecessária e precipitada". Por ser considerado um procedimento irreversível e ter sido aplicado em um paciente jovem, que poderia ter outras alternativas de tratamento, o implante também foi classificado como "imprudente e negligente".
O andrologista recorreu da decisão junto ao CFM, mas teve o pedido negado e a cassação confirmada. Ele também entrou na Justiça para tentar anular a decisão. Em nota, Bayard informou que continuará atendendo normalmente, porém como sexólogo, e que os demais procedimentos serão repassados a colegas de sua confiança.
O advogado do médico, Fabiano Justin Cerveira, contesta a decisão.
- Estamos buscando junto ao Poder Judiciário o reconhecimento de irregularidades no procedimento instaurado pelo Cremers. A cassação é equivocada. Bayard é um médico que sempre atuou primando pela ética profissional e deverá ser absolvido. O procedimento médico realizado foi correto diante do caso apresentado.


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PORTO ALEGRE - O médico andrologista Bayard Fischer Santos, especialista em próteses penianas, teve o registro profissional cassado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). A decisão, divulgada nesta quinta-feira pelo Conselho Regional de Medicina (Cremers), teve por base o caso de um jovem de 22 anos que teve uma prótese implantada por Bayard em 1990, por dificuldades de ereção. A cirurgia não teria resolvido o problema.
Segundo Cremers, a cassação ocorreu pelo fato de o andrologista ter infringido dois artigos do Código de Ética Médica, ao indicar e realizar uma cirurgia de prótese peniana "desnecessária e precipitada". Por ser considerado um procedimento irreversível e ter sido aplicado em um paciente jovem, que poderia ter outras alternativas de tratamento, o implante também foi classificado como "imprudente e negligente".
O andrologista recorreu da decisão junto ao CFM, mas teve o pedido negado e a cassação confirmada. Ele também entrou na Justiça para tentar anular a decisão. Em nota, Bayard informou que continuará atendendo normalmente, porém como sexólogo, e que os demais procedimentos serão repassados a colegas de sua confiança.
O advogado do médico, Fabiano Justin Cerveira, contesta a decisão.
- Estamos buscando junto ao Poder Judiciário o reconhecimento de irregularidades no procedimento instaurado pelo Cremers. A cassação é equivocada. Bayard é um médico que sempre atuou primando pela ética profissional e deverá ser absolvido. O procedimento médico realizado foi correto diante do caso apresentado.


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PORTO ALEGRE - O médico andrologista Bayard Fischer Santos, especialista em próteses penianas, teve o registro profissional cassado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). A decisão, divulgada nesta quinta-feira pelo Conselho Regional de Medicina (Cremers), teve por base o caso de um jovem de 22 anos que teve uma prótese implantada por Bayard em 1990, por dificuldades de ereção. A cirurgia não teria resolvido o problema.
Segundo Cremers, a cassação ocorreu pelo fato de o andrologista ter infringido dois artigos do Código de Ética Médica, ao indicar e realizar uma cirurgia de prótese peniana "desnecessária e precipitada". Por ser considerado um procedimento irreversível e ter sido aplicado em um paciente jovem, que poderia ter outras alternativas de tratamento, o implante também foi classificado como "imprudente e negligente".
O andrologista recorreu da decisão junto ao CFM, mas teve o pedido negado e a cassação confirmada. Ele também entrou na Justiça para tentar anular a decisão. Em nota, Bayard informou que continuará atendendo normalmente, porém como sexólogo, e que os demais procedimentos serão repassados a colegas de sua confiança.
O advogado do médico, Fabiano Justin Cerveira, contesta a decisão.
- Estamos buscando junto ao Poder Judiciário o reconhecimento de irregularidades no procedimento instaurado pelo Cremers. A cassação é equivocada. Bayard é um médico que sempre atuou primando pela ética profissional e deverá ser absolvido. O procedimento médico realizado foi correto diante do caso apresentado.


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PORTO ALEGRE - O médico andrologista Bayard Fischer Santos, especialista em próteses penianas, teve o registro profissional cassado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). A decisão, divulgada nesta quinta-feira pelo Conselho Regional de Medicina (Cremers), teve por base o caso de um jovem de 22 anos que teve uma prótese implantada por Bayard em 1990, por dificuldades de ereção. A cirurgia não teria resolvido o problema.
Segundo Cremers, a cassação ocorreu pelo fato de o andrologista ter infringido dois artigos do Código de Ética Médica, ao indicar e realizar uma cirurgia de prótese peniana "desnecessária e precipitada". Por ser considerado um procedimento irreversível e ter sido aplicado em um paciente jovem, que poderia ter outras alternativas de tratamento, o implante também foi classificado como "imprudente e negligente".
O andrologista recorreu da decisão junto ao CFM, mas teve o pedido negado e a cassação confirmada. Ele também entrou na Justiça para tentar anular a decisão. Em nota, Bayard informou que continuará atendendo normalmente, porém como sexólogo, e que os demais procedimentos serão repassados a colegas de sua confiança.
O advogado do médico, Fabiano Justin Cerveira, contesta a decisão.
- Estamos buscando junto ao Poder Judiciário o reconhecimento de irregularidades no procedimento instaurado pelo Cremers. A cassação é equivocada. Bayard é um médico que sempre atuou primando pela ética profissional e deverá ser absolvido. O procedimento médico realizado foi correto diante do caso apresentado.


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PORTO ALEGRE - O médico andrologista Bayard Fischer Santos, especialista em próteses penianas, teve o registro profissional cassado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). A decisão, divulgada nesta quinta-feira pelo Conselho Regional de Medicina (Cremers), teve por base o caso de um jovem de 22 anos que teve uma prótese implantada por Bayard em 1990, por dificuldades de ereção. A cirurgia não teria resolvido o problema.
Segundo Cremers, a cassação ocorreu pelo fato de o andrologista ter infringido dois artigos do Código de Ética Médica, ao indicar e realizar uma cirurgia de prótese peniana "desnecessária e precipitada". Por ser considerado um procedimento irreversível e ter sido aplicado em um paciente jovem, que poderia ter outras alternativas de tratamento, o implante também foi classificado como "imprudente e negligente".
O andrologista recorreu da decisão junto ao CFM, mas teve o pedido negado e a cassação confirmada. Ele também entrou na Justiça para tentar anular a decisão. Em nota, Bayard informou que continuará atendendo normalmente, porém como sexólogo, e que os demais procedimentos serão repassados a colegas de sua confiança.
O advogado do médico, Fabiano Justin Cerveira, contesta a decisão.
- Estamos buscando junto ao Poder Judiciário o reconhecimento de irregularidades no procedimento instaurado pelo Cremers. A cassação é equivocada. Bayard é um médico que sempre atuou primando pela ética profissional e deverá ser absolvido. O procedimento médico realizado foi correto diante do caso apresentado.


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PORTO ALEGRE - O médico andrologista Bayard Fischer Santos, especialista em próteses penianas, teve o registro profissional cassado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). A decisão, divulgada nesta quinta-feira pelo Conselho Regional de Medicina (Cremers), teve por base o caso de um jovem de 22 anos que teve uma prótese implantada por Bayard em 1990, por dificuldades de ereção. A cirurgia não teria resolvido o problema.
Segundo Cremers, a cassação ocorreu pelo fato de o andrologista ter infringido dois artigos do Código de Ética Médica, ao indicar e realizar uma cirurgia de prótese peniana "desnecessária e precipitada". Por ser considerado um procedimento irreversível e ter sido aplicado em um paciente jovem, que poderia ter outras alternativas de tratamento, o implante também foi classificado como "imprudente e negligente".
O andrologista recorreu da decisão junto ao CFM, mas teve o pedido negado e a cassação confirmada. Ele também entrou na Justiça para tentar anular a decisão. Em nota, Bayard informou que continuará atendendo normalmente, porém como sexólogo, e que os demais procedimentos serão repassados a colegas de sua confiança.
O advogado do médico, Fabiano Justin Cerveira, contesta a decisão.
- Estamos buscando junto ao Poder Judiciário o reconhecimento de irregularidades no procedimento instaurado pelo Cremers. A cassação é equivocada. Bayard é um médico que sempre atuou primando pela ética profissional e deverá ser absolvido. O procedimento médico realizado foi correto diante do caso apresentado.


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PORTO ALEGRE - O médico andrologista Bayard Fischer Santos, especialista em próteses penianas, teve o registro profissional cassado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). A decisão, divulgada nesta quinta-feira pelo Conselho Regional de Medicina (Cremers), teve por base o caso de um jovem de 22 anos que teve uma prótese implantada por Bayard em 1990, por dificuldades de ereção. A cirurgia não teria resolvido o problema.
Segundo Cremers, a cassação ocorreu pelo fato de o andrologista ter infringido dois artigos do Código de Ética Médica, ao indicar e realizar uma cirurgia de prótese peniana "desnecessária e precipitada". Por ser considerado um procedimento irreversível e ter sido aplicado em um paciente jovem, que poderia ter outras alternativas de tratamento, o implante também foi classificado como "imprudente e negligente".
O andrologista recorreu da decisão junto ao CFM, mas teve o pedido negado e a cassação confirmada. Ele também entrou na Justiça para tentar anular a decisão. Em nota, Bayard informou que continuará atendendo normalmente, porém como sexólogo, e que os demais procedimentos serão repassados a colegas de sua confiança.
O advogado do médico, Fabiano Justin Cerveira, contesta a decisão.
- Estamos buscando junto ao Poder Judiciário o reconhecimento de irregularidades no procedimento instaurado pelo Cremers. A cassação é equivocada. Bayard é um médico que sempre atuou primando pela ética profissional e deverá ser absolvido. O procedimento médico realizado foi correto diante do caso apresentado.


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PORTO ALEGRE - O médico andrologista Bayard Fischer Santos, especialista em próteses penianas, teve o registro profissional cassado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). A decisão, divulgada nesta quinta-feira pelo Conselho Regional de Medicina (Cremers), teve por base o caso de um jovem de 22 anos que teve uma prótese implantada por Bayard em 1990, por dificuldades de ereção. A cirurgia não teria resolvido o problema.
Segundo Cremers, a cassação ocorreu pelo fato de o andrologista ter infringido dois artigos do Código de Ética Médica, ao indicar e realizar uma cirurgia de prótese peniana "desnecessária e precipitada". Por ser considerado um procedimento irreversível e ter sido aplicado em um paciente jovem, que poderia ter outras alternativas de tratamento, o implante também foi classificado como "imprudente e negligente".
O andrologista recorreu da decisão junto ao CFM, mas teve o pedido negado e a cassação confirmada. Ele também entrou na Justiça para tentar anular a decisão. Em nota, Bayard informou que continuará atendendo normalmente, porém como sexólogo, e que os demais procedimentos serão repassados a colegas de sua confiança.
O advogado do médico, Fabiano Justin Cerveira, contesta a decisão.
- Estamos buscando junto ao Poder Judiciário o reconhecimento de irregularidades no procedimento instaurado pelo Cremers. A cassação é equivocada. Bayard é um médico que sempre atuou primando pela ética profissional e deverá ser absolvido. O procedimento médico realizado foi correto diante do caso apresentado.


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PORTO ALEGRE - O médico andrologista Bayard Fischer Santos, especialista em próteses penianas, teve o registro profissional cassado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). A decisão, divulgada nesta quinta-feira pelo Conselho Regional de Medicina (Cremers), teve por base o caso de um jovem de 22 anos que teve uma prótese implantada por Bayard em 1990, por dificuldades de ereção. A cirurgia não teria resolvido o problema.
Segundo Cremers, a cassação ocorreu pelo fato de o andrologista ter infringido dois artigos do Código de Ética Médica, ao indicar e realizar uma cirurgia de prótese peniana "desnecessária e precipitada". Por ser considerado um procedimento irreversível e ter sido aplicado em um paciente jovem, que poderia ter outras alternativas de tratamento, o implante também foi classificado como "imprudente e negligente".
O andrologista recorreu da decisão junto ao CFM, mas teve o pedido negado e a cassação confirmada. Ele também entrou na Justiça para tentar anular a decisão. Em nota, Bayard informou que continuará atendendo normalmente, porém como sexólogo, e que os demais procedimentos serão repassados a colegas de sua confiança.
O advogado do médico, Fabiano Justin Cerveira, contesta a decisão.
- Estamos buscando junto ao Poder Judiciário o reconhecimento de irregularidades no procedimento instaurado pelo Cremers. A cassação é equivocada. Bayard é um médico que sempre atuou primando pela ética profissional e deverá ser absolvido. O procedimento médico realizado foi correto diante do caso apresentado.


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PORTO ALEGRE - O médico andrologista Bayard Fischer Santos, especialista em próteses penianas, teve o registro profissional cassado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). A decisão, divulgada nesta quinta-feira pelo Conselho Regional de Medicina (Cremers), teve por base o caso de um jovem de 22 anos que teve uma prótese implantada por Bayard em 1990, por dificuldades de ereção. A cirurgia não teria resolvido o problema.
Segundo Cremers, a cassação ocorreu pelo fato de o andrologista ter infringido dois artigos do Código de Ética Médica, ao indicar e realizar uma cirurgia de prótese peniana "desnecessária e precipitada". Por ser considerado um procedimento irreversível e ter sido aplicado em um paciente jovem, que poderia ter outras alternativas de tratamento, o implante também foi classificado como "imprudente e negligente".
O andrologista recorreu da decisão junto ao CFM, mas teve o pedido negado e a cassação confirmada. Ele também entrou na Justiça para tentar anular a decisão. Em nota, Bayard informou que continuará atendendo normalmente, porém como sexólogo, e que os demais procedimentos serão repassados a colegas de sua confiança.
O advogado do médico, Fabiano Justin Cerveira, contesta a decisão.
- Estamos buscando junto ao Poder Judiciário o reconhecimento de irregularidades no procedimento instaurado pelo Cremers. A cassação é equivocada. Bayard é um médico que sempre atuou primando pela ética profissional e deverá ser absolvido. O procedimento médico realizado foi correto diante do caso apresentado.


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PORTO ALEGRE - O médico andrologista Bayard Fischer Santos, especialista em próteses penianas, teve o registro profissional cassado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). A decisão, divulgada nesta quinta-feira pelo Conselho Regional de Medicina (Cremers), teve por base o caso de um jovem de 22 anos que teve uma prótese implantada por Bayard em 1990, por dificuldades de ereção. A cirurgia não teria resolvido o problema.
Segundo Cremers, a cassação ocorreu pelo fato de o andrologista ter infringido dois artigos do Código de Ética Médica, ao indicar e realizar uma cirurgia de prótese peniana "desnecessária e precipitada". Por ser considerado um procedimento irreversível e ter sido aplicado em um paciente jovem, que poderia ter outras alternativas de tratamento, o implante também foi classificado como "imprudente e negligente".
O andrologista recorreu da decisão junto ao CFM, mas teve o pedido negado e a cassação confirmada. Ele também entrou na Justiça para tentar anular a decisão. Em nota, Bayard informou que continuará atendendo normalmente, porém como sexólogo, e que os demais procedimentos serão repassados a colegas de sua confiança.
O advogado do médico, Fabiano Justin Cerveira, contesta a decisão.
- Estamos buscando junto ao Poder Judiciário o reconhecimento de irregularidades no procedimento instaurado pelo Cremers. A cassação é equivocada. Bayard é um médico que sempre atuou primando pela ética profissional e deverá ser absolvido. O procedimento médico realizado foi correto diante do caso apresentado.


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PORTO ALEGRE - O médico andrologista Bayard Fischer Santos, especialista em próteses penianas, teve o registro profissional cassado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). A decisão, divulgada nesta quinta-feira pelo Conselho Regional de Medicina (Cremers), teve por base o caso de um jovem de 22 anos que teve uma prótese implantada por Bayard em 1990, por dificuldades de ereção. A cirurgia não teria resolvido o problema.
Segundo Cremers, a cassação ocorreu pelo fato de o andrologista ter infringido dois artigos do Código de Ética Médica, ao indicar e realizar uma cirurgia de prótese peniana "desnecessária e precipitada". Por ser considerado um procedimento irreversível e ter sido aplicado em um paciente jovem, que poderia ter outras alternativas de tratamento, o implante também foi classificado como "imprudente e negligente".
O andrologista recorreu da decisão junto ao CFM, mas teve o pedido negado e a cassação confirmada. Ele também entrou na Justiça para tentar anular a decisão. Em nota, Bayard informou que continuará atendendo normalmente, porém como sexólogo, e que os demais procedimentos serão repassados a colegas de sua confiança.
O advogado do médico, Fabiano Justin Cerveira, contesta a decisão.
- Estamos buscando junto ao Poder Judiciário o reconhecimento de irregularidades no procedimento instaurado pelo Cremers. A cassação é equivocada. Bayard é um médico que sempre atuou primando pela ética profissional e deverá ser absolvido. O procedimento médico realizado foi correto diante do caso apresentado.


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RIO - A deficiência de vitamina D pode estar associada a um aumento de casos de asma em crianças, afirmam médicos americanos na edição de maio do "American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine". Em pesquisa feita com 600 crianças na Costa Rica, os pesquisadores identificaram que níveis baixos da vitamina no organismo podem estar associados a um aumento de alergias e crises de asma.
A pesquisa, coordenada pelos médicos Juan Celedón e Augusto Litonjua, da Escola de Medicina de Harvard, avaliou a saúde respiratória de 616 crianças. Também aplicou nos pequenos testes de alergia e sensibilidade, assim como testes para medir sua capacidade pulmonar.
Crianças com deficiência da vitamina, mostra o estudo, tinham mais chance de terem sofrido de crises de asma intensas e de terem sido internados no ano interior. Além disso, elas tinham uma sensibilidade maior a ácaros e umidade. "Um suplemento de vitamina D pode ser uma opção interessante para estas crianças", afirma Celedón em trecho da publicação.


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RIO - A deficiência de vitamina D pode estar associada a um aumento de casos de asma em crianças, afirmam médicos americanos na edição de maio do "American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine". Em pesquisa feita com 600 crianças na Costa Rica, os pesquisadores identificaram que níveis baixos da vitamina no organismo podem estar associados a um aumento de alergias e crises de asma.
A pesquisa, coordenada pelos médicos Juan Celedón e Augusto Litonjua, da Escola de Medicina de Harvard, avaliou a saúde respiratória de 616 crianças. Também aplicou nos pequenos testes de alergia e sensibilidade, assim como testes para medir sua capacidade pulmonar.
Crianças com deficiência da vitamina, mostra o estudo, tinham mais chance de terem sofrido de crises de asma intensas e de terem sido internados no ano interior. Além disso, elas tinham uma sensibilidade maior a ácaros e umidade. "Um suplemento de vitamina D pode ser uma opção interessante para estas crianças", afirma Celedón em trecho da publicação.


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RIO - A deficiência de vitamina D pode estar associada a um aumento de casos de asma em crianças, afirmam médicos americanos na edição de maio do "American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine". Em pesquisa feita com 600 crianças na Costa Rica, os pesquisadores identificaram que níveis baixos da vitamina no organismo podem estar associados a um aumento de alergias e crises de asma.
A pesquisa, coordenada pelos médicos Juan Celedón e Augusto Litonjua, da Escola de Medicina de Harvard, avaliou a saúde respiratória de 616 crianças. Também aplicou nos pequenos testes de alergia e sensibilidade, assim como testes para medir sua capacidade pulmonar.
Crianças com deficiência da vitamina, mostra o estudo, tinham mais chance de terem sofrido de crises de asma intensas e de terem sido internados no ano interior. Além disso, elas tinham uma sensibilidade maior a ácaros e umidade. "Um suplemento de vitamina D pode ser uma opção interessante para estas crianças", afirma Celedón em trecho da publicação.


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A pesquisa, coordenada pelos médicos Juan Celedón e Augusto Litonjua, da Escola de Medicina de Harvard, avaliou a saúde respiratória de 616 crianças. Também aplicou nos pequenos testes de alergia e sensibilidade, assim como testes para medir sua capacidade pulmonar.
Crianças com deficiência da vitamina, mostra o estudo, tinham mais chance de terem sofrido de crises de asma intensas e de terem sido internados no ano interior. Além disso, elas tinham uma sensibilidade maior a ácaros e umidade. "Um suplemento de vitamina D pode ser uma opção interessante para estas crianças", afirma Celedón em trecho da publicação.


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A pesquisa, coordenada pelos médicos Juan Celedón e Augusto Litonjua, da Escola de Medicina de Harvard, avaliou a saúde respiratória de 616 crianças. Também aplicou nos pequenos testes de alergia e sensibilidade, assim como testes para medir sua capacidade pulmonar.
Crianças com deficiência da vitamina, mostra o estudo, tinham mais chance de terem sofrido de crises de asma intensas e de terem sido internados no ano interior. Além disso, elas tinham uma sensibilidade maior a ácaros e umidade. "Um suplemento de vitamina D pode ser uma opção interessante para estas crianças", afirma Celedón em trecho da publicação.


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A pesquisa, coordenada pelos médicos Juan Celedón e Augusto Litonjua, da Escola de Medicina de Harvard, avaliou a saúde respiratória de 616 crianças. Também aplicou nos pequenos testes de alergia e sensibilidade, assim como testes para medir sua capacidade pulmonar.
Crianças com deficiência da vitamina, mostra o estudo, tinham mais chance de terem sofrido de crises de asma intensas e de terem sido internados no ano interior. Além disso, elas tinham uma sensibilidade maior a ácaros e umidade. "Um suplemento de vitamina D pode ser uma opção interessante para estas crianças", afirma Celedón em trecho da publicação.


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A pesquisa, coordenada pelos médicos Juan Celedón e Augusto Litonjua, da Escola de Medicina de Harvard, avaliou a saúde respiratória de 616 crianças. Também aplicou nos pequenos testes de alergia e sensibilidade, assim como testes para medir sua capacidade pulmonar.
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